Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18341

Full Text
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ANNO L NUMERO 37
PARA A CAPITAL B 1AJG4BES OXDE \1 SE PACJA PORTE.
Por tra mezes *diaaUdoe................ 6JHMM)
Por seis ditos idem. ........... 12JJO0O
For manDO idem.................. 84*000
Cftda numero frulso................. 9320
MARIO DE P
DOHKSft 15 DE FEVERE1RO BE 1874
**^'
PARA>.HUM B VWRA DA PMRIWII
Por tres mezes adiantados.....i^ri i^v.....
Por seis ditos idem ......' V '......
Tor note ditos idem.......?....?
Por urn anno idem. .........* *
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUE1R0A DE FARU FILHOS.

S40 AfeferaTTKlS
t. Sm Gerardo Antonio lives d Filhos, no Para; Gon^es d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de 0k*eira & Filho. no Geari; fi&oitio de Leiuo. Brag., no Aracatj ; Joio Matt Jriio Chafes, no Ad; Antonio Mtrqaen da SUra, no Saul; Jose Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ; Carlos Auxoncio Montciro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jose Gome*, na ?&ada Pnnha; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingo* Jose da Costa Bragn, emHaxareth;
Autonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, noPiiardtSi
Alvet d C, na Bakia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL
Governo da provinoiu.
EXPEDIENTE DO MA it DB J<0VE.MBR0 DE 1873.
1*. secgOo.
Offlcios: .
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.-Sirva-se V. Exc. de niandar por era liber-
dade o recruta Tilmreio Valenano da Kocha, que
provou isenfao legal.
Ao me8mo.-Sirva.9e V. Exc. de mandar ex-
trahir do archivo do 2* batalhao de infanta'1a,
afim de ser transmitiida a secrelana de estado dos
dos negocios da gaerra, conforrae deter ninao avi-
so de iO do corrente, certida) dos assentarauntos
do ex 1 sargento da 5" companhia daquelle corpo,
Antonio Moreira da Cunha Guimaracs.
Ao raesmo.Sirva-se V. Kxc. de mandar por
em liberdade o recrota Antonio Ignacio, i|ue pro-
vou isencao legal
Ao mesmo. -Para salisiazer o que solicita o
Exm. presidente da provincia de Santa Catharina
em offlcio da oatubro ullim >, sob n. 391, sirva-se
V. Exc de dar suas ordens para que pelo 2 ba-
talhao de infantaria se passe ceriidao djs assenta-
inantos do capitao Julio Augusto Carlos da Silva,
durante o tempo que servio nesse batalhao coino
alferes. "
Ao director do arsenal de guerra.Mande
VV. S. fornecer com urgencia ao commandante do
presidio de Fernando de iNoronha as pecas de ves-
Idarios constantes da relacao juaU em duplicata,
deMiadas aos seatenciados militares alii existen-
tes" ue se acham excluidos delinitivaraente dos
cor'posi relativas ao 2 semeslre do anno pas
Ao lmesmo.Transmitto a V. S., como deter-
niiaa o avuso do ministerio da gueira, de 31 de ou-
tubro proximo findo, lu exemplares do Epitome
da Historiavdo Brasil por Jose Pedro Xavier Pi
Ao comtmaHuame do presidio de Fernando
rimeDto de Joaqraim Rodrigues Maia de Oliveira,
pedindo o prase; de 6 mezes para liqaidar a sua
east de negocio.Vex'isteule nesse presidio; assim o
communico a Vote, para sua direccao.
Ao engenhenro das obras militares. -Tendo
desigoado a Vmc Bara conjunctamente aim o en-
gjaheiro das obras>.publicas geraes inspeccionar a
obra do paiol para pwlvora, que por ordem do mi-
uuterio da fazenda se\ esta construindo no lugar
denominado Sitkt da Fazenda, e da qnal c arre-
matante Manoei Thoniax de Albuquerque Mara
niiao ; assim o communico a Vine, para seu co-
nhecimento e direccaa4-lgu*l ao engenheiro das
obras publicas geraes. 1
2\ $ec<;ao.
Actos: ,
0 preaidente da provmcia, atlenJend) ao que
requereu o tenente Manoei Tliouiaz Alves do (louto,
A' supplente do juiz municipal e de orphaos do
termo de Caruaru, resolve conceder Ilia dispensa
A, lapso de tempo, afim di que possa tirar o titulo
e prestar juramento no praso improrogavel de 23
dias, a conlar de hoje. -
0 presidente da provmcia, de conformidaae
com o disposto no art. 1 g 2 do decreto n. 4668,
de 5 de Janeiro de 1871, resolve nomear Porfino
Alves da Silva para provisoriamente cxercer a
serventia dos oQlcios de tabelliao e escrivao de or-
phaos e mats annexos do termo de Ipojuca.
0 presidente da proviniia, a vista do que in-
forma o commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Caroara cm officios le 17 de
ag03to ultimo e 3 do corrente, resolve privar de
poto de alferes da 5* companhia do batahao 27
de dito municipio, Antonio Bezerra Maiuio, visto
nao ter no pra3o legal se fardado
Offlcios :
Ao commanlaute superior da guarda nacio-
aal do municipio !> Recife. -Para cumprimento
d) aviso do ministerio da nu^rra, de 13 do corren-
te, sirva-se V. S. de infor.nar si o guar la do f
batalhao de infantaria designado para o servico
da guerra, Libanio Wenceslao dai.ruz, apresen:
tou-se voluntariamente para aquelle servico, on si
foi a isto compellido.
Ao juiz de direito da 1* vara.-lnforme V.
f>. em que estado se acha o processo de responsa-
bilidade instaurado a empregados da reparticao do
correio pelo roubo da quantia de 1:869*730, feito
n> respectivos cofies; e nocasode naoestar findo,
providencie V. S afim de que tenha prompta con
flusao. -
Ao mesmo.-Tiansmitto a V. S. para os de-
vidos fins as guias juntas, que me foram remoltidas
pelo presidente da provincia do Espirito Santo em
offioiO n. 162, de 10 do corrente.
Ao mesmo.-Transmitto a V. S. para os de-
vidos Gns a gaia junta do seutenciado Pedro Ma-
noei Martins, exisleule ua presidio de Fernando de
Koronha, a qual veio coin o aviso do ministerio da
justica, de 11 do corrente. |
Aojuiz de direito de CaruarU ror portaria
desta data foi concedida dispeusa do lapso de tem-
po ao tenente Manoei Thome Alves do Couto, afim
di no praso de 23 dias tirar o titulo e prestar ju-
ramento de cargo de 3supplente desse termo; o
(iue Ihe declaro para os devidos fins.
Ao commandante do orpo de policia.-Em
resposta do offlcio de Vmc, n. 637, de 20 do cor-
rente. t9nho a dizer-lhe que dsve remetter a esta
pre:idencia, para ser envia la a de Alagoas, a quan
ti?, de que trata o seu dito offlcio.
Ao mesmo. Pode \ mc. eliminar do corpo
gob o seu commando a pra?a Caetano Jose Alves,
![\n, segundoo seu offlcio n. 636, de 20 do corrente,
a\ julgada incapaz do servico.
_ Ao mesmo. -Bpmeito a Vmc. os inclusos pa-
nels que me serao (fevolvidos, relativos ao cabo de
o;quadra do 1 batalhao de infantaria, Jose Pedro
da Silva, que pede baixa allegando ter side volun-
tario da patria, afim de que, tendo em vista os
mesmos papeis, e em cumprimento do aviso do mi
nisterio da guerra, de 16 de setembro ultimo, ve-
ridaue si fez-s ou nao ellectiva a escura d'a-
queila pra?*, qnando pertencia ao corpo de poli-
cia desta provmcia, e em que qualidade embarcon
elle para a c6rte.
33 secQfto.
Acto '
0 presidente da proviucia, attendendo a infor-
macao da thesouraria provincial, sob n. 473. e
tendo em vista a demon'trarao annexa, resolve
brir o credito especial de l:68il000 para occor
rar a despcza a fazer-se no corrente exercicio de
1873 1871 com a aliinentacao, vcsluario e trata
xnento dos filhos do3 voluntariosda patria, recolhi
dos ao collegio dos orphaos.
Officios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.- Se-
jjaado o avi o lo miaf^Ieri" di jostle*,d 6 di cr
reate ni'ssa data fii.sol.citada ao d> iz^iiJa a ex1
9
pedicao de ordens conveuiantes afim de que seja
indemnisada essa thesouraria pelo bacharel Vicen-
te Pereira do Hego Junior da quantia de 300*000
por elle recebida para transporUr-se ao termo de
Ouricury, como juiz municipal e de orphaos, de
oujo cargo nao tomou posse; o que declaro a V. S.
para os devidos fin*.
Ao mesmo.-Tranemilto a V. S., para os de-
vidos fins, a portaria junta do ministerio da justica,
oncedendo ao escrivao Geraldo Themistocles Ca-
bral de Vascncellos prorogacao por um anno de
licenca, para tratar do >ua saada.
Ao mesmo. Inclaso remelto a V. S. para in-
formar nma peticio de Brasilina Augusta Luma-
rhi ii Mello, dirigida ao governo imperial.
Ao mesmo.Mande V. S pagar ao parocho
collado da freguezia de Villa Bella, Manoei Lopes
Kodrigues do Barros, a sua congrua corresponden-
teao mez de julho a outubio ultimo, visto ter
cumprido os seus deveres.
Ao mesmo.Transmitto a V. S., para os de-
vidos fins, o titulo pelo qual foi noraeado cava-
Iheiro da ordem da R >za IBM Felippe Nery da
Silva.
Ao mesmo. Cousland i-me de communica -
cao da secretaria de estado dos negocios da raari-
nha, de 6 do corrente, qqe n-^ssa data se aatorison
a iospe;ao do arseual de mannln desta provincia a.
constrnir, pela quantia de U ^, uraa barca
d'agua, destiBada ao servico do mesm) arsenal, e
bem assim que solicitou se do ministerio da fa-
zenda a expedicao de ordens ti n de ser essa the-
souraria habidtada a despender emelhante quan-
tia ; assim o declaro a V. S. para seu conheci-
raento e direccao.
Ao mesmo.Autoriso V. S. a manlar pagar
a Firmiano J ise Rodrigues Ferreira Junior, guarda
intermo da reparticao da saude do porto, e sob a
responsabilidade d'esta presideneia, a quantia de
31*MM), relativa aos vencimentos a que tem di-
reito pelo exercicio do rcferido lugar desde 11 a
3t de outubro proximo passado, uma vez que,
segundo a informacao de V. S., datada de 19 do
corrent-s, sob n 968 serie E, nao ha credito na
verb* -eventuaes -do ministerio do imperio.
Ao mesmo. Tendo designido os engenheiros
Antonio Vicente do Na^cimento Feitosa eChrysolito
Ferreira le liastro Chaves par* conjuntamente ins-
p^ccionaram a o'ra do paiol que se esta cons-
truiodo por eonta do ministerio da fazenda no
lugar deuominado Sitio da Fazenda, e da qual 6
arrematante Manoei Thomaz de Albuquerque Ma-
ranhao; assim e commu lico a V. S. para seu co-
nhecimento.
Ao mesmo.Doclaio a V. S., para os devidos
fins, que, segundo aviso do ministerio da justica,
de 12 do corrontc,foi atttendida a reclamacao que
fez o bacharel Bellarmino Pereira de Oliveira, no-
m8ado juiz muuicipal c de orphios do termo de
Monte Alegre.na proviucia do Para, com relacao
ao augmento da ajnda de custo; senlo lhe conce-
dida a quantia de 2OJJO00 de augmento a ajuda
de custo que Ihe foi concelida, e bem assim dous
mezes de prorogacao do praso, dentro do qual
deve entrar em exercicio.
Ao mesmo. Em aviso de 31 de outubro
nltimo communicou-me o Exm. Sr. rainistro da
agricultura, commercio e obras publicas que em
20 do mesmo mez o ministerio da fazenda expa-
dio as or Jens convenientespara serem despachados
livres de direitos os objectos precisos para a estra
da deftrro do Recife ao S. Francisco durante o
anno proximo vindouro ; o que declaro a V. S.
para os fins convenientes.
Ao mesmo. C >mmuuico a V. S., para seu
cenhecimento, que em aviso n 41, de 12 do cor-
rente, o Exm. Sr. mtnistro da agricultura comracr
do e obras publicas approvou a deliberacao dada
por esa presideneia subre a duvida proposta pelo
engenheifo fiscal da estrada de ferro do Recife ao
S. Francisco, de ser a'importancia do sello dos
livros dessa'empresa paga por ella, como sao p-
gos os diiiniis impost que estasujeita.
Ao/mesmo. Transmitto a V. S., para seu
conhecinVento e devidos fins, copia do aviso do mi-
nisterio no imperio.de 8 do corrente, sob n. 10120,
em qu/se declara terem sido approvados peja
verba'-soccorros publicosdo exercicio de 18,3
-a l_874,os creditos abertos sob responsabilidade
deuJ^iresidencia, naimportaaciade 36 if000, para
occorrerera as despezas com o tratamento da va-
riola na cl ade de Goyanna e na villa do Cabo.
- Ao inspector da thesouraria provincial.Re-
melto a Vm; a inclusa conta relativa ao trata
memo feito por Joaciuira Pereira da Silva a presos
pobres da cadeia de" Agua Preta, para que mande
pagar a quantia de 50i000. porquanto 6 excessiva
a importancia sobre que versa a mesma conta.
- ao mesmo. Transmitto a Vmc, para seu
conhecimento e devida .execugao, a inclusa por-
taria, por copia, em virtude da qual acha se essa
thesouraria habilitada a pagar a conta que tarn
bem remotto inclusa.
- At mesmo.Mande Vmc. entregar ao por-
teiro desta secretaria, Silvino Antonio Rodrigues,
a quantia 1:374*830, em que impjrtou o forneci-
mento feito para o expedieute da mesma secreta
taria por Costa Irraio & C, coastante da conta
junta.
Ao mesmo. Autoriso V mc. a entregar ao
thesoureiro da reparticao das obras publicas a
quanta de 1:000*000, para occorrer as despezas
com a compra dos quarenta bancas para o jardim
do Campo das Princezas c do pequeno chafariz
3ue tem de ser alii collocado, conforrne o offlcio
o diaecur, daquella reparticao, sob n. 412, de 21
do corrente.
Ao raesmo. Mande V. S. abonar por adian-
tamento um mez de vencimentos e 20*000 cjmo
ajuda de custo de ida e volta ao capitao do corpo
de policia, Camillo August) Ferreira da Silva, que
vai destacar em Pao d'albo; devendo-se contar o
adiantamento do !. do corrente.
4.' tecqao.
Officios :
Ao Exm. presidente da provincia da Bahia.
Recebi, com o offlcio de V. Exc, de 10 do corrente
sob n. 2,349 dous exemplares do relatorio com
que o Exm. 4. vice presidente dessa provincia
pa3Sou a V. Exc. a a Jministracao no dia 22 de
outubro oltimc. >.
Ao Exm. presidente da provmcia da Parana.
Fico de posse dos dous exemplares da eollecclo
das leis promulgadas pela asserablea legislatiya
em sua ultima se^sao, o que acompanhou o offlcio
de V. Exc, de 3 de outubro proximo passado.
Ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Sol. Accuse recebido o offlcio de V.
Exc, de 24 de outubr. ultimo, a que acompanha-
ram dous exemplares impressos do relatorio com
310 o Exm. Sr. couselheiro Dr. Jose Feruandes
a Costa Pereira Junior passou as maos de V
Exc a administracio dessa provincia no dia M
de dezembro do anno proximo passado.
Ao Exm. presidente da provincia de Santa
Catharina.Em resposta ao offlcio circular de 2i
de outubro, em que V. Exc. me communtca haver
naquella data prestado- juramento e assnmide a
administrate dessa prOviacia^aara a qual fora
n)meado por carta imperial do I daquelle mez,
cumpre-me reiterar a V. Exc. os jeus protestos
de siocera estima strbida-ttUSidMcao.
ao Exm presidente da provincia do Espi-
rito Santo.Accuso recebido o offlao de 7 do
corrente, n. t57, em que V. Exc. me communica
haver no dia 6 prestado juramento e tornado posse
da administ agio dessa provincia, para que f&ra
noraeado .por carta imperial do !. de outubro ul-
timo. Cumpre-me assegurar a V. Exc. os meus
nmfMftS de r-=tima e ron=ii?rc5o.
Ao Exm. proailente d.i provincia da Rio
Grande do Nort-.Remetti a V. Exc seis tubos
e seis pares de laminas com lympha vaccinica; fi-
cando deste modo satisfeiu a requisicao contida
em seu offlcio de 2 do corrente.
Ao Dr. director geral da instruccio publica.
De conformida'e com a informaqao dessa direc-
toria em offlcio de 13 do corrente sob n. 334,
nesta data deferi o req lerimeuto do bacharel Eli-
seu de Souza Martins, pedindo licenca para ensinar
grammatica e lingua nacional, grammatica e lin-
gua rranceza, geographia e historia, independente
deexame de capacidade; o que communico a
Vmc. para os fins convenientes.
Ao :>Mvedor da ? uta Casa de Miscricorlia.
rias dou providencias no sentido de que- trata
Vine, em olllcio de 12 do corrente, sob n. 6i 1, que
Qca assim respondido.
Ao the-oureiro da* loterias da provmcia.
Attendendo ao que expde o provedor da. Santa
Casa de Misericordia em offlcio de 12 dete mez
sob n. 611, relalivaraente aos escrupulos que
tem Vmc. em fazer e-xtratur as duas paries de
loterias que iiv.-r.uD. prefereucia no 4. do art.
32 da lei provincial a. 1115, de 17 de julho ultimo,
com applicac-ao a obra da casa dos expostos,
ten ho a dizer lhe que pode dar cumpriineut)
aquelle acto legislaiivo, visto como essas duas
partos sem duvida neu .uma perteucem as loterias
concedidas em tavor da Santa Casa, a cujo cargo
esta o estauelecimento beneficiado i>ela eitala
lei.
.5' secgSo.
Offlcios:
Ao ogenheiro chefe da reparticao das
obras publicas. Ds conformidade com as or-
dens do Exm. Sr. miaislro da agricultura, com-
mercio e obras publicas, expessas em aviso de
7 do corrente, mande Vmc. eutregar ao enge
nheiro Joio Martins da Silva Coutinho, ou a
quem se mostrar aulorisado por este, um theodo-
lite de Stamppes, perteneeute aiueHe ministerio,
e qae existe nessa reparticao.
Ao mesmo. De Vine parecer sobre o in-
cluso requerimento, que me sora devolvido, do
Baraa de Bemflca, procurator ds Jacqu-is Bonne-
fonJ, pedindo a S M. o Imperador privilegio por
noventa annos para a construe;-i i de uma es-
trada, de ferro que, parliudo da povoacao de Ja
euipe va terminar na estacao do U ia.
Ao engenheiro das obras geraes. -Devolro
a Vmc. o orcameoto que acompanhou o seu
offlcio de honlem datado sob n. 22, relalivo aos
rcpar.is precisos no edificio em que funcciona o
tribunal da relacao, afim de que modifique-o de
modo a nao exceder o credito votado.
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco. Em aviso de
31 de outubro ultimo commuoicou-me o Exm.
Sr. ministro da agricultura, commercio e obra*
publicas que era SO do mesmo mez o minisetrio
da fazenda ex pedira as convenientes ordens para
serem despachados livres de direitos os objectos
precisos para essa estrada de ferro durante o
anno proximo vindouro, e constantcs da relacao
que acompanhou n offlcio do respectivo engenheiro
fiscal, datado de 20 de setembro .'ob n. 108; o que
declaro a Vmc. para os devidos tins.
Ao mesmo. Communico a Vmc. para os
uevidos effaitos, que era aviso n. 41 de 12 do cor-
rente, declarou-me o Exm. Sr. ministro da agri-
cultura, commercio e obras publicas approvar
a soiucao que dei a duvida proposta pelo en-
genheiro fiscal dessa estrada de ferro, de que
deve essa empresa pagar a importanoia do sello
dos respectivos livros, como paga os demais im-
postos a que esta sugeita.
Aos Srs. G. Leuzinger A Filhos. De posse
da carta de Y'mcs., datada de 10 do corrente,
tenho a dizer-lbes que neahuma duvila ha em
acquiescer a sua proposta, uraa vez que remet-
tam uma relacao dos artefact '8 que estejam nas
condicfies de poder fornecer, declarando os res-
pectivos precos.
EXPEDIENTE DO SKCRETARIQ-
1.' teciSo.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ariuas.
-Sua Exc. ) Sr. presidente da provincia raanda
declarar a V. Exc, em resposu ao seu offlcio de
17 do corrente sob n. 1.H6. qu* nesta data se
reeommenda a maior urgencia na remessa, para
o presidio de Fernando de Xoronha^do veslmrio
destinado aos sentenciados militares excluidos de-
finitivaraente dos corpos.
2' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.-0 Exm. sr. pre-
sidente da provincia raanda declarar a \. S. que
nesta data expedio ordens a thesouraria provin
cial para ser paga a Joaquim Pereira da Silva
a quantia de 50* pelo tratamento feito aos presos
pobres de Agua Preta. ,
Ao commandante superior de Caruaru.U
Exm. Sr. presidente da provincia mauda decla-
rar a V. S., para os devidos fins, que por por-
taria de hoje foi privado do poslo de alferes da
5' compauhia do batalhao 27 de infantaria da
guarda nacional desse municipio Antonio Bezer-
ra Maduro, de quem trata o seu offlcio de 3 do
corrente ; de conformidade com o disposto no
art. 65 1 da lei n. 602 de 19 de setembro de
8oo\ ,
Ao bacharel Bellarmino Pereira de Oliveira.
Por esta secretaria se communica ao Sr. ba-
charel Bellarmino Pereira de Oliveira que.se
gundo aviso do ministerio da justica, de 12 do
corrente, foi attendida sua reclamacao, ^udo-lhe
conccdida a quantia de 20J* de augmento e
ajuda de custo, que Ihe foi raarcada, e mais dous
mezes e meio de prorogacjb do prazo, dmtro di
jual deve entrar no exercicio do cargo de juiz
municipal e de orpbaos do termo de Monte Ale-
gre, da provincia do Para. .
Ao commandante do corpo de policia.-0
Exm. -Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S. que nesta data expedio ordens con-
venientes a thesouraria provincial no sentido de
ser abonado, por adiantamento, um mez de ven-
cimentos, e 20* como ajuda de custo de ida e
volta, ao capitao do corpo sob o seu coramanJo,
Camillo Augusto Ferreira da Silva, que vai des
tacar em Pao d'Alho.
5'. seefdo.
Aos agentes da companhia de navegacai
brasileira.-O Exm. Sr. jjresidento da provincia
manda accusar a recepcao do offliio de Vv. Ss;,
desta data, em que participam que o vaoor Para,
chegadi dos portos do sul, seguira para os do
norte amanba as 5 horas da tarde.
Aos agenles da companhia de navegacio a
vapor bahiana.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a Vv. Ss. que ficou in
teirado, pelo sen offlcio de hontem datado, de
haver o vapor Penedo chegado da Bahia com es-
cala pen portos de Sergipe e Alagoas, e da re-
gresjar hoje as 5 horas da tarde.
KXPRDI8NT8 DO MS 24 DE N0VBMBR0 DE 1873.
/.* secf&o.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. -Expect V. Exc. as suas ordaus para que um
cabo e duas pragas de i* linha se apresentem na
casa de deleucao, "araanha as 7 horas do dia, afim
de conduzirem ao termo da Escada um criminoso
que tem de ser alii julgado, e foi requisitado pelo
juiz municipal daquelle termo.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de provideu-
ciar para que um batalhao de linha se ache pos-
tado no Campo das Princezas, afim de solemuisar
o c. rtcjo qae j tTifie de Sua MawMado o Impe-
rador se tem de faner lieste palacio ;i< 3 horas da
tarde do dia 2 de dezembro proximo fnturo, anm
versario natahcio do m amo augusto senhor.
Ao mesmo. -Sirva-se V. Exc do mandar por
em liberdade o recruta Manoei Igoacio do Nasci-
mento, que provou tsencaO legal.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc de mandar
inspeccionar oovamente, conforrne pede no reque-
rimento junto, o recruta Manoei Francisco Alves.
2.* sfffoo.
Actos:
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o bacharel Jose Maria da Rocba Car-
val'n. j ''' municipal e de orp iaos d is termos de
rea-fia-licenca, com vencimeut is na forma da lei,; do Cabo. -Nesta-data expeco a convenient ordem para sciencia da guarnicio e effeitos nec
para tratar Se' sua saude onJe Ihe convier. v no sentid) de ser. transpjrtada para essa vilU uma | que o Exm. Sr. brigadeir. h raorario do
O presidente
da provincia, attendendo ao
ijaeie^UKFeu o bacharel Augol.. Jaiwm de i^asiro
e AJfcuquerqiiH, promotor publico da coraarca do
(Jaranhuns, resolve concederlh-3 tres mezes do li-
com venciineiitos na forma da lei, para tra-
sua saude onde lue convier.
Uesigno para lubstituir o tiiu-mte Antonio
les Gordeiro de Meilo, vogal do conselno
ameuto do soldado da 2-" companhia, Ma-
is de Sant'Anna, o capitao Alvaro l>)nra-
..ratra do Aguiar.
Designo para servir de vogal no conselno de
iulg&meoti) do cabo da 4 companbia, Victor Ti-
Uurnno de Oliveira, e o soldado Antonio Lucio de
Oliveira, em subitituicao ao capita:) Samuel de Sa
Montenegro e tenente An onio Francisco Gordeiro
de Mello, que se acham iicpedidos, e capitao Fran-
cuco de Siqueira Civalcante e tenente cirurgiao
loaquim Jose Alves de Albnpaerque.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o alferes Alexandre Sergio de Mi-
randa, do 6 batalhao de infantaria do servico de
reserva do municipio de Caruaru* e a informajao
do commandante superior respectivo, de 2 do cor
route, r-solve que se Ihe de a guia de que trail o
art. 43 do decreto n. 1,130 de 12 de marco de 1853
para esta capital, onde reside.
Officios :
Ao Dr. chefe de policia -Pica expedida a ne-
cessana ordem ao Dr. inspector da tan le publica
para fornecer a V. S. uma carteira com medica-
raentos homeopathicos, apropriadns ao tratamento
da variola, afim de ser remetti Ja ao delegado do
termo do Bom Conselno, cenforme inlicou V. S.
em offlcio de 21 do corrente sob n. l,92i).
Ao mesmo. Expe$a V. S. as suas ordens,
afim d j que me seia apresenlado com t devida
seguranca, a hjra de audiencia, Bernardino Viei-
ra da Silva, que, tendo regressado do presidio de
Fernando de Nuronha, se acha na casa de de-
tencao.
Ao meim i. Concedo a V. S. a autori;acao
que pede em offlcio n. 1918 de 2! do corrente,
para o aloguel de uma casa que sirva de pnsao
no segunlo districto do termo de Nazareth j de-
vendo, purein, ser feiu o contract.) por seu inter-
raedioe dependendo da approvac,io desta presi-
deneia. t
Ao primeiro promotor publico da capital.
Transmitto a Vmc, para que proceda de c. nforrai-
dade ci.m a lei, o inquerito Junto que me enviou o
Dr. chefe de policiajein offlcio n. 1,928, de 22 do
corrente, qnantc ao facto, havido no arsenal de
guerra de varios objectos a elle pertencentes,
3." tecrao.
Acto :
0 presidente da provincia resolve exonerar
do cargo de collector das lendas provinciaes do
municipio de Garanhuns o cidadao Eulalio Etl
Senio de Fieitas Vilella, por assim o haver pe
ido
Officios :
Ao inspector da thesouraria do fazenda.
Transmitto a V. S.. para os devidos tins, qoatorze
ordens, sendo trexe do tribunal do thosouro na
eional sob ns. -233, 236 a 247, uma do ministerio
da guerra, data da de 13 do corrente, e bem assim
trea cm duplieata da reparticao de ajudante ge-
neral sob ns. 976 a 978.
4 Ao raesmo. Communico a V.S, para o* de-
vidos fins, que nesta data concedo Ires mezes de
licenca, co n vencimentos na forma da lei, para
tratar de sua saude, ao bacharel Angelo Jansen de
Castro e Albuquorjue, promotor publico da o
marca de Garauhuus.
Ao mesmo.Transmitto a V. S, para os fins
convenientes, as inclusas contas doeum mUdas da
receita e despcza do h)spital militar, relativa? ao
mez de outubro proximo passado c bem assim por
duplieata o parecer da junta de inspeccao que
exaininm as ditas contas. .
An mesmo. -Communicando me o ensenhai
ro fiscal interino da estrada de ferro do Recife a
S. Francisco, era offlcio desta data, nao se ter reu-
nido ainda a commissao liquidadora das contas da
mesma estrada, referentes ao mez de outubro ul-
timo, por acharse doente o empregado dessa re-
partican, Jose Francisco de Salles Baviera, raem-
bro da referida commissao, autoriso V. S. a desta-
nar ootro de sua conflanca para substituir aquel-
le empregad.i durante esse impedimento em suas
respective; funccSes, e de modo a que antes do
dia 28 do corrente possa ter lugai a dita reu-
niao.
Ao mesmo. -Communico a V. S., para os de-
vidos fins, que a 1 do corrente assuinio o supplen-
te, Man .el Carnairo Cavalcante, o exercicio do car-
go de juiz municipal e de orphaos do termo de
Buique. _
Ao mesmo.- A' vista da sua informacao em
offlcio sob n. 996 serie E, de 20 do c .rrente BOS
termos da lei n. 3i4. de 28 de outubro de 1818,
autoriso V. S. a mandar abjnar ao capitao Jero-
nyrao Ignacio dos Santos a quantia de 3001, cor-
respondente a tres mezes de soldo, p^r ter sido
promovido ao dito posto por decreto de la de ou-
tubro ultimo. _
As inspector da thesouraria provincialcm
resposta ao seu offlcio sob n. 523, de 21 do cor-
rente em que Vmc. traz ao conhecimento desta
presideneia o resultado da prar;a que foi sujeito
por arrendamento triennal o sitio adjndicado a
fazenda provincial em execucao contra Jose Mar-
celino \lves da Fonseca, tetiho a dizer-lhe que p6-
de acceitar a offerU feiu pelo licitant i Francisco
Avila de Mendonca.
Ao mesmo. Mande Vmc. pagar a Lamerim
Goiicalves Luna 11 qnantiajle b*. cons
pe.jiieua caixa com os desinfectantes pedidos por
essa commissao em olllcio de 16 d > corrente. Op
portunamente remttterei o pus vaccinico, lainbem
solicitado.
Portaria :
A' camara-municipal da villa de Itam'je.
i/jininunico a camara municipal da villa de Itam-
be, para seu conhecimento e execucao, que, acban-
do-se creado collegio eleitoral nessa villa por de-
creto n. 2,471 do 2t do mez findo, junto pur copia,
designo nesta data, em observance do disposto no
art. 22 do decreto n. 2,621, de 22 de agosto de
I860, a casa de suas sessoes, e na falta ou insuffl
ciencia, a igreja matriz dessa freguezia. para uella
funccionar o referido collegi. Iguaes as camaras
municipaes das villas de Ipojuca, Bezerros, Panel-
las e Fioresta.
5.' secgao.
Portarias:
Os Srs. agentes da companhia de uaveitacao
brasil :ira mandem dar pa-sage.n para a provincia
do Maranhao, por eonta do mi.ii-teri > da guerra,
no vapor esperado do sul, ao 3 cad-te 2 sargen
t), Iguacio Raymuu l.i dos Beis, que foi tran-ferilu
do 9* para o 5.' batalhao de infantaria.
Os srs agentes da companhia de navegacio
brasil -ira mandera dar passagem para o Rio de Ja
neiro, por conta do mini-terio da guerra, no vapor
eperado do norte, ao ex-sollado voluutiri) da pa-
tria, Pedro. Sim5es da Silva, que vai reeolber-se
aqueila proviucia, d'onde e natural.
EXPEDIENTE DO SECRKTA'lIl).
*.* secgao
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da communicar a V Exc que por d-spacbo desta
data concedeu mais 8 dia* ao recrut i Manoei Frau
cisco Alves para provar isencao legal.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda duel war a V. Exc. em resposta aos
seus ofliciis de 21 do corrente sob os. 1,129 e
1,130, que Beam ex|ediias as convenient* ordens
para serem transport dos a seus destino* o ex-sol-
dado Pedro Si-noes da Silva e o 2 cadete 2" sar-
gent > igoacio Rayraundo do Reis.
2* secgao.
Officios :
Ao Dr. chefe da policia. -0 E dente da provin ia manda deel war a V. S. que
fleam expedidas as convenientes ordens no senti
do de quo trata o seu offlcio n. 193'., de hoje da
taJo.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia .communico a V. S. que nes-
ta data remetteu-se a thesouraria provincial, para
os fins convenientes, a relacao nomiuai das diarias
Sue venceram oo mez de dntubro proximo passa-
j os sentenciados existentes no presidio de Fer
nando de Noronha; conforrne o offl :io de V. S,
sob u. 1922, de 23 do andante
Ao meaim.Do trdem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S. que nes-
ta data autorisou se a thesouraria provinci il a pa
gw a Camerim Gon.-alves Lima a quantia de 6*,
conforrne o seu offlcio a. 1917, com data de 21 do
corrente.
Ao coaselho de revista da guarda nacioaal
de Agua Preta. -O Emu. Sr. pro-tirf-tnt* da provin-
ca mauda accusar o re^ebimento do offlcio de Vv.
Ss. de 19 do corrente, em que dao conta dos tra
ballios do conselUo de revisU da guarda nacional
desse municipio.
Aojuiz de direito do Rio Forunso.- 0 Exm
Sr. presidente da provincia manda accusar o re
cebiraento do offljio de V. S. de 17 do c jrcate em
qae da conta dos trabalhos da 4.* sessao do jury
do termo do Rio Formoso.
Ao bacharel Miooel da Siqueira Cavalcante.
Constando de communica^ao da secretaria d'es-
tado dos negocioi do imperio, datada de 6 do cor-
rente, que o requerimeuto por V S. dirigido ao
necessariot:
exerato,
director do hospital militar desta provincia Fran
Cisco Joaquim Pereira Lobo, enlrou boje no got..
do dous mezes de licenca, com o vencimento fie
soldo e etapa que lhe foi concedida por portaria
lo ministerio da guerra de 24 de dezembro ultimo
para tratar de sua sadde onde Ihe convier coose
Suinteraente assumira interraamente a direccl>
o mesmo hospital o Sr. facultalivo mais graduafio
que nelle se achar empregado, seBdo este substi-
tuido, bem como os qu) forem precisos para o com-
pleto do servifo/to estabelecimento, pelos Srs. fa-
cultalivos que o Sr. Dr. delegado do cirurgiao nor
do exercilu hoover de de*ignar.
(Assigoado.) Manoei da Cunha Wandtrley
Lint.
Conforrne.O alferes Jose Ehziario dtt Samt-tt,
*jdaule de ordens interino, encarregado do de-
talhe.
Ki-purtioAo da poliriw
i' seccao__Secretaria de pdicia de Pernamboco.
14 de fevereiro de 1874.
N. 221. -Um. e Exm. Sr.-Participo a T. Exc
que foi hontem apenas reoolhido a casa de det-n
cao a ordem do subdelegado de Santo Antonio.
Alexandre Jose Carlos, por disturbi s
Dens guarde a V. Exc. -lllm. e Exm. Sr. coos
meodador Henrique P reira de Lucena, di/aitsi-
:ii. i presidente da provincia. 0 chefe de poiicia.
Antonio Prancsc Corrtia de Araujo
INTERIOR.
para en
o orgi
ao rwe-
diz coo
governo imperial, pedinlo privilegio exclusivo pa-
ra expiir a venda doas medicamentos de sua com
Bella ao Dr. chefe de policia, conforrne sou offlcio
n. 1.917 de 20 do corrente. -
4.' secgao.
Officios:
Ao Exm. visconde, direator da FacuiJade de
Direito do Recife. Era resposta ao offlcio de V.
Exc, de iiOje datado, tenho a dizer que fi-a desig-
nado o Dr. Antonio Co4'.ho Rodrigues, lente dessa
Faculdade, para fazer parte da commissao julga-
dora do conenrso de grammatica nacional, a que se
refere o citado officio.
Ao Dr. inspector da saude publica. Forneca
V. S. ao Dr. chefe de policia uma carteira com
medicamentos homeopathicos, apropriados ao tra-
tamento da variola, afim de ser remetlida ao dele-
gado do-termo do Bom Conselno.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Era offl&ie de 22 do corrente sob n. 662 solicits
Vmc. providencias no sentido de ter fid execucao
0 contractu celebrado pela Santa Casa com Agra
& C, relalivo ad servico mortuario e de carros fu-
nebrc.-, na parte em que o referido contcacto, que
1 em de v.gorar do ae dezembro proximo, se re-
fere in direito exclusivo que foi transferido aos
cessiuuarios. Lui resposta tenho a dixer one cum-
pre que a junta administritiva da Santa Casa for-
mule uma proposta de regulamento, impondo mul
la aos infractores, o qual dovera. ?er submettido a
approvacao desta presideneia.
Ao Dr. Aotogio Coeiaio Rodrigues, lente da
Faculdade de Direito. T^jndo nesta data designa
do V. S para fater parte da commU-ao julgadora
do concurso, qua brev'dmente deve ter lugar para
preenchimenlo da cadelra. de lingua naciona do
curso annexo it Fac/jidade de Direito, assim in o
communico para seu couheoimento.
- A' commissar, encarregado de distribuir soc-
posirjai, Ice o seguinte despacho : Satisfa^a a
disposir;ao do art 73 do regnl iraento que baixou
com o Jjcreto n. 828 de 29 de setembro de 1851 ;
assim Ih'o communico de ordem do S- Exc. o Sr.
presidente da provincia.
Aojuiz municipal sapplenle en exercicio do
termo do Buique, bacharel Manoei Camello Pessoa
Cavalcante. -0 Exm. Sr. presidente da proviucia
manda accusar o recebimento do offlcio de V.S.,
de 1 d > corrente, era que participa ter assumido
exercicio do cargo de juiz municipal e de orphaos
do termo do Buique.
Ao juiz de direito de Itarabe, bacharel Joao
Francisco da Silva Braga.Devolvo a V. S. o offi-
cio junto, afira de que se sirva data-lo.
Ao commandante do corpo de policia. 0
Exm Sr. presidente da provincia raanda transrait-
tir a V. S., para os devidos fins, a portaria junta
que designa um official em substituifao^a outro,
Sue foi nomeado vogal no consslho de julgamento
o soldad* Manoei Felix de Sant'Anna.
Ao mesmo 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmittir a V. S. a portaria jan-
ta designando dous outros vogaes para o conse-
lno de julgament) do cabo do corpo sob seu com-
mando, Victor Fabricio de Oliveira, e soldado, An-
tonio Lucio de Oliveira.
5.* secgao.
Offlcios : .
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. De ordem do Exm. Sr. presidrnte da
provincia, remetto a V S quatro exemplares da
colleccjio das leis promulgadas pela assemble!
provincial em sua seisa ordinaria do corrente
anno. Iguaes aos engenheiros das obras geraes.
ao fiscal da companhia pernambucana,. ao enge-
nheiro fiscal interino da estrada de ferro do S
Fr incUco, ao da de Oiiuda, de Caxauga, ao da
Ferro Carril de Pernam iuco, ao aliniuistraJor do
correio, remetteudo ura exemplar a cada um.
- Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife a S FranciscoS. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., era
esposta ao seu offlcio de hoje datado, que ficam
expedidas as convenientes ordens a thesouraria de
fazenda, no senUdo de ser subslituido, durante o
seu impedimento, o empregado Jose Francisco de
Salles Baviera. inerabro da commissao liquidadora
das contas dessa estrada de ferro.
DESPACHOS UA PREMDSNCIA, DE 13 DS FEVKilKlRO DE
1874.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo- Pague-se
Ilerculano Theotonio da Silva Guimaraes.
De-se, exislindo na secrelaria, madia nte recibo.
Tenente coronel Jose Brasilina da Silva.-Cer-
tifique. o
Joao Antonio da Silva Pereira. -Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jose Joaquim deSanfAuua.-Concede o.to dias.
Jacintho Soares do Monezes.Informa a camara
municipal do termo do Serinhaera.
Dr. Rufino Augusto de Almeida -Passe por-
taria.
Thomaz de Carvalho Soares Brandlj Sobna'io
e Joaquim Cavalcaats de Albuquerque.-Informe
o Sr. engenheiro chefe da. ropirlijao ds obras
publicas.
HIO DE JIVHIBO
0 APOSTOLO.
A gorda redac^ao tinha suas razoes
lender que nao podiamos ter esquocid.i
coulideuciai do Sr. D. Lacerda qnando,
rir-nos a essa saurilega irapreosa que se
sagrada aos inleresses da religiao, assignalamos a
distancia que a separa da imprensa moralisada e
erudita que, em outros tempos, se deJicava a 4e-
feza dos inleresses da igreja.
Um puohado de iusullos foi a resposta que,
pela mais detestavel linguagcra, mandon escrever
contra nos o Sr. bispo do Rio de Jj neiro.
Attribuiraol-os ao Sr. bispo com justa razio
Publicado s iD sens auspiciot, o Apostolo nos aio
eslana dande o lamentavel espectaculo de uma
irapreosa brutalmeote aggressiva, sa o cbefe da
diocese, que a mantem e lhe aeeita osten^vameMe
uma parte da responsabilidade moral, a boovesse
contido nos hmites que, mais que a nenhum outro
rgao da imprensa, sao imposios a um j rnal re-
tigioso.
S. Exc. perdoar-nos-ha se envoivemo* nisi) o seu*
nome. Sao os sent suissos que o comprom- tlem
e arriscam a desrespeitos.
Os que se seutem dia a dia aggredidos pelo
orgao episcopal de um modo vilissunamente co
barde, procuram debalde um responsavel digno
de o ser, e nao atinam com elle na pessoa do re-
dactor ostensivo do Apostvlu.
Nos pediraos a S. Exc que ponha cobro ao es-
candalo que se esta coinmetientto com a sua r-
nonsabilidade.
E refflcta S. Kxc. que e e>ta toda a re.-poM*
que julgamos dever dar, em quanlo aguardaoaos
as suas pmvideocias as injurias que i os distribn-
o seu conlilente no pri.neiro artigo do ApttoU
Por Jesus Christo Sr. D. Lacerda, nao per-
raitia nue, era nome de um bispo caiholico, ae
esteja por aquelle modo deshonraodo o mais nobre
instrumeoto da razao que pode ser Umbem um
oxcellente auxibar da fe.
Nioguem ainda disse de V. Exc. nem os sen*
mais ardeotes admiradores, qoe e um bipo a-
bio. Nada impede, entretanto, que V. Exc, tenhe
bastanle bom seuso para ajuizar que e am
formal desservieu feito ao catholicismo toroar a
imprensa, que o defende, odiosa e irritante.
Nao permitta V. Exc. que o orgao episcopal
seja ao mesmo tempo o orgao de quem o esta
dirigindo. Conveuca-se o Sr. bispo dc que ha
aproximaedes verdadairamenle compromettedoras
Inimigos de V. Exc. accusam no com vebe
mencia. Mas a verdade e que V Exc, seootr-
raerito nao tivera e os tem, revelou nessa ques
tao religiosa, que ha um anno se debate no Bra-
sil, uma louvavel prudencia.
V. Exc. exeri^u uma cerla sevendade a
respeito de um membro do seu clero. Mas es-
tava em seu direito, fazeodo-o ; usou de uaaa
faculdade que a legislacio civil uao submetb-
a nenhuma regra, e de cujo exercicio nao cataa
recurso. Accusou-se eniao V. Exc. por nirnia-
monto severe. Nio o foi. Desde que V. Ear.
nesse seu ediUl de 19 de Janeiro em que Ine
fizeram fallar a raais incorrecu linguagem, amea-
com suspensao a todo membro do
ga
clero
cular e regular que deixe de acoraptnhar a
procissao do padroeiro desta cidade e diocese,
nao e muito que suspendesse um padre, por
demasias oratorios. .
Severo o Sr. bisp) I Mas.....iniustissimo
dizel-o. .. ,
E' na diocese de S. Exc. que estae MM e func-
cionando a escancaras, o Oriente do Lavradio e >>
Oriente dos Beoediclinos, no fim de coolas dons
O.ientes, a que se filiara todas as lojas m.ieoaica
do imperio. Cada um desses O.ieutes publica e
mez a mez o seu boletim que da c.mta ao Sr. bup-
do movimento maconico da sua diocese.
Era todas as confrarias e irmaudades da cort-
ba macons noloriameule conhecidos. Ale _
zem que, na pro^ria fregu-wa em que o 5>r. ft
lem o seu palacio, irmandade ha em que eropu
nna a vara de juiz, este Satanaz de nosso tempo
one tomou o name do be-lo GangtneUi, para me
Ihor disfarcar a* sua> diabolica- mtenr;oes, illudio
do a essa multidio de incautos que lulgara vcr ua
bulla Dominus ac Redemptor a condewnacao da
companhia de Jesus, e ala um simple* inane|<.
diplou.atico de Clemeule XIV : ponW e>te que j
o Apostolo deixou fora de duvida
Bem pesadus as cousas, nao e mesmo lie*-
coraparar a influencia da mar,onaria das pro-
vincias a da maconaria da coite. Estao ao*
os tupreiiios couseliios, as altas_ dignidades,
grande funccionalismo da associar;aj. Golpes qu*
se dirigissem as caber;is da hydra scriam, por via
de regra, mais efflcazes.
Sabe se, entretanto, qne e Sr. D. Lacerda se tem
accommodado de um certo modo com a mare**"
ria, e Unto que, se nao vive com ella L'algum*
entente cordiali, vai pelo meaos de.xaiilo-a viver
em paz. Emquanto o joven bispo de Olinda intei
diz com o sabido pretext > a um grande Bom*ri'
de irmaudades e coufrarias, o Sr. D. Lacerda *
couvida agora mesmo a acouipauhar a procifc*.
do padruciro em boa ordem e com* form
precedenctas. ..__;_
Assim 6 que de Peroambuco ao Bm ^/*";
agravecaula das inierdktoes, ,Sa2USS
nsuitad* ulcirameutc.d.:feren:c, **] +
"\n '"Aveflor da S uta tasa ue Bisencorjia. vai.i >, j.i".-uiuuivi|>ai c uo vniwa m** -- ------ ----- rf _, viii,
-to offlcio *S5 da^ To thesoureiro daslote- iTac-ratd t Floreata, resolve coaceder-lhe tres me- Icorros ao lodiger^s atacados da ^ar^o!a na Mlla
Conaniando das araaus.
JUAKTEI- GESKKAL DO COMMANDO 1)A3 akmas
DE rKRNAMBUCO, EM \ 4 DE FEVERK^O *
1874.
Orde* dj dice >, 70J.
umae a doutriua da ig'eja
out' a no Rio de Janeiro.
Mas, cousa ad.rawaveJ I onde 0
memu maii lemeroso/ Jrf**'" \
i.emUr ijo ip**""
gift UU e_
'1'^ irivoljdade-, que nao record.*remos.
Ah t nao 6 sem amarga razio que 0
Vital se declara abandonado I
Do f....Jd do i'u wcert elle lera
e
uo, ahi 0 l 4era
uo, limitando-se a uma
g.i-ta < m telegrammas eeua outran
2s!
Sr. D
0 brigadeiro co:nmaQda.p;ve das arraas declara pplaudom no, ;: :..m n, ir-:-.s nao

i Wum \


r\
!
*
Xni h mm
Wtik de Pemambuco Domingo 15 de Fevereiro de 1874.

>-r.
*
r
As irmandades do Rio de Janeiro^
do procissionaJM*#> o glorioso. S. Sebastiao, essas
confrarias cinMKaaues e provedores mostram so-
bre a opa reHnjKinslgnias/sao'o dais' claro
protetto conrra^Bmlrlni quffo joven -bispo nao
se coDtentou WJWBr por pala*ras, mas tradaiio
en) ama longa serie de actos.
Prudeiite em nio imjjarjiesla parte ao Sr. D.
Vital, o Sr. D L.ieerda raao aercra.ar.'piat o jo***
bispo no uso quo fax da impwosa.
Porque o Sr. D. Vital tem a V/ii'io paralasulAr
a quantos julga inknfgrv do eaihjlicisnio, nao e
eonsequente que o tr. "0. baearda tcuha a soldi
essa iraprensa que seajiami o Apstoto.
O Sr. D. Lacerdae tnstaaM cr*picaz para ter
comprehendi lo queessa impreiTsa o e.-ti Wafiindo
de um modo iaeidioso.
0 ardimento Win qoe i-H&iofuada a opoortuni
dade e alta cohveuienera da* interdiorjoes aecreta
censura ao Sf. bispo do Rio de Janeiro.
Nao e, creia-o S. Exc, senao por urns verdadeira
ironia<|tie o .4pojfo/o cfeama a S. Esc. de valenle
emquanlo diz .lo Sr. tt. Vital-qae arraacou -*ua
penna da aijun de S. Jofio para esorever cousas
que devem ir a posteri.iade, e do Sr. D. Antonio
que e oompss'vo e txdulgente nos feus escriptos.
Chamar entente an Sr. D. fcwserda, no me^roo
momento em que S. Exc. se rcvcia sobretndo pru
deute, e ma is alguma oousa do que uma simples
ironia.
Os que veem a qucslao rvrigtosa pelo prisma do
'.ipostolo, p.ideri? ver em S. f&c. am cspirito bran-
do, talvez man bran-lo -de tarn como dizem do Sr. bispo de S. Paulo, mas
imn v.lente.
iree inesiao uriigo do .dkberaoie qoe o
iftilah nao duvidon actrtaer em suas Bolamoas,
reeerda-se qUe os bwpes de uutr'ora nao se trava-
itm de tata-icom awwcenaria, assim perqae'-noo
trnHatm i HlusliUinH) dos tie Ifjf.. como por que a
innpuiarM nao tiigi. ttmit mngui.
>0*a, .a: uuujoaaeia de hoje tngtrub e vtugindo,
oouclue se .pie, no oonceito do collaborator di>
Apcitoitt, V. Exc. ^ do numero -ies^es btspes am
4utr'nru qitf, Uvwdottp r itim demminda prude a-
tiia, co.UnmjMiis'inrtm c*m tedos-e torn ttttlo.
'Eis'alH,:Sr. biapo, conio a 6ua tcn\la se \oi
-vevoltaado centra *V. Mxe.
V. Exc. e bispo Jo Kiode Janeiro. E'no We de
Janeiro quo esu a seie 'das maconbrias. .Mas,
foi com as iniciac: do Sr. D Vital que se conp-rz
sla oiiridsa divisa : e-WmUkvttW a muymaria
~ disse era plena sacristia que se poderia '-formar
esta ouira ; 'Partcejmact* do Lucradio.
E coin-eJfcite assiui-e. O.-que-faz \. Ece, ou o
ijue /e2 para paftcer valeaU "
A saa impfcjisa, Sr. bisp,o esia coaipfomet-
tendo.
Pedfmos-lb2 qne'.a sAippfirfw ou a enlrggne a
esctiptotes que, amo o iutor do "'arfigo' sob a
TUbrica VCKsxXq hkl^i sx .-.. saiba de.feu'iler
as suas-jdii;ts cdjn b'caloc'J^ coiitic^ao, mas sem
ataqiiei'bru'.aes a sous idwrsAr/os, o ti'-uma fin-
i^iaiedi'tio'correcla cOmo dig&a: de urn elevado
fsptrltrt.
E-te e-criptor que, p3r Tbaii 'de'uma r.izab, nos
peweeier o Sr. los, nao pide sr canfuni'Sd1) jaim os de outro; ar-
liiros que se k-BH iiMfinldfr. :
Stuu S. Exc'tnitura-pwdeBirrirtczia que aqui
mesmo nos oixupenios.4e sou arij^u.
X.io fui, ctmroaS.'Ew.TTs'tccc, o^r. Parar.lios
Junior quem nos hwMlmi T6Winfnrmar3es subre
a ?ilujao jiblida -pelo ir. I barao de Penedo. Se
ihxHP'era *do este ns ttntfioocia, nai .n-is r^r^rMiamcs ''lie com : a
pessoa esUviulia a re.lv^ieo dostu j-rnal.
Qaeia foi u ca^ulijoiri) a -qnem deueiaos a in-
turtoecio, nilo eni a pnnt>j drad lo. Nam a qaesiio
*iJj.-is'.aria uiir pa^aa wijlnfctilli ainecessaria'per-
missao, o dH;larassi:i!i*sid3fdo!ja.
utiz o JUui.ii e C '.ikOUio que acjord>y honroeo <
tmttfmtoBia para mttite .is par res, era imp(ssivBl
nos lennos mslajto se acha pusta.a (iiwstao roli-
fitm.
Anles _d tudu, eii uaia discussao anlocipada.
Aiuila aao oubecido ton .subs- parliflulandades o
resuJta^o da4nissao'l)eaedo,ieril em-pura perda
da tempo quostieaar da ?otsibiiidad d uma sniu-
fao honroca.
Nosa.coulieccroroos opp iTtunaiosnic, e tvsa op-
purtunidade taivca nf.o esgiere senao t}ate o titiettO'
pado cumpra o sen dever.
-Bsforca-se o CWWte por dom nsirar que, sen-
do loais facil a al'iiinva entire aiuz e as Irevas do
que outre os principios iki ij-rcja e os que-se co-
nliecem pelo nnrajdi re^alisJas, uao ha aecordo
possivel enlre doutrinas que se excluem.
Se algum destes principios, acereseenta o Hlus-
tee esciiptor,- e aUeraJo nu modiiieado, o ea(hoii>
I'ismo dcixaria de -ser o qtie tern sido e o que ba
de er aid o lira das see xaria do ser o qua-d desde sua origem.
Alguem ja disse que e perigoso buscar nomun-
oo pfr\sica anaiogies com o mundo' moral; e disse
oma verdade
Nada coin %ita 6 muw faci! do que vtrpor
toda parle essa altiau^a quo o Cu'kotico julua mais
'htlicH qne.ii.dH ii com astrevas. A doutrina do
placet e das que a igreja- tem sempre combalido ;
mas de ter recn*do x. pi.eilum a vjrias ballas,
Portugal u.v) Heo-a .apenos o paiz [id /swmo ; a
Austria r,m 13 ?er apdstolic.1, nao delendeu menos
as naxinna regaUvtas. Xi'h tomos 0 plavt clara-
rmenle deOniiJa en u-jssa lei fundamental.; e
Roma viven s-;mp.-eomi u Brasil nt mais estreita
allianca
A imiexilMltdado d? priiKipiasida igreja niio ,
portanto, ma ol^j?cran para uue a tuciciade oieil
exercite os direitos de soljrania.
B' eerlit, e mis ja a dissenius em outra parte,
tuie a douii-iiia <-ath-ilitvi e uti deve scr inunuta-
pL *bs esia iiamutabilidade aae pade f.ep ea
lendida cemo vulgasmente aeiUendera! 0 lifro
Jo illuslre Uutatiso padro VonUira da Itaalica sobre
a Tradicsiio nio .jeria U4o sem, prveiJo pelos que
Mxstftntam que 0 cilholicinuo foi tempi* 0 que e e
sera sempre ornefoi. A tradirlo 6 uma fonte
doensinu da i^ieja que,.por ella, pode desenvol-
ver-se e corapli-iar se. 0 santo padre foi por 19
secalos in/ailivs! sein que 0 seatufe. Foi precis
que a tradi^ii.!, wmpieiando 0 enino anterior da
igreja, 0 vies* doclarar infallivicl.
Nao ha certaiceaU? Jciguias uuvos e doguias ve-
Inos. 0 dogma existio sempre. Mas aemiodo
- tempo e tempo para tudas.as verdades.
Ja vd 0 Catholizo que nao.iizemos como Jouf-
roy, que lia tempo em que o ijjgn acaba. Mas
ba tempo em que 0 dogma eomea tempo om
qne 0 dj>gma a^aba. .Mas ba tempo em que 0
dogma e annwiciado polatradi^ie.
mo e verdade que 0 sapientwsjme.bispo -6tross-
mayer entrou e ^thio, piinssivo e ardentissimo
catbolico, doconeilio .lo Valicana, oude aliacom
bateu com uqia original erudieao das letrae sa-
firadas 0 postulad^ da, j:ifajlij>i|idade ? Um gran-
m namero de bispos da AHfiinauha nio se pro-
uunciou coniUTi o 4ostulado, a ^ue aauitosainda
hoje reflusamjebedieacia, Dao e certo queoutros
ucaram sendo boas catlio'icos, ofeedeceado ao dog-
ma desde que 0 Espirito Santa veio ralificar a-tta-
dJcio*?
Logo, a immutai-'ilidade da doutrina romana precisa ser eoieadida em termos bab' is.
Esta Immuubilidade e iqda mais swcepUvel
de explieacao se, dos dorainios do dogma qu.eea
mais alt2, seberana e Urne/ragaal expreesio da
verdade, passarmos ao da discipliaa.
Hopve .-am poatifiea que declarou extiacta essa
--ompanbla de Ja-^us sou re a quai Diderot escseveu
a d'Alembert :-^-AcaQeaws com oe juius, e er-
nos-ia faciUimo veneer O papa.
A conhecida bulla Dboiinus ac Bedemplor, a^ue
.lemente XIV devia sobreviveT tao pooco tempo,
mo M dorog-ada por uenhora ado da Santa-S*.
Sfgundo a.boa doutrina da igreja,.qae o Catholieo
revela conhecer tao prctfuadamente, (JangmieHi
ra desJeemaoinfallivel, aiada qae a iafallibUida-
de nio estivesse definida eomo dogma Ora a
infallibilidade, seado extena'va aot cosumet J d
disciplina, essa bulla foi um verdadeiro ado de
jofallrbilidadade ceu todos o*seos roquisitos.
Eatretantn, eis que Pio IX oao stimeate tolera
a-preseaca de um geral dot jauitax em Roma,
como acaba de dar o barrete cardioaJicio a um
membro dessa ordem 1
Ja vd 0 illastre eseriptor qae 0 impossivel moral
dos nossos entendimentos fa-llivels nio e 0 hnpnt-
sivel moral doe cntendimentos infaHiveK
Esta.phrase do Cuthol co, que e um impossicel
moral a modtfieacio por parle da igreja de prin-
cipios que tnha susteqtado, bem avaliada tjue
fosse, seria digna de fit'urar no Index ao par de
outras muito menos atrevidas do Knsaio sobre a
'tidi/ferenga e do Genio do ohristiauismo qne, ea-
etanto.li eft to expimdo nSo sabemos queorime.
Hem oJSattotinth&q s"cnjiria raal ao lado de Lamen-
nais, Chateaubriand e Lihnarfine. .
AVahemos, porem, 0 valor desea intrepida afflr-
mftcao. > *,
O que e 0 impossieel moral ? p0 jirnos licenea
i Sr. conselheiro Zacharias de Vasconcellos para
0 interrogar, e adivinhar a sua resposta. Dir-nos-
ha S. Exc. que e um impossivel moral 0 que nao
oilera realisar-w sera offender as leis eternas da
mmmwv:m
?, qo sentldo tatholi ;o, nos uao pos,uio .de ,{fep/> Bjiy N* bom eaminr
arevdacJo. A/nfalflbilidade'nad terla' rttes- de 1j., Salvador '(permilt i-so-
rtizaoMe *er % tuflo e*ivesse dlto r ella rc#A |lrw) pie'eofctenta-se em
e-liia-imlio am^r> f.-nrfr:i.nr,iv. a4ima flusa-! oi*i.diwlij. i irma.i I.i les
de vez iq*,erJijr irmandades aipda mesmn depois
L-nraoe,-^lirevido 19 do maie, iio vai nenhfm dos-
feapeito era direr no Sr. D. Vital quo na enten-
ufttt
. Ma?,
toda
rho rttziio'
sir-se-bia>eulai>. a mera coutra-prov*, a-umac
ceilaria da tradicao. Ora, desde que .a na.turtta
moral encerra leis que nos nao 6 dado conhecer,
um eutendimento marcado com 0 sello da fallibili
dadwBp pode trarar Uaiit^t-i-iafalulMiidade. U>r''o
A jftrase do CathoKco oooMca assial por naf
ser de Mna lrrepreleiiKel orthodoxia.
Pols quo a Uo illHvadfersaro nos n-f-
insistimes neate.ponftx
0 impossivei morat pode set coasiderado son.
jecttva oa objedivaaionte.
SUbjectivamentc era um impossivel moral qae
um er iinlto, conlingente e a-lalira podesse ter
um attributo de ser intioit >, neoessario e absoluto.
Era, pois, um impos$ti*l ierZm relaeio a ia-.
telligencia finitaque outra da igual natunza viesse
a ser proclamada iufaWiiret. Ei.trdaati, t>a hoje
sobre a terra uma taKlliKQda ihfaflive) em um
certo numero de suas optjrafilcs.
O que era, poi* um impwivel moral gubjecti-
vamente, uao foi objectivamente, nois que a infal-
libilidade e nada menos que um dogma. E como
os dogmas preextstem a sua definit;ao, 0 que ate
ent&o -as nog #gurava mn impostictl moral, eta
no fun de contas um erro de aossa intelligencia.
E' tilver vm deetes mtfmlmtU moraes 0 qee
se suscita ao espirito do Sr. constdheiro Zachartas
de VascoRceMos.
Como quer que seja, porem, havia muito a con-
scgnir do santo padre sobre o grave asw(jlo da
questao religiosa, sem que fosse de mister implo-
rav 4a Sawn Se motllfiewao de-seus pnneipios.
oessc-Dltimo'iarlig^"'>ebTe a MffifcW Mtseao,
qe o Cttlholieo' tf^^dra tairo Ser lidO'eenao depois
de'es5riptas as 'reflexSes afquetemostespoadidos
ertrna*emonosw pemsawehto sbbre eae'deii-
oado assumpto.
Este artigo a que nos referimos motivna, eolre-
tanto, a^'rellajeao do Apostoh enrtwas reflesdes
qwe'metecefam'atoorrra da Iranseiiptao entre os
a i>etWlodo /9f*n? do C&mme'fcio de hoje.
"Ueixemos de erte o qae ahi's* dit-com rela-
eS* aios drediWsdo,#v/S'm^W' fiem-vernaca>
liflade como *m rhdertea, em eslylo' como enHo
gfca, ewtHeofrigia'eooieem historia.
0 segwrrte-jferledo da Doat^pia^doqn* ifWb
ttasfo eeob-r :
< Ja bos-havia dado ensejo de;observaf qae nao
ccmpletamente alheia afecierrcia dos hvros s*gra-
dos era a sabia redacca", quando p^la prlmeita
vez apoicu os seus arSrumennis uo gesta tua turn
laudanlur, u quando tambem acudio om odtro
texto wrie'mraos rntt lligenle, cm'Soecorro Ba eau.
a ijae defenfde efCrevendo : -^ bomin rdv"-
oun
Quem dii te:-to mleMgente prr -texto intellt-
Mseljtonkoet lanto a lingua em que escrove,dome
conhece lettras sagradas quehi ?ties attribne 0 get-
trtt*a1tivdkntnr.
Mio psrtTeu bem aa arliguista o havcPmoS dlto
que- e i^iwda Pmtdo mito- podia-versor sobre ex
dns*PoSlmhte$sts 4a ordem esplMHul ^u o leu
tkfrto nih foi certuf***te qnesttcmardt bultasfdr
decrees pontlfidm, de letrns rtpWrfofticeM, wfo
dogma, da J-ufrina, m que a igreja
tem juizo irnvogatehntnte defintdo.
E' assim que o goveroo, diz 0 escriptorpTpa!ra-
a-opiniao-para a a iiifaustawroa eproeuranwno-
rr a A'n'afao desagradswel que vai eiusxr os
srraiaes do'Snprekno Arcbheeto !
Dizer qne a-mlssae Penedo. 'nao podia veraar
sobre exctusivos interests da onlem espirilual t
qoe 0 seu -objeoto eao foi questioner de tu-
do-aquillo em-qne a-igreja tem juizo irretogtivet-
moHfe (iffiiiido m/porta prepaphr a optaiao para
reeeber ua: tnf* usla' iwcd 'I
Puder-se-hia ceneluirdas palavFas do Aposlolo
qne nao Ha'accordo possiveleom a^Sanla se 'em
ncuhuiiia ordem de ihteresses 1 'Mas qae-' sao as
concord;, tas ? N'ao' pcovarn ellas que. semques-
lionar do dogma e da doutrina um grande numero
deconceesoes polio ser obtido 1a Santa S6 no in
tuito deNititr a eiilhiao :de interesses do poder
temporal e doi-eclesiairtieo ?
Omoedamosi poHiypoibese, quo o eanto patlre
tendo presentes todos os elementos de convio;;i6
subre a ehamada questto religiosa, dissesseao Sr.
D. -Vital : -Otea zelo loi alem de uma jUsla me-
diJa. Cuinpre no interesse da fe'repdv as coasas
rw sen (irimelro- estade. iResiltui as confrarias 10-
terdictas o ;pleno exercieio das funocdes espifi'-
lUa-.'S. GKTX 10.H NOM I.M ruM-fil,
O'Sr.'D. Vital dar-se hla pressa em obdecereo
chefe da igreja ; a a rerlgino e a 'sofeledade ve-
riam diHiipparecer n'um inesmo ado um a verda-
deira eausa de pertoibafftes.
Ja v.i, 0 Aposloh que.-semqaesHonar do dogma
e-da douininay poderia nao 6eri0ulil fazer saber
a sua silntidade o verdadeiro estado da questso
religiosa no lirasii e as suas possiveis consequen*
eias.
Qornu podena obter a missao Penedo som nbrir discus
sio sobre pontos.em qua tao pouco a 'igreja cede-
riade.--ua doatrina eomo 0 estado tos.
Escroven aiada 0 tal artiguista :
Os sopoismas com qne basc-i illndir aopi|
niao sSo demasiado traasparefltes e-nao resistem a
meoor analyse. D'entre efles avulta 0 do breve
Qu.tnquan doloret quando iageauamente afflrma
0 orgao conlidente, que/or malinterpretodo open
samento4e ja catlwlica uma just a magoa Todos sabem que
os aetos episcopal de que se qoeixoii 0 governo
sio anteriores a esse breve e ;sJo ate por elle
approvados-corn paUvras de muito louvor. 0
goVerno porem, qne nao cora de datas, qm nem
ao menos sabe eAitar estas palpaveis contra-
diecfies, deixa assim patenleaosolhos da maco-
naria 0 ombusle de que ella torn sido vidima,
acreditando na sincendade do ea grao-mtstre.
Se ha aiitos anteriores'j[ao breve de 29 de
niaii'. os ha tambem postorior-es. 0 pensameuto
do breve podia, enireranto, ser mal iutorpretado
ainda quando nao se I he segniise um so ado de
iirterdiocao. Besde que 0 breve deixeu bem *rans-
parente qae, autes dosmeios rigorosos, seqeveria
ter usado dos meios brandos e suas r>n-, a pru-
deoeia aconselt.ava aoSr. bispo de Olinda que,
repondo as cousas- no estado em que se raauti-
veram ssrapre, recomecasse a sua obra pelo .em-
prego dos maos Buasorios ate corresse a severidades.
E" certo que.nesse breve em que 0 Sr, D. Vital
insiste em ver o seu motor titmlo 4edefza peran-
te 0 tribunal Duquettes que imo- c.ntepHein 0 juizo
10s liomros ao da igreja de-Jesus Ohriito, foram
concedidos ao ordinafio de Oliada.e aos seas col-
lelgas do episeopado, uma corta ordem de po-
deres.
O Sr. U, Vital, e os seas dofeoeores, xivam des
to'facto um podeoso argumento. Elles ;eeque-
cem, eritretauto, que 0 exercicio desses pbderes
exiraordinarios depaode virtoalmente de uma con-
dicao expressa no breve, e esta e 0 emprego'dos
meios breodos e suaeorios.
Serta attribuir um absurdo ao santo padre 0
pretender-se que, depuis de ter aconselbado a con-
venieocia do uso de taeios brandos e suasorios,
houvesse contedido ao episcopado faca!Jades ain
da mais amplae para exercer 0 rigor, se:n que
as flzesse dependef de condicoes.
0 Sr. O. -Vital nio compreheadeu 0 breve de 29
de maio.
Dirigindo-se a um irmi* no episcopado, osauto
padre naodeviadizer-lhedesse logo e de um modo
urn lanto brasao :sb-fa m non LAuoittnua.
fteprovando as severidades exercidas eoatra os
initfltos religiosos, P JX exprier.io o *eu pen-
sansonto n'uma formula respeitosa e eleada ao
recordar ao Sr. D. Vital, ea4jdos o* bisjtos do
Bras*), a conveoiencia des meios snasorios.
Taaio a9Slm 4 qae o melropMiu, e com elle to-
dos oe oatros biapos, oao ttraram-tazao desse.bro-
ve para por sua ez, interaizer iixnandades om
qae tiguravam e figuram mapous.
Se 0 pen samento do brtere fosse 0 da approva-
das JHterdiclos, nenhom bispo do I Brasil dei
xarradeimitar ao 8r. D. Vital. EUea racwciBa
riam que, approvado e louvado o proeeder do Sr.
bwpo de Olinda, Jhesera tamo mais um devir imi-
ta-Io, quantpobreve Ibes fura commumeado, de
ordem da Santa Se, pelo joven prelado de Olinda,
Nio procedendo assim; eHosincorreriam virtual-
mente na censura da SaWa Se. So um ado dig-
no de approvacie e louvor, 0 acto eontrario 6
digno de desapprovagao e censura.
O? breve de 89 demaio approvou ou desappro-
vou 0 proccder do Sr. D. Vital. No segundo a*d
03 eeus OcJlegas *, epfecopado' awmtfteram-se no
bam canninlio, nio imitando e impetuo^o prelado.
No primeiro caso, porem, incbrreram implieita-
meote, oao 0 imitande, no desagrado da Santa
se,
Pois que I 0 Sr. D. Viul ioterdii irmandadea
que 0 Sr. D. Lacefda copvid,a aos Acto? do culio,
coma umcq condic'io gueguardemm)i6a ordem
as. precedencias, e 11m e outre estio no' bom cami-
nbo I
Desilluda-se 0 Sr. 0. Vital com elle 0 seu de-
fensor. No bora cr.mint'O estao Sr. IV. l.aoeRla
fl i." gramma's, 0 faz cautelosamente sob 0 ps
~!nho esta 0
uos a pru
annincn
i()ae*i,i(l*xaa.mj'as irman lales e:j ^^,nta
%0QO^00O, quantla
"Jlsco Gomes dJ Ji
inpo, laVfaitilO sa
taW.'di! arrenla-
lo, quo foi por ede e por sauTu'rr assigSadd
------'-ad 'em '-' ,'1 'nesrao mez.
&** oRdfidAfim 0 s.ntido do ^ve taato cemi
0 Sr- bispo do Marianna po- tu]a bocca, diz 0
Ap stolo, pareca queo rispinto Santo jase habi-
l Peri
a Mar.
QiauJo tautoivcucrAveli
bUpos nadjulgaTam
HSn 20 de aivembro foi pela&)Ata concedida
permii-ao, pedida por Prancisco Gomes, para pas
sar pela mesma quantia o arrendamento da pro
prifijplB a ftNtncisco la^gHf^mmT^ Cajfi, pro
Pa
|o uosUrmos aabois
ievoserenteodila.
D. Vital de qua esta
e:n.qae a
n'ura
den 0 actoiodtili
palavra de R*ma
Aperceba se 0 Si
isuiamento cruel.
0 Sr. 0. Lacer|a acaba de cenvidar Ganga-
nelii paM-ntna pweissio,' em <|ne, segundo os
lermos do seu edital, (flioram fallar esta lingua
Ram ao bompretedo) iii 0SS. Sucrame*to,iiri,
'osso Stwior Jestu Ckm'.o a cup wme (quAnto
S.Cis p*ffsE.vc"\) Jei'e dbbrar-se iSdo 0 joelho dinda
iuis -pvofuudez.is 4es abysmos infernaes.
Melhor faz 0 Ap ittlo. A ioaenua redacao,nio
duvidou aceitaram artifo, qne 0 Sr. D. ViBf ea-
contrara na 4- pag., 2" col. u. 10, em que se diz:
.0 btspb d.VBahia e 0 ftosso metropolita ;*pa-
Isvra autori-ada, vida exemplar, energia da con
fessar, sens tscreptos protestando contra as vio
lencias do illustre prelado de Olijida alii estao
alteWantfu fett valor, 0 seir'zelo, a sua iHistfa-
fio e quanto recommenda um successsor dos
aposloles.t
As vjoiencias do illustre prelado 1 Taes slo,
Sr. bispode'Oirada;os'd<.d>nsioM Lacerda) destaca em eri;b do V. Esc.
l>a-sincendade'e botn'seaso desttes flelbnjeres
tm V. Bxe. oma proVa s^uinte perlodo da-primefra doiumna' do Avos-
Mo : r
* \e pois bein claro que o'aedorvfaa.'mrow e
satisfactory consists na re^prova^ae da; eeverida-
de, mas r.ao do" proeedimeato dos bispos.
0 proeediatorto das' bispos poderia ter 'Side
brendo ba severo, foi po*s O'modo e'oSo O' acto
que'mereceu a reprova^ao da SaiHa Se, e-isto
tanto quauto dado saber A tyicdo, cujo artigo
*'viSive(iosirac4o do goVerno.i
'Sr.'D.'Vital I V. KtCesna n'umbsito*caodo
lepisa que rids Tespeftaroos. Te!erenes,'ebtre'-
*antff,!jue"lhe re"p|ta;n 's1 esta phrase 'qua V. Esc.
deve aeSta hora coirheeer:Gesta teui^evmiau-
dantur: -'.Teaos.osfenj'cnllegas do lepiseopado,
'cjm -a antea excepcab Mo-'Sr: bispo do- Wraj 1h"a
vao repetindopor arwos.
; Elfe dhamain a -V. Exc. do glortoso 'martyr,
rrias tio-htim como'V.-'Exc.
(M.f*)).
REVISTA DIARIA.
tlr.po de. iMiIiela.-Pur portaria da pre-
sidencia-da provincia, de I'l do correnta, ioi de
MgnaJo 0 alfcios da extiaata 9' companhia do
cerpo de polkia, aggregadey Francisco f'ertira l>a-
gos, para preuclier a vaga de igual posto que
esiste na.8--copanHia,ipeto: fallecimeuto io-aJfe-
res Nuuieriapo Jose de Barros.
JIial*a eiynteeawo. Por portana da pre
sldericia da ptx>vmcia,de!i do corrente. ro arista
da i.\rfiosi>;ao do-inspector dalbesouraria de fazen-
da, e de conformidade com 0 artigo 45 1 e ar-
tigo 48 a. 2 do regaiamento baixado em 9 de
abrlde 1870 para.a-cobnnca.do sello, foi inulta
do em edm.aiii reS;0 vigario colbdo da freguezia
de Ooficury;' Revm. r'rn.K-isco Pedro da-.Silvan
Dor baver empregado, em doeumenloS com que
pretende justificar sua re;ideoci, estimpilhas de
que ja se tinha feito uso, como se vd do term* de
exame e mais papeis.annexos ao citado of&eio da-
quelle inspector, e foi ordenado quo oeste sentidO
sejara expedidas as coaveaientas comunicacoes, rn
mctn?ndo-se copia dosreferidos papeisao promotor
publico Mspectivo para procader nos termos da
lei contra o deliaquente
Guanla uaeioaal. Por partarias ila pre-
sidencia da provincia, de 13 do corrente :
Porain privados dos pastes de alfcres da 2' e 3"
companliina do S8 batilaio de inliniaria do ma.-
nicipio do Bonito, Jose Faustino Paes do Lyra Ju-
nior e Antonio Manofl da Cunha.
Foram nomeados:
Alferes da b' companhia do 53 batalhao tle-in-
fanteria do municipio do Liiiooiro, q guarda Jose
Alves Bezotra Cavalcanle.
Para o 58 batalhao de infanteria do muaicipio
do Bonito : alferes da V, 3* e 5' eompanhia-o 1
sargento Manoei.Uenerra de Vasccneellos, e os
euardas ClenMotino Francisco do Rego e Jose
Francisco de Vasconcellos >Rnyner.
lluspieitt d alienados.Damos em se-
guida mai* donatives para as obras deste novo es-
labeieciaiomo :
rJuizo.de dircilo da coDir;a do Villa Bella,
do Janeiro de 1874. Hint, t Exra. Sr.-Para 01
devidos (ins passo as maos do V. Exe. a impor-
tant de 327*000, resnludo da sabseripoao aber-
ta nesta coraarea a fa.vor do asylo de alioaados
por V. Exc. emprehendido nessa capital e bem
assim a relacao do3 respectivossubsciiptores cora
as cerrespimdeates. quantias subscriptas ; e as-
seguro a V. Exc. que, se mais nesta .coinarca
naise fei, foi porque mais senao pede fazer.
Deusguardea V. Bxc-Illm. e Elm. Sr. com-
mendadtr Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
nissirao presidente desla provincia. -0 juiz de di-
reito, Francisco Luiz Corre'a de Andrade.
Dr. Francisco Lniz Gorrda de Andrade 50*000
Maooel de Souza. .Monteiro 20*000
Dr. Angelo Caetano de Souza Cousseii 0 10*00"
Dr. Tuourtino Barbosa N'ogueira .10*000
Cbristovio Gomes (/jimbra 10*000
Ovidio do Nasciraeriio Bruno Wanderley 10*000
Lin anonymo 10^000
Raymuodo Florentino dos Santos 5*000
Olytap.o Elysio do Xascimebto Wan-
derley
1-idoro Jose da Silv.j Mascaieuhas
Joao Xavier Bezarra
Bellarmiuo Gomes Coimbra Campos
Jose Fernandes Lopos
Fernando Pacilico Aguiar Montarroyos
Aatunio Atuco de Souza Leite
JoseiBalsabiao Gonijalves Lima
Joso Aureliano de souza Leite
I'm catholieo romano
l.'m anonymo
Jose de Souza Martins
Antonio Porfirio Barbosa
.Antonio Florentino.Pereira de Mello
liraz Alves Feitota
Joaquim Rodngues Florentino
Joao Garneiro ue Olioda Campello
Antonio Pereira da Gunba
Franeiaco Henrique de Vasconcellos
Gandido Ferreira de Olinda Uampello
Clemen lino Xavier Bezerra
Miguel Luiz Rodrigties daiFoaceca
Joaquim Quarto Pinto e Siiva
Um estcangeiro (franeez)
Andreliao Pereira da Silva
Cassiano Pereira nla .-Siiva
metteiilo este .i|.rcsontareomo sea fiador 0 tiara lepsia.
- rayba, 50 annos, casado, Boa-Vista ; estupor'
- Joaquim Jose de Sant'Anna, nardo, Pernambu-
34 annoa, sofciro, Boa-Vista, asylo ; apl-
de Morenos, e conliando narealna^fti dessa trans
accao, FranCttco Go met mudou-se l*o para um
srtio <|uo arreftdou no lugardos Remedios, afim de
didxar a casa da ilha para receber afaailia'do
uovo renderro.
t Quando la ser lavrado 0 termo detra-passo
de arrendatMato, negando-se 0 ftad.r a assigna-
o, nao quiz mais Costa elfe.-tuar a transfereucia, e
por consegninte Francisco Gomes coutinuou a ser
0 respon^avel pelo respectivo arrendamento. Mas,
eanio ja raudado, requereu eo>do*eail)ro oltimo
a junta resci-;"io do cofttrato, allefaodfl alum de.de
mntivo, 0 de ac'har-se ora circdhtstarieias de n5o
poder pagar tao grande run da, que de 800* pas-
sara a 2:000*OOJ, tanto que ja 3e achava a dever
a-iroportancia de'algons mezes, compromettendo
deste nioJo 0 s;u flador, que tambem nSo podia
seflrer perdas. A junta ind^feno a sua pretencio.
Repiicou Francisco Gomes em 15 de ianeiro do
correflte annf, allegandd a^nrais oar3 razfles, e
offereeendo para a obra da casa dos expo-tos cin-
00 mHheiros de tijolds de alveolaria -grossa, se tne
fosse concedida a rescisao solicitada.
A junt 1, a quern 0oustara haver V. Exc. orde-
na lo 0 cstudo das cnnJiroe* hygieaica', que ofTe-
reci* a meila pro?Hedade para'netla ser pJiQcado
0 bospicio d alienados, autevenlo que-poderia de
pois, tratando-so de realisar a edinea^ao desse hos-
picio alii, vir talvez Francisco Gomes- pedir alguma
indemnisacae por perdas e damnos, que allegaria,
reselveu teoifcedefr a feseisao, que elle pedira :
mas aae qn Tendo to a ilha abandonada nte se ce-
me.arem as obras; 'mattloa-annatcior a sua praca,
aie pdla quadtia do 2:1100*000, a que tivera sido
ajevada, hras pelaide 800*000, p)r qaanto atd en
tao e-tiveca,'decraraudo-se no aeto da arreinatacio
qiie o arremlameato expiraria quando taesobras
Uveesem-de comb;ar. Tend*, porem, V. BScer-
denado que se sobr'estiveese na praoa, foi retifado
0 anniracio dos jornaes. Bis tud j qinnio, com
Verdade,- so dou acerca do facto all udido pela Pro-
vincia.
c Deus guarde a V. EscIllra. e Exra. Sr.
cpmraendador Henrique Pereira de Luoena,presi-
dente da provmcia,^-0 provedor interino, iiitonio'
Maria de Farla 'Ifeves.
.lnir.it dos feitos da faaeda.-Xo dia
13 do cerrenteassnmio o ex*reicio de subsWuto
do juiz dos -feitos da fazenda o Sr. bae!iare) ASol-
pho do Siqueira Cavalcante, ooitio 2- supplente
'IV If tin do -Aeaba de-cheaar 0 n. 40
deste joraal, qae se publiei em New-York, trazoa-
do entre outras gravuras 0 rer:to da distinda es-
eript.ira'fran teza George Sand.
Continda a assignar-se na Urrania franceza, rua
Primeiro de'Marco n. 9.
Ivslrada de tvrto d;'51eeir:- ad S
Franiso. Esta via-de comrauBicarSo, no
proximo passado mez de Janeiro :
Rendeu 92!o3S*z0
Despeudcu 38:541*486
Oando deisaldoemprolda garantta
dejiiros 53:0!W*7(it
. pneu.
moiiii. ^ r
'Anna Migdalena' de'oiiveira, parda," Per'nam-
nnc-t, .12 Snuos, Canada'; edamp*ia
Dominges Eufrezino das Neve's
co.
Maiia, braasa, Pernambnco,'2 mezes, Boa Vis-
ta ; convulsfles.
Maria, bram-a, Pemambuco, 6 annos, Santo
Antonio ; variolas.
m
!#BaMa
PARTE POLITICA
PAHTIDO < OVSI:It\ \ IHHt
RECIFE. 13 DE FEVEREIRO DE 1874
O GYMNASiO PROVtSCIAL EM ADA3DON0.
Ainda 6 esta a cpigraphe, sob a qual a Provin-
cia em seu numero de 14 invtste contra 0 Exm.
Sr. commendador Lucena, a proposito do gym
nasio.
Como ja em nrjsso passado artigo dlssemos e
provamos, nem e contra as conceniencias do ser
oico nem contra os estylos da casa a accumulacao
dos dous cargui de regedor 0 de professor em um
>6 ihdividao ; bera como nao e 0 Exra. Sr. Dr.
Lucena culpado pelo estado de interinidade, era
que ha algumdempe a esta parle se conserva o
gymnasio.
Em quaulo zTrovncia nao nos combater sobre
Ottii dous poritos, nao diremos mais sobre elles
uma sd'palavra.
Passemos agora a responder a Provincia sobre
0 que faz 0 objedo do seu segundo artigo.
' nao e pequeno 0 alaque ao actual regedor
A
Francisco de Souza MagalhSrs
Jose Antonio Pereira da gtlra
3*000
3*000
3*000
5*000
3*OX)
5*000
5*000
sum
3*000
5*600
5*000
21000
2*0 0
2*000
2*000
2*000
2*000
.25000
24000
2*000
2*000
2*000
um\
2*000
2*000
2*000
2*000
.2*000
2*000
2*000
2*000
2*000
2*000
2*000
1*000
Francisco Gomes de Andrade
Padre Manoel de Souza Ferrar
Joao Nepomuceoo de Barros
Joaquim Alves de Barros
David Xuaet da Silva
Joaquim Goocalveade later Aw
Um anonymo
Gabiaete da presideacia de Peroambueol *
12 de fevereiro de 1874.-Illm. Sr. Dr. Francisco
Luiz Correa de Andrade.-Cum a lista dos con-
tribuintes remetteume V. S. em 9 de Janeiro-ulti-
mo, a quanUt de 227*000, para a obra do asjle
Urasil dei-1 de aJienados, daado assim utu desempenho satisfac-
tory ao pedido que Ine tiz a tal raspeito. Camere-
me agradeeer a V. S. tao dbsequiosa prestabilida-
de, fouvando-o peJos eeotimeotOB de benevolehfcia
earidade queo aninaram.neta inqambeneia
Aas .-ignatarios constantes da lista ailodida >v\
S.aera a bondade de apreseotar as votos de meu
receflheoiment.--De V. S., calloga e araigo atten-
cioso crt&iii).-Henrique t'fritia de Lucena
Santa Casa de fMikericordia Esta
corpora^ao dirigio a S. Exc. 0 Sr, presidente da
provineia, 0 seguiate offlcio, qua nos foi remattiaa
pela secretaria do governo para ser pubUeado :
' Santa Gasa de Misericordia. do Recite, (3 *e
fevereiro de 1874.- N. 7b"I.lltawedftcni.*r uYa
Prooinch (joraal poliUco pifam eepirtrtca nesta
cidade, n. 247 tie quarta fbira- ftidtt cerran*>,. v#m
narrado com-relacao a SanW'iCftea um lado.- quo
convem sx'plidar'a V. Exc.
a Tendo-ido a praca pela ijuabtia de 800* em
7 de agosto do auoo passador o apreadamento1 *a
propriedade-Ilhado NogueirA.'a'.ellaeomaarece'
ram o anbgo'arreinatanw Franvisco Gomes de Sa
-1 Leitao, Jeie Loots Maehade o m uls dutro, sendo 0
que da as saawroics de ouro e, se expede tele-'prego do arrendamento pelos dous [-rimeiros elei
A relacao entre a'despeza e a reueita foi de
41,65 por cento.
No -reftirido mez transitaram na Imha 20,944
passageiros, e foram transportadds 72,8*3 -kilo
grammuias de bagapens, 7.465,142 kitogrammas
de mercadorias, e 432 animaes.
; Nas meroadorias estao comprehendidos 71i*ll
saecos de assucar, pesando 5.483,918 kilngramma,
e 981 saccas de algodao, pesarilo 77,.'{t>7 kilogram
mas.
Pratesta d letras.0 oscrivao do3 pro
lestos-JostV Mafianno de Albuquerque esta de So-
malia, ^artorio a rua Bella n1. 37 loja.
VotitiasdaiMirtp. Duma cart a, que nos
foi obserjuiosamerrie raostrada, extrahimos 0 se-
guinte:
eO^reaqui queo governo imperial vai orgar
nisar, na provincia do Rio Grande do Sui, um
eaercilo de observacao, que e eousorvara -nas
fronleiras ; que, no caso de guerra, sera esta teita
pela eequadra ; e que constara ella principalmen-
te nobteqneio dosportos da RopuMica Argentina,
e bombardeainento da ilha de Martim Garcia e das
cidades- meritimas.
< Aqui tndo e movimento nos nanios da esqua-
dra. -Voluin a disponibilidade os-navios que es-
ta vam eaeostados, nomeiain-se eommandanles,
designam-se otficiacs, e organisara-se guaraicdes.
Estao prom|4osia partir os vapores Brasil, Silva-
do e fjimba (encouracados) e outres de,madeira
Ja seguio ahjOOM tropa no transporte Leopol-
dina, e breve partira 0 Vfornack com 0 14 de in-
faoteria, armamento e munie.oes.
( Se 0 governo assim procedesse sempro, muita
edusa evitaria no. Rio da Prata, porque, nao dis-
pondo de recursos semelhantes aos do Brasil, so
se preparam os guvernos desses pakes quando,
por deleixo imperdoavel, se Ihes da tempo.
J.oterta.A que seacha a vebda e a88'i a
benefieioda rnatriz'de Setinbaem, que corre no
dia 11.
Casa do deteoao.^-Movimento da casa
Je detencao do dia 13 de fevereiro de 1874 :
Sxistiam preso? 338, entrou 1, sank? 1, exis-
tem .338.
A saber :
Nacioriaes 249, rauthePes 12, estraBgeiros 34,
oseravos 41, escravas 2.Total 333.
Aliraentados a custa dos eofm pnbiicos 237.
taovimeBto da eufermariadodia 13 de fevereiro
de 1874.
Teve baixa :
Manoel Joaqnim Larangeira, embaraco gastrico.
Teve aita :
Alexandre Antoaio Tavares.
Paasa^elrns. SaiiiJis para 0 nort' no
vapor Piropama :
Joaquim P Alves de Lima, padre Joaqnim Ma-
noel de Oliveira, Severiano Gomes de Oliveira e
1 e.riado, Mr. Goodison e sua seuhura, Lourecco
Leocadio de Monezes, Joaquim Antoaio Pareira
V+uagre, Antonio Jaatino Pereira da Silva, Vicente
Diaadond; Franeiged Diandone, Jose Kibeiro Pinio,
Manoel Maria aanla Aaaa Por, Alfredo Bandeaux
e 1 cr ado. Braz I Brande, Manoel J. da Araujo,
Hay mundo .1. .In Andrade, (Jhvio .Vugu-lo Je Ma
galhaes, Joao Baptista de- Magalhaes, Manool Ale
Kindre Vieira de Araujo, Jose Gomes Araujo
Quintella Junior, Leopbldo Augueto de Moraes.
Francisco da Costa, Gratnbiino Vital,'BraziEqria-
to Jo-c dos Anjos das Neves e sua senhora, Feli-
ciano Pereira Lyra.Tavares,-Miguel Pessaa deA.
Tavares, Antonio Tavanes Guimaraes de Araujo,
Antonio Ferreira Merges, Fruetuoso. Poreira Frei-
re, J. A. Maia, Leandro Jose-Silva, e Francisco
Farina.
Sahidos p.-ra o aulno vapor Mndaha :
Cypriano Francisco. das Chagas, Argemiro M
Cunna Galvao, Francisco Jose afascareuhas, Ma-
noel Gomes Almeida Leite, Joao do Rego Gal vao,
Bento Joaquim Joao Rego Barboea, Joed Paulo'Cordeiro, Affooso
Henrique Ide Ctrvalho, Jose Fernandes Duarte,
Joao Claudiut) Duarte, Fraacehpo Joseda Silva,
FraBoisoo Augusto-Reriieina de Moraes Machado;
Cemiterio publieo.Obituario do dia 12
de fevereiro de 1874 :
Maria America dos Prazeres. parda, Pemam-
buco, *1 anaos, solteira, Saato Antenit'; tubercu-
los pulmonares. ,
Maria, preia, PeraavbOce^ 1.^ ianno.nSaato An>
tonio; dentioao. 1
Laurentino Jose de Sant'Anna, pardo, Ptrnam-
bueo, 22 anno% solteiro, Recife ; variolas.
Manoel Caetano Pinto, pfeto, Pemambuco, 43
annos, solteiro, S. Jose; hedropisia.
Anna Maria da Conseicao, parda, Pemambuco,
30 annos, casada, S. Jose ; conge.-tao cerebral.
Manoel, pardo,- Pemambuco, recemnascido, Boa-
Vista ; bemorr.logia ambolleal.
Viceocia Ana6taeia do Sant'Anna, branca, Per-
Bambuco. 55 annos, viuva, S, Jos6 ; gas trite.
Anna, preta, Pemambuco, 60 annos, viuva, S.
Joe ; congebtao fcerebrai.
Anna Magdalena de Oliveira, parda, Pemambu-
co, 'it anaos, casada, Boa-Vista ; eclampsia.
Joao Ferreira, preto, Africa, 58 annos, eolteiro,
Boa-Vista, hospital Pedro M; scirraso no iigado. I
Genoveva-Maria da ConctieiOt parda, Pemam-
buco, 36 andos,.aditeica, A>a-Vist*,:rwepi*ai Pe-
dro II; amoJrecitjjento.cerebral. .
Gertrudes Maria, da>oaea'oio, 'pneta.il'erhsaii
tHMOiiflo a6nofaliuva,*Hfrosta, hospital/ Pedroj
If;.or-t4Mhite -t-eail. .....
Maria, escraaat pWkmf Pemambuco, 5 annos.a
Santo Antonio; phtysiwWUferculost.
Maria, Branca, Pemambuco, 13 mezes, S. Josrj;
anaZarca.
Mhnoel Jos* flordeiro, Ibraneo/ fartogasV *8 an-
nos, casado, Boa Vista ; abemia.
Manoel Franeisco Rj^es, pard*, Peraasjbuso.
44 annos, solteiro. S. Jose ; bexigas".
do gymnasio, qpe, estamos certos, respond! ra ca
balmente a seus injustos accusadores, levaBdo a
evideucia quauto sao kilit-.is a verdade.
Vejaiaos o que diz a Provincia.
Aesim. se axprime 0 orgao liberal ;
A lei n. 369 que creou 0 gymnasio, diz a9im
uo art. 146 : 0 regedor, o censor, 0 esmoler,
a os, repel idores, 0 mordomo e o porteiro do gym-
nasio sao obrigados a residir deotro do estabe
lecimento. o Mas 0 Sr. Lucena, proferindo os
coninodos e convoniencia de sea compadre as da
educacao e insti uccao da mocidade, disoensa an
lei e permitte qua elle va ao gymnasio como por
visita, coropareceodo alii pela manha e retirando-
se a larde a hora que quer, para ir dormirem Api-
puc
Toda esta passagem tem por lira sigolficar que
O'aezual regedor do gymnasio nao tem nelle sua
res|dencia.
I Mas sendo assim e sabidas todas as circumstan-
oias qua cin'nosso passado artigj furam expostas,
como se pode em boa fe aecusar o Exm. Sr. Dr.
Lucena ?
Nao seja malt intencionada a exagorada Proim-
c*a, dizendo que 0 Exm. Sr. Dr. Lucena permitte
que o actual regedor apeaas va ao gvmoasio
como por visita.
Oque sneoedo tao sememe e que 0 actual re-
gedor nio tm residencta no estabeleciraento, sem
que naja, nisso tjulpa do.presidente da provincia,
kgu quo seestude as coadi'.oes eiuque i to acon-
tece.
De rfacto, tem feito S. Exc. todos os esforcos
para encontrar uma pessoa verdadeiramente no
caso d*t occiiiikr 0 cargo da regedor e nao tem en-
contrado.
Em virtude disso foi obrigado a fazer uma no-
meacao interina e a constrvala, e essa recahio
na pessoa do actual regedor, qne so por attencao
a admiulstracio aceitou-a, e foi 0 unico que a isso
se diipoz.
No entreta'nto e casado 0 actual regedor, e nao
lia no gymnasio de maneira alguma accommoda-
voes para a sua familia. Por isso esse regedor
deixa de ter elfectiva residencia.no estabeleciraen-
to, porquanto nio ha de abandonar sua familia,
nem Ihe pode ser isso exigido pelo administrador
da provincia.
Ha deem vista disso 0 Exm. Sr. Dr. Lucena de-
iniflif esse regedor, eia fudo mais fiel cumpridof
de seus devures,'delxando 0 gymnasio eompleta-
tnedte acephalo 1 I Quem dira que sim ?
Diante das iraraensas diOlcultfades encontradas
pelo Exm. Sr, Dr. Lucena para dar ao gymnasio
um regedor effeciivo, difflcu'ldades que nao pode-
ram ser vencidas e que er' lerididade daquelle cargo, ve"-se' S. Exc. forcado a
consentir que 0 actual regedor do gymnasio nao
te'uha nelle residencia efTetniva, sob peaa de ver 0
estabeleciraento acephalo, se tal exigir.
Eis 0 grande crime do Exm. Sr. Dr. Lucena.
Nao se nega a vantagem e convoniencia da re-
sidencia elfectiva do regedor no estabeleciraento ;
mas nao se diga tambem que a nao observance
actualmenle da disposfcSb que a exige, deixa de
ter lugar por compadresco, como 0 allirnia a
Provincia.
A ma vontade dos provincianos contra 0 Exm
Sr. Dr. Lucena e de t: 1 ordem qua chegam a
ainrmar.queS.Exc. disp^nsou 0 actuil'regedor
das obrigacoes que Ihe impoem dilTerentes artigos
do regulamento da casa d que 0 regedor assim
atitor'isado, deixa de as cumprir.
Sobre uma e outra destas assevera^oes nao pro-
duzio a Provincia a minima prova ; pelo que, e
por serem ellas de si raesmo inverosimeis, nada
diremos a respeito que em tal caso 0 silencio ja
e demasiada respesta.
Depois de miis alguns aleives e inexactidoes,
tudo dito sem 0 onus da prova, diz a Provincia no
final do artigo a que respondents, que 0 abandono
em que ella diz.ir 0 gymnasio provincial e-calcu-
lado pelo Exm. Sr. Dr. Lucena cm 0 Gm de
dosacreditar a inslituicao.
Ouauto pode um espirito obeecadj pela paixao !
0 Exm. Sr. Dr. Lucena, que procura todos os
meios de erguer 0 gymnasio a verdadeira altura
de um grande eslabelecimento de instrucQao e que
tem ate ncsse proposito empregado meios, que
mais cedo ou mais tarde tajvez surtam os seus
effeifos, e a s-ingue frio accusado pelos provin-
cianos de querer desacreditar 0 gymnasio I
Que lastima de opposicio !
Accusacdes de tal ordem deshonram e desacre-
ditara os accusadores e nao 0 a'cedsado.
aSelvfgi^ra, 'dft qfiefti #ra rletftna, declaronme
eatretaftto qaeaao tinba a torea -aecessaria para
dar me as garantias precisa*.
Em minha auseucn, 0 ceU-bre.urolesyTr mdy-
nado por ter sido mallograda a primwra tenutiva
e'peusando que eo aidda nicraeMva em casa, re-
solvsu acominetter-me de noro, e entab com >
r^ais corajoso, quiz mesmo dirigir em pessoa o
movilieoto e nio por tras das eortinas, como da
primeira vez. Poado-se a freote do me>mo gru}M>
e eapitaneaudo-o, fei logo di como para animar seus atseclas, e depois dirigie-
se l aiiaha casa, qoe eercaraa gritando, cotuo
possesses saia 0 moean, que esta escondido0
que tudo me foi revelado por pessoas que ficaram
em ca;-a.
Verificando aQoal 0 tal professor, que tttecuv..-
mente eu nao me achava em casa, reconkecea
frustrada sua segunda lentativa, e retirou-se com
SUp 8eQle' aguardando outra oecasiao.
Em face de uma altitude tao pronuoeiada e
pruvocadora da parle do dito professor, 0 d.s
pessoas, ae que se cerca, eu n-eeei a repeUcio
das mesmas scenas escandalosas, e temeado que
esgotada minha paciencia, eu usasse de represalia
e cahisse em excesses de deploraveis consequtn-
cias, julguei mais prudtute recolh-r me a esta ci-
dade e reclamar as necessarias pntvidencias, sem
as quaes, nao poderei vollar ao lugar do minha
residencia, oude estao como que a reveliaos Beat
uegucios com summo detnraenlo meu.
Venho pois recorrer ao Exm. Sr. presidente C*
provincia 0 ao Sr. Dr. chefe de policia. cuja at'-n-
cao iuvoco.
Por set' ui-tcon, no ^tae me honro, nao fiquei \-
cluido da coiamnahao brasileira, uc-n jidgo *-
questrados os metis direitos de cidadao para
encontrar pri leccaO no guveruo de meu paiz.
Recife, 14 de fevereiro de 1874.
Joao Leite do Rego Sampatj.
Ainda 1111a la^riniw sobro o tu-
mulo ile Iwiiilia tie Carvallio.
miiiha ilufi prcsntla prinm.
Emilia era uma menina dontella dotada dt
virtudes, um thesouro occullo na sulidao, urn e
rac3o puro, era uma intelligencia qne er mecava a
trilhar a estrada coberta de Hire*; foi q'uaa i
cahio enferma e previo 0 dia em qua 0 S'-nb 1
queria termirtar os seus iraoalhos sohre a ter i
Preparou se para c-sa ultima hora com um no\t
fervor ; d sen ar sempre risonho e sereno, a na
devocao mais teraa que nunca, a sna miMJiTiii
a sua paciencia, deram um novo lustre a sua san
tidade.
Recebeu os ultimos sacramentos corn uma nie-
dade que causou adiniracao e arrancou lagrim'
a aquclles que assistirara durante a sua agonia ;
eni lirn abrazada no amor de sen Dens, cheia de
virtudes f rica de merecimentos, morreu a 15 it
fever* iro de IS7S, cOntando a idade de 23 anno
desprendeu-se assim dos bracos de sua querida
mai, a quem tanto amava e de qum tao terna-
inente foi amada.
Sim I a mnrte com a certeira man entend-?u
ceifa-la n -sse tempo de deleilaveis perfumes
iuv'entude.
Emilia descanca e dorme, roga a Deus
em quanio cumprimos 0 noso fado, ate quw- r.
dia a morto se lerabre de nos ce far esta een-;i
peregrma. I
Fevereiro de 1874.
Alfredo Emilio CaQutnb
4u
mumm mm.
Esccmdalo !
O na aeon deixoti le set- cidadao
brAsileii*e ?
Srs. i.edaatores. Qs desacatos e tropehas, que
tenho soffrido int Vertente de Taquar/jtipga, onde
resido acerca de dous annos, e os attentados de
que estou ameacado, e que fazem per/gar minha
existencia, obrigam rae a vir as colnmaas deste
Diario denunciar ao pablico oj escandalos alii
praticados e reolamar do Exm. Sr. presidente da
pro^ineia, e Dr. chefe de policia as providencias
necessarias, que possam garantir raioha seguranca
e prej-r edade.
Urn rancoroso inimigo raeu, 0 pMfesor publico
Manoel Joaquim Xavitr Ribeiro, no tmangoo pro-
posito de exercer viuganca contra man, e sabeodo
que eu sou o unico tnacm que *xiMe nafjuelle
lugar, enlendeu que devia espeonlar com.o fa
natismo religioso da populacno ignoraate para
exarceba-la contra mi in, como inimigo da reli-
giao catholics ; e eutao a.todaa hwa, atodoins-
taste, tenho sido accommettido de sareaemos e
dbestos.qao-a paciencia aao pode tolerar.
Qankea 0 grande mal qne h*o ae causara,
morraente.dadieaodo-meaocomraereio,, prolissae
qua exige a contain ttka os.malato9,-em quem
tem grande idrja 0 fanatismo. Mas ea estava
a tudo tesigando, esperando a ac^do do.tempo.
EntretantoV). wen inimigo; contrariado por ver
minha iuditferenca, traiou de recrudesuer era sua
perseguicio; e entio na noitejde 28 dejaneiro,
pelas 2 iioras da madtugada, tendo rt-umdo um
grupo de mais de t5 pessoaa, entre as quaes se
achava 0 uroprio eserivdo do lugar, iorilou-as
a que me fossem aggredir em minha pr(.pria casa.
ElfeetivameBte Aquelle grupo armado de faeas,
pistolas e cacelee pertorrendo a ma com grande
vozeria, c gritando repetidas vezesmorra a ma
conariaparou a minha porta, a qual aocommet-
ram 00m os mesmos gritos, e cora iantas pedra-
das que arrebeptarara o telhado.
Nao pude conter-me Mite taes aatMide oaa.ba-
lismo Veinto auiKiifaila minha exidteAcjay porque
afiiria deia3 atnisiinos erax-ooae ddtbdorotes-
n-nie. dd algumacerauan.i'et [htz ifog*nta-ios, lit
disfiaran, aem aniaiojde oender,o>uas armas de
fogb, fazendo crer que tinba em tnlr>t>a ojsainais
Rsos dlsposlas a re^strr. CfroaidetAraeno ia
piiada, liciram eSpavoridoS a fc>g.j. rotirarorff-se, o!
quo deu lugar a que tu poheo depois sahisse e
fosse entenderme Bom o subd?legado, era cujft
eaea amanh'eci.
0 subdelegado re* nki.-udo a t^rrivtl cenjdne-
to/a, em que .eu me asnava 0 pare^endo roprovar
Seado eu regedor do gymnasio curr/prc-mt
ponder ao artigo da Provincia, (folhaf), sob a er -
graphe0 gymnasio em leilao.
Tendo capriehad j en nao ex por/ a apr jeia^- i
pubJica as fraquezas e as miseriasi albeias ; e t- -
los principios de eJucacao que r^eebi e me ei-
forco em tran-mit!ir aos pur mm eJuoandes, au-
to as consileracoes de araizade wue uma vea de-
dlqutia algaen que me parelceu ddlas difn'.
ainda mesino que posteriormaute me coavaaca
de minha illusao : laimnto couftmigo a minaa frl
queza na apreciacao do deyldo mento, mas nic-
costume ostentar indisposicjao oa faltade atteo-
Cio para com a queue a o/jem uma vea a dec:.
quei. Assim, pois, sorajmte coniraagido Of- a
obrigacao de me dcfenJer; de uma accusacio r -
blica, venho ex por an publico a verdade que -a
revelar-lhe maselas alhsiaj.
ITiliijIj llil list llfiilwiafalla. de cuja regedor a
intenaa estou incurabido, cobertas de metal. > -
jectos estes que so haviam servido nas solem-
dados havidas em passadas epochas no esta! -
locimento, e que de facio so se prestam para -
Us funecoes de luxo e de grande dispendio.
Aquelles object's, posto que cu-tassem ao ;
tabelecimentJ alto praea, nao sio de qualidad- h
lle correspoudente, e por is*o ja e-U?am se -
tragando pelo effeito da influencia da hamida W
qae era nossa terra com faeilidade delerira *
unnsilios de metal.
Nao *nJo um estabilecimento de educacao 1
mais apropriado para as vas glorias do luxo.aqu-:-
les ObjocJ s se tornavam inutilidade da qual <
iastimto devia quanto antes se desfazer. faaen
vender emquanto poderiam prodazir ainda atgn-
ma cousa com a qual se miooraase a desji". a
mutilmeote f-ita. Por i-to solicitei de S. Exe. o
Sr. president)! da provincia pennissio para ^
fazer vender end a0 pablico, onde 0 pre.o a
venda flcasse no dominio do publico S Exc. ann.i
aquella minha requisicao. R-gis'rad is todos -
tes documents, e icanvguei ao leiloeiro Piato a
venda, maadaado fazer Ihe outrega dauuelles
jectos, e arehivar ua secretaria 0 titulo de re -.-
bimento por elle passado.
Portanto nao lia furto de object.* d.j gymaa-i>.
nem um acto arbilrario ou ante eonomico.
Nao podia, nem pode estar na sala de honra de
um estabeleciraento publico retrato algum ainda
mesrao dos que sejara admirados por seas reh
vantes servicos sem a previa ant iri^ario do podW
competente ; o em virtude desta ponderasao do
Sr. director geral de insiruccao pubh-a fai cor.s-
trangido a fazer retirar do salab de honra 0 ; -
trato do Rvm. Sr. omego Rochael.
E para que elle possa eslar cillocado por aj-
torisacao da autori laie, coasubarci a eoogrega-
cao sobre 0 meri.to do Sr. com go como regedor
e seella me aconselhar que solicite de S. Exc
Sr. presidente da provincia que fi pie no salao at
honra do gymnasio aquelle retrat j, assim 0 farei.
De que determinar a congregaqao darei pnhii-
cidade com as formaKdades leg es.
Recife, 12 do fevereiro de 1874
Dr. Carueiro Monte,, 1
Antonio Gomes rVetta ao pu-
blico.
Disse 0 defensor do Sr presidente em seu ar 1
do Diario de Pemambuco de 13 do corrente, cm
referenda a minha publicacao do dia 12, no me<-
rao Diario, que S. Exc. nao tinha pretendido
modo algum reviver suspeitas contra roim, as-.-
verando 0 mesmo defensor que S. Exc. nada avan-
cou de desfavoravel a minha reputacao ; qne S.
Exc. nio podia responder a minha carta, pois o
seu conteiido exprime uma manifesta desatten;.7
a primeira autoridade da provincia, e que agu"?r-
dava a publicacSo de tudo que houve a respei"
conforme prnmetti.
Devo responder : 1* Que S. Exc. declarou 1-
car livre a thesouraria, o th'reiio e ac.ao qae 1 -.-
desse resultar do descobrimento toda a verdade,
se esta.cnegaase a ser conhecida Contra mim, ex-
pressando-se deste modo e declinafldo meu non>
por eerto, eu nio poderia flcar silencioso ; t* Que
nioguem lendo minha carta podera dizer que el.'a
fosse desaltenciosa para com S. Exc, pelo q ;e
nao fei esta certameute a causa de me nio res-
ponder ; 3* Qu-> 0 que ea disse foi que provar.a
(se fosse provocad >), que aao foi a companhia
quem fez propostas onerosas a provincia, mas aim
0 proprio governo que as apresentou, recusand
se-assign a las depois de terem sido aceitas pea
companhia.
Nao desejo polemieas pelo joraal, antes as evi-
to, porem, mencionando se men nome, enmnria-
me defender-me.
Recife, 14 de fevereiro de 1874.
Antonio Gomes Netto.
% It tit nl Iih da vida.
E' maxima da guerra o assaltar o inimigo, an-
tes que este tenha tempo de concentrar as sua
foreas para 0 ataque. 0 mesmo 6 applicavel xu
luta diaria c m as enfermidades. Se bem que
a salsapirriuia de Bristol, aatagoaista, a que poi -
oas molestias Bhtrtes podem res.stir, leva a cabo
a sua obra eueativa e regeneradora, muito mars
depressa qpando ella e usada logo no CumeQoaia
molestia, do que quando esta ja sa acha eaBBa-
ohada no systema. As escrofrdas que aao se terif.
arraigade profundamente nas carries, ou itirido
os owm, se desvaneeem como por oat eoeaoic
son a ua iuajina lafbaeuciia ; suecedendo o me--
mo com as raolcslias cuianeis, affeocao do oaaae,
e dos intestines: e rias, dyspepsia, nevralgiaafneu-
mausmo. Porem toulia te enteadado, qae, qjiar-
do a luta entre as faculdades physical aa enfe-
midade, choga a ponto de ?e tornar uma bataRia.

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**/HACA DO REGIFB la DE FEVEB.EIHQ
DE 1874.
fcAJfek*'*!**'-** DE RENDAS INT: RNAS GE-
IMES DE PERNAMBU:
1 i*nd>nac. do dia 1 a 13. 22:329*144
dam do dla l'i .... 2:148/663

Ateoio (1
A tjpdio
. IS 3 i/iHOttXS A tARDS.
CotacSea fBcIaes.
Algodao do sertad sorle 8/000 por 15 kilts
bontem.
i de l* sorte 7*800 por 15 kilos, hontera.
de Maceio ( sorle 8/600 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7[8" e 5 0j0,
hontem.
Algodao da Paranyba 1* sorte 8/200 por 15
kilos posto a bordo a frete de 3|4 e 5 0|0,
beaten
Algodio -de Goyanna sorte 7/600 por 15 kilos,
h >ntem.
Gambio sobre Londres a 90 div. 26 1[8 d. por
MOM.
. de Vasconcellos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secretarlo.
A.LFANDEGA.
Mirtimiinlii in an 1 a 13 .
uuti Jo dia 14 ...
465:1844863
47:607/090
512:791/955
^ n i;m*
24:477/807
CONJULATIO PROVLNClAu
veadirae/ito do dia 1 a
\iwa do dia 14
13.
71:788/103
8:9854307
80:773/410
Descarregain hoje 16 de fevereiro de 1874.
Barca ingleza Wild of the Tetgn mercadorias
para alfandega.
Brigoe grogoAptstolo Paulo-tern para o tra-
pwhe Gonceifio, para de p.char,
Brigue inglez Cheviot varios generos para o
trapictie Conceicjio, para despachar.
Putacho nacional Arabevarios generos para o
trapiche Conceicao, para despacbar.
Brigue inglezJane baealhao ja detpacbado para
o trapiche Conceicao.
Barca ingleza Seraphina raachinismo e carvao
ja aespachados para o caes do Apollo.
Barca ingleza Margaretne wSftri carvao ja des-
pachado para o caes do Apollo.
ALTaaacXo n\ pauta dos precos dos grneros
SUJBITOS A DIREITOS DE EXPORTAQAO, NA SEMAN.l
OS 16 A 21 DE FEVGREJR0 DR 1874.
Assucar mascavado 109 rs. okilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonellada metrica
20/000.
Carofode algodao 20 rs. o kilo.
Crina -animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 14 de fevereiro de
1874.
0 1" conferente J. A. Wanderley.
0 2' conferenteJulio da Costa Cirne.
Approvo. -Alfandega, 14 do fevereiro de 1874.
o inspector da alfandega
Fabio Alexandrino de Carvalho Reis.
Iinportacito.
Patacho nacional Arabe, eutralo do Porto em 14
do correnle e consignado a J. J. Goncalves Bel-
trio k Filho, manifestou :
Alhos 300 canastras a Braga Gomes & C. Ar-
cos de pao 40 rodas-a A. de Oltveira Freitas. A-
zeite 1 barril de quinto a M. Jose da Cunha Porto,
1 dito a J. J. da Silva Maia. Azeitonas 5 ditos a
Braga Gomes 4 C.
Baga de zirabro 1 barrica a F. de Paula Go-
mes.
Ca1 n j de vassouras 30 atados a A. Guedes Va-
lente, 60 aos consignatarios. Calcado i caixa a
M. F Por-as & C, 1 a M. Soares Pinheiro. Came
de poreo 6 barris e 2 caixas a B. Jose Pereira, 1 a
M. A. C. Pereira. Cestos de madeira 8 volumes a
Braga Gomes & C.
Feijio 312 saccos a A. Francisco Corga, 560 aos
consignatarios, 430 a Moateiro Junior & Fernan-
das, 125 a Soares do Amaral AC, 71a M. Jose
Goncalve* da Fonte, 56 a J. J. de Azevedo. Fer-
ragens 4 caixas a E. R Rabello & '"-, 3 aos con-
signatarios, 2 a F. J. Alves Guimaraes, 2 a J. M.
da Cruz Junior. Iraagens 4 caixas a J. R. de Fa-
ria. Impressos 1 caixa a J. D. Silva Guimaraes.
Louca 1 caixa a M. J. da Cuaha Porto.
Mobilia 1 caixa ao mesmo.
Palitos 5 caixas a A. Guedes Valente, 3 a Fran
.-isco Guedes de Araujo. Peneiras 1 fardo a J. M.
A\ Cruz Junior. Pentes 1 caixa a M N. da Fon-
s;ca & C. Ditos e caljados 1 caixa aD. T. Bastos.
iv.mada 50 cunhetes a B. A. Barboza, 40 a K. Gue-
d-s de Araujo. Pregos 4 barris a P. L. Soares, 5
a G. M. da ruz Junior.
Varios artigos 1 caixa a M N. da Fonseca & C,
'i com pertencas de uma bomba de ferro a J. Ja
C. Oliv.ira Figueiredo. Vinho 1 pipa a M. N. de
Moura, lOio, 10M0 e 137 caixas a Cunha Irmaos
A C, iOioe 1[10 a Lebre & Reis, 10io 1(10 e 10
caixas a Francisco Guides de Araujo, 10|10 e 150
caixas a Silva Guimara-:s & C, 5|l0 a JoSo R.
Mendes, 2|4 a J. D. da Silva Guimaraes, 1|4 a M.
Soares Pinheiro, 1|5 e 1|8 a R J. Pereira, liS a M.
.1 da Cunha Porto, 100 caixas a Francisco da Cos-
ta Maia, 50 a M. Jose Gongalves Pereira, 5a Mon-
teiro Gregorio & C, 1 a Luiz Antonio de Siqueira.
Patacho allemao Frieda, entrado de Terra-Nova
lit mesma data e coasignado a Johnst>n Pater &
C. manifestou :
Baealhao 3,802 barricas inteira?,63 meias ditas
15 caixas aos consignatarios.
'tSPACHOS DE EXPORTAC.AO NO DIA 13 DE
FEVEREIRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor francez Dannai, para Bordeaux,
c irregou : Keller <& C. 1 barrica com 15 aba-
ci "his.
No navio francez Eltsa, para o Canal, car-
r^gou : E. A. Burle 4 C. 3,500 saccos com 15,000
kilos de assucar mascavadu.
No navio inglez Miranda, para o Canal, car-
r^gou : J. P*ter & C. 536 saccos com 43,203 kilos
d* assucar mascavado.
Na barca ingleza Petchelee, para o Canal,
earragoa : B. Schmnvltau & C 900 saccos com
i;s.700 kilos de assucar ma=cavado.
Na polaca brasileira Marinho III, para o Rio
da Prata, carregju: A. Loyo 100 barricas com
12,110 kihs de assucar mascavado e 750 ditas
rom 32,904 ditos de dito branco.
Na barca portugueza Noea SymptUkia, para
o forto, carregou: A. Loyo 80O'saecocom 61,960
kilos de assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul.jla barca portu-
gueza Oceania, carregou : C J. S. Guimaraes 300-
saccos com 22,500 kilos de assucar'branco.
Fara o Rio Grande do Sul, ntf pavacha p*>
luguez Olinda,^ carregou : Oliveira Fiihds &-C
saocos com 7,300 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, na barca portu-
jjueza Arminda, carregou : P. Carneiro & C. 250
barricas com 19,394 kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no patacho brasileiro
9.tria Isabel, carregou : Amorim Irmaos 4 C. 23
pranehdes de amare'lo.
Para o Para, na barca portugueza Linda,
carregou: morim Irmaos 4 C. 225 barricas com
14.685 kilos de assucar brmco.
Para o Para, no patacho portuguez Maria
J* com 82,974 kilos de assncar branco.
Para Macao, na barca$a Dous Amtgos, carre-
don : Sa Leita Irmaos 8 barricas com 628 kilos^
i assucar branco.
Para o Ceara, no vapor brasileiro Pirapama,
carregou : M. A. Senna 20 barricas com 1,325
kilos de assucar branco : para Grania, J. Ramos
4 Machado 3 ditas com 198 ditos de dito : para o
A-aracu, J. A. da Gists Port) 2 ditas com 60 ditos
de dito.
1*11 tr .1 DO RECIFE
Motlolas commerclaes.
HOVIMENTO E TRANSACTS COMMERCUES DA
PIIAQA DO RECIFE NA. SEMANA DE 9 A 14
DE FEVEREIRO PE 18V*.
Gambles.
Sobre Londree a 90-d/v, Ja-7/8, 26, e 26 1|
particular, e-26 e 7i8 do baacs.
Sobre Parisa 90 i\% 370t9h o franco ; e a
a 3 d|v 375-do banco.
Sobre Lisboa (a vista)112 por cento de premio
do banco, 113 por cento particular, e a 90 d|v,
109 por cento do banco.
Sobre o Porto -a 90 d|v, 109 por cento de pre-
mio ; e a 3 div 113 por cento do banco.
Sobre o Rie de Janeiroa 8 d|v, ao par.
Sobre a Bahiaa 8 d|v, meto por cento de des-
conto.
Venda de generos.
a)dao de Peruwnbuco, 1 sorte 7/600,
, 7/900 e 8/ por 15 kilogrammas.
Dito de Ma primeira sorte, posto a bordo a
frete de 7(8 e 5 por cento, 8/600 e 8/800 reUapV
15 lilograramas ; e mediano posto a bordo a frete
de 7|8 e 5 por cento -8/ por 15 kilogrammas.
Dito do Rio Grande do Norte, pesto-a bordo a
frete de 3|4 e 5 por cento-8| ; a frete de Hil6>
e 5 por oento -8/100 ; e a frete de 5[8 e 5 por
cento 7/900 por 15 kilogrammas A
Dito de Macao primeira sorle7/900 por 15 ki-
logrammas.
Dito da Parahvba, primeira sorte, posto a bordo
a frete de 3|4 e 5 por cento -8/200 ; e a frete
de 5(8 e 5 por cento-8/350 por 15 kilogrammas.
Entradas do assucar e do algodao.
(Ate meio dia de sabbado.)
Assucar31,288 saccos.
Algodao3,398 saccas.
Expwtacao.
Para Liverpool 300 saccas de algodao e
9,580 saccos de assucar mascavado.
Para o Canal-9,030 saccos de assncar masca
vado.
Para New York-5,400 saccos de assncar mas-
cavado.
Para Lisboa 130 saccas de algodao, 931 cou-
ros, 1,360 saccos de assucar branco e 2,640 mas -
cavado.
Para Barcelona-750 saccas de algodao.
Para o Rio da Prata60 pipas de aguardente,
5,040 barricas de assucar branco e 650 ditas de
mascavado.
Generos transportados para outras provincias do
imperio.
Para o Rio Grande do Sul-50 pipas de aguar-
dente, 300 saccos e976 barricas de assucar bran-
co e 3 barrica3 do mascavado.
Para e Rio de Janeiro -100 saccos de assucar
branco.
Para a Bahia150 saccos e 900 barricas de as-
sucar branco.
Para o MaranbSo 120 barricas de assucar
braiwo.
Para o Para80 barricas de assucar branco.
mrnwm m ports.
tural de Alagoas e Bioradtff a Km-it
Navios sahidos no dia 13.
AracatyHiate brasih-iro Graciosa, capitao Manoel
J. da Silveira, carga varios generos.
Mossoro- Hiate nacional Adel.no dos Anjos, capitao
Manoel F. Monteiro, carga varios generos.
Obseivacao
Suspendeu do lamarao para Rio Grande do Nor-
te o brigue inglez 0, Blanchard, capitao George
Le Brocq ; com o mesmo lastro que trouxe do
Rio de Janeiro.
Navios entradas no dia 14.
Porto-29 dias, patacho brasileiro Arabs, de 229
toneladas, capitao Francisco Trocado, equipagem
10, carga diOerentes generos ; a J. J. G. Beltrao
4 Filho.
Trieste-78 dias, patacho allemao Frieda, de 280
toneladas, capitao W. H. Rosier, equipagem 8,
carga 2380 barricas com farinha de trigo ; a
Johnston Pater A C.
Santa Helena-14 dias, patacho Little Annit, de
228 toneladas, capitao C. Fournier, equipagem
8, em lastro ; a ordem.
Cardiff -37 dias, barca franceza Jean Baptisle, de
358 toneladas, capitao Emil Jacq, equipagem
12, carga carvao ; a Harismandy fli Labille.
Terra-Afova -32 dias, brigue inglez Dora, de 228
toneladas, capitao G. Debrix, equipagem 10,
carga 3,802 barricas com baealhao ; a Johnston
Pater & C.
New-Castle 50 dias, barca ingleza Carisbrooke,
do \i toneladas,capitao H. Hughes, equipagem
13, carga carvao ; a W. G. Fennelly 4 C.
Namos sahiits no mesmo dia.
AraCajii e portos iotermedios Vapor nacional
Mandahu, commandante Silva, carga varios ge-
neros.
Granja e portos intermediosVapor nacional Pi-
rapama, commandante Silva, carga differentes
generos.
Rio Grande do Sul -Patacho portuguez Qlinda,
capitao M. A. Branco, carga assucar e outros
generos.
Barcelona -Polaca hespanhola Viigero, capitSo J.
Curelle, carga algodao.
Rio Grande do Sul Barca brasileira Mimosa, ca-
pitao G. Maximiano, carga assucar e outros ge-
neros.
Liverpool -Brigue inglez George Amstrong, capi-
tab'J. Baker, carga assucar.
Observacao.
SuApendeu do lmnara > para a Parahyba, a po-
laca-gwga Zdcarias, capitao J. Zacarias; com o
mesmo lastro que trouxe do Rio de Janeiro.
IBfatt*
igrJel Joaquim de Castro'yMWMM
naluwl da-tiahiA- e-aorador na>imt>erflMU iref
gdezia de' Afogaoos.'
Dr Francisco Goaealves de Moraes, natural de
Pernambuco e morador a ma de Vidal to Ne
greiroa ny 3f.
Dr. Joao Baptista Casanova, francez, roeraaor
no larqo da raatriz de Santo Antonio, casao. t.
Dr. Manoel Ened'no do Rego Valenes, natural
de Pernambuco e morador a rua de Paulino Ca-
maran. 21.
Dr. Joao Jose Pint), natural de Pernambuco e
reside na povoacio do Monteiro.
Dr. FrantUco Borges de Ramos, natural da
Bahia e morador a rua da ponle Velba n. I.
J)r. Fortunato Aogusto da Silva, natural da
Babia e reside na Torre.
Dr. Joao Honorio Bezerra de Mene es, natural
de Pernambnco e morador a rua do Atalho n. 3.
Dr. Ignacio Alcebiades Vellozo, natural da
Bahia e reside a rua do Barao da Victoria n. 45.
Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boa-, natural da Ba-
hia e morador a run do Hospicio n. 20.
Dr. Oaetanw Xavier Pereira de Bfito, natural
de Pernambuco e reside a praea do Gonde d'Eu
n. as.
Dr. Francisco de Paula Soares, natural da Ba-
hia a reside a rua do Corooel Suaasuna n. 296.
DricMaao9M*rancisca Tsrxeirav- natural de Por-
nsmlmco e reside rua do Bom-Jeans n \9,
Dn Augtwto^Trjio de Holland* Chaeoo, M1
tura4da'Paitanrb*e-residarua.DuitlB deGaxias
n. 9.
Dr. Malaquias Antonio Gongajve.s, natural do
Maranhao e reside a rua larga d* Rosario. u. 20
Dr. Rauiiuodo Maudes- Vianna, natural do Ma-
rahhao e reside a rua do Vigario n, 1
Dr. Antonio Gomes-Tavares, natural-de Per-
nambuce e resile a rua do Bora-Jesus- n. 19.
Dr. Enniro Gear OiutialH); natutal de Per-
nan.bnoo ;e rtskle a rua do Marquez de Olinda
n. 53.
Dr. Jose JdatqiMm de Sonza, natural de Per
nambucoa reside a rua do Apollo n. 28.
Dr. LuclafiivXavierde Moraes:Sarraeto, natu-
ral de Pernambuco e reside a rua dftJmperador
n 29:
Dr. Americo Vespucio Moreira de ASmeida, na-
tdral da Bahia e reside arUi dolmperador n 50.
Dr.'Coshiede SA Pereira, natural-de-Pernam-
boco-e reside a rua do fnVperador>B. 22.
Dr. PraUotsco -Jftcintho Pereira' da fitta, B^tu^
ral do Cearae reside a rna da-Crete n. 38-.
Dr. Angnsto Carneiro Monteiro da SHva-Santos,
natural de Pernambuco e reside em Apipucos.
Dr: Estevio Cavaloante de AtbffiUeTqne, natu-
ral de Pernambaoo e reside a rua lo Atatno-n.
19.
Cirurgioes.
Bernardo Pereira do Carmo, natural de Alagoas
e reside a rua da Imperatriz n. 8.
Daniel Joseph King, natural de fnglaterra e
reside a rua da Aurora n. 37.
Antonio Jose Ferreira Alves, natural de Portu-
gal e reside a run do Duque de Caxias n. 56.
Jose Antonio Mirques, natural de Portugal e
reside a rua do Vigario Tenorio n. 2.
FranpiiseoJilsa CyrilloLeali natural-de Pernam
buco e reside a rua do Duque do Caxias n. 34.
Joa,oira JosG AirVes de Albuquerque,- nataml de
Pernambuco e reside na Passagem da Magdalena.
Andre Ferreira de Almeida, natural de Per-
nambuco e reside a rua de Mithias de Albuquer-
que n. 11.
Antonio Bruno da Silva Maia, natural de Per
nambneo e reside a rua do Viscondtr de' Albu-
querque n. 11
Pharmaceuticos.
Antonio Maria Marques Ferreira, natural de Por-
tugal, reside a rua do Visconde de Albuquerque e
torn pharmacia a praea do Conde d'Eu n. 19.
Rouquayrel Irmaos, continria com botica e dro-
garia a rua do Bom Jesus n. 22 sob a firma Au-
gusto Caors, frausezes.
Ferreira &, brasllerro, Cam pharmacia a rua
lafga do Rosario n. 10.
Joaquim IgnacioRrbeiro, cidadao portuguez, com
pharmacia a praca do Conde 4'u n. 22.
Joao Pereira da Silva, bra-ileiro, pharmaeentico
e sock} da botica de Clorindo Ferreira Catao, com
pharmacia na praea do (kinde d'Eu n. 6, continua
a residir a rua do Fogo n. 26.
Francisco Ferreira Maia, com nharmaeia e dW-
garia a rua Duque de Caxias n 57.
Jacob Kire Shafer, suisso, pharmaeentico chimi-
co, com botica a rua do Barao da Viet iria. n. 25
debaixo da Urma P. MaurBr<& C.
Jose Maria Freire Gameiro, brasileiro, residente
no 1 andar da casa n. 2, continua com a sua phar-
macia imperial no andar terreo da mesma casa.
Barttiol meu& C, natural de Pernambuco, com
pharmacia e drogaria a rua larga do Rosario
n.34.
Jose Gomes Monteiro, natural de Portugal, com
'- -
i^mif^^i9ir^i
3
Anacleto It
nhao
^nforme.-Osec\iri0(
^^j^^i&<
CAPATAZ1A da alfandega
P, jodimento do dh 1
iR-n do dia 14
13.
8:360*604
1.326/205
9:686/809
VOLUMES SAHIDOS
N dia 1 a 13.
Nodi* 14
Pnazelra portk .
g^gnnda porta .
t'orceira poru .
IJ-iarta p^rtt .
Cjapiebe Coacatc^c
SERV1CO MARITIMO
ai>arnaa descarregaiaa no irantcas
ilfandtga do dia 1 a id .
No-dia a
: : ntracados no trap. Is. Uga
17,411
171
247
178
1:400
19,407
3f
"56?FAT$T
A-amara mttaicipal desta cidade, em virtude
100- do^art. 8Mb tir. 2. das posturas municipaes de
26 defunho de 1873, manda publicar a lista abai-
xo transcripta, dos medicos, cirurgiSes, pharma-
ceuticos, droguistas, parteiras, sangradores, den-
tistas e veterinarios.
Paco da camara municipal do Recife, 11 de fe-
vereiro de 1874. Manoel Joiquim do Rego Albu-
querque, presidente.Francisco Augusta da Costa,
secretario.
Medicos
Dr. Praxedes Gomes de Souza Pitanga, natural
da Babia e morador a rua da Imperatriz n. 64.
Dr. Pedro de Athayde Loho Moscozo, natural da
Bahia e morador a rua do Visconde de Albuquer-
que n. 39.
Dr. Joaquim de Aquino roneeca, natural de
Pernambuco e moral >r a rna do Hospicio n. 33.
Dr. Lurz Jos6 Correia de Sa, natural da Parahy-
ba e morador na Passagem da Magdalena n. 28.
Dr. Joao Ferreira da Silva, natural de Pernam-
bnco e morador a rua larga do Rosario n. 20.
Dr. Jeauiao Augusto do3 Santo? Mello, natural
da Parahyba c-morador a rua do Barao da Vic-
toria n. 43.
Dr. Jose de Miranda Curio, natural de Pernam -
buoo e morador a rua do Marquez de Olinda n.
28.
Dr. Muryllo Mendes Vianna, natural do Mara-
nhao e morador a rua da Cruz.
Dr. Joao Maria Seve, natural de Pernambuco e
morador a ma de Riacnuele n. 33.
Dr. Jacinth.i Silvano Santa Rosa, natural da
Bahia e reside a rua do Barao da Victoria n. 46.
Dr. Julio Cesar de Castro Jesus, natural de
Pernambuco e morador a rna larga do Rosario
n. 16
Dr. Ffaneisco da Cnnha Beltrao Araujo Pereira,
natural ds Pernambuco e morador a rua larga
do Rosario n. 50.
Dr. Ernesto Feliciano da-Silva Tavares, natural
de Pernambuco e morador arua eUreita do ""-
sano n. 45.
Dr Jose Zacarias de Carvalho, natural d- Pr-
nambnoa '-d onrttdW a rua do COroucI Lamodha
ni Mi
..Dr. AletandWde Semsa Psreirado CafUo, na
lona i*^
Fraticisco Augusto id
; tf?(,.,,,? Corr8,aa "*qPK*t* An rade, jui z
^,,a,0*dS Prov?dora>pellas e residues
S'" cldad,J d st,nt? ^tonio do Recife e
2JS2A. ^L3 .,M- ,m?e%' constitucional
o Senhor 0. Pedro II, a qnentS^,, Ru3rde etc
Faco saber aos que o presente 'edKalvtrem e
delle noticia tiverem que no dia deze;nov.e ,j0 wr.
rente, depois de finda a reepectiva ad4jer)cja aeste
juizo, tem de ser arremalado por rena' a f,ne m
mais vantagens offerecer, o armazem nnmet^, cinco
do caes da alfandega do bairo do Recife, pt^(,a.
cente a irmandade do Senhor Bom Jesus ^a4
Portas, da igreja da Madre de Deus,o qual vai -
praca a reqaerimeuto do inanition do dito arma-
zem Antonio da Silva Azevedo.
E parauue chegue ao euuheeimento de todos,
mandei pajsar o presente edrtnl qne sera pnblica*)
pela iinprensa e afflxado nos lugares do coStumo
Dado e passado nesta edadade do Recife de
Pernambuco, aos doze de fevoreiro de 1874.
Eu, Domingos Nunes Ferreira, escfivS), o es
erevi.
Recife, 12 de fevereiro de 1874.0 escrivao,
Nunes Ferreira.
Joaquim Correia de Oltveira Andrade.
Sacv-p^rj., ,ja thesouraria de fazenda de Per
inucjA 5 de feVereiro de 1874.
0 2* escriptura/io, serrindo de secretario,
Ltiqs Jnao de Souza Correa.
0 Dr. Sel)astiao do Iteo-Barrosde Laterda,
juiz de dirwto espi-cial do commercio nes-
ta cidade Bar BrrjfcftJ d-ma. terrr.o da capi-.
tal da provincial de Pernambuco, por
S. M. imperial e constituci#nal o Sr. D
PWir* lf^aqu^mBitin8'galde,, etc.
Fiw saber" ai3,qi^o presente eJitai virem e
'deRewfieia liVerm, ifrte no di 12 de mar?o do
corren'.e anno se ha de arremata* por venda a
quern mais der e:n pra^a publics desto'jiiizo, do-
pois da respestiva andiertciar.o seguinte :
Urn lonono ru e-trada do Ponibal coin 204 p.i'-
inosido lundo e 89 de freate, todo cercado de pes
(la-piujia^ comaigunsrvo edos ecacimba, ava-
liado a la/ o pa I mo.
Uincaixao piwa-casa, de pejra e cal, a% altnra
de 5 palmos, com 42 palmos de frente e 67 1[2 de
fuu-1*,.e n-man estado, avaliado p >r 200/.
; Utiia easiuha detaboa coLeria de folpa,,em mao
eslado, avaliada p .t 100/.
Un porcio de cal- e areia,.avaliada por 20/000.
Cujo caixap, easiuha e ca| s.' acham. no terreno
acima- mencionado; penhorad<-s por execucao do
SajprFraneisco.Martins Raposo contra Francisco
aia Cortes.
E nao hawn'lo laaa.lor qua cubra o pre;o da
avaliacao, a arrematacao sera feita pelo prego da
adjndicajao,; na.torma da lei.
E p ra que ches'is ao conhecimento de lodos,
mandei passar o presente, que sera publieado pela
imprensae afflstde nos lugarfr do costume.
Recife, 12 de fevereiro de 1874.
Eu, Manuel Maria Rodrtgies do Nascimento, es-
crivao o suftscrevi.
Ssbasliaodt Rego Barrosde Lacerda.
Pela thesouraria provincial se faz pub|ico
quo (of am trafnsferidas para o dta 19 do correnle
as arrerriatacfles das obras da ponte da Escada e
de 100 metroS da empeorafneuto na estrada do
Ltmoeiro, esta orfada em 792'/ e aqueila em
1:384/000.
Thesouraria provincial de Pernambueo, 13 de
fevereiro de 1874.
0 offteial-maior,
M. A. Ferreira.
_mpnhia de eavallaria; sSo fcti iaiio tWtrrt
ados os interessados a compatecerem tn mestta
jesouraria as dnas boras da t.irde1 do indicado
m
Oa eavallos estaraono dia da arrematacao na
iMhtdo edificio em que fuocciona esta repartir^ao,
e desde ja podem ser vistos no respeetivo qnartel
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambueo, 29 de Janeiro de 1874.
O 2." escriptoraric, serviudu de secretario,
Carlos Joao de Sonza Correa
De ordem do Illin. Sr. inspector da t esonraria
de* fazenda. se declara qne perante a junta da
mesma thesouraria tem de ir em basta publiea
para serem arrematados, por quem menus offere-
cer os concertos do caes da rua da Aurora, na
estensSo de 27,5 m orcados em 4:621/829 rs.
Os interessados sao convidados a comparecerem
as 12 boras de dia 25 do correnle, com snas pro-
posta3 em carlas fechadas devidamente selladas,
,i~qdendo desde ja examinarem o drcamento qae
s **^jiaaa secretaria desta thesouria.
De ordem do lj.^. sr. iiwpattor desu ifae-
souranase faz pwWico., ^^ perM|t a junta de
fazenda, tem de ir a prawa n0 d^ jg ao n^j ae
fevereiro vindouro a factura dos concerto9 do eaes
do Forte do Mattes, avaliait^ m 15:328*703;
pelo qne sito convidados os que. se propoztrem a
fazer os ditos concertos a cotnp.^reL.ere:n ^ \->
boras da manht do iudi-ade dia coi*, sua9 prjp0
taseracartas fechadas e compet^ntem'-^ite declaranno o ultimo preco por'qne so HTarecem
fazc.los ; podeB lo desde ja examinaro respeetivo
on-saoent*, que se acha patentenesta secretaPi^.
Secretaria da th.ouratia de fazenda l\,.
Pernambuco, 23 de Janeiro de 1874.
0 2*- ueridthrari), serrindo de secretario
. ______^Carlos J. deSo iza Correia..
A camara municipal desta cidade manda
publicar os artigos de posturas, abaiio trans-
criptos :
Art 70:-Fica prbhibido neste raunicipio o brin-
ouedo de entrudo com agna ou qoalquer ontra
substaneia, de qualquer maneira que se empre-
gue os infractores pagarao a mulla de 15/ c
soffrerao oilo dias de prisio.
Art. 71. -Fica proliibida a venda de limas de
cheiro : os infractores alm de as pcrderern, pa
garao 4/ de multa.
Paco da camara municipal do Recife, 17 de
Janeiro de 1874.
Manoel I. do Rego e Albuquerque
Presidente.
Pedro de Albuquerque Autran
Secretario.
baiARAOGES.
pharmacia e drogaria a rna. do Imperador n. 38.
Secretaria do gymhasio provincial de fernaiuuu
co, 5 do- fevereiro de 187t
Por esta secretaria, e de:ordem' do H'Hn. Sr. Dr.
regedor interino, se declara aos paif, intores e
correspondentes dos alumnos internos, que nao
podem estes trazer para o institute outro enxoval
senao o que e eslabeleeido pelo regulamento em
vigor, podendi a-rtlacao do dfW eificoval ser nes-
ta secretaria pnwotada por qnefn defla precisar.
Enxoial do alumno pensionista.
1 bonet.
1 fardeta depanno verdee>curo com dialineti
vos do iustitutu.
1 jaquela do panoo.
6 jaquetoes de brim pardo liso.
1 calca de easemira preta.
6 cal'/as de brim pardo liso.
2 ditas para o recreio.
4 colleles brancos.
2 gravatas pretas de seda.
2 dit:n de qualquer panno para u-hi orcfinario.
12 camisas.
12 pares de meia;.
12 lencos de I in ho para mao.
6 ceroulas de hamburgo,
6 fronhas de iitu.
Jose Elias de Moura,, natiral de Pernambuco,
com pharmacia no largo da Ribeira de S. Jose
n. 17.
Firmino Antonio, natural de Li-boi, actualmen-
te responsavei teebinico da pharmacia Bartholo
meu & C, sita a rua larga do Rosario n. 36 e resi-
de na mesma casa.
Manoel Thomaz Pereira do Rego, natural de Per-
nambnco, com pharmacia a rua do Marcilio Dias
n. 135.
Pedro Aureliano da Cru; Muniz, natural de Per-
nambuco, com pharmacia no pateo d> Terco n. 12
(hoje Vidal de Negreir s).
Manoel Alves Barboza, natural de Portugal, com
pharmacia e drogaria a rua do Morqoez de Olin-
da n. 61.
Agostinht Jo^e Soares, nat iral de Portugal, com
pharmacia no pat ;o do Carmo n. 3.
Luiz Jose Gonzrga, natural de Pernambuco, so
cio e responsavei da botica popular a rua da Im
peratriz ns. 69 e 71.
Antonio Jose de Abreu Ribeiro, natural de Per-
nambuco, com pharmacia a rua do Imperador
n. 44.
Graciliano Octavio da Croz Martin', natural de
Pernambuco, com pharmacia a rua Duque de Ca-
xias n. 89
Augusto Cezar de Azevedo Guedes, natural do
Portugal* com pharmacia a rua da Madre de Deus
n. 3.
Jose Bernardino de Souza Peixe, natural de Per-
nambuco, com pharmacia a rua de Marcilio Dias
n. 118.
Hermes de Souza Pereira, natural da Bahia, com
pharmacia a rua do Barao da Victoria n. 46.
Jose Francisco Bineneourt, natural de Pernam-
buco, pharmaceutico, reside a rua da Estancia
n. 14.
Fancisco Antonio das Chagas, natural de Per-
nambuco, com pharmacia a rua de Marcilio Dias
n. 3.
Braz Marcelino do Sacramento, natural de Per-
nambuco, com pharmacia a rua do Visconde de
Inhatima n. 62.
Brito & Saldanha,naturaes de Pernambuco, com
pharmacia a rua do Cabuga n. 11 A.
Joao Francisco de Castro Menezes, natural do
Ceara, com pharmacia a rua estreita do Rosario
n. 3.
Augu;to Xavier de Souza Fonceca, natural de
Pernambuco, com casa de drogs no largo do Parai-
zon. 8.
Manoel Duarte Vielra, brasileiro, com casa de
droga a rua do Imperador n. 22.
Dentistas.
Nnma Pompilio, natural do Ceara, com consnl-
torio a'rua do Barao da Victoria n. 58.
J. M Leroux, natural da Franca, continua no
exercicio de sua profissao A raa do Bario da Vic
toria n. 19.
Parteiras.
Francisca Maria da Penha, natural de Pernam
bnco, assistant-* examinada, continua a residir a
rua do Nogueira n. 36.
Clara Maria da Conceicao Silva, assistente exa-
minada, natural de Pernambuco, continua a resi-
dir a rua de Paulino Camara n. 4.
Le..cadia Maria da Conceicao, assistants, natural
de Pernambueo^ continua a residir a rua da Rb-
da a. 46.
Mathilde do EspiriH Santo, assistente, natural'
de Pernambuco, continua a residir a rua da fioda
n. 35
Firmina Merenciana Carneiro, natural de Perr-
nambneo, assistente enarainada, continua a residir-
A rua das Larangeiras n. 8.
Thereza de Jesus Rabello Campos, natural de
Pernambuco, assistente examinada, continua a re-
sidir no largo do Paratzg n. 5.
Maria Archanja da Paz, natural de Pernambuco,.
assistente examinada, continua a residir Arua de
Marcilio Dias n. if.
Efosa Maria deJe a3si^ter,:orx.mi:,..ia, contioiia a residir arua der
Sa"i',i" Diis n. 117. j
Bar' .ugradores
Hlcardo Soares ,:, i'rit, Brasileiro,i e aangra'
dor, contnfia a ro. Mir .'. rua DIreita n. 28,
AmancinFraacifo Xf^ndes, Mt'uraJ de. Pernam^ ihosoury;"
buco, barb>iro, ('''."'- a residir na praca do maioV lane
2 cobertas de creton.
1 cobertor de 15.
6 toalhas de rosto.
6 guardanapos.
2 pares de tiorzeguius de bezerro.
1 chinella de couro.
1 escova de sapato.
1 dita de dente.
1 dila de fato.
1 tesoura de unhas.
1 pente de alisar.
1 pente para tirar piol os.
1 travesseiro.
1 meia commoda de amarello.
2 cinluroes de couro.
OBSERVACAO.
1* 03 interessados deverao ver no estabeleci-
mento o raodello do bonet, da farddta, dos distinc-
tivos e da commoda, como bem a cor do panno
para haver uniformidade.
i' Cada alumno deve ter correspondente na ca-
pital para com promptidao satisfazer as pensSes
butra'qualquer despeza deque tiver elle neces
sidade. %
3' A pensao sera paga por trimestre adiantado.
0 alumno que m primeiro dia do trimestre nao
a liver paga, sera logo remettido a seu pai, tutor
ou correspondente.
41 0 estabelecimento alem da instruccao, forne
ce ao abjmno interno alimentos, medico, botica,
lavagem eengommagem de roupa, papel, penna
tinta
Bk Os objectos do enxoval sao propriedades do
alumno, e os retirara quando sahir, no estado em
que estiverem. As pegas deterioradas ou consu
midas pelo uso serao subsiituidas pelo alumno por
outras, logo que for reclamado pela regedoria.
PE.N'SOES.
Pensionista100/0 0 por quartel.
Meio pensionista^60/000 idem.
Externo 18*000 idem.
Aula de musica 12/000 idem.
Costeio de cama-10/000 por uma so vez na
primeira inscripcao, sendo o estabelecimento obri-
gado a fornece la durante todo o tempo em bue
estiver o alumno no estabelecimento.
0 secretario,
Celso Terluliano Fernandes Qulntella.
0 Him. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em enmpriraento da
jrdem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominada Pao
Sangue sobre o rio Serinhaera. orcada em 9:570/,
pages em apolices da divida provincial a juro de
7 p.r cento ao par.
As pessoas qne se propozerera a esta (arremata-
cAo comparecam na sala das sessoes da mesma
thesouraria no dia indicado acima, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnblicar o presenle
elo Diario de Pernambuco '
Secretaria da thesouraria provincial, 2d de Ja-
neiro de 1874.
Victoriano Jose M. Pamares,
Official maior interim*.
Clausulas esneciaes para a arrematacao da ponte
denominada Pao Saqgne sobre o rlo Sari-
nhaem.
1." A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
catada de conformidaie com a ereamento e plen
ta approvados pelo Exm. SV. presidente da pro-
vmcia.no valor de 9:570/.
2.'"0 arrematante dara principio a obra no pra-
sd de urn mez e a concluira no de 12.mazes.
3" 0 paga memo sera effect uado em 3 presta-
rdes iguaes a proporcao da tabella execntada.
4.* Para tud o mais que nao s achar especifl-
cado sera regulado pelo 4110 dispde 0 regulamenio
da 31 derjudho de 1866 -tf engenheiro chela, Jo-.
sd Tiburcio Pereira de Magalhaes. .
Victoriano Jose V.' fttkifm ^
De ordem do dim. Sr. inspector da thesou-
r#-iaido fazenija.as fac-pnbllco, qne em ^rtwde
da antorisar;3o da jfresidefleia desta pro^Bsiia,
tetn de ir a^oraflamo'da Wdo pwz: de --fMvnitt
iproximo vindouro. peraute h' jnpta dai *>ma
para serem aiWnratndoa1 per^l/Mk
offerecer, dez eavallos pertencentea
Osc.ndidatos pooomlnscrevrrse paraocn-
curso ate as 10 luras da uiauha daqulle rlia.
Correfo de Pefttembuco, 12 d*'fevereiro da
1874.
0 a>lininistndar
^_________ Alf tun tt" RcfoWuto*.
SANTA CASA i)A JMISKillCORDlA DO
juxiii:.
VohiIu de predtos
A Illma. jinta admi iMr.ilifa ri-U SanU Casa.
dflvidamento atitoriiada peia pr- idwria. m sala
de suas sessoes, peas 3 boras da lard- .11 din S^
do corrente, vnn-le on permnl* por apdicaa divida pubHea o- '^uintes predi-M prriencenlc
ao legado de J nqni n da Silva lypes, de qae -
administradora : Korie do Ms'b s. nielade* s->
bradode 3 audares n. 17, por .V500/ ; beeeo d
Abreu, 3 pirte do s>bnlo 11. I. por 2:666M66
rua da juia, sobrad 1 do dous audares n. 69, p?
6:000/ ; rua de 5. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400/, sobrad ode 11m andar n. 30, por 2.00O/.
dita meia-agua f" ""W; d* 6uarafl%e,
casa terrea q. 63. por l:i0# rua in A^ORui
nhos, cosa terre 1 n 26, p-)r 601/ ; l^rgt. da Cam
pina, diu n 3, por 400J ; rua oa S>l^da-J, dil.
n. 72, p-ir 700/ ; becoo do T-. xeiri, diu m. .V
por 25')/ ; largo das Crnco Posts, lerreao, poi
1:000/iK*i
Si'-retaria da Sani.i Ca^a da Vi->'ri orJia ta
Racife, I4defeyer<-i .. lo IK74
0 escTfvao
Pediv Rodrignes de Sotft*
iNSI'tO-AO DO ARSENA!~I>E
MARINHA.
Fa'.-se publico qua nesta data a < mi --11 I
pentos visloriou oa vapores Impenvl ; e '.' im
gibe da dmpanhia vigilante ; Pntpimi, V*--tripe
e Parii/ij/611-da eompanhii parnimh.i a >. lona
vega^ao ecsteira, e julgou-os em est 111 de poderem
Cl"ntinuar no servico em qie se e-n.iregam : com
exet^o^ao, porem, d TiinV/'n en junto nlo se
Ihe iizf>rUm nuncio repftM indi;peasivel.
Inspeci...^ do arsesnl ae mirinha d-> Pernvn-
buco, 13 d... fevereiro de 187i.
'VrinciS'-) If mil 19 Sfrpple d't Silrm
la^Hector.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico qae e no corrente mez de fevereiro
que devs ser paga, livre de multa, a laxa dos a*
craves, relativa ao exercicio de 1873 a 1874 ; de-
pots do que se lo-ha com a aiulta de 6 0|0.
RecebeJjria d8 Pernambuco, 5 de fevereiro de
1874.
0 adminis'.rador
Manoel Carneiri de Souza Lacerda
SANTA CASA DA MlSERICOKldA DO
RKCTFE.
A Hlraa. junta administrate da santa cssa da
Uisericordia do Recife, manda fazer publico qn*
aa sala de suas sessoes, no dia 12 de fevereiro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
trs annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Travessa de S. Jose.
Casa terrea a. 11.......201/000
dem n. 5 0 .. 202/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209/000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421/000
Rua da Cruz
Sobrado 14 (fechado)......1:000/090
Ruo do Pilar.
Casa terree n. J100......2418000
Idem n. 102........241/OOu
Rua Velha.
Casa terea u. 44(fechada( .... 4304000
Rna de S.nt 1 Rita.
Armazem n. 34(fechado) ... 362/000
Os pretendentes deverno apresentar no acto da
irremataclo as suas flan^as, ou comparecerem
icompauhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, 0 premio da quantia em
que for seguro 0 predio qua contiver estabeleci
mento commercial, assim como 0 servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
;ife, 3 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Banco Commercial de
Pernambuco.
0 banco
razao do 8 %
paga o segunuo dtvtdendo na
ao anno ou 29400 por accao,
relativo ao semestre findo em 31 de dezem-
bro de 1873.
SantaCasn da Misericordia do
Recife.
A junta administratiza da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife, precisando fazer os concertos
de que necessita 0 predio que possne 0 patrimo-
nio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus n. 12, contrata com quem se proponha a rea-
lisar ditos concertos, mediante certa renda e al
guns annos de prazo para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem eocarregar, apresentar
suas propostas em cartas fechadas, devidamente
selladas, acompanhadas do respeetivo prpame ito
nesta secretaria ate 0 dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Arrnazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos arrnazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servagSo das raercidorias deposiladas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes arrnazens, alem de arejados e comraodos,
sao inteirammte novos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
rnazens, pederao dirigir-se ao escriptono da com-
panhia pernambucana, que acharao com quem
tratar.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa desta Santa Casa,
autorisada p-la Santa Casa da Misericordia da
Bahia, leva a praca- de vend4 perante si, no dia
IB do corrente, pelas 3 horas na tarde, os tres
predios sitos a rua do Coronal Suassuna,. outr'ora
de Hortas, n. 34, pela quantia de 2:80 >/ ; n. 116
peia quantia de 3:000 ; en. 118 pela de 3:200/.
Para qualquer intormacSo, podem os preten-
dentes dirigir-se a esta reparticaoi
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 4 db fevereiro de 1874.
O escrivao
_________ Pedro Rodrigues de Souza.
Segunda-feira 16 do corrente. depois da au-
diencia'do Exm. Sr. desembargador juiz de direito
dos orphaos, tem de ser arrematada em basta pu-
61 ca a venda triennal da casa terrea sita a rua da
[beda. freguezia de S. Fret Pedro Goncalves n
48,, sarrjndo de base para a arreraataeio a quan
TK.K
SANTO AM
\

\
Festejos carnavabcos I
CUIBBBiiLS
DE
m
NO
Seguuda feira 16.
Terga-feira 17.
A orchestra camposta de excellen
tcs professnres, o diri^idsi pelo
liabil maestro
Theol snio Jose de Sonza
execntara grandes novidaies no genero carnava
lesco.
0 theatro acha-se aeeentemente oruado e o ji
dim esplendidamente illuminado.
Os camarotes sao garantidos para as familias.
0 regulamento pDlieial sera rigurosamente olJ
servado.
Precos.
Camarotes com 6 entradas 12/0O>>
Ditos com 5 entradas 10/00"
Entrada geral 2/00"
Damas mseaiita gmlis.
Principiarao o? bailes as 9 horas e flndario a-
horas do costume.


Santo Antonio
da60QZ, por qnaoto ja esteva arrendada an
ndalmente, co/a casa e pertencente aos menores
81 ios legiliBaasde Jose Joaquim Pires Soares.
Grande co :pailiii dramalica.
Pessoal de 25 artietas.
( 8 DAMAS e 17 HQMENS )
IVIHI i
no sabbado 28 d > crrm>1 t n o imporlante dra-
ma original francez:
UM KAUfftAGIO
C0ST4S dVbRET\NH\
A empreza coula com um poss>al hhiiitaJ'>.
nclusive o primeiro centro dramatico Thomaz
Espiuca, que a convite do emprezario fara par-
te da companhia.
Os drau.as qae hio de ser repres nlalos nesta
nova epoca theatral, serao de recmhecido merit
e nomeada.
0 emprezario conta qne justice Ihe sera feita
pelo illustra lo publico desta capitil a qwoideve
o roelhor acolhimento.
mm* HriAWT'MBt
Pacific Sfe-j S
W
Lii?t:n quiuxcuaa
0 r.-ol'RTE
JOH ELOEK
* Pet* admliusvaead dos florrelosi ddsf* p. 2i do cowenU, e
iieia)SiasfBbligD qne o conenrso para d dentf* da dem..ra do Cv.ta -, .avu-ra para a
iukatesd* pratitaotes da mesma adminisirr'":'\ ="' -1-. imp:.:.., !!..< ..a i'..:.i e co;UsJo ranleo,
fTfefelugar no dia 16 do. corrente, 'is II Hor J para or.de recc.. ins, cr-.-omaieMM
manha, na repara^a) db correia. l"r'- fn I
L
J



r*"

V

Diario de Pernambnoo D
* 0
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue.oRio
tul Isabel, por ler dnus tercos da carga- engajada.
Pan o mlo qae Ihe falu e escravos a fret*,
trata-se com o tea consignatario ActtnidLuiz de
Oliveira Azevedo. rua do Bora Jess^n.~"57.
PACIFIC STEAM UVIGJM
PUNY
Linha quinzeiMkl
PAQUETE
COM
0
Por telegrarama do Rio de Janeiro e alii espe-
rado o vapor desia eompanhia, o qual devera es
tar neste p >rto ale o dia 20 do :orreate, o qual de-
pots da deraora do costume, segmra para Li-
verpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde reebe-
ra passageiros, encommendas ecarga a frete.
OS AGENTES
Wilson R.-iveWHC.
14RUA DO CUM .1ERK181*
C01PAMIIA KAIIIAW
DE ,
LI1ITAD.4
MacetV -t>tIo, Aracuju
aliin.
^ortos do snl ate o dia 23 do
/apores desta eompanhia, o qual
portos acima no dia seguinte ao
' espera
corrente u
sahira pa
da sua ct ^a.
Recebej.Arga, encommendas, passageiros e di
nheiro a. frete.
AGENTE
'Antonio Luiz de Oliveira Azeredo,
37"Ruado Bom Jesus57
Pretende seguir para o indicaJo ponto, com pou-
ca demora, a barca portugueza Serial, por ler
porcio da iarga engijada ; e para o qae lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao .& Filho, a raa do Commercio n. 5.
PARA'
0 Gcorgiana
E' esperado do Rio de Janeiro por stes dias
e segue com pouca demora para o Para, tendo ja
parte da carga engajada : trata-se cam Tasso Ir-
maos & C________^________
Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
HawMlGonealreadeOUvefn **0OO*OOO
eeve, Filhos 4 C -.fcOOOjOOO
Tito Avelino de Barroe Vidariao Jose de Soaia Travasso \V. 000*000
Joao Baplista Fragoso 7:000*000
Jose A. de Atevedo Santos 3:000*000
Fraacisco de Barros Rego &: 247*201
Fraaeiseo de Paula Pereira 2:000*000
Maaocl >ouv6a deSouza i: 184*520
Ocuviano de Souea Franca 2:131*210
Siqueira & Pereira 3:212*100
Ani Joaquim Panasco 119*100
Francisco JoseF. Gitirana [100*000
Antome Joaquim Madum Brandao 770*130
Antunio Franci-co de Mendonca 281*112
Pedro Paulo dos Santos 2:815*920
Manoel Luiz Waiiderley 739*0(0
Manoel Pereira da Costa 143*580
Jio Paulo' da Silva 2*9*101
Juairomi Jose Medeirn 3t 0*000
Jose tteuiu-'Gotiealvi* Carneirn 516*98
Pedro Jose da Costa Castello Br*u<*> 161*000
Manoel Firmino da Silva 1:300*000
Eduard H. Wyat 2:0*4*980
Machado &-Souza 1:119*11H
Francisco Moreira Dias /f: 170* 000
Joaquim de Xlhuquerque Hello / 1:000*000
Rego 4 C. e Irraao / 250*000
FraBciseode Barros Rego s* 3:110*126
Joao Jose de Medeiros Cunhai&C. 1:131*208
Joaquim Jose de Mello Junior 897*350
0 snesrao / 1069*170
Joaquim de Albuquerque Mello 300*000
James-Olivier / 18:201*100
Antonio Marques' de Amorhn 62:912*000
Lima A C, Martins & Sebastiio 4:581*906
Mesquita Viuva Amorim & Filhos 95:161*610
Joaquim dose da Silveira 3:458*330
Travassos Junior 4 C. 51:198*000
TERCA-FEIRA 17 'DO CORRENTE
A's 11 &oras
0 agente Pinto levara a leilao, de conforme com
o despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, o resto das dividas da massa failida de
Amorim, Fragoso, Santos .<& C, na importancia
de 311:998*730,as 11 horas do dia acima dito.
Em seu eecriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Agente Dias
LEILAO
DA
louca, armacao, 1 cofre de ferro, eandieiros a gaz
e mais pertencas existentes no estabelecimento
sito a rua do Marquez de-Glindan. 25
Terea-f'elra 1.9 do coirrente
As I! horas <;i iiihi ha
0 agente Dias, competentementi autorisado por
despacno do Exm. s'r. desembargador juiz de cr-
phao*, levara a leilao no.dia e hora acima desig-
nado, lonca e mais artigos existentes no mesmo
estabelecimento, pertencentes. aos bens do fallecido
Manoel Antonio Vieira.
Aos seohores pretendentes garante-se a casa por
arrendamento e pudem desde ja examinar o ba-
lanco e a respectiva avalia^ao, que acna-se em
poder do mesmo agente, a rua do Marquez de
Olindan. 37,1 andar.
Fazendas, a saber :
Calcas, paletots e coietes de caaejnira/de c6%se
Coletes de brim brwco e de eotejr;
CoHarinbos yT
Gbapeos de sol paw horoens jTsenhnra*.
Ceronlas S
Camisas brancas &4e c&f, finas.
Casemiras pretas-e.de/cores.
Bra* de cures, fine* ,
Dito branco. lino.
Lencos dr seda e lie cdres.
Dilos de cambraia.burdada, para senh**^.
Meias brancas e ate cores.
Tapetes.
Gurgu ao preioe-Je cores.
Fusiao de, cores.
Or8andjs.
P>q>uliiias de cores. _.
G^ze ile seda.
Graiiadine.
Owles de veui/!s de cassa.
Dilos de Ul la lac j.
Alpaca de listr-as. Qua.
Baptistes com barras e listras.
Cassa preta e de cores.
Cambraia braaca Una.
Cclcbas de la.
Cortinados.
Chita* pretas e de core?, e percales finas.
Cassae lisas.
Filo de linho de >a)pico.
Algodao de listras e azul.
LEILAO
1 queTtinheira.
4 qoadros com meldura dourada.
2 jasros de porcdlana, 2 ditos e 2 para plantar
wires.
-'gaanudade de-louca e crystaes para almoco
japtar.
Em cima.
1 -toillet de jacarandi.
5 elegantes caeeiras de mogno a Luiz XVI.
1 mesa elastic* de unl so pe, de nogueira, com
frises pretos.
1 lavatorio e gnarnic^lo.
2 aparadores>pequeno de mogno, com tampos de
pedra.
1 mesa com pes torneados.
2 magniflras camas de ferro com colehoes de mol-
la, i.bra completamente nova.
3 tapetes e drfferentcs outros arligns.
0 Irem pa-r-tira da estacao da arco *e Santo
Antonio, as w 1/2 boras em pouto.
- OBr. Joaquim d'Aqtaino Fonceca, previn
aquelles iodividoos que, a noite e sem autorisacao
fua, tem penetrado ultimamente era sea sitio a
rua do Hosp cio u. 33, sallando pelo rouro e tiran-
do o que wee nao pertenoe, que ja deu as provi-
dencias para que sejam bem ncebidot e l rat ados
de maneu-a a nuo quererem repetir a graca ;
porquaoto os considera como ladroes, e ignora ate
que ponto quererao levar seus desejos, sabendo
somente qae, ba tempos, recorrendo ao mesmo
expedieote, foi bem succedido.
ULTIMA SEMANA ODE PICA
EM
EXPOSICAO
AH
FIGURAS DE CERA
Rua da Impnratriz n. 49.
A quoin almla
0 nascimento de Nosso Senhor, composlo de 9
nguras ; obra prima d'arte.
Quem deixara de levar sens filhos
tricidade e o clown.
no tem visto.
0 primeiro homem e a primeira mulher do moo-
repwsentado depots do parto do primeiro 0-
mei-hanico qne trabalba pela e'ej-
do
I ho Caim
para ver o znavo
Leilao
POU'
A galera portugueza Samlade, seguira em
coo dias para o Porto, eom escala por Lisbea.
Ja tem contratada gr?nde parte da carga ; e
para o resto, trata-se com os consignatarios e
agentes da eompanhia,
Jose da Silva Liyo & Filha,
em seu escriplono a rua da Companhia Pernara-
tmcana.
Bahia.
Pretende seguir com brevidade para S*itleiido
porto o patacho inglez Cheviot, por ter parte de
-sua carga, e para a qne, lhe falta trata-se-com os
consignatarios Henry Forster & C, a rua do Com-
mercio n. 8.
De fazendas finas, limpas e avariadas. marroquim,
cordavao.
QUIKTA-FEIRA 19 DO GORRENTE
As 10 lj2 horas da manha
0 agente Pinho Borges, vendera em leilao neste
dia, 20 pessas de gro.-denaples preto, 6 ditos de
gorgurao de seda, 36 com fei?oes de seda preto,
6 duzias de cordavao e 10 duzias de marroquim
de diversas cores e outros artigos : no seu escrip-
torio a rua do Bern-Jesus n. 33, l. andar.
leilao
Rio Grande do JSul
Para o referido porto pretende seguir com mui-
la brevidade a barca portugueza Arminda, por
ler a maior parte de seu earregamento tratado.e
para o resto que ihe falta, trata-se com os consig-
natarios Joaquim Jose G< nealves Beltrao & Fiiho,
a rna do Commercio n. %,'
DE
71 molhos boo muito superior peixe (cavallas sec-
cas) vindas do Rio de Janeiro pelo ultimo va-
por.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE. -
an II haras
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfraflega.
0 preposto do agente Potaua, fara leilao por
conta e risco de quem perteocer, de 71 molhos
eom superior peixe (cavallas secra?) vindas pelo
ultimo vapor, os quaes serao vendidos em ura ou
mais lotes, a vontade dos compradores
QUARTA-FEIRA 18 DO CORREiNlE
AS 11 HORAS DA MAiNHA
No armazem do Sr. Annes.
DE
moveis, louca, cristaes, uma
earroQa e boi e 3 espin-
gardas.
A SARER:
Uma mobiiia de jacarandi com am sofa, uma
jardinetra, 2 consolos com pedra marmore, 2 ca-
deiras de bracos, e 12 de guarni(io, 2 espelhos
ovaes, daurados, 3 quadros, duas escarradeiras,
enfeites de mesi, tapetes de sofa e portas, e tun
dito forro d* sala de visita.
Uma cama Iranceza de jacaranda ( nova ) uma
mesinha, 2 cabides, duas canas de amartllo, 1
toncador e um guarda-roupa.
Uma mesa para iantar, 2 aparadores de ar-
raario3,12 cadeiras de guarnicao, nna marqueza,
uma quartinheira, I relogio de parede, quartinhas,
fructeiras, porta-queijos, talberes, bandejas. por-
celana para cha e jantar, copos, garrafas, compo-
teiras, cahces, trem de cozinha e outros objectos
de casa de faroilia.
Dous hancos para jardim, omacarroca de dua
rodas, 1 boi manso, I banco para carapina, 1 lo t
de ferros, ferramenta de jardim.
Ura oculo de alcance, 3 espingardas de 2 canos
e 1 rewolver.
Sexta feira 20 do t-.rrente
\a Tra\ssa da Cruz hs Almas.
Joao Mendeboure, tendo de mudar sua residen-
cia para Europa, fara leilao por intervencio do
agente Pinto, dos moveis e mais objectos acima
mencionados existentes na casa de sua residencia,
Cruz das Almas.
As 10li2 horas em ponto partita da estaclodo
arco de Santo Antonio um trem express que
servira de conduccao ( gratis ) aos concurrentes
ao leilao.
Principiara as 11 horas.
Em continuacao, e no dia terca-feira 21 do cor-
rente, vendera o mesmo agente a casa e sitio, con-
forme flea annunciado.
?
DO
Grande sitio com boa casa de moradia, a qual
tem 73 palraos de frente e 37 de fundo, chaos
proprios com cerca de 300 palmos de frente
e 2,000 de fundo, com bons arvoredos fructi-
feros, baixa de capim, cacimbas com bombas e
tanques para banho, e muitas outras accommo-
dacoes ; sendo que dita casa torna-se recom-
mendada por ser mui fresca, perto das estacSes
da Jaqueira eTaraarineira.
Ter^a-feira 2i do corrente
A's 1 i horas em ponto
Por intervencio do agente Pinto em seu escrip-
torio, rua do Bom Jesus n. 43.
Os pretendentes poderaodesde Ja examinar dita
casa, ou no dia 20 do corrente, par occasiao do
loilao dos moveis, louca e cristaes, ou no dia 21,
p:r occosiao da enlrega" dos mesmos moveis.
0 mnito conbecido artista cabelleireiro Jayme
' odera ser procurado para os misteres de sua pro-
e.fsJo, a rua Duque de Caxias n. 28, deposito cen-
tral de perfumaria nacional.______
CASA DA FORTUNA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
I' rua Primeiro de Mar go (outr'ora rua dc
Crespo) n. S3 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe
ilzes biihetes, um meio n. 2;007 com 4.000*000,
um inteiro n. 151 com 100*, um meio n. 3038 com
100*, e outras sortes de 10* e 20* da loteria que
se aeabou de extrahir (87'), eonvida aos possui-
dores a virem receber na conformidade do costu-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes biihetes garantido*
la 5* parte das loterias a beneflcio da matriz
de Serinhaem (88*), que se extrahira no sabba-
do 21 do corrente
PREOOS
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
KM PORgiO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuia
PUND1CA0 DO BOWMAN
RDA DO BRIM N. 52
(Passando o ehafariz)
PEDEM AOS aenhorea de engenho e ontros agricahorea, e empregadorea de m
ainismo o favor de oma visita a sea eatabelecimeoto, pra verem o iiovo aortimentt
otapleto qae ahi tem; aendo todo superior em qoalidade e fortidlo; o owe com a Ids
xecao pessoal pode-se veriGcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
v ttpua oa o rouas a u^ua m3ahoa C0DVenieDtei 'pjra M diveria,
ircomstanciaa doa aenborea proprietarioa e para descaro^ar algodao.
ff08D(l&8 dO CSniia de t0 iodas dentadas praanimje>evapor.
Taixas ie ferro fundido, batido e de cobre,
ilambiqnes 9 fundos de alambiqnes.
tfachinismos
Bombas

pan mandioca t* algodSo,
e paraterrarmideira.
de patente, gsriDiidas........
Todaa as machiaas w*t,e
de macbinismo, a preco mai reiamtcc.
Podeodo
ser movidoa
por agoa,
on animaes.
(tie ae coAtama precisar.
todoa
a mSo
vapor,
Armazem para alugar, no
caes da Alfandega n. 5.
Estando a concluir se o arrendamento deste ar-
mazem, que pertence a irmandade do Bom Jesus,
quem o pretender pode drigir snas propostas a
mesa regedora da referida irmandade.
Minoel Francisco dos Santos comprou a
Fran -i.-co de Paula d'Almeida Cruz a taverna sita
a rua Imperial n. 296 : se alguem se acbar pre-
judicado, apresente-se no prazo de tres dias, con-
tados desde a presenta data, pois findo o mesmo
prazo, nao attendera a reclamacao alguma.
Recife, 11 de fevereiro de 1874.
... t'-r-=-"iHBH*t.i*Uj
Themoteo Pinto Leal
Sabino Jose de Almeida, por si e em nome dos
Glhosenetosdo flnado,tbemoteo Pinto Leal, agra-
dece cordialmente a todas as pessoas que se dig-
naram assistir aos ultimos suffragies feitos ao
mesmo linado ; e de novo Ihes roga o caridoso
obsequio de ouvir^ ra a missa do setimo dia, que
por alma do fallecido tem de ser ressda na segun-
da feira 16 do corrente, as 7 horas da manha, na
igrej nutriz de .N. S. da Graca.
?m Lisbon.
0 lucre portuguez Cidral, capitao Joaquim J
Adriao da Silva, vai sahir com brevidade : para
carga e passageiros, trata-se com Silva Guimaraes
4 C., a praca do i orpo Santo n. 6, 2. andar, ou
eom a capitao.
LEILOISi,
Agente Dias.
Leilao
DE
e Irtas com
salame
abao, \inho
Hoje
as 1 horas da manha
.No armazem do-Sr. Annes, ilefronto da al-
fandega.
O agen'.o Dias levara a leilao, por conta e risco
de quem perteneer, 200 eaixas com sabao, 10 bar-
ris com vint.o e 280 latas com salame (morladella),
ao correr Jo marfllo.
DE
dous grandes liteiros de amarello com eaixiihos,
formaudjuma annacae, 1 armacao, 1 balauca
decimal, 1 dita, garrafas de licdr, ditas de vi-
nho do Porlo, ditas de vinho branco, resmas de
papel, 8 barris (vinho do estreito), frasqueiras
com genebra, garrafdes c m dita, barris com
vinagre, pipas para deposito, com torneira, 1
pequeno balcSo, pesos, medidas e outros muitos
generos e utensilios do estabelecimento de mo-
lhados da rua da Senzala Velha n. 88.
Qiinrta-JVira !8 de fevereiro
Rua da Senzala Velha n. 88, hoje Domingo3 Jose
Martins.
Joao da Costa Leite fara leilao, por interveu..ao
do agente Martins, d'armacao, generos e peiten-
eas do sen estabelecimento de molhados
A's H horas da manha do dia acima
Leil
ao
DE
bens pertencentes ao cspllio de Manoel Francisco
de Souza.
TERCA-FEIRA 17 DO CORRENTE
As 10 horas da manha
No armazem da rua do Imperador n. 18.
Por interveneao do agente Dias, que a requer
uiento do Dr. curador geral do ausentes e por
despacho do Exm. desembargador juiz de orphaos,
levara a leilao o seguinte :
Um relogio de prata, 2 anneis de ouro, sendo
1 sem pedra, 1 cadeia fina de ouro, 1 a I fine te pe
queno com cabello, 4 pequenos boloes de ouro
para camisa, 2 ditos de prata pequenos para pu
nho, 1 tranca de cabello encastoada, I cama de
lona, 1 pequena mesa, 1 cadeira e 1 bahu com
alguma roupa de uso.
LEILAO-
DO
resto das dividas da massa failida do Amorim,
Fragoso, Santos & C, oa importancia de......
341:(K*730
A SARER:
Antonio Vicente do Nascimento Fei-
tosa 2:000300(1
Antonio Al\es Ferreira | :000i0OO
Antonio Francisco de Souza Maza-
I hies Junior
Francisco de Paula Andrade
Frederico Miguel de Souza
Jorge Neston
Isabel Maria da Costa
Jose Alexandre Gubiam Verdum
Jose de Rarros Lima
Jof6 de A. SimSes do Ainaral
Joao Pedro Adour & C
James Oliver
Joaquim Francisco de Mello Santos
Jose Joaquim Jorge
Lniz Jose Marques
Manoel Ruarque de Macedo Lima
ioeJ A. dos Passos Oliveira.
Agente Dias
Leilao
I290
j
neos
vtdro
iiiil
as
nov.ei-. (ouqas, crystaes,
a 2 vt log os dt* ouro
Jajnla fejra \\\ de fevereiro
1 J Ii ra; da m .nha
oosobrado n. "JO, primeiro andar
.4 saber :
Ij d piano forte enovo, l mobilia de jacaranda,
eoslendo \i eadeiras de-guarnicao, 2 ditas de bra-
cos, i c -nsolos corn lampo de pedra, 1 mesa re-
donda eom tampo de pedra (a Luiz XIV), 1 dita
de faia, eontendo 12 cadeira.; de guarnicao, 2 ditps
de braco, 2 consolos, tampo de pedra, 1 jardinei-
ra, tampo dc pedra, cama para easal, guarda lou-
<;i, guarda-vestidos, costureira de mogno, 1 mesa
elastfea, importaote earteira propria para banco,
ou eecriptorio de grande monta, espreguicadeiras,
bancas, mesas, aparadores. cadeiras para sala de
jantar, ditas avulsas, jarros para.flores, redomas,
pares de lanternas, apparelho para fantar. escar-
rarleiras, garrafas de crystal, sofa, 2 relogios de
onro, um inglez e outro suisso, e ou ros muitos
artigos de gosto.
0 agente Pinho Rorges, autorisado pelo Sr. A.
Bezerra de Farias, que se retirou para a Europa.
< endera os moveis e mais artigos acima declara-
dos, os quaes serao transportados para o sobrado
IBdicado.
1:0004000
1:0004000
6:000*000
3:0009000
LO'OiOOO
l.OOOiOCO
I :OO0*O0O
l.oOOiOO'
;>:0004000
1:300*000
2:000*000
1.0004000
2:000*000
3:000*000
2:000*100
LEILAO
DE
FAZENDAS
em porcao ou a rejalho a vontade dos compradores
^unita-feira \9 do correote
esexu-feira 20
Comegara' is \0 horas da manha, em
ponto
Na loja da rui do BarJo da Victoria n. 59.
0 agente Dias, competen'emente autorisado pe-
lo proprielario d'esse estabelecimento, que tem de
madar d genero de negocio, levara a leilao nos
dias e huras. acima mencionados, differentes fa-
zendai alii existentes, que se vfBderao por bara-
tos precop, pelo moiivo acima indicado.'
Chama-e porlanto a attencao do putvUeo para
U'na optima cccasiio que se offerece, de se pjwrer
do bom com grande economta, e assegura se q"3e
nao ha ajcaides, po s o estabelecimento nao conta
ainda qm anno, de existencia.
DE .
magniflcos moveis, bellos quadros, jarros e.qua-
dros cMnezes, com pintura sobre vidro, liguras
de bronze, leuca e vidros.
Ter^a-feira 24 do corrente
as 11 horas
No Manguinho, rua d'Amizade, casa de residencia
do Sr. Vaz de Carvalho Junior, junto a estagSo.
Um trem especial partira da estacao do arco de
Santo Antonio as iO l[2 horas da manha e condu-
zira gratis os concurrentes.
Os agentes Dias e Pinho Borges, eompetente-
mente autoiisados pelo Sr. Vaz, qne pretende re-
tirar se para a Europa, levara.i a leilao no dia e
hora acima designadus, os moveis e mais artigos
desenptos, os quaes sao de optino gosto e acham-
se em tao perfeito estado que podem-se conside-
rar completamente novos.
Garante-se o traspasse da casa, que se a -ha em
peifeito ertadu de a6seio, e assun ulferecese uma
boa opportunidado a qualquer pretendente que
deseje morar fora da cidade, encontrando uma
casa intciramente preparada.
COLLOCACAO DOS MOVEIS.
Sala de visita.
1 magniliea mobilia de jacaranda eom frizos de
madeira rosa, composta de :
2 sofas.
i cadeiras de braco.
12 ditas do guarnicao.
2 con>olos com espelhos e tampos Je pedra mar-
more.
2 etagers de jacaranda com lampo de marmore
encarnado.
2 rico9 jarros chinezes, grandes, para os mesmos.
1 parde bonitas liguras de bronze.
t porta-cartS as.
2 peanhas dourndas para parede.
2 ricas jarras chinezas.
i bellos quadros>aquarella com oioldnra dourada.
2 ditos ditos a futno.
2 gravuras.
3 bonitas sanefas para cortinados.
3 pares de cortinados.
2 pares de escarradeiras de vidro.
3 tapetes pequenos.
1 esteira para forro de sala.
Gabinete 1.
I eleganto secrelaria de mosaico de madeira com
tampo de pedra.
6 cadeiras de fantasia, pequenas.
1 consolo dourado para parede, com tampo de
pedra.
1 relogio de bronze (alto) do melhor gosto.
3 ricos quadros chinezes (pintura em vidro.
1 par de castieaes.
1 paysagem, obra em pedra chineza.
1 ta pete pequeno e 1 esteira.
Gabinete 2."
2 magnificos guarda-roopas de jacaranda com es-
pelnos.
I lavatorio de jacaranda com marmore.
6 cadeiras dito.
I quadro com moldura dourada.
1 cabide para ehapeos.
I tapete e I esteira.
Gabinete 3."
1 bonito aparador de nogueira clara, com pedra
6 cadeiras pequenas dito, de abrir e fechar.
1 caixa de msgno.
Bento Pereira da Costa
Um amigo do fallecido Bento Pereira da Costa
eonvida a todos os parentes e amigos a assistirem
a uma missa por sua alma, no convento de S.
Francisco, as 6 horas da manha do dia 17 do cor-
rente, setimo do seu faliecimento.______
E7 barato.
Valeote & Irmao avisam seus freguezes, que
d'ora em diante serao regulados os precos dos as-
sucares pela forma seguinte : de 1." sorte 4*200
arroba ; de 2.' 3*600 ; de 3." 3*200 : isto so
na rua Direita n. 10, refina;ao.
***** $*$**$
Advogado. ^
19t Diodoro Ulpiano Coelho Calanho, a ff
fit rua do J'uqne de Caxias, outr'ora rua JK
5 da9 Cruzes n. 9, l. andar.
***** ******-**
Paz qualquer concerto
Formas de ferro
Encommendas.
tem as mf Iborea e naia baratas existentea do mer-
cado.
loccmbe-ae de maodar vir qoalqaer machiniamo i toe-
tade dos client'-*, iombr.-n au compraa por intrniedio de peaaoa entendida. e qoe em qoalqaer neceiaidade pode
uea prestar auxiiio.
imdos americanos iMlramw,Wi wh*^
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
V roa do BarSo do Triumpho (rna totem) ns. 100a \M
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en
ijenhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
V aporeS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
LaldeiraS de sobresaleute para vapores.
M.OendaS mteiraS e meias naoendas, obra como ..unca aqai veio.
TaiXaS IUndidaS e baUdas, dos melhores fabrtcantes.
tlOaaS d agUa Com cubaje de erro, fortes e twrn acabadas.
RodaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AradOS de diveTsas qualidades.
Formas para assuear grandesr^men-s.
ConcertOS concertam com promptidSo qualquer obra ou machinr, para o qne ttm
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS rnan(Iara vir Por encommonda da Europa, qualquer machinism ,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londrea
!i com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CA1DOSO & IRMAO.

FORNECEDOBES DE MHOS
ESTABELECIMENTO DE ALFRE-
DO BARROS & FERREIRA
Neste estabelecimento encontrar5o os Srs. com-
mandantes de navios o melhor e mais completo
sortimento de viveres, garantindo ?e ao mesmo
tenpo a prempta e boa execucao no cumprimento
de mas ordens.
Largo 1" Corpo Santo 5
~M^$k
'ii1/^ Z^^SZ:
tapete e I esteira.
Sala de jantar.
1 mobilia completamente nova e de optima goMo.
toda de nogeira, csnstando de
1 mesa para jantar, eJastlca e do 1 sd pe.
1 rico e grande aparador.
)B cadeiras de guarnicao.
Ipenhores
^"a travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
J&Js
Co/inheiro
Precisa se do um cozinheiro, preferindo-se escra-
vo, para o hotel de Apipucos : a tratar no mes-
mo.
ODILON
C
0
i
Premiados na
Rl\
D.V
DUARTE
LLEIBEIROS
exposicao de 1872
1MPERATRIZ
If." 82
l. ANDAR.
RCA
DA
1MPERATRI7.
B. 82
1. ANDAR.
o seu cslabeltcimenlo, collocsndo-o nas melhores 11 -
servir ao publico desta illustre capital, e a's Exmas. Sras.
n }.-
Acabam de reformar
dicr,oes possiveis de bem
quillo que fOr tender.te Fazem-se cabelleiras tpnto para hemens como para senhoras, tupete, chignii
coques modernissimos, tran^as, cachrpeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros ',.-'
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento aeha-fe provido do que ha de melhor nos mercados estrar-
geiros, recebe directamente por todoa (;s vapores da Europa, as suas encommendas c figt -
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes A arte do cabelleireiro.
i
O AIIVOG V*IO
dBso de Albuquerque Mello
incumbe-se de promover ctbrangas amigavel
ou judicialmente, assim con:o de outros neg*cios
concernentes a *ua profissao, nos lugares proxi-
mes a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxiiio tern o annun-
ciaute solicitedores habiliudos e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do qne Ihe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consulus fdra da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacdes ante
o tribunal da relacJo. F6de ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
rna do Duque de Caxias n- 37.
CHAPEOS DA ULTIMA MODA
Chegaram lindos e bem enfeitados chape'os do mais apurado gosto, para senhora i
!oja das columnas, de Antonio Correia do Vasconcellos, & rua Primeiro de Hav-
co n. 13.
a O advogado Francisco de Paula Penna Jft
25 continna no exercicio de sua profissSo : 2
^ a rna do Duque de Caxias n. 71. osf mmm *****
.\o engenho Parses da comarca de Na areth
preci?a-se de um homem para feitor de campo, e
outro part caixeiro de encaixamento e destilacao,
paga-se bem, sendo bom. niio se repara nacionali-
dade : quem estiver nestas condigdes, dirija-se ao
mesmo engenho, on a casa de Leal 4 Irmao, rua
do Marquez de Olinda n. C6.
Precisa-se de um criado de 10 a 12annos
idade, preferindo-se escravo : na thesouraria
das loterias, i* andar na rua do Crespo n. 6.
Cozinheiro
ou cozinheira, precisa-se de um para ca.a de duas
pessoas : trata-se na rua do Passeio n. 60 das 10
horas da manha as 4 da tarde.
Precisa-se de um feitor para pequeno jardi
horta : trata-se na rna do Passeio n. 60.
m
Empregos.
Precisa-se de deus rapazes de 18 ou 16 annus
para^servico facil : a tratar na rna do Ifospino
* *~
c
}
/




3


m

li.


Domingo
, ulher pan ** Liodoba faz tod* o
iruadeS. Joto, 35.
Consnltorio medico-cirwpeo i
deaI Uw
A. B. da Silva Maia. Jr
Rua do Visconde de Albuquerque n.
II, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
... II.
Chamados : a qualquer hora.
Consultaa: Aos lcfcres gratia, das
I boras da tarde.
""" A
&
5 GABINETE MEDICO CIRURGICO
do
Dr. Constancio Pontaal.
Rua do Imperador n. 81 1* andar.
Consnltas das 11 as 3 da tarde, chama-
dos a qualquer hora, visita e da consul- 2
-^ Us gratis aos pobres. m-
mmmnmnmmmm
gasa da mm
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:1
O abaixo asaignado tern sempre exposto a Ten-
da bilhetes da loteria do Rio, euja extraccao an-
nunciara pelos jornaes.
Precos.
Ioteiro 944000
Meio 1X4060
Quarto 6*000
________iManoel Martins Fiuza.
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
199, Rua da Praia, 2.
lASBOX
Luiz Felippe Leite k Irmio
Execntam por commissao quaesquer ordens das
provincial do reine, ilhas e proTineias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran-
geiros.
Recebem a consignacao generos nacionaes, co-
loniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, ailemaes
do Brasil, on mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou f6ra delle.
Execntam ordens para compra e venda de fun-
Jos Mblicos, nacionaes e estrangeiros. Tratara
da oobranca dos respectivos dividendes.
Proraoveui no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidates, causas civeis e commerciaes, appel-
lajdes e recurso de revista.
Tern os melhores advogados na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administracio de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a natureza do negoeio.
Solieitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostolicos concedidos em Roi
ma ou pela Nuneiatura em Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias aos
iribunaes da Santa Se.
Tratam da arrecadacao de herancas e adminis-
tracao de bens no continente do reino.
Obtem doeumentos de qualquer diocese, distric-
lo administrative conselko, ou freguezia do reino,
lhas e provinces ultramarinas.
Fazem adiantamentos sobre consignacSes de
quaesquer generos que tenham prompta sahida
nos mercados inglezes ou ailemaes. Tambem com-
pram aquelles que se offerecerem em condicSes
vantajosas.
Fazem transacSes por consignacao on compra,
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
jondicoes do qnalidade e precos.
Dao-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca a tern correspondencias serias em todos
m pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
bnrgo, na Africa portugueza, em Macao (Chin*
reino de Siao, iltias dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
ihe forem feitas por correspondencia effectiva ou
eventual.
Na modicidade de suas commissdes, na exacti-
Jao de suas contas e no credito longamente esta-
neleeido faz consistir toda a garantia de bom aco-
ihimento.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
jas de Hespanba.
N. B.-As commissdes sao reguladas pela praxe
stag praca__________________________________
Amaro de Barros Correia e Captulino Ro-
drigues do Passo vendem terrenes, regularmente
tracados, no seu sitio de Beberibe de Baixo, ha-
vendo organisado nma planta de seu perimelro,
em que se desenha visivelmente a distinccao
e regularidade no sea projecto de arruamentos
novos, approvado pela camara municipal de Olin-
da. A fertdidade do terreno, a sua proximidade
da estajao do Fundao, da linha ferrea do Recife
a Beberibe, conseguintemente do rio Beberibe, e
commodidade dos precos convidam os pretenden-
tes a compra, que os poderao procurar a Amaro
deB.Carreia, em Beberibe, a Captalino Rodrignes
do Passo, no Recife, e ao engenheiro Antonio Fell-
iaao Rodrigues Sette, a estrada de Joao de Bar-
ros n. 9.
Fugio hontem, as tres horas da tarde do so-
brado da rua das Cruzes n. 41, 2. andar, urn
sabii; roga-se a quern liver apanbado, leva-lo
a MM acima, que sera gratiucado.____________
Attencao
0 Sr. Francisco Agostinho Madeira, e rogadoqe
vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A.
ALUGA=SE
o 2* andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratar no armazem do mesmo predio.
l Esta fugido o escravo Jose, cabra, idade de
15 annos, feicoes mindas, cabelios frdxos, pes
largos, veste calca e camisa branca, gosta dc mu-
sica : pede se a policia a sua captura, e gratifiea-
se a quern o levar a seu senhor, a rua do Hospi-
cio n. 85, ou a raa do Queimado a. 83,1 andar.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, raa das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fbra : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
I CoDsultorio medico
1.......
O quentou os hospitaes de Paris e Londres,
Z) pode ser proeurado a qualquer hora do
Q dia ou da noite para object de sua pro-
n fissao.
Consnltas das 6 horas da manhi as 8 ho-
jK) ras, e do meio dia :
ff Gratis aos pobres.
DO
Dr. Mnrillo.
RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
I
ras, e do meio dia as daas da tarde.
pol
ESPECIALIDADES.
Moiestias de senhoras, da pelle e de
erianca. ~-
Caea no Monteiro.
Alaga-se a de n. 6> junto ao sobrado, com quin-
Ial e sahida para o banbo : a tratar na rua do
mperador n. 57, andar.
Precisa-se de nma ama para cozinhar e
comprar para casa de homem solteiro : na rua
Direita n. 8.
Professara pnblica.
A professora interina da 4* eadeira do sexo
mascnlino da freguezia de- Santi Antonio abrio a
escola em data de 12 de fevereiro, e foncciona no
4* andar do sobrado n. 24 da raa estreita do Ro-
sa rio.
- Precisa se alogar nma escrava para cozinhar
e comprar ; a tratar na raa Priroelro de Marjo n.
j3, loja.
LFNHAS
m
ETROZEI)K.4Lr,0
DAO
DE
10DAS
Am
CORE.S
AEULSA8
E
Accessories
PAKA
u
C0Z1I\HEIR\
Precisa-se de uma perfeita cozinheira, nao im-
porta que seja ferra ou e?('rava, para casa de nma
uniilia estraugeira. paga-se bem: a tratar na
im do BumlMfos n. 55. e*>a PARTE
Maohina
1OTI1I
Com as falsificagSes que tem apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTDBA
DE
SINGER
?* Nenhuma ma-
Porq
uef
o
CO
o
china Singer elegi-
tima se nao levar
g esta marca fixa no
jg bracp da machina.
Paraevitarfalsi-
o
fi canoes notem-se g
bem todososdeta-
S
lhes da marca. r
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
MACHINASDB SINGER
SSo mais baratas.
S8o de docs pospontos.
Sao simples.
Sao rapidas.
S8o duradouras.
MACfflNAS DE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abainham.
Franzem,
Pregam tranras.
Marcam prgas.
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cord5es.
UNICA AGE NCI A
EM
U
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
49 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como s5o : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrario nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais cOmplcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA BO DIPER1BOR 49
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COHO TtllBEU
Cartdes de visita, livros, envelopes e toda a qualidade de
papeis, clara e exaclamenle com o nome compelcnle da pessoa
Garanre-se dar umachapa tao boa como poderia conseguir-se em Land res ou Nova
Yor, e affianca-se igualmente que a tinta sera* iudelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa com o nome da pessoa e acompauhada de dous fraspuinhos de tinta,
um pincel uma direc^lo sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
tinta. costando tudo
Pre^ofixo.....33*000
Em letra de m3o e gothice. 53JOOO
XfUiOIAS \M,RICA^\S
PARA CHAVES
Sio muito commodas e possuem as seguintes vantagens:
Servem para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lugar para o
nome e moradia do dono.
S4o faceis de abrir e fechar, deixam entrar a waior chave sem offender a
jrgola.
Sio feitas de prata allema e nao sao sujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
argolas de a?o, sio muito fortes e bonitas. Cada argola ameri^ana com o nome e mora-
dia do dono, aberta na mesma, custa :
Pre^o fixo 2^000
P. LAURO MAGPHEBSON
NO HOTEL ESTAMINfiT
Rua do Imperador n. 32
TODOS OS PUS VTEIS DAS 9 HORAS 40 MEIO DIA.
SAQ11KS
prvalbo A .Ni^utira, l* ma .lo ApoDo
- ^0, aocam j>uL>re u lkiico Cuiuuicrcial
ie Vianna e suas agenda* em todas as ci-
iades e villas de Portugal, i tista e a prazo
por todos os paquctes. _
Agencia de leiloes
0 abaixo aangnado declara ao respeitavel pu-
blico. que, tendo aberto o seu escriptorio de
agenda de leiloes a rua do Marquez de Olinda n.
6, andar, coDtioua a receber moveis, louca,
razendas, obras de ouro e prata, predios e todos
quantos objectos se lheremetta para serem ven
didos, em leilao publico ou particular, a vontade
de seus cororaitentes: e conso quer que o seu
novo estabelecimento se ache o melhor possivel
locaiisado, ale-n de que offerece as melhores
proporcoes para a boa conservacao dos objectos
que tenha de receber; o abaixo as?ignado com-
promette-se nio s6 a empregar toda a actividade,
zelo e pontuali jade no cumprimento da seus de-
reres, como mesmo seus pagamentos serlo feiots
com a costumada promptidao, que Ihe e conbe
cida.
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
________Raymundo Remigio de Mello Junior__
Na rua do Barlo^a Victoria n. 36 precisa-*
allar ao Sr. vigario Andre Curcino de Aranjo Pe-
aira, t negoeio de seu increase. ___________
A' Torre
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellente casa de habitac&o e baoho no rio
a frenta desta: quem a pretender, pode
procurar a rua de Gervasio Pires n. 84.
Na rua de Santa Thereza n. 60 se dira qnem
vende 60 palmos de terreno, em Bek-m.
Precisa-se alugar uma ama para casa de
pouca familia : na rua do Imperador n. 33.
Precisa-se de uma ama para o servico ie-
terno de uma casa de familia : a rua da Suledadn
n.[34._____________________________________
Aluga-se a casa n. 3 do becco da matriz :
na tbesouraria das lotenas.
Aluga-se o predio n. 20 da rua do Barao
de S. Borja, com eemmodos para grande familia:
a tratar na rua da Ponte Veiba n. 75, com o Sr.
Rocha Leal.________________________________
Vernizes especiaes para carrna-
gens.
Este vernie, euja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricant.s e possuidores de carrua-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, das seguintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' um voraiz muito claro e duravel para
as caixas de arruagens, para todas as de-
mios, ou para a ultima somente, sobre
outros verniues, A superficie seoca em 1%
horas, depois das quaes se expoe ao ar por
algum tempo, o que faz eodurecer, e passa-
das 15 a 18 horas p6de passar-se a caixa a
pedra pome e dar-Ihe em seguida outra de-
mcio. Dao se com facilidade tres demAos
deste verniz sobre astintas, em tres dias.
A primeira demdo servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demaos e produz
um excellente brilho.
Verni> superior aieccante par*
carruageus.
Este veraiz e* da mesma cOr que o ante-
cedente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgentes, e p6de misturar-se com o
anterior. A dura(io do verniz permanente
diminue na proporpao da mistura.
VFRN1Z SUPERIOR ELAST1CCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras demaos sobre cores escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se era seguida outra dem&o.
Verniz preO lo Japilo, superior.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto mais escuro e brilhante, e
p6de passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
(undo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, BRILHANTE E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composigSo
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao azeite denominndopiitfc bamf,
6 o unico que di flexibilidade ao couro ve-
Iho envernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e & sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalho, por que nfio e" possival tornar o
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no Gm dos quaes se p6de pulir com extre
ma facilicidade. E' essencialmente neces-
sario cobrir este verniz com duas demSos do
verniz superfino para caixas de carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, e
sobre tudo com as tintas moidas, para que
sequem mais facilmente e para lhes dar
mais consistencia.
Como nio 6 necessario dar lustro a ultimr
demSo de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, convem daMc
n'um local separado aonde nao haja p6.
Quando a obra urge,' deve p6r-se a* sombrf
e ao ar livre depois de secco, isto 6, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilhante ficara" 0 verniz,
e mais depressa ss. tenninara a carruagert
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma demio). Durante as duas ou tres pri
meiras semanas deve-se lavar a carruagerc
com agua fresca, depois de ter ser
dido.
Os frascos devem conservar-se s^mprt
hermeticamente tapados, o resto do vernii
n8o so deve deixar ficar no frasco, e p6d*
usar se para as primeiras demaos.
Nfio deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outrO ingrediente, nem agua-raz,
de nenhum modo com o seccante. E' pre
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e (
melhor 6 servir um piucel para cada ver
njz.
Deposito unico p- ra o Brasil, Barlholo
meu d C, Pernambuco, Rua do Rosa
rio n. 34.
Casa de campo
Aluga-se a excellente casa da travessa de Pay-
sandu n. 3, proximo ao hospital portuguez, com
commodos para grande familia: para tratar, na
rua do Amorlra n 56, t andar.
E. A. DELOUCHE.
49Raa do Marquee de Olinda49
Acaba de receber um grande sortimento de re
logics americanos para parede e me>a, de cords
de 24 horas e de corda de 8 dias, com deFpertadoi
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patente ingli-z verdadeiros, des-
coberto com ponteiro grande no meio, dos mai;
modernos e do melhor fabricanle de U ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
duurada, cobertos e detcoberto9. Ditos de prata
foliada (plaque* ), orisontal e patente, de toda
preco.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiros vldros de cbnstaf da Rccha, para
vista cansada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
outra qualquer parte._____________________
Apreciem eomo se vende Itaraf
So o n. 20
RUA DO CRESPO
MIA DAS 3 PORTAS
DE
Guilherme & C
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa
droes, e que se vende pelo diminuto pre^-o de 200
rs. o covado 11 I
METIM
Metim trancado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I! I
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 111
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que *e vende a 240 rs. o covado I!!
CRETONE
Cretone claros e escuros, bonitos padroes, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado III
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos diminutos precos de 400 rs. o covado,
e pechincha 11 I
Cortes de casemira di cores, a 5fi 00.
Colchas estampadas e com barra a 3^500 e
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Lencoes de bramante a 2J000.
Dites de algodao a 1*400.
ToalDas alcocboadas, duzia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixinhas mo-
dernas, duzia, a 3*500.
Cambria transparente fina a 3*000 a peca.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sa?, a 410 rs. o covado!!!
Madapoldes Irancezes de todas as qualidades de
5* a 8*500 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 44*000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto preco
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dio-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
I.oju das li-es portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQ11NA
Escrava fugida
Aufentou-se da casa de seu senh. r, no dia 26
do corrente a escrava Felicia com os signaes se-
guintes : cor parda clara, cabelios eamprido-, ate"
os hombros, rosto redondo, falta de um dente
quasi na frente, corpo reforcado, maca do rosto
bastante saliente, foi acompanhada por um ho-
mem. pra 'fi. de cavaliaria de nome Vasconeellos,
foram vistos no dia 27 do corrente, em Santo An-
tao : quem a levar 'a Camboa do Carrao n. 3,
sera gratificado generosamente._______________
Frecisa-se de uma ama para casa de familia
de tres pessoas : a tratar na rua das Flores n 5
ESCIUVO FUK1D0.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borge?, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa ligura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe" equerdo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta pra^a a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serto generosamen-
te recompensados.
Na rua do Imperador
n. 28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martin9 de BaTos Monteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose" Alves Machado Guimaraes.
Jos6 Pranci*co Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco Pinto Pessoa (Dr.)
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Pontual Junior
Menina
Precisa-se de uma menina escrava ou forra, de
8 ou 9 annos, para cnidar de um menino : a tra
tar no sitio da Torre, rua da Torre n. 4, perto da
'greja. ____________________________________
Aluga-se
0 2." andar a rua da Imperalriz q ?J : a tratar no
cafe Imper&triz
Na rua do Sebo, hqjs B^rao de S. Borja n.
i, vende-se um boi e uma carroc,a, por prec/) com-
modo.
- Precisa se de "00* a jnro-, dando-se oma
casa de hypotheca : quem qniser fazer este ne-
Socio,diri;a-se j rua de Santi Amaro n. % que "se
ira qnem quer.
I0FINA
Es\^ encouracado!!!
\^u: mule cut p*lr: dura
Tattttt da td |i a fursi.
R.-gk-.-e m>. V.itti. >< l(iMtuu Vieira B-t-riSi na tid.iit it.- NaaatMh desta prwviccia.
"aviv '.: .:r i raa baqoa lie Oiiis n. 36, a eo-
luir s-iucilt- nejruciu <|ue S. S. se comprometteu a
realisar, pela lerrcira chamada dcate juraaL em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
^asson a fevereiro.* abrQ de 1873, e nada cumpr o,
i por este motivo e de novo chamado para Uito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negoeio
ie mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho
\chava nesta cidade.
NOVAS PUBLICAQQES MUStCAES.
A. J. il licvetlnHim\ovn n. If.
Aca'-am de pnblirar se, e acham-se a
verula as soguinlts musicas :
PIANO SO1.
Danseespanhola, porAscher 2*000
Arabella, mazurka, por 0. Wer-
theimer 1*500
Vawa do F-.usto, por Crnyzos 1*000
So.nuo de ustA vihgem, p Uzzi 1*000
Anna i.a Prie, cavjitina 1*01'?
AoClair m la Lont, por Bu ESTRF.UA DO NORTE[po|k||brjlh QM
Saudai;ao ao Baiha (
Cricket, por Seixns, offerei chrickets club pern.imhucano e
bahiano 1*000
PIANO F. CANTO.
Desespk.ro, muito limlo romance
por I. Smoltz 2*000
Non m'amava, romance prr Guercia 1*000
Tambem rocoban da Furopa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. f-tc.
Convida-se
aos senh'res escriptoi.s, littcra'.os, chefes de re-
particoes e commerciantps a visiiarem a
ENCADERNACAO BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias n. 21, onde verao qne e
este o estabelecimento que dispoe dos melhores
meios e processos para bem servi los na arte d*
encadrrnar, e o uriro que
P06STE A MELHOR
machina para pautar papel, risrar livros, mappas,
manifestos, folhas de empregados, despachos, Uc-
luras, contas currente* e de venda ; enjo trabalr.;
sera regulado pela srguinte tabella de prejos :
Papel pequeno em caixinhas.
Para pautar 1 caixa l*f>0.
Idem \ ditas a 500 rs. cr da uma.
Idem 10 dilas a W> rs.
Idtra 20 ditas a 300 rs. ]
Idem 50 ditas a 250 rs.
Idem 100 ditas a tOO r?.
Idem 20.1 ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Pap-1 em tamanho flume contas e de>pacho*.
Por pautar I reran 1*500.
Idem 10 :i I 200 cada uma.
Idem ?0 a 15.
Mem 50 a 800 rs.
Idem 100 a Oik) r-\
Idem 200 a It 0 m.
Mais de 200 a 320 r.
Outros trabalhos c< i:fiime o a nste.
A differenca em pneo do papel liso para e
pautado, no nosso mercado, e muito superior a 3J>
rs. em resma, sendo p< r is.co vantoioao aos Srs
IMPORTADORES DE PAPEL
mandarem vir o papel liso para aqui ser pautad1.
podendo assim venderem mais barato, gaohand^
mais dinheiro, para o que
GARAMTB-8K
a bondade e limp.-za do traballio, entregando-se
os volumes de mu com a mesma perfeir,ao -s
igualdade que se tiver recebido na
EN ADERXACAO BRASILEIRA
______ 21 Rua Duqiie de Caxias-21.
Ao carnaval.
Na rua estreita do Roario n. 33, sobrado de
om anda-, tem vestuaiios para o carnaval, d.;
todo gosto ; sendo d-miino* de seda e de velludo,
vestoarics de fed,-, a phantasia, vende-se e aluga-
se por mono barato preco. Preparam-fc lindo*
bnnqnet de cravos, roaas e todas as Bores U-
tnraes e irtiOefaes, s-ndo a enrommenda feita 2
dias antes sao propri s para noivos e baile*.
(
^
..TJf
Os Srs Jovino Fernande^ da Cruz e Joaqoim
menie de Lrmos Duarte, ao chamados a rua do
Coronel Suassona n. 282, a negoc;j de pariicaUr
interesse.
m
m
Inslrncrfi) primrii c se-
CHi!(!aria.
0 professor Ibond Augusto da Silva
Villar participa aos pais Ie ?ens alum-
nos e a todos aqn< II s qae qnizen in
ronfiar-lhe a educncS'i de sen? lilh'm,
que tran^ferio sua r -iden?ia para a '
rua d> So*ep) n. 68, onde nntiniia a
exereer o seu magi.-terio. Desde ja
agrad.ee em extreme a bon-Jade e. in
que o hor.ram os pais dc seus- alumnns.
e garante omerar-se no cumprimento .
de ?eus deveres.
selecta e 4e umbigo
(Enxertadas)
tizeiros
Sapoti
e sapoleiros do 11 palmos (em vasos) e de tod-
os tamanhos e precos mais commodos que dan-
tes ; assim como as seguintes outras plantas ce
fructa e de ornalo :
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita brnca.
Dita tangehna.
Lima da Persia.
Ditade nmbigo.
Limao francez.
Dito doce, eaxerudv.
Oiticord.
Paimeira imperial
Parreiru.
Pinbeiras.
Romeiras.
Rozeiraa.
Rozeda.
Ubaia.
E outras plantas : na Capunga a rua da Ven-
ura n. 20.
CH4NAD0
. Roga-se ao Sr. Joao de Arruda Camara o ofcoa-
5uio de chegar a rua do Cabuga n. 3 A (Colar dc
uro) afim de tratar ds negocios de sra iutjioaor.
para receber uma carta vinda do sertao.
Aoacati.
Acacia.
Ar ticum a pe.
Qaaaila.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Cora>io da India.
Fijrueira.
Flamboyant.
Fracla-pao.
Inga do Para.
Jam ho.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ceo.
Precisa -e de uma ama qua leak* kfataafe
reite e nao tenha Ulhos : a tratar na na akwita
Inumero 8.
Aluga-se a loja da ssquina i roa da !,>-
ratriz n. 1 : a tratar no cafe imperatris.

MZnttovfinw^'tx; aWB




Oaii(o!to999sufit)ii^ +- 15 (tacEasoiaflodfleolM
Botinas para homem
Aeabam ic chegar grandes facturas beta sor-
lidas de bolinas de bezerro, de cordavao, de pellh
ca, de duraqtie com biqueira, de bezerro com bo-
-toes. *e<>m ilhozes a 9*009 (a escolh r) por ler
?inio grande quantidade por conta e ordem dos
fabrieantes : ao armazem do vapor francez, a rua
do Baiao da Victoria (outr'ora Nova) d. 7.
Mascaras
Cbegaram grants faetnras de mascaras de
massa, de arame e de setim, para serem vendida?
por coma e ordera dos fabricantes, o mais barato
possivel, em grandes e peqnenas porcoes : ao ar-
mazem do vapor-francaz. a rito do Barao da Vic-
om (outr ora Nova) to;--7

francez.
Par* homem.
OTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre t
de duraqne com biquelrS, dos melnore?
. fabricantes.
SAPATOES de be-erro, de'cordSvao e de case
mira.
SaPATQS de lustre com salto.
SAPATOES atamaneados com sola de'pad, pro-
prios para banhos, iitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranc*
francezes e portuguezes.
Para sen horn.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos.
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de ti anca portuguezes.
I'ura tueninos.
BOTINAS do bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
Sualidades.
o tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
lotas a Napnleao e a Guilherme, perneiras
meias pertn iras para homen-, e meias perneira.-
para meninus.
No armazem do vapor france?, a rua do Bars.
Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadtiraa de balanco, de braco, de gnerni<;5es.
sofas, jardmeiras, mezas, convemdeiras e costu
reins, tudu isto muito bom por serem fortes e
levos. e s mais proprios moveis para saletas e ga
bioetes Ac rerreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Bara>
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acaliam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegant>s modelos dos mais notaveis e bem
onhecidos fabricantes ; coino sejam : Alphonse
B'douel, Henry Hurs e Pleyel Wolff 4 C.: DO
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, on
tt'ora Nova n. 7, a precos muito coinmodos.
Perfumarias.
R io5 exlr;.etos,'banhas; oleos,'opiata e p6s den
Hbcc, agua de flor de laranja, agua de toilete.
dinna, florida. lavande, pos de arrez, sabonetes!
cosjieii^os, nmilos anlgos delicados em perfuma
na para presentea omfrascosde extractor cai-
xinhr.- sortidas c ?arrafas de diHerenies tama
I r d'aem do cologne, tudo de primeira quali-
-la<} i|... bem conh.cidos fabricantes Piver e Cou-
N'.i armazem do vapor francez, a rua do Bara(
< in?, outr ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irti^os Se dilfercutcs gostos e
phnntitzias.
eil os d-iuradus para sala.- e gabinetes.
ii para senhotas e para meninas.
I^'ivaa ;ii' Jouvin.de fi>' deEscociaede camur^a
aii inlias de eostora ornada c >n. musica.
Ufouo* iua-litui > a ;. retrat .ai.vji, as cjii, vu, jt augnKotflr totratos.
Wwj a- obras de ouio bom de lei g^rantido.
Com-ntes uc plaque" muito bouil;:.- para reio
** s
" .'ir'ac.o ? botoes de punhos de pla
'>.
Ijoi- iihas t colres de riD':>'- tli- cores.
Niivos otjectua de phantazia para cima demes^
(oil .
Pinciuez de cores, de prata dourado, de
Co tartaniga.
Oci>' i Jo aco fino e de todai as gaarnicoes.
Beiig;:!^ de luxo, cauna, com castoes de mar
Sm
Itengslia! diversas em grande sortimento pan
-n.-- e in, uiuus.
Cbicotmhoa de baleia e de muitas qualidade.-
r:as
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'oi leiras de espuma para charulos e cigatTo?
Penks de tartaruga para desombaracar e par
iiarba.
Ditos do marQm muito finos, para limpar ca
Leca.
Esc, as para roupa, cabellos, unlias epara den
tea.
Can, iriuhas de medreperola para din':eiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homea-
e meniiios.
Cami ainlias de mola para chamar criados.
logos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
. mo e outros muitos differentes joguinhos alle-
ajies o francezes.
Malas, bol.-as e saccos de viagem de mar e ca
niinhos de ferro.
A wad a.
r.ih! !;Uaod0 -a^ da Vie4"ria n 36- Precisa-sl
S ^v.Sr" ?' ,cnenle ,os6 Maria .Pesiana, a ne-
gacio de sen lnteresse.
Preo-isa-se'de
duas ainas para
casa d pouca fa-
railia, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
ferindo-seescraras, paga-se bem, se agradar:
a tratar na travessa do Vigario Thenorio n.
1, escriptorio, das 9 is 4 da tarde.
Precisa se de oma ama que saiba comprar
e cozinhar: na roa larga d)Rosarlo n. 21, loia
de cal^ado. '
mmmmm
1 ADVO&ADQ
| AYRES_GAMA
W RUA DO DUQUB DE CAXIAS
m. 9.
Primei'ro andar.
Ama de-l^itei
- Precisa-se de1' uma seffl fllho, que seia del
coodueta! anta do ViseoBde1 'de Seyanna1
boa
n. ISP.
.-i ...
A m" A Precisa-se dehma para co J
de Goyanna n. 189.
familia : a ma do Vteconda
Ama. Prec'-'a-se de uma ama para ceiinhar
xxuicu e eompfar Ba. rM ^ pe(lro j^00S(i
n. 3 (outr'ora dVPraia). ______
Precisa-se de uma ama que saibaj
cozinhar e eomprar, ou cotiahar e
engommar, para pouca* peWas : nai
rua do Hospieio n. SO.
Precisajse de-' utna ama dt leite : naj
roa Dlreffa n tp, t*aadar;
Ama
Precisa-se de uma ama que saiba eugbmrnar-
a tratar na rua deCrespo n.->5:
aua Precisa-se detima cozlnheira : na rua
AaiA do Queimado n. 92,' loja;
Fuaio hontem, a noite o escravo Antonio,
mulato/ de IS annos de idade, corpo fornido ca-'
bellos rpivos e corridos, lelqUes e pe"a regulares,
Srovavelmente procurara a Palaieira dos Indios,
onde veio o armo passado:: q'uenj o" trouxer a
wteiengaajkirten pM^aafaMBiantiMaaa-.
I Tappr^iO deifeyereim Barbeiro
'PreeisW^ele uM'dffl^at'de ttaVbe^roe one en
WWWdUma/mv W andsr'da^caWn.
i'.
AMA
Precisa-se de uma ama para
cozinhar em casa- do pouca fa-
milia : na rua de Pedro AfldBso;
outr ora da Praia n. 3.
N
Antonio Jose" Rodrigues de Senza, em sea es-
criptorio a rua do Crespo n 6, compra, por bop3
prepos, escra7os das diversas cores, sexoa e
dades.
Na rua da Penha n. 2 lava-se e engomma-se
com presteza roupa de homem e sedhctfa : quern
pretender, dirija-se a mesma casa.
LOJA
Aluga-se a loja do sobrado n. 9 da rua da Au-
rora : a tratar na rua do Hospieio n. 26," laverna
ou na rua da Imperatrir n. ID, taverns'.
Veste-se anjospara procissao, com as-
seio, perfeir^ao, e commodo pre^o ; lambem
cose so vestido's para casameYitos, baiies e
passeio. & ultima moda, e aviam-se en-:
coromendasde costuras para ibra da-cidade,
bem como vestidos, assim como' para bap-
tisados, e bordados a ouro e linha, etc.,
tudo com perfeigao e commodo precp. Na
rua d s Cruzcs n. 26,se dirjj quom.
C^* GraBdelcunJaiT!
Para todo
Republicanos e monarchistas.
Democratas e aristocrat's.
Foletados e confederados,
Communalistas e commimistas.
Catliolicos velh'S on DOTOS.
Todai d c ve m i r
Reunidos ou nao reunidos
Fazer emquanto antes
Suas encommendas
Dos sabor.sos filhds
Tao preconisados I
meio bilhete de n. 2(
com a sorte d
menores de iO
; Brlh^sgaraiiiti u*wrchyBarao daVittena (o/Wmi /Vifttf 1
n. 63, e. casa do costume.-
JhfcZJ&g$bf- ^abi' ldS i$tit> d^s sens'
~ e um'meio de n. 219$
alemfde outras sorted
--J000 to loteria que sei
acabou de extrabjr (87-;; convida aos pogsuidores1
a vfrem feceber'; twe prompjamente1 sera H pagos.
'0esn abaixo^afgMtdo convida ao-rBsberty '
* pnWieo: pararvir, aof-sea.estebeleeimeHto com
prar os mnito fdizeg biihetes,qu* nioldearao de
ft"Sr^6r *"rwBi0 como ProvaPlos nesmcV
Acham-ea vettrfe bs nraito fefltfe bilhetes ga-'
*antid< da 5' parte da leWria a. beneflcio dal
matriz de Ser'inhfiem, i que se extrahiri no di-9d'
do corrento met.
.,,,-, .P Inteiro 4/000
: 'We'l^a&OO-'^Afrciiila. ,
Inteiro 31300
S**io" um
Recife, 13 de fevereiro de' 197.
_________ Jofto Joanum -dn Gosta MM'
LIOUIDAfiM- fi|
HA
Hfea da lmperatriz n. 60
MM
^
>
Rua do Barao da Victoria n. 22.
DE
Jr. :< t-
Uma pessoa que se retira para Tora da pi
mobilia de faia Lub XV
vincia, vende uma
em perfeho isitad|i ou
Horta? n. 86, s *rado.
ro
qair3t nova: na- rna de
Aluga-se barato'uttia'r meiaguas novas, na
travessa das. Barreiras Aquino) : a tra-
tar na rua-do Cotqvello n. 23,
. Lava-see engomma-se eom^rfeieao e asseio:
no largo do Paraizo a 3.
Fabricados a capricbo
Dos pasteleiros
S6 e somente
Na confeitaria do Campos
_* Imperador 4.
Aliigii-se
nma sala ha rua Diique de Caxiasn.6L pjcoprji
paryadvBgado ou tarttirio'': a tratar 'na loja/
m 0 Sr: "Henrique- Xavier Saraiva de Araujo
Melld temtima Carth viitda do Rftde Ja'deiro no
eaes 22 de Mmrembr* n.-26:
ahigar para aervi^o nrtlti 'lere, dons negrosrdo-
soioudous meleque*;, a utiw na i rua do Hos-
pick) n. 26.
'",'' "''.....i--------------- i_______. ._________________ .
dtJS rrtais Gnas cambraias brancas transpa-*
rentes, tend 1$ jardas cada pe$a, pelo ba-
rato prexjo de 4$, 4500,55, 6,lendo tam-*
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assim como um-graade sortimentd
de dhas tapadas e victorias que vende de 4?
ate 9tt>, sendo fazendaiqtieiralle muSto- mais
(fanbeiro.
COM SALPICOS DE CORES A 59.
.A' este grande estabelecimento tern che~ 0ParSo recebeu um elegante sortimentd
gado um bom sortimento de machines para ^ crnbraias brancas com bonitos salpiqui-
costura, de todos os autores mais acredita- nhos rriudinhos de cores, tendo 10 jardas
dos ultimamente na Europa, cujas machinas ca('a corte ^e vestido e vende pelo barato
sio garantidas por um anno, e tendo um Pre5. de Por ser pechincha, ditas com
perfeito artista para ensinar as raesmas, em|salP'cos todo brancosendo fazenda fiuissimai
qjialquer parte desta cidade, como bem as- a 7#50e ditas a 59000.
fc concertd-las pelo tempo tambem d'um VEsTlDOS A ^ M com m
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidds a uso da'cortfl, Wazendo"
cada c6rte todos os enfeites necessarioscomo
sejam : babadihhos, entre-meios, i rendas,
requeflfes, e vende pelo barato preco de 129
cada um, assim como, diios a 2 de julho
com todos os enfeites a 109; corteS de carfc-
Temle fazendas para liquidar, por baratissiino pre^o come
abaixo se ve:
Pfcreira da Silva d GuimarSes tendo em ser am grande depozito de fazendas
tem reswyiAfc fazer uma liquidacflo das mesmas com grande abatimento nos preooe
com o dlidfjSfim di apurar dinbeiro, para-0 que convidarn niai s6 os seus numeroao>
treguezo*, cotio o respeitavel publico, a vir surtir se demurs faztaflas, boas elwtfitoi
.'??im!f^be^ct'eDt0 de"Qminado oPavaoa rui da bnponatriz nj 60.
CAMWAIAS A 49, 49500s CPTWTV.
WMo vende um magnifico sortimentd
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mosmas machinas e se suppre qual-
quer peja que seja necessario. Estas ma-
cliihas trabalham com toda a perfeigao de
um e dous pospontos, frajize e" borda toda
qualquer' coitufa por ftp a que si^j*, seus
precos s5o da seguinte qualidade : ; ;ra tra-
Terreno:
Retalha se a vontade dos 'Compraderes um fer,
nr>na Tefte,' 5a-pHsos- d- IttWr'doS Bdml e
perto da machambomba. Este terreno csta collo-
cado entre duas ejradas que vao ter a beira do
rip : a tratar na Torre com o Sr. Assis Pinto, na
rna1 d6 Arantes, e no Recffe rua Formosa n. 27
ago
lOO^OOOdegratificacao
EngenhD Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezemhro, do engenho San
tos Mendes, comarca de Nazareth, fregnezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, 50 annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, c6r
preta, rosto alquebrado, pe"s seccos e espanados,
dedos curtos, cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabelludos no queixo, e 6 bem Iadi-
na. A pessoa que entregar esta escrava ou ao sen
iono, que e o senhor do engenho acima, Lauren-
tino Gomes da Cunha Pereira Beltrao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecompensada com a quantia de 1001.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte-
esse.
Argoliuhas de marQm para as criancas morde-
:-:m, bom para os dentes.
Bercos du vimes para embalar crianoas.
Ce?tinha< de vimes para braco de meninas.
Carriuhos de quatro roda>, para passeios dt
cnancas.
Venezianas transparentes para portas e janella>
Reverberos transparentes para candieiros dt
gas.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhida.-
. ^tas.
Eanternas magicas com ricas vistas de cores em
-. droa.
Vidros avulsos para-^osmorama.
Globes de papel de C'Ves para illuminacoes dt
feslu.
Baloes aereostalicos de papel de seda mm facil
de suhir.
Machinas ds varios systemas para cafe".
Espanailores de palha e de pennas.
Tesourinhas e canivetes flnos.
Tapete* com vidrilhos para manga? e lante-na.-
Tinteiros de lonca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quaJros.
Quadros ja promptos com paysagens e plianta-
na.
E-tampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magica3 para divertimentos em fa
milia.
Realejns peqoenos de veio com liadas pefas.
Real jos barmonicw-ou accordions de todos os
amanbos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mBnciouar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Ko?a ii- 7.
Medidas de 40 a 100 metros.pe's e palfio? para
. edir terrenos.
Constaodo aos abaixo assignado achar-se nes-
ta praci o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenbos Barra e Preguica, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
nie-mo o obztqnio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
lenuente aos referidos engenhos. Rua do Amerim
37, escriptorio.
Tasso Irmaos & C.______
ALUGA-SE
uma excellente casa construidi de novo. sila na
entrida dos Afflictos, tem commodos para grande
familia, (Hid muito bem plantado, jardim e banhei-
ro : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 2, livra-
ria economica.
Ench
ameis.
A companhia da estrada de ferin. de Olinda,
compra mais SO encharoeis de 30 palmos de com-
piimento e 5 polegadas de grossura, para parte
da linha telegraphica:
cempanhia.
a tratar no escriptorio da
0 gerentev
Laurenlino Vende-se 21 bois Je tarro^a, muito bons, e
z grandes carros para cenduzir peso de 6 a 8 to-
neladas, e ejrterco que podo dar de 120 a 150 car-
rocas : a tratar na ponte da Torre, de domingo ate
segunda-feira a tarde de cada semana.
Aon. 9
No Progresso do pateo do Carmo v.ndese man
teijia ingleza muito boa a It; assim como confi-
rm.3, a ter bom sortimento para qualquer chefe de
ramilia fazer sua despenba, que encontrara precos
mais commodos do-que em outra parte.
baVhar a maode 309000, 409000 *59000
e 509000, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000, 2009000 e
2505000, emquanto aos autores nao ha al-
teracSo de ppe^os, e os compradores poderao
visitar este est&elewiment, qua muito de*
verao gostar pela variedade de objector que
ha sempr^ para vender> ccmo sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para sabs, ditas de balahgo, ditas para
crianija (alias), ditas pnr&teacolas, costurei-
ras riqnissitnas-, parasenbora, despensaveis
para criangas, dctodas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chi, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheresde metal fino, condiei-
ros para sala, jarros', gaartla-comidas de
arame, tampas*pra* cob*ir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
'que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto de-.de as 6 boras da ma-
nhi ate" as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria n.
22.
braias brancas-abertasi com hstras e lavores
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras de eores, para aca-
bar 39500, e pechineha.
CORTES BOftDADOS A 209 E 359.
0 Pavao vende ricos cortes de cambraias
braneas delkadamente bordados, pelo ba-
rato pre^o de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 PavSo recebeo um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo baratd preo de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara G-
nissimo 616 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORHGBS A 19.
0 Pav5o vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous combonrtes listras e
vende pelo barato preco de 129 cada um,
0 INEXTMHJIVEL
PERFUME
francez muho-fmo a 39*00, -apnas preas.
1, '/* metro para umfenjbl-
CHALES BARATOS
29,29*0f, 4.
0 Pav56 '-vdrtde chales a emitacio de me>
rind a 29, ditos de merino lisos de todas a
cores a 99590, Art* de-triiidesttt^4os
muito finos. a 49,- 'ditos finissimos com Its
tras de seda a ejUOOy ditos muito fiuos d.
crepom a 109 12f.
4ffod*o rnfr^lado a 1? e 1 CSO
0 Pav3o vende algodtd eufestado com I
palmos de lirgura, proprio para lencdei
sendo do meis'erJcorpado que tem vindo a.
mercado, lisda 19 avaraetrancadoa.....
19280.
ATOALHADO- A 19600, 29C 89;
0. Pfcif ay vende atoalhade tran^ado'com
palmos de" largora a 19J06 e 19600, dit.
adamascade a 29; dStd de liimb adamasca
do a 39 e 59-
SEDA PARA VtSTIDOS
a 19600 e2*.
'0 Pa^lo vemieiuBi bonito sertimento d
sedas com Ustrinhas proprias para veatl
dos de meninos e da seuhora a 19000 o co-
vado, dhas lavradinbas a 29, os padroes i*V
muito bonitos e vende-se por este preco per:
acabar.
Un t i a a JiOOO
0 Pavao tem um completo serthnento d.
botinas muito bem enfeitadas para senhor*
e vende pelo barato prece Je- 59, artio
em outra qualquer parte custa t-9e 7f.
LENF.OS BRANCOS
a29000.
0 Pavao vende lenoos brancos abamha
dos, tanto para homens como para senborai
a 29"e "29500 a duzia, ditos de esgailo
cambraia de linho t.mbem abcinbados
39500, 49v 59, d.tos francezes escuros, par*
rape a 69, a duzia.
CAMTSAS PARA HOMEM.
0 Pavao vende ricas. camisas coin peii-
de linho bordadas, pfoprias p'.ra notro
lOje 129 cadi uma, ditas de linho sen St-
rom bor j;-das a 49, 49500 e 59, ditas cob
peito de algodao mnito fims a 29, 295O0
39, ditas dechita fina miodinha a 29,' 29500
e 39, assim como grande sortimentd de ce
roulas francezas tanto de linho como deal
godao de 19600 ate* 39, givrtde sortmoent
i
assim como um elegante sortimento dosmais! de'meias cr038 ioglezas de 49 at6 89000
bonitos chales demerind e com listras de seda.! duzia
Ceroulas francezas de linho e algodao, para todos os precos e qualidades, assio
como grande sortimento de meias cruas, camisas, colerinhos, que tudo se vende pr:
precos muit) razoaveis.
Ru
a
JOSE DE AZEVEDO.
Nova ft. 11.
Toalhas com 41 [2 palmos de
comprido a 500 rs.
Isto e grande pechincha, e o preco de uma vara
de algodao, sao alc^choadag, e 6 fazenda muito
boa; apreveiiem que dislo nao ha sempre : na
rua da lmperatriz n. 56, loja da Rosa Branca, de
Azevedo & C.
.^-Aguardente de-canna extra-lina, em caixas
de duzia : na rua do Encantamentd n; S.
Vende-se 12pipas em barris com muito bom
mel, prompto a erabarque : no caes do Ramos
n. 42.
is para moHin^s
A maior variedade que se pode di sejar de to-
doa os brinquedos fabricKlo* em differentes paries
da Europe, para entreterMinento da* criancas, tudo
u pre4;o^ mais resumidos'-qua e" posvvel : no ar-
mazem <\n vapor framtez,' rtdo BarSo da Victo-
ria, entr'nra rua Koran. 7.
Ccslinhas pn cfKlnia
Gratde sortttw*o ae bbttl|k)9-m *''" ^-~-1i;s
'... arir.Mem'd'vvapQP-fraaaez, iu. i s rlo ds
Victoria, outrorarua-Nova/n.- 7.
Ao cariiii
Braulio Ricardo Coelho
Rna ie Sant:i Thcrcxa numero *3
^e9ta casa enrontrarao os influentea do carna-
val nra grande sortimento de vestuarfos, cabeilei-
ras e barbas a escolher, pelo baratissimo preco de
2* a 3< cada barba, 8,5, loi, 25J e 30* cada ca-
bcll'-ira : a ellas, antes que se acabem.
Escravo kpik.
Continiia fugido o escravo Sebastiio, criooloj
fulo, altura regular, corpo reforcado, falla um
pouco descanjada; foi aqui vendido em 15 de
dezembro pelo Sr Jose Francisco fontes de-Ate-
vedo, tendo sido escravo de Sr. Alexandre Ribei'
ro' de Sobral, todos da freguezia de S. Caetefco da
Raposa; esta matriculado no mnnii-ipio de Caroa-
ru", e foi ha poucos dias visto em S Bento : ro-
ga-se a todas as autorida4es e capitaes' dexampo
a captura de dito escravo, e traze-lo auado Li-
vramento n 38, armazem Baliza, que leraogene-
osaraenie reeompen-ados.
200
rs..
Precisase alumr- uma es tva qu ail,a
..iahar BarriaN6%"tt7,lojn.
, 0 abaixo assignado de*lar para sciencia dos
herdeirns le seu Gnado pai o commeadfldor Tboi
maz de Aquino Fonseca, que absolutamente ada
dnvc ao casal do mesmo fioaiio, como caftsta do*
autos respectivos, e doenmentos que tem em sea
poler; embora tiv^sse o inventariante dos bens
ileivailo< p?lo me-mo finado, declarado.-maiigna
mente ser elle de-.-edor d^ uma ridieula quantia :
o quo tu io, prbVari eflr jrjizo competent^, e
q iaudo para isso for cbamado. Recife, 13 de fe
Vereiro de 1874.
becio de Aquino Fonseca.
- I'n'-isa sp de um eaixelro'cfoe deTiador"a
si'a c<.1ucta, pjra lorna- cnWa- pdr'baran'po de
na L :r ia cm Olmda, nos Quatro Cantos tam-
l.-ni im cn.rjir cmb hlgum diuhciro; a foca1idaOJ'fiiahW
j Ihorda (u< He logar : a tratertr flb Retife1,' rftai da'
bapa, h <\r to; 'v n. 12, preaaa.
A' rua do Crespo n. SO
Loja das &,portas
LAJHNHAS
Chegou esta tazend*, cm oadrdes inteira mente
novos, e que se vende pelo diminuto Dreco de 200
rs. o covado : isto por ler gande quantidade
SO' NA RUA DO CR^Sto N'. 20
l-ojii de
Guilherme &C, junto aloja
da esqirina'
Para a boaconservacjto
rrt
VOSSO C4BELL0
apa
BE
Ml illl\\ rt MVH IV.
Uma pura distilla^fio das mais raras fl,,-
rcs dos tropicos. Contem, para assim cu-
zcr, quasi o oddr odorifero das flores do
tropieo da America, e sua fragancia 6 quas
uiexhausta ainda mesmo por continuada
o/aporacao e diffusao. N'este respeito e"
iicomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
UESMA10S, ATAQUES NERVOSOS, DOR
BE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
>n, tem conscrvado sua influencia para
cima de vinte o cinco annos sobre todos os
i*erfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
idexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nSo
pode ser igualado. Tambem faz remover
da 4>elle:
ASPEREZA"S, EMPOLAS,
QUEIMABURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULnAS.
Sendo reduzida com agua, se toma uma
excellente mistura para banhar a pelle,
daudo um aroseado e cdr clara a complei-
pflo^ uublada, sendo applicada depots d<
Ouerendo deftnitivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, novos t
isados, pelo pre^o do custo de factura.
Tambem acaba detrecebero seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salasi de muitos liudos desenhos de 11 a 33 pabno;
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande an.
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ANNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa esteodida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARC.A e papel picado para bordar com 13 ou seda.
VERDADE1RA agua de coluuia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
n FUMO DO PARA
0 verdadeiro fumo de Borba, em chicote, picado, desftado e crespo, assin;
como cigarros do mesmo fumo.; na fabrica a vapor, antlga rua dos Quartets n. 81.
Na dita fabrica, os Srs. fumantes encontrarSo os seguintes e bem conbecido*
furaos manufacturados na mesma casa,
Flor do Brasil
Nbvo Caporal
Bes Bird'seye, (Olho de Passaro. )
_______Yeode-se a retalho, e em grande quantidade se faz grande abetimento.
Vende se a taverna da rua do Visconde de
Albuquerque n. 68, ou por balanco ou avulso,
barbear, evita a irritacao que geralmente' PrdPria Para principiante por ter p"oucos fundos
occorre, assim como tambem garganteando- '
se, o cheiro do. clga'rro desapparece, e me-
lhora a condiefie dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitagoes, as quaes nfio
possuem nehhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e coiitar sdmente o
o famoso perfume j cosmetico do sul da
America, cham
AGIA Ft Will A
DE
que se dira o motivo por qne se vende.
HURRAY ft I.AV1I W
Sj acha a venda em todos odrogu
pfcrf umari as da moda.
Manlilha? pretas.
A Nova Esperanca, a rna- Duque de Cajfias n.
63, recebeu mantilhas.'pretas, moderna^ e esta se
vendendo por precos razoaveis.
Vende-se os seguintes
predios.
Duas casas terreas a rua Vinte Quatro de Kaio,
outr'ora dos Ossos, ns. 2 e 4.
Uma dita na rua do Padre Floriano n. 35.
Uma dita na rna de F^go-n. 22
Uma dita no beceo da Bomba n. 5.
Uma dita na rua do Padre Lobato n. 8.
Ricos chapCos para senhora : so na rua Duqne Duas dita* no beoco do caes da Cadeia nova
de Gaxias n. 60 A loja da esquina. n. 35.
Um sobrado na rua do Livramento n. 37:
RuadoBrum n. 76
Vende-se zinco pnro de superior qnaUdade.
proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal
mos de comprido e 4 de largo, por preco mnit.
em conta.
Fara acabar!
EWe '"tfm'preventivo seguro
a calvice.
Wll-on Rowe & C. vendem no sen armazem
a rna de Comnercio n. 14 :
0* veriJad'eiro panno'de algodlo azul amencano
Excellente fio de vela.
Coguac de> 1' qnaNdftde
VinHn ile Bordeaux,
Carv;t:i de Pedra de todas as qualidades
A tratar no pateo do Carmo n. 1, taverrra.
__
e certo contra!
\ <-n.te-*j- uma laverna na rua das Carro-
cas, esquina"aas"rua de S. Joao, com boa casa de
i .^ __,____e -3 3, I vtfdnda e basuntes commodos para familia : quem
EHe da e restaura forca e- samdade a pelle d* pretende la dirija se a mesin*.
Hie de^prompto faz cessar a queda prema- JaDoataO
^.tUiS dos cabelles. Vende se uma casa na porocao de JaboataA,
tfUAi grande-.tfp* d, }* M^S^^^X'?^* H
"* i rua do Coroael Suasiuha n.' S86.
Santa* Ga&arina, no Impro-
Glavdia
mso ^ i
Ve'dd^-se far:..:,a uj\.. e excellente, a bordo dos
a tratar da referMas n vhW : a tratar com o caMtaV. pn com
Amorim Irmaos.' r
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburgaecafc qne vem-a-este mercado:
na rur Marqoaz de dinda n. SI
Farinha de mandiooa,
Vende-se fariOha nova de mandroca de Santk
Catbarina a bordo doiirigue portugnez Improtiw
a tratar com o capitao, on com Amorim Irntoc
&-1 C. rua do-Bom Jesw n. 3.
Luva tie pelliea
Amaral, Nabuco A C. vendem luvas de paflUa
de cores com toque de mom a 1, U500 e U o
par : no Bazar Victoria, rna do Barao drViek)
na n. 2.
Lindas las escocezas.
De varios padrSes, e inteiramente moaeaus, a
360 rs. o covado : na rua Priateire de Mareo
antiga do Crespo n. 13, loja das cohimws, de An-
tonio- Correia de Vaenncell0s.________________
Kazar Meat ria<
E8te>esubMaftttfenio ataa* dei
to soMinttdio #*"e*Jibs de cbto er*e#\__
la e corrMri damaeU*, pushes 6' gellWaa*' do h*
nho e-gravkta*i*MbeewM, tudo- para 'snhdHt:: Hi'
rna do barao da Victoria n. z.
Vende-se-uma cn !' 'a, iita na'rOa 6b
Market do MdrVa!^. 0.! a irntnf co* o ooatfftea-
dador HanoL-1 Alves Gupm. on cm osoiicitadot
Frederico Chaves,
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Dirilo ^fle ofloBiaftibiido ^ 'l&aifc^ 15 <^^fctfiro%0Wf4.
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IDE
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. -i
UNIGOS AGENTES
to do Barao da Victoria o. 28
lamaisskples, asBMtisbarataseasmethoresdo mundbl
Ra exposicio de Paris, em 1867, foi concedido a
Ebas'Howe Jutrior, a nwdama de ouro e a condecora-
$io da 'Legiio de Honra, por serem as machinas mais per.
-Rua da: Cmpieratpizt'D. 72
" BE
LoureBf0 Pcrefra Meodes Guimaracs
que 4em resotvi.'o faaer uma grand' liqniHacio, ate
Declara as sens fregHeies
fim do corrente anno.
A
feita* &> "auado.
Amedalha'dc ouro, cohferida a E. Howe'Junior, nos
Estados-Unidos pop ser o inventor da machina de
tura.
CAMB1UIAS BRAKCiS Ai3{J000;
Vende-se pegas deoambraia btfanca, tapa-
da e transparente, a39, 3aW0,i *000 LASINHAS.A 200 RS.
Vende-se lasinhus para vestiJos, aJOO,
820 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A640RS.
SABER :
Ditosdefudba, ae#,-3jMM)0 e i#0. .
Ditos^demassa, 4O0.
H1RHIMARJA9 EM 11 MQtilDACAQ.
Ve ndo-se sobofif teg de drvereos tataanhba,
a 1*0, 200.^240 e'920rs., todo bom.
Prasco d* banba; a'160, Mp e iOO rs.
Frascos com aguade urn. E outros inujtosexlractos que
Vendo-se alpacas do cArescom iistras a 040 se vend muito barato para bquidar.
"JO ALB AS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. ead>
ia. Lenc,as. brancos, a. 2$000, a duua, e
k medalha
sfias machinas.
e 800 rs. o covado.
GRANADlE A'800 RS.
Vende-se grenadine preta com Iistras1 d uma
cOres, para vestidos, a 800 rs. ono- \ 3JJQ00 abaiiibados, fazeada que vende-se
*" vado. porSjdOOO.
POUPKL1NA JAPGNFKA A lJSfcW, GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se uma fozenda nova cocri- listas, Veude se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
de onro na exposicio de Londres acredilam; com o nomodo poupelina japdneza, propria tasde cores a 200 rs.
A
Gabe-nos o deter de aEuunciar que a companbia das macbinas de Howe de
ofk, estabeleceu nesta cidade i rua do Rerio da Victoria n. 28, um deposito e agenda
ral, para em Pomambww? o mais provinciasse venderem as afainadas macbinas de cos-1
*-a 3o Howe. Estas machinas sao justarrfente apreciadas. pela porfeioio de seu trabalho,
^'S^ando u^-Mulha mais curta com a mesraa:qualidade de linbaque qualquer outra,
4la introduce^) dos maw aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habiUtados a
wecer < eram.i public as melhores macbinas do mundo.
^As \ixmto)gemdestas.machinas saopas seguintes:
r,rieir#.-/-OpobKc6 salie^ro* ellassao diiradouras, pdra isto prbva incdntestavel, a
*rrtLJistaincJ^lo nunea tetem rp.,'* '-> mio. '
Se^aod*.f i erccira.-^Ha nellastrienor fricgSo' entre as'diversas pejas, e menos rapido ftstrago
* queues outras.
Qnarta.Forraam o ptonta como se fdra feito i mio.
'- 'Jtiinta.Permitte que se examine o rrabalbo de ambos os fios, o qtte se hSo'consegu
Sexta.Fazem ponto mrado em casemira, atravessando o'fio de um i outro lado,
!"go em segd^*. sun modificar-se a tensao da linha, cozem a fazenda maU
Settma.0 compreftA' ^ levahtado com a maior facilidade, quando se tern de mudar
'para vestidos de'Sdihoras, a 18W00 d co-! Cbapeos para batptisados de meninos.a
^ado. Todas estJasfazendassiovfenlidasno 3JWO0.
Bazar Nacional,' ft rua dtf Imper uriz n.'72.! BENGALAS E CHICOTES A 800 RS.
CORTES Pfi GASSA A-2*5 0, Vende-se bengalas e cbicotes, a 80 rs.
e i Veude se c6rtos de cassa paw vestidos, cada uma, para liquidar.
"' com 10 iovados a 'JJJSOO. l!
CHITAS LARGAS A 240 Rs. GRANDE LIQLlDAgAO DE ROUPA FfilTA
Vende-se i hitas'franCezas.-lal'gas, de cfjres
fias, a 240, 300, 320*360 rs. o co-0
vado.
CASSAS DE CORES A 2C0RS.
Vende-se cassas IranceZas- flnas de cores,,
a 2G0, 320 e 400 rs. o-cOvado.
SAIAS A-2?>000.
Vende-se saias brancas com ban-as de co-
res, a 2C00O.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para cobertas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA;HOMENS A #0 ! Vende-se meias cruas tdrdadeiras, para
homens, a BiiPOOO a durfa, a qual val
8?000.
CHALKS DE LA A 800 RS.
Vende-seccroulas.de algodao, a 19000.
Ditas dc liiibo, a 13000 e 2J000.
Camisas dc chitas finas, a 15,600.
Ditas de peito de cores, a 25000,
Ditas brancas Qnas, a 2uu0, 3900O*
49000. j
Calcasde brim pardo e de cores, a 25000
e. 29500.
Ditas de casemira de cores e preta, a 59,
69, 79<00e 85000.
l'alitotsdo alpacas de cores, a "25500.
Djtos prelys, a,39000 e 39500.
Ditos de casemira de cores, a 49 e
09000.
| Ditos ditqs.pretos, a 59000, 69500
85000.
Collates do casemira de cores, a 29, 35 e
gulha'ao comeer nava costufa.
: OitaTa.Muitas cbnipanhias de machinas, de costura, tlm tido epocas de gtandeza e
^adencia. 'raacbihas butr'ora popnlares, sao hoje quasi descoi.hecidas, outras soffreram
tadanjas radicaesparapoderem-substituir : entretanto a coropanhia das macbinas de Howe
^Qptando a ppiniao de Elias- HoWe, mestre em artes mechanicas,. tern oonsfantemente]
|soentado dseu fabrico, e hoje naoattende a procura, posto que faca 600 ma;chinas
r'a.
cda macbina acompanha livretos com instruccSes em portuKuez.
iM9 A "
m$M LEITE, IRMA05
A'
do Barao da Victoria n. "28.
DE
fazeiidas finas
Chitas, madapolao, p.inno fino preto e azul, eol-
Iarinhos, punhos de Hnjio e atgodao, gravatas, la-
va* de fio de Escossia, tapetes de todos os lama-
nh09, bolsas de yiagMn, peitos bordados para ho-
mens, len^js de linho branco e de c6res, toaibas,
gnardanapos, -etc., etc.
VENMM VER
Rua-Primeiro deMarc^) n. 7'A
DE
CordeiTO Simdes & C.
__.._______. A Nova Esperanca, aruaDuquede Caxias n. 63,
^X^T daS "3a3(lue hJe Pde Pn- apressase era convidar a seus (reguezes. corn es-
Z ^t^lVl^A Jr8JfaZeS Um V*^dif Pecialidade a,, bello sexo a viremgapreciar os se-
2S Sf? 8 ^ P^ra pnde toi- guinte9 ar[ig03 expostos a venda e ^
i" a? \em ,asS'm para "iS OTdm/no de l0**a MI coramodos, lomo Wjam :
on,,!r.'nei^ire?0S vanlaJsos' das V* fM ura FINAS BONECAS mansas e choronas.
Mandam fazendas as ca?as dos pretendentes,
para o que tem pessoal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de linda? cdres.
Grosdeuaples de todas as cores.
Gorgurio branco, lizo, dc Iistras, preto, etc.
(Sejim. Macao, preto e de eflres.
Grosdenaples preto.
-Vktadoprvto.
Granadine de seda, preta emle cores.
PopeUnas de lindos padroes.
Filo de seda,' briraco e preto.
Rieas basquinas de seda.
Casacos de mprind de 6eres,1a, etc.
Manias brasikiras.
Cortes com catabraia hraoca qm lindos borda-
dos.
Rieas eapellas etnantas para nolvas.
' BiqaisBtoio sortimento de las com Iistras de
Cambraias de eflres.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzaqnes de lindos padroes.
Bapti9ta8j padtoes 'deiieados.
Jos por pre<;os
BONITAS E ENGRAf ADAS vistas para storios-
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
BLEGAN'TES BOLSAS para senhoras emeninas.
BONITOS VASOS com fina banha e cheiroses
extractos, trazendo eada frasco um nome, um a mi
cial ou um distico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cor
i do carne.
j Para qHem goslar.
I A' Npva Esperanca a rua Doque de Caxias n.
J 63, acaba de receber tentos e caixas;para o jogo de
Cami6as deilanella, de cores, a 29000 e
85500.
ALGODAO, A, 49Q00.
Vende-se per;as de algodao, a
69000.
49, 59 e
'OSEWIRA.' DE' COR A 29500.
VeHde'-sc caserhira de cites, a 2fe!900'o bellos ; teem tambem para tirar caspas.
cbVa'do. Port bodqoet. -Um bello sortimento d
MADAPOLAO A 39000.
^ytftide-^pr^as- de'rnSdatWlfie enfestadd.
a'39000.
Vertde-se chales de la,'a-800 rs.'fcada!49000.
um. \
CHITAS FfNAS A 400 RS.
Vende-se chitas fitias de cirmpo largo;' fa-
zenda muito boa, a' 400 rs. O'cbvndo.
CHALES DE MERINO* A 20000. '
Vende-se^chalos de nierin6 estampados, a
29, 89, 45000 e 5500O.
Ditos de Iistras a 59000 e 69660.
RRINS EM CORTES A 15500.
Vende-se .-ortcs de brim'de cfires e pardo,
a 19o00, para Uquidar.
COBEHTAS DE CHfTA' A '19600.
Vende-se cobertas dc'cbHa, a 196"00 e
29000.
BR1V1 PARDO E itEOOKES A400 RS.
Vende-se brim pardo ede cores, para rou-
pa'de homens e meninos, a iOO rs. o cova-
do, para liquidar.
COLXAS DE CORESA'29000.
Vf nde-se col xas de cores para coma, a' 89,
e49600.
TOAHSPARENTES PARA CADtlflAS A BRAMANTE ^AM9600,
19500. Vendo-se bramante com 10 palmos
Vertde-se transpairutes para cadeirasf'a langura, para len^oes.a'-lJWO e 29560
19500, paraliquidar. |metro. Eoutras-rmuitas fezendas propria
BONETS A 500RS. jdomerdo,i qo&.se vende Mmrewrva, de
Vendese bonetsde seda para homens,'a piec/,.para liquidar ate* o-fitB do cowonte
500 rs. -anno, por isso-convem CHAPLOS A 29S00. ^ tirem-se de fazendas baratas, para a presen-
Vende-se chapeos de eastor para rreninos'telestaqueertana porta.diruada Iraperatriz
e homens, a 25500 e 39000. o. 02. azHr:Naeieual.
V mado Cnfmffam 1 A.
Oeipraprietarios 4a. Pra'ilectai, no tntoUoedt
teem mereeido 4c
ofeu pstabejeci
qtie npgoCiam nd'mesmo genero.
veetn sciHBijfloar ads U8 bons freguezes qne pre-
venirm aosieus correspendontes nas diversaS par-
kas d'Europa pa^a Ihes.euviarem por todo os pa
qiietes os objectos de fnxo e bom gosto, que se-
jap mais bem aceitos pelas^ociedades eIejante^
Atqaelles pai.es, visto aproxiraar se o tempo df
testa, em quo o bello sexo desta linda Veneza
mais ostcQia a riqueza de soas toillcttes ; e co
mo ja recebcssem-pelo paqnete francez divers-)
artlgos da ultima moda, veem patentear algnn?
d'entre dies qne se tornam mais reeommendaveis.
eepafando do respeitavel publico a coslumada
concurrencia.
Aderecos de tartarnga os mais lindos que teem
vindo so mercrtdo.
Albnns com rieas capas de madreperila e de
velludo/sendo diversos tamanbos e baratos pre-
Sos.
Aderecos completos de borracha prpriospara
lctojtambem se vendem meios aderecos muito bo-
altos.
Botoes de setirn preto .e de e6re¶ ornato de
vestidos dc sechora; tambem tem para collete
palitot.
Bbfeas para senhora?, existe nm bello sortimen-
to de^eda, de.palha,de chagrim, etc., etc., por
barato prgo.
Bonecas'de todos os tamanhos, tanto de lou;a
como de ce*ra, de borracha e de massa ; chama-
tnos a attenfao das Exmas. Sras. para este artigo:
pois as vezes tnmam-seas crfanqa^um pouco im-
pertinentes por falta de um obieclo qne as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordado;
para homem, vtndem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodap, de diversos pre-
509.
Caixinha? com musica, o que ha de mais lindo.
com ctisticus nas tampas e proprios para presen
tes.
Coques o? mais medernos e de diversos forma
tos.
Chapeos para senhora. Receperam um sortimenu
da ultima moda, tanto para senhora, como par*
meninas.
Carfellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas p;ira meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
desenhos.
Escovas e'.eetrfcas pftra denies, tem a proprie
dade deevttar a rarie dos denies.
Franjas de seda -pretas e de cores, exi.4e um
grande sortimento de divercas larguras e barato
|pr,eco.
' Fitas de sArja,.de gorgurao; de setim e de- eha
malote, de diversas largnras e bonitas cores.
Pachas de g(.cgurao muito lindas.
Flores artificiaes. A Predilecta prima em con-
sewar semore um bello e grande sortimento des-
tas'ftd-fcs, nao s6 para eirTeile do9 cbellos, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
GakJesde alg'idao. de la e de seda, brancos, pre-
tos e de divcrsas cores.
. Gravatas de seda para homem e senhoras.
' Lacos 'do canibraia e de seda de diversas cores
para sebtiora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
LivrOs para ouvir mtssa, ccm capas de madre
:perola, marfim, ijs-^o e vellado, tudo que ha de
com.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
Durante o espayo
DE
4 0 AJIJIOS.
DE
RBISTOL

Jnaet
rfim,
de madre-
perola,'marfim, osso e dourados por barato preco
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
.urovita, nao so em extractos, como em oleos e
anhas dos melhores odores, dos mais afamadot
'Dfto iriglez, a 45500,'59; 69 e 79000'8 tebricantes, Loubin,' Piver, SoCiedade Hygienica.
pera. 'Cottdray, Gosnel e'RImel ; sao indispensavers par^
1 afesta.
seuhora, por commode
"D0T1NAS A 49600.
Vende-se botinas parasenlWjra'emetilnos,
a 49600, 4Jras'do'nfiar,a 29600.
Sflpatos-'de'tapetey a 195(60.
Ditos4 delrane^i; a 19800 e 2966(K.
---------- --
afesta.
Saias bordadas pnra
preco.
Sapatinhos de 11 e de setim bordados .para bap:
tisados.
Tapetes. Reeebeo a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo. para eatrada de saias.
' 'Vestbnentas para, baptisado 0 que ha de melhoi
go?to e os mais modernosi receben a Predilecta
vMde jpor barato preco, < para near aoaleance
qualquer bolsa.
Rua do Cabug-a n. 1
1%. C. Boyle.
Tem para ve i c
Cognac, de Hennessy, superior e verdadelrc
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura,
Whisky.
Cha 'preto em lattas de 10 libras.
Todas as ;prparacoes rhimicas do Dr. Aver
vroazem da rua do Commercio n 38.
CURA OS CASOS MAIS DESESPEI1ADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pur-
fica a massa do sangue, expel te para for*
todas as materias e fezes viciosas e impuras
regula todas as secrec,6es, dd vitalidde
energia a todos os orgios i gor ao systema afim de prnler melbor rtsis
lir a todos os ataques da onfr-ri!ii.:,*de. I
pois este um remedio connlitncioiml. E1U
riunca distroe afim de podor cur^r ; p constantemente a.tsiste a natwresn. PiirU.jit<-
em todas as doengas cotuHtuciom'ti c '-m to-
das as molestias loraes deptmtkvln fum '-
ladovicioso e imperfeilo dtttn
ral, achar-se-ha que a Sai
Bristol e um remedio segm >
mo, possuindo inestimaveis > i
vrtudes.
As curas milagrosas de
llscrofulnsr.
t'leemis,
Glingusuuti^H.v.
KNI-KUMIDADKS SYl'Uli.l\n r
FKYSIPELAS,
IU1K1.MATISMO.
MTRALCIAS,
ESC.OKIUTO,
ETC., ETC, ETC.,
que torn grangeado e dado o alto n .10..
Salsaparrilha de-Bristol
por todas as paries do mrinui. sAo t,-
mente d(.-vitl> ,-i
UMCA LF.GU1MA f. MWUHfti
Salsajjarritha 4e BrwtsH
.na ph.u-.uaoia cr.?.".,!
mmu vomwm
\\ \
Vi'nde .-
para u car
53.
Imdis deminos de vapeiUw fnili&xfe
val : na i:.a d I* ; '1 1
rhfariz.
Linrlo
or pre;.' b.-into nm rico : itru
i,ropim para jardlm, >> qoal m
V-nt.e-fi
de marmore
armado na iflcina de marmo.-." .1.1
in Jo Jmper.idor pr.-a oprm 1
trntar na rua arm de Santo Aiitnoio.
IT.

fT
life de qimdrofi
\VMla rs
A Bo.>a llranca voude liuJas !."..; :. ., :. .-a-,
pnra U e g st.is muito chisms, i!"i -1 : u>'
com penhnr r> mai d.i -o !>. r 1 ni cam ; aprr-v--.
tem a omriSo : na rnn da lm; eratrii n. W
O Extracto tomposto ae
33
CoDslrurlur c iilinador k jiianos
llua do Imperador
33
Menino. olha.
liC-iifo a s'els viutens
E' muito feio'limpar 0 nariz ua maoga da ja
I queta, como muitos costumam fazer, tendo len^os
de cassa finos com barriuha a 120 rs. cada um :
, na luja da. Rosa Branca, rua da Imperatriz n. 56,
de Azevedo 6c C
ravel.
Voharette.
Para qneur si ffrc das pwnas.
_A JJova Esperanca, a rua Dujub de Caxias n.
63, acaba de receber as procuradas meias de bor-
racha paTa quern seffre das penm.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias -o.1
Percalinas de,quadr6s, pretos e brancos, Iistras, 63, acaba de receber um Undo e compkto sorti-
. Bx-afluador ,das antigas e afamadaa casas ravel, & Uerz, e antigo dy-edtor das offlci-
; nas da casa Alphonse. Blonde].
Tem a honra de declarar a& respeitavel; pnbKco desta oidade, que tem aberto sua easa 4e
concertos e alioacoes de pianos, .qualquer quetJ2j q estadotdarntrmeito.
A meima.ca.8a aeaba de reepber flm^*a4e sortimento de pianos. dos mejnoresi fabricanies
,de Paris, como Emxd P'eyel,. Henri..Berz e 4*phohse Blondel) todos os pianos sahidos da easa
Dhibaut sao garantidos.
Zompra-e e reeebe-se em troea os 'pianos usados.
COr, proprios para vestidos,
i-tc., etc.
Brins de linho de
com barra. e Iistras.
Ricos cortes d"e vestido de Iinno, com iufeites da
mesma cor, ultima moda.
Ditos de cambraia de odres.
Kustao de jindas cores.
Saias,bordadas.,parA seflhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al-
godao.
Sortimento de iuvas da verdadeira fabrica de
Jouvin, para Jaemeas e isevheras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptizado.
Clmpeos park dito.
Toalhas e gnardanapos adamasca^os de linbcde
cor. para mesa.
Colchas de li.
Cortrbados bardados.
Granae'sortimedto -de camisas de Wiho, tizas e
henrtadas, para: liomeos.
iMaias de caras. para.bomena, meaiavs e meni-
jiaa
Ditas iescoeezas.
Completo sortimento de chapeos de sol para hd-
me8,e.aahorBs.
tirine de.cores para vestidfs.
to AMto, Jrantado e dito de y.er^o.
paffiaae de nhho e algodJb para toalbaa.
AtoaHiiWo pa'do.
Damaseo de la.
Brins de Mnho, branco de cores e preto.
i8etjm.de,lindas eoros eorodiitras.
Chales de mej-io* de cores epretos.
Ditos de casen^ura.
Dftos -u> seda preta e de dorec.
Ditos de touquim.
Camisas de ebita para hraen.
Ditas de flaaMila.
.CexetrUfcde'finho.e algodao.
Panniog de croebefp'ai^ sofa, cidelras e cons>
Lencafc(i*|da8fide'ted)yrtntho.
Colchaa de erochet. ;.
Tarlatana de todas as cores.
Ricos cortes Ae vestidos de tarlatana bordados
' para fortes.
Espartilhos lisos, bordados.
/ Poulard de seda, li'ddae eoVes.
Hetas de seda para .'enhoraa e meninas.
Rieas faehas de seda a" la para senhoras.
Rico sortimento de leOUes de madreperolas 1
[ OSSO. S
Damaseo de seda.
Rico* chapeos chapelinas para senb..rag, nlti
ma moda.
Casemira preta e de cores.
mento foe flores artificiaes das melhores que tem
vmdo ao mere ado
' A ellas antes qua se acalicm.
Gosturaes para crian^a.
A Tfova Esperanca, a ma Duque de1 Caxias n.
'68, acabade receber bomlos costumes^para orianea
e esta se vandendo por pregos razpa-yeis.
Dngt.
63, retebcu um'peqneno sorlimento- de anneis e
pulseiras electricas, propriaipara quern soffre dos
nervos.
^Liquida^ao de domin6s.
Na loja'do PatfSo vende-se tima pcrf^Sj de dban'nds por precos muito bara-
tos, por se desejar acabar. Tendo de me-
tim a 3?0(X, ditos-do lazinha de 5i?000 a
6C00.0, ditos de velbutirja aTSOOO efl060;
ped'e^fie dizer que este era 0; preco" poiKjue se
alugavam. E' pecbkicba.
Xjiaraava;!
Amarsl, Kaiuco k C. fendem lantijoulas ide
dWers^s fprraafos, prateadas e doUradas, fabellei-
r"a* Afi cabellos 'brancos, ca'^as ae meta de algrjqao
ede'seda. brancas e cfe cores, camisas 'de *neia
iistradas e brancas, capacetes de massa, voltk* de
perplas M^. fctfncps. mqmiim para' ,Chici|ri,
irapjas bwteadas de mintas larguras, eto., etC;,, p
com^ieio sortimento de mascaras : no'Bazar V*>
tori?. rua do Barlo da Victoria n. 1
Mascaras
Amanal.Nabuco & C. vendem ma?caras de pa-
pelao, brancas e pretas, para homens, mulheres e
meninos, de setim, de arame, de^era para homem,
mofas e velhoa, typo inteirameate engra^ado : no
Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. 2.
Vende-se uma carroca e um boi, estando
sste baslante descancad,-); no armazem do sal, da
rua da Conceicao, da Boa-Vista:* a tratar com
Francisco Meira.
m
4itwJe pcehiarba a
covado.
e de mais gosto j que
0 Chapeos. de sol p^ra senj^oras
A Rosa Branca acaba de receber cbapeoi de icA
de seda pira senhoras ou menjnas, edm lindos ea-
r|Ja3a II, padrSes novos,
I. vindo ao ruercado, so aa rua do Oueiooado
,43, loja de Guerra &Fsruandeepelb aB 5^'*' e ^P**_ U nao
f julguem quepor.uer fearato sao:rdinarios,(porque
preco de 200 rs. 0 covado
Cheguem freguezes que s<
se acaba
Farinha de ararata
Vende-se superior farinha de araruta,'-t*ntO'm
jorcSeecomo aretalho, por preco que ladtaira,
risto sua quaMdjide ; .d^ositos^no&flegBvo^es luf
jares: rua do Vigario h. 26, rua do .Amorim 0-
58, e travessa da rua das Cruzes u. 4, '4 50o 'ibra a retalho.______
ymmm :
:uma casa na villa.de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por prec/i mhdrco : a'^ata/'com'Tassc
'rmaos 4 C
GKAiNDE
MMi
Em
iGrobdetiapie preto
'8endo lisos e de >Milao, e o mais largo que
vem ao metoado, e .qne se veude pelos diminutos
precos de 2il00, 2$S'G0, 3*200 c 3*500.
SO' NA RCA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRES PORTaS DE
Guilherme & C.
Junto g^ajgjg da esquiiia
, sao'-cbapebs q"un sempiv se:venderam a 7# e 8*
proveitem a peehmcha : na rua da iniperatriz I
'W^W*-*C'. del^u
Grande pechincha.
"Ms avaiiadas.
. A #osa. Bcanm a^abadfi coxnnrar, em Jeilao uma
^PPTS?.4e,, vendepelo bar tlssimo pWtft de 24 rs. a oof ado,
"graade-penhineha, tprovaitem : na'ruadalm-
rperatrw n, 56,.teja da Rta Brwaca,;,de, Azevedo
^.Cpnipanhia.
L0s teriaiems
Tinhos de Bou,rg(^gne
das Bafcjs
Cbambertin
Pommard
'Vinits
V4mj
W*nne
f-MontbeJie
Dito1 Bordeaux-ere quartollas.
YcE^e-se p0r barato prep
para- vcftWgAO i?E -qoHTAS
Rua Larja do Rosnrio 94.
Rntica.
"~; 1.
a

III
OiiT
III
IPO.
10 Rua do Crespo10
BAPIJSTAS de lindas cures molhadas de agua
qhuva a'280 reis 0 covado.
BAPTISTAS de listas e palmas perfeitas a 400
e COO reis 0 eovado.
iGROSDENAPLE preto superior com uma jarda
dd largura a 31 0 covado.
GROSDErtAPLE preto muito bom a 1*800, 24
e '3* oovado.
,iVBSrRJARlOS;,de fiistao,,cambraia, e 15,para
meainvs a 4#, QfeTSo pi?vado.
Paris que ^e^ayias n.'S9
;aba.,den receber
AmaralHabueo-4 C. vendem bandejas de me-
tal e charao de differuates raodelo* e fcimanhos :
, aaiBwar victoria, rua do Barao .da Victoria n. 2
sipftirflenro de iaiialol estrabgelros' par;
sBBra;'vmdb'di*e eMs m lindo srt|raeW'd
elegantes hi^uitos,j^apatinhos e Iwtinar 'para
, reriaBftt-S:qe ^do,jfWd^or.Drefio*:ra(iaveiSi^
iilWM
i
1
Gorgurao preto para vesti-
dos, de 6$ por '3#500.
A Rosa Branca comprou em leilao, algnmas pe-
cas desu superior /azenda. o e's ; venderido por
raetado do seu vtelc'r, e largo, -quern Jrecisar apro-
veite : na rua .da Imperatriz n; 86 loja de Azeve-
do & C.
ii?'
Nao ha mais cabellos
iraneos.
Si e unjeaapprpvada pela's acaoV-mias de
spiencias.'.recopbecida superier a toda qae
fi&tpparecido at^hoje. Deposito princi-
H* fua'd^'Cafleia "do Recife, boje Mar-
'jf_ "![ c Z TSk quex de bliftdf,, n. 51, t. >ndar, e em
fans 11 tlJ^m^S tjE^a,^U-,todas *!&*> casas de r>dJellei-
;mh de^Oasfes n. '59
primeiro j(nar,' 'ajiaba de'relieber boMhas dealu
pharntasia, 'pro>rias'jiarhi os eMstosos tiajonat
carnaval: a quaptidade e fequeaaj-a que se acabem.
Alpaca preta
com fl6res de cores, padrSes o mais modemoi
no mercado, a $00 reis oicovado. 86 e pecBia-
eha ; aaO-Se amostras : na rua do Queimado n.
43, defroaie da j>racipha da Indefendencia.
l^acbeco 4 Azevedo tem para vender ta
piooa de araruta, qualidade especial, em sau ar-
mazem, na rua 4 Duque de Caxias n. 39.
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PURIFICADOR DO SANGUE
Para curar mat motettiat gve provcm '. i. ... < ,.
pureta do Saniptt, t da Bierofulm.
'molestias cutaneas, callos. MANCHAS
irrupcOes, etc.
Rbeumatlsmo Qotta, DArea e
Affeccoes doe Qua on. Mai dos Ol-
bos, Debllidade ou fraqueza greral.
Dyapepal*, Inoommodo do Fig-ado, i
Uma fUtav geral Ao BMide uma'
disposlcao tactl eo Boffrtmento, -in* /altar .
rariot mitrot imccmmtuXm, alftmu pfutnot, outr-,-
eio oa resoltAdot e RMMMMH quo mai.*. tar^.> mm R
redo oocorrem.
AB MOLBSTLLS *4 qua padeae o txo/**<<- ur
bem, quasi tempre sio deridu & manna run.
Q ojiico trataroento efflcaz a oi.idS
manetra se^-nra de readq uirli a t*aad.*
de reatakalecer o corpo, ue-Jian- a
mprego fiel a oonatanta da ur. fmri-
flcador Alterant* conn a
SALSAPAfiRILHA AYER.
sclencia.ncdicaa|>ietiiu MM ne>
dlo ao povo como o m.-ll. .- a < laal*
Foguro que eUa conbee pan Cm
deeejado.
Jltm da rait da SaltaparrUha tUm e eampotta dai i
eipaes lubftanc ia* mtdicimaa trado term at melhTti qc jbmece n uatunsa fax a
art?.ton detcobetdo para extinar do tai-juc e estot vicit/t c corrtipeftet q*t taoagerwumtet
H51TO.
PARA 0
AL
Odilon Duarte & Irmao
Rua da Imperatriz n. 82
Tem promptos, a dispesiclo dos amantes do Car-
naval, 1,300 barbas a escolher, pelo baratissimo
Ere?Q de 3# cada nma, c grande numero de ca-
elleiras de todas as form as e cores, a 8f, 10.1,
12* e 15a cada uma.
estot vicidt e corrupctiei gut too a germen de tanla moieitia.
Lago que a SAXiAPaJUULBA Am bain penwradu 11
fWema, come^a.tiUoaobra de raataoeloaiiaaclo.
, J^fto 6. i^'niu ruoiaauto ueaa um um dia
que a molestia desapparece.
Pouco a pouco, degrao aobre degrao, .
.c saoflne vas readqu>rindo nut pores
mal.vae cadendo e a aaude, o vigor a
robustes, apparecem!
Medloos da atta repuUfao ooneordam
>vo v&Jor e oiUidaae d'ana inaatimavel remedio.
Todos 09 dias apparecem nova, proras da anal virtud--*.
Todos os dlas aupnenta o corwumo.
O povo todo, intelligente e obaenrador y n'alla un. an
adedignojda ^nar-ae, da* euaa priadivae-. d.wncaa e da
reetaurariua^aude a ppr consegulute tornar mak alecra
ma exiirtencr. e mab> duradoura a ana rida.
V r Esptclflco contra grande parte ehranlemt, Bheumatt*mo, molettiat tmtamemi.mtr ,
qutit&o eautadas pela, /n/rajdo txnena, aa amUfa an her.
dado.
99,
^M^-
M .* Vim
. A aialor ).
chrotdcaa, a
qua aoffra r ;
a^um eatad' '- *; .^n.^id.,
da t auguo.
Logo que J-, -Jtm,
nao eativc
achar oarre^ado oom a ioleoolo da .. ..... (i u.* ja aV> '
ausoa paasadoa), a molatUa ha de .
outia forma c apreaentaodo different. a.
PXEPAKADO PO
Dr. J. C. AYER C*-
Ksliiiion TJxai<
VItimiwt motto *
' **M-^. j



..}
I HH*B.




1
m

8
_
Diario de Pernambu66 ^* Domingo 15 de Pevereiro de 1614
\
JDRISPRDDEHCIl.
Relatorlo
A RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECUAL BAZAINE
EX-COMMANDANTE EM CHBFE DO EXERCITO
DO RUE.NO.
AUDIENCIA DE 7 DS SOVEMBRO
(Continuagdo)
Deste novo depoimento resulta que o co-
ronel Turnier, couQando um despacho a"
testemunha, em 27 do agosto, lie disse que
era urgente que ello chcgasse o tuais breve
possivel ate ao marechal de Mac Mabon ;
que Lallemant partio im nediatameute, o
qual chegou a 28 a" noito a Sedan, e que
na manhi de 29 se dirigio a" cidadella, on-
de entregou o seu despacho ao general com-
mandante da praga, na confonnidade das
instrueoes que tinha recebido, e que erain
assim concebidas : Entregar aquollc des-
pacho ao primeiro geueral francez que en-
contrasse.
P.Sabieis qual era o conteii lo do des-
pacho, de que estaveis cucarregado ?
R.Nio, Sr. presidente; mas passo af-
firmar que continha noticias da grande im-
portancia, por isso que provocou eutre os
-officiaes a quem o entreguei uma verJadei
emogio.
Ouviram-se depois muitas outras tostemu-
nhas, entre as quses o abbade Boetmau, e o
antigo procurator imperial em Bocrey, cujos
depoimentos confirmam os do Sr. Lalle.
man'.
0 Sr. Melcbiou d'Arc, que teve o cuida
dado de declarar que e tenento-coronsl
desde o inez de abril de 185'*, prestou hu-
menagem a coragem, intelligencia, e ao pa-
triotismo do Sr. Hulme, industrial do dis-
trico de Sedan, que se achava com elle no
pateo da cidadella de Sedan na occasiio
cm que o Sr, Lallemant se apresentou e en-
tregou o seu despacho, cuja importancia
era tal que devia suspender a maruha do
exercito do marechal Mac-Mabon, c evitar
uh grande desaslre.
0 general de Bearmann, commandant:
suparior da praca de Sedan, comprovou a
identidade do Sr. Lallemant, e do despacho
que ILj foi confiado pelo Sr. Huime. que
elle se tinba encarregado de levar, a Beau-
court, ao marechal Mac-Mahon.
A testemunha concluio asstm o seu de-
poimento : Vi partir o Sr. Hulme, e
estou convencido que elle cumprio a sua
missao como am verdadeiro patrrota.
P.Lembravvos dos termos do despa-
cho?
R.Conheco os^termos, mas como disse
no summario, dizia que nao havia impos-
sibilidade em atravessar o circulo de iu-
vestida.
P.Pensais que vinha de Metz, e que
era do marechal Bazaine.
R.Sim ; n5o estiva comtudo assig-
nado.
0 general Pourcet.NSo comecava por
estas palavras: Para ser eutregue ao
exercito francez 1
R.Nao me lembro exactamente desses
termos.
Em seguida fez se a leitura do depoimento
do general de Beurmann, hoje falleciio.
Este depoimcnlQ.uio coufiruia em nada o
precedente. ...
0 abbade Boi'.mann contou a sua saruda
deMetz duraute o bloqueio. JAtravessou
as linhas prussianas gcacas ao caracter de
que estava revestido. sintrou em franca
pelo Luxemburgo, portador de carlas, en-
tre outras uma dirigida a mareohala Ba-
' Mr. Lachaud.X&o tinham essas cartas
sido entreguo com a condigao de que nao
fallariam de acontecimentos pohtioos T
R.Sim, e nunca occultei aquellas car-
0 Sr. Dare, tenente-coronel.No mez
de agosto de 1870, a 29 quando o Sr. Lal-
lemant se apresentou, esiava ou na cida-
della de Sedan com o Sr. Uulme ; este ul-
timo, cuja intelligencia. dedicacao e active
dade nos fui de um granle auxiho. 0
despacho irazido pelo Sr. Leltemant era
muito importante. Tranqunhsava-nos a
respeito da sorte dos nossos exercitos. por controu o Sr. Hulme, e ouvio da sua pro-
isso que nos trazta noticias do marechal Ba- pria bocca uma declaracao igual; que lhe
ziine, e uos ailirmava que tinha atravessa- forneceu um cavallo para ir a Ran-.ourt.
do o circulo de investida. Aquelle despa- Madame Vergin vio 0 Sr. Hulme en
cbo'nao era assignado por elle, mat dimana- Raucourt a 29 de agosto, que conferenciava
va do coronet Turnier, e era trazido por com generaes.
um magistrado. Este despacho foi entre-' 0 Sr. Limoures, advogado, eonsetbeiro
gue ao Sr. Hulme para o transmittir imme- geral dos Ardennes, achava-se em Raocourt
diatamente ao ma eehal Mac-Mahon.
0 Sr. Hulme deve ter cu'mprido a sua
missao como bom patriots, e como solJado,
enbora o nao sej;.
a 29 de agosto : vio o Sr. Hulme chegar a
cavallo, c parar & porta do imporador, El-
le perguntou lhe : Que fazieis pois?
OSr. Hulme respondeu : Boas noti-
0 Sr. Ems, antigo militar ; poz se a" dis- cias. Tres quartos de hora dopois, vio
posicao do general Beurmann, junto do tambem o Sr. Hulme entrar em casa do ma-
qoal dese npenhou as funccSes de official de rechal de Mac-Mahon, e por uma no?a per-
;rderianeas ; nio estava presente quando o gunta soube que se tratava de noticias do
Sr. Lallemant eutregeu a' carta ao coronel marechal Bazaine. 0 Sr. Hulme fmba che-
Turnier, mas nao jolga que um despacho de gaio em um cavallo do exercito todo pre-
semelhante importancia tivesse podido che- paradj. ( Muitas outras testemunhas u,ue
gar sem que tivesse conhecimento delle. todos conbeciam Hulme, vem tambem de-
0 Sr. Hulme.-A 29 de agosto, cheguei clarar da maneira mais formal que o viram
pelas oito horas da mar.ha d cidadella de a 29 de agosto. apeiar de um cavallo *
Sed n. Fui encarregado pelo general Beur- porta do imperador e entrar em casa do
mann de levar ao marecbal Mac-Mahon um [ marechal Mac-Mahon.)
despacho importante conteodo noticias do Eeta coucordancia entre tautos depoimen-
marechal Bazaine Fiz preparar os meus ^ que coalra(iizem o do marechal Mac-
cavallos, e parti depois de ter consagrado Man0I,t parece impressionar vivamente o
alguns instantes aos meus negocios, para me aU(]itorao. Diversas perguntas muito minu-
junur ao marechal Mac-Mahon, queeusabia CJ0S(JS gobre ^ babitos de Hulme, e sobre
estar entre Raucourt eMouzon. fcm Mouzon fl nora ja sua cheg*da a Rancour! e da
u um cavallo, em piesenca do meu despacho. nhas )o presidente e pelo commissarie do
Dirigi me sobre Raucourt, e atravesset Boreril0. mas todas respondem com preci-
linhas francezas, mnstrando o meu despa- j ^ e sem a men0r besitacao. S6-ima
cho ; aochegr a Antrecoirt, vi n'um bos-.^^g tep visto oSr n|me ff so, em Mou-
jue alguns cavalleiros, que eram, creio eu.'^jj^ conVersando com o marecbal Mac-Ma
cajadores prussianos.
Em Dancourt. fui introluzido junto do
imperador e do marecbal Mac-Mabon, a
qufltn entreguei o meu despeeho. Nao
pareceu muito preoccupado. Pedio-me
comtudo inf imagoes topographical do paiz.
Propuz-lhe ir procurar pessoa mais apta do
que eu para lhe fornecer as explicates que
pedia. Elle connsetio nisso. Fui' depois
chamado & resdencia do imperador, oqual
me fez de novo perguntas.
P.Foi a 29 que uavieis feito entreg*
do vosso despaeho ao marechal de Mac-
Mahon ?
R.Sim, senbor presidente.
P.Estais bem certo de que era o> mare-
chaL Gonheeieis lo ?
R.Sim, senhor presidente, alem disso
torner a voltar no dia seguhrte.
P.Sabieis qual eraoconteudo o>ydes-
pacho ?
R.Sim, dizia elle-. Estamos eerca-
dos, e nao esperaraos passer.
Mr. Lochaud.Quer o Sr. Hulme di>r-
nos a que boras vio o marechal Mae-Ma-
hon?
R.Vi-o duas vezes. A primeira entre
a uma e 6s duas horas, por isso que entrou
de volta cm Mouzoa &s quatro horas-. A
ultima vez que vi o Sr. Sagaste, estava a
sau lado, e eiureguei-lhe uu carta
A pedido da-defeza, opresidente ordenou
que se fizesse a leitura da >parte do depoi-
mento escripto do mareebal de Mac-Mahon
relative ao despacho Habne.
0 marechal Mac-Mnhoe deelarou perante
o general relator que nio se lembrava de
ter recebido em Raucourt um despacho
daquella importancia, nem de ter visto a
testemunha Hulme, e accrescentou qpe se
tivesse recebido aquelte despacho, elle te-
ria chamado a sua atteacao.
0 Sr. Hulme, iaterrogado pelo general
relator, deelarou, depois da leitura da res-
posta do marechal Mac-Mahon. que persis-
tia nas suas declaracOes.
0 Sr. Alberto Brun, sub perfeito de Se-
dan.A testemunha ouvio da propria bocc*'
do Sr. Hulme, em epoca que ainda nao es-
tava instaurado o summario, a nerraQao da
missao cumprida em 29 de agosto de 1S70-.
Essa narragao confirma tudo quanto o Sr.
Hulme disse perante o conselho.
Seguem as testemunhas confif mativas.
0 Sr. Jonssaume, disse que tinha visto
o Sr. Hulme a 29 de agosto, e que lhe ou-
vio dizer : a Levo um despacho impor-
tante.
0 comtnandante ISegroni, que a 27 de
agosto estando n'um reconhecimento. en-
hwn.
Chamado e Sr. Birfme, dedarou que
ertr exacto.
p-.V'saveis a barba como tendes actual-
mente.
R.Sim, senbor presidbnte. Depois
usei-a-toda, mas esta'manhJ eortei-a, para a
restabetecer tal qua! a tinha na epoca de
que se trata.
O Sr. de Chabaw'j-Ea.tour.E a 3*> em
Mouson, tiobeis cbamado- marecbal,
que havieis tido a hoara de v^r ua es-
pera?
R.Nio julguei qoe isso fosse util,
por isso qua fdra elle qpe me mandou cha-
mar.
PIQuanto fostes confrontado com o
nuirechal no summario, b*o usaveie a barba
como hoje t
R.Naor senbor presflente
ordem, com a condi^So de deixar a sua po-
sicAo passiva e obrar com vigor em torno
da praca. 0 que eu posso affirmar ao oon-
selho, e que nem a 26 nem a 30 de agosto
tive conhecimento das relacdes que podem
ter existido entre o marechal Bazaine e o
marechal Mac-Mahon ; sem o que teria
emittido a opiniao de uma marcba para a
frente desde logo.
P.Da obra do marechal Bazaine re-
sult! que v6s, a 26, havieis dito que o esta-
do dos fortes e do armimento da pra^a n8o
poiia permittir que a cidade de Metz, ab.in-
donada s6 As suas forgas, podesse resistir
por alguns dias a um ataque d) ini -
migo ?
R.Protesto energicamente contra essa
allegaQao ; nio emitti essa opiniao, nem po-
dia emitli la, porque teria fallado oontra as
minbas ide*as.
p.Fostes, pois, cmvocado a 26 pelo
marechal Bazaine pua uma reuuiSo de
chef' de corpos, e de chefes de servico.
Sabieis qual era o caracter dessa reu
niao?
REsse caracter fot-nos immediatamen-
te "indieado pelo mareuhal Bizaine. Redi
gio se uma acta, ma? mnito tarde, e nao ad
naitto irsnbum caracter de authenticida'de a
essa acta.
P.Nao se tratou de despachos que o
mareebal Bazaine- tivesse recebido do mare-
cbal M'.c-Mahon, nem duquelle pelo qual,
na data de i% elle p6dia ter dado cenbeci-
mente ao imperador da situa8o dus- exer-
citos afletnaes, em frente de >fetz ?
R.Nao se tratou disso.
P. I*ao fallou o marechal da mis>a-3-do
comma iidante Magoan ?
R-.Nio poderei affirmar nads>a ess; res-
peito.
P.I'aBou o nwrechal da carta do ge'
neral Soleilie sobre as in undoes, earta tran-
quillisador* de que haveis-dito ter {jouheci-
mento ?
R\Peco-vos perdSo, nunca tive conhe-
cimento dessi carta, e nao se fallou della na
reuniao de 28 de agosto; ContenUram se
de ou^ir as ex^licaQoes verfeses do general
Soleilie.
P.Nao visteso general Soleilie co dia
26?
R.Sim, senbor presidente.
P,S nao vos ocoupastes^la grande qjies-
tSo das raunicoes-?
R.Sim, mas ^vagamente. 0 general
Depois d..:Uim-. #, ^o M iLSStSS: "STdT^m.^;:
suspense por vtnte inniutos.
& general Goffini&res.k 85> Hagosto,
reoebi a noffieacao do rae^ue de-H ^j,,1^^ ^3^^ ewfornnS*
cellas.
Mr. Lachaud lembrou i':.est9muuhaque
dia-effectuar-se- na manh&< seguinte. Nao
tinha a menor inquietage pela praoe de
Metz, a qual iieava armnda-e provida. To-
davia, perguna*a a mina-mesmo com que
fim o exercitoia desviar-s do forte deSaint-
Jalien. PeU- minha parte, estava persua-
dnio que o exercito de Chalons nadevia
tec outro objectivo senao Paris. Qaanto ao
exercito do Rbeno, entendia que depots de
tec sido forcado a deixar a> Alsacia, nio de-
via- abandonee a Lorena smib dar batolha.
A. praca de Metz foi edificad* com a idea de
oceupar uma grande posic.ao, no oas> de
iuvasao.
O exercito-estava-alii muito bem eoltoca-
do para incemmodar o initnigo e cottar-lhe
a sua linha da operates. Dirigi-me a casa
do mirechal para lhe apresentar as minbas
ebserva^oes. Mas- nio ousei oppo* & mi-
nha humilde -opioiio A resolucdo que eUe ti-
nha tornado, Abri-me porecu com o ge-
neral Solotlle, que estava do meu- pare-
cer.
0. general apresentou as nossas- bbserva-
(6es ao marechal. Nessa conferencia, nao
se tratou de despachos, nem dos que o ma-
rechal podia ter expedido, nem dos que
poderia ter recebido do exercito- de Cha-
lons.
No dia seguinte, 26, recebi ordem para
me achar ao meio dia no forte de Saint-Ju-
lien. Houve alii reuniao dos officiaes gene-
raes, e houve consclho em uma. herdade, a
her Jade de Grimont. Fui o ultimo que dot]
a minha opiniao. Essa. opiniao.9ra confor-
me- A da maioria ; o. exercito devia perma-
necer debaixo dos muros. de Metx ate" novaj
FOLHETIM.
LUCHSCIA SQUIA
IIOI0R1AS DE mm
POR
Eis aqui co no suc;edeu a mortedo papa
Alexandre VI.
Cesar Borgia propozera-se herdar as ira-
mensas riquezas do cardeal Gaetano, do
mesmo modo que havia herdado as de raui-
tos outros ; mas para isso era necessario
ue o card al morresse, como os outros
entre o marechal eogeneral' Soleilie que
por conseqpencia o general Coffini^res aV>
poiia ignorar o-sott conteiidn. Diz-se *-
q>ella not, de qua se fez leitura, q'se-a
pFsa do Metz, incompletamente armada,
nao estava emesta&ede resistir aoataque-de
uminimigo emprehendedor.
Qmaretftal B9tum. A cottferencia de
2 de agost >, em Saint-Avoid, conferenci* a"
qual assisuo o g meral CotBn'wres, assim
cojoo o general SoWitbi, nao teve lugar por
ordem do iaaperadort
H.E' verdade.
Atcusado*Esta ooBferencia.v&>i o panto
de-partida de todas as-ostras.
Eez-so leitura do depoimento'-do general
Sofeille. Atestemaoba conlmnou o depokr
mento precedente. 0* general Soleilie e-o
autr de um relatorio escriptoa 2i de agv>S'
to no qual diz : &!exorci:o esta comple-
ta*aente provido de-novo e oautor das
observa^oes-apresentadas. A couforencia d
Grimont a 26, dia: 0 exerciio nao tern
monic^ies senao para uma batalba.
O'conselbo ouvio -ainda ocorouel Vasse-
SaintOaen.e o commandaute-Sars, osquaes
foram convrdalos a explicar a contradi^ao
qne existe entre a earta de 2-i de agosto e
as declara$5es de 2S.
As testetnunhas nio podem fornecer es-
clarecimentos exactos; todavia o coronel
Vasse Saint Ouen mostra que nos relatorios
formulados com. a. data de 26, se nao teve
emcontasenio os tiros de- canhio de 8 e
de 12, isto-e*, da artilheria normal.
0 prtsidente fez notar que naquella data
o exercito dispunha de 14,030 tiros de ca-
nhao, isto 6, o cousumo de tres bata-
Ihas. .
A sessSo foi levantada as cinco horas da
tarde, sendo adiada para o dia seguinte ao
meio dii.
AUDIENCIA DE 8 DE NOVEMBRO.
0 conselho abrio a sua sessio ao meio
Presidente. Chamai o marechal Canro
bert.
0 marechal Canrobert, expoz 0 m0*i-
mento de 20 de agosto, e deu conta da dis-
cussao que tinha tido lugar na conferencia
d Grimont. Nessa conferencia. disse elle,
uao se tratou do exercito do marechal de
Mac Mahon. Na minha opiniao, ease
exsreito nao existia. 0 marechal conti-
nuou :
Li ha alguns dias o depoimento de urn
coronel, o coronel Lewal, que foi meu aju-
dantedecampona Italia ; o Sr. Lewale um
official de immenso morito : em Metz vi-
nha ver- me algumas vezes
Um dia em qu& couversavamos da nossa
-tentativa da sahida de 30, e em que eu la
mentava o nosso insaccesso, disse me o Sr.
Lewal: a A desgraja e" muito mais grav-
do ^ue supporxles, meu marecha*. Quando
se decidio o primeiro movimenfo d> ^6, o
marechal Bazaiae estava- de posse de uia
despacho que lhe annunciava a mar
cha do-exercito do marechal de Mac-Ma
hon.
Nao permittia que o coronel Lewat pro
seguisse, porque nao queria1 admittir que,
se o general em ch-^fe tivesse recebido e des-
pacho de qne me fallava, entendesse, quan-
do consultava o saus lugares tenentes, pas-
sw em silencio um decumento-de tinta im
portancia.
Mais bade, na Allemanha, encontraniO'
mar con o marechal Bazaine, disso-lhe:
Sr. mirecbal, couservo alguma cousa no
coragao que nioquero occultar por mai*
tempo. Diz-se e era um boato no-exercito
do-Rbeno, que no dia em que nos havieis-
reuuido na hei lade de G^mout, tioheis em-
vosso poder u u despacho que vos- annun-
ciava a marcba- do marecbal Mac-Ma-
hout
0 marechal Bazaine respftndeu-rne com
grande sinceridade que isso era completa-
inenee falso, que uao tinha tido cooheci-
meiito da marcba do exercito de Gbalons
senao no dia 29 dfc agosto. Naoduvidei por
um s&'inst.nte de-sinceridide dassaaspa-
lavrae*
O mwMjhal Canrobert proseguio .to seu
depoimento, fazer.do a narrac^o da btalha
de Longway. Nunca, disse elle com gran-
de energia, o inircigo tomou ao exercito de
Metz Bern um canhio, nem uma bandeira,
combatendo ; encontrou mais tarde todos
e-ses trophdos quando lhe foram ontregoes ;
mas nAo os deveu ao p^der das suas ar-
mas.
P.Dissestes que desde 19 estaveis oc-
cupado em. vos recoustitoir. Nao tivestes
coaheeimento da ordem de 23 ou 25de
agosto para a- reduc$ao das bagagens,
e organisa^ao de campo-de cavatla-
ria?
R.SWn. Era. o general Dasvoaux
que coramandava esse campo de cavaMa-
ria.
P.Pensais que teria sido possivat es-
tar cotapletamente reconstituido no dia
26?
R.Tinhamossofifrido extraordinanamen-
te; 6 muito difficil responder.
Interrogado sobre o estado das munitfies
a 26, o marechal Canrobert respondeu :
Tinbamos c msumido muitas-munic5e& a 16
e a 18-i mas se tivessemos sabido que o
marshal de Mae-Mahon vbha ao nesso en-
contro, nio teriamos mesmo eahulado o que
nos restava, e toFiamos feito tudo para mar-
char ao seu eneontro, custasse o que cus-
tasse.
Pi0 comraanianto em c'aofe nio vos
tcz pois nenhuma allusao ao exercito de
Chalons, e nenbum de vife julgou dever fal-
larvlhe a i-espeito delle t
R.Nao, senhor presidente.
~Jp._Havieis fallado de umaGonversa^ao
tivestes tido com o
coronel Le-
Ocorooei
que
wal.
R.Sim, senhor presidente.
Lewal .6" um homem muito lerio, mai por
outro lado o.comm mdante em chefe amr-
mou-me que o que me tinha dito o Sr. Le-
wal nio era exacto.
P.Em summa, que questOes foram dis-
co tidas ou expostas na conferencia de Gri-
mont?
R. -Fui especialmente preoccupado com
as informa^Oes foroecidas pelo general So-
leilie, a respeito do estado das munic,6es, e
relativamente ao armameoto da prace de
Metz.
P. Nio tivestes recebido ordcus do ma-
rechal Bazaine, na noite de 31, quando dei-
xou o campo de batalha ?
R.Nao recebi iustroses escriptas,
mas sim verbaee. 0 marecbal deu-me or-
dem conQdencial para observar o ini mi
go e encamiubar-me para aldeia de
Vail V
Ogeneral GuyoL -membro do couselho.
Q mao tempo expfcea a ordem dada para
a rctirada dastropasT
O gmvral Canrobert.-0 temporal nio
era an obstaculo.absoluto, mas era um grave
iuconvenieote. 0 temporal era horrivel, e
a direecao do vento dava uma vanwgem
real aos- prussianos.
Em res-imo, nesta audiencii debateram-
se as questoes relativas a* defeza possivel da
praca do Metz, e ao estado dos fortes que a
cercam. Gs offieiaes que eommandavam a
p;\i,a foram unanimes em sustenlar que
ella e os fortes poiiarn resistir por muito
tempo. Aljuns-tinham necessilade de re-
parades, mas esta neglig>ncra=, que se deve
censurar nos rainistros da guerra do impe-
rio, era facil de remediar pela actividade
que se sabe desenvolver n'uina guerra, tan-
to mais que em rauitos fortes os materiaes
estavam ji reunidos nos fussos. E* isto que
resulta- da discussio.
Entre os commandantes dos- fortes de
Metz, via-se o coronel Molin, qte tinha pre-
sidido, em agosto de 1871, ao V eonseluw
de guerrama grande questio da ctnn auna.
Presdio tambem ao process raiirtar de
Rosell.
0 depoimento do coronel da artilheria
Raptche impressioaau eitraordnwriamente
o -conselho e o audrtorio. Cowmandava
forte de S. Julien. Tinha visto os prus
sianos removerem a terra para se porem
aoabrigo; tentou em vao imquiutar s tra-
balhos, disparan Jo deqvraile lado, mas os
seu canhoes, de pequen aloance, n*o po-
diam ir muito longe. _
Este official mostrou uma patrteUca de-
diea^ao quanln referio as duas surtidas, ou
antes as duas especies de sortidas de 26 e
da 31 de agosto. Dizendo que aquiHo lhe
nao tinha parecido serio, accrescentou :
depois da eapitula0 ; julgando-se que
me era agradavel deixarem me em- Metz,
para regular qualquer deUlhe da reoiitio
da pra$a. Tive occasia de ver o traba-
lhoa-ifos prussianos; eram simpfosmente
triacheiras da abrigo, que teria sido facil
atravessar.
Oicoronel estava suffeeado de lagrima*
quando pronnnciou estas palavras. 0 au-
dihjrio atter.t,' sentio como aquelle valente
official uma gioriosa cetera, e muitas vistas
sympatbicas o acompaaduram quando elle
se setirou.
Quando so-tratou da^qnestao das-provisoes
de Meiz, todo se surprehendeiaia ao ouvir
as affirmatives dos officiaes e de* gaardas
de .rtilheria, sabendo-so que o arsenal estava
pcrfeitamente provido para tudo, e ati
mesmo na occasiio da capitula.ao. Dire-
mos tambem aqui, que to Jos os comman-
dantes dos fortes declarar..m que estava.1.
providos de muni^oes, e que no aomento
do readi^Ao, havia viveres pare sete ou oito
dias.
Aos.sddados distribuiram-se viveres para,
tres dias-;. o restocabio em poder dos prus-
sianos.
D. Manoel Fernandez y Gonzalez
QUARTA PARTE
LUDOVICO ARIOSTO
(Continuasao do n. 36. )
PURAMENTE DA
EM QUE 0 AUTOR SE OCCUPA
H1STORIA.
Estamos no casiello ducal de Ferrara.
Os italianos s8o muito conservadores em
tudo quanto tem relacio com os seus mo-
* numentos. ,
Aquelle castello, situ ad i no centre da
cidade de Ferrara, que foi palacio dos gran-
des duques, conserve as suas torres, as suas
muralhas, as suas galerias, as suas janellas
"Othicas e os seus fossos cheios de agua so-
bre os quaes cahem pontes levadicas.
0 interior foi completamente modificado
hoje em dia ; porem, no tempo em que se
passa'esti historia, era puramente um des-
ses velhos palacios feudaes, como raro se
-encontram actoalmente.
Has torres do castello via se o mar e o
P6, com as suas margens verdejantes, e,
o'haiido para o interior da cidade murada,
aJ.nirava se o mais esplendido paiorama de
terras, igrejas, palacios, tudo monumental
e t'J-Io antigo
V ferrara era entio, e ainda o e hoje, uma
Mas ioias artisticas de Italia. Eutaoanima-
\a-n, com as suas festas e as suas magnifi
cencias. uma cdrte luzida e esplendida;
hoj esti abandonada ao silencio e A tris-
tinham morrido
Era isto, porem, muito difficil.
0 cardeal nio se flava em Cesar Borgia,
e um priucipe da igreja nao podia ser mor-
tal de dia, as punhaladas, nas ruas de Ro-
0 cardeal sahia muito pouco, ia rodeado
de gu irdas e esbirros, porque sabiaotor-
reno que pisava e tinha raedo ; nem havia
meio de o fazer sahir de casa.
Dentro d'elle o crime t- rnava se diffici',
e corri -se o risco de ficarem vestigios d'elle.
0 cozinheiro, os pagens e os servos mais
intimos do cardeal, oram-lne iuteiramente
fieis, por isso que recebiam uma excellente
soldada, e roubavam tao imprudentemente
o bom docardval, que de modo algum qua-
reriam perder amella mina in-ixgotavel.
Al6m d'isso, o cardeal possuia uma rao-
bilia e D3ixella de um valor incalculavel, e
dizia-se que tinha uns poucos de quar-
tos cheios de ouro.
0 cardeal Gaetano defendia-se do punhal,
fora, rodoandose de esbirros eguardas, e,
dentro de casa, fazendo com que os seus
servos tivessem interesse na sua existencia.
Nao tratava senio com frades e freiras,
de Franga em Napoles, dissera com o seu
eterno sangue frio :
Goza quanto podeies a tua nova oo
rOa, rei Luiz, porque talvez nio dure mui-
to. tempo na tua cajheca,. Desde o raomento
em que Luiz XII unio a corOa de Napoles A
sua coroa de Franca,, eomegou a mostrar-se
frio com Cesar Borgia, iudicando-lhe que
nio aboletasse a sua gente na cidade por
que era desordeira, de mAnota, eelle que-
ria evitar a todo otranse que os Gonquis-
tados nio vissem uma desgraga na sua adhe-
sao a coroa da Franca.
Cesar Borgia, que nio podia, repellir o
golpe, soffreu-o, dissimulando a ddr que
elle lhe produzio, mas comprehendeu d"on-
deesse golpe partia.
0 duque de Ferrara, exotado por Lucre-
cia, que, apezar de o nio mostrar, nio es-
3uecera a morte do seu terceira marido o
esditoso Affonso de Aragio, o duque de
Ferrara, repetimos escreveu a Luiz XII uma
carta em que lhe dizia :
a SenhorEm quanto para conquistar
o vosso reino de Napoles, vos foram neces-
sarios auxilios, nio vos disse cousa alguma,
Demvos adverti relativamente a meu cu
uhado o duque de Valentino. Viste-me
combater por vds, ao seu lado, mantendo
com elle a melhor harmonia, tratando o
sempre como a um bom irmio ; pore'm, se-
nhor, cessaram as causes que tornavam
t>recisos para vos os servicos do duque Va-
entino, que hoje tio perigoso 6 para fossa
magestade, como para mim o para minha
V ... *---* J* .11., i\ L.^nn .In
e auando os visitava, em vio pretendiam magesiaue, cuT Pa.a u Ha. .---
oteeqaii-io cu. .- ~'-I ^,mUiio teoebea do inferno rte dose
tt-J i. nalTSo nb,aom gZOSL otoL-H. r
nem
tezn.
Rt-irris o anio de 1510.
Os t-riveis Borgias bmam passado, res-
tava Uj s6 nente Lucrecia emancipada, h-
\re, transformada, adorada por Affonso de
F.'ste, seu quarto marido.
Em 1505, morrcu Alexanlre VI, enve-
axienado por sou filho Cesar Borgia.
Nao seria cousa para estranhar que aquel-
le que havia praticado todo o genero de
crimes, tivesse incorrido no parricidio sa-
crilege
Com tudo, Cesar matara involuntana-
mente seu pai, e estiveraj a pontn do mor-
nio respeita limites -, para
mataria seu
^fosr^nh&Veritando alem d'iiso, propriopai.se com a sua morte podesse
naoiosse C0U"'-Ui-'' tr.nh0 chegar a reahsacAo da sua dmsa : Am Ce-
t0o-6n2!!liS?. nueSot^es lhe entrega-'wfau nihil; Vorem vds. senhor, podeis
Os memoriats que os poDres ine" b ^ Tora.
vam^ ^eceb.a-os o^u e^ole^^mulTIo SStoha tudo a temer. Afastai-o'de v6s.
tt'rarSiir. ":>** ^j^s^s^exsr:"
fmjjx a forca de precaucoas, Wo ^SJ^^gE* pa^ Tdou-s
o nquissimo cardeal. JJ der ntandQ c0'm 0 qui.
innumeros thesouros para manter
Nio lhe bastava cousa algumi ; alem na, porque
d'isso, auxiliara par sua propria conta, com os principe
iim brilhante exercito, o ,rei Luiz XII, que gru um dia H~ .-.0---^~
seepoclerarafinalmente de Napoles, expul- prehendesse. talvez ja Urde, que otenha.-
anio do hrono a casa de "Aragao, e foien- ajudado contra v6s mesmo. Nio reconhe
do^t-bamhsr a o,pada ao g mn-capitlo. cai. in^.da.que JOS F^ e rei a
exerci- Sois bastante poderoso pa
consintais que elle marchu sobre a iosca-
isso seria um; ameaca a to los
da Itatii, e, ajuJau'o-o, che-
rer.
^ I que ao
saber da r^ada triumphal do rei. Roumania, apoiando-89 sagazmeale em que
isso redundaria em augjaento da vassa casa,
por ser casado. com uma parenta de vossa
magestade.
ci Nio permittais, igulmente, que o papa
lhe d& essa investidura, o qua e para re-
ceiar, pela grande influencia qjie o duque
de Valentino exerce sobre sua santidade, do
que ha provas hem. dolorosas, Conv^m, a
todos, ea v6s, talvez mais do que a nin
guem, senio destruir pela pelo menos im
possibilitar o duque de Valentino.
Esta carta era exclusivamente obra de
Lucrecia, que docftinava completamente seu
marido, e nio se esquecera do jurameoto
que fizera sobre o cadaver do unico homem
que havia amado.
Conheciam-se par tal modo os. dous ir
mios, qu-5, apezar de qui Lui* XII, afas-
tanlo de si Cesar, guardara a mais prof jn-
da reserva, aquelle conheceu, ao sejtir o
golpe, a mio de Lucrecia.
Comtudo, aquelle nio parou alii; escre-
veu uma carta a) gran-capitio. da qual
uio tiveram conhecimento sen3o Gonzalo de
Cordoba que a recebeu, e Francesco Buot-
ti que alii a levou.
A carta de Lucrecia para Gmzalo de
C6rdoba, continha o seguinte :
Cavalheiro Mui a pazar meu, meu
marido ajudou o rei Luiz a apoderar-sa de
Napoles; com grande sentimento meu vi
n'esta empreza meu irmio, o duque de
Valentino, aiudando o rei de Franca. 0 ca
valheiro sabe parfeitamente que nem ao
papa, nem aos de nais principes da Italia,
convem a posse do reino de Napoles, pelo
rei de France, e n uito menos a nos, q se
por sermos hespanh6es, e ter seryido tio
loalmente os senhores reis catholicos, po-
diamos esperar muiio mais da casa de Hes
panha que da de Franca. Porem a verda-
de e" que ahi olharam com descuido para
esta guerra, que talvez com demasiado cui-
dado, e para dar occasiio a que sahisse de
Napoles o segundo ramo da casa de Ara-
gio, o conservaram a si com poucos ho-
mens e nenhum dinlviro, obrigando o a ser
testemunha paciente da o:cupacio do reino
de Napoles pelo rei de Franca. Todavia,
desthronado o segundo ramo da casa de
Aragio, 6 certo que o que lhe nio deram a
si para i'.npj-lir. que o rei de Franca se
a^j;s sSi de Napoles, Ih'o dario agora para
o exp--ilir. Quando chegar essa occasiio 6
tamb m fora de d jviJa que o duqne de \a-
leiititio se lhe apresente para o ajudar con-
tra o rei de Fran, a, do mesmo mole quo
u'outro tempo se mostrou seu inimigo cs-
msiju peco-lhe eu, o doquc do Valentino.
A sua ambi^io 4 um per go para si, para
mim. e para a indepondencia da santa seV
para a paz do mundo inteiro. 0 cavalhei-
ro sabe perfoitamenta ate" que ponto fui eu
victima.da ambicAo de Cesar,, e espero desi,
e me liberte do temor em que me tem
[ Conunuar-se-hi.)
qu
por meu esposo, por meus fclh)S, pelos meus
vassallos a quem amo, e por mim, o duque
de Valentino. Jiulgo inopportuno recom-
mendar-lhe a mais profonda reserva relati-
varnonte a esta carta.
Os Borgias sio lobos, disse o gran ca-
pitio, acabanjo de ler nquella carta, deo-
r m-se u as aos outros.
E accrescentou, dirigindo-se a Francesco
Buotti que estava presente :
Agradeca da minha parte a sua se-
uhora, a carta que sedignou escrever-me,
e certiftque lhe que penso d> mesmo modo,
e que seri > satisfeitos os seus desejos.
Alg ns mazes depois, Cesar Borgia com
um puuhado de homens, restos do seu bri -
Ihante exercito, apresentou-se ao gran capi-
tio, como bem o previra Lucrecia, dizendo
mal do rei de Franca, protestando que o
servira mAa grado seu, e offerecendo a sua
espada e influencia aos reis catholicos.
0 gran capitio ouvio-o em silencio ede-
pois d'elle acabar, disse :
Lembra se do que lhe pr do nos enconlramos na escada d Vaticaoo,
na mes-na noite em que 0 senhor assassinota
o duqne de Gandia 1 Pois bem, chegou a
hora de curaprir a minha promessa. Cesar
foi preso e sem perda de tempo o gran-ca-
pitio enviou-o para Hespanha, onie o en-
cerraram no castello de Medina del Campo.
0 papa nio reclamou, porque nio era
occasiio de reclamar.
Esperava Cesar, que na sua qualidade de
par de Franca, Luiz Xll o reclamaria, mas
aquelle rei nem sequer pensou n'isso.
Cesar, abandonado de todos, desespera-
do, sem lograr que o escutassem os reis
catholicos, esteve dous annos preso em Me-
dm dd Campo, com a esperanga ja per-
dida, quando um dia, ao partir o pioque
lhe haviam levado com a comila, encon-
trou dentro ami limi, uma carta, e um
frasco de prata.
Felizmcnte para elle, Ctssar estava s6
quanio encontrou dentro do pio aquelles
objectos. '9
A carta era d-; Micholotto, do seu leal es
birro, que era o unico qu-* se nio esque-
r-or.i d'elle.
Entre nquell-s J^us homens existia o
amor da iufamia e da perversidade. -Pela
carta do Michelotto, soube Cesar que o fras-
podia
e que desde aquella rtaite o estariaan espa
rande, com cavallos, na estrada Valb-
dolid, o duque de Bsnevento e MichelottO-
Cesar Borgia, que era tratadonasua pri-
sio com todas as considerdCftes devidas & um
grande person "gem. ne^ara-ce aleeoAlo a
aceitar a mesa do alcaide.
De repente, mudou para com este o mo
do de proceder de Cesar, trocando em affa-
vel o m do brusco com que a* alii o havia
tratado, e, com granie sorpraza do alcaide,
recebeu este um convite para ceiar com o
illustre prisioneiro.
Aceitou jubiloso o alcaide, e, quando es-
tava jd A mesa, p?dio a f.-sar Iha cont'sse
como fdra qua do alto da sua gran leza
cahira em tio grande desgraca.
Cesar encetou a sua narratira com a
amabilidade parsuasiva de que tio bem sa-
hia revest ir-se ; ganhou a conQanca do al-
caide, fe-1 j beber mais do que davia, e.
quando o alcaide ji nio via muito claro,
deitou lhe babilmente no copo o narcotic
Cinco minutos dpois, o alcaide cabia
n'um somno tao profundo aomo o dos *t-
dormentes.
Cesar inclinou a cabeca sobre mesa
fingio que dormia.
Decorreu uma hora.
Os criaaos do alcaide, a quem este mat. -
dara retirar para ouvir a nrrrativa de Cesar,
estranharam que nio tendo acabado ainda
de servir-sa a ceia. os nio tivessem chaau-
d) duraute um tio grande espaco da tem-
po.
Entraram, pois, cnidadosamente, e pelas
garrafas que sobre a mesa en '.ontramm va
zias, pareceu-lbes o mais natural do mun
do o somne em que viram sepultados os
dous commensaes.
Levaram o alcaide para o seu aposanto,
e deitaram Cesar no seu leito.
Depois sahiram fechando as portas da
prisio.
A for^a de vontade de Cesar chegara ao
ponto de dominar a embriaguez, que em
outra occasiio lhe teria produzid j natural-
mente a grande quantidade de vinhns geoe-
rososqu beb'^ra, para conseguar embriafsr
o alcaide.
co continha um n-cotlco que podia ".m-
pregarconi#s o zelo;? alcaide do ca^'.oHo, RrMODiAMO.-RCAPW
(T^u'inMar-se-AaJ
I
v.
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