Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18337

Full Text
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ANNO L. NliMERO 33
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PARA A CAPITAL B LUG ABES OM>i; XKO SB PAS A PORTE.
for tres rnezes adiantados................ 68000
for seis dhos idem ..................125JOOO
Por um anno idem.................# 24J&000
43ada uuaiero avulso................. 5,320
OIARTA FEIRA 11 DE FEVEREIBO DE 1874
PARA DEKTRO E FOR A DA PRO\l.\CI V
Por tres mezes adiantados................ 69750
Por seis ditos idem................. 1 SWoO
Por nove ditos idem.....-............ 203*250
Por um anno idem................. 27f000
PROPRIEDADE DE HANOEL FIGUEIRGA DE FARIA & FILHOS.
i Srf. Gerardo Antonio Aires* Filhos, no Para; Gon^alres d Pinto, no Maranhao; Joaqaim Jose" de Oiiveira4 Filho, no CKt; Antonio de leiuvs Brag*, no Aracatjr ; Joao Maria Jaiio Chaves, no Assd; Antonio Marques da Silva, no Satal; Jose JusUno
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxenciu Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Autonio Jose GomljSha Villa da IVi:ha; Be'armmo dos Santos Bulcao, em Santo Autao ; Domingo Jose da Cue.;* B.-aga, emfozareth;
Autonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Joao Antonio Machaeo, no Pilnfan Alagdas ; Aires 4 C, aa Bahia -, e Leite, Cerqumho 4 C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
KXPEDIENTE DO DIA 14 DE NoVEMBRO DE 187).
1'. SCCCUO.
GtBcios :
Ao Exm. brigadeiro comraandante das annas.
Minde V. Exc. apresentarate atnaiiha as 7 heras
do dia na casa de detencao uma for<,-a cemposta
de 1 inferior e 7 prajas de t.* linha para escoltar
ate a coraarca de Pao d'Alho os criminosos Ante-
mo Caetaao, Joaquim Jose Menezes e Jose Joa-
qaim de Menezes, que teem de alh resp mder ao
jury ; devendo a dita forca demorar ale o encer-
ramente da sessao.
Ao mesmo. Sirva se V. Exc. de raandar
pdr em liberdade o reoruta Theodoro Cavalcauti
de Lima, que provou ter sido voluntario du patria,
e como tal feito a carapantn do Paraguay.
Ao capitio do porto. Em resposta ao seu
cflucio de 12 do correole sob a. ltii, tentio a di-
i. i -1 tie que mande p6r em liberdade o recruta
Antonio Ferreira Barbosa, uma vez que foi elle
considerado incapaz do servico na inspecc.ao a
que foi novamente submettido, de conformidade
com o aviso do ministerio da roannha, de 5 de
agosto ultimo ; segundo consta do termo annexo
por copia ao citado ofBcio.
Ao mesmo.Tendo por acto desta data no-
meado, sob parecer do procurador fiscal da the
souraria de fazenda, os engenbeiros, director das
obras publicas e o cordeador da camara munici-
pal, para verificarera, nos termos do H art 1
dc decreto n 4185 de 22 de fevereiro de 1868, o
Iimite do dominio maritimo do dominio fluvial dos
terrenos de marinha a margem do rio Capibaribe,
nos termos de que trata seu offlcio n. 168 de 10 do
corrente, assim communico-lbe para os devidos
fins; devendo V. $. por a disposicao dos mesraos
eagenheiros as embarcajoes e gente necessarias
para esse am.
2.' seccao
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Antonio Leonel de Alencar, 1."
supplente do juiz municipal do termo du Ouricu-
ry, resolve concederlhe tres mezes de liceoca, na
forma da lei, para vir a esta capital tratar de ne-
gocios de seu particular interesse.
0 presidente da provincia, attendenJo ao
que requereu Clementino Accioli Lins, teuente
cirurgiao do batalhao n. 53 da guarda nacioaal
do municipio de Agua-Preta, resolve, de conformi-
dade com o disposto no art. 45 do decreto n. 1130
de 12 de marco de 1883 e ioformacao do respecti-
ve commandante superior em olBcio de i 1 do cor-
rente, mandar que se Ihe deguiapara o tnuuici-
pio de Panellas, onde tern fixado sua residencia.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o bacharel Joaquim Guedes Correia
Gondim, juiz de direito da comarca de Flores, re-
solve concederlhe dous mezes delicenca.com
vencimentos na forma da lei, para tratar de sua
saiide.
0 presidente da provincia, usando das attri-
buicoes que lhe confere o art. 4. do regulamento
que baixou com o decreto n. 4824 de 22 de no-
vembro de 1871 e art. 211 10 do regulamento
n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, resolve declarar
a ordem da substituicao dos juizes de direito das
comarcas desta provincia, pela forma seguinte :
Recife.
A substiluicio da 1.* vara civel sera em pri-
tueiro lugar feita pelo juiz de direito da 2.' vara,
em segunde pelo proredor de capellas e residues,
em terceiro pelo juiz de direito de orp aos. e:n
quarto pelo dos feitos da fazenda e em quinto
pelo do commercio.
A da 2.' vara sera em primeiro lugar peia do
eommercio, em segundo pelo da I." vara, em ter-
ceiro pelo da provedoria de capellas, em quarto
pelo de orphaos e en quinto pelo dos feitos da fa-
zenda.
A da provedoria de capellas e residues sera em
primeiro lugar pela de orphaos, em segundo pelo
da 1/ vara civel, em terceiro pelo da 2." vara, em
4.* pelo do commercio, em qulnte pelo dos Utos
da fazenda.
A dos feitos da fazenda sera em primeiro pelo
provedor de capellas, em segundo pelo da %,* vara
civel, em terceiro pela dos orphaos, em quirto
pelo do commercio e em quinto pela da 1." vara.
A de orphaos em primeiro lugar sera pelo da
1.' vara civel, era segundo pela provodoria de ca-
pellas, em terceiro pelo dos feitos da fazenda, em
quarto pelo da segunda vara civel e em quinto
pdo do commercio.
A do commercio sera em primeiro lugar pelo
dus feitos da fazenda, em segundo pelo de orphaos,
em terceiro pelo da 1.* vara, em quarto pelo pro-
vedor de capellas e em quinto pelo da 2.1 vara
civel.
Na mesraa conformidade se regulars a recipro-
ca dos juizos substitutos da raesma coraarca.
Olinda. --- .
0 juiz de direito dessa coraarca sera substitui-
dj pelo respeetivo juiz substitute, e no irapediraen-
to deste pelos seus supplentes.
Iguarauu.
0 juiz de direito sera snbstituido pelo substituto
respeetivo, o este pelos seus supplentes.
/ Pdo (TAlho.
0 juiz Be direito da 1.* vara civel sera substi-
luido pel da 3.* vara civel e vice-versa, e ncs
seus impediments pelos respectivos substitutos na
mesraa ordem, e estes pelos supelentes.
Goyanna
0 de Goyanna pelo juiz muaieipal respeetivo,
e em sua falta pelos respectivos supplentes.
Itambe.
0 de Itarabe pelo juiz municipal e de orphios,
e na falta deste pelos seus supplentes.
Nazareth.
0 de Nazareth pelo respeetivo juiz municipal
e de orphaos, e em seu impedimenta pelos seus
suoplentes.
Cabo.
0 do Cabo em primeiro lugar pelo juiz muaiei-
pal de Ipojuca, e em segunde pelo do Cabo e em
falta delles, em primeiro pelos supplentes do ter-
mo do Cabo, e em segundo pelos do de Ipojuca.
Rio Formoso.
0 do Rio Formoso sera snbstituido em primeiro
lugar pelo juiz municipal e de orphaos do termo
desse nome e em segundo pelo do de Serinhaem,
e em falta d'elles pelos respectivos supplentes na
nidsma ordem.
Victoria.
0 da Victoria pelo juiz municipal do termo de
Sauto Antao, e em sua falta pelos respectivos
gupplentes.
Bscada.
0 da E-eada p;lo juiz municipal |e :-;ihoj
dose teruio, e em sua falta pele rejpixinu; sup-
plentes.
Palm ires.
0 de Palmares sera em primeiro lugar pelo juiz
municipal e de orphaos d'Agua-Preta, em segundo
pelo de Barreiros, e na falta d'alles pelos respecti-
vos supplentes.
Lunoeiro.
0 de Liraoeiro, em primeiro lugar pelo juiz
municipal e de orphaos de Limoeiro, era segun
do pelo de Hom-Jardim, e na falta d'elles pelos
supplentes respectivos.
Bonito.
0 de Bonito sera pelo juiz municipal do termo
di Bonito e na falta deste pelos supplentes respec-
tivos, em segundo lugarpelo de Bezerro?.
t Caruaru.
' 0 de Caruaru, primeiro pelos juizes municipaes
jde Caruaru e Panellas, snguudo pelo de S. Bento,
e ein falta d'elles pelos respectivos supplentes, na
raesma orJem.
Garanhttns.
0 de Garanhuns pile juiz rauuicipal e de orphaos
do termo desse nerae, e em falta d'elle pelos sup-
plentes respeetivo?.
Buiqne.
0 de Buique pelo juiz municipal do termo de
Buique, e em falta deste pelos respectivos sup-
plentes.
Bom Conselho.
0 de Bern Conselho sera em primeiro lugar pelo
juiz de Bom Conselho e Aguas Bellas, e em falta
delle pelos supplentes respectivos, na raesma
ordem.
Brejo.
0 do Brejo pelo juiz municipal e de orphaos do
Brejo, e na falta d'elle peios respectivos sup-
plentes.
Cimbres.
0 de Cimbres p 'In juiz municipal e de orphaos
de Cimbres, e em falta deste pelos respectivos
supplentes.
Flores.
0 Je Fores, em 1 lu^ar pelo juiz municipal e
de srphaos de Fleres, e em 2 pelo de fngazeira, e
na falta do arabos peles respectivos supplentes.
Villa Bella.
0 de Villa Bella pelo juiz municipal e de or-
phaos dos termos de Villa Bella e Triunpho, eem
falta de?te pelos supplentes respectivos na mesma
ordern.
Tacaratu.
0 de Tacaratu pelo juiz municipal e de orpiaos
dos termos de Tacaratu e Floresta, e na talta des-
te, pelos supplentes dj Tacaratd, e em 2 pelos
de Floresta. *
Boi Vista.
0 de Boa-Vista pelo juiz municipal e de or-
phaos de Boa Vista, e na falta deste pelos respec-
ivos supplentes.
Ouricury.
0 de Ouricury, I" pelo juiz municipal e de or-
phaos de Ouricury, 2- pelo de Exii e em falta del-
les pelos respectivos supplentes na mesma or-
dem.
Cabrobo.
0 dc- Cabrobo pelo juiz municipal e de orphaos
de Cabrobo e Salgueiro, e em falta deste pelos
snppientes respectivos na mesma ordem.
Offlcio :
Ao com o andante superior da guarda na:io
nal de Barreiros e Agua Preta,-Tendo nesta data
de conformidade com a iuformacao de V. S. era offl-
cio de 11 do corrente, raandado dar guia de pas-
sagem do municipio de \gua Preta para o de Pa-
nellas ao tenente cirurgiao do batalhao n. 55, sjb
seu commando -uperior, Clementino Accioli Lius ;
assim o communico a V. S. para os lins conve-
nientes.
3.' seccao
Acto- :
0 presidente da p/ovincia resolve exonerar
a bera d) service publico o feitor conferente do
consulaio provincial, Miguel Lucio de Albuqueryue
Mello, e nomear a.Felinte no Rege Barros Pessda
para subslitut-lo.
0 presidente da provincis, tendo era vista o
parecer de proearader ttscal da fazenda geral, a
que se refere o olfl:io da tneseuaaria de fazenda,
sob n. 778 serie E, de 4 do corrente, resolve no-
raear o engenheire director das obras publicas Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes e o da camara
municipal Joao Luiz Victor Lieuthier para verifi-
carera, nes termos do 4* do decreto n. 4105 de 22
de fevereiro de 1868, e Iimite qua separao dominio
maritimo do dominio fluvial dos terrenos de ma
rinhaque maraeara o rio Capibaribe, desde os
Ceelhcs ate e ponto ein que chegam as aguas sal-
gadas.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Minde V. S. pagar ao eapitao ioaquim Tlieodiri-
co de Albuquerque Mtranhao, procuradjr de
vigario encommendado da freguezia de Nossa Se
ubora da Conceicao de Nazareth, Dr. Luiz Ferrei-
ji Nobre Pelinea, a congrua correspondeute ao
moz de oulubro proximo passado, viste ter cum-
prido seus deveres na respectiva matriz.
Ao mesrao.Transra tto aJV. S., para os fius
convenientes, as inolusas notas do gaz censumido
no mez de outubro proximo find) com a illuraina-
cao dos quarte s dos batalhoe* 2* e 9, depo3ito de
recrutasecompanhias de cava'laria e de operarios,
na quantidade de 45,100 pes :ubicos.
Ao mesrao. -A' vista de sua informacao da-
tada de 6 de corrente sb n. 803 serie E, mande
V. S. pagar, sob minha responsabdldade e nes ter
raos do decreto de 1 de fevereiro de 1862, a quan-
tia de 37J180, proveniente do augmento de soldo
-me compete ao sargeuto de 4" batalhao de ar-
"laria, Jose Jeronymi de Carvalhe, e correspon-
ute ao exercicie em liquidagao.
Ao mesmo. -Em resposta ao seu offlcio da-
*?, .e J3'de oumbro e ae qv' as de
v?'e 29 do mesmo mez, cabe n V. S.,
que deixo de approvar a arre io
nacional denorainado Calaboucc
Antonio Pereira & C, pela qi -r
attenta a possibilidade do poder 0 aue pi-- mais
para adiante valer mais do duplo ao pre;o iTerta-
do; sendo preferivel por agora que essa f wura-
ria alugue-o, aioda que seja por um trier com
a condi';ao de fazer o locatario os conceri e re-
par js necessarios, que deverao ser espeeiflcaios no
centraeto.
Ao mesmo. -Comraunico a V. S., para bs de-
vidos Ans, que nesta data foram concedidos a > juiz
de direito de Flore, bacharel Joaiuiin Uuedes
Correia Gondim, dous mezes de licenca, con^orde-
nade na forma da lei, para tratar de sua sitide
onde lhe convier.
Ao mesmo.Em resposta ao seu o(9eioo.
883 serie E, de 12 do crrente, sobre dever ou
uae pagar se a congraa ao parocho de Goyanna,
vislo ter o respeetivo collector officiado a essa
thesouraria, que o parocho reside dislante da ma
triz u na legua, tenbo a declarar a V. S. que
mande fazer dito pagamento provando elle ter
celebrado na matriz a missa ceventual.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar ae padre
Francisco Luiz de Carvalho, vigarie collado da fro-
guezia do P050 da PaDella, a importaneia de sua
congrua, uma vez que, tendo obtido do gov-.-rno
imperial, licen<;a por tempo indeterminado em ra-
zao de cegueira total de que ha ann ,s soffre, nlo
p6de st comptehendida na ordem expedida por
esta presldencia e.n olHci) de 25 de outubro pro-
ximo passado.
Ae mesmo. Transraitto a V. S. a inclusa
portaria desta data para sju cenbecimento e de
vida n^ecnclo.
Aj inesiiij. S;gunje me cuinaiuuica .;
Ex:u. Rvma. Sr. bispo diocesano em offloio de 8
do ceireute, no dia 4 foi nomeado vigario da fre-
guezia de Nossa Senhora do Rosario de Goyanna
0 padre Dr. Luiz Ferreira Nobre Pelinea, antes vi-
gario de Nossa Senhora da Conceicao de Naza-
reth, e para esta freguezia ; 0 padre Anesio de Tor-
re* Bandeira, e no dia 8 foram suspensos do exer-
ciclo tto suas ordens os vigarios Paulo Freire de
Carklbo, da freguezia de Agua Preta, Joao Jose
do Espirito Saoto, da freguezia de S. Bento, flcan-
do na regencia das reforidas freguezias os respec-
tivos coadjutores.
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Mande Vmc pagar, si nao houver ineonvenienle,
a Jose Marin Ferreira da Cunha a., quactia cons
tante da relaclo e pret jurtto en duplicata,
pendidos com 0 sustento de 9-prai;as da guarda
cional dettacadasna villa de Brm Jardim, coi
pondente ao mez de outuore proximo pass:
segundo 0 offljic- do commtndante superior
municipio de Limoeiro, de 5 do corrente.
Ao mesmo Autoriso Vmc. a raandar p
a Thomaz de < Carvalho Soares Brandao, arre
tante do 4* lanco da estrada de Mttribeca, a q
tia constante de.certifiead) junto, relativa
e ultima preitacao, visto ter 0 mesmo arre
tante feito entrega provisoria da obra cond
segundo 0 offlcio do engenheiro chefe da repntj
5iodasebra*(Hiblicas,n. 3*4, de 4 d- oorreaM."
Ao mesmo.Mande Vmc. pagar, si nio hou-
ver inconveniente, a quern se mosirar autorisado.
a quantia constante da relagao e pret juatos em
duplicata, despecdida com os guardas destacados
durante 0 mez de oulubro proximo pas-ado na
villa de Ingazeira ; conformeo offkio do uomman-
dante superior datade de Sdic jrren'e.
4' seccao.
Offlcios:
Ao Exrn. Sr. presidente da provincia de
Santa Catharina.Deferindo 0 requerimento de D.
Guilhermina Maria da Conceicao, qie V. Exc. se
servio transmitt'r-me com 0 seu 0HH0 de 2ft de
outubro proximo ftndo soo n. 275, en'ie inclusa
a fe de offlcio do ex-tenente di 9 batalhao de m
fanlaria Carlos Ignacio da R)-a, e rogo a V. Etc.
se digne de faze-la chagar as maos da suppli
cante.
Ao cemmissario vaciinadir provincial.Re-
raetta Vine, com urgencia a secretaria desta pre-
sidencia e ciim endereco ao juiz de direito da co-
raarca de Cimbres doze tubes com pus vaccinieo.
Ao mesrao Remetta Vra;. com urgencia a
9ecretaria desta presldencia, com endereco ao di-
rector geral da instruccai publica, algumas larai-
nas de lyrapha vaccinica, que terae Je ser remet-
tidas ao delegado litterarij de Panellas segundo
offl:io daquella directoria, d* 12 do corrente sab
n. 332.
Ao mesrao. -Remetta Vmc. com urgencia a
secretaria desta presidencia, com enderego ao Or.
chefe do pohcia, algumas.'laminas de lympha vac
cinica, para serem rera^ttidas ao sublelegado da
Boa-Viaizera, seguudj rae requisitM aquella auto-
ridade em offlcio de 12 Jo corrente sob n. 1874.
Ao engenheiro cordeador da camara punkst-
pal do Recife. Tendo, por acto de*ta data e sob
parecer do procurador fiscal da thesouraria de fa-
zenda, nomeado Vmc. e 0 eugenheire chefe la re-
particao das obra* publicas para venficarem. nos
termos de 4* .,do art. do decreto n. 4. tOS de
22 de fevereiro de 1863, 0 Iimite que separa 0 do-
minio maritimo do dominio fluvial dos terrenos de
marinha que ticam ajmargem do rie Capibaribe,
comecando desde os Coelhos ate 0 ponto em qua
chegam as aguas salgadas; e bein assim expedido
ordens a capitania do porto pin fornecer as em-
barcacfies egentenecesarias ?a esse lim. cjramu-
nico a Vmc. essa minha reselucae para seu eo-
nhecimento e devidos effeitos.
5.' seccao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da repartiijio das obras
public. -Tendo, pelas consideracoes coustaules
do offliio junto per copia, que em data de hontem
dirigi ao Sr. capitao James 1). Bullock, resolvido
reconhecer era vigor em todas as suas estipulacdes
0 centraeto de innovacao celebrado ne dia 18 de
dezembro de 1865 com 0 ce.nmendador Aut nio
Gomes JNetto para 0 aceie e limpeza da cidade;
assim 0 ceinmunico a Vm;. para seu coohecimen-
to, e afi-n de que faja effectivo a companiia Reci
fe Drainage, hoje cessionaria do roferido centrae-
to, 0 comeriment) das obriga(;oes que nelle Ihe
sao impost as.
Ae mesmo. Tend; per act) desta data, sob
parecer de Dr. procurador fiscal da thesouraria de
fazenda, nomeado Vmc. e 6 engenheiro cordeador
da camara municipal para venficarem. nos termos
do 4 de art. do decreto n 4,105 de 22 de fe-
vereiro de 1868, 0 Iimite que separa 0 dominie
maritimo de dominio fluvial dos terrenos de mari-
nha que fleam a margem do rio Capibaribe, come-
cando desde os Coelhos ate 0 ponto em que che-
gam as aguas saiga las, e bem assim expediJo or-
dens a capitania do porto para fornecer as em-
barcacoes e gente necessarias a esse fira ; coranu-
nio a Vine, esta r'minha resolucjio para seu co-
nheciraento e devidos effeitos.
Ao mesrao. Fica Vmc. autorisado a mandar
fazer novos estudos e orcaraente do 2, 3' e 4" lan-
(_ 1- da etrada de (tapissuina a Nazareth, visto ter-
se reconhecido que a direcgao estudada nao e a
mais convenient^, segun lo solicita e declara em
seu offlcio n. 404 de 12 deste mez.
Ao engenheiro fiscal da companhia Recife
Drainage.Representandome 0 Exra. brigadeiro
ceramandante das armis, em oUcio de houtem da-
tado sob n. 1,10", que do apparelho collocaJo na
casa da guarda de palacio se despreudem, prinii-
palmente durante a noite, exbalacoes insupporta-
veis, devido isto ao raao estado era que se acha 0
mesrao apparelho, recommendo a vmc. quo pro-
videocie no sentido de >er remediado de prompto
0 mal apoutade, prejudicial a saude dos seldados.
Ao engenheiro Luia Jose da Silva. Em res-
sta ao seu offlcio la 7 do corrente, remetto in
clusa a Vmc. a planta da ex-colonia dc Pimentei-
ras, afim de aviventar os rumos de sua sisraaria,
aguardando a remessa dos demais papeis para
Juando esta presidencia os receber da thesouraria
e fazenda, a quem, com tola urgencia, officiei a
respeito
Ao engenheiro encarregado da linha telegra-
phico do Recife a Alagdas. -Annuindo a< ponde a
(5es feitas por Vmc. era seu offlcio de hontera da
tad j, no sentido de nio poder entregar ao adrai -
nistrador dos correios desta piovincia as chaves
da sala esquerda, qua servio previsoriamente de
escriptorio dessa linha telegraphica, recommendo-
Ihe que, logo que dispensar a dita sala, providenf
cie para que seja desoccupada.
EXPEDIENTS DO SECRETA1IO.
, 1.' seccao.
Offlcios :\
Ao Sxm. brigadeiro coraraandante das ar-
enas. S. Ec. o Sr. presidente da provincia man
da declarar n V. Exc. em resposta ao seu offlcio
de houtem sob n. I, '07, que fica provjdenciado no
sentido de serem remediado os iuconvenientes qne
se die no ap|arelho da companhia RecifeDrinage,
colloeado nal guarda de palacio.
Ao meimo. De ordera do Exra. Sr. presi-
dente da proivincia comraunico a V. Exc, em res-
po'ia ao seu-offlcio de 12 do corrente sob a. 1,103
que nesta data se raandou fornecer ao coraman-
ttante intorinp do 2' batalhao de inftntaria 16 es-
pingardas de[pederneiras para castlge.
3.1 seccao.
Offlcios : j
Ao Dr. ihefe tie policia. 0 Exm. Sr. presi
l iue J.i profiiicia maala deetarar a V. S.. que
fleam expediJas us convenientes ordens no se.it:de
de que trata 6 seu offlcio n. 1,863 de 12 de cor
renle.
Ao comrnanaante superior de Iguarassii.
De ordem dj S. Exc. 0 Sr. presidente da provin-
cia, communico a V. S. que nesta data deu-se or-
dem a thesouraria provincial para pagar a quan-
tia relativa a relacio e pret dos guardas desta jados
nessa villa, conferme 0 seu om:ie de 8 do cor-
rente.
Ao eommandante superior do Limoeiro. -De
ordem de S. Exic. 0 Sr. presidente da provincia
communico a V. S. que nesta data flea autorisada
a thesoararia provincial a fazer 0 pagamento a Jo-
se Maria FerreU da Cunlia, conforme solicitou'
J V. S. era seu offlcio de 5 do coirente.
I 5.' secc-lo.
Omi:ios :
Ae engenheiro chefe da repartieAo das obras
publicas. -Mania 0 Exm. Sr. presideute da pro
fVincia cemmunicar a V S. i|ue ne-ta data officiou
I thesouraria proviusial acorca ,do pagamento da
quarta e ultima prestaete, tpie cabe ao arrejna-
tante do ijuarto laaeo da estrala do Muribeca,
come solicitou V. S. em seu oiu;io u. 394 de 4 do
corrente.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. president') da pro-
vincia manda accusar recebide 0 offlcio de V. S.,
datado de houtem soo n. 403, com 0 qual met
teu a plama da ex-celenia de Pimenleiras.
DESPiCHOS D\ 1MESIDE.NCIA DK 9 D2 KEVERKIRO DE
1874.
1-abel Vieira de Lima.-Concede o prazo de dez
dias.
Jese D '.mingiie-i Lohceira. -Inform: o Sr. ins-
ptelor di thesouraria provincial.
ioao dis Santos Ferreira Barns. -Diferide ".om
offliie desta data a thesouraria provincial.
Joao RjJrigues Pereira.S;ja posto em Hbsr-
dade.
Lydia de Carvaihi Li na -InfjrmeoSr. direc-
for (j^ral da instruooSo pubiica.
Miguel Foiipp* de Souza Le;io. -Informs o Sr
inspector da thesoaearia de fazenda.
Manoei Pereira Dias.Informs o Sr Dr. chefe
de policia.
Tasso & Irmao.laforme o Sr. inspector da the-
souraria provincial.
Reparticao ila policia.
I.'seccao. Secretaria de policia de Pernambuco,
10 de fevereiro de 1874.
N 193. -Him. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
quo foram h'intam recJhidos a casa de detencao
os saturates individual :
A' ordera do subdelegade dr Santo Antonio,
Augusto Salles de Figueiredo. lose Francisco dos
Anjes e Alexandrine Felix dos R;is, per distur-
bios.
A' ordem do do l. districto de S. Jose, Calha-
rina, escrava de Jose Branco, per aodar fugida.
0 subdelegalo da freguezia da B-ia V sta, por
offlcio datado de hontem, communiceu-me que, a
insia neite, pouc' mnis ou menns, do dia 7, um
trem exoresso da companhia de Olinda, que
aquella hera seguia para essa cidade, dirigido
pelo raachinista Antonio Pontes Marinho, ao aira-
vessar a rua de Gerva*io Pires, esmagara asper-
nas da parda Guilhermina Maria da Conceicao, a
Sial fora logo conduzila para o hospital Pedro
. on le fallec-ra meia hora depois. e que a tal
respeito orecedera nos termos da lei.
0 delegado do Ouricury, por offlcios de 1 e 12
de Janeiro findo, partieipou-me que remettera a
autaridade criminal, os inqueritos a que proce-
dera contra BeneJicta Antonie de Gusmao e Cas-
tro e Juvenal Antonio de Castro e Silva, per cri-
me de injurias, e Apolinario Alves Peneden-e,
Antonio Jo-e de Magalhaes e P?dro Marinho de
Almeida e -ilva, por crime de feriin-ntes.
Deus guarde a V. Exc.-lllra. e Exm. Sr. com
meadaJor Henrique P reira de Luceua, dignissi-
rrii presidente da provincia.0 chefe de poiicia.
Antonio Pranc so Correia de Araujo
INTERIOR.
RIO DE JllifiIRO
HO Dii JANEIRO DE 187 i
Hisito> Penedo.
0 Apjitolo procura desde ja dispor o terrene
era que deve assestar a~ uas baterias de cemba-
te peraate o nevo estado de cousas one, natural-
raente, previra da soluijao obtida da Santa Se pela
mis:ao especial coaliaJa ao nosse ministro em
Londres.
No emprego deste meio lipleraitio, nao quiz o
Apostolo ver o dare indieio, que 6, de que o go-
verno so a cootra-K 'sto se senlio na delorosa ne
Cossidale de appellar para os tribunals para sub-
raetier a sanccAo penal a criminoa re-istencia de
uma parte doepiscopadj a exeencio de ordens le-
gaes.
Nao quiz ver mais que esta louvave! delibera^ao
do governo imperial, cujj manifesto pensameuto
foi a um tempo apartar as difflculdades futuras e
tranquillisar no presents as conseiennias citholi-
cas, tecerria natural da pelitica que nunca inter-
rompara, qnal era e e fazer guardar e cumprir o
direito censtttuido, e com o qual a igreja nunea
se declarara incompativel no Brasil, nio aceitand)
enem ao meu* parecendo aceitar uma luta reli-
giosa.
Nao quiz ver que, na simera declara;ao que
fez ao parlamento, de nao precisar de leis de ex-
cepcao para fazer curaprir as le>s que garantem
a saiberania nacional, o governo deixeu bem ac-
centuada a intends > de nao pretender lancar-se
em mm luta, de que nao seria e ain 'i nio e fa-
cil avaliar as consequencias.
Nao quiz ver tinalmeute que, ao governo de um
paiz catholico, nao poJia ir bem armar-se com
medidas de occasiao, quando lhe estava o direi-
to escriplo offereceodo os raeios necessarios a de-
fender e resguardar as prerogativas da sociedade
civil.
0 que ievou a Roma o Sr. barao de Penedo nio
foi certamente implorar apoio moral do chefe da
igreja ao direito coostitucional e organico do
Brasil. Nada rae^mo se padio ao Vaticano. Nas
actuaes eircum-taucias, todo pedido de interven-
5ao iinportaria, como indispensavel condicao de
obte la, uma tregea obrigada no emprego dos meios
legaes postos era acfao contra membres do episeo-
pado.
Desde que o governo nao se comprometteu e
nij podia comprometter se asustar o procediraen-
lo judicial in tent ado contra os bispes ; desde qoe
por neuhura acto annunciou a intencao de modi-
near as suas decisdis ; nada e mais insustentavel
do que dizer-se que a inissao Penedo em si, a
qualquer qua fosse o seu resultado, i valente pro-
vade ter o governo imperial abandonaio o terre
no em que se collocara na denominad* questao
religiosa.
Qual foi ou 'qual tern sido a politica de go-
verno ?
Nio innovando nas regras que regnl ira a; rela-
cdes da igreja a do estado, o governo julgou fazer
quaolo era sua compelencia cabia a a* ciicuau-
exigiam, provecando a accao do poder judicia-
no.
Esta pelitica 6 ainda hoje a <|ie o nebre Sr. mi-
nistro do imperio annunciou ao parlameute desde
a pri.neira occasiao em que'foi provocado a expli-
caf o pensaraeuto de goverrio.
A no" f>acno de urn plenipot-'nciario na cons-
tancii do coitfiicu aij n. vela interrupgae dessa
politica.que, qualquer que seja a molillcioao
produzida no estado das cousas pela decisao da
Santa Se, nio sera descontinuada ou abando
nada.
Muito agradavel deve de ser ao governo im-
perial que, antes devido a paternal influencia do
santo padre do que ao amprago de juslas seve-
ridades legaes, reeutre o episcepado em si ?. ra-
cousiderande, no que esta feito, as suas delibera-
tes, evite para o futuro a repeticao de fades de
igual natureza.
Isto, entretanto, nio quer dizer nem que o gover-
no tenha madado de opioiao quanie a efflcacia das
le'n para center e reprimir os excessos de juris-
diccao espiritual, nem que interrurapa a politica
posta a caminiio desde que se manifestou a ques-
tao religiosa.
Duas proposi^oes decerrem, a juizo do Apos-
tolo, da nomoacao do plenipotinciario na constan
cia do confticto. Fermula-as assim o orgao epis
copal :
u A primeiia propesicao > que nao tern elle (o
governo) em nossas leis meios de compellir os
bispos a executar ordens que censiderem illegaes
por versarem sobre materja espiritual.
i A segunda propesicao e <\ ie em Roma existe
uma aut irrdade (qua os papeis do governs cha-
mam estrangeira) a qual e cmopetente para ce
nhecer dos actes dos bispos, coufirnia losou emeu-
da los.
Da priraeira ja dissemos quauto podera bastar
para deixar patenle a sua improcedeneia.
Accresceutareinos, entretanto que, tanto quanlo
as legislates bumauas podem Ccmpallir o cidadio
a executar ordens, as nossas leis pedem compellir
os bispos a cumpri las.
0 que o direito n'-o tem certamente a virluJe
do fazer, e iuipedir cidadaos ou bispes de lucerror
na s.uicQiie penal.
Armasse-se o governo com a mais tevera legis
lacao de guerra ao catholicismo e, aioda assim,
n4e poderia em um eerie seuti lo compellir o epis-
cepado a isto ou aquillo.
Os mai tyres de toJas as perseguieoes religiosas
estao ahi protestaodo contra a efflcacia da legis-
lagio dos lioiiiens para compellir em materia de
crencas.
Mas, quanlo se falla em compellir os bispos a
cumprir os decretos temporaes, falla-se evidente
mente uma lingoagem iuridica ; e por esta se
entende corapellide o eiaaJao a obedecer a lei,
Jesde que a garanle uma sancgae penal.
Quaudo o governo afflrmeu em pleuo parlamen-
to, o que equivale a dizer ein pleno paiz, ter no
direito con>tituide os meios de resolver o cenflicie.
nao quiz dizer, e ninguem assim entendeu, que
linha os meios de fechar a porta ao martyrio a
que algum bispo se quizesse re^ignar, ueste tempo
em que os martyres aisputam commodes e confer-
to e em que, portanto, a coroa i> martyrio pode
flgurar na nuds composta cabeQa.
Isto nao Ccnseguiria o proprie parlamento ainda
qua, imitande o d'Alleraauha, fabricisse leis p na
algiima possivel guerra religiosa como a fubrica
de Essen fabricou Kmpfs para a guerra d
Frnnca.
Poder humane nio vai ate ahi.
0 parlamento ilaliano fez afamosa '.', Stbre as
prerogativas do soberano ponlihce, conhecida pelo
nome contemporisador de lei das g iruntias. Nao
a fez certamente dubalde, pcis que apenas uma
de suas disposic<3es, uao podende ser cumprida
sem a cooperacao do santo pa Ire, dt-ixeu de se lo.
Mas, no fim de tudo Pie IX nao e meaos on nao
se diz menos o prisiene:ro do Vaticano.
Nada e, portanto, mais verdade do que affir-
mar-se, como fez o governo, que ha em nosso
direito escripte es ratios de compellir o episcepado
a execucao Jos decretos da soberania civil Atflr -
mande-o, o governo nao quiz dizer que os bispes
nao podessem eflerecer lhes resisteneia.
Seria pretender o que nenhum poder humane
pre'enderia.
A segunda proposieao do Apostolo nao pode ser
invocada contra o governo, que nunca a coinbateu
nem a podia ter a coaibatido, flcaiiJe um governo
catholico.
Que ha em Roma uma autoridade compeLntr
para conheeer des actos dos bispos, conftrraalos
ou eraenda-Ios, ningiem o poz em JuviJa. Quem
o negasse, teria negade com a autoridade d" ehe-
te da igreja o primado que compete ao buna de
Ito.na ; nao Seria mesmo um catholico rom mo, e
a religiao reconhecida pela eonstituicao politica
Jo impel io, como a da graude maioria dos bra-
sileiros e catheliea apost dica romana.
Nao e a autoridade do bispo de Roma que, tcdos
os dias, recorrem os brasileiros a impetrar com
permissao do governo. dispensas de iiipedimen-
tos e outres acto? reservados ao bispo dos bis
pos T
0 que o governo tem.defendid e que essa au-
toridade nao pode str exercda a respeito do
Brasil senao pelo mode previsto na lei fundamen-
tal do paiz ; 6 que essa autoridade nao pode ser
invocada centra o direito patrio.
Tudo e que o bispo de Roma nao colloque a sua
autoridade em cellisao com interesses do e-ta-
do e impedilo eo flui do placet. 0 que nesle pon-
to tem o governo defendido, defenderam-no todes
os gevernos do Brasil.
0 illustre Sr. censelbein Zaehariaa de Goes e
Va.-coucellos, que dizoje ri>s nao ser estranho ao
artige que teraos aos olhos.Jei chefe do governo,
e, eotao come hoje, o cidadao brasileiro nao foi
livre de recjrrer ao santo padre para impelra;ao
de gracas espirituaes sera perraissae do poder exe-
cutive, como nao se deu a execucao a menos im-
portante dispensa de um qualquer irnpedirasnto
matrimonial, dos que a R)ma compete julgar, sem
o beneplacito lo governo imperial.
0 sumrao pontiiiee na > foi, portanto, menos es-
trangeiro entao d> que o a hoje.
(A'afdo)
Parahyba
6 de fevereiro de 18~4.
Nao serao muitos e importantes os faclos que te-
remos hoju a registrar, porque a calraaria nestes
ultimos dias ten side quasi consume. Entretan-
to, iremos relatando os poucos que occorreram,
principiando pelo espectaculo que, em favor das
obras da matriz desta capital, deu a compauhia
aquestre brasileira, sob a direccaa do arlista An-
tonio Carlos do Carmo
Este Sr. Carmo, na penultima neita dos seus
trabalhos nesta cidade, ao termina los, subie a
tribuna, isto e, a .uella don Je elle i-o-tuuia sem-
pre a fallar no correr dos espectaculos, a n'um
bello improviso gymnastico equeslre, nos lcz a se-
guinte agradavel sorpreza:
< Qua, sendo seu ce-tuma dar e.n todes os la-
gans onde chegava um espectaculo em beneiicio
de qualquer estabelecimento pio, socieJadas bene-
flcentes e Igrejas, a que se achando nas con JicSes
de merecer um tal auxilio a obra da matriz desta
cidade, resolvera dar mais ura emsctaculo na
noite do 29 de Janeiro, cujo producte fcru re ver-
ier em favor dessa obra, dando deste raodo a
companhia equeslre irasileira uraa prava de que
lambem minha em sen coracio sentiment is reli-
giosos e de piedade, que Ihe nao podiara ser ns-
gados. o
0 improviso foi mais ou raenos ccrao acabaraos
de expor, se bem que en phrase mais acommo-
dada a equitacio.
Rasgo tao phdautropico e generoso nao deixeu
de encontrar, omo era natural, geral aealhimente
e apoio em lodos os cora;oe3 de< devotes da in
clyia padrooira, a Senhora da* Neves; e entre-
tanto, como que era ainda de mister expertmentar
mais uma vez esses corac,3es, e a occasiao nio po-
dia ser mais opporluoa : a noite de quiuta feira
foi per assim dizer a prova mais exuberante e de-
cisiva que se poderia desejar.
Os devotes da Senhora da* Neves, sempre dis
postos a todo e qual juer sacrificie per amor da
igreja, anciosos aguardavara o memento de exhi
bir mais uma prova do seu valor, constancia e de-
dicacao.jervindo-ss do ensejo, e de tal moJo quo
ainda nao era noite. e ja da todes os angulos da
cidade se viam crazar ondas de povo em demauda
do cir:o, o qual, em menos de uma hera; se yio
honrade com uraa enchente real.
N4o era possivel mats desejar-se : u povo ja
tava tao accumuladu, a aao poder mais e e;r'
admitur passoa alguma sem grande atropelU.
Avaliamos a enehente para mais de 1,600 pes
seas, sem a minima exageracae.
Estavam, certamente, ate aqui, coroados os ie-
sejos dos espectadores e geralmente de toda a po-
pulacao, e, sem duvida n-nhuma, ia caber ao di
rector da compauhia equeslre, uu a loda eiia, hit.
graiide 'V-i 11 e a giatidao eteroa dos parahybaao-
tal, porem, nito acontect-u, inteiraiui-nte, purque r
Sr. director da companha euauueUeu um acto do
niruia fraqueza, ou abusou da boa fe dos qua aen-
ularaoi cm sua palavra (a promessa era .-agrada
deixando de remetter tudo o product., do belief
cio, salvas as despezas, cahralo a-.-i.a em um.
grande falta. a qual nao admille d.-.-culpa.
A quantia de 5 lOJOoO que o Sr. director d.
companhia equeslre renieiteu ae Exiu. presideau-
Ja provincia, e que S. Exc. se dignou de r. cekei
sem duvida para nao ser complete o logro e mem
ver de (ode perdida a a-piracao popular, tao dig
na de ser iinitala, nao foi um terco do product.
do beneiicio !
Nao cjnvindo que passem de>apercebidanieM<-
faclos du tal ordem, e afim mesmo de que se aio
reproduzam em outra qualquer parti- com a mes-
ma logracae, e nao se jacte de eariJoso e philaa
tropico o Sr. Antonio Carlos do Car tu i, flzemos ai
ebserva^eis que ahi deixamos a apreciagio a\i pu
blico.
Continiia S. Esc. o Sr. pre>idenle Ja provin-
cia a receber, diariauieute. iiuportaoles donative-
para as obra* da matriz de>ta capital.
^ Cerca de eem artislis acabam de offerecer a S.
Exc. os seus services gratuitaraenle, ura dia aa
semaua, em beneiicio das mesmis obras.
Os Srs. Dr. Fraucisco Lucis de Souza Ranfel
e Diuniciano Lucas de Sean Range) lambem on>-
roceram a S. Exc, para o mesine flm, todas a-
m las graiuilamente, auxiliades neste service pelo
Sr. capitaa n.or Jose Francisco da Albuquerqne
Maranhao.
S. Kxc. o Sr. presi leute da provincia. altar
dos grandes esforees que tem empregado e coa-
liuua a empragar para levar ao cabe as obras aa
reccnstrucQae da nos>a inalhz, que alii w acaa-
vam cempletaraenta paralisadai, acaba de soaa-
craver-se com uma mensalidade de trinta mil ri*
em auxilio a* mesmas obras era quanto ellas du
rarem, a principiar do 1* do corrente mez em
di: nte.
Nao ha mais bello e edificanie exemplo de aiao:
e dedicacao pelo serried de Deu.
Si i de horaens come S. Exc que careeem a^
previncias.
Tendo-se recusade a fazer p;rte da c.,3tm-
sao eocarregada de premever dmalivos para a
recoustruccao da matriz o Rvd. padre Felix Her
meto do Rege, nome.>u S. Exc o Sr. pr-sileat-
da provincia o nrg.ieiante desta pra^a, Sr. Fran-
cisco Je Almeida Braga, que MM de bon
gride.
Expedie-se crdem a tliesourari* de faxead.
para centraur a reconsiruccao do antigo p*l ch
Ja presidcucia da provincia com o Sr. Francis
dos Passes Sabe, de eouformidade com a proposb
per elle feita e rcediQcada pelo engeuharj directi .
das cbras publicas.
A entrada de algodao no peso pabl ea laala
cidade, no mez de Janeiro ultimo, foi d>> 4.381 ae-
eas, super! jr a de mez de Janeiro de aan pass ad-
em 1,337 saccas.
0 reniimento d.. ron*ulado provincial o
mez de Janeiro uliiuie foi de 2o: )l(bii:ii. e J
alfanJcga. nomesmo penodu, de Vi tOli''><>
fCarta particulai.
v?M
REVISTA DIARIA.
C'ouiarea da Escada. Per poruria J
preaideaeia da provincia, de '. do corrente, fei no
meado e bacharel Vicente Tavares Hodngues Li-
ma, adjuute do promoter publlice da cmirca d>
E>cada, ue terrae de Gamelleira.
Autoridade pulieial. IVr poTtaria J.
presi Jencia da prtvin:ia. de 9 do corrente. to<
nomeado Francisco de Siqueira Pas.>s subJalega
do du district i de S. BeneJiclo. d> ;.fino de Pa-
nellas.
Promotur publieu P r portaria Ja
presi Jencia da provin.'ia, de Id do cerrrate. foi
nomeado o bacharel Man id Tertuliauo Trav*sos
de Arruda. promoter publico da comarca de
Itambe.
Eseola priiuaria. A do sex j feraioiao.
de Santo Amaro das Salinas, regida pela profea-
sora D. Isabel Frncisca Monteiro de Quental
Barros, acba-se aberta e luiieeienanJe desde o
dia 3 do corrente, a rua do capitao Antonie de
Lima n. 3z.
Dinheiro. Os vapores Ceani e Cruzeiro 6'
Sul levaram do no;so porto para
Maceie
Hie de Janeiro
Parahjba
Rie Grande do Nolle
Maraniiao
Para
Da parcrlla para o Rio Je Janeiro sao 380.0004
para o theseure nacional.
Jury do Recife.-Na ultima sessao derte
tribunal foram multados os seguime* juize* de
facto :
Dr. Augusto Frederic* de Oiiveira
Dr. Bauto Berges da Foncaca
Bruno Alves Barboza da Silva
Francisco de Pinh) Berges
Joaquim Antao de Souza
Joaquim Alves Machado
Manoei Jose Goncalves dos Santas
Francisco Joaquim Ribeiro de Bnn
Antonio de Siqueira Cavalcante
Clemeute de Faha Tavares
Joao Baplista de Rego
Vrremutaeoes fjeraes Perante ajuo
ta da thesouraria de fazunJa vao a praca : no du
18 do correole, os reparos do caes da coo _
pemarabucana, em frante aos traiaches Loyo,
gados era ia:328^705, e ne dia >, os reparoa do
caes da rua da Aurora, avadados em i:62IJUU9.
Vapores a sakir. -A It do correate v
Cururipe para Mamanguape ; a 14, o I'.iapmmn
para a Granja e escalas, a o Manduhu para u Ara
cajii e escalas ; e a 15, o Porahyb i para o B*
Formoso e Tamandare.
Vapores* esperadus De M a 13 d
corrente, o francez Donna' e o inglez Gjront, d.
sul do imperio.
Theatro de Santo Antonio. Traba
lhara hoje ueste ihaatro oSr. \V. Ge-idu n eta be
neflcie, qneoffereceu ae Sr Dr. Lobe Mesjoau.
com applicacio immedUu ao ajardinam*gja d.
praca de D. Pedro I. da freguezia de Sao 1 r. Pedn
Gengalves. .
Os respectivos parechianos_ nao faltaia^ ceui set
generoso ceocur.-o a raalisacae desse raelhxaaieB
to ; a genensidade do Sr. Goedison e deitcafao
tem igual di Sr. Dr. Moscoso, raerecem-ao, &>
dignos delle.
Inqueritos. -Ti.eram e cenveu.ente Jolm-
os qua effectuou a delegacia de Ouricury c^afra
Benedicta Antonia de Gusmao e Castro e Juvena'
Antonio de Castro e Silva, por crime de injanaa
e contra A.eolinatic Alves I'-.u.deas:, Al^^^V'
W.(KW!
J99:575*JO.'
68.874*88''
I600J00T
5:000dlNK
biOO-J^O*-
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235JOJ0
383*00)
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275*Otir
240*0 Jf
240*00)'
MOTIUBi i



a
3$trfo de Pernambuco Quarta teira 11 de Fevereiro de 1874.
de Magalhles e Pedro Marinho dc Almeida e Silra,] ttla_ ej vuiva do imntujor D. Pedro, de Por
por crime do ferimentos. J ftrgifl.
Assoelneiio medica.Na seccao compa- Na .Europa tontaVia tambem -a ponU; no-ttUiihr
>
tente vai publicatlo urn aununcio de.coiivite a dis
tincta class* medica, afim de que esta reuna em
numero sumclen'.e a poder resolver-se deflditiva-
mente a instalracSo dessa associacao. A idea e de
immonso alcancc; o que admira 6, que tendo sido
ha tempos agitada, ainda nao estoja realisada.
Discarso. Transerevemos, hoje, em nossa
8.' pagina o diseurso pronunciado pan Sr. Dr.
Jose Avelino Gurgel do Amaral, na capella de Be-
lem, no dia 2 do corrente, por oecasiio da cere-
raonia da colioeaclo da lapida commeinoralrva do
lugar era qae, naqaella capella, esteve depoaitado
o cadaver do desembargador Nunet Machdo,
victima da revolueao de 1849.
Embora nao compartilhemos a doatrina expen-
dida nessa paca oraloria, ncm estejamoa de accor
do com o Sr. Dr. Gorgel do Amarel quanto as
aprecia^oes hisioricas, nao deixamos de reconhe-
cermerito no seu trabalho, o por isso o transcre-
vemos como dooumento litterario de bello lavor, e
digno de ser lido.
Careee raid ado -Meradores da ran
treita do Rosar.o no3 pedera para chamar a attee-
^ao do Sr. subdelajado da fregaezia de Santo An-
tonio para o criado ou aggregado de.uns mocos,
que ahi moram n'um 2* andar, o qual passa a
maior parle do dia e da none a cantar e a recitar
versos, descompassada e ineemmndamanie, pertur
bando com isso aquelles que tern a hfelicidade de
morar proximo delta.
Exorcieio.Hontem, a tarde fezexercicio no
Campo das Prioceias, em ordeni de marcha, o 2
batalhao do infanteria de linha, sob o commando
do Sr. major Carlos Magoo.
faar paganise hoje as seguiutes folhas : hespital mili
tar e todos os demais raac-ion^rios que recebem
par meio de reeibos ava'sos e-tambem os qae dei-
xaram de receber n cados.
Canal d> Surr Rizem de Constantino-
pla que o gran-vizir dirigio nma carta ao kediva
do Egyplo, pedindo-lhe qne faca executar denlro
de Ires mezes, a d-'cisao da commissao internacio-
nal relativamonte aos dircitos de transito pelo
canal do inhmo do Suez.
Rret)iii|irnsa. Como os leitores e^tarao
lembrados, logo depois da catastrophe succedida
wnoVilledu Havre, o vapor Trimmntain recebeu
a seu bordo os passageiros recolhidos pelo Lntli
Earn, cujas avarias. em consequents da collisao,
a Ike ram tambem sossobrar depois A t'.ompa
nhia Transathlantit-a, a qual pertencia o Ville dn
Havre, mandou aocapilaodo Trimoantiin, como
testemonho da sna gMidSo, am magnifico chro-
cometro Bregaet.
Inau^uracao de uma nova esta
tua. Referem de Londres o seguinte em data
de 9 de Janeiro :
Hoje, as II boras, o principe de Gal les presi-
dio a c remonia da inaugnraoo de uma estatua
^questre levantadt a memoria dj principo Alberto.
Ao contrarkvdo* costumes da municipalidade de
LsMrat, qae eoNoea as m esiatuas, laes como
a da Peabody e de sir Robert Peel, em sitios tie
til molo estreito e onde a lui e t"t" rara, qae estes
^randes bomens teem are* verdadeirameute nJi-
ealos, a estatna qne representa o prinripe Alberto
fni admiraviJmont'- celloestaa a entraita do Mplea-
ilido viaducto de Holborn, qae liga o W^st-Eni
irom a cidade.
Desveniado o nionnm'mto e terminida a ce
rcmonia, o piineipe ^em dourada de lord maire, e acompaobado pelos
aldermen e por txn tserto niunern de convidados,
dirigi>>?e para Goidhall, onde a municipalidede
da city lb> off'Tecpu um magniftco lunch, i
Prcinio-s pel:* deseonerUi de inn
niii'ia. Aeaaam ile ser disiribuidas as quan
ii :adoi effnraeidafl ;i- pessoas qae descobns is folslfieadoros da< letrai de eainbio com as <|ua
Is4 rmliado o Banco 4; InglaWrra. lima criada
de um hotel rocebeu por uni deimaaia I:i*i03, i
igual (|u.intia p ir oitra : u n livr-iro le Eli-n
fturgo reeetoa 73WS009, a um siineiw de aim
foja de utunsilios de e*crifl trie WWJOO ; identica
so-nma a outrns intividuos e o resto da quanu'a
olferecida foj divnlida em pvreellas de 2-)l)5';0il,
ludo moeda forte.
O eaitiv*.lro dc Ko/aine l.i' se o
seguinte n'u:na folha irancza
t A petii.-ao apresentada pelartsposa de Rataine
para o effi>ilo de sor MtorisaAa a p:i!iilhardo cap
liveiro de .seu mirido foi fvvor,ui;lmente acol i l^1
pelo goveroo. Os aposmtM ronstruidos no inte
nor na (ortaleza quedomina a illia de Santa Mar-
garida e.stao dispostos de tal sorte qne e possivel,
com pouca despeza, aproprialos de undo a rece-
ber a familia do ex mareelul, seal (|U'i disso re-
suite derpgafoo aoa regnlarncriMs quo prendem
ao servi;o in;emo das pri-oes do estado* Um
corpo do guartlas ospe-iil. fara o service do alo-
jamento do -u I :::-:.-i.J p e do de sua familia. Um
jardini de algnraas centenas do metros, que se
estende entre o pavilhio c a esplanada sera ro-
deado de naros, do mo lo concili.ir ao inesmo
tempo as axiea;iai oV> iervico eon as Ma da hu-
maoidado.
A Sra. BtzaJoee setw filhos c r.s pessoas ao
seu servii; i ;i ideriin ;i loda hora do dia e da noil'
circular Rtvemeote, quer ni edilicio quer nos
jardin-a sna disposiejfte, p^rem deverao iinpor-se
a obriga;.V. do iii.la fazer qqo po^sa ir contra os
regaliiaeBtos cm vigor.
> 0 cotnlemnad > dava igualuionle obrigar-se,
s -u prlavra de ttoara, a nao r.bnsar em uada das
beuIJades que psriitilteai a sua familia aproxi-
niar se delta, ad a de acl xur-llH o longo capliveiro
no qual f >i conraiatada a pooa infamanie quo o
forio.
F,m conseqacacia da dHposicao do lorreno,
i|ue desce cm suave h'i-lke desoa o e-lilicio ate ao
muro de ciroii,oval.ii;So. o pri=ioneiro o sua familia
podem ter presenWi, em dna pottos difforeatec, a
vista do mar e da cosia d.is !e Frejiu ate Cannes,
lima aila do platan**, it'i". e osiende ao longo de
um muro. peraiiuira aaa Mbw do ox-nwrechal
atmgar.'Pi >c d s r-aios do *ol da Provenca quan-
do alii se entrrgaom aos exercicios proprios das
suas idui'
0 coroaef VHtette vcio a Paw, nfim de dispor
todas'as c indico'S, r. lativas a instnllaijao da fami-
lia do conienmado nas fortalezaa da ilha de Santa
Margarida, e nao besitou em toraar-se, junto do
Sr. Baragnon, o iuterprcte dos seotimenlos de re-
conhecimento da Sra. Sazaino pclas permissSoa
que Ihe foram concedidas e pur todas as atten(5cs
qae me teem sido di-penv.las. 0 Sr. Villete, cm
nome dos membros da familia Baziiae e no pro-
prio nome do marechal, compromctteu-se rtib
palavra de honra, a nao abusarem em naJa das
disposiQoiis extraordinariamente benevulas tomadas
pelo governo.
Bronze de puosnhoro. IA se o se-
gainte n'uma folha estrangeira.
Para certas industrias e muito importantc a
nova liga que agora se principia a usar, chamada
bronze de phosphoro. Apresenta maior ducttlida-
de qae o cobre. 6 tao tenai como o ferro, resiste
eomo aco e refundind)-or ncm pela volatisa;ao
nem por outra forma se altcram as paries qne o
eompoem. Por ordeni do ministro do coaimercio
prussiano fizeram-se recentemente experiencias
aobre a resisteacia, tenacidade, dareza e ontras
prrjpriedades da nova Ffga, demonstrando-?c por
ellas as grandes vantagens e immensa superiori-
dade do bronze de phosphoro. Este reduz se a
Jarainas delgadas, sem que as margens se gretem,
com maipr facilidade que v cobre. Batendo com
martellos feitos com a nova Jiga, nao ofestante a
sua grande dareza, nuoca saltam faiscas, proprie
dade esta qae toroa o bronze da phosphoro muito
apropriado para confeccionar diversas feTramentas
e ntensilios usados nas fabrieas de.polvora.
* 0 referido bronze, aovo, e o mefhor material
para canodes, espingardas e pistolss para muitas
partes das machitias, rnios-de grandes fornos, si
nos, etc. Pela homogeneidade e figura do grao e
peios fbrmosos inatues que apresenta o novo me
obras do arte, as quaes sahein fandidas, tao per-
feitattente, qne e desnecessarib cinzellal as e pra-
ticar ontras operac3s posteriores, hoje nsadjs ao
fundir objectos com ontras combiaacoes roetalkas.
Resulta portanto de todas as cxperleacias
feitas, que o bronze de phosphoro quasi sempre e
prefcrido ao ordinano uzado ate agora, porqae
sendo aqaeile um tanto mais caro, tern no eatre-
tan to maior darajao, menor peso e pdde refandir-
e a miudo sem qne scrarevenbam perda9, o que
aoeeede com as outras ligas. >
Iteerologia. Durante o anno de 1873
falleeeram os seguintes personagens :
0 Imperader Xapoleao, o rei da Saxouia, ag
daas rainhas da Prussia, vinvas de Prederico Gui-
fterme- HI e Frederieo Gudherme IV, o tilho dos
duqut* de Mootpensier, o daqne de Rianzares, o
dnqae do Brunswick, qae deixou a sua grande
fortuna a ciiade de Geoebra, o priocipe Aagasto,;
irraao do- rei da Suecia, a rainha vhjva do War-
temberg, o soberano das ilhaa Sancrwich, o prlncl-
pe Cmza, Adalberto da Pnusia. irmao do impe-
rador, AM el-Kader, o imperador de Marrocof, a
arohtdnqneia Sophia, mil do imperador de Au$-
anno, de lord Bowd.ende Lyttqn Bulwcr, do-fiapt
talista Baring, do tragic.) Maercady, do UlaMro
poeta Manxoni, de Breton de los Hefcerds, de tlios
Rosas, da Oloiaga, drr escriptor Stuart Mm, -do
grande pintor Winterhater, do Resale*, do compo-
sitor pnncipe Poniatowski, de Ratazit e outros
naenos conhetidos. _, ,
Carta da ex-imferatrl Kusenla
ao bispo de Troves. A Imperatriz Euge-
nia dirigio ao bispo de Troyes, qti parece se
oppozera a que se celebrassem na sna diocese suf-
frages por alma de N.ipoleao III no dia 9. anni-
vcrsario do sea fallecimento, a segainte caru,
dauda de 10 de Janeiro :
Monsenhor.Afnrmam-me, porem nao o acre-
dite, que V. Exc* prohibira as missas que se ti-
afcam mandado dizer na sna diocese pelo descaa-
co da alma do imperador Napoleao HI. Nao posso
acredita-lo, porquo a igreja nuaca recusou ora-
ctfes aos mortos.
0 espirito de caridade e o amor ao proximo
formam essa longa cadeia que nos enlaea on aos
outros, ricos ou pobres, felizes ou desgracados,
vivos e mortos. Kao, V. Exc. nao o podia prohi-
bir que se rogasse pelo rundador dos capellaes
das ultimas oracSas. Nao, V. Exc. nao o podia,
qnando prolestava contra os enterramentos civis
que privam nm christao das orac5es da igreja,
nega-las aquclles que as pedem.
a Pornltimo, V. Exc. na podia ter esquecido
o jurament-i que prestou nas maos do que ja nao
existe. Se tal snecedesse, nao poderia concluir a
minha carta sem lhe lembrar aquelle final da for-
mula dojnramento dos bispos: qae Deus vo-lo
ordene.Eugenia.
livpcdirai) a Terra do Fogo. Da
expedicao que parlio ha tempo para a Terra do
Fogo receberam-se as seguintcs nolicias dadas por
um dos iodlviduos que compunham a referida ex-
psdi^ao :
Acabamosde atravessar o estreito de Magel-
lan e escrevo a prossa, com um pe no escaler e
com o oatro na Terra do Fogo. 0 aspecto do
paiz nlo 6 dos mais animadores. Lagoas e enraes
de montanhas ; ao longe algumas crateras de vol-
e5es famegando. Ao nordeste da ten a da desola-
cao, vimos nm barco tripolado por fuegtw.
Havia n'elle clnco homaos e tres mulheres, todos
ntis. Os homens sao disformes : tern o ventre rc-
dondo e brajos compridos e magros As mulhe-
res na) sao feias. nma deltas era ate bonita.
N'uma enseada estavam cinco grandes barcos,
desmastreados, provenienles de naufragios.
Os habitantes de Punta Arenas .aiBrmam que
todos os tripolantes dos navios naufragados foram
devoraios pelos fuegin't.
Os meus camaradas apronptam os barcos de
caout-chouc que nos devr:m servir para atraves-
sar ou subir as numerosas correnles do agua qne
vemos
O Vczuviu. 0 Piingolo, de Napoles, rece-
b"n d i professor Palmieri o seguinte boletim re
lativo ao Vezuvio:
0. Vezuvio, que ha nlnjtos rnezes apresentava
o phenomeno de nm ftimo cwtinao sahido so do
fundo da dnpla eratera, tem agora nma eutra fei-
cao. as fumarohs espaihas pelos 11 an cos e pelas
mirgens da eratera, dio (leMle bontein signaes de
ere3C'imentO de actividade, quer pela li.aior quan
tidado de fumo, quer pela forca com quee ex-
pal so.
A eratera mais eonhecida e a do nordeste,
isto e. a mais proxima do observatorio. 0 fgo
n.lo se mostra por ora senao no interior dai cra-
teras, porem os glohos de fmrio qae partem dos
dons navos susjiftw indieam qne a materia em
fusao nao e.-ta a grande profunlidade.
Cimsiderayao pela iinprensa. 0
burgo mestre de llruxeli.w, o Sr. Anspach, acaba
de fazer a favor da hnpfensa d'aqne.la cidade ama
innovaeao das mais felizes e que mereeia ser imi;
tada ehtre nos, oude a imprensa nem sempre e
considerada como mereee.
Mandni a todos os y-rnalistas aceites pelo syn-
dics to da imprensa de Bruxellas e aos represen-
tantes dos jornaes eslrangeiros um cartao qne
Hies da direito de entrada em toda a parte oude
ate agora era prohibido o accesso sem licenfa
previa. E-=:e cartao tem de um lado o arebanio
9. Miguel vencendo Sataoaz, as armas da BniBel-
las e as palavras : Administrafao communal;
passe dn imprensa. Do oulro lado : Service d*...
(nome do jornal).
Slnlstros inarilimos. Continuant a
multiplicarse os sinisiros maritimos de um modo
espantoso. A Gazeta de Augsburgo noticia a perda
do vapor Elba, que fazia a carreira de Uamburgo
a Lon Ires, e pertencente a companhia geral de
Navegajao a Vapor. Bite navio nao levava passa-
ge.iros ; a tripola-.-a) coinpnnha sede 'ii pe-soas.
0 vapor Cosmopolitan da mesma companhia,qne
partira lambent no mesmo dia que o Elba, nap-
fragou igualmenta por causa da tempostade que
fez sossobrar este'ultimo.
A Gazeta de fa>lonit< aimuncia lambem a perda
do vap*r Urania) que ia do Havre para H unburgo,
tendo a iripolacao sido salva por um barco de
pesca hollandez, depois de passar p.r terriveis pc-
ripecias.
Tornele de xsidrex. -?egundorefereni as
fnllias de Paris o cafe da Regoncia e ha dias o
theatro de um grande torneio de xadrcz. Toinam
parte n"elle stssenta e quatro amadores de todas
as nacionalidades. Eutre elles eontam se o prio-
cipe de Villafranca, barao Andre, de Locmaria,
commandante de eslado-maior, conde de Klise,
capitao de estado maior do Castelnau, de Vaux,
barao Thodors, de Gogortza e um grande numero
de amadores rus-os, inglczes e franeezes.
Os jogadores, divWidns em dous campos, tem
feito separadamentc 32 partidas; os que ga-
nharem, jogarao depois entre si. Osinatro ulti-
mos que vencerem, terAo quatro premios que con
si-item em objectos dc ar-e de grande valor. Os
panviros, scijiindo as c mdieo^s do lorneio dis-
poslas pelo Sr. llosenllui, jogarao 20 vezes por
bora, a qual e marrada por uma ampulheta.
.latijcnidadi's -Diz uma folha estrangeira
que em nm-is excavacil^s que se estao fazendo em
Box-hill ilnglaterra) descobriram-se varios atau-
des rommos antiguissimos, alguns de um hup
extraordinario, e entre dies um que conlinha
varios ossos, um annul de ouro e alguns cravos
de maleira com a cabeca quadrada.
Kvperiencias. As ukimas experiencias
feitas em Nova-York e'emonstram que a agna que
permauece de notte nas canalisaeScs de cliumbo
tomam nm grao e um decimo do referido meta1,por
eada galio d'aquelle liquido. Este descobrim-nto
fixou muito a atten;ao dos que sc occupam nas
coogis relalivas ao estado sanitario d'aquelle paiz.
Einpre^ados do Vatlcanp. Eis sc-
gundo o i pessoas emprega Pio IX no seu palacio :
20 mordomos, mestre de camara, etc ; cerca de
19-i prelados domeslices; per-lo de I/O camareiros
secretos suprauumorarios; G camareiros sccretos
de capa e espada; 30 ifliciaes que coostituem o
estado maior da gaarda nobre e 60 gnardas sim-
ples ; cerca de 130 camareiros secretos de capa e
espada supranumerarios; 2"0 camareiros de hOn-
ra, de visluarios cor de violela ; perto de 70 ca-
mareiros de honra, extra urbanos ; 70 camareiros
de honra de capa e espada ; Ii oulciaes da gaar-
da suissa e da gaarda palatiaa; 7 capellaes se-
cretos; cerca de 50 capellaes secretos, de honra ;
7 capellaes de honra, extraordinarios; 20 clcrigos
secretos e capelEes ordinarios esnpranumerarios;
10 inlendentes, trinchantes, etc. 4 oO bedeis effec
tivos e sapranumerarios. Ao todo 1,1150 pessoas,
as-quaes e uecessario acrescentaro sacro collegio,
eos Movtignori da curu,em numero de liO apro-
ximadamente.
i tumulo de \apoIeao HI. A'cer-
ca da trasladaeao dos resto? mortaes de Napoleao
ni para o novo tumulo, le-se 0 ssguinte na
France:
A cerempnia teve. uma faicao toda particular.
Terminada a missa, quo foi celebrada pejo bispo de
Entre esses cugeohetre* WESlDESCl.v
execir.io pr.rem, des^e
ttl, parece roelhor qae nenhura oatro para fazer Southwark, assistidp do Revm. Goddard, abba-
de de Santa If aria de Chislehurst, o caixao foi
trausportado para a nova capella, que se ergue a
esquerda da igreja e para a qual se entra por um
largo corredor separado em dous por uma dupla
eolumna'de martnore de Devonshire, e depoie
depositado no sareophago de graoito offerecido
pela rainha Victoria, 0 qual, segundo dliem, e
igual ao da daqueza de Kent, mat de S. M. 0 cai-
xao repousa sobre um lei to de terra trazida das
Tulherias. Poi.obLpoqn,e lan;ou a priraeira pa
de terra.
A imperatriz, qua tinha ouvidi) a missa de
uma tribuna lateral, oude nao podia ser viata
pelos asiisteqtes, epcaminhoa-se para 0 tumulo,
conduzida pelo prelado officiant.*, e lan;ou agna
benta. Seguio-sedhc 0 principe imperial, os ou-
tros principes, as pessoas da casa da iraperataiz e
os ontros assistentes.
Perante as pessoas da easa da imperatiz, que
foram as onicas quo flcaram no lemplo, proeeden-
se ao -ellamento do tumulo, em segnida ao que
foi collocala a tampa de granito no sareophago.
Esia ceremonia terminou as 3 h'oras da tarae.
Mlscclanea 0 projecto de nnlr a India
Com a Russia psr mcio de um caminho de fe:
ocenpa todos os cspiri'.ts series desta ultima narSo,
e leem'ja SWo apresentados n'esso seotido nadoa
d'dieos-eigenhoiro-s alguns dos quaes ninit)
uaJiftsos e ioier^-sante.-. Ent
Ijtura 0 Si. de Lssseps. A
grandroso projecto parece irrealisavcl, sobre'.odo
no que diz respeito ao esiabelecimento de uma li-
nha nos desertos de areias nmedicas que existem-
ao sul de Samarcanda.
Seguftdo refer* ama carta de Londres, hou
ve ha dias uma tocante cereroonia n'um pequeno
templo proximo de Osborne : foi 0 da oonarmacao
da prineeza Beatriz, a flllia menor da rainha \4
Inglatorra. Esta prineeza, qae conta apenaa 17
annoi, promette igualar em belleza a snas irmSg ;
6 muito parecida a encantadora princeta Lni-a,que
casoU com 0 marquez de Lome, e d a unica das
princezas inglezas que esta aolteira.
0 famoso quadro de Alfonso Cano A dolo-
rosa. que fora ha tempo subtrahido da cathedral
de Granada, foi afinal recuperado, gracas as pes-
q izas e actividade do inspector de vigilancia da-
quella capital. 0 autor do roubo e um tal Enri-
que La Cahe, em casa de qaem foi cacontrada a
referida pintura, bem como muilos outros objectos
subtrahidos.
Acaba de ensaiarse era S. Francisco da Ca-
lifornia am novo systema de ealcetamento de ruas,
o qual consiste em ladrillus fervidos em breu mi-
neral, os quaes toinam por este processo a mesma
ilureza que 0 granito As juncturas entre os la-
drillios fecham-se com a me3ma especie de
breu.
Foi lancado a agua era um porlo dos Esta-
dos-Uui I03 um navio igreja, de ferrj. E' piano
pela parte inferior, em vez de terminar em quilba,
como os navios ordinarios, e a parte da popa i
quadrada. A proa tem uma tigura. Mode este
navio de novo genero 23 metros c 70 centimetres
de longitude total, e 7 metros de latitude. No can--
tro da igreja esta 0 pulpito, coberto de velludo.
A altura da nave da igreja 6 deo metros e 20 cm;
timetros, e na abobada ha tres janellas em form*
de copula, destinadas a allumiar o edilicio. Hi
sitio salBciente para 3e eolloearem banco3 e
cadeiras, e tem uma pequena sacristia. Nao se
sabe ainda ao eerto 0 de^ino que ba de dar-se |
esta igreja fluctuante, que podera contcr de 60U1
-700 pessoas ; parece, porom, que e- uma igreja de
propaganda, eujo nm sera fazer prjselytos em
toda a Amerija do Nortc.
timve ha pooi'o um grande incendio qae
destruio as olBcinas e outras dependencias do pe-
riod ico semanal de Londres intitulado Loijd's
Hews, 0 qual faz uma tiragem de mais de meio
milhao de exemplares para 0 povo ; julgou se, om
cousequencia desse sinistro, quo a refarida folha
suspendesse a sua publicacao tamporariaruente,
poie.n nao succeden isso, gra;as aos grandes re-
corses com que cjnta aqitella poderosa c:n-
preza.
Os caminhos de ferro estao fazendo grandes
progressos na Russia e na f urquia. Ha ja no
primeiro destes paizes 9:lo9 milhas couslruidas
e_i:2ii kilometros no segundo. Alem d'issi es-
tao -se construindo muitas estradas reaes e inuni-
cipaes.
Pessoas que visitaram Cartagena, dizem que,
exceptuando a rua Mayor, que sotlreu pouco, a
cidade c um moatao Ue ruinas. As ruas sujas,
rotos oa caaos, oditkins por terra, outros que
aineai-am uma cumpleta ruiaa, emflm, um quadro
desolador. Uentro da pia;a, apezar de quantas
notieia-s se deratn em cootrano, liavia mais de ...
10:000 pessoas, coin; ellas giande numero de mu-
lheres e criancas. E' raro 0 edificio que nao sof-
I'reu seusivelineote por efTailo dos projelis e de
explosoes.
Os progressos que fazem na Suissa os deno-
minados veluos catholicos principiam a ser u:na
ooasa seria. Ha 5j padres que ja adheriram a
esto movimento, succedendo islo nao so nos can
toes suissos, mas ato era varios depariaraentos da
fronteira de Francii.
-^ Eiu celebra-.ao das festas do anno novo e a
install :ia dos principes de Gallos, do conde de
Derby e de outros illuties personagens, foi dada
uma maguilica ceia, nr. povoa$ao de Lynn, a todas
as viuvas de maisde 70 anoos resideutes naquella
locaiidado; appareeeram no banquete' 110, seudo
distribuido a discri;ao perna de vitella, carne as-
sada co traditional plum puding Concluiio
0 banquete, foram distribuidas a cada uma das
viuvas 1U0 libraa de carvao.
Deu se uma grande catastrophe na linha fer-
rea de Valencia. N'um dos ullimos dias quetirou-
se uma cadeia da punte provisoria que se cslava
coucluiudo no barranco ds Boquilla, junto a Ma-
yelite, na linha de Afmansa a Valen:ia, e caiiiram
uo precipicio 23 trabalhadora.-, que licaram Ipgo
mortos. Eis as dolorosas consequencias dos des
tro^os causados pelos carlistas
A raiiiha Victoria dignou-se mandar para
a exposieao iotornacional que deve veriiiea*-se
11 > corrente anno em Madrid, nove funnosos qua-
tlroi a oleo piutados pelo celobre artista Wilkie ;
entre elles figara um que representa 0 cera de
Saragoga.
Projects em Paris a abertura, para os
principios da maio, de uma txpusicau patriulica
e de caridade. Esta exposicao, organisada pela
Sociedade dc frotecijao dos Alsa'.o-Loreoezes, sera
coinposta da reuniao de todas as grandes collec-
Qoes pertencantes aes mais rieos amadores de
Paris, e comprehendera todos os objectos de arte,
quadros, es<;ulpturas, gravura^, moveLs, etc., que
possuem os Srs. Rothschild, duque de Aumale,
Richard Wallace, Czartoryski e outros. A exposi-
cao tera lugar nos saloes da pre-idencia no pala-
cio das cdrtes
L.oteria.-A que se acha a venda 6 a 87-, a
beneficio da irmandade de Nossa Senhora da So-
ledade. da igreja do Livramento, que corre no dia
13 do corrente.
Lotcrla do Rio de Janeiro. A lo
teria do Bio ( 493) corre hoje, 11 do corrente.
Leilao. -Quinta feira effectua 0 agente Mar-
tins 0 leilao de moveis na rua da Uniao n. 17, con-
forme se acha annunciado no lugar competent
d;S'.i Diario.
Casa de deteneao.Movimento da casa
de deteneao do dia 9 de fevereiro de 1874 :
Hxistiara presos 337, entraram 5, sahiram
it, existem 331
A saber :
Nacionaes 2i9, mulheres 10, estrangeixos 3i,
e -cravos 36, escravas 2.Total 331.
AJkneptado3 a custa dos cofres publicos 2S7.
Siovimento da enfermaria do dia 9 de fevereiro
de 1871.
Teve baixa :
Alexandre Antonio Tavares do Almeida, febre.
Tiverara alia :
Bernardo Vieira da Silva.
Germano Lopes Frazao.
Uanoei Francisco dos Santos.
Man id do Espirito Santo da Silva Charamba.
Paswagciros. Sahidos para os portos do
sul no vapor nacional Ceard, no dia 9 do car-
rente :
C. Brandiaeller, Senhorinh.''. M. Cidrao, Isabel
Romcrd, D. Andri, Manoel lose Pereira Baltar.
A'idpho Mathias de liarros, F. Eugenio Magalbaes
Seve e um criado, desembargador Mauoel T. Tho-
uiaz Henrique* e uma pessoa de sua familia, Anna
Joaquina da S. Jose, Henrique e Feliciano Jose
Henriques e um escravo. Dr. FraBCisco de Souza
Ciree Lima e um criado, desembargador Jose 1.
Accioli de Va3concellos, 2 filhos e um criado, An-
tonio Soltleur, 2." cadeia Francisco Lucci Colas.
Juaqtiim daa Virgaos Lima, Mmoel de Mesqaita
Cardozo, Dr. BayBMindo/Uonorio da Silva,Luiz de
Oliveira, Jose de CarnaHio Ce^ur, Alfredo Goeaes
Nelto, Antonio Manoel de Carvalho, D. abbaie ge
ral Bvd. Frei Josd da ParUkacao Fraaicez, Frei
Jasurno da C. Marques, Frei Jose da Exalucao
Marquee e um criado, Manoel da Silva ltranco.
Matiiias u. da Assantpcao, Marcal dos Santoe
Silva e sua mullier, Joaquira Branco, Joao Gartos.
Lima, MiguelBaroairdo,soldado*vouuitario&Ghris-
tiano do Naseimento Rodrigues Leitao e Joao Sea
res Melio.s? recrutas. Ernesto Scbatv, Gabriel 0.
tL, GuiHierrae Joaquira de OliBeira, Juao B. de-'
Qliveira, 26 esora-vos a entre gar.
Sahidoe para os-porto* de norte no tapor
nacional Cruzeiro d) Sul, no dia 9 do corrente :
Diogo Madison Perm, commeHdadar Jos* Joa-
qoim Teixeira e sna-familia, Atfoflso ?'equeira F.
'br. Celso de MaganiSes, Jao Mendes de Arauioy
fuardas marint.a 6'. ; Monteiro da PHva, Dr. Miguel Gomes de Figuel-
reidp, L Lima. F. lose\ Jose de Azevedo e Silva,
Caio Lustoza e mn criado, Waooel da Costa *)
reira, Joaode M. A- Albuquejoe, Dr. fifes- P. de
' Ahneida- Albnquerqoe
Sahidos para os portos do sul no rapor
francez grnmanthe,- no dia 9 do corrente
D. lsa*ef Lucas da Bilw, Dr. bvpn Wniz Cor-
deiro.
CHRONTCA JUDIfiltlli.
I IIIIti II. IA KI,\< til
BSHaO OS 10 DE FEVKREtRO DI? J874.
DO EXM. Sn..C02i6t.HR\0 CAE
TANO SANTIACO-
Senrclario Dr. Virgilio Coellio.
As 10 boras da manha, presentea os Srs. des
erabargadores Silva Guimarlea, Reis e Silva, Al-
meida Albuquerque e Souza Leao, nao piide haver
sao per falta de quorum.
i ___
PARTE POLITICA
P.1RTIUO CO\SEIlV VBMM1
KBCIPE, 9 DE FEVEREIRO DE 1874.
Os negocios de Bom Jardim tem merecido a
mais seria atlencao da Provinciu, que doHes se
tem accupado com aquella imparcialidade de qoj
tem dado prova? esse orgao da imprensa opposi-
cionista.
Por mais que nos cu-te, somos todavia forca-
dos a oppor contradita ao que todo o dia alii se
escreve de animo apiixonido, e somento por op-
posicao systematica ao governo provincial.
K certamente uma tarefa ingratissima essa dos
nossos adversarios que, nao tendo factos a allegar
contra a adininistracao do bonrado Sr. Dr. Luce-
aa, nao cansam de injuru-lo, e a todos aquelles
que desiuteressadamenle 0 dai'endem.
Posto que os Uniites da defeza se estenlara ale
0 ponto em queQttinge a aggressao, todavia nao
imitaramos a opposieao, e respeitaremos sumpre
as individualidades.
A proposilo de um process 1 instaurado pelo
juiz municipal do Bom Jardim, e interiuamente na
vara de direito, contra o cummandante do detta
camento d'aquella localidade, a I'rooineia, alem
de nuKidUr a nossos amigos, faz insinuaroes in-
decorosas, de modo a prevenir 0 egregio tribunal
da relacaoem favor desse monstro jundico, que
se ehrismou com 0 nome de processo de respon9a
bilidade.
Data jade algum tempo as tropehas e cxjbssos
praticados pelo actual juiz de diroito inierino de
Bo n Jardim 0 Dr. Ausiarliano Corrca da Crasto.
M050 inconaiderado, tixoso e excessivaoiente
violenlo, tem anirchisado a sua comarea de moJo
inacrodiiavel.
Depois de ter oncilado 0 povo a uma rebelliao,
acoQsel!iando-Ibe a empregar ineios violentws con
tra os erapregados encarregados da arrecadagao
dos ioiposios, a quom aitribuioo proposito de exi-
girein o pagamanl; de impasicois nao creadas por
lei, oi)r. Austerliano desenvolveu a mais desen-
freada perseguicao coulra seus jurisdiciconados, e
principalmente contra as autoridades policiaes,
que lhe sao subordiuadas.
Abortalo 0 tarrivel piano coneebido pelo incou-
sidcrado juiz, fez disparar em sua casa, em cerla
hora da naite, um tiro, para fazer crer que pre-
tendiam assasaina-lo.
Ainda desta vez nao prodnzio elfeito 0 estrata-
izema.
As diligancias proi-odida* levaram a evideocia
0 :i:n e a 0 igem, que elle teve.
Enlaoo juiz n>o tave mais encrupulo; ; quiz
mostrar a forca de que dispunha e em pleao dia
e^bordu-ju barbaramenle a um cidadao, rtcolheo
do-o alem disso a prisao oode permaDOceu por
rauitos dias.
E' a esse juiz arbitrario a queta 0 orgao oppo -
skionisu eiideosa todjs os dias como o typo da mi-
gistraiura, como viclima da perscgoicoos 1
Como se troeam os papeis I
Mas qaem nao ve a falsidade da arguicao I
0 juisde direito da comaroj, que por maio do
recurso do habeas-corpus i)6de fazer cessar qnal-
quar conslrangimento illeg I, que tem a plenitude
da jorisdiccao, quer no crime, quer no civel, que
forma culpa a todas as autoridades da comarca,
sem recurso suspensivo, na > pole ser per^eguido ;
ao wutr.i-io senao for urn juiz bem intencionadj,
e Bel executor da lei, 1 rna-se it in verdadeiro lla-
geilo. _
E' o caso em que se a^lia o juiz de direito iule-
rioo da comarca da Horn Jardim.
Abusand 1 do padar que Hie foi conferido por lei,
procura agora inulili-'ar por meio de processos in
formes, a todas as autoridades policiaes.
Esse que ahi esta, no tribunal da relacao, para
ser julgado em grao de appellacao, robusta do quaoto piile 0 arbiliio e a prcpolencia.
Para se fazer uma ligeira idea do que 6 esse
monstro juridico, basta dizer que a antoridade
responsabilisada nem ao menos foi ouvida /
Em seg'edo de justica e sem a minima forma-
lidale esiabelecida para os processos de responsa
bilidade, 0 juiz decretou a prouuncia do subdele-
gado Lagos como incurso nas penis dos arts. 181
e 187 do codigo criminal.
Nao queremos preveuir 0 juizo dos dignos jnl-
gadores ; mas em tempo opportune analysarernos
easa peea, qua e 0 eorpo de drlicto da iucapacida-
d*. do arbitrio do juiz processaute.
Lembraremos todavia que t aviso n. 276 de 3
da outubro de 1835 declarou que, nao incorna
nas peoas do art- 187 do codigo aquelle que pren-
dia a individuo solto por h'tbeas-corpin, so para
essa priiao hou e nova causa.
Esperamos que 0 venerando tribunal da relacao
profira a sua docisao, e entio teremos occasiao de
confandir aos dolractores.
Espectuculo out bcucficio a jardiuamcuto la. |iracaB do
lairro do Recife.
Hoje tera lugar no theatro Sanlo Antonio, esse
espectaculo ; decididamente sera 0 ultimo em que
trabalha, entre no, 0 Sr. Goodison.
Deve ser uma noite de perfeita enchenle, pois,
a esforros dos Srs. Jose da Silva Loyo Ftlho e do
Dr. Moscoze, passaram se todos os bilhetos.
Tocarao desde 6 horas da tarde, diversas ban-
das de musica militar: sera sera duvida uma
noite aprazivel.
O Sr. Dr. Rarbosa.
0 Sr. Dr. Manoel Harbo3a de Araujo provoca a
qucm quer que seja dos que assistiram a seus dis-
cursos no consi&torio da igreja de S. Pedro, a de-
chrar se rlguma vez 0 ouvio pronunciarse di-
recta ou indirectantente contra 0 governo de seu
p.iiz
Sendo eu nma testemunha presencial de um
desses discursos, nao posso deixar passar em si-
lencio uma tao formal provocajSo.
0 Sr. Dr. Barbosa nao pronunciou se so indi,
tamente contr* 0 governo do seu paiz. 0 Sr. Bar-
I'Osa incitou, excitoa, levou ao ange do enthu-
siasmo e da paixao 0 sea aaditorio, e tado em
nome de Deus, de Jesus Christo, 0 Cordeiro Paci-
fieo.
Nao fallou 0 Sr. Barbosa no noraegoverno ;
mas eram todo aquella sermao, todas aquellas
palavras qae desciam da cadeira evangelica, como
uma tempestade de raios fulminados do throno
de Jupiter; ludo aquillo era por causa do processo
e da prisao de D. Vital, assim perseguido pelos
inimigos da fe, da religiao ratholica ; inimigos de
D; Vital, este hojnem extraordinario que tentou
restaurar a fi nesie povo sepvllado na impiedadt,
como Chateaubriand levantou a fi na franca teiu~
zid.i a impiedade drpoi3 da revotucSo de Hi.
Em verdade 0 Sr. Barbosa nao pronunciou se
direclamente contra 0 governo de seu paiz, mas
pronunciou si por ealas expressSc-s e do modo
mais apaixonado contra os inimigfls da fe, que
nrocessavam e faziara prender e perseguir 0 illus-
tre varao, que equiparou a Chatelubriant, e por
Unto sen trace e amoroso canto f-0 Genio do
Cltffstianismo aos anathemas e sbspensoes de D.
Vital.
(hiem sao porem, 5r. Barbosa, oa inimigos da ft
tda reiigiclo catholica, qjtf a prgteUdem destruir
pelo processo, sentenca e prisao de D. Vital 7
O Sr. Barbosa pronuncioo-se pois contra estes
inimigos da fd e da religiao, e nao so indirect 1-
menteeomo directamenlc.
Quern sao estes porem Sr. Barbosa ?
0 Sr. Barbosa pronunciou-se ainda contra 0 jul-
gado do supremo tribunal de justica. E nlo foi
'apenaa uma apreciacao rigorosa, foi uma incitacao,
u.na provocacao a desobedjencia e contra a auto-
ridade da lei.
I Levantaodo-aeoas pootas dos pes, de braco er-
Jgttido e elevando esforcadamente L sua voz mais
80 que -permiitla 0 seu ongSo. 0/jr. Barbosa ex-
clanuva e repetio ajgumas vexps esta prnvoca-
Meus irmaos, 0 inimlgo ba'.e/is nossas portas :
preparemo-noa para 0 combste.
Depois de fazer panto,e de uma pequena pau-
*a, accrescentava:
: Pela orwjao.
< Sim raeUs irmSos : preparemo-nos para 0
eombate Pelaorac3o. J
E 0 diicurso do Sr. Barbosa; assim todo exci-
taote, -daedd 0 frinqji^o art a nm, era a-ropa-1
nhado de uma trovo.vla dc apniados. bravos, mui-
to bem.'ao prinrfpio cnlhUsiastieosv e ao depoi- ex-
cessivamente apaixonados e cheios de in lignaeao
quaado. 0 orador se moslrava mais iudignado,
contra .os inimigos da fe que p.crseguiam 0 dis
tincto pernambucano.
Nunca vi edificar assim fieis, Sr. Barbosa ;
nuaca vi 0 nome de Christo produzir a indigna-
cao, 0 odio, aquella vozaria aterradora, qua mais
pareceumeum meeting dos cinco mil de Chirhor-
ro e de Capistrano, do que am discarso evangeli-
co Ian,ado da cadeira sagrada.
Lembrei-me tambem dos mercaiores do templo
Sr. Barbosa, e Iamentei que Christo nao fosse em
corpo entre nos para de azorragne em punho Ian-
gar para fora, dc sua casa os mercadores de san
gue.
Sim, Sr. Barbosa, a vossa oracao e a guerra ; e
ao sanguo que excitais os vossos ouvtntes, em
uome de Jesjis Christo.
Quando lirmiaastes a vossa catelinaria, vossos
ouvinles estavam electrisados e valentoes; e eu
tremia, porque nada temo cono uma guerra reli-
giosa, para 0 que vos e outros preparam 0 paiz,
aqui e n'outras paragens; e admirei como 0 go-
vrrno que nao consentio a manifestacao de 16 de
maio, visse aquellas reuiSes de S. Pedro com uma
tal indifferenca; e mais espanto causou-me ser
um empregado do mesmo governo que assim, con-
tra 0 mesmo governo, contra a lei e contra 0 jul-
gado. excitasse a3 iras populares.
E queixai vos, Sr. Barbosa, de vossa demissao,
porquo a lei nao prohibe que 0 empregado pu-
blico lenha opiniao contra 0 governo ; porque
se tendes crime devieis ser processado e nao de-
miltido. Mas a lei prohibe a provocacao a guer
ra, a desautorisacao da propria lei, a desobedi-
enciaao3 julga Jos dos tribunaes. E porque podeis
ser processado, para 0 que destes motiyo ae so-
bra, nao se segue que em vez disto nao possa 0
govern) em seu direito e dever aemittir-vos por
tao rovultanle procedimento.
Esse vosso procediuiento e uma guerra de
morte contra 0 governo, contra 0 supremo tribu-
nal de justica, desde que vos os proclamestes ini-
migos da fe, da religiao catliolica, que essas mes
mas autoridales juraram defender. Se achais,
pois, enao obstante bom 0 qae assim praticaes,
nao tendea razao de vos queixar de. vosso inimigo
quo rospoade a guerra que lhe fazeis sem di
reilo, com outra guerra que esta em seu direito
fazer-vos. Se tendes por vos em consequeneia
do vosso procedimento 0 conceiio dos homens de
bem, cornodizeis, deveis estar com isto satis-
feito, recebendo 0 goipa que soffrestes como con-
sequeneia natura! de vossa guerra de morte a
vosso inimigo, ao inimigo de vossa fe, desse vosso
eatholieismo que emprestais a Jesus Christo ;
aos inimigos do vossa salvacao, da salvacio deste
povo, cuja perdi^ao preparam pela cxtinccao do
catholiscismo, como vos por estes ou seraelhan-
tes termos exprimistrs.
Nem vos estava bem, Sr. Barboja, servir, fosse
em que emprego fosse, e menos em um emprego
de conli mca, a um governo inimigo da fe que
nos ha de salvar, a um governo que trabalha
activamente ^para raatar 0 culto que nos encami-
nha a salv3-ao. Ja que livostes a fraqueza de
11.10 proceder ne;te seotido como devieis, deveis
ao menos agora dar g.-acas a Deus de vos ter 0
governo livrado deste peccado.
Desculpai, Sr. Dr. Barboza, tanla franqueza ; nao
vas tenho, como sabeis, a mais pequena roa von-
tade : 6 um mal, essa franqueza, da que nao me
posso curar, embjra, com razao, ella me tenha
tanto atrazadn.
Recile, 10 de f-'vereiro de 1874.
Affonso de Albuquerque Hello.
Simla mbsa:. na Vicencia.
Quando aos olbos da impiedade parece despres
tiziada a nossa august* e santa religiao, quando
stippoe-n'a aniquilada, e uo ludo desarraigada d<
coracao do h imera, eoganam se redondamente
porque entio e quanlo ella se ostenta mais bella
mais encantadora e sobremanelra edificante.
Coin efTeito, sendo a religiao de nossos maiores
hoje, em dia mais que n.nca ridicularisada, co-
berla de injarfas e o;iprobrios. posto em duvida
os seus dogmas mais sicrosantos, e menosprezada
as suas doutrinas, e para, na realidade, sorpren-
der 0 espectaculo religioso que acabamos de pre
senciar no povoado de Vicencia por occasiao de
missionar alii 0 religioso capuchinho, Revd. Fr
r. i-.-i.tn de Comacitbio.
Pouco antes do Natal liavia chegado alii 0 Revd,
missionario, alim de continuar com 0 servico da ca-
pella da Senhora SanfAnna; para logo p5o mao a
obra, e, secundados sens esforcw pelos dignos ha
bitautes ftaqaelie lugar e seus suburbios, teve/)
zeloso missionario a gloria de conduir uma dis
torres e corredor da capella, e dar comcco ?o cor
radar do lado opposto.
Por occasiao de snbirem os sinos a torre, teve
lugir a bencao solemne destes e daquella parie
coneluida, tenlo se dado alguns dias autos a ben-
cao da priraeira pedra que servia de base ao ali
cerce da segunla torre, a cujas ceremonias, 1
convite do Revd. padre mis>iouario, assistiram di
versos paranymphos, em cujo numero s-. achava
S. Exc. 0 Sr. barao de Tra< unhaem e out as pes
soas gradas e de maior cousidaracao, que grande-
mente consorreram com suas generosas esmolas
p3ra tao pia obra.
Damos os nossos parabens aos habitantes de Vi-
;eneia, por verem eoroados seus esforcos, tendo
em frente de seu povoado um ma;estoso templo,
que, depois de concluido, sera uma gloria, nao so
para os incansavcis missionaries Fr. Caetano de
Messina, couego padre Joao Cbrvsostomo, Fr. Fi-
delis e Fr. Cassiauo, a cujo zelo devem have-lo
chegado a altura cm que hora se acha, como a
todos aquelles que concorreram, ja com suas avul
tadas esmolas, ja com 0 seu servico pessoal, como
0 povo, que com indisivel satisfagao tem conduzi
do em seus hombros todo 0 material preciso.
A' medida quo se aproximavam os ultimas dias
da tnissao, crescia 0 numero do povo, de sorte
que, no ultimo dia avahava se em vinto mil pes-
soas, pouco mais on menos.
0 sanlo tribunal da peniteacia foi avidamente
frequentado por grande parte dos fieis, cujo nu
mcro nlo se e-gotou, porque apenas haviam tres
sacerdotes, que durante todo 0 tempo da missao
se prostavam 3 l5o uecessario serviQ0; entretanjo
nunca menos de tres rail pessoas receberam entao
0 pao dos anjos; sc effctuaram diversos cisaro1 *-
tos de pessoas quo viviam em concubinato pi
co 0 padre missionario, auxiliado pelo3 Re
Fr. Al-ae-i* -idre. Pedrosa, padre Luiz dre
Per que era humnnamente | sivel
as necessidades esplrituaes de
vo, que seqnioso da divina pala-
diente e docil, seguia respeitosa-
.....no como filho3 0 seu pai, como
3 seguem 0 seu amado pastor.
1 isso, cl-raraenle mostra que 0 nosso bom
muito religioso, e que em seus coracdes
pretiin;ira os verdadeiros sentimentos de nossa
sanufreligiao que quanto mais combatida pela im-
piedade do nosso seculo, tanto mais florescente se
torn'a, cumprindo-se e.xactamente aquillo que diz
0 Sanlo Evangelho-E/ portae inferi non prava-
lebund adcersus 0=, ou an es os inimigos da
reliiao de uossos pais nao poderao jamais ani-
quina-Ia : tal e a nossa crenca.
. Hmeramos que 0 muito digao prefeito da Pe-
nb| lembrar-se-ha sempre do povo de vicencia,
coaccdendolhe ainda uma outra missSo, afim.de
concluir a outra torre de saa Importanle capella.
Janeiro de 1874
P.P.
Antonio Gomes Netto.
Ao publico.
Exm. Deparand j hoje no Diwio de Pernambuco,
nosactos offlciaes. a publicacao de uma carta diri-
gida par S. Exc. 6 Sr. presiaente ao Sr. caprtao J.
D. Bulloch, repre-entante da companhia Recife
Drainage (por occasiao de romper e accordo a
que tinha chegado com aquella companhia,) na
qual vem mencionado 0 men nome; vejo-me forcado
por minha honra e digniladea publicar tambem a
carta que dingi a S. Exc. em 23 de dezembro do
anno proximo pa-sado logo que vi a que S. Exe.
dirigio ao dito Sr. capitao Bulloch, a qual S. Exc.
nao se dignou wponder, e nem tio pouco apre-
senlar em juizo as provas que tinha a respeito da
falslficacao do contrato, continuando por esta tbr-
ma a supposi^ao desfavoravel a minha reputaQSo,
sem que alias possa prjvar aquillo a que avanca.
Eu poderia agora provar que nao 6 exacto que
a companhia rVoife Drainage propozessenova;ao
do seu contrato ; porfim, nao me qaero ocenpar
disso agora e 0 farel se for provocado, publican
do ludo quo houve a respeito.
Recife, 10 de fevereiro de 1874.
Antonio Somes Netto.
MM. e Exm. Sr. prestdente. Lendn 0 OfBcto
por V. Exc. dirigido ao Sr. James Bulloeh, re-
presents nte da campanula Recife Drainage
ujo 4b V. Eltc. fat reviver a qno da
sifleacao do contrato qua lit com o Exm. Sr. eon-
selheiro J L. da C. Paranagua, quando presidw.e
desla provincia.
L raiiirica^a s waod;mo.pweeaVr a exaiue no livro
em qae foi transcri. to o contrato, tratei_immeau-
tameate de defender-me desta arguicao Uo ic-
justa como infundada, proTocwdo e reqaerenc 1
u diligencias qae poliam conduzir ao conhec.-
mento da verdade como fossem 0 depoimento das
pesaoas que tivesse-n por qual|uer modo inter-
vido neste contrato, e a exhibieao de quaesqu^r
oacumeatos oa papeia relaltvoa a este negocio, "
flcou claro e demonslrado que tal falaificafio se
nao deo, e sim declaracao do preco da canalis.-
eio de_ accordo com 0 Exm. presidente, visto a-
mo nao havia antes estipulacao de preco por nao
haver encanameoto d'agua e o digno juiz dp
direito do 2 districto criminal, perante 0 qu..i
fiz dila provoeacfio, mandou archivar os pape -
por nao haver prova que autorisasse a referida
acccusacao.
Considerei-me plenameale justiticado, assim a
entenderam todas as pessoas imparciaes, e no 1
de Janeiro 0 proprio governo e peasoaa altamer;-
te collocadas e que de longos annoa mo conbecem.
especialmente 0 Sr. conselheiro Paranagua, qua
Kra quem fizera commigo 0 referido contra'"',
parecendo-me mesmo que V. Exe. estava alii-il
convencido da verdade.
Com dolorosa surpreza vejo que ainda se p -
cura contra mim suscilar suspeitas, nao obstai
0 que flea ex posto.
De fejito no ofDcio aciraa iodicado de 13 de ti< -
vembro, diz V. Exc t que reconhecia o conira.o
em vigor em todas as suas estipulicOes, /Scan-.'
livre d thesouraria provincial 0 direito e que lhe posiam resullar do descobr.ment* de to<. 1
a verdade se esta clieg-ir a ser conhccida em l -
das as suas paries contra 0 cedenle commendad. r
Antonio Gomes Nelto em virlude de process^ c. -
minal instaurado c ntra 0 autor ou autores
falsificaqdo do contrato.
Este modo ambiguo de reviver suspeitas que
nham sido desvanecidas peh) processo a que ?.-
ludo, offends gravemmte a minha reputav*) q
nio posso deixar a revelia, e por isso e do m- 1
dever e honra pedir respeitosamente a V. E*
que le digne de exhibir as provas e document -
em que se fundou por escrever 0 trecho, e
envia-las para juizes afim de que sejara david.-
raente apracia la-, 1; nao fique em suspense ..
minha reputacio que muito 1 Id, 0 que V. Ex:.
facilmente comprehendera como homem de h B
ra e de brio, e nao te recusara de 0 fazer n. 1
sti em dila aualidade como na de alto fuaci -
nario publico.
Se tenho guardado silencio, nao posso sgora V
ze-lo depois do que fica exposto, tanto mais qusi;-
lo e afgoicao repelida era oflicio a compan 1
a quem cedi 0 coatralo, e que pdde gerar su-'
tas contra meu caracler e boa 16.
Nao receio e antes desejo que liqae este n>
cio plenamente esclarecido, caso ainda pair-.-
guma duvida no animo de V. Exc, 0 assim agi: 1
do a resposta desta e ulterior procedimento
V. Exc.
Dezembro 23 d- 1874.
Sou com respeito de V. Exc. muito iMento
nerador e criado.
Antuuio Gomes Set to.
n.v.
ovel
Ti
pov
Rogo encari)ci'l.*.m'nle n OMilayNr I -
viduo a quem eu tenho offerecido por ver
algum dos meus bens de raiz, moveis. < 1
siinoventos, 0 especial favor 4' publicar 1 1
corpo deste Diario, e no prfflo dc 3 08 -
dias, a minha offorta com todas ascircu;,.-
tancias que se houverera dado
Igualmento peijo, venWam
mim 0 importo das publicaagoes quo f:'-
rem.
Recife, $Tdc fevi-reiro de 1874.
Manoel Antonio d'Azetedt.-.
Anachaiiila Peitoral de Kciii|i
Por meio da poderosa accao deste remedio 11 -
resistivel, as enfer.uidades da garganta e a
pnlmoes se dissipam e e dasvanecem como p- r
um magico encanto. Aquelles que palecem !-
asthma, e se viram qtiasi que privados de guar-
dar uma posieao horisontal durante annos Met-
res, principiam a respir .r com facilidade e dui-
mem tranquillamenle depois de haverem tomad0
algumas doses desie d'dicio-o e admiravel xarope.
A tosse angtirtiosa 8 violenta. as fortes consti-
pa^oes, 0 sangue dos palmees, a rouquidao e
perda da voz, e todas as mola.-tias do peito e da
trachea., que te.n uma teodencia a ptbysica.
curam prompta e radi:almentc, medianle 0 u-
deste remcdio suavisad r. Fortifica e vignrisa 1
orgacs da respiracao, e os torna invulneraveis a'
mudancas repentinas da temperatura atmospbe
rica ; e eomo na sua elaborada eomposicao n;V-
entra nem existe outra cousa mais do que balsa-
mos saudaveis, pode se por isso mesmo applicai
com toda a $9garani'iate mesmo ;is ma'>- t^nra-
delicalas creaturas.
Ail publieo.
Constando qua Manoel Antonio de Azevad
tenciona vender alguns predios, q ie diz elle
Ihes pertencerem, communica se ao respeitavel pu
blico em geral, e com especialidade ao corpo d<
eommereio, que nr-nhuma transacQao facam com 0
referido Azevedo, a tal respeilo, sob pcoa de nul
lidade e mais disposicoes legaes ; visto cam 1.
alem de Ihe nao perlencerem o predios situad -
nas ruas da Imperatriz n. 12, .Nova ns. 9, 10, II
13, Aurora n. 13, Formoza ns. 3 c 3. Crespo n.
23. Estreitado Ro.ario n. i, Marciiio Dias n. 111.
Vidal de Negreiros n. 39, e Praca do Grade d'Eu
n. 17, por ser deixado tao somente 0 usufructo todas elles a fallecida mother de Azevedo, em tes
tamento feito por Joaqaim Jose Lourenco Cartach ,
em 1818, devendo passar a plena propriedade
(como do propri) testamento consta), aos filhos le-
gilimoj da usufrueiuaria, mullier de M. A. d*
Azevedo; accresce que se e*la procedendo a <
inventario, em Lisboa, dos bens deixados pela fal-
lecida mulher do Azevedo
A' vista disto, c do do annuncio qne ja se pn-
blicoii, quasi quo igual ao que presentemente -
faz, <5 de atperar que niaguera querera entrar etn
transactors por sua natureza nullas.
Recife, 3 de fevereiro de 1874.
0 advogado. Jose Lopes Pessoa da Oattu.
COLLEGIO
DA
20-Uaa d>s Coolhis-20
A abaixo assignada, licenciada pelo Exm Sr
presidente da provincia, e pelo lllm. Sr. Dr. direc-
tor gei a I da instrnccao publica, tem eftabelecid
oa rua dos Coelhos, n. 20, a poucos passoa da
igreja de S. Goncalo, nm collegio para meuiu..-
sob a invocajSo da Santissima TRrn>.%DB.
Auxiliada por suas irmaas D. D. Landelina Jer-
sey e Olindma Jersey, ambas as qaaes, em com-
mnm com a abaixo assignada, receberam igo*:
edacagio, durante quasi sete annos, em nm *
melhores collegios francezes da cidade do Por;>'.
esta por certo habilitada para transmittir a sua*
alumnas todos os conhecimentos adquiridoa n**-*
longo espaco de tempo.
Chamando a atlencao dos illustradoa pais de (ami
ha, nacionaes e estrangeiros, para os estatut *
abaixo, a annrniciante espera merecer decidi preferencia, pois o sea estabelecimeato se diatrn -
gue, nio so porqne nada pagam em separado p*
estudo das artes de peareio, como tambem pete d<
linguas estraBgeiras que, em geral, sometMe -e
ensina a traduzir, ao passo que no Collegio da Sa> -
TrssiA Tbiitoabb se aprendera a fallar e escrev-r
correctaroente ; o que se torna sem duvida de
uma vaniagem e utiltdade incontestaveia.
Invocando, cheia de eonfianca,! a proteccao de
seus compalriotas, e de todos os estrangeiros illus-
trados, a aonnnciante e snas irmaas, no canyi-
mento dos seus deveres, esperam e proraetlsan ec -
vidar todos os esforcos, aflm de provar qae, eatre
nos, existem pernambneanas snhTcientemeoteJjta-
bihtadas para rostruir e preparnr noasas ieweceu-
amaveis patrichrr, nao so a desempeBharam
no futuro o nobre e respeitavel mintslerio e
mais de familia, como a se tornarem aqui, ou em
qualquer paiz, onde se aeharem, o brilhante or-
namettto da mais enlta e distincta sociedade.
As auhis abfem-se a IB de Janeiro.
Philomena ilmervina Ae A. 0" ConneU Jart-y
I

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t,


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k

'
tfernamouco Qaarta ierra 11 cte FevereirO de I8t4
Collegio da. Slntissml Trind*e, sob i
direc$fio de Pfeilqrpena Mjoervina d.'Al-
buquerque 0*GonnellJersey, coadjuvada
por suas irm&s D. Landelioa d'Albuqner-
que 0' ConneTWersey e IK Olindirfa crAT
buquerque 0' Connell Jersey.
Art. 1.* 0 Collegio dirigido por Philomena Mi-
nervina d'Albuquerque 0 Connell Jersey denomi-
nate-Collegio da Santissima Trinoadb.
Art. 2." As alumnas recebem nelle instruccao
primaria, secandaria, religioaa, de civilidade, e de
recreio e pr ndas.
Art. 3.* A instruccao primaria e-leitura, es-
>:ripla, conlabelidade (as quatro operates) nogoes
de grammatica portuguez3, costura cha e cro-
chet.
Art. 4.* A instruccao secundaria coniprehende
lingua nacional, francez, inglez, italiano, nlsto-
ria, geographia e arithmetic.
Art. o.* A instruccao religiosa e dada pelo ca-
thecism'o ; as alumnas apreudem doutrina cbris-
ta, e todos os devcres religiosos a comprir para com
Defts, seus pais e psrentes, e em geral com a so-
ciedade.
Art. 6* A instruccaode civilidade abrange to-
dos os actos da vida de uma sennora, em relacao
com as pessoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7." A instruecio de recreio onsta de
desenho, musica, piano e dang a.
Art. 8." A instruccao de prendas reune todos
o* trabalhos de agnlha, e toda a especie de bor-
dados, que deve saber uma senhora da melhor so-
eiedado.
II
Art 9." 0 Collegio admitte alumnas internas,
ineio pensionistas e externas.
Art. 10. A lingua que se falla no interior do
Collegio e a franceza ; e duraote as aolas de inglez
e Italiano so se fa Ham estas lingua*.
Art. it. As alumnas que estndam francez, in-
Slez e italiano aprendem a fallar, escrever e tra-
uzir estes idiomas grammaticalmente.
Art. 12. A mensalidadb para as internas e de
iOXOOO, para as meio pensionistas 201000, e para
a- externas 5*000, pages adiantados por trimes-
tres que, uma vez eomecados, coasideram se ven-
ridos.
Art. 13. A instruccao das alumnas externas,
remunerada segundo o artigo antecedence, e a
dos arts. 3 e 5; as internas e meio-pensionistas
teem direho a dos arts. 3, 4, 5, 6,7 e 8 ; podendo,
todavia, qualquer alumna externa frequentar as
aulas superiores mediante a indemnisacao, que
se cenvencionar.
Art. 14. As despetas com livres, papel, etc' sao.
da corapetencia dos pais ou correspondentes das
alumnas, e bera assira a materia pnma de borda-
dos, e estes execuiados 3ao propriedade das mes-
mas.
Art. 15. As aolas no CoHegio da Santissjma
I'rindade trabalham duas vezes ao diade manha
das 9 as 12, e de tarde das 2 1|2 as 5 1(2.
Art. 15. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais ; assim como a ronpa lavada, engomma-
da e pertences por elles serao fornecidos.
Art. 17. As pequenas inJisposicoes e molestias
das internas sao tratadas no Collegio ; na graves,
porero, a directora faz avisar aos pais ou corres-
pondentes para providenciarem s ore o tratamen
to, que node ser em suas casas, ou no Collegio.
Art. 18. Os feriados sao os das anlas publicas ;
salvo as quintas feiras que, no Collegio, ficamdes-
tinadas a instruccao de recreio.
Art. 19. Todas as materias leccimadas no Col-
legio da Santissisia Tbixdade sao professadas pela
directora e suas irmias, ou outras senhoras com a
aptidao precisa, e que a directora julgar necessa-
rias.
Recife, 30 de dezembro d<9 1873.
Philomena Minervina de A. O'Connell Jersey.
Approvo-Directoria geral da instruccao publica
de Pernambu:o, 8 de Janeiro de 1874.
Joao Barbalho Uchoa Ctivalcante.
Phenfo Pernambucana.
fiaia ris*>a mrkimis 7 m mercadorias.
/ret, dinhiiw a risco eflfotldaflnte de qual-
liter natures*, em vapores, navios va" ola oi
barcacas, a premios tnuito rnodicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
PKACAD0RECIP8 10 DE FEVEREIRO
DB 1874.
AS 3 1/2 HORAS DA TABOB.
CotacSes ofllciaes.
Algodio de Macei6 sorte 8*800 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 Ofi,
(rattan.
Couros salgados seccos 588 rs. o kilo, hontem.
25 7|8 d. por 1*080.
Cambio sobre Paris a 3 d(v. 375 rs. o franco,
do banco.
Cambio sobre o Porto a 3 d|v 113 0(0 de pre-
mio, do banco-
a. de Vasconcetlos
President*.
A. P. de Lemos
Secretario.
ALFANDEGA
uadtmento d o dii 1 a 9 -
dem do dil 10
306:053i896
39:98ii95i
316:036A8iO
Idem, para o IfaiVaode do None, lugre inglez
An n Wheat on, capitao Alfredo do Owen, com o
mesmo lastrp que tcouxe dp Rio de Janeiro.
P
*
TariK
m
m
%mmm
COfflPANHIA ALLIANCA
segnros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahie
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000&000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio de vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim come
sontra fogo sobre predios, generos e fa
roadas.
Agente : Joaquim iosi Gon^alves Beltrio
rua do Commercio n. 5, 1* andar.
August) F. d'Miveira k C.
A casa commercial e bancaria deAugusto
i. d'Oliveira & C, a" rua do Commercio ns
', encarrega-se de execu^ab'de ocdens
^>ara embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer*
riaes, quer bancarios.
Oeconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca a* vista e a
prazo, & voiitade do tonaador, sobre as se-
guintes prac.as estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de l.e classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
di C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLILCQUE,
VIGNAL & C.
Ilauibiirgo. Sobre os Srs. jo\o
SCHU BACK & FILH S.
tiisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SASfOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do porto
o Sr. joaquim pinto da FON9EGA.
Para. Sobre o banco commercial
do para, e os Srs. FRANCISCO GAUDENC10 DA
COStA & FILnOS.
Hnranhfto. Sobre o Sr. jose fer-
KtlRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
OONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. harinhos & c
Bio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANT1L, BANCO NAC10NAL e
RANQUE BRASILIENNE FRAN^AISE.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
Acompanhia Indemnisadora, estabelecid*
jesta praQa, toma seguros maritimos sobrt
aavios e eus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: n*
ria do Yigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coolra-fogo
"HE LIVERPOOL 4 LONDON d GLOk
INSURANCE COMPANY
Agentcs
SITJNDERS BROTHERS & C.
ll__Corpo Santo11
Descarregam hojft II de fevereiro de 1874.
Vapor ingiez- Lalande (atracado; mercadorias
para alfandega.
Barca ingleza SerapAinamercadorias para al-
fandega, e machinismo ja despachado
para o caes do Apollo,
Barca ingleia Witck of the Teign mercadorias
para alfandega.
Patacho porluguez -Maria Jose -geueros nacio-
naes para o trapiche Oantas.
Brigue inglez Cheviot aduelas para o trapi-
ehe Conceicao, para despachar.
Lugre portugnez Cedral pedras para o tra-
picte Conceicao, para despachar.
Barca ingleza Miranda ferro ja despachado
para 6 caes do Apoll >.
llIipOI'tHCUO.
Patacho portugnez Maria Jesi, entrado do Rio
de Janeiro em 9 do correntee consignalo a Amo-
rim Irmaos & C, manifestou :
Barncas 73 volumes com 600 a Martins &
Arauio.
Cafe 144 saccos a Luiz DupraJ, 50 a Pereira da
Cunha & Irmaos.
Farinha de trigo 100 barricas a Jose Duarte das
Neves.
Pipa' razias 108 a F. D. Franco.
Barca nacional Claudia, entrada da Bahia na
mesmadata e consignada a Amorim Irmao 4 C,
manifegum :
Fariaha de rnandioca 279,710 kilos aos consig-
natarios.
Brigue hespanhol Barceto, entrado de Buenos-
Ayres na mesma daia e eonsignado a ordem, ma-
nifestou :
Xarque 174,800 kilos, a ordem.
KSPAGHOS DE EXPORTACAO SO DIA 9 DE
FEVEREIRO DB 1874.
Para os portos do exterior.
Na sumaca hespanhol i Paula, para Barcel-
ona, carregou : Amorim Irmios 4 C. 154 saccas
com 11,528 kilos de aigodio.
Na polaca hespanhola Viagero, para Barcel-
lona, carregou : P. M. Maury 50 saccas com 3,605
kilos de algodao.
No brigue porluguez Tnumpho, para o Por-
to, carregou : A. M. S. Machado 49 saccas com
4,402 i\i kilos de algodao.
o brigue porluguez Ovarense, para Lisboa,
carregou : E. R. Rabello & C. 680 couros salgados
com 8.160 kilos.
No brigue inglez George At mstron, para Li-
verpool, carregou : M. Lathan & C, 1,100 saccos
com 8 ',500 kilos de assucar mascavado.
No patacho inglez Rival, para o Caaal, car-
regou : R. Schmmettau & C. 3,000 saccos com
225,000 kilos de assucar mascavado.
Na polaca brasileira Marinho, para o Rio da
Prata, carregou : A. 0. Leite 250 barricas com
15,886 kilos de assucar braoco.
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, na barea portu-
gueza Oceania, carregou: A. V. da Silveira 100
saccos com 7,500 kilos de assucar mascavado.
Fara o Rio Grande do Sul, no palacho por
tuguez Olinda, carregou : Oliveira Filhos & C. 450
volumes com 28,078 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, na barea portu-
gueza Arminda, carregou : L. J. S. Guimaraes
JOO barricas com 21,750 kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no palacho brasileiro
Isabel, carregou : J. C. Siqueira 50 barris com
4,800 litros de mel, e 30 pipas com 14,400 dito:
de aeuardente.
Fara o Rio de Janeiro, no patacho nacional
Emilia, carregou : J. C. R. Ponies 26 pipas com
12,480 lit -os de aguardente.
Para oRk) Grande do Sul, na barca nacio-
nal Mimosa, carregou : H. B. Oliveira Junior 419
barricas com 22,75() kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
Ceara, carregou: Amorim Irmaos 4 C. 500 saccos
com 30,000 kilos de assucar branco : para a Bahia,
300 barricas com 31,688 lr2 ditos de dito.
Para o Maranhao no vapor nacional Cruzei-
ro do Sul, carregou: J. G. de Bastos ao saccos
com 1,875 kilos de assucar branco : para o Para,
A. Cordeiro 339 barricas com 27,023 ditos de dito.
Para o Para, na barca portugueza Linda,
carregou : A. Cordeiro 23 barricas com 1,950
kilos de assucar branco.
Para Macao, no hiate nacional A. dos An/os,
carregou : A. Pedrosa 2 barricas com 123 kilos
de assucar refinado.
Para Macao, na barca nacional Doits Aimgoi,
carregou : Braga & Rocha 4 barricas com 240
kilos de assucar reQnado.
A camara municipal desta cidade manda
publicar os ariigoe de posturas, abaixo trans-
criptos :
ArL7d.-Ficaprohibidoneslemunicipio o brin-
quedo de entrudo com agua ou qualquer outra
iUbstancia, de qualquer maoeira que se em pre-
gne os infractorcs pagarto a multa de 15* e
seffrerao oito dias de prisio.
Art. 71. -Fioa prohibida a venda de limas de
aheiro : os infractores alenj de as perderem, pa
garSo If de multa.
Pa$o da camara municipal do Recife, 17 de
Janeiro de 1874.
Manoel J. do Rego e Albuquerque
Presidente.
Pedro ;de- AtooiiMrque Autran
____________ Secretario.___________
--Oe ordem do III in. Sr. inspector da t' esouraria
de faeenla, se daalara qua perante a junta da
mesma. tUasouraria tern de ir era hasta publica
para serem arrematados, por quern menos otfere-
cer os concertos do cans da rua da Aurora, na
esteosao de 27,5 m, or^ados era 4:69f9820 rs.
Os interessados sao convklados a comparecerem
as 12 horaa de dia 23 do correrne, com suas pro-
posiasem cartas feehadas devidaraante selladas,
podendo desde ja examinarem o orcajaento que
sa acha na secretaria desta thesoufia.
Secreiarii da thesouraria de faxeada de Per
nambaeo, 5 de faveeeiro de 1874.
0 2escripturario, serviodo de secretario,
_________Carlos Jo5o de Souza Correa.
De ordem do illm.
Sr. inspector da theseu-
raria de fazen.la, se faz pubtico, que em virtude
de aotorisacao da presidencia desta provincia.
tem de ir a pracaao dia 18 do met de fevereiro
proximo viadour). perante a junta da mesma
thesouraria, para serem arreraatados por quern
maior lauco offereeer, dez cavalles pertencentes
a companhia de cavallaria; sao por tanto convi
dados os kiteressados a comparecerem na mesma
thesouraria as duas boras da tarde do iudicado
dia.
Os cavalloe esurJo no dia da arrematacao na
area da edilleio em qne funcciona esta repartt$ae,
e desde ja podem ser vistos no respective quartel.
Secretaria da thesouraria de fa/.enda de Per
namhaco, 29 de jaaeiro de 1874.
O 2.* escripturario, servindo de secretario,
_____________Carlos Joao de Souza Correa. :g|,
0 Illm. Sr. inspector da'thesouraria provin-
cial manda fazer pubtico que em cumprimento da
ordem do K\u\. presidente da provincia de 14 do
corrente, perante a junta desta thesouraria se ha
de arrematar no dia 12 de fevereiro proximo vin-
douro a obra dos reparos de empedramento dc
que precisa a estrada do Limoeiro, oreada no .va-
lor de 792*. como iudiea a lespecliya clausula
abaixo transcripta.
As pessoas que se pxopozerem a esta a arre-
mat i'.ao, comparecam na sala das sessdes da mes-
ma thesouraria no diaindicado pelo ntuio dia, coin-
pctentemeote habililadas.
E para cjifetar, se raandou publicar no presen-
le jornal
Secre' !n da thesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874
Victoriano Jose Marinho Palhares.
OQlcial-maior interino
Clausulas especiaes para a arrematacao dos 100
motros de empedramento na estrada do Li-
moeiro.
1.* Os reparos dos 100 raetros de empedramen-
to na 1 ladeira na matta de 3. Joao, serSo execu-
tados de conformiiado com o orcamento, nc valor
de 792*000.
2.* Oarrematante dara principioa obra no pra
zo de 15 dias e concluira no de 3 mezes.
3.' 0 pagamento sera effectuado em uma so
prostai;ao, na conclusio da obra.
4." Tudo o mais que nao se achar espocificado
nas presentes clausulas, sera regulado pelo que dis-
poe o regulamento de 31 de julho de 1866. O en-
genheiro chefe.-Jose Tiburcio Pereira de Maga-
lhies.
Victoriano Palhares.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em enmprimento da
Drdem do Exm. Sr. president da provincia. de 7
ie Janeiro correnle, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 21 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominada Pao
Sangue sobre o rio Serinhaem. oreada era 9:570*,
pigosem apolices da divida provincial a juro de
7 por cento ao par.
As pessoas quese propozerem a esta arremata-
cao comparecam na sala das sessoes da mesma
thesouraria no dia indicado acima, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnblicar o presente
elo Diario de Pernambueo
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Victoriano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Clausulas especiaes para a arrematacao da ponte
denominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
1." A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o orcamento e plan
la approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:570*.-
2." 0 arrematante dara pnncipio a obra no pra
zo de urn mez e a concluira no de.I2 mezes.
3." 0 pagamento sera effectuado em 3 presla
cSes iguaes a proporeao da tabella executada.
4." Para tuda o mais que nao se achar especifi-
cado sera regulado pelo que dispSe o regulamento
de 31 de julho de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano Jose M. Palhares.
1 calca de casemira preta.
' 6 caleas de brim par do liso.
2 ditas para o rtcralo.
|4 collejes branoos.
2 gravatas pretas de seda.
2 ditat de qualquer panno para uso ordinario.
12 camisas.
12 pares de meia*.
12 lencos de Unho para mao.
6 ceroulas de hamburgo,
6 fronhas de iito.
2 cobertas de creton.
1 cobertor de 15.
6 toalhas de rosto.
6 guardanapos.
2 pares de horzeguins de bezerro.
1 chinella de couro.
1 escova de sapato.
1 dita de dente.
1 dita de fato.
1 tesoura de unha-.
1 pente de alisar.
1 pente para tirar piolhos.
l traveseiro.
1 meia commoda de amarello.
2 cinturoes de couro.
OBSERVACAO.
1' Os interessados. deverao ver no eitabeleci-
mento o modello do bonet, da fardeta, do) distinc-
tivos e da commoda, como hem a cor do panno
para haver udiformidade.
2' Cada alumno deve ter correspondence na ca-
pital para com promptisao satisfazer as pensdes e
outra qualquer deepeza de que liver elle aeces-
sidado.
3' A pensao sera paga D,or trimestre adiantado.
0 alumno quo no primeiro dia do trimestre nao
a liver paga, sera logo remetlido a seu pai, tutor
no correspondeoto.
4* 0 esiabelcciuHsiito alem da instruccao, forne
ceao alumno inlerno alimcutos, medi'so, Jbotica,
lavagem eengomma^em de ronpa, papel, penna e
tint*
.'i' Os objectos do enxoval sao propriedades dn
alumno, c os retirara quando sahir, no estado em
que estivercm. As pe^as deterioradas ou consu
midas pelo usj serao subsiituidas pelo alumno por
outras, logo que for reclamado pela regedoria.
PENSOES.
Pensionista- 100*0 0 por quaitel.
Meio pensionista60*000 ilem.
Extcrno 18*000 idem.
Aula de nwsica12*000 idem.
Cosleio de cama -104000 por uma BO vez na
primeira iuscrip(ao, sendo o cstabelecimeoto obri-
gado a fornece la durante todo o tempo em bue
estiver o alamno no cstabelecio onto.
0 secretario,
Celso Tertuliano Pernandes Qnintella.
0 cidadio Praneisco da Silva Rego, juiz de paz
da freguezia de S. Antonio da cidade do R.cife
de Pernambueo, cm virtude da lei, etc.
Fago saber que por pane de Antonio Martins
Saldauiia, me foi feita uma peticao pela qual me
pedio que admittisse a justitlcacar a ausen-
cia e incerteza da lugar da residencia de Joao
Francisco Carneiro Monleiro e de Antonio Fran-
cisco Carneiro Monleiro, e justilicandu quanto
basla-se, Hie mandasse passar curia de editos
para serem citados, afim de virem a primeira
audiencia deste jnizo que se lizer, passado os 30
dias para se coneiliarem com o supplicante credor
de Jcse Xavier Pereira de Brito, dos justificados
e outros, como herdeiros que sao da flnada
D. Uathilde Bernardina da Conceicao, primitiva
devedora, pela nota promissoria que aceilara
em favor do jusiilicante, da quanlia de um conto
de r^is. E porque justidcou o deduzido era
aua peticao, the mandei passar a presente
carta de editos Je 30 dias, pela iraal cito, cha-
mo e requeiro a Joao Francisco Carneiro Mon-
leiro e a Antonio Francisco Carneiro Monleiro,
afim de que venbam a primeira audiencia deste
juizo que se Qzer, Gndo dilo lerrao, sendo as
audiencias nas tereas e sextas-feiras de todas as
somanas, na sala uublica das tncsmas a rua do
Imperador.
E para que chegue a uolicia de todos, mandei
passar a presente, que sera afflxada nos lugares
publicos e do cosiumc.
Juizo de paz da freguezia de S. Antonio, 16 de
dezembro de. 1873.
Subscrevo o assigoo.Recife, 18 de dezembro
do 1873.
0 escrivio. Coriolano de Abreu.
Francisco da tilva Rego.
10*, afaandomJM aw direitos por Cardoso Mar-
tins di C
Alfandega de Peraanibuco,' 10 de fevereiro de
1874.
0 4nspeetor
F bio A. deC. Reis.
DECU8AQ0ES.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico que e no corrente mez de fevereiro
que deve ser paga, livre de multa, a laxa dos es-
cravos, relativa ao exercicio de 1873 a 1874 ; de-
pois do que se lo-ha com a multa de 6 0|0.
Recebedoria de Pernambueo, 5 de fevereiro de
1874.
0 administrador
__________Manoel Carneiro de Souza Laeerda
SANTA CASA DA MISER1COKLIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrate da santa casa da
Uisericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, ao dia It de fevereiro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offereeer, pelo tempo de um
a tr^s annos, as rendas doa predios em seguida
leelarados.
ESTABELECIHENTOS de caridadb
Travessa de S. Jose.
Casaterreau.il.......201*000
dem n. 5 ... o.....202*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rna da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Beeco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado 14 (fechado).....1:000*090
Ruo do Pilar.
Casa terree n. J100......241*000
Idem n. 102........241*000
Rua Velha.
Casa terea u. 44(fechada( .... 450^000
Rua de Snta Rila.
Armazem n. 34(fccbado) a 362*000
Os pretendeutes deverao apresentar no acto da
urematacao as suas flancas, ou comparecerem
wompannados dos respectivos tiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia en.
|ue for seguro c predio que contiver e3tabeleci
uento commercial, assim como o servico da lira
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
life, 3 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
____________Pedro Rodriguti de Souza.______
Banco Commercial de
THRO 1IH1TEIR0.
QUARTA-FUIA 11 DO COftRSVTE.
Beneflcio do director
drama pnmturil em mBtmm
intituludo "%ataliclo
Acha-se a scena rieanvnte ornada com a vista
da Gloria.
0 beneUciado agradece desde Ja ao publico pac
beneficio prestado.
Principiara as 8 1|2 boras.
Depois do espectaeulo havera trem, tocando em
todos os poo'.os.
Os bilhetes poderio ser procurados no hotel dV
Monteiao.
IVSM MABiTIMOS
Pacific Sleam Xini^iliui Company
liinha quinasenal
0 PAQl'ETE
JOHN ELDER
Espera se da Europa, ate 22 do enrrate, ^
depois da denwra do ccstuuw, seguira para <<
sal do imperio, Rio da Prsta e costis l ParifW.
para onde reeebera passageiros, esc ui'm-ndas
i carga a frete.
CAPATAZ1A
'radimentodo dia 1 9
irrti do dia 10
DA ALFa-SDF.GA
5:6004593
6104941
6:211*531
So dia 1 a 9
VOLUMES SAJi.1
No dil 10
^runeira port* .
legonda port a -
reroeira pom .
Juartt porta .
rupiefca CoaeeK*:
SERVigO MARITIMO
lOArcngas descarregadas no trapich*
alfandega do dia 1 a 9
No dia 10
Sa\us atracados no trap, da aitaadega
Alvarengas........
So trapiche Conceicao .
11,017
230
382
167
890
12,716
19
1
2
22
- De ordem do Illm. Sr. inspector desta the-
souraria se faz publico que perante a junta de
fazenda, tem de ir a praga no dia 18 do mez de
fevereiro vindouro a factura dos concertos do caes
do Forte do Mattos, avaliados era 15:328*705;
pelo que sao convidados os que se propozerem a
fazer os ditos concertos a comparecerem as 12
horas da manhi do indi ado dii com suas prcpos-
tas em cartas feehadas e corapefntemente selladas,
declarando o ultimo preco pur que se offerecem
faze-los ; podendo desde ja examinaro respectivo
orcamento, que se acha patente nesta secretaria.
Secretaria da thesouraiia de fazenda de
Pernambueo, 23 de Janeiro de 1874.
0 2 escripturario, servindo de secretario
. Carlos J. de Souza Correia.
0 Illm. Sr. iospectur da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que, em cumprimento da
ordem do Exm, Sr. pre-idente da provincia, de 14
do corrente, perante a junta desta thesourarie s e
haMe arrematar no dia 12 de fevereiro proximo
vindouro, a obra dos reparos de empedramento
que precisa a estrada de Limoeiro, oreada no va-
lor de 184*, como indica o respeetivo orca-
mento.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das ses<5es da mesma
thesouraria no dia indicado pelo roe o dia, com-
petentemente habilitadas.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambueo
Secretaria da theseuraria provincial de Pernam-
bueo, 20 de Janeiro de 1874.
Victoriano Jose Marinho Palhares,
Official maior inlerino.
Clausula s especiaes para a arrematacao de 200
metros da estrada do Limoeiro
1 Os reparos do empedramento da estrada do
Limoeiro, em Campiaa Grande, serio executados
de conformidade com o orcamento no valor de
484*000.
2.* 0 arrematante dara principio a obra no pra-
zo de 8 dias e a concluira no de um mez
3.' 0 pagamento sera effectuado em uma so
prestacao, na conclusao da obra.
4.' Tudo mais que n3o se acnar especificado,
sera regulado pelo qae dispoc o regulamento de
31 de julho de 1866.0 engenheiro chefe. Jose
Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano Palhares.
Declara^ao
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
manda fazer publico para quem interessar possa,
que foi transferida para o dia 12 do corrente mez.
a arrematacao do costeio da iliummacao da cidade
de Goyanna.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
co, 4 de fevereiro de 1874.
Serviudo de official maior,
Landelino de Luna Freire.
0 banco pega o segundo dividendo na
razao do 8 % a0 anno ou 2JJ400 por ac relalivo ao somestre findo em 31 de dezem-
bro de 1873._____________________________
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A junta adrainistratiza da Santa Casa da Mise
ricordia do Recife, precisando fazer os concertos
de que necessita o predio que possue o patrimo-
nio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus n. 12, contrata com quem se proponha a rea-
lisar ditos concertos, mediante certa renda e al
guns annos de prazo para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem encarregar, apresentar
suas proposlas em cartas feehadas, devidamente
3elladas, acompanhadas do respectivo orcame ito
nesta secretaria ate o dia 19 do fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue natio-
nal Isabel, por ter d u- lercos da carga eagajada.
Para o resto que the falla e escravos a frete.
trata se com o seu coougnatario Autonio Luiz d'-
Oliveira Azevedo, rua do Bom Jesus n. 57.
0 Georgiana
F. esperado do Rio de Janeiro por estes dias
e segue com pouea demora para o Para, lendo ja
parte da carga engajada : irata-se cam Tasao Ir-
maos AC.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM-
I.inha quinzenal
0 PAQL'ETE
RRCEBEDORiA DB RENDAS INTi RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUO
Aendimento do dia 1 a 9 14:171*722
dem do dia 10 1:892*200
16:^63*921
^endimento do dia
Idem do dia 10.
CGNSBLADO PROVLNCiAu
1 a 9 .
51:060*275
6:420*128
57:480*403
Jipitai.
i^uodo
NORTHERiN.
. 310,000:0O0300C
de reserva. 8,000:0003SOO(
Agrotes;
Mills Latham &C.
ftUA DA CRLZ K 38.
MflVtMENTfl HO PORTO
fiavio entrado no dia 10.
Rio de Janeiro-12 dias, brigue nacional Praeeres,
de 253 toneladas, capitao Fraacisco dos Santos
Lomba, equipagera 12, em tastro; a Amorim
Irmio.A C.
. Navio sahido ? metm 4ia
Parahvba- Barca ingleza Fuvili$r, eapitao J.
Cambers, em lastrtvue assucar.
Observants.
SusBendeu do lamarao nxta Harass, a sumaca
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em cumprimento da
ordem do Exm. Sr presidente da provincia, de
14 do corrente mez, perante a junta desta the-
souraria, se ha do arrematar no dia 12 de fere-
eirro proximo vindouro, os reparos de que precisa
a ponte da Escada, orcados em 1:384*, como
consta das clausulas abaixo mencionadas.
AS pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, queiram eomparecer a esta repartifSo no dia
aciraa mencionado pelo meio dia compelentemen-
e- habilit .dus.
E para constar se mandou fazer publino no
Diario de Peruambuco.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo, 20 de janeire de 1874.
Victoriano Jose M Palhares,
Official maior interino.
Clausulas paraos reparos da ponte da Escada
1/ Os reparos da ponte da Escada serao feilos
de conformidade com o respectivo orcamento ap-
provado pelo Exm Sr. presidente da provincia, no
valor de 1:384*.
2.* 0 arrematante dara coraeco as obras uo
prazo de 15 dias e as concluira no de 3 mezes.
3 A imp )rtancia da arrematacao sera dividida
em duas prestacoes iguaes, sendo a primeira paga
qnando tiver raetade da obra feita e a seguuda
quando concluir os reparos.
4.' Em tudo o mais que nao estiver especifica-
do nas presentes clausulas, se observant o que
dispoe o regulamento desta reparticao. 0 enge-
nheiro chefe, Jose Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano J. Marinho Plhaares.
0 Illm. Sr. insoeeior da thesouraria provincial,
manda fazer publico, que, em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 16
de Janeiro proximo findo, tem de ser arrematada
p-rante a junta da mesma thesouraria, no dia 26
de marco proximo futuro, a quem por menos fizer,
a obra dos reparos do que precisa o edificio que
serve de cadeia da villa de Pesqueira, avaliados
em 4:833*834, debaixo das condicdes abaixo trans-
criptas.
As pessoas que se prooozerem a esta arremata-
cao, comparegam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia acima indicado, competentemente
habilitadas.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambueo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo, 7 de fevereiro de 1874.
0 official maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao dos
reparos M cadeia de Pesqueira
1.' Os reparos de que precisa o edificio que
serve de cadeia na villa de Pesqueira, serao exe-
cutados de conformidade com o orcamento e plan-
ta, no valor de 4:833*834.
2.' 0 arrematante dara eomeco aos trabalhos,
no prazo de um mez e os concluira no de cinco
mezes, contados da data do eontrato.
3 0 pagamenlo sera dividido em tres presta-
e5es iguas?, a proporeao do servico executado.
Para tudo mais que nSo vai especiflc nas
presentes clausulas, observar-se-ha o que dispoe
o regulamento de 31 de julho de 1866.
Reparticao. das obras publica, 29 de Janeiro de
1874Jose Tiburcio Pereira Magalhaes.
Conforme,
Miguel Affonso Ferreira.
Arrnazens da companhia per
narabucana.
.Seguro* contra o fogo
A companhia pernambucana, disponuo de ex-
celleutes e vastos armazen*sm seu. iredio ao for
te do Mattos, offerece-os fio con^rcio em geral
para deposito de gencro* garanlinan i tuaior con -
servacao das mercidorTas depositadasL servico
prompto, precos modtco's, etc. v
Tambem recolhera, medianUprevio accorVlo, ex-
clusivamente os generos de unm so pa&d.
Estes arrnazens, alem de arelidos e commodos,
sao inteiramente novos e aspflaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
rnazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quem
tratar. .
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta admiiiislrativa desta Santa Casa,
autorisada pela Santa Casa da Misericordia da
Bahia, leva a praca de venda, perante si, no dia
12 do corrente, pelas 3 horas da tarde, os tres
predios silos a rua do Coronel Suassuna, outr'ora
de Hortas, n. 34, pela quautia de 2:80 >* ; n. 116
pela quanlia de 3.000 ; e 0.118 pela de 3:200*.
Para qualquer informacao, podem os preten-
deutes dirigir-se a esta reparticao.
Secretaria da Sanla Casa da Miseriordia do
Recife, 4 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
THEATRO
mum DMATICO
EMPREZA
IANi\ PEN\?tT1&
Quinta-feira 12 do corrente.
Rectta extraordinaria.
Em beneflcio do artista
EDUASD3 ALVASBS DA SILVA
Depois da orchestra tocar uma de suas mais
bellas ouverturas, subira a scena o muito meritoso
drama em 5 actos :
0 Medico das Ciiaiicas
espera se dos portos do sul ale o dia 13 jorrente, e depois da demora do costume, seguir-
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para and"
reeebera passageiros, encommendas ecarga a frete
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA HO COMMERCIO14
Companhia Allianqa Mari-
tima Portuense.
A galera porlugueza Saidade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com esrala por Lisboa.
Ja tem contralada gr para o resto, tralase com os consignatarios t
agentes da companhia,
Jose da Silva L yo em seu escriptorio a rua n O inpanhla Pernam-
bucana^^__________________________________
COMPANHIA PERNAMBICANA
UK
1'avegacito co.*>teira a vapor.
MAMAXGIAPE.
0 vapor Coruripe.
commandante Santos.
seguira para o por
to acima no dia 12 d
g corrente, as 5 hora-
da tarde.
Recebe carga, enconnnendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
^
Personagens. Actores.
Dr. Luciauo Sr. Eduardo,
Delormel Sr. Fl&vio.
Frederico Sr. Augusto.
Jeronymo Sr Penaute.
Francisco Sr. Braga.
Renato Sr. Vicente.
Jose Sr. Ayrosa.
Luiza D. Philomena.
Lucilia Idem.
Balbina D. M. Carolina.
bespaafeola Hortencia, eapitao Gabriel Beitran, vos do mstMnto.
Secretaria do gvmuasio provincial de Pernambu-
eo, 3 de fevereiro. de 1874.
Par esta seoretaria, de ordem *o Illm. Sr. Dr.
recedor iaieciuo, se decara aos pais, tntores a
correspondentes dos alumnus internos, qtie nao
podem estes trazer para o instituto outro enxoval
seoao o que e esiabelecido pelo regulamento em
vigor, podeodo a relacao do dito enxoval ser nes*
ta-sqcralMtt procund* por quem della precisar.
Enxoval do alumno pensionista.
i nonet.
1 fardeta de pamio wrde escuro eon distinoti
com a mesma
res.
carga que iroura e Buenos-Ay-
1 jaqueta de panno.
6 jaquet5es de brim pardo liso.
Edital n. 128
Pela inspecteria da alfandega se faz publico que
as 11 horas da manhi do dia 12 do corrente, a
porta desta reparticao, se ha ^e arrematar, livres
de dircitos de consumo, e sujeitas ao imposto da
eapatazia, as mercadorias abaixo declaradas :
Mrca triangulo B T 73In. 7 1 caixa vinda de
Liverpool no vapor inglez Cordova, entrado em 26
da dezembro do anno proximo passado, contendo
20 pecas de brim partto traneado, avariado, no
valor de 408*, abandoaadae aos direitos por Brwn
TboasonAjC.
90 kilos de salcommum reHnado, vmdo de
[Liverpool netapor toglez StUSmti, entrado-em
dezembro do anno proximo passado, no valor de
Terminara o espectaeulo com a cnistosa come-
dia em 1 acto ornada de musica :
Bertha de easligo.
Principiara as 8 1(2 horas
0 beneficlado espera do respeitavel publico o
mais bello acolhimento protestando retribui-Io
com a mais sincera greftdao.
Pnepara-se para ir a scena na proxiina semana
da quaresma o dram* sasro de grande apparato.
Scenario novo.
Vastnarios novos.
Ornado de musica.
Fogos cambiantes.
P utnra do Chapelin.
Machinismo pomposo.
Atto movimento.
3 actos e 10 quados.
OMrAflU BUMtt
vmkM
Uaccio, Penedo, Aracajii
e Baliia.
E' esperado dos portos do sul ale o dia 23 d
correnle um dos vapores desla conpanhia, o qua
sahiia paraos portos acima no dia .eguinte a
da sua chegada. ,
Recebe carga, encommendas, passageiros e d
nheiro a trete.
AGENTE
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
57Rua do Bom Jesus-57
COMPANHIA PER.NAMBUCAJiA
DE
Uavegacao coeleira a vapor.
MACEI6, ESCALAS PENEDO E AHACAJl'.
0 vapor Mindah'*
commandante Julk.
seguira para os r r
tos acima no dia 1
do corrente, as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 12 do corrente, encoru
nendas at6 0 dia 13, passagens e dinheiro a fre<-
ite as 2 horas da tarde do dia da sahida : .--
jriptorio no Fort do Mattos n. 12. ____
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
\avea;a;tlo costelraa vapor.
ARAHYBA, NATAL, MAC.vO, MOSSORO', ARACX-
TY, CKARA, MASDAHC ACARACO' E GR.VSJ.V.
0 vapor Piropat*i
T^lv
H-.9?..ir,vg
UK
i. i u mmm\
Rectbem-se eneommeodas para camaroiee e ea-
deiras.
commandante ilv&
seguira para os ptf
tos acima no dia II
do corrente, as !>
horas da tarde.
Recebe carga at6 0 dia 12 do corrente, encom-
mendas ate 0 dia 23, passageiros ediuueiro a fre
te ate as 2 horas da tarde do dia da sahida
sscriptorio no Porte do Mattos n. 12.
COMPANHLV PERNAMBUCANA
DE
Xavej^aetlo cooteira a vapor..
RIO FORMOSO ETAMANDARE.
0 vapor Pnrahyba,com-
mandante Pedro, segui
ra para os portos acim 4
no dia 15 do corrent-
ie 9 boras* Mile.
Recebe earfft, encorr -
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Matte*
n. *2.
PARA
PORTO
Seguira em jtoocos dias a barca portffuau.'
Nova Sumpatfiia por ja estar com a bMMC pm>
de seu earregamento engajado, e para 0 reato ao*
lhe falta, asiim como para passageiros, aoa
^





I
~
Diario de Peroambuoo Qu&rta feira 11 de Fevereiro de 1874*
offeree* o navio as melhores eommodo*, tnta-se
eon Balthar Oliveira 4 1., a rua do Vfgario n. I,
! andar.
EKEI
ia.
Pretende seguir com brevidade para referido
porto o patacbo inglez Cheviot, por lervparle de
raa carpa, e para a que Ihe falta trata-se com os
eonsignatarios Henry Forster 4 C, a rua tfo Com-
mereio a. 8.
Rio Grande do $ut
Para o referido porto pretende seguir-eom mui-
la brevidade a barca portugueza Arminda, por
ter a maior parts de sea carregamento 4ratado, e
para o resto que lhe falta, trata-se cum es consig
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao, & Filho,
a rua do Coinmercio n. 5.
IEIL0ES.
LEIIAO
DE
moveis eloip
prala, ouro, perfumarias e>miu-
dezas
A'RUA DO VIGARIO THENORION. ii,
ARMAZEM.
As 11 horas em poato
O preposto do agente Pestana fara leiiao, por
eonta e risco de quern pertencer, e em Ii |uidacao,
dos obje^tos abaixo declarados e ao c.irrer do
martello.
Uma mobilia de jacaranda a Luiz XV e com
pouco uso, I rico piano de jacaranda e do melhor
fabricante, i dita de junco, emu lampos de pedra,
2 rims toilettes de mognn, 2 me*a- elasticas, 3
guardas vntidos, 2 guardas-loucas, mesinhas de
mogno, com pedra, para cabeceira de cama, 3 du
ziasde cadeiras de junco avulsas, ricos toncado-
res de mogno, 1 rico n >fa de jacaranda, gosto an
tigo, quadros, espelh->s, bolas para bilhar, junco
para empalhar, cassoletas, hrincos e boldes de pu-
nho, de ouro, e anix, diversos extractos dos me-
Ibores fabricantes, diversas miudezas, eomo se-
jam, grampos com cruz e ftngindo punhaes, e
muitos outros ohjectos que se acharao patentee a
vista do- compradores : ua mesma occaswo se
vendera, para fechar contas, caixas com vioho do
Porto e vinho Xerez.
^uarta-feira 11 de feveiviro
As 10 born* em ponto
no armazein da rua do Vigarion. II.
LEILAO
DE
um grande sobrado em Olio-
da, rua da Mangabeira
n. 1
Hoje
as 11 horas da manna
Xa rua do Imperador, armazem n. 48.
O agente Martins, competentemonle antorisado,
vendera em leiiao, no dia e bora acima, o referi-
do sobrado, edificado em chaos proprios, com 350
ualmos de frente, murado com portao, e 450 de
fundo, eom rico pomar das melhores fructas, sa-
potizeiros, larangeiras, jaqneiras, mangabeiras,
caiueiros, aracazeiros, contendo 3 salas de frente,
sala de jantar, 6 quartos, dito para banho, cozi-
nha fora, 3 lojas, cacimba mee'ra, etc, etc.
Quern quizer ver dirija-se das 9 horas da ma-
nha as 3 da tarde, no mesmo sobrado
cama franceza para casal, 1 mesa elastica, 2 apa
radores, lavatorios, eabides, onartinheiras, jarros,
loncas, diversas lanternas, coropcteiras, comroo
da, e outros muitos objectos para uso domestico.
0 agente Pinho Borges. antorisado pelo Sr. Dr.
Olymjio de Afroxellas Galvao, que se retira para
o sul, vendera era leiiao os referidos moveis acima
declarados.____________
Lei lad
lazendas avariadas
i^uinta-feirH 12 de levereiro
a- 10 1|- da manna
Por intervenoao do agente Piuto, ma do Bom
Jesus n. 43.
Agente Dias
leiiao
4>A
lo_?a, arroacao, um cofre de ferro. candieiros a gie
e mais pertencas existentes no estabelecimea-
to Mto em a rua" do Marquez de Olinda o. 25.
Sexta-feira 13 do corrente
as I 1 h rax 0 agente Dias, competeotemente antorisado por
despacho do Exm. Sr. desembargador juiz de or-
phans, I' vara a leiiao no dia e bora acima desig
nados, a louca e mais artigos exlstentes no mesmo
estabelecimento, pertenceutes aos bens do failed-
do Manoel Antonio Vieira.
Aos Srs. pretendentes garante-se a casa por ar-
rendamento, e podem de.-de ja examioar o balan-
co com a respectiva avaliacao que se acha em po-
der do mesmo agente, a rua do Marquez de Ohn
da n. 37, primeiro andar.
Grande
555
lilSOSQVmSOS
CASA DA FORTH
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
< rua Primeiro de Marco (oulr'ora rua Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado teodo veodido nos sens fe
izes bilhetes, um meio a. 2, um meio n. 2,387 com 700*, um meio n. 321 com
2001, um inteiro n. 492 com 10 'i e outras sortes
de 40< e 20jt da loteria que se acabou de extrahir
(86'), convida aos possuidoree a virem receberna
conformidade do costume sem desconto algum.
Aeham-se a venda os felizes bilhetes garantido.-
la 1' parte das loterias a benelicio da irman-
dade de Nossa Senhora da Soiedade da igreja do
Livramento (87'), qae se extrahira na sexta-fei-
ra, 13 do corrente mez.
PREgos
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
KM POIigAODE 1009000 PARA CilU.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuta
FORNECEDORES DE NAVIOS
ESTABELECIMENTO DE ALFRE-
DO BARROS & FERREIRA
Xeste estabelecimento encontrarao os Srs. com-
maudantes de navios o melhor e mais completo
sortimento de viveres, garantindo se ao mesmo
lenpo a prompts-q bd-..asecu(ao no cumprimrnto
de suas ordens. l
do Corp,, Santo*
ftw_
SLargo
B
ua rua da Uoidu n. 17
QUINTA-FE1RA 12 DO CORRENTE
Sendo:
Uma linda niobil-a de nogueira^ medalhao du-
plo, 1 excellent^ piano de Blendel, 1 cadeira para
o mesmo, 1 tamborete, 6 cadeiras douradas, 2
consolos de jacaranda, com pedra, 4 etagers de pa-
rede, 1 mesa de furro ccm tampo de madeira, 2
Juadros dourados com linas gravuras, 1 lustre
e crystal para gaz.
Uma rica secretaria de jacaranda, com pedra
marmore, 1 pulpito para leitura, 1 pedra para
calcnlo, 1 jogo de globos (celeste e terrestre), 2
mesas de jacaranda para jogo, cadeiras de balan-
co, 1 sofa de pallia, 1 quadro com flores de cera,
escarradeiras e 2 quadros a oleo. !
Um granJe heureau com estante toda de mog-
no e envidracada, 2 estantes aberias para livros
(de amarello), i mesa de amarello para escripte-
rio, 1 eatante envidracada, 1 lote de livros, I ca-
deia de medir e 1 grande mesa de mogno para
estudo.
Uma mesa elastica para ii pessoas, aparadores,
12 cadeiras de jacaranda, 1 guarda-louca de ama-
rello, 1 quartinheira e .6 cadeiras de junco.
Um guarda-vestido de amarello, 1 guarda r_u-
pa de dito, f rica commoda de jacaranda, 1 dita
de mogno, 1 divan de mogno com m&las, 1 sofa
de amarello, camas, toilettes com espelho, lavato-
rios, cadeiras de retrato, berco de jacaranda, di-
versos candieiros e 6 irandellas para gaz carbo-
nieo, tapetes, esteiras para forra de salas, 1 gran-
de ]ote de louca e outros muitos moveis que es-
tarao patentes no acto do leiiao.
0 agente Marlins, autorisado pelo Illm. Sr. Dr.
Manoel Buarque de Macedo, que mudou a sua re-
sidencia para o Bio de Janeiro, fara leiiao dos mo-
veis acima, existentes na casa da rua da Uniao n.
17, onde foi sua moradla.
Principiaas 10 1(2 horas da mauha, por serem
muitos os lotcs.
LEILAO
DO
da rua de
n. tiO, em
grande sobrado de 3 andares e sotJo
Marcilio Dias, oulr'ora ma Direita
chaos proprios e edificado ba cerca de am anno.
t^uinta feira 12 de fevereiro
AO MEIO DIA.
Por interveneao h agnte Piuto.
Na rua do Bom Jesus n. 43.
Os pretendentes poderao obter qualquer infor-
ina;aono estriptorio do mesmo agente.
De
12 pecas de grosdenaples preto e 24 ditat de ba e-
ta de diffarenles cdres
<^uinta-feira 12 do corrente
as 11 horas
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
NA RUA D& BOM JESUS N. 43
LEILAO

DE
rocreis fines, louqaa e crjstaes
Ouinla-feira 12 de fevereiro
A's 11 horasr a manna
a rna de Hortas, sobrado n. 102, primeiro andar.
Uma rica mobil a de faia, imiund > jacaranda.
contend* cadeiras de guamicSo, sofa, consolos e
jardineira, cadeiras de braco, 1 dita de vime, con-
tendo cadeiras de guarnicao, ditas de brajos, sofa,
jcojjsolos, jardineira, J ricp toilette, com pedra, 1
PENHOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Instituto medico pern mbu-
cano
Todos os senbores medicos, cirurgioes e phar-
maceuticos, residentes ncsta capital, que quizerem
pertencer a esta sociedade eom o titulo de socio
installador, i-ao pelo presente convidados a com-
parccerem no dia quarta feira, 11 do corrente, as
7 boras da noite, na sede da socier>ade lueo-bra-
sileira, para se inscreverem, e votarem nas diffe-
rentes comraissoes effectivas que nesse dia serao
nomeadas.
Dr. Cosme de Sa Pereira
1* secretario interino.
Triumpho da
^i%
Em tem pos modernos nenhum mento ope uromaior revolur;ao no modo de
eurar anteriormente em voga do que o
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturac,ao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfeiini
'lades da Garganta, do I*eito e dot
Orgftos da respiracao, que tanto
atormentam e fazem soffrer a humanidade.
A maneira antiga de curar consistia geral-
mente na applicagao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantcs, afim de produzir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e diminuir as forcas dt
pobre doente, contribuindo' por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a en-
fermidade a destrui^ao inivitavel de sua
victima Quam diflerente 6 pois o effeitd
admiravel do
ra.OSAL-EAN-CAEUIJ-I
Em vez de irritar, mortilicar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Alii via a irritacAo,
I lesen vol vof e^entendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rapid,
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votes em medicina da Europe, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
rclagoes analogicas, e al^m disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maraxilhoso remedio, sao mais que suffi-
cients para sustentarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
Devc-se notar que este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ultimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes tSo fa-
cilmente se engana a crcdulidade do pu-
blico. A composigao de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafade
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a d6se que se
toma 6 s6 d'uma colher pequena, basta
geralmeute d applicagao d'um ou dous fras-
cos para a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas 8S 1> ticas
U. Frosters AC, agentes.
Unicos agentes nesta provincia os Srs. J-
0. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
Para aboaconservagao
DE
VOSSO CABELLO
e certo contra
de um criado para
ho.el de Bordeaux.
I recisa-se
lodo o scrvico : a tratar no
Alerta rapazeada I Eis o carnaval II Ja se
Guve o clangor das trombetas; o estridente cla-
rim sibila nos ares ; o xabumba rebua alem ; os
fognetes ronpem o c-spaco e la estonram ; a folia
desgrenhada, montada no fogoso Pegaso, percorre
as cinco partes do mundo, annunciando o deseja
do dia I Turcos, Arabes, Tartaros, Gregos, Persas,
Prancezes, Allemaes, Gossacos, Kalmonks, Indous,
Kabiles, Samoyedes, Cbinezes, Japonezes, Bsqui
maus, Hottentote8, Zelandezes, Australianos, "Osa-
ges, Californianos, Patagonios, Charruas, etc., em-
nm felvagens, civilieados, judeos, catholicos, ie-
zuitas, macSes, ricos, pobres, mocos, velhos, todos
brincam, todos amam o carnaval! Vinde, pois,
todos, munir-vos de vestuarios riquissiraos de
velludo bordados a ouro, de velbutina, seda, da-
masco, las, cambraia, chiu, e de todas as cores e
gostos a caracter dos differentes povos do mundo I
Tudo barato, multo barato, eomo niDgnem E' o
maior sortimento que se pode eneontrar. Esta tu-
do a exposicdo, na rna da Roda a. 18, pavilhlo en-
car nado ; vmde|so vi?r. Viva o carnaval.
, AD70.AD0
AYRES GAMA
RUA DO DUQUE Dl? CAXIAS
~M. 9.
Primeiro andar.
Caixeiro.
Preciia se de nm menino da 12 a 16 annos de
idade, com alguma pratica de molhados : na rna
de Maris e Barros n. 1 (antiga ma do Cerdoniz).
(jaixeiro
Qaem precisar de am, chegado ultimamente
pode dirigir-ge % rna larga do Hosario n. 27,
Elle e um preventivo seguro
a calvice.
Elle d& e restaura forga c sanidade i pelle d
cabe^a.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
Filed, grande riqueza de lustre 80s ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posigao je, n'utn cstado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle conserva a pelle e o casco da'cabec,a
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabe$a n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada<
vel.
Elle 6 o melhor artigo para os cabellos das
criangas.
Elle 6 o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conserva$8o e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senbores
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TOMCO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortiQca e aformosea
O CABELLO.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas as
principaes lojas de perfumarias e baticas.
Luso-brasileira
Conselho fiscal
A sessao do conselho fiscal desta sociedade tera
lugar no dia 13 do corrente, pelas 6 i|2 horas da
tarde ; e para semelhante effeito, convido aos se-
nhores conselheiros.
Secretaria da sociedade beneQcente luso- brasi-
leira, 10 de feve'eiro de 1874.
J. M. de Andrade
____________________Secretario supplente.
NURHMENTO
MEDICINA
Preparado por
l.anman & Kemd
para c'.ii .iisca
toda a qualrdad*
de doen seja na gargarrrU,
peito ou boles.
ExpressameiUe
escolhidodosme-
lhorcsfigailosdoi
quaes se extr-abe
o oleo na banco
la Terra Now
purificadocbimi-
calmente, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtod*"
ofrascosegaran-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido subrnettido
a um exame mui-
to severo, pek)
cbimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba o foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO DTODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E UMPODER SALVADOR.
Dm todo o oleo de figado de bacalhao, e na-
quelle no qual contemn a maior porcAo desta
invaluavel propriedade, e o unico meio para
curar todas as di emjas de
GARGANTA, PEITO, ROFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos d^i carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e dd vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da tanto
autimento ao systema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja orgamsacAo tem sido des
truida pelas affecc^ies das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE RACALHaO
DE
__________________LANMAN & KEMP__________________
Vcrnizes espeeiaes para carrua-
gens.
Este vemiz, cuja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricantes e possuidores de carrua-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, das seguintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' um vemiz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
maos, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
horas, depois das quaes se expde ao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, e' passa-
das 15 a 18 boras p6de passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
mSo. Dao-se com facilidade tres demaos
deste verniz sobre as tintas, em tres dias.
A primeira deoftao servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demSos e produz
um excellente brilho.
Verniz superior seccante para
carruagens.
Este verniz 6 da mesma c6r que o ante-
cedente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgentes, e pode misturar-se com o
anterior. A duracao do verniz permanente
diminue na proporpao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras detnaos sobre "cdres escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demJo.
Verniz preto do Japao, superior.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto raais escuro e brilhante, e
pode passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
[undo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUHOS, BRILHANTE E
ELASTICO.-
Este verniz, contendo na sua composiQfio
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao azeite denominadopieds bceuf,
6 o unico que d_ flexibilidade ao couro ve-
Djo envernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com am pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e a sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalho, por que nao 6 possival tornar o
verniz elastico e seceante ao mesmo tempo,
Verniz para appareHio.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no fira dos quaes se p6de pulir com extre
ma facilicidade. E' essencialmente neces-
sario cobrir este verniz com duas demaos do
verniz superfino para caixas de carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, e
sobre tudo com as tintas moidas, para que
sequent mais facilmente e para lhes dar
mais consistencia.
PUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhore. de engpnho e ootroa agricolforts, eempregaiorM de m
ainismo o favor de uma visita a sou estabeleoitueDlo, para voren o w>w> ortimeDtc
ompletj que abi tern; aenm. tudu soperu.r em qoaltfade e fortidSo: o one com a ins
*c$io peseoal pode-se venflcar.
ESCECIAL ATTENCAO ftl.l NUMERO B LuGAH DE SUA FUNDfCikO
7aporen e rodas d'asraa i',8^i,!S n,o'1erno *?** w.
w i/v w w vu s> i* c*g -* ma:jbos ;onveniente8 para m divert at
ircc_Q8tancia8 do aeDhorp* r.r lorieiarm* e o-ra d^s^aracar algodio.
Moendas ds c^iiua Swat' u,u*-*w* -* Sodas dentadas p *..!" ^.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiqnes 9 fandos de alambiqaes.
Sachinismos
riOmbaS ae pateDte, g-rantidas....
Todas as machinas '
Faz qualquer concerto dPm,'h",mo',pre?0 moi rMon,ido-
?ormas de ferro
Sncommendas.
para mandioca p algodJo,
e para eerrar Budttra.
Podendo todot
ser mocidos a mio
por agna, vapor,
ou -irimae*.
pecat de que e cotttoma precisar.
do mer-
tem as malborea e m.ia baratas existentes
cado.
Inr.nmbp-se de mandar vjr qnalqner machinismo i von-
Ude dos ciientes, lembrodo-lhes a vactagem de faxerein
nas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalqaer oecessidadt p6i'
.ei prectar auxilio.
irades americancs e nlrD^,eDto, '8rico!M
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUIVDICAO DE FERRO
.' rna do Barto da Triumpho (rna do Brain) ns. (00 a .04
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para
$enhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo an mercHdo.
V apores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
LiaifleiraS de sobresalente para vapores.
VlOeiluaS mteiraS e meias moendas, obra como .mnca aqui veio.
I aixas lUndlflaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ttOuaS d agUa com cubaje de erro, fortes e bem aenbsdas.
tiodaS dentadaS de todos os tnmanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
DOIllDaS de ferro, de repucho.
.AraQOS de diversas qualidades.
Pormas para assucar griinde8 e p^uenas.
OoilCertOS concertam com promptidSo qualquer obra ou machine., para o qae teen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
KnCOmmendaS man(^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londree
! com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
P U N D I C A 0 DE CAHDOSO & IRMAO.
J,
33
Coflslniclor e afinador de pianos
Rua do Imperador
3d
e afamadas casas Pfeyel & Herz, c antigo director das offici-
aberto sna easa de
Ex-afinador das antigas
nas da casa Alphonse Ulondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publieo desta cidade, que tem
concertos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o eslado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
dei Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Dlondel) todos os pianos sihidos da <-a=*
Dhibaut sao garanlidos.
Compra-se e recede-se em trora rs pianos usados.
HIV
ODILON DUARTE & IRMAO
CAB-LLEIREIBOS
Premiados na exposicao de 1872
DA
IMPERATR1Z
N. 82
I.' ANDAR.
RUA
DA
1MPERATRIZ
R. 82
1. ANDAR.
Attenqao.
Qaem precisar de uma pessoa com habiliu-
coes para repetir as anlas de frsneez o inglez em
algum collegio, dirija-se a Boa-Vista qae achara
com qnem tratar na rat do Peitjno n. ti,
Como nao 6" necessario dar lustro ultim
demao de verniz empregado nas caixas dt
carruagens e no dos jogos, convem da k
n'um local separado aonde nao haja p6
Quando a obra urge,- deve pdr-se A sorr.br?
e ao ar livre depois de secco, isto e, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem core
uma esponja humida. Quantas mais veze.1
se fizer isto, mais brilhante ficara o verniz
e mais depressa ss terminara" a carruagen
(em caso necessario tres dias depois da ulti
ma demlo). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve-se lavar a carruagen
com agua fresca, depois de ter ser
dido.
Depesito unico para o Brasil, Bartholo
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa
rio n. 34.
Ainda esta para alngar se o i* a 3* andares
com sotao, na rna da Peuha n. 3 ; a tratar na rua
Duqne de Caxias n. ii
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
dic^oes possiveis de bem servir ao publieo desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente d arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tccidos, desenhos em cabellos, quadros fu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /. menos que outro qualquer, garantindo
perfpijSo no trabalho, agrado, sinceridade e preen razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
portao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
CHAPEOS DA ULTIMA MODA
Chegaram lindos e bem enfeitados chapeos do mais Apurado gosto, para senhora : a
!oja das columnas, de Antonio Correia do Vasconcellos, a rua Primeiro de Mar
50 n. 13.
Irmandade de N. S. do
Tercjo
Em eumprimento as disposicoes do art. 40 do
nosso compromisso, sao convidados todos os ir-
maos qne tenham ocenpado cargos em mesa, 0
igoaJmente a todos os membros da mesa regedora
para em mesa conjuncta se tratar de negocios im-
portantes da irmandade, quinta feira, 12 do cor-
rente, as 6 horas da tarde.
0 secretario
Antonio Jose1 Pereira da Cunha.
Offerecese uma senhora portngneza de bons
costumes, qne lava, engomma e friza com perfei-
;ao : a travessa dp Peixoto n. 58,
AVISO
As audiencia? do Exm. Sr. dasembargatcr
de orphaos, foram transferidai para as sei
feiras ao meio dia.
as-
Cozinheiro
Precisa se de am cozinheiro, preferindo-ie esera-
vo, para 0 hotel de Apipuces : a tratar no mes-
mo.

y|
Aluga-se uma eecrava com principio de o-c
zinha e mais service de casa : a tratar na ma de
S. Jorge n. 74, andar.
'
meam

-_ -ii^,f


Xario de Pemambuco Quanta feira 11 de Fevereiro de 1874.

-,?.
\


,
/ >

%
\

*

' Offerece-se mm raulher pan ami de
casade homena soKeiro-, cozinha e faz todo o
servioo com perfeiglo : A rua deS. J080, 35.
4 Cciisallorio mcilicd-cuHj^cu f
DE
A. B. (la Silva Maia.
Hua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da malrir da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiquer bora.
Consul las : Aos pcbres gratis, das 2 as
S4 horas da larde.
-
r* GABLNETE MEDICO CIRURG1CO
fdo
Dr. Constaneio Pontaal.
Rua do Imperador n. 81 1* andar.
fConsultas das 11 as 3 da tarde, chama
dos a quaiquer hora, visits e da consul-
tas gratis aos pobres.
m
MM M FORTH
Rua 1. de Manjo n. 23
Aos 20:1
O abaixo assignado tem sempre expos to a ven-
da bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an-
ounciara pelos jornaes.
Precos.
Inteiro 24*000
Heio 12*000
Quarto 6*000
________________jManoel Martins Fiuza.
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
199, Rua da Prata, 2.
lASttOV
Luiz Felippe Leite & lrmo
Executam por commissio quaesquer ordens das
provincial do reine, ilhas e provinces ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran-
geiros.
Recebera a consignacao generos nacionaes, co-
loniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, allemaes
a do Brasil, ou mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou fora delle.
Executam ordens para compra e ven da de fun-
dos publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividends.
Promoveiu no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidaedes, cauxas civeis e commereiaes, appel-
lacoes e recurso de revista.
Tem os raelhores advogados na capital.
.Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administracao de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo eonforme
a aatureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrlmoniaes e quaes-
quer outros breves apostolicos concedidos em Roi
ma ou pela Nuneiatura em Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias aos
tribunaes da Santa Se.
Tratam da arrecadacao de heranca? e adminis-
tracao de bens no continente do reino.
Obtem doeumentos de quaiquer diocese, distric-
Lo administrativo, conselko, ou freguezia do reino,
Unas e provincias ullramarinas.
Paiem adiantamentos sobre consignacSes de
luaesquer generos que tenham prompta sahida
nos mercados inglezes ou allemao.-. Tambem com-
pram aquelles" que se offerecerem em condiedes
vanujosas.
Pazem transacSes por consignacao ou compra,
tobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
pbosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
eondicoes de qualidade e precos.
Dao-se boas re/ereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca-a tem corrcspoodencias serias em tedos
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
burgo, na Africa portugueza, em Macao (Chins*
reino da Siao, ilnas dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ibe (orem feitas per correspondencia effeetiva ou
eventual.
Na modicidade de suas commissoes, na exacti-
dao de suas contas e no credito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garantia de bom aco-
ibimento.
Tem correspondentes era Sevilha e outras pra-
;.as de Hespanha.
N. B. As commissoes sao reguladas pela praxe
sta praca ___________
Amaro de Barros Correia e Captulino Ro-
drigues do Passo vendem terreBos, regnlarmente
tracados, no sen sitio de Beberibe de Baixo, ha-
vendo organisado uma planta de seu perimetro,
era que se desenha visivelmente a distinccao
e reguiaridade no seu projecto de arruamentos
dovos, approvado pela camara municipal de Olin-
da. A fartilidade do terreno, a sua proximidade
da estacao do Fuudao, da linha ferrea do Recife
a Beberibe, conseguintemente do rio Beberibe, e
commodidade dos precos convidam os pretenden-
tes a compra, que os poderao procurar a Amaro
de B. Carreia, em Beberibe, a Captulino Rodrignes
do' Passo, no Recife, e ao engenheiro Antonio Feli-
iano Rodrigues Sette, a estrada de Joao de Bar-
ros n. 9.
0 Sr. Joao Paulo de Carvalho e rogado a vir
a rua do Marquez de Olinda n. 53, a negocio que
osenhor nao ignora._______________________
Fugio bontem, as tres horas da tarde do so-
brado da rua das Cruzes n. 41, 2." andar, um
sabia; roga-se a quern liver apanbado, leva-io
a casa ,acima, que sera gratiCcado. ________
Estrada de ferro de Olinda.
Pede-se ao Sr. gerente desta companhia que
conserve horario da companhia como esta, isto
e, todas as meia horas, unto pela manha como a
tarde.
Mmto* assignantes.
Alima-sc
o prinieiro andar da casa da rua do Vigario n.
3, onde teve escriptorio os Srs. Johnston Pater &
C, reeentemente repartido, caiado e pintado, ex-
oellente para escriptorio, nao s6 pela localidade,
-enao per que e muito fresco o espacoso : a tratar
aa rua 7 de Setembro n. 20, ou na rua da Sen-
zala Nova a. 42, 1.* andar.
Eseravo fugido
Desapoareceu da casa do abaixo assignado, o
eseravo Jose, de estatura regular pernas, arquea-
das, falta de dentes, e c6r cabra, suppde-se ter
seguido para o Rio-Formosa, ou Gamelleira ; por-
lanto, roga-se as aotoridades policiaes e rapitaes
de carapo, a sna apprehensao e mandar parte na
rua D. Maria Cesar (outr'ora Senzala Nova n 30).
Domingos Jose Cunba Lages.
Attencao
0 Sr. Francisco Agostinho Madeira, e rogadoqe
vir a rua do Dnque de Caxias n. 60 A.________
ALUGA=SE
o 2 andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratar no armazem do mesmo predio.
Esta fugido o eseravo Jose, cabra, idade 'de
15 annos, feicSes miudas, cabellos frdxos, pes
largos, veste calca e camisa branca, gosu de mu-
sica : pede se a policia a sua eaptara, e gratiflca-
se a quern o levar a seu senbor, a rua do Hospi-
cio u. 85, on a rua do Queimado h. 83,1* andar.
ALUGA-SE
nma casa na Capunga, rua dat Pernambacanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar Da rua do
Vigario Tanorio n. 31.
Escrava
Tem para alugar-se uma mulata para todo ser-
vlfo ; na loja do Passo, rua Priraeiro de Marco
0.7 A.
LINHAS
nETROZKnF>.u.i;o
DAO
A&ULSaS
Iccessori.s
PARTI
DA
Machina
Com as falsificaroes que tem apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTUBA
DE
SINGER
rue?
Nenhuma ma-
QO
china Singer e legi-
Porqi
3
tima se nao levar
g esta marca fixa no
jg bracjo da machina.
Para evitar falsi- 58
fi cacoes notem-se _g
be m todos os deta-
o
lhee da marca.
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
MACHINAS DE SINGER
Sao mais baratas.
SSo de dons pospontos.
S3o simples.
Sao rapidas.
S4o duradouras.
MACHINAS IDE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abraham.
Franzem
Pregam tran^as.
Marcam pregas.
Bordam de linha de seda.
Alcolcboatn.
Pregam cordoes.
UNICA AQENCIA
EM
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
40 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como sao : Herz, Pleyel, Flap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente eonstruir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais comploto sortimento de materiaes para concertar pianos, .como
s5o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA DO IHPERiDOR 49
PARA
Marcar veetidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
CartOes de visila, livros, envelopes eleda a qualidade de
papeis, clara e exactamenle com o nome compelente da pessoa
Garanre-se dar uma cbapa t3o boa como poderia conseguir-se em Landres ou Nova
Ypr, e affiang.a-se igualmente que a tinta serd iudelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa com o nome da pessoa acompanhada de dous fraspuinhos de tinta,
urn pincel uma direccao sobre a maneira de empregar a cbapa e uma receita para fazer
tinta. costando tudo
Precofno.....3JW00
Em letra de raao e gotbice. 59000
VWGOI.VS \MEMG\TS\S
PARA CHAVES
Sio muito coramodas e possuem as segnintcs vantagens :
Servem para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lugar para o
nome e moradia do dono.
Sao taceis de abrir e fechar, deixam entrar a maior chave sem offender a
argola.
Sao feitas de prata allema enao saosujeiUs a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
argolas de ago, s3o muito fortes e bonitas. Cada argola americana com o nome e mora-
dia do dono, aberta namesma, custa :
Preco fixo 2^000
P. LAURO MAGPHERSON
NO HOTEL ESTAMINST
Rua do Imperador n. 32
TODOS OS DUS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO DIA.
m\mm\
Prccisa se de uma perfeit* coiinheira, nao im-
porla ijoe seja frra nu escrava, para casa de uina
famiha estrangeira, paga-se bem: a tratar na
rua do hom leant n. 55, ca*a de Kel'er & C
saQiiks
Cr\a|b-i k Mitnu|i, pa ma do Apollo
t. 20, accaiu *>bre o Banco Commercial
le Vianna e suas agencias em todas as ci-
.ladf-s e villas de Portugal, & vista e a pr8ic
por todos os paqueU*s.
Agenda de leiloes
0 abaixo assignado declara ao respeitavel pn-
blico. qae, tendo aberio o sen escriptorio de
agenda de leiloes a rua do Marquei de Olinda n.
64, andar, continua a receber moveis, louca,
fazendas, obras de ouro e prata, predios e todos
Juantos objectos se Ihe remetta para serem ven
idos, em leilao publico ou particular, a vontade
de seus comraitentes: e como quer que o seu
novo estabelecimento se ache o roelhor possivel
localisado, alem de qae offerece as melhores
proporc5es para a boa conservacJo dos objectos
que tenha de receber; o abaixo assignado com-
promette-se nao s6 a empregar toda a actividade,
zelo e pontualiiade no cumprimento de seus de
veres, como mesmo sens pagamentos serlo feiots
com a costumada promptidao, que lhe e conbe-
clda.
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
Raymundo Remigio de Mello Junior.
Na ma do Baraoda Victoria n. 3G precisa-s
allar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe
eira, e negocio ~de seu interesse._______
A' Torre
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellente casa de habita^ao e banho no rio
A frenta desta: quern a pretender, pode
procurar A rua de Gervasio Plres n. 24.
Ao publico.
Angelina Jose dos Santos Andrade, lendo con -
cluido no dia 31 do mez proximo passado todas
as suas transactors, declara pelo presents que
nesta praca sada deve a quern quer que seja,
nem directa aem indirectaraenle. Outro s.m.
constando ao annunciante'que aiguem exhibe uma
publica forma d'onde resulta que em 28 de marco
de 1870 mm pelo mesmo annunciante a qnan-
tia de 15:006^060, declara qae seroelbante trans-
accao esta Ihida, visto como^ original existe em seu
poder, nao-sendo certo que semelnante individuo
nzesse obsequio algnm ae annunciante, pcrque
este es'ando doente havia despositado em sua mao
quantra superior para aquelle pagamento e so-
mente ao fazer passar o recibo, teve aquelle indi-
viduo a habilidade de oktel-o como se fi">ra quern
fizera dilo pagamento.
Recife, 3 de fevereiro de 1874.
Na rua de Santa (Thereza n. 60 se dira quern
vende 0 palmos de tefreno, em Belem.________
0 sas para alugar.
Na rua do Imperador n. 9 se dira quern aluga
uma casa no Caldeireiro, com pequeno sitio todo
murada e oatra em Beberibe de Baixo em a rua
de Olinda junto a capella de Santo Antonio, ambas
com commodos para familia. ____
CMinlieiro.
Para casa de pequena familia precisa-se
d'u bom coEinbeiro : caes do Apollo n.
69.
Cast-para alugar.
Aluca-se o terceiro andar da rua do Marquez ds
Olinda n. 4.
O AIIVOQ1UO
Affonso de Albuquerque Mello
incumbe-se de .promover ccbran^as amigayel
ou judicialment'', assim como de outros negecios
coacernentes a sua profissao, nos luga: es proxi-
mos a linba ferrea, e nos outros-termos proximos
a esta cidade; para enjo auxilio (em o annun
ciiDte solicitadores habilitados e probos, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que Ihe for confiado.
Mediantc modico honorario acode aos chmadoe
para diligencias ou consultas fora da cidade edo
termo e incumbe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da reiacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
a rna do Dnque de Caxias n. 37.
Precisa-se alugar uma ama para casa de
pouca familia : na rua do Imperador n. 33.
Villa de Agua-Preta.
Desappareceu no dia 1.* de fevereiro do corren
te, do eogenho Pindobal, o eseravo Leandro, idade
dc 28 annos, cor pardo escuro, altura regular,
cabello bom, olhos grandes e avermelbados, tem
falta de dentes na frente, pouca barba, secco do
corpo, pes pequenos e falta de unbas no dedo
grande dos pes. Leva comsigo ama moca tirada
por elle da casa de seus pais, com os signaes se-
guintes : cor parda clara, cabellos caxiados, bai-
xa e grossa do corpo e cbama-se Carolim. 0
abaixo assignado previne a quaiquer pessoa qae
o apprehender e levar ao dito engenho, sera bem
.recomponsado.
_____________Ignacio Baadeira de Mello.
Dividendo.
Paga-se a da massa de Joao Hygino de Souza :
na rua do Vigario n. 19.
Precisa-se de uma ama para o servico ie-
terBQ de uma casa de familia : a rua da Soledadn
n-554.__________________________________
Aluga-se a casa d. 3 dj becco da matrix '
na thesouraria das lotenas.
i Aluga-se o predio n. 20 da rua do Fiarao
de S. Borja, com cemmodos para grande familia:
a tratar na rua da Ponte Velha n. 75, com o Sr.
Rocna Leal.
Tem sido apresenlada ao publico
Durante o espaqo
DE
4 0 ANNOS.
SMJSAPAKjUUIjIl
DE
RBISTOL
CL'RA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
uca a massa do sangue, expelle para fdrt
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secre^Oes, da vitalidade e
energia a todos os orgSos e d& fi *ca e ri-
gor ao systema afim de poder melbor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
aunca distroe afim de poder curar ; por^m
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doen^as constitucionaes e em to-
das as moleslias locaes dependente d'um es-
tado oicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, acbar-se-ba que a Salsapakkilha de
Bristol 6 um remedio se^uro e eflicassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
llwrrofulus,
IJlceras,
)., ClMacaflamtica*,
ENFERMIDADES SyPHlLri/CAS
SRYSIPEUS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGUS,

^t
-r>
MOPINA
Esta encoiira(;ado !! !
A,'(2ft H* T.:>t<> lin nl- {$? : fm-jv
hi (. .-- ^.. ; -:: .! I)tlt.rni X i.-iTii Mil
i-.'-",.. (>., ,|.|:i.'.- ,i^ .> ./.il' '. rlcsta prOTIMJSl
*iui ^.- ..i a i.i.i iiuiur u- u.ixias n. 36, a -
:iu.: a.melle ug :eali.-ar, pela terceira .lianiada deste j.irnal, cm
1n.r de d..>zembro du 1871, e d.pois para Janeiro,
^a-sou a fevereiro e aLril tie 187J,e nada cumprio;
a por este motivo e de novo cbamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de dito annos, e quando o Sr. seu ti!bo M
ichava nesta cidade.
' E. A. DELOUCHE.
49Rna do Marquez de Olinda49
Acaba de receber um grands sortimento de re
logios americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertador
dos melhores gestos e qualidade.
Belogios de ouro patcnte inglez verdadeiros, des-
coberto com ponteiro grande no meio, dos mais
modernos e do melbor fabricanle de L> ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, [rata
dunrada, cobertos e descobertrs. Ditos de prata
foliada < plaque ), oriental e patenle, de todo
preco.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiro9 vidros de chnslal da Rccha, para
vista can?ada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
oulra quaiquer parte._____________________
Apreciem eomo se vende baralo
RUA DO CRE8P0
LOJA DAS 3 PORTAS
DR
GuUherme & G
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
drSes, e que se vende pelo diminnto preco de 200
ts. o covado 111
METIM
Hetim trancado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado 11 !
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda Una, boni-
tos padrSes, pelo diminnto preco de 320 rs. o co-
vado III
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado I! I
CRETONE
Cretone olaros e escnros, bonitos padroes, e fa-
zenda Una, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado III
LAS MODERNAS
Complete sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos diminutos precos de 400 rs. o covado,
e pechinchal I I
Cortes de casemira d t cores, a 5f( 00.
Colchas estampadas e com barra a 3^500 e
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Len..oes de bramante a 2*000.
nits de algodao a 1*400.
Toalbas alcochoadas, duzia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a t*000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixiphas mo-
dernas, duzia, a 3*500. ,
Cambria transparente i'ma ,-*3*000 a pe;a.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara. c-
Algodao marca T, largo, a 5*000 a pe?a.
Dito doraestico a 3*000 a pega.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado III
Madapoloes Irancezes de todas as qualtdades de
5* a 8*300 a per a.
Gbapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho poro, a 44*000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto pre;o
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dao-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
Loja das tres por (as
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
Casa no Monteiro.
Aluga-se a de n. 65 junto ao sobrado, com quin-
tal e sahida para o banho : a tratar na rua do
mperador n. 57, 1 andar._________________
Escrava fugida
Au-entou-se da casa de seu senh r, no dia 26
do corrente a escrava Felicia com os signaes ?e-
guintes : c6r parda clara, cabellos ceraprido*, ate
os horobros, rosto redondo, falta de um dente
quasi na frente, corpo reforeado, maca do rosto
bastante saliente, foi acompanhada por um ho-
mem. pra ;a de cavallaria de nome Vasconcellos,
foram vistos no dia 27 do corrente, em Santo An
tao : quem a levar 'a Camboa do Carmo n. 3,
seri gratilicado generosamente.
NOVAS PUBLICISES MUSICAES.
A. J. d'AzevedoRua lovn n. If.
Acabain de pitbltear-se, e acham-se i
venda as soguintfcs mimicas :
MAHO SO*.
Danse espamioi.a, por Ascher 2J000
Arabella, mazcuka, por 6. Wer-
theimer ljf500
Valsa do Fausto, por Troyzes 1J000
Sonho de lma vimcm, por Albcr-
tazzi IJOOO
Anna la Prie, cavatina 1SOOO
AoClaii de la Lome, por Bussuseyer 19500
o ) Pu ka V lharite lJHKKJ
Salda^Ao ao Bahia(
Cricket, por Sfixas, oUV-reeida aos
cbrickets <:lub pfrn;::nbucano e
baliiano 17000
piano ki:a>to.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 2000
Non m'amava, romance por Gucrcia 12000
Tambem receben meniile musica para piano, piano e
antoudos, methodos, ^t.-. etc.
Convida-se
aos senlures cscriptons, litiera.os, chefes de re-
parlicoes e c^mmerciantes a visilana a
ENGADERNAC'-VO BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias u. 21, nude vcrao que e
este o estabelei-imento que MfAt dos melbores
meios e procesios para bem si-rvi los na arte de
encadernar, e o uPi>*o que
P08SDB A MELHOR
machina para pautar panel, ri.-car livros, mappas,
manifestos, folhas de empregados, despachos, fac-
turas, contas cerrentes e de venda ; enjo trabalb >
sera regulado pela segninle tabella de precos :
Papcl pequeno em caixinhas.
Para pautar 1 caixa 1*0 0.
Idem 4 ditas a 500 rs. cr.da uma.
Idem 10 ditas a 400 rs. -
Idem 20 ditas a 300 rs.
Idem 50 ditas a 2'J) rs.
Idem 100 ditas a 200 is.
Idem -2Q.i ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Panel em tanianho flume comas e despacnoi.
Por pautar 1 resma 1*500.
Idem 10 .t 1*200 cada uma
Idem iO a 1*.
Idem 50a 800 is.
Idem 100 a & <) r-.
Idem 200 a 400 r*.
Mais de 200 a 320 ri.
Outros trabalhus ccafbrme o a^ustc.
A differenca em pre^o do papel liso para o
pautado, no nosso mercado, e muito superior a 320
rs. em resma, sendo p IMPOIiTADORES DE PAPEL
mandareui vir o papel liso para aqni ser pautado,
podendo assim veuderem mais baralo, ganhando
mais dinheiro, para o i|ue
GAR.ANTESE
a bondade e limpcza do trabalho, entregandose
os volumes de resma com a mesma perfeicao e
igualdade que tc liver rfcebido na
EN ADER.XACAO CRASILEIRA
21 Rua Duqiie de CaxiasSI.
Ao eaniaval.
Na rua cstreila do Rosario n. 35, sobrado de
um anda*, tem vestuirios para o carnavai, de
todo goslo ; sendo doininos de seda e de velludo,
vestnarins de seda a phantasia, vende-se e alnTa-
se por muito barato preco. Preparam-se lindo
bouquets dc cravos, rosas o todas as (lores na
tiuaes e artificiaes, s-udo a encommenda feita 2
dias. antes sio proprioa para noivos e bailes.
Gratilica-se a quem apresentar uma
carteira com muitos iustrumentos cirurgi-
cos, pertencentc ao Dr. Ferreira : desconfia-
se ter sido ella extraviada na estacao do
Cabo. Rua Larga [do Rosario n. 20.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e
comprar para casa de homem solteiro : na rua
Direila n. 8._____________
Precisa-se de uma ama para casa de familia
de tres pessoas : a tratar na rua das Flores n 5
Para tratar de um, precisa-se de um ho-
mem que seja cuidadoso eentenda dejardim.
Em S. Jose" do Manguinho, sitio n. 2, muro
cinzento antes da igrej*.
ESCRAVO FUGIDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
eseravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, ponco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito eseravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te recompensados.________________________
ATTENCAO.
Fiirmo na noite de 7 do corrente mez, do
sitio do abaixo assignado, no Caldeireiro, dous pa-
tinhos da Australia, de cor cinzenta e rajada. sen-
do aves aqni geralmente desconhecidas : roga-se a
quem elles forem olTerecidos a vonda, de os ap-
Srehender, gratificando-se com toda a generosi-
ade a pessoa qae os apresentar ou der noticia*
certai do lugar em que estao, ao abaixo assignado,
na rua do Brum n. 96, ou no referido sea sitio.
Francisco Ribeiro Pinto Guknarjea,
Precisa-se de um criado de 10 a 12 __
de idade, preferindo-se eseravo : na thesouraria
das loterias, i# andar na raa do Crespo n. 6.
o segundo andar a rua da Imperatriz n. J : i
tratar no cafe Imperatnz.
4:000S000.
Precisa se tomar a juro pelo tempo de um ate
dous annos, quatro conlos de reis, dando-^e para
garantia predios de dobrado valor, e paga-se
juro que se convencionar mensalmente : a quem
convier pode annunciar para ser procurado, ou
deixe em carta fechaua seu nome e morada nesta
tvpographia, escriptorio, com as inidaes A. B. C
CUAMAUO.
Os Srs Jovino Pernandes da Crux e Joaqnim Cie
mente de Lemos Duarte, sao chamados a rua do
Coronel Suassuna n. 282, a negocio de particular
interesse.
Signaes do eseravo Joao.
Elle e mulato. bem barbado, dentadura perfeita,
cabellos pretos e crespos, earoscados, olhos pretos,
pernas arqneadas, altura regular, ecrpo grosso,
largo das espadu-.s, falla apressada, bruto e sem
instruccao no fallar, matriculado na collectoria
geral desta villa sob n. 437, de matricula, e 102
da reiacao. Com 32 annos de idade, solteiro, per-
tencenle a Vicente Ferreira de Mello, morader
no engenho Alagoa Verde, deste mesmo termo,
cujo eseravo fugio de sua propriedade a 21 de
Janeiro do corrente aano. E portanto, roga-se as
autoridades e aos capitaes de campo qae o cap-
turem e orecolham a cadeia, no Recife, ou outra
quaiquer cadeia onde possa ser capturado, com-
municando logo, que sera bem recouipensado.
Villa de Alagda-Grande, 3 de fevereiro de 1874.
Da-se sociedade
a uma pessoa que tenha intern pratica de mo-
Ihados, entrando com algum capital, en nma tt-
verna bem afreguezada, e umbem se vende: para
informacoes na rua do Capitio Aalonio de Lima,
em Santo Amaro, n. 15, ttwna.___________
Engommadeira eeriado de 12
annos.
Para casa de familia prcoisa-se d'uma
boa engommadeira que entenda de costura;
e de um criado de 12 annos para servi^o de
casa e algum mandado, prefenodo-s<; escra-
vos. Em S. Jose do Maguioho, sitio n. 2,
antes da igreja.

\
V>V


6
Jfcrfc de 9acara&i<> 4-1 Quarta. ;fofc 11 de iWnrirti db 167*.
*
X

A 9:000
Botinas para horaem
Acab.-.ii i*e cliegar grandes facturas bera sor-
lidas de bctinas i; bezerro, de cordavao, de pellh
ca,de duraque >am biqueira, de bezerro com bo-
toes, e com Uhozes a 9*000 (a escolh r) por ter
vindo grandh qnantidade por conta e ordem dos
fabrirantes : so armazem do vapor francez, a rua
do Baiao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Mascaras
Cbefarara grandes faelaras de mascaras de
Ma, de arame e de setim, para serem vendida?
per conta e order* dos fabricantes, o mais barato
possivel, em giandes e peqnenas porcOes : ao ar-
mazem do vapor Iraocez, a rua do Barao da Vic-
orii (outr'ora Nova) n. 7.
Calcado
fraoeez.
Para homem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre t
de duraque com biqueira, dos melhore*
. fabricaotes.
iiAPATOES de be;erro, de cordavao e de case
mira.
SaPATOS de lustre comsalto.
SAPATOES aiamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e Portugueses.
Para lenkora.
30TINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes.
lisas enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatdes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de raontaria.
Lotas a N'ipoleao e a Guilherme, perneiras
aeias pern-.ras para homenj, e meias perneira.-
para meninos.
No armazem do vapor France?, a rua do Bar4<
ria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de brajo, de guerniySes,
so/as, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes t
tevos. e rs mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Bara<
4a Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de cbegar muito bons pianos fortes t
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
eonhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova o. 7, a precos muito commodos.
Perfuma-rias.
.-i:
!
Finos extractos, banhas, oleos, [opiata e pos den-
tri'iee, agua de flor de laranja, agua de toilete.
na, florida, lavande, pos de arrez, sabonetes!
< ^meticos, mnitos artigos delicados em perfuma-
.. para presentes om frascos de extractos, cai-
.. .has sortidas e arrafas de differentes tama-
r.'ios d agua de cologne, tudo de primeira quail-
s' ie do> bem eonhecidos fabricantes Piver e Cou-
irw.
S'n armazem do vapor francez, a rua do Barac
la VkSUrir, outr'ora Nova n 7.
QuinquiLharias.
os de iiiffercntcs gostos
*3*aiitiias.
pelhos dourados para salas e gabinetes.
Ltfqnes para senhoras e p<;ra meninas.
Uivas de Jouvin.de fin de EacfccJr ede eamnrca
Caixiuhas de costura oreada c a\. musica.
AUmns : niHni > jte retratr.*.
CautiBnas com vidro at aujzmentar tctratos.
Diversas ohras de ouro bom de lei garantido.
Correcles de plaque" muito bonitas para relo
M
Pr. .eos .reitacso botoas de punhos de pla
> biBhaa t colres de seda, de velludo e de cou
ri>.-no de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de man
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco
i; tartarnga.
Oculos de ayo fino e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar
Baa.
lengallas diversas em grande sortimento pari
'. mens e raeniuos.
CUeotinboR de baleia e de muitas qualidader
liveras.
Esporas rtc larracha para saltos de botas.
Ponteira^ 1e espuma para charutos e cigarro?
Pentes do tartaruga para desembararar e pir
:rba.
Ditos de marGm muito finos, para lia'par ca
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para deD
BS.
Carteirinhas de medreperola para dinheiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homenr
e meninos.
Camiiainnas de mola para ch:.raar criados.
logos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
nino e outros muitos differentes joguinhos alle-
:.iaes e francezes.
Malas, boli as e saceos de viagem de mar e ca
minhos do ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde
em, bom para os dentes.
Bcrcos de vimes para embalar criancas.
Geitinhas de vimes para braco de meninas.
Carrmhos de quatro roda?,' para passeios df
riancas.
Venezianas transparentes para portas e janella>
Rev'"-' s transparentes para candieiros de
gas.
Estereoscopos e co*roorama8 com escolhidas
-i-tas.
Laoteraas magicas nom ricas vistas de cores em
idros.
Vidros avulsos para ^oimorama.
Gl>r,os de papel de cores para illuminacoes d*
c-tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mm faci!
Je subfr.
Mach'oas de varios systemas para caff5.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinbas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilnos para mangas e lanternas.
fintoiros de louga branca, reodelo bonito e bom.
Tiras de molduras deuradas e prtas para
juadros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
sia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
azias.
Onjectos d- magieas para divertimentos envfa-
uiha.
P^.-Mjos pequenos de veto com liadas pecaa.
fteaiojui i annonicos ou accordions de todos ot
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
jias Ji'flceis de meaeionar-se. No armazem do
vapor tra-'-'fz, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Mora a 7.
Mniiiia- ,te ,r! a IGO'm'fttros'.pe's epaltios para
Igrtir ti-rreno..
-.ti:i;rrii)s para Htenives
.- vnricdadeqmse |>6rle desejar de to-
' fabricados ern-differefltes partes
"iitreteniftento das criangas, tudo
n- ri-uraidbs qtle'ft possivel : ao ar-
v '. francez, rua do Bnrao da Victo-
w rua Nova n. 7.
-lo-iHaHiiluaifn m -.' chegades
.1. vai^r.,fraoeez, ma do Barao da
" i rua Nona, n. 7.
Armada.
Na rua do Barao da Vicbjrtaji 36, precisa-se
fallar ao Sr. 8. tenente insi Maria Peetaaa, a ne-
gacw de seu interesse.
Precisa-se de
duas amas para
casa de pouca fa-
roilia, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
ferindo-seescravas, paga-se bem, se agradar:
a tratar na travessa do Vigario Thenorio n.
1, escriptorio, das 9 is 4 da tarde.
Precisa se de uma ama que saiba comprar
e cozinhar : n rua larga A) Rosario a 21, loja
de calcado.
Am A. Precisa-se de uma ama para cozmbar
xa-L"<* para rapazes solteiros : na roa do Cres-
po n 80, loja.
Aiiia ^ leik.
Na rua do Hospicio n. 49, precisa se de ama
ama de leite, livre on escrava, prefere-se sem
Glhos.
\ m Precisa-se de uma ama para coziahar:
-ft-UId. na rua Direila n. 8.
Ama de leite.
Precisa-se
boa conducta:
n. 129.
de uma sem filho,
a rua do Visconde
que seja de
de Goyaana
AMA
de Goyanna n. 129.
Precisarse de uma para co-
zinhar para casa de pouca
familia : a rua. do Visconde
Precisa-se de uma ama para cozinhar
rua da Imperatriz n. 16, 2" andar.
na
AMA
Precisa-se de uma ama para en-
gommar para daas pessoas, prerere-
se escrava : na rua Primeiro de
Marco n. 20 A, loja.
Precisa-se de uma ama para comprar e co-
zinhar : na pracada-Indepondcncia ns. 13 e IS.
Antonio Jose" Rodrigues de Senza, em seu es-
criptorio a rua do Crespo n '6, compra, por boos
precos, e-cravos das diversas ceres, sexos e
idades.
Na rua da Peaha n. 8 lava-se e engomma-se
com presteza ronpa de homem e senhora : quern
pretender, dirija-se a mesma casa.
LOJA
Aluga-se a loja do sobrado n. 9 da rua da Au-
rora : a iratar na rua do Hospicio a. 26, taverna,
ou na rua da Imperatriz n. 10, taverna.
Veste-se anjos para procissao, com as-
seio, pcrfeigao, e cotnmodo pre^o ; tambem
cose so vestidos para casamentos, bailes e
passeio. & ultima moda, e aviam-se en-
commendasde costuras para fora da cidadej
bem como vestidos, assim como para bap-
tisados, e bordados a ouro o liaha, etc.,
tudo com pcrfeigao e commodo preco. !fa
rua d s Cruzi-s a. 26, se diri quem.
Cozinheira para hotel
A bem conhecida cozinheira de hotel, offere-se
a quem precisar dos seus services tanto para ho-
tel como para casa estrangeira ou homem soltei-
ro, para esta praga on fora delta : -.ia rua das
Trincheiras n. 33.
Oranite reuoifto!
Para < u l
Hepublicanos e monarchistas.
Democratas e arislocratas.
Kederados e confederados,
Communalistas e communistas.
Catholicos velhos on novos.
1'odos deve-m i r
Kcunidos ou nao reunidos
Fazer emquanto arrtes
Suas encorpmendas
Dos saboiosos filbos
Tao preconisados I
Fabricados a capricbo
Dos pasteletros
S6 e somente
Na confeitaria do Campos
24. Imperader 94.
lOOPOOdegratifieagao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San-
tos Mendes, comarca de Nazareth, freguezia de
Tracuuhaem, a escrava Maria, crioula, 50 annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alquebrado, pes seccos e e^panados,
dedos curtos, cabellos braneos, canellas Cnas, tem
dous signaes cabelludos no queixo, e 6 bem ladi-
oa. A pessoa que entregar esta escrava ou ao seu
Ion i. que e o seahor do engenbo aciraa, Laurea-
tino Gomes da Cunha Pereira Beltrao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecompt-nsada com a quzntia de 100s.
Na
allar
Garannuns.
rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peiioto e
os6 Paes da Silva, a negocio de particular inta-
esse.
ATTENCAO
Constando aos abaixo asslgnado achar-se nes-
ta pract o Sr. Manoel Fernaodcs do Carvalho, rea-
deiro dos engonhos Barra e- Pregoiea, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obztqnio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tas?o Irmaos Si C.
Carvao animal da fabrica
do Mouteiro.
0 proprielario deste estabelecirriento avisa aos
Srs. confervadoies deste genero, que,mudouo
deposito central da rua do Duque de Caxias n.
28 gara a travessa da rua da Praia n. 2, onde po-
derao encontrar grande quantidade d^ste genero,
pelo diminuto preco de 2*000 a arroba.
Neste estabckcimento corapra-se um realejo de
flaota, que sirva para danca, e que esteja era
bom estado, contendo quadrilhas, polkas, scbotz,
walsa, mazurcas : a pessoa que tiver e quelra
dispdr delle, dirija-se ao estabelecimeuto
rua de Marcilio Dias a 21.
acima,
Na rua do Imperador
n.28
precisa-se fallar aos segoioUs seuhores':
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
: Jose' Alves Machado Gulmarles.
Jose Pranciicc Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Branda i.
Manoel dos PawoaWran*).
Theotonio de Bartose -SilHra-.
Prao^isco Piato Pessoa (Dr.)
Prancfeco de Paula Borges.
!"rthelSco Antiraio Pontirai Jni >r.
CASA B0
4o* 4:000^000
Brlhe'tes garaatMos
bin do Barao da Victoria (outr'ora. Nova-
n. 63, e casa do costume^
Acham-se a veada os ratrito faiizes bilhetes ga-
-anlido3 da 1* pane da ioteria a beneftcio da
irmandade de N. S. da Soledade da igreja do Li
vramento, que se nttahiri.Qo dia 43 de fevereiro
correate.
Precos
Intciro U00O
Meio 2*000
Be l^OSOOO para etna.
Inteiro 3J0OO
Meio 1X750
Recife, 6 de fevereiro de 1874.
Joao Joaqutm da Costa Leite.
. Alugjuse a.loja da asquiaa a rua da Impe-
ratrk n. t : a tratar ao cafe imperatriz.
h mam,
Braulio RioardoCeellio
Rua de Santa Xhereza nuiucrn 3
Nesta casa encontrarao os inflaeates do carna-
val um grande sortimento de vestuarios, cabellei-
ras e barbas a escollier, pelo baraiissimo preco da
U a 3i cada barba, 81, 191, 25J e 3"1* cad'aca-
belleira : a ellas, antes que se acabam.
Silio uo Arraial.
Aloga-se umsitw no Arraral, com boa
casa, bons commodos, agua de beber e com
fructeiras : -a tratar na veoda proxima a* es
tacao da Casa Amarella.
% Instfnrcfin prinmrisr e se-

cundaria.

0 professor Tbome Augnsto da Silva
Villar participa aos pats.Be sens alum-
aose a todos aquclles que quizercm
coafiar-lhe a educacao de seus filhos,
(rae transierio sua resideacia para a
rua do Socego n. 68,, oode contimia a
exercer o seu magisterio. Desde ja
agnadeee em -extreme- a bondade com
que o honram os pais de seus alumnos.
slO, e garante csmerar-se ao cumprimento
'^Sf d 8eusdeveres.
0. abaixo asMgnado declara que desappare-
ceu o seu tutelado de norae Manuel Ribeiro, par-
do, idade de 9 a 10 iianos, pouco mais ou menos,
no dia 25 de Janeiro do raez proximo passado ;
portaato roga a qualquer possoa que delle souber,
o especial favor de o levar a casa de sua residen-
cia, -na estrada do Caxaaga.
Marcolino Francisco da Silva.
m
1 rastes.
Compra se e vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua do Im-
perador n. 4$.
Enchameis,
A companhia da' estrada de ferru de Olinda,
compra mais 50' enchameis de 30 palmos de com-
primento e 5 polegadas de grossura, para parte
da liaha telegraphica : a tratar no escriptorio da
cempanhia.
0 gerente,
Laurentino Jos6 de Miranda.
UK
Vaquetas da Russia
Vende JoSo Francisco Ferreira Junior, a rua do
Livraraeuto n. 37.
Manual Pratico do advo-
gado
Por Jose Tito Nabueo il'Ar anjo.
PreQO. 15JS000.
Acaba de ch'gar esta obra e vende-se na livra-
ria Ecoaomjca, ao pe do-arw de Santo Antonio.
BAZAR IWmi
loa do Barao da Victoria n. 22.
M
GaraeiM Shm.
A' este grande estabelecimeuto ten cbe-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos OS autores mais aeredita-
idos ultimamente na Europa, cujas machinas
seo garantidas por um anno, e tendo bob
pe.rfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concenta-las pelo tompo tambem d'um
man sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pentenc^ut
para as mesraas, machinas e se.suppre qual-
quer pega que seja necessario. Kstes ma-
'abinas trabalham com toda a perfeielo de
am e dous pospontos, franze e burda toda
qualquer costura por firs quo seja,. sous
precos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 40^000 .5^000
0 50^000, para trabalhar com o w sao de
eOJJSOOO, 905000, 1009000, 1K)9000,
1203000, 130JJ000, 150JJOO0, 2009000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teraao de preijps, e os comgradores goderJo
visitar este estabaleeiraeoto, t:-ue muito de-
verao gostar pela variedade de objector que
ha semprs para vender, oomo sejam: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
'ras para salasj ditas de baiaaco, ditas para
crianga (altas), ditas pare escolas, costurei-
ras riquissimas, para seohort, despensareis
para criancas, dc todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para s&la, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colhecui.de metal fitm, condiei-
ros para sala, janros, giarda-comidas de
arame, tampas para-cabfir pratos, esteira
para forrar salas,lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nhS ate" as 9 horas da noute a*
Rua do Barao da Victoria
n.
22.
0 INEXTJH6UIVEL
PERFUME
celckre
Florida
Feitor.
>'o hotel de ApipucOs, preefsa-se do am feitor
para tratar de um pequeuo sitio: a tratar no mes-
mo hotel.
:r,
n...
Nova d 7.
ef rava rrae saiba
Adolpho Marques dos Santos p Antonio Ma-
chado dos Santos, dissolveram irmigavelmente a
sociedade, rrae tinham ne estabelecimento de fa-
zendas n. 84, no Caes 1i de fforembro e que gy-
rava sob a firma social de Marques Santos & G.'
ficando todo activo e passivo a cargo do exsoclo
Antonio Machado dos Santos e o primeiro intei-
ramente exonerado de qualquer responsabiridaue.
Recife, 9 de fevereiro de 1874.
Adolpho Marques dos Santo?.
Antonio Machado dos Santos.
nmbom quartao, novn, castrado e preto : na co-
cheira do Sr. Agra raosfra se" e st dita com quem
trata-se.
Precisa-se de uma ama para cozinhar
e comprar : na rua de Pedro Alfonso
n. 3, (outr'ora da Praia). ______
Ama
Vende-se um escravinho de ;cor cabra, de
17 annos, de bonita figure, sadio, sendo copeiro
e 6 de todo servieo de casa e de rua ; o motivo
da venda 6 o senhor ir para a Europa por estar
dbente, e uma parda de 25 annos com todas as
prendas : engemma, cozinha e cose, tudo com
perfeicao, 6 de bom comportamentj e bonoita ap-
parencia : na rua de Hortasn. HO poderSo ver.
Gorgurao preto para vesti-
dos, de 6# por 3$50Q.
Barbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro e que en
tenda de cabelleireiro : no 1 andar da casa a.
36, a rua Dtniue de Caxias i
ALUGA-SE
uma exceHente casa constrhhla de novo, sila na
entraUa dos Afflictos, tern commodos para grande
familia, rftro maito bem plahtadbjardtffi e bamtel-
ro : a tratar aa-roa Primeiro o!e laifjo' h.'^avra-
r|a.efconontiea. _,,
coh&ecido arlista cabeHet
0 nttntb coaaecido artista
SoderaeSf procflrado para; os mistere* de'a1prd-;
ss2o, 4 rua Dt)tie de Catias n. <8, depdsW ceit-
tral de perffflbaria na"ckmal.
A Posa Branca comprou em leilio algumas pe-
cas desta superior fazenda. e esta vendendo por
metado do seu valor, 6" largo, quem precisar apro-
veite : na rua da Imperatriz n. 56, loja de Azeve-
do 4 C. ______
VeBde-se am boi manso e uma carroca : na
agna
BE
Ml 21IIAV IV L4NH4N.
Uma pura distilla^ao das mais raras fib-
res dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia e quas
inexhausta ainda mesmo por continuada
c/aporacao e diffusSo. N'este respeito e
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
UESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
BE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
.Mi, tem conservado sua influencia para
cima de vintc e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Tudias Occidentaes, Cuba,
idexico, America Central, e do Sul e n6s
aim toda a confianca o recommendamos
como urn artigo, pelo seu aroma maito de-
licado, riqueza de odor o permanencia, n8o
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASl'EREZAS, F.MPOI AS.
flfEIMftHURAS BO SOI.,
SARDAS E BGRBUEHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
exceHente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
cao tmblada, sendo applioada depois d
barbear, evita a irritagao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lhora a condioAo dos dentes e gengivas.
Como ba muitas imita<;oes, as quaes nia
possuem rrenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar somente o
o famoso perfume j cosmetico do sul da
America, cham
AG14 FLORIDA
DE
MURRAY A Ll\!ll\.
Sj acha & venda em todos odrogu
porf umari as da moda.
Rua da Imperatriz n. 60
Vende faaendas para liquidar,por baratissimo preeo coaic
abaixo se ve:
Pereira da Silva & GUimarSes tendo em ser um grande depozito de lazendas
tem resohtio iizer uma Iiquidacao das mesmas com grande abatimento nos precos
com o uniw fm da apurar dinheiro, para o qoe convidam nao s6 os seus numerosot
freguezes, como o respeitavel publico, a vir surtir se de mnitt& fazendaa, boss e barataj
no seu estafcdecfrBento denominado oPavao-arua da Imperttrir n. 00.
CASHHUIAS A 49, 49500, &, 69 79.
0 Pavao vende am magniftco sortimento
das imns finas cambraias brancas transpa-
rentes, tend 10 jardas cada pega, pelo ba-
tato preco de 49, 49500, 59, 69, tendo tam-
bem das mais finas que custuraam vir ao
raercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vends de 43
ate- 89,sew*Q faienda que vaHe ratrito mais
dinlleiro.
COMSALPICOS DE CORES A 59.
& Pavao recebeu um elegante sortimento
de caaabraias brancas com bonitos salpiqui-
nho miudinhos de cores, tendo 10 jardas
cada corte de vestido e vende pelo barato
precp de 89,- por ser pechincha, ditas com
isalpicos todo branco sendo fazenda finissima
a 79500 e ditas a 59000.
VESTIDOS A USO DA CORTE 129
0 PavSo vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada c6rte todos os enfeites necessarios como
sejam : babadinhos, entre-meios, rendas,
requefifes, e vende pelo barato preco de 129
eada um, assim como, dims a 2 de julho
com todos os enfeites a 109. cortes de cam-
braias brancas abertas, com listras e lav res
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39500, 6 pechincha.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 Pavao vende rieos cortes de cambraias
brancas delieadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavfio reeebeu um grande sortimento
dc cassas francezas com delicados padrSes e
cores fixas, que vende pelo barato pre^o de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara 11-
nissimo616branco Uso ede salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORROCIS A 129.
; 39, ditas dechita Qua miudiaba a 29,29500
0 Pav3o vende um bonito sortimento dos | e 39, sssim como grande sortimento de ce
mais modernos bornous combonitas listras e roulas francezas tanto de lirmo como de al
vende pelo barato preco de 129 cada um, godao dc 19600 ate* 39, gr.-.nde sortiment
assim como um elegante sortimento dos mais! de meias cru; s inglezas do 49 ate 89000 i
bonitos chalesdemerin6 o com listras de seda. i duzia.
Ceroulasfrr:ncezas de linho e algodao, para todos os precos e qualidades, assia
como grande sortimenta de mcias cruas, camisas, colennhos, que tudo se vende rv?
precos muito razoaveb.
""""iitiiiii
ANTONIO JOSfi DE AZEVEDO.
francez muito fino a 39000, apenas precisj
1, V4 metro para um leogel.
CHALKS BARATOS
a 29, 29500, 49.
0 Parao vonde cbales a emitacio dome
rin6 a *>, ditos de merino lisos de todas t>
cores '29&00, ditos de meriu6estampados
muito finos a 49, 'ditos finissimos com lis
tras de soda a 60500, ditos muito- fiuos d
crepoma 109 e 129.
A%04la*eafetadoaf9el9*90
0 1'avSo vende algodao eufestado com 8
palmos de largura, proprio para lencoei
sendo do mais encorpado que tea vindo ac
mercado, liso a 19 a vara e traocadoa.....
19280.
AXOAUiABO A 1*000, 29, 59.
0 l'avto THde atcelMlo tranrado can I
palmosde.larnr a 19200 a 19000, dit
adamascado a 29, dito dt linho adamasca
do a 39 e 59-
SEDA PARA VESTIDOS
a 19*00 e 29.
'. 0 ra vao vende um bonito sortimento 4*
sedas com listrinhas proprias para vesti
dos de meninas e de seuhora a (9000 o co
vado, ditas lavradinhas a 29, os padroes $!
muito bonitos e vende-se por este preco par
aeabar.
Bo(iua a 5^000
0 Pavao tem um compieto sertimento d
botinas muito bem enreiUdas para senhorai
e vende pelo barato preco Je 89, artigo qu
em outra qualquer parte custa 09 e 79.
LLNCOS BRANCOS
a 29000.
0 Pavao vonde lencos brancos absiniu
dos, tanto parahomens como para senhoras
a 29 e 29500 a duzia, ditos de esguiao
cambraia de linho tambem abainhados 1
39500, 49, 59, d tos francezes escuros, par
rape a 69, a duzia.
CAMISAS PARA HOMEM.
0 Pavao vende ricas camisas com peiu
de linho bordadas, proprias. para noivo 1
10e 129 eada uma, ditas de linho sen ae-
rera bordadas a 49, 49800 e 59, ditas coir
peito de algodao muito finas a 29, 29500 1
Ru
a
i>ova n
PIANOS.
if.
Querendo definitivamente liquidsr este negocio, vende todos os que tem, novos t
isados, pelo preco do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglczes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmoi
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande qn-
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
VNNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com la ou s&la.
VERDADE1RA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
FUMO DO PABA
0 verdadeiro fumo de Borba, em chicote, picado, desfiado e crespo, assia.
como cigarros do mesmo fumo; na fahrica a vapor, antiga rua dos Quarteis n. 21.
Na dita fabrica, os Srs. furaantes encontrario os seguintes e bem conhecido-*
fumos mainil'acturados na mesma casa,
Flor do Brasil
Rovo Caporai
Bes Bird'seye, ( Olho de Passaro. )
Vende-se a retalho, e em grande quantidade se Saz grande abatimento.
we- mwmm
seleeta e de umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
de It palmos e ditos (em vasos) e de todos
os tamanhos e preco* mais commodos que dan-
tes; assim como as seguintes outras plantas de
fructa e de ornalo :
rua do Visconde de Oovanna n.
dego.
Iff, outr'ora Won
GRANDE
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e 0 mais largo
vem ao mercado, e am se vende npToj '
precos de 2JIS00, JiOTu3W)0'e'1/oT
*Al NA ROA WaKMWNtffftil
TRES PORTaSHMJ
Guilheriei&.
Junto a I0J1* rfrt #4iuu
VENDE-?E
a taverna sita no pateo do Terco n 31, que faz
esquioa com 0 becco da Lenha, com poacos fun-
dos e propria para principiante : trata-se na
me?ma.
4iminutos
i(DAS
Fara aeabar!
Ricos chapeos para senhora : so na rua Duqoe
de Gaxias n. 60 A loja da esquina.
Wll-on Rowe <& C. vendem no 9eu armazem
a rua de Gommercio n. li :
0 ver3adeiro patfn'o de algodSo azul amencano.
ExceHente flo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas a3 qnalidadn.
Vende se uma taverna na rua das Carro
cas, esquina da rua de S. Joao, etott boa casa de
j vivenda e bastante* commodos pura familia : quern
pretende-la dirija-se a mesma.
Abacati.
Acacia.
Arirtcam a pe".
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Ponde^a.
Coracle da India.
Figueira.
Fnmboysnt.
Fructa-pao.
Ingi do Part.
Jambo.
Jasmim laranja.
Liranja da Cbina.
Dita do ceo.
E outras plantas :
tura d. SO.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Liniao francez.
D*9 doce, enxertado.
Oiticor6.
Palmeira imperial.
Parreiras.
PinUelras.
Roma'ras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
na Capuaga a rua da
I Rua do Bjrum n. 76
Vende-se zinoo auro de superior qaalidadd
proprio para cobertas de casas, raedindo 11 pal
mos de comprido e 4 de largo, por prece malu
em coata._________
Asunieas verdadeiras
Bichas bamburgaezas qne vem a estemercaAi:
na rua Marqnez detMindaa.51
Alerta principiantes.
Olhem que vende ee^a cocheira sita a rua das
Flores n. 2fc : anrattf na m Daeta n. 80.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha nova da mandioca de SaaU
Catharina a bordo de brigue portuguez Improvi*.
a tratar com o capifio, ou com Amorim Irmioa
& C rua do Bom Jasm n. 3.
Sanluario.
Ven
Vende se a taverna da rua do Visconde de
Albuquerque n. 88, ou por bstaoco ou avulso,
propria para principiante por ter poucos fundos
e arreguezada para a terra : a tratar na
que se dira o motivo por qbe se vende.
mesma.
pretas.
A Nota'Esperanja, a ma DUque de Caxias n.
63, reeebeu mantilhas.'preUs, moderaaS) e esta se
! vendendo por prefos razoavels.
Vende-se um hndo santaario de jacaran-
d^, obra do Porto, perfeitamente acaba do e
novo1: quem pertender dirija-se i rua Du-
que de Caiias n. 94, loja das 6 portas.
Vende-se arcftotes em qui^aar qaantidade,
proprios do carm>af: na fBa Ptraiia a 9*.
Sa AjWbJo iam
Pacheco
piosa de ararota.
mazem, BS tT 0
para vender
M ae Ctxihs'lL 7
(ra*lidade especial, MB4en ar
Lnva de flcllka
Amarai, Nfttaoo* fi. 'iwiJata lev di ulBn
decorwwai Uqw temd^a.lf, t4t^riT
par : no Baxar Vtetoria, rua do Barao da Victo-
ria n. 2.

.
y



JDiwfio 4e JPeriamtoiKx) Quarta feira 11 <& F&verelro IP1
I
V
I

i

-
Rua da Imperair*^ n. 72
'DE
UNIGOS AGENTES
A"
Rua do Barto da Victoria d. 28
is mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposicSo de Paris, em 1807, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e. a condecora-
gio da Legiio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas $+ "atiado.
Lourenp Pereira Meo4esiiuimarae&
Declara ao9iseus freguezes que tem resalviio laaer oma franle Hqrida36, alee
fim do corrente anno.
A SABER
A medalha de ouro, cofiferida a E. Howe Junior, nos
Eslados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tara.
CAMBRAIAS BRASCiS A 3^000^
Vende-sO pejas de cambraia branca, tapa-
da e transparente, a 35, 3*1500, ^$000 e
MAM.
LASINHASA200HS.
Vendese lasinhas para vestiJos, alOO,
320 e 500. rs. o covado.
ALPACAS A640RS.
Vendc-se alpacas de cOres com listras a 6M)
e 800 rs. o covatlo.
GRANADINE.A800RS.
Ditos de palba, a 2, 3*0600 e 4?H)00.
Ditos de massa, a 45000.
PERFUMARIAS fcM UQUlDACft).
Veodo-se sabonetes dediversos taminhos,
a 1*0, 200 e aw e'390rs., todo bom.
frasco de banfea, a 160, 320 e iOOrs.
'Frascos'ccra-aguade colonia, a 240 e 320
rs. cada um. E outros raaitos extractos que
se vende muito barato para liquidar.
TOALIIAS A 800 RS.
Vende-se toalhas fclpudas, a 800 rs. cada
Vende-se granadine preta com lislras de'uma. Lengos-brancos, a-29000 a duzia, e
cores, para vestidos, a 800 rs. o co- j 345000 abainhados, fazenda quo vende-st
vado. por 59000.
POUPELLNA JAPOMZA A 19800. GRAVATA8 PRETAS A 500 RS.
Vende-se uma fazcnda nova com listas, j Veude se gravatas prates, a 500 rs. Man-
A medalha de ouro na exposiolo de Londres acreditam \ com o nomo de poupclina japoncza, propria tasde cores a 200 rs.
estas macbinas.
90$000
Cabe-nos o dever de acnnnciax qae a companhia das machinas de Howe de Kova-
crk, estabelecen nesta eidade i rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agenda
aril, para era Pernambur-o a mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
rt j* Howe. Estas macbinas sSo jastamente apreciadas pela perfeigio de seu trabalho,
rsregando uma agutka mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
tela introduccSo dos mv aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
ifarecer t9 p-rame pobHco as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas madimas sao as segturUes:
frimeiat.0 publico aabe wumstancia de nunoa lerern apiw*^V4o no mercado machinas d Howe em segun-
:.mlo.
Sefunda___Hatetgi o material preciso para repirar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fri&cao entre as diversas pec,as, e menos rapido estrago
* ace nas outras.
Quarta.Fonuam o ponto como se CAM feito 4 mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
<* cttras.
Sexta.Fazera ponto miudo em oasemiraj atravessando o flo de um a outro lado,
iofo em aegiud*, cms modiiic^r-se a tens&o da linha, cozem a (azenda mais
Setima.O compressor >e levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
igulha ao conoecai nova costura. -
Oitavs.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeza e
cadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descochecidas, outras soffreram
aadancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
optando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constanteraente
tftaentado o seu fabrioo, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
*r dia.
Cada mathina.acompanha.livretos com instrucijdes em portuguex.
A.
A
A'
do Barao da Victoria n. 28.
MCHINAS PARA COSTURA
A 30J000 e'30*000.
mm pospontos
Nalojade Soares Leite Irmaos, a raa do Barao da
Victorian. 28.
Lavas de pellica com pequeno toque,: Espelhos de moldura dourada, de todos
- 200 rs. I os tamanhos e precos.
Jrt?aM0rn. P3ra CUete' 8raDde SOrti"i PERFUMARIAS E MIUDEZAS.
Caixa de linha de marca, a 200 rs. Frasco com oleo Orua verdadeiro, a
Lamparinas i gaz, dando uma luz muito 19000.
oa, a 19000. Idem comtonico de Kemp, verdadeiro, a
Duxia de pe$as de cordao imperial, a 19000.
t40 rs. Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Caixa de botdes de osso para calca, a' Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
G0 rs. Idem idem divina, a 19000.
Duxia decarreteis de linha, 200 jardas, a! Idem idem Magdalena (novidade) a
tOO rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Maco de flta chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Heios aderegos com camafeu, a 500 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fins a 19000
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
160 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
9000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopnes tarjados, a 500 r.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
00 rs.
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres cabc branco, 2 B., a
9000
Resma de papel pautado,
159800.
19200.
Caixa de pos para denies, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39300.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
Idem idem com flOres, a 19500.
Sabonetes Glycerino transparente*, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
aI90O0e19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
800 rs.
Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
a 49000,500 rs. e 1^000.
Extractos muito finos dos melhores au-
Idem idem liso, a29800, 39800 e 59000. tores.
Coques modernos, a 39000. Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
Duzias de pecas de trancas de caracol rias, proprias para presentes, dos- autores
branca, a 400 rs. E. Codray, Rieger, GeUe Freres, ete.
Idem idem lisas, a 909 rs. Quadros com Santos eestampas separa-
Leques de osso e sandiio, a 29000, 49 das.
69008. Entremeios e babados transparentes e ta-
Fita de vetlodo de todas a? cores e largu-' pados.
af. I Uma grande taboleta propria para qual-
Microscopios com 12 vistas,|a 89000. quer loja.
Frasco com olco para machifta a 4-00'rs.
Rua do Barflo da Victoria n. 28.
i <.....
Grande pefrriflclw a 2#0 rs o
Cass* U, padroes uovos e de fflais gosto que
vindo ao mercado, so na ro do Queimdo
i3, loja de Guerra Si Fernanios, peio diiaiau-
precp de 100 rs. o covado I
Ch'egnea. geguezes qae se acaba
fWinha die airaruta
Vaade4S wpertor fariaha d araruuj ttmk> am
oor^et omm x reulho, por pre.;o qO adralra,
nslo saa qualidade ; depositos nos seguinles lu-
nres: rua do Vigario A 56, rua do Amorim n.
m, o travessa da rua das Cruses n. 4, a 600 rs. a
libra a retalho.
i Cruses n. 4, a
VENDE-SE
area eau na- villa de BarreirosJ na rua do Com-
srefc^ por preco modtoo: a tratar com Taaio
mniosftC
Os verdadeifos
Vinlios de Boilrgogne
das nwcas
Chambertiri
Pommard
Viritt
olnay
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux era quartollas.
Vende-se por barato preco
PARA UQUIDACAO DE CONTAS
NA
Raa Larga do Rasarlo 34.
Rotica.
para vestidos de senhoras, a 19B0O o co-j
vado. Todas1 eslas fazendas sao ven lidas no
Bazar Macional, & ruada Imper uriz n. 72. |
CORTES. DE CASSA A>295 0,
Vende se c6rtes de cassa para vestidos,
com lOiOvados, a 29500. !
CH1TAS LARGAS A 240 Rs.
Vende-se chitasfrancezas, largas, de e6res
fias, a 240, 300, 320 c 3G0 rs. o co'-O '
vado.
CASSAS DE CORES A 2G0RS.
Vende-se cassas francezas finas de cores,,
a 200,.320 e 400 rs. o covado.
SA1AS A 29000.
Vende-se saias brancas com barras dec6-
res,a29000.
CHITAS PARA COBERTA A280 RS.
Vende-se chiUis para cobcrtas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA 1IOMENS A 69000 A DLZ1A.
Vende-so meiascruas verdadeiras, para
homens, a G9000 a duzia, a qual val
8J000.
CHALES DELAA8O0RS.
Vende-se chales de la, a 800 rs. cada
um.
CHITAS E1NAS A 400 US.
Venderse chitas .finas dc campo .lagq,.-fa-
zenda muito boa, a 400 rs. o covado.
CHALES DE MERINO' A 25000.
Vende-se cliales de morin6 estampados, a
29, 39, 49000 e 59000.
Ditos de listras a 590O0 e A9000.
BRINS EM CORTES A llfoOO.
Vende-se cortesde brim decdres e pardo,
a 19500, para liquidar.
COBKHTAS DE CHITA A 19600.
Vende-se coberUs de chita, a 19600 e
29000.
BRIM PARDO E DECOUKS A 400 RS.
Vende-se brim pardoede cores,-para rou-
pa de homens e mouinos, a 400 rs. o cova-
do, para liquidar.
C0LXAS UE CORF.S A 29000.
Vende-se colxasde eores para cama, a 29,
49Q00.
TRANSPAREN-TES PARA CADE1BASA
19500.
Vtaule-se tr.'insparentos para cadeiras, a
19500, paraliquidar.
BO.NETS A 500 RS.
Vende-se bonels de seda para homtns, a
500 rs.
CHAPEOS A 29500.
Vende-se chapeos de castor para rrentnos
e homens, a 2JJ500 e 39000.
Chapeos para baplisados de roeninos,
39000.
BENGALAS E CHICOTES A 800 RS.
Vonde-se bengalas e chicotes, a 800 rs.
oada uma, para liquidar.
PBEDIlEGi'A
A' rua do Cabnpra n. 1 A.
Os proprietaries da Predtlecta, no ininito dt
conservar o bom conccito que teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci
mBnto dos mais qne negociam no mesmo genero.
tn seientificar aos seas bons freguezes que pre-
veniram aos eus eorrespondentes nas diversas par
cas d'Europa para lhes enviarem por todes ospa
q'netes os objecto: de luxo e bom goslo, que se-
|am mais bem acnitos pelas pociedades elegante?
daquelles paiies, visto aproximar se o tempo dt
festa, em que bello sexo desta linda veneza
mais oslenia a riqueza de suas toille.ttes ; e co
mo ia recebessem pelo paqnete francez diverso
arligos da ultima moda, veem patentear algun.-
d*entre elles que se tornam mais recommendaveis,
espcrando do respeitavel publico a costumada
conenrrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teea
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e dt
velludo, sendo dirersos tamanhos e baratos pre
Aderecos completos de borracha preprios para
It to, tamnem se vendem meios aderecos muito bo-
nitoa.
BotCes de setim preto e de cores para ornato dt
vestidos de sethora; tambem tem para collete
palitot.
Bolsaspara senhota.-, existe dpi belb sortimen
to de seda, de palha, de chagrim. etc., etc, por
barato preco.
Bonecas do todos os tamanhos, tanto de lon^a
como de ceYa, de borracha e de massa ; chama-
mos a aitf ncao das Etrna?. Sras. para este artigo,
pois as veies tornam-se as crian^as um pouco im-
perliuentes por falla de um obiecto que as en
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
parahomem, vendem se por preco commodo.
Ceroulae de linho e do a!godi".r, de diversos pre
DE
fazendas finas
7 A
rf-0.
GRANT.E LIQL'IDACAO DE ROLPA FE1TA
Vende-se ceroulas de algodao, a 19000.
Ditas de linho, a 19600 e 25000.
Camisas de chitas finas, a 1C600.
Ditas de peito de cores, a 29000,
Ditas brancas finas, a 29000, 39000 e
49000.
Calgasde brim pardo ede cores, a 23000
e 29500.
Ditas de casemira.de- cores e preta, a 59,
69, 79 00 e 83000.
Palitotsde alpacas de cores, a 29500.
Ditos pretos, a 39000 c 39500.
Ditos de casomira de cores, a 49 t
C9000.
Ditos ditos pretos, a 59000, 69500
89000.
Colletes de casemira de cores, a 29, 39
49000.
Camisas-deflanclla, de cores, a 29000 e
29500.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pcras de algodao, a 49, 59 e
69000.
CASEMIRA- DK 'COR A 29300.
Vonde-se casemira-do c.res, a 29500 o
co^'4o.
MADAtOLAO A 315000.
Vende-se pec,as de mndapolfio enfestado.
a 39000'.
'Dito inglez, a 15500, 59,'5e 79000 s
peca.
HU'ilNAS A 49&00.
Vende-se botinas pana'Sonbero'e-meninos,
a 49500, 59 e 69*00.
Ditas deenfiar,.a,29000.
Sapatos de tapete, a 19500.
Ditos de tTanoa.ia 19800 e 29000.
BRAMANTE A 19600,
Vende-6ebr*mante com 10 palmos
largHPa, para h?nc>iesj a 19600 e 29600
metro. E outras muitas fazendas propria
domercadox que se vende sem reserva, d
preco, para liquidar ate o fim d > corronte
anno, porisso conem^aos oompralores sor
tirem-sede fazendas baratas, para a-presen-
to festa que esta na ports, & rua da Imperatri?
n. 72. Baztr National.
VENHAM VER
A Nova Esperan^a, a rua Duqne de Caxias n. 63,
apressa-se em convidar a seus freguezes. com es-
pecialidade ai> bello sexo a virem apreciar os se
guintes artigos expostcs a venda e todos por precos
commodos, como sejam :
FINAS BONECAS man?as e choronas.
BONITAS E ENGRAQADAS vistas para siorios-
copios.
COMMODaS LATAS para guardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meaiuas,
BONITOS VASOS com (ina banha e clieirosos
extractos, Iiazendo cada frasco um nome, umi iu>i-
cial ou um distico.
FINAS MEIAS Del SEDA, vindo enlre elias cor
de carne. .
Para quern gostar.
A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, acaba de reccber tentos e caixas para o jogo de
Yoliarette.
hn qnem sdrc das pernas.
A Nova Esncran^a, a rua Du^ue de Caxias n.
63, acaba de receber as proenradas meias de bor-
racha para quern soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanea, a ma Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo e complete sortt-
mento de flores artificiaes das melhores que tetn
vindo aoTaertado
A elias aates qae se acabem.
Costumes para crianea.
A Nova Esperanea. a rua Duque de Caxias n.
BJ, acafeade rece*er'bbnito*cosranieS park criancja
e esta se vendendo par precos raioaVeisi
A Niva Esperanea, a rua Duque de Caxias n.
63, r'ecebeu um pequeno sortimedlo de anaeis e
pulseiras etectricas, proprias para qaem soffre 'dos
servos.
Camaval
Aniaral, Nabufo 4 C. vendem lantijoulas de
diversos formates, prateadas e dduradas, cabeliei-
ras de cabel!<>s 'brancos, ca'<;as de meia de algodao
e de seda, brancas e de cores, camisas de meia
listradas e brancas, capacetes de massa, voltas de
perolas falsas, brincos proprios para Chicard,
franjas prateadas de muitas larguras, etc., etc., e
compieto sortimento de mascaras : no Batar Vic-
tori*, rua da Barao da Victoria n. 2.
com k-
. 'in. vjiriainn
a hi and* M-
n.i detaasai
- .'iMes 'ax ut.
,,r len4ei--.
. .>ji.' ao*u->-
prrto, He.
cos.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen
tes.
Coques os mais modernos e de diversos forma
tes.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como par?
mDni"is.
Gotitas simples e com veo para noivas.
Calcas fcordadas para ineniuas.
Entfemeios estampad.,s c bordados, de lindoi
dnsenhos.
Bscovas eleclricas para denies, tem a proprie
dade de evitar a carie dos dentes.
Frauds de seda preias e de cores, exUe um
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fita? de sarja, de gorgurao, de setim e de ehr
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Flores artificiaes. A Piedilecta prima em con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
tas flo es, nao so para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato de veftido de noivas.
Galites dftalgoc'ao, de-la e de seda, brancos, pre
tos eJe diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
noiva.
Livros para ouvir missa, ccm capas de madre
Eerola, marflm, 6s-o e velludo, tudo que ha de
om.
Pentes de tartaruga e martini para alisar os ca-
bel'os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, osso e dourados por barato pre?o.
Perfumarias. Nesle artigo esta a Prcdilecta bem
Erovlda, nao s6 em extractos, come em oleos e
abbas dos melhores odores, dos mais afamado?
fabrieaates, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis pan
a festa."
Saias bordadas para senhora, por commodf
preco.
Sapatinhos dcla c de setim bordados.para bap
lisados.
Tapetes. Reeebeu a Predilecta nm bonito sorti
mento de diversos tamanhos, tanlo para sofa co
mo para entrad;i de salas.
Vestimentas para, baplisado o que ha de melboi
gato e os mais modernos, reeebeu a Predilecta
vende por barato preco, para ticar ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabuga d. 1
i. r.lada?
branaaa, listras,
para vesMt-*,
linho e al-
fabrica >
OEP'JRATIF
Amaral, Nabueo A'C. vendem ma'earas de pa-
pelao, brancas e pretas. para .homens, mulheres e
n.eninos, de setim, de arame, de cera para homem,
mocas e velhos, typo inteiramenle engracado : no
Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. 2.
Nao ha mais cabc!los
brancos.
IIMM JAPONEZA.
S6e uttica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda' qua
tettf apparecido at* boje. Deposito princi-
pal A rua da Cadeia do Recife, hoje'Mar-
quez de Olmda, n. 81, !.* andar, a em
todas. as boticas e casas de cabaflei'
ffeirb.
Lafi de quadros
Novidade e a 0 m. !!!
A Rosa Branca vende lindas las de quadros, .
,puraM4 e gostos muito chianes, dao'-se amostras
com penhore mknfla''se'levar' em casa'; aprovdf-'
tem a occasiaO 1 n rua da Im^efatriz n. 5$.
i
Chegaram maiis inefcuiS,
agora 6 a 30O rs.
A Rosa Branca esta (jueiniando a segunda re.-
messa demetlm ou chltajrErn?ad'a a 360 rs: o cb
PARA 0
CARPIAYAL
Odilon Duarte &' Irmao
Rua ds* Imperatriz n. 82
TAn (irotopto^, a alspcsfrjab' dos arnamee do Car-
iriVal^ i;-600 barbas k tBcoftW; pelb taratlsStao
prei^o de 3| eada araa, e granie numero d ca-
belleiras ,de todas as formas a cores, a Si, 101,
12j e iojL cada uma.
vado ; as pessoasi qae nao cooipraram dos pri-
meiros a 320 rs., delvam towemr eforaa 300 re.,
dao-te amostras, e manda-se levar nas casaS:
r(m precisar aprov'eite : na rua da lmperatrii
SB.
Para oeariiaval
Liquida^ao de domin6s.
Na loja do Pavao vende-se uma granffi
pored i de dominOs por precis muito bara-
tos, por se desejar .cabar. Tendo de me-
tim a 3^u00,
Nai*av-aaJnepB*ncia'a.'8; lojade Port*
A Bastso, VeoiB-ta i
Borzeguins de cordavSo e beierrof para
homem 6<000
Ditos de beierro idem' 8*000
. Ditos fe cht*ren piratr) pra- seaHora 4*009
Bilos de *d-aque de ear e gasoisdm para
mtnina, s 3*O0J
Sapatos de counnho com saito para se-
nhora 2*000
Sapatos de tapete avelludados fiaos para
homem 21C00
Parts, 36, Rua Vivlenne, D
fH:M:1M M^DBCIX SPfiCIH
MS BIFERMIDAD-g DBS SEXOABS, AS .'FECCOBS
C TAXI!*': ALTEBAgOCT DO SAKOOE.
I m.oOOcuras das (mptfr
1 i/ens, puslutas, herpes,
j sarna, comixoet, aerir
rrf^fM monia, e allerfoes, vi-
_^JkLeVJ|c iosas do sangue, vi-
rus, e sem mereurio). Ocpumil t vegeUM
BAMUB M1XBBAE9 tomao-se dous por
semana, seguindo o tractamento Depurativo: i
empregailn n!\s m | Este Xarope Citraeto do
li'errodeCUAItLE, cura
imin^diataraenie qul-
|quer purgarao, rela-
isra(ao, e deb Hi dade,
e imalmenie os jiuxos e flores brancas das
mulberes. Esta iujeccao benigna empregasse
com o Xorope de Citraeto de fern.
HerroU)Poni;ida que as cura ems dial.
POMADA ANTIHERPETICA
Contro: nas ajfeceoes eutaneas t comixoei.
PILULAS VECETAES DEPURATIVAS
do Ghable, cada frasco vrai accompahads
de om fulheto.
AVISO A08 SRS. MEDICOS.
Cora cautrrhes, tosses
coqueluehei, irritafits
nervosai las dos bron-
chios e todas as doeafas
do peito; basta ao doento
__ oolho rohdeo deoto xaropo D' Foawr.
Dr. CHABU em Paris, rua VlTlenne,
Rua Primeiro deMar
DE
Cordeiro Simr i
E' esta uma das easas que
maiia offerecer aos seus frag" i
mo sortimento de fazendas fin;' -
lelte, e bem testa para oso oHm
classes, e por precos vantajo* -. ).
pequeno resume
Mandam fazendas as ra.-a> >l
para o que tem pessoal Deces.>
mediante penhor.
Cortes de seda de linda.- coi -
Gru-denaples de todas as coi -.
Gorgurao branco, Um, de li-ir*.-
Selim Macao, preto e de con-.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e-.dt' tores.
Popelinas de lindos padroes
I'ilo de seda, branco e preta
Ricas b;..-quiuas de seda.
Casacos de merino de cores I... etc
Mantas brasileiras.
Coites ccm cambraia branc* r.....'ind< I
dos.
Ricas capellas e manias par.-. ..
Riiiuijsimo sortimento de lk> <.m li-tra*
seda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, la
Nanzuques de mios padroi
Bapti.-las, padroce deiieadu>
Percahnas de quadros, prct<>-
etc., etc.
Brins de linho de cor, pr<-pri<
com ban a c lislras.
BLus cortes de vestido de Imlio, ccm infeit
mesma cor, ultima moda.
Ditos de cambraia de cores.
Fostao do liudas cores.
Saias bordadas para senhora^.
Camisas bordadas para gsaliimi, i!
godao.
Sortimento deluvus it v*r-'ade:ra
Jouvin. para kocaeas e swhoias.
Vestnarios para menin^s.
DiUis para baptizado.
(>hapeos para dito.
Toalhas c guardonapos adan>aicadcs de linho **
cOr, para mesa.
Lokbaa de la.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de camisr.s de lu:ho, li:j
bordadas, para homens.
Meias de cores para bo:uens, n cninos e .
nas.
Ditas escoceza?.
Complete sortimento de chapeos de sol para ~
mens e senhoras.
Merino de con s para vestidos.
Dilo prcUi, fancado e dito de ",
Atoalhado de linho e algodao para MMHtta.
Aloalhado pa-do.
Damasco de la.
Brius de linho, brauco dc Corel e pret"
Setim de lindas cores cons Ketras,
Chales de merino de cores a prate*.
Ditos de ca-eniira.
Ditos de seda preta de corr*.
Ditos dc- UioqouD.
Camisas dc chita uara homins.
Ditas de flanella.
Ceroulas de linho c algodao.
Pannos de crucliel para sofa, gkWtu
los.
LenQos bordados e d.' labjrintho.
C.olchas da rrrirliet.
Tarlatana dt tolas as tores.
Ricos coites de vasliiM dc Lirlalana borii
para cortes.
Espartilhcs liSoS, bordados.
Foulard de seda, liddas cort.';
Meias de seda para senhoras e iwninas.
Ricas fachas desrda e la para selill(.ra^.
Rico sortinuntu de kojo de iuadrepeiul.i-
osso.
Dtmsaeo de seda.
Ricos cha|>eos e JiPj-elinas pan :-nh ras.
ma moda.
Casemira .Tola e de ewrt s.
Cbnas, madapnlao, paooo too preto < azui,
larinhos, punl; w dc linho e Igodao, gravataaj la
vas de Co de BMSossia, apetn di |uai os lares-
nhos, bolsas do viagcm. peitee li rdado< pan In
mens, len^js dc linho bianco u de Cores, tealha--
guardanapos, elc, etc. ______
Bazar fid m.
E>te eslabelr-Jiir.cnto ac.ib.n de reeebi r come
to sortimento d>- cinlos de com-- prelu o in fi >
la e corrente do metal, punlios e goUiibae de
nho e gravatas escocezas, tudo para seohoci i
i aa do Barao da Victoria n. 2________
Formas de ierro
PLUS or
COPAHU
Sirop du
n-FORGET
I-Vpositj em Pernambuco botic
22 Rna da Cruz 22
I 0. G. Doyle.
Tem para veit: :
Cognac de Hennessy, superior e verdadelr;-
Vinho Xer das melhores qualidades.
Bfttefi de A&fosrora.
Wbwky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparacSes chimicae do Dr. Ayer
armazem da rna do Commercio n 38._________
Chita preta a 280 rs. o co
vado.
A rosa branca vende chita preta boa a 280 rs.
o covado ; istb e pechincna: na rua da Impera-
triJr; S8.
Gambraia de forro a 1#60D
a pe muito tapstta e eneorpada ; isto e so na rosa
branca rua da Imperatrrz n. 96, de Azevedo & C
Gattiisas de chrta francezas,
de 0 a 2#&a0.
A rosa brnnett tem tun resto de camisas de cre-
tefle e chita de diversos, numerbs que vende
para acabar a 2*500 ; quem conhece a fazenda
slbe que e lijnlto barato, aproteltem a oeasiao :
a rua da rmpfcratrfe-n: 56.
Vende-se & bo is de earroca, muito bons, e
*raMS fcarVoa- para donduztr pete de 6 a 81 to
nela*l^e'*Werce'^UB p6*e d*r do 120 i. lot) car-
tfocas i a fc-atar Da ^wtrte'da Torre, de domingo ate
segunda.-feira a tarde de cada semana.
Lindo chfariz.
Vende-se por preco bjrrato,nm, rico chafariz
ditos de lazinha de 85000 a *e marraerd jtrbprio para jardlm, b qual se acha
6JW00, ditos de velbutina a 72u00 684000? i*^0 na ofl4c|Ba demafraore do "Sr. tlma, i
An a; n i .. ~ ^ ,rua do Imperador pay*' auem o qaizer ver : a
pede-se dizer que este era o preoo porqtw se ^ur n, rna ^ cfispoi loja do Passo junto ao
alugavam. E pechincna. I arco de Santo Antonio.
Lindas las escoceza s.
De Varlbs" jHiilroes, e inteiramente moderifas, s
9S rs o ucrrado : na rba Primetro de Marco
antiga do Cresno n. 13, loja das columnas, de An
,tonio Carraa.oe Va>eoncellos. ___
Vende-sa uma elarroca e um boi, estando
este baslante d. scanrad..; m> armazem do sal, da
rua da Cenceicao, da Boa-Visla: a tratar com
Francisco Meira.____________________^_^
Querem fazenda barata.
Venhara ou mandem a R^sa Branca que esta
vendendo mnn<> baraln tda> as fazendas e roupa
feita : na rua da Imperatris a. 56.
para pnrgar asucar
Olinda n. 4
na rna do Mar 's W
Bandej
as.
Amaral Nabueo & C. vendem bandej u de .
tal e charao de difierentes modclos ,- I. numhts
no Bazar victoria, rua do Barao da Vi-i rian i
CAilNAVAL
. Vende se lind/s dominds de superior qa kii
para o carnaval : na rua do Duque do C
53^___________________________m______
Fara o carnival
Gu.-mao & Leal vendem luvas de pelliya
pequeno tcque de mofo a 500 rs., e .|ua>.
las a If o par : na rua Primeiro de \Iar<,v a i..
Vigor ^b~Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovado do ca-
bello, restituic3o de sua or
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Visom no Cabkao 4 uma prepara<* ao
zaesmo tempo agradavel, eaudavel e effieax pan
conservar o cabello. Por meio do seu uso
eabeUo rueo, grisalho, e enfraqnecido, dentio de
pouco tempo revolve a cor que lbe e natural
primitiva, e adquire o brilho e a freseura thi
cabello da juventude; o cabello ralo ee toma
denso e a calvicie muitas vezes, posto que wit
em todos os casos e neutralizada.
Nao ha nada que pode reformar o cabeSe
oVpoiS dios follfcirfos estarem destruidos, e a*
glandes camadm e idas, mais se ainda restaiea
algome podem ser salvadas e utilixadas pek
applicaclodo Vigor. Libre de esttas subofci
deleteriae que tomam muitas preparacoes de eeSe
genero tam nocivas e destructivas ao cabello,
Vigor somente lhe e beneficial. Em vex de
sujar o cabello e o facer pegajoso, o conaerra
limpo e forte, embellizando o, impediudo a qneda
e o tornar-se ruco, e por consequinte prevme
calvicie.
Para uso da toQetts nSo ba nada mais
jar; nao contend dfttt nem tintnra, nio p*tfe
manchar mesmo maw ahro lenoo de cambraia;
perdira no cabello, lhe di om lustre luxnrieen,
e um perfume muito agradavel.
Para reformat a cor da barba, e neceeearK
mais tempo de que com o cabello, porem ee pod*
appressar o effeito, envolvendo a barba de Mila
com um lenco molhado no Vigor.
ft*
PaErAKADO FOB
Dr. J. C. AYER CA LoweU,
Eatados Unido.
CaimioM FrmeHe Anili***-
VKKJ3HJ e POR
MUTlim I


8
Diario de Pernambuco Quarta feira 11 de tfevereiro de 1874

LITTERATIJIIA.


PISCURSO PRONUXCIADO PELO SR. DR. JOSE
AVEL150 GURCEL DO AMARAL, NO DIA 2 DE
'.T.VEREtRO, NA CAPELLA DE BELEM POR OC-
CASIAO DO ASSE.VTAMEMTO DA LAPIDA COM-
HES!ORATIVAD0LUGAR EM QUE ESTEVE DEPO-
SITAOO 0 CADAVER DO DESEMBARGADOR
NUKES MACHADO EM 18V9.
Senhores.Omotivo queaqui nosreu-
ne, 6 mais do qu* um tributo de saudade e
uma homenagem prestada d memoria de urn
grande cidadao, orgulho da peracao de
seu tempo e symbnlo de veeeracao da pos-
teridade.
Como os discipulos do prophe'.a, aqui vie-
mos oro romaria tao.snnta como as !e Me-
dina, para receber conforms, alentaras cren-
ras, robustecer as conviccoes, e divinisar
nosso culto pela liberdade, pela religiao e
pela patria.
Outr'ora os crusados sahiam das para-
gens mais remotas do Muado em busca das
terras santas, para defender o templo de
Deus convertido em mcs.quiU musulmana,
e impedir que fosse profanada aobraau-
gusta dos ceos. Hoje, imitnnd) essas he
roicas virtudes da media idade, vimos todos
os crusados da liberdade reuninno-nos em
torno doste tumulo, quo enci:rra um verbo
de doutrinas preciosas nis cinzas sagradas
que guarda, para impedir que se profane a
obra de que se fez apostolo e martyr um
grando cidaddo, nestes tempos em quo pi-
recemos retrogradar ds esplendidas degra-
dacoe? da anliga Bysancio.
Sim, senhores, somos chegidos aos tem-
pos innis arnscados da liberdade da patria,
e melhor diriamosda liberdade no mun
do.
Nos tempos antigos, quando a liberdade
r.ao pr.ssava deum verdadeiro devaneiophy-
losophico de Socrates, a oppressao dos p -
vos e a tyrannia dos despoias, eram f.ictos
necessarios sobre que assenuvi a constitui-
cdo do? sociedades. Na Grocia, as pugnas
da liberdade de Thebas, custaram a vida a
campeops como Epaminondas, morto pelas
legioesathenicnses.
Na Roma republicana, a liberdade foi sem-
pre uraa desculpa indignamente procurada
para juslificar os excessos da demagogia ou
da tyrannia oppressora das classes. A re-
publica apurou grandes hornens e gran-
des virtudes, mas nao pdde lirmar a liber-
dade.
No tempo de Augusto, quando depois dn
conspiracSi) de Bru'.o e de Cassio, a causa
publica achou-se em perigo; depois que
Pompeu foi derrotado com suas hostes ua
Pharsalia, e morreu aos golpes inJigncs de
Ptolomeu, que o decepara para ser submis-
sivaraente agradavel a Cesar ; depois do re-
baixamento de Lepiio, da morte violenta de
Antonio, e quando o imperio parecia afun-
dar-se nas ruinas causadas pela miseria e
pelas guerras ; Augusto, symbolo d j desfar-
ce, da ambicao e da bypocrisia, conhecen-
do as tendencias reveladas pelos aconteci-
m mtos que se acabavam de completar, re-
nunciou otriumviralo, aununciando-se como
simples consul, com o fun apparente de
proteger o povo e o poder tribuuicio. E
quando chegou a ganhar o exercito polas
suas larg-iezas e dissipacoes, a multidao pe-
las .estas, e a todos pela docura do ocio,
diz Tacito, o sublime anatomico da huma-
nidade, vio-seelle abandonarinscnsivf-lmen-
le a simulada abnegacao, attrahir d si a au-
toridade do senado, dos magistrados e da
lei. Ninguem lhe resistia ; os mais altivos
republic.nos tinham perecido nas guerras e
nas proscripedes ; osn >bres que r .-.tavam,
eucontraram no execsso de servile un boa-
ras e opulencia, e como tinham g mho com
a mudanca, preferiram d seguraril.ide do
presente, ao passado glorioso com seus pe
rios. Final men te, a nova ordm de cousas
nao desagradava as provincias, que tinham
desconfiancas do senado e do povo, por cau-
sa das querellas eutre os gran les e da ava
reza dos magistrados ; porque esperavam
pouco soccorro das leis, impotentes contra
a for^a, contra as dissenooes e contra a cor-
rupedo. Sob os outros imperadores nao
foi mais possivel ou necessario o sopbisma ;
FOLHETIM.
LUCBfiCZA S3a5!i
MEMORIAS DE SATANAZ
POR
D. llauoel Fernandez y Gonzalez
a tyrannia brutal tomou-se norma de go- Sim, e" esse direito que resume a mages-
verno, e a ferocidade siibio ao desespero no tade do povo e a omnipotenjia das nacdes.
tempo dos Neros. A Franca litre em 89, despotisada ate" 15 ;
0 mundo sabio da barbaria para o feuda- obrigada a" aceitar a restauracio do throno
Iismo da idade media, onde a liberdade era dos Capetos com Luiz XVIII livre outra
uma heresia em pobtica como 6 hoje em vez em 30, do retrocesso fatal 4 que a con-
religiio. ; duzia Carlos I, carainho direito do abso-
De um bdo os grandes barOese senhores lutismo politico e religioo ; republicana em
territoriaes ; de outro a theocracU armada 48 ; assaltada por um horaem audazem 52
do gladio do exterminio na Alleaianha e e cobardissimo em Sedan ; prestes a suc-
Hollanda durante o seculo XV, e das foguei- cumbir nasgarras do estrangeiro para sal-
rs da inquisicfio na llospanha e Portugal, var a liberdade, atiou-se de novo nos bra-
0 fanatismo politico levando a cabeca dos cos da republica, e no seu delirio de odio o
poucos apostolos da liberdade desejada, de dese-perocontra todasas dominagOes, foi
nao ft como direito, mas ae menos como ti- ate os horrores da communa, ateiando uma
tulo inhorente d dignidade humana ; o fa- vasta fogueira, a* luz da qual parecia que-
natismo religioso devorando nas chammas rer que a humanidade inteira cjntemplasse
Joao Huss, desafiando os scismas na igreja os destrocos da monarchia e a hora final da
universal, abrind) por si raesmo caminhp 6. realeza no mundo.
reforma, tendo por apostolos Calvino na A Hespanha sacode o jugo despotico e
Franca, Zwinigler na Suissa ; Martinho Lu- d pravado de Isabel de Bourbon, moderna
thero na Allemanha ; Savonarollana Italia : Catharina da Russia, na lascivia e na des-
separando os reis defensores da fe" na In- honra da func;4o raagestatics. .Entregueao
glatorra da commuuhaj d-= Roma, arraan- estrangeiro, ella se iosurge, reb<:lla se,
do o brago dos reis christianissimosda Fran- evoca tin passado o que ha Je mais heroico
ca com o gladio quo decepou os Hughnots e de mais vahroso, encara os perigos, e
e que incitou a cruentissimi Saint Berlblemy. abate o throno de Amadeu, a quom a li-
Todos esses granles massacres, quecompri- cSo de Queretaro, dada a Maximiliano pe-
miam os povos como a electricidade com- los patriotas mexicanos, inspirou um raro
prime o ar atmosphcrico produzindo o'esublime exomplo de grandeza d'animo e
raio, gerou a grande revolugSo regenedora, de abnegar.ao.
hecatombe glorusa eternvel.de onde E hoje, se a paz, ainda nao cordou a
surgio a liber Idle armada e triumphante obra grandiosa do seu heroismo ; se as am-
eomo Minerva ia cabega de Jupiter. .bigdes dynasticas, auxiliadas pelo fanatismo
(dos emissarios assalariados de Roma, ci
Senhores, DOS tempos antigos, como nos mentam o luto e a desolasao das guerras
modernos, uma idea grande naj veio ao civis no solo generoso da valorosa Castella ;
mundo que n3o soffresse uma cruel truci-|amanha, quando os inimigos da liberdade
d.icao na pessoa de seus apostolos. Serd cansarem, cahirSo t jdos vencidosdiante do
talvez mister dar razdo a um duro capricho I valor e da portiuacia dos verdaJeiros patrio-
do destino, diz um eloquente tribuno mo-'tas.
rno, para chegarmos d esta evidente ver-
dado. Desde Prometheo ate n6s, o ioven- g^ direit0 supremo de revolucao, n6s o
tor o apostolo, o propheta, o r-generador,leiercitatnOT g|oriosd:nente em 1831 vrngan-
qsmessias, pagam coma sua cabeca seu, do 0 gol p9dHestado de 1823 vibrado por
devotacnento d humanidade. Socrates a pedro> sobre a nossi pri[neira aseembles,
prega a virtude :morte ao imp.o Chris- enviada pela nacdo para funlar uma obra
t; levanta o fraco :-ao pat.bulo I Joanna ,durildora de paz e de |iberdade.
,trp^*H! S^^Jr -fl? !. ? "j Exercitamosem 184i, quando asconquis-
P""lta* iiberaes de 22, 32 e 34, foram annul-
ladas pelas leis de 41, pela dissolucdo m-
vao Colombo scha um mundo :ds
sous I E o ceo observa todos esses sacrifi-
ces crueutos, que ab-em jorros de sangue
na passagem da humanidade, com ura ma-
gestoso silencio, como que indicando que a
gloria e o producto do marlyrio.
Que muito era, portanlo, senhores-,. que a
nossa liberdade custasse a vida aos Gonza-
gas, aos Claudius Barbosas, Canecas-, Ro-
mas, d uma legiao de patriotas, ao destimi-
do Tiradentes emfim, suppliciado naquella
mesraa praca, onde, como tropheo da liber-
dade, estd, por antiphrase, d estatua de um
rei que cahio desthronado, por ser radicaA-
mmite inimigodi liberdade que jurdra ? 1
Na vasta scena do mundo ha aconteci-
mentos que se reproduzem fataimen'.e como-
a lei do destino. .Nenhura povo se libertou
ainda, ou antes nenhum povo completou
sua emancipa^do em barmonia com as in-
geutes conquistas da civilisagao, sem o ap-
nello supremo das insurreicoes-com as me-
tropoles, das revolu^6es com s mdos go-
verns. A liberdade pot conoessao, s6 a
dou Christo morreudo no Calvario pela re-
demp^ao da humanidade inteirav
Vede no meiado do ultimo seculo e no
comeco deste, Whasington levantando o
coostitucional e previa de uma camara, pe
los decretos que suspenderam as garantias
da heroica provincia do Rio Grande do Sul,
pelas resolujoes autocratfeas que rest bele-
ceram o conselho de estado, e por todos
esses ados-que deram ofigem ao imperia-
lism*) ou- ao governo pessoal no Bra-
sil.
Exercitamos ainda em 1848, quando o
paiz atado por to los os lalos, colbido em
todos os seus movimentos por uma rele de
raalhas de ferro, parecia prestes a succum-
bir nas gnrras do- absolutismo audaz, que
tantas victories- aleancara no meio doespba-
celamento dos partidos, da decomposigao
dos caracteres, do abaixameoto do nivel da
honra politic*, do desprezo votado dsinsti-
tuigoes juradas.
1848 ndo fot um brado de guerra,
uma ambicao de mando, um assalto ao po-
der, um griti-) I j van tad o contra as institui-
{pes juradas>. um appello aos-perigos da
guerra e ao wdor das-armas. Foi um pro
testo levantado- contra a onda do governo
pessoal, caraoterisado desde a coustituigao
do segundo reinado-; governo acorocoado
povo yanke contra a metropole inglcza ; pelo partido aulico, que explorava na func
Bolivar tomaudo a dianteira do movimentoisao exdruxula do poder moderador, adrede
libertador na America Hespanhola ; Jose jenxertado na nossa constituigSo, antes como
Bonifacio levando nos as aguas lustraes dotgazua do quo como obave, um meio de so-
Ypiraiiga ; sao factos eloquentes- que attes-; phismar todas-as libendades publicas, de ro-
tara o esforco de que depende a liberdade >cruzir o governo do estado d uma raera
dos povi s. Iq-uesUo de amor proprio e de capricho, e
Conquistada a libjrdide,essa suprema de perpetuar nas regides olympicas as fao-
aspir (,ao que nos eond'iz d posse de nos
mesmos, pelo exereicio eileetivo e pratico de
toJ js os nossos direitos e deveres ; alcan-
cada a perfectibilidade pjlo trabalho e pela
intelligeucia ; a paz que fecunda, o progres-
so que editica e engraalece j obtido este
^oes aulicas e as coteries intrigantes.
1848 nSo foi uma revolucSo... Foi
um grito sahido do eoracao do povo, com-
primido por tadtas victorias do- imperiaiis-
mo, e deseaganado por tantas derrotas sac-
cessivas da liberdade. Nao queriamos rr.u-
titulo que nos raette na posse de n6s tnes- dar constituicdo-; queriamos que ella
mw, como hornens, comocidadSos e como, fosse observada ; nSo queriamos madar de
cooperadores activos e i nprescindiveis da jhorisontes da governaijao do estado ; que -
marcha da sociedade, s6 ha um meio de riamos que a ndo fosse confiada a timonei-
ros que a soubessem dirigir, evitando os par-
mos no meio empregado, esse erro sagrou
uma geracio de martyres ; em vez de um
crime, foi um rasgo de valor patriotico, e
de abnegacSo.
As sociedades modernas, diz Vacherot vSo
d deraocracia por todos os caminhos ; pelas
revolucdes, pelas restaurac^es, pela liber-
dade, pelo despotismo e ate pola anarchia.
Cada povo procede do seu modo, segundo
seu genio proprio ; este pela revolucao vio-
lenta, aquelle pela revolugao pacifiea. A
Inglaterra, por exemplo tern completado
suas liber Jades publioas pcl.is reformas; a
Franca, para obte-las, tern se l.-ngado nos
bragos da revolucdo. Em tolo caso, p -
re*m, a liberdade ndo pode mais sor hoje
uma simples faculdade do homem, como o
era para os philosophos da anliguidade ;
uma phantasia como na ilade media, ou
como diz Peletan, um simples passeio ao
capitolio atraz de algum Rienzi; e" uma ide"a
fixa, uma lei im nutavel como a gravita-
jdo.
A idea do 48 consubstanciou-se no vullo
homerico, que hoje todos prauleamos, no
meio das mais acerbas saudades, e possui-
dos da veueracAo qua a morte, o tumulo, e
as virtudes patrioticas sempre inspiram.
Nuues Machado, o nome legendario da li-
berdade, succumbio aos golpes do despotis
mo cnthronisado, porqueftjicoutrdoJespotis-
mo que elle se empenhou em uma pugna e
de morte. Possuido de uma convicgao que
lhe empresbtva a eloquencia dos tribuuos
da idad: de ouro de Roma, faliava ds mas-
sas com elojuencia que aelectrisava e con-
vencia, quo as illuminava no meio dos pe-
rigos, e as dirigia ferventes aos combales
da liberdade, como os soldados que defen-
dem a pitria ea fronteira contra as inva-
s6es inimigas. Elle teve a virtude dos Gra-
chos, fazendo se adorado pelo povo ; seu
pensamirnto guiavaa grande alma da MC&O,
como se estivesse cousitbstanciado com suas
grandes dores e com as supreroas angustias
da liberdade ; e como o ultimo d .s Grachos,
na phrase de Lamartiue, atirando um j>u-
nhado de areia ao ar, fez surgk- Mario,ass*m
elle ao morrer,fazendo uma invocacao supre-
ma aos ceb, fezn.iscer esta geracao athetica
de defensores da patria e d* liberdade,
que junto ao seu tumulo jura ;te o ultimo,
defender o povo, tornal-o grande, forte,
feliz, e capaz de reger seus destinos como os
povos mais livres e in*i respeitados do uni-
verse.
Martyr de 481 Se ao exhalares- o ultimo
suspiro, ndo levastes comvosco d eterniJa
de, como Epaminondas depois da batalha
de Matinee, a certeza de q,ue a liberdade e
a patria estavam completamente vmgadas,
inspirastes com o vosso exemplo a gracdo
que vos-sobroviveu, e ella saberd tambem
morrer repetindo este mot* de um patriota
romano :
Tudo pela patria e pela liberdade !
Dr. JoseAvettno Garget do Amaral.
JURiSPRUDEHCIA.
TERCEIRA PARTE.
0 DUQUE VALENTINO.
II
IH QUE SE VE O PERIGO QUE HAV1A EM SER
ESPOSO DE LUCRECIA
(Continuagdo do n. 32.)
Esta, habituada ds intrigas politicas, do-
tada deuma grande intelligencia, de um
grande golpe de vista e de uma grande pra-
tica dos negocios do estado, apezar de que
o astuto Cesar Borgia ndo lhe dera a conhe-
cer suas intencoes, conheceu que Alfonso,
a quern amava, estava ameacado de morte,
aconselhou-o a que fosse para Napoles, e,
nao podendo separar-se de Sermonetta, para
melhor assegurar a sua posse, soffreu re-
signadamente esta ausencia, que a contra-
riava.
Cesar conheceu a intencao de Lucrecia, e
eforcou-se por ganhar a confianca de Af-
fonso, encobrindo por tal modo o seu pro-
jecto, que ndo s6 enganou o fugitivo, como
tambem Lucrecia
Por occasido deter ilo Cesar a Roma,
para receber a investidura de duque de la
Roumania, de que se havia apoderado, ma-
tando ou pondo em fuga os vigarios da igre-
ja, es.;eveu a Affonso, que, tendo de voltar
para emprehender de novo a guerra contra
os florentinos, o obsequiavam em Roma
corn uma corrida de touros, e o convidava
para tomar parte n'ella.
Affonso, aceitou.
; A corrida foi magnifica.
Come$aram-n'a toureiros de profissao, e
rootinuarara n'a covalheiros romanos, entre
os quaes se contavam Cesar e Affonso de
Napoles.
*".esar havia sentencialo Affonso, que
devia perder a vida autes de que aquelle
sai.isse de Roma.
Tara afastar de si a menor suspeita n'a-
quelle assassinio, combinou com seu cu-
nhado Affonso que lidariam juntos os tou-
ros, e se soccorreriam mutuamenteem qual-
quer perigo.
D'erte aaodo, tendo presenciado a
manle lo :e o de ;onservarm06 intacto o
supremo direito de revolugdo*
blico im nenso a boa barmonia, a grande-
confraternida la dos dous cunhados, era im-
possivcl que suspeitasse que Cesar ftVra o
assassino de Affonso.
E, com eff-jito, todo o mundo admirou
as bizarrias de ambos, e mais de uma vez
Alfonso salvou Cesar, e este, aquelle, nos
azares da lide.
Affonso acabou de perder todo o receio,
e escreveu a Lucrecia uma carta cheia de
satisfaQao p.la boa harmonia em que se en-
contrava com Cesar.
Este devia partir dous dias depois.
Na mesma noite do dia da corrida, por
volta das dez horas, subia pelas escadas do
Vaticano um esbelt mancebo, robusto e
rubicundo, com uma granlo cabelleira
ruiva, e com um rico trajo de gentil-ho-
mem.
Aquelle cavalheiro era Ramiro de Oreo.
Chegando d porta dos aposentos princi
ceis e o naufragio- da liberdade. Se erra-
Belotoria
A RESPEtTO DO NEGOCIO DO MARECHAL B42MHB
EX-COMMANDANTE EM CHEFE DO E\"RCITO
DO RHEKO.
AjmiENCIA DE 3D .NOVBMBKO.
( ContinuaQ&o) Eu
Presidtnte. Seguites exemplos ?...pa-
odo os encontrei. Eis aqni um des c-
cho do maTechal Bazaine ao marechal Ma
Mahon, n 2'*,750, que chegou a Paris com
o retardo de uma hora em relacao ao-seu
recebimento em Chalons.
Deste-molo, eis que dous-despachos, que
partem do Lougway^ com diiL-renca de dous
minutos, apreseutam um int'.rvallo de tres
horas entre a chegada daquelles dous des-
pachos.
0 Sr. Amiot.Mtvu, era Paris dou ser-
vigos : o servico official, e o servico parti-
cular. Os despachos chegados d reparti-
Qdo official eram remettidos, depois tirava-
se copia na repaaticdo proxi na, e era a pro-
va ob:idd depois-da tiragem qae se manda-
va para a linha de Reims. Era eotao que
se punham as palavras: Reims, vb-
to.
Presidente.Sim ; mas fica sempre a in-
certeza que resulta da falta de indicacdo da
hora.
0 Sr. Amiot.E' necessario ndo esque-
cer que esses deipachos eram traosmittidos
at^ Mezie'res pelas estt^des da gare, que ti-
nham, primeiro que tudo, os despachos de
servico. 0 que era necessario saber para
explicar a deraora, era a hora da chegada
a Mezieres dos dous depachos sahides de
Longway, u" que passaram pelo fio de
Longuyon. Podia ter tido lugar uraa in-
terrupt entre os dous despachos, querem
Longway, quer em Longuyon.
Mr. Lachaud. Ndo vio o official de ser-
vico do marechal Mac Mahon, ante3 do ver
o coronel Stofiell ?
0 Sr, Rabasse.Slm, foi Mies que lhe
entregou aquelles despachos, e ihe disse :
ConhoQemoj isto. Ndo poderei recouhecer
esse official ; foi a.travez de uma porta que
os despachos Ihe foram enlregues.
Presidents. E' a pri neira vez que ful-
lais da inlervencdo d'esse official. E' essa
uma recordaQdo que vos occorreu subita-
mente, e depois...?
R.rCousultando coo Mies, lembramo-
UOS d'isto
Presidente.( com ar de duvida muito
pronuaaiadoj Havieis consultado com Mie ?...
Pois bem chame-se Mies.
0 Sr. Mies.(0 depoimento deste
ageutee vasa lo no de Rabasse, que repro
duz, nao s6 ni ordem de ideas, mas nas
pmprias expre*ides. Nao reproduzimos se-
nao as passageos que se acham mais acen-
tuadas. i
Mil's declarou que o despacbo assignado
pelo general Coffinieres continha esias pla-
vras :
Concen?rado em Metz, sem viveres e
seat mumi,6. e com 1-2:000 feridos-a tra-
tu; esp ramos: assiguado, Xolliniures.
Repro luzio 0 rtii.erario.
A 2->, pela manhd. est.vvamos em Paris, na
noite do 25 para 26, d uma hora da noite
tinhamos nh-ga do ao esta to maior do ma-
rechal Mac-Mahon- em Ruthel. Alii disse-
Ihe : entrai e o primeiro ot-Scial que encon-
trardes voscoiiduzird a um coronel de ser-
vico. Eff-jctivamente um official.os intro-
duzio. Foi, dtsseelle, Rabisse, quern, pela
porta eutre-aberta, Ihe entregou os despa-
chos. Depois de os ter lido, disse-me : Jd
sabemos isto, e o que nos ha-veis telegra-
pkado Perlao por vos ter eatai iocom^
modado.
Aiquelle official era o coronel- do estado
inaior de Abzac.
N manhd seguiute o coronel Stoffell re-
cebeu-nos e pedio-nos- informagpes. Ndo
tendes, nos disse elle, outra cousa a dizer-
nos do que o que nos haveis telegraphv
tlo ? Nao. F. dwpoiSi pegando nos-originaes
dos c^espaclios, vou, disse elle, leval-os ao
marecha A* tarde, o coronel Stoffell dis-
se-uos-: ides partir comnosco dmanhd. Che-
gados a Chene Populeux, tomei a liberda-
de de dizer do coronel:
Se ndo tenles necessidade de n6s di-
zei-nol-o. 0 coronel alludio ao marechal :
ides voltar para Prris, e se houver necessi-
dade de vos, sereis chamados. Deu-nos
uma carta para o prefeito de policia, e outra
para madame Stoffell em Versailles.
P. -Havies dito que o coronel Stoffell vos
havia ma rid a do a Longway,.e ndo tendes fal-
lado di-o no surajnario.
R.Nao nos perguntaram.
P.Orosso itinerario ndo comprehendift
Longwa-y ?
R tinha instruccao especial para ir a
Longway.
P.Gertificais ter feitoeutroga dos despa
chos ao coronal d Abzac, que voi-os resti-
tuio depois de os tur liJo?
R.Sim, aflirmo
Aqui foi chamado o coronel de Abzac.
P. Lembrai vos dter sido na noite do
25 para 26 de agostot^cordado por um of-
ficial de servico ; de terdes recebido um ma-
qo de cartas, de te lido essas cartas emquan-
to o agente que vol-as apresentava tinha a
vela na mdo para vos alumiar ?
0 coronel. Nao tenho a menor reco.-da-
Porque me roubou a raulher que eu
adorava.
E quern 4 essa mulher ?
N5o importa o seu nome ; seja quern
for, a verdade e que careco saciar o meu
odio.
E julgasque serei eu quera te procu-
re essa vinganga ?
Sim.
E porque julgas isso ?
Pdrquo seu eunhado estorva-o.
Quern t'o disse t
Basta que eu o leuha adiviahado.
Pode ser que tenhas razdo, disse Ce-
sar ; ignoro a razdo porque confio mais
em ti do que em Michelotto, e e tudo quan-
to posso dizer-te, por isso que em Miche-
lotto confio como em raim mesmo.
E' porque n6s ambos somos mtis fe-
rozes do que Michelotto. Este, quando
raptou Angioltna Crespi, deixou o rasto de
paes do Vaticano, abrio-a e entrou, sem! um camponio e de ama velha, e eu ndo
que os criados de Cesar Borgia, que alii es- deixei rasto algum quando trouxe de Sese-
tava hospedado, lhe impedissem a entrada.Jna para Roma aquelle pobre Astor Maufre
Depois de atravessar algomas camaras do, nem el'e mesmo soube quem o eslran
deserias, chegou a um aposontoonde estava gulava. ^
Cesar Borgia, todo vestido de preto, fallan- Concedido ; vales nTais que Michelot-
do com Michelotto que de pe e descoberto, to, sem que por isso deixe Michelotto de
permanecia d pequena distancia d'elle. valer muito. Antigamente tiaha eu s6 um
Ah I disse Cesar vendo Ramiro dejbraco, agora tenh dous. Tu serds o meu
Oreo, vens tirar-me de um grande apuro ; braf}o direito, e Michelotto o meu braco es-
esto 6 melhor do que tu, Michelotto, para o j querdo. E' necessario, pois, que sejam
que pensavamos. E'menos conhecido,, boos amigos. Vamos ao assumpto. Ama-
ninguem fard reparo n'elle, e portanto serd!nhd, por despedida, haverd uma grande
elle o prefvrido ; retira te. [ ceia no Vaticano, para a qual convidarei
Michelotto sahio olhando de revez para: meu eunhado, marcando a hora das dez.
Ramiro de Oreo, porque via levantar-se Para vir dos seus aposentos aos meus, o du-
diante de si um rival. qne de Vicelli terd que passar por uma por-
Cesar Borgia e Ramiro ficaram sds. jta que estard fechada, e que ninguem abri-
Desde o momento em que te apresen- rd, mesmo quando batamaella ; ver-se-ha
taste a mini, podiste me proteccio e ampa-' obrigado a descer aos jardins para dar volta
ro, ndo e" verdade ? disse Cesar. e passard pel pra$a de S. Pedro qua a
Sim, replicou Ramiro de Oreo; po-, essas horas estd sempre deserta.
r6m essa proteccio reduz-so a dar-me uma, Muito bem, disse Ramiro de Oreo ;
soldada qua ganho bam, servindo-o em mas occorre me uma difficuldade.
lances arriscados e baixos, taes como o des- Qual ?
apparecimento de Astor Manfredo. Tenbo muito pouco dinheiro.
Vmos a saber o que queres, prose- Cesar dingio-se para um pequeno cofre
guio Cesar. Fallaste me n'uma grande vio- de aco cinzelado que estava sobre a mesa
ganca, mas guarduste segredo do desejo e deixou-o-ver cheio do escudos romanos
d'essa vinganca.
Ndo era tempo, duque Valentino ; mas
agora mu la o caso de figura.
Explica te.
Oleio mortal -it,v n !,. (...: i l. Velli,
principe d; Sa^-ri
\h -sin; !i;i'- L Sir I !h id.! :';ia-
m:iite pafd i'.' 'i";-
;; s tu o tng ir-:n Irmuo ?
em ouro.
Tira quanto necessitaios, diisc utte.
Ramiro tirou ce.n escudos e metteu-os na
al^ibeira.
Nao basta ist". disse elle, ja que a
minha vinganca lhe aproveita, quero que
m'a pague.
(Jue preco exiges ?
0 governo da villa de Sesena.
Na villa de Sesena ha que decapitar
metade da povoacdo, replicou Cesar ; e uma
ompreza muito perigosa qne eu s6 posso
hvar acabo.
Eeu, accrescenlou Ramiro de Oreo.
E' muito p ssivel que deixes alii a tua
cabeca.
Procurarei nao a deixar.
Mas para que desejas u o governo de
Sesena ?
Para enriquecer-me e por cmsa da
formosa Cornelia que o'seuhor conhece, e
que lhe serviode pretext* para que eu po-
desse apode ar-me de Astor Manfredo.
Pois bem, livra-me amanhd de Vicelli
e marchards em seguida para Sesena nomea
do seugovernador.
Entao ale amanhd, duque Valentino.
Ate amanhd, meu braco direito.
E aquelle assassino ignobil sahio.
Cesar Borgia embucou-se n'uma capa,
poz um gorro, cingio uma cspada eiin pu-
nhal e sahio do seu aposento por uma ou-
tra porta.
N'um corredor estreito e iml alumiado
esperava-o um vulto, completamente embu-
cado n'um msntopirdo.
Avante, Michelotto, disse Ces-vr Bor-
gia, quando se aproximou do vullo.
Michelotto poz t* a oamiuho, chegou a
uma escada estreita e escura, e ahi tirou de-
baixo do mauto uma lanterna surda que
abrio. No fim d.i escada havia um posligo
que Michelotto abrio, tendo o cuidado de
fechar antes a lanterna.
Os dous hornens sahir-.m pari os jardins
do Vaticano, e ca uinbaram por elles, em
sileucio, ao lado um do outro.
Quando chegaram ds escadarias dos jar-
dins, Cesar disse a Michelotto :
Amauhd a eolas horas passard por
aqui Affonso de Napoles.
E para que ensarregou esse nogocio
ao homem a quem chama o seu braQO di
reito ? perguntou Michelotto.
Ah exslamou Cesar parando'no topo
das escaJas ; se eu te cozesse a punhaladas,
ndo fazia mais do que castigar um traidor,
que se atreve a escutar o que eu digo.
Para melhor o servir, meu principe,
rpspiri 1v; Michflotto sem fazcr caso da
>m -.*<; le C'.'S.ir.
Eu b-'in sabia que ostavas escu'.anJo,
Uatante. e folgava c m o mao bocado que
te fazia passar.
Peior para esse qne se ndo sabe quem
e. Quando chegou chamava-se Vampa,
depois Giovanni Scorso, e agora Ramiro de
Oreo. Com o primeiro pome tinha os ca
cdo, e posso assegurar que ndo recebi ne-
nhum despacbo n'essas circumstancias.
Presidente, dirigindo-se a Mies.Tendea
ouvido. Eiplicai-vos sob a (6 do vosso ju-
ramento ; tende cautela ; vede se haveis fei-
t) entrega ao corosel que estd aqui pre-
sente, dos despachos que leva reis de Re-
tbelt
Miis.Juro-o.
Presidente.Ndo vos peco que presteis
juramento. Jd o tendes prestado ; mas pe-
co vos que me respondais se estais bera cer-
to de haver feito entrega d'aquelles despa-
chos ao ci ronel de Abiac?
MiisSim, senhor, entreguei-os.
Pt\sidente. Lerabrai-vos quem era o
official de servico que vos conduiio at6 d
presence do coronel !
Mies.Era um joven capitao de cacado-
res, condecorado, alto, castanho elaro e
com calcas pregr.eadas.
0 coronel d'Absac.Isso correspomle ao-
signaes do capitdo Marescalchi.
Miis.Estava com trajos de noite.
P.Se estava com trajos de noite, co.ao
havies conhecido que era capitao ?
R.Ah 1 E' porque no dia seguiute vi-r.-
le uniforme.
Ocoronel d Abzac.Como estava o quar-
to? Afhava-me eu so?
O Sr. Rnhasse.Sao fomos recebi los se-
nao d entrada da porta. 0 coronel disse
nos : Teraoa conhectmeuto d'isto ha dou-
dias. Quando 8manhecer farei* entrega a
Stoffell.
Nao sotfboe nome do coronel senao aqui
quando cbeguei a 6 de outubro, no dia da
abertura dos debates.
P.E nde-tinheisjulgado couvenientedi-
zer isso mesmo durante o sumirmrio "*
R. Ninguem nos perguntou na la.
Presidente.E como e qne vos pod perguntar semelhantes pormenores ? E' a
v6s que competia declarar espotitanerRiitP.
como havieis feito agora.Dirigindo-se ao
coronel dAbza : E vds, coronel, nir>
vos lembrais derxda disso ?
0 oronel.Ab eresceato que semelhantes notioias me Ka-
viam de lembrar tanto mais quanto espera-
vamos com impaciencia nolicias do m.re-
chol Banian.
0 general Goyoi, nembro do conselho
de guerra, fez com que Rabasse precisass?
alguns pormenores, a respeit.) da maneira
porque estava dispose o quarto de que s^
trativa.
Pcesidente.Fareoios citar para amanb
o capitao Marescalchi.
0 coronel d Abzac.Estd na Birmanu
( movimento no auditorio |.
President*.Mas entdo quaes eram o-
.outros offioiaes que acompanhavfira o coro-
nel Stoffell ?
0 coronel d'Abzac indicou alguns.
Presidente. Nao estava adi tambem o
capitdo Bernard d'Harcourt ?
0- coronel d'Abzac.Sim. St. presi-
dente.
Presidente. E' muito tarde para oun:
hoje 0 coronal Stoffell. Pedimos ds teste
munhas presentes que coinpsre^ara ama-
n id. Pedirei tambem a alguns officiaes d
estado maior que nos venhamdar alguns es-
clacimentos.
Presidente.Chamai o coronel Stofffll
( movimento prolougado no auditorio |.
Coronel Stofiell, de 62 annos.No to-
mego da guerra, os'ava addi o, na mioha
qualidade de coronel, ao estado-maior d,
exercito do Rheno. Quando o marecha!
Bazaine fot nomeado commandante em the
fe do exercko,. achava-me sem collocacio.
No campo de Chalons onde eu tinha servidt
o imperadur o marechal Mac Mahon con
fiou-me o servic, i especial das uiforraacoes.
Estava encarregado de o iuformar sobre os
moviraentos do exercito do principe Freda-
rico Carlos> que avangava de lete para
oeste. Mas Jevo declarar em primeiro lu-
gar que nenhum dos despachos relativo-
ao sdrvir;o especial de que cu estava eucar
rega (dssailo ptilo tstado-maior particular do ma-
rechal d'i Mac-Mahon.
(Conlin uwr-se-ha)

belles- pretos e a trez morena ; com o se-
gundo os cabellos brancos e a tez amarella-
da : agora com o terceiro, opparece com os
cabellos cor de cobre e o semblante rubi-
cundo como o de um tudesco. Se ndo
fdra por sua causa, Sr. Cesar Borgia, saba-
ria eu jd qual era a verdadeira cor dos seus
cabellos e do seu rosto. Peior para elle,
repito, se o antepoe a mini, porque decla-
ro-lhe com toda a franqueza da minln leal-
dale, que soffreria melhor que me tirassem
a minha amante, os meus haveros.o que eu
mais apreciasse, do que me roubassem a
sua confianca completa. Infame I Pois
que, vale elle mais do que ou, pela razao de
qucquaudo auompauhei Angiolina, houve
ura camponio que me vio atravessar o cami-
nho de Faenza, e uma velha que me encon-
trou d porta da casa isolada ? Isso sdo
azares iuevitaveis ; alem d'isso eu conduzia
uma mulher, com a qud me haviam re-
commendado que tivesse todas as conside-
ra^oes, e elle levou o cadaver metudo
n'uma catxa.
Cojqo 1 exclamou Cesar.
Sim, estrangulou Astor Manfredo den-
tro ainda do Sesena.
Ndo me negards, pois, que o tal per-
sonagera mysterioso, e um homem de pro-
veito.
Concedo, mas com pouco engenho.
Ah 1 se tu soubesses quem elle e,
co Hprehenlerias a razao porque me valho
d'elle n'este negocio ; contrahi gosto pelo
horror ; quanto mais horrivel 6 um succes-
so, mais elle ma Satisfaz. Estou convenci-
do de '|u-! o homem 6 a maior de todas as
feras, e em mim mesmo tenho o melhor
exemplo d'isso. Conhecerds era tempo a
esse hom?ra, o admirar-te-ha o luxo com
que eu procuro o fest m em que devoro
u na presa. Nao tardard muito que eu te
diga : Michelotto, corta o meu brago di-
reito.
Esse homem ama sua irma, disse Mi-
chelotto.
Silencio e avante ; sobretudo ndo me
tornes a fallar em Angiolina ; foi esse um
aogoeio que me correu muito raal.
Os dous homens guardaram silencio.
Haviam atravessado a ponta de Sant'An
gelo.'a porta del Popolo, eavan;avau pelo
Dorso para a ptaea Qoiuuna.
Esji r i ,i.u aqui, disse Cesar a MioUf <
lolt) ant-s de ea'rarum na praca. '
E s ipHr >q se d'elle.
la a uma entrevisla amorosa.
Na mite seguin e, antes da* d-/, appare-
ceram cinco homens ;>a pra^a de P. Pwro
deram a volta, e esconderan-se junto da-
escadas dus jardins do Vaticano.
Affonso de Napoles f6ra convidado a ceiar
por Cesar Borgia, que o adve'tira de que
a i-ei.i- seria espleudiua e assistiriam a elle
as mais formosas damas de Roma.
Em virtude d'isso, o j iveo e formosv
principe vestiose com grande luxo. a eaci
minhou-se sozinho para a p >rta do Vatica-
no onde vivia Cesar Borgia ; mas encootroi
a porta fechada.
Bateu repetidas vezes* sem que lhe- res-
pondessem, e, como isto nada tinha. d-
singular, por ser uma hora muito avancada.
Affonso entdo completamente ebrio da con
tianca, achou mais facil e mais breve, dat
a volta pela praca do Vaticano atravessand<
os jardins.
Assiin fez, e, (begando ao pe das escadas.
vio que lhe cahiam em cima alguns vultos.
Suppoz que fossem ladrbes, porque Ro
ma, era virtu le da sua corrupedo sempre
crescente, estava infestada d'elles, e dissv
para os center:
Sou D. Affonso de Aragao, priacip-
de Salerno.
Por isso mesmo, repbc u umi vo/
que fez estremecer Affonso, em quanto urn
dos homens se lancava sobre elle.
Affonso puxou da espada ; mas era jd
tarde ; abrio-lhe a cabeca uma cutilada, e
o dasditoso princ pe cabio ouviudo aqaslla
voz que o fazia estremecer, e Ihe dizia com
um.i alegria feroz :
E esta a paga do amor de Lucrecia.
0 principe recebeu alguns golpes mais.
a os assassiuos fugiram julgando-o motto.
Toda via Affonso da Napoles nao mor-
rera.
Subio como pode, arrastando-ae. aa at-
cadas, e pedio soccorro.
A guns que passavam aproximaram-aa.
soccorreram-n'o, ouvirara d'elle que era o
priucipe de Salerno, o levaram-u'o ao Va-
ticano, pela praca de S. Pedro.
Ao receber esta noticia, Ceaar Borgia.
que estava rodeado do uma brilhante muS-
tiddo, esp rando unicamente Affonso para
pruicipiar a ceia, entregou-se is maior--
demonstracoes de ddr. de desesperacdo, de
furor, ao ponto de que enganou a loijs, *
', jureu pela sea honra epla sua dlm
Ide>'v>'t'.a: sm uw*biir rs nutuns d'aqu* -
tl-1 crime, e vingi-la nas sum calf>,a>.
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