Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18327

Full Text
i


V
AMO HII HMEBO 111
a.fcfl*A A CAfll'AL 1^1JAIK* ONDE NAO JE PAtA PORTE
........ 60000
......... 120000
...... 240000
5100
Por '.res amuutoii
Por wa......
r*or n: nano uui......
o xvuiso, o inesxao dia.
PA--MBA 29 DE JLHO DE 1886
V*S
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adianudos.....
Por nove ditos idem.......
Por om anno dem.......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
13^500
200000
270006
01JO
DE
RNAMBUGO
f)njptterafce lie Jttanoel Svtfxtxtfa be Jara & JUIjo*
TELEGRAMMAS


i
*
t
SEEVICO ?ABTIC7LAH 23 2.ASID
RIO DE JANEIRO, 28 de Jalho, s 3
horas e 40 minutos da tarde. (Recebido
s 5 horas e 15 minutos, pelo cabo subma-
rino).
A Cmara do* Depatadow approvou
boje em 3.* dtncasno o projecto de
Hxaritc de forra de (erra para 198*
88.
Honlem. na menina Caara, o
Br. Alcoforado Jnior, discatlndo o
orcamento da agricultura, (ratn de
melboramento de qoe carece a pro-
vincia de Pernambueo.
Foi nomeado con reren te da Al
fandega da Babia. Tito Rangel.
Ento ha perigo ? N'essc caso naomedeito!
Nao se deitando, e com a huniidade, corre-
r V. Exc. mais perigo de...
De?...
De se constipar, minha senhora, e de ter que
ficar a burdo o tempo que gastarnos era Messiua a
metter ca-vo refrescos.
(Contina)
?ARTE OFFIClAi,
mvxga
8& ASOCIA 2A7AS
(Especial para o Diario)
LONDRES, 23 de Julho.
O novo ministerio anda nao esta
constituido, mam epera-se que at
amanli riar organlnado.
Lord nal slmrj. proferlndo um di-
cono n'nma reunlao. doclarou que
(ot'orno adiara para o anno ln-
douro a dincunmo de qualquer pro-
jecto referente a reforma poltica da
Irlanda, e que o soremo empreara
meln enrgicos de repreaaas, se es-
tes ae tornaren* necetmarlos.
BERLN, 28 de Julho.
Corre o boato de que o principe de
Bimunrek deve receber brevemente
urna viNita do minlntro dos negocios
estrangeiron do gabinete italiano.
MADRID, 28 de Julho.
A Cansara don Deputadon em na
esnao de iionu-m adoptou um pro-
jecto de le. con agrando a lbenla-
de de SCiOO'J estratos da liba de
Cuba.
Agen.ia Ha vas, filial em Pernambueo,
23 ce Julho de 1886.
NSTRDCqO POPULAR
NATACAO
(Extrahid*,)
fe 8IBLI0TUECA DO I'OVO E DAS ESCOLAS
tllt VIltiKM A TODO. OVtPOIt
I CuiirtnuavaO)
A Vida a bordj necess irarae.ite um pouco
inouo! ou i ; p r Uso qualquer incidente serve de
thera.i para conversa ; o de h jo nao podia deixai
de 6er as honras da discussao Todos cfnerem ver
o Cantata, mito e rigoroso moceto de vinte e
, anuos, o ijuai, mpesar de queimado pelo ar
do mar c pelo sol, aigutnaa pass-o-iras achara in-
t i6ante rapas. Nao iv.-.se elle cabido ao mar
teria psssido deMpercebidt tal/ez toda a via-
geai A j ntar Coxnet 2 a sus qu-:da C'nstit^em
as8uniptj cbrigido.
Sennor eoamaadante (dis uma paseageira),
se el'e "> souboa'se nadar, podeiia ialval-0 ?
Nao uruvu-ei [reapcndea o velbo ifficial}
Cora o tegaimento que o navio levava, se nao ti-
vesse tido a fortuna do se abarrar a uma boia, o
obre hornera teria mTrido muito pr^vavelmente
vista de ui todo?.
E, sabendo nadar, se tires3c cabido de neite
seo) ninguem dar p n sm '!. ..
Poderia uuicaueuto salvar so. se fosse tilo
feliz como foi o contra-mestr- do frica. Foi jat-
atacnte por estas paragens que o facto succeeu,
ha de f izer agora dous ou tres annos. Pouco antes
de se render o quarto d'alva, o contra-mestre, jveio
proa e cabio sem que ninguem a bordo dsse"por
ta'. S p issadas algumas horas que se soube
a falta do contra raestre, que seudo horaem j 1 ido-
so, e demais nao passtndo por eximio nadador, se
jnlgou perdido.
E como se salvou ?
Agujntou-se nove hura* ao de cima d'agua,
e foi final salvo por um vapor que segua para
Porto Said
Pobre velbo, eoitado Q ie angustias nao
SG&rena ?
Poder avalial-as pelo que lbe vou contar
Por duas vezea avistou unj navios qU'' passavam ;
agiton se chanou o primeiro, e tudo foi baldado
porque de bordo nao o virara. O segundo, julg u
elle que vinha soccorrol-o,pois aindj se desviou
do rumo em que ia, mas aepois afastou-se. la
talvez suceurabir quando passou o paquete que o
salvou
Continuamos a navegar e com bom tempo. Uma
noit* o capitao diz para as passageiras :
Se querem ver um e&pectjculo imponente,
"io se deiti'ra cedo.
Entio... que ? (acodera, todos pressnrosos,
os curiosos de bordo,}.
Rfparem, olhem all para o lado da proa
N'este momento "um clarSo formidavel, segu.' 1
por uma chuva de fogo e de pedias, iliumina o
mar ; doze a quatorze minutos depois, repere-se
o clario. E, emquanto o avistamos, rejete-se o
phenomeno eom m-j fgnbtridsdfl que causara
-qveja ao nielbor chi numero do bordo.
Que isw .' 1 perguntum todos).
E', meus seuberes, o Stromboli, vuleao em
actividade que n'estas paragens nos serve de pba-
rol.
Agora, u-ubas aenhoras, vio deitar-se o lc-
vautem ae cdo amanb, para verem como boje ca
dia se passH i-ntre Seylla e Charybdet (disse o
commandantu airrindpji.
Uoveruo da provincia
EXPEDIENTE DO DA 17 DE JULHO DE 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, tendoens vista
o exposto pelo commaudante das armas e pelo
inspector da Tbesouraria de Fazenda, em ofBcios
de 5 e 14 deste mes, sob ns. 355 e 4%, resol ve, de
accordo com o decreto 2,8*14, do 1 de Fevereiro
de 1862, abrir um crdito da importancia total de
2304, sendo 180,} verbaIostruccao Militar e
50/, deDespesas de corpos e quarteis, do Mi
nisterio da Guerra, exercieio de 1885 a 1886, afim
de t<-r lugar o pagamento das gratificaco-s dos
directores e adjuntos das escolas regimentaes e as
consignaepes das masicas, relativas aos rnezes de
Maio e Junho deste anno Remetteu-se copia
Tbesouraria de Fazenda e cora mu ni 30U-se ao coin-
mandante das armas.
O vice-f residente da provincia, tendo pre-
sente o recurso interpoato por Francisco Jos Al-
ves Guimares, do julgado da junta do Thesouro
Provincial que, attendendo reclaraacao do recr-
reme sobre a collccta da raei agua n. 27 A,
ra do Mrquez do Herval, restringi, em vista do
art 261 de regulamento de 2 de Julho de 1879, o
deferimento a datar da 1830 a 1881, deixan o as-
sim de amplial-o ao exercicio de 1878, conforme
pretenda o recorren te ; resol ve, de accordo com
o exposto no otficio do mencionado Thesouro, de
19 de Junho ultimo, aob n. 721, ngar previmento
ao dito recurso, e determinar que se remetta co-
pia desta portara ao Thesouro Provincial, para
produzir os devidoa effeitos.Rem'tteu-se copia
ao inspector do rhesouro Provincial.
O vice-presidente da provin.'ia resolve no-
mear o Rvd. vigario Joao da Costa Bezerra de
Carvalho, para exercer o cargo de delegado litte-
rario da Gloria do Goita.Remelteu se o titulo ao
inspector geral da instrueco publica.
O vice-presidente da proviacia, usando da
taculdade conferida pelo art 7^> da lei de 12 de
Agosto de 1S34, resolve prorogar, at o dia 20 do
corren te, a actual sessao da Assembla Legisla-
tiva Provincial.Communicoa se ao inspector do
Thesouro Provincial e respectiva Assembla.
O vice presidente da provincia para cum-
plimento do art. 113 do regulamento t. 447, de 19
de Maio de 1816, resolve Bttmear o deiemoarga-
dor juiz de direito, Jos Manoel de Preitaa,'o chete
de divisao, Jos Manoel Picaneo da Costa e o ca-
pitio-tenente Joaquim Goncalves Martina, para
fazerem parte do conselho de que trata o art. 4*
do decreto n. 358, de 14 de Agosto de 1845, afim
de examinarem as contas do cofre das multas da
ca taa do parto e marcar o dia 21 do corrente,
as 11 horas da nimba, para a reuniio do dito con-
selho-Fizeram-st as devidas communicacooa.
O vi'x-presidente da provincia, tendo em
vista o que expes o Centro da Lavoura e Commor-
cio do Rio de Janeiro e os avisos ciscalares do
Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas, de 26 ce Janeiro e 17 de Maio ultimo,
resolve nomear orna commsso composta do Vis-
conde da Silva Lo/o, Barao de Serinbem, teen-
te-coronel Jos Fiuza de Oliveira, commendadores
Joseph Krauae, Joao Fernandes Lopes e Antonio
Gomes de Miranda Leal, e do cidadao Andr Ma-
ra Pinheiro, para se encarregar da acquisicao de
raat-'rias primas e producto brasileiros, que, com
vantagera, figurera na seceo da exposico su
americana, que a Sociedade Central de Geogra-
phia e Commercio de Berlim, pretende inaugural
no dia 1 de Setembro prximo, naquella cidade.
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade com a proposta do administrador dos cr-
relos, em officio de hontam, sob n 619, resolve,
nos termos da lei n. 2,791, de 20 de Outubro de
1877, nomear ^ Francisco Thomaz de 'ouza Pei-
xoto, para exercer o lugar, vago, de ajudante do
crrelo da villa de Leopoldina.Commuoicou-se
ao administrador des crrelos.
O vice-presidente da proviucia, de confor-
midad com a proposta do administrador dos cor
reios, em ofikio de hoje, sob n. 621, resolve, nos
termos da lei n. 2,794, de 20 de Outubro de 1877,
nomear Prescilano Augusto da Porciuncula, para
exercer o lujar, vago, de agente do correio da
estacao de Majara!, no prolongamento da estrada
de ferro do Recie ao 8. Francisco.Cammuni-
cou si ao administrador dos corrcios.
OrEcios :
Ao eons Iheiro presidente do Tribunal da
Relav5o do Recife.Sirva-se V. Exc. de provi-
denciar no sentido de ser transmittida Secreta-
ria desta Presidencia a certido do processo do
reo Manoel Emygrlio dos Santos, qus ioterpoz re-
curso de graca da pena de 8 annos de priso com
trabalho e multa correspondente metada do
tempo, a qual lbe foi imposta pelo jury desta ci-
ptal, em sessao de 23 de Jalho de 1878.
Ao presidente da provincia do Rio Grande
do Norte Nesta data provdenciei, de accordo
com o que V. Cxc. solicitou no oficio de 11 da
corrente, qianto passagem de Francisco Salga-
do de Albuquerque Marauhao.
Ao Visconde da Silva L yo.Tendo o C 'u-
tro da Livoura e Commercio d; Rio de Janeiro
solicitado o concurso desta proviacia para a Ex-
posigao Sul Americana, que a Sociedade C-ntral
de Ge3gra>hia e Commercio de Berlim pietende
inaugurar uessa cidade, no 1* de Setembro prxi-
mo futuro, e havendo o M nisterio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas, em avisos circula-
res de 26 de Janeiro e 17 de Maio ultimo, enca-
recido a conveniencia de ser o Brasil representa-
do vantaj smente na seccao a elle destiuada,
pela maior exhibicao possivel, qur de productos,
qu r de materias primas, que sejain sujeicadas a
aualyes cbimicat e a experimentacoes industriae.-,
preslando-si; igualmente loformacoes e dados que
sirvam a tornar o Imperio conbecido, por apre-
ciucao exacta de suas produccoes e riquezas na-
tura-s, eondi oes climatolgicas das diversas zo-
nas, methodos erapregados na igncultura e em
ouiros ramos da industria nacional, noineei hoje,
para esse tira, uma coraraisaao composta ie V.
Exc, do Barao de Serinbem, do tem-nre-coronel
Jos Fiuza de Oliveira, dos commendadores JosOph
Kr-iuse, Joio Fernandes Lopes e Ant mo G>mes
de Miranda Leal, e do cidadao Andr Maria Fi-
uheno.
Des'.j.mdo esta Presidencia corresponder ao
rmpenho do governo imperial e da sociedade
Centro da Lavoura e Commercioe no interesse
de procurar tornar-ae esta provincia melhor co-
nbecida, principalmente n.o Imperio Allemao, p la
exp 'sico de seus melhores productos e materias
primas, cont que V. Exc. cora os demaia meu.bros
da commissao, ptk todo sea emp nho e patriotis-
mo no in- loor xito de tal ommet imeuto, mos
iranio por esse modo O oraior interesse e boa von-
caJo polo desenvoivi;ncnto desta roviucU, certo
de que o governo imperial c msidera de importan-
cia os esforcos e bons resultados ubtido pelos
cidadaos que coucorrerem para o melhor resultado
iie i desiderarum.
Ao Dr. juiz de direito do 1* distrcto crimi
nal da comarca do Recife.Transmiti a certido
do processo do reo Honorio dos Santos Baptista e
a petico por elle dirigida ao poder moderador,
afim de V. S. prestar a informacao de que trat-. o
aviso circular do Ministerio da Justica n 287 de
28 de Junho de 1865, visto ter o mesmo rta incer-
posto recurso de graca da pena da 9 annos e 4
raezes d prisSo simples, que Ihe foi imposta em 2
de Maio de 1876, pelo tribunal do jury desta ca-
pital, presidido pelo desembargador Francisco do
Assis Oliveira Mac el, enfo juiz de direito do 1
distrcto criminal da comarca do Uecit', cargo
que actualmente exercid por V. S.
Com a informacao que V. S prestar, sera* de-
volvidas as supraiitas certido e petieo de
graca.
A' directora da Associacao Commercial Be-
neficente.Tendo o Centro da Lavoura e Com-
mere o do Ro de Janeiro solicitado o concurso
desta provincia para a exhibico de productos e
materias primas, na seccao brasileira da Exposi-
co Sul Afericana, que a Sociedade Central de
Geographia e Commercio de Berlim pretende ah
i ".augurar no da Io de Setembro prximo, e sendo
empenho do governo imperial corresponder da
melhor maneira ao patritico commettiraento da
quella Sociedade, dirijo me a Vv. s. no iniuto
de auxiliarem pelo melhor m do esse cominee ti-
ment, certo de que o governo considera impor-
tante o auxilio de Vv. Ss., que por esse modo'da-
rlo mais uma prova do seu patriotismo e boa von
tade em prol desta provincia e do paiz.
Mutatia mueandis Associaco Commercil
Agricula, e Imperial Sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberaes de Pernambuco.
Ao inspector da Thesourana de Fazenda.
Commuoico a V. S. que o juiz municipal e de or-
phos do termo do Santo Antao, b icharel Aatonio
Sergio Lopes Lima, interrompeu hontem o exer-
cicio de seu cargo por motivo de molestia.
Ai mesmo.Por iuservivel, segundo me foi
declarado, nao pode a bomba da Alfandega func-
cionar no ultimo incendio havido nesta capital.
Cumpre que V. S. procedendo s necessarias
syndicancias, me informe a respeito, providen-
ciando logo para que a mesma bomba seja conve-
nientemente reparada.
Ao juiz de direito da comarca de Palmares.
Para ser encaminhado o recurso de graca nter-
posto pelo reo Francisco Soares da Rocha da pena
de 12 annos de priso com trabalho, que Ihe foi
imposta pelo jury do termo de Agua Preta, em
sessao do 15 de Abril de 1885, convem que Vmc.
providencie no sentido de ser transmittido Secre-
taria d'esta Presidencia a certi >o do processo do
mesmo reo, prestando Vmc. a informacao precei-
tuada pelo aviso circular do Ministerio da Justica,
n. 287 de 28 de Junho de 1865.
Circular :
Aos juizes de direito.Tendo sido appro-
vada pelo Ministerio dos Negocios da Justica, em
30 de Junho fiado, a deberacao que tomou o juiz
do direito da comarca de Macah, na provincia do
Rio de Janeiro, de mandar fazer a iascnpco das
escripturaa de penhor agrcola no livro n, 6, des-
tiuado pelo art. 13 do regulamento n. 3,453 de 26
de Abril de 1865 para a do penhor de escravos
collocando-se na casa dos nomes e careteristicos
d'estes, a declaraco do objecto do penhor aer-
cola; assira o communco a V... para os devidos
eff itos.
Dfficios:
Ao presidente da junta classificadora de es-
cravos 4o municipio de TacaratTenho pre-
sente o oficio ale 5 do corrente, com o jual Vmc.,
em vea de ctessificaco, enviou me o reau tado
das avaliacoes, feitas pela junta classificadora
d'esse municipio, relativamente aos escravos liber-
tados pela 7* quota do fundo de emancipaco.
Kemetteodo a Vmc. copia do modelo das classi
ficacoes, que ser devida e opportunamente archi-
vado, afim de que a junta organise a classificacao,
que Ihe compete, acerca dos escravos libertados
por conta da dita quota, e enve copia authentica
a essa Presidencia, declaro-lhe que a avaliacao
dos escravos acto posterior approvaco da
classificacao por parte desta Presidencia, e que
dep >is de approvada, pode ainda, nos termos dos
arts.34 e 35 do regulamento de 13 de Novembro de
1872, ser alterada pelo juizo de orphaos, era vir-
tude de justas reclamacoes que Ibesejam dirigidas
no praso de 30 dias, contados da data em que tiver
sido conhecido o acto da Presidencia.
Declaro-lhe mais que para isso nao compe-
tente a junta, mas sim o collector geral, membro
della, como agente fiscal da Fazenda Nacional, e
que os .lores mximos do tabella do art. 1* da
lei n. 3,270, de 28 de Setembro de 1885, per-
miitido para as lberlaces pelo fundo de eraanci-
pacao o disposto na ordem circular do Thesouro
Nacional, de 16 de Julho ie 1883 e nos arta. 37
e seguintes do dito reguUmento.
Para a classificacao cumpre ter em vista que a
coujuge de livro prefereaoconjoge, observando-se,
anda quanto a essas classes e s demais o dis-
posto na circulares, juntas por copia, de 10 de Fe-
vereiro de 1883 e 26 de Junho de 18S4, e que
esgotada no municipio qualquer das clssses de fa
milias, segundo a gradaco de cada uma, deve-se
mencionar na elassiiieac) essa circunstancia.
Finalmente declarando-lbe que os trabalhos da
junta e todo o expediente devem ser assignados
pelos membros da junta, recomtneudo que informe
se forana atnxados edicaes convidando os interesa-
dos a apresentarem suas decl.racoj.Remet-
teu-se copia ao juiz municipal.
A' junta classificadora de Bom Conselho.
Segundo a circular d'esta Presidencia de 1C de
Fevereiro de 1883, expedida en virtude do aviso
Jo Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas, de 19 de Janeiro, esgotada qualquer
classe da familia, deve essa circunstancia constar
da casa dosooservacoesdas c'assificaeo :s fei-
tas pelas juntas elasslacadoras o que mi foi eum
pndo por Vmc. na copia, que euviaram com o iffi-
de 9 do corrate, quanto classe, a que pertence
a escrava J >sepha.
Tambem na circular de 26 de Junho de 1884,
expedida, nos termos do aviso de 31 de Maio, pre-
ferem os conjures quo tiverara maior numero de
filbos livres, menores de 8 annos, e < n? seguida os
que us tiverera em maior numero, menores de 21,
aim de tei-se em attenc'o u maiir peculio, que
em cada ulasse d4 razan preferencia.
Assim, na ciaaai ic-tco, a que alludo, Benedicta
ou Benedicto, como nella se acha escripto, casado
c>m mulher livro prefexe, por tei dous filhos inge-
nuos menores de 8 annos e outro menor de 21, a
Gregorio, d-i mesma classe, o qual tein um, tam-
bora menor d- 21, e que igualmente prctere a Sil
vino, de 19 unios, da mes m classe, s-m filaos, do
va or de 90014000, p^rtenceute ao collector geral,
membro d'-ssa innta.
O valor mximo da tab-lla di art. 1 da lei
n. 3,270, de 28 ue S-tembro a- 1885, o permita lo
para a son matricula, mas nao para a libertHuo
para a OOul cun ore atte.ider s condicoes physi-
ci= do libertan lo, na forma da ordem circular do
Thesonro Nacional d- 16 de Julho de 1883, atten-
dendo-se mais a que, segundo o aviso circular de
6 de Abril ultimo e circular desta Presidencia de
23 oe Maio, observando se at encerram-nto
da nova matricula o processo do art. 37 e aejuin-
t.es do regulamento de 13 de Novembro de 1872.
Determ >, p urtauto, qu e proceda a nova
cla-sinVacao, enosprindo-ae Selnfante o ioe fica
ditotteiiietceu se copia ao juiz municipal.
A* junta clas.ifica lora de escravos do muni-
cipio ile Cimbres. L) posse da copia Ja classifi
cacao, que Vinca, enviaran com o ofti ;io de 6 do
corrente, '. el ro-lhes que, seguudo c aviso circu-
lar do Ministerio da Atricuicum, C unmereio -
Obras Publicas de 31 de M.io de 1881, do qual
leu-se silencia a e-sa junta na circular d-sta
Presid-ncia de 26 de Junho s.guinte, prefere na
cUssificaca a coojuge, que tiver maior aum-r
d faihos livres, menores de 8 ann is, e m seguid
as qu- os ti verem em maior numero, menores de
21, dando su amia a preferencia em cada uma
classe o maior p culi >.
Determina igualmente o aviso d 19 de Jan iro
de 1883, Iludido na circular de 10 de Fevereiro
?ue nao se pode pissar de uma outra c!as3e de
tmilias, sem quo esteja esgotada a precedente,
mencionando-ae essas circumsUncias na ca3a das
observaces.
Assim, devotoo-lhea a citada copia, para quo se
proceda a novos trabalhos pelo modo exposto.
Declaro-lhes, outrosim, que nao occasio op-
portuna para o accordo dos valores dos escravos,
por parte do agente fiscal da fazenda publica, a
poca da classificacao, porquanto esta, depois de
approvada pela Presidencia, pode ser alterada
pelo juia de orpuos, mediante reclamacoes jus-
tas ; alm de que preciso attender se tabella
do art. I" da lei n. 3,270 de 28 de Setembro de
1885, a qual nao pode ser observada em absoluto,
nao s porque cumpre ter-se em consideraeo a
ordem circular do Thesouro Nacional de 16 de Ju
lho de 1883, quanto ao estado physico do libertan-
do, etc.; mas tambem porque no aviso circular de
6 de Abril ultimo, alludido na circular de 24 de
Maio, determiaajree que vigore at o encerramento
da nova matricula o processo estabelecido no art.
37 e seguintes do regulamento de 13 de Novem-
bro de 1872.
Poi tanas :
A' Cmara Municipal do Bonito. Determi-
no Cmara Municipal do Bonito que expeca as
devidas communicaces aos juizes da paz e d as
demais providenciad do estylo, afim de que no dia
20 de Agosto prximo vindouro, se proceda elei-
eao para um depatado Assembla Legislativa
desta provincia, pelo 9 a distrcto eleitoral, em
substituico do Dr. Antonio Francisco Correia de
Araujn, que falleceu.
Mutatia mutandis s Cmaras de Panellas,
Quipap e S. Bento.
Sr. gerente da Compauhia Pernambucana
mande dar passagem r. at Penedo, na pnraei-
ra opportunidade, a Tito dos Passos ie Almeida
Rosa, por conta das gratuitas que a governo
tem direito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem r, at Natal, a Francisco
Salgado de Albuquerque Maranhlo, por conta da
provincia do Rio Grande do Norte, como sal itou
o respectivo presidente em oficio de 14 do cor-
rente.
EXrBDIBSTB DO SBCBETABIO
OfBcios:
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do Exm.
Sr. vice-presidente da provincia, trans uteo a V.
S., em soluco dos seus oficios ns. 687 e 693, de
12 e 13 do corrente mez, copia dos de ns. 614 e
616, do commaudante interino do corpo de polica,
de hontem datado*.
Ao inspector interino de Sade do Porto.
Para os fina convenientes, transmiti a V. S, de
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia,
copia do telegramma de 16 do corrente, do Exm.
Sr. Ministro e Secretario de Estalo dos Negocios
do Imperio, declarando afeccionados de cholera-
inorbus os portos de Trieste e Fiume, e suspeitos
os demais portos austracos at Cattaro.
Ao inspector do Thesouro Provincial. O
Exm. Sr vico-presidente da provincia manda re-
metter a V S. para aeu cenhecimento e devidos
fina, copia do oficio Jo p esid nte do Banco In-
dustrial e Mercantil d > Rio de Janeiro, em que
enva uma relajo das apolices desta provinci,
registradas na corte, e aecusa o recebimento de
uma letra da qoantia de 17 087*612 desse The-
sour. sobre o new Lindon and Brasiliau Bank, a
favor do mea^geedo Banco Industrial e Mercan-
til, para paganwnp) de juros relativos ao semestre
fiado.
BXPBD1BKTE DO DIA 19 DB JLHO DE 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, resolve exo-
nerar o bacharsl Arthur Garcez Paranhos Monte-
negib do cargo de promotor publico da comarca
de Iguarass.Fizeram-se as devidas eommuni-
cacij s.
O vice-presidente da provincia, resoive re-
mover o nromotor publico da comarca de Pao
d'Alho, bacharel Fraucisco Xavier Paes Sarreto
para a de Iguarass.Fizeram-se as devidas com-
municaces.
O vice-presidente da provincia, resolve no-
mear o bacharel Joaquim Pedro Cavalcante de
Albuquerque para exercer o cargo de promotor
publicad comarca de Pao d'Aluo.Fizeram-se
as de vidas cummunicscoes.
O vice-presidente presidente da provincia,
tendo em vista o exposto no oficio do inspoctor d >
Thesouro, de 14 do corrente, n. 22) resolve de-
clarar que o cidadao nomeado, por portara de 6
deste mez, para o cargo de collector das rendas
proviociaes do municipio de [tamb, chama-se
Adelino Celestino de Mendonca e nao Antonio
Celestino de Mendonca, como se acha mencionado
na referida portara. -Communicou-se ao inspector
do Thesouro Provincial.
O vice -presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Joo Jos Ribeiro de Moraes,
professor da cadeira de en un primario de S.
Jos desta cidade, tendo em vista as informacoet
ns. 166 e 702, de 25 e Maio e 12 de Junho ulti -
mos, ds inspector geral da Instruccao r*ubl ca e
Jo Thesouro Provincial, resolve conceder ao peti-
cionario a gratificacao de antiguidade, de que
trata o art. 116 do regulamento de 6 de HV ereiro
ds 1885, visto contar mais de 25 annos de efiecti
vo exercicio no raag'sterio publico.
O vice-presidente da provinoia, attendendo
ao que requereu Aff.ns > Lucio de Albuquerque
Mullo, amanuense da R-partigao da Instruccao
Publica, resolve prorogar por 3J di8, com orde-
uado, a licenca ltimamente concedida ao peti-
cionario para tratar de sua saude onde lbe con-
ver.
0 vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Celestina Amalia Alvares de
Souza, pr.i'esaora da cadeira mixta de Venda
Grande, tendo em vista a informacao n. 199, de
28 de Junho finio, do insf eetorgeral da Instruc-
cao Publica e o par. cer da junta mlica provin-
cial, resolve conceder peticioaaria 60 das de
licenca, com orden-ido, para tratar do sua saud-
onde Ihe convier.
Oficios:
Ao consi-lheiro presidente do Tribunal da
Reiacio do Recif -.Transmiti a V. Exo o re-
luerimento em que o sen enciado Mauoel Jea-
qura dos Sant a Io pede ao Tribunal da rulaco
ordem de habeas Corpus.
Ao inspeotor da Tbesouraria de Fazenia. -
omrauuico a V S, para os fina convenientes,
que Joaquim Roberto Pcreira, em 15 do corrent'-
mez, aasumio o exercicio do cargo de promotor
publico da comarca de Bonito, para > qual fo> co-
meado pAn respectivo juiz de direito.
__Ao mesmo.Cimmanico a V. S., para os fias
convenientes, que o Exm. Sr. Cunselhero Ministro
e Secretario ae Estado dos Negocios da Justica,
em Aviso de 9 do corrente, d UroS que deve ser
considerad* com u ordenado integral a licenca de
tres mezes ltimamente concedida, pr ivisoriainen-
te, e sem V'-neimentof, por esta presidencia ao
pr -motor pub ico da comarca de Villa Bella, ba
obarel Amonio Candido Correia de Araujo
__ Ao mesmo.Comtiuuico a V. S, para os
fins convenientes, que o bacharel Be.larra no Gue-
d.u Correia G ndim, a 1"> do corrente mez, nssu
mi o exercicio do cargo de juiz Municipal e de
orphaos do termo de Timbaba.
Ao meomo.Commuiiico a V. S., que o juiz
mu ncipal e de orphaos do t imo d- Ipojuca, ba-
charel Felecano do Reg Barros e Araujo, a 13
do corrente mez, interromp-u o respectivo exerci
co, por motivo de molestia e a 15 entrou no goso
do quinae dias de litenca, com o ordenado integral
(ue obteve do presidente do Trib mal da Relaco
no dia 9, jara tratar de sua sle
__ Ao mesmo.Mande V. S. ajus ar contas ao
-Iteres do 2o batalho de infantera Gervasio dos
Santos Coelho, que foi mandado addir ao 11 ba -
talbo da mesma arma, segundo consta da ordem
do dia do ajudonte-geaeral do exereito, 11*1,994
de 25 do Maio ultimo.
Ao mesmo.Cumprindo evitar-se o mais
possivel que as libertacocs, por conta do fundo de
emancipaco, sejam feitas pelos precos mximos, a
que se refere o 3 do art, 1" da lei n 3270, de
28 de Setembro do anno passado os quaes, se-
gundo o mesmo paragrapho e artigo, servem de
base nova matricula, que se acha aberta at 30
de Marco de 1887, como fcilmente se verifica
pelo aviso-circular do Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas, de 6 de Abril ulti-
mo, desde que se determina que, para o arbitra-
mento dos valores, vigore, ate o encerramento da
mesma matrcula, o processo estabelecido pelo art.
37 e seguintes do regulamento n. 5,135, de 13 de
Novembro de 1872, sirva-se V. S. de expedir ter-
minantes rocommondacoes aos agentes fiscaea
nesae sentido, remettendo-lhe copia da ordem-cir-
cular do Thesouro Nacional, de 16 de Julho de
1883, cuja observancia encarecer-lhe-ha.
Ao inspector do Thesou.o Provincial.Do
accordo com a informacao n. 14 de 9 do corrente
mande Vmc. pagar a Nicas da Silva Guarni, ar-
rematante da obra de repar is das pontea do At-
ierro Ra Bella e Acougues, em Rio-Formoso, a
quantio de 769)00, importancia da 1 prestaco
da dita obra, j descontada a responsabilidade do
estylo, segundo o certificado, que devolvo. passado
p-la repartilo das Obras Publicas em 28 de Ju-
lho nlttmo.Communcou-se ao engenheiro chefe
da repartico das Obris Publicas.
Ao juiz de direito da comarca da Victoria,
Convm que Vmc. expeca as ordens necessarias
para que seja remettida secretaria desta presi
dencia a certido do processo de Joaquim Domin-
gos Lima, que internos recurso de graca da pena
que Ihe foi imposta pelo jury do termo de Santo
Antao, em 22 de Setembro de 1885. A certido
deve ser acompanhada da informacao de Vmc,
conforme preceita o aviso-circular do Ministerio
da Justica, n. 287, de 28 de Junho do 1865.
Ao promo:or publico di comarca de Ouri-
curyTransmiti a Vmc. copia da represeataco,
eoin os respectivos documentos, firmada por Ju-
venal Antonio de Castro e Silva, afim de que pro-
ceda na frm da lei contra quem de direito.
Commuuiou-se ao dito Juvenil.
Fortarias :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faca transportar provinci da Parabyba, pir
conta do Ministerio da Guorra, na pri-neira r.p-
portuniiade, um volume pojando 17 klngrammas
e 500 graramas, contendo artig >s de fardamento
destinados comp nhia de infantina d'aquella
provincia. -Cora-aunicou-se ao director do Arse-
nal de Guerra.
O ar. gerente da Companhia Pernambucana
faca transportar provincia do Cear, por conta
do Ministerio da Guerra, no vapor Jpojuca, o al-
ferea do 2 oatalho de intantaria, Gervasio dos
Santos Coelho, que, por portar a do mesmo Minia -
ceno, de 29 de Maio ultimo, foi mandado addir ao
11* batalho da dita arma, e bem assim sua mu-
lher D. Amelia Risa do Santos e 3 filhos, Luiz
com cinco annos do idade. Julia com quatro e Eli
ni com dous. Coromunicou-se ao commandante
das armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem, r, at Natal, a Lourenco
Justiniano de H .llanda e Souza, por conta das
gratuitas a que o gov rno tem direito.
EXPEDIKSTK DO bBCBETABIO
Oficios :
A Io secretario da Assembla Legislativa
Provincial. De ordem do Exm. Sr. vice-pn se-
dente da provincia, transmitto a V. S a petico
de Antonio Joaquim Casco, encamnhada pela
Cmara Municipal do Recife, com offieio n 31 de
14 do corrente mez, junto por copia, afim de ser
submetti Ja consideraeo d'essa Assembla.
Ao Dr.juiz de direito do Io distrcto crimi
nal do Racife.Da ordem do E*m. Sr. vice-pre-
sidente da provincia commnnico a V. S. que o di-
rector do presidio de Feraaudo de Noronha part-
cipou Urd'alli remettido para esta capital os sen-
tenciados de que tracta o seu oficio de 5 do cor-
rente mez.
Ao Dr. juiz de direito do 2* distrcto crimi
nal do Recife.De ordem do Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia communic > a V. S. que o di-
rector lo presidio de Fernando de Noronha parti-
cipou ter reramettido para esta capital os erapre-
gados e 8eatenci08 couataotes da relaco nnne-
xa ao seu -ffioio n 356, do 9 do corrente mez, ex -
cepto os de nomes Lucio Al ves, por t- r tallecido a
25 de agosto de 1883, c Avelino Alvos da Silva,
or n> existir naquolle estabeleiimeuto.
__ Ao director do presi iio de Fernand> de No-
ronha.__De ordem do Exm. Sr. vice-presid-mte da
provincia commuuico a V S. que foi hoje remetti-
da ao Dr.juiz ie direito das execujoes crininaes
para os Sos c invenientes, a quantia de 6510,
perencente ao espolio do sentenciado Joaquim Lo
pes R.drigues, de que tracta o seu uffloio n. 193
de 13 do correnie.
__ Ao gente da Companhia Bahiana.O Exm.
vice-presidente da orovmcia manda aecusar o re-
rebimento do oficio de hoje daiado, era quu V. S.
participa que o vapor AfarmAo Visconde chegado
hontem da Bahia e esoata, regressar pa a os
meamos portos no da 21 do crente, s 4 horas
ja tarde.
DESPACHOS DA PBESIDESCIA DO DIA 27 DE
JDLHO DE 18<6
Aafrv.io d.* Fous ea a iSilva. Agu -rde
o cr-dito solicitado hoje ao Ministerio da
Guerra.
Padre Fr.iB*-iseo Verissimo Bandeira
Iuforme o Sr. inspector do Thesouro
Provincial,
Firmmo Lopes de Oliveira.Deferido
com o offi ao desta data ao Sr. Dr. chefe
le p ilicia. _
Thuuaz Passini. -Sien, com a contribu-
cao do estylo e mais despez.is inheren-
tes.. .
Vicente Grteles de Araujo Pereira. --In-
forme o Sr. inspector da Saude Publica.
Secretaria da presidencia de Pemambu-
co 8 julho de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Repartico da Polica
SeccaTZ* N. 731. Secretara da Po-
loia de Pernambuco, 28 Illm. e Ex ii. Sr. -Participo a V Exc.
quo f.iram hontem recolhidos Casa de
Detentos seguintes individuos:
A' rana* ordem, Silvia, escrava de Au-
gusto de Souza Li), remettida pelo sub-
delegado de Af-gados ; Eugenio Francisco
de Souza, Val liviao Campos Negreiros,
Miguel Dominga, dos Soulos e Manoel Joa-
quim de Mello, vindos do termo da Victo-
ria, oa tres primeiros como sentenciados e
o ultimo como pronunciado.
A' orlem ao subdelegado de Santo An-
tonio, M.uoel P-dro Francisco, Antonio
raciliaao do Espirito-Santo, Aotonio Pe-
dro di Silva, Joao Baptista da Fonseca,
Manoel da Costa Pereira Lima, Domingos
GonC/ilve8 da Silva, Manoel Antonio ds
Nascimento, Jos GrraciUano da Silva, Au-
reliano Ferreira de Amorim e Mara Fran-
cisca do Nascimento, por disturbios.
No da 25 do corrente, e no 2- dis-
tricto da Graca, Antonio Teixeira da Sil-
va ferio levemente a Manoel Guedes de
Oliveira Alcotorado.
O delinquente foi preso em flagrante e
deixou de ser recolhdo Casa de Deten-
cao por ter prestado nanea provisoria.
O offendido est sendo tratado no hospi-
tal Pedro II.
Abrio-se inquerito contra o offensor.
Coratnunicou me o delegado do termo
de Limoeiro, que na noite de 24 para 25
do corrente, penetraran, os ladrSes, por
meio de arrombamento no estabeleciment
de Aotonio de Pontea Mirinho, sito ra
Luminosa, e subtrahiram a quantia de....
210500 em cobre e alguo.9 gneros no ya-
lor de pouco maisdo cem mil ris, segundo
afErma o referido Pontes Marinho.
Fez-so a vistoria ordenada na forma da
lei e trata se de descobrir o autor ou auto-
res do crime.
Em data de hontem assumio o exer-
cicio da subdelegada do 1' distrcto de Be-
berbe, na qualidade de 2- supplente, o te-
nente Alvaro Joaquim de Alm.
Dous guarde a V. Exo. -IHin. e Exm.
Sr. Dr. Igaacio Joaquim de Souza Lelo,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poliiia, Antonio Domingo
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 28 DE JDLHO DE 1886
Jos Marques Ferreira.Dirija ao Con-
sulado Provincial a sua com nuoicaco.
Miguel Jos Rodrigues Braga. Jnte-
se copia das informar-oes.
Coronel Manoel do Nascimento Vieira ds
Cunha e Gustavo Merraond. Ao Conten-
cioso para satisfazer a requisiclo.
Jo5o Climaco Correia de Ar iujo, Anto-
nio Morjira da Silva, Francisco Jos Ro-
drigues Praca, Juno Ferreira Campos, H.
Burle & C. e Antonio Francisco Bitten-
court. -Haja vista o Sr. Dr procurador
fiscal.
Baltar Oliveira 4 C e Manoel Fgnei-
roa de Faria 4 Filhos. Ao Contencioso pa-
ra os devidos fins.
Joo Vicente de Torres Bandeira.Cer-
tifique-se
Libalo d'Albuquerque Mello. -Fajam-
se ae not ts da portara de licenga.
Antonio Jos Maia 4 C, coronel Ma-
noel do Nascimento Vieira da Cunha, Fran-
cisco Duarte, offi ;ios do Dr. procurador
dos fetos, gerente da estrada de ferro do
Limoeiro, Joo Vicente de Torres Bandei-
ra e Tavares 4 Oliveira- Informe o Sr.
contador.
Mano -1 Marques Avila. Entregue se
pela porta.
Mauricia Maria da Conceijao. Satisfa-
ga a exigencia da contadona.
PERHAHBPCO
Assembla Provincial
52 SESSAO EM 7 D JUNHO DE 1886
FKBSIDESCIA DO EXM. 8B- DR. JOS HAMOEL DE BABBOS
WAXDBELET
SoniiABio.=Leitura e approvaco da ac1.Expe-
diente.Apresentacao e nsciiicacab Je
uma indicacao do Sr. Soares de Amorim,
sobre a libertaca do municipio de ara-
bdsDiscurso do Sr. Costa Ribeiro.
Remessa da iodicacilo commissao de
c Hiscituicao e poderes Discurso do Sr.
Ratis e Sil vi sobre o desabamento da
p inte de Calafate. Adiamentodos reque-
rimeutos dos Srs. Jos Maria e Ferreira
Jacobina.Pnmeira parte da ordem do
d,H._Coatiuuacao da 2. diacuso do or-
camento provincial. -Votacio. Appro-
vaco era 3. discussao do projecto n. 87
deste aun >.S 'ganda parte da ordem do
' diaApprovaQo ?m2." discussio do pro-
jecti u. 1 deste anno, sendo sapprimido
o art. 2." a pedido do Sr. Drummond.
Approvaca' da redaccao do pnjecto d. 87
deste anue.Approvaco em primeira
discussao do projecto n. 93 deste auno.
Coutuuacao da segunda discussao d i art-
1." do piojecto n. 54 deste >nno (orea-
ra- uto municipal).Apoiamento da emen-
da n 44Discursos doa Srs Jos Msria
e Reg Barros.Final da sessao.
Ao meio da, feita a chamada e venficando-se
estarem prss<*n'es os Srs. Luis de Andrade, Coelho
de Moraes, Barros Wanderley, Etatis e Silva, Joao
Alves, Constantino de Albuqu-rqu-, Rodrigues
Port, Solouio de Mello, Domingues da Silva, Reg
Barros, Ferreira Velloso, Soares de[A.norim, Costa
Ribeiro, Herculano Bandeira, Juvencio Maris,
Sophronio Portelia, Julio de Barros, Prxedes
Pitanga, Costa Gomes e Gomes Prente, o Sr.
presidente declara aberta a sessao.
Comparecem depois os Srs. Ferreira Jacobina,
Lourenco de S, Barros Brrelo Jnior, Visconde
de Tabatinga, Jos Man Barao de Caiar, Ro-
gobert^, Drummond e J.. de Oliveira.
Faltam os Srs Rosa e Sva, Goncaives Ferreira,
Amaral, Augusto Frai.klin, Joao de S Antonio
Vctor, Baro de Itapicsuma, Andr Das e Re-
gueira Costa.
E' lida e sem debate approvada a actadaseasiS
antecedente.
O Sr. 1. secretario procede leitura do segrate.
Expediente :
Um offieio do secreaii) do goverao devolvendo
informado a peticao de Tlieotonio Joao da Cunha.
A quem fez a equisico.
Um abaixo assignados de negociantes, proprie-
Urios e morad res na parte media d > naacente
das mas do Amorim e da Moeda do bairro as
Recife, peiiindo que se prosiga e conclua o calca-
merato de ambas. -A' commissao de orcamento
provincial. ..
Sao lidor, apoiados, julgidos objecto de den-
berac" e vao a imprimir os segnutes projectos :
N. 98. A commissao de peticoes tend i em vista
a de D. Anna Amelia Barbosa da Silva, protesso-
ra publica de instruccao primaria do sexo remini-
no da ci lade Gravat, attendendo a que a poti-
Clonara e.'tlre ha mais de anno de uma bronchi-
'.e; que esta molest.a aggrava se pelo ex.rcic.o
do magister.0, o qual exige e obriga a peticiona-
ria a fallar constantemente, sendo portante indu-


MUTI1AD0


Diaritt ie Pcrnambuco(Juinta-leira 29 de Julho de 1886
repooso dos orgios da
pensavel e necessario
phonacio entre os quaes
papel importantissimo, attendnndo que a peticio
naria provou euoadoouineutos ser verdadero o sea
stodo de molestia, de parecer que se adopte o
seguinte projecto : .
A Assembla Legislativa Provincial de Per-
aatnbaco resolve :
Art. nico. Fie o oretidente da prov'ucia au-
torisado a conceder i. profesiora publica de iu-
struccio primara da oidade da G-ravat, Alina
Amelia Barbosa da.Silva, na anaa.de lioenon com
todos os vencimente*, pr*-.tratar de roa sade
nde lhe oonvier.
Sala das m umiiiifrr. 7 de Junho de 1886.
Perreira Velloso___Alio de Barros.
N. 99. Art J.o Picara npprimidos r*ditriota*
de paz de Serra Brama e Pedro, da comarca de
uricury, ficand amb >s anoexados o 1* din-
tricto.
Revogadas as dispoaipiea em contrario.
Em 6 de Junho de 1886.Gomes Pareute.
O Sr. Moars de Amoro* Sr. presi-
dente, no Diario de sabbado, sob a epigraphe
taraubatse l o seguinte: (l)
Ora, Sr. presidente, eu que logo no principio
desta. asaelo ote eaforcei em demonstrar que o
aosso glorioso partido nao mereca de modo aigun
epitbeto de escravoerata ; eu que vejo ueste fac-
i a confirmaco de que todos os braaileiros dese-
cara ver, o mais cedo possivel, extirpado este can-
cro social, que nos avilta aos olbos da civilisaclo
e da progresoo; eu, como filho daquellas eircam-
vieinliaur. is, e eouheepndo bem de perto es gene-
rosas fpntimentoa, que animara o coraeso de todo
e Rio-Grande do Norte, venho hoje propr a esta
assorabl qae em ame colleetivo de todos us, pc
ande felicitar a daquella provincia, por eate to
grandiosa < humanitario acontecimento.
E convicto de que todos os meus oollegas hpoia-
ao esta minha iadicaco, desd>' ji, em acm da
r*ligiio e da humanidade, me sent agradecido.
Vem mes, lida e apoiada a seguinte mo
alo:
Indico que seja felicitada a Assembla legis-
lativa do Rio-Grande do Norte, pela libertario do
municipio de Car.nbas daquella provincia.Soa
res de Amorim. >
O Sr. Coma Rlbel-o(Sao devolveu eeu
iisrnrso).
Ninguera pedindo a palavra a ind celo re-
mcttida cjmmiasil i de constituirlo e poderes.
O Sr. Rail* e SilvaSr. presidente, com
unicam-me da cidade da Esencia que desabra
completamente a pequea ponte que alli exista
sobre o riacho Calafate, na tecastio em que por
lia passava um carro carregado, puxado a bos.
Por esta r.zio flcou completamente impedido o
transito publico da eidade pt aquelle ponto.
Em viata deste facto, me pdetn que^ promova
eom t da a urgencia a diseuaaio e votarlo do pro-
vecto n. 7, em que tive a honra de pedir a esta il
lustre assembla a eonstruccao de urna ponte so-
bre o referido riacho Calafate.
\..Eic., Sr. presidente, comprehende quauto
argente a medida que ae reclama; e por issopeeo
ne tenka a be rodarle de dar para ord m do da, se
aiada o nao fez, o projecto n. 7.
O Sr. Presidente0 projecto n. 7 est na or-
dcjB o dia; mas Y. Exc. comprehende que, es-
tando ns em prorogacao de sessi nao posso
preferir a discosso desse projecto da das le;s
armuas.
Entrando em discussio um reqnorimento do Sr.
Jos Mara, o Sr. Sophronio Portella requer e a
asa concede o adiamanto, viato nao aehar se pre-
st-ate o ea autor.
B* igualmente adiada a discussio de um reqae
narento do Sr. Jacobina, a pedido do Sr. Herea-
lano Bandeira.
Pasearse I
Ia PASTO DA OBDBH DO DU
Continuarlo da segunda discusso do projecto
a. 48 deste anno.
So aaprovados os arta. 5.* 6.'.
Vai proceder se votacio do art. 7.*
8f. Same* Prenle diz que o artiga
aue se acha em discusso c ntm materia de gran
de importancia, pr isso, tendo sido proposta
fir doas Srs. deputad >a a suppressio d'elli, nao
pode deixar de cembater cssas emendas, dando as
razes justificativas que levaram o orador a pro-
r a medida consignada no inesmo artigo.
Trata-se, diz o orador, da suppressio da grati-
ficarse- concedida os profeaiores de instruccio
primaria e secundaria que tiverea 15 annes de
exeretcio.
Basa gratificacao j exista anteriormente com
a denominarlo de -gratificacao de ment ; oh
para ser ella concedida exigiara os regulamentos
jae o profesor tivesse li anuos de effectivo exep-
icio, e qae provasse pirante o conselh> luterano
tae tinha atrito.
Fortnava-se um pmeesso eir que o professor de-
eeia d;r a arova dos requisitos legaes que coa-
s-itaein o mrito ; era proferida a sentenea con-
eedendo on a'".o a gratificacao com recurso para o
p-esidente da pmviucia, e e depois disso aue a
gratificacio praduzia s-uj i-ffeitos.
a- ssodama rrforma eff-ctuada pelo regula-
ment expedido o anno pass-ido pelo Bario de
aiar, suhstitu '-;< essa gratifikacao de mrito
aela do exrcieto siaiplrsiai-nte.
Dispensoa-se esse processo em que deveria ser
dada a prova d-- mera, la-.iitenio-se a gratifica-
ao pelo ezercici mat<-rial.
Seja o profrssor boa ou mo. cumpridor ou re-
lapso ne cumpriincutu de seus deveres, obter,
depois de I minos d- exercicio, um augmento de
vencimeutos, que s sh justificava pela prova de
mrito ; o que wra sement concedido por uxcep-
eao, como um estimulo, passou a ser au medida
ommnm applu-ada indistmetameute.
Sr. Jos Mana lia ma auarte.
8fi Gomes Pan nte coatiua dizendo que nao
pide haver disida sobre a distinca que fea entre
a ralifieacao de mrito e a quo foi estabelecitia
pe regnlameato vigeute.
atas val apresentar a prova material deesa dis-
tjnocao, dizeado que dsed pode haver duvidas so-
fcre a distinct;ao que fez contra a (ratificarlo de
Bieriti e a que foi <-ataUeecida pelo repulamento
vigente, diudu qae, ua data da expedico do re-
galamento (6 de tevereiro), existiam 165 professo-
tes que ja baviam attingid* a 15 annos de exer-
icio, e entretanto penas 69 tinbam obtido a gra-
tificacao. 9a outroK, s- tiuham a coudQan de
exercicio, nao 'ahi.ni podido provar as coudicoes
de mrito, e por ato nao t.veras augmento de
venc mentas.
O Sr. Jos VariaComo isto ?
O' Sr. Getave Prente diz que est argotnen-
taado eo"i oe iados ofiuiaes.
Nlo *?. eontiua o orador, razio jaetificativa
par easa gratiscacao da a^rciciu, que so servir
pare, augmentar os encargos da provincia, sem
praveito alguna para a instruccio pu lica. 0 Sr.
Costa l-'.-rera, r>-feriadj se no sea relatorio a essa
graat6ea(So, declara qne absteve-se de a conce-
der, por eatiwdi-r qae ella dtpeBdia daapprova-
(|o da Aaacmbla, e que essa materia era digna
e receasieracaa pelo estado das finaacaa da p.-o-
aiaeia.
Me pedia, diz o orador, passar dcsapercebido
essa ramo de servico, que, depois das uancaa
ae atis deve preeceupar a atleacao da Assem-
C
servieo da iastntccao concome a terca parte
aa reaaa da praviama, e o regulamento de 6 de
fevereira de aaa passado creou onus ezcessivoe.
a qae aleta dessa gratifioac, a que se
tesa n f--rido orador, aotiguidade qae concedida pelo exercicio de
2f> meatus di'S pretessores.
O qae, parea, I mtvis extraordinario, qae pela
ariaieira ves se ; caastilau se heraaoa dos ven-
nanatas de prafeasores pblicos
Na ka esc ssplo...
Si. liega Barras O presidente exarbitou da
aatorisaaa*.
O Sr. G<*aes ParateA autorisacao dada pela
lei de ltffl para reforaiar a instroccio publica
ai* cegitaa certaa*eae aasae ponto.
(a diverso apartes.)
O Sr. Gomea Parate ata qae alo pode ser con-
testada s4re eese aoata, qae de lei expressa.
art. 11$ do regalaatent^ declara que a grati-
fiaaaao de antigaiaaae, qae de metade dos ven-
eaaoU'9, pasear por aiorte o professor vio va
e filaos saeaarea lo asame.
Has asta deas mspesican eaiste ama outra, a
io art. 119, por feeea da ^aal, por erte do pro
frjur. aererker saa viera ea. os filhos por elle
SasiaWa a qaaaaia eorrespeadente aos vencimei'
ma de am triaaoeare.
Wntr carrrira, saatiasts o orador, ala ha di-
aaeiro ae csmgae.
Tinaja se estabeUaid ama. gratifiaa^i exeep-
amami para paemiar a mrito e converte-se-a, sem
A aigaam jasauicativa, em gratifieacio por
rafpisa aaarciem I
Aajera par ama, falaa aaanuptio do direito eoa-
rtiisii sw aeeaaca las veaesmeatos dea proseaw-
res, como se fbseem beas sasceptiveis de t-.ansfe-
desempeaha o plalo reacia.
E' urna verdadeira originalidade .'
0 servieo da iostruecao publica um d aquel-
es que, por sua natureza, deve elevar a despeza
annualmente ; mas neta qae nos dous ltimos
exereicios o augmento elevou-se a 200 -sontos de
ria .
1 nagins-se a que prop irces nao attingira ess i
despeas, quando os herdeiroe dos profesaores tive-
rem de ir amalmea4e
veacimeotoa herduds !
Apartsa.)
?*o estado de miseria, diz o orador, era que
acna a provincia, iac-se preciso attender par to-
das easas ecemaaeem muito cuidado ; j tempe
de parar. Doremos principiar extinguindo esea
grntifieagia uor 15 annoavde exercicio.
Um Sr. DeputadoPorque nio resaabeleoon a
da -nenio ?
O St. G >mes Prente di que nio qner assumir
a responsabtlidade ; mas nio duvida mantel a,
urna vez que e seja concedida excepcionalmente,
isto ao professor que tiver mrito, sendo o pra
zo um pouco mais alongado. I
Um professor da Faculdade de Uireito, diz o
orador, i-d depois de 'h anuos de exorcioiu pode
obter urna gratificacao de 4001000.
Paula Baptista, o sabio mestre de toda a gera-
cio moderna, s pede obter a gratificacao de me-
rito q-tan lo a lucidez de sea espirito se a ex-
tiuguiado.
Ahi est o msso collega Joao de Oliveira, que
professor do Collegio das Artes, com os vencimen
tos de -2:4i)0, e nao tem direito gratificacao de
mrito em tempoalgum.
Os u lisos professores de instruccao secandaria
teem os vencimentos de 2:800*, e as duas griti-
ficacot-s j referidas- : a de 15 annos, que de
40:l, e a de 26, que de um terco dos vencimen-
tos.
Isso nio poJe continuar ; se nao possivel re-
troceder, ao menos nio se criem novos onus.
E' o que tem o orador a dizer para justificar o
artigo em discussio e combater as duas emenda,
que man da m restaurar a gratifieacio de 15 annos
O Sr. Prxedes Pitaa;Sr. presiden-
te, nao c mtava que o Ilustre relator da commis-
sio viesse tribuna dar as razos porqu- havia
eaeriptn no seu projecto, o n. 7. S. Exc acaba
de subir tribuna e dar as razes qne actuaram
no seu espirito para a collocaclo desse artigo. S.
Exc. procura justificar -asaavelmente de tnaneira
a convncer de q ie nao foi levado por principios
que ni.) fossem piausiveis ; todava peco Heeaaa a
S. Exc. para fazer considerares em contestacao a
sua justificativa.
Se S. Exc. tivesse feito loga substituir o art. 7
pela emenda que, espero ser aceita un 3 discus-
sio, taire* o meu espirito se satisfizesse cem isto
e aceitasse a reforma ; mas desde que S. Exc. dei-
x-iu vigorar o art 7, do qual se concle a conve
niencia da suppressio di gratifieacio a todos 03
professores qu tem miis de 15 anus de exercicio,
eu nao podia duixar de subir tribuna para un -
rrannal n
Este artigo, fere de trente dir^itos adquir los,
dtieit 8 que niopodem ser destruidos por esta As-
-mbla. somente pelo eepirito de conveniencia e
accressimo de despeza.
S Exe eonheee perfeitameote que as Itris exa-
catadas ; ni"! p dem ser revogadas, porque pre-
tirem o direi'o d'aquelles, de cuja execucao reaal-
tou effectivo ex-Tcicii.
O Sr. G 'mes Parate di um aparte.
O Sr. Prxedes Pitonga O artigo nio diz isto.
O Sr. Gomes Prente Nio ha effito rotroac-
tivo.
O Sr. Prxedes Pitanga 0 artigo poderia di-
zer : nio se conceder de h je em diante mais gra
tificacao aos professores, anda mesmo a aquelles
qae tiverem exercido o magisterio por 20 annos ;
isto levantara um clamor para os que tivessem
esa.- tempo; mas poderia ser aceito.
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Prxedes Pitauga O art. 7 do prrjecto
de orcamento fere de frente o direito desses pro-
fessores, e nao podia deixar d*. levantar clamor,
porque me parece qae esta Assembla nao tem
competencia para suspender a acolo da lei que j
foi executida.
O Sr. Gomes Prente Nio tem competencia
para revogsr ?
O Sr. Prxedes PitaegaNao.
Mas S. Exc no seu argumento diz qae o regu-
lamento de 6 de Fevcreiro, em ver. de melhorar a
condiclo da previucia, na adopcio da medida das
gratificaedea que erara concedidas a s professores
que attingiam a 15 annos e que provavam segun-
do os diversos regalamentes a percepclo dessa
gratifieacio, o reguIamentoQ tinha perdido essa
ooudiyij, porquanto u'aquella poca existan] 154
individuos quo haviam attingido ao exercicio por
mais de 15 annos, no entretanto que haviam ape-
na 67 qoe estovara no goso dessa jrratiicscio,
c mcluindo d'ahi- S. Exc que og demats, por falta
de provas, nio tinham podido eonseguir.
Esta argumeataclo nio 6 verdadeira. E* pos -
sivel que alguns dos professores, nio reunssem as
condices exigidas p--los regulamentos por aquelles
que pretendan) a gratifieacio de mrito, porque
na rcalidade, o regulamento de enflo exiga que
os professores, alm das provas moi-c.es, tivessem
dado um certo numero de alumnos que fossem
considerados habilitados.
A ii' h e coinmissio sabs que grande uto to
deosi-s professores eram do matto, eram extra mu-
ro, oude a aprendizagem quasi que se limita ao
conbecimento das quatro especies e alguma leitu-
ra, com o que os pas se julgain satisteitos, salvo
honrosas ex;epcoes, isto 4, aquelles que procurara
dar a estes urna educacao litteraria, aufficieut--
para que delta tiren o resultado necessario ao
emprego ou ao servieo do campo. Os demais ss
retiahem completara mte e nio deixam qje me-
nino se habilite de maoeira a passar pelas provas
necesarias a qualiear o menino approvado.
Portonto, grande numere dos professores de que
se occapou a e.-mmissao, eram professores extra
muros ou tora da cidad -, e por isso, nio admira
que sendo 154 numero dos que tivessem attin
lido a idade neceasaria para perceberem a grati
tcelo de ment, fossem apenas o de 67, d'aqudl-
les que percebiam essa STatificaeao.
Vejamos agora se o presidente da provincia de
entio expedindo o regujamento de 6 de Fevereiro,
encontrou algnma raza* para reduzir ou transfor-
mar a gratificarlo de mrito, em gratificado de
tempo.
as diversas repartieres publicas, os embrega-
dos que serven por uin taoipo detnrminaj e que
servem bem, isto aquellos que a par da tre-
queneia, do z-'o < lat-resse, rene moralidade, i
governo fornece a cada um delles ssa gr.itifica-
cao de que ha pouco fallan o relator da commisslo
e na escala do direito se marca o tempo como o
necess .rio, o periodo de 25 annos.
Isso seria suficiente para dar jus no eoipregado
a percepclo da gratificarlo por accrescimo de tra-
balho
O presidente da provincia vendo que os profes-
sores qae nio erara os da capital, apezar de longo
o exercicio de 15 annos, nio podiam reunir as
condices exigidas pelo regulamento, per motivos
mdependentes de sua vontode, porqnants recla-
mando elles essa gratificarlo, apezar de terem a
moralidade necessaria e a dedicarlo reconhecida,
nio podiam ntuitas vezes apresentar O numero d=
alumnos que o regnlameato de entio pedia para
dar esse direito a aquelles que tivessem exercido
o magisterio por esse tempo, que portanto havia
urna certa deaigaaldada entre os professores da
capital e os professores do interior da provincia,
disso : em vez de gratificarlo de mrito, diga-se
de tempo, tazendo-se assim aotar que nao estova
dependente da vontode do professor respectivo
apresentar ou nio o numere de alumnos exigidas
pelo regulamento.
Determiunu entio a gratificarlo de 200*0t0 por
anno ao professor qae tivesse attiugido 15 aun >
de exercicio.
Nio era possivel qne um mo empreeado, com a
fiscalisacio do poder competente, podesse resistir
per 15 annos no exercicio de suas fauccSes, quan-
do porventura nio tivesse a moralidade suficiente
e a necessaria oapacidade para preenchimento de
sea lagar, porque para isso tem os delegados lute-
ranos respectivos o direito de apreciar os seus ac-
tos, lazendo conhecer disso a competente repart
co litteraria.
O Sr. Gomes Parete d um aparte.
O Sr. Prxedes PitangaPortonto pens, como
en, todos d*>vem pensar, que quera exere pr 15
anni s o magisterio cora e -rio bul ;. acei'
freqaencia, m ter dado pro
i m moralidade
gratificar!
a aquelles qae bav
mero de alumnos.
provis de c ipacidade e de dedicarlo no servio
do magisterio.
Portanto o regnlameato tove por fiai nio prete-
rir esses professores tambera do gozo da gratifica-
rlo que se dava a v quedes qae haviam por 15 an-
nos exercido o sea magisterio, apresentando alum-
nos a exames.
Nestos coudicoes ja v e Ilustre deputado qne
se lhe parece que o regulamento augmenten a des-
peza, elle apena o qae fez foi estender a todos o
ao Thesuro receber oa- direito qne umc lei eetabeleceu que nio podia ser
por todos^gpsad*. porquanto alguns contra a sua
vontide, ratdiao deixar de satisuzer ama das con-
digoeR i-BUfidaav isto aque'la referente ao numero
de aluinaoa, uasqa as demais condices. regula-
mento da.-#4a-,e*areio cootina a exigir, porque
san> ellaame p> reebe o urotessor a gratificarlo.
igo.saaojsse cammissa nao pode deixar de che-
gar.-a um aeoordoioomnBgB, tanto mais quauto nao
pode-deixar de imrah anr que aa premisaa* por
mim c-stabelecidae sin oidaderrae:
Nste.s circumstancias, Sr presidente, ou nio
podia deixar de defender o direito daquelles func-
cionarios, direito estabelecido ert lei j execntada
e que nio pode ser revogada por esto assembla.
O presi iente da provincia, como procurou fazer
sen tino, uobre deputado, nao exo/bko* de smb at-
tribuieoes expedindo este regulamento, porque
f*!-1 em virtude de urna lei, da lei que lhe conce-
deu Hutnrisiicio para reformar a iostracrio publi-
ca. S. Exc portonto nio teve outra razio a se
soccorrer, senio a de se ter aagmentando a des-
peza cora essa gratifieacio.
Mas isso mesmo j foi por mim explicado mas
dase que nio podi-i denominar-se de inconvenien-
te, porque entio sesspre inconveniente toda a lei
qne tende a estabelecer a despexa.
Se do accrescimo Ja gratificarlo nasce a incon-
veniencia da crearlo de despesa, tambera o crear
oa augmentar despeis ama inconveniencia na
phrase do Ilustre relator da commisslo de fazen-
da; mas isto nio pade ser aceito, nem o tem sido
no parlamento como justificarlo da inconvenien-
cia do urna lei ; porque en j disse e j compro-
vei com o juizo do Ilustre ministro dafazenda, de
que melh-r faaer mais despeza do que alterar
servicos estabelecidos por lei. S. Exc. o declaroa
no parlamento e o escreveu no seu relatorio que
foi publicado at nos jornaes deata provincia.
Portanto esto razio nio justifica' a conuenien-
cia ou inconveniencia do servieo.
J motivei ai razes que me parece actuaram
no espirito da presidencia quando procurou geno
ralisar o direito, eetendendo-o tombem aos pro-
fee- indipenJentes de sua vantode, tendo exercido o
magisterio com as condic.-s qae a lei exige menos
a de prestar alumnos a exame, ficam preteridos
desta gratificarlo que parece devida ao tempo.
S. Evc. disse qae os professores alo recebiam
s esta gratificar* > denominada demrito, que
recebiam ama de 25 annos de servio e outra de
35.
Ea direi a S. Bxc que, quer as repartieses
proviociaes, quer as repartieres getaes, ha dis-
p isr'"s legislativas que garanten! aos funciona-
rios que tora 30 ou 40 anacs de serriro, gratifica-
oes espcslaes.
Bitas leis assentaram em bou fundamentos.
Estas leis tiveraia fuete vantojosa d'onde nasce-
ram nio s em relaclo ao survi'ro publico, como
sociedade, no t ie da qual exercia o lugar o func-
cionario.
(Ha um aparte).
Isto prtneira vista a qitalqaer individuo qae
quein pergunt ir qual seria melhor se aposentar o
empregado que tivesse 30 annos de servieo e no-
mear um oatro com vencimento igual, ou conceder
ao primeiro a trra parte mais des seos veacimen
tos, a reoposta c intuitiva, e decisiva, porque
melhor dar mais urna terca parte do vencimento
quelle funeconarie que j exerce o lugar, do que
dar dous ordenados, porquanto da primeira hypo-
these ha a economa do dous trros de um venci-
mento, que resulto a favor dos cofres provinciaes ;
isto pela parte econmica. Pela parte da ser-
vidlo publica ninguem contestar que prefer vel
dar-se urna gratificacao ao empregado j muito
traqnejado no servir^ ia repartirlo, do que pro-
curar um novico pira o seu lugar, porque nio s
nio o pode desempeahar eom a proficienca da-
quelle que o tem servido durante SO annos, como
vem a ter usa ordenado igaal qaelle que acaba
de ser aposentad*.
J vi portanto qne estas razoet duplas foram
sem duvida as que motivaran) os legisladores quer
geraes, quer provinciaes a animar o empregado
publico a continuar ao exercicio do sea empreg)
depois do tempo ue a lei lhe permittia para apo-
sentar-ce, corotanto qae podesse a repartirlo con-
tar com o seu servieo i muito adesteado, embra
ss lhe coaeedesse ama gratlfioaco aoaoO annos e
ostra aos 40 e sinds mesmo que com ellas tivesse
de se npwntir o individoo no altimo qnartel da
vida, por que ao exeretcio depois dos 30 oa 40 an-
nos, pouros poderlo gosar o que a aposentarlo
lhen poda tntser, toado porm rleixado em favor
dos cofres pblicos, durante 15 annos, duas trras
partes do seu ordenado que deixou de recebar o
seo successor, e de mais a mais ganhando o ser-
viro publico por causa da saa mestris, da sua pra-
tica e portanto da regularidade e da certeza do
servic/o.
Esta gratificarlo portonto concedida aos empre-
gados das diversas repartices, foi por urna lei
d'esta Assembla, appkcada aos professores p-
blicos.
Onde se dio as normas razes devem-se dar as
mesmas disposices.
Se o empregado da Seeretoria depois de servir
30 annos tem feito jus gratificarlo da trra parto
do sea ordenado, qual a razio porque o professor
ba de ser preterido d'esse direito ?
T portonto a Assembla qne reconheceado aos
professores o mesmo direitos que tc-ji os oatros em-
preados pblicos, nio faz mais do que praticar
um acto de equidade.
Nio ha razio portanto para que se diga que
esta gratificarlo cresee todos os das, por quanlo
s pode creacer na proporco do tempo de servido
que tem aquella individuo e que a lei exige para
que gose da sua gratificarlo... Os empregad >s
pblicos, destituidos como sao da fortuna, renta-
dos quasi do direito de estabeleeer o manto po,
porque os seus vencimentos, anda que cousidma
Jos enormes, mal chegam para a satisfocio de suas
necessidades ; estovara inteiramente ao abandono
aquelles que d'ellcs descendan), sem que pades-
m ao manos por un T-qacno periodo, gosar de
u na resaunerario dos serviros prestados por seos
chefles provincia ou aar*0 'lue d'elles gosaram.
K Assembla eonii-ieraudo que anda nio exista
monte pi para esses servidores da provincia em-
bra em seu seio exista um projecto que d'isto se
oceupa, entendeu q te era raaoavel dar a gratifica-
rlo que gosava o empregado publico por um anno,
a sua familia. (Ha um aparte). Esta a dspo
sirio legislativa e assento-se em bom fundamento
por que se o seu successor nio tem o direito a essa
gratificarlo, se tira de um individuo para dar a
familia d'aquelle a quem este veio sneceder, mo.
ramente nao pode offender a esse individuo.
Portanto, nao resulta prejuizo para a fazenda.
Nio seria de admirar que a provincia procurasse
imitando a naci, garantir aos herdeiros de seus
serventuarios ao menos urna pequea fatia com
qae podesse matar a fome.
Nos sabemos que os funcionarios pblicos ge-
raes, os do exercite e da marinha, gosam do direi
to de legar aos seus bardeires com remunerarlo
dos serviros que prestraram, metade de seus ven-
cimentos, chegando mesmo a par til bar regular-
mente entre todos os sena herdeiros peqneuo qui-
nhio po i menor que elle seja, porque o beneficio
toca a todos.
Portanto, nio ha muito que estranhar que urna
lei provincial quiz se dar aos suoessorea dos era-
pregados pblicos una pqnena gratificarlo pelo
l>. r.oii le <:. -v, prajo dentro do qoal ib (.-
minas podem procurar oatros recursos, precaveu-
do-se de serera lanfados a miseria, sem que d'ahi
se poBsa traser urna conclaslo de qae 6 um esbau-
jameato feito dos diuheiros da provincial porque a
parte legada nio offende senio a ate que sacce-
de, a este qae preterido do direito de gratifica-
rlo por um as.no.
Murtas nutras razies tinha en anda que pules
se apr -sentar como justificativa da ia -onreniencia
da col locarlo do art. 7- no projecto do orcamento.
alo s por ser elle offensivo do direito adquirid,
coma porqae alo asienta em bons fuadamenlos.
A lei ou s'-ja b. ofl leja ia4, dsJe que ella
p i' ma re \
senio da tempo em ou
qUO te'JJ d' c -!" ,
i entilo qae offin-
liquido para a satisfacio da sede que^tinha a mes-
ma commisslo.
Certo, pois, de qa semelhante disposrio nio
permanecer! sem grave inconveniente no ori-
niento a approvar-se, eu espero ne o art. 7- nio
seja approvado, porque de sua ppr3vacao nasce-
na a injuitira no julgamento das miterias e do
direito daquelles que gosaram por urna lei espe-
cial, que nio foi por lei s de osamenta.
Firmar a retroaetvidade da urna lei, traser a
sua approvario com inutilidade de direito que lia
produzio, ferir de frentotfhio so a legislarlo do
pmz, coazo extorquir do cidailo o direito de que
elle gossu por acquisicio- legitima, contrido por
88a*[5B* tenh* uala justificativa que garanta,
a sua caaapansaoio, porquanto, aioda memo qn
a le vinaza hoje dizer quo-os que atavana ao goso,
d'easa yattfieacio, poderiam continuar se prae-i-
chessemo a condices eatajdas palo regaiameato
que garaatia a gratificar, de-mrito a aqneUes
que satiflzessem as condicS-s determinadas no
mesmo regulamento.
Isso traria em compensarlo o prejuizo para
aquelles a quem faltas-se o numero de alumnos
approva los, urna das condices quasi impossiveis
de satisazer-se para os professores do centro, cu
jaa alumaos-so oantentaan. na si oa por seas pwi
com acquisicio de iustrucrio nocasaaria para iella
tirar vantogem ou della fazer emprego.
Poi tanto, eu espero que esta Assembla nio
pretirir a continuarlo do goso da gratificarlo
conferida, somente para fazer economa, para en-
contrar urna fonte da qual resulto um pequeo ac-
cumulo de capital para ser empregado em outras
despesas.
Eu conhero perfeitamenta que a commisslo la-
ta e iuta om grande dimauldade para preeneber
a missao de que se encarregou. Iacmtestovel-
mente formar um orcamento as condices em que
estamos, urna missio essenuialmente aspinhosa.
Ea comprehendo bem por que torturas nio ter
passado a commisslo, rendo-se forrada a lanca.-
inio dos recursos que por leis especiaes teem sido
conferidos aos que exercem o servir publico; eu
comprehendo perteitaraente como se acha colloea-
da em dfficuldades a commisslo para preencher o
fio) a que destinada; mas era >orq ie eu isso
reeooheca, nem porqae eu veja a dificuldade com
que luto a provincia, segundo afirma a nobre com-
misslo, estou prohibido de defender os direitos
daquelles que me mandaram pira esta casa, urna
vez que esto meu procedim^nto nio prejudi-
que ao bem geral, porque, efectivamente, sena
urna anomala que nm representante da provincia
viesse exigir em bem daquilles que tem a honra
de representar, favores qae por ventura estives-
sem alera das piases da provincia. Isto seria ir
de encontr s normas estaaeleci.l is pela lei, pre-
ju/lcando se assim os altos intexesses da provin-
cia.
Mas, Sr. presdante, podemos chegar a um re
saltado satisfactorio sem necessidade desse recur-
so extremo, podemoa cnegar ao mesmo resultado,
como diz a nobre coinraisalo de fazenda, sem des-
organisar o servieo feito, porquanto eu pens que
aa fon tes de receito, exploradas pela forra i por
que tem sido, determinando-se que se restrinja
a despeza, cuegar-se-btt a realisar urna economa
razaavel, tanto mais quanto tudo devenios espe-
rar do patriotismo, da dedicarlo e da experiencia
daqaelle que dirige os destinos da provincia. A
administrarlo, criteriosa como deve ser, quo se
acha frente de urna provincia da importancia da
u issa, executa oeinpre as leis, de modo que ellas
posaam produer os melhores resultados; procura-
r sem duvida faser economas, mas sem prejuizo
daquelles que exerceretn os seos lugares.
Portanto, Sr. presidente, > de esperar que o J
1* da projecto de orgamento provincial nao seja
approvado, embora elle possa ser reformado ju
modificado em 3a discussio.
' bem possivel, Sr. presidente, que em 3* dis-
cussio a nobre commisslo queira tomar urna mo-
dida digna de suas luzes, e se assim acontecer, en
uio terei duvida em acompauhal-a, se fr aceita-
vel por esta casa com a intuito de beneficiar o ser-
viro publico e tracer economa aos cofres da pro
vincia; ea me sent aguardando anda a occasiio
de apreciar a reforma que est na proposta de or-
camento.
{Continua).
VISTA DIARIA
igiaterio cora e-riu noi. :. ace" d
i sam ter dado proaae a incp.anl.deie I t ^ aue fa '^
O de 300*000, gratificar!> que era uJ. ,, ^ ., offt,;t
.presentanJo am ceito uu
Portanto o r- galamente de 6 de Ferer ir m.i
formisando a gratifrcaclo de todo* oa prolesoreo,
teve em mete fazer jastica a aquelles, que eontra
a sua voatade nio podiam .presentar a exame um
arto numero de alumnos, tendo entretanto dado
|tr
a.ue a* conoto na occasi >o ila o
j- i tfic a ,oion '+1 I
to, procurando eom insistencia adquirir capi-
tal, para satisfaxer at necessidade* da provincia,
nio tove razio quando foi beber n'aquAlla fonto,
porqae ella nio era acaetsi vel ao tomecimento do
Caarda n.rlen.l. Por actos da Presi-
dencia da provincia, de 20 do correte, foram no-
meados paca prehencher aa vagas existentes, os
eegamtes ofncaes da guarda, nacional:
Alfereo. da 6* companhi^do 5* batalho de infao-
taria da activa, do Becife, GetainianoTorquato
Pedroaa de Ljra;
Alfares da 5* companhia do 4* batalhio de in-
fantera do mesmo municipio, Alexandre do-t San-
tos Selva.
Para o 18 batalhio de infantaria do municipio
de Cabreb :
4.* Compttahia: capitao, AnJr Baptista de
Aranjo ; tenente, Eufrasio da Costa Araujo Netto ;
alferes, Ildefonso Rodrigues da Silva.
5.* Companhia: tenente, o alferes Jlo da Cos-
ta Araujo; alfere, Honorio Rodrigues de Car-
valbo.
6 Campanhia; alferes, Jlo Carlos da Silva
Peixoto.
Inslrnreo pabilos*r'or actos da Pre-
sidencia da provincia, de 20 do corrento foram no-
meados professores pblicos:
Da cadoira do sexo femininino de Serra-Verde,
a alumua-mestra Mara Rosa t'e.-eira ;
Da eadeira do sexo masculino de Anglicas, o
alumno-mestre Jos de Mettdonra M-tnritj.
Trlbudal lio Jury d*> Bleelfo. Por
achar-se proaouciado no art 269 do Cod. Crim ,
foi hontemsubmettido' julgimento, neste tribu-
nal, o reo Jlo Campello Bandeira.
Occapou a eadeira da defeza o Dr. Luiz Drum-
mond, sendo o reo condemnado a 3 annos de gales
e na mut* de 8 e 1/3 do valor reabade.
Poi encerrad, a presente sesslo.
Jaimes de nmn. Teas eonbecmento d.
eleclo dos seguntes d freguezia de Barreiros :
i DUiricto
Couunendador Manoel de Barros Wanderley (C).
Major Antonio da Ru-.ha Hollaada Cavalcauto (C).
Munonl .VLarinho do Barros (C).
Julo X ivier de Barros (C).
2.' Districio
Antonio Santiago Paes de Mello (C).
Mariano Laia de Moura (C).
Francisco Paes Barreto (C).
Mano l Florentino de Albuquerque (C).
VereI. en.Temos noticia de esterem
eleitos os Ja Cantara Municipal do Barreiros, que
alo oa seguntes :
Pedro de Barros Wauderler (C).
V'ajor Manoel Honorato de Barros (C).
Dr. Manoel Octaviaoo Guedes Nogaeira (C dis-
s-.dente)
Dr Jos Nicolao Pereira dos Santos (L).
Oiympio Theodoro da Silva (L).
Joaquim dos Santos Dioiz (C)
Jlo Paes Santiago Mello (C)
Sendo os cinco primeiros eleitos em 1' e os dous
ltimos em 2* escrutinio.
Ferluenlo leve O individuo de aome
Antonio Ferreira da Silva, ferio levemente a Ma-
noel Guedes de Oliveira Alcoforado, no dia 25 do
correte, no 2* districto da freguezia da Graca.
O delinquente foi preso em flagrante, e, por ser
afianrave o crime, deixou de ser reeolhido De-
tenclo. por ter prestado a fianra provisoria.
O ffendi lo toi mandado para o hospital Pedro
II afira de ser tratado.
Una erinae a punirVeio hontem ao nosso
eacriptorio o >r. Manoel Pinto da Costo Barros, ci-
dado brasileiro e estabelecido na povoaclo de
Anglicas com casa de negocio, e queixuu-se-nos de
1w no ni 1S1 do corren te, tendo s.hido pela raa-
ubi pata a Vicen :ia, d'onde s tarde voltara,
encontrara ro ibada a sua casa por tres mmigoa
seus, cujos nomes declinon.
Aprovuitaudo-se de sua ausencia, e armados
da facas e relh' loja dti Sr. Costa Barros, e maltrataram com pa-
Uvras e pancadas duas muiheres, mii e filha, s
quaes esta va confiada dita loja, e levando a p-r-
veraidade a ponto de d.rem tuna reinada n'uma
criauca de cinco anuos de iiade, tazendo rolar
pelo shlo outra de oito meses de idade, filhas de
urna das referid >s muiheres.
O Sr. Costa Barros disae-nos m.is qae deu por
c a.x...h- ljj ue vinha diversas moe-
das de oaro e m.is de 2oO|000 em sdalas, alera
do ma: in d.uhciro que havia na gaveta do
bjelo; qu-; p'ocnraado a respectiva antoridade
policial esta uio quiz absolutamente tomar conhe-
cim*to do i-.-or-'d ; sqna, finalmente, tove de
.a..en, p s. _ii.auiu m, nada, porm, ob-
ten d >.
nidos os criminosos, caso seja exacto o que nos
communicou o queixoso.
Ulberlaeo O Sr. Manoel Theophilo de
Aranjo, de Agoa Preta, por occasiio do inventa-
rio dos bans dex.dos por sua mulher, libertou
com seas filhos a escrava de nome Luiza, parda,
de 25 annos de idade e matriculada sob n. 4827.
E' nm acto digno de louvor.
Reunle aoclaes Ha hoj j as segua-
les :
Da Irmandade de Santa Amaro das Salinas, s
6 horas da tarde, para eleclo.
Da Associacio Portuguesa de B.-neficencia, s
8 horas da norte, para leitura do relatorio da com-
misslo administrativa.
ZeOntaa. -Com cote titula acaba o Sr. Candi-
do J. Carneiro Leal, de publicar urna polka para
piano.
Nio esto o primairo trabalho do hbil pianis-
ta, nosso comprovinciano Que agrade-tanto como
agradaran) as walsas Dote de Maio e Forea de
Vantade e a polka Aa Corujas, sio os nessos de-
aejos.
A^radscamos-la* a utF-rta que nos fez ie um
exemplar de sua nova composicao, a qual se acha
venda na casa Prealle, ra do Imperador.
Mumelro O vapor Jaeuhype, sahido hoatem
para o su!, levou pora;
Macei 33:000*000
Pao dMIao-Escrevem-aos em 27 do cor-
rente :
No da 19 do crrante, foi instellada n'esto
sob a
uer-
Alv--s
Estamos certos de que o Sr. Dr. chefe de polica
mandar quanto antes syndicar d occorrido, pro-
videncianuo como lhe compota, afim de aerea po-1 nha curado a mordedura* d'nma serpente, modifi
Par ira Lima Filho.
N'esse mestio dia, foi uomeado pelo juz ie
direito interino Dr Eljsio Pinheiro, para exercer
o cargo de promotor publico interino d'esta co-
marca, o Dr. Joaquun Pedro Cavalcantc de Albu-
querque, no impedimento do promotor publico ef-
fectivo, Dr. Francisco Xavier Paes Bar/rto, que
deu parto de doente, sendo n'esse mesmo dia no-
meado o Dr. Joaquim Pedro pelo Exm. Sr. Dr.
Tine- presidente da provincia, para exercer o cargo
de promotor publico effsetivo d'esta comarca e
removido o Dr. Paes Baireto para a de Igua-
rass.
Anda nidia 19. tarde, chegoa a esta ci-
dade o Dr. Antonio Jos de Amorim, juiz da di-
reito d'esta comarca, assumindo Ugo o exer-
cicio.
Pa Illma. Cmara Municipal d'esta cidade,
foi designado o dia 3 de Agosto, prximo futiro,
para ter lugar o segundo escrutinio da eleicao mu-
nicipal.
No dia 24, foi ooraeaJo p-lo respectivo dele-
gado Iliterario, para exercer o cargo de professor
publico interino da eadeira de Santa Thereza,
d'esta cidade, o cidadao Jos Tioin a Nones do
Valle, durante o impedimen.o do respectivo pro-
fessor, que est licenciado.
Hontem, deixou o exercicio o juiz de direito
Dr. Amorim, assumindo-o o juiz municipal D.-.
Eljsio Pinheiro.
O jury, hontem e hoje nio pode funcoionar,
por falto de numero.
A polica est activa, ronda todas as nsites,
afim de afugentar os nialfazejos.
Au revoir. >
** aanmlan de Senontrln e de nema
HihowAo fiuide mais de 3,400 annos de soter-
radas, sahiram luz do sol e foram contempladas
por homens do nos.o tempo as feices dos dous
res afamados da historia antigarJamsj II c
Ramss III.
Ramas II o Sesostris da historia e a figura
mais popular do autigo Egypto.
Viven mais de cem annos, reiuoi sessenta e se-
to, e levou a cabo urna porc do eampanhas aa
Ethopia, na yria e na Asia Menor.
Tres estrellas, gravadas n'um rochedo da Sy-
ra, provam que aqualle grande conquistador por
I. passou.
Os poetas Amanehmat e Pentaar immortolisa-
ram a memoria dos ?eus feitos e da impressio pro-
fundissma qne causaram.
A leuda exagerou essas victorias e, segando
ella, S"sostrs arancon atr'avs da Asia at ao
Ocano, conquistando de passag -m a Persia e a
India e fundando o imperio mais vasto que o mun
do conbeceu. No Egypto innmeras conatruccoes
attestamasua gloria. Cobrio o seu reino d tem-
plos de palacios, qae ostentaran) a reUcio das
suas victorias. O ooclisco que hoje se ergue na
prac* da Concoidiaem Paris, foi obra sua. Man-
dou construir a cidade de Katnss, em cujas obras
trabalharam os judeus, pouco antes da sua fuga
do Egypto. Foi elle tambem que emprehondeu
realisar o celebre canal dos mares, qne foi a id.
precursora do canal de Suez.
Maspero, o celebre egyptologo, escreveu urna
carta descrevendo o acto do despojo das tiras de
panno que envolviam a mumia do celebre guerrei-
rs. Isto effectuou-se no da 1 de Julho, s 9 hars
da manha, na presenta dos commissaros iuglezes
de um grande numero de altos funecionanos.
Lavrou-se a competente acta, para que o estado
civil de Sesostris nio soffra falsificaces.
A mumia tem o numero 5,233 e certifican ser a
de Sesostris varios grandes tacerdotej que vive-
ram ha mais de tres mil aun >s, segundo as ins
cnpces, os sellos e as firmas encontradas no cai-
xlo.
Depois de completamente livre das fachas, das
imagnns e des amuletos que o c ibnara, appase-
ceu luz do dia o rosto de famsi.
A cabera, segundo a carta de Maspero, n-
quena, era relario ao corpo O crneo calvo, na
parto superior, sobre as fontes, raro o cabello, a
nuca mais povoada, formando o cabello mechas
brancas e lisas de uns cinco centmetros de coc-
primeuto.
A testa, deprimida e estreita, sobrancelhas es-
peesas e foriuadas de cabellos speros e brancos.
Olhos pequeos e muito prximos do nariz, que
fino e saliente, como o dos Bourbons. As fontes
sio um pouco achatadas; as macis salientes; boc-
ea pequea de labios gressos e carnudos; dentes
alvissimos, in*8 j gastos; bigode e barba raros,
ma cuidadosamente tratados em vida, tinham
crescido durante a ultima eu'ermidade ou mesmo
depois da morte. A palle d'am amare!lo terre
no a espacos manchada de negro, Em summa, a
momia coaservou perteitamente o rosto do con-
quistador, que tem urna exaressio pouco intelli-
gente, antes algum tonto bestia-, mas qne expri-
me um orgulho enorme, urna obstinarlo e uns
ares verdaderamente soberanos.
Tal o rosto de Sesostris. B um carioso p >r -
m^nor desta dscripcio que se parece enorme-
mente com a estitua de alabastro que represento
o mesmo principe e se acha no alto da escada do
Muz-u do Louvre. At agora suppuuha se que
aquella estatua alo era um retrato, mas urna es-
tatua feita muito depois da marte do re.
A descoberta da mumia dtTRamss II, o ultim >
dos grandes conquistadores egypcios, drve-se a
ama casu.lidade que a to os tem surprehendido.
D pjia de despojar a mumia de Sesostris, prin-
cipiou Mas, ero a desligar a outra, que, pelas ins-
er pres qae tinha, pareca ser de uina ra nha.
Anda nio tinha desp-gado bem a primeira c de
laranja, quando appar *ceu outro envoltorio bran-
ca, com urna inscriprlo, revelando ser aquelle o
corpo de Ramss III. Um peitoral de fino onro,
collocado obre o pilo do morto, r 'produza o seu
sello e o real geroglifico. Nio poda haver a m-
nima duvida.
As feices de Ramss III assemelham se muito
s de Ramss 11, p .ato que
tes e menos enrgicas.
E' fcil avaliar se a impressio de que se aeha
possuido o mun lo scientitico pela descoberto de
to notoveis objectos.
Um preearaor de Ramear Suzebs
Valii, medica loscauo, que nasceu em Casciana no
anno de 1755, dstiuguio-se era Smirna, comba-
tondo urna peste.
Era 1783 passou ao Indostio, ende estove seis
annos, voltando no fim delles a Italia, e dedican-
do-se a explicaces clnicas em Mantua.
Em 1803 estove em Com>tontin >pla, estadando a
psste, que dzim iva os habitantes daquella cida-
de.
Estove depois em Franr pe'a segunda ves;
veio Hespanha, e passou, finalmente, America
em Setembro de 1816.
Entre os seus escriptos encontrou-se um, bas-
tante importante, sabr a inocularlo do virus r-
bico que diz o seguinte :
Estando em Legbar no anno de 1790, com-
muniquei a raiva a diversos animaes, inoculan-
do-os com aahva d'um olo hydrophobo. Kff-c
tuei a oiesma operario em oatros animaes com a
mesma saliva, addicionada com sueco gstrico da
raiva. Depois destas observaoes, effectuei o tra-
tom-nto no filho d'uraa viuva de Pisa, e em urna
criada da casa, que sabiam ter sido mordidos por
um co atteado d-? hydiophobia. Esta inocularlo
neutralisou o mal que Ibes causava a mordedura
do co.
Contina diando que, pelo mesmo methodo, ti-
sejam mais intelgen-
cando t'rabera o contagio varioloso, reduzindo a
enfermidade ao extremo de nio apresentar emp-
elo cutnea.
O que una accidente non diccio-
narios e naa aendaa da vidaAcci-
dente : Di c.Mantegatza, em um livro dos acci-
dentes :
Eu nio quero, e nem o lerei nunca, nem di-
rei a alguem que o'lea.
Abro Tomaseo e onde, no seu elogiadissimo
Nuooo Dizionario dei sinonimi della lingua tta -
liana, discerre da dff-renra entre a significara*
de acontecimento, de accidente, de aventura e d*
cato, escreve :
O accidente acontecimento triste, de ordinario,
om ao menos, que tem mais de casual e de indeter-
minado.
N'outra parto : o accidente est posto cm ba
companhia com a detgraca, e com a eatnstrophe.
A cauta da d'sgraca pode ser melhor conheci-
da e ser desgraca mais prevista. O accidente tem
mais do suoitaneo e do casual ou que tal partee.
A catastrophe i o mooimento repentino 'de ordina-
rio de bem para mal ou de mal para peior, antig-
ala grandes infortunios.......
Farseo-me que j isto basto fazer urna ras
reputaclo desta fea palavra accidente; mas *s
seus mritos nio acabam aqu.
Accidente quer tambara dizer ataque apoplt-
ticj ou simplesmeutc ataque. E accidentado si
quem nao ataoado, mas quem fica enfermo.
Qae se ea dexo os livros e desro praca, prin-
cipalmente se me acho na gentil Toscan-i, sint*
no ar voarem cem mil accidentes que sao outras
tantos blasphemius, e, no caso mais innoceum
exclamaces enrgicas de maravilha c de 6T-
tupor.
Nio se pode na verdade nascer peior. Bina
palavra que vive entre as desgracas e os insulto
apoplticos, que agoura ao prximo urna morte re-
pentina eu que aivia o impeto de. urna raiva,
nao pode estar certameuto no ramslhetc de flore*
da lingo*, nem entre a gente alegre e bem eda-
cada.
Porm, agrade vos ou nio a palavra, os acci-
dentes se encontrara nio somente as ras das
aldeas e das cdades toscanas, mas por toda a
parte ha homens e telhas, que podem cahir-vo*
de cima e cies que vos podem morder de iiaixi ;
ara toda a parre ha urna faca que corto, ara fuzil
que dispara, urna escada da qual se pode a geni
precioitar, ou urna calcada em que se pode calWr.
Nenhum homem no mundo tem o privilegie
de nio eucootrar na ra um accidento ; tosse ella
o mais prudente ou o mais providente dos horneas,
fosse emfim o mais pacifico cidadio da torra.
Mas, parque me diris vos, oceupar-se urna
pesso i do que nio se pode prevenir ? Porqa*
inquietar-nos antes que o,accidente nos caa en-
tre a cabera e opascoco? Aiada seria um alar-
me continuo, se devessemos estar sempre de sen-
tinell-i e Jora o fuzil carrejado, para defender-
nos dos inimigos, que noventa vezes por cem,
nao appareceratn jamis. Porque, por exemple,
dar-not este -V/anualJdos accidentes 1
Pela simples razio, que sempre melbor
prevenir, e aobretudo pois, porque o accidenta
peder poupar-vos, mas poder atacar urna p?s-
soa de vossa estima oa am hornera quilqner,
vosso irmlo ni grande familia da humanidade;
entio deveis srber como remediar as consequen-
cias deste accidente.
Ve que vale o vosso boca coracio, de que ser-
vem aa vossas lagrimas, se diauto de um ferid*,
de um envenenado ou de um fulminado, nao sa-
bis offerooer senio o magro e estril conforta-
das vossas palavras e da vossa piedadc ?
Di ante deum accidente p 'demos militas ve-
zes e d'.-vemos todos ser chamados para substinar
o medico, e o saber que cousa se deva fazer no
prmeiros momentos da urgencia deva Luer
parte da educarlo, e ser sciencia o arte de todas.
E to para vos e para os out.-os : que abr
boje nio sol aue se tenh. acbado uin methodo de
vaccinacao ou um para-raio, quo nos livro da todos
os possiveis accidentes di vida.
Eisaiui porque escrevi esta manual, que a
mu tos parecer urna m.pire/i > nos campos da
medicina e talvez tambem da cirurgia
Proclama* de casamento- Foram li-
dos na matriz da Orara no da 25 d-o enrrento,
seguntes proclamas de casamento:
Florentino da Cunha Souto M.ior com Leopol-
dina Augusta da Silva.
Jos Bernardino Ferreira cora Luiza Maria da
Coneeielo.
Antonio Garcez, (vnvo) com Anna Victonaa
da Coneeielo.
lielieea. Effjctuar-se-hio:
Hoje :
Peto agento Pestarna, s 11 (horas, 4 ra 4*
Yigano Teuorio n. 12, de predios.
Pelo agente Alfredo Gtamaries, s 11 horas, a*
armizcra do Sr. Annes, de 4'J canas com ba-
tatas.
Pelo agente Britt, s 10 e 1/2 horas, na rea ao
Raugel u. 48, do ettabelecimento ah uta.
- Amana!:
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horas, ra do T-
garion. 12, de movis, loncas, vidros, ele
Pelo agente Pinto, s 10 e 1/2 horas, na ra d
Hospicio n.. de um orgio, piauo e a >ve s.
Pelo agente Gutmao. s 11 horas, ua rna da
Impcratnz u. 40, de movis, loacas, vid os, etc.
Pelo agente Alfredo Quimaraes, s 11 hqanz,
na ra de Bom Jess a. 53, do cstabeleciinentanK
sito.
Ulasaa fmnaitrenSerio celebra-tai :
Hye .
A's 8 1/4 ua matriz do Oorpo Santo, por alma da
Jos Velloso Soares; s 7 horas, no Carino, per
alma da Jlo Antonio de Arroda.
- Amanhi :
A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista a na i *r ja
dos Martirios, e s 8 horas na igreja do Calata,
por elma do capitao Jacintho Pereira da Sara
Barros; s 7 1/2 horas, na capaila do C-anitola
de Santo Amaro, por alma Je D. II! de Carral**)
Gtuimaries Autran; s 6 horas, no Seminario dto
Olinda e s 7 1/2 horas na matriz de Santo 4B-
tonio, por alma do eapitio Jacintho 'creira na
Silva Barros.
Sabbado:
A's 7 horas, em S. Francisca, por alma da aam-
mendador Maucel Figueiro. de Fina; s t ata-
ras, na matriz da Boa-Vista e ao -ng uno (Juni-
pabo, por alma da D. Mara de Jess Uivalcanll
Oliveira; s 8 1/2 horas, na matriz Oa rW -Vista
por alma de D Maria Urcessiaa-do Reg Barros.
Pavsageiro*Sahiram para os portas da
sul, no vapor Jatuhypt:
Mitoui Paulo da Silva, Dr. J ai Machado
Aguiar Mello, 1 criado, Manael Joaquim de a*-
meida M. Juu or, Manoel Jos de Barros Wandr-
l-y, Jlo Jos da Cunha Lages, M. io 1 Joaojnaa
Fernandas, sja senhora e 1 filha, M Knirigaa*,
sua aeuora r. 2 filhos, e Joao Peraande*.
Lotera de MacetaPor talegrarama aa-
cebido pela Casa Feliz, sabe so qu as 19* e SI*
parte da 1 lotera extrahida em 27 de Juta* ta-
ra n premalos os seguntes nmeros r
39.-52 200:iKX)i(K)0
29.943 40:000*000
27.178 20:1)00*100
38.134 10:01 K)|0vO
S.266 5:000000
11.048 2:0004000
13 850 2:0<>*UX)
13.8'8 2:000#000
17.037 2:00t)*U00
17.194 2:000*000
22.656 2:000*i KK)
J5.624 2:000*000
32.663 2:000*00J
36.939 2:000*000
Preoaloa de lioool
1.529 6.113 7.888 11.232 12.402 14.MB
14.601 14.752 16.522 17.336 17.432 2U.1H
23.143 24.002 24.087 24.713 29.8t>6 30.atT7
32.46 33.320 35.353 36.707 37.981
tpproiimaren
39.651 4-000*000
39.653 4K)00*000
29.942 2:000*000
29.944 2:000*000
27.177 l:350*ii00
27.179 1:350*000
Os nmeros de 39.601 a 39.700, excepta a da
aorta gra.de, esto premiados eom 400*.
f
Os numen de 29.901 a 30.000, excepto ,
o de 40:000*000, esto premiados com 20
Os nmeros de 27.101 a 27.200, excepto
hio i
OO*.
. ro asa-
mo de 40:000*000, esto premiados com 20IB:
Os nmeros de 27.101 a 27.200, excepto a aje
sanio o premio de 20:000*000esto prerpi .das *
,

Todas as centenas cujee dous alga? i sinos laf-
nsrem em 6, esto premiadas om 100*, ii***m-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros qe terminaren en *
esto premiados com VO*.
tperacoea airnxflcaa-Foram praltaa-
da no hospital Pedro II, no dia J8 de W*Vo
as seguntes:
Pelo Dr. Pontaal
r
Tra* i
i lutam


. /
Diario de Pernamboeo---tluina~feira 29 de Julho de 1886

>
i'
S

Tmlha bilateral indicada por clcalo vesical,
tendo por nncleo om pedaoc de mmdeira que pene-
tron na bexiga pelo r^ctam.
Amputaoao do penis pelo proeesso de Gayn,
indicada por epitetoma.
Dnas poatfcotomias peto tbersao oaoterio e pro-
eeaso deRicord, pdr phimoiis e cancros.
Caa le Oetencao viovimento dos ore-
aos no da 27 de Julho":
Existiaro presos 320, entraram 18, saniratn II,
axtdw3J7.
Naciooaes 294, mulheres 3, eatrangeiros 10, es-
aros sentenciados e proeessados 10, ditos de cor-
reeco 10.Total 321. ,,._. ,o
ArVacoados 289, w*do : br as 977, doentos 12-
Total 289
Movimento da enfermara :
Teve baix* : ,
Ln:z, escravo de 1/mrenco, sentenciado.
Teve alta : .
Josepha Mara ia Cnc*"Oao.
Lnle.la d prowtaclaA lotera n. 66,
em beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recite sor extrahida qaando for annunciada.
-No consistorio da igreja de Nesaa Seahora da
Conceicio doa Militare, se acharo expostas as
nrn3 e as esoheras, arrumadas em ordem num-
rica aoreciacodo publico.
Lotera H A 3* parte d lotera
n. 1U8. do novo plano, do premio do 100:000000,
ser extrahida amanha 30 do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acbam se venda na praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Lotera de Mncei de 00:000*000
__ A 1* partes da 1" lotera, cujo premio
grande de 2f0:000#, pelo novo plano, ser ex
trahida impreterivelmente no dia 3 do Agosto s
11 horas da mauha.
Hilhetes venda na Casa Folia da praca da In-
dependtnera ns 37 e 39.
Tumbona acham-se venda na Reda da Por-
tn ra Larga do Rosario n. 86.
Precos resumidos.
Lotera Kxfraordiarla do Vpiran
ga O 4. e ultimo sorteio das 4. e 5. sanes
desta mprtinte lotera, cujo majnr dreroio de
150:000*000, eer extrabida a 14 de Agosto pro
ximo.
Acham-se exposto venda os trestos dos ti
Ihcfes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Mar-
co n. '23.
Tambem acham-se a renda na praca da Inde-
Tendcncia ns. 37 c 39.
Lotera da provincia de Santa C-
f harinaBata latera, cuj maior premio de
100:0XJJOJ', dever ser extrahida impreterivel-
mente no dia 6 de Agisto prximo, s 2 horas da
tarde.
Os bilhetes achara-se 4 venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da rdrte A 4 parte da 364 lo-
tera da corto, cojo premio grande de 100:000J,
era extrahida no dia .. de Julho.
Os bilhetes ach :m-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Marco n. 23.
Tambem ach im-se a venda na prac* da Inde-
dendcncia n3. 37 e 39.
aindotiro PublicoForara abatidas no
Maladnuro da Cabanga 91 rezes para o consumo
do dia 29 de Julho.
Sen lu : 74 reales pertencentes a Oliveira Castro
4 C., e 17 a divere s.
Mercado Municipal de *o"O
movimento dese Mercado uos dias 28 do cor-
rente, fui o se quinte :
Entraram :
37 1/2 bus pesando 5,041 kilos.
871 kilos de peixe a 20 ris 174420
97 cargas de f .rinha a 200 res 194 37 ditas de frueta-i diversas a 30) rs. 11*109
12 taboieiros a 200 ris
15 Sum .s a 200 lis
Foram ccu jallos :
S4 1/2 columnas a 600 ris
'ti c >uipartimo;o j de f rinha a
500 es.
Si tos d comida a ftfK) ris
711/2 dit.s de 400 ris
16 ditos de suinoa 700 lis
11 ditos de rrtsdsiras 6iX ris
10 ditos de litis a 25
1 dito a 1$
A Oveir.i Uastn te I'. :
2 talh s a 500 rea
54 talhos de catte v"rdc a If
evc ter sido nrfeead idi npa'fs diis
a quauti
Reodiinentu do dia 1 a 7
Foi arrecadad) liquido a' boje
Dr. Lope Pestoa Medico.Residen
ca a Yua de D. Pedro I n. 2, onde pode
ser procurado at s 9 hora* da manh.
Consultorio ra to Bom-Jesos n. 37 1.
andar. D consurtas da 11 e 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
Dr. Qnrna Lobo, adicoJparadereptir-
teiro, reside roa do Hospicio n. 20, onde
pode sr procurado qualquer boa do dia
ou da note. Consultas : de 1 s 3 boras
da tarde. Especialidade : molestias e ope-
rajSes dea orgSos genito-urinarioe do ho-
rneo e da mulber.
Dr. Barreta tmpaio mudou en consul-
torio do 2.* aadar da casa u. 45, a ra do
Bardo da Viotoria, para o 1." andar, da
casa n. 6, a mesma ra, coo oonsta do
seu annuocio inserto na secx^So compe-
te ote.
advocada
O hachard Benjamim Bandeira, ra do
Impejador n. 73, 1." andar.
Dr. Seabra. Mudou seu escripto de'advo-
gacia para a ra do Imperador n. 24.
trovarla
Francisco Manoel da Silva & C sdo1
sitarios de todis as especialidaaes pharmb
ceuticAS, tintas, drogas, productos chimicH
e medicamentos homoeopatieos, ra do Mr-
quez de 01 inda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
de Francisco dos antos Maoedo, caes de
Capibaribe n. 28. N'este grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obrae
de carapira por machina e por pregos serc
con>"'*n"ia.
i.ooosoooAoeo
Os bilhetes desta importante lotera de
tres sorteios, que corre no dia 8 de julho-
acham-se venda na Roda da Fortuna
ra Larga do Rosario n. 36 e ra do Ca-
bug n. 1.
nOMDHlGADOS
Ao eleUorado do 3* districfo
IUm. Sr.O fallecimento do Dr. Antonio Fran-
cisco Co'rreia de Araojo, abrindo urna vaga na de-
putaco de Pernambuc*, determinou a necessidade
de urna cleicao no 3 districto, que aquelle Ilustre
cidadao tilo dignamente representava.
Para preenche easa vaga proponho-me eu aos
suffragios do distincto eleitorado desse districto.
nio movido por impulso proprio, nem tomado de
ambicoes que estou longo de nutrir, mas por apre-
sentacilo do partido em cujas fileiras milito e alen-
tado pelo desejo de continuar a prestar servicia ao
paii nesse posto de combate que me foi indicado.
E', pois, escudado com esse patritico desejo e
patrocinado pelo meu partido, cujo venerando
chffe tenho por amigo, que en venho solicitar de
V. S. o seu voto e *odo o ssu precioso auxilio
minli'i canea no pleito que se vai fVrir brevemente
nesse districto, onde V. S. gosa de prestigio e dis
poe de merecida influencia.
B'in conhecilo nesta provincia, onde nasci e
28600 i 9ade tenho sempre vivido mourejar em fadig 2*400
30viO
14*700
14*000
11*000
11*201
6*600
.0*0)
1*000
1*000
54*000
215,5420
5:555*380
5:774*8 0
PlOJoa do dia :
Cara, venl a 240 e 400 ris o kios.
8. o m 560 e 50 iddo.
Carneiro d- 640 8 O ris i.l.m.
rarn.h. de .i a 840 rU < enia.
Milho .; fom.
o de ti40 a 1
Ceailterio pn-llc.Obituario do dia 2
*e Julho:
Kaairio oa Silva Mnia, Peri arabuco, 40 annos,
Mteiro, Graca ; paralysia geral.
Manoel, Ptrnambu lloa-Twte ; eongeatao.
Joao Baptiafa do Huatilta, Pernambuco, 30
aniD, sulteiro, B >a Vist.,; t .berculos pulmona
joao Frhx Je Lyra, Hernambuco, 22 a unos, so 1-
ieiro, Boa-VisU; benberi.
Jos Feruaucie-. FVnrtftnbooo, 4 mezes, banto
Aatmiio; gnstro eoterite
Joao tualberto, Pernambuco, 20 das, Santo
Antimi; espasmo.
Antonio Severo de Son.., Pernambuco, 30-an-
BOs,solteiro, Santo Antonio; beriberi.
Joaquina, Pernambuc >, 40 aunos, solteiro, San-
to Antonio; peritooite-
Mara Adelaide Per-ira Mendes, Pernambaco
18 anuos, solteira, S. Jos; b.-riben.
Constanza manos, bolteira, Santo Antonio; broneho puenmo
i*.
Jknes Marsdcn, Inglaterra, 86 naos, vlnvo,
Boa-Vista: anemia.
27
Joaquim Obawa da AssuOpco, Pernambuco, 46
"*n-6, viuv.., Graca; aneurisoia.
Antonio dos >Unt s. PorWgal, 27 annos, soltf -
r, Boa-Vista ; vanlas.
Maria Gertrudea da Oooceicao, PernamblCo, 65
manos, solteira, Santo Antonio; tubrculos palmo-
Bares.
Jtmqnim, PernmbiiCo, 4 annos, frica; febre
Balustre.
Isidoro Ferreira Marquea. Portugal, 35 annbs,
casado, Affitrados; ifeBoaia palustre. _
.) j Joaquim Rib'-nv, Portugal, t&aanos, ca-
tado; I! i Vista; ix-inorrh.giacerebral.
Vhercxa Mar de Jeoia oliveira, PaTabjbBr3C
asmo., vmva. Sanio AnfObio; oichezia senil.
*bhnaalva4e Freitas Guimaries; Cbar,'4San-
. viuvii, Boa-vista; bsica na larngea.
lides pelas ideas conservadoras, e aob a gide
d'aquella honrosa apresejiUcao; creio que ser-
me-ha excusada a exhibiyito de um prugramma,
pois que outro nao posso ter que nao o do partido
ao quai tenho servido com dedicacao e eforco.
Entreunto, de harmona com o notavel discurso
profer lo no Senado, em 1879, pelo honrado Sr
conselheiro Joao Alfredo Cirta de Oliveira, digno
ehefe conservador em Pernambuco, direi que a
synthese do meu programma pugnar pelas re-
formas que forem e desenvolvimeuto pratico dos
grandes principios liberaes consagrados na Cou
stitituico e que forinain a base das .nstituicoe
que nos, o conservadores, amatemos e queremos
manter.
Oeutro de tees limites ha capaes bast mte para
todo os melhoramentos intelectnaes, moraes e ma-
teriies, para todos os c^mmettimentos serios da
poltica, economa, financas e administracao, emfim
para todas as mais altas aspiraco.-s dos povos
'ivres, que vivem sob o rgimen parlamentar.
No decurs i dos vinte annos que constituem a
minba vida publica, sempre girou nessa rbita a
a minha actividade, e disso fazem prova os owus
modi tus esforcoa na Assembla Provincial <> os
meus p'qnenos trabalhos na imprensa, stes lti-
mos attestados pelo Diario de Pernambuco, em
cujas paginas tenho esterotypado a miuha alma
e o meu curaca, pugnando por tudo quinto se me
rem afigurado til e vantajoso causa do pas a
mais particularmente desta provincia.
Como garante dos meu3 intuitos de futnro offe-
reco esse modesto passado ao digno eleitorado do
3* districto, asseguraodo-lhe que cavidarei quanro
couber em ni para e!evar-me i altura da sita-
cao do paz e par mostrar-n.e merecedor da con-
fianza o-) o que me honrar esse digno eleitorado
0 meu norte ser o -bVra publico e o camino
para rile essa honrosa confiaaca que 'nunca fa' i
ao Ilustre cidadSo-i quem aspiro substituir e cu-
as virtudes-cvicas temarei por modelo.
'Siibscrevo-me com' a maior consideraco e res-
pelto.
^ De V. S.,
Atoigo, Htt-nto, Venerador e cnado.
Recfe, 6 de Julno-de 1866.
Felipa de Figtter&a Paria.
INDCALES TE1S
tmioao
Conviillorlo (Heilni rirurxleo do lr.
Pedro ti*' .tttaii.vttf liaba Moardso *
ra da ion. n. ai.
me ta consulta*-todos Ob
da ut 'Voras'da MHith.
Eati- :onuli : '''- a edrfinrtHid
de st-r oavido x-
m. ido ^or mr
De -ra
' Dr. Moseozo encontrado no torreio 'pra
y. rto C :i|!e funcCiohit *
pee<,-Jj de sa
d'cg.-o .....
a chamados p-i &* h!
O Dr. Arthur Imbaataky, edico oeeu
KtPt.. reeenteiiient- ettvgnd",' e%ta vi I
d eonsiiltas (bd"i8 M 'lias, das .^"s 10
hrorus da manba, sendo gratis a pobres
do l.u andar do pr dio n. 8, lrpo da
IJ*Tta Cruz.
C4h^ultnrlw BH..n*(lco doartur^rl^c
Dr. Mlgtld ThvrtUd d i-crnsufta
12 l- .'! i- tar'.- su comul^rio''"rad
Comarca de ffcoara**:
O quart i artigo da Prorwifa sobre a comarca
de Iguarass, iusend.i em seu numero de hoje,
apenas urna verrina contra nos, contra o redac-
Ur do Diario e contra o-feonrado administrador
di provincia.
O orgao liberal, nio achando defeaa para a vi
bora que aquecida e criada pelo respeitavel cida-
to de veneranda memoria. Bar&o de Vera-Crna.
mjrdeo'lhe traieoeiramentii a mao, corawalis tem
pratioa'do cotn outrbs"muittos individuos que, r-
gvMos pelo pMrtido conservador, figaram h*je
no liberal : rgao liberal, diemos, tasou todas
as snas rbzes biHres C6ntra ios e contra os dotas
.idabs *e?ma' apotltados.
admira qpe assim procedesse quem i
precedntea da inessalioa que, em tftnp'o
qu- nao vo longe,-t:rou injurias e calumniar,
aos puuhados, contra seus proorios- amigos ^os
L-oes, qnando estes da va ovas cartas na polti-
ca1 de Perhainbaco.
V Witi'ora, neM's indrtosba tempes, nao Ihe
SurpurV-Vart as'taces ftVbMfes lo p^jo ; %e'de
uetir-rabios', (mdo'maTej rValm gottas do acdol 8a
canna, sahiram entao inlmimdieias que tresanda-
T'-.m s'bigifeMras'o'cB ngnbos ; qnernuito
'do rBarSo Ha V. andar
Ch-.iua.ios por eserrp^ a'trahhe^ hoPa. que'boje ellaa 'Protniase lire confca os
aEtpecia!idades p.rtos, febres^J^rpt'tlis,
'ohstia8 do pulmao e do coracSo.
Na meamos, e o aotual redactor-chefi deste
Diario, ja fomos victimas da sanha liberal, qur
m 1881, qoaodo apparecema* na impraasa, qatr
depois no correr dos nossos escripfos, e designa-
damente em 1884, epoea em que todas as furias
do averno fbrttn invocadas contra nos, e nao nos
foram poupados os mais baixos insultos, os mais
grosseiros epithetos, as mais atroass calumnias e
injurias.
Hoje, como entilo, nao retaliramos '. e limitar
nos-hemos a repetir que, das podras rem os folicolarios da honra e da dignidad*!
alheias, formaremos, na phras-3 do Dr. Tobas Bar-
seto, nm altar, no qnal faremos um sacrificio ti
patria.
Pode, pois, a Provincia mentir e insultar-nos a
sen gosto ; pode dizer que eramos assiduo fre-
quentador d palacio e amigo dedicado dos presi-
dentes liberaes, ote., etc. A isso nos e o redactor
chefe do Diario so temes a contrapor urna negati-
va solemne, offerecendo, como provas em contra-
rio, os nossos proprios artig(B desde 1881, gracio-
samente publicados nesta folha e nesta seceo.
Prove a Provincia u que allega. Exfciba os
documentos comprobatorios das suas brutaes e ea
lumniosas imputacoes, sem esquecer as homena-
gens que Mario rendeu ao Sr. Baro de Itapissu-
ma, a quem provocamos para que venha d zer sa,
alm das cortesas commuos entre oavalleiros, al-
guma vez Ihe solicitamos favores, de qualqner
especie, que nos faoam corar.
Recorra a Provincia aos eavalleiroe qs admi-
nistraram Pernambuco no dominio liberal ; prr-
guiite ao Dr. Adoipho de Barros, ao Dr. Adelino
Freir, ao desembargndor Freitas, ao eonselbetro
Doria, ao Dr. Angosto Leo, ao conselheiro Cha-
ves, emfim, a todos os seas amigos qoe governa-
lam esta provincia, quaes foram 03 favores qne
Mario e o actual redactor-.hefe do Diario Ihes
pediram. Tragaos depois i lame, esmague-nos,
e poder ; mas convenga-se de urna verdade, e
que sem provas, sem documentos serios, nao se
malsina a repetaco de niaguem.
A baba venenosa dos maldiseotes nao corroe a
epiderme dos horaens do bera. As balos deas da
calumnia voltam bocea das armas dos escope-
teiros que as disparara contra a honra e a digni
iiade alheias.
E basta sobre este assam oto.
Voltando agora as nossas attences para o res-
to do quarto artigo da Provincia, em qur- a gran-
de messalina contina a mentir acerca dos neg
cios de Iguarass, temos para dizer qn fal 10
que o proiesso do Sr. Dr. Paes Barrete fosse aba-
fado por alguem no Tribunal da Reiac&o. A de-
mora da remessa, se houve tal demora, foi sem
duvida devida a muitos afaseres da secretaria do
tribunal ; e a prova est cm jue os autos vota
ram para Iguarass, e o Dr. Arthur Montenegro,
enta> promotor alli, deu nova denuncia, sem que
uingurm, ouca bi-m a Provincia,em qi:m sii-
obu lhe PEDissK oc fallssbpara ter este on
aquelle proc dimento.
Cmheeidas as opin5cs p-)liticas do Sr. Dr. Ar-
thur Montenegro, e sabido que o processo ques-
tionado tinha carcter de persegui';ao poltica,
ning.iein esperava que esse funecionario deixasse
de dar denuncia contra o Dr. Paes Barrete. Ao
contrario, todos tinham como certa a nova denun-
cia, mxime couhecido, como era, o interesse que
a isso ligava o ex-juiz da comarca.
Mas, diz a Provincia que, dada a denuncia eco
ida loa niqiii-ico'-.das testemuuhas, foi
mandado p.-ra Iguarass corto promotor o proprio
reo ; e exclama : Se ha intervencSo desbragada
e escandalosa do poder administrativo em nego-
cios juliciarios, esta sobrepuja a todas .
Acrescenta ainda a Provincia : Quem nao v
que o presidente da provincia manifeeta-se fran-
camente pelo reo ? As testemunbas ficam ou nao
coactas diaute de um reo tao poderoso ? O que
quer dizer um individuo sentado boje na BtHtava
de promotor, amanha na de reo, e podando alli
inesmo exercer as suas func^oos, contra outros,
tambem reos e portanto, era guies circumstan-
eias s suas ? Tem criterio e a mais simples n.-cao
de administra ;o um presidente que cria semelhan-
te situacSc ? >. '
Onde est, porin, essa desbragada e escanda-
losa nterveuyo ? ndj a franca manitestaoo
pelo reo ? Onde a coaccilo das testemunbas ?
Di-sde a org*nisae,ao judiciaria actual do Impe-
rio, desde que hajuizes de direito e promotores
no Brasil, tem-se dado innmeros coufiutos entre
taes funccionarios, e muitos promotores tem sido
procesaados ; e ninguem anda se lembron de di
atr quo taes reos coagissem as testemunbas, e ain
da muguem avancoa que a conservar) dos pro-
motores fusee acto de desbragada intervenco do
poder administrativo em n-gocios judiciurios 1
Estava isso reservado Prooincia ; mas a razo
obvia : ella quera rodo transo a demisso do
Dr. Paes Barrete, e como nc lhe doram esse gos-
to, abespiooou-se, e est a morder Como a Tara n-
tula assanhada.
A prova provada de que tal intervenco nio se
deu ; a 'prova convincente de qne tal coa'ccSo nao
teve lugar, est em qfte o procesad seguio seus
tramitt< s ordinarios, as testemUnhas da aecuea-
9S0 e da defe 'doputeram como quizeram, o o
buspertissimo juix de dlreito interino, o'nenoma-
niaco partidario juix municipal, continuou for
giear o tttsgatherio aote diluviano,-de qa* falla-
mos ha dias.
Nao ha dnvfda de que o facto*dado no da 1* de
Marco em Iguarass foi escandaloso; mas, o que
eerto tamb-m qne, quem pratieou oesiandaio
Bao foi o)r, Pa s Barrete, loi o Dr. Ainn n, o
provocador da aeena que tolos contristou. D'ahi
na i resultou quebra d forfa moral do promotor ;
e, se deu-se a sua remocho para Po-d'Albo, foi
isso acous lhado pela nec ssidade de evitar a in-
coa>,atibilidade entre os dous funeciouarios, o
primeiro dos qu^es o juix de direitonopudia
a presidencia da provincia impor peona.
Dada depois a remoli do Dr. Amonin para
Po-d'Albo, nao pelo facto allegado e nao prnvhdo
p. la Provincia, mas por conveun-n-ia de- tirar de
Ignaraasa' aqueile. j'iii, e seu proprio peitids ;
como de.ixar >m Po-iVAlho o Dr. Paes Brretd
iucompativil com aquello-magistrado ?
[sao, sim, que sena inconveniente, e fontrari
tiidos os uitTesses da justifa, tanto-mais qan
o a transferencia do juiz de direito da I^uraab
demittido o Dr. Arthur Montenegro e nomeado
otttro bacharel para Po-d'lho .
Eis ahi onde bate o cravo, onde esta o butillii
Toda a ira da Provincia provm dessa demisso,
todo o seu despeito uasce d'ahi. Ella quera que
fosse demittido o Dr. Paes Barrete, com tanto que
fosse conservado o Dr. Arthur Montenegro, quem
endeoea como um no plu Hra em intelligencia
e illostracao.
Nao Ibe eontestasaos o bmcm. O que ditse-
TO>e repetimos, e tito'nos basta, qne o r. Dr.
Montenegro liberal,e ooargodo -promotor, bem
ou mal, tem sido sempre cousid Tado de c.nfiaoi;a
poltica.
Indique-nos a Provincia quaatose quaes foram
oa promotores conservadtres que foram mantidos
pelos seus aaigos cpiaado goveraaram. Abra as
suas paginas, consulte tambem as do liberal, as
da Democracia, as de todos os orgos liberaos, e
responda-nos se sempre nao sustentaran! ellos qoe
as promotoria8 eram cargos de confianca, se nao
foram mesmn atsm, dizondoque o pirtido do po-
der tinha o direito e era de seu dever acercar se,
em todos os cargos, de amigos, de homens do seu
credo 1
Com), pois, extranha hoje que seja exonerado
do cargo de promotor o Sr. Dr. Arthur Montene-
gro T Desde qttando so impoc a eonfianca pol-
tica ?
Anda repetimos que nos basta esta rasfio para
justificar essa demisso ; nao precisamos declinar
at etpeeio$at (abra o Sr. Dr. Montenegro o Diccio-
nario de Moraes e veja o que significa o vocabulo
e como Vieira empregon a phrase) que temos,
note-se bem-nosMariopsra justificar o acto,
que o propXio Dr. Montenegro de va ter desde
muito solicitado.
E' falso que o Sr. Amaral ficasse furioso contra
o Dr. Montenegro pelo facto da denuncia no pro-
cesso do Dr. Paes Barrette; falso tambom que
os nossos amigos de Pao d'Alho se zaugasae por
que o Dr. Montenegro nao quiz sujeitar-se ren-
dtr Ibes homenagens e a pedir-lhes conselhos.
tiral o do corpo de polidia, e dizem que o t.-ria
'conseguido, se nao fra o bom padrinho de qne
elle sonbe acerear-se, c mseguindo s Sr. Cintra,
em todo cato, removel-o para.fra da comarca, em
castigo sua deslaaldade.
O Sr. Dr. Cintra qne parecen estacar antea
attitude de S. Exc. o -^r. vico-presidente, cuja re-
tirada dizia aguardar para cou tiwiaciu deUa
obra, parece-me qoe imuacieotou-se cono, a demo-
ra bavida, e eis de novo ua arena, e. prepara-se
para outro commettimento, que diz ser de ignal
resaltado, ao qnal o governo nada ter a opoor
poroue em ana jurisdiegs tao sube rano quan'
to elle.'
Ser disso qu j conhecido, que.tcaurei no
artigo segninte.
RecifzJuHio1886.
Jeronytno Materno P. de Carvalh..
A acaal adiBinistra^o da pro
vieta e o or^o liberal
tu
A Provincia, pela digniJade do proprio partido
liberal, de ve deixar-se de discussoes pessoaes e
mesqainhas, propnas de poltica de aldea.
E' mister qne a oppoaioo, entre nos seja consa
seria e trate de preferencia das variadas questoes
de interesse para a naco e particularmente para
Pernambaco.
Para qne censurar o governo actual pelos mes-
mos actos, que tambem pratscasam seus correli-
gionarios ?
Para que fallar-se de cabala offieial e interven-
gao do governo em eleice3 ?
O partido liberal, ainda hontem deixou o poder,
e a sua g sto doa pblicos negocios recente e
conhecida por todos. Se quizesse mos retaliar ;
jogar ns mesmas armas da opposieo, bastara
abrirmos os anuaes da assembla provincial de
1880 e 1881 e estndarmos os pleitos eleitoiaes de
7 annos do dominio liberal, nos quae.-, o governo
influio desbraframente, havendo alguns presidentes
tao desabusndos, que levaram o ardor partidaria
ao extremo de consentir no derrmenlo de sangue
dos conservadores e dos liberaos dissident s, como
em S. Jos e ua Victoria.
Em Taearat, para se ganbar em 1881, a elei-
ii> municipal, foi necessario que, se procurasse
iuutilisar com pri.cess.a imaginarios aochefc con-
servador, coronel Cavalcante ; e que as autorida
des policiaes reunissem urna horda de oapangas
armados e os coaservassem na villa Em Bonito
8 (jroyanna as autoridades, arvoradas em cabalis-
tas foram a casa dos eleteres exigir votos, e as
villas do interior se transfonnarain em vefdadei-
ras pracas d'armas ; na Victoria, praticaram -se as
scenas luctuosas que, a peana treme em descre
0 Sr. Amaral-nunca se preoceupou com o Dr .vel as; em Bom Conselh, a forca publica" e os
Montenegro, e os amigos de Pao d'Alho jamis I criminosos impediram a entrada dos conservad,-
, res na casa da cmara, negando se dessa forma
pre^nderam dictar leis a esse promotor, como nuu- Q djr(,to d(J voV} n8 elej?iio gerH, a 186 e|(.itore8j
ca o pretenderam nem pretendem i qualquer outro.t camo deram teatemunhos os juizes de direito *
Nem elles preeisam dos favores dos funecionarios
da Justina; apenas exigem que estes sejam impar-
ciara, que Sbam cumprir os seus deveres, qne nao
sacrifiquen! poltica os crditos da magistratura
e os rateresses legitimes dos cidados.
E quaes foram os einpregados da Alfandega e
outras repartic.'s demittidos para serem attendi
doa os eleitores da 3 o districto ? Desafiamos a
Provinoia i que aprsente um nome s de empre-
gado demittido, as rcpartco's que indica, para
ser aeeommodado algum eleitor do 3.* districto.
Nao basta alegar falsa f, preciso provar.
Nem preciso isso para ganhar uo:a eleico no
3. districto. Gaohainol-a em 188) o 1884 estan-
do no poder o partido liberal, e quando o cofre
das gracas era d*ellc. ".'ara qu", pois, to parva
aecusacao ?
Para quo as grosserius e insultos dirigidos ao
honrado administrador da provincia, quem o or-
gao liberal j teceu encomios ? Quando foi sin-
cera a Provincia, eoto, ou agora?
A' Provincia, ple-se ptrfeitamente applijur o
proloquio latino Q'ianta *pcie cerebrum non
habet.
28 de Julho de 1886.
Mabio
PDJCOS A fGNM
sena naturaes adversarios, insultanio-os, injur an-
do-oi, calumniando-os ?
Coibarca de G ranhuns
ii
Por motivos que pouco abnam o b.>m senio e
criterio do Sr. Dr. Cintra, dos quaes fMlarei mais
tarde, implican elle com a Palmteira e quer leval-o
a ferro o togo, at conseguir seu desidertum que
desalojar m.'U irmilo e acabar com o uiiib) ;
intuito que inanif-s'a em indo, M|. em sens dis-
cursos de aberro la juiy, como fez era
< mnt'S ul'imamente.
Posta de parte a da pretenejlo, que
est abaizo de qoalqaei o mment>ru, veja-se um
dos muitos plau'.s -r Dr. Cintra :
Promoveu n i'um sen o'er eyo, alias
morador, como amia na villa da Imperatriz,
provincia de AI-:ga-<, para su-jdelegadi de Pal
meira, hornera d-sne-to raneoroso de miaba fa-
milia ede quasi toda a pMmUttin (ai i lia extge
ry) e do qual muito se fillou no Diario de i'ernam-
buco de 31 de Marco, l de Abril. 14, 15 18, 19.
21, 22, 26 e 2:> de Julho de 1883 ; Jornal do Reci-
fe de 31 de Marco e 1 de Abril do inesmo anno, e
Follia do Ntre desse ultimo dia.
Verificada tal nomeaflao, nao sei se par influen-
cia propria do Sr. Dr Cintra, como jaeta-se, on
com intervenvao d: terceiros, na TOtpera do dia
designado para entrada e posse em Palmares do
tal subdelegado, ahi engrossou-se o destacamento
o destacamento com pracas vindas de Garanhuns,
Corrntes, Bim Gonseiho o pareco-me que tam-
bem de Caobotinho, montando-so asshn um p d.
exercito n'um logarejo pacifi :o, ondo nem ao me-
nos urna cadeia ha, cuja eeejuranca justificasse
taraanho movimento bellico.
Sabida a oausa, ora, segundo rcvelou o margen
to de polica, commandaute do destacamento de
corrntes, a que croo cominandante geral da for-
ea, nesse dia se achava era Palmeira, quo havia
iiiBtraeco*sdo Sr. Dr. Cintra pra logo ser ovrea
da a casa de m*a irmio, presos e amarrados seus
s*ra*oe crutos, -a qaein ea raspara a o-be? e
se casttga'W ablos, a erncple do que. teov.u fa
zer em 1868 o subdelegado de ento, Jos Gloraes
da Silva Zeo.
Peito isso, diza o Sr. Dr. Cintra, oChico de
Carvklho resistir cm os seos e-os que na>!tnor-
rerem ou fogirem, C wspera na cadea.
t' inacreditavel tanwuha perversidade da parte
d'dm agijfcramo que jamao erimnea,- a qero,
'se-oa bancos e a convivencia emdenrtca ou os- lif
vros nao inantiram bon3 sentim exptUiehtiai'A&rorin tel os dado, ao menos cm pe-
quena dose.
Mas o facto real, est no domiuio de tola a
comarca, e os proprios correligionarios hon stos
do Sr. Dr. Cintra nao o negam ..
Quiz piren: a boa eatretla de m-u irmao que
aquelle sargento, ou por prudencia du temado de
reeelos pelas coiisaqnvncitts do attenia lo ou aindn
em glormaicao do triumpho procwadh revelasst.
o plano a urna irm, e^ta a um 3* e est avisasmc]
a meu irmio e fizesso publico o perigo quo o am-a-
cava.
Enio m.u irmao logo escreven-me por um pro-
prio, e rew*ida a u-itwa, sem demora me dirig a
S. Etc. que( atteneiosatndnte* ouvmdi)-iiie, t>-ie-
grapliou (c .bsta-me) ao Sr. Dr. Cintra, delegado
le polica, qu-'m mandou transportarse incon-
tinenti para Palmeira.
O certe AqueisBO que se paesou em menos de
48" MOraa, te* com que o honrado delegado lli ebe-
gass- a tempo a obstar icwl >, cojo resulta-
do' da fcil intuici", e o proprio Dr. Cintra, eu-
c ntrando opoosieio 'mos seus simaros intentos
fizexse partir um oiissino rt bom correr, a en-
esi.t'o'di tal artbleltrpad -, que cnsta.jse acliav-.
no dmtricto, lugar r
->r Dr. Cintra, brludo n een plano, nao Bou
promotor. A :oinpreasao ofiicial, o suborno, o di-
uheiro dos cofres pubiieos, as promessas de em
pregos, as remoees e demissoes de magistrados e
promotores, attingiram o seu aug-' ; entretanto,
to os esses actos, foram justificados pela mpreoaa
liberal, qne oa aehava legaes e honestos. Hoj.
pirm, que as eleicoes conem lves e ex^lusiva-
iiien'e por conta doa candidatos ; que nao se em-
prega a forca publica, os capangas, nem aquelles
mos, brada a Provincia que ha opprestdo t-fficial,
e que o actual adnuniatraiior da provincia eet in
tervindo no pleito do 3 dislriJo, a favor do legi-
timo candidato conservador Dr. Figueiroa '.
A imprensa liberal nao tem ama t moral, urna
S logias, urna nica bitola.
Onde as provas da intervengan? quaes os actos
do actual administrador da provincia, quo revi-
lam o auxilio ou apoio eltico *o 3" districto?
O Bxm. Sr. Dr. Iguacio Joaquim de Souza Lelo,
cidud'irerpenavcl, como membro da nobre fami-
lia S uza L'-li, nao merece as injustas accu*a-
c,o.'M quo lhe sao teitas por urna peuiia movida pela
paixao e odio, e que sempre est prompt a ferir
aos caracteres dignos e apreciados na sociedade
p ruanbacaaa.
Fclizm"ute, b -ni, conhecem qual a estima e cousider.icao ;
qual a probidade e houradez rio raui digno actual
vice-pn-sidente.
IV
Nos artigos edicterias da Provincia, apenas sao
indicados dons actos de S. Exc. como intervenco
tranca e manif'ni!-em favor do can oaer-
vador Dr. ffgaeafci e sao :a deuiiacu do pro-
motor publico dolguaiass Dr. Arthir M mteue-
lro, e .i remoco do de Po d'Alb, Krano'sc >
B-rreto paro Iguarass, e a de um protegido para
aquella comarca.
Apreciemos -por partes esses dous actos admi-
nistrativos, tratando nicamente do primeiro, por-
que, qu uitj ao segundo Mario ja n apandan ca-
balmente.
Nao vemos na demisso de um promotor, adver-
sario de nma situacao poltica, nenhum direito de
cxnaura ou deebragamente partidario, nein to
pouco, onensa as leis do decoro publico.
Era todas as aituaeois e provincias, os presi-
dentes quer liberaes, quer conservadores, consi-
derando as promotora!- publicas, cargos de con-
fianza poltica, sempre demittiram e remsveram
os s rventuarios, mxime, os intransigentes e
exaltados.
A demisso do promotor de Iguarass, nao des-
abona ao demittido e era hou/e proposito, (cuno
6". procura especular) de se exercer urna vingai/ca
coutra o illustraio Dr. juz de direito do coiomrr-
cii. desta capital.
Admira que uro acto tao natural, exercido por
todos os partidos, fosse hoje motivo para tamonha
grita.
A Provincia, deva recordar-se do passado, f
examinar a historia do sen partido o verificar
(iU'-, em 1878, foram demittidos pelos Drs. Adeli-
no e Adolpho de Barras todos < s promotores pu
blicos desta provincia pelonortne trime de adhet
rirem ao partido conservador.
Abrindo os relatnos le 1878, ver-se-ha o sef
guiute : Foram exonerados por portaras de 3 e $
dejunbo, o Io e 2o promotores desta capital, Drai
Gomes Carente Oonoalves Ferreira ; e mais oi
de toyanua, Olinda, NazarAh, Rio Formnso, JaT
U>. Pao i'A'ho, Buiqoe, Limoeiro, Taearat,
Bmjo, Itamb, ereicidos polos hachareis Preitas
cbariausa, Meira de Vascoucellos, Dario, Novaos
e outros distinctos e honrados funecionarios. Fo
rara removidos Gaspar Drummond, da Escasa
para Bnique o entre outres Souto Maior e Este-
vo Cavalcaute.
Por veutura, esses funecionarios nao eram pro-
boa, uo cumpnam bem os seus deveres ? Quaet
os motivos que actuaram no animo desses admi-
nistradores para as**nr< proceder ?
Nao s recordam, rs. da Provindia, do qne es-
| be oei-ultirsui cmrr-n.di.ie x qu in qu.-r qO" o
para Po-d Albo tei a demonsIMeo da mi pai- I iiUV|gg,.i em>asi delirio yocifemva coutra tu-
co que se orear nigilra3.-- qutlle \*1*f pos;
tantam acto cid pi da Vmprocedbntta ta accu
sarao feita ao promotor remo 'ido.
edia, p-ia, oiier-se ae. a rolla do Dr. Pac
Barrete foi uma"aftWnM ao governo gefml ? < Af-
d'lfo, s trUas com o r.leiido juiz.
Deliberado o escaadalo, dia a ProsnWa*-
dat a coherencia qSMFnm^ cousas fomsftzVpTatWs
e u Sen an'igo estado finas isso nJWW fot mdo
do e contra todos.
Daxarei vde porque a> minhm tuissaa-) pre-mdispol o aun
, *-w i rqa Seja.
ui a (erinioencia em Pa.meira do'delegada,
ira conaerval-o em^Padl do alfere cdfflmBnd stacam. uto de Ga-
ranhuns, mufos at aqui b'm intencionados, s
Csosas fifcm reponase a paz de-espinto se res-
tmbeleceu ho guinda Mpnuco.
hi a qu s'guio* f..i afofia do Sr. Dr. Cm-
tra contra o"sa>gntofveiaut.-,- a aTtem- proteton
do de ausencia dafUellea isantinscntos, a
nem tao pon jo de baver pedido um casti-
go namante, couvo acontes, maxi.mo para
unta prente, segundo allega o Sr. Jordad.
Darme hia por feliz, ae effectivamenta
tivws parentesco cora Romana, pois afir-
mo, que levan o sacrificio, ella nio estara
servico de felizen, como eserava: eu a
faria mapinar o puro ar da liberdade e da
razio, onde se expande a personalidad*
humana, que foge a aquella infeliz.
V, pois, o Sr. Jordao que eu digo
que pens, e pens o que digo ; servindo-
osf, oxn lieanja, dm pelavram de .S. 6.,
que indaga os motivos ito ser eu aecusa-
dor particular de Romaza.
Nao me vezo mu dieel-3.
Os motivos se resolvem na minha pro
fissao de advogado, da qual vivo: elles
nao se resolvem, pois, na viaganga e no
odio, quando ou nunca oonheoi Romana, e
atada mesmo a conhecesse me escapa
vocaoSo para ser algaz de outros, quaoto
mais de urna infeliz, mioaa semelhante, e
de todos que perteneca a familia humana,
muito embora se verifique a qualidado .ac-
cidental da c6r.
E' uso urna verdade incon'.estada, Si.
JorJSo, como nao deixa de ser aquella
qua cu Teferi no Diario do 27, mas qae
S. S contesta.
Entretanto, em bono do que alli disse,
eu invoco os sentimentos de honra e digal-
ii.d das pessoas, que assistiram os deba-
tes : invoco o teste.nunho de todos, ainda
inesmo o de pessoas inimigas, que, em
consciencia, nao me podem contestar.
Ellas 'irao o que se realisou naquea
8ess3o do jury, nicamente triste para .a
posicao da aecusada, para quem nao padi,
e nem ea pedir outras penas, se nao.as
do art. 205 do Cdigo Criminal.
Estas penas competen as pessoas livres,
no nu:nero das quaes euin^luia aecusada,
quando desenvolv a aecusacao, no correr
da qual nao fallei e nem podia fallar de
acoutes, mas o advogado da mesma aecusa-
da, em urna questao preliminar, que le-
vantou
A' isso limitei rae a dizer que, se .ccsa-
da era filha de africano, vindo p rao Bra-
sil depois da leiEuzebio, isto da lei de
1831, tornava-se livre, como eu j a con-
eiderava as p; sacio.
Fra de alerto portanto, e jiffirmati-
va do Sr. Jordao, que parece nao ha ver
assistido a sesso do jury, a que se refera;
te'rnaddo se. echo de falsas informaySes, as
quaes, c>.mo eu disse, se explora a igno-
ran ia de uns e a boa f >le outros.
Mas, so verdade qua Deus esureve
c rto por linbas tortas eu tranquillo
assisto o curso da calumnia, cavando seu
pioprio abysmo.
T.-nho respondido ao Sr. Jordao, que- opo-
zaf de na' conhecer, peco desculpa da ha-
ver empregado quaiquer palavra menos
agradavel.
Dou por terminada a discussao.
28 de Julho do 1886.
Dr. Clodoaldo Lopes.
O padre loo Manoel
AO r>B. JOAQCISI NABUCO
Antes doj contos, que prometti, um pi-
rontlicsis que se torna necessario.
O Narciso desventurado s agora deixou
de contemplar a propria sombra.
W tao lutil e to tolo que sem duvida
f .ram os papelotes que o feriraiu e lhe des-
pertaran] os bros.
E' realmente d.-sfructavel esse typo que
se presta a todos os ridiculos, representan-
do todos os papis, com tanto que. satisfa-
ca os impulsos irresistiveis de sua estulta
vai lado.
Em todas as oc;as3es elle revela-sc tal
qual ridiculamente original e original-
mente' ridiculo.
No benefiso de Ssrah Bernhardt, quan-
do os admiradores desta eminente artista,
que tem uina celebridade universal, ioram
iepr a seus pos os votos de suas bome-
nagxis, cobrindoa de flores e pedras pro
nionas, elle, o tolo, o desfruut.-.vel, o iu-
aensato, rompo toda aquella multidao deli-
rante de onthusiasmo para offerecer fes-
tejacia artista um cosume de couro de vsa-
do de Pernambuco.
Sardi Bernhardt devia ter achado mui-
to pelludo e duro de roer esse presente.
Se fosso um objecto antropolgico,
transeat...
Se sj tratasse de urna obra de .primor
da iudu8tria nacional, v...
Mas esta vestimenta de couro de veado,
confiada ao museu da grande artista, so
so explica como um impulso de vaidade do
candidato tinto com o sangue do infeliz
Bode, entregando ao templo d'arte um tro-
pheu, com que o Nicolao ao desfarcou em
torri el executor da tragedia da matriz do
S. Jos do Recite.
O Dr. Joaquim Nabueo iiluderse quan-
do me laoca em rosto um fasto que nunca
neguei, que nSo me pode envergonhar
creveram ento emjastifieacao e8-*^m?.o Licas auge r, que pratiquei ,4 lux.ple-
Nao decente censurar boje, o que
viinilustradores, amigos de Ss. Sa 'piaticaram.
Uiga-spmsa verdade: o metnal viee.-presi
dente uson de um direito, to legitimo qui.nt
aqwell-^de que se strvirun os seus antecessores.
emais, en quepoderia influir a demisso de
um promotor n> resultado da eleico de 12 d
A^sio? ^e o Dr. Montenegro era alheio, como
eremos as lutas dos partidos e as intrigas locaes ;
a: elle (de quem formamos bom eonctito) nao es-
lava prop -uso in fluir cm o s--u prestigio no
ui.ito em favor do canfmato liberal; como mere
ditar a- qus a sua .xooeraco seja um meto em-
pregad'j pelo governo par acauteiar os wttwessM
do candidat i eonsirvador f !
O artigos do orgia liberal que tratam desse
aesumpto, jiintificam uabvlinentn o acto do >. Exc.
. i-o,o lie prensa de just.'Scaco.
R. cifi-, -J8 e Juibo de 1886
Casmus.
0 jury de Romana
Na ci.lu nans ''a P-otancia, de boj",
vea 0 Sr. Mano 1 Jo.dao da Costa con-
u.li a q *u |a eorrOBte, a proposito daquelle jury ; e
..p,i- nd" su i patato* verdade dos factos,
lli i ara >a
Pard -Be S S qu eu diga aio ser
exa to i> ijue .flroia, e isto era amor a sua
Itgrdade, t lvi-z, levada por inf-irmac3"3
u>rigaa*( qie msaumra outros fia, e o
|WWtfc0id d UdWo*ajiid*(le em favor da
inf. Iiz Ktfnraa
,, nt'ituitii, S S., que eu possuo
este.-, seoti oeutos, laram-nt" maoifes
tei-os i.o tribunal "do jury, quamlo desda-
re i iiiir acusr Una esx-rava, mas a Urna
mulber livre, que, hilo dn*idou de hw:r o
dtriBttf m cosea^ao. aMwia
Quem falla assim, nfl>pde nr aecusa-
ua da puWicidade, aem reserva, sera mys-
terio, sem raceios, cora consciencia tran-
quilla, porque me animava o sent a^uiu
de concorrer pora realizar um grsnd- me-
Ihoramento na minha provincia.natal.
Da empresa oa estrada de ferro Natal
a Nova Cruz meu nomo fiurava em de-
cretos de concessoes de favores permitti-
ios por lei, escripturas publicas e at em
urna de suas locomotivas.
Empenbei-me do corpo e alma para tor-
nar urna realidaie esse beneficio, que
representa de minha parto longos pannos
de trabalbo, de pcraverana, de tenacida-
ile, de sacrificio de toda a ordem
Para esse fim empeuhei todas^aa miabas
economas aocumuladas cora trabalbo hones-
to, recorr depois ao crdito, pedi dinheiro
emprestado ao Banco Irniu.-tiialdeata caria,
fui a Lindres, voncendo mil diffiouLlades.
E devo diz que s no governa.B:Jr.
ronselheiro Sinimb, que nfto regatela fa-
vores essa emprez^, e que me dirigi
p.Uvras animadoras, que conservo grava-
das dentro d'alraa, vi desfeitos todos o
obstculos creados pela m fapela espe-
culado contraralas
Venc depois de luta insana, de enormes
sa ritcios, de esforen* supremos e de nun-
ca esmorecida tenacidade.
Oade o meu crime ?
(J emitientes estadistas marquezes d
S. Viconte e Monte-Alegre foram conceg-
sion^ios da estrada de ferro de Santa a
S. Paulo, que a transferiram a urna com-
panhia inglcza, quo aind b*jea dirige.
Conceionario8 do estrada de trro fw

J
II


Diario de PernainbucoQuinta-feir 29 de Julho de 16





tambero o finado Tbomaz Pompeo, sen
ior, padre ohefe liberal.
E o Dr. Joaquim Nabuco ameaga -pro-
va; oom documentos um facto, que confesao
sem rebuso e at com desvanecimento.
Poia bem ; amauhS facharei o parenthesis,
fazendo am confronto entre mina e esse
deBgracado.
Padre JoaO MANOEL.
Jemal do Commero, de 13 de Julho.)
Barreiros
K\m. e Revm. *r. D. .Jos bispo
diocesano .
Senbor, recrrenos a vos a quem fo.
dado guiar a igreja de Nosso Senhor Jess
Chriso ueste mais bello torrao da America.
Recorremos a vos, que por isso mesmo
me sois o interprete da verdadera doc-
trina, tambem por algum modo sobre vos
recakem os desmandos, abusos e prevarica-
res que se derem por parte de voasos re-
presentantes quando. pressuroso, nSo pro
curis supplantar a hydra que tenciona er-
ruer-se. Senhor 1 Certo, a igreja anda
aculada por todos os lados nao se desmo-
ronar ; porque a sua base mmorredora ;
mas a contingencia humana exigi o tem-
plo eterno, que nos quiz dar o Martyr dos
Lmeos.
Ella necessita de lic3es cheias de pru-
dencia e sabedoria, como nos deram os
grandes Doutores ; ella anceu por aquelles
preceitos tao santos, que s podiam ter
srigem no Co.
Lembrai-vos, senhor, de qua desde
Luthero Calvino at Hennque VIII, to-
das as dissengSes appareeidas no seio da
igreja. tiveram por comego os abusos, os
abusos tm sido sempre causas afflictivts
para a huraanidade. Senhor! Deix.u o
vosso palacio, porque assim preciso, pi
sai o assoalho da matriz desta freguezia, e
vos convencereis de que o nosso vigano
tem amedrentado o sou rebanho; tera ma
terialisado o que ha de mais divino, tem
tuda corrompido com es exernplos, que
d -
Quem vos falla tem plena eonfianga na
pessoa de V. Exc, na vossa illustragao re-
conhecida, no vosso proceder illibado, e
sent, do fundo d'alma, vir amargurar-vos.
Mas o Nosso Senhor Jess Canuto, na
hora suprema, tambem teve o eterno c-
lice. Senhor, esta freguezia, cujas habi-
tantes sempre se distinguirn! pela honda
de de ndole, pela cordura, pela obedien-
cia aos preceitos de ordero, foi um da des
pertada de modo tao brusco que anda
agora estremece 1 Gemem o prlos era
affronta aos mais distinetos caracteres,
cruzara-se os pasquina atacando o que ha
de mais charo naexisten.ia; era mais M
respeita o sanctuari^ da famila E tudo
porque? Porque o seu parocho quer exi-
mir-se s coutas, que, como en arregada
da Fabrica, de ve prestar, pelos grandes
abusos commettidos.
T^o jactancioso, que nao se pesa em-pro-
palar que nada teme de V. Exc. Revm,
porque conta com o vosso digno secretario
o Revd. padre Lima e S.
To altaneiro, que se ufana de haver
agora mesrno recusado a freguezia de Ja-
boato, que S. Exc. lhe havia pedido ucei
tasse! Tao arrogante, que anppo atemo-
risar as autoridades locaes, fazendo-se car-
car de pessoas de outras comarcas e guar
dando-as armadas, segundo faz correr, em do
casa de sua residencia.
mais de arroba a um negociante desta villa
- e a imprensa j publicou o parecer do
promotor e o despacho negativo do juiz da
referida comarca. Pela deolarago jurada
de Manoel Alexandrino da Rocha acha-se
provado que este fez por cem mil ris e
que o Revd. administrador exigi delle um
recibo de duzentos mil ris pelo servigo da
coberta da mntriz desta villa. E'tambem
sabino qu-a o xm. Sr. Barao de Sant>
\nlr esde 1883 doou um*cont de ris
em diaheiro esta matriz ; entretanto, s
agora appareue langado a tarja parte desta
quantia. isto 3330333, e ignorase onde
esteve este dinheiro al agora e, se esteve
a premio, quanto rendeu. Finalmente, a
reluctaDcia do Revd. fabriqueiro em nao
querer prestar contas a este juizo do pro-
ducto que recebeu das loteras no Thesou-
ro Provincial, colloca este juizo em urna
posicao duvidosa, ioteiramente falso e o
impossibilita de conhecer a verdade ; era
ao menos provou que as despezas fetas
foram au orisadas p<-la autoridado compe-
tente. :Ferreira Alves cit. 133. Em
vista do exposto, requeiro que s-ja glo-
zada a despeza, procedendo se em tudo o
mais na forma da lei.
Comarca de Barreiros, 12 de Julho
1886,
Jos Bonifacio de S Pereira.
Promotor de capellas ad hoc. >
de
ao Sr. Barros, queira fazer sen juizo sobre
este roubo.
Voltarei o preciso for: com as deligen-
viias legaes que se procedem.
Anglicas, 24 de Julho de 1886.
Manoel Joaquim de Mello.
Eleio
nos devoto que teem de festejar
o dia S de omubru de 18S a Ex
ceina atenbora da Konurio. pa-
droelra denla fregaeila de tioysn-
R-
ngelicas
Illms. Srs. redactores do Diario de Per-
nambuco. Peco-lh.es por amor da verdade,
que, queira ar a publicida te por sua con-
ceituada folha ao seguinte :
Tendo chegado ao conhecimento do abai-
xo assignado que o Sr. Manoel Pinto da
Costa Barros, tinaa levado ao conhecimen-
to do publi-o no dia 23 do correte, por
um jornal que se publica nesta capital (tai-
vez a Provincia), um artigo em o qual rao
a-cusa de um roubo a rao armada, em
sua casa perpetrado e auxiliado por ilhos
e genros raeos.
Passo a levar ao conhecimento do publi-
co e com e8pecalilade dos que nos cunhn
ce desde a infancia, o facto a que. este pa-
rsita se acob-rtou para macular minha
honra e de minha familia, e de quanto elle
capaz.
Sou natural desta povoaeo onde criei-
ma e casei-me, gragas ao Omnipotente
tenho mantido o conceifo que se ple dis-
pensar ao homom. Por n por minha in-
felicidade, sou visinho ha annos desie
despatriado, que tendo em sua corapanhia
u na amasia, que nao respeitando as fami-
lias, nem a moral publica, leva tolos os
dia* a off-nler o melindre de quantas fa-
milias ba, o eom eapeaialidade da honras
de mocas solteira, a ponto de dizor publi
i-araen'e (como provn oom a visinhanga),
que tiJo conbece neati povoagao mulher
casada era solteira mais honrada do que
ella.
Ha s-is annos que soffro, e soffro rauito ;
finalmente j declinava o nome de minh
familia publicamente; quaudo no dia 19 d
corrento pelas 2 horas da tarde acobertei
me da maior prudencia e dirigi-me casa
dest- andabata, no intuito de pedir lhe
providencias, poru nao en^ontrando-o ero p Apol
casa, fiz nesta occasiao urna observago a -
sua amasia para qu^ abanionaase o nomo
minha familia, fui por essa pnthiTa
iggredido a unhas e dentes... retirei-m
Juices por eleico
Os Illms. Srs. :
Dr. Geroncio Dias de Arruda Falcao.
Lourenco G encalves da Silva.
Virmto de Qouveia Cuuha Barreto.
Francisco Tavares da Silva Cavalcanti.
Dr. Antonio Alves Pereira de Lyra.
Capito Jo) Vieira da Cucha.
Mdjor BBto Bezerra Ferreira de Mattos.
Tenente-coronel Amaro Gomes Ferreira
bello.
Capito Francisco Nunca Monteiro.
Joo Lupecino Ferreira da Silva.
Juizas por cleicio
As Eimw. Sras. :
Baronesa de Goyanna.
D. Julia, espasa ao Sr. Dr. Manoel Polycarpo Mo-
reira de Azevedo.
D. Manoela, esposa do Sr. Antonio da Silva Loyo.
D. Anna, esposa do Sr. capito Manoel Aurelio
Tavares de Gonveia.
D. Francisca, espos* do Sr. Joaquim Antonio de
Miranda.
D. Bemvinda, filha do Sr. capitio Jos Htnrique
C'-sar de Albuquerque.
D. Bemvinda, esposa do Dr. Bellarmino Correia
de Oliveira.
D. Mara, esposa do Sr. major Simplicio Tavares
de Mello.
D. Joaepha, esposa do Sr. tenente-coronel Adelino
Cavalcante da Cunha Bego.
D. Joaquina Virgilina Correia de Oliveira.
Jaizes por devofo
Os Illms. Srs. :
Joo Chrysostomo GalvSo.
Manoel Tavares Barreto.
T.nente-corooel Joo Paulino da Cunha Qou-
veia.
Tenente-coronel Valentiniano do Reg Barros.
Major Le >degario Correia de Oliveira.
Capito Antonio Ribeiro Campos. .
Dr. Ludovieo Correia de 01 veira. \
Luiz de Ancrade Albuquerque Maranho.
Manoel V:eira Bernardas Jnior.
Ernesto.
Juizas por devoco
As Exmas. Sras. :
D. Altina, esposa do Sr. Manoel Paulino da Cunha
Barretu.
D. Eulalia, fiha do Sr. tenente Jos Joaquim de
Mendonc* Furtado.
D. Mari, filha do Sr. capito Antonio Vicen
Pereira de Andrade.
D. Antonia, espusa do Sr. Leocadio Jos de Fi
gueiredo.
D. Belisana, esposa do Sr. Mathias Pinto de Abrf
D. Ermtdiuda, espesa do Sr. Jos Ferreira u
D. Amelia, esposa do Sr. Joao Paulino da Cunha
Barreto.
D. Anna, esposa do Sr. Jos Augusto Serna.
D. Josepba, esu-isa do Sr. capito Antonio de 8.
Fer.eira Rabello.
1). Elisa, esposa do Sr. tenente Joo Mauricio L.
Wanderley
Escrives por eleico
Os Illms. -rs. :
Tenente Francolino Ferreira Crespo.
Tenente Jos Joaquim de Albuquerque Mello.
Tenente Jos Valcasse Camello de Andrade.
Capito Manoel Cavalcante da Costa Reg.
Odorico de Abren e Lima Figneiredo.
Jos Velloso Freir de Mendonca.
Jos Tavares da Cunha Gouveia.
o Qmrino Francisco de Albuquerque.
Joo Gouc-lves da Silva.
Francisco Tavares de Mello. ,
te
u.
sa de sua resioeuc. 65ibu,uu ** > -------------- imcuuiuu. .
Acreditando que, agitando a sociedade n-sta occasiao com uns amigos, qu para D. Mana filha do Sr. capito Osmida Correia de
__ **_ A^Cr^arsa ta > imnfil- ..!.; nA iBiMai a ttnitn ivir minl-l casa 1 CrStO, _
meios t2o defesos, tS> impro
por esses meiOS tao aeieauo, .^jy.u aui se uingii* o vuiu p.i .u.^^
prios de hornera que se presa, e ainda mais mais tarde porm, chegando o Sr. Barros
de um sacerdote, elle conseguira ecculUr
aeus reprovados feitos, os seus criminosos
abusos na gestao dos negocios da raesraa
Fabrica I!
Senhor Providencias, providencias enr-
gicas e urgentes vos pedimos, em nome
de dmm sociedade ultrajada, a vos, para
qnem boje olbamos como a nossa nica
salvaguarda I
Comprova o que vimos de dizer, o se-
guinte tpico de urna certidSo, que temos
em nosso poder.
Eil-o : E' sabido geralmente que gra
ves accusacSes se fazem ao Revm. padre
Christov5o do Reg Barros, quer como ad-
ministrador da matriz desta villa, quer
como administrador da matriz de Una, as
aim como geralmente sabido que elle re-
queren ao juiz de capellaa do Rio Fcrmo-
so licenja para vnder joias de prata e
ouro desta matriz, licensa que lhe foi ne-
gada e, todava, publico que venden
rabe que ea tinha ido a sua porta, e como
uada podessa fazer, grita como um poces-
so : entrou em minha casa urna quadn-
lba cumposta do abaixo asbigoado, o dos
filhos e genros, e saquearam-me a quantia
da 1:500($000 em ouro, prata, sedulas a
joias lili...
Mais tarJe j dizia a um que tinha sido
300#000, a outro, sor smente^pratis, a
txjtros joias o dinh-ir> papel, e finalmente
na sua denun i a cuostm-rae s r at Bter-
c&doris, quantas inverosimilhancss em to
pouco dias.
Logo que o Illm. Sr. Dr. juiz municipal
teve conhecimento do tacto, officiou ao
subdelegado para que se informasse do
mesmo, esta autoriiade com roinu osidadu
informou-se do occorrido e Dada pfile con-
seguir, para o desidertum do Sr. Barros,
que tem trabalhado para marear minha re-
putac&o de 45 annos. Terminando pejo
ao publico que me conhece, e que tambem
Bolsa commerclal de Pernam
buco
RECIFE, 28 DE JULHO VE 188*.
Aa tres horas da tarde
i.'otace offidac
Cambie sobre Londres, 90 d|V. 20 1/2 d., 20 9/16
d. e 20 5/8 d. por l*UO0, do banco, hon-
tem.
Dito sobre dito, vista, 20 3[8 d. por 1*000,
do banco.
Cambio sobre Lisboa e Porto vista, 162 0/0 de
premio, do banco.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
ftENWMENTOS PBLICOS
Mee de Julho de 1886
ALFANDEGA
Ruda oxbil
De 2 a 27
dem da 28
RaxA FBOVMCIAL
De 2 a 27
ide de 28
424:363*7)
8:044*518
54:065*148
1:329*721
432:408*218
55:394*869
ToUl
KaouanoaiA -De 2 a 27
& da 28
487:B03*087
23:294*167
1:574*050
24:868*217
Comciado PaovniciAL -Da 2 a 27 128:348*011
dem de 28 530*402
Kicn Dainua le 2 a 27
Idea de 28
128:878*413
12:682*561
461*814
13:144*375
ahi se dirigiram e volto para minha casa
DESPACHOS DE IMPORTAgO
Vapor ingles Ctaretue, entrado de New-York e
escala, no dia 27 do orrente e consignado a J.
Pater & C, manifestou :
Algodo para retracto 1 caiza a F. Manoel da
Sil-a s C-
Banba 170 bar is ordem.
Bren 100 barr* a F. Manoel da Silva & O, 25
a Maia 6t Reaende.
Gordas 1 volume a C. C da Costa Moreira & C.
Cerveja 2 barricas a ordem.
Farioba de trigo 700 barricas a Pereira Carnei-
ro & C, 245 a H. Nuesch 6t C.
Graxa 6 barricas a Fernandes & Irmio.
Kerosene 1000 caixas ordem, 300 a Paiva Va-
lente 4 C. .
Ferrageos 3 volomes a Ferreira Guimares *
C, dita outros artigos 143 voluntes a Vianna
Castro & C.
Machinas para descarecar algodo 18 caixas a
Res & Santos.
Pregoe 6 barricas ordem.
Tecidos 2 ca>:.as a A. Vieira & C.
Toucinho 20 barris ordem.
Vidros 1 barrica a B. Duarte Campos & C.
Veneno pai a couros 1 caixa a F. Manoel da
Silva & C
Brigue llemo Louise M^yer, entrada de Ham-
burgo no dia 27 do corrente e consignado a Fon-
seca Irmos & O, manifestou :
Amostras 5 voluntes ordem.
Barras de farro 300 e 250 feixes a A. D. Car-
neiro Vianna.
Cevadinda 15 garraies a Rosa & Queiros.
Cimento 800 barricas ordem, 10 I a Ferreira
Guimares & C. 100 a Res & Santos, 50 a A.
Oliveira & C.
Corveja 175 caixaa ordem, 20 a Otto Bohers
Sucessor.
Ervilhas 10 garrafoes a Rosa & Queiroz.
Ferragens 1 volume ordem.
Genebra 110 caitas ordem.
Garrafoes 25 orden.
Licores 10 caixas ordena.
Lonca 36 barricas e 87 grades ordem, 10 a
Costa & Medeiros.
Loutas 1 caixa a A D. Carneiro Vianna.
Mercadorlas diversas 2 volumes a Ferreira Gui-
mares & C, 5 a Otto Boqts Successor, 10 a R.
de Drusina & C, 1 a Paiva Va lente & C.
Obiectos para navios 2 volumes a Beltro &
Costa.
Parafina 10 caixas ordem. '
Pincs 1 caixa a Otto Bohers Successor.
Pregos 100 barricas ordem, 56 caixas a A. D.
Carneiro Vianna, 202 a Prente Vianna & C.
Palhinha 2 caixas a F. Guimares & C, 1 a
Otto Bohers Successor.
Pimaata 30 saceos ordem.
D. Francisca filha da Extna. Sra. D. Mara Si-
mdes.
D. Francolna filha do Sr. tenente Trajano de Me-
deiros Albuquer |ue.
D. Maria espjsa do Sr. Aatonio Jos Domingues
de Souza.
D. Anna esposa do Sr, Jos Cosme Domingues de
Souza
D. Rozenda esposa do Sr. capito Joaquim Caval-
cante Pereira de Vasconcello.
D. Josepha esposa do Sr. Antonio Bernardino de
Senna.
D. Olympia esposa do Sr. alferes Jos Gomes
Palmeira.
>>. Ermelinda irm do Sr. Agnello Caetano de
Medeiros.
'ordomos e mordomas
Todos os devotos da Excelsa Padroeira que
quiatrem coutrbuir com o seu obilo para a mes-
ma festa.
Procuradores encarregados da festa
Os Illms. Srs. :
Tenente Jucundino Tavares de Gonveia Barreto.
Teneute D.'olmdo Tavares da Gouveia Barreto.
Tinenta Julio Nogueira de arvalho.
Alferes Miguel Joaquim Rib?iro.
Tenente Deomedes da Silva Rabello Coutinho.
Ao publico
O abaixo assignado tal scieute que ningnem fa-
ca negocio ou transaeco com o Sr. Miguel Ar
cbanjo da Silva, em nome da firma Pinheiro it
Silva.
O abaixo asignado protesta por es3as transac-
coes e nao se respousibilise p ir ellas.
Barreiros, 22 de Julho de 1886.
Antonio dos Santos Pinheiro.
Agua Florida de Hnrray ft Laaman
199
Se o simples precj de um eenero qualqui-r, fosse
sempre reputado como a medida de seu exacto va-
lor; nos supporiamos que este exquisito e delica-
do perfume e cosmtico era inferior algumas
perfumaras estrangeiras, as quaes sao vendidas
por um preco quatro vezes mais d'aquelle outr i,
emqnanto que, sua quantidade na chpga b prefa-
zer urna quarta parte contida n'una das garrafas
da agua de Florida. Porm felizmente como pos-
suimos urna maneira livre e mdependent'' de tor -
mar juizos produzdos das evidencias djs nssos
proprios sentidos; a n'issa concluso, pois neste
particular, urna iuteiramente mui difterente. Te-
mos por varias formas examinado esta rara propa
raco, e sem o mais leve escrpulo ou hesitaco,
prjnunciamos a sua fragrancia nao s nextingui-
vel, como tambi-m fresca e suave como a das pro
prias flores, a em todoj os resjieitos to agradairel
em seu delicado aroma eomoqualquer outra essen-
cia este jimais nos tenha sido fornecido, quer da
Colonia, Pars o Londres. Esta pois, a senten
5a, passada por toda Ampriea Hespanhola, e nos
de todo o bom grado a confirmamos.
Como qabastia contra as falsificacoes, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em leitraa transparentes no papel do
livrnbo que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras.
Agentes em Pernambuco, Heary Forster C,
ra do Commercio n. 9.
Merecido tributo
Profuscr Barry.
Sr Pode V. juntar o meu nomela lista das pes
soas que t^em experimentado a grande valor do
seu Tricoern de Barry para o cabello.
Sempre ache que os eleos e as p imadas me occa-
siouavam certa aspereza no cabello, que nos ulti -
mos tres ou quatro annos me caba rpidamente e
estava mudan lo de cor; mas desde que principie!
a u-iar o S"U Tri ofero nao tenho tide incommodo
n nhum com a cabeca, e o cabello se me tem posto
lorte e abundante, com grande assorabro de toda*
pessoas de minha amizade e c mhecim-nto. Tenho
invariavelmente achado que os eflviloa do seu tri-
cofero sao geralmente satisfactorios.
Respetosamente, etc.
Catharine Undertoood,
Pierrcpout House, Brooklyo, N. Y.
Igreja Presbiteriana
Nessa igreja, sita roa do Imperador, onde es-
to correno os respectivos b nhos, pretende ca-
sar-se Abd >b Americo de Aquino com Amalia
Maria de Figueiredo D.via.
Exposlco Sal Americana em
Berllm
APPELLO AOS PRODUCTORES DE PEBMAUBOCO
A cominisso abaix" assignada, incuin
bida pela presidencia da provincia de or
ganisar urna certa copia de productos na-
turaes, in iustriaes e artsticos que poaaam
com vantagem representtar a provincia na
grande ExposicSo Sul Americana, que se
tem de rcalisar era tierlim n > dia Io de
Setembro prximo futuro ; serve-se hoje
da imprensa p ra fazer um appeilo a todos
os productores de Pernambuco, e, em ge-
ral, a toda a popularlo da provincia, com
o ti'o da pedir-lhes que corrospondam, do
melhor modo que puderem, as bona dse-
los nao s da commisso como do goveruo
e do Centro da Lavoura, anxiliando a dita
commisso na acquisico dos alludidos pro-
ductos.
O presente appeilo extensivo a todas
as classes da nossa sociedade, e dirige-se
em grande parte as senhoras pernambu'ia-
nas que trabalh.im em florea, tapecarias e
toda a ordem de bordados.
A commisso, dispondo de muito pouco
tampo para a sua tarefa, pede a toios os
que deaejarera exoor os seus trabalhos ou
productos, que os remettam, com as devi-
dai iniicagSes, para o estabelacimento do
Sa. Jos-ph Krause & O, ra Priraeiro
de Marco n 6, e isso at o dia 10 de Agos-
to vindouro.
Conscia de que ser ouvido o seu wppel-
lo, a commisso desde j agradece a todos
aquelles que se dignarem auxilial-a
Recife, 23 de Jolho .le 786.
Viscondo da Silva Loyo.
Barao de Serinh2em.
Antonio Gomes d Miranda Leal,
Joio Fernandes L >pes.
Joseph Krause.
Jos Fiuza de Oliveira
Andr Maria Piuheiro.
Escrives por eleico
As Exmas. -ras :
loaia filha do Sr. Francisco Tavares da Ro-
cha.
D. Adela filha do Sr. Francisco Tavares da Cu-
nha Mello. *
D. Mara rilha do Sr. capito Theodoro Alves de
Vasconcelos.
Crasto,
D. Francisca filha do Sr. capito Vicente Camello
de Mello.
D Mara esposa do Sr. Dr. Menelo dos Santos
Neves.
D. Isabel esposa do Sr. Antero Florentino Pessoa
de Mello.
D. Amelia esposa do Sr. Honorio Aurelio dos San-
tos Bastos. .
D. Belmira esposa do Sr. capito Antonio Rodri-
gues Coura.
D- Anna filha da Exm. 8ra. D. Philadelphia Pau-
lina da Cunha Gouveia.
Escrives por devojo
Os Illms. Srs. :
Capito Francisco Sergio do Reg.
Tenente Cosme Daono a a Silva.
Anisio Tavares Ja Cunha Gouveia.
Benedicto Goetschel.
Joo Antonio Gomes.
Olintho Lopes Galvo.
Vicente Ferreira da Silva.
Joo Americo Tavares de Mello.
Man jel Clodoaldo de Albuquerque Melle.
Manoel da Cunha Cvaleante de Albuquerque.
Escrives por devoco
Aa Exmas. Sras. :
D. Angela Custodia do Sacramente.
D. Blandida filha do Sr. tenente Jos Joaquim da
Silva Barreo.
Ppel 8 fardos a Monhard Hubir ot C.
Dito de embrulbo 1,000 fardos a H. Nuesch &
C, 500 ordem, 500 a Fernandas & Irmo, 100 a
A. Oliveira & C. ,
Phosphoros 350 caixoes ordem, 10 a F. Lan
ra & C, 0 R.sa & Queiroz, 10 a Rodrigues
de Faria & C, 20 a Fernandes & Irmo, 10 a
Jo Fernandes de Almeida, 10 a Costa Me-
deiros, 10 a A. D. Carneiro Vianna, 10 a Fernn
des da Costa de C, 15 a Fraga Rocha & C
Relogios 1 caixa a Otto Bohers Successor.
Sag 15 garrafoes a Rosa & Queiroz.
Vidros 2 caixas ordem.
Ditos para vidraca 57 caixas a F. Guimares
& C 140 a A. D. Carneiro Vianna.
Hiate nacional Aurora 2*, entradf de Macio no
dia 27 do corrente, e consignado a Carlos A. de
Araujo, manitestou:
Couros salgados seceos 25 ao consignatario.
Sal, 32,000 litros a ordem.
Dt'PACaOS DE EXPORTAQO
Em 27 de Julho de 188$
rara o exterior
No vapor inglcz Cearense, carregou :
Para New Yorlfc H. Stolsenback 30,(00 pelles
de cabra e 58 barricas com 3,7 70 kilos de bor
racha.
Para o Interior
No lugar nacional Marinho 6', carrega
ram :
Para o Rio Grande do Sul, Baltar Irmos C.
100 barricas com 11,012 kilos de aasucar branco.
No vapor nacional Bahia, carregaram :
Para Manos, V. da Silveira 10 barricas com
780 kilos de assncar branco.
Para o Para, J. F. da Costa 10 barricas com
804 kilos de assuear branco ; V. de Itaqui do
Norte 100 barricas com 8,289 kilos de assuear
branco.
No vapor nacional Jacuhype, carregou :
Para a Bahia, M. J. de Ase vedo 6 volume
com 240 kilos de doce.
Para Macei, A. C da Silva 1 barril 90 litros
de aleool.
No hiate nacional Senhora da Graga, car-
regaram :
Para Parahyba, E. C. Beltro & Irmio 10 bar-
ricas com 521 kilos de assuear masca vado.
No hiate nacional .Todo Valle, canegaram:
Para Maco, E. C. Beltro Irmo 17 vola-
mos eom 1,205 kilos de assuear branco.
Protesto
Tendo os abaixo assignados, scieneia .!e que
cero qudam anda paissando bilhetes de rifa, era os
quaes declara que os premios sao pagos pelos abai-
xo assignados, decl ram que inexacta tal asser-
co, por isso que nao pass de urna t'ndusiria do
mesmo autdam que alin de tudo... um cara
dura.
Recife, 27 de Junho de 1886.
Figueiredo & C*.
Loja do Paraso a. 18
gJN. 10 RecoraraenHa-se a Eroulsao de
Scott aos doentes do peito, da garganta e
dos pulra5es; aos anmicos, debis e es-
crofulosos, e a todos os }ue precisem de
nm bom reconstituinte.
%os pas de mens alumnos e ao
publico em ge ral
Venho scientificar-vos que enj consequencia de
motivos imperiosos suspend as aulas do nn-u cur-
so 4 roa do Imperado n. 46, e que resolv leccio-
nar, alm das materias do referido curso (segundo
o novo programma da iostrueco publica) portu-
gus e arithraetica.
Para informacoes indicarei o mui digno delega-
do Iliterario Dr. Olymp o Marqese os amigos qu,-
conh^cem a minha applicaco.
Poderei ser procurado na Llvraria Francesa
roa 1 de Marco n. 9.
Recife, 27 de Julh de 1886.
Galdino de Bamt.

.So hiate nacional Geriquity, carreear8m :
Para o Natal, E. C. 3eltro & Irmo 6 barricas
com 335 kilos de assuear mascavado.
Na barcaca Flor do Jardim, carregou :
Para a Cidade do Passo, M. T. do Amaral 1
barrica com T0 kilos de assuear mascavado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios sahidos no dia 28
Bahia por escala Vapor nacional Jacu-
hype, commandante Joaquim Jos Es-
toves Jnior, carga varios gneros.
Rio de Janeiro por escalaTransporte de
guerra americano Tallapoosa, comman-
dante W. Wkitead, carga municfos.
Porto-AlegreEscuna ingleza Nittie Har-
land, capito F. Jones, carga assuear.
Rio Grande do Norte -Hyate nacional Oe-
riquity mestre Joaquim H. da Silveira,
carga varios gneros.
San Martin (Antilhas) -Patacho inglez Ro-
aeoear, capitSo Morses Parsonn, em las-
tro.
Obtervaf&o
Nao houve entrada.
VAPORES ESPERADOS
Argentina
Neva
Scholar
Jaguaribe
Patagonia
S. Francisco
Espirito Santo
Senegal
Ville de Bahia
Principe do Gr&o
Para
Ville de Cear
Para
Mondego
Cear
Merchant
Trtnt
Manos
Petropoli*
Bahia
Orenoque
Espirito Santo
La Plata
do sul hoje
do sul hoje
da Liverpool hoje
do sul amanb
Agosto
da Europa a I
do sul a 1
do norte a 3
da Europa a 3
do sul a 5
da Bahia a 5
da Europa a 5
do sul a 6
da Europa a 10
do norte a 13
de Liverpool a 13
do sul a 14
do sul .a 16
de Hamburgo
do norte a 23
do sul a 25
do sul a 28
do sul a 29
ED1TAES
Eitilul n. 2
O alministradur do Consulado Provin-
cial, faz puoli-0 a quem interessar possa,
qu..i em cuiiipriin'-nto da portiria n. 35 ex
pulida en ^4 lo correnta pab III n. Sr.
Dr. inspector do Thesouro, s-;r fluctuada
par esta repartic/Vi, no espigo do 30 das
uteis, contalos da data pr sent' e livre de
inulta, a cobranga. conforme a relacSa in-
fra, das animidades e rnais servido* da
R" fe Draiag- Corapany relativanmot* o
2. S'?ra~stre do ax rcicio do 1885 1886.
Consulado Provincial de P-niarabuco,
27 de Julho d* 1886.
Francisco Amynias de Carvalho Moura
relacao a que se refere o euital sopra
Frequezia do Recife
Ras :
Mrquez de Olinda, Bara-Jesus, Alvares
Cabral, Commercio, Bispo Sardinha, Tor-
res, Thom de S raza, D. Maria de Souza,
Vigario Tenorio, Barreto do M-raeaes, M i-
riz e Barros, Burgos, Amorira, Monda
Tuyuty, Companhia Prna nbueana, Madre
de Deu, Domingos Jos Martins, Masca-
tes, RestauraySo, D. Mara Cesar, Viscon-
de de Itaparica, Pharol, Areal, S- J>rge,
Vital de Oliveira, Quararapes e Baro do
Triumpho.
Pracas e travessas:
Assembla, Chaco, Pedro I, Vigario,
Madre oe Deus, Campello, Domingos Jos
Martins, para o Corpo Santo, Antigo Porto,
Bcim-Jesus, Araal, para a Fundico, Ojc-
dente, Guararapes e Praga de Pedro I.
Beceos ;
Abreu, Noronha, Largo, Pindoba, Ta-
pado e Paschoal.
Largos:
Alfandega, Corpo Santo e Assembla.
Caes:
Companhia, Brum e Apollo.
Freguezia de Santo Antonio
Ras :
Imperador, Primeiro de Margo, Duque de
Caxias, Cabug, BarSo da Victoria, Tru-
cheiras, Laranjeiras, Larga do Rosario,
Estroita do Rosario, S Francisco, Joao do
Rpgo, Ilha de Carvalho, Roda, Patos, Ca-
labougo Vellio, Santo Amaro, Mathias de
Albuquerque, Paz, Paulino Cmara, Fogo,
Livramento, Penha, Visconde de Inha-
ma, Pedro Affbuso, Nova da Praia, Mar-
cilio Dias, Virago, Lomas Valentinas, Co-
ronel Suassuaa, Santa Thereza, 24 de
Malo, Palma, Mrquez do Herval e Ca-
deia Nova.
Caes :
22 de Novembro.
Praga:.
Pedro .
Travessas :
Queimado, Cruzes, Marqnez do Recife,
Ra Bella, Quarteis, Calabougo, Expostos,
Matriz, Flores, Car rao, Bomba, Livramen-
to, Arsenal, 1.* e 2.* travassas da Praia,
Carcereiro, S. Pedro, Viragio, Lobato,
Becco do Falclo, Pocinho e Concordia.
Beceos:
Travessa da Ra Bella, Calabougo, Ma-
triz, 1., 2. e 3. beceos da Camba, Fal-
can e 1. e 2. da Cadeia Nova.
Campo:
Princesa.
Largos:
Paraizo, Carmo, Penha, S. Pedro e Pra-
ceta.
Freguezia de S. Jos
Ras:
Mareilio Dias, Lomas Valentinas, Co-
ronel Suassuna, S. JoSo, Palma, Mrquez
do Herval, 24 de Maio, Dias Cardozo,
Passo da Patria, Padre Nobrega, Victoria,
Cadeia Nova, Vidal de Negreiros, Frei
Henrique, Dique, AssumpgJo, Domingos
Theotonio, Padre Floriano, Christovao Co-
lombo, Jardim, Forte, Antonio Henrique,
Nogueira, Santa Cecilia, Santa Rita, Nova
de Santa Rita, S. Jos, Praia de Santa
Rita, Pescadores, Ypiranga, Imperial,
Praia do Forte e Luiz de Mondonga.
Travessas :
Mattyrios, Ramos, Pocinho, Caldereiro,
Gz, Forte, Prata, Serigado, Copiares,
Ra Azul, Santa Rita, Praia do Forte, S.
Jos, Peixoto, Matriz de S. Jos 6 Lima.
Beceos :
Palma, Caldereiro, Gaz, Assumpgao, 1.
becco da ra de Santa Rita e Matriz de S.
Jos.
Largos:
Fof e e Mercado?
Freguezia da Boa-Vista
Ras:
Imperatriz, Conoeigo, Visconde de Pe-
lotas, Tambi, Capibaribe, Ponte Velha,
Conde da Boa Vista, Riachuelo, Unan,
Saudade, Seta de Setembro, Hospicio, Ca-
marao, Rosario, Gervasio Pires, Atalho,
Socego, Principe, Santa Cruz, S. Gongalo,
Coelhos Hospital Pedro 2., General Sea-
r Coronel Lamenha, Alegra, Leo Co-
reado, BarSo de S. Borja, Soledad e, Vis-
conde de Goyanna e Attracgao,
Travessas:
Gervasio Pires, Atalho, Coelhos, Barrei-
ras, Veras, Quiabo, Joao Francisco, Man-
gueira, Campia e Palacio do Bispo.
Pragas :
Conde d'Eu e S nta Cruz.
Largo:
Campia.
Becco :
Codito
O major Franco Vieira de Mello, 2* veroa-
dr mais votado da Cmara Municipal
dnste termo, em exercicio de juiz de or-
phos na presente praga, etc.
'a saber a tod s que o presente edita! virem e
lerem com 30 diss de praso e 3 de pracus, a con-
tar da ^ata aest<', excluidos os dias de domingo e
santificados, que a requerimento de D. Mirando-
lina dos Santos Moraes Pinheiro e outros ennse-
uhore-', vai praca por arrendamer.to triennal o
engenhj Pocirho. situado na fri'guezia da Luz,
deste leruio, m<>ente e corrente, cuja piaya t.-r lu-
gar no dia 1? de Agosto prximo vindouro, no pa-
(0 da Cama-a Municipal no mismo termo, pelo va-
lor d.' 2:500*000 annual e de 7:500*JtiO o trien-
nio, obngaud i se o arrendatario a conservaras
obras do ref.-rido engenho, no i.cm esiado em que
seach'in; nao derrubando as raattas t-xiatentes,
nem conseutmdo que se drrrubem ; entregando o
dito engenho, no fim do arrendamento, conforme
houver recebido.
E p ira que chegue ao conhecimento de todos que
interessar possam e se apresentem competente-
menti' habilitados, no lagar, da e hora cima in-
dicado, para arremataren! o referido engenho, com
todas as filas trras, obras e utensilos, mandei
passar dous edtaos de igua theor que sero iffixa-
dos, uin mi lu/ar mais publico e do costume nesta
cidade e outro no lugar mais publico e do costu-
me da fregnexia da Luz do momo termo.
Dade pisando cesta cidade do Et-pirito-Sauto
de ''> d'Aihu, em 10 de Julho de 1886
Eu, Joao Ivs Pereira Lima Filho, escrivo
qu o subacrevi
Franco Vieira de Mello.
E mais se na > continua em d.tu edital aqu fiel-
mente copiada o qual estava competentemente sel-
lado, do que ludo duu f.
Joao Alves Pereira Lima Filho.
Edital n. 743
O inspector geral da inr-trueco pubca manda
fazer coust r s profesoras dn eusiuo primario,
Marianna Teixeira da Costa Coe hi e Ismenia
G^nuina Dias, esta da cade'ra de G >yaouinha a
aqn la da de Duarte Das, que cor acto da pre-
3 ili ui-ia da provincia, de 24 do corrente, >> jmt-
riii-s -lhe- p rmutarem as cadeiras qu receta, e
se. l!n-H marcu o piaao i.e 30 das, a contar da-
i|ii- la data, pan tomar posse e assumirem o ezer-
eicio '1-* tiuas c tdeiras.
Se.eretaria da nstruccao publica de Pernambu-
co, 26 de Julho de 1886. Servndo de secreta-
rio,
Joo Fox.
DECLABACgES
O Dr. procurador dos feitos da fazenda provincial
t. ndo rece.bido do Thesouro Provincial a rela-
c ab>ixo transcripta dos contribuintes d im-
p-'St da decima do exercicio de 1884 a 1885 da
freguezia de Afogados que deixaram de pagar
o mesmo imposto no tempo competente, decla.'a
aos mesmos contribuintes que lhe- fiea marcado
o pra-o de 30 dias, a contar da publieacao do
presente edital, na conformidade do disposto no
art 53 da lei n. 891, para reco herem a impor-
tancia di seus dbitos ao Consulado Provincial,
certos de que, rindo o referido praso, se proceder
ei.a:utiv ament a cobranca.
Recife, 24. de Julho de 1886.
O procurador dos feitos,
f Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
R-laco dos devedores da decima da freguezia de
Ai >gados do exercicio de 1884 a 1885, qae
deixaram do pagar.
Estar n. 1 A. Adelaida Mincrvina
de Moraes e Suva 144450
Cast-llo n. 16. Agostinho Antonio
Bispo 3*708
Giquia a Jaboato a. 236. Agostinho
Jos Raposo 4*944
Dita n. 234. O mesmo
Dita n. 232. O mesmo
Dita n. 230 > mesmo
DiU n. 201. Albuquerque & C.
Motocolomb n. 71. Alexandre Flix de
8 uza
Giqui a Ji.boato n. 335. Alexandrina
Martins Correia de Barros
Dita n. 333. A mesma
Dita n. 225. A mesma
Dita n. 213. A mesma
Dita n. 215. A mesma
Dita n. 217. A mesma
Dita n. 335 A. A mesma
8. Miguel n. 25. Amalia Elvira da
Conceico e outras
Estrada Nova n. 6. Amalia Feliciana
de Britto
Estrada Real da Torre n. 7. Amelia
Pontea dos Santos
1* Becco da Travessa dos Remedios n. 8.
Americo de Si e Albuquerque 18*540
Direita n. 24. Andr Alfonso de Car-
valho 12*360
Estrada da Boa Viagem n. 4. Andr
Avelino dos Santos 4*944
S. Miguel n. 57. Angela Germana da
Silva B. 12*360
Giqui a Jaboato u. 297. Anna Au-
gusta Guilhermina da Conceico 12*360
DiU n. 299. A mesma 12*360
Dita n. 301. A mesma 12*360
Estrada Nova n.59. Anna Carneiro de
Albuquerque Lacerda (parte) 2*2o
Dita n. 51 A mesma (parte) 1*081
Dita n. 55. A mesma (parte) 1*260
Travessa do Luca n. 12. Anna Fran-
celioa de Miranda 18*540
Larga dos Remedios m. 66. Anna Fran-
cisca de Paula Lins 9S8
Giqui a Jaboato 136. Anna Jos
dos Santos 6*180
Estrada Nova n. 76. Anna Lacerda
(parte) lf204
S. Miguel n. 45. Aaaa Rita do Sacra-
mento 4*350
1* Becco da Travessa do Re medio n. 4.
Antonia Maria da Pac 7*416
Dita n. 3. A mesma 6*180
Pocos n. 27. Antonia Maria Wauderlev Largo dos Remedios n. 40 B. Antonio
Alves da Costa 8*652
Travessa dos Remedios n. 11. O mesmo 24*721
Largo dos Remedios n. 40 A. O mesmo 8*652
Travessa do Venancio n. 1. O mesmo 9*888
Dita n. 3. O mesmo 9*888
Dita n. 5. O mesmo 9*888
Dita n. 7. O mesmo 9*888
Dita n. 9. O mesmo 9*888
Dita n. 11. O mesmo 9*8S8
Dita n. 13. O mesmo 9*888
Dita n. 15. O mesma 9*888
Dita n. 17. O mesmo 9*888
Travessa dos Remedios n. 12. O mesmo 41*202
S. Miguel n. 143. Antonio Baptista
Ferreira 4*944
Dita n. 141. O mesmo 4*944
lo Becco da Travessa des Remedios n.
14 Antonio Caldas da Silva 12*360
Dita n. 16. O mesmo 30*901
Estrada Nora n. 2 C. Antonio Carneiro
Leo 6*180
S. Miguel n. 59. Antonio Cesario Mo-
reira Dias 17*304
Giqui a Jaboato n. 154. Antonio Cor-
reia Maia 7*41
Dita n. 325. O mesmo ?*6
Dita n. 327. 0 dmsdm 8*625
4*944
4*944
6*180
11*124
7*416
19*776
6*180
6l80
4*944
4*944
9*888
14*832
11*124

I
mklsWsmsmsmsmsms^kmsws^sWsls^smsm
I WIHMI L
HIHIH
BHM^BM


Diario de Pernambun(luinta-feira 29 de Jullio de 1886
r
i



)

Travessa do Veoancio n. 19. Aotoi
da Costa Carreiro
Travesea loa Remedios a. 4. O mespo
Traviesa do Remedio n. 29. Antonio
Di>. deAlmeida Costa
Dita n 31. O m soto
Ifetoeolombo n. 61. Antonio DUs C-
no-io
S. Miguel n. l. O inesmo
Dita n. 18 O inesmo
Dita n. 1-* A- O in.-smo
Travesea do Lie i n. 10. Antonio Do-
mingu s d>- Almeida Pocas
Largo do R-medio u. 32. Antonio
Duart.' P
Torre n !. Ant-nio Eduvirges Soar- s
Ceuiit.ri i ir. 3 Antonio Feij de Mello
Giqm a Jiiboato n. 32. Antonio
remandes Braga
Dit n. 80 A. 0 meaino
Dita ii 3 I O asesino
Dita n. 143. Aur,ni,. (iomo de Lima
Estrada li U d i T >rre u. 5. Antouio
Qnilherraiuo dos Santos
Pocos n. 46. Autooio Ignacio Correia
W m lerley
Giqu-.i ibiatio u. 163. Antonio
Jesflo Cinno
Dita n. 133. O iie
Dita a J.5"i v 'J nesino
Dita n '! I" Anronio Jos Ferreira Re-
finador
Estrada real da Torre n. 14. Antonio
Jo.- L-iop !in > Arantes
Dita ii. 1 > 'i ', p-trta
Eatra la d. R n 1G A. O mismo
Estrada wl la Torras. 8 B. Antonio
, Jos \l >r-ira
Dita u. o l. Antonio Jo do Nasci-
meutj
Criquui J ibiat-.! n. 135 A. Antonio
Joaquim i i Sdva
Dita n. 135 B. O ua'Haw
Dita n. 135 C inesmo
Dita i. !">"> I). ui'smo
Dita n. 137. O m.sino
Dita n. 137 A O mw
Dita n. 137 l. O mesino
Lirg> d tfuriz n. 21. Antonio Jus-
tin di 8 i-i
Trav-ssa d > Litn-i n. 5. Antonio L?on-
cio d i >: mi i. parta
Beceo d* rna liireita n. 1 A. Antonio
Martina d L m
Quia o n. 3;). Antoni) Martina do
Ri.
Travssi do Remedo n. 60.^ Antonio
Mi-n i- <-' t :c re de Guiqo
Dita n. 62 () ir.esmo
Dita n. 64 O metano
Dita ii Dita u. 68 inesmo
DiU n. 70 O uiesuio
Motocoloipb n. 6. Antonio Moreira
Re!
Dita ii 5 A. O inesmo
Traversa .j Motocolomb n. 3. O
m sino
Dita u -r>. O mesmo
Dita n. 11. O in.'smo*
Dita n 13 O ini-amo
Dita u 15. O mi'sm i
Dita n. 17 O ui-sino
Dita n. l'J O mesmo
Dita i. 7. O id hq
Moto ol mh rt. 37. O mesmo
Dita n ol I) ai -i no
Dita n. 59 > uiesinj
S. Miguel n. 2b" O mesmo
Quiaii lo O inesmo
Dita u. 20. O iuesim>
Dita ii. 34. O mesmo
Dita u. 4n O mesmo
Dita 42. O mesmo
Dita n 44. U inesmo
Dita u 39 A. O mesmo
Pocos ii. 2. U mesmo
Dita n. 4. ursino
Dita n. 6 O in< sino
Poces n. 8 Antonio Moreira Res
Dita 10 O m-smo
Quiabo n. 32 A. Antonio da Paixao
Estrada r. al da Torre n. 33. Antonio
Pinlie.ro de Carvalbo
Dita ii. 35. O mesmo
Aurora ii. 1. Amonio Samico do Lyra
e Mello
Bom (i*..! ii 44. Antonio da Silva
Pinto Guinaree
Estada Nora n. 126. Antonio Soares
de Mello
Larg> uos R medios n. 25. Antonio
Vaientnu Bemfiea n. 40 O mesmo e outros
Dita n. 42/12 A. O mesmo e herdeiros
de S'-b.5tio Jos da Silva
Direita u. 29. Apolinarie Carneiro
Setubal n 1 A. Archanja Mara dos
Aojos
dem u. 9. A mesma
Gamel eirs n. 5. A mesma
Direita ii. 1 A. Arabias Lindolpho da
Silva Matr*
Dita n. 1 B. O mesmo
Beceo da ra Direita n 1 D. O mesmo
Dito n. 1 E. O mesmo
Dito n. 1 F. O mesmo
Dito n 1 G O mesmo
Dito n. 1 H. O mesmo
Dito n 1 I. O mesmo
Dito n. 1 J. O mesmo
Imbiribeira u. 8. O mesmo
Quiabo n. 72. U mesmo
Torra 14 B. Augusto Cesar de Mene-
aes
Giqui a Jaboatao n. 1. Dr. Balbino
de Mura, a 'inheiro
Estrada real a Torre n. 6 D. Baltha-
zar Antonio dos Reis
Largo dos Remedios n. 2- Bario de
Goyanna
Dito n 4. O mesmo
Dito n. 6. 0 mesmo
Dito n. 8. O mesmo
Dito n. 10. O mesmo
Dito n. 14 O mesmo
Dito n. 16. O mesmo
Dito n. 20. O mesmo
Bemfiea n. 76. U mesmo
Estrada Nova n. 32. Bellarmino Alvos
rjPereira
Boro Gosto n. 2. Benjamim da Cunha
Torreo
Quiabo n. 32. Bento Joaquim Gomes
Torre n. 4. Bernardino Cavalcante da
Silveira Lins
Giqui a Jaboatao n. 124. Bernardo
Gmes de Abreu
Dita n. 126 O mesmo
Dita n. 128. O mesmo
Dita n. 177. Bernardo Jos da Costa
Dita n. 17 '. O mesmo
Dita n. 181. O mesmo
Dita n. 189. O mesmo
Dita n. 191. O mesmo
Dita u. 193. O mesmo
Dita n. 19). O mesmo
Dita n. 197. O mesmo
Dita n 199. O mesmo
Dita n. 2. Boaventara Jos de Castro
Az -vedo
Dita u. 27. O mesmo
Estrada real da Torre n. 23. Candida
Senhorinha Vieira Lasserre (resto)
Dita n. 21. A mesma
Estrada Nova n. 90. Candido de Je-
ss Jordo Caideira
Giqui a Jaboatao a. 172. Candido
Martina ae Araujo
Dita n. 341 H. O mesmo
Ditan. 3-11 L O mesmo
Bemfiea o. SI A. Carneiro & Irmao
Travessa do Ucboa n. 7. Carolina Ma-
ra da Conceico
Bom-Gosto n. 17. Celestino da Silva
Santos
Direita n 74 A. Cincinato Velloso da
Silveira
Moloc 1 nnb n. 63 A. Claudino Jug'.ino
Jote Carnein
Estrada N >va n. 44. Claudina Candida
de Resende
Quiab > n. 7 a. Constanca Alvos da
Goata
Bom-Gosto n. 19. Cyrino Jos da Silva
Pereira
Dita n. 21. O mesmo
Dita n. 23. O mesmo
Dita n. 2b. O mesmo
Giqui a Jaboatao n. 184 C. Domin-
gos da Coa ta Monteiro
Bongy n. 14. Domingos Jos de Souza
Braga
S. Miguel n. 81. Domingos Bodrigues
9888
7 5416
12S36
741C
494t
18A540
5*562
4*914
20*601
15450
14J832
12436D
20*601
6180
t 18o
24*721
9*888
21*721
4*914
3*090
4*944
14*832
30*901
28* 18.'
7*114
I
I8*:>i\)
2*472
2*472
2*472
2*472
3*090
3*090
12*360
20*601
1*071
6*180
9*888
7*416
6*180
6*180
6*180
7*416
30*9dl
14*836
17*304
7*416
7*416
6*180
6*180
6*lb0
6*180
6*180
H*83
16*068
14*832
12*360
12*360
12*360
9*888
7*416
9*888
9*888
12*360
9*888
7*416
7*416
7*416
7*416
6*180
7*416
19<776
12*560
12*360
7 9*883
9*888
12*360
113*305
61*803
*
12*360
7*416
7*416
33*419
12*360
3*708
3*708
3*703
3*708
3*708
3*703
3*708
4*944
5*562
12*36
18*540
7*416
8*652
8*652
3*652
8*652
12*360
12*360
20*601
8*652
144*207
9*888
7*416
7*416
12*360
7*416
7*416
7*416
7*416
6*180
6(130
6*180
6*180
6*180
4*944
6*180
6*11:0
9*888
4*944
20*601
20*601
7*416
3*708
3*7o8
6*180
20-j.Wl
3*708
7*416
18*540
12*360
19*776
7*416
7*416
7*416
7*416
7*416
7*416
12*360
Crestello
Giqui a Jab iato n. 331. Egydio An-
tonio de Souza Kernandes
Dita n. 331 A. O inesmo
Estrada Re I da Torre n. 12. Elisa
Gibson de Magalhes
Travessa do Loca n. 9 Emilio Pereira
Vianna
Estrada-Nova n 20. Enedino Goncal-
ves Ferreira da Luz
Dita n. 22. O mesma
ita u 24 A O mesmo
Dita n 26. O mesmo
Dita n. 28. O mesmo
Dita u. 42. O mesmo
Dita u. 44 A. O mesmo
Mutocol mb n. 13. Ermelinda Joveli-
na Ferreira Alves
S. Mutuel n. 55 Ernea'o k Leopoldo
Quiabo n. 3. Estrada de ferro do Reti-
ra a Caruar
Giqui a Jaboatao n. 57. Faustina Jo
s-'pha da Conceico
Sctub! n. 8. Felipa* Santiago da Pai-
xlo
Giqui .: Jaboatao n. 113. Flix Bem
vindo de Oiiveira
Estrada do Rio n 15. Firmina Mercn-
ciana Carneiro
Aurora n. 20. Francelina Alejandrina
da Silva Marques
Giqui a Jaboa'; n. 263. Francisca
Mara de J sus
Dita n. 8. Francisca Romana da Costa
Mereira
Dita n. 20. A mesma
Ultt) n. 22. A mesma
Dita n. 36. A mesma
Dita n. 38. A mesma
Dita n. 62 B. A mesma
Dita n. 62 A. A moama
D.u n. 64. A mesma
Dita n. 66. A mesmi
Dita n. 72. A mesma
Dita n. 74 A mesma
Dita n. 81. A mesma
Dita u. 83. A m'sma ,
Dita n. 83 A. A mesma
Dita n. 83 B. A mesma
Dita n. 83 C. A mesma
Dita n. 85 A mesma
Dita n. 87. A mesma
Dita n. 89. A mesma
Dita n. 91. A mesma
Dit.. n. 93 A mesmu
Dita n. 97. A inearaa
Dita n. 99. A mesma
Dita n. (09 A. A mesma
Dita n. 113 A. A meima
Dita n. 121- A mesma
Dita n. 12' B. A mesma
Dita n. 123. A mesma
Dita n. 125. A mesma
Dita !. 133. A mesma
Estrada Real da Torre r. 6 C. Fran-
cisca Tbereza Rodrigues Campello
Tra\essa do Lea n. 5. Francisco
Antonio de Figueiredo (parte)
Giqui a Jaboatao n. 135. Francisco
Antonio de Souza
Travessa dos Remedios n. 36. Fran-
cisco Avila de Mendonca
Dita n. 38. O mesmo
O mesmo
O misino
U mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O ib 'Sino
Francisco Barbosa da
14*832
Ditan. 40.
Dita n. 4-.
Di'.a n. 44.
Dita n. 46.
Dita n. 48.
Dita n. 50.
D;ta n. 52.
Dita n. 54.
Dita n. 56
Quiabo n 1 B.
Silveira
M-.ngonga n. 4. Francisco Barraias
Quiabo n 12. Francisco Carnuiro Ma-
chado Ros
Giqui a Jaboatao n. 229. Francisco
da Costa Bastos
Estreda real da Torre n. 8. Francisco
da Cunha Machado Brandao
Quiabo n. 31. Francesco Ferro Caa-
tello Branco
Largo d ,s Remedios n. 30. Francisco
Gomes Ferreira de S Leitao
Estrada do Rio n. 12. Francisco Go
mes do Oiiveira
Dita n. 1. Dr. Francisco Gonrs P-
rente
Giqui a Jaboatao n. 9. Francisco
Gomes Pereira Guerra
Dita n. 9 A. O mesmo
S. Miguel n. 170. Francisco Ignacio
da Cruz Mello
Dita n. 172. O mesmo
Dita n. 174. O mesmo
Dita n. 176. O mesmo
Dita n. 178. O mesmo
Dita n. 182. O mesmo
Direita n. 38. Francisco Joaquim Cor-
reia Esteves
Castello n. 13. Francisco Jos de
Lima
Dita n. 15. O mesmo
Largo do Remedio n. 1. Francisco
Jos de Piva
Dita n. 3. O mesmo
Dita n. 29. O mesmo
Dita n. 31. O mesmo
Ditan. 33. O mesmo
Dita n. 35. O mesmo
Dita n. 37. O mesmo
Dita n. 39. O mesmo
Dita n. 41. O mesmo
Dita n. 43. O mesmo
2o becco da travessa dos Remedios. O
mesmo
Giqui a Jaboatao n. 283. Francisco
Luiz de Franca
DiU n. 341 A. O mesmo
Cordeiro n. 2. Francisco Martins Ra-
poso
Dita n. 2 A. 0 mesmo
Estrada Nova n. 150. Francisco Mon-
teiro Borgea
Giqui a Jaboatao n. 145. Francisco
de Paula Gouvintio
Estrada Nova n. 1. Francisco de Paula
iie Souza Raagel
Estrada do Rio n. 21. Francisco Ro-
drigues Martins
Giqui a Jaboatao n. 231. Francisco
Romao da Silva
Direita n. 13. Francia co Simoes du
Si va Marra
Veneza n. 2. O mesmo
Dita n. 4. 0 mesmo
Dita n. 6. O mesmo
Dita n. 8. O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dita n. 12. O mesmo
Dita n. 14. O mesmo
Dita n. 16. O mesmo
Dita n. 18. O mesmo
Dita n. 20. O meamo
Travesea da Veneza n..2. O mesmo
Dita n. 4. O mesmo
Dita n. 6. O meamo
Dita n. 8. O mesmo
4*944
4'J44
14*832
3*708
9*888
9*888
12*860
12*360
12*360
16?Hi8
16*068
30*901
6*180
104300
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
do, taco publico que do dia 2 de Agosto prozimo
vindouro em ante comecam os p.gamentos dos
vencimentos dos empregados proviueiaes, em H-
quidaco do ezercicio de 1885 a 1886, conforme a
collocaco seguinte :
Nos das 2 e 3, pn fessoras de 1* entrela.
No dia 4 de 2 dita.
No dia 5 de 3a dita
Nos das 6 e 7, profesores de 1 entrancia.
No dia 9 de 2* dita.
No dia 10 de 3 oita e escolas nocturnas.
No dia 11, Tbeseuro.Juizo, Inatruccao Publica,
Bibliotheca e Sade Publica.
No dia \', Assembla e Secretaria do Governo.
No dia 13, Casa de Detencao e Illuminaco.
No dia 14, Escola Normal e Gymnasio.
No dia 15, Consulado.
Nos dias 17 18, Aposentados e Coadjutores.
, i i agadoria do Thesouro Provincial do Pernam-
7*41(, buco, cm 27 de Juiho de 1886.
O escrivo da despesa,
Sil vino A. Rodrigues.
7*416
12/360
12*360
7*724
61189
Arsenal de Guerra
O conselho de compras recebe propostss no dia
5 de Agosto, at a 11 horas da manha, para a
compra dos artigos se.-uintes :
Bules pequeos, de louc, 2.
Facas de cozinba, 5.
Funis de folba, 2.
11*124 Jarras de barros com torneira, 7.
11*124 Bacas de ferro estn hadas, 3.
11*124 Ditaa de dito dito com jarros, 2.
11*124 Enxadas encabadas, 6.
11*124 Lavatorios de ferro, 5.
4*944 P4a de dito, 6.
6*180 Chicaras e pira de louc, 150.
6*180 Molheiros de dita, 2.
6*180 Pratos de dita, 150.
4*944 Copos de vidro para agua, 23.
4*914 Bilha de birro com prato, 1.
15*4.r>0 Moringues, 4.
4*941 Bandejas para copos, 4. ,
4*944 Chicaras e pires de ferro Agatha, 48.
4 5944 olher grande, de ferro, 1.
4*944 Conchas grandes, de dito, 2.
4*944 Caneces de ferro estanhado, 29.
4*944 Frigideiras de ferro, 2.
4*944' Fmc&o para coziuha, 1.
45944 Pratos fundos de metal, 48.
489441 Ditos rasos de dito. 48.
11*124
11*124
3*708
11*124
7*416
7*416
9*888
6*180
64180
41*302
8*315
9*888
3*090
3* 3*090
3*090
3*090
7*416
7*416
3*708
3*708
3*708
3*708
3*090
24*721
30*901
6*i80
19*716
9*868
24*721
72*103
12*360
9*888
3*708
6*180
6*180
6*180
6*180
20*591
20*591
7*416
4*944
4*944
9*888
6*180
6*180
6*18o
6*180
6*180
6*180
6*180
15*450
12*360
7*416
20*591
24*731
7*416
7*416
12*360
12*360
7*416
41*302
4*326
4*326
4*326
4*326
4*326
4*326
4*326
4*426
4*326
4*3:!6
3*090
3*090
3*o90
3*090
Em adlitamento ao edital desta repartico, da-
tado de 26 do crrante, declaro de ordem do Illm.
Sr. inspector, que a arrematacao para o arrenda-
mento do armazem n. 7, sito no Forte do Mattos,
pertencente Fazeada Nacional, ter lugar per
meio de licitaeao publica, perante a sesso da
junta do dia 31 do correte, scientificando se aos
concurrentes que si> sera admittidos a licitar de
poia de haverem depositado nos cofres a cauca
em dinheiro na importancia de 500*000, nos ter-
mos da circular n O, de 14 de Fevereiro de 1883
Thesouraria de Fazenda da Pernambuco, 28 de
Juiho de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
Club Internacional de
Regatas
De ordem do Sr. presidente deate club, tenho a
honra de convidar aoa senh ires socios para a reu-
n.o de assembla geral, me dever ter lugar as
11 horas da manha de 1' de Agosto vindouro, na
sede do club, afim de proceder-se a eleico dos
novos funccionarioa para o anno de 1886 a 1887,
prestaco de contas da actual admimstraco, e
outros Mssumptos de interesse social.
Recite, 27 de Juiho de 1886.
Pompeo C. Casanova,
2- secretario.
Serrote para carne, 1.
Talheres de ac, 150.
Caixas de folha para amostra, 2.
Latas grandes paia aparar caf, 2.
Marmiles .ara 8 pracas, 57.
Urnas para agua, 2.
Saceos de"i>riin para raarmitoes, 48.
Enxerges vasios com 2,m10 de comprimento e
0,">77 de largura, 134.
Saceos de algjdiio da Bahia para cuar cal, 18.
Toalhas de dito dito para pratos, 12.
Ditos de dito trancado para mesas, com 5,00 de
comprimento (iofestado), 4.
Aventis de algodSo, 2.
Marmitas para conduzir raocho s guardas, 12.
Balanca romana, ayatema decimal, com p sos at
100 kilos, 1.
Calaeiras de fero batido pira 50 pracas, 2.
Orinoea de ferro Agatha, com tampas, 5.
Relogio americano, l.
Garfo grande de ferro, 1.
Temo de medidas para solidos at 20 litros, 1.
Dito de ditas para lquidos, at 2 litros, 1.
Cadeiras de bracos, de Jacaranda, 4.
Cama de ferro, 1
Colehao com travesseiro, cheios de 13, 1.
Caneco de metal branco, 1.
Castiga! de bronze com manga de vidro, 1.
Tinteiro e areeiro com reservatsrio de vidro, 1.
Olaadoa espeasos pava meaa com 5,00 de compri-
mento, 4.
Cinturoes para msicos, 27.
Ditos para pracas com ferragens, 43.
Cartuzeiras para cinturoes, 426.
Palas para ditos, 426.
Patraas para ditos, 426.
Bornaes de brim imperial para viveras, 457.
Cntis de folha, 400.
Canudos de folha para interiores, 34.
Cordoes de la verde para os meamos, 34.
Correias compridas para capotes, 400.
Ditas pequeas para ditos (pares) 400.
Ditas para cantis, 400.
Ditas para marmita de 1 praca, 400.
Muzilas de brim oleado, com correias, 400.
Marmitas de urna praca, 400.
Flanella de algodao infestada, 179,">20.
Brim pardo trancado, 961,"'00.
Baeta azul para blusas, 15,'"00.
Dita encarnada para ditaa, 103,00.
Aniagem para iotertella, 77,m00.
Algodao cardado (kilos) 8.
Mantas cinzentas, 4.
Bandeiras de filete encarnado para ezercicio, 6.
Dita de forma e cores da Oandeira nacional, 1.
Dita nacional de nobreza, com facha e bollas de
ouro para o 14 batalbo de infantera, 1.
Hastea com lanca e ponteira de metal, 1.
Poste de velludo com galio de ouro, 1.
Previne se que nao serao tomadas em considera-
cao as propostts que nao forem feitas na forma do
art 64 do regulamento de 19 do Outubro de 1872,
em duplcate, com referencia a um s artigo,
mencionando o nome do proponente, a indicaco
da casa commercial, o preco de cada artigo, o nu-
mero e marca das amostras, declaracao ezpressa
d i sujeitar se a multa de 5%, no caso de recusar
assignar o contracto, bem como as de que tratam
os arta. 87 e 88 do regulamento citado.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Ternam-
buco, em 23 de Juiho de 1886.
Jote Francisco Ribeiro Machado,
Secretario.
Obras Publicas
De ordem do Illm Sr. Dr. engenheiro .chefe,
faco publico que. em virtude da ordem do Fam.
Sr. vice-presi lente da provincia, vai de ovo
praca no dia 3 do mez vindouro, ao meio dia, a
obra de reparos da cadeia de Ignarass, cervindo
d base o abate de 24 OrO sobre o valor do res-
pectivo orcamento, offerecido por Ismael Gau-
dencio Fnrtado de Mendonca.
Secretaria da repartico das obras publicas, 32
de Juiho de 1886.O secretario,
JoSo Joaquim de Siqueira VarejSo.
lodemiihadora
Esta companhia est distribuiodo o dividendo
relativo ao s. mestre fiado em 30 de Junbo prozi-
mo passado, na razio de 12 0/0 s/s capital oa rs.
12*000 por accao. Recife, 24 de Juiho de 1886.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheiro chefe,
faco publico que no di* 3 do mez prximo vindou-
n ao meio dia, recebe se nesta secretaria pro-
dostas para a ezecucao dos reparos do aaude de
S. Bento, oreados em 2:243*868. ,
O orcamento e mais condices do contrato se
acham disposico dos senhores pretendentes,
para serem examinadas.
Secretaria da repartico das obras publicas de
Pernambuco, em 12 de Juiho de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de S. Varejad.
IRH.4D1DG
na
Santo Amaro das Salinas
Mesa eral
De ordem do nosso hmo juiz, convido a todos
os nossos irmos para compa.ecerem em nossa
igreja no di quinta-feira 29 do corrente, pelas 6
horas da tarde, afim de rrunirmos em numero le-
gal para proceder se a eleico de cargo de escri-
vo, por ter pedido escusa o irmao que fra eleito.
G cacrivo interino,
M. D. Silva.
L. G. .
Club Commercial Fuierpc
Sarao ere 31 do crrente
Nesta noite realisar se-ha o sarao que este
club proporciona aos seus associados. (ngressos
em mo do Sr. thesoureiro para os socios quites
at 31 do corrente Depois do earo haver bonda
para Magdalena e F. rnand. s Vieira.
Secretaria da Club Commercial Euterpe, 24 de
Juiho de 1886.O 1- secretario,
Francisco Lima.
Santa Casa da Misericordia do
Recife
Por es a aecretai ia sao convidadas as pessoas
a quem esto entregues ezpost s, para no dia 2
do ez vindouro, pelas 8 horas da manh, com-
parecerem no sal> do respectivo estabelecimento,
acompanbadas dos meamos, para receberem as
mensalidadej relativas ao semestre de Janeiro a
Juoho do corrente anno
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 26 de Juiho de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Circular n. 21
TtaCNonrarla de Fasenda de Per-
nambuco. em Z1 de Jullio de
1SM
O inspector, em additamento circalar desta
Thesouraria n. 12, du 16 de Junho prozimo findo,
recommenda aos senhores colle:tores das rendas
geraes da provincia a fiel observancia da ordem
do Thesouro Nacional n. 54, de 15 do correte
mez, dirigida Thesouraria de Fazenda de Santa
Catharina, e que vai abaixi transcripta.
F. Beluario Soares de Souza.
Ministerio dos negocios da fazenda n 54.Rio
de Jaoeiro, em 15 de Juiho de 1886. Fraucisco
B-disario Soares de Souza, presidente do Tribu-
nal do Thesouro Nacional, declara ao Sr. ins
pector da Thesonraria du Fazenda da proviocia
de Santa Catharina, em respoeta consulta cons
tante do seu telegramma de 8 do torrente mez :
1* Que da venda de estampillas nao cobra-
vel a taza addicional de 5 0/0, porque esta s in-
cide nos actos que esto sujeitos ao sello por ver-
La on estampillas da taza de 2*000 para cima.
2 Que as estacoes arrecadadoras do sello s
teem de escripturar, em verba especial, o produc-
to d dita taza de 5 0/0, quando o pagamento
desta se verificar as mesmas estacoes ; e que,
portanto, nada ha a escripturar, quanto aos do-
cumentos sellados por particulares fra dessas es-
tacoes, limitando-se os exactores a verificar,
quando taes documentos Ibes sejam apresentados,
se esto ou nao sellados de conformidade com a
doutnna da circular n. 12, de 28 de Maio prxi-
mo passado.
Antenio Caetaoo da 5. Kally.
Gabinete Portugus de
Leitura
Primeira prestaco do emprestimo para o predio
De ordem do Exin. Sr. presidente da commisso
executiva da construeco do predio, sao convida
dos os Illins. Srs. subscriptores para que realisem
a primeira prestaco de 20 0(0 do capital subs-
cripto, para o que est autorisado a Dassar os re -
cibios provisorios o Illm. Sr. Antonio Correia de
Vasconcellos, thesoureiro da commisso, ra
Primeiro de Marco n. 13.
Secretaria da commisso executiva de Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco, 24 de Ju-
iho de 1886. s
Francisco Ribeiro Pinto Guimares,
1 secretario.
Associa<;n Portugne-
za de Beneficencia
2' convreaco dal assembla geral ordinaria
Nao tendo comparecido numero suficiente de
associados na primeira con'oeacao em 25 do cor-
rente, de oovo convido os senhores socios desta
associaco a comparecerem ua sede social, quint.-
feira 29 do corrente, s 8 horas da noite, afim de
onvirem a leitura do relatorio ^presentado pela
commisso administrativa. Previno aos senhores
associados que era face do art. 39 dos nossos es-
tatutos, a assembla censtituir-se-ha com lo so-
cios presentes, urna hora depois do marcado.
Secretaria da ass-mbla geral da Associaco
Portugueza de Beneficencia, 27 de Juiho de 1886.
O 2 secretario,
B. Aguiar.
^^-^^^
MARTIMOS
KOYALMAILSTEAM PACHET
C01PANY
0 paquete era
esperado
do sol no dia 29 de
cerrante seguinlo
depois da demora
necessaria para
Sontbampton
Para
Estrada de ferro de Ri-
beiro Bonito
Nos termos do nico do art. 4 e arta. 5 e 9
2 los estatutos, convida esta directora aos se-
nhores accionistas para recolherem *oLondon &
Brasilian Bank, a s-gunJa prestaco de 10 0|0
do valor nominal de cada aeco, a comecar desta
data 60 dias.
Recite, 20 de Juiho de 1886.
"O gerente,
Hyppohto V. Pederaeiras.
passagens, frates, etc., tracta-se com ct
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
COPAXHIh EM MENNAUE
RES haritixen
LLNHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Marean
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 8 de
Agosto, seguin
do depois da de-
mora do costme
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
te video
Lembra-se sos senhores passageiros de tudas
as classea que ha logares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores^ de merca-
dorias qne s se attender as reclamacoes por fal
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
siao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas edinhein
afrete: tracta-se com o
AGENTE
iopste Lab He
9 RA DO COMMERCIO-9
REUIS CHARGEIRS
Companhia Franceza de t'avega-
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
stemer Ville de Cear
' esperado da Europa at
o dia 6 de Agosto, ae-
guindo depois da indispen
snvel demora para a Ba
tala. Rio de Janeiro
e Mantn.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p.'los
-* 'vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
i_ dias a contar do da descarga das alvareng;
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do saLafim
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Kecebe carga, encommendas e passageira para
os quaes tem excellentes accomodaces
Compc....;,a Bra.'Ilelra de Xa*-
isc3oa Vapor
PORTOS DOSL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JocLo Mana Pessoa
E' esperado dos portos do
norte ateo dia 1 de Agosto
e depois da demora n-
dispensavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tamoem carga para Santis, Pelotas e
Rio Grande d > Sul, frete mdico.
Para carga, passgena, encommendas e valores
trata-ae na agencia
. 11 RA DO COWMEROEO -N. 11
PaciOc Sieam Navigation Compan;
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Fatagonia
E' esperado da Euro-
pa at o dia 1 de A-
goato, e seguir depois
Ida demora do costume
'para a
Baha, Rio de Janeiro, Monte
video e Valparalzo
Para carga, passagens, e encommendas, tracta
se com os
AGENTES
Wllson Sons ** C, Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. U
Rio Grande e Pelotas
Segu com brevidade para o porto cima o
patacho nacional Social, recebe carera : a tratar
com Baltar Oiiveira C, ra do Vigario n. 1,
primeiro andar.
LnlLOBS
Agente Pestaa
Leilao
De boas casas terreas, que pelos seus bons
rendimentos e conservarlo chamam a at-
tengao dos Sr. concorrentes.
Garante-se Uves edesembaracadas de qualquer
onus.
Quinta feira 29 de Juiho
a'h 11 llora em ponto
No armazem da ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer daa casas terreas abaizo men-
cionas.
Corredsr do Bispa n. 18, rende 3(t000 annual.
Ra do Tambi n. 5, dem idem dem.
Ra da Palma n. 11, idem idem idem.
Ra de Lomas Valentinas o. 4, idem idem idem.
Ra do Mrquez do Herval n. 139, idem 400
idem
Ra di Vidal de N.'grcios n. 200, idem 300J
idem.
Dita dita n. 45, com sotan, idem idem idem.
finalmente a casa n. 23 da travessa doS. Jos
idem idem idem.
Todo os predios vende-se livres e desembara-
zados de todo e qualquer onus.
Leilo
fazendas e ni i me
da ra do Rangel
Da armaco,
zas da loja
n h
Agente Brito
Vender mais urna mobilia de Jacaranda, urna
secretaria e 1 t'ilet, 1 lavatorio com pedra, 1 mo-
bilia de junco, 1 gusrda-louca, 1 estante para li
vroa, 6 cadeiras de amarell novos, 1 cama de fer-
ro, 1 marquesa, 6 cadeiras novas de pao carga, 1
bidet de j caranda, copos, colheres, espelbos e ou-
tros object<>.
Qulnta-felra, 39 do eorrentc
A's 10 e meia horas
Leilo
De um orgo ezpressivo com 20 registros, do
fabricante Debain, tocado por um macbinismo de
piano, novo e aem o menor dpfeito, 1 piano, 1 mo-
bilia de Jacaranda com I sof, 2 consollos, 2 ca
deiras de bracos, 1 jardineira, 12 cad'.iraa de
guarnico, 1 mobilia de amarello, 2 casticaes com
mangas, 3 candiriros a gaz, 3 escarradeiras, 8 et-
tagers, 1 estante para livros, 1 cama franceza, 1
marquesao. 1 guarda vestido, 2 commodas, 1 cama
de ferro, 2 cabiuea, 1 espeiho, 2 bustes, 2 bancos,
1 mesa elstica, 1 apparador grande, 1 guarda
louca bem, cadeiras avulsss, 1 quartinheira, 1 res-
friadeira, 2 jarros, 1 sof, 1 armario, 1 guarda
comida, mesas e tre os da cosinha, talheres, louca
e vidros, 1 estante, 3 bancas para escolas, 2 cra-
veiraa e outrns muitos c bjectos.
He\i& felra, SO do eorrente
Na casa grande da ra do Hospicio
Agente Pinlo
A's 10 1J2 horas
Em eontlnnaco
Vender cerveja e viabus.
Em lotes a vontade do compradores.
Agente Pestaa
Leilo
De movis loncos vidros candieiros e 2 pia-
nos do autor Blondel
Sexta-feira 30 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Vigario Tenorio n. 12
para fechaments de contas.
O agente Pestaa vender 2 pianos Blondel 1
mobilia com pedra, guarda louca, guarda vesti-
dos, camas para meninos, berco, camts de casal
grande quantidade de louca, candieiros, quadroa,
espelhoe, jarros, relogios de parede, carteiras,
grande quantidade de rotulas e postigos, cops,
garrafas e outros muitos objectos que estaro pa-
tente vista dos Srs. compraderas.
Leilao
De urna armaco envidracada, bacas, bahs, bo-
caes, cbamins, candieiros, latas para doces, ca-
necos, candelas, machinas para caf, regadores,
chaleiras, abecedarios, espelbos, urna magnifica
pndula (reguladora), ferramentas propnas pa-
ra oficina d' funileiro e i cofre fraocez.
Sexta-feira, 3o do correte
A's 11 horas
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Alfredo Guimares
Na officina de funileiro ra do Bom Jess n. 53.
Leilo
Leilo
De 2 carros pprfeitos de 4 rodas para bo
SEXTA FURA 30 DO CORRENTE
A's 11 horas
Por occasio do leilo de movis do primeiro an-
dar do sobrado da ra d.i Jrnperairiz n. 40.
POR INTERVEgAo DO AGENTE
_______(siiho
Leilo
De quatro malas e dous bahus com rcupa
de uso e quasi nova
Sexta-feira 30 do corrente
Ao meio dia
Por occasio do leilo de movis, louca, vidres, 1
piano, urna serafina; na casa da ra do
Hospicio n. 47
Rio-Grande do Norte
Leilo
A 9 de Agosto
O agente Odilon vender em leilo publico, na
cidade do Natal, no dia 7 de Agosto prozimo, o
patacho norueguense Land.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-sa casas a SiOoO no beceo dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
Fernece-se comid as com preciso e preco ra
zoavel : rna do Imperador n. 54, 3.- andar.
Precisa se de urna boa cosinheira para casa
de fmil o da Victoria n. 39, loja.
Aluga-se o sitio do Pina, com boa casa para
morada, cootendo bastantes commodos para nu-
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com encllen-
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45.
ALL"(J SE a casa terrea n. 20 da ra do
Capito Antonio de Lima, com 2 salas, 3 quartos
cosinha e quintal com cacimba : a tratar na ra
do Mrquez de Ulinda n. 8.
Compra-si- fioi de linho para o hospital Pe-
dio II : na ra Formosa n. 4.
Apollces provlnolaen de 9 O O
Compra-se no lnrgo do Corpo Santo n. 19, pri-
meiro andar. ______^^
Bacharel Ferreira de Menezes, advogado
com escriptorio i ra de Santo Amaro n. 4, pri -
meiro andar.
Na ra da Matriz da Boa-Vista n. 3 preci-
sa-se de duas amas que tenham boa conducta,
sendo urna para cosinha e que entenda de assar
bolos, e outra para lavar, engommar e ajudar em
utros servicos de casa de pouca familia
casa de duas
na rna
Precisa-se de urna ama
pessoas, para todo o servico
da Praia n. 12.
para
domestico
Vende-ae pela quautia de 1:< 004000 urna
letra no valor de mais de 8:000/ com os compe-
tentes juros E' divida segura, pois ba aceito de
p.'uhora e ezecucao, como se pd.i ver dos com-
petentes documentos : quem pretender dirija-se
ra do Mrquez do Herval numero 23, pavimento
terreo.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
molbados : a tratar Da ra da Unio n. 54.
Aluga-se o 2- andar n. 31 e armazem n. 89
ra do Imperador, e a loja do pateo do Terco n.
20 : a tratar om Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
Vende-se um terreno sito na Casa-Forte,
ra da Amiaade, com eaoimba e fructeiras, tendo
150 palmos de frente e 300 de fundo: tratar na
ra da Imperatriz n. 42.
D. Bita de
Cnlmares
Carvalhe
A airas*
Bacharel Pedro de Albuqnerque Autran e Eu-
tiquio A. Autran convidam aos parentes e amigos
aasistirem a missa que mandam celebrar por
alma de sua sempre lembrada esposa e mi, D.
Rita C Guimares Autran, no cemiterio publico,
as 7 1/2 horas da manh de sexta-feira 30 do
co-rente. anniveraario do s*u pHesmnento.______
Mara de Jenui. Cavalcante
de Oiiveira
Joaquim Antonio de Oiiveira, seus filhos, gen-
ros, netos e cuneados agradecer do intimo d'al-
ma todas as pessoas que se dignaram aeompa-
nhar os restos mertaes de sua sempie chorada
esposa, mi, sogra, av e irm, sua eterna mo-
rada, e de novo as convidam para aasistirem a
missa que mandam celebrar no dia 31 de Julbo,
timo do sea p&ssaraento, na capella do engenbo
Janipapo ; assim como igualmente convidam a
"od> s os amigos e parantes residentes nesta cida-
de aasistirem a missa que mandam celebrar no
referido da, na matriz da Boa-Vista, s 8 horas
da mu>a ; e desde j se confessam agradecidos
por este acto de religio e caridade.
Capitao larinibo Pereira da
Silva Barros
No seminario episcopal de Olinia celebrar-=e-h
no dia 30 do corrente, s 6 horas da manh, urna
missa solemne de rquiem por alma do capitao
Jacintho Pereira da Silva Barros, venerando pai
do E.xm. Sr Bispo Diocesano. Par assistir a
este acto de religio ao convidadas os fiis desta
cidade
anos
Augusto F. de Oiiveira & C
ACEMTEi
42-RA DOCOMMERniO-4*
De 1 mobilia de amarello a Luiz XV, completa,
1 espelho dourado, 4 jarros para fljres, 4 canto-
neiras, 1 relogio de parede, 1 carteira e mochj, 1
agulha de marear, 1 cama franceza, 1_ guarda-
vestidos, 1 bidet, 1 commoda, 3 marqueses, 2 la-
vatorios, 1 cadeira secreta, 2 cadeiras de balanco,
de Jacaranda, 1 berco, 2 banquinhas, i bab gran-
de de folha, 1 estante, 1 carteira, 1 mesa para
jantar, 1 guarda-louca, 2 aparadores, 1 mobilia
de amarello, 1 sof de Jacaranda, l marquesa, ea-
deiras de guarnico, mesas de pinho, jarras, lou-
cas, vidros, trem de cosinha, taboa para engom-
inado e muitos outros objectos que estaro paten-
tes no acto do leilo.
Sexta-feira, 30 do corrente
A's 11 horas
No primeiro andar do sobrado n. 40, sito
ra do Imperatriz
O agente Gusmo autorisado |por urna familia
que retirou-se para a Europa, tara leijo dos mo-
vis cima mencionados, os quaes aero
6em|limites.
D. Mara Urcna do Reg
Barros
Franciaeo Agripino do Reg Barros e seus fi-
lhos, Plinio Augusto Cavalcante de Albuquerque,
Anna Sofa de Albuquerque Fiirueiredo, Maria
Isabel Pessoa de Albuquerque, Manoella A. Pes-
a ia de Albuquerque, coaselheiro Diogo Velho Ca-
valcante de Albuquerque (ausente), Dr. Jos M.
Moscoss da Veiga Pessoa, Americo Cavalcante de
Albuquerque, Virginia Cavalcante de Albuquer-
que, Luisa Cavalcante de Albuquerque, An-
touio P. de Figueiredo, Felinto do Reg B.
Pessea, Dr. Pedro alazar da Veiga Pessoa (au-
sente), Godefredo Moacoso da Veiga Pesaos
convidam aos seus emigos e parentes para aa8iati-
rem as miasas que mandam celebrar pela alma de
sua prezada espesa, mi, filh, irm, sobrinhae
cunhada, Mara U do Reg Barros, as matrizes
da Boa-Vista e Eacada e as capellas de Allianca
e Alagoa Secca, s oito e meia horas do dia 31
do corrente, stimo do allecimento.
vendidos
Joo Antonio de Arroda
Isabel de Souza Amida convida a todos os pa-
rentes e amigos de seu sempre lembrado esposo,
para aasistirem as missas que pelo repouso de sua
alma manda resar no convento do Carmo, quinta-
feira 29 do corrente. s 7 horas da manha, se sao
dia de seu p-saameuto, confessando-se grata
uelles.
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V
I
Diario < PernamaueoQuinta-reir 29 de Julho de 18S6

MICO
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0 Vigor f7o Cabello jSr^i^r (Ayers Hair Vigor) 1 !
-CiT" BSV. VU!UDE E a*' KOU'WESi 1
' M&\fz%&\! RKPAJiefeSMIOUL
'SaiGy' rasaocabcuo, >
P^ TOfWANOO-0 i
MACIO. H.EXIVEL E LUSTROSO 1 1
i >

AJnea-sB
a leja n. 117 ra de Marcilio Dias, e as easas
na. 10, 12 e 22 do becco da ra da Palma : a tra
ar na roa do Vigario n. 31, 1 andar._________
Mugase
predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
tabelecimento fabril : a tratar na ra do C'ommer-
cio n. 34, com J. I. de Medcir.s Kego.___________
Aluga-se barato
A casa n. 96 ra dos Guararapes.
A ra Loma Valentinas n. 4
1} armazem da ra do Corone! Suassuna n. 141
A casa n. 107 da roa Viseonde de Qoyanna.
Tratase na ra do Comuvrcio n. 5, 1* andar
eacriptorio de Silva Quimaraea & C._____________
llnga-se milito bailo
a casa terr a u. 22 lade-ra do Varadonro, com
bons con modos, cacimba e portao para outra
na : a tratar na ra o AragSo n. 36, das 9
hoats do da 1 da tarde.
Aluga-se barato
a parte traseira do l- andar u 31, i ra do Vi-
sjgrie ; a fritar no mesmo.
V "V\/Y* A Pierias se de uma : na
Coo*A*ViA ceiro andar.
AMA
Precisa-se de una am:i pura lav^r, en-
gomar, e tVzer niais algnns servinos de
osa de familia na ra da Matriz da Boa
?isla n. 9 se dir quem precisa.
Ama
Precisa e de urna ama para eugommar : na
raa do Baiao da Victoria u. 57. _____
Ama
Precia se de uina ama para lavar e eneommar
ara casa de familia, e que darm* em casa dos
|9tr5es : na ra Forntoaa a 87.
Ama para cosinhar
No largo do O.rpo Santo n. 19, segundo andar.
r;isa-se do uma tk>* cosinbeira. que d fiador
Ba conducta. _______
Mudana
# solicitador Joa Caetano de Abren mudon o
sea escriptorio para o primeiro a dar do predio
a, 38, ra di Imperador.____________
1\M DE RIG\
de 3X9 4X9 e 3X12 ; vende se na eerraria a
mpoT de Climaco da Suva, c*es 22 de Novembn
atiero 6.
Prenaraco de Productos Veget&es
BXTINCO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
jviartin&bastos
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e removo
todas as impurezas do cs-
eo da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahirou de embranque-
eer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Proparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
[829. E'o nico perfume no mun-
do quo tera a approvncao official de
um Governo. Tera duaa vezes
nuda fragrancia que qualquer outra
c dura o dobro do tempo. E' muito
man rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fine e delicada. E'
mala permanente e agrndavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
ennto no banho e no quarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidiio e debilidn'le. Cura as
dores de cabera, os cansacos e oa
dfesmnios.
Xarope Je Viia Se Renter No. 2.
AimS DE USAL-O. DEPOIS DE SAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Sypliilis, Feridas Escrofulosas,
Affec95es, Cutneas 0 as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
aseas do Sangue, Figado, e Bins. Garante-ge
fue purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o systema inteiro.
SabaoCnratiyo de Renter
Grande e bem mentada flicina k aitaiale
DE
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
DepoS't'i iiu Pi-rnaiui'iicii casa de
Fren i-cn Mmio"! da Silva & C.
Toina-se
um rapta de Vi 14 aaa- per j.rH'iear om es-
criptorio ; ai-atar na ruu d Viguria n. 31, pri
B lid i'
Aosstisiesflfieiiiifitiiiirii
Touiciu nota
Trilhos para cn$cnhos
WaGONs para canna
Locomotivas
Mach'rlsml completo para en
gento* del dos os tamaitos
Sysii-iua aperfeic
Btpecijicaqoes e presos no escriptorio dos
oyentes
Browns & C.
. 5 Rna do Commercio
N. B Almd >act*M H At O teiu caih .loncos de
me .mplementi sil cessari' a a BBrioaltor, c rao
^onbrm mnchinas para dogear e, -.r .Igo'lo. moi
nboj para c*te, 'iig", :.rmz B ailh ; crea dr fer-
rf gaivanisado .-xocl nte e m iHco <'in pre^n, pea-
aaa nenhuma | exie brqpal-a, iicm Hiiimal que-
Bral a.
Pi.uiini liARM.ACIA
leraut MaBaa i-i'>j:-a A d Kor
i'Mmrofc
Ri ci < i''- <*aM i-xcellente
tinta d.- 'I .,-. .le 1 >; 5 libras,
qu- < ii i-oiniuijd'j preco :
quaiquM -- a wiido ro Biiiiii'j pinta com
p rf- icao i'. :n i rta tint:! j:.nlc m todna com pouco
dis|p- ndie i'ii'iTv.-ir smis c;,s inprn lampas.
Rna 'o Mb|i|IH'|! de Oiiml ii. 21
\tt1B(,0
Urna scn!i ra habilitada a f Z'-r qualquer
triL)->ili uga)ii;< com toda a promptidSo
e acej... ff rec scua prestimos ruu de
JitS 'i' Barrea d. -, <>n > poder aer
encontr d g: rabt ruin gran.le icmmodida-
de de pr c .
Pihl*is p fgrlivas c, depurativas
U \)\ (*o
enain d.. Ckh h VI n.. d C'.nta, pr>.prie-
aaria Os pboto.r h bita A ruu (I Ra>2.i da Vi-
j^uria n 14 2.* t>... r dn ra s fina con-
^euienter-, que ii.!-1!' .> ini.tc deixou
djf ner 8. ci tit n. m- h '.' Sr. Fioscnl
de Mgnlha. s.
Aprfveitn a i ni.ar a fodot
qu^llefi qii' t lian iif iLe a
afl> pr. ti cea -i d' qu i rawo d. m goii qu- con-
maua com u ret n Ir. y r pl. a qua se. aclis
tjc n.eihorad c-n d un. niwite ni i t q'ian'o
attf -jiiatcr. a te h;ji-- .1' mot.i'ib m quau
te a. s d-nihir. lea para nao d. a
agradar aque1 s q-e all cem|.ai[rroBi.
aVad.. p'uv n i- | J. c M : ner para o pro-
at"ew" d:i indii-ii ci n-.l.
Das Exnu.H a, pp-raa
referida propraiyi da g'ia valioi.->mia prot. c-
Collcgii *u Sant'Aiina
rrife
Emilia Matara de .^l ., piofeBaora particular
d. jiruneirafi Ut'r .-. I un z. ailemo, detenbe,
tid.-a, pi trWb lh de agulba.
participa aos ainbui. |ia w familia ue quizt-
iM honra-U e m "ii t fimv.., que abri sen
oatli'^'o & na H Estli:
gt**\. 1. II
om
is : fi'
Mea, i
_* mi Li
(' in i .
m nd. >r
'tu, cha <>u
Com i.
Ertat
Vio i-.J
ira. n
ii ii
ourg ii
aaaa "
(lio
'l ki
t>C
de Campanti
ni | rep;ir>.ca puraanenfe ve-
I i por mus di: 20 aun a i ri?eitadas
nore.. resultados nh m guintea moloa-
I -elle e do fier^i '.'. -yptiihs, bou
lulas, (hapis inv ti ra .i-, rysipelas e
Hada : fem -se d<- 3
-i cada si un > u
i Ido.
i ladoras : tome-se un
ii mvem;",
K Pililos. i
.im fOh inelh
11 I -
a dieta. :
v -L-eie.
-HAM-tiE i' \ r
ra rie- Knrt:. h>
DO HAKQCEZ Di:
PASTILHAS
"*- AttGELM & MENTRUZ
H p.ir dia, i e-
i it'agua ado^a
> ola aojantar.
|ii .iimeeiiticns
vtriiiictttm do*
. '.rnando-
nai aegaro
pudem ser
1 rlnbo C.
i.iNua 41

fl B Al
eatl WiaairegaoV de comprar e vender bom prr-
dioa neata cidade : trata se em s-u armazem i
raa do ?igario Tfctoorio n. 11.
se
.Se
0 Aemtdic man tfficar
Jaguro 9ut if ttm ttesceterto >t
ho/t jmr ttpe'fr m Un biigm.
KOdnUVM. HttKES

PEDROZA & C.
N. 41Ra do Barao da Victoria- N. 41
Neste bem conhecido estabelecimcnto, se encontrar mu lindo variado sor
timento de pannos, casemira, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, grvala*
tudo importado da maaBet-es fabricas de Paria, Londres e Allemanha ; < para bea
strvireiu aos seas amigos e freguozes, os proprietarios dest im na direccao dos trabalhos da officina habis artistas, r. que no curto espaco de 24
horas, preparara um terde roupa de qualquer azenda.
Ra do Barilo da Victoria a. 41
(PRESOS SEM COMPETENCIA)

W2
J>5

Q

G
Chapeos e chapelinas
36 A40PRiUnDA INDKBNDEIA--36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Proprietario8 deste bem coohecido estabelecimento paatecipam
as Exmas. familias e ao publico eru geral, que roensalmente recebem
dss principae8 casas em Pars e Manchester o quo de melhor e do
apurado gosio ha era chapelinas e chapeos para senhoras e imbmim
e das primeiras fabricas do Hsmburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homns e crianzas, e muiti. outres artigo? concernen tes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento de salas.

8
J>5
sa
^?
i
a
s.
VINHOgilbertSEGUIN
FEBRFUGO FORTIFICASTE sppi-ondo pala Academia de Medicina de Par
---------------------------1 ?---------------------------
Sessenta annos de Experiencia
e de bom xito tem demonstrado a eflcscla lnoonteatavel deste vnrio, qur como anta-
prriodieo para cortar as rbrv>a e evitar o sen reapparecimenlo, qur como fortificante as
Gonvalesceneaa, Sebllldade do Sangue, Falta Menstruapo, Tnappetencla, Dl$~ea-
tkem dlfflo-1, Bnfermldades nervosas, Sebllldade causada pe.a edade 0%. por excessoa.
Eltt Tinho, que contm mait principios activos do que oa c pandos tlmilaret, rendirse por prto em
pouco mal elen1o.Hto u den objectar contra o preco em riita da nconhecid etcacii do medleamento.
PharmaoU C3-. SF1C3-XJEV, 378, ra Satnt-Honor, PARS
Depositarios em Pernambuco : FRAJ H. da SILVA e C i
1
IAROPEd RE1VILLI
~%
Laureado pela Academia de Medicina
Caialheiro tfa Leg;o de Honra tXe^^
ATOdaCAL G-EXj-^-^-
OS
O Phosphato de cal a substancia mineral mais abundante do organismo e toda rea que sua
quantldade normal dlmlnuc resulta uma alTeccao orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a m,r parte justificada pelos Prufessores e Mdicos das Facilidades
foro obtldas ltimamente e fizerao com que o Xnrope. do Mf Reinrillier fosse classlllcado
Como o especifico mais seguro contra a Tsica pulmonar, Bronehlte ebronica, Anemia,
Xacbitlsmo, Sebllldade*do Organismo. 0 Xaretpe to W tte.incillier administrado
diariamente as crlancas facilita a dcntlco e o cresclmcnto :nas maes e amas de leite torna o
^leite mjior; lmpede a cae e cueda dos denles tao rrequentea depot da preniiea.
Dopwdao: Ptaarmaota VIX:-Q-t: 8, PUos do la Maadalelne. VAJUS.
Em Pemamtmeo: WKAlf M. da Sil, VA Jb O, e nai pnuclpeei Pharmscles e Droterlae.
CPPfltSSAO
UTaBfio-EflBM
Moi BMUM es-:c
^aplra-se a fuaiaca iue penetra uo peilo acaima o ayiniitoma uervoso. .
a expectoraban e favorlaa aa funeces dos oacaoa naptratorSaa.
Tenaa etai !< eas eaaa de J. BMPIC. f ra *<-l.a*are. eco Par
.. >*ront*riog em r*rnamt>'**o: mt4y etm, r^nS15l5l515l5l5l51515I5l5151!
VINHO E GRAGEAS mm VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado om m^dalha de Ottro e Praatav
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenado* nos bospltaes de ZTYanoa, America, Inglaterra, Huul, f
Administrar sob forma mui fcil e agradavel todos oa elementos curativos do lea
evitando assun o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d'isso esta preciosa preparada
t"m urna S'iiieriorida.le incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante aa
giandes calores em quauto o uso daquelle impoasivel, tal e o eminente servico presada
peio Doutor VIVIEN; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao redor do aareato de oada
rarraaa com o Sello tic uniao dos Fabricantes o, kmkvori Strasbourg, em PARS.
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro

gs de glorie (Arroz especial
PREPARADO COM BISMUTHO
'FA.'V, Perfumista
PAEIS, a, Pa de la Fax, 6, T'AJBIS
^ayajiaasjajysjs^ws^sy^ssysjBi^aaaaaaiaaiaiai^ajajsjpBwt
i
;
Otiada
Carlorlo do encrlvfto Dr. Calda
No dia 29 de Julbe ir i prac* pela renda de
dona annos, perante o juizo de orpbios da comar- j
ca de Olinda, o sitio denominado Quadro, na j
praia do Jang, com 300 ps de coqueiroa, com
mattaa e capoeiraa, casa de tijolo, tendo dito si-
tio meia legoa de fundo e 1,800 palmos de frente,
sob a base de 200* annuaes.
Entre amigos
Com a uitima lotera do mes de
Julho
Deixa de ter lug.r por ter sido transferida a
lotera n. 65, que era a ultima deate mea. como ee
v do annuncio do Diario de 28 do andante, ficar
para quando for annunciada.
Cavallo e botes.
S. II. I.
Diversas publicacVs teem sahido no Jornal do
Recift, com referencie \ Juventude, e que se :i|
boje o diletante destes e oufros costumes abomi-
naveis, aind nao reerbeu uma cabal resposta,
porque tem-s--. urfido de anonymos com o intuit >
aomente de fazer desmerecer da estima publica e
principalmente doa que participan) do aeu deleita-
vel fructo ; a symjiathia que sempre conquistou
esta corporacao, que muito honra quelles que ae
esforcat pela sua elevacSo Quantos aspirara
que esse espirito malign> e detestavel descubra a
Dtjenta mascara qu- traz envolvida pa-a ter
punido ? assigna-te sandi cobarde, e ped res-
posta de todos os tena abomirraveie artigos, que
reeebers a reeomponsa.
A mvcaca do t o.
Aviso
Precisa-ae de urna professora que eail>a tocar
kero piano e mais trabulhoa do se.ihora, para en-
genho : a tratar com o Barao de Nazarctn, roa
do Impenadorn. 79, I- andar.
Engommadcira
Precisa se de uma mulher de bom comporta-
ment, que saiba eugommar bem : a entender-se
no eacriptoiio da redaevao desta folha, das 2 h*rs
at a 5 da tHrde.
Boa acquisfpfio
Vende-se, arrenda-se ou permuta se umtbaa
casa para grande familia, nontendo sitio bem ar-
bortsado, duas cacimbas d'agua de beb-r e uma
meia agua no mesmo sitio, a qual ae acba alaga-
da e com taverna, no lu^ar (Jnmpo Grande, perte
da estacao 'o m<'amu nome : a tratar com o pro-
pietario Luiz do Reg Barres, no mesmo sitio.
f
Este remedio precioso tem gozado da accefta-
(fio publica durante cincoenta e sete annos. com-
pando-se a sua manufactura e venda em 1827,
Sua popularidade e venda nunca foro tao exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia mam', -
hosa.
Nao hesitamos a direr que nao tem dcwado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
cranlas quer em adukos, que se acharo afflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attesta^es de mdicos em favor da sua efficacia
admiraveL A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsifica9es, de
son que deve o comprador ter muito cu-dado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
p e B.UAHNESTGCK.
doa Vellowo Soarea
Joaquim Jos Ma.-tina e Francelina Soarea
Martiua convidam a todoa es paren tea e amigo*
do acmpre lemWado sjgro c p-i, Jos Velloso
Soarea, para as3stirem as misia. que pelo repoa-
80 de sua alma, mandara reear na matriz de S.
Fr. r*edro Goncalvos do Kecifr, quinta-feira 2$ do
I cor ente, s 8 1/4 horas di nuphii. 1" anniersa-
1 rio deseu faUecimeiito ; c >'it'- >' 1' ae grato a
a'rt'.'-'le* que dignaren! e tfp'ni'eeer.____________
^;
"* .
r
Capio latlnlbo l*ereira da
SIsh Rarrus
O vigario Augusto Frankliu Moreira da Silva,
tendo de celebrar uma mi-sa solemne de rquiem
na matriz da Boa-Vista 8*xt feira) s 7 hora
! da manha, por alma do pai i 1 Exm. Sr. Bisa*
1 Diocesano, o capitn Jiteintho Pereira da Sirra
; Barros, fallecido cm Taubat no dia 24 do cor-
I rente, convida para ussietir a esse acto aos seas
( parochianoa c aos seus amibos, bem como ao Exm.
i Senhor Bispo. Uerto da estima, que todos os ha-
I hitantes desta cidade e principlmente desta fre-
I guezia da Boa-Vista, votam ao virtuoso Prelado,
! espera que o seu convite seja aceito, e desde ji
mauifesta a sua gratidao por cate acto de cari-
dade. _^__^^
- lflBSSV
Hmno fnebre
Amanha, stimo dia do passamento do capitao
Jacinthr Pereira da Silva, digno pai do Exm. Sr.
Bispo O. J1 o Revd. Dr. Mainel Cavaleante da
As8is Bezerra de Menezes ppi. orar uma missa
1 s 7 1/2 horas por sen eterno descanso, na igreja
matriz de Santo An'oni) desta cidade.
ammmmmkmmBmm*Kam*tmmmam*\mm
Coinpanhi'" Pernamba-
erna de Navogapao
Costea par vapor.
Esta compannta, .1 < intuit 1 do ino!hjr servir
aos nt^resae^ dos Sis pa 1 rsolveu fa-
zer um abite d- vinte por o ut 1 11 a its passa-
gens de ida e v .lt 1, podende 1 er utiiisada
dentro do prazo de 3 meses, e m'ad'is da data do
dia em que t.irem compradas as referi las passa-
gens.
Kecife, 28 .:s Julho de 1886.
Verdadeira pichincha
Sexta-'eira. 30 di e rrente, ao bite domr-
tele do leiloeiro Pinto, s-" ven H i< ae leiSd an-
niinei.i.io, ru.i rgio expres-ivo, o melhor que aqu existe, pelas
vosea, solidez, qnalidad das ina leiras -.icilidado
que offerece para reparar-se qualqo- r d >3 desar-
ranj.is to coinmuns ein te.es instrumentos, maxi-
n-.e neste paiz, onde a poeira invade tuio; a
melhor marca do- fabricados p>rl)>airn; tea
2" registros que jeui em s'.iriadt-isiinas combina-
coes 244 notai reaea (palb tasj nao contando dous
registros quo pt^rt^ne !m ao pia que Iba serve do
ncoesaorio.
Nao ba uhIIi'.i- para salan ou igreja.
;
SAB 0 N ETE de ALC ATRA0
raaa a Toiixvra, oa banhos a cuidados nia Aa caiANCAa
Eate 9ABOMETE. verdadero atUimeptirm, o mais efflcas para a cora da todas as
IWOLESTIAS O A MELLE
SAPO CARB0N1S DETERGENS
j r.acm voum vrii.'iui com 1, .'.Ai o < .til.OM.i 1M^ft.lctt..\S a oievtt-oi conlit
o SRAMPO, m. VARILA a. PEBRE ESCARLATINA
, Estes BAROXKTES sao 1 iitncTidailo* pelo Como n.cdleo Inteiro ponrue prevtrem f
OLESTIAC E-PIDEHICAS e CONTAGIOSAS e ae utlaitfo a qumioeur c"ma
U&HA 1>i: .Aie.lCA .s r.NVol,OK!>S B NOS e
Deuoslt gorail: "W. "V. WBJGKT SC C, Soxit-wraxlr LOKOREB >
COLLEGIO FRAEEZ
PARA MEMMS
17- Rna n Barao de Henifica-17
NA LINHA DA PASS*GEMDA MAGDALENA.
As Benboraa Mun- Fran-is e MU.-. Pranci, ir'ai fillifl, ip! -nara peJaffg-
culdade de P.-ris, re ent"tnente chegadns efe Franja nnde exerceran por muitoa ga-
nos o professorHuo, acabam de fstabe'lecer um cojlegiu pura meninas, seguiDdo o paa-
graiuma adoptarlo e:n Franca ; o qual proporoionar s lu:iin.s que llies forem conna-
daa una educavao completa n csiiienida.
Os snnhorea pain <'e fnn ilia sao coavidados a visitarem esto novo estabeleci-
mento situado eto ta> s.ul:ive! bairro e dspjr,d<> de todaa as couuiydea lo cont'ortv\l
ede hygiene.
Mlle. Iznbel Fr.-.mis pi asue um talento elevada para o ensino de piano.
Ella prei-isa de urna .-.judante pra as dasses.
PABIS
1S Bas a l'tklaer.
For.iocedor
privilegiado c Casa Pical di Bspanha
e de Z. Ii. a Bainha de Italia.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Estencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os denles.
Ozea Oleo.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativo.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream
Estas exquisitas preparacoes s&o muito apre
ciadas na mais distineta sociedade pela deli
cadeza de seu perfume.
W!? R I EC ER'S
TRANSPARENT CRYSTALS8AP
(Sah. > transparente cristalino)
receiiliocido como o maia perfeito le todos os sabaos de toilette pelas suaa
picdMfes hririenicas, pelo seu aror;a e pela aua larga duraco.
tte -:j tsi princi..._3 rerfumarlas. Farmacias, dr.i.
O
sito a r-ja di.
trrande sor'
bem relo ioa
|0 OS .18 v,,
ltra (jUaiquer
6
uifi. eonheci lo e imeuto denominado
DJOIVS
ti ni u r.-pena el PIJBLK.O que re.eeberaaJ b>
e a :,..,.re a '-"tos, como tant-
_.\ .. i ein qu' outinnaiu a receber pat
i. < t-rf ii'iv ~ vandi-m pir muito menoa qao etn
mm WOLFF&C.
N. 4 RIJA DO CABUGJN. 4
Joini vtlba.

IlGtWl


Otario de Pcrnambaco-- tyuinta -feira 29 de Jolho de 1SS6
t .l " n* inwwr
De Pigado de Bacal&au Pancretico
TODOS OS QUE P1BECEM MLESTIAS DO PflTS
Harem ler o aso-ninte
Este oleo tem o aspecto de nm creme branco
que se pode diluir no laite, ca, chocolate ou
caf. Possue todas as virtudes e propriedades
de t3o precioso remedio, e tambera toma-se sem
repugnancia algumi pelos doente mais deli-
cados ; gracas a eIGcaz addico da Pancre-
tina, chega no estomago, digerido de tudq,
e nunca provoca nauseas nem diarrhea.
Depois de un semnumero de experiencias
praticadas noi hospitaes da Corte, este medica-
mento obteve a approvaco dos mdicos da Fa-
tuldade de Pars. Ho/e em da, todos os mdi-
cos receitam o Oleo ds Figado Pancre-
atico de Defresne, como nico remedie
para curar radicalmente :
r rxenA n sa o,rachitismm
TSICA PVLMOMAM
mais affeccoes que impedem os eftatos da
utiifo e assirailacao.
EM TODAS AS PHARMACIA
UUUtAAiyMMMWI******
PERFUHtRli DO HUNDO ElEtAMTf'
DELETTRIZ
54, 5S, Ra Rlcher, 54, 56
CREACO PARIZ NOVA
cpjSea
SUAVIDADE
conoentr-sicjao
CREME OSMHEDIA
SA RONETB, EXTRA CTO j
A9V. DO TCADOB
POS DE ARROZ
COSMTICO, BRILHAUTINA
OUBO, POMMADA, VINAGRE
apogllaric
A Perfumara QgMHEDl anegur*
Clientes pisas
ftviMsdl Ml.-tti i (ir um ifnl
tarios ein Ptmamkueo :
as A
A
I SILVA 4 C.
&*

WEa&G3SEE3BBSt&
*Mnl**li Hi
IVIRSONs PEPSINA!
Remallo MslM e auraitiTel
PIBA COMaTTKR a m
IfeDIGESTAOl
Sob a forma de
FIASCOS, POS
H OZiOBULOB.
[ ENDE- S n-.KUHDO IH TEIKO. \
lUrMUMM I>K
Pepsina J1*r*vn
Muito rtcovmendaas
pe os pr:nc'oiCi Mecios.
ORSON & SON
Soatkaa-H* Se, hiall-iqurt
LONOON
siesitariN w Pmmbece : Frait-M. ti SUVA a C
DAY& MARTIN
Ferntctorm i* tea tfatata* ( HMm ai fcwi,
o tmnltt i .1 Ukrk* bntettJT
GRAIXA brujame LIQUIDA
GRAIXAsaPAsuUNCTUOSA
OLEO par ABBSZOS
E Udo mi t Mcesurle pira i aiiia'antH st
a* todu ij NraM.
DEPOSITO GBBAL KM LONDRU:
*, High KilWm, ST
khrMiu: flAr* LUBLTtkP.

'
eBUCHU
.&,QJL
3
i MStaHB B19AMAS
WacTAUrtjrrS
Cotorro C/irOftCO & KStg,
t tfo Cff/wr/ te ir/vir/r,
molestias c prstata,
incontinencia la Urina,
A rea na urina, etc.
WANN, Pharniaceutico-Ctiimico,
'i, as* cuncuo. ti, PARS
S do ESTOMAGO
> ip^iCEa
>j?-Vi*, Gastralgias, Anemia.
I *>tit, Votaitwi, Dio
.-4de das Crisi.pac
CUSA. SE8UIUL K IUPIIIV VBL0
EL1X R GREZ
TNICO-DIGESTIVO
cora Quina, Copa t Pepsina
[Adoptado em todos os Hospitaes
MEDM.HAS AS EXPOSI?ES
f PRIS, r La Bruyre,34, e em todas as Pharmaciii.
Jardn, das plaas
MONDEGO N. '
: Pceteodendo se acabar com us pnulas que es-
ta am vasos nVkte j trdim, vende v oh sapotisei-
amito errandes, e dando fructu, 2#l)00, la
itpsjfiri.8, muito grande, para easettar, 61000
aUsxia, e sap jtiseiros nwis pequeos por banto
**> __________
'ara criado
Pxeeia-se d ura meaino de 12 14 uaos : no
ari^to'i l.-i D'ario se dir qu.in pi cisa.
rdeuiu.
l"reeii-s<', de um menino: na m i Duque de
Majas u. 39 2- udar.
Cal de Lisboa
pato a- va ; vaudeai Palawira A alarga
* Besan., n i7.
>
!?
Vlteocft
l'iga-se aow bs
'J>. jssvo, ajMK.c.
how r.'-'
lili,
ts-tor Aut i
Tt% *H
Por 15^000
Alugs-se a loja do sobrado a ra de Lemas Va-
lentinas n. f 0 : a trata, na ra Primeiro de Mar-
co p. 7 A, livrana Pariaieoee.
Jos de Castro Guima
raes
que tm Goyanna icm o nome de Jos Gaspar
Domingues de Sousa nao mais cobrador da co-
cheira rus da Imperatrz n. S9 desde Marco, e
chamado prestar contas dos dinaeiros que re-
ceban, como consta das contas *-om os recibo i, e
entregar as contas que ainda tem em seo poder
ao admin strudor daquella conheira.
Telegramma (resposla paga)
Bicoe orientaea, grande variedade em cores f
larguras, reeeberam o Pedro Aatunea & C, e ven-
drm barato ; esperamos respoata ao 63 ra Du-
que de Casias, Nova Esperanca ; novo sortimen-
to em Jeques de papel a (00 e 800 rs., preferencia
exclusiva ; ditos de seda, bonitas cores e lindas
aaisagens a 3/, barrato I punhos e collurinhos
bordadas para senhora a 1800 e 2/500 ; ditos
com pintas de cores a 14200 ; bonitos e delicados
lacinbos de cores, ultima moda em gravataa, a
lltOO. heiposta paga ; vale a pna Terem o que
: aa loja de Pedro Antunes & C. n. 63, raa
Uiqae de Caxias.
Serrara a vapor
Caes do CapSbarlne n. M
N'esta serrara encoatraro os s ses, um grande sortimento de pichj de resina da
cinco a de metro de comprimence e de 0,08 a
t,24 de esquadros Garante-ee preco mais cmo-
do do que em outra qualqucr parte.
Francisco djr Santo Maccdo.
MULSAO
Carteira
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baizo dous armarinbos e tres gavetas, e na
peca de cima 17 compartimento que se fecham
com ama so chave : a ver e tratar no largo de S.
Pedro n. 4, loja.
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Hypophosphilos de cal e soda
Approvatla pela diinta de Hj
gieae e autorizada pelo
governo
E' o melbor remidi at boje dencoberto para a
ilslea DronchiieN, errophnla. ra
cblts*. anrmla, cebllldads em geral,
delaso, loase cbronlra e aflreces
do tflio e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
baealho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaos e nu-
rntivaa do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstitaintes dos bypophoephitos. A' venda naa
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambaco
VEHDAS _
" Cauro iaCmita&C.
Liquidam os aeguinte artigo mais barato que em
ostra parte, visto seren niguas comprados em
leilae a aaber:
Lindos retoes clsrs s 24$ e 28# rs., o co-
vsdo.
Faile de novos gostss a 400 e 500 rs. o dito.
Linons com palmas de la a 800 rs. o dito.
dem com salpicos a 569 e 700 rs. o dito !
Pspelinas com litras de i eda a 280 e 320 rs., o
dito para acabar.
Esguiao pardo para vertidos a 500 e 569 rs. o
dito,
Setineta, navidades, s 329 e 369 rs., csres
firme.
Damascos de 13, largura de 2 metros, proprio
para panno de piano a 1/890 o corado ; de cores
propria para mesas a 1/500 e 1/609 o uto.
Murins pretos para late, 2 larguras a 900, 1/,
1/200 a 1*509 o dito.
dem de todaa as coree a 1/ e 1 /209 o dito.
Castmiras de 2 larguras, padroes inteiramente
nevos a 1/290, 1/690 e 1/809 o dito.
Setim maca, de todas as cores, desde 899 r. a
2/ o dito.
Atoalbado trancado e bordada a 1/409 e 1/599
o metro.
Bramantes de 4 largara, superiores a 900 rs. e
1/409 o dito.
dem de puro linho a 2/ o dito.
dem de ama largura a 590 r. o dito.
Guarnieres de crochet para sof e cadeirsB a
8/.
Riquissmas colzas de dito a 12/ e 14/,
Linda grinaldas e veos para Ezmas. noivas a
14/.
Cortinado bordadas a 6/599 e 10/ o par.
dem em pecas com 1 jarda?, novos desenhos a
9/.
Toalha felpudas de corea, para rosto, a 7/599
a duna.
Meias inglesas, croas a 3/509, 4/ e 9/ a dita.
dem arrendadas para senhor-i a 8/ a dita.
Sersulas bordadas de bramante a 12/ e 16/ a
dita.
Camisas superioies franeezas a 18/ e 42/ a
diu.
Cobertas de ganga, forradas a 2/509 e 3/.
Lenoes de bramantes, grandes a 2/.
Chales de caaemira, dem, a 2/, 3/ e 5/.
Corte de casemira inglesa a 3/, 4/ e 5/.
Cheviot superior, de 2 largaras, a 3/ e 3/509 o
covads.
Vendas en* uro-no, dantos descont
da praca
59=Rua Duque de Caxias=9
C-'rniMro da Cnnha 41\
WHISKY
90YAL BLEND marca V lADO
bate ezerl lente Wbisky Eaoessca preterivi
ao cognac ou aguarden^ de canna, para fortifica
3 corpo.
Vende-ar a retalho ooa b, lheree annasens
rjolhado.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOcnjow
me e emblema sao registrado para todo o Brasi
BROWN8 te C, agentes
Malas para viagem
Vende-ae malas e bolsas de todos o Hmanbo,
per preyo sem competencia : na raa do Impari-
dor n. 63.
Aprovtilem!
Vendc-se todo barato
aLarjo de **. Pedro n 41
Neate estabelecimento encuntra se sempre nm
completo a- rtiroento de gaioiaa e parsaro nacie-
ttuf.B s estrangeiroi, o meihor que ha ueste ge-
Dar *-< jur*8, balaios preprio para si-
nhos oe canarios do imp> rio, cratinbas para o
tura, vassonra do ara a 800 ra cada urna, qae
costa em outra qualqser parte a 1/ e 1/200, con-
serva ds pimenta americana em bonito fraaqai-
u is a 120 rs. cada nm, para acabar, siassa de
mandioca muito bem pn-pnrada, para bolo
Pinlio de Riga
3x e *x 1*
Vendem Ponseea Irmaos ct. C, a prefs mdica
GRANDE
unpi
Expsito central ra larga do
Rosario n. "8
Damiao Lima & C, cbamam a attencao da
Ezmas. familia para os preco scgumtes :
Carretei de 200 jardas 80 rs.
Peca de bordados de 200 a 600 rs.
Dita de um palmo a 2/500 e 3/000.
Pita n. 80 para faza a 2/500.
Leqves regatas e D. Joannita a 1/000.
Frascos e extractos de Lubin, grandes, a 2/000.
Leques D. Lucinda Colho a 6/000.
Toalhas felpadas a 500 600, e l/n00.
Duiia de meias para hnmem a 8|000.
Ditas para senhoras a 3/000.
Lava de seda a 2/000.
Meias de fo de seda para menina a 1/000.
Colarmhns de linho a 500 rs.
Ditoe de algouo a 320 e 400 ra.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo para vestido a 20 rs.
svisivris grandes a 320 rs.
rampos tnvsiveis a 60 rs.
Um lequc de setim (novidade) a 6J500.
Ricas bolcinhas de madrepersla de 1/509 6/.
L5 para bordar 2/800.
Urna capella e veo de 15/000, por 12/000.
Um espelbo de mol lora por 5/500.
Urna pulseira de fita per 1/200.
Pliss a 400 e 600 re.
Urna boneca grande de cera por 2/500 e 3/909.
NA EXPOSICO CENTRAL
38-Rna Larga do Roario-38
Florida
2d3 0
iiVMtti

rfeilo estado e por preso
,xi* n. 17
vi.ssJl
Br. Mello Gome cbsbi.u t ,u rs'reita
do Btsano n. 15, a ssfsoio qve ,H ignoia, bs
dsw asnje.
alo po idUiI
Loja de miudezas
Raa do Duque de Caxias o. 103
Os proprietarioB deate grande estabelecimento
de miudezas, modas e para accemmodar os interes-
ses da poca, tem resulvido venderem po' meuos
vinte por cento que em outra qualquer parte.
Pentes elctricos &'0 rs.
Luvas de pellica a 2/500 o par.
Linha de carritel branca e de cores a 80 rs.
Grampos a 20 rs. o masso.
Invisives a 320 rs.
Vestuario de fuetao bordado para erianca a
3/008.
Pentes de regaco para enanca a 100 rs. um.
Baleias a 360 rs. a duzia.
Haspas para anqunhas a ISO rs. o metro.
Bicos com tras dedos de largura a 1/500 e 1/800
a peca.
Linha de cores para crochet a 250 rs. o no-
vello.
Papel amizade a 40 rs. o caderno.
Pita cninesa a 320 rs. o masso.
Lencos de linho a 1/500 a duzia.
Lindos bicos de cores oom 10 Jardas a 4/ e 5/
a peca.
Urna caiza com tres sabonctes desenliando urna
rosa pr 500 rs.
Meias de la de cores para senhora a 1/500 o
P^_______________________________________
Fazendas brancas
SO' AO NUMEIO
roa da Imperatrz
Vende-se de diversa marcas, no amasen de
Soare de Ainaral Irmaos, i raa da Madre de
Dea n. 22.
4o roa da Imperatrz = 4o
Loja do barateiro
Albeiro & C, ra da Imperatrz n. 40, ven-
dis am bonito sortimesto de todas estns fazesda
abaizo mencionadas, sem competencia de preeoe,
A SABER:
AlgodaoPees de Igodosinho com 90
jardas, pelor barato preco de 3/800,
4f, 4/500, 44 0. b|, 5/500 e 6160
MadapolaoPeyas de madapolao com 24
jarda a 4/500, 5/, 6/ at 12/006
Camisas de meia com hstras, pelo barato
preco de 800
Ditas branets e cruas, de 1/ at 1/800
Creguella francesa, fasenda amito encor-
pada, propria para lencoes, toalha e
crcala, vara 400 rs. e 500
Ceroalaa da meema, maito bem fetai,
al/200* 1/Oi
Colletinhos r'a meema
Bramante francs de algodao, maito cb-
corpado, com 10 palmos de largara,
metro 1/2
Dito de linho inglez, de 4 largaras, me-
tro a 2/500 e S8l!
Atoaihado adamascado para toalha de
mesa, com 9 palmo de largara, metra 1J80C'
Crotones e chita, clara e escuras, pa-
droes delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mai delicado no
mercado, r. 200
Toda esta fasenda baratissimas, na eenheeida
loja de Alseiro C, esqmn do beeso
do Perreiro
Algodao entestado pa-
ra Jen?oes
A SOo m. e 1AOOO e metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
;odao para lencoes de um s panno, com 9 pal-
de larpuraa 900 rs., e dito com 10 palmo a
(X)metro, assim com* dito traseado para
oa I has de misa, com 9 palmos ue largura a l/20>'
otro, lsto na leja de Albeiro de C, esquina
do ceco dos Ferreiro.
MERINOS PRETOS
A 1/209, 1/400, 1/600, 1*800 e 2/ a eovaao
A heiro & C, 4 raa da Imperatris n. 40, veo
dem maito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pecbincha : na loja da esquina ds boc-
eo di s Ferreiro.
Espartllhos
Na loja da ra da Imperatris s. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo prec<
de 5/nOO, assim como am sortimento de respat
de casimiras, brius, etc., eto na loja da esqsnis
de boceo do Ferreiro.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2/800 e 3/ o covado
Alheiro A C, ra da Imperatris s. 40, ves
dem am elegante sortimento ds casemira ingle-
sas, de duas larguras, eom o- padroes mai deli-
cados para costume, e vendera pelo barato precr
de 2/800 e 3| o covado ; assim orno se eacsrre-
gam de mandar facer costumes de casemira a
30, sendo de paletot sacco, e 36/ de traque,
grande pecbincha : na loja dos baraten- ds Boa
Viste.
BRIM PARDO LONA
A 820 ra. o covado
O barateiro da Boa-Vista venden ama grande
porcao de brim pardo losa, por estar cea prisci-
pio de toque de mofo, pels barata pr-'co de S2)
rs. o covado, grande pechincha i sa leja da es
qaina do becco dos Ferreiro.
Bordado* a IOO ra. a peen
A rus da Imperatris a. 40, vasde-se pecas de
bordado, don metros cada peca, pdo barato pre-
co de 100 rs., oa en eartao eom 9 prese, ora-
das, por 6f, aproveiten a pechiseha ; aa loja ds
esquina de becco dos Fsrreiros.
Farinha para poreo
Vende-se para acabar, por prees nsdo : sa
ra do Imperador a. 98.
VPORT
e moenda
Vende-ae am bem' vapor moenda eom penco
sao ; a ver no engenho Timbo asas, maito parto
da estaoio do metano none ; a tratar aa raa de
Impender s. 48, 1 andar. I
A Revoluto
M.
ra Duque de Caxias, resolveu a vender
os seguintes artigos com 25 0[Q de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Sedas lavradss de 2/000 por 1/000 o covado.
Cachemiras de cores a 1/200 o covado.
Ditas preta a 1/000, 1/200, l/t00, 1/600
1/800 e 2/000 o covado.
Dita broch, de 12 e seda, lindo tecidos, a 1/500
o covado.
Gorgorinas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Setins a 800 o 1/200 rs. o covado.
Dito preto a 1/000 e 2/200 o covado.
Gaze com boliBhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Las com bolinhas a 640 rs. o covado.
Velludilho liso e lavrado a 1/000 e 1/200 o co-
vado.
Fustao branc a 440, 500, 560, 600 e 800 r*. o
covado.
Giosdenaples pretos a 1/800, 9/000, 2/500 e
2/800 o covado.
Nnsoc de cor a 300 rs. o covado.
Cretones finas a 360, 400 e 440 rs. o covado.
Cambruia de quadroa a 1/500 a pee i.
Dita trasparente de 4/000 por 2/000 e 2/000
a peca.
Linn branco a 500 rs. o covado.
Facss de retro a 1/000 um.
dem de 12, de 1/000 at 6/000.
dem de pelussia a 5/000 e 6/f>00.
dem de pelussia bordados a 7/000.
Cretones para chambre a 320 e 360 rs. e co-
vado.
Cambraia com salpicos a 6 i rs. a pe$a.
Chapeos de sol de cores para senhor-e a 7500
um.
Brim de linho de cor a 1/200 o metro.
Linhos esco88e7es a 240 re. o eovado.
Zepbiros listrados a 200 rs. o covado.
Tapetes para janella, piano e cama a 4/000,
6/000 c 7/000 um.
Ditos avelludados para sof a 24/000 um.
Fustao de cor a 500 rs. o covado.
Setineta lavradas a 500 rs. o covado.
Flauella branca a 400 rs. o covado.
Setinetas com desenhos lindes a 440 rs. o co-
vado.
Cortes da caaemira a 3/000, 3/500, 5/OCO c
7/000.
Casemira de cor e preta a 1/800 rs. covado.
Timoes bordados a 4/000 um.
Brim pardo lona a 360 e 500 rs. o covado.
Camisas de meia a 800, 1/000 e 1/200 urna.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
tro-
sgu2* amarello para vestidos a 500 ra o co-
vado.
Espartilhos couraca de 4/000 a 8/000 um.
Para as Extnan. nolvaa
Setins maco a 1/200 e 2/000 o covado.
Popelinas a 600 rs. o dito.
Alpaca a 400 s 440 rs. o dito.
Setineta lisas e lavradas a 500 560 rs. o dito.
Cortinados bordados a 7/000, 9/000 e 15/000o
par.
Capellas e veos finos a 10/ e 14/.
Colchas bordadas a 5/000, 7/000, e 8/0 0
urna.
Camisas nacionaes
a tpsoo. aaooo e a/5o
32 Loja a ra da Imperatrz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodao, pelos
barates precos de 2/500, 3/ e 4/, sendo fasenda
muito meihor do que as que veem do estrangeiro e
maite mais bem feites, por seren cortada* por
um bbm artista, especialmente camiseiro, tambero
se manda faaer por encomnicodas, a Vintade des
fregueses : na nova loja da ra da Imperatris n.
3.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas

= 3;
Ra da Imperatrz
DE
FERREniA DA SD^VA
Neate aovo estabelecimento encontrar/ a res-
p jitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de tod* a qaalidades, que se vendem por
preco baratissimo8, assim cora am bom s.irti
mente sV r upas para boaiens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter am bom mes-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos
casemira e brins, etc.
-
Boa
da Inaperatrla
Loja de Pereira da Silva
Ni-su; estabelecimento vende-se as roepss aba
zo mencionadas, qae s2 ba- aa
PaKtots pretos de aiagonaee e
acolchoados, senao tazenaas muito en-
corpada, e forrados 7/OOt
Ditos de casemira preta, de cotdao muito,
bem feitos e forrado 10/00f
Dito de dita, fasenda maito meihor 12/00t
Ditos de flanella asul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrado 12/00
Calcas de gorgorao preto, acolcboado,
sendo fazenda muito eneorpaSa 5/50<
Dito de casemia de cores, sendo maito
bem L'itas 6/*
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
maito bem feites 8/00)
Dte de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2/, 2/500 e 3/0i
Ceroalaa de gregnellas para homens,
sendo muito bem feites a 1/200 e 1/601
Colletinhub de greguella muito bem feito 1/U
Assim como um bom dortimento de lencos dt
linho e de algodao, me>as cruas o collarinhs, etc
lato na leja as -ua da Imperatris n. 3i
Riseados largos
m 900 ra. o aovado
Na loja da raa da Imperxtris u. 32, vendem si
riacadinhos prepnos para roupaa de menino
vestidos, pelo barato pn-co de 200 r. o covsdi
tendo qaasi largura de chite traneeia, e ssir>
como chitas brancas mindinbas, a 200 rs. o
do,e dita e coras a 240 re., pechincha
'oja o Pereira da Silva.
Fnistee*), netlnetaa e lslnlaas a SO'
r, eovado
Ns loja ds raa da Imperatris n. 32, vende-a
nm grande sortimento de fnetoe breos a 50<
ra. o covado, lasishas lavradas de furta-eorea
fi- senda bonita para vestidos a 500 rs. o eovade
e setinetas lisas muito largas, tendo de toda at
cores, a 500 rs. covado. pechineha : aa loj
ds Pereira da Silva.
MerinOs pretoa ala*
Vende-se merinos pret >s de duas lrgoras pan
vestidos e roupaa pam meninos a 1/200 e 1/60)
d covado, e sunerior setim preto para enfeites i
1/600, aeaim como chitas preta, tanto Raa con>
de lavoures brani-oe, de 240 a'e 320 rs. ; aa novt
laja de fereirs da Silva & ra da Imperatris ro-
pero 32.
tltodoiinho rrances para lence
a POOra., 19 e ioo
Na loja da ra da Imperatris n. -^2, vende-a
superiores slgd2osinbos franceses eom 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lencoes de us
a panno pelo barato preco de < metro, e dito trancado pa a toalhas a 1/280, at
sin cono superior bramante de quatro largara
para lencoes, a 1/500 o aetrs, barato ; na Ion
di Pereira da Silva.
LOTERA
DAS
ALAGOAS
CORRE NO DA 5 DE AGOSTO
I INWWQECPTTOl
O portador qae possmr un
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar.......
10:0061,000.
Os bilhetes acham-sea' vea-
la-
dependencia ns.
da na Gasa Feliz, praca
37e39.
Corre no dia 3 de Agosto
1886, sem alta.
O portador de dous vigsimos dejtta
importante lotera do custo de 2-5200 dn
habilitado a tirar
20:012$000
Pre^o em porgo
Vigsimo.
Vigsimo.
A' RETLHO
i.o>o


A ROA DA FORTUNA
36Kua Larga do Rosario36
Aos t.ooo:ooo$ooo
200:0001000
I, II Ull I
DE 3 SOHTEIS
En favt r dos ingenuos da Colonia Orphano.ogica k
DA PROVINCIA DE PiumAMBLEO
Extraccao: i ola 1S i Denliro e).
0 thesoureiro, Francisco (ilo^iyalTes Tmm
mmm
Na bem condecida loja dama Primeir* de
Marfo n- 20
JINTO DO LOUVRE
Wm, #, apto
para meninos
A 4*. SOSOO e SA
Ns aovs loja da ra da Imperatris n. 32,
vende nm variado ser ti ment de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e cale)
usa corte, fistos de brin pardo, a 4/00/ di*~
de molecquim a 4/500 e ditos de gorgoi -j,
emitando casemira, a 6/, s2o msito bar..: s
loja ds Pereira da Silva.
Polra, ilos e tenas
Vende Candido Thiage da Costa Mein en su
deposito 2 ra Imperial a 322, olari.- Talepbone
1U1.
Grande sortimente de siadapolS-; de 4^*80, #,
71500 e 8,5000
AlgodSes braneos, saperiere quali alee, 6#500.
Saperiorea retoes de 320 a 500 o covado.
Batistes, ldro padrSes, a 200 e 320 rs. o covado.
Fustoes brancos de novo desenhos a 440 e 50* rs_,_ covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pauaos a 3| ffK).
Ditas de ganga cretone,bonitos padrSus, a 3||00fi.
Lenjoes d bramante, de linho. de 20 a 4#0Q0 a .
Ditos de algodao de 1,800 a 2*500.
Toalhas f-lpudas, de tamanho regalar a 5*O00 a iaaia.
Ditas grandes para baabos a 2<$000 ama.
Lencos de algodao de 10800 a 20200 a duzia.
D;*os <* Ig-dlo, eom barra, a 20400 a duzia.
U .no, i-laro, a 300. 400 e 700 rs. o cevae.
Di-o I aay^do, U,^a, a 10, 10x00 e 10200 o meto.
<'. rus vesti i o de cretone de 200 por 8r009.
O i anapos te linho de 30500 a 60 a duaia.
Grande varedade de aaquinhas de 20 a 50000.
Meias cruas para homem a 50, 60, e 70000 a duaia.
Chambres muito bem preparados, para homem, de 50 a 10#00Q.
Caaemira diagonal, preta e acal escuro, a 20500 e covado.
Algodao-trancadc. de duas larguras a 10300 a vara. ^^
Bramante de .IgodSo, de qsatro largaraa, 10600, USO o 20N*a vfa
Dito de linho idem idem de Sf, 20500 SJ e 4#KK) a vara.
Leqae de papel, de lindos disenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e aaul a 104OC rs. o covado.
Setinetas lisas de todas aa corea a 440 rs. o covads
Guarda p de brim de liako pardo a 40, 50 e OfOtO-
Oxford pra camisas, lindos padroes, a 280 3B>'e 340 rs, o covado-.
Velbucinas de todaa as corea a 10000 o oovsdo.
Mblesquin de cores, bonitos padrSes, a 100 rs. o covado*.
Chales de algodao a 10200, 10400, 10600 e 3*000.
Costumes para oanhos de mar a 80 e iOOOO.
Cortinados bordado para oaaM jaaUai a 1*0,.
Grande sortifwnta de roapa feita para ataba!
Encarregamo-nos tambem as naadar taae
meaisos, para o qse tem asi kastf lVal
caaemira, etc.
Quem precisar de alga drtif* ka nanS*, dsvasi visitar d
este antgo acreditado estebefeoimento.
Boa Primeiro Os Mareo i. 20
de
icer anliaaiii
iJdL
14 e 16#ft* pairara
ca
roapa
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Ualal I
MUTILADO
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Diario de Pernambucotyuiita-feira 22L hrJulho de 1886
ASSEMBLEA GERAL
CHARA O DEPILADOS
SESSO EM 13 DE JULHO DE 188b'
PRI8IDBCCIA DO SE. ANDRADB PIOWKIBA
(Continuadlo)
Sr. Jo Wariauao besitoa um
momento so devia vir amara defander o
seu diploma ; a sua eleicZo presentada
tSo legitima e legamente a expressao do
eleitorado do 2. districto de Pernambuco,
essa eleicZo f,)i votad t*o s alaras, cojo
Unta publilade, eom as acclaraacBas nao
s da sua provincia, como do paiz inter
(apoiados), qu- .uvidou vir dofeader e8sa
leicao, porqu- nao devia defender o que
se impunha a todas as consciencia.
(Apoiados da bancada liberal.)
Entendeu, porm, qae cima do seu di-
reito ha o direito do eleitoride, que se pre-
tende supprimir; por isso vem defender
esto direito e nao o proprio que o deixaria
correr revelia ; vem provar que a von-
tade legalmente manifestada por aquelle
eleitorado nao deve ser destruida par qual-
quer conveniencia qua se iraponha pai-
xZo partidaria.
Atfronta ijom toda a altivez os odios que
aua presenca possa porventura despertar,
Jorque a par do seu direito deve estar a
iguidade da cmara, e esta se em um mo-
mento velasse a estatua da le para obe le-
cer a sentimentos odientos, teria fcito bai-
xar o nivel moral, pelo qual s se pode
mpr ao respeito do paiz.
Se por u u lado o orador sa apresenta
escudad no seu direito, por outro lado
nSo tZo forto a voz nem o prestigio e me-
nos o direito do que sa apresenta como con-
tendor qu possa p5r em pergo a causa do
partido conservador.
Mabter a maior calma nesta discussao,
porque calmo tarabem seu direito e cal-
ma deve ser a justica.
Entcnde que estiva dispensado de vir
por si smente cmara susteutar o seu di-
reito, desde que voio juiz da sua causa
aquelle que antes de tomar assento na ca
mar, ao passar por Pernambuco, disse:
Peca a Deus o Jos Marianno que nao me
caia as unhas! (Hilaridade) Se S. Exc.
n5o ti ver o perdi do Divino Mestre, o ora
dor lhe perdua do fundo d'alma.
Appella para o dia de araanha, nem .ha
nada como um dia atrs do outro; por
is30 nao s perd, como procurar esque-
cer.
Apezr de conbecer os santiraentis hos-
tis do nobre relator da commissao para
com o orador, este declara que tez o pro-
posito de conservar a maior calma vindo
pleitear o seu direito na mamara.
Entrando na materia, corneja explican-
do a razao por que, depois de legtimamen-
te eleito em 1. escrutinio, nZo vacillou
em entrar om 2.*, pois entrada que um
candidato nfb deve reausar-so a prestar
todas as pro-vas quo dola qu drara exigir.
Foi assim que se aprese otou em 'J* es
crutinio, anda que com sacrificio da sua
candidatura. Reputa-Be fez porque a res-
posta dada pelo eleitorado no 2* veio con-
firmar o resultado que as urnas manifesta-
ran! no l* escrutinio, em seu favor e con-
fessa que anda hojo aceitara um repto
para novo escrutinio, tal a convic$o que
tem da confianza que merece ao eleitorado
que o distingui com um diploma.
Nao a redita que o sea contendor dei-
xasse de vir defender o s-u direito s por
que o. governo nilo lhe dera a deraissZo de
presideute da provincia da Bahia. Ao con-
trario, est certo de que so elle csvesse
convicto do seu legitimo direito viria en
frentar-se na Cmara com o adversario.
Analysa os fundamentos do parecer da
commissao, oombatendo-os, e mostra a in
justica que se lbe quer fazer, arrancando-
le um diploma que exprimea verdad*
das urnas, manifestada por seus correligio-
narias na eleicZo do 2 distrcto da provin-
cia de Pernambuco.
Alluie a urna falsificado forjada pelo
escrivZo de urna parochia e apresontada na
Cmara ultima hora, para invalidar um
alistararnto e arrancar 545 votos ao ei-ito;
c la menta que a commissao nem ao monos
pedisse que esse falsificador fosse respon-
sabilisado pelo erme por elle aommettido.
Historiando o modo porque correu a elei-
eao uas diversas parochias do seu distrcto,
louva o proced ment do entlo presidente
da provincia, que deu as necessarias provi-
dencias para evitar effusao de sangue num
assalto eleieao do Monteiro, plano preme-
ditado por seus adversarios, com o fina de
prejudiear o orador.
Depois de varias cansideragoes, em que
omitas vozes coutostado por seU3 adver
sarios, e uas quaes busca demonstrar a in-
justica da commissao pretendendo rasgar
lhe um diploma que considera sobejament
legitimo, conclue asseguraudo que, se for
pela Cmara postergado o seu direito e pro-
clamado deputado o seu contendor, este
sentar-se-ha na e.adeira em que serapre ve
r a oebeea do Binquo; S. Exc nao pas-
sar do' donatario de urna cadeira, em-
quanto que sa levantar raais a estatura do
orador, que sabiudo da Cmara ir cahir
nos bracos do povo.
E' l fra, o nao na Cmara onde a for-
ja numrica ..balar a sua voz, que o ora
dor conta servir s causas a que se tem
' consagrado, e especialmente do abolicio-
nismo, que : i-'ra a causa* essencial da
democ;' i ra.
(O final i di-i urso do orador acolhido
com palmas pe galeras.)
O Sr. Presdeme adverte s galeras de
que nSb Ibes sao permittidas manifestarles
de espacie* alguna, e manda ler o artigado
regiment qu as prohibe.
O' Hr. Costa Pe re Ira vera 4 tribu
na nicamente para explicar o seu proce-
dimiento com relscZo s providencias que
deu uo sentido de evitar conflictos as elei
co s do Monteiro e Pojo da Panella, a que
ae referi o nobre deputado.
ExpSe o que occorreu nessas parochias,
assim com > as medidas que tomou para
evitar derramamento de sangue, declarando
que nunca lhe passou pela idea nem ple
acreditar que os conflictos travados fassem
effeitos de un pinna preparado por seus
correligionarios.
A discussao fie adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a orden-, do dia 14.
SESSO EM 14 DE JULHO DE 1886
i'BBSIDEXClA DO Sg. AXDBADB KIOUEIKA
Ao roeio-dia jracedendo-se a chimada,
a que respondciu 104 Srs. deputados,abro-
se a 8essZo 12 minutas depois do meio-
dia.
E' lid a e pprovada a acta da sessao
antecedente.
O Sr. 1." secretario d conta do expe-
diente.
O Sr. Alfonso Peona diz que ha
das cntregou ao Sr. ministro da agricul
tura urna repres.mtac.ao assignada por nu-
merosos cidadZos sera distinccZo de cor
poltica, nem de classes soiaes, pedindo
ao governo que man le proceder ao aasen-
taraeoto dos trilhos na ramal do Ouro Pre-
to, em um.trecho da estrada, j prompto,
at o lugar denominado Jos Coireia.
Encarece a vantagem dessa m dida, que
espera seja adoptada em bem do raelhora-
raento daquella parto da provincia.
Chama a attencao do nobre ministro da
agricultura para a conveniencia de couce
dar pequeos favores s municipalidades,
que om geral se vera em difficnldades para
executar as suas obras.
E' assim qua muitas cmaras muni.ipaes
pedem isenjo de frates, as estradas de
ferro do governo, sobre os materiaes de
que precisara para levar a effjito a canali-
sacao de aguas e para obras de sumraa ne
cessidade e o governo as tem attendido :
entretanto a cmara de Santa Barbara, no
3o districto da provincia de Minas, pedio
idntico favor para a canalisagao de suas
aguas, em Cattas-Altas, e o nobre ministro
negoulhe essa favor.
inteiro est com os olbos fitos em sua pes-
soa e que a provincia da Pernambuco n3o
sa julgaria bem representada, ae elle n3o
fizoasa parte da sua represeota^ao.
O Sr. Jos Marianno : Nao disse isso.
0 Sr JoSo Manoel : Ora, Sr. presiden
te, quanta vezes este poore paiz tem si
do calumniado I O paiz com os olh >s fitos
aesta questao e, muito principalmente, a
grande, a briosa e heroica provincia de
Pernambuco !
O candidato diplomado, para pro iuzir
effeito l fra, e este l fra tem urna
exteaSa que nos mesmos nao podemos
ompreheudor disso quo a commissao le
annullou 515 vstos I
O Sr. Jos Marianno : N8o me annul-
lou a inira ; mas annullou 545 elaitorea.
O Sr. Juilo Manoel : E' presiso qua o
pois saiba que, na computacZo garal dos
votos do 2. districto eleitoral da provincia
de Pernambuco, a differenga e apenas de
24 votos a favor dsse candidato.
Quando so diz que ^ eommissao annullou
545 votos, parece que estes votos foram
annullalos ao candidato que te ve diplo-
ma.
0 Sr. Jos Marianno : Diga agora de
quantos votos se compute a parochia do
Poco da Panella.
O Sr. Joao Manoel :Senhores, os fun-
damentos em que se firmou a commissao
para apresentar o seu parecer pedio a an-
nullacjlo da eleicZo da 1.a seecSo do Po$o
^
mes, nem como tenlo vota Jo, nem como I grividade a falta de registro do alista-
*
0 orador acompanha o Jornal do Com- da Panella, foram os seguint^s: falta de
mercio na censura feita a esta falt* de equi
dade, pois n3o acha justo que a isengao de
fretes ou modifieajao do tarifas feita a urna
deixe de applicar-se a todas as municipa-
lidades.
Aprovcita a occasiao para protestar con-
tra urna censura feita pelo nobro presiden-
te da 3* commissao de inqu^nto s autori-
dades de Santa Barbara e Itabira.
Apresenta o orador um requ rimento em
que pedia certas nforraacoes aquellas auto-
ridades a respeito de sua eleieao, e o Sr.
presidente da commissao disse que nSo po-
de obter dellas informacSes requeridas, la-
to urna censura injusta irrogada s au
toridades a que se referi, porque pode as-
segurar Cmara que nenhura pedido de
certidao foi apresantado perante as autori-
dades de Santa Barbara eitabira, coufor
me demonstra por urna carta que l.
Assegura que o seu direito era incon
contestavel, e qua nao recorrera jamis a
subterfugios pira dar ganho a urna cansa
liquida como era a sua.
O Sr. Baro da Villa da Barra
(para urna explicaj&o) diz que o nobre de
putado achando-se ausente durante dous
mezes, e o sen competidor nao admittiado
o direito quo S. Exc. allegiva, nao poda
a commissao jurar as palavras de um
candidato que nao se achava presente.
Parece-lhe, entretanto, que o discurso
do nobre deputado extemporneo : devia
ter sido pro tuzido perante a commissao.
O Sr. Ame rico de Souza sent
n-cessida ie de re.ferir-se aos negocios de
Ilhos em consequencia de proposijoes in
exactas, aventadas em um discurso profe-
rido ha dias pelo Sr. Alfonso Celso Ju
nior.
Attribue falta de memoria do nobre
deputado as inexactidos por S. Exc.
commettidas com relacZo s tristes cecur-
rencias em que figarava como principal
criminoso Gentil J s de Castro, e para
ceotraditar as allegagSes lo nobro diputa-
do l o relitorio falto sobra essas oceurren-
cias varios depoimentos de testemunhas
que ovidenciam a criraali lade do menciona-
do oidadao.
ORDEM DO DIA
TERIFICAgXo DE PODERES
Contiuua a discussao do parecer n. 135
da 1* commissao de inquerito sobre a elei-
eao do 2- districto de Pernambuco.
O Sr. Joo Ttanoel : Sr. pres-
deme, a Cmara comprebende perfeita
mente sob quo impressao eu devo entrar
neste debate. V. Exc. sera duvida, era
sma longa vida p:.rlmeotr, nZo ter teste-
nunhado espectculo igual ao que se passa
diante dos nossos olhos, vendo um humilde
relator tao violentamente., como se esse relator
dispoze-ae da opioiZo dos seus collegas c
cuito principalmente do voto da Cmara.
Eu comprehendo rauit bem o plano que
se tora em vista. Contando-se sem duvi-
da com a energa e impetuosidade do meu
carcter, acreditase que, por constantes
provocares, ea rae preste a fazer saenas
de escndalo para chafurdar e perturbar
esta discussao.
Eu, pjrra, que j tenho a cabeya enca-
necida, e segundo o diatado de minha tr-
ra, sou macaco velho que nao mette mdo em
cumbuca, entro positivamente no assurap
to rlt-spresando tudo quanto se possa dizer
a meu respeito. ("Muito bam.)
Esto meu proposito ie:n, todava, urna
excepcao, que rae cumpre abrir, qua
uina explir.ac.Zo que tenbo dever de dar
C unini q, com muit> m:.ior razao, ao paiz
que nos tem de julg-.r.
Qoaodo o candidato diplomado tratava
hontem das fraudes que so tinhara intro-
duzco no alistaraento da parochia do P050
da Panella e fazia esforgos para attribuila-s
aos amigos do coaselheiro Theo loro M*
chado, eu declarei, vencendo o proposito
qua tinha de nao alimentar a discussao com
apartes, que o feitlco se tinha voltado con-
tra o feiticeiro.
Or->, desde qua o can dato diplomado
nZo aitribuia essas fraudes ao Sr. conse-
lheiro Tneodoro Machado e aira aos seus
amigos, est coraprehenJido quo eu tara-
bea. nZo podia referir m? senZo aos amigos
do cmddato diplomado.
O 3r. Jos Marianoo : Ora. que boa
explicacao I
O Sr. Duarte de Azevedo :E' preciso
acuitar, r;spaitar a expaaj3o.
O Sr. JoZo Manoel : A explicajZo
estt ; a toaos s.b'in que nao costumo re
cuar das posicoes qte assuino, e quo nao
me iuti ni i.tm as eraqajaa ; ,mas a verdade
quo aquellos insultos que ma toram diri-
g.dos, vinhara engatilliados e deviatn sor
dispralos aqu, sob qualquer pretexto por
raais ftil qua fosse.
A (Jumara foi teataraunha da calma, se-
renida le e desprezo com que os ouvi, man-
iendo nalteravel silencio, porque eu nao
queria de modo alguna concorrer para per-
turbar urna questZo em cuja decisZo a Ca-
mur.i precisa de toda a serenidaie e isen-
cZo de espirito. (Apoiados.)
Eu rou entrar no assumpto.
registro de alistamento, illegitimidade da
lista pela qual se devia fazer s chamada,
introduccZo de eleitores reconhecidamente
fraudulentos.
Todos os horneas polticos sabem que o
registro do alistamento urna condijjo cs-
sancinlissima, urna medida salutar e garan
tidora dos direitos do cida iZo ; a le elei-
toral considera nZo concluido o alistameu-
ta, desde qua nZo esteja preenchida essa
formalidade. Allogou, entretanto, o can-
didato diplomado qua em todas as paro-
chias que comprehendem, nZo s o 2.,
como o 1. distri;to nZo houve registro de
alistamento.
O Sr. Pedro BeltrZo : Allegou e pro
vou.
O Sr. Jo3o Manoel : Mas senhores,
sobre o alistamento de-sas outras parochias,
nZo sa lavantou duvida e muito menos se
provou que se tivessem dado os mesmos
vicios e iniroduzido as mesraas fraudes.
O Sr. Pedro BeltrZo: Tanto peior.
O Sr. JoZo ftlanoel: E' isto justamen-
te o que se d com a transcripcZo da acta
da eleieao no livro de notas. A lei exige
que se transcreva a acta no livro de notas;
a falta, porm, dessa formalidad legal
nao ple servir isoladament-> de motivo
de nullidade, desde que a raesraa eleieao
nZo argida de falsa ou fraudulenta.
NZo ha registro de alistamento da paro-
chia do P050 da Panella, e foram por isso
incluidos fraudulentamente nomes de indi-
vidos que nunca foram eleitores, alera de
butros factos allegados para provar o vicia-
monto desse alistaraento, eleitores analpha-
betos que foram alistados depois da refor-
ma que 8-tffreu a lei eleitoral em 1882...
O Sr. Jos Marianno : NZo est pro-
vado.
(Ha outros apartes.)
O Sr. JoZo M.uoel: Eeco a V. Exc.,
Sr. presidente, que me manteoha a pala-
vra porque na posso discutir assim, oom
tantas interrupcoes.
O Sr. Presidente: Attencao I
O Sr. JoZo Manoel : ... eleitores que
foram mandados alistar depois de esgotado
o prazo marca to para os recursos.
A comm8sZo, apesar d'isso, e porque
nZo havia urna prova robusta, como ae dava
com a inclusZo de eleitores fraudulentos...
O Sr. Pe ro BeltrZo : E vem allegar
o que nZo est provado.
O Sr. JoZo Manoel: Provado foi; po-
rm, quando ae allegou que exiatiam no
alistaraento da parochia do Poco da Pa-
nella nomes de individuos que nunca ti-
nham requerido para aeren: incluidos e re-
conhecidos eleitores, o candida!) diplomado
apresentou documentos que, se nao des-
truiam, pelo menos, enfraqueciam a argui-
9Z0 do contestante. (Apartes.)
O candidato contestante, porm, apre-
sentou a authentica em original da eleicZo
provincial, pro elida a 20 de Outubro de
1833, na qual nZp figura va m os nomes
d'esses eleitores, nom como tendo votado,
nem como tendo dexado de comparecer
elci^Zo.
0 exame que diz o candidato diplomado
ter sido feita com toda a solemnidade, era
presenta do promotor publico, dava como
tendo sido alistados esses eleitores na re-
visZo da Janeiro de 1883, c qae se reco
nhecia esta verdule pelo livro de taloes,
onde figuravara seus nomes; e que se os
processos do alistamento nZo existiam no
cartorio, sera duvida tinham desappareci-
do por deldxo, incuria ou ra f do oscri-
vZo encarregado desse servijo.
O Sr. Jos Marianno: S podia fazer.
esta allegagao, porque anda nZo tinha eo-
nheciraento do segredo da falsifieajZo ; mas
descont todos es-es votos.
O Sr. Pedro BeltrZo:. At agora V.
Exc. t:m estado em divagacS-s.
O Sr. Js Marianno : Eu" j disse a
V. Exc. que descont todos esses votos.
O Sr. Cruz : Mas, quera tam a paltvra.
O Sr.|Candido de Oliveira :. E V. Ex.
presi lento ?
O Sr. Presidente : -Qualquer deputado
tam o direito de reclamar o isumprimento
do regiment.
Tenho pedido a attencZo des nobres de
putados par. nZo darem apartes, e o farei
agora nominalmente.
O Sr. JoZo Manoel: -V. Exc. compre-
hende que, tendo si lo allegado, procuran-
do provar-se que existiam no corpo do alia
taraenti eleitoral da freguezia do P090 da
Panella non e de indi vi luos que nZo eram
eleitores, c que apresentou-se um docu-
mento dizendo que ae tinha verificado do
livro de tal3es a existencia desses meamos
eleitores, embara nZo conatasae uo proceaao
do referido alistamento, attribuindo se a
ausencia do respectivo proe?8so incuria
ou raf do escrivZo, V. Exc. corapre-
hende, digo, que o espirito da cammisaZo
deveria ter fioado como que abalado ; mas,
desdo qua o candidato contestante addioio-
nou prava robusta, inequvoca, irresistivel
dafrauio do alistamento desses eleitores,
apresentando a authentica da eleicZo pro-
vincial feita era 20 de Outubro do mesrao
ana, em que ae diaae tarem ido ellas alia- j
tendo deixado de comparecer, segu se!
que essa livro de taIo*es foi falsificado.
O Sr. Jos Mariano :Admitta anda a
peier hypothese.
O Sr. Preaidente: AttencZo, Sr. Jo8
Mariano.
O Sr. Pedro BeltrZo d um aparto.
O Sr. Preaidente : -Attencao, Sr. Bel-
trZo.
O Sr. JoZo Manoel: NZo desejo sats-
fazer os apetitos dos nobres deputa los.
Estou encaran lo u questo como effecti
vament^, e nZo rae affasto de meu plano.
A co'nmissZo nao sa fundou smente
uestes motivos, mas tambera na illegitimi-
dade da listada chamada.
O Sr. Pedro BeltrZo : Queria que os
mortos votassom no SrT* conselhoiro Thso-
dora.
O Sr. Joao Manoel: J chego l.
Manda a lei que em caso de dissolucZo
saia feita a eleieao pelo alistamento da re-
visao do annp anterior.
O escrevente juramentado do serventua-
rio privativo do jury, ao qual est incum-
bido o alistamento, orgauisou urna lista a
seu modo.
O Sr. Jos Mariano : -A seu modo nao.
O Sr. JoZo Manoel : A seu modo.
O Sr. Jos Mariano : Muito regular-
mente.
O Sr. JoZo Manoel:Illegitmamente.
Da lista, pela qual foi feita a chamada,
uZo constara os nomes de nove eleitores,
que foram excluidos.
O Sr. Jos Mariano: Por mortos.
O Sr. JoZo Manoel (f) : Dr. Alchibia-
des Cavalcante de Albuquerque...
0 Sr. Pedro BeltrZo :Este est na
lista.
O Sr. JoZo Manoel : Eu sento-rae, si
continuaren! os apartas ; estou deduzinda a
minha argumentacZo, e nZo devo ser to
insistentemente interrompido.
O Sr. Presidente : -S rae resta man-
dar retirar os senhores, que nterrompem o
nobre deputado ; j os chamei norainalmen-
te ordem.
OSr. Jos Mariano:E' um meio novo
do tolher-me o direito de discutir: mas es-
tou pelo que V. Exc. quizer.
O Sr. JoZo Manoel: O eacrivao, por
si ou por ordem do juiz, elirainou da lista
da chamada os seguintes eleitores. (lo):
Dr. Alchibiades Cavalcante Albuquer-
que, Bonifacio Maxiipiano de Mattos, pa-
dre Jos Alves da Costa Gadelha, Minar-
vino Numerano da Silva, Torquato Hen-
rique da Silva, Agnello Avelino Costa, Ap-
polinaro Tavares de Araujo, Jos Lapes
Carneiro da Cunha e Francisco Rodrigues
do Passo.
Ora, V. Exd. cemprehende que a lista
de chama a nZo urna cousa indifferente
ou insignificante em materia eleitoral ; ella
s po le ser organisada de conformidad e
com a lei, deve ser extra hida do registro
da alistamento, como manda o rogularaen-
to eleitoral.
O candidf to diplomado, para desfazer
essa arguicao, apresentou documentas, pro-
vando que esses eleitores tinham sido ef-
fectivamente eliminados do alistaraento;
mas toreado no seio da commissZo por urna
pergunta que lhe dirigi o procarador do
candidato contestante, confessou que ti-
nham sido eliminados, mas na revisZo de
1885.
O Sr. Podro BeltrZo : Por mortos.
O Sr. JoZo Manoel: V. Exc. compre-
hende qu os nomes desses eleitores de-
viam figurar na lista- pela qual davii ner
feita a chamada, e que esta lista era de
1884 ; ora, desde que elles foram elimina-
dos em 1885, nZo competa nem ao escri
vZo era ao jniz, por sua alta recreacZo,
elimnalos dessa lista.
OSr. Jos Marianno:Ficaram priva-
dos de votar?
O Sr. JoZo Manoel: Qual foi, entre-
tanto, o motivo qne determioou essa eli-
rainacao? O candidato contestante allegou,
e, por raais esforcoa que erapregasse o
candidato diplomado, este nZo rae pode ar-
redar do animo a convicgZo profunda de
que esse motivo era ver ladeiro, allegou,
digo, que se queria manter o numero de
250eleitore8 na parochia do Poqo da Pa-
nilla, para nZo dar lugar a urna subdivisZo
de sccg5e8 naquella freguezin.
O Sr. Jos Marianno : Com que fim ?
O Sr. JoZo Manoel : Foi por isso que
o juiz, j que querem o juiz, combinado
com o escrivZo/ mandou eliminar esses
eleitores, para impedir a divisZo da paro-
chia em raais seccSes como a lei determi-
nva.
O Sr. Jos Marianno:V. Exc. nZo
pode ferir areputacZo dess* juiz, que est
muito cima de taeg ac msacoes.
O Sr. JoZo Manoel:Diz, parera, o
candidato diplomado : erara eleitores falle
cidos, essa elirainacZo nao podia influir
no resultado da eleicZo.
Mas, senhores, nos conhecemas a lei
eleitoral. O processo de eliminacao ue elei-
tores mortos est tragado; o escrivao 080
pode elirainal os por sna alta recreacao.
Alm disto, o Dr. Alibiades de Albu-
querque Cavalcante tambera foi elimina lo
pelo oscrivao, estando vivo, pois exer e o
cargo de juiz municipal no termo de Uru-
gaayanna.
OSr. Jos Mirianao: Esse n3o foi
eliminado por morto, foi eliminado a re
querimento proprio.
O Sr JoZo Manoel : Eu 080 digo que
f>sse por mort>, foi excluido da lista da
chama la que davia ser a de 1833, quando
a sua eliminacao s foi faita, como se diz.
na revisZo de 1885.
O candidato diplomado, vendo as diffi
culdades con que estova lutand > para jus-
tificar essa eliraiaacZo, dis;e que, apez.r
de ter si lo eliminado, o no me de Al bia
des ''e Albuquerque Cavdcanta figurou na
lista da chamada.
O Sr. Jos Marianno :Figurou em um 1
acta qae veio.
O Sr. JoZo Maaoel;Eutre a authen-
tica e a palavra do candidato dipalmado,
eu prefiro a authentica. N. a:ta la eleicZo
nZo figura o nuraa da Aleiui.i s d Albu-
querque Cavbanle, netr como tendo vota-
do,nem como toado deixaio do compare-
cer el icZo.
O Sr. G in;alves Ferreira : Eu pracu-
rei as actas, e em nenuuraa ea:-ratrei
ea8e nomo.
O Sr. Jos Mariannoi: Consta de urna
las actas; e o exame que requari na lista
prova qua este nomo l esta va.
O Sr. JoZo Manoel: Anda aq-ii, se
Diaae o candidato diplomado que o paiz tados, e da qual uo constara os seus no- nhores. se deve oomprehender de quanta
ment ; ti houvease uro. registro, esses no-
mes r-Zo poderiam desapparecer da lista
da chamada, por simples capricho do es-
crivZo quo a formolou.
Ora, raeus sonhores, urna eleicZo nestaa
condicSes com um alistamento sera estar
registrado, viciado cora a introduccZo de
nomes de individuos que nunca requere
rara aua inclusZo, que nunca foram elei-
tor -s, por urna lista de chamada falsifca-
la, para impedirse a subdivisZa das se-
ccoes dessa parochia, poler significar tu-
do menos a verdade eleitoral.
O Sr. Jos Marianno d um aparte.
A eleijZo da 2a aeccZo do Poco acha-ae
naa mesmas condicSes, como disse o para-
c -r. Foram arbitrariamente excluidos da
lista de chamada os seguintes eleitores
(l): Ivo Corre Lins Wanderley, JoZo
Baptsta do Reg, Candido Comes dos
Santos, Francisco de Paula Rodrigues,
J >ao Francisco da Luz, Jos Gabriel da
Costa, JoZo Cecilio Lins de Albuquerque,
Manoel Jo de Lima, Antonio Ayres Vel-
loso, Manoel Carneiro Rodrigues Campello
e Antonio Jos da Silva do Brazil.
Senhores, devo dizer que nessa eleieao
do Poco nZo ha sombra de legalidade ;
tudo ahi confusZo, anarchia, fraude.
O Sr. Jos Marianno: Prove, nZo bas-
ta dzor. O escrivZo o mesmo e func-
cona na freguezia de Santo Antonio, Io
districto.
OSr. JoZo Manoel: Pouco importa
esta circumstancia, quo nZo destroe a ver-
dade da allegacZo.
Pelo mais ftil pretexto, na 2* seccZo
do Pago, foram tomados era separado vo-
tos do candidato conaervador, de eleitores
dos mais qualificados, do proprio fiscal,
do Sr. conselheira Theodoro, e, apezar
das representares taitas pelo mesmo fis-
cal, eram aeeitos promiscuamente votos de
individuos, que eram reconhecidamente
portadores do ttulos que nZo lhea porten-
ciam...
O Sr. Jos Marianno : -NZo foi nem
um, tanto que nZo ha urna prova.
(Ha outros apart*3.)
O Sr. JoZo Manoel: ... como acon-
teceu com o de nome Nicolao Duarte da
Gama.
O Sr. Jos Marianno : -Era talvez o
eleitor raais conhecido.
O Sr. Joao Manoel :Como que se
pode approvar urna eleicZo tao radicalmen-
te viciada ?
OSr. Jos Marianno:A identidade
dasse eleitor nZo poda ser negada.
O Sr. JoZo Manoel : Se assim des
de que levantava-se duvida, a mesa devia
ter obedecido ao systema que se tinha im-
pasto em relacZo a outros, devia tomar
esse voto em separado, como foi tomada
em separado urna grande quantidade de
votos, dados ao seu competidor.
(Cruzam-se apartes, que interrompera o
orador.)
O Sr. Presidente: -AttencZo Quem
tem a palavra o Sr. JoZo Manoel.
O Sr. JoZo Menoel : Mas sabe V.
Exc, Sr. presidente, o que fez a mesa
eleitoral da 2* secgZo do Poco da Panel-
la? Tomando em separado votos de elei-
tores conservadores, por motivos futeis e
muitas vezes falsos, rematteu-os Cmara
dos Srs. Deputados, em tal confusZo que
nZo se sabe qual dos eleitores se devem
attribuir esses votos.
O Sr. Jo Marianno':Oh O pro-
prio contestante reconheceu todos e som-
raou-08.
O Sr. JoZo Manoel: S por deducgSes
ae poderia apurar essa verdade, porque
anda ahi, senhores, a mesa deixou de
cumprir urna formalidade que a lei recom-
raeuda, de escrever as costas da cada ce-
dula o norae do eleitor que a entregou.
'i'O Sr. Jos Marianno: NZo tem de ne-
nhura ?
O Sr. JoZo Manoel: NZo tem de ne-
nhum.
O Sr. Jos Mariano: Pois tem de um
(riso), de Antonio Guedf s da Trindade ;
l est o nome delle. Os outros nZo estZo
por descuido.
J Ha outros apartes^.
O Sr. presidente : AttenjZo 1
O Sr. JoZo Manoel : Como que se
pode dar valor a urna eleicZo feita com este
atropello de formulas, por urna lista irre-
gular e Ilegitima, porque nella nZo figura-
va o nome dos eleitores da revisZo d 1884?
Como quo se pode approvar urna eleicZo
aesas condiooes ?
Zo quero demorar-me neste panto, por-
que nZo quero roubar tempo cmara.
O Sr. Goncalvea Ferreira : Depois,
mais de urna acta diverge.
O Sr. JoSo M-noel: Alm de que,
exacto, ha mais de uraa acta divergente;
era urna authentica se acha ura dizer, em
cutra vem cousa diferente, de modo que
impossivel saber qual dellas contm a ver
dade. (Apartes.)
Passemos agora eleijZo da parochia
da Varzea.
O Sr. S. Mascarenhas: At agora nZo
tem argumentado como macaco velho (riso).
nZo.
O Sr. JoZo Manoel: V. Exc. pode fi-
lar o que quizer; eu nZo tenho a preten-
;Zo de converter a V. Exc.
O Sr. Candido de Oliveira : Pois deve
ter, porque V. Exc. sacerdote e a missao
lo sacerdote converter, (riso).
O Sr. JoZo Manoel: Nao, elle muito
r.bel ie, rebelde de mais.
O Sr. Candido de Oliveira : Catheche-
so no caso.
O Sr. JoZo Manoel: Chamo a atten-
cZo da cmara para a eleicZo da parochia
da Varzea.
O Sr. Jos Mariano : TZo boa qu"
at o Sr. Rodrigues Alves votou par ella.
O Sr. JoZo Manoel: O candidato coo-
testanta dissa que o alistamento dessa pa-
rochia estava igualmente viciado pela n-
tro lu cao de nomes de mdivi luos. que nZo
sZo eleitores, e raencionou-os: sZo Anto-
nio Aquilino da Silva Ribeiro, Cosme de
Abre.u Macado, JoZo Francisco dos Prazo-
ros e Jos Joaquira Das Fernaodes Jnior.
U indi lato diplomad >, appellando sera-
pre para o!exame procedido judicialmente
e ao qual ella tudo refere, donde tiran tudo
para, provar as suas allogacSes.. .
O Sr. Jos Marianno : A hypothese
a raesma da priraera secgZo do Poco.
O Sr. JoZo Manoel: Tera aqu cousa
mclhor.
... declarou qua os nomes dessea elei-
tores figurara no livro de tafaa : Cosme de
Abreu Macedo, Jos Joaquira Dias Fer-
nandea Jnior e outro, da revisZo de 1882,
e Antonio Aquilino da Silva Ribeiro, da
revisZo de 1883.
Ora, suscitava-sa a mesma ques'Zo re-
ferente aos individuos fraudulentamente
alistados na freguezia do Poqo da Panella.
A commissZo tinha o direito, desde que
descobru que os livros de toldes nZo rae-
reciam f, por terem sido evidentemente
falsificados. ..
O Sr. Jos Marianno: NZo apoiados;
nZo foram falsificados.
O Sr. JoZo Manoel : .de concluir
do mesmo modo com relacZo inclusa
desses individuos que figuravam no alista-
mento da Varzea.
O Sr. Pedro BeltrZo : Deduza os vo-
tos, e ainda est eleito o Sr. Jos Marianno.
O Sr. Jos Marianno : E, si ha duwi-
da quanto minha eleicZo, queiram man-
darme outra, porque, como disse hon-
tem, podem mandar-me a quantas eleicoei
quizerem : eu sou o depositario da crafi-
anca dos eleitores do 2. districto.
O Sr. preaidente: AttencZo !
O Sr. JoZo Manoel: O candidato di-
plomado, para dar mais torga e vigor a
esta sua prova, disse que a respeito de
Cosme de Abreu Macedo e de Jos Joa-
quim Dias Fernandes Jnior existium pe
cas importantes e essenciaes...
O Sr. Jos Marianno d um aparte.
O Sr. presidente : AttencZo, Sr. Jos
Marianno !
O Sr. JoZo Manoel : Emquanto V.
Exc, Sr. presidente, nao mantiver o si-
lencio, eu repetirei a propasicZo.
O candidato diplomado, para dar fora
e vigor a esta prova, accrescentou que
principalmente a respeito de Cosme de
Abreu Machado e Jos Joaqum Dias Fer-
nandes Jnior existiam pegas importantes
e essenciaes. em vista das quaes elles nZo
podiam delxar de ser attendidos, como fo-
ram, tanto que seus nomes figuram no li-
vro de talSes. Ora, senhores, estou con-
vencido de quo S. Exc. foi victima da fa-
cilidade do seus amigas.
O Sr. Jos Marianno : Hei-de provar
a V. Exc. que Jos Joaquim Dias Fer-
nandes Jnior funecionou em conselho de
jurados: nZo se pode falsificar isto.
O Sr. Goncalvea Ferreira : Isso nZo
legitima o seu direito de eleitor, o juiz nZo
o alistou.
(Ha outros apartes.)
O Sr. presidente : AttengZo !
O Sr. JoZo Manoel: O candidato di-
plomado. ..
O Sr. Jos Marianno : Mas nZo faga
cabedal disso.
O Sr. JoZo Manoel: Desejo que aca-
mara e que o paiz o saibam.
... O candidato diplomado d, como
tendo sido alistados esses individuos na re-
visZo de 1882.
O Sr. Jos Marianno : NZo dei tal.
O Sr. JoZo Manoel:V. Exc. tanto
deu que declarou que existiam a respeito
deles pecas importantes e essenciaes.
Veja, porem, a cmara que valor pode
ter a existencia desses talSes, a que ficam
reduzidas essas pegas importantes e essen-
ciaes, em virtude das quaes Cosme de
Abreu Ma: do e Jos Jo-.quim Dias Fer-
nandes Jnior nZo podiam deixar Je ser
reconhecdoa eleitores.
No Diario de Pomambuco do 28 de Ja-
neiro de 1883 vem publicado esse edital.
as poticoea dos cidadZos Cosme de
Abreu Macedo e Jos Joaquim Dias Fer-
nandes Jnior foi proferido o seguinte des-
pacho (d):
t A lei de 9 de Janeiro de 1881, art.
4 o n. 12, prajume ter renda legal o jura-
do qualificado na revisZo de 1879 A lei
de 7 de Outubro de 1882, art. l.,. 9.,
coraprehendeu naquella disposicZo os cida-
dZos qualifieados as ravisrjes de 1S78 e
1879. O suppiicante nZo est comprehen-
dido em n ahuma destas disposicSes, pois
a certidZo de fls. 3 raostra que s foi qua'
lificado jurado na revisZo de 18807 p- lo que
julgo inadmiasivel sua pretencZo, que nao
assenta era outro fundamento, sinZo na-
quella certidao ; pages as cuatis. Reaife,
24 de Janeiro de 1883.
Esta a8signado pelo ntegerrimo juiz de
direito. Dr. Joaquim KJongalves Lima, de
saudosa memoria.
O Sr. Pedro BeltrZo: Pois bem: de-
duza esses votos, e ainda assim o Dr.
Jos Mariano est eleito.
O Sr. Duarte de Azevedo : Ha frau-
de confessada, a questZo saber o seu al-
cance a eleieao pelo menos suspeita.
(Ha outros apartes.)
O Sr. JoZo Manoel: Senhores, esse
alistaraento forma um complexa de frau-
des ; diffiail penetrar n'aquellas teias
para descobril-aa e proval-as evidentemen-
te. Felizmente esses dous documentos ir-
resistiveis e esmagadores foram apresen-
tados, ainda era tempo, pelo Sr. conse-
lbeiro Theodoro Machado, embora depois
de publicado o trabalho da sua contesta-
5Z0.
E' por isso qua o candidato liploraado
diz: documentos apresentados ultima
hora com sorpreza, etc.
O Sr. Jos Marianno: Perfeitaraente.
O Sr. JoZo Manoel : Mas sao docu-
mentos verdadeiros, como seja a authenti-
ca de urna eleieao, e, alm disto, o nu-
mero de Diario de Pernnmbuco, qua nao
se podia fabricar do momento para illudir
a boa f da Cmara.
O Sr. Jos Marianno: Nao produz
effdto com isto, porque aceito como frau-
dulentas os votos; doduza-03 de mira, que
o raais que pode fazer.
O Sr. JoZo Manol: Ora, compre.
hende a Cmara que as eleicSes dessus pa-
rochias nZo podem ser approvadas.
O Sr. Pedro BeltrZo : Estou vendo
que V. Exc. v ii terminar sera ferir o pon-
to principal da questZo que c este.
O Sr. JoZo Manool: A ponto da in-
troduccZo fraudulenta desses individuos no
serpa do alistamento eleitoral tao viva,
ta p .Ipitante que nem o proprio candidato
dip'o oado se animouja coatestar. P lo cen-
trarlo elle confessa e aceita a existencia da
fraude.
O Sr. Jos Marianno: Faz rao justiga,
porque eu nZo entrara aqu com votoa su-
postos, quo repudio.
O Sr. JoZo Mauoel; E foi tao gran-
de e to protunda a desericntacZo do can-
didato diplomado, era vista d'estes docu-
mentos irresistive8, que por raais de urna
vez, no aeio da commissZo, appellou para
o recurao de urna nova eleicZo.
(Contina)
Typ. do Diario, raa Duque de Caxias n. 42
muthah L