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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

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Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
AMO LU NMEBO 149
EMUl A CAPKTAJL li JLUCARW* ONDE SAO SE Pti PORTE
<
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos "ideai. .
Por um anno dem. .
a numero avulso, do mesmo da.
60000
12,5000
240000
5100
3 I JULIO DE 1
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados. .
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
DE
13,5500
20000
270000
luO
NAMBUGO
|)tt>ptte>ai>e e JHanoel Jtflarira ie Jria & tlljfls
1HSTRDCCA0 POPDLAR
MYTHLGIA
(Extrakido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLAS
(ConclusaoJ
Se tul dease* e neroeit
Semi-deucs chimuram os poetas taito aos h-
roes oriuuijs de um deuj ou de urna deuaa e de
una creatura mortal, como aos simples orta:s
3ue sem provirem de origem divina mereciam to-
ara, por suas heroicas tacanhas, ser admittidos
(qaando morriam) no numero das divindades.
D'entre oe mais notaveis avultam Jason e Theses,
#Perseu e Hercules.
Jason, flho de Eson (re de Iolchos) distingui-
se por r frente dos Argonautas conqmatar o ce-
lebre velloeiuo de ouro, que estava .guardado por
um drago temivel.
Tfaeseo, fiho de Egeu (rei de Athenas), tornou-
se afamado por livrar os pivos de calamidades
taes como o f.icinora Scyron (que espera va as es-
tradas os viaj ;utes para roubal-os e prjcipital-os
no mar), o tyrauno Phalaris (que suppliciava os
prisioneiros, encerrando os n'um artefacto de bron-
ze em forma de touro e accen deudo-lhes lume por
baizo) o cruel Procusto (que fasia deitar seus hos
pedes n'um catre de ferro afim de Ihes co-tar as
pernas, sis por maior estatura do corpo ellas sobe
javam para fra da cama, ou desconjunctar-lh'as
puxando por ellas quando nao chegassem med
da do leito), e finalmente o celebre Minotauro
(monstro meio hoinem e meio-touro, que no laby-
rintho de Creta se sustentava de carne hu-
mana).
Persa, filho de Jpiter e de Danae, immortali-
aou-se cortando a cabeca da tcrrivel Medusa, co-
lhendo os pomos ureos do famoso jardim d*s Hes-
perides, e matando o monstro marinh) que preten-
da devorar a princeza Andrmeda.
Hercules (filho de Jpiter e de Alemene,) cha-
mado tambera Alcides, tem um lugar especial entre
todos os outros hroes e semi-deuses. Anda no
berco, afogou elle p ir suas mos duas serpentea
2ue Juno enviara pira devoral-o. Colculem-se por
qui suas excepcionaes proezas depois de adulto.
Os dote trabalhos de Hercules, que ficaram pro-
verh::tlinente deeantados, consistiram em :suffo-
car o furibundo 'eo de ema ; exterminar a hy-
dra de Lerna (que tinba sete cabocas, as quaes
renasciamgproporcao que o hroe lh'as eortava) ;
apanhar s mitos a cure* do monte Menalo ( que
tinha esgaihos de ouro e ps de bronze) ; agarrar
yivo o terrivel javali do Erymantho ; desinfectar
os curraes do rei Augias, encaininhando por ellos
o leito do rio Alpheu ; matar s frechadas os pasea-
ros do lago Stymphalo (que, alem de ttram cabe-
ca e bico de ferro, despediam dardos do mesmo
metal) : domar o touro e Creta (quedeitava laba-
iedas pelas ventas) : castigar Diomedes. (que nu
tria os seus cava I los com carne humana) ; pelejar
contra as Amazonas, veneendo-as e aprisionando-
lhes a rainha ; dar cabo de varios facincras, taes
como Geryo, Auteu, Caco, etc.; auxiliar Perseu
na colheita dos pomos ureos ; descer vivo aos In-
fernos. Arrebatado afinal por Jpiter e collocado
no Olympo entre os immortaes, caaou com Hebe,
a deusa da juventude.
?ARTE UFF1C1AL
Coverno da Provincia
EXPEDIENTE DO DU 11 DE JUNHO DE 1886
Officios :
Ao commandante das armas.Sirva-se V. Exc.
de dar saas ordens para qu hoje, s 4 horas da
tarde, se ache postada em trente igreja de S.
Pedro dos Clrigos, a forca precisa para prestar
as honras devidas ao cavalheiro da ordem da Ro-
sa, padre Antonio de Albuquerque Mello, por oc-
casio do sahimento de seu corpo daquella igreja
para o cemiterio publico desta cidade.
Ao presidente da provincianas Alageas.
Peco a V. Exc se digne de dar suas ordens para
que opportunamente sejam receidos pelo juiz de
orphoa da comarca de Maco, afim de terem o
coaveniente destino, os aprendizes marinheiros
Balbino Jos de Oliveira e Paulino, que tiveram
baixa do servico em inspeccao de sade.
Pelo commandante da Escola de Aprendizes
Marinheiros desta provincia serao remettidos 03
ditos menores ao capitaj do porto dessa provincia
_J-fftra os fazer apresentar quelle inagi trado.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia do
Recite.Respondo ao .rucio de V. Exc, de 5 ue
Maio finio, sob n. 554, declarando que, segundo in-
formacao do Thesouro Provincial, nao permittem
o estado dos cofres entrega da quantia de
15:000 "i votada no 3d do art. 1 da lei do orea
ment vigente ; de izando ao mesmo teinpo de ter
lugar a relenda entrena em apolices, porque an-
da nao existe a umisa 1 das mesmas apolices.
Ao Dr. chefe de p ilicia.A' vista do que le-
Sresenta o promotor publico da comarca de Bom
ardim nos inclusos officios, por copia, de 5 e 30
.de Maio findo, convem que V. ^. expesa ordem ao
seu delegado no termo da mesma denominaco,
afim de que procure obter um predio as condi-
ces desejaveis, para servir de cadeia e quartel,
apresentando o orcamento dos reparos a fazer-se,
. se forem imprescindivcis, e indicando o preco do
respectivo allnguel antes de effectuar qualquer
contrato.
Ao administrador do theatro Santa Isabel.
Nesta data concedo es3e theatro ao bacharel Joo
Baptista Pinheiro Corte Real para, na note da 16
docorrente, levar acea, eom o auxilio i'o corp
* scennio do Club Dramtico Familiar, o Drama
Cabo Ceaar, pagando a contribuicao do esty
le e maie despezas inherentes.
Mutatis mutandis directora do theatro
Santa Isabel.Communcon-ae ao Thesouro Pro-
r'.acial.
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Remetto a V. S., para os fina convenientes, as in-
clusas notas do gaz consumido no mez de Maio
" findo, com a illuminaco do Arsenal de Guerra,
dos quarteia do 2 e 149 batalhoes de infantera,
da companhia de cavallara e Enfermara Militar,
na totalidade de 33,500 ps cubicoa, senda 25,100
ps nos qu rteis e enf rmana, e 8,400 no Arsenal
de Guerra; e bena assim a informarn, por copia,
do engenheiro encarregade das obras militares, de
bontem datada, aob n. 35, relativa ao mesmo con
amo,
Ao inspector do Thesouro Provincial.Me-
diante flanea idnea, nos termos da informacao
por Vmc. prestada em officio de hoje, sob n. 69.1
mande entregar ao vigario da freguezia de Bar-
reros, Christovao do Reg Barros, a quantia de
1:2004, producto dos beneficios da Ia e 11a partes
109 e 9) da lotera, em favor das matrises de
Jna e de Barreiros. Devol?o-lhe a petico diri
gida a eaaa inspectora pelo referido vigario.
Ao inspector geral da Insrniccao Publica.
Informe Vmc. sobre o assumpto dos documentos
juntos, relativos professora Fausta Pergentina
de Lima Barros.
Ao commandante interino do corpo de poli-
ci-i.Providencie Vnc para que o destacamento
policial do povoado Palmeira fique sob o comman-
do do ctecial qae comman la o da cidade de Ga-
raahuns.--Communicou-8e ao juiz de direito.
-y Ao tenente Leoncio L z Pinto Ribeiro, dele-
gad) em dw geoda na comarca de Salgneiro.
Sciente do qae Vmc. expoz no seu officio de 16 de
Maio fin di, ^qnfio que coutinuar a esforcar -se
no sentido de manter a tranquillidade publica
nessa localidade.
Ao juiz de direto da comarca de Iguarass.
Urge que Vmc. de eumprimento s or ieos desta
presidencia, por despacho de 9 do Dozembro do
anno passado, no aviso do Ministerio dos Negonios
Estrangeiros, de 26 de Norembro anterior e officio
de 5 do corrente, remetiendo as intorinacoes pedi-
das sobre o assassinato do italiano Luigi Micoly.
Portaras :
A' Cmara Municipal de Caniar. Provi-
dencie a Cmara Municipal de Caruar afim de
que no da 1* de Julho prximo vindouro se proce-
da a eleicao para vereadores do municipio do Al-
tinho, creado pela le n. 1,560, de 30 de Maio de
1881.
A' Camara Municipal de Flores. Recom-
mendo a Cmara Municipal de Flores, em resposta
aos seus officios de 7 de Dezembro do anno passa-
do e 13 de Abril ultim), providencie rara qae seja
rest ibelccida nos das de domingo a teira da po-
voacao de Carrahyba. Communicon-se ao juiz de
direto.
A' Cmara Municipal da cidade da Escada.
Declaro Cmara Municipal da cidade da Es-
cada, em resolucao ao telegramma, que me diiigo,
que tendo a Repartilo das Obras Publicas orga
nisado o projecto e orcamento, juntos, na impor-
tancia de 2:8004 para a reconstraeco do ponti-
lho sobre o riacho Calafate, o qual devolvo, se-
gundo dito telegramma, nesta data solicita-se da
Assembla Legislativa Provincial a devida autori-
sacao para que seja a obra executada pelos cofres
da meama Cmara.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar provincia de Alagoas, por conta do
Ministerio da Marinha, no vapor esperado do nor-
te, os aprendizes marinheiros Balbino Jos de Oli*
veira e Paulino, que tiveram baixa do servico em
inspecC/o deaade, e seguem paraaqaella provin-
cia, d'o Je vieram, afim de aerea entregues ao
juiz de orpbaos da comarca d Macei.
O Sr. agente da Companhia Brasileira man-
de conceder passagem r, at a corte, por conta
do Ministerio do Imp -rio, ao Dr. inspector da sa
de do porto, Pedro di Athayde Lobo Moscoso, que
para all segu servido, por ordem do mesmo mi-
nistro.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente r, na primei
ra opportunidade, desta capital ?.o Rio Formoso,
Gaspar Rigueira Costa e sua aenhora.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios:
Ao Io seepetaro d- Assembla. De ordem
do Exm. Sr. vice-presidente da provincia, trans-
miti a V. S 40 exemplares do relaterio com que
o Exm. Sr. conselheiro Jos Fernandes da Josta
Pereira Juuior abri a sesso d'essa Assembla,
em 6 de Maio no correnta anno.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc o Sr.vice-
presidente da provincia, communco a V. S., afim
de que casa Aasembla se sirva de autorisar a de-
vida despeza pelos cofres municipaes da cidade da
Escada, que tendo desabado o pontlhao sobre o
riacho Calafate, na me-ma cidade, como informou
por telegrimma a Cmara Municipal respectiva,
foi pela Reparticao das Obras Publicas organisado
outro orcamento de reconstrueco do dito ponti-
lho, na importancia de 2:800, a>s quaes deu-se
boje o conveniente destino.
Ao mesmo.O Exm. Sr. vice presidente da
provincia, manda remetter a V. S. as inclasas in-
tormacoes em original constantes do officio do ins
pector do Thesouro Provincial, datado de 4 do cor-
rente, sob n. 681, a respeito da peticio de Antonio
Pereira do Monte, de que trata o officio dessa As-
sembla, le 25 de Maio prximo passado, sob n.
165.
A) engenheiro Aristidea G. de Qaeiroz, di-
rector chete do prolongamento da estrada de ferro
do Recite ao S. Francisco. -O Exm. Sr. vice-pre-
aidente da provincia, manda aecusar o recebimen-
to do officio de 4 do corrate, sob n. 556, em que
V. S. participa que de regresso da corte reaesu-
mio n'aquella data o exercicio do cargo do direc-
tor chefe do prolongamento da estrada de ferro do
Recife ao L Francisco. Communicoa-se The-
souraria de Fazenda.
Ao commandante da escola de aprendizes
marinheiros Do ordem do Exm. 8r. vice-presi-
dente da provincia, reetto a V. S. a inclusa por-
tara de passagens para os menores de que trata
o seu officio n. 96, de hoje datado.
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista o exposto pelo conmandante da escola de
aprendizes marinheiros, e pelo inspector da Thesou-
raria de Fazenda em officios de 29 de idaio prxi-
mo pass&do e 11 do corrente, sob na. 89 e 386, re-
aolve de accordo com o decreto n. 2884 de 1 de Fe-
vereiro de 1862, abrir nm crdito da importancia
total de 1:894*321, sendo 1:353*333 verba cor-
po da armada e claaaes annexas e 550*988 fonja
naval do Ministerio da Marinha, exercicio vigente,
afim de ter lugar o pagamente de despezas que
correm pelas referidas verbas.Remetteu-se co
pia Thesonraria de Fazenda e zommunicou se
ao commandante da escola de aprendizes mari-
nheiros.
O vice-presidente da provincia resolve no-
mear Joo Accioly Wanderley para o lugar de
3 snpplente do juiz municipal e de orphoa do
termo de SerinDem, passando o actual, bacharel
Sergio de Barros Wanderley para o lug ir de 2:,
oceupado por Francisco da Rocha Wanderley, que
paasar para o lagar de 1 supplente, vago por
fallecimento de quem o exercia.
Ao nomeado fica designado o prazo de um mez
para prestar o juramento do estyloCommunicou-
se ao juiz de direto.
Officios :
Ao commandante das armas Deferindo o
requerimente do soldado lo 2 batalhao de inten-
tara, Antonio Joaquim Pereira, automo V. Exc.
avista da sua informacao n. 320, de hoje datada
a conce fer-lhe baixa do servic > di exercitj me
diante substituto, se este tiver os requesitos exi-
gidos por lei.
Ao presidente da provincia do Piauhy.Re-
aetto a V. Exc a informacao junta, que devolve-
r, do Arsenal de Guerra, de huntem datada, sob
n. 416, afim de que mande ouvir ao alferes Se-
gismundo Rodrigues da Silva, de que 'rata o seo
officio a. 123 de 24 de Maio findo, sobre o execs
so de despezaa com cb artigoa de f trdameoto cedi-
dos pelo dito official, conforme lembra o referid
director na citada informacao,
Ao presidente no Tribunal da Reiaclo do Re-
cife.OfFereco a V. Exc dre exemplares da Fal-
la que o conselheiro Jos Fernandes da Coste Pe-
reira Jnior dirigi Aasembla Legislaciva
d'esta provincia a 6 de Mire ultimo.
ojuiz de direito do 3o dijtricto cnmiual
da comarc do Rieife.Remettoa V. S., para o-
tins convenientes, copia da ayn licancia a queman ,
don proceder o te>ieute-coronel commaudaute dafP
batalno de infantina ,aobre o assasaiuato per e-
trado pelo 2" cadete do mesm > baUlhao Fruncs
co Beltrao Gome* Silveira em um individuo d
nome ianoel, c onecido por javio,
A* inspector da BhKMirafM de FazendaDa
claro a V 8., para os fina eonvenientes, que n'ete
data mandei dar transporte, a r, at a Baha, por
conta do Ministerio la Guen, no va or espera
do do norte, a Antonio Francisco da Costa, tiih.
do majo- de igual notn deven lo tazer-ae cari;
da respectiva importancia ao referido major, afim
de a< r descontada pela quinta parte de aeu sol lo.
Ao mesmoDeclaro a V S para 00 fin*
convenientes, que a viut-. da sua infrmaoslo n. 393,
de 10 do corrente aut ri-ei, ufdireetor do Arsenal
de Gaerra a fuer adunuistr*tivam'nte, n> mez
le Julho vindouro, a acqumcao de oito colxoes a
oito travesseiros preeiaoa para o dormitorio da
eompanbia de apreudizes militarea do mesmo ar-
senal,
Ao mesmo.Declaro a V. S., para os fias con-
venientes, que de accordo com a sua informacao
n. 394, de 10 do corrente, autorise o derector do
Arsenal de Guerra a m indar fornecer, no mez de
Julho vindouro, companhia 'da cavallara, diver
sos artigos podendo despender administrativamen-
te com a sua ucquiaicao at a quantia de 158*60q
em que foram oreados oa nao existentes na dito
srseiL
Ao mesmo.O Exm. Sr. ministro da agricul-
tura, coramercio e obras publicas, em aviso circu-
lar de 19 de Maio ultimo, declara haver em 30 de
Abril anterior, solicitado do dajuatica a expedico
de ordem para que os juzes de orpbaos, por bem
da seguranza dos direitos dis antigos escravoa
que em razio da idade houverem adquirido dire-
to de liberdade, tacara publicar pjr editaese pela
imprensa, onde houver. osnomes dos libertos dos
ex-sanhores, com a individuacao conveniente a im-
pedir erros e omissoea, culposas oa nSo, qaanto
identidade do8 mesmos libertos.
Esta providencia dever ser repetida trimestral-
mente acerca dos eacravos que nis 3 mezes an-
teriores houverem attingido o praso marcado para
o arrolamento, seja occasiSo de proceder pelo modo
preserpto no art. 11 2", 3" e 4o do reglamen-
to approvado pela decreto n. 9,517 de 14 de No-
vembro ultimo.
Para occorrer a despeza necessara a publica-
co dos referidos editaos pelo meio da imprensa
esta presidencia est autonaatla para abrir por
cunta da verba Fundo de emancipacao es cr-
ditos que se fizerem precisos ao pagamento das
con tas.
Tenho este objecto por muito reaommendado a
V. S., como tu-lo o mais que entender com a ex3-
cuc&o das lea referentes ao estado servil.
Ao Thesouro Provincial. Nos termos da
infjroiacao por Vmc, prestada em 7 do corrente,
sob n 686, mande entregar mesa regedora da
irmandade de Nossa Senhora do Livramento des-
ta cidade a quantia de 600*, importancia do be-
neficio da 2* parte (46) da lotera em favor da
igreja da alludida invocacao.
_ Devolvo-lhe a peticlo que acompanhou a men-
cionada iniormacjlo.
Ao director do Arsenal de Guerra. A'
vista das informicoes dessa directora, de 23 de
Seterabro, 3 de 2 Maio findo, sob as. 1,683, 1,739 e 350, autoriso
Vmc. a mandar fornecer, no mez de Julho vindou-
ro, companhia de cavallarii, os artigos mencio-
nados nos tres inclusos pedidos, por copia, datados
de 10 de Julho e 24 de Agosto d 1835, podeudo
faz t adminisiratiuamente a acquisicao ios que
nao houverm n'esse Arsenal, urna vez qae a res-
pectiva deapeza nao exceda da quintia de 158*609,
em que foram oreados ; e bem nssim dar suas
ordens para ser manufacturados, as officinas ah
existentes, os que co istam da relaco que acom-
panhou a citada informacio, n. 1,683.
Ao mesmo Autoriso Vino., vista da sua
informacao, n. 388, de 29 de Maio findo, a fazer
administrativamente, no m-^z de Julho vindouro, a
acquiaica doa oito caixoea e oito travesseiros,
constantes do pedido que veio annexo citada in-
formacao.
Ao director da reparticti das obras di con-
servacao doa portea. Mande Vmc emprestar ao
Arsenal de Marinha para auxiliar o servio) de es-
gotamento do paquete Espirito Santo, que aoffreu
um siniatro ao entrar hoje no porto, a bomba per-
tencente reparticao a seu cargo.
Aa juiz substituto do 5o districtn criminal.
Com a copia inclusa do officio, n. 24, de 9 do cor-
rente mez da Cmara Muucipil do Recife, respon-
do ao que Vmc. dirigii-maem 23 de Maio findo,
relativo apreseutaQo dos livros destinados a
assignatura dos eleitores da 1' e 2a seccoes da
parochia de N. S. da Sade do Poco da Panella.
Circular:
Ao Juiff Muucipal e de Orphaos.O
Exm. Sr. ministro da Agricultura, Uommer-
cio e Obraa Publicas, em aviso circular le 19
de Maio ultimo, declara haver, em 30 d Abril an-
terior, solicitado do da justica a expedico de or-
dens para qae os juizea de orphoa, por bem da aa
guranca doa direitos doa antigos escravos, que, em
razao da idade, houverem adquirido direito de li-
berdade, faQam publicar por editaes e pela mprea-
sa onde a houver, os numes dos libertos e os dos
ex-seahores, com a individualisacao conveniente a
impedir erros e omissoes, culposas ou nao, quanto
identidade dos mesmos libertos.
Esta providencia dever ser repetida trimes-
tralmente acerca dos eacravos, que nos 3 mezes
anteriores hoavere a attingido a idade de 6J annos
at que, encerrado o praso marcado para o arr >la-
m tote, seja occasio de proceder pelo modo pres
cripto ne ai tigo 11 2o 3" e 4o do regulamenti
approvado pelo decrete n. 9,517 de 14 de nnvem-
bro ultimo.
As despezas para a publicacSo dos referid isedi
taes, por meio da imprens 1, correr.) por conta
da verba Fundo de emancipacao.
Tenha este objecto por muito recommendado a
Vmc, como tudo mais que entender c>m a execu-
co das lea referentes ao estado servil.
Aojuiz de direito de Panellaa Convin que
Vmc. informe se o cargo de official do registro ge
ral das hypothecas dessa comarca exercido por
alguns doaieapectivos tebelliea, e, na affirmativa,
por qual d'elles, si por designae-o, ou d'esse juizo,
e em qae data.
Portaras :
A Cmara Muni :ipal do Recife. Para resol-
ver sobre o assumpto do8 officioa n. 19 e 21, de 5 e
X> de Maio findo rocommendo a cmara municipal
do Recife me informe com urgencia de que modo
tm si do frito ni corrente exerc co finauceiro
o servic 1 da limpeza e aaaeio di cidade e qual a
d speza fri'ia a' agora com o mssrao serv.cj).
O Sr. superintendente da estrad 1 de ferro do
Recife ao S Francisco oirv,a-a' de mandar conse-
der passagens, de 3* classe que serio opportunamen
te deaconte.ja- das gratuitas a que o governo tem
direito, da establo do Recife a de Gainelleira, a 4
criminosos que vu responder aojury niqu lie ter-
m e a 8 pricas que oa escoltam; providenciando
igualmente sobre a volta das referidas pracaa, op-
portunamente.
O Sr. agente da Companhia Brasileira de dar passagens a r, at a IJ .h.a, por cunta do
ministerio da guerra, no vapor e*i>erado '10 Norte,
i Antonio Francisco da costa, fi ho do maj igu>.l uome, que para all a-gue .1 reunir -se ao 9
bitalho ue infantaria a que percance.
D -ciar 1 ao Sr. gereute 11 C onpanhia ''ernam
bueana, para oa devid >a fins, que alm da* i>rcaa
lo 2- a 14- batata) de infantera, qu e.nbirca-
r.t' a 10 do cor .en te, no vapor Giqui para 0
presidio d Fern ndo de Noronna, < de que trata .
nortina lieati preaid-ncia de 9 de te m z, segui-
rlo m iis para o dito presi.lio oa soldados do 14
bato h-i Miguel Agostiuho Jeronyra e J 'ao Bip-
tis a de S uz<, afi.11 de fazerem parte do destaca-
mento illl existente, Colatoria pirri -ip 'ii-in o mi-
ga lairo c iinmaiiUiite das armaa en .fficio 11. 31:,
de bontem il ^ido
sTpeoikxte do secretario
O lucio* :
\> inspector d. Arsuini de Marinha')
Kx.n, Sr vice-presidente ndoiear > V. Exc que fiea mi ir lo do aaaum ito
do sa olfl .11 u. 299 de hoje i "lo relativo ao ai-
niatro do vapor Espirito Santo.
Ao c 'malandante ia* ir.na* Di ordem do
Exm Sr. vice-preaident- da i-.vinela declaro a
V. Ex que, u'esta data, a lien* se guerra a couc-a*j do ereln 1 iweisi afim de ae-
rein teitoa oa inclhoratn -u >* m li-peusav is na eu-
ferm-iria mi iiar coaf inn pe le sse coiomaudo em
officio n. 2m, de 29 le M>o finio.
Ao meamo.D or tem do Exm. Sr. vice-pre-
aidente da provincia communco a V. Exc queeu
' 27 de Maio findo rcandou-ae thesonraria de fa
zenda qae fornecesse companhia de cavallara
os livro de q_ae tratara os pedidos datados de 15
do Marco 25 de Junho e 15 de Julho do anno pas-
sado, e hoje autorisou-se o director do Arsenal de
Guerra a mandar fornecer, no mez de Junho vin-
douro, dita eompanhia, 03 artigos mencionados
nos pedidos do 10 d* Julho e 24 de Agosto de
1885. 8
Fica assim ueapondido o officio de V. Exc, de 30
de Abril ultimo, sob n. 233.
Ao Dr. chefe da policia.De ordem do Exm.
S-. vice-presiijeafo da provincia communco a V.
8. que teve o convenante destino a petico do caree
reiro da cadeia d* Villa de S. Jos do Egypto, Jo-
s da Cuha No/rueira, a qusm allude o seu officio
n. 504, de 17 dc.Maio findo.
A Corap;vuhia, Brasileira.--0 Exm. Sr. vice-
presidente n provincia manda aecusar o recebi-
aeaito do fficio em qae V. Kxc. participa que o
vapor Espirito Santo vindo dos poitos do norte ao
entrar heje n d'eata capital foi de encontr ao es-
colho denominado Pedra-Secca abrindo agua, pelo
que foi obrigado a encalhar no Arsenal de Mari-
nha afim'de serem fritos os devdos reparos.
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DA 1 DE
J0LHO DE 1886.
Celestina Amalia Alvares JoSo Eduardo de Souza L-vndim.Rsmet-
tido juata medica proviucial a quena o
peticionario se apresentar para ser ins-
peccionado.
Jesuino Egypciaco de Lima e Moura.
N'esta data autoriso o Sr. inspector da
Thesouraria de Fazenda a contraetar o
suppli;ante para servir na pharmacia dt
Enfermara Militar, devendo exhibir, den-
tro do praso de 15 dias, contados da data da
assignatura do termo do contrato, sua carta
parante o Sr. brigadeiro commandante das
armas.
Major Justino Rodrigues da Silveira.
Fornega-se.
O mesmo. dem.
O mesmo.dem.
JoSo da Costa Medeiros Sobrinho.De-
ferido com o offiiio ao Sr. brigadeiro com-
mandante das armas.
Tenente Manoel Carneiro Machado
Freir. Forneca-se.
O mesmo.dem.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 2 de Julho de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Repartidlo da polica
Seccllo 2.' N. 646. -Secretaria da Po-
licia de Pernambnco, 2 de Julho de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos na Casa de
Detencao os seguiates individuos :
A' minha or.'Mn, Cassiano Almeida do
Rosario, remettido pelo subdelegado de Be-
lm, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do Io distric-
to de S. Jos, Jos Marcelino do Nasci-
mento, por embriaguez e disturbios.
Commuoicou-me o subdelegado do
districto de Boa Viagem, que na noite de
28 do mez fiado, o escravo de nome Ma-
noel, pertenaente ao Visconde de Campo
Alegre, na occasiSo em que mudava a es-
poleta de urna pistola, aconteceu esta dis-
parar e ferir a Joanna de tal, que foi at-
tingida por dous carojos de chumbo, sen-
do um na testa e outro na palpebra do
olho esquerdo.
A offendida foi conduzida para Afoga-
dos e ahi extrahidos os carogos pelo Dr.
BeltrSo.
') escravo Manoel foi preso e contra o
mesmo procedei-se nos ulteriores termos
da li,
No dia 24 do mez fiado foi recolhido
na cadi-ia do termo de Taquaretioga, por
ter-ss apresentado voluntariamente, o cri-
miooso de morte Antonio Cromes de Souza,
eonh-eido por Tondo.
Tambem no dia 20 apresentou se
voluntariamente ao Dr. juiz municipal do
referido termo de Taquaretioga Antonio
lL'.tiriqu) de Araujo, all pronunciado no
art. 257 combinado com o 35 do Cod.
Crim.
Em data de hontem assumio o cida-
dao Joaquim de Souza Neves, na quali-
dade ie 1. suppleate, o exercicio da sub
delegada do districto de Apipucos.
Tnuibem no dia 10 do mez findo e
na qualidade de 3. supplente, assumio o
id.i.iao Heliodoro da Silva Cabral o exer-
ci o da subdeli-gacia do 1. districto de
Bom-Jardim.
Anda no dia 6 do mez findo assumio o
tenente Leoncio Luiz Pinto Ribeiro o exer-
i-icio do cargo de delegado do termo de
Leopoldina.
us guarde a V. Exc. il'm. e Exm-
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leb,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli na, Antonio Domingos
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 1 DE JLHO DE 1886
Antonio Euti.mio ,(o Espirito Santo,
Or. Manuel Q-.mgalveg Soar-s de Amorim,
Euuli tes.Fonse a e offi-io do Dr. procura-
dos f<-itos. Informe o Sr. contador.
Fonce a &C. Deferido, tieando irres-
|j ins.ivi is os eu^plicantes pelo debito ante-
rior do i-stabelocimento n. 29 ra do
Bom Jess, vis o provarem uo succeder
no misino estabelecimento.
D-vid da Silva M-ia. Deferido, para
que cesiem ..8 colleutas em separado da
c sa n 18 praca do Chaco e da meia-
agua n. 23 ra dos Guararapes, visto
s>-r esta fuudus daquelli <:om communica-
cSo i i tenia, e ora servir de forno pada-
ria exist nt' na de n. 18 de urna so lo-
i- ja i, dando aa baixa no debito da oe n.
23 n<> ex.;r. icio da 1883 84 por diante,
vista da infor.uacao do Consulado, ficando
assim reconsid^-r ido o julgadode 31 de De-
zembro de 1884.
Jos Francisco de Paula Cavaicante de
Albuquerque. Deferido, tomando-se por
termo a nanea offerecida.
Antonio Nunes Ferreira Coimbra. De
ferido, ficando irresponsavel palo debito
anterior o ivo inquilino que oceupar o
predio ns. 46 a 50 ra do Amorim, cuja
desoccupacSo se prova.
Candido Alberto Sodr da Motta.--In-
deferido, visto que tendo as casas ns. 8 e
12 ao becco do Tambi no exercicio de
187980 subido ao valor locativo exce-
dente do limite da isengo consagrada no
art. 17 da no vacuo do contrato da Recife
Drainage, passaram a ser consideradas na
disposicao do art. 18 da mesma novacSo
e por conseguinte sujeitas contribuio
das annuidades.
_ 2 -
David da Silva Maia. AoSr. adminis-
trador do Consulado para cumprir o des-
pacho da junta.
Ponto da Bibliotheca. Ao Sr. pagador
para os devidos fins.
Prets e folhas do corpo de policia o da
guarda cvica. Examine-se.
Irmandade das almas da matriz da Boa-
Vista. Junte-se copia das informagS^s.
Jos Affonso de Araujo, officio do Dr.
chefe de policia, Thomaz da Aquino Aloa-
castro, Antonio Jos Coimbra Guimaraes,
Antonio Pedro de Barros Caval:ante, Fran-
cisco Fernandes de Farias e Justino Jos
da Silva. Informe o Sr. contador.
Candido Alberto Sodr da Motta. En-
tregue-se pela porta.
Prets e folhas do corpo de policia e da
guarda civica. Pague-se.
Fonseca C, Antonio Nunes Ferreira
Coimbra e Jos Francisco de Paula Ca-
vaicante de Albuquerque. Ao Contencio-
so para cumprir o despacho da junta.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 2 DE JULHO DE 1886
Jos Paulo Botelho. Ao Sr. chefe da
1.a seccao para tomar na consideroslo que
merecerem as declaracSea ao supplicante.
Dr. procurador dos feitos, o mesmo, Jos
Francisco ds Carvalho, Manoel Lopes Ma-
chado, Jos CardoBO da Silva, Bento Men-
dos Saoory e Joaquim Alves da Fonseca.
Informe a 1.a secgao.
Manoel Joaquim da Rocha. Em vista
da informacao o supplicante nSo pode ser
attendido por esta repart5ao.
Umbelina Ferreira Pinto. Junte co-
nhecimento da decima relativo ao ultimo
semes're.
JoSo Duarte Carneiro da Cunha Gama.
Informe a 1.a seceo.
Irmandade de S. Pedro, a mesma. Cer-
tifique-se.
PERJAMBUCO
Assembla Provincial
46' SESSO EM 28 DE MAIO DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. 8K. DR. JOS MANOEL DE BABROS
WANDERLEY
(Conclusao)
O Sr. Cosa Ribeiro TVndo o Sr. presi-
dente decidido que por haver sido encerrada a
discusso, prrjudicado fcju o requerimento de
adiamento, sobre que nao ha necessidtde de vo-
tar-be, levaQta-st! para protestar contra esta de-
cisao, s rio intuito de nao deixar firinar-se e8s>>
prejedente que nao lbr parece o inelhor. Susten-
ta que a reforma du regiment, permittindo o en
cerrainento das discussoes, nao autorisa essa n-
terpretayo, e recarda que por occasio da primei
ra discusso do mesmo projecto deque ora se trata
(orcamento provincial) procedeu-se de modo di-
verso.
O Sr PresidenteVou dar urna explicacSo
ao Sr. deputado Costa ttibeiro.
0 decreto de 20 de Junho de 1884, art. 2, au
torisando o requerimeuto do encerramento da dis-
cusso em qualquer occasio, derrogou o art. 74
do regiment interno da Assembla, como passo a
provar.
Pelo art. 74 d^ regia ento o requerimento de
adiamanto, sendo approvado, importa o reabrir-se
a discusso, e nete caso seria absurdo a proposta
do encerramento, visto como com a reabertura da
discusso poderiam sobre vir novas emendas que
trai in como coosequencia a interminabilidade da
discusso ; e para linrmunisar e espirito e letra
da le, julguei prejudicado o requerimeuto de ada-
meato. Se, decid ou nao de contoruiidade com o
que dispoe o nosso r.,g.mjuto, a casa o resolver.
Esta uma verdadeira questo de ordem, re-
vista no art. 138 do regiment, artigo que diz que
todas as questo -s d ordem que occorrerem du-
rante a sesso de "ala cia, ai-rao decididas pelo
preaideute ; e se qualquer deputado nao se confor-
mar com a decise, poder, na sesso seguinte, re-
querer que a casa, por deliberucosua, a confirme
ou esfabWeca a regra a segi>ir-se.
Portanto, se o piocedimento da mesa nao foi re-
gula', qualquer dos nobres debutados temo recurso
que .he f.icuna o art. 138 do regiment.
Um ?ir. Deputadoloto nao uma questo de
ordem.
O Sr. Pre identeE' urna questao de ordem, e
considerando-a como tal manteobo a minha deci-
so. (Aprt s)
O Sr. Joo A|ven (X.Io devolveu o seu
discurso).
O Sr. Un rao de icapi*tuma ^Crrio
que i o ha oiivula de que ess requerimento foi
apresentado. Pois bm; i o mesmo artigo que o
uobre deputado cita que vem em meu auxilio.
Ns se trata oV urna questo de ordem, mas sim
d i uma queiCo ()uramunte'"regimental. V Exc.
uo nega qae o requerimento fosse apresentado,
como fui.
O Sr. Joo AlvesDepois do encerrada a dis-
cusso.
O fir. Baro de ItapissumaNao foi tal, mesmo
porque o requerimento nao poda sor aceito pela
m"sa, depois de encerrada a discusso.
O o obre deputado assim cuhe em perfeita con
tradieco, e faz uma censura iinmerjcida mesa.
Depois, Sr. presidenta, praxe desta casa. O
Sr. G mcalves Ferreira, como ha po"co citou o no
bre deputado, j se servio desse recurso, em rela-
co a deico do 2 districto. Pos em pratica o
mesmo alvitre que os nobres dcputidos agsrano
qu ten aceitar.
V. Exc., Sr. presidente, pode resolver a questan
como muito bem entender ; mas a verdade esta
que acabo de dizer.
O Sr. Jom MaraSr. presidente, eu nao
posso deixar de dar lambem a minha opine
Como hout. m disse, fui um dos autores da ralba ;
mas isto nao quer dizer que eu ache que ella um
bom bocado. Eu sei que ella tem muito travo; mas
ha occasioes em que se nao a pode dispensar. Eu
j quero admittir que hantem fosse necessario o
emprego da rolha.
Um Sr. DeputadoE' bom que o nobre deputa-
do co.iesse isto.
O Sr. Jos MariaEn estou confessando cousa
alguma ? Pallo por hyp ithese.
Poderia, digo, ser occasio oppartuna, se por-
ventura os nobres deputados da bancada opposta
tivessem respondido aos discursos proferidos por
aquelles que estacaram o bilfntra. Ento, sim, se
os nobres deputados da bancada opposta, se a il-
lustre commisso, nao tivesse despresado a cri-
tica justa, feita a aquelle seu trabalho, mas, ao
contrario, tivesse tido para com os seus collegas
a delicadesa precisa; se tivesse cumprido o sea
dever, a occasio poderia ser opportuna. Se o
orcamento provincial foi discutido largamente pela
minora, nao o foi, entretanto, pela maioria. Mis,
uma vez encerrada a discusso, tendo sido apre-
sentado um requerimento de adiamento, nao se
pode votar o projecto, sem primeiramente terse
votado o requerimento de adiamento.
E' isto o que dispoe claramente o regiment,
que nao est, como se persuade V. Exc, prejudi-
cado pela dispisico da rolha. Tanto nao est
que nesta casa, na sesso passada. depois de ap-
provado e em execuco o decreto de encerraoento,
se procedeu pelo modo porque venho de dizer.
Algum dos nobres deputados contesta que ti-
vesse sido apresentado em tempo o reqjerimeuto
de adiamento? Pens que nao.
O Sr. Herculano Bandeira d um aparte.
0 Sr. Jos MariaOra, pelo amor de Deus!
Parece que os nobres deputados veem para aqui
como meninos de escola, precisam aprender a lie -
jo. Eu trato de uma cousa e o nobre deputado
vem com outra. Eu quero provar a Ss. Exea., com
os proprios precedentes desta casa, que a razo
est do n sso lado, do lado da minora.
Logo no comeco dos nossos trabalhos, o Sr. Gon-
calves Ferreira requereu o encerramento do pare-
cer sobre a eleico do 2o districto. Antea de S.
Exc. requerer o encerramento, eu tinha mandado
um requer nento de adiamento. Foi votado o re-,
querimento proposto pelo Sr. Goncalves Ferreira;
fra considerada encerrada a materia ; foi submet-
tido a voaco o meu requerimento de adiamento,
e rejeitado este requerinv nto de adiamento, foi
submettdo novamente a discusso o parecer. Nes-
ti occasio eu e diversos collegas pedimos a pa-
lavra; us o Ilustre presidente de enta?, o Sr.
Correa de Araujo, declarou que antes de nos pe-
dirmos a palavra, j a tinha pedido o Sr. GonCal-
ves Ferreira e S. Exc, se levantando, at meio en-
vergonhado, pedio o encerramento pela segunda
vrz. Est aqu a prova, a acta daquella sesso
(1):
Isto claro como azeite e vinagre.
Na legislatura passada deu se facto idntico ;
o nobre deputado de entao, hoje deputadogcralre-
conhecido p-io 13 districto, o Sr. Alfredo Correia,
pjdio o encerramento do projecta.n. 22. Encerrado,
votou-se um requerimento de adiamento do Sr.
Loureoco de S, que foi rejeitado, sendo submet-
tido novamente a discusso o projecto.
O Sr. Alfredo Correia, pedio de novo a palavra
para requerer o encerramento da discusso mas o
presidente de ento, o Sr. Baro de Itapissuma,
nao Ih'a deu, por j estar inscripto para fallar so-
bre a materia o Sr. Lourenco de S.
O Sr. deputado Lourenco de S falln durante
toda esaa sesso, e s no da seguinte pde-se re-
querer o encerrante ito da materia.
V V. Exc. que eu apres^nto precedentes firma-
dos pela casa, quer na sesso p issada, quer nesta,
Nao queira, pois, V. Exc, Sr. presidente, saltar
pir cima da lei. Eu acho que V. Exc. deve sub -
metter votaco este requerimento, e se for rejei-
tado V. Exc. deitar novamente em discusso
esse megaterio, embora conceda immediatamente a
palavra aa nobre deputado que propoz o encerra-
mento hontem, para que o faca novamente.
Assim, pois, espero que V. Exc. resolver de
accordo com a lei e com os precedentes.
O Sr. Regueira Costa Peco a palavra pela
ordem !
O Sr. Presidente Considerei a questo uma
questo de ordem...
O Sr Begueira Costa Peco a palavra pela
ordem !
O Sr. Presidente Attenda-me o nobre depu-
tado.
O Sr. Regueira Costa (de p) Pego a palavra
pe'a ordem.
O Sr. Presidente Nao posso dar a palavra ao
nobre deputado.
O Sr. Regueira Costa V. Exc. nao pode ne-
gar a palavra pela ordem a deputado nenhum.
(Sussurro). Tanto mais que V. Exc. a deu ao
Sr. .los Maria.
O Sr. "residente E' sobre a questo de or-
dem ? Esta est finda.
O Sr. Regueira Costa Peco a palavra pela
ordem para requerer votaco nominal.
0 Sr. Presidente Tem a palavra o nobre de-
putado.
O Sr. Regueira Coala (pela ordem) Sr.
presidente, eu comprehendo que V. Exc. e a maio-
ria desta casa tenham desejo de ver realisado em
lei este monumento de gloria, na opinio de Ss.
Excs., que se chama orcamento, mas que nao passa
de um megaterio, monstro de proporcoes collossaes
que viveu as epochas prehistricas.
(Apartes.)
Mas nos que entendemos que este orcamento
importar um grande e enorme sacrificio para esta
provincia, nos ha vemos de empregar todos osmeios
nec -ssarios, todos os recursos que o regiment d
para impedir que se consumma esse sacrificio para
a provincia do Pernambuco.
O Sr. Presidente V. Exc. nao pode continuar
nesse terreno. V. Ex:, pe lio a ptlavra pela or-
dem para requerer votaco nominal.
O Sr. Regueira Costa Sim, senhor ; vou re
querer a votaco noininal e mostrar a convenien-
cia qu deve haver em cada um, assumir a res-
ponaabilidade, uos pelos males, pelos infortunios e
sacrificios que vem trazer a sua provnola com
. ate monstro. ..
O Sr. Presidente V. Exc. nao pode continuar.
O Sr. Regueira Costa------e outros pela re-
sistencia que opp&em sua ptssagem.
Por conseqnencia V. Exo. ha de dar-me licenca
para que manifest com toda a largueza o meu
pe'iaam-nto, uma vez que nao temos um formula-
rio para discursos
O Sr. Presidente Mas temos o regiment, e
V. Exc. nao pode continuar.
O -r. R'gueira Coata Para ijso preciso que
V Exc mande primeiramente fazer um formula-
no para por elle os deputados exprimirem o sea
pe amento.
O Sr. PresidentePeco ao Sr. Io secretario que
lea o art. 184 do regiment.
O Sr. Io secretario l'o artig).
O 8r. Regueira ostaMas tendo V. Exc. con-
cedido a palavra pela ordem a u'ros Srs. deputa-
dos, e coBseiitindo que elles fizesaem diversas con-
sideracoes, entendo que V. Exe. uo pode, nem
leve, ter dons pesos e duas m didas ; e portanto
bei de continuar. (Apartes).
O Sr. presidenteEu hei de observar o regi-
ment. (Apartes).
Sr. Reguei -a Costa- E eu h do obrigar V.
Exc. a ter para commigo a m-sina consideracao
que tem tido para com outros c 'llegas.
(Trocam-se muitos apartes, tumulto).
O Sr. Prndente suspende a sesso.
Dez minutos depois rebrese a sesso.
O Sr. Regueira Costa (continuando)Sr. presi-
dente. ..
O Sr. PresidenteV. Exc. nao pi.de continuar.
O Sr. Regueira CostaIsto uma violencia qae
se me qaei fazer.





1
rpsa


o
O St. PresidenteAttencao! V. Ere nao pode
continuar; nao ha nada em diacuasao: V. Exe<
nao est com a palavra.
O Sr. Regueir Costa (continuando) Sr. presi-
dente. ..
O Sr. Preside teEs ti suspensa a sessio.
Paseados 10 minutos reabre-se a aeasao).
) Sr. PresidenteVai votar-ae o art. 2" Jo pro-
jecto, salvas as emendas.
O Sr. Regneira Cosfc amando, Sr. pnisidenaa o que ia diaeudo.
O Sr. Presidentes^- Ei..nio pode eoatinuaa.
?ai votar-se o artigO/a.
O Sr. Regneira 'ualai TatiTi* nos pripnnea
um capricho de V. Qfc'
O Sr. Presidente--ito haioaprcho; estou pro-
cedendo de accordo .oobbo ragtoie
Sr. Regneira CostoA-.
Vai votar-se o atfv 2*, salvas as.-amrndaa).
O Sr. Baro >HMlW pela or
dea) p.'de que se vote de preferencia a sua emen-
da substitutiva, (que tem o n. 153) conforme o re-
giment.
O Sr. PresidenteO nobre deputado vai ser at-
tendido.
O Sr. Lourenro de Sa (pela ordem) re-
qner e a. i-asa. canoude, que a votaban .sobeneaU
emenda seja nominal.
Procedndo-se vutacad. d eila- o seguinte re-
sultado:
Votm a favor os Crs. Costa Ribera, Jos Ma-
na, Joio de S, Bario de Itapissaroa, Bogoberto,
Andr Das, Lourenco de S, Regueira Costa,
Feweir* Jaoobin, Juv-ncio Mara, Praaede P-
tanga, Baro de Caiar e Solomo de Mello (18); e
contra, os Sro Reg Barros, Ferreira Velloso, Ju-
lio '8*ut, Viaconde de Tabatinga, Soarea de
Amorim, Hepeulsao Bandeira, Costa. (Jomes. Do-
mingos da Sloa, Ratia-e SHva, Barros Baweto,
Jnior, Coelho de Mora*, Joo de Oliveira, Luiz
de Aadrada, Radriguns. Porto, Constantino de Al-
buquerque, Sopamnio PortoJIa, Antonio. Vctor,
Augusto Fraaklin, Joio Alvea e Gomes Prente
(20-.
O *r. Jone liarla (pela ordem) peda e ob-
ten do Sr. presidente que se passe
2 tmts. da obdbm do da
Segunda discussao do projecto n, 54 deste anno
(orcainento. municipal).
Vei m mesa, sao lidas, apoiadas, e entrara em
diseussaa as seguinte emendas:
N. 3G. Ao art. I Io ns. 4 e 5, em ves de
iXXJA dig-se 1:000*, e em vez de 500* diga-se
60*.los Mara-
>:. .7. \o art. 1. *ejam equiparados os ven-
cmentos do n. 4 do 9* os do n. 3 do mesmo .
Sophronio Portel la.
N. 38. Fica a Cmara Municipal do Recfe
autorisada a pagar as custas devidas ao juiz de
din'o do 2* districto criminal, Dr. A delino An-
tonio, de Luna FreirVigsrio Augusto Fran-
klin.P. G Ratis e Silva.Visconde de Taba-
tinga.
S". 39. Aoart. 1 6 n. 2. Em lugar de 1:300*
de ordenado e 700* de gratificacao, digas-:
1:000* de ordenado e 800* de graticacio.Go
mes Prente.
N. 40. Ao | 9o n. 4. Coneeda-se igual ravor
aos dous guardas que servem cerno auxiliares na
secretaria e contador i a da Cmara Municipal do
Recro. Julio de Barros.
O r. Praiedes Pliasa Sr. presiden-
te, V. Exc e a casa devem coroprehender quanto
dasagradavel entrar em urna discussao impor-
tante depois de urna luta renhid a e tumultuosa
que fatigou 03 espiritos.
V. Exc. comprehende quanto desagradavel
fallar para as cadeiras da Assembla quando sj
trata de orcamento municipal Materia de alta
importancia para os municipios, materia digna de
toda attencao e que tem oceupado a eminentes
jurisconsultos, quando tratara de sua importancia.
Trataj; do.orcamento municipal, nao menos im-
portante do qoo tratar do orcamenio provincial;
e se aquelle por sua trma, pelas a teraco-s que-
trouxe no servico da provincia, nao pode ter
classificacao, este tambera nao deixa per isso do
oceupar a attencao no nome, porque el e tambera
inverteu de todo o servico municipal pela forma
poc que est, organisado.
Nao deix de ser dos est.ylos pailamentares que
as comutisses que cstudam a materia e que della
trazem conhecimento a'Assembla, venbam dizer
a ella.em que se fuudou para pedir as alteraeoes,
para justificar o seu modo de ver na organ'sacio
de sen trabalho ; mas essim nao aconteceu com a
coirunissio de orcamnnto municipal, que entende
que nenhnma reepousabilidade Ihe corra, que
ni-ohura*. t.,6rigaao tinha de vir dizer a esta casa
o porque perturban completaos nte o .servico dos
Municipios, sendo que qunsi exclusivo, o do muni-
cipio do Kecife.
A Cmara Municipal do Recfe urna corpora-
c.io tio importante, tem tantas attribuifoes, que
se nao. est no caso da Cmara Munc pal da cor-
te, acerca da qual ba lea especiaes, nao est Ion
ge de merecer essa.distinecio entre suas compa-
nheiras, nao s perqu ella se oceupa de um
grande municipio, como porque tem a seu cargo
importantes desp arrecadai. Portanto, a commissao de orcamento
municipal tendo entrado na receita e despeza da
Cmara do Recife, perturbou de tal maneira seu
orgamsu o, que trouxe, como a commissao de or-
camento provincial, urna difiieuldado para a,uella
corporacio"
Entrar as raz' s em que se lundaram os mein-
bros da commissao para historiar o meehanismo
qne apreseutaram como o mais til e conveniente,
seria preserntar sua razio, seu censo intimo, des-
de que a commissa nao quiz ter a boudade de
dizer a esta Assembla quaes foram as em que se
fundou para fater essa perturbaco.
Nao se desorganisa a marcha de um trabalbo
sendo ou por difficuldade, ou por impossibilidade
de real isa I o, ou por conveniencia de saa altera -
ci, Em qualquer das tres, hypethese a commis-
sao devis trazsr ns frenje do seu truoilhj a justi-
ficativa, se nao quena ter a bondade de oxplicar,
ao menos, em consideran los, que deixassem ver
aoaseus collegas que certas condcoes mo i varara
essa alteracilo, e nao foi sera razao de convenien-
cia que a commissao entendeu assim proceder.
A nobre commis ao, longe de tomar asta tarefa,
que alias muito h raiosa, e das praxes parla-
mentares, a nobre commissao deixou descarnado o
seu trabalho, de maneira que aquelle que quiz.sse
tomar a seu cargo o exaine minucioso, tena d-
formar diversas conjecturas, teria de formar di-
versas hypetheses p-ita ver quaes as mas favora
veis para a nobre commi-sao e quaes as que de-
viam servir de oppos cao a ellas.
Eu que tenho tomado em todas as legislaturas
o encargo de velar pelo municipio, eu que fui
sempre em outras sesso -s relator da commissao
de orcam-nto municipal, nao poda com odifferen
5a 1er esse trabalbo.
Tive, portanto, de eatu lar minuciosamente ar-
tigo por ->rtigo, nao s pata v r se ebegava ao co
nhecimento das razdu fun iam-intaes da sua alte-
racSo, como para melbor poder oppr-me com ra-
zes fortes e fundadas em lei, aiiin deque t-si
alteraoao nao passssie desapercebida diante d'esta
Assembla.
A aobre oommisaao comee m o sea trabalbo al-
terando quasi todos os veocimentoa dos empega-
dos da Cmara, tendo todava teito ligeira excep
(oes.
Eu, na comparar-.) d'esba apreciacao, nao encou-
trei raaao justificativa que viesse convencer a As-
sembl- de que a diminuicao de trabalbo dava iu
gar a diininuicao de ordeaado, ou que o aece esci-
mo de serTioo, havia levado a commissao a aug-
nciil-r o ordenado quelles s quem este accresc -
mo era dado; e d'ah fiqu-i sem poder tirar a cn
clusae. de que dand-se a identidade de condicoes,
nao s dava a mesma identidade de raxoes. (Apoia-
dos).
(Trocam-se muitos apartes).
Eu aida nao estou entrando na apreciacao pecu-
liar d'- cada um dos artigos do projecto, estou ape-
nji faaeado consideraos* geraes acerca do traba-
lho d nobre commissao.
Nao conheco a rzao porque, ni* se tendo dado
alteraeoes nem para diminmcao do s< rvico, nem
para accrescimo d'este, se possa justificar o ac-
cresciino ou dimtnuicao de ordenado.
O Sr. Gomes P..rto d u* aparte.
O ar. Prxedes Pitaoga Nio ha razio para
que n'um reparticio onde a alteracio de servic >
na teve nova forma, nem novo meehanismo que
delie resultasse accroscim para nos e diminuicao
nafa outros, se justifique o augmento ou dmina-
ci d ordenado.
Se isto verdade, esta differenea teita pela com
missio, deve ter orna outra justifieati ^ qne nio
aquellla que a rasoavel e h justiceira.
Se por nm outro lado eu quis ver se a nobre
commissao havia tomado por base do sea traba
Ihe a divisan das classes, e qui equiparar dimi -
nuindo ou augmentando o ordenad* de iadividuss
collocadoa na mcama claase, deviam
a nobre commissao a
di cuseVhTiugmencos e diminu.cScs de ordeaa-
nio assentam u'estas mosmas dispasi-
que
dos
55po'rtanto, eu, nem qualificando as s.-ccoes e in-
dicando estes que soffreram ^ W"?a' J:
vidos logares, posso enconUar a jaitificacao para
esta alteraoao.
BiMio de PernambncHiSabbado 3 de Jolho de I886<
possa entao basear a sua justificativa na desvan-
jtagem ou conveniencia desse empregado. Ss o,
servico tem soffrido alteraQdes radicaes no intuito
da trazer nio s a facilidade ao trabalbo, como
augmeuto de readas, nio admira que a Cmara
Municipal, que tem hoje urna renda de 300 contos,
tenba um oessoal que equivale a 70 contos, porque
qutndo ella percebia 200 contos gastava 60 com o
eeu pessoal. Se firer a proporcao, o relator da
1- ommissao nio se admirar de que crescam a.
Lugo.um* futra/awi ha anda nao. ro a dej ^^^pro^o^x que crescera as rendas, por
l'mt^iA^^^9^^^^^i .aVnitqWK coraos que.tem desenvolvi-
noba*:aomanawo. a faze^diminuicno ou .lev^cw. W t^^,^ 0^^^desen.olvimeoto, melhor
^iftfeM. rXJZ2T:*t TprodSiTS uma,veWe, nao admir*
__ndidoa. que se ehamam ohafr
ca,* ordenait**ii8irsiaom, aaicm> ***** -J!
estifaeto Menota*entre -o* seguodce terce.ro HJJ^m
(Apartes do esccipwiranios ou amanuen*.
1 Logp hanma ont raio..qua a nobne commw-.
saoha.de traaer mais tawUv casa, que mottfuu
samalhante periorbaoao. .
No meehanismo das diversas assaoiaooe* ere-
partcoes ha urna certa cadeia na existencia dos em-
preados, e o bom andamento quasi sempre resul-
ta da harmona estabelecida na existencia deasw,
mesmos em pregados.
Toda a vez, portanto, que se procura alterar cita
faiiflinif-ff""'.*, resulta sempre umjucjnven ente,
porquanto desapparecendo um factor, deve neces-
ariamente recahir o trabalbo sobre individuo que,
ou nao o mais habilitado e o mam competeute
ou nao conheoe da materia, e portanto nio se exe-
cuta beui o servoo que pertencia aquelle.que se
fez dasapparecer.
D'ahi ns vemos o que ? Individuos que ae en-
carregavam de.um servico duplo, esse servico era
tao mal desempenhade que as rendas da cmara
rain inferiores-e de tal maneira que ou n.ctl
gavam para as despezas a qu estava obrigadc
o deixava a cmara de lancar mo de recursos
que Ihe deviam advir, so oa lugares fossem preeu-
chidps por pessoas habilitadas.
A ausencia, porUnto, de funceionanos impor-
tantes e especiaes nio pode ser motivada por sua
intil dade. Urna repartoao nao se ooustituio
sem urna razio do ser, sem urna previsao em sua
orgauisacio por parte daquelles que estao, frente
da mesma reparticio e nem um estudo de necessi-
dade de seus funecionarios...
Logo, desde que a cmara municipal reconhe-
eeu a tempo a ind3pensabidade de funecionarios
especiaes que se encarregaasem de designar os
direitos que Ihe Jevem perteucer por Jorca do seu
regulamento, direitos que at entlo nao eram bera
apurados, porque oa encarregadoa desee servico,
niosao Tara competentes, orno na> podiam
fazel-e regularmente pelo aeorescimo do trabalho,
parece que o desmautelameuto dease todo, dessa
cadeia intimamente ligada, nao
trazer grandes males,
pela Assembla sem
mar.
E' assim que individuos que se oceupam de et-
tudar o numero de casas eommerciaes, de deter
minar o numero e qualtd*de de geuero co:n que
gyram as mesmas casas eommerciaes, os seus va -
lires a oa nomos de seus possu'lores ; individuos
que teem a seu cargo, freguezias desla cidade, naa
quaes, sem medo de errar, sepile d.zer que existe
29,00) casas eommerciaes, v o n .bre d putado e
esta Assembla que arrolar essa^20,000 casas
importa isso um f evico penoso e dimoil e to im-
portante, que nic pode por si s deixar de oceu-
par a attencao de um pessoal espacial. Fazer
desapparecer do quadro doa empregados da muni-
cipalidade, quelles que se encarregan dessa.mia-
so, Jejcouhecer absolutam nte a necessidade
desse
podo deixar de
e nao- pode sel separada
grave prajuizo para a ca-
uiprescndivel que tem aquella corporacio do pes-
soal que disso se.encarreg^, porquanto nos sabe-
mos que, quer o Tbesouro Provincial, quer a The-
souraria de F zenda, pnvam a necessidade desses
individuos, que se ehamam lancadores, porque es-
sas reptrticoes conbecera a impossibilidade em
que estao ie ac, itarem um servico feito por um
agente incompetente, que nao seja- especial, anda
mesmo quaudo. nio tivessem a poderosa laaiio de
que este servico, por si s, um trabalho tal que
abrange todo tempo que a le determina a aquel-
los que sao incumbidos especialmente desse ser-
vico.
J v, portaat, o uobre deputado que quaudo
a camar i municipal, depois de lutar por muitos
annos com a difficuldade de arrecadar as suas
rendas por intermedio dos fiscaes, que reconbeceu
que os mcsiuos fiscaes nio podiam por si s pro-
cederem a fisaaiisacao e uo trabalho que estava a
seu cargo, do qu- muitos desses fiscaes, tinha ne-
cessidade de um 2* agente dessa especoi, detar-
minou a creaco dos lancadores para se oceupa-
rem de um-trabalbo que por si s forma urna seo-
caoem qualquer reptrticao publica, se:cao muo
conveniente, nio s porque deli resultao ane-
mento na arrecadacao das rendas da cmara,
como porque a ausencia dessa seccio, traria cer-
tas desvantag-ms para as rendas da mesma c-
mara, que nao ficariam bem descriminadas.
O Sr. Reg BarrosA cmara municipal j
tem um pessoal que absorve 70 e tintos contos.
Esta que a questao.
O Sr. Praxod-a fitangaPerda me o nobre
deputado. A Cmara Municipal do Recife nio
urna casa de commereio cujas rendas se,ain arre-
caddas para dar lucras. E' assim que a repar-
ticio de afericio de.pesos e medidas nue produz
hoje raetade liquido do que produca, quando esse
servico era feito por arrematado, urna reparti-
cio de toda a moralidade para us, para a pro-
vincia, para o municipio, nio cousentindo que oin
dlviduo receba por praso nio aferid.i pesoou aforido
sem criterio, o objecto que compra. Logo j v
V. Exc. que a necessidade da reparticao, nao
para que ella pr.duza dinheiro, afim de guardal-o
em caixu, como se f*z as casas de commereio. O
fim arrecidar de seus municipes as readas pre-
cisas para o bem estar do mumeipi >, salvaguar
dndo os interessis daquelles mesmos que con-
curre iu par as suas rendas. Se assim nao fiase,
entao teria razij o nobre deputado ; bastara que
a cmara tivease um procurad->r e un thesju-
reiro ; bastara que o negociante recbenlo seu
genero pagasse o imposto, porque o pessoal des-
necessario.
Or, ha na cmara municipal, creio qu-: dous
lancadores ou tres ; esses individuos carainhxm
d rante 3 meses, percorrendo o municipio do Re-
cife, parte por parte, para verificar se o individuo
commsrciante mantm as regras da hygieae den-
tro do seu estabelecimento, se vente por medid*
esoecial e propria, o vinho. assim como se vende
tambea o az'ite por outra medida, reiultando
d'ahi que para o municipio ebegar a esse r<-sul
tado, pagando a qu-m fise dicar, tambera Ihe
adwm o dimito de afenr. nao um terno de me-
didas, mas tantos temos quantos sioaquellas be-
bidas que se vend-in niquelle estabelecimento.
Encarregar a homens qae tem a seu cargo a
fibcalisacio das dfie<-entes freguezias, servico alias
on--ro888mo e qu** corre or coura d'esse pessoal
denominado fiscal, o trabalho de eolleear a esses
ettaDelrc mentos, deac mbecer as verdadeiras
attribuicoes que iev* ter o indiv.duo qu- bscal
d'aquelle que deve coilectar. Um rem obrigaco
de impor multa quando o individuo nio cumpre
com o seu dever, o outro tem obrigafii de indicar
o molo de cumprir esse devr; sio attribiicoe
dierentes : o fiscal nio pode dizer ao n-giciaue :
ide aferir vossas medidas p rque obrigacio de o
fazer; ao contrario, encontrando a medida sem ser
aferida. deve iraoor urna multa, por nio ter cun
prido com a postura.
Outro, porm, depois de ter examnalo o eata-
belcciineiito, t ra obrigac>o de dizer : 0 seuh r
que ven le viuho, mel, azeite, tem obrigacio de ter
tres temos de medidas e vai com esta nota, leva
Cmara Municipal e diz : o estabelecimento A, que
perteuce a F. de tal, negociando no genero de liqui
d -s com taes <- taes materias, deve aqu aposen-
tar nao um terno de medidas, mas tres temos, pur
qae tres a.< as bebidas diversas e p,ra cada urna
das qui.es, a lei pede uina vasilha especial. O fis-
cal, pir u, ao C-ratrari > disto ui> tem que se im-
porUi que o hornera tenba ou nao 3 ou 4 tersos de
medidas, mas quer saber se a medida que en-ta
izeite, veudeu viuho e u' fraecio de lei, deve multar a-> veudelhao. Fa'er,
portaat i, desapptrecer o hornera que n seu toa-
lonetu de traba h i, leva Cmara Municipal mn
servico importante, qul o de demonstrar que o
numero de estabel -ciuit-ntos quo xistem, a ua
tur.-sa i'elles, a ra em quo esta-j sita ios, o uoin-
d i proprietario pira que a Cmara Municipal com
esses dados possa p >r cada urna das suas seecoes
exigir aquillo a que est obrigado o coutribuin-
tor, ju gr desnecessari i, p ceoe o .rdeuad.i de 2:4004000, desconher a con-
veniencia do meebanuiao d> servido, de maneira
que se auxilie de forma que de bu i harmouia re-
sult o acereseimo das raudas.
Diz o nobre deputado: Man na sua argumen*
taca) geral ah estio os balaucetes para dem las-
trar que a Cmara Municipal ne t 'm colhido esse
augmento. En pedera dizer ao aobre deputado:
compare a Cmara Municipal de hoje co u a Ca
qae, coiiocaaos na mesma eiaase, oeviaoi ter os I aB,r Municipal de % aunes passados e pergu.ite
mumrm vencimentos, verifiqoei qae essss nio fo- \CjWO M faxiam as arreoadap par que S. Bxov
C iuuaiXauTaJa*iiinij' 'I boje lutando com muitos
tsaaVt uiup .'3i')al maior, e que absorva
maiflOiquiaisto da*.suas; leudas.
Quc.n eaheceui!c>ma,eu um-aatigo.chiqueir*
donuwi;nMU*meroao publico, aondo-se eseoo,--
UnntHS caUMis atMta lo esleirs.vo.has, u,eutR
hojeino mepsado,qnn.podaaervir dai.mid-'lQia.toda
o Brasil, porque nem mesmo na '.-rte ha melhor,
nio admirar que a Cmara Municipal p'irsebendo
deaae estabelecimento 70 contos dispenda com ella
20 contos pirqu ha de convir qae esse uelbora-
mento de tal importancia, que o estrangeiro pro-
cura quando chega a esta praca r visitar o mer-
cado, come mn monumento que poneos melbore
ha na Eorspa, porque ella modelvdo. por um
dos prioeipaes i'aquella pa'te do mundo. Logo
n|o admira portanto que a provnola, para gosar
desse beneficio, de qual Ihe provenha nao so.di-
nheiro para seu pagamento como para pagamento
dos que os administrara, consuma com o pessoal
d'alli urna somma pequeua.
O Sr. Retco Barros d um aparte.
O Sr. Prxedes PitangaV. Exe. me faz adan
tar a discussao do trabalbo. me levando j paca
um ponto que pur i e simplemente dependente da
administracio, nio doa empregados da Cmara
mas da propria Cmara Municipal, que nio de.
pendo do meehanismo uo pessoal empregado, mas
sus do corpo deliberativo; os defeitos que apre-
se uta a conta da despeza da Cmara Municipal,
visto como aquello que a executa nio responsa-
vel por. esses defeitos.
Mas i proseguiedo na serie de consideracoes
acerca do jogo feito pela nobre conseguir reducir o pessoal da Cmara Municipal
e reduzr mesmo a uns, parte de seas vencimentos
e elevando os de .outros, dizia eu que nio tinha
dependido nem de augmento de trabalh- para
quelles que foram bem aquinhoados, nem de di-
mi nuicao para os que foram meaos aquinhoados e
que sufi'rem abates.
A nobre coraraissio na faina, no desejo de imi-
tar a Ilustre commissio de tazenda e orcamento
provincial quiz tambera fazer dinheiro; e nao se
lemb'aodo que os empcegadns mumeipaes estao
sujeitos tambem a urna deduc^io das seas venc
mentes, porque foram apanbaiu na mesma rede
que os domis empreados pblicos, entendeu que
devia diminuir tss-'s vencimentos sem que dieses-
8! a razao em que se baseava p^ca aemelhaate
diinmuivvlo.
Se a nobre commissio nio dispensa o servico,
nio pode dispeustr o ordenado ; se ella nio olFe-,
receu regulamjntos como o pidia taaer, d'onle re
sultassau>vo na-bimsrai pata o servico coro eco-
noma de tempo e do pessoal, sera que todava
trouxesse prejuzo ao municipio e ao meehanismo
de que se serve a ca nara para acquisicio dos
meios com que mantera essaa despezas, a nobre
commissao nio poda reduzr o ordenada dos.em-
pregados.
O ordenado de um empregaio a remuueracao
do servico feito, e tanto maior a remuueracao,
quanto mais importante se dere considerar o seu
servoo; sob esta base que esta; assembla por
p -opnsta da cmara tem conseguido fazer com qtie
os seus empregados sejara remunerados, nio de
accordo com a le d Io de Outubro de 1828, por-
que esta le toi feta no tempo em que as. cmaras
tinham um peisoal que se envolva deutro de um
lenco, mas'accordo cora o desenvolpineutj as ca-
ntaras ten tomado grandes prop>rc5s, tem da-
do ao mesmo dessnv'jlvimento s !gaa lo suas at-
tribuicoes; pirque ellas est) situadas em centros
que flore8cem e tendo a sua existencia em urna
maior porcio. de terreno, por fu rea de accio fica
dependente do desenvolv ment e progresso que
toma seres m&tenaes, que estao sjb a jurisJicci i
da mesraa c.m ira; as cmaras, p>rtanto, atten-
dendo as diversas necessidades do seu municipio,
fazam as su.is propostas e as assemblas pruvin
cutes de accordo com o 4o do att. 10 do Acto AJ
dicienal aceitara ou regeitaro essas propostas eob
pena de tirar a autonoma daqnellas corporacoes
e reduzd-as a meras chmeellacLas das mesmas
assemblas. -1
Quh a commissao uutr.aqlo era urna srie de
considerares chegasse a urna demoustracao de
qae o individuo A. que tear o servico ao cargo
igual interior ao que tem- o individuo B, poras be o
mesmo veneimento e que a cmara deve reduzr o
augmento deste ou accn-scentac augraentidi
quelle, compreheude-se, porque na apreciacao
desses trabalh 'S a commissio deve ser muito mi-
nuciosa para ver se as cmaras em suas propos-
tas procedera com justict.
Mas entrar de faca em punho no centro de urna
corporacio composta de.hom-ns provectos que co-
nhecein o servico e que estao attesta dessas re-
p.rtiyoes por urna, duas e tres legislaturas, que
sio conheodores das nec-ssidades do municipio,
que tem procurado dar-lhe o remedio, e fazer des-
te centro umt corporacao de ineptos, de maneira
a dizer : nio podis ter este empregado porque
de m lis, sem que venha dizer, este servico dn
tal ordem annexado ao terv.co tal, que pode ser
perfeitaraente deserapnhado por jra.so funecio-
nario, sem que seja necessana a existencia deste
ourro, quando esse lugar nio foi creado seua de-
pois da cmara ter lutado a bracos por muitos an-
nos cora o. servico a seu cargo, sem poder ebegar
ao resultado definitivo e necxssario, veio a esta
Assembla dizer: ni senheres ; este servico nao
pode ser feito pelo fiscal, o fiscal nio d execucio,
j porque nao tem competencia, j pela exteusio
delie; sio precisos empregados muuicpaes que
se oceupem da estatistiea da. provincia da qual
resulte os in ios necessarios para a cmara, era-
I) ira com este tervico ella tenh de gastar 2, 3, 4,
6, 8 ou 10 coutos de res, (apartes), desauthorar
urna corporacao respeir.avel.
Portanto, no intuito de chegar a um resultado
definitivo, encontrar a razi por que o servico da
cmara nao satisfaz as vistas da commissio,
ella lisse: n' temos gente de mais, 'preciso de-
mittil-a, porque assim nos teremis, sena muito
dinheiro, ao menos sutficieote para pagar estas di
vidas que a cmara tem; quaudo as provincias
que dispem de largos recu'sos, cuje horisoate
extenso, quelles que veem muito nio tem pedido
urna redcelo sem que deixera ver os s us or^a-
mentos, em seus relatorius, as dividas que tem con-
trahido.
As dividas qne tem contrahiio, sem que umitas
vezes ellas tragara como resudados beneficios p'o
duzloi para minha provincia ; sem que ellas mu-
tas vezes estejara reproduzidas em um miuum-n-
to para o qual a provincia ceitr.ihi essa divida,
pelo que nao admira que a Cmara Municipal nio
tivesse at boje sido mais feliz.
E' verd >de que a Cmara Municipal do Recife
deve ao Banco do Brasil urna quantia av.ultada,
mas essa divida est all representada, est all a
garmtia do Banco uo Mercado Publico...
O Sr. Reg BarrosNao- chega.
O Sr Pitanga... porque era qualquer emer-
gencia, quando o Banco nao queira continuar a
gozar dos favores que Ihe resulta dessa divida,
tem a na garanta para laucar mi, porquanto
aquelle estabelecimento representa quantia gu.l
q lella q-ie toi emprestada municipalidade e
mais o valor da cunverso.
O nobre deputado, meinbro relator da commis-
sio, tera o reiti de, ua orgau'sacao de seu tra
oa ho, ipreseu;>r um disp >sicio que responsabi
lse a Casara para que faca so applicar ao paga-
mento da divida do flaneo as rendas producidas
por aquelle est .beerira-nto.
O ir. Rego*Barro8Isto j existe.
O Sr. Prxedes JitgaE se V. Exc. conhe -
cu, a iba quu ^e nelh tut .liso me) ja existe, res-
puuaabiiise a admm sracao a quem cabe velar na
uarda e execucio das lea, de modo a nao serem
violadas jeia nao execucio dessa diaposicio.
Mas nao 'tem o direito d vir dizer que aquillo
ilesu oesaario, p irque nio pnduc para pagar,
quando o nobre Reputado sabe perfeiUraeute que o
estabelecimento produz de sobra.
O Sr. R-go BarrosTem producido 700 e tan-
tos cintos at h je.
O Sr. Prxedes r*itangaSe o modo de dirigir
os trabalhis uio pro luz o resultado desojado, em
relacao a iministr icio daquelle estabelecimento,
nem por isso se conclua que ni > deva ter empre-
gados para su cooservaeio e manutencio, quandoj
o dt feito ata na ferma da direceao.
Faca-se expedir ais regulamento especial, orga-
nisado de modo que o producto daqnellas readas
seja applicado para a amortisaclo; e se entregue
sua observancia a quem saiba dar exeenoio.
O Sr Reg BarrosIsso de lei.
O Sr. Prxedes Pitang Mas nao diminuin-
do-se, supprimindo-se diversos empregados que se
ha de conseguir effectuar o pagamento da divida.
O Sr. Seg Barro 3Mas esso dinheiro r.eces-
sario para se pagar aos empreg*dos.
u Sr. Prxedes Pitanga -Eu mostrare a V.Exc.
que a parte orendim'nts do mercado, que como diz
/. Exc, importa em 70coates de ris, fica i Cma-
ra rendas no valor de 230 contos, ella paga 200 e
ainda Iba restara 30.
O Sr. Reg BarrosE oufws servicos ?
O r'r. Prasedes Pitanga-r-Portantp nao sup-
prnioda*iBregos que h. da conseguir,o,,que,p,
uobre^ diputado deseja.
O Sr,- JSegp BarrosDe modo que a Caara s-
tem eujpijifjidos e divida do Bw
O Sr. Ppajtedes PitangaT^v". .sabe que a lei
de 1 de Otabro d ao proonnador, da. CaajajM a|
t pjr i-eaca) sabe que meaivjvijw..poiteriuios,
reconheaaadoque qiiands o rendimontjs das c-
maras eram muit is limitados, e nio se eneontrava
com facilidade empregadss qae se quizess-m su-
jeitar a serem os procuradores da mumaipalidade,
autonsaram a que as cmaras podessem conceder
maia do que a le determina, fazend) sentir que os
pr-curadores deveram ter or.ieualo suficieute
liara poderem subsistir e aatori aoio que se exce-
dease ao valor tasado pela lei que regularsou o
s.'ivco das cmaras, embona muito pequeo eu-
tio fosse o seu trabalho, porque como nos sabemos
naquelle.tempo as muDcipalidades nio tstavam
no p em qae estio hoje.
Assim nio admira que se procure hoje dar ao
procurador da Cmara uraa pjroentagera um pou -
co maior, nio os 6 por ceoto cora: a le determi-
nava, mas urna quola quo possa dar para elle bem
desempenhar o serv^ e manter o pessoal que o
auxilia.
At entilo esta Assembla marcava par uns
procuradores das cmaros 3 0/0. Mae nesse tem-
po a Cmara Municipal a;nia nio possuia. nem o
Matadouro Publico, porque este servico era feito
entao em um pequeo telheiro as Cinco Pontas,
aonde hoja a estaoao da estrada de ferro de S.
Francisco; nem tambam tinha o Mercado Publi-
co, organisado pelo modo porque est.
A Cmara do anno pasead >, conhecendo que o
procurador, em vista do excesso de seu servico,
uio p9dia por si s proce-lor a arrecadaeio dosj
irapostos que corra por sua conta, marcou urna
verba da qual elle podesse deduzir nm quantum
para pagar aos seus auxiliares.
'. O Sr. Reg Barros Isto est no orcamento ?
O Sr. Prxedes Pitanga Sim, senhor. O anr-
no passado a Assenbla marcou ao procurador 2
1/2 0/0; porquanto a commissao encarregada de
orgoaisar o projecto de orcamento, procurand i
saber qual o servico que corra por ahi, chegou a
ter sciencia de que alm do servico que feito
dentro da Cmara, esse empregado tinha obriga-
cio de mandar para o mercado o sea auxiliar en-
carregado de fazer o servico da arrecadacao da-
quella reparticio, assim como era obrigado a ler
no Matadouro Publico outro encarregido para
proceder a arrecadaeio do imposto do sangue, e
>em asi m era preciso ter um terceiro para en-
carregar-se do servico dentro da mesma Cmara
para fornecimento de guias de enterrameatos.
A commissio, porm, sem urna razio justifica-
tiva, sem vir dicer a esta casa qne o procurador
deixou de arrecadar no Mercado, o mpooto a que
estava obrigado e que nio era mais encarregado
do recebimento do imposto de abatiraemo do gado
que se faz na Cabanga, e que nio corria mais
por sua conta o servico dos enterramientos, dm
nuio a porcentagem-
O Sr. Ridrigues Porto-dum aparte.
O Sr. Prxedes Pitanga Senhores, sto nio
urna razio : o empregado nio abandona o seu ser-
vico porque Ihe diminuera os seus ordenados ;
ui > ; mas se o honorario a remuneracaj do ser-
v'co, desde qu esse servico nio desappareceu,
porque ha de desapparecer o honorario?
Como ha de a coramisio justificar o seu pro-
cedimento perante esta Assembla, no corte que
fez dos vencimentos deste emp-egado, somento
porque diz : o ordenado bom ?
Pois urna justificativa 'para urna commissao
que 'em brigacio de vir a esta Assembla dizer:
eu procedo desta forma, psrque os vencimentos
do empregado devera diminuir proporcio que
diraiuue o seu trabalho, e nio porque o ordenado
bjin.
O Sr. Reg Barros d um aparte.
O Sr. Prxedes PitangaDizer que o ordena-
do bom nio urna justifiaativa ; nos tomos res-
tricta obrigacio de respeitar o dreito que tera
adquirido o empregado no augmento dos. seas
vencimentos, pela manutencio do seu trabalho, e
isto o que deve ser para bem destribuir a re-
uiuierauao que se d quelles que servem ao Es-
tado.
Toda voz que apartarmo-os das cansideraooes
que acabo do otferecer casa, acerca da justie
com qae deve proceder urna commissio de orear
meato, fazeado com qae-esta casa fique certa de
que ella procedeu d'esta ou d'quella forma, tendo
como base do seu procedimiento r zoes que demo-
verara a commissio a nao poder fugir dessa obfi-
gaci >, de diminuir o ordenado ao empregado a
quem se deve augmentar, a commissio procede
sem raco justificativa, e eu nio posso deixar de
pugnar pelos direitos d'aqnelles que nos mandara
representar a provincia, nao s para fazermos
economas, porm para veannos nos direitos que
s.tf) conferidos pelas leis sis.
Eu vej < que a hora est ohegada ; a primei-
ra vez que tomo a palavra, tendo alias militas
coneidrracoes a fazer e emendas a mindar, e nao
querenio estar a fallar no deserto, como S. Esta-
nislao, ou como Joio de Deus, suspendo as ui-
iiqhs cuDsideracoes, aguardando que a commissao
venha dicer alguma cousa do seu modo de en-
tender, e entao voltarei tribuna para contestar
a Ss. Exea, se p ir qualquer circumstancia nao me
pnder convencer, como pens e espero.
VozesMuito bem! Muito bem!
Vem m sa, iido, apiado e deixa de ser vo-
tado p ir falta de numero o seguinte requerimien-
to :
< Requeiro o adiamento da discussao por 48
horis.Jos Maria.
O Sr. presideute levanta a sessio, designando
a seguinte ordem do da : 1* e 2* partes: couti-
nuaci i da antecedente.
A. A. Moreira de Mendonca (C)
Agostinho B. da a Ca raleante (C)
Jsaqqim Jos do Abren (C)
Antonio M. domes da Silva (L)
A da Silva Ramos Neves (0)
Joio Jos de Amorim (C)
Tenente-coronel Corbiniano de Aquino Fon-
seca (L) 71
Dr. J. Ulodoalde M. Lopes (Q 67
Tito Livio Soarcs (L) 66
Teuente Francisco de Paula Mafra (L) 65
Joi > Facundo da C. Maneos (L) 61
Joaquim Alves.da Fonseca (L) 56
Capitio Joio Canoliuo do Nascunonto (L) 55
Tenenta-coronej,L. de.S e Albuquerque (L) 53
A. A. de Calda Brandan (lo) 49
H Bernardes daOlivona.Juaior (C) 47
Desembargado.-- Mnnoel Cleraantiuo C. da
Cunha (C) 45
Dr. J. C. Balthazan da SiIveir*..(R) 45
A. I. do Rogo Medeiros Jnior (L) 43
Joo Pacheco de Medeiros (L) 43
AHredo,do3 Santos Almeida (C) 41
Pearo A. Maia e Silva (C) 35
Affonso Moreira Temporal (CJ 32
F. J. Jayme Galvo iC) 30
A- (i- de Oliveira e SUj/a (C) 29
J. J. Ribeiro Roma (C) 28
Lenidas Tito Lonreiro (C) 24
Dr. C. E. Duarche Mavignier (L) 19
J. C. Hallanda e Albuquerque (C) 18
Prxedes da Silva Gu9inio (L) 14
Orestes S. de C. Neiva (C) 14
A. de Borba Coutinho (C) 13
Banedicto L. F. de Almeida (C) 10
Dr. J. M. Ramos Gurjio (L) 8
Seguem-se outros menos votados.
Havendo votado 3,938 eleitores, e sendo o quo-
cieute eleitoral 231, estao os tres primeiros elei-
tos em Io escrutinio, indo os vinte e oito qne se
Ibes segnem, a 2" escrutinio.
Temos mais noticia das seguintes eleicoes de
vereadores :
Ipojuca
Coronel Joio Emiliano da C. e Albuquerque
(L) 27
Candido Das (L) 27
Joi i Jos da Costa (CJ 23
Manoel Heraclito de Albuiuerqae (C) 23
Muribeca
lenente-eoronel Joaquim Pedro Carneiro Cara-
pello (L).
Major Herraenegiljo E. do Reg Mmteiro (L).
Bacharel Loureuco Augusto de S e Albuquer-
que (L).
Capitio Manoel Carneiro Leio (C).
Capitio Jos Nogu 'ir i de Parias (C).
Vio a 2a escrutinio :
Heurique Dias de Farias (L).
Pedro Jos Gomes de Lyra (L).
Joaquim Irineu das '.hagas Bezerra (C).
Jos Francisco da Oliveira (C).
Limoeiro
Antonio Francisco da -Uva (L) 28
\lferea Feruaudo Antonio Vieira (0) 25
Joaqun Francisco Bezerra Guinga (C) 25
Alferes Firmiuo Jos da Silva (C) 24
Joio Baptista do Sacramento (0) '-' 1
Tenente Jos Clemeatino Bezerra de Mello
(L) 12
Jos Pereira Cesar (L) 11
Manoel Thom de Farias (C) 5
J.s Mara Ferreira Braga (C) 4
Francisco Cordairo Bandeira de Mello (C) 4
Antonio de Pontea Marinho (C) 4
Major Joaquim Aprdio Rosa da Costa (L) 3
Jos Cyrillo de Albuquerque (C) 1
Manoel Francisco de Andrade Lima (L) 1
Urna cdula em branco.
Comparecern! 169 eleitores, e tendo votado
168, sendo o quociente eleitoral 18 votos, estao
eleitos os cinco primeiros, evendo os oito mme-
diatos em votos entrar em 2 escrutinio.
Afogados
1." districto
Archias Lindolpbo da Silva Mafra (C)
Francisco Monteiro Goncalvee da Luz (C)
Augusto de S Montenegro (C)
Modesto do Albuquerque Carneiro da Silva (C)
2.a districto
Dr. Manoel da Trindade.Peret (C)
Arthar Marques de Amorim (C)
Manoel Francisco de Souza (C)
Jos Aurelio de Oliveira (C)
3 o districto
Antonio Candido de Oliveira (L)
Francisco Martina Correia de Barros (L)
Firmino M.noel da Silva Braga L)
Beato Manoel Carlos de Mello (C)
4 o dBtrcto
Paulo Baptista.de Jess (C)
Bernardino de Senaa Peieira (C)
Einygdio de Asis hampos Coaden (C)
Jos Mana Infante de Albuquerque Mello (C)
S. Lourengo da Malta
Bario de Caiar (L)
Bernardino do Miranda Albuquerque (L)
Jos Duarte de Albuquerque Maranhio (L)
Americo de S e Albuquerque (L)
Poco

KiviSTA DIARIA
de-diminuir o ordenado,_! enipregado^a Cor(el Jo5o^aptista eer ira Lobo (L.)
Luiz Augusto Rubira .ttavignier (L.)
Jos da Silva Noves (L )
Francisco Floro Lel (L)
Varna
Tenente-coronel Francisco Goncalves Torres (L.)
Antonio Joaquim da Gama (L)
PiAnino do Reg Barros (L.|
Manoel Anselmo Correia do Figueredo (L)
//aronf7uape
Io districto
Antonio Luiz de Almeida (U)
Laurindo de Senna Leite (L)
Joaquim de S Cavalcante de Albuquerque (C)
Joao Lins de Moraes |L)
2 o distrcio
J s Antouio da Silva Acciol (C)
Antonio Francisco Ambrosio ((!)
Pedro Alpiniano Marinho Falcio (C)
Juio das Chagas Ferreira ( .)
Btbenbt
Major Jos Joaquim Amones (C)
Thelesphoro Marques da Silva (C)
Francirco Januano Nones e Silva (L)
Joio da Rocha Pessoa de Mello (C)
Pao d'Alho
1.* d i s t r i c t e
Capitio Manoel Tbomaz de Albuquerque Mara-
nhio (C)
Diogo Suares Carneiro da Cunha (C)
Firmino Venancio de Araujo (C)
Jos Pedro Moreira (C)
2 o districto ^
Maj r Franco Vera de M. lio (C)
Teueute Jos Barbosa da M'tta e Salva (C)
Jos Vieira de Mello Franco (C)
Cbristovao Mara dos Santos Cavalcante-(C)
Muribeca
1,' dlrtlletO
Gabriel Germano de Aguiar Montarroyo (L)
Major I^uacio Xavier Meudes da Silva (L)
J i^ Mara da Cruz (L)
Tenente Manoel Joaquim Baptista Jnior (L)
2. districto
Manoel do N.iscimento Pereira da Silva (L)
Tenente Jos da Silva Barr s (C)
Major Hermeui gildo E. do Reg Menteiro (L)
Manuel Brando Cavalcante (C)
Ipojuca
l.o districto
F.-lipp-' M. de Souza Leao (L)
Augusto Cesar de Ande de (L)
f. ncK.no do Rugo B. e Araujo (L)
Manoel Leo ardo de Squeira Cavalcante (L)
2. districto
Antouio Alvos d A. Lemos (C)
Herminio L. de Andrade (C)
Antonio Alves P'-ixoto de Lima (C)
Frani-ibco de Paula e Si va (C)
Limoeiro
1.a districto
Simplicio Gouc-alves dos Santos (C)
Ernesto i Oliveira Cavalcante (C)
i.c- >! mo de O.iVeiri (i)
( apiio Mauoel liustavo de. Farias de Leite
I
2 o diftncto
I ioii o de M nua (C)
il.miu < Gome a Silva (C)
, s Rosnas Mirnud ( )
l_i,aci.. de Magalhies Prado (C)
imita Casa da Mlnercordia Eis a
desigoaca. des Srs. mor i.nii-s para servirem nos
,nv rsos ealab- leciraentos no bieunio do 1886 e
18-S8:
Atylo de Mendicidade
i)r A'exandre de Suuza Pereira doCarmo.
Dr. Prxedes Gnes de Souza Pitanga.
Or. Antonio Jone da Costa Rib'ro.
HaipittUdo* Latarot
O Juan Busson.
Francisca Augusto Pereira da Costa.
Assembla ProvincialNaohouvehon-
tera sessio, pir terem comparecido apenas 16 S.-s,
deputados.
A reunan foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Mauoel d- Barros Wmdrrley
O Sr 1 secretario procedeu lei tura do a
guate expediente :
Ura officio do secretario do governo, devolvendo
iuformtd ib as peticoe8 de Ismael Clementino Be-
zerra, Cmara Municipal de Palmares, Fabio Vel
loso Freir, Laurindo Marques de Souza e Auto
nio de Oliveira Maia.A quem fez a requisicao
Era segu 1a dissolveu-se a r-unia .
taoterla paraoM lagenueM da Colo-
nia IwabelFoi expe ido o seguinte officio
pela presidencia da provincia :
3 seecao.Palacio da Presidencia de Per-
nambuco, de 1886.
Ni> tendo sido ainda r solvida pelo governo
a consulta feita por esta presidencia sobre ach-
reos se ou nio isentas do imposto geral, as lote-
ras a bem da educacio de i geuoos da oloma
L-abel, cumpre que Vine, nio obstante haver
preatado a nanea exigida pe i art. 16 do regula-
meuto ae 12 de \eost-i de 1885, aguarde a deci
sio cancernenfe mesraa consulta, afira de poder
promover a extraccao annunciada de urna das
f{r -ndes loteras de 'res serteios ; fazendo neste
s-atidu as oec-ssariae pnblicac6-
O que declaro a Vme, em resposta ao seu .ffi
co de 7 do correte.
Deus guarde a Vme.Ignacio Joaquim de
S Ma Ledo, Sr. theaoureiro das loteras para
fundo de emaaeipaci o educacio de iageuuos d
Colonia Isabel.
Bleleo oaunlnlaalA votacao para v
>eadores do municipio aesta capital apreeenta
sepilite resultado :
Di. F. do Reg Barros de Lacerda (C)
E 1 em separado
Tenente-coronel Manoel Goncalvee P. Costa
w
. Samice de L. e Mello (C)
Major J. F- Aotunes (O)
L B. Castello Br neo da R. (L)
Deodato G. Torres (L)
A. A. de Calda Padbs (L)
J. RuBno C. da Silva (L)
Gabriel I. das Neves Carduso (C)
El em separada
Dr. P. Gomes de Soasa Pianga (X)
R 3 am separada
Dr. Cosme de S Pereira (C)
Demetrio do G. Coelbo (C)
268
237
236
226
205
197
186
167
153
12
138J
130' Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Botpicio de Alienado*
Tenente coronel Apolinano Florentino de Alba- t
querque Maranho.
Dr. Jos Antonio de Almeida Cunha.
r. Pedro Affonso de Mello. 4
Colleg, das orphdt
Dr. Antonio Maria de Pra Neves.
Commeodador Joio Vicente de Torres Bandeira.
Major Jos Joaquim Antuiee.
Casa dos &tpoitoi
Dr. Manoel da Trindade Peietti.
Manoel Antonio Cerdoso.
Dr. Angosto Cario Vaz de Olireira.
Predios
Commendador Albino Jos da Sitpa.
Commendador Jos da Silva Loyo Jnior.
Pendencias
Dr. Antonio Clodoaldo de Souza.
Hospital Pedro II
Dr. Pedro Affonso de Mello.
Hospital de Santa gueda
Commendador Joio Vicente de Torres Bandeira.
Fiscal do servico funerario
Commendador Albino Jos da Silva.
Entraram no exercicio das mordomias :
Dr. Pereira do Carmo, do Asylo de Mendicidade.
D. Juan Busson, do hospital dos Lazaros.
Tenente-coronel Apolinaro Florentino, do Hoipi-
co de AJienaaos.
Dr. Faria Neves, do Coego das Orphis.
Dr. Peretti, da Casa dos Expostos.
oilliil.t L, i i tera rio Ollndeane Es-
ta sociedade se reunir s 10 horas da manhi, no
domingo 4 do corrente, em sua sede, para proce-
der a eleicio da nova directora.
O prentidifritador Ksure Xlcolay
Auiauh 4 do corrente, dar este distincto illuso-
nista a sea ultimo espectculo, no theatro das Va-
riedades beneficio da sympathica menina He-
lena.
Conforme se v do annuncio inserto na seccio
competente, ser muito variado e interessanto e
espectculo e de suppor que haja concurrencia
de amadores.
AccidenteEm a noite de 28 do mez findo,
nq districto policial da Boa-Viagem, o escravo de
nome Manoel, pertencente ao ^iscondo de Campo
Alegre, ferio a Joanna de tal, na occasiao em que
nadando a espoleta de uina pistola, esta dispa-
rou.
O tiro attingio a offendida, ferindo-a na testa e
no olho esquerdo por dous carocos de chumbo qne
foram extrahidos pelo Dr. Brltrio.
O escravo foi pr.'so e contra elle proceda-se nos
termos da lei.
Jagnai'ibe-Esse vapor da companhia per-
nambueana, que antehontem seguio para os por-
tes do sul, tendo soffrido desarranjos em seu ma-
chinismo, teve de arribar honten este porto
afim de fazer os reparos de que necessita.
E' provavel-que hoje mesmo, s 5 h iras da tar-
de, siga elle o seu destino, por serem ligeiros os
mesmos reparos.
Paquete nacional Rabia Este pa-
quete da Companhia Brasileira sahio hontem
tarde da Parahyba, em viagem de regresso pata
os portos do sul.
Dever aqu estar hoje de manhi e hoje mesmo
seguir a seu destino.
Rendimentei* publico* Arrecadarau
s seguintes estacoe em Junho :
Alfandega :
De 1886 1,155:137*839
De 185 681:1165205
De 1884 779:333*930
De 1883 620:9 r2*643
De 1882 668:914432
Reeebedoria Geral :
De 1886 41:514*399
De 1885 43:963*937
De 1884 53:879*643
De 1888 60:283*916
De 1882 50:062*403
Consulado Provincial :
De 1886 () 257:882*794
De 1885 198:091*269
De 1884 165:370*710
De 1888 178:925*559
De 1882 208:294*478
(*) Na renda de Janho do Consulado, figura a
quantia de 121:481*014, proveniente dos impas-
tes de importacio e gyro commerci-J, arrecadados
pela Alfandega.
A corveta Almirante Barroso Va-
mos agora publicar o extracto de urna carta de
Uavana, onde a corveta aportou em 19 de Maio
ultimo :
JA Ihe dei noticia da aprecacior amabilidad*
e enthnsiasmo, com que fomos recebidos em New-
Orleans.
Agora vou contar-lhe como foram as nosss*
despedidas.
* Pelo artigo incluso, que ba poucos dias publi-
camos, ver camo a imprensa d'aquella cidade dea
conta da festa que a bordo offerecemos ao govec-
nador e mais autoridades, do estad i-maior, coai-
missio da exposifio e cavalheires da cidade, qae
tao prdigos foram em obsequiar-nos.
Notar-se-ha a falta de senhoras n'aquella
festa. Foi isto p'opositalmente feito poi diversos
motivos. Mas ss senhoras do paiz nio poderam
conter se ; reclamaram (era o que desejavamos),
e foram com respeito e gratido attendidas.
Resolvemos offerecer-lhes especialmente urna
matinf.a bordo, as vesperas d nossa parti-
da. Marcou-se o da, e foram ellas convidadas
directamente, segando s aso do paiz, e vieram
graciosas e curiosas.
II mve por essa occasiao mais do qae enthu-
siasmo, um delirio, que muito as contenten; reti-
rando se 8audosas e satisfeitissimas.
0 Diziam todas e todos que nunca tinham vista,
nem sabido que tenha havido a bordo de um na-
vio de guerra festas mais bellas, completas e agra-
daveis; e creio que tinham razio. Eu que son da
marinha nunca vi nem ouvi fallar em cousa seme-
Ihante. Todas e todos captivarara nossas symaa-
thias e gratidio.
< Pela minha parte nio posso deixar de mani-
festar minha grat dio pela attencao e obseqaiea
que particularmente recebi Jo presidente da expa-
sicio Sr. Me. Connico e sua Exma. amilia, qae
somente pude apreciar as duas ultimas semanas,
quando nos-as relaces passaram do terreno ofi-
cial para o familiar.
Difficilmente se encontrar gente mais araavel,
mais dada, e que tio bem compr henda a melhor
systema da vida.
O Sr. Me. Connico. tendo comecado sua vida
como caixeir" da estrada de ferro, oceupa hoje,
divido a seu trabalho, probidade e iut. Iligeneia,
POS90 proeninente entre os negociantes de New-
Orlans.
Desta cidade para aqui gastamos 5 das, coas
bom temp >, mas vento muito bonancoso.
E' Havana nma cidade bonita ; perm am
tanto maltratada na parte comraercial.
As cubanas gosam fama de bellas e espiritaa-
sas: niosei se merecerio tanto : hei-de, se pnder,
tirar isto a hmpo, para resolver miohas duvidas,
cora pai ando as cum as nossas patricias.
Aqui continuamos em festas Palla-se, aleen
d>- tou -adas e tertulias, em urna revista de 20 mil
homens. para a qual ja estamos convidados, e te-
remos de obs rvar a par do estado-maior do espi-
ta" general.
Em piucos dias seguiremos para New York
d'ond tornarei escrOTer-lhe.
AMNoelneao don EmpretTadoa do
Corauei io de FernnmbucoEsta As-
soeiaca reuni se no domingo niinoo para eleger
os seus funce onarios para o excrcicio de Julho de
186 .lunno de 1887, obtendo maicr numero de
vitse pendo por isso declarados eleitos os seguin-
tes s ubor :
Directora
Commissio directora
Presidente, anoel E. da Recha Samico (ree-
leit .)
Viee-presi lente, MsnoelF. M. de Azevedo (ree-
leito).
1. Secretario, Joao F. Moura.
'..* Di a, Iliiefoas.. 'le F. Piuheiro.
Thesonrero, Antonio E. de C Soaree.
Aijunio, Paulo Luiz A. Ribeiro.
Or.d'-r Jusqa'm S. de Figneire.do.
i.'omjiissao de syndicancia
Preai lente, Ner i C. Maciel (rreleito).
1 Se.-reiario, Adolpho Cavalcante.
2 Di'o, -lie* Velbo Barre.o
Vogaeg, J s Tbomaz Ferreira, Anatbolio da
Cosa Rega Monteiro, Jos S. Andrade, Joaquim
M. F. Lima.
Commissio de emprogos
Presidente, Augusto C Boa.Viagem
1> Seeretarii, Agripino N. Lima (reeleitol.
2 Dit<>, Seaaato Retumba.
V->t.e*. Joao C. Almeida, Jos L. de1 Soaia,
Vctor Dinia, Leoacio dos Sanios.
Asaamblnflera'
Presidente, Adalpho A. G. Alet 'irado (n
leiu)>
Viee-preaiaente, Candido T. don Reiu
NHJTUAH L



1
I
I
1. Secretario, Francisco Cousseiro.
2. Dito, Hoorique Oiiveira.
Coajajasaao de rame de eoMas
Joao K lo.
Ffiiaciseo Q."da: Boa-Vate* (reeletto).
FranoenoM). da-Silva Saior.
Ficou mareado o domingo 11 da corrate par
posse dos novos eleitos.
a*aMeea**eaa.>-Um telegramma que aoa-
tern recehemo3 do "Rio de Janeiro trouxe-nos a
triste noticia de qie falledera no dia antecedente,
D. Mari* Jorge de Menezes, esposa da Sr. onge-
nheiro Ricardo de Menezes.
A fallecida era filaa desta provincia e conta
cerca de 40aonos de idade.
Muito relacionada neata cidade, sonriera bem
educada, era estimada do todos quautos a couue-
ciam. /
A aoa desolado esposo presentamos as no seas
condolerais^.
BhMvo AXagenarloaEm 21 do mez
fndo, ua audiencia que da va o Dr. Maaoel To-
bas da Reg Albuquerque, juiz de orphos de
Taquaretiaga, ioram declarados libertos, por forja
da ii n. 3,270 de '8 de seteuibro ie 1885, 11 es-
cravos maiores de 60 annos, uneos qus exittiam
i referido municipio.
r0 acto esteve concorrido e a elle comparecen
anda numero de espectadores
Comit Itinerario AcadmicoEs
ta sociedade funccionou no da 30 do paasado para
elejrer a nova directora e coraaussoes permanen
tes :
Foram eleitos :
PresienteJ. Taiago da Fonseca (reeleito).
Vice-dito anlino de Souza Mello.
1 secretario -Victorino Maia.
2 ditoOiiveira L ite.
AdjuntoAffonso Glatna.
OradorJulio Pires Sobrinho (reeleito/
Vice aradorPaulo de Mello (dem).
Th. sjureiroJ. de Barrosjetto Jnior (idem).
BibholhecarioAlfredo Just.
Commisso de legislaban
RelatorJulio Pires.
MembrosGoncalves Mello, Alfonso tama, Per-
dgao e Paulino de Mello.
Commisso de theses
RelatorPaulino de Mello.
MembrosOiiveira Leite e Alfredo Just.
Commisso de syndicancia
Relator Netto Jnior.
MembrosPaulo de Mello e Gonzaga Bacellar.
Commisso de contas
RelatorFo o Bu rque.
Membros Sebastio Lobo e Bacellar.
Commisso de peritos
RelatorVictorino Maia.
Membros Bernardino Vieira e Netto Jnior.
No dia 8 do corrente ser a posse s 11 ho-
ras do dia.
Contraria de Santa Rita de Can Amanha ter lugar pelas 10 horas da manha, a
sessil) solemne de posse do novo conselho admi-
nistrativo desta confiara, que tein de servir no
anno compromissal de 1886-1887, sendo o dito
acto precedido de urna missa s 9 boras em ponto.
Bevluta AcadmicaDiotnbuo-se hon-
tem o n. 4 deste quiuzenario.
Entrada de forro de Becife ao S.
Francisco Durante o mez de Maio ulti-
mo foi o numero dos trens com o seu respectivo
percurso seguinte :
* < iihiiii
Dta-io de AerMambBOH-^dbbiuto 3 de Julho de 886
Escola Normal de Senhoras iEs o resultado dos exames prestados n'esta Escola a
- gos dp Ilustre pernambucano de pranteada me
l sargo da Sociedade Propagador-da lnstrucco Pubtica, na parochia da Boa-Vista, no mez de JuaV> f Meria, Dr.'OalfJUnio Francbeo Obr--:
1
i
-o
Materia*
| Lingua nacional,
l.'alllgraphia
Desenlio linear .
Arithmetica
Msica theoriea.
Profto* Harn
Dr. 'Horacio doBta.
R. F. de Medeiros.
Cyrillo Santiago.
Galdino Loreto.
Domingos Jos Marques.
!*
--------1
8
E
Lingua nacional.
Calligraphia
Sciencias pbysieas
Msica piactica.
Francez
Geometra .
Geographia.
Moral .
Historia
Sciencias naturaes
Direito constitucional
Pedagoga .
Dr. J. M. Acaua Ribeiro
A- Ducasble.
Padre Dr. M. Labato.
V. Seixas.
Dr. A. Guimares.
Dr. H. Moreira Dias.
Dr. Virginio Marques.
Dr. Pergentmo Gal vio.
Dr. Virginio Marques.
Padre Dr. Manoel Lobato.
Dr. Virginio Marques.
R. F. de Medeiros .
2
2
...
7
13
8
4
9
6
6
7
8
5
7
11
4
10
9
5
4
4
2
7
5
s
33
26
36
39
35
10
2
1
7
8
xen-ide Araujo,
mandaran olebrar pelo descanco eterno da ana
alma.
_-* *\o-saploieacujaaav&'via-se'o trateteym-
wdfla"moVt*,,Wbebrren grande trttnrcro de pes-
soaadas aaaia gradas da eomarea^amigea era sua
maior parte dodllustre Borto, cojo paafeaaent o
Brasil inteiro anclara, puttrae era o Dr. Correia
de-Aratrjo urna aotabitidade dleste paiz, e- a auem
pelo *eu talento, illuetraco, cawcter indepen-
dente e superioridad? ineonteetavel estava reser-
vado m breve attiogir a raais elevadas posicoea
no mando social.
48
64
60
53
48
23
S
12
26
16
10
7
16
OBSERVACES
Completaram o curso as alumnas: Julia Mara Eulogia do Carao, L vo, Mara das Aferees Garcia Chaves, Mara Eulalia Fernandts, Maria Iguaria de Jess, Maria Oliu-
dina de Mello e Nympba Munia Ta vares.
tirandesa le FernambocoDamos em seguida omappa deawnstrativo dorendimento
da .Alfandega de Pernambuco, durante o m z de Junho de 1886, comparado eom o Igual mea do
anno de 1885.
Comeoou a rciaaa s 10- horas da manha, to-
cando a orehestra, dirigida palo Sr. Jos Goncal-
ves de Medeiros, urna belliasima marcha fnebre,
notando-se grande reeolhimento o signis de pro-
funda nagoa m todos que-assistiam ae aeto.
Terariaada a missa, principios o tnement que
foi cantado pelo Rvdm. vigario Pedro Pacifico,
sendo-o/i'iera xecutado pela orches'.ra
Aps o acto religioso- fallaran) obre a vida e
altas virtudes cvicas -que caracterisavam o Ilus-
tre finado, os 8rs. Dr- Lydio Marianno, proessbr
Manoel Clementino, acadmico Firnuno de Mello
e Bellarmino Dourado, sendo todos ouvidos com
religiosa attencao, tesando finalmente a orchestra
urna marcha fnebre.
Entre as
kilmetros
16.173,9
8 921,5
2.000,0
27.095,4
176 tren8 de passageiros percorren-
do
148 trens de carga percorrendo
100 trens de lastro percorreado
424 trens percorrendo
Viajaram na linha:
1.461 1/2 passageiros de 1* classe.
L840 1/2 i 2
11.671 3
14.973 das 3 classes.
sendo que alm d'estes viajaram : 1 com bilhete
de periodo e com passes do governo os seguintes :
85 passageiros de 1 classe.
10 2 classe.
142 8 classe.
237 > das 3 classes.
tendo sido, portante, o uu-nero total de passageiros
15.211.
Foram despachados 3.095 volumes de bagagens
pesando 52.051 kilogrammas, e por conta do
governo 112 volumes, pesando 2.270 kilogrammas.
Despacharan)-se 394 animaos diversos, alm de
2 por unta do governo.
Fonun transportados 4.820:732 kilogrammas de
mereadorias, nos quaes figuram 74 602 por conta
do 'governo e 9,580 por conta da empresa do
prolongamento.
Dos 4.736,550 kilogrammas restantes foram
transportados :
kilogram
1.752.356
2.522.568
461.626
DE50MIHACAO DAS SENDAS
Importagao
Direitos de consumo .
Addccionaes de 50 % .
Augmento de 10%. .
Expediente de 5%.
Axmazenagem.....
Capatazia.......
Imposto de 40 % sobre fumo.
Despachos martimos
Imposto de pharoes.
Dito de dcas .
Exportaco
Direitos de 9 /0.
dem de 7 o/0. .
dem de 5 o/0. .
1886
Interior
Da capital para o interior
Do interior para a capital
Em trafego intermedio
4.736.55
Entre as mereadorias transportadas do interior
para a capital figuram :
14.998 saceos de assucar com 1.156,768 kilo-
{rammas, 1.954 fardos de algodao eom o peso de
5,6.2 kilogrammHS, 2.164 kildgrammas de fum>.
193,753 de agurdente, 189,788 de cereaes, 10,825
de couros, 335,000 de madeiras, 3,746 de mel,
170,000 de lenha, e o mais de diversas ine.-ca -
dona3.
Importou a receita em 59:187^580, proveniente
das seguintes verbas:
Reeeita
18:178*450
2:279*020
6314040
36:713*580
Paaaageiros
Bagagem
Animaes
Mereadorias
Transporte por
conta do go-
verno
Transporte por
conta da pro-
longamento
Acmazenaaein
Telegrapho
Venda d mate-
rial velko
Porcentagera
30,732 /.
3,851 "/
1,066 "j,
62,029 /,
Sello por verbas.....
Dito adhesivo.....
Imposto de transm. de propriedade.
Extraordinaria
Multas
Depsitos
Deposito de diversas origens.
Contribuidlo de caridade .
Somma.....
385:060*368
342:510*610
68:502*135
4:854*!'93
13:395*605
2:482529!
6*400
3:220*000
969*780
8:385*641
5420
21:202*466
1885
2550^0
241*000
100*000
788104(1
648*126
2:705*756
1.115:133*577
383:903*325
191:971*180
38:394*239
2:6*7*150
8:377*211
2:188*947
43*820
2:880*000
969*910
5:692*121
2*688
38:255*964
DVFBBEaCAS
Para mais
705000
780*000
65*1888
496*782
1:374/168
2:428*700
681:116*205
301:157*043
150:539*430
30cl07*896
2:317*843
6:018*394
893*343
*
340*000
*
2:693*520
*
*
Parameos
*
*
*
831*263
*
277*056
492:975*788
*
*
*
*
*
*
37*420
*
*190
*
2*268
17:153*498
45*003
539*000
550*u00
726*040
*
18:953*416
RECAPITULAQAO
DESOMINACAO DAS SENDAS
Importacao .
Despachos maritimos
Exportaco .
Interior ....
Extraordinaria .
Depsitos.
Total
1.166:912*401
4:189 o 720
29:588*527
366*000
758*045
3:353*884
1.115:138*577
627:515*872
3:849*910
43:950*773
1:500*000
496*782
3:80 *868
681:116*205
489:396*529
336*810
*
*
281*263
*
489:967*602
*
*
14:362*-'46
1:134*000
448*984
15:945*230
2 scelo da Alfandega de Pernambuco, Io de Julho de 1886.O chete, Domingos Joaquim da
Fonseca.O escripturario, Odilon Coelho da Silva.
646*890
47*520
191*060
441*540
77*680
1,093 /..
0,080
0,323
0,695 7.
0,131 /.
59:187*580 100,000 /
A despeza na importancia i do 39:291*601 resul-
tou do segainte :
Despeza Porcentagem
12:275*457 31,242 /
12:705*030 32,835 %
CoiiserTAcao
Trcela
Reparos de car-
ros e wagoe's
Trafego
Adavuiatraoao
Telegrapho
2:876*960
8:930*761
1:137*174
1:366*219
3fcWl601
7,322
.22,730
2,894
3,477
100,000 %
O saldo verifieadafoide 19:895*979.
Keeeiu media por dia 1:909*276
dem por linha kilmetro 474*491
Ideux por locomotiva kilmetro 2*1H4
Despeza media for dia 1:267*470
dem por linha kilmetro 314*991
dem por locomotiva kilmetro 1*450
Saldo medio por dia 614*806
dem por linha kilmetro 159*fxK
dem por locomotiva kilmetro *734
Despeza de conswvaco por linha
kilmetro
dem idem por locomotiva kilmetro
dem de locomoco por linha kilome-
metro
dem de locomocao por loooawtiva
kilmetro
dem de trafego por linha kilme-
tro
dem de trafego por locomotiva ki-
lmetro
dem do telegrapho por telegramma
expedido.
Idcn idem por linba kilmetro
Proparcionalidad entre a despeza
tot-i 1)6,884 >/,.
Foram transmittidos 603 telegr*mmas.
A conservaco da va purmaneate exigi a sub
stituico de 700 dormentes, 50 trilhos de ac, 5,10
cuuhfl,ft00 taia8|de juuocao, 298 para/usos e 503
metros cobijos do lastro.
O imposto sobre as passagens produzio durante
o mez a importancia.de 1:708*000.
VsterMt 's*-rovlne*a-,Quinta-fera, 8
de Julho, se extrahir a lotera n. 62, em be
at'ficij aaSuto Gasa .de Aliaerfaordia do 14 -
ifc. t
No consistorio da igreja de Ncssa Senbora da
Conceicao .dos Hilares,. se achaco expostas as
urnas e a eapharas, arrimada .n eraem num-
rica apreciaco do publico.
e a
98540 .
*453
124*916
*575
71*595
*329
2*266
10*952
reeeita
Boa InvencoA relojoaria alienta, pra-,r
c-i do Conselheiro Saldniha Marinha n. 4. acaba
1.- receber capas de borracha, te diversos fepaa-
uhos, para preservar do p<$ e huiiiidade os Vio
ruis de algibeira. Tcem ellas em urna d&s faces
um orificio que deixa ver perfetamente o mos-
trador.
E' urna boa inveuca>.
E* com o flacal O muro dos fundos da
casa n. 118 da ra Vital de Nogrciros, que deita
para a ra das Carracas, alm de estar fra do
aliohamento, acha-se desaprumado, rachado e
aioeaca cahir.
Convm, quanto antes, tomar as necessarias pro-
videncias, afin de nao acontecer depois alguina
desgrana; devendo outrosim, evitar-so que all
se depositem, como costume, animaes morios,
Jixo, e-outras ksmundicies.
Taquarellaga Escresem-nos em 23 de
Junho findo :
Acha-se transferida a sede da comarca de
Vertenfs para aqu; nao se admire, pois, qui- o
seu missivista de Vertentea, imitando os reportera
dos centros papulosos, tambem se madaese para a
serra, afim de que d'ora em diante Ihe possa ira j-
unittir a* novidades que por aqu se derem, pc-
quanto Tifio antio .
Do centro par'.em os raios
i Acode ha fogo ba cusaaca ;
S ahi me collocando
Dir-lh -hei o que se pissa.
Em 5 do corrate instillou se o foram com a
primeara audiencia do Dr. juiz municipal.
Satao preteotemente quasi tolos es fsoocio-
narios puolicos com residencia fixa na serra de
TafUaretinga, hoje villa < cabeca da oouiar do
mesmo nome, tendo viado os Drs juiz municipal
o promotor publico com suas familias no dia 10
do corrente, pela mtnh,onde foram reetbidea pe
lo p>vo eom a banda de msica frente, e figos
s ,r, esU;udondo-ee at parte da uoite ease rego-
sijo por tal acontecimiento.
Apenas o Dr. juiz de direito, que em minha
tiamWde.ooiBiao oVvera ser o panoiro a dar o
exemplo, anda nao quiz mudar-se; entretanto
tem vindo dar suas audiencias. Tal vez quu su i
numerosa familia seja um dos valiosos motivos que
o obrigam anda a permanecer, ua ex-vdl de Ver-
taates.
< No domingo 13 do corrente, o Rvd. vigari
IVjo por oecaatiada missa oonveutiial, aue"m-
pre corn msica e canto, convidou o povo a maul-
lar no domingo seguate urna feira na local'.dade,
apreeotndo os mutivos que axjgiam :i realisacao
dess medida e os ben.ficioa que d'ahi podiam te-
litar para todos.
Com efieto, no domingo seguinte. contra a
expectativa de mu i tos, desie s 9 horas da mauha
gno de attenca'-, parecendo-nos at qae a maebi na
de forgicar procesaos pord ca aquella pslha, -
se n > quebrou as m iUs, ao m nos est com alias
oxidadas em virtude das ebuvas que tem appa-
recido.
forcos do subdelegado Joo Bezerra da Cunha que
manJou um official de jusuca com mandado do
Dr. juiz municipal, acompanhado do sargento Jos
Bente da Costa Meira, commandante do destaca-
mento e algumaa pracas mus, foi capturado e *e-
colhido esdeia o celebre criminoso Jos Cons-
tantino de Mello, que combara, ha muito, das di-
ligencias contra elle expedidas e que foram inn-
meras, havendo at e:n urna dellaa derramamento
de sangue, -sem que houvess? no acto de sua pri-
sao agora o menor facto a lamentar.
Este criminoso segundo dizem, fazia parte do
grupo de Ignacio Montero que tanto tem aterro-
risado o centro desta provin:ia e da Parahyba ;
ha quem nao o julgue tao oulpado, mas o certo
que elle tambem ae acba procesaado no Brejo da
Madre dn Deus e em Cabaooiras.
Nos dias 18 e 20, apretentaram-se ao Dr. juiz
municipal, que os fea recolner cadeia, Manoel
Perera Lobo, pronunciado no art. 201 do Cod.
Oriin., e Antonio H -.unque da Araujo no art. 257,
combinado com o art. 35 do rrftrido cdigo.
< No da 21 do co:rente, p-Tnte grande con-
curso de agneultores, teve lnqn.r aqui aaiiberta-
ca > dos sexagenarios em audiencia do Dr. Maaoel
Tobas do Reg> Albuquerque, juta de orpbaos do
termo. Foi urna feeta tocante.
Ao declarar aquelle npetrado libertos 11
escravos exis xates na eoaaaca, por torca da lei
u. 3.270 de 28 de Setembro de 1835, fez este um
apauhamento geral da referida 'ei.mostraiido e>.s
vantagvns e ineuiindo no a.mno des prop ietarios
de eacravos que de. urna veapara aempre eve-
nam oatii-par de seu seio esta nodoa aeui prfjuizo
algum, servindo-se para isso do contracto do lo
cacao de servicoj, ao que-foi muo applaudido,
tocando nesaa occasiao a maaiea da kcshdade o
liyinno n -cioual.
megida o profesaor Marapa Mella que pre
sent se aohava, fea um comi rente discurso, re-
montando-se a-i principio da escravidao, sais con-
sequencias funestas, vantag-'iit do trabalho pelo
braco livre- e mostrando finalatente aos libnrtan
dos os devores >- obrigacSes que acabavam de con
trahir par com a sociedade, que oa ucabia de
ora em diante como cidados.
r Fiada a festa no recinto do edificio inunicip.il
e reinando aaatisfaeao no aembiante das pessoas
pn-seut' a, estas dirigirn}-se unan msica a fren
te em urna paaseiata por toda a viiia, ao Iroar de
foguetes, e do meio le vivas acclauacoes, dissol-
v.-ud i-se a i-eunio ua porta do ineamo 'xiifiuio mu
lain cbegando ca>gas e gneros de todas. ag<}ua- inieip! era um nthusiaatio viva a t. Al. o ka-
l.dades, de trma quedepiis da missa maia de
quMihentas peasuas, entre i-oinpradotes e vende-
lores, davain testemunho de se achar installada a
feira, teudo-se vendido tudo e notando se os pre-
cos regalares dos gneros de primeira naoessida-
ie, a men v- r j i muito rasoaveis pela abundancia
ii vai app*rreoiido nos.-taercad.s dasta oatu
rea.
sta locadade, essencialineute agrcola, de
um clima verddeiruieut sal.bre e ameno, pot-
uinJo tu lo quauto neoassario para um passadio
rgalar, ib-rooia qae a'ella se esubelecesse eate
ceutro de cominercio para aupprir com facilidade
oaaeaa babitautes.
Est, pu-s, crauda a feira de Taquaretioga,
que para oa incrdulos nao pasaava de urna uto-
0a, 0 iato or#;irte.d>-Vd tnflueacj, estima-e
considera cao em que sido neata comarca o Rvd.
,jdre Ty', cuju prestigio jamis se poder por
m duvida, pois-um pedido ao* aaus -paroohiaass
importa urna ordem aua palavra um Evangelho.
No correr deste anno atoes traa regiairado
nos annaes do crime, facto algum que ae torne di-
cadoi, e locan lo o kymno aaciaual
* Unje 23, prestou fianza uravisoria na frsoa
da l-i o ex-<'scrivo da collectora Alexaudre Ma-
noel Bezerra, o qual tora pronunciado, no impedi-
mento do Dr. jais de dimito, pelo fcUr. juiz muni-
cipal, seu substituto'legal, no art'170 do Cod.
Ciim. em proc -sao mandado instaurar pelo The-
Bouro Prvtauial.
Se o estado de salubridade nesta villa, auxi-
liada pelo clima, nada deix-i a desojar, pois no cor
rer daste naez apenas sepultea-se no cwattario
Fram-ioc Laiz de Siqaeira, com 65 anaos, Mar
ganda Maria de Jess, cun 80 anuos de idade, e
dois parvajue, nao o menos a pasotranquillida-
de (U--rsina entros i seueawbitaotes. de que
raapmsavel o desta amento, que tem como gen
coanaaodante o aargaato Jos liento, xjual sabe
eumprir oom aeus deveres, a tem dessmpeuhado
importantisaimas canuaiasoes .
Unraihun-aWmette-aoa o nosso corres-
pondente em data de 27 do mi 8 prximo fndo :
Realisaranxse.noj dia 16 do corrente na ma-
triz d'esta cidade as exequias solemnes que os ami-
muitas pessoas que assiatiram ao
acto notavam-se membros proeminentes do partido
liberal.
As exequias que tiveram lugar na matriz
d'esta cidade em memoria do Dr. Correa de Araujo,
estiveram na altura-des recursos do lugar, e do
profundo pesar que no coraeo de todos deixou o
prematuro fallecinaeute do ftiatincto pernambu-
cano.
Concluindo, d'aqui dirigimos desolada fa-
milia pslavras de Bincera condolencia, que vo de
envolta eom o verdadeiro sentimento que ente a
patria enuctada pela grande perda qae acaba de
soffrer.
Rennio-se no dia 12 a segunda sessao judioia-
ria dn. corrente anno.
A sessao foi presidida pelo Dr. juiz de dirflito
da comarca Joaqnim Cordeiro Coelho Cintra, oc-
cupando a cadeira da justca publica o illustrado
Dr. Lvdio Marianno de Albuquerque, que aqui
chegou precedido de urna grande seputacad na tri-
buna judiciaria.
Com effeito, o Sr. Dr. Lydio Mariano reve-
lou-se um orador filente e de urna argumentaoao
correctiasima, sendo, por isso, as sessoes sempre
mnito concorridas e animadas, recebando o Ilus-
trado representante da jtMtiea publica 'grandes
pro vas de apneco e conerderacito.
Feram submettidos a julgamento os reos se -
guintes:
Antonio Alws Barrete, reo appellado pro-
nunciado no art. 193 do Cdigo Criminal. Foi seu
advogado o alteres Joaquim Correia Brasil J-
nior, sendo condemnado a 14 annos de prisao.
Jos Oomes dos Santos e Francisco Ferreira
dos Santos, co-roB, incursos no rt. 192, combi-
nado cem o 34 do Cdigo Criminal. Patrocinou a
causa o Dr. Antonio Baptis'a de Mello Pciroto J-
nior, sendo os reos absolvidos unnimemente.
Francisco Alves dos Passos, cenhecido por
Chico Fdc, acensado de ter sido o assassino do
infeliz sargento Cineinato Velloso da Silveira Lo-
bato, pronunciado no art. 192 do mesmo cdigo.
Foi seu advogado o Sr. Jcaquim Correia Brasil
Jnior Sendo absolvdo por 11 votos, appellou
d^esta deciBo para o Superior Tribunal da Reja-
ca.) o Dr. presidente do tribunal.
Francisco Jos Guimariee, conhecido por
Chico Andr, pronunciado no art. 192 do citado
cdigo. Di-fendeu a causa do reo o Sr. Joaquim
Correia Brasil Janior, sendo condemnado no me-
dio do mesmo artigo; appellou o Dr. presidente do
tribunal.
Juliao Rodrigues Teixera dos Santos, reo
appellado, pronunciado no art. 192 do mesmo c-
digo. Patrocinoa a causa o Sr. Joaquim Pinto de
Campos, sendo o reo condemnado no medio do
art 193.
Encerrou -se a seasao nj dia 15.
Corr.ram um pouco desanimados este anno os
festejos do i atusco S. Jeo.
Cremos ser isto devido ao to esperado acaba-
mente do mundo n'aquelle dia.
E era interessante ver-se como o pobre e igno
rante povo, acreditando na prxima e immensa
catastropho, anda va triste e abatido, rosando uns,
ao passo que outros iurtavain, matavam, etc.
Felizmente o dia fatal passou sem que nada
de notavel apparecesse, e agorp o pobre povo j
respira mais livremente, certo de que o mundo
nunca se acabar.
Paibre povo!
Faileceu com 76 annos de idade, no dia 17 do
con ente, o laborioso agricultor Antonio Vas da
Costa.
Era um homem honrado, e devido ao seu la-
borioso trabalho lega sua familia alguns bens de
fortuna.
Militava as fileiras do partido conserva-
dor.
Paz sua alma.
* Tambem faileceu no dia 23 o alferos Manoel
Gomes Ferraz, que nor muitos annos foi aqui se-
cretorio da Cmara Municipal.
Acbase j completamente prompto o altar
de Nossa Senbora das Dores, que ser sagrado
quando S. Exc. o Sr. bispo D. Jote vier facer a
pr.-inertida visita a esta freguazia.
o Chegou ba poucoa dias a esta cidade acompa-
nhado de sua Exma. familia o Sr. capitao Adol-
pho Accioly de Aodrade,
< Com urna missa cantada, procisaao tarde e
urna ladaiuha noite, erguida de um variado foj>o
artificial, foi solemnisado o dia 18 do corrente, d .
dedicado ao glorioso padroeiro d'esta freguesia.
Foram promotores d'esta os Srs. Pascoal Lo-
pes de Almeda e Izidro Lueindo da Silva Rodri-
gues.
At outra vez.
Segundi-fera :
Peto agente J*oi's 0 e 1/8 horas, na roa do
Rangeln-48, de diviass.
Pelo agenttPirttOi'i Fl horas, no caes da Com-
panhia Pernambueaua, de 78 barricas ora cimento
avadado.
Terca-feira
Pelo agente Pinto, s-je e 1/2 horas/ na ruado
Barao da Victoria n. 54, de moris, louca e vi-
dros.
Quarta-feira t
9do~ngenU Hntofa litaras, aaarua do Bom
Jess n. 13, de fazendas, miudesas etc.
Mitn* (naenna.^-Sero celebradas :
Hoje :
A's 8/aaras, no Teroo, o no Guadelape em OHn-
da, por alma de 13. Maria Joaquina de Anunciaco
Rabello; s 8 horas, na igreja do Repinto Santo,
por alma de D. Tbereaa E.de Albuquerque Mara-
nh5o; s 7 1/2 horas, na igreja da Soledade, por
alma de D. Maria Moreira Matra; s 7 1/2 horas,
na matria da Boa-Viste, por alma de D. Carolina
Leoncia de Amorim ; s 7 horas, na igreja do Di-
vino Espirito-Santo, pela alma de D. Isabel Fon-
seca da Rosa Baptieta.
Segunda-teira :
A's 9 horas, na matriz de Gravat, por alma de
Henrique Brtenv do Reg Barros ; s 7 e 1/2 ho-
ra, na-matri da Boa-Vista, por alma de D. Ade-
laide dVMattos Lemos ; s 7 horas, na igreja-da
Penha, por alma de D. Galdina Barbosa de Fa-
ras; s 7 e I/2>horaB, ao Coavent do Carmo, por
alma de D. Balbina Calheiros da Grnca.
Caaa de netenrfto Movimento dos pre-
sos no dia 1 de Julho :
Existam presos 294, entraran 2, enatem 296.
A saber:
Nacionaes 261, mulheres 3, estrangeiros 11, es-
oravos sentenciados 6. proceesados 5, ditos de cor-
recoio 10.Totel 296.
Arracoados 267, sendo : brns 257, doentes 10
Total 267.
Movimento da-enfermaria :
Tiveram alta :
Sebastio Ferreira de Lima.
Antonio Joaquim, escravo de Flix Valois do Nas-
cimento.
Loteria lo- BroA 1* parte da lotera n.
198, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. do corrente.
Os bilhetes acbam-se venda aa Caga da For
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem achaaj-se venda na praca da Inde-
cia ns. 37 e 39.
batera da porte-A 2 parte da *!64 lo-
tera da eorr*,cujo premio grande de 100:000*',
ser extrahida hoje 2 de Julho.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se acham vendana Case da Fortuna,
ra Primeiro de Marco n. 23.
botera de ncete de VOOfOOOsooo
A 15' parte da 12 lotera, eujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
impreterivelmente no dia 6 de Julho s 11 horas
da manha.
Bilhetes venda aa-Casa Feliz da praea da In-
dependencia ns. 37 e 39.
botera Extraordinaria do api
NranaatO 4o e ultimo aorteio das 4 e 5 series
desta importante lotera, cujo maior premio de
1501000*000, ser-extrahki 14 de Agesto proxi
mo.
Acham-se exposto a venda os restos dos buhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Haladauro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 70 reaes para o consu-
mo do dia 3 de Julho
Sendo: 55 pertencentes aos Srs. Oiiveira Ca
tr r?. C., e 15 diversos.
Herrailii Uunirfpal de M. Jo.0
movimento deste Mercado nos dias 2 do cor-
rente, foi o seguinte:
Knfrnrara :
26 bois pesando 4.216 kilos.
O Etbna.O Elena, cujas erupo5es sao cada
vez mais assustadoras, o maior e o mais peri-
goso de todos os vulces que ba no globo.
A base do Ethna mede aan. circumrereneia de
65 leguas proximameare, e sua altara perpendicu-
lar de uns 4,000 metros sobre o nivel do-Medi-
terrano.
>s q-ie anda nao viajaram pela Italia e Sicilia
nao formaos, geralmente, idea exacta do que
-ura valcao. Imagnese ama grande raontauba
de cuja cspide sahe fumo ou fogo : um /ulci >
em eoulicao sem duvida atguma mais grandioso
e imponente.
A superficie cnica do Ethna se divide em qua-
tro zonas perfeiUmante determinadas simples
vista. A primeira, junto base, tem mais de dez
leguas de largura: aoha-se muito povoada e bem
cultivada.
Nesta zona se encontra a cidade de Catania. O
terreno est formado por antigs lavas eom -mes
ca de cintas de varias-erunrdes e iaarawlhoao o
cultivo de cereaes e miabas.
A segunda zona tem 45 leguas quadradaa. Est
mais inclinada que a primeira, o se acba quasi
completamente coberta de arvoredo. Subiado-se
chega-ae terceira zana, pobre a rida, d'unde s
se vn grandes moutas de herva, e d'ahi para ci-
ma se encontra a quarta zona coberta de neves
perpetuas.
Em o vrtice da inmensa mole -cnica se eu-
oonta a grande eratia do. do sahem, sem ceaaar,
penachos d- fumo.
Porque, perg ltanlo alguns, offerecendo tantos
pericos as ladetras d'uma montanha desta natu-
reza se eonstruiram alli cidades, Villas e aldeias T
Por largo tetnpo, o Ethna permaneceu inact vo
sem que se observarse o raais leve aigual de qur
se podease repetir as erupcea.
Aquelli trra frtil como neuhuma en conse
quencia das enormes quantidades de cinzas vulca-
nicas vomitadas pela crtera, excitou a cubija dos
pobres lavradores das immedacoes, que oom eg-
casso trabalho aasogaravam eoaneitas abundan-
tissimaa.
A historia dos desastres causados pelo Ethna
urna historia de lagrimas, catastrophes e rui-
nas.
A erupcao de 1669 destruo cincoenta e um po-
V08, causando a morte a 100,000 pessoas.
Desde entao nao succedeu urna catastropho igualj
porm, de vez em quando e em periodos desiguaes,
entra em ebulioo o ulco, laucando no espaoo
baforadas enormes de fumo plmbeo, depois la-
baredas esbranqui^adas ou avermelhadas, e, por
ultimo, despedindo conaideravel altura a abrasa-
dora lava que ao arrastar-se lentamente -como ma-
teria viscosa pela ladeuas semea na suaipassa
gem a deaolaedo a morte.
belloea.Eff'ectuar-se-hao:
Hoje :
Peto agente Burlamaqui, s 11 boras, na phar
maciada roa do itoaario n. 31, de dividas.
filo agente Guemo. s 11 horas, na roa Larga
do Rosario o. 12, de movis, etc.
JSPetoagente Pestaa,.s 11 hora, na ra Direita
n. 69, do hotel e casas de baos.
615 kilos de pcixe a 20 ris 12300
22 cargas de farinha a 200 ris 4*400
30 ditas de truc-tas diversas a 300
ris 9*000
10 tabolcirop a 200 ris 2*000
6 Suinos a 200 ris 1*200
Foram oceupados:
24 1/2 columnas a 600 ris 14*700
26 compartimentos de faiinha a
000 ris 13*000
24 compartimentos de comidas a
bOO ris 12*000
73 1/2 ditos de legumes aj 400 ris 29*400
15 compartimentos de saino a 700
ris 10*500
12 ditos de treesuras a 600 ris 7*200
8 ditos de ditos a 2* 1*6X1
A Oiiveira Castro & C. :
2 talhos a 500 ris 1*000
54 talhos de carne verde al* 54*(MHi
Dove ter aido arrecalada nestes dias
a quantia de 186*701.
Precos do dia:
Carne verde a 28.) o 400 lis o Uto.
Si. .o- a 500 e 600 ris idem.
Carneiro de 560 e 800 ris idem.
'arinh. de 40 i a 320 ris a cuia
Milho de 280 a 320 ris dem.
Feijo de 640 a 1*280.
' ofcr*j8-4ppeiftte MandefViowto Monte-
ro, *ap)MHada a justca.
Do ?>r. conselheiro^uefroB Barros ao Sr. des-
embargador -Buarque Lima :
Appellacao crime
_ e'PedTaa de Pago^ippellanie Aatenio Bar-
bosa de Lima, appelada a justca.
Appellacao civel
Do RecifeAppellante Arthur Lopes da Oii-
veira, appellado Joaquim.JaaAlves Gatmariea.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargad or Pires Ferreira :
Appaltocoesorhaes
De Bananeiras-vAppellante Manoel Jeronvmo,
appelada a juatica.
Ve ThnbabaAppellaate Manoel' Goncalves
de Sousat appellado Jeo Gualberto da Fanseca
Albuquerque.
Do RecifeAppellante o juizo, appelfado Fu-
mino Carneiro de Lacerda.
De Porto de PedrasAppellante Joaquim da
Costa Wanderley, appelada a justca.
D3 Sr. dpsembargador Montero de Andrade ao
Sr. desembargador Pires GnacaWes :
Appellacao crime
Do RecifeAppellante Antonio Alves da Cu-
aha,-nppellada ajustica.
AppeUacao civel
Do RecifeAppellante Maria Jos Pereira Ro-
sado, appelada a faaenda provincial.
IM8TBIBI9OKS
Seoursoa eleitoraes
Da Escada Recurrente Antonio Cavalcante
Pereira de Mello, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Toscaao -Bartreto :
DePeiiudoiReworronte Jote-Lessa,.recorrido o
juizo.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
DaEscadaReoorrente Fraaeiseo Nunes .de
Paula, recorrido o juiz j.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De PttimbR^eorrente JoSo Manoel da Silva,
recorrido Bonifacio Guedes lUeoforsdo.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
Do Inga Recjrrente Francisco Alexandruo
da Veiga Torres, recorrido Foiiciano Peregrino
Carneiro da Cunha.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do Ing--Reeorrente Francisco Alexandrino
da Veiga Torres, recorrido Pedro Taares do Re-
g Barreto.
Recaaos criares
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
D Boaerros 'Reoorrente o juiao, recorrido
Adolpho Nery de Oiiveira.
Ao sr. desembargador Pires Goucalves :
Da Independencia--Recrrante o juizo, recorri-
do Leonardo Pereira de Oiiveira.
Ao Sr. desembargador Aires Ribeiro :
Da Palmeira do Indios -Reeorrente o juizo,
recorrido Antonio dr Soaza Das.
Ao Sr. eaoselbeiro Qaeirozt Barros :
De NaaarethRecorrvnteo-juiz-i, recorrido o
menor Jos Franoiseo Dias.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Olinda Reeorrente o juizo, recorridos Je-
ronymo Luiz de Franca e Antonio Miara Ma-
chado.
Appellacea onmes
Ao Sr. eonselheiro Queiroz Barros :
Do BuiqurAppallante o juizo, appellado Rwn-
ciseo Leite Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De OlindaAppellante o juizo, appellado Fran-
cisco das Chagas de Jess.
Ao Sr.- desembargador Toscano Baireto :
Da EscadaAppellante o promotor publico,
appellados Manoel Antonio Machado e outros.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do t'iancApp liante o promotor, appellado
Manoel Pereira da Silva.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do BonitoAppellante o juizo, appellado Si-
mio, eseravo do Dr. Henrique de Barcos Lina.
Appellacao commercial
Do RecifeAppellante Joaquim Jos Rodri-
gues da Costa, appellado Joaquina Das- de Almei-
da Costa.
Appellacoes oiveis
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do RecifeAppellante a fazenda provincial,
appellados Bernet & O
Ao Sr. desembigador Toscano Barreto:
Do Recife -Appellante a fazenia provincial,
appellados Bernet & C.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do Cabo--Appnllaotes o eommendador Manoel
Gamillo Pires Falcao e outros, appellado o juizo.
Encerrou-se a sessao a 1 1/2 da Urde.
CHRONICA JUDICIARIA
Tribunal da ftela^ao
SESSAO ORDINARIA EM 2 DE JULHO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM SR. CONSELHEIRO
QIXTINO DE MIRANDA
Seeretorto interino Dr. Alberto Coelho
As lloras do costume, presentes os Srs. desem-
bargadores em nume o legal, foi aborta a sessao,
depois de lida e approvad a acta da antecedente.
Distribuidos e paseados oa fetos deram-se os
seguintes
JDLGAMENTOS
Habeas corpus
Pacientes.
Manoel Firmo do Nascimento Gouvea. Ne-
gou-se a rdi-m, contra os votos dos Ste. deaem-
hurgadores Alves Ribeiro, Monteiro de Andrade
e Buarque Lima.
Antonio Ignacio do Nascimento. Mandou-se
onvir o Dr. hete de polica e o juiz de direito da
comarca do Brejo da Madre de Deus.
Aatonio Tenorio Cavaloante^Mandou se ou-
vir os juizes de direito de Aguas Bellas e da Pal-
meira dos Indios.
Recursos eleitoraes
De Bom Jardim-'-Reeorreute o major Carlos
Leitao de Albuquerqui-, recorrido Antonio Fran-
cisco do Reg. Relator o Sr. eonselheiro Araujo
Jorge.Deu-se provimente, contra os rotes dos
Srs. eonselheiro relator e desembargador Buar-
que Lima Pires Ferreira.
Do lunaReeorrente Frunc-co Aleaandnno'
da Vega Torres, recorrido Feliciano Pereira de
Lyra. Relatero Sr desembargador Toscano Bar
reto.Deu-so provimento *o recurso, unnime-
mente.
Recurso crime
De GoyannaRecurrente o padre Joo Marques
de Souza, recorrido o juizo. Relator o Sr. des-
embargador Pires Fe-rreira. Adjuntos os Srs. des-
embargadorea Pires Goncalves e Toscano Barre-
to. Negou se prvvimeuto ao recurso, unnime-
mente.
Aggravo de peticao
Do juizo do comtnercioAggravante Jos Fran-
cisco de Barros Reg, aggravados Temporal 61
Filhos. R-lator o Sr. desembargador Alves Ri-
beiro. Adjuitos os Srs. desembargadores Buar-
que Lima e Monteiro de Andrade. Negou-se
provimento ao aggravo, contra o voto do Sr. des-
embargador Buarque Luna.
PAS&ACrENS
O Sr. eonselheiro Araujo Jorge, como procura-
- or da corda e promotor da justca, deu parecer
nos seguintes fetos :
Conflicto de iurisiiecao
Entre os juizes de direito e municipal da co-
marca de Bom Jardim.
Appellacao commercial
Do Recife Appeilantes Liiz Goncalves da
Silva & Pinto, appellado Hermann Lundgren.
Appellacoes crimes
Do PiancAppellante o juizo, appellado Joo
Cassisno da Silva.
J&e JaboatoAppellante o juizo, appeUttdo
Luiz, escravo. a
De Bom Conselho'Appellante o promotor pu-
blico, appellado Antonio Vieira.
De PesqueiraAppellante o promotor publico,
appellado Jovin' Jos de Carvalho.
Hetllcoa
Conaaltorlo ruedicu rirargiro do Dr.
Pedro de Attabyde I.olio Hoseoxa A
roa da Gloria n. 89.
O doutor Moscozn d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manha'
Esto consultorio offeroee a commodida
le de poder cada 'oente ser ouvido o exa-
minado, sem ser presenciado por outro
De meio dia s 3--horas da-tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreo pra-
ca do Commercio, onde funcoiona a ras-
peoyo do aade do porto. Para qualquer
l'estes dous pontos podero ser dkigidos
-)s chamados por carta as indicadas 'hora*.
O Dr. Arihur Imbassahy, medico oceu-
lista recentemente chegado^ esta cidade,
d consultas todos os dias, das 8 s 10
horas da manh, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 53 da roa da Im-
peratriz.
CunMultoriu allopatlea -donimetrico
Dr. Miguel Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em s.iu consultorio ra
do Barao da Victoria n. 7, l.8 andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphihs,
molestias do pulroo e do coracSo.
Dr. Lope* Pessoa Medico.Residen-
cia a roa de D.: Pedro I n. 2, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manh.
Consultorio 'rua do Bom-Jesus n. 37 1.*
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
Dr. Barreto ampaio J consultas de f
s 4 botas da tarde, ra do Barao dv
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
io Riachuelo n. 17, canco da ra do Pires.
Dr. Oama Lobo, medico operador e p*r-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou da noite. Cinsultas : de 1 s 3 horas
da tarde. Especialidade : molestias e ope-
racSes dos orgos genitourinarios do ho-
mem e da mulher.
Advocado
O bacharel Benjanim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. aridar.
Dr. Seabra. Judou aeu escripto de adYo-
gada para a raa do Imperador n. 24.
aros-arla
Francisco Manoel da SUm & C dapj-
sitarios de todas as especialidades phann*
ceutuvis, tintes, drogas, productos chimi"<>
e medicamentos homoeopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapino
de Francisco dos antos Ma:edo, caes de
Capibaribe n. 28. N'este grande ostab e
cimento, o primeiro da provinoian'este-^e-
nero, comprarse t> Tende-se tnadeira de
todas as quahdades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obrsc
de carapira por machina e por presos san
COmr"ir'Jnia.
1,000:000*000
Os--bilhetes desta importante rotttia da
tres sorteios, que corre no dia 8 de julho,
acham-se venda na Roda da Fortuna a
ra Larga do Rosario n. 36 e ra do Ca-
bog'n. 1.
tmmmmm
I JhHAN
1
j


Diario de PernambucoSabbado 3 de Jnlho de 1SE6
PDBLICACOES A PEDIDO
Ao Sr. Dr. Uvelra Fonseca
At hoje, na questao Levy, tenho firmado com
a minha assignatura tudo qnanto hei eacripto
pal a imprenta e para os autos.
Anda nao escrevi nem escreverei artigos ano-
nymos.
Tenho bastante coragem para assumir a plena
responsabilidade de meus actos.
Meus constitnintes sSoestranhos completamente
a anonymos e nao podem ser responaaveis por
aquillo que nem directa nem indirectamente au-
torisaram.
Esaa historia de anooymo muito cumprida.
Nesta questao tenho procedido com a mxima
prudencia at evitando leval a para o ridiculo, co-
mo pretendeu fazer o Sr. Dr. Oliveira Fonseca.
S. S. sabe que verbal ou litteralmente costumo
diaer o que sinto sem precisar de ryrenea.
Sad tenho que ver com a pessoa de S. S. <
com as soas relaces com os Srs. Ernesto & Leo-
poldo : occupc-me tao smenle da questSo.
Fui tao estranho ao que escreveuAlberto de
Azevedocomo S. S.
O que escrevi nos autos, fil-o porque entend
necessario defeza, de meus coustituintes, vehe-
mentemente atacados pelos seus adversarios.
E nao S. S. que escrevm urna minute insul-
tuosa, toda referente s pessas de meus consti-
tnintes, sem nenhuma discusso jurdica, quem
pode adrar me a primeira pedra.
Eu tratei da questao.
Recifp, 3 de Julho de 1884.
Di. Ferrer.
Dr. Gsraaelra Leite'
M ti I ICO
Tem o seu escriptorio a ra do Marque d
Olinda n. 53 das 12 4a 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
horas e cr iancas.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultes de meio dia 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Agradecimento
J.s Augusto Alvares de C.rvalho, esposa e fi-
lhoe, penhoradssimos pelas demonstrares de pe-
xar.com que foram honrado}, por todos os seus
amigos, no doloroso transe da perda que acabam
de sfffrer na pessoa de sua sempre lembrada mai,
sogra e av, ?em por este meio tesfmunhar-lnes
a sua eterna e indelevel gratido,
Xaropc de lat-mat
O Mat-mata (lecythis idatimon) coui o
qual ee prepara este xarope um vegetal da flora
brasileira. ___.^
E' um agente therapeutico poderosjss mo contra
as molestias do peito e da asthma
Os numerosos afiectedos que delle tem feto uso
conseguiram um resultado muito satisfactorio, aca-
bando por se reconhecer que at boje a melbor
preparacao para a cura da aMhnin. bron-
chite aalbmallca, e anua e *PPr*
ce*, dispensando o emprego do arsenio, tolnas
de estramonio e plantas narcticas, que cabam
quasi sempre pelo abus. qu.- delles se taz e mesmo
pelo uso prolongado por pnduzr effeitos desas
trosos sobre a sade e em g.ral entorpecimento do
Vende se na Botica Franceza de Rouquayrol Freres
successores de A. Caors
X. tt-Boa da CruX. *
RCIFE
agua Florida de Murray Iianm*"
Em virtude das senh iras sereno a preciosa por-
celana do barro humana, por isso mesmo ellas teem
todo o soberano direito tleicao de toda a especie
de elegantes luxurias, que a arte estimulada pela
galantera pode inventar. Entre todas as que per-
tencem ou figurara no toucdor nenhuma ha que
passa exceder em aromtica delicadeza e finura,
aquella cima mencionada no alto deste paragra-
Possuindo urna mimosa e delcadisaima fragran .
ca, summamente til e agr-davel em varias for- ;
mas, quer ja como aformose.adora da compleicao, j
excellente misturada com agua como meio agrada-
vel para enxngoar a bocea e alvejar os dentes, e ,
finalmente como um excellente e adouravel a.eio |
curativo em todos os casos de nervosidade, des- i
maios, vertigens e ataques hystencos, cm si ella
mere.e um nome na Materia Medica, assim como
emoecupar um lugar indispe-isaTel no toucdor.
Como garanta coutra as falsifcacoes, obsrve-
se bem que os noaaes de Lanman i Kemp, ve-
nham estampados em lettras transparentes no pa-
pel do livrinho que serve de envoltorio a cada
8*Acha-'se venda em todas bs principaes bo.cas
e lojaa de drogas.
Agentes em Pernambuco, Henry Forstei U,
ra do Commerco u. 9.
Os viajantes tanto por mar como por trra faro
sempre bem de levar comsigo urna garrafa do Xa-
rope de Vida de Beuler N. Corrige
os desarranjos do systema causados pela falte de
aomno e enjoo e abrindo o app-te d vigor ao es
tomago bem como s faculdades mantees. Cura as
-nfermidades do figado, rins e bexiga e os incom-
modos especiaes do sexo feminino e bem assim as
d-es as costas e caderas qu de taes ncommo-
dos resultam. E' decididamente o roclbor de todos
os purificadores do aanguo e elimina do systema
todos os humores nocivos.
Conultorioixodico-eirurgico
O Dr. Estevo Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulte- medico-cirurgicas,, na ra
do Bom Jess n. 20, l" andar, de meio da as 4
horaa da tarde. Paras? deinas eonsulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
a. telephonicos : do consultarle 95 e residencia
Especiaidades Partos, molestias de creacas,
Nd'uiltt e seus annexos.
C, Heikmann
Usinas de cobre, iataa e "bronze ee i
Golitzer Ufer n. 9 Berlina S. O.
Espccialidade:
Construcc&o de machi-
nas e apparelhos
para frnicas de asaltear, destillaces e re-
finayoes cora todos os aperfecoamentos
moderaos.
INSTALLAgAO DE:
Engenhos de assucar completos
Estabeleci manto filial na Ha vana sob -
mesma firma de C. Hec-knaann.
C e San Ignacio n. 17.
nicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para infbrinaco'es dijamse ai
Pohlman &C
Ra lio Gommeroo 110
OCULISTA
O Dr. Brrelo Sampaio. medico oculis-
a, ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d con
sultas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Barao
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e das santificados. Ri si i encara do Riachuelo
n. 17, canto da ra dos Pires.
Licdr depurativo vegetal iodado
DO
Medico Quintella
Este notebilissimo depurante que vem precedi-
do de tio grande fama infalliv-l na cura de todas
as doencas syphilitcas, escrofulosas, rhenmaticaa
e de pele, coma tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das e chronicaa, cancros syphiliticoa, inflamma
coee visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou qa.da
do cabello, e as doencas determinadas per satu-
raban mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
encentran) numerosas experiencias feitas com este
especfico nos hospitees pblicos e muitos agesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Faz se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinh & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 4.
N. 1?. Attesto ter empregado cora van-
ajo sos resultados em doentes de tubercu-
loso pulmonar, em rainha casa de saude, a
Eraulsao de Scott oleo de figado de baca-
lho com hypophoBphitos de cal e soda.
O referido e veadade e o juro in fide mo-
dici.
Dr. J. Tauano.
Ocainrubeba em discussao
ASSKMBLE'A PROVINCIAL
Do documento, que vai em seguida pu-
blicado, mais urna prova surge para
demonst ar que o Gajurubeha actual
ment o ni'jo rspeifico, que cura a asth-
ma.
Os pacientes de 20 e mais annos de sof-
frimentos, os desengaados dos mdicos e
os qua querera curar-se de urna vez s
usam o Cajurubeba.
E os dioicos, mdicos iUustres j vao
afinal reconhecendo a efficacia desse rae-
iicunento; pois, quando esgotam o formu-
lario acadmico, recorrem ao Cajurubeba
como m=io infallivel, ultimo recurso, que
nao falha, a artharia grossa contra a
asthma.
Quem ainda duvidar inforrae-se pessoal-
meDte.
Roa do Rosario Entreita
n. 32. Io andar
Dr. Coo Leite
Medico, parieiro e operador
Residencia ra da Imperatriz n. 48, 2.- andar.
Consultorio ra Duqu>- de Casias n. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde.
Atiende para as chamados telephone n. 449 a
qualquer hora.
Ao publico
Os abaixo asignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas luarWs industriaes e rtulos das
suas prepara^oes na junta commerciai do^Rio d^,
Janeiro de eonfi rmdade con. as prescrpeoes das
leis do imperio do Brasil, d-claram e prbeipmn
aos interessaios, que como nicos proprietarios,
tem diri-it-i-xlusivo de usar as inaress indus-
triaos e rtulos relacionados com manufactura,
labricaiao e venda das a guin es prepara,6;s ;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Tonicj Oriental.
Peitor-I de Anacahuita.
Pattilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de baealhao de Lanman & Kemj.
Emulso de oleo de figado de bacalhio com hy-
pophosphites, de Lanraam & Kemp.
Salsaparnlha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
unguehto de aveleira maeica de Bristol,
e qu, portento, per-eguirIo a todos os falsificado
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
a severdade da le.
Tambera acautelamos o publico contra todos
aquelles que intentem substituir as nossaa prepa
racoes cima mencionadas com artigos falsificados
que levam rtulos ou marcas industriaes que imi-
tara as nossas.
Lanman & Kemp.
Factos e nao palavras
Aos que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Neste typographia e na ra Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathcas para ino
fensiva cura das seguint s moestias : asthmatico;
ainda mesmo bronqutico; eiysipela, enxaquecas;
intermitentes (sem o emprego do fatal quinino);
toBse convulsa, falta de menstruacao ; cmaras de
sangue : estericos ou metrite ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, denteao e
convulsoes das criancas ; tudo manipulado de her-
vas do paiz.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosos.
COMMERCO
Bolsa co:naierclal de Pernam-
buco
BBCIFE, 2 DE JULHO ^E 18.
As tres horas da. tarde
i'olacc? otfidaes
Actoes d*a?ompanhia de Seguros Idemnisadora,
do valor realiaado de 200JJ a 335# cada
nina.
Letras hypothecarias do Banc. de Crdito Real
d< Pernambuco de 7 0/0, do valor de
100 96* cada urna. .
: >io acore Para, 60 d/v. com 1 1.2 0/0 de des-
cont.
rJa hora da i.olsk
Veudeam-se :
100 letras hypothecarias.
Fra da bolsa
ik'b proposte venderam-se
ICO acefes da co"nvanha Indemnisadora.
O presidente
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforac'o.
R PBLICOS
Julho de 1886
ALFANLEGA
3:095*032
Kbi.da oaaai
2 de Julho
Ruda phovikctai.
De2
Total
696*853
RKCIBBDO!.
Cojisclaoo PBOVICIAL
Rt't.F DltATH^OB
3:791*985
817*604
5*112
771*999
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados na dia 2
Montevideo22 dias, bar ja norsegu
Eliezer, de 347 toneladas, capitao I. N.
Knudsen, equipag-n 10, carga xarque ;
a Araorira Irmaos & C
Montevideo 17 dias, barga noroguense
Kalisto, do 483 toneladas, capitao O.
M. Ugland, rquipngera 11, carga varios
gneros; a Pereira Carneiro & C
Rio Grande do Sul -21 dias, escuna allo-
ma Erna, da 115 toneladas, capitao A-
Ruger, equipagem 5, carga xarque ; a
Araorim Irmaos & C.
Terra Nova51 dias, lugar inglez Lean-
der, de 227 toneladas, capitao J. M.
CoDgdon, equip- gem 8, carga bacalho ;
a Saunders Brothers & C.
Observacdo
Nao houve sahidas.
VAPORES ESPERADOS
Baha
Amatonense
Britarmia
Niger
Sergipe
ViUe de Santos
Espirito Santo
Ville de Baha
Trent
Para
Etbt
Delambre
Cear
Argentina
Ivojuca
La Plata
Equateur
Neva
do norte
de New-Yoik
da Europa
da Europa
da Bahia
do sul
do sul
do Havre
da Europa
do norte
do sul
de Liverpool
do sul
de Hamburgo
do norte
do norte
da Europa
do sul
do sol
DECLARARES
Club Internacional de Regatas
Assembla geral
Convido aos Sra. socios d'cste Club, para urna
reunido na sede do mesmo, s 11 horas da mi-
nhi de 4 do corrate, afim de se tratar de diver-
sos assumptos cem referencia proximi. regata.
Recite, 2 de Julho de 1886.
Joaquim Alves da Fonseca,
1. secretario.
Gabinete de Le i tura Instrnctl
?a e Recreativa Ciamellei
rense.
Domingo 4 de Julho do corrente, s 4 horas da
tarde, na respectiva sede, ha ver st-sso da as-
sembl geral para se preceder a elefyo do novo
conselho que tem de dirigir o anno de 1886 a
1887 para isso convida os socios do mesmo ga-
binete.
Gamolleira, 29 de Junho de 1 K6.
O Io secretario,
Jlo FelirC. de Albnqurque.
IRtlAXUVnC
DO
SS. Sacramemo do Recite
Nio tendo ainda comparecido numero legal de
irmaos para proceder se a eleico dos novos func-
rii)S que teem de dirigir a irmandade duran-
te o anno c -npromissal d 1886 87, por ordem do
rmo juiz, eonvidf de novo a todos comparece-
rein im o n jso c uicistorio domiugo 4 do corren-
te, p.lia 10 h.ras da manha. Conforme o com
promisso, eer constituida mesa seja qual for o
numero de irmaos que se aprsente.
Recif-, 1- de Julho de 1886.
Bailar Sobrinho,
Escrivo interino.
Banco de Greilito Real de
Pernambuco
No sorteio a que 8<" proceden neste banco no dia
23 de junho fiado, para o resgate de 13 lettras hy-
pothecarias das que ezstem em circulacio, 1* se-
ria, designou a sorte as de nmeros seguintes :
568, 678, 1511, 1590,1775, 1986, 2186,2702, 2979,
3019, 3450, 3/25, 3730,
Estas letras sao pagas pelo banco desde hoje, e
quer sejam ou nao apresentadas, nao vencem mais
O Dr. Maximiano Lopes Machado (em
sessao da Assembta Provincial de 17 de
Marco do corrente anno) tem a palavra.
O Sr. Lopes Machado.
t Vou concluir, Sr. presidente, mas
antes de fazel-o. nao posso deixar de ma-
nifestar a V. Exc. o meu reconbecimento
pela benevolencia, com que se dignou ou-
vir-me o ao mesmo tempo descobrir-lhe
uq8 reeeios, que me preoecupam neste mo-
m"nto. Nao alludo a rejeico do parecer,
pois desde que o seu relator esfor$ou-so
por mostrar que 2 e 2 nao fazem 4, nao
ha remedb seno confonnar-me cora o que
est escripto.
c l6ceio, porm, que o abuso da pala-
vra por 4 horas successivas nao repiodu-
z i o mal, que me trouxo acabrunhado por
quasi 30 an;ios.
Ora diga-me V. Exc. em boa e sa con-
soiencia : soffre de asthma? riso.)
Pois entao na sabe o que soffrer. Se
soubesse, nao teria cmsontido tiesta intil
pror^gacao de mais 2 horas, que felizmente
estilo a fiad>r
Imagine V. Exc, j que nunca ex-
perimenten, dous homens sa.utos como a maioria desta casa, arre-
ne5an lo-'se de repente ao pescoco do um
pobre para suffocal-o. Imagine os esforcos
supremos eropregados pela victima j com
os olhos fora das rbitas, esforfos incitados
pela conservacao da ^ida, o caaaarc'o, a
angustia e os desfaecimentos, e ter V.
Exc. uns longes dessa luta horrorosa.
Nada na ao infeliz, nem revulsivos,
nem calmantes, a medicina cruza os bra-
cos e confessa se irapoteute.
Pois bem, foi no meio desse desespero,
que o meu amigo e oollega o Sr. Drum-
mond Filho aconselhou-me o uso do Caju-
rubeba com aquellas maneiras insinuantes
e delicadas, que tanto elevara os seus m-
ritos.
<( Confesso que fiquei desagradavelmente
sorprendido e repliquei-lhe com seceura:
Como, de um homem intelligente sabe
conselho tao banal T Nao conhece o exame
chimiio que se fea no Cajurubeba? [*)
a E elle popderou-me : Conheco, mas
tenho em mira a prova do contrario, Es-
tou bom, d.'pois do desengaado dos m-
dicos ; o Dr. Jos Juliao e mais algumss
pessoas do meu onhecimento se acham
igualmente restabelecidas.
a Estas palavras prturbarara-roo e che-
guei a ver na confusao do meu espirito a
felicidade, que nunca me sorrio. Mas tor-
nando a uiim, hesitei, lembrando-me que
j havia percorrido a longa escala da phar-
macepa official e domestica,sem resultado
i Mas o Dr, Drummund... A garanta
do seu testemuho !
i Deixal-o mal ? Nunca; e fui Sr. pre-
sidente ao Cajurubeba, sera f, certo;
mas no- abandonado da esperanga.
< E o juc hei de dizer agora a V.
Exc. ?
Logo ao segundo frasco rotnpi urna
amizade de trinta anuos, abandonei a es
tn.raonio, coropanheiro inseparavel destas
magras algibeiras (risos).
Annunoio a V. Exc. ecaaa queestou
bom.
Gloria a Deus as alturas e na trra
a esse giande cidadao, a esse talento en r-
me e bemfaz^jo, que se chama Firmino
Candido de Figueiredo
.< O Sr. Presidente : Pego a V. Exc.
que se restrinja a m.-.teria em discussSo,
porque a hora est a Sudar.
O Sr. Lopes Machado : A materia
essa mesma
O Cajurubeba tem toda a relacao com
o parecer do Sr. Gomes Prente, at mes-
mo na sua virtude depurativa (risos).
a Mas, omfim, vou lindar, e neste mo-
mento em que a saudade me suffoca a al-
ma, pey a V. Exc. que nao leve o seu
lengo aos olhos pela dor da despedida.
< Aroanhaa quando V. Exc. vir entrar
o meu competidor, diatarjado na batiua do
seu irmao ; araanh?, quando tudo estiver
revolto e elle immovel e surdo nesta cadei-
ra, que me pertence por escolha dos meus
con-cidadaos, dir entlo para a sua maio-
ria : fizemos mal, foi um attentado !. ..
(Muito bem, o orador enmprimenta-
do por diverses Srs. deputados de ambas
as bancadas, i
(*) Esse exame foi feito por nm pharma-
ceutico, que nao eroontrando no Cajurube-
ba mercurio, nem arsnico, concluio que
et'* panacea, 'que nao fazia_bem nem mal.
juros.
Em virtude da deliberaco do banco e do sor-
teio sero pagas com o premio de 100 a den.
373o primeira soiteHda, com o de 50 a ae n.
2186 segunda sorteada, e com o de 30 a de n.
2979 terceira sorteada
Banco de Crdito Real de Pernambuco, 1 de
Julho de 1886.-0 gerente,
JoSo Fernandes Lopes.
THEATR
Do jaingo, 4 de Julho s 5 horas da tarde
ULTIMO ESPECTCULO
De despedida em beneficio da sympathica sybilla brasileira a joven
HELENA
MARAVILHOSAS NOVIDADES
MAIA ELECIIII
FASCINAgES HUMANA K 1LLUS ES INSTANTNEAS
Grande prestidigitago e nova sessao mgica de bilhar que ter grande attra
tivo para as senhoras como para, cavalheiros.
l II i mas creav'es de grande novidade
presentadas pelo celebre doutor physico e Ilusionista de Paris
FAURE NICOLAY
Pregos do costume.
r:3.4's 5 horas da nofte.
EMPRESA
BRAGA JNIOR &C.
COMPAN! IA
da qual faz paite o memo artista e.a primeira
aciriz portugueza
IKimos espectculos
Recitas de despedida
Sabbado, 3 de Julho
Grande novidade
Para attender a diversos pedidos, mais urna re-
presentecao do celebre drama em 4 actos e 5 qua-
Iros, originil do distinetissimo escriptor francez
G. Ohoot, traduccao do artista FUKTADO COE-
LHO. intitulado
0 M$str d Forjas
(Grande Industrial)
Dlstribuico
CLARA DE BEAULUU. D.Lucinda F.
Coelbo
FELIPPE DERBLAY, Flirtado Cocino.
Duque de Bligni, Ferreira; Moulenet.Texeira ;
Bachehn, Sim, s; Baro de Prefond, Bellido ;
Octavio, Mondar; General, Arauio; Gobert Bar-
ros ; Doutor, N. N .; o prefeito, Portilho ; Marque-
sa, CleLa; Athenais, Gilda ; Bar meza de Pre-
fond, Adelina ; Suzaua, Jacintha ; Brgida, G.;r-
trudes.
Criados, convidado, operarios etc.
A acr.ao t jm lugar em Franca. Actualidade.
Mise eu scne a caprichudo artista Furtado
Coelho.
Scenario nove, dos distinctcs artistas Claudio
Rossi e O. Colliva.
rtccessorios, mobilias, tapecariai, foram feitas
expressamente para este peca em Pars.
Os bilhetes venda na bilhetana do theafro.
Comecar &n H 1/4 hora.
Haver bonds para todas as linhas e trem para
AppUC08,
W. -Os bilhetes vendidos para o espectculo
de quinta-feira, 1 de Julho, dao entrada hoje.
\>I\MIV
Domingo, 4 de Julho
Repeticao do espectculo que se realisoa em be-
neficio da primeira actriz U. Lucinda Por-
tado Coelbo.
Irrevogav Imenlc ultima representecao do po-
tico drama, intitulado
D\M\ D4S CVMELI4S
Os bilhetes venda desde ja na bilheteria do
theatro.
Segunda-feira, 5 de Julho
Penltima espectculo em des-
pedida dacompanhla
Ultima represeutacao da esplendida peca, que
tanto agradou ni sua primeia exhibicao, intitu-
lada
DlVOR^ONS)
Terfa-feira, 6 do corrente
Despedida da companhia
lifao ao ar lira
D. Mximo Rodrguez
Em Olindd
A manha
Prolongamsnto do estrada de
ferro de Pernambuco e es
traila de ferro d Meelfe a
<'a ruar ti.
Oe ordem do Illm. Sr. director, faco publico que
at o dia 8 do corrente, ao meio dia, r> c'ebera-se
propostas em carta fechada, para o forneci ment
de 600 toneladas do carvo CardifF; no escripto-
rio central ra de Antonio Carneiro n. 137,
Secretaria do Prolongameuto da estrada de
ferro do Recife ao S. Franvioco e estrada de trro
doRecife a Caruar, 1 de Julho de 1886.
O secretario,
Mancel Juvencio de Saboya.
Club Iuternacional de
Regatas
Primeiro anniversario
Tendo efte club de solemnisar o seu primeiro
anno ce existencia com urna regate na baca do
gaznmetr > no da 18 do corrente mez, prev.nn a
quem se quizer inscrever p^ia ella, comparecer
na sua sede, todos os dias, da 7 horas s 9 da
noite at 12 do mesmo. Recite, 1- de Julo de
1886. O- secre ano,
Joaquim Alvea da Fras^ca,
1 secretario.
S. R. J.
SociaflaB ReraM Jwiitte
Soite em 14 de Agosto prximo futuro,
so'emuisaii'lo o 22 anniversario
da nstailaclo da socieiade
Ao Sr. presidente oodera desle j os senhores
socios entreg;trem as notas de seus convite > qua
ulteriormente terao de ser entregues aos_ cnvi-
dados pea presidencia tu peas commissOes por
ella nomead s. ,
Recite. 21 de Junho d 1886
Luiz Guedes de Amoiim,
2- tecreterio.
Cha preto
As qualidades mc-
Ihores cmais escolhi-
das neste genero, con-
tina a vendar Carlos
Sinden, n. 48 ra do
Baro da Victoria.
Recebeu de impor-
taco directa e vende
mais barato do que em
nutra qualquer parte.
Tamben, vendemos
em caixas pequeas,
proprias para botis e
casas de familia.
Club Acadmico Sylvio
Romero
De ordem do Sr. presidente, faco publico aos
senhores socios e mais interesados, que a sede
deste club foi transferida para a ra do Impera-
dor n. 25, Io andar, da ra da Matriz n. 25.
Recife, 26 de Junho de 1886.
O Io s creterio,
Pedreira Franca.
instituto Iliterario Ollndense
Convido a todos 08 socios se nunm-m, em
sessao de assembla geral, domingo 4 de Julho,
s 10 hor s da manha, na respectiva t le, para
eleicSc da nova directora, de aceordo com os nos-
sos estatutos. Olinda, 30 le Junho de 1886.O
I. secretario, Jos Pinto Souto iaior.___________
Gabinete ortuguez de
Leitura
tembla sera! extraordinaria
De ordem do Exm. Sr. Visconde da Silva tiOyo
presidente da i-sscmbla geral c nvido os Srs so-
cios do Gabinete, a reunirem se. na feie eocial, no
domingo 4 de Julho, s 11 h ras da manh afim
de tomarem conhecimento da pro uta apresenta-
dn em assembla jjeral de 9 de linio, para a acqui-
sicao de um predio parr o Gabin te.
Secretaria do Gabin. te o tugu <% de Leitura
em Pernambuco, 30 de Junh.< d 1881
Alfredo C. Coaaaeiro,
o gcen't.r.0.
Benecenle Acadmica i) de
Julho
Pedimos ao senhor que, com > titulo cima, no-
ticiou a fandacao de uina falsa Mci< dade, que nSo
coitinue com teespilherias, por nao serem dignas
de pessoa seria.
Os prej udic dos.
G. L. II.
Assembla geral
De ord> m do Esm. Sr. presid ote, sao convida-
dos todos os senhores socios para coroparecerem
1 hDje, s 5 horas da tarde, em nossa sede ra
' larga do Rosario n. 10. afim de se tratar de as-
sumpte urgente a bem desta.
Secretaria do Gremio Litterario Recreativo, em
' 3 de Julho de 1886.
O Io secretario,
Alfredo S. Kerreira Lopes.
Emprearla do abaIeriment d
agua e gas cidade de Olinda
DEVEDOBES EM ATKAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido reeeber por intermedio
de um sollieitador todas as contas de con-
snmmidores d'agua e gaz em atrazo,
contar do anno de 1876, resolvi n'eata
data encarregar de tal cobranja o Sr.
Diogo Baptista Fernandes, a quem espero
attenderao desde logo os mesmos devedo-
rr>8, cortos da justica e equidade de simi-
lhante resolucao.
Escriptorio do gerente 28 de Abril de
1886.
Antonio Pereira SimZea.
Companhia de EdiQcacOes
O escriptorio desta
companhia achft-se in-
stallado na pra^a da
Concordia n. 9, conser-
vando-se aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truccoes e reconstruc-
Recebe se informa-
^es acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
companjiia.
e Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUADOBOM JESS-N. 7
Seguro martimo* e lerreatreti
Neetes ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. segurad' s isempco de paga
ment de premio em cada stimo auno, o qne
equivale ac dcMWrto de cerca de 15 por cento em
favor dos sc'cadoa
liliol
Gompaohia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelelda em ts55
CAPITAL 1,000:000^1
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 18 S4
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,. o.6:000$000
11-- Ra do (ommcrelo-
(OMPANHIA
(mperial
SEGlROi contra FOCiO
_ EST: 1803
Edificios e mei-cadorios
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuixoe
CAPITAL
fU. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS&C.
i, u.___Ra do Commerco N. 5
siesits
CONTRA FOGO
The Liverpool LondoniGlo
muumw mmxm
h
i
>L' \


Diario de PernambncoSabbadcy 3 de Jaita) de 1886

,i
i.onrion Limited
loa do Commercb n. 32
a por todoa os vapores sobro as ca
xas do inesmo anco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos /Japellistas n 75 N-
Porto, ra dos Ing\ezeB. ___________
SEGUROS
martimos contrafogo
C'ompanhia Phenl* Per-
ir uambucana
auo Commercio n. 8
.... i -
COMPAXHIE BES BF.8SAe
RBES M.tKITIMKW
'AMA DE SEGUROS
COXTKA FOCO
Sorii Brilish 4 lercantile
CAPITAL
4:000.000 de libras sterlinas
A 6 E N 1 E 8
AdomsoiiHowic & .
Preparados
DA
C.
LONDRES
LINIIA MENSAL
O paquete Niger
Coniniaodante Hu le
Espera-se da Eu-
ropa at o da 4 de
Jalho, 8eguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Aj-
res, tocando na
Baha, Bio de Janeiro e Monte
tevido
Lemb'ra-se jos senbores passageiros de todas
as clasaes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podein tomar ero quatquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender aa reclsmaces por fal
tas nos volumes que forem rtcouh9cidas na occa
sio da descarga.
Para carga, passagens, eacommndas edinheir
a frete: tracta-se com o agente
Augsle Lab lie
9 RUADO COMMERCIO-9
Leilao
.
Comp:
Ico de ligado de bacalbo e lelte
pepilonisado
Esta prepamcao tan saborosa que tima crian-
za protiiptainente a toma.
O K-ittr digerido tem a proprodade de quasi in-
teiramente disfarca o oleo e as pjsaoas de diges-
tio mais dbil podem tomar S"m receio.
feptonoides de Carne
Um aliineut nit-og ooso composto de consti
tuiuus soiidos deleite bem como gluten do trigo
(livre de gommaj.
Rec muieudado mis couvaleseencas de qualquer
doenca, atl'eeco-s pulmonares, febres, pueumonias,
gastrte, disenteria e toda e qualquer debilidade
seja qual for a sua origem.
Malina
Um extracto cjneeutrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valor diastasico 30 vezes o seu proprio peso !
O mais rico agente restaurador at boje conhe-
cido, alt mente spreeiavel nos casns de debilidade.
tllmcio Soulatel de carnlcK para
ciianca
A analyse desto alimento demonstra que os seus
constitu!.tes nutnetivos sao quasi idnticos como
leite materno, por itto o alimento mais aperfei-
coado par crixnca.
Foruecem aui s'raa gratis aos Srs. mdicos.
Deposito ra do Baro da Victori n. 48
Brarileira tle Save-
gacitoa Vapor
O vapor Baha
Cammandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado dos portos do
norte at o dia 3 de Jalho
e depois da demora in
dispenaavel, seguir para
os portos do sul. Recebe
tambera carga para Santos,
Pelotas e Rio Grande d > Sul, frete mdico.
Para carga, passgens, eacommndas s valores,
trata-se na agencia
N. 11 RA DO COMMERCIO N. 11.
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 7 de Julho, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portoj
Mi
De movis, lou5a, vidros, nspelhos, qua-
dros, esteira forro de sal, candieiros &/
gi.z e 1 divisao de madeira para sala.
A saber:
Um piano forte, 1 mohilia de Jacaranda, fcom
1 sota, 2 cngolos com pedras, 1 ja:dneira,- ca-
deiras de bracos e 12 de guarnico, 1 rico espelho
oval dourado, 4 quadrog com finas gravuras, 4
jarros para floies, 3 candieiros gaz e tapetes
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 toilette, 1
lavatori 2 marquezoes, 2 commodas, 2 cabides e
1 lindo guarda-vestido, 2 mesas eran estantes en-
vidracada, 2 mesas"Tedondas e vinhos.
Urna mesa elstica, 1 gaarda-louca, 2 appara-
dores, 12 carteira8, 1 relogio de parede, garfos e
facas, colheres, talheres de electro-plate, mesas de
ana, trem de cosinha e mais accesserios de
cas de familia.
Terca felra, do corrente
Agente Pinto
No sobrado da ra do Bardo da Victoria
ra Nova) n. 51
O leilSo qrincipiar s 10 10 1/2 horasl
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommenda valores
racta-se na agencia
11 Ruado Commercio 11

OMP.I\n!t PEO'AMHUCAXA
'de
^avesaeo Coste Ira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty e Cear
O vapor Pirapama
Commandante Carvalho
Segu no dia 5 de
Julho, s 5 horas
-da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
Encominendas passageus e dinbeiros afrete aaj
s 3 he ras da tai de do dia da sahida-
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Per^amiucana
n. 12
Mossor
Segu no dia 3 do corrente, para o porto cima,
o hiate Deus te Guie, por (er grande parte do seu
carregameuto : para o resto trata-se na ra da
Madre Oeus n. 8, ou no Caes do Loyo a
bordo.
Leilao dejoias
O conseibo fiscal attendendo nao s ao pedi-
do para ser transferido, de 8 do corrente para 6
de Julho vindouro, o anunciado leilao, como por
haver grande numero de cautelas em ser, e nao
convir aos iateressea do estab-leciment e dos mu-
tuarios submettel-ag venda, faz agora publico
que no referido dia 6 de Julho se effectuar im-
preter velmente o leilao as 11 horas da manha.
Eetai ao exposico tres dias antes.
10.070 Urna salva oitavada e tres colheres para
sopa, peixe e arroz, prata de le.
10.116 Um annel de ouro, cura brilhantes.
10.128 Dezenove colheres, prata de lei.
10.136 Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes.
10-137 Um annel de ouro com brilhante.
10.784 Duas salvas de prnta de lei, 25 colheres,
12 garfos, 12 cabos para tacas e um pale-
tiro de prata.
10.786 Urna salva e duas colheres, prata e\e\.
10.8o7 Um annel com brilhante e cinco boto-s de
LEUDES
Leilao
Pacific Sieam ftavigation Conipany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Britannfa
E' esperado da Euro-
pa at o dia 4 de Ju-
lho, e seguir depois
da demora do costume
'para a
Janeiro, Monte
Valparalzo
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
ee com os
AGENTES
HVllson Sons A C .. Limited
N. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
Da pharmacia dos Ptbres a ra larga de Ro-
sario n. 31 e dividas da mesma na impor-
tancia de 7: 226*250
Slabbado 3 de Julho
As 11 horas
Na mesma Pharmacia
O agente Burlamaquii pnr mandado e assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. Juiz d; Direito de (apellas
e residuos, a requerimiento do testamenteiro e in-
ventariante do espolio do finnde Firmino Antonio
de Souto Maior Raposo, levar a leilao a pharma-
cia cima, bastante sortida, acbando-se todas as
drogas em bom estado, cuja pharma ia muito
condecida e afreguezsda em um s lote, garan-
dado se a chave ao comprador.
O balando acba-se em po 1er do mesmo agente
e desde j os Srs. pretendentes podem vir exami-
nar.
Baha, Bio de
video e
Ufiin HLIJ
Companhia Franceza de navega-
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
Doa, Pornambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
. Santos
StanVilIe fle Santos
Espera-se dos DOXtM do
sul at o dia 3 do corrente
\ seguindo depois da ndis-
pensavel demora para o Ha
' vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rapid-
e offerecem excellentes eommodos e ptimo passaa
dio.
As pastagens pdenlo ser tomadas do auteatao.
Recebe carga encommendas e pagageiros para
os quaes tem exce I lentes accommodacoes.
steamer Ville de Baha
E' esperado da Europa at
o dia 8 de Julho, se-
guindo depois da indispen-
eavel demora para a Ra
tEiia. Bio de Janeiro
o Mantn.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p.'los
vapores destalinha.queiraii' a presentar centro de 6
dias acontar do da desear ^vareng.
quer reclamaco concernene a volumes, qa po-
ventora tenham seguido para os portos do sul,afim
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabiiisa por (PBtcav
Uecebe carga, encommendas e passageir par*
es quaes tem excellenteB accomodacoes.
Aigosto F. de Oliveln & (
AGENTES
42-RA DO COMMER Leilao
Do restaurant Fluminense, sito ra larga
do Rosario n. 12
Sabbado. 3 do eorrente
A's 11 horas
Constando:
De 1 importante guada-louca, obra de Spiller,
mesas elsticas, aparadores, cadeiras de juuco,
mesas redondas de ferro, quadros, loucas, bebidas,
trem de cnsinba, e utensilios exictentes no referido
restaurant.
Girante-se as chaves d casa.
POR INTERVEN^AO DO AGENTE
Gusmo
Ag-ente Pestaa
Leilao
Do bem montado hotel o casa de banhos
com todos os seus utensilios, sito ra
Direita n. 69.
Sabbado 3 do corrente
A's 11 horas em ponto
O agente P'-stanx, competentemente autorisado
pelo Sr. Joao Bernardo Lanatt, vender os movis,
loucas, vid ros, banbeiros, abano declarados :
Urna armacao envidrayada, fiteiros, caleiras de
junco, consolos com pedra, relogios de parede, m-
sinbas de ferro, aparadores, quadros com moldu-
ras douradas, carteiras de ainarello, urna machina
de costura do fabricante Singer, 1 importante jogo
de bagatella, trens de cosinha, urna importante
mobilia de pao carga com tampos de pedra, di
versas qualidades de bebidas, 3,000 garrafas va-
sias para licores, 1 alambique para drogara, di
versos e mu i tos outros objectos que se tornara
enfadonho annnnciar.
Todos estes objectos vender-se-hao em um no
mais lotes, a vontade dos Srs. compradores.
Garante se a chave.
Companhia Bahiana de navega
cao a Vapor
Macoi, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e, Bahia
O vapor Sergipe
Ccrumandante Pedro Vigna
E' esperado dos oo.-op ci-
ma at o dia 3 de Jnlho
erreasar ;ira os mes-
I moa, depois da demora do eos-
'tume.
aesagen, encommeadas e dinheiro
se na agencia
liua do Vigario 7
Mmm 4,v^ latheas

Leilao
de 78 barricas de 70 kiiogrsmmas e 20 ditas de
150 kilogrammas, de cimento ern toque de avaria,
descarregadas do navio italiano Andrea Paure.
Seganda.ieira. 5 do corrente
A's 11 horas
x\gent Pinto
No caes da Companhia Pernambucana,
armazem do Sr. Samico
3 Jeilo
De dividas na importanoia di 6:243^000,
perten^entes ao espolio do Antonio Gon-
f.ilvei Guimara
Agente Brito
O agente cima, a mamullo do Illm Exm. Sr.
Dr. juiz de direito da provt doria, e a .quenmeno
do testamenteiro o Sr. Jo.- Nunes da L'uiiha, ven-
der em leilao as frfrridas divi
Hegunda felra, 3> do corrente
A's 1U 1/2 i.or
Ra do Rangel n. 48
Leilao
De fazendas, mindes, f rrag ns, braban-
tes, fio e e.spol I
(Limpas e a\
Qoarta-teira 7 de Julho
Ifllti Fito
A's 11 1,
Ra do B)tu Jess n. 43
10.811 Urna corrente e medalha para relogio e um
relogio, ouro de lei.
10.817 Dous pares de brincos, dous broches, um
annel de ouro com um pequeo brilhante
e um trancilim, ouro de lei.
10.829 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
urna pulceira, um alanete, um par de brin-
cos com perolas, urna medalha, um annel,
seis botoes e urna fivella, ouro de lei.
10.831 Duas pu ceiras, um broche com coral, urna
volta ue tranceim com perolaS, um annel
e una corrente, para relogio, ouro de lei.
10.839 Um par de brincos de oaro com pequeo
brilhante, urna par de rosetas e um tran-
celn), ouro de lei.
10.841 Urna pulceira, um broche e um trancelim,
ouro de lei, um trancelim, ouro baixo.
10.842 Um broche de ouro com perolas, urna pul-
ceira e urna corrente, para relogio, ouro de
lei; um alfiuete cravejado de diamantes.
10.843 Um trancelim e dous anneis, ouro de lei.
10.846 Um par de rosetas de ouro com diamantes
um par de brincos, urna pulseira, um tran-
celim e urna medalha, ouro de le; urna ti-
jella, prata de lei; urna salva e um copo,
prata baixa.
10.855 Urna correntee medalha para relogio, oa-
ro de lei.
10.869 Urna corrente para relogio, um trancelim,
um broche, urna loneta e um relogio, oaro
de lei.
10.887 Urna cor ente e medalha, para relogio, ou-
ro de lei.
10.889 Urna pulseira, um trancelim, quatro an-
neis e urna moedinha, ouro de le.
10.891 Um broche com brilhante e diamautes.
10.905 Tres correntes e urna medalha para re-
logi*, curo do lei. *
10.910 Urna corrente e medalha para relogio, e
um trancelim, ouro de lei.
10.914 Urna pulceira de ouro com brilhantes.
10.922 Urna corrente para relogio, um resplando
cinco coras para imagens e um relogi
pequeo, ouro de lei.
10.930 Dois anneis de ouro com brilhantes, urna
volta de ouro com medalha, um trancelim,
urna moedinha, duas medalhas, dois pares
de brincos e um relogio, ouro de lei.
10.940 Urna corrente para relogio, ouro Ja lei; e
um relogio de ouro.
10.942 Dezenove colheres a um par de fivellas de
prata.
10.943 Um par de rosetas de ouro com dous bri-
lhantes, urna pulseira e um par de botoes,
ouro de lei.
10.974 Urna corrente para relogio, um trancelim e
ama medalha, ouro de les.
10.997 Um relogio, ouro de lei.
11.006 Um par de rosetas de ouro eom brilhan-
tes.
11.015 Um tranceln, oure de le, urna pulseira,
oaro de lei.
11.022 Urna pulseira, ouro de lei.
11.032 Urna corrente e siuSte, para relogio, ouro
de lei.
11.061 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes, urna volta de ouro e urna me-
dalha, ouro de lei.
11.062 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
um annel com dito e rubins, um alfinete,
dois botes e um relogio, uro de lei ; nm
fclfinete da ouro com brilhantes, dois pares
de rosetas cravejado de ditos, um annel e
urna cruz com ditos, im fio de perolas, um
trancelim, um collar e urna corrente, euro
de lei; dois cordSes, urna cruz, um cora-
cao em ouro, ouro baixo.
11.068 Urna corrente para relogio e urna meda-
lha, ouro de lei.
11.092 Um par de brincos de ouro, contende bri-
lhantes.
il.l02 Urna corrente para relogio, urna volta de
ouro e um relogio para senhora ; ouro de
lei.
11.117 Um annel de ouro cora um brilhante.
11.118 Urna corrente para relogio e um relogio,
ouro de lei.
11.128 eis cstlcaes pequenos,|prata baixa.
11.129 Um annel de ouro com brilhante.
11.138 Urna pulceira de ouro.
11.139 Um relogio, oaro de lei.
11.146 Urna medalha, urna volta de cordo, dois
anneis, duas pegas para pulseira e urna te-
ta de ouro.
11.192 Urna pulseira, um trancelim, um uieda-
lhao, um broche, quatro moednhas do ou-
ro em botoes, ouro de lei.
11.493 Um trancelim, um par de brincos e urna
pequea teta, ouro de lei; um broche, um
par de botoes e um annel, ouro baixo.
11.198 Um relogio, ouro de lei.
11.210 Um relogio, ouro de le.
11.212 Um alfiuete de ouro com brilhantes c pe-
rolas, ouro de lei.
11.216 Duas ccrretes e ama medalha, ouro de
lei.
11.242 Um anuel de ouro com brilhaute, urna cor-
rente e medalha para relogio, ouro de
lei.
11.247 Urna moedinha -- ouro com laco de ouro,
dous pares de brincos, um dito de botoes e
tres anneis ouro de lei; um alfiuete, um
cordo, dons pares de rosetas, urna teteia,
urna figa e tres anneis, oaro baixo.
11.250 Uio cordo e urna cruz ouro de lei; um
ir.1 baixo.
11.257 Um par le brincos cravejados da brilhuu-
t s mu prata.
11 260 Urna corrente e medalha para relogio.ouro
de lei; ama sah. e Hieres para
s pa.
11.261 Um annel de ouro : m brilhant-, um dito
Coui ditos e esmera! 1:1, urna pulseira e uint
ente p ira r B lei.
11.2'3 Um
11.299 Urna puceira, um p r de brincos e um an-
nel, ouro de lei.
11.303 Seis botoes, ouro de lei.
41.309 Urna volta de ouro, um corda, dmis an-
neis, nm dodal, ouro de lei.
11.326 Urna pulseira, urna v. Ita de ouro u mpar
de rojetas, ouro de lt i.
11.330 Um relogio, ouro de lei.
11.334 Tres pulseiras e du i brincos,
ouro de !ei.
11.352 Urna cora de ouro para imagem, um cor-
do e um emblema do Espirito-auto, ouro
de lei.
U.S-rJ6Uma corrente com medalha, oura de lei.
11.377 Urna volta do 1 uro eom medalha pequea,
um alfinete, um aro de turo e um anuel,
ouro de lei.
11 384 Um pulseira, um par de brinco. e -ima
cruz, ouro de lei.
11.388 Um cordo, um par de rosetas e urna cruz,
ouro de lei.
11.392 Urna corrente para relogio e um par de
brincos, ouro de lei.
11.401 Um relegio, ouro de lei.
11.409 Um relogio, ouro de lei,
1. .419 Urna pulseira, ouro de lei
11.437 Um relogio, ouro de lei.
11.443 Um par de rosetas de oaro era vejadas de
brilhantes e ama corrente para relogio,
ouro de lei.
11.504 Um alfinete e um par de rosetas, ouro de
lei; ama salva, prata de lei ; e doae co-
lheres, prata baixa.
11.454 Um laeo de ouro cravejado de diamantes
e duas pulseiras, ouro de lei.
11.472 Um relogio.ouro de lei.
11 475 Um alfinete de ouro com brilhantes.
11.497 Sete colheres de prata.
11.511 Um cordo, urna moedinha de ouro com
laco, urna moedinha de valor de 5 e um
annel, ouro de lei.
11.513 Um cordo, ouro de lei.
11.521 Um annel de ouro com um brilhante e urna
puUeira, ouro de lei.
11.523 Urna corrente e medalha para relogio, oaro
de lei.
11.514 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes e um annel com numero em cir-
culo.
11.548 Urna correte para relogio, ouro de lei, um
feixe de ouro baixo.
11.551 Urna salva de prata.
11.552 Urna pulseira, um par de brincas de ouro
de lei.
11.553 Urna pulseira, um broche e um par de ro-
setas, ouro .de lei.
11.554 Um relogio de ouro de lei.
11.557 Urna volta de trancelim, ama cruz, dous
pares de brincos pequeos, um dito de ro-
setas, um dito de argoloes, cinco botoes
urna moedinha, dous.pares de colxetes, duas
pecas de brincos e um annel, de ouro.
11.566 Um annel de otrro com brilhante.
11.579 Um par de esporas de prata baixa.
11.589 Um par de rosetas de oure com brilhantes.
11.590 Um trancelim, urna medalha e um cellar,
ouro de lei.
11.600 Um annel de oaro com brilhaDtes.
11.601 Urna corrente de oaro para relogio, urna
dita com medalha, oaro e platina,' e um
paliteiro de prata de lei.
Recife, 8 de Junho de 1886.
O gerente interino,
Felino D. Ferreira Coelho.
Chapeos modernos e
capas pretas
A loja de Antonio Correia de Vascoucellos
ra Primeiro de Mareo n. 13, receben pelo nltimo
vapor chegao da Europa, riquissimas chaptlinas
e chapeos pretos e de corea para senhora, de mo
dellos inteiramente no vos ; bem issim capas pre-
ta de seda, 13 e eseomilha, de gostos modernos e
com lindos enfeites.
AVISOS DIVERSOS
Precisase de duas amas, urna que cosinhe
e outra que engomme, e de um criado menor de
16 annos : na ra do Imperador n. 45, pimeiro
andar.
Precisa-pe de ama ama para cosinhar, para
casa de pouca familia ; na ra do Baro da Vic-
toria n. 57.
40S 4:0004000
3ILHSIES JSAHIIDOw
Raa Primeiro de Marco n. 23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2070 com a sorte de lOOjWOO,
aim de outras sortea de 32)$, 16(5 e 8<$, da
bteria (61.*), que se acabou de extrabir,
canvida aos possuidores a virem recebet
aa coaformidade do costume sern desconb
alguro.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 250.a parte das loteras
a beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife (62.*) que se excrahir quinta-
feira, 8 de Julho.
Precos
Inteiro 4,5000
Meio 20000
Quarto 1,5000
m quantidade maior de 10O#
Inteiro 3,5500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martina Finta.
Florida
Loja de miiidezas
Aviso
Para cenhrcimento de quem interesaar poaaa,
se faz publico que as casas ns. 3 e 5, e parte da
de d. 7, sitas travessa do Lima fregueaia te
S. Jos, eto arrestadas e depositadas em po do Sr. Manoel Goncalves Ferreira da Silva, de-
positario geral desta ciflade, por divida do finado
Manoel Ferreira Magalhes ; sendo por cowa-
gninte nnlla tpda e qualquer veuda das alludidu
casas. Recife, 1 de Julho do 1J-8B.
Veode-se
um cofre prova de fogo, pnrfeito ; a tratar na 1
do Mrquez de Olinda n. 31'.
Criada
Precisase de ama para cosinhar ; na roa 4o
Baro da Victoria n. 9.
U
HS13IIS1I
-OS 4:0001000
IMUttiluD
an
Aluga-se o sitio do Pina, com boa casa para
morada, contendo bastantes eommodos para nu-
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excellen-
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45.
Aluga-se casas a 80G0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatrii n. 56.
Precisa-se de urna e- ziuheira, na ra da Au-
rora n. 81 1' andar.
Precisa-se de urna mulher de idade para
cosinhar e lavar alguma ronpa ; na ra da Matriz
da Boa-Vista n. 3.
Compra-se un-a casa na freguezia da Boa-
sta. por 2:000/ : a tratar na ra do Visconde
de Albuquerque n. 21.
Quem precisar de urna am.i com urna filha
para casa de urna ou duas pessoas, dirjase ao
pateo de S. Pedro n. 14.
CRIADO. Na ra do Visconde de Albuquer-
que n. 21, precisa-se de um, de idade de 12 an
nos.
Precisa-se de urna cosnheira para casa de
familia ; a tratar na ra do Baro da Victoria
numero 39.
Na ra da Matriz da Boa-Vista n. 3, se
precisa de criados para vendas de taboleiro, e que
tenham boa conducta, affiancando, d-se bom tra-
ta ment.
Urna familia honesta aluga outra de igua
conducta a metade da casa dama de Bartholemeu
n. 61. e precisa-se de um menino para vender
na ra.
Precisa-se de um caixeiro com pratiea ; na
raa da Unio n. 54.
ALUGa-SE a casa terrea n. 20 da ra do
Capito Antonio de Lima, com 2 salas, 3 quartos,
cosiaha e quintal com cacimba : a tratar na raa
do Mrquez de Olinda n. 8.
Aos vendelhSes e a quem tiver fransacc5es
com a fabrica Sultana
O proprietario d mesma participa que nesta
data deixoa de ser seu caixeiro o Sr. Aderaldo
Leite, e que nao tendo outro, s com elle proprie-
tario se devem entender, ra larga do Rosario
n. 15. Recife, 30 de Junho de 18%._________
Sociedade Philomatiea
Uoje esta associaco nstalla-se com urna sesso
magna s 10 horas do dia.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo o servoo de
u na s pessoa ; na raa do Baro da Victoria n.
4. Na mesma casa aceita-se urna menina ou mu-
lher de idade, para companhia, daudo-se casa e
comida.
Raa do Duque de Caxlas 11 I o.
Os proprietarios deate grande estabelecimento
de miudezas, modas e para accommodar os interes-
ses da poca, tem resolvido venderem po' meuos
vinte por cento que em outra qualquer parte.
Fentes elctricos 6 0 rs.
Luvas de pellica a 2/500 o par.
Linba de carritel branca e de cores a 80 rs.
Orampos a 20 rs. o masso.
Invisiveis a 320 rs.
Vestuario de fasto bordado para enanca a
3*000.
Pentes de regaco para enanca a 100 rs. um.
Baleias a 36 rs. a duzia.
Haspas para anquinhas a 120 rs. o metro.
Bicos com tres dedos de largura al/500 e l800
a peca.
Linha de ores para crochet a 250 rs. o no-
vello.
Papel amizade a 40 rs. o caderno.
Fita chineza a 320 rs. o masso. ,
Lencos de linho a 1500 a duzia.
Lindos bicos de cores com 10 Jardas a 4/ e 5/
a peca.
Urna caixa cem tres sabonetes desenhando urna
rosa por 500 rs.
Meias de l de cores para senhora a 1/500 o
par. ____
Camisas nacionaes
A S&500. 30OOO e 8/500
32 Loja k ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sonimonto de camisas brancas, tanto de aber
turas e p juhos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 2/500, 3/ e 4/, sendo tazenda
muito melbor do qu as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bom artista, especialmente camiseiro, tamben.
se manda fazer por encommendas, a vmtade des
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n
3 .', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
' Ra da Imperatriz = 3;
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo egtabelecimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de tazen-
as de todas as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para homens, e tambem se maD
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finoa
caaemiras e brins, etc.
en
Ra do Baro da victoria n.
casas do costume
O abaixo assignado acaba Je vender
en seus felizes bilhetes quatro quartos de
n. 1319 com a sorte de 4:0000000, e di/er-
aos premios de 320000, 160000 e 80000.
O mesmo abaixo assignado convida os
possuidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda, os felizes bilhetes
garantidos da 250. parte das loteras
3eaefcio da Simta Casa de Misericordia do
Recife, (62.*), que s? extrahir qui'.a-feira
7 do Julho.
Precos
40000
20000
10000
de 1OO^OOO
cinta par;
30500
10750
0875
E
Inteiro
Meio
Quarto
porco
Inteiro
Meio
Quarte
Joo Joaquim Costa da Leite.
Aos 4:OO0$000
I:
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios se
guinteg : 1 inteiro com a sorte de 1:0000 ao
n. 3682 alm de outras mais de 320,160, e
85 da lotera n. 61.
Convida-se aos possuidores a vir rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes gan ntidos da lotera n. 62a em Beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahir quinta feira 8 do cor-
rente.
i'iii:i:os
Inte''ro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Sendo quantidade superior
a lu:ooo
Inteiro 30500
Meio 10750
Qarto 0875
Joaquim Pires da Silva.
Ama
Precisa-se de um ama para todo ser vico de
casa de pequea familia ; na ra Augusta n. 187,
scguudo andar.
Ama
Precisa-se do urna ama para cosiuhar ; na tra-
vessa dos Pires n. 5, Qeriquity.
Ama
Precaa-se de urna ama
na ra Formssa n. 37.
ara casa de familia
Atoa de leite eeriado
Na ra da Anrora n. 81, 2* andar, se precisa
de ama ama de leite e de um csiado menor.
Acfes entre cavalleiros
Do anuel de brilhante, relosio chronometro n
5545 que divia extrahir com a lotera 61, fica para
correr com a lotcria n. 63, como j hontem se
avisou.
Caixeiro
Precisa-se de um menino eom pratiea ou sem
ella, que d fiador de sua conducta : na ra do
Arago n. 13.
7/001
10/001
12/001
12/001
5/501
6/50"
8/00
3/001
1/601
1/OU
D. Bal bina Calbeiiroa da rara
Augusto Cesar Pcreira de Mendonca, D. Mara
do Carmo Vital de Mendonca, convidara aos p-
rente* e amigos da Ilustre finada D. Balbina Ca-
Iheiros da Or .ca, esposa do c.inmendador Gui-
Iberme Jos da Graca, e fallecida na corte, para
lirem as missas que pela 1 ua aima mandam
e dia 5, c'.nfessa do Be agradecidos a todos que
concorrerem a ese neto de religio.
31Ba da Imperairls8*
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se aa roupas aba
xo mencionadas, que sao ba- .i.aa.
Palitots pretos de tr'r aiagonaes e
acolchoados, senoo tazetiaas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira prata, de cordo muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melbor
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro pretp, acolchoado,
sendo fazenda muito encorpada
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2/, 2/500 e
Ceroolas de grcguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1/200 e
Colletmhoa de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos dt
linho e de algodao, meias cruas e collarinhos, efe
lito na loja aa -ta da Imperatriz n. 3i
Riseados largos
a SOO rs. o corado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem w
riscadinhos prsprios para ronpas de meninos
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covacu.
tendo quasi largura de chita francesa, e sai?
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechincha
loja do Pereira da Silva.
FuMtSes. etlneta* e laziniia* a SO
m> o coiado
Na loja da roa da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 5Ct
rs. o covado, lzinhas lavradas de furta-core*
fbzenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade.
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas a
cores, a 500 rs. 1 covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
Merino* pretos a iSt
Vende-se merinos pretos de duas larguras pan
vestidos e roupas para meninos a 1/200 e I/6O1
o covado, e sunerior setim preto para enfeites 1
1/500, a?sim como chitas pretas, tanto lisas com
de lavoures brancos, de 240 at 320 rs. ; na nov
leja de Pereira da Silva ra da Imperatriz no
mero 32.
Algodozinbo franres para lencei
a 9O0m 1$ e i#loo
Na loja da ra da Imperatriz; n. 32. vende-s
superiores algodozinhos fraucezes com 8, 9 e 1(
palmos de largura, proprios para lencea de un
s panno pelo barato preco de lHX) rs e 1/000
metro, e dito trancado pa a ton ibas a 1/280, a*
sim como superior bramante de quatro largara
para lencoes, a 1/500 o metro, barato ; na loj
da Pereira da Silva.
Roopa para meninos
A. 40, 4SOO e 0
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, a>
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
uha curta, feitos de brim pardo, a 4/000, dita
de molesquim a 4/500 e ditos de gorgoro preto
emitaudo casemira, a 6/, sao muito barates ; n
loja do Pereira da Silva.
S.I FELIZ
Aos4:000$000
BILHETEM ,.AttiV t^ra^a da independen
ca ns. 37e 39
O abaixo assignalo vendeu entre os seus
felizes bilhetes garantidos da 61a lotera
a sorte de 1000 em 4 quartos d. 2705,
alm de outras muitas de 320,160 e 80.
Convida os possuidores a virem recebe:
sem descont, algum.
Acham-se a venda os fezes bilhetes
garantidos da 62a parte da lotera a beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahir no dia 8 de Julho.
Preco*
Bilhete inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
* porcSo de 1005000 pare
cima
Bilhere inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Antonio Augusto dos 8ant+* Porto.
Por todo prec.0
A Predilecta liquida definitivamente e par
acabar e por todo o preco.
Alm de muitos objectos, annuneia os abaixos,
que sao as verdadeiras pechinchas :
Babados c entremeios bordados com 3 1/2 me-
tros, a 240 rs.
Baleias para vestido, pollidas e fortes, duzia por
320 rs.
Botoes de madreperola muitos finos para casaco,
groza i 500.
Voltas de coral verdadeira com clchete, urna
600 rs.
Voltas de coral verdadeira c;m clchete, duas
ordens, 609 rs.
Ligas com feixes de ac para menino, um par
160 rs.
Urna caixa com 100 folhas de superior papel,
400 rs.
Urna dita com 100 envelopes, 300 rs.
Borlas para pos de arroz, urna 200 rs.
Pos de arroz muito finos, um pacote 3 0 rs.
Urna duzia de macinbos ce grampos polidos,
200 rs.
Carriteis de linho de 200 jardas. 80 rs.
Suspensorios para meninos e homens, um par
800 rs.
/jPacotes com tres sabonetes muitos finos,
500 rs.
Duzia de pacotes de sabo em p, 600 ra.
Boleas de chagrn de diversos tamanhos, urna
3/000,
Leques grandes e modernos, a 5( 0 rs.
Aproveitem
.4 Pra?a da Independencia-14
Signal bandeira encarnada com letras brancas.
m
>**'.*L .j .
r
i



\^

Diario de Purnani^u^--.Si*ado 3 de Julho de 1
Serrara a vapor
Caes 4o Caplhafihe b. ti
N'esta serrara encontrarlo os se nhores fregue-
ses, um grande sortimento de pir.hj de resina de
cisco a des reteos de cosapximenco e de 0,08 a
9,24 de esquadros Garante-se prec mais cmo-
do do que en outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Maceo.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanil.!
Estas pilulas, cuja rreparaeao purameute ve
getal, teem sd por oasis de 20 annos aproreitadss
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeco-jes da j-elle e do figado, sypuilis, boa
bes, escrfulas, chagas inveteradas, erisipelas e
gonorrhas.
Modo de aaal-aft
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, I e-
bendo-se aps eada dse um pouco d'agua afloja-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de invencao dos pharmaccuticos
Aloseida Andrade & Filhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por serena um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
usadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
-t\ drogara de Furia Hobrinho di C.
I EA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
GMULSAO
Aiiw
Precisa se de urna anta para todi servico de
casa de familia : a tratar na ra do Cotovello
numero 46.
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Hypephosphitos de cal e soda
Appi-ovada pela Jimia de Hy-
glene e autorizada pelo
governo
E* o melbor rem< dio at boje de>coberto para a
ilsf< n bronchitea. eNcropliulaaw ra-
oiiin. anemia, ebilidadc em geral,
defluio. lame cbroialca e alTecc*e#
do pello e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalbo, porque, alm de ter ch'iro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oles, alm das propriedades tnicas
reconstituintts dos hypophosphitos. A' venda as
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Aviso
Precisa-se de urna profess ra que saiba tocar
bem piano e mais traba lh"8 du senbora, para en-
genbo : a tratar com o Bario de Nazaretb, ra
do Imperador n. 79, 1 anaar.
Casa grande em Olinda
Por IfiSOOO
Alaga se urna casa c ra grandes commodos
para familia, teado bom quintal e grande viveiro,
sita em Santa Thercza, lugar denominado Pisa,
pelo barato preco de 164000 mensaei : a tratar
no Recite, ruada Imperatriz n. 32, loja.______
Quero lem?
ara e prata : compra se ooro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que em outin
qualquer parte ; no 1 andar n. 22 a ra larga do
Rosario, autiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
arde, das uteis.
Ag le VWo "
Em quartos e meias garrafas, vendem Faria
Sobriuho & C, roa do Mrquez de Olinaa u 41,
DEPOSITA KI08 ____________
Porto (alvo
O Sr. Benvenuto Buarque, para satisfazer sua
promtssa e eomprtmisso do dia 15, chamado
ra ao Brao da Victoria n 10, foja.
Na ptaca do Conde d'Eu n. 7. 2- andar, preoi-
sa-se de ama ama que cosiuhe bem, para casa de
pequea familia._______________^^
DE GUYOT
GUOT DE GYOT
Precisa se
Roda n. 38.
Ama
de urna para eagommar na ra da
Ama
Precisa se de urna ma que compre e cosinhe
con perieico : na ra do Baro da Victoria n.
69, 2- andar.
precisa se de rom?
Na ra da Conceicao n. 58,
ama para todo o servico :
Ama
Urna senhora offerece-se p ra ser ama, dando
conhecimento de sua conducta : quem de seus
servicjs precisar, dirija-se ra Bella n. 37, 1
andar, que achara com quem tratar. ______
Aluga-se
O segundo andar do predio n. 59 a rna Duque
de Caxias com bons commodos par: familia,
traotar r.a loja.
Aloga-se
_jia grande casa com dous grandes quintaes e
agua encanada, ra Lembrauca do Gomes n. 1,
em Santo Amaro : a tratar na ra da Imperatriz
n. 32, 1 andar. _____________________^^
Aluga-se
*:
mais(rifSSTpftnr p-r*ffe para PreParar ama agOa de aieatraO, muito eficaz e agradavel aos
"dLS estmagos PrinGca o sangue, augmenta o apetite, levanta as forcas e efficaz era todas as
doenpas dos palmte, catarrhos da bexigoa e affeccos das mucosas.
da Blgica e Espanba yel 01 Penme&ted cora vantagem real, nos principies hospkSes defWwca,
MMDnlI"f os calores e era tempe epidmico ama bebida hygienka e preservadora. Um svMro basta
para preparar doze litros d'uma bebida salutarissima. ^
0 \ ir ir o e ayoi 41 thi %Tl< vendido em vidros trazendo
no rotulo e cora trez cores a asignatura :
Venda a y^'> or parte daa PkanauMlaa. Fabricarao em
atacado : GmL FRKRE 19, PBe Jacob. Parla.
CaUarroda Bexiea- PMsea- Tosse conoulsa, Dyspepsia, Palidez,
Perdas semmaes, Catharros amigos e complicados, etc.
_____________aonle vara Seala, T. enJAEn, e na. principaba Pharmacia*.
Cuidado cor, ag Falsiflcacoa".
AGUA de
dos Carmelitat
BOYE
MELISS
I Contri i Apoploxii
Igltlin.lFebra
lnioo Sucosssor
IP^A-ieiS, 14y Rna de l'Abbaye, 141,
loiia, Cholera. En}6o do mar, os Flatos, as Clicas, Indi-
bre amaralla, Dve-se eiigir o :etreio branco e preto, em io:!os os vidros,
seja qual for o Umanho, como taaibera a assignutmo :
Depsitos em todas a Pharmacias das Amsricas.
urna casa pequea, ra de S Francisco n. 1
a tratar na ra de Santa Tbereza n. 38.
do
Aluga-se
a casa terrea com muitos commodos e quintal,
ra do Onde da Boa-Vista (Cammho-novo), a
chave es' na merueara do Sr. Carneire na ses-
ma ra n. 79 : .. tratar na roa da Imperatriz n.
64, loja do Cyene.
Aluga-se
o segundo andar do sobrado do largo de S. Pedro
n. 4, limpo e com bons commodos para familia,
com agua e gaz encanado : a tratar no primeiro
andar do mesmo sobrado, ou rna estreita do
Rosario n. 9.
Aluga-se
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway e nm remedio infallivel pata os males de pernas e d
as frulas antigs chagas e ulceras, E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enermi-
dades de peito na* se reconhece egual
Para os males de garganta, bronohites resfria/tientos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
e para os membros
Eisas medicinas s4o preparadas smente no Esubdecimento do Profeisor Holloway
T8, HEW 0XF0ED 8TBKET (antes 583, Oxford Btrest), L0NDEE8
E vndense m todas as phaimaciss do universo.
" O compradores slo convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caix e Pote, se nSo teem a
. __________ tirecsao, s33, Oxford Strost. s*o falsificacoes, ^ *
o sobrado de um andar e sotSo ra do Mrquez
do Iierval, travessa do Pocinho n. 33, e a casa
terrea sita ra do Visconde de Albuquerque n.
170 : a tratar no largo do Corpo Santo n. 4, pri-
meiro andar.
Aluga-se barato
A casa n. 96 ra dos Guararapes.
A casa n. 107 da ra Visconde de Goyauna.
A ra Lomas Valentinas n. 4
Trata-se no largo de Corpo Santo 3.19.1 andar
Ao publico
Cura certa em 48 horas das infiamacSes
recentes dos olhos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, as seguintes molestias :
Ophtalraias agudas, purulentas e chronicas, con-
unctivites, etc., etc.
Deposito eral, na drogara de Faria Sobrinho
di C. ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacoes, sedirijam iivraria Indus-
trial ra do Baro da Victoria n. 7, ou resi-
dencia do autor, ra da Saudade o. 4.
MEDALHA DE BOf/HT
0 OLEO CHEYRIEB
ev-nloctado / Aleatrat,,
tnico OMltMJnico, o Qut multo
juimont* ai proprleOadet ao ,
tas,
0 OLEO de FIGADO
DE BCiLAO FE,.,GIN0S0
a oi/cj flrepsracio <-uo permiti
tdmmlttrtr o Ferro um pro-
ducir Prisao de Ventrt, ui
DIPLOMA DE H01TI
rtFERRUGNOSOp
Incommodo.
nmm prai puiis
ll.niiornib'-IoDtnanrt.ll
'Hm\B.
** %*l Or** **
DEPSITOS EM TODAS AS
mxcxiTADo roa todas as
Celebridades Medicas
CA FHANCA E DA IL'HOPA
MOLESTIAS 00 PEITO,
AFFECCOES ESCROFULOSAS |
CHLOROSIS,
ANEMIA, DE8ILI0ADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
PRISCIPAES PHARMACIAS DO BRAZIL.
Hermina de Carvalbo Mtnn da Costa, proprie-
taria an pbotogrnphia sita ra du Baro da Vi-
ctoria n 14 2. andar, declara para os lint con-
venientes, que desde o da 6 do correte deixoa
de ser socio da menina photugraphia o Sr. Flosculo
de MHgxlbeB.
Aproveita a occasio para commumear a todos
aquel les que se t ein dignado de dispensar iLe a
sua proteccao n'aqujlle ramo de negocio, que con-
tinua com a referid) pl>oti'irHpb:a, a qual se acba
hoje melborada coosideravelmente nao s quanto
aos misteres technicos d'arte, c >mo t i b m quan
to aos dtmais requisitos essenciaes para nao d t
agradar aquellas pes dando prov de desejo de coneorrer para o pro-
gresso da industria nacional.
DasExmss. senboras principalmente, espers a
referida proprietaria toda sua valiossima proteo
cao.
PARA COSINH \R
Precisa-se de luna
ama que saiba cosi-
nhar bem; no 3. an-
dar do predio n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cima da ty-
pographia do Diario
l'oiueni nota
Trilhos paraengenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Tiat-hfnisnio completo para en-
gentaos de tdos os tamantaos
Systema aperfeicoado
Especificantes e preqos no escriptorio
agentes
Browns & C.
-\. & Ra do c ommercio
N. t. Alm do cima B Ai C tem cathalogos de
muitos implementos uecessarios agricultura, como
tambem machinas para desean car algodo, moi
nbos para cat, trigo, arroz e milho ; cerca de fer-
ro gaivanisado excellmte e mdico em preco, pes-
soa nenhuma pode trepai-a, aem animal que-
bral a.
Chapeo legaate
Car\albo Irmo & ". participam s Exmas.fa-
milias em geral, que aca>am de receber pelo ulti-
mo ?apor fraocez um rxplendido e rariadissimo
8urtimento de cbapos, cbapehnas e capotas para
senhoras, o que ha de mais posto n-ste artigo
assim como tambem um completo sortimento de
gorros e barretes para enancas, tambern o que ba
de mais modern Esperamos que as Exmas. fa-
milias se dignarao vir visitar o nosso estabeleci-
mento, na ra do Barao da Victoria n. 12.Tele-
pbonc n. 422.
XSm&mS8Qa*^J*M>&!B&
Asma, Catarro
3JTT3SA. OEETA
COkl O rM.'KWiO DOS
Ifarralos Anmomies!
r'WlLLAVD-
im* iUTSTtt a iciimla de tat to efe. .
pii vj*j jt'x Joata si Hyfieai 44 LTrOL
C*n-ta egir toirt ctit Frttco ns nosi' -i
. Ph" e MOUSNIER, sm .MIJ6I (Fra- a).
^'OSiTOs HAS >'------"'DAES PAKM .CI.V.S. jS
1882, Bordame: Uedaln de Bnnie;
Bloif; Uedi'.ha de Fr2ti; Roche-
fort : Ntn&o de *-rf./Aj de Prata,
t-rande mo:.elo.-lS9Z. Amsterdam:
Meoalna d Prst' dcuri.o. 1885,
ExpoBicodclnbalbo:^.;,;: ss' Criado
Precisa-se de um de 12 14 annos, para o ser-
vifo da casa ) de ra : na praca do Conde d'Eu
n. 30, terceiro ,ndai.
A
Caixeiro
Precisa-se de um de 12 a 16 annos com pratica
molb.'idos, na ra de Santo Amtro n. 28.
Vende-se on arrenda-se animalmente urna boa
casa cora bastantes commodos para iamiia, tendo
agua e gaz encanados, com um bom quintal todo
murado, toin algumas arV'Tea fructferas e com
sabida para o rio. por prego riuito razoavel : quem
precisar dir-ja-se a rus Duque de Caxias n. 117
qe achara jjb> quem tratar.
Criado
Precisa se de um menino de 12 14 annos
ra do Mrquez do Harval u 28.
n:i
Plvora
Vende Gandido Thiago da Costa Mello, em seu
deposito ra Imp-rial n. 322, olsria, onde tain-
bem vende tij los e tenas. Telepb .ne n. 221.
Jardioi das plaas
Grande casa terrea com soto
Aluga-se
Tem no andar terreo 6 quorto?, 2 salas, corre-
dor ao lado, n<> quintal co-inha, boa caciu.ba",
grande telbeiro para animaes, do oitao de toda a
casa um terreno todo murado com porto na fren-
te, proprio para jardiin e horta, t;da a casa
muito ventilad.-., h ra dos Coelbos n. 15, esauina
para o caes de U.tpiba ibe tra a se no patee do
Carmo, <-asa de banbos.
Cosintaeira llnpa e fiel
Precisa-se p nos dis uteis e dormiodo onde lhe convier ; na
ra Nova n. 13
Alimentacao raaioneU
das *ES, CR1ANQAS, AMAS CONVALESCENTES
for uso da PHOSPHA TIXA Valieres.
PARiz, 6, Avenue Victoria, 6, PAIUZ.
IlltsiUros ea Ptrnambuco : FRAM M. da SILVA, I Q*_,
As mes de familia
Para remediar a fraqueza das enancas, desen-
volver suas torcas, seu crescimento* e preser-
val-os das molestias communs idade tenra,
os principaes Mdicos e Membros da Academia
de Medicina reeeito, com grande xito, o verda-
deiro Racahout dos rabes de Delangrenier.
de Parlz. Este alimento muilo agradavel com-
posto de substancias vegetaes nutritivas e
fortificantes, se espalha por toda a economa
e em vista de suas propriedades analpticas,
melhora a composcao do leite das senhoras
Sue crio, e restaura as forras enfraquecidas
o estomago.
Hiplitos em todas asCidadei do BraKll e do Portugal.
WrO)KOMCT
Alimentacio Rica
em principios azotados e pbosphataJos.
a raairaa iwx.XJt' o mclhor auxiliar
da ama de loitc na allincnlaco das crlancnnas.
experimentada coni o mellior xito as Creclies,
Hospitaos e Asyios, c soberana para as Criancas,
pessoas idosas. tracas e as gue sol&em" de
Oastritls, Gastralgias, Molestias de Intes-
tino*, Friso de Ventre rebeldes, e tudas
as Atleccdcs .jue nao permitteui ao estomago
snpportar a aJJmeniaco necessaria para a pro-
ducto da torca e da saiidu.
EtieiB 1 MARCA REGISTRADA : i ViBDEM
PharmaciaMLIX,m BorOeaux(fnnaa)
la Pernambuco : raa" K. da Silva 4. C*.
-t. t aci^i, a,
liti
r-fifluUCTOS EHGL661G
ie LYSSE ROY, cu ?o:ars (Fpjr;;
imite POUST, Sucr& Genr
-aixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 annos,
ci m aJguma pratica de molhado ; na ra do Prin
cipe n. 28.
Jaboato
MONDEGO N. 80
Pretendendo-se acabar com as plantas que es-
tilo em visos n'este j >rdim, vende se os sapotisei-
res muito grandes, e dando frueto, 2A(lOO, la
ranjeiras, muito grandes, para enjertar, 6*000
a duzia, e aapotiseiros mais pequeos por banto
preco.
Vaevjna
ingleza e franceta, chegada pTo ultimo vapor :
tea ie-ae na botica frkaeeea de fiouquayrol frree
roa do Bom Jess n. 22,
Vende se a padaria e o ea'ab-'leeimento de mo-
Ibados, bem afr -, <, prorneliendo ainda
mnior negoi-io fazer rom a ida das oficinas da
estrada de trro de Gainanz, pr- xrmo mesma
estacao, fica sirundo os estabelecimentos cima
hrrendanlo se as cssas pessoa que pretender .
a tratar em Jabo' O
i
I
PMLAS do Dr CRUNKR
de '03URE70 de FERRO e de QU!W*\ I
TRINTA ANNOS di bom xito tem demos! ado
acfflcaciA ti eotiTestAvve d'astas Pilulas, qneeuccr va
toio, a ttemenroi preci*-. para a ~gtn~vAo de anjue.
Plks suas propriedades tnica, a mportMmtt <
O lOStntETO se rEBB>'IH 2VZIr?'B.
o mMlcamonV juta vrlvo costra as
SifM sfoiro Ghiurot tntmlt
Ptra?. a, apoelltt
Cai Hmiribrryeinunto to Canaw
fecfoei asc.r'oftilotaB, eU
tsasUiA t^ai 'i, 'ja ue G-Jiei-S.'at-eTtB, PICT
m fmtwnveo: TOAN- si da aa.T a t>
de Sle#oo...............oa 100 fraaaml a" *
. Sancio ul^senciaMCogna -n 100 frascos SCO fz,
'- Pertumos para todos os Ucore j 100 irascos 300 fr,
EssericladeRbumoiideTa'ia, oslSOfrasoos bOOs)
; usuarios em Pernatnbneo:
"''-- Ci h'-o M 'ia. SILTA 1
i ***

I ":
W5S*
Scclame
Para a fabrica Vendme chcarOu de Pars ar-
tigos novos p> teiras de ambxr, verdadeiras, e de espuma, ca-
chimbos de mbar e espuma, grande sortimento
de eerveja e de bruyre de todos os taannos,
cigarreiras e bolsas para fumo, afta nsvidade, es-
qneiros, cousa nunca vista, phosphoreiros, etc.
Chumara atncuo do publico apreciador do mrito,
ra do Baro da Victoria u. 39.
J A.S
.SocTiskarj^ Secretes!
\ ftsU6.MOii:IRKGiAa3 i
QONORF.HEA8
iPLORES BRANCAS
COR^UMENTOS
*1^*1* '-- ktnUgos sao curados em j
pou-co-' das em secreto, sera t gt-
'nsn ok tisauaa, Bem cansar jk&\
fscoieeur m rgano? digestivos, pcj
! i3r3L-rT.,aLs^fi;
ft injeceo de
W8IS ta.Plmm S* {
Acabaro-ss as Cas
f antmmica aos Cabrlloa e a Itmrlin
a Cor iiatiti-ti!
Ba:i' cm ii Das A-'cacoes ten lawriacmPepam^o
35 iWFi'5.3 DE EXiTO
E. SALLES (,1b; J. MONEOHETTI, anecessor
Per';. v "3. ai T -Lujo, PASIZ
Vtndtm-u sai I .ai. n principia Ptrtoaurlti t Brotarla,
Jos iW Castro (Juima-
raes
que i id (i'ijmr.. ,,rne de J ,s Gaspar Do-
ningues d mais cohr dr da ccchei
ra nm dfl lu,p,, trus u 29 desde Marco, e
chamado a preslai atxs dos dinlieiros que re
cibeu coa insta das eontas com os re-ibos, e
entregar as Bosta ora sti da t. m i ni sru podere
ao administra'!,ir daqneila coebeira.
Boa
casa
rico
PreoaraQo de Productos Vegetaes
PARA
XTINviO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JV1ARTINS & BASTOS
Pernatnhiuio j
Fregnezi do Wmk
Aluga-se um sstao na ra dos Guararapes u.
29, e na mesma precisa-se de um menino para
mandados, e paga se bem.
Ao Sf. Vicente Alves or i a
Previne-se ao Sr. Vicente Alves Moreira que
no 3 andar da casa n. 43, ra estreita do Ro-
sario, ha para lhe ser entregue urna carta que da
villa do Rosario, no Marauba*, lhe mandou a
Exma. Sra. D. Maria da Conceicao de Oliveira.

4
vV

#'
i-
REMEDIO
DE
AYER
CONTRA SEZOES
ATraesAcuicBE)
cuba unuamr e com cotiza.
as
pebres IntenmttenlesJ
iltcirtese Biliosas:
,Maleilas.os Calanos.
[ TODAS as
lolestias Paludosas

Tricofero de Barry
Garante-ss qnefaz nas-
cor ecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque-
cer, e infallivelmente o
torna esposso, mncio, lus-
troso e abundante.
i tiltil'
Francleco Hanoel de Souza
Oliveira
Rosa E. da F*nseca Oliveir.i, Antonia de Oli
vera, Amelia de Oliveira, Constantina de Oliveira
Francisca Emilia de Oliveira, Emilia de Oliveira
Maria do Carmo Oliveira, Octaviano Lins Wau-
derley Chayes e Francisco das Chagas Oliveira,
m5, irmies e eunhados de Francisco M. deSouza
Oliveira, agradecer do intimo d'alma todas as
pessoas que se diguaram acompanhar os seus res
tos mortaes sua ultima morada, e de novo as
coa vida m para assstrem a missa que mandan-,
celebrar no dia 3 de Julhj prximo, stimo do seu
pasaamento, no orutirio do eugenho Jacir e no
convento de S. Francisco,em Serinhem; assim
como igualmente convidara t idos os amigos e
prenles residentes nesta cidado assistirem t
OrissH que tnmbem msndam celeb-.ai no referido
da, o initriz de Santo Antonio.
Agua Florida de Barry
Preparada setjtmAa a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a upproviicfio official de
um Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que nalquer outra
eduraodobro do tenipo. E' muito
inais rica, suave e deliciosa. E'
.mito mais fina e E'
i.is permanente e agradavel no
lenco. E' duna vezas moi i refres-
I cante no banho e no qoarto do
doente. E' especifico contra a
I frouxidao debilidade. Cara as
dores d'o cabeca, os cansacos e os
I desmaios.
Xarope fle Yifla Je Benter No. 2.
UrTES DE SAL-O. expon; DE USIi-O.
Cura positiva e radical de todas as formasde
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeoc;oe8, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue, Figado, e Kins. Garante-ss
que purifica, enriquece o vitalisa o Sangne
e restaura e reno va o systema inteiro. a
Sabao Curativo de Reuter
>. (arollnn l.eonciu lie tniiiilu
.Jos Pinto de Souza convida a todjs os seus
amigos e prenles, assim como aos da finada
assistirem a urna missa que manda resarna igreja
matriz da Boa-Visra, no da 3 de Julho, s 7 l/
horas da manila. 1" annirersari > do passamento de
BU esposa, confespaudu-se desde j grato por
este aeto de caridade e religio.
.-.- i^^'^saiBflss
Hara Moreira Hara
Antonio de Medeiros Mafra convida aos seus p-
renles e peamas de sua amizade para assistirem
bb iniss-is que por sima de sua presada esposa,
Maria Moreira Mafra. manda resar na igreja de
N. S. da Soledade no da 3 de Julho, s 7 1/3 ho-
ras da manha, 1 anniversario do seu patsaman-
to, e desde j antecipa o seu reconheeimento por
este caridoso obsequio.
Para o Banho, Toilette, Crian-
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
e em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoe.l da Silva & C.
_____VENDAR_____
Pacana
VenJe-se um." pidaria bein.localisa ia e tambes
se admitte u n > co -ntraud > eota cap'tal : a tra-
tar na trav- .--:i osil Ciuz'-s n. 16.
Tbereza E. de tlbuquerque
Haranhao
Luiz de Albuqueoque Maranho, Maooel T. de
Albuquerque Maranh", suas esposa", filhos, gen-
ros e sobrinhos agraiecem 4 todas as possoas que
se dignaram acompanhar ao cemiferio publico os
restos mortaes de sua presada irm, cu abada e
tia, Thereza E. de Albuquerque Maranho, e de
novo as convidan, e assim todos os seus paren-
tes e mais pessoas de suas amsades para assisti-
rem a missa, que p ir sua alma maddam resar na
igreja ,1o Divino Espirito fcjunto, s 8 horas da
manba do dia 3 de Julh stimo do seu falleci-
nwnto.
Boa ac<|tiisii
Ven le i-e .. predio da ra Duque de Cauas a.
39, reedificado ultimameute : a tratar na rna
Primeiro de Marco n. 20.
Buhar
Vende-se um bilhar francez em perfeito estado
com tres j'gos de bolas e seis tacos : tratar no
aotigo larpo do Pelourijho (corpo Sact ) n. 7, ti-
criptorio.
Bem guard
Isabel Fonseca da Rea It piixia
Francisco Jote Baptista, suas filhat, genro,
neto, irmaos. cuuhad s e 8 ibrinhos agradecem aos
seus parente3 e amigos que acompanbaram ao
cemitPrio publico os restos morra s de sua sem-
pre chorada esposa, rai, sogra, av, irm, cunha-
da e tia, e de novo os convidara para assistirem a
missa de stimo dia, s-bbado 3 .e Julho, na igre-
ja do Divino Espirito .-omto, s 7 horas da ma-
nha, e desde j s- coufessam agradecidos por este
acto ''e t' litriao e caridad) .
Vende-se um grande e feroz cachor o, proprio
para sitio u estabelecimento, est:i a. u limado
em corrente ; tambem se vende uuia cachorra
muito nova e grande, propria par caca : para
ver e tratar, na rna do Fogo n. 2".
Jabeatao
Vende-se on bypotheea-se dous predifr nova-
mente construidos de pedra e cal, na c i'ide de
Jaboato. com boas accammodaco-'s para familia
ambo- can o quintal para o rio Jaboato, com
excellentes banheir s : a tratar na mesma cidade,
ra do I.np rador n. 91.
Alus
"tL a laaajete i

gs-se un m na ra d i t'i.ys url n.
3, junto do Si. gerente Danslv, com agua, gaz,
jardiui, etc. : a tratar na ra do Hospicio n. 3.
tt$l!$0
Tend-j de me r- tirar desta praca, peco pela
gunda ver nos meus devedores o tavur de paga- COrrente
rem eiu dbitos por to>.o mez de Julho vindouro. | ,, '
Thomaz Ferrera da Cunha.
Ir. dflaide sTfl MalioN I.i-iikis
Luiz F. P Cvale.ote de Albu^UTque Lacer-
aa e sua familia mandara no dia 5 do corrente;
ti idsimo do passannnio de I). Adelaide de Mat-
tos Lemos, celebrar urna missa na matrit da Boa
Vista, s 7 1|2 horas da manh, e para assistil-a
convidara os seus patentes e amig '8, assim como
aos da finada, agradecendo j a todos quantcs
aecederem ao seu convite.
W a<^" : iitmWfaVPmmkWam
Saldina Rnrlinoa lo Fariatt
Vicenta Ferrera da Kainio, Mara Barbosa da
Paixao e Justina Maria do Sacramento, agrade-
cem do int mo d'alma na pessoas que se dignaram
acompanhar os restos mortaes de sua cunbada,
irm e fiiha ; e de novo as convidam para kssis-
tirem a missa do stimo dia, que por alma deMa
maudam resar na igreja da Penha no da 5 do
e desde JA se coafessam eternamente
gratos.
Kngp/ilios
Vende-se dons engenhos na comarca da Esca-
da, termo Je Gamedeira. distantes das --itacSes
Ribeira; on Gramelleir i u.na e m ia legta] nm
quasi tod.i .1 variea de massap, podeudo safre-
jarat.SO1' pies, movido agu i. s.-in acude,
moent e corrwate, com igreja, casa de vivenda,
senzalla, esnibaria, destilacao, casi de arinha,
casa de eff''i>ho, com formas de ferr >. c isa da
bagaco. can quisa casas de sipi paro laii.sJores
tud i e-n pifeiio estado ; outro movido i vapor,
pidendo tafrejar at 1,500 pies, com cas* de ri-
veuda, spozalla, d-stilac/io, estribara, b^a casa
de engolillo, assim como ptimas casas para la-
vra-lrres : a tratar na ra Diroita n.
i
^'a^a*sasa>B
Apioveiteu a pechinclia
Vende-se eom grande prejuzo, por mcommodo
de sade, urna nova e boa armacao de amarello,
forrada de cedro, ainda nao estreada, propria para*
qualquer negocio, menos molhados, na ra do
Rangel, em bom arn azem novo, claro c /.n jado'
eom agua, guz, apparelho, tanque para ti..uho
pequeo quiutal ; informa-se na ra da lVoia n.
Bl, 2- andr.
I

rim


Diario de PernambcnSarWra*> 3
)
?i

1888
i
Llquidacao
)- Raa Ifaque de Caxla-*
AIcuds %rtigos 50 [. menoe do eu valor
F..le. dama, linda fajeada, a 400 ra, o oo-
'"fioL com salpico* a 660 e 700 rs. o dito !
Cachemiras com bollnha de velludo a 1#0U rs.
* dem' de 2 larguras,, fingindo dados e lisa, to-
^VZZiZU (W*> a900, UOQ,
'^acVs'd^edaa finas a 360 e 400 r** d.to!
Popelinaa com Bstras de sed a 280 e 320 o
dito'
Seti..a Maeo verdadairo, desde 0 rs. a 2*000/)
que ha de melrjpr ,
Gorguro pfete de seda, para (um ve, .... de-
ente) a 2*000 o .vado para acabar.
Damasaa, de cores, seda supenw, a 900 ra.
Velludilhos liso e de Hstrinhag a 1#000 e 1/600
EaguiSo pardo para vestido a 560 rs. o dito !
Sanaok* fiaissimos de corea a 320 rs. o dito !
Cret ne8 para chambres e cobertas, superiores,
a 360 rs. o dito !
DHB83C0S de l com 2 metros de largara, a
1S0 o dito!
Mariposas de cores lindas a 260 rs. o dito !
Bramante de linho auperier, 4 larguras, a 2*000
# metro!
dem do algodo, idem, idem a 1*500 o dito !
Atoalhado bardado, o melhor posaivel, a 1*500
dHo 1
Brins de linho de cores (linho- paro) a 1*200 o
dit0 l
Camisas francesas sem punhos e colarinnoa a
40*000 a duaia !
Ceroulae de bramante 'bordadas a 12* e 18* a
dita!
Guardanapos de linho a 3*000 a dita !
Meias arrendadas para- senhora a 8*000 a
dita!
Idm cruas para homem a 3*500, 4*500 e 6*000
a dita !
Lencos brancos em lindas bolsinhas de setim a
3*000 a dita !
Enxovaes para casamento o seguinte :
Lindas grinaldas e vus a 14*000 e 16*000!
Ricas eolias dn crochets a 10*000 c 124000
Guarnicoes dr dito (cadeias e sof) a 8*O00 !
Espartilhos americanos, chiques, a 6*000 e
Cortinas bordadas, novos goatos, a 7*000 e
10*000!
Ve odas em prosso, descont da praca.
5 kiih Ouqne de Caxla 5
LOJA DE
C&rnciro da Cnnha & C.
Engenho venda
Tende se o engenho Murici, com satra ou sem
ella, situado na freguezia da Escada, distante da
respectiva estaclo um quarto de legoa, podeudo
dar seis caminhas por dia, moente e corrente,
tem duas casas grandes e duas pequeas para mo
rada, e outra para farinha com suas pertencas : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2- andar.
A Revoluco
ra Duque de Casias, resolveu a vender
os seguintes artigos com 25 Ojq de me-
nos db que em outra qualquer parte.
Las com boliohas a 500 e 640 rs. o oovado.
Setinsfliaco ,800 rs. o oovado.
Setinetas lisas & 400 rs. o dito.
Setioetas escosaesaa.a 440 ra o dito..
Cambraia com salpioos a 6* rs. a peca.
Linn branco 500 ra, o covado.
Linhos escosseses de quadrinhos e lisos a 240
ra. o dito.
Mariposas de cores a 240 rs. o dito.
R-n a da China 240 ra.o dito.
Damasco, de la com 160 ceatmetros de largara
a 1*800 o dito.
Bramante de linho com 9 palmos da largura a
1*800 o metro.
Bramante trancado de algodao a 1*200 e dito.
Bramante do urna largura: a 320, 360, 400 e
440 rs. o dito.
nrim pardo a 300 e 360 rs. o covado.
Brim prateado de linho a 600 rs. o dito.
Crochets para cadeiraa 1* e i*600 um.
Ditos para sof a 2* e 3*500 um.
Colchas de fuatao branco a 1*800 urna.
Fichas de l a 1*, 2*, 2*500, 3* e 4* um.
Espartilhos de coraca a 4*, 5*, 6* e 7*500 um.
C misas de linho bordadas a 30*000 a duna.
o -> e finas a 240, 280, 320 e 360 rs.. o covado.
Sintcs para sanbora, no/idade, a 1*500 e 1*800
""l-ucos brancos finos a 1*800 e 2*000 a duaia.
Cobertores de l a 2*, 4*500, 6J500 e 8* um.
Cambraia preta para forro a 1*200 a Pec*.
Meiaa para homena e senhoras a 3f, 4j, 5* e
6*00U a dusia mmM
Madapolo gema e pelle de ovo a 6*500 a peca.
Cambraia branea a 2* a peca.
Crinolina branca e pret a 2*800 a peca.
Toalhas felpudas a 4*000 a dusia.
Toalhas alcochoadas a 12* a duria.
Cobertas de ganga a 2*800 e 2*900 urna
Lencea de bramante a 1*800 um.
Paru Exma*. ndiwas
Setim maco a 1*200, 1*400, 1*800 e 2*000 o
covado.
Popelina de seda a 600 rs. o dito.
Alpaca a 400 e 500 rs. o dito.
CapelUae veos finosalO* e 14*. ..._.
Colchas bordadas a 5*000, 7*000, 8* e 10*XL0
urna.
Cortinados bordi-dos a 6*500 o par._________
Pinlio de Riga
Vendem Fonseca Irmaos (se C, a preco mdico
Carteira
Lijii daco
f ende- se portees de ferro, gradeamentoa para
cima de muro, jardim e terraco, bandeiras de ier-
ra para portas exteriores e interiores, de todas as
qialidades, gallioheiro de ferro, carroca para
KJ8 e cavados, carrinhos de mo e rodas para
earrocas, por prec/> commodo : no largo do Forte
a. 4, defronte do quartel das Cinco Pontas, offi-
-ema de ferreiro.
Cabriolet
Tende-ae um ero perfeito estado e por preco
commodo; tratar na ra Duque de Caxias n.47
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baixo dous armarinhos e trea gavetas, e na
peca de cima 17 compartimentos que se fecham
com urna 89 chave : a ver e tratar o largo d S.
Pedro n. 4, loja.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Esce-sse preteriv
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica'
o corpo.
Vende-se a retolho nqs t- Iherea armasen*
nolhados.
J>ede ROY AL BLEND marca VIADO cujo ot-
ate e emblema sao registrados para todo o Braat
BROWN8 *. C, agentes
\llcnf
Vende-se urna importaote taverna ao ls-go das
Salinas de Santo Amaro, propria para qualquer
Erincipiaute, fas frente para a lirha frrea de
limoeiro : a tratar namesma.
DOLA.S
ALA 00 AS
CORRE NO DIA 6 DE JULHO
Q1TRAIFEEML! ISTMNSFfifiVEL! m
O portador que possuir um
vigsimo desta importante io
teria est habilitado a tirar.__
10:006$000
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, pra^a -d In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 6 de Julho
1886, sem falta.
Aos iooo:ooo$ooo
200:000
ooo
100:000$000
Foruocedor
privilegiado da Casa Real de Espanha
a de S. M. a Rainaa de Italia.
Ozm-N.
Ozea SacheL
Ozea Estancia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os denles.
Ozea Pasta para ss denlos.
Ozea Olas.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativo.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brillantina.
Ozea Cold Cream
Estas exquisitas preparacoea sao amito apre
ciadas na mais distincta sociedade pela deli
cadeza do sen perfume.
W* RIEC ER'S
TRANSPftRENT CRYSTALSOAP
(Sabo transparente cristalino)
reconhecido como o mais perfeito de todos os sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygienicas, pelo seu aroma o pela sua larga duraoio.
Deputo na principies Perfuaaria*, Farmacias, c.
---------_-----------------------------------------------------------------IM
DE 3 SOffil
Em fav r dos ingenuos da Colonia Orphanologca Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Exlracco: o flia 8 fie Jalo ae 1886.
0 thesoureire, Francisco Goncalvcs Torres
JOSEPH RRAUSE t
Acaban, de augmentar o seo j bem conhecido
niporante eslabelecimento na Io
de niarf o n. 6 con mais
nm saldo no 1 andar lanosamente pepar-
rado e prvido de urna expasi-
ff##thra8 depratt io Porto e efMrflti
do mais araados fatetaites d
mundo inteiro.
[onvida, pois, as Exmas. familias, seas nume-
rosos amigos e fregoezes a visitarem
o seu eslabelecimento, aflm de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
CIA-SE ABERTO DAS, 8 DA 1ITE
? IM w i i
N B.O premio prescrever
um armo depois da extracto.
61
DOS PREMIOS DA
249'
PARTE DAS
LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 1836 EM BENEFICIO DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECITE, EXTRAHIDA EM 2 DE JULHO DE 1886.
NS. PREMS.
o
6
l
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20
23
31
32
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20
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40
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13
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I 4
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NS. PREMS.
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1OO0
U
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40
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68
NS. PREMS.
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15
16.
IX
26
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? 0
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2
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84
90
97
81
40
fiSH



Diario de Pcrnambuco--Sabbado 3 de Julho de 1886
ASSEMB!iEA tEML
CMARA
SBSSO EM
PRESIDENCIA
DOS DEPITADW
12 DE JUNHO DE 1886
DO SE. ANDRADE FIGElBA
\Cmtinv#$)
Vem mesa, lido e remettido com
sao de constituigao e poH -rea o segra-
te projecto:
* A as9embla geral resol
Art. 1. E' o governo aut risado a *ys-
tematisar e reorganisar a diviso territo-
rial do imperio.
Aet. 2. Na prxima reunio da assem-
bia legislativa propor approvago as
edidas que adoptar em execugo pre-
Art. 3. Revogam-se as disposig3es em
contrario.-Sala das sessoes, 12 de junho
de 1886.Costa Aguiar.
O Sr. Mil too aproveitando o ensejo
para demonstrar inais urna vez o quanto
foi justa e moral a deciso profunda pela
cmara a respeito da sua eleigo, aprsen-
te um' documento pelo qual mostra que
falsa a certido exibida pelo Sr. Prisco
Paraizo, na qual esse seu contendor attri-
baia aos amigos do orador, no municipio
de Maragogipe, urna illegalidade em pro-
Teito da sua eleigo.
Em seguida responde a algumas argui-
oSes que a proposito da sua eleigo fez o
Sr. conselheiro Dantas no senado e con
cue declarando que entrou para a cmara,
ido por taror era por fraude, mas pela
)#(, e 4a le#*lidade.
Vem a mesa, lido, apoiado e entra
em discussaV), que fica adiada por pedir a
palavra o Sr. Candido de Oliveira, o ae-
guinte requerimento:
c Requeiro que se envi ao governo,
juntamente com os livros de actas das Um-
buranas, Outeiro Redondo e Arguim, do
3. districto eleitoral da Bahia, a certido
ue ofFerego relativamente ao alistara anto
Jos eleitores Ju venci Jos de Almeida e
Severianode S->uza Bittencourt, da frage
i do Rio da Dona, afira de que, compa-
rada ella com a outra que foi aposentada
pelo Sr. conselheiro Prisco Paraso perante
a 2.* commisso de inquerito, se verifique
regularmente se esta ultima falsa esejam
punidos es autores de todas as fatuidades
argidas. Era 12 de Junbo de 1886. A
Mil ton.
O Sr. Mattoso Cmara sabe a fio-
gao de que o que se diz no senado nao
deve ser ouvido na caraara dos deputados
d
Podia sentar-se certo de que o nobre mi-
nistro da agricultura, esclarecido pelo dis-
curso do Sr. Taunay e pelo que proferio j
o orador, conhecer a provincia do Pr .n
no p em que estava daates ; mas tem de
mostrar que o parlamento na sessao de
1885 nao atou as mies do governo, pelo
contrario, autorisou amplaraeote o governo
a contratar a navegaco do sul como en-
endesse melhor, o que prova narrando os
factos que entilo se passarara.
Historia minuciosamente e com algaris-
mos as vantagens que auferia o companhia
to-ando em Paranagu e Antonina, portos
que foram substituidos pelos de PoriO Ale-
gre, Pelotas e S. Francisco, na provincia
de Santa Catharina.
Quanto s irregularidades de sahida e
entrada dos vapores nos portos boje per-
corridos, perganta o orador que providen-
cias tem o governo dado.
O Sr. Antonio Prado (ministro da agri-
cultura) responde que esses factos nao tera
chegado ao seu conhecimento.
O Sr. Al ves de Araujo julga ento que
esses factos nao se tem dado ou que hou-
ve desidia em trazel-os ao conhecimento
do governo : mas obrigado a acreditar
que a companhia tem cumprido regula
manta o seu contracto.
Depois de diversas outras consideracoes,
termina, esperando que as medidas empre-
gadas pelo nobre ministro da agricultura
neste assumpto, dra benficos resultados
ao commercio e a industria da provincia
do Paran.
O Sr. Antonio Prado (ministro
da agricultura) vai dizer algumas palavras,
nao s pela considerago que lhe merece o
aobre deputado, como pela necessidade de
verificar o acto do governo que innovou o
contracto da Companhia Nacional de Na-
vegado do Sul, supprimindo as escalas
dos portos de Paranagu e Antonina.
Declara que hesitou quando teve neces-
sidade de estabelecer essa clausula no con-
tracto ; mas foi obrigado pela lei, que exi
gio que os onus do Estaio ficassem reda*
zidos, e por consideragSes de outra ordem
referentes aos intaresses geraes do Estado
em relago navegaco da costa do Impe-
rio, onde as relag3es commerciaes nao sao
suficientes para manter navegago a va-
por.
Historia as modifioagSes que o contracto
soffreu ; que as relacSes commerciaes para
Montevideo e Buenos-Ayres nto eram suf-
icientes para manter a respectiva navega-
go sem grande onus ; que supprimindo
muita utilidade para o nosso paiz, o quan-
do V. Exc. a 1er ba de concordar com mi-
go
deve ser ouvido na cmara dos deputados a e vice-versa, mas nao pode deixar de 1er LoroDan|ua aia& cotnpensago e asta foi ca-
que o Sr. Christiano Ottoni disse no sena-
do relativamente provincia do Espirito-
Santo, envolvendo o nome do orador.
Passa, pois, a responder desenvolvida-
mente ao Sr. senador Christiano Ottoni,
defendendo a administrago da provincia
do Espirito-Santo e mostrando a nao iater-
vencSo do orador nos actos a que se re-
ferio aquelle parlamentar.
Entra em discussao o requerimento adia-
do do Sr. Mascarenhas, apresentado na
sessao de 7 de Maio ultimo.
Nao se acha presente o Sr. Camiuha,
qu se seguia com a palavra.
O Sr. Mascarenhas tem occasio
de tratar deste assumpto na discussao do
orgamento da justica ou do imperio ; por
isso, nao se achando presente o Sr. Cami-
nha, pede a retirada do seu requerimento.
Posta a votos a retirada do seu requeri-
mento, reonhece-se nao haver numero le
gal para votar se.
Fica, portanto, prejudicado o pedido de
retirada do requerimente.
Continua a discussao do requerimento do
Sr. Mascarenhas.
Ninguem mais pedinds a palavra, fica
encerrada a discussao e adiada a votago.
Entra em discussao outro requerimento
do Sr. Mascaronhas, apresentada na sessao
de 12 de Maio ultimo, adiado por pedir a
palavra esse senhor.
O Sr. Mascarenhas (pela ordem)
explica que no dia em que apresentou este
requerimento, o Sr. ministro da agricultu-
ra respoudeu lhe; entao pedio cinco minu-
tos de urgencia para repujar a S. Exc. ;
esta urgencia nao lhe foi con-edida, por
isso agora nao tem mais lugar essa replica.
Niufcueu) mais padindo a palavra en-
cerrada a d8cusa3o, ficando a discussao
ad ada.
Entra em discussao o requerimento do
Sr. Alves da Araujo, apresentado na ses-
sao de 13 de Maio ultimo, sobra a sup-
presso de urna viagem dos vapores da
companhia de navegago para o sul do im-
perio.
O Sr. Escragnolle Taunay nao
contava com a sessao de boje, einbora ap-
plauda a decisao da Cmara de trabalhar
aos sabbaios, visto nao haver razo para
a falta a que estava acosiumada a Cmara
pela situacao liberal.
Mastra que a Cmara tem muito que fa-
zer, sobretudo encaminhar graves quest3es
que ficaram sam solugo ao seu tempe de-
sej ado.
Affirma que a rooditi;ago faita as via-
gens dos vapores da linha do sul o foi a
esforcos da maioria liberal da sessao pas-
aada ; quando o actual ministerio assumio
o poder achou j esaa raodificago assenta-
da, para o que conoorrau a deputago rio-
grandense. no erapnbo da tornar mais r-
pidas as viagens para a sua provincia, em
detrimento da provincia do Paran.
Historia o que presen iou quando adrai-
nistr.m a provincia do Paran com a falta
das communica^Ses rpidas que at entilo
tinha com a corte e com o sul do Imperio.
Acha qua o nobre deputado faz bem em
presentar o requerimento que se discute,
mas devia tirar a respoosabilidade das
8uppres33.^8 das viagens da companhia bra-
zileira aos portos de Parangu e de An-
toniaa maiaria liberal da Cmara de
1885.
Demonstra com varios factos que a pro-
vincia do Ro Grande do Sul emineate
ment absorvnte ; bem como que o Sr.
Alves de Araujo tem alguma culpa no que
suscedeu, porque fez que a companhia de
aav gacSo se tornasse poderosa, de modo
que boje as irregularidades do servijo sao
enormes.
Debaixo deste ponto de vista, que o
orador far cahir o requerimento na vota-
c2o.
O Sr. Alves de Araufo acha que
foi, muito conveniente a sessao de hoje pa
ra a discussao deste raquerimento, pela
presenca do nobre ministro da agricultura e
pelo discurso do Sr. Taunay que acaba de
administrar a provincia do Paran.
companhia urna compensagao
tender a navegagao no interior, fazendo es-
calas pelos portos de Porto-Alegre e de Pe-
lotas.
Mostra que o governo nao deixou de
attender aos interesses da provincia de
Santa Catharina, porque, supprimindo as
escalas de Paranagu e Antonina, exigi
que a companhia fizesse escala pelo porto
da S. Francisco, naquella provincia ; que
estabeleceu na navegaclo do contracto urna
redueco de dez por cento na subvenjao e
reduecao nos pregos das passagens dos im-
migrames.
Indica as vantagens conseguidas nessa
navegac&o do contracto e que nao tem che-
gado ao seu conhecimento nenhuma irregu-
laridade no servijo da companhia, mas se
se provar o contraaio nao hesitar em ap-
plicar as respectivas penas do contracto,
como j tem praticado em relacjlo a outras
companhias,
Depois de outras obaervacoes, conclue
jnlgandoter justificado o procedimento do
gouerno.
O *r. Enfrazio Crrela nao po-
de deixar de cumprimentar o illustre Sr.
ministro da agricultura pela felicidade com
quo administra os negocios da sua pasta.
Observa que o objecto do requerimento
que se diseute causou preoecupaso na pro-
vincia do Paran, envolvendo-se a questo
em espirito poltico ; na Cmara, portn,
collocou-se a questo no3 seus devidos ter-
mos.
Depois de consideragSes, mostrando a
necessidade que a provincia do Paran tem
de dar prorapto esjoamento ao seu princi-
pal producto, que j vai tendo concurren-
tes nos diversos mercados, termina espe-
rando que o acto do Sr. ministro da agri-
cultura ser em poca prxima alterado,
.ora o fim de satisfazer urna provincia no-
va e de poucos recursos, mas ubrrima e
de um grande futuro.
A discussao ficou encerrada por nao ha-
ver ninguem m.is inscripto com a pala-
vra.
SESSAO EM 14 DE JUNHO DE 1886
PRESIDESCIA DO SE. ANDRADE FlQEIEA
Ao meio-dia, feita a chamada, a que res-
pondem 100 Srs. deputados, abre-se a ses-
sao ao meio-dia e sete minutos.
E' lida e approvaia a acta da sessSo
antecedente.
O Sr. 1. secretario l o expediente.
O Sr. Affonso Celso Jim or
vio cora sorpreza o Diario Official de hoje
publicar o que os jornaes haviam noticiado
hontem, isto a modifieaco havida no
min8torio ; esta crise era h muito pre-
vista, mas deseja saber se ha alguma com
raunicaga na mesa a esse respeito.
O Sr. Presidente : At agora nao, mas
ha de vir era tempo.
O Sr. Aflfonso Celso Jnior protesta con-
tra esta falta das praticas parlamentares
pratLada pelo gabinete actual-
0 Sr. Presidente observa que s se tra-
ta agora do expediente, qaanto modifica-
rlo do gabinete ser apresentada em pou-
cos minutos.
O Sr. Presidento : Tem a palavra o
Sr. Soares. Mas o nobre deputado ha de
limiUr-se ao expediente.
O Sr. Soares: Sr. presidente, o
Ilustrado negociante brazileiro, estabeleci-
do na praga de Pariz, Luiz Rodrigues de
Olivera, acaba de dar luz urna brochura
que reputo de muito valer para o comnier-
cio br.zileiro a especialmente para os nos-
sos agrii-dltores.
Desejando que essa brochura sejaconhe-
cida no paiz.. -
O Sr. Candido de Oliveira : V. Exc.
mande tirar urna ediccSo e distribuil-a.
O Sr. Soares: Estou no meu perfeito
direito, nao tenho abmaio da tribuna co-
mo V. Exc. e outros.
O Sr. Presidente convido o orador a en-
viar mesa a represe ntaclo.
O Sr. Candido de Oliveira :Nao urna
representacSo, urna brochura.
O Sr. Candido de Oliveira : De accor-
do.
O Sr. Soares ; -... mas o seu apart
por ora inopportuno.
A brochura, Sr. presidente, muito pe-
quena, nao toma grande espayo ao Diario
Official.
O Sr. Presidente : V. Exc. quer quj
ella seja publicada? E' preciso que faga
um raoco e que a Cmara resolva.
O Sr. Soares : Entao farei a moco.
Mas, dire, em muito pouc*s palavras
que approveito-u.e da tribuna para agrade-
cer aquelle meu distincto collega do com-
mercin o servico que acaba de prestar ao
nosso paiz, e ao mesmo tempo chamar a
attencjlo de todos os meus collegas do com-
mercio e industriaes, para que leiam esse
pequeo trabalho.
O Sr. Escragnolle Taunay: Apoiado.
O Sr. Soares : Vou mandar o meu re
querimento mesa, que o seguinte :
Vem mesa lido, apoiado, entra em
d8cus>ao e adiado por pedir a palavra o
Sr. Affonso Celso Jnior o seguinte reque-
rimento :
c Requeiro que seja publicado no Diario
Official o trabalho publicado em Pars,
pilo commendador Luiz Rodrigues de Oli-
veira, sob o titulo Blgica e Brazil. In
dustria e Commercio da Blgica sob o ponto
de vista das suas relacZes com o Brazil.
c Sala das sessoes, em 14 de Junho de
1886. -Soares.
O Sr. candido de Oliveira jul-
gava que por intermedio do Sr. l. sacre
tario a Cmara peria informada da modifi-
eaco porque acaba de passar o gabinete :
verdade qua o paiz sabe, pelos orgSos da
publicidade, que o Sr. ex-ministfo da guer-
ra obteve a sua exoneragSo, sendo substi-
tuido pelo ministro da marinha, e que para
esta pasta foi nomeado o Sr. Mac-Dowel;
mas a Cmara tem o direito de saber dos
motivos da transferencia do Sr. ministro da
marinha.
Ha muito o orador sabia que o Sr. con-
selheiro Junqueira nao podia continuar na
direegao da pasta da guerra ; j o havia
dito na tribuna, sendo entilo desmentido ;
mas os factos vieram dar lhe infelizmente
razo ; o ditincto e leal Sr. conselheiro
Junqueira pedio demiss2o, e pelo que di
zam os jornaes, foi nomeado o illustre Sr.
Mac-Dowell para ministro da marinha e
transferido para a pasta da guerra o nobra
Sr. Alfredo Chaves.
Recorda as tradicoos dos rainist tos li-
beraos, que vinhara logo Cmara expli
car os motivos de qualquer inodifieuc&o mi-
nisterial ; mas agora era urna palavra do
actual gabinete.
Estranua esta nova pratica do gabinete;
nao s o Sr. presidente do conselho nao
veio participar Cmara essa moditieavao,
mas nem a mandou mesa por escripto,
como, achando-se presentes os dous nobres
ministros. Ss. Excs. nSo tomram essa
iniciativa.
Deseja saber porque razao o nobre mi-
nistro da marinha, que se acha apenas ba
nove mezes oceupando essa pasta, que em
seu relatorio noticia as reformas que a sua
experiencia lhe ia aconselhando, e para as
quaes se estava preparando, foi transferido
para a pasta da guerra, onde vai comegar
a fazer novos estudos na pasta da mari-
nha.
Parece-lhe que esta transferencia tem
conveniencia partidaria, porque o nobre
ex-min8tro da marinha servio seu partido
mais do que devia, como demonstra ; se
assim fr, maior serxj prejuizo para a
causa publica, porque no Ministerio da
Guerra pode actuar muito mais do que no
de Uarinha o espirito partidario. (Centes-
tag5es.)
Termina desejando saber as razSes d'a-
quella transferencia.
O Sr. Francisco Be Usarlo (mi-
nistro da fazenda) : Sr. presidente, pro-
curarei satisfazer ao nobre deputado que
acabou de sentar-se, o comogarei explican-
do a ausencia do Sr. presidente do conse-
lho.
A Cmara sabe que o Senado ultima-
mente se rene quasi s mesmas horas que
nos.
O Sr. presidente do conselho acaba de
communicar-me, por carta, que tenho pre-
sente, que neste momento se acha no se-
nado dando explicagSes sobre a modifica-
gao do ministerio, nao podendo por este
motivo comparecer, como desejava, nesta
cmara.
O Sr. Affonso Celso Jnior : Mas cum-
pria vir primeiro cmara dos deputados:
mais urna preponderancia Ilegal do se-
nado.
O Sr. F. Belisario (ministro da fazen-
da) :Elle memoro daquella caraara.
Devo observar que; nao se tendo dado
com a entrada do novo ministro nenhum
facto de ordem poltica (apoiados), nao ha
motivo que determine imperiosamente a
presenga aqui do nobre presidente do con-
selho, quando se acham presentes minis-
tros, membro desta cmara, para presta-
ren! as explicac5e8 exigidas. (Apoiados).
D Sr. Affonso Celso Jnior: Do sor-
te que o senado foi informado da reorga-
nisago ministeral e a cmara nao.
O Sr. F. Belisario (ministro da fazon-
da) : Mas o que estou tazendo.
Devo anda oceupar-me com outro inci-
dente.
se tem feito em outras muitas occasi3-s.
Nao sendo o ministro que entra nem aquel-
lo que transferido profissionaes as suas
repartig5es, nao tem o facto significag3o
ou alcance, quanto s questSes peculiares
d guerra ou da marinha. (Apoiados.)
A entrada do novo ministro, pertencen-j
do elle maioria e estando identifica io com;
a poltica do ministerio, nao pode trazer a
ella nenhuma modificagao. (Apoiados).
Nada preciso accrescent ir i B9U respei-
to, porque o n -bre deputa-io ina adiaotou,
fas >ndo a justiga que todos us reconhece-
mos quanto s suas distingas qualilates.
(Muitos apoiados.J
Devo, par* terminar, facer urna peque-
a observagao.
O nobre deputado disse esperar que o
actual ministro da guerra nao leve para a
pasta que vai oceupar a* tradigSes polticas
quo revelou naquella que deixa.
A suspeta que sugg rio esta observagao
inteiramente injusta (apeados) ; nSo hou-
ve alterago s no p-ssoal da marinha, sob
o ponto de vista partidario (apoiados) ; se
ba espirito partidario, na censura que se
fez (apoiados), e se de alguma uousa pre-
cisasBe o governo para justificar certa
substitugao, feita em um alto cargo da ma
rinha, .esta raesraa exagerago da nebre
opposigao ojustfiaria. (Apoiados.)
Se o nobre deputado, o Sr. Candido de
Oliveira, que enirou para o ministe-
rio depois de estar no poder o seu par-
tido cinco ou seis anuos, foi aecusado de
obedecer ao espirito partidario em remo
g3es e demissS que decretou, nao de
estranliar que a raesraa aecusago se faga
a ura miatro que inaugura nova situagao
politice e nao pode conservar nos alto
cargos todo o pessoal que encontra.
NSo houve nenhum espirito de partido
na administragao da marinha; o nobro
ministro justamente reputado, pela gra-
vidade de seu carcter, pela sisudez com
que procede e pela raodoragao cora que di-
rige os negocios pblicos. (Apoiados,) Es-
tas qualidades, que elle patenteou na pasta
da marinha, saber manter naquella que lbe
agora confiada.
Croi i Sr. presidente, ter satisfeito s
perguntas do nobo* deputado. (Muito
bera!)
ORDEM DO DIA
A apresentagao do nome do novo minis-
tro foi .feita a S. M. o Imperador no des-
pacho de sabbado noite ; tendo sido aon-
tem dia de guarda, deve-se a esta cir-
cumstancia nao estarem ainda feitas as
comjiunicagSes cmara; mas provavel-
raente sero presentes antes de terminar a
sessao.
Satsfeitos estes dous pontos das obser-
vag3es do nobre deputado, passo, era obe-
diencia a S. Exc, a dizer o que todos sa-
bem.
O Sr. conselheiro Junqueira pedio exo-
neragao do seu cargo, por motivos de or-
dem privada.
Se todos os Brasileiros devera sentir a
privagao dos servigos de tao distincto mi-
nistro, notavel pela sua illustragao e no-
bres qualidades (muitos apoia os), mais
sensivel ella para os seus cotlegas, que
perdem cooperagao tao dedicada. (Muitos
apoiados.)
Dada a retirada do Sr. ex-rainistro da
guerra, a transferencia do nobre ministro
a a marinha para aquella pasta questo
O Sr. Soares : Mas urna brochura do da economa particular do ministerio, como
BEQ ERIMENTOS
Procede-so votago dos requerimentos
cuja discuaso ficou encerrada.
O Sr. Affonso Celso lunlor
(para negocio urgente) eutende que segn
do os estylis parlamentaras as discuss3es
de crise ministerial prefarcm a toda e qual-
quer materia, por isso requer urgancia por
urna hora para se tratar daquelle assump-
to.
Posta a votos a urgencia, nSo foi appro -
vada.
pugLiCAglo dos debates
Contina a discussao do parecer da mesa
sobre a publicago dos debates da cmara
no Diario Official, precedendo a votagao
do requerimento de adiamento do Sr.
Duarte de Azevedo.
Posto a votos, approvado o reqeri-
meuto, voltando o parecer coramissao de
polica da ca nara.
CONTRATO DE ILLOMTNAgAS A GAZ
Entra em 1* discussao o parecer da cora-
missao de commercio, industria e artes
sobre o contrato celebrado com Henrique
Brianthe em 4 de Julho de 1885, para a
Uuminacao por gaz corrente da cidade do
Rio de Janeiro.
Ninguem pedindo a palavra encerrada
a discussSo, e posto a votos o parecer
approvado.
O Sr. Rodrigo Silva (pela ordem) re-
quer, e a cmara approva a dispensa de
intertios para que o projecto entre im
mediatamente em discussao.
Entra o padecer em 2a discussao e sao
successivamente approvados sem debate os
arts. Io e 2.
O Sr. Coelho Rodrigues reqner e a c-
mara approva, dispensa de intersticio para
que o projecto entre em 3* discussao na
sessao inmediata.
O Sr. Candido de Oliveira (para
neg >uio urgente) requer urgencia por cinco
irinutjs para fazer algumas consideragoes
sobre o seguinte telegramma que acaba de
receber :
t Santa Cathaeina, 13 de Junho.Con-
selheiro Candido de Oliveira. Folha oflB-
cial ameaga eleitores que nao votarem na
chapa conservadora para senador, sob as-
signatura delegado de polica Manocl Mo
reir da Silva. Providencias.O directo-
rio liberal.
ORCAMENTO DO IMPERIO
Contina a 2a discussao do projecto que
fixa a despeza do ministerio de imperio
para o exercicio de 1886 -1887.
O Sr. 2o Secretaria, servindo de Io, l
um offi io do Sr. Alfredo Roiriges Feman-
tes Chaves commumeando que S. M. o
impera tor houve por bem, por decreto de
l'J do corrente, noraeal-o ministro o secre-
tario de estado < Outro do Sr. Samuel Mac-Dowel 00-
municando que S. M. o Imperador huvo
por bera, por decreto de 12 do corrente
noraeal o ministro e sacretario do estado
dos negocios da marinha
O Sr Lourenco de Albnquer
qne des j iv.i ter informado se o honrado
ministro do imperio nao vera hoje c-
mara.
O Sr. Presidente dizque S. Ex:, foi
convidado para assistir discussao, nao
tera uoraraunicacao do nobre ministro, por
isso anda o espera.
O Sr. Lourengo de \lbuquer^uo aceitou
a noueago de raerabro da importante
cominjssao de orgamento, acreditando que
< hourada maioria teve em vista dar lhe
mu testeinunho le estima pessoal (apoia-
dos, e na i aprjveit.ir m pou'as habiliu-
g3es (nao apoaooa) de que era dado al
gu Consi lerar as quesioes que se agitara
nao como part tario, mas como poltico e
prin palmante porque deseja pr-star al
gum servigiao paiz, por isso aceitou o e..-
eargo, porgue a cora nisso de orgaraento
s pod trazer trabalho responsablida-
da.
P iSsa a des-.-rever minu-osara-rato a si-
tuagao nocne.eiri do paiz com os respecti-
vos algurisrans ; assim a divida externa, as
apoli es da divida publici, os eraprestiraos
de 1*6-* e de 1883 e o pap-1-moeda, ele
vav;.m-so em Agosto do anno lindo a ....
86.l06:4S)$aU0 ; posteriormente o gover-
no tove neceisidade de negociar dous em-
prestiraoB, ura externo o outro alterno, que
elevara a divida a 936.106:480)5500; estes
algarismos nao representara o passivo do
imperio, porque nelles nao est incluida a
divida fluctuante, que o relatorio do nobre
ministro da fazenda diz que se eleva a
quasi 100.000:000^000.
Mostra que a diffarenga de cambio ex-
cedeu a milhares de contos do ris; quo
i p igamento de juros e de amortizaclo da
liviia estrangeira foi de 13.362:000(5 em
20 de Agosto ultimo, actualmente do
13.834:000)5 ; o que a diflfsrenga da ultima
op.-ragao da divida interna (apolices) que
raalisou o Si, ministro da fazenda d urna
iirainuigao de 3.356:873,5)00.
Faz outra3 observagSas, probando cora
algarismos que a divida publica vai cres-
cendo o os encargos do thesouro augmen-
t-rado ; por isso dizia o honrado presidente
do conselho que tinha tomado conta da urna
casa era liquidagSo : entretanto, ha mais
de nove mezes que as ramio o poder e,
alm da conversad da divida interna, o que
tem feito o gabinete par> melhorar as fi-
nangas do paiz to profundamente altera-
radas ? quaes as economas que tem feito ?
Nota que as economas apresentadas nos
orgamentos so mais appare.itas do que
reaes, o que demonstra.
Responde a um aparto do Sr. ministro
da fazenda, que nao se satisfaz com o ex-
emplo atrazado; pois, se os go vernos libe-
raes nao cu.npriram o seu dever, o gabi-
nete actual julga ce autorisado a proceder
do mesrao modo.
(Entra no sala e oceupa a sua cadeira
o Sr. ministro do imperio.)
O orador aprecia estas qucstSai com a
mxima isengao de espirito partidario;
assim que de era ve as economias quo pro-
euraraui fazer aqualles gabinetes, bem
como as operag3es da crdito que realisa-
rara.
V que o Sr. ministro da fazenda pre-
tende equiparar o orgamento por meio de
alguns impostos ; mas ser exequivel esse
calculo de S. Exc. ? O orador diz que
preciso que o governo ouse oxpr toda Ja
verdade ao paiz.
Ficou satisfeito pelo modo por que o
nobra ministro da fazenda realisau o om-
prestirao externo ; depois o honrado minis-
tro realisou o emprestimo interno.
Confcssa que o nobra ministro da fazen-
da foi feliz n'uma e em outra operagao.
D ;ve lerabrar que o fallecido Vsconde
de Itaborahy, de saudosa memoria (apoia-
dos), quo foi um ministro geralosente eco-
nmico, quo imprimi aos negocios da fa-
zenda vantagens muito proveitosas, depois
do termo da
do Paraguay, em
1878, quando o crdito publico estava aba-
la lo, quando as apolices descerara a 700$
c o cambio baixou immenso; o nobre mi-
nistro, confiado no patriotismo do povo,
teve a coragem de propor e realisar um
emprestimo em ouro.
Referindo-se s operag3es financeiras
ltimamente realisadas pelo nobra minis-
tro da fazenda, er o orador que a relati-
va conversSo das apolices era, depois de
langado o emprestimo interno, aquella que
mais fcil se lhe deparava. Entretanto,
essa operagSo, a que sorapre presidio o
maior segredo, mal fo. annunciada, deter-
rainou logo urna espeuulagao nunca vista
na praga do Rio de Janeiro, e a tal ponto
que as novas apolices do 5 [0 erara me-
lhora cotadas doque as de 6 |0, accrescen-
do qua tinham de vencer juros de 6 [, at
o fim dest"i anno.
Analysa as condig3es em que foi feita a
emisso, e, comqu rato reconhega que fo-
ram vantajosas, entende todava quo n'um
paiz como o nosso, em que os capitaes tan-
to so arre ciam de aventurar-se em empre-
zas que nao offeregam a maior seguranga,
fcil 8 ria ao nobre ministro langar a emis-
so nao a 5 j, mas a 4 [0.
Quaato ao emprestimo interno julga que
as vantagens para o thesouro nSo foram
grandes, porque se foi eraittido apparente-
temente a 95, deduzidas todas as despe-
zas verifica-se que tal vez descesse a 92.
Daqui conclue que o governo n3o pode
encontrar dinheiro a menos de 5 1{2 e en-
tretanto fez a conversan dos juros a 5 [0-
A raaior parte das nagSes da Europa tera
realisado os seus eraprestiraos quasi ao par.
Isto de sumla vantagem para o thesou-
ro, que depois nao se v obrigalo a fazer
grandes sacrificios.
Occupando-se com as despezas do orga
monto do ministerio do imperio, deseja que
o respectivo ministro lhe diga a razo por
que se mandou pagar, sem que para isso
houvesse autorisago em lei, a quantia de
14:000(5, conforme v da tabella explic iti-
va do mesrao orgamento, com a acquisigo
de qu vdros, paineis, etc., para a academia
de Bellas-Hrtes. Deseja saber quem man-
dou fazer essa despeza Ilegal, pois nao
acredita quo fossa o nobre ministro.
Quanto dotago do Sr. Duque de Sa
xe nSo sabe o orador a razo porque an-
da permanece esta verba no orgamento.
Desde que Sua Alteza tem, por seus actos,
manifestado o proposito de fixar a sua re-
sideneia na Europa, nao v razo para
continua seraelhante despoz*. A ultima li-
cenga concedida a Sua Alteza nuda em Agos
to; se Sua Alteza requerer nova licenga con
e-ter lhe-ha o nobre ministro ? No caso
de S. Ex;., n-gava-lhe o orador, a menos
que o Sr. Duque de Saxe doclar issa qua
vira re idir no Brazil, com o que nos tal
vez lucrasseraos raais.
Sera querer entrar na analyse do regu-
lamentu do nobre ministro do imperio sobro
a hygiene publica, para o que confessa
falt>r-lhe competencia, nao pode deixar de
nniife8tar o seu desagrado pelo que ob-
servou nesti capital durante o periodo da
tebre araarelli.
Nessa quidra, em que esteve presente,
vio o orador que doente3 que se achavara
tratando d-ssa epidemia em casas de sau
de e al era casas particulares eram d -lias
trraa idos p*ra serera transportados pira
o hospital di Jurujuba to distinta da
rte ; de manaira qua o abalo quo esses
toantes e alguns delles j em convalenga,
exp'-ri in-ntaara nesse trajecto ora to pro-
fundo qua deterraiuava-lhes a morte antes
de chegarem a esse laaarato.
Em tempo algura a febre amarella se
estn leu tanto pelos arrab il les desta cap '
tal, mas as providencias adoptadas para
silvar os aflautados da molestia nao leram
ib resultados que se deviam esperar.
Desojara o orador que o nobro ministro
fosse rigoroso, nao perraittindo quo casas
de saude sem as necessirias commodida-
des e sem condig3es hygieaicas reoebes-
om estes doentes; mas duro arrancal-os .
daquellas casas onle 3e esto medicando.
convenientemeote, para mandal-os para um
lugar distante, quando alias devia ter aqui
na corte um estabelecimento ondft olles
fossem recebidos sem perda do temp> por
que o tempo nesta terrivel epidemia pre-
cioso, nao se podo esper.1igal-o ea viagens
por mar.
Mas, felizmente, o reeulamanto nesta
parte nao foi cumpria rigorosamente.
Diz, felizmeute, porqu p .rta dos
doentes recolhidos s casas do sau io esca-
paran ; e se o nobra ministro tentar pro-
var com alguma est.itistica qoe a mortali-
dado no hospital da Jurujuba k f -oravol
fabro amarella com relago cusas de
saude da corte, duvida o orador que tal
estatistioa satisfaga, pois s ibido qu% na cor-
te foram tratados muitos doentes do febre
amarella com qualifijativos diffarentss, ao
pisso que na Jurujuba batisavam com o no-
me de febre amarella a simples constipa-
res !
Convem portanto que o governo olho
com a mxima attengao, para o saneamen-
to da cidade do Rio de J.neir), mas tendo
serapro em visti fazer a maior economia
que for posivel.
Passando a fazer diversas consideragSes
polticas, julga da maior conveniencia para
o futuro do Brasilia reorganisagao dos par-
tidos, com ideas definidas e assentadas,
nao visando s o poder pelo poder, mas
pela utilidade e engrandecimento di patria.
AUudindo ao projecto que no senado
arab* de ser apresentado sobre o abolicio-
nismo, parooe-lho que alguns fiberaea pre-
tendem seguir esse caminho. Entretanto,
observa que estando no ultimo periodo li-
beral preoecupados 03 espiritas cora as ideas
do abolicionismo o federago, nao v esta
ultima incluida no prograraraa.
Esta inclusSo e esta omisso explicam-se
pelo erro em que muitos incorrem da jul-
garera que o abolicionismo lea muito
bera aceita as altas regiSes do poder, o
que a da federago lhe infensa. D'ahi o
acreditarem na necessidade da levantar a
idea do abolicionismo, e do agital-a, e com
ella cortejar a fonto purissima do ondo di-
mana toda a autoridada nesta paiz. Por-
tanto a idea da federago, porque nao
bera aceita por essa fonte, fica da fra,
para melhores tempos.
Por sua parte declara que nao acjmpa-
nhar o partido so elle entrar nesta nova
phase. Ficar na linha dos liberaos raode
radoi,em que pese a muitos de seu collegas.
Se eles o expellirem da cmara, appalla-
r para o eleitorado do seu districto, o so
esta o eleger voltura cmara e dir a
seus co-raligi raarios : Sa queris gover-
nr tenia juizo, porque nao podoreis fazer
a felicidade da patria tendo somanta os
olhos fitos no chefa do Estido, mas iuspi-
rando-vos no vosso patriotismo o sempr
do accordo com as neceasidades publicas.
Estimar muito que o inventario da si-
tuagao liberal seja liquidado no orgamen-
to, e faz votos para que a gesto do partido
conservador seja to digna de appltusos
pue d lugar a dizer-so que a admin3tra-
go liberal foi, nao das peiores quo tamos
tiio, como a julgou o Sr. presidenta do
conselho, mas pessima. E com isto todos
lucraro.
Conclue observando que ninguem dev
estranhar a collaborago que est prestan-
do ao orgamento em discussao. Toda a
vez que seus adversarios entenderora ca-
recer do bou fraco auxilio para a construc-
go do edificio era que elles querem collo-
car o engrandecimento do Brasil, nao lhe
recusar o orador os seus servigos.
Es'a discussao fica adiada pela hora.
(O Sr. ministro do imperio retira-se do
sallo.)
FOB^A NAVAL
Continua a 2a discussao da proposta fi-
xando a forga naval para o exercicio de
1887-1886.
(O Sr. ministro da marinha entra no sa-
lo o oceupa a sua cadeira.)
O Sr. Ainerico de Souza come-
ga rebatendo urna proposigo emittida na
tribuna pelo honrado leader da minora li-
beral, quando S. Exc. increpou do ace-
phala a pasta da guerra, attribuindo ao res-
pectivo ministro grave iocoramodo do saude
e espiritdjtouco lucido que o inhabitavam
a bem administrar os negocios de que foi
incumbido.
A maior prova qua oincansavel ex-mi-
nistro da guerra podia dar ao nobro depu-
tado de que perfeitamente desarapenhou os
seus de veres no cargo que oceupa va foi a
discussao lucida e brilbanta que na cmara
o no senado sustentou sobre as diversas
questSes que teve do tratar; e se S. Exc.
retirou-se do ministerio foi porque os seus
padecimentos se aggravarara, mas nao pelo
raoti/o que lhe attribuio o honrado depu-
tudo.
Pretenda tratar desenvolvidamonte da
celebre questo do habeos corpiis, que
opposigao tem explorado para aecusar o
ex-presidenta la provincia e o actual che-
fe de polica da Babia, mas tendo esta
questo ficado perfeitamente liquidada no
senado pelos Srs. presidente do conselho e
Junqueira, na discussao que a repeito tra-
varara cora o Sr. conselheiro Dantas, oc-
cupar-se ha ligairaraente deste assumpto
nicamente para desempenhar-se de um
cumpromisso que tomara na tribuna-
Prosegue na defosa das autoridades ac-
cusada, apoiando-so era varios documentos
que l cmara, e quo mostrara a iojusti-
ga das aecusagoes feitas.
O Sr. Affonso Celso *atnlor
observa que a hora est adiantada e a ca-
raara consada, entretanto nao deixir de
fazer algumas observagoes, coraegan lo por
coraprraentar o Sr. Americo de Souza pala
sua estreia, lamentando pprm a escolha
qua S- Exc fez do assuuptJ para o.seu
discurso.
Responda aos argumentos do Sr. Ame-
ri :o de Souza a respeito dos acontecimen-
tos de Ilhos e pede ao Sr. ministro da
guerra baixa para dous iu viduoa, dos que
foram presos em consequoncia desses dis-
turbios, antes que a morte os levo oomo j
levou um.
r Continuarse ha)
Typ. do Diario, rus Duque de Caxias b. 42