Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18299


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Full Text
------m ,
PARA A CAPITAL E LICAREK OM>i; XAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... GtJOOO
Por seis ditos idem................ 12(5000
Por um anno idciu................ 23)$000
Cada numero avulso, do mesnio dia..... ... 0100
^WflHRA 28 CE CO PTI889
'^^
PARA UIVIHO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.............. 13)5500
Por nove ditos idem................ 20(5000
Por um annb idem................. 26)5000
Cada numero avulso, de das anteriores ..... i5100
DIARIO DE PERNAMBUGO
Trcpriedade de Manoel Sv/utiroa de ^aria Gijes "
*
TELEGRAHHAS
flP


:'
aavifo rASTzcLAs se s::,::
RIO DE JANEIRO. 27
horas da tarde.
de Marro, s 2
Fo nomeado coinroandant das armas
da provincia de i'ernambuco, o brigadeiro
Wiilio Anaclcto Falcfio da Frota.
Consta ter sido nomeado presidente da
fcrov'.ncia da Baha o desembttgatt da
RelacSo dessa provincia Antonio Luiz Af-
'onso de (arvalho.
.Foi creado no municipio du Limoei.
ro mi commando superior da guarda na-
cional, composto de dons batalhOes de in
fenteria da activa, e urna scelo de rescr-
, que tciido.llie ura estrangeiro eneemraendado
lentes convexas e concavas, viera bu-rulas no
rilo. escbUicra duas, rollocara-as defrou-
le da \ ista, aproximando-asfi atestando-as alter-
nativamente, pagara, e depois saldr sem diser
mais nada Lippcrshwy imilou. segundo contara,
as disposicocs que vio cr.preiur ao estrangeiro,
e chegou portante ao ro:)!icci:nerito da amplia-
Qo. Entao, fixando os tnrauldes de um tubo, construio o primeiro
oculo de ver ao longe.
Secundo outra ergio, os lilhos de JMo Lip-
!ndo approxiniado casualmente e na
acia convenipnie, duas lentes, ma das quaes
era concava c outra convexa, sollaram gritos de
jubilo ao reren) Uto perlo o gaU > da torre de Mid-
dclburgn. Lippersl] v. une estara presente.
Ii\< u os dous \idr03JiB! nina pranchta, e ao de-
pois n cxtremidaelde nm tuba enfascado in-"
i. pela orimeira vez
o maravilloso instrumento de que fallamos

fecndo
o mesmo
Bom Jardim >
eomraaodo separado
Tacjuaret
mes?:;* ia s-hcia um
^SBOA, 2 de Marco.
O explorador major Serpa Pinto parti
para Nyassa (frica) afim de encontrar-e
q o scu collega Cardo .
jffiRLIM, 2 de Marco.
A yonforencia que devia reunirse para
tratar dos negocios da ilha de Saina. fb
adiada para o dia 10 de Mao prximo.
Agencia Havas, filial era Pe roa mi neo,
27 de Marco, de 183).
INSTRCCiO POPDLAR
AS GRAMES i\ve\coes
ANTIGS JS MODERNAS
AS
industria: z ntsi
POR
Qualquer que fosee o modo porque Lippcrshey
cIicou a este resultado, parece lioje estar bei
rastrado** a este artista que petfence.a scr agitada em tempo opportuno.
por aquelle cumpridas as eondicoes impostas em oompensajlo das vantagens e privi-
legios outorgados.
Compete-vos tambera adoptar as providencias adecuadas para resguardar os
direitos da Cmara Municipal d'esta capital, firmados na clausula 17a do citado Dce.
de 11 de Mareo de 1882 assim concebida :
f Findo o prazo do privilegio todas as linhas exploradas pela empreza rever-
terSo para a Cmara Municipal do lugar da concessao. i
No dominio d'este decreto, foi eita a conegaafio para Pernambuco e conse-
guinteraente por elle devem ser regulados os direitflIRr obrigaeoes do concessionario,
e nSo pelo decreto n". -S.'30 de 21 de Abril de 1B83. o qrfal na clausula 25.* deter-
mina que passem a ser proprielade do Estado, findo o prazo da concessSo, todas
as linhas, apparelhos e instalacSo sem onus de qualidade alguma.
O prazo da concessao era segundo aquelle decreto n. 8.453 A, de quinze
annos, mas o concessionario obteve do O overeo Imperial amplial-o a 25 annos pelo
decreto n. 0.273 de 6 de Setembro de 1884, de conformidade icoin as bases appro-
vadas pelo decreto n. 8.935 de 21 de Abril de 1883.
Prescindo de examinar se o Governo Imperial podia dispensar mais este favor
ao concessionario, ha vendo j a "amara Municipal adquirido direito ao material do
servieo telephonico, logo que fosse decorrido o prazo de 15 annos. E' questao para
Scisncias.
MUS
IX
O* oc iiJos do \-r ao longo
(C ontinuacao)
Por que meio conseguira o ptico de Middel-
bvrgo, Joo Lippersbey, construir o tal ocu'o di
ver ao longe .' Seria poresforco de seu proprio
, ou por elTeitodo acaso ? Eu teria porsu-
Ki rior a todos os inortaes, diz o grande physiro
ghens, aquelle que s por suas med;,
e em o concurso do acaso, tivesse conseguido
mentar os oculos de ver ao longe.> Se merece
tradieco, Mippersbey conseguio |K>r acaso
fCobnr este admiravel instrumento. Contase
a .e construir o primeiro oculo de ver ao
-
I/-?e no Jornal iti reincido //<' Henriqu II'
por Pedro de l'Estoe, com lata de 1609 : Ka
tnnta-feira, trila de Abril, tendo pausado pela
ponte Marchand, lemorcl me cm casad'um ocu-
qne mnstrava a umitas pessoas oculos de
invenro e u-.o. Estes oculos co'nstam de
um tubo de um pe de longo em cada extremi-
dade lia um vidro^mis este; vidr^s ditl'erem um
do outro. Servem para ver di-tinetanieute os
objeclos afastados. que nao se veem seno nini
confusamente."Apiioxima-se esta luneta de um
ollio e fecha-sc o outro : e olliando para o objecto
que se qncr conhecer parecejeste a|iprnxi.'iar-se
e deixa-se ver mui distinctamente, de forma que
se podeconhe:erurnapessoa a meia legua. l>i'-
seram-me que fora um oculista de Mi Idelburgo.
em Zelandia, que os Invia inventado \ ponte
"/,(/, de que fulla Pedro de l'BstOile, alra-
\. isara o Sena ao lado da ponte de Cliange. cera
corno esta guarnecida de casas.
I- unem-se sob o noue Se lunelas ou oculos
de vrao longe : 1" a luneta astronmica : 2" o
TCStrc : 3 o oculo de theairo ou bine-
culo
Toda a tbejria do jog i pojaico dos oculos de
ver ao longe asseota -'m um-plienomcno conbe-
i j le pelo nome de refraeeSo da luz. E' pois in-
dispensavel para a intclligencia destes instru-
mentos, comprehe-nder bem este plicnomeno.
l'm feixe luminoso pode considerar-se forma-
do da reuniio de muitas linbas luminosas, paral-
lelas entre si : da seo nome de raios luminosos
a estas linhas luminosas para'lelas.
Em'vuma substancia diapliana. de conslituico
unii'oriue, por exemplo : pm urna carnada de ar
ou em urna dagua, a luz caminlia em linha recta.
Mas quando um raio de luz passa obliqnamcnte
de um meio qualquer. do ar, por exemplo. para
outro meio que bm ti-.iha arm-sma densidade,
como a agua ou o vidro. -ste raio j nao prose-
rui o siu eaminlioeiii linba neta, mas quebra-
se, isto move-se no segundo meio. seguindo
urna direceo que nifl forma o seu proloneamen-
to rectilneo, ou por outra refracta-se. E" sobre
a propriedde que possuera os raios luminosos
dea fiaras do caminho direito. quando
passam de um meio menos denso para outroV
mais densO, que se baseia a construc; o das
lentes, as quaes constituem. por sua reunifio con
veniente, como mais longo veremos, os differen-
les ootlo$ de tr ao longe.
A lente, o mais simples instrumento d'eptica,
apresenta-poa urna applieac&o da refraccfio da
lu.: era meios mais densos do que p ar. A lente
(' urna massa de vidro. lapidado d forma que
Fique limitado por duas superficies espliericas.
Urna lente bombeada em ambas as faces chama
se biconvexa, e se fr escavada de ambos os
lados bicoui-ava.
fContin-.i)
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia
F ILLA qne Assembla l-egislav;i Provincial no dia de sua
Jnsiallat'o' a 1 de Marco de 1889. dirigi o i:\iu. 8r.
presidente da provincia l)r. Innofeneio Marques de
Arassjo fces.
(Contiir
LINHAS TELEi'HONICAS
O servieo telep'i mico d'esra eapital foi concedido a Jos Leopoldo Bourgard
pelo decreto n. 8.45'J c 16 de Marco de 1882 nos termos das clausulas que baixa-
Rm com o decreto n. 8.453 A, de 11 do ditc mez e anno.
E' notorio que o concessionario transferio seu direito a outros, percebendo a
mei!~alidade de 1500 por cada apparclho.
O desompenho nllo corresponde s exigencias do publico e deixa muito a de-
. aojar, sendo frequeates as qucixas e recLimagSes dos assignantes. Fel clausula 11
do citado decreto n. 8.453 Ato concesscnr.ro obrigado a estabelecer gratuitamente
o servio telephonico entre as principaes re; aitieoes das capitaes das provincias em
se tizer a concessao. >
Entretanto a administracSo tem encontrado constantemente a maior reluctan-
cia, por parte da empreza, no enmprimento d esta obrigacao, pretendendo ella que a
Presidencia j havendo em 13 de Fevereiro e 11 de Jvraho de 1884 designado varias
repartieoes para receberera apparelhos telephonicos gratuitos, quaesqner outro6 que
ferem ssentados posteriormente estSo apjeilos ao pagamento da raensalidade.
0 governo nao pode convir em semclhante interpreiacao, tratndose princi-
palmcnte de um servieo bastante rendoso, com o quals o concessionario lucra a quan-
tia de 750-VJ00 mensaes ou OrOOO^^X) am.ualraente, que embolsa sera trabalho,
ficando ainda grande saldo para o actual explorador.
Tem apparelhos gratuitos actualmente as seguintes repartieres :' Gabinete da
Presidencia, Quartel General, Secretaria da Polica, Thesouraria de Fazenda, Alfan-
dega, Correio, Quartel do Corpo de Policia, Casa de Detencao, Gabinete do The-
souro Provincial e Sant.i Casa de Misericordia.
Bem vedes por esta cnumera55o que o servijo administrativo ha de soffrer
era umitas occasides delongas que poderiam ser evitadas com a coramunicacSo tele-
inica. Os quarteis do 2. e do 14., os arsenaes de Marinha e Guerra, o Quartel
i "fJavallaria, o^ postos de guarda cvica, ou nao tem apparelhos ou sao obrigados
pgalo. A respeito do Arsenal de Guerra j o Governo Imperial declarou por
\\im de 15 do Janeiro de 1887 que a empreza curaprisse as clausulas da conces-
ato ; mai como nSo foi paga, a Empreza deixou sem coicerto o apparclho do dito
Arsenal., que. por isso rato funeciona, apezar das repetidas reelainacdes do director.
Pende do Governo Imperial outra redamacito, era que a Empreza exige pa-
gmueato da annuidade do apparelho existente no Arsenal da Marinha, mas em minha
deve ser attendida. Ao Governo que cabe o direito de designar as
principaes d'esta cidade e nao .Emprezn, cujo interesse restringir O
ao apparelhos gratuitos para alliviar-se de encargos, sem quebra ou draii-
^s vantagens.
Da clausula 11a, cima transcripta nSo se deprehende que s possam ser con-
sradas repartieses principaes as que na installacao dos trabalhs tiveram servieo
; o que della claramente deduz-se que a .-brigayao por parte do eoucessio-
eBtabelecer servieo gratuito entre as repartieses priueipaes, corresponde o
or parte do governo d^designal-as livremente e a qualquer temp -, sendo
lem presentemente exigir communicjioSes telephomcas, j^part^-Ses que
podiam dispnsala.
Felizmente aae existe contracto alguna entre o concessionario e o Governo,
lo, portante, livre a este a faculdade de cassar a concoeslo, desde que nao sao

Lembro-vos. entretanto, que podis .l'isde j interessar a provincia nos avulta-
dos huios do concessionario, creando urna contribuieao mensal de 15000 por cada
apparclho, j que a prospera i RO concorre por outra forma para os cefres
provinciacs. Com o producto d'esta 'contribuieao, superior talvez a seis contos.de
ris anmilmene, podereis crear um fiscal do servieo telephonico com a retribu5ao
do 2s4000QQ. incumbido nao s de examinar o numero dos apparelhos e superen-
tender o servido, como de velar na acqoisicSo c conservae.lo do materia!, que dover
perteneer mais tarde (.'amara MunicipJ.
Desde que o conccssicnario recebe sem trabalho de qualidade alguma por sua
parte L500 por apparelho mensalmente, sobrando ainda elevada quantia para o
explorador, nao de estranhar que a provincia procure participar tambera de urna
parte mnima dos lucros.
ILLU.MINArAO A GAZ DO BECIFE
Deram-sc algumas irregularidades no servieo da illuminacao durante o ultimo
semestre do anuo passado; impondo-sc, por isso, diversas midtas na importancia de
i'i'-'l.HOO.
Segundo informa a leparticao Fiscal cpncluio-se e acha-se funecionando o
novo Gazomotro construido ejn substituieao do que desabon e*u Agoato.de 1887. Exis-
tem actualmente 1850 combustores.
Concluirr.mo arbitro da empreza e o do governo, nomeado em 22 de No-
vcnibro do anno passado os seus trabalhos de avaliayfio do material e obras existen-
tes, dando hes aquelle o valor de 1.77:4l5'JS27. e este o de 948:300;J518, tendo
sido apresentados os seus laudos era 14 de Janeiro ultimo.
Em consequeucia da divergencia notada, convidei-os para que, em 9 de Fe-
vereiro, ao meio dia, comparecendo era Palacio, accordassem na escolha de um des-
empaador, o qual, por aecordo de ambos os arbitros, recahio no engenheiro Grego-
rio Thaumaturgo de Azevodq, que em offieio de 12 declarou acceitar a incumbencia.
Em scu relatoro de 31 de Janeiro peope o director da fieparticao de Obras
Publicas, no carcter de fiscal da empreza. que, devendo terminar era tres differentes
pochas o prazo de 80 annos de privilegio, a contar de 26 de Abril prximo quan-
do se inauguru o servieo da illuininacao na freguezia de Santo Antonio e parte da de
S. Jos, at Io de Mao de 1890, por se haverem accendidoos ltimos lampeos da de
Afogados em Io de Maio de 1860, seja eatabelecida d^sde j a data de J2G ou 31
de outubro do corrente anno para termo do praz > lo nrivilegio.
ILLUMINACAO A GAZ DA C1BE i>E OLINDA
Segundo informa a Repartieeo de Ou..:., 'uBlicas, 4*ca! da empreza, fitoccio-
naram 311 combu3tores.
Durante o ultimo semestre do anno passado foram impostas multas, na impor-
tancia de 1664320.
COLOXISACAO E IMMIGRAOAo
Contina aqui na direccSo desse servieo o bacharel Jos Osorio de Cerqueira.
A 12 de Fevereiro ultimo, por proposta dellc, nomeci inter.namente para ex-
ercer o lugar de escripturario o cidadao Manoel Joaquim Ramos e Silva, vista da
portara do Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras Publicas.
Por aviso do mesmo Ministerio de 30 de Janeiro ultimo foi autorisada a des-
peza de 4:400,-5000 para a impressSo de vnte mil exemplare da carta corographica
desta provincia j os qnaes terilo de ser annexados Noticia escripia pelo inspec-
tor especial.
A' vista da ordem do Thosotiro, de 7 de Fevereiro, pela qual foi posto dis-
posieSo da Presidencia o crdito de 120:00 >,-5000 para a compra de trras para o
estabelecimento de um ncleo colonial, mande, em 16, pagar ao procurador do Barao
de Muribeca a quantia de 70:0004000 pela compra da proprieddeSuassunasi-
tuada em Jaboatao, sendo 46:6204640 pelo crdito do exercicio findo, e 23:3794360
pelo do corrente.
EXPOSICAO UNIVERSAL DE PARS
A 13 de Janeiro coube-me a honra de assistir n edificio do Lyceu de Artes c
Officios, concedido pela Imperial Sociedade de Artistas Mchameos e Liberaes,
abertura da exposicao dos objectos de differentes ramos da industria desta provin-
cia, os quaes tem de figurar na Exposicao Universa! de Pars.
A exposicao estove aberta concurrencia publica at o da 20 do mesmo mez.
A 6 de Fevereiro ultimo solcitou a eorainissao respectiva que fosse permitti-
do na Alfandega desta cidade o transito livro de 82 volumes contendo os referidos
objectos, os quaes foram transportados ao porto do Havre de Grace, no da 14, no
vapor FSZe de Cear da Companhia Chargeurs Reuns.
Se a cxposieiSo provincial nao correspondeu o grande dosenvolvmento que
se nota nesta provincia, talvez pelo poueo tempo de que dispoz a commissao, nao
deixou, todava, de exhibir grande variedade de productos agricolas e industriaes.
A commissSo digna de sinceros louvores pelos esforcos que empregou para
o feliz xito de seu tentamen sem o menor auxilio dos cofres pblicos.
E'-me agradavel cumprir o dever de assignalar tilo relevante servi$o e render-
lhe aqu os agradecimentos da provincia.
* ENGENHOS CENTRAES GERAES
Smente o engenho central de S. Louren9o da Matta pertencente Compa-
nhia Norh Brasilian Sugar Factores goza de grrantia de juros, que tem sido satis-
feita proporcionalrnente a quantiude de canna moida de conformidade com a propos-
ta feita ao Ministerio da Agricultura oelo engenheiro fiscal respectivo, Francisco ,do
Reg Barros. i s
Por i*so, tendo a fabrica moido durante a safra de 1887 a 1888 cerce de 23u
toneladas mtricas de cannas,-toi o seu capital fixado, para o pagamento de juros,
em 555:0004000, dos quaes se deduzem l""i0 para emprestimo aos agricultores.
O governo tem pago desde 29 de Setembro de 1887 at 30 de Junho de
1888 22:7034*40.
A safra actual ainda nao se acha liquidada. O engenho comegou a funecionar
em 21 de Setembro e at 31 de Dezembro ultimo havia moido 15.864,365 bilogram-
mas de canna produzindo 10,0ti3,783 .litros de caldo com a densidade de 1,08U, sen-
do a porcentagem do caldo sobre o peso da canna de 63,56 [0.
O assucar produzdo foi :
Do Io jacto.....
Do 2o jacto...... .
A porcentagem do assucar sobre a canua foi de
Da agurdente, litros. .
Alcool. .
l'orcentagem da lenha sobre a canna l'J.l \u-
Peusa o engenheiro fiscal que a Companhia obter na presente safra alguin
lucro, nao sopor ter diminuido o preco da canna, como pela grande economa no
pessoal e na lenha, sende esta de 2[0.
Os Decretos ns. 10,011 e 10,013, do 18 de Agosto do anno gassado conside-
raram caducis as concessoes de q te tratam os de ns. 8,053, 8,288 e 8,289, relativos
aos engenhos da bmpanhia eutral Sugar Factories of Brasil, assira cotao ao enge-
nho central de Nazareth.
Pelos decretos ns. 10,15rt, 10,159 e 10,160 de 5 de Janeiro ultimo, foram
concedidas gir..unas de juro de ti*u sobre o capital do 1,000:0004000 a tenente-
coronel Joaqu u Vehsumo do Rgo liarros para o estabelecimento de um sngeuho
central 00 (aun eiuio -le Agua Fruto; sobre us &50:000|00 ao oommeadador Fruc-
tuoso Alves da ., v i para un engenho central no municipio de Q-> melle ira, esobre
7oO:OO4>'X* a Jiib.ino Ep.nuinon'dds de Assu'mpcao Neves e Manoel do Nascimento
Vicira da Cunha JSobnuli, para nm engenho ceutral ao municipio de l'o d Alho,
valle de Cursahy.
Demodo que dos 7.500:0 ,)>)(> destinados a esta provinci*, segando a ta-
bella annexa ao Lecreto n. 10.1OJ do Io de Dezembro do anno passado, j se acham
distribuidos 4,900:0004000.
(Contina).
1,139,000
72,000
7,63
5,776
41,745
kilog.
yifUt 4flsm8> i
LE N. 1973
Innoeencio Marques de Araujo GJes, bacharol em sciencias
juridica> e sotiaes pela Faculdade do Recife, deputado Assem-
bla Geral pela provincia da Baha e presidente da de Pernam-
buco :
Fago saber a todos os seus habitantes que aAsscmhla Le-
gislativa Provincial decretoa e eu sanecionei a resoluco se-
gu nte :
Art. 1." O praso do privilegio concedido para a explorado
do caminho de Ierro do Recife a Olinda e Beberibe ser contado
da inanguruco da estaijo do Carmo em Olinda.
Art. 2. Ficam revogadas as disposices- em contrario.
Mando, portento, a todas as auioridades a quem o conheci-
niento e axeeue&O di presente resolucao perteneer, que a cum-
pram e fa^am cumprir to inteiramente romo nella se con tem.
O secretario iulerino da presidcneii di ;la provincia a Taca im-
primir, publicar e eorre'r.
Palacio da Presidencia de Pernambuco' 23 de Marco de iS8it.
G8" da Independencia e do Imperio.
L. S. In.nuif.ncio (rqi'es drAbapGes.
Sellada e publicada a prsenle resolucao nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 23'flc Marco de 1880.
O secrelario interino
Manoel Jnaqtiim Siheiru.
LE N. 1,97'k
Innoeencio Marques de Araujo Ges, hachare! em sciencias
jurdicas e sociaes pela Faculdade do Recil'e, deputado Assem-
Mea Geral ne'a provincia da Baha e presidente da de Pernam-
buco :
PaCO saber a lodos OS habitantes que a Assembla Le-
gislativa Provincial decretou e eu sanccion-i a resolucao se-
guinte :
Art 1. Fica o presidente da provincia aulorisado a conlra-
ctar com Eduardo de Moraes Gomes Ferreira, ou cora quem me-
lbores vantacens olTerecer a funlaco e creaco de um moinbo
a vapor oucom ^urlquer outro motor, destinado a moer grao de
trigo e prejiarar a faiinha. com a capacidade de moer diariamen-
te, pelo menos 7,o00 kllotrammas,
Para aexploracao e uso da industria tic que trata este
artigo, conceder se-ha privilegio por 10 annos.
| 2." Dentro de dous annos o contraclante obrigado a mon-
tar os estabelccimentos precisos e a dar principio aos trabalhos
da fabrica, em cujo servieo sera obrigado a admitir ate 13 or-
phos, para Ihes ministrar o ensino da industria alimentando-os.
e dous annos depois dando-Ibes salario equivalente ao que tra-
balharem.
Ar!. 2." Ficam revogadas as-disposices em contrario.
Mando, porlanto. o tudas as autoridades a quem o conheci-
mento e execuco da presente resolucao perteneer, que a cumpram
c agam cumprir to inteiramente como nella se contera.
0 secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar c correr
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 2G de Marco de 1889.
68" da Independencia e do Imperio.
L S. Innocencio Mxrqifs de rauo Ges.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta Secrelaria da
Presidencia de Pernambuco. aos 2(i de Marco de 1889.
O secretario interino.
Snnoel Joaquim Silieira.


--.
-1
EXPBDIF..YTE Do DIA l'l DE MARCO DE 1889
Oflicios :
Ao brigadeiro commyndante das armas.
rara poder resolver sobre o.assumpto do olTieio
n. oW), de 9 do correnle mez, eouvm que V.
Exc. declare a pena a que foi eonderauado o mili
tur Antonio Soaresda Silva visto faltarcm Jmen-
te 4 annos, sem ac;rescentar se de prisao ou
. .U'-s, oque esseacial saber-se, porque no
primeiro caso o sentenciado nao poder ser re-
mettido para o presidio de Fernando de Noro-
nha. em face do art. 1*J 2" n. 1 do dec. n. 9,:Jo
de 10 de Janeiro de 188,).
Ao conselbeiro presidente do Tribunal da
Relaco do Recile.Remetto a V. Exc. onze
exemplares de colleccoes de leis e decisoes do
governo do anno de 1821.
Portara :
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navegacao mande dar passagem gratuita
de r para a Parahyba na priineira opportunida-
de a Leoncio Quint'iuo de Castro.
EXPEDIENTE DO da 13' DK MARCO DE I8>9
Portaras:
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
de Navegaste faeam transportar a Corte por con-
tando Ministerio da Guerra o capilo do 29" ba
talho de infamara Francisco Jos da Silva, o
capito do 30 batalho da mesma arma Antonio
Jorge Moreira, sua mulher Maria Susana Tor-
rentes Moreira e um creado de nome'Jos Leao;
o alferes do corpo ue transporte Joaquim Fene-
lon Borba, sua mulher Mara Heraclia Sorba,
seus filhos Armando Borba de 9 anuos de idade,
Laura de 3 annos e um creado de nome Anto-
nio'e o alferes do 9o regiment de cavallaria
Mauoel Machado da Silva.Ofhciuu-se ao ins-
pector da Thesouraria de Fazenda para mandar
ajusfar cuntas aos referidos offioaes e commu-
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas.
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira,
Cacara transportar a provincia das Alagoas, por
conta do Ministerio da Guerra, o alferes Fran-
cisco Jeronymo Lopes Pe reir que para all se-
gu afim de reunir-se ao 2tj" bataio de infan-
tariaaque pertence.Ofleiou-se ao inspector
da Thesouraria de Fazenda para mandar ajus-
tar contas ao referido oflieial e 'comraunicou-se
aojhrigadeiro commandante das arma*.
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
facam transportar a corle por conta do Ministe-
rio da Guerra o 2o cadete 2 sargento do 1 ba-
talho de infanlaria Archiraedes FYederico Kiap-
pe Ja Costa Rubim, que se acha nesta provincia
no goso de licenca para tratar de sua saude e
bem assim as pracas addidus ao 2 batalho da
mesma arma, 2 cadete Joaquim Augusto Alves
b soldado Antonio Rodrigues i'imeutera.
0 Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navegacao faca transportar por conta do
Ministerio da Guerra a provincia das Aiagoas o
tenente do 26 batalho de iafantaria Leoncio
Luiz Pinto Ribeiro, sua mulher Maria de Lyru
Ribeiro e seus filhos Elisa Ribeiro de 13 annos
de idade, Francisco Ribeiro de 6 annos, sua mi-
viuva Maria Ribeiro. urna irm solteira Carolina
Ribeiro de 17 annos e bem assim um cralo de
nome Vicente. Oflicioa-se ao inspector da The-
souraria de Fazenda para m indar ajustar contas
ao referido oflieial e communieou-se ao hriga
deiro commandante das armas.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DE MABgO DE 1889
Oflicios :
Ao Dr. chefe de polica interino.Declaro
a V. S. em resposla ao seu oflicio n. 266 de la
do corrente mez, que o delegado de Nazareth
pode mandar esiae;-mar na Lagoa eeca as pra-
vas que poder dispensar do destacamento dajei-
dade da mesma denomiHacao ou de ottros luga-
res sujeitos a sua aulondade.
Ao mesmoProvidencie V- S. pnraquo o
..arcereiro dacadeia de Flores preste informaco
sobre o comportameuto de Manool Jos da Costa
que all se acha, eumorindo a pena lie 3 annos
e 3 mezes de prisao simples e multa correspon-
dente a raetade do tempo, imposta em i7 de Maio
de 1887, por deersodo jury em Afogado deln-
taseira.
Ao inspector da T'iesouraria de Fazenda
Em virtude de redamueo do 'brigadeiro com
mandante das armas dt**ta pixtvincia. mande V.
S. ajuslar-lhe couti hoje, de todos os s"ns ven
cimentos at o t i ti du corfisnta mez.
-- Ao mesmo. Declaro a V. S., em addita
ment ao raen oili io de hoje, que no ajuste de
contas do Brigadeiro i -( de Almeida B.irreto,
commandante drts a ita provincia deve
ser comprehen udo uto da consiguaco
que elle deixou iia rru
Ao mesmo. Gnm.nijuico aV. S. para os
fins convenienle. queujuis de direito da co-
marca de Goyanua, ba harel Geronclo Das de
Arruda Faicao, em 10 du corrale mez, reassu-
mio exercicio de seu cargo.
Na mesma data deixou o exercicio interino de
juiz de direito e assuraio o de seu cargo o juiz
municipal, bacharel Honorio Hermeto Correia
de Brillo.
Ao mesmo. Comaunico a V. R. paraos
fins convenientes, que o bacharel Joo Antunes
Correia Lias Wanderley. em 10 do corrente*1?.
assumio o exercicio do cargo de juiz d'
da comarca de Barreiros, para o qua'
vido da de Formosa, na^firpviaciaj ,-i'Or
decreto de 29 de Dezembro do anno passalo.
N'aquclla mesma data deixou o exercicio de
juiz de direito interino e reassumio o de seu
cargo o juiz municipal bacharel Manoel Octa-
viano Guedes Nogueira.
Ao juiz de paz em exercicio daparochia
de Timbaba.Respondo ao oflicio de 7 do cor-
rente mez. declarando a Vmc. que cumpre-lhe
impor multas quelles que, tendo obrigacSo de
dar a registro albura nascimento, casamento ou
obilo, nao fizerem as declarages competentes
nos prasOs marcados no respectivo regulamento.
Outrosim, declaro que deve Vmc. remetter co-
pia do acto relativo imposico das referidas
mullas Thesouraria de Fazenda, se nao for in-
tentado c recurso facultado pelo art. 31 do cita-
do regulamento, afim de que, nao sendD ella pa- -
ga amigavelmenle, se proceda cobranca judi-
cialmente de aecordo com o processo indicado
no regulamento n. 4181 de 6 de Maio de 1869.
Portaras:
Os Srs. agentas da Companhia Brasileira
de Navegacao facam transportar corte, por
conta do Ministerio; d.i Guerra, o Io cadete alum-
no da Escola Militar da corte, Alfredo de Drum-
inond, que se acha nesla provincia no goso de
licenca. Commuaicou-se ao brigadeiro com
mandante das armas.
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
de Navegacao facam transportar acorte, por'
conta do Ministerio da Guerra, o ansperada Vi-
cente Ferreira da Costa Ventura e o soldado Fe- .
lismino Rodrigues Laurindo, que seguem para
all alim de renir-se ao 10 regiment de ca-
vallaria ligeira, a que pertenecen.Comaiunicou-
se aj brigadeiro commandante das armas.
O^Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navegacao faga transportar, por conta des-
ta provincia, do porto de Macei ao de Pinedo-
seis pragas do corpo de polica que conduzem
os criminosos Joao Innocencio Pacheco, Marce-
lino Rodrigues de Lima e Flix Pitia, requinta-
dos pelo juiz municipal de Tacara!i, afim de ty-m
rem submctlidos a julgamenlo.
BiPDlENTB DO DR. SECRETARIO
Oflicios : jJ
Ao Io secrelario da Assembla Legislati-
roviocial. De ordem do Exra. Sr. presidente.
da provincia respondo ao oflicio de V. S., n. 12,1
de honlem datado, remetiendo-Ihe copia do que
em 29 de Fevereiro findo, sob n. 21, dirigi a
Cmara Municipal do Recife ao mesmo Exra. Sr.
presidente solicitando l'.utorisacSo para effectuar
com Ernesto Vieira de Araujo o contracto du
arrendaraento do Mercado de S. Jos, e bem as-
sim copia do oflicio que foi expedido referida
Cmara em 4 do correnle mez, exigindo tnfor-
macGes que at a presente data nao foram pres-
tadas.
Ao director geral de obras publicas.S
Exc. o Sr. presdeme da provincia licou inteira-
do pelo oflicio de V. S. sob n. 23, datado de hon-
tein, de haver sido recebida detinitivamcaje a
obra de reconsirueco da ponte sobre o rio Pi-
rapama, no engenho Junquera, da qual con
traclaute Francisco Tavares da Silva Cavalcant^
Ao delegado de policia do termo de Oun-
cery, alferes do exercito. Manoel Belbrophoute
de Lima.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
recenumetida a V. S. que a sua correspondencia,
oflieial di-vera vir por intermedio do quartel ge-
neral ou da secretara da policia.
Ao vereador da Cmara Municipal do Leo-
poldina, Silvestre Martiniano da Casta Agr.
S. Exc. o Sr. presideute da provincia recoiumen-
da a V S. que entregue ao 1 supplente Fran-
cisco Furtado de Oliveira Cabral o archivo do
juiz municipal do termo de Leopoldina existen-
te om seu poder. -Fez-se a nucessaria commu-
DicacSo.
------* --- aWi
1>KSPACH'.IS lA t'Kt SlUtNClA UO DA 26 DE
MARI,1 !**- l^'-'
Abaixo assigua'los eleitorcs no distri-
cto de paz de l'almeira de Garanhuns.
Informe o Dr. juiz de direito de Gara-
nhuns
Autonio Fretro da S'lva 5.*- -Sim, pa-
gando as come lorias.
Capitao Antonio Das Alves da Silva.
Informe o Sr. commandante supe





ambuco---Quiiita~feWpS i

--da nacional da comarca da Es-
aaaa,
Tenente Belmiro Manoel de Oliveira.
bfonvc o Sr. oeronaandante superior da
a?ard.nacional dafomarca do Recita.
L'aetno Leonco.'N3o tem lugar o que
aonar.
Clementino Bezerra de Albuquerqde.
Cancedo mais" o paaeo de -ciooMDta das:
Capitaa Conlnno de Abrwi.Dife-
-no.
Fraucisco de Hollanda --Gavaicante de
Albuquerque. Pagiee, nao ijjavendo
aajeceao por parte 1* Tbesouro Provin-
ml.
O me8mo..Deferido.
Isidro Pedro ,da Silva.Ao Sr. de-

otor do presidio de- Fernando -de Noronha -respectivo orcameuto, porquanto conlava poder
para fazer embarcar para esta capital a
Pfetronilla Mana da Conceic&o, mulher de
Isidro i edro da Silva, dando-me parte do
tem pri ment desta ordem.
Major'Wae Ang-aato da Serra Mar-
inas.Fornega-se.
, Bacharel Jo3o .Zeferino Pero de Lyra.
__Informe o Sr. engenheiro ti sea 1 do en-
nho central de Palmares.
O inesnio.Encamiuhe se.
Joao Leite Correa de Mello.Nao tem
JBgar.
Capito Pedro Velho de S Barretto.
kmettido ao Sr. inspector da thesouraria
aV Fazenda para mandar abonar, em vis-
te de sua informa-jan de 21 do torrente,
fc.:. 129.
Semliano Correia Maia. Deferido.
Secretaria da Presidencia de Pernambu*
,27 do Margo de 1889
O porteiro,
F. Chacn.
Repartir-So da illci;i
2.a seceo.N. 305Secretaria de Po-
5eia de Pemainbuco, 27 de Margo de 1889.
Illm. e Exm. Sr.Participo V. Exc.
Se foram hontem recolhidos Casa de
rtoncao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Henriqut- da Franca,
par disturbios e Joao Pedro de Araujo, vindo da
Sabvba. como crimioos no termo de Goyan-
A' ordem do sub elegado da fregnezia do Ke-
rafe. Mariano Luiz de Franc i, por disturbios.
A' ordeui do da freguezia de Santo Aotoaio.
iebast'o Antonio da ilva, Joo Airea dos San-
ta. Manoel Luiz Amaro, Jos Mariano do Nas-
aanenlo, como vagabundos ; Francisco Jo-e de
Oliveira. Migue! Antonio das Cbagas. pordis'ur-
Mos ; Miner'vina Marn da Cooceigo, por otfen
sas a moral publica ; Candido Jos de Sant n
xa, por crime de feriraeuto ; Galdino Thomaz
Corleiro, por disturbios, tuinha disposigo.
A' ordeo do do i" districto da freguezia de S.
Jos, Manoel Hilario de Sant'Anna, Felippa Ma-
ia da Conceigo, Manoel Francisco da Paixao,
angasto Jos de Sant'Anna, Luiz Francisco de
aMrreira, Marcionilla Joaquina do Nascimeuto,
aastiuo vpnano Ferreira da Costa, Joviniano
Itancisco de Vasconcelos e Jos Anselmo Vel-
teo por embriaguez e disturbios.
A* ordem do do 2 districto da freguezia da
Joa-Vista, Jos Joaquim de Oliveira, por distur-
av!-
0 delesado do termo.de Ingaseira, comuiuni-
an me que no dia 12 do crrente, apresentaram-
* voluntariamente e foram recolhidos a cadea
aattiiea os individuos de noraes Pedro God de
fasroncellos, Severino God de Vasconccllos e
lp-nte de tal. all prenunciados. as penas do
al 1*2 do eodigo criminal.
1 Dea,guarde a V. Exc.IUm. e Exm.
8r. Dr. Innocencio Marques de Araujo
?Bat, muito digno presidente da previn-
. O ebefe de polica interino, Daro
H~ nln do Reg Albuquerque..
?ed-oria Provincial
v^menos-* do bu 26 de mabqo de
'\ 1889
fruircisco Antonio de BniUo AFilbo, -Felipp
Mi1- > C. Abilio de Araujo Cesar, Agostinuo
AJtoaiios, Jovina Mara da Conceigo.Informe
* JUbelro uimares* G., Hesriqueta de Moura
aja-ira.A l* soneto pora os. devidos Ims.
Francisco Cvpriauo di Silva Santos, Antonio
ifaw-ira de.Magaibes C. Cypriano 4 Baptista,
Jas ila Silva Pereira Lisboa, Maryock Iruio 4
C, Jtanco de rdito Real de Peruambuco, Ma-
aael-liaiano Rodrigues Caujpello.Alexandredos
1amt>s SHva. Cardoso 4 C. Joao da Costa Cardo-
aavftTriunatu Fredovinda da Louceigao, Feruan-
*,* .\\: Oliveira 4 C. Juditr Augnsa da Cou-
aajo, Juaquim Jos Silvelra, Antonio de Souza
*axy*iuaiiao de Souza Pcixc, Fontes C, Mi-
mii.nA Francisca da Silva, Jos Rufino Clicnaco
aTlxa, Miguel Archaiijo de Slpnua SantosIn-
bbw a.r ectio, i
Jbuquiti A. F, da Silva.A J" seccao para os
aswduA: lin-
de sahir-se bem da disciAsao geral do projecto
de U'i militar.orgnaaado pelo ministro Cassoia.
Nao foram pouco se.'eras as censuras que soffre
ram esse projecto e o seu autor. Os debates
mostraram que a acrimonia de que usara o ge-
neral Primo de Rivera contra o seu superior, era
apenas o preludio le hostilidades mais decidi-
das.
A rrnrpniaftin rln f7irr~:'T *i~rpir1'"' como
a eoncetaa'OygMeral Cassoia, fena certas inte-
rcales ueaatUNMM tnvtttendos. Consagrava o ser-
vieo obriiatorio e pesaaal, alm de>outras medi-
da* que, segundo o ministro da guerra danain ao
exercito hespanhol um eiTeciivo de 75 a 100 mil
homuns.em temno de paa, [acuitando a mobili-
sacoo rapada de.i(S0 mil, -:n cfto de guerra; e
isso, penaava ainda ministro, sem elevagao do
^raTaBaBaaaaaBBBBBaBaraaaMaaaaMaraaaaM
na cmara dos pares. Propl-o o
MARIO DE FERHIIBUCO
RrX'IFE, 28 D MARCO DE 1S89
metroameeto poltico do auno
de 1888
MAiTICA MRTICUVB DOS ESTADOS BLROPBUS
(Concluso)
Foraia extremas as difliculdades com que du-
: o auno luctou Sagasta para manter-se
o governo da Hespanha. A suamaioria
nonlar nao bastante homognea e disci
L ])aia permittir-lhe a posse tranquilla de
2ar que, cm 1885, e as .graves circum-
I de que todos se recordara., aceitou com
cenca e at por indicacio de seus pro-
piPb adversarios polticos. A sua intrepidez e
Sidade, alias notareis, teriam sido insulli-
ai'- pora sustentar a situagao poltica que
se uo houvesse encontrado o decidido
ida viuva de Alfonso XII.
Ja uos primeiros mezes do anuo davam os jor-
aaa Ui-ipanhoes como innvitavel nova modilica-
ajtoaii'isterial, pois que a primeira realisou se
apa i' raovimento republicano e militar de Ma-
ia|-*i:i Setembro de 188. Dizia-se que.Ba-
agwr, ministro das colonias, e o almirante Ro-
arigmfc niini-ir- da mannlia, so estavam ainda
ete a instancias do presidente do con-
%aode empreza para Sagasta foi, uorm, con-
a Puigcerver no ministerio, em vista da
sico que em Fevereiro se levantou na ca
i coatra as medida orcamenUrias por este
aaapoetas. Para aunullar o dtficil do orcamento
de USt*1889 nao quiz o ministro da fazenda
reforma das tarifa*aduaneiras: en-
Maealeaiicaria o seu lim com o augmen-
de outros impostosque nao os alfandegarios,
cwa-a creacao de um sello para os ttulos de
rewia- No intuito de conquistar a adtieso dos
saaaervadorespara as reformas que tentava, re-
dao tigciramente a coutnbuicao predial. Mas
daceenta diputados da inaioria, dirigidos por
lodiram, em nodle dos interesses ru-
s, a inaugurago de um sjstema tinanceiro
jBaplamafite proteccionista, bem como o estabe^
Iroaaento de um imposto de des por c< nte so
treareoda.
Sao so o presidente do coaaeJbo consegnio
salvar ealao.o seu oollega das Inancas daa iras
de i;rotecci>nisiDO, seoo qoe tare a felicidade
realisar grandes economas, mediante flova,dts-
tnbuico de servieps e suppressao de sinecuras.
Na vanguarda dos adversarios do projecto
Cas8ola.acuou.-ae..Cnovas, del (.astillo, befe do
partido conservador. Combateu-o por motivos
de ordem naucwra e. moral. I'arecia-lhe que a
abolico sbita e total das isences provocara
graves deseontentamentos as altas classes so-
ciaes, como as. ctesses medias. Na plebe, no
povo des protegido e soffredor nao fallava o esta-
dista : De minimis iion aurat pra-tor. Alm dis-
s?, nao acredita va Cnovas que as reformas pro-
postas podtssem azer-se sem augmento de sa-
cricio dos coutribuintes. Sustentava, emlim,
qae a Hespanha nao careca de forca militar su-
perior que Ihe bastn para sahir-se bem da
guerra de Marrec*vdas oxpediees coloniaes e
ainsurreico carlista. Os militares criticaram
a proposta sob o ponto de vista profissional.
Lembranua os desgosto que ella devia causar
aos ofllciaes de armas especiaes, e sobretudo
aos do estado-raaior. Este ultimo argumento
deixava claro o intuito de manter na sua posicao
privilegiada a oligarebia m;litar a quem se deve
a restauracao monarchica na Hespanha.
Os republicanos, em these partidarios do ser-
vico pessoal, ducutiram a opporlunidadc da re
forma e hostilisaiain-n'a pelo receio, naturalissi-
mo na Hespanha, de verem excessivamente for-
tificado o lemeuto militar, em prejuizo das liber-
dades ciris. Nestas eondices, vio-se desde lo-
go que nao poda ser muito lisongeiro o futuro
do alludido projecto.
E esta conviceo aflirmoi>se mais cora a dcs-
iutelligencia que se deu entre o general Casso-
ia e o raarechal Martnez Campos, o qual se fjuoi
xou de urna .falta de etiqueta commettida pelo
luiuis'.ro da guerra a seu respeito. Essa desin-
telligencia deu lugar a que o mesmo Campos se
demiltisse do cargo de governador de Madrid,
declarando-se ao mesmo lempo intransigente
adversario das reformas militares.
Sagasta lemeu que o marechal fosse guerrear
o ministerio na cmara e no senado, como chefe
do centro, grupo composto de proteccionistas
catales e castelhanos, dos amigos de Robledo e
Lpez Domnguez, conservadores reduzidos, que
achavam o presidente do conseibo apressado de
mais no caminho das reformas. Movido por lar
receio, apresentou este regente o pedido de
demlsso collectiva do gabinete, contando que
ella, pela forca das circumstancias, o encarrega-
ria de nova organisacao, o que efectivamente
aconteceu. 0 anterior ministerio foi levemente
modificado no sentido democrtico. Entraram,
para a pasta da guerra, o general 0 Riau ; para
a das obras publicas, Canalejas, primeiro vice-
presidente da cmara, orador distincto amigo
de Martos; para a das colonias, Capdepon, se-
gundo vicepresidente da cmara, muito dedica-
do a Sagasta. Moret passou dos negocios estran-
geiros para os do reino, substituindo-o Vega de
Armijo na direccao d'aquella pasta
0 presidente do conselho declarou que contt-
nuava a manter a integralmente o seu program-
la, sem excepcao das reformas tinanceiras e
militares. Parte destas ultimas tentou o Sr. Sa-
gasta promulgal-as em Outubro, por simples de-
creto, antes da reunio das cortes. Souberam
disso Martnez Campos e seus amigos polticos e
militares, e mostraram se ameacadores.
prasidente do conselho.ipoz agua na fervura, re-
nunciando ao seu intento e mostrando-se cheio
de respeito pelos direitos parlamentares. Os
ministros demcratas incommodaram-se com
este signal de fraqueza, e com ellos o general
Lpez Domnguez, que acceitava< alinal, o f>roje
cto do general Cassoia.
Para satisfazer os partidarios descontentes,
prometteu-lhes Sagasta que ia realizar prxi-
mamente outra parte importante do seu pro-
gramla : o estabelecimento do suffragio uni-
versal. Ante essa noticia, Cnovas del Castillo
e seus amigos soltaran) o grito de guerra. Fi-
zeraui reunies, pronunciaram discursos e esfor
caram-se por fazer acreditar rainha regente
riue era tempo de despedir 03 liberaes, para pre-
servar a monarebia de perigos eminentes.
Por outro lado, o adiamento das reformas mi-
litares excito os grupos da esquerda, e produ-
zio dissencoes entre ?Ile3. D'ahi e da aftitude
do giupo proteccionista de Gamazo, resullou
nova crise ministerial que acabou por mais ou-
tra reconstruccao de gabinete. Sagasta con
servou Vega de Arnijo nos negocios estraugei-
ros; o almirante Arias nos da marinha; Cap-
depon passou das colonias para a justica;
Canalejas ticou na pasta das obras publicas
O presidente do conselho (Megen para collegas
em substituirn aos qii' sahiram, Venancio Gon -
calez. Becerra, conde Xiquena e q general Chin
chilla. Este ministerio de composicao hetero-
gnea apresentou um carcter menos reformista
que o anterior, o que dispertou vivas criticas
por parte dos dos demcratas e republicanos.
De tantas reformas.promettidas, apenas pode
Sagasta fazer votar o accordo a que ebegou cora
a curia romana, para inshtuicao do casamen-
to civil nicamente para os aeatholieos. Em
quanto aos catholico* todas as bajaaju e ellei-
tos do casamento continuarao a ser '.'alados
pelo direito cannico exclusivamente.
A innovaco nao poda ser meaos ambiciosa,
uem mais modesta. Nlo obstante, os conserva
dores de Cnovas del Castillo nao se achavam
as vesperas do Irtinipho, a julgar pelas m ni-
festaces hostia que : seu chefe encontrn em
Saragossa, Sevil)ia a Madrid.
Em Portugal houve logo no comeco do auno
ardentes debates na cmara dos deputados,
cerca dos tumultos que -e deram em difieren
tes pontos do reino por causa do tributo das
hcencas. O governo jahio se nerfetamente da
peJeja, gragas grand i maioria de que dispoe
Reoabeu um voto de < onflanca na sessao de 17
de Janeiro, a forte por essa victoria, nao ouvio
o parlamento para tomar medidas concernentes
a pacHicacao da ilha da Madeira, onde a agita
cto asnumira aspecto grave.
de confianza
uiarquez do Rio Maior, que por isso leve- de
ostentar acalorada discussp con Antonio de
Serpa, E claro que estes se propOem a contentar os
contribuintes, a aniquilar a crise agrcola, a sa-
tisfazer o comraercio, a felicitar, emlim, todas as
classes.,*ciai!8o lhes....eBtfeaafein poder. A"
mesmareouaavftaom dantas conuiao,aeafo-
pOe o paidOida-esqBBBdB djoaslica, cujo ebefe
-Barjoaa de: Freitas- importante.na aaVaraaalos .panes e anduu pelas
provinciaa^recooaiidQ. grandaa vuetes.
Mas seria de ama innocencia invijave de urna
ba f eKwpcional, quem acteditsMe- que urna
simiilesmudaneadefiguras ministeriaes podesse
por lim ao mal-estar da populaco co reino, onde
o socialismo anarcista comer a ux proselyto-'
como demonstrou a violencia de que foi victima
o conselheiro Manoel Pinheiro Cbagas.
O governo progressista empregou tedos os es-
forgos para nao deixar que os adversarios Ihe to-
uiassem a posicao qne ocenpa. Propoz moililica-
(Oesilei da conlnbuicao industrial ou das li-
cengas, promoveu a decrelaco do monopolio
dos tabacos, estabeleceu a competente regie, B
sahio-se bem da operaco financeira para a des-
appropriaco das antigs fabricasxoncorreu
para quse realisasse a exposicao agrcola e in
dustrial nos edificios expressamento construidos
na Avenida da Liberdade, bem como a exposi-
co pecuaria as trras do Valle.de Pereiro.
Como satisfaco s aspiraees raanifegtas nos
cougressos agrcolas reunidos em Lisboa, pedio
o ministerio ao parlamento u lei protectora dos
cereales portnguezes, e cujos pnui.iros elTeibs
foram, nfelizmente, a caresta do pao. O trabi-
Iho legislativo mais importante do anno foi, po-
rm, a promulgacao do novo cdigo do.coromer-
co do reino.
As difliculdades do governo nacional nao im-
pedirn) a viagem que D. Luiz a sua esposa fize-
rara ao estrangeiro. O restabelecimento da pre-
ciosa sade do rei deu lugar a brilhantissiinas
festas rrligiosas. Nao obstante, os liberaes por-
tuguezes mostraram-se inquietos com a reaccao
clerical Viram-n'a ameacadora em duas pasto-
rae, do arecbspo de Lari-sa, governador do bis-
pado de Lamego : era certos boatos que circula-
ram por oerasio da trasladaco dos ossos de
Alexandre Herculano para o templo dos Jero-
oymos; as p rr ^rinacOes a Roma, e sobretudo
na aetividade da propaganda jesutica em diver-
sos pontos do paiz.
Essas preoecupares dcrtnn lugar a que se
reoaisse, as salas ila cmara municipal de Lis-
boa, una commisso para discutir as bases da
Associaco Liberal Portugueza, cujos lins.-Vi:
tornar sffeetiva a execucao das lets acerca ilos
jesutas : promover a liberdade d" consciencia,
o estabelecimento do registro civil obrigatorio,
a abolico do juramento poltico e dos privilegios
de qualquerculto, o desenvolvimentiidainstruc-
co opular e o aperfeicoamento da educaco
civil.
(CoutnaJ.
Sob este titulo o Jonuil do Commemo da corte
publicou as seguintes linhas :
Pariz 20 de Fevereiro -Duas ou tres vezes
tem o Jornal do Commercto alludido Grande
Enq/clopedia que est sendo aqui publicada sob
a direccao dos Srs. Berthelot, E. Levasseur e
Glasson, do Instituto, e de outros Ilustres Rran-
cezes, bem como ao artigo que ua colossal obra
ser destinado ao nosso Brasil. Foi-me dado
ver hoje as provas tlnaes desle artigo e apres-
so-me a communicar aos uossos compatriotas os
lineamentos deste importante trabalho que oceu-
par nao menos de 81 paginas (1077 a 1127) ou
dez columnas, ao passo que no grande diccio-
nario Larousse e na Encyelopedia Briannica
muito menor espaco dedicado ao .Urazil, con-
tendo ambos, entretanto, numerosas inexactidOes
que os escriptores estrangeiros vo repetindo,
emquanto ua Gvande Encyelopedia a parte refe-
rente ao nosso paiz foi cuidadosamente tratada e
escrupulosamente revista.
Toraou a si esta tarefa o Sr. Emite Levas-
seur, que tantas provas tem dado de viva sym-
pathia pelo Brazil. Cercando-se di collabora-
dores de comprovada competencia, logiou elle
levar ao cabo obra utilissiraa que constituir
repositorio vasto de ioformacoes cerea-do Duaas
paiz, as quaes tero de ser consultadas por
quantos mais tarde houverem de escrever a
nosso respeito. Primitivamente oceupava o ar-
tigo 16 paginas e assim foi sujeitado revisao
do nosso Ilustre compatriota, BarSo do Rio
Branco, quando aqui se achou por occasiao da
enfermidade de sua veneranda mi, a Viscon-
dessa do mesmo titulo. Aps diversas correc-
coes de provas toraou o trabalho as proporcoes
acuna notadas, tendo outrosim o Bario do Rio
Branco obtido dos editores Lamirault e fierret
a peraiissao necessria para que do.artigo se
faca tiragem especial e conseguindo pela sua
parte o Dr. Eduardo Prado, que a commisso
tranco-brazileira tome a si a pequea despeza
dessa tiragem. '
A primeira parte da monographia dedi-
cada geographia pA;/""7. ^ompreb tuaco. superlicie limites (sendo aqui exposta a
questu ,do Oyapock), costas, ilhas. relevo do
solo, rgimen das aguas e geologa. Salvo a
parte da geologa, que do Sr. II. Gorcex, tudo
o mais do Sr. E. Levasseur com revisan do
Baro do Rio Branco.
Seguem : Clima ( por Levasseur); Flora
(por Paul Maury, do museu de historia natural);
Fauna e Paleontologa (do Dr. Tronessart); An-
thropologia (pelo Baro do Rio Branco, sendo
escripia |ior Zaborowski a parte rtlativa aos
Botocudos): e Explorares scientilicas (Rio
Branca).
Geoftaphiu poltica Historia (flio-Branco,
sendo de Levasseur a parte referente emanci-
pacSo dos escravos); Governo, Jnslica, Reiigio, |
i o i-gas Militares e Fazenda (Levasseur e Rio
Branco); Legislaco (Baro de Oureu); Popu-
lacao, Immigrac&o e Instrucco (Levasseur e
Rio-Branco); Iraprensa, contendo a historia da
nossa impreasa poltica (Rio-Branco>; Lingua e
litteratura il)r. K luardo Prado); Bellas Artes
(pintura, eoculpturs e archileetura, do Baro do
Rio Branco, e msica {telo Dr. Eduarno Prauo);
Institnices de previdencia e assistencia publica
Levas.-eur e Rio 1 a .
Geoyrrtphia wpaaiioa. Toda esta parte foi
escripia por Levasseur, com a collaboraco assi-
iua do Baro do Rio-Branco e Di1. Eduardo
Prado, abraugendo : regies agrcolas, produc-
tos dos reinos animal, vegetal e mineral, vias de
commuuicaio, linhas telegraphieus, medidas,
,moeda3 e bancos, commercio exterior e inter-
proviucial, e resu.no.
\ monogntphia acompaahada por nma
carta colorida do Brazil, gravada sob a direccao
de Levasseur, e por sete Bravuras representando
antiguidadas do Amazonas a 'trmetra Man no
Brazil, de Vctor Meirelles, e o Ypyranga, de
Pedro Americo-
A bibliograBhia do Brazil enche mais de
quatre columnas em caracteres minsculos, in-
dicando os mais interesantes trabarnos de Bra-
zileiros e estrangeiros acerca do nosso paiz.
Foi organizada pelo Baro do Rio Branco, que
possue numerosa e bem coordenada bibliotbeca
referente ao Brasil e cuja alta competencia so-
bre hi. loria patria notoriamente coobecida-
Grande Encyelopedia da letra C etn diante (8.u
tomo).
Era summa, o artigo- Brsil dar alta Ideia
lo nosso estado de civilisacao e dos nossos pro-
gressos em todos os ramos da aetividade. Para
nao fallar de Rio Branco, de Eduardo Prado e
de Ourcra, tres Ilustres brasileiros que tanto
concorreram para este resultado, devemos muito
reconhecimento a Levasseur.
' Mesmo para o Brazil contera o artigo muitas
nformacoes desconhectda&ou sJle raros erudi-
tos conhecidas. Assim,dguoranuu absolutamen-
te que ja no anno de I7tduui advogada da Babia,
o padreManoel Ribeiro.*toch.if.ustentaisi,que.lo
dos os lilhos de ventre escra-'o deviaaaaer con
sideados ingenuos e pedirarquatas eaeaavos fos-
sem restituidos Wji-idaile-dttfde.qu^qjelos-ieus
servicos houvessem ptgo o pxsco da caaapni.
Esta informaco, noaca citada -uas longas
discussas trovadas no Brazil -acerca -do. estado
serv.'heave a oSr. Laaaas0ur,.'giiiid<)-ouido
Dr. Eduardo Prado, do Baro do Rio Branco, que
possue ura dos raros exemplures da obra do pa-
dre Rocua : Ethiope resgatado. empenhado, tusten-
todo, corregido, instruido e libertado. Innocencio
da Silva nunca pode ver este livro, do qual so
teve noticia pelos catlogos da nossa Biblictheca
Klnrainense e da de Lord Stnart! O Rev. Walsh,
que vitdtou O Brazil i ;n 1(<28 t- t.enrontrou
um exemplar do Ethiope regatarlo ua bibliotheca
do Mosteiro de S.-Benlo e da masan obra deu ex-
tractos, posto que imperfectos, as suas Notfces
of Brazu.
as primeiras paginas d'esle rarissimo livro
ha sonetos e outros versos dedicados ao autor por
poetas da Babia, seus admiradores. Um Jesuta
comeca assim:
Obscuros Libyw ppalos, quot dtra coegit
Servitii injustum son subisse jugum
Legali reditriil dnrtu BJbeirus. rt illis
Ad Ubertatetu nnbile pandit itrr.
O padre Francisco Gomes do Reg, benefi-
lado na S da Baha, escreveu :
.4 tollas haris Iterados :
Aos Brancas de peceado,
Aos Prelos de escmvidao.
O bom padre Ribeiro Ro.ha dava ao seu li-
vro ptimos conselhos aos senhores de escravos.
Quera que o escravo voltasse a ser livre desde
que indemnisasse o preco da compra por certo
numero de annos de servicos; que o senhor nun-
ca vendesse os seus escravos, a, no testamento.
nao se oaqnprflWH) de deixar livres os que pos*
uisse. dispensando-os do resto do lempo aeees-
surio indemiiisaco (Juanto aos lillms de mi
eaaravs, naseeriam livres, mas deveriam ser edu-
cados al os 14 ou lo annos e at eutao prestar
servico...
< O uoine do Dr. Manoel Ribeiro Ro ha, nunca
invocado, que eu saiba. as nossas discusses do
estado servil em que alias tamanho cabedal de
talento S de crudieo foi empenhado, fiear as
sim registrado na Granee linqfobptm bem orno
o dO'dcpuladn pela Babia, Antonio Ferreira Fran-
ca, qaelaprescDion nossa cmara dos deputa-
dos os dous primeiros prajectos abolicionistas,
um, a 18 d" Maio de ISiJO, declarando livres to-
dos o escravos no dia 25 de Margo de 1881. e
outro, a 8 de Maio de 18111, ofclarando Bvres os
nascituros.
Eoilim, nao pouparam esforcos o Baro do
Rio Br..ncoeo Dr. Eduardo irado para coadjn-
var a giaude empreza de L-vasseur. O Baro do
Rio Branco tem nonio ffito pelas suas pacientes
e antigs investigagOcs de historia patria, das
quaes possue valioso repartorio, ha longos an-
nos accumulado. Eduardo Prado tem-se tornado.
Jesde dlgum tempo, esludaute assiduo e pesqui
zador laborioso da historia do Brazil, examinan-
do por este aspecto as bibliothecas euopis e
fazendoextrahir copias de manuscriptos ignora-
dos como um de Tnevet qje se actia na Biblio-
theca Nacional de Pariz. Em recente viagem
Italia descobrio elle no Museo-Pitli. de Florenea,
um retrato do general Francisco Barretto.de Me
nezes. o vencedor de Guararapes, e outro do al-
mirante.Salvador oireia de S. Possue hoje o
Dr Eduardo Prado riquissinia e escolhida biblio-
theca de livros do Brazil. -
As providencias adoptadas deram bom resol-; -fambem B carg,, d0 Baro do Rio Branco ficaram
tado, o que parece ter satisfeito os amigos da I ^os os artigos biograpnicos e geograpbicos
situago, pou que aminhlerio obtave outro va^Jque acerca do Bauil aero dados estampa na
forrcspouiienrla do Diario de
Peraanbaco
l'AO D'ALHO, 20 deMarode 1889
O carnaval aqui nao foi dos peiores ; o brin-
quedo do p que foi demasiado, mas, felizmenr
te nao tivemos a lamentar nenhuma consequen-
cia triste.
Em data de 8 do corrente mez,< noite, func-
cionou o Club Ensaio Dramtico Pao d'Alhense
em sessto extraordinaria, resolvendo inserir ua
acta um voto de profundo pezar pelo prematuro
passamento de seu consocio e ?ex director de
scena. alferes Joao Paulo Nunes de Mello, falle-
cido no dia 2 na cidade deOl.nda: o que foi
plenamente approvade.
No dia 13, na igreja Matriz do Divino Espirito
Saido, desta cidade, s e 1/2 horas da manh,
foi celebrada urna mis-a pea alma do eminen-
tissimo estadista brazileiro, senador Barao.de
1 otegipe. a mandado do juiz de direito desta co-
marca, Dr. Antonio Jos de Amorim, que a as-
sistio, em companhia de grande numero de seus
amigos; tocando, nos intervallos, a Sociedade
Pbilarraonica o d'Alhense diversas pegas f-
nebres. Lia-se no semblante de todos os assis-
tentes a magoa e o sentimento de que se acha-
vam possnidos.
No dia 11, para quando estava convocada a 1
sessao do jury deste termo, nao funecionou o
tribunal por taita de numero safficiente de jui-
zes de fado, succedendo o mesmo no dia se-
grate. No dia 13, porm, comparecendo 48 ju-
rados, foi aberta a sesse, sob a presidencia do
juiz de direito Dr. Antonio Jos de Amorim. oc-
eupando a cadeira da aecusago o promotor pu-
blico, Dr. Joaquim Pedro Cvalcante d'Albuquer-
que, e servindo de escrivo o tabellio de notas,
capito Francisco Antonio Brayner de Souza
Rangel. Nessa occasiao comparceu o juiz mu-
nicipal Dr. Joo Boeiisla Correia d'Oliveira, e
apresentou quatro procesos preparados, pas
sando-se em seguida ajulirar o reo preso Pedro
de Araujo Pinheiro, incurso as penas do art
192 do cdigo criminal, combinadas com as do
art. 35 do mesmo cdigo. Teve por advogado
o teneute Jos Francisco Paes- Harreto e foi un-
nimemente absolvido.
Anda do mesmo dia foi julgado o reo preso
Joo Soares da Silva, pronunciado no art. 269 do
cdigo criminal. Patrocinou a causa o tenente
Paes Barreta, sendo o reo condemnado no grao
medio do art. 257 do citado cdigo.
No dia 14 entrou em julgamento o reo preso
Joo Francisco de Castro, incurso as penas do
art. 193 do cdigo criminal. Teve -por defensor
o tenente Paes Brrelo e foi unnimemente ab-
solvido.
No mesmo dia. mDda julgou-se o reo preso
Severino t-erreira do Nascimento, pronunciado
no art. 257 do cdigo criminal. Teve por advo-
gado o Dr. Manoel do Reg Mello e foi condem-
nado no grao medio do referido artigo, appel-
iando, em seguida, da seuteuca para o Tribunal
da Relago.
Nao havendo mais processos preparados, foi
encerrada a sessao.
No dia 16, s 5 horas da tarde, aps fortes re-
lmpagos e trovoes, penetrou urna faisca elctri-
ca na casa do commerciante Joo Francisco dos
Santos, ra do Agougue desta cidade. produ
/.indo diversos estragos na coberta da mesma
casa; nio attingiado felizmente, pessoa al-
guma.
Na mesma occasiao, em trras do engenho
Condado, desta freguezia, foi fulminado por ou-
tra faisca elctrica o menor Manoel, que regres-
iva da feira desta cidade, em companhia de
sua n Josepha Maria do Espirito Santo, para o
lugar Cauna Brava, onde UMravam
Ella nada sofreu porque caminhava alguns
passos atrasada; comludo, passou por grande
choque, que a langnu or leras.
A poticia fes cpndu/.ir o cadver do referido
menor, que represeotava ter de 13 para 14 annos
de idade, para o uemiterio publico desta eidade,
onde, no domingo pela manh, depais de visto-,
rado, foi inhumado.
Consta que na mesma tarde cabram outras
faiscas aai diversos lugares desta localidade,
nao offeudendo a ninguem, em raio de terem
ellas procurado o matto.
No da 20 estreou nesta cidade a companhia
equestre Luzo-Brazileiro sob a direccao dos ar-
tistas Coailio Rrazliense, dando espectculo
no circo, denowiiaado Sul-Americano, construi-
do pr.'.ga du Rosario desta cidade. A concur
rencia de espectadores foipouca.pi.rm de es-
perar que v augmentando, devido ao bom des-
empenno dos artistas, que sao perfeitos, como
teem iirovado com o trabalho representado
naquelle dia e no dia 21.
Creio, que a companhia dar mais alguns es-
pectculos, caso v havendo concurrencia.
Desde o |*rimeiro domingo da quaresma, co-
megou a devoco dos Passos'. que est sendo ce-
lebrada como era amigamente pelas ras da
cidade. E'- presidida pelo Revdm. garia Gon-
dim e com assislencia da innandade de Nossa
Senhora dn-Hoaario, em cuja igreja-era a mesma
devoco celebrada.aos annos anteriores.
Aflue umiaasaieroconsideravel de liis e tem
reinado ordam-e respeito.
Na matriz cetebra-se s(jeatastfeiras a via-sa-
cra; e na capella de Santa Thereza aos domin-
gos, tarde.
Tem havido ltimamente pouca cliuva, e o ca-
lor era grande excesso.
A ordem e a tranquillidade publicas conti,-
nuam iualteravcis.
Au revoir.
O 8r. Conde di:i cm Santos
L-se no Diario de Santos :
A' meia noite de 14 do corrente parti da
bataa do Rio de Janeiro o encouragado Aquida-
liiin. trazendo a seu bonfo S A. o Sr. Conde
d'Eu, com destino a esta cidade.
Sua alteza emprehendeu esta viagem em de-
raonstrago do interesse que toma pela popula-
ao desta cidade, to cruelnnMite victimada pela
epidemia da febre amarella e especialmente da
perniciosa, por si e como representante de S. M.
o imperador a da princeza imoerial.
Logo que chegou a esla cidade no dia 14
noite a noticia da viada de sua alteza, n unirain-
seosSrs. Drs Carvalho de Mendonca, juiz de
direito interino e Joo Freir Junior, promotor
publico, eos Srs. Julio Coaceico, presidente da
cmara municipal e Alvaro Fontes. inspector in-
terino da alfaadega, e combinaram no modo de
recepcao de sua alteza.
O capito do porto, Sr. Serrano, de accordo
com o guarda-mr, Sr. Nogueira da Gama, pro
videncioii sobre o desembarque de sua alteza,
prepa ando tudo quanio l'osse necessario para
tal lira.
S. Exc. o Sr. presidente do conselho tefegra-
pliouao juiz de direito, inspector da alfandega,
presidente da cmara 'municipal e capito do
porto recommetidundo que empregassem o pos-
sivel para a bda recepcao do principe.
O Sr. ministro da agricultura, por sua vez,
tambera lelegrapliou aquellas autoridades.
As H horas da noite de 14 espalhou e a
noticia de que o Sr. presidente da provinda vi-
ria a esta cidade reoroer o Sr. Conde il'Ku.
Bata noticia Mi mais tarde conmada por te-
Legramoaa que recebemos.
Em (Jtrem especial que parti da capital s
5 horas da manh do dia 15. chegou a esta ci-
da le s 8 e IS o Exm Sr. Dr. Pedro Viecdte
dft Azevedo. presidente da provincia.
Acorapaiiliaram S. Exc osea ajudanle de or-
deus. o esludaute de medicina (Jalvo Bueno eo
capito Alfaya Junior.
A' gare foi S. Exc. recebido pelo Dr. Carvalbo
de .Mendonca, jaiz de direito interino, capito do
[orto Serrano, inspector interino da alfandega
Alvaro Fontes e Dr. Julio Moraes, delegado de
hvstene.
Acotnpanhou tambera S Exc o Sr. Williaui
Speers. superintendente da estrada de ferro m-
gleza.
O Sr. presidente da provincia hospeda: se em
casa da Exina viuva Assis,.no largo da Matriz
O Sr. Pedro Vicente foi, logo depois de sua
chegada visitado pelas principaes autoridades
da cidade
Consta-nos.que S. Exc. chegou um, pouco in-
commodado, mas sem gravidade.
As primeiras noticias que foram transmi-
tidas da corte diziam que o encouragado .4?i-
daban sahiria s 6 horas da tarde de 14, de mo-
do que era aqui esperado at meio dia de 15,
attendendo boa marcha daquelle importante
vaso da nossa marinha.
Por ten esoerado a commisso medica, que
alias nao veio por mar, o AquidMbun so poude
levantar ferro a meia noite d'aquelle dia, tendo
chegado a este porto s 9 boras da noite, gas-
tando, consegointemente, 21 horas de viagem.
as 6 horas da manb de hontem otelegrapbo
ptico do Monte Serrate annnnciou navio de
guerra brazileiro fondeado fra da barra.
S. A. o Sr. Conde d'Eu, acorapanhado de S.
Exc. o Sr. conselheiro Guahy, ministro 'da ma-
rinha, almirante Salgado, Baro de Corumb,
Eliezer Tavares offcial de gabinete do Sr. mi-
nistro da marraba e os 2* tenentes Francisco A.
de Lima Franco e Manoel Pereira Teixeira Ju-
nior, desera barcou na barra, tomando o bond da
Ponta da Praia, tendo vindo do Boqueiro at
esta cidade em bond especial.
S. Exc. o Sr. Pedro Vicente, que se achava na
barra, onde pernoitara, foi immediatamente avi-
sado que o Sr. Conde d'Eu se achava na Ponta
da Praia: para all se dirigir, mas j encon-
trou-o no Boqueiro, acompanhando-o at esta
cidade. *
Desde 5 horas da manh do dia 16 se acha-
vam na guarda mora o Dr. juiz de direito Car-
valho de Mendonga, o Sr. Julio Conceico, pre-
sidente da cmara municipal, e o Dr. promotor
publico Freir Junior e os Srs. Alvaro Fontes,
inspector interino da alfandega, e Nogueira da
Gama, guarda-mr, espera de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, aim de seguirem para
bordo do .'quidaban, para reeeber sua alteza.
Deixou. porem. de ter lugar esta recepgo,
|ior ter, como dissemos o Sr. Conde d'Eu salta-
do na barra.
l.o,o que chegou a esta cidade, sua alteza
dirigio-se santa Casa de Misericordia, visitan-
do detida e minuciosamente todo o estabeleci-
mento e conversando com oa doentes.
Notamos all a presenga dos Exms. Srs pre
sidente da provincia, ministro da marinha e seu
olficial de gabinete. Baro de orumb, os Drs
jaiz de direito e promotor publico, e dos mdi-
cos Dis. Julio de Moraes eLino Jardira, que es-
tavam visitando as enfermaras a sea cargo, do
Dr. Ernesto de Lacerda, do tenente-coronel Pro-
ost de Souza, dos Srs. provedor da Santa Casa
Joo Octavio dos Santos e Ernesto Gomes, do
inspector da alfandega e guarda-mr.
Oa Santa Casa dirigi se Sua Alteza casa da
Cmara Municipal, visitando todo o edificio, e
depois a cadea onde vio todos os presos, sendo-
Ihe entregue urna represerrtago por quatro pre-
sos, que se achara pronunciados.
Nesta visita cadea Sua Alteza obteve as ne-
cessarias informagoes do Dr. Carvalbo de Men-
donga. ,
Sua Alteza achou a cadeia era muito boas coo-
diges dizendo que era una das memores que
tinha visto em diversas comarcas que tinha per-
corrido.
Sna Alteza foi recebido na Cmara pelo Sr.
presidente da mesma epelo seu digno secreta-
rio Joaquim Pereira Moraes que deram as in-
formagoes e noticias que Sua Alteza procurava
saber.
No salao de honra da Cmara Municipal, Sua
Alteza, dirigindo-se ao Sr. Julio Coaceigo, pre-
sidente da Cmara, disse que emprender esta
viagem por si e como representante do impera-
dor e da princeza, que muito se interessam pela
populaco desta cidade e qne tanto o.imperador
como o governo geral toraariam as providencias
ao sen alcance para debellar a epidemia que in-
felizmente reinava nesta cidade.
Da casa da Cmara se dirigi Sua Alteza ao
mosteiro de S. Bento, oode visitn tambera mi-
auciosaraeate a enfermara mantida custa da
municipalidade. Encontrn Sua Alteza all gran-
de numero de doentes. notando as boas accom-
raodages e asseio, o que denota a solicitnde do
digno presidente da amara Municipal.
Do Mosteiro de S. Bento seguio Sua Alteza
para o telegrapuo nacioual, visitando esta repar-
tigo que se acaa a cargo do Sr. Manoel Joaquim
Barbosa, que porta recebeu A Imperial,
mostrando toda a reparttcao e redamando sobre
a insuficiencia do pessoal, quasi dizimado pela
epidemia reinante. '
Do telegrapho oacional oi. .Sua Alteza para a
Grande Hotel da Europa onde se achava prepa-.
rodo o coramodo para Sua Alteza, attendendo-se
as circumstancias da occasiao.
Este oomraado fra mandado preparar pelo
presidente da Caoiara Municipal.
Sua Alteza chegou ao Hotel da Europa s 9
boros e 45 minutos da manha
Antes de tomar qualquer refeicao, Sua Al-
teza, tendo aviso de qne ohegava o trem de S.
Paulo, que trazia a comnuasfo da humanitaria

Sociedade Italiana Gru Branca inccntinei
se dirigi para a gare da estrada de ferro/|^J
de recber acuella comicissSo.
A's 10 c u chegava a commisse,
du 14 pssoas, a saber : Dr. Gerolamo de
Conde A. Negri, Angeli Torterolli, Rodolpho
mondi, G. Bersacola,-C. Gerini, G. Cecconi,
Alve, E. Tredianelli, F. Santa, V Tacla. S.
centi, i. Gambassi e as Exmas. sras. Manuel
Chiaruggi e Foraiiiia di Rota.
Sua Alteza dirigi palavras congratulatorias
e de ano lentamente eommisso, digoa de todos
os applau-os pela raaaeira heroica com que tem
se porlano, esposando a causa dos infelizes e
dergragados.
A comuiissio, oepois de agradecer a Sua Al-
teza, dirigio-se para o Hotel de Roma, onde se
acha ho9pedada.rpondo. logo os seus servicos
diriposiiao da eomm^s-) medica de soccorros.
O i'i'. Jnlio Fuado pouco depois comparceu
quelle hotel e pedio o auxilio da humanitaria
commisso pura servir no hospital da Sanfa
Casa onde liuviam adoocido os empregadose
eufermeiros.
A's 10 e 45' chegava Sua Alteza da gan
estra la de ferro e almogou ao Hotel da En*
Em linda mesa collocada no salo nobre da-
quelle hotel, loma ara assento, dir ila de Sua
Alteza, o Sr. Julio Concelgo, presidente da C-
mara Municipal e esquerda o Exin. Sr. Dr.
preside/He da provincia, seguindo-s o Ex^n.
ministr da ra-irinha, o Exm. Baro de Corumb,'
Dr. juiz de direito Carvalho de Mendonca, Dr.
promotor publico Freir Junior. official de gabi-
nete do ministro da marinha Eliezer Tavares,
official de gabinete da presidencia da provin ia,
con nel Prost de Souza Dr. Ernesto de Lacerda,
o delegado de polica Tancredo de Azevedo e oa
segundos lenles que se achavam s ordens de
Sua Alteza, Lima Franco c Teixeira Jnior.
A's lie 3 minutos levantou-se Sua Alteza da
mesa e pedio papel para telegraphar para*
corte. 7
Logo depois, dirigind-se ao Sr. Julio Coacei-
go disse :
S. M. o Imperador raahda entregar 2 OOOi
S. M. a Imperatriz 500 e S. A. Imperial 50*JIV!
para soccorrer os indigentes accominettidos da
febre amarella.
Disse mais que estes 3:0003 deviam ser rei
partidos, metade para as enfermaras a carga*
da municipalidade c meiade para a Santa
O Sr. Baro do Guahy. ministro da ma
olfertou tambera a quantia de 500a pare os
gentes da Santa Casa.
O encouragado Aquidaban nao entrou para
o ancoradouro des'.a cidade. Firou fandeai"
norte da barra.
Aqueiie encouragado parti prraac t
tem, s i horas da (arde, tornando nelle
selheiro Baro do Guahy, ministro da raaiin
o seuoiriciul.de gabinete, Hcando nesta cidde
S. A. o Sr. Conde d'Eu e o Kxin. Barao de Ce
rumba.
\n meio dia S. A. Imi.'rial, acora panhudqaBM
Sr Baro de Corumb t presidente da Ca
dirigio-se para a Beneficencia l'rrtugueza;
foi rec. bi pea odmmistracao daqelia
dade e pelo corpn medico do estabelecic
Sua Alteza visitou lodas as enfermaras, aci
do-as era boa or lera e cem o devido asseio.
A' 1 hora da tarde, em trem especial, ehegou,
de S. Paulo a commisso norneada pelo governo
geral para prestar soccorros mdicos, oomposta
dos Uis. AraujoGes, EuphraziodaCunha,Fran-
ci- .i Custodio Pereira de Barros c dous 6" an-
nistas de medicina.
Esta commisso parti da corte no dia 15, iio
expresso, tendo chegado no mesmo dia noite
a S. Paulo.
Hospeden-se no Grande Hotel da Europa e
foi receida na estaeao desta cidade por S. A.
o Sr. Conde d'Eii e mais autoridades da co-
marca.
As rcparligoes publicas, os consulados di-
verso. algunasNcas/s particulares eos navios
surtos no porto ernandeiraram-se, aim de fes-
tejar a recepgo do Sr. Cuide d'Eu.
O Hotel de Boma, em sigiui de regosijo por i
semelhante laclo tambera igon diversas bandei-
ras. '
A alfandega e a mesa de. rendas se fecharam,
tanto no dia 15 como no 16, s 2 horas da tarde,
tendo ambas estas repartiges muito pouco ex-
pediente. ,
O Dr. juiz de direito adiou a audiencia ordi-
nari. que devia ser dada s 11 boras do da 15,
para a segunda-feira 18 deste, s 9 horas da ma-
nh.
A lancha da alfandega do Sr. guarda-rar e o
rebocador S. Paulo, estiveram sera pre de machi-
na accesa e preparados para a recepgo de S. A.
durante todo o da 15
As principaes autoridades da comarca estive-
ram grande parte do dia 15 e da noute deste dia
na guarda moria, aromlos ao primeiro aviso do
Monte-Serrat:
Sua M. o Imperador manifestou desejos de
vir pessoalraente a esta cidade visitar os enfer-
mos e pessoalraente examinar o estado desola-
dor em que se acha esta cidade. r
r% conselhos mdicos e depois de grande in-
sistencia, dissuadio-se Sua Magestade do seu
intento, vindo ento Sua Alteza o Sr. Conde de
Eu.
Sua Alteza encontrou no hospitai da Sanoav
Casa 165 doentes, na enfermara de S. Bento 35,
na Beneficencia Portugueza 65 e na enfermara
da Philosophia 24.
A commisso dos horneas da Cruz Branca,
dividiu-se da segrate forma: destacaran)-se
quatro para a Santa Casa, quatro para a Bene-
hceoriae dous para cada lazareto que est fnne-
conando.
A' commisso aggregou-se um brazileiro de
nome Manoel Pereira Baplista, que deixou em
Santa Barbara mulber e tres lilhos. ^
A commisso oflicinl de soccorros olferecoU
houtem ao Hotel de Roraa ura lauto almogo i
Sociedade dos Homens da Cruz Branca.
Ao dessert, o Dr. Soter de Araujo levantou um
brinde ao digno italiano, em nome da popufego
de Santos.
O Dr. de Cunto, medico, e que faz parte da
Sociedade dos Hemcns da Crns Branca,j foi
chamado hontem para visitar varios* doenies.
'.'onsta que a colonia portuguez a de S. Pau- I
lo pretende reuair-se para promover expedicao
de eufermeiros e soccorros para a popu'aco de
Garapias,
'aso se realize a idea, fario parte dacommir*i
sao os oossos collegas do Diario Mercantil.
Sua Iteza pernoitou hontem na Barra, .\Jt
casa do Sr. Julio Conceigo, e deve partir 1i^7
para S. Paulo.
O nosso collega Eduardo Salamonde veio
a esta cidade, por parte do Diario Mercantil,
acompanhando a Sociedade Cruz Branca.
Recebemos hontem a visita de dous distin-
ctos ofliciaes de marrana, Francisco A. de Lima
Franco e Francisco Manoel Teixeira Junior, que
vieram no Aqmdabau tazendo parte do offieiah-
dade.
Agradecemos penhoradissimos a visita
Foi grande a atlluenda ae telegrammas ex- -
pedidos hontem desta cidade para os jornaes da
corte ediversas provincias e mesmo particula-
res. Tivemos occasiao de ver no telegrapho na-
cional multas pessoas para tal fin.
A cidade este ve durante todo o dia de houtem
em completo aivoropo.
H



fe
ASSOC IA^OES
Associaco Medico-Pharma-
ceulica Pornambucaa# .
Como-fra aununado, reunio-se no domi
go ultimo, em sessao extraordinariaj esta aseo
eiaco, sob a presidencia do Si*. Dr. Alcebiad.s
Velloso.
Depois de approvada a acta da sessao ant.
dente, o Sr. Dr. presidente diz que. reinando em
alguraas proviucias do -;ul a epidemia da-fr1""
amarella e de urna pulra molestia par.i *
nao se tem um verdadeiro diagnostico guns suppem er febre perniciosa s; copal
e havendo oss bilidade da invaso daq
molestias nesta apit.1, pela livre entrai
nossos porlos, uos' navios proeedeutesJ^L
vincias llagelladis, achou cooveaieote ret;
raembros da associago para com o ^P
clarecidos oareceres lembrarem os a
devem ser. p-egados para evitar <
capital v augmjntar o numer
ctimados por aqoellas pestes,
i Esaera que o i saos coiiagas, 'ornando na de-
dda.coaatrfaaaco, uauaciarao os meics que a
sciencia e a protica mes dictarom.
M iw.



de PernambucQuinta-feira 28 de
ruciro a o mira d'aeuaHaJ
| tribu i a iavrar un solemne protesto pela incon-
i e falta de bu.-nanidadc de se ter dado
entrada no nosso porto 'te .Vera, vindo
de'urna capital infeccionada o trazendo a seu
bordo ura cadver victimado |>ela febre araarella.
Tratando das metida- que devem t lomadas
Dar evitar aquolles males, enteude que u meio
ateo ao alean ira aconselhar,
por meio da i que soja executada a hy-
giene individual, que se faca a desinfecto dos
upparelh n dadraioage, de canos de esgoto, etc.;
flnairneiii recointneiidur a hygiene privada, e
que do seio mesm) da assoeiaco se tnasse urna
nraisso medica para cada l'ieguezia da capi-
tal trina especie de polica sanitaria a modo do
que se fez na corte, para viciar -e os seus con-
sellu s tinta observados com o rigor que o caso
exilia.
Obleado depois a palavra, o Sr. Dr. Coeio
Leite disie que bavia fuzer >ua a censura que
acibara de dirigir o Sr. Dr. Barro- Crneiro.
mas que na sua opiniao i priineira auioridade
da provincia era o principal reaputsaiel pelo
mal que polesse advir populayo dest i capi-
tal, caso se propagaste a tobre amarella Por
e por nao ter a assoeiaco obtido a satisfa-
go de pedidos que se tem (cito em bem geni,
enteude o orador que ella nada deve pedir ago-
. ra, dev ante- por si so envidar X lu os esfor-
OS para umprir o dever de patriotismo e hu-
m anidado.
Conclu- duendo que se recorra nos meios
legaes leinbrad.s pelo seu aatceonoor na tri-
buna.
Km seguida, u-ando da patarra o Sr Dr. Ca-
rio, comecou observando que os oradores que
o preeederam. desviar tm-s rio tim para o qual
fra convocada a sesso. Se o orador qo
acorapanhal-os dira, mesmo sem pretendi-r 'a
ser recrimtaocftBa ou defeza-. que a junta >ie by-
iene e inspectora n iu.ua deliberaco tomain porque o seu re^u-
lamento s Ibes permiti indicar as medidas que
di-vcm ser loriadas. Deixa, porin, isto de parte
e vai pecuper-se do assuuipto principal.
( 0 orador a pprova a idea de, pela impr"iisa.
,n-sc os conselhos hygientCOS de que falla
r Di os seu coilegas ; mas a polica sanitaria
se poiler dar resultados negativos, por is.-o que
'" a quaiquer dos a.embros de--i corarais.-.
Bwderia perguntar com que auioridade se apiv-
jntava. por exemplo. a prohibir a vo.-.da de
Ww^ e ta*'' M'nero.-,-: in-.'i-ado publ.co
Se o medico que per neo a junta de hygiene,
revestido de auioridade. encentra embarazos no
desempenbo do seu dever, como aconteceu ao
ior licito esperar que qualquer dos seus
Bocios que s aprsente sem auioridade al-
na, porque esta assoeiaco nao Iba pode dar.
kcootn ili uldades insui raveis, lernando-se
jMest'at-to. nullo qualqo r esforco seu.
Enfeude o orador que nada absolutamente se
(Bd'-ra fa/.er sem ser de accordo com a aulori-
sup-rior da p-.iviiicia, e por isso o -cu pa
rjfecerquea asso ca designe d'entre OS seus
abroa nma commissio que \ entenler-se
o Sr. presidente, alm de eombinarein. ac-
larem as medidas que devi'in por em prati-
para evitar o mal de que estam n amea-
'. >'los.
Sem se entender a associ icio com o Sr. pn
sidenle da provincia, pouco, muito pouco p
lser en bem da salobridade, pela falta da au-
lade de que fallou, e, ainda mais. pela talla
de meios pecuniarios para execntar aquillomes-
pao que seja de absoluta necessidade.
Vend depois a palavra o Sr. D;-. Joo i'aulo.
dic qtn atienta a hora que ?e achava adiantada,
seria breve : entretanto quera manifestar-so
contra a indiftereoca das autoridades publicas i
que esquecem os deveres que teenf de vigiar
pela nossavida, diante dos males que nosamea-
ca.
A opiniao do orador que as sua- voz s n r-
der-se-hao eomplvtameote no deserl >. mas ues-
i que nao ha oulro recurso, offieie se ao Sr.

Cantara Municipal de* N. Beato
A Cmara Municipal de S. Bento dirigi a pi
dencia da provine a o sesruinte ofcio, qu di
respeto a questo da farmha de mandioca :.
rapa *a Catmtixi Municipal da villa de Sao
Bento, em sesso r.tlraordtnaria de 1Q de Varea
de /*8>. VIm. t l'.xm. Sr.
A Cmara Mnaicipal da villa de Sao Bento,
sempre solicita em promover o bem estar de seus
rouicipes, prQCi|Wlinen(e quaodo se 'nta de
prever sobre a ali'iiPiitarao publica, feto reme
lio nao te re i n ser.ao recorrer V. Exc- como
primeira autoridade administrativa da provin-
cia, para o que si vai passando n'este enos mu-
aaaaaaai
o de 1889
-
presidente, pedindu para chamar ao cumprimen- lo Kio de Janeiro.
uicipios visinog.
Com as dTO'ias aterradoras das provincias
do Cear e Baha, as quaes atravessam urna crise
bem lasiimosa : os traficantes de gneros ali-
meoticio9 se espalham por ste e pelos munici-
pios visinbos em procura de farinba de man-
dioca, milho e feijo e quaes verdadeiros abutres,
vo ex|donuido e saciando a sua voraz cobija
para cun os pobres agricultores, os quae vi-
lo um lucro inconfessavel, vo se desfazen-
do da lavoura que pnssuem mxime das man-
diocas, esquecidos de que sem proporces para
abasti.'cerein o? mercados do municipio es.-i-s
mesuios agricultores levarlo este e os niunici
pios rinos a miseria.'
A Cmara Municipal nada teri i qm- ver, se
recoiiiiecesse que este e os municipios visinbos
tivessem legumes de sobra, e tivtssem mais le-
KUUMM de que e Diister |iara o consumo de seus
habitantes, mas 6 urna verdade meontestaveL
que, tanto este como os municipios priainbofl es-
saicialmente criadores, nao produzem legumes
enTquantdade la ojale choguua para o consumo,
s habitantes.
E para que este e os uiunicipios visinbos nao
liquem reduzidos 11 extrema penuria e venha a
fome, como em 1877. reduzir pela morte a po
pularao : a Cmara Municipal vem pedir a V
Exc. se digne de decretar medidas epergicas,
atim !" qneos seus municipes ns sejam victi
mas da fome e se ufaste os indicantes de gene
ros alimenticios d" seu territorio, praga lempre
maldita, quan i trata de calamidade publica.
As naces da Europa, sempre que o trigo
nao d para consu no proprio. prohiben] as ex-
po taji desse principal alimento dos seus ha
: nao se poder proceder do mesmo
modo uesta parte da America .'
.us guarde a V. Exc. -illm. e Exm. Sr. Dr.
lmiocencio Marques de Araujo Gea, muito dig
no presidente da provincia.Felippe Mnnyi de
Sanliaijo. presidente. fotiBmt de OUreira.
Antonio Franriieu '.iu ,er.Lrandru Gtmruhes de
Sonso. Joao Victo,-Xarier.
Fornvrlmenlo d'usua corle A
proposito do furaecimento d'agua corte, de que
nos iieu noticia o telegramma que liou'em pu-
blicamos, melbommeniu roalisaoo em poucos
das pelo Sr eugeobeiro I'aulo de Frontn, en-
contramos no Diutw de Ifoteat i seguate carta
que aquelle engWheiro dirigi a essa Mha Ilu-
minen.-'- .
Rio de Janeiro, lo de Malvo de 1889Exm.
lactoi do Diario ie Notiaat.
i; mellando a proposta de meus distiuctos
amigos Sn. Buarque & Maia. resolreo o governo
imperial incumbir o Dr Francisco Bic.illio de.
era i" dias trazer i cidade mu suppnmento pro
\isorio igH.il ao volme de agua que normal-
.i .i recebe corte.
Por inforuiacCes, Ifalddiguas sei que o br.
Bicalb pretende laucar no valle do
rio Santo Antonio as aguas do rio S. Pedro
e para ta lira ja euviod pessoal e iniciou traba-
Como o Kio S Pedro, no ponto em que oe
,rio lomar a agua ara realisar este projec-
o, fornece, confjrme a medievo feita pelo Dr.
Armenio de Figociredo, por ordem do Dr. Fran-
cisco Bicalbo. menos de 40 milhoes de litros,
cao poder este lagenbeiro cumprir o que pro-
uietteu o aviso do Ministerio da Agricultura, o
suppprneoto de "O a 75 milbes dj^ litros, que
lauto o fornecim -uto normal de agua cidade

to do dever a inspectora de hygiene, pedindo-
lhe, cmlim, para uteressar-se [wr essa popla-
rao ameacad de um terrivel Dagello.
B' 'mi seguida concedida a palavra ao Sr. Dr.
Joaquim Loureiro, que tambera de opiniao que
va urna Cuiiiniissao ao presidente na provincia
pedir e scouselbar que se mande demorar, em
um lazareto, os passageiros viudos nos paquetes
pro.....lente- das proviie'ias flageJIadas, atim de
q ?e faca a levida ih-iiifeccao, e qne aquel-
es que (bren) sendo accommettidos do mal se-
joiii removidos para mn hospital provisorio :
qU'1 se obligue a > Becife Drainage a Caaer o
- rijo de que est encarrgada cm toda a
promptidao e regularldade : que se maude re-
ieber todas as manh.ls o lixo de todas as casas,
por isso que nos depsitos sao ^'jard.^dos restos
comidas e outra.; cousas que fcilmente tor-
B-se ptridas ; que se prohiba sejam expos-
a venda certas fructas e se recommeiide, B-
iialme-ite. o inaior asseio descasas.
Oiitrudo. emfim, a palavra o Sr. I>'. Barros
- irinlio, diz tito querer entrar ua apreciaijo
das causas que coueorrcm par i que as autori
d ule- : r : mtes nE 11 xeculpni aquillo que se
I -m requerido em bftn da saUde publica : uias
deve lembrar que leve nma prora Jas dillicul-
dades com que luta a hygiene e a inspectora do
Torto para executar as medidas sanitarias j
equisitadas ; pelo que concorda que a comms-
^%io que fr i presidenciale'ibie lambwn a ne-
isiuade delhe serem facultados os meios para
soccorrer a pnpulaco pobre.
Em seguida, depois de volado os requeri-
k*uientos apresenU.dos, o Sr. Dr. presidente no-
TDeta para entender-se com o Exm. Sr.
dente da provincia urna commissio com, -ta
dos Srs. Dr.-. Curio, liarros Sobrinho e Joaquim
Loureiro. Declarando, porm, o Sr. Dr. Curio
^o poder, por motivos particulares, aceitar a
^lomeacao, substituido pelo Sr Dr. Barres Car-
ie-iro.
o Sr. Dr. pi dente, depois de agr lecer aos
legas o comparecimento aqulla reuniao,
inunenda commiss3 > uomeada para sem
. erda de lempo darexecucio ao seu mandato,
e levanta a sesso.
[rrealisarel
que apeaar dos
BE VISTA DIARIA
'**
\<,*irali;ia Provinrial Funccionou
i-mteni sob a presidencia do Exm. ir. Ban.o I publkas.
qnauto ao volume d'agua, ereio
oraos extraordinarioe postes
sua dsposieio. lambem ser e^m reiacao ao pa
io de execuyo; porquanto niio s nao porten-
i ainda ao Estado as aguas do rio S. Pedro,
que pretende o Dr icalho canalisar. como tara
bem pelo facto de ainda ha tres dias julgar elle
impossivel no prazo de 40 dias trazer o -nppri
ment provisorio le 2-> milhSes de litros, pro-
posta por Buarque & Maia.
o estudo a q te proced tintan colligido ser
po >ivel firma Buarque A Maia, alientos os
recursos de que ..ispunha, trazer em 30 dias o
suppriinento ja citado ; por seguranc elevaram
elles o prazo a 40 dias; este prazo referia-se po-
rem, ao fornecim* alo total, deven lo muito antes
parte ebegac cidade.
Desde que o Dr. F. Bicalho s visa trazer as
aguas do rio S. Pedro e tendo em vista o que
cima expuz, creio que o governo imperial, que
dev! procurar ter plena certeza de quanto antes
remediar as triste.-, condiges em que se ada a
populaCio Ja corte, nao devora se oppor a reali-
sacao d"o que se segu.
Em 6 dias pratieavel trizer acorte verca
u'e 15 mbes de lit.os d'agua. Assumo a res-
ponsabilidade de tal trabalho. quer executando-o
mediante autorisacSo do governo, quer emprei-
tando-o pela quanlia de 8t):000{. o governo' ce-
dendo os tubos que possuir e por mim forem
reduisitados si bem "omc fazendo com toda a
brevidade os transportes que pelo transway do
rio do Ouro forem neceasarios; igualmente ad-
qairindo o governo as aguas \v.- indicare cujo
CUstO inferiora 90:000*.
< Aceita amaul esta proposta, sabbado, 23 do
corrente, jorrar na cidade o supprimeuto provi-
sorio. '
De V. ExcAtiento venerador e admirador
affecluoso Paulo de Phohtoi.
Befenndo se proposta contida nessa carta,
n Jiirnnl do Cmmmivm escreveu :
- Tendo o Sr. Dr. I'aulo de Frontn declarado
por intermedio de algnmas folhas diarias, que
em seis dias era pratieavel trazer & corte cer-
ca d I milhes de litros d'agua, assuraindo a
responsabdidade de tul trabalho, o Sr. Minis-
tro da agricultura, logo que teve conhocimento
deasas declaracjes. mandoa convidar o Sr. Dr.
Frontn para urna conferencia, que realisou-se
na Secretaria d i Agricultura, achando-se pr-
senles os Srs. Drs. arreiras Horta, chefe da di
rectora de obnii publie ,s no Ministerio da Agri
cultura e Bclfert foso, inspector geral das obras
tendo comparecido 2i Srs. dene-
deb !e a acta da
leitura do se-
Catar
Ld"s.
Foi lida e approvada -
i >sao anti lente.
O Sr. 1.secretario procedeu.
guite expediente :
Dm olliein do secretario do governo remellen
ilo um c.\i -.ipiar di rcsoluc/io sanceionada sob
ii. l'.74. A arebivar.
Urna peticta da Conrpanhia da Estrada de
Ferio dn I!- -fe ao S. FraaeWi o reqacr ndl
-i aeu da quota de 7:023 590 proveniente de
bs c conduccao debagagenseui exerci-
i anteriores. A commissao de c reamen to
provincial.
Fot a impn.-iiir s>b'n. 18 um projecto man-
i porten icr.te ai municipio de Oliuda
renos do engeinio Jagoarflw.
U.-sta conferencia resultou um contracto.
. Consta-nos que, n-> ob-tante este contracto
foram expedidas ordens ao Sr. Dr. F. Bicalho
para proseguir ros trabsThs de que recentemen-
te foi incumbide.
Como se v, o governo imperial deu-se pro.-.-;
em utilisar a projtosta do illustre engenheiro
brazileiro, que provou praticamente a proco
dencia de sua pioposta, realisando no prazo cen-
venrionado o melhoramenta tilo ardentemeate
desejado.
Entreten lo, se ao digno engenheiro cabe agio
ria de lo anejado eommettimento, auplauso
merece o governo imperial por Icracolhiaopres-
suroso a sua proposla, facilitando-lhfc os meios
pedidos para le.al-a efteito.
Tribunal < Jury do IierlA* Func-
i. ionouhontem este tribunal com a presenca de
quenraento do Sr. Jos Maraniio :i( jmze5 e fado.
utdo do Sr. Ro-1 as 11 bom da maubpiincipiou a se^sosob
goberto Barbos;
Approvou-se. depois de orarem os Sr. Jos Mi
Clodoaldo Lopes um requerinieiilo d'aqti' e
leputado pedindo informaroes sobn con.
so para pn-enchrn enlo de u- iros vagos no
Tnesooro Provincial; sobre as pro; s to-
las em ordem a doler a invasio da libre
B*Ua: esobre a a -o de eavalios,
do Turtado- >los subdelegad
iiuenuicntc do Sr. lavares Netto foi pro-
a hora por 30 minutos.
arem os Srs. lrineu
Ido Lopes a disenssao de'um re
rutado sobre na of-
offrid: m G janna pela iiienor
'aiiiiv. por falta
i do di*. i
r'oda le ::;.,.. necio-
n. 88 de 1888
ie Barreiros Jacuhvpe) nao
falta de numero.
jecto n. 6


.-. 222


1883: 1*5
a presidencia (i) Dr. Joaquim da Costa Bibeiro,
juiz *e direito rio l" di.Mncto criminal, oceupan-
do a cadeira dai aecusacio o i' promotor publi-
co Dr. .4ubu.-o OUudeofie BibeirdeSouza.
t-oisubmetlr.la a julgamenlo a re Mana Fran-
'Annu; aoo pionunciada por despacho
do*Dr. juiz de dirt-ito do 3" districto no art. 193
do cod. c-im. ]>lo seguinte facto crimin
Tendo as 9 horas da noite de 2'i de Novembro
de 1886, dado Maria Francisca entrada em sua
ca-a ao allerc- a 2' batalliao de infantera Jou
Ayres da Silva Moura. est estando com ella al-
gum tempo. p ocurou depois retirarse sem re
muoerar a vioila, leudo urna luta com dita i
sada que j ter< com diversas faca
Interrogado Moura pela aul jridad
disse ter sido brido na ra por urna muiber
nome ignorava e que suppunha ser cunto
ca. !< iiIo se dado o facto junto a
da dita mulbot ^n queii: e.-'iveramomentos an-
os mdicos iue lizeram a vistoria dewreve-
ram sete feriui 'ido um do lado din
lia d regio abdominal e n- -
do a regiio epigstrica, pouco penetrante ou-
tro abaixo do precedente tambem do lado direi-
tn do abdomen uns dez cetiqmetros acuna da
arcada pubiana. muito penetrante, lendo dado
lo intestino que fui lesado. e cin-
-.cuudarios. sendo qu
- otfensas resultou a morte do offeudido 3
depois.
Instaurado o processo, foram iuqtleridas pelo
juiz farmador da culna 6 testemunbas, e Maria
Francisca pronunciada no art. 193, e tendo res-
pondido ao jury em 9 de Dezembro de 187, foi
por uiianimidade de votos obsolvida, appellando
o Dr. juiz de direito para a Qelaco que a man-
dou submelter a novo julgamento.
o jury de sentenca compoz-se dos jurados se*
guinti
Joaquim lves da Fouseca.
Mauoel Bibeiro de Carvalho Jnior.
Dr. Manoel Enedino do Bego Valenca.
Mauoel Domingues da Silva.
Antnio'Soares da Bocha e Silva
Bernardo Ferreira Loureiro.
Frederico Heniique da Sil'veira Tavora.
Antonio Macario de Assis.
Thomaz da Gama Lobo.
JoSo anieiro L.ns Soriano
ipipbanio de Luna Freir.
Manoel Felippe Pimentel.
Interrogada a re. disse que era natural Jesta
provincia, de 22 anuos, de idade, solteira. en-
goinmadeira e aualphab -ta.
Que sabia o motivo por que era aecusada,
nada tirilla a dizer contra as teslemuiihas que
juraram no processo e nao attribuia a acusa-
cao a motivo particular.
Que estando em sua casa s 9 horas da noite
de 29 de Novembro de 1886, receben a-visita de
um moco que com ella esleve at 11 hora-.
quando prucurou relirar-se
(Jue oppondo-se ella a que o dito moco sahis-
se -era pagar-lbe a visita, elle a espaocou com
o chapeo de sol, e ti-ndo ella apilado, acudiram
dousguar.las cvicos qui i cottdotintlU para a
estaso.
Que no dia seguinte ouvio daerque se en-
contrn ferido o alteres Moura nao sabendo
ella respondente se foi elle que asteve ora sua
casa, porque nao eslava fardado.
GmcibMo o interrogatorio fez o eserivao a
i lhitura do processo da formaoio da culpa e ul-
| limas respostas daaecusada. "
Em seguida o Dr. promotor publico produzio
a aecusaco.
Historiando o facto delictuoso analysou todas
as pecas do processo e expoz todas as provas e
eircumstancias que sustentavam a respoiisabili-
dade criminal da aecusada e pedio a sua con-
deraiiaco as ponas do grao mximo do art.
193 do cdigo criminal por ter ella praticado o
erinie noite por um motivo reprendo.
Deduzio a defeza o Dr. Jeronyiiio Materno Pe-
reir de Carvalho, que fez largas consideracOes
no sentido de demonstrar a innocencia de sua
lonstituiate.
llouve replica e (replica.
Foram iuquiridas as testemunbas da defeza
Antonio de Burgos Ponce de Len o Flix Fer-
reira.de Lima.
Termnanos os debates o estando esclarecido
o jury para julgar a causa, o jui:< de direito re-
sumi os argumento.- da aecusacio > e defeza e
propu/ ua segnintes quesilos :
1" A r .Mana Francisca da lurauetacao, em
29 de Novembro de loW, no bteco da Viraco
desta cidade. l'ez na pesoa de JoSo Ayres da
Silva Moura os ferimentos descriptos no auto de
corpo de delicio ?
2.* Desses ferimentos veio a norrer o ofen-
dido
3."
facul
4."
f.
A buen a foi julgada mortal a juizo dos
alivos t
0 olleudido morreu niio por ser mortal a
offensa. mas porque nao applicou a necessaria
diligencia para remover o mal causado ?
3." 0 crime foi praticado noite '
ti- A r pralicon o crime impetlida jior moti-
vo reprovado.'
7." Existem ei: cumstaucias attenuantes em
favor da r '
Hecodedoo conselho sala das conferencias,
voltou i sala publica urna hora depois com suas
decisoes. em vista das quaes foi a r absolvida e
condemnadaa municipalidade as cusas
O jury respondeu: nao. por 9 votos, ao
quesito. ejulgou prejudic.idos todos os outr s.
Terminoo o julgarae ito s 8 horas da noite.
A sessio foi adiada para boje, s 10 horas.
%uloi idade pollriaeN Por portara
da presidencia da provincia de 26 e proposta do
Dr. chefe de polica de 23 do corrente foram no
meados :
Para o lugar vago de subdelegado do 1' dis-
tricto (Samo Agostinho) do termo do Cabo, o ca-
pitao do corpo de polica Francisco Pereira do
Lago.
Para o lugar de 2o supplente fio subdelegado
do 5* districto do termo da Escoda O cidad&o Ma-
noel Flix Maruiho, em sbslituico de JoSo Be-
zerra de Carvalho, que foi exone-do.
Kitpirllo Mani, Worglp* tlaajAaM
Tiveraos hontem folhas do Espirito ~anto at-
2, de Sergipe at 10 e de Alagoa- al 2i do cor-
rente.
No Espirito Santo foi designado o juiz de di-
reito da comarca de Iriritiba, hachare! Gelulio
Augusto de Carvalho Serrano, para exercer in-
terinamente as funeces de chefe de polica na
ausencia do effect^v Dr. Antonio Pinlo. que se
a cha no goso de licenca.
I.e-.ie na Provincia ao Espirito Santo de 2 :
Estamos informados de que prosegue com o
dev ido cuidado o service de desinfeceo no Asy-
to le Alienados, onde foi recolhido o immigrante
lu-spanhol atacado de febre amarella.
O doeute acha-se sob os cuidados do Sr.
Dr. Gaulart de Souza, medico do estabelecimento
e inspector da saude do porto.
Na hospedara de iramigranies. a ra 1 de
Marco, fzeram-se desinfecres regulares, sob
indicago e direceo do Sr."Dr. Ernesto Mendo,
inspector de hygiene.
> A imraigrnte italiana, enferma de febre
amarella, foi removida ante-hontem mesmo para
a sitio do Paul do ouza, alguns kilmetros dis-
tantes da cidade, e ah acha-se -ob os cuidados
do Dr. inspector.
Toda a gente abolelada no; alojamentos da
ra iu de Margo, foi por ordem rt'esse funrcio-
nario removida para o sitio de S. Torquato, onde
se acha de observaco.
Hontem ah manifeslou se um caso suspei-
to. sendo o docnte immediatamente conduzido
para o Paul.
Pelo que sabemos, as autoridades sanita-
rias esto procurando desemni nhar suas obri-
gaoes com rigoroso escrpulo.
Resta que a udninistrae.. gnperUM da pro-
vincia e a inspectora de torras auxiliem-nas
como devem.
Si bou ver vigilancia e cuidado a adrainis-
tracao pode contar a victoria de salvar a popu-
lacho dos b irrorea d"uina epidemia .
s noticias de Sergipe e Alagas carecem
de importancia.
Em Sergipe falleceu na cidade da Estancia, na
avaucada idade de cerca de oiteuta anno?. no
dia 86 i" Fevereiro ultimo Auna QuirtoO de
Souza, irtna do tinado bispn de Goyas, o virtuoso
sergipano D. Domingos Quirioo de Souza.
t -. i u-Hontem, uoticiaiido o que oceorreu Jpro-
posito da chamada quostao da farimha. djfiseraos
que a Asscciaciio Commercial Beneliceute
podera realisar a assembla lieral extraordinaria
que fora convocada para lomar em clnsideraco
a portara d.. presidencia da provincia de 21 do
corrente, porque nio bavia comparecido numero
sufficiente de membros da mesma associayo.
Foi isso o que nos informou o uoaso rtfortet
que esteve no edificio da Associagao Commercial
at 1 hora da tarde, comprimi observar que a
reuniao fra convocada para meio dia.
Entretanto, pela ProiH"ti de hontem fomos
informados de que effertuara-se a projerla la re-
uniao. e da ii i-nos pressa em rectificar o engaso
Iranscreveado, com a devida venia, o que .-
0 i -ojescreveo gallega, e o seguinte :
Someote depois queopjveempasseialade-
lilara da praca do Coramercio. es,palhando -
noticia de que nao haven se.-sao. foi que esta.
_.., 1 hora da Urde, eon.-tituio se. com oredu-
ziJo numero de 2G socios.
Assumfoao i pn Berao deji
Forte, expoz ludo o que rriflo relativa
mrute i prohirj tbida da farinha. pro
nunciandi posicao ao procedimente de
no s. He. Sr preside: .a. a quera
arou.
> Declarou e.a sua. expo-icio o Sr. Baro de
8 bave a directora expedido no da
23 desle mvz Sr. pre
sidentedi rqm at boje nao se dignara
de n ?|ooder.
- A directora da Associac^o Commmercial Be-
Bcente, reunida no intuito de empregar os
ulim de evitarju- prejui-
aos iiieaJruliaves que '.rouxe a adminisiracSo
desta provincia coiu urna aedida sem pi
le.-ta provincia, relativa a arinltaman-
I
dioca, decidi dirigir-se a V. Exc. para expli-
car a verdade do que se d a respeito Je dito
genero.
" A -medida tomada pela administraco atacou
a liberdade do commeicio, sendo tiio violenta
que prohibe at a exportacao da farinba j des
pachada pela repartiefio competente, feriiido
interesses j creados nao smente nesta pro
\incia comoemquasi todas : tambem ataca in-
teresses de pequeos agricultores, que, alen-
lados pela subida de precos, tem augmentado
suas plantajes.
A medida ainda affecla a classe pobre oceu-
pada no raovimento do genero e que tica pri-
vada do seu jornal.
Em relarao falla e caresta da farinha. a
directora informa a V. Exc. que existem no
mercado 15:000 saceos e prximas a chegar
10:000, sendo a ultima venda de 8:500.
farinha hoj"Jgonero de grande produeje
desta provincia pela razaojdos procos, e facili
dade de couducco
O'presidente desta directora deu conheci-
meato a S.'Exc. o Sr. presidente da provincia,
sobre farinha existehie~e provou com docu-
ment do presidente da junta de correctores.
Depois doSr. Baro de asa Forte faltaran
os Srs. Adolpbo Pereira Carneiro, Dr. Mrnoel
Coraos de Mallos, Jnlio Cesar Paes nrrete, An-
tonio Ferreira Bailar e 'jorges representante da
firma Moura Borges A C.
A reuniao resolveu o seguinte :
Io De uovotelegraphara presidente do coo-
selho pedindo resposta ao anterior telegramma.
2o Pedir por telegramma redaeco do Paiz,
ua corte, para tomar a defeza dos'negoclanles de
farinha.
3" Xontroclar timad vosrado que na impreiisa
defendaos interesses desses negociantes.
O novo telegramma ao Sr. presidente do
conselho foi dirigido nos segentes termos :
Associ:.i lo Commercial Benelicente de Per-
- nambueo em sesso extraordinaria ida assem-
liia geral deliberou telegraphar V. Exc. pe-
- dindo solucio telegramma de 23 corrente.
Ccmmercio fariuhajparalysadado. Corapro-
mi.-sos coutrahidos suspensos.
InreadloHontem, pouco depois de 9 e 1,2
horas da noite. deram as orejas signaes de in-
cendio na paroebia de S. Fre Pedro Conyalves
do Recite.
Manifestara -se 0 incend o u'um wagn de car-
ga da estacao do Brum da ferro-via do Liraoei-
ro, no qual exisriam cena de 20 saceos com al-
godo, e qae eslava nos Iriihosinternos de um
armasen) destinado mportayo dos gneros
do interior da provincia.
Puchado para fra do armazem, foi o wagn
solado e extracto o fogo pela companbia de
bombeiros. que clere acudi ao annuncio do
incendio.
Compare* erarn diversas autoridades policiaes
e piquetes da guarda cvica e tropa, de linha.
Servico militar K lo designados lioje
liara superior do dia o Sr. capito Mauoel An-
selmo, o para ronda menor um subalterno de
cavallrria.
A guarnico da cidade dada boje pelo 2"
batalbao de infautana.
Existem em tratamento na enfermaria mi-
litar 'tu pracas dos corpos da guarnico.
Reassumio o commando do Forte do Bura-
co o Exm brigadeirojhonorario do exercito Fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo, que se achava com
parto de doeute.
Vai ser inspeccionado de sade, o 2o sar-
gento do 14 batalbao Antonio Ludgero Moncor-
vo. visto ter concluido o seu tempo de praga c
desojar engajar-st.
Apresenlou-se da licenca em que se achava
o Sr. alteres do 2 rogimento de cavallaria alum-
no Alfredo Pretxtalo Macial da Silva.
Foi noraeado almoxarife da Fortaleza do
Brum o 2" sargento do 14" batalbao de infanta-
riti AntOHio Ludgero Moncorvo. em sbslituico
ao 2" cadete Arthur Alfredo do Carvalho, do 2
f batalbao da mesraa arma, que passa a prompto
daquelle emprego.
Bom J-ss pelas 8 horas do dia celebra-se um missa solem-
ne em louvor do Senhor Bom Jess dos Marty-
rios e linda eslr sero examinadas as alfaias
compradas medanle as csportulas dos devotos
que coaeorreram para o mesmo tim.
Vacrlna animal O governo imperial,
vai paramezes, incumbi o Sr. Dr. Heonque de
Toledo Dodsworth, clnico da corte, da propaga-
5S0 da vaccina animal contra a varila as pro-
vincias do norte.
O Ilustre medico da corle esleve no Para, no
MainhSo eno Coar, oude fez aquella propa
ganda com os mais benficos resultados, e ante-
hontem ebegou a esta cidade no paquete Per-
nambueo. afim de proseguir na sua honrosa
missan.
O Sr. Dr. Dodsworth pretende aqui demorar-se
algn- dias, at que tendeo servico da vaccina-
(So animal.
Comprimentamo!-o.
0 illustre Sr. Dr. Dodsworth hontem ince-
tou os seus trabalhos, fazendo a vaccina direc-
tamente das pstulas do seio da vacca em vana
pes-oas. e funecionando no pavimento terreo d.i
Lyceu de Artes e Oflicios, em presenta de di-
versos de seus eollegas desta cidade, que all
compareceram.
Hoje e nos dias subsequentes proseguir o Sr.
Dr. Dodsworth nos seus trabalhos, no referido
local, entre 10 e H horas da inanb. sendo que
para a inoculaco tem o digno clnico a seu dis-
por animaes que trouxe e que offerecem lodas
as oondifes dosejaveis.
E* justo e necessario que todo3 os clnicos des-
ta cidade alli comparecam e assistam s expe-
riencias, como conveniente que a populajo
desta cidade seja clere em aproveitar-se desse
meio prophifafcco, essericialmente valioso posto
ao seu dispor.
DiO"a*oPassou para o norte, em viagein
para Guadelupe. o Sr. Dr. Luiz de Castilho,
que, no paquete americano Advance, vai aquella
ilha estuuar o processo de diffuso na fabrica-
c5o do assucar de canna.
0 illustre especialista foi commi?sionado pelo
governo imperial, que assim pc em evidencia
o interes.-e que toma pelo dceuvolvimeuto da
industria assucareira.
Agradecendo ao Sr. Dr. astilho a visita que
nos fez, desejamos-lbe prospera viagem e feliz
resultado sua missSo.
Faruldade de OirriloEis o resultado
dos actos de hontem :
V anno
Jo.'io Joaquim da Costa Leite Jnior, plena-
mente.
Francisco Alves Lima, dem.
Dionisio Tedies de Menezes, simplesmente.
Antonio Fraurclino Alves de Oliveira, dem.
Samuel liamos de Farias. dem.
Jcs de Miranda Costa, idem.
J' anno
Alfredo da Silva Loyo, plenamente.
Jos Targiuo Accioly, dem.
Delphino Augusto de Paula, idem.
Joaquim da Costa, simplesmente.
Ladislao Auroliauo, idem.
Ftoriano Honorato Bibeiro, idem.
3o anno
Joaquim Rayraundo Pires, plenamente.
Joao Sombra, idem
lieuelides Corren G. Mouro, idem.
Amaro Gomes da Cunha Rabillo Jnior, idem.
Jos Tiburrin do Nascimento Tavares, simples-
mente.
Olympio Freir de Carvalho. idem.
Pedro Secn lino de Souza Laudan, idi
Hoje devera comer-ar a segunda chamada
para os -xam s do 1" auno e tambera no 2o se
faltar algum dos exaniinand#s da turma do
dia.
Terminados o- i satnes oraes. seguir-se-lm a
prova escripia dos que a nao /.eram ainda no
1 e 2" anuos.
Auiauh haver prova escripta no 3o anno.
linho ao cajE' de|superior qualidade
o vinho iie caj, que se fabrica em Alagas e
do qual nos lizeraui presente de urna garrafa.
O Sr Daniel Pinheiro recebe para vender em
seu e-criptorio ra Direila n. 81.
Aujinho -O Sr. Vulpiano do Reg Bautista,
negociante ra Duque de axias. teve hontem
a infeli idade de perder urna ua filhinha, um
anjinho. de nome Maria Amelia.
Associamo-nos sua justa dor.
Banco dr Credilo Beal de Pernam-
bueoEsse Banco est pagando o 5" dividendo
seus accionistes, razo de 5 ,. do oapital
realizado ou i por ai
Faz ^e o pagamento todos os das uteis das U>
horas da raanb as 4 da tarde, i ra do Coramer-
cio n. 3 i
rt l
Auxiliadora* da Agricultura E n i 4,4 291! do odiaro assembla geral, devem reunir-se amanh ti 1. luj0 de Esiup.n liulento, esboce theot*co dort-
hora d;> tarde, ra da Dhiao n. 52 bir, os mem do c dtg> / > nal, acaba o illustre lenta da
bros da Sociednde Auxiliadora da Agricultura
de Peroainbuco, afim de procederem eleico
da novo conselho administrativo e mais funecio-
narios electivos da mesma Sociedade.
EMatua da Mberdade cm Olinda
Beproduzimos a acta do assentaraento da pri-
meira pedra desse mmimento porrfer ella sido
publicada hontem iscorreclaraente :
Acta do astentamento da primeva pedra do pe-
destal, sobre o qual tem de ser collocada a es-
tatua da librd'Ue em commemorar-ao das datas
de 12 e 13 de 'Jaiu de 1888:
" No anno do Nascimento de Nosso Senhor
Jess Christo de 1889, 68 da Independencia e
do Imperio do Brazil e no reinado de Sua Ma-
geetade Imnerial, o Sr. Pedro II, aos 25 dias
'lo mez de Mar^o, na parte' noroeste do paleo do
Carino, que se denominar d'ora em diante Pra-
ga daAbolico nesta cidade de Olinda, comarca
do mesmo DOOSe e freguezia de S Salvador da
S, provincia de Pornambuco, presentes os
Extis. Srs. presidente da provincia e o Revdm.
Dr. governador do bispalo, outras rauitas auto-
ridades desta comarca e da do Recife, grande
numero de pessoas gradas, diversas associacOes
e numerossimo concurso de povo, a commis-
sao, abaixo assignada, encarregada de dirigir as
solemnidades da collocacjio da primeira pedra
do monumento com que o povo olindense perpe-
tua as duas auspiciosas dalas de 12 e 13 de Maio
de 1888. sendo a primeira a em que este muni-
cipio lihertou-se da escravido, antes que qual-
quer outro da provincia o tizesse, e a segunda a
em que com a promulgacuo da lei n 3,353 foi
abolida a escravido e:n todo o imperio brazi-
leiro, declarou que se ia proceder a beneo da
primeira pedra desle monumento commeinora
tivo das duas mencionadas datas e em seguida
assim se fez, olficiando no acto o Exm. e Revdm.
Sr Dr. Jeronymo Thom de Silva, actual gover-
nador do bispado, o servindo de paranyinphos as
pessoas no tim da prseme mencionadas
Depois de concluida a ceremonia da bcnoOo
da pedra, que foi conduzida a este lugar em so
lemne p-ocisso, effectuou se a collocaco da
mesma pedra, leudo sido depositada em urna
caudado dola, previamente preparada, una
caixa de folha de znco, eoutendo nSo s a nre
sent acta devidamente assignada, depois de
haver sido della extrahi la nina copia, como tam-
bem diversas moedas brasileas, sendo tres de
ouro, quatro de prata, tres de nikel e (res de co-
bre, e bem assim os jornaes hontem publicados
na cidade do Recife. diversos jornaes e folhelos
relativos extinecao da escravido no Brazil,
um excmplar do Diario Officil de 14 de Maio de
1888, em qne foi publicada a lei n. 3,353, e fi-
nalmente a mesraa lei impressa em pergaminho.
A caixa de folha de znco, que acaba de ser
mencionada, foi fechada na cavidade alludida
por meio de urna tampa de ferro, que ficou tran-
cada por ura cadeiado de letlras na palavra
Patria.
Essa tampa de ferro lera aborta era cobre a
seguinte iascnpcao Olinda, 25389 e a pe-
dra. a que est ella presa, mede 44 centmetros
de comprmente sobre 37 de largura e 22 de al-
tura.
Foram paranympbos e con luzram a pedra
depois de beuzida os Exras. Srs. presidente da
provincia, Dr. innocencio Marques de Araujo
Ges. presidente do Tribunal da Relaco do dis-
tricto. conselheiio Quintino Jos de Miranda,
presidente da Cmara Municipal de Olinda, Fran-
cisco de Pinho Borges Sobrinho, monsenhor Joa-
quim Arcoverde de Albuuucrquc Cavalcante e
juiz de direito desla comarca Dr. Jos Antonio
Correia da Silva.
> O acto foi solemuisado por duas bandas de
msica, qne tocaram os hymnos nacional e da
abolico.
Depois do que, eu, o bacbarel Jos Vicente
Meira de Vasconcellos, membro da coramisso
cima declarada, avreia presente acta, em que
me assigno em ultimo lugar com os domis mem-
bros dessa mesma commissao.
< Era lempo declaro que entre os parauym-
phos cima noraeados achou-se o deputado geral
.o' 1 'lo iHctrt*tA n I?Tm ii- Fi~ Polinm. rli Pi_
cadeira d'e'.ireilo crimina! de enriquecer as let-
lras patrias com mais urna de suas. composicSee
sobre a 'materia
A illustracJfci e aprofundado estudo que tem re-
velado o professor da cadeira de direito crimi-
nal da nossa Faculdade particularmente'1 mtm
innovador dos estudos enmiuacs e propagador
das doutrinas italianas e tanto quanto nos lies-'
to julgar pela rpida leitura que iv/.emosd'> se
novo trabalho, autoi isa-nos dizer que diga
de ser litio 11S0 somonte pelos raest'es como par
todos que se iiiteressam per um tal genero-de
est udos. *
|* Agradecemos a ollera que do un 'xeniplaraas
fez o editor o Sr. Jos Nogueira de Souza. esr
cuja livraria se acha venda o referido trabalho.
Icuriq ida A casa ile msicas do Sr. A
J. de Azevedo, ra ,Baro da Victoria n..lJJ,
acaba.de editar urna walsa para piano do Sr/
Alexandre Brando Filho, dedicacra ao Sr. ac*.
deraico Lafayete hagas.
Agradecemos o mimo que nos fez o Sr. Aze-
vedo de uta exemplar dessa bonita valsa.
Navio naufragadoNo dia 16 do cor-
rente naufragou no porte de Cururipe a barca
ingleza Temple Baz. de 888 toneladas, que bavia
sabido do Rio de Janeiro cora destino a Peiisa*
cola, na America.
Felizmente o capito e as 12 pessoas da tri-
polaco salvaram-se e vieram para esta cidade
nobarcat JVora 8. Joao.
ttsniwlro marilini A' vista de trra
passou hontem o vapor inglnz La Piace da Com-
panhia Lamport que se destina a Liverpool, e
conur.unicou que encontrara a 1647 s. e 37.3 W-
0 vapor da mesma companbia de nome Tali3,COBt
o eixo do hlice partido.
Este vapor nao obstante.isto seguio no dia 35
tarde, com pouca marcha para Buenos-Ayres.
para onde se destinava.
Directora da obran de onuerva '
codow 'ii-iiidPi-rnamuco -Keai-
fe. 23 de Marco de 1SS9
Boletim meteoroloico
pelo 3o districto, o Exm. Sr. Dr. Felippe de Fi-
gueiroa Faria.
(Assignados) Innocencio Marques de Araujo
Ges, presidente da provincia.
Padre Dr. Jeronymo Thom da Silva, governa-
dor do bispado.
Quintino Jos de Miranda, presidente do Tri-
bunal da Relaco.
Dao Cavalcante do Reg e Albuquerque, che-
fe de polica interino.
Jos Antonio Correia da Silva, juiz de direito
da comarca.
Mouseiihur J. Arcoverde de Albuquerque a-
valcante.
Felippe de Fi^ueira Faria, deputado geral do
3o districto.
Francisco de Pinho Borges Sobrinho, presi-
dente da Cmara Menicipal de Olinda.
' Commissao da Assembla Provincial, Jos
Eustaquio Ferreira Jacobina. Estevao de S Ca-
valcante de Albuquerque.
Cora nisso do Monte-Pio Popular Pernara-
bucauo, bacharel Camerino F. de C. Meneze
Sobrinho, Joaquim de Gouveia Cordeiro, Fran
cisco Cypriano da Silva Santos.
Marcoiino Dernellas Cmara, juiz subslituto de
Olinda.
Francisco Botelho de Andrade.
Tenente Francisco de Paula Mafra.
Commissao da Imperial Sociedade dos Artis-
tas Mechanicos e Liberaes, Candido Jos de
Ges Telles. Jos Antonio Vteira da Cunha e F-
lix Ven-ncio deCantalice
Commissao do cabido, chantre Jos Marques
de Castilha, conego Manoel Joao Gomes, conego
Joaquim Graciano de Araujo.
Manoel (temes de Mattos, vice-presidente do
Club Abolicionista Olindeuse.
Jos Rodrigues do Passo Neto.
Ansberto Rodrigues do Passo.
Francisco de Lima Coutinho.
Juvencio Aureliano da Cunha Cesar.
Braz Florentino Henriques de -ouza.
Mestre-eseola Antonio Arcoverde de Albu-
querque Cavalcante.
Hortulano Antonio Ferreira da Silva, profes-
sor da banda marcial 13 de Maio, de Olinda,
Jos Maria Ramos Gurjo.
Pergentino Saraiva de Araujo Galvo.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
Commissao da Sociedade Litteraria Casimiro
de Abreu, Manoel de S. Galvo Filho, Francisco
de Souza Nogueira, Miguel Austregesillo Rodri-
gues Lima.
Jos Rufino da ('unha Bi. .
Joas Meira de Vasconcellos.
Joaquim Jos de Faria Neves Sobrinho.
Jos Augusto Teixeira de Faria.
Avres de Albuquerque Gama Filho.
Afrcdo Santiago.
Liberato Tiburtino de Miranda Maciel da Ro-
cha Pitta.
Jos Bodrigues Alves.
Manoel Jos de Castro Vilella.
Manoel Antonio Teixeira Jnnior.
Antonio Luiz da Silveira.
Ambrosio Francisco de Barros Leite.
Alferes Jos Samuel Botelho.
Antonio Austregesillo Rodrigues Lima.
Manoel Antonio de Freitas Botelho.
Commissao da Seciedade Musical 13 de Maio
Olindense, Joo Chrispiano Borges, Jos Joa-
quim de SantAnna Ludo, Antonio Euzebio Pe-
reira de Azevedo.
Gabriel Cursino Ferreira Lima.
Heleodoro Cyreno de Oliveira Coragem.
Joo Theodomiro da Costa Monteiro, takellio
puhlico da comarca.
Candido Manoel de Souza Oliveira.
Dr. EstevSo Cavalcante de Albaquerque (me-
dico).
Jos Fortunato I. de Lima.
Gaspar Olympio Lins de Carvalho.
Genesio d Figueira Faria.
Leopoldo Marques d'Assumpgo Jnior.
Joo da Silva Neves Manta.
Ildefonso Celestino Pcssoa Monteiro.
Pedro Jos Pinto Jnior.
Antonio Correia de Oliveira.
Lu; Mximo Pereira de Araujo.
Jas Francisco de Ges CavalcanU
Representantes da commissao promotora do
Monumento, Jos de Moraes Guedes Alcoforado.
Manoel Frazo de Alencar, Jos Joaquim Alves
de Albuquerque.
Commissao ejecutiva B-mardino de Senna
Das, Fortunato Jos de Sampaio, Calixto Jos
de Mello, Jos Guilhernie da Siiva Duarte.
Commissao encarregada da collocaco da pri-
meira pedra, Domingos Antonio Alves Bibeiro,
Antonio Pereira Sim&es. Jos Austregesillo Bo-
es Liraac Jus Vicente Meira de Vascon-
08.
---------s-------
r gao

Horas - z . Barmetro a (y : do vapor X !
i ni. >t> 1 759-76 21,29 8i-
9 30-1 760-73 22,47 7t
1 29^-8 7(50-34 22,15 738-81 22,21) '71
3 t. 30'-': 4
ii 28" 8 759 "001 2123 72
l'o'ii|ie'atura maxiraa-3lu,00.
Dita mnima 26",4X>
Evaporac&o em i boras o sol: 5".2; soa-
bra : 2.7.
Chuvanulla.
Direceo do vento: SE de nieianoite aj *>
horas e"5 minutos da manh; SSE at 9 horas e
50 minuio; SE, ESE e E aiternauos at 10 ho-
ras o 10 minutos da tarde; E at meia noit-.
Calmara durante 3 horas pela manh-e 1 hort
tarde.
Velocidade media Jo vento: I 21 por se-
cundo
Nebulosidade media: 0,48.
Boletim do porto
Dia i lo nuil -46 da manh 6 -28 da larde 037 da manh 7-21 - Aiiura
P. M. B. M P. M. B. M. 25 de Marco M 26 de Margo u 2-.ll 0-.
LeleElTeetuar-se nao os segrales :
Hoje:
Pelo agente Silveira, s lo 1/2 oras, traves-
sa dos Expostos n. 4, de movis, louca e ridras.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra Mr-
quez de Olinda n. 48, de movis, pianos, vitri-
na e muitos outros objectos.
Amanh :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra d
Imperador n. 39, de raadapoles avariados.
HiNNaK fnebres -Sero celebradas :
Amanha :
As 8 horas, na matriz da Boa-Vista, Peja as-
ma do desembargador Fraceiaco ..de AssisOlt-
veira Maciel ; s ? e 8 horas, na rdsme matriz,
pela alma de Luiz de Souza e Silva : s 7 horas.,
na ordem 3* de S. Francisco, pela alma de Lau-
riana Candida de Mello.
PaftMagelroa Chegados. do sul no vapor
nacional Sergipe:
Maximiano Jos Nogueira, Dr. Teophilo Jos
dos Santos. A. Flavio. Dr. Tobias Barreto de Me-
nezes e 1 lilho, D. Generosa Limeira, America 1
Duarte Viveiro, Julia Limeira, Dr. Ferraz4e
Gusmao Lima, Guilhernie C. Monteiro, sua se-
nhora e 1 lilbo, Jos Bernardino Pereira, conse-
Iheiro Manoel Lefio, Jos Antonio Giacome, suf
Hsenhora e 1 filha.
Chegados do norte no vapor nacional Pir*
pama :
Anna Francisca da Ponte e 2 filhos, Dr. Anto-
nio M. da Costa Ribciro. Joaquim Jos de Vas-
concellos, Dr. Fabio Cabral de Oliveira, JosFir-
mino, tenente-coronel Manoel Benicio de Mello.
Dr. Joo Dionisio Filgueira e 1 criado, LuiBs-
teves, Francisco B. Alvares e 1 filho, Miguel Lo
bo e 1 criado, Silvano da Silva Castro, Julia Ma-
ria da Conceigo e 1 lilbo Joaquim Damaceno
de Albuquerque. D. Quitea Pacheco Mendes t
1 filho, Francisco Jos Soares, Miguel Barr,
Jos Barra, Raphael Barra. Maria C. Barra, Pe-
dro Pereira, capito Joaquim Fonseca Varellae
1 lilho, Henry Orgelet, Manoel S. Pereira, Fran
cisco das Chagas, Mara das Dores, Rayinuadz
Nonata, Joaquim Pinheiro, D. Delmira Candida
de Sant'Anta, Jos Justioiano Castilho Brando e
Joaquim da Sirva Moreira.
Sanidos para o sul ao vapor nacional Vr-
nambuco :
Joo Paulino Marques Juaior, irms Thereae
Martha, Felicidade Maria do Nascimento, Benjar
mim F. Pedrosa, Joaquim Ribeiro de Carval,
Severino Achules Anana, Pedro Muthese. Ja-
lien Nicols, major Honorio Clemeutino Martina,
sua senhora. 1 lilho o I criado, Luiz Flgajna,
Agripino Pires Galvo Pedro de Omeiia Ernes-
to Lopes Kodrigues, Luiz A. Alves da Silj^H
perial raarmheiro Pedro Fereira Soares. T
Leite Carvalho de Mello, Manoel Borgesf
Francisco Luiz da Silva, padre HeleodoBo
Pereira, Manoel Ignacio do Nascimento, Df
rindo Cyro do Valle Filho, coramendador L
mingos Jcs Gongalves de Souza. sua senhora
2 fllnos, Augusto Calmon Nogueira Gama, Joan
Augusto de Mendonca, Francisco Lopes Caval-
cante, Alipio Silva. Francisco Ociaviano, Jos
Antonio Pinto Jnior, Francisco Crocia e sua se-
nhora, Thereza Spinella, Thereza Bruno e 3 S
Ihos, Alipio Silva, Thereza de Araujo e 2 tilhos,
Emilio Podest.
Sahidos para o norte no vapor americane
Adrauce:
Dr. Alexandre Moreira, A. Jordn e Oka .
derson.
Sahidos para o sul no vapor alleuio. Cam-
pias :
Senador Luiz Felippe de Souza Leol>cria-
dos.
Chegados da Europa no vapor francez F*-
le d* Sanfos : ~
Carlos Villela. arl Raul, Lois Peouire.'An
tonio Alvares da Cunha o Viente Manoel d*
S-lva.
Cauta de aeient-oMoviraento dos pre-
sos da Cusa de Detenco do dia 26 de Marco de
889.
Exist m 444; entraram 25 sahiram 24; exis-
tem 445
A sab r:
Nacioiiiies 412 ; mulheres 12 ; estrangeiros 11.
-Total ia
.rraco idos 394.
Bons37t.
Doentes 22.
1-ouco 1.Total 394.
Movimento da enfei
Tiveram baixa:
Jos Francisco de Mello.
Jos Rodrigues de Souza Magal;
Teve alta
Joaquim Gomes de Sousa.
Manoel Unaclo de Barros.
Seyerino Francisco do Espirito Santo.
Manoel Valentim da Silva.
Foram visitados os presos desle
ment por. 139 pessoas, sendb SS he
mniherei.
^


Diario de Pernambuco-- Quinta-feira 28 de Marco de 1889
I
I
>



pical redro O 0 moviraenjo deste
eptabdermento de daridade, no dia 26 de Mar-
co, foi o seguinte :
Bntraram 24
Sahiram 18
Falleceram 2
Existan 594
Foram visitadas as respectivas eofermarlaf
pelos Drs.:
Moscoso as 8, Cysneiro s 9, Barros Sobrinho
as 7. Berardo as 11. Malaquias s 9, Pontual as
9 l2, Estevo Cavajeante s 10 1|4, Simes Bar-
bosa s9 1|2.
0 cirurgiao dentista Numa Pumpilio nao con>
parecen.
Opbarmaceulico entrou s 8 ir da uianha e
3abio s 4 da tarde.
O ajudantedo pharaaceutico entrn s 7 lrz
da manh e sahio as 4 horas da tarde.
Latera do Cram-Par-A 2' parte da
57* loteria, dessa provincia, cujo premio grande
i:000<000, ser extrahida, sabbado, 30 do
Marco.
Cemilerio PublicoObituario do dia 26
de Marco de 1889 :
Vicente, Pernambuco, 6 mezes, Recite ; gas-
tro entente.
Manoel Francisco da Costa Chagas, Pernam-
buco, 20 anuos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Mara, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio ;
febre paludosa.
Manoel, Pernambuco. 45 dias, Boa-Vista ,
trepsia
Um pouco de tudo
Sio conhecdas as interessantes pesqui-
zas iniciadas pelo conselheiro Ladislao Net-
to, director do Museu Nacional, n'essa ilha
de Maraj onde parece haver estanciado
em temps prehistricos, segundo presume
aquellc ethnologo, povo relativamente
achantado qual outro nao foi anda presen
tido pelos seus vestigios em parte nenhu-
ma no Brasil. D'alli, sob a direcelo im-
mediata do conselheiro Ladislao Nctto, fo-
ram dessen terrados varios ^artefactos cera-
micos que pela coinposiySo, lavor e ora-
mentaejio constituem exemplares nicos.
Mais tarde, o naturalista Rumbclspergcr,
a mandado do Museu Nacional, e segundo
instrncc5es do seu director, eontintiou as
escavanes, recolhcndo novos productos
nSo menos valiosos que os primeiros.
Alguns destes notaveis artefactos fo-
ram, ha pouco, expostos ao Congresso dos
Americanistas, em Berlim, pelo Sr. La-
disido Netto que por essa occasio disser-
tou largamente acerca dos fundamentos da
sua hypothese etimolgica, merecendo de
Quatrefages e de outras suinmidades for-
mal acquiessencia a emdita c bem dedu-
zida conjectura. A Grande Enciclopedia,
que est sendo publicada em Pars, re-
presentar em gravuras os bellos speci-
mens que tanto tm captivado a attencJLo
dos especialistas, abrndo horisontes no-
vos orientoslo da prehistoria sul-Amc-
ricana.
Era de razo que estas nvestigaocs
fossem continuadas, aprofeitando se para
este fim a quadra annual em que a baixa
das aguas permitte penetrar no uystcrioso
sub-solo onde gerae3es extinctas desde
empos immemoriaes deixaram mostras de
pericia industrial nao igualada por nenliu-
ma entra nayao indgena do Brasil. Desta
nova missao foi ainda incumbido o sep-
tuagenario Rumbelsperger e consta de
communieacao recente que no Pacoval aca-
ba o explorador de achar, entre outro
objectos, tres frnos que devem ter ser
vido industaia cermica da ilha.
_ ^ NSo vai adiante o nosso informante.
"^^r^fce-se, porm, de verdadeiros frnos ou
de oulre. .objecoSp* Jesonltexte, para
inspirar interesse tanto mais v^k> quanto
coincide com a impresslo qaeVpa pro-
duzido as rodas scientifcas da Europa a
exhibilo dos artefactos de Maraj.


Em Graham, Texas, quatro irniaos, ia-
digitados como autores e cumplices de um
assassinato, mataram o official que procu-
rava captural-os. Tres dcllcs, porm, fo-
ram presos, e, conseguindo evadir-sc, fo-
ram capturad* ile novo. O povo, nao
estando por demoras*na execucSo da lei,
quiz justical-o Lynch. Mas quando fo-
ram tirar os tres irmSos da cadena, estes
armando-se de pinglas, mataram quatro
pessoas do povo. Depois dous dclles fo-
ram morios, mas um evadio-se.
Outra scena sanguinaria se deu em
Belar, condado d< Mercer, no Missouri.
Um pai, por denais cruel, persegundo
duas ulnas que fugiam com dous mocos,
matou ambos os raptores. De volta para
casa, soube que duas outras flhas tinuaui
fgido com outros dous jovens. Deixando
as primeiras em casa, voltou procura
das outras, que fcilmente achou. Antes,
porm, de chegar a casa, o povo, sabendo
do assassinato dos Jous moc;os, enforcou-o
n'uma arvore na propria villa.

de Nova-York.
COMERCIO
Revista do Mercado
ReCIFE, 27 DE MARrO DE 1889.
Foi insignificante o mo\iinciilo na praca.
No mercado de cambios pouco foi feito c no
de algodao constou pequeas vendas do de 1*
sorte do sertSo-
Cambio
Os bancos mantiveram a taxa de 27 3 4, dan-
do, porm, a 27 7,8 reservadainenle.
Em papel particular houve migad a 28 i/16.
No Rio n han ve altrnelo.
TABELLAS AFKIXADA
Esta noticia de Nova-York. Ha lli
actualmente 13 assassinos que foram con-
demnados forca e que teein esperado
at agora a apphc;.cao da pena.
Parece que essos condemnados esto
livres de tal, porgue os seus advogados
apresentaram no tbunal superior os se-
guintes embargos, muito lgicos:
A pena de mo..*tc pela forca foi abo
lida o anno passado, sendo substituida
pela inorte por correntes elctricas.
Ora, os 13 reos, condemnados a se-
rem enforcados, nao podem morrer pela
electricidade porque nao foi essa sentenca
dada; e ao mesnio tempo nao podem ser
enforcados po-que a mortc pela forca foi
j abolida.
Sim senhores, ju lieiosa trica !
*

Ao Jornal do Ccmmercio da corte es-
creveu o Sr. commendador Joaquim Nor-
berto de S. Silva :
t lia ceifl annos, com differenea de al-
guns mezes, que a cidade do Rio de Ja-
neiro passou por urna calamidade talvcz
igual de que victima actualmente.
Os historiadores nao fazem mencao,
que eu saiba, da enfermidade que tao ter-
rivelmente ataco u tudas as classes da so-
ciedade, mas v-sc, pelo processo dos reos
da inconfidencia miaeira, que a epidemia
principiou em Novcmbro, continuou por
todo o mez de Dezembro de 1789 e re-
crudesceu nos de Janeiro e Fevereiro do
anno seguinte, propigando-se por toda a
cidade.
O vice-rei Luiz de Vasconcellos este-
ve tao doente que se vio impossibilitado
de escrever, e isso pop muito tempo ; o
mesme acontecen aos ministros encarrega-
dos da devassa, e sem duvida aos mais
moradores de cidade.
Que enfermidade seria ? O Rio de Ja-
neiro estava entilo eircumdado de nume-
rosos pantanos, e cortado por vallas in-
mundas, cavadas no solo sem neuhum re-
vestimento. O Passeio Publico era urna
lagoa infecta, que foi aterrada com o pro-
ducto das escavaeSea de um morro viz-
nho. O hospital da Misericordia est con-
struido sobre o cemiterio de entilo, que
nao priraava pelo asscio, e constava se-
ment d&jaiaosa valla.
At os cadveres das- pessoas fallecidas
nos arrabaldes eramque iucuria!tra
zidos para dentro da. cidade c inhumados
as igrejas em catacumbas ou sob o pavi-
mento em que o povo prosternado assis-
tia. de madrugada, aos actos divinos, re-
cebendo exhalares de corpos em decom-
posicao !
A ra do Senado era dividida por urna
valla i inmunda, c :im dos lados da ra
era urna completa cloaca, em que se com-
mettia toda a casta de indecencia ; luz
do sol.
A ra da Uruguayana tinha urna valla
asquerosa de que tirava o seu antigo ri-
me, sendo s muito depois essa valla co-
horte com grandes lages.
O Yallongo, aonde esto hoje a praca
municipal, e a ra da Imperatriz, era um
mercado de negros novos e foco de todas
as doencas da Costa d'Afrca, que se der-
rama vara por toda a parte, ,
A praca da ConstituiySo e o parque da
AcclamacSo formavam nesse tempo o vas-
t campo da Lampadosa com moitas de
arbustos, que mal mascaravam os charcos
inmundos povoados de amphibios. A es-
cavada parte da montanha de Santo Anto-
nio, que olha para o antigo largo do Ro-
ci, mostra a po-c2o de aterro que foi.
necessario pava fazer desappareceiem os
numerosos pantanos.
O mangue, que se estenda poio littoral
da cidade nova, como se cliamon poste-
riormente essa parte da cidade, foi depois
da expulsSo dos jesuitas, que tantas lutas
sustentaram com o senado da cmara para
a sua conservaba, desfolhado pelos donos
de cortumes e reduzido a lenlia pelos mo-
radores da circumvizinhanca, tcando a la-
ma exposta aos ardores do sol.
Nao me posso alongar mais, ha porm
urna representaco da Cmara Municipal
dirigida ao governo imperial, pelos anuos
1830 a 184U, na qual se mostra quao in-
munda era a nossa cidade nesses tempos.
Tondo sido essa represontac-ilo iinprcssa
na typographia nacional, ser fcil encon-
trar esse curioso documento, qu* cito
aqui apenas de memoria.
No extracto das sessSes da Academia
das Sciencias de Pars' lemos a seguinte
noticia, que deve interessar chisse medi-
ca brasileira:
i la dez annos, diz o extraetador,
que o Sr. Laveraiu, medico do Val de
Gracf., se toin entregado investigaoao
de qual soja > agonte do impilludismo.
Das suas peMjaizM rcsultou a dcscoberta
de mn microorganismo no sauguc dos
doentes atiectados da febre intermittent ,
microorganismo esse caja piesenea iuva-
riavcl qoalquer que seja a variedade do
impalludismd e a regulo da sua orgem.
A' vista do trabalho apresentado pelo
r. Laveram, o Sr. Bditcoard, cuja com-
petencia nestas questoas reconhecida,
nito hesitou em declarar do heuyitosoarto
do impaludismo Ihe parece plenamente
com provada.
Esse microorganisiii) realmente a
causa da intoxicaran; mas ao passo que
as outras molestias infecciosas tm por
agente parsitas vegetaes, no impaluds-
mo o agente morbigeno um parsita ani-
mal.
T.
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'. . ': =. ka
te *& *- <
-- tteW i * ' i. v
O presidente,
Candido G. Mcoforado.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos.
tltforio
Foi colado o de 1* sorte serto a 6*330 por ili
kilos.
A exportado, feita pela alfandega neste mez
at o da 23, subi a 1.25.395* kilos, sendo 9M0.177
para o exterior c 274.218 para o interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a 22.689 suecas, sendo por:
burearas.
Vapores.....
nimaes.....
Via-ferrea de Garuar
Via-ferrea de S. Francuco.
V'ia-ferrea deLimoeiro
Somma. .
4.3M Saccas
S69
7.55
1.753
2 733 .
:> 637
22.689 Saccas
Foram remettidas para Liverpool, por interme-
dio do vapor iuglcz Gellivara, i.200 saccas.
I

u> i
As.nucar
Os precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
undoa Associai-ao Commercial Agricola, foiaiu
os seguintes:
Brancos . . . 3200 a 348IK
Someno . t 1900 a 21(K
Muscavado purgado bruto. . liVJO a li-^K
1*100 a 14201
4800 a i0tH
Colonia Isabel:
Branco ! i10i
. . 228O
. 3* . . U500
Someno . . 3*901
Uascavado , , U600
Usina Pinto:
Branco 1* # 44000
. . 300
Someno .. . 3*000
Mascavado . . 1 500
Em 1880 communicou o r. H. Oarecix
Aeademia das Seiencia e fez esta (trate
corporaoaVj publicar nos seus ComptesRemlv
os resultados daanalyse dcumaareia ama
relia, originaria da provincia da Baha, que
lhc fra reiuettida do Museo Nacional com
o nome de monazite. Tendo a analyse
dado ao sa'jio professor 28,7 u|" do acido
phosphorico, 31,3|" de oxydo de ccrio t
39,9 \n dos oxvdo8 de didymo e lantha-
no, prova o estava tratar-se realmente,do
raro mineral. Exaines subsequentcs de arel-
as aurferas e diamantferas de diversas
localidades, laboriosamente levados a elfei-
to pelos professoros H. Gorceix e O. Der-
by, mostraram alm disto achar-se e intc-
ressantissimo mineral largamente distribui-
do nos depsitos de alluviao do lirazil.
suggerindo naturalmente a q'ucstao do seu
lugar de orgem.
A esta ordein de ndaga^ocs einpehha-
rain-se com verdadeiro ardor scientitico o
Sr. Jo3o Gordon, gerente da casa Edward
Johnston & C, o San Alteza o Principe
D. Pedro Augusto, a quera muito deve j
a mineraloga do Brazil. O pnmoiro, gra-
bas aos seus hbitos de engenheiro de mi-
nas e antigo mineiro [iratieo, achou o mi-
neral geralmcute disse minado c com certa
abundancia, nos depsitos arenosos da cr-
-
Alcool
Mantem-sc a colajao de 1705000 por nina de
80 litros.
Me!
Cota-se a o00U0 por pipa de i80 litros.
Pauta da alfandega
RUANA dk 27 A 30 HK marco i7k 18v9
Vide o idriodeJide Marro
\a*ios carga
Lugar nacional Loyo, para Pelotas.
Putaclio nacional Mtrmke 7., para Pelotas.
Vaooringlez Parvens', para Liverpool.
\avIos descarga
llueca uleai Auna, eurvao.
Brigue sueco Pepita, carvao.
Lugar inglez Viiluuia, bacalbo.
Lugar inglez Dora, bacalho.
Lugar ingiez 'oraaude, bacatho.
Lugar inglez Uaiuler, hacallio.
Logar americano Itubert V liarr, farinha de trigo
Patacho allemo .lana, farello.
rmiorliico
Vapor nacional Serfipr, entrado da Babia e
escala, em 27 do correute e consignado a [>o-
niiiigos Alves "Mullieiis, niunifes.ou :
Azc-'U- 3 barris a Belli o & Costa.
Couros seceos algadDs 200 a ordem.
Fariuha de inaniliocu 500 saceos ordera.
Pelles de cabra 69 fardos ordem.
cumvizinhanca desla capital, e o rincipe
D. Pedro Augusto, com rara agudeza de
vista, achou um s grito de monazite, qua-
si microscpico, em urna amostra de oneis
da Tijuca.
Com estas indicaedes, segundo relata o
ultimo fascculo do American Journal of
Science, tratou o Dr. Orville Derby de
verificar as rochas a presenca do mine-
ral, que no Brazil s era at entilo conhu-
cido as *lluvi5es. O problema nada era
aci!, tratando-se d mineral t3o diminuto,
que um grSozinho do coinprimento de um
mili metro pode ser considerado gigantes-
co e tilo raro que, em reg geral, cada
grao se acha confundido com mil outroa de
minoraos comrauns.
Valen de novo a pratica de intoeracao
do Sr. J. Gordon, que teve a feliz lem-
branea de applicar a batera como instru-
mento scientitico. Tendo a monazita den-
sidade quasi dupla do quartzo e feldspatho.
que constituem a grande massa das rochas
do Rio de Janeiro, era para esperar que
por aquolle modo seria possivel effectuar
a separando, mediante manipulacao cuida-
dosa. O resultado excedeu da espectativa.
Veriticou-se a possibilidade de, em pou-
co* minutos, extrahir de um punhado de
rocha deeoinposta ou triturada, c at de
pedir das ras, alguna rnilligrammas de
pesado residuo contendo centenas de crvs-
tacs microscpicos, mas perfeitainente de-
terminados, assim de monazita, como de
outros miicraes quasi t&o raros quanto
aquellc, entre os quaes a zirconia.
Tendo verificado por dezenas de provas
que uenhiima bateada dada no gneis da
vizinhanva do Rio de Janeiro negava a
preaenca da monazita e da zirconia, am-
pliaram os Srs. Derby e Gordon as suas
pacientes investigares, sujeitando a exa-
mc todas as amostras de gneis que lhes
vinhu s milos as suas excursoes scienti-
ficas ou commerciaes. Assim, tiverara oc-
casio de verificar, que, na exteusao de
cerca de cera leguas, ao longo da Scrra
Mar, desde Juiz de Fra at I
aquelles dous
>
0uipe, sao
mineraes accessorios cons-
tantes do gneis. Urna excurso Repbli-
ca Argentina deu ao Sr. J, Gordon occa-
siao de verificar meto idntico no gneis c
granito de Cordova; o que faz presumir
que a monazita, mineral reputado raro,
quasi universal, comquanto parcamente
distribuido as rochas de certo carcter.
A procura da monazita era outros ty-
pos de rocha, posto que as provas nao se-
jam ainda cm numero sufBcente para au-
torisar conclusoes geracs, tem dado j re-
sultados interessantes. As rochas erupti-
vas fcldspathicas que mais se approximao
do gneis, isto os granitos e svenitos, tm
dado quasi universal mente o mineral. Por
outro lado os typos em que piedomiiia o
elemento bsico (arapbibolis, pyroxcnio,
etc.;, isto os dioritos, dibases e outras
rochas, nSo tem fornecido monazita. A
inaior propoi yo at agora achada cin ro-
chas de sete partes em mil (0,07 0j,
tendo sido verificada em granito da estra-
da do Engcnho-Novo para Jacan-pagua.
Destas laboriosas jjesquzas deu conta
o professor Derby ao American Journal of
Science em noticia desenvolvida com que
mais urna vez poz uota o seu amor pela
seiencia c vivo interesse em vulgarisar o
resultado dos estados scientificos rcaza-
dos no Brazil.
*
O mosquito animal pequniao, mas j
Lafontane nos ensinou que animalsinho
ingrato c ferino. A sua perversidade, ,
alias, geralmente conhecida.
Tem o mosquito cinco instrumentos ci-
rurgicos valen tes: urna lanceta, duas ser-
ras, urna bomba de succjto e urna peque-
a machina de Corlis. (uando o pequeo
algoz julga conveniente dar cometo aos
seus trabalhos, espeta primeiro a lanceta
na carne da victima, depois introduz-lhc
as duas serras para alargar a ferida, e,
logo em seguida, chupa-lhe certa poroao
de sasgue e, finalmente, completa a sua
crueldado, deitando veneno na ferida para
mantel-a irritada.
A maravilhosa energa dusse animalzi-
nho e a sua organisaeHo especial que p
tornara verdadoiro terror de todos.
SPORT
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por presos sem dom-
petenciaPernambuco.
Drogara
Furia Sobnho & C, droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva &C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. JJ3.
Embarcan hoje para a Baha os valentcs pa-
relheiros Africana e Ruy-Blas.
Il'i;/ Illas, o intrpido rneio Baogoe nacional, o
vencedor aqu do ^ra.ide premio Ferro-Carril.
levanten, desde U iieNovembrb lindo at esta
data, premios na importancia Africana, egua de meio-san^ue estrangeiro,
obteveaquias maU brilliantes victorias, altin-
tirido a importancia dos premios levantados a
S:lio3000, de Maio ullimn at esta data.
Acomp:>n))a-os o tpotisma Si\ Arthur Silva,
co-pVopnetaiio dos referidos auuoaes.
Foram multados pela direetorin do liippodro-
ino do Campo Grande os jockeys Amonio de
Pechas e Olimpio em 30J0O0 rada um pelo mau
romporlaineutoque tiveram na corrida-do dia 2i
do correute.
INDICARES DTEIS
A exportacio, feita pela alfandega ueste mea
at o da 23, attingio i 6.88i.tki8 kilos, sendo..
2.610.176 para o exterior e 4.274.192 para o inlc
rior.
As entradas verricaias at a data de hoje, so-
bem a 93.869 saceos, sendo por:
Barcacas ...
Vapores.....
Ainmaes....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
SornEa.
33. IOS Saceos
V.92
7.493 .
45.3W
3-047
93.8<;9 Saceos
Bol
sa
JTAC3eB OFFICIAEa DA JUSTA D08 COR-
iioi^^^^^^^^^^^O por
U letr
a 994000 cada
a
0 vapor inglez GeSirar*,* levou 8.341 saceos
com assucar masca vado para Liverpool.
Pelo patacho nacional Andaluza, carfegado
por Araorim IrmSos s C. foram reraettidos i.o60
saceos, 2H0 barricas e 150 i com assuar branco.
785 saceos, e 16o barric.-.s rom dito mascavado
para Porto Alegre.
C'oiaros
Cota-se os salgados seceos a 370 is, na base
de 42 krto.
Agumrdeote
se a 880C0, por pipa de 483 litros.
Vapor allemfio Campias, entrado d.- Humbur-
go em 2j do andante e consi^nudo a orstuliuan
* C, manifestou :
Amoiras 23 volumes a diversos.
_Barras de ferro IC6 feixes a Ferreira Cuima-
rSes & r. Botes 3 caixas a A. 1. Carneiro
Vianna, 1 a G de Mattos Irmos. Batatas 200
gigosa Paiva Valente o. C. Bitter 10 caixas
ordem.
Cc-vada 20 barricas a Soares do Amaral Ir-
Diaoa.
Cervcja oo caixas ordem, 210 a l. do. Bra-
silia C. 30 a I'luym C.
Cli 1 cuixa a Francisco Manoel da Silva C.,J
2 ordem. Coaros I eaixo a w. llatauy
C, i ordem. Chapeos 2 caixes a A. Stol
zeabaeh, 1 a Raphael Dias 4 C, 1 a Christiani
& C. 1 ordem. apsulas i caixa a A. Stol-
zenback. Conservas i caixa no mes; \o.
Drogas 4 volumcs a Fianciscc Manoel da Sil-
va 4 C, 2 a Guinares Cardoso A c
Feltro 1 caixa a ordem. Frascos \ asios 2jO
caixas a Joaquim Iluarte UnOm & (; Fcrra-
eens 1 voluine a W. Ilulliduy 4 <:.. ;; a Ferreira
Goimaraea i\, 4 a Aittonio.Daarte Caroem
Vianna, 2 a Francisco Manoel da Silva & C, ^>
a ordem, 2 a Vianna Castro & C 2 a Prente
Vltnna > C, i a Christiani & C, I a Netto Cam-
pos c C 8 a Nuiles Konseca -v C, 1 a Francis-
co l.uuria 4 C, > a liomes de Mattos limaos, 2
a C, ackuam.
Mercaderas diversas 3 voluntes a Silva Fer-
n.iniies. 1 a II. Stolzenbach, 2 a Maia c Silva C.
II ordem. 2 a Prente Vianna & C, 2 a Nuues
Ponseca & C, 1 a F. P. Gomes, 2 a J. Latham' i
a F. Jcse !'. (a i maraes. 1 a Ramos Geppert t C,
i d Medeiros Imos, I a A. D. Caroeiro Vianna,
1 aQ iann 1 a Pereira de Azevedo Ir-
mao, 2 a V. > | ;, f.
lo c C, 4 a (iuiinar.'ics Cara
dazar C. Machinas de costura G caixas a
"Ferreira Irmo, 3 a Papoula Irmao, 5 a G. de
Mattos Innot, 30 a Antonio P. de Sonzu Soares.
2 a C. Wacksmann, 18 a Prente Vianna & C, 4
a Francisco Xavier Permita. MaUteiga 2 .aixas
ordem. Movis i caixfio a Sih-a Fernandes, 2
a Costa Lima & C, 16 ordem. Marmore 2 ca
xas a Francisco Manoel da Silva vv C.
Pertences para machinas H volumes a Jos N'o-
raeim de Souza. Papel 24 lanos a Francisco
Manoel da Silva C, 2 caixas a C. Wackashmn,
2 a Costa Lima & C, 9 a ordem. Dito de im-
presso 17 lardos ao Jornal I Hirife. Pimenta
20 saceos ordem. Pianos 4 caixes a Vctor
Prealle C. Pliosnhoros :; caixes a loanoiiu
Duarte S'unes C. Pregod 20 raixas a Albino*]
Silva & C. Paralina 12 Caixas P. J. P. (iuima-
res. Presunto 2 'caixas a Sulzer KaulTuiann
4 C.
Holhas 3 saceos a Francisco Manoel da Silva
* C., 3 i ordrin.
Tecidos diversos 3 volumes a A. Vioira # C.,
i a Goncalves Cunha C, II ordem, i a Jos
Ferreira # <'., 2 a Machado Pereira, 1 a Olinio
Jarilini C, 14 a Bernet 4 C la Bento 4 C,
5 a Francisco de Azevedo 4 C 4 a Jonuuim Agos-
tiiilio C, 1 a Ferreira Cruz 4 C, 6 a Joaquim
Goncalves 4., 1 a F. Silva 4 ('.., 4 a Andrade Maia
4 C, 1 a Browns C, I a Narcizo Maia & C, 4
a Rodrigues Lima C.
--Tintas i Caita a ordem.
Vidros 19 volumes ordem, 2.a G. Marlns
4 C. i Pereira de Azevedo Irmo. Velas 20 cai-
xas a Joaquim Duarte Simcs 4 C.
Medico*
Dr. Cerqucira Lcite, tem o seu escripto-
rioaberto ra Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora era dan-
te em sua residencia ra BarSo de S.
Borja n. 22. Especialidadesmolestias
desenhoras e cranoas. Tdephone n. 326.
Dr. Joaquim Louieiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabuga u. 14,
L. andar de 12 s 2 d tarde; residencia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
ra do Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Scte de Setcrabro n. 54, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a bi*ag?e*ti do otero quando o co-
mo aconsclh.da. Consultas das 11 is
3 da tarde em sua risideneia na do
Boas Jess (antiga da Cruz) n. 23, I.*
andar.
' r. Riheiro de lir to d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1." an-
dar a ra Duque de axias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
residencia ra do Hospicio n. 81. Tc-
lephonc n. 303.
Dr Alv.res Guitnanws, chegado da
corte, dedica-so medicina em geral, e
com especialidade s molestias do cora-
9S0, pulinoes, figado, estomago e intesti-
nos e tambera s .ueceocs das enancas.
Reside praca do Conde d'Eu, n. 28, e
tem consultorio na ra do Bom-Jesus
(antiga da Cruz), n. 45, onde d consul-
tas do mcio-da s 3 horas. Telephone
n. 381.
Occalisfa
Dr. Ferreira. com pratica nos^Jinci-
paes hospitacs e clinca de Paris e Lon-
dres, consultas todos os dias das 9
horasdao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia na Larga do Rosario n. 20.
Adrogados
O baclvtrel Wtintcio Pinto Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1." andar.
O Dr. H. MUet mudou o seu escripto-
torio de advocada, para a ra do Impera-
dor n. 46, l* andar, sala da frente.
Serrarla a vapor
Senaria a vtpor e officina de Garapia
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
PUBLICARES i PEDIDO
Assemblca Provincial
Itivmundo Bernardo Lasscrre, cidadao brasi-
leiro, proprietarioe industrial nesta provincia,
faz scientc aos (liras. Srs. depulados provinciaes
de que requereu a lllustrada Asserablea Provin-
cial contra o privilegio que se pretende, conceder
para a montagem de um moiubo para fazer f-
rinlia de trigo, este privilegio vindo a ferir no
soineutc os seus interesses como de outros sem
uenlium beneficio para a provincia, visto comeo
peticionario inaudou vir sem onnsnem privilegio
dous inoinlios para o mesmo fim faz o presente
aviso por nao ter visto no expediente publicado
nos joiuaes a mencao de seu protesto apresen-
tado em 23 do corrente.
lViuambuco, 27 de Marco de 1889.
ft. B. Msserre.
-------------------SS)gKSS------------------
Senlior Bom Jess dos Mar-
t y ros
O devoto do Senlior Bom Jess dos Martvrios
convida a todos os Srs. cavalheiros que deram
suas esportillas para a compra de algumas al-
I das, para no dia 29 do corrente, pelas 8 horas
da maulla, assistirem a missa solemne em lou-
vor do mesmo Senlior; assim como linda a mis-
sa examiiiarem as mesmas alfaias, pelo que -
cara grato e obi igado o
Devoto,
I. 3
Carnes, msculos e sangue renovamsecom
alguns vidros smente da Emulso de Oleo de
Fijado de Bacalho de Launan Kemp reme-
di ellioaz e radical para todas as alecges 'los
pulme.s e da garganta, tosse, debilidade e fra- -
qoeza do systema, perda de carnes e demacra- ,
cao t
Possuecm ab.-oluto todas as virtudes tnicas e^.
iiutrivas do oleo de Figado de Bacalho e doafl
Hynophospliitos sendo alm disto, pela sua forma^
de Emulso ou amendada. muito mais agrada-
\el ao goslo o de mais fcil digesto do que p'
oleo puro, ao qual muitas pessoas fazem objee'f
cao por o nao poderem resistir os estmagos de-
licados.
Capibaribe n.
cimento, o primeiro da
grande
estabele-
provinca neste
genero, compra e venda madeiras de todas
as qualidades, scrra luadeiras de conta
rom 120,000 ditos de dito branco : F. S. Macedo
Sobrinho 100 saceos com 6 OJO kilos de assucar
mascavado.
Para Kio de Janeiro, Costa 4 Fernandes 1 ',0WJ
cocos, fructa.
So vapor rancez l'elle de Santos, carrega
ram :
Para Rio de JaiHro, S. tuimares 4 C. 200
saceos com 12,0*} kilos de assucar mascavado
e 50 pipas com 2i,0"0 litros de agurdenle.
No vapor americano Adcnnce. carregou :
Para Para, It. B. de Moma 113 saceos toa
6,780 kilos de millio.
No vapor nacional Maranho, carregaraai :
Para Para, II. da Silva Loyo 4 C. 300 barricas
com 18,898 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Urna, i-arrcgaram :
Para Ceari, P. Carneiro 4 C. 1 barricas cem
300 kilos ile carvao animal.
Para Aracaly, P. Vianna 4 C.
200 litros de irenebra.
Vinho de quiniuM.nica preparaco
deste genero que tem sido approvada pela
Academia de Medicina de Para, um
medicamento enrgico e brando que con-
vm todas as pessoas enfraquecidas pela
idade, a doenca, os excessos ou cansadas
pelo trabalho.
NSo hesitamos era affirmar que o vi-
nho de Quinium Labarraque c o mais effi-
caz e o mais enrgico dos tnicos conhe-
cidos.
Dr. Wahu, medico principal dos hospi-
tacs. (Argelia.)
-------------s&sz&s-----------
Olinda *
Os abaixo assignados, qaerendo com a
mao brevidade, recolher em poder do Sr.
commendador Josoph Krause, thesoureiro
da commisso do Recife, o resultado da
Sbseripcao, que promovem em favor da
familia do inditoso tenente Pedro Regaard,
pedera encarecidamente a aquelles que
assignaram e ainda nilo deram, o bse-
quio de entraiem com a importancia de
suas assignatnras.
! tUntla, 25 de Marco de 1889.
Herculaae Cava'cante de Albuquerque,
Tresidente.
ilanoel Procsjo da Silva,
Lhesoureiro.
Silvino Ai-gusto Nuues de Mello.
Francisco Vutonio Teixeira de Faria.
18 matulos com legumes a 200 ris
Foram oceupados:
27 columnas a 600 ris
1 escriplorio a 300 rci
2^ companimentos de fariuha a o00
reis
i\ ditos de comidas a 500 ris
67 ditos de legumes a 400 reis
18 ditos de sumos a 700 ris
9 ditos de fressuras a 600 reis
iO tainos a 2*
3*600
165200
12*000
i2000
6*800
12/600
;;*ioo
80*000
Roudimenlo dos das 1 a 15 do cor-
rate
2 garra loes com
Exportaco
BECIFI, 26 DE MAUCO DE 1889
'ara o exterior
No vapor ingle* Pamense, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater C. CO saceos om
3,600 kilos de earocos de algodao.
No vapor inglez AsUbrock, carregaram :
Para Bltico, Borslelmann 4 C. 00 Tardos
i-oin 138,5'tlV kilos de algodao.
No vapor allemao CasstHS, carregaram :
Para Liverpool, F. Casco 4 Fillio S saccoa
com 29,050 kilos de assucar mascavado : Julio
4 Irmo 'i87 saceos com 36.525 kilos de assucar
mascavado.
No vapor americano Adcance, carregou :
Para New-York. j. S. da Costa c Silva 390
saceos com 18,92' kilos de sement de mamona.
Para a interior
No lugar nacional Muriulto ',:, carrega-
ram : '
Para rviotas, Viuva de M. P. Marques 4 Fllio
400 barricas com 37,013 kilos de assucar branco.
Para Bio Grande do Md, J. Borges 400 barricas
com 40,894 kilos de assucar branco : N. M. rio
Kira.lo 300 barricas com 32.225 kilos de assucar
branco.
No vapor nacional JiciAgpe, carreganuB:
Para Hio de Janeiro, I. Pinto 4 C 2- pipas
com 9,6o0 litros de agurdente : N. Cahu 4 C.
600 suecas com 55 118 kilos de algodao ; Amo-
rim Irtiiaos 4 C. 130 saceos com 9"no0 kilos, de
assucar branco e 350 ditos cora l.Ofl ditos de
dito mascavado.
No vapor nacional Pcri/ainlucj, carrega-
ram :
Para Rio de Janeiro, P. Carneiro 4 C. 800
tace com 30,819 kilos de algclo ; A. Maia
5,000 oocos, iructa ; H. Burle 4 C. 3D0 s
com 14,847 kilos de algodao.
Para Victoria. P. Carneiro 4 C. %X) sa
com 18,000 ki!e de assucar masca nido : A. Qui-
maraes 150 saceos com 11,23 mear
Urajn
No vapor alleino Can garam ;
Para Santos, M. Borges iC. I. com
84,000 kilos de assucar mascavado e 2,0 o ditos
i n helio
EXPEDIDO
Pelo vap r franee/. Villede Macci," para :
Kio de Janeiro 150.000^000
Pelo vapor nacional 'Pernambuco, para :
Macei 30.0004000
Rio de Janeiro 9J95*00o
Rendliucntoa pblicos
iRt de m.uu;
Alfandega
RenJa gcr.il -
Do dia la 26 571:085*731
dem de 27 45:093*420
196*540
4:811*440
5:007*980
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos de dia:
Carne verde de 200 a 560 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 1 000 reis idem.
Suinos de 560 a 640 reis idem.
Fariuha de 500 a 640 reis a cuia.
3101)0 de 380 a 440 reis idem.
ftffio de 900 a i *60J idem.
n-.xtadouro publico
Neste estabelccimento foram abatidas para o
consumo de boje 59 rezes pertencentes a diver-
sos marchantes.
Renda provincial :
Do dia 1 a M 80:112*003
dem de 27 5:566*082
016.179*151
Vapores a sahlr
MEZ DE 3IARf,0
83:678*685 Rio de Janeiro JnciUtype
Sul ."......... Fin-ince :.....
701:837*836 Havre e esc ilaraukao
antos e esc Vilte de Santos
Segunda seCie ua Alfaadegu, 27 de Margo de Bana e esc.. Sergipe.....
Bucnos-Ayres. Tomar
Somma total
Vapores a eutrar
MEZ DE MAKI.
Harte......... Finance .........
Sul........... Maranhao........
Europa....... Tamar..........
*t-
Sal...
Trent
28
28
29
31
1889.
0 thesoureiro -Florencio Domingues.
chele da seecioCicero B. de Mello.
Rccebedoria Geral
Do dia 1 a M 57:318*918
dem de 27 1:826*281
39:145*199
Rccebcdorla provincial
De dia 1 a 26 16 385*649
dem de =7 2:257*999
18:643*618
Recife Ora i nace
Do dia 1 i 28 35:6815"i6
dem de 27 2:8i5i34
38:526*590
Mercada Municipal dn S. alon
O movimento deste mercado no dia 26 d-?
Margo foi o seguinte :
Eutraram :
27 bois pesando 4,018 kilos.
177 kilos de peixe a 20 ris 3*540
98 cargas de farinha a 200 ris 19*ti00
3 dita versas a 300
900
aboleiros
9 suinos a 200 ris U800
Antuerpia.... Trent.........
28 as
28 as
28 as
28 as
28 as
29 as
31 as
3h.
4 b.
5h.
4 h.
5h.
4 h.
4 b,
Hovimcnlo do porto
Navios entrados no dia 27
Havre c escala 20 dias, vapor francez Ville de
Santo;-, de 1008 toneladas, ^jororaandante Tan-
query, equipagem :5, carga varios gneros : a
Aligaste Labilie.
Camossim e escala10 dias, vapor nacional aLsi
rnpamu, de 360 toneladas, commandante Fr,
geisco Alves da Costa, equipagem SO. cai_
.anos gneros: Companhia Pernambueana-
bahia e escala- 11 dias, vapor nacional Sergipe.
do ii toneladas, commandante Joaquim A. R.
c Jfsts. equipagem 27, carga varios genei
ros :.a Domingos .Alves Matheus.
le do Sul e escala24 dias, vapor hol-
lanoe? Snior, de 827 toneladas, commandan-
te J. SJiarps, equipagem 19, carga vatios ge-|
nerqMgi Boxwell 4 C.
rSahidos no mesmo dia
Nvv.Vc.rk e escolaVapor americano
commandante E. D. Griffitis, car
. eros
Santos e escalaVapor ademad |
mandante A. Barrolet,
LiverpoolVapor idglez i'i
I
T

I

I


\* I





Diario de Pernambuco---Quinta-feira 28 de Marco de 1889
-m

i
i


til o agradavel
O Pctoral de Cambar, alera da sua
tiidade na cura das molestias broncho-
pulmonares, possue pra^er agradavel e
bem tolerado pelas creangas, em cujas en-
fermidades tambem se appliea com gran-
de proveito.
^radeciinento
,AO ILLM. SU. DR. CARLOS BETKHCOUBT
Pelo presente declaro a quem possa in-
eressar que achando-me doente de um es-
treitamento da urethra indicaram-me o Sr.
Dr. Bettencourt e, procurando-o no seu
consultorio, fui operado pela electrolyse,
lem dr, ficando logo bom e radicalmente
carado do estreitmento.
Agradeco do alto da imprensa a impor-
tante cura que feavme este Ilustre faculta-
tivo e que archive mais este attestado nos
eus triumphos diarios.
Recite, J d yjMureiittMoJoa da Silva.
Factos e mais Cactos
Os factos fallara mais alto do (pie as
palavras e isso a razSo (Jo proloquio
latino Res non verba(contra factos nao
ka argumentos).
E8 a prova :
Illm. Sr. J. Alvares de Souza Soares.
Convencido por urna brilhante cura ope-
rada* era minha mulher, que havia onze
aaezes cstava soffrendo de urna bronchitc
pertinente e do peior carcter, de que
t Peitoral de Cambar, composicao de V.
:>., se pode considerar o melhor e o mais
seguro especifico at boje conhecidu para
eombater as molestias dos orgaos respira-
torios, apresso-me, a bem da bumanidade
joflredora, a attcstar-lho o facto occorrido
cm minha casa, afim de tornar mais co-
ahecido, se isse c possivel, o seu excellcn-
te Peitoral de Cambar, que considero
ima descoberta de magna importancia
]ra a cura de taes molestias.
Minha mulher acha-se perfectamente
restabelecida de sua grave enfermidade,
com nao de quatro vidros de Peitoral de
'Jambara", tendo ante- experimentado, sem-
p inultnientc. talvez eiuccenta remedios
javani Soo, te.
tjbutjuia Soaret Gonus.
(Vice-consul de Portugal, Franca e In-
glaterra, em Paranagu.)
Este importante preparado vende-se nilo
a, em casa dos agentes Francisco Manoel
da Silva A C, ra Mrquez de Olinda
n. 23, como tambera, em muitas outras
pliarmacias e drogaria ao preco de 2*500
fraseo.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de clinica do
Dr. de Wecker, *da consultas de
meie dia as 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Residencia ra Sete de Setera-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
ilade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
istrizn. 18, Io andar.
Consultas de 8 as 10 da manha.
Chamados (por escripto) qualqucr hora.
TKLEPHONE N. 226
IEDICO HOMEPATA
Dr. Balthazar da Silveira
ftcialidadefebres, molestias
& criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta- sea qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os ofcamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
e se indicar sua residencia.
Oculista
Dr. J. Corrcia de BiUencouit, oculista
residente na corte, ex-chefe de clnica
phthalmologica dos Drs. Wecker e Panas
em Paris e do professor Hirschberg em
Berlim, tendo regressado do#sua excursao
s provincias do norte, deinora-se alguna
mezes n***1* capital, no txercicio de sua
specialidade.
Consultorio e residencia ra do Barao
>ia Victoria n 23 Io andar. Entrada pela
Camboa do Carmo.
Qon8Ujtas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobre8-
A'VESDOE CIMA BfiTDO
Eis oque cm data de 1" -le Junho de 1888 escreveu o reputado clinico
Sr. Dr. Urias A. da Silveira, residente em Barra Mansa, provincia do Rio de Janei-
ro, em relacao a um precioso preparado, que grande tao aceitacao cncontra hoje na
America do Sul. "
t O Pkitor.vl di: Camara', importante preparado do Illm. Sr. J. Alves
de S. Soares, Se Polutas, possue propiedades balsmicas prenunciadas, e exerce in-
fluencia benfica em toda- as affeecocs catharraes, principalmente as do apparelho
respiratorio e genitourinario. As affeegoes catharraes do larynge, dos bronchios e da
bexiga, quarldo primitivas, cede^ promptamente ao uso reiterado do Peitoral dk
Cambara .
As secrecues muco-purulentas, symptoinaticas da. tuberculose pulmonar,
Modificam-se vantajosainente, tornando mais" desembarazado o campo da hematose
pulmonar.
t E', portanto o 1'kitkral de Cambara' um heroico mcio preventivo e
aro auxiliar no tratamento da tysica pulmonar, tilo Irequente no Brasil.
Em nossa longa prtica temos tirado extraordinarios resultados da tintu-
1 do Cambar, no curativo das feridas recentes, obtendo quasi sempre uniao por
priroeira intensao, pelo que deduzo que o Peitoral de Cambara' encerra grincip os
altamente anti-scepticos, virtudes therapeuticas procuradas, hoje, para cttnbftter-sc
vs molestias da causa parasitaria, como socm ser amaior parta das affecc.**,,* brwcho-
pnlmonares e genito-urinarias.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eflicacia as mo-
lestias sy|fflilitiras e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tciu curado radicalmente muitas pessoas ac
coiiHiiettidas da terrivel molestia bcrihen.
MODO DE USAR
Os auultos tomara) quutro colheres das de
sopa pela manha c quatro noite. As criancas
de 1 a-,5 anuos tomarao urna colher pela manlia
c outra noite, c os de 5 a il annos tomaro
duas colheres pela manha c duas noite. De-
vero lomar banhos trio ou momo pela manha e
noite. Resguardo regular.
Encontrase a venda na drogaria dos Srs.
Francisco Manoel da Silva 4 C, ra do Mrquez de,
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estfi-
ta do Rosario n. 3.
O autor oeste preparado pooe ser procurado
na ra do Barao da Victoria n. 37, onde sera en-
contrado para dar toda e qualquer explicaco
que for precisa.
Beriberi
N. X}
Recife, 6 de Junho de 1883. Illm. Sr. Ange-
lino Jos dos Santos Andrade Tendo soffndo
de um ataque de beriberi. e tomando seu eli-
xir depurativo e restaurador, para diversas mo-
lestias, obtive grande melhora em meus soflri-
mentos, sendo que apenas tomei duas garrafas ;
assim como a diversas pessoas que tambem sof-
friam da mesma molestia, tambem Toram cura-
das evidentemente.
Pode usar desta minha carta como Ihe couvier.
Dispondo de quem se confessa de V. S. amigo
attencioso
Caoil&o Florencio Budrimtl ik Virnndti Frainu.
S. 54
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Vou Ihe dar urna satisf.ico da qual nao me pos-
so alTastar. Tendo cu sido accommettido de urna
enchacao. juntamente urna demencia qde os me
dicos me desengaaran) ser beriberi, a qual me
foi preciso embarcar para a Europa, islo em 14
de Afe'osto de 1883, estando l 14 uiezes ; e sen-
do-me preciso \ ciliar "em dias do mez de Marco
do crrente auno, lu acoommeltido de novo, e
tendo iufcrmaces do seu elixir depurativo, to-
inei quatro garraas, que foi bastante para me
restabeleccr do terrivel mal que tanto me per-
segua, que at hoje mais nao me volton.
Primeiro dou grecas a Deus, segundo ao seu
elixir depurativo.
Recife, 14 de Jalho de 1888.
Manoel Joau Lobato.
S. 55
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Amigo e Sr.Estatem por fim aviar e agra-
decer a V. S., que o remedio pedido por mim
do seu preparado elixir purificador do sangue,
den bom resultado : appluado a urna senhora
qiMpofTria horrivelmente da madre, ja sentindo
fundo seu lugar, ora no estomago, outrora em
um lado e outro do corpo: de modo que estava
de cama, c sottVendo inchacfio uos peg, pernas
at a barriga, e somente urna garrafa do seu pre-
parado deu pleua saude mesma seahora.
Sem mais assumpto.
e Vmc. amigo e obrigado
F.meiiano Francisco de Reztnde.
Rarra de Rod Congo, 25 de Agosto de 1888.
Estavam selladas e reconhecidas as firmas pelo
tabcllio.
H" -------
I!
Medico operador parteiro
A vis. ios osso leitoi-t's .
Os nossos leitores que visitarcm Pais
durante a Exposicao de 1889 ja sabem
que pderlo 1er os ltimos exemplares do
nosso jornal chegados aquella cidade no es-
criptorio dos nossos correspondentes, Si.
Amde Prince & C, 36. ra Lafayette,
onde podem mandar dirigir qualquer cor-
respondencia, pedir quaesquer informaees_,
dar ordens de compras, etc.
Alm d'isso, levamos ao conhecimento
dos nossos patricios que afora o servieo esta-
belecido no escriptorio da ra Lafayette,
n. 36, os mesmos Srs. Amde .Prince \
(.'., acabain de organisar mna ala de le-
tura c de mirmanles na Exposicao mes-
ma, no pavilhao da repblica de Guate-
mala etsfk eommissario geral dignou-se de
-ala com
correspon-
graciysamente
urna vasta
ordens dos nossos
vivamente aos nos-
que se icharom em
por
varanda ;-
dente.-.
nselbamos mu
e leitores
vi site m a casa Amde 1 rince
Jna sede social, 30j ra Lafayet-
iiio na nstallacSo que possue na
i no Pavilliao de Guatemala que
, gracas s extensas relacocs dos
JL/respondentes, o ponto da re-
numerosos estrangelros residen-
i.'< oA Paris.
CoIlcmo.Mt'ira
Este eollegio abri suas aulas desde Ja-
neiro prximo lindo.
Ensinam-senelle todos os preparatorios
que constituem o curso preparatorio as
faculdades do imperio, e o seu pessoal do-
cente o mais habilitado que se pode de
sejar.
Continua a funecionar a aula primaria
que poder receber alumnos da mais ten-
ra idade, pois dirigida por duas filfa** do
director, das quae? urna alunina dft 5.-
auno da Faculdade de Direito do Recife.
Desde o 1.- do corren te est aberta a
aula de allemao, em que se ensinar a tra-
duzir e a fallar essa lingua.
O professor respectivo ser o Sr. Sidney
Schiefler.
Os estudantes, que quizerem frequentar
esta aula, pagal-a-hao separadamente da
measalidade do collegio.
O director do collegio Meira espera o
mximo apoio dos paes de familia que d-
se jam o real aproveitamento de seus filhos,
pois que tein sempre tido por programma
dar aos alumnos, que lhes sSo confiados urna
verdadeira instruejao a par de urna boa
educacao moral.
O resultado dos exames feitos no fim do
anno passado a prova mais evidente em
favor do collegio Meira.
Dos cincoenta e cinco exames feitos pe-
los alumnos deste collegio, inclusive um de
allemao na Bahia, apenas tres foram in-
fructiferob.
lecebem-se alumnos internos, meio-pen-
sionista e externos.
Ra do Imperatriz n. 63, 2.- andar.
Recife, 18 de Marco de 1889.
O director,
licencio Uinervino Meta de Vasconcdlw.
-
*r
PITAES
[Por cima do Annel de OuroJ
Oude tem roimallorio real-
dt'iiciw i podendo ser encontrado e
recebendo chamados a qualquer hora
do dia e da noite.
Especiaitdadei: Partos, febres, moles-
tias de senhoras e 1os pulmOes, syphilis
em geral. cura rpida e completa e one-
races de estreitamentos e mais soffri-
mntos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fura, qualquer distancia.
Telephone n. 3?t
Pensao Acadmica
Esta casa de Pensao situada no amono
bairro da Boa-Vista, ra da Imperatriz
n. 15 2 e 3" andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a mensalidade,
de 50-5, terao com o maior asseio e regu-
laridade, comida abundante, commodos
agradaveis, excellente banho c criado.
Frederico Chaves Jnior
Horriocpatha
39 RA RARA DA VICTORIA 39 ]
Primeiro andar
Cirurgiao Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na na Barao do Victoria 18, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
Bacharel JMinio Mu
\io Piulo Bandeira
lo Imperad
n. 71,* f andar
4
Dr.jestor Cava! cante
Medico
0FFEBECE iM PALMARES
i:crivao Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos Feitos da
Fazenda. Jos Salazar da Veiga Pessoa, se ven-
der em praca publica no da 21 do corrente
mez de Marco pelas 11 horas da manh depois
da audiencia do mesmo juiz os bens seguintes :
Urna casa terrea de tiiollo e cal, sita a ra da
Igreja da povoaco da Boa Viagem n. 11, com 2
salas, 5 quartos, cosinlia externa, 1 saleta, 2
portas e 2 janellas deafrentc e quintal em aberto.
avallada por 1:80040(10, pertencente ao patrimo-
nio de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Urna olaria montada sobre pilares de pedra e
cal, com dous telheiros e mais compartimentos,
forno em bom estado, sita ra Visconde de
Goyanna, freguezia da Boa Vista, avaliada em
2:4301000, pertencente a Manod dos Santos
Barros.
Urna casa terrea de pedra e cal com sotao,
sita ra Amelia freguezia da Graca. com 4
salas, 4 quartos, 5 quartinhos fura, edilicada em
terreno propino, avaliada era 2:000)5000, perten-
cente a Antonio Jos de Azevedo.
Urna olaria com dous te heiros montada sobre
pilares de pedra e cal com forno em boaj es-
tado, sita no Amnoh' freguezia da Varzea. ava-
liada em 2:3004000, peFtencente a viuva de An-
tonio Maria Garneiro Leo.
Urna olaria sita nos Goelhos n. 19, freguezia
da Boa-Vista, montada sobre pilares de pedra e
cal com mais um telheiro na marjrem do rio, em
bom estado, avaliada em 1:4004000, pertencente
a Antonio Garneiro da Gunha.
Urna casa trteade pedra e cal n. 70 ruados
Guararapes fretaezia do Recife, medindo 5 me-
tros e 42 cenBlWjos de frente, 17 metros e 39
centmetros "de* furrao, avaliadaem 1:000, per-
tencente a Duarte Rodrigues & Irmo.
Estes bens se achara penhorados e vo ser
vendidos para pagamento da lazenda nacional.
Recife, 22 de Marco de 1889.
O solicitador da lazenda nacional,
Miz Machado otelho.
O Dr. Jos Antonio Correia da Silva,
cavalheiro da Ordem de Christo, com-
mendador da Real Ordem Militar Por-
tugueza de Nossa da "onceicllo da Vil-
la Vicosa, juiz de direito de orphaos
da Comarca de Olinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que, por
psrte de Joaquim Antonio de Miranda,
me foi dijigida a peticao do theor seguin-
te:
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos
de Olinda.Diz Joaquim Antonio de Mi-
randa, que havendo arrematado perante
V. S. propriedade Tab, sita na fre-
guezia de Taquara, provincia da Parahy-
ba, e pertencente ao espolio do coronel
JoSo de S Cavalcante de Albuquerque,
requer o supplicante, para'garantia de seu
direito, que V. Exc, depositado o pro-
ducto do bem que o supplicante arrema-
ten, mande, de accordo com a Ord. livro
4 titulo 6, passar editaes, chamando todos
aquelles a quem for obrigad aquella
propriedade, para, no prazo que lhes for
marcado, pugnarem pelos seus direitos.
Ncstes termos pede a V. Exc. deferi-
mento E R. Me.Oi.nda, 27 de Feverei-
ro de 1889.Joaquim Antor.io de Miran-
da. (Estara sellada.)
Em a qual peticao profer ,o despacho
do theor seguinte:
Feito o deposito como acaoo ae verificar,
passe-se o edital as condicSes alludidas,
com o prazo de 30 dias, ficando assim de-
ferido o presente requerimen :o, que ser
junto aos autos. Olinda, 27 ce Fevareiro
de 1889.Correia da Silva.
passar o presente edital, pelo qual e seu
theor el* chamados aquelles aquem for
obrigadaFa meibionada propriedade Tab,
para, no prazo de 30 dias pagarem pelos
seus direitos.
E para que chegue ao conhecimento
de todos, raandei passar o presente, que
ser affixado no lugar do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
ao* s de Feverciro de t9B9.
En .lorio Tbeodomiro da Costa Montci-
ro, tscrivio do civel no impedimento do
dt orphaos, o escrevi.
Jos Antonio Corrcia da Silva.
De ordm do Jllni. Sr. Dr. inspector
faco publico que par conveniencia do ser
vivo o concurso para pre cuchi ment das
tres vagas de terceiros escripturarios,
existentes neste Thesouro, ter lugar no
dia G de Abril prximo, ao meio dia, fi-
cando nesta parte alterado o edital de 21
de Fevereiro ultimo.
Secretaria *b> Thesouro rovincial de
Pernarabueo, 2G e Marc<> .'o 1889.
Lindolfo Camptllo.
DECLARARES
C'onfrarfa lo Senhor Bem -
. -.ii da Via-^Tacrada ureja Man-
ta Cruz.
De ordem da mesa regedora convido a todos
os nossos irtnaos para compan ccrem paramen-
tados de seus hbitos em nossa igreja nos dias
sexta-feira 29 do corrente, pelas 3 horas da tar-
de para encorporados irnios acompanhar a pro-
cissSo do Senhor Rom Jess dos Martyrios, e no
domingo 31 da corrente, as 3 horas "da larde,
para tambera acompanliarraos a procissao do
Senhor dos Pobres Afflictos da igreja de S. Gon-
zalo para as quaes fomos convidados pelas mes-
mas irmandades.
0 escrivo,
.V. Ti. da SUca.
Faculdade de Direito
De ordem do E\m. Sr. conselhciro director
interino, faco publica a portara infra:
Portara.O director interino da Faculdade de
Direito resolve declarar sem efleito a sua por-
tara de 8 do corrente, relativa ao estudantc de
preparatorios Joaquim Marinho de Araujo, na
parte em que annullou o exame de Historia du
Brasil do mesmo, visto estar verificado que do
exame especial desta materia ticou o dito estu
dante dispensado ex-xi do aviso do Ministerio do
Imperio de 18 de Fevereiro do anno prximo
passado, por faavel-o feito com o de historia ge-
ral na cidade da Parahvba em flns do anno de
1887.
Faculdade de Direito do Recife, 14 de Marco
de 1889. (Assignado)
Dr. Joao Silveira de Souza.
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, faco publico que amanh quinta-feira
((lincear no 1 anno a segunda e ultima cha-
mada'para os respectivos exames, e tambem no
2- se deixar de comparecer algum primeira
chamada. Os estudantes a quera faltar anda a
prova escripia nos douc referidos annos deverao
comparecer a tempo de prstala logo que ter-
minen] os exames ornes de qualquer dos mesmos
annos ; e na sexta-feira 29, s 10 horas da ma-
nha. ter lugar a prova esenpta do 3- anno, e
no dia 30 a oral.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
27 de Marco de 1889. 0 oflicial, servindo de
secretario,
Manoel Antonio dos Passos c Silva.
Thesouro Provincial
>e ordem do Illm. t. Dr. inspector, faco pu-
blico que no dia 30 do corrente ir de novo
praca, conforme ordenou o Exm. Sr. Dr. presi
dente da provincia, o fornecimento da alimenta-
cao e dietas aos presos pobres da Casa de De-
fenco, relativo ao trimestre prximo futuro de
Abril Junho, servindo de base a diaria de
M0 rs.
Secretaria do Thesouro Pro\ inda] de Pcrnam-
buco, 27 de Marco de 1889.
Lindolpho Campello. .
S. B. Conciliacao
hiih da laapemtrlx *
De ordem do irmo presidente, convido a to-
dos os nossos iudos para assistirem a sesso
de posse, que dever ter lugar no sabbado 30
do corrente mez, s 7 horas da noite.
Secretaria da S. B. GonciliacSo, aos 27 de
Marco de 1889.O secretario,
Marat 18.
E mais ni
aqu fielmente
1 mo despacho,
ntinha dito despacho
lo, e por forca do mes-
i respect i vo fez
2.a praca
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que as 11 horas do dia 30 do corrente mez,
"ser arrematada em praca, porta desta ro-
pa rtico a seguinte mercado ra :
16 tabeas -completamente estragadas.
30 pedacos de travs velhas, de 10 15 pal-
mos. .
1 grade de madeira em mo estado.
3.a sercfio da Aifanricga de Pcrnambucp, 27
de Marco de 1889 O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca
4.1 seccae.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 19 de Fevereiro de
1889.'
Por esta secretaria se faz publica a re-
coinmendaco do Exm. ministro e secre-
tarlo de Estado eos negocios do imperio,
constante do aviso n. 28 de 22 de Ja-
neiro findo, para conhecimento de Maria
Severina da Conceicao Lucas, mai do
alumno do Instituto dos Surdos-Mudos,
Jos Lourenco Godplredo Lucas.
< N. 288. 2a di rectora.Ministerio
dos negocios do imperio.Rio de Janeiro,
22 de Janeiro de 1889.
Illm. e Exm. Sr.NRo podendo, na
conformidade do artigo 25 do regulamen-
to d Instituto dos Surdos Mudos annexo
ao decteto n. 5,435 de 15 de Outtibro de
1873, continuar alli, por haver attingido
a idade de 18 annos, o alumno Jes Lou-
renjo Godofredo Lucas, a quem se refere
o officio dessa presidencia de 24 de Ou-
tubro de 1882 e convindo, portanto, pro-
videnciar afim de que seja retirado do
mesmo Instituto o dito menor, o qual, se-
gundo informa o director do estabeleci-
mento no officio, que a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularmente por escrip-
to, perito oflicial de encadernador e tem
o peculio de 864^950, recolhido a caixa
econmica, dou conhecimonr d'isto a V.
Exc. para os tins convenientes.
t Deus guarde a V. Exc. -A. Ferrei-
ra Vianna.Sr. presidente da provincia
de Pernambuco.
O secretario interino,
ManoelJo'tquim Silveira.
Banco de Crdito Real d
Pernambuco
Este estabelecimento, de. conformidade cora o
arl. 54 dos estatutos, paga o se 5. dividendo,
relativo ao semestie lindo em 31 de Dezembro
do anno prximo passado a raziio de o 0/0 so-
bre o valor das entradas realisadas do capital,
ou -63000 por acco todos os dias teis, desde
aa 10 horas da nianha s i da tarde, em sua sede
ra do Commevcw n. 31.
' Recife, 23 de .Marco de 1K89.
O gerente
Jcao Fernandes Lopes.
m
16699
16703
16708
16713
1671.'i
16717
16
16810
16801
1
16821
16838
168i:
Monte de Soccorro de
Pernambuco
II- lellSo de jolas
Este estabelecimento far leillo no dia 26 do
corrente, por intermedio do agente Martins, em
sua sede na do Rom Jess n. 32, s 11 horas
da maulla, dos objectos que nSo forera rosgata-
309 ate a vespera, constantes das seguintes cau-
tellas, teneidaa de Agosto NovembVo de 1887;
a dinn'iro ile eoatodu:
11997 I Volla de ouro com medalha, 2 pulsei-
ras, 2 cordn*, 1 trancelim. 3 pared de
brincos, 1 allineti!, 2 ailis, moedi-
nhas ouro de le, urna salva de prata
de lei.
11S I Corrente e cete para relogi.J par de
argolOes, 1 allinete de ouro para retra-
to e I medalha ouro de lei, 2 relogios
de ouro. s
13933 1 Corrente de ouro com cabellos para re-
bgio, 2 pares de brincos, 2 ditos de
ro/.etas, 1 cordao, 2 voltas de trance-
lim, ouro, teteias, 3 botoes, 2 encasto
res e 1 annel ouro de lei, 2 moedinhas
de ouro, dollars, 1 relogio de ouro. 1
paliteiro, 3 colheres para cha, de prata.
16027 24 Colheres para sopa, 24 ditas para coa,
3 conchas grandes, 24 garios, 2 cabos
para facas c 1 par de trinchante.-, lado
de prata de lei.
16302 1 Salva pequea, 1 tigella. 1 copo. 17 co
Hieres para sopa e 14 ditas para cha,
prata baixa.
16453 I Escrivaninha, prata baixa.
16458 1 Medalha de ouro. contendo brilhantes.
16601 1 Salva, 23 colheres para sopa, 17 ditas
para cha e 1 dita para assucar. piala de
le.
6 Rotees de curo com brilhantes.
1 Par de rozetas de ouro comabrilhautes.
1 Relogio de ouro de lei.
1 Rroclie de ouro com camaphCB e co-
ral, 1 corrente e sinete de ouro para re-
logio.
I Salva, prata de lei.
1 Par de rozetas de ouro can esmeral-
das circuladas de brilhantes, 1 par de
brincos com ditos, 1 par de bri.icos
com brilhantes, pequeas commendas,
1 cruz com brilhantes e 1 lio de perolas,
16720 1 l'ulseira, 1 medalha, 3 pares de brin-
cos e 1 dito de rozetas, ouro de lei.
16744 I Aderece de ouro, contendo 1 pulseira,
1 broche, 1 par de rozetas cravejadas
de brilhantes e diamantes, 1 volta de
ouro contendo 1 pega cravejada com
brilhantes e diamantes.
16743 1 Annel de ouro soni um brilhante peque-
no, 2 brilhantes sob-papcl, 1 allinete
com 4 ditos c 3 rubins, 2 alli,,etes, 1
pulseira. 2 medalhas, 1 volta de ouro,
2 correntes para relogio, 1 cor lo, 1
bentinho de ouro, 1 cruz ouro de [gj, 1
moeda de ouro.
16747 1 Corrente de ouropararelogio e 1 tran-
celins, ouro de le.
16749 1 Par de brincos, 4 anneis e 1 cruz, ouro
de lei.
16750 1 Cordao, 1 allinete, 1 par de brincos, 1
dito de rozetas ouro de lei.
16758 1 Corrente tle ouro para relogio, ouro do
lei.
16763 I Pulseiras de ouro, 2 voltas, 1 medalha,
1 corrente e medalha para relogio, 1
broche. 2 pares de brincos, ouro de lei.
Trancelim ouro de lei, 1 emblema do
Espirito Santo e 1 liga, ouro baixo.
16797 1 Par de rozetas de ouro com 2 brilhan-
tes pequeos.
RotOes de ouro com brilhantes.
Relogio ouro de le.
16808 2 Pulseiras, 1 allinete, 1 par de roielas,
2 annels ouro de lei, 1 trancelim, 1 an-
nel. 1 cruz, ouro baixo.
16810 1 Volta de ouro, 1 medalha,! relogio,ou-
ro de lei.
Corrente de ouro de lei para relogio.
medalha de ouro de lei com nix.
Par de rozetas de ouro com brilhantes
e 1 annel cora ditos.
16850 1 mlseira de ouro edm brilhantes e sa-
hvras.
rancelim, 1 volta de dito, 1 moeda de
ouro com lago, 1 pulseira pequea, ou-
ro de lei.
16858 1 Volta de trancelim, l rozeta, 1 annel
ouro de lei, 2 pares de brincos e 1 cruz
ouro de lei.
16862 1 Cordao, 1 medalha 5 anueis, 2 botos,
1 leteia, ouro de le, 1 par de brincos e
1 annel, ouro baixo.
16865 1 Par de rozetas de ouro com brilhantes,
1 pulseira, 1 dita de broche, 1 par de
brincos cravejados de perolas, ouro de
le.
16873 1 Trancelim e 1 liga, ouro de lei.
16875 1 Relogio ouro de lei.
16878 1 Trancelim e 2 relogios. ouro de lei.
1688:! 3 Pares de brincos, 1 dito de rozetas, 1
cordao e 1 annel ouro de lei.
16895 2 Pares de brincos cravejados de brilhan-
tes pequeos.
16898 2 Pares de brincos, t anneis e 3 botes,
ouro de lei
16907 1 Medalha com diamantes. 6 botes com
Kerlas, ouro de lei, 24 garios, 24 ca-
os com facas, 2 pares de trinchantes,
tudo de prata de lei.
Pulseira, ouro de lei.
Annel de ouro com 1 brilhante.
Pulseira, ouro de lei.
Laco de ouro de lei.
1693112 Colheres para sopa, prata baixa.
16939 2 Rroches, 2 pares de brincos, 1 dito de
roseta, i trancelim, 1 medalha e 1 tivela,
ouro de lei.
16940 2 Voltas de trancelim, 3 teteias de ouro,
3 pares de .setas, 3 anneis, ouro de
le, 1 b race Hete com coral, ouro baixo.
16947 1 Trancelim, ouro de lei.
16932 I Annel de ouro com 1 pequeo brilhante
e 1 par de brincos, ouro de lei.
16953 1 Par de brincos, 1 volta de ouro, 6 an-
neis, 1 teteia. ouro de lei.
16972 1. Pulseira. I allinete. 1 par de rosetas,
ouro de lei.
16979 1 Corrente dupla com medalha para relo-
gio, ouro du lei.
16982 2 Pulseiras, 1 corrento, 1 allinete, 1 tran-
celim, 1 par de brincos, 4 pegas de dito,
1 par de rosetas, ouro de lei, 1 pulseira,
ouro baixo.
16984 1 Pulseira ineompleta, 1 volta de ouro, 1
cordio, 1 medalha, 1 alfiuete, 1 par de
brincos, ouro de lei.
Relogio de ouro para senhora.
Annel de ouro com 1 brilhante.
Annel de ouro com 1 brilhante, 1 pul-
seira, 1 volta de ouro a 1 medalna, ouro
de lei. I
17026 1 Crtiz de ouro .com um crucificado, ouro
de lei.
17031 1 Trancelim e 1 cordao. ouro de lei, 1
cruz, ouro baixo, 1 salva e 2 casticaes
de prata.
17032 1 Paliteiro e 12 colheres para sopa, de
prata.
17033 1 Gargantilna, 1 volta de ouro. 1 tran-
celim, 2 cruzes e 1 par de brincos, ouro
de lei.-
17036 1 Pulseira, 1 par de brincos, 1 trancelim
e deca!, ouro de lei.
17041 1 Relogio, ouro de lei.
17042 1 Corrente para medalha (para senhora),
1 pulseira, l par de brincos e 1 dedal,
ouro de lei, 1 relogio de ouro para se-
nhora.
17045 1 Corrente para relogio. 2 pares de brin-
cos, ouro de lei, 10 moedinhas de ouro
em botes.
17031 1 Corrente e 1 sinete para relogio. ouro
de lei.
Mmeles, z pares de brincos, ouro de
lei.
[ Annel de ouro com brilhantes pequeos
e 1 relogio (de senhora) de ouro.
1 Correntao, 1 corrente para relogio fal-
tando chave. 1 moeda de ouro com ar-
gola e 1 relogio de ouro, tudo ouro de
lei.
17082 1 Corrente e medalha para relogio e 2 an-
neis, ouro de lei.
17090 1 Pulseira. 1 par de brincos, 1 luneta e 1
annel ouro de. lei, 1 volta de cordao c 2
teteias. ouro baixo.
Volta de oaro com medalha. 1 mettalba
de ouro com ac e 1 annel, o^ro de
lei.
Relogio de ouro de lei.
ar de rosetas de ouro com brilhantes
pequeos e I grarapo de ouro.
ouro de lei, 2
1 relogio, ouro
16911
16915
16917
16922
16985
16987
16992
17058
17062
17070
17112 1 Corrate para rclo.io, 1 par de brinco,
2 aunis e 2 relogios, ouro de lei.
17113 1 Relogio de ouro le lei.
17114 .) Trancelins, 1 cordao, 1 redoma e 1
cruz, ouro de lei, > cordao de ouro
baixo.
17117 1 Relogio, ouro de lei.
17131 1 Par di rosetas de ouro com 2 -brilhan-
tes, 1 cruz com ditos, 2 anneis'. cosTai-
tos e 1 fio de perolas /
17139 1 Annel de ouro com brilhanles peque-
nos, 1 trancelim, 1 medalha, 1 alfinetc,
3 pares de brinco, 1 dito de rosetas, i
feca de pulseira c 5 anneis, ouro de
ei.
17141 1 Relogio de ouro (com argola de prata).
17161 1 Par de botes, ouro de lei.
17164 Pulseira, 1 allinete, 2 trancelins, 1 co--
dao e i medalha pequea, ouro de
lei.
17166 1 Corrente para relogio, ouro de lei.
17167 1 Corrente e sinete para relogio, orno
de lei.
17168 1 Broche de ouro para retrato, contendo
1 corrente de brilhantes, I par de brt-
eos com brilhantes, 2 botes com ditos,
anneis com ditos.
17169 1 Cruz de ouro com 7 brilhantes peque-
nos, 1 par de rosetas cora 2 brilhantes,
1 dito com 6 ditos, 2 anneis com bri-
lhantes e 2 fios de perolas.
17185 1 Par de rosetas de ouro cora 2 brilhan-
tes, 1 annel com 3 ditos, 1 cruz coui
dito, 1 fio de perolas e 1 pulseira cora
diamante, ouro de lei.
17190 l Relogio. ouro de lei.
17215 1 Corrente para relogio,
moedinhas em botao e
de lei.
17216 1 Annel de ouro com 1 pequeo bri-
lhante, 1 volta de ouro e 3 anneis, ouro
de lei, 1 volta de cordao, 1 annel e 1
par de botes (incompleto) ouro baixo.
17233 1 Corrente e medalha para relogio, 1 tran-
celim, 1 cruz. 2 pegas de brinco, 5 te-
teyas de ouro, 3 anneis e 1 par ae bo-
toes ouro de lei.
17239 2 Pares de rozetas com brilhantes peque-
os, 1 cruz com ditos, 1 pulseira, 1
volta de ouro com medalha, 2 cerrentes
{tara relogio, 1 volta de trancelim el re-
ogio de ouro para senhora, ouro de
le
17240 1 Par de rosetas de ouro com brilhantes,
1 aniel com 5 ditos e 1 dito com 1
dito.
17254 1 Volta de trancelim, 1 medalha e 2 pa-
res de brincos ouro de lei.
17264 1 Corrente para relogio. ouro de lei.
17269 2 Correntes, 2 medallias de ouio para re-
logio, ouro de lei.
17270 3 Pulseras, 1 medalha e 1 dedal de ouro
de lei.
17273 12 Colheres para sopa, 12 ditas para cha e
2 conchas grandes prata baixa.
17280 2 Pulseiras. 1 volta de ouro, 2 botes e 1
alfineite, ouro de lei.
17283 1 Coco de prata para agua.
17284 1 Trancelim, 1 par de rozetas ouro de lei,
2 colheres para sopa e 1 dita para cha,
de prata.
17289 1 Cordao, ouro de lei.
I7?90 1 Trancelim, ouro de lei.
17292 1 Pulseira, 1 par de brincos, 1 cruz de
ouro cravejada de diamantes, 1 salva, 1
paliteiro, 13 colheres para cha, prata
de lei.
17293 1 Pulseira, 1 broxe, 1 par de brincos .de
ouro de lei, contendo brilbautes.
17294 1 Annel de ouro com brilhantes, 1 dito con
um rubim e circulo de brilhantes.
17295 4 Castigaes, 1 prato thesoura (para vella)
frato"de lei, 1 vaso de prata baixa.
ar de rosetas de ouro com 2 brilhantes
c um bolo com 1 dito.
17303 1 Pulseira. I allinete, 2 pares de brincos,
1 luneta. 1 trancelim, 2 anneis ouro de
lei, 1 gaigoutilha, 1 pulseira e 1 alflne-
te, ouro baixo.
17304 1 Alfinete, 1 pulseira, 1 par de brincos, i
dito de rozetas incompleto ouro de lei,
4 colheres para cha.
17306 1 Par de rozetas de ouro com 2 brilhantes,
1 medalha de ouro com 1 dito, 2 pul-
seiras ouro de lei.
17309 1 Pulsara, 1 |>ar de argoles e voltas
de trancelim. ouro de lei.
17310 1 Par de rozetas de ouro com 2 brilhantes,
1 cruz de ouro com ditos pequeos,
1 fio de perolas, l vapor, 1 pateiro, 1
casticaes pequeos, 6 colheres para sopa,
7 ditas para cha, de prata.
17311 1 Broxe de ouro com perolas, 1 volta
de trancelim. 1 emblema da Conceigo,
1 medalha, pequea, 1 inoedinha de ou-
ro, tudo ouro de lei.
17313 l_Cordo, 1 medalha, 1 allinete, 1 cruz, de
"ouro de lei.
17317 1 Salva de prata de lei.
17318 1 Par de castigues prata de lei.
17319 1 Par de rozetas de ouro com perolas, ru-
bim, 1 medalha ouro de lei.
17320 1 Jarro c bacia e I salva grande, prala de
le.
17321 1 Relogio de ouro para senhora.
17322 18 Colheres para cha, prata de lei.
17323 1 Cordao, 1 alfinete, 1 par de rozetas ouro
de lei.
17324 1 Trancelim, 2 voltas de dito, 2 pares de
rozetas, 1 annel e 2 moedinhas, tudo
ouro de lei.
17325 1 Corrente para relogio ouro de le", 1 re-
logio de ouro e 1 figura de prata.
17327 2 Anneis de ouro com 2 brilhantes, 1 dito
com 1 esmeralda e pequeos brilhantes,
13 Irancelins, 2 cordes, 1 pulceira de
requlifes, 2 pares de botes, 1 cruz, 1
annel ouro de lei, 1 par de rozetas e 1
cruz cravejadas de diamantes.
17328 1 Annel de ouro com 1 brilhante.
17331 2 Medalhas e 1 aunel com diamante ouro
de lei.
17336 1 Volta de euro de lei.
17338 3 Pares de brincos, 1 dito de argoles, 5
volta de ouro e 1 medalha ouro de lei, i
colheira de prata.
17342 1 Pulceira ouro de lei.
17346 1 Cruz de ouro cora 6 brijhantes e 1 volta
de trancelim.
17344 1 Broche de ouro com brilhantes.
17349 1 Paliteiro e 13 colheres para cha, prauv
de lei.
17330 1 Corrente dupla para relogio ouro de lei.
17352 1 Trancelim grosso, 2 ditos finos. 1 cor-
dao e 1 medalha, 2 cruzes ouro de lei, l
trancelim ouro baixo.
17353 1 Pulceira de ouro com 1 brilhante peque-
no, 1 trancelim e 1 corrate de ouro para
relogio, ouro de lei.
17363 1 Annel e 1 allinete ouro de lei.
17368 1 Alfinete, 2 medalhas, 2 pares de brincos
e 1 volta de cordao, ouro de lei.
Recife, 7 de Margo de 1889.
0.gcrente,
FeUno D. Ferreira Coelho.
Capitana do porto
Aviso aos navegantes
De ordem do Illm. Sr. capitao-tenente
Rodrigo Nuno da Costa, inspector deste
arsenal e capitao do porto desta provincia,
fago publico a quem interessar possa, que
o Sr. capitao do porto de Maceio, em te-
legramma dirigido a esta capitana em da-
ta de hentem, communicou que os pesca-
dores noticiara que existe um grande na-
vio virado, em frente ao porto de Maceio,
em vmte e seis bragas de protundidade,
s sendo visivel o cobre do fundo.
Capitana do porto de Pernambuco, 23
de Marco de 188:1.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
17091

17099
17102
1
Club Commercial Euterpe
ASSEMBLEA GERA1, ORDIXAKU.
Convido os Sis. sucios a comparecerem
sede social provisoria, u ra Uuque de Cax:
n. 7. 2o andar, sexta-fuira. (29 do corrente
7 horas da noite. atim de ouvirem a leitura do
Naturio da directora que vai lindar seu man-
dato, eele compe cotes da noi
,26
o i secretario,


6







Diario de Pernamfrtico---Qiiintqgfeira 28 de Marco de 1889
Jpaa
& SALVADOR
5?SI3SSf m mam
PARA O PAREO
GR4NDE PREMIO INPREXSA BAHIANA
Na corrida que se realisar no dia 21 de Abril de 1889
1.900 metros. Animaes nacionaes de meio sangue. Premios: 1:2005000 ao
priraeiro, 5005000 ao segunda 200-5000 ao terceiro e 1005000 ao quarto.
Inscripco lOO&OOO
Observacoes
Nao se realisar este pareo sem que se insorevam 6 animaes de proprietarios
differentes.
Os proprietarios deverao apresentar eertdao do Stud Book do prado onde
tenha corrido o animal que inscreverera.
A inscripco encerrar-se-ha no dia 11 de Abril, na secretaria do Hippo-
dromo, ra do Palacio n. '16, Bahia.
Bahia, 9 de Marco de 1889.
- # O SECRETARIO,
A. Goutinho.
K
oval Maii Steam Packer
Companhia
O va)orTamar
la Europa at'o dia 2t de
-e'gm'udo depois
depois a iii-rao-
::nc para
Maeeio, llalli a. Rio de Janeiro.
Mantos, .Montevideo e Bucnos-
' .4>re.'
fura ns,lretBf encommehdas trta-
le t-oiu 03 AbENTES.
ea_'
O paquete Trent
.Commandante W^Chopraam
E' esperado do sul no dia 31 de
Marco e sesmindo ..-lepois da deis ira
-aria para
Lisboa. Vigo, Mouthampt on e
Antuerpia'
Reducqo dr passagens
Ida da e rod
' Lisboa 1' classe t S 30
A'Sputhampnn l'class, 28 42'
Lamarotes txserradis para o- pussageiros de
Pernaroboeo.
Emnuantu vigorar a quarentena imposta na
Repblica Argentina, aos vapores e naw m pro-
celas lo Brasil, os vapores desta eompamia nao
ajnlnrnVi aassatjeiroa nem carga para liuenos-
Ayres.
roracfasaaf a.-. retes, encoiamendas, irata-se
com os ?
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N'. 3Ra do Bom .TesusN. 3
-
leilaomeiamobilia deainarel'o. 1 guarda
1 apparador, catietras de guarnicao, meia
moda, espetaos, i lavatorio, loucas. jarros,
ernas e candieiros.
El conliniico
O mesmo agente, por manda lo e com asis-
tencia do Exm. Sr. Ur. juiz do dircitodc ausen-
tes, levar a leilo o espolio do padre Diogo de
Barros Araujo, constando de i marquesa, 2 con-
solos de araarelly e gamo.
Em eontinuacao
Pelo inesmo ag.-nte ser levado a leilo o es-
5olio do lente Joao Bernardo do Reg, roupas,
espadas, i malas e bali.
Leilo
Assoeiaco Comnereial Aercola
de Pernainbuco
Assenihlra ce ral
De ordem do Sr. vice-presidente e, de coi.ior-
midade com os arts. 26 e 29 dos nessos estatu-
tos convido aos Srs. associaaos a comparecerem
na respectiva sede no dia 30 do crreme, s 10
horas da mania, para proceder-se as eleitOes da
nova directora e da commisso de exame de
contas, ser hdo o relntorio da directora e apre-
ciarle o parezer da commisso de exame de
contas.
Recife, a" de Marco de 1889.
Antonio Arthur M. de Memion/.
I" secretario.
TJ|a)souraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido os
credores de dividas de exercicios findos, abaixo,
declarado*, a virem requerer a esta Thesouraria
os respectivos pagamentos, para os quaes foi
habilitada com o necessario,crdito pelo The-
souro Nacional.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira
JE. Pureell
Euzebio da Cuiiha Beitro
Joaquim Jos Silveira
Companhia Pernambucana
Francisco Manoel da Silva A C.
FlOOOO
ISWtOO
595000
375*'' 0
231*100
tuno
604000
Jos Saporiti
Recife, 23 de Mareo de 1889.
O secretario da junta,
_____ Dr. Autoniu Jos de Sant'ana.
ftoeiedade Auxiliadora da Agrl-
eultura de Pernamliueo
ASSEMBLE A GERAL
(2a convocar-So)
De ordem do Exm. Sr. presidente da
asseinbla geral, comniendador Francisco
do Reg Barros de Lacerda, ficam convi-
dados todos os Srs. socios para, consti-
tuidos em assembl'a geral no dia sexta-
feira 29 do crcente, procederem a elei
cao dos membros do conselho administra-
tivo e mais funecionarios electivos da so-
ciedade pela forma preacrifpta nos arts.
48 e seguintes dos respectivos estatutos.
Verifcar-se-ha a sessao 1 hora da
tarde do mencionado dia 2it na sede so-
cial, ra da Unan 52 bis, e consti-
tuir-se-ha a asserabla com a terca parte
dos votos eectivos como dispde o art.
54 dos niesmos estatutos.
Recife, 22 de Marco de 1889.
Ignacio dr Barros Barreta,
Secretario geral.
Recebedoria Provincial
Os abaixo assignados cobradores da
Recebedoria Provincial previnem ao se-
nhores contribuintes que reeebem at o
fin do corrente inez e com a multa de
6 "|0 decima e contribuicoes da Compa-
nhia Drainage e 10 [0 os impostos de
3 \, 20 %, 12 \ e 10 \, mao morta,
agurdente, alvarenga e classe, sendo que
d esta data em diante, pagarao a multa
de 9 i0 os primeiros e a ile 20 "{ os de-
mais impostos,
Recife, 15 de Marco de 1889.
Joao Bernardo do Reg Valenra.
Freder^co (Juhaaraes.
SEGUROS
martimos gmtra tm
Companhia Pheni\ Per-
nantbneana
RA DO COMMERCIO N. 38
I1VDEM1VISADORA
fjmpanbia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Ela belerlda <>m i s.">r
CAPITAL 1,000:000^000
SIMSTROS PAGOS
At 3 i deezemlro Martimos.. 1,110:000,^000
Terrestres. 316:000^000
44^Rua do Commercio44
inijianhiii 1 I Imperial
DE
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios t mercad*- f, .
Tomm boteros
Prvmpto pagamento de prejubos.
CAPITAL
Rs. 1 l, AfilUI
BBOWm A c.
N. 5RA DO COMMERCION. 5
SE.IR0 CWITRA FOfiO
Roya! Insurance Com pan v
de Liverpool
CAPITAL 9.000:000
MaMRM
R. DEDRUSIXAAC.
13Ra Mrquez de Oiinda13
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Jezegabel
E' esperado dos portos do
sul no dia 2 de Abril,
seguindo depois dademo
:a do eos ume para l.or-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra se aos Srs. passageires de todas ai
classes que lia lugares reservados para esta
agencia, que podern tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 0|p em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagaren 4 passagens inteiras.
Por cxeepeSo. os criados*de familias que to-
marem bbetes de proa, gozam tambem deste
abatimento.
Os vales postae s se dao at o dia 30 pagos
de contado. '
Para carga, passrgens, encommeiidas e di-
nheiro a frete : ira n-st ?om o AGENTE.
O paquete Orenoqu*
Commandante Mortemard
E'esperddo da Europa no
dia 4 Abril de e segui-
r depois da demora He-
cessaria para
Janeiro, Buenos-Agres e
Montevideo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer lempo.
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias que s se attender a reclamaces por ful-
tas, nos volumes, que forem reconhecidas na
occasio da descarga, assim como devero den-
tro de 4>- horas a contar do dia da descarga das
alrarengas, fazerem qualquer reclamaeao cqg-
de eerea do Khi pecas de madapolo. avariado
d'agua salgada, desearregado ilo vapor inglez
SoMlai; nudo de Liverpool. niaicaDCAS.
n. 18, que seria vendidas por caula e risco de
quem pertencer.
0>uinta-feira *8 do corrente
A's 11 horas
Ba do In.prador n. 39
Agente Stepple
Leilo
Demobilias de junco novas, ditas de jacareada
usadas, pianos, i vitrina para centro de loja.
1 lindo lustre de crystal com 8 bicos para gaz
carbnico, 3 barricas com aroendoas novas, di-
versos e lindos objeotos para toilet, cachim-
bos, ponteiras para charutos e cigarros, esco-
ras para ("bellos, sapatos, espeluce*, quadros,
diversas qiralidades de bebidas e licores, ean-
dieiros. jarros, camas, goarda-louca, balnca
decimal iougas. vid roe. talheres e uiuitos o-
tros objectos. <
Em continuacao
Un carro e 1 excellente boi
Qninla-fera 28 do corrente
A's H horas
tt'e armuzem ra Mrquez dt Oiinda
n. 48
Por intervensr.o do agente
Gusmo
Precisa se de nm criado
Mrquez de Oiinda n. 27.
triado
na jiharmtcia ra
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira :
Conde d'Eu n. 32, indar.
Precisa-se
de urna aeolira de idade e de bons costu. s de
familia, que seja s e d conhecimento de su a
conducta, para fazer eompanlua a ama senhora
casada : a tratar na ra Duque de Casias nume-
ro 77-A. loia.
Leilo
Bahia, Rio de
guido para os portos 'o sl, afun de noder-se
dar a tempo as providencias necessarias.
ENle paquete
elctrica.
niumiuiiffo lu
Para carga,
uheiro :> frete
'assagens. cncornmendas
trata-se com o
AGENTE
Aug; ste Labille
'< Ra do Commercio
e di-
9
de movis, ouca. vidros, crystaes. objectos de
electro-plate, quadros. jarres, espelbos.
Kabbado 30 do eorrente
A's 11 horas
Agente Pinto
EM COXT1NUACAO
vender o mesmo agente os pannos, bastedores
e mais pertences de um tbeatrinho. urna mu-
paria e 6 classes para collegios.
Agente Brito
Leilo
De dividas na importancia de 10:859)5710
O agente cima, mandado e eoui a presenca
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio.
levar a leilo as dividas cima pertencentes a
massa fallida de Marques A Silva.
Sabbado 30 do eorrente
As 10 1|2 horas
Ra do Rangel n. 48
Precisa se deuiu meuiao que erilia pratica de
mercaria de 12 liannos, prefere se portu-
gU'-z a IraU r na ra Conde da Boa-Vista nume-
ro 79.
Ama de leite
Ama secca e cosinheira
Precisase de urna ama de leite, urna para
cuidar de criancas e outra boa cosinheira, paga-
se bem : a tratar na ra Barao de T*aruna n.
23, ou ra da Madre de Deus n. o. Recife.
Para a rmnresma
ALTA NOVIDADE em surahs failles, setim
merveilleux, ottomanes e sedas pretas de Lyon,
rendas e bicos, escolhido sortimento em palmas,
guarnicrs pdlerme.- de vidrillio preto ; na
ra Bario >la Victoria n. lo sobrado.
Atelier madame Fannv HH\a
MODISTA E CSTREIRA
Telephone n. 93
Professora
Urna senhora competentemente habilitada pro
pe se aleccionar em collegios e casas parcu
lares ;-- >eguintes materias : poNuguez. franevz,
msica v \>ano u tratar na ru VBConfle de.nl-
bvquerque u. 20.
Awm
I ai moco habilitado propOe-sa ;> leccionar pri
ineiras letras, portuguez, fraucez pratica e iheo-
ncaiiiente e arithaietica, em qualquerleng nho.
Para informa^es diT'jam se ra Marcilio Dias
n. 81, escripiorio, ou ra do Imperador n. 81.
1- andar, escriptorie (sala de-detraz).
. L aixeiro
E' o melhor
_ Est reconhecido que o melhifr e nuda
feguro especifico at hoje conhecido para
combater as molestias dos igaos respira-
torios o Peitoral de Cambar, de S.
Soares, de que sao agentes e depositarios
geraes os Srs. Francisco Manoel da Silva
& C, ra Mrquez de Oiinda n. 23.
Pranchfs de amare!lo
Vende-se em
ue de Caxias
I* re o
n. "5, k
e a retalho
loja.
na ra liu-
11 palmos de
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o to' rado n. 46 raa da Roda
com bons commodos e muito fresco, todo pinta-
do de novo e forrado a papel as salas ; a tratar
na ra do Cabug n 16, loja.
Aluga se casas a 8000 no hecco dos Coe-
* hos, junti' de S/ Goiicullo ; a tratar na ra da
cementes a volumes que porvenrura lentiam s*- 'mp^ratriz u. 3G.
: ra Lembrania do
a tratar na ra da
Aloga-sp a casa n. 1
Gomes, em Santo Amaro ;
Imperatriz n. 32. 2- andar.
fcil m<-ii. le pre-
para e para o
de id;: na *ota
O MeHtor e mni*
venir o futuro
seuai o seguro
York
iNewffork Life losurauce Comnea
Companhia di guros de vida e monlepio dos
Estado- (luidos da America.
Capital realisado :
184,000:000*000
Deposjto no Thesouro Nacional :
200:0004000
_ Para prosoectos e informaces. com o Sr. Theo
Christiansen, cerrespondentc da com panilla em
Vernambuco, ou com Juiio Guimares,- agente
geral.
CoiHpanhi de Siluros
AGENTB
Miguel Jos Alves
X. 9Ra do Rnm Jonhn V\. 9
SEGUROS .VLXRITUIOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguios a nica companhia
nesta ))raca que concede aos Srs. segurados isemp-
co de pagamento do premio em cada stimo'
anno. o que equivale ao descont annual de cer-
ca de lo por cento em favor dos segurados.
Companhia Brasilcira de
Xavesiacao Vapor
PORTOS DO SUL
O vaoor P*
ir
^-ROS
CONTRA FOGO
The Liverpool k Lendon Glohc
Ra do Commercio n. .")

Companljia ^e Seguros
R8A :0GC
KOBTHEEfi
de Logdrcs p ierdaen
posigo tnnnecir; ''.Vzf'mbrode I885y
ital subscripto
Eundos acctiinu'acli..-
Reeeita anaual :
De prenio6 contra rogo
De pre!. vidas
De juros
3.000,000
3.134,348
>
577
191,000
32,00f.l
yo*/i H. BoxineU.
London Se Brasilian Bank
Limited
/.'''. do Coiunierci 32
Sacca por rodoa os.vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco eoi Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 7fj. Ne
Porto, na dos Inglese?.
.;1R?TIM0
COMPANHIA PCRVAMBI < A> \
US
\a veiae.o eostelr por Vapor
Rio de Janeiro
O vapor Jaeuhjpe
Commandante Esteves
Segu no dia 28 do corrente as
3 hora-; da tarde. Recebe car-
ga at'; o dia 27.
ia at'; 1 r.oia da tarde do dia 28
ESCRIPTORIO
Ao Cees da Covrpeikia Pernambucana
.. 12
COMPANHIA PPJi\IMni(i>t
DE
.\aresaeo eosteira por vapor
COj DO SUL<
fl.iceio, Peieilo e Aracajii
O vapor Maiulahu
Commai Alcidcs
Sefi rite s 5
horas d Recebe carga ati^ o
apo
Commaudante Antonio Ferreira da Silva
^lii i -i- E' esperado dos portos do norte atr-
* 'm" l|'a 5 Je ADr''e depois da de-
gmBMLmurd indispensavel seguir para os
^^^^"liorHis do sul.
Recebe tamben carga para Saulos, Santa Ca-J
tkarina. Pelotas, Porto Alegre e Rio -Grande do
Sul, fete mdico
As eBconrmeBdu s serao recetadas na agen-
ta at 1 hora da tarde do dia da subida.
Pan curia, passagens, eucommenda- e vate-
rata-se com'os aGErTBS.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
E' oppeftdo dos portos do sul at o
dia 7 de Abril e seguindo, depois
da demora indi.-.uensavel para os
porlos do norte at"Manos.
As uiiconnu":. !.- serAo neebidas no trapiche
Rarbesa ate 1 hora da larde do dia da .-atiida.
Parac,irj;a. erjoapuif/idas, par-.-i-T- e valo-
res irlita 'Val os
AGENTES
{'i-ira Carneiro
Aluga-se um sitio uoArraial (Casa Ama-
relia) com boa casa, bem limpa, caiada e pialada
de novo : a tratar na ra : edro AfTot.so n' i2
Aluga-se metade da t asa com agua, se-
nhora viuva muito aoeegada : na ra Mrquez
do Herval n. 85, loja.
Precisase de um caixoiro (hornera) com
toda a pratica de moldados e que d fiador de
sua conducta, para gerir rterioeuictile urna casa
de molhados : a tratar na Capunga, ra das Per-
nambucanas n. 38.
Superior vinjm
Passto
3 00 o
Barra Mo
Pelo mdico pret de 33 o i
garrafo de tres caadas, roan !<
7*300 ; vinagre ce viuho 303 o la >000 o
garrafo sem casco, preco- quido<> ; na ra do
Amorim n. 60.
jSnfennes Secret:
L.EMORRHAQAS
OOPO^RHE:. ";S
FLORES SRAHCAS
COnRI!PS~PITOS
recentes ou aatiyos. .s^u curados eiarj
poucos dias e:a segredo, sem reg- j
znen nem.tisanas, sem i;ancernem|
molestar os orgos digestivos, pelas J
PIRULAS
e injecoao de
I'rcisa-se billar cum o illm. Sr. mejor Jos
Marcelino Alves da Fonsec actual liscal da fre-
iiuezia de Afogados, aa ra da Companhia Per-
nambucana n. 10 A.
Precisa-se de ofliciaes de agrrenos para
desliado ; na fabrica Vendme.
:osiunira e ae urna co-
Soledade n. 82. f
.............................. I n -\
lerfeila cosinheir,. e de "r
Imperatriz n. 36, pri- SLlS
&c
'- tafmt -io tJommercio=^o'
i andar
United States and Brazil
m M.S.S.C.J.
O vapor Fin anee
E' esperado dos portos do
norte ate o dia 30 deMai-
co o qual depois da de-
inora nceessaria seguir
parea
e Rio de faneiro
passagens, encomaBndas edi-,
i rata -se com os
AGENTES
lenrv Forster & C.
8Riui do Commercio8
ls andar
Precisa-se de urna cosinheira e de urna co-
(T>eira : a tratar na ra da
Precisa-se de urna perl
boa conducta ; na ra da Imperatriz
meiro andar.
Ofterece-se urna senhora para casa de no-
niem solleiro ou viuvo. tendo habilitago de casa
de familia preferindo pessoa de fra dacida-
de ; na ra da Roda 16. achara com quem
tralai.
E* rncrivel. mas ( widade, Joao Marmho
da Roclia Fak o fez urna iNj>otheca em data de
9 de Marco de 1878, e at flan data nunca mais
foi visto, mas consta ter tiesta cidade preme.
Thom Augusto da Silva Villar, actualmen-
te na provincia da Babia, deixou aqui um ami-
go para liquidar seus negocios e at hoje nada
Joao G. dos S guando se resolv; lembrar-
n no sen amigo, que tantos benefidoe llm fez
DO DOUTOR FORflER
Coda POula Hm gravado %^Aw,
piuiu, n. :njKBCXo. 4 n.
PA^IIS, 82, flete- de ls Sladalein*
reMba Atten^o
Bata em liquidaco um armaz^m de :uadei:-s
A rdo flora de Santa Rita a. 57, por seus doffOs
retirarem-se para fra da cidade por molestia.
Ao
commercio
abaixo aasigofldo, nico fesponsavel da lir-
" irneiro & Irm#o. tundo de retirar-se para
Europa, declara gae detxa como seus bastantes
procuradores, em 1 lugar a seu irmo Jos de
Medeiros Carneiro, em 2- ao Sr. Manoel Jos de
Bastos Mello e em 3 ao Sr. Jos Custodio Lou-
reiro, na ordem aqui estabelecida. Outrosim,
declara, que o nico habilitado a tratar de seus
negocios particulares o 1- de seus procurado-
res. Re. ile, 27 de Margo de 1889.
Antonio de Medeiros Carneiro.
Bahia
Para carca
nheiroa ir
naquella dalo, eonfonfif as surs cutas
teto Bautista Ferreira. morador actual-
mente esa Oiinda. fez una htpotbeca em 28 de
Dezembro de 1880 e at o prearte nada tem
feito.
-^ l)c-'';::iido..-e !-.'i'\i"-ao V. Dr Lidio Ma-
rianno de Albuquerque, e nao saliendo se onde
esteja, pede-se o favor de dizer na ra do Jar-
dira n. 16.
m> Pela ultima vi z ped' se 89 Sr. capito
Francisco Aatouio de S Barretp, em norae de
seu honrado pai, que acabe coin aquelle nego-
cio que m"!ivou V. S. passar o papel de venda
da parte do sobrado da ra Direita.
Epiphanjiala lloclla Wauderley, cliefe na
estaco da estrada de Limoeiro desde 1880 que
nao "paga alugueis dos trastes, e nem se quer
os restitue. t
t
Il><><--?;;i4-K Ai Ue Oliielra Haciel
Hara Carlota Viarfha Maciel couvida a todos
os |>aientes e amigos do seu sempre lembrado
mando Dr.Tfuocj.-' o le A-sis Oveira Mariel.
para aasijtirflia] i**sa* i|ue manda rezar por
sua ul.na no da 29 da eorrente, s 8 horas da
manl,alna matriz da oa.Vista. auniversario
de-seu lailotiuii-uto. Desde ja agradece a todos
que -e digoarcm assistir as referidas missas.
t
' Restaurant Globo
Aluga-se quartos neste restaurant |K)r preco
mdico : ra Duque de Caxias n. 28.
Ama
Pr
msr
-cisa-se de urna ama para lavar e engom-
: na ra Formosan. >T.
l>;isz de Wouza e Silla
0 capitao Jos Roma de Abreu e Lima, sua
mulher e lilhos, Luiz Peixoto e seus fillios, tios
'e primos do tinado I.uiz de Souza e-Silva, lilbo
do Kxni. Sr. Baro de Santa Cruz, convidara coa
seus prenles e amigos a assistireni a urna m.is-
sa que por sua alma mandara rezar na matriz
da Boa-Vista, s 8 horas da manh do uia39 do
correute. trigsimo do fallecimento. Agradecen!
mais este acto de candade.
t
LEILOES

linheiro fa-te.
at i 3 batas da lar.l Jo dia da partida.
m ESCRITORIO
:-tilla
12
Pernambucana
Hoje, 28. deve ter lugar o ultimo leilo dos
movis e mais objectos existentes no armnzem
da -rfla Mrquez de Oiinda n. B, devendo o
rematanleo loicarin confa dos *e tes em
acto Rontinoo.
?gente Silveira
l^eilo
. lou^as e vid:
j-Qita-feira 28 do corrente
A's 10 1 2 horas
A* traresaa dos Expostos-^. 4
0 agente Silveira, devidamente autorisadb le-
Craveiros brancos
Vende se 60 ps muito bonitos, bea '
. pequea bomba de repuebo. com 0 n
tivo encanamente : a tratar na ra da GeneeKu
Miwro 31.
Burra
Vencle-se barato urna burra mans
Uratar ru:i Duque de Caxia-
Canoa
Veu.lc-se una cano;. u tratar
ruu i' loja-.
Modista ranotza
Fas qualquc-i vestido
casamento < j ara criaoc
taianem enfeita 'lia
quez do Herval i
eslradei-
7o. loja.
l.ttii de Suma e Wllva
Pr xi'desPitanga convida aos seus ami-
- r> irentes e amigos do Exm. Sr..Baro
de Saulu Gru para ouvirem a urna missa que
manda rezar na matriz da Boa-Vista, as 8 horas
da mauba de da 29 do andante, trigsimo do
iiilec!ment de seu amigo, tilho do mesipo Exm-
Sr. Barfto. Ag-idece desda ja te ver-
daileira cari lade.
t
GHANDK LQiIJnA'CAO
Na Loja das Estrellas
:>; Rii Daque ile txis58
napracado Telephone n. IO
Este beiu conhec o acaba
de passa: reforma,
sende ligado interiormente com a
casa contiena do n. 58 no .r.tuito
d^serem despcl os os seus
fw^uezes com majpaa brevidade
poss'ivel, resolveu farffc: grande II-'
qisliaeo cu todfla os saldos que
ticaram de balau^ por menos
f. .'.!> sen valor, eujos artigos
passamos a demonstrar :
Artigos de lei
Esgnio, ;;;. a 3^500.
Madapolo com um metro'd> largura de
145 por 7-ViOO.
dem dem americano de 8d por 5^000.
Algodao marca T. especial, muito largo,
de 7^1 por 6#000.
Bramantes, pegas, por 75000.
hados, indos desenlios, dua largu-
ras., a 15 e 15200 o, metro.
Guardanapos de 45 por 25000 i duzia.
Estopa de nrio para bordar a 500 <--me-
tro.
Bramantes de linho com
largura a 16500 o dito.
Lencos brancos e com barraljh cor a 15.
e HSX) a duzia.
Toalhas do fusto, qualidadu^ superior,a
35 e 45000 a duzi. '
Cretones para coberta a 240 va
Colchas : :iioud;,s. brancas e de cores a
25000. :
Lenees de bramantes a 25CKX).
Chales escocezes a 1000.
E outros inuisos aVtigos que deixai.i de
ser mencionados e. que se vendem cora
igtiol abatimento t
Tecidos de alia novidade
PARA VESTIDOS DE SENIORAS
Linhos pardos para 'vestidos a 30 e 320
Sedas com quadros e listras de 15800 port
800 rs.
Setins de seda, todas as coree, de.,..
15300 por 500 e320.rs.
-k,-rin,s tos. todas cores, de 500 por
240 is. .
Tuaile de Vichy, de 240 p ir 160 e SO rs.
Nonsnks. desenhos novos de 240 por
120 rs.
Crctonc-B claros e cros coffi lindissimos
desenhos de 440 f,or 040 rs. 1.800
pecas:
Merinos de quadros. grande variedade de
padries, de 500 por 240 r$.
Mimos dos Alpes, de 640 ;">r 2i<) rs.
pccl.'ncha !
FnstBes de cor, de quadros e outros desa
nhos muito lindos, de 509 por 160 rs
Sedas Felippinas, de 500 por 200 rs.
E multos outros tecidos para vestido,
em algodSo, linho, la e sedas que se ven-
dem como o mesmo abatimento de 50 r...
Confeeeo
Vestidos feitos de Casemira pcajBenta
bordados de 805 por 55 e 30).
Ditos para armar de 65, 8.5 e 105.
Ditos brancos bordados em cartao, alta no-
vidade a 85 e 10;>.
Guarnedes de colariuhos e punbos para
senhora por 15 e 15200.
Capotas (preparadas na cftVte) de 205 por
95 e 106
Gollinlias e punlio;
8 annos.
Vestuarios e roupmhaa para cr:
,56, 66. 85 e 105, e Jersey,
de brirn.
Saias bordadas a 25 e 35.
Enxovaes para baptisado com collares ele^
trieos por 56.
Luvas de seda meio braco e qualquer ta-
manho a 155'X) o par.
dem idem de Escocia a'15 e 1500.
Sobretudos impermeaveis de borracha de
705 e 805, por 305 e 405.
Capas e pellerinas de cachemiras alltoma-
na ricamente enteitadas de vidrdhos a
255 e 305.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurguro. tanto pan phantasiar como *
para commodidade a 3*6 e 405-
Velludos de seda e-algodao de militas co-
res.
Gazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algo-
dao o linho, com um metro de largura.
Setins Maco do todas as cores a 750 e
800 rs.
E mutos outros artigos de confeccoes
como sejam mantilletes de blonds, sahidas
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que se ven-
dem com o mesmo abatimento de 50 j0.
Para h ornen* ^t
Casimiras inglezas com duas larguras, de
35500 por 15200.
Ditas cor de caf e azul, ue 25500 por
800 re.
Cortes de seda para collete, de 1 i'SOOO por
36000 e 35500.
Ditos de velludo e fustao a 16 e 15200.
Mcias inglezas com fio de seo de 125
por 65000 a duzia.
Paletots, de 75 por 45000.
Camisas com um pequeo todlfe dfc mofo
a 15600 urna.
Collarinhos, modelo moderno, a 55000 a
duzia.
Camisas inglezas com enj|arinht s e ta-
nhos, aem collarinhos e sem punhos a
365000 a duzia.
Brins pardos de linho a 240, 280. 320
360 e 400 rs.
Dito branco de linho n. 6 a 15200 a vara.
Lindos cortes de casimira ingleza. de 65
* 85, 105 e 125 a 45, 65, 85 e 05000.
Sobretudos impermeaveis de borracha, para \
homens, de 705 e 805 por 305 e 405.
Ceroulas francezas, de 385 por 245000
a duzia.
Paletots [ed,seda, completos de feitosd
casemira. malas para viagem, ebolcas e
tapete e um completo e vanadissimo sor-
timento de cheviots, casimiras francezas '
inglezas, pretas e de cores de padroes in-
teiramente novos e que se vendem com o
mesmo abatimento de 50 f0 de seu -valor
t
-

+.
*


para menino de 3 a
icas, por
ira e
'
n. LauriuDii Candida de Mello
Antonio Duarte Carneiro Vianua e -ua familia
convidara a todos os seus parentes e amigos e
fallecida 1). Launana Candida de Mello,
para assistirem as missas que por sua alma
siandam ceUbrar no dia ). a- la ma-
' de S. Fr. stimo
Vii!' :: Dssrment 1, e desde j anteci;
7
\

Retallaos
Aproveitem a grande quantidade e
pelos precoa, em seda pretas e de
gorgor3es, setins, lia, merinos, aephyros.
linhos, chitas, madapores e algo
nhos.
E mu i tas outras pee-hinchas
eccontranuna
Loja das Estrellas
Hua do Duque de Casias-




Diario de Pemamtai^o-^Qumla-feira 28 de afargo de 1889
c
GOTTA, UHEUJVIaTISKO, J_
SoLto do D-outor .Clin *
Laureado da Faculdidt de Uedicina de Par*. Premio KoM/gn.

A Verdadeira Solucao CLIN ao Sallcylato de Sc-a >;m; r :: ,- ).;:;. jurar:
As Affeccoes Rheumatismaes ayuda e chronicas, o T<.henmk.r.s-i i gottoso,
as Doras articulares e Aiuculuret, c loiias as vezes que > lraar os \,
soffrimentos occasionad-.s por estas molestias.
A Verdadeira SolucSo CLIN o melhor remedio contra o Rheumatiamo,
a Gotta e as Dores.
1123 Ui.-.z explicago detalhada aoompanha otda frasco.
I
t
Exi9ir a Verdadeira SolucSo da CLIN & G,e, de PARS, que e encentra trr
%^_ casa do Droguistas e I'harmaceuticoi. ,,.. ,, "'
FiiCM UERA1
AUaHPtTEBSOHfiC.
44-44U SARAO f)0 TMl'HPHO-M
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agoa.
Taixas fundidas e batidas.
Tai xas batidas
V rados.
AO N. 20
^
JUBITO
sem cravncao
CMcai.-r. al lM/jf'H r*f// o trun
CAPSULAS de SiDALG CITRI!
Le
Gazes de cores a OO rs. o covado.
Fusto branco.a 360 e rs. o covado.
Bros de cores a 280 rs. o covado.
Haleas pretas a- 260 a rs. a duzia.
Colchas de cores a 20 o 36000 urna.
Cumbraias bordadas a 4000 ipeca.
Luvas de seda a 20 e 2>;)00 o par.
Lencos-braneos a 10200 1^800 a duzia.
Cretoncs de Alsace a 360 rs. o covado.
Atoalhado bordado a 1)5200 o metro.
Brim pardo a 280 rs. o covado.
Linhos de quadros a 280 rs. o covado.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Esparti lhoscou raya a 50000 um.
Chales adam aseados a 20500 um.
Cortinados bordados a 60OOO o par.
Merino do cores, a 500 rs. o covado.
Ceroulas de bramante a 140 a duzia.
Madapolao americano a 6000 a peca.
Chachemiras isas e listra de combinaedes
a 102OO o covado.'
Cambraia Victoria a 20900 a peca.
Bramante de linho a 16700 o metro
Toalhas para banho a 10500 urna.
Tapetes grandes a 130000 um.
Ceroulas de linho a 340000 a duzia.
Cretones francezes a 400 rs. o covado.
Leqaes transparente* a 2051K) um.
Alpacas de quadro a 600 rs. o covado.
Camisas brancas para meninos.
Sabidas de baile a 10000 urna.
Cretones de cores a 240 rs. o covado.
Percales fi as a 200 rs. o covado
Nansok cores tixas a 240 o dito. I
L2s escossezas a 260 rs. o dito.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
?O LOUVRE)
Popelina branca SO) e l/KKW o covado
Bicos matisadoaa-20500 e 30000 a peca.
Panno da costa adamascado.
Regatas de cores a 10000 urna.
Sargelra de cores a 200 r t. o covado.
Crenolina> preta e branca, a 400 rs.
Chambres, de crep a 50000, e 60000 um.
Cachemiras de quadros a 260 rs. o covado.
Guarnicao de crochet coiq matizes.
Grinaldas para noivas.
Setim de cores a 800 n. o covado.
Cachemiras de duas larguras a 800 rs.
Cortes de linn em cartao a 100 e 120000.
Camisas allemaes a 360000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 rs. o
coyado.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Linhos de quadros a 80 rs. o dito
*Bramunte trancados a 10000 o metro.
Meias para homens a 30600 a duzia.
Guarnicao de croch';, brancas.
Extracto Port Veine a 10400
Alpacas mescladas a 600 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800 rs.
PARA A UAKESMA
Merino preto de 800 at 1^800 o covado.
Setins pretos de 10000 at 10400 o dito.
Crep inglcz (de seda) a 20000 o dito.
Fich* pretos a 20500 e 30000 um.
Luvas pretas a 20500 -. -30000 o par.
Cheviots pretos a 30000 o covado.
Casimira preta a 20001 dito.
Renda hespanhola a 30000.
j Bicos pretos, todos os precos.
I Regatas pretas a 10300 nina.
REMEDIO DO DR. AYER
CONTRA
AS SEZES OU MALEITAS.
O Rbmedio do Dr. Ayer, descobertc
vegeta] que nao contera a quina era o
arsnico, nem toponco outro ingrediente
nocivo, um remedio inillive] e prompto
para toda a qualidade de febres intermit-
iente oa maleitas. Sons effeitos sao per-
manentes e certos e ncuhum mal abso-
lutamente pode advir do seu emprego.
Da mesma forma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aquellas
doencas que provm dos effeitos dos
miasmas, que se desenvolvera nos lagares
pantanosos e infectados, e que geralraente
caracterisac-se pelas affeccoes do
figado e do baco.
O Rbmedio de Ayer curar seinpre,
mismo nos casos peiores, toda a vez que
fr empregado convenientemente e se-
gundo as direcc5es.
PRBFARADO PELO
DR. J. C. AYER& CA,
LoweU. Mass.. Est.-Unidos.
ve?
*rp.-.c*o 'lana* u
EI01.BSTI/V3 >3EORETA3
i: ; M ,i. uct < .-rtu.tfj HMwnaiMMItl rrr*mnrndo tl i-m,'-"" ."-- ..'nv'-'v- n v '* .....''**', >ur* tr~T* rnrnte 1^trc VlMmilA
'x LivEBf-r.oL. ?:. i.wtnt'i Kti A- iTKitm. m LoNuar.s

Na ra Primeiro de Marco n. 20
CASA DE (0\llt\*
AMARAL & G.
HEREIR.V HAliALHAES
Kccebedores directos dos mercados da Europa
14 c
de
as
I
I
,
li vendas em grosso
oanMa 'le algodo superiores, a 800 rs. o metro, 4 largura.
ida ni de puro liuho fazenda de 20200 para acabar a 10500, metro.
A:"aliado alvo, duas larguras, a 700 rs., 10100 e 10200 o dito.
AJpodSa alvo, nacional, para len^es a 50500 a peca.
Marlapollo americano, a 30600, 40000 e 60000, com 24 jardas.
MuipaHM de core* a220rs. o covado.
tas claras e escuras, cores tirmes, a 200 rs. ojjditt.
alistes dem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
rinda liso de urna largura a 200 rs. o dito.
. dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Ficbsde renda chics a 10000.
Colchas trancezas de cores a 20000 e 40000, una.
Lences de bramante a 10800, para cama de casal.
Casimiras de cores para roupa de crianza a ^OOO e108OO, diagonal, duas
larguras.
Camisas inglezas e francezws a 2(50000 e 300000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50600 e 60000-
Pannos de cores para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores o pretos a 900 rs. o dkp
Rendas austracas- para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as cores a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 rs. o dito.
Meias ernas inglezas para homem a 20500 e 30000 a duzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 dif..
Cortes de caserniras para calca a 40000 e 60000.
dem de rneia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a duzia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita.
E m-iitos artigos que serlo lembrados com a presenca de nossos leitores.
50Ra Duque de Gaxias59
LIMA B
PEBBIBA MA6ALHABS

"" '
GRAGEAS
INJECQAO
Hnftf Prmm
J OapaMt. Cut*b
itaaMa f. rt>, Ht
xcMXrt*, linhtmttiiH*, a*
' 3NaeA8 fORTin, KwU vnm.\:f^i.u\-- .ana >ytqvac*< 4*Ami'vmi x
.ufmt*nvymm\tlUt-l o nua d^luu.K aum- -wpilAw. C-raT"> M BOltUs HWtlU. j*
. Ji'ie*na lli4*r lomado* tutus ilt^'io
' i ItrCOO PORTIN +n*nrpni m I"11 **
c^mefwnjilii ffjjwg ?t nivv -. an ;tBr
I illalli feU iMfNtab > IT|nu i imtstl i InJ.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debildade
Cura dais Febres
DESGOBKRTA E PRKPARAfiO
DE
J. Al.VAKKS- DK S(M ZA 80 A RES
\vo e poderoso medieamento contra as molestias do apparc-
reiho respiratorio:
Tosse, coryza, laryngite, apbonia, coqueluche,
grippe, bronchite, asthma, pneumona, homoptysia. phthi-
sica pulmonar, ete., te.
Approvado pela Exma Junta Central de Hygicne Publica, autorisado por de-
creto imperial de 30 de Junho de 1884, rodeado de valiosos attestados mediecs e
muito8 outros de pessoas curadas, elogiado unnimemente pela imprensa e premiado
com duas medalhas de ouro de primeira classe pela Academia Nacional de Pars e
jury da Exposicao Brasileira-Allema de 1881-
Com fabrica especial no estabelecimento Agreo-lndubtrial do PARQUE
PELOTENSE, expressamente creado para esse effeito eni Pelotas.
Fabricado por mez 20.000 frascos
Aluga-se
o 2- andar do predio n. 3d, u ra Mrquez de
Olinda : a tratar do 1 andar da ra larga do
Rosario n. 22.
Aluguel barato
Baixa Verde ns. 1-6 e 3.
Ra Viscoude de Itaparica n. 43, armazem.
Jtua Visconde de Pelotas n. o.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2o andar.
Roa do Bom-Jesus n. 57, 3o andar.
Ra do Calabouco n. 4 loja.
Ra do Coronel Suassuna (quarlo) n. B.
Ra de S. Jos n. 74.
A tratar A ra do Commercio n. o, 1 andar,
esenptorio de Silva Gnimaraes & C.
Ama
Vende se cm casa dos agentes Francisco Manoel da ;fjilva
Mrquez de Olinda n. 23, e em diversas pharmanias e drogaras.
& C
a rus
do
Purgativo Julien
CONFEITO VEGETAL, LAXATIVO E REFBIGEBANTE
contra PRISAO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hyciene -publica do Brazil
Este purgativo exclusivamente vegetal se aprsenla sob a forma de um confeito
agradavel, que purga com suavidade sem o menor incommodo. E' admirare! contra
as affeeeSm do ettomago e do figado, a ictericia, bilis, pituita, nauseas e gazes. O sea
effeito rpido e benfico na enxaqueea, quando a cabeca est pesada, a bocea
amarga, Ungua tuja, falta o appetite e a comida repugna, as ienacSes 4$ ventr*
causadla por inflammacao intestinal, pois nao irrita os orgios abdominaes. Emflm,
as molaalMM de pelle, usagre e couvulsdeeda infancia. O Purgativo Julien resolveu
e difflcil problema de purgar as creancas que nao ao'eitam purgativo algn, pois o
pedem como se fosse urna pastilha de chocolate sabida de oonfeitaria.
Deposito em Paris, 8, Rna Yivienne, e as principa* Pharmacias e Drogaras.
PARA A SEMANA SA^TA
ACABA DE RECEBER
LOJA DAS ESTRELLAS
:ji; e :K-Rua Duque de Ca\ias--S0 e 58
Riquissimas capas a pellerinas a 10500<> < 1.~>m
Snrak de 6eda preta a 1(520:| o covado-
GorgorSo de seda, superior qualidade, a 2,-KXHt o covado.
hamalote preto, ultima novidade, a 2f)500 o covado.
Etamines pretas, lindissimos desenhos, a 400 e OO rs. o covado,
Cachemiras pretas lisas e lavradas a 600, 806" e 1$2 Rendas pretas heepanholas a 3(Jt)00 e 4iiX)0.
Mantilhas hespanholasnovidnde.
E outros muitos artigos proprios para a quaresma.
Recommenda-se a leitnra do nosso annuncioLI TELEPHONE 210
Precisa-se de uma -ama boa costnbeira. para
casa de pouca familia e que diirma em casa dos
natres ; a tratar na ra Duque de Caxias n. 48,
loja.
Ama
Piecisa-se de urna cosinheira. para casa de
pouca familia ; a tratar na ra Duque de Caxias
n, 77-A, loja.
Amas
Na ruada Conquistan 21, precisase de una
cosinheira, e outra para ?ervigos internos, e que
durmam em casa dos patroes.
' Amas
Precisa-se de duas amas, sendo uma para co-
sinhar e ontra para ensaboar e mais servicos de
casa de familia : a tratar na ra do Hospicio nu-
mero 41.
Cauteilas do Moie de Soceorro
Compra-se cauteilas do Monte de Soceorro dt
qualquer joia, brtHiantes e relogios; paga-s^
bem na Praja da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro.
Atten^o
Nao tem sido possivel encontrar com o Sr.
Manoel Torquato ae Araujo Saldanha, pede-se
a este senhor a bondade de resolver aquelle ne-
gocio.
Mornda 4onforlaveI
Al, ui :U'.<- i| OaatH tnahaliie
Moulciro. n.uilo ri'ii i ri, 'i-ndo nina dollus
agua da e rapminia iki Bi^KTiae, ^az. jardim,
b.:n ttiinlieiro amito fnrnis : ;i tritar na ru*
dc.M.rcon. 20 A.
VINH0STIT^s0SSIAN HENRY]
PAPEL RlfiOLLOT
M0STAR0A EH F0LHAI otra imPIlHOS
INDISPENSAVEL AS FAMILIAS
E A08 V1AJAKTE8
Ostda no mando inteiro.
O mala
stmplaa,
o mala
oonirfKHfr?

o mala
Moas
doa
Revulsivo*.
liuho puro de Sanlarem
Da Quinta do Barral
9 Chegou a pnmeira remessa deste especial vi-
nho para o Armazem Central de (^eneros alimen-
ticios a ra do Cabog n. 41, o qual e torna re-
Domm'ndado pela sua pureza e boa qualidade,
mand .-se em casa dos distinctos fregueses livre
de frete, para qualquer nonio da cidaite.
Ra do Cabugn. 11
Telephone n. 447
Christovit C.
Pewieu-se
da ra Baro de S. Borja ate a ra do Ho picio
uma espora de prata e correia do mesmo metal;
quem achou pode levar, praga da Concordia n
i i, que ser generosamente recompensado.
Cosinheira
Precisa-se de uma que co-
sinhe bem no 3. andar, d*
typographia do t Diario,
Caixeiro
Precisare de um menino para caixeiro de ta-
verna, que tenha pratica e d conhecimento de
sua conducta ; na ra Coronel Suassuna nume
ro 149-
2Q|00
Aluga-se a casa n. i-C ra do Biacbueilo,
anliga do Destino, na Boa-Vista ; a de n. 14, em
S. Jos, ra da vja-ferrea, por 12* ; a de n. 16,
por t5a, com 2 salas, 2 quartos, cosinha. 1 s-
to e cacimba ; as chaves esto junto para ver,
e trata se na ra da Guia n. 62.
Curso primario e pre-
paratorio
Eslabelecido a na do Colovello
uuniero 54
Alumno interno :m00d mensaes
Meio pensionistas 15*000
Msica 4000
Piano 4*000
Pnmeiras lettras 20<0
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe
Tem para vender diversa*balaii(;;i< sendo urna
nropria para engenhos centraes ou estradas de
ferro, por ser de grande forfa do peso Tetndi
versas homb. modrfos*
Tudo se vend- i-or precos commodos.
Por cada um preparatorio 3*000
Lecciona em casas particulares a ambos os
sexos, quer na cidade, quer fra della.
Pagamentos adiantados.
Ra do Cotovello numero 34
Julio Soares de Azevedo
Apolices perdidas
Previnc-se que estraviaram se do poder do
abaixo assignado duas apolices provineiaes de
100* cada na," ns. 381 e 382, de juros de 7 0/0,
pertencentes a D. Elvira Ferreira Campos de
Andrade. Recife, 21 de Marco de 1889.
0 procurador,
Adolpho Ferreira dePaiva e Silva.
DOENCAS
-DO-
ESTOMAGO
E DO
FIGADO.
[ BRISTOi
PURAMENTE YEGKTIES
loo melhor Purgante e o Remeds
-u*is efficaz contra os ditos males.
Regularizan! a Digesto
PiJRIFICAM A BILIS
c curam radicalmente
A DISPEPSIA.
Professora
Uma seahora competentemente habilitada, com
pratica de 11 annos de prosso, aposentando
diversos attestados de bom methodo e comporU-
mento, offerece-se para leccionar em casas \*t-
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
guintes materias: Portuguez, Francez, Italiano
Geograpbia, Piano, trabalhos de agulha, etc.; a
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 69 ou esa
casa do Regulaaor da Mannhara larga do
Rosario n. 9. ____________________ _
TelegTamma
Vejam e admirem!
S o 55 ra Duque de Caxias podt
vencer pelos precos que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padroes, a
200 rs. o covado.
FustSes brancos a 360 e 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs,
covado. barato!
Cas jos e capas para senhoras, o que
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padroes lindos e pre9os
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura s
6(J a pea.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 re.
o covado. |
Ditos bordados a 800 re. o covado
Tecidos arrendados a 400 e 500 re. o
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic e
preco barato.'
Cambraia Victoria a 20800 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 re. o
co-vado.
Guardanapos bons a 1|3800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 re. o
covado. -
Rendas hespanholas a 2(5 o metro.
Luvas de seda a 'J e 3$ o par.
Espartilhos couraca a 4$, 5$ e 64 un.
Merinos pretes e de cores, uma varie-
dade immensa em precos e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o ca-
vado.
Toalhas felpudas, grande reduecao em
precos em vista da grande qnantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha de
mais moderno e por pouco preco, 10)5000.
Colchas de crochet muito chic. .
Camisas inglezas com e sem collarinh.
Atoalhado para" mesa a 1$ 10800
muito fino.
Collarinhos e pannos de linho e algodSo
e por preco barato.
Babados e entremeios, grande sorti-
mento.
Madapolao pelle de ovo por 60 a pe$a.
Esguiao pardo e chumbado a 400 re. o
covado.
Uma grando variedade em lencos.
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mais
barato e bom.
Mantilhas de renda a 5 uma.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado com quadros a 800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas scuras e claras a 240, 280
320 re. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
Caserniras de cores e pretas um grande
8ortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que ha de mais bonito, a
400 e 500 re. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por presos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 10600 o me-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 re. o
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drHho o que ha de gasto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por preco razoavel a 80000 s
peca.
Dita com salpicos a 40 e 50000 a peca.
Colchas argentinas a 60000 uma.
Ditas de 20, 30, ty e 50000.
Bramantes de algodao e linho de todoi
os presos.
Grande sortimento em fichs xle core
e pretos.
Grinaldas para uoivas.
Luvas e leques para noivas.
Bicos de cores muito chic.
Alm do que acabamos de annuneiar,
temos uma qnantidade de artigos que b
vendo-se, se acredita, pelo que pedem que
e ou ipa recan.
Dao-se amostras sem penhor.
Setinetas lisas de todas as cores a 400
re. o covado. Sao muito largas.
Roupa feita e por medida.
55 RA DUQUE DE CAXIASrtt
FERIUMES DE AZEVEDO k t
AlimenbOo'Criangag'
Para remediar a fraqueza das i illini.iiilll n MilsH
m mi torcas e prtsenai-os -ios J-~rlr-f rr i tatii
teicra os principa* Mdicos te Parts, memtoea
da Academia de Medicina de Pari3,receiUi>oa
opUmoexlt o vurdadelro
tmartimiminrnii
~-"--riJ-----------i""imrftniiiiiiiniiinaminj
vegetaesnutriUvasafortalecedorasdlvWe-sduaet-
nomia tuda, e, pelas suas propriedades a^^^H
s, nrtaM. Ht*. r
CozmJtteira
Precisa-se de uma ama
casa de pequea familia, i
dos patroes ; oa ra CoodgHJ
portao de ferro




iario de PemambucoQi
/-i,
i- anda.".
que de
Typogaphia e Litliographia
FABRICA DE LIVROSDE ESCRIPTU
RAQaO
Premiada as exposlcdcs de
Manoel J. de Miranda
aderaaco e especialidades e;n cartOes de
B-Baa Daqae de Cavias39
Telqjhonen. 194.
A's miles de familias
QfEREIS VOSSOS FILHOS SEMPBE SADIOS ?
A 'mim'strae-lhes o xarope ou as
Pilulas Verniipurgalivas
DO DR. CALASANS
ptimas preparares de niastruz
e rhuiburbo. pira a expulsao completa, sem
dqpes nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigasf
(das cranlas e dos adcltos)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO
Estas excellentes preparacoes nSo ne-
Htam de purgativos como auxiliares,
visto seren purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sentem c-
licas, tem constantemente diarrhas, indis-
ji isicSo, sensaeao de corpos que se movero
los intestinos, endurecimeto do ventre, e
pyzes, vmitos. Rangem os dente?, qr....:-
3o dormem, algumas c pessoas expclk-ni
vi'nnes coiu as fezes ou com as materias
vmitos. As criancas apresentam as
jiipillas dilatadas e inapetencia.
As pilulas levam impresso o nome do
CALASANS e sao cor de rosa.
caixa de pilulas 15200
1ro de varopc '-:'':'1
PBINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIA S
Cai veiro
Precisa-se de um caueiro.ue ii a 16 auno
idade, com slguaia p-tica de taverna. auc di
abono sua conducta a tratar na ra de Sr.nto
Amaro n. 5 A.
VENDAS
Vende-se terrenos na vistnhanca do hi|
dromo Campo Grande-, no sitio do FeiUsa ; a
tratar na praja da Concordia n. 11.
&tten$ao
[so aos Srs. marchantes
Ko engeuho Sete Ranchos, freguesia da Esca-
la, exigiera 10 bois gordos para seren ven-
os, quem os quizer comprar, poo'cr ir vil-os
com o Baro do Limoeiro, no seu
enho Penanduba, eai Jabc-atAo. Ksto ex-
entes para o acougue, e pn fere-se a quem
omprar todos. ,
De clarar o
Francisco Antonio de Oliveira participa ao n s-
1 itaiel publico e com espeeialichide ao corpo
il<~ commercio. que por ter outro de igual nome.
a boje em diante assignar-se ha por Fran
.1 'odio de Oliveira Brasil.
fe, (i de Marco de !"'!>.
Francisco A. de Oliveira Brasil.
Peiloral de Cambar
DE
Jos Alvares de Souza Soares
De J*elotas
Approvado pela txma. Junta Central
il Hygiene Publica, autorizado pelo Go-
v rao Imperial e premiado com anas me-
t 'asde ouro de l.aclassc.
O PEITORAL DE CAMBAR cura perfeita-
te a bronchite aguda ou cfaronica ; .
O PEITORAL DE CAMBABA eUTS B asthma
n inais antiga que afija;
O peitral DE CAMBAR cura d? urna
na adiniravcl qualqucr rouquidSo ou
jda de voz ;
ffEITORA. DE-CAinR-cura incontcs-
,ent6 o tysica pulmonar;
O PEITRAL DE CAMBAR CUra 33 tOSSc
des, as defluxoes tSo fcil e rpidamen-
te que ao proprio doente causa admira-
Este importante medicamento vende-se
a 2->500 o fraseo, 135000 l/2 duzia e
24000 a duzia, cm casa dos agentes e
depositarios geraes.
Francisco Manoel da Silva < C.
23 Ra Mrquez de Olinda 28

rOLPTIM
SEM MI
POR
. ?AULC rAJKESCS:
g^&OT&A PlR^
INNOCENTE OU CULPADO
p
(Continuabao don. 6 9)
CAPITULO X
o
Jmrj
Resnmindo entao tudo quaato passou-sc,
o ministerio publico mostrou Pedro de
Sauves alvorotado, apezar da energa do
seu carcter decidido, pela acyao que aca-
bava de commetter, chegando casa da
irm2 como um loueo, nao tendo rcais a
oonsciencia do que fazia, coberto de lama,
com as roupae em desordem, os olhos es-
gazeados.
Depois a ama recusa de prevenir a po-
lica.
A sua preoecupacao cada vez mais in-
tensa.
Os longo dias passados no seu gabine-
te, com a cabeca entre as mSos. devorado
morsos.
O bnnmieiro, admirad" -un attitude,
Reticencias.
O l>r. t raniers, que insista para que
elle o-,( participar prei'eitura o di
parecimehte do Sr. Chaniers.
As m< razes que elle dera para nao
fzel-.o
Sozana Vergues, a moca entretanto tao
cada, que foi obrigada a ir em sea lu-
Finalmente, cousa mais hornvel.o chei-
stilencial que exhalava o tanque.
O pedido da Sra. Chaniers, queren-
i emover esse pe'rigo para si e para os
rajo de Pedro de Sauves.
Elle sabia perfeitamente de que pro vi-
-.- ama casa lerrea em bornloi^
iaBa Boa-Vista ; a tratar na pharmacia do
pateo J(> Caimo n. 3.
Pao centeio
Helio & Bisct, avis ii ao n'speitavel publico.
que tolas as tercas e extaB-feiraa, tcm este sa-
aoroso pao; ra lurj;. do Rosario n. 40.
Milho 30 rs. a caa
Vindc-se no Larfjo do Mercado n. 12. j,
CoDtinuam as pechiflehas
A' roa Duque de Caxlas n. 4S
N'este mui acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continuara a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0i do que em outra qualqucr casa.
Como sejam as seguintes fazendas :
Cambraia com salp;cos brancos e de cures,
muito fina com 10 jardas, a 45 a peca.
Cortes de meia-case*m:ra, eores fixas,
3^000 um.
^ortes de casemiras;, finos, padrSes moder-
nos, a 45, 550CO, 66000 e 76000 um.
Cortes para vestidos era eartSo, todos os
mentos (noviciado), r. 75, 9;5, 10-j e
125000 um.
Pannos de crochet para cadeira a lOOO e
para sof a 26000 um.
Capellas com veos para coivas a S000
urna; peehincha.
Setincta branca 1s.s e lav adas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas o lavr.-.das a 440 rs. o
dito.
Mani'has pretas de seda u 56 e 7 "; r,
Cuberas de ganga para cama de casal a
2||00 urna.
Cha preto snperior
Carlos Sinden avisa seus amibos e fre-
gnezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e snperior que ven
de por precos mais resumidos <;m vista
da continuafJo do cambio favoravel.
Convem que experimenten!.
48 RA DO BARAO DA VICTORIA 45
ssucar
Usina Pinto
Santa Filnila
Colonia Isabel
Na reflnaco Salgueiral, ra Mureilio Dias
numero 22.
Assticar refinado
ia cidade.
J0AQU1M >ALGUE1RAI. &
especial, q melhor que se fabrica net j
Ra Maicillo Dias n. 22
Teleplionc numero II*
~
Royai Blend marca VIADO
Este exccllente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de4can.v
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melbores arma-
zens de molhados.
Pede Roya! Blend marea Vlado,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Vende-se a amiacHo que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, miu-
dezas, tabacaria ou venda,
quenf a pretender dirija-se a
ra Duque de Gaxias n. 103.
de
ou guarda-
Col(-Las brancas e de cores a 2->. S, ii,
56, Oi) c 7-5000 um.
Cambraia preta para forro a 16200 a peca.
Cambraia preta, r.^nsuck a 160 rs. o co-
vado. -
Algouosinho muito largo a 3;)."j00 e 46000
a peca.
Madapolao especial com 2-1 jardas a ,r)fKX)
e D000 a jieca.
Epguio para casac os a 36200 a peca;
aproveitcm.
Brim holianda para vestidos
pos a 400 rs. o covado.
Las modernas de listas e quadros a 2'X),
240 e 280 rs. o covado.
Fechas de retroz com palmas de cures e
pretofl a 16000 um.
Fichs '!e la, todas as ?rcs, a 16500,
24000 e 36000 um.
Seda A'caciauna, p,idr5es ebcolhidos (plian-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de com-aca, finos a 35, 46500
c 5500<) um.
Merinos preto finos a 700, 800 16000,
11206 e 1|500 o covado.
franceses, puro linho de GO$000
a duzia por 486'XA).
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo).
So na loja da RcvoIu?o
DE
HENBIQE DA SILVA MOREIRA
Kem publico
Vende-se forraba a ivialho; no trapiche Fiuza
no ca>'^ ci Compunbia Pernambacana.
Cavallo de sella
Vende-se um bom cavallo de sella, andador de
baixo a meio, sem achaque algum. mui o novo,
| poni e bonito ; para ver e tratar na ra do Pi-
res n. 83.
V FLORIDA
VLercearia
Vende-ae urna mercearia das mtlhorcs nos
arrabuides da Boa-Vista ; paia inforniaroe, na
ra do Soceto n. 33. taverra.
nada logrou com-
i
Esta bem conhecida casa, previne aos
seua numerosos freguezes e fregiczas que
contina a servil-os, coium dantes, era to-
das as sitas mais extraordinaria: exigen-
cias, para o que substitm'o a sua antiga
arinaco por outra que mais expansiva, of-
ferece muito maior accoinmodarl'es as in-
nmeras fazendas de que se neba boje
provida, aonde s Exmas senhoras cncon-
trarao tudo quanto o rigor da moda exigir
para am toilette completo, desde o maior
chiquisme at as mais simples
Venhara verificar por si mesmo para
acreditarem.
Ra Duque de Caxias n.105
lilhar
Veode-se um buhar ainda novo : a tratar na
ra di'Bemficn n. 29, Passagmda ygdaieu.
O tempo proprio
N'io se c.*quccam do novo sorlimer.lo deflar-
nices pretas, palmas e pingentes de vidnlhoj,
qraiidc variedade em bjc de todas as rarttras,
rendas, crep nglez e Utas pretas, i-endem por
precos reduzidos Pedro Mitanes & C, 63 ra
Duque de Caxias Xova Esperanca.
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden
do por prefos sem competencia.
Recebeu tambem Collarinlios c puii!o
de borracha de formatos novos.
48BCA BAIiXo DA VICTORIA 48
AL0JA^4ISMRATEmA
PARIZ N* MERICA
AZEVEDO,. IRMaO & .
IGRa o D. da Victoria16
OO'MjMmeSO
Tendo recebido directamente da Europa
grande s,orfimeiito de Tazeudas e modas o
que ha de mais novo e prccr.s sem com-
petencia.
A saber :
Capas de surab. senda e marin*.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de la^a K. seda.
.Damass de seda pura.
- Merinos pretas de 800, 16000 e 16200.
Crinoline preta e branca a 400.
Sargem, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a 16500, com 10
ToAas para banho a 16000 e 16500.
'hachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 16000.
MadapolSo trancado a P6000 a pc$a.
Dito -globo a 76000 a dita /
Dito camiseiro a 76000.
Dito Boa-Vista, verdardeiro. a 66000.
Fichs de la e seda 16000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos courapa a 46000 o 56000.
Colchas de fust%a 26000 e 36000.
Capellas para nolva em veo bordado a
C6000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas., coraprimento de sala .a 16500.
Renda de la, preta, para quaresma.
Fr.no verde para bilhar.
Tapetes para sof a 136000.
^ A verdadeira csteira para forro de sala
916000.
Camisas do fanclla a 5-}000.
Cortinados de crochet para cama a
106000.
I hitas de corea a 200 rs. ,
Cretones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cores a 800 e 16000.
Extracto Rita Sangal a 2$ 00.
Velbutina de quadroa 800 e 16900.
GoarnicSes, pretas, de vidrilhos.
Bicos de soda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola. a 46000. *
Capachos de eco.
Luvas de seda a 26000 o par.
Heias de seda para homem.
Dita de dita para senhorr..
l'lano'.la- de cores para roanas.
I'anno da Costa para mesa.
Vestuarios ] ara baptisado,
Colchas, de crochet cora flCfes.
Crep inglez para enfeite*
Grande sortimento de chapos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de eollecte do seda.
Dito de fust\o de cores.
Dito de ensemira de cores.
TELEPHONE 200
Vende-se
o estabeleciraento de molhados silo i ra do
Bom lesos o. 89, antiga da Cruz, est bem sor-
tido c afreguefado ; a tratar no mesmo.
rxAa raaoexo
QHc se possa vender por estes
precos
Zefirfes muito largos a 160 rs. o co-
vado.
t hitas batiste? a 120 rs. o covado.
Popelines de cores a 180 rs. o covado.
Setineas muito larga* a 360 rs. o co-
vado.
Las finas a 200 rs. o covado.
Ditas de quadros a 240 rs. covado.
Sctim muito bom a 16200 o covado.
Bramante.de linho cmn 4 larguras.
Dito de dito e algqdZs a 1640'J a vara.
( ambraias com salpicos cor e bran-
cos a 46000 a peca.
Toalhas felpudas a 300 rs.
Cortes de vestido em cartao com todos
os preparos a 86000.
Picha felpudos, muito grandes, a 500.
Madapolao americano a 56000 a peca.
Meias easemiras de cores proprias para
roupas de menino a 16000 o covado.
Cambraia Victoria com 10 jardas a
26800 a peer..
Merinos pretos a 800 e 16500 o co-
vado.
Flanel a branca a 500 rs. o covado.
Camisas francesas a 26000.
Ditas de cretonc a 16700.
Colchas de cores a 16800.
Cortes de Duraque para coleto.
Ditos de fustlopara colete.
Ditos de casemira para calca e para
costume, o mais moderno que ha no mer-
cado.
Grande sortimento de chales de casemi-
ra por precos baratissimos. ,
Dito dito de gravatas para homem, pu-
nhos e collarinhos, chapeos, ceroulas, ca-
misas de meia e uiuitos ostros artigos.
Vende-se em grosso com desecnto de
Wiiham ver para crer
A casa tem por signal bandeira encar-
nada com 13 no meio.
Venham com f, nao tenham receio.
RA VISCOXDE DE INHAUMA
.13
Gonealves Santos & C-
Mais Barato

B H
;as.Jl
Arma^ao
Vende-se urna annacfio deamarelio enverni-
rdracada, prepria para qualc.uer nego-
cio, ;i : na Viseonde de Inhama, outr'ora Ran
gel n. 19, e garaate-ae a chave da dita casa. Na
mesma acharo com quem tratar.
\ ende-se
lima taverna bem locasatia e com poneos
fundos, o motivo por sea proprietario ter-se re-
tirado paru fura da cidade per motivo de moles-
lia, a tratar na ra Bella n. 37.
lambique
Em vilo mando.u lanzar no tanque qr.an-
tidudes consideravijis de sulfato de ferro
e de sulfato de cobre
bater os miasmas ptridos.
Venao-sc acuad Disse que ia a Lille, a Bruxellas; afim
de desviar as suspeitas, dirigio-sc effecti-
vamente a esfa primeira cidade, depois,
sbitamente, pretenden partir para a In-
glaterra.
Ka occasiao em que erabarcava, prende-
ram-n'o.
Que perturbacS) nao foi entSo a Ba !
Tinha o perfeito ar de um culpado.
A sua attitude, a sua physionoinia, tudo
o dizia.
Em Lille, o seu embarace no postigo do
bilheteiro da estrada de ferro.
Em Calais, o troco que esqueceu quan-
do sentio-se persegmdo.
Era Paris, o casse-tite encontrado cm
seu poder, quando acabava de afirmar
que nao possuia eia ter-ivel arma, com o
auxilio da qual Jorge fora atirado por
trra.
Eraiiru, a crrela, a mesma que elle se
servia para atar os seas papis, e que*
amarrava as maos da victima.
O feriuiento que Pedro de Pauvesapre-
sentava no pulso, ferimento que n2o pode
explicar, que nSo era mais do que urna
contus2o, e que o Sr. Chaniers Ihe fizera
sem duvida debatendo-sc.
E em ultimo lugar aquello punhado de
cabellos encontrado na mfio do cadver;
suprema e terrTel pro va, Cagrante, pal-
pavel, evidente, mandada pelo proprio Deus
afim de que um crime t.to horrivel nao fi-
casse impune.
Pedro de Sauves, apezar da accumula-
cSo das provaa e dos argumentos, defen-
deu-se com incrivel energa, respondendo
a todas as perguatas, rebatendo os argu-
mentos, sustentando a sua innocencia, fal-
lando do aflecto que eonsagravs a Jrrge,-J
da uniao intima e absoluta que rcinava
entre elles, apezar da differenga dos ca-
racteres; do rece nhcei ment que lh<* tinha
iquelle rapaz tito alegre, tao expansivo,
tao intelligente, que tinha sido empre
seu amigo, que a sua irmS adorava, e que
lhe havia proporcionado os meios de rea-
lisar o seu invente, de crear-se urna poli-
cio, de ganhar urna fortuna para seu fi-
Iho e sua irraS, que tambem era sua filha.
Nao, nSo o tinla morto; dara, ao con-
trario, a sua vida por elle.
NSo tinha jogndo no Club das Ondas,
apenar das affirm eoes do Sr. Sallanches,
do corretor martimo, doe empregadis do
correio ; dava a ma palav-a em cmo nSo
era elle que tinlia perdido o* quarnta
mil francos, pela peremptoria razao de que
nao havia posto os ps em tal casa.
Ah! se a Sra. de Lavarande nao ti-
vesse morrido, poderia dizer que elle ti-
nha sahido s muito tarde da casa de Saint-
Andresse!
NSo, nao havia tomado o expresso das
seis horas e nSo chegara a Pariz s onze,
isto a tempo de tornar-so possivej ser
elle quera podesse estar no gabinete, quan-
do Jorge e o Dr. Graniers yiram luz de-
pois do parto de Adelia : mas partir do
Havre s onze horas smente, nilo antes..
NSo se encontrara o cocheiro do carro
que o havia eonduzdo da* estacao para a
usina V...
Era urna Faalidade.
Tal vez algum retardatario em eontra-
vencao, que tinha medo de urna multa.
Ninguem o vira no treiu das onze ho-
ras *?...
Pela razio muita plausivel de que to-
dos sabem perfeitamente que ha muito
poucos viajantes de primeira nos trens
nocturnos.
Mas, haviam-n'o visto no outro ex-
presso.
A sua preoccupaeSo?..
< > seu desgosto depois do dcsappareci-
mento de Jorge ?.. .
NSo era isso natural, diante do deses-
pero e da febre de Adela. araea5ada de
morte V... Sem fallar do seu proprio des-
gosto. ..
Xao fizera a sua declaracSo?. ..
Porque esperava que Jorge voltaria.
Qoanto sua viagem a Lille, a carta
da casa Seger & Gandot provava plena-
mente que ella fora por elles requerida.
Tinha, s". encontrado um america-
no qnc aconsclhara-lhe a viagem a Lon-
dres.
Se nSo sabia o nome desse homem, era
mais urna fatalidade.
K cima de tudo isso' nSo estava a sua
vida nteira, a vida dcUa Pedro de Sali-
ve* ? t "I
i) seu amor ao dever^a sua lealdade, a
sua impeccabilidade?...
fritando fizera elle honra o mais li-
gef ra arranhSo ?
Quando faltara aos seus eompromissos
ou a sua palavra ?. .
Todas esta* cousas eram ditas friamen-
te por Pedro, com cabna, cora pajxSo, com
grande expressSo de lealdade e verdade;
nao negava cousa alguma, nSo aecusava
ninguem, mas protestava sempre pela sua
innocencia.
O auditorio deixava-se pou?o a pouco
vencer pelas suas pala,ras; esquecia a
impressao de sagrada ve 1 da acc isaeSo ; de
Vndese um alambique de tamano resniar e
em perfeito estado, com a competente rasnadei-
ra, propria para engenho; a tratar na fabrica di
vinagre a roa Ii uo doTnurhpho n. 73.
segundo a segaud < senta se como que
urna corrente de sympathia estabelecer-se
em favor daquelle homem tao enrgico,
tSo triste e ao infeliz, e cujos grandes
olhos nSo se abaixavam, nem se turba-
vam, nem perdiam nunca cousa alguma da
sua expressSo leal e honesta.
Grande reduccSo em precos
N
Loja do Triumpho
A: RA DUQUE DE CAXIAS N. 49
Merinos de cores. 1 largura, a 200 rs. o covado.
Dito:idcm, 2 ditas, a 300 rs.
Dito, idem lavrados 2 ditas. 700 rs. o dito. .
Etamie de listas arrendadas, 400 r?. o dito.
Cretones finos claros, 240 r.~. o dito.
Linn estampado, padroes notos, :i20 rs.
dito.
Las de quadros finas, 240 rs. o dito.
Ditas mesclada? finas. 300 rs. o dito.
Kfir de quadros largas. 240 rs, o dito.
Saias bordada? fin^. 3000.
Camisas bordadas para senbora, 45.
Ricos cortes de cretonc com ngnrinos, 8.
Toalhas acolxoadas srandes, 4300 a duzia.
Guardanapos muito bons, 300 a dita.
MadapolSo lino largo. 24 jardas por 64400.
Algodao largo. 10 metros, 55300 a peca.
Dilo idem 20 jardas. 4 a dita.
Dito idem superior 20 ditas 35200 a dita.
Bramante 4 larguras para len^es, 700 rs. a
vara.
Camisas de linho sem colarinho sem nunho.
3-;000.
Cortes de casimira ingleza, a 4 e 45500.
i. eos de esguiao linos, a tff a duzia.
Esguio branco para saias c casaCOB, 3^500'a
pefa.
Cambraia bordada. 4 53IH) a pega.
Merinos pretos finos, 803. 900 re,, 1-5, 15200 e
1540' o covado.
Sedas c senos pretos, grande variedade de
precos.
Bastos & C.
Terreno
Bom para coudebria a roa Mrquez do Ber-
ra! 80 e 82 ; para ver, na casa ao p, e a tratar
na ra Mrquez de Olihda n. 25. Tem coebeira.
que da estacSo dos carros, olhci para o
relogio, ainda no era meia hora.
Nao sabe mais exactamente a hora r
NSo. depois da meia hora pago aos
cocheiros o trabalho da noite, e fiz ape-
nas a reflcxSo de que ainda nao era meia
hora, eis tudo de quanto rae lerabro abso-
Em va o o presidente estendeu lhe cila- hitamente, tudo quanto pude reter. Ee-
o que podia
havia feito.
das.
NSo logrn minea fazc'-o cahir n:nnia
contradic.ao.
Elle nSo explieava senSo
ser explicado.
Limitava-se a dizer o que
A sustentar constantemente e sempre
que nSo era capaz de ter morto Jorge.
Introduziram se as testemunhas.
a
O seu depoimento foi igual ao que j
haviam prestado.
Os operarios da usina, perturbados pela
presenca de Pedro, foram nicamente me-
nos nffirinatvos.
A Sra. Nouvailles, ao contrario, foi raais
categ-oriea ainda.
O Dr. Graniers conton as cousas como
um homem de bem que era, e o seu de-
poimento muito calmo, muito refbetido,
mas no.qual scut.:a-sc a.convic;ao verda-
deira de mu individuo que nSo sabe men-
tir, causn a impressao mais profunda das
que se.tinham sentido at>' entSo.
Dissc simplesrante de que modo Jorge
parara no meio do pateo, vendo luz no 6ou
gabinete; como lhe dissera : As cortinas
estSo abaixadas-, e eu tenho certeza de ha-
vel-as levantado hntcm tarde.
Como elle, Dr. Gramer, julgando que
algum malfi'itor so hnuvesse introducido
no gabinete para roubar, tinha proposto
ao Sr. Chaniers aatompanajad-Q.
E porquye<(e tSo. a^eirop ? pergun-
tou prfidamente o i>rsidente, de modo a
que a resposta doNdoutor, >ndo depois de
urna porgunta c afcda no meio de sua
narra^So, impressionaltee aSnda mais o fau-
ditorio. a.
' O Sr. Canier*, epois da feflectir
alguus minutos^ respondeu-me textualmen-
te isto : NSo pode ser senao mea cunha-
do, que vi>ltou pelo expresso das seis ho-
ras, porque s elle possue a chave.
Elle era afnrmativo ?
Absolutamente. E pareca at mui-
to convencido do que dizia.
Que horas eram ?
Meia noite, mais ou meaos.
NSo pode precisar melhor?
Os minutos, nSo. Entretanto desci
at o boulevard, calculo que gastei nesse
trajecto um quarto de hora, nSo mais, por-
que camrnhava muito depressa, e, no kios-
volvo cm vao a ininha memoria desde que
Se trata deste negocio, nao posso afiirmar
nada mais do que aquillo quo acabo de di-
zer-lhe.
Isso era de hornera de bem, o publico
nao se enganou.
E como a continuaeao do seu depoi-
mento, quando o doutor falln das hesita-
res, das arabjguidades e das recusas de-
finitivas de Pedro na occasiao em que elle
lhe pedio que prevenisse a polica, prova
que o medico acreditava na culpabilidade
do Sr. de Sauves, todos partilharam a sua
opiniSo.
Essa impressSo adeentuou-se anda mais
quando o Sr. Sallanches e o corretor ma-
rtimo contaram a historia do Club das On-
das e affirmaram reeonhecer o Sr. de Sau-
ves como -o individuo que havia perdido e
pago os quarenta e um mil francos remet-
tidos no dia seguinte da agencia da ra
de Clry.
Sera fortuna pessoal, onde Pedro pode-
ria ir buscar urna somma. tSo considera-
ve 1 senao na secretaria' do gabinete ?...
Moreau, o agente de polica que effec-
tuara a prisao do acc- sado em Calais, fir-
mou ainda mus a cunviccao de todos, con-
tando a pertifrbaeao de Pedro quando per-
cebeu que era perseguido, o seu absoluto
abatimento durante o trajecto, o sen si-
lencio, o seu desanimo completos.
Nejssa occasiao, disse elle, o aecusa-
do teria confessado tudo, cstou certo. por-
que lia isso no seu olhar.
Por que nSo procuren fazel-o fallar ?
NSo tinha ordens para isso.
Foi pena, obeervou o Dr. Letal.
Porque como estou certo de qn as res-
postas do mcu constitunte teriam sido o
opposto completamente do que julga a tes-
temunha, eu prefera a realidaae a toda*
eaaaa supposi<;5es desagradaveis, comquan-
to inverosimeis.
Apezar da expressSo convencida do ad-
vogado, a multidao nvi se impressionou.
Ninguem acreditava mais na innocencia
do Sr. de Sauves.
Dous pontos estavam claros, e era so-
bre elles que firmavam-se as conviacoes :
Elle havia perdido quarenta e um mil
francos sob palavra
Tomara o trem das seis horas e chega-
ra s onze horas a Pariz.
Alojadas Lisras Azues
A' EUA DUQUE DE CAXIAS N.
Telcphonc n. ill
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa
lidade, e nao levara medida e
aceita-se a fezenda vendida se,
qualqucr motivo nao for de muito a
do da pessoa para quem for comt_
Dase descont a quem comprar d.
para cia.
ESE'ECIALIDADES
.ISrim de lisras azis es pecas
20 varas a 65000.
JIndapolfso com um metro de .
ra a b'30U a peca.
Cortes de vestidos bordados
cartSo a 105000.
Velladillao bordado a contas a 1&GQ0
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros
arrendadas a 25 e 2500.
Tecidos phantazia arrendado prop
para baile e theatro a 400e 500 rs.
Cortes de cachemira cora guamidSee
bordadas, lindas cores, a 205 e 255000.
Seim Maco de torks as coros a 7.
e 800 rs.
Unen bo.-dado tecido de urna s
qualqucr que se deseje, a 200 rs.
Zeflros lisos e bordado, tecido fioo-j
DOvidade a 'X) rs.
Os df qi:adrinhos a 200, 240 e
o covado.
LinllOS lisos a CO c de quadrinhos 9|
OOra.
Guardanapos melhor qualidade s.
15300 a duzia.
Atoabado branco < de cores a 1.
Oteados para mesa redonda ou qa&-
drada 46000. J^.
Cortinados de crochet, com sasefla^'"^
ultima novidade, para janelas e portas
Croehet para cortinados a 900
metro.
Colchas fustao, brancas e de dfr
res a 25000.
Chlas finas precales a 200 e 240 ra.
Chitas escuras a ICO, 240 e 280 r.
ISatistes de cores seguras a 120 rs.
/ianiBC c 'indas cores a 280 re.
Bi'im pardo esguiao a 240, 280 e320.
Casinetas de cores escuras para roa-
pa de homem ou menino a 400 e 500 ra.
Nanilhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda* 85000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos eneitcs e com vibrilhoa &
205, 255 e 305000.
Leqnes de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo pre5o.
IL.Hras de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 2#-
Kspartilhos inglezes a 45500 e M.
tem desde o n. 40 at 80 de grossnrx.
Bieo branco reme e de. todas as
cores desde 700 rs. at 25500 a peca.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodao, preta, branca e ce qualquer cor-
!;;!:h2os e ntremelos* bordados ta-
pados e transparentes por todo preco. -
Orampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 rs. &
duzia. a
Reiogios despertadores cor
guras cm movimento a 85 e 95000.
. Aspas de aeo para vestidos a 120 ik.'
o metro.
^argelina fxancez fino, diagonal,
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordao preta, brasca,
chumbo e cor de caf a 400 rs. o metro.
Redes americanas para menina*
dormir a 35500 e para homem a GflOOO c
7-5000.
E muitas fazendas que se vende mj
barato para liquidar facturas na loja
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
Como admittir, com eri'eito, que o fal
Franeois Key, se que existia, ainda qae
estivesse nos confins da trra, aao tivesac
viudo salvar a honra e a vida daquelle a
quera aecusavam ?...
O dia seguinte foi consagrado ; audicS*
das testeraunhas de defeza.
Compareceu Sozana.
Cousa singular : ella tinha sido et
pela defeza e pela aecnsacao!
Nao negou a perturbadlo do Sr. de Sali-
ves quando chegara s quatro horas da
raanha.
Estava coberto de lama, era verdade,
mas as partes mais sajas eram a barra
da calca e os joelhos, o que provava que
elle havia cabido, como allegava. Quan-
to aos rasgoes da sobrecasa, nSo exis-
tiam.
Alm disso, o Sr. Pedro tinha dado urna
expheacao, e ella testemunha nao duvida-
ra um segundo do que elle affirmara, sa-
bendo que elle nunca tinha mentido na sua'
vida.
Entao, sem esperar que a interrof
sem, pondo de parte toda a sua timid
de donzella, os seus receios, o seu
me, nSo pensando senao.no que l'cc
va feito por ella, ingenuamente, siraj
mente, contou-o com toda a effusao
racSo.
E de repente, crguendo as maos pi
aecusado, cora a voz entrecortada del
grimas :
- Oh! mea berafeitor, exclamou ella,
perde-me o mal involuntario que lhe
fiz !... o senhor a creatura que eu
venero no mundo. E para sasteni
sua honra, dara de boa vontade a
vida!
Retirou-se. deixando todos dom:
por profunda emocSo.
Mas essa emocSo nada foi ao
irresistivel curiosidade que alvorotoa
o auditorio, desde os juizes ate o
c=p"ctador, quando introduziram
CSaniers.
Ella apresentou-se* 'atrozmente j^H
porm calma e altiva nos seu3 trajos i
vi uva, com o veo erguido, semelhne
mais bella das estatuas do desespero e
do.-.
Parou alguns instantes diante_de
envolveu o dos mais ardentes e;
suas pupillas azues, e antes-de ir
o seu lugar junto grande
velludo vermelho onde di
uaunhas, enviou-lhe um beij^
dos finos dedos enluvados d
i
:
i
A
\
g&
i
Typ. da Otario ra Duq

Full Text
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