Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18295


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Full Text

*
ANNO LXV KUMERO 66
FURA A CAPITAL E LICAIIES OlBE !.lO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados................ 65O0O
Por seis ditos dem *....... ....... 120000
Por um anno idem................ 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia. ...... 0100

II I IM

m
SEXTA-FEfttA tfARCQ BE 1889
PARA DIVTHO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem- ............ .
Por um anno idem.................
Cada numero avulBO, de dias anteriores ......
130500
200000
260000
0100
DIARIO DE PERNAMBUCO
Trcpriedade de Mancel Svgurca de Uxoria <3n)c$
TELEGRAMAS
5fis:::: ?Aa:icLs. so si::::
RIO DE JANEIRO, 21 de Margo, s 2
horas e 25 minutos da tarde.
Connnna-se ter sido concedido para a
comarca de Iguarass, em Pernambueo
um engenho central para assucar c alcool,
do capital de 750 contos de ris o juro ga-
rantido de 6 j0.
Sao eoncessionarios o Baro de Itapis-
suma, o commendador JoSo Francisco do
Amaral e Napoleao Duarte.
Seguio para o norte no paquete ua-
cional o coronel Joo Nepomuceno de Me -
teiros Mallet, nomeado director da Escola
Militar do Cear.
o segredo da pedra pbilosophal, e que nunca li-
nha trabalhado seno com a tintura que Lasca-
ris lhe havia confiado 0 eleitor do Saxe per-
doou a Rotticher. A fabricago da porcelana
era para o seu paiz um rbesouro mais serio do
que o outro que tanto cubicara. Urna primeira
fabrica de porcelana vermelba tinha sido funda-
da em Dresde em 1706, quando o conde de
Tschirnhaus ainda vi,ia; urna outra fabrica de
porcelana branca foi estabelecida em 1710, no
castello "Alberto, cm Meissen, depois que Bot-
ticher descobrio o fructuoso emprego do kaolinu
d'Au Botticher reenperou de novo todas as snas
honras e mesmo o titulo de baro. Alm disso
foi agraciado com a distinecao bem merecida de
director de fabrica de porcelana de Dresde.
(Contina)
PARTE 0FF1CIAL
sis::;: da l:u:il un:
ROMA, 20 de Margo.
Corre o boato de que S. M. El-Rei da
Italia deve visitar S. M. o Imperador da
Allemanha em Abril prximo.
PARS, 20 de Margo.
Anthoine, deputado de Metz no parla-
mento allemao esperado em Pars aonde
apresentar a sua candidatura as prxi-
mas eles5es legislativas,, em opposicSo a
candidatura do general Boulanger.
Luiz Ulbacb, notavel publicista, acaba
de fallecer.
LISBOA, 20 de Margo, a tarde.
S. M. El-Rei D. Luiz, achando-se ata-
cado de rheumatismo nao tem sahido do
Paco.
PARS, 21 de Margo, tarde.

Mr. Anthoine, acaba de chegar aqui,
ende tem sido objecto de grande ovagSo
-K.r parte da populagab.
Assevera-se que habitar em Franga.
.Vgencia Havas, filial
21 de Margo, de 1889.
em Pernambueo,
ANTIGS E MODERNAS
AS
Sciencias. industrias e artes
POR
i*&x apayasa
VI
a lourae
o barro
\ porcelana
(ContinuagSo)
Este primeiro exito, este primeiro passo
ara a imitaco das porcelanas da China, satisfez
muito o eleitor de Saxe, e foi para lhe facilitar
t conlinuago Wc sua dupla tarefa, isto de
-iras investigages cermicas e de suas expe-
nencias d'alchimia, que a 22 de Setembro de
*7o7, este principe mandou mudar Botticher da
i taleza de Kcenigstein em Dresde ou antes nos
a4 ?dores d'este ciJade para urna casa provi-
I de um laboratorio cermico que o eleitor ti-
*". :. mandado preparar no Jungfertastei. Foi all
3 5 Botticher continuou, juntamente com o con-
i- Tschirnhaus, suas experiencias para a fabri-
c o da porcelana branca. Comtudo nao ha -
diminuido a vigilancia de que o chimico era
octeto : este era sempre guardado avista ; Al-
groas vezes obtinha licenca para ir a Dresde ;
iu.s entao o conde de Tschirnhaus, que ficava
onsavel por elle, acompanhava no mesmo
L*fltK0.
3'Pedimos aos leitores. que, se se sentirem
lados a duvidar da veracidade destes porme-
e-rse lembrem que no seculo XVII os nume-
HBs ensaios que se fizeram na Europa para fa-
QTi i ar a porcelana, foram por toda a parte guar-
* os debaixo to mais rigoroso segredo ; que
iineira fabrica fundada em Saxe, a do castel-
i ile Alberto, era urna verdadeira fortaleza com
puntes levadicas, cujo limiar nenhum eslranho
- da transpor :-que os operarios reconhecidos
u'pados de indiscrigo eram condemnados,
orno criminosos do estado a priso perpetua no
%<> de Kcenigstein,e que para lhes lembrarem
obrigaro. escreviam-se, todos os mezes,
JK aorta das oflicinas, estas paiavras : Segredo
marte. Portanto o eleitor de Saxe tinha
motivos para guardar com vigilancia a pes-
de Botticber, oceupado, por sua ordem, da
de ola investigago da porcelana e da pedra phi-
hal. .
> O conde de Techirohaus raoiTeu em 1708 :
este acontecimento nao interrompeu os tra-
oj de Botticher, que censeguio, no anno se-
fabricar a verdadeira porcelana branca,
.- do do kaolino que havia descoberto em Aue,
r ro de Schnceberg. Foi sob a severa vigilan-
Hw o opprimia, que o nosso chimico se vio
/gado a executaros ensaios tao penosos e
.orados que o levaram a esta importante des-
. rta. Mas a sua jovialidade natural nao se
. ntia de taes obstculos. EraOecessario pas-
oites inteiras ao p dos fornos de porcelana
ute os ensaios de cosedura, que duravam
ou quatro 4>as sera nterrupgSo' Botticher
,-ahia dalli e tinha a habilidade de ter os
anos sempre espertes entretendo-os com
I engracados e com urna conversa alegre.
rico da porcelana valia mais para Saxe
na fabrica de ouro. Por issfo Botticher.
aotagens e ua riqueza que a sua
duzira para os estados de seu
owou njnfessar ao eleitor que nao possuia
Ministerio do imperio
Por despacho de 9 do corrente foram
agraciados: .
Com o foro de mogo hidalgo com exer-
cicio na Casa Imperial, EstevSo de Souza
Barros, filho legitimo do dignitario Luiz
Antonio de Souza Barros ;
Com a commenda da Ordem da Rosa,
Jos Peixoto e Silva ;
Com o officialato, Manoel Jos de Car-
valho e o subdito portuguez Joaquim de
Carvalho Bastos.
Com o grao de cavalleiro, o tennte Ju-
lio Cezar da Cost3 Sampaio e Joaquim
Manoel Brandao.
Ministerio da ustlra
Por decreto* de 9 do corrente :
Foram nomeados :
Juizes municipaes e de orphaos :
Para o termo de RiachSo, na provincia
do Maranhao, o bacharcl Manoel Bruno
Alves do Couto Filho;
Para o de Mearim, na mesma provincia,
o bacharel Francisco Accioly Lins ; fican-
do sem effeito sua anterior nomeagao para
o termo do RiachSo.
Para os reunidos de Barbalha e Missao
Velha, no Cear, o bacharel Asterio Ma-
theus Pereira da Costa;
Para os de S. Bernardo das Russas, Li-
moeiro e Morada Nova, na mesma pro-
vincia, o bacharel Eugenio de Caldas Bri-
to, ficando sem effeito a sua anterior no-
meagSo para S. Luiz de Caceres, em Mat-
to-Qrosso ;
Para os reunidos de Jardim e Milagres,
na mesma provincia, o bacharel Jos Joa-
quim Sarment Belfort, ficando seto effei-
to a sua anterior nomearSo para Meia-
Ponte, em Goyaz.
Para o de Tamboril, na mesma provin-
cia, o bacharel Jos Xeres ;
Para o de Meia-Ponte, em Goyaz o ba-
charel Telesphoro Gomes de Araujo.
Para o de Itapemirim, no Espirito-San-
to, o bacharel Barcinio Paes Barreto ;
Para os reunidos de Belmonte e Canna-
vieiras, na Baha, o bacharel Pedro Joa-
quim dos Santos.
Foi exonerado, a pedido, o bacharel
Jos (arlos da Costa Ribeiro Jnior, do
termo de Aracaty, no Cear.
Foram removidos a pedido :
Dos termos de Barbalha e Missao Ve-
lha, no Cear, para o do Aracaty, na mes-
ma provincia, o bacharel Jos Anastacio
da Silva GuimarJes*
Do termo Tiet, para o logar de juiz
substituto da comarca de Tatuhy, em S.
Paulo, o bacharel Jo2o Nogueira Jagua-
ribe;
Da dita comarca de Tatuhy para o re-
ferido termo do Tiet, o bacharel Aure-
liano da Nobrega Vasconcellos.
Foi nomeado juiz substituto da comarca
da Victoria, na provincia de Pernambueo,
o bacharel Vitalino Cordeiro Lins.
Guarda nacional d<- Ptrnambuco
Foram nomeados :
Coronel-commandante superior das co-
marcas de Taquaretinga, Bom-Jardim e
Limoeiro o cidad&o Simplicio Gongalves
dos Santos ;
Capitao quartel-mestre da comarca de
Iguarass, Severino Rodrigues da Costa;
Tenente-coronel commandante do 33."
batalho de infantaria da comarca de Bar-
reiros. Pedro da Rocha Wanderley.
Dito dito do 58 batalho da comarca
de Garanhuns, Jos Paes da Silva;
Dtodito do 63 batalhao de infantaria
da comarca de Bom Consclho, Antonio Al-
ves de Carvalho Cavalcante Conceigao.
Foi reformado no mesmo posto o tenen-
te-coronel commandante do 58 batalhSo
da comarca de Garanhuns, Francisco Pe-
reira de Carvalho.
--------------asee*?-------------
Ministerio da nerra
Por decreto de 11 do corrente foram
promovidos na arma de infantaria :
19.o batalhao.A tenente-coronel eom,-
mandante, o major do lf', Honorato Can-
dido Ferreira Caldas, por antiguidade,
contando esta de 23 de Janeiro do corren-
te anno.
1. batalho.A major fiscal, o capito
ajudante do 29, Luiz Alves Leite de Oli-
veira Salgado, por merecinienio.
Por portara de 9 tambein do corrente
foi exonerado o coronel do coroo de esta-
do-maior de 2" ciaste Joto Evangelista
Nery da Fonseca, do lugar de comman-
dante da fortaleza do Bmm. na provincia
de Pernambueo.
Ministerio da Agricultura
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
do Natal a Nova Cruz, dirigi o ministe-
rio da agricultura, a 28 de Fevereiro, o
aviso seguinte :
Em resposta ao a#u officio de 14 de
Dezembro ultimo, declaro-lhe, para os
fins convenientes, que o contracto provin-
cial relativo a essa ferro-via est em vi-
gor em tudo quanto no contrariar o de-
creto n. 6,995 de 10 de Agosto de 1878.
Quanto s obrigagSes dos engenhei-
ros-fiscaes das estradas de ferro, foram
ellas definidas pelo decreto n. 1,930 de
26 de Abril de 1857 e especialmente pela
portara de 22 de Agosto de 1861.
a As circulares por Vm. citadas pres-
crevem regras particulares que no ex-
cluem a dependencia em que se acham os
engenheiros tscaes para eom os presiden-
tes de provincia, que, pelo art. 1 da lei
n. 40 de 3 de Outubro d*"1834, consti-
tuem a primeira autoridade da provincia,
estando-Ibes subordinados todos os que
nella se acharen:, seja qual for a sua clas-
se da graduago.
Deus guarde a Vm.Rodrigo Silva.
Bastos de Oliveira Filho, at comarca de Pa! -
t-overno da provincia
EXPEDIENTE DO BU 12 DF. MAR9O BE 1889
Actos :
0 presidente da provincia resolve, de con-
fonnidade com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca era officio n. 6, de 9 do corrente mez. no-
mear Francisco Xavier dos Santos para o lugar
de 2' supplente do subdelegado do districto de
S. Benedicto do termo de Qaipap, em substi-
tuido de Vicente Ferreira dos Res, que mudou-
se do districto.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Joo Bento Monteiro da Franca,
mestre das oflicinas de machinas do Arsenal de
Marinha. e tendo em vista as informacoes pres-
tadas pelos inspectores do dito Arsenal e da The-
souraria de Fazenda em officiws de 22 de Feve-
reiro findo e 2alo corrente, ns. 25 e 115, resol-
ve, de accordo com o 7* do art. 5* do decrete
n. 2,884 de 1 de Fevereiro de 1862, abrir um
crdito da importancia de 4091750 verba do
12 Arscnaes, do Ministerio da Marinhn, ex^r-
cicio de 1888, afim de occorrer ao pagamento
da gratificago extraordinaria, razao d 2730
por dia til, concedida ao supplicante pelo aviso
do mencionado ministerio, de 5 deJunbo do un
no passado. n. 892, a contar dessa data 31 de
Dezembro subsequenteRemetteu-se copia ao
inspector da Thesouraria de Fazenda.
O presidente da provincia resolve nomear
Jos Machado de Oliveira para exercer o cargo
de 3o escripturario da 'Recebedoria Provincial,
durante o impedimento do funecionario efecti-
vo Jos Torres Campos de Medeiros.
Officios:
Ao Dr. chefe de polica interino.Exija V.
S. das autoridades locaes, informacoes sobre o
resultado do processo instaurado contra o autor
dos ferimentos praricados no soldado do corpo
de polica Jeao Carlos Augusto de Araujo, que
se achava destacado em Ponta de Pedias, e dos
quaes veio a fallecer no dia 10 do corrente. no
hospital Pedro II.
Ao inspector da Thesonrana de Fazenda.
Communico a V. S., para os flns convenientes,
que o promotor publico da comarca de Bezer-
ros, bacharel Joaquim Manoel Vieira de Mello,
reassumio a S do corrente mez o extrao de
seu cargo.
Ao director geral das obras publicas.
Tendo expedido ordem, de accordo com o que
Vine, soheitou em officio de hontem, sob n. 23,
sobre o transporte do engenheiro Francelino
Americo de Ibuquerque ello, recommendo-
Ihe que incumba ao mesmo engenheiro o exame
da ponte do Anjo, sobre o rio Sernhiem, a qual,
conforme representou a respectiva Cmara Mu-
nicipal no officio que lhe foi remettido para in-
formar, acha-se em ms condiges e ameagande
ruina.
Ao fiscal da Companhia Recife Drainage.
Declaro a Vmc, em resposta ao seu officio de
22 de Fevereiro ultimo, que, como informa o en-
Senbeiro fical da estrada de ferro do Recife
linda e Beberbe no de hontem datado, o res-
pectivo gerente nunca se oppoz, nem se oppoe,
colloccgao de um apparelho na parte do pre-
dio da estegao da ra do Pires, que serve de
casa de negocio.
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha.' Remetto a Vmc, conforme solicitou
o presidente da commissSo pernambucana para
a Exposic5o Universal de Pariz, nesla cidade,
o diploma de 1 classe obtido pelo sentenciado
Joo Evangelista Gomes da Costa e um cathalo-
go dos objectos expostos por esta provincia,
alim de serem entregues ao mesmo sentenciado
Coramunicou-se ao presidente da commissao.
Portaras:
Declaro Cmara Municipal do Recife que,
viste do officio junto, por copia, n. 9, de hon-
tem datado, do secretario da Assembla Le-
gislativa Provincial, podem ser concedidas por
m anno as licencas requeridas pelos emprea-
dos dessa municipalidad?, constantes de seu of-
ficio, a que respondo, n. 24, de 27 de Fevereiro
lindo.
Os Srs. agentes da Companhia brazileira
de Navegagao fagam transportar a provincia do
Cear, por conte do Ministerio da Guerra, o te-
nente-coronel Luiz Antonio Ferraz que vai as-
sumir o commando do 11 batalhao de infantaria
all estacionado.
Ao referido ofliciai acompanha o cabo de es-
quadra Francisco Barbosa. Msndou-se The-
souraria de Fazenda ajustar contas e communi-
cou-se ao brigadeiro commandante dis armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegagao faga transportar para o presidio de
Fernando de Noronha, por conta da provincia,
um cabo Je esquaara e 6 pragas do 2 batalhao
de infantaria que para all conduzem 4 senten-
ciados.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagein de proa at Aracaj no va-
por que segu para o sul a 14 do corrente, a
Jos Tavares de Souza, por conta das gratuitas a
que o governo tem direito.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco mande dar transporte
de ida c volta em carro de 1* classe, da estego
de Cinco Ponas de Una, com escala pela este-
Sao da Ilha, ao engpnheiro da Repartigao das
bras Pi blicas Francelino Americo de Albuquer-
que Mello, que va: examinar as obras dos pon
tilhoes sobre o rio C-nie-vou, na entrada do Bo-
nito, e do njo sobre o rio Sibir, em Serinbaem,
correndo a despea por conte da provincia.
0 Sr. superintfndente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco faga transportar da es
tagao das Cinco Ponas a do Cabo, em carro de
2" classe, por conta do Ministerio da Guerra urna
escolta com posta deum cabo de esquadra e iluas
pragas do 2o batalhao de infamara que tem de
conluzir & e-ta cuiiilafro 'lesertor do mesmo ba-
talhao, Manoel CarLs dos Santo, providenciando
oulrosim para que tenham passagem daquella
local ida de a mesma escolta e o referido desertor.
Coimunicou-st. ao general.
EXPEDIENTE DO 1)B. SRCB!'TAM0
Officios:
Ao Dr. ju:z de dreilo do 3o districto crimi-
nal da comarca do Recife. O Exm. Sr. presiden-
te da provin<% manila declarar a V. S. cm res-
posta ao seu officio dej) do corrente mez, qae
ileixa de ser attendida a sua requisigao, com re-
ferencia as passagens dos dous officiaes de jus-
lica, que tcetn de conduxir o reo Joo Francisco
mares, p'or ni
por conta da p:
tas do respecti
Ao 4, se
ProvinciaK De
da provincia re
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 20 DE
MARCO DE 1889
Bento Bandeira de Albaquerque. Sim
Companhia Pernambucana. Entregue-
be mediante recibo.
Engenheiro Jos de Barros Wanderley
de Mendonga Certifiqne-se.
J080 Luis Cavalcante 'e Albuquerque.
Nesta data officio ao director da repar-
tiglo das Obras Publicas para mandar la-
vrar o contracto.
Bacharel SebastiSo Ildefonso do Reg
Barros. Justifico.
Thereza Porfiria de Jess e Silva. Sim.
Secretara da Presidencia de Pernambu-
eo, 21 do Marco de 1889
O porteiro,
F. Chacn.
rem ditas passagens correr
a, e sim por conta das cas-
cesso.
O da Assembla Legislativa
m do Exm. Sr. presiden).'
a V. S., alim de que se di-
gne de submetter considerogSo dessa Assem-
bla o balanco da receita e despeza do exerccio
de 1887 a 1888 e o orgamento para o de 1889 a
1890 da Cmara Municipal de Correntes.
Ao commandante superior da guarda na-
cional da comarca de Aguas Bellas. -S. Exe. o
Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. S., em resposta ao sen officio de.10 de Feve-
reiro findo, que fie sciente deJaavar, na mesma
dala, prestado JWfeJ.10 e assuando o comman-
do do 64 baSpBPFftiXi/iiaria da guarda naci
nal do errigo ativo tssa cbmarca, O'tenente
coronrl Severiano Rodrigues Lina de Albuquer-
que.#
Ao presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal de Serinbaem.O Exm. Sr. Dr. presi-
dente da provincia manda comraunicar a V. S.
que no recurso do solicitador Pedro Jos do Car-
ino e Souza, sobre o qual versa a sua informa-
gao de 8 do corrente mez, proferio neje o se-
guinte despacho:
Frocedem as razoes allegadas pela Cmara
e portanto neg provimento ao recurso .
- Ao esenvo do juiz de paz da paroebia de
Ipojuca.O Exut. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que dirija-se ao juiz de
paz respectivo para resolver sobre o pedido cons-
tante de seu officio, a que respondo, de 9 do
corrente mez.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.De ordem do Exm Sr.
presidente da provincia declaro a V. S., para os
nns convenientes, que as pragas do corpo de po-
lica de quem trata a portara de hontem datada,
regressaro opportunaraente para esta capital
por conta da provincia.
Est melhorando a situago da Bolsa.
0 conselheiro Andrade Figueira parti para
Uruguayana.
O Dr. Rens offerece liquidar com 40 "/o-
BuenosAyres, 11 de Margo (retardado.!
Por motivos polticos o Sr. Donovan foi de-
mittido do cargo de director da succursal do
Banco Provincial de Buenos-Ayres
' Houve hontem animado corso, seguindo-se de-
pois bailes concorridissiraos, para festejar o en
trro do carnaval.
Por causa de urna discusso ha vida no Poly-
flheama, bateram-se em duello, a estoque, os
Srs. Zanelli e Fuentes, sendo este morto.
Comegou a agitagao eleitoral na provincia de
Buenos-Ayres.** candidato, do governo o -r.
Costa, presidentevlo Banco Provincial.
-^ 12 de Marco ^
O Sr. .Coste rennnciou a pft&denc
nvinrml

de engenta
Rep.irlieo da Polica
2.a seccSo.'-N. 285Secretaria de Po-
lica de Pernambueo, 21 de Margo de
1889. Ulm. e Exm. Sr. Participo
V. Exc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detengao os seguintes individuos :
A' minh ordem, Joio Nunes da Rosa,
como sentenciado vindo de Fernando de
Noronha e Manoel Ferreira de Mello, vin-
do de S. Loureneo da Matta, como vaga-
bundo.
A' ordem do Dr. delegado do 2.- districto
da capital, Jo3o Augusto Pereira, por cri-
me de furto.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Vicecte Cuipe Negrao, Fran-
cisco Antonio de Oliveira. como vagabundos.
A' ordem do da freguezia de S, Anto-
nio, Sebastiao Antonio da Silva, Eneas Ro-
que Cavalcante c Pedro Rodrigues dos San-
tos, por disturbios Antonio Jos de Sant-
Anna,Manoel Joaquim Floriano, Pulcherio
JoSo do Nascimento, Benjamn Alves de tal,
Joaquim Pereira da Silva Bemtivi, Isidoro
de tal, como vagabundos e Eloy Alves da
Silva, por criine de furto.
A' ordem do do 1.- districto da freguezia
de S. Jos, Ncolo Ferreira da Silva, por
disturbios.
A* ordem do do 2.- districto da fregue-
zia de Afogados, Joao Sabino, como vaga-
bundo.
A' ordem o do 2." districto da fregue-
zia da Boa Vista, Nasaria Maria da Con-
ceigSo por erime de furto, e Josepha de
tal, como alidada, at que tenha conve-
niente destino.
Deus guarde a V. Exc.fllm. e Exm.
Sr. Dr. Inncencio Marques de Araujo
Ges, muito digno presidente da provin-
cia.O chefe de polica interino, Dario
Cavalcante d* Reg Albuquerque.
DIARIO DE PERNAMBUCO
R .CIFE, 22 DE MARgO DE 1889
Vntlelas do Rio da Prata e Sul
do imperio
0 paquete inglez Neva, aontem entrado do sul
tioxe as seguintes noticias :
Bio da Pru
Dates at 5 de Marco :
O Dr. Wenceslao Pacheco, ex-ministro da fa-
zenda dirigi ao presidente da Repblica' Ar-
gentina a carta annunciada, expondo a situago
fisongeira das finangas argentinas, enumerando
as leis votadas referentes aos bancos garantidos,
ao banco hypothecario nacional, conversSo da
divida, ao augmento da renda e protecgao dis-
pensada iudustria do gado, mediante a lei de
premios sobre a exportegao de carnes.
Falleceu, em Salte, o coronel boliviano Adol-
pho Palacios, um dos cuefes da ultima revolugao
contra o presidente Anicete Arse,
Falleceu a prima-dona Ersilia Malvezzi. Cre-
mou se o cadver no dia 28 de Fevereiro, afim
de serem as ciuzas enviadas para a Italia, em
cumpriraento da ultima vontade da finada.
Rei-L-benun-se do Paraguay noticias de que as
eleiges para meuibros do cougresso se effectua-
ram tranquillainente.
Foruin publicados na corte estes telegram-
mas :
BuenntAyres. 10 de Marco
Cliegou aqui o Sr. Coste, redactor da Patria,
de Pelotas.
0 Sr. Ojeda foi nomeado mirastro argentino
em Lisboa.
Por causa das niundaces estao interrumpidas,
as communicages entre esta cidade, S. Luiz e
Cordova.
Montevideo, 10 de Margo
Urna tormenta causn grandes estragos no li-
toral desta eidade.
Provincial de Buenos-Ayres.
Foram apresentadas tres propostas para a edi
ficago de um theatro municipal.
Montevideo, 11 de Margo (retardado)
Pouco animado esteve o enterro do carnaval.
Desmente-se a noticia do apparecimento da
febre amarella em Porto Alegre.
0 Sr. Easey aceitou a presidencia da Compa-
nhia de Crdito Oacional.
12 de Margo
O Dr. Ramrez acaba de "pedir demissao de se-
nador.
Paran
Foi publicado na corte este telegramma :
Curityba, H de Margo
a reunan celebrada pelo partido conserva-
dor no theatro S Theodoro foi elito o seguinte
directorio : Barao do Serr Azul, Dr. Pereira dos
santos, Eduardo Chaves e 11 conselhelros.
Compareceram cerca de 300 eleitores.
a. Paulo
Foram publicados na corte estes telegram-
mas :
S. Paulo, 12 de Margo.
Falleceu meia-noite o Dr. Raphael de Aguiar
Paes de Barros, irmao do finado Mrquez do Il.
En trra-se boje, s 5 horas da tarde.
12 de Margo.
A AssociacSo Commercial de Santos reunio-se
hoje para deliberar sobre o fechamento das por-
tas, mas por falta de numero nada p6de re-
solver.
Contina horrivel a epideaiia.
Acham-se gravemente doentes : de febre per-
niciosa o caixa da casa Leuba e amarella o ge-
rente.
O calor contina intensissimo.
A AssociagSo Typographica de Campias deli-
berou qne durante a epidemia nenhum socio po-
da receber originaes as typograptuas depois
de 8 horas, sob pena de expulso. Augmentara
tarabem l os casos de febres.
Chegara aqui diariamente faaUa%de Santos e
Campias.
Falleceu aqui o Sr. Henrique de Vasconcellos,
3 escripturario da Thesouraria.
Na Assembla orou o Dr. Campos Salles na
discusso do orcamento provincial.
Santos. 13 de Margo.
Pararam as chuvas.
Hoje calor horrivel; as febres augmentaram.
A commissao de medico*, nomeada pelo pre
sidente da provincia, tem sido incansavel.
Falleceu nontem o Sr. Emilio de Barros, em-
pregado dos Srs. Conceigao Arroda Leme.
Acha se gravemente enfermo o Dr. Moyss.
O commercio pede urna medida qualquer que
espace ao menos por 30 dias as transaegoes com-
merciaes, visto acharem-se muites casas impos-
sibilitadas de funecionar, j por nao terem em-
preados, j pela suspensao do trafego das es-
tradas e j pela paraljsia das transaegoes.
A situagSo horrivel.
S. Paulo 13 de Margo.
Segu amarilis para Caxamb com sua familia
o conselheiro Antonio Prado. Acorapanham-n'o
ate a estegao de Cachoeira varios amigos, entre
elles o presidente da provincia, que na volta de-
morar-se-ha um dia em Lorena.
Seguiram hoje para o interior 163 immgrantes.
Em Campias contina a febre a fazer victi-
mas.
Hoje houve aqui reunio da Casa Branca, no-
meando-se a commissao cujo presidente 6 o Dr.
Cunto, que segu sabbado para Santos. O pre-
sidente forneceu passes a todos.
Amanha bando precatorio. s 11 horas, para
esmolar em favor dos indigentes de Santos.
O Sr. Heitor Barbosa, redactor do Diario de
Campias, est enfermo; seu estado, porm, nao
iuspira cuidad.
>a assembla provincial o Dr. Delfino Cintra
pedio entrasse em ordem dos trabamos o pro-
jecto de encampago da estrada ingleza. para na
discusso esclarecer allusdes que lhe tem sido
feitas.
13 de Margo.
Foi accommettido de febre, em Campias, o
Sr. Heitor Barbosa, redactor do Diario.
nio de Janeiro
Datas at 14 de Margo.
Por edital do dia 1, publicado no Diario Ofi-
cial de 13, foi aberte concurrencia, com o praso
at 11 hora3 do dia 30 de Abril, para a cons-
truego do trecho da estrada de ferro de Carua-
ru entre Bezerros e Caruaru.
O Jornal do Commercio de. 14, escrevendo
sobre o novo Regut-menio das Escolas do Exera-
to, disse:
Pelo novo regulamento sao creadas tres es-
colas militares : uuia na corte ou na provincia
do Rio de Janeiro, outra em Porto-Alegre e a 3"
na cidade da Fortaleza, sendo esta ultima um
exteruato.
O ensino destas eecolas se compor de dous
cursos : a de preparatorios e o de infantaria e
cavailaria.
O curso preparatorio consta de 3 annos,
constituindo oen:ino theorico desse curso as
seguintes aoutrinas : Io anno, arithmetica e al-
gebra, grammatica nacional, gramiuatica, leitu-
ra e verso do francez, inglez", desenho linear e
geometria pratica; 2' anno, geometra prelimi-
nar e trigonometria rectilnea, estudo completo
da liugua verncula e uogoes de literatura na-
cional, historia amiga e media e geographia ; 3o
anno, resolugo das equayes dos 3o e 4o graos,
etc.: historia moderna, contempornea e patria,
geographia e cosiuographia ; ogoes de scien-
cias phv-icas e uaturaes, topographia.
O curso de infantaria e cavallaria se com-
poe de dous annos, constando o t" de geometria
geral, nocOes de mechanica, balstica elementar,
physica, ('curso completo) e geometria descrip-
tiva ; o 2- anno, consta das cadeiras de tctica,
estrategia e castrametago; direito internacio
nal e direito militar, precedidos das nogoes de
direito natural, publico e constitucional brazi-
leiro; e finalmente, da aula de nyppolgia e hy-
giene militar.
E' igualmente citada a escola superior de
guerra, um extern-tu destinado a dar iustruegao
theorica e pratica ao officiaes, que por se have-
rem mais distinguido as escolas militares, ti-
verem sido propostos para estudarem os cursos
superiores.-
Estes cursos sao dous: o de artilhana e o
de estado-maior e eugeuharia militar. As ma
tenas destes cursos sao dadas em quatro annos.
01 anno consta das cadeinre de calculo dif-
ferencial e iutegral, de chimica orgnica e inor-
gnica e da aula de perepectiva e theoria das
sombras.
O 2 anno compOe-se das cadeiras de me-
chanica geral e suas applicagoes s raachinaa e
balstica, da cadeira de artilharia e da aula de
desenho de fortificagoes e machinas de guerra
> O 3J anno da cadeira de astronoma e geo
desia e da de mineraloga e geologa e das au-
las de desenho de cartas geographicas e da lin-
gua allem.
Finalmente o 4 anno consta das cadeiras de
coustruegoes civis e militares ; de biologa, bo
tnica e geologa ; do direito administrativo e
economa poltica e da aula de architectura civil
militar.
Os dous priraeiros annos constituem o cur-
so de artilharia. Este e os 3o e 4" annos con-
stituem o curso de estado-maior e
ra militar.
Os lentes, substitutos, professores" e ad
juntos so adquirem direito jubilago depuis de
cinco anuos de exerccio.
ps que forem D&nes do extEjto p pod<-
adquirir direitO joblago sg, como os pai-
sanos liouverem bem servido no exerccio do
magisterio durante os primeros cinco annos de
sua nomeagao a juizo do governo, e requererem
a sua reforma. Se, porm, nao quizerem refor
mar-se e continuarem empregados no magisterio
sern considerados em commissao.
Os officiaes do exercito, actuaes repetidores1
e professores que houverem adquirido direito
jubilago. na forma do art. 228 do regulamento
de 17 de Janeiro de 1874, e forera nomeados
lentes, substitutos ou professores, nao sao obri-
gados a reformarem-se; mas so podere jubT-
lar-se com as vantagens do novo regulamento.
cinco annos depois do sua nova nomeagao e de
exerccio de magisterio.
Os actuaes lentes cathed raucos da Escola da
corte conservaro todos os direitos e vantagens-
que Ibes garanta o citado regulamento de 1874.
Os repetidores, professores e adjuntos da dita
escola tambera nao perderSo os direitos adqui
ridos em virtude do mesmo regulamento.
Dispoe ainda o novo regiment que, median-
te concurso feito perante a congregago da es
cola superior de guerra, o governo nomear tres*
officiaes para estudar animalmente na Europa as
materias que interessarera instruego militar
e organisago do exercito e os seus diversos
servigos.
A escola de Porto-Alegre continuar a ter
curso de artilharia, creado por decreto de
Junho de 1884, mas modificado segundo oj
gramma do novo regulamento.
D-se grande desenvolvimento ao
pratico, tanto das escolas militares, como I
cola superior de guerra.
< Embora o novo regulamento exija ad|
somma de habilitegOes para que o ataran
escolas possa obter a nomeagao de alferes^B
no, em compensagao torna quadro deste^H
ra lado, verificando se o despacho logo que o'
alumno tenha adquirido direito a esse premio
escolar.
Taes sao as principaes disposigoes
regulamento, cuja publicaco nos pare
veniente antecipar para conhecimento i
co e especialmente da classe qual mais
to interessa.
O Ministerio do Impeno declarou ao ,
dente da provincia do Cear, em contirmaj
telegramma de 9 do corcgaflrw&z^que
concedidos os dous crditos, na importan
30:0004 cada um, que solicitou em telegr
de 8 do mesmo, afim de occorrer s despeza
com a secca, que est assolando a provincia.
Ao da de S. Paulo, em solugo dos office ns
5 e 8 de 31 de Janeiro e 12 de Fevereiro ltimos
que foi concedido o crdito de 1:4004, sendo
1:000* para conlinuago do servigo de desinfee-
ao das casas de variolosos removidos para o
azareto da capital, e 400# para occorrer s des-
pezas com o tratamento de indigentes accom-
mettidos de varila no municipio de Botucat.
EMpirito Santo
Datas at 8 de Margo :
Continua o terrivel flagello da secca a assolar
a capital e diversos pintos do interior, tendo
sido insignificantes as chuvas dos ltimos dias
do mez passado.
A"s ultimas datas o calor era elevadissimr,
na capitel. No dia 6 o thermometro centgrada
attingio a 33,5 e no dia 7,33,2.
Em S. Torquato manfesterara-se dous ca-
sos de febre amarella, um dos quaes de carcter
benigno.
Sob a epigraphe Preso enfermo refere a
Provincia em date de 8 :
Ante-hontem foi recolhido ao hospital da
Santa Casa deMisericordia o sentenciado Justi-
niano Ferreira da Silva, que ia sendo esmagado
pela queda de urna barrena as excavagoes que
esto sendo fetos no Campinho para o aterro do
mangal.
- Justiniano entrou para a cadeia desta ca-
pitel em 24 de Janeiro de 1865, remettido do
Itapemirim, afim de cumprir a pena de gales
perpetuas.
<> Requeren perdo em 6 de Agosto de 1874.
No anno de 1882 foi substituida aquella pena,
nos termos do art. 45 _2. do cdigo criminal,
pela de priso simples, visto ter o paciente attin-
gido a idade de 60 annos. ___
Urna circumstencia curiosa : ao decuisbUfc -__
24 annos de priso a segunda vez que Justi- """^ _.w^
niano baixa ao hospital.
Tem inconteslavelmente urna organisago
especial para resistir por tao dilatado tempo ao
meio deprimente em que vive.
Foram publicados na corte estes telegram-
mas:
Victoria, 12 de Margo.
O Sr. chefe de policia seguio hontem noite
para a Cacboeiro de Itapemirim, seguindo tam-
bem mais Corea.
Conste que as noticias officiaes do como
autor da aggresso soffrida pelo advogado Vasco
o commandante do destacamento policial.
Nada mais sabe-se at agora.
Cem immigrantes que fizeram parede emr
S. Matheus, recusando-se a tomar destino, se-
guiram depois voluntariamente.
O Sr. presidente da provincia celebrou con-
tracto com a casa Fiorita para a introduegao de
immigrantes por oonta da lei votada pela Assem-
bla Provincial sob a iniciativa do deputado Mu-
niz Freir.
Victoria, 13 de Margo,
O vapor Madeira, em viagem de instruego
dos aspirantes de preparatorios da escola naval,
chegou hoje, devendo seguir amanha para os
Abroihos.
Todos bons a bordo.
13 de Margo.
Nao est grassaudo aqu a febre amartila
deram se apenas cinco casos, dos quaes tres
fataes, em immgrantes chegados do Ro de Ja-
neiro e que foram solados convententeme
Chegou hojeo vapor Madeira.
Rabia
Dates at 16 de Margo
Do Jornal de A'otici #, mica folba, que rece-
bemos, extraamos as seguintes noticias, dadas
em 5 do corrente :
Tiveram lugar Moje na igreja dos religiosos
capuchinhos, l'iedade, as exequias solemnes
mandadas celebrar pelo directorio do partido
conservador dosta capital, memoria do
llustre chefe o tinado Barao de Coleg pe.
igreja achava-se decorada com grande pon
fnebre, a nave central coberta de luto e ai
trada dt goivos eslava letanteda uina niagestosa oga. aetevcl
pelas proporces e pelo n-finado gi
bobre urna larga escadaria ert
luumas de ordem drica, por
B
c
13

H



v

""WSW
iario* de ^lrn
i a monumentos d'esta natureza.
sustentando o entablamento, ornado cnKtr 4
mas nacionaes e oatras decorages apropriadas.
Coroava o catafalco-graciosa copula encimada
pela crui, este derraairo tropho de todas as
grandezas.
Na cpula, do lado' ancipal, eslava aberto
nm livro com esta inseripgo na pagina : assim
passatn as glorias a"este mundo. Dos lados, no
ebo, estavara armados trophos, com bandeiras
nacionaes e armas dooxercito4 renteiaea
degros do catafalarria-.ee riarato-aueininea-
te estodistg, bem MR a swi coma a-uro
farda de senador do -imperto, tado boii to --4e
crep. Ladeando- ega atava posaeda un
companhia dos maaores'do ar.-enal de-guerra,
enchendo os raai tugare 4o especo o templo
o que de mais esaettaido nporasaeoctoide at-
luana.
A concurrencia<1ta)^ieiMo ata enraumora
ssiina, e com postando NanaeaJaanahae todae-f-
as classcs sociaes.
As tribunas erara oecupadas pelo Sr. conse-
Itaeiro presidente da provincia, marechal cora-
mandante das armas, chefe de policia 6 outras
autoridades principaes.
indiestra de 30 professores e 12
Saens, e antes da orago fnebre a marcha de
effeito da F. Golas, sob a regencia do notavel
compositor e vrtuose St. Livino P. dos Santos.
louvado em oatras incumbencias desta na-
toreza.
O elogio-do tinado foi feito pelo Ilustrado co-
aego uosso amigo Francisco Bernanlino -de Sou-
a com aquella aletazo de espirito cernina
eaaacidaae, que nao Ine pode escondwr a des-
treoccopadamodestia.
Presto !>s honras militares -um ceirtingente
Jo '.(" batallo de iafantaria com a respectiva
banda.
Mais nm testemunho do estado de miseria
.-ai que se achara, por effeito da secca, a* loca-
lidades do centro da provincia.
Lea & Sr. presidente da. provincia e quantos
estejara uo-cao de soccorrer a misera papulaoK>
saininta, este trecho de nina caria escripia pira
esta cidade peto professoppublici d limbuca-
uas:
Aterrivel secca que nos flagella, ha 8 mezes.
ae j consumi todo o gado, animaes. pasta-
ren-, ptaotagoes de qualquer natnrez, vai fa
zenio algunas iictimas humanas, deudo- falta
absoluta de vveres para a alimeataeao.
Em breve, si ens. pai de bondade e miseri
oordia, nao nos der chuvas^ as havera tambera
pela sede.
Miseria... miseria... eis oque reina nesta
infeliz, ouir'ora tio feliz fregueaa.
O corago humauo, por mais bronzeo que seja
.ompunge-se.de ser testemunba sem remedio
d'este lervivet espectculo !
Horneas, raulhere* e meninos andana pelas
portas pediiidoun boccadinho defarinha pelo
amor de Dospara malarem a foine que os
devora I
Collados dos infelizes Mas.. quando asso-
mam porta, nao so horaens, mulheres e me-
aiaos, nio ; sao ver'adeiros cadveres ambu-
lantes, que mal no le dizer :um boceado de
iariiiha pelo amor de eus !
Horror! Muitas pessoas j comecara a reti-
rarse. O co tornou-se de brenze : nem urna
gotta d'agna.
Que calamidade 1
4 laico a
Datas al 20 de Marco.
Ceirtinuava a grassar com iatensidade em Ma-
:ei* adjaceneias a epidemia da varila.
Emconsequencia da epidemia o >r. director
scola Central, resolveu fechar temporaria-
o extrnalo do estabelecimento.
] A 19 desembarcara de bordo do paquete
nal Aleonas o l)r. Tobas Bar reto de Mene-
Usrem-se aggravado os seus padecimeo-
tos nao poiler continuar a sua viagem para a
orte.
Hospedara-se no Itesiaurant Ephtgenw, onde
5flra muito visitado.

INTERIOR
Canse ru<'<'fu> do trecho da ea>
irada df'feiriro do Recife ata
ruar. compreHoadido entre
Bezerwoa e C'aruan
De ordem do Exra. Sr. ministro faga publico
que nesta directoria e no escriptorio do dire-
ctor e en^-enheiro chefe do prolongamento da
estrada de ferro do Recife ao S. Prancisco e es-
trada de ferro do Recife a CaruaT, reeebefci-se
propostas para a e.xecucS por empreitada da
preparaco do leito e obras de arte do trecho da
referida estrada do Recife Carnarii; cinpre-
liendido entre Bezerros e Caruar. nas.seguin-
les condiges:
0 empreiteiro executaaa, alera dos trabaibos
aecessorios e eventuaes que taubein licam.a
seu cargo
1." Rogado, limpa e destocamento do terreno
que hoover de ser oceupado pela estra a ou por
suas obras;
2." oriniento de Ierras para a formago do
to da estrada e das suas dependencias-;
3.' Construcgo das obras de arte, excluindo
as superstructuras meta 11 iras dos viaductos,pon-
tes c ponlillies;
4." Eurocamentos, revesliuieoiou e outras
obras de consolidagao,
*>. Conservago das obras aciina referidas du-
rante o tempo da construcgo at liuai cooclusu
e recebimeuto delinilivo pela aduiinistrago da
estrada.
B
As cond.ges geraes, especificagoes e tabellas
de pregos approvadas por portara da presente
data, additadas < o prazo para a coudusao das
obras e do abatiraento feito na referida tabella,
xmstituirao o contracto.
.m
fD diracoriadas obras publicas ou no escri-
ptorio do engenbeiro chefe poderao o interes-
sados examinar as allodidas condiges guraes,
especicages e tabellas de pregos, e bera as-
sim os estudos do trecho da estrada de ferro, de
pie se trata, na extenao de 27 kilmetros e
V80 metros, ficando,.porra,- entendido quo taes
estudos dependera anda de revisao, a qne vai
se proceder.
IV
gamento a importancia correspondente a 10
BMotraadtaartL W VIH
As propostas sero entregues em carta techa.
da at as 11 horas do da 30 de Abril do cr-
reme anno, nos lugares indicados, e abertas nes-
se raesmo dia e hora onde, tiverem sido apre-
sentadas, podendo assistir* es88acto os proao-
nentes que se acharem presentes.
Directoria das obras publicas, em 1 de Marco
de-tSo.-^. F.Parfrra Urntaatr^
Ses
om
.......~1_ ltruigaoiaaainiBa|ao,taoio
A morguem,setaOtaajvtag- WSvar,
eeondi-ofa m-
(Exhfki^
< Ai morgues, como disse D.ivergie. sao urna
instituigio nica c e eminentemente franceza.
Emquanto que s receutemente se tm desea'
volvido em algumas cidades mais importantes,
em Pars existia urna morgue j no seculo XVII
no i.iaiuk CkiUrt. O Sr. Besancon encoaUou
l'majprctiestra e jo proiessores e 12 vozes
execuffc a grande raiesa d*~refuimm <-Ml kiau' fl de Marco d 1*8
Em DJ04 a morgue-ido Grwmdf Ohateiet foi trans-
ferida para o caes du Marche Neuf. onde perma
neceu at 1864, nao em que v presente toeiii, no tan Napoletn; atrs doedi
flcio de Notre Dame. Foi so, porm, era 188J,
que por influencia do Sr. Brouardel, esse esta-
belecimento sedeeeofslveu e attingio os aper
fcicoamentos qun altt' tivo occasiao de observar
em 1886:
Af morgues podem ter applicacesmais ou me-
nos numerosas, resultando assim deltas earres-
pondentemente maiores ou meuores vanlagens.
Desde o momento, porm em que crear nm estabelencato desea uatureaa na
noss capital* jalao que s<-dea tirar dalle todo
0 possivel proveito ; tanta mais. quedo abando-
ktu de algunas consMeraveis v.atgens resolta
na apenas, urna economa relativamente mes-
quinn.i.
1 A morgue tal como est estabelecida em Pa
ris. permute satisfaeer aos seguintes fins impor-
tantes:
1* Recolliiraento imuedalo de todos os cad-
veres ou fragmentos abandonados', perdidos ou
remitidos pela jaafjca.
S* Exposigao demorada de todos os cadveres
cuja ideotidade desconhecida.
3 Exposigao dos cadveres conhecidos, mas
cojo recoflhecimenlo i'si quer pnblicanjente fa-
cultar com o Qm de obter sobre elles mais in-
formages.
4o Conservago mais ou menos prolongada :
a) De cadveres, cuja demorad expsito no
pennittiu anda determinar a identidade
bl De cadveres destinados autopsia.
c) De cadveres ja autopsiados, mas que con
vm reservar para a ventualidade de nm novo
exame.
d) De depojos paroaes- destinados a ulterior
exame microscpico, spectroscopico ou texicolo
gico.
o" Execugaa de todos os exames uecroscop
eos medico Jeyaes ordenados pelo poder judi
erial oa administrativo.
6* Aprovaiament de todos os subsidios que
a morgue fornece ao eiisino pratico da medicina
legal.
Como se ve. os scrvigos da morgue revestem
assim um interesse policial, administrativo, ju
dcial e pedaggico cuja importancia nao pode
ser illudida
A morgue eui primeiro lugar, como que un
asylo cerlo para todos os cadveres desampara
dos, e que rpidamente poria termo ao lamenta-
vel jogo de pella a que a falta ou incerteza de
abrigo propno, as allegagOes de incompetencia,
as escuzas o"e jurisdiegaa, etc., expocra um po-
bre despojo humano na noisa capital.
Aocrcscente-se a isso os mos tratos, que de
todas estas vicissitudes podera resultar, e se
traduzem tantas vezes por offensas materiaos,
que sobrepondo-se as que aossam relacionar-se
cora a causa da morte, conduzcan possibilida
oe te equvocos na interpretacao ulterior desta,
e ter-se-ha urna medida ainda mais exacta da
necessidade de-regular convenientemente o des-
tino dos cadveres de que a nossa policia ou
justiga toma conta.
Em Paris a media animal (1878-1880) de ca
daveres-e fragmentos foi de-745 sobre urna po
pulaco de 2.223:000 habitantes (1880 )
Nao se pode dizer quat ser o movimento da
morgue de Lisboa, pois a estatistica dos casos
que a toroam necessaria no existe. Proporoio
nalmente a Paris. considerando-se a populago
de Lisba.composta de 242.297 habitantes (1878)
o algarisrao que se oblm 80. Mas ainda que
fosse menor, a urgencia nao desappareceria,
pois Lisboa, aindaquaudo nio fosse senao pelo
seu deeoro- de capital, precisa por um definiti-
vo termo a sua fnebre oontradansa de cada-
veres
as morgues faz-se exposigao dos cadveres
com o tira, ou de estabelecer a identidade, oude
qbter outrosesclareciraentosutei3 policia ou
justiga sobre o individuo, e o despojo mortal po-
de ser, por processos especiaes, .conservado para
assim dizer indefinidamente.
Em Pars a media annual (1878-1*80 de iden-
tidades reconhecidas na morgue foi de 48* sobre
383 cadveres.
Os mais modernos processos de conservago
permittem sua parte que a identidaie se possa
estabelecer a longuissiiiios prazos. Assim no
meadamcute no primeiro auno (1882), em que a
morgue de Caris funecionou com assuasinuo-
vages actuaes, a identidade de um individuo
foi estabelecida depois de 32 das de exhibigao.
. Em Lisboa, poder parecer primeira vista
que o exposigao na morgue nao ter consWeravel
importancia para o estabelecimento da identida-
de, peis em geral. quando a polica encontra um
cadver na ruayponco depois seeabe de quem .
Mas nesta cidade o problema do estabeleci-
mento de identidade dos cadveres tem sobre
ludo importancia para aquelleaqu vm arres-
tados pelo rio aos caes da cidade ous praia-
proximas. Aportara era geral, era tal estado
de putrefaegoo, -que as autoridades os mandara
logo mliumrr anonymamene. Deivam. os indi-
viduos morios, niulher-, !;lnos..herdetfiis. que se
vn por esta, falta irapossibililadus de estabe-
lecer para rins civis o bito da pe-soafallocidas
creando-se. assim embaraces mais- frequentese
graves do que geralmeute se suppoc.
Com a morgue taes cadaveeas soriam imme-
diatamente traasportados a ella, ah conserva
dos, sem perigo de cheiro, ou infecgo, expos-
to longamenie; at que as pessoas a quem falla
um prenle, ou um amigo sabeado onden des
graga o pode ler conduzido, vera propositada-
mente procural-o c reconhecel-o, quando ore-
conhecimento eventualmente nao tem ja sido
feito por simples espectador curioso.
E deve-se aecrescentar que, com o progressi
vo engrandecimento de Lisboa, wbre ludo com
o augmento notavel que se esta desenvolvendo
no concurso de viajantes nacionaes e estraogei
tos a esta capital, o problema do reconheciineu
to da identidade dos cadveres ha de tornarse
cada dia maismportante
km muitos. cadveres a causa de morte eonst-
tue sua parte umoutro problema, certamente
As autopsias coraplelam-se, certo. em algu-
mas horas, e podem realizarse em um local
crjuimum ; mu os times complementare, por
muito simples que sejam, tm muitas vezes de
reservar se para outro dia, e demandara urna
inidmiaataiaaaoi*lniaMni Iraaiaotamut.
A concurrencia versar sobre a idoneidade
dos propoaenles, pregos da tabella e prazo para
a conclufo das obras.
Cada proposta deve vir acompanUada de do-
laimento qae prove ter o propooente a neeessu-
ia idoneidade, e desse documento deve constar
nao s a natureza e importancia dos trabalhos
BM i houver o proponente executado, admi-
nistrado ou seguido, como o seu procedimento
durante a execugo de taes traballios. Os aba-
timenlos ofterecidos devem ser sobre toda a ta-
bella de pregos e nao somante sobre qaalquer
parte dessa tabella.
A proposta e todos os papis que acompanha-
rem devero vir seriados e reconhecidas as tir-
atas.
Os proponentes devero ter pleno conheci-
mento de todas as circunstancias loraes e dis-
por dos recursos necessarios para comegar c
eoncluir os traballios nos prazos lixados nos
Mitrados, nao podendo ser aceito, como moti-
vos justiiati>os de demora, a falta de opera-
churaa torrenciais, ele.
VI
i proposla ser acompanhada de um co-
nfaednento de deposito de 15:000., feito no
lonal ou na Thesouraria de Fazea-
ulos da divia publica ou em diuueiro,
e que o proponente perder em beneficio dos
cofres (tublicos si no prazo de 13 das, contados
da dala em que pelo Diario Oflictal se fizer cons-
tar -ua proposla. deixar de assi-
r o respectivo contracto, tornndose de ne
i aceitagao da pro-
posta.
Este deposito servir tambera jiara o fim do
art. 4' das condigOes geraes.
VU
irauu estabelecida peta condigo
anic/ior, seta relata a igual titulo em cada pa-
lla, portento, a;
mar o cadver, i
effeito.
S os procela da morgue
enca
psiado.fara
rmitteai reaisar
este desidertum convenientemente.
As autopsias dao p reconhecimento immedia-
to das alterages microscpicas; mas estas sao
muit
a causada
.o exaat
analys'
partes aaidavaajiquc
mo modaajaan'itaK ira
Este aditicio offerece as seguintaa vanlagens
-ii sor brevemente desoecupado :
b) Ssi-ia facilmenle accommod.ivel disposi
yo de urna morgue ;
c) Nao lein a visinhanga casae de habilago.
Para a morgue s se aproveiaria parte do
proloojiWB'nto terreo, que tem serventa para
o boqueiro.
Que destino se poderia convenientemente dar
parte restante?
r iirtwiamni Quanto* mira, alera aaaMahesquadnittojto-
daaccorrar-j lica- awt-reforgaria a ^wiw troasopiori* a atabunaauenlo, morgme ,*it-4everia annexar
atao .caitas pta laaaratorio de toxmluf i*e quaadiaat
am pato
aaaaaajadaB-
dos tecido6:aob
a imalsae, randtos dos
e a voiatiltour
ocaapare
A morfme de Lisboa pjda*iau ilanete > *w
construida-em qualqner4tosioaaeir>if)aoe4bto
serveiada3 ras da Alni!ida*u e Jadim4o^
-e ou a Tabaco para a margem a-rio, e onde tfxisteai j hontem passaaaffmwoasso porto', foi obligado a jj
. muito* edificios e terroaas-yeeteoc iiattfazer quarenlaa* no porto da Bahtt por haver
tado. .faaadwo nomealaiwta liral tinja mi -
Aut*i(ijMk^<-paiiii-Por- portoria d
presidencia da provincia-de 20 do corrente e
proposta do Dr. chefe de policia de igual data,
foi nomeado para o lugar de Io supplente do
subdelegado do districto (Sant'Anna) do ter-
mo de Bom Jardim o cidado Manoel Francisco
da Silva Canguengo, em substituigo da Jos
Lourengo Gomes Cabral, que pedio exonerago.
Raneo de Crdito Real le Pernam-
bacoAmanMaa-ineio dia, em nmuUs sa-
las da Associatto-MommcmtoL leiiefieeuto, re
une se em asaambia geral os acuioniaUa do
Banco de Ciaailo Mai de, Pernambuco. para o
duplo tim dat>aaraa>co[il>eciiiiento do relato-
rio das opeaaSes ancanas no anuo prximo
Ando, e prooadaaenM^leico da nova comais
sao fiscal e a-oaesa da assembl' a geni.
Febre lunrroito O -'aquete Xeaa, que
^em fallar as delongas que entre nos se ob-
servam para as autopsias | para resolyel-as,
l para conseguir peritos, j para determinar o
local, j para, finalmente, as realisar, dase fre-
quentemenle o caso do cadver se adiar era de-
composigo, ou de. mesmo fresco, ser conve-
niente aaiar o exame anatmico, para previas
acareagoes, para execugo do seu desenho, ou
photographia, etc.
Os processos da morgie resolvan todas estas
necessidades, pois nao s um cadver ple ser
conservado na primitiva frescara, mas ai
mais adiantala putrefaego ple ser radical
mente suspensa. As escusas de peritos xtrmo
estad do cadaar e perigo pqra a sawle publica.
com que a justica Untes *eie< etba/f o cri-
minosos se furian ao castigo aas leis, nio tem
ja Ulo lenhum protesto plausivel, e isto i-
particuianiienle importante enlre nos, onde taes
fados se reprodu a mais damnosa fre-
quencia.
Na morgue de Parit tire occasio de ver cada-
veres de afogadoe. pescados no Sena mezes de-
pois do accidente, pertitamenie conservados
para ulterior exa ne.
Nos exann'8 necoseopios
litigiosos, deve muitas
bilidade de um conlrs
tos.
referentes a casos
nes suppor se a possi-
ezame por outros jien-
Btn Paris, antes da morpiK estar devidamente
organisada, os peritos levavam as pegas para
casa ou pura os seus laboratorios, partcula-
re:
Alm de nao.se poder regularmente fazer urna
tal imposicio-aos peritos, acaresce qne as pegas
que estes rasen, podem sem objecto de qual-
quer casaal va maliciosa allrago nos impro-
prios lugares para que sao transportadas.
Nao ha muitos-annos ainda que um servente
do laboratorio rhuuico da Kaculdadi' de Medici-
na de, ilontpallier iutroduzio subcepticiamente
alguns cent igra urm as? do arsnico em urnas vis-
ceras confiadas pela justiga ao exame do profes-
ar Kchaarp, induzindo este perito eonspicuo e
abalisado em.-unjrgra\ e erro, s descuberto de-
pois da entrega do ndatorio..
So una morgue orgtumad. eu*. nidiges era
aueosdjpieraaa exam<'-e pdfc, saccessiv-
rente realizar.e em que pesloare lodo jura-
mentado evitotfto graves .inconvenientes.
*
A adaptaco das morgues- ao ensino da medi-
cina legal urna creumstancia ,certamenle se-
cundan* om relago ao fim princi al dos esta-
beleciraejtosdaquella natureza ; mas a sua im-
portancia sob outro aspecto, igualmente fun-
damental.
No ensino pratico da medicina legal, as mar-
gues sao o mes no que os hospitaes no ensino-da
medicina'clnica. Eraquauto.nao existem mor-
gues e ellas se no-applioara ao eusino mdico-
legal, este deve considerar-seiuleiramente Ilu-
sorio.
Nao ha talento, nem instrueco de professor
que possa supprir a falta de exemplares. Na
universidade, onde estudei, para demoostrago
de curso bouve no meu anno apenas um infanti-
cidio nresuniivel. Em Lisboa, onde o campo
mais vasto, nao sel se tanto chega a iuo.:tiar-se.
mas Sci que annos tm havido em que. seja dito
fra de toda a idea de censura pessoal, que se-
ria injusta, a medicina legal, pela sua associa-
gio pedaggica hyg>ene tratada em meia
duzia de ligtrs apwias.
> D'aqui a absoluta falta de medico*, legistas en-
tre nos. Todos os mdicos portuguezes sao
oeste particular mais ou menos curiosos, e so'
um esludo muito especial e demorado de cada
caso permille a alguns medios mais lWinrtos
e illustradu? chegar a resultados satisfactorios.
Tem-se pensado muito na organisago da me-
dicina legal portugueza. A base dessa reforma
a creaco de mdicos legislas, creago real e
nao nominal simplesmente. Sem ensino prati-
co nao ha, porm, nem haver nunca mdicos
legistas possiveis, e esse ensino s proficuamen-
te pode resultar da cenlralisago dos casos em
um instituto da natuivza das morgues, onde os
professores demedeme legal possam systema-
ticainente casioar aos seos discpulos, nstruin-
do-se simultneamente elles propno.
Creio, pois, que orcanisando se em Lisboa
ama morgue, esta nao pode deixar de ser ada-
ptada na sua installagi. material e regulamen-
lago ao,ensino da medicina legal, nassando a
?er a sua base pratica principal, e devendo,
nestes termos, o professor de mediana fegal da
escola medico-cirurgica de Lisboa ter .ueste es-
tabelecimento toda a powivei preponderancia
ou independencia
As liges praticas da medicina legal foram
inauguradas em Parir no anno ae 18ft por De-
vergie. Existen tambem ba omito em Bertim
e em Vienna. E como ensioando muito se
aprende, e na Franca, na Alteraanha e na Aus-
tria que a medicina legal especialmente tem flo-
rescido nos nomes de mestres, como Devergie,
Tardieu e Brouardel, Casper e Limane, Heff-
man.
IISYSTEMA DE CONSEBVAQA DOS CAUAVKIIKS
O problema da conservago dos cadveres
tem de obedecer na sua sotuc.io s condiges
da melhor conservago da iaCgridade da forma
e physionomia, dos tectdos e humores, e de to-
das as substancias alimnteles, medicamento-
sas ou toxicas Tjue se conleqham do organismo.
S a Boagelacio pelo resfriamento do am-
biente permitte conseguir sals(actoriamenle este
desidertum. Seis anuos de experiencia na mor-
gue de Pariz tem demonstrado com a maior evi-
dencia o alto"valor desse meo de conservago.
Km Pariz, os cadveres exposlos sao conser-
vados- em urna sala arrefeada u cerca de 2o.
Urna conservago mais demorada pode depois
effectuar-se em caixes arrefecidosa 4o. E, li-
nalme"!!' em casos de adiantada putrefaego,
para a suspender immediatamenfc, ou quando
se trata de urna conservago indefinida, a tem-
peratura dos cadveres pode ser laixada a 13
Nestes condiges observase umi verdadeira
petrificago, que resiste forte percusso de
um mago de madeira, e que s pode ser desfeita
pela exposigao do cadver atmoB|diera normal
durante cerca de dous dias.
Este methodo de conservago iesvia todo o
inconveniente de mo cheiro ou injeceo.
III CUSTO DE UMA MORGUE B SUA DESPKEA i
Este capitulo nao da minhacompetencia
especial, .mas julgo dever consignar a despea
da ioslallagao ecusteio da muwpie de I'ariz, na
parle nteirainente especial conservago dos
cadveres.
A installaco do material especial para :
a) Arrefecimento ida casa da exposigao (500
melros-cbicos) a-2 ;
I i Arrefecimeato de dez cadveres em caixo
a4* ;
r) Arrefecimento de quatro cadveres em cai-
xo a -13.
Custou executeda pelos Srs. Wignon Rouart
44.00 franco*, ou8:08M0. O cusleio do fri
obtido no primeiro anuo imporlouem 12,700
rraneas, ou 2:3*W0.
K\ identemente par Lisboa todos estes alga-
rismoi devem soffrer uina reduegio, que nao
posso precisar, mas que se deve reputar impor-
tante. Mas por muito cara e dispendiosa que
podesse ser a morgue de Lisboa, os servigos so-
ciaes que ella est destinada a prestar ordem
policial c administrativa, s investigagoes da
justiga e ao ensino da medicina legal sao de
vaha icompsravelmente superior.
IV -ESCOMA 00 LOCAL PAMA A MORGUE 01 LISBOA
As morgues como estabelecimentos de exhibi-
dlo de cadveres devera estar situadas em urna
regio de grande transito, fcilmente accessivel
ao maior numero de curiosidades, mas leve-
mente dissimuiados, afira de nao constituirem
espectculo brutalmente forgado. Deve nestes
limites igualmente ser preferido o local mais
ce iti-.d em relago ao movimento dos cadveres.
E e finalmente importante para a produego do
fri que no ocal se possa dispor gratuitamente
de-grande abundancia de agua de fcil uso.
Applicando a LsIkw este trplice criterio, a
minha atteucao volt ou-se para qualquer dos bo-
qi.eires do Aterro, os quaes reunem as seguin-
tafl condiges :
a) Situago coocorrida, de fcil .ia*sso, mas
iocal levemente desviado da grande linha de
circ lago ;
b) Proximidade do rio, e porlanto faeililaco
do transporte dos cadveres arrastados pela
un r-nte do Tejo, e que constituem telvez o
maior numero :
c> Fcil aproveitamento da agua lluvial para
o funecionamento dos apparelhos frigoriScos.
Procurando determinar ainda mais especial
mente a precisa tocahaaco da pjojecteda mor-
minlias vistas deliveram-se na parle Ira-
letra do edificio da fabrica de tabacos Regala-
a qnal lem frente para o Aterro e se prolonga
para o boqueiro po Deuro.
aro iiouiea lar
pado por um barraco de serralheria no boquei-
ro do caes di Lama.
Sao apenas leiabrangas* pois qunwdwcm prin-
cipio se decida a fnn lago de urna morgue, a
que a questao do local deve ser mais desenvol-
vidamente estudada.
V---ANHCXaCill Da UM I, VHIBATOIHO nil.TOlHIOLOCU
MOHGB1 pa LISBOA
O exame toxicoktgico,- sendo o jomplemento
de tantas autopsias, a adjunego de-.un labora-
torio de lexicologa morgue, nada menos do
que lgica- Em Pariz, os dous estabelecimen-
tos por difliculdades materiaes. foram instella-
des separadamente, mas anda assim muito
prximos.
A necessidade de um tai laboratorio mani -
festa e evidenciou-se bem eloquenleinente entre
nos no ainda recente caso Picio, mu que, por di-
versa maneira, a renutago de tres horaens, o
indiciado e os dou* peritos, chegou a estar coin-
promettida por um desgracado erro de labora-
torio, semelhante a outros que a historia, da me
diciua legal archiva, e. a mulos, tal vez, qu li-
carampara todo o sempre ignorados.. e irre
parados.
A creago de um laboratorio de toxicologia
reduairi certamente ao mnimo a proporgle de
casos como esse e como o de Bchamp, que
atraz refer. E si, pois, tal estabejeciineuto
tem de fundarse, a sciencia, a lgica e a econo-
ma pedem que se, coaslrua simultneamente
com a morgue, anoexo a ella e sob a mesma ad-
ministragao.
Eduardo Bur-tuiif.
Medida neceovaria -S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, no intuito de obviar que
a populago menos abastada desta cidade sof-
fa as consequencias da falta da farinha de
mandioca,.genero de.prameira necessidade, bai
xou hontem a seguinle portara, que contera -sa-
lular e necessaria providencia :
Paiacieda Presidencia de. Fermmbuco, em 21
Marco de-1889.: i presidente da provincia tendo
conheqmeuto de haver sido comprada toda a
farinha de mandioca existente nos depsitos
desta capital, e de terera sido despachadas para
a provincia do Cear cerca de oilo mil saccas;
e considerando que semelhante especuladlo
mercantil desfalca completamente o mercado
desse genero de primeira necessidade, que j
se vende a retalho por prego quatro vezes supe-
rior ao normal;
Considerando que esle melindroso estado de
eousas aggravar-se-ha consideravelraente, si fr
exportada a farinha despachada e a que se ocha
em deposito paru este fim ;
Considerando que a populago em geral e
especialmente as claasas menos favorecidas
da fortuna so prejudicadas em proveito exclu-
sivo dos que se dedicara a esse ramo de negocio,
demasiado lucrativo aas circunstancias actuaes ;
Considerando que desde o principio do cor-
rente mez tem sido exportadas mais de dezeseis
mfl saccas de farinha, allerando-e assim as
condiges ordinarias da offerta e da procura
nesta iraca relativamente a este genero;
Considerando, finalmente, que as questes
relativas alimentaco do pov interessam a
ordem publica, incumbindo por isso adminis-
tragao empregar as medidas ao seu alcance para
prevenir a escassez artificial dos gneros de
primeira necessidade;
Retobe determinar ao inspector da Alfaude-
ga que nao consinte no embarque da farinha des-
pachada e nao d andamento a novos despachos
sem ulterior doliberaco.
Expega-se portera Cmara Municipal e of-
cie-se ao Dr. ebefe de policia afira de providen-
ciaren!, por intermedio de seus agentes, para que
a farinha trazida do interior seja levada ao mer-
cado publico para a vendagem a retalho. Inno-
eencio 'Marques de Araujo Gos, <
AmH-mbli'a Provincial Funecionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Baro
de i Caiar, tendo comparecido 22 Srs. depu-
tados.
Foram lidas e sem bebite approvadas as actas
da sesso.de 19)e reunio de 20.
O Sr. 1. secretario proeedeu leitura do se-
grate expedieate:
Um officio do secretario do aoverno. devol-
v ndo quatro exeraplaies das resoluges sanc-
ciouadas sob ns. 1866, 1966 a 1970, e tres das
que deixaram de seto.A archivar-ee as pri-
meiras, indo as ultimas-a respectiva commisso
Urna petigo de Jos Mar -ellino da Silva Bra-
ga, 1 amanuense da repartico das Obras 'Pu-
blicas e de Antonio Totonliuo de Figueiredo, 1
amanuense da mesma repartigo. requerendo
que os seus venc montos sejam ejqoi parados aos
de terceiros offieiaes da secretaria do governo-
A' commisso de ordenados.
Foram approvados quatro pareceres^da com-
misso de redaego sbreos projectos"os. 106 e
118 de 188-.
Eocerrou-se depois de orarem os Srs. Jos
Mariano, Joo Augusto, duas vezes sendo urna
pela ordem, Tavares Netlo. Jos Mara, Barros
Hanretto e Drummond, a discusso do parecer
da mesma commisso sobre o projecto n 13 de
1888; havendo sido prorogada a hora por 60
minutos a requer me uto dos Srs. Phaelaue da
Cmara e Jos Mara,-tendo sido apoiadas diver-
sas emendas e sendo regeilados dous requer*
mentos um ido Sr. Joo Augusto para vottar o
projecto commisso de redaego e outro do Sr.
BarrosfBarreto, de adiamento de ;discusso por
24 horas, nao se tendo votado as emendas por
falta.dejjnumero.
Passsou-se ordem do da.
Encerrou-se a discusso da lei nao sanecio-
nada a que se refere o parecer n. 83 de 1888 e
adou-se a Ia do projecto n. 69 de 1888.
A ordem do dia : continuago da antecedente
e mais 1 discusso do projecto n. 13 de 1888.
co la presidencia da provincia
Por actos de 13 de Margo :
Foram nomeados Amaro BezerraMarinhoFal-
co e Augusto i'arneiro de Lacerda para o posto
de alferes da 3" efi* companhias do I0J batalhao
ile infantaria da guarda nacional da comarca de
Jaboato em substituigo de Rodolpho Flores-
tan Cameiro Monleiro e Andr r'erreira da Cos-
ta qne deixaram de solicitar patate no prazo
legal.
Foi nomeado Jos Vieira de Mello Franco
Sira o lugar de delegado do termo de Pi
Albo, de confonndade com a proposta do Dr.
chefe de policia.
Foi prorogada por 3 mezes a licen
que se acha o tabellio do publico, judicial e
notas da comarca d'esta capital Antonio Borges
da Silveira Lobo.
dem por 60 dias com encimentos a que
liver dreito i licenga com que se ada o juiz de
direito da comarca }de >guas Bellas, bacharel
Gaudino Eudoxio de Britto.
fallecido a boraom passageiro inglez. depois
da sabida do vapor do Rio de Janeiro.
Em Macei nao desembarcou passageiro al-
gum, os que para all vinham, tiveram de sujei-
tar-sea desembarcar aqu; recebeu porm, qua-
tro passageiros para a Europa.
AiUe-ltantoat.faltoflHHat-a bordo dous- mari-
nbeiros. sendo um dephtysica e outio de febre
amareWa e o 2o official de bordo acha-se soffren-
do da iiesuia molestia.
A bordo do vapor allemao Argentina, que sabio
com o Neta da Baha haviam fallecido de febre
amareila o eommandaute, um-inachmista e um
coinheiro.
Outras pessoas tinham sido atacadas pela epi-
demia.
l'.urimoniu Hotruard m Remetteu-nos
o Sr. Joo Marti ns da Sil a i.'iO que doxlous
anonyinos recebeu para o patrimonQ Regaard.
Enviamos essa quanlia ao Sr. commendador
Joseph Krause, thesoureiro da commisso cen-
tral.
om .vtoilaa-rOs Srs. Joaquim Cbristovo
4 C, estabelecidos ra do Cabug n. II, obse-
3marain-nos com urna amostra de vinbo puro
e Santarra, da quinta de Banal, que receberara
directamente. Je I otlugal.
' um bom vinbo de pasto, que recommenda-
mos aos aBianles.de* genero.
Kvpo*|fiMA SiMattt 13 He l-Vviiiiri)
Sob esle litulo inaugurou o Sr Telles Jnior,
em seu alelier, ra do Baro da Victoria n. 14
1. andar, urna exposigao de estudos de -desenlio
e pintura, seus e d'aquelles que com elle apren-
dem esta bella arte.
A exposigao acba-se franqueada a seus convi-
dados, amigos e a todos aquelles que se nteres
san pelo desenvolvimento desle ostudo at o dia
7 de Abril, das 1 s 3 huras da tarde de todos
'os dias.
En(ahos cenlraew de Pernambu-
co -Lemos no Jornal do Commercion corte :
A lei de 6 de. Novembro de 187o autorisou
o governo para conceder garanta de juros at o
mximo capital de 30.000.-O00* que viesse a ser
efectivamente empregado na fuudago de eflge-
lihos centraes para a fbricago de assucur ; e
por conta daquellecredito coube provincia de
Pernambuco o de 500:f> 0 na distribuigao fei-
ta pela tabella que acompanhou o deerreto de 1
de Dezembro ultimo, compreheudido no mesmo
crdito e capitel j garautido. que era ento de
2G0O:0 OUOO
Actualmente, elevam-se a 6.400:000(jt ga-
rantas concedidas para a fundago de taes fa-
bricas n'aquella provincia, fallando assim......
1.11I0:00# para preencher o mximo capital (i-
xado pelo sobredito regulamenlo. As conces-
soes feitas referem se a 9 fabricas das quaes
apenas urna, pertenceute North Brasilian Suga*
Company, se acha em actividade no municipio
de S. Lonreago da Malta. .
. Esta ultima, officialmente recebida a 29 de
Setembro de 1887, tem at agora effecluadoduas
safras, havendo esmagado na primeira 32,203.249
kilogrammas de canna e na segunda, at 31 de
Dezembro ultimo, 15 864.365. A primeira
dnzio o seguinte resultado :
Receita 251:824*460
Despeza 293:922*290
pro-
Drfiril
42:097*830
sendo auribuido esle mol I ogro ao alto prego pelo
qual foi adquirida a materia prima, ao elevado
custo do fabrico, e ao fado de nao haver at
agora a fabrica attingido o mximum da sua ca-
pacidade, que foi fixado na moagem de 400 to-
neladas mtricas por dia.
Quanto ao resultado da segunda safra, ain-
da nao liquidada, calcula o fiscal que algum lu-
cro dar, nao s por ter sido a canna adquirida
a menor Dreco mas pela reducce de 42 u[0 que
occorreu no consumo da lenha em razo de mo-
dificages que fez executer as fornalhas.
A porcentegem de assucar sobre a canna
esmagada foi de 7,916 na primeira safra e de
7,63 na segunda.
A garanta de juros, mediante proposte do
engenbeiro fiscal tem sido paga na proporgo
da canna esmagada. E' assim que, sendo de
750.0001 o capital garantido, foi atisfeito o juro
na proporgo do capital de 500:O00fl em 1887
1888. coi responderte moagem de 230 tonela-
das mtricas por dia-
ECatua da Liberdtde-Reuni se hon-
tem a commisso encarregada do assentemento
da primeira.pedra, deliberando fazer a festa
com as solemnidades do estvlo por ser esta a
opinio da maioria dos memoros da grande com-
misso que nao compareceram na sesso ante-
rior, eattendend ao fado de ser a pedra as-
sentada em Olinda a do primeiro monumento
comraemoratrro da abolijo no Brazil inteiro.
Por isto sero distribuidos convites tanto em
Olinda como no Recife.
Pannamento -Victima de um rheumatig-
mo articular agudo, falleceu honlem s 10 ho-
ras da manh, nesta cidade D. Mariana Joaquina
de Sonsa, filha do Sr. Jos dos Santos Souza.
Era a finada dotada de excellentes qaalidades
e estimada por todos quantos a conheciam.
Contava 28 annos de idade.
Nossos pezames a sua Ex-ma.. familia.
Entrada de ferroAo Jornal4o Commer-
co da corte informaran que foi requerida ao
governo imperial a autorisago necessaria para
a construcgo de urna via-ferrea de bitola de 1
metro. Partir da Villa do Barra, na provincia
da Babia. atravossaodo as de Pernrmbuco, P-
rahyba. Rio-Grande do Norte, Cear, Piauhy,
Maranhao, terminar na cidade*de Belm,.no
Para. Ligar os seguintes rios : S. Francisco,
Parnahyba, Tocantinse Araguaya.
Fo rimen to leveHontem. s 5 horas da
tarde, Joo Al ves do Nascimeoto, criado de urna
dulcina residente no 8 andar do predio n. 33
da ra Duque de Casias, ferio a Elpidio Alcioly
de Barros, morador no Io andar do dito predio,
dando-lhe um golpe com urna thesoura no labio
superior .
Proveio a rixa entre os dous do facto de ter
Elpidio Barro reprehendido ioo Alves por
ter atirado urna pedra r/uma crianga do referido
Io andar.
O offensor foi preso em flagrante por pessoas
do povo e levado para a estacao da guarda cvi-
ca da parochia de Santo Antonio.
Gremio don Profeanore* Prima
rio* Esta sociedade elegeu hontem o novo
conselho que deve dirigil-a no corrente anno,
sendo o resultado o seguinte:
Presidente Augusto Jos Mauricio Wander-
ley.
Vice-presidente-Hermilino Elyseu da Silva
Caneca.
Io. secretario Jos Luiz de Franga Torres.
2o. dito Joviniano Jos Simes,
Orador Cyrillo Augusto da Silva Santiago.
Tnesoureiro Francisco Carlos da Silva Fra-
goso.
Conselheiros -Cristovo de Barros Gomes Por-
to, Francisco da Silva Miranda e Caetano Fran-
cisco Dures.
Acha-se designado o uia 4 de Abril para pos-
se do novo conselho.
Club travo Branco- No prximo do-
mingo 24 do corrente, s 10 horas da manh,
reunffm-se os membro* do Club ravo Branco
para procedenm eleigo da soa nova dire-
ctora.
O Philarlta Publicou-se o n.ll do 2*
anno, desse peridico musical.
Traz o galope para pian* Zigzag, composigo
do professor Marcelino Cielo.
Mocl>dade Liilteraria (ionrnlvci
DiaFunecionou, hontem, esta sociedade, em
.ni ordinaria sob a presidencia do Sr. Ti' >
Fra ico.
Tendo o consocio Sr. Gaspar Guimarles olfe-
recido bibliotbec 23 olumes cncadernados,
foi agraciado cora o titulo de socio benemrito.
Foi submetudo a jury histrico ero sendo
absoltiio em vista da defete 'promovida pelo
Sr. Alfredo Campos.
Foi marcada a quinta-feira prxima para effe-
ctuar-se a assembla geral.
Tribunal do Jury do BeeifeFunc-
cionou hontem este tribunal em sesso prepara-
toria, sob a presidencia do Dr Joaquim da Cos-
ta Ribeiro, juiz de direito do Io districto crimi-
nal, achando-se presentes o 2o promotor da co-
marca De. An'onso.Olindeiise Ribeiro de Souza e
o escrivo do jury, capitao.Floreado Rodrigues
Je Miranda Franco.
Itepoiileiam chamada aSjuizes defacto,
sendo sorteados os seguales supplentes :
Beeife
Satoador Ayres de Almeida Freilas.
Jos Antonio Goovalvei Penna Jnior.
AatoinoMenrifiues-Malra...
raino.Joa. Rodrigues Femura Jnior.
Santo Asi*Ai4>
DT. Leonardo Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Manoel Pinto Damoso.
Carlos Jos de Medeiros.
S. Jos
Frederico lienrique da Silveira Tavora.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Capiloo Jureocio Aureliano da Cunha Cesar.
Epiphanio da Rocha Wanderley.
Boa- Vata
Dr. Lauro ("astello Branco.
Manoel de \lcantara Souza Gouveia.
Dr. Antonio Pereira Simes.
Jos Isidoro Borges Leal.
Jos Maria de LeiAus Duarte.
(iraca
Francisco Pereira Vianna.
Sabino Jos de Almeida.-
Poco M
Jos Roberto Vieira de ello.
Dr. Carlas EugenioDuarche Mavignier.
MaUias .Tarares de Almeida.
Jos de Macedo.
Foram multados em 204 por nao terem cora-
parecido :
Pedro Jos de Oliveira.
Victorino Luiz Ianocencio Poggy.
Pedro Cavalcante de Albuquerque.
Miguel Archanjo Mindello.
Manoel Pedro Alvares.
Miguel de Albuquerque Mello.
Luiz Bandeira de Gouveia.
Jos ledro de Assis Campos.
Joo Luiz Rabidlo.
Jos Ricardo Dias Fernandes.
Frederico Auyusio Neiva Jnior.
Clodoaklo Cato Camello Pessoa.
-Baro ae Nazareth.
Ansberto Rodrigues do Passo.
Hermenegildo Joaquim de Oliveira Baduem. .
Dr. ^iilusliano Jos de Oliveira.
Francisco Augusto de Antojo.
Gal lino dos Sanios Nunes de Oliveira.
Antonio Jos de MoraesiSarmento.
Sil vino >ntonio Rodrigues.
Migu< I Fon'oura.
Antonio Valen tim da Silva Barroca.
Manoel de S Leito.
Manoel da 'osla >allanha.
Jovmo Bandeira Filho.
Joo Antonio de Mello.
Francisco de Lemos Duarte.
Thomaz Luis Caldas.
Jos Joaquim Pereira.
Jos Candido Viesas.
Fraucisco Borges Leal.
Bento Manoel de Castro Mello.
Salusliano Becerra Baptista.
Francisco Manoel da rouseca Rosas.
lie un i/ da Gama Lobo.
Bellarniino Alves Neiva.
Thomaz Jos de Gusmo.
Abdisio de Vascoucellos.
Dr. Paulo Jos de Oliveira.
Luiz Alfredo de Moraes.
Francisco Joo de Barros Jnior.
Joo Duarte Carneiro da Cunha Gama.
Antonio Pereira de Farias.
Dr. Antonio de Siqueira Carneiro da Cunha.
Dr. Manoel Gomes Viegas.
Archias Lindolpho da Silva Mafra.
Artbur Gongalves Ferreira.
Joaq im Maximiano Pestaa.
A sessio foi adiada para hoje s 10 horas.
Ser vico militar Estao designados hoje
para superior do dia o Sr. capito Anselmo e
para ronda menor um subalterno de calillara -
A guarda da Thesouraria de Fazenda i
coramandada hoje pelo Sr. alferes Vicente Ma-
gno Nunes e a de Palacio pelo Sr. alferes Ma-
noel Martins dos Sautos,
A guarnigo da cidade dada boje pelo 2*
batalhao de infantera.
Existem em latamento na enfermara mi-'
litar 49 piagas dos corpos da guarnigo.
Sob a presidencia do >r capito Manoel
Anselmo Pereira Gui maraes, fu necio na hoje no
Quartei- General o conselho de investigago a
que responde o 1" sargento Jos Luiz Brasili-
ense.
Foi substituido no conselho de investiga-
gao da 1' sargento Jos Luiz Brasiliense, o Sr.
teneate Leoncio Luiz Pinto Ribeiro, pelo tenen-
te Milita Thomaz Gongalves
A junta medica militar.qae inspeccionou o
Sr. Io cadete Io sargento Manoel Varella de
Souza Barca, foi do parecer precisar elle de
mais 60 das para seu completo restabeleci-
mento.
AM*a*Mnato da ra do Imperador
Os depoimentos que abaixo publicamos, vena
robustecer a prova colhida na formago da culpa
no processo instaurado contra Manoel da Paixo
Ramos, autor do assassinato do tenente Pedro
Regaard.
6.* testemunba.Jos Honorio Ferreira, de 22
annos de idade, solteiro, natural desta cidade e
provincia, morador no Recife, guarda civico
n. 16, e aos costumes dsse nada, testemunba ja-
rada.
Sendo inquerida disse que de onze e meia ho-
ras para meia noile do dia que se refere a queixa,
esteva na calcada da loja de calcados que faz es-
quina para a ra Duque de Casias, conversando
com um plida secreta, cnamou-lhe este a alten
gao para um ruido que se ouvia para o lado da
estabelecimento do Krause, sendo-que pareca
um esbordoamento; que dirigindo-se para ess*
lado elle testemunba, encontrn estendido na ra
um homem. que veriticou estar ferido; que nessa
occasio vio tambem urna mulber que procurava
um cousa no chao junto desse individuo e que ao
avistar a elle testemunba, sabio apressadamente
dirigindo se pela ra do Imperador; que julgan-
do elle testemuuha que essa mulber Uvesse pre- .
sencido. o que se havia. passado com aquelle
individuo, acompanhou-a at vl-a entrar no hotel i
Globo, nao podendo porm prendel-a por se op-
porera diversas pessoas que estavam no referido
hotel, entre estes o major Tiburtino e um tal
Alm, que diziara que a referida raulher nao pe-
dia nada saber respeito do fado, porquanto all
tinha ceiadq e se retirado havia uns cinco mino
tos ; que logo que aviston a mulber junto do faj
ndo, pereuntou-llie o que havia sido aqulo, iw
pondende ella apenas ter sido urna desgraca~\ f
retirou-se;
Que elle testemuuha voltou do hotel e ao che-
gar de novo junto do ferido j encontrou diver-
sas pessoas e um companheiro seu, a quem re-
commendou que fosse avisar a autoridade e que
trouxessem urna padila afirn de conduzir-se
ferido; que demorou-se ah at que esta chegou.
e fez-se a remogao para o hospital, voltando d'alli
para a ra do Rosario onde esteva de ponto; que
smente o que presenciou cora relago ao facto de
que se trata eno acompanhou as deligencias que
a policia fez nessa noile para a descoberte de
criminoso; que s no dia seguinte ouvio dizer
pela bocea do povo que o autor do facto crimino-
so fra o reo presente; disse mais, que na occa-
siSo de chegar junto ao ferido perauntou-lhe
que fra aqulo, mais nao entendeu a resposta
porque elle roncava muito.
Dada a palavra ao advogado da queixosa, e
requerimento do mesmo disse a testemnnha (,ua
a chapa numrica que tinha no bonet ua occasiat-
do facto de que se trate a raesma que tem ac-
tualmente ; que quan lo elle lesiemunha chegou,
o ferido acha va-se estendido no calgamento pe?
ximo a calcada da loja de Krause ao lado da re*
do Imp-rador; que foram apprehendidos diversos
objectos que se acnavam no lugar do crime, cons-
tantes de dois chapeos, sendo um de copa
e outro de copa molle e um chapeo de sol ci
cabo partido: que o chapeo de copa mol
o forro encarnado e eslava mais prximo < fe-
rido do "" ""!<-" '>n que a


m- -
y
f

{
o que o outro, tendo elle testemuuha v
aulhera.que se lera referido procu
procurava
retirar d'alli qtSndo elle testerannh; que
sendo presentida largou-o perto do ferido de mo-
do que este rolou sobre elle; que o chapeo de
copa molle e o guardasol alludidos sao os que
e acto Ibe sao apresentados; que no da se.
r
HiO

.*


Diario de 0mambco^Se3itateiraii 'deiMtr^ dkrJ889
p .....ii i !!mmmsmaam
3
-guale hito thzer qae o chap -qiip me fM
apresen'ado pertencia ao querellado; que alera
dos chapos a chapeo (te sol, forara -tambem en-
contrados um pedago de charuto e urna pon-
te! ra.
Disse mais que muiher a que s* tem referi-
do, cajo bmm ainda hoje ignora, Veiava um ves-
tido que a uoitc pareceu-he t*do branca; que
quando chegou junto ao ferido apenas achava-se
ao lado deste a tal muiher, e que quando elle
viiltoa do hotel j eneontrou no logar diversas
pessOas, entre ellas o Dr. Jos Maria.
A requerimento do advogado do querellado,
dis8e a estemunha, que ne forme todo pardo e foi elle a primeira pessoa
que se approximou do fendo: e que depois de ter I torio.
?ra, foi dada aii da na esquina Da posicao j de-
terminada ;
Que depois distoouvira durante corto- espaco
de lempo o apalear de pessoas que pareciam
luctar;
Que nao pode avahar, e desfeixo da luda, pois
esta nao se dera ao alcance de suas vistas, nem
vio pessoa aliruma que fugisse do local era que
aquella se dera;
Que a muiher que j se referi, tambera des-
appareceu de wuas vistas por ter acompanhado
os rlous individuos quando se dirigiiam para o
lado da ra do Imperador.
Dada a palavra ao reo para contestar a teste-
munha declarou uguardar-se para o interroga-
f
examinado o ferido e vendo que a muiher se
afasuva apressadamente, elle testemunha correu
para o lugar onde aquella anda se achava e da
esquina do becce do Ouvidor vio esta muiher
entrar no hotel Globo.
Que d'ahi seguio at dito hotel afim de pren-
del-a, prisao que nao se effoctuou pela razo que
cima j referi;
Que desde que comecra a perseguir a referi-
da muiher elle testeniunba apilava;
Que continuou a apilar quando voltou do ho-
tel segurado o mesmo becco do Ouvidor para a
ra do Imperador;
Que ningoem mais apitava nem mesmo o com-
panfaeiro d"elle testemunha que fra attrahido
pelos a pitos ;
Que quando de volta ao local onde se dera o
ferimento c ond encontrara diversas pessoas,
cessou de apilar e nao muis o fzera desta occa-
sio em diante.
Que de volta do referido hbtel nao recebeu.do
Dr. Jos Maria nem de outra pessoa recommen
dago para que voltasse para effectuar a pri-
sao da referida muiher.
Dada a palavra ao querellado para contestar a
testemunha, declarou aguardar-se para o inter-
rogatorio.
E mais nao disse por nao Ihe ser perguntado
e sendo-Ihe lido o seu depoimento e achando-o
conforme e|nao sabendo escrever, assigna a seu
rogo, com c juu, Francisco Manoel de Almeida,
o advogado da autora e o advogado do querel-
lado.
Eu Felicissimo de Azevedo Mello: escrivao, o
escrevi.Barbalho Jnior. Francisco Manoel de
Almeida.- Jos de Moraes Guedes Alcoforado.
Manoel da Paixao Ramos. Antonio de Luna
Freir Jnior.
Pelu testemunha nada mais fot dito.e nem Ihe
foi perguntado e sendo Ihe lido o seu depoimento
e rchando-o conforme, assigna-o com o juiz, o
ro'e os advogado?.
Eu Felicissirao de Azevedo Mello, escrivao o
escrevi. Barba ho Jnior.Joao Ferrea de
Barros e Silva.Jos de Moraes Guedes Alcofo-
Lrado.Manoel da Paixao Ramos.Adelino An-
tonio de Luna Freir Jnior.
Oircriaria la* obra te eonierva-
'o !* Porto* Ir PiTiiambiico-Hii'i
fe. 20 de Mareo de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas t. j 11 H** Barmetro a 0 Tensad do vapor S s a
6 m. 9 12 3 t. 6 27-3 29-0 30--6 30-3 28 8 760-86 761-80 761-35 760-39 760-64 22,00 21.95 22,04 22,3o 22,261 80 72 67 69 76
Temperatura mxima31,00.
Dita mnima 2ro,00.
Evaporacao em 24 horas?o sol: 6-.i ; som-
bra :' 3.0.
Chuvanulla
Direcgo do vento : SE com pequeas nter-
rupcoes de ESE durante todo o da.
Velocidade media do vento: 3- 10 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,56.
* Boletim do porto____________
1. testeniunha referida Joao Francisco Tei-
xeira Sobrinho de 28 anuos de idade, solteiro,
natural de Pernambuco, morador uesta cidade
ra Duque de axias n. 28 1 andar, acadmico,
e aos costumes nada disse", testemunha jurada.
Sendo inquerida disse que na noite de 9 de
Fevereiro ultimo, salara a passeio e ao regres-
sar or volta de 11 1/2 horas da noite para a
sua casa, que no Io andar do predio onde est
situado o hotel Globo, parou porta deste e en
bando vio o querellado presente que ceiava em
urna mesa com urna mulfier de nome Lauren-
tina;
Que subindo para o Io andar, onde, como j
diaie mora, collocou-se na saccada do mesmo e
vio o querellado presente sahir com Laurentina,
e toraaram a dip-cco da ra do Crespo ;
Que cerca de cinco minutos depois vio apro-
ximarse Laurentina correndo e entrar no hotel,
sendo perseguida por um soldado que apitava,
e que procurara prendel-a, o que nao eflVctuou
por se oppor a isto um individuo de nome Alm
e o capito Tiburtino os quaes dteiam que aquel-
la muiher nSo podia ter tomaao parte no fado
a que se refera o dito soldado, porquanto havia
apenas cinco minutos que tinha sahido d'alli;
Que vista desta opposicao o soldado respon-
sabilisou o capito Tiburtino i>ela nSo prisao da
dita muiher e retirou-se pelo becco do Ouvi-
dor, por onde alias tinha fiado em perseguico
d'ella ;
Que entao elie toatemnaldeaceu e dirigrado-
se para o lado da typographia do Diario eucon
trou junto a este um grupo no qual eslava o Dr.
Jos Maria e aproximndose Laurentina, que
sahia da travessa das Cruzes, perguntou-lhe o
Dr. Jos Maria se nao fra ella a muiher que
havia pouco-antcs sido perseguida por um sol-
dado, fazen "o-lhp mais diversas perguntas, entre
ellas, ae cqphecia Paixao Hamos e se com elle
nao 'iha eeiado ha pouco no hotel Globo;
Que Laurentina respondeu sempr* negativa
mente, referindo entao elle testemunha ao Dr.
los Maria o aue havia presenciado, que o
mesmo que acaba de dizer no se depoimento.
A requerimento do advogado da queixosa
a disse que conhecia Laurentina desde que ella
mudou-se para a ra das Cruzes prximo casa
delle testemunha e via-a sempre que ia ao hotel
ser acompanhada pelo querellado presente, que
na occasio que em que o soldado chrgava no
hotel em perseguio de Laurentina, dizia : mii-
, Iher cosse est presa, voss estava m lugar e sabe
quem ferio aquelle hoinem ;
Que ncsta occasio Laurenlina trajava um ves-
tido raneo com flores ou pintas de cores;
Que o sollado que persegua Laurentina traja-
va blusa parda e e o mesmo que a pouco acabou
de depor.
A requerimento do advogado do reo, disse a
testemunha que o espago detempoque medion
entre a sabida de Laurentina do hotel e sua volta
a elle foi de cerca de cinco minutos, como j
disse. <
Dada a palavra ao reo para contestar a teslc-
munha declarou aguardar-se para o in^rroga-
torio.
E nada mais disse e nem Ihe foi perguntadoe
sendo lido o seu depoimento c achando conforme
assigna-o com o juiz. o r > e os advogados.
Bu Pelicissimo de Azevedo Mello, escrivao o
escrevi.Barbalho Jnior. J<8o|Francisco Tei-
xeira Sobrinho. Jos de Moraes Guedes Alcofo-
rado.Manoel da PaiiioRamos.Adelino Mito-
niojiie LunaFreire Jnior.
2 testemunha referida Joao Ferreira de Bar-
ros e Silva de 20 aunas de idade, solteiro, natu-
ral de Pernambuco, morador ucsU cidade a ra
Primeiro de Marco u. 3. caixeiro, aos costumes
disse nada, teslemunia jurada, sendo inquerida
disse quea respeito dofaeto sabe apenas o se-
grate :
Seriara 11 horas e meia da noiiede 9 de Feve-
reiro ultimo, e acnava-se elle testemunha j
acasalhado quando foi despertado pf urna alter-
eacSo na ra, que levantndose cnegou a janel-
la e vio na calcada do lado opposto dous individuos
e'uma muiher e percebeu que os dous individuos
altercavam pelo facto de um pedir o fogo para
accender o cigarro e o outro recusarse a dar-
lh"o;
Que estando a noite escura nao poude distin-
guir as feices e os trajos dos dous individuos,
mas, vio um dirigir-se para o outro e dar-lhe
uma bordoada, e porque dobrahdo a esquina da
# ra do Crespo, onde estavam se dirigissem para o
Hado da ra do Imperador ficaram oceultos pela
Soja de,Krause de modo quejelle testemunha nada
mais poude presenciar doqucjse passou entre
elles;
Que cerca de dez minutos depois vio elle tes-
temunha que aggtoraeravatn-se algumas pessoas
no oito do estabelecimento do Krause pelo lado
da ra do imperador, donde alias havia cerca
de cinco miu tos partiara apitos de alarma;
Que sendo j mnito tarde elle testemunha re-
tirou-se da janella e nada mais nrenri"n.
Disse mais que nao exacto a referencia que
delle faz a terceira testemunha na parte em
Sue diz ter ourido dizer que elle testemunha re-
erida tinha inedo de vir depor oeste processo
por causa dos brabos que ae achava apavorado
pelo quadro que havia presenciado, porquanto
nSo presenciou o facto de que se trata na queixa
e sin os antecedentes que araba de referir.
Dada a palavra ao edvogado da autora e a seu
requerimento disse que devido a noite ser escu-
ra, elle testemunha nao divolgou a estatura e
corpulencia dos individuos a que se tem referi
do, e devido tambem achar-se eUe a janella d?.
um 2* andar, nem tao pouco pode dizer qual a
cor dos trjos da muiher de que acim tratou.
que ignora que fossem encontrados algons ob-
jectos ne lugar da lucia nemnesmoouvo fallar
acerca do Bacto por pessoa alguma porque no
indagou nem Ihe contaram.
Dada a palavra ao advogado do reo e a seu
requerimento disse, que* pela primeira vez em
que vio os tres vultos, a que se tem referido, es-
tavam elles dwole do estabelecimento de Krause
da parte da ra do Crespo e que ahi j alterca
vam os dous, Jizendo um rorfMmeo Imme. e/
outro dizia naoAo*; que aclualmeote nao pode
determinar se havia differenca entre o timbre
das vozes das pessoas que questionavam, sem
ter Onvido voz de mu
Que a pancada que, segundo disse acuna ou-
I
21
Dia
20
21
de Margo
>
de Margo
Horas
0-44 da larde
6-55
10.! da manha
7-09 '
Altura
0-.38
2-,66
0-,42
2-,53
liliim iriBwilMl m hao os segumtes:
Hoje: ,
Pelo agente Silveira, s 11 horas, ra do
Imperador n. 45, de predios no Caxang.
Pelo agente Pestaa, s H horas, ra Mr-
quez de Olinda n. 44. de urna casa terrea e de
vanos objecto.
Mp asate Marlins, s 11 horas, ra Du-
que de Caxias n. 57, de movis, piano, cabrio-
let, cavallos, etc.
Pelo agente Gusmo, s i 1 horas, ra Mr-
quez de Olinda n. 48, de diversas miudezas.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, ra da
Gloria n. 140 .da rmaco e utencilios da ta-
verna ahi siti.
Amanh3 :
Pelo agente Marlins, s 11 horas, ra do
Imperador n. 16, deura sitio no Arraial.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas.
ra d oSenhor Bom Jess das Creoulas. de
movis e objectos de casa de familia.
Mlasa riiurbrcSer celebrada:
Hoje:
A*s 7 e 1,2 horas, na igreja dos AlHictos, pela
alma de I). Jemfoa Diniz e Silva.
PannasciiiKi hegados do sul no va|r
inglez Neva :
Geminiano Franca, Joaqun) Fcrraira Ramos,
Maiello Domenico, Jos dos Santos Claudio, Jos
Avelino Gameiro. sua senhora e 3 lilhos. Dr.
Joao Baptista Gitirana Costa, Anihal Falco,
Thereza Araujo Silva e 2 filhos e Joaquim Ri-
beiro de Carvalho.
Sahidos pai?. a Europa no mesmo vapor:
Joaquim Garcia de Castro, sua senhora, 1 li-
Iho e 1 criada, Carlos de Moraes Gomes Ferrei-
ra, Manoel Garcia Je Castro, Antonio Garcia de
Castro e 1 lilho, Thomaz Comber, sua senhora
1 menina, H. H. Adamson e sua senhora, Ar-
raindo unes de Campos, Alfredo A. de Barros,
Antonio Caldeira Duarte. Thoraaz H. Comber,
Emils Potey, Aliara Whitelaw, Louis Kohn, Jos
Rodrigues de Souza e Albert Vouello.
operar s o rlrnrateFoi pracada no
hospital Pedro II no dia 21 do corrente. a se-
grate :
Pelo Dr Berardo :
Extracgo de catarata senil dura pelo proces-
so de Weckcr.
Rronio norial Ha ver homingo a se-
gu nte :
Do Monte-Pio Tvpograpbco Pernambucano. s
10 horas da manhi, ua sede social ra do Co-
ronel Suassuna n W, 2- audar. em sesso ordi-
naria.
Cana le Mnfi Movimento dos pre-
sos da Casa de Detengao* do dia 19 de Margo de
1889.
Existiain 4i9; entraram 36: sahiram 6; exis-
ten! 479.
A saber:
Nacionaes 436; caulheres 22; estrangeiros 21.
-Total 479.
*rragoados 380.
Bons 362.
Ooentes 16.
Loucoi 2-*otal 380.
Movimento da enfermarla
Tiveram baixa: __;_
Antonio Mathrtrs do Nasrimento
Manoel Valentim Teve alia :
Jos Rosendo Beruiguel.
Hospital Pedro li O movimento deste
estabelecimento de daridade, no dia 20 de Mar-
go, foi o segrate :
Entraram 30
Sahiram 9
Falleceram 1
Kxistera 628
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Moscoao as 8. Cysoeiro 41, Barros Sobrinho
as 7 1|2, Malaquias s 9 1|2, Pontual s 9, Este-
vo Cavalcante s 9 3(4.
Nao comparece -am os Drs.:
Berardo.
SnOes Barbosa.
O cirurgio dentista Numa Pompilio nao com-
pareceu.
O pharraaceuti(u) entrou s 9 da manh e
sahios4datarde.
O ajudantedo pharmaceutico entrou s 7 1(2
da manh e sahio s 3 12 horas da tarde.
Ijoterla do tram-Par-A 1> parte da
27a lotera, dessa provincia, cujo premio grande
60:000i000, fer extrahida, amannJ, sabbado, 23
de Marco.
Cenaiterfo PublicoObituario do dia 20
de Marco de 1889:
Fraaei8co Jos dos Sautos, Pernambuco, 64 an
nos, casado, Santo A .tonio ; bronebite asmtica.
Galdina Maria da Paixao Freitas, Pernambuco,
37 annos, casada, S. Jos ; tsica larngea
Francisco Arcellino da Silva Goyanna, Pernam-
buco, 37 annos, casado, S. Jos ; nephrite pa-
renenimatosa.
Jos Antonio, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vis-
ta' ; ttano traumtico.
Joo Guedes Civalcante, Pernambuco, 33 an-
nos, solteiro. Boa-Vista; diarrha. ,
Amancio Valeriano de Carvalho, Pernambuco,
30 annos, solteiro, Graga : meningile.
Lui2 da Silva, Portugal, 40 annos, casado, Boa-
Vista ; tebre ama ella.
m feto, Pernanbuco, Boa-Vista.
Um feto, Peni imbuco, S. Jos ; asphixia ao
nascer.
Um f *>uc de tudo
as sessRes (la commias&o consultiva de
hygiene publie* da Franca, em' data de 5
e 12 de Noyerabro de 1888, o Sr. Bronar-
delprooedeu leitura de um relatorio sobre
a repartigao dii febre typhoide em Franca,
segundo os doaunaentoa foraecidos pela
estatistica medica do exercito e a estatis-
tiea sanitaria organisada pelo ministerio
do commercio.
O eatudo da mertalidade por febre ty-
phoide no exercito fornece inforniaooes
precisas sobre a salubridad das cidades
onde existeni guarnicSes.
O numero de soldados attingidos pela
febre typhoide sempre relativamente
mais elevado do que d dos habitantes das
cidades para onde elles sao enviados em
guarnicao, e, por conseguinte, aob o pon-
to de vista da apreciacao da salubridade,
d meios de comparagao excepcionaes. Os
jovens que se alistam no servico militar
tem todos quasi a mesma idade, isto. ,
aquella em que a raaior parte das vezes
-se attingido pela febre typhoide ; acham-
se as mesmas cond95es de nSo acclima-
tasSo nos seus novos domicilios, e porisso
sao tambem mais sensiveis a febro typhoi-
de, podendo-se consideral-os como forne-
cendo um reactivo precioso da salubrida-
de das cidades.
Muitfe vezes, os habitantes das cidades
twteiunhae dafTieioBciaeem-qwo a^Bbre
typhoide accommete os quarteis, tem ac-
cusado as tropa- d febre typhoide ; os mdicos militares tm
respondida com razio, incriminando a salu-
bridade das cidades.
Diziam com o Sr. J.. Arnould: A
existencia em urna cidade .de casca spora-
dios de febre typhoide, principalmente
dos que se apresentam entre pequeos
grupos, prova a in'feccSo dos meios, a
imminencia das epidemias e por conse-
guinte. a inaufficiencia do saneamento ur-
bano.
Pode-se accrescentar que, se em urna
cidade onde existe urna endemia de febre
typhoide, onde a acclimatacao ao flagcllo
se fez pouco a pouco para o raaior nume-
ro dos habitantes, mporta-se de repente
um grupo de de mancebos que nao soffre-
ram a> mesmas influencias mrbidas,
crear-se-ha nesse grupo urna verdadeini
epidemia, e parecer que s5o as victimas
que foram os importadores da molestia.
Foi este o erro de certas cidades. A
comparacSo das duas estatisticas civil c
militar, os quadros organisados pelo rela-
tor mostram que a mortalidude por febre
typhoide segu a mesma curva na popula-
do civil e militar, mas que a aptitude da
ultima em contrahir a molestia cinco
ou seis vezes maior, por causa das razoes
de idade e, de nao acclimatacao j indica-
das. Comparem-se os quadros da estatis-
tica militar ou civil, os nomes das mes-
mas cidades oceupam um alto do quadro
com urna fraca mortalidade typhica, entro
o fim do quadro com urna mortalidade
excessiva. Em certas circumstancias, po-
de acontecer que o quartel de urna cidade
aprsente condicBes proprias de insalubri-
dade, mas a lei, quasi absoluta que a
taxa da morta idade no exercito por febre
typhoide permittejulgar da salubridade da
cidade. Do que resulta para a autoridade
civil e militar o dever imperioso de tor-
ear as municipalidades das cidades insa-
lubres a sanear-se.
E' um dever de estado. As cidades in-
salubres dizimam o nosso exercito ; este,
po seu turno, dissemina a febre typhoi-
de em todo o paiz. Em fins de 1886, o
relator rerificou com o Sr. hatemesse o
facto segninte : a febre typhoide rejnava-
com violencia em Clermont Ferrand, os
reservistas fzeram 13 dias de exercicios
militares em Outubro; nenhum delles ca-
bio doente em Olermont, mas alguns leva-
ram para as suas aldeis o gerinem da
molestia que tinham apanhado em Cler-
mont e crearam focos secundarios em Ar-
lane, Saint-Grermein-l'Heran, Saint-Ainand
Roche, Savine, etc.
Pode-se, portanto, quanto ao exercito
dizer o que j tem sido tantas vezes re-
petidos : em hygiene cada um solidario
ae seu visinho. Debalde se procurara j
preservar de urna epidemia se a casa que
tica prxima nossa um foco de infec-
yao. O qoe verdade para os particula-
res taaabem para as cidades e aldeias,
principalmente depois que os meios de
locoraocao estabelecem permutas constan-
tes e rpidas entre as diversas partes do
paiz: em urna mesma patria cada um dis-
ta apenas algumas horas do territorio in-
festado ou nao saneado, i ariz est hoje
mais perto de Boiubay do que de Marse-
Iha ha um secuto.
O saneamento das regioe insalubres
um dever governamental, nacional, sob o
ponto de vista da proteccao da vida da
populaeao frauceza e aob o ponto de vista
de sua propria defeza.
A prova desta proposicSo acha se no
relatorio que precede a estatistica medica
do exercito do anno de 1881. Elle paten-
teia o terrivel tributo que o corno expe-
dicionario de Tunisia pagou a febre, ty-
phoide durante o periodo das operacSes
militares, e faz prever o que podero,
acontecer no caso de urna luta mais grave.
Pertence ao governo, esclarecido pela
commissao, tomar medidas de ordem ge-
ral necessariaa.
ausencia de toda a precaucao hygienica,
quando a fehre typhoide abata urna aldea ;
faz all proporcionalraente, mais viotimas
do que as grandes agglo.raeracdes ur-
banas.
Se todo q. territorio fica. .exposto a sof-
frer muitas vezes com extrema violencia
os ataques da febre typhoide, fcil veri-
ficar que urnas trinta grandes dades s8o
a sede permanente desta molestia. No-
tando os annos em que a febre typhoide
das tropas excedendo de 10 por 1^000 ho-
mens, e dizando por urna exprsalo pura-
mente convencional que entilo houve epi-
demia, v-ae que, em treze annoeCar-
Gas8one contou 9 epidemias, Troves, 5,
Toulon.7, Tarascn 7, Brst 3, Le Mains
7, etc.
Ha, porlanto, una indicacao bem ma-
nife8ta ; o esforao deve convergir primei-
ramente para essae cidades.
Qtfaes 82o. aa medidas a tomar ? in-
querito dere visar em. primeiro lugaria
3ualidade das aguas que alimentara a cri-
ade e o quartel, e em segundo lugar iO
modo de evaeuacao em uao para as mae-
terias excrementaes. Algumas das cida-
des cuja mortalidade pela febre typhoide
nais elevada praticam o lanyamento ao
regato: em. outras a contaminacao das
aguas do rio ou do lencol d'agua subter
raneo certa.
Nao possivel desde j, organizar a
lista dos melharamentos sanitarios que
devem ser impastoB s cidndos; mas in-
di8penaavel" recordar a importancia predo-
minante dfe duas condicBes da> salubridade
das cidades ; o conducto de urna agua po-
tavel ao abrigo de qualquer immundicia ;
evacuaco das materias excrementaes sen!
contaminaclo da agua e do ar.
Sobre proposta de seu relator, a com-
missao adi.ptou aa condiooes eeguintes :
1. AscondicJes da propagayao da febre
typhoide, os meios de oppor-se-lhe sao as-
saz conhecidos para que se possa peiar de
um modo efficaz o dcsenvolrimeato do
urna molestia que, todos os annos faz
1,300 victimas ne exercito de tarra, cerca
de 20, comprometter a defeza nacional.
2." O saneamento da Franca, sob o pon-
to de vista, principalmente da febre ty-
phoide, tem um interesse nacional. E1
um commettimento de Estado.
IHDIMCOES BTEIS
Deixar o futuro do paiz,' aem que o go-
verno, posea impor as medidas indispen-
saveis, ( as mios das municipalidades,
muitas vezes ignorantes das questSes de
hygiene, comprometter a vida de nossos
concidadaos e a defesa nacional.
Em treze annos (18721884) o exerci-
to contou como effectivo total 5,375,409
hornera?.
Elle teve 151,319 ryphicos.
Perdeu por febre typhoide 172,642 ho-
mens.
Perdeu, no total, por molestias e acci-
dentes, 55,189 homens.
A febre typhoide figura, portanto, com
urna terca parte na mortalidade do exer-
cito em tempo normal.
De ha annos, os conhecimentos sobre o
modo de propagacio das molestias epid-
micas, principalmente da febre typhoide,
tm adquirido urna precisao suficiente
para permittir affirmar-se que, se o gover-
no quer, com vontade perseverante, to-
mar as medidas necessarias, essa molestia
diminuir em proporco consideravel. Os
lugares sobre os quaes mister dirigir os
priraeiros esforcos sao algumas grandes
cidades particularmente insalubres. Leiara-
se as relayoes das epidemias que acom-
metteram certas aldeas e ver-se-ha que
quasi sempre pode-se dar o nome do
portador ao que vem de urna grande cida-
de onde a molestia espraia-se sobre todo
o territorio como de um foco permanente.
Mas em raz&o dos hbitos dos
O distincto Sr. Prillieux, tao conhe-
cido pelos seus trabalhos sobre os crimo-
organismos, er qu o sulfato de ferro pode
servir como antidoto contra as feridas que
se deseavolvem as arvores, e apresentou
sobre o assumpto as seguintes observa-
edes Sociedade de Agricultura, de
Franca :
1." No jardim de urna das granjas de
Clcrmont (Aisne) as-pereiras- erain devas-
tadas peras feridas.
Sua casca fendida e rugosa indicava
que o mal era antigo.
O tratamente durante dsus annos pele
sulfato de ferro as fez adquirir urna c>8-
ca lisa e brilhante, havendo desappaXicido
grande parte das antigs feridas. '
Junto a essas < pereiras exisiem amei-
xieiras de 15 centmetros dfe dimetro,
que, tratadas, .d*- mean maneira durante
dous annos, foram desembaracando-se das
parsitas e transformando perfeitament
sua epiderme.
Estas arvores j velhas estiolavam len-
tamente.
2.8 Em um jardim situado em Ursel
(Aisne) se obteve o mesmo resultado as
pereiras.
A aeco do sulfato foi immediata e sen-
sivel desde o primeiro anno, sendo para
notar que a enfermdade era antiga.
3.1 Alamos, cujos troncos estavam co-
bertos de feridas, transportados para um
terreno em que recebiam infiltragSes de
aguas carregadas ligeiramente de sal de
ferro, curaram-se completamente no fim
de dous ou tres annos.
Segundo o Sr. Prillieux, as feridas das
arvores sao produzidas pelo nectria ditissi-
ma, cujo genero de vide anlogo ao
eoginneo de Authracrusis sphacelona am-
pelinun, nSo resistindo este ultimo ac-
eito do sulfat de ferro.
Em consequencia do exposto o Sr. Pril-
lieux propSe cortar a madeira at que se
ponha a descoberta a ferida ou a parte
atacada e esfregal-a com um pincel embe-
bido em solado concentrada de sulfato
de ferro.
O Sr. Marguerite propSe outro method
curativo, que acredita seguro.
Aconselha o tratamento interior em lu-
gar do exterior, isto que se faja a plan-
ta absorver o sulfato de ferro em disso-
ludo, com o que tambem se consegue um
desenvolvimento notavel da arvore.
O effeito da absorpcao foi comprovado
pelo Sr. Marguente, que regou um feto
commum com urna soludo forte de sul-
fato de ferro, o que determino a flores-
cencia na superficie das folhas, *que pro-
va ter-se dado a absorpcao, que se esten-
dea em-todo o organismo, acabando por
seccarem-se e desapparecem as folhas, o
que mosrrou ser prejudicial urna dse de
sulfato de ferro muito exagerada.
Tratando-se de plantas, como as gran-
des arvoredos, a quantidade do sulfato de
ferro precisa ser muito grande para tor-
nar-se nociva, emquanto que com urna so-
luclo moderada, obter-se ha a destruico
do parsita sem damnificar a arvore.
Podem empregar-se sem inconveniente
100 grammas de sulfato de ferro em 100
litros d'agua para as arvores grandes, po-
rm desta soluccao s devem applicar-se
60 a 100 centmetros oubicos, quando se
trata de arvores pequeas, renovando se
a applfcacao tres ou quatro vezes, com
oito dias de intervallo.
A dse empregada para as arvores flru-
ctiferas devn ser proporcional sua forca,
porm nSo havendo feito experiencia so-
bre este ponto o Sr. Marguerite abstem-se
de fazer indicajSes, aconselhando entre-
tanto, a applicacao sobre a raiz das plan-
tas da caparrosa pulverisada na dse de
um kilogrammo por metro quadrado, que
o terreno que se presume oceupar urna
arvore, espalhando-a simplesmente sobre
a superficie e revolvendo-a com a trra
por meio de urna ligeira lavra, operaces
que se renovarlo quantas vezes forem ne-
cessarias.
Esta applieaclo effectua-se na primave-
Jtedicos
Dr.' Gerqueira Leke, tem o seu eseripto-
rio aborto i ra Duque de Gaxias n. 74, d&s
12 s 2 horas da tarde, e detita hora em dian-
te em su residencia ra Bar-So de S.
Borja n. 22. Espeoialklades molestias
desenhoras e erianoas. Telephone B. 326.
Dr. Joaquim Louteiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabug u. 14,
1." andar no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
ra do.Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 54, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. 'astro Jetas medico e operador.
Pratica a.laYagem do tero quando e co-
mo aconselhada. Consaltas das 11 s
3 da tarde em su risidencia ra do
Bom Jess (antiga da f'ruz) n. 23, 1.*
andar.
r. Ribmro de Btiitto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an-
dar a ra Duque de axias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
residencia ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Dr Alvares Guimaraes, 'chegado da
crte^ dedioa-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do cor*
fSo, pulmoes, figado, gtomago e intesti-
nos e tambem s iccces das criancas.
Reside praca do Conde d'Eu, n. 28" e
tem -consultorio na ra do Bom-Jesus
(antiga da Cruz), n. 45, onde d consul-
tas do meio-dia s 3 horas. Telephone
n. 381.
Occulista
Dr. Ferreira. com pratica nos princi-
pacs bospitaes e clnica de Paris e Lon-
dres, consultas todos os dias das 9'
horasdao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia na Larga do Rosario n. 20.
Advogados
O bacharel Witruvio Pinte Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, I.- andar.
O Dr. H. iilet mudou o seu escripto-
torio de advocacia, para a ra do Impera-
dor n. 46, 1; andar, sala da frente.
(Serrarla a vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
"de Francisco dos. Sautos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra e vende madeiras de todas
as qualidades, serra madeiras de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por prejos sera dom-
petenciaPernambuco.
Drogara
Eatia j&obrinho & C, droguista por ata-
cado, "ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Mff.Qel da iSUoa&Cf deposi-
tarios de todas as e*p&cialidades pharma-
ceuticas. tintas, drogas, productos chirai-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23. ~~ x
grossa proiiaso para.aaosaadaique agora prin-
cipio.
, At a nieta, major.
Bora-Jaraim, t8-de Margo de 1889.
J, Outra.
O.major
Moaorio Ciementla
Martina
Declara ao reapejtavej publico desta
cidade, -qi^ njtira-se para a corte do im-
perio sem que fique .dievendoa pessoa al-
guma, a n3o_sflr grande, somma de grati-
dao a aquellas cora quem- antreteve rela-
c3es'de ami^ade, ne espago de dez annos
em que servio, nestor provincia.
, Despedtndo-se> offerece-lhes seus dimi-
nutos prestimos era qualquer parte que
destino o oonduzir.
Recife,- 21 de-Marco de 1889.
nsumws^*-'i
A gradeci ment
AO ILL.M. 8R. DR. GARLOS BBa"rJCKC(W;RT
Pele presente declaro a quem possa
interessar que achando-me doente de um
estreitameoto da urethra Qdifia#am'me o
Sr. Dr\ Bettencourt, iprocurando-o no
sea consultorio, fui aperado pela electro-
lyse, sem dor, ficanio logo; bom e. rad
clmente curado do estreitaoacnto.
Agradeco do alto da imprensa a -impor-
tante cura que fez-me este Ilustre facul-
tativo e que archive mais este atestado
dos seus triurapho%diarios.
Recife, 9 de Margo dc 1887.
Lmmmtxno Jos da Suva.
Cinco C hagas
DE
i
PUBLICARES A PEDIDO
Ao %r. Carlos Ledo de Albu-
quei-.|iir |ma,|or)
Li, por acaso, o que este Leito escreveu no
Jornal-Jo Recife de 10 do corrente. sob a epigra-
pheO major Carlos Leitao ie Albusuerque e o
Dr. Castello-Branca, juiz deiHriilo de bom Jar-
dim.
Pelo que me parece, semelhante artigo faz
parte de urna serie,- -apezar de principiar pelo
n. II.
E' urna esquisitice deste meu patricio.prin-
cipiar pelo meio do caminho.
Neste artigo este. Leitao s d gritos esganka-
dos contra os Drs. juiz de direito e promotor pu-
blico da comarca.
NSo declina factos; falla, porm, era carras-
cos, perseguales, tropelas, attentado contra o di-
reito, vida (!) e libtrdade do cidado, bailas injus-
tigas, odios, raneares, inconscientes pers gmooes, e
acerbos- desgostos e prejnizos perqu o hao feito
passar.
Finalmedte, promete u- direito aos diversos as-
sumptos que o trouxeram imprensa.
II
Antes de tudo,-para este Leito bem cumprir
esta sua promessa, lembro-lhe que principie pelo
assumpto,processo-crime que foi intentado n-s-
ta comarca por crime de furto de cu va I lo, em o
qual autora a justiga, e reo o major arlos
Leito de Albuquerque, processo em que o Dr.
iuiz de direito o despronunciou nao por falta de
uMaiN, pMaa ira por no considerar o crime
commum.
Nao deixe da dar publicidade a este facto com
todas as suas circumstancias, sob pena.de eu pu-
blicado com a integra das pravas, que entao se
fizeram.
111
Ha homens aualpbabetos, nullos, que nao re-
sistam a analyse, que tm a pretencao de insi-
nuarem se d gente frca de ridiculos reclames.
Toda esta comarca conhece Leitao; e todo o
furor deste exhibicoes estrepitosas e chulas
facto sobre que nao na duas opinioes.
. No Diario de Pernambuco de 8 do corrente elle
ameacou demittir o Dr. Pedro Bettrao de futuro
candidato por este districto eleitoral s porque
nSo foi aectamado um dos membroe do directo-
rio liberal 1
Ora, facam idea : Leito querer ser acclama-
do memoro deste directorio, quando aqu "puro
soldado t
IV
Estou disposto a nao deixar passar gato por
Ubre.
Este Leitao aqu bem.aonbecido.
At a idade superior a 25 annos ainda nao ti-
nha-se podido ver livre de bichos nos oes,o
que o impedia de calcar sapatos em ambos (os
ps).
Hoje mesmo, que j os calca, anda apalpando
por falta de habito dos cujos (sapatos).
Viveu sempre de fazer e vender tapiocas, do
que Ibe resultou o incommodo de saptrangas,
pelo que ainda tem os olhs esgaseados.
Por artes da divisao dc partido liberal foi este
meu patricio Domeado major, e delegado de po-
lica, cargo este que exerceu 7 annos.
Foram os seus 7 annos de voceas gordas !
Botou hucha, como l dizem ; ainda que afina!
tomasse o tal supra-mencionado processo.
NSo tenbo a honra de conheccr os Drs. Castello
Branco e Hersilio de Souza ; delles, porm, s
tenbo ourido bem dizer.
A mezes ouvi lr um discurso do conselheiro
Lourengo de Albuquerque, liberal, em que este
fazia um alto conceito do primeiro doutor.
Aguardo, no entretanto, que este Leitao c di-
reito aos focos para acompanhal-o ; visto como
este matulo como eu.
Apetar, porm. eomigo, vou dar-lhe um conselho .nao assigBe.
como costuma, tudo que se Ihe apresentar, sem
entender, porque por semelhante facto rauita
gente tem ido ao Aio do Nasamento..
Nao me atrevera a vir imprensa, se nao fosse
para desmanchar a figura deste Leitao.
A' parte a modestia, sou a elle superior em
aptido, e hei de pulverial-o.
Sobre elle, apenas, principiei a fallar ; tenbo
Des Nosso* Senhor
Jess Christo
' ontinuaefo dos ns. 56, 56, 57 do Simbohi.,
e tambem corrente n. 64
As publcages s5o feitas sob presso^tiquem
quer que me inipeExm, Sr. deserabaigador
Domingos Alves Ribeiro.
Foi V. Exc. a causa do que vitn a soffrer, por
nao cumplir com o seu dever de bom juiz reia-
tor, e essa prova s a posso apresealar na im
prensa para nao se desemeamiiihar; porm sei
que V. Exc. nao se pode por isso me abstemio de apreseotal-a, porque o
respeito, e V. Exo. ha de vir a ser um bom des-
eoibargador com eslxlico reservada perante o
publico.
Lamento j nao existir o Sr. desembargador
Oliveira Maciel, pora liie faser eutras mais fri-
saates observages. aiim de voltar ao que havia
sidos tendo mudado do crenca, kicov sem t, e
eu pelos autos o faza voltar a tbl-a,.b pelas
pravas acreditava mais agora, que as carias que
Ihe maudci da solitaria, da -cadeia, e tambem do
edificio da Tatnaritieira; cartas essas que alguns
dos amigos sem duvida lerara, e eu anda estou
disposto agora a sustentar o que n'eilais disse
ponto por ponto, Exm. senhor.
S me dedico aos que hei de deixar prepara
dos. e assim deixei o Sr. Conde de Santa Agot
tinho para ajudar o Exm Sr. D. Jos Pereira da
Silva Barros apassentar o rebanho. meu cato se-
nhor.
Sendo V. Bhc um do? mais perijopos. trans
formadores do rebanho. pois. me disse verbal
mente sen tratar-se. do; assumpto qusrawa:
devo sacudilo para longe com os autos, e aedir
ao Sr. bisco que Ihe d coa, o fundo do < ajado e
ainda vivo o puche com a volta do cajado para
dentro da tonda e ahi o trate da alma, raaaoE m
tbm, embra V. Exc. ignore.
0 pastor ausente nao servo, porque aSo guarua
o rebanho ou nao e apasseata ; se elle Jiaoivier
dentro de 30 dias; peco (em nome do-PA-
TRIARCHA da igreja universalSAO JOS
ieirceleste director """^IRA PESSOA Di
SANTl38rM.JCWNl Cabido que com-
pra o que Ihe determinado pelas leis a m
catholica : fasam os sdos da s dar o sion.
vacaskExm. senhor.
E, se osSrs.conegos nao me attenderem pecc
ao Sr. aro hispo primaz e simultneamente ao
governo e ao reoresentante do vigabio visivel de
DEUS NOSSO SENHOR JESBS CHRI8JO
santa i'iuRK lko xiu, por faltar a este soberano
a accfiO'directa de tomar conbecimeoto do es-
cripto. embra por este faina oflicialExm. Sr.
desembargador Domingos Alves Ribeiro.
Preso mesmo ua eadeia e dentro da solitaria,
pude destruir o escndalo que se para desmoralisar um governo que suba ao po-
der, para moralisar e engrandecer o paiz com
feitos que careca e de rauitos anda carece
Exm. senhor y esae escndalo praticava-se pe-
rante a sociedade e a luz do dia no i. andar do
predio n. '<". ra do Duque de (ixias.
Os magistrados da Recife a convocarem-se em
reuoiO: para o lira de pedir garantas s c-
maras para as mas pessoas (... Era omite
abusar, e j mais fazendo propaganda com cir-
culares e telegrammas para os de todo o paiz
meu earo senhor.
Nao ignora V. Exc. que sao os magistrados
que dispem das maiores prerogativas e a forca
publica est disposigo d elles; quando enten-
dera a pedem at sob frivolos pretextas, e nao
Ihes nunca negada : a quelim pois ufla essa
ideia ou principio som o menor fundamento
Exm. senhor f
Havia nisso urna cousa que reservo, o convo-
cador cumpria um dever perante outros mais
elevados; abstemio- mb ; mas o Sr. Costa Tu-
heiro i'if^ar um pouquicio uu* -t pela interrogacao o necessario, e o Sr. Monte-
negro como um dos mais illustresie provectos do
paiz, (m. frase do Sr. Mi]letcurador e adminis-
trador por elle feito... da raaior parte das mas-
sas) pontualissimo hora... e nao faltandt o
Sr. presidente do Tribunal da Relacao I... .Aai-
mou-me a estudar as consequencias, notei o lace
que apanhou a quem nao era como elles, e por
isso entendi fazer um requerimento ao Exm. Sr-
presidente da provinciameu caro senhor.
Nesse requerimento cautelosamente entregue,
para nao se desencamrahar, e produzir os devi
dos effeitos ; exig garantas para a minha vida,
na cadeia, no amagd da solitaria, e andei bem por
que forneci ao Sr. Costa Pereira os fundamentos
para conterjos demagogos de nova especiExm.
senhor.
O Sr. Dr. chefe de polica receben esse reque-
rimento para informar, bem o notei; e o que ae
passou com os Srs. Domingos Pinto e Costa Pe-
reira, ignoro, mas escapei, e os magistrados es-
tao garantidos sem outras leis alm das que
ento existiamExm. senhor.
Os magistrados tem regalas de mais, pre-
cisam ser responsaveis pelos seus actos, atn da
ARVORE chegar a ser frondosa; essa especie
de.. abstenho-me de pronunciar, porque exis-
tem tambem alguns anda nao eivados, e conheco
um ao qual faca as devidas ausencias e o dese-
java na vara do commercioExm. senhor.
0 juiz de orphos a quem me retiro,, e nunca
esta cidade do Recife teve aquella vara em mos
de horneo: mais recto e provecto que o illustre
Sr. Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
Tenbo, pois, destruido os effeitos das alfine-
tadas em artigo de fundo do Jornal da Tarde do
da 15 do corrente, com as punhaladas assim
dadas quellesque sao n'elle excepcionados na
actualidade como modelo, respeitando como me
cumpre as |>essoas e os direitos, e jamis quelles
que foram cib.dos como exemplo e queja nao
oceupam nesta essas funecoes em que acredito
satisiizeram seus deveres e suas conscieacias.
Vou parar por ser preciso cuidar na carta '
Recife, 2 de Margo de 1889.
Antonio Francisco Corga.
-------------..-------------
. r w.
Outra forma para uso externo segundo a pre-
scribo do mesmo sabio autor, o Ungento de
Aveeira Mgica do Dr. C. c: Bristol, valiosis-
simo quando se deseje a absorpgao cutnea a-
mediata, e- em casos de certas enfermidades ou
alTecces locaes externas as quaes se requer
um emoliente ao mesmo tempo que um resol-
vente.
Especial em casos de almorreimas.
nicos iiroprietarios e fanricantef
emp. Nevf. York.



Diario de Pernainfe icoSexta-feira 22 de Mar^o de. 1889
I
I
t
Consta ncin ha
E' este o titulo de urna linda valsa que
acaba de compor o intelligente protessor
Candido Filho, director da banda musical
de polica, e que pelo seu autor offere-
cida a Exma. Sra. D. Constanca Perpe-
tua do Reg, deven'do ser pela primeira
yez'tocada pela msica do corpo de po-
licia no acto do casamento da mesma ex-
cellentissima senhora.
Rio Formoso
Estando bastante.atarefada, nao posso de mo-
mento responder ao vigario Francisco Yerissimo
Bandeira; mas prometto fazer em pequeo lapso
de tempo.
Olympia do Sumido.
-------------- +
Festa de S. Sebastiao na ma-
triz do Limoeiro
Na matriz da cidade do Limoeiro ser cele-
brada com toda a solemnidade, no dia 25 do cor-
rente, segunda-feira prxima, a festa do inartyr
S. Sebastiao. havendo pela manh missa cantada
em que pregar ao evangelho o Revm. Joaquim
Antomo Costa Pinto, a tarde procissao, depois
da qual seguir-se-ha o Te-Deum, terminando com
um magnifico foso artificial
Urna commiss&o comnosta das Exmas. Sras.
DD Prancelina A. Gonealves da Cunha, Emilia
Marques da Cunha, Prescilla Marques da Cunha
Anna Marques da Cunha, nao tm poupado esfor-
cos para o brilhantismo da festa.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-.
giene Publica do Rio de Janeiro em 20*
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande cfficacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac
commettidas da terrivel molestia beriberi.
MOLX) DE USAR
Os adultos temaro qnutro colheres das de
sopa pela manh e quatro noite. As criancas
de 1 a 5 annos tomaro urna colher pela manhi.
e outra noite, e os de 5 a 11 annos toma rao
duas colheres pela manh e duas noite. De-
verao tomar bandos fri ou morno pela manh e
noite. Resguardo regular.
Encotra-se venda na drogara dos Srs.
Francisco Manoel da Silva & C, ra do Mrquez de
01 inda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estri-
la do Rosario n. 3.
O autor deste preparado poae ser procurado
na roa do BarSo da Victoria n. 37, onde ser en*
centrado para dar toda e qualquer explicaco
que for precisa.
Beriberi
N. 53
Recife, 6 de Junbe de 1883. lllm. Sr. Ange-
lino Jos dos Santos Andrade Tendo soffndo
de ura ataque de beriberi, c tomando seu eli-
xir depurativo e restaurador, para diversas mo-
'esti, obtive grande melhora em raeus soffri-
mentos, sendo que apenas tomei duas garrafas ;
assim como a diversas pessoas que tambem sof-
friam da mesma molestia, tambem foram cura-
das evidentemente.
Pode usar desta minha carta romo Iheconvier.
Dispondo dequem se confessa de V. S. amigo
attencioso
Capitao Florencio J>^J" de Miranda Flanco.
Ulm. Sr. Angelino Jos dos Sautos Andrade. -
Vou-lhe dar urna satisfaeo da qual nao me pos-
so affastar. Tendo cu sido accommettido de urna
enchaeSo. juntamente urna demencia que os me
dicos me desenganaraui ser beriberi, a qual me
foi preciso embarcar para a Europa, isto em 14
de Agosto de 1883, estando l 14 inezes : e sen-
do-me preciso voltar em dias do mez d Marro
4o correute anno, lui accommettido de novo, o
tendo informagocs do seu elixir depurativo, to-
mei quatro garrafas, que foi bastante para me
restabelecer do terrivel mal que tanto me per-
segua, que at hoje mais nao me voltou.
Primeiro dou graras a eus. segundo ao seu
elixir depurativo.
Recife; 14 de Julho de 1888.
Manoel Joao Lobato.
N. 35
lllm. Sr. Aqgelino Jos dos Santos Andrade.
Amigo e Sr.Esta tem por tim avisar e agra-
decer a V. S., que o remedio pedido por mim
do seu preparado elixir puriticador do sangue,
'leu bom resultado; apphcado a urna senhora
que soffria borrivelmente da madre, j sentindo
tora do seu lugar, ora no estomago, outr'ora em
um lado e outro do corpo ; de modo que cstava
de cama, e sofiVendo inchacao nos ps, pernas
at a barriga, e somente urna garrafa do seu pre-
parado deu plena saude mesma senhora.
Sem mais assumpto.
De Vmc. amigo e obrigado
Emeliano Francisco de ezende.
Barra de Bod Congo, 25 de Agosto de 1888.
Eftavam selladas e reconhecidas as firmas pelo
tabeuio.
ns
InforMacei particulares
Tem-se nos per)juntado ainda : Em
que casos particular siente de ve-se empre-
ar o Quinium Labirraque ?
O vinho de Quinium, de Labarraque,
membro de Academia do Medicina de Pa
um medicamento enrgico e brando
ue convm a toda as pessoas enfraqueci-
aos adolescentes cansados por um
crescimento rpido ce mais ; as mocas que
tem difficuldades a formar-so c a desen-
volver-se; s senhoras depois do parto,
aos velhos esgotadois pela idade; aos dia-
bticos ; aos convaicscentos das febres ty-
phoideas, das penen moni as, etc.
Collegio Meira
Este collegio abri suas aulas desde Ja-
neiro prximo lindo.
Ensinam-se nelle todos os preparatorios
?[e constitucm o curso preparatorio as
acuidades do imperio, e o seu pessoal do-
cente o mais habilitado que se pode de
sejar.
Contina a funecionar a aula primaria
que poder receber alumnos* da mais ten-
ra idade, pois dirigida por duas filhas do
director, das quaer urna alumna do 5.-
anno da Faculdade de Direito do Recife.
Desde o 1.- do corrento est aberta a
aula de allemao, em que se ensinar a tra-
duzir e a fallar essa iingua.
.0 professor respectivo ser o Sr. Sidney
Schiefler.
Os estudantes, que quizerem frequentar
esta aula, pagal-a-lo separadamente da
mensalidade do collegio.
O director do collegio Meira espera o
mximo apoio dos paes de familia que de-
sejam o real aproreilamentode seus flhos,
pois que tem seiiipre. tido por programma
dar aos alumnos, que Ibes sao confiados uiua
verdadeira iustruccao a par de una boa
educara., moral.
O resultado dos cxaincs feitos no lim do
anno passado a prova mais evidente cm
favor do collegio Meira.
Dos cincoenta e cinco exames feitos pe-
los alumnos deste collegio, inclusive um de
allcnio na Babia, apenas tres foram in-
fructferos.
Recebem-se alumnos internos, meio-pen-
sionistas e externos.
Ra do Iinperatriz n. 63, 2.- andar.
Recife, 18 de Marco de 1889.
O director,
Atcencio Minervino Meira de Vasconcellos.
Pensao Acadmica
Esta casa.de Pensao situada no ameno
bairro da Boa-Vista, ra da Imperatriz
n. 15 2 e 3* andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a mensalidade
de 50#, tero com o maior asseio e regu-
laridadc, comida abundante, commodos
agradave8, encllente banho e criado.
Lugar s pwas! ___
Quardo mesmo nao tivessemos o traba-
Iho de vir trazer ao conhecimento do pu-
blico a noticia das muitissimas curas ope-
radas pelo Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, bastava que os proprios beneficia-
dos por t3o poderoso remedio se encarre-
gassem de lhe divulgar as virtudes.
A voz do povo a voz de Deus, por
esta razio nada mais do que elle preciso
para constituir a gloria de um preparado.
O attestado que se vae lr mais urna
prova do que levamos dito.
' Eil-o :
Atiesto que se minlias filhas, Iso-
lina, de 8 annos de idade, e Silvina, de
5,soffriam ha mais de tres annos, hor-
rivclmente de asthma, que Ihcs vinha por
accessos amiudados e tilo fortes, que eu
julguei em muitos d'elles, ter-se ajiproxi-
mado o termo fatal de suas pobres exis-
tencias. Depois, porra, que usaram o
Peitoral de Cambara, preparaeao do Sr.
Jos Alvares de Souza Soares, em Agos-
to do anno prximo passado, s<5 Silvina
foi atacada ha quinze dias, de ura novo
accesso, que cedeu promptamente ao mes-
mo peitoral.
Tuto o que 'ligo v. nlade c o juro,
se preciso for.
Pelotas, 10 de Mareo de 1879.Mi-
guel Antonio dos Santos. (Pelotas.)
Este importante medicamento vende-se
em casa dos agentes Francisco M. da
Silva & C, ra Mrquez de Olinda n. 23,
que o vendem a 2i>500 o frasco.
Aviso aos nossos leitores
Os nossos leitores que visilarem Pars
durante a Exposicao j sabem que pode-
ro 1er os ltimos nmeros recem-cnega-
dos do nosso jornal que em casa dos Srs.
Amde Princc & C, 36, rja Lafayette,
quer da sala de leitura pelos nossos cor-
respondentes estabelecida na exposicao
no Pavilbao da Repblica de Guatemala
cujo conimissario geral dignou-se de por
graciosamente urna sala com varanda
disposic^o dos mesmos senhores.
Para se evitar qualquer confusao, os
nossos amigos que quizerem receber a
sua correspondencia em casa dos Srs.
Amd rince A .,'devem mandar diri-
gl-a ra Lafayette, n. 36, por ser a
sede do servico especialmente organisado
para sso.
Dr. Nstor CavaJ cante
Medico
OFFERECE OS SEUS SER VICOS EM PALMARES
Frederieo Chaves Jnior I
Homoepatha
39 RA BARAO DA VICTORIA 39'
Primeiro andar
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RATONSON, for-
mado pela UniversJue de Maryland nos
Estados-Unidcf, tem aberto o seu consul-
torio, n.ra BarSo do Victoria 18, Io an-
dar.
'"Consultas das 10 m 4 horas da tarde.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-ehe te de clinica do
Dr. de Wecker, d consultas de
mei dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra d
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Scte de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
>
MEDICO HOMEPATA
Dr. Baltliazar da Silveira
Especialidadefebres, molestias
f das criancas, dos orgSos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
%VIM>
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabine,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.

Medico operador parteiro
Oculista
T-l Ra larga do Rotarloti
}J?or cima do Annel de (Juro)
Oude'iem ronnoiltorlo e resl-
deacla\> pudendo ser cucontrado e
recebendoX chaiuadqs.-* fiualquer hora
do dia e da noile. .
Especialidades: Partos, febres, niole-
senborase ios nutanOes, syphilis
-al cura rpida e completa'e ope-
raeOes de estreitamentos e mais solfr-
mentos da uretra.
Acode de proinpto a chamados para
fora. qualquer distancia.
Telephoiie n 3 94
( \ tas de se
II em geral
l

EDITAES
O Dr. Jos Antonio Correia da Silva,
cavalheiro da Ordem de Christo, com-
mendador da Real Ordem Militar Por-
tugueza de Nossa da < onceiclo da Vil-
la Vicosa, juiz de direito de orphaos
da Comarca de Olinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que, por
parte de Joaquim Antonio de Miranda,
me foi digida a petcao do theor seguin-
te:
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos
de Olinda.Diz Joaquim Antonio de Mi-
randa, que havendo arrematado perante
V. S. a propriedade Tab, sita im fre-
guezia de Taquara, provincia da Parahy-
ba, e pertencente ao espolio do coronel
Joao de S Cavalcante de Albuquerqne,
requer o supplicante, para|garantia de seu
direito, que V. Exc, depositado o pro-
ducto do bem que o supplicaute aircnia-
tou, mande, de accordo com a Od. livro
4 titulo 6, passar editaes, chamando todos
aquelles a quem for brigada aquella
propriedade, para, no prazo que lhes for
marcado, pugnarem pelos seus direitos.
Nestcs termos pede a V. Exc*. deferi-
mento E R. MeOlinda, 27 de Feverei-
ro de 1889.Joaquim Antonio de Miran-
da. (Estava sellada.)
Em a qual peticao profer o despacho
do theor segointe:
Feito o deposito como acabo de verificar,
passe-se o edital as condicSes alludidas,
com o prazo de 30 dias, ficando assim de-
ferido o presente requer ment, que ser
junto aos autos. Olinda, 27 de Fevereiro
de 1889.Correia da Silva.
E mais nao continha dito despacho
aqu fielmente copiado, e por forja do mes-
mo despacho, o respectivo escrivao fez
passar o presente edital, pelo qual e seu
theor sao chamados aquelles alquem for
obrigada a mencionada propriedade Tab,
para, no prazo de 30 dias pagarem pelos
seus direitos. ,
Y. para que tihegue ao conhecimento
de todos, mandei passar o presente, que
ser anixado no lugar do eostume e pu-
blicado- pe iinprcnsn.
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
aos 28 de Fevereiro de 1889.
Eu Joao Theodoiuiro da Costa Montei-
ro, escrivao do civel no impedimento do
de orphaos, o esxyevi.
Jos AnUriHit Correia da SSea,
ital
Ilha, em Caxang, pelo preco de 80*, pertencen-
te a Joao Carlos Pereira da Silva
Doze cudeiras de guarnicau, t ditas de balan
co, 2 ditas de braco, consolos, 1 sof, tudo de
junco branco, novos, existente no estabelecimen-
to de movis ra Duque de Casias n. 9, pelo
preco de 1363, pertencentes a Baptista & Com-
punnia.
Urna armacao envidracada, 1 balcfio, i fiteiro
envidragado e. I carteira, tudo envernisado, exis
tente no estabelecimeoto na Larga do Rosa-
rio n pelo preco de i50, pertencentes a An-
dr Santos.
Urna carroga de i rodas, u. 178, existente em
urna coebeira & ra Bario do Trimpho n.. polo
preco de t2800, perlencedle a Tranquilino Vi-
cente Ferrara.
Urna armacao, balco de madeira envernisada
envidracada, existente no estabeleciment da
ra Direiiu u. 7ti. pelo prego de G0, pertencen-
tes a Joaqujni Aniuiies Ganarei.
. Un cofre eui perfeito estado, existente no es-
liibelecimeiilo a ra do Cabug n. 18, pelo prego
de 3u. pertenceate a Papoula & Companliia
Um cofre de ferro francez e 1 titeiro grande
com '.i vidros de frente existente no esUibelcci-
inento ra Primeiro de Margo n. zo, pelo pre-
go de :tl). pe tenceiite a Bedel & David.
' ujos bens acham-se iienhorados e vao serem
vendidos para pagamento .da fazenda nacional e
cusa?.
Recife, 19 d- Marco de 1889.
O'sociador da fazenda r.aeional,
l.uiz Machado Bbtelho.
DECLARARES
Ia SecgSoSecretaria da Presidencia
de Pernambuco, 20 de Marco de 1889
Por esta secretaria se faz publico, a
quem interessar possa, que acba-se -nesta
repartic2o, afim de serein entregues aos
interessados depois de pBgns os devidos
direitos as cartas patentes lo niajor aju-
dante de ordens secretario geral do com-
commando superior da guarda nacional da
marca de Bom (,'onselho, Candido Carlos
da Costa Vella ; do major ajndante de
ordens secretario geral do commando su-
perior da guarda nacional da comarca de
Aguas Bellas Jos Faustino Marinho Fal-
cao c do cap't2o quarte'-mestre do com-
mando superior da guarda nacional da
mesma comarea Manoe! Soares de Albu-
querqne Presen.
O secretario interino,
Manuel Joaquim da Silveira.
Thesouro Provincial
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector
dcsta repartijao, fajo publico que no dia
21 do corrente, paga-se a classe de apo-
sentados e jubilados, relativamente aos seus
vencimentos do mez de Fevereiro ultimo.
Thesouro Provincial 20 de Margo de
1889.
O escrivSo,
Silvino Antonio Rodrigues.
Banco de crdito realde Per-
nambuco
Em cuniprimento dos || 9. e 12. do
art. 63 dos Estatutos e das disposicSes
da lei n. 3150 de 4 de Novembro de 1882,
convocamos aos Srs. Accionistas 'reuni-
rem-se em assembla geral ordinaria, no'
dia 23 do corrente mez, ao meio dia
em urna das salas da Associae.ao Commer-
cial Beneficente, afim de lhes ser presen-
te o relatorio das operagoes do anno ban-
cario, lindo em 31 de Dezembro de 1888
acompanhado do parecer da eommisslo
fiscal, e proceder-se eleicao d'esta, do
presidente, vice*presidente, 1. e 2. secre-
tarios da Assembla Geral.
Recife, 7 de Margo de 1880.
Os administradores"
Manoel Joio de Amorim.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Luiz Duprat.
m

COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 21 de mab<,o de 1889.
Foi quasi nudo o movimenlo na praga.
A posigo dos mercados, em geral, mantem-se
em alterago.
Bolsa
OWACOeS OPnClAES DA junta dos COB-
EETORE8
Becife, 21 ae Marco de J889
Sao hoave.
O presidente,
Candido ;. G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na curte, ex-chefe de clinica
ophthalmologica dos Drs. Wecker c Panas
em Pars e do professor Hirscbberg em
Berlim, tendo regressado de sua excursao
s provincias do norte, demora-se alguna
mezes nesta capital, no exercicio de sua
especialidade.
Consultorio c residencia ra do Barao
da Victoria n. 23 1" andar. Entrada pela
1 'amboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
!
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TABELLAS AFFIXADA8
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3.

I
l
1
9
a
Bacharel Antonio Witru-
>o Pinto Bandeira
Pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1" auda'
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da man ha.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONE N. 226
Kw4-rivtU Rgo BarruM
Perante o Sr. Dr. juiz Jblisiituto aos feitos da
fazenda, Jos Salazar da ^Viga essoa, se vende-
r em praga publica no dia\z do corrente mez
de Margo pelas 11 horas da manfla, depois da au
dieucia do uiesuio juiz os bens >e?uiiites :
Vinte e quatro cadenas de guai nico, 4 de
hrago, 2 sofas e 4 consolos com lampos de pe
dra, ludo de junco, cm muito bom estado, exis-
tente no esiabelecimeuto de movis ra Duque
de Canias n. J9, pelo proco de KK)|5, pertencen-
tes a Bptista a Companbia.
Quaterze quintos de vinho de uvas do Rio
Grande do Sul, existente no armazem ra do
Vigario Thenorio n 12. frejruezia do Recife, pelo
prego de 180, perteuceiiles a Joaquim de Ol
veira Borges.
Urna annagao. balcao, dous fiteiros envidraga-
dos e etivertiisados de preto, existente no esta-
beleciniento da ra Larga do Rosario n. 24, pelo
prego de 60, pertencentes a Jos Joaquim Gon-
galves Barros 4 Compaiihia.
Urna annagao, balco. '! liteiros e 1 relogio de
parede, existente no estabelecimento ra da
Usina Pinto:
Branco 1*
*
Someno .
Mascavado .
4O0O
2*:X)
:i*(KK)
ttsoo
0 del
kilos.
% I godao
sorle do serto cota-se a 640O por 15
A exportagao, feita pela alfandega neste mez
At o da 19, subi a 800..io kilos, sendo 533:207
ara o exterior e 167.Wi para o interior.
As entradas verificadas at a dala de hoje so-
wm a 18.435 saccas, sendo por:
Barca
Vapores .....
Ammaes ....
Via-fe i ruar.
Va-fei
'ia-ferrta i Limoeiro
mma.


A.
V.
t


Bh 4
<_ s-
n. * * g r, . s
5 i -J -j X
: * r* $ ?
" . *J Z- Si
* * *- i < f
3..120 Saccas
569
ti ti60
t;^i
'. Wi .
4 41 .
18.435 Saccas
Cambio
na taxa de 27 5,6. ofi'e-
ente a 27 11 16 sem
Em pa; putoHar am negocio a 27
lovimento
No R> o e 28
. p>-
_ - 3 3.
9P " i ?-
? --i -I
Assuear
<)s prego* pago* ao .icneultor, por la kilos, se-
cundo a Assaeiace Coamercial Agrcola, foraui
sociag
.13 seguintes:
Brancos .
Someno -
Mascavauc purgado
nruto.
Setame .
Colonia Isab!:
Br.'Jico 1'
*
>*

3*200 a 3*600
1*900 a 2*100
1A400 a 1*500
1*100 a 1*200
*8O0 a 1*000
4*100
2*800
1*500
*<(R
U6
A exportagao, feita pela alfandega nesle mez
at o dia 19, attingio a 5078.800 kilos, sendo...
1.987.526 pata o exterior e 3.091.274 para o inte-
rior.
As entradas verificadas at a data de boje, so-
bem a 76.849 saceos, sendo por:
Barcagas ; 26.961 Saceos
Vapores..... ......
Ammaes. ... i. 220
Via-ferrea de Garuara. 6437
Via-ferrea de S. Francisco. 36.878
Via-ferrea do Limoeiro 2.353
Somica.
76 8i9 Saceos
Coaros
Cota-se a 370 res os seceos salgados.
Aguardeute
Cota-s a 88*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
Mantem-se a colago de 170000 por pipa de
*80 litros.
Mel
Colase a 50*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da aBfaadega
4N1M 18 i 23 DE MAHC0 DE 18S9
Vide o Diario de 17 de Marco
\avlos carga
Lugar sueco Brifort, para Liverpool.
Patacho ingiez Peqgie, para Meniv^ao.
Patacho noruecuense Gcfion, para-Pelota-
\ai ios a descarga
Barca noruoguensc Frida, carvfio.
Barca norueguense Frilhyof, carvSo.
Bar-ja alletna Anna, earvo.
Barca inglexa Lacinia, bacalhao.
Brigue sueco Pepita, carvao.
Lugar iuglez Vidonia. bacalbao.
Lugar inglez Dora, bacalho.
Lugar inglez i'er'tsande, bacitho.
jlez Leand lo.
Logar aiiericano foberi Y Bary^-Jarinha de tr
Lugar nacional Loyo.
ratocho allcrho
Exportaco
KKCIF>, 20 DB mam;., DE 1889
Para o sxterior
No vapor inglez Cucier, cairegaram :
Para Liverpool, P. Cmaro 4 C. 910 saceos
com 56,210 kilos de caragos de algodo.
Para o interior
No patacho norueguense Gepon, carregou :
Para Pelotas, A. Guiuiaracs 15o barricas com
16,2 8 kilos de assuear branco.
No vapor nacional Jicnhype, carregaram :
Para Rio de Janeiro, P.' arnciro 4 C. 10 pipa9
com 4.0.i0 liiros de agurdente ; P. Pinto & C.
50 bar s com 4,500 litros de mel.
No vapor americano Adcance, carregou :
Para Para, F. M. de Moura 20 pipas com 9,600
litros de agurdente.
No Inate nacional Deas te Salce, carrega-
ram :
Para Parnahyba, E. C. Beltrito Irmfto 22
barris com 2,112 litros de agurdente e 26 bar-
ricas com 910 kilos de assuear refinado.
Para Camossini, Fernandes & lrmlo 40 saceos
com fanha de mandioca.
No biate nacional Adelina, carregaram :
Para Cear, B. Oli veira 4 C. 100 saceos com
farinba de mandioca e i bar^ com 1,00J litros
de mel.
No biate nacional .luroiti, carregaram :
Para Ceara, P. Caineiro 4 C. 88 saceos com
5,2^0 kilos de milho, 374 sac:os com larinha de
mandioca e 100 ditos com 7 500 kilos assuear
mascavado.
No hiato nacional Apody, carregaram : Igg
Para Ceara. Amorim Irmos & C. 300 saceos
com farioha de mandioca.
No biate nacional Deas le Guarde, carrega-
ram :
Para Cear, P. Carneiro 4 C. 3,000 saceos com
fa:;nlia de mandioca.
Na barcaga RujIim, carregoa :
Para Macao. J. Fontelles 3 barricas com 214
kiios de as'a;ar mascavado.
.Rc K llARg
Alfandega
Companhia peruaiobucana
de naregaco costeira por
vapor
Os seufKirns accionistas sao convidados a se
reunirem na sede da companhia no dia 4 de
Abril, ao meio dia. alia de lhes ser tpreseatado
o balango do anno provimo (indo, c elegerem o
conselho de direegao. a conimissao de examc de
coutas, os pres dente e secretario da assembla
geral; e tambem para tratarse da reforma dos
estatutos da eot'npajihfa.
Recife, 19 de Marct de 1889.
Os directores,
Manel Joao de Amorim.
Th. Comber.
Arlhnr B. Dallas.
4.a secySe.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 19 de Fevereiro de
1889.
Por esta secretaria se faz publica a re-
coinmendac'ki do Exm. ministro e secre-
tario de Estad<> dos negocios do imperio,
constante do aviso ttl 2fi8 de 22 de Ja-
neiro findo, para conhecimento de Mara
Severina di. Concegao Lucas, mSi do
alumno do Instituto dos Surdos-Mudos,
Jos Lonreneo Godolredo Lucas.
t N. 288. 2a directora.Ministerio
dos negocios do imperio. Rio de Janeiro.
22 de Janeiro de 1889.
lllm. e Exm. Sr.Nao podendo, na
confonnid ele d<- arffo 2-~> do regulamen-
to do Instiuio dos Sudo Mudos ar.nexo
ao decteto u. ,4~l> .c 15 de Outubro de
1873, continuar alli, por haver attingido
a idade de 18 annos, o himno Jes Lou-
rento Godofredo Lucas, a quem se refere
o officio dessa pi^idoncia de 24 de Ou-
tubro de 18S2 c conviofin, portante, pro-
videnciar afim de q >eja retirado do
mesmo Instituto o dito menor, o qual, se-
gundo finform' o director de estabeleci-
mento no offieii, (jiie a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularmente por escrip-
to, perito ottieial dt encadernador e tem
o peculio de 8645950, recolhido a caixa
econmica, dou conh' cimonCb d'isto a V.
Exc. para os fins convenientes.
Deus guarde a V. Exc. A. Ferrei-
ra Vianna..Sr. presidente da provincia
de Pernambuco.
t> secretario interino,
MnnoelJo'iquim Silveira.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. junta administrativa desta Santa Ca-
sa contracta com quem melhores vantagens of-
ferecer o fornecimento dos gneros abaixo de-
clarados para o consumo dos estabelecimentos
a seu cargo, durante o trimestre de Abril a Ju-
uno do corrente anno :
Aletna, kilo.
Arroz, dem.
Agurdente, litro.
Aste doce dem.
Aramia, kilo.
Bacalho, idem.
Banha de poico, idem.
alatas, idem.
Caf cm grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Cha, kilo.
Farinha de mandioca da provincia, litro.
Feijio, idem,
Fumo do Rio, kilo.
Caz, lata.
Dito inexplosivel, idem.
Manteiga franceza, kilo.
Milho, idem.
Pao e bolacha, idem.
Jdem idem para o collegio das orphs era Olin-
da, idem.
Papel Hume, resma.
Potassa. kilo.
Rap, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilo.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, idem.
As propostas deverao sur apresentadas na sa-
la de suas sesses, em cartas fechadas, devida-
mente selladas, at as 3 horas da tarde do dia
26 do corrente, declarando os proponentes su-
jeitarem-se a multa de 5 |. sobre o valor total
do fornecimento se no prazo de tres dias nao
comparecerem a esta secretaria p ara assignar
os respectivos contractos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 19 de Marco de 1889.
0 escrivao,
Pedro Boiriffke* de Souza.
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector
fajo publico que em cumprimento da re-
solugao de S. Kxc. o Sr. Dr. presidente
da provincia, de 14 do corrente, fica mar-
cado o prazo de 45 dias a contar desta
data, para a incripbao ao concurso que
ter lugar neste Thesouro no dia 15 de
Abr 1 prximo futuro, afim de preencher-
se tres vagas de 3" escripturario existen-
tes nesta repartilo.
O exame versar sobre leitura, analyse
grmmatical, orthographia e arithmetiea
at a theoria das proporces inclusive.
Os candidatos deverao requerer ins-
pectora deste Thesouro a sua admissao ao^.
concurso por meio de peticao documenta^
da, privando ser maior de 18 annos, adiar-
se livre de culpa e pena e ter bom com-
portamento, lhes sendo lieito juntar, alera
destes, quaesquer outros documentos que
possam favorecer o seu direito.
Secretaria do Tbeaouro Provincial de
Pernambuco, 21 de FererciVo de 1889.
Servindo de secretario
O official,
Lindolfo Compeli.
#
I
i

Segunda secgo na Alfandega, 21 de Marco de
1889.'
O thc-*)i]reiro--Klerencio Domingues.
O chefe da srcCio Cicero B. de Mello.
Reccbedoria Cieral
Do dia I a 20 5?-895*909
dem de 21 5794123
53:475*032
Reccbedoria provincial
D dia 1 a 20 13:134>794
dem de 21 307*84 i
13462*638
Rerif I rain age
Do dia 1 a Sj 33:176*485
dem de 21 853*430
t
Haladouro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 69 rezes pertencentes a diver-
ses marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE MARCO
Europa....... Ville de Jdacei___
^1........... Adcance.........
Europa....... Campias........
Norte......... Pernambuco......
Sul........... Bntania........
Europa....... Ville de Santos...
Sul........... Martnhao........
Norte......... Finance .........
Europa....... Tamar...........
Sul........... Trent............
22
23
24
25
25
27
27
27
29
31
34:0299I5
Reno a geral
Do dia 1 a fcl
dem de 21
4S0:406*15
26:339*739
Renda provine
Do dia 846
Ider.-. l
506.745*917
15*723
Mercadv Muntoipal de S. Jone
O movimivito deste mercado no dia 20
Margo foi o seguinte :
Entraram :
14 bois pesanda 3.143 kilos.
716 kilos de peixe a 20 ris
50 earga' de larinha a 200 ris
3 ditas ie inicias diversas a 300
ris
10 tabole.ro.- a 00 ris
14 mal a 00 ris
K matulo.- eran legume*" ;i 200 ris
Foram ocdBpadw> :
27 coloran;!- a titti ri
1 esenpiorio .. ;iKi ris
.i compartimentos de farinha a 500
de
14*320
10*000
1*500
2*000
2*800
5*000
16*200
300
ri
24 ditos de
78 ditos c
18 ditos (ir
9 ditos de
38 lalho- .
Rendimenios
rente
'(.midas a
lesna e*
-llllld.- i.
rifhSlir.
u
500 ri3
;: '00 ris
700 res
;. rllH) liS
11*500
12*000
31*200
12*600
5*400
76*000
i a 19 cor-
200*820
3:630*820
Foi arrecadad' iioie
Preces de d
Carne verdt
Carneiro de
3:831 ?640
|i i40 c .W res o kilo.
* a
Suinos de '.
Parinha de a 7* na.
Milbo
,0'. \i\ptn
Vapores a sabir
MEZ DE MAR90
Santos e esc.. Ville de Macei..... 22 as 4 h.
Rio Formoso. Mandona'......... 22 as 3 h.
Rio de Janeiro Jacuhupe.......... 23 as 3 h.
New-York Adcance.......... 24 as 4
Liverpool Britania.......... 23 as 2
Sul.......... Pernambuco....... 25 as 3
-antos e esc.. Campias......... 25 as 4
Ceara e esc... Una.............. 26 as 3

h.
h.
h.
h.
h.
Hovimeato do porto
Navios entrados no dia 21
Buenos-Ayres e escala^14 Ij2 dias, va-
por inglez Nena, de 1756 toneladas,
commandante O. M. Hyckies, eqnipa-
gem 99, carga varios gneros: o Amo-
rim IrmIo*&0.
Hamburgo43 dias, lugar noruej^iense
Correo, de 2'5 toneladas, capitao W.
J. Sivertsen, equipagem 9, carga vanos
gene*>8; a Fonseca Irmaos & C.
Vina Nova (Penedo)4 dias, lf^r in-
glez Albert, de 150 toneladas, capital
David Lawson, eqnipagein 5, carga va
ros gneros .; ordem.
Sakid/is no mesmo d
Sonthamptome escalaVapor ing ez Nevc
commandante G. 51. Hj rg**
Serios gneros,
amoasimHiate nacional U<.
mestre Antonio J. do Na
ga varios gneros.
BlticoLugar sv.
John Oom, carga algoda
>


Diario de PernambucoSe eir 22 de Marco de 1889
A
-

m
#
rr
Frogramma '4a 14.a corrida
QUE SSfaSLZAE
Dcmiiuro i de Marco
V-\ *
\omc
idade*
PeUoi
XatantaKta l-.^,,
es
Cor da .limeniu
Fropi-i'laiio
Io PareoB
(! turma)80d metros.Animaei da proriaca que nao tenham ganho premios no Hippodromo. l*remios:
200*000 ao le,^0JQQ ao e 20*000 ao 3a
8
9
10
II
12
13
IV
15
16
Orange.......
Borburemu
Lucifer.......
Soldado. a-.
Patury... .-...
Pierrot......
Caipora (ex-Oi
sean).
Hippogrypho.
Thisbe........
Cuajara ra.....
Aracahy.......
Boa-Idea......
Camuineiro ...
Vercmgetorix .
Cerbero.......
Bamave......
3 anuos.
3
S
5 >
5
4 >
5 >
I
3 *
4
5
6
5
8
3
4
Castanho ...
Rodado .......
a*
Castanho----
Rodado-pedrez.
Baio........
Russo.......
Rod. e cmstanho
Pedrez........
Baio.........
Russo........
Alazo........
Cast. escaro.. -
Castanho......
Alazo......
Castanhc.....
Pernambuco."
u
o.
Itekilol.
m
n
.'.!>
'
8
53
1
53
55
f
50
Preto, encarnado e ouro
Branco, preto e encarnado..
Rosa.....................
Verde e amarello..........
Branco e preto.......
Encarnado e azul.....
Grenat...............
Amarello e encarnado.
Verde e grenat.......
Encarnado e branco. -
Preto e encarnado.....
Violeta e ouro........
Eucarnado e preto
2 Pareol
lenbam gaiho nesta distancia
>850 metros.Animaba de menos de mcio-sangue que nao sejara da prov
roca no Hippodromo Premios: 250*000 ao 1", GOJOOO ao 2 e 25*000 ao i
A. 1. G. A.
A. Silva.
A. H.
Coudelaria Exercito.
T.C.
C. A.
Coudelaria 1 de JaneBD.
C.O.
A. G. S. .
M. A. M. P.
L. B. F.
Lucio Jos Monteiro.
H.
Rabello.
A. N. T.
N. S.
nao sejara da provincia e nao
Alpha.....
A y mor...
Ophir------
Galatha.. -
6 annos.
5
3
Alaz..........
Castanho.....
Tordilbo negro.
Tordilha......
S. Paulo .'......i* Hlos.'|Ouro e branco........
Rio de Ja Airo -55 Verde e amarello ..
Branco e bonet verde..
Azule ouro...........
S.Paulo .V...,.|oU
Rio Grande do San
DjalmaMoreira.
A.M.
Coudelaria Tai pora.
Coudelari Alhanca.
3 Pareo-aei*y Ca* -1.100 metros.Animaes nacicto^ff W meio-sangue.Premios: 330*000 ao 1, 80 ao 2 e 33*000 ao 3o
11 Coreo vado
2Risette........
:l|01ga...........
v'Ruy Blas......
4 annos.
5
4
7
Castanho ......
Zaina.......
Caslanha......
AlazQo........
Rio de Jane
S. Paulo
lan 752 -
.........4 .
",5i'
kiim.
Encamado e preto......
Grenat e ouro..........
Ouro e branco..........
Rosa e preto............
Coudelaria Paysand.
Coudelaria Brazileira.
M. >'. Pontes.
Arthur Silva.
Pareolrperldade90 metros.Animaes di pi
do* prados d'esta capital.Premies
.lucia que nao tenham ganho nesta ou maior distancia em nenlium
'O00 ao i", 30*000 ao 2 e 20*000 ao 3*
7
8
i"
tO
ll
1*
13
i
Pierrot......
Mylord........
Orion..........
Cognac.. ..
Re de Ouros..
Bonaparte....
Caim.........
Barnave ......
Pigmeu........
Marat.........
Incitatus......
Fanfar........
Ginga ........
Macaro.....
Bolaxinha.....
Bretiand.....*
4 annos.
6
6
4
5
5
4
Baio..........

Pedrez........
Russo.........
Castanho......
Redado .......
Russo pedrez..
Castanho.....
Baio.........
Rodado........
Alazo........
Rodado ......
Castanho......
Rosilho........
Russo........
Russo-pedrez..
' 8*
J53
I:
3.* PareollftMbMM d* Caaaaa traade -4^00 matos.
200* S S* **500Q
Pcrnambucr. *. '58 IrflW
S8
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53
fe.
i
Verde e amarello.-.
Azul e ouro ..
Verde e amarello. ..
Preto e encarnado..
Branco e preto......
Branco t encarnado.
Encarnado e preto..
Amarello e azul----
Encarnado.........
Encarnado e branco.
Branco e grenat
Branco c azul .-
Verde e branco.
Coudelaria.Pombal.
N. A.
Bostock.
C.O. ,
R. G. L.
A F. C.
S. S.
J. F.
Coudelaria Demcrata.
Coudelaria 1 de Junho.
R. C.
Coudelaria Garguello.
L.B.
M.G. M
il.J.
Animaes
ao 3
de qualquer paiz. Premios: 800* ao i
Coupon........
Aspasia........
Vesper.......:
Apollo........
Olga .........
Hexe...... ..
j annos...
3 -
4
3
4
4
Alazfio........
Castantu
Zaina...
Encarnado e branco..,
Azul e ouro.........
Ouro e branco........
C PareoCa
Frauca....... ;<5i kOos.
Inglaterra......56
i9
Rio da Prata ]58
S. Paulo......[51
da Pratc......W
?Ha" daki
rea1300 metros.-^Aninne^jia provincia Premios: 250* ao 1, 60* ao 2 e 25* ao 3*
Djalma Moreira.
Guimarcs Tfc C.
Coudelaria Emular "-o.
Estevao de S.
M. N. Pontes.
Hilario P. da Silva.
Good-morni ng.
Traviata......*
Arumary.....
Templar......
ero.........
Serid.........
5 annos..
6
8
8
3
5
Rodado .......
Russo......
Alazo.......
Rodado......
Castanho.
Pernambuco % kes. Encarnado e branco..
Azul e branco........
Violeta e ouro.........
Encarnado e preto-----
e branco........
R. C.
F. S.
F. Siqueira Bustos.
J. M.
H. G. L. G.
A. S. R.
" PareoVelaedade700 metrosEjdjWla provincia Premios : 1303 Ia, 33* 2" e 154 a 3*
3
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Coruja.........
D. Juanita.....
Fautina........
Vida..
Primavera
Stella. ...
Primazi..
4 annos.
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Rodada .......
Castanha......

Rodada .......
Pedrex........
Zaina.......
Foveira........

Pernambut .'" Inlos
j8f)
|9S
Branco.............
Rosa...............
Azul e branco.......
Azul c amarello....
Ouro 8 lirio.........
Encarnado e branco.
e preto........
M. J.
Coudelaria Recifr.
M. P. A.
R. P.
Coudelaria Victoria.
R C
J. A. A.
1. PareoEaaia (2. turma)-860 metrosAnimaes; dn provincia que inda nao tenham ganho premios no Hippodromo
Premios: 200*000 ao "% 30*000 ao f e 20*000 ao 3.-
Amarillis ( ex-
Man).......
Caim..........
Marat.........
Capricho......
Gec............
Cyclone-......
Cri-Gri........
Phebo.........
Potosi .......
Piremon......
Traviata.....
Rocambola----
ero........
Azrael........
Boyal.........
Vassallo.....
5 annos.
5
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Castanho.....
Ruslo pedrez..
Rodado.....
Rodado cardo.
Rodado........
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Castanho.
Russo.........
Cardao........
Rodado ......
Alazo........
Russo.......
Rodado........
Grenat e branco. .
Preto e encarnado...
Amarello e azul.....
Encarnado c branco
Branco e rosa.....
Encarnado e branco.
Asul e branco......
Ouro c encarnado
ul e branco.......
co e azul......
Encarnado c branco-
Grenat e ouro......
Encamado........
Coudelaria C. de Venus.
A. F. C.
Coudelaria Demcrata
F. T.
M. J.
S. B.
P. Q. O. P.
Coudelaria 1." de Junho.
A. C. S.
J. C. L.
F. S.
C.P.
H.G..L. G.
S. C.
Saldanha.
jCoudelaria l'nio.
M
(*) Moatado por amador., '
.. OBSiTtrSCOES
u animaes s 9 horas da mauha no en*i linimento.
Pede-se aos Srs. proprietarios o obsequio
visto como impreterivelmente ser cumprido o hora^
Os animaes inscriptos para o 1." pareo devo
Os animaes inscriptos para os outros pareos
para o pareo em que tm de correr.
Os jockeys que nao estiverem matriculados na soegetaria do Hippodromo nao poderlo, correr, cnmprindo-lhes
presentar as respectivas cr.dernetas na occasiao dnjl| *^--
no ensilhamento s 9 horas da manha.
aclinr-se no ensilhamento 1 hora antes da determinada
Os forfaitt scrao recebidos na forma do .^i-tjgr^l? f^fiMfgo de Corridas.
motxo
Re
C'trrida
l. pa-eo
3. ,
4. ,
5." ,
6. .
7.
8. ,
Marco d 1889.
-.tt t-*d
*:
M *
11 horas
11
1
2
3
4
4
e 50 mratoK
e 40
e 30 t
e 20
e 10 i
e 50
O secretario, Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
> .
0 T t \ M ^ M1S&
Recebedoria Pr >\ incial
Os baixo assignados cobradores
Recebedoria Provincial previnem ao
nhores contribuintes que recebem at>'
fim do corrate mez e com a multa de
6 [0 dcima e.eontribmjoes da Compa-
nhia Drainage e 10 t os impostos
3 %, 20 \, 12 \ e 10 X, nSo ^^,
agurdente, alvarenga e classe, sendo que
d'esta data cm diante, pagarao a mu
de 9 X 8 primeiros e a de 20 [,, os
mais impostos,
Recit*"., 15 de Mareo de 189.
Joao Bernardo do Reg Valen^m
Frederico Guimaraes.
QUE SE REALIZAR
Segimda-feira 25 de Marco
\ ^ I r...., ^*g~
Cor dnv'(i-
IIKIlUl
1*1 <>|i i i el 111 ios
1" pareo-Conolac4o--Primeira turma830 metrosAnimaes da provincia que aiuda nao te-
nham 'ganho premio. Premios : 2<0*ao l", 30* ao2 c20-5 i 3"
1 Africano
SIVoss ...
3IJatob.
Cerbero ...
Guaracy ...
Fidatgo. ...
Vassalo
Pedreira ..
Kric-Kric -
Sneca
B........
Titn......
Duvido
Campineiro
Cacique
premio
Preto.......
(^astaiio----
Alazfio......
Russo .
Rodado
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Russo pedrez
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Russo......
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Castanho ..
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Pernamb i
36
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37
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Azul e rosa .....-
Verde e imarello...
Ouro..............
Vilela e ouro......
Azul e encarnado
Itramo e azul......
Encarnado.........
Verde e amarello
Encamado o branco.
Encarnado e braneo.
Bnmco c encarnado.
Azul e branco.......
Amarello e branco...
Encarnado e branco. -
Branco e azul i.....
C.I).
C. L.
F.P.
A. N. T.
F. R.
Coud. Capibaribe.
Coudelaria Uniae.
J D.
P. 0 0. P.
M.P.
J. L. S. Filho.
Coudelaria Mondego
M. H. >'.
W.
F. L.
pareoCoaspeanacao1,450 metros Animaes nacionacs al mcio sangue que ja leudo
sido inscriptos nao tenham ganho premio .este armo. Premios : 300* ao H', 60*
ao 2. e 30* ao 3.
Fgaro-----
Aymor ...
Mandarim.
Saltarelle .
Alpha .....
Mimosa ...
Cometa
Chita
Castanho.
Rusilho -
Zaino
AlazSo...
R. G.doS. 54
R. de Jane. 54
S. laulo . 84
Paran .. - 34
S. Paulo - 52
48
Azul listrado.....
Verde e amarello.
Verde e amarello.
Azul e ouro......
Ouro e branco
Violeta e ouro
J. S. Bastos.
A. M.
A. M.
Coud.|Internacional.
Djalma Moreira.
Coud. Parnamerim.
B. Alheiros.
3." Pareo*!*? Club d- Peraasluro 1,000 metros. Aqimaes da provincia.
mios : 300* ao I. 60* ao 2. e 30-s ao 3.
Pre-
Florete ...
Almirante-
Arumary.
Guaiarara.
Boldo
Pierrot.. ..
Castanho.
Alazo..
Baio.
Pernamb.
60
36
36
54
56
54
Branco e eucarnado
Encarnado e preto..
Violeta c ouro------
Grenat............
Grenat couro.......
Verde e amarello.
r. D. M.
Coudelaria Pavsand.
F. S. & Bastos]
M A. M. P.
D. T.
A.C.
MI
4. Pareo.Prado rornaasburauo-lJOO metros.nimaes de qualquer paiz.
800* ao 1 200* ao 2. e 80* ao 3.
Premios :
Diana.....
Salvatus.
ApoUe .....
Vesper
Castiglioni.
3 Alaza
4
'i
4
3 Zaino.
I'ranea ... 48
52
R. da Prata 52
Inglaterra 53
Franca ... ;.4
Azul e ouro........
Azul e grenat.......
Branco e encarnado-
Ouro e branco.....r_
Azul, ene. e branco."
Coud. Internacional.
F. S. & Bastos.
E. C. de Albuquerque.
Coudelaria Emnlaco.
Coudelaria Cruzeiro-
paroo-Ferra Carril1.300 metrosAnimaes nacionacs at raeio sangue
ao i: 73* ao 2 e 35* ao 3o
Premios : 330*
Corcovado
Moncorvo
Douro.....
Fgaro.....
Buv-Blas ..
Becife ..
Mandarim..
ICastanho..
Rollado -.
Alazo
Chita.....
Alazo.....
Castanho ..
Rusilho .. .
R. de Jane.
S. Paulo -
R. de Jane.
R.G.doSui
S. Paulo -
R. de Jane.
S. Paulo ..
32
32
57
34
34
56
54
Encarnado e pelo..
Grenat e azul .....
Preto e grenat.......
Azul listrado.......
Rosa e preto........
Verde eamareilo
Violeta e ouro......
Coudelaria Paysand.
C. Fernondes.
F P
A. S. Bastos.
Arlhur Silva.
S. P.
i, Bastos.
(
PRADO MINAS-NOVAS
ioini," .. e segiinda-feira 94 c
<. do corrate.
As 12 hora do da
Io PareoConsolaco, 650 metros, premie ao
Io 15*000 ao 2- livra entrada.
2" PareoDiloso, 1.000 metros premio 25*000
ao Io, ao 2" livra a entrada.
3o ParcoProgresso, 800 metros, premio 20*000
ao 1, ao 2o livra a entrada.
4o PareoRaiz, 750 metros, premio 20-5000 ao
1, ao 2 livra a entrada!
5" Pareo-Recife. 1.300 metros, grande premio,
ao Io 200-iOOO, ao 2 100-5000
6 ParcoEscada, 1.200 metros, premio 30*000
ao Io ao 2o livra entrada.
7" PareoLeo, 700 metros, premio ao I" 153000
ao 2" livra a entrada.
A corrida do dia 23 sei de conformidade com
o programma de 21, ou o mesrno.
As inscripses, para o 5o pareo serao de 30*.
e nao correrao menos de 6 cavallos em cada pa-
reo, salvo accordo da gerencia com os proprie-
tarios de cavallos inscriptos.
As entradas para o prado serio pagas no por-
to ao respectivo porteiro, que nao attender a
reclamagao de ninguem, porque, para qualquer
reclamago existe a gerencia.
Todo proprietario decavallo inscripto ter di-
reito a urna entrada para sua pessoa, seu jockey, e
na criado, se tiver mais de um cavailo inscripto.
A importancia da entrada sera restituida pelo
gerente a todo aquelle que tiver direito a ella por
t'er inscripto cavallos, islo no caso de nao ter rece-
bido do gerente no acto da iiiscripcao o compe-
tente car'to que d direito a entrada, e que de-
ver ser entregue no porto, afim de evitar du-
vidas e contcstaees.'
As nscripces encerram-se no sabbado as 6
horas da tarde.
I'ma entrada com direito a archibancada para
um cavalheiro 15000, para um dito trazendo
criado 1*300.
Urna archibancada 300 ris.
O gerente
Ignacii C. P. Barretto.
London & Brasilian Bank
Limited
Hita do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Jnglezcs.
Companljia tft &e$atos
com ?o&o
NORTHERN
de Londres e Aberdaea
Pos'iqo Linaneeira (Uezemb.ro de 1885^
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Reeelta ga^j x,,
Ce premios contra logo 577,330
Do premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
/ O AGESTE,
/ John H. BoxiveU.
6. Pareolaaprcaaa n-maamaucana- 1,200 metros. Auimaes da provincia. Premios
:|00* ao 1, 60* ao 2" e 30* ao 3
Timbo......
Arumary......
Pirraga.....
Roldo.....
Pedreira ...
Atheu......
Pernamb.. 54
Alazo..... 34
Castanho. - K 54
Baio....... 54
Pedrez..... 52
Castanho m 54
Azul listrado.------
Violeta e ouro '
Encarnado e branco
Grenat e ouro.....
Verde e amarello..
Xadrez............
Landncr.
S. Bastos.
F. U
D. T.
J. D.
A. F.C.
7 Pareo erlfr. 1.400 metros.* Eguas at puro sangue. Premios : 3005 a i., 100* a 2.
e .VIS a
e 30* a 3.
Diana.....
Minerva.
Olga......
Gallia-----
Vanda ----
Africana. .
3 LVIazo......
i Douradilha.
Castanha
Alaz.......
Zaina.....
Franca .. 37
S. Paulo . 52
a 52
Inglaterra. 61
R. da Prata 61
61
Azul e ouro........
Azul, branco e ene. -
Branco e encarnado
Ouro branco e facha
Verde e amarello... -
Rosa e preto.......
Coud. Internacional.
Coudelaria Cruzeiro.
M. N\ P.
Coudelaria Emulago.
A. T.
Coudelaria Riachuello
8 Pareo CaaaalaeftoSegunda turma830 metrosAnimaes da provincia que nao tenham
ganho. Premios: 2004 ao 1, 30* ao 2." c20*$o3
Til.........
Bolaxinha- -
Incitaras.....
Neptuno..
Cognac .....
Potosi......
Gui......
Bilontra----
Tupiniquim .
Fanfar......
Marat......
Capricho
Mercurio. .
Phebo ......
Alazo.....
Russo.....
Alazo.....
Rodado
Russo.....
Castanho.,.
Pedrez ....
Baio.....M
Rodado ..*.
Russo pedrez
Castanho
Pernamb..
36
36
36
56
56
56
56
54
54
56
36
66
36
36
Branco azul.......
Eucarnado..........
Encarnado e ouro
Encarnado e preto...
Ouro e encarnado
Ouro ...........
Encarnado listrado..
Grenat e azul ......
Encarnado e branco..
Amarello e azul.....
Encarnado..........
Azul e branco. .....
J. L.
M. G. M.
Coud 1 de Junho.
Coudelaria Mondego.
Bostock.
A. C. L.
C. A.
P. H.
Coud. 7 de Setembro
II. C-
Coud. Demcrata.
F. F.
L. P. r.
Loudelaria ideJunlio
(*) Montado por amador.
OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo devem achar-se no ensilhamento
s 9 horas da manha.
Os animaes inscriptos para os outros pareos devem achar-se no ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tiverem de correr.
Os forfaits serao recebidos at sabbado, 23 do corrente, s 4 hora da tarde.
O animal inscripto em mais de um pareo que deixar de correr no primeiro,
n5o correr no segundo.
Qualquer rettlamacSe sobre corridas dever ser apresentada por escripto
directora.
HORARIO
. Encerramento da Venda de poules Corridas
!.. pareoll*....... ^.10'
2. < 11.50....... 12.
3.a 12.50........ I.
4. 1,50.. ......'.
6. 2.30. ...... 2.40
6. i :i-20....... 3.30
7. < 4........ 4.10
g.o 4 4.50....... 5.
4
Recife, 19 i MaSO de 1889.
O SECRETARIO,
Francisco de Souza Reis,
SEGLRO CttTIA FOGO
Royal Insurance Company
de Liverpool
CAPIT.1L .000:000
AGESTES
R.DEDRUSrNA&C.
13Rna Mrquez de Olinda13
Coinpaiihia de Seguros
AGENTE
Mig-uel Jos Alves
X. > Ra lo Ion J'niim-*". f
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica companhia
nesta praca que concede aos Srs. segurados semp-
cSo de pagamento de premio em cada stimo
anno, o que equivale ao descont annual de cer-
ca de 15 |ior cento era favor dos segurados.
Companhia
Imperial
DE
Seguros
contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercaderas
Taxaa oaixos
Prompto pagimento de prejuizo*.
CAPITAL
R*. f .O 00:000*000
aun
RROIV>S A C.
N. 5RUADOCOJIMKRCION
CONTRA FOGO
The Liverpool k London k Globe
Rtia do Commercio n. 3
TI
MARTIMOS COMBA FOCO
CwMpanhla Phenix Per-
nauutic-aua
RA DO COMMERCIO N. 26 1." ANDAR
INDEMNISADORA
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
F.stnb<-I-< ia pm I6SM
^CAPITAL 1.0OO:000|000
SINISTRi
At 31 de Oezembro d e f *
Martimo?.. I.II
Terrestre


6
Diario de P
KJi. 11 cllll U U l <
___
HIPPODROMO
DO
21

i
Para a 15.a corrida que dever ter ltig*ar no
da 31 de Marco de 1889
1 .* parroANIMACAO900 metros. Animaes da provincia que ainda nao tenliam
ganho premios n'este Hippodromo, aesta ou maior distancia, premios :
pBO06OO no primeiro, 60^000 ao segundo e 25#O00 ao terceiro.
*. pareo PROVINCIA DE PERNAMBCO 90) metros. Animaes de menos
de meio sangueque nao sejam da provincia, pkkmios: 300(5000 ao pri-
meiro, 7:"-5000 ao segundo e 30)5000 ao terceiro.
S. Jfmz% aOM&EmA$AQ&RANDE PREMIO1.450 metros. Animaes"dn
provincia que' ainda nto tenham ganho premios n'esta ou maior distan-
cia, -premios: 400000 ao primeiro, 1005000 ao segimdo e 40^000 ao
terceiro.
*" fwreoHIPPODROMO DO CAMPO GRANDE1.609 metros. Animaes de
qualquer paiz. PEEMios: tOOiJOC1 ae primeiro, ff> 60(5000 ao terceiro e 40*000 ao qua.-to.
.a.* pareoDERBY CLUB1.609 metros. Animaes itacionaes at meio sangue,
que nHo tenham ganho nesta distancia em nonhuiH dos prados d'esta capital.
PREMIOS : 3505000 ao primeiro, 80:5000 ae segando, e 35(5000 ao terceiro.
.* pareo PROGRESSO 1.200 metros. Bgaaal nl piro-sangue. premios:
350r)000 primeira, 805000 segunda e 3JIO00 a terecira.
t.u parco -*- EXPERIENCIA 1.100'metros. Animae* da provincia. premios:
2505000 ao prmeiro, 005000 ao segundo! I 2.VJ000 ao terceiro.
(Misorvacoes
NSo se reaiiarao os 3.u, 4." e 6. pareos sem que m Inscrevam sois animaes.
A inscripto cncerrar-se-ha no dia 26 docorrente s Choras da tarde na secre-
taria do Hippodromo.
O codito de corridas prescreve o modo da iiii ijyi
-O-A^i^c^arlo.
Fernira Jacobina.
t>Ml PKB\AHBItt\
DE
Slavegac&o eoslelra por vapor
PORTOS DO SUL
Rio Fannoso e Tamandar
O vapor Mandahu
Commandante Alcides
Segu no dia 22 de Marco as 9
horas da manh. Recebe carga at o
dia ..
lARIWMOS
United States and Brazil
M. S. S. C. J.
"OVapor Advanee
E' esperado dos portos uo |
sul at o dia 23 de Marro !
0 qual depois da deino?
1 ra necessana seguir1
para o
Waranho. Para. Barbados, 8.
Vhonar, e lew-Vork
'n-a carga, passagens, ecicmomendas di-
onviro a frete : trata-se com os AGENTES.

ra
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
norte at o dia 27 de Mar-
eo v> qsl<*Bpis da de
necssna^segui
i CompatiHib e Messageries
Maritornes
LINKA MENSAL
O pa (fuete Nerthe
< 'omimufdaate' Jezegabel
$' esperado dos portos do
teguindo depois dademo
ra docos ume para fior-
Hleatrx, tocando em
Dakar e Lisboa
Lenibn ao- *Srs passayeires de todas as
classes que ha 'ugrs reservados para esta
agencia, que j-M- rntomar em qualquer tempo.
FaZ-se aburitr^rt|'i'150|!i em favor das fa-
mUiasconp*^i){sidi^4jisfoa!" ao menos e que
pa pareen "4-pnss gohs "

w
DE
\avegafo costrlra por Vapor
Rio de .Janeiro
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segne n^tlia .'l do corrente s
horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 22.
Encommendas. pasaagens dinheiro frete,
al s 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
*-
12 de Marco de 4889
Passagens al s i horas da tarde do dia 21.
ESCRIPTORIO
Ao Cuas da Companhia* Pernambucann
n. 12
Pacific Sre ra Navigation
Con pany
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Britania
Esperase do sul at o dia
25 do corrente c seguir
depois da demora do costu-
me para Liverpool por
I isboa. Boreanx e Plymonh
Para carga, aassageiros, encommendas e di-
aheiro a frete trata-se com os
AGENTES
Wsod, Sons k L, Limited
14RA DO COMMERCIO14
t Ol!''" MU 4 l^AM't3CAW'"''"
DE
X:ve:i3o cosielra por vapor
PORTOS DO NORTE
Paretkyba, Natal; Maoo Mostoso, Araca-
(/ a Cear
O \ a por Una
Com'v.indante Seraphim da Silva -
Segu no dia 2C do corrente s 5
horas 'dia 2.".
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at a- 8 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
*

inora
para a
Baha', Rio de f anelr e tiant
^Ba carga, passagens, encommendas e
'(Onrua fret'1 Irata-secom os
AGENTES
Hemy Fd^ster & C.
ti3t>a do Cummercio8
' 1 andar
\
M
Por Wffi 5t^.'ffiWi^ij de familias que to-
marem hurpfrJ<'TO'fTa', gozam tambem deste
.lbatimento
Wvale pMl*e mWtto at o dia X> pagos
de contado.
Par c*r4K.,tiasgeis. encommendas -p di-
Royal Mail Steam Packet
CompanKia
O vapor Tan lar
. Bjpmi-e d* Europa al o dia 29 de
Marco, segtrindo depois da demo-
fti do costnme para
Jttieel, Sabia. Rio de Janeiro.
m o i '*. vi onle video e Buenos-
t rreiv /
"i rissagtns, fretese encommendas trata-
inftos AGENTES.
>-paquete Trent
C'MWRaaSante W.Chopmam
E' esperado do sul no dia 31 de
Marco e segnindo depois da demora
eeessaria para
eiro a rntr". 1fa'*->cco!i o MENTE.
I
i) paqin^eOrenKiuc
Commandante Mortemard
Bahia. Rio de
E* esperado da Europa no
da i Abril de e aegui-
ji) depois da demora ae-
ijefesaria para
Jtnato, B'ienw Ayres e
Lembra-se aos-Srl toaageiros de todas as
classes qu* ha. rugares reservados para esta
agencia; >fw i5hfJ7>t6t*arni pialauer lempo.
Prere-se aof 5r. recebedores e mercado-
ras que so sp attafiden^a reclamaces por fal-
tas, n#?'*rtini.l ^tte-'forem recormecidas na
^asiWtai*si-ai,|i''a6im pomo deverao den-
trt'dt 4S rras,a^opta! alvTirt'n^as'f.rii^hblBJqoer reclamaeao con-
cernentes a volumcfArae, porventura tenham se-
guido pan o- p*toV*to n, afim de poder-se
d!ir a tempo a? proTidwjria" necessarias.
KM.' ]iH4|itele UlrtTCcln & luc
LEILOES
Le la o

De roupaa feitas novas e uoadas
Hojt. 21 docorrente
A's 11 horas
Na taverna da lina do Vigaio n. G
0 agente Alfredo (nimaraes, |por mandado
do BUL Sr. Dr. juiz 'de ausentes e a re
querimenl do Sr. cnsul-de Portugal, levar a
leilo as nupas assini moircionadas" pertencentes
ao espolio ilo (nado portuguez Manoel fioncal-
ves Ferreira.
Ulximo leilo
m
No
a#iaiaaeBi da ra Mrquez
de Olidda 5
onde seWo'vendidos :
Pccae de papel, forro de rasa, a 100 rs.
Machinas de costura de mo a 14000.
Ditos de pe com mesa a 2*500
Chapeos para sen hora a U200
Urna burra de Milnor de 2 portas por TOOOOO.
Garrafas com champagne a 100 rs.
Ditas de cognac e rhum a 13000.
Ditas com vinho,ou vinagre a 20 re.
Livrps diversos, volumes, a 160 rs.
Molduras douradas, ovaes, grandes a 1W.
Quadros dourados a 140,0.
(Jamas de ferro para meninos a 11500.
Bracos a gaz a IlOrs.
Bombas a o000
Carairas para collegio a 34000.
Candieiros para areite e kerosene a 500 rs.
Moites e cadernaes a 500 rs.
Hoje, s 11 horas em ponto
0 agente Pinto, tendo de entregar amanha a
chave do arinazem da ra -Mrquez de Olinda
n. 52, por ter se mudado para o da ra do Bom
Jess n. 45, levar a leilo todos os objectos ci-
ma mencionados e muitos ou'ros servindo de
base asjoffertas obtidas sem direito de reclama-
cao por parte dos donos.
Agente Silveira
Leilo
TelegTamma
Yejam e dmirem!
86 o 55 ra Duque da Caxias pod*
venJr pelos pre9i que abaixo mencio
nomos.
Amor da China, oridade em padr5es,
200 rs. o covado.
Fustoes brancoa a 300 e 500 n. o co-
vado.
Velbutinas de toda* m crea a 800 rs. u
covado. E'barato ,
Casados e capea pera eeakorae, o qu
ha de mais novo e benito.
Cortes de seda, pedtCee lindos e precot
razoaveis. *
Madapolo com 1 metro de largura *
65 a pesa.
Zetros a 80, 170, 880, MO e 400 rs
o covado.
Ditos bordadoa a 800 n. o covado
Tecidos arrendado* e 400 e 500 rs. o
covado.
Brins de coree e 390 ra. o covado.
Cortinados de ereeeet, cousa chic e
preco baretc.
Cambraia Victori a 2#800 a peca.
Dita batista a 130 fe. o covado.
Sargelins de todae aa coree a 200 rs. c
HAIS DE 10:090 CURAS
De predios e terrenos ^^ m im>, ^
Las moderna* a 40, 280 e 320 rs.
Na estrada de Caxang na Barre ira
Sexta-fcira do corrate
A's 11 horas
No armazeiH j ra do Imperador n. 45
0 agente Silveira por mandado e com assis-
tcncia do Exm.. Sr. Dr. juiz de direito de or-
phaos levar a leio "2 terfenos e 8 casinhas na
estrada nova de llaxaaga na Barreira, espolio de
Barnab Caldas I.ins.
Os Srs. pretendentes podein examinar
Leilo
Snbbado, 23 docorrente
v A's 11 horas
Leilo
De diversos fardos de saceos de
cortes para assucar, urna factura de
estopa
lindos
em
ob-
fmos,
boa, T>'lg3\ MoaithaBopioD e
.ittiserpia
Rtdndcto' As paasa^ns
Ida Ida e volta
A Lisboa classe 20 t 30
A' ,10'imanipton 1' cla3G t 28 42
eaaacote reservados para os -pneeageiros ae
Pernrtnbuco.
Pniiraanto vigc?ar s quarenlena imposta na
Ri-p jblica Argeatiii. ao* vapores e navios pro-
Rrasil. os vapores desta companhia n4o
pas.-ageiros nem carpa para Huenos-

igens, frete*. encommendas. trata-se
AGENTES
A tnoTfri Irmos & C.
'.Ra do rV.m JessN. 3 ***
< H UiGERS REUNS
foiHpnrAn Franroza
DE
'^"aTe^ae a
inzenal entre o I
>iic.>, ilfih'n. Rio
vapor
[^vre, Lisboa,
de Janeiro e
i> vapor
\y\i* de Santo
Para car-^a. palasageea, encommendas e di-
flTE
Auitrsi'Labille
-lina 4 Cnmnercio 9
nheiro ? rre : trata^eeoom o
yG'
--i, ailante Tauquery
erado da Europa ate o dia i"
'~ Marro, segaindo depois (!n in-
.lemora para a
-- Janeiro e Santos
ladera de carga pelo.-
sentar dentro
ima^' a volumes que
uido para a do
- provi-
a nao se
Com pan'lihvfirasileira de
Naveg^aO a Vapor
-*WR?^S DO SUL
O \apor Pernambuco
Comnuufdante Antonio 'Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do norte at
o di lie, abito e depois da de-
friera indi*pFnsafvel segnira para os
p.ir'os do sui.
tTcnf tanrtx'iucarvapira Santo-. Santa Ca-
tbarina. Pelota.. Perie.Aejrtv p Rio Grande do

A.-'T"Jhnriwlas Sofito retada nauen-
' .l.jdi;'. da sabida.
Para carga passagens. encommendas e valp-
iGKSTES
POHTOS DO NORTK
O vn por Maranho
fjom i uidaatti o eamitSo de frag
rfrpporvtn Duarte
^.-^ -, '.-' eepentio rfos pon ul -it o
... *? mdo Jepois
.a os
rrl le a'-'1 Manos.
ihida.
oda*, pafwaj! ho-
AG ftES
Pereiwi Caraeiro & C.
*r- -j

jee'os de amostr?s como seiam, caivetes .
carteiras. Mnteiros, ventaroas, oculos, espelbo*.
oleaitr.--. frjsros, com extractos phospnoreiras,
lenco* poiiteirs, aximbos; gravatas, tbesouras,
broches, correntes. cazoletas, guaruicoes para
ramisas, Itrincos. itmes. escovaa para roupa e
sajiaios. Iiiidivs objectos para cimade toitet. sa<-
bonetes linos, miuilezas, htcendzs, roupas feitas,
movis, pianos, loufas. vidros e muitos ontroe
artigo?.
We%la-feira 9t do corrate
As i 1 horas
[Ob "rmizem ra Mrquez de Olinda
H. 48
Por ntervemeo^ do agente
Gnsmo
No Io andar da ra de 8. Bom Jess das
Crecidas n. 41
De urna mobilia de aniarello,! cama de casa!,
1 marquezo, guarda louca, 1 mesa elstica,
cadeiras de junco e de amarello, 1 mesa, 1 dita
para joco, 2 lavatorios. 1 quartinheira. 1 toilet,
Ijespellio, 1 relogio, 1 caixa de msica, 4 eta-
gers, 1 tapete,-jarros candieiros, louca. vidros
e outros nrtigos miudos.
O agente Modesto Baptista autorisado pulo Sr.
Jos da Cruz do Patrocinio, far leilo do que
cima se declara.___
Agente Brito
Leilo
Da armajao, utensilios e boas gneros
demolhados da venda sita na casa n. 140
da ra da Gloria.
Ao correr do* martello
Garntese a casa.
Sexta-feira, 23 de Marco
A's 10'12 horas
# Leilo
De um sitio na ra do Costa no Arraial. junto
a estaco da Mangabeira de Cima, terreno pro-
prio com 106 palmos de frente e ."17 de fundo
com excedente agna e arborisado, tendo casa de
taipa bein construida e conservada, com .'i quar-
tos, salas, gabinete, cosinha, qourio para
triados i estribaras, sendo urna de taipa para
i animaes e outra de tijollo para 3 animaes e 1
anarto tambem de tijollo*com banheiro.
Sal)liad o a:i do correud
A's 11 horas
I Na ra do Imperador armazem n. 16
O agente Martina, autorisado pelo Sr. Augusto
Pimentel far leilo do sitio cima, o qual se
acha muito bem localisado.
* eilo
Pedro
Agente Pestaa
Leilo
Da importaste casa terrea sita ra Mr-
quez do Herval n. 139, servindo de
liase a offerta de 2:70idOOO.
Sexta-feira ** de Marco
A's 11 horas em No armazem raa da f'adeia n. 44 hv/4'
Mrquez de Olinda
EM CONlTOIAgO
hender o mesmo agente, f cavallo rodado-, dol
tacto e enfreiado, 1 piano do Plevel, urna moni-
lia i de pao carga, 1 guarda vestido de amarello,
1 guarda-louca, 1 mesa elstica d<> inogno cooi
7 taboas, 2 brides o arreios para avallo, es-'
pelbos, jarros, talheres, apparelhos e al moco
jantar, copos, garrafas, camas para crtancas,
bercos. marquezOes largo c estreito, 1 cofre
prova de Toc. camas pira etat *Joutros muitos
objectos que estaro presentes no acto do leilo.
De 1 mobilia de amarello com 12 cadeiras de
guarnico, 2 ditas de bracos, 1 sof e 2 consolos,
1 piano forte. 1 cadeira para dito 6 quadros, 4
etagers, 0 jarros, 2 holas, 2 candieiros para gaz,
1 cama franceza de amarello, 1 guarda-roupa. 1
bidet, banca com 2 gavetas, marquezo lar-
go, 1 dito estreito. 1 cama para menino. 1 mesa
redonda, 2 banqumhas, 1 mobilia do pao carga,
com 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas de braco.
i sof e 2 consolos, 1 mesa clasticacom 3 ta-
boas, 2 aparadores, 6 cadeiras de guarnico, 1
flteiro, 3 mesas para cozinha. 1 fogo americano,
* banheiro, loucas, copos, clices, garrafas, ta-
lheres, colheres e muitos outros objectos de casa
de familia.
Seguuda-feira, 9& docorrente
A's 11 horas
No 2 andar do sobrado da raa do Bom
Jess u. >'. antiga da Cruz
O ageute Gusmo, autorisado por ama'familia
que re)irou-se, far leilo dos objectos cima
mencionados.

AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o sobrado praca do Conde d'Eu
a. 26 e o da ra tro de S. Borja e. 26. ambo
com grandes commodos para numerosa familia,
a tratar na ra de Santo Amaro n. 8.
da Roda
!o Dinta-
ratar
Aluga-se o sobrado n. 46 ra
com boEs commodos e muito fresco, |i
dp de novo e forrado a papel as salas
m ra do Gabug q. 16, loja.
; Aluga se asas a 8*000 no becw dos Coe-
hos, junto de S. Gongallo ; a tratar na ra da
mperatriz n. 56.
covado.
Rendas hespaoholaa a 24 o metro.
Luvas de sSda a 24 e U o par.
Espartilho.1; coom^n a 44, bQ e 64 uin
Merinas pretea e de eree, ama vai-.e
dade immensa em preces e qnalidades.
Setns de todas se cores a 800 rs. o eo
vado.
Toalhas felpudas, grande reducsio t
presos em vista da grande jqaantidade.
Enxovaes pua-ebaptiaevdoa o que ha
mais moderno e por ponco prejo, 10iJ0(i
Colchas de orocket muito chic.
Camisas inglese* com e aem collarinh
Atoalhado pera mean n 10 e 108'
muito fino.
Collariuhos e panLoe de linho e algofi;
e por preco barato.
Babador e entremeioa, grande sort
ment.
Madapolo pelle de ovo por 64 a pe< ;
EsguiSo pardo e chumbado a 400 rs.
covado.
Urna grando variednde em Ten90s.
Grava tas e meias para homens.
Cretone8 para cobertn o que ha de m. i
barato e bom.
Mantilbas de renda, a 5 urna.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado com quadros' a 800 rs. >
covado, muito bonito.
Chitas escuras e claras a 240, 280 *
320 rs. o covado. '
Crotones trancado, finos, a 320 rs. e
covado, para acabar.
Cascmiras de corea e pretas um grande
8ortimento ern qualidade* e precos.
Casinetas, o que nade mais bonito,
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandea e pequeos por preco
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 10600 o me
tro.
Brins pardos a 30, 400 e 500 rs. c
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e pur preoo razoavel a 8(>000 &
peca.
Dita com salpico! a 44 e 50000 a peca.
Colchas argentina a 6##00 urna.
Ditas de 20, 30, 40 e 50000.
Bramantes de algodlo e linho de todo
os pre0s.
Grande 3orrimento em fich de core*
e pretos.
Grinaldas para noivaa.
Luvas e leque para noivaa.
B icos de corear muito chic.
Alm do que arabati de annunciar.
temos urna, quantidade de artigos que se
vendo-se, se acredita, pelo que pedem que
comparecam.
Dao-se amostra aem penhor.
Setinetas lisa de toda a cores a 400
rs. o covado. Sio meato largas.
Roupa feita e por medida
55 RA DUQ1W D* CAXIAS 6J
FERWmSDIAZEYEDOC
mu so mmnsuo
[ DORES E DeDENTES
PKEPAKADO NICAMENTE
POK CALA8AN8 & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuina-
tismos, incha^oes, dores aciaticas, nevral-
gias, dormencia, etc., empregai do se em
fomenta^oes sobre os lugares affectados.
Cura o i '.^vi, as paralysias e as dores
de dent.
T Vascos levam direccoes para
uso a oble medicamento admiravel.
Pre90 10200. Descont de urna duzia
em diante.
DEPOSITO NO RECD7E
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n. 23
Yinlia purg de Saiilaren
Da Quinta do Barra!
("hegou a primeira reniessa deste especial vi-
oho para o Armazem Centraljde gneros alimen-
ticios a ra do Cabug n. 11. o qual se torna re-
oommendado pela sua pureza e boa qualidade,
manda-se em casa dos distinctos freguezes livre
de frete. para qualquer ponto da ciilade.
Ra do C Aigi n 11
Telephone n. 4->7
Joaqnim Chrislovo k (..
Morada confortave
Alueam-se duas caas no aprasivel arrabalde
Monteiro. muito perto do rio, tendo urna dellas
agua da companhia do BeberiUe. gaz. jardim.
bom banheiro e muito frescas ; a tratar na ra
l.de Margan. 2(1 A.
Caixeiro
Preeisu-se de um menino de 12 a I i anuos de
idade. que di fiador* de sua conducta e tenha
pratica de tavema: na-rna Direita de Afogados
numero 16.
YUO e XAROPE de QIlfA e FERRO
a aaii*uLT 0a, ra~ Parta
4KMH / un ***
Oraoaaas toas proprledades tnicas ere pa-
radoras, estes preparados prodozem os me-
lboras resaltados quando empregados coutra
S !. Til)T- I '----------'-" as desor-
1 menstmaQo, as otdmbrai dOiMto-
oonsecullTas a essas eurermldades, o
iTBfkdkmo eoutrag molesUaaprorenlentes
da uofcCMa de aangn*. Excitando o appeUte,
sdmalaodo o onanismo, e reconstltuindo os
le, o VINHO e O XAROPE de
O da grimadlt c; deten-
e o
QUINA F
cu\w T*a *-**> ** .^bw\~
volvem rpidamente as creancas deDels e as
mocas paludas e anmicas, coriao os Hgairos
acceuot e febre, tupprimem o tuor damot
e os sueret nocturnos. So da maior efflcacu
na* tarrha rebeldes, facllltio a mareba das
eonstesMnev dt/TSceH s_ mutensuu
ih par/9, 8, nxTA. vtjnsmtx.]
a Mlebra
Penleu se ,
da ra BarSo jla S. Borja_at a ra do Hospicio
urna espora de prata e correia do mesmo metal;
quem achou pode levar praca da Concordia n
H, que sera generosamente recompensado.
************ i*******
Tratamento
Reconstituate
ELIXIR DDCHAMP:
COM EXTRACTO
de Figo ti o d Ittreathw
Quina e Cacu
.-.,..---._-..
? Cada frasco d'ssts
ELIXIR contom
principios depurativos e,
tnicos deum litro de olaot,
de figado de bacalhu
um litrodovirho di Quina. 1
---;--
Tetn sobre o .jtao de
fijado de bacaRui a vaiv
tigem de accefcrar as
funecoes do frfttomagoA
em lugar de as-'perturbar,"
ede deepertra*.o'apFMtit.A.
T
Este Medicamento, de sabor e gsto
muito agradaveis, obteve o melhor suc-
f cesso em Franca para combater :
'ANEMIA, CHLORSE,
AFFECQES vdos BRONCHIOS
c PODMES,
e a FRAQUEZA das CRIANZAS
Leilao

inoK
L;bHle
)BOfiRCI
Ki 'Grandee Pelotas
De bohs movis, 1 piano forte, 1 cabrio-
' let, eom-arreios, 1 cavallo pera cabrio-
let, cabecadas, brides, eortadeiras, louca
e vidros.
Sendo:
(ima mobilia1 de junco, com eonsolos de mar-
more e cadeiras de bataneo, 1 piano forte, ca-
deira e estrado, 1 mobilia imitando Jacaranda
com cadeiras de balanco, 3 pares de jarros, 2
ditos de lanternas, 9 etagers, 9 quadros, tapete
para sof, capachos, 1 cama franceza, 1 toilet
de megno, 1 bidet, 1 commoda inteira. 1 cabide,
roarquezo e 1 colcha para cama.
y lima mesa elstica de 3 taboas, 1 guarda-
;a de amarello. 1 meia mobilia de pao-carga
Horneada), 1 machina de costura, 1 bonito banco
com toldo, 1 mesa para desenho, 2 planchitas, 1
relogio de parede, louca de jantar, 1 apparelho
de porcelana para cha, garrafas, compoteiras,
-. tacas para champagne, cblheres para
sopa, ditas para cha. bandeijas, 1 redoma para
santo, camas de lona e diversos crotons.
t'm silhao. 1 sella 2 cabecadas, brides, cor-
radeirag, i cabriolet com arreios e 1 cavallo para
o mesmo.
Sexta-frira de Hirco
A's 11 horas
" andar do sobrado da ra Duque de
Caxias n. 57, por cuna da botica
do Veras
) ageute Martin.-.
Augusto'Pimentel que se retira p Bahia,
faro leilo dos movis, eab/IohM e 'avallo sej
mu descriptos e que forain removido
para o referido sobrado, i
\n correr diM4Wt
Precisa-se de urna cosinrWrae de urna co-
peira : a tratar na ra da Soledaden. 82.
' Aluga se a casa n. 1 ra icmbrauga.iio
Gomes, em Santo Amaro a tratar -na ra.da
tmperatriz n. 32, 2- andar.
Precisase de urna ama que eosinhe e com- c
pre para tres pessoas ; no oiio do Corpo Santo
numero 25.
rrecisa-se de.nni criado que tenha pratica
e d liador de sua Conducta : na ra da linpera-
triz n. 1, pnmeiro andar. ___________
Precisase de urna perfeita cosinheira e de
boa conducta : ua ra da lmperatriz n. 36, pri-
meiro andar.
~~- Precisa-se
fterreiros n. ti.
de um criado : no becco dos
CoBinheira
Precisa-se de urna que eo-
sinhe bem no 3.* andar, da
tjrpographia do tDiario,
P iloral e Caaabara
Attesto qee o Peitoral de Cambar do
Sr.-os Alvares de Seaaa Soares, prepa-
rado de urna arvore aromtica denomina-
daCAMBARAque vegeta na serra
desta provincia, ao xcellente balsmi-
co expectorante, e como tai o tenho em
pregado sempne com bom resultado as
affeccoes pulmonar. O referido ver'
de e o faro sob a fe do oten grao.
Dr. Vicente Cypriemo da Mata.
(Pelotas). _____
Cura e de
paladar
NSe ha remedio qne rena mais vanta-
gens para o< doente a\e peito, do que o
Peitoral de Cambera: cera e de bom
paladar.
Depsito geral em PARS :
DUCHAMP, 15, raa de Poloa
Em Pernambuco :
rPAMeo M. da SILVA j t^a.
Typitgaphia t LitlrOrraphiu
FABRICA DE LTVROS DE BSGRIPTU
RAQaO
Premiada as exposiees de
Manoel J. de Miranda
EncadernacSo e especialidades em cartees de
visitas.
30Ra Duqnr de Caxias19
Telephone n. 194.
t
AMA = Pniisa-se de urna, para coinliare
comprar para duas pessoas : na ra da Pen'.ia
n. 21. "i andar. _____
" fjfliTece-se ama lenhra para casa il' ho-
raem soltcire ou viuvo, tendo habiUi(.o de casa
de familia, preferindo pessoa de fra da cica-
de ; na ra da Roda n. 16. adiar eom quem
tratar
pessoa que precisar de um criado ou co-
sinheiro bom, para lora desta pronocia, dirja-
se ao largo do i-Orte n. Vi.
Entre amigos, a corre/ com a ultima lole-
ria do Para, do mea corrente. Je um cavallo eas-
tauho aman II. que pqdi ito o estaco
da liba, lica sem effeito, podendo as pessoas
receber as importancias da mo de quem rhes
pssou Mneles. Una. 21 de Marco de|B89.
-- Vende-sc crrenos na visinhaDca do hippo-
00 .-itio do Ki tosa ; a
|
("avallo de sella
adador de
baixoamejo, m.machaque algn.
e aconselha-
O Feiteral de Camba-
a nata de Francisco
C, raa do Mrquez
Oua! o remedie
do para a tosse ?
r que se vende i
Manoel da Siiv* A
de Ohnda n. 23,
O abaixo avaigaacw. cidadlo oriental
morador no Monte Bonito, 2* districto de
Pelotas (Rio-Grande do Sal), atiesta que
soffrendo de un taSM nerigena, foi radi-
cahrrente curado, em poneos dias, com o
popular modicameato Peitoral de < amb a
r, preparado do Sr. J. Alvares de Souza
toares desta eidade.
Joaoum T%mm Affo>eo.
Canaitla tomm d MIavi^i
BaeU
Domingos Teixeira Basto, seus filhof. leoros.
oras e netos agradcccrn-profundamentc > todas
as pe?soas (|ow a^iairam as mtssas do setin
dia do falleclmento de sua mui idolatrada csi
B8, niai. sogra e av, e convidam de nc ;-
seus prenles e pessoas amigas para coui,
oerem na igreja da Soledade, ? 8 horas
nh do dia 26 do corrente, afim de unir;: -
missas que mandara celebrar pelo trigsimo dia
de sou passmen'o. Confessam-se etrn -i.en"'-
gratos e reconhecidos. _._.
^
i
Ama
Pa-nsa-s? oe urna aaw pasa servico de casa
de urna pessoa so t que iiumjtB casa ; a tra-
tar ua ruu Direita a 4*,
Ama
1- 0>(
Sffaauol dos w.-untus Falcu
Candida .Mara Mendes Falcao manda rezar na
igreja de N. S. da Penha, s C 1/i horas da ma
nna do dk 27 do correte, urna missa por alnau
de seu sempre lembrado marido Manoel dc-
Sautos Palcao ; e de novo convida aos inireiite-
e amigos do tinado para assigtirem a
de eari^ade e religiao. proprio Jas
fazejas. pelo q:e summamente igr ere.
^^^n^s7*uHn^ne%*)nm,
Theooompo Magno de Oliveira Q
tamenteiro da tinada D BU '
teiejf) ti,- maudar celebrar
u fallecimenk),
rentes da i

t
,


THflrioi nf

HBPORTANTB
luii^e 188
I 2H1UA I>0 (MSPI1-21
OLYERA CAMPOS & f. lendo de recebe, bre-
demente um sorlitiiento de artgtwnovos de altanovidade, resolvern!
fazer umagxajadexeducco nos presos dos artigos abaixo menciona-
dos, para os quasa^hamam a attenco das uas-Exinas. freguezas..:
Lichos para vertido padrdes modernos a 160 rs. o covado.
Cretonas franeeaea, cores claras, a 260 re. o dito.
' Merinos de cores, duas larguras, a 500 re. o dito.
Ditos de e6res, lavradoe, de 2*000 a 1*000 o dito.
' Las de cores, desenhos de cachemira, de 900 a 600 re. o dita.
'Merinode quadros de 320 rs. o dito.
Fustao "branco de 400 e 500 rs. o dito.
Mursolirw hranoa para easacos-& 500 rs. o dito
Zephir de cor, listas e quadros a 500 rs. o dito.
Ditos arrendados, lindosgoatosy a 600 re; o dito.
Ditos de listas arrendados, alta novidade, a 800 re. o dito.
Etamines arrendados, de c6res, de 800 a 500 re. o dito.
Flor de Italia em quadrinhos, a 500 re. de 900 re.
Mureoliaas de cor, de listas, a 400 re. o dito.
Cortes de cambraia bordado transparente e tapVlo, de 15#000
e 20*000 por 9000<4 12*000 cada on.
Ljiao, padrdes em quadros, a 440 r*. o covado.
Nanzukes padrSes mimosas, de 280 re. o dito.
Percalcd miudinha se panana baos, a 200 rs. o dito.
Merino preto fino, de 2*000 a 1*000 o covado.
Setim Maco de todas cores, a 900 re. o dito.
Brim fino pardo para vestido, a 400 rs. o covado.
Cambraia Victoria trnoeparentey fina, a 3*000 a peca
'3*000. ama.
de 4*000, 5*00, -6*000
Mantas heepanholas, de leda preta
Espnrtilhos,. o que ha de mclhor,
7*000 um.
Fiehs de'cor arrendados^ do 1#0U0. um.
Capiahas hespanholas de cor a 2*000 ama.
Ficbs de seda,, muito lindos, a 3*000 um.
Sargeliiu diagonal, toda as corea, a 2-0 rs. > covado.
Caaaooa de cambraia branca bordados, a 3*000 e 4000 -um.
Larae de-seda, todos .o tamanbos, de 2;5CK>n a "tOO^e par
Lencoes de linho do Porto, a 4*000 um.
Ditos grandes para cama franceaa. a t*r>HKi um.
Colchas de cor, de 2*000 a "> NI urna
Fichs, sortimento completo, de 3*000 a 6*000 um.
Lencos, de linho com barriuiu a 2*000 urna duzia.
Camisas francezas, de 24*,H> e 36*000 a duzia.
Meiaw.cras para nomen, de 4*000-, 5*000 e 64000 a dar.ia.
Ditas brancas cras e de cores para enhoras. .
Ditas brancas cras e de cores para enancas.
Chambres de cretone, de 5*000 e 6*000 ara.
Cortee de casemira de cor, de 6*000 a 8*000 um.
Cortee de fustao para collete, de 1*000, 1*500 e 2*000 um.
Camisas inglesas de iranella, la pura, a 5*000 urna.
Alm de oiitros nrtigos que deixamos de mencionar.
ofessora
i Urna aenhora competentemente hubiiiiaO.;
pratica d 14 nnno de (Irofissio, apresentandi
diversoatteKidos de bo melKdoe ceeiport
ment,-ofetaro-se para (<'C(-i(*ar eej. csms f*,,
tieulareg, na cidade ou em sena arrabal tksAs se
guintca materias: portugus, Praocee.-italian;
Geogrupbialajia,trabulhos de agulfcu, etc.; ;
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 6> ou en;
casa. dotRefluUuinr da Manuna- ra laica dr
Ropari
Cosinheira
Precisn-se de una co9Bheira n;i praya do
Conde d'Eo n. .12, segundo andar.
Criado
Precisa se de um criado
Caxias n. 7U, i- andar.
na ra Duque de
Cosinheira
Precisarse de orna ama que eosrahe bem ; no
lereeiro andar do \mdia-a. 42 da roa Duque de
Caxias, por cima da-typograpbiu do Diario.
Superior tinlio.de
Passto
Pelo utodlu jluri e 9 I
'garrgfro de ranadas, voltando a^iriaDi
| 7*500 : vin;n.'rp ,1c vinho 304 o .*rril e 6i|Ot)..
. :,'!'.c. aem rus io
i aiuoh.1, n. 60.
R LULAS
2fe-Rua do Crespo--21
IVA O SE DA O
Sobrado
Alojra-e nm 2- andar com comm.vlos para
.rende lmina e nor prveo iiiuiio t.i.iiiMilo, na
rmrde Bomiimus Jom- .iiaiiins, nos mudos do
arninzem de Carueiru V'ianna. e a tratar no ir.es-
mo. a nm Manjue de hi.o.m h. :k.
Criado
Precisa se de uui criado ua pliarintcia ra
Mrquez de Onria n. M.
Direito Romano
0 1. livro do Curso Elementar de Direito fo-
mano pelo conselheiro Joo 'os Pinto Jnior, de
conformidade com o prograiuma de ensino ad-
mittido na Faculdude de Direito desta cidade;
est venda na livraria Econmica, ra do Im-
erador n. 73, e na livrana Franceza, ra 1- de
[arco n. 9.
E
Precisa-se
deum menino--parapraticar em leja decalcado
preere-se brasileiro : a tratar na ra do Livra-
mento n. 27.

44vM)J.BilU0D0TWl!HPIIM4

Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batida* sem crava^ao
Arados.
t*'
t,
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
Ai Pilulas purifleb o Sangue, corrigen) todas as desordems dt Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das conatitafoes Vlkadas e sao d'um yak incrirel para todas as enfermidades
pecalmres ao sexo fcraiioo era todas as edades. Pan es meninos arim coa tambem para as
pessoas de idade avancada a sna efficacia e inconteatareL
Eiui medicinas &lo pr .patadas smente no Estabelecimento do ProfMMr Holloway,
78, HEW OXFORD STSZXT (anua M, Oxrra Sttwt), IObTOTp;
E vendcnuc a todas as pharaacta* do aaiverso.
p Os tmuHudwM sto coavidados respetosamente a examinar os rotlos de cada caas Pots te *o tatOC S
^^ dincoaa, 533. Csxfaed Strt, sSabki&cMoev
^SJSJSWi


PEHEfflA MMjALHAES
IRecebedores directos dos mercados da Europa
liquidam os seguintes artigos com descont de 14 (0 as
vendas em grosso
Bramantes de aigodao superiores, a 800 rs. o metro, 4 largasTS.
dem do puro linho fasenda de 22O0 para acabar a 14500, metro.
Atoalliado alvo, duas larguras, a 700 rs., 10100 e 1#200 e dito.
Algodlo alvo, uucional, para leacoss a 5(9500 a paca.
MadaprJao aiaerieaao, a 3600, 4^000 e 6000, com U jarda.
Maripezas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmed, a 200 rs. o dte.
Batiste dem a 120 rs. o dito.
Zeiii-os de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 rs. o dito,
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fich de renda chics a 14000.
Colchas irancezas de cores a 20000 a 40000, ama.,
Lencoes de bramante a 1800, para cama de casal.
Casimiras de corea paca roupa de crianca a 1*000 a 1JM0, diagonal,, duas
largura*.
Camisas inglesas e iranceaas a 260000 e 300000 a dasa.
Tapetes aveladadoa, grandes, a 140OOO anu
Cortinados rieamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de cores para masa a 10100 e 10300 o corado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores pretoa a 00 rs. o dito. -
Rendas austracas para vestido* a 500 e> 560 rs. o dita.
Setins de todas as eres a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 rs. o dito.
Meias cruaa inglesas para homem a 20500 30000 a doaia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a tW
Corte de eaaeani-as para calca a 40000 60JpO.
dem de meia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a dusia
dem felpudas pasa bauho a 120000 a dita.
E muitos artigos que serSo lembrados com a presenca de notaos leitores.
59Ra Duque de Caxias69
LOJA DE
LiMititiM sU iiisactNii de Bvgieie de Imperio lo Braiil
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidade
Oia.T>a. das Febres
VINH0STITUoL3S0SSIAN HENRY
tfiHo a mdiKla i* U:iMm dr ftrit, late ctt1hidKtt:o os ftcHadt ^oc-taagis.
A feliz reanto, n'este preparado, dos dous tnicos por excellencia, a 4"***
e o FESKO, eonstllue nui precioso medlcamcnU) contra a AltMW ('nrem
ntlliiis. Anemia, Flore* branras, Cowitititi<;e fpttcu, ol
PARS, BAIN & FOURNIER, 49, ra d'Amsteraam.
Depositarios om J*s-iMssnbiieo f FRAN" M. a SU.VA Jt O.
Aira o tratamaUo e prmpta cura da*
Molestias do estomago e dos
intestinos, molestias do figado,
dispepsia, inrtigestoes, clicas,
nauseas, liarrhea, prisSo do
veutre, Calta de appetite, incom-
modos depois da comida, enxa-
quecas e dores de oabeca chroni-
cas, rheumatitimo e nev rlfias,
molestias da peHe, molestias pe-
ridicas das snboras, e. alm
fiestas, umitas outras enfennidadeaqae se
classillcao debaixo de mna innidade da
nomes, todas porfcm. oriundas da mesma
'ansa, a saber;
Desarranjos dos orgSos de di-
gestXo e asslmUaefto,
donde pro vera a impureza e o enfraqueci-
mento do sangue, com a debilidade e coa-
gesto de todos o orgas vitaea do sjs-
tema.
Procnrem-se
AS PILULAS CATHARTICAS BE AYER,
PREPARADAS PELO
DR. J. G. AYER & CA,
Iiawell, Mass., Ea*.-Ui Daapoaixu ^-a*
CABELLO.
Augmenta, Aformosea
VAS CEESCEB, O CABELLO
com assombros?. rapidez.
Aluga-se
c i- andar do predio n. 30, ruu Mrquez
((linda : a tratar do 1 andar da ra
Rosario n. 22.
Ata
2fa-se
o ') andar da ra estrena do Rosario n. 32, t m
grandes commodos para familia : a tratar na ra
da Imperalriz n. lt>. 1- andar.
Alu
barato
gnei
Baixa Verde ns. l-Ce 9.
Ra Visconde de Itaparica n. 4:j, armazem.
Ra Visconde de Pilotas n. 3.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2" andar.
Ra do Bom-Jesus n. 57. t" andaE.
A tratar a ra do Commercio n. 5,1 andar,
esenptorio de Silva Guimares 4 C.
ara a quaresma
Altatv novidade em surahs, failles, aie
merveilleux, ottomanes e sedas pastas de Lyon,
rendas e bicos, escolhido sortimento em palmas,
guarnigoes e pellermes de vidrilbo preto ; na
ra Baro da Victoria n. lo, sobrado, atelier ma-
I dame Fanny Silva, modista e costureira.
Telephone n. 93
Serrana a vapor
Caes do Capibaribe
Tem para vender diversas balancas sendo urna
de ropria para engenhos centraes ou estradag de
larga do rorro, por ser de grande torca do peso. Tund
versas bombas grandes de diflerente? modelos-
ludo se vende por pregos commodos.
Guide internacional
ii'Eiiropr nu Brt-ilet la Plata
Este guia, icdigido em portuguez, em francs
e em bespanbol, indispeosav:! para quai viajante, tanto da Europa para o Brasil, f"mo
as costas do Imperio e do Ri da I'rata, cncefH
tra-s as casas seginnles :
Sulzei- Kaiiffmann & C34 ra SfaMflKS de
Olinda.
Citarles Pluijm & C24 ra do CoiBmeMio.
F. P. Bonlitreav. 4ti ra do Imperador
Fraucisco Soares Quintas. -4 ru-.1 1" d liar*

CAPSULAS
M
Prepwaiiaa pelo DOUTOR.Ci3-IN,?J-fimiQ 2foiityp
As Gapsulris Mathey-Gaylus com Enviltcro dtl'juAo ae Glatan nao [atisao nunca
o estomago a *.':. reco'ntaendaas peJ"- (\-<.lessores :is Fuculdades .- Mede;>ina e .
os Jedicos a;.- ilospitaes do Pars, Loiidtts eJbslMferK, para a cura rpida dos ; j:
rnnissfniTrr TtlTi|- ou recentes, a'tjtanojf^ea-, .; Blennprrhayia,aCystite '
du Coilo,.o Catarxiw) e 11M U/na txplfcio datalhada aoompaoll cad; Frasao.
Exig** Verdaderas Capsulas W*jey-Caylus de CLIN Ct Gie, de' PARS, ]
que se uchde em (a*/i dos Droguistas e PharmaceKiicog. _.j
JUNTO
'rases m r'r" a 500 rs.^o covado.
Fustn banco a 360 e rs. o covado.
Brins de cores a 280 rs. o covado.
Baleias pretas a 260 a rs. a duzia.
Colchas de cures a 2 e 3000 unia.
Cumfcraiaa. bardadas t 40OO a peca,.
Luvasde seda a.25 e 2#0Q apar.
Lencos brancoa.a li520Q e W800 a duzia.
Cretones de AJsace a 360 ra^ o covado.
AtoaLfeado boedado a 10.200 o-metro..
Brim pardo a 280 rs. o covado..
Linios .de quadros a 280 ra. o covado.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
lOspartilhoscouraca a 5*$000 um.
Chales adam aseados a 25500 um..
Cortiaados bordados a 65000. o .par.
Merino do-cres,..a 500 rsy.o covado-..
Ceroulas.de bramante a 145 a duzia.
Madapolao.americano .a 600Q.a.peca.
Chacheruiras Usas e bstra de combiuaftojs
15200 o covado.
AO N. 20
PEBEIRA k HAGALHlf
l
axrmo as>
iBO-
Cambrta Victoria a 25900 a peca.
Bramante de linho a 15700 o metro.
Toalhaa para bauho a 15500 urna.
Tapetes grandes a 135000 um,
Ceroulas de, linho. a .345000^ duzia.
Cretones francezes-a 400 rs. o covado.
Leques transparentes a 25500 nm.
Alpacas de quadro a 600 rs. o covado.
Camisas brancas para meninos.
Sahidas de baile a 15000 urna.
Cretones de cores a ^40 rs, o covado.
Percalcan as a 200 rs. o covado
Nansok cures tixas a 240 o dito.
Las escossezas a 260 rs. o dito.
Alpacas indianas a 320 rs. o covauo.
AO LOVRE
Popelina bjanca a 800 e 15OO0 u oovado
Bicos matisados a 25500 e 3500Q a peca.
Panno da costa adamasoado.
Regatas, da cores a 15000. ama.
Sargelim de cores a 200 n. o covado.
Crenolina, preta e branca, a 400 rs.
Chambres, de crsp* a 55000, e 65000 um.
Cachemiras de quadros a 260 rs. o covado.
Guarnifao jde crochet cora matizes.'
Grinalda3 para noivas.
Setim.de cores a 800,ti. o covado.
Cachemiras de duas larguras a 800 rs.
Cortes de linn era cartio a 105 e 125000)
Camisas allemSes a 365000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a ^00 rs. o
covado.
Linn de carea a OQ.rs.. o ditw.
Linho* i5e quadros a, 0 rs.- o dito.
Bramante trancados a 15000 metro.
Meias para homeus a.35tim a duzia.
Guacni^t" de croch'., brancas,
Extrr.eto Port-Veine a 15400
Alpacas meseladas a OQ rs. o potad.
Entreteja para camisas a 800 rs.
Pa"..A.QUABBSM
Merim preto de 800 at 1580U o covado.
Setins pretos de 1> Crep inglez (de seda) a 25000 o dito.
Fichs pretos a 25500 e 35000 um.
Luvas pretas a 25500 e 35QQ0 e-par.
Cheviots pretos a 35000 o coyado.
Casimira preta a 25000 o dito.
Renda hespachola a 35000. .
Bicos pretos, todos os precos.
Regatas pretas a 15500 urna.
Vi ra Piwiro de Claree n. 20
cama e p*mm*m$M
AMAR AL & C.
i asa. <.
CALLOS nos
CORICIDE RtrSi
le "TIII Sil O Pr
s sbiiu. h. nssar*mn*
11

esfriamento, gosse, gatarrho, Risica
XAROPE de HYPOPHOSPffITO de CAL
deGRIMAULT & C,B'
Hprorusjm p^ja. Jfut)* 4' HygJepo do Rio 4 J*P*tr0
Fazendo-se uso deste.Xaropef calmao-se os accessos de tosse.j
!dssapparecem os sores nocturnos, goza-se de um somno re-
| parador, despertare o appetite, e o doente, augmentando suas orcas,
presenta o aspecto de quero a sade. Os mdicos recommen-
Eldao que se tome ao mesmo ^ernpo as Pastilhas peitoraes de
1 sueco de alface e agua df lourocerejo de GRlMAULTe C", j
que constituem os doi calina/des mais inoflnsivos da materia medica.
O irascos errae, qae contis e I #. So de una beilm er ievio a outrea de tsMri> lio s i
OBott en P
Rnn Vr.
!
m.
l'recisa-se de urna ama tpie taca compras e
saiba cosinhar.; na ra Bariio da Victoria n. 15,
secundo andar.
A
ma
Preesa-se de ama ama que cosiohe
do Imperador n. 2. primeiro andar.
na ru
Arria
Precisa-so de lima ama boa costubeira. para
casa de pouca bmilia e i|ue durma em casa dos
natres ; a tratar na ra Truque de Caxias n. 48.
toja.
Ama
Precisa-sc de una ama para oiiiprar e cosi-
nhar, para pouca amilia ; na ra Duque de Ca-
xias n. 51, 2- andar.
Amas
Preciase de
Victoria i>. :t.
duas amas : na ra Baro da
Amas
Na ra da Conquista n 21, precisa-se de urna
cosinheira, e :utra para servicos interno?, e que
durmam em cusa dos patroes.
Amas
Precisa-se de duas amas, n odo urna par;; co-
sinhar e outra para Psaboar e mais servicos de
casa de familia : a tratar na ra do Hospicio nu-
mero 41- ,___________________
Catlas (to Monte k Saeeo'rro
Compra-oe cauU'lla Uo iIoU: .i* Sol-cuito de
qualquer joia, brilhantes e relogios; paga-se
bem na Praga da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro. i
Cosinheira
Precisa-se de urna de boa conducta, para casa
de familia; a tractar ra do Baro da Victom
n. 'i0.
Cosinheira
Precisa-se de urna, que saiba cosinhar e na*
saia ra, para casa de familia : a tratar na raa
do tlabug n. 14, de meio ia at 2 horas.
Caixeiro
Precisa-se de um menino para caixeiro w-
verna, que tenha pratica e d conbeciraento de
sua conducta : na ra Coronel Suassuna nuf-
ro .49. ______ ____
Copeiro e criado,
Oflerece-se um perito-coiieiro para criaiio #
qualquT casa de familia ou pessoa s : dirijassi-
se a ra Visconde de Inhama n. 9.
I
I riado
Na rea da Saudade n. 27, precisa-se de
criado.
Attenc^o
Est om liquidacao um armazem.,dg
ra nova de Santa Wtlr. $7' por seus
retirarem-se para fra da cidade por moles
Vr ir- inlranmreritetN rom sj.^
MarcoPara
Correr com a 2. de Abril. Pagamente) mies
da sxtracco.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 auiee,
que queira tomar pratica em miudezas e as
ros. preferindo-se ser do mato ; a tratar Tjr I
do Fogo n. 18._________ ___
CoBiheifffr'
%i
Precisase de urna
Duque de Caxias n. 4"
boa cesinieira : n>. roa
, loja.
Sirop de Chloial Follet
E o T\TnTnt** par. xoelxMjia que supprijna.a zrm
o aom&o tranq^iUlo e natural no oaaos la
XEVBA.&G1A.8 GOTTA HHEVMA
TSICA PEBRES
v;;3ciarir > Fino
rnDrtca cnnaFRERE, 19, mn Jacob, P4W2

COSTJPAgF-S e MOLESTIAS do PEITQ
ANTIPHLOGISTICO
,,.' BE
PARS.- Pharimctt BRIANJ, 15$. roa BRANT
rmnUrii a* PaM ia>sTiiimii1ssn ts msli de SO Baos
sIssMl*
\*:>va A s0(rr.iiur Dea^CTi
como o wflKynfo peltoral t etetm m%mm *t
u ckaki. oj DkBtxetiJfiuamifaim. Ccssuvos). ,Derce-M^stflr Broeaora un uo nxxa
i ck, iB'uRor
nn'"r'

THESOOR0 DAS MAIS
U.iisjiu*ii 'i'iwi i' 'l'"i> i, ij^yi
VEHDADBIROS
COLLARES ROYER
DiU
Eleotro-Magnetioos
'CoMares aoodymos de deucic" contra as
CONVULSES
E PIBA "ACUITA! A DElTIfO DAS UEAICAS
"OsCOLLARES ROTER.conhecidos ha mais
liiu 25 anuos, sao os nicos que preservo
I realmente as creanpis das CONVULSES
' ajudando ao mesmo lempo a dentifo. ^S ^m^
Para rilar as FalsilicaQde e as lmita?8es. exija-se qUe j
catxinha tenha a Marti da fabrica i margem e wrdatoU
PIIY11LI.C1A lu CRANCAS ROYER, Pharmaceutico, 22b, ra Saint-Mar tan/

M3v4MK0|
U4



Diario de P

Cavallos furtados
Do emjeno Constituinte, em Cuyambuca. fur-
:ii na ncit> de 12 do corrente,, dous cu val-
im psltro.
lodo prelo, cum duas marcas brancas em ambos
ados. inteiro. ccete, principiando a andar
> oulro ulaso, ja velho, castrado, com
na testa e um espravo queimaao de
: qnem apprehender ou deles tver no-
:a, poue dirigir-se quelle c-ngenbo ou
Jar aviso uo escriptorio ra Mrquez de Olin-
.ia n. .*>6. 1- andar.
iMtniri
ton*
viat-K erc tas ok"1
A plices perdidas
Previno-se que cstraviaram se do poder do
ibaixo assignado duas apolices provmriaes de
100 cada urna. ns. 381 e 382, de juros de 7 0/0,
ertencentes a [). Elvira Ferreira Campos de
Andrade Recife. 21 de Marro de 1880.
O procurador.
Adolpho Ferreira de Paira e Silva.

i
AO TORRADOR
Lima Coutinho & C.
43RA DUQUE DE CAXIAS13
Defronte da Praelnha da In-
dependencia
Este novo estabeleeiinento intitulado
AO TORRADOR vende sem competen-
cia, como as Exmas. familias pdenlo
analysar pelo seus presos.
Lanzinlits de quadros a 60 rs. o covado.
Ditas de ditos a 200, 240 e 280 rs.
Merino de quadros, bonitos padroes a
300 rs.
Ditos lisos enfestados a 480 rs.
Baptiza e nanzuch finos a 140 e 240 rs.
Mariposa branca e de cores a 240 rs.
Cintas finas cores fixas a 200 a 240 rs.
Ditas forlaidine a 240 rs.
Cambraia branca bordada a 45500 c
.46800 a pora.
Dita Victoria, fina, a 2-5800 e 35500 a
>eca.
Seda de JapSo. lindissinios padroes a
200 rs. o corado.
Dita da Pcrsia, lindos padrees, a 180
rs. o covado.
Sargelins de todos as cores a 160, 20q
o 240 rs. #
Setinetas lisas. largas, a 360 e 400 rs.
Merinos pretos finos a 800, 15000,15200
e 16500.
Colcha? para cama a 15800. 25000 e
frfiOOO.
Cortes de casemira de eSr a 25500 e
36000.
Casemira preta, duas larguras, a 15800
25 e 25200.
Madapolo superior com 20 varas a 45,
55000 c 5^500 a peca.
Dito americano, superior, a 75200 a
peca.
Bramante de algodao para lonfes a
700 e I5OOO o metro.
Dito de linho snperior, com 10 palmos
de lagura a 15600, o metro.
Guardannpos de linli'
duzia.
Toalhas felpudas a 35 c 46500 a duzia.
Atoalhados para mesa, lindissimos pa-
droes, a 102Ou.e 15800 o metro.
Dito traacado, alvo, a 15000 o metro.
Lenco blancos com barra de cor a 15200
\ duzia.
Ditos superiores, de linho e algodio, a
25200 a duzia.
Enxovaes para baptisados, completos. por
os os precos.
ntremeios e babados bordados por todo
icos de todas as cores para enfeite de
idos.
leas cobertas e descobertas.
reos cobertos para acqninha.
, Camisas brancas para homens e ineni-
Ditas de meia para homens e senhoras
? Manda-se fazer roupa por medida c da-
se amostras de todas as fiuendas.
Lima Coutinho &. C.
Caixeiro
Precisa-se de nm cai.veirode 12 c 1! annos de
idade para taverna : na ra da Ponte Velha nu-
mero 77
Professora
Urna senhora competentemente habilitada pro
pe-se a leccionar em collegios e casas particu-
lares sa seguinte; mal., ias portujjutz, francuz,
msica c |iiano : atratDr na ra Visccnde de.nl-
buquerqui n. 20.
alg 'u a 25 a

F0LP5T1M


1A
K. *
SEM'MAI
POR
paulo w&um
INNOCENTE OU CULPADO
(Continuaco don. 65)
CAPITULO VII
nde esta iasc '
Um, com a expresso incrdula e scep-
ca que lhe efa peculiar: ,0 outro, com
:na emocSo poderosa, que fazia tremer-
ie os labios e empalidecer lhe as faces-
Pedro, que nem mais se lembrava de
1 iie estavam alli estranhos a espretal-o,
hcrutando o menor moviraento da eua phy-
.omia, pesando-lhc as palavras e os sus-
piro, contando quasi as suas lagrimas,
rontinuou com emojao crescente, sobera-
ur.da, irresistivel:
falla, tu que ests aqu diante
,ue pareces vivo. Falla, dize
me aecusam-me datua mortc quo
7ao contrario, a minha vida por
e-lhc- qual era :. nossa affeif v, o
DMtis don* irmSo- ;. como
Defgrac.adamcU uisse Adelia, elle
r., nao fallar nunca mais. Mas
varao-nos muito para que nos dcixe
:i mcrgnlh'dc-fc em to graude desgra-
Carregaram o seu corpo decomposto,
a sua alma est aqoi. Ella est nos
o, onvuMP-- Nao tenhas reeeio, meu
inSbirar o- teus juizes, e lhes
raer, melhor anda do que
que^Dguem, que homem de
Pedro de Sauves
mesmo .implexo
po, a sa ternura resti-
? Vndese urna boa armacac dt umarello,
envidrcada, propria paru qualquer negocio,
por prego muito razoavel ; na ra Mrquez do
Henal n. 96. onde >e lia com quem tratar.
~~^- Veade-se a (averna bem afregnezaa ra
da Iiuperatriz n. bo.
Atteii^ao
Yeude-se o estabelecimento de molhados, sito
ra do Hospicio n. 57 assim como vndese
o predio ou laz-se arrendamento a vcBtade do
comprador ; a tratar no mesmo. 0 motivo da
venda seu dono retirar-se para tratar de sua
sade.
_
Aos senhores caladores
Vcnde-se duas impoitantes e novas espingar-
das para caca, de dous canos cada urna, sendo
urna de Lefuch calibre 16 c outra de fogo cen-
tral calibre 50, com todos os apparelbos neces-
sarios para as raesmas : para ver e tratar na ra
Imperial n. 16'i._________^^^
Continan] as pichinchas
A' ra Duque de Casias 4
N este mui acreditado estabelecimento
de fazendas finas; cor.tinuam a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0j do que em .>utra qualquer casa.
Como sejam as seguintes fazendas :
Cambraia com salpicos brancos e de cures,
muito fina com 1( jardas, a 45 a pesa.
Cortes de meia-casemira, cores fixas, a
26000 um.
Cortes de casemiras, finos, padroes moder-
nos, a 45,' 55000, 65000"e 75000 um.
Cortes para vestidos em cartao, todos os
aviamentos (novidade\ a 7$, 95, 105 e
125000 um.
Pannos de crochet para cadeira a 15000 e
para sof a 25000 um.
Capellas com veos para nnivas a 85000
urna: peehincha.
Setineta branca lisas e lavradas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas e lavradas a 440 rs. o
dito.
Mantilhas pretas de seda a 56 e 75 urna.
Cobertas de ganga para cama de casal a
2600 urna.
Colchas brancas e .de cores a' 25, 35, 45,
56, 65 e 75000 um.
Cambraia preta para forro a 15200 a peca.
Cambraia preta, nansuck a 160 rs. o co-
vado.
Algodosinho muito largo a 35500 e 45000
a peca.
MadapolSo especial com 24 jardas a 55000
e 65000 a pera.
Esguiao para eanCM a 35200 a pega;
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos ou guarda-
ps a 400 rs. o covado.
Las modernas de listas e qnadros a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Fechs de retroz com palmas de cores c
pretos a 15000 um.
Fichs de la, todas as cores, a 16500,
26000 e 36000 um.
Seda Alcacianna, padrSes escolhidos (phan-
tasiai a 240 rs. o covado.
Espartilhos de couraca, finos a 36, 45500
e 55000 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 16000,
16200 e 16500 o covado.
Camisas francezes, puro linho de 605000
a duzia por 486000.
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo 1.
so na loja da HeToluco
DE
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
tue-me .1 vida, meus amores. E tu, tSo
valorosa, t3o corajosa, to grande, minha
Adelia, abenco-te !... Agora podem ma-
tarme, se quizerem : morrerei feliz.
O Sr. Marais nao pode mais conter-se.
Nao, Sr. de Sauves, dase elle aper-
tando forea a mSo de Pedro, a senhora
tem razao, o senhor vivera feliz, rehabili-
tado e considerado r>or todos que se lhe
approximarem.
O Sr. d<- Courneuve, qne. achava tudo
aquillo estnpido, po fim a essa scena.
Basta, disse elle, estamos perdendo
um tempo precioso, que empregariamos
muito melhor na nossa busca.
NSo, Sr. juiz, respondeu seccamen-
te o Sr. Marais, nosao tempo nSo poda
ser mais bem empregado, para nos que
somos ou que temos a preteneao de ser
esta cousa santa que se chama a jusMca,
do que deixando entrar Jnos nossos cora-
c5es a certeza da innocencia de um ho-
mem de bem, injustamente aecusado.
O Sr. de Sauves encolhen os hombros.
Innocencia!... resmungou elle. Isso
nao me parece absolutamente provado.
Emfim, quem viver, ver.
Agora, continuou elle voltando-se para
Adelia, queire dar nos as suas chaves e
deixar-nos.
Ella obedecen, e immediatamente a usi-
na foi varejada de alto a baixo.
Era neces8ario procurar bem nos papis
do Sr. de Sauves se nao existia alguma
cousa de suspeito, alguma cousa capaz de
aggravar anda XB*o o crime espantoso de
que elle era acensado, c que estabelceesse
a premeditaco.
Nao, os livros de contabilidade acha-
vam-se em ordem, comqnanto n2o tivosse
do bogada a entrada dos trinta o oito
mil francos no sabbado.
Oh depoimentos dos operarios, alvor^ta-
doa pela presenca daquelles a quem con-
tiauavara a estimar, forara menos cathe-
goricos o menot afirmativos.
Pedro, conduzido junto ao tanque on-
de tinha sido encontrado e corpo de seu
cunhado, n3o experimentou urna dessas
emo^ea atrozes que causam o remorso,
mas um enternecimento muito comprehen-
sivel, limitando-se 1 dizer :
Ah! pobre Jorge, que pena nao po-
deres voltar a fallar!.. Nos seriamos to-
dos menos desgranados, e tu ficarias vis-
gado !
CAPITULO VIII
Oitiabci do Suzanu
Dous dias depois Suzana apresentava-se
Villho TTFgG
2 de Mar^o de ifl
3NTAO
Ve nde-se estas superiores qual id
sem composico alguma, por pregos
tos para liquidar
minero 54.
J de vicho
_ Juito bara-
na ra Mrquez de Olinda
Mobilias austracas
Vende se lindas mobilias ^K&axUlIsus do
acreditado fabricante Tonel Freres : alem destas
haoutms mobilias inteiramente nonb e riquis-
simos de dores Tambem se encontra vnriadissimo sor-
timer.to de camas de ferro para soltaros, casa-
do^. e meninos, com lastro de tola de rame, e
que muito hygienico para as pessoas que sof-
l'rein do nervoso ; na ra Mrquez de Olinda
numero 3i.
Cha preto spenos
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por pregos mais resumidos em vista
da continuagao do cambio avorave!.
Convem que experimentem. I
48 RUADO BARO DA VICORIA 48
Alambique
Vndese um alambique de tamanho re?ular e
em perfeito estado, com a competente raspadei-
ra, propria para enpenho; a tratar na fabnea de
vinagre a ra BarSo doTnumpho n. 75.
Milho 340 rs. acuia
Vende-se no Largo do Mercado n. 15
A
ssucar
U sina Pinto
Santa Filonila
Colonia Isabel
Na refinaco Sulgueiral, ra Mareilio Dias
numero 22.
Assucar refinado
especial, o melhor que se fabrica nesta cidade.
JOAQUM SALGUE1RAL & C.
Ra Mareilio Dias n. 22
Teli'phonc numero I 15
T
erreno
Bom para coudelaria ra Mrquez do Her-
val 80 e 82 ; para ver, na casa ao p, ei tratar
na na Marques de Olinda n. 25. Tem cocheira.
W1ISET
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retamo nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Rovnl Blend marca fiado,
cujo nome e emblema sao registrados par
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Mille & Bisel, avisam ao respeitavel publico,
que todas as tercas c sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao; ra larga do Rosario n. 40.
Vende-se* a armac,ao que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, nliu-
dezas. tabacaria ou venda,
quem a pretender dirija-se a
na Duque de Gaxias n.- lO]
mx BARATURA
PARIZN^MERICA
AZEVEDO, IRM.'iO & (;.
16Ra do B. dajVietoria16
200 Te!ephone-200
Tendo recebido directamente da Europa
grande Sortimento de fazendas e modas o
que ha de mais novo e procos sem com-
petencia.
\ saber :
Capas de surah, senda e merino.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de 13 e l seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 10000 e 1$200.
Crinoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a 1&500, com 10
palmos.
Toalhas para banho a 10000 e 10500.
Chachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000.
Madapolao trancado a 9,5000 a pe$a.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Dito Boa-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fichs de 1S e seda 10000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Colchas de fustao a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com vo bordado a
60000.
Toalhas de cSres para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 10500.
Renda de 12, preta, para quaresma.
Pao verde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000.
Chitas de cores a 200 r3.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cores a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
Guarnieres, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda", brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par. 1
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para misa.
Vestuarios para oaptisado,
Colchas, de crochet 'com flores.
Crep inglez para enfeite"
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
OFBXO
Que se possa Teader per estes
prc?s
13
Vende-se
o estabelecimento de molhados sito ra do
Bom Jess n. 29, antiga da Cruz, est bem sor-
tido e afreguezado ; a tratar no mesmo.
Armacao
Vende-se urna armaeo deamarello envero i-
sada e envidracada, propria para qualquer nego-
cio, ra Viscondc de Inhama, outr'ora Rae
gel n. 19, e garaate-se a chave da dita casa. Sta
pt'rna acharo com fwcm trataj. ,
Vende-se
Mercearia
Vende-se urna mercearia das melhores nos
arrabaldes da Boa-Vista ; pata informaroes, na
ra do Socego n. 33. taverna.
Atten^o
HVende-se urna casa terrea' em bom local, fre-
guezia da Boa-Vista ; a tratar na pharmacia do
pateo do Carmo n. 3.
urna cousa que ainda nao ousei di-
inguem.Sua criada, Suzana Yer-
no gabinete do Sr. Marais, o chefe da se-
gurana, como jhavia feito urna vez.
Tivera o cuidado de escrever as linhas
seguintes n'um pedaco de papel, que met-
iera n'um enveloppe :
SenhorPreciso fallar-lhe para con-
fiar-I he
zcr a ninguem
gues. *
O chefe da seguranca estremeceu.
Oh! estas mulheres murmurou elle,
sao todas as mesmas !... Sempre myste-
rios !
Nao fel-a esperar, como deve-se com-
prehender.
Nao seria a luz que talvez lhe chegasse ?
Sente-se, minha querida filha, dis-
se elle rapariga, designando-lhe urna
cadeira perto da sua secretaria, e sobre-
tudo nao tenha reeeio. De que se trata ?
Talvez de cousa muito insignifican-
te, senhor. talvez simple smente de um so-
nho.
Ah exclamou elle, tem medo de
haver sonhado; o que entilo ?
"E como Suzana se perturbasse e hesi-
tasse, o chefe assumio o ar mais bonachao
possivel:
E' alguma historia de amor, apos-
to !... Vamos, diga sempre, tenho ouvi-
do tantas outras Demais, tenho o costu-
me de esquecer tudo quanto nao stric-
tamente til aos meus negocios.
Suzana fez um grande appello sua
vontade para vencer o sen embaraco, e
comegou :
Quando o senhor e a senhora foram
morar na usina, fui eu quem tratou de to-
dos es arranjos da casa. O empreiteiro
das obras tinha mandado para l um ope-
rario muito hbil e ainda mais intelli-
gente, que mostrava-se bom para tudo e
que agradon desde logo ao Sr. Pedro.
E a vocC' tambem, sem duvida ? dis-
se o chefe com um sorriso indulgente.
Suzana crou violentamente.
E' verdade, disse ella muito baixo.
E elle chama-se ?
Eugenio Gages.
O Sr. Marais estremeceu e tornou-se
attento.
NSo ria-se mais.
Mas elle era casado!
cabo de alguns segundos.
Sim, senhor, mas elle nao me disse
isso a principio.
EntSo quando soube, o que fea ?
A nica cousa possivel : desprezei-o.
Estas palavras foram ditas com tanta
sinceridade, com tanta franqueza; o olhar
que acompanhou-as foi tSo leal, tao inge-
nuamente honesto, que o chefe da segu-
Uma taverna bem localisada e com poucos
fuodos, o motivo por seu proprietario ter-se re-
tirado para fora da cidade por motivo de moles-
lia, a tratar na ra Bella n. 37.
Cofres
Prova de fogo, dos melhores fabricaotes, como
Milners e outros de verdadeira seguranza : ven-
de-se barato para liquidar, ra Mrquez de
Olinda n. 54.
pi^i^^
ranc> nao teve nem um segundo de du-
vida.
Mas no entanto continuou a vel-o
frequentemente, observou elle, visto que
Gages era o contra-mestre da usina ?
Evidentemente. Mas o que tinha
isso, se eu sabia que elle nao era livre ?
E' verdade, minha filha, voc 6 urna
moca honesta e boa. Continu. Esqne-
ceu Eugenio Gages ?
Suzana abaixou o adoravel narizinho ar-
rebitado e de narinas roseas :
Isso, responden ella, nlo pude. Po-
rem elle nunca o dtsconfiou, nem elle nem
ninguem: e tanto assim que a senhora
mandou-me algumas vezes levar caldo
vinho velho a mulher delle, que eetava
doente, e conversavamos frequentemente,
sem que nunca mais elle ousasse pronun-
ciar urna palavra terna.
Bem, e depois?
Na noite do parto da senhora, o Dr.
Graniers deu-me a pequea para eu tomar
conta, como esteva combinado havia muito
tempo, pois devia ser eu a sua ama sec-
ca. InstellaTm-me com o bergo n um
quarto visinhe, recommendando-me que
nao fosse urna nica vez ao quarto da se-
nhora, para nao perturbar o seu repouso.
Devia dar pequea agua assucarada de
quando em quando ; fal-a-hiam mamar se-
ment no dia seguinte de manhlt. Alm
disso, o Dr. Graniers recommendou me
que dormisse, dizendo-me : t Esta noite tu-
do vai perfeitamente, aproveite ; amanha
talvez seja preciso velar, trate portanto de
conservar as suas for9as. Utilisei-me d#
permissao, e, como a pequea dormisse,
estendi-me sobre o divn, ao lado do ber-
50. Nao sei quanto tempo havia que dor-
ma, quando fui sbitamente acordada por
um ligeiro ruido. Entreabr os olhos e
julguei ver de p, junto ao berco, Euge-
nio Gages.
Eugenio Gages repetio o "ehefe.
Est bem certa disBo ?
Nao o sufficiente para afflrmal-o ca-
tegricamente.
Como ? NSo levantou-sc entao ? Nao
ihe talln ?.,. Nao lho perguntou o que
fazia alli?
Esteva meto adormecida, accommet-
observou ao Hida d aomu. imperioso a que nSo se p<5-
de resistir. Ergui-me sobre o eotovetlo,
olhei; julguei tei sonhado: nao havia mais
nada.
A sombra desapparect-u assim sbi-
tamente ?
,__ 81111 c nao pela porta, porque esta
ficava bem em frente a mini e en veria
certemente se alguem lhe transpuaesse os
humbraes. Foi essa desappari^ao sbita
RA VISCONDEDE DHAUMA
Cambralas brancas a 360 ve. a vara.
Dita com salpicos a 500 re. a dita.
Popelinas com listras a 9D re. o covado.
Las de quadros a 160. rs. o dito.
Ditas chinezas a 200 re. o dito.
Zefiros muito largos a 60 rs. o dito.'
Setinetas lisas a 360 ri. o dito.
Setim preto muito bom a 1^200 o dito.
Velbutinas a 700 rs. o dtfo.
Merino preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sargelins todas as coree a 200 rs. o dito.
Chitas escuras e claras a S0 rs. o dito.
Cretones para camisas a 240 rs. o dito
Brim de cor (linho) a 800 rs. o dito.
Dito branco de linho, n. 6 a i*500o dito.
Vestidos em cartao a 9*009.
Toalhas felpudas para.banfcD a i JCOO.
Dita dita de rosto a 30rs.
Camisas de flanella a 2J00Q.
Dita de meia al000.
Ceroulas de linho a 1*400.
Camisas francezas a MOCO
Colchas de cores a 1*800.
Fich? de retroz a 1*000--
Ditos grandes a 2*000.
Chales'de quadros a 8*000.
Meias de cores, arrendadae & 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collariohos de lindos a 300 re.
Madapolao muito largo a 4*000 a peca.
Meias-casimira? de cor e pretas, com duas lar-
guras a 1* o covado.
Grande sortimento de caeimiras inglezas, cortes
de fustes para collates, cortes de casimira
para caiga de 6*, 8* e 10*.
Mandamos fazer qualqusr obra em nossa offleina
por presos que outros n5o podem fazer.
YenhamYerp'acrer.
Gono,alye Santos & C
Para o Derby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravates e camicio de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por pre508 sem competencia.
Recebeu tambem ccllarinhos e pnnhos
de borracha de formetoo novos.
48EA BARAO DA VICTORIA48
Para a quaresma
ALTA NOV1DADE em sorafcs. failles, setim
merveilleux. ottomanes e sedas pretas de Lyon.
rendas e bicos, escomido eortiaento em palmas,
guarnices e pellermes de vidrilho preto ; na
ra Barao da Victoria n. 15, sobrado.
Aleller aladeare JFaany Silva
MODISTA E COSTUREIRA
Tdephmc n. 93
MaisB
arato
Grande reduc^ao em presos
NA e
Loja do Triimpho
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 49
Merinos de cores, 1 largura, a 200 rs. o covado.
Dito, idem, 2 ditas, a 800 re.
Dito, idem lavrados 2 ditas, 700 rs. o dito.
Etamine de listas arrendadas, 400 rs. o dito.
Cretones finos claros, 240 rs. o dito.
Linn estampado, padroef novos, 320 rs.
dito.
Las de quadros finas, 240 rs. o dito.
Ditas mescladas finas, 300 rs. o dito.
Zefir de quadros largos, 240 rs. o dito.
Saias bordadas finas, 3*000.
Camisas bordadas para sschora, 4*.
Ricos cortes de cretone com flgurinos, 8*.
Toalhas acolxoadas grandas, 4*500 a duzia.
Guardanapos muito boas, 1*300 a dita.
Madanolfio fino largo, ?* jardas por 6-8400.
Algodao largo, 10 metro*, 2*800 a peca.
Dito idem 20 jardas, 4* a dita.
Dito idem superior X) ditas. 5*200 a dita.
Bramante i largurarpera lec^oes, 700 rs. a
vara.
Camisas de linho sem co!?r:nho sem punbo,
3*000.
Cortes de casimira ingltec, t 4* c 44500.
Leaos de esguio unos, a 500 a duzia.
Esguiao branco, para catee c casaco?, 3*500 a
pesa.
Cambraia bordada, 4*500 z. pega.
Merinos pretos linos, 800, 900 rs 1*, 15200 e
1*40" o covado.
Sedas c setins protoe, grande variedade de
prero?.
Bastofi & C.
ALojadas Listras zoes
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 61'
Telephoae n. til
As fazendas vendidas nesta casa sao de boaqua
idade. e nao levara! medida es|fl
aceita-se a fazenda vendida 9^^
qualquer motivo nao fr de muito
do da pessoa para quem for com
Di-se descont a quem comprar de|
para cima.
ESPECIALIDADES
Jlaim de Ustras amespecaa
20 varas a 65000.
Hadapolao com um metro de
ra a 60800 a peca.
Cortes de vestidos bordados
cartao a 10)5000.
Velludllho bordado a contas a 1
o covado.
Cachemiras pretas, de quadroi
arrendadas a 2(5 e 2)5500.
Teeldos phantazia arrendado prop:
para baile e theatro a 400 e 500 rs.
Cortes de cachemira com guarn
bordadas, lindas cores, a 20)5 e 2r
Setim Maco de todas as cores a 7
e 800 rs.
Unon bordado tecido de urna s
qualquer que se deseje, a 200 rs.
Zefiros lisos e bordado, tecido fino,
novidade a 500 rs.
JLs de quadrinhos a 200, 240 e
o covado.
LlnilOS lisos a 60 e de quadrinhos
100 re.
Guardanapos melhor qualidade'a
15800 a duaa.
Atoalhado branco e de cores a 1*.
Oleadas para mesa redonda ou qna-
drada 40000.
Cortinados de crochet, com sanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Croehet para cortinados a 900 re. o
metro.
Colehas fustao, brancas e de co-
res a 20000.
Chitas finas precales a 200 e 240 re.
Chitas escuras a 160, 240 e 280 re.
Batlstes de cores seguras a 120 re.
.\ a nzuc de lindas cores a 280 rs.
Brim pardo esguiao a 240, 280 e320.
Casinetas de cores escoras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 re.
Mantilhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enieites e com vibrilhos a
200, 250 e 300000.
Leqnes de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo prego.
Lavas de seda, lisas, bordadas on ar-
rendadas, pretas e de qualquer c3r a 20.
Espartilhos inglezes a 40500 e 50,
tem desde o n. 40 at 80 de grosssra.
BCO braneo reme e de todas as
cores desde 700rs. at 20500 apees.
Rendas hespanholas, de seda e Ae
algodao, preta, branca e de qualquer cor.
Babados e entremeios bordados ta-
pados e transparentes por todo prego.
Cirampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 re. s
dnzia.
Relogios despertadores com fi-
guras em movimento a 80 e 90000.
Aspas de aro para vestidos a 120 re.
o metro.
Sargelim* francez fino, diagonal, a
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordao preta, branca,
chumbo e c6r de caf a 400 rs. o metro.
Redes americanas para menino
dormir a 30500 e para homem a 60000 e
70000.
E muitas fazendas que se vende mnito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
BBBBBSSSJSSSSSSSSJSnBJBBBBBBBBBBBSBBBBBBBBBB
que me fez julgar que .tinha sonhado. Mas
no dia seguinte vi qne o Dr. Graniers ti-
nha encostado nm objecto ao berco, para
que elle nao escorregacee, e o homem, se
i tivesse ido, poderia dissimular-se por
detrs desse objecto quando despertei.
E" possivel, com effeito. E nao fal-
lou ainda sobre esse incidente a ninguem?
NSo, a ninguem.
Por que ?
Ella hesitou.
Era cousa mnito intima, respondeu
finalmente. Nao posse precisar nada ain-
da. Era necessario qne me inspirassem
grande confianza para que eu ousasse fal-
lar em taes cousas. Ora, aqnelle juiz, cora
as suas perguntas", a sua malevolencia, a
sua aspereza, n3o podia abrir o meu cora-
cao c os meus labios, emqnanto que o se-
nhor ...
Deteve-se.
Emqnanto que eu? insisti o Sr.
Marais, que quena conhecer a fundo o
pensamento e a alma ds rapariga.
O senhor bom. Nao julga o Sr.
de Sauves culpado^
Quem lh'o mese V
Ouvi-o ante-hontem, quando o se-
nhor o afRrmou, no gabinete, e com que
sentimento de coracSo, grande Deas !...
Peusei entao: tornarei a procural-o e dir-
lhe-hei tudo.
Fez bem ; mas to vago o que
diz !
Nao pos80 fazer mais do que isso
E at depois de ter pensado e tornado a
pensar nisso, ha maie de um mez, pois
tanto tempo ha que tal passou-se, digo
ainda commigo : contino a anial-o, com
certeza; assim. poie, teria sonhado, ou
tel-o-hia etFectivaraUlite visto ?...
Nao ouvio gritoe nem o rido pro-
duzido por urna luts?
Nada. *
Nao reparou ee Eugcaio Gages es-
tava sujo de lama, se tinha o rosto alvo-
rotado, os olhos esgaacadeo ?
Nao, nada. Vi-o ou julguei vel-o de
p junto do berco e nada mais.
Mas o que fazic elle ao p desse
bereo ?
Nao sei. Sonhei talvez, respondeu
ella com desanimo.
NSo, nao o creio. Voc urna mo-
ca intellige.nte e enrgica. Se a idea da
presenta de Gages conscrvou-se-lhe assim
tenaz e profunda, porque com certeza
nao foi um sonho que a deixou. Infeliz-
mente o somno da sua idade venceu-a, e,
arrebatando-lhe ts torcas, nao lhe per-
raittio aprofundar a impressao recebida.
Infelizmente! Oh! sim, semu
bretudo para o Sr. Pedro, que to hon-
rado e tao bom. O senhor tem razo de
julgal-o innocente !... Um homem assim
nao capaz de praticar o menor mal, nem
at de ter nm mo pensamento!...
Como falla delle !...
Mas imagine, senhor; en era urna
pobre orph sem p5o nem lar. Meu pai
acabava de ser esraagado n'uma mano-
bra de vagons. O Sr. Pedro, que mal o
conhecia, como se conhece um pobre guar-
freios, foi em pessoa nossa mansarda
annunciar-me a minha desgraoa. E em
poucas palavras, com que cautellas, que
consolares, que bondade Levou-me de-
pois para casa delle, afim de tomar conta
delle, afim de tomar conta de Roberto,
que l tinha perdido sua mi. Ah! nos
seis annos qne tenho vivido com elles.
aprendi a conhecel-o bem !... Vi-o sem-
pre, em todas as circumstancias, e nunca
o seu carcter desmentio-se nem por es-
paco de um segundo.
Elle nunca fez-lhe a corte?
Elle ?... Ah! senhor, se conhecesse
a fundo o Sr. Pedro, nao fallara assim.
O Sr. Pedro amou sua mulher, ama-a mor-
ta como quando ella era viva e ser-lhe-ha
fiel para sempre. Fez dessa fidelidade
um dever, como disse-o a eua irm, e elle
sabe cumprir firmemente a menor das suas
obriga3es, sem transviar-se nunca, ainda
que tenha de morrer !...
O Sr. Marais ficoo impressionado
maneira intelligente por que Suzana
sentava essas observac3es feitas por e.
E Eugenio Gages? perguntou o
magistrado, que qualidade de homem
elle?
Intelligente o quanto se pode ser.
Capaz de bons sentimentos, assim o jul-
guei, e... o julgo ainda. Mas muito de-
bochado.
Gostava do dinheiro?
Como todSs os debochados.
Sem escrpulos ?
Nao os teve commigo, pois deixou-
me acreditar que nos casaramos, quando
nao sement era casado como amava a mu-
lher.;
Era ambicioso.
Era.
lue motivo tove para ulgar isso ?
Elle repeta frequentemente :
passo ele um triste op^ario, sem eir n
beira. Mas apresente-se urna occ
aproxme-se de mim a sorte, qne
fazer m-.a fortuna de causar pasmo
dos.
(Continuar
l'yp. do
ia'Duque de Casias n. ttp
MOTIL
1

1
i


Full Text
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