Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18293


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Full Text
ANNO.LX.V- NUMERO 6.
PARA A CAPITAL E LIGARES OADE XAO SE PASA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos idem
Por um anno idem
Cada numero avulso, do mesmo dia.
6,5000
12.5000
230000
.5100
QASTA-FEffiA 20 PE MABflO BE 1889
PARA DEATRO E PORA DA PRO VIA CA
Por seis mezes adiantados.............. 13)5500
Por nove ditos idem................ 2O|JOO0
Por um anno idem..........-....... 26)5000
Cada numero avulso, de dias anteriores ....... (5100
PERNAMBUCO
Trcprkdade (fe Manoel figueirca de Svria S 3%V)cs
TELEGRAMAS
sssticc pabuculas so::::::
RIO DE JANEIRO, 19 de Marco, s
12 horas e 58 minutos da tarde.
Foram nomeados :
Director da Escola Superior da Guerra
o BarSo de Miranda Res ;
Commandanteda Escola Militar do (-ca-
ra, o coronel Joao Nepomucerao de Medei-
ros Mallet.
Foi igualmente, nomeado todo o pessoal
de ambas as escolas.
Falleceu repentinamente o ajudante-
general do exercito, marechal Severiano
Martins da Fonseca, Barab de .Maguas.
NATAL, 19 de Marco, s 9 horas e 30
minutos da manhS.
ter de abrir-se a sesslo ordinaria no dia 1 .c
de Junho prximo.
. i
i

Nao se tendo reunido numero sufticiente
membros da Assembla Provincial para
ter lugar no dia 10 a abertura da sessSo
"extraordinaria., convocada para esse dia, o
Exm. presi lente da provincia tornou de
nenhum effeito a mesma convocacSo, visto
SEBVI5C DA &miL ILUl
TOURS, 18 de Marco. .
O general Boilanger cheou aqu hon-
tem c seas partidarios offereccram-lhe um
banquete.
N'esta festa o general Boulanger pro-
nnciou um discurso no qual declarou que
repudiava a -mor.archia como forma de go-
verno para a Franca, que quera una re-
pblica liberal, -.berta todos, tolerante e
respeitando a liberdade de consciencia.

PARS, 18 de Margo, tarde.
O valor de urna accSo do Comptoir d'Es-
compte foi cotado hoje na Bolsa a 160 fran-
cos.
Alguns financeiros importantes d'csta
praca offereccram ao Comptoir d'Eacompte
cerca de quarenta milhSes de francos.
Agencia Hava-, filial om Pernambuco,
19 de Mareo, de 1889.
INSTRCCIO POPULAR
AS GRWDES I\VE\C0ES
ANTIGS K MODERNAS
AS
Sciencias. industrias e artes
POR
vm
A ponclana. a lonca e o barro
(ContinuacSoj
Fazem-sc as faincas, como todas as outras es-
pecies de loica, calcinando em tornos a massa
arcillosa previamente moldeada.
A massa das faincas urna arga que perma-
nece branca depois de cosida, quando 6 pura, e
que toma urna cor vermelha ou escura se tr im-
pura. A faianca ingleza, ou fainca tina, de
urna massa que tica branca depois de cosida ;
pelo contrario as faincas ordinarias !de Franca e
o barro de cachimbos do, pela cosedura, urna
massa de cor.
Todas as faiancas tem de ser cobertas com um
verniz, que d lougao bruno e polido necessa
nos para os usos a que sao destinadas. Se a
massa ca incolor depois de cosida, o que acon-
tece com a faianca fina ingleza, a qual recebe u,
entre 1760 e 1770, grandes aperfeicoamentos de
Wedgwood e caracterisada por urna massa
branca, fina e opaca, ento d-se-lbe urna deme
de Yermz transparenle^que se faz com urna mis-
tura de area c oxydo de chumbo. Em virtude
de sua translucidez, este verniz deixa ver atravez
da sua substancia, a edr branca e baca da louga.
Se a massa da faianca, ae contrario, de urna
cor avermelliada, o que succede 'com as nossas
faiancas francezas ordinarias, necessaro envol-
vel-a com urna carnada de verniz opaco, para en-
cobrira cor dcsagradavel da louca. Este verniz
escuro um esmalte, isto urna combinaco de
silica com oxydo de estanho ou de chumbo.
(Contina)
PARTE 0FT1C1AL _______
Governo da Prov incia
LE N. 1,9(58
Innocencio Marques de Araujo Ges, bacbarel em sciencias
jurdicas e sociaes pela Faculdade do Recife, deputado Assem-
bla Geral pela provincia da Baha e presidente da de Pcrnam
buco:
Faco saber a todos os seus habitante- que a Assembla Legis
lativa Provincial decretou e eu sanccionei a resolucao seguinte:
Art. 1.* No principio de cada anno lectivo podem os alum
nos da Escola Normal que tiverem sido approvados na maior par
te das materias do anno, que tiverem cursado, prestar exame da-
oulras.
Art. i.* Nao se encerrarlo- as matriculas respectivas ante-
desses exames.
Art. 3. Ficam revogadas as disposices em contrario.
Mando, portauo, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolucao pertencer, que a cum-
pram e faram aumprirto inteiramente-como neHa se contem.
O secretario interino da presidencia desta provincia a farn
imprimir, publicar c correr.'
Palacio da Presidencia de Pernambuco 10 de Marco de 188!.
68< da Independencia e do Imperio.
L. S. Innocincio Mabods de Abaujo Ges.
Sellada e publicado a presente resolucao nesta Secretaria di
Presidencia de Pernambuco, aos 16 de Margo de 1889.
O secretario interino,
Manoel Joaquim Silreira.
1 l ____________
LEIN. 1,909
Innocencio Marques ue Araujo Ges, bacharel em sciencias
jurdicas e sociaes pela Faculdade do Recife, deputado Assem-
, ila Geral pela provincia da Bahia e presidente da de Pernam-
buco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Le-
gislativa Provincial decretou o eu sanecionei a resolucao se-
guinte :
Art. 1." Nao apparecendo concurrentes s cadeiras vagas de
instruccao primaria, nos termos do respectivo reglame uto, serao
nomeados para regel-as como professores effectivos os alumnos
mestres titulados pela Escola Normal desta provincia, que as re-
quererem dentro do prazo de oito dias, que correrao logo que se
linde o prazo para a concurrencia.
Art. i. Fica discripeo do presidente da provincia a esco-
Iha dos prctendentes.
Art. 3.* So na falta de prctendentes titulados pela Escola Nor-
mal, sero nomeados professores por contracto.
Art. 4. Ficam revogadas as disposices em contrario.
Mando, portante, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolngo pertencer, que a cum-
pTam c facam cumplir to inteiramente como nella se contem.
O secretario interyo da presidencia desta provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio da Presidencia de pernambuco, 16 de Margo de 1889,
i'H da Independencia e do Imperio.
L. S. Innocencio Mabqubs ds Abacio Gbs.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 16 de Marco de 1889.
O secrelario interino,
Manoel Joaquim Silreira.
EXPEMINTE DO DIA 8 DB MARCO DE 188*.
Actos:
O presidente da provincia, tendo f m vista
o oflicio de 19 de Janeiro ultimo, do delegado
litterario de Granito, sobre o qual versa a infor-
iiiaco n. 7?, de 6 do corrente mez, do inspector
feral da instruerfio publica, resol ve crear um
istricto litterario em Belm de Granito.
O presidente da provincia resolve nomear
o cidado Manoel Antonio de Luna para servir
o lugar de delegado do districto litterario de
B?lm de Granito.
Fizeram-se as necessarias communicaces.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica interino.Remetto
a V. S. copia do officio n. 248, de hontem. data-
do, em que director engenbeiro em chefe do
r -olongamcnto da estrada de ferro de S. Fran-
I do prolongaraento da estrada do Recife
a Garuar d conta do lamentavel desencarrillia-
inentftjne se deu na vspero larde no kilo-
metro^, com o trem que descia da estacao da
Russinna, alim de que se sirya de mandar pro-
ceder a rigoroso inquerito sobre a causa de se-
melhante fado.Communicou-se ao director en-
genheiro em chtfe do proloogamento.
Ao mesmo Recommendo a V. S., em
resposta ao seu itncio desta data, n. 2(3, que
copeca as ordens necessarias aos delegados dos
termos de Agua Prea e de Palmares para que
[>resten), com urgencia, todo .auxilio ao subde-
pgado do districto de Preguicas, afim de que
esta autoridade possa manter a ordem publica
e as prises por ella effectuadas, de individuos
que tentaram assassinar dous cidadaos all re-
sidentes.
Ao director do Arsenal de Guerra.Faca
V. S desembarcar de bordo do vapor Para, pro-
cedente dos ptrtos do sul, 3 volames destina-
dos, 2 a esse Arseqal e 1 a companliia de caval-
lara, contendo os artigos mencionados no in-
cluso conhecimento remottido pela Intendencia
da Guerra, segundo consta de officio dessa re-
pirtigSo, de 28 do passado, e sob n. 177.
Ao inspector do Thesouro Provincial.A
Francisco Tuvares da Silva Gavalcanle, contra-
ctante da obra de reparos das ponte? de Bujary
e Arataca, na estrada do norte,, mande Vmc, de
accordo com a sua inforraacao de 6 do corrente,
sob n. 9, e com o certificado junto, pagar a
quantia de 448*425, importancia das mesmas
obras, nicolhendo previamente a prestagao de
respoasabilidade.
Ao mesmo.A Francisco Tacares da Silva
CavaUante, contractante da obra de reparos da
^gnda do norte, entre iguarass e Itamb.
^de Vmc. pagar, de acc.erdo com a sua infor-
mad de fi do correte, sob n. 94, e com o cer-
'ader junto, a quantia de 1:317*980, impor-
eia da mesraa^bra, recolhida previamente a
a99 de responsabilidade.Gommunicou-se
ao director geral das obras publicas.
- Ao co'iimandante do corpo d policaAo
: de pocia mande Vine, apresentar 10
ifim de conduzirem cinco criminosos
owit8de Bom Conselho, devendo ellas de-
alli at o encerramento da sesso do
convocada para o dia H do correne mez
Mandou se dar passagem s referidaajfcgas
rmnosos por conta da proviocia nasTstra-
de ferro do Recife ao S. Francisco e do pro
tongamente at a estacao de S. JoSo.
P, rtarias:
i) Sr. agente da Companhia &aleira d
Navegacao ffc;a transportar a provffcia da Pa-
- !>a,' no vapor PariL esperado dp sul, por
a do Ministerio dauerra, o capitao do 27.'
batalho de nfantrit.^rn.' Pactjgco, e
bem assira a sua mu i ilfa^Mouza
Pac (liba D. HadejM ^W de
iza, com 11 amros de ida H^S'10 dP
nome Jos Xavier.-Ooasti'Wn'
-ouraria de Fazenda para man-'-
ao
contas ao referido capito e communicou-se
brigadeiro commandante das armas.
Sr. agente da Companhia Brazileira de Na-
vegacao a Vapor, nica transportar corte no
vapor Maranhav, por conta do Ministerio da
Guerra, as pregas seguintes 'que se alistaram
com destino aquella guarniclo :
2 cadete Francisco Luiz Nogueira de Moraes,
soldados, Luiz Jos de Azevedo, Joo Simplicio,
Mariano de Souza Rodrigues, Antonio de Sanl'An-
na, Antonio Germano de Souza, Manoel Jesuino
da Silva. Joo Baptisfa Paes Barrete, Jos de
Sant'Anna Nascimento, Joaquim Jos de Campos,
Francisco Ferreira do Nascimento e Jos Freir
de Carvalho, sendo estes dous ltimos casados, o
primeiro com Hennqueta Jardelina das Flores c
o segundo com Mariana Balbina da Concelgo.
u Sr. gerente da Companhia Pernanibuca-
na de Navgago, faga transportar provincia
do Rio Grande do Norte no vapor Jaguaribe por
conta do ministerio da Guerra, o 2o cadete 2"
sargento Alexandre Carlos de Vasconcellos, que
se engajou cm destino companhia de infan-
taria daquella provincia.Communicou-se ao
general.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navgago, faga transportar 5 provincia do
Rio Grande do Norte, por conta do Ministerio da
Guerra, com destino ao Deposito de Artigos Bel-
licos, dous caixes medindo 1,025 decmetros c-
bicos, contendo artigos de fardamenlos para re-
crutas. -Communicou-se ao director do Arsenal
de Guerra. ^.
O Sr. gerente da Companhia Pernrmhicana
de Navgago mande dar passagem de proa at
Fortaleza, no vapor qucjsegue boje para o norte,
a Jeronymo Peixoto da silva, por conta das gra-
tuitas a" que o governo tem direito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navgago mande transportar para o presidio
de Fernando de Noronha, por conta de Reis
Pantos os gneros alimenticios e diversos arti-
gos contemplados na relaco aqui junta, assig-
nada pelo secretario interino do governo desta
provincia.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao director da Escola Normal.De ordem
de Exm. Sr. presidente da provincia sirva-se
V. S. de informar-me em que dia principia a
prova oral dos alumnos do 2 c 3* anno que fo-
ram ltimamente sebmettidos a exame.
Aos agentes da Companhia Brazileira de
Navegacao a Vapor.De ordem do Exm. Sr.'
presidente da provincia aecuso o recebimento do
officio de hontem no qual Vg. Ss. participara que
o vapor Maranhao chegou dos portos do norte s
6 horas da manh, e seguir para os do sul hoje
s 4 da tarde.Communicou se secretaria da
agricultura.
Aos mesmos.De ordem de Exm. Sr. presi-
dente da provincia aecuso o recebimento do ofli-
cio. era que participam que o vapor Par chegou
dos portos dojsul hoje s 6 1(2 horas da manha e
seguir para os do norte atnanh s 5 da tarde. -
Communicou se secretaria da agricultura.
Aos agentes'do Loidon Brazilian Bank.
Limited n'esta cidade De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia aecuso o recebimento
do officio de honiem com o qual Vs. Ss. envia-
ran) copia authentioa do balango das operagoes
effectuadas pela cai:ta filial desse banco nesta
cidade.
DE
DKSPACHOS DA PKB8IDEKCIA DO DIA 18
MAJtgO DE 1889
Antonio Duarto de Figueiredo.Infor-
me o Sr. inspector da Thcsouraria de Fa-
ada, f
Catharin^Hl^^fc de Castro Aran-
I
jo Ramos. Indeferido vista das in-
formaeSes.
Eduardo Antunes de Albuquerque e
Mello.Informe o Dr. juiz de direito de
Pesqucira.
Emilia Alexandrina de Albuquerque
Pereira.Indeferido vista das informa-
cSes.'
Gerente da estrada de ferr# do Recife
Caxang.Deferido com a remessa de 75
passes impressos ao engenheiro fiscaj.
Henrique Deocleciano Tavares dos San-,
tos*.Pague-se.
Bacharel Jos Bonifacio de Si Pereira.
Justifico.
Bacharel Joao Quintiliano de Azevedo e
Silva.Deferido de accordo com a nfor-
maeao da Thesouraria de Fazenda.
Jos Ribeiro Fonseca Braga.Requeira
por intermedio do Dr. inspector geral da
InstrucQSo Publica.
Joaquim Mendes Carneiro Leao.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fasenda.
Jos Joaquim de Azevedo.Eocaminhe-
se, devendo ser pago o respectivo porte
na reparticlo dos correios.
Jos Vieir" de Oliveira Maciel Jnior.
Indeferido, por falta de inspeccao da Jun-
ta Medica.
Jos de Castro Paes Barrete. O docu-
mento que o supplicante juntou foi remet-
tido ao Thesouro Provincial em 11 do cor-
rente.
Joaquim. Jaeintho Pqjeira. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Manoel Jos de Almeida Soares.En-
tregue-se, mediante recibo.
Capitao Pedro Velho de S Barrete
Informe o Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda.
Alferes Pedro Alexandrino Beckman.
Remcttido ao Sr. inspector da Thesoura-
ria de Fazenda para mandar abonar.
Raymundo de Luna Freir.Nao tem
lugar em vista da informoslo
Telesphoro Lopes de Siqueira.Venha
por intermedio do Dr. inspector geral da
Instruccao 1 ublica.
Secretaria da Presidencia de PenRimbu*
co, 19 do Marco de 1889
O porteiro,
F. Chacn.
Repart?** da Polica
2. scelo.N. 273Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 19 de Margo de
1889. Illm. e Exm. Sr. Participo
V. Exc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detengao os seguintes individuos :
A' minba ordem, Joo Ignacio da Silva Henri-
que, Flix da Silva e Francisco Pereira de Lyra,
por disturbios.
A' or*em do Dr. delegado do. Io districto da
capital, JoiLo Miguel Anuncio, por embriaguez c
disturbios; Basilio Anselmo de Oliveira e Jos
Francisco de Lima, por offensas a moral pu
blica.
A' ordem do subdelegado.da freguezia do Re-
cite. Antonio Jos Rodrigues, Felisbclla Maria do
Espirito Santo, por crime de furto e Joao Victa-
ino Torres, por crime de ferimento.
, A' ordem do do f districto da freguezia de S.
.'os. Emiliano Jos da Silva e Leoncio Barbosa
los Santos, por disturbios e Arthur Vasconcellos
de Albuquerque Maranhao, por embriaguez e
disturbios.
O subdelegado do 3" districto de S. Jos, do
termo de Palmares, commonicou-me que, em tr-
ras do engenho Macacos daquelle termo, travan-
do-se de razOes os individuos de nomes Pedro
Martins, Jos Francisco Bornfim, Manoel Procopio
e Martins de tal, d'ellas resullou sahirem Pedro
Martins e Jos Francisco Bomlim, feridos grave-
mente, logrando evadirem-se seus ofTensores.
Acerca do fncto procedeu-se nos termos da
le.
Aquelle subdelegado participoume tambem
que no da 16 do corrente em trras do referido
engenho Macacos, o individuo de nome Joaquim
Jos Tavares, assassinou com cinco facadas a
Francelino Tavares de Souza c Maria Quilina,
sendo preso en flagrante.
0 subdelegado tmou conhecimento do tacto,
fez proceder a vistoria e abri o competente in-
querito.
No dia 11 do corrente. no lugar Guand, dis-
tricto do Jupy, do termo de Canhotinho, Joaquim
Barbosa dtj Espito-Santo e seus filhos, todos ar-
mados, travando-se de razoes com Athanasio
Lopes. Jos Gongalves de Mello e ontros, por
Snestoes de rocas, deltas resultou sahir Jos
ongalves de Mello, ferido gravemente.
O delegado tomn conhecimento do fado, fez
proceder a vistoria e abri o competente inque-
rito.
O delegado do termo de Bom Jardim, partici-
pou-me, ter no dia 17 deste mez, mandado re-
colher a cadeia publica o individuo Jos Cypria-
no Bezerra de Mello, por embriaguez e offensas
a moral publica.
Deus guarde a V. ExcBim. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de polica
Cavalcante do Reg Albuquerque.
interino, Daro
Reeebedoria rovlneial
DESPACHOS DO DIA 18 DE MARCO DE
1889
Antonio Pinheiro de Carvalho, Jos
Pedro Rodrigues da Silva, Angelo Cesar,
Alvim d Chancn, Bedel & David, Vicen-
te Costa A Cf Hermann Lundgren & C,
Campos & Ferreira, Jos Antonio dos San-
tos, Casimiro Fernandes di C, Jos Joa-
quim de Azevedo, Azevedo Irmao & C,
Silva & Almeida, Jos G-oncalves Ferrei-
ra Guimares. Jos Rodrigues de Lima,
Souza Travassos & C, a sociedade anony-
ma Prado Pernambucano.Informe a Ia
scelo.
Alfredo Julio, Ismael filho de Luiza
Apofona Mayer.A' Ia seceSo para os
devidos fins.
Netto & Alves.A' seccao para infor-
mar.
Antonio Pereira de Oliveira Maia, Eu-
lalia Pereira da Cruz, Luiz Antonio de
Souza Vianna, Souza Rocha, & C, Theo-
doro Benzer dos Santos, Joaquim Felinto
Alves de Almeida, Maia Sobrinho & C,
Sal Marques dos Santos & C, Barbosa
Ramos de C, Joao do Prado Magalhes
Ribeiro.Informe a Ia seccao.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Cumpra-se.
EXTERIOR
Correspeadencla do Diarlo de
Pernambuco
Pakis, 24 de Fevereiro de 1889
. Segundo a praxe habitual, logo que demittio-
se o gabinete Floquet, o chefe do Estado chamou
o presidente da cmara dos depntados e encar-
regou-o de formar o novo ministerio. O Sr. Me-
line aceiten o terrivcl encargo, mas nao deixou
de fazer ver ao Sr. Carnot as difliculdades com
que tinha de lutar, visto que nao era fcil en-
contrar ministros em presenra da diviso dos
partidos. Veriflcaram-se os receioi>do presi-
dente da cmara; e no fim de tres ou quatro
dias, nada tendo conseguido, pedio ao chefe do
H stado que o dispensasse da misso e retirou-
se No obstante este recurso, e quando o Sr
Meline menos esperava, foi de novo chamado e
voltou ao palacio onde encontrou o Sr. Freyci-
net, que,tumbem fora convidado para o mesmo
fim. O ex-rainistro da guerra, dotado de um
espirito notavel de persuasao, convencen o Sr.
Carnot de que o Sr. Meline era o homem da si-
tuagao, qne poda mais fcilmente constituir o
[novo gabinete. Que faier ? O presidente da
cmara langou-se novamente em busca de mi-
nistros, mas sem o menor resultado.
Desde os primeiros dias da crise ministerial,
corria nos circuios perlamentares que o presi-
dente da repblica tinha-se reservado um presi-
dente do conseibo, que nao era outro que o Sr.
Tirard. Verdadeiro, ou nao, o boato confimou-
se. O Sr. Tirard foi chamado e appareceu.
como o Deiu-macliina de Horacio para cortar o
no gordio. 0 actual primeiro ministro o ho-
meui que depois do congresso em que foi elcito
0 Sr. Carnot, foi chamado pelo chele do Estado
para organisar o seu primeiro ministerio.
Aclia-se elle boje testa do ultimo ministerio
da legislatura; Deus queira que nao seja tam-
bem o ultimo do Sr. Carnot.
A poltica de coucentraco, que perfeita bur-
la, chama-se hoje de oonciliacao. Foi ella que
aindu desta vez prevaleceu. 0 gabinete Tirard
um amalgama em que se acham associados o
opportuuisiuo. o radicalismo, e mesmo a extre-
ma esquerda em doses diversas. Nelle dbmina
o elemento opportunista, mas com a condigao de
aceitar as exigencias dos grupos, que se acham
tamben representados
Esperava-se que., depois de taas experien-
cias j feitas sem o menor resultado, nao se
pensara na mais fauosa concentracao, que pro
duza lauentaveis cousequencias. Assim po-
rm nao succedeu.
Ha incontesiavelraeiite no novo ministerio bo-
mensde valor, cuino Rouvier, Constand, Fallieres
e o almiraii e Juurs, que pela platica, pela
scicncia e ti nueza de carcter podem chaiuar-se
homens de fcoverno. O Sr. Freycinet, ministro
da guerra du calimete Floquet, conquistou acon-
lianta e a esiuiia do exercito. O preprio Sr.
Yves Guyjt, que pe tenue a extrema esquerda.
um economista de grando talen o, que nSo
aceita as utopias do seu grupo. Se porm nada
ha a dizer quauto escolha dos homns, pde-se
aflirmar que nao foram re solvidas as questoes
de principios, nem tambeui as difliculdades da
situago poliiica.
O que tara o novo gabinete Como cliegarao
a um accordo os ministros sobre as medidas,
que tem de tomar ? Para responder a estas
questes cumpre esperar os seus actos :
Os no vos ministros "sao:
f Presidente do conselho, ministro do com-
mercio e da industriaTirard.
2 InteriorConstans.
( FinangasIlouner.
4 lostruceio publicaFallieres.
5 Justiga e cultos Thvenet.
6 GnerraFreycinet.
7 MdrhbaAlmirante Jaurs.
8 Obras publicasYves Guyot.
9 AgriculturaFaye.
16 EstrangeirosSpuIIer.
Hoje devia ter lugar urna manifestacao mons-
tro da classe operara, que devia apresentar-se
s portas do ministerio do interior, reclamando
medidas contra o estado actual de cousas. Aos
chefes fez constar o governo que nao seriam re-
ceidos e que todo e qualquer ajuntamento as
ras, ou as praca? publicas, seria dispersado
pela polica e pela tropa, se a presenga desta
iossc necessana.
Com receio de que podessem haver desordens
todas as medidas preventivas foram tomadas
hontem. O governador commandante da praca
fez recollicr aos quarteis toda a tropa, prompta
a acudir ao primeiro signal: o prefeito de poli-
ca pelo seu lado tornou medidas idnticas.
Dadas estas ordens, que chegaram ao conhe-
cimento dos manitestantes. a populajao pari-
siense pode estar tranquilla.
PARS, 26 de Fevereiro de 1889.
A declarago, ou programma do novo ministe-
rio, foi em geral recebida framente na Cmara
dos deputados. No Senado podemos aflirmar
que foi bem acolhida, tal vez porque pela primei-
ra vez desde muitos annos foram inscriptos em
um documente ofciaf as palavras:ordem
liberdade.
Excepto a impressao qua produzio a leitura
da Declarago do ministerio, a sesso desse dia
foi despida de interease.
Um deputado radical, procurando mostrar-se
zeloso do seu mandato, propz que para o exame
do orgamento fosse conservada a mesma com
misso, que fra nomeada para o orgamento de
1889. A idea nao sorrio materia dos depu-
tados. Dopois dos violentos ataques do Sr Giliy
contra vinte membros dessa commisso, que fo-
ram per aquelle collega considerados outros
tantos Wilsons, era natural que elles desejas-
sem urna nova elcico.
A continuago da conlianga da Cmara serii
para elles urna brilhante reparaco das calum-
nias, que Ibes assacara o Sr. Gilly.
O novo ministro de llanca declarou que accei-
tava o orgamento apresentado pelo seu anteces-
sor, afim de nao retardar os trabalhos da Cmara,
e que nao fazia questo dos nomes dos commis-
sarios. Se entretanto a Assembla quizesse pro-
ceder elenjo de outra commisso, ajuntou o
Sr. Rouvier, o governo pedia toda a brevidade.
A maioiia mostrou-se de accordo e marcou o dia
26 para a eleigo da commisso.
Os jornaes radicaes tem atacado e aecusam
o presidente da Repblica de tw exercido certa
presso sobre os homens encarregados de for-
mar o ministerio, fazendo predominar a sua von-
tade e a sua aft'eico.
Creio que sao injustas essas censuras, porque,
se o Sr. Carnot tivesse feito valer a sua vontade,
o Si. Ribot seria o ministro do interior e o Sr.
VYaldeck Rousseau o presidente do conselho do
novo Gabinete.
E assim devia ser, porque o presidente da Re-
publica, as visitas que fez ltimamente a cer-
tas provincias, leve occasio de verificar que a
opinio publica nao era por certo favoravel po-
ltica ale aqui seguida, que nao era nem radical,
nem revisionista.
Se o Si. Carnot nao se tivesse mostrado por
demais escravo dos seus deveres constitucionaes,
teria imposte as suas ideas, formando um minis-
terio tirado do grupo moderado do partido re-
publicano.
Gragas s medidas enrgicas, que tomou o
governo, a manifestago monstro dos operarios
ucou adiada. Os chefes decidiram que era pru
dente esperar occasio mais favovravel.
O memorando em que o cenculo boulangista
d conta dessa resolugao foi escripto em termos
moderados, excepto na perorago, gue diz o se-
guinte :
Resta agora que nos organ sernos para um
dia, que nao est longe, no qual, era vez de pe-
dir, possamos irapr pela forga a realisego de
nossas revindicagoes E' um adiamento araca-
gador.
Dizem alguns jornaes que o actual minis-
terio revogar a lei que banio de Franca os prin-
cipes de Orleans e os Bonapartes.
ro creio que a noticia seja inteiramente
exacta, mas bem possivel que se faga excepgo
para o duque d'Aumale, que nunca teve preten-
yOes cora.
A proscripgo dos principes nao foi por certo
urna medida que dsse forga Repblica ; pelo
contrario veio reanimar os odios contra a forma
do governo. A primeira consecuencia dessa lei
foi o apparecimento da declarago de guerra do
Conde de Paris e do principe Vctor Napoleao,
que at euto nao conspiravam.
Xinguem ignora que foram elles que animan-
do seus amigos a votarem no general Boulanger
deram-lhe a popularidade de que gosa boje o
ex-ministro Ja guerra.
Nunca o partido boulangista teria tomado o
incremento, que tomn se os principes o tives-
sem protegido com a sua influencia, e tal vez com
o seu dinheiro.
Foi um grande erro, |que commetteu o minis-
terio Freycinet em 1886, e produzio nma verda-
deira revolta entre os homens sensatos e hones-
tos do partido republicano. Mas o espirito jaco
bino da seita radical e de urna parte dos oppor-
tunistas, despeitados pelo resultado das eleicOes
de 1885, teve mais for^a do que o bom senso $ a
boa razo.
A lei ro votada por 315 votos contra 232 e
confirmada pelo Senado por 141 coitra 107.
Os principes tornaram-se inimigos impjacaveis
do governo depois dessa lei antepolitica, e des-
de ento nao teem cessado de crear difliculdades
Repblica. Sem esperanga de poder entrar
em Franca, emquanto ella existir, tiveram a for-
tuna de por a mo sobre um general despeitado,
e fizeram delle o instrumento de seus odios.
Se o governo comegar por abrir as portas ao
Duque d'Aumale, a^nedida contentar os ho-
mens que nao se deixam cegar pelo espirito de
partido e poder produzir urna influencia salutar
as prximas eleiges, arrebanhando grande nu-
mero de eleitores, que se anastaram da Repbli-
ca em f88o e vkram engrossBT os (Reirs bou-
langistas.
O rgimen municipal das gran-
des cldades estrangeiras
(bevxe des deux mondes)
IV
(Continuago i
Em 1870, o Sr. Augstin Cochin assignalava,
em um artigo na Revista dos Dots Mandos, tragos
couimunsa todas as capitaes; accrescno da po-
pulago, obras novas, uovos unpostos, empresti-
mos frequentes, dividas cada vez maiOres, revea-
tindo-se muitas vezes os negocios d'essas cida
des do carcter de negocios do Estado, repou
sando seus o remenlos spbre os impostes directo,
quando o poder central alimenta seus recursos
com impostes indirectos, equilibrando-se pelo
contrario pelos impostes de consumo, quando a
propriedaae est muito sobreearregada com pro-
veito para este. Genebra nao faz excepgo a re-
gra; all, como em toda parte, o conselho muni-
cipal tiespende muito c aformosa a cidade. A
poltica pura cusa muitas vezes muito caro eno
compensa ; a boa administrago tem a felicidad*
de fundar por largo lempo, sabe que o ruido nao
faz bem, que o bem n&o faz rumor, que, em falta
de gloria ruidosa, mas pas?ageira, obras mais
modestas, urna igrtj, um hospicio, um parque
dm canal, duram seculos, atravessam revolucoes
e do testemunho perante a posteridade.
Nada ha mais penoso do que fixar os caracte-
res da coostituigc suissa : scmelhante s divin-
dades Iiipds essa constituigo muda tantas vezes
de espirito, que torna-se quasi impossivel acom-
panhala as suas metamorphoses ; anda peior
quando se quer penetrar no ddalo das leis can-
tonaes, e a Icgisago communal participa d'essa
mobilidade.
Desde 1847, varias leis tm modificado a orga- .
nisaco municipal de Genebra ; actualmente, essa
cidade administrada por um conselho munici-
pal de quarenta e um membros, eleitos por qua-
tro annos, investido de autonoma asss lats, e
por um conseibo administrativo de cinco mem-
bros, ambos eleitos por quatro annos. Este ulti-
mo, poder collectivo, substitue o maire e os ad-
juntos das outras communas e percebe ordenado :
considerou-se que Genebra comprehendendo por
si s a metade da populaco do-canto, um matre
central seria capaz de dar xaque ao governo.
Quando a cidade quasi tudo no Estado, nao
convm que a autoridade da cidade possa dimi-
nuir a autoridade do Estado.
O conselho administrativo desempenha as func
gies de poder executivo, prepara o orgamento,
nomeia, superintende, deraitte os agentes mnni-
cipaes, aceita os donativos de bens movis at
concurrencia de 2.500 francos, oceupa-se da via-
gao publica, do estado civil, prope ao conselho
de Estado os regulamentos que julga uteis ; nao
tem a direcgo da polica. E' eleitor communal:
1., todo o cidado genovez que gosa dos seus di-
reitos polticos, nascido aa communa, si n'ella
proprietario ou ahi domiciliado a mais de um
anno; 2., todo o cidado suisso de outro canto,
aps tres mezes de eslabelocimento ou de domi-
cilio.
Quanto tutella exercida sobre o conselho
communal, pde-se comparal-a que existe em
Franga, sobre a reserva de que na Suissa ella per-
tcnce a corpos electivos, ao passo que em Franga
tem em geral por interpretes os agentes do poder
central. O conselho de Estado pode, com a appro-
vago do grande conselho suspender e dissolver
o conselho municipal, com a condigao de fazer
proceder nova eleigo no prazo de um mez.
Os allemes, dizia o Baro Nothomb, gabam-se
de nada pedir emprestado aos outros, de tudo in-
ventar : tanto se inventa em poltica como nos
sentiraentos. S ha um modo de ser livre.
Nao so os belgas no se gafcam de inveatar
tudo, como tt'm horror s mudangas bruscas, ava-
liam que um povo, sempre em vespera de derri-
bar o seu governo, nao um povo, que sua exis-
ten ia mais precaria que a das triDus do deser-
to, que, ao menos, trazem algumas ideas, de or-
dem hereditaria as dobras de suas barracas;
tambem desconliam profundamente dos grandes
parladores do radicalismo que pretenden) fazer
de tudo questo;' amando a liberdade moderna,
nao receiam amalgamal a ao setf government feu-
dal.
Nomes velhos, cousas velhas, instituiefies ve-
Ihas transformadas, adaptadas s necessidades
novas, conservaram tudo que se poda guardar,
e bem assim os conselhos provinciaes, e essa
deputago permanente que procede directamente
da deputago dos Estados antes de 1789 e servio
de modelo s commisses depaitamentaes insti-
tuidas em Franga pela lei de 1871.
Ha, em cada nma das 2.541 commnnas belgas
um burgomestee. almotaceis e um conselho: o
bcrgomestre, nomeado pelo rei, que, com a opi-
nio favoravel da deputago permanente, pode
escolhel-o fra do conselho: os almotaceis, no-
meados pelo conselho turna lei de Dezembrode
1887 acaba de tirar a nomeago ao rei); dous as
cidades que tm menos de 20.000 almas, quatro
as cidades mais povoadas; Bruxellas e Antuer-
pia tm cada urna cinco almotaceis. A constitui-
go lixa em 20 floris (42 franco 59) o mioimo.
do censo eleiteral, mas s o estabelece para as
eleiges legislativas (5); em materia communal
e provincial, sendo regradas as condiges de di-
reito eleiteral por simples leis, pde-se alrgal-
as. O numero dos eleitores convocados para ele-
ger os couselhos communaes, portante muito
mais consideravel, porque nao se exige d'elles
sino um censo de 10 francos, ou a quadade
de capacitarlos, que conferem, ou um attestado
de estudos em urna escola livre ou official, ou um
exame de instruego primaria, ou anda um em-
prego, urna profissao.
Largamente aberla aos pequeos funecionanos,
aos pequeos burguezes, aos condecorados, aos
que tm medalhas, aos diplomados, a lei nao ad-
mite, na classe operara, sino os chefes de offi-
cinas. Mas, as cidades muitos artesaos conse-
guiram, pelo exame, conquistar o diploma eleite-
ral: e, as associagoes operaras, freqnentam
at curso para esse fim.
Assim, o corpo eleiteral communal defiere, na .
apa cifra, na sua essencia, do corpo eleiteral le-
gislativo. Em Bruxellas, sobre cerca de 13 elei-
tores communaes, s 7.500 tm o direito de to-
mar parte as eleigoes do departamento.
O orgamento dessa capital elevava-s -, para o
anno de 1886, a 26.779.667 francos, fornecidoe
pelos- recursos ordinarios, extraordinarios e. pelo
tundo de emprcstimo.
E' sabido que, entre 'os nossos visinhos, os
direitos de arrecadago, supprimidos em 1791.
restabelecidos em o anno VIII, foram definitiva-
mente abolidos em 1860.
Vara compensar esta perda o legislador con-
cede s communas 40 / dos direites de barrei-
ra, 75 /tf dos direites sobre os cafs, 34 /. dos
direites sobre as bebidas, vinhos, aguardentes,
cervejas, vinagres, assucares provenientes do es-
trangeiro; de alguma sorte como si o postigo
do recebedor tivesse recuado 100 pasaos e fbsse
levado da barreira fronteira.
Esta medida nao satisfaz a ninguem ; nem os
habitantes do campo, que ella obnga a partici-
par das despezas das cidades. nem as cidades,
cujas receitas conservara-se Ixa3 e nao podem
mais bastar para as despezas, ao passo que a
arrecadago, mais elstica, permiltia satisfazer
s necessidades novas. Aproveitou-se a era de
irosperidade inaugurada em 1870 para irans-
urmaros velhos quarteirOes, sobre os quaes
eleva-se actualmente urna cidade nova ; mas,
aps o periDdo das vaccas gordas, a raunicipali-
dade teve de enfrentar com odas vaccas magras;
deixou prude ueinente de demolir, de edilicar e
empregou todos os seus cuidados em concluir,
em fazer fructificar os trabalhos encetados.
(5) Os belgas nao tm o sufiYagio universal,
mas tudo caminha bem e funeciona Jiem : incii-
nam-se at a crex que o redimen parlamentar,
que entre elles chegou perfeico, i aa-
bedoria dos partidos, gragas iufli lc-
rativa da realeza, ineompativel com esse. sys-
tema de voto que Gaiubetta aconselbava ao Sr. de
Lave'eye que uao adoptasse, porqu dizia elle,
vos entregara ao clero.




2
iario de Pernambuco-^-Quarta-feira 20 de Margo de I $89
- .' '
0 equilibrio do orgttnento acha-se actoal-
aente restabelecido, e ella vai, sem duvida, apos
este repouso, gauhar novo di senvolvunento,
mgas aos milnoes coa os quaes a umficaco
lio emprestimo encheu a soa eaixa.
Bsta erande operario foi ejecutada em 1886,
oomuw babilldade que m honra ao collegio.de
almotaceis e ao conselho, o emprestimo novo,
^een luio-sc por89 annos, com o capital
Eu nao a conhego, respondeu-lhe esta,
nunca a vi mais gorda...
Mas olha que, quando entramos, elle
dirigio-se para raim com intengao talvez de
apresentarnos a sua gente; mas tu e as
meninas vinham na frente a correr com o
sentido as duas janellas...
- Era o que falta va eu perder o meu
a grate do Ma-
sabbado ultimo, precipitaram-se duas faiscas
elctricas : urna 3obre o predio terreo do larso
do Rosario e onde teh estabelecimento o Sr.
Joo Francisco dos Santos ; e a ontra cm trras
do engedho Condado, na estrada.
A primeira faisca s produzio damno mate-
rial, pois apenas estragou parte da coberta da
casa A segunda faisca, porm, atlingio urna
crianza que da cidade do Divino Espinto Santo
segua para o referido engenho Condado, matan
do-a imoftlb
rr.ai.- urna son
rea, aos riscos e peijas
de recebe o capital eces
&o dos direitos'doa-B*di
m de 20 milh- -
Enuraanto o servico dosfluti-os eniprestimos
aecessava de una annoidade de 9.42300
i'raiK: os juros e amortizacao do novo empres-
-tira-..
pm regulariza" tave* consorte do hr.
lhe cariuhoaamente
Veai bem d'ahi, Ramiro?
Qual,. sinh, nao vejo nada.
Olha, segura naque lia eadeira*,
de
ver
timo so < xigem urna renda annuai de 8.62o.O"** ghi ao p. Lugo que coinegarem a pasaar
tudo
Sr.

(raneo
A propria Bruxellas nao representa em Bru
lias senSo um ncleo de cerca de 173.000 ba^
litantes sobre' urna popularlo total de quasi
100.000. Essa capital ccmp6e-se, com effeito.
de urna aggloraerago de communas absoluta-
laente-iiid&paBdenles tem aira suburbios, cada
am com o seu burgomestre. seus almotaceis, seu
sonselho eommunal, sua guarda cvica, seus regu
lameniots. o impostos : sua administraeo nada
*em de coonjum com Bruxellas, nao interven
H cousa ateuina no seu orcamento, e rompe
omitas vexes em conflictos com a sua raunicipa-
Bdada Os esforcos tentados a favor da annexa-
;4o forma mal logrados, receiando os dous par-
dos ci-rieses e liberaes, erigir, em face do go-
veruo, um Estado no Estado.
A municipalidad* de Bruxellas tem trinta e
am ronseHieiros communaes, eleitos por seis
annos. renovados por metade todos os tres an-
aos : ha amitos annos o partido liberal domina
ao Palacio municipal. Na penltima eleigo, a
fraega adianlada do partido afli tinha introdu-
do dous representantes do partido proletario,
com o quai concluir um paoto eleitoral, si bem
que o programa desse partido seja francamen-
te socialista Mas, em Outubro de 1887, os li-
eraea moderados tomaram a dianteira e substi-
dous socialistas por um conselbeiro
n chefe de oflicina de um jornal, que se
jai dos socialistas e dos republicanos e que
tttdn proletario unicaraeate por este fac-
das suas h>iras. Quanto aos conse-
Ijuunaes dos oito suburbios, elles tm
^uni rnaioria liberal, e dous ou tres
apertrios ou burguezes adeptos a esse partido
fimtturisaus/.
A tutclla administrativa (6) exercida pelo re,
t goveraador e a deputacao permanente, r le-
ralmente, bastante severa; mas o espirito de in-
aepentleoeia das communas conserva-se omnipo-
lente, <\ como me escreveu um publicista dis-
Snclo,o Sr. Gecrge Vautier. tem por contrafortc
a opinlo publica anda enlevada pela tradicgao
4os co*proprietarios flamengos e das quatro li-
erdudes ardeaes : liberdade da imprensa, li-
benlade .nos eultos, liberdade do ensino, liber-
dade e-asfioriaco. Viram-se grandes e peque-
aas communas enfrentar com o governo por no-
nadas.e sempre tem custado caro aos gabinetes
rae bao querido quebrar essas resistencias.
i Contina).
(6) io ha na, Blgica polica de governo ; a
polica, ;amquanto os coramissarios sejam no-
eados pelo re e recebara ordem dos juizes.
est intetramente as mos da autoridade eom-
munal.
Quanto guarda cvica, cuja composigao asse-
elha antiga guarda nacional franeeza,
tambera organizada por communas, e sob as or-
dens burgomestres, forma um verdadeiro exer-
ctto eommunal.
aoleque, a respei-
Pi menta perguntoti*(

poe
as sociedades, trepa, que has
muito bem.
Na janella do centro a familia do
ManoeUinho, de ar carrancudo, ar que n3o
ar qui
, da
VARIEDADES



O* mart>re lo Caraaval
Vi o-se antehontem, como vulgarmente
ae diz em cajeas pardas ou em palpo* de
annhns iSr. Manoelsinho Vidal, estabe-
!ecid Tidor.
O Sr. Manoelsinho, ou por tempera-
entvj ou por fbrea do negocio que exer-
e naquella roa, de urna amabilidade
jroverbial.
No quarteirao costuma-se dizer:
Bora, como o Manoelsinho.
Polido,icomo o Manoelsinho.
Nunca, os fregnezes, e sobretudo as fre-
gnezas que lhe enchem constantemente a
leja, pondo em continua actividade os cai-
xeiros, a virara de sobresenho carregado
en a cijntrafazer sorrisos.
Pois bem; imaginera este hornera prover-
lalmeiue amavel diante de todas as fre-
gnezt*. <[iie sSo innmeras, e que lhe pe-
lem. cim vozes mais ou menos nauta-
das, uma janella para assistirem .de sua
casa s feataa do carnaval.
Outro qualquer destulpar-se-hia muito
aturalmente:
Minhas senboras, a sala pequea,
tem apenas tres janellas... mas emfim...
Nestemas emtmi com as reticen-
cias do .estylo, pode-se desvendar, sem
grande quebra de polidez, uma negativa.
Mas o Sr. Manoelsinho nao sabe dizer
naoa ninguem.
E as freguezas principiaram a encher-
lie a sala desde as 2 horas da tarde.
A primeira familia que entrou-lhe pela
porta dentro foi a do commendador Pi-
sen ta.
Desta familia, o.Sr. Manoelsinho conhe-
eia apenas a mai e a filha, que eram as
nicas que lhe appareciam na loja.
Vao os leitores, entretanto, contando a
genje que entrou.
Vinha na .trente o chele Pimenta, em-
Enhando o chapeo alto amarrot&do o ain-
arripiado, o que era uma prova incon-
eussa, Je que lbe tinham ido ao pello
m guma bengalada ou encapellacao.
Atraz seguia a esposa, vistosamente
ajaezada.
Api'is a esposa
eido.
Depo a ora, acompanhada de duas'
a esposa,
a filha, de nariz
tor-
amas, dando a mao cada,uma ao respe-
ctivo htbi.
Duas primas, amigas da ora, que ti-
abam vindo expressameate da fazenda
jtara assistirem festa.
E um moleque de estimacao, fardado,
jue a Sra. Pimenta nao deixava andar s,
para nao perder-se, e que tinha a cara e
a gola da libr ainda cheias do p de arroz
iom que lhe mimoseara a garotada da ra.
Aa todo U pessoas!
As janellas da sala do Sr. Manoelsinho
sao apenas tres.
Uma, a do centro, j estava oceupada
pe: la familia, composta de mulher e tres
Slli;:.
A familia Pimenta, pois com todos os
eu, aggregados installou-se as duas ja-
atel! stavam, aboletando-se a mai,
as e na outra a filha, as duas primas e as duas
amas, com os respectivos bebs.
O moleque ficou atrs da janella em que
sinh velba, metiendo de 4vez em
-. cabeca entre as duas oras, para
i que se paasava na ra.
Dma vez insultados, o Sr. Pimenta ob-
Mposa:
aiada nlo lomos comprimentar a
anoelBinho.
era percebido pela tribu Pimenta, discuta
com o chefe :
Fizeste muito mal.
Papai nao tom animo ue dizernSo
a ninguem.
E agora onde que havemos de ac-
coraraodar a gente que convidamos ?
Ora, ha de se arranjar tudo.
Que caras duras? Nem nos abaixa-
ram a cabeca quando enti-aram.
Chii! Mamai, olhe o que vem por
alli ?
O Sr. Manoelsinho voltando-se.
Era a gente do Gonzaga que entrava.
. A familia Gonzaga compunha-se de seis
pessoas, sem contar tres crianens e urna
crioulade vestido encarnado, que, apenas
vio as janellas oceupadas, ficou logo de
visivel mao humor.
O Sr. Manoelsinho fo:. comprimental-a
com a amabilidade do estylo :
Chegaram um pouco tarde, mas em-
fim hlo de se arranjar do raelhor modo
possivei.
A filha do Sr. Pimenta, vendo a possi-
bilidade de ser incommodada na janella
onde esteva, disse para as primas e as
duas amas:
Abram bem os bracos. Aqui nin-
guem entra.
E todos aquelles cotovellos unidos e fin-
cados na balaustrada da janella fermaram
uma especie de mnralha cyclopa, contra
a fqual seria impossivel a tentativa de
qualquer invasSo.
Apezar da cara carrancuda da familia
do ISr. Manoelsinho, a familia Gozanga
installou-se na janella:d.i centro oceupando
um canto a Sra- D. Pimenta, que a mu-
lher do dito Gonzaga.
O mo humor da crioula do vestido en-
carnado augmenta va a olhos vistos.
A Sra. D. Placida, nao podendo oonter
a indignaclo por ver a cria de beijos pu-
xados, voltou-se para ella e disse-lhe:
Olha, diabo. se tu continuas oom
estas trombas, eu te mando j para easa.
A crioula via as suas companheiras, no
doce gozo da lei urea, de porte'vozes em
iiinho, todas as empoadas, com lentejou-
as a brilharem-lhes nos ros tos e nos hom-
bros mcio porvilhados, imagmou que, em
vez de estar alli janella sem nada ver,
podia t'azer tambera parte da troca, e por
isso cada vez mais .se lhe destendiam os
beicos. ..
Enafl ordens foram crescendo propor-
ceb que outraa vinham chegando.
As fileiras de detrs iam se arranjando,
como podiam, sobre as cadeiras, que apa-
nhavam a geito, urnas cadoirs novas, que
vergavam sob o peso de mulheres gordas
e de Bujeitas de boas banhas.
De vez em quando um dos tees espe-
ctadores dizia ao ouvido do Sr. Manoelsi-
nho um segredo, e l iam os dous levar
uma crianca ao lugar o mais recndito da
casa.
Emfim, para encurter a historia, que j
vai longa, o Sr. Manoelsinho teve de dar
doces, empadas a toda aquella gente, que
sujou-lhe a casa, estragou-lhe a mobilia
e. nao satisfeita com isto, ainda cortou-
Ihe na pelle.
Franca Juaiou.
Fall.MltWaraa O itmm corw;s|iondentp da
corte deu-nos^per telegranntiaa-trltsle norf*i>d
havealli :ftticido--ri'pentmaaieiMe o ajudanu
general do sxnrcito, inarechal Sevenano Martins
da Ponseca.
"OilIustre-genratTiclOs seuS-senigos relevan-
tos a patria, pela sua dedicarlo aos principios
que jurara e que soube sempre manter a>m a
convicgouo seu elevado espirito, merecer em
vida a estima e consideracao dos seus concida-
dos, a adntiracao e resprito'dos seti's irm3os
d'armas.
De uma carreira brilliante, Iluminada pelo
deverdo qualhabituara-se a ser escravo.o illus.
tre militar na paz ou na guerra poda ser con-
siderado como exemplo a seguir pelos seus com-
panbeiros.
Perdc o paiz um dedicado servidor e a classe
a que elle pertencia um dos seus ornamentos.
Teudo assentado praca em 35 de Setembro de
1841, foi em 12 de Novembro do anno seguinte
norneadoalferes secretario com direito a accesso..
Dessa epocha em diante conquistou as seguin-
tes promocOes : Io tenente em 27 de .Agosto de
1849, capitSo em 30 de Abril de 1852f major em
22 de Janeiro de 1866, por antiguidde.
Tomando parte na guerra do Paraguay praticou
repetidos actos de bravura, que deram lugar a ser
elle promovido a tenente coronel em 1 d lulho
de 1867 e a coronel em 30 de Outubro de 1869
com antiguidde de 12 de Agosto do mesmo
anno.
Em 27 de Junho de 1877 coubc-lhe a promo-
580 ao posto de brigadeiro e ltimamente ao de
marechal de campo
foi commandaute da escola militar da corte
por nomeago de 19 de Abril de 1879, vogal do
conselho supremo militar e veador de S. M. a
Imperatriz.
Exercia agora o elevado cargo de ajudante ge-
neral do exercito e no desempenho de sua dif-
flcil missao houve-se sempre de modo a captar
a conflanca e estima dos seus subordinados e a
approvacfto dos seus actos por parte do governo
imperial.
Pelos servicos prestados o governo imperial o
condecorara com o officialato da ordem imperia'
do Cruseiio, com a commenda da ordem de
Cbristo com o oflicialato da ordem da Rosa, com
a inedalha concedida ao exercito emopencOes na
repblica do Uruguay, com a medalha (fe mrito
e com a medalba com memorativa da terminacao
da guerra do Paraguay, onde fizera elle cinco
annos de campanba.
Lamentando profundamente a perda do Ilus-
tre general, apreseiitamos nossas condolencia a
sua Exma. familia.
Carlos de Moraes Gomes Fer-
1." Secretario
reir.
2." Dito-Francisco Gurge^ do Amaral.
. Administrado
Commendador Luiz Duprat.
Commendador Manoel da Silva Maia.
Dr. Manoef Gomes de Mattos.
Commisso fiscal
Antonio Feraandes Ribeiro.
Commendador Francisco Ferreira Baltar.
JoaquM# J# de Amorirn.-'1
Fa< HHtne de Dirr4i<> -1 congregacib
uta-sessao-de hontem reslyen adrar a defea
theses do -bacharel Joo Elymo Castro Follucfi
parao di? immediato aquel le mi qu temiflbii-ern
os exames dos alumnos dos diVwiB anlfbt^B'eg-
ta Faculdade, os quaes
diante.
i?erlnanto. Espirito' Santo e seus lilhos, no dia 11 do corren-
te, no djstricto do Jupy, do termo de Canhotinho
se travado de razOes por causa de questOes" de
rocas, com Athanasio Lopes e Jos Goncalves,
succedeu sahir gravemente ferido o ultimo, ten-
do-se evadido os aggressores.
A polica procedeu o iuquerito e mais deligen-
cias necessarios.
Werico mtltfar- Esto designados'para
superior do dio hoje o Sr. capit&o Pedro Velho
*he S Barrete para ronda menor o Sr. alferes
Manoel Feliciano'Ladislao dos Sanios.
A guarnicad d,i cidade -dada boje pelo 2o
batalhao.
Existcra em tratamento na enfermara mi-
Mara, Pernambuco, 2 annos, Recife ; diarrha.
Rita Marti nba do Monte, Pernambuco, 20 an-
nos, solteira. Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Anna Mara da Cooceigao, Pernambuco, 25
annos, solteira. Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Antonio, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vitt;
asthrna.
eOntinuoMM de1ftJ| em litar 40 pracas do cornos Pasou a nrofflpto- da empregadoao quar-
<.r<-ml>.IoN PiuretUferetl: LX+Hm '
Essa asstUPaeo renes,nanhSVf .'las 11 tro-
Aif-aablr Provine!! Funccionou
hontem sob a presidencia do Exiu. Sr. Barao
de Caiar. tendo comparecido 22 Srs. depu-
tados.
Foi lida e approvada a acta da sessao antece
dente, lia vendo orado o.-r. Joao Augusto.
O Sr. 1. secretario procedeu a leitura do se-
guate expediente :
Um oflicio do secretario do governo remenea-
do copia de um oflicio da Cmara Municipal do
Recife soheitando autorisagko para eiTecluar com
Ernesto Vieira de Araujo o contrato de arren-
damento do Mercado de S. Jos e bem assim
copia do oflicio que foi expedido referida 1 a-
mara exigindo nformagoes que |at a presente
data nao foram prestadas.A quera fez a re-
quisigo.
utro da veneravel irmandad do Senhor Bom
Jess dos Passos, erecta na matriz do Corno San-
to convidando esta Asscmbla a acompannar as
procissOes de 4 c 5 de Abril.Inteirada.
Foi a imprimir sob n. 7 um projecto creando
uma cadena mixta em Batateiras c outra em
Caiielleira do Bonito.
Encerrou-se, depois de orarem os Srs. Jos
Maria e Rogoberto Barbosa, um requerimento
daquelle Sr. depntado pedindo infonnages so-
bro a prisao de Jos Cyprano e sua familia em
Bom Jardira, nao se votando por falta..de nu-
mero.
Passou-se ordem do dia.
Approvou-se em 31 discusso, sendo reineltido
commsso de redaego, o substitutivo aopro-
tecto n. 118 de 1888. (prazo do privilegio da Com-
panbia de Trunos Urbanos do Recife a Olinda e
Beberitte) sendo regeitado o requerimento apre
sentado na sessao antecedente.
*pprovou-se por 15 votos contra o, a lei nao
sanecionada de que trata o parecer n. 79 de
1888, adoptando tal qual se achava a resoluco,
autorisando a contractar-se a fundago e crea-
gao de um moinho a vapor para moer grao de tri-
go e preparar a farinba.
Approvou-se cm 1 discusso o projecto n 4
desto auno (aposentadoria do procurador da C-
mara Municipal de llanibe.)
Eucerrou-sc a discusso da lei nao saneciona-
da 'A que se refere o parecer n. 87 de 1888 (isen-
go de impostes fabrica de couros que mon-
tar J. C.LevyJ nao se votando por falta de nu-
mero. 1
Proseguio a votaco das emendas ao projecto
n. 94 de 1888 (orgamenlo provincial; nao se ter-
minando por falta de numeio e havendo orado
pela ordem diversos Srs. deputados.
Foram a'iprovadas as de ns. 14 a20, 23, 24,
26, 2, 30, 31, 33, 35, 36, 41, 42, 44, 45, 47, 48,
50,51, 56e59; regeitadas as de ns. 10,11, 22,
27, 29,32,34, 39, 40 Kl, 58 e 62;' preju-
dkadas as de ns. 12, 21, 54, 55. 57 e 60 e reti-
radas as de ns. 13, 46, 49 e 61.
A ordem do dia 6 : continuayo da anteceden-
te e mais : Ia discusso tios projectos ns. 32,
69 e 13 e 3' do de n. 117 todos de 1888.
A sesso de ante hontem foi presidida pelo
Exm. Sr. Baro de Caiar.
Faf m eleetrtcMPor occasiio de uma
grande, trovoada que cabio sobre Pao d'Albo, no
Tribunal do hontem nao pode ser installada a 2* sessao deste
Tribunal por s haverem comparecido 18 juizes
de facto.
As 11 horas da.maoba, presentes o Dr. Joa-
quini da Costa Ribeiro, juiz de direito do dis-
trcto presidente do tribunal, o Dr. Alfonso lin-
dense Ribeiro de Souza, 2> promotor publico da
comarca e o capito Florencio Rodrigues de Mi-
randa Franco, escrivo privativo do jury, fez-se
a chamada geral dos jurados sorteados,.
Foram multados em 30* por nao terem com-
parecido os jurados constantes da relag&o hon
tem publicada e mais os seguintes :
Antonio Valentim da Silva Barroca.
Dr. Antonio de Siqueira 1 arneiro da Cunha.
Dr. Argemiro Al ves Aroxa.
Dr. Antonio de Souza Pinto.
AbIobo Jos da Cunha. ,
Argeo i'arreto de Mello Reg.
Abdisio de Vascouccllos.
Bellarmino Francisco de Paula Madureira.
Rento Manoel de Castro de Mello.
Bernardo Ferreira Loureiro.
Candido Emigdio Pereira do Reg.
Francisco Jos da Silva.
Francisco Joaquim de Souza.
Francisco Augusto de Araujo.
Joao Antonio de Mello.
Joaquim Ignacio Coma.
Jos Duarte de AJbuquerque Maranhao.
Jos"Coelho da Silva Araujo. .
Joaquim vanoel de Medeiros.
Jos Alfredo de Carvalho Jnior. .
Jos Luiz de Souza.
Jos Bruno Correia.
Jos Goncalves Ferreira da Silva.
Joaq: ira Max i miao Pestaa
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Manoel Diogo Chaves.
Tito Livio Soares.
Foram sorteados os seguintes supplentes :
Recife
Jos Pedro da Cruz Neves.
* Sanio Antonio
Dr. Joao Clodoaldo Monteiro Lopes.
Jos Gurgel de Oliveira.. "
Antonio Jos d Silva e Souza.
Manoel de Barros Cavalcante.
Guilherme Ferreira Ramos.
Hellarmino Alves Neiva.
Dr. Virgilio Tavares de Oliveira.
S. Jos
l.i-iz Manoel Rodrigues Valenga.
lieliodoro' andido Ferreira Rabello..
Joaquim Mauricio Gongalves Rosa.
Manoel da osta Saldan ha.
Cesario Jos da Silva Bastos.
Boa-Vota
Jorge do Reg Baplista.
Silvino Antonio Rodrigues.
Jos Paulo Maciel de Carvalhe.
Joaquim lves da Fonseca.
Jo^ Augusto da Costa Guimares.
Dr! Jos Austregesillo Rodrigues Lima.
Thomaz Carneiro da Cuaba.
Dr. Manoel Martins Fiuza Jnior.
Manoel do Nascimento Silva Bastos Jnior.
Manoel de S Leitao.
Gracfl
Manoel Francisco das Chagas.
Afoqados .
Jos Francisco de S Leitao.
Francisco Borges Leal.
POfO
Thomaz da Gama Lobo.
Dr. Salustiano Jos de Oliveira.
Manoel Jos de Almeida soares.
Jovino Banoeira Filho.
A sessao foi adiada para hoje s 10 horas.
AnntversArio Faz hoje 11 annos que foi
coroado como chefe supremo da Igreja Catnolica,
Sua Santidade o Papa Leao XIII.
BailenRepetem-se boje os.bailes pblicos
nos meatros de Variedades e Santo Antonio, que
esto bem decorados e sao lindamente Ilumi-
nados
Os de hontem foram bastante concurridos.
Companbi Pheaix rcrnitmbuca
I na-Teve lugar hontem 1 hora da tarde a reu-
n "10 ordinaria da assembla geral dos accionistas
desta companhia.
Presentes 28 accionistas representando 335 ac-
goas, foi apresentado o relalono da administra-
'go e o parecer da commisso fiscal, relativo ao
anno social de 1888, senda approvados unnime-
mente.
icedendo-so as eleicoes foram eleiti
Assembla geral
Presidente Commendador Francisco Ribeir Pin-
to Gui maraes.
Vice-pre8identeCommendador Joo Jos Rodri-
gues Me n des.
ras dodttfM respectiva SSHf^effttlsaembl'
ral, pare o lim de proceder eleigo do seu novo
conselho director.
. Cana de Detent-o- Amanh,' perante a
junta do Thesouro Provincial, ir a pragao for-
necimento da alimentagao e dietas dos presos po-
bres da Casa de etengao. no trimestre de Abril
Junho prximo, serviudo de base a diana de
420 res.
Re tota liruiti-nda HWebemos o 11. 538
da Revista Ilustrada, semanario fluminense que,
dia dia, conquista mais renome*.
Vapor !%e*aEste vapor da Real Mala dei-
xou hontem o porto da Babia, pelo que deve ebe-
gar aqui amanh. ^
Club SReorganisou-se nesta cidade o an-
tigo Club Carnavalesco 33 e seus associados
em uma reuniao effectuada no domingo 17 do
corrente elegeram sua directora que assim licou
constituida :
Presidente
Albert D. Fernandes.
Vice-presidente
Jos-R. D. Fernandas.
1- secretario
Augusto Araujo.
2- secretario
P, Antunes.
Thesoureiro
Antonio J. Soares.
Procurador
Manoel M. Azevedo.
Seri'ico da mm:raro Ao inspec-
tor geral das trras e coionisago dirigi o mi-
nisterio da agricultura, a 6 do corrente, o aviso
seguinte :
Encontrei como V. 8. nao ignora, na visita
que fiz hospedara de Pinheiros, cerca de 300
italianos, naturaes de aples e da Calabria,
pouco dispostos a rgimen da internago. ape-
zar de regularmente alojados e bem alimenta-
dos : e informado de que um grupo dos mais
exaltados ameagavam o pessoal da administra,
gao da hospedara, sendo necessario apprehen-
der algumas armas de fogo,' autorisei a sua re-
mogo para outro ponto.
Procurando saber a causa do movimento, fui
informado de que aquelles immigrantes pretex-
tavam a demora de sua partida para S. Paulo,
quando apenas esperavam oppartunidafle, pela
conveniencia de evitar novas ogglomeraeoes na
capital daquella provincia.
a attituue ameacadora desse grupo dentro de
uma hospedara que abriga va. 11a occasiao, 1,600
pessoas da mesma nacionalidade, nao poda ser
cousa indifferente e proeurei saber por qpnta de
quem tinham sido introduzidos.
Corrtiando a essa mspectoria a indagago do
facto, pois que de prompto nao pude obter es-
clarecimentos mais completos, inforraou-meV.
S., a 2 do corrente, que aquelles italianos, quasi
todos solteiros, tinham vindo no vapor Jara, en-
trado ueste porto a 21 do passado, pagando el-
les mesmos as suas passagens e que nao eram
agricultores.
Fui ainda informado de que muitos delles,
ameagadores e arrogantes, tinham no seu poder
armas prohibidas.
Se V. S. reputa completas as informages
oue me transmittio, naja de providenciar para
que taes inmigrantes tomem destino, ofQciaodo
s autoridades rompetentes para que exercam a
devida vigilancia E' indiipcnsavel examinar
que nao estejam comprehendidos naquelle nu-
mero mmigrantes bem intencionados e dignos
de todos os favores.
Se tivessem vindo por conta dequalqulbrdos
contratos em vigor, era o caso de repatriacSo,
depois de minuciosa syndicancia, porque a in-
troducgio de homens qne, em vez de instrumen-
tos de trabalho, trazem armas prohibiaas, qne
as levam comsiso, contra as disposigOes do re-
gulamento da alfandega, e recompensara com
araeacas a generosa hospitalidade com qut sao
tratados, que nao dao a menor garanta de sua
aptido para o tral,albo, pode coovir aos intc-
resses da especulago deshonesta, mas ho aos
inreresses do paiz.
E os contractos em vigor nao s5o oraissos a
respeito; a previdencia de suas clausulas prin-
cipaes autonsa o rigor na fiscalisago, corami-
na ndo penas pecuniarias e at rescisao dos mes-
mos contractos.
Convm que ligue consignado e seja norma
invariavel no servigo da immigragaO que os es-
trangeiros introduzidos em qualquer ponto uo.
imperio, quer por conta dos contractos ultima-
mente celebrados, quor por autorisago especial
concedida a pessoas que tomaram a .si o encar
go de localisal-os e ainda aquelles que, classifi-
cados passageiros de 3' classe, se dizem espon-
tneos, s mcrecem os favores que o governo
liberalmente concede, .quando corresponden)
conlianga com que procuramos attrahir homens
moralisados, laboriosos, que, sob a protecgo
das leis e na forma dos direitos que ellas confe-
rem. nobilitem-se pelo trabalho e possam ser
auxiliares activos c permanentes da prosperida-
de do paiz.
Seriamos obreiros da nossa propria ruina,
se por inqualificavel condescendencia ou receio
pueril de estagnar as fontes da imraigrago, dei-
xassemos de reiterara declarago franca dos
nossos intuitos, ou cobonestassemos actos repro-
vados. y
Seria desvirtuara propaganda e perderoen-
sejo de mostrar aos diversos paizes da Europa
a nossa boa f, elocuentemente comprovada com
os resultados da collocaco de cerca de 200.000
immigrantcs o anno passado, com grande dis-
pendio dos cofres pblicos uo pagamento de pas-
sagens, alimentagao, transporte para o ponto do
destino, tratamento medico e uma protecgo of
ficial que em nenhum outro paiz podem encon-
trar em maior escala.
Procure V S. a intervengo do cnsul da
nagio a que pertencem os referidos immigran-
tes para a entrega dos passaportes e nao pres-
cinda dos bons oflicios dos agentes consulares,
sempre que as circurastancias o exigirem .
Deu8 guarde a V- S.Rodrigo da Silva .
Publicando este aviso, escreveu o Jornal do
Commercial, da corle:
.. A linguagem fina e eftrgica do aviso supra
transcripto merecer sem duvida vivo applauso
de quantos considerara, como nos, que cumpre
appellar cheios de confianga para a mmigrago,
mas para a immigracao laboriosa e morigerada,
nao para a introduego de homens feita ao aca-
so, sem escoiba nem cautella, e por levas to
repetidas e numerosas que conslituam estorvo e '
obstculo coltocagao prompta. Os 300 napoli-
tanos e calabrezes a que allude o aviso nao fo-
ram introduzidos mediante contracto. Vieram,
espontneamente, pagando as suas passagens, e
bastou que a sua remessa para S. Paulo fosse
retardada para qu alguas se exaassem a pon-
to de ameagar o pessoal da hospedara, onde
alias estavam regularmente alojados e bem ali-
mentados
le general o soldado da rornpanbia"de ca Valla-
riu Conrado de Sqneifa Caiflpe.
'" Foram distriflultios bonem aos corpos d
guarnigo os exemplares das ordens do dia da
repartigo de ajudante-general de ns. 2,239 a
2,241 de 1C, 20 e 25 de Fevereiro prximo pas-
sado.
a- Foi mandado continnar disposico do
commandante das armas, o Sr. tenente do des-
tacamento de cavallaria Jos Carneiro Maciel da
Silva, que lica encarregado do embarque e des
embarque das pragas desta gurnigao.
Vai ser boje inspeccionado de sade o 1*
cadete Io sargento do 14 batalhao Manoel Va-
rella de Souza Barca.
Foi approvada a nomeaco que fez o Sr.
major commandante interino do 2o balalho do
Sr. capiro Jos Placido Lucas Bion, para exer-
cer interinamente o cargo de ajudante d'aqaelle
corpo, visto ter dado parte de docnte o Sr. ca-
Eito Affonso P'irmo Pereira de Mello, que tam-
em interinamente exerria essas funeges.
BeneOcio *Jfa segunda-feira, 25 do corren-
te, o' theatro Santa Isabel, haveri espectculo,
em beneficio da actriz Honorina' de Almeida.
Ser levada scena a pega em 5 actos e 7
quadros, intitulada :
Os Portugueses e Francezes, ou Episodios da Re-
vo.luro Francs.
1,ua e ferimentn Tendo os individuos

Leopoldina Maria de Jess, Pernambuco, 5 an-
nos. Boa-Vista ; hydrocephalia.
Thomazia, Pernambuco, 12 dias, Graga; es-
pasmo.
Francisca, Pernambuco, 8 dias, S. Jos4 ; teta-
no dos recemuascidos.
Um pouco de tudo
No paquete GaUicia passou ba dias por
este'porto e cidade um dos millionarios
d""mundo," coronel North,,cidadao inglez,
a respeito do qual diz uma folha de Lis-
boa :
Ha 21 annos era Tom North um ho-
rnera de humilde condicSo, inglez de nftci-
mn'to, e que foi admittido como simples
trabalhador as importantes jazidas de ni-
trato de potassa (salitre) do Chile, por cau-
sa dos quaes houve a guerra entre essa
repblica e a do Per.
. Sempre muito activo e intelligente,
foi promovido a capataz, e ao cabo* de al-
guna annos do trabalho eil-o j neo,- orga-
nizando uma companhia para explorar al-
gumas das referidas jazidas.
o Hoje o coronel North possue uma for-
tuna computada em milhoes de libras ster-
linas; diz-se que senhor de uns doze
ailhfrs, ou seja cento e oito mil contos de
reis !
Ha poucos mezes veio Europa tratar '
de desenvolver ainda mais a florescente
empreza de que chefe. E' seu intento
querellafcoui Manoel Procopioe Martins de tal em
trras do engenho Macacos do termo de Palma-
res, resultou da luta sahirem ferdos gravemente
os de nomes Pedro Martins e Bomf m, logrando
evadir-se os demais apz a praticdo crime,
O subdelegado do districto de S: Jos daquel-
je termo procedeu ao necessario inquerito.
AnnamHtnato No dia 16 do corrente, em
trras do engenho Macacos da comarca Te Pal-
mares, o individuo de nome Joaquim Jos Tava-
res assassinou com diversas facauas a Francelino
Tavares de Souza e Maria Quinna, sendo preso
em llagrante. e procedendo a autoridade policial
na forma da lei respeito do facto
Directora dan obran de conserva-
cao don Portn de PernambucoReci-
fe: 18 de Margo de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas Soca -. r- Barmetro a 0 Tenso do vapor 9 3 5 s S
6 111. 26-8 758-66 ' 21,81 82
9 29-0 759-36 22,11 74
12 30-i 759-02 22,50 71
3 t. 30--0 758-27 23,04 72
6 28-3 757-96 22.37 79
Pedro'Martins e Jos Francisco Bomlim, travadn e "
nnpraUalrMM Wnnrwi Pmrnninp Martnc Af iai om" lazer com que a produce o do nitrato saia
tao barata, que por meio della possa re-
generar-se a agricultura do velho mundo
e lutar com a da America do Norte. Para
esse fim leva comsigo para o Chile uns
poucos de engenheiros, encarregados de
construir grandes linhas frreas que po-
nham em communicagao com os portos de
mar as jazidas do interior.
Para que a propaganda acerca daquel-
la industria se faca, leva tambem o Dr.
Russell, o celebre reprter do Times na
carapanha franco-allema, ao qual paga to-
das as despezar de viagem, bem como as
de sua esposa, e mais tres mil libras, atim
de que elle depois narre oque vir aos lei-
tores daquelle jornal..
Alm do Dr. Russell vao tambera Mr.
Melton Prior, da Tllnstr'icSo Ingkza, o Mr.
Wallace do Europeea Mail, e outros jor-
nalistas igualmente afamados.
Acompanliam tambem o coronel North,
Lalm de sua tilha, dous membros do par-
lamento inglez e muitas outras pessoas,
quarenta e tamas, ao todo, para o que o
opulento industrial tomou quasi. todos os
camarotes de 1* classe do Gallicia.

* *.
Mal tinham apparecido os novos mni-
bus de Londres, que, alm de muitas ou-
tras commodidades, tinham a de ser Ilu-
minados luz de gaz, eis que j lhes sur-
ge novo e terrivel competidor o mnibus
movido pela eleetricidade.
Dous destes nvos carros percrreram o
mez passado as ras de Londres a titulo
de ensaio, e consta que com muir brevi-
dade a companhia comegar o servigo re-
gular com estes vehculos.
Tem todas as eommodidades de um va-
gn ; dirigem-se com mais facilidade e
presteza do que os mnibus ordinarios ti-
rados por cavallos, sendo o prego das pas-
sagens muito mais barato em virtude das
pequeas despezas-- de exploraco.
Reconhecida a vantagem e facilidade de
construir esta qualidade de mnibus, tra-
ta-se agora em Londres de fabricar carros
de aluguel com a mesma forca motora. A
idea ter de certo breve execucao porque
enorme o numero de cavallos que se
inutilisara durante o anno pelas ms con-
digdes em que as neves e os gelos deixam
os pavimentos de madeira das ras daquel-
la enorme cidade.
*
_
Temperatura mxima30,75.
Dita mnima 26,50.
fcvaporagao em 24 horaso sol: 6-.3 ; som-
bra : 4.1.
Cbuvanulla.
Direccao do vento: E de meia noite at 1
bora e 30 minutos; ESE at 3 horas e 5 minu-
tos ; >V, at 6 horas e 42 minutos ;JjKat 8 ho-
ras e :iOminutos da manha ; E at MR noite.
Calmara durante 1 hora pela madrugada.
Velocidade. media do vento: 2"22 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,58.
Boletim do porto
5~---- 2 < M -a -0 es Dia Horas 11-32 da manh 536 da tarde 11-29. 553 da manh Altura
B M P. M. B. M. P. M. 18 de Margo a \ 19 de Margo 0-,34 2-,83 0-.24 2-,72
Por aqmuiodmos aferir quanto necessario
dispr'as cowas de maoeira que as levas espera-
das nao tenham que demorarse as hospedaras
senao pelo tempo strictamente indispensavel,
sendo-lbes preparada com a devida antecedencia
a collocagao em que hajam de empregar se. A
administrago tem mostrado ageste respeito ideas
sas e confiamos que ellas se traduzirao em actos,
concillada a necessidade da introduego de bra-
cos com o seu immediato emprceo. Por maior,
porem, que seja a conveniencia do prompto po-
voamento do paiz, o governo em boa bora est
resolvido a s- attendel-a einquanto os futuros po-
voadores puderem ser considerados elementos de
prossieiidade e nao forem o refago das cidades
civilisadas, recrutado pela" especulago deshones-
ta de que falla o aviso, s com o intuito de fazer
numero e justificar o pagamento da passagei
Felizmente o Sr. ministro da Agricultura, v
ros contractos para introdcelo de immigrantes
meios sufficientes para que nao sejam malbarata-
dos os grandes sacrificios que estamos fazendo
com ser vico Hia immigrago. >
Lees-Effectuar-se h5o os segurates :
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 horas.' ra Mr-
quez de Olinda n. 52, de movis, vinhos. fazen-
das e mais artigos.
Pelo agente Britto. s 10 1.2 horas, ra
nova de Santa Rita, de .movis, lougas etc. .
Amanh:
Pelo agente Pinto, s 10 1/2 horas, de uma
armaco e mais pertengas da taverna sita ra
Dias Cardoso n. 39 ,
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, anudo
Visconde de Iohama n. 29, da armaco e res-
to, de fazendas ahi existentes.
Miofta fnebre*Sero celebradas :
Hoje:
A's 7 1/2 horas, na matriz de Afogados. pela
alma de Joaquim Caetano Farges; s 8 ho-
ras, no convento do Carmo, pela alma de D. Ca-
tharina Pessoa de FigueiroaFaria.
' Amano* :
t"A's 8 horas, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de Francisco Guedes de Araujo.
Cana de DetencdoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detengao do dia 18 de Margo de
1889.
Existiam 440; entraram 13; sahiram 10; exis
tem 443.
A saber:
Nacionaes 401; mulheres 21; estrangeiros 21.
Total 443.
Arragoados 382.
. Bons 366.
Doentte 14. *
Loucos 2.Total 382.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Severjno Spncisco do Espirito Santo.
Jos HozenWl3eringuel.
Honorio Joserfiodrigues Beierra.
Tiveram alta: .
Manoel Joaquim de Oliveira.
Ignacio Ferreira dos Santos
Honpitai Pedro II O movimento deste,
estabelecimento de dardade, no dia 18 de Mar-
go, foi o seguinte;
Entraram
Sahiram
Falleceram
Existem
Foram visitadas as respectivas
pelos Drs.:
Moscoso s 81(4, Cysneiro s 9 3i4,' Barros So-
brinho s 7, Berardo s 10 Ii4, Malaquias s 9,
Pontual s 9 1|4, Estevo Cavalcante s 9 3|4,
Simes Barbosa s 10.
O cirurgio dentista Numa Pompios 8 l|2bo-
boras.
0 pharmaceutico entrou s 81|4 da manh e
sahio s 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7 1|2
da manh e sahio s 4 horas da tarde.
Lotera do Sram-ParA i> parte da
27* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
60:000*000, -era extrabida, sabbado, 23 de
Margo.
Cemlterio PublicoObituario do dia 18
de Margo de 1889 :
Maria Candida Pinto, Portugal, 74 annos, viu-
va, Boa-Vista : hemorrhagia cerebral.
Jos Carlos Magno, Italia. 50 annos, casado,
Boa-Vista ; febre amarella.
Agostinho Leite de Oliveira, Parahyba, 48 au-
noa, casado, Boa-Vista ; anemia.
Joaquim, Ccar 9 mezes, Becife ; abeesso da
coxa.
Elvira Gertrndes de Athayde, Pernambuco, 34
annos, solteira, Olinda; beriberi idematoso.
Joo Antonio dos Santos Bittencourt, Pernam-
buco, 40 annos, solteiro, Boa-Vista ; hypertro-
pbia do corago.
Margarida Justiniana de Souza Mello, Per-
nambuco. 71 anuos, viuva, S. Jos; seniidade
Um feto, Pernambuco, Boa-V;
Ral, Pernambuco, i mi
vulsoes.
Manoel, Pernambuco,
lidade.
f

1^
10
12
4
595
enfermaras
Folhas da Columbia dao noticia de que
existe em Bogot um cidadao que tem vi-
vido neste velle de lagrimas a respeitavel
conta de 180 annos, pelo que elle proprio
confessa.
O Sr. Mathusalem destes dias prosaicos
e nada bblicos um mestico, qne se cha-
ma Migue* Solis, e a noticia da sua larga
existencia foi dada ao Sr. Luiz HernandfB
por um dos seus mais antigos colonos,
que, sendo menino,conbeceu Miguel So-
Mis, que ja era centenario.
Documentos de principio do.eeculo pas-
sado, de 1712, tema lirma de Miguel So-
lis, que tomava parte com outras pessoas
na con8truccao do convento dos francisca-
nos que existe as cercanias, de S. Se-
bastiSo.
Ha algumas familias, cujos antepassados
tiveram relacles de amisade com. Miguel
SoUb e que lhe dio, por tradicSo, idade
maior que elle declara ter.
Quando o Dr. Hermandez foi visital-o,
encontron-o lavrando o seu jardim com o
esforco e a actividade de um moco, apezar
da pelle de porgara i nho c da alva cabel-
lera que lhe eahia sobre o pescogo e hom-
bros.
At o olhar tem o aspecto de um joven.
Referiu-lhe entab Solis que, gragas ao
seu modo .de viver, rigorosamente metho-
dico, sem nunca abusar, .conseguir ver
passar para o cemiterio numerosas gera-
g3es.
S como, disse elle, uma voz por' dia,
mas escolho sempre alimentos de boanu
tricao. As rainha6 refeicfies duram meia
hora e acredito que tempo bastante
digeril-as om 24 horas. Jejuo nos
e 15 de cada mez e hestes dias posso ]
sar bebendo agua smente. Deixo se:
esfriar os alimentos antes de prova!
s a este rgimen attribuo a minha
gevidade.
*
# *
A Pall Hall Gazett, de I o veso de solicitar de quando em
seus leitfHI* opiniSes sobre o primeiro
dividuo neste on naquelle genero de actP
vidade humana.
ltimamente os assignantes da PaUt
Mal Gazete ^taeam chamados *jj^^^|H
mais celebre tre. todas
lebres. O r
foi por JoannS, ^_
immensa taiK 1
victima
K



Diario de PernambucoQuartarfeira 20 de. Margo de 1889
.-sta en-
I

/
Depois della segu
riosa lista:
Rainha Isabel de Inglaterra, Mara The-
reza de Austria, Jorge Eliot, Mme Roland,
Catbarina de Sienne, Sapho, Mme. Bro-
urnig, Esther, Cario a Bronte, Mme. de
Stael, Isabel Foy, Mara Somerville", Se-
nfirami-1 Catharina II, Isabel a 'atholica,
Jjbnna Austen e Mara Edgoworth (ro-
mancistas muito recommendadas por Wal-
ter Seott), Florenca Nigbtingale Judith,
Cleopatra, Rosa Boukeur, Santas Therc-
aa e Mistress Booth (do exercito de sal-
vadlo. \
No exquisito plebiscito, tiveram um voto :
Deborch, Helena (de Troya) Aspasia,
Mme. de Maintenon, Santa Monica, Emilia,
Broute, Zenobia, Mme. Becher Stowe,
Miss Villand, Santa Isabel da Hungra,
Carlota i^orday, Anna Bessefle Luiza Mi-
ehel.-
-mm
^
^
SPORT
l'rado Pernaaaburaao
Realizou-se, Iiontera a inscripco para a 23*
6 'niela a realizarse no da $5 do corrente mez :
Io pajeo1 turmaCo/iso/afoo Animaes i
provincia. Africano Voss. Jatob, Cerbero,
Campineiro. Guaracv, Fidalgo, Vassallo, Pedreira,
kric-Kric, Cacique, Sneca. Re, Titn, Duvido.
2o pareo Compensado Animaes nacionaes
at meio saogue que anda nao tenhain ganho.
Fgaro, Mandarim, Aymore. Saltarelle. Alpha,
Mimosa, Cometa.
3o pareo Derby Club de Pernambuco- Animaes
da provincia. Florete, Almirante, Guajar, Rql-
do, Pierrt Arumary.
4o pareo Prado Pernambucano Animaes de
Sualquer paiz. Diana, Salvaras, Apollo, Vesper,
astiglione.
3" parco Ferro Carril Animaes nacionaes
at meio sangue. Recife, Ruy Ras, Douro, F-
garo, Corcovado, Mandarim, Moncorvo.
6o pareo Imprenta Pernambucana Animaes
da provincia. Atheu, Pirrara, Roldao, Pedreira,
Timb". Aruiiiary.
7o pareo Recife Eguas at puro sangue.
Diana Minerva, Olga, Callia, Y;-.rula. Africana.
8o pareo2* turmaConsolarCio -Animaes da
provincia. Til, Rolacliinha, Incitaras, Neptuno,
Cognac, Potosi. Gui Rilontra. Tupiniquim.
Fanfar, Marat, Perigo, Mercurio, Pbebo.
CHROHICA JUDICIARIA
Do Sr. desembagador Monteiro de Andrade
ao Sr. dse or Alves Ribeiro :
\ppellac6e3 crimes
De Nazareth Appellantes o juizo e Antonio
Pereira do Espirito Santo, appellados Jos Lou-
renco da Silva e a justica. ,
De lguarass Appellante o juizo, appellado
Manoel Alves^Pereira.
De Anadia Appellantcs Ludgero Rodrigues
Nobre e outro, appellada a justica.
O Sr. desembargada Pires Goncalves como
promotor da cora je promotor da justica, deq
carecer nos seguintes feitos : ,
* AppellacOes crimes
Do Recife -App^lJntes o juizo e o promotor
Tribunal da He I a cao
SESSO ORDINARIA EM 10 DE MARCO
DE 1889
. I-RESIDENCIA DO EXM. SE. CONSELHEIRO
(l'rXTINO DE MIRANDA
Secretario, Dr Virgilio L'oelho.
As doras do costme presentes os Srs. des-
embargadores cin numero legal Ibi aberta a
nio depois de lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
os seguintes
JULGAMENTOS
Recursos eleitoraes
De OlindaRecrreme Antonio Rodrigues dos
Santos, recorridos Luciano Eugenio dr Mello e
outro. Relator o Sr. desembargador Pires Pter-
reira.lieu-sc provimento. contra o voto do Sr.
deserabarfador Tavares de Vasconcellos.
De nasarctbRecurrente Jos Pereira Macie
recorrido o juizo. Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade.Ein diligencia.
. Ie Penedo Recorrente Yicenle Ferreira Ca-
jueiro, recorrido o juizo. Relator o Sr. desem-
bargador Alves Ribeiro.Negou-se proviraen-
to. unnimemente.
De Paulo Alfonso Recrreme Jos Augusto
-de Alencar, recorrido Juvenul Correia de Araujo.
Relator o Sr. desembargador lavares de Vas-
oncellos. Deu-se provimento. unnimemente.
De Paulo AlfonsoRecorrente Jos Augusto
de Alencar, recorrido Manoel Roberto Saldanha.
Relator o Sr. desembargador Oliveira Andra-
de. Deu-se provimento, unnimemente.
De Paulo AlfonsoRecorrente Jos Augusto
de Alencar. recorrido Luiz > rancisco de Araujo.
Relator 0 Sr. desembargador Silva Reg. -Deu-
*-e inovuncnto unaniniemcnle.
Recursos Climas
Oe Aguas Relias Recorrente Claudino Mar-
ques de Yasconcellos Ramos, recorrido o juizo.
H'-luior o ir. desembargado! Delfino avalcan-
le.Deu-se provimento, unnimemente.
De Rom Jardim-Recrreme o juizo, recorri-
dos Antonio Ferreira Vianna e ouiro. Relator o
Sr. desciubargadur Alves Ribeiro. Negou-se
proviiiicuto, uuanimemeute.
Be Cahiar Recrreme Jos Ferreira de Mel-
lo Lyra. recorrido o juizo. Relator o Sr. des-
embargador Silva Reg. Deu-se provimento,
-contra o voto do JSr. desembargador Pires Fer-
rejfa.
Agsravos de petigo
Do RecifeAggravanie Manoel de PariasRlan-
'co, aggravados Salvador Pires A C. Relator o Sr.
desembargador Ruarque Lima. Adjuntos os Srs.
desembargadores Pires Ferreira Dellino Ca-
valeaule.'-Neguu-se provimeuto, unauimeinenle.
Do RecifeAggravaiK Antonio Jos Candido
de Souza, aggruviido o razo. Relator o Sr jles-
embargador Dellino Cavalcante. Adjuntos os
Srs. desembargadores Oliveiia Andrade e Tava-
res de Vasconcellos. Negou-se pqvimento,
uu%iraemente
Do Recifef'Aggrav ante Manoel Peres Cam-
pello Jacome da Lama, aggravados os berdeiros
de Bowman. lielator o S-, desembargador Ta-
vares de Vasconcellos. Adjuntos os Srs. des-
embargadores S:lva Itego e Monteiro de Andra-
de.Negoa-sc provimento. unnimemente
Do Recife A agravantes Ernesto Leopoldo,
^gravada a cmara muniajpal. Relator o Sr.
sembaigador Silva Reg. Adjuntos os Srs.
desembargadores Alves Ribeiro c Dellino Ca-
valcante..Deu se nrovimenlo, unnimemente.
Appellaroes crimes
De Guaraiiira Appellante Firmino firaz de
Araujo. appellada a justica. lidator o Sr. des
euibargador Buarque Lima. Conlirmou-se a
sentenca, com urna modihcaco.
De BananeirasAppellante o juizo, appellado
Antonio Mariano da silva. Relator o Sr. des-
embargador Tavares de Vasconcellos. Man-
dou-se a novo jury, unnimemente.
De lguarass Appellan'e Herculano Pereira
Das, appellada a justica. Relator o Sr. desem-
bargador Monteiro de AndradeCenflnnou-se a
sentenca, unnimemente.
De AnadiaAppellante o promotor publico,
appellado Luiz Rodrigues d Meoezes. Relator
o Sr. desembargador Monteiro de Andrade
Mandn se a novo jury, unnimemente.
Do PiancA AppeJIante o juizo, appellado
Raimundo Cavalcante de Lcenla. Relator o Sr.
desembargador Monteiro de Andrade.Mandou-
se a noro jury, unnimemente.
Do RecifeAppellante o juizo. appellado Joo
Jos rtevSb. Relator o Sr desembargador
Dellino Cavalcante. Copflrmou-se a sentenca,
ira os votos dos Sri, desembargadores Ta-
Vasconcellos, Pires Ferreira e Oliveira
ruartAppellante Juvencio Gomes da
liada a justica. Relator o Sr. des-
or.Tavares de Vasconcellos.Deu-se
a appellaco. unnimemente.
PASSAGENS
desembargador Dellino Cavalcante ao
bargador Pires Ferreira :
Appeilace- crimes
"f|B Airua IYela-"Appellante ojuizo, appellado
Tiburtino Lopes da Silva.
Be Barreiros Appellante o promotor publi-
co, appellado Joo Flix de Deus.
De TirababaAppellante o promotor publico,
appellado Francisco Pereira Campos. /
Appellaco' civel
Do Cal* -ppi'ilaptes Souza Piotieiro 4 C,
appelb^^^^Ho^da Costa.J
reir ao Sr.
dest'tuli;
iFrancis-
da Silva
co Mt^^H
Potte.
publico, appellado o 2J cadete do 2' batalhao de
infamara Francisco Reltrflo (Jomes Silverio:
De Olinda Appellante Manoel Izidoro do
Nascimemo, appellada a justica.
Appellaco civel
Do RecifeAupellantes Santos & C appella-
do Benjamn Francisco Brandao.
Appellaco commercial
De BarreirosAppellautes Caetano Cyriaco
da Costa Moreira & C. appellado Sil vino Fer-
reira da, Costa Braga.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro au Sr.
desembargador Tauarcs de Vasconcellos :
. Appellaco crime
Do IngaAppellante i amulo Gomes da Silva,
appellada a justica.
a ppellacdes civeis
Do Recite -Appellante a fazenda provincial,
appellados Esnaty Rodrigues <* C.
Do RecifeAppellante a fazenda provincial,
appellado o tente coronel Francisco Goncalves
Torres.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconcel-
los ao Sr. desembargador Oliveira Andrade :
Appellaco crime
De Pedias de FogoAppellante Altino Jos
Rodrigues, appellada a justica.
Appellaco conimerciai
Do RecifeAppellantes Jos Muza de Olivei-
ra eouiros, appellados Dr. Laurindo de Moraes
Pinheiro e outro.
Ao Sr desembargador Duarque Lima :
Appellaco commercial
Do RecifeAppellante D. Mara Joaquina das
Dores, appellado Francisco ecilio Fernandes da
fitva Guimares.
Do Sr. desembargador Oliveira Andrade ao
Sr. desemba gador Silva Reg :
Appellaco civel
De Alalaia-j-Appellante Paulo Jai milio The-
nono. appelliia 1>. Carolina Leopoldina de
Faria.
Appellaco commercial
De JnboatoAppellantes Lopes 4 Araujo,
appellado Luix de Medeiros Barboza.
Appellaco crime
De Cimbres Appellante o juizo, appellado
Antonio Valerio de Ges.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica :
Appellaces crimes
Do PenedoAppellante Ludgero Pinlieiro da
Silva, appellada a justica.
Da VictoriaAppellante Jos Ferreira Barbo-
za, appellado Jos Pereira de Barros.
Com vista s partes :
Appellaco civel
De CamaragibeAppellante Manoel Heleno
Rodrigues dos Santos, appellado Dr. Elysio Fir-
mo Martins.
DISTBIBUiguES
Aggravos de petiro
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do RecifeAggravante Alfonso Fiuza de Oli-
veira, asgravados Joo Vctor Alves Matheus 4
Companhia.
Ao S;\ desembargador Monteiro de Andrade :
Do RecifeAggravantes Joo Vctor Alves
Matbeus & C. asgravado o juizo.
Appellaroes civeis
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Pao I Mo -/.ppellante i-rancisco Antonio
de Faria. a|ri|Hbdo Manoel Leoncio de Faria.
Ao Sr. desembargado!- Silva Mego :
De OlindaAppellante D. Francisca Xavier
de Moraes, appellados Prente Yianna de .
Encerrou-se a sesso s 2 boras da tarde-.
1NDICACES TEIS
Mdicos
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio aberto ra t)uque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te era sna rssidencia ra Barao de S.
Borja n. 22. Especialidades molestias
desenhoras e cranas. Telephone n. 326.
Dr. Joaquim Louteiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabug u. 14,
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
ra do Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sote de Seterubro n. 54, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratiea a lavagem do tero quando e co-
mo I: aeonselhada. Consultas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia ra do
Bom Jesii8 (antiga da Cruz) n. 23. 1.'
andar.
r. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1." an-
dar a ra Duque de (,axias n. 46, poden-
do sor procurado para chamados na sua
residencia ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Di- Altares Guimares, chegado da
corte, dedica-se medicina em gera!, c
com especialidade s- molestias do cora-
ek>,spulni5es, ligado, estomago e intesti-
nos e tambera s eccSes ilas gino,ns.
Reside praca do Conde d"Eu,J^ 28, e
tem consultorio na ra do Bom-Jesus
(antiga da Cruz), h. 45, onde d consul-
tas do meio-dia s 3 horas. Telephone
n. 381.
Occulista
Dr. Ferreira. com pratiea nos princi-
paes hospitaes e clnica de Pars e Lon-
dres, consultas todos os das das 9
horasdao meio-dia. Consultorio o resi-
encia 'rua Larga do Rosario n. 20.
Advogado*
O bochar el Witruvio Pinto Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1.* andar.
O Dr. H. iilet. mudou o seu escripto-
torio da advocada, para a ra do Impera-
dor n. 46, 1* andar, sala da frente.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e qffieina de carapina
de Francisco dos Santos Maeedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabele-
ciment, o primeiro da provincia neste
genero, compra e vande madeiras de todas
as qualidades, serra madeiras de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por preos sem dom-
petenciaPernambuco. \
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Onda n. 41.
Francisca Manoel da Silva <& C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chima-
cas e medicaaMtqs homeopticos, ra do
Mrquez TJi m*rtl ~ 23.
PBLICACOES A PEDIDO
Joaquim Nabuco '
Um dia, n'um dos arroubos de sua imagina-
gao potica disse Joaquim Nabuco que a alma
pernambucana essencialmeote republicana.
Essa phrase que o illustre propagandista escre-
veu com a lealdade que deve nacSo e com a
sMiceridade que deve a si inesmo, nroduzio aqu
ein Peroarabuco este argumento fraco e racni-
tico : Se a alma pernambucana 6 essenctal-
mente republicana e o Sr. Nabuco foi eleito o
que deu-so urna destas duas hypothcsesou
Sr. Nabuco illudio o eleitoradoou a raassa dos
eleiJore8 6 inconsciente. Poder haver alguma
couaa mais compromettedora dos crditos de
um escriptor do que seraelhante argumento
Sem duvida que nao. A 1." hypothese inad-
missivel pois que o Centro Republicano de Per-
nambuco declarara pela imprensa as yesperas
da eleicao que nSo nodia apresentar o Sr. .Na-
buco por ser monarchistn. A 2.' hypothese par-
tindo de um propagandista da repblica, por
consegninte de um partido novo e que quer fa-
zer opiniio. revela ndisculpavel desattenc5o.
0 eleitorado do 1." districto note bem : a i.'
hypothese est fra de combate porquanto em
documento anterior eleicao e assignado pelo
proprio autor do celebrrimo argumento, assig-
nalava-se o mona i chismo de Joaquim Nabuco ;
de modo que o que resta a aflirmativa de que
o (rieorado que o clegeu coraposto de incon-
scientes I
E nem se diga que com um tal argumento
pretenda o articulista demonstrar simplesmente
a falsidade da afirmativa do Sr. Nabuco ; poi-
que isso n'uai republicano um cumulo Pois
um monarcliista aflirma que a [jopulaco de tal
provincia rupublicana, ou pelo menos qu'' ha
nelTa alguma cousa de republicano, e o republi-
cano tenta provar que nao isso verdade!
Poder dar-se o caso?.
Nao: o Sr. Nabuco nSo illudio os seus elei-
tores nem o eleitorado do 1 districto.e una
massa de inconscientes. O que o Sr. Nabuco
promotteu est cumprindo. 0 que elle disse a
esse eleitorado foi que no seu programma es-
tavam principalmente insculpidas as duas ideias
abolico e federaco.
Entendo (dizia' Joaquim Nabuco a 12 de
Outubro de 1884 em sua 1.* conferencia nesla
cidade intituladaPernambuco e o appello n "
rao), entendo que a maior de todas as reformas
polticas, aquella a qbf. pretendo dedicar-me.
como hoje emancipacao, quando esta se adiar
concluida, urna descentrausaco quasi federal
das provincias, que as torne senhoras da sua
sorte e d satisfaco ao legitimo desejo que ellas
tm de governar-se por si mesmas em tudo que
nao affecte a integridade nacional.
Aqu temos como, por urna questo de cohe-
rencia, o Sr. Nabuco voltar Cmara com os
votos dos republicanos si por ventura a-federa-
co nao for feita este anno. 0 partido republi-
cano, nao tendo probabilidades de eleger o seu
condidato, votar no mais legitimo represen-
tante da federaco, attendendo a que a ideia fede-
ralista taz parte do programma republicano, do
mesmo modo porque j o fez em attenco ideia
abolicionista.
E' mister dizel-o : ninguem pode dnvidar da
sinceridade de Joaquim Nabuco.
Para a realisago da abolico ninguem con-
correu mais escrupolosamente do que elle;
cumprio fielmente nesta parte 0 seu programma,
nao ha >-ontestal-o.
Uuanto federaco, ninguem ignora que anda
o anno passado Joaquim Nabuco apresentava na
Cmara um projecto tendente sua realisaco,
c j agora 6 conhecido, nesta cidade, o tele-
gramma de S. Exc. ao conselheiro Prado, no
Sua I adhere francamente ao novo programma
o ministerio prometiendo a autonoma proviu-
eial para a prxima sesso. llavera maior
coherencia de principios'? Pois seria possivel
que qnem desde o comeco mostrou-se despren-
dido aas peias de partido sempre que se tratan
do escravo, sacrificando pelo negro as suas me-
Ihores amisades, arriscando a sua posicao. cor-
tando a sua crreira mesmo, e tendo recebido
por esse passado glorioso a sagraco do elei-
torado dn I." districto; seria possivel que no
lini da campanha, quando pesava Ihe a enorme
responsabilidade de general e de chefe, s: pu-
zesse com tcrgiversafiOes c licasse vacillante sem,
saber de que lado deveria estar, e do lado do
gabinete /jue piopuuha a abolico, se do latto
opposto razendo embra fogo sobre a propria
bandeira Era isso siquer concebivel ?
E nao se diga que, no dia seguinte as da pas-
sagem da iei urea, o intemerato propagandista
deveria estar em opposico, desde que com todo
o partido abolicionista elle quiz- dar tempo ao
mesmo governo que fez a abolico para execu-
tai-n. E ninguem ainda disse que o gabinete
10 de Marco,nao cumprio Gelmente a lei de 13
de Maio. Ao contrario disso. a sua execuco foi
feita edra prudencia, moderaco, energa, de-
ciso c cclendade.
Dcinais, [se por um lado, collocado- no ponto
de vista abolicionista, o Sr. Nabuco naodevia
fazer opposico ao gabinete, como era o pensar
do verdadeiro partido abolicionista, como pen-
savam os lumens que, no dizer da Provincia,
foram lado, romo podia o Sr. Nabuco fazer opposico
a um ministerio que protnettia a autonoma das
provincias e dos municipios, sem que se dis-
sesse logo que elle havia irahido o seu man-
dato ? O que Joaquim Nabuco proraetteu ao
eleitorado (e o que este Ihe incumbi de fa-
zer) foi que do lado ein que estivesse a bandeira
da federaco, deste lado estara elle.
E sena curial que eui relaco lederaco o
Sr. Nabuco tivesse procediraento diverso d'a-
quel e que teve om relaco abolico?
Nao. as tergiversarles nunca contaminaram a
individualldade poltica de Joaquim Nabuco.
E' preciso notar que quando o chefe do aboli-
cionismo appareceu, pela pruneira vez nesta ci-
dade, com o seu duplo programmaaboliro e
federaco, comquanto a abolico ainda nao ti-
vesse ganho a cidade do Recife, comtudo j era
nella alguma cousa mais do que urna palavra vi
pela resoluco e deciso de homens como Joo
Ramos, Rarros Sobrinho e outros muitos; mas
assim nJo aconteca com a federaco.
Essa palavra havia figurado em prograramas
de varios candidatos como urna palavra bonita
que nunca teve corpo, porque esses candidatos
por muito bem intencionados que fossem (e eu
reconheco que os havia), eram homens de partido
e rex-uavam diante da idea de dividir o partido
por dtttra idea.
Nao se vacillava, scindia-se o partido por amor
a chefes, por interesses individuis, por patentes
da guarda nacional, mas retrocedia-se quando
era preciso dividil-o por urna idea que devia alias
fazer parte de seu programma.
Depois da ascenso do partido conservador, o
Sr. Nabuco apresentava um projecto de federa-
co das provincias, como a nova bandeira que
devia substituir a esfarrapada bandeira do par-
tido liberal, fornecia-lbag salva-vidtis por meio
do qual esse partido dlreria escapar do nau-
fragio.
Esse projecto, porm, apesar de ser urna
arma para a opposico nao poude reunir todos
os votos liberaes da Cmara.
O braco potente de Joaquim Nabuco projecta-
va por esse modo a sciso do partido liberal por
amor s provincias, como j o nzera por amor aos
escravo.
Dissolvida a Cmara voltaram os deputados
paja as suas 'provincias, e viram-se ento estas
divisas de alguqs chefes liberaes:federaco ou
separacoou a federaco com flores ou a sepa-
racao com sangue, etc. Foi ento que se viram
eleicOes parciaes pleiteadas em torno d'essa ban-
deira, tal como aconteceu em Minas na eleicao
senatorial. Nada obstante, a Provincia emquanto
foi orgfto do partido liberal de Pernanaauco nun-
ca se pronunciou sobre a federaco, inda que
para isso fosse provocada em urna conferencia
publica pelo Dr. Martins Jnior. Paira va m as
cousas neste p ; urna grande parte do partido
liberal, receiosa dse manifestar pela federaco,
acoco panhava os chefes mais prestigiosos que a
ella se oppunham, quando surgi o gabinete de
10 de Marco trazendo rio seo estandarte a des-
centralisaco.
O chefe prestigioso d'este gabinete diz a 9 de
Junho da tribuna do Senado :
Senhores. que conservador pode ter medo
das,liberdades proviuciaes, das franquezas locaes,
at onde as tem levado as raoaarebias liberaes
da Enropa !
Pois bem, q dan do o chefe supremo do parji-
do conservador se pronuncia to claramente que!
o chefe liberal mais prestigioso o Sr Saraiva,
vem por um cravo na roda do partido liberal, di-
zendo que, se esse partido adoptasse, como lem-
ma de sua bandeira, a federago, se desligara
delle.
Foi, portanto. acossado, de um lado pela pro-
paganda republicana e do outro pela declaraco
terminante do Sr. Joo Alfredo, que o partido li-
beral de varias provincias decidio-s pela fede-
raco, a parte tmida do partido veio engrossar
as (ileiras federalistas, mas de que modo ?mo-
dificando o ardor dos mais exaltados, communi-
cando-lhes o desejo de derrabar o gabinete que
concorrera grandemente para essa transforma-
co ; e, o que mais, muito mais, communicando
aos que se deixaram levar pela tibieza geral, des -
couliancas contra os que permanecern) fiis
sua bandeira na mais absoluta intransigencia.
D'uma vez por todas preciso que fique resol-
vido o problema do interesse partidario no sen-
tido das ideas e dos programmas em vez dos in-
dividuos.
Oh vos que responsaltilisaes pelas scisOes do
vosso partido aquelles que permanecem fiis em
torno da bandeira liberal, porque nao responsa-
bilisaes por ellas os chefes que cedo cancaram e
querem licar estacionarios ?
Oh I vos, homens da epposico, respondei de
que lado est o interesse do vosso partido, do
lado das ida3, ou do lado dos homens que sao
os responsaveis pelas repetidas decepcOes do
partido liberal!
Galdino Lorrln.
sos, como sejamfalta de verdade, forma des-
leal, disfaeatez, mentira, ynismo, actos estul-
tos, levianos, causam tedio, causam asco, loucos,
etc., etc., etc., os devolvemos intactos re-
daco-da Provincia, para que faca.com elles urna
colcha de retahos, e com ella aos hombros se
adorne na primen-a mascarada que houver.
O povo, vendo-a passar, advinhaodoo con leudo
pelo continente, dir lendo os letreiros: -
aquella figura a da Provincia, de papel- de Per-
nambuco.
Recife 17 de Marco de 1889.
Dr. B. da Gama Lobo.
Dr. Jos Flix da.Cunha Menezcs.
Pe-
Nao tenho medo de taes franquezas, e decla-
ro qne at onde pdennos chegar com a nica
restrieco de nao por em risco a unidade desta
patna, eu chegarei.
Os Drs. -ama Lobo e los
llx ao publico
J de rastos. e produzindo nSo pequeo can-
caco aos seus leitores, chegou finalmente a Pro-
vincia ao termo dos seus montonos artigeles,
forjados desta vez contra nos, satisfazendo as-
sim a sua ingloria tarefa de atassalnar a ludo e
a todos que nao fazem parle do seu cortejo, sem
poupar a classe alguma.
D aquella a que temos a honra de pertencer,
nao somos as primeiras victimas atadas em sa -
crilicio s suas columnas de dTamaco. nem
seremos as ultimas.
Espinho que torto nasce, tarde ou nunca se
endireita !
At que desappareca, a Provincia ser a mes-
ma que sempre foi. desde que tve origem.
Na sua costumeira linguagem em descomps
sado diapaso, alinhavou as suas edicOes de
12, 14 e 15, as repelicOes dos mesmos argumen-
tos ; procurando mostrar, sem poder conse
Suil-o, que erramos, porque isso Ihe convem
izer para chegar a seu maligno Um- o de des-
moralisai-nos no conceito publico.
Ainda muito longe de demonstrar o supposto
erro em que cahimos, conclue a Provincia a sua
argumentaco por poni e virgula !
O peior ceg o que nSo quer ver, e por isso
teima a Provincia em insistir que erramos e os
nossos collegas acerlaram.
S su redaeco cabe a simulagao de estar
couvencida do nosso erro, inculcando ser falso
o primeiro exame medico feito na menor Ger-
mina, e verdadeiros os dous ltimos.
Se assim se sao tantas, cqmo diz as con-
tradicees em que cahimos e as deslealdades
que revelamos, porque confessa, j na impossi-
bilidade de continuar a innocentar o Dr. Baltha-
sar, ser elle um ente abjecto, um reprobo, um
raonstro ?
E* porque a opinuio publica, as testemunhas
e a victima o obrigam a isso, tambem porque
esta convencida da realidade dos- factos, cujos
signaes encontramos e assignalmos no nosso
corpo de delicio.
Como, se anima, pois a par dessa confisso.
pretender que os mdicos da polica tenham er-
rado, porque descreveram todas as lesOes en-
contradas, as quaes ainda os mais ignorantes
sabem que ticam nos casos da pratiea de taes
crimes, e affirma seren verdadeiro? o segundo
exame no qual os peritos nada viram, nada en-
contraran!, nao navendo para elles sequer atten-
tado ao pudor, nem presumpcao de tenlativa de
defloramento (que horror i e tambem o lerceiro
cujos peritos conseguiram ver ainda algumas
leses indicadas no primeiro, fazendo o seu
exame tres dias depois, concluindo comtudo de
accorr'.o com os do segundo exame, e os chama
por isso distinctos prollssionaes, abalisados
ipestres da materia !
multa parcradade aecusar-nos de erro,
quando a nropria voz da consciencia torca-a a
escrever o seu juizo em contrario, vendo no au-
tor das leses que encontramos e descrevemos
um reprobo, um monstro por telas praticado !
A Provincia dizi que nao defende ao Dr. Ral-
thazar, e para simlal-o, trata-o, como j se sabe
e cima hcou dito.
Entretanto, encapiinha geitosamente a dis-
cusso para nao ser elle passivel de pena e in-
nocental-o do crime de defloramento.
Elogia os mdicos que aftirmam estar a me-
nor Germana pura e intacta, e ataca virulenta-
mente aos que ousaram dizer o contrario !
Aonde esta a imparcialidade da Provincia t
Defende ou aecusa o Dr. Rallhasar ?
Sancta Simplicitas !
E' assim mesmo que procede sempre a Pro-
vincia ; quando nao pode trapacea.
0 seu nico movel claramejte o de desacre-
ditar a polica, com que embirra, e a todos os
seus auxiliares em cujo numero entramos.
Nao pois, para estranhar que, aproveitando-
se d'essa occasio, que julgou propicia, nos te-
nba atado ao seu pelourinho de descrdito.
E' baldado o intento! nao conseguir descon-
cetuar-nos nem desmoralizar-nos como deseja.
Felizmente, a opinio publica que blazona ter
a seu lado nao a redaeco da Provincia, nem o
seu squito; essa a sna opinio particular,
sempre muito parcial e suspeita.
Nao sabemos em que periodo do nos.so pn-
meiro artigo descobrio a Provincia insultos que
Ihe dirigissemos; nao esse o nosso habito
quando discutimos com quem quer que seja
pelo contrario nao Ihe faltamos com os deveres
de cortezia eom que costumamos tratar a todos,
diferentes nisso da Provincia, que nao sabe dis
cutir sem insultar, que mais forte no insulto
do que no raciocinio e na lgica.
Seria melhor que a tal respeito emudecesse ou
nos desse o exemplo, sendo, como foi, a pri-
meira em. atacar-nos.
Para a Provtncta verdade o que dizem as
testemunhas dos escndalos do Grande Hotel as
quae^ provam com os seus depoimentos que os
factos la se clerara e foram por ellas observados,-
mas falso o que aftirmam os mdicos do pri
meiro exame de haverem encontrado as lezes
d elles resultantes e sao verdadeiras as conclu-
soes dos peritos do segundo exame que nada ab-
solutamente encontraram, e tambem as do ler-
ceiro que viram sempre alguma cousa, mas de
pouca monta, incapaz de incriminar pessoa al-
guma w
Nao se pode, sem sentir, cahir em mais ma-
nifesta contradicho.
Isto que querer tapar o sol com os dedos
ou carregar agua em cestos f
Si a sita reconhecida neutralidade e independen-
cia em todos os assumptos nao se abalam com o
juizo dos mdicos da polica, tambem a reputa-
co d'elles nao est merce dos caprichos da
Provincia, porque cima d'ella est a genuina
opinio publica, aincorruptivelj formada so-
bre a evoluco dos acontecunentos, a qual feliz-
mente anda muito longe da atmosphera que se
respira no eatreilo ambiente emSque se escrve,
somente com o nico fim de deprimir a des-
airelos.
0 que valem para os mdicos da polica a
liberdade, a honra e a vida dos seus seme-
I liantes-'
Para nos, a liberdade bem entendida, a honra
real e nao a apparente, e a vida do homem, prin-
cipalmente a do bom cidado valem tudo., e
justamente por isso que somos to escrupulosos
no cumprimento dos sagrados deveres Ofie nos
sao connados.
A Provincia, porm, que nos faz a 'pergunta
cima, como pensa e procede?
Em relaco a liberdade, prega a l'jcenca, isto
, o abuso d'ella, em relaco a honra, atassalba
a de qualquer, quando Ihe apraz, e xm relacio a
vida de seu semelhante recommenr'ja, como bom
cnselho, que se mate, comeQan'io pelas auto-
ridades policiaes constituidas.
Dito isto, pode a Provincia continuar a vocife-
rar contra nos tudo quaoto Ihe aprouver, ficando,
porm, na certeza de que so'are este assumpto
nao mais Ihe retorquircmr /s, porque, alm de
nos faltar o lempo, sentimr>g que o publica co-
meca a mostrarse j enfe /lado com a continua-
fio d'easa discusso ir jconveniente pela im-
prensa. I
As plupses e epitetr >3 grosseiros e insultuo-
Ek^aodo 10 districto
Como eslava, aununciado no dia 4 do flueute,
ferio-s a eleicO'de um depu'ado geral. pela
vaga na Cmara Geral por ter sido chamado a
oceupar o cargo de ministro .da jusca o conse-
lheiro Francisco de Assis Rosa c Silva.
Todo o paiz leu a circular que o partido libe-
ral d'csta provincia representado por aquelles
que assignaram a circular atirou aos ventos da
publicidade a importancia do pleito eleitoral
que se ia dar neste 10 districto ; a derrota do
conselheiro Rosa e Silva importava segunda a
circular, a depreciacao do gabinete presidido
pelo conselheiro Joo Alfredo, e o triumpho do
candidato liberal importava a depreciacao do
partido conservador de conliuuar na gesto dos
negocios pblicos; portanto era de esperar que
o partido liberal, suppondo-se com maioria nes-
te districto, empregasse para conquistar votos
em pro! do candidato apresentado ao eleitorado
os meios decentes e decorosos qae um partido
poltico que ambiciona o poder, deve empregar
em taes casos.
Porm o que esta provincia leu nos jornaes do
partido liberal onde diariamente era abocanha-
da ajreputaco do conselheiro Rosa e Silva, onde
era atassalhado o sea merecan-uto pessoal e po-
ltico, onde os sei vicos presiados na Assmbla
PrCviudal e na Cmara dos Deputados causa
publica e ao partido, eram interpretadas de urna
maneira lastimosa, devia preverl que os meios
que o partido liberal teria de empregar deviam
estar de accordo com os principios consignados
nos escripto? da imprensa. liberal contra o con-
selheiro Rosa e Silva.
A mentira, a calumnia, a corrupeo, a fraude
foram pos tos em jogo pelos amigos polticos do
Sr. Dr. Lourenco de S ; nesta freguezia onde o
partido conservador, depois que expurgou do
eleitorado a grande massa de phosphoro? mani
pulada pelo juiz de direito da comarca do llaixo
Mearim, tem maioria os amigas do Dr. Lourenco
de S empregarara como meio de caballa o bo-
rne e o prestigio do Dr. Amoritn juiz de direito
desta comarca : em nome deste magistrado foram
offerecidas dispronuncias em processos crimi-
naes, absolvicoes em jury isentas de appellaco.
a eleitores que tinham parenl'-s sujeitos aoco
da justica, aos que tinham litigios em juizo, des-
pachos e sentencas tambera foram postas em
amoeda ; agradeca o Dr, inorira os elogios e
o conceito que seus amigos formam de seu ca-
rcter e de seu prestigio como magistrado nesta
comarca ; nao acreditamos que o Dr. Amorim
houvesse aulorisado que se empoeirasse a sua
toga de magistrado ; nada mais torpe e mais
repugnante do que sacrilicar-se a repulaco de
um amigo que deve estar isenta de toda suspei-
ta em prol de urna causa antipathica e perdida.
Suppunhamos que o partido liberal mandas-
se para todos os collegios deste districto os seus
generaes mais experimentados para offerece-
rem combate ao partido conservador que arregi-
mentado esperava o da i do corrente para de-
monstrar que o conselheiro Rosa e Silva gosa de
merecida importancia e influencia ueste distric-
to eleitoral; mas vio-se que o partido liberal
apenas sabia atassalhar a reputaco do conse-
lheiro Rosa e Silva, e na hora do combate en-
trega)! o candidato liberal para soffrer urna der-
rota vergonhosa; para esla freguezia foi man
dado oDr. Henrique Cardini, que no partido li-
beral desta comarca nao merece a menor impor-
tancia poltica ; para S. Caetano da Raposa foi
mandado o recruta Phaeiante da Cmara, que
se houve com um desaso lastimoso, demonstran-
do por factos ser um analphabelo em caballa
eleitoral: para a cidade do Jrejo foi mandado
o Dr. Luiz de Gusmn, que actualmente all tem
a importancia que pode ter urna folhinha do an-
no passado : para os demais pontos nem recru-
tas o partido liberal teve para auxiliar e orde-
nar a derrota do Dr. Lourenco de S. Agradeca
este ao seu partido a derrota que soirreu, e em
face da pro va exuberante que acaba de dar o
partido conservador ao conselheiro Rosa e Silva
clegendo-o com 201 votos, todas as vezes que
neste districto nao houver coaego pela forga o
conselheiro Rosa e Silva ou outro qualquer can-
didato apresentado pelo partido conservador ha
de ser eleito por grande maioria. Sirva isto de
lico ao Sr. Dr. Lourenco de S, ou outro qual-
quer candidato liberal que queira neste distric-
to empregar como meios de caballa a inverda-
de, a fraude e a corrupeo.
Altinho, 9 de Marco.de 1S89.
Ver las.
a calumnia tudo puzeram em campo os.adversa-
rios para fazer vingar a -ua estulta prclencSo.
Tarefi ingloria!
Ferio se o pleito e o patritico eleitorado con-
tinuando, a distinguir os mereeiraentus du illas-
tro pernambucano bonrou-o novameote com a
sua confianca, reenviando-o ao. seio du represen-
tacjio nacional com a maioria de 484 votos sobre
seu competidor, que, corrido volve ao bcstidO"-
res de su obscuridade apanhando para oppra-
bio seu e de seu partido as, armas indignas que
poz em aeco para disputar os louros; i.a victo-
ria que brillantemente ciroundam a route do
eleito.
Mais urna vez .o 10 districlo de PtHriiambuc
dando arrhas de seu patriotismo soube.apreciar
os merecimentos do illustre parlamentar que
tem sinceramente -dedicado sua pujante activi-
dade em prol do desenvelvimentc e eagratideci-
meoto-de seu paiz e especialmente de sua pro-
vincia natal, cujos direitos elle ha saLido defen-
der com a maior solicitude e acrysolado inte-
resse.
0 esplendido resultado colhido em pleito to
renhido veio realgar as virtudes do inclvto per-
nambucano a cujos talentos se acham oonfiadoe
os negocios da justica e por em relevo o presti-
gio de que merecidamente gosa ao seio de seus
comprovincianos.
Sauualido com ciluso o Exm. Sr. coasellieiro
Francisco de Assis Rosa e Silva pela brilbaUte
victoria que acaba de alcancar, fazemes sinceroe
votos pela longa permanencia de S. Exc, na di-
recgo dos negocios do paiz, qae muito tem a
esperar de sua vigorosa e culta intelligencia e
com pro vado patriotismo.
(Da Gazeta do Natal de B de Marco).
Notas fio sentimento
A Repblica Franceza
O i:\rn. Sr. conselheiro Rosa
e Silva
Telegrammas expedidos do Recife transinitti-
ram-nos a grata noticia de haver sido reeleito
por maioria de 184 votos o Exm. Sr. conselhei-
ro Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva, honrado
ministro e secretario de Estado dos Negocios da
Justica. no pleito eleitoral, que, no dia 4 do cor-
rente ferira-se no 10 districto de Pernambuco,
na vaga abena pela elevaco d'aquelle insigne
parlamentar aos cooselbos da cu roa.
Ainda que, de um lado, a independencia e cri-
terio do digno eleitorado d'aquelle districto, e,
de outro, o ncontestavel mrito do Ilustrado
conselheiro Rosa e Silva, cujo inexcedivel zelo
e acendrado interesse pela causa publica sao re-
cenhecidos, constituissem solido penhor quelle
esplendido triumpho, nem por isso menos ele-
vado o nosso jubilo quando vemos de modo to
eloquent realcadas as virtudes do preclaro per-
nambucano c solemnemente despresados os or-
dis e indecorosos manejos de que lancaram mo
trefegos e invejosos adversarios para marear o
brilho da victoria que vimos de assignalar.
Nada mais natural em um pleito eleitoral do
que disputar com afinco cada candidato o trium-
pho para si, angariando pela sympathia e justi-
ncaveis rompromissos os suffragos do eleitorado,
tendo sempre por bussola a honra e a lealdade.
Infelizmente, porm, o partido liberal, esque-
cendo as mais comesinhas regras de cavalheiris-
mo, e fazendo consistir o mrito de seu candi-
dato na depreciacao do carcter e malsinacao do
prestigio de seu generoso competidor, poz em
campo todas as armas, licitas e llicitas.
A imprensa mercenaria, pela voi de seu lord
representante, moveu todas as tricas imagina-
reis e vasou as mais torpes calumnias, como
quem em desespero de causa nao trepida alie-
nar os proprios sentimentos de honra e digni-
dade.
Nada conseguio a opposico : mal'ograram-se
as srdidas explorarles.
0 digno e independente eleitorado, continuan-
do a depositar sua immediata confianca no dis-
tincto parlamentar, que tem sabido corresponder
de modo elevado a publica expectativa, suffra-
KQli na altura de seu patriotismo e na do mrito
3e seu mandatario, a candidatura do joven per-
nambucano, que com a sciencia de um velho es-
tadista dirige os importantes negocios da jus-
tifa.
Honra ao brioso e patritico eleitorado do 10*
districto de Pernambuco I
Hosannas ao notavel parlamentar, ao distincto
ministro de Estado, ao benemrito pernambuca-
no, Exm. Sr. conselheiro Dr. Francisco de Assis
Rosa e Silva.
(Do Correio do Natal de 8 de Marco).
Reeleico
Realisou-se a 4 do corrente, no 10 districto
de Pernambuco, a eleicao de um deputado a as-
smbla geral legislativa para-preenchimento da
vaga aberta pela elevaco do Exm. Sr. conse-
lheiro Francisco de Assis Rosa e Silva aos con
seibos da corou.
Nesse- importante pleito o partido liberal em-
penhou-se em urna Juta titnica para levar
derrota o illustre candidato, que, cercado do
prestigio de seu partido e de seu proprio norae,
j ligado a reaes servigos prestados provincia,
que deu-lhe o bergo e que elle tanto estremece,
ia solicitar a renovacSo do mandato com que o
tem distinguido o brioso e independente eleito-
rado d'aquelle districto e que elle ds modo o
mais honroso tem sabido desempenhar.
Desde a trica at urdidura e do embuste ato
V
Vida n. 4' do Diario
Era o principio da tremenda lucta.
Toulon eslava em poder dos leaes ao rei.
Era precis tomar esla importante praca.
Formou se cnselho dos ofiiciaes de !ds as
patentes das forcas_ que iaui dar a batalha. En-
tre estes officiaes a'lguns das mais alias gradna-
coes, achava-se Napoleo, simples capito de ar-
tilharia. que tinlia lito apropriada educ;;;iO na
escola militar.
Os primeiros deram seus planos que discuti-
rn). Fez se ouvir Napolao e deu u-n plaflo
differente do dos outros c que foi aceitrrjMMp
dos.
At ahi nada ha de notavel, ao menos de rnior
nota. O que toca altamente o sentimento prin-
cipalmente o que ao menos deve tocar o senti-
mento do brazileiro. que quando nao briga e
ludo disfaz pelo interesse, briga e tu-l desman-
cha pela chefanra,- que os generaes. inclusive
o commandante da fort-a, entregaram a Napoleo
o commando da aeco,' e se sujeitaram e em tu-
do cumpriram as suas ordens, e a formidavel
praca foi tomada.
Aind-. um dos actos de maior abnegaro e
grandeza o da passagem de urna ponte (de Ar-
cle ?) Desta vez do proprio Napoleo. J
nao fallo da prova de sua coragem, que o que
ha de mais commum e proverbial na historia
daquella poca, e como sempre entre os france-
zes.
E.. Nem sei mesmo por que- lado mais en- *
care esta facanha. Yon relembrar aos que sa-
bem. ou dizel-o a quem nao sabe, e cada um que
qualifique ou note conforme as sua? impres-
ses.
Do outro lado da ponte que o Petit Caporet,
como os soldados chamavam a Napoleo. ia pas-
sar com o seu exercito, estava ura grande exer-
cito dos aliados e de todas as armas. Artima-
a e fuzilaria vomitaran) projectis sobre a pon-
te, nao s da entrada, como obliquamente de
ambos os lados e em lo grande quanlidade e
tao continuadamente, que era como urna chuva
torrencial.
Napoleo manda avanrar sobre a ponlc- e os
primeiros pelotes cahiram todos.
O terrivel general insisti ainda, e os outros
pelotes tiveram a mesma sorte.
Napoleo v o exercito exitar
Prompto. rpido, arrebata urna bandeira, e,
precipitndose ponte com o braco que a sus- .
tentava alevantada, brada ao exercito:
E' a Franca que aqui vai !
E como elle e com elle, precipitadamente laa-
i;ou-se o exercito ponte, cahindo a maier par-
te emquanto nao chegaram ao outro lado os es-
capos.
Depois. da queda da Repblica pela trgica
morte de Robspierre, continuava a lucta centra
os aliados, com a mesma instancia e a mesma
gloria para as armas e para o povo francez.
Deseinbaracado Napoleo do directorio, tor-
nou-se elle o arbitro dos negocios da Franca,
embora ao principio fazendo parte do consulado
e sendo o primeiro cnsul, fazendo-se pouco de-
pois imperador pelo voto do senado.
Era este imperador exactamente como os
imperadores romanos; como elles tinha o com
mando das armas e a dictadura em todos os
negocios. Nao era como os imperadores consti-
tucionaes de agora, que, embora facam tudo
quanto querem ou julguem necessark, figuran
as constituices com poderes muito limitados.
Urna vez, quando Ihe faziam sentir que sahis-
se de certo posto de muito perigo, responde
que a bala que o matara aiuda nao tinfia sido
fundida. E' com essa f na sua estrella, na ne-
cessidade de sua pessoa nquella grande aoco
do grande povo, que elle arrojou-se com a ban-
deira da Franca aquella ponte que, varrida pelos
projectis do inimigo, continuadamente, passou-a
inclume.
Com esta f, com a tatica e a estrategia que
tantas vezes o valeu para derrotar o inimigo,
alm de todo o ardor patritico do povo francez,
do impeto de seus soldados, com os planos que
muitas vezes forma va ou rauda va no campo da
batalha, com a sua vista rpida que em um
instante tudo comprehendia, foi assim que elle
levou a Franga a tao alta gloria, e subjugou as
naces da Europa ou humilhou-as completamente.
Muias vezes urna palavra, um dito seu, que to-
do o excercito repeta, foi estimulo qne levav*
alma do soldado a certeza da victoria.
Seus discursos frente do exercito, que sao
como modelos da eloquencia militar, lornavam o
soldado possuido de um calor que o impeda a
necessaria victoria, sem ver perigo nem barran-
co em sua passagem.
De todos estes discursos o que me deixou a
maior impresso foi o que elle pronunciou ao di-
visar, parece-me, que do cume ou da descida dos
Alpes os campos da Italia
Soldados! disse, entre outras express6es
que reanimaram o exercito que careca de algara
alent depois de tantas fadigas e irabalhos; a
Franja que nos conduz gloria, com todas estas
penas e fadigas.
c Estaes sem sapatos e. com as vossas vestes
estragada. L. estao os feriis e ricos campos
da Italia, onde Tamos retemperar as nossas tor-
gas, prover s nossas necessidades...
Estou longe, bem o sei, de reproduzir as suas
paiavras, que andam pelos livros que ha tanto li;
traslado apenas como nosso as impresses que
ellas me deixaram n'afma.
E' muito conhecido o rasgo ou vo do seu sen-
timento ao avistar'as pyramides do Egypto :
Do cimo daquellas pyramides 40 seculos vos
contemplara.
E' bem terto que nao tem bom xito quem di
um passo em demanda da gloria; que ella so
laurea aquelle que procura outra cousa que al-
canca com esforco e sacrificio.
Napoleo Ronaparte pensara na gloria, e fora
em busca della ao Oriente, onde smente, pen-
sava elle, os grandes capites podem encontral-a.
Atravessou com o seu exercito c com urna com-
missode sabios o Mediterrneo. No Cairo sen-
tou-se as almofadas de pernas cruzadas ; deu
que fazer a suacommisso com.grande proveito
para a sciencia, e raarchou para o Oriente.
Vencen com facilidade os iniraigos qne enCon-
trou. Urna vezfez prisioncires70:000mamelucos.
Era preciso seguir, e que fazer desses ho-
mens ? Soltal-os era deixar na retaguarda
aquelleformidavel trogo,{que pelo menos o.espe-
raria na sua volta, aquelles inimigos irrconcia-
veis.
Os historiadores querem estigmatisal-o por
esse acto cruel, mas nao sabem-Jo que dlgam.
Napoleo fuzilou estes 7 000 homens com gran-
de epostrangiraento de sua alma. Nao foi s esta
vei que elle praticou actos de prova da dureza de
seu coraco.
A sua disciplina era do maior e inteiro rigor.
Urna vez seu exercito abarracou noite era
certo campo, as proximidades e alcance do ini-
migo que iguorava tal laclo.




iario de PernambucoQuarta-feira 20 de Marceo de 1889
Traba dado ordem que nenbuma luz se accea-
A' certa hora adiantada, sanio so a roadar;o
campo.
Divisou urna luz muito occulta em lima barra-
ca. Era um otlkial que escrevia urna carta a
sua mulher, e elle disse-lhc :
Accrescenta abi que amant sers morto. >
E maadou-o Mirar do dia seguinte.
O exterminio, porm, dos 70:000 mamelucos
aprisionados nos deserlos da frica, nao Ihe abri
o caminho da procurada gloria ; porque elle en-
contrn a invencivel fortaleza de S. Joao d'Acre
tao inexpugnavei entao que o fe retroceder.
Deixaram-lbe apenas a passagnra franca para a
retirada.
A batalha de Wasterlitz rompeu ao amanliecer
do dia, ao sahir do sol, lmpido, a vista de um
co purolsem a menor sombra de alguma nnvem.
Foi do mais prompto e feliz xito, da mais
completa derrota do inimigo, em poucas horas
alcaneada. Reinando em debandada, s encon-
trava diante de si um rio para onde o exercito
vencedor em perseguido o lanzara, extinguindo
completamente este inimigo terrivel por sua per-
tinacia.
Napoleio suspendeu o impeto de seus soldados,
poupou o poderoso inimigo que podia ter exter-
minado, como outras vezes repeli a mesma ge-
erpsidade.
Elle esperava della mover o sentimento dos
soberanos inimigos odientos e irreconciliaveis do
povo francez, e do seu chefe, do sen imperador,
e tanto mais, quanto mais poderoso e glorioso
elle se tornava
Napoleo assim sacrificava a Franca, que tan-
tas vezes pudera;ter completamente subjugado,
Europa, a sua ambicio de govcrnar em paz o
grande povo, elle collega u innao dos outros so-
beranos que tantas vezes assignaram falsamente
a paz com elle, guantas a quebrantaran] at o
mandaren) para a ilha d'Elba e depois para Santa
Helena ; at levarem escoltado para a Fraoca o
rei divino de puro sangue e restaurarem a no-
breza ochenta inimiga daquelle povo...
Mas. -, era outra batalha que ia aar, era outro
campo (nao me lembra o nomc) era ao amanhe-
cer do dia que ia comecar a acco.
O sol dispontava radiante sem sombra sem
perturbago da menor uuvem ao brilno sentilan-
te de seus ralos.
Napoleo nao podia deixar de lembrar-sc do
despontar do sol assim radiante naquella outra
batalha, e pronunciou alto apontando aos solda-
dos para o astro do dia :
E, o sol de Wasterlitz
E de bocea em bocea o exercito repetio todo,
a mgica palavra. E' o sol de Wasterlitz.
E isto bastou ; e rompeu o foco e a batalha
foi rpida e com igual xito ao de Waster-
litz.
Conante como era na sua estrella, nao se jul-
gava semiente um homem nacessario aquella lu
cta, porm ainda ao fucturo da Franca e da Eu-
ropa. Era urna dynastia nova de que os desti-
no? da Franca carecia, e por isto elle tratou de
firmal-a creando orna aristocracia nova, e assen-
tando os seus irmos em diversos thronos da Eu-
ropa.
A Europa, cansada de urna lucia sem prove
' to, desengaada da innutilidade de seus esfor-
cos de untos annos, devia acceital-o como um
penhor de paz e at como o supremo arbitro das
nacoes, pensava elle.
Recostar-se, no regaco da paz, passar feliz
a vida na convivencia dps outros soberanos seus
irmos, foi o sonho cora que o seu amor pro-
prio e a sua vaidade o embalou, para acceitar
cinco vezes a paz que Ihe offereccram os eternos
e irreconciliaveis inimigos seus e da Franca,
por occasio de estrandosas derrotas quando el-
les nao podiam continuar na lucta, que seria >
para inteira destruico de seus exercitos, de seu
poder, sujeicSo de sus povos.
Cinco vezes Napoleo acreditou na palavra da-
quelles soberanos, na f daquelles tratados de
paz; cinco vezes pensou que files, desengaa-
dos da impossibiliaade do xito, nao se animariam
mais a quebrar essa f, se accommodariam na
convivencia com o grande soberano da grande
naco, com a auiizade do grande homem, com que
feliz se devia contar todo aquello que a alean-
5*sse-
Essa estima do grande homem, essa felieidade
pela posse de to altamente preciosa amizade,
esses soberanos da Europa Ihe mostraram sein-
pre fingidamente, dorante os curtos periodos de
paz, que para e I les nao erain mais que armisti-
cios emquauto se prepara vam para proseguir at
vencer o grande homem, grande amigo, como
contavam conseguir um dia. Durante porm es-
sa paz ou antes para elles, armisticios, ellos, lu-
do faziam para entreter Napoleo na f de seus
bons sentimentos, no fingido desengao de suas
torcas para vencer a grande naci, o grande ho-
mem que com ella, com aqucle povo se havia
iientiticado.
Durante esses curtos periodo de paz ou de
armisticio, com elleilo aquellos soberanos vi-
viam na intimidado daquelUr grande amizade c
tudo faziam para entreter uesla le o seu innao,
o soberano Em confmnaco disto lembra-me urna passa-
gem notada por nao sei qual dos historiadores
ajK li e de que deixou-me viva iinpresso.
Alexandrt. o imperador da Russia enlo, cou-
stituiu-se fervoroso e admirador amigo do gran-
de homem.
Um dia, ou antes, urna noile, estes dous im-
peradores assim to amistosamente ligados, as-
istiam a um espectculo tlieatral, consistente na
represeniar de um drama.
0 poeta puzera na bocea de ura personagera
do drama o secuinle verso que o actor pronun-
ciou com grande enthustasmo :
A amizade de um grande homem- o maior
don dos Deuzes.
Alexandre se enihusiasmanilo muito mais do
que o cmico, baten palmas portante lempo e
com tanta forga, qne se fez notar e entender por
todoi os espectadores.
D'entro em pouco eslava rompidai a paz, a
amizade do grande homem, e os exercitos alia-
dos entravam de novo em campanha contra a
Franca. s
Paremos aqni por boje.
Recife, 17 de Margo de 188.
Affotuo de Al uquerqiic Mello.
D. talharim. Pessda de Figueira
Faria
" i hora* da manto i
JVIarianno de Figueira Faria, seus fi-
lhos, sua sogra e seus cimbados, convi-
dam aos seus parentcs e amigos para as-
sistirem as missas que uiandam celebrar
por alma de sua idolatrada e nunca esque-
cida esposa, mae, filha c irma, Catharina
Pessoa de Figueira Faria, que scrao cele
bi-adas na igreja de Nossa Senhora do Carino
no dia 20 do corrente 30." dia do seu talle-
cimento, e desde j agradecer do intimo
de seus corac5es por mais esta prova de
amizade e religiao.
COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 19 de marco de 1889.
Houve algum movimenlo no mercado de cam-
bio-
Na Bolsa foram vendidas 5." acnjes da Fabrica
de Fiaco e Tecidos, ao par e 9 apolices da di-
vida publica geral, com o descont de 6 /
Cambio
Os bancos mantiveram a taxa de 27 3,4 at ao
fechar do dia, quando o London retirou sua ta-
bella. ^
Papel particular foi passado a 27 13,16 e 27
7/8, fechando frouxe o mercado.
No Rio, papel bancario 27 :i e particular 27
7/8.
TABELLAS AFFIXADA8
sr
w
a
i
0
o S

O
2- 2
-
s
n
N.
O nome raro e estranho de Avcleira Mgica
pelo qual conhecida a ulma grande deseo-
berta do sabio Dr. C. C Bristol. simplesmente
o nome vulgar da maravilhosa planta americana,
classilicada scientilicamente sob a denominagao
de Hamamelis Virginica, da qual extrahido o
celebre Extracto Duplo de Aveleira Mgica que
leva o nome do eminente sabio; remedio valio-
sissirao descoberto primitivamente pelos indios
que usaram delle na sua forma primitiva como
agente calmante e curativo em toda a especie de
inflammaces externas, ferdas, tumores, almor-
reiraas, rheumatismo, etc., e que boje tcm vindo
ser um dos agentes therapeuticos mais impor-
tantes do dia no tratamento Je toda a dr quer
interna quer exlerna.
Verem-se as instrucefes que acompanham cada
vidrinho do extracto ou do ungento.
Pcrguntas e respostas.O vinho de
Quinium de Labarraque ser mais activo
que as outras preparacSes de quina ?
O Quinium Labarraque o resumo,
a condensaco de todos os principios acti-
vos da quina. Algumas grammas de Qui
nium produzem o mesmo effeito que al-
guns kilos de quina. (Robiquet, pro-
fessor na escola do Pharmacia de Pariz.)
Pensao Acadmica
Esta casa de Pensao situada no ameno
bairro da Boa-Vista, ra da Imperatriz
n. 15 2o e 3o andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a mens&lidade
de 50$, torio com o maior asseio c regu-
laridade, comida abundante, commodos
agradaveis, cxcellente banlio e criado.
-------------^--------------
Aviso aos aossos leltores
Os nossos leitores que visitarem Pars
durante a EzposicSo de 1889 j sabem
que podero 1er os ltimos cxemplares do
nosso jornal chegados aquella cidade no es-
criptorio dos nossos correspondentes, Srs.
Amde Prince & C, 30. ra Lafayette,
onde podem mandar dirigir qualqucr cor-
respondencia, pedir quaesquer inforinaroes,
dar ordens de compras, etc.
Alm d'isso, levamos ao conbeeimento
dos nossos patricios que afora o servico esta-
belecido no escriptorio da ra Lafayette,
n. 36", os mesmos Srs. Amdc Prince A
C, acabam de organizar urna sala de lei-
tura e de informacoes na Exposi<;ao mes-
ma, no pavilhao da repblica de Guate-
mala cujo commissario geral dignou-se de
por graciosamente urna vasta sala com
varanda s ordens dos nossos correspon-
dentes.
Aconselbamos mu vivamente aos nos-
sos amigos e leitores que se acharom em
Pars, que visitera a casa Amde Prince
& C. na sua sede social, 36, ra Lafayet-
te, loni como na installayZo que possue na
ExposicSo no PavilhSo de Guatemala que
ha de ser, graoas s extensas relacocs dos
nossos correspondentes, o ponto da re-
uniao dos numerosos estrangelros residen-
tes cm Paria. c
(@)

^
_
GA3
h ^
20 de Fevereiro de 1889


DE
D. CATHABINA PESSOA BE FIGUEIRA FARIA
Esposa Idolatrada
Hl exenplar, fllha e irm e\rcmecida
Seu esposo e fihos curvam-se sobre o seu tmulo, e sobre os
seus restos desfolhao urna saudade



soje so :s m;o:: ::s:
Tricsimo dia do sea raHecimeato

)Q) (Gx) ()() () ( fe (2) i@ ( fe (@>(g)@)(s)@>fe)Q)^<)(g)<^
Cinco Chagas
DE
Bolsa
Peas Nosso>SenhoT
Jess Chrislo
Foi tres vezes puhl irada no Diario a corres-
pondencia de simMu. e o fui romo ped em n-
meros si-guidos e dias, CMH um alternado por
nao trabulhar a ollicina \m domingo ; os diasi-in
que sahio o iW, foram sabbado '., domingo
1(1 e terca 12 do torrente, c os nmeros do Da-
rio tfo35, M e57 : por esta razo continuo por
nao faltareiu asTormas detwKiiiinadas illu.-'n-
Sr. deseiubargador Domingo? Altea Ribeiro.
Sou eu que vou liolir eoiu a viha Tnmul Ihe o communiquei da cadeia do amago da Mi-
tana : essa p*dra escandalosa sSp licou na ma-
TllIZno SANTISSWO SACRAMENTO DA 1 RE'iL'KZlA De
stKto amano do rec e, est assente na ollicina
da Provincia, e se enlo Iiouvcjsp um pastor, Ta-
ria um signal ao hkkanho para o prevenir.
JOTA95E8 OFFICIAE8 DA JUSTA DOS COB-
BETORE8
Recife. 19 ae Marro de J88S
Apelices geraesdeSO/O, valor de 1:000*000 a
9W cada urna.
Accoes da fabriea de liago e tecidos, do valor
de 1001 ao par.
tiunbio sobre Londres, 90 d/v. 27 : i d. por
Uuoti. do banco.
Descont de letras, 10 0 0 ao ;mno.
Na Bolsa Venderam-so
9 apolices geraes de 1:000.
53 acf Oes da fabrica de hago e tecidos.
O presidente,
Candido C. G. A Ico forado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Alftodo
O de 1' sorte do sertao cota-se a 6MH) por 15
kilos.
A exportacao, feita pela alfandega neste mez
at o da 16, subi a 717.6*5 kilos, sendo K8.110
para o exterior e 229.715 para o interior.
As entradas verificadas ate" a data de hoje so-
bem a 17.544 saccas, sendo por:
Barcacas. -
Vapores.....
Animaes. .
Via-ferrea de Caruar.
Via-frrea de S. Francisco.
V'ia.fcrrea deLirnoeiio
3.090 Saccas
569
6.042
1.653
t 699
3.891
Semina. .
Assacar
Os prejos pagos ao agricultor,
cundo a Assciajo Comraercial
os seguintes:
Brancos .
Someno.....
Mascavado purgado .
nruto.
Rtame.....
Colonia Isabel :
Branco ,
. *
. 3 -
Soraeno......
Mascavado ....
Usina Pinto:
Branco 1*
2 .
Someno
Mascavado
17.54 Saccas
por 15 kilos, se-
Agricola, foram
3*200 a 3*800
1*900 a 2*100
1*400 a 1*500
1*100 a 1*200
*800 a 1*000
4*100
2*8*0
1*500
1*900
1*600
'i*000
2300
:*000
1*500
A exportacao, feita pela alfai.i ga aele mez
at o dia 16, attingioa i 6-49. le i tilos, sendo...
1 7.(2.446 para o exterior e 1.916.658 para o inte-

As entradas verificadas al a
bem a 59.964 saceos, sendo por
Barcacas.....
Vapores.....
Ananaes....
Vi:ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somina.
data de boje, so-
' 24.017 Sancos
3/J44
5.603
24.132 .
2.28
o.964 Saceos
Pelo vapor inglez "Atheus-. foram remettidos
loo saceos com assucar branco e 100 ditos com
dito mascavado para Rio de Janeiro ; 2.300 sac-
eos com assucar branco e 3.560 dilos com dito
mascavado para Sautos.
Coates
Contina a cotac/io de 363 ris para os seceos
salgados.
Aguardeate
Cota-se a 88*000, por pipa de 480 litros.
O vapor inglez Athens levou 100 pipas para
o Rio de Janeiro e 20 pipas c 73 5 para Santos.
Aleool
Mantcm-se a cotafo de 170*000 por pipa de
480 litros.
Hel
Cota-se a 50*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da alfandega
. SMMANA u 18 A 23 DB MARCO DE 1859
Vide o Diario de 17 de Murro
. avos carga
Barca portugueza Ceres, para q Porto.
Lgar sueco Brifort, para Liverpool. ,
Paacho inglez Peggie, para Menicio.
Patacho norueguense Ge/Ion, para Pelota?.
navios a descarga
Barca rjorueguense Frida, carrSo.
Barca norueguense Fr'dhyof, catvo.
Barca alloma Anua, earvo.
Barca ingfza iMcmia, baeolho.
Brigue sue" Pepita, carvo.
Lugar ingle? Vulonia, bacalho.
L^'ar inglez JJora. bacalho.
Lugar iuglez j:orisamU; bacstno.
Lugar ingle? leander, bacalho.
Logar americano Robert Y Barr, tannaa de ;
Cegar nacional yo, alfafa.
Patacho llemao Auna, farello.
rmrvortaro
!3 nacional -I
Maco em 18 do co:
Joaquim Pessoa', mai
Algodao em raic
i tic
. V. Exc. um juiz qne estuda muito. mas va1
I comprihendendo menos, e se V. Ekc. quer a
prosa Ihe a dou ; hei-de vncelo e aos seus
collegas, convencendo-os senhor.
Por muito que o homem estnde. faltando-lhe a
rcin "Ki's a intelligencia se emh.iQa scmilhan-
(,'a deespelbo com o hlito de bocea rfhe o in-
evoa e o pfle intil : o opposto se J com a >
em d:s e cu sou o exemplo, porque j o fui
tambem athec.
A re pode ser considerada semelhanra do al-
\issimo panno de linho que tira a neblina do
hlito da bocea de sobre o perfeito vidro do >-
pelhp, para (car puro como eslava antes de ser
hafejado; a r, pois, em dkus nos limpa a con-
scieucia e assim a memoria se esclarece pela
INSPIRACAO divina
Cm juiz de direito que veio exercer as fiincges
de chefe ile polica, cumprio as funcce.s con-
sciente e leve o premio logo, desonerando-o por
causa de----dcu-selhe raelhor comarca : temos
um juiz de provedoriajque precisa quem o aju-
dc a sustentar o principio ...
Os cartorio sao dos Srs. oscrivaos. como her-
deiros pelo oflicio, mas sao responsave pelo
trabadlo d'essas oflici'>as engaadoras, com ex-
Borracha 11 barricas a Gomes de Mattos Ir-
mos.
Cera de carnauba 84 saceos aos mesmos.
Sal 32.000 litros ao consignatario.
Vapor inglez Curtir, entrado de ucnoa-Ayres
em igual data e consignado a Blackburn Needham
5 C. manifestou:
Xarque 2.739 fardos a'Amorim lrmo & C,
2.203 a Maia & Rczende.
Hiate nacional Apudy. entrado de Maco em
16 do corrente e consignado a Souza Nogueira
k C, manifestou:
Sal 280alqueires i ordem.
Exportacao
RBCIFI, 18 DE MARCO D8 1889
Para o. exterior
No vapor inglez Getmra, carreROU: .
Para Liverpool, J. II. Boxwell 6tK) saccas com
43,097 kilos de algodao o 3 200 saceos com
240,0^0 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Sera, carregaram :
Para Lisboa, Rodrigues Lima A C. 1 barril
com 40 litros de aguarde* te, 1 barrica com fari-
nha de mandioca. 1 dita com 75 kilos de caf e
1 dita com 80 ditos daQtsucar branco.
Para o interior
No patacho nacional Ida. carregaram :
Para Pelotas, P. arneiro & C. 672 barricas
com 6-3.714 kilos de assucar branco e 73 ititas
com 8,273 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Alagos, carregaram :
Para Rio de Janeiro, H. Burle & C. 500 saccas
com 37,623 kilos de algodao.
Para Balda, J. G. da Cuolia Perno 4 barricas
com 320 kilos de doce.
No vapor nacional lfii Para Para, M. J. Alves 50 saceos com 3,730
tilos de assucar branco e 50 barricas com 3,105
ditos de dito relinado ; P. '< arneiro A C. 10 pipas
com 4,800 litros de agurdente e 25) barricas
cem 17,820 kilos de assucar branco ; Amorim
Irmos A C. 3 pipas com 1,440 litros de aleool,
50 banis e 7 pipas com 8,160 ditos de agur-
dente.
para Mandos, Amorim Irmos A C. 30 barris
com 4.-860 litros de agurdente ; F. A. de Aze-
vedo 25 latas com 375 kilos de assucar relinado;
J.'de Mbuquerque 10 barricas com 360 kilos de
assucar refinado ; M. Borgcs A C. 10 duzias de
vassouras de piassava.
Para Cear, P. Carncira A C. SO saceos com
6,000 kilos de assucar branco.
Para Ma.-anhao, C. M. da Silva 50 barricas
com 5 600 kilos de. assucar branco.
Xo hiate nacional Deas-te Salve, carrega-
ram :
Para Camossim, Fernandes A Irmo 10 barris
cora 900 litros de agurdente e 12 barricas com
1200 kilos de assucar branco ; Ramos Goppcrt
6 C. 5 barris oom 180 litros de agurdente c 1
v, com 110 kilos de assucar mascavado.
Para Acarahu, E. C. Beltrdo A Irmo 30 barri
m 3.063 kilos de asiucar mascavado.
cepcoes dos que observarem o regiment, o o8
seus d'-veres : porem os fiscaes de*se labor pu"
blico sao os Srs. jui/.es, quando Ibes chegam s
mos os trabamos conclusos, notando Ihe o* de-
feilos pelo REr.i.MK.vro para o aperfeicoameu-
to da lei. e assim das iiistituires Esm senhor.
Da mesma forma deven fazer os Srs. desem-
bargadores do dislricto, para com as lacunas dos
Srs. juizes de direito, para a lei ser respeitada e
nella ver se a maoestaor da icstica ; porein.
5uando os Srs. escrives da Relaco instrnem aos
r#. desembargadores, e os de direito aos seus
ESPKCUES em crime ou vara : o que deve um
paiz esperar Esm senhor '
Se V. Exc. c seus colegas, (salvo o que den
pravas exuberantes de ser recio na administra-
cao de presidente recente desta provincia, o Sr.
liveira Andradc) me pretenderem subtrahir ago-
ra a justica dos tres principios provados, tcro o
c'esgosto de notar em si o que aconteceu a raui-
tos dos Srs. ministros do Supremo Tribunal.
Vi o actual Sr. presidente do Supremo Tribu-
nal de Justica a relatar um fcito commercial de
avultadissima soturna, (pertenceute praca do
Rio de Janeiro* : e a exposico do feito foi ex-
plcita e bem delinida : os collegas pretendan!
No hiate nacional Xeptaiw, carregaram :
Para Gear, M. Borgcs A C. 200 saceos com
tufaba de mandioca.
No hiate nacional Adelina, carregaram:
Para Cear, B. Oliveira A C. 1/ 00 saceos com
farinha de maudioca.
:>o hiate nacional Correo Paraliybano, car-
regou :
Para Parahyba, J. P. Lapa 10 caixas com 80
litros de genebra e 6 caixas com 48 ditos de
agurdenle.
Na baruca Hosilina, carregou :
Para Hossor, M. Amorim 10 barris com 960
litros de mel.
Na barcaca A. Mendes, carregou :
Para Alagoas. A. A. Flores 10 garrafes e 10
caixas com 200 litros de genebra.
Dinkeiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Algoas,
Rio de Janeiro
Xacei
Pelo vapor nacional Mandos,
Parahvba
Para
para :
13.330*160
20.000*000
para:
l.OOOOOO
4.000 -S000
Rendimentos pblicos
MEZ DE MRC
Alfandega
Renda geral:
Do dia 1 a 18
dem de 19
403:881*750
43:649*136
Renda provincial :
Do dia 1 a 18 36:3163683
dem de i9 4185*922
451:530*S8
60:502*607
Somma total 312:033*493
Segunda seccaj ca Alfandega, 19 de Marco de
1889.
SthesoureiroFlerencio Domingues.
chefe da secco Cicero B. de Mello.
Do
da
Reecbcdorla Geral
1 a 18 43:782*961
dem de 19
3:3587
49:141*705
Recebcdorla provincial
Da dia 1 a 18 13:735*144
ra de 19 390*276
.---------------
14:323*420
Recife Draioagc
Do dia 1 a 18 32:278*097
dem de 19 285*104
Mercado Municipal
O movimenlo deste mera
Marco foi
Entra ram :
25 i i i bois pesando
de .
32:563*301
Jom
18 de.
em maioria confundilo. os debates foram calo-
rosos e longos e afinal procedeu-se votacao
Exm, Sr. desembargador Alves Ribeiro.
Entendendo um pouquinho de direito commer-
cial pela pralica com magua observei que se
designou a Relaco de S. Paulo para rever o
feito, e as palavras do Sr. SaySo Lobato depois
pareciam Dretender pedir desculpa aos callegas
para nao o terem como corrompido com >empe-
nhos ou do qualquer forma, visto o esforco que
fez para sustentar o julgado.
As palavras maosas ou comniovedoras do
nobre ministro juiz relator vencido, choearam-
me bastante, por conhcccr pelos debates da
causa commercial onde eslava a juilica ; e disse
comiuigo assim s se .nao existu dbus paba
PI.'.NlD ESTES- E PRGMIAll AQCELL* RCLATOB.
Correu o lempo, e depois cerca de uns 5 an-
nos, vejo que os taes foram aposentados e logo
apos aquelle nobue ministro relatos oa jos-
tuja, foi elevado a presidente do Supremo Tri-
bunal de .luslira e inda agraciado com grandeza,
pe o governo deus xosso senhor, me ouvio en-
to e me fctisfez, c assim sei com o que se tem
passado posteriormente Exm senhor.'
Tendo um paiz um presidente do Supremo Tri-
bunal de Justiga, loda ella na integra se far
embora larde, ha de vir, em nome de DEUS PA-
DREDEUS FILHO-DEUS ESPIRITO SANTO-
Exm Sr. desembargador Domingos Alves Ri-
beiro : aguardei sua vinda, e agora vo subir os
meus autos ao Tribunal da Relaco de Pernam-
buco.
Continuo por ser assim preciso, para honra do
commerco e filieidade do paiz.
Recife. 18 de Marco de 1889.
Antonio Francisco Carga.
Dr. Nstor Cava]cante
Medico
OFFERECE OS SEUS SERVICOSEMPALMARES
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meie dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
BarSo da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setem-
faro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Oculista
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na corte, ex-chefe de clinica
ophthalmologica dos Drs. Wecker e Panas
em Pars e do professor Hirschberg em
Berlini, tendo regressado de sua esciirsSo
s provincias do norte, demora-sc alguns
inezes nesta capital, no exercicio de sua
especial idade.
Consultorio c residencia na do Barao
da Victoria n. 23 Io andar. Entrada pela
; amboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
MEDICO HOMEPATA
illr. Ballliazar da Silveira
Especialidadefebres, molestias
das crianeas, dos orgSos respirato-
.rios c das senhoras.
Prestase a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
na do Baro da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
i

i I Frederico Chaves Janior \\
Homoepatha .
39 RA BARO DA VICTORIA 33
| | Primciro andar
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLDSON, for-
mado pela TJniversidadc de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ra BarZo do Victoria 18, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
207 kilos de peixe a 20 reis /1140
84 eargas de triulia a 200 ruis 10800
2 ditas de fructas diversas a 300
ris 000
10 Oboleiros a 200 ris 2A000
12 suinos a 200 ris l>400
20 matulos com legumes a 300 ris 44000
Foram oceupados:
26 1|2 columnas a 600 ris 15*900
1 escriptorio'a 300 ris 300
23 compartimentos de farinha a 500
' ris > 11*500
24 ditos de comidas a 500 ris 12*000
68 ditos de le-ftimes a 400 ris 7*200
18 ditos de suinos a 700 ris 12*600
9 ditos de fressuras a 600 ris 5*400
36 talhos a 2* 72*000
RendimcntO:
rente
dos das I a 17 cr-
186*840
3:239*600
Foi arrecadado liquido at hoje 3:426*440
Preces d dia:
Carne verde de 240 a 360 reis o kilo.
Carneiro de "20 a I* reis idem.
Suinos de 560 640 reis idem.
Farinha de 560 a 720 reis a cuia.
Milho-de 400 a 440 res idem.
Upo de 900 a i *i0 / ideirt.
Matadouro publico
Neste estabelecimento foiam abatidas para o
consumo de hoje 55 rezes pertencentes a diver-
ses marchaotes.
Vapores a entrar
MEZ DE MABgO
Sul......... Xevi .............
Europa..... V'IU de MnctS-----
mi........... Admnce..........
Europa....... Campias.........
Norte......... Pentuiabuco.......
Sul........... Maranhao.........
Norte......... Finance ..........
21
20
21
24
25
27
r


-
__
:



Antuerpia...
New-York...
Santos e se.
Sul........
Santo=
Sul.........
Havre e esc
Vapores a sahir
MEZ DE MlEgO
Neta........
Meante.......^
21 as
21 as*
21 as
P:rnambaco.......
Campias
Finante___
25 as
25 as
27 as
Maranhao......... 28 as
ib
4 h
h.
h.
4,h.
ih
5 b
Moviuiento do porto
Navio 'entrado no dia 19
New-York c escala 24 dbis, vapor inglez Pa-
raense, de 1085 toftelalas, commandante G. F.
Sidebotham, equpagem "34, carga varios ge-
nero-
I 1 !*
Oslen,




Diario de PemambucoQuarta-feira 20 de Marco de 1889
A VBROAOE BRILHA
Por mais que facam os crticos graciosos, cuja tarefa rezu:e-se simplesmente
a destruir quillo que nao sabem nem podera construir, em corten casos impotente
a maledicencia d'esses demolidores perversos.
O sea trabalbo, longe de prejudicar, mais um incentivo para que a verdade
brilhe radiante, offuseando-os com a intensidade da ua luz.
De todas as classes sociacs, desde o opulento at o proletario, desde o maior
talento ate i infelli-encin menos culta, todos, porfa, encurregam se de vir dar um
solemne de.smentiu. > n essas criticas graciosas.
O documento que se vae 1er um attestado que falla maia alto do que tudo
quanto podamos asseverar.
Eil-o:
t Illm. Sr. Jos Alvaros de Souza Soares.Devo -urna resposta a seu favor.
Fal-o-hei em. poueas palavras, mesmo porque verdade nao niister coloridas ima-
gens, para impor-se soberana, escudada as manifestacoes da opiniao universal.
EmanaySo da consciencia, d'esse foro i^iino* de cada individuo, onde se azyla, eila
surge pura e immacnlada. #
A sua preparacao Peitoral de Cambar um poderoso remedio contra m
enfermidades do peito. ...
c Attestc-o pelos resultados que tenho colhido em pessoas u iwniia cam,
esse pequeo scenario, onde, como pai de familia, posso com certeza reconliecci
quaes os medicamentos uteis c proveitosos.
.* Minhas tilhas usaram por algura tempo do PtitoraL de Cambar, de sua
invencao, e ticaram complentamente curadas de ama tosse pertinaz o pengosa.
Faca destas linhas o uso que quizer.Scf.upic is suar ordena cu con tiara
Joaquim XapoleSo Epaminondas de Amida. (Ex-diroctor de colI, em Pellas, <
hoie advogado em Bag, Rio Grande do Sui.)
Silo agentes deste preparado os Srs. Francisco Mauoel da Silva & G- "W
Mrquez de Olinda n. 23, que o vendem a 2^500 o frasco.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectoro Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efucacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senioras.
Tem curado radicalmente multas pessoas ac
commettidus da terrivel molestia beriberi.
MODO DE USAR
Os aaultos temaro quatro colheres das de
sopa pela uianli e quatro a noite. As criancas
e i a 5 annos toniaraO urna colher pela inanha
e outra 4 noite, e os de 3 a 11 annos tomaro
duas colheres j>cla manila e duas noite. De-
vero tomar banhos fri ou momo pela manila e
noite. Resguardo rejnilar.
Encontrase venda na drogara dos srs.
Francisco Manocl da Silva C, ra do Mrquez de
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estri-
la do Rosario n. 3.
0-autor dcste preparado pouc ser procurado
na roa do Kariio da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar Joda c qualqucr explicaro
que for precisa.
Beriberi
>'. M
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade
Em Dezembro do anno passado, depois de co-
piosa perda rfe sangue em consequencia de urna
hemorragia intestinal, experimentei symptomas
de grave molestia que o nieu assistenleo Illm.
Sr. Dr. Francisco ornes diAndrade Lima classi-
ficou de beriberi bem como os nao menos Ilus-
tres Drs. Francisco da Cunha Beltroe Lrmirio
Coutinho aos qoaes consultei.
Combatendo o mal segundo os precejtos da
scienci, foi-me declarado em Maio pelo assis-
lente que meu soflriuiento degeneraba em
rheumatismo ebrouico, complicado com beribe-
ri acompanhado de |>aralysi a de um pe, e que
ulgava de urgente necessdade urna vnigem ao
Rio de Janeiro ou a Fernando de Noronha, por
isso que o rheumaiismo rebelde ao (ratamente
por meio de depurativos e friccoes, at cntrei-
uha o maior mal beriberi que so por esse meio
devia ser dcbellado.
Achtame entretanto em diflkuldades para
satisfazer a prescripeo medica recommenduda
pelos couseihos dos Srs. lirs. Cunha Bcltro e
iniljlic
ca
Aula |
A eV cadeira do sexo leininrao da freguezia de
Santo Antonio, regida pel professora I). Thereza
Josephina da Cunha Salle:!, acha-se firaccionando
ra do Sol n. 17.
Bacharel Antonio Wilrn-
vio Pinlo Bandeira
Pode ser procurado
n. 71, 1'
ra do Imperador
andar
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 as !I0 da manliii.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHOSE N. 226
ED1TAES
0
Dr. Jos Antonio Correia da Silva,
cavalheiro da Ordcm de Christo, com-
mcn.lador da Real Ordcm Militar Por-
tuguesa de Nossa da onceieSo da Vil-
la Vieosa. juiz de direito de orphaos
da Comarca de Olinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que, por
parte de Joaquim Antonio de Miranda,
me foi dirigida a ptelo do theor seguin-
te:
Illm. Exm. Sr. Dr. uiz de orphaos
de Olinda.Diz Jooqahn Antonio de Mi-
randa, que liAvendo arrematado >erante
V. S. a propriedade Tab, sita na fre-
guezia de Taquara, provincia da Paraby-
ba, o pertcncente ao espolio do coronel
Joao de S Cavalcante de Albuquerque,
requer o supplicante, para^garantia de seu
direito, que V. Exc, depositado a pro-
ducto do bem que o supplicante arrema-
tou, mande, de accordo com a Ord. livro
4 titulo 6, passar editaes, chamando todos
aquellos a quem fr obrigada aquella
Ermirio Coutinho, quando um amigo aconse-! propriedade, para, no.prazo que Ihes tor
marcado, pugnaren! pelos seus direitos.
Nestes termos pede a V. Exc. deferi-
mento E R. Me.Olinda, 27 de Feverei-
ro de 1889.Joaquim Aktonio de Miran-
da. (Estava sellada
Em a qual pctic3 profer o despacho
do theor seguinte:
Feito o deposito c orno acabo de verificar,
passe-se o edital as condicSes nlludidas,
com o prazo de 30 das, ficando assiin de-
ferido o presente requerimento, que ser
junto aos autos. Olinda, 27 de Fevcroiro
de 1889.Correia da Silva.
E mais nao continha dito despacho
aqu fielmente copiado, epor forrado mes-
mo despacho, o respectivo escrivSo fez
passar o presente edital, pelo qual e seu
theor sao chamados aquelles afquein for
obrigada a mencionada propriedade Tab,
para, no prazo de 30 dias pagarcm pelos
s4ws direitos.
E para que chingue ao cohecimento
de todos, mandei passar o presente, que
ser aifixado no lugar do costume e pu-
blicado pela iinprensa.
Dado c passado nesta cidade de Olinda,
aos 28 de Fevereiro de 1889.
Eu Joao Theodomiro da Costa Montei-
ro, escrivSo do civel no impedimento do
de orphaos, o escrevi.
Jo$ Antonio Correia da Si}va.
lhbu-meo uso do depurativo de V. S. denomina-
doSalsa do Aogelinoapplicado em pessoa de
sua familia com resultado felti.
Effeetivameiite delle tinha usado ha 3 mezes e
grabas ao seu salutar effeito, acho-me quasi res-
tabelecido.
Em homenagem a verdade e que se torne no-
torio a eflicacia de tao prodigioso depurativo, to-
mo a liberdade de dirigir he a preSeute da qual
poder V. S. aier o us que bem lhe approuver.
Son com estima de V. S. criado.Jos Lui
de Franca Torres.
Recife, 1 de Agosto de 1884.
N. <5I
Illn.Sr. AnselinoJos do Santos Andrade
A bem da bumanidade tenho a satisfagSo de lhe
commuuicar um caso queso deu commigo. Es-
laudo fra da provincia (em Maeeio), fui acoui-
mettido da terrivel molestia beriberi. immedk-
tamente embarquei para o Rio de Janeiro, aonde
me tratei seriamente, mas regressando a esta
ddade, repetio-me esse grande mal, ser.tindo
cansaco, indisposicfio e inchando-me as pernas
horrivelmente : lembrei-rne que tinha em casa
urna garrafa do seu ehxir purilicador do sangue
que um amigo em tempo me tinha teito presen
te ; sem perda de tempo rucorri a ella, felizmen-
te melhorei, acabndose a prinnira garrafa
mandei bsc.r segunda para concluir o meu
tratamento. Destas poucas linhas que so contm
a pura verdade, poder fazer o uso que lhe con-
vier, pois acho-me radcalmen'e curado do dito
n>al
De V. S. attento criado e obngado.Francis-
co Teixeira Barbosa..
Recife, 11 de Maio de 188G.
N.32
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade
Recife, 2 de Dezembro de 1887.Estaudo sof-
frendohorrh ciment de siphilis, recorr a di-
versos remedios, os quaes produziram-me cahir
por todo o corpo, grande quantidade de panos
pretos e no rosto entao em maior quantidade. :
um amig> aconselhou-mequc toraasse o prepa-
rado do Sr. que tinha tirado grande vantagera
para a mesma molestia, resolvi-rae a tomar, em-
bora j estivesse dsptrsuadido, assim o flz,
.; com grande vantagem obtive cora trez garra-
fas do seu preparado o mais eficaz curativo e
porisse participo lhe of meus agradecimentos,
.ssim como Vmc. far uso da minba assignatu-
ra para o que quizer.
De Vmc. criado e obligado. Joao Francisco
Monteiro.
Estajam seladose reconhecidos toaos os attes
Millo (6om?5
I
Medico operador pareiro
ario
le Ouroj
n
j
:lj
i
!
94 .Boa tsungm do Booario "Z I
(Por cima do Annel de O
Onde lera conulnr r fc*.t
dearla t podendo >er encontrado e \
recebendo chamados a qualquer hdra I.
do dia e da noite. i
EspecialuUuks: Partos, rebres, moles-
ta? de sennoras e dos pulni^s, syphilia \ )
em gcral. cura rpida e completa e ope- | |
races de estreitameatos e mais soffn-
mentos da ure:
Acode ce pron. imados
fora. ualinji ia.
Telephone
m
Edital
i;.<-ri\uo Ki'co Barro
Pcrante o Sr. Dr. juiz substituto aos feitos da
fazenda, Jos Salazar da Veiga tessea, se vende-
r em praca publica no dia it do corrente mez
de Marco pelas 11 hoias da manb, depois da au
diencia do mesmo juiz os hens seguiutes :
Vinte e quatro cidciras de guarnico, 4 de
braco, 2 sofs e 4 consolos com lampos de po-
dra, todo de junco, em rauito bom estado, exis-
tente no estabelecimento de movis ra Duque
de Caxias n. 29, pelo preco de 4005, pertencen-
tes a Baptista t Couipanbia.
Quatorze quintos de vinho de uvas do Rio
Grande do Sui, existente no armazem ra do
Vigario Thenorio n. 12, freguezia do Recife, pelo
prego de 1805, per:--ncentes a Joaquim de Oli-
veira Borges.
' Urna armaco, balco, doufl fiteiros envidraca-
dos e envcrnlsados de preto, existente no esta-
belecimento da ra .;\r?;i do Rosario n. 24, pelo
preco de lUW >, perttucentes a Jos Joaquim (ion-
cal ves. Barros & Companhia. .
l'ma armacao,. balco, :i liteiros e 1 i-elogio de
paade. existente i o estabelecimento ra da
lllia, era Caxang, p 'lo preco de 60->, pertencen-
te Joao Carlos Pereira da Silva
Doze cadeiras de gnarhicao, t dita, de balan-
co, 2 ditas de braco, i coasolos, 1 sola, tudo de
junco branco, novos. existente no estabelecimen-
to de movis a ra Duque de Casias n. 20, pelo
preco de KM, pertencentes a Baptista 4 Com-
panhia.
Urna armaco em idragada, 1 balco, 1 fiteiro
envidracado e 1 caiieira, tudo envernisade, exis
tente no estabelecimento ra Larga do Rosa-
rio n .. pelo preco de 250, pertencentes a An-
dr Santos.
Urna carrora de i -tente em
urna cocIk- friuraho n... pelo-
preco de t -. Vi-
cente Fer;
le madeira enyernisada
e envidracad.i no "estabelecimento da
rifc Difcita ri. 76,pelo prego de 60#, pertencen-
tes a Joaquim Antunes (luimaraes.
Um cofre em perfeito estado, existente no es-
tabelecimento ra do Cabug n. 18, pelo prego
de 150*, pertcncente a Papoula & Companhia."
Um cofre de ferro francez c 1 fitairo grande
com 3 vid i os de frente existente no estabeleci-
mento ; ra Pnmeiro de Marco n. 25, pelo pre-
go de 30W, pertencenie a Bedel & David.
Lujos beus acham-se peDhorados e vo serem
vendidos para pagamento da fazenda nacional e
custas.
Recife. 19 de Marco de 1889.
O solicitador da fazenda racional,
Luiz Machado Bocllio.
DECLAMCSES ____
Companhia de Seguros Phe-
ni\ Pernambucana
<)< scnhore- accionistas ilo conviddcs a reu
airan-se em assenibk'a gcral ordinaria, na ter-
ca-feir 19 do correnta', A l hort da tarde, na
sede da coii|iiuhia. A n-uniao tem par lim dar
execucio ao s 1 do ai". 27 e 2 do art. 30 dos
estatuios. .
Pemambuco, 2 de Maico de 1889.
Os administradores,
Luiz Dupiat.
Manocl ioiqes de Mattos.
Miinccl da SOva M;:ia.
,1'RASO l)K TODIASJ
Pela insnv;o:-ii dcsta alland.-^i, se Caz pu-
blico, que, no dia 19 do mez vindouio scrAo ar-
rematadas em praca a porta do trapichoalfonde-
gadoB.uio do Livranento as mercadorias con-
tidas nos voiumcs.abaixomencionados; nos ter-
mos ilo tit 3 cap. 3 da Consolidago das Leis
das Alfandegas, se seos donosou consignatarios
nio despachal as e retralas no referido prazo
de -tu dias sob peua de, frado elle, serem vendi-
das por sua centa sem que Ihes fique direito de
allegar contra os cteitos desta venda.
Trapiche Baro do Lrvramento
Marca FAS, 15 encapados contendo "3 ber-
ros de vime.
137 kilos, peso liquido real de cestos de vime
para compras, talheres e uses semelhantes.
42 kilos, peso liquido real de cestat grandes
para roupa, condugo de cargas e semelhantes,
\indo do Porto em 5 de Julho de 1888 no lugar
portuguez Temerario.
Marca JAA contra-marca PV&C, 48 pipas Ide
vinho commum, medindo de capacidade cada
urna 480 litros, capacidade total 23,040 litros,
quebra de 20 |o liquido legal 22,500, vindo de
Figueira era 9 de Abril de 1888 no patacho por-
tuguez Fanny.
Marca JAA contramarca SG4C, 23 pipas con-
tendo vinho commum, -medindo de capacidade
total 10,925 litros, quebra de 20 "j, e liquido le-
gal 10,707 litros, idem, idem.
dem, 10 barris de 5" contendo vinho com-
mum, medrado de capacidade 90 litros, ca-
pacidade total 900 litros, quebra de 20 "[., liqui-
do legal, 882 litros, idem, idem idem.
Marca diamante JASV30 barris de quinto, con-
tendo vinho commum, medindo de capacidade
uns 8 litros, capacidade total 2.520 litros, que-
bra de 20 |,, e liquido legal 2,470 litros, viudo
de Lisboa em 27 de Abril de 1888, no vapor
francez Ville de Sanios.
Marca AMAC, 8 pipas contendo vinho com-
mum, medindo de capacidade cada urna 475 li-
tros, capacidade total 3,800 litros, quebra de 20
jo e liquido legal 3,724 litros vindas de Lisboa
em 8 de Maio de 1888 no vapor Jrancez Ville de
Rosario.
dem. 50 barris de quinto, contendo vinho
commum, medindo de capacidade cada um 84
litros, capacidade total 4.200 litros, qnebra de
20|, liquido legal 4,110 litros, idem, idem.
Marca JFF, 6 pipas contendo vinho commum,
medindo de capacidade cada pipa 478 litros, ca-
pacidade total 2:868 litros.- quebra de 20 por
cento e liquido legal 2:811 litros, vindo de Fi-
gueira era 5 de Julho de 1888, no lugar portu-
guez Ti-merarh.
' Marca JFF, 11 barris de quinto contendo vinho
commum, mediiuld de capacidade cada um 90
litros, quebra de:'20-por cento e liquido legal
971 litros, idem. dem, dem.
Marca L & C, 7 pipas contendo vinho com-
mum, medindo de capacidaoe cada urna 480
litros, capacidade total 3:360 litros, quebra de
20 por cento e liquido legal 3:293 litros, idem,
idem, idem.
Marca L & C, 15 barris de, quinto contendo
vinho commum, medindo de capacidade cada um
87 litros, quebra de 20 por cento e liquido legal
1:279 litros idem. idem, idem.
Marca AR, 6 pipas contendo vinho commum,
medindo de capacidade cada pipa 469 litros,
quebra de 20 por cento e liquido legal 2:756
litros, dem, idem. idem.
Marca AR. 20 barris de quinto contendo vinho
commum, medindo de capacidade cada um 84
litros, capacidade teta! 1:680 litros, quebra de
20 por cento e liquido legal 1:647 litros, dem,
dem, idem. -
Marca ART, 10 pipas de vinagre commom,
medindo de capacidade cada pipa 464 litros, ca-
pacidade total 4:640 litros, quebra de 20 por
cento e liquido legal 4:548 litros, viudas de Lis-
boa em 9 de JuUio de 1888, no vapor inglez Au-
Ihor.
Marca APRA, 1 barril de quinto vasio e ar-
mado, idem, idenj, idem.
Marca ARMF, 1 dito, dito, dito, dito.
Trapiche Largo da Assembla
Marca ARP, 7 pipas contendo vinho commum,
medindo de capacidade cada rima 475 litfos, ca-
pacidade total 3:325 litros, quebra de 20 por
centone liquido legal 3:259 litros, viudos de Lis-
boa em 3 de Abril de 1888, no vapor inglez Ora-
tor.
Marca JRA, 60 barns de quinto, contendo vi-
nho commum, capacidade de cada um 83 litros,
capacidade total 4:980 litros, quebra de 20 por
cenlo e liquido legal 4:881 litros, vindos de Lis-
boa em 15 de Maio de 1888, no vapor francez
Ville de Macei.
Marca JGG, 19 pipas contendo vinho commum,
capacidade de cada urna 469 litios, capacidade
total 8.911 litros, quebra de 20 por cento e li-
quido legal 8.783 litros, vindas de Lisboa em 25
de Maio de 1888 no vapor inglez Sckotar.
Marca AGG, 4 pipas contendo vinho commum,
medindo de capacidade cada urna 485 litros, ca-
pacidade total |1.940 litros, quebra de 20 por
cento e liquido legal 1.902 litros, idem, idem,
idem.
Marca AGG, 8 barris de quinto, contendo vi-
nho commum, medindo de capacidade cada um,
85 litros, capacid:ide total 680 litros, quebra de
20 por cento. liquido legal 667 litros, idem, idem,
idem.
Marca JAA c contra-marca fJF&C, 41 pipas
contendo vinho commum, medindo de capaci-
dade cada uraa|475 litros, capacidade total 19.475
litros, quebra de 20 |or cento e liquido legal
19.086 litros, vindas de.Figueira em 3 de Julho
de 1888, no lugar nacional ZequMa.
Marca JAA Je contra-marca SO*.''.. 10 pipas
contendo vinho commum, medrado de capaci-
dade cada urna 475 litros, capacidade total o 700
litros, quebra de 20 por cento liquido legal 5.586
litros, idem, idem, idem.
Marca JAA e con'ra-marca SG&C, 25 barns de
quinto, contendo vinho commum, medindo de
capacidade cada um 90 litros, capacidade total
2.25D litros, quebra de 20 por cento e liquido
legal 441 litros, idem, idem.
Marca JAA contra-marea SG&C, 10 barris de
dcimo contendo inho commum, medindo de
capacidade :ada u:n 45 litros, capacidade total
450 litro, quebra de 20 por rento e liquido le-
gal 441 litros, idem, idem, idem.
Marca JAA e contra-marca FRPG4C. 30 pipas
contendo vinho commum, medrado de capaci-
dade cada urna 475 litros, capacidade total
14.230 litros, quebra de 20 por cento, liquido
legal 13.965 litros, idem, idem, idem.
Marca 0 Vcrmelho1000 garrames forrados
de vime peaando todos 2 200 kilos, vindos de
Hamburgo em 4 de Julho de'1888 na barca no-
rueguense Grauotur.
Marca DS e contra marca VA. 10 barris e vinte
meios barris contendo mantejgu de vacca pesando
bruto 938 kilos, tara de 30 por cento e liquido
legal 657 kilos, vindos do Havre em 27 de Julho
de 1888 no vapor francez Vilieilc Santos.
3" seccfio da Alfande;;a de 1 urnambuco, 19
de Margo de 188P.
O el)
Domingas Joaquim da Fonf
Compaiihi peraambucaDa
de navegado costeira por
vapor
Os senhores accionistas sao convidados a se
reunirem na sede da companhia no dia 4 de
Abril, ao meio dia, atirn de Ihes ser apresentado
o balango do anno prximo Irado, e elegerem o
conselho de direccao, a commissao de exame de
contas. os pres dente e secretario d; asembta
geral; c tambem para tratar-so da reforma bVm
estatutos da companhia.
Recife, 19 de Mareo de l'89. .
i (is directores,
Maooei Joio de Amorim.
Th. Comher.
Vi Urar B. Dallas.
Gremio dos Professo-
res Primarios
Klt-ll'O
Nfio se ten jo reunido, numero legal na primei'
r i convocaco feita para proceder-se a eleigo
do novo conselho que deve dirigir esta socieda-
de no crreme anno, de ordem do Illm. Sr. pre-
rideote, convido de novo a todos os consocios a
se reunirem para o nUudido lim, quinta-feira 21
do crtente, ua j| horas da manha,-na sede
social.
Secretaria do Gremio dos l'rolessores Prima-
rios era Peniambuco,,18 de Margo de 1889.
0 secretario
AuQitfto Winfderleg interino,
De ordcm do Illm. Sr. Dr. inspector, fago
publico, que no dia 21 do corrente ir praca o
Uroecimeato da alinnntago e dietas aos presos
pobres da casa de Detenco, relativo ao trimes-
tre de Abril a Junho, de accordo com as tabel
las em vigor, e servindo de base a diana de
420 rs,.
Secretaria do Thesouro Provincial, 18 de Mar-
go de 1889.
Lindolpho Carapello.
Recebedoria Provincial
Os abaixo assignados cobradores da
Recebedoria Provincial previnem ao se-
nhores contrbuintes que recebem at o
fim do corrente mez e com a multa de
6
lo
dcima
nhia Drainago
3
20
o contribu goes da Compa-
c 10 r0 os impostos de
12 r,. e 10
'[
"\0, ni fio mora,
agurdente, alvarenga e classe, sendo que
d'est data ciu diante, paga rito a rauta
ole '.) "[u os primoiros e a de 20 '|, os de-
mais impostos,,
Recife, 15 de Margo de 1889.
Joao Bernardo do Reg Vale/Mt.
Fredcrico Guimaraee.
SANTA CASA
CASAS PARA ALUCIAR
Empreza da estrada de ferro
de Ribeirao ao Bonito
KorHbla acra I ordinaria
Nao se tendo reunido boje, no cscrip-
torio desta Empresa, numero suficiente
dos Srs. accionistas para a reunio ordi-
naria de assembla geral, convocada nos
termos do art 73 do decreto n. 8821 de
30 de Dezembro de 1882, pela segunda
vez convocada mesma reunio para o
dia 22 de Margo prximo ao meio da, no
escriptorio d'esta Empresa, l praja de
Pedro 11 n. 73, 1. andar.
Recife, 28 de Fevereiro de 1889.
Jos BeUannino Pereira de MelQ, .
Director secretario.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
faco publico que em cumprimento da re-
solugao de S. Exc. o Sr. Dr. presidente
da provincia, de 14 do corrente., fica mar-
cado o prazo de 45 dias a contar desta
data, para a incripbao ao concurso que
ter lugar neste Thesouro no dia 15 de
Abr 1 prximo futuro, afim de preencher-
se tres vagas de 3o escripturario existen-
tes nesta repart5ao.
0 exame versar sobre leitura, analyse
grammatical, orthographia c arithmetica
at a theoria das proporg5es inclusive.
Os candidatos deverao requerer ins-
pectora deste Thesouro a sua admissao ao
concurso- por meio de petico documenta-
da, provando ser maior de 18 annos, adiar-
se livre de culpa e pena e tr bom com-
portamento, Ihes sendo licito juntar, alm
destes, quae8quer outros documentos qne
possan favorecer o seu direito.
Secretaria do Tbe*ooro Provincial de
Pemambuco, 91 de Fever^ro de 1889.
Servindo de secretario
O official,
Lindolfo Compeli.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. junta administrativa desta Santa Ca-
sa contracta com quem memores vantagens of-
ferecer o fornecimento dos gneros abai\o de-
clarados para o consumo dos estabelecimentos
seu cargo, durante o trimestre de Abril a Ju-
nho do corrente anno :
Aletria, kilo.
Arrox, idcin.
Agurdente, litro.
Azeite doce idem.
Araruta, kilo..
Bacalho, idem. .
ltanLa de porco, idem.
catatas, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Cha. kilo.
Farinha de mandioca da provincia, litro.
Feijo, idem,
Fura do Rio, kilo.
Gaz, lata.
Dite inexplosivel, idem.
Manteiga franceza, kilo.
Milho. idem.
Pao e bolacha, idem.
dem idem para o collegio das orphas em Olin-
da, idem.
Papel Fiume, resma. ,
Potassa. kilo.
Rap, idem.
Sabao, idem.
Sal. litro. #
Tapioca kilo
Toucinho, dem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, idem.
As propostas .deverao ser apresentadas na sa-
la de suas sesscs, em cartas fechadas, devida-
mente selladas, at as 3 horas da tarde do dia
2o ;lo corrente, declarando os proponentes u-
jeitarem-se a multa de 5 "|. sobre o valor total
do fornecimento se no prazo de tres dias nao
comparecerem a esta secretaria p ara assignar
os respectivos contractos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 19 de Margo de 1889.
0 escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Banco de crdito real de Per-
nambuco
Em cumprimento dos 9. e 12." do
art. 83 dos Estatutos e das disposigSes
da lei n. 3150 de 4 de Novembro de 1882,
convocamos aos Srs. Accionistas jreuni-
rem-se em assembla geral ordinaria, no
dia 23 do corrente mez, ao meio dia,
era urna c'as salas da Associacao Coramer
cial Benecente, afim de Ihes ser presen-
te o relatorio das OperagSes do anno ban
cario, lindo em 31 de Dezembro de 1888,
acompanhado do parecer da eommissao
fiscal, e proceder-se eleigSo dosta, do
presidente, vicepresidente, l.'e 2. secre-
tarios da Assembla Geral.
Recife, 7 de Margo de 1880.
Os administradores"
Manod Joao de Amorim.
donio Fcrnundet Ribeiro.
Luiz Duprat.
Ra da Moeda n. 49, armazem.
Idi-m do Vigario Tenorio n. 27, laja
dem idem n. 22, 3." andar
dem idem n. 23,1." andar
dem do Bispe Sardinha n. 3, 1. e 2.
andares e sotS^
lera do Mrquez de Olinda, sobrado
n.44
dem do
dem de
lo ja e
dem de
dem do
masen
Idern Imperial n lol, casa terrea
17031 1 Trancelim e 1 cordo. ouro de lei, 1
cruz, ouro baixo, 1 salva e 2 casticaes
de prata.
17032 l Paliteiro e 12 colheres para sopa, de
prata.
17033 1 Gargantilna, i volta de ouro, 1 tran-
celim, 2 cruzes e 1 par de brincos, ouro
de lei.
17030 1 Pulseira, 1 par de brincos, i trancelim
e dedal, ouro de lei.
1 Relogio, ouro de lei.
17041
17042
I
70o8
a n. 9. l. andar
s Jos Martins n. 13G,
Souza n. 14,1" andar
Victoria n. 41, ar-
240000
2404000
180000
360J000
iOOSCOO 17082 1
2:1315000
240iiOOO
iOOOOO
200 5000
1:200i000
3605000
17099
17102
Monte de Soccorro de
Pernambuco
41* Eello de jolas
Esle estabelecimento far leilao no dia 26 do
corrente, por intermedio do agente Martins, em
sua sede, ra do Bom Jess n. 32, s 11 horas
da manb, dos oLjectos que nao foreni resgata-
dos at a vespera, constantes das seguintes cau-
tellas, \ encidas de Agosto a Novembro de 1887;
a dinheiro de-contado:
14997 1 Volta de ouro com raedalha, 2 pulsei-
ras, 2 coides, 1 trancelim, 3 pares de
brincos, 1 allinete, 2 anneis, 4 moedi-
nhas ouro de lei, urna salva de prata
de lei.
15818 1 Corrente e cincte para relogio., 1 par de
- argolec, 1 allinete de ouro para retra-
to e I mcdallia ouro de lei, 2 relogios
de ouro.
15933 1 Correte de ouro com cabellos para re-
logio, t pares de brincos, 2 ditos de
rosetas, 1 cordo, 2 voltas de trance-
lim, ouro, tteme, 3 botoes, 2 encasto
res e 1 annel ouro de lei, 2 raoediuhas
de ouro, dollars, I relogio de ouro, 1
paliteiro, 3 colheres para cha, de prata.
16027 24 Colheres para sopa, 24 ditas para cha,
3 conchas grandes, 24 garfos, 24 cabos
para facas e i par de trinchantes, tudo
de prata de lei.
16302 1 Salva pequea, 1 tigella, 1 copo, 17 co-
lheres para sopa e 14 ditas para cha,
prata baixa.
16453 1 Escrivaninha, prata baixa.
16458 1 Medalha de ouro. contendo hrilhantes.
16691 1 Salva, 23 colheres para sopa, 17 ditas
para cha e 1 dita para assucar. prata de
lei.
16699 ( Botes de curo cora hrilhantes.
16703 1 Par de rozetas de ouro cora brilhautes.
16708 1 Relogio de ouro de lei.
16713 1 Broche de ouro com caraaphen de co-
ral. 1 corrente e sinete de ouro para re-
logio.
16715 Salva, prata de lei.
16717 1 Par de rozetas de ouro com esmeral-
das circuladas de brilhantcs. 1 par de
brincos com ditos, 1 par de bri.icos
com hrilhantes, pequeas commendas,
1 cruz com hrilhantes e 1 fio de perolas.
16720 1 Pulseira, 1 raedalha, 3 pares de brin-
cos e 1 dito de rozetas, ouro de lei.
16744 1 Adereco de-ouro. contendo 1 pulseira,
1 broche, 1 par de rozetas cravejadas
de brilhautes e diamantes, 1 volta de
ouro contendo I peca cravejada com
hrilhantes e diamantes.
16745 1 Annel de ouro com um brilhante peque-
no, 2 hrilhantes sob-papel, I allinete 1
com 4 ditos e 3 rubins. 2 alfiletes, 1
pulseira. 2 raedalhas, I volta de ouro,
2 correales para relogio, 1 cordo, 1
bentinho de ouro, 1 cruz ouro de lei, 1
moeda de ouro.
16747 1 Corrate de ouro para relogio e 2 tran-
celins, ouro de lei.
16749 1 Par de brincos, 4 anneis e 1 cruz, ouro
de lei.
16750 1 Cordo, 1 allinete, 1 par de hrincos, 1
dito de rozetas ouro de lei.
16758 1 Corrente de ouro para relogio, ouro do
lei-
16763 4 Pulseiras de ouro 2 voltas, 1 medalha,
1 corrente e medalha para relogio, 1
broche, 2 pares de brincos, ouro de lei.
16777 1 Trancelim ouro de lei, 1 emblema do
Espirito Santo e 1 liga, ouro baixo.
16797 1 Par de rozetas de ouro com 2 hrilhan-
tes pequeos.
16810 2 Botoes de ouro com branles.
16804 1 Relogio ouro de lei.
16808 2 Pulseiras, 1 alflnete, 1 par de roietas,
2 anneis oujp de lei, 1 trancelim, 1 an-
nel. 1 cruz, ouro baixo.
16810 1 Volta de ouro, I medalha, I relogio, ou-
ro de lei.
16821 1 Corrente de ouro de lei para relogio.
16838 1 medalha de ouro de lei com nix.
16845 1 Par de rozetas de ouro com brlhantes
e 1 annel com ditos.
16850 1 Pulseira de ouro com brilhautes e sa-
phyras.
16855 1 Trancelim, 1 volta de dito, 1 moeda de
ouro com taco, 1 pulseira pequea, ou-
ro de lei.
16858 1 Volta de trancelim, 1 rozeta, 1 annel
ouro de lei, 2 pares de brincos e 1 cruz
ouro de lei.
16862 1 Cordo, 1 medalha. 5 anneis, 2 botes,
1 teteia, ouro de le, 1 par de brincos e
1 annel, ouro baixo.
16865 1 Par de rozetas de ouro com brlhantes,
1 pulseira, 1 dita de broche, 1 par de
brincos era vejados de perolas, ouro de
lei.
16873 1 trancelim e 1 figa, ouro de lei.
16875 1 Relogio ouro de lei.
16878 1 Trancelim e % relogios, ouro de lei.
1688:; :j Pares de brincos, 1 dito de rozetas, 1
cordo c 1 annel ouro de lei.
16895 2 Pares de brincos era vejados de hrilhan-
tes pequeos.
1689K 2 Pares de brincos, 6 anneis e 3 botes,
ouro de lei
16907 1 Medalha com diamantes, 6 botes com
Eerlas, ouro de lei, 24 garfos, 24 ca-
os com facas, 2 pares de trinchantes,
tudo de prata de lei.
16911 1 Pulseira, ouro de lei.
16915 1 Anel de ouro com 1 brilhante.
16917 1 Pulseira, ouro de lei.
16922 1 Laco de ouro de lei.
1693112 Comeres para sopa, prata baixa.
16939 2 Broches, 2 pares de brincos, 1 dito de
roseta, i trancelim, 1 medalha e 1 tivela.
ouro de lei.
16940 2 Voltas de trancelim, 3 teteias de ouro,
3 pares de rosetas, 3 aunis, ouro de
le, 1 braceilete com coral, ouro baixo..
1 Trancelim, ouro de lei.
17117
17131
b.-ilnan-
com di-
17141
17161
17164
16947
10952
I
Annel de ouro com 1 pequeo brilbonte
e i par de brincos, ouro de lei.
16953 1 Par. de brincos, 1 volta de ouro, 6 an-
neis, 1 teteia ouro de lei.
16972 1 Pulseira, 1 allinete, 1 par de roseta.
ouro de lei.
16979 1 Corrente dupla com medalha para relo-
gio, orno de lei.
16982 2 Pulseiras, 1 correntio, I alfraete. 1 tran-
celim, 1 par de brincos, 4 pecas de dito,
1 par de rosetas, ouro de lei, 1 pulseira,
ouro baixo.
16984 1 Pulseira ineompleta. i volta de
cordo, 1 medalha, 1 alflnete, 1
brincos, ouro de lei.
Relogio de ouro para senhora.
Annel de ouro com 1 brilhante.
Annel de ouro com 1 brilhante.
seira, 1 volta de ouro e 1 raedaji:
de lei.
17026 i Cruz de ouro com um crucii
de le.
169a5
16987
16992
ouro, 1
par de
1 pul-
Corrente para medalha (para senaora),
1 pulseira, 1 par. de brincos e 1 dedal,
ouro de lei, 1 relogio de ouro para se-
nhora.
17045 1 Correte para relogio, 2 pares de brin-
cos, ouro de lei, 10 moedinhas de ouro
em botoes.
17051 1 Corrente e 1 sinete para relogio, ouro
de lei.
2 Alfinetes, 2 pares de brincos, ouro de
lei..
17062 1 Amiel de ouro com brlhantes pequeos
e 1 relogio (de senhora) de ouro.
17070 1 Corrento, 1 corrente para relogio fal-
tando chave, 1 ihoeda de ouro cora ar-
gola e 1 relogio de ouro,, tudo ouro de
lei.
Corrente e medalbti para relogio e 2 an-
neis, ouro de lei.
17090 1 Pulseira, i par de brincos, 1 luneta e 1
annel ouro de lei, 1 volta de cordo e 2
teteias, ouro baixo.
17091 1 Volta de ouro.com medallio, 1 medalha
de ouro com aro e 1 annel, ouro de
lei.
Relogio de ouro de lei.
Par de rosetas de ouro com brlhantes
pequeos e 1 grampo de ouro.
17112 1 Corrente para relogio, 1 par de brinco,
2 anneis e 2 relogios, ouro de lei.
17113 1 Relogio de ouro de lei. /
17114 3 Trncenos, 1 cordo, 1 redoma' e 1
cruz, ouro de lei, 1 cordo de ouro
baixo.
Relogio, ouro de lei.
Par de rosetas de ouro com 2
tes, 1 cruz com ditos, 2 anneis
tos e 1 fio de perolas.
17139 1 Annel de ouro com brilhautes peque-
os, 1 trancelim, 1 medalha, 1 allinete,
3 pares de brinco, I dito de rosetas, 1
peca de pulseira c 3 anneis, ouro de
1 Relogio de ouro (com argola de prata).
1 Par de botes, ouro de lei.
Pulseira. I allinete, 2 traocelras, 1 cor-
do e 1 medalha pequea, ouro de
lei.
17166 1 Corrente para relogio, ouro de lei.
17167 1 Corrente o sinete para relogio, ouco
de lei.
171t8 1 Broche de ouro para retrato, contendo
\ corrente de brlhantes, I par de trin-
cos com brilhantcs, 2 botes com ditos,
anneis com ditos.
17169 1 Cruz de ouro com 7 brlhantes peque-
os, 1 par de rosetas com 2 hrilhantes,
1 dito com 6 ditos, 2 anneis com br-
lhantes e 2 fios de perolas.
17185 1 Par de rosetas de ouro com 2 brlhan-
tes, 1 annel com 3 ditos, 1 cruz com
dito, 1 fio de perolas e 1 pulseira cora
diamante, ouro de lei.
17190 1 Relogio. OHro de lei.
17215 1 Corrente para relogio, ouro de le;, 2
moedinhas em boto e 1 relogio, ouro
de lei.
17216 1 Annel de ouro com 1 pequeo bri-
lhante, 1 volta de ouro e 3 anneis, ouro
de lei, 1 volta de cordo, 1 annel e 1
par de botes i incompleto) ouro baixo-
17233 I Corrente e medalha para relogio,-1 tran-
celim, 1 cruz. 2 pecas de brinco, 5 te-
teyas de ouro, 3 anneis c 1 par de bc-
toes ouro de lei.
17239 2 Pares de rozetas com brlhantes peque-
nos, 1 cruz com ditos, 1 pulseira, 1
volta de ouro com medalha, 2 correntes
para relogio. 1 volta de trancelim el re-
logio de ouro para senhora, ouro de
le
17240 1 Par de rosetas de ouro com brlhantes,
1 annel com 5 ditos e 1 dito com 1
dito. '
17254 I Volta de trancelim, 1 medalha e 2 pa-
res de brincos ouro de lei.
17264 1 Corrente para relogio. ouro de lei.
17269 2 Corrcntes, 2 medalns de ouro para re-
logio, ouro dejei.
17270 3 Pulseras, 1 medalha e 1 dedal de ouro
de lei.
17273 12 Colheres para sopa, 12 ditas para cha e
2 conchas srandes prata baixa.
17280 2 Pulseiras, I volta de ouro, 2 botes e 1
alfineite, ouro de lei.
17283 1 Coco de prata para agua.
172*4 1 Trancelim, 1 par de rozetas ouro de lei,
2 colheres para sopa e I dita para cha,
de prata.
17289 I CordSo, ouro de lei.
17*90 1 Trancelim, ouro de lei.
17292 1 Pulseira, 1 par de brincos, 1 cruz de
ouro cravejada de diamantes, l salva, 1
paliteiro, 13 colljeres para cha, prata
de lei. v
17293 1 Pulseira, 1 broxe, 1 par de brincos 'de
ouro de le, contendo hrilhantes.
17294 1 Annel de ouro com brlhantes, 1 dito com
um rubim e circulo de brlhantes.
17295 4 Casticaes. I prato thesoura (para vella)
grato de lei, 1 vaso de prata baixa.
17297 1 Par de rosetas de ouro com 2 brlhantes
c um boto com i dito.
17303 1 Pulseira, 1 allinete, 2 pares de brincos,
1 luneta, 1 trancelim, 2 anneis ouro de
lei, 1 gargonrilha, 1 pulseira e 1 alflne-
te. ouro baixo.
17304 1 Alfinete. 1 pulseira, I par de brincos, 1
dito de rozetas incompleto ouro de lei,
4 colheres para cha.
17306 1 Par de rozetas de ouro com 2 brilhautes,
1 medalha de ouro com 1 dito, 2 pul-
seiras ouro de lei.
17309 1 Pulseira, 1 par de argoles e J2 voltas
de trancelim. ouro de lei.
17310 1 Par le rozetas de ouro com 2 brlhantes,
1 cruz de ouro com ditos pequeo?,
1 lio de perolas, 1 vapor, i pateiro,' 2
casticaes pequeos, 6 colheres para sopa,
7 ditas para cha, de prata.
17311 1 Broxe de ouro com perolas, 1 volta
de trancelim, 1 emblema da Conceico,
1 medalha, pequea, 1 moedinha de ou-
ro, tudo ouro de lei.
17313 1 Cordo, 1 medalha, 1 allinete, 1 erar, de
ouro de lei.
17317 1 Salva de prata de lei.
17318 1 Par de casticaes prata de lei.
17319 1 Par de rozetas de ouro com perolas, ru -
bim, 1 medalha ouro de lei.
17320 1 Jarro e bacia e 1 salva grande, prata i<%
lei.
17321 1 Relogio de ouro para senhora. '
17322 18 Colheres para cha, prata de lei.
17323 1 Cordo, 1 allinete, 1 par de rozetas oun
de lei.
17324 1 Trancelim, 2 voltas de dito, 2 pares >
rozetas, 1 annel e 2 moedinhas. tudo
ouro de lei.
17325 1 Corrente para relogio ouro de lei, 1 r:-
ogio de ouro.e 1 figura de prata.
17327 2 Anneis de ouro com 2 brlhantes, 1 dito
com 1 esmeralda e pequeos brlhantes.
13 Irancens, t cordes, 1 pulceira de
requintes. 2 pares de botes, 1 cruz? 1
annel ouro de lei, 1 par de rozetas e 1
cruz cravejadas de diamantes.
Annel de ouro com 1 brilhante.
Medalhas e 1 annel com' diamante ouro
de lei:-
17336 1 Volta de euro de lei.
173:58 3 Hares de brincos, 1 dito de argoles. I
volta de ouro e 1 raedalha ouro de lei, l
colheira de prata.
17342 1 Pulceira ouro de !ei.
17346 1 Cruz de ouro com 6 brilhanle,s e i vo
de trancelim.
1 Broche de ouro com brilhantcs.
1 Paliteiro e 13 colheres para cha, prata
de I* i.
I Corrente dupla pira relogio ouro de lei.
1 Trancelihi grosso, ditos, linos. 1 cor-
do e .1 medalha, 2 cruzes puro de lei, 1
traneelim ouro baixo.
17-155 1 Pulceira de uro com 1 brilhante peque-
no, I trancelim e 1 corrente de ouro para
relogio, ouro de lei.
17363 1 Annel e 1 alfraete ouro de lei.
17368 1 Alfitete. 2 medalhas, 2 pare; de brin: s
e 1 volt de cordSo, ouro d<
Recife, 7 de Marco de 1889.
O gerente,
Fe'inoD. Fe
17328 1
17331 2
17344
17349
17350
17352




Diario de PernambucoQuarta-feira ?0 de Manjp de 1889
BAHA
l .soo metros
primeiro
PARA O PARKO
M.WDE PREJIO HPBE)'SA BAHA\\
Na corrida que se realisar no dia 21 de Abril de 1889
Animaes nacionaes de mgio san.ru. Premios: 1:200*000 ao
500*000 ao segando 200*000 ao tcrceiro e 1005000 o quarto.
Inscripco OOSOOO
Observares
Nao se realisar este pareo sem que se inscrevain 6 animaes de proprictarios
differentes.
Os proprietarios deverao apresentar certidSo do Stud Book do prado onde
tcnha corrido o animal que inscreverem.
A inseripcao encerrar-se-ha no da 1 i de .\b ril, na secretaria do Hippo-
dromo. ra do Palacio n. 16, Babia.
' Baha, 9 de Marco de 1889.
O SECRETARIO,
A. Coutinho.
COMFAJVHIA
MARTIMOS GOMIA FAGO
Companhia Phenix Per-
nantbueana
RA DO COMMERCIO K. 26 1. ANDAR
MARTIMOS
*
4.a seccae.Secretaria da
de Pernambuco, em 19 de
1889. *
Por esta secretaria se faz publica a re-
commendaco do Exm. ministro e secre-
tario de Estado dos negocios do imperio,
eonstante do aviso n. 288 de 22 de Ja-
neiro findo, para conhecimento de Mara
Severina da Conceicao Lucas, mSi do
alumno do Instituto dos Surdos-Mudos,
Jos Lourenco Godolredo Lucas.
N. 288. 2* directora.Ministerio
dos negocios do imperio. Rio de Janeiro,
22 de Janeiro de 1889.
Dlm. e Exm. Sr.Nao podende, na
conformidade do artigo 25 do regulamen-
to do Instituto dos Surdos Mudos annexo
ao decteto n. 5,435 de 15 de Outubro de
1873, continuar alli, por haver attingido
a idade de 18 annos, o alumno Jes Lou-
renco Godofredo Lucas, a quem se refere
o officio dessa presidencia de 24 de Ou-
tubro de 1882 c convindo, portanto, pro-
videnciar afim de que seja retirado do
raesmo Instituto o dito menor, o qual, se-
gundo informa o director do estabeleci-
mento no officio, que a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularmente por escrip-
to, perito official de encadernador e tem
o peculio de 864)5950, recolhido a caixa
econmica, dou conhecimonfo d'isto a V.
Exc. para os fins convenientes.
. t Deus guarde a V. Exc. -A. Ferrei-
ra Vtanna.Sr. presidente da provincia
de Pernambuco.
O secretario interino,
ManoelJoaquim Silveira.
Presidencia Companbia de Seguros Am-
revereiro de *- i_T_i
phitrite
Os fenhores accionistas sao couvidados a reu-
airem-se em a.ssembla geral ordinaria, na quar-
la-ieira 20 do corrente. 1 hora da tarde, no sa-
lo da Associaclo Commercial Benefu'cntc. A
reunrao tem pe tim curflprir as disposices dos
estatutos, arts. 36 e 40.
Antonio M. Amorm.
Manoel J. da Silva Guimares.
Joaquim Olin'o Bastos.
Thesouraria de Fazenda
D*- ordem do lllm Sr. inspector, sao pelo pre-
sente intimados os cx-collectores Belmiro Al ves
de Carvalho Azevedo, Felippe Benicio de Moura
Tipi, Joao Augusto Alves *>acie! e Manol Anto-
nio dos Passos Miranda ou seos herdeiros. am
df virem, no przo de 30 dias, que Ihes Pica mar-
cado, allegar o que for a bem de seu dirtito nos
nroce;sos de tomada de suas contas.
Uecife, 11 de Marco de 1889.
O secretario da junta.
Dr. Antonio Jos de Sant'Anwi.
UM HHUABOIAl
DO
Arsenal de Guerra
De ordem do lllm. Sr. tenente coronel direc-
tor, distribue-sc costuras nos dias 18, 19 e 20
do crrante me?, com as costureiras possuido-
ras das guias do ns. 141 a 490.
Seccao de costuras do ^ rsenal de Guerra de
Pernambuco, 17 de Marco ie 1889.
Flix Antonio de Alcntara,
Alferes adjunto.
CHARGEURS REUNS
Companbia Francesa
DE
.\avegaeo a vapor
jinha quinzenal entro o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville de Macei
Commandante Lenormand
E'esperado da Europa ate o dia 20
dr Marjo, seguindo depois da in-
dispensavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rogase aos Sr?. importadores de carga peles
vapores destn linba, queiram apresentar dentro
de C dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquerreclamacSo concernentea volumesque
porventura tenham seguido para os portos do
sul afim de se podei dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsafiilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas c di-
nheiro a frete : trata-.se com o
AGENTE
Angoste Labilie
9 -RA DO COMMERCIO-9
United States and Brazil
M. S. S. C. J.
Ovapor Advance
E' esperado dos portos ao
sul at o dia 21 e Marco
o qual depois da demo-
ra necessana seguir
|)ara o
Maranhao. Para, Barbados, 9.
Thomaz c Xew-York
Para carga, passagens, encommendas e
nhciro a frete : trata-se com os AGENTES.
di-
CONTRA POGO
The Liverpool k Lendou i Globe
2LAC2U, MS2SAU & C.
Ra do Commercio n. 3
(.omjiaiiliia
Imperial
DE
Seguras contra Fogo
EST: 1806
Edificios e Hiercadorias
Taxas baixas
Pronvpfo pagamento di: prepiixot.
CAPITAL
l*. ttt,0\00:000OO
GUSTE
BBOWNN l < .
N. 5RA DO COMMERCION*
jdxxiA./jXiL
Capital
:OIM
dem realizado 1 *.00:000*
A caixa filial deste Banco funeciona
ra do Commercio p. 40, sacca, vista ou
a srazo, contar os seguintes corresponden-
tes no est rangeiro.
LONDOK..(Baneo Internaeional
< do Brasil,
( London office.
( London tfc Counly
( Banking Companv L.,d
PARS......(llanque de Pars A des
(
INDEMllISADO RA
(jiupiihia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Dolntirleridarm I SS5
CAPITAL .J ,000:000^000
SLSISTIOS AGOS
At 31 deDezembrodelS84
Martimos.. M 10:000^000
Terrestres. .316:000^000
44Ra- do Commercio44
;<
Ham burgo..
Berli...
Brcmen
Fr an k fur t
sur Main...
Antuerpia..
Uju ........
Genova......
aples.....
Mil- c inais
:'4" de Ita
.........
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Bar< "I"na
Cdiz.....
Malaga .'...
Tarragona. ]
Valen ci. e
ou tra c i-
l.i i'1^ i ;'
; uli.-
'. C'a-
hi..l>- .....
Por
de
Pays-Bas
Deutche Bank.
Bank d*Anvers.
Banca Gent
agencias.
e soas
liauci> Hypotecario de
Esp;!-:- e sua- ageu-
SEfilRO CiniA FOfiO .,
Rojal Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL *.000:000
AGEVTE8
R. DIS DRUSrNA&C.
13Ra Mrquez de Olinda18
Conpaohifl k Seguros
x&tttMt. it Jila
AGESTO
Miguel Jos Alves
W. 1 lln;1 lo Bi.n J-sns->.
SEGTROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ultimo sega a nica companbi
iiestapr;u-aqiifro'!'';.)"; 5rs..- guradosisefljp-
cSo de pagaWnfti de premio er rada ?erimo
r.nno. o qoe equi';.' ;ialdecer-
ca de la |>or peni O -jurados.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
norte at o dia 27 de Mar-
co o qual depois da de-
mora necessana seguir
para a
Bahia. Rio de Janeiro c Santos
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
1* andar
Londoi
&
si lian
1
>
B
Av-

- agenci
Rivet
-
ire qualq
)' ilinlic
un juro j
prazo a jui'"- nivi'ii-
rente, il
Br silan Bank
Lij
Ra '
Si cea pnr todos
na era L'~i)'" .. :": ilos '' .. :llista rf..75. No
Porto, ru:i ilus ivg' .
Cumpmtrjia he Seguros
lis- t *>mm
de l^oanireri-
;ao lili..:
Fundos accu
lleeeila anmual :
t)e prc-::
De juros
Ur> rdan
I885j
,000
577,330
..000
Companhia Brasileira de
Navega^ao a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do norte at
o dia 23 de Marco e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
marina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
A3 encommendas s serao recebidas na agcny|
ia atf i hora da tarde de dia da saluda.
Para carga,'passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eaptSo de fragata' Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do sul at o
dia 27 de Marco e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte at Mando?.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 liora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se cora os )
AGENTES
Pereira Carneiro & C;
6=Rua do Commrci==6>
1 andar /
Pacific St;e m Navigatiqn
Coe panj
STRAITSOFMAGELLAN LINE'
O paquete Britania
Espera-se do sul at o dia
25 do corrente e seguir,
depois da demora do costu-
me para Liverpool por
I Ishoa. Bordean e Ilj uioulh
Para carga, passageiros, eucommendasj c di-
nheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Wilson,Sons&C, Limited
14RTJA DO COMMERCIO14
DE
Xavegaclo' costelra per vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Mamo, Mostoso, Araca-
ty c 'Cear
O yapoi* Una
Commandante Seraphim da Silva
Segu no dia 26 do corrente as 5
horas da tarde. Recebe carga at o
^dia 23.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRTPTORIO
Ao Caes da Companhia Permmbucana
_______________n. 12
COMPANHIA PERXAMBI 'CA>'A
DE
\'avesaeo costelra por Vapor
Rio de Janeiro
O vapor Jcuhjp
Commandante Esteves
Segu no dia 23 do corrente as
5 horas da tarde. Recebe car-
a at o dia 22.
t
Encommendas, passagens e dinheiro frete,
at s 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
COMPANHIA PER* %WniCAVt
DE
\avegaeo costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Rio Formoso e Taniandar
O vapor Mandahu
Commandante Alcides
Segu no dia 22 de Afargo s 5
horas da manha. Recebe carga at o
dia ..
Passagens at s.4 horas da tarde do dia 21.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n.12
Precisa-si.' de um menino para criado de
pouca familia a tratar na ra das Trincheiras
numero 18.________________ __________
Precisa-se de peritas costuraras ; no ate-
lier de madamc Fanny, ra Nova n. 15, primeiro
andar.
1 Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de molhados ; a tratar na ra Relia
numero 37.
amocim
Segu para o porto cima, com toda brevida-
de oniate Ders te Salve recebe carga ; a tratar
na ra da Madre de Deus n 8 ou no caes do Lovo
com o mestre.
Rio Grande e Pelotas
Para os portos acima.'segue com brevidade o
lugar brasileiro Atorinho Vil; para carga trata-
se com os consignatarios Jos da Silva Loyo &
Filho.
LEILOES
Quarta-feira, 20, contina o agente Pinto o
leilo dos movis, louca, vidros, litros, fazendas,
miudezas. chapeos e papel* forro de sala, por
occasio do leilao de predios, no armazem da
ra Mrquez de Olinda n. 52.
Leilo
Por occasio do leilo de predios.
&...........-...........
Royal Mail Steam Packjet
Companhia
O va,por Taiuar
Espera-se da Europa at o dia 29 de
Marco, seguindo depois da demo-
ra do costnme para
Macelo, Bahia. Re de Janeiro.
Santos, Montevideo e Bueaos-
Ayres.
Para passagens, fretes c encommendas trata-
se com os AGENTES.
O paquete Trent
Commandapte W. Chopmam
E' esperado do sul no dia 31 de
Marco e seguindo depois da demora
necessana para
de movis, candieiros. vinbos, fazendas, miude-
zas, chapeos, papel forro de sala, livros, bom-
bas, foges de ferro e muitos outros movis exis-
tentes no armazem da ra Mrquez de Olinda n.
52, que serao vendidos ao correr do martello.
Qnarta-feira SO de Marro
Ageste Pinto
Leilo
Da armaco, vitrina, quadros. mesas, espedios,
relogios de parede, estantes, armarios, bancas,
mochos, sorveteiras, bebidas de diversas quali-
dades, loucas, vidros e trem de cosinoa.
Qiiarla-feira. SO do corrente
A's 11 horas
Na pastelaria sita ra da Imperatriz
n. 54 A
O agente Gsmo autorizado pelo Sr. Argemi-
ro Pedro da .Silva, que retira-se para o Rio de
Janeiro far leilo do seu estabelecimento cima
mepcionado.
Em um ou mais lotes a vontade dos compra-
dores.
. Aluga-se o sobrado n. lloda
com bona commodos e muito frescu, todo pinta-
do de novo e forrado a papel as salas ; a tratar
na ra do (labug n. 16, loja.
Aluga-se asas a 8*000 no becco dos Coe-
lhos, junU) de S. Gongallo ; a tratar a ra da
Imperatriz n. 56. *
Aluga-se a casa n. 1 ra Lembranca do
Gomes, em Santo Amaro.; a tratar na ra da
Imperatriz n. 32, 2- andar.
Precisa-^ de urna ama que cosinhe e com-
pre para tres pessoas ; no oito do. Corpo Santo
numero 25.
Prceisa-se de urna cosinh^ira e de urna co-
peira : a tratar na ra da Soledade n. 82.
Precisa-se de um criado ; no becco dos
Ferreiros n. 6.
AMA = Precisa-se de urna, para cosinhare
comprar para duas pessoas ; na fu da Penha
n. 21, 2- andar. ____.
Offurece-se umaTenhora para casa de ho-
mem solteiro ou viuvo, temi habilitaco de casa
de familia, preferindo pessoa de fdra da cidu-
de ; na ra da Roda n. 16, achara com quem
tratar.'
Desde o da 25 de Fevereiro uo possivel
encontrar com o Sr. Dr. A. A. A., pede-se que
appareca no Pago da Patria n. 5.
Ao Sr. M. T. A. L. pede-se que venha dar
solucao sobre aquiflo.....
Pergunta-se ao Sr. Francisco Raposo Falcao
se entrega ou no os movis que esto m seu
poder ha dez annos.
Ao Sr, '.apito Fvuncisco Antonio de S
Rarreto que resposta ds aaq-^lle negocio.
pessoa que precisar de um criado ou co-
fi
dirija-
8inheiro bom, para fra desta provincia,
se ao largo do Forte n. 45. ^^ ^^
Pede-se ao Sr. RomSo Jos da Silva Mr-
quez para liquidar contas com o seu socio Dias,
hcando cada um com o que de direito lhe per-
tencer; seja justo e recto, nao queira com a sua
gana einnocenciausurpar o alheio, lembre-
se que de qualquer forma tem de prestar contas
a sociedade.
O amigo da paz.
Vndese a ta venta bem afreguezada ra
da Imperatriz n. 55.
CJ Vende-sc urna boa armaco de amarello,
enridracada, propria para qUalquer negocio,
por prego muito razoavel ; na na Mrquez do
Henal n. 96. onde se acha com quem tratar.
Attenc,a
Vndese o estabelecimento de molhados, sito
ra do Hospicio n. 57, assim como vende se
o predio ou faz-se arrendamento a ventade do
comprador ; a tratar no mesmo. O motivo da
venda seu dono retirarse para tratar de sua
sade.
Precisa-se
de um menino para praticar em loja de calcado,
prefere-se brasileiro ; a tratar na ra do Livra-
mento n. 27.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos de
idade para taverna ; na na da Ponte Velha nu-
mero 77.
Alu^a-se
o 3- andar da ra estreita do Rosario n, 32. tem
grandes commodos para familia ; a tratar na ra
da Imperatriz n 16, 1 andar.
Leilo .
Agente Brito
De 1 mobilia de amarello e 1 cama franceza. 1
toilet, 1 guarda-louga. 1 guarda-roupa, 2mar-
quezes, 12*cadeiras de Jacaranda, de junco,
1 com moda, mesa de juntar, 2 espedios, qua-
dros, jarros, etagers, candieiros para kerosene,
tapetes, esearradeiras, louga de porcellana para
alraoco e jantar, opos, clices, colheres, bandei-
jas, garrafas, lanternas. relogios de parede, 1
machina de costura, trens de cosinha, 2 maias
grande! e outros artigos
Ao correr do martello
Quarta-feira 56o do corrente
Ra Nova de Santa Rita n. 44, 1. andar
A's 10 1|2 lioras
Agente Brito
Leilo
De urna armaco de louro, balancas, pesos c
medidas existentes na casa A ra Dias Ci
n. 39, outr'ora Caldeireiro.
Ao eorrer do martello
Qitinta-feira 21 do corrente
A's 10 1|2 horas
ardoso
Leilo
O .-:
John IL Borive'l
Lisboa. Vigo. Soulhanpion e
Antuerpia
Reduccao de passagens
Id Ida e rolla
A- Lisboa i classe 20 30
A" Southampton classe 28 42
1'amaretes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Emquanto vigorar a quarentena imposta na
Itepublica Argentina, aos vaporo? o navio* pro
cetes do Brasil, osvapon
aceilaro passageiros nem arya para buenos-1
Ayres.
Para passagenv, fretes, encommendas, ti
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN.
Em continuaco
Da armaco e balco de amarello, armaces
Dglesas, restos de fazendas existentes na loja
sita ra Yiscoojdc de lnhaina n. 29.
Em otes von'adf dos compradores.
Qulnta-feira. 1 do eorrente
A's 11 horas
O agente Gusmo, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio e a
requerimento do Dr. curador scal da tvassa fal-
lida "de Salvador Goncalves Braga C, conti-
nuar o leilao de armaco e resto das bzeudas,
em lote? vontade dos compradores.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar, para pouca familia na ra Duque de Ca-
xias n. 51. 2- andar.
Amas
i
Na ruada Conquistan 21, precisa-se de urna
cosinheira, e outra para servicos internos, e que
drmam" em casa dos patres.
Molestias da peito
O Peitoral de Cambar de S. Soares,
remedio efficaz para todas as molestias do
peito. Vende-se em casa dos agentes
Francisco Manoel da Silva & C, ra
Mrquez de Olinda.
Gonselho
Quando alguma affecfSo pulmorar amea-
car a vossa existencia, experimentae o
Peitoral de Cambar, que ficareis livre de
tal ameaca.
Os agentes,
FianciMii II. da %U\.\ A C.
Bronchites
O remedio infallivel para as bronchites
o maravilhoso Peitoral de Cambar, de
S- Soares, que se vende em casa de Fran-
cisco Manoel da Silva & C, ra Mr-
quez de Olinda n. 23.
ara a quaresma
Alta novidade em surahs, failles. setim
merveilleux, ottomanes sedas pretas de Lyon,
rendan e bicos, escolbido sorti ment em paimas.
guarnices c pellcrracs de vidrilho preto ;, na
ra Baro da Victoria n. 15, sobrado, atelicr ma-
dante Fanny Silva, modista e costureira.
Telephone n. 93
Agente Silveira
Leilo
De predios e terrenos
Na entrada Sexta-feira 99 do eorrente
A's 11 horas
No arinazi-m ,"i rna i impera'dor u: 45
O agente Sjlveira por :: : idado e comas
tencia do Exm. Sr. urjuu dirdireito de or-
phos leva 8 casiunat
estrada nova de fax
Lina.
Os S : tientes poctem i'xamiBW
^r
AVISOS DIVERSOS
Professora
Urna senhora compe'entemente habilitada uro
pOe-s<' a leccionar era- collegios e casas particu-
lares as eguintcs materias : portuguez l'rancez,
musiia c piano a tratar na ra Visconae Je rtl-
UyqU' -rqiln n. 20.
Criado
Prcisa-se de um criado : na phann;.,cia a ra
Manine;'. de Olinda n. 27.
f
AIuj ude d'Eu
n. 2b ia Baro de S. Borjaj -
cora grandes commodos para
a tratar na ra de Santo
Francisco G;i-K's t!e Arissijo
Hara' Amalia Guedes de Araujo. FranoiaM
Adehti .v Guedes, Candida Guedes Lima (au?ea-
tei, Hermeliuda A. -raujo Ribeiro. Eugenio
GuejJes do raujo. Jorge.Guedes de Araujo,
Francisco Adolpho Gueoes de raujo. Ttieodo-
niro Duarte Ribeiro c Antonio Fernandas Sil-
va, agradecem do intimo dalma a todRS a
que riigaaram-90 de aeortipanliar es r
mortaes de ^eu prezudo marido, BS e sogro a
sua ultima morada: edenavo.convidara aos
seus amigos e larentea para as* stirem ts rais-
sasquf maii'.lam rezar no dia 21 do corrente,
stimo do seu falleeimento. na ig] K 9 horas da manii:"i. pelo que
dp :':i eternamente ralos.
mmmmmmmmmmmr-
D. Jovitina Dini/ <> *ilva
Magno de Oliveira Quinlell:
ateiro da finada D Jesuhia Hlva,
alebrar mu i da
u falleeimento. convida
rentet ma iara ..
.iridade. que ten
horas da manha do dia -i- na
l da Boa-yista
D -
GRANDE LiQmnACiO
Na Loja das Estrellas
56-Ra Duque de CxisS8
Telephone m. *iO .
Este bem conhecido estabelecimento acabaA
de passar por'urna grande reforma,
sende ligado interiormente com a
casa contigua do e. 58 no intuito
de serem despachados todos os seus
freguezs com mxima brevidade
possivel, resolveu l'azer grande II-
qnidaeSo de todos os saldos que
ficaram de balando, por menos
50 [c do seu valoi-, cujos artigoSj; ,
-ai3s a demonstrar:
Artigo de le
f !"'*. peja, a 3,5500.
'. / lio com um metro de largura di
14* por 7*000
dem dem americano de 8* por 5*000.
Algodao niaroa T, especial, muito largo,
de 7* por 5*000.
Bramantes, pecas, por 7?5000.
Atoalhados, lindos, desenbos, dujas largu-
ras, a 1* e 1*200 o metro.
Guardanapos de 4* por 2*000 a duzia'.
Estopa de linho para bordar a 500* o me-
tro. '
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 1500 o dito.
Len5os brancos e com barras de cor a 1*,
e 1*200 a duzia.
Toalhas de fustSo, qualidade superior, a
.3* e 4*000 a duzia.
detones para coberta a 240 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de cores a,
2*000.
Lentes de bramantes a 2*000.
Chales escocezes a 1*000.
E outros muitos artigos que dixam de
ser mencionados e que se vendein com
igual abat ment
Tecldos de alta novidade
PAEA vestidos de senhobas
Linhos pardos para [vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros e listras de 1*800 por
800 rs.-
Setins de seda, todas as cures, de....
15200 por 500 e 320 ra.
Merinos lisos, todas cores, de 500 por
240 rs.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Nonsuks, desenhos novos de 240 por
120 rs. ,
Cretones claros e escuros com lndissimos
desenhos de 440 por 240 rs. 1.800
PEQAS!
Merinos de quadros, grande' variedade de
padroos, de 500 por 240 rs.
Mimos dos Alpes, de.640 por 240 rs. (
pechincha !
FustSes de cor, de quadros e outros dese-
nhos muito lindos, de 5(>0 por 160 rs.
Sedas Felippinas, de 500 por 200 ,rs.
E muitos outros tecidos para vestido,
em algodSo, linho, la e sedas que se ven-
dein como o mesmo abatimento de 50%.
Confeeeo
Vestidos feitos de Casemira ricamente
bordados de 80* por 5 5* e 30*.
Ditos para armar de 6*, 8* e 10*.
Ditos brancos bordados em cartao, alta no-
vidade a 8* e 10*.
Guarnices de colariuhos e punhos para
senhora por 1* ;e 1*200.
Capotas (preparadas na corte) de 20^ por
9* e 10*
Gollinhas e punhos para menino de 3 a
8 annos.
Vestuarios e roupnhas para criancas, por
5*, 6*, 8* e 10*, e Jersey, casemira c
de brim.
Saias bordadas a 2* e 3*.
Enxovaes para baptisado com collares ele-
trieos por 5*.
Luvas de seda meio braco e qualquer ta-
manho a 1*500 o par.
dem idem de Escocia a 1* e 1*500.
Sobretudos impermeaveis de borracha de
70* e 80*, por 30* e 40*. .
Capas e pellerinas de cachemiras ottoma-
na ricamente enfeitadas de vidnlhos a
25* e 305.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurgurao, tanto para phantasia como
para commodidade a 38* e 40*.
Velludos de seda e algodao de umitas co-
res.
Gazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algo-
dao c linho, com um metro de largura.
Setins Maco de todas as cores a 50 e .
800 rs.
E muitos outros artigos de confeecSee
como sejam man tille tes de blonds, sahid.i;
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que'" se vn-
dem com o mesmo abatimento de 50 [0.
Para hornea-
Casimiras nglezas com duas larguras, de.
3*500 por 1*200.
Ditas cor' de caf e azul, de 2*500 por
800 rs.
Cortes de seda para collete, de 12*000 por
3*000 e 3*500.
Ditos de velludo e fustao a 1*% 1*200.
Meias inglezas com fia de seda, de 12*
por 6*000 a duzia.
Paletots, de 7* por 4*000.
Camisas com'um pequeo toque de mofo
a 1*600 um..
Collarinhos, modelo moderno, a 5*006 A
duzia. .
Camisas inglezas com collarinhos e p-
nhos, Bem* coUarinhante sem punhc- i
36*000 a duzia.
Brin& pardos de linho a 240. 280, 3- ,
30 e 400 rs.
Dito branca de linho ir. 6 a 1*200 a v;v
Lindos cortes de casimira ingleza, de .->
85. 10* e 12* a 4*. 65, 8* e 10*000.
Sobretudos impermeaveis de bonacJaatpa
homens, de 70* e 805 por ;X>* e 4i
Ceroulas frnncezas, de 38* por 24500v;
a duzia.
Paletots ed seda, completos de feitosd
casemira. malas para viagem, ebolcas e
tapete e um completo e voriadissimo sor-
tiiuento de cheviots, casimiras francezas,
iugiezis, jietas e de cores teiramente novos e que se venden:
a val
Uettalhos
.'. a grande quantidade e
m sedas pretas e, de cores,
las, merin, zephyros,
madapoldes t algod:.
has que

ciias
-':
T~
>m
MUTILADO


Diario de PemambucoQurta-fira 20 de Mar$o de 1889
f
I

BMAIS
a paaaoaA unemicaa a.
/raqne Jda- por un HmlUll
einaeBio do nanga, a i/ulm O
mdico nconmalht o etnprogo
do Zorro, supportao meta eaav
Btujomlgmnn BOTTaS COKCEIITRAnM
dm PERRO BRAVAIS. d,
prtferancia qnmomquor ou-
t roa pr apartido* ftrrugnom.
8 FERRO
BRAVAIS
protfna mltiru,
ynoilmao,ii
rlias, naja oooaMpaoao.
wo mabor alg-um. aaaira.
alo oommnnifm cao ir o aaa
too dagua,naanuiWa.hr>,naaa
a OMlqnar liquido aom qao
podo omr lomado. NTJNCA.
ICNNXOHXCKmt DMN1
AXWrMINMIMM, aaTalaao
ibwuuuln as i|iim
I frnucio. a i
CL,
aoroo da istfr parto da anVi-
*m ahrteioaa, alocombatidaa
m a mair affic*ria
momproao roffnJar do
RAVAIaV
aVPROMtO
da Junta da Hygiene
do Eio di Janeiro
Recompensa de 10,600 franco* ao JLaroehe
MedalhaiUQUHO,
arto.
ELIXIR
Aperiente Tnico Febrfugo, este producto de
um sabor agradavel superior aos vinhos de quinquina
contra as- ffeicoes (k> Estomago, Febres antigs, etc.
I
APP*r!?~9
da Junta as Kygien
da Eio de Jar.oiro
Ma MadalAaa OURO,
to.
vmsroso
O mesmo Ferruginoso muito recomrnendado contra
a Decoloraco do Sangue, Chloro-ansmia, as Conse-
quencias do Parto, etc. pars, ao aa, tm orouot pna.ma.iaa.
aeMHM am ano... *
u grate perdn
vate per
1 IMITAOO
glra fl,-m
Imprimida vermalha
DmmU u air anta iii *-
ELIXIR ANTINERVOSO P0LY6R01CRAD0
de IAUDRY, Pbarmaceutico de i' CJmSse.
EaM aUlzir, que oontm em sua ".mposicSo os bromuretoa de poijisslo.de sodio
e de Aaumona, perfeitamente combinauos, de m sabor agraifavel e aempre
tomado ocm prazer, mesmo pelas pessoas, que tenhao am esoomago delicado.
Numeres* experiencias vierto confirmar a sua immensa eftcacia contra a
n*a.. as Enxaquecae. a Agitacfio durarte n noite, e as Palpitacoe,
canando immediatamente a excitabilidade nervosa. Administrase tambem com
grande vantagem as convulsoe i das creancas e as senhoras qne soffrem de
aipaamosr desmaios e att aques de ervos. Empregado convenientemente,
ests Elixir um auxiliar poderoso da medicina contra o hysterisz&o, a epilepsia
e a dansa de Sao Guido. A de. se de 2 at 4 c lh e res por a, pela marJia o tarda.
Dopoaiio .- lo PARI, 8, Hn Vivienno, o na> principie* Plis rmacis
>ooooooooooooooa
?3ESf^'
TNICO FEBRFUGO REGENERADOR

VINHOboutorJOHANNO
f*
DO
'D0UT0R1
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophospho
, ADMINI.STrtAQO:
i>AKIZ, 8, Bonlevard Bontn-.srtre, PARIZ'
PASTILHA8 digestivas fabricadas em
Vicny com osSoesextratodosdas Fontes. Sao [
de gasto a?radavul c a -ma acoao e carta con-
tra a A:a e .".3 Digcs'.Sts di/flceis.
SAES DE VICHY PARA BARROS. Um rolo par um banbo, para a-, pescas quo rSopodcm ir a VICfcy.
Para evitar as tmuaedes exigir em todos os producios a
MARCA DA OOAiXX. I3E VICHV
Eaa Pernmmbueo. m Proda.io. Klan ubio-a em cuu J SULZER a KOECMLIN,
35. rn'd Cnil; Auo. I-ABU-LC.
AO N. 20
(JUNTO AO LOUVRE
* StecomrcenOSo-ni nos casos que neccssllo tnico* para recoastltuli' e rea-enermr
o organismo armiado por molestias, excessos, natureza do clima. Anemia, cnioraai.
Aaaenorrnca,, Cacbexla, nozo bronco, que tanto arruinio a saudc das mumeres, ^
rabreza de Sangue, Fraqneza peral, Pebllldade, etc. ^
3. V1V1S1T, Drojraist, 80, Sealarard de Strs*T)0T8', am PAS7^___[^J>

FD1M0 6EBAL
AUARFATERSOlIcC.
44-.MJ Um DO TRI11PH0-44
Macliinaa a vapor.
Moendas.
.
Rodas d agua.
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batidas sem crava^ao
Arados.
* &+ ^* a% 44|$$'&$&

Alcatraz Q-uyot
"tPiGii-rir: :,neutioo. i
9, ra Jaoob, IPa.i^
As CAPSUk.S GIJYOT <"nem alca-
I trio ? aQaatrocapaulac no rioni -!:> da* rifaoojoa,
ApOAPSULPS SwTCT ii n'.mendaa-
T?S??S TEPAZU
v TSICAS. BOinHITAS, ASTHMA

RE2FRIAMEMT08

Ap. CAPSULAS OUVOT sao brancan
,1 e cad urna leva im; pret a firma .
C GOlCrtCfi ^U'f 4P* rv,. p.ira pw-
:*r:.: *in i! ftlrnti" :.....lis Kjra.iarel
0 GOlrl?'- OX (aOVO ." oxp^-
ria%iiia<]o 11 .: frau'lj <.ile nos Huspitaea
: -;' r.iki iiaRuaterniidntlK Jos
PL^GSS f'SARGAMTA
rc GATAJiFHOS 3 BEXI8A
!8PFSIA
O GOUDROH GUTOT constitae na
i-::i tajaaoa de epidemia
lia ? main bygienica.
E absolutamente indiapensavel
exigir & Firma
BBCRIPTA. BM TRES CORES
Fabrica : Casa L. FRERE, 19, ra Jacob,'PARIZ
PERE1UA ir MAGALHAES
Reajebedores directos dos mercados da Europa
iquidam os seguinles artigos com descont de 14 jo na
vendas em grosso
Bramantes de algodao superiores, a 800 rs. o metro, 4 largura.
dem de puro linho fazenda de 2)5200 para acabar a 1|J500, metro.
Atoalbado alvo, duas larguras, a 700 re., 10100 e 10200 o dito.
Algodao alvo, nacional, para lences a 5)5500 a peca.
Madapolao americano, a 30600, 40000 e 60000, com 24 jardas.
Maripozas de cores a 220 rt. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 re. o dito.
Batistes dem a 120 re. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 re. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 re. o dito. %
dem de quadros modernos a 280 c 300 re. o dito. .
Fichusde renda cnics a 10000.
Colchas trancezas de cores a 20000 e 40000, nma.
Lences de bramante a 10800, para cama de casal.
Casimiras de c6rea para ronpa de crianca a 1*000 e 10800, diagonal, duas
as. _____'_
Camisas inglezas e francezas a 260000 e 300000 a duzia.
Tapetes aveladados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de cres para mesa a 10100 e 10300 6 covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cSres a 280 re. o dito.
VeludilhoB de cores Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 re. o dito. t
Setins de todas as eSres a 900 re. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 re. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 re. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 20500 e 30000 a dusia.
. Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a di"
Cortes de easemiras para calca a 40000 e 60000.
dem de meia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a dusia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita.
E muitos artigos qne serao lembrados com apresenca de nosaos pjtores.
59Kua Duque deJCaxias-^59
LOJA DE
PEREIRA HAGALBAIS
Gazes de cores a 500 ra.^o covado.
Fustlo branco a 360 e rs. o covado.
Brins.de cores a 280 re. o covado.
Bale i as pretas a 260 a re. a duzia.
Colchas de corea a 20 e 30000 urna.
Cumbraias bordadas a 40000 a peca.
Luvas de seda a 20 e 20500 o par.
Lencos braceos a 10200 e 10800 a duzia.
Crotones de Alsace a 360 re. o covado.
Atoalhado bordado a 10200 o metro.
Brm pardo a 280 re. o covado.
Linhos de quadros a 280 re. o covado.
Bramante trancado a 800 re. o metro.
Espartilhoscouraca a 50000 um.
Chales adam aseados a 20500 um.
Cortinados bordados a 60000 o par.
Merino do cores, a 500 re. o covado.
Ceroulas de bramante a 140 a duzia.
Madapolao americano a 6000 a peca.
Chachemiras lisas e listra de combinacSes
a 10200 o covado.
Cambraia Victoria a 20900 a peca.
Bramante de linho a 10700 o metro.
Toalhas para banho a 10500 urna.
Tapetes grandes a 130000 um.
Ceroulas de linho a 340000 a duzia.
Cretones francezes a 400 rs. o covado.
Leque transparentes a 20500 um.
Alpacas de quaaa-o a 600 re. o covado.
Camisas brancas para meninos.
Sabidas de baile a 10000 urna.
Cretones de cores a 240 re. o covado.
Percales fi as a 200 re. o covado
Nansok cores fixas a 240 o dito.
Las escossezas a 260 rs. o dito.
Alpacas indianas a 320 re. o covado.
Popelina branca a 800 e 10000 o oova do
Bicos matisados a 20500 e 30000 a peya.
Panno da costa adamascado.
Regatas de cores a 10000 urna.
Sargelim de c6res a 200 r;. o covado.
Crenolina, preta e branca, a 400 re.
Chambres, de crep a 50000, e 60000 um.
Cachemiras de quadros a 260 rs. o covado.
Guarn5ao de crochet com matizes.
Grinaldas para noivas.
Setim de cores a 800 t. o covado.
Cachemiras de duas larguras a 800 re.
Cortes de linn em cartio a 100 e 120000.
Camisas allemaes a 36^000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 rs. o
covado.
Linn de cores a 500 ts. o dito.
Linhos de quadros a '80 rs. o dito
Bramante trancados a 10000 o metro.
Meias para horneas a 30600 ;: duzia.'
Guarnicao de croch', brancas.
Extracto Port Veine a 10400
Alpacas meseladas a 600 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800 re.
PARA A QUAKESMA
Merino preto de 800 at 10800 o covado.
Setins pretos de 10000 at 10400 o dito.
Crep inglez (de seda) a 20000 o dito.
Fichs pretos a 20500 c 30000 um.
Luvas pretas a 20500 e 30000 o par.
Cheviots pretos a 30000 o covado.
Casimira preta a 20000 o dito.
Renda hespanhola a 30000.
Bicos pretos, todos os precos.
Regatas pretas a 10500 nma.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientificas
e physiologicfls para o fin de
beneficiar os cabellos, restaurar
a edr, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
liento.
Ksta aparada e encllente preparaco,
sem iluvidu o melhor remedio at boje
conbecido para os differentes defeitos da
cabelladura, merece a Intima attenco de
todas as pessoas que tf-m tido a infelici-
dad e de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physlonomia.
Com o sen emprego intelligente toiu-.se
conseguido resoltados realmente sorpren-
dentes. Km muitos casos, porm nao
semprc, a propria calvicie tem sido carada
parmanentemente.
Sempre se consegu* fazer parar a queda
dos cabellos: emquanto que para opentea-
do das senhoras, S o objecto mais utll e
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Iiowell, Mass., Est.-TJnidos.
A' venda as lojus de armarinho e per-
fumarias.
DEPOSITO GKKAL
N. 13, Roa Primeiro de Marca,
Bio de Janeiro.
COENpAS
-DO-
ESTOMAGO
-E DO-
FIGADO.
US Df MOTIL
.PtfuAMEFfE YEGETAES
?r:-i o melhor Purgante e o Remedio
:J'-. Vfficaz contra os ditos males.
Regularizara a Digestao
PRIFICAM A BILIS
e curam radicalmente
A DISPEPSIA.
V,
TelegTamma
Aluga-se
o 2- andar do predio n. 36, ra Mrquez de
Oliuda : a tratar no 1 andar da ra larga do
Rosario n. ti.

Na ra Primeiro de Marca n. 20
CASA DE 0\ Fl \ \< A '
AMARAL &


C.
proaenpio faflmenla cu:-.: xho
Whniafn anfa, Hataatlaa
CO^A DO PER
(TNr! tfiKnsifnVL Pars, i
::i irio pxx oi>c-r*itr t ajtaoua, rnilaalm. ,
Aluga-se
a casa n. o do becco Tapado, ou becco da Pyndo-
ba (Recife) toda caiada- e pintada, com 2 quar
tos, apparelho e pequeo quintal; a tratar na
rea Direila n. 43, sobrado.
Alugue! barato
Visconde de Goyanna ns. 163 e 159.
Baixa Verde n. 1-C (Capunga).
Ra Visconde de tapanca n. 43, armazem.
Largo do Corpo Santo n. 13. 2 andar.
Baixa Verde n. 3.
Becco do Calabouco n. 4, loja.
A tralar ra do Commercio n. 5, 1 andar,
esenptorio de Silva, Guimaraes & C.
Ama
Precisa-se de uma ama boa costnheira, para
casa de pou patres.; a tratar na ra Duque de Caxias n. 48,
loja.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo uma para co-
sinhar e outra para erisaboar e mais servicos de
casa de familia : atratar na ra do Hospicio nu-
mero 41.
Cosinheira
har
a> aaaan>aw *
UWV
mahi.mI ha i.aiiLrf km c^a* ah '
i. tatimr* aaaaaua: wtak, 11, Saa, W. BBK^.
ajilan a*. O UlTi. -. --s M
aaja>iivi ni**m***+r+*m*m*0**WmY
Entrainer
Aos proprietarios de an-
maes
jockvy Pedro de Soasa encarrega-se, median-
te paga razoavel, Jdo tratamento de ahimaes de
corrida, pellndos e de sangue, obrigando-se a
ensaial os convenientemente.___________^^
Professora
Uma senhora competentemente habilitada, com
Sratica de 11 annos de profissao, apreaentande
iversos attestados de bom methodo 6 comporta-'
ment, offerece-se para leccionar em casas pai
ticulares, na cidade ou em seos arrabaldes as se-
guintes materias : Portuguez, Francez, Italiano
Geographia, Tiano, trabalhos de agulha, etc.; ;
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 69 ou eo
casa do -Regulador da lannhara larga d(
Rosario n. 9._____ ________
Cosinheira
Precisa-se de uma cosinheira : na prara do
Conde d'Eu n. 32, segundo andar.
OOOOOOOOOOOC
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe
Tem para vender diversas bataneas sendo urna
propria para eugenhos contraes ou estradas de
ferro, por ser de grande forra do peo. Temdi
versas bombas grandes de differentP mpdelos-
Tudo se vende por precos commodos.
Sobrado
Aluga-*c um 2- andar com commodos para
grande familia o por prei;o muito commodo, na
ra de Domingos los Martins, nos fundos do
armazem de Garneiro Vianna, c a tratar no mes-
mo, ra Mrquez de 01 nula n. 54.
CK
IOOOOOOOI
Centra.
rUPITACOES SOFFOCiCflSS
PERTURBA^ di CIRCULAQO
1ITERM1TTEICIAS iSTIMi
toaos os lncommodoa oooaideradaa como
preludios das
MUSTIAS DO OOHAQAO
0a tfk aosaaVa)* o *mpnf> DM
Granulos intimoniaes i
D^PAPILLAUD
paltiiorlb* faworant
ope e je
DESE1VADfPIIIHEIR0IIAimilO
SLaUMaSrlIliaiiailll!
Ajsmtin arta Mmts it Mili
bsate b aOaainaB.es
BZZJSAZSm
palo vapte d'acma, loto depaa
do cortada a arvore. Cora as
dafluxoa raboldw, a toa.
aa frippoa, oatarvSoa, a-raav
okJtM. melMtiaa da ffar
gmnta o rowquldooa
*
-M Alfl(l f
i* Pars.
PlIB
8
Cosinheira
Precisa se de urna ama qne eosinhe bem ; no
terceiro andar do predio n. 42 da ra Duque de
Caxias, por cima da typograpbia do Diario.,
Direito -Konuino
0 1." livro do Curto Bkmntnr de Direto flo-
pmiw pelo consflheiro loao -'os Pinto Junior,.de
conforinidade com o programma de ensino ad-
mittido na Faculdade le Direito desta cidade,
est venda na livraria Econmica, ra do Im-
perador ii. 7.1. e na iivnina Francezn. ra I- de
Marro n. 9.
Precisase de uma, que saiba cosinhr e nao
saia ra, para casa de familia : a tratar na ra
do Cabug n. 14, de meio dia at '2 horas.
Cosinheira
Precisa-se de um'a de boa conducta, para casa
de familia; a tractar raa do BarSo da Victoria-
n. 46. ___________________
Caulellas do Mete de Seceorrc
Compra-se cautellas do Monte de Soccorro t
qualquer joia, brilnaates e relogios; pagase
bem na Prara da Independencia n. 22, loja de
reiojoeiro.
Guide internacional
D'Europ aU Briset la Plata
Este guia, redigido em portuguez, em francez
e em ueapaahol, indispeoaaTel para quakprs
viajante, tanto da Europa para o Brazil, como
as costas do Imperio e do Rio da Prata, encon-
tra-se as casas seguintes I
Sulzei- Kauffmann C34 ra Mrquez de
Olinda.
Charles Pluym & C24 ra do Commercio.
F. P. Boulitrau. 46 ra do Imperador
Framcuat Suaves Quinta.-i ra 1." de Marf
0 Peiioral de Cambar
De I. Alvares de S. lloares
Sempre foi, e ser.o principal remedio
ra as molestias da laringe, bronchite os
\ pulmSes.
A bronchite, asinina, molestia do peito,
I rouquido, coqueluche e qualquer toss silo
i >MTt'eitamente' curados com o verdadeiro
1 p-nedio Perl d Cambar, de S. Soa-
! .tb, approvado pela Exma. Junta Central
i ac Hygiett PuMica do Brazil, premiado
1 -<>m duas medalhas da ouro, e rodeado de
' .-.-.liosos attestados mdicos e de innmeros
| de pessoas curadas, tanto nesta provincia
i como em outraa do imperio.
Precos : frasco 20500, 1/2 duzia 130,
duzia 244O00.
Em ana do agenipa
FRANCISCO MAJOEL DA SILVA 4 C
23 RA MRQUEZ DE OLINDA 23
. Pemambuco
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 16 18 annos de
idade, que d" lianca de sua conducta; na ra
Viilaljle Negreiros n. 23.
Criado
Pn Caxias n. 70,1 andar.
ok (emcartoafeleirantliNinio.)
, ba) ato boto e mar- .
ucicaUeoteaiiia)
una "ua^^H
^ :i cctl, e.
SONSTIPA?OES,BEON(lIfl
IrritacSo do Peito o da Garganta
Contra esaas aiTeicoes. a Past peitoral_o o
XAROPI de NAFC de OELANGRCNIER. de PAH1E,
nossem uma efflcacia lnaalllvel verlllcada pelo:-
Ucmbros da Academia de Medicina de Franca. ..lo
contendo opio ucm to pouco sae de opio t=r -
como ilorp&ina ou coutiiu.-, osees producioE n
nistro-ae com ptimo uxllo o segpranc lL
enancas soflrendo de TTosSe ou Coauctr.suc,
*00PMttM as Pharmsclts do Tu/uto inltlr*.
Caixeiro
Precisa-se de um menino com alguma pratica
de molhados^_na ra da Detenerlo n. lo.
Superior vinlio de
Passto
I wmm
Pelo mdico prego de 35$ o quii
de tres caadas, voltando o
0 ; vinagre de vinho 30S o barril
f'SiTOOo
L'arrafao
OiOOO o
i ua do
As maes d familias
QUERIS V08S08 FTLHOS SEMPRE 8ADI08 ?
Administrot-lhes o xorope ou aa
Plalas Vermipiirgalhas
DO DR. GALASANS
ptimas preparacSes de mastruz
e rhuibarbo, para a expulsao completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos on lombrigas
(das creancas e dos adultos)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!!
t Estas excellentes preparacSes nao ne-
cessitam de purgativos coino auxiliares,
visto sfirem purgativas' por si mesmas. *
As pessoas que tm vermes sentem c-
licas, tem constantemente diarrhas, indis
posifao, sensacSo de corpos qu se movein
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
as vezes, vmitos. Rangem os dentes, quan-
do dormem, algumas e pessoas expellem
vermes eom as fezes ou com as materias
dos vmitos. As eriancas apresentam as
pupillas dilatadas e inapetencia.
As pilulas levam impresso o' nome do
DR. CALASANS e sao c6r de rosa,
1 caixa de pilulas ld2U0
1 vidro de varope 1(5200
AS PPJNCIPAES DROGARAS E
. PHARMACIAS
ejam e admirem
S o 55 ra Duque de Caxias podt
vender pelos pre90S que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padroes, a
200 rs. o covado.
Fu8t*es brancoB a 360 c 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs. o
covado. E' barato!
Casaos e capas para senhoras, o que
iia de mais novo e barato.
Cortes de seda, padrSes lindos o procos
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura a
65 a peca.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 rs.
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado
Tecidos arrendados- a 400 e 500 ra. o
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic e
preco barato.
Cambraia Victoria a 20800 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. o
co-vado.
Guardanapos bons a 15800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs. o
covado.
Rendas hespanholas a 25 o metro.
Luvas de seda a 2)5 e 3i5 o par.
Espartilhos couraa a 40, 50 e 60 um.
Merinos pretos e de cores, urna varie-
dade immensa em preces e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o eo-
vado.
Toalhas felpudas, grande redcelo em
preos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha de
mais moderno e por pouco prego, 100000.
Colchas de croenet muito chic;
Camisas inglezas com e sem collarinho.
Atoalhado para mesa a 10 e 10800
muito fino.
Collarinhos e punhos de linho e algodao
e por prego barato.
Babados e entremeios, grande sorti-
nientn.
Madapolao pelle de ovo por 60 a peca,
Esgaiao pardo e chumbado a 400 rs. o
covado.
Uma grando variedde em lencos.
Grvalas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mais
barato e bom.
Mantilhas de renda a 5 nma.
Leques de setim muito, chic.
Linn bordado com quadros a 800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas escuras e claras a 240, 280 c
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 re. o
covado, para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grande
sortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que hade mais bonito,
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por precos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a.10600 o me-
tro.
Brins pardos a 320> 400 e 500 ra.
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por preco razoavel a 80000 a
peca. #
Dita com salpicos a 40 e 50000 a peca.
Colchas argentinas a 60000 uma.
Ditas de 20, 30, 40 e 50000!
Bramantes de algodao e linho de todo*
os pre08.
Grande sortimento em fichas de core*
e pretos.
Grinaldas para noivaa.
Luvas c leques para noivaa.
Bicos de cores muito chic.
Alm do que acabamos de annunciar,
temos uma quantidade de artigos que s
vendo-se, se acredita, pelo qne pedem que
comparecam.
Dao-se amostras sem penhor.
Setinetas lisas de todas as cores a 498
re. o covado. Sao muito largas.
Ronpa feita e por medida.
RA DUQUE DE CAXIAS M
FERMESDEAZEYEDOiC.


i
"i
Cosinheira
Precisa-se de uma que co-
s n he bem no 3. andar, da
typographia do Diario.


s

los furtados
-enho Constituate, em Cnyambuca, far-
taRm n noite de 12 do correle, dous cavai-
cujos sigaauMMo os seguintes : um poltro.
todo preto, cutu dua marcas brancas era ambos
o.- lados, inteiro, ccete, principiando a andar
Laixo. O outro hral, j velho, castrado, com
estrella na testa e um espravSo queimaao de
velho : quem os apprehender ou dclles tiver no-
ticia exacta, pode dirigir-se quelle engenho ou
dar aviso no Hkrio ra Mrquez ^e Olin-
da n. .'6. t andar. ^
Cozinheira
Precisase de urna boa cosinheira ; na ra
Duque de Cstias n. 17, loju.
i^... .i-^. ................- .
Aos senhores caladores
Vende se duas importantes e novas espiopar.-
das para caga, de dous canos cada urna, sendo
orna de Lefueh calibre 6 e outra de fogo cerf-
trl calibre 20, com todos os apparclbos neces-
s arios para as mesmas : para ver e ratar na ra
Imperial n. 164.
AO TORRADOR
Lima Coutinho & C.
43RA DUQUE DE CAXIAS43
Defronte da Praeinha da In-
dependencia
Este novo estabelecimento intitulado
AO TORRADOR vende sem competen-
cia, como as Exmas. familias podero
analysar pelo seus precos.
Lanzinhas do quadros a 60 re. o covado.
Ditas de ditos a 200, 240 e 280 re.
Merino de quadros, bonitos padrBes a
300 re.
Ditos lisos enfestados a 480 re.
, Baptista e nanzuch finos a 140 e 240 rs.
Mariposa branca e de cores a 240 rs.
Chitas finas cores fixas a 200 a 240 rs.
Ditas forlaidine a 240 re.
Cambraia branca bordada a 40500 e
45800 a peca.
Dita Victoria, fina, a 20800 e 3*500 a
peca.
Seda de Japao, lindissimos padrees a
200 rs. o coyado.
Dita da Pereia, lindos padroes, a 180
rs. o covado.
Sargelins de todos as cores a J60, 20q
e 240 re.
Setinetas usas, largas, a 360 e 400 re.
Merinos pretos finos a 800, 1(5000,10200
c 15500.
Colchas para cama a 15800, 25000 e
tfeOOO.
Cortes de casemira de cor a 25500 e
35000;
Casemira preta, duas larguras, a 15800
25 e 25200.
Madapolao superior com 20 varas a 4$,
55000 e 55500 a peca.
Dito americano, superior, a 75200 a
peca.
Bramante de algodao para lences a
700 e 15000 o metro.
Dito de linho superior, com 10 palmos
de lagura a 15600, o metro.
Guardanapos de linho e algodao a 25 a
duzia.
Toalhas felpudas a 35 e 45500 a duzia.
Atoalhados para mesa, lindissimos pa-
drees, a 15200 e 15800 o metro.
Dito trancado, alvo, a 15000 o metro.
Lencos brancos com barra de cor a 15200
a duzia.
Ditos superiores, de linho e algodao, a
25200 a duzia.
Enxovaes para baptsados, completos, por
todos os precos.
Entremeios e babados bordados por todo
prego.
Bicos de todas as core3 para enfeite de
V2stidos.
Baleias cobertas e descobertas.
Arcos cobertos para anquinha.
Camisas brancas para homens e meni-
no.
Ditas de meia para homens e senhoras
Manda-se fazer ronpa por medida e da-
se amostras de todas as fazendas.
Lima Coutinho & C.
Diario de Pernambuco -Quarta-feira 20 de Marco de 1889
HNhho > irgrem
dem de caj
Typogap&ia e Litog
FABRICA DELlVROSDE ES
RACaO
Premiada mas exposices de Vende-se estas superiores qualidades de vinbo
i S8* e 1SS
Manoel J. de Miranda
F0LPET1I




SEM MI
< POR
INNOCENTE DU CULPADO?
t (Continuacaodon.6 4)
CAPITULO VI
de e6 Ciases 1
No dia de sabbado o nosso caixa ti-
nha ido para jauto de sua mai, sbitamen-
te doente. Na precipitadlo com que sa-
bio, esqaeceu a chave do cofre no bolso e
levou-a comsigo. Meu cunhado teve en-
tao que guardar na secretaria do nosso es-
criptorio o dinheiro que o nos&o banquei-
ro, o Sr. Grard, lhe havia entregue para
os pagamentos da somana e de letras a
vencer na terca-feira seguinte, depois de
Pentecosts. Squatro pessoas suberam
que Jorge tinha guardado esse dinhei-
r na referida secretaria, cm vez de met-
tel-o no cofre de ferro, como de costume.
Quaes sao essas pessoas ? pergun-
ou o Dr. Leval, que acompanhava atten-
tamentc o pensamento do Sr. de Sauves.
Jorge, eu, o caixeiro do Banco, na
presenga do qnal meu cunhado comedn a
guardar o dinheiro, e um operario que
entrou antes de. terminada a operario.
Ah qi\em esse operario ?
Um rapaz deintelligencia rara, cora
o qaal e~ trabalhava de preferencia, fazis
as minha- experiencias e procrava as rai-
mabas combinagoes.
Elle conbeciu cntio todos, os seu|
de tabricacS" ?
bsia como eu proprio.
paca que um homem
da sua
ntregasse assim, era precisa
que esse individo lhe fya&i' todas as
rantias r
ncademacSo e
especialidades' em cartOes de
visitas.
59Roa Duque de Cavias59
Telephone n. 194.
BNfM
onnus,
P CLBRV
sem coroposicao alguma, por precos muito bara-
tos para liquidar ; na roa Mrquez
numero 54.
de Olinda
Yc.idt-se ea: toda a carts
Fanny Silva. Frentii dress maker
Dresses and mandes niade In
the mosi fashlonable manner
and on lhe shorles notlee.
15 !"--floor Baro da victoria
Telephone a. 93
VENDAS
Vende-se
r ni a la vern a bem localisada e com poucos
fundos, o motivo por seu proprietario ter-se re-
tirado para fra da cidade por motivo de moles-
lia, a tratar na na Bella n. 37.
Continan) as pechinihas.
A' ra Duque de Caifas n. 418
N'este mui acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continuam a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0t do que em outra qualquer casa.
Como -sejam as seguintes fazendas :
Cambraia com salpicos brancos e de cores,
muito fina com 10 jardas, a 40 a peca.
Cortes de meia-casemira, cores fixas, a
2,5000 um.
Cortes de casemiras, finos,'padroes moder-
nos, a 40, 50000, 6,5000 e 70000 um.
Cortes para vestidos em cartao, todos os
aviamentos (novidade), a 70, 9,5, 100 e
120000 um.
Pannos de crochet para cadeira a 15000 e
para sof a 20000 um.
Capellas com veos para noivas a 80000
urna; peehincha.
Setineta branca lisas e lavradas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas e lavradas a 440 rs. o
dito.
Mantilhas pretas de seda a 50 e 70 urna.
Cobertas de ganga para cama de casal a
20OO urna.
Colchas brancas e de cores a 20, 30, 40,
50, 60 e 70000 um.
Cambraia preta para forro a 10200 a peca.
Cambraia preta, nansuck a 160 rs. o co-
vado.
Algodao siuho muito largo a 30500 c 40000
a pera.
Madapolao especial com 24 jardas a 5-S000
e 60000 a peca.
Esguio para casacos a 30200 a peca;
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos ou gu:irda-
ps a 400 rs. o covado.
L2s modernas de listas e quadros a 200,
240 e 286 rs. o covado.
Fechs de retroz com palmas de cures e
pretos a 10000 um.
Fichas "* iS, todas as cores, a 10500,
2000. 30000 um.
Seda Alcacianna, padr3es escomidos (phan-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de coura5a, finos a 30, 40500
e 50000 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 10000,
, 10200 e 10500 o covado.
Camisas francezes, puro linho de 600000
a duzia por 480000.
Toalhas acolchoadas a 130 e 200 rs. urna
(s se vendo).
H na loja da Revoltillo
DE
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Elle era, ao contrario, um homem
viciado. Mas a sua mulher era a creatu-
ra mais honesta deste mundo ; excreta um
grande imperio sobre o marido, e elle
proprio n&o era destituido de bons senti-
mentos. ,
Mlla excreta um grande imperio, diz
o senhor ?... contina a dispr da mes-
ma influencia?...
Morreu.
Ah! quando ?
No dia de Pentecosts.
E' singular. E onde est o marido ?
Eugenio Gages parti* para a Ame-
rica.
t Oh !... oh epes do assassinato ?
Sim, dous dias depois.
Como explicou elle a sua partida ?
Pedro de Sauves contou tudo quanto
sabia sobre o engajamento de Eugenio,
nSo esquecendo o sea adiantamento de
mil cquinhentos francos, abonado A Sra.
Laurent para prover a criacSo da Clo-
tilde.
Tudo isto com certeza muito bo-
nito ; mas se esse homem intelligente,
pdc ter arranjado e combinado essa his-
toria de engajamente, afim de desviar as
suspeitas da polica franeeza. O essencial
saber se na America elle trabalha como
imples operario, ou se trata de explorar
o seu invento. Anda mais: se elle por-
ta-se bem... se vive como nm homem
que ganha dia a dia o seu salario, ou se
anda com dinheiro no bolso... Se em
Pariz elle tinha m conducta, parece-
me difficil'que naJAmerica resista tenta-
52o de divertir-se, sobretudo dispondo
de tilo avultada quantia como a de que
se trata.
E' ama intelligcncia de primeira or-
dem, repetio Pedro de Sauves pensativo.
Ser-lhe-hia preciso dse igual de for-
5a de vontodo.
O engenheiro nao replicn.
O Dr. Lval continuou :
O principal para raim proeurar
saber de Gagcs e obter infonnaoocs exac-
tas eobr elle. Q.uer que experimente ?
Como pulgar conveniente.
O advogado ficou impressionado com. a
preoccupaeao do seu ponstitdinte.
O senhor oceulta-me alguma cousa,
disse-he elle.
E' verdade, replieou Pedro inconti-
nenti, e o seguinte: Eu mostrava muite
interesse por Gages, e interesse de um
homem que protege ontro, e quer guial-0
ao bom caminho e apaixona-se por tal de-
siderattim.
De tarde, um dos operarios contou-me
a historia do seu engajamento. NSo pude
JMobilias austracas
Vende se lindas mobilias c pecas avulsas do
acreditado fabricante Tonet Freres": alem destas
haoutras molias inteiramente novas e riquis-
simosdesapos. que muito animar aos compra-
dores. Tambem se encontra variadissinio sor-
timento de camas de ferro para solteiros, casa-
dos, meninos, com lastro de tela de rame, e
qae 6 muito bygienico para as pessoa que sf-j
trera do nervoso ; na ra Mrquez da Olinda
numero 54. y
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novoe superior que ven-
de por pre50s mais resumidos em vista
da continuacSo do cambio favoravel.
Convem que experimentem.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
Vende-se
barato um carro de quatro rodas, em bom esta-
do ; quem pretender dirija se ra do Hospicio
numero 6.____________________________
Alambique
Vndese um alambique de tamaobo regular e
em perfeito estado, com a competente raspadei-
ra, propria para engenho; a tratar na fabrica de
vinagre ra liara.- doTriumpbo n. 75.
Milho 340 rs. acuia
Vende-se no Larpo do Mercado n. 12.
Assucar
Usina Pinto
Santa Filonia
Colonia Isabel
Na refinaco Salgueiral, ra Mareilio Dia>
numero 22.
Assucar refinado
especial, o melbor que se fabrica nesta cidade.
JOAQUIM {SALGUEIRAL k C.
Kua Mareilio Dias n. 22
Tripphnm- numero i i."i
1 erreno
Bom para coudelaria ra Mrquez do ner-
val 80 e 82 ; para ver, na casa ao p, e tratar
na ra Mrquez de Olinda n. 25. Tem cocheira.
Boyal Blend marca YIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivcl ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retamo nos mclhorcs arma-
zens de molhados.
Pede Rojal Blend marca Viado,
cujo nome e emblema s2o registrados par
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Milln & Biset, avisam ao respeitavel publico,
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao; roa larga do Rosario n. 40.
Vende-se a armacao que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, miu-
dezas. tabaearia ou venda,
quem a pretender dirija-se a
ra Duque de Gaxiasn. 103.
Mercearia
Vende-se urna mercearia das memores nos
arrabaldes da Boa-Yjsta ; pata informacOes, na
ruado Socego n. 33, tavemu.
acompanhar o enterra da mulher, que ef-
fectuou-se pela manha, angustiado como
me achava pelo desapparecimento de meu
cunhado" e pelo estado de minha irma, ac-
commettida de febre. Resolvi entSo ir
ver o que era feito de Gages, e & tarde,
quando terminou o trabalho Ja usina, fui
casa delie. Morava muito perto de nos,
mesrao nos fundos do jandim da nossa ca-
sa, ra Pixrcourt. Quando entrei, elle
estava s no pavimento terreo, n'uma pe-
quen cozinba. Pareceu-me mergulhado
em profunda prcoccupa52o, que eu tomei,
e qne poda muito bem ser, o desespero
causado pela morte de sua mulher.
Elle arava-a?
Muito.
E ella era.'bonita?
Tanto quanto se pode ser.
Que npressSo deixou-lhe a entre-
vista ?
Mostrei-me muito bao para com
elle. TOenfinovi-o, tenho certeza disso.
Mas duaa cousas me impreseionaram.
Quaes foram ?
Quando propuz lhe tomar conta de
sua til ha, e aconselhei o a que volt asse pa-
ra a usina, onde reassumiria aa suas func-
fSes de contra-mestre, elle teve um ter-
ror instinctivo mais do que a propria von-
tade.
Ah! e o senhor nio tratou de apro-
f i indar isso ?
NSo desconfiava delle, e estava mui-
tissimo longe de attribuir-lhe a mener
culpa.
E o outro incidente ?
Quando vi que cousa alguma podia
abalar a sua resolucao de partir, dei-lhe
alguns consclhos impregnados do profundo
interesse qe elle me inspirava. A sua
emocSo tornou-se extraordinaria. Tentou
contel-a e nSo o conseguio. Afina! dei-
xei-o muito cemmovido tambem e esten-
di-lhe a mo. E elle* recusou, ou antes,
fingi nao ver essa mi de nm homem
que tantos beneficios, lhe fizera e a quem
elle estimava, eston certo.
Oh! effectivamente grave.
tAssim, pois, voltei para a usina,
horrivelmente impres'sionado, repetindo
mo grado meu : Por que elle nlo aper-
tou-me a m|o ?... Hoje urna conviccSo
inabalavel diz-m'que s o remorso o im-
pedia de fazel-o.
E' preciso a todo o transe saber o
que o'le faz ha America, disee I^eval. Sa-
be qual a casa intermediaria que o en-*
gajou ?
Creio recordarme que a casa John
Stone, ra Auber.
A LOJA MAIS BABATEIBA

PARIZ N'AMBRICA
AZEVEDO, IRM.iO & O.
1CRa do B. da^Victoria16
200 Telephone200
Tendo rebido directamente da Europa
grande sortimento de fazendas e modas o
que ha de mais novo e precos sem com-
petencia. .
A saber :
Capas de surah, senda c merino.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de la e 13 seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de-800, 1(5000 e 15200.
Crlnoline preta e branca a 400.
Sargelhn, todas as cures, a 200 rs.
Bramante de linho a 1^500, com 10
palmos.
Toalhas para banho a 1)5000 e 15500.
Cbachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10OOO.
Madapolao transado a 9000 a pega.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 7)5000.
Dito Boa-Vista, verdardeiro, a 65000.
Fichs de 12 c seda 1,5000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos couraja a 4i5000 e 5^000.
Colchas de fustao a 2#">00 e 3000.
Capellas para noiva com veo bordado a
65000. ,
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 15500.
Renda de 3, preta, para quaresraa.
Pao verde para buhar.
Tapetes para sof a 13,5000.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 1,5000.
. Camisas de flanella a 5->000.
. Cortinados de crochet para cama a
10?>000.
Chitas de cores a 200 rs.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cSres a 800 e 1,5000.
Extracto Rita Sangal a 2f5000.
Velbutina de quadro a 800 e 1,5900.
Guarnicoe8, pretas, de vidi-ilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com < xtractos para presentes.
Rendas hespanhola a 45000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 26000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores. .
Crep inglez para enfeit^"
Grande sortimento de chapos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
Vende-se
3NI\A.a G^OSXO
Qne se possa Tender por estes
p r e e o s
13
RA VISCONDE DE LXHACMA
Cambra'as brancas a 36Q rs. a vara.
Dita com salpicos a 500 rs. a dita.
Popelinas com listras a 2u0 rs. o covado.
.Las de quadros a 160 rs. o dito.
Ditas ehinezas a 200 rs. o dito.
Zcliros muito lardos a 160 rs. o dito.
Setinetas lisas a G rs. o dito.
Setim preto muito bom a 1*200 o dito.
Velbutinas a 700 rs. o dito.
Merino preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sargelins todas as cores a 2<>0 rs. o dito.
Chitas escuras e claras a 2"0 rs. o dito.
Cretones para camisas a 240 rs. o dito.
Brim de cor (linho) a 500 rs. o dito.
Dito brDeo de linho, n. 6 a 1*300 o dito.
Vestidos em cartao a 9*000.'
Toalhas felpudas para banho a lCO.
Dita dita de rosto a 360 rs. *
Camisas de flanella a 2*000.
Dita de meia a 1*000.
Ceroulas de linho a liOO.
Camisas francezas a 2*000.
Colchas de cores a 1*800.
Fichs de retroz a IPJOO'
Ditos grandes a 2*000.
Chales de quadros a 8*000.
Meias de cores, arrendadas a 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collarinhos de linhos a 300 rs.
Madapolao muito largo a 4*000 a peca.
Meias-casimiras de cor e pretas, com duas lar-
guras a 1* o corado.
Grande sortimento de casimiras inglezas, cortes
de fustes para rolletes, cortes de casimira
para calca de 6*, 8* e 10*.
Mandamos fazer qualquer obra em nossa offleina
por precos que outros nao podeni fazer.
Yenhannerparacrer
Gon^alves Santos & C-
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to'de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por pre'c^os sem competencia.
Receben tambem collarinhos e punhos
de borracha de formatos no vos.
48RA BABAO DA VICTORIA48
Para a quaresma
ALTA NOVIDADE em surahs failles, setim
merveilleux, ottomanes e sedas pretas de Lyon,
rendas e bicos, escolhido sortimento em palmas,
guarnieses c pellermes de vidrilho preto ; na
ra Baro da Victoria n. 15, sobrado.
Ateller ndame Fanny Silva
MODISTA E COSTUREIRA
Telephone n. 93
%
ra do
o estabelecimento de molhados sito
Bom Jess n. 29, antiga da Cruz, est bem sor-
tido e afreguezado ; a tratar no mesmo.
Armacao,
Vende-se .urna armac3*M SjHo enverai-
sada e envidracada, pdB Uoalquer nego-
cio, ra Viscond (fWIWBnaV outr'ora Ran
gel n. 19, e garaate-se a chave da dita casa. Na
mesrna acharo com quem tratar.
Arria^o
Vende-se urna magnifica armacSo de amarel-
lo, envidracada, propria para qualquer estabe-
lecimento de primelrn ordem : a tratar na ra
Ducpiede Caxiaen. 7.">, loja.
Cofres
Prova de fogo, dos melhors fabricantes, como
Milners c outros de verdadeira sguranga : vea-
de-se barato para liquidar, a ra Mrquez de
Olinda n. ;i,
Irei eu mc?mo ver. Tenha confian-
9a cm mim.
O advogado tinha-se levantado. .
Pedro pegou-lhe as mSos c apertan-
do-as convulsamente:
Sobretudo, disse-lhc elle, ncm urna
palavra que possa chegar aos ouvidos de
minha irma. O senhor jurou-o, e en prc-
firo morrer a perder a affei$2o da querida
Adelia.
Est entendido, redarguio Leval.
Quando o advogado chegava ao corre-
dor de baixo, urna sombra rocou*o.
Olsenhor o defensor do 8r. de
Sauves ? perguntou-lhe o Sr. Maraii, por-
que era elle.
Sim, senhor, responden o Dr. Le-
val, tocando na aba do chapeo.
Obtenha entilo delle que diga por-
que nao quiz participar polica o des-
apparecimento de seu cunhado e o roubo
dos trinta e oito mil francos ; |eu, por mi-
nha' parte, tratarei de descobnr o tal Fran-
508 Rey, que com certeza existe.
O Dr. Leval estremeceu.
O Sr. Marais teria ouvido a sua con-
versacSo com Pedro ?
Ficou de sobreaviso e mostron-se muito
fri.
Farei o possivcl, disse elle lacnica-
mente ... Mas por que d-me esse conse-
lho, senhor ?
O Sr. Marais sorrio singularmente.
O senhor do palacio da Justica, disse.
elle e adevogado do jury; no pode, por-
tante, ignorar que aecusam-me l de in-
ventar romances em todos os processos de
que trato. Pis bem, desta vez talvcz
essa tendencia especial (lo meu carcter,
a qual faz-me ver mais longe do que todo
o murado, que me afirma que o Sr. de
Sauves nSo culpado. No, aquelle olhar
to firme c'tao leal nSo o de um pati-
fe !... Existe no seu espirito urna resis-
tencia, talvez ftil, que nos forneceria
provavelmente a chave de todas as cousa-
estranhas de que o exprobram, se se con-
seguase impelil-o dizer tudo com a mair.r
tranqaeza. Ora,, nesse sentido, julgo
eu, que devem convergir os seus esfor-
90S.
Obrigado, respondeu o advogado,
conquistado pela expressSo de extraordi-
naria franqueza que via no fino semblante
do chefe da seguranca.
Depois, de repente. cedendo a urna
inspiracao subitt^
Mas querer o senhor, disse elle,
prestar-nos um enorme servio, que
til ab mesmo tempo causa da justi.
da proteccSo social, que a sua V
Grande reduegao em precos
NA
Loja do Triumpho
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 49
Merinos de cores. 1 largura, a 200 rs. o covado.
Dito, idem. 2 ditas, a 500 rs.
Dito, idem lavrados 2 ditas, 700 rs. o dito.
Etamine de listas arrendadas, 400 rs. o dito.
Cretones linos claros, 240 rs. o dito.
Linn estampado, padroes novos, 320 rs.
dito.
Las deSruadros finas, 240 rs. o dito.
Ditas mescladas finas, 300 rs. o dito.
Zer de quadros largos, 240 rs. o dito.
Saias bordadas finas, 35000.
Camisas bordadas para senhora, 4.
Ricos cortes de cretonc com figurinos, M.
Toalhas acolxoadas grandes, 4*300 a duzia.
Guardanapos muito bons, 15500 a dita.
Madapolao fino largo, 24 jardas por 65400.
Algodao largo, 10 metros, *500 a peca.
Dito idem 20 jardas. 43 a dita.
Dito idem superior 20 ditas, 5*200 a dita.
Bramante 4 larguras para lences, 700 rs. a
vara.
Camisas de linho sen colarinho sem punho,
3*000.
Cortes de casimira ingleza, a 4* e 45300.
Lencos de esguio tinos, a 2*300 a duzia.
Esguio branco para saias e casacos. 35500 a
pega.
Cambraia bordada. 45310 a pe$).
Merinos pretos-finos, 800, 900.rs 15, 1200 c
IMOuo covado.
Sedas c setin> pretos, grande variedade de
precos.
Bastos & C.
De muito boa vontade, se o puder.
O que ?
Estdu no mesmo caso que o senhor :
tenho a absoluta conviccSo de que o Sr.
de Sauves innocente e victima de um
concurso de circunstancias extraordina-
rias. Mas o Sr. Chaniers foi assassiado,
nao ha a menor duvida.
Certamentc.
Mas por quem entSo, se nPio o foi
pelo Sr. de Sauves ?
O rosto do Sr. Marais tornou-sc an-
cioso.
Ah se o senhor me pudesse d-
zel-o murmurou elle muito baixo.
O advogado ouvio-o.
Mas permita que lhe observe, meu
caro senhor, disse elle com um fino sor-
riso, que parece-me competir antes ao se-
nhor a tarefa de descobrir esse assassino.
NSo ha indicios. Foi o juiz da ins-
truccSo que quiz dirigir tudo, e, como de
costume, transtornou tudo.
Perdfto, sempre existe indicacoes e
presumpcSes.
O magistrado estremeceu profundamen-
te, emquanto atraz dos ocuios, nos seus
olhos claros, accendiam-se rpidas cham-
mas, semelhantes a refiexos de a(0.
Quaes sao ellas ? perguntou olla em
toir quasi imperioso.
Sabe que fim levou Eugenio Gages ?
O Sr. Marais mostrou sbitamente tin-
tas de v^rmelho as laces, de ordinario
muito paludas.
Ah o senhor tambom, disse elle,
teve essa idea ?...
Mas se era elle o nico, alm do
caixeiro do banco, que sabia da -existencia
dos trinta e oito mil francos na secreta-
ria !... Ora, o caixeiro do banco deve
ser honesto.
Sim, ha vintc annos que est cm
casa dos Gerard, e l est anda.
Ao pasto que o outro fugio para a
America.
Engajou-se cm casa dc'.ohn Stone
por conta de urna importante casa das vi-
sinhancas de Philadelphia, que contracta
em Franca todos os bons maehinistas que
encontra. ,
Esse engajamento pode nao passar
de um pretexto para desviar as suspeitas
da polica, que, em caso diverso, poderia
perguntar a Eugenio Gages com que di-
nheiro pode partir. E' preciso saber hoje
e esse o ser vico que lhe pe;o, se em
Philadelphia Eugeno Gages trabalha, serl
a sua conducta regular, se elle tem o
aspecto de um operario que ganha dia a
Mais Barato

UojadasLisIras Azues
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Telephone n. 11
As fazendas vendidas nesia casa sao de boaqua"!
dade, e rtaoVMj assa:
uceita-se a f| da se, po:
qualquer motivfiMBMHiuito agra-
do da pessoa para quen for comprada.
Dase descont a queai comprar de 20*"
para cima. .
ESPECIALroADES
Hrim de listras aznespecas com
20 varas-i 65000. '
HadapoISo com um metro de largu-
ra a 60800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartao a 105000.
Velludilho bordado a contas a 1060
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
arrendadas a 20 e 20500.
Tecidos phantazia arrendado proprir
para baile e theatro a 400e500 rs.
Cortes de cachemira com guarnifSe*
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
ftetlm Maco de todas as c6res a 75C
e 800 rs.
Linn bordado tecido de urna s cor
qualquer que se deseje, a |00 rs.
Zeflros lisos e bordado, tecido fino,
novidade a 500 rs.
Las de quadrinhos a 200, 240 e 300
o covado.
Llanos lisos a 60 e de quadrinhos a
100 rs.
Ciliardanapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco c de cores a 10.
Oleados para me^a redonda ou qua-
drada 40000.
Cortinados de crochet,- com sanefas.
ultima novidade, para janell^B ;portas.
Crochet para cortinado!^ Q,. c
metro.
Colchas fustao, brancas e de co-
res a 20000. -
Chitas finas precales a 2fl 240 rs.
Chitas escuras a 160, 240 e 280 rs.
Batlstes do cures segura a 120 rs,
XanzilC de lindas cores a 280 rs.
Brim pardo esguio a 240, 20 e320.
Casinetas de cores escuras pnra rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Mantilhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80OQQ.
Capas e visitan de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
200, 250 e 3000^.
Leques de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo prego, a
Luvas de seda, lizas, borda p ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer < r a 20.
Espartilhos inglezes a 40500 e 50.
tem desde o n, 40 at 80 de grossara.
BCO branco reme e de todas as
cores dosde 700 rs. at 20500 a peca.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodao, preta, branca e de qualquer cor.
Babados e entremeios bordados ta-'
pados e transparentes por todo prego.
drampos e pentinhoB fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 rs. a
duzia.
.elogios despertadores com fi-
guras em movimento a 80 e 90000.
Aspas de aeo para vestidos a 120 rs.
o'metro. ^
ftargellni francez fino, diagonal, a
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordao preta, branca,
chumbo e cor de caf a 400 rs. o metro.
Redes americanas para menino
dormir a 30500 e para homem a 60000 e
70000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
dia a sua vida, ou o de um senhor que tem
trinta e oito mil francos no bolso.
NSo esperei que esse pedido me
fosse feito pelo Sr. de Sauves, replicn o
Sr. Marais, e essas informacSes, que j
ped, devem chegar-mc qnalquer destes
dias.
Devras Entao poderemos tel-as
antes de jury...
Assim o espero.
Permitti-me que v de quando em
quando perguntar-lhe se j as recebeu ?
Recebel o-hei sempre com prazer;
mas para nao fazel-o perder um tempo
precioso, mandar-lhe-hei o meu cartao
com urna palavra, logo que as receba.
Entretanto, a despeito das miabas pes-
quizas, aceite o meu conselho ; feca o
Sr. de Sauves fallar, e urna cousa^ corro-
borando a outra, a sa innoooi a ser
mais deslumbrante.
Farei o possivel. disse p advogado
m-jito satisfeito por ver um homem tSo
intelligente como o chefe da* seguranca,
disposto a ajudal-o.
Anguns dias depois, dous carros pa*a-
vam distante da usina da ra de Bellevil-
le e delle^ apeiavam-se diversas pessoas.
Desceram do primeiro o Sr. de C'our-
neuve, o seu escrivSo, o chefe da segu-
ranca c alguns agentes; do segundo Pe-
dro de Sauves. escoltado por dous guar-
das.
Toda a usina ficou desde logo em so-
bresalto.
Flantier, o contra-mestre, foi impotente
para conter a curiosidade dos operarios
que se precipitavam s janellas, abando-
nando as respectivas officinas e o traba-
lho.
I)c repente urna einoeao poderosa, enor-
me, profunda, abalou-os todtfs, fazendo
tremcr-lhes as rnas, cerrando-lhes a gar-
ganta, enfraquecendo-lhes as pernas, em-
quanto urna phraso passava entre os que
agglomeravani-se, elliando para o pateo :
O patrao !...
E nesse momento todos os ditos prfi-
dos, todas as cousas contadas na orficina
contra Pedro dcsappareceram. des\-aaece-
ram-se.
NSo pensa.vam mar~Bhfio na sua bon-
dade, na sua energa, na sua ^rmeza de
carcter.
Severo, bim... mas tSo justo !
E depois da reprimenda, sera as boas
palavras que animavam, que faziam en-
trever o futuro, que referifam-se
ou ao rilliinlio.
(Cot
Typ". do ttarwjai Duque de

h
4

J
4
I


Full Text
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