Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18290


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Full Text
AMO LXV NUMERO 61
________SABBPO 16 DE MARCO PE 1889
PARA i:\TRO E rORA DA PROVINCIA
- Por seis meaes adiantados..............
W Por nove ditos idem................
Porum anno idem. '.. ...........a O0OOO
Cada numero avulso, de diaa anteriores.......... 0100
DIARIO DE PERNAMBUGO
PAR A CAPITAL E LIGARE D.\DE ViO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados.............' 60000
Por seis ditos idem .............. 120000
Por uin anno idem................. 230OOU
Cada numero avuls.>, do mesmo dia. ." .. 0100
Trcpriedade de Mancel 3*igucirca de diaria S 3%U}cs
Os Sis. Amede Prin-
ce & ft, de Pars, sao
os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios
epublicaqoes na Fran-
ca e Inglaterra.

a::,::;:
TELEGRAMAS
":::l: so ::::::
NATAL, K de Marro, is 4 horas e
minutos da tarde.
30
Aqu chegou hoje o paquete nacional
Af'ifjoas e tarde seguio para o sol.
sssti;: sa mu zl:l:
PARS, 14 de Marco.
A administracSc das Colonias est li-
gadn ao Ministerio do Commercio.
A polica effectuon pesquizas as casas
de ses-enra chefes da lipa dos patriotas
residente- no departamento d" Sena.
AJgncs incmbros da liga derom a sua
dwiwnln.
O pnico causado pela situacSo do
Coinptoir d'Escompto do Pars acha-se
apasiguad<-.
PARS, 15 de Marco.
Ataba de allecer sbitamente d'um
ataque de apoplcxia o vice-rdmirante Jau-
s,ministro da marinhn. .
Agencia Havas, filia! cni Pcrnambuco,
16 de Marte, le'l 889.
IISTRDCCIO POPULAR
communica que hoje, pelas f horas da
manh\ fallecen de beriber, na enferma-
ra daquelle e.itabelecimontii, o detento
Jos Joaqum do Santa Anua.
Communica o delegado do termo de
Bom Jardm, que no dia 7 do corrente,
pelas 9 horas dri'manha, cm trras do en-
genho Boa Esperanca daquelle termo, foi
traicoeiramente ferido com um tiro Anto-
nio Martins Rangel, sendo preso o delin-
quente que confssou ocrime.
Aquella autoridade tomou conhecimento
do {acto, fez proceder a vistoria e abri
o competente inquerito.
O tenente-coronel Herculano Francelino
Cavalcante deAlbuquerque participou-me,
ter no dia 12 deste mez, assumido o ex-
ercicio do cargo de delegado do termo de
Agua-Preta, ni. qualidade de 1.- sup-
plente.
Participou-me o subdelegado do dstricto
do Peres, que liontem as 7 horas da noi-
te, no lugar Cacido daquelle dstricto,
Mara Joaquina da Conceicao, passando
un pouco de kerosene de urna vasilha
para outra acontecen incendiar-se aquelle
liquido e communicar-sc as roupos de Ma-
ra Joaquina da Conceir3o, que ficou bas-
tante queimada.
O subdelegado tomou conhecimento do
facto, fez transportar a offendida para o
hospital Pedro II afim de ser medicada.
eus guarde a V. Exc.Illm. c Exm.
Sr. Dr. Innoceneo Marques de Araujo
GhScs, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de polica interino, Dario
Cavalcante do Reg Albuquerque.
AS GRANDES H:\C0ES
ANTIGS K MODERNAS
KAS
ScfettUE. industrias e artes
POR
(Continubalo)
VIH
A porcelana a lauca e o barro
i>-se a dem minaco de arga a mistaras na-
turaes de silica e allumina. As argas, forman -
10 carnadas horisontaes siluadas a pouca profun-
d dade no solo, teru mnita influencia na dispo-
s cao das aguas sul'terraneas. Estas aguas es-
Lucam se a sua superficie ; assim se formara r.s
p. nadas liquidas que se encontram as regies
profundas do solo, que o operario que abre po-
cos vai procurar para fazer jorrar as fontes ar-
tesianas. ,
As argas sao caractensadas por seu toque
uiacio e unctuoso. e por sua propriedade de for-
isarem, quando auiassadas com agua, urna massa
pegajosa e duct. aqual pode ser alisada, polida
ron os dedos, o receber Inda? as formas que se
tfae quizer dar. Outro carcter essencial da ar-
cilla que, quando t esposta a acgo de um fogo
violento, pefde todas as propriedades que aeaba-
t:os de enumerar .torna-se impenetravel agua
romo a todos os liqui-los, e adquire urna dureza
t:.o prouuutiuda que pode fazer fogo por moio
f> fuzl. ...
O einprego da argilla, para a fabncaco da
louca, funda-se na modincaco profunda que o
olor nella produz. Toda alouca qualquer que
seja o seu valor, desde a porcelana inais precio
ia at s mais intimas qualidades de vasos de
bao usados as fabricas e as cosinhas. sao
preparados por meio de ama trra argosa. pre-
samente moldeada por intervenco da agua, e
*dcinada depois a urna temperatura elevada.
Esa calcinarlo mrna a arga dura, nipene-
;avel aos lquidos e inatacavel pela maior parte
ni.- agentes chimicos. As loucas tao numerosas
irvariadas. que servem para tantos efleitos as
lites ou na economa domestica, nao diuVrein
iois urnas das outras senao na pureza da arga
empregada em sua fabricacao. Vamos tratar
suecessivamente da louca ordinaria e da porce-
lana. ... ..
Tijolo e louca ordmana -Os pnmeiros objectos
pie barro cosido, que o homem soube fabricar,
bram as lijlos que servem para as construc
,;OC' ,n
(Continua)
parte ornciAL
Hepartlro da Polica
2. \ seceso.N. 263Secretaria de Po-
lica de Pemambuco, 15 de Margo de
1889. Illm. e Exm. Sr. Particino
V. Exc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detenco os seguintes individuos :
A' minha ordem, Mara Jos,como alie-
jj.da at que tenha conveaiente destino.
A' ordem do subdelegado da fregueria
rfo Kecife, Frederico de tal, por disturbios.
A' ordem do do 2o dstricto da fregue-
zia de S. Jos, Rodolpho Julio da Saude,
como indiciado em crme de morte.
Pelo subdelegado de Belem, foram remet-
udos a esta reparticSo 14 facas de ponta,
2 compseos e 2 espetes tomados a desor-
eiros do dstricto.
O administrador do Ca.-a de DetcncSo.
I'h-.oiiro Prola ial
DESPACHOS DO DIA 14 DE MARt.0 DE 1889
Rodrigo Carvalho & C, Manoel Ferrei-
ra.Satisfar a exigencia da contadura.
Domingos Goncalves Pereira, Ordem
8.a de S. Francisco, Francisco Jos Sofe-
ras, Joaqum Jos de Almeida.Ao Sr.
porteiro para entregar aos interessados
Jos Goncalves Ferreira c Silva.In-
deforido, visto ter-sc verificado que o co-
nhecimento n. 2.498 se refere as casas
nc 2 e 10 do becco do Concalves, e nao
as de n. 59 e 61 A Ponte d'Ucha, devido
ao erro do escrevente do cartorio que deu
a guia para pagamento.
Joaqum Manoel de Olivefra e Silva.
Nada ha qne deferir.
Antonio Jos Soare* & (.', Almeida &
Filho.Informe o Sr. Dr. administrador
da Recebedoria Provincial.
Dr. Jos Joaquim de Souza.Haja vis
o Dr. Procurador fiscal.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 14 DE MARCO DE
1889
Jos Joaquim Simules do Amaral, Vi-
cente Ferreira de Albuquerque Nascimen-
to, Vuva Cnnha Guerra A C, Alves da
Costa & Filho* (Joaqum Modesto da Sil-
va, Barros & C, Duarte & C, Medeiros
& '. e Almeida Duarte.Informe a 1.*
seccao.
Jos Pacheco da Fonseca e Manoel
Bezerra Cavalcante de Albuquerque.
Deferido em vista das informacoes.
Joao Manoel Borges.A' 1.a seceo
para os devidos fins.
15
Manoel Jos de Araujo liento &. C,
Thomaz de Carvalho & C, Manoel da
Silva Nogueira & C, Angelo Raphael
& C, Vicente Claudiao Alves, Manoel
dos Santos Villaca, Joao Zacharias da
Matta e Jos Velloso Soares A C.Infor-
ma 1."' seccao.
Bento de Asss Brito- Certifiqese o
que constar.
Mflelas da Europa
O paquete inglez La-Plata, entrado hontem da
Kuropa. trouxe datas que de Lisboa alrancam a
ido corren c,adiantando cinco das s trazidas
pelo John Helder.
Alcoi das de Portugal, constantes da carta do
nosso correspondente de Lisboa, inserida na ru-
brica Exterior eis as noticias trazidas pelo refe-
rido paquete :
HinpHUh
Escreveu em 5 o nosso correspondente de Lis-
boa sobre a Hespanha:
0 governo hespanhol est resolvido a oppor-
H a proposta dos conservadores, para que se
estabe.eca um augniertto-oos direitos de iinpor-
taco dos cereaes.
Deliberon tamtiem negar-se a supprcsso das
patentes eui favor dos adustriaes e negociantes
do alcool.
O ultimo consclbo de ministros occapou-3e
demoradamente das relaces d>: Hespanha com
Marrocos e dos esforros que fazem os represen-
tantes da Allt-manha,' da Franca, da Italia e da
Inglaterra para obterem do sultn vantagens
commerciaes.
O marquez de la Vega de Armijo explicou aos
seus collegas o proceduuento que tenciona em-
pregar para defender os interese? inatenaes e a
influencia poltica da Hespanha em Marrocos.
Vai fundar-se um collegio em Tnger, e o Sr-
Dosdado, ministro de Hespanha em Marrocos,
sera substituido pelo Sr. Fuiera, sub-secreta
estado no ministerio di
geiros.
rio di estado no ministerio dos negocios estran-
Nao pode negarse que o discurso do Sr. Ro-
mero Robledo sobre o projecto de reformas mi-
litares, ti iiotavel, causando verdadeira sensa-
co e que os generaes Lpez Domnguez e Cas
sola tmtarain de balde, de contraba lancar o el-
felo daquelle discurso.
Imioe sede um modo terrive! a questo eco-
nmica 6 o paiz letn sabido durante estes djas,
(telas Besafed do congresso, verdadeiras novi-
dadep.
O es-ministro da fazenda dos conservadores,
declarou agora que ao lindar o anuo economito
actual ticaria a divida publica em 79 milhoee de
pesetas.
E para ronsolaco dos laatribuinlcs, o tara-
bem ex-ministro, Sr. PingVHMiBdcaaquei
le demonstrando lite que W
ultimo anno de seu goverao, deixaram um dfi-
cit de 116 milhes de peaeta .
Fiodou no senado a uiscussao do cdigo civil,
com um lirilhaute discurso do Sr. Camalejos, mi-
nistro da justica- Amigos e adversarios reco-
ulieceram a amplitude de criterio com que o il-
bistre estadista tratou todos os pontos da ques-
tau e a inoderaco e a tolerancia de que deu pro-
raa fio seu discurso, moldado seguidamente so-
bre as doutrinas da escola liberal.
N&Catafonba vio organisar-se mretings con-
tra o novo cdigo civil, que faz desapparecer a
maioria das legislages forences.
A comrnissao que veio de Granada a Madrid
para tratar da coroaco do insigne Zorrilla, vi-
sitou este, o qual llie repetio que se submettia
ao desejo da sua cidade querida; depois o Sr
Sasasta que a recebeu com a maior afabilidade,
em seguida o Sr. Martos, que como filio de Gra-
nada, The olIVreeeu todo o seu apoio e \ alimento,
o miaistro Jas obras publicas, que acolheu a
idea com grande enthusiasmo e prometeu assis-
tir aquelle acto solemne ; e por ultimo, o Sr-
Cnovas, que se mostron completamente favora
vel ao projecto, e mauifestou a inteneno de ir a
Granada assistir aquella solemnidade.
A comrnissao achava-se satisfeilissima.
Se, como se afrma em varios centros, a rai-
nha semostra disposta a visitar a^Andaluria du-
rante a prxima primavera, nio seria para es-
tranhar que se adiantasse a ceremoaia da coroa-
co de Zovla alitn de que D. Christina fosse
a Granada e o insigne vate a recenesse de suas
maos, como o grande Quintana a receben das
iiin'- de D. Isabel II.
No DtsnriHcment, novo jornal que priucipiou
agora a publicar-se em Fariz, o Sr. I). Emilio
Castellar, com a eloquencia que lhe habitual.
pfia em relevo o contraste contra as lutas futu-
ras e os progressos admiraveis deste seculo cu-
jo nico resultado lgico devia ser a suppres-
so da guerra.
Devia ter sabido no dia 28 lie Fevereiro do
dique o cruzador Castilla, afim de que para all
possa entrar o submarino Piral.
Este j tein todos os accumuladores. Fez se
no submarino a experiencia de um silvo clec
trico, composto de um electro-iman e de urna
chapa metailica, que vibra a passagem da cor-
rente.
O som muito penetrante.
Os trabalhos no i|efior do barco effectuam-
se com a luz electrtcaarqjcctadu por vinte lam-
padas, dez das quaeS Sto do systema Edison e
outras dez do systema Bruch.
' J est terminada a cobocaeuo dos conduelo-
res que distribuiram a luz elctrica.
Pend est preparando urna estaca) telegra-
phicapara communicar com a trra, durante as
experiencias no dique.
Parece que o submarino saldr no domingo 3
do corrate a navegar pela baha a superficie,
afim de experimentar a velocidadc.
Pelo ministerio das obras publicas do reino
visinho foram concedidas 10:600 pesetas a so-
ciedade de Conccrtos, afim de que esta possa
assistir a prxima exposigao universal de
Pariz.
No 1.* de Marro de tarde matou-se no Hotel
Embajadores em'Madnd mn individuo de nacio-
nalidade ingleza, no momento de ser sorprehen-
dido pelas autoridades. Soppoe-se que seja Pv
gott, pois condizem com os d'este os siguaes
pessoaes e as tomates da roupa do suicida,
NSo se lhe encoutrou nenhura documento e s
lhe foram adiadas 20 pecetas.
Tiraram-lhe o retrato photographieo que ser
remettido para Londres para se reconheeer a
identidade do cadver.
A's 5 horas da Urde de 2o do mez passado en-
tfou no porto de Barcelona o vapor Luco, dt Gal-
liera, conduzindo a embaixada marroquina que
es.uve ltimamente em Berlim.
A embaixada compde-se de 24 pessoas.
O embaixador Sh-jal's Lambert Henerchit cne-
gou bastante incomaiodado, o que o impedio de
desembarcar.
Os embaixadores marroquinOs foram recebi-
dos pelo commandante de marinha, Dr. Montajo.
e pelo brigadeiro Sr. Gamir.
No dia seguinte parti a embaixada para C-
diz, d'onde se dirigir a Tnger.
Franca
Recapitulemos :
Depois de longos diligencias e demoradas ten-
tativas, conseguio afinal o Sr. Carnot constituir
um ministerio, qne snbstituissc o gabinete Fio-
quet.
As prirjeiros tentativas, em que se perderam
alf-'uns dias, erara tendentes a formaco de um
gabinete dr conciliaco, em que fossera repre-
sentado? os diferentes grupos republicanos, e
que ao mesmo tempo qne assegurasse um pe-
riodo de socego politice durante poca da ex-
pesicao universal offerecesse garantas de reagir
enrgicamente eontra os manejos des conspira-
dores monarchicos.
Todos os esforros em pregado? em tal sentido
encontraran), portn, obise as exigeni;ias dos
radicaes e dos intransigentes, que nao se a-.com-
modam fcilmente ao Densamente de coopera-
rem lealmente com os moderados
D'ahi resultou a impossibilidade. em que se
vio o Sr. Meline, de organisar um ministerio
com as vistas e o pmgramma que cima indica-
mos, e que eram tauto os d'elle como os do pre-
sidente da repblica.
Parece que, ein presenca das difficuldades de
por em pratica o seu plano, o Sr. Carnot peusou
em incumbir o sr. Julio rerry de formar nm mi-
nisterio exclusivamente oportunistas que co-
uiecasse por dissolver a actual cmara, cora a
3ual se julga impossivel a existencia duradoura
e qualquer gabinete. Nao convinha, comludo.
no mo:nent actual, salv. se nao honvesse outro
meio de resolver a crise. proceder-se a urnas
eleicGes geraes, no estado era que em Franca se
apresentam os espiritos.
Por isso, procrou-se ainda verse se o Sr. Tv
rard consegua reunir um grupo de collaborado
res, com que podesse organisar um governo que.
evitando a dissolucfto, offerecesse as necessarias
garantas em favor do xito da exposicJo e con-
tra os, manejos dos conspiradores. O >r. Tirard
desempenhou-se cam felicidade da incnraliencia
e, d'entre de nouias heras, consegu' organisar
o actual gabinete, de feico pronunciadamente
moderado, e no qual est. "representada tambera
a extrema esquerda na pessoa do Sr. Ivs Guyot
ministro das obras publicas.
Tein-se por certo que o Sr. Tiran! teve do Sr.
Carnot a promessa de que, se os radicaes, uni-
dos s direitas, como coslutnam, se apressassem
na tentativa de derruliar o governo em qualquer
volacao de confiangd, :er imraediatamente ou
vido o senado sobre a necesfidade das dissolu-
goes da cmara.
A declarago feita pelo novo ministerio no
parlamento, ao apresentar-se, foi reunida e clara.
Affnina elle que conta con; a cooperajSo ta c-
mara, para que no pouco tempo que falta da
legis atura se vote o orcamento de 190, e se as
segura, por urna politi'-a generosa, tolerante e
prudente, o bom resultado da exposico; e diz
estar l'rineinente resol vido a usa" de todas as
.providencias necessarias para a manutenoao da
ordem e de respeito pea repblica, fazendo
mallograr, e reprimindo. quaudo seja preciso,
as tentativas dos conspiradores.
(Xministerto foi recebido com frieza pela di-
reita da cmara e pelos radicaes, que juntos
constituem a sua maioria. Nos rosttM mita va se
inquietaco. Era evidente que se continham os
despeitos e os desagrados em presenca de es-
pectro da dissoluco.
f
O Sr, Andrkux. radical, teve ainda uns asso-
inos de agitftco. Pedio a palavra e lembrou
que a sua ntc^pellacSo a respeito de Toukim
fora adiada pcr um iriez, e que esse periodo aca-
bava n'aqnelie dia. Esta investida foi recebida
com uns murmurios, que era de visivel repro-
vaco.
A maioria mostrou se prudente, resol vendo
Essar desde logo a nomear a comraisso que
n de examinar o orcamento do anno prximo
luro.
A opioio corrente 6 que o actual ministerio
se eve sustentar ate as prximas eleices ge-
raes de Outubro.
O Sr. Tirard nao t um genio, lodosos sabem.
Mas tem de seu lado homens como Constans e
Frcycioet.
0 presidente da repblica tem inmensa con-
fianza no Sr. Tinird, e na maior parte os ac-
tuaes ministros sao homens do Elyseu.
A Franca est farta de crises. "0 commercio
a industria, as flnancas e crdito da naco, tudo
isso perde com essas continuas crises de que so
hoje tiram proveito os boulapgstas, porque pes-
can as aguas turvas.
O general Boulanger, mesmo aiuda sem es-
perar o menor acto do novo ministerio, j lhe
d< elnrou guerra aberta. Mus cr-se que o naiz.
furto de tanta cabotmage acabara por declarar
guerra aberta ao boulangismo
Nomeada a comrnissao de orgamento para o
prximo armo, toda a attccco do paiz se fixar
nos trnbalhos da Exposic'io Universal-
Ha mais de um anno que se nao d sequer um
passo no carainho das grandes reformas politi
cas e econmicas, e que tudo se acha posto de
liarte para dnr largoespaco s discussOes sobre
as excentricidades de Holanger.
Ora, a Franca i: um grande paiz que precisa
marchar sempre para diante.
Todos os membros da comrnissao de orcameu
to opinara porque se aceite o projecto orcamen-
tal tal como foi apresentado
Ym que, attendendo a que est quasi a lindar
a legislatura, impossivel fazer outra.
Dizem mais que para 1890 terao de- aceitar
tambem o orcamento votado para 1S89.
Como se sabe, o projecto de orcamento do Sr.
Peytral comporta 24 mboes de despezas novas
e 24 niilhoes de receita supplementares.
*lgun.- merabros pedirara que se trata*se fa-
zer face s novas despezas por meio de econo-
mas, para qne no anno prximo se nao fosse
almda cifra de despezas de 1889-
A questo do orcamento supplementar ficou
reservada para ulterior exame.
Como as sesses fosse disentida a idea tc um
grande imprestimo de liquidaco, fazendo, ante-
ci(iadanien1e, a conversao de novo imorestimo
de 1 Iff -jo, o Sr. Ribot disse que na vespera
da renovacao da cmara su oppunha a urna
grande operaefio de consolidaco c liquidacSo,
como a toda a conversao antecipada.
Os jornaes publicam na integra o texto da
proposta de le sobre as candidaturas mltiplas
e sobre as machinacoes plebiscitarias.
Dos 9 de pula dos que conta o grupo da es-
querda radical, os 70 que estavam na cmara
assiHparam o manifest ante boulangista.
Apena? os Srs. Andrieux e Stoenackers se
ivcu-.iram a assignar, escrevendo o primeiru
urna carta a d spedr se de merabrn da esquer-
da radical.
N'essa carta diz o Sr. Andrieux que tanto
como os outros membros da esquerda radical,
um adversario das machinacoes cesaristas, mas
que n.. poda associar-se a urna declarago que
pareca querer visar o grande e ligitimo movi-
menlo de protesto nacional contra a continua-
co de I87 e contra os que U'm explorado.
Diz que n&o quer qualincar. de machinacoes ou
plbiscitarias as manitestacOes ligitimas do suffra
gio universal, eque o verdadeiro pengo est na
conlinuacSo de uraa poltica que vae matando a
conlianca do paiz na repblica; que o penan es-
t na abdicacfio do partido radical, que tende,
sob o pretexto de coneeutraco, a confundirse
com o opportunisrao, etc ..
O novo ministerio francez comeg a mostrar
pulso
A liga dos Patriotas deu pretexto ao apparato
de forra pelo seu protesto cm favor de AtcninarT,
e a abertura de ama subscripeo para soccor-
n-r a expedco do audacioso casaco.
O governo decid iu proceder enrgicamente
contra a -ligados Patriotas, por causa do ma
infesto publicado nos jornaes sobre o caso do
casaco Atchinaff. 0 Sr. Delafone, membro da
direita, avisou o Sr. Spuller, ministro dos nego-
cios estrangeiros, de que o vae interpellar sobre
o racidente.
0 r. Spnller aceilou a discusso nicamente
par o dia 2 de Mareo.
Effectvamente o commissaro de polica acora-
panhado de 30 agentes oceupou a 28 de tarde
o escriptorio da Liga dos Patriotas na praca da
Bolsa.
A entrada no escriptorio foi inmediatamente
prohibida a toda a gente. Procedeu-se a bus-
ca domiciliaria era presenca dos Srs. Paulo D6-
roulide, Laguerre e Richard, os quaes, como si-
gnatarios do appello subscripeo em beneficio
da expedco Atchinoff, sao incriminados de ha
verem para accoes hostis exposto o Estado a urna
declaracSo de guerra. O Sr. Droulide recusou
responder ao interrogatorio.
A junta da Liga dos Patriotas e os presidentes
das secc&es reunidos a 28 noite no escriptorio
do Intransigente assignarara ama declmelo pro-
testando contra os actos arbtranos de que a
Liga foi victima, e allirmando o seu direito de
existencia.
A Republique Framjaise explica que a Liga nao
foi dissolvida; como existia nicamente em vii-
tude de uma autorisaco da prefeitura de poli-
ca, autonsaco subordinada observancia dos
seus estatutos e como estes foram violados a
prefeitura retirou-ihe a autoi isaco.
A Liga nao pode, pois, j ter legalrnente reu-
niOes. A busca policial dada no escriptorio da
Liga susiendeu se s 8 horas da noite para coo-
tiuuar no dia seguale.
N.io sobreveio uenhuin incidente.
Os jornaes republicanos approvam unnime
mente a medida tomada pelo governo. Os jor
iiaes conservadores recouhecem-lhe a [jerfeita le
galidade.
Nao se confirma o boato que se espalhou de
de terem sido presos os debutados boulangistas
Laisant e Laguerre. Este ultimo dirigi uma
carta ao ministro da jmtica dizeudo lhe que sabe
que se vai instaurar processo judicial contra os
Srs. >"iulo Droulde e Richard, presidente ese
cretario da Liga dos Patrilas, por causa do ap-
pello subscripeo em beneficio das victimas
da expedic io AtchraolT, appello publicado no*
jornaes damauh, mas que leudo elle Laguerre
ussigna.lo tamb.:n esse appello, v com espanto
que nao igualmente prouessado, declara, por-
tanto, que, se o ministro nao pedir cmara dos
deputalos autorisaco para os Iribuuaes proce-
derem contra elle, o interpelar na ses-o de
Sbbado sobre a desgualdade e miquidade da
jusiic.ieni Pr.uiQa.
A resolueo do governo francez de mandar
issolver a Li(a dos Patriotas, instituida dep >is
dos acontec.lientos de. 1S70 pelo poeta Paulo IV-
roulole, tcmlgraude importancia e causa gran le
sen-ar 10 e.n P iris, parque representu o prlnc
pi de uma grande lucia entre a repblica e
Boulanger.
(Juamo a Liga o governo resolveu dissolvel-a,
eclural-a Ilegal e processar como agitadores os
que se manifestaren) cnica esla medida.
' transparente a poltica do Sr. Tirard : o seu
'
intento incitar Boulanger e obrigal-oa prattear
uin acto imprudente que o comprometa e o perca.
E' preciso n3o esquecerque foi o Sr. Tirard
quem expulsou o general Boulanger do exercito,
e que o seu proposito e ver. agora, se encontra
pretexto para o mandar para a Nova Caledonia-
No dia 1 de Marco continuou a busca judicial
uo cscriptorio"i da Liga. O Sr. Paulo Droulde
protestou novamente contra a violacao do seu
domicilio.
0 deputado boulangista Laguerre faria no dia
seguinte uma interpellaco na cmara sobre o
processo instaurado contra a Liga, c pergunlan
do-Uiu porque razo uo foi comprelnndido no
processo judicial intentado contra seus amigos
Pareca todava provavel que, logo no comeco da
MSS&O da cmara dos deputados, o ministro da
justica pedira autorisaco para ser tambera pro-
cessado q Sr. Laguerre. Reste caso seria o Sr.
Laisant. tambem deputado boulangista, quem
interpcliaria o governo sobre a busca judicial
dada na sede da Liga dos Patriotas.
E' certo. poia, que o governo aproveila-se h-
bilmente da qnesio Atcninoff para dar um golpe
no boulangismo.
O manifest da Liga dos Patriotas, que provo-
cou a suspensao da licenea do prel'eito da poli-
ca para funecionar, chamava ao bombarda-
melo inqlialificiivel procediniento do governo
parlamentar, que nio temeu que raaos francezas
derramassem sangue russo.
Segundo informa o jornal parisiense Le Soir,
os deputados pelo Sena teneionum apreseutar a
sua demissao collectlva.
Clemencean apresentar cmara uma propo-
ta declarando ioelegiveis todos os deputados da
actual cmara, deixande livre o passo nova ge-
raco, alheia s actuaes divises.
Na cmara dos deputados franceza bouve ha
poucos dias um incidente engracadissimo.
Corra a sesso serenamente quando sbito se
ouvio a voz do Sr. Andrieux.
Peco a palavra !
Dada a palavra ao Sr. Andriu esle subi
tribuna e d'ahi pronumou um discurso vehe-
mente combatendo a poltica colonial.
O discurso que nao fez o que se chama seusa-
cao, foi apenas corlado de alguns apoiados.
Pind elle, o Sr. Andrieux tez uma pequea reve-
rencia e desreu pausadamente as escadas da tri-
buna.
Nlsto, porem, quando todos imaginavam que
se dirigira para o seu lugar habitual viram com
grande pasmo, o orador encaminhar-sc par?, a
bancada dos ministros e sentarse n'ura dos lu-
garea desoecupados.
Calclese a impresso que isto produzio.
A cmara comprehendeu que o Sr. Andrieux
se sentara por uma ioonccbivel distracefio na
cadeira dos ministros, mas parece que nem to-
dos os deputados o entendern) assim, por quan-
to amitos comecaram a gritar Est doido
emquanto outros riam abandeiras despregadas.
O que mais estranho que. apezar de toda
esta algazarra, o Sr. Andrieux nfio deu pelo en-
gao, sendo necessario por ultimo chamar-lhe a
attenco indic-indo lhe que nao eslava sentado
no seu lugar
Quando o Sr. 'Andrienx levantando-se, deu
realmente pelo engao, houve na cmara uma
lempestade de gargalhadas durante algum tempo
rcinou a mais franca jovialidade entre os repre-
sentantes da uato. o que, escusado dizel-o,
preiudicou bastante o effeito do discurso do Sr.
Andrieux.
talla
Na sessao de 28 do mez passado o Sr. Crisp
annuuciou cmara dos deputados que o minis-
terio apresentou a sua demissao expondo que o
fez em consequencia do vivo desagrado com que
vai sendo recebida nc paiz a poltica financeira
do governo.
OSr. Crisp retira-se depois de ter feito bai-
lar cora a sua poltica germnica de 6i inilhes
de liras as receitas das alfandegas.
Presmese que o Sr. CriJpi ser incumbido
de remodelai o gabinete em sentido radical,
conservando o Sr. Crisp a presidencia.
No conselho de raiuistros que se reunir a 27
noite, fra tomada uma resolueo definitiva
sobre as medidas financeiras : e o Sr. Crisp de-
clarou aos seus collegas que no dia seguinte ex-
porte cmara dos deputados a ultima resolu-
eo do governo, e provocara uma votaco de
confianza.
Os jornaes d'esse da j davam a entender que
esta votaco seria seguida de uma remodelaco
ministerial.
A Gazela Piemonteza affirmou que o general
Avagrado, commandante do corpo de exercito
que guarnece aples, fizera n'um banquete um
brinde em que dissera que os exercitos italiano
e allemo estavam animados d melhor espirito
contra o inimigo cominum, alludndo assim des-
favoravelmente Franca,
0 Sr. Crhpi, interrogado na cmara a esse
respeito, negou cathegoncamente que laes pala-
vras houvessem sido proferidas, e elogiou a dis-
ciplina exemplar e inabalavel do exercito ita-
liano, grecas qual desde o general at o ul'i
mo dos soldados, sao todos fiis ao juramento
de obediencia ao rei, como arbitro da poltica
nacional.
Accrescentou ainda que, se o general Ava-
grado tivesse proferido tal phrase, no momento
dfficil, teria commcttidoum delicio, n&o ponien-
te militar, mas tambera poltico. >-or Iba, affir-
mou que as relages entre a Italia e a Franca
erara exeellentes.
Estas declaragoes produziram excellente im-
presso na imprensa franceza, que, alias, nunca
liozera muita f na noticia dada pela Gazeta
Piemonteza.
Segundo referem os joraaes iialtanos. o brin-
de, do general Avagrado. que tinha sido repro
duzido desfigurado na imprensa, e que fra as-
sumpto de tantos commentarios, foi formulado
aos seguintes termos :
A^radeco-lhe as expresedes lisoageiras que
se dignou dirigir s forjas armadas italianas de
trra e mar, e estou certo de que entre os dous
esercitos da Italia e da AUeraanha existiram
semore os meamos sentimentos que ligam os
nossos augustos soberanos.
O g.-neral diriga se a u:n general alleraSo.
Saata M
Morn-u o eardeal bispo arlos Saccoiii. deo
do sacro collegio e pro-datuno de 8..S.
Falsea Balvo*
Inspira novamente serios cuidados o estado do
rei da Hollanda.
Tem perdido muitas forcas nos ltimos das
Inglaterra
O correspondeute romano do Fgaro, afrma
que a ruiutia Victoria se converteu ao catholics
rao, eq.ie este o motivo porque se retira de
Inglate. ra durante as fesias da P.ischoa.
O mesmo correspondente talla Aa conversao
possivel il-i iinperatriz victoria, viuva do im le-
rad.tr Freil rico.
Aiainlu /ictoria devia ehegar a 6 de arjo
a Cli-i burgo, doude ira din-ciaiiiL-nte para Biai-
ritz.
Na nanita de 37 de FVferaira recel>eu--e era
Loa Ir.s lima caria d. Pir'ott. Foi fechad i e,n
Partee n.-lae uraa co.a da coat ssao lnnala
pelo fugitivo era isa de Mr. Lmoache. na
n ule .interior da fuga.
ig .iiiu iciaque vohar aescrever dentro
oai punco.
Hoje. permute a com nisso dos juuea aos
ipia-s esu aJe.-l) o processo de an)"ll contra
o Tintes, o procurador gral do .aiiusierio pu-
blico mauieslou em nome do Times o senlitnen-
to deste jornal por ter publicado as cartas falsa?
de Parn)I, dan' o-as como authenticas
O procurador accrescentou que o Times foi en
ganado e que aa sua campanhaobcdeceu ape
as ao proposito de investigar a verdade.
O correspondenu- da ndpendence Belgiqie, em
Pars, telegrapnou para este jornal que as auto
ridades francezas teem a certeza quasi absoluta
de que Pigott nao est em Franca, apezar da sua
caria recebida em Londres, ter sido expedida de
Franca. Julgam que a caria foi escripia na in-
teneSo de desnortear a polica ingleza e que Pi
gott esl escondido em Landres, ou se refugiou
na Suissa.
0 Times manifestouo seu pezar de ter publi-
cado como escrictas pelo Sr. Parnell as cartas
que Pigott confssou serem falsas.
O publico iniez aguarda com impaciencia as
novas pruvas contra o Sr. Parnell que o Sr.
Webster advogado do Tunes, devia apresentar a
comrnissao judicial do inquerito no Io de Marco
0 Sr. Henry Malhews, secretario de estado do
interior, diss cmara dos communs que Pi-
gott se refugiou cm Franca mas que o governo
comncou j a fazer as devidas diligencia* para a
sua extradicio.
Na sesso na corami-so de inquerito sobre a
questo Parnell Times o advogado do Times de
ciaron que retira as cartas attribuidas ao Sr.
Parnell, e manifestou o seu pesar pela publica-
co dessas no Timen.
Com o titulo Le Desarmcmcnt comyou a pu-
blicar-se em Pars um jornal, cujo progranunae
pugnar para que as naces resolvam o desar-
mamento geral, e se ponha assim termo sittte-
c&o violenta que, prejudicando a seguranja das
industrias, e do commercio, est impondo aos
povos iosupportaveis sacrificios tributarios.
O primeiro numero publica duas interessan
les cartas dos Srs. Gladstone e Emilio Castel-
lar.
Diz a do celebre estadista inglez.
O gremio constituido em Parb, com o tira
de .pedir que a Europa se conyerta era bre-
ve n'um grande acampamento militar, credor
d: minha maior sympathin.
Tena muita pea, se nao aproveitasse a oc-
raso. que se n;e offerece, de aflirmar a lai res
peito princinios na minha vida de hornera poli-
ti o. E ajudar-vos-hia com a minha cooperacao
pessoal, se nao estivesse t&o adiantado em as-
nos, c se me deixasse tempo pa a isso o cumpri
ment imperioso das minhas funeces
Tal vez miguis de saber que j em 1842,
quando os armamentos da Europa nao chega
vara a terca parte do que sao hoje. Roberto Peel.
primeiro miuistro em Inglaterra, os acbava mui-
to excessivos e perigosos para a paz.
Que dira elle hoje da espantosa forca do?
exercitos que a Europa est sustentando, rom
lmannos sacrificios t
Digne-se, etc. f.Vssignado.) Gladstone.
Est muito perigosamente enfermo o Sr. Her-
berto Gladstone.
A cmara dos communs rejeitou por 839 vo-
tos contra 260 a emenda proposta pelo deputado
gladstoniano Marley resposta da mensagem da
cora.
Ulrmanliii
A imprensa de Biiim, que inspirada pelo
ch nceller, est se oceupando muito dos nego-
cios internos do imperio austro-hngaro, esfor-
cando-se por demonstrar a existencia de urna
identidade da origem entre os ltimos motn de
Roma e as manifstaces que houve ha pouco
era Ruda Pesth, e concluindo que existe evidente-
mente uma conspirago organi ada contra a tr-
plice allianca.
Em Vienna commenta-se muito esta preoecu-
pago dos jornaes officiaes allemes, e encontra-
se para ella uma explicaco, a da ecessidade.
que o chanccller tem, de obter do reichstag a
concesso de um crdito de vinte milhes de
marcos, destinado ao augmento da crtriharia fe
deral.
O correspondente do Standard em Berlim diz
saber que o imperador Guilberme visitar a rai-
nha Victoria em Junco prximo, e que s depois
ter a sua entrevista coui o czar.
Devia realizarse a 25 de Fevereiro um jan
tar, em casa do principe de Bismarck a que as-
sistiriam o imperador e o conde de Waldersee
juntar de reconciliaco aconselhado pelo mo-
nareba.
A guerra surda travada entre os dous homens
ia tomando largo incremento, e o imperador re-
solveu reconnlial-os novamente Aconselbou.
pois, o chanceller a convidar o conde para a sua
mesa, esperando que se faca novo pacto de ami-
sade.
Diz-se que Inctou com grandes dilficuldades e
que para ehegar a este resultado fez valer altas
razdes de conveniencia para a poltica exte-
rior.
O correspondente do Imparral, de Madnd, em
Marrocos conta toda a historia das pretencOes
da Ailemanha a um trecho de terreno em Marro-
eos, e de como, depois de feita essa concesso
o imperador a retirou. A AUeraanha tirihi ne-
gociado com o sulto que este lhe ceaeria uin
territorio prximo de Malaga, paraeslabelecimea-
to de uraa estaco naval, e o sulto acceder ao
pedido medante certas compensacoes.
Uma destas ultimas consista em "que se man-
teria em segredo o tratado at ser tomada for-
malmente a posse do terriinno pela Allemanha,
e que depois esla potencia defendera sosinba d
seu direito protegendo o sulUo contra os pro-
testos dos ontros paiics, dado o caso que les
appareces-ea).
Ora aconteceu que um ministro dos estran
geiros de certo paiz teve conhecimento cesso e nao so publieou a noticia para dar a
voz de alarme, mais tambem reclamou d6 sulto
para o seu paiz concesslo anloga que ia ser
outorgada ou eslava combinada secretamente a
favor da Allemanha.
Procedern) de igual maneira outros ministros
dos estrangeiros ; |>erante o chuveiro de recla-
macbes, pedidos e protestos, prestes a desabar
sobre o sullo de M.irrocos, resolveu este negar
que se houvesse concertado com a Allemaoba a
concesso de algum territorio.
Portanto, o p ojelo cabio |or terra< o qne nao
significa que os allemes se lulguem isenlos de
preoarar amanh qualquer nego genero.
Confirmase a noticia de a companhia bntan-
nica da frica Oriental se ter re> usado a deixar
passar pelo ton territorio o Dr. Pelers, o conhe-
c'io explorador allemo, que organisou. como
sabido, uraa expediyo em soeca/ro de Emin-
pach. Esta recusa foi mal recebida pela im-
prensa allema.
A Gazeta Nacional, que se tem sempre inte-
ressado muito po.- esa expedig.'io. Knin-pa-
rh. v im recusa da companhia uma nova pro
va de mveja ingleza. A uiesma follia declara
s -ni fui) lamento o boa'o, segundo o qual a com-
paahia tena opoosto nmareciHusemelhante.
taatrta Hungra
Por um ?creto ilo imperador <|g Austria Han
grla, fof colloca li sob o pairo inio d.i archidu-
queza vijva E-'.'plioiia..u puldicaco da obra es-
cripia |ielo p'incipe R idolplio. e que se nnitula
.4 Austria Hungra por palacras e por im gens.
Fo maula lo por a disposco da prLiceza, para
coa luzi- ,i otiri comecuuX o Sr. Syoe-Gyeny.
Un esperanzoso pinto:, mu rapaz d 19 anuos
liuiiade Davi i Muser, que tiu'liaobtido uutorisa
cao para lazer o retrato i> principe vista do ca-
dver, eubu (ueceu ein resultado da cciuiuoc*o
sentida turante o traballi,.
O arcliiJuque Joo cabio, como se sabe, do va-
iimento do imperador da Austria.






Diario e PernainlmcoSaflfcfcado lC? de Mar^ W
Dizem ui
-abido as
oque Rodolpho, aa
ur a este ultima -ros lagos que ihe prcpara-
0 Schuarz-grt. cajas relacoes com o archidu
Rodolpho eratu bastante conhecidas, des-
uienteformaltnenteaquelles boatos.
archiduque Joao cahfo do valiraento do
imperad : foi apaaaa-porqut; la** a corjupu d^Jfjni
manifestar pijaaaMBsMle ;>nuia^aalt*patB*%. pal* mi
un imu ba
unto precioso de coadjuva$o, e aoatn


trplice allianca. e pasante '9
pseudonymo. ivito
futuro.
ste livrojgh*:.-!--ipe .^siukcaoao u* -pin**
,ianos nunca aaqu -mwiii luna, assuavos aastria-
ros-nunca esajact
Eis porqjea-owuiiuiquiwaaio duaaou de oslar
i frente do ewtu daLuiz.
Nao acabaraahaiada as vatt^*fespntfsk|an
ausa da morte daaajstncipn hr'pdat'ii da Atntaiat"
Hungra.
Aj;ora apparece una outra, inteiramente nova,
que apresenlada pelo jornal Le Ltuembourg,
folha catholica, que se publica em Bruxellas.
Refere o Luxembotirg:
tullemos atliiuuir lioie. om toda a lymanca
ue o archiduque Rodolpho nao se suicidou, mas
u assassiuado. Na corte de Vionna foi este facto
opoheeido desde u dia do funeral. A barwieza
le Yurscera. naja ajnbico nao era inferi-- ao
amor que-eolia peto principe, tinba o usediado
de instancias at o ponto de conseguir d'elle a
promessa, o* pelo meos a espoenuca de que se
divorciara da uxchiduqueza Estcptiana.
t Teudo, porm, ultnaueiite adquirido a
le que o archiduque Rodolpin 1160 a es-
l*,sara, e. vuodo-se assiui.luibriaua 110 eu ani-,
. hicios intento, foi salteada de uin vivodttsejo.dc
tingar-sev desejo que era anda exaltado pelas
nas nada equivoca do que ulguns persona-
da coi i' a l'.iziam alvo. Em resultado d'isso,
Harta-Venscoru mutou, ou inaadou malar na sua
: presenea o archiduque. < 'ttivcnenou-se em se-
.Miida.
Tal a coaviosto na alta soci I.d de Yieu-
na e assim o soobwnos de ori.em niuilo segura.
Se seguirmos esde u principio a oiullido le
iretendidas versees autbenlicas, que u:,.? a ou-
- se conlxadizem, aolaremos. alguns faclos
ipcipaes e -ansiantes:
1." A fea 'ida do archiduque, fiis extensa do
. que quo produiria urna baila de revolver, ti
tilia a sua sede atraz daorelha. Tai ferkla punba
fon; de campo a i lea de um suicidio. Imaginou-
M Bina vingaaca e umtro de espingarda atravs
da janella :
. Encoulrou se o revolver do pincipe car-
regado com as suas 6 balas,
.'(. Falla-se inuito, mais em termos vagos,
do guarda floresial Wemer e do seu suicidio :
l.' imperador Francisco Jos dirigi urna
' longa carta ao papa, e desde esse momento lica
ram applacados os escrpulos do clero, e pode
effectuar-se o funeral eclesistico:
Todos os jornaes affirmaraiii que o rei dos
belgas insisti muito para eom o imperador para
lie oficialmente o fuesse sabedor da verda
de.
Repetiram-se no 1." de Marco noite em Ruda
Pesth as manifestaces tumultuosas defronte das
moradas dos deputados Munich e Buanach, c do
Sr. Malhekovitz, secretario de Estado do minis-
terio da agricultura.
Foram preso- dos manifestantes.
A assembla geral dos eatholicos foi contocada
pura l* ile Abril at 3 de Maio, devendo reuoir-
* en Vienna d'Austria.
Rnooin
oom a Ruaeia e em paz com a Italia, e*asTegws
do direito internacional nao permittiam. que dei-
xassetn atravastar e mu territorio por gente ar-
mada que ia soccorrer povos em guerra oom /
italianos.
Se Alcbinoir desembarcas se secretamente e
'"tft* '"" /,ant'"tu'i o conllicto- seria
-^m; maa-tewa imprnancia
tal foi recommendado pelo Sr. avajvo, i\v. :ti<;ao de Um projecto desta ordem. n'uma
asrelai > ministro das obras publicas.- fj qu lada-que, como Lisboa, entrju n'uma phasf
ctmH ua'pedia por
as iWfUeuldades
jj^o. era re-olver nrnlia.-
?Jporga_nisacaii era l.islwa.
Suceede. porm, como se (teduz de vanos ar $ao d invern do Atlntico, para a qual afflui-
1 lian, sjtH c lleBM'iii..-.'ii!aiI'. f a Franca uaw piliaaMKar
u :ta:itoMais w o U0*mte-<**** derlaau in-
ti irinuiahMiihi .Jft.y^ii.i.dV.
S&svpHdica.). -.toia llufi!t,. ti!iha..ui lado
s\ mpalliico; ja nao 1 istos de perto.
OS imvidlUMqne u i;.>ltiHMIiiam.
Seiiundo o- M'nmtmi.'i'd- hr^tt^i'^ta ajuisr-*
^4l.-hiitikpartwi.se u-BHilnaaitM MMaV>u
fort-Satd.
At. hinoff installou se 110 melbor hotel da 01-
dade, onde passa/a 0 dia a ogar na roleta. I >s
oulros membros da expedicao eram, pelo-, con-
trario, obngados dormir na ra; andavain
immundos cocerlos de furrapos. e na maior par-
te do Uuipu 4SHiK'.r*uuuwililwhiiilos.
Diz aquello jornal que o capitn do navi; rus-
so que Ihe deu c;stes poraHytorei, Ibediaeeri
qoe aquillo ludo era utna rejgonha para a Rusta.
e foi-por isso que elle su recusou a dar-Ihe pa.--
KjMOi no si'u crurador o .\ijiM-yavurad.
No en tanto, a questio que pare..ia prnpiia a
lerantarium conflicto iuternat iunal entrn no
caniinho das uegociaces pacilicas eludo leva
a erer que nao scrao interrompidas as boas
rnlaces da Franca comaftussia. tanta aiuisque
o ministerio se pelo seu procediuieutn contra a
Lij loa fntiiuta Mianit'estou as suas relacoes
rordeaes para com u Ilalia, pelo voto da cmara,
" a tta.as nos da noticia, proroa .Jlussia,
os seus sentnentos amisloaos.
OSr. Strobel, secretaiio a legacao americana
em Madrid, foi euiado a T- 1 |h.*lo -e-erno
os Estados-Unidos, para proader a um inqee-
rito sobre o pro.vdimento do cnsul d'aquelles
eBtados, o Sr. Reed Sewis, que 6 aecusado de nao
haver defendido eom a conveniente energa os
inleresses dos subditos e protegidos americanos
en Marrocos.
A Indepfnda'ire Brige faz as se'Unte judicio-
sas loiisid.'iaces a proposito da quesillo de
Satua :
A prxima par ida d'uina aova esquadra ale-
nla para Samoa e nalureza, se dermos crdi-
to ao.que diz o New York Herald, a causar a mais
viva emoco nos Estados-Unidos
segundo o nosso conl'rade Americano, Suma
nao foivcrJadeiro objecti.o dos cou'acados
allemaes.
Os navios que representaui a Allemaiiha Jnas
aguas co archipelago sao mais que sullioientes,
nao s para defeoderblD inleresses allemes.
mas tambem para exercer contra os samoenses
as represalias prjectadas
A nova esquadra de rvforco lera per mj
ir atacar 00 pelo menos ameacar o porto arrie-
ricaoq de S. Francisco, dado o caso que os. Bs-
tadosAlnidos nao testemunhem. pelos, desejos
\iiemaujia. taula deferencia quanta esta es-
pera, duraste a conferenria que breveintite se
tov' realisar em Uerlim para o reglamcnlo da
questto.
\< fbrgas ua.aes da Allemanha noPacilicosao
inlinilanienle -iip.i-iores as dos Estado.-Unidos,
b parece que o Sr Ve Bismarck se servir d ellas
como meio de presso para arrancar ao gabi-
nete de Wa-hing'oii toi:s as ioncessas desi a-
!; jquiil encarecer as vaniagetie>quecadjiiiin
entrju n'uma n
deanttiva de grandes e helios melhoramenlos. e
fwrueti destinada a ser de futuro a grande esta-

Alguns jornaes rasaos erabora censurando o
pn ei'dimento d; cossaco livre Mchinoff, lamen-
lam os actos de violencia praticados contra elle
k A Xovaie Vremia e o Jormt de S. letnsburgo
lamentara que tenba corrido sangue russo na
que-to Atchinoff.
O tinultdanine falla irnicamente da ainizade
entre a Franca e a llussla.
O Swiet reproduz documentos, dos Qoaes re
jios.
.WMtfi reconhece o corn'cto procedimenlo
das autoridades francezas. e diz que as boas re-
rayes entre a Franca e a Itussia repousam em
tiases muito solidas, para poderem ser perturba
da- .lo incidente Atchinoff.
Nttem Temps censura o almirante Obn por
este ii.t-i ter levado em corita, uoiigordarv-
pr "* >. aopiniao publica na itussia.
j. bastante inquietador o estado de sauJe do
imperador da Russia, que pasea das inteiros
seai proferir nina palavra, recusando tenazmente
Jomar alimento
Aprsenla grande falla de memoria e, por ve-
"zes ebesa a no reeonUecer as proprias pessoaa
da familia.
Em telegrp.mmas de S. I'elersburgo, recebi-
dos em lt 1I1.,. auiuiucia-se aproxima demis-
nera! SchweiniU, embaixador da 1-
leaiafia na curte russa, e a sua substituico pe-
to (femra! S an Werder, ex-addido militar em
%. Vi. i'-l.ur. ). e pessoa muito estimada pelo
czar ^
Harreros
le ilarroi:o* escrevcU a uuia casa de
ndando dizer que eoustrua o machi-
(5iso para a fabrica de armas lU-llu- a remeses de vinle mil libras
ani-n'o das machinas que o coronel
a comprando.
anule os .idiniaisliadoi es da.aliande-
T.m.-'.- rerafitiejran.para Genova a quau-
'v mil tibr
!to das W,KX) libra- 1; euviado pelas
bmdegas da cosa ma; inquina.
sullo de Jlarrocos vai mandar urna em-
iilia Victoria. A euibaixada mar-
mie foi a Bertim, ja chegou a Tangen
,e um vapor italiano da corapanhia Ve-
K6JPK
\ ticias de Cairo dizem que Mahdi dirigir
at uuibaixador da Allemanha urna, mensagem.
' convidando-a a mandar um padre que pre
o.- soccofros dareligiao a Halen-Bey. retid
camp dos Derviches. O cnsul austraco ac
fra de responder por nina .arla, declarando que
imperador Acara moho impressionad c.m o
convite do Mahdi c com a maneira humana co-
ur. si 'nieladosos irisionciros un-
uui. o nipsmo teninn qi
da iffr ja catholica se dirigir a Ou iuien .
)he edido um sai'..1 conduelo.
Esta ta foi dirigida a Harlum por va de
rahahm.
Aby*kMinia
G be, a Italia rra ram a
Ale. iciava k) no imperio
. 11111 a o qnal tem sustentado lima
lucia tenaz para defender a -;:a integrdade e
adepdadeflcia.
I. :!.!,: nda que. ha poneos an-
irarn 1 Abyssinia, no iu-
.alaren, auini- rupatriolas
- .qu- leodoro bavia. aprisionado. Th
re ra >n :l cta tu inglezes, lemlo coa-
nido o seu fin, retiraram-se, sem mesmo ten-
'tareo estabelecer-se d aquellas paragena.
A .'.bvssinia, coinquauto muito prxima das
instas To Mar Vermelbo, nao lem com ellas
eapnau onvinha-lbe por isso Maseaab,
mas i.- ;... 11 outrora alli inlallados.
conten 1 eraren! das
co,-;,..-. .i:>. ni nai ; !.. iiaiz, re-
' sultn lo lian arem com os abyssinios que ha
nitos i.i-p > urna guerra
beOi poui lo, para os con'
cid daos Si i.-pi.
Atcbindff
_ iii-.ii' uma iilianca
e religiosa entre aquelle paz e .. Rus-
Atfhin. no. come
inda de mi 1 que em-
ir a icieja H -mos,
fundida no seclo
de non.e Euty
rfe-ilaueuie arolhido na A;\ --iuia.
Ileu voliat
iosa, civil e militar
Bctivau urna eape-
>!a de niui .e sol da-
nao s um auxilio
turnio til, 11.. lanibem ar-
preci-
uo ) ubau^r a'um
(jit-r na i*-.m.'uj colonia d^ veis. Dan d-a apenas telo que ella pof.sa valer
esta noticia que nos parece nnnislrada com algu-
ma phantasia, mas que todava lalvez relli.tta a
i
n diversos jornaes e iomea
(lamente no Tempo e as Novulades c nao nuwos,
de urna extensa carta de defeza do Sr. V -conde
dm-Mnlzao paewdenle, Ja A*suHi4)i'>iiadit>tnal
' 'iraap-ntiL-inrtr".....'* "" ,|UT' q a a>so-i
ciaflA ladwdttal -tiafllou e trin^feito o que lem
|ii'iiii|r'/iWilHH" nia seta so dar ao, muoiumedtki
de ouiit^M Htnis-.-tBailejatwilaiies iuiHaessada
no-cboia-exito da c
eXiteaJua d l'anz.
Ha. ja mitos dnaaoninali's. E' acetasada a
\-sotsiaca'.i lad'j-triak lo ter incumbido da con-
sti'Majaai iiortaguez it-m. Pwiz uui.ciaaAllard
es'.aWor lia.! 1 por M. ftoger, creio que presidente
da grande'commisso francesa, p rido de parte
proposta6,^rias magnficos projeclos, muito
mais bartffS h' diversos engthi'K> xqai'Oi
esto incumbidas oulras installaces da Ingla-
terra, dos Estados-Unidos, e nao me record
bam/iigera da-quw uiaia iiM#ftm>iHiin st> Smowmt-
presentar na exposacio.
A-liea Ae.-ociae.'io de Agiicultura, depois de
urna longa serie de entrevistas de seu presiden-
te e outros membros dos corp.js gerentes com o
Sr. Visuoade de Meliaot acabou por separar-se de
cuoperuf com a Associaco Industrial, visto que
esla nao pode repartir com ella do subsidio de
que? dispon, e la se foi, directamente, hater a
porta do -overiio para que a auxilie a fazer re-
prest uiar dignamente os uossoa productos agr-
cola- no Campo de Marte.
A este proposito ha uma phrase lelicissima
lo Tempo : que era mudo mam proveito* \ gas-
tar 80 ando* rom urna exiiosicat de vinl*n, to que
30 veis com uma ejpoxiri de flua* e mpnXoi.de
ota-cita. "
Ellectivamenle enim Irinla -ontos que pedia a
Real Asociaco de Agricultura.
A parte verda.leira.-nente ul di nossa seeaio
na Exposicjio de Taris -e.iaados uisse-. vmhos.
A.'.coloBal. porderaasiadainouti' nas-ei.uJa por
todasns exposicOes que se tem elfectua lo ulli-
nia.nitute nao se Dgurou ao governo d 1 gBuyk
in|Wiaucia, apezar do muito que se te.n agtra
escripto em contrario.
A empresa cermica das Caldas, est esgos-
to-a Nao sao hem diiterruinados ainda os seus
aggravos, mas erto que os dos ltimos nme-
ros dos Ponto* hu ii de Brdalo linheiro cons-
tam quasi exclusivamente de rharges das mais
fMitgi-utits pessAa do Sr. Melicio... e.conti-
nuar-se-ha !
Tudo isto seria muiti1 divertido M nao (base um
symptoma duque em is.:liado de tantos dtsnei-
tos, e de urna cetitralisacao errada como essa de
que foi incumbida pelo govemo a Associagio lu-
^iustral, poder succeder que o xito da uossa
exposyo em Taris nao seja como fra para de-
.-ejar.
O artigo das YnW>ifii. ailnbuido ao Sr. E.
Navarro, seu director poltico, suscitou urna re-
plica frisante do Temps e uns commentarios pre-
ciosos do iMfcnor ter prevenido o mundo aquella,
folha, a do .Navarro, de que a exposico nao(
do paz, mas da Associaco Industrial, a quem
,hao de caber exclusivamente as suas glorias e
responsabilidades.
Nao posso resistir lentaco de trauscrever-
lltes os uilimos perodos do Dia de sabbado.
Esta prevencfui nao ma.mas lem o defeito
de ser para uso interno. A nao ser que se es-
tampe o numero das Xocidadaa houtem. tra-.
sm us opulentas colonias esiraugejras, que boje
animam-se e tornam celebres as pequeas cida-
des do Mediterreneo.
udicoes apreimimi-n 110 projcctot.so as
s -
Aaaaipteza cotistraelora^HO|)eu a edjlirar 1
paasogein sua cu>ta e sem.huhve.'ito no-prazM
derom auno garantindo Ihe ali-olata solidez e
cao de- l'ertotral iiaAnampao nettendp-se a uattsusoitar por parte ilos
-pwprit'iarios d/> plano .tisrior a aiaiskwt re-
clauaco.
Em leo direito ;ih>nno*idu-
ruihMC aunos. linikatos qnaes TiiHicrir^agra-
te para o 1
n|de
a-
duzdo em todos os idiomas do inundo, porta
do pavilhao que no Campo de Marte si- oobrir
com a bandeira porlugueza,esse pavilho repie-
nqiiictaco eb descosto produzido nos Estados-1 sentar l'orlugal ao olhos da Franca e dos seus
'nidos |K>r causa d'uma concenlraco de fon;as' ho-pede--. A iurafSe Industrial nao paz que
navaes tas importante por parte d'uma potencial figure no uiappa geograpliico. e o almanach de
i'uropea as aguas do Pacilico. j (tna uo falla, ainda, do Sr. Visoaodu de Mcli:
I ci. O governo nao pode. pois. decluiar de si
responsabilidades que recahiro em cheio solne
,i i-olleiiiviilade nacional, e parece-nos que o que
: lem aCfazer, visto o camintio que as coisas le-
, v.1m, tomar em mos a dire^yo suprema dos
! trabalhos da exposico. ombora aproveilando os
| servicos e au> ilos da Assoruirao Industrial. Apro-
vetaudo-os. mas suburdiaaudo-os e iisca'.isan-
: do-os, amda. que pura isso tenlia de renunciar
de .il^um'midos reservase abslencOes que se
folha rminv^U.-. : ,ln^z' c W ^ i?"?3 ar-PMcucias, Otos oc-
. ." "r" ll1 cosas. to niusticadas como transparentes, e
do l'orlo, corresiwudeniu mmisieiia issimo, las ; ;1 ^ lle ar[e outros aovernos exem-
tnnava ha grama da. o retrah.meuto de wel^raente anMdSeoi!
EXTERIOR
Correspoadeacia do Diario de
Prrnamfeiieo
PORTUGALLISBOA, 4 de Maro de
188.
l ai cern-spondeute >Tuma
eputados da niaiona, que uo nomeava. porem
aUribuiudo-lhe o deseju de enfraquecer a silua-
ijo, oestes ultinus lempos rom a sua reserva e
silencio, ao passo que nos seus jornaes comba-
tala o pro'-edimeuto do gabinete, em vez de o
apuiarein, ele.
Um jornal regenerador de Lisboa, o Dutrio-ll-
litstrado, pondo a c;irap;ica,nos Srs. Antonio En-
ncs. Carlos Lobo u'Avila 0 Antonio Candido, di
zia-lhes: Apanhem, meas senhores
Esta envelada tem provocado declaraces e
cartas na imprinsa. eonsa curiosa sempre pura
os que, ja deseantes d ta poltica de cubota-
gem, se diverU'm a ver .smt por boiso da sua
janella estes escandalosinhos e ainrnns d'uma
cidade que nisto de mexerieos de se:iboras \is-
nhas, ao menos, insigne.
E tanto mais cariosas foran sssas declaraces
eotswgnricaa para os qw
espectculo, quauto o referido ^correspondente
accrescentava, que, nberta a crise, e tratando se
e adiar dous ministros que subslituissem os
demi-sioiiark.s. o Sr. fos Luciano, presidente
do consellio, era importuna lo pelas sidiiitacoe-
ioasyn mesmos que s ento despertavai do
seu retruhimento, do que resultuu tero Sr. Jos.'
Luciano posto inteiramente de parte a uypothe-
M do >s convidar para, ministros, offereeendo as
pastas ragas aquelie- que nunca haviam des-
amparado o governo em momentos dflicei- [
Das dedaraces doSi- \ Bnnes deiirehende-
se que, em couversaco particular, logo divul-
gada, ampliada e roniaienlada c lora, o pre.-i-'
dente do conseUio dissera a esta cavaibeiro,
muiieanti s de ser di 'arada a crise ministerial,
que elle se tornara incompalinl com a sitnacp.
8 Sr. Baes aceita pois essa posicao de i im-
|. ivc! creada pela sua indepen -en!, lipar-
alidade e uella se tica muito uontade. E' o
que diz aos amores do tita. Quauto '' 1 mais,
que escrefem o tal correspondente mimsteria-
lissuno, emprasa o a que declare se ainterpreta-
cao que deu da< sua- palavras, o tai ncioaado
jornal regenerador'se Ihe refere.
.\ 1 mu j'-rna!, o Tempo, faz anlogo empraza
ment o SrJ C. Lobo d'A vi la
(I Sr. Ante, do. o ele-ante orador
esse, que nao tem jornal seu em caita publica-
da ha poneos das n'uma folba de Lisboa, diri-
:indo se ao citado corr ispoadente ministj
simo, diz, que milito antes de ser aberta a crise,
j elle nao pcrlencia ao partido progressista,
corno deve amatar de um docu.nento que en-
viara ao rbefe do partido, o Sr. Jos Lncrano I.
Castro.
Estas questo em qu 1 o poblko
tancia pelo v il
E o assumplo importante. Vergonlias e
i ridiculos, beni nos baslam os caseiros, os de por-
. tas a dentro. Vamos a Pars de.orosamente, 011
'nao vamos: e se bouvermos de ir, nao sacrifi-
, quemos o decoro e a utlidade da nossa repre-
a-utaco a mal cabidas economas, porque a ver-
dadeira pradigadade gastar mal. Nem a mes-
quinherias.quese nao coadunain com as lar-
guezas que enterramos qaantias labulosas na
Avada,nem a consideracoes pessoaes. O paz
-i.1 pumnirn que todas as aatociatftas u todos os
amigon do governo-J
1 Esquccia-me tambem uccrescenlar que o Grupo
lo jeao. isto a pleiade dos nossos esculptorese
pintores da geraco nova, deliberou nao cooperar
'com aquella Associaco.
O tempo mi urtindn: e, alm de se nao tomar
: pelo caminho que se deveria ter seguido, vae-se
' talnandO lauto A lar^a, ane para muito pouco
ehegara a verba de subsidio que o.governo con-
cedeu.
Ainda se falla, mas pouqui-simo na ques-
t,o. que lo acalorado esleve, das companhias
visinhas. Segando vejo nos jornaes de sexta-
feiri. renovaram -e as conferencias do Sr Ma-
nnel Pestaa com os Srs. presdeme do conselho
e ministro das obras publicas acerca das modili-
caces a introdiizir m contrete de 5 de Deseot-
bro ultiio da Companhia Vincola do Norte. A
: mais recente conferencia parece qne ainda uo
foi a definitiva.
) Deve fazer aqui uma rcclifcac3o ao que
Utas dissa idtimamnatn sobre ter sido abandona-
d.s a id'a da coiiitrucgo da ponte aerea de S.
Pedro de Alcntara ao Campo dos Mariyres da
Patria, e d'alli ao Larga da Ornea.
A Cmara Municipal de Lisba entendeti que
ilevia abrir caocarso, visto que havia mais de
, un atopananta, como efectivamente acaba de
e;, lua do 1. iio cmante.
i Este eooanrae est aberto por espaco de seis
-, terminando em ^l de Agosto prximo
I p.:.-; --o da Dinstrucco e exploi-u;ao de
u..1 va! to metallico. Us concurrenles] para
aeoem amittidw a licitar, deverfto fazer o depo-
-itv de inte contos de res (fortes) no .ofre mu-
nicipal. A extenso aproximada do viaducto
- ia de l,otO metros e a largura de 17 metros.
A licitarlo versar apenas sobre o praso da
concesso, que nunca poder exceder de !*)
aunes.
De oulro grande meilioramenlo se (ata
agont tambem.
O engenbeiro francez Mr. EmUe BousaanJ
u 10 dia 2S do pasnadn Ca nata Mu-
.,! tii sta eidade, a segninle proposta;
Construir em Lisboa ama p issagem sabterra-
Pedro (Kocio) com o
|u stionavel Usa ligando a praca de
ta. Quanta ao mu:- i o do Corno Santo.
Ibeiro. !: a passaVrcm ter principio no fundo e no
O tal rresp aio'que axtremo 1. eudunai da ra do Principe, conver-
tambem deputado da inaioria, respooden/lo ao tendo n'ump-itico sumptuoso um paredo por
' ididOj declara que. escrevera cirna do qunl houveem lempo uma fabrica de
e.
Atr;'. -.-ando a mi otanba sobre que assenta o
lla noticias >em lecj
nar Domes, e qne nao pode set aval
pelos commentarios que depois Ib fes urna
iha da opposic.i taifa de arrapocas para oer
detei minada- pvstj las.
Idntica resnesta ojoaai dbei-
roa.
E com ios se rao e 1 ln !o as
columnas dos peridicos polticos.
Outra 'i 1 '\-:ntai: E'
a qui
Cao de Cariz. '
liaba
tornear na largo no Corp 1 si
. orte deste largo um novo por-
ao primeiro.
i ano pl a de nelo .runeu-
1 ngenheiro Miguel ;,; 1. que foi
d- i que 11 1 caminho abriram siuiia-
:> ra lian-'*. veilu Lisboa.
[al -1' D. Ame-
lia-- 11 o un.cu na Euro < onde -
Ogoveri i: bella a fauiosaoassa-
segue o pi le varas outras uacoea mo- Saint llubert. d< Bruxel
narrhicas da Europa.; mas deliberoa, como Ibes
em lempo, subsidiar a iniciativa ; articu-
lar. Como quer qu i zar da M ter con-
stituido es onl ae tente ntre a c Ipnia poriu-
te patritico para* pro
mover que este -n-
lado naqoelle certe que Associa-
;cns de Taris.
Ter de comprimen! 1 460 tros, nove,I..al-
tura, dez de Urgnn quutio destioad
para passeios ; ia os a mo 1
para leito da 111
as extremidad da paisagem constnjir-s-
lous pon;. do mus bello
cao Industrial pie j lnha ton loarchitectonico.
a iniciativa da cx^o-ic. da o.ulcadi. todama
ruda da Lili boa, que o
torcos parciaes que h um sem
naquelle sentido, tu/ eir do sub
sidio, nu avuli 90 oo-
los, fortes, com que deliberara auxiliar por traz
da cortina a ini
O comit dos porlufnezes em Pariz, poda sp trica
idea admii-a el
.
ri nir a Lisbpa todo
urna bella capital civjlisada.
Pura do publico.
la a giorno, etni
lira, a In
o proponen
lantn
tm ul
e .1 yu/.
latlaaaan
de da obra.
As tarifas da pa.-sagem sao as seguites :
PeOes e cajrajlieiros 20 ri ,carruaens 10
;. i- rijxperi*americanos ou oinaibus.oo.
U Sr. Ktnilio Boassard iuforuiam-me ser um
dos engenheiros mais di-tinctos.
Filan nwoatiaiiitoavmais dez kilmetros do
camiubo de- ferro de Loanda aAnbaca (frica
Occidental), tendo ulti'igi !o a -slaro de Ca-
hiri.
Parece que a compauhia teuciona pedir auto-
risaco 10 aovecoo para prolongar a exploraco
desde j at abiri. sem encargo algum dagai
rantia de juro, pelos dei kilmetros, cemesjoida
segunda seceo.
iz-se que .sua alleza o principe real. 1).
Carlos ir a Evora no prximo-mez de.Uni
para assistir a nina grande parada agricati.
Sua altan bospedar-sa-ba no palacio do opu-
lento Dr. Francisco Batallona.
l'rojectam-se brilbanles fes ejos para que a
parada seja imponente, nao so porque apocha
a melbor para a exhihico do* gados, mas lm-
bela pelos extraniMpiann; re. tirsos aJYicola- de
que dipe a capital do ittmtfljo,
Kvor.i lem agricultores poderosos, essua
o Sr. Ur. Barabona representa no paz una ver-
dad eir potencia agrcola. ^
llotuem de talento culto, de piovado civismo,
de primorosa orentaco.artstica, de energa e
iniciativa, estimada por todos, o Dr. i'arahona
pode tlar. aquella fi-sta agrcola um altocunhode
grandeza e de utilidade.
Deve cekl..:r-se-.'in Pars, nos (lias 29 e
:U) de Juuho pato, urna conferencia ioteroa-
cional, por convite de varios membros dos difTe-
reutes paj-lameuios enropeus.
O Sr. Marcoarot est oncarreadii de fungir o
convite, aos sen adores e deputados de Despalilla
e Portugal. '
Calculase que assjsliro a.esla (;onferehi:ia
:nais de i 0 pessoas.
Vai fundarse em Lisboa, por iniciaiiva dos
e-tuduHics una at-adeiuia.praltca de estudos Ii-
vies. onde sero ecciooudas as seguimos disci-
plinas : m-tbnmatica, pliysica peaiiea, cbuica
pratic, Eoologia, hola; ia, geologa e rn|neralo-
gia e desenlio pratico.
As eadoiras sero providas por ooacarso, sen-
do o jury cmaoslo de hules d.is escolas sujie
riores.
Este instituto 6 com lementar dos cui s )| se
cun.larios, especiaes-e superiores inantidos pelo
Estado, O deverosalisl.izcr ao encargo de e.
phcar e diinouslrar pralicucente 0 que se pro-
essa.nas aulasollciaes.
Reunise ha diasa asscmklageral da Coa-
panhia da Fbrica de papel do Prado em Tho
mar. +,
. Foi approvado o relaMpr e con'as da direcgo
C*4>arecei' do ce ridtHatXval.
A companhia deslrbue 6 por cunto livre de
imposte de rendmi uto (cundo ainda um saldo
de 3:536-5065 (fortes) para eonta nova.
Procedeu-se s eleices dos cornos gerentes.
Por decretos de 22 do mes lindo forara no-
meados para agencia financia! porlugueza do
11 iu Oe Janeiro : agente o Sr. Miriantio Prosado,
orualista. professor do Keal CnUflgio Militar e
ex-secretario do ministro da Fazenda Sr. Ha
raniio de ar\alho ; -Io secretario, o Sr. Elias
Barros e S : 2o secrelatio, o .-r. osla Machado
Franca.
Succutnbio a um autigo padecimento que o
prestara paralytico ha lempos o Sr. Manoel Joa-
qnim de Mascarenhas, na idade de porto de 76
annos.
' XasceraetuNoaueira do Bravo em 1813. E.xr:
ceu com a maior honradez desde os 15 annos
diversos cargos pblicos. Em 1834 foi nomeado
escrivo <'a ndministraco do bairro do Roco,
(boje f batrro).passando em 18i9 a exercero
lugar de escrivo de fazeuda, at 1886, em que
foi aposentado. O Sr. Mascareuhas pelo estudo
e dedicago a lodos os ramos de fazenda era
considerado pelos seus superiores como o pri-
meiro [unecionario do pai>, na sua elasse. Era
exemplar como chele de familia e bemquisto de
lodos.
Deixou em manuscripto uma aulobiographia
acotnpanliada de muitos documentos de varios
miuislros, heles de repartirlo>e diversos, func-
cionarios, Irabaio que o r. vla-careuhas tencio-
nava imprimir e distribuir pelos seus amigo,
ui de seus filhos o Sr. I. Abilio Mascare-
nltas medico e professor muito dislincio da es-
cola medico'cirurfico de Lisboa.
1 Mrigio o funeral o seu sobriuho o Dr. Arsenio
Augusto Torres de Mascarenhas, meu collega no
Lvceu Central de Lisboa.
" No dia 28 falleceu na sua casa em Carnide,
suburbio de Lisboa, o Sr. Antonio Avelino Ama-
ro da Silva, que esteve muitos annos 110 Brazil,
percorrendo varias provincias nc desempenho
de dfferenles commiss&es de engenharia civil.
Era auctor de um romance histrico O Cara-
mujo, onde elle descreveu, com boas tintas e cor
local, algumas scenas das campaniles da liber-
dade, quando as tropas do duque da Terceira se
aproximaran) da sua entrada triumphal em Lis-
boa, a 4 de Junhu de 1834. '
Avelino da Silva comecou a sua carreira na
marinha mercante e depois servir nos navios
de guerra, que estavam ao' servico da Junta do
Porto em 1846 e conservou-se dedicado sempre
aos principios do velho partido progressista, e
em extremo liberal, por vezes muito exaltado
Deu ltimamente dous concertos em Lis-
boa, 110 tbeatro S. Carlos, Arthur NapoleSo o
celebre pianista que a America do Sul tem ap-
plaudido com enlhusiasmo desde o cotneco da
sua triuinphaute carreira.
asado ce.tn una lor.uosa seuhora brazileira.
con luzia a esposa a Pars por causa da sua mi
liniirosa saude, e 'volta accedeu a lomar a fa-
zer-sn ouvir em Lisboa, onde ha perto 26 annos
dera os seus ltimos concert-".
Intil ser diziT-lhes que o nosso laureado
compatriota foi recebido com indscriplivcl en-
Ibustasmo e applansos delirantes, nao s quan-
do executou pV'Qas de graodissima dificuldade
do re|iertorio classico estrangeiro, como quando
(!e.-(i)ipenhou umitas das de sua propna compo-
sico, nao menos festejadas.
O Diario Ilustrado de 2 de. le mez traz o &'tra-
to do eximio artista e urna bio^raphia muito
abundante de faclos e rica de apreciacocs esthe-
lieaa do Sr. Alberto l'imeulel.
Fez gran le baruiho na imprensa o caso
succedido ha poucos dias do pequ no vapor de
carga Alhena-, l'relado pela agencia em Lisboa
da companhia Chmgrurs Reuns, Pujos barcos fa
zern viatieni para OS |X)ito^ do Brazil.
E' o caso que es agentes cncurralarain 118
emigrantes do Mnho, homens, inulherese crean-
iodos amonleados n'uma pequea parte
livre do poruu onde apena- 10 individuos pode-
riam estar.
Ao cabo de 24 horas de embarcados, com pe -
gima, Bseauae repugnantealimentacOi aquelle-
desgraeadoa pudor 0 mandar para trra urna
reclauac&o polica do porto. O Sr. Tavares.
ebefe desse ramo de servio, foi meia-nmte
livrar aquellas almas e aquelles corpos do im-
mundo puigatorio, ronde lalvez nao escap
un'tade com vida no trajelo para o Brazil.
ora d.;s t..es passageiros quera car a bor-
do. Sabidas as coatae, omadado para tena pal 1
chefe da polica, fiaba um pasaporte oue
erdadeiro [tois ffira passado para outro i.i
dividuo.
Toda a vigilancia das auctaruiades pouca
liara a maneira como s rlados os ciui
grantes. ,
H0.1 da-feira gorda) ha uma batalna
de llores no palacio de. 1 Porto. A que
se prepaia un Lisboa, para a Avenida da L-
lier.lade, e para a qual j se aclla inscripto gran
de numero de carruagensenl Ha-.
tempo o peruii
aso contrario SJ^m^g^iyinjf.i.aak-aiiia
Estes ltimos di
idb toda de
{Mttirf.ku '.,. adieiocivpruHMbs. vlk*o* |
ualardar os concurrentes que apreientarern
Ihores parelhas, carruaiens melboi 'jrnamenta-
ds, ele
Uma commisso de socios desta socledade foi
no sabbado ao paco da Ajuda convidar S M. a
Rainba para a.-sistir batalha das flores.
El-Rc nao' assiste a esta diverso em oonse-'
quencia de se achar incommodado.
No vupur DuCar/os.gnaiahe.'QMiaa>tmriM tar-
de da eslafo d Ramiro, (testa da buha fer-,
rea do Sui a Sraifie) iernm para r.isaa Suas,
Altezas os duques janea e a princeza,
Helena.
ForauwBspe radas
Poco pelu* Srs. lUiqu
Sabugosa o.tonda.de "aa 111
Escusadoserdker Ibes que- lem havido em
Lisboa eipauditlo ba'-s. oi"lMiir..roprti.-riiia-.
mas mas despezas ecedcm-os de i00.if.i0
18, pelo menos.
i's ldermen sao juizes de paz, liscaes da ci-
dade : reunidos em tribunal, examinam as elei-
C6es da cidade. as.qucsies, que concernm as
liberdades do cidado, os jatildes, as despezas
communaes, as prises. a polica. Quanto ao
Common Counsil, formado pela reuniao de lord-
iui>l ,. dos Ideimen, etio-mtincilmen. o ver-
idadciro cnaeuibo numioipal da cidade, dispoe
da todos os seus bans, ooweia os empregados,
nuodilica al sua constituico interna sem a in-
:c.:i da governo : .uina simples onteoanca
itennanseibo;que sulitliluio a nomeaco vitalicia
coes de ataadamde a|iM^aaia^tatRml:ta-o, umoHwl ? Z
lilhos da aristocracia e da alta IInanea.
Nos sal5es dos theatros dancam l'uiio>ainente
al de madrugada caneanistax francezai de pro-
lissn e a burguezia enrnge por esta especie de
diverso ruidosa. O estalo, a bisuaga e o tre-
moco ainda ,io foram banidos de lodo: uiar-
cham todava em curada.
Os theatros exploram comedias em que se
provoca o riso, e cada qual traa de se desopilar
como pode ou nos espectculos .pblicos ou nos
salsifres partcula res.
Esperam-se numerosas mascaradas amanh :
as da domingo foram aguadas- pelo mo tempo.
L.
na*-*Klac.,o da-Tewiro do- ltoaj!ve .1 sua eieicao peridica.
tes (Ithpaimaa, maegu-z ^aajsr quando esoaaiieu : Nunca houve um
m:.ment natt;('ns!otB(t-Jngleza em que o ele-
mento- ar:ti.'Q nao fauaiubastie sobre o elemento
SCIENCI \ S
regsueu nutajcloal das "aa-
dcs cidade. esranget1*
i;i:vi;k enbs dltx mondksj
II
iConnuac'
E' a emnnacao directa dos aaafrte*, cujas elei-.
ces infelizmente sao feitas na maior obscurida-
de, noMiieio da indilTeienca geral.
Citase um dtstricto populoso onde, tendo sido
convocados 3..000 eleilore.-. s seis apresenta-
ram- se ao escrutinio. Horneado por um corno
eleitoral pouco numei-oso. o Metropolitan, que
um Vestru vestriticado al patencia N nao
deixou de executar grandes cwisas ; aformoseou
e saneou Londres. Cessa de existir partir ile
1 de Janeiro de 1889.
Na Inglaterra liga-so mediocre valor ao axio-
ma de Hiederer:
Agir i o fartu d m s, deliberar o (arlo de
.imito.'; pelo contrario, a aeco e a-deliberaco
i.vestrtii se mullas vezes da lorma collectiva ;
d'ahi a importancia das eommissOes mil lodos.08
da escala social: o ministerio mais im-
11 ti", o da thesouraria 6 adminisrado por
u na commisso, assra tambem a repanuio do
commercio, o rgimen dos p ibres. Outras limi-
tas reparlicoes exislem ao lado o o liodt-l of Scboois. que tem ; leres quaaiabso-
lutos sobre a educaran : o MdvojmlitdH atflm*
board, os Con>errancy bourds, cominis.-r- dos
ros Tamisa e Le.-..
Antes de. 1629, a oolkia ^Metropolitana, regida
por muitos actos 'ocaea em oo-relaco. e Loa
.ireceo, jn-.-tilic.av;.. quasi este chistoso dito de
um membrodo parlameuto. ,Si ura.jueiscon-
sulto estrangeiro quizesse azer id. a da orgaa
sacio d poftcia na capital, coaveacer-se ia que
ella foi concebida por .urna corpur.ao de la-
dres, com o fim de garantir sua sociedad* os
proveilos posiveis com a maior somma de segu-
ranca. Robert Peel tir.ou do chaos esse ser-
vico : sua fronte, aeham-se actualmeote um
commissario cliete. dous oomaisearos adjuntos,
lodos tres Horneados pela coroa.
Verdadeiro prefeito de polica, dependente do
ministro do interior, o commissario obele o-
i.'i a lodos os agentes da ordem executiva, em
numero de cerca de dez mil. A par delle, o go-
verno escome um recebedor. que representa a
polica, pessoa moral, que sob o ponto de vista
econmico, realisa as compras e as vendas de
bons movis e immoveis. O commissario abe/e
percebe 32.500 francos do ordenado, o recebe-
dor 20-000 francos, os mizos dos quinze tribu-
Baea de polica 28.000 francos cada um. De-
tnais, loaos, agentes superiores- ou inferiores,
sao excluidos das efeJcOes; n3p pndem influen-
ciar os eleitores, de qualquer modo, sob pena de
urna multa d 2.500 francos. Outro correctivo
de sua auteridade vem da imprensa, sempre
alerta, e do direito de processar os funeciona-
rios que abusam.
A cidade de Londres resisti mais de dez an-
nos, e s aceitou um compromisso que, em jus-
ta medida salvaguardava sua autonoma. Desde
essa poca, sua polica est confiada a outra
commisso superior a a um commissario chefe,
Horneados pelo Common counoU, mas o ultimo
deve recebar a investdurac do governo. Ao
corumissario chefe. pertence a escolha dos agen-
tes do servico activo, commisso superior a
esculla dos agentes do servigo administrativo.
0 primeiro prepara tambem os regulamentos de
poiicia, submette-os approvaco do lord-maijor
que os aprsenla homiogaco do ministre do
interior. Em 1883, a polica a da cidade custa-
va 2,52.^.000 francos, a polica metropolitana
28,400.000 francos-. O Estado conlribue com
uma quarta parte as freguezias carregam com a
despeza das outras tres quartas parles. E' o
commissario chefe que reparte entre elles o im-
posto, notifica o contingente dos superintenden-
tes dos pobres (guardins. nverseers). obrigados
a dstribuil-os. por seu turno, entre os habi-
tantes.
Compre distinguir cuida osamente em Lon-
dres a cidade e a metropole : esta cujo mecanis-
mo procurei analysar designa a vasta agglome
raco le Lqndrcs com os seus suburbios ; aquel
la, com os seu 200.000 habitantes, collocada
como um estado no meio da inmensa metropole.
uma corporacSo municipal que, nica, escapou
da reforma de 1835, c repousa sobre a anliga
organrsaco do guildes ou corporaroes de olli-
ciosi
Apoiatla sobre, as sojas 120 carta.-, das oaaes
a primeira remonta ao lempo de Eduardo, o
Confessor, ella resisti valorosamente a todos os
ataques. SiAi corpo eleitoral compe se de 76
livery compunies ou rorporages de ollicios, que
enntam 7.000 membros. de 20.000 freemen, que
oceupam um arrendamnto de 250 francos an-
uuai-s, pelo menos. Em cada ward ou quariei-
ro, os freemen escolhem carta numero de roun-
ctlmen. nomeados por um anno, e um altkrman.
ou adjunto nomeado vitaliciamente, Common-
Coumil, que com prebende 206 conselbeiros e 26
aldermen presididos pelo lord NOfor-e repartidos
em 2 commis'ses, exerce poderes administra-i
tivos, executivos e at legislativos A cidade
tem sua polica a parte, seos iribmiaes de justi-
ga e suas linancas ; Hla so se utilisa da repar-
ligo metropolitana pasa as obras publicas ; flira
disto sua independencia plena.
orgamenio de 881 elevava-sea 190.000*.
Todos os annos, a i') d.- Selemhro, as 76 cor
porag6es de oflicios reunidas n Guildnall apre-
sen'.am ao tribunal dos aldermen dous nomes.
denire os quaes estes es |.ara o auno seguinte;de faci, os Ikeripnrn
propem sempre os alderme.i ina'.s ulicos. Pri-
aKiramente rliamadoporj/iin depois justicei
ro ou camarista, esse magistrado da cidade as-
-u.iio, em 190, o titulo de mayor; o primeiro
c dadao la liu-ralerra, nos limites desaacir-
luinscripco, onde domina a ledos, exceilo o so-
berano; nicamente com este 1- a o privi-
legio th : zer levaradianle d si urna massa por
sargentos; oulr'ora, poi da mort
rei, era considerado como o primeiro
geffl do reino. King's uctnn teneu-.
E' juiz de p '.. escrivo dos ni rcadns, arquea-
dor ios vanaos, tnedidoi dos carvoes lepedra,
dos cereaes, de sai e .ios fructos, conservador
do Tamisa, almirante do porto de Lon Ires, pre-
ii. da 'eunio dos aldermen ; preeuche, as
11 alias d. as funce
ebefe, tem o direito de recebe, 'odos os
annos seis cabritos moalezes e seis gamos dos
pateos reaes, da feslas exph-ndidas aos. res, aos
imperadores, ou lores.
Sua casa compe se de cinco esquirrs 0 por-
.ada, o pregoeiro commnnal e o ale
irmas, o bailio-maritimo e
. triucbadoc; lia. alm capeliao,.
os tres alcaides da samara,
sete ''"'" -"tan ele. 1
icrativ.
seaoO.* frau-
:rr*
ni 880. o rendimento e as despezas da ci-
dade attingiram a cifra de 60 milhoes de fran-
cos, sua divida a de 132 milhoes, pelos quaes
paga 3 1/2 e 4 % de juros. Afora os imposto?
directos que percebe os reudimenlos de ,-uas
pcopi-iudaiks, dinaraai .laiiUa. 4la>^caaadcram
direilos de mercado, ele porto, de arqueago,
direitoj sobre os cereaes, os carvoes, as vendas
de gado...
E' a sea orgnnisaco corporativa, a seus^ioV-
det que. a eidade deve nao,ter sucenmbido aos
esforcos de inimigos mais loquazes e teimosos
do que numerosos. ''odota foi a origern del
guildes, briibaote o-seu destino.
O Iritor quer assistir ao nascimenlo da corpo-
ra.,. las tendeiro- ou vundedores de especia-
ras .'
Em um dia do um; 1 .lo U8, 2 especieres
de Sopor's Lae Cheapsidc, juntando juntos,"
decidem fundar una, inik e designan) dous
dentre m como piimeiro governadere primeiro
a arden. Engaja-se um sacerdote para cantar e
orar pela cculraria e por Lodos os cluistos :
concordara ajada en; cofilcUaHU cada um efl
um penny por semana (boje paga-se algumn
vezes mus de 100 por anaol. E foi assm,
observa o Sr. Dehaye. orando e festejando, que
entrn no mundo ;i eorporaco dos tendeirp
Encoraj'.das pelos rois. as corporacOes de of-
cios sopplantaram pomo a pouco a burguezia e
e arrogaram n si o governo das cidades; em
Londres disbnguem-se immediatam-i.te ocios
seus maguifleos trajes, escoltam o svamni/vr iujf^
cortejos sumptuosos. quando,vo apresenlal1^
ao soberano, em Westminster.
Na sagf-ago de Eduardo I, as confiaras appa-
receram. (rajando cores en .arriadas e brancas
com os i-mblemas de -eus ollicjos ou rny-ier.tos,
e pouco depois tiveram o titulo official de Urery
companies, ou companhias de libres. A libr
loruou-se uma verdadeira honra, e assumio lu-
gar lo eminente que se nenia algumaa vezes ao
rei que elle proprio a compuzesse.
()uir'o".i inguetn poda entrar em um gude
nao ;ct >seumaprofissomecnica00com-
mercia! ; :;:. faenhiude de comprar esse d-
reitodesnatu u ilinal a instituigo. Acredita:-
do que luvii iuso.uma Eonte le influencia e.
is vantagens. estrangeriis que nao periee-
ciam a neuhnna pflici i-sc adotlir ou ;-
liaram seu.- (litio 1 como uqrendizes. e consegu-
ram dora tar ia ; iroi ai l< s b.
Moje. o< tbefes dos guildes administrara quasi
sem vigilancia os negocios. e as propriedades,
algumas lemasiad a atoa veis, da associa-
co.
Oniod'j a ores, mantem-se pe-
las iotas, pela 1 irrupc.:. e, considerando, com
os bespanln es, que o ntre e um grande poli-
tico, fazem das restas e dos banquetes de ilan-
sion House ed 1 Guildball um instrumento para
reinar. 0j banquetes tem assistido ao nasci-
mento das corporagoes d ollicios e alegrado
seu hergo : presidem sua gloria, garanlen
seus destinos. A Itvery tem seus banquetes de
fundaco duas ou tres vezes por auno ; seus
empregados banqueteiam-se cada semana vindo
retirarespheras de preseoca, e replicam seiu
daviia aos censores melanclicos, que os abu-
sos que lu-adam ao O .1 aquelles deque nao
se tira algum proveito. ocuram, alm disso,
solidos apoiof qne nao perdem occa3io de re-
forcar.
<) Sr. GladsloQC faz parle da companhia dos
corlidores ; Si. Nortbcote peijeuce dos ulfaia-
tes ; lord tiranville est libado aos- peixeiros,
onde snccedeu a Grey, Russel Palmerslon. Cub-
deu. a 13 dt ulu-o de 1881. em. um ban-
quete no Gufldhpll, o Sr liladstonc tomouo se-
,'uiote coBipronsi-o :
Nunca o parlamento sauccionar nada que
possa degradar nossa grande corporago e en-
fraquacerua aeco : longe disto, uma nova
digndude, unns nova energa, um accrescimo da
con Manga publica, uma recordago da obra til
e dos servico* prestados ao paiz, sero a inevi-
tavel consequencia das medidas que o parlamen-
to adoptar para organisar as inslituiges uiu-
nicipaes de Londres Quanto mais os annos
se accumulam sobre niim, disse elle antes, mais
importancia don s iustituiees lcaos. E' por
ellas que nos adquirimos a'intelligencia, ojui*
SO. a experiencia poltica, que nos tornamos /
apios para a liberdade ; sem ellas, nao teamos
podido conservar nossas nistiluiges contraes. >
Todava, os assaltante nao desaniniavain s j
rite vezes tinham voltado carga conira a me*
Iropolc e coutra a cjdade. centra esse dedal de
leis e de autoridades que necassita da interven-
gao continua do estado ; esses impostos enormes
decantados a ni aoeporcao esses valores immo-
bilisados em algumas naos. Sua vertelulmina
em toda parte a respeito do governo da cidade,
to abuso gigante, como chamava lord lirougham,
do lord mayor, cuja ponnlaridade tem por base
0 apetite dos gve nantes, cuja gesto e uma in-
digesio, esses vdermen nut< idos de sopa de lar-
taruga {turlle (el "'<' imnj, su '< m linha
directa de FalstalV, que tem seu.- mysiciios, sena
archivos secretos interdictos ao pro".'..no.
I'rocisses, trajos rrcorders, bedeis. poder-se-
ba imaginai-algme:' coasado mais grotaatt E
essas corporages, governadas por urna otiga.'
cha, que amn'lironisme, que a)ecadi -ca I
Passai em revista os aldtriu?ny os cotiselheiros
muucipaes. epcoatrareis entre elles pequeos
comnierciantes, relojoeros, correlo-s. droguis-
tas, pu.leir.'s, earniceiroa' cbapelleiros, nem
um representante da grande industria, nem- um
juiz. nen nm eUtfumuB, nom um ri u proprieJa .
rio, nem um oflicial do exercto. Os homens
que do na vista, a eite dos cidadados desd-
liara essas funeges ; como nm divorcio por ;
anlipatbia.entre o grande negocio e acorporaco.
O mal, alm disso. ultrapassa o circuito da
metropole. *slcn.!e-se sobre todo o reino essa
fraternidade do solo t dos inleresses comrouns
que alli nascem..alma de liberdade municipal,
extiugue-se um pone /portada a parte. l'n
inglez d sempre ares de ir procurar ua partei-
ro dizia Haimllou : sna a. tividade. sua urgen-
cia peios uegocios do governo local, dimiuuem
de auno para auno ; os ciilados abdicam vol
tariamente entre as mos Je empregados assala-
riados ; pagamo seu hometn, segundo sua v\pr s-
so, e mata satsfeitos
Os partidarios do statu quo ou das refor
moderadas nao perdem o lio dos argumen; -.
Nao Ibes desagrada que todos os s. culos, lo
os syst'iiias tenhaiii contribuido con; alg:.: : >
gos para apresen lar urna imagem que se asse-
melha bastante a esses pontos de vista onde uma
nesga de va Terrea descobre aos olhos forra ..." -
(le iodos os seculos.
lleconheccmo? que ha mui'o que faxer mas
vos, mt,smos,cor:fes-:ais que se tem enormemi
aminhade ba 3 amaos, qm* Lon.lre- nSo ne:n
peior nem mais di-pen ii- smente alministrs
que oulras capaes. que as grandes repart.
funcciooam r a -1,. ri ida le reconheeida.
IVirvcituri nio 'l'endemos n.- as vrlhas
herdades locaes ? Porwntura ttros de
iictividade to diversos nao constitueui .
deira salvaguarda do selfgocernmen'. e nn '
n 11 impossiveis as -edenes, as crises violentas
que a centralisacao excess-.va do governo cora-
1 ..i.al favorece? Que .- ra do parlamento da
Inglaterra em face de um parlameufo rom icipal
representando quatrn milhes e meio de hab
(antes agglomerad..- i
A historia da-ionuuuna'de Pars depoe contra
uma .'.111 funesta.
Alm disso, adres una exp;
phica, e nao ama censa viva, e a alma ruuni
nal falla 1
Quanlo corporag-ao da id
- membn
que os membn
nbros da
"^




1
1
I
le 178i
perante
ularmente



Diari<
I
1 "-J.J1U .LJ___lUL i-JJgii
t
noMun.
naasua
amanado*
iremos de
rte dos re-
to antes 4o parlamento.
^HEo(' dos empreges.- deu livre .cceseo
ude*. iformistas,
lorww publica- eeeee dos aldermeii, do'row-1
ncton peta liberade ingleza con-
tal-a pela cal lleira do Ivrd-tuayo', pela
ua i Iludo e seus sargentos, ser jo-
irenrias. ou nao ler boa f.
Si talha, laneai an mes-
mu ten a toga do magistrado e do
mas do oficial, u condeco-
racaes, as bandetras do exerci'o. tudoquesvm-
bolo moeda ideal.
A le supprimio o Metropolitan Board of Works, sub-
-ttuin to-os por u;u conselho is nicnle pelos ratepayers, dotado de attrbuiroes
conseanreveis.
Cada: burgo parlamentar lomase urna di
eleitoral u foruecer dora avante ao County coun-
il duas vezcs mais membros do que envia de
deputados ao parlamento : 59 deputados, alm
de US conselheiros e mais 4!) aldermm.
Acidado de Londres ter quntrorepresenlai-
tt*s nessu assemttla : perdc seus privilegio* ju
dietarios ti:- quart r lesstow and jmticesi. mas o
seu governu particular nao lica anniquilalo. e.
a despert das prophecias amearadoras de certos
jornues. parece que o fii'der de tlop e Magog
da popularao nao toma exienso.
A polica metropolitana e a polica da cidade
Be Londres licam fra da espheru de aceo do
con seibo geral. cujas elcicoes se effectuaram no
!u de Janeiro de 1889.
B um passo para a frente, um progresso, na
opini io de alguns: um salto naL treras, opinam-
os pessimistas: soja como fr. e atezar d'essa
suppressu um pouco brutal da roparlico me-
tropolitana, ha ahi nina reforma, e nao urna ra-
pfio, e o legislador conservase hcl ao seu
lodo de enxertur novos objectos sera arvo-
velhas.
ro interesse da humanidad", da grandeza O
ral da Inglaterra, desejamos que eua continuo a
desconfiar do radicalismo centralisador que er
ter dcscoberto a pedia philosophs 1 legislativa, e
esqueceque os sys'einas mais simples approxi-
maro se mais do absolutismo, systemas que in-
piravam a I'rondhon esta aposrophe original :
em vossa unidad* materialista, bastara um
ico para governar.
que lem taita sua forra durante seculos. o
si u patriniis no estreno, exclusivo, cheio de as-
pereza egosta e barbara, mas enrgico e cioso ;
o se*a desdem pelas theoria* cosmopolitas e
ido-humanitarias, ess crtica indel^vel na
NM e\e.lleucia moral, a ignorancia da inveja, o
culto de seus hroes c 8 individualismo, o prin
apio mlunt'irio : anda seu apego s iradices,
ao- velhos usos o respeto legalidade, o res-
uelto do paseada ; e -que ella considerou a po-
ltica como urna hygiono que se pratira, quando
nos i eonsideramos como urna geometra que se
appli.
todava, um gopro de radicalismo invade-a e
agita-a : as velhasj iiistituic"es abalara se pela
b;:- : -pela primeira vez, dizia-me M. R. aps
urna viagema Londres, acreditei na possibilidade
de nina revolueo na Inglaterra.
.Noss os visinlios puderao conveucer-se de que.
si m revoluces sao o luxo dos francezes, este
mu luvi ruinoso que ameaca arrebatar o super-
fluo e o necessario, u renda e capital heredita
ros dos povos como dos individuos.
Conserw-m elles. portanto*, suas reliquias po-
lticas. raag antgu liberdades municipaes, anda
quando escoltadas por alguns abusos, alias fa-
cis de corrigir. e que tennam presente ao pen-
samento o precrito (fe nm moralista desabusado :
O hemem descontente do bem visa o melhor,
cahe no mediocre e n'elle se conserva, receioso
do peior. t
tCantMHa).
StipelORls
Mina Srs :
Corbiniano de Aquino i' onseca.
Carlos de Moraes Gome Ferren-a.
Nadamaiithavendoa tratar o Exm 8i
sidente deo por lindos 03 trabalhose lewilou a
essao-s'3 horas-da tarde.
E eu Francisco Joaquim tk Oliveira Cunlw,
indo de 21 secretario ftz a presente e sulw-
treto
Francisco Joaqi -*m de Olimra Cunte.
* see retano.
Bario de Casa Forte (servindo de presidente).
Corbiniano de Aquino Fdh-
Manoel Nunes da Fonse a
Manoel Soares de Figtwiredo.
Francisco Pereira da Silva.
Joaquim Antonio Christovo.
Antonio Jos Coimbra Guimare.
Por procuraco de Manoel Jos da Cunha Porto.
ntonio Jos Coimbra Cuimaraes.
Caetano iriaeo da Costa Moruira v C.
Francisco Ferreira Bailar.
Henrique Beniardcs de Oliveira.
Por procuraco de l.auri ina do Jess Regadas,
JoSo de Aquinn Fonseea
Joaquim Al ves da Silva Sa"nto.
Por procurafo de Margurida Julia Ferreira Ma-
chado,
Francisco Pereira da Silva.
Jos Ifnfjnein de Soasa.
Por procuraco de Jos arcellino da Kosa.
Joao Fernandes de Almeiia.
Manoel Fernandes da Costa.
Joao Ferreira Bailar.
Antonio da Cunha Ferreira Bailar.
Henrique Bernardes de oliveira Jnior.
Manoel Bernardes de Olheir.
Manoel Gomes de Mallos.
Visconde da Silva Lovo.
Por procurago de Jos' da Silva Loyo Jnnior
Jos da Silva Lovo Aurelio dos Sanios Coimera.
Por procurac5o de Manoel Albino de Amorim
For procuraco de Manoel Rodrigues de Men-
donca.
Por procuraro de Manoel Pereira Bar' a
Jnior.
Aurelio dos Santos Coimbra.
Por |m>curaco de Manoel Joao Comee de Aino-
riii',
Barao de Casa Forte
Francisco Jos dos Passos Guitnaraes.
Por procuraco de Jos Fernandes Lima.
Francisco Jos dos Passos Guimares.
Sebastifio Lopes Guimarr-s.
Jos Ferreira Marques.
Joaquim 'Ivs da Fon ser .
ctm tintura de iodo pura, recen mu ule prepara-
da. Desejaouvir a opinio dos seus-collegas
sobre esta questo.
Sendo depois concedida a pilavra ao Sr. Dr.
i oeHio Leite^ dis estaque, tendcocoisifte de ver
o doetite de ..neurisma, a que refeno-ee o ora-
dor que o precedeu, reconheceu a molestia e
aconselhou-o a rcolher-sc ao hospital, am ser eita a operaeao; e que, quanto a qiestao de
hydrocele, deve ser-ell* discutida cora mais va.
gar.
E' esta urna molestia muilo frequente, cujo
tratamento o te:n preoecupado, porque quasi to-
dos os dias tem no seu consultorio doentes da-
quelle mal.
Ha um anno, mais ou menos, foi chamado o
oradoi para fazer nina dessas operaees em um
individuo que j tinha soffndo a operaco com
a mjecgaodo alcool. Fez a nova operar.lo in-
jectando um liquido composto de partes iguaes')
de tintura de iodo e agua e raeia parte de chlo-
-a adfcmwro dinrei-
quatro mezes depoia a molestia reppareceu;
pelo que o orador (ez-llie a inci-f-o, ortou a Mi-
nica. daidauni^toiitiv no centro apphcowwm
tubo de drainage e o curativo antisptico. O
doente, em seguida a islo, teve urna extraordi-
naria erysipela que ebegou a fazer receiar-se da
terminagao, mas vinte das depois retirou-se do
Hospital Portuguez, onde Be bavia recolhido,
julf.'ando-sc curado.
Entretanto, decorridos quatro me/es, a mo-
lestia reproduzio-st.
O orador julgou acertado fazer esta commu-
nicaco a casa.
Oblendo novamentc a palarra o Sr. r. Mala-
quias, pede c obtuve que, em vista de estar a
hora amantada, seja adiada a disrassSo para a
sessfio seguinte.
O Sr. Dr. presidente declara ter o Sr. Dr. Pau-
la Lopes desisti da |ialavra cara que se achava
para discutir o ponto que fazia parte da ordem
do da, e que foi considerado pela casa sufficien-
temente discutido.
Nada mais liavendo a tratar se, o Sr. Dr. pre-
sidente marca para ordem do dia o seguale
ponto : ijual o melhor irataraento do hydro-
cele 1 ficaadocom a palavra o -r Dr. Malaquias
e levantru a sesso.
qu*' njeageeo wjueisario, visto confiar na ido'-
neidade de semelhantes membros da commis-
so. SeDdo em seguida levanlaSa sessao.
DtniltttrttittaDistrilajio-se non tem o m
10 desta gazeta musieaL^o qual traz urna linda
walsa para piano, detrominada SonsU^
composicao do Sr. Louronco T. Silva e ofEereci-
da ao professor M. Cleto.
Agradecidos pelo presente de um exemplar
que nos 'retmnterara. ,
<""> !' i>ft
nhfi de hontem alleceu de bcriberi na enferma
riada Casa de Detenco o detento Joaquim de
Sanl'Anna.
Km Rnn anttim XoengcnhoBoa-Kspe-
rancadesse termo um individuo ferio traicoeira-
mente com um tiro a Antonio Marlns Rangel as
9 horas do da 7 do corrente
O delnqueme fui preso e confessou o crime.
victima lo kerMr Mara' Joaquina
da Coiioeieo. residente no Peres, freguwaia l'ormio, o doeute teve reaccao febril, mus tres ou tAfogados icou aote-bontem: a nolte muito quei-
ASSOGIACOES
PIRNMBCO
tita da se*! ordinaria da as-
Ncmbla gem dos arcioalstas
da CoMipanhia de seurov In-
dcuinisadora.
.Vos vinte e sete dias do me* de Fevereiro
urna hora da tarde no escriptono da Companbia
de Segaros Indemnisadora, presentes trintac qua-
tro Srs. accionistas, representando 490 accOes, e
na ausencia do presidente da assembla i'eral, o
Cxm.Sr-conselheiro Francisco de Assis Rosa e
Silva e impedimento do vicepresidente o Illm.
Sr. Manoel Joao de Amorim, assumio a respecti-
fa cadeirao 1." secretario o Exm. Sr. Baro de
Casa Forte, convidando para o lugar de i. secre-
tario o Illm. Sr. Aurelio dos Santos Coimbra e
para o de 2 o Illm. Sr. Franciso Joaquim de
Oliveira Cunha.
O Exm Sr. presidente mandou proceder a cha-
mada dos Srs. accionisias, linda a qual, declarou
ha ver numero legal, e declarou aberta a sessao.
Em seguida disse, que a reuniao tinha por lira
a apreseiitaco das contas da Companhia. refe-
rentes ao anno de 1888. leUura do relatorio da
cao, do parecer da commissoo fiscal e pro-
ceder se a eleicao dos funeciooarios, que tm de
lirigir os negocios da Companlna no biennio de
1889 1890.
Pedio a palavra o Sr. Corbiniano de Aquino
Fonseea e requereo, que fosse dispensada a lei-
ura do relatorio por se achar impressoem folhe-
tos e dislribuidos pelos Srs. acio ustas. limilaii-
do-se leitura do' parecer da commisso fiscal,
que sendo submettido a discussao, foi approvadn
- 'ii debate, vista doqueoExm. Sr. presidente
lou proceder a leitura do referido parecer,
qu'.! linda e nao liavendo quein sobre da quizes-
se uzar da paktvra, foi approvadn unnimemente.
De-larou anda o Exm. Sr. presidente, que ten-
esizotado a primeira parle do> trabalhos da
lili milliln a-se entrar na seguoda. isto ,
le r-se a mencionada eleicao, para o que
;o vidava aos Srs. accionistas munirem-se das
uvas listas. Cinco minutos depois mandou.
ceder nova chamada, veriheando-se anda a
-enea de 34 Srs. accionistas representando 98
votos. Abertas as urnas achou-sc exacto o nume-
ro de sedulas nella? depositadas, que separadas
l'oram lidas c apuradas dando o seguinte resul
lado:
Mesa da assembla geral
PresidenteManuel Joo- de Amorim 98 volos
. ice-Dresidentc-Dr. Manoel Gmrj d<
Mattos 94
iio -Sebastiio Lopes tiuimares 4
'Secretarios -Joo Ferreira Baltar 95
Francisco Pereira da-Silva 94
Seliistio Lopes Guima-
res 7
CommJHs'i licKeS
Comraendador Albino Jo-e da S Iva 98
Baro de Petrolina IH
Julio Oesar aes Brrelo 'M>
Dr. Manoel Gomes de Mallos
Franch-.o Parek* da Silva ti
Directora
Jos Ferreira Man|iie- 96
Antonio da Cunlua Ferreira Tallar 95
Joaquka Alves da Fonseea 94
Dr. Manoel te* de Heltos 9
.Supplentes
Corbiniano de Aquino Fonseea 88
Carlos da V -- ''. di F- mi 1
de Casa i 8 -
lo. Jos de Vmorim i
Prancis Pereira da Silva i
Ferreira Baltar I
4iqorim 4
::ilieim Pinto Gti ..raes
ivlo ,: : Sr. ,;:d*ate proclaivo

Pres I
. i lilil. Sr. M i el Joo di- Aiborim.
Vio :itt
O U'nw Sr. Dr. Maa Matlos.
-
(i- Illdis Srs.:
Fran ira d S
Joao Ferreira Balla-r.
O- U!,ns. Srs :
Baro de Petrolina
Os fi ;,-*

ra Ubi
Assucianlo Medico Piarmaceu-
n\ Pernambucana
ACTA DA SESSAO DO DA 81 DE FEVEREIRO
DE 1889
:'K*SIDNCIA nn SB. un. LClABIADE.s VkLL)-h.
Aos 21 das do raez de Fevereiro de 1889. na
sede da Asso iaco, prese des os Srs. Drs. Vel-
loso. Malaquias, Joaquim Loureiro, Coelho Leite,
Joo Paulo, pharmaecutic: Sabino Pinho e Drs
Curio. Barros Sobrinbo, larros Carneiro e Ga-
ma Lobo, o Sr. presidente abre a sessao.
Lida a acia da sesso antecedente foi appro-
vada.
Passando se ao expedieite, o Sr. Dr. presi-
denU kmbra as coinmissOes a obrii;acSo em
que estilo de apreseutar pontos para seren dis-
cutidos, i; que nao tem feito at agora; e depois
foi reeebido o Bolletim da inortahdade da cidade
do Reife durante o auno i roximo passado, que
foi offerecido pelo Sr. Dr. Matheus Vaz, presi
dente da junta de bygiene.
Teudo de tratar se das materias adiadas fo-
niin postos em discussao os seguinles requeri-
mentos :
1. Requeiro que se solicite dos poderes com-
petentes medidas tendentes a evitar que ua es
lacio calmosa seja o solo revolvido diariamenle
oomn succede nesta occasiSo. 7289Coe-
lho Leile.
2. Requeiro que a Associaco, em vista da
alta temperatura a que oslamos submeltidos na
presente estaco, e a manileslaco de alanos
rasos de febre Jamarella e de oatras molestias
lufeceiosasque se e-slo desevrolvundo, requei:
ra a presidencia da provincia para que se dign
providenciar no sentido de. seren desobstruidas
e limpas, com toda a urgencia, as galeras sub-
terrneas destinadas ao esgoto das aguas exis-
tentes n> perimetro d'eeta cidadc> constituidas
pela falta de assew, focos deemanaces ptri-
das, donde se desprendis pelas sargetas. de-
nominadaswoca de lobc, exhalaces mephiti-
cas e infecciosas capazes de desenvolver graves
consequencias contra a salubridade publica.
1889 72-Dr. Alcibiades Velloso.
O Sr. Dr. Joaquim Loureiro, oblendo a pala-
vra. mostrou a conveniencia que eutendia exis-
tir em serem dirigidas as reclamacoes junta
de hvgiene, mandando a mesa e seguinte re-
querimer.to:
Requeiro para que em vez de dirigir-se ao
presidente da provincia sobre assumptoi dehy-
gieue publica, dirija-se junta de bygiene des-
ta capUal.e iasoesta nada resolva, anteo se o
faca ao presidente da proacia. Real*:, il uu
Fevereiro de 1889.Dr. Joaquim Loureiro.
Posto em discussao pedem a palavra os Srs.
Drs. Coelho Leile que se declara a tavor d eliu
e. depois de passar a presidencia ao Sr. Dr. *a-
laquias, oSr. Dr Velloso, que diz achar interee-
sanc e mesmo de certa importancia a materia
de que se tratavae porisso entenda dever ser
i'ea a reclamago aireotimeote ao presidente
da provincia, pelo que votava contra o requeri-
mento do Sr. Dr. Loureinx
Sendo, em seguida, encerrada a discussao,
por iiiiiguem mais ter pedido a palavra, foram
approvados os tres requerimentos cima.
Passando-se as indicantes, obteve a palavra
o Sr. Dr. Malaquias, o qual diz que, lando de
relatar alguns tactos da clnica cirurgica do
Hospital Pedro II, nao se deveria notar a falta
de ordem e methodo de que se resentisse a sua
exposico, desde qoe o tazia como mero rliro-
nista.
Foram pratieadas naquilic Hospital, diz o ora
dor. tres operaces de talha. no flm do mez pr-
ximo lindo, sendo que em um dos doentes, que
tinha de 13 para 14 annrs de idade, torne/u-se
nolavel nelo volume e luresa do calculo, que
pesa va lio grammas. ro praticado o proces-
so peritalideielaton, liojve ruptura da bexi^a
devido aovotame da pedra, nao havendo depois
accidente algum.
No dia Mguinte o operado eslava em tempe-
ratura normal, continua ido sera novidade at
boje, que fazein dez dia-
0 2 caso, para o quai chamo a ailenco dos
collega?, foi o de um doente que Tccolheuse ao
Hospital, ha um anno, stUremto de urna inlerco
urins4.
O orador fes diflereotes incisr-s. mas calii-
ram em grangrena ti dos ee*teculos dos osero-
tos,-penis, daarte interna uta* eoxns e da re
gino perineal. Cicatrisadis-lles, o doente licou
sem uretnra, uripandopo- nma tislula no anyu
lo peniano, no que enesntrava diflicnldad.'s o
lia\ia. grandesiesvantagens. Assim, recollieu
se de novo ao Hospital e o orador resolveu res-
laumr Ibeauretlua, recoireadn para isso anr"-
tro-pla-iia fez a operaro e o doente ja hoje.
urina rejuUroieiilc por ineio de um algalia,
reslaiid de todo apenas urna fstula no ngulo
pe nano da qual o orac r prek-nde eoral-o. ia-
zeud uum ourra operaco.
1.--.0 foi urna menrisroii ilTusa na re-
drlfRcil-dia^rvti- rqne difTi-
pereebia as [iieW-aciM-s. d o orador de
'."tire qual seja
-de oper.u :in. se a inciso ou a l-
diu se por esta, por causa da ron-
sos de ttano lias inris
colliendo u lomprcssao, porque a iustrumenial
nao d resuliado o a digital dillicil por
de auxiliares que devem i, fes a ligadura uo .ertice dotruingul
O doente vae f:r oravelnieote.
Passando anda a tratir de um outro doente
que soii'n.. de hydrocele. eem quem foi pratiea-
i fin. o arador diz que existe relativa-
tratamento di ssa molestia moa *(!--
i qu-- pequea.
\ u u .. i casa.
En .ulor que u incisao
lii^
RKVISTA DIARIA
*".si:iIH-a Pro inrinl Fuaccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Baro de
Itapissuina tendo comparecido 23 Srs. depu-
tados.
Foi lida e sem debate approvada a acta da
sesso antecedente.
F"oi a imprimir sob n. 6 um projeclo, prece
dido de parecer da corauiissao de policia, refor-
mando o art. 140 do regiment interno.
Approvou-se o requerimento do Sr. Jos Mara
sobre o subdelegado de Barreiros.
Foi retirado a pedido do Sr. Elisiario de Mo-
raes o seu requerimento sobre a menor Ger-
mana.
Approvou-se sem debate om requerimento do
Sr. Jos Mara pedindo copia do orcaraento para
os concertos do paco desta Assembla.
Approvou-se, depois de orar o Sr. Joo Au-
gusto um seu requerimento pedindo informa-
cues sobre o que ha acerca do projectado arn-n-
damento do Mercado Publico de S. Jos.
Passou-se ordem do dia.
Continuando a B. discussao do projeclo n. 106
de 1888 (engeuhos centraos) encerrou-se depois
de orarem. os Srs. Joo Augusto c Druinmoral.
sendo apiadas mais duas emendas de ns. 23
e 24.
Procedendo-se votaco das emendas foram
approvadas as de ns. 17 (substitutiva do pro-
jectoi e 18 a 23, sendo rejeitada a de n. 24.
Eucerrou-se a 2.* discussao do projecto n. 1
desle anno (revogago da lei n. 24a) nao se vo-
tando por falta de numero.
Adiou-se a l.* discussao do projecto n. 2deste
anuo.
O Sr. presidente t-oomeou aos Srs. Jos Ma-
rianno, Elisiario de Moraes, Jos Mara, lysses
l'ianna e Estevo de S para a commisso de
exame de leis nao sanecionadas.
A ordem do dia : continuaco da antece-
dente e mais : i.' discussao das emendas apio-
sentadas em 3." ao projecto n. 106 de 1888.
< onnolli Itterart* Reunise honleui
sob a presidencia do Dr. Inspector geral, em .-es
so ordinaria.
Foram aos e approvados os seguntes pare-
ceres :
Da Ia seceo relator o professor Fragoso sobre
o requerimento do professor Antonio Nobre de
Almeida Castro, consultando a Inspectora Geral
acerca das funecoes dos adjuntos, concluiudo
pela apresentago de um projecto de instrueces
pelas quaes devem ser reguladas as reJaces dos
cathedralicos e adjuntos.
Da mesma seceo e relator sobre a pcti(;5odo
professor contractado da cadeira de Chos. Ao-
v de Albuquerque Mello, requerendoa transfe-
rencia de sua cadeira para o povoado do Cedro,
concluindo que nao est no caso de ser attenddo.
visto nao terem sido satisfeitas as exigencias
legaes.
Da mesma secgo e relator sobre urna consul-
ta do delegado litlerario de Afogados de Ingazei-
ra concluindo que s devem ser considerados
validos os exames dos alumnos das escolas pri
manas prestados na epoclia marcada pelo regu-
lamenlo vigente e de accordo com o regiment
de 20 de Outubro de 188o
Da 3' seccao relator o Dr. Jos Diniz sobre o
matia por ler se incendiado urna poreo de kero-
sene que ella passava de'uraa vasilba para ou-
tra.
Foi recolhda ao hospital Pedro II.
impi-fiiM <" hontem de Pariz os ns. 2'8 do peridico Le Br
sil, 189 ta Rrvue Sud Amertame e o 5 do Cor-
fin da Europa com nm supplcmento ao n. 6.
O presente numero do Correio da Europa tiaz
bonitas gravuras c artigos interessantes sobre
diversos assuraptos.
Na Livraria Contempornea a ra 1- de HMfa
n. 2 sao agentes aqai desse jornal os Srs. Ra-
miro Costa & '. aos quaes-agradecemos o exem-
plar que nos enviaram.
iiouiar relntdo Os Srs. Joaquim Sal-
gueiral & C, estabelecidos a ra Marcdio Dias
u. 22 eslo empregnndo um novo processo para
a refinago de assuear especial, o qual deu ex-
cellente resultado, como verificamos por un
amostra que desse assuear especial nos envia-
e que o oendtra'senmeio, oeerescenlando a
victima que lora o primeiro a apitar ;
Que ludo isto sa parson seie-a iprtseuca dai
policia; ou notes de qualqui'HiiitoFidadoipoJioIfll.i
porque alm do guarda civieo que persegutrai
iJiurentina, appareceram outros depois que-in-
cumbiram-se de chamar o subil-legado;
Que chegada dessa auoridade o Br. Jos
Mara em companhia delle testcmunha enamoran
de parte e disse que havia meios de se deseo
brir o criminoso se desde logo a autoridad* qui-
zesse colbcr as informaoes que dariamesse re-
sultado;;
Que o subdelegado diese que premptanieute
!Ml|iMf|i|MIMtnM*>m .'io pra<
Mara podia prestar-Um; j que conhecia os pre-
cedentes e eslava habilitado a encaminhar as
processo instaurado a professora Rufina Deme-
tria de Souza, concluindo pela sua ahsolvipo.
Da mesma secco e relator, sobre a peticSo da
professora Catharina Leopoldina de Castro Aran:-1
jo. rcquerehdo a gratificado de mrito eoncluin-
.io que nao est em condigOes de ser a mesma
peticao informada favoravelmente.
Da mesma scecuo relator o Dr. Rt^ueira Costa
sohre a petigJo da professora Emilia Alexandri-
na de Albuquerque Pedreira, requerendo a gra-
tilicacfio de ment, concluinJo que nao est no
caso de serattendida.
Facilidad? de DlrettoResultado dos
actos de hontem.
Io anno
Vicente da Silva Porto, plenamente.
Antonio Francisco Regueira Pinto de Souza, dem.
Jos Wenceslao Regueira Pinto de Souza, dem.
Francisco Carlos Rodrigues, idem.
Deocleci no Nunes de Oliveira. sirnplesmente.
Joao Chacn, idem.
4" auno
Antonio Barbosa de Faria'outinho. plenamente.
Lycurgo Narbal Pamplona, idem.
Francisco 'i res de Samnaio, idem.
Antonio Evaristo da Cruz Gouveia. simples-
menie.
aetano Convia de (jueiroz ilonteiro, idem.
Victoria* Reducir Pinto de Souzn. dem.
Monumento da I.IktiIhI- em Olln
daA convite do respectivo thesoureiro reu-
uio-se honieui noite a commisso do monu
ment commemorativo da le 13 de Mam. na vi-
sinna cidade de Oliuda. Com-pareceram os
Illms. Srs. desembargado!- Alves Bibeiro, Drs.
J. V. Meira de Vasconcellos, Jos Austn-gesilki
Rodrigues Lima, Bernardimrde Senta Das J.
J. Alves, capitSes Jos Guilliernie da Silva Duai-
te, Jos Frazo de Alencar, Calixto J de Wello
e engenheiro A. Pereira Simes.
' O Sr. thesoureiro convocara a rennio para
communicar que j se achava sujeit a de -
pacdio o pedestal que lora '-ncouimendado
afundic.ao.de Val d'Osn,'-q;:e urga assim tra-
Btr-M M eontenira execui-o das-obras do mo-
numento, para o qual apenas fica faltando os
degraos de c.it: re sobre os quaes se Bsente o
tJlaaio pedestal l'icou resol vida- -que fosse
asjenU:(: .i 5S do corrente a primeira pedra,
eto r-sistirc;n lodus
as mi'.riiii:de, i. fessoas gradas do municip,.
calido- desde o a mdedos-todos^<
le | rovioeja. e -endo delermina-
dfl ho s n.-lizasse Q ceiemonia s .' horas ila
larde. I'e solvendo ipo quw
denmiJid /-.-(- a inautura-
lo monumi-nio a l-'-'i. Muie alarde. Ira-om-
bidadisertamente este acto, Uoou a t-omoibsae
compostados-:- d senbargador Mve Ribei-
ro, Dr. .1. V. Meira de Vaseo.-icell--. Dr. .1. A.
Rodrigui* Lhi ensanneiro Pereira Si-
mes.
E < o Sr. 'Iiesouneiro
qir-' men-
das, mas que havia uru defi ti de duzenlos e
>i rail r.'-is na caixa. li -ou ass le se
iiais membros da coiran;
i oalraii i d mbscripcoes de
o Sr ibesoa-
rain. Nao conhecemos qualidade melhor no
mercado e quem qizer avahar, so dirigir-se
ao lugar indicado, e concordar com o que asse-
veramos.
Br. Aprlgio UalBiare* -Recebemos
hontem o fascculo (a) appendice obra Mis-
celia nea Pliilosophica e Sociolgica do tinado
Dr. Aprgio Guimares.
Contem o discurso, que pronunciara na so-
Icmnidade da colac,o do grao de doutor aos
Srs. Jos BygiRD Dnarte Pereira. Manoel 'inlo
Dmaso e Frederico Auirusto Borges. em 24 de
Novembro de 1876.
Patrimonio Ht-aaardRecebemos Jior.
lem dos Srs. Rodrigues Saraiva & C, estabele-
cidos ra Rario da Victoria, 3*000 para a
viuva de Pedro Regaard.
Tambera recebemos do Sr. Joo Marlns da
Silva, thesoureiro da commisso nomeada |>ela
redaego do Rebate. 28000 para o patrimonio da
familia do mesmo Regaard, sendo 1 jeOO do Sr.
Antonio Joaquim Casco e 15000 de um ano-
nyino.
Hontem mesuio entregamos ditas quanlias ao
Sr. commendador Josepi Krause.
i*ro-io A Irmandade de Nossa Senho-
ra da Soledade erecta na :igreja de Nossa Se-
nhora do Livramento expoe em solemne pro-
cisso a sacro santa imagem do Senhor Atado
no domingo 17 pelas .'. horas da tarde e percor-
rer as ras do costme.
\aM*lnafo da rea do Imperador
AbaixO'puMicaraos o depoknento do Sr. Dr.
Luiz Demetrio Dias Simes. no processo ins-
taurado contra Manoel da Paixo Ramos. Este
deprame^fo combinado rom os outros j presta-
dos na rorraaco da culpa mais urna prava de
ser l'aixo o issassiiui de Pedro Regaard :
3* testmunha Dr. Luiz .Demetrio Dias Simes,
de 34 annos de idade, casado, natural de Per-
nambueo, morador nesta cidade roa Conde
da Boa-Vista n. 22, advogado, aoscostumes dis-
se nada, testemunha jurada.
Sendo inquirida disse, que s II 1*2 horas da
uouiede9 ae Fevereiro ultimo, tendo sabido do
escriptorio daredarcao da frorinen dirigio-se
para o extremo norie da run do Imperador, es-
tacionando em frente da sede do Club Carlos
Gomes, que n'essa noute dava um concert, e
encontrando ahi Antonio Pinto Xaxier demorou-
se alguns minutos a conversar com este, que a
meia noute pouco maisou monos ouvio o trilar
de apitos que pareciam partir do extremo sul
da ra do Imperador, alarma que se reprodu
zio fazeodo com que atle testemunba e Xavier
dexassem o ponto cm que eslavam para verifi-
car oque *c passava e morivava o alarma ;
Que ao chegarem a esquina da travessa do
Ouvidor, onde est situada a confeitarja Reereio
Popular, notaram que apilava se em dous pon-
tos sendo um destes a esquina da ra do Impe-
rador para a Io de Marco e o outro ra Duque
de Caxias;
Que elle testemunba e o dito Xavier tomaram
ento a direccSo desta ultima ra ondeao che-
garem notaram o ajuntamenlo de aleumas pes-
soasa porta do restaurant (lobo dizendo essas
pessons que urna praca da guarda civicu tentara
prender urna inulher que apressadaraente viera
da roa do Imperador e entrara no dito restau-
rant, accrescentando que a priso fra obstada
pelo capito Tiburtino;
Qne as pessoas a que se refere diziam que
aca.ava de ser ferido um homem na ra do Im-
perador e que, pela circumstancia de a raulher
correr do lugar em que se dera o delicio, o sol-
dado a perseguir:
Qne r.lm desseprnpoque encontrara a porta
do restaurant Globo havia um outro em frente a
typographia do Diario e approximando se elle
tstemunha de?e grupo ouvio dizer que a mu-
Iher que correr era Laurentina de tal, que mo-
mentos antes havia sabido do restaurant Globo
em tompanhia de Manuel da Paixo Ramos e
com este tomara a direq-o da ra Io de Marco,
d'onde entretanto voltara s para de novo entrar
fe sabir do restaurant diriginilo se para a traves-
sa das Cruzcs;
Que elle tstemunha eslava anda no segunno
dos indicados grupos quando da dita travessa
surgi Laurentwm que trajava um robe de cam-
braia bnincj com pistas escuras e vinha acom-
pnnhadade um moco de nome Alm ;
Diversas das pessoas presentes perguntaram
ento a Laurentina se nao fra Ha 'quera havia
passado momentos antes com Paixo Ramos to-
mando a direceo da ra de>Marco, respon-
dendo Laurentma que de facto para all se havia
dirigido, mas nao em companhia de Paixo e
simde um outro individuo para ella dcsconhe-
cido e cora quem havia ceiado no restaurant
Globo ;
Ante esta declaruco foi Laurentina contesta-
da por duas ou tres pessoas do grupo, as quaes
affirmavam terera-n'a visto era companhia de
Paixo, mas Laurentina insisti em declarar que
nao sahira do restauran!com este e s*im com um
outro individuo que ella, entretanto, nao sabia*
quem era;
Que Laurentina mostrava-sc perturbada ante as
perguntas que Ihe fazian, negando at conhocer
Paixo Ramos, quando a maioria das pessoas
presentes dizia que este a frequentava ;
Que eslava anda Laurentina no meio do gru-
po quando se aproximarais o Dr. Jos Mana de
Albuquerque Mello o Antonio Frattcisco das
hagas, os quaes ao avistaren] a mesma Laureo
lina reconhecerara-n'a como a muttier que havia
corrido da ra do Imperador circumstancia que
fra observada por aquelles porque tendqsahido
da rvpograpnla'da Provincia, qu. ndo foram ou-
vidos.os primeiros apitos^ vinim urna inulber
correr da esquina do e-kilx-leci-oeoto de Krause
em direceo trsm'ssti de Ouvhlor, havewdo
mais a notar que o Dr. Jos Mara recommei*
dura a Chagas uno^fcr.^-aiswa dita meflli -r,
fez o mesmo hagas segain o a al .i ra
Duque de Caxias;
Que depois da chegada do Dr. Jos Mara e
i hagas ra Duqw k- i'n\i-,-j:ii ;--siemetiha
veio com esi- pare a ra do Imperador
Aea de ver victimo d ito#, que de
facto encontrara por torra di-fronte da segunda
porta lateral do estaiieleciineiito.de Krause um
individuo corpoleiitrf, bai. claro, b^gcnh ruivo.
e (rajando pamot, collete e calca pMos ou mui-
to escuros.'d" modo-que ooile pareca preto;
Que a violhna estorcia-se maaifetaSdb grande
afflOgaaM- u-na ou OUtra paavrn proferia de
modo pouco |M*rceptrrel:
Que anda assim deelaiiui.p'e nlr
rklo' por um individuo n nuera pedir hUB
urna mulher acompanliava o seo ouVna
Que urna das pessoas prcseops leml i
de pergumar
dera, mas a victima fez um sig I negando com
a eaeeca apoiada sobre o lai-do ;
Que alm disto que foi declarado pela viciima
em presenca deHe-ieotemurhii. sabe t*-
momenms ante d
pesquizas ;
Que aqueMn autoridade tratou de mandar re-
mwero oli'endido para o hospital Pedro II, o que
feito, dirigio-se pura a ra Duque de Caxias en
eompanhia delle te'sieinunha, do Dr. Jos Marn
e de outras pessoas aiu de ouvir LaureitUna
que ento ocoupava o primeiro andar
n. 35;
Que eslava fechada a porta da roa mas, o
penden
jWWIa-Bindaterii-.naapaniSjf o chup;o dt
Paixo,-mus foi isto no momento era qu-
gaard'teaHa'B Painioia em fuM. de ncalo que-
ella receiousse deHcdr e por sua vez sabio nptes-'
-admente do logar do -riinelommidoa dirddraO
do lado norte da ru< do Imperador, tra'
do Ouvidor e Duque de C;ias. entramlode'novo
no -'restouraiit "-"Globo pira mmediaiaiticnte '
salr, r.iuc-auto, indo a"' :i ra Larga do'Ro-
sario no intuito de saberse PaiKa Iwvia entrado
no ie*ahi*N'ctmento :
Que encontraudo lechadas as portas d'este
voltara afit/i'de recoflier-se casa, e foi'nessa
assim proceda aceitando o auxilio que Dr. Jos oecasio que elle tstemunha a vio junto do
grupo que-se formara era frente typfi?rinhia
do Oiario de Pnnambuco, como j diese ;
Que as declaraces -citas por Laurentina u
forain obtidas por meio de meseos oo por qual-
quer constrangimento;
Que ella as tt diante doDr. Jos Mara, d'elte''
lestt*miaha, Arlhur Espica; capito Mjlina.te-
neute Martins e outras pessoas qufl ee achavam
a casu-Jina estufan:
Que o'Chapee de cabera a quu se re fe rio e. que
pelo caixeiro do querellado foi recoOliecidO' como
porta e permittida a entrada da autoridade, do
Dr. Jos Mara, delle'reslemunha e de mais urnas
tres ou quatro pessoas
Que a autoridade procuren eMao saber de
Laurentina se tesiotimnhara o tacto criminoso e
eom que pessoa havia oslado nofies'aorasl (ilo-
bo e sabido a passeio;
Que Laurentina disse nada ter visto, e quanlo
a pessoa que a acompanliava declarou anda nao java sabeporem -qu'no ri'
connecer, alirmaudo -que nao sabia quem era /|he Unantn de nWuntM no
Paixiio Ramos e que este nao ia
e que osle nao ki a sua casa-;
Que a autoridade resolveu enviar Laurentma
para a primeira estacSo da guarda cvica e de
tacto ella para ahi foi laurti i pormnou-dojs
guardas cvicos:
Que isto feito sabio o subdelegado com as in-
dicadas pessoas da casa de Laurentina dirigin
do-se pera a ra do Rosario Larga onde esta-
belecido l'aixo Ramps a quem ento fra a
autoridade procurar, batendo a porta do estabe-
lecimenfo:
Que depois de alguma dmcuUiado foi aberta
a porta da ra, isto a que d entrada para o
sobrado, apparecendo un caixeiro claro, im-
berbe alto e magro, o qual, sendo interrogado
pelo subdelegado, disse que Paixo Ramos sahi-
ra do estaeeteeimento s 10 horas pouco mais
ou menos, nao sabondo dito caixeiro o seu des-
tino:
Que o f>r. Jos Mari a e Arthur Espines pre-
tesrando quererem comprar charntos e cigarros
poderara penetrar no estabeleeimento, entrando
por urna porta lateral que d para o corredor da
escada, entrando tambem elle tstemunha, pe-
dindo nesse acto o Dr. Jos Maria, ao caite ro
qne Ihe vendesse charutos e nao se aaradando
dos primeiros que foram dados amostra, disse^
ao caixeiro que vendesse daquellesque o patro
costuraava fumar ;
Que o empregado foi ento ao fiteiro e esco
Iheu urna eaixa cora charutos que trabara urna
eliqnela circular e apresentou-a ao Dr. Jos Ma-i
ra, que comprou uns tres ou quatro charutos;
Que o flm que teve o Dr. Jos Mara compran-
do eases charetos foi comparai-es com um jem
parle ronsumldo encontrado no lugar do delic-
io, onde tamein foram colindo* dous chapeos
pretds, um chapeo de sol e urna ponteira de ci-
garros, objectos que tendo sido remedidos pan
a primeira estaco da guarda cvica, foram dahi
trazides para a roa Larga do Rosario, na oeca-
sio em que o subdelegado all eslava:
Que para justificar o interesse quetinham em
procurar Paixo, o subdelegado e os que o
acompanhavam, incutirara no animo do caixeiro
a idea de que Paixo havia tido urna lucta na
ra do Imperador, constava que tinha sido es-
pancado e nao se sabia o destino que depoisi
diisto uvera:
Que ouvindo a declaracSo de que Paixo ha-
via apanuado, o caixeiro fazendo cara de riso,
'dissera'pouco mais ou menos o seguinte :
Duvido, qual, meu patro nao apanhava
mesmo assim, nao :
Que o subdelegado procurou saber do caixei-
ro se Paixo tinha sahido armado, mas aquelle'
nao soube logo responder, pedindo, entretanto,
a autoridade que o deixasse ir ao interior do
estabeleeimento para verificar se Paixo tinha
sabi lo com algumu das armas que elle caixei-
ro conhecia, voltando logo depois este e dizendo
que encontrara tres facas :
Que ao caixeiro foi mostrado tambera um cha-
pee de palea que na oecasio foi tomado a urna
das pessoas que estava na porta, peguntndo-
se-Ihe se pertencia a Paixo, ao que b caixeiro
respondeu negativamente e disse que Paixo
havia sabido com um chapeo de massa preto :
Quejforam-lhe anda mostrados! outros chapeos
d'entre os quaes o caixeiro reconheceu como
pertencnte a Paixo um de forro encarnado e
que estava com sangue em diversos lugares,
principalmente na aba exclamando Ento o
- patro ficou convidado ;
Que o caixeiro tambem reconheceu pertencer
a l'aixo o guarda-sol que fra encontrado no
lugar do delicto. tendo antes da apresentaco e
reconbecimento dado os stgnaes desse objecto ;
Que o caixeiro nao informando 'cousa alguma
que podesse habilitar a policia a encontrar Pai-
xo. foi o subdelegado para a l' estaco da guar-
da cvica anda acompanhado pelo Dr. Jos Ma-
ria, elle tstemunha, Arthur Espiuca e outras
muitas pessoas ; e durante o trajelo da ra do
Rosario para a estaco comoinou-se como meio
de ooter-se urna declaraco franca ..e verdadeira
de Laurentina, dizer se-lhe que Paixo aca-
bava de ser preso, tudo havia confessado e
at nao duvidaracomprometter Laurentina;
Que quando a autoridade e as demais pessoas
i-hegaram estaco, achava-se Laurentina sen-
tada em m sof na sala da frente e livre de
qualquer coaeco foi o Dr. Jos Maria o pri-
meiro a approximar-se della para dizer o que
tinha sido combinado fallando, entretanto, bai-
xinho de modo que os que eslavam presentes
nao puderam perceber as suas palavras ;
Que depois de fallar o Dr. Jos Maria disse
ento o subdelegarlo pouco mais on menos o se
guinte : Ahi est mulher, voc nao quiz dl-
, zer a verdade : Paixo j est preso ; confes-
sou o crime e at a compromette;
Que ao ouvir estas palavas disse Laurentina
em tom exclamatorio *mA mim ? e accres-
centou : Eu bem disse a elle que fossemos
- embora. E' verdade que elle est preso ?:
O subdelegado e as pessoas presentes res-
ponderam afirmativamente ; ouvindo de Lau-
rentina estas palavras:
< Eu nao quera comproraetter elle, mas j
est preso, nao foi eu quem disse, nao quero
- historias, vou dizer a verdade e o que vi,
e Laurentina referi ento o seguinte :
Que as lo horas estava em sua casa quando
ouvio um assobio que pareca ser aquelle com
" que Paixo costuraava a dar signal sempre
que da ra a chamava, que despertada por
esse signal chegara janella reconheceralo
que era efectiramente Paixo quem se fazia
annunciar; g
Que Paixo convidara a descer para com
ella'jr ceiar no restaurant Globo ;
Que attendendo ao convite descera e fra ao
> dito restaurant onde depois de urna ligeira
refeic&o, couvidara eila Paixo para dar um
< paeeaeO if i ponte do Recite ;
Que Paixo acceder ao convite sahindo
-com ella do restaurara pela rus Duque de Ca-
i \ u e Primeiro de Sfareo :
Que ao chegarem esquina da ra do lm-
i perador em frente da loja de Severino Irraos
na: individuo que alli se achava estacionado
dirigira-se a Paixo pediodo o lume, pedido
a que o mesmo PaixSo n3o acceder, obrigan-
do o dito odividuo a insist;- segniodol<8>-
\o. cujo procedimenlo extranhara ;
Qui* entre Paixo i-f-M' individuo !ouve
nina troca ale palavras. da qual resolto pe*
carera ie os dous luclatido Ci-rpo a COrpO;
Qne ella Laurentina licando um tanlo sepa
rada vira os que luctavam procuraren a di-
r.-eco da casa de Krause lado da ra do Im-
perador) cahindo os dous na luda, cujas cir-
run Laurentina nii pode precisar
-rqne dlss* ella a uoile eslava escura, nflir-
(naodo. entretanto, que quando Paixo e Re-
ird luctavam ae chao, estava aquelle sobre
este ultimo
Que, disse ainda Laoreutiaa, os luciadores pu
deralQ desveotfbarse e erguendo se arabos vio
ftue axSo erapunitava una faca dirigindo aiu
UO golpe contra Regaard que de novo cahio
iior Ierra .leitaodo Paixo convr pele ra Pri-
ua 1" estago da guarda-cvica;
Disse maisique o cha[o de sol quo .gora-
tambera Me apreseniado o ursino' que foi
encontrado no lugar do crime recoflflecido pelo
referido caixeiro como pertencnte ao que
'reliado:
Qneno ouvio do olTeudido os -i-
leriitiBos do seu offensora-'do rao lo-nnrqae tra
ja seguinte.'fez-se
pihem'auto de perguntas no hospital Pedro II
nao-se tendo. porm, escriplo lielmente as suas
'resnostas;
Que sabe disto porque no dia seguinte enten-
dendo-se cora o subdelegado allmde colher Ca
dos ipara noticiar o facto na Prr*m que nao estivera presente ao auto de pergunla*
correndo tudo que nelle se l por conta do s~
crivo que o lavrou, accresceatando' que nao *
comparecer por nao ter comprehendido hra a
gravidade do -facto;
Qae as ruzes que tem para dizer que. o auto
'deperguntas feitas a Regaard .io foi escripto
guaidando-se a fidelidad*. eiO : primeiro. a au-
sencia di autoridade ; segundo, a irapossbilida-
de de Regaard declarar que era allemao, quando
de facto era dinaraerquez, o que dissera na occa-
sio'dedar entrada no hospital, tanto assim que
a irm de caridade que o recebeu tomcu nota-
nesse sentido e trar.sraittio ao Dr. Gama Lobo,
3uande este teve de fazer a vistoria ; terceiro, a
eclarai-o de pessoas que eslavam no hospital
na ocp*si6o e qne foi feito o auto de pergun-
tas-e al reclauaraiu observando ao cscrivo
3ue estava escrevendo o que Regaard nao havia
eclarado.
Nao affirma: mar pnrece-liie que Botelho mo
rador era Olinda e Dionisio sabem que fra es-
cripto o auto nestas condicoes.
A requerimeaito do advogado da autora disse
que quando o subdelegado foi casa de Lan
rentina e por consentimento d'esta ah penetiou
a mesma Laurentina j nao trajava o robehrs.neo
de pintas escuras, mas uinoulro vestido escuro,
sendo, entretanto, encontrado o robe com que
antes fra vista na ra.
A requerimento do' promotor publico, disse
qtro nao pode com seguranza precisar a que dis-
tancia eslavam de Regaard os diversos objectos
encontrados no lugar do crime, mas, lembrrr-se
de que estando Regaard defronte da segunda
porta lateral do estabeleeimento de Krause -no
leito da ra um metro e meio poueo mais ou
'menos affaslado do passeio, os objectos encon-
trados acnavam-se muito perto do offendido,
sendo que um chapee para o lado do-sul e o ou-
tro chapeo e guarda-sol do lado pposto;
Que Reaard na afflicco em que estava es-
torcendo-se, muitas vezes movase para o lado
em que estavam o guarda sol e o chapeo sobreo
qual seu corpo estendia-se;
Que assistio ao caixeiro de Paixo Ramos re:
conhecer o chapeo e guarda sol que Ihe foram
apresentados e que sao os que neste auto se
acham presentes, tendo na oecasio mais visi
veis os vestiglos de sangue que anda se notam
agora;
"Que elle tstemunha nao aflirma que o que-
rellado houvesse na noite em que se deu o de-
licto se recolhidc em alguma casa onde lavasse
as roupas ainda ensanguentadas, mas corto
que como nm dos redactores da Provmcia rece-
ben urna carta anonyma em que se dizia que
o criminoso pernoitara na casa n. 4 da ra do
ScnhbrBom Jess das Creoulas equB'SlIHavura
as roupas tintas do sangue da viciima.
A' requerimento do advogado do querellado,
disse que sabe^que presenciara o facto a que se
tem referido, um caixeiro da casa de Machado
e Pereira, um outro da casa de Gurgel do Ama-
ral, um ex-coxeiro de nome (apellido) Boslok,
hoje empregado da casa do Barao da Casa Forte
ou de Jos Joo de Amorim, e u ais dous van**
dores da ra os quaes se achavam proximos*ao
lugar da lucta, e que isto sabe por ouvir di
7 VI '
Que a turma de operarios que sabio do trjjb-
IhO da typographia da Provincia. ao|appi-t
mar-se do local a que elle testemunba sei
referido, isto entre as duas esquinas
do Imperador, vio que um homem era
do a chapeo de sol, e que por isso vol
les narrar- qw^ne^assOTaao^n "
que nao sabe dos nomes dos operarios
punhara a turma a que j se referi;
Que nao tem lerabranca de ter passado bood
durante o tempo tra que esteve junio doof"
dido, e que nao tem ouvido dizer at hoje
houvesse inimieade entre o querellado e
Regaard, antes todos presumem que um era -i
condecido>para o outro.
Dada a palavra ao reo para contestar al
temunha decl rou aguardar-se para o inK
gatoiic.
E por nada mais dizer e mera Ihe ser pergun-
tado, e sendo-lhe tido o seu depoimento e achara
do-o conforme, assigna-o com o juizo querella
do, e seu advogado, o Dr. promotor publico eo
advogado da autora.
Eu Felicissimo de Azevedo Mello, escrivo o .
escrevi.- Barbalho Jnior.Luiz Demetrio Dias
Simes.Jos de Moraes Guedes lcoforado.
Manoel da Paixo Ramos.Adelino Antonio de
Luna Freir Jnior.Affonso Olindense.
mirico militar Estodesignados hoje >
para-superior do dia Sr. capito Bion, e para
ronda menor um subalterno de cavallaria.
A guarnico da cidade dada hoje pelo 2
batalho de infamara.
Na enfermara militar ,existem 41 praca;
dos coros da guarnico.
Sob a presidencia do Sr. capito Manoel
Anselmo Pereira Guimares, fuuccionou hontem
no quartel general oconseJbo de investigaco f
que est suj*ito o l'-sarpeato de 2- balaWwo-
Jos Luiz Brasitiense.
Apresentaram-se hofflem ao quartel gene-
ral os Srs. alferes Francisco Jeronymo Lopes
Pereira, Jos Soares de Mello, e o cadete Archi-
medes Prederico da Costa Rubim.
O destacamento de cavallaria vai remetter
ao quartel general guia de soccorrimento do
anspecada Vicente Ferreira da Costa Ventura.
Hoje tem de comparecer a delegacia do
corpo de saude afim de ser inspeccionado o Sr.
alferes addido ao 2* batalho Jos Viegas da
Silva.
Apresentou-se ao quartel general o deser- l
tor Manoel Carlos -los Santos, que veio compe-
tentemente escoltarlo do termo do Cabo.
Lelltee Effectuar-se-ho os seguntes:
Hoje:
Pe!" agente Gusuo. s H horas, praca do
CoiiiUe d'Eu n. i8.-ila armaco e mais accesso-
rios da taverna ah sita.
Pelo agente Gusmao. s 11 horas, na Com
nanlia Perracuibucana de ceblas. JV
Pelo agente Brito, os It 1,2 horas, ruadu
tan-iel n. iS.-ileiin'ei's. tazendas o mludezas.
Segunda-feira -
Pelo agente Gusnio. s li horas, na ra
Visconde de Inhawna n. iO. da armag^ ma -
i lorias ila loja ah existente.
UinitaN fuit-lirea -Sero celebradas :
Hoje:
A* T t,2 horas, na matriz da Graca; pela al-
ma de D. Marta Soares Peivira Bastos.
Seguitde-fein.:
8 horas na matriz de Santo-Antonio, pe
a filma de D. Rosa Emilia da Fonseea Oliveira ;
is 4 1|2 horas, na igreja da Penha, pela alma
de Jose-paa-Sentiori ha d Encama^o Pessoa-
raitMnitctro*--Cheg;ido da Europa no va-
por tofflez f.- lato
I




& '

Diario de Pernambuco---Sabbado 16 de Marco de 1889
J0&3UH) Hibeiro, lana Gui Jos
Man Sobrinh, Leopoldina Machado, Angelita,
Olympia Mana da Lnz, Rernardino Jos Rodri-
S"~es, Antonio Ferreira, Joo Manoel Mendes, S.
Cnnha. ^ilva Ramos e Manoel da -iinha Ha-
beiro.
Sabidos para o sul no mcsruu vapor :
Jos N. Ferreira Coimbra, Eduardo Ramos
Freir, Francisco Fiuza, Marcelio Capelli, Joao
Jos da Cunha Lages, Theophilo B. Falco, Mi-
litao Goncalves Torres, Joao Santos e Manoe! da
Cnnba RitSciro.
Chegado da Europa no vapor ingle/, Scko-
lar:
Jobea Pettilt.
Chetrado na Europa no vapor ingles AVAew :
Dora Salomn.
Saludos para os portos do sul oo vapor 8.
Francisco:
Jos Pereira. Raro de Santo Andr, Maria R.
da Cooceico, Dr. Jos Domingos Costa, Joaqutm
Fontes da Silva, Joao Pereira.
Oirectori dan obra* le cunnerv
odoi Porto* le Prrnamburo-Reci-
fe. 14 de Mareo de 1889.
Boletim meteorolgico
-'-3 1
lloras il-s i a s Barmetro a 0* Tensao do vapor Hmida
i IU. 27--0 760-11 19,83 75
9 30->-3 761*66 0,15 62
12 ;w-6 761-16 21,18 .65
3 i. 30-4 739-81 20,30 63
6 49--0 759-07 21,07 71
Temperatura mxima31,00.
Dita mnima 26,50.
Evaporacao em 24 horasao sol: 8-.9; a som-
bra: 8--.3.
Cbuvanulla.
Direcco do vento : SE com algmnas inler-
rnuc&es de ESE durante todo o da.
Velocidade media do vento: 2- 20- por se-
gundo.
Nebuloaidade media: 0,35.
Boletim do porto
F. O ajudantedo ot
irrte.
Lotera lo raiit-Par*A 6- parte da
26" lotera, desaa provBm, rujo premio grande
6:000l000, -era eximida, -: .'nnda-feira 18
de Marco.
Ceanlterio a* aJM Ico-Ubi la rio do dia ii
le Marco de 1889 :
Joaquim Caetano Fugas, 'crnambuco, 50 an-
uas, easado, .\ mirados; tubrculos pulmonares
Antonio Jos Janearlo, Parahyba, '2 annos.
solteiro, Recife ; ttano tromar i,
Virgolii'n Ferreira d >s Sanios, Pernambuco,
:i annos, casado, Bo;.-\"ista: clareo pulir.o
uar.
Joanna Maria da Cp ^'io. Pcrnaiubuco, 18
aunos. solteira, S. Jos : luborcnlos pulmona-
res.
Victor, i'eniambuco 20 das, Boa-Vista: >.--
pasmo.
Benjamn, Pernambu jo, i meses, s. Jos'; tu-
brculos pues en le ricos.
Mara, Pernanibuco, I anno, Boa-Vista ; con-
vulsbes.
Dozza dicono Italia 58 aunos, casada, Boa-
Vista; febre amarella.
Joaquim Francisco Javier, Pernambuco, 48
annos, Boa-Vista; daria.
Antonio do Monte Cardoso. Pernambuco, 60
aunos, viuvo, Boa*Vistn ; anemia.
Manoel (lomes da Sil va, Pernambuco, 40 an-
uos, solteiro, Boa-Vista : ascite.
Jos Antonio borris, Peruambuco. 34 anuos,
casado, Graca ; inflaran) acao do ligado
Sergio Jos de Sani'Anna. Pernambuco, 20
annos, solteiro. Boa-Vista : pneumona aguda.
Virtuosa, Pernambuco, 40 annos, solteira, Roa
Visla; tubrculos puliiuiiares.
Antonia Biziak, Amina, 15 anuos, solteira.
Boa-Visla; febre perniciosa.
Maria, Pernambuco, 3 me/.es, Recife; flaque-
za congenita.
Joao, Pernambuco. 8 Beses, S. Jos; gastro
enterite.
1-3 fsi Pa .Hora-; 834 da manb 309 da tarde 9 -09 347 da manh Altura
B M P. M B. M. P. M- 14 de .Marro o n 13 de Margo 0-,68 2-.30 0-.49 2-,35
Beaolo norial llavera domingo a se-
guirte :
Do Monte-Po Typographico Pernanibucano. as
10 horas da manta, ua sede social ra do Co-
ronel Suassuna n. 41, 2 audar. em sessao ordi-
aaria.
oerar*rw eirai-olraForam pratica-
adas no hospital Pedro II, no dia 15 do cor-
rente, as seguintes:
Pelo Dr. Malaquias:
Urethrotoinia interna pelo proeesso de Mai-
souneuve, indicada por eslreitameulo da ure-
ihra.
Pelo Dr. Pontual:
Posthotomia indicada por pliiinosis.
Pelo Dr. Berardo :
Duas pupillas artiliciaes reclamadas jwr syue-
chias anteriores.
Cana de Detenro -Movimeiito dus pn -
K da Ci^sa de Detencao do dia 14 de Maree de
1889.
Existiam 448; entraran! 3; sahiram 6 : exis
tem 443.
A saber:
Nacionaes 406 ; mulheres 18; estrangeiros 21.
-Total 443.
Arracoados 385.
Bons 355.
Doentes 20.
Loueos 10Total 385.
Movimento da enfermara
Tlveram alia :
Manoel Delfino do Nasciinento.
Manoel a Ivs da Silva.
Verissimo Pereira da Silva.
Foram visitados os presos desle eslabcleci-
mento por 195 pessoas, sendo 72 boinens e 132
mulheres.
oopltal Pedro II O movimento desle
stabelecimento de dardade, no dia 1 4 de Mar-
co, foi o seguinte;
Entraram 16
Sahiram 46
Fallereram 7
Existem 383
Foram visitadas as respectivas onferraaria.-
ptlos Drs.:
Cy9neiro as 10, Barros Sobnnhos 6 3|4, Be
raro s 101)2, Malaquias s 9 3|4, Pontual as
lOt Estevao Cavalcanie s 8 1|2. Sime Barbosa
sffc
ODr. Hoscoso nao cmpareceu.
O cirergiao dentista Numa Pompilio s 81|2ho-
coras.
O pbarmaceutico encrou s 8 1|2 da mauha e
-ahioas4datarde.
COMERCIO
Revista do Mercado
BECIFE, 15 DE MABTO DE 1889.
O HKmmento foi pequeo napraca, limitndo-
se algunas transaeces no mercado de cambios
c venda de poucos lotes de algodUo c agur-
dente.
Cambio
Os bancos nao acharara dinheiro nenbum a
27 3/4.
Papel particular este ve escasso a 28 d.
0 London Brasilian Bank contina a oflere-
tet libras tterlituu a 9*000.
No Rio nao bouve alterco, sendo a cotaijio
iiominal a 27 7 8 bancario.
Ha falta anda de papel.particular.
O negocio em geral estava parado por causa
pidemia da febre amarella.
Um pouco de tudo
O nevrosismo de qu^m nilo trabalha nao
se curar senSo a pouco e pouco, quundo os
duques, os condes, os inarquezes ensina-
rem aos filhos que o trabalho o primeiro
titulo de nobreza e o raminho mais segu-
ro para viver longa vida c felizmente.
O nevrosismo de ijuem uasce assentado
eessar no dia ciu que o rico se envergo-
nhani dizendo esta- ] ala vas : F.n noo furo
nada, vivo da retida!
As classes medias cutretauto tornuiu-se
nevrosieas, porque tralialhXo muito, e o que
muito peior, trabalhSo mal.
Aqu uSo 'ignora a cauceira, uas em
lugar de gosar as anua delicias, se provao
os seus tormentos. O trabalho unilate-
ral, excree somente umafaculdade dopen-
samento, ou poucas faculdadea, deixando
todas as outras energas esteris e inacti-
vas. Nos ricos temos a paralysia das von-
tades ; aqu adiamos a chorea da vonta-
de. All tcmoB a debilidade por falta de
exercicio aqui temos o trabalho dcsorle-
nado, confuso, e irrisn te.
O rico exclama a cada hora : Qtem me
tira dente enfado, ifuem me orocura urna
nova olearia!
O homem de classe media grita : Qiuii
me d urna cadeira para detoanqar, qvcm
me nsngnra o repvtiso na abaxtan>;a, o
otium cumdignitate/o* homo* pae$ latinos '
Esta a forma de nevrosismo, que
Beard estudou na America. L, onde B
cducaeJo mais completa e mais pratica,
l onde as vias abertas huraina activi-
dade sao uais largsw e mais numerosas,
falto limitas das causas do nevrosismo
europeo; mas a nceessidade de subir, de
chegar um huuaeui a curiquecer-sc mais
sentida., mais febril, c mais universal e
por isto urna sociedade que tanto mais
nova do que a europea, que tao vigoro-
sa e to bem architveada por dentro e
por fora, mais nevrosica, e uui medico
americano dedica um livro ao nevrosismo
dos seus patricios, que tem j tres edie-
Bm em poucos me/.es.
Aclasse media collocad (como o diz o
seunome) entre os proletarias o oo senho-
res, sent as palpitaeoes e as pandicida-
;>"<<'. os stipplicios e os fufados das dua*
oppostas elasses. A ella c!iego os solueos
MOMpoaoa
ntrou s 7 3|4 Posta abaixo das <\ mpathias d<
e no alto das ambicies febrjs, ella esta em
perpetuas dores de parto e sent as pro-
irias visceras repercusaSes de martel-
os, que extermiuao o mundo antigo e
toda a confusao das cadeias e das arma-
duras com que os conservadores tentara
salvar a ruina d/. famosa muralha ehineza.
O homein da i-las. inedia nasce arma-
do, armado vive e rara- veeea chega a de-
por as armas ante de rupousar-se na paz-
do fosso. Ella soldado perpetuo da so
cedade moderna e deve bater-se para si,
para o mais baixosque ee; epara todos.
Na ha medico era jurista que nao
coinprehenda a importancia da loedicina le-
gal, entretanto que. como se sabe, esta
sciencia tem por objectivo julgar /ac-
tos mdicos que teem relugao com o direito
em geral e com a legislando do paiz espe-
cialmente.
A condemna^ilo de um imputado e agra-
vidade da mesma, a fortuna e a honra de
urna pessoa ou de urna inteira familia,
mil vezes podem achar-se as maos de
um raedico, ou depender de seu juizo.
Por isso os progressos di medicina le-
gal v2o par pas.w com os da sciencia
medica e da legislara, da 'ivls.-.ca i dos
povos e da habilidad'! do medico legal, e
em razo directa dos coiibecimontoa que
elle pos.-ue em tudos os ramos da medici-
na e nos do direito. ass'nu cora" da prati-
ca adquirida.
Nao basta ser otuno niedieo ou eiiur-
gao para ser um bom perito nis qucstSca
de medicina legal: occorrem partieul:n;e-
conheeiniontos para resolver os quesitos
que a u.-tiea propoe, para esclarecer con-
venientemente os magistrados guial-os a
dar un juico recto.
Essenciaes qualidades do perito medico
devem ser a firmeza de carcter, capaei-
dade de azer um exame aeertado do ob-
jeeto que se lhe aprsenla, sem preoecu-
par-se com as circumstacias accidentaes que
podessem estar em favor ou contra o de-
linquente ou as partes eontendentes. A
objectividade do sen juizo no s exigi-
da pela lei, mas um dever que lhe ira-
poe a propria consciencia, o respeito que
elle deve a si inesmo e ao proprio decoro.
Desagradaveis exemplos de peritos rae-
dicodegaes que teem enmprido mal e seu
dever cora o de defensores ou aecusadores
nao tem faltado nao s entre nos, mas
tambem cm todos os paizes do mundo,
porra estes exemplos, conde roados pela
sciencia publica c por todo o homem ho-
nesto, de desejur que nSo se repitan.
E pira isto devem concorrer igualmente
a inoralidade dos advogadoa c a dos aecu-
sadores pblicos, os quacs nao raras vezes
apaixonadoa transmitiera aos mdicos dos
-
do p ve semprc d'zer o sen pare-
cor, o qnal ser em tal eonjunctura reser-
vado.
O exame do que se chama carpo de de-
licio deve ser feito com todos os meios dos
quacs a sciencia dispoe, e o interesse da
justica reclama que o perito esteja certo
de couduzjr oste exame com tada perspi-
cacia. Quando o medico perito nio pra-
tico por exemplo as analyses ehiuricas,
as microscpicas, ote., liic cwnvoiu entilo
acolher os elementos s do re quu tiCS exa-
mes devem fazer-s--. n pa-^ar a pessoas
competentes, e sem .'lies dar alguraa pre-
vencSo, mas formulando -exactamente M
perguntas a que tom de se responder.
quaes se utilisam, as suas raesmas pai-
xoes.
O nedieo-Iegai deve proceder ao exa-
me daquillo que o magistrado lhe offerece
tranqiiillaiii-T.ii c com toda a calma; tom
obrgaciio de levar as suas pesquizas at
as mais minuciosas particularidades sem
juizos autecipados. Os-resultados das Mas
observaeoes devem ser registradas como
ordem e clareza, afim de que possatn for-
mar ama base segura do seu juizo.
Aquillo que se julga mais importante
deve ser minuciosamente exposto, q as
cousas inuteis ou menos relevantes pelo
caso especial serSo s mencionados em
geral onde pasaagem. Croando dous peritos
raedico legues discordao no juizo, cada
um dar o seu voto separadamente. Para
que este voto se torne exacto "deve ser
urna resposta precisa a cada urna das ques-
t5es que o magistrado propte, nenhuma
desta questfes deve ser resolvida de mo
do evasivo, ou despresada. As raesmas
respostas nao devera ser auxiliadas pr
bvpi.rheses mais ou menos plausivcis, mas
devem ter absolutamente tuna base seien-
de quera tem foine e os lamentos de qm-ui j tfica. llavera certamente casos, em que
se alxirrecc. Ella est cm perpetua guer- impossivel dar mu roto conciso; pois
ra coin sigo mesma e com os homenspara i bem, o medico-legal expor entao as dirfi-
de8prender-se dos cuidados sombros da
miseria e para repousar-se entre os felfees
espriguieadores.
euldades que encontrn e demonstrar
d'ahi a iinpossibilidudc em que se aehou
de dar um voto determinado; de todo Jrao-
Bolsa
TABELLAS AFFIXADA8
T o V. 3. 3* ~j- =? Er. 3. 3
t -5 9 i 9B B c - S4 i
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4. s <0 5 BI mSL, z V\ *
aosOOH omcuM da jista dos cok
KETOEES
Rrcife. 15 de Marco de 8&)
Cambio sobre Para, O ti v. com 2 /O de des-
cont.
O presidente,
Candido G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubcux
Al^odo
Cota-se o de 1" sorte do serto a 6440 por I."
kilos.
A exportacSo, feila pela alfandega ueste mea
al o da 12, subi a 6.302 kilos, sendo 463.22
para o exterior e 205.(150 para o interior.
As entradas veriiieadas al a data de hoje se-
bera a 12.896 saccas, smdo por:
Barcadas..... 2.670 Suecas
Vapores ... 311
?nimaes. .... i.2Ti
Via-ferrea de Caruar. 1.486
Via-ferrea de S. Francisco. 1317
Via-ferrea de Limoeiro 2.838
Sonuus.. 12.806 Saccas
AftMacar
Os precos pagos ao micultor, por 15 kilos, se-
uundoa Associa^o Gjramercial Agrcola, foram
os sepuintes:
3200 a 3800
1900 a 2J100
I JVHI a 1:5500
1410) a U200
800 a 1,5000
Brancos
Someno .
Mascavado purgado
bruto .
Ketame .
Colonia Isabel:
branco 1*
- f .
. 3' .
Someno .
Mascavado .
Usina Pinto:
Branco 1'
Someno s
Mascavado
lOil
14890
U500
:t;too
lt)0
ViOOO
2 300
:i000
1500
A exportado, feta a alfandega neste me/,
ate o dia 12, attingioi: 3 540.878 kilos, sendo..
1.577.811 para exterior e 1.963.037 para o iole>
rior.
As entradas verificadas at a data de boje, so-
beui a 33.807 saceos, i endo por .
Rarcacas
Vapores ....
Animaes....
Via-ferrea de Garuar .
Via-ferrea de S. Fraiuisco.
Via-fe::! -io Limoei:o
btmn)
13.999 Saceos
......
3.260
4.901
.'..7 .
Q .
33807 Saceos
Cmiros
AxuirdcBle
Cota-se a 88000, por pipa de 48 litros.
llcool
Cota-s- a lTuAUmi por pipa de 4i lilro?.
Mel
Manleni-se n nia-jao de 30*000 por pipa d<
480 litros.
Paula da alfandega
WU1U ? || A 16 DE MASCO DE 18s9
Yule o Diario delude Marro
liarlos carga
liarca portugueza Ceres, para o forto.
Lugar sueco Briforl, para Liverpool,
talacho inglez r'rgitie, para Me.iu.iaeo.
Vapor austraco Thisbe, para Santos.
\ avos descarga
Barca norueguense Frida, carvao.
Barca norueguertse Frilkyof, carvao.
Barca allcina Auna, earvo.
Barca ingiera Lacinia, bacalho.
Briyue sueco Pepita, carvao.
Lugar inglez Yidonia. bacalho.
Lii!aringle Dora, bacallio.
Lugar inglez Cun.tunde, bacatbo.
Lugar inglez Imnder, bacalho.
Fatacho allemao Auna, farello.
E. -ortaco
Paquete ingL. a Plata, entrado dos
portos da Europa era 15 do crtente e
consignado a Amorim Irtnaos & C. mani-
festou:
Amostras 44 voluines a diversos.
Armas caixas a Ferreira GuiraarJes
& C, 8 a C. Wachsmann.
Alvaiade de zinco 10 barricas a Rar-
tholomcu A V.
Biscoutos 4 caixSes ordem.
Cha 2 grades ordem.
Drogas < volumes a Faria Sobriuho i
C, 7 a ManoeljAlvcs Barbosa Sueces-
sor, 18 a Francisco Manoel da Silva & .
Estotras 14 volumes a Francisco Gur-
ger & Iriuao.
Graxa-13 caixas ;i ordem.
Leite condensado 5 caixas ordem.
Movis u oaixoes a .). H. BoxweU.
Mercadorias diversas 1 volume a J. P*-
ter & C, 2 a Companhia do Beberibe.
Objectos parajescriptorio fi caixas a The
Western of Brasilian Telograph Company,
1 ao Banco Internacional do Brasil.
Prego* IU barricas a Femandea da
Costa & C, 4 ;'. Frederco & C.
Prcasfii ordem.
ProvisSes .27 caixas ordem.
Presunto umaoaixa a Augusto
!X.
Tribunal da Uelacao
SEsSJO ORDINARIA EM 15 DE MABCO
DE 1889
l'KKSIDENCIA DO EXM. SR. COXSELHEIKO
QUINTISO DE JnKASDA
Secretario, Dr. Virgilio Cocino.
As horas do costme presentes os Srs. des-
eiiibargaderes em nuiuero legal foi aberta a
s.-s-ao depois de lida e approvada a acta da an-
leriHlente.
I)i.itribuidos e passados os Jeitos deram-se
ii- i ".Olilltrs
' .1 Ij L G A M E X T O S
Recursos eleitoraes
Do BuiuueRccorrente Alexandre de Albu-
auerque Cavalcanie, recorrido Antonio Marques
de Abuquerqu Cavalcante. Relator o Sr. des
einbargador lavares de VasioncillosDeu-s.-
provinieiito. coutra o mi'o do Sr. ilesemlinrKn-
dor Silva Reg.
Ua Palinera dos ludios Recrreme Sebasl iao
Ferreira da Gru. n:corri lo o juizo. Relator o
Sr. desembargado!- Tarares de VaAeoflceflos.
Negou-se proviuu-uto, unnime<"ile.
De Garanliun.- Recorriente Manuel Convia de
Santiago Vilclla, recorrido juizo. Relator o
Sr. itesembargauor Pin-s Perrumi.D*o-se pro-
viuieuto. contra o voto do Sr. ilesi'inbargador
Tavares de Vascoiieellos.
De Souza RecorreqU: Frand-'C dg AssU
Garrido, recorrido o juizo Relator u Sr. dV<-
embrgador Silva Rogo.S*jfOU-se ;:vo-iiiie;i'o.
unanineuiente.
De Campia GrandeRi-corr<:iiie A<|uiliiiu Un
drigut-s te Soui.a Magathcs. recorrido ojui Relator o Sr. desembargador Silva Reg. Ne-
gou-se provjmeuto, uiiauiuieiueiite.
Recursos crinies
De Palmares Rccorrente jui/.o, recorrido
Cordoliua Maria da Cl. Relator o Sr. des-
embargador Tavares de Vascoucellos.Xegou-
se provimento, unanimein- ote.
De AreiaRccorrente o ju/.u, recorrido Fran-
cisco Lopes da Silva. Relator o Sr. desembar-
gador Silva Reg.Em diligencia.
Denuncia
De Fauslo Seralim d<- Souza Ferraz i'urira o
hachan-I Aieebiades Cavalcante Je Albui|uer-
que, jui de dircilo de Floresta. Relator o Sr.
desembargador AUes tldn-iro. Adjuntos os Srs.
ilesembargadores Silva Reg c ''res Ferreira.
Julgou-se improcedeiiie. contra o voto doSr.
di-sembaigador Pires Ferreira.
Aggravo de petic.o
Do Recil'e Afigravante Ernesto Vicira de
Araujo, agravada a Couipauliia de Edificbalo
Reblar o Sr. desemharyador Oliveira Audrde.
Adjuntos os Srs. ifesemliaradorcs Pires Fema-
ra e Silva Reg. Negou-se proviniento unaui
meraente. i
A|ipeilacoes crime>
De Panc Appellante o juizo. appellado
Antonio Severo de Lima. Relator o Sr. desem-
bargador Pires Ferreira. Mandou-se a novo ju-
ry, unnimemente.
Do lltrifeAp|>ellante o JUUtf. a>p;ilado Ma-
noel Francisco de llollanda Cavalcante. Relator
0 Sr. desembargador Pires Ferreira. Maudou se
a novo jury, unnimemente.
De CaruarAppellante AntJiiio Joaquim Be
corra de Moraes, appellada a jusiii.a. Relator o
Sr. desembargador Pires Ferreira. Mandou-se
a novo jury,- unnimemente.
Embarcos infringenles
Do Recife-Emiinraantes Sauuders Riolhers
A ('...embargados os herdeiros de Joaquim Jos
de Miranda. Relator o Sr desembargador Pires
Goncalves. Revisores os Srs. dcscnibargadoivs
Alvos Riberoe Tavares de Vascoucellos Fu
rain desprendo? os eaitwrgro, uiianimeinenle.
PASSAGKXS
Do Sr. deseniiargalor Ruan|iie Luji ao Sr.
desi-inbargadoi- ToscaiKi Barrete :
Appellaiao erime
De Palmares appellante Marcelino Jos Ro-
driuues, appellada a ustii-a.
Apnellaro civel
Do Rei-ie Appellants Audiade Maia & C,
appellado Luiz de Olivi-ira Luna Jnior.
Do Sr. desembargador Toscano Hurreto ao Sr.
desembargador DelBno Cavalcante :
Appellac/ies Crimea
BDe AtalaiaAppellante o juizo, appellado Jo-
s Francisco Rosa.
De Pedras de FogoAppellante Pedro Jos da
Silva, appellada a jusliea.
De Aiagoa do Monteiro-Appellante o juizo,
appellado Angelo Alves Feitoza.
De Itamb Appellante o juizo, appellado
Joao Jos de Freitas.
O Sr. desembargador Toscano Brrelo como
promotor da justica ad hoc deu parecer na
Appellacao crime
De i'imbres Appellante JoVj Antonio Gomes,
appellada a ju Do Sr. desembargador Detfiao '^traleaate ao
Sr. desembargador Pires Ferreira :
Appellaeo crime
De Guarabira -Appeflaote Francisco Braz de
Araujo, appellada a justica.
A|)pellago civel
Do Recife-Appellante a fazenda provincial,
appellados Bernet A C.
Do Sr. desenibarfjador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro le Andrade :
AppeUacfies crimes
De Iguarass Apnellanle o juizo. app-llado
Manoel Ivs l'ercira.
De XazarethAppellantes o juizo e Antonia
Pereira do Espirito Santo, appellados Jos Loa-
renco da Silva e a justiga.
Do Recife Appellante o juizo, appellado Joio
Jos Estevo.
Embargos infringenles
Do Recife -Embargantes Sulzer Kauliman *
C embargado Jos Joaquim da osta Maia.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade
ao Sr. desembargador Alves Ribctro :
Appella0es crimes
Do Recil'eAppellante o promolor publico,
appellado Pedro -erreira de *zevedo.
Do Inga -Appellan'e Gamillo Gomes da Silva,
appellada a juslia.
O Sr. desembargador Pires Goocalves como
promotor da justica, deu parecer nos segrales
feitos :
AppellaijOes crimes
De BoiU ConselboAppellaaie o juizo, appel-
lado Miguel Antonio.
De Ginibres -Appellante o juizo, appellado
Manoel Cypriiino Leite.
Do Pilar -Appellante o juizo. appellado Joao
Marinhe de Souza.
De Guaraira -Appella'ite Jos Antonio Ja-
uuario. appellada a justica.
Pe Bananeras -Appellante o juizo, appellado
Antomo Fernaudcs Je Alinein'a Filho.
Do RecireAppePante o juizo, appellado Lin-
dolpho Rodrigues tiaptvo.
Do ltuique -Appellante o juizo, appi-llado An-
l'Kiio Tlioinaz Pinto de Moraes.
De Pao d* llioAppellante o juizo, appellado
Joo Francisco de Lya.
IK CollejioAppellante Joao Pereira dos San
los Rol, appellado Francisco Victorino de San
t'Auna.
De OuricuryAppellante Luiz Jos de An-
drade, appellada a justica.
De Goyanna*p|iellante o juizo, appeilado
Francisco ex-escravo.
Appellacao cora nercal
Da l'arahyba Appellante izidoro .\orat, ap-
pellados os herdeiros de Rernardo Moral.
Do Sr. desembargador Alves Riheiro ao Sr.
desembargador Tavares de Vaseoncelioe :
Ap|>ellares crimes
De Mainanuapc Appellante o juizo, appel-
lado Pedro Viauua.
DeOliiula Appellante o promotor publico,
appellado *anocl da Costa Biudeira.
lio Sr. desembargador lavares de Vascoucel-
los ao Sr. dcseiiiliarc-ador Oliveira Andrade :
ApneUaco erime
DoBrejo-Appellante ojuiz, appellado Anto-
nio Barbn dus Santos.
Appellai,So civel
De Asseinldua .-> ppelaule Paulo Jaciullio Te-
norio, appellada I). Carolina Leopoldina de Fa-
rias.
Appellacao cootmercnl
De Jaboato Appellantes Lopes A Araujo
apiiellado Luiz de Medeiros Barbn. .
Do Sr. desembarcador Oliveira Andrade ao
Sr. desembaigador Silva Reg :
Appellaces crimes
Do Pilar Appellante o promotor publico, ap-
peilado Antonio de Lvra Baixlnha.
De Olinda A|ipellante o promolor publico,
appellado rrantaeo Bonifacio Alves Ferreira.
DILIGESCIA
Com vista s partes :
Appellacao civel
Do Rio Formoso xppelIanU; o capilao Anto-
nio Francisco Martina, appellado o Raro de
Una.
DISTKlBl'K.'iuiS
Aggravo de petlgo
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do Recire ggravante Antonio Jos Candido
de Souza. aggravado o juizo le orplios.
Appellacao ehel
Ao Sr desembargador Tavares de Yascon-
eellos :
De Nazareth Apnellanle Dr. Laurindo de Mo-
raes Pinheiro, appellado o juizo.
Eucerrou-se a sesso a 1 1/2 hora da tarde.
--
PBLKACOES 1 PEDIDO
Nazareth
A Provincia de 9 d'este mez publica um com-
muuicado d'aqui de Nazareth, que nos forca por
sua aleivosia e talsidade a restapelecer a ve'rdade
do facto, .qualicado como -Um dos mais barbaros
attemtadas.
Exporemoso acto tal qnal se passou e de
todos sabido.
Xo dia II de Fevereiro. ao abrir Joca Cnlfiro
o sen estabeleciiiieiilo por urna das porta^Hn-
lerior, vio que a chave da outra pora,^ se
fecha por dentro, nao estava como de custume ua
fecbadura. e laucando as vistas vio que lhe fal-
lava ura caixao<|ue coutinha 2 de nikel, desconiiou que os autores do roubo
fossem Manoel Caauido e um sen companheiro,
coohecido por Urso, sujeitos que eram encarre-
gados de destribuir pao de sua padaria, conhe-
eedores, por tarto, dos canlos do estabeleci-
inenlo.
Miiidoii Joca i|ue um seu irino e um caixeiro
procurasse.n os taes L'rso e Manoel Candido;
aquelle foi encontrado na lo|a de Feliciano La-
penda, onde coaiprava l'azeudas na importancia
de I8, que acaba va de |>agar em moedas de ni-
kel, ha vendeja comprado e pago tambera em ni-
kel, nina espingarda por 9. na loja de. Nicolao
Orenija.
(>mduzido Urso a presenca de Joca, a princi-
pio tudo uegou. mas levapdo uns supapos con-
fessou que elle i Manoel Candido liaviam tirado
o caixo de nikel, econduxiJo para um corrego
onde o partirn!.
Chaiuada a po'ie.ia traten logo de procurar
Manoel 'andido; encontrado e levado a presenca
de Urso. que estava no e.-taheleeiuieiito de Joca,
foram ambos ao corrego mostrar o caixito que
anda ixintinha 8l em nikel. e lambctu foi en-
contrada, a chave da porta, por elles subtrahida
e que les servio para eiiirarem uo estabeleci-
menlo.
De volla do corrego que fram Manoel Can-
dido e Urso recolhidos a cadeia.
Se os soldados derara alguns pannos de faco
em qualquerd'elles,ou em ambos que culpa tem
d'isio o Sr. Joca ? E se este os fe/ tirar da ca-
deia, como diz o communicaule. para esbordoal-
os, como em tal consentio o carcereiro ? de quem
nada se diz e qun seria o mais digno de cen-
sura! !
Manoel Caudillo e l'rso nao tem familia de es- *
crie alijnma n'esta eidade, s o coinmuiiicante'
qncm Ibes condece a desolada famitiu.
J deposerara como tesleiiiunhas o Sr. profes-
for publico e o Sr. Francisco Horoocio, serao es-
tas as testemunbas cojos diseres se estao in-
verlendo e rcdigiudo a ireilo ? Julga o communi-
caule que estes teuliania isto se prestado?
Digamos a cerdada por todos nos sabida, oSr
Joca Carneiio cidado liabalhador hinradoeque
acusta de sen iraballio eecononia tem ecuquis-
tado sua independencia, emende que a munici-
palidade foi criada para bem doinuuicipioe nao
para ser meio de vida de una certa familia, a
quem por certo o esperituoso earapuceiro, se
l'osse vivo, chamara industriosa: teve o Sr.
Joca a ousadiade recorrer de urna patota que a
inaioria da Illma. ageilou para aquella familia ;
d'alii naso-rain os odios e perseguices.
O coniinuneaiitc atira-se tambem JdesaLrida
e injustamente contra o actual coiuniuiidaute do
destacamento, enju grande'crina foi nao querer
deixar a cadeia, com perto de V) presos, guar-
dada nicamente por urna senliuella.
O facto foi o seguinte >
Receben ordem de- nina aulpridade para fazer
conduzir por dous soldados uns presos para a
sala das audiencias, para seren pmeessados, res-
ponden que so liaviam na occasiao tres pracas c
que estas formavan a guarda da cadeia, e que-
rendo expor verbalmente os motivos por que
deixava de obedecer, foi a sala das audiencias,
mas nao llie permiltirain fallar, vollaram-llies as
costas mandando-0 callar e dizendo-lhe por fin
que lhe liaviam de mostrar que um dos dOQS -
caria.
K' assini que deve proceder una auloridade
em um logar to publico como una sala de au-
diencia ?
Ou ser perniiltido as autoridades oeraes
procederem fi-osseiramente f
lUcant Pudnani.
ii de Mar.-o de 1889.


Cciuiuianflo das Armas
Em comprimeuto de ordem do governo sigo
para corte no vapor alagos que deve chegar do
norte no dia 17 do correte mez, e nao tendo
lempo para pessoalmente despedirme de todas
as pessoas com quem tive a honra de enlrcter
relacoes de amisa.le, o faro por este meio Pe-
nhoradissimo pebis exuberantes demousraces
de ainisade. que sempre me despeusaram os fi-
lhos d'esia heroica provincia, dsp!CO-mc saudo-
so. offerece.ido Ihes o meu limitado jirestimo
n'aquella capital do ini|>ero.
Rrigadeiro, Jos a" Al incida Barrete.
Queijos (! caixas ordem, ?> a laiva
Valen te A C. 24 a Jos B. de Carvallio.
13 a Joao Fernandes de Alnn di, 11 a
oaipiim Duartc Slinoe< & C.
Salitre "5 barris a Praueiseo Manoel
da Silva ifc C.
Sulphato de cobre 4 barric.is a Tlie
Western lrasilian Lelegrapli Company.
Salmoes 5 -aixas ordem.
Teeiitos diversos 12 volumes a Mocha-
do &. ereira, 20 ordem, 4 a UuetfO &
Fernandes, 4 a A. Vieira & C, 17 a Maia
C.,6i tionealves (Junli.-i & C, 10 a
Luiz Antonio .Sciueir. I a Rodrigues
Lima .* C, 2 a A. de Brito ot ('., S h L.
Maia & C, 11 a Joaipiii Agostinlio & C.
Tintas 1 eaixa a Barfliol-niien (J.
Vidros 44 caixas ordem, o" a Jeo A.
Veigas.
Exportado
HkClTE, 14 1)B M.vxeu UL 18S9
Pora o exterior
- No vapor inglez Gellioare, carrcgarain :
Para Liverpool, Julio A Icuio MO saceos com
84,000 kilos iie-assucar mascavado; A. Cascao
A C. 194 saceos com 14.530 kilos de asucar
mascavado.
Para New-York, F. Cascio AFbo 234 saceos
com 16,380 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Cera, earrcgou :
Para o Porto, L. Lima 130 saccas com 11,463
kilos de algodao.
Para u interior
No patacho norueguense Gefion, carregou :
Para Pelotas, .A. de"Albuquerque Mello 630
barricas com 8J,6S3 kilos de assucar branco.
No patacho nacional lVi, carregarom :
Para Pelotas, P. arneiro & C. yS volumes
com 16,2 6 kilos de assucar hracoo.
No vapor austraco Hube, carregaBim
Para Sanios. P. Carneiro A C. 2.XI saceos
com 144.000 kilos de assucar mascavado e 2.030
ditos com 123,000 ditos ale dito branco.
No vapor inglez Atbms, rarregaraffl :
Para Santos, H. Lundgren C. 75e soceos com
4a,'K>0 kilos de assucar mascavado- !' Valcnte
A C. oo saceos com 4,400 kilos de ieijo.
No vapor nacional S. 1 ja-
ron :
Para Rabia, Amorim haos A C. 130 SI
com 11.230 kilos de assucar bran
Para Villa-Nova. J. A. do Couto Vkraaa 1,000
saceos com 73,000 kilos ile earocos.de algodS.
No hiate nacional Conrei de Satat, cafre-
garam :
Para Natal, Oliveira A C. I barrica com 116
kilos de assucar branco e 8 ilitas I ditos
de dito refinado.
No hiate nacional .V
Para Aracaty, H. Oliveira 60 woi com
milho.
No hiato nacional J.
rain :
Para Aracaly, V. Pinjj
litros de mel.
.^a barcaga Ceo
Para Alageos, M: P. dos Santos 10,000 litros
de sal.
Na barcaca Cecilia 2', carpegou :
Para Macei, P. de A. Rodrigues 10,e0il linos
de sal.
Dlnhcim
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional -S. Francisco.* para :
Macei 20.0001000
Peuedo 22.000*000
Aracaj 1.0:11*000
Rendlmentos pblicos
mi:z DI MARC
Alfandega
Dr. NVstor Cavalcanie
Medico
OFFERECE OS SEUS SER VICOS EMPALMARES
Renda gerai
Do dia 1 a 14
dem de 15
.117:611*700
24:618*3-2
Renda provincial :
Oo dia 1 a 14 43:199*790
dem de 13 2:694*435
342:230*002
47:894*243
soniuia total 390:124*247
Segunda seceo da Alfandega, 13 de Margo de
1889.
n Ihesoureiro-Flerencio Doiningues.
0 chele da scelo Cicero t. de Mello.
Iterebedoria l.eral
Do dia I a li 38:533*26*
dem de 15 3:930*170
42:463*431
Rccebedoria provincial
De da 1 a 14 9.329J34'
dem de 15 799*240
10:328*580
Rcelfe D ral nace
Do dia 1 a 14 28:067*177
Idcm de 13 156*833
28:224*030
llal.-ulonro publico
Kesto etabclecimento finara abatidas para o
imo de boje 73rezos perteocentes a t:
si-s marchantes.
errado Muiiiripal de s. Jone
0 movimento deste mercado no dia 14 de
Marco foi o seguinte :
Entraram :
18 li bois pesando 4,071 kilos.
338 kilos de peixe a 20 ris
25 eargas de fariuha a 200 ruis
S ditas de fructas diversas a 300
ris
11 taboleiros a 200 ris
13 sumos a 200 ris
24 matulos com Iegumesa200ris
Foram occupai
|pjo300n
arinha a 300
2*000
23 ditos de comidas a 500 ris
83 ditos de legumes a 400 ris
18 ditos de suinos a 700 ris
9 ditos de fressuras a 600 ris
36 talhos a 2i
Rendiinentos dos das 1 a 13 cr-
reme
II4300
: 4*000
124600
3*400
72*000
186*560
2:4805860
6*760
5*000
1*500
2*200
2*000
4*800
13*900
Foi arrecadado liquido at hoje 2:667*420
Precos de dia :
Carne verde de 400 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a I* reis dem.
Suinos de 560 a 640 reis idem.
Panuda de 480 a -0 reis-a cuia.
HUBO de 360 a 440 reis idem.
Fe1;"io de 900 a I *401 idem.
Vapores a entrar
MEZ DE MARgO
Sul........... Vanaos........... 1*
Sul....... Neva............. 17
None......... lagoas .. ........ 17
Europa....... Vtlle de Macei..... 20
-ul............idiance.......... 21
Europa....... Campias......... 24
Norte........ Pernambuco..... 25
Sul........... Maranhao......... 27
Norte......... Finance .......... J7
Vapores a sabir
MEZ DE MARgO
Santos e esc Athens............ 16 as 2"b.
Antuerpia .Vero............. 17 as 4 h.
Sul.......... Alagos........... 17 as 5 h.
Norte........ Mandos........... 18 as 5 h.
Ncw-York itanee.......... 21 as 4 h-
Santos e esc. VU de Maceta..... alas 4 h.
Sul.......... PPrnambiico....... 25 as 5 h.
Moviment o porto
Navios entrados no dia Ib
Southarnpton e escala18 dios, vapor in-
giez iLa Plata, do 2,049 toneladas.
commandante J- D. Spoonez, equipi-
gem 103, carga varios gneros.
Liverpool e escala20 das, vapor inglez
Scholar, de 1,020 toneladas,, comman-
dante John .Corbishley, equipagem 27,
carga varios gneros; a Samuel L.
Johnston.
Havre e escala23 dias, vapor inglez
Athens, de 1,493 toneladas, comman-
dante R. Barcker, equipagem 29, car-
ga varios gneros ; a Augusto Labille.
Sahidoe no inesmo dia
Santos e osalaVapor austraco Thisbe,
eoinmandaatc Radanivich, carga varios
gneros.
Bucnos-Ayres e escalaVapor iaglez La
Plata, commandante J. D. Sppuer,
carga vares gneros.
Babia c -Vapor nacional
i, eommandt
Pereira, cjrga
[tiim
da Silva



de Pernambuco---Sebbado 16 de Margo de 1889
Prado de nlua*-*
Domingo 17 do i
da uianliii
los mandcm r <>s
:s animaos, de vespera, para boa mar-
cha dos trabalhos.
Io pareo Animai.ao650 metros
100.
pareo Cot.-y l.Oo metros
Premio 90-*>00.
>reo Retir V'M> metros remio
aren < I,."'' metros
"MI.
5 pareoRefre- i 7.~>" metros Pre-
mio 20# I
6o pareoAmaragv l,2U metros
Premio t&jMO.
7" pareoPraieiro7o;i metros 15-5.
O gerente,
//nario I'. P. Bando.
.--------------^---------------
OSr.l..., de 32 a unos de idade,
proprietario cultivador cm Ygrande, tem
tido os veroes precedentes alcruns aeces-
sos de fedre que tem cedido ao uso dn
sulphato de quinina. .Durante o me/, de
Agosto, foi retomado dsta febre terco ;
mas esta vez o sulphato de quinina
nao produzio o e'eito aeo-turnado. Pro-
vocava dores vivas de estomago e por
conseguirte urna repugnancia invenci-
vei. liesa cava dahi um dcagosto extremo
para a comida, urna grande iraqueza, c
urna tristeza profunda, na idea que. #elle
ia suecumbit^ febre, visto nao poder to-
mar nem snpportnr o nico remedio que
a curava.
Receitei 30 grammas de vinho de
qaimum Labarraqtie a tomar tres vezes
por dia. As primeiras doses provocaram
um vivo ardor no estomago seguido de
vmitos biliosos. As doses seguintcs pro-
duairaui ]>elo contrario abundantes eva-
cuares alvinas durante quatro ou cinco
dias. Estes cffeitos nina vez produzidos,
a febre desappareceu ; o doente recupe-
rou appetite, somno e alegra c nlo usou
entilo de seu vinho seu3o em doses pro-
gressivamente menores.
Vinte Hias depois, me pedio que
prescrevesse outra garrafa de vinho de
quinium de Labarraque. Segundo dizia
elle, se senta perfeitamt-nte curado ; po-
rem, havendo sido aolhado por urna chu-
ra de trovoada, a febre tinha reappare-
cido. Elle tinha a c.onviccao que urna se-
gunda garrafa curaria-o radicalmente ;
assim toi provaveltuente porque nunca
tornei a vel-o. t^Extrahido das observa-
coes dirigidas pelo Dr. Regnauld a U*3o
Medcale?)
Cheiaesta natureza, o especialmente as nos-
jas florestas americanas, de plantas, olhas, ar-
vores e lano e tanto ajenie bcneflco com que a
providencia ititenlou alliwar c anda supprimir
as dores e molestias orportes da hnmanidade ;
porra o liomeiu lera olhos c nao v smente
algnm sabio, de lempo em lempo, oceupa-se em
descobrir os enredos da natureza em benelicio
iios que padec-'iii, corno tem acontecido com a
Vveleira Mgica da qtial o sabio Dr. C. C Bris-
tol tirou e cornbinou o seu celebre Extracto Du-
plo da Aveleira Mgica, admiravel combinacio
curativa, baseada as mu rav idiosas virtudes do
Hamamelis Virmnica. para o allivio e cura ra-
dical de toda a laolestia de carcter infl.immato-
rio. tanto interna como externa, tana como :
Contuse, feridas, tumores, ulcera, queima-
iuras, irisolayu, carlaiiicuios, erupces, l'aua-
ncio, mal da garganta, de olhos n de ouvidns.
tlor de dentes e de cabeca.heinorrbaaias, puxos.
nal dos rins, lencorrhea, diarrbea, inenstruacfto
penosa, coqueluche, clica, astlima c consti
paejio.
E' infallirel. assombrosa cm seus elTeilos e
specfalmenle eflicaz cin casos de almorreimn- v
rheumatistno.
magna importa!
para a cura de tae > molestias.
Minha mulher acha-se perfeitamente
restabelecida de suu grave enfermidade,
com uso de quatro 'idros de Peitoral de
' ambara, tendo antes experimentado, sem-
5re inulti mente, talvez cinecenta remedios
versos.Sou, etc.
tjo'in'i Soart Gomes.
| Vice-consul de Portugal, Franca *e In-
glaterra, em Parar Hgu.)
Este importante |parado vcnde-.se nao
s, em casa dos agentes Francisco Manoel
da Silva V C, rita Mrquez de Olinda
ti. 23, como tamben!, em umitas outras
pharmacias e drogara ao proco de 24500
o frasco.
UmiZEU CENTRAL
Gneros alimenticias
Abrio-se boje este importante estabelccimen-
ro roadeCabuf n. 11. Scus proprietarios
nao pouparam esforeos para aprrsentar m na-
peitavel publico utu variadissimo sortimento
le gneros alimenticios c um profuso sortiinen-
lo de vjnlios linos do Porto, Bordean\, Collares,
S'iulermes,Chainbcrtin, pasto c mesa.
Seos proprietarios esperam a valiosa protec-
<;o do publico, pois adopiaram a norma de ven-
lerem por oreos limitadissimos e garantirera a
lualidade dos" gneros comprados em seu esta-
belcrimento.
I vio ana no** leltore*
Os nos80s leitores que visitaren! Pars
durante a ExposicSo de 1889 ja sabem
que poderao 1er os ltimos exemplares do
310SS0 jornal chegados aquella cidade no es-
eriptorio dos nossos correspondentes, Srs.
Amde Prince & C, 30. ra Laayette,
onde podem mandar dirigir qualquer cor-
respondencia, pedir quaesquer inforraayes,
dar ordens de compras, etc.
Alm d'isso, levamos ao CAnhecimento
dos nossos patricios que afora o servico esta-
belecido no escriptorio da ra Lafayette,
n. 36, os mesmos Srs. Amde Prince A
C, acabam de organizar urna sala de lci-
tura e de informacoes na ExposicSo mes-
ma, no pavilho da repblica de Guate-
mala cujo commissario geral dignou-se de
por graciosamente urna vasta >ala com
varanda s ordens dos nossos correspon-
dentes.
Aconselhamos mui vivamente aos nos-
sos amigos e leitores que se acharem em
Paris, que visitem a casa Amde rince
4 C. na sua sede social, 36, ra Lafayet-
te, bem como na installaglo que possne na
ExposicHo no Pavilhao de Guatemala que
ha de ser, gracas s extensas relagSes dos
nossos correspondentes, o ponto da re-
uniao dos numerosos estrangelros residen-
tea em Paris.
Fados e mais factos
Os factos fallara mais alto do que as
palavras e isso a razSo do proloquio
latino Res non verba(contra factos nao
ha argumentos).
Eis a prova :
Illm. Sr. J. Alvares de Souza Soares.
Convencido por urna brilhante cura ope-
,-ada em minha mulher, que havia onze
uezes estava ooffrendo de urna bronchite
impertinente e do peior carcter, de que
> Peitoral de Cambar, coraposicao de V.
3., Be pdp considerar o melhor e o mais
seguro especifico at boje conheeido para
eombater as molestias dos orgaos ro'pira-
orios, apresso-me, a bem da hnmanidade
-offredra, a attestar-lhe o facto occoiTido
minha casa, atm de tornar mais co-
ihecido, se isso possivel, o sen excellen-
'eitora! de Cambara, que considero
ED1T1ES
O Dr. Thomaz Oarcea Parnnhos Monte-
negro, commendior da imperial or-
dem da Rosa, ju'z de direito da vara
especial do comniercio da cidade dn Re-
eite e sen tcnu, por Sua Magestade o
Imperador., a qtiiaa Duua guarde, etc.
tt> saber as que o presento edital
vircm parte 'lo c.ouoieiela ior Mauocl da Silva
Maia uio foi dirigid.! a petieao do tlicar
seguinte : 1 lia. S.-. Dr. juiz de direito
do cominer-io. O eommendador Manoel
da Silva Maia < redor de D. Antonia
Josephina de Albnqerque, pela quantia
de o45,-j600, mpoi tancia da lettra junta.
E como osse titulo esteja prximo a pres-
crever pois que foi aceito pela supplican-
te em 15 de Junho de 18S3, a nove mc-
zes de prazo, prote >ta o supplicante pela
nterrupcSo da pres?ripcao, e requer a V.
Exc. que se digne mandar tomar por termo
o seu protesto, pue ser intimado suppli-
cada por meio de editaos, pois que se
acha ella em lugar incerto e n3o sabido,
como se justificar no dia c hora que por
V. Exc. forem designados para tal justifi-
cacao, entregando-so alinal a letra ao sup-
plicante, mediante copia que ficar nos
autos.Pede deferimento.Espera rece-
ber merc. Reeii'e, 11 de Mareo de
1889.Souza Pint >.(Sellada com nina
estampilha de 200 rs., legalmcnte inuti-
lisada).
Despaeho :Distribuida.Como pede.
O escrivao designe dia.
Recife 11 de Mareo de 1889.Monte-
negro.
Em virtude desU meu despache o res-
pectivo distribuidor a quem foi a mesma
petieao presente a distribuio ao escrivao
do primeiro oflBcio, que fez lavrar o termo
do theor seguinte :
Termo de protesto.Aos 12 de Mareo
de lf<89, nesta cidade do Recife, em meu
cartnrio, comparecu o -aipphcaute, por
seu bastante procurador o solicitador Joao
Caetauo de Abreu, que ante mim e as
testeiuunhas afra asignadas disse, redu-
zia a termo de pn.testo para iuterrupcilo,
o contedo de sua petieao wtro que fica
fazendo parte integrante do presente. E
de orno assim o disse c protesten, lavro
este termo em que assigna com as teste-
wunhas, ilepois de lido.
En, Manoel Lopes de Carvalho Chaves,
escrevente juramentadlo o escrivi.
Eu, Jos Franklm de Alencar Lima,
cscriv o fiz Uwrar e' subscrevo. Jlo
Caetino de Abreu.Tito Pinto.Jos
Amancio de Lima.
Segundo continua dito termo de pi ota-
lo : c tendo e supplicante produzido a jus-
tificacSo recoinmendada pela iei, o respe-
ctivo escrivao me fez os autos conclusos,
sellados e preparados, e nelles profer a
sentenca do theor seguinte :
Sentenca : Vistos.Julgo procedente
a justificaeJo. assem-se os editaes pedi-
dos com o praso de trnte das.Cusas
ex-causa.
Recife, 11 de Marco de 1889.Tho-
maz Garcez Paranhos Montenegro.
Em virtude desta minha sentenca o res-
pectivo escrv.lp fea passar o presente edi-
tal. por cujo theor chamo, cito e hei por
intimada a justificada D. Antonia Jose-
phina de Albuquerque, para que no pra-
so de trinta dias contados da data da pu-
blicado deste, co:.iipareca ante este juizo
afim de allegar o que for a bem de seu
direito e justiea.
E para que chegue ao conhecimento de
todos o presente ser publicado pela im-
preosa, e outro de igual theor affixado no
lugar do costume, de qu se a juntar cer-
tidao nos autos.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de ernambeco, aes 14 dias do mez de
Margo do anno do Xascimento de Nosso
Senhor Jess (Jhristo de 1889.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima,
escrivao o subscrevi.
Jnomaz Garcez Paranhos Montenegro.
aqu fielmente copiado, e por toreado mes-
no despacho, o respectivo escrivao fez
passar o presente edital, pelo qnal e sea
theor sao chamados aquelles ajqnem for
obrigada a mencionada propriedade Tab,
para, no prazo de 30 dias pagarcm pelos
seus direito.
E para que chegue ao conhecimento
de todos, mandei passar o presente, que
ser affixado no lugar do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Dadoepassaao nesta cidade de Olinda,
aos 28 de Fevereiro de 1889.
Eu Joao Theodomi roda Cota Montei-
ro, escrivao do civel no impedimento do
de orphaos, o escrevi.
Jos'' Antonio i orr> ia Ja Suca.
O Dr. Jos Antonio Correia da Silva,
cavalheiro da Ordcni de Christo, eom-
mendador da Real Ordem Militar Por-
tugueza de Xossa da oncecfto da Vil-
la Vi cosa, juiz de direito de orphaos
da Comarca de Olinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que, por
parte de Joaquim Antonio de Miranda,
me foi digida a petico do theor seguin-
te :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos
de Olinda.Diz Joaquim Antonio de Mi-
randa, que havendo arrematado perante
V. S. a propriedade Tab, sita na fre-
guezia de Taquara, provincia da Parahy-
ba, e pertencnte ao espolio do coronel
JoSo de S Cavaicante de Albuquerque,
requer o supplic&nte, para'garantia de seu
direito, que V. Kae., depositado o pro-
ducto do bem que o supplicante arrema-
tou, mande, de a;cordo com a Ord. livro
4 titulo 6, passar editaes, chamando todos
aquelles a quera for obrigada aquella
propriedade, para, no prazo que lhos for
marcado, pugnarem pelos seus direitos.
Xcstes termos pede a V. Exc. deferi-
mento E R. Me.Olinda, 27 de Feverei-
ro de 1889.Joaquim Antonio de Miran-
da. (Estava sellada.;
Em a qual peticSo profer o despacho
do theor seguinte:
Feito o deposit} como acabo de verificar,
passe-se o edital as condic<5es alludidas,
cora o prazo de .JO dias, ficando assim de-
ferido o presente requermento, que ser
junto aos autos. Olinda, 27 de Feverei
de 1889.Correada Silvj
E mais n3o continha
DECLRALES
VeHeravel irninndaitc da* .tima la
rrenT.itt <" i. Ir. P'.ri (.iimiil-
De ordem <'n mesa regpdiir convido a loaos
os irm&os ilesta vcikiavcl irinaodade, para se
reunirem em mesa geral no dia 17 do orrente.
s II loras da niaiili;, aftm de lralar-se da
creac&o de mu liwpital ade ostros as.-umptos
importantes e inome.'insns. que entSu erlo
apiesentailos defibiTaco para 0 que a mesa
n-aedora soln-ita coiupar.vimeuio 'le todos os
membros (lisia veneravel inn.iit'l.ide. no usura-
do dia e lora.
Consistorio da venernvcl innaudade Am Almas
da f'eguezia de S Pr. I'edro Goncalves rio Red-
fe. em II de Marco .le 1089.
O csiii\ao.
________ F.. Cosa.
3." pratja
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que as 11 horas do dia 18 do corrente mez,
ser arrematada em praca, porta desta re-
partiro a seguinte mercadoria :
Armazcm n. 7
Marca JPH&A, quatro ca i xas coulendo 233
kilos, peso liquido legal de lisos passados, viu-
das de Lisboa no vapor francez tille del'eiuain
buco, entrado em Novembro de 1888, abandona-
das aos direitos por Joaquim Felinne de Aguiar.
3. seccao da All'andega de Pernamlmco, lo
de Marco de 1889 0 chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca
(.mirarla do Nenhor Koiu le-
an da \'la-*arra da igreja.an-
ta Cruz.
De ordem do Illm. irmo provedor, convido a
todos os nossos irmos. para comparecerem
paramentados de scus hbitos, em nossa igreja,
dominuo, 17 do correule, pelas 3 horas da larde,
alim de encorparados acompanharmos a pro-
cissSo que deve sahir da igreja de Xossa Sennora
do Livramento, da qual liemos convite da ir-
mandnde da Soledade erecta na mesma igreja.
0 eserivo,
M. D. ila Silcu.
Recebedoria Provincial
Os abaixo assignados cobradores
Recebedoria Provincial provnem ao
nhores contrbuntes que recebem at o
fim do corrente mez e com a multa de
6 |0 decima c conribuicoes da Compa-
nhia Drainagc c 10 8[ os impostos
da
se-
de
3 V 20 lu, 12 )0 e lo "Io, mo morta,
agurdente, alvarenga o classe, sendo que
d'esta data eiu diaute, pagarlo a multa
de 9 "i os primeaos e a de 20 [0 os de-
mas impostos.
Recife, 15 de Mareo de 1889.
JMO Leonardo do Rega Valenca.
Fredvrico Guimaraes.
Derby Club de Pernambuco
De ordem da direcloria c de conformidade com
o i l- art. 16 ilos estatutos sao convidados os
senhores accionistas reuuirem-se em assem-
bla geral no dia :t do corrente. ao meio dia,
na praca de Suldanha Marinho n. i.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, IV
de Marco de 1889.0 secretario,
_________________ Jos de Oliveira Castro.
Compauhia A alago a na de
Fiat^ao e Tecidos
Convidamos aos Srs. subscriptores des-
ta compauhia para, de accordo com os
arts. 9 e 10 dos estatutos ate o dia 17 de
Marco prximo futuro, realisarera sua
quarta entrada na razSo. de 10 (0 do valor
de suas aaatai ao Banco Intenarcional
em Pernambuco.
Maceio 15 de Fevereiro de 1889.
t Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de arvalho.
Propicio Pedroso Ban*eto.
AdmiiilHlra<-o doa orrrios dr
Pemantbnro. I de narro de
HH9.
Relacao da corresponuencia registrada (sem va-
lori qne existe n'esta ivpartico. por nao te-
rem sido encontrados seus destinatarios.
Arthur Trilha de Lcmos.
ugusto Rodrigues Bra^a.
Dr. Antonio Netio da osla Silva.
Bento Manoel de astro Amarul
' asimirc Jos Rodrigues da Motta.
Domingos Ribeiro.
Domicio do Reg Rauael (i).
Francisca Emilia da Costa.
Francisco Izidoro de Paiva.
Cuilbermina HolTmanu.
Geovanni Antonio Prente.
Guilherroina Carolina do .Njscimento.
Gregorio Cyrino Cavaicante.
Joanna Enedina Maria do Espirito Sanio.
Jos Brando de Azevedo.
Jos da Cos Braudao ordeiro Jnior
Jos Carlos da Silva Leal.
Jos dos Anjos da Silva.
Jos Joaquim da Silva Dantas.
Jos Manoel de Amorim.
Joao Baplista Xavier.
Jofio Henriques Ginlania.
Joao Baplista de Oliveira Braga.
Joao Jos Macena.
Maria Jos de Siqueira Burees da Silva.
Manoel Antonio dos feotes vici.
Manoel Jcaqu m de Azevedo.
Manoel Aotonio da Silva.
Celestino Jos Leal da Silva.
Seraplnna Ferreira de Araujo.
Sebastio M. de C.
Virginio Estanislao AITonso.
0 2" uffical,
Antonio Dubevx.
Thesouraria de Fazeiida
De ordem do Illm Sr. inspector, sao pelo pre-
sente intimados os ex-collectores Belmuo Al ves
de Carvalho Azevedo, Felippe Benicio de Moura
Tipi, Joo Augusto Alves ac:e! e Manoel Anto-
nio dos Passos Miranda on scus herdeiros, afim
de virem, no prazo de 30 dias. que Ibes fica mar-
cado, allegar o que for a be:n de seu di/eito nos
pronessos de tomada de su.is coatas.
Reeife. 11 de Margo de 1889.
0 secretario da junta.
Dr. Antonio Jos ifc Uint'Am
Companhia de Seguros Phe-
nix Pernambucana
Os senhores^ccionistas so coTlvidaaca a reu
nirem-se em alsembla getal ordinaria, na ter-
ga-feira 19 do crrenle, 1 hora da tarde, na
sede da companhia. A reoniaO lea por tim dar
execugo ao 1 do ar> 0 dos
estatutos.
Pernambuco, i de-M::;
Os adininstradoi'e-
al.
AGL. DO GR -. ARCH. 1)0 IN-. Sr.
B CAVAI.HiIRO>ll\CmTZ
De ordem Jo ftesp. Ir. Ven couvido a
todos os Obr. desta Resp. ol- a com-
part^cerem na sede da mesma no prximo sab-
bado 16 do corrente, as 7 horas da noite, para
assistirem a sess. mag. de mic. e poss. .
devendo todos se apresentarem decentemente
vestidos, e com as respectivas insignias e dis-
tinctivos.
Recife, 13 de Margo de 1889 E -. V. .
Eduardo Goncalves 18. .
Secret. ____
Compauhia de Seiruros Ain-
pliilrilr
Os fcnhoivs acrtonistas sao comidadoa a rcu-
nirem-se em assembla ^eral ordinaria, na quar-
la-teira 20 do corrente. 1 hora da larde, no sa-
lao da Associagfio CorniiK'rcial Beneficeule. A
reunio tem por fim comprir as disposieOes dos
estatuios, arts. :)6 e 40.
Antonio M. Amorim.
Manoel J. da Silva Guimaraes.
Joaquim Olin'.o Bastos^________
Banco lo it real de Ter-
Jiambiii'o
Fin ciiinpriiiieiito dos JJ '.!." e 12." do
art. x'-j dos Estatuto* o das disposiciies
da lei n. illtfde -1 de Xoveuibro de 1882,
convocamos aos Srs. Accionistas reuni-
rem-se em assembla geral ordinaria, no
dia 23 do corrente inez, ao meio dia,
em una das salas daAssoeiacao Commer-
cial Bencficente, alim de lhes ser presen-
te o relatorio das operacoes do anno ban
cario, lindo em 31 de Dezembro de 1888,
acompanliado do parecer da eommisslo
fiscal, e proceder-se eleico desta, do
presidente, vicepresidente, tarios da Assembla Geral.
Hecifc, 7 de Marco de 188.
Os administradores^
Manad JoSo de Amorim.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Iaiz Dujn-at.
Campauljia fce Seguros
comA ::::
NORTHERN
de Londres e Aberdacn
Posigo flnanceira ('Dezembro di; 1885;
fj
3m
1
m
Capital subscripto
Fundos accumulados
Reeelta annual :
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.000,000
3.134,348
577,330
191,000
32,000
O AGENTE,
John H. BoxiveU.
SEGUROS
CONTRA FOGO
The Liverpool k London k Globe
HTSURA2TCS COMPANT
SLAsaua, mim i c.
Ra do Commercio n. 3
Companhia
Imperial
QUE SE RE ALISARA NO
Dia 17 de Marco de 1889
>OIUS
Pello
*
>;ilirii 0 I
li I.
Car da etli-
menla
Proprietario

1" Pareo(onsoiam -siai melro
no Derby. P
neiros Vnimnes da provincia que anda nao lenliam ganho
remios : 00. ao Io, o0 ao 8, eO ao 3.
1;Boyal. ..
i Pitt.....
Marat.......!
. Ferrabraz i
SiAlbeu.......
e^uaracy
7i*lmirante .
8 Orange -----
WGioaa.......
10Vassallo.....
UPedreira... .
l2|l$oulangcr...
13Holdaj ... .
IVjBridedor.. .
18 flood m or-
ning.
4 Rnsso.......
y
5 Rodado .... 0
3 Baio....... *
1 Castauho n
s 1 finteo.......
6 Al.-./;":. .....
o [Gastanbo .
5 | a
i Rodado. o
i iRusso rolado o
3 Alazao..... V
C Baio....... ,.
i Russo....... 1
HnrfiLfln
53
58
5o
50
55
53
5o
55
35
55
53
33
33
53
Rosa e prelo........
Encarnado o auiarello
Amarello e a/ul. ....
Ouro e verde. ......
Azul e encarnado.. .
Encarnado e Preto.
Preto ene. e ouro. .. -
Encarnado e grenal..
Encarnado.........
Ouro..............
Grcnate preto.......
Preto e ouro.........
Branco e encarnado..
Saldanha.
S. F-
Coudelaria Demcrata.
P.J.
A. F. C.
F. R.
Coudelaria Pavsandu.
A. J. G. A.
Coudelaria Garguello.
Coudelaria Unio.
T.D.
G.V.
D.T.
Antonio P. Marino.
55 Encarnado 0 brauco. U. C.
2" Pareo--('oiioulara a turnia 801) metrosAnimaes da provinchi que anda n.rio tenliam
ganho no Derby Premios: 2003 ao 1, 305 ao 2* c 20 ao 3.
Zia-........
Licorne .....
Re de ouro.
Corsario ....
Potosi.......
Siroco'.....
Aracahy.....
8jVesuvi
9 Camossim...
10 Guanabara
il Breas..
12
13 Horisonle.
14'Pierrot
Vida Alegre.
5 Russo pedrez Pern.
7 Castauho-----
i .Rodado.....
5 Castauho ..
3 !' ardao......
5 Russo.......
Preto.....
Castauho. .
Baio.......
Alazao .....
Russo -----.
Alazao......
Baio.......
53
53
53
55
50
55
53
5.J
5a
50
55
."i.'i
53
Grenat e ouro.....
Encarnado cpreto...
Branco e preto......
Riscado............
Ouroe encarnado------
Encarnado e branco.
Amarello e encarnado
Ene. i' bonet azul ...
Branco eazul.......
Azul...............
Prelo, ene. e ouro
Azul e branco.......
Azul.............
|Azul e rosa..........
Coudelaria Bemlica.
J C. A.
F.G.
J. F. S.
A. C. dos Santos.
S. B.
S. B F
F. de A.
M. A. Pimentel.
M. Mendonca-
.Coudelaria Desgrana.
It'oudelaria Imperial.
Coudelaria Maduro.
S. A.
3o PareoOmniuaaI AOo metrosAnimaes dmenos de meio sangne. Premios: 300a
o 1, 73sS ao 2" e 30 ao 3*
1 .Moncorvo
2 Favorita.-..
3 Recife......
4'Aymor. ..
SjComela. ...
ti Alia......
Rodado ... S. Paulo. 51
Zaino..... '52
Castauho.. ..Riode Jan.{ 54
I 54
Alazao. .iS. Paulo-..1 54
' -* o*
Rosa e prelo------
jVioleta e ouro ...
Preto e grenat..
Verdee amarello.
Ouro c branco___
jC. Fernandes.
jBernardino L. Alheiro.
8. P.
i A. M.
Bernardiuo Alheiro.
Djalma M. da Silva.
1". Parco-r*i|ierlade!)00 metrosAnimaes da provincia une ainda nao
ganho premios no Derby cm maior distancia. Premios : 2004 ao 1. 505 ao t
tenham
DE
205000 ao 3o-
Seg'uros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e inereadorlas
Taxas baij-an
Prompto pagamento de prejuizos.
CAPITAL
RS. I .O 00:000-OOO
GENTE
BHOnMt ('.
K. 5RA DO COMMERCION
IlDEMNISADORA
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
KmnbiU-ridaem 1895
CAPITAL 1,000:000^000
SIXISTROS PAGOS
At 31 de Dezenibrn de 1884
MarititQOs.. 1,110:000^000
Terrestres. 316:000^000
44Ra- do Commercio44
SEGURO IIHTRA F060
Roryal Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL t.000:000
AGENTES
R. DEDRUSINA&C.
13Ra Mrquez de Olinda13
Aruuiary-----
Caim........
Almirante. .
General..
Orange .. -.
Roldao.....
Pirrara......
Danlon-----
Vida Alegre-
Ciclone ...
Borbururaa..
Bolaxinha...
Bonapartc ..
Fanfar..... ,
ero... .-..
Alazao...... Ilusso |iedi'c/. Alazao..... Rosilho r.islanbo___ Baio....... Castanbo . Peruamb.. m 0
Russo. Rodado ----
oilado.....

'
B
58
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58
88
88
55
55
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55
58
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55
50
Vilela e ouro......
Ouro.e verde......
Encarnado e prelo ..
Branco e preto ...
Preto ene. e ouro
Prelo e ouro.....
Grenat e preto......
Azul e branco.....
Encarnado B branco.
Encamado..........
Branco e azul......
Branco e encarnado.
Azul e grenat.......
Ene. preto e branco..
F. S. Bastos.
A. F. C.
Coudelaria Pavsandu-
J. D. C. B.
A- J. G. "A.
D. F.
L.
G.V.
Coudelaria Imperial.
S. B
Augusto Silva.
M. G. M.
M. G. L.
R. .
H. G. L. G.
5. Pareolavtei- l.OOO1 metrosAmmaes ate meio sangue que anda nao tenham
ganbo premio este anno em nenhum dos Prados desta capital. Premios : 300
ao Io. 735 ao 2" e HMOOO ao 3".
Mandarim.
Moncorvo...
Mimosa. ...
Minerva. ...
Corcovado ..
Risette.....
6o. Pareo-O
Rosilho.....
Rodado. .
Alazao. ...
Douradilbo
Gastanbo ..
Zaino.....
S. Paulo...
Rio de Jan.
S. Paulo ..
53
53
53
54
Azul listrado......
Rosa e preto........
Gri-nat c azul.......
Violeta e ouro.......
Encarnado c preto .
Azule.ouro........
A
I. Bastos.
C. Fernandes.
Coud. Parnamerim, "
Coudelaria Cruzeiro,
'oudelaria PaysandA-
Celso Oliveira.
looiariia 3a turmaAnimaes da provincia que ainda nao tenham
no iKrby.Premios : 2003 ao l, 505 ao 2" e 20 ao 3o.
Companhia de Seguros
AGEXTE
Miguel Jos Aires
*. tKiih do Ion Jcmki \. 9
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nesles ltimos seguros a nica companhia
nesla praca que concede aos Srs. segurados semp-
cuo de pagamento de premio em cada stimo
unno, o que equivale ao descont annual de cer-
ca de 15 por cento em favor dos segurados.
London & Brasilian Bank
Limited
Rna do Commercio n. 32
Sacca por todos os vaporee sobre as cai-
xas do mesmo banco cm Portugal, sendo
em Lisboa, ra des Capollistas n. 75. 2 Porto, ra dos Ingleses.
....................SEGUROS "
martimos cintra fogo
Companhia Phcnlx Per-
nambucana
Rl'A DO COMMERCIO N. 20 1." ANDAR
Phebo.....
Bona parte ..
Rocambole.
Re..........
Rndelo.....
Palito.....
Jonkopings..
Dublin.....
Meteorolitho.
Biscoutinho .
ValetecxRatao
Bornave. ...
Lucifer......
Mercurio-----
Casanho .
Rodado .....
CardSo -----
Russo pedre/.

Castanho ..
Alazao.....
Tordilho....
Russo. .
Baio.......
Castanho. ..
Rodado.....
Russo pedrez
Pemamb
58
53
35
5-*i
83
50
53
55
55
55
83
83
35
i Azul e branco.......
Branco c encarnado..
Azul e branco......
Encarnado e branco
Encarnado e preto
Preto e ouro........
Pardo azul e ene ..
Branco e encarnado.
Branco e azul.....
Encarnado e azul------
Encarnado e preto.-.
Coudelaria 1
R. G. L.
C P.
J. L. de Souza Filho.
Tacos.
A. P.
i. A.
J. M.
H. H.deM.Hennqu-\
M. G. M.
B. D. Cavaicante.
A. S.
A. .
L. P.
"." Pareo Proviacla de Pernambuco 1.300 raelros Animaes da provinci?.
Premios: 2505, ao 1, e ao 2" livra a entrada.
Arumary..
Cndor .:
Templar..
5 rAlazao------
5 Baio.......
5 JRodado- -.
Pernamb..
54
54
54
Violeta e ouro.
Azul e ouro...
F. Siqueira Basto-
R. C.
J. M.
8". Pareo -imprenM Peritamburana 1.609 metrosAnimaas at meio sangue.
Premios : 3005 ao 1", 75i ao 2' e 305000 ao 3*.
Figaro.....
Ruy Blas..
Douro.....
Hexe ..
Apollo.....
Olga......
Chita...., -.
Alazao......
Zaino......
Alazao .....
Castanho ....
R G do Sul
S. Paulo ..
Rio de Jan.
R. da Prata
O
S. Paulo..
54
56
54
55
54
49
Azul listrado.........J. S. S. Bastos.
Rosa e preto
Verde e amarello.....
Rosa e preto.......
Branco. e encarnado.
Arthur Silva.
F. P.
Coud. Pernambucana.
Estevo de S.
M. N. P.
SANTA CASA
CAMAS PARA ALIGAR
Ra da Moeda n.-49, armazem 2405000
dem do Vigario Tenorio n. 27. Isja 240*000
dem idem n. 22, 3. andar -805000
dem idem n. 25. l. andar 3605000
dem do BispoSkrdinha n. 3, 1." e 2
andares e soto 4005000
dem do Mrquez de Olinda, sobrado
n.44 2:1315000
dem do Bpm Jess n. 29. 1. andar 2405000
tdem de Domingos Jos Martins n. 136,
loja e 1 andar iOOOOO
dem de Thom de Souz;' a. i '*, 1" andar 2001000
dem do Baranda Victoria n". 41, ar-
mazem 1:2005000
idem Imperial n. 151, casa terrea 3605000
ia de S. Pedro n. i, casa terrea 3601000
S. Lourenco da Malla 60*000
I
Os animaes inscriptos para o 1 pareo deveta achar-se no ensilhamento s
'J 1]2 horas,da manhS.
Os animaes inscriptos para os outros pareos, deverao estar urna hora ante*
da detenninada para o pareo emque ti ver de correr.
Os forfaits serito recebados at sabbado, 16 de Mar^o s 3 horas dr
tarde, hora do encerramento do expediente para esta corrida.
A venda de poules encerrar-se-ha 20 minutos antes da corrida.
Chama-se a attencao dos Srs. proprietarios para o artigo 56 do regimen-
t interno
HORARIO
l.o pareo...... 11 horas ..... rainut
2." pareo, ..... 11 e 50 >
o. pareo....... 12 e 40
4. pareo...... 1 e 30
5. pareo...... 2 i e 20 i
6. pareo. ...... 3 e 10 ,
7. pareo...... 4 ..... >
8." pareo. ... 4 e 50 s
O Gerente,
||^k Henrique Schutet.








HTPPOD.ROMO
DO
CAMPO GRANDE
Diario de P^^Mnbuco---SaUb*4o' 16 de; Mango de J888
Jli. .11.11111 lg^# Ia
PR
DomiiHp 24 de Afargo I. pareoENSAIO- 800 metros. Animaes da provincia que anda nao tenham
ganhopreiBo8 no ippodroino. premios: SKK>0UOO aorprneirO, 505000
ao seguido e 20 ao tereeiro.
1. pareo PRADO PERNAMBUCANO 850 metros. Animaes de menos de
mcio sangue que-ni ejam-da provincia e nao tealiam ganio aesta dis-
tancia no Hippadromo. presos : 2505000 ao primeiro, 605000 ao
segundo e 255000 ao tereeiro.
S. pare* PROSPERIDADE900 metros. Ananaes da provincia que mo ta-
nhata ganho prexnio n'csta ou raaior distancia em nenhum dos prados
d'esta capital, premios : 2005000 ao primeiro, 505000 ao segundo c
20500o ao tereeiro.
4. pareo HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE1.800 metros. Animaes de
qualquer paiz. PREMIOS: 8005000 ao primeire, 2005000 ao segundo
e 8O5000 ao tereeiro.
*." pareoDERBY CLUB1.400 metros. Animaes nacioaaes at meio sangue
premios : 3505000 ao primeiro, 805000 ao segundo, e 355000 ao tereeiro.
.pareoCOMMERCTO- 1.300 metros. Animaes da provincia, premios:
25O5OOO ao prmeiro, 605000 ao segundo e 255000 ao tereeiro.
f. pareoVELOC1DADE700 meto. Eguas da provinckv. premios: 1505000
a primoira. 354000 a segunda e 155000 a terceira.
Observares
O 4. e 6.a pareos nao se real i sarao, sem que se insrrevsm 5 animaes.
Nenhum dos outrospareos se realisar sem que se insov*j tres animaes de
proprietarios diferentes.
A inscripcad encerrar-se-ha segunda-feira 18 do corrente s 6 horas da tarde
ao escriptorio do Hippodromo.
O cdigo de corridas prescreve o modo da inser pelo.
Recife, 13 de Marco de 1889.
O secretario,
Ferrara Jacobina.
econmica, do
Exa para os -fias ocb
DeUs-gu;;
ra Vhnka.- Sr. presHene da provincia
de Peraambwco.
secretario interino,
ManotMoaquim Svekra.
Camocim
Fabrica de fiacao e tecid* l^T^JSyii^*WeflB,breTidi*-0


II
Bi
4
PROJECTO DE IlYSCRIFAO
ara
a i 3.a corrida que dever. ter lugar
no dia 25 deMareode 1889
1.'' PAREO CoDSolaeo 8f>0 metros. Animaes da provincia. nue nSo tenham
ganho premio. Premios: 2005000 ao primeiro, ~>O580 'ao segimdo e
205000 ao tereeiro.
2. l'AKEOC'eaapeHwacev-1.450 metros. Animaes nacioujeat meio sangue.
queja tendo sido inscripto nao tenham ganho premio 'este'anno. Premios :
3005000 ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000 ao tereeiro.
:;. PAREO erlvClub de VerMaimhut' 1.000 maawav Animaes da
provincia. Premios: 300500>ao primeiro, OOiJSUO majando e 305000
ao tereeiro. t
4.* PAREO Ferro Carril- .1300.metros. Cavallos ucoidaaar t meio san-i
gue. Preaos : 3505000 ao primeiro. 20W5000 ao segundo e 355000 ao
tereeiro.
5." PAREOPrado PeroaaabiM-aBO1.700 metros. Artaaes- de qualquer
'paiz. Premios: 8Q80QO ao prmeiro, 20050U ao. ajondo e 80A000
ao tereeiro.
6. PAREO lavpreasa Peraambnraoa1.200 inetm. Ananaes da provin-
cia. Premios: VXf&C*W a primeiro, (305000lao jundo e HOflIOO ao
tereeiro.
7." PAREO Reeife 1.401 metros. Eguas at puro sa: y-.. Premios: 5005000
aprimeira, KXijiitK a aajpndn e �Q0 o ten. '...
Obserwuoes
S sera" aceitas para cada parco guiase prupoataa. '...mvi-iuppe devi-r
contcj urna so proposta. e caso apparo-a mais 'le urna aoceita a irimeira
que for I ida.
Nenhum pareo <*< realisar sem qu<- se nacrevam a;i' i i rios diferentes.
0 anno social contado do dia 1. de Julho a 30 di .' do anno seguinte.
A-hiscripeao encerrar-se-ha na icrra-felra. 19 do <,ii*o,:.s 6 horas da
tarde ua. secretaria do Prado.
A directora pede a attenoao dos >. -. proprietarios j .? do art. 21 do
Cdigo de Corrida-.
Recife. l4 de Marco de 1889.
O 6EC8ET,*torrt,
Frwuitco de Soun. Res.
KfiTftAOA i* PKRR6DB J/KRJKAIBUOO
o
HECftl. Mi S. FAMiWCH
AVISO
Auid" cata estsaela... rcMustruindo a ponte ia P presente faz
publico que o trem de carga, que duaee do interior no da '. > o arente, ticar na
estacad do Cabo e s seguir .para Cinco Postas na manli de i4, que o transporte
de passageiro8 na tarde de 22 e nos dias 23, 24 e 25 ser feto t.com .bald^eacao,
tendo os passageiros de atravessar a p a mesma ponte e mcaJicoente que nesses
dias s se despacharao animaes entre as esta^Bes de Cinco Potrta, e ha e Cabo a
Vaa.
Cabo, 13 de Marco de 1889.
VeUsHood,
Superintendente.
1.a seccae.Secretaria da Presidencia < conformidade do artigo 25 do regulamen
de Pernambuco, em 19 de Fevereiro delta do Instituto dos Suidos Mudos annexo
1889. [ao decteto n. 5,435 de 15 de Outubro de
1873, continuar alli, por haver attingido
a idade de 18 annos, o alumno Jes Lou-
renco Godofredo Lucas, a quem se refere
Por esA &eci'taria se faz publica a re
lo Exm. ministro e secre-
Ikdo dos negocios do imperio,
Ww aviso n. 288 de 22 de Ja-
ra conhecimento de Maria
JooceicSo Lucas, mli do
iunino o instituto dos Surdos-Mudos,
lodolredo Lucas.
-' directoria. Jlinisterio
negocios do imperio. Rio de Janeiro.
Janeiro de 1889.
a. e Exm. Sr.K^o podendo, na
o officio dessa presidencia de 24 de Ou-
tubro de 1882 e eonvindo, portanto, pro-
videnciar atim deque seja retirado do
mesmo Instituto o dito m^nor, o qual,. se-
gundo informa o director de estabeleei-
mento'no officio, que a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularnente por escrip-
to, perito official de encadernador e tem
o peculio de 8645950, recolhido a caixa

de Pernamtxtco
Vende-se cem aeces desta companhia. de
iOMOi 0 cada urna, estando todo o valor real isa-
do desde o dia 16 de Janeiro passado : a tratar
na ra doCommercio n. V6.
De ordem do llm. Sr. Dr. inspector
fajo publico que em cumprimento da re-
soluyo de S. txc. o Sr. Dr. presidente
da provincia, de 14 do corrente, tica mar
cado o prazo'de 45 dias a contar desta
data, para a ineripblo ao concurso que
ter lugar neste Thesouro no dia 15 de
Abr 1 prximo futuro, atim de preencher-
se tres avagas-de 3o escripturario existen-
tes nest repartijao.
O exame versar sobre leitura, analyse
grammatical, orthographia e arithmetica
at a theoria das proporcSes inclusive.
Os candidatos deverao requerer ins-
pectora deste Thesouro a sua admisso ao
concurso por meio de peticao documenta-'
da, provando ser maior de 18 annos, achar-
sc livre de curpa c pena e ter bom com-
portamento, lhes sendo lieito juntar, alm
destes, quaesquer outros documentos que
possain favorecer o seu direito.
Secretaria do Tbeaonro Provincial de
Pernambuco, 21 de Pereioo de 1889.
Servihdo de seoretario
O official,
Lindolfo Compeli.
MARTIMOS
CHARGERS REUNS
Compnlibia Friinrexi
DE
.%avegM;5o a vapor
Pernambnoo, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
VilledeMaeei
Commandantc Lenorraaml
E'esperado da Europa ate o dia"O
de ano. seguindo depoia da in-
"ocnsavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desi^ linha, queira apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer reclamar,ao concernente a volumes que
porventura tenhaimseguido para os portos do
sul atim de se podei dar a lempo as provi-
dencias neeessa ras.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsabili.sa por extravios.
Para carga, passagens, enoomnmnda! e di-
nheiro a frete : trata-se eom o
AGENTE
Auguste Labillc
9 RA DO COMMERCIO 9
Companhia Brasileira de
Navega^ao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do norte at
odia 17 de Marco edepois da de-
ora indisaensavel- seguir para es
portos do sul.
Recebe tambem car^a para Santos, Santa Cu-
tharina. Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande-do
Sul, frete mdico
As encoramendas s sarao recebidaB na agen-
cia at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-ae com os AGENTES.
POKTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante o 1 tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do sul at o
din 47 de Marco seguindo depeij
,dft demora indispensavel para -o
portos do norte at Manos.
As encommeadas sao reccbdas na.agencia
at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se cem os
AGENTES
Pereira Cameiro &. C.
6=Rua do Commercio=6
1 andar
jg^'J
Rojal MaiiSteam Packof
Companhia
O vapor Neva
Commandante G. M.'Hickt-
B' -eiperailo. do sul no- dia l><1<
Mam. t*t>egnmdo .lcpois^lii< iRtrntra
neeessa ra. para
' o aciraa, c*n toda brevida-
salve recebe carga ; a tratar
na na da Mudrede Ditin 8 ou nn (*nr>: do fjoyo
com o rnestn
Rio Grande e Pelotas
) ilarinko VII; para carga trata
se com es consignatarios Jos da Silva Lovo A
Filho.
LEILOES
Leilo
medidas
i pra?a
Da armayiio, balanca, pesos,
gneros da taverna sita
Conde d'Eu n.. 18-
Nabbada. IU do corrate
's 11 horas
0 agente dusmao, competentemente autori-
sado, lar leilao da armacao, gneros, movis e
mais objectos que estarfto patentes no acto do
leilao.
Leilo
De diversos saceos com ceblas do Rio Grande,
avarjadas
HOJE10 do correte
As tO 1/2 horas
Nolrapiche do Sr. \rcelino na Companhia Per-
aambucana
Por intervencao do agente
Gusmao
isa-se de ni na roa do
Livrariiciiiii n. !.
' iiasenhoi Iw-
mm solteiro ouviuvo. ndo batftaclo de casa
de familia, prelrrindo pesuoa de fra da cida-
de ; na ra do*foda k. C; adiara com qoem
tratar.
- Dttotft o da t'-> 4e Fevtwib ola 6 piwsivel
encontrar com o Sr. Dr. A. A. A pede-se qe
apparera no f ac da Patria a o
Ao Sr! M. T. A. I. petate que venha dar
soluco sobre aquillo. ____________
Pergunta-si- ao Sr. Francisco Raposo Falcan
se entrega ouno os movis que estio em seo
poder ha dez annos.
Ao Sr, capttae Francisco Antonio de S
Barreto que resposta da daquellc negocio.
U bachaiel Jesumo Claro dos Santos e Sil-
va advoca nos auditorios de almares e incum-
be-se do patrocinio de causas fura do seu domi-
cilio.
12#000
Ser possivel que o Sr. director de urna corpo-
ragao que acaba de funeciouar com um pastoril
na antiga Thali n:io tenba ainda adquirido a
diminuta quantia aciua, pare a indemnisacao da
orefcestra 7
Nao ha nzao para isto : pois affirmou-nosqne
existia a seu lado uuin comniissao de horneas
potentados, o certo 6 que os pobres 1 meu-
tam-se.
Eis o jiroceder dos homens de carcter
Mais tarde voltaremos*.
Os lilhos da Candinha
A gente Brito
Leilao
De movis, fazendas, miudezas, extractos, fer-
ragens e outros artigos ao correr do martelto.
Habbado l-do-eorrene
A's 10 lj2 hora
Eva do Rangd n. 48
3 leilao
Da armacao, cofre prova de fogo, candieiros,
mercaduras e utensilios existentes na loja de
lazendas'#ito.. ra Viscondc Inhauma n. *9.
antiga toAsngel.
Seguda-feira 18 do corrente
A' 11 horas
O agPtetiusin&Os autorizado por mandado-do
Exm. Sr. Dr. juiz de aireito do commercio e a re-
auerimento do Dr. curador fiscal da massa l'alli-
a/le Salvador Gongalves Braga & C, levar a
Y leilo com assistencia do mesmo juiz. o es-
tabeleeimento cima mencionado,' o qual ser
vendido em um ou mais lotes a vontade dos Srs.
compradores.
Leilao
Da i-rmacao, mercaduras e utencilio.- da taverna
sita ra da Unio n. .12
Terra-felra 1 do corrente
A's 11 horas
0 agente Gusmao autorizado far leilo da ar-
macao e merendonas da taverna cima mencior
nada, em um ou mais lotes a vontade dos com-
pradores.
Garant-se a chave.
Agente Pestaa
Leilo de predios
Ter5a-feira, 19 do corrente
A's 11 horas
Em frente do armazem ra do Mrquez de
Olinda n. 44 outr'ora Cadeia do Becife
O agente Pestaa vender livres e desembara
gados de todo e qualquer onus os predios' abaixo
declarados:
Urna casa terrea sita ra da Pslma-n. 41,
remiendo i'-<. mensaes.
Urna dita ra Vidal de Nepreiros n. Vi com
sotan rendendo 304 mensaes
Urna dita sita ra Marque/, da Henal n.
.189, rendendo 30* mensaes.
Urna dita sita ra de S. Jos n. 74, renden-
do 325300 mensaes.
rma dita sita no Corredor do Dispon. 18.
rendendo 254 mensaes.
Um sobrado silo ra Coronel Suassuna n
f0 rendendo fi04 mensaes.
lina casa terrea sita ra do Rosario da Boa
Vistan. 11, esquina do becco do Tambi.
Todos estes predios achararse livres e desenir
baranados e em bom estado de conservacno.
Ha0 SECLO DE BOM XITO
S Premios
ALCOOL HORTEL
RBCOMMRTOIDO
pala Hlustra$OGS Medicas
contra
Indi ge toes, Dores O Estomago]
de Cometo, de Henos, d Catoca, te-
Iidispensaret DURANTE o. CALOBFC
PTIMO TAMBEM I-ARA
oTOUCADOBeosOENTES
G^mde Proterratlvo em tompo.
Fabrica em LYO
O, Coarm d'Herbouvilla
Casa em PARS, vaRicher
Ixigt-M o ww de RCCQLS
anViMMD: PF.1K" M. da SUVA C.
i ia Mis ai ttsi TMrni.-n, Bregarlas.
ue
6RAMDK LQ'
Na Loja das E^l
S6Rifa Ikque de fiiis->8
Tclephoac a. 58IO
Este bem conhecido estabelecimentoacaba
de passar por urna grande reforma j
sonde ligado interiormente com a
casa contigua do n. 58 no intuito
de serem despachados todos os seus
freguezi'- com mxima Lievidade
possivol. olveu fazer grande U-
ficaram de balanfo, por monos
M "\0 do seu valor, cujos artigos
passamos a demonstrar:
ArtiOH de le
Esguiao, peca, a 'AbOO.
Madapolo cem um metro de largura de
1U por 7<)00
dem idom americano de 86 por 5^000- -
Algodo marca T, especial, rauito largo.
de 7?5 por 5#000.
Bramantes, pecas, por 7#000.
Atoulliados. lindos desenhos, ciliar largu-
ras, lije 1)5200 o metro.
Guardannpos de 4?> por 25000 a duzia.
Estopa de linbo para bordar a 500 u me-
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 1$500 o dito.
Lencos braneos e com barras de cor a ljj.
e 1?00 a duzia.
ToaIhas*Jc fustao, qualidade superior, a
e -i->000 a duzia. *
1 Cretones para coberta a 240 re.
j Colchas acolchoadas, brancas e-de cores i
[-OOO.
Lences de bramantes a 25000.
ChaK-s cscocezes a 15000.
E outros muitos artigos que deixam de
ser mencionados e que se vendem com
igual abatimento
Teeidos de alia novidade
PARA VESTIDOS DE SEXIIOBA8
Linhos pardos para vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros e listras de 15800 por
800 rs.
Setins de seda, todas as crea#de....
1A200 por 500 e 320 rs.
Meninos lisos, todas cores, de 500 por
240 rs.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Xoneuks, desenhos novos de 240 poi
120 rs.
Cretones claros e escures com lindissimof
desenhos de 440 por 240 rs. 1.800
PECAS!
Merinos de quadros, grande variedade de
padrees, de 500 por 240 rs.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 rs.
pechincha !
Fustoes de cor, de quadros e outros dese^
nhos rauito lindos, de 500 por 160 re.
j Sedas Felippmas, de 500 por 200 rs.
E muitos outros tecidos para vestido.
em algodao. linho, la o sedas que se ven-
' r
i

D. Maria WoareM Pereira Basit*.
Guilherme Pereira Bastos, Joaquim Antonio
Pereira Bastos, Cesario Pereira Bastos, Jos Pe-
reira Bastos. Jofto Pereira Bastos, Maria Pereira
Bastos, Francisco Pereira Bastos Antonio Pri-
mo Soares rogara a todos os prenles e amiaos

'Ir-
dem como o mesmo abatimento de 50
Confeeeo
Vestidos feitos de (Jasemira ricamente
bordados de 805 por 55 e 305. '
Ditos para armar de 0->, 8-> e 105.
Ditos braneos bordados cm cartao, alta no-
vidade a 85 e 105.
para assistirem as missas que inandam rezar na Guarnicdes de colariuhos e punhos par.
matriz da (iraca pela alma de su prezada espo- apnhora or 1A p 1-?K.
sa,irm e cunhaoa D. Maria Sobres Pereira Bas- senliora por le #* -
Leilo
S. Vicente, 1 hlma, Vjgpo> Soutkaii^iran1*
Antuerpia
/'Mcc/iO 1J1 Htiuugen*
Ida Ida ce/i-
A' Lisboa l clasM x 20 X Hl
A'Southampton Iclasse t- 42
1 aniartes reservados para os paisa^ein.'.- de
Pernambuco. *
Eni(|uanlo vigorar a quarenlena imposta .na
Itepublica Aifientina, bOi Qa4os prueedentesdo
Bnwil. os vaporea desta companqia nao aceitaro
pa.-sa^eiros nem carfa para Bueno*Ayres.
I*ari passajjens, fretes,encomuieiid;t, tratase
>:oiq o
Amorimlnnos *&C.
N. 3Ra do Bom Jeau^ N. 3
United States and Brazil
1VK & S. C. J.
Ovapor Advanee i
E' esperado do& portos uo
sul at o dia 21 ie Marro
o qual depois da demo-
ra necessann seguir
para o
, Barbados, s.
e \(-Vorli
Para carga, passagens, encommendas e di-
oheiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Fin anee
E' esperado dos portos do
norte at o dia 27 de Mar-
co o qual depois da de-
mora necessaria seguir
para a
llahla. Rio de laneirtt e *aa>te*
Henry Forster & C.
8-~-Rua do Commerc08
V andar
De bons movis, apparelho de clcctro-
plate, louc-a, vidios, crystaes, a saber:
Lilia rica mobilia de Jacaranda, com tainas
frescas, composta de 1 sof, 2 eonsolos, 1 jardi-
neira. 4 cadeiras de braco e 12 de guarnico ; 1
dita coiiiposu de 1 sof 2 consolos, 1 jardtuei
ra, 2 cadeiras de braco, 6 de guarnico, 2 mesas
redondas, 2 porta-flores grandes, 4 ditos peque-
nos e 2 etagers, tudo de goiabeira, 2 camas. de
casal, 1 tuilet de jucarand, 1 dito de mogno, 1
meza redonda para jogo, '! marquezdes, 1 meza
elstica de i taboass 1 guarda-louca, 2 aparado-
res, 1 guarda-vestido, 1 commdda, 12 cadeiras
de junco, 1 sof. 2 cadeiras de braco de amarel
lo, 1 meza 2 gavetas, 1 berco, i quartirihei-
ras, 1 tapete, 1 meza redonda preta, 4 etagers.-2
jarros de faiance, 1 relogio de parede. qumhos.
espelhos, jarros de louca e vidro, catidiiin.s.
pparelbos de alrnoco e jantdr, 2 espeMios para
cima de meza e I uval, 2 IniMevtas, 1 eahMs *
Columna.-, garrafas, copos, saltees, lalbcres. l-..i-
t'os o colberes de electro -piale, 1 machina de
costura, 1 dita elctrica, baorajas, escarradel
ras, l apparelho de electro-pate, nicas nar*
elnuiipigne. I espingarda, j irro. I revolver,
aren: de co^inlia, I c;irneiro e 1 carme para o
mc-smo. diversos ps de crotons e -.nitros ar
ti-v-.
Terca feira. ludo crreme, s 10 u l liot^u
o l1 andar da ra das Laranfeini- rt. W
0 agente Modesto Baptisla f.ir Iril.". do q"
cima se declara, autorizado pelo Si Antonio
Jos Coelho Aranbu, que se relira -x\r.\ fora da
proviocia, o qual fez transportar dilos 1:1 eis da
casa de sua residencia para o 1" andar da ra
das Laningeiras ti. '8 para se enVctuai1 o leilao
que sci sem reserva de precos.
tos. s 7 1|2 horas da manba ue 16 do corrente,
trigsimo dia do seu falleciraento, e desde j
agradecer esse acto de caridade. ____
*ie*erio Jos do VaulON tzuiar
Auna David de .\ovaes Aguiar, st-us tilhos,
Joaquim Silvestre Teixeira e Joo Fetitito de Oli-
veiraBarrosagradecem do intimo d alma a to-
dos aquellt's que-oandosanute acompaaharam
ao cemiterio publico os restos mortaes de seu
sempre cnoroso marido, pai e sogro, e de novo
convklaiii os seus prenles e amigos ;issislirem
as missas qoe mandam rezar na matriz de Afo-
gados. no dia 19 do orrente. setiaio de seu fal-
lecimento.
t
!>; i Seiihorinlin da Enrarnario
PeaiMta
Man-i < icalves dos Santos Pereira manda
ir un., u.issa pur alma de Josepliu Senhort-
le moz. i 12 da madrugada, na igrejade N.
S. da Henlia ; para assistir e este -acto cooviita
ae seu lillice prente da mantu |n:i!
t
naraoho. Para.
M- -*n !MM-rrilli
. ni Un Silva Caivalh >. so.i trnfflOf^ < li-
II10-. i;,-. d. Mhs GiliVuMio. .M.niael da >llva
arviii.' i-ioaliecidu a Ij.ias .;.-- p-SS'.iuc que
'iu ao cemiirri pu'.Ai&t e- resuw
1 e Uado irtna, cantado ii" ; e
b* mu,, (-dem lodosus seus pnmrtes itailri
gOS |Kiru asistireui n iui-s:isqui' setifl rezada:-
po: -ua :.!m:i no dia 10 iU i-j.-n-nle, s 8 horas
i|;;.il liesilc j,i se ooiilt-ssai ecoulieci-los.
AVISOS DIVERSOS
Aluga se o sobrado dapraca Conde d'Eu li-
an e e da ra do Barao de S. Borja n. 26, ambos
com grandes commodos pata numerosa familia ;
a tratar na ra de Carito Amaro n. 8.
Aluga-ee o 2 andar com agua
Padre Muniz n. 13 : a tratar na ra das Trin-
eheiras a 18.
Aluga se casas a 8*tW no becco dos Coe-
Ihos, jua40.de S. Goncallo ; a tratar na ra da
Imperabais. 56. ______
Aluga-se a casa n. 1 ra Lembranca do
Gomes, em Santo Amaro; a tratar na ra da
Imperatriz n. 32, 2- andar. 1
das Flores n. 18 : a tratar na ra Barao da Vic-
toria n. 39, loja____________________________
Precisa-si- de urna professor para enge-
nho. que stiba o portuguez, francez, musica
piano ; a tratar na roa da Penha, 2-' andar, en-
trada pelo becco.__________________
Precisa-se de urna ama que cosinhe e com-
pre para tres pessoas no oitao do Corpo Santo
numero 25.
Precisa-se de um menino para criado de
pauca familia ; a tratar na ra das'Trincheiras
numero 18.
l'recisa-sj de urna cosa
T
H<>h4;atril.) ttn .'s*-ot' Oi<-iai)
Coiistanliua d( ideKii MMMUdM reates e as e'.-so:- de sua ajnix.-ide. para a&ais
t.'Bia m-a que ivamfci rexar por alm.i ile sua
stNnprx* ch-irada uii. Rosa Emilia da Foiiseca
Oliveira, ii HMtrix lie Santo oIoiioik. dia Ix
do eeireaii s Utwaadaxtw
JoMi|iiim < .ttano Farae
Anna Tranquilina Farges, Maria Luiza de
Franca Favgos, Etelvina Francelina Farges, Ma-
na Theodora Farges, Anna Joaquina Soares (au-
ra d> ente) e Luix Jos Cameiro, compungidos da
mais acerba dor pelo passamento de seu sempre
lembrado esposo, pai, filho e compadre, agrade-
cem do intimo d'alma a todas as pessoas que se
digoamm acoropanbaros seus restos mortaes ao
cemiterio publico ; e de evo as convidara e nos
parentes e amigos para assistirenas missas que:
sei'o rezadas na matriz de Alegados no dia 20
do corrente, s 7 1 [2 horas da manh, stimo dia
do seu nassaniento, e desde j se confessam
eternamente reconhecidos por este acto de re-
ligiao e carklade.
l)omHp) Hmiopl Ale 1 C'ontu
ManoelJoaqnim Alvee da Costa, Manoel Fran-
cisco Alvos da Costa, JoaquimJManoel Alves da
Costa e Idalina Amelia de Albuquerque Costa,
tendo pecebtdo a infausta noticia do faltecimenlo
de eu prezadissimo pai, avo e sogro Domingos
Manoel Alves da Costa, fallecido no reine
de PortuaaJ, convidam a todos os seus.ami-
gos e parentes, para assurein u mtssu que
pelo descanco eterno de suajalma{niandam rezar
na igreia de Maesa Senbora di Punir, peas-7 Ij-
horas damaob de 48. de corrantu, pe qm-
desde jase confessam eteruanente agfttOwados.
Capotas (preparadas na corte) de 20$ por
y^ e 10f5
Gollinhas e punhos para menino de 3 a
8 annos.
Vestuarios e roupinlias para enancas, por
5-^, 6, 8^ e 10<5, e Jersey, casemira <
de briin.
Saias bordadas a 2-> e 3^.
Enxovaes para baptisado com collares ele
trieos por 5$.
Luvas de seda meio braoo e qualquer ta
manho a 1j5500 o par.
dem idem de "Escocia a 1,-S c lf?500. .
Sobretudos irapermeaveis.de borracha de.
705 e 8U>, por 30(5 e 405.
Capas e pellerinas de-cachemiras ottoma-
na ricamente enteitadas.de vidnlbos a
25->t 305.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurgurao. tanto para phaDtasia -como
para commodidade a 38# e 405.
Velludos de seda e algodSo de mnrtns co-
res.
Gzes de seda.
Ricas rendas hespanhohts d' sedn. algo
dao e linho, com um metro de largura.
Setins Maca o de todas as cores a 7rH> c
800 rs.
E muitos outros artigos de. confecc3e*
como sejam mantilletes de blonds, saludas
de bailes, leques transparentes e de phan
tasia, e outros rauios mais, que se ven-
dem com o mesmo aivirurenf'"- de ."<' j.
Pai' hotracoft-'
< itQM Highrin eom dnas laxirwti dt-
::-)."00por I^WKn
I'!:- cor-de catV--. r./.u, d Si i> rs.
.'ortes do seda para eallet* de ir- ='* pm
..VKi*u<. 3450t
Dito de velludo e fasiSo a 15 t I 2>0:
leiu insleBas eom t'< de sedn > 12-;
portJMHH) i dnzia.
Paletots. de 7S p>r 4500h.
{'misas cora nm pequeo toque drjmon-
.. J*KU!IK(.
.--i>Ti!05. molelo modeme. i. ;">5(I0& a -
ana
Dan -/.:<- cora eolbrhihos c pn-
nlvi\, sem eo!(,-.rir,hos e gem punhos j.
;;iWRit) duzia.
Urina pardm 360 e 400 rs.
Dito braaco de linho n. 6 a 45200 a vaca.
Lindos cortes de casimira ingleza, de 65-
^ 85, 105 e 125 -a 45, 6dr 85 e IO5OOO.
Sobretudos impermeaveis de borracha,.para
homens, d 705 e 805 por 305 e 405.
Ceronlas francezas,,. de 385 por 245000
a duzia.
Paletots f ed seda, completos de foitosd
casemira. malas para viagem, ebeicas e
tapete e um completo e vanadissimo sor-
timento de cheviots, casimiras franoezas,
inglezas, pretas e de cores de padrees in-
teiramente novos e que se vendem eom o
mesmo abatimento de 50 \ de seu viJor.
lle^alko
Aproveitem a grande quantidade e
pelos preces, em sodas pretas. e de cores,
gorgorees, setins, 4aa, merinos, zepbyToe,
Knhos, chitas, madapolies e algodaosi-
hhos.
E muitas outxaa pechiacLai-que s so
encontrara na
Loja das Estrella s
Una-do Dnque de Cax







Diario de Perna^n
-
Shlil<> 16 de Mar^o de 1889
Omelhor Aliento
SABIA. G, AVEK tf 1
*iitttas3 tafl i KjKlMes rjunuciu.

PEiiEfi A H- M\l VLIAES
Recebedoresdirectos-dos mercados dt Kurop.
1.VX>
I5600, !am osseguintes rticos com descont de 14
vendas, em grosso
^Mamantes de aigodilo. superiores, a-800 rs. o metro, 4 largura*.
II dem de puro limbo Manda de 25200 para acabar a le500, metro.
Atoalhado alvo, duaa>la*guras, a 700 rs., 16100 e 15200 o dito.*
Algodao. ab/o, acioijaiy paru lenges a 55500 a pega.
Madapolao amerieano, a.36600, 46000 e 66000, cora 24 jardas.
. Miu'ipozas de cres aJl50.rB. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dito.
Batiste* idem a. 120 rs. o dito.
Zefiro8.de. quadrinhoa, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merin-is liso de tuna:largura a 200 rs. o dito.
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichs. de renda chics a 1 >^00.
Colchas Irancezas de cores a 25000 e 45000, urna.
Lcnccs de bramante a 16800, nrataan de casal.
Casimiras de cores para roupa de crianza a
Jasgura*
Caniisvs i malezas e francezas a 266000 e 305000 ahiz!n.
petes aveiud.-idos, grandes, a 146000 ara.
Cortinados ricamente bordados a 555(X) e 65000-
'annos de cores para mesa a 15100 e 13300 o covado.
< Iberio* preto e azm\ a 36000 o dito.
BrM pardos c de cores a 280 rs. o dito.
Yehid'lhos de cores <; pretos a 900 rs. o dito.
las austriecas para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
ins de todas as eres a 900 rs. o dite.
S-'t"neias lavradiB 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas,, lavradas, a, 240 rs. o dito.
Meias cruas inglesas parar hiwnem a 26500 e 35**00 a duzia
Cenadas bordadas, de bramante, a 125000 e 166000 a din-
Cortes de casemiraa para calca a 45000 e 65000.
mi de meia caseimra a 25000.
Toalhas grandes para rosto 46000 a duzia.
TfcSD felpudas para banho a 1260(X) a dita.
E muitos artigos qne-serao lembrados com a presenta de nossos tenores.
59Ra Duque de Caxias59
XOJA DE
PERSIBA & MMklMMM
u
as
Grageas Demazirei
Approvadas x>la. Xaacpaotoria da Hygiene do Brazil
CASCARA SAGRADA I0DURETO,FERRO CASCARA
Verdadeiro Ramelo O mal activo dos Ferruginoso*
Contra a Pristi do Venir habitual. Ifio produzindo a Prisao do Vontre.
Deposito gerai: PHARMAGIA G. DEMAZIRE, 71. avenuede Villiers, Pars
Bm Ptmomtueo : FHAN M. da SILVA C.
' ax case c^a. v.o *p -w
I

roistob < Ca)eliMi:eir ja
de1 3xtraic*eirc
INFALLIVEL e RADICAL
no curativo de todas asaffeccCes bronchiaes:
Mal do Garganta, Toase e Tsica
^EETOBAL
A.7*LB A
AON. 20
A VXRDAJ3XIRA.
DE
PELA
' o anico Dentifricio approvado
ACADEMIA de MEDICINA de PARI8
0 me'ho^ calmante contra as Dores de Dentes
Keoommandado especialmente com os POS de BOTOT cota Q*
panos cuidados da bocea.
2B9. Ru St-Honor, Parts, t en ladu a bou Dmfiriai. Ptthasu e MSjSWMM
M'
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tfmVtofr-.IW L:r H rol 1884
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1
I
a un
i

. Jo
.1. ...
tor- i


tnarl
den-
.
ALLAN
(JUNTO
Gazes de cores a 500 rsvo coTado.
Fustao branco a 360 e rs. o covado.
Brins de cores a 280 rs. o covado.
Baleias pretas a 260 a rs. a duzia.
Colobas de cores a 25 e 35000 urna.
Oumbraias bordadas a 45000 a peca.
Luvas de seda a 25 e 20500 o par.
Lencos branco a 15200 e 15800 a duzia.
Oretones de Alsace & 360 rs. o covado.
Atoalhado bordado a 15200 o metro.
Brim pardo a 280 rs. o covado.
Linhos de quadros a 280 rs. o covado.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Ksparti lhos couraca a 55000 um.
Chales adam aseados a 25500 inn.
Cortinados bordados a 65000 o par.
Merino do cores, a 500 rs. o covado.
Ceroulas de bramante a 145 a duzia.
Madapol&o americano a 6000 a peca.
Chacbemiras lisas e listra de combinacoes
a 15200 o corado.
unbraia Victoria a 25900 a peca.
Bramante de linho a 15700 o metro.
Toalhas para banho a 15500 urna.
Tapetes grandes a 135000 um.
Ceroulas de linho a 345000 a duzia.
Crotones francezes a 400 rs. o covado.
Leques transparentes a 25500 um.
Alpacas de quadro a 600 rs. o covado.
i Camisas brancas para meninos.
Sabidas de baile a 15000 urna.
Cretones de cares a 240 rs. o covado.
Percales fi as a 200 rs. o covado
Nansok cores lixas a 240 o dito.
Las escossezas a 260 rs. o dito.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
Da roa Primeiro de Vareo n. 20
C ASA DE O\l"M\VA
AMARAL Se
A O LOVRE
Popelina branca a 800 e 15000 o covado.)
Bicos matisadoB a 25500 e 35000 a pea. |
Panno da costa adamascado.
Regatas de cores a 15000 ama.
Sargelim de cSres a 200 r. o covado.
Crenolina, preta e branca, a 400 rs.
Chambres, de crep a 55000, e 65000 um
Cachemiras de quadros a 260 rs. o covado.
GuarnicHo de crochet com mariz. s.
Grinaldas para noivas.
Setim de cores a 800 n. o covado.
Cachemiras de duas larguras a 800 rs.
Cortes de linn em cartiio a 105 c 125000.
Camisas allemiies a 365000 a dnzia.
Cachemira de duas larguras a OU rs. o
covado.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Linhos de quadros a Q rs. o dito
Bramante trancados a 15000 o metro.
Meias para homens a 35600 a duzia.
Guarn5ao de croch', brancas.
Extracto Port Veine a 15400
Alpacas mescladas a 600 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800 rs.
PARA A QUAKBSMA
Merino preto de 800 at 1-5800 o covado.
Setins pretob de 15000 at 1:>400 o dito.
Crep inglez (de seda) a 25000 o dito.
Fichs pretos a 25500 c 35000 um.
Luvas pretas a 25500 e 35000 o par.
Cheviots pretos a 35000 o covado.
Casimira preta a 25000 o dito.
Renda hespanhola a 35000.
Bicos pretos, todos os prejos.
Regatas pretas a 15500 urna.
Para a tmm rjflau t prompta das
Molestias provenientes de im-
pureza do Sanjrue.
E' umu loueura andar a fazer expe-
riencia* com misturas inferiores cora-
postas du droganoaiiaariu onde piaatus
indigenas coja eficacia uio confirmada
pela scicncia, emquanto qne a molestia
cada ver. vai na uando terreno.
LaiKvm- mo, era demora, de ara re-
medio garantido cuja ufficacia seja facto
Hxaignalado e inquestionavel!
O Extracto Composto Concentrado
jik Salsaparru.ua de Ayer 6 conhecido
e reconunendado pelos mdicos mais in-
teliigentes dos patees adiantados. j
dnrantc tu anuos.
Centonas tle mflhare de doentcs
tm coltiido beneficios do seu emprego e
.-3o ouirus tantas testemunhns da sna
efcacia positiva e incomparavei.
PBKl'AKAOO PELO
DR. J. C. AYER &. CA,
Lowell, Masa., st.-XTnidos.
DEPOSITO geral
N. l.', Kua Primeiro de Marco,
Kio de Janeiro.
Aluga-se
o i- andar do predio n. 3r), ra Mrquez de
Oliuda : a tratar no i andar da ra larga do
Rosario n. 22.
De AN AC AHUITA
Rimt.'di'o V-i^etal da Natureza para o all-
vio c cura de todas as molestias
Do Peito e dos Pulmoes.
Telegramma
Vejam e admirem
Aluga-se
a casa n. o do becco Tapado, ou becco da Pyndo-
ba (Recife) toda caiada e pintada, com 2 quar-
tos, apparelho e peqaeno quintal; a tratar na
ra Oircita n. 45. sobrado.
c.
&. rftfc^iAir
tviajos jio- CXGSl..\ROS ESFl'C
iiiiriw....e* "Z\; .- j.tejtua:u; JK.'vrwfifiao
ucii uo*pe* mi0vavsnm mmt irnunm mi
.-se a mniaca i|ueipcii ira no polo, acalma o s> l
facilita a expectoracao e ftvorlsa as funecoesdos orgos respiratorios.
m atnoado,. J. BSPtC, LO, i-aa Ct-Lazarc, em Paria. ixja-te esta atngnc:ura-
ya Htntmbtx ; V8*I.i>. U. 8U.VA a C* w JOmi^hi tiri-,. m wt|asa.
Alu^ue barato
Viscondc de Goyanna ns. 163 e 159.
Raixu Verde n. l-G (Capunga).
Ra Visronde de Itaparica n. 43, armazem
Largo do Corpo Santo n. 13, 2" andar.
Raixa Verde n. 3.
Recco do Calabouco n. 4 loja.
A tratar a ra do Commercio n. 3, 1 andar,
esenptorio de Silva Guiniares A C.
AMA
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira que fa^a outros
servidos, a tractar 110 3. an-
dar, por cima di typographia
do t Diario aa ra Duque
de Caxias n. 42.
Precisase de urna-ama para cosinhar: na ra
Direita n 25, 2 andar.
i V5* r 9 f T&B
.... S.'va*
s? e Drosariz;.
N. 44una (Jo BmmN. 44
JOKPO A BBUACIO DOS B0ND8
aer
Te:n para vendar, por precos mdico, a-s negair;
Tacbtts (undidas, batidas e caldeadas,
vaco* de diversos taannos.
, de espora,.dem. idem.
Ditas angoJarea/idem, idem.
i'.e nrro coiu serrn c
Gradeameiito para jardim.
ndas de A rro batido.
..s de dito fundido, de. i.
i ortaa de fon.. "'
Vapores de-for^.t de 3, ,% e 6 cavoUoi
?foendaa de K -10 pji.^a/!.- ': Maaaiwi'a.
; .das d'agua', ystema Leandro.
Encarregam-se do concert, e aaeent mer.to
r balho com periii<,"io e prestez.':.
ferragens
l>- mftchrniRaiO e exccntam qual
Vinho o Xar op e & Dusart
A0 LACT0-PH0SPHAT0 DE CAL
Approvado pala Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
O Laeto-Phoiphato de cal, que entra na composicao do VINHO e do xarope
de DUSART, o medicamento mais poderoso que se conbece hoje para restaurar
as Torcas de ceos doentes.
Consolida e endireita os ossos das creancas Rachitica, torna activos e vigorosos
os Adoleicentes molles e lymphaticos e os que se achao fatigados em consequencia
de rpido crescimento. Facilita a cicatrisagao da; cav.rnas do pulmao nos Tsicos.
Sendo administrado s mulheres durante a gravidez elias atravessao todo o periodo
da gestacao sem a menor fadiga, sem nauseas, sem vmitos, e dao a luz a creanca^
fortes e vigorosas.
O Laeto-Phosphato i cal administrado s ama e s maes que criao os Albos,
torna o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva as creancas da diarrha e de outras
molestias, que se declarao durante o crescimento. A denticc pra-se sem fatigar a
creanca, sem que apparei;5o convul^Ses.
0 VINHO e o XAR ?PB de Lacto-Phcsphato dt cal de DUSART despe.-to o
appetite e levantao as forca? don coiivaleseeritese 4evem ser enr r em todos
os casos em que o corpo humano se acbar fatigado ou exhaurido de fu.
! Deposito em Parlz, 3. ra Viviente ,
Cosinheira
Precisa se de urna ama que cosinhe bera ; no
terceiro andar do pr dio n. 42 da ra Duque de
Caxias. por cima da typograpbia do Diario.
. Cosinheira e Copeint
Na ra da Soledade u. 82
precisa-se de urna boa cosi-
nheira e de urna copeira.
En sino primario e se-
cundario
O proft.s.-or Joo Valentim Teixeira Rastos
tem aborto as aulas do seu curso desde o dia 7
de Janeiro do correte anno.
Serrara a vapor .
Caes do Capibaribe
Profi
essora
Urna senhora competentemente habilitada pro
pe-se a leecionar em collegios e casas particu-
lares a- eguintes materias : portuguez, f[ancz,
msica c pimo a tratar na ra Viscondc de .-J-
buquerque n. 20.
Ao
Ama
Precisa-se de urna ana para cuidar de enan-
cas ; na ra da Aurora n. 81, 1- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na ra
deS. Jorge n. 131, 2- andar.
commercio
A. Caminha dt Mattos, negociante? istabeleci-
dos nesta cidade, declaram que, temi expirado
hoje o prazo do contracto social entre os socios
Alexandre Ferreira Caminha Arlhur Gomes de
Mattos se acham desligados, tendo o socio Mat-
tos retirado o seu capital e lucros, ficando sem
mais responsabilidade no activo e passivo da
casa que contina era seu gyio com a mesma
firma, sob a nica e exclusiva responsabilidade
de Alexandre Ferreira Caminha, a quem to so-
mente reservado o uso da mesma firma.
Aracuy, i de Janeiro de 188!).
____________A. Caminha &. Mattos.
ilieenchdopBl* Inspectora Geral
da Hjgine do Imperio do BraiU,
Ama
, Precisase de urna que nao seja muito moga,
para cosinhar, a tratar na ra Imperial n. 133,
sobrado.
Amas
Na ra da Palma n. 4'\ precisa-se de duas
amas, sendo urna para cosinhar e comprar, e
outra para cuidar de urna crianca.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite e de um ven-
dedor de plantas menino ou velho ; a tratar na
ra Baro da Victoria n. 54. na nova agencia de
movis.
Tem para vender diversas balancas sendo una
nropria para engenhos centraes ou estradas de
ferro, por ser de grande forca do peso. Temdi
veros bombas grandes de difieren tes raodelos-
Tii' 'o
!

Cos un
reir
l'recisa-e de urna boa costureira
Aurora n. 8t. 1 andar.
na ra da" i
Xarope-Zed
(0f C0D6IN c TOL'J)
O Xawope Zed emprega-sa coatraay
britafr; do "Ptile, Tos* das Thim, TattX
eotttiilij lCooucucbi),'Broiicbites,CoHtip(int
Cuurrhos e Insommos tersistentti.
FAJOS, M, rno Drooot, IUBUM
Para a quaresma
AMst noviOade em surahs. Eaiiies, seliui
merveilleux, ottomanes e sedas pretas dr Lyon,
rendas e bicos. escolhido sortiracnto em paimas.
guarwedes DeHermes de vidrimo ireio na
ra Barao da Victoria n. 10, limado, atelier ma-
dame Fanny Silva, iintilrsla 1 cosiureini.
Telephoue n. 93
nwfhur & .
Cosinheira
Precisase de una, que saina cosinhar e nao
saia ra, para casa de familia : a tratar na ra
do Cabug n. 14, de meio dia at 2 horas.
Cosinheira
Precisase de urna de boa conducta, para casa
de fasiilia; a tractor i ra do Barao da Victoria
n. 46.
Professora
Urna senhora competentemente habilitada, con
pratica de 11 asaos, de profisso, aprsenlas:
diversos attestados de bom methodo e compon
ment, offereee-se para leecionar em casas p&>
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se
guintes materias : Portuguez, Francez, Italiano
Geographia, i iano, trabaihos de agulha, etc.; ;
tratar na Visconde de Goyanna n. 69 ou en
casa do-Regulanor da Mannha-rua larga di
Rosario i. 'j
Superior \>inho de
Passto
Pelo mdico pi eco de 35J o quinto e 91000 o
garra (ao de tres caadas, voltamlo o garrafao
7o"'0 ; vinagre da viuho 30* o barril e 65000 o
garrafao sem rasco, prero- lquidos na ra do
Amorim n. 60.
S o 55 ra Duque de Caxias po vender pelos prejos que abaixo mencio-
nnos.
Amor da China, novidade em padrees, a
200 rs. o covado.
Fustoes brancos a 360 e 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs.
covado. E' barato!
Casaos c capas para senhoras, o que
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padr3es lindos e precos
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura a
6? a peca.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 rs.
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado.
Tecidos arrendados a 400 e 500 rs. o
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic a
prego barato.
Cambraia Victoria a 2800 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs.
co-vado.
Guardanapos bons a 15800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs.
covado.
Rendas hespanholas a 25 o metro.
Luvas de seda a 2$ e 35 o par.
Espartilhos couraca a 40, 55 e 65 un.
Merinos pretos e de cores, urna varie-
dade immensa em precos e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o ce-
vado.
Toalhas felpudas, grande reducejo em
precos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha de
mais moderno e por pouco prego, 105000.
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com e sem collarinho.
Atoalhado para mesa a 15 e 14800
muito lino.
Collarinhos e punhos de linho e algodao
e por prego barato.
Babados e entremeios, grande. sort-
mento. "
Madapolao pelle de ovo por 65 a. peca.
Esguio pardo e chumbado a 400 rs. e
covado.
Urna gran do variedad e em lencos.
G-ravata e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mais
barato e bom.
Mantilhas de renda a 5 urna.
Leques de setim muito chic.
Limi bordado com quadros a 800 rs. e
covado, muito bonito.
Chitas a3curas e claras a 240, 280# e
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
Ca8emiras de coree e pretas um grande
sortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que hade mais bonito, a
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por precos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 15600 o me-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 rs. e
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por prego razoavel a 85000 a
pega.
Dita com salpicos a 45 e 55000 a peca.
Colchas argentinas a 65500 urna.
Ditas de 25, 35, 45 e 55000
Bramantes de algodao o linho de todos
os pregos.
Grande sortimento em fichs de cores
e pretos.
Grinaidas parn ;;oiva6.
Luvad c K nt titira uoivas.
Bicos de eres muito chic.
Alm d.i qne acabamos de annnnSi
tein nina quantidade de artigos que s
vei: se, e acredita, pelo que pedom jue ..
COnij::;. ,;,..!.
Do ao .:uiostra8 sem penhor.
Seti odas as coi ;s a 4'K)
rs. o covado. Sao muito largas.
Roupn fe;*p. e \><>v medida.
55-HIJA DUQUE Dt i A^iAf ...
FEA\\mFS!I[1ZEVEIW,
Cosinheira
A S
Ao publico e ao corpo com-
mercia]
0 abaixo sssignado tendo que seguir prxi-
mamente em vi ra a Europa a tralamen-
i.i de suasade, jnl:. deter n'esta pragal
ne;n fra d'ella. se alguem se jnlgar seu credor |
queira apreaentar -cus doeqmealos no prazo de
3 dia?.
(fe, 13 de Marro de 889
tvaro lo*t Pe
o;
ntapie.
mata
MENCAS*tSTOMAGi
ELIXIR GR
IHGEST0E8
OIFFICEIS
Oyspeptn
. Paria
da Appatta
TOiMCO DIOKSTIVO oom QUINA, COCA
SM TODOS os ,; :ihbs Moda ha d Ooro o I
M 9*CZ, *. ru La B- a a totfS i: f
CASTUftLGI'
if'amitos
3iai
enrollice.
Precisase de ma ama para cosiuhar
da Aurora n. 81. i ,-ndar.
na ro
iftMl.
A05. 3rs. r-.OS-.ZXETAM.10 Ao 0&VAUOI
J "''^MTO STEVEtVS
" "ri ,iiid(1o a ...
pelu i., g, i.st maravl n
remo Iramonte l"fl
' aiikci-s iuynu fe c
Mifits U toia i sala
outlnuo xito i -n o as aa cor-

.r^
#

,?
y
nie^s do Nonfe de Smm
Coinpra-se cautellas. do Monte de Soccorru de
.jualquer joii. brilhanie? e a-sS
bein na Praca na Independencia n. 22, loja de
reloj o
Para medico ou advogad
Alutra-se a sala da frente com {abn !' ao b-
do forra I e esleir.
Marso n 2 (antiga 'do L'rspo) :
l toja.
de
na
i, e no* pr--
rattoa taj-
las aa
. emtubK'.
a e Zuro
m
FRST
Cuide iuternacio
D'Etac ">e ou BriUr lt
f'Mv yin. iiid-sidii em i>' -i t i i <
t en le ip h in
viajante, lano da Euro|ia
as i oslas o e do.iod
. Ira se na
$*her Kui'lfiminn C. ;!4 f\
lOlinda.
i na de
'. I'. IU.hI.Ih'lu 45rua
'
li. quis
co.




ira d.
d.i (mi
energicaaW^^HI trapes dejQPNS.
do-as brandas e expectorante? at cura
Os .gentes
Francisco M. da Suva if" C
O PEITOEAL DE CAMBABA
Vende-sc a 2*500 o fresco, 13*000 1/2
luzia ,e 24*000 a duzia cm casas dos
ates Roerigues Sibya & C o as prin-
cipacs pharmacias c drogaras da capital.
HAZ. 0 NATURAL
Qual a raza da grande fama desque
osa o Pectoral de Cambar* ?
E pelos seus maravilhosn* resultad -
ii;.\N< > (i m. Da 81!.v.\ v1
4 aixeiro
risa '.'
LJ ii. 'de de
%ina u. Hit.
Itamb
Sr. Adclino Celestino de liraiidi,
{<: i- y;-i-V\ v-p di?* r^p.--..,,.r ,](,
llIU .\|'i:" '.' I: lili .11, U UtjUC 'l'-
iPai iurrHrH le rnU-
-.- -. R. h.1 ; l...... .i
J'v.'j :.'"', rv(jiiiiri',r. oro mcinln. bu-
I e pesos, luu c ferro, em pti (ello estado
ervacSo.
' AMA
: Precisa-se de urna ama, de conducta
amaneada para servico domestico, na ra
Nova n. 15, 1. andar.
Ama
Precisare de una ama para eostnliar para pe-
quena familia e que compre e durma em casa
-*nos patroes; na ra I." de Marro n. O foja,
(.litiga do Crespo).
Cozinheiro
Precisa-sc de um : no rnuiinho Novo n. U8C,
liotel. ____
SASBIA
!* OLERY Vanda-se em teda aprt
:#&


As maes de familias
Q CEBIS V08SOS FILHOS SEMPRE SADIOS V
Administrae4hes o xtrope oit as
Pillas Vcrmipurgativas
DO DR. CALASANS
ptimas prepararles de mastruz
e rhuibarbo, para aexpulso completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigas
(DAS CBEAN9AS E DOS ADlLTOg)
SEIS ANNOS DE SUCCESS
i Estas excellentes preparacSes nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares,
vino serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sentem c-
licas, tem constantemente diarrhas, indis
posicSo, scnsacSo de corpos que se movera
os intestinos, endurecimento do ventre, e
4h vezes, vmitos. Rangem os dentes, quan-
do dormem, algumas c poesoas cxpellem
rermes com as fezes ou com as materias
dos vmitos. As criancas apresentara as
pupillas dilatadas e inapetencia.
As pilulas levan impresso o uuuie do
f>R. CALASAXS e sao cor de rosa.
1 caixa de pilulas 1*200
i cidro de varope 13200
K AS PR1NTTPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
fanv Silva, Treneh dress maker
Breases and mantles made la
tiiir moM fashionable maener
and thv shortcst notlce.
1V-1 -loor Baro da VIH orla
f Telephone ai. 93
FOLP^TIM
SEM MI
POR
mulo ':uE.oi.
INNOGKNTK O CULPADO ?
(Continuacao don. 61)
CAPITULO IV
Fatalidad*-*
O Sr. de Sauves reflectio.
Nao, respondeu*elIe, nenhuma.
Nem mesmo um casse-tte?
Pedro perturbou-se ligeiramente.
Hcsitou : depois, ao cabo de algnns se-
g indos:
Nao, disse elle, nem mesmo isso.
Tem plena certeza?
r- Absolutamente, porque parti tarde
para o Havre, na vespera de Pentecos-
Estive primeiro s no wagn com
I.eu filho, urna enanca de seis annos, que
orraia, e depois embarcou um individuo
de tSo m catadura, que lamente i nlo es-
tar armado.
E nlo comprou um casse-t-tc noHa-
^^VKao, nao comprei couaa alguraa.
O Sr. de Courneuve nlo insisti.
Estes cabellos nao sao seus? pc-r-
guntou elle desdobrando.nm pedazo de pa-
pel branco.
Pedro estremeceu.
O cabellos presentados eram curtos,
pouco trizados, castanhos... absolu-
ente como os delle !...
Perturbado por esta outra incerteza, re-
n*icou :
Como quer o senhor que Ihe respon-
Eites cabellos parecem-se com os
tus, certo. Mas todos os cabellos cas-
tachos s3o quasi iguaes. O que posso af-
iar 6 que minha mulher trazia cabellos
eus n'um medalhao. mas fra dissonun-
ei-os a oinguem.
irtrito vendido* vre e
ner onup.
i:: !.- >a ii de 1889.
i-o J I'
i asa para alugar
("i :i :m'iI (! na li ni do Rosario n. 37. d*-
ta loja de cabellei-
i j;u{rap!ii; r Lii;;u;rrphin
i AiW.'K A l>r M\-KOAHE ES KIPTU-
r..\<;.vO
Mnnoel -l.de Miranda
Eucadernacao e especialidades em cart&es de
risitas.
59Ra luque de Cavias-^
Telephone. 194.
Attengao ao pedido
O abaixo assiunado pede a todos os Srs. que
esto em debik' na rAMISARIA AMERICANA
sita 'rua Visconde de Inhauma n. 35, o obse-
quio de virem sa dar ditos dbitos no prazo de
13 dias, a contar d'tsta data, com o atatimento
de 20 % findo este prazo mnguem tem direito a
aLatimento algn.
Recife. 13 de Marco de 1839.
Alvaro Jos Pereira.
YENDAS
= Vende-se a taverna bem afregnuzada da
ra da Imgeratriz ii. 55.
Cha | feto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gueses em ger.i.1 que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novv e superior que ven-
de por prejos mais resumidos em vista
da continuado do cambio lavoravel.
Conrem que exp,erimentcm.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 4S
Vence-se
barato um cano i-qu..'..j rodas, em bom esta-
do ; quem pretender dirija se a ra do Hospicio
numero 6.
Yende-se
Urna taverna bem locasada e com piucos
fundos, o motivo ( por si-u proprietario ter-se re-
tirado para fra da eidade por motivo de moles-
lia, a tratar ca roa Bella d. 37.
Alambique
Vendesejim alambique de tamunho recular e
em perfeiafestade. cora a compleme raspadei-
ra. propria para eagenho; a tratar na fabrica de
vinagre roa Baro doTnnmpho n. 75.
Milho 340 re. acui
Vende-se do Largo do Mercado n. 12.
Assucar
Usina Pinto
Santa Filonila
Colonia Isabel
JCa reinaec Salgueiral. i ra Mareilio Dias
nnmfro 12."
Assncar refinado
especia!, o mellio" que se fabrica nesta eidade.
JOAQUIM ALGL'EIRAL & C.
Ra Marrillo Dias n. 22
Trli'pbunf nura'ro 11
A/EVEIK), IRM.vO r.
16Ra do B. da -Victoria16
jml'dephom -2lH>
Tond" recebido directamente da Europa
grande sortimento de fazends e modas o
que lia de mais novo e precos sem com-
petencia.
A saber :
Capas de surah, senda e merin'5.
IKRenda preta, diversas qualidades.
Etamines. pretos, 4e la e lil seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 1,5000 e ld2f)0.
r-noline prota e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a lf>00, com 10
palmos.
Toalhas para banho a 1,5000 e 1,5500.
(hachemiras com 2 larguras a'800 rs.
Ditas de la e seda 2 larguras a 1^000.
Madapolao trancado a 9^000 a pe^o.
gDito globo a 7*000 a dia
Dito camiseiro a 7000.
Dito Bn-Vista, verdardeiro, a 6A0"".
Fichs de l e seda 1,5000.
Brins de Bho cies fixe3 a 600.
Espartilhos couraca a 45000 e 5H*00.
Colchas de fustao a 2*000 e 3*000.
Capellas para noiva com veo bordado a
6*000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 1*500.
Renda de 13, pretn, para quaresma:
^ano verde para buhar.
Tapetes para sof a 13*000.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 1*000.
Camisas de flanella a 5*000.
Cortinados de crochet para cania a
10*000.
Chitas de cores a 200 r*.
Cretones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sein forro.
Seda de cSres a 800 e 1*000.
Extracto Rita Sangnl a 2*000.
Velbutina de quadro a 800 e 1*900.-
GuarnicScs. pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brnncos.
Caixas com extractos para presenta i.
Rendas hespanhola a 4*000.
Capachos de c6co.
Luvas do seda a 2*1 XH) o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Klanellas de cores para roupas.
Panno da '"osta para mesa.
Vestuario^ para baptizado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite'
Orando sortimento de chapeos de sol.
Sctineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira do cores.
TELEPHONE 200
Terreno
Bom para coudelaria a roa Marque/: do Her-
val 80 e 82 ; para ver, na casa ao pe. a tratar
na roa Mrquez de Olino.. n. 25. Tem cocheira.
O Sr. de Courr.euve sorrio ringular-
mente:
Oh! este, difcse elle, o senhor nao
deu-os com certezn !...
O guarda vultru, e muito impertigado
DO limiar da porta, pareca esperar o juiz
de instrnc^ao.
O magistrado tomou logo o scu chapeo.
Que ira acompanhar-me, disse elle a
Pedro.
Em baixo esperavam dons fiacres.
O Sr. de Courneuve, o Sr. Marais e um
substituto embrearan! no primeiro. Pe-
dro, escoltado por dous individuos de si-
nistra catadura, to ou lugar no segundo.
Onde vamos nos? perguntou o infe-
li?. aos que o acompanhavain.
E' intil interrogar-nos, respondeu
um delles. Timos ordem de nao respon-
der-lhe.
No fiacre fechado fazia um calor pesa
do, suffocante.
Os vehculos rodavam lentamente pelos
caes desertos aquella hora ava&cada.
S de quando em quando pasmav.i algum
grande mnibus com os seus phares ver-
des ou encarnados, semelhantes ao fulvo
olhar de algum monstro marinho ou pa-
pilla incandescente de um damnado.
E no cerebro de Pedro as ideas choca-
vam-se, baralhavam-se, emquanto todos
os seus in8tinctos de homem de bem, in-
dependente da sua inquebrantavel lealda-
de, revoltavam-se diante da monstruosa
aecusacao que pesava sobre elle.
Nao era at haver matado Jorge, aquelle irmao ama
do, aquelle marido de Adelia, aquelle ami-
go que Ihe hara proporcionado a possibi-
lidade de ganliar a vida e de educar Ro-
berto, n2o era essa idea que maiB o fazia
soffrer.
Nio tinha tempo de pensar nisso.
Era suspet-do, elle, Pedro de Sanv^s,
para o qual a honra e o dever tmham si-
do seuipre cousas to elevadas e tao sa-
gradas ; elle, que sempre sacrificara tudo
iMHuaiji^as, que della fizera a norma
absoluta jpa Bita vida; que nuuca tivera
urna ald^r i abitan prazer depois da morte
de fcii pat> qu i poda estar rico com a
parte retirada por sua mai da fortuna do
agente de cn.bio, como tantos outros o
teriam feito; e que preferir BofTrer a mi-
seria, as priviicSe, os sacrificios, a fazer
honra a menor offens<.
E estava alli!... entre agentes da se-
gurancia, trat.ido como assassin hoje, co-
mo ladr.to aniiiii'uS, quando fosse verifica-
o desappancimento dos tfi
Vende-se
o e6tabelecimcnt'! de m'dhrtdos sito roa do
Bom Jess n. 29, autiga da Cruz, est bem sor-
tido e afreguezado ; a tratar no mesmo.
Armacao
Vndese urna arawr deamarello envera
sada e envidracada, propria para qualq^r nego-
cio, roa Visconde de Inhama, outHora Ran
gel n. 19, e garaate-se a chave da dita casa. Na
mesma arharo com quem tratar.
Vende-se
urna boa armacao envernisada e parte envidra-
cada, com balco de volla : a tratar na ra Mr-
quez de Ulinda n. 4K com o agente Gusmao
Arma^o
Vende se urna magnifica armagto de amarel-
lo, envidracada, propria para qualquer estabe-
lecinn'nto de priraelrn ordem: a tratar na ra
Duque de Caxiasn. 75, loja.
E toda a suacoragem esrahia-sc...
E tinha impetos de abrir repentinamen-
te a portinhola do fiacre c preeipitar-se
no rio, que coma a algunspassos dclle!...
Finalmente o vehculo parou.
Urna aragem mais fresca bafejon-lhe o
resto escaldado pela febre.
Diante delle um edificio quadrado per-
iilava o seu vulto baixo e acanhado.
Ao longe, o Sena perdia-sc as trovas
da noite, apenas visivel com os phares
das suas barcafas e botes, que salpicavam
de pontos luminosos a negridSo das OOQaaB
que os cercavam.
Pedro voltou-se bruscamente.
Na sua rectaguarda, o alto perfil de
Notre-Dame assumia na obscuridade appa-
rencias fantsticas.
Abafou um grito, um grito de revolta,
de terror instinctivo, de desvario:
Achava-se em frente Morgue.
Na sala para onde o impelliram, o Sr.
de ourneuve, o chefe da seguranza e o
outro magistrado esperavam, olhando para
a porta, desviando a vista do cadver es-
tendido sobre a lage de marmorc.
Pedro, cambaleando como um ebrio, ap-
pareceu no limiar.
Todos afostaram-se, pondo assim a n o
corpo do pobre Jorge, sobre o qual con-
verga a luz cra dos bicos de gaz.
O Sr. de Sauves deixou cahir os olhos,
que erravara vagamente diante de si; as
pupillas dilataram-sc-lhe, as feicdes cris-
param-se-lhe, urna pallidez lvida cobria-
Ihe as faces, occidtou instinctivamente o
rosto as maos, c de repente soltou um
grito, um s, cahio redondamente sobre o
trio ladrilho.
O Sr. de Courneuve voltou-se para o
Sr. Marais.
Duvidar ainda da culpabilidade do
Sr. de Sauves? perguntou-lhe elle.
O outro, muito paludo, com os olhos
brilhantes por detrs dos oculos brancos,
respondeu:
Isto nao urna prova.
Da parte de um homem de ordinario
tao fro, .emprc tao senhor de si ?
O substituto, com um sorriso glacial,
inteiveio, pronunciando com a extremida-
de dos labios delgados:
Em todo caso, urna forte presump-
cSo.
O Sr. de Courneuve disse:
E' preciao ordenar o enterro para
amaah.1. A autopsia do cerebro est fei-
ta, sabemos o que precisavamos saber, o
corpo nao pode espejar mais tempo.
Pedro para longe daquellc cs-
Hl A VISr.UXDKDL INHAUMA
Can.! rs. a vara.
.lita.
tras n 2 0 r-. o covado.
'<> rs. o th'.o.
Ditas chlnczas a" OO rs. o dito.
lefiros muito largos a 160 rs. u dito.
Setmclaslisasa 360 rs. o dito.
Setiui preto muito bom a 1*200 o dito.
Velbuhnas u 700 rs. o dito.
Merino preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sargelias todas as cores a 2"t> rs. o dito.
Chitas escuras e clara; a 2 0 rs. o dito.
Cretones para camisas a 240 rs. o dito
Brim de cor (linho) a 500 rs. o dito.
Dito branco de linho, n. 6 a 1*300 o dito.
Vestidos em earto a 9*000.
Toalhas felpudas para banhn n 13000.
i'ila dita de rusto altCOrs.
Camisas de flanella a 2*000.
Dita de meia a UOOO.
Ceroulas de linho a 1*400
Camisas fruncezas a 2*00t'.
Colchas de cores a 1*80).
Fichs de retrox a 1*000-
Ditos grandes a 2*000.
Chales de quadros a 83000.
Meias de cores, arrendadas a 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collarinhos de lindos a 300 rs.
Madapolao muitc lirgoa 4*KI0 a peca.
Meias-casimiras de cor c pretas. com duas lar-
guras a 1* o covado.
Grande sortimento de casimiras inglezas, cortes
de fustous para cohetes, cortes de casimira
para calca de 6*. 83 c 10*.
Mandamos fazer qualquer obra em nossa ofllcina
por precos que outros nao podem fazer.

ver para crcr
Gon^alves Santos & C-
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores propria*
para os amadores do Prado e est vcndeii-
do por precos sem competencia.
Recebeu tambera collarinhos e punhon
de borracha de formatos novos.
48BA BAKAO DA VICTOKIA 48
Para a quaresma
AtTA N0VIDADE emsurabs failles, setim
merveilleux. ettomanes e sedas pretas de Lyon,
rendas e bicos, escolhido sortimento em palmas,
guarnices o pellrrmes de vidrilho preto ; na
ra BarSo da Victoria n. 15 sobrado.
%elier adaHe Fanny *ilva
MODISTA E COSTUREIRA
Telephone n. 9S
CondDian as pehinchas
A' rua Duque de Caxlaa> n. -19
N este mu acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continuam a oflfcrecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0[ do que em outra qualquer ca^a.
Como sejam as seguintes 'azendas :
Cambraia com salpicos brancos e de cores,
muito fina com 1" jardas, a 4* a peca.
Cortes de meia-casemira, cores fixas, a
2*000 um.
Cortes de casemira-. finos, padroes moder-
nos, a 4-5, f>*000; 6*000 e T'VCO um.
Cortes para vestidos em carto, todo os
aviamentos 'noyidade), a 7->. 9i 10* e
12*000 um.
Pannos de crochet para cadeira a 1*000 e
para sof a 2*000 um.
Capellas cdha veos para noivas a 8*000
urna; peehincha.
Sctineta branca lisas e Ifvradas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas e lavradas a 440 rs. o
dito.
Mantilhas pretas de seda a 5* e 7* urna.
Cobertas' de ganga para cama de casal a
2*100 urna.
Colchas brancas c de cores a 2*, 3*. 4-5.
5*, 6* e 7*00O mn.
Cambraia preta para forro a 1*200 a peen.
Cambraia preta, nansuc-k a ICO rs. o co-
vado.
AlgodSosinho muito largo a 3*500 c 4*000
a peca.
Madapolao especial com 24 jardas a 5**00
c6*000 a peca.
Esguiao para casacos a 35200 a peca:
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos ou guarda-
pos a 400 rs. o covado.
Las modernas de listas e quadros a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Fechs de retroz com palmas de cores e
pretos ;> 1*000 um.
Fichs de 13, todas as cores, a 1*500,
2*000 e 3*000 um.
Seda Alcacianna, padroes escollados (phan-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de couraca, finos a 3*, 4*500
e 60900 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 1*000,.
1*200 e 1*500 e covado.
Camisas francezes, puro linho de 60*000
a duzia por 48*000.
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo).
a> na loja da Rerolneo
DE
HEKRIQUE DA SILVA MOREIRA
Grande redcelo cm precos
NA
Loja do Triumpho
A RUA DUQUE DE CAXlAS N. 49
Merinos de cores, 1 largura, a 200 rs. o covado.
Dito, idem. 2 ditas, a 500 rs.
Dito, idem lavrados 2 ditas, 700 rs. o dito.
Etamine de listas arrendadas, 400 rs. o dito.
Cretones finos claros, 240 rs. o dito.
Linn estampado, padroes novos, 320 rs.
dito.
Lis de quadros finas, 240 rs. o dito.
Ditas mescladas finas, 300 rs. o dito.
ZeGr de quadros largos, 240 rs, o dito.
Saias bordadas finas, 3*000.
Camisas bordadas para senhora, 4*.
Micos cortes de rretone com ligurinos, 8.3.
Toalhas acolxoadas grandes, 4*500 a duzia.
Cuardanapos muito bons. 1*500 a dita.
Madapolao lino largo, 24 jardas por 6*400.
Algodiolargo. 10 metros, 2*500 a peca.
Dito idem 20 jarda?. 43 a dita.
Dito idem superior 20 ditas 5*200 a dita.
Bramante 4 larguras para lene oes. 700 rs. a
vara.
Camisas de linho sem colarinho sem punho,
3.000.
Corts de casimira ingleza, a 4* c 43500.
I.ei eos de esguiao finos, a 2*<>00 a duzia.
Esguio branco para saias c casacos. 33500 a
peca.
Cambraia bordada. 4*5"0 a pega.
Merinos pretos linos, 800, 900 rs 13. 13200 e
1*40 > o covado.
Sedas e setins pretos, grande variedade de
precos.
Bastos & C.
no a transpor o limiar infame de Mazas,
a prisao dos grandes criminosos.
CAPITULO V
club onda*
A mais humilhinte das formalidades,
para um homem da sua tempera e da sua
educacao, aguardava Pedro de Sauves: a
formalidade da revista.
All, efectivamente, mos sujas e re-
pugnantes despem, procuram, apalpam.(..
De repente Pedro ficou raSs branco do
que a sua camisa.
No bolso interno do seu sobretudo os
agentes acabavam de encontrar, primeiro
a sua carteira, depois algumas cartas guar-
dadas n'um enveloppe cinzento, e final-
mente um instrumento de ac, nao muito
grande, e guarnecido de pequeas pontas :
eae-tSte !...
E o Sr. de Courneuve, com a sua voz
metlica c fria, havia insistido por saber
se elle possuia ou se tinha possuido urna
dessas terriveis armas.
E elle havia se esquecido de que trazia
urna comsigo na propria occasiSo, pois na
sua angiiBtia desvairada, na sua profunda
periurbaeaoperturbagao que elle procu-
rava dis8mnlar sob urna calma mentirosa
esquecia tudo!...
Mas entao todas as fatalidades, todas as
complicaces, as cousas mais nverosimeis
e mais aceusadoras voltavam-se contra
elle!...
Invadio-o um grande, immenso desani-
mo.
Desde pela manha nada ou quasi nada
comer.
Anda mal restabelecido do violento aba-
lo sofi-ido na Morgue, sentio novamente
os pernas vocillarem-lhe, emquanto um
fri banhava Ihe todo o corpo.
Estou perdido balbuciou elle muito
baixo, cahindo como urna massa aobre urna
das cadeiras de palha da secretaria da pri-
sao onde se achava.
Mas, por mais baixo que fossem pronun-
ciadas estas palavras, os agentes ouviram-
nas c trocaram olhares significativos.
Dentro em pouco, entretanto, um im
peto de energa animou-o. Olhavam para
elle!...
Ergueu-se paludo, porm calmo e se-
nhor de si, ao menos na apparencia.
E foi com dedos quasi firmes que dcs-
pojou-se das suas joias, do scu relogio, do
Seu dinheiro: sem tremer, que aasignou o
seu auto de prisao; a passo firme que
ncompnnhou os agentes ao interior da pri-
*%
Boyal BIhiiI marea YUDO
Este exccllente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-sc a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blead marca Viada,
cujo nome e emblema sao registrados por
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Mille 4 Bisel, avisam ao respeitavel pubhco.
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao; rua larga do Bosario n.^. ____
Vcnde-se a armacao que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, niu-
dezas, tabacaria ou venda,
quem a pretender dirija-se a
rua Duque de Gaxiasn. 103.
Mercearia
Vndese urna mercearia das melhores nos
arrabaldes da Boa-Vista ; pata informaces, na
rua do Socego n. 33, taverna.
.ALoj
RUA DUQ
llaL.
As fazendas vendidas nesta ca:
idade, e nao levani'
aceita-se a fazenda
3uaiqocr motivo nao
o da pessoa para qn..
D-se descont a quem
para cima.
ESPECIALID
nriii de I i s ras a
_'Ovaras a'6*000.
Madapolao com um
raa6*8 Cortes de vestid
cartao a 10*000.
Vellmdilho bordado a
i-o covado.
Cachemiras pretas,
arrendadas a 2* e 2*500.
Teeldos fantaza
para baile e theatro a 400
'Cortes de cachemira ce
bordadas, lindas cores, a 20fl|
Setim Maco de todas as e 800 rs.
Linn bordado, tecido dej
qualquer que se deseje, a 2041
Zcflros lisos e bordados,
nevidade a 500 rs.
Las de qnadrinhos a 200, 21
o covado.
LinhOS lisos a 60 e de quacoi
00 rs.
Gnardanapos melhor qualidade
1*800 a duzia.
Aoalhad branco c de core
Oleados para mesa redonda ;
drada a 4*000.
Cortinados de crochet, coms
ultima novidade, para janellas e portas.
Croelhet para cortinados a909rs.
metro.
Colchas de fust'o, brancas e 3e eco-
res, a 2*000.
Chitas fina* precales a 200 e.240 w.
Chitas escuras a 160, 240' efi Ors.
Batistes de cores segffras a 190 rs.
\aa\zue de lindas coree a 2b rs.
Brim pardo esguiao a 240, 3 0 c320.
Casinetas de cores escural] ara rou
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Mantilhas de renda hespanbela, pre-
ta, de seda a 8*000.
Capas e visitas, de cachemira^" de ren
da, com lindos enfcites e com vibrilhos t
20*, 25* e 30*000.
Leqnes de pennao e trasparentes,
ultima novidade, todo preco.
Lnvas de seda, lizas, bordada
rendadas, pretas e de qualquer c5n 2*.
Espartilhos inglezes a 4*5flj
tem desde o n. 40 at 80 de growl
Blco braneo creme e de fl
cores desde 70/' rs. at 2*500 a peca.
Rendas hespanholas, de sed
algodao, preta, branca e. de qualquer cor.
Babados e ntreme ios bordados ta-
pados e transparentes por todo preco.
f-rampos e pentinhos fantaai para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 290 rs. a
duzia. J
Relogios despertadores com fi
guras em movimento a 8* e 0*000.
Aspas de ac para vestidos a WO rs.
o metro.
-Sargelim francos fino, diagonal, f
200 rs. de qualquer c6r.
Crinolina de cordao pret^branca
chumbo e cor de caf a 400 rs. o metro.
Redes americanas para iaeninc
dormir a 3*500 e para homem a 6*000 e
7*000.
E muitas fazendas que se vende muitc
barato para liquidar facturas na loja dae
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Das
Mas quando o installaram na sua clula
e elle nao se achava mais electrisado pelo
sentimento da luta que tinha de sustentar
contra todos que o cercavam e que cram
outros tantos adversarios temiveis e inte-
ressados em julgal-o culpado, toda a cora-
gem que havia recuperado esvaira-se; a
sua energa, a sua forca. a sua firmeza fo-
ram subjligados.
Eu! murmurou elle, deixando-se
cahir no scu tamborete e pondo a cabeca
entre as niaos, eu o assassino de Jorge !...
Mas isto para se ficar doudo !...
A cellula era semelhante a todas as cel
lulas ; urna cama, urna mesa c dous tam-
boretes compunham toda a sua mobilia,
mas pela janella, apezar de gradeada c
unida do seu guarda vento levantado, o
preso podia avistar um canto do co.
Nuvens escuras passavam de quando
em quando sobre a sua la muito brilhan-
te, to pura como um bloco de nev, e
entao uma escuridao profunda substitua
a ciar idade suave, e a cellula tornava-se
sbitamente negra, mergulhada em obscu-
ridade que pouco a pouco desvanecase.
Apezar do seu desespero, do seu'abati-
mento, do seu desanimo, Pedro, entre
aquelles intervallos de la e de trra, pen-
sava as singulares reviravoltas da sua
vida.
Da opulencia cahira um da na miseria
e narnina.
Havia supportado valerosamente esse ru-
de golpe, porque ent3o a seu lado velava
o anjo de puro amor, a gide do soffri-
mento, a fada adorada do seu lar, que
mal acabava de formar-se.
A morte. implacavel arrebatara-lh'a, e
Pedro quasi morrera tambem.
Sua velha mSi, que elle deva fazer vi-
ver, sua irm2 a guiar e a dirigir, haviam-
n'o salvo.
Conservara-se ao lado dellas, intera-
raente votado aos austeros deveres, que
nao atter.uavam ;. sua dr, nao Ihes pe-
dindo nem uma compensaao, nem uma
alegra.
E entretanto a felicidade voltara, cus-
ta de trabalho insano, das assiduas vigi-
lias, da vontado ardente, da lealdadc a te-
da prova, do sentimento profundo do pro-
gresso rcalisado e do dever enmprdo.)
Animara-se sobretudo ao espectculo do
joven e puro amor daquelia irma, que era
quasi sua filha..
Recuperara a coragem diante do sorriso
de anjo do pequeo Roberto ; do seu bom
olhar leal e puro, das suas ingenuas cari-
cias, do seu affecto j ardente pelo pai
que tilo maternalmente velava por elle .'...
E tudo isso, Deus do co !... desmoro-
(Conti nuar-^H|
>' -7
'ai w roabuque de Caxi
nava-so na mais horrivel das 1
phes.
Jorge morto, assassinado!... T
Elle, Pedro, acensado desse rime es-
pantoso !. ..
Nesse momento, no co", a la briUia
mais clara, mais branca, mais irndjtattfl
do que nunca...
Tinha vencido as trevas !
No seu immenso desespero, Pedro er-
gucu os olhos para o luar resplandecente.
De repente uma grande calma pene-
trou-lhe ua alma, a sua dr desvanecen-se,
as fercas voltaram-lhe:
- Eu tambem, disse elle comsigo va-
lerosamente, resolutamente, hei de ven
cer a desgraea, porque a honestidade e a
honra devem ser mais fortes do que o mun-
do inteiro !
Todos os ruidos da prisao haviam-ae ex-
tinguido.
Pareceu-lhe que aquelle grande silencio
fazia-lhe bem. ,
S!... Elle estava s!...
Nao tinha mais defronte de si o olhar
acerado e framente irnico daquelle juiz
de instruccilo que nao acreditava em ne-
nhuma das suas affirmajoes; que, de es-
pirito prevenido, negava os seus juramen-
tos e oh suas palavras.
Podia pensar, reflectir, procurar a quem
aquelle crime poderia aprovuitar... quem
que o teria commettido... A' forca de
concentrayao e de pacienca encontraris
indicios que escapavam aos ootros.
Mas nao, at essa faculdadede recolber-
se foi-lhe recusada.
O aspecto medonho de Jorge pouco a
pouco ergueu-se diante dos aeus olhos, tal
qual o acabava dever, lvido, horroroso...
Toda a sua vontade n5o ograva afastal-o,
expellil-o...
Agitavam-no longos tremores.
Por maw que se envolvesse nos cober-
toree da cama, nao Ihe foi pessivel aque-
cer-se.
Gelado, tremendo de febre, banhado de-
lagrimas, assim ficou at pela manln:.
Foram buscal-o para lvalo instruc-
cto, e durante seis hor.s o infehz foi cri-1
vado t!.e perguntas, .lercado de c-.lados, I
torturado por ironas e reticencias, p
parte de um homem muito senhor c
perfeitaraente desinteressado e i
e para o qual o mais ligei -o estremec
ment do rosto de Pedro era o indicio cer-
to do seu* crime. j
A principio foi o ca$$e-tU quejelle {
nha em si e cuja existencia havia oead.


Full Text
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