Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18286


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Full Text
ANNO LXV --NIMER0 57
.......I "1 I I J _____
PARA A CAPITAL E LICtRCN 0*~113 AAO SE PACA PORTE
Por treamezes adiantados..........".'.... 6(J000
Por seis ditos idem............." 12)5000
Por um anno idem................ 23)5000
Cada nmero avuiso, do mcsmo dia. ... >100
DIARIO DE
> TE^A-FEIRA 12 DE 1AR(!0 DE 1889'
PARA DEVTRO E PORA DA PRO!rEVIA
Por seis meses adiantados.............. WOO
Por nove ditos idem................ 2050
Por um anno idem. ".......- 260000
Cada numero avtdso, de dias anteriores.......... 100
Trcprkdade de ZMancel fflgurca de 'Jcuifr S SHJ^cs




TELEGRAMAS
ss37:sc isii::::- :: diabio \
NATAL, 10 de Marco, as 12 horas e
30 minutos da tarde.
Ccssaram chovas, as plantactes es-
tilo pertidas.
O estado gcral da provincia desani-
mador.
De Mpssor rccbmiam providencias em
pro da populacao aili agglomerada.
O presidente da provincia vai autorisar
i obras em Mossor, soccorrendo assim os
indigentes.
RIO DE JANEIRO. 11 de Mirco, n
12 horas e 55 minutos- da tarde.
Foi noineado director da Academia de
Bellas Artes, o conselheiro Ernesto Maia.
Foram nomeados:
Juiz municipal do termo de Riacho,
aa provincia do Maranh&o, o bacharel
anoel Couto ;
Juiz municipal do termo de Tamboril,
provincia do Cear, o bacharel Jos
eres ; '
Juiz substituto da comarca da Victoria
Vha provincia de Pernambuco, o bacharel
^Victalino Cordeiro Lina :
Juiz municipal do termo de Mearm, no
pMaranhio, ficando sem effeito sua ante-
KVior nomcaei para o do Riachlo, o ba-
t charel Francisco Acci&lv Lins;
Juiz municipal do termo do Jardim e
Milagres. na provincia do Cear, ficando
em effeito sua anterior nomcacSo, o ba
charol Jos Joaquina Sarment Belfort.
Foi removido do termo de Missao
Velha e Barbalba pera o de Aracaty,
gambos no Cear tachare! Jos Anas-
tacio da Silva GuiniaiSes.
Foi exonerado do cargo de juiz muni-
i\ do termo do Aracaty, no Cear,
charol Jos Carlos da Costa Ribeiro
or.
w Foram nomeados para a guarda na"
nal da provincia de Pernambuco:
Capitao quartel-mestre do coiMnQflo
superior de lguarass, Severino Rodri"
jg^es da Costa;
Tenente coronel commandaute do 33.*
^atalhao, Pedro Wanderley;
Tenente-coroncl commandante do 58.*
batalbao, Jos Paz., sondo reformado o
actual ;
Tenente-coronel commandante do 63.*
b-italhao, Antonio Conceicao.
Cosnta que foi concedido um enge-
nho central do valor de 750 contos de
ris, com garanta de juros de 6 [0, para
o municipio de Iguarass, pendo cocessio-
oariori o Barao de Itapissuma, o comroen-
,or Jos Francisco do Amaral e Napo-
Duarte.
' Acha-sc gravemente doente o chefe
seccao da reparticSo fiscal do Ministe-
da Guerra, Jesuino Jos Victoriano de
rros.
Fallecen a viuva do senador por
inas-Geraes, conselheiro Evaristo Fer
ira da Veiga.
Partiram hontem para o norte o
uete nacional, o Dr. Amaro Cavalcan-
e Soares BrandSo FiJhq.
BAHA, 11 de Mar^o, 1 hora e 50
inutos da tarde.
r J?rocedeu-se hoje eleico para preen-
himento da vaga aberta na Cmara dos
fbepuhidos pela chamada do BarSo de
Guahy aos Conselhos da Corda.
S3o conhecidos at agora estes resulta-
Resultado :
Barao de Gnahy 377 votos
Conselheiro Roela 291
Faltam 3 seccoes da parecida de San-
t'Anna e 2 da de S. Pedro. Est porem,
fra de duvida, a reelcicKo do conselheiro
Barao de Guahy.
BAHA, 11 de Marco, s 4 horas e 10
minutos da tarde.
Eis o resultado final da eleico havida
hoje no 1. districto :
Barao de Guahy 1:028 votos
Conselheiro Caraciro da Rocha 841
Est, pois, reeleito o liaran de Guahy por
urna maioria de 1>S7 votos.
BAHA, 11 do Marco, s 4 horas e 50
minutos da tarde.
Eis rosto da votacao do 1.* districto
para um deputado geral:
Sant'Anna
(l.; seccSo)
Barao de Guahy
Conselheiro Rocha
(2." seccSo)
Conselheiro Rocha
Bario de Guahy
(3.a scocao)
Barao de Guahy
Conselheiro Rocha
3. Ped.-o
(1.a seccao)
Barao de Guahy
Cotiselhciro Rocha
(2.'' seccao)
Baro de Guahy
Conselheiro Rocha
Resultado final :
Conselheiro Barao de Guahy
Conselheiro t.'arneiro da Rocha
PARTE OFFICIAL
136 votos 130
101 97 votos
9? 68 votos
144 votos 107
177 144 votos c
1:028 841 votos f
Conceicar> ria Pretil
hrSo de Guahy Conselheiro Carneiro da Rucha 51 votos 38 .
(1.a seceso) 1 jarifo de GuaLy dheiro Rocha S 124*. voto 91
(2.- *ec<-BaiSo de Guahy ''nseciro Rocha votos 88 .
torta
Bario de Guahy lheiro Rocha 121 votos 93
Ministerio lo Imperio
Foram agraciados com o titulo de burilo
com grandeza :
Das Alagoas, o m&rechal de campo Se-
veriano Martins da Fonseca, ajudante-ge-
ncraljjdo exereito.
De Camaquan, o tenente-general Salus-
tiano Jeronymo dos Reis.
Com a da grande dignitaria da ordem
da Rosa os marechaes de campo :
Deus guarde a V. Exc.IUm. e Exm.
8r. Dr. Innocencio Marones de Araujo
6<5cs, muito digno presidente da provin-
fk. O chefe de polica interino, Daro
VavaJertnte do Reg Albuqierqite.
Th<>fcouro Provincial
DESPACHO DO DIA 9 DE MABCO DE 1889
r Fielden Brothers ^r. contador.
? Padre Dr. Manoel Gon9alves Soars
j|e Amorim.Volte a Contadoria.
Ayres Antonio de Moraes Ancora.
Foram condecorados : com a com-
menda da ordem da Rosa. Joaquim Ma-
noel Alves e com o officialato Manoel Jos
do Carvalho e Luiz Ferreira da Sdva < a-
bral; com a commenda xla ordem .de Avia,
o brigadeiro Antonio Mara Coelho e com
oAabito da mesma ordem o capitlo do
22 batalhao de infantaria Paul Jos
Pfaltzgraff.
Ministerio Agricnltnra
Foi nomeado thesoureiro da admisiitra-
cZo dos correios da provincia do Para
Jo2o Ignacio Fereira da Moita, ficando
sem effeito a nomeaeao de Irineo Antonio
Pinto Coelho, por nao ter aceitado.
----------------- Cieverao da Provincia
% DE
Visconde de Maracaj, Manoel Deodorr? V Anna Francelina do ^6 Bam,s- Pa"
da Fonseca, Hermes Ernesto da Fonseca, u^'if'
SSS7ICC Si. I&IKU UUl
PARS, 11 de Marco.
O valor ilas aocSes do Comptoir d'Es-
compte de Paris desceu a 380 francos.
ROMA, 11 de Marco.
Um novo ministerio acaba de ser cons-
tituido sob a presidencia de Mr. Crisp
que conserva a pasta dos negocios estran-
geiros.
Estu nomeados :
Ministro das Financas, Doda;
Ministro do Thesouro, Giualitt ;
Ministro das Obras Publicas, Finale.
Os antigos ministros estSo confirmados
Has suas respectivas pastas.
LISBOA, 11 de Marco.
Um grande incendio acaba le manifes-
tarse na estacao da eBtrada de fero de
Lisboa.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
11 de Marco, de 1889.
MSTRCCIO POPULAR
AS GRANDES IME^OES
VNTIGAS E MODERNAS
AS
Sciencia!;. mdustas e artes
POR
2*3122 FXSC2R
vi
Ow rrloRioa
(Contin uacao)
Falta-Dos nicamente dar a conhecer como se
produz o ar comprimido que transmitle a accao
moliz do pndula typoaosoutros relogios,;e tum-
lem, como armtzenado, diga mol o asim, o ac
na canali.-'aco.
Em urna d is ras de Wpphing. estabeleceram-
se dous de|H>siios cylindricus iguaes. e dentro
driles urna madriiH de vapo- aue comprime o
ar ; a capacidade destes depsitos 6 de quatro
metros de iliura por um e meio de dimetro.
Era, um dos deiKi-ii"* varia a pressao entre duas
a qualro utluMOi*f'lleras ; oo outro raantcni-se
sinente a Wa iiluiiosphera.
D'este segundo deposito pffsa o ar para a ca-
nalisaeao por nnnHk?rtura dotada de um con
tadpr. cunveuientunenie disposlo para regulari-
sarVribidr PimimIoii algona sejundos Tedia-
se aulhumulicumeiite o onlicio deste dep..siiu e
o ir latinado prts-n de meia atmospliera, vol-
U ao primero por i'ina torneiri de.passagem
de tres pfffl>'ios.'denote de imr acurado ISofe
os Telonios secundarios.
E1 precisouu>- a presso doar que cwcu a pela
canalisut-io'hi'io meca .le meia atnKwpheni v
que^alfln'disso se encontr coiiipleiaueiile pin-
gado de.va|ior aqioso. Consfgui'in-sc ainh
cousas, fazendo o passar untes de penetrar na
rede, prinieiro pm urn deposito disposto conve
nientemente para r .-guiar a saliida pela torneira
de passageu e l9go por mis tHbos drsiecante*
cheios e cal.
{Contu,.
DESPACHOS DA PKESIDESCIA DO DIA
MARCO DE 1889
Capitau Antonio Jorge Moreira.Re-
mettido ao Sr. inpoctorda Thesourana de
Fazenda para mandar abonar es tres mc-
zes de sold requeridos.
Bento de Aguinr. Sim.
Bento Jos Fer/az de Azcvedo. Inde-
ferido.
Catharina de Sena Reis. Nao ha vaga.
Alferes Francisco Jeronymo Lopes Pe-
reira. Reraettido ao Sr. inspector da
Thesouraria de Fazenda para mandar
abonar.
Francica Coimbra dos Santos. AoSr.
inspector do Thesouro Provincial para
mandar effectuar o pagamento,-a vista da
informacSo junta por copia, prestada pelo
inspector geral da Instruccao Publica so
nao tiver por parte obieccao a fazer.
Bacharel Gaudino Eudoxio de Brito.
Caneado.. ,*&. '"ft^
Joaquim Basilio Pyrrho.Sim, pagan- '
do as comedorias.
Jo3o Francisco do? Santos. Indefe-
rido.
Joaquim Monteiro. Sim..
Joaquim Manoel de Oliveira e Silva.
Informe o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Tenente Manoel Thomaz de Oliveira
Mello. Concedo a reforma no posto de
capitao.
Manoel Marques de Abreu Porto. Sim,
pagando as comedorias.
Mara Eugenia de Carvalho e Silva.
Requeira por intermedio do Dr. inspector
geral da Instruccao Publica.
Raymunda de Luna Freir.Informo
o Sr. director do Arsenal de Guerra. '
Sebastilo Gomes de Oliveira. Indefe-
ndo.
Secretaria da Presidencia de Pernambu
Antonio Ribeiro de Albuquerque.Re-
o!hida a contribnicao de f j0, pague-se.
' Bacharel Luiz Rodrigues Villares.
Gertifique-se.
| Ordem 3a de S. Francisco, Almeida &
Pllhos. A' seccSo do Contencioso para
eomprir o despacho da Junta.
I Domingos Gongalves Pereira.Informe
^^T. eollector da almares.
Francisco Jos Soares.A' seccao do
Contencioso para cumprir o despacho su-
pra.
Candido Thiago da Costa Mello.A'
seccSo do Contencioso para cumprir o des-
pacho suppra fazendo no termo de fianca
do supplicante a precisa nota de responsa-
bllidade nos termos reglamentares.
Amaro Joaquim do Espirito Santo.
A' seceso do Contencioso para cumprir o
despacho supra-
Bernardino C. Campos Jnior.Infor-
me a Recebedoria Provincial.
Manoel Manque de Oliveira, bacha-
rel Jos Ignacio de Albuquerque Xa-
vier, Cunha IrmSos & C. c Laurentino
Pires de Carvalho.Entregue-se pela
porta.
co, 11 do Mareo do 1889
O porteiro,
F. Chacn.
Reeebedoria Provlnelal
DESPACHOS DO DIA S DE MARCO DE
1889
Antonio Pinheiro da Silva e Hermene-
gildo Joaquim de Oliveira Baduen.In-
forme a Ia seccao.
Manoel Fernandes Mascarenhas.Junte
conhecinicnto da decima relativo no ul-
timo semestre. *
_9 .
Herdeiros de Manoel Cardoso Ayres,
Joaquim Bernardo dos Reis & C, Caeta-
ao Cvriaco di Costa Moreira & C. e An-
tfin*iles di Tjiada^a^^MfaTifi i\ a
seccSo.
Jos Clementino Henriques da Silva.
A' 1* seccSo para informar.
11
Lenidas Tito Loureiro, Manoel Gon-
ealves Ferreira e Silva, SebastiSo Jos
Bezerra Tavalcante, Eustorgio Macedo da
Cunha, Antonio Gaspar da Cunha, Florin-
da Mara de Jess, Mello Pinto C, Ma-
noel Fernandas Mascarenhas, Manoel Gon-
calvcs NogtnVa, Henriquc Xavier de
Araujo Saraiva de Mello e Joaquim Go-
mes de Amorim.Informe a 1" secfSo.
Albino Joaquim Coelho Pacheco.-A'
1* seccao para os devidos fins.
Manoel A. Bezerra.Certifique-se.
Repartlfo da Polica
2.* seccao.N. 250Secretaria da*Po-
licia de Pernambuco, 11 de Marco de 1889
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram recomidos Casa de Detencao
os seguintes individuos:
No dia 9: >
A' minha ordem, Jos Feliopno Marlins e
Araancio Valeriano de '"arvalho, por disturbios-
A' ordem do Dr. delegado do 2o districto da
capital, Severina Maria da <:onceico, Luurenca
Maria do Rosario, Margarida Liberata Afl'onso e
Camarina Maa da Conrrico por offensas mo-
ral publica.
A" ordena do subdelegado da freguezia do Re-
cite, Felisberta Mana da ConceicSo, por distur-
bios.
A' ordem do do 2" districto da freguezia de S-
Jos, Joo Flix da Silva, Galdina Bellarmina e
Lima. Honorato lose Rufino, Luiz Antonio dos
Santos Guurabira. Luzh Adelina de Fjanca, An-
tonia Mara Calixta, Jos Francisco Martins e He-
rasmo Jacintho da Cosa, por diaturbjfe
A" ordem do de Apipueos, CandWa Rila da
Conceicao, por disturbios e U;0 de armas defesa.
No A 10 :
a' obb do subdelegado da freguezM de San
K) Antdmo, Quintiliana Francisca Gomes e Anna
Maria da Conceicao. por disturbios. ..
A' ordem do do 2o districlo da freguezia da
Roa-Vista. Jos Lour^-nco de Souza, Jus Carlos
da Silva e Claudino Jos dos Santos, como va-
gabundos.
No dia 9 do corrente, a^umnW exercicio do
cargo de subdelegado do districto de Rcberibu.
o cidaduUlviyo Jos de'Alin, na qualidade de
2o (upplefltt1
O Dr.
munica
nlii, no ^Vdu Dr.' Paulo Jos de Oliveira. mo-
rador doKWisiricto do Poco da Panella. adan
do se o ileiioT Ral, de li annos de idade. Ijllio
daquelle doutbr;,com urna espingarda na mo a
Conversar rom o 'feitor, aconteceu disparar-se a
mesma arma, c-npregaudo-se onjirojectil na cai-
xa tboraxica c nio esquerda do referido feitor.
Lajylilipnelas procedidas pelo subdelegado
ilPirlo, eliegtu-se a evidencia de ter sido o
fiUrlffilo i'jisual.
Wiliro .-" o n)ui|K'tenle inquei
' l'.irjciiioii-inen delegado do leni% de Santo
A-ii" ter l'-ilo reniessa, ao juiao aHapteiite. du
iiiqu'i rito policial pmeeiluluujpwhre JP esp.inca-
inent >H de Miiim-I Francisco do Nisciinenio e
Jn- da Ci o/. Bi-|io.
Coiniuuiiiea d legado d" Palmares que itii
noile de J do cuneire, un districto de Ma a
(Iaipi Itr termo, o inlividuo de noilie M.
Joc l'en ira, assassimu coni ti facadlas a Najto
leao da Silva, evadin lose en
Aowca du fae o abi
rito i
gado do 2o districto da capial.cora-
FuV- honteui as 11 l|2 horas da ma-
RfiClFE, 12 DE MARCO DE 1889
Xotlela do Rio da Prata e Sul
do Imperio
Ti vemos as seguintes noticias pelo vapor ViUe
dr Pfrnambueo :
Mo da PrutM
Foram publicados na corte estes telcgram-
mas:
Buenos-Ayns, 2 de Margo
Os Irland'ezes aqu residentes telegrapharam
para Londres felicitando o Sr. I'arnell.
Sr. Ramn Tolede foi nomeado sub-secreta-
rio do ministerio da fazenda.
2 de Marco
O premio do ouro a vista 57 ii %. para o
prximo sabbado ti" e para o lim do mez
57 <;.
CWebrou-se aqui o centenario do general
Hajuilla
^/tievido, 2 de Marco
Continua a subscripeo para o emprestimo da
Companhia de Crdito"Nacional.
O governo vai crear agencias de emigracSo na
Europa.
W Marco
A coEmissab encarregada pela Cmara de
examinar o projecto de orcamenlo, coiicluio os
seos trabalbos e em seu relatorio favoravel
adopcao desse projeuto tal qual foi apresen-
tado.
Rio de Janeiro
Datas at 3 de Margo.
Lemos na Gazeta de Noticias de ;t:
Mostraram-nos a carta que adianto publica-
mos, e que nos parece conter exeiuplo digno de
ser imitado:
O acuso levou-me casa do Sr. Manoel
Goiujalves de Moraesi Carvaltio, fazendeiro do
municipio de Volta Redunda.
Vi nessa fazenda o syslema dos meeiros
rancezes, funeciouaudo em condii;0e(s as mai^
satisfactorias.
A organisacao muito limpies.
O proprietano lorneceu urna casa de 40 me-
tros quadrud.is, coberla de sa|i. mas consiruida
as meltiore.- eoudicOes possiveis, alguns ani
macs dume.-ticos. taes como porros, gallinlias,
etc., ligan* vveres, e entre^'oullies urna certa
porcao de |ilaniaces de railhoja feias.
Os colonos puzerain-se a trabailiar logo que
liiegaram, e Cuterram I it te ral mente a parte da
l'aaeuda que lli .- foi entregue, de plan!ac>-s de
feijao, aduiraveliii uto tratadas, I impar, m oa-
f./.-il, cono raramente teilllo tido occasiio di
ver. e por >" li os modos correspondern! nos
ile>ejos do pul rao.
4 timius cercara as casas, orgaoisa-se a
icio *Mp.iob<: u.n mundo de gallinhas
pulios u |>a'i- alli de.euvulven. Nem um
iMiitKilio de ierra r^Bo; a^ boiras dos re-
ir .uerias de esplendidas
ior recanto deixa
fei-n na-
se elle
respoudeu-
reze, como para accentual-a bem : Satisfeitis-
simo!
Dirigindo-mc depois aos colonos, recebi
delles a resposta correspondente : Nao pode-
mos desejar, nem melhor patro, era cousa
ineihor do que achamos em casa delle.
Pareceu-me ento interessante ter algumas
expUcaees sobre a adope do .-ape como c-
berta das casas.
" O Sr. Moraes aflirmou-ine que no Brasil o
sap era a melbor e a mais econmica (isto
fra de duvida) de todas as cobertas.
Alm d*isso, accrescentou elle, eu s adoptei
o sap por pedido dos propnos inleressados. 0
sap fresco no Terao, quente no invern, o
que faz com que estes o prefiram telha ou s
cobertas metallicas. Eu forneco-lbes telhas para
cobnr a cozinha, por causa dos perigos do in-
cendio. *
Os colonos confirmaram-me que preferem o
sap.
Submetto esta experiencia As pessoas a
quem interessam as questes de immigracao,
accrescentando que um dos colonos fez-me a se-
guinle reflexo:
- Eu tenho urna casa cubera de telha, nem
por isso me considero mais feliz, e estimo saber
que o patro pretende utilisal-a como deposito,
c darme urna casa coberta de sap como as de
meus cama radas Ha tres annos que estou no
Brazil, e asseguro-lne que nfio oliedeco n'isto a
um capricho, mas a urna conviccao, bascada so-
bre a minha propria experiencia.
I'areceu-me interessante saber a importan-
cia dos" sacrificios feitos pelo Sr. Moraes e in-
terrogueio-o sobre esse grave assumpto.
Sacrificios, respondeu-me elle, ora! o que
eu gastei, nem vale a pena fallar em tal. Nao
Ibes dou de comer, como fazem Fulano e Si-
cr?no; ajudei-os, eis ludo. Este auxilio re-
duz-se a alguns porros, algumas gallinhas, um
pouco de leite para as enancas, urna garrafa de
vinho para um do nte, alguns medicamentos
realmente nao vale apena fallar n'isso. Adan-
tei algumas dezenas de mil ris em draheiro,
mas estou tao tranquillo, lio satisfeito com elles
que nem isso pretendo cobrar...
Nao quero nem elogiar um nem outros. Fui
verificar um facto; cont o que vi, por mim
mesmo, e estimara tanto mais ver imitar o Sr.
M. t;. de Moraes Carvalho. porque o seu lim
transformar os scus meeiros em pequeos pro-
prietarios. e esses meeiros sao frandezes, esses
mmigrantes que tanta gente quer fazer passar
por colonos ferozes.
Babia
Dalas at 8 de Marco :
Lemos no Jemal de Noticias de 7 :
O acreditado Raneo da Baha recebeu boje
um telegramma que noticia ter sido laucado na
Bolsa de Rarfz o emprestimo ltimamente con-
traclado por esta provincia com o Syndicat Br-
sitien.
A operacao obteve grande successo. sendo
o emprestimo de 800,000 Ib., coberto cinco ve-
tes.
Escrevcram mesma folha, de Villa Roya
da Babia :
Isso por aqui contina stravessanue urna
phase di'St^perjuJora.
Nao tem clwvido e nem sabemos quanuo
chover.
Tiremos trovoadas. porm seccas.
As catingp.s esto torradas pelo sol ardente.
A mortandade de gado vai attingindo a nu-
mero avultado.
i< Aqui dentro da cidade do Bomim conti-
nuara as febres, que, apocar de benignas, nao
deixam de inspirar serios receios, i vista do
desanimo que vai de todos se apoderando.
Si o estado sanitario vai ainda sendo tole-
rado, devenios s e simplcsmcnte ao zelo e sol
citude do senhor delegado de hygiene Testa ci-
dade, o Dr. Antera dos Santos.
' Deus que se amercie do sertao.
Xoilcias da Europa
O paquete inglez John Holder, entrado ante-
hontem da Europa, trouxe datas que de Lisboa
alcancam 27 de Fevereiro, adiantaudo tres
dias s tr.zidas pelo Nerth.
Alm das de Portugual, constantes da oarta do
nosso correspondente de Lisboa, publicada na
rubrica Exterior, eis as demais trzalas pelo re-
ferido paquete:
Heftpanba
Sobre este paiz escreveu em 27 de Fevereiro
o alludido correspondente:
0 conselho de ministros reunido a 24 do cr-
reme examinou os mais importantes negocios
pendentes, fazendo o ministro dos negocios es-
trangeiro* tima larga exnosicao da poltica se-
guida pelas grandes potencias em Marrocos.
alludindo os lins a que miram a Allemanha, a
Franca, a Inglaterra e a Italia, procurando exer-
cer influencia poltica no Sulto, obtendo d'elle
importantes concessoes. 0 ministro desenvol-
veu seu plano relativamente poltica hespa-
nhola em Marrocos, afim de all raanter a in-
fluencia a que seu pre teve direito.
Anuuncia-se a publicaco de um jornal de
grande formato, que ser orgo de um grupo
importante da maioria e ter por titulo -O ton-
gresso.
Segundo parece deve ser diario, representar
os demcratas da cmara baixa, e receber as
inspiraces do presidente da mesma, o Sr. D.
Christio Marios.
O peusameiito de economas que o Sr. Sa-
gasta repeli no Congresso, produzio em todas
as classes sociaes um movimeuto de alegra.
Segundo disse o presidente do conselho o the-
souro necessita. pelo menos, cincpent.i railhoes
de pselas de economas para Abrir o dficit,
cancro devorador da fazenda, alliviar os conlri-
buintes ; igualar os tributos ; melhorar a agri-
cultura e animar as obras publicas; o esses s
se obtem modilicando os exercitos de trra e
mar. Mas accrescenta :
Convm fazer istoV Nao rae atrevo a resol-
vel-o, porm hi est a sement que ha de bene-
ficiar.
Estas palavras foram um verdadeiro jarro
d'ugua gelada atirada sobre a cabeca de quanlos
suppozeraui que se devem fazer esses cincoeota
millies de economias e pnncipalmeute dos con-
tribuimes.
Nao exacto que o Sr. Becerra largue a pasta
do ultramar, e api-zar de o ter desgostado a der
rota de dous 'ios seus cainli.aios as sceces,
para a coiumissao de reformas no ultramar
apirear dos veine lores serera tambem miois-
teriaes.
Foi lida ltimamente no senado a lei sobre
pescaras.
Essa lei introduz importantes reformas. Con-
ten 38 artigos. Eis os principaes :
Liberdade absoluta de applicar redes de ar-
rasi.ir ib-sde a distancia de tres uiilhas e prohi
liie o leriiiinante de usal as dentro das aguas
lernloriaes.
upressio de. bausas r.u redes, salvse-09
pro|nios pescadores as pedrem.-
I.imituc n de eoncesses de pescaras espe
ciaes a um periodo de noventa anuos, decorrido
OS quie- ri".. rieran a favor do estado.
E' muito co amentado o acto iuiiirevisto de se-
vendiile usado DO senado, iinpedin.lo a entrada
dos j(5rnali>tas na sala das conferencias.
A imprensa considera esta medida excessiva
injusta
A 25 do corrente devia ter cliegado. a Madrid
VJt&ojmpa. *
que
Begressa de Melilla, o presidio africano omie
o pai morrea
Eslava cumprida a sua pedosa missao.
Fra o anjo da guarda do degradado.
Emilia Villacampa talvez a alma de mulber
mais affectuosamente sublime e mais sublime-
mente heroica, que ltimamente se tem poslo em
evidencia.
D. Emilia Villacampa contina recebead
grandes provas de affecto pela morte de ;eu ido-
latrado pa.
0 Sr. Pablo > imenes, chefe do partido repu-
blicano-progressisla de Granada, foi esperal-a a
Malaga, aonde chegou, viudo de Melilla, iu va-
por Villede Tnger, levando-a para aquella cida-
de protegida por elle e pelos seus amigos, em-
qna n 'o se realisa, a subscripeo dos parados re-.
publcanos que Ha de assegurar o seu futuro.
A minora republicana do congresso dirigio-
lhe urna sentida carta de pezames.
Comecaram em Madrid e as provincias as
reumes dos republicanos progreseistas e fede-
raes para oceupar-se da subscripeo eui favor
daquelle modelo de amor filial.
Chegou a Madrid a commisso granadina que
vem solicitar o apoio da rainha e do governo,
para o acto solemne da coroaco do Ilustre poe-
ta D. Jos Zor- illa.
E' seu presideule o director do Lyceu de Gra-
nada, conde de las Infantas, e acoiiipanhava-na
o governador daAuella provincia c distincto poe-
ta D. Eugenio Selles.
O duque de Almerara. marques de Viliel,
grande de Hespanha, foi nomeado primeiro se-
cretario da embaixada desta nacSo em Pars,
substituicao do Sr. Villa Urantia. que foi '
lerido para Haya, como ministro.
O duque de Almenara, que pertence a urna
das mais nobres familias hespanholas, nio s
um diplmala distincto, mas um escriplor de ta-
lento e um poeta notavel.
0 Imparcial, de Madrid, disse que ascenda a
dez milhOes de pesetas o dficit da exposicaa,- l-
timamente rcaiisada em Barcelona.
Communicam, porm, daquella cidade,
nao chega a quatro railhoes a quantia q<|
salisfazer para cobrir as despezas do cec'
Inaujurou-se a 24 deste mez era Bar
o circulo tradiccionalista dos amigos do Sr^
der.
A sesso comecou ? 9 horas da noilt- estando
presentes cerca de 800 individuos.
Porbaixo dcumducel. entre um trophode
b.indeiras nacionaes, via-?e o retrato de D. Car-
los.
Em frente da mesada presidencia estavacol-
lorada urna bandeira branca com flore? de z.
Presid" o Sr. Espanha em substituicao do
marquez de Cerrallo, presidente de todos os cr-
culos tradiccionalistas da pennsula, tendo sua
dreita os Srs. Llander, baro de Vlagaya, Vals
de Barnola a Lpez Pastor, e esquerda os Sra.
duque de Solferino, baro de Contolia, Fortuney.
Viada e Muntadas.
Estavam representados os crculos de Manre
sa. Igualada,' apellades, Oviedo, Bilbao, Baabo
las, Zaragoza, Vico, Garona e outros.
Estava igualmente represenlada a nobrsza e a
imprensa carlista. -^
Lerara-sc po'a dWcadas a D. rarios e a D.
Margarida.
O Sr. Fortuney pronunciou um diicurso saa-
dando D. Carlos, que, segundo elle, representa
a seguranca da Hespanha tradicional.
Examinou os caracteres do partido, h'xaudi-os
na f, no principio, na perseveranca como ban-
deira. e na eterna lubmissao patria; Iealda.
de e ao principe.
Terminou fazendo urna apologa dos dotes de.
D. i arlos, affirmando que este era o homem ae-
cessario para a salvaco da Hespanha.
O Sr. Oller pronunciou outro discurso, expi-
.cando eloquentemente as impresses adquiridaa
na sua recente viagem a Veneza, enaltecendoD.
Carlos como cathonco. como militar e como po-
ltico.
O Sr. Llander, ao usar da palavra, cometo
por explicar o que e o que deseja o carlismo.
Disse que o partido primeiro que tudo ca-
tholico fiel e obediente ao que a igreja ensina
e ordena.
Alludio s conversaee; tida- com D. Cario,
a qiiil assegurou que o partido era putennVae.-
guiudo papa e os pispos.
0 partido quer o contrario da revolugao,ja|
(. o triumpho da religio, fazendo por maafl
vi ver a f e melhorar os costumes.
Recommendou a propaganda activa e ri
toda a idea de concilia3o com o liberan
Todos os oradores foram muito appla
especialmente o Sr. Llander. que levantj
viva a D. Carlos!
A parte musical foi brilhante.
Os coros cantaram diversos hymnos allusivoa
ao carlismo.
Por lim, resolveu-se expedir um telegramma l
de adheso ao cardeal Rarhpolla e ao secretario
de D. Carlos.
Franca
Dos membros do novo gabinete francej "
dos foram ministros e sao portanto conf
excepeo de dous, o Sr. Yves Guyot.
das obras publicas, e o Sr. Thveuet,
da justica.
Eutretanto nao de mais rememorar alguo
dados biographicos acerca de cada um.
O >r. Tirard : presidente do conselho e mi-
nistro do commercio, foi ministro com os Srs.
Wadiu-cn e Julio Ferry, gerindo a pasta
zenda e presidio ao primeiro gabinete organ
.lo pelo Sr. Carnot Bpois da sua elevacSo ; ]
sidencia da n'publica.
Esse gabinete durou desde 1^ de Dezeml)
1887 ai 3 de bril de 1888, poca da orf
cao do ministerio Floquet.
Foi sob o ultimo Gabinete Tirard que
ger loi reformado.
Tirard felicitase ainda desic acto do.,
verno, que deu ao general a victoria
ci-s do Aisne, do Norte, do Soinrae, de
te-inferior e de Paiis.
Huiro acto destes. e o actual preside
rara a repblica exclama um jornal
mos vista. ^
O Sr. Freycinet : Conserva a pasta I
ra. A sua biographia tem sido aquii
mais de urna vez.
O Sr. Rouvier : Encarregou se da
fazenda. Como os precedentes ministr
presidente do conselho. 0 gabi
presidio queda d" Grv\ e di seu geuro. O
Sr. (iirnol agradecido devia-ilie esta prova de
reconheciuienio e chamou o ao poder. -^
O Sr. Constuns :Foi nomeado ministro do iu-.
terior. Presidio s eleices de 1881, e chama-
do agora a presidir s de 188H ; mas talvez nao
terina lempo para isso
O Sr Constaas foi o hornera que assigno.una
annos os decretos da expuiso das ordeus reli-
giosas, e ajora encarregado de. reconciliara
repblica com os conservadores.
O Sr. Fallieres :Encarregou s Ja
cao publici. Foi j presiileun- do conselho inte-
rino. Durante a sua pi -: eucia foi preso 0
principe NapnleO.
O Sr. Fuye :E' senador e
banal de cuntas. Foi ministro da instru
blipa no ministerio Tirard. Passa por um bom
homem. Agora de.-am-lhe a pasta da agricul-
tura.
O almirante Jaurs : -Ministro da
deputa'to odo Tarn, e autigo ec"
Madrid e S. IVtersburgo. Foi
batalha que o Sr. Jaurs chegooj



-I -


?,:
H

?



un brav* Jurante a c
Thvenet :ministro da iustiga, nunca
de nenbura go Torno. E tem
t anuos. Ei i em L"Voo, e foi eluito
deputado em I i urna physionoinia in-
telfigente. Se bem *fae houvesse alcanzado na
ierra natal algans suceessos como advogado
a sua nomeacao frente da magistratura france-
a na> J grande idea do modo porque a rep-
blica concebe a in#artanaai (tefe ca*, r
: ningucn sbese o nvn riinaetro anior-
tunela ou iJJHl- tabe-se apean '|ue 'da
Lyon.
OS. "rnsvenet or en dmetor
O r. Y ves Gajet : To;
So Tai jiio sobre
pasta das oteas publicas A sita celebridade
Sil Pars foi caafaistaa as cMrbc revolaeiona-
Foi por omu > 'papo conseltero rwdc-
pal de Paris, aeselenaars inticaes enviaran-no
camin em (Mi. E' d -potado atu Sn, e
:bro da extfuma esquertla. sTrabora teirlta
nrogrunima poltico muito avangado, ntre-
se pin'cioalmente ao estuo das questoes fi-
-. econmicas e sociacs. Fez parte de
omitas ouimissoes parlamentares importantes,
principalmente a do orgamento, de que foi re-
Mar.
Tornou-se inuito popular pela raupanha ar-
denle que emprehendeu na Santeme contra a
prefeitura de polica, sb o pseudonymo de Um
riekx petit etkploy.
Pormenor interessante : em 1881, prepeado-se
Reputado por Pars, foi derrotado pelo Si. Ti-
i, actual presidente do conselho.
A declarago ministerial lida cmara e ao so-
lo diz o seguinte :
Re^pondeno ao appeilo do presidente da re-
pblica, nao dissimulauos as diiculdades da
liota nren'ni: : mas fomos alentados pela idea
rie^e nao re usareis a vossa ceoperago a ho-
m"is di' boa vontade que se apresenlam cono a
reaotuco de cumplir os deveres a que a situa-
os abriga.
Durante os poucos mezes que a separam da
termo legal doseu mandato, duas grandes tare ,
Us -v impem a legislatura actual: vo'ar o or-
raiiK nto k- 1890 e assegurar por urna poltica
-i!-a'u c de larga tolerancia o boin xito da ex-
posico universal, que mostrar nesta nossa
Ranea laboriosa e pacifica as maravilhns areu-
mulaas da arte, da industria e do trabalho de
lodos os povos.
f>u!nis leis de grande importancia ha maito
idas, como a lei militar, estio pendentes
iia diseusso ; contamos com que as levareis a
bom termo ; consideramos porm que a tarefa
principal do governo as actuaos cireumstanrius
t'Uisiste e;n preparar |iara todos os republica-
para todos os francezes to affectos a ordem
< librrdade, um terreno de aeran com-
num. enrgica e decisiva no -ntuito de defen-
der e consolidar o regiraem da paz.- justirn e
Srogresso, com que o nosso paiz quiz dotar se
indando a repblica.
Fiis ao espirito das inslituiges livres, lodos
s.-ns esforgos tendero a que a Franca seja
-iluda em plena posse de si mesma no so-
reg di- nm periodo de apaziguaniento e concor-
dia. Para esta obra de paciticago necessaria
wivi'iamos ao interesse superior da patria.
ifidiz resultado desiu poltica depende da
nos* firmeza e da nossa vigilancia. Podis
nonr com nina e outra
^^fin como estamos decididas a cobrir com a
ao- \ i 'sponsabilidade os funecionarios deica-
^Kaos seiw deveres, assim tambem seremos
ipyses severos para todas as culpas e faltas.
Ouanto nossa vigilancia, temos como o nosso
uiais imperioso dever o tomarmos resolutamente
todas as providencias que assegurem a manu-
As eguintes opinibes .sao de imprensa conser-
vado ra e bouluiij
A AUorU chama ao ministerio urna mistura
de opportunistas e -adicaes domesti ados ; sen-
do Cassagnac de opiniio qne'o ministerio pouco
durani.
O Soletl, orleanista sem confeccao, declara
morto o partido opportunista por nao se ter atre-
vi taanr a poder.
A Pwmv. tMafenfete, diz que o ininistao e
ama agglomtTaco de polilicos anillos nicamen-
te pela avidez de seren ininiatrus Exoeptua.
pori4m. o Sr. Freyaaat. de quem diz que. por
-obre os hombros pairiotisiuo, con ti ma no uiiuisterio da guerra.
lico da' ordem leP'al e o respeito devido re
putica. frustrando e reprimindo, se tanto fr
Bceessario. as empresas dos facciosos.
Esta deelaracao foi reeebida com applausos do
cea tro.
Sr. Rouv.t declaroii cmara que'o jjover-
oo aceita o ornamento preparado pelo seu ante-
ui'ssor. A cmara decidi nomear no dia 6 a
aova commisso do oryamenio. A iateipcllaclo
do Sr. Andrjeux sobre o Tonkim tirn para 2><
Bin -teauda fui levantada a sesso.
Nao nos parece ser esse o documento que na
actual crise devia ser lido. Isto mesmo teem
dito todos os ministerios anteriores e que a c-
mara se em rompruzido em derrabar. O pio-
rna e vagoe f-ito Pra i : liuha direilo a ouvir, na siiuaco critica
porque vai passando. aflirroacOes uiais termi-
Bant'-s e declarajoei mais precisa.-. No fundo
.uaipi lia serie dt/phrases, apalpa-se a fraqueza
dos novas ministros.
Vejamos, poiv.ii, c que diz a grande niaioria
da iuipa-iisa republicana.
', grande maioria da imprensa republicana
jta-a vivamente o Sr. Tirar e u seu ministerio,
iHriglndo ao mesmo tempo um ou outi-o ataque
nut- ou nonos dilecto ao presidente da r-'pu-
ii-a: (s joniaes, que anda mk) combaten o
Tvo gabinete estiro reservando o seu jni/.o para
oaiido elle faca alguina cousa.
Apenas urna limitada minora o elogia agora.
Pw r idea da impresso que produzio
t> neo gabinete ler esses jornaes, comecando
i Journal den Debis, que tem a fama, justa-
. mte adquirida, de i'olh.i sensata e prudente.
I. Jornal He Debis considera o ministerio
actual mais Vaco do que o presidido peto Sr.
Hoauet. e accresceota :
ibinete Tirar nao pode contar com a
fcolencia dos radieaes. .Nao da conlianca
apublieanos moderados. .Nao tera. portan-
em pode ter, programan vasto nem nma
^ppiiiea une
Dflcasiao grave e as advertencia- nao fal-
^^HL Mas nao foram attendida.
^^Kis'os que intervieraui na l'ormaco do novo
^^Hn< iiieurreraii! u'uma gran le responsabi-
H
pez ao peredar tristemente a historia, anda
lame a estes homens nnantrn
ta. como n'nutro lempo se chamou orga-
aria ao av do Sr. Carnot.
aque i ,. este.' dirigido af> Sr.|Carnol,
dua> d um jornal de lana autoridad
I des Dbals,dc\ia prpdmir e pro-
eciivamenteurna grande imprcssao.
.lira que o Sr. Tirar commelteu
rros, principalmente na sua campmba
foolanger.
jfgao do Sr. Clmcnceau acha que no pala-
Eljsen predoiiiinan, os opporlunistas
ie.ra oe -r-. Freyciaet b fve8*wrol unici-
io comparsas,
termina dizeno :
i V. preciso acabarem com i sien unisterios
na. (i Sr. Tiran! represanta o peiuf oS
adraos,
'titiadical ehania ao novo gabinete nwtaCow)
de dtnpoSo.
ii Ethinw-nl j -a iftieil o loruiai >e urna
iria que apoie o goierno. e uianile.-la ore-
de que com este goveruo augmente o di s-
iMljlp do parlamentarismo, e seja Boulanger
ijueafctanhe com isso.
a Vierte reeonhece que os ministros, julgados
mdevi lamente, sao excellentcs pessoas; mss que
> ministerio e impossivel, e termina o seu arti
go izeuo :*
O Sr. Tirar formou o primeiro ministerio o
Sr Carnot. Queira Deus que nao tenha terabem
formado o ultimo da repblica.
no se -abe todos os jornaes, cujas opinioes
" reproduzidas, sao republicanas e e bas-
Drdade.
s sensatos e. acreditados entre os jor-
.publicanos, que traiam benvolamente o
l .bnete, silo os e que abaixo reprouzi-
inos as aniOes.
O Pm*tSmflm artigo assignao pelo Sr. Raue,
rrconheceSh o ministerio t^obra pessoal do Sr.
Carnot, e resienta :
Teriafodido Sr/.er-emclhor. Vas forcoso
eonforinar-riL.s com q que temos e esperar os actos
do novo governo para o poder jugar. A pre-
senca do Sr Conslans no gabinete inspira-nos
couii un a, porque sao nototias a rectidao e com-
petencia do ministro de inferior.
O S#cfc applaude a soluo que teve a crise,
liendo que o Sr. Tirard saber inanler a lega-
liade.
i Tewpzdizo minLsierio que se formou nao
era jornal, desejava. Mas reeonhece
-lame salisfactorias, e elogia os
e pessoaes o Sr. Tirard e os
f. Paye, Fallieres e Constans.
reserva o seu juizo al que o minis-
iina cousa, mas cixa entrever utna
d opposico.
i^anl lunaou-se a pedir que o mi
J respeite a liberdadc do suffragio
Franfae pede urna poltica fir-
energica e leis e actos contra a
e o Sr. Conslans. a quem chama bomem recto e
incapaz de autorisar insensatez eontra osJjoo-
tangistas.
Por Km. (neo uovo ministerio e
a imagen1 das ditlicaldades coui que tropaca o
presidente da repblica pura o exercicio da sua
missao, ua confuso parlamentar e da importan-
cia republicana.
Eis as formaes palavras do Gaulois :
O que significa o gabinete Tirard T Cousa
nenhuma porque nao i homogneo e conten re-
presentante* Je tedas os grupo? republicanos
que hao de annulla,-se uns ios outroa. Qual
ser o sen destino"?
Se nao quer fazer nada, nao lia razio para
que morra, como Ua havia para que houvesse
nascido.
Nao um governo de coneentraco, porque
os opportunistas em minora na cmara, estto
n"elle em maioria.
Nao um ministerio de combate porque para
combater preciso Obedecer a um pensmneuto
coininiim. e nao se nodo dizer que- os Srs. Yves
Guyot e Tirar lenham um pi'iisameDto com-
mum
Nao mesmo um ministerio de Exposico.
u:n gabiuele que s reprsenla oembaraco pre-
sidencial, a coufusao parlamentar e a importan-
cia republicana.-
E para que nada falle, como iuformaco, da-
nos como-fecho desla noticia, a opiniao formal
de Boulanger a respeito do ministerio :
O Sr. (Carnot, disse elle a um redactor o
Gaulois, commelteu urna grane falla entregan
do o poder, as vsperas .da Exposico Univer
sal. que um homem imprudeutee irrascivel,
que crear um sem numero de conflictos.
O Sr. Carnot eve ir-se evitando que o man-
den embora. .
A dissolucao, imp&e-se e vira bem depressa.
Um dos primeiros cuidados do novo gabinete
francez, depois de se ler apresenlado as duas
i asas do parlamento e de ler lido all o seu pro-
gramma, foi de se reunir para resolver o que
convinha fazer a respeito das manifestagoes das
ras e ficou decidido que o seu primeiro acto
poltico fosse o de reprimir de maneira enrgi-
ca toda e qualquer manifestacio arruaceira.
Se tal conseguir, o que duvidamos. porque a
canalha numerosa em Paris, e o mal est de
ha muito arraigado, (era prestado um- grande
servigo Franca, e restituido aos estrangeiros
una conlianca que ia dimiuuindo. '
Em consequencia de tal deciso, o Sr. Cons-
lans, ministro do interior, dirigi aos ptefeitos
una circular expando os perigos da agi'ago
boulangista e o quanto tinham de injuslilii aveis
Hasas di operarios Chimica Chronom-Ta
rcio e industria .Cirurga di
uccOes Desastres do trabalho -Dormato-
-'plnligrapliia Electricidades- K
ticas ostruejao primaria e secundaria supe
liar lnstrucco techuica, commcrcial e indos-
trial Horticultura -Hydrologia e climatologia
HygieneLiteratura Meonanica apphc
Mdecina veterinaria Meteorologa Minas
Melargiailoeas -Navegajao lluvial -Atologia
e nSMtoltJi i'ataogia internaPhotograpliia
i laafrjnjiii l'atatog:
PlrpiolognaProqagae
suspeitas as projectaas mauifestayes opera-
ras, ordenano ao mesmos prefeitos )que, de
futuro, impecam toda e qualquer manifestado
ou fonmcao de grupos nas ras, e que nao rece-
ban as delegages operarias que vo procu-
ral os.
Estas medidas produziram o seu elfeito, por-
quanto a Bolsa do Trbala aconselhou a absten
gao das mnnifeslacOes projectadas para o dia i
de Fevereiro.
As delegaces operarias e Lyon. Nanles,
Troves, Marselha. Bordeaux e Lili foram na
maiiha de 24 s respectivas prefeiluras buscar a
raspean s reivindicagoes apresentaas no dia
10.
Nao occorreu nenlium incidente, a nao ser em
Troves e Nantes, onde a polica enectuou algu
mas" pnses, por causa e gritos illegaes.
A physionomia de Paris muito socegada.
Alguns grupos de gente na praga do lintel de Vil-
(- foram fcilmente dispersados pela poli ia.
que prendeu alguns individuos nicamente por
nao quererem ir seguindo o seu caminho. Em
frente do ministerio do interior nao se fez pri
sao alguina.
Os operarirs resolvern) redigir um manifes-
R, |ll! ap filad <: U !as as '. iqui-
llas oe Pars.
Entre outras colisas diz o seguinte :
Desistimos lioje da projec'.ada manifestagao.
Pon''m. brevemeoie pediremos coutas aos res-
ponsa^eis e ento iuijioremos as nossas reivin-
dicai.es.
t:ompanherosorganisemi-nos para a lula
Fci depois disto que os delegados combina-
ran reunirse na liolsu do Trabalho no domingo
(241 pelas 10 horas da man ha ; mas quandoche-
garam alli encontrararn as portas l'echailas por
ordem da autoridade Dirigiram-se depois pa-
ra taverna prxima onde -tizoram sesso e be-
beriicaram, urna deliberando evitar toda e qual-
quer mailifesiacao.
Ne:n sempre o vnihoe mo coiiselheirq.
Da taverna dirigiram-se para a praga'do Ho-
tel .le Ville. onde era o ponto de reuniao. a on-
de J eslava una grande quantida.ie de agenle.-
da polica, que am fazendo girar os grupos de
operados que iam chegando, prendcuuo os que
lo obedaciam. F. como se o lempo aetieeoae
de aceordo com a intoridade. urna grande ehn-
va de MN que colirio a praga d'um alvissimo
lengol, acabou |>or por en debanaa os maz
resistentes.
(mmpre-nos u-cr-'scen'.ar que na ranura (toa
depulaos a extrema esquerda. depois que o
ministerio leu a declarago, que mais cima vai
trans ripia, reuni se em sesso publica sob a
presidencia do Sr. Clemenceau a resolveu que,
embora hostil no novo gabinete, nao devia ser
quelle grupo que tomasse a iniciativa d'unia
aegao contri eBe
A cmara dos dcpotados approvou na w sso
de i' a p.oposla de' lei que tem por fin assegu-
rar a liberdade e o segredo do voto nas elei-
ges polticas.
Depois foi levantada a sesso sem nenlium
incidente.
Diz o XIX Suie que nao tardara a saber
se o partido que tencionn tomar o conde de Pa-
ris. e qual a poltica por elle aeouselhada deli
niliva:iie.ite,ao seus .nigos, em vista daselei-
goes geraes.
A instancias do duque de Aumale, 'lanilc-lou
o conde de i'aris algunas vena a sua ntearao
de romper con o boulaiigi to obrigao a seguir o parecer dos seus conse-
Iheiros polticos or. o nanos
Consta que vai ser nomeao senador, em
\ii lude da vaga deixada por Songeon, o Sr e-
ques, o candidato derrotado por Boulanger na
eleigio de 28*de Janeiro, em Paris.
Julio Claretie, o notavei Iliterato e director
da Comedie Franca'ue entrou no dia 21 para a
Academia.
O seu discurso, que foi o elogio do seu ante-
cessor Einillier Fleuny, conteve algumas allu-
ses polticas, entre ellas a de lamentar a au-
sencia do duque de Aumale, o que produzio bas-
tante sensagfto.
O r. Benau respondeu, fazendo um estudo
da litteratura da poca revolacionaria que qua-
lilica de inimitavel e modelo da jovialidade fran-
ceza.
Estiveram presentes lord Lytton, Len y Cas-
tillo, Lcckroy. Goblet e muitos outros dramti-
cos e actores.
O Sena continuava enchendo a transbor
dando em proporgOes assustadoras teno j -i
do inundados v ros trabadlos da exposigo, en-
tre os quaes figura toda a ala direita do palacio
da exposico hespanhola. Havia secges com-
pletamente debaixo d'ugua.
Ao mesmO tempo que o commercio e a in-
dustria se preoecupam com a exposigo interna-
cional, tamnem a sciencia e a littei atura tratan
de fazer-se representar.
J em 1878 linba havido congressos scientifi-
cob : cerca de 26. Este auno, porm, foi neces>
gario ucnear urna commissio superior encarre-
gada de examinar as propostas para esse effei-
jo e de autorisar os congres-os que fossem con-
venientes [,
A m inisso coinposta do presidente o Sr,
l'a-teur e dos vicr-presidentes Alfredo Hezieres.
da academia franceza, e Meissonier, da acae-
mia e bellas-aries
Foram auiorisad >s 49 congressos;
AeronuticaAgricultura Antropologa e at-
che. logia prehistrica Antropologa criminal-
Architecios Beielieencia piblja Bibliogra
Ina das sciencias matbematicasBonbeiros
i*cirins pbjsicos
na educabas Pruprieade artsticaProprie-
dade iiiduatriat Estado da rrananissao da pro-
priedade territerial PaaHiecO das obras d'artc
e momnentaa- Scieacias geogiaplucas Socie-
dades por aegoes Sociedades 'opraaiaa e de
consumoTrabadlosmaritiaaos Tradci"- po-
liulares Therapeutir Unificago da hora Zo-
ologa 0
Batee '\>) cot|trenos sao drviiridea *m lisec-
Kis os presidentes:
Bellas-artes : Sully Prudhomme.
liisloriae archeologia : Vctor Duruy
Math-ntricaN- : HeNrand.
Physica e chimica : Edmond Tremy.
Sciencias naturaes: Daubre.
Geograpnia-: almirante Clon.
F,eonomia polilica e legislago : Hibot.
Hygkae e beneficencia : Broverdel.
Economial social: Jalio Si.non.
Instrucgo: Greard.
Engenharia civil e obras publicas: Bailiaul-
Agricultura : Melin.
Inusirial : Toissier.
Commercio : Gustavo Roy
Os congresses reunir se-hSo n'uina sala do pa-
lacio do Trocadcro. ou no palacio da SciUi*
savanls, ra dos Poitevins.
Em honra dos congressisfas "ar-se-hrio gran-
des festas.
' Italia
As scenas tumultuaria de 8 de Fevereiro. em
Roma, eetft) sendo imitadas en outras cidaes
de Italia.
aples acaba de ser tliealro de ama .rev de
ooerarios que se diziam sem trabalho. Um gru-
po e anarohistas precipitou se na ra, desfral-
daudouma bandeira prea, em que se lia nar-
chia, Communa, Atheismo. A ,iohcia earrcgou
immediatamente sobre os desordeiros, tiron-llies
a bandeira a prendeu quatro individuos.
A populago ficou depois d'iato, coiiipletamen-
lesoccegada.
Em Milo MO perarios de urna fabrica tam-
bem lizeram parede.'exigindo modificacOes no
regulamentorespectivo eceiava-se grande gre-
ve, mas parece que desta vez anda o perico ni
conjurado.
Em lodo o caso estas manifcstaees sao verda-
deiros symplomas de um logo que por ora vai
lavrando lenlo na Italia a que e um momento
para o outro pode atear-se.
Mas nao snente com a represso por parle
da autoridade, do que por emquanto nao passa
de aneacas, nm se poden evitar nerigos uiaio-
res, tanto na Italia como em outroa paizes.
Aos goveriios nao cumpre unicanwnle zelar os
iilleres.-es vitaos dos estados por meio de medi-
das reprc.-sivas : mies de tudo compete lhes
cuidar com n .....cio desvelo da moralidade
publica, j peto exemplo. j promovendo e esti-
mulando-a educagAo moral e a inalrucco conve-
niente das classes desfavorecidas..
Educar o corago os povos com priqcipios
saos, ensinar-lhes e fazi'r-lhes eomprehender a
rioco dos seus direitos e dos seus directores.
nao se nos augura larefa dillici!. guando seja
bem dirigida.
Nao importa apenas dar trabalho aos brae do
homem para lhe assegurar os meios. da sua sub-
sistencia i tambem indispensave! atineattar-lhc
o espirito, (iue se obcera e deixa dominar fcil-
mente por ilusoes esvairadas, se o Dio illus-
tram e retemperam.
O Sr. Crisp acabado ser inlrpellado no par-
lamento italiano pelo Sr. Brunialli, sobre as me-
didas tomadas pelo governo acerca da emigra-
co italiana para o Brazil. ,
il presidente o conselho respondeu que a
emivraco se faz em condieges vantajosas. e
que en lodo o-caso a lei pprovada recentemen
te, p" o governo em eslado de a proteger ef-
icazmente.
A cmara dos deputa los hontinuou a 2: a
discusso das medidas linanceiras.
O numero as moges e ordem i presen\idas
pbc p> 39. 4p
Traia-se de orgShisar em Milo um congreSso
le-joriialistas hespanhoes, italianos e francezes,
aflin e altirmar a unio a raga latina e de fa-
zer a propaganda nesse sentido.
Maula Ni
Diz o T'inps :
U cardeal Maz/.ella foi noineao prefeito la
congregago o Zmlex. V^-se em esta uoinea-
go a prova da inlluencia que os jesutas exer-
iv:ii sobre o papa. U cardeal Mazzellu pertence
a eompanhia de Jess.
Diz-se que inonseuhor Vuuuti'lli, actualmen-
te nuncio em Lisboa,.ser no poximo consisto-
rio', nomeado cardeal e secretario d'Estado, em
suli-iituico do cardeal Rampolla .
O cardeal Mazzela tambem exerceu ha anuos
o lugar de nuncio apostlico em Portugal.
Inglaterra
O correspofldeote do Manchester Ceefltosren
'Londres diz aquelle jornal que o programmado
governo inglez com respeito a defez nacional
um do mais vastos qne tem sido adoptados
nas difl'ereiites nages. Segundo o corres|ion-
denie. o lito pro^ramina, qne brevemente ser
aprsentelo an parlamento, importa urna despe-
ga de 100 nilbOes de libras sterl nas.
Comprehende a construixo, d'aaui al 1893,
de 20 a 22 navios de guerra pelo modelo los l-
timos cooracadjos sabidos no*, cstaleiros, o Nilo
e Trafalgar. e tambem a eoO crosadores.
O numero dos crusadores ~(^r augmentado
na mesma proporro.
O almirantado procedeu a todas as convenien-
tes inqu-riges previas para recnhecer qual o
tralialho qootiawno que so peder exigir dos cs-
taleiros de construego. Todos os empreiteiros
o reino unio recebero quantas encommendas
poereni acceilar, com tanto que se obriguem a
rxeculal-as dentro dos prasos que lhes forera
dirigidas.
O numero de pegas de titubara destinadas a
defezu da paiz tambem ser consideravelmente
augmentado. As novas pegas serio fabricadas
"ido o modelo mais moderno. As dos ami-
gos systenas seraotodas substituidas pelas mo-
dernas e nao -o as que ssto nas fortalezas, mas
loinbem as nje exisiem arma-cenadas nosar-
-.laes.
Oprojcclo de tal importancia qu" as fabri-
cas do estado em Woolwich. Englield, Weedon
e lli-miiigham raosideram-se iusullicieaies ..ara
as requisigoes do governo.
Assegura-se que quando fr a Biarrit?; a ra
nha Victoria tenciona fazer urna peregrinago a
celebre junta de Loureles. Seria a primeira vez
que a junta milagrosa rrceberia a visita de urna
soberana protestante, o que nos recorda que a
imperatriz das Indias foi muitas vezes aecusada
na Inglaterra de ser secretamente papista.
Lord Harrowby annunrou que chamar no dia
4 de Margo a attengo da Cmara dos Lords
paraos obstculos, que na sua opinio Portugal
oppOe na regio uo Zambei e s empiezas bri-
tannicas.
Participando Londres que sir Techmere, quan-
do retoar o seu lugar no parlamento, interpl-
lar o governo acerca do procediraent escan-
daloso do carrasco, que prosegue realisando
conferencias, e vendendo cordas, que serviram
para entornar.
Participam de Londres a priso do padre Ste-
pli.-ns, muito popular na Iranda, por andar ex
citando ps lavradores a nao pagarem as rendas.
Opadre'tinha sabido da caeia havia poacos
dias uiide esiivera preso por motivos anlogos-
Allemantia
Segundo telegramma de Berlira, esta lou. o
principe, lilho primognito do principe Luiz da
Baviera.
la completar 20 annofc e era prximo paten-
te do principe Luiz Fernando, marido da infan-
ta hespanhola D. Paz.
Sbese era Berlim que o prinope de Bis
marek dera ao capitn Wissmann instruc
muilo severas e precisas acerca da attitude qne
elle dever tomar como commissario imperial
Da costa oriental da frica.
Basas instruegoes ordenam qne os direitos da
t'.ompanhia do Estado Africano sejam conserva
dos intactos, e que a administragb dos territo-
rios Ine seja igualmente conservada. Todava,
o commissario poder apoderarse de toda a ad-
ministraco, se at necessidade
ten a suspensflo total ou parcial dos MiHilaje.
WissiBann est al n disso autorisado a to-
mar todas as medidas que jugar ufeis para a
Iraiiquitlisago dos indgenas ; poer suspen-
der eveotualmente os regulamentos da soieda-
e allemfi que forem cootrartos aos tratados in-
terhacionaes.
Em caso e necessidade poder, distribuir os
-funecionarios da eompanhia cuja perraaanoia
seja prejudicial susleaugo da paz na nata.
mi nawace as Iwas relages com >s indigeaae.
Ifuma palavra, os poderes d- Wissmann sao
muito amlos; dever nicamente absler-se de
intervir nos negocios oVcaarpaidan, eapacial-
inonte no que. dim rispen .i aninistraco
aduaneira.
Hizeui de Berlim aae a 'eirar.i d i Litrm Bran-
ca eixou entrever en mais e uta miso, q*' os
conmk's allemaes teja em prega do mwn naior
mupeabo Zelo em servir as compaHhhrs c co
laiisaguo do que em obedecer s i-irucges do
chancelle:
zHa da fillnnanha- lo Harte reproduz na
I^Bra um artigo da Gazeta de Voss que censu-
ra eiiergicamento a attitude de certos c-jusules
aileines e as suas velleidades de auuexacao.
Citando o telegramma do con mi em Samba,
que fana notara fac-iliade ea vaiitagein de urna
auniXi.gio, a Gazita de Vote pergmila o que se
de.eria pensar de um cnsul que propuzesse em
telegramma aiinexar Xnrich ou o Luxemburgo.
Foi d ceno que.lle telegramma que o Sr
llerberl de Bismarck respondeu qu>- era impes-
sivel urna annexacao, por causados couipromis-
sos que havia com a Inglaterra e-a America.
SO um estadiata com a autoridade e o prest
gio do chanceller poderia, como aquelle la/, re-
mediar por meio de eoncesses as inepcias ou
as imprudencias dos seus agentes, e ceder na
queslo das Carolinas acceitando em ser aecu-
sado de franqueza e si;;n prejul;-ir o brio na-
cional a solugfio de urna arbOragem muito ton-
le-tavel : mas qualquer ministro que nao esli
vesse nas condii-'n-s exceiieionaes le Bismarck,
a proceder assim. influira desgraeadainentej no
prestigio e u torga moral do ntooio allemo
Em Berlim acaba de iostaurar-se u:n processo
oamente interessante :
Um jornal radical allemo. a Gazeta !> Pato,
prgao da de:i!Ocracia. inlitulailo l'/[, em que so
alRrma que o povo allemo e o mundo in?ero
exclamaran I fT'-fnn dia em que .'ismarek deixar
de ser chanceller.
rtoentea-se imiiiediatamente contra o reterido
jornal, e aos tribanaes de Berlim compete "resol-
ver se 6 artigo em questo constitue una inju-
ria pessoal ao oersonagem a que seallude.
J nao este o iirimeiro processo. que, por
causas anlogas, solTre aquelle jornal.
Espera-se com impaciencia o veredielum dos
juizes de Berlim.
O governo allemo vai contrahir am espresfe-
mode. 11 roilhe- de marcos, desuado ao e\er-
cilo. e especialmeiiie a augmentar os continsen-
les de arlilhena.
O correspondente do St.ndard em Berlim
er saber que o imperador Guillierme ira visitar
a ruaba Victoria em lambo prximo, e que s fl-
pois lera a sua eulre\ isla -oa o czar.
.1 Gazeta da AJkmanha do Jbrte reproduz um
artigo ilo CniT'io d? Uimbrt, orgo do Sr. de
Beiinigsen.
N e-e artigo diz-se que nos ltimos lempos
do reinado de Gflflfaerne I se tinha orgamsado
un.a conspirago para provocar a qaedaq>cbnn-
ceer.
(i imperador, estando doente. denaa sabia :
mas Guillierme II conliccia essa couspirago e es-
lava deciido a faid a abortar, s-.'n o coaiijuva-
do por iodos os soberanos allemaes que, poroc-
casiSo dos funeraes de Guilhermc I, lizeram sa
ber ao chanceller a persvataBfa da sua appro-
vogio e de seu npoio.
Foi por este motivo, ron o imperador actual,
sendo anda principe lierdeiro. levantou em 1 de
Abril de 1888, o toast, to notado ealao, ao chan-
celler, o porta-handeira no meio da batana, c mu
volla do qual era neressario que todos se agra-
paasem.
Os discursos pronunciados pelo imperador
afilia!, .a piiblirago do Tagebuch, o processo
Ged'ken e a queslo Morier, liveram urna corre-
laco, que se nao eve desvendar,- no interesse
d i Estad i.
('uatito aos entnenlos de Guiliierme II pelo
cliancel er. estos nao teem soJTridooneuorabalo
e o imperador nunca se separara -lo sen primeiro
ministi .
Aiihiiia lliiii^ i.i
Segundo aflirmam os jornaes de Vienna o
principe Alexanre Killenberg rasar breve-
mente cora a celebre cantora da Opera, a Lei-
singer, indo depois para Italia.
K' muito commeutada em Vienna a coinciden
cia de se saber aislo ao mesmo tempo que chc-
gava a noticia do projectao casameuto da prin-
ceza Victoria da Rus-ia com o principe Carlos
da Suecia.
Cono se sab, o principo de aitenberg que-
ra casar com a prfUMH Victoria, ao que" fizera
grande opposico o principe de Bismarck.
Conlirma-se, pois, a noticia So i isamento do
ex-principe .la Bulgaria, om a coatora Lei-
singer.
E esta formosissiinu e tem grande i eh'bri-
dade.
( principe 'couheccu i en Damsudfc
E' catholica e nasceu em i resburgo.
Tem 24 anuos. Sen p,.e era camarista e tem
um irmo que olfirial no exerciio austraco.
O correspondente do Standard, em Berlim, diz
que o casamento do principe Alexandre de Bal
lenberg com a cantora Leisin^er foi celebrado
em Mentn a 6 de Fevereiro, e que os noivos
residiro constantemente fra da Allemanhi, e
accrescenta que o principe Alexandre renunciou
a to las as ambiges polticas de urna vez para
senpre.
Gs jornaes allemaes Insisten ainda do caso
da nioiie do principe Rodoluho e aflirmam que
ett#ao se suicidou, mas que foi assassinado por
Mara Verscera, que depois se suicidou.
\ccrescentam que a baroneza, convencida de
que o principe nao obtivera divorcio e que,
portante, nao casara com ella, quiz assim. por
termo ao romance, couvertendo-o em tragedia.
Esta versao era inesperada, e "nao se lhe d
crdito em Vienna.
As senhoras da alta aristocracia austraca, eo-
naran a imperatriz tzabel una meusagem de
peza es. a sua admiracjio pela grandeza d'al'iia
e pela coragem verdadeiramente heroica mani-
reetadas pela imperatriz na desgraga que to do-
torosamente ferio o sen corago da me.
Rustpi
Dizem os jornaes parisienses que tendo o go-
verno russo aceitado o offerecimento que lhe fez
o governo francez de repatriar o pessoal da ex-
pedicao Atcliinoffat Suez, o ministro da mari-
nha expedio inmediatamente ordem para que
esse pessoal seja embarcado no cruzador Pri-
mangaet.
A folhaollicial e S. Petersburgo e 24 de Fe-
vereiro narra as circumstancias que se deram
no incidente de Sangollo e as negociagoes a que
elle deu lugar entre os gabinetes de Parto e S
Petersburgo.
Os cossacos tiveram cinco morios eaknxo fe-
ridos.
Beconheceu-se que toda a responsabilidade do
conflicto cabe a Atchinoff, cuja attitude obrigou
os francezes a proceder como procederam.
A folha ontfal declara que o incidente nao
ter nenliumtfinfluencia sobre as relacOes fran-
co-rustas
Creca
A cmara dos deputados foi contada oara
reunirse era sesso extraordinaria no dia 10 de
Margo. %m*
Biilsaria
O governo blgaro desmente da
formal o boato e que o Sr. Siambu
urna deputago ao general Ignalien*.
iJNtaduN-l nidoi
A cmara do^representantes na sesso e 24
de Fevereiro refitou o bitl auaneiro por 134
votos contra 88. "
Esta maioria foi formada por umu cnfrnjpo
dos republicanos e demcratas protecctoBtnas.
Era esperado em Tnger o secretario da naja
gao norte-americaua em Madrid, Sr. Strobel, en-
viado paangoverno do seu paiz para innVtigar
acerca dofrocedimento do ministro. Sr. Reed-
Lewis, axusado muito speramente pela im-
prense pela opinio publica do seu paiz pelas
exhoroitiincias que praticou com seu subdito raar-
roquino.
Este acha-se actualmente nos Estados-Cnidos,
e apresentou perante os trinunaes americanos
urna queixa, pedindo urna indemnisago de vinte
neo mil dollars.
' opinio nos Estados-Unidos mostrase muito
"dalisada.
EXTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Pernambiico
PORTUGALUSBOA, 27 de Fevereiro de
189.
jKnqjros ministros j foram s suas reparti-
os demissioiiariois. Srs. Mariano et-uralho e
Kmygdio rnaarra tniiam-se na ves pera despe-
dido dos seus empregados. Ambos lizeram tes-
tamento, seado purem muito ampio o o primei-
ro. As folhas progressistas teem-se oceupado
em commemoi'i r os servigos prestados por um e
outro. Mana a verdade que se dii nao haver
grande exagg rapto no que dizem porque sao
factos eonbaeido* e contra elles nao ha Gotitoa
tago posstnt.
Da gurentCuAiunccira do f?r. Varifhno de
larvalho, poe-seizerque foi notavei : porque
realmente, recebendoos cofres pblicos extenua-
dos teve o talento de os eucher vasal-os e !cr-
na!-os a encher umitas veces sem pesudissimos
tributos, que e todos os remedios, 6 este sem-
pre o mais violento e odioso
Sobejoulhe sempredinheiro ecredito, elevan-
do se os fundos portuguezes internos a 66 que
eneonlrara. lia iros qnnosa46, isto 20 pontos,
e os consolidados cuernos cerca de 18 pontos, o
que na verdade, de um ffxito excepcional.
Douiinou o canitalismo, moralisou as opera-
coes do thesourocom os concursos para a di vi
i.i uctuante, atirahio ao paiz lorrenies de cap
tal estrangeiro, prooorcionou aos emprehendi-
muios da civilisaco material tantas facilidades,
que at a conviaram ai abase
sua aminisirago, escreve o l)"t, foi um
verlaeiro periodo de rceos gorilas, de que, se
podara torunda aroveito para todo o futuro.
Apezar le sempre contrariado fez milagres ;
se o ajudaram circuinstoncias felizes. aprove-
tou-as com habilidade vigilante : e talvez so
toase nos meios nenas melindrosos, por damasto-
damente preoccupao com os lins.
impoz-se ao mundo BnwteiiO. como se havia
imposto ao mundo poltico ; liclando com a
opposico mais desbragada que ainda s VA,
fez-so admirar por ella propria : e mao grado
todas ;s aecusages, a que svi-zt'S deram Bren
as suas precipitacGes e as extravagancias do seu
carcter quasi ncomprehensivel, licou sendo
o futuro o dir o estadista que a opiniao
publica baile invocar e acclamar. Sempre que
a soliesaliare.ii erises nanceiras.
Foi brilhante. embora nem sempre toase s
lido, e talvez veiiba a reconhecer-se n'um porvir
nao muito distante que .os dbitos e culpas que
empanaram o brilbo dos seus actos foram em
grande parte justificados pela necessidade.
OS. Mariano de < arvalho, no seuempeiiho
do fazer boas liiian as. pr^cisou itflvez prescin-
dir Je fazer outras cousas boas e
boa poli-
1
a nv
builnTi
ira mais
enviasse
urna q
e ciuc
W <
lica : e nas relaces em que se acliou '.volvido
com os interesses mais poerasoa e as pxes
mais insaciaveis da sodeade moderna, liouve
ua!oralmente de servir para fazer servir o esta-
do, de ceder pira que lhe ceessem, c sacri-
ficar conveniencias meuores.para salvar asmaio
res. Nao se pode conseguir tanto como elle
eonsegtriu sem se transigir muito
Se a historia de sua admiui.-iragii.- ten aon-
t n menos compreiieusiveis, leve ser por. se nao
pocrendar luz to los os documentos que os
explicara, e inuo possivel que a.s administr-
luiuras Ibe sirvan e commentarios justifi-
cativos
Assim fallava o/)"( de l deste mez, seu lo
para observar que este jornal, embora progres-
slsta. iscordpu- muitas vezes dos seua actos e
concepges, combatendo tenazmente ilgnraas
das suas medidas e nao quereno associar se a
muitas das suas responsabilidades.
Do mesmo modo procedeu aquella follia que
das mais imparciahneule reigidas que ha ueste
paiz, como sempre tuho alarmado, com respeito
;> Sr. Emygdio Navarro, e comtudo, refere-se
deste modo sua gerencia na pasta das obras
publicas :
Tambera se nao pode negar ao Sr. Bmjgdio
Navarro urna iniciativa fecunda e arrojada, di-
rigida por utna intelligencia to p-ompta c to
assimiladora, que em curto espago de tempo ab-
sorveu lodos os servicos e lodos os assnmptos
dependentes do seu ministerio.
Essa iniciativa teve preeipilages e desre-
grareentos, raas langou trra muita sement de
ito, den muitos impulsos salutares, fez mili-
to i.abalho que ha deticar.
Assim como o seu collega da fazcuda foi
muilo exclusivamente tinanceiro, o Sr. Navarro
foi demasiadamente ministro das obras publi-
cas : e.ste defeito, comnium a ambos, seria, po
rem, remediado, como outros, se a situago de
que ambos lizeram parte podsse ter-lhes com-
primido as individualidades poderosas dentro de
urna forte unidade de pensaniento e aego.
Se houvessem exercido as suas faculdades
pouco vulgares n'ura rgimen poltico bem or-
ganisado, cora principios bem definidos e plati-
cas, bem assentes, que impozesseni urna disci-
plina ao que ha de exuberante nas suasfacul
dades e energas a de caprichoso e anormal nos
seus caracteres, as suas gerencias tean adque-
rido nm relevo sem sombras': governando n'es-
ta poca de desorganisages e dissoluges, nao
dominaran), certo, as sua? influencias : mas
deixaram um rasto luminoso de actividade po-
tente e intelligente, que ha de, fazer escurecer
na passagem todas as mediocridades pautadas-
Ambos os ex-ministros reassumiram osteusi
vanante na redaeg^o dos seus jornaes. Diario
Popular e Xoctdades os seus lugares.
O primeiro em ajuste de con tas com o chefe
do partido regener dor. o Sr. A de Serpa tm
escripto uotaveis catilinanas. O segundo, n'uma
salvia de Juvenal, traduzidaobre o texto latino
e dedicad i sobo pseudonymo de Plutarcho ao
Sr. Ilntz e Ribciro sublinha as mais duras in-
vectivas do imoso satyrico. sobrescriptaudo-as
ao mesmo cavalheiro que no partido e regene-
rador por ventura, o verdedeiro chefe de fado,
comquanto o Sr. Serpa seja o eleito.
A Tinguagem das folhas da opposigo contra o
governo est no mesmo diapaso. E' intil fa-
zer Ibes extractos. Ajguns tona na minha ulti-
ma e por elles lhes dava idea das amabilidades
auc diariamente aqui se trocara ueste escorrega-
io terreno da imprensa, onde quem mais grita
e mais descompebs seus adversarios, o que
pretende ter mais razo. O publico esse que se
vai tornando cada vez mais iitdiffereute a laes
d tiestos e ver rias.
(Aitilinna a dizer-se que i lei das sellageus foi
.i causa ou pretexto da sahida do Sr. Mariano de
Carvaluo e a quesls vicola o da demisst-o pe-
dida pelo sen collega das obras publicas.
O Diario de 2-J do Correle publiMu os de-
cretos da exonerago dos Srs. Mariano de Car-
valho, Emygdio Navarro e Barros Gomes dos
cargos de ministros da tonada, obras publicas
e interino da marinha, e da nomeacao para a
Easta da fazenda (interinamente) do Sr. Barros
ornes, para o das obras publicas do Sr. Eduardo
Jos Coelbo, e para a da marinha Uo Sr. Frede-
rico Rssano Garca.
Ante-hontem o Sr. Ressano Garca foi depor
ao tribunal do 2" districto, como testemunha no
sumraario. -
V-se. pois, que esta deploravel questo nao
morreu ainda na tela judicial.
O novo ministro das obras publicas nomeou o
Dr. Villaga, engenheiro e chele da repartigo de
estatistica do mesmoministe io, seu secretario.
Outros jornaes aflirmam que teve esta nome;:go
o Sr. capito Francisco Machado, deputado da
nagao.
O Sr. .Ressano Garca escolheu para secretario
o Sr. Augusto Ribeiro, que o era-j do ministro
anterior.
O Correio da Noite, folha que dizem inspirada
pelo presidente do conselho, declara que nao
tem fundamento o que teem escripto alguns lor-
naes sobre a idea de passar o Sr. Ressano Gai-
cia, mais tarde, do ministerio da marinba para o
da fazenda, e que larabem nao verdade que o
Sr. Barros Gomes exigisse, para aceitar a pasta
da fazenda, que fosse offerecida a da marinha ao
Sr. Ressano Garca.
O Dta, que dera curso a esta verso, abeapi-
nhou-se todo e reage contra os que pretende
fazer veracidade suacuste, sustentando a exa
elidi das suas inrormagoes.
Quanto questlo vincola, assevera-se que a
nova eompanhia vincola do norte ser organisa-
da uos termos geraes do cdigo commercial.
Serio establecidos no Porto os arm'azens ge
raes m conforraidade cora a reforma aduaneira
e sendo espectoes para vinhos.
Sero dados warrants pelos vinhos existentes
nos armazens ncgociaveis.
Ter permisso para beneficiar e traspegar
esses vinhos sob a respousabilidade de um
aaent Iscol do governo, para que os prodi
nio sejam adulterados.
O governo estabelecer agencias : um.
Berlim, provavelmentc outra em Paris, e ainda
outra no Rio de Janeiro, subsidiada nos tei
do lei dos cernes.
O xito da eanversSo (emprestimo de & 12
O,'o) nas prsg.is estrangeiras, excedeu teda a
pectativa.
Ten.lo se abandonado um projecto gran
que en 1888 um engenheiro francez, de cujo
uase i-io rae record, apresentou cmara mu-
nicipal de Lisboa para reconstruir urna ponte da
coilina de S. Pedro d'Akaniara da Graga, :
ostra que atravessas.se o Tejo, apresentam agora
outros propouentcs. os Srs. lastissol e Sejrfg
una nova p ropos ta de que procurarei resumiros
pontos esseooes. O ante-projecto a que me
reliio toi enviado imprensa de Lisboa.
Na sua memoria descriptiva, depois de enca-
iii) as utilidades e conveniencias, alias ge-
ralmente recoahecidas, da execugo de tal obra,
afastara a idea da construego de urna ponto nas
alturas do Pago do Bispo, bem como a de se con-
struir urnaeoi.imunieagoentre as duas nar-
do Tejo por meio de um caminho subte/raq
A iscussio destes pontos clara e 0
ente.
Os autores do ante-projecto continan)
discutindoa altura a que eve (car o tabule
parle, partin do priueipio que qualquer
que se projeci i deve ler como primeiro condicao
deixar, quer de dia quer de uoe a passagem 1;-
rre e segura dos maiores navios que frequentem
O porto iie Lisboa: para isso preciso que liaju
muitos pontos vres cora 45 metros de altura,
nesmo i.-. prca-mar. Um numero isigniiica;!*-
de navios -ita altura, raros a exe lein,
meanos, segundo a opinio dos autores
dop Iam subi cima pon-
to onde projeetada a ponte.
Seg V lescripco do tragado eij
(danta.
A origen do projecto na entrada da estago
c utral, actualmente em va de construego.
I'artino do luniiel que serve e subida esta-
go, segu em curva para a esquerda com um
raio de -i-00 metros, volta assim para ir passar
por debaixo da praga do Principe Real, e des*
emboca no valle da ra de S. Bento. Atravessa
a ra de S. Bento seguindo em linha recia, e i.-
cluando-se de novo para a esquerda por me >
di; urna curva de '330 metros, passa por detraz
das Cortes.
.Este tragado, posto en Innclieira e em tuuneto
de modelo a consentir a construego de urna
i -tago aa ra de Bento.
A calgada da Estrella pascada em subterr-
neo, q.ic se prolonga por uns iOO metros e des-
etnboca nuui cort por cima do ponto denomi-
nado Rocha do Conde de Obi !os. A este lugar
fcil fazer chegar una ra que ponhaeste pon-
to em comniuuicago com Bcenos Ayros i i
Conde Baro.
O encontr extremo da ponte ,ti situado na \i-
ziulianga iminediata desta sahida, d'ointe avan-
gam para passar o Tejo os'doufs taboieitos, nm
para a va frrea, outro, sobre este, para a en-
trada ordinaria. f
l'ii:: nova ;.'.; ser feta neste local p i
facilitar ao bairro !a Estrella as communicages
como outro lado do Tejo.
A ponte lica alli coilocada- oroximo do eixo
de urna las vias que ilo seiventia ios l'n! : ~
caes avaiigados, da:, novas obras da ponte de
Lisba, o da doca \izinha- Esl.i passagem tera urna granito
largura.
E' cortada" para a communicago dos navios
por mna passagem munida de urna parle giran-'
te. Um dos pilares da ponte amia encot irar-sa*
i:as proximidades desta ponte, mas sem de ma-
neira alguna a prejndicar.
Da sabida do tnel at alli ha quatro arcos,-'-,
Tfchando-se os tres pilares collocados, um. pou-
co adiante da linha dos caes, os outros prximos
da calgada do Mrquez de branles e ainda
mais cima, sobre a racia encosta.
O primeiro vo de"l lo metros e os tres ou-
tros de 160 metros cada um-
Do pilar collocadjunto .!; ponte girante par-
te o primeiro gradde tramo, o qual est projee-
tada cora 300 metros de largura. Como este
lica a 100 metros para dentro da inuralha, dos
caes ainda licam 2(r) para a navegaro..
Esta disposigo conduz a cn-ago de iui es-
pai; livre o muito consideravei, quer sobre as
caes, quer na agua.
Os barcos poero nao so manobrar mas atra-
car ao caes, sem se preoecuparem com a <
teocia da ponte, e at os grandes paquetes tran-
satlnticos podero ancorar debaixo do tabolei-
oa ponte.
A partir d'aipii. : ponte langa-se por sobre o
rio. alternando os tramos de dimensoes. Sendo
o primeiro e .'!()!' metros, o seguinte ser de
160, o outro de 300e assim sucoessivamente.
O conjuncto da ponte comprehenderi quatro
vaos de 3 0 metros e 6 de 160 metros, o ultimo
m, ter 130 metros, semilhante aos 160,
10 metros mais curto por causa da eonlign-
rago das tollinas da Aliada.
A ponte, pois. chegar a Aliada, eixan !o
intactas tanto as praias de Lisboa como as .!a
Outra Banda.
A coilina da Alojada atravessada pidas duas
vias. e d'ahi descera para o valle a linha ferr .1
em curvas facis e desdiris suaves.
lina primeira estago ser feta en Atinada
no kilmetro i.ioO. e as outras na Pedade no
kilmetro 6:460, no Alfeite, kilmetro 9.300 no
seixal no kilmetro 12,320 e uo Barreno no ki-
lmetro 13.30.' onde ser feila ajunego como
caminho de ferro de sul e sueste
Passa depois a memoria descriptiva a analysar"
o perfil cujo tragado, a pesar da altura a que a
poute tera de passar sobre o Tejo, nunca apr-
senla iiiclinaces superiores a 0m,01o.
A ponte, como dissemas, ter dois taboleiros,
o inferior com duas linhas de ferro, e o supertor
para estrada de rqdagem com 8 metro de lari
ra, isto 3 metros para calgada c 1 50 de
lado para passeios.
Depois seguern-se unas paginas apresent
as ideas geraes do sytema de ustrucgo, a^
discusso dos trabaIhos para as fiiuaces m
pilares
a espeza esta construego j calentada em
50 mimos de francos, ou'.'aiii conios de res
tartos, ussim divididos:
' Dous tumis 2.000.1.00 de francos; estago e
viaducto na ra de S. Bento, 300.000 de francos;
10,300 metros de linha da ponte de Barreiro,
-000. 00 de francos: duas jiontes, urna no Sei-
xal eoutra.no Barreiro, 800.000 francos: con-
cordancia no Barreiro, '200.000 francos; material
.oante 560.000 francos; ponte sobre o Ti
W.000.000 francos: despezas iraprevislas...
itMKI.OOOO francos
A amorlisago deste capital em9it anuos a o '
fior cento, representa urna aunuidade 2.513.320
rancos, ou tanto como 453 eontos e ris fortes .
aproximadamente, em numero redondos.
Esperam os autores o projecto que assim que
as linhas o Algarve e de Serpa stejam reuni-
das, descontados os gjstos conservago, a ponte
produza 966.000 francos que, juntos a 134.""
francos de poriaeem do taboleiro superior da
urna somraa e 1.100.000 francos que escom
dos na annuidade a pagar, ar um dficit an-
uual 1.115.520 francos ou 260 eontos ris fortes.
Este encargo.diz a Memoria, a que nos vimos
referino, parecer e certo e pouca importan-
cia a vista da transformago que produzh'ia a
ligago prqje(;(ada, c teria para o Estado cora-
pensages pelo augmento a receila o camiubo
de ferro do sul,.produziriaem todo o districto de
Lisboa o sbl do Tejo, pela maior valorisacao
das propriedade?. Aacgo da nova linha
se-hia principalmente sentir em toda a peni
la entre o'leio e o Lado, que se con ve
n'ura arrabalde de Lisboa de que Azeito serilj
Cintra.*
Logo que o noVa linha produzisse, renimeatff
superior a annuidade lixada, o exesso seria di-
vidido entre o Estado e aCorapanhia, at comple-
to reembolso das garantias gas as pelo E-tado,
e depois deste segundo periodo, os beneficios
senam istribuidbs um terco para o Estado*
dois para S Companhia.
Publicou o Diario a organisago da escola
pratica de arlilberia naval e o decreto que a ap-
prova.
A compauhiaa Mala Real Portuguesa man-
dou j construir os vapores para a carreir en-
tre Lisboa e Lourengo Marques.
- Tanluem o Diario publicou. nmaa portara
touvando e dissolvendo a commisso, que fra
encarregada deestudar o raelhor rgimen admi-
nistrativo e economice- dos prasos da corda em
slogai ubique.
- Consta que no dia 15 de Margo que
aberta exploragao o importante caminho de
~X



rio d Peroamliuco Terga-feina 12 de .Mar$o de 1389
p"

\
I
l.i
na Faro a pnni una
ande enthusiasmo.
iioticta asi
,i 21 Je Revereiro eoegoo estatu d'esta
omboio, rindo directamente, pelapri-
^^He voz de Barreiro.
? A cstagoest ornamentada coro arcos, nas-
^MTesloes. escudos, trophos r,pres^ntando*o
trabalhocom as li-irameotM utensilios pro-
^^Hfos trabalhos de canunku de ferro.
Debaixo 'o aipeod laclo foi collocado
0 retrato tic S. M. El-liei D. Luiz I sobre nm
grande trnpho com o instrumento da repartiro
phnica, encimad-t .com a legenda o urna lila
com.as palavras: Honra a bcus e na parle in-
terior outra dizendo: Honra trabalho, /do
As i 1/2 da inanha parti da eslacao de Bar
reiro a machina, com 3 vagons com os convida-
Esperavam na estaca de Loul o coraboio,
> de Barreiro com o director Frederico l'i-
mentel, director da construrgo e o chefe da sec-
de Faro, o engenheirt Paria.
fon eslava a ph\larinonica 1.' de Pesen-
que iocou o hymn nacional,
egou a machina ao meio dia a estaco de
tom 4 carruageus e carros de servico. con-
doo director Pimcntcl.
Odia erfve esplendido.
A gnr cncheu-so de scnhoras e cavaluciros.
Denote houve brilhanle illuminaco, musa a
.
Est em Lisboa Giovaniii Succi, o celebre
jcjuador, de que tanto se tem occupado a impren-
odoomundo.
Tem renovar, entre nos. a experiencia tantas
- Ja repetida, mas que causa sempre igua!
nbro. de passar 35 ou W> dias em completo e
absoluto jejuin.
A experiencia ser feita no salaodo Colyseu,
convenientemente preparado para tal llm e deve
rincipiar no dia 9 do prximo maz de Marco.
Siuri ser constantemente vigiado por umacom-
Dsso de mdicos, que garantiro a sua com
pela abstinencia u faro diariamenle as ob9er-
'.'aces scieotiffeas, a que se tem procedido todas
a-"vezes que elle se tem dedicado ao seu espan-
toso jejuui.
Ja se nao f;!ln agora em Lisboa, as chro-
oicas alegres. sena na balalba das flores, se-
gimda-lVir.i gorda (4 de Marco).
S r na Avenida da Libecdade. como nos dois
anuos anteriores. Parece que esto j inscriptas
iii oenta e taas carruayens. d'entre as qnaes.
imitas enfeitadas. O producto das entradas dos
is e cavalleiros no recinto vedado, paraes-
lal.elecimenlcis de caridade.
begoa a Lisboa a familia do infeliz actor
MHtUtoez Montedoriro, que morreu doudo no
Brazil, depois de tor luctado por muito fempo
coa a miseria. A familia do infeliz .ctor esta
as ais precarias circumstancras. E' de crer
que era algom dos tliealros d'aqui se faca ura be-
neficio em pro d'esla pobre gente.
I1- artistas do tirapo 4o Leau solicitaram a
Mhesao dos seus eollegas do Porto, para de.com-
Aum accordo iniciarem urna snbscripcao desli-
'i ala a promover urna exposico dos trabalhos de
3 es dos Iteis, o glorioso csculptor queha dias
licidou no Porto, c a erguerem-lhe nm mo-
numento.
E' de esperar que esta geni rosa iniciativa le-
Dba bom xito
Vai ser nomeado- governador geral da In-
dia o capitiio de esiado-raaor Martins de arva-
Iho. Este oflicial lein dado as mais brilhautes
provas de talento e aptidao e hoje considerado
como una dos mais solidad llusirarOes do nosso
cxereito.
Foi exouerado. a seu pedido, do cargo de
governador geral da provincia de Mozambique,
.i capillo de fragata Augusto de Castilbo Barretip
e Noronha. Para o substituir foi nomeado o capi-
to de fragata Nevos Ferreira. que era governa-
dor do dislriclo do Congo. Para o dislriclo do
i. toga foi nomeado o 1." lente Antonio de Aze-
vedo de Vaseoncellos, que foi governador de
1 niienco Mnrques. ,
Fizerra-sc anda nutra- noiueaces ltima-
mente para goveroos subalternos de ultramar.
Ktfei luram-se ante-honteni, depois de por-
liaiit discusso. as eleicOes para os corposge-
rentes do Banco de Portugal. Debatiam-se duas
(islas, veocendo a seguinte : Barros Gomes, Joa-
Burn Feliqpe de Mira;.da. uarle Sergio, Gomes
.Vetlo. Gabriel Itaraires. Jorge O'Neik. ScfarcBle,
1 Goiiherme Ferreira. Mrquez da l'oz, Kenriquc
Matilias dos Santos, para a direccao do mesmo
Banco.
O Sr. Hessan Garca, acceitando o lugar de
ministro da marrana, resignou os seus lugares
no? caminhos de ferro do Norte e Leste, na com-
panhia do caminho de ferro de Lourenco Mar-
ques. C na couipanhia de retiuacao de assucar de
betenaba. Igualmente deixou de exercer as
neces de emrenheiro da cmara municipal de
11.. lendo solicitado a sua substituido cm-
quauto durar o seu impedimento.
Agora tenciono escrever-lhe peUi mala do La
Pinta, que deve tocar n*este porto a ': de Marco.
L.
ai-.s Derbys e Hippo-
dromo*.
Ahi, a que elle tem foros de cidade e imp6e-se
impunemente, garantido pela malta de capangas,
que sustentam-n'o as ponas das facas.
Sempre assim! Desde os jogos olympicos da
Grecia-ate as corridas dos circos romanos quaato
do Hippodromo de ariao Prado de Palmares
E todos a endeosarera o tnbofe, deseHoMO
que na llliada celebrou em cantos divinos T
vallo Arion. iescenivnte da caca imnortal ate o
mais pre?aicosporiia,apostedor de quintos de
poub-i
Urna vez*>m FemtNtM o triboR' tomoupropor-
ces tao assasladoras que Luiz XIV resolveu-se
a tomar senas providencias.
Vendo, que anob*eza perdia sommas fabulo-
sas as corridas e que muitos lidalgos, expo
rados pelos tribofeiras, estavam se arruinando,
quiz regenerarjo turf e passou a apostar pequeas
sommas. persuadido de que seria imitado pelos
cortesaos.
Tempo perdido t Cresceu ainda mais o pgo e
s a revolucao, qui foi um gaande cataclisma
social, varrendo as corridas, teve a forcade sus-
pender |>or algum tempo o tribofe.
Para o hibofe, portante s ha um rcagente -
a revolucSo.
bocal e sonelenta-
VVKiEDVllES
etc.
1
%

Sport
O T RI B P K
Original iameule o tribofe perde se na profun-
da e caliguosa noite dos lempos !
N i momento histrico em que as c jrridas for-
mara a grande attraccao da Venera Americana,
lie palmita Je actualidade.
Entretanto, nao passa de uuia vha notidade
como m'-o-la a raumia do rei Sesostris, que
algum iiiglez excntrico trouxesse emsua ainda
lis excntrica bagagem de toriste.
Ifltigo Antiguissimo o tribofe i
ajusta com Jacob usufi uir Ihe servi-
> per sete annos sob condico de csalo com
onnosa Hudiel. ai K
'eeliado cliegaeiufiin o suspirado
rmii uo pareo.
Yoiid elle espera que as convivas saxatu, ele
;., etc.
E o que succedeu? Na noite das uupcias.
vez da potica judia, promettida a Jacob, La-
lo bigodeava o genio embarcando ultima hora
_ huma bisca da filha mais velha aquella des
engranada Lia de olhos remellentos.
Tribofe no caso 1
Era couhecido, portaa'.o, o tribofe desde os
lempo- bblicos i
Anli-diluviaiu! at I
Aquelle sonho de Adam, a costella de onde
nasceu a mae do genero humano, o que foi
seno um tribofe ?
E d'ah vem que muita gente opina que o ber-
lo tnbofe foi bafejado pelas aurasbalsamicas
do Paraso.
**
Em ludo quanto ua priucipio de dolo, a pon
linlia de urna fraude, eiiste o trwfe.
0-iui>: que julga deixaudo se influeaar |ior
intuito e>tranhos i le, prevarica ; na, em re-
noltado -.-ijue a prevanoifao senie um iriboe
iudii.iaiio? I
Aquelle sacerdot'-, exempto de virtudes evange-
que nao ce| -bra o santo sacrilicio da missa
i^m i|ue antes Taca, tambera, o sacrilicio de Irm-
Bv ura roaxt-beef eoni batatas e que no confissio-
imnu se delicia cornos pecadil los das penitentes
ruborizadas, o que 6 alinal, decoolas, seoao um
padre tnbofeirotl
t Conheceiso deputado X...-
E' de um bello patriotismo, que passa a ser a
Illa obligada em todos os brindes, que Ihe >o
rgido.
Eil-o na tribuna deitando eloquencia a nra-
co do estafado bem publico I
Ou- luaiaiilicas imagens!
E oran impresiiou a kj
Entretanto, attendei un pouco uara oprojecto
e l|ve.reis|uem oixultnho as dobras dfornm
la pariarpeutar a patota, -un a patota ou por outra
o Iriboe legislativo.
O tribofe est portanio em toda parte e co
utiettde de todos.
Mdicos e advogados, juizes e coramercantes.
arfuM e capitalistas, soldados e escrivaes.
Corre u sanana inspida,
mente.
Na vespera da corrida que comeca viver-
se. EntQ apparece o palpite. Como o germen
precede.ao fruclo, no tribofe precede o palpite
De ordinario o palpite pensa no melhor cotejo
durante a semana. O tribofo pelo contrario des-
preza os memores parclheiros e vai fisgar um
desses animalejos, que fazem a paixo dos aza-
rigtas.
Chega emllm o dia suspirado, o momento psy-
chologico da corrida. Apregoa-se a venda das
poules.
Vintc minutos I
A' principio, a este grito os apostadores ati-
ravam-se a compra das poules. como S. Thiago
aos mouros.
Pagaram caro a precipilaco.
Iloj nao : a cousa fia-se mais lina- -
Agglomeram se defronte do cartaz, onde se
proclama a venda e esperara que o tribofe appa-
reca, se denuncie, aprsente, emlim, a pontinha
rosada.
O cartaz Oh O 'cartaz urna orintaco mag-
nifica !
Quasi sempre o tribofe iostalla-se no animal,
que vende maior numero de poules.
Cinco minutos Dois minutos I
Vai feichar! Vai fechar I
Enlfio e que o novo arroja-se para as porti-
nholas. acotovelando, pisando callos, aos empur-
rOes e aa pisadellas!
Cooheces o Pnce?
Un excellente aniraa|: imagina que o melhor
do pareo Faz a milha em tl2 segundos nesta
pesada areia de deserto I
Mas o Josepkus ?
Qual Josephus E* bagageiro !
E depois toda semana toma foinentaco. J
viste mo tem a mo inchada e est doente da
palheta!
Pois ollia deu pamas na Corte.
Deu ; nao d mais
E o ouponf
Historia. Eutrou como Plalos no credo. Veio
smente formar pareo----- Demais, illuda-se
quera qaizer. O'ha como o Josephus est carre-
ganilo.
Mas eolio.
Historia O Price e o Josephus sao da mesma
coudolaria.
EntaO ha tribofe
Ba duvida! Jogue em Price qurui quizer
perder dinheiro!
Mas isto urna pouca vergonha. Legti-
mamente a carreira, do Price!
Ah Pretendes i ndireitar o mundo, adeus!
Feicha '. Feicha.
Instantes .depois, eis os auimaes na raia e ao
signal do digno starter, porque lodo starter e
digno, partera.
Olha. que te di/.ia eu, 0 Joseplw* na ponta.
Ento Kepara como o Price vem preso Bravo!
Qi em sabe se nao est correndo de alcance !
Qoal alcance Aquillo e tribofe legitimo de
......
Bravo Bravo de Josephus !
Chegam ao poste vencedor, b lando a cabeca
na frente Price, o Price que corra preso, aban-
cadoj que vence fajadamente,- perqu o Jose-
pau**j vinha vara e a remo. .
6aBtMH o Frice! Ganhou o Josephus t
1) -cepcSo Tudo perdeu Proprielario, di-
rectora," juizes, jogadores. a gente gorda dos
cheques, tudo.
Mas alinl. qual o que cantan '
Foi o Price. Nao ha duvida, mas o dono do
Price nao quer que o jockey se pese.
E em meio das voserias, acdamacOes. vaias e
msica decidem os juizes de Berhm em favor
do Josephus.....
Pudera nao!.....
E assim julga-se o tribofe !
Como lodo veneno tem antidoto, o anudlo do
tribofe o contra-tribofe !
ouando turase o tribofe. rodara os tribofei-
ros.
Ento um Deus nos aecuda
Gauba com isto a moralidade das corri la-.
mas os tnpofeiros ficara fulos de raiva)
Compraram o Jockey.
Aquelle patife entregou a corrida. Vendeu-se
iniseravelraenle !
Ah! Infame!
Em jockevs nao ha que liarse. .
Pucho asorclhas c nao deilam sangue Fui
avisado, sabe ? Dundei. Ah! Se tenho com-
prado os dois cheques
E os commentarios, ameacas o imprccapon
cliovem infernalmeite !
Ha pessOBS j to viciadas nos Iribofes, que la
zem-ii'o ainda mesrao com piejuizo.
Conheco um proprietarto que possuc um ex-
cellente animal. Pois bem, divide o premio
com o do animal inferior sob condico d'esse
chegar era primeirc lugar. Ento joga dez, no-
te cheques e nada lucra, porque ahnal de contas
denunciou-se o tribofe e o anima! predestinado
vendeu poules a valer. Kesultado da poule cem
ou dusentos reis!
Prejuizo no caso !
Tentar acabar com o tribofe, tentar o irapos
sivel.
No da, era que elle desparecesse, desapare-
ceran! tambera as corridas I
O mais que se pide exigir de um gerente de
prado botar discurso paaa os jockevs antes da
corrida e com masada energa fazer-lhea sentir,
que sao condemnaveis pela moral hyppica os tri-
bofes escandalosos t ,
O escndalo que se deve prohibir!
Turf.
LIE VISTA DIARIA
t*-nibl-a Provincial Funccionou
hpnlem sob a presidencia do Exm. Sr. Bario de
Caiac, tendo comparecido 24 Sr. deputados
Foram lidas e approvadas sem debat! as acias
da sessao de 1. e das feunioes de 2, 4, a 6, 7, 8
e 9 desie niez
O Sr. Io secretario procedeu a leitura de se-
rrante expediente
Urna pejicao.de Antonio Teixeira Pimeotel, e\-
professor interino, requerendo que seia snbmet-
tido a discusso uin parecer adiado da corarais
sao de legislaco.A' coinmisso de polica.
Outra de Verissimo Barbosa de Souza, reque-
rendo a c meCsso de urna quota de 15 ou raesino
de 10 contos de ripara conclusao dos trabalhos
do seu navio Minerva, movido por meio de com-
presso do ar e leval-o exposigo universal de
Pars. A' commisso de petices.
Approvaram-se.sera debate 6 pareceres da com-
misso de redaeco sobre os projeetos Os. 8i
de 1881, 28. 50, 74 e emenda ao mesmo 9 115 dr
1888
Approvou-se Uinbem nm parecer da ruferis
coraraiS8So sobre d jirojeclo n. 140 de 1888, com
rma emenda, depois de orarem os Srs. Jos Ma-
raHtio, duas vezes. Barros Barreto e Costa Ri-
e esenvats, u-
plmalas, luteranos e polticos, ho- j ^jj^
e iHulheies, crianyas e velos todos e tudo | pu,'!W)ta.t. a ordem do dia.
Foram eleitas as segrales commisses
sabo ooue o tribofe. gosta dolriboa e suspira
pelo tribofe, e o tribofe vai assim penetrando
nos iribunaes e nos templos, nos parlamei
nos arnazus. iuvadind todo avassal-
lando '
ve tribofe salve I

Ondeo tribofe osteola ielulante, pleno e
-tiluico e pxleres : Lourenco de
venci Mariz, Estoo de S.
Orcamento provincial: Ulysses Viaono. Lopes
Machado, Costa rnbeiro.
ntas e desjK zas Brovmciaes : Barao de
Ponina!. CoBfKantine de ^bu-
querqi
I: Pbaelante da Cmara. LopW
Miicb: Marianoo.
InstrucciO'pablica -Baraode Gqiaja,Ferreira
Jacobina. Elisiario de Moraes.
Xs seguintes foram nomeadas pelo Sr. presi-
dente a reejuerimento do Sr. Jos Mara.
Commercio, agricultura, etc.: Felsbuio de
Mendonca, Corroa da Cruz, Barao de Granito
Bertacco de leis :Lourenco de S, Costa Ri-
beiro, lavares Netto.
Estatistica e diviso eedesiastica : Julio Te-
norio. Benjamiii araccioto, Jo8o Alvos
Jusiica civil e-criminal: Jos Cordeiro, Davi
no Pontual. Rogoberto Barbosa.
Negocios ecclesiasticos: Soares d'Amurim,
Drummond, Clodoaldo Lopes.
1 osinras municipaes :Tarares Nello, Benja-
raih Caracciole e Irineu V acedo.
rgamento municipal: Jos Mana, Irine-u Ma
cedo, Jos Cordeiro.
Sade publica: -Joo de S, Leonardo d'Al-
buqoerque, Barros Brrelo.
Petices :Jos Marianno, Eslevo de S, Ju-
lio Tenorio
Legislaco : Juvencio Mariz, Elisiario Wi-
raes, Felisbinode Mendonfa.
Ordenados.: Correiada Cruz.Dramraond Juao
Augusto.
A ordem do dia : 1." discusso dos projeclos
ns. 33 e 12 de 1888; 2.' dos de ns. 94 e 118 de
1888 : 3.' do de n. 1Q6 de 1888. Votaco era I*
discusso dos projeclos n. 53 de 1885 e 119 de
1888. Discusso nica da lei nao sanecionada
concedendo favores para fundacio de moinhos
para moer trigo e discusso dos pareceres da
commisso de leis nio sanecionadas de ns. 83,
84; 85, 86. 87 e 88 de 1888.
Acto* ta rc*ld<>ncin Por actos del"
do corrente:
Eoram concedidos 3 mezes de licenca ao
hacha el Sigismundo Antonio Goncalves, para
trata r-se fra do imperio sem preiulso das
vantacens que Ihe competetn na qualidade. de
juiz de direito em dispouibilidade e igual lem-
po a professora publica Joaquina Mafalda de
Carvalho Veras.
Por oflicios da mesma data autorisou-se a
Thesouraria de Fazenda a supprir o Almoxarifa-
do do Presidio de Fernando de Noronha com a
quantia de 6.1961210.
Aatoridade policial Por portara da
presidencia de 9 e proposa do ehefe de polica
de 7 do corren1 e foi nomeado para o lugar de Io
supplente do subdelegado do disricto de Pre-
guijas, do termo de Palmares, o cidado Joo
Gomes Ferreira, era substituico de Olympio de
Lima Costa, que foi exonerado.
Foriult-zMfl de Peraambur-Consta
de telegramraa particular, hontem receido da
corte, estarem nomeados commandantcs das for-
talezas :
De Pao Amarello e Gaihi, o coronel Joo
Evangelista Nery da Fonseca;
Do Brum, o brigadeiro honorario-Francisco
Joaquim Pereira Lobo;
Do Buraco, o alferes Octaviano Gomes Pa-
dilha:
De Itamarac. o rapito houorario Prestio
Christino Chavantes.
Dr. Pedro CrrelaAnte-hontem, <0 do
corrente, anniversario natalicio do Sr. Dr. Pedro
Francisco Correia de Oliveira, foi S. S. cumpli-
mentado por muitos amigos.
D'aqui o saudamos hoje, associaudo-uos aquel-
las mauilcstacoes.
enunciaO Dr. 1/ promotor publico apre-
sentou hontem denuncia contra o Dr. Balthazar
da Silva Cramo cuino ncurso no art. 222 do
cdigo criminal, cujas penas sao de 3 a 12 an-
nos de priso e dotar a offendida.
E' pois fbrmador da culpa o Dr. Costa Ri-
beiro, juiz de direilo do dislriclo criminal,
que designou o dia de hoje para inquirico das
tesleraunhas e mais diligencias requeridas.
Fabrica ApolloJ temos reclamado mais
de urna vez, em virtudc de repetidas queixas,
contra o procedimento daFabrica Apollo,-que,
ltimamente, se propondo mais manipular leos
do que a fabricar cigarros, incommoda a visi-
naanea, que vive constanleinente nauseada cora
as e.xhalaces do Garrapato all diariamente quei-
raado. Nao podemos deixui" de chamar paraisso
a attenco da Junta de Ilygiene.
Kaeala Xormal 1- izerara hontem exame
extraordiniuio do 3." ajino 9 alumnos-raestres,
Agostinho Jos dos Santos que foi appTovado ple-
namente era todas as cadeiras, e Thoraaz de au-
tuaria Pires Ferreira que foi approvado siraples-
nenle-era todas ai taaeim.' aieous-uitquiii'^
l\poira 1 nlieraal de Parla Os
uossos correspondentes em Pars, ft Srs Amde
Prince & C, na caria que vai publicada em se-
guida, cominuuiixiu-nos ter conseguido nm local
no recinto do palacio da Exjiosico paja estabe-
li-cerem nm ervigo igual ao que fundaram na
ra Lafayette n. 36.
Como j tivemos occasio d di/.er, consiste
esse servico em fornecer aos visitautes estran-
geiros. durante a Exposieio, o jornaes dos seus
respectivos paizes, e prestar-lhes informacOes,
dar-Ihes conselhos, em fin guial os na grande
cidade.
Eis a carta :
a Comptoii Internacional de Publicil Pars,
Kua Lafayette n. 36, 19 de Fevereiro de 1889-
Diario de 'Ptrnuinbuco, Pernaubuco. Pela nossa
carta de. 19 de Janeiro prximo passado, tivemos
a honra de participar-Ibes termos cstabelecido
em nosso escriplorio urna sala especialmente
reservada aos visitante estrangeiros que dese-
jarera. era quanto durar a Exoosico, tomar co-
nheeimeiito dos nmeros mais recentes do Diario
de pernnmbuco.
Outrosim, offerecemos o- leitores do seu
couceituado jornal o nosso eoncurso para a re
cepeo e entrega de sua correspondencia, bem
como para quaesquer informaces e compras.
onfirmando Ihes o tal servico es'abelecido
ra Lafayette, ir. 36, tunos que Ihes participar
hoje a brganisaco de oulro servico igual ao
prinuiru,' no recinto mesmo da Exposico, em
una das salas do Pavilho de Guatemala, que
foi-uos graciosamente concedido pelo Exm. Sr.
ministro e coinmissxno geral da mesma repu
blica. Sr. Trysanlo Medina.
Na Exposico iiortanto, bem como ra
Lafayette, folgamos de dispensar o mais franco
aiolliinento aos seus dignos compatriotas, offe
recendo-lhes os nossos prestimos n'esta capital.
O estabelecimento da referida sala ua Ex-
posico nos leva a insistir no pedido que Ibes
dirigimos a 19 de Janeiro, dizendo respcito re-
messa dilecta e gratuita, at o encerramento da
Exposico, de tuai.- dous exemplares de seu jor-
nal alera dos que nos remellen) de ordinario.
Cliegados os nmeros ticari ura ra ^Lafayette,
sendo o segundo dirigido immediatamente para
a Exposico.
Agtadecendo de anleraao o favor, assigna-
ino-iis cora particular estima e subida conside-
racoDe Vv. Ss.. etc. Amde Prince A C. .
Mis. i-ins de Roma e Mlaeriaa do
Katado i ora este titulo o Sr. Kistio Martins
publicou na Baha um livro de versos, do qual
nos obs^quiou com um exemnlar.
Os .versos em geral sao bous, conten bellas
magna, e sao correctos. Mas, o pensamento
que dajncio o autor uo nos agrada. O systema
de deprimir da relegioe da monarchia pode ter
a inactivos, mas nao corrig' nem prnduz efTeitos
mdabna ao contrario siocnte capaz de de-
molir e corromper.
O livro em quesl.io lem para nos esse jrravis-
simo defeilo, e (auto.basta para que o nao aco-
litamos banienlc.
Aterro do anana-al do Caaaplauao
Lemn.* n* Provincia do K Fevereiro :
Hontem. Urdilha, esleve em ruidosa e
a precia veffcsta a numerosa cohorte dos traba-
IbadoresA) alerro
ajaram cora expansiva alegra, por en-
tre viv;..- c acclaraacoes ao Exm. Sr. Dr. Lobo
MoMbso. engenheiro Pacta e lente Arago, a
acquisicfio de raais 25 wagonetes de regular ta-
nianho. cliegados do Rio de Janeiro para conti-
nuaco do aterro, e que liaviam desembarcado
I ion lera mesmo.
istiram a recepeo improvisada, S. Exc.
o .Sr. presidente da provincia e diversos outros
cavameiros, alm dos engenheros da obra.
Ao ar subiram muitos foguetes c foram
queimadas diversos salvas as nedeiras prxi-
ma*.
Os .ra hlitos do aterro proseguem com vi-
sivel vaniageiii. E'j consideravej a aTea con-*
quistada ao dominio do alagado .
itro ramial-No dia 9 do corrente, s 11
1/i horas da manh e no sitio do Dr. Paulo Jos
de Oliveira, morador no Io districto do Poco da
Panella. achando-se o menor Ral de 'a nffllf
de idade, fimo daquelle Dr., com urna
da na inao a con versar, com ofeitor, a
dispararse a mesma ansa, em
projectil na caixa thoraxica e m8o e>querda do
referido feitor.
Das diligencias procedidas a respeito dcsle
facto chegou-se a evidencia de ter sido elle todo
casual.
O subdelegado respectivo abri o competente
ioquerito.
Aaaaaalnato No districto de Marayal do
termo de Palmares e na noite de 3 do corrente
mez, o individuo de nome Mathias Jos Pereira
a-sassinou com 14acadas a Napoleo Cezar da
Silva, consegrando eradir-se em seguida.
Proceileu-se a respeito desse fado no termos
da lei.
"allcclaneatoNa estrada dos Afflicto.-
fatlecen hontem Jos de Silva Carvalho, neg
cianle na corte que a cerca de 30 dias par* aqui
viera procurar allivioa seus soffrimentos a ins
Rancias de seu digno rmo o negocianteJoaquim
! Ha Silva Carvalho. ca cuja casa eslava hospe-
dado.
Nossos psames a sua familia.
aervico militarEsto designados boje
para superior do dia o Sr. capito Bion, e para
ronda nieno- um subalterno de cavatlaria:
E' comandada hoje a guarda de palacio
pi lo Sr. tenente Cardin, e a da Thesouraria pelo
Sr. alferes Palco.
Aguarnicio dada iioj pelo 2- butalhfio
Evistem em trafcwionto na pnR-rmaria 47
pranas.
Sob a presideucia do Sr. coronel Nery
da Fonseca, funeciona faole o eonsrlho de guer-
ra a que responde o soldado Francisco Jos de
Lima, do 2o batalho.
Funccionou hontem sob a presidencia do
Sr. eapito Januario d Silva Assumpco, o eoo-
selho de investigaco a que responde o 2 cadete
-Intonio Florentino Leite.
Foi transferido de priso o soldado do 14"
batalho Joo Jos da Hora.
Foram pedidas ao 2 batalho as guias de
soccorrimento de 6 pracas que Se destinam ao
insidio de Fernando conduzindo4 sentenciados.
Aos corpos da guarnico foi pedido infor-
maces sobre o individuo Manoel Hoque, que se
acha preso como desertor no termo de Ingazeira
Ferimento mortal Ante-hontem pela
manh foi recolhido ao hospital Pedro II, mortal-
mente ferido, o soldado do corpo de polica Joo
Carlos Augusto de Araujo.
Peftence elle ao destacamento de Ipojuca e
declarou ter sido all ferido por um dos seus
eompanheiros, rujo nome nao nos soubcram
dizer.
O ferimento de Joo Carlos foi feito por um
tiro e na parte media e inferior da regio
frontal.
A' tarde falleceu.
Laraplo Hontem, s 3 1/2 horas da ma-
drugada, na occasio em que se achava ron-
dando o Sr. subdelegado do Io districto da fre-
(uezia da Graca, encontrou a Galdino Raymundo
Rodrigues Ferreira, que por alli andava flanando,
puchando ura gordo carneiro amarrado com urna
corda e levando s C03tas duas pesadas galli-
nhas.
Desconfiando do malinal passeiador, prendeu-o
aquella autoridade, que conseguio descobrir,
pelas respostas contradictorias do homem, terem
sido ronbados os.animaes.
Estes acham-se depositados naquella subdele-
gada e sero entregues ao dono.
.HhiniK- de i.eilura Inatructl*n e
Becreatla iamellelrenae O movi-
mento da bibliotheca dessa sociedode nos Ires
ltimos mezes foi o seguinte :
Sahiram para leitura dos socios 129 obras, e
enlraram 97.
A liibliotheca foi visitada por 69 pessoas.
Hecebemos as seguintes offertas :
Pelo Sr. Pedro A. da Silva Rraga : As trage-
dias do Recife. romance por C. Vilella, i volume
encadernado.
Pelo socio J. Paes Barreto Lins: Tentativas
poticas, versos por Jovino da Luz, 1 volume
encadernado.
Pela Exma. Sra. D. Maria Lucia Duarte : Al-
iiMuack Ltterario Alagoano das Senhoras para
1889, 1 volume brochado.
Pelo socio benemrito o acadmico Ribeiro da
Silva: Theatro-Alegre, collecco de comedias,
por J. C. Ribeiro da Silva, 2." fascculo, 1 fo-
Iheto : I Verdad* jornal.
Pelo socio benemrito Austricliano de An-
drade : A Provincia, (assignalurai e o Binculo.
Pelo editor Soares Quintas : Infernaes, versos
por M. Artago 1 volume brochado
lvla^eautlara da Presidencia: Ealaiorioaore-
seniddo pelo desembargador J. J. Oliveira An-
drade em 3 de Janeiro de 1889,1 volme bro-
chado.
Pelo socio professor Sebaslio I rando : A
Ainterno Mgica, jornal.
Pelas redaeces: Diario de Pemambtco, Jor-
nal do Recife, Phitartista, Hecife Ilustrado, Echo
do Povo e Aurora do Catado, (Lisboa).
Club SamnacuimA nova directora
d'esse club carnavalesco ticou assim consti-
tuida :
residente-Ignacio Benlo de Loyola
Vicepresidente-Jos Silvestre dos Santos Pe-
reira.
! secretarioBasilio Fernandes Vieira.
2 societario Silnno Gomes Porto.
OradorManoel Jos do Nasuujeuto.
Procurador-fiscal Manoel Valduardo Soares.
DireoorSilvino Francisco Camello.
Thesoureiro ntonio Jos Teixeira Lima.
Esl marcada para domingo prximo vin-
douro a posse dos novos funecionarios, na sua
sede, ra Direita n. 54.
Club Canna Verde No dja 10 do corren-
te, foram eleitos para administrar esse Club no
auno de 8990, os Srs. :
Presidente-Jos Martins Nunes.
1. secretarioJos i edro Mendes da Cunha.
2.' Jito-Rodolnho F. de Santa Rosa.
Orador Methodio Olegario Mendes (reeleito).
frocurador -Manoel Dmaso dos Santos.
Procurador fiscalGaldino Emiliano de Jess.
ThesoureiroJoaquim Lourenco Mendes (re-
eleito )
Club C'arnavalearo Bella Aurora -
Reunidos, em assembta. geral, os socios d'este
Club procederam a elejigo da nova directora,
que ncou assim constituida
Presidente -Adolpho Mamede SolanoC. e Silva.
Vice-presdenleValeutim Francisco Campos.
1." secretarioRodolpho Juviniano C. P.
2. dito Henrique Dias.
Orador e liscal Manoel Rufino de Oliveira.
Director -Antonio Luiz da Motta.
V'ice-director Joo Francisco Campos.
Thesoureiro -Manoel Dionisio da Costa.
Fiel do thesoureiro-Gamillo Pereira Mendes
l. procurador Jorge Francisco de Assis.
t." dilo CacianO Isael da Co3ta
A posse'ter lugar no dia 21 do mez vindouro.
Woc|edadt> l.iIIerarla tioncalvea
Oiaa^Acabara de passar por urna grande refor-
ma as aulas do curso preparalorio que essa socie-
dade mantera. A aula de jwrtuguez foi substituida
pela de historia. As matriculas para ditas aulas
esto abertas, devendo os pretendentes requerer
depois de salisfeita a la respectiva.
Foram considerados socios effectivos os Srs.
Jos'1 Wanderley V. da Cunha, Jos de Goes Ca-
raleante, Alfredo Ernesto Jurema, Manoel de
Souza Galvao Filho, Joao Cavalcante Pina e Ma-
noel Jos L. dos Santos.
Foi sorteado o personagem histrico "ero,
sendo defensor o Sr. Alfredo Campos.
LellaeN EHectuar-se-ho os seguintes :
Hoje:" .
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra
Duque de Caxias n. 44, de movis, crystaes. vi
dms e de um piano.
Pelo agente Martins, s I horas, ra do
Ruege! n. 50, daarmuco e mais pertences da
casa de cigarros ahi sita.
Pelo agente Pestaa, s 101/2 hora, ra das
Larangeiras n. 2. da taverna e otencilios ahi
existentes.
Aotanb :
Pelo agente Pinlo. s 11 horas, ra do Mr-
quez de i Huida n. 52, de tres cavallos. novilha
e vaccas (ominas, predios e movis.
Pelo agente Gusmo, s H horas, ua ra do
Visconde de luhauma, da armacilo e utencilios
diifloja de fazendas ahi sita.
MtaaaM ruwbrv -Sero celebradas .
- Hoie:
As 8 i,2 horas na matriz de Santo Antonio,
pela alma de Lu^z de Souza e >ilva : 7 ho-
ras, na igreja do Livramento, pela alma de Ma-
noel do Nascimento e Silva.
Amanh !
A's 7 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de Francisca das Neves Pereira da Silva,
s 8 horas, na matriz de Sanio Antonio, pela
alma do Bario de Gotegipe, s 7 1,1 horas, na
matriz da Boa-Vista, pela alma do bochare! Fer-
nando Auanso Ferreira-
Paanas-piro* -Cheaados do Rio Grande do
Norte no hiate nacional Conreio do Natal:
JosS Gandido ae Siqueira, Antonio Gomes da
Costa, Maria Luiza Alves da Silva e Mathilde
Maria da '.'onceigo.
Chegados do Snl no vapor nacional S. Fran-
cisco :
Manoel Calado dos Sanios, Jos Luiz de Sanl'
Anna e Anlenor Monleiro.
i Chegados da Europa no vapor inglez John
Eider:
Jos Alves, Antonio Apolinario, Julia da Cos-
ta, Francisco da Costa. Joaquim da Mlvae Au-
gusto Nogueira.
Sabidos para o Sul no mesmo vapor :
Joo da Cruz e Adolf Hirseh.
Directora daa obra de conaerva-
cao doa Portoo de Pernambnco Reci-
fe. 10 de Marco de 1889.
Boletiin meteorolgico
c , a
Horas o =3 11 ~ p ;r. 6-~ Barmetro a 0 Tenso do vapor '5' s s -
0 m. 22" j 760-63 17,57 87
9 26-3 762-02 20.01 77
12 30 -3 761-26 21,18 63
3 t. 31--1 759-48 20,24 5!i
6 28"-6 759-92 20.89 72
Temperatura mxima32,00.
Dita mnima 24.50.
Evaporacao em 24 horasao sol: 6-.0; som-
bra : ;l-'.2.
* Chuvanulla.
Direcco do venlo : E de meia noite s 2 horas
e 25 minutos da manh : S al 10 horas e 10 mi-
nutos ; SE, ESE e E alternados al 5 horas e
20 minutos ; E at meia noite.
Calmara durante 6 horas pela manh.
Velocidade media to venlo: 1-24 por se-
gando.
Nebulosidade media: 0,38.
Boletim do porto
Dia Horas 11 8 da manh 5 42 da tarde 1152 6-41 da manh Altura
P. M B. M P M-B. M. 10 de Margo a> u M m H de Margo 1-.84 1-.07 1-80 1-,11
Operario cirnrjsicaFoi platicada no
hospital Pedro II no dia 11 do corrente. a se-
guinte :
Pelo Dr. Malaquias : .
Cuas talhas perineaes pelo proces8p.de Nelalon
indicadas por calculo vesical.
ReuHio aocialRcune-se hoje o Institu-
to Beneticente dos Officiaes da Guarda Nacional
em sesso ordinana, por haver ido transfe-
ridas as reunioes para as tergas-feiras.
Caaa de DetencaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detengo do dia 10 de Margo de
1889.
Existiam 453: entraram o; sahiram 3 ; exis
tem 455.
A saber:
Nacionaes ili ; mulheres 19 ; eslrangeiros 22.
Total 455.
Arragoados 395.
Bons 368.
Doentes 19.
Loucos 8.Total 395.
Movimento da enferman:'
Teve baixa:
Manoel Francisco de Oliveira.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
mento por 222 pessoas, sendo 86 homens e 136
mulneres.
Hoapial Pedro II 0 movimento deste
estabelecimento de daridade. no dia 8 de Mar-
go, foi o seguinte:
Entraram
Sahiram 8
Fallecern) 4
Existem 560
Foram visitadas as respectivas enfermaria.-
pclos Drs.:
Cvsneiro s 10 lj2, Barros Sobrinho s 7, Ma-
laquiass 9 li2, Pontual s 11 1)2.
Nao compareceram os Drs.:
Moscoso.
Berardo.
Estevo Cavalcante.
Sidrtes Barbosa.
0 cirurgio dentista Nurna Porapilio nao com-
parecen.
O pharmaceutico entrou as 8 1|2 da manh e
sahio s 4 da tarde. _
0 ajudantedo pharmaceutico entrou as/l|4
da manh e sahio 4l horas da tarde.
Eioteria do tiram-ParA 4' parte da
24* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
128:0001000,-era extrahida, amanh quarta-fei-
ra 13 de Margo.
Cemiterio Publico-Obituario do dia 9
de Margo de 1889.
Ricarda, Pernambuco, 40 annos, casada, Boa-
Vista : febre biliosa.
Julieta, Pernambuco, 1 anno. Santo Antonio ;
iclano espontaneo.
Francisca, Rio Grande do Norte, 10 annos, soi-
teira Boa-Vista ; febre.
Zacharias Alves, Pernambuco, 19 annos, sol-
teiro, i oa-Vista ; febre perniciosa.
Mincrvina Baptlsta de Carvalho, Pernambuco,
15 annos, solteira, Boa-Vista ; insufliciencia rai-
nal.
Manoel, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista; lu-
berculose.
Cecilia, rernambuco, 10 annos, Santo Anto-
nio : eclampsia infantil.
Maria, Pernambuco, horas, Boa-Vista ; rachi-
lismo.
Clementina Machado Soares. Pernambuco, 31
solteira, Boa-Vista ; febre perniciosa.
-noa Isabel Bezerra Murga, Pernambuco, 28
annos, casada, Pogo : tuberculose.
Josephina, Pernambuco, 2 dias, :s. Jos; t-
tano infantil. ,
Francisco. Pernambuco. 1 anuo, s. Jos; coa-
vulses. __
Pedro. Pernambuco, 1 auno, Boa-Vista ; en-
terite.
Clotilde, Pernambuco, 2 annos, S. Jos.
Jos Rodrigues Pinho, Pernambuco, 40 an-
nos, solteiro, Boa-Vista: ttano.
10 -
Ignacio Ferreira Themudo Lessa, Pernambu-
co, 7 annos. casado. Boa-Vista; uremia.
Simes de Souza Monleiro.Pernambuco 63 an-
nos. S. Jos ; leso cardiaca.
Amelia Maria da Conceigo, Pernambuco, 18
annos, solteira, S. Jos; febre ictrica.
Amelia Pernambuco, 20 mezes, S. Jos ; con-
vulsfies. ,,
Antonio do Reg Borges, Portugal, 41 annos,
casado, Recife; tuberculose.
Arminda, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos; con-
vulses. ,,
Joaquim Jos de Sant Auna, Pernambuco, 44
annos annos, casado, Santo-Antonio; hemorrha-
ia pulmonar.
Manoel Ignacio da Silva, Pernambuco. 63 an-
nos, viuvo, Boa-Vista; diarrha. '
Flix Jos Alves, Rio Grande do Norte, oo an-
nos. casado. Boa-Vista ; epithilcomia-
Maria Narcisa da Conceigo Pernambuco. 27
annos solteira,.Boa-Vista:; syrhilides.
Isabel Maria da Conceigo, Alagoas, 40 annos,
sblteira. S. Jos ; leso cardiaca.
Miguel. Pernambuco, 29 mezes, Boa-Vista;
bronebite.
Um pouco de tudo
Lemos no Jornal do Commercio da
corte;
__A 30 de Dezembro, ao darmos con-
ta da incumbencia loininettida pelo minis-
terio da agricultura ao professor W. Mi-
chler para o fim de examinar a plantacio
de quina calisaya, fundada era Thresopolis
e alli mantida cora grande zelo pelo Si-
Henrique Jos Dias na suu fazenda do
Soberbo, tivemos occasio de escrever :
' Em'l868, sendo ministro da agricul-
tura, o Sr. senador Souza Dantas fez im-
portar do Per sementes da variedade de
cnichona ane, alli conhecida pela denomi
nac2o de. calisaya, habita a cordilbeira doa
Andes na cdtttude de I,00 a 1,800 me-
tros sobre o nivel do mar." Encarreg*e
da remessa o ir. Bario de Lopes Nato.,
entSo ministro do Brazil na Bolivia
aqui chegadas as sementes foram confia-
das ao zelo do Sr. F. Olasiou que as fez
plantar em. duas fazendas de Tnercnapo-
Jis e na doSantAnn.idoRio Noto.
Reclama contra estas linhas o Sr. Ba-
rk> de Lopes Netto. allegando haver feito
espontneamente aquella remessa, nao por-
que Ihe tiveste sido recoramendada. Tem .
todo o fundamento a reclamacSo. O mas- <
mu Sr. senador Souza Dantas, esereveu ;
no seu relatcrio de 1868 :
Estas consideracoes aconaelhararu-me
a tentar de novo a introdcelo da quina,
aproveitando para isto a remessa de se-
mentes, da calisaya, feita pelo nosso digno
ministro plenipotenciario na repblica da
Bolivia.
Dando assim o seu a seu dono (cora o
que nao desmerecen a bella iniciativa do
ministro da agricultura de 1868), nfto virr
inopportuno fazer sentir que o mesmo. mi-
nistro, invocando c exemplo de Java, dava
entilo como indubitavel que, com algum
esforco e pequeo dispendio, poderiaa re-
ferida cultura tomar em poucos annee
grande desenvolvimento e abrir-nos fonte
importante de riqueza. Sao paseados 20
annos bem contados e ainda nao logramos
exportar um kilogramma da preciosa cas-
ca quando t certo que possuimos dous
pasase d;i capital do imperio sementeira
vasta de vera quina.
**
Lemos na citada folha :
Entre as videiras americanas mais .
apropriadas vinicultura e mais resisten-
tes aceito nociva dos paassitas, contam-
se a ynihiana e a Norton s Virginia, das
quaes poueos exemplares ha em S. Paulo
onde predomina a parreira Isabella, tam-
bera procedente dos Estados-Unidos, e
inuito inferior pelas suas qualidades a qual-
quer daquellas. A isto attendendo, com a
solicitude que tem dedicado nossa inci-
piente mas corajosa industria vitcola, man-
dn o ministerio da agricultura, ha tres
mezes, e por indicacao do. professor E.
Goldi, adquirir nos Estados-Unidos 5,000
mudas enraizadas da ynthiana e outras
tantas da Norton's Virginia, tendo agora
autorisado a legacito brazileira em Was-
hington a aceitar a proposta que Ihe fow^
apresentada para o forneciinento por Bush,
Son & Meissner.

Seja occasiab para recordar que, nao
ha muitos dias, noticiamos existir na Cam-
panha da Princeza, da provincia do Mi-
nas-Geraen, plantacjto abundante da par-
reira Norton's Virginia, introduzda a es-
forcos de agricultor intelligente, qu des-
ta variedade de uva tem fabricado excej:
lente vinho, ao qual impoz a denominagSo
de Virginia. Estes exemplos de iniciati-
va sao inuito para alegrar e muito para
estimular. Monaente na phase actual de
reconstruccao do trabalho sao dignos de
applauso todos os esforcos que tenderem
a abrir espheras novas actividade na-
cional. Nada nos mais agradavel do que
registrar factos desta ordem que ponhao
nota esclarecido e confiante espirito de
empresa til.
.*. ,
No seu interessante relatono, ao qual
tantas vezes temos feito- referencia, o Sr
Dr. Grelle, ex-ministro da Blgica no
Brasil, tendo estudado conscienciosamente
o problema da emigra cao belga para o
Imperio, e verificado por si mesmo na
provincia de S. Paulo a situacSo prospera
de numerosos compatriotas, raanifestou o
seguinte voto :
Para bom xito das eraprezas de ccHp.
Disocio fra para desejar que, a exempl"
dos italianos, viessem para o Brasil os
nossos compatriotas, nao soladainente e ao
acaso, mas em numero sufficiente a con- '
stituir colonias de tal maneira agrupadas
que. pela agglomeracSo mais ou meno
consideravel de materiaes, tiyessem
certo modo a illusSo da trra nat
2,500 leguas de distancia. Assim
riam fundar no Brasil, segundo a
de S. M..o Imperador, nova Flandr1
tertropical.
Estas palavras resumem o pensamento
dominante de um folheto que em Verviers
acaba de publicar o Sr. F. van Vstren-
bergh, e no qual indica summariament
lineamentos geraes de urna emj
colonisacSo belga que tomara a'si ^
ci de um ncleo colonial em
das provincias de Minas-Geraes,
Matto-Grosso, Espirito-Santo, Para
ta Catharina e Rio-Grande do Si
diante concessao gratuita de bem!
das trras devolutas ou sessao a pr_
nimo de terrenos situados na proximida-
des do litoral e das vias de communicacSo. I
A empreza forneceria o capital e nSo st-
con8tituiria a proprietaria das trras, an-
tes de haver cumprido as clausulas que
aceitasse, entre as quaes seria incluida a
obrigacSo de revender lotes, a presos ra-
zoavel, aos injmigrantes que importasse.
Os mmigrantes solveriam por annuida-
des, e em 12 annos, a sua divida para
com a empreza, gozando de abatimento no
caso de se liberaron da mesma diviejo em
prazo curto.
Dado que o governo do Brasil quizesse
tomar a si a fundas&o e administracao de
urna colonia belga deste modelo, o Sr. F.
van Varenbergh aceitera de bom grad'
encargo de dirigil-a. ^-.
O folheto intitulase: Le Brasil par .
vori la colonisation belge e raanitesta
vas vmpathia pelo nosso paiz. O autor la"=
menta que a lei brasileira apenas tenha
reservado para as regiSes longiauas da<
fronteiras a faculdade dada st> goveron
para conceder trras a titulo 'atuito, in-
vocando a este respeito o exemflo dos Es
tados-Unidos ]e da Repblica Argentina
que grande vantagem tem colindo das coi.
cessSes gratuitas de trras ftediante clan
sulas impostas" aos concessionarios. E
ponto que, a nosso ver merecer ser at'-
tentamente cousiderado na projectada i
to procrastinada reforma da- nossa lei de
trras.

O Bien Pttbtic, antiga fijfr* ctho
ca de Gand,.dedicou a 22 de Janeiro lon-
go e bem elaborado artigo questab da
emigracab para a America, dando notic
das diversas providencias tomadas a
respeito pelo governo belga e -gBjBopandu
se priacipalmente do Brasil de modo mui-
lisongeiro para nos.


1
r
suri


Diario de PernambucoTer^a-fefira 12 de Mar$o de 1889
&

y

t
I
O governo belga tem-so mostrado pre- eignal definitivo e:n pe simas condicOcs, pulan-
vidente e sabio na ana poltica referente
emigracao. Ao envez de constrangel-a.
a
o
que essencialrnente importara violar o di-
reito de locomocSo, tem procurado dirigir
e encaminhar a emigracSo dos seas com-
patriotas de maneira que a escolha do ter-
ritorio do sea destino seja determinado
por informacoes positivas e fidedignas.
Para este effeito, alm de ter creado um
escriptorio central de informales no Mu-
sen Commercial de Antuerpia, acaba de
decretar a fundacao de escriptorios as se-
des tas provincias aonde os emigrantes
acuario mappas e folhetos, nos quaes ser
exposta a situacao econmica dos paizes
empenhados na obra da colonisacSo com
todos os dados que p tderem servir a per-
eita orientacao dos belgas, desejozos de
emigrar. No escriptorio do Museu Com-
mercial serlo expostas os diversos artigos
de produecSo de cada paiz, amostras das
riquezas natnraes, typos da aliinentacao e
do vestuario as diversas rsgiSes, e tudo
mais de que necessitar o emigrante para
exacto conhcciuionto das novas condicSes
de vida que Ihe estiverem reservadas.
D outrosim noticia a mesma folha da
ereacao d* um consulado geral na provin-
cia de S. Paulo, pondo em rclacSo as dis-
tinctas qualidades do Sr. Pty pe Thoze,
oncckraario nomeado para aquelle cargo,
antigo deputado. e ex-consul geral na In-
dia-Britnica com residencia cm Bombaim.
Tal creacSo diz o Bien Public, foi deter-
minada pola corrente emigratoria que, l'or-
tenionte impcllida para o Brasil nao tar-
dar a tomar proporcoes considoraveis.
Reterindo-se as condicoes do Brasil,
que considera das mats apropriadas co-
lonisaciio, pondera com razio a folba de
huid que, 'se o imperio favorece e prote-
ge a iminigrucao, deseja c tem todo o in-
ters* em que ella seja si, morigerada c
laboriosa, para que o Brasil nao se consti-
toa exutorio da Europa. Ao inesmo tem
po observa aquella folha que cumpre nao
perder de vista quilo grande pode ser o
somero de queixas que, sendo apenas eco
de desUluses e de transtornos iudividuaes,
aao devem ser lanzadas conta dessa in-
terveneo geral que incumbe aos gover-
aos americanos com referencia obra da
eolonisacao.
Sao rerlexoes tao singelas quao asiza-
do" Roy Blas escapado na pona e cora grande
vanlagem aos deraais competidores.
Cerca de 1,400 metros depois, Olga, montada
^ por Olympio, nao obstante haver partido em ul-
timo lugar, foi passando um por um todos os
competidores at colloar-se na vanguarda, ga-
nbando a corrida em 114 1/".
Ruy Blas foi 2." e Corcovado mo 3.*
Mandarim e Mine -va chegarara distancia-
dos. -
Mimosa preferio f.car parada a ter urna m
Poie de Olga em 1 .. 65400; cm V, 35400.
5'ou/e de Ruy Blas ata i.", 5*400.
Movimento geral, 7:530*.
das que, entretanto, nem sempre acodem,
alo diremos perspicacia, mas impar-
eialidade de algumas flhas europeas, as
auaes parece bastar a repatriacao de um
punbado de immigrantes para absoluta
eondeninacao do paiz que os ve partir
desilludidos da va esperanca de adquirir
bem estar por outro modo que nao pelo
trabalho rude.
SPORT
Prado Prnimbiinino
Com urna grande concurrencia, realuou-sc
antehoniem a 22 corrida.
O jogo das paules esteve aniniadissimo, attin-
indnn movimento geral a importante cifra de
76:2601000.
O divertimenlo corren cm boa ordena.
As partidas, em geni, foram demoradas c'em
mas condicoes.
Os jockeus divertiram-sc vontade ua rala
rom as taes sahida* falsas, so se alinhaudo quan-
do bem Ihes convinha, certos de que por sso
n peoa alguma inrorreriam.
Eis o resultado das corridas :

I. pareo Extra 700 metios Eguus da pro-
vincia.Premios : 150*. 33* o 13*.
Ao slmial de partida, Fantina, montada por
Alfredo Freilas, tomou a pona e_ nao mais a
perdeu, chegando ao vencedor em 56".
Maobteve o 2.* tugare Stella o 3."
Poule de Paulina em 1.-, 25*000 ; em 2.-. 9*
Ponte de Ida em 2. 9*400.
MoTimeiito geral, 3:910*000.

aV pareo Ferro Carril1,609 metros. -Ara-
naes naciouaes at ineio sangue.Premios :
J50*, 230* e 35*.
Depois de muilas sabidas falsas, foi dado o
COIIERCIO
Revista do Mercado
, Recife, 11 de masco de 1889.
O movimento ib i pequeo,
aas algumas transaccoes no
J>ios.
limitaudo-se ape-
mercado de cam-
tamblo
Os bancos mantiverara a taxu de 27 7 8 d
caceando O Internacional a 28 d. sobre a eaixa
tilial de Londres.
Hoove pouco movimento em papel particular a
5 3/16
O mercado iechou firme.
No Rio nac honve alteraco. saccando os ban-
cos a 28 d. e os particulares a 28 3/16.
TABELLAS AFFIXADA8
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9&SAI0&8 OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COK-
RETOEES
Recife. 11 O \y
Eduardo Dubeux
:t.* pareo Ensaio &0' metros.Aniraaes da
provincia que tendo s do inscriptos no Prado
nao tivessera ainda ganho premios uo Prado.
Derby e Hippodromo.
Breas, montado por Pedro de Souza, to
mou a pota logo. na sahida. chegando ao ven-
cedor em 64 1 2'\
Siroco foi 2.' e Jatob 3.*
Nao correu Gigante.
Poule de Breas em *., 19* : era 2.-, 10*800.
Poule de Siroco em 2-, 30*400.
Movimento geral, 8:615*.
4." pareoGRANDE PREMIO Recife 2.000
metros. -Eguasestrangeiras. Premios : l:'O0*,
300* e100*.
Foi a carreira mais importante do dia.
Pela primeira vez tinliam de se encontrar na
raa as duas valcntes parelheiras i conhecidas
de nosso publicoVesper e Aspara.
Vesper, a vencedora dos vencedores, inspirava
mais conlianca do que a sua competidora; as
victorias esplendidas obtidas era outras occa-
sioes, a velocidade cora que transpoe os espatos
e o nome do jockey que a devia dirigir, tudo
isso iadicava que dia de anlehontsm marcara
mais urna data gloriosa para a excellente egua.
E assim aconteceu : Aspaste, apezar de ser
de um futuro promettedor, dispoe ainda de pou-
co preparo, o que nao se ili com a Vesper, que
parece ailvmhar o tim para qu.! eolloeara na
raa.
Oado o signal, coube a Galia pusar a corridi.
conservando essa posicLo at a distancia de 1,000
metros, quando foi batida por Aspazia, que se
collocon na vanguarda.
Prximo ao Mmmtto. Vesper, que carre-
tava mais ."i kilos do que a sua competidora o
que por teso inesmo havia sido hbilmente pou-
pada por seu jockey, o festejado Pedro de Sou-
za, trata-de gnhar a corrida e passando por
Diana, que ate entio se eonserv ava em segundo
lugar, pouco depois se nllocou na vanguarda,
chegando ao vencedor, no meio de apptausos fre-
nticos do publico, u 13M". isto no mesmo
tempo em que venceu a corrida do Grande pre-
mio do dia i. de Janeiro.
Aspazia ehegouem bom 2* lugar:.Diana em
3.a: Gillia t;m 4.* : e Africana lera >.'
Poule de Vesper em 1., W700; em 2.*, f*900.
Poule de Aspazia era i*, 6*200.
Movimento geral, 17:175*
*
0* pareo -1" de JiUUo-900 metros-Animaes
de menos de meio sangue Premios : 3004. 60*
c30.
A boa Favorita, aborrecida sem duvida de
correr todos os domingos com os msenos baga-
oeirot e satisfeita com as victorias j alcanzadas,
havia preparado um trihofe para Ayraor, que
por isso inesmo foi mais carrrgadn as poules de
primeiro lagar.
Alpha, pon!, que nao havia sido convida-
da, ao que pared", para o tribofe, desfilada com
a pouca importancia que lhe dispensavam, pro-
testou 'lesmanrhal-o e obligar a Favorita ganhar
a corrida.
Fcilmente o conseguio.
De fon-as superiores as de Avalor, tomou a
pona iog na sahida e teria ganio a corrida se
Favorita, j no distanciado, conliecendo as m%
intenc&es da compauheira. nao a bate-sc, che-
gando contrariada ao vencedor cm 63".
Alpha foi dassilicada era 2.* lugar e o pobre
AyroonS em 3.*
Usa correram Fgaro e Hamlet.
Poule de Favorita em 1 10*500; em 2.",
643110.
Punir de Alpha em 2.*, 8*200.
Movimento geral, 12:795*.
*
6.* pareo Prado fiissasiatinio -1,609 metros
Aniuiaes de qualquer paiz.Premios : 6004,
I20icf0$.
Ruy Blas sabio escapada, conservando:se na
vanguarda at a distancia de 1,000 metros,
quande foi balido pur Price. montado por James
Dwis, que chegou ao vencedor em 114".
Prximo ao distanciado. Apollo < onquistou o
2 lugar, .he.'umlo luv Blas em 3.*
CasliglHii foi 4.* e MMfcM,'j se sabe, guar-
dou fielmente a bagagem.
.Vio correu Stellita.
l'onle de Price em 1", 64 ; em i.", 0*.
Vonle de Apollo em 2.", 54.
Movimento geral, 13:885*.
7. pareo Hippodromo do Cantpo Grande1,jU0
AiCo4io
Nao i-uiisou veudas.
A exporlacao. l'eita pela altaudega neste me/
at o da 8, subi a oi? 910 kilos, sendo 423.U03
para o exterior e 94.907 para o interior.
As entradas verificadas at a data de boje
bem a M.488 sacras, sendo por:
Barcacas.....
Vapores ...
Aninae*.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-frrea de S. Francisco.
Via-ferrea de Limoeiro
metros-Animaes da provincia.-Premios : 300*,
60*e30*.
Arreada a b;mdeira. Templar, montado por
Amaragy, tomou a pona, seguido de Arumary,
Monitor "e Timb, chegando ao vencedor, escola-
do, pelo esforco que res na viagem, em 115".
Arumary foi 2. e Monitor, o valentao Monitor,
em mo 3.*
Nao eorrvu A ruinar.
Poule de Templar, 10*500. ,
Movimento geral, 6:5804.
8. parco Derby Club ie Pentaubnco 9tW
metrosAnimaes da provincia que ainda nao ti-
vessem ganho premios nesta ou maior distancia.
Ao grito do starter, Pombo Prelo tomou a
pona, ceden Jo-a 'pouco depois a Roldo 2.,
montado por Pedro Alexandrino, que ralele-
mente gaahou a corrida em 78".
Cyclone foi 2. e General 3."
Poufe do Roldo 2o em l., 84200; era 2.,
9*100.
Po'de de Cyclom-em 2., 314700.
Movimento*geral, 5:770*.
INDICAQES OTIS

CHROHICA JDICIARIA
Junta (ommenial da eldade do
Reelfe
DE MARO)
ACTA
DA SESSAO DE
DE 188!
so
925 Saccas
311
\.tti
307
822
1 701
Somma.
8.488 Saccas
O v. por aUemo Cari Woermann. carregado
por J. H: Boxwell, levou 5.600 sacias para Li-
verpool.
Pela narca portugueza Novo Silencio,- fo-
ram remeltidass 1.150 saccas para o Porto.
RBSIDENGIA W>. II.I.M. SI!. C.OMMKM'Vmoi; wrOM.i
(OMKS Di: MinA.NDA I.I.AL
Secretario l)r. Julio Guim/urx
A's 10 horas da inuiih deciarou-se aberla a
sess&o, estando presentes os Srs. deputados tilin-
to Bastos, cominendador Inopes Machado, Beltro
Jnior, e Figueirdo.
Liria, foi approvada a acta da sessflo anterior
c fez-si- a Icitura do seguinte :
EXPED1ENTR
Oflicios .
De 2 do corrente, da junta dos conetores des-
la praca, enviando o boletim das ratacOcs olh-
ciaes de 2" a 2 do presente Diez. Para o ar-
chivo.
Da mesma junta do 1 do corrale remetiendo
o numero Ue cotaces utTectuadas pelos correto-
res no mez de Fevereiro prximo passado.at-
earve-se.
Marios onViaes de ns. 51 a 5/.Sejam ar-
chivados.
Foram distribuidos rubrica os segnintes li-
vros :
Diarios e copiador de Antonio Kmigdio Bar-
bosa Gomes, copiador de Souza Nogueira tC,
dito de Pereira i arneiro & C, dito de Silva OoK
maraes & C.
aSCMMM
Petices: .
De Henrique Guilhcrrae Slepple para que se
registre o conhecimento do imposto de interpre-
te do commercio.Rcgistre-se.
De Jos I/.idoro Martins, Thomaz Jos Gusmo,
Alfredo da Silva Guimarcs, Modesto R. h.ipsta,
Jacintho Silveirae Francisco Unacio Pinto, idem
de agentes de leiles desta praca. Deferida
De Antonio Pinto de Lemos e Antonio Marques
de Amorim Jnior. Seja registrado.
dem ds corretor geral desta praca.
De Jos Faustino Porto, idem de interprete do
commercio desta praca.Como requer.
le Alfonso Ferreira Bailar parame S regia
tre a noineaco de seuscai.xeiros. -Como reqier.
De Mauoel Joaquim Ribeiro C, idem.Sa-
tisfeito parecer fiscal, regislre-se.
De Carlos de Pauta Lopes para que se regis-
tre a escriptura ih contrato mte uupicial cele-
brado com I). Ojiistanca Alvares Lopes.Itegis-
Ba-M : publique se.
Nao tomou parte na votaco o Exm. deputado
cnmmKndador topes Machado.
DeWollT & C para, que se d baixa no re-
gistro da noiueaeo de sen ex-cMxeiiv. X'ielorino
lu* Innocencio IViggL -Di- se a baixa pedida.
Proforiu-se o despacho registrase nas se-
guintes petices solicitando legistso de nomea-
eo de caixeiros :
Dos Srs :
Costa Maia lnnuo-
Anionio Jos'; Martins vV C. .
Ramiro M. Costa & C. Ql
Joo Baptista Piuheiro.
WolfT C.
Ribeiro Sobrinho C.
F. B. Biilitivau *ucc*ssores de G. Laportfjc C.
Pereira Carvalho C.
Sal Marques dos Sanios & C.
Emilio Pereira de Alara.
Manoel Adolpho Guimaries c C.
Alves da Costa & Filho.
Josepll Klause d C.
Joaajabn Modesto da Silva.
Al un-i da Duarte fe '.
Nada mais haveinln a despachar o Sr. coni-
meudor presidente eocvrrou a sesso s II ho-
ras.
Mol
Cota-se a pipa5000 ponle ^80 litros.
AsMicar
irecos pagos ao agricultor, por lo kilos, se-
a Associu^o Commercial Agrcola, foram
Osp
xundo
os seguintes :
Broncos .
Someno .
Mascavado purgado
bruto.
Rtame .
Colonia Isabel:
Branco 1'
2" .
. 3' .
Someno .
Mascavado
Usina Pinto:
Branco i*
2* .
Someno .
Mascavado
3*200 a 3*800
1*900 a 2*100
1*400 a 1*500
1*100 a 1*200
<800 a 1*000
4*100
280
1*500
;t*900
1*600
4*000
2*300
3*000
1*500
mez
Aexportacio, feita pela alfandega neste m
al o dia 8. attlOgki a 2 797.595 kilos, sendo-----
1.132.428 pai a o exterior c 1.665 167 para o inte-
rior.
As entradas tarificadas at a dala de hoje. so-
bera a 2.182 saccas. tendo por:
Barcacas Vapores..... Animaes..... Vi.-.-farrea de Caruar. Tfi-ferrea de S. Fra o. Via-ferrea do moeiKi IS.M3 Saceos ii ::.0f 12853 -t tH .
Sorama. .!2.I82 Sacaos
Pelo vapor ingl''Z'Wnndii'. CaMm remelti-
dos 7.472 saceos ce mascavada para
Liverpool.
Coaros
ftVrtas para os seceos salgados a :105 ris.
Agiiardeate
Ccta-se a 90*000, por pipa de 480 Bti
A barca portu.
. o Porto.
;\ ou 940
Pauta da alaudrga
iMAN i'H II A 16 DE MARCO DE 18*9
Vide o tiario de JO de Marro
\arIoa carga
Escuua portugueza FriH'-e-ra, para Hha de S.
Miguel.
Patacho inclez Peggie, para MwttctMto.
Vapor inglez Yandtcl:, para Liverpool.
* avio* a descarga
Barca norueguense Frida, carvJo.
Barca norueguense Fiilliyof. carvo.
Barca mgleza Sabrina, farello.
Barca norueguense Jasca, carvao
Barca alloma Auna, earvo.
Barca norueguense Bnirn, earvo.
Burea norueguense Urid, uiadeira.
Brigue sueco Pepita, carvo.
I alacho allemo .Iiuki, farello.
Medico*
Dr. C'trqueira Leitc, tem o seu escripto-
rio aborto ra Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua rssidencia ra Baro de S.
Borja n. 22. Especialidades molestias
desenhoras e enancas. Telephone n. 326.
Dr. Joa.qu.im Louteiro medico e partei
r, consultorio rua do Cabuga u. 14,
1." andar do 12 s 2 da tardo; residencia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s o horas no 1.a andar da casa
rua do Barao da Victoria, n. 51.' Resi-
dencia na Sete de Setembro n. p4, en-
trada pela rua da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero quando e co-
mo aconselhada. Consultas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia rua do
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.a
andar.
/ r. Ribeiro de Bruto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1." an-
dar a rua Duque de "axias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
residencia rua do Hospicio n. 81. Te-
leplioiie n. 303.
Dr. Aleares Guiuuxr&et, chegado da
corto, dedica-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do cora-
cao, pulmot-. ligado, estomago c intesti-
nos e tambem s affeceoes das enancas.
Uuside praca do Conde d'Eu, n. 28, e
tem consultorio na rua do Bom-Jesus
(antiga da Crun), n. 45, onde d consul-
tas do meio-dia s 3 horas. Telephone
n. 381.
Oecnlista
Dr. Ferreira. com pratica nos princi-
paes hospitaes e clnica de Pars c Lon-
dres, consultas todos os das das
horasdao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia rua Larga do Rosario n. 20.
Advocados
O bac/uirei Witruvio Pid-i Bandotra,
pode ser procurado na do Imperador
n. 71, I.- andar.
O Dr.H. Milet mudou o scu eseripto-
torio de advoeaeia, para a rua do Impera-
dor n. 46, 1* andar, sala da frente.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e officina de campia
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibarbe n. 23. Este grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genen, compra c vende nadeiras de todas
as qualidades, sena madeiras de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por procos sem dom-
petuueiaPernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho & '..'., droguista por ata-
cado, rua do Mrquez do Olinda u. 41.
Francisco Manoel da Silva A C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeoiiatko*, rua do
Mrquez de Olinda n. 23.
PUBLICACES i PEDIDO
O lrs. <-aiua Lobo r foa l-V-
li\ ao publico
Aos'. oollegas signatarios do artigo inserto no
Santal <' Hecifejiv- honteiii devenios e damos a
res|M)sta a que nos provocara.
llanos a impresso desa^radavel (a que
chaman desapoutaiueotoi nao eneoniraiidn no
que temos dito o que desejavam e siin aquillo
ipie nao esperavam talvez.
Resta-nos o consolo que nem todos os leitores
passaram pela mesma decepeo luo-lraudo-se
alias em crescido numero satisleitos com as nos-
sas declaraces c bem entendidas reserva*, ba-
scadas na boa moral. Entretanto, sem ile.-cer a
detallies iiieouveiiieutes. os peritos que li/.crain
o primeiro examedisseram verdadepor iuteiro,
enunciando a concluao tinal a que haviam che-
gado, que era o quanto bastava.
Barca inuleza Miinia, entrada de Terra Nova
em II do corrente e consignada a B. Needham
Se C, manifestou :
Bacalho 3,315 barricas e 1170 meias ditas aos
consignatarios.
imporlaio
Lugar inglez Vidimia, entrado de Terra >ova
em 11 do corrente e consignado a Blackburn
Needham A C, manifestou
Bacalho 2,130 barricas e 1,450 meias aos
consignatarios*
Alcool
" nina <

Lugar inglez Dora, entrado de Terra Nova em
igual dada e eonsiguado a Jobuston Pater & C,
manifestou:
Bacalho 2,710 barricas c 1,300 meias or
dem.
Vapor nacional .S. Franrisco, entrado do Rip
de Janeiro em igual data e consignado a Cora-
panhia Pernambucana, manifestou:
Bacalho 686 linas e 28 1 2 barricas ordeui.
Couros I caixao oWcro. Cognac 10 caixas
a Silva Marques C. Caf 620 saccas a Do-
mingos Cruz & C. 80 n Figueirdo Costa 4 C,
48 a Joaquim Duaric Siraoes & C, 250 a Paila
Valente C. 128 .a Joaquim Ferreira de Car-
valho & '., 60 a Lopes Magalhaes A C, 30 a
Soari's & Fi-niandes.
Drogas i vbluraes a Houquayrol Eraras.
t-arrlia de trigo 10 barricas a Amorim Irmos
A C. Fumo 34 vohiuies a Moura Borges c C, 4
ordeui.
Kerozene 25 rai\as a Figueirdo Costa & C.
Mantciaa !-'? caixas aos mesmoc. Miudezas 1
caixo a Alexandre Filgueira. Mercadorias di-
versas 10 volumes ordem.
Patino de aliiodio 23 fardos a FerreiraU Ir-
mo. Perfoaaariafl 1 eaixa a Joao Bczerr A .
Vinho 15 barris a Joaquim Duarte SimCes
& C
Xarque 283 fardos ordem.
Vapor iiii'lez Craigendoran, entradr
Grand.; do Sul e escala em 9 do ndame e >-on-
signado a i H. BoxavcII. manifestou
Ra; M 500 e 231 amarrados .. Ordein.
i>'boi;i- l'-'< nsteas ordem.
Farello 750 saceos ordem.
Tainhas em almoura 75 barris ordem.
Xarque 2 818 fardos diversos.
Iliate naci;
Rio Grande do Norte em igual dala
a Fraga Rocha A C, manifestou :
Algodao em rama 16" saccas.
Couros seceos salgados 128.
Sal 5S alqueires ordem.
exporta cito
IMOFI, 9 U KAKI O DE 1889
Para o exterior
No \a|K)r inglez Simlplor, caiTegaram:
Para Liverpool,'II. ForsJer A C. 2.700 saceos
aira 202.800 kilos de assuear mascavado ; Julio
A Inuo 500 saceos com 37,500 kilos de assuear
mascavado : J. Pater AtC. 717 saceos com 43,020
kilos de carosos de algodao.
No vapor ingleu tt'awlicl, earregaratu :
Para Liverpool, C. P. de Lemos 1,000 saceos
eoni 40.000 kilos de carocos de algodao ; J. H.
Boxwell 1,400 saceos com 105,000 kilos de assu-
ear masLavado; J. S. Loyo & Filho 138 saceos
cora HUSO kilos de Mascar mascavado.
No vapor fraucez filie de Pernambuco, car-
ne gal am :.
Para Havre, F. Guimarcs & C. 3 cascos com
6i litros de agurdenle e i caixas com 90 litros
de agurdente.
Para u interior
No vapor austraco Tilior, carregaram :
Para Santos. A. V. de Barros 300 saceos com
18,000 kilos de assuear bronco e 700 ditos com
42,000 uitos de dito mascavado : F. S. Ferreira
da Jos la 350 saceos com 21,000 kilos de assuear
mascavado.
i Para Rio de Janeiro, B. Oliveira A C. 80 pipas
com 38,400 litros de agurdeme.
No vapor nacional Jagmribe, carregaram:
Para Cear, P. Carneiro A C. 2 pipas com 800
kilos de graxa; M. Rufino 50 saceos com 3:000
kilos de feijio.
Para Maco, Fernaudes A Irtnao 100 saceos
eom farinha de mandioca.
No biate nacional Vicaria, carregaram :
Para Aracaty, P. Pinto A C 23 barris com
1,200 litros de mel : II. Oliveira 200 saceos com
Cariaba do mandioca : Amorim Irmos A C. 300
saceos com farinha de mandioca.
Na barcaca D. SluU'i. carregaram :
Para Natal, Oliveira C. 0 barricas com 175
kilos de assuear relindo ; Fernaudes A Irmo 6
garrales com 90 litros de gcoeSra.
Dluheiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional "Para para
Cear
8.3730
7.OJO4000
ftendimeutos publico
JI2 H MaIKO
Alfandega
lleuda geral
Do dia 1 a 9
dem de II
805:970*040 '
17:656 W*3
-----------------2.".1:'->:025
NSo podiam fallar do homem, se era monstro
ou nao, porque-disso nao se tratou ento. sendo
o exame feito em urna menina sobre cujo estado
de integridade linham de dar, como peritos,
sua opinio e mais nada, cabeado a polica inda-
gar e descobrir o antor do crime cujss signaes
nella dcscobrissem.
0 Dr. Gama Lobo agradeceodo aos seus Ilus-
tres collegs as delicadas expresses de lealda-
de e sioceritlade-que Ihcconcedem, pede-lhes,
comtudo. Tenia para restabek-cer a exactidaa da
parte, desse periodo, fazendo um pequeo reparo.
Elle nao s'; raostrou admirado do estado de
integridade dos orgos durante o segundo exa-
me, (cou apenas sentiao de nao poder iudigitar
aos seus collegas todos o-, -ignaes'que havia
ohservado no seu primeiro exame; porque cm
parte se liuhan dissip'ado com o teinno.
Nao foi durante o exame feito era um quarto
reservado que aisse*rwtt lumamim sst.e ?im
multo depoisni sala piando cjnversavam
sobre o principal pontolde nossa divergencia
Se os colleras iivessera lido a resposta que o
Dr. Gama Lobo Vianna sobre a interpretaco desta phrase, uo
se dariam ao irabalho de escrever o artigo a
que respondemos, a nao ser que se pretenda,
tomando-a por imigraplie. fizer atgum fivro vo-
lunioso, aexeroplo do explorador portugus Ser-
pa Piulo, que com o titulo a Carobma tl'El-Rei
eaercveu Jobs grosnos volumes, contando cousas
do arco da vi-lha !
0 Dr. Gama Lobo recordase que no hospital
Pedro II deelarou na roJa de amitos collegas que
nao temi lieado iiUeiramenle satisfeilo >"om o
primeiro exame por ter se prestado mal a elle a
olTendida. e pelas condicesem que ella si; acha
va, repelio-o no dia seguinie acompanbado do
seu collega, e ento firmando o seu juizo man-
daram incontinenti proceder ao auto a queassi-
gnaram com toda a seguranca. .
0 esiado da olVendida poda exagerar, mas nao
crear aquellas leses observadas.
Tambem se record bem que un mesma occa-
sio dous doscientos que nzeram parte dos
ontros exames, e priiu'ipalmeute um conceden-
do a existencia de algumas leses por aos des-
criptas, lonfessou estar convencido une a cousa
se fazia. mas de modo diverso do que suppunha
vista das ccehymoses que anula observaram
na parte superior dos membros e em mil ros
orgos.
Porque, pergunlamos nos agora, nao liveram
a corageru ile descrevel-as icomo nos lizcraosi
nos. seus depoimentos, para serem lavrados em
aulo, a pretexto de que nao Ibes foi perguntado
pelo juiz !
O perito lem obrigacito lie desereve minucio-
samente ludo quanto v'ir e tiver encontrado.
Knini peritos ou auxiliares de advoeaeia ?
O Dr. Jos Flix declara que nao leudo ido fa-
zer sabbalina com os seus collegas nao se acha-
va na obrigaco dit nypondr objecces, qiie,
ua sua opinio, no primavan pela nuvidade e
opportunidade, levanladas |n!os peritos do se-
gundo exame e que nao Ihe foram dirigidas, sen-
do que admira se de Hairamo como signatarios
desses assertos os Drs. Pontual, Joo Paulo e
Fernandes Barros, com os qiiars nem se encoo-
trou !
Quanto ao nosso distincto collega o Sr. Dr.
oscoao a ePe sabe destral a accusacao que Ihe
fizem. e que sabemos ser mal cabida.
Ai Sr. Dr. Seve o qie Ihe havemos de dizer f
A lodos juntos, porcra, n^pondi-mos que se
houve falla de cuidado nao l'oi cerlamenie da
parte dos que descreveram minuciosami'nle tudo
quanto virara e encontrarai no primeiro exame,
liraulo de sua descriiiio as logeas concluses
que por si se iinpunliani. mu da<|ui'lles que.
uo tendo recelo de perder l-'u'in's procedern! de
modo diverso, simulando muaindependencia,de
que parecem quen-r fazer monopolio.
Recife, 11 de Mano de 18S9.
Dr. B. da Guma istia.
Dr. Jos FstiX da i'.nnlio Tienezet.
X esrola publlea da villa la Roa
Vista
0 deploravel estado com que se acha a escola
pulilica do sexo masculino desla villa, no que
diz resneito a mobilia da mesma, rel-livament
ao numero de alumnos que a faipnilam. recla-
ma a allenco do Illm. Sr. Dr. inspi-cior ^.eral
da Inslrucco Publica.
Na posee < e 2 bancos vetaos. 1 pequea mesa
de tres pamase 2 carleiras velhas e sem presti-
gio, lecciona o respectivo professor 40 alum-
nos que tem matriculados em sua aula.
Alguns pas de familia lo'mam o incomuiodo
de mandar a seus lllhos para a escola, condu
zindo cada um o .-eu tamborete, e os que o nao
possuem. vecinas vezes e-.ses voltarem d'aula,
para nfio estarem I de pe. das Iiords do da
s 2 e l|2 da larde.
O professor, chegado aqu ha poucos iiezcs,
nao possuc mobilia propna, que pussa euipn-s-
lar a < .-cola. Assim, \m\ pedimos providencias.
Boa Vista, 9 de Fevereiro de 188.
Us pas prejniliritdoi*.
Rccebedorla Geni
Aviso aos asaoft leitores
Os nossos leitores. que visilarem Hara
durante a ExposicSo j sabera que pode
rao 1er os ltimos nmeros recem-chega-
dos do nosso jornal que em casa dos Srs.
Amde Prince & C, 36, ma Lafeyette,
quer da sala do leitura pelos nossos cor-
respondentes estabelecida na exposicap
no Pavilhao da. Repblica de Guatemala
cujo commissario geral dgnou-se de por
graciosamente urna sala com varanda
disposicSo dos mesmos senhores.
Para se evitar qualquer contusao, s .
nossos amigos que quizerem receber a
sua correspondencia em casa dos Srs.
Aind rince & ., devem mandar dri-
gil-a rua Lafayette, n. 36, por ser a
sede do serviyo especialmente organisado
para isso.
---------------*.---------------
Setenta febres modicaraentadas pelo quis,v
niuiu Labarraque tem sido curadas ante-
da terceira dose.
Nenhuin dos individuos que tem. feito
uso como preservativo tem contrahido a
lebre, seja depois, seja durante a sua es-
taeao Dos paizes pantanosos.- Dr.Hudellet.
O vinho de quinium de Labarraque, vi-
nho tnico e febrfugo, nica preparaao
deste genero approvada pela Academia, de
medicina de Paria, vende-sc cm todas as
pharmaeias.
Nota. Km racSo de saa energi c da
itapacidade dos fraseos, este vinho de
um preco moderado c menos caro do
qualquer outro.

qu*
Aviso ao publico
Emquanto durar a Exposico Universal de
1889, os nossos leitores que se acharem emParis
e que. desejarem receber quaesquer noticias da
ierra, podero ler os nmeros mais recentes do
nosso jornal no escriptorio dos nossos corres-
pondentes, os Srs. Amde Prince A C, 36, rua
Lafayette, em Paris.
Os'nossos patricios podero receber a sua cor-
respondencia, peridicos, etc. etc., em casa dos
Srs. -Amde Prince A 0.
Outrosim, os mesmos Srs. Amde Priuce A C.,
negociantes-comnirssarios perc a sua casa de
compras s ordens de quaiquer pessoa rfue dese-
jar ler urnas informacoes. ou utilisar seu inter-
ini'dio.
A viso
D. Mara Venanciada Silva, viuvade Joo Jos
da Siva, previne aos inquilinos das casas de seu
finado marido, bem come a lodas as pessoas
que con elle linham tiansacces, que estejam
por liquidar, que s se deveni entender com seu
advogadoDr. Eugenio de Barros, na do Im-
perador n. 37.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Wecker, d consultas de
mei dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 rua do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Residencia rua Scte de Setem-
bro n. 34. Entrada pela rua da
Saudade n. 2b.



Oculista
Dr. J. Correia de Bitteueoiut, oculista
residente na corte, ex-chefe de clnica
ophthalmologica dos Drs. Wecker e Panas
em Paris e do professor Hirschberg em
Berliin, tendo regressado de sua excurso
s provincias do norte, demora-se alguns
niezes nesta capital, no exerccio de sua
especialidade.
Consultorio c residencia rua do Barao
da Victoria n. 2o 1" andar. Entrada pela
C.imboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos .pobres.
Do dia 1 a 9
dem de II
20:080376:
::00i9i:i
:li87*67o
Reeebcdorla provincial
Do dia 1 a 9
dem de 11
4:524Sol
2:49tJ2it;
0208C0
Do dia 1 a 9
dem de 11
Reeife Drainagc
20:V8A:
2:7105312
23:111*853
rrcado Municipal .! *. J.mi:
O movimento desie mercado nos das 9 e 10
de Marco foi p seguiute :
Entraram :
53 bois pesando 9.712 kilos.
710 kilos de peixe a 20 rtis I i 1200
56 cargas de farinha a 200 rea' 11*200
14 ditas de fructas diversas a 300
ris 43200
23 taboleiros a 200 ris 4600
42 suinos a 200 ris 8*400.
35 matulos com legumes a 200 rcis 11*4 O
Foram oecupados :
33 columnas a 600 ris 31 800
2 escriptorio a 300 ris 600
48 compartimentos de farinha a 500

1 apores a sabir
MEZ DE MA90O
Fernando Una .......... II as 12 h.
Havre e esc. Vine de Pernambuco 12 as 4 h.
Santos e esc . Atl'-ii". .......... 13 as 2h.
Babia e esc . '. Francisco....... 14 as 5 h.
Buenos-Ayres La Plata.......... 13 as 4h.
Antuerpia----- Mera............. 17 as 4 h.
Sul.......... Alagos........... 17 as 5h.
Norte........ Manos........... 18 as 5 h.
Sul......... Pernambuco....... 25 as 3 h.
-autos e esc. Campias......... 23 as i h.
Havre e esc.. Marnnho......... 28 as oh.
ris
43 ditos de comidas a 300 ris
187. ditos de legumes a 400 ris
36 ditos de suinos a 700 ris
18 ditos de fressuras a 600 r.'is
68 talhos a 2*
Rendimentos dos das 1 a 8 cor-
rente
21*000
91*060
74*800
234200
10*8>i0
136*000
' 378*300
1:3245380
1:902*680
Renda provincial :
Do dia I ;. 0
dem de 11
32:968*657'
2:376*094
35:314*731
IS8I
I
168:971*776
,11 e Marca de
tt'soureiro Flereuciu Do uingaes.
chefe da seccJo Cicero B. de Mello.
Poi arreendado liquido at boje
Preros de dia:
Carne verde de 40 a 360 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 1 i reis dem.
Suinos de 560 a 640 reis idem.
Farinha de 480 a 6 H) reis a coia.
Milho de 380 a 440 reis idem.
re'So de 900 a i*40J idem,
Siaf adouro publico
Neste estabelecimento foiaiii abatidas para o
- amo Je l.i cutes a diver-
sos marchantes.
' Vapores a entrar
i
Sul........ ... Villc de Pm-naujhitcb 12
Europa A ........ 13
Europa Sul........ 13
.". \ca......... 17
Sul.. 17
...... .. * 17
Europa . ..
Ptritatii'sai
Sul Mrntiliao
Movinirnto do porto
Navios entrados no dia 10
Liverpool e escala18 dias, vapor inglez John
Eider, de 2.431 toneladas, coinraandante James
Barr, equipagem 97, carga varios gneros : a
Wilson Sons & C.
Rio de Janeiro pela Baha7 das, vapor nacio-
nal S. Francisco, de 382 toneladas, coraman-
danle Joaquim da Silva Pereira, eqnipagem
30, carga vanos gneros ; a Cbinpanhia tfer-
narabucana.
Rio Grande do Norte 4 dias, hiate nacional fiiar-
rtto do Natal, de 30 toneladas, raestre Joao
Guedcs de Moura, equipagem 3. carga varios
gneros; a Praga Rocha A C.
Sabidos no inesmo dia
LiverpoolVapor inglez raudo:*, coniuiandante
P. Fisher, carga varios gneros.
Cear Lugar norueguehse Handq, capito L E.
MorlolT, carga farinha de mandioca
Pono- Barca portugueza Moco Silencio, capitao
Jos Antonio Ferreira, carga varios gneros.
illia da Figueira-Escuua portugueza Fediceira,
capito Jos Alves Casteilo, carga vares g-
neros.
Valparaizo e escalaVapor inglez John Eider,
commandante /ames Barr, carga varios gene-
ros.
Naviot entrados no dia 11
Terra-Nova -23 dias, barca ingleza I/n inia} de
231 toneladas, capito James Mitchcll, equipo-
gera 11, carga bacalho; a Blackburn, Nee-
dham C.
Terra-Nova 43 dias, lugar iuglez Yidonia, de
196 toneladas, capito James Wilson, equipa-
gem 9, carga bacalho: a Blackburn, Nee-
dham C.
Terra-Nova44 dias, lugar inglez Dora, de 211
toneladas, capito Richard Mealey, equipagem
9", carga bacalho ; a Jounson Pater & C.
Trieste e escala 24 dias. vapor austraco Thisbe.
de 1,848 toneladas, commandante F. Radoni-
vich, equipagem 58 car:-:, varios gneros ; a
Henry Forster 4 C.
Terra-Nova 39 dias. lugar inglez Corisande,
de 187 toneladas, capito James M. Gavio.
equipagem 10, carga bacalho : a Biackborn,
Needham & C.
Sabidos /< dia
Santos e escala Vapor austraco Tibor, coui-
jnandante A. Golnbovicl:, carga varios gene-
ros.
I'iratiybaVaporii,.
w. R. Adshea>:
: pa Vapor i ~rwi,
Jante James D. ~:os ge|
;
-.
t
/



Diario de Pernambuco---Terca-fera 12 de Mai^o de 1889
W



I

mmm
llOO
Chavas
I)K
Deus Nosso Senlior
Jess Christo
A sombra da Olivoira ino aguarda, porque vou
romper a marcha coiu o pe flireito ; a sombra da
Oliveira me aguarda, porque vou romper a mar-
cha coiu o pe direito : a sombra da Oliveira me
aguarda, porque vou romper a marcha eom o p
direito.
O meu mkstrb o S"iilicr do mundo, e antes
de o ser foi o Supremo Aruhllecto do Universo
divino verbo; o meu mis no o Senlior do mun-
do, e antes de o ser foi o Supremo Architecto do
Universo diviso verbo, o meu mestbe c o Se-
nhor do inundo, e nales.de o ser foi o Supremo
Architecto do Universodivino vkbmo'
Tenho o grao '' pela Soberana Loja Capitular
Philiutimi. do Ri'o Eseocez Antigo e aceeito :
tenho o grao 3 pela Soberana I.oja Capitular-
Pkilhthiu, do Rito Escoce/ Amigo e aceeito
tenho o grao 3 pela Soberana Loja Capitular -
PhUiutinw, do Rito'Escocez Amigo e aceeito.
FUiei-me a pedido dos operarios na Oflicina
CapitularEstrello doNoii no Grande Oriente do
Bra7.il, c me mimozeou eom o arito 17 ; lilieime
Elixir depura
a pedido dos operarios na Oflicina Capitular -
Estrella do Mofle, no Oraude Oriente do Urazil*
e me mimozeou eom o grao 17 ; liliei-me n pe- "''* -; ioma unpa -
dido dos operarios na Olliciii.i CapitularEttrel-!* ',0 !">-;:;io.n.
la do liarte, no Orando Oriente do Brasil, e me t",,''sl'- prenarmto poae se
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Sautos Audrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hi-
giene Publica do Ko de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eflicacia as mo-
lestias syphiliticas eimpureza dosangue ; a.-siin
como eui todas as molestias das senhoras.
Wm curado radicalmente umitas pessoas ac
UMA CURA NOTAVBL
Nao fazemos commentarips, sobre o que se vae 1er, porque a verdade nao ca-
rece de apanagios de palavras, para que brilhe radiante. Limitamo-nos a transcrever
sruinte attestado que, por si, falla mais alto do que tudo quande pederamos dizer
sobre os predicados efticazes que possue o Pelforal de Cantear-
Kis o attestado;
Mu. Sr. J. Alvares de Souza Sonrcs.--Pelotas.
Tendo em 1878 o meu filho adoptivo, Thomaz Lcfecina, seutad praea, c
estando em Porto-Alegre servindo no quartal -general, adquiri urna tosse impertinente
que nunca pode ser combatida pelo medico da enfermara; em vista disso foi enviado
para o Rio Pardo onde esteve em tratamento eom o Ilustre medico militar, Dr. Me-
deiros, e all foi raoonSecdo achar-sa effectado de urna turbeculoee muito adiantada.
Nao aprovcHando nada eom o tratamento, teve baixado servido e veio para
miuu ca cm 1S8'J.
Eujftregnei iodos os recursos para salval-o da mortc.
iN'ttidas da terrivel molestia beriben. 'MedcpM di- Saat'Anna do Livramento, a quem consultei, deelararam ser
MODO DE USAR easo perdido o intil qualqucr tratamento, visto o estado adiantado da doen9a; o Dr.
tas d;is de Fialho, porm, aeonselhou-me o Peitoral d< Cambar {de Y. S., talvez nicamente
sopa pela manha e quatro a noite. As criaaca para autisfazer-me, < foi eom este preparado queToTmea filho se curou!
?&!5fS& W iRUASS ******|,A" lr^ S*^F' <%****<*** ?2
duas colheres pela manha e deas A noite. De- mas, medida qna ellas prngrediam, os meus ctydiutos rodobmram, pois todos sabera
vero tomar banbos fri ou momo pela manha f como alguna doeBtf* a< tas con/lieJJea torom-s niis nnfrVidns e descuidados do scu
i noite. Resguardo reirular. [ i qjnin, i Qm u iippif'i iitinntn ilnn prmniran irlhitmn
Encontrare venda na drogara dos- srs
Francison Manoe! da Silva & C. ra do Mrquez de
Olind.i u. -'. o phanuacia Oriental a roa cslr*'-
l'.,r
mimozeou coin o grao 17.
Nao me inieiei nos misterios do grao '. at ao
47, e por isso nao me "perteucciu ; ufio me ini-
eiei nos nrYstenos do grao al ao I", e porisso
nao me pertencem ; nao me inieiei nos myste-
rios do grao 4 al ao 17, e por isso nao me per-
tencem.
Flliei-me cm uin dos primeiros dias do mez
de Janeiro em I87, no Rio de Janeiro, naquella
oflicina ao Val do Lavradio; flliei-me em um dos
priinciros dias do mez de Janeiro de 1872, no
Rio de Janeiro, naquella oflicina ao Val do La-
vradio : filiei me em um dos primeiros dias do
mez de Janeiro de 1872, no Rio de Jaueiro, na-
quella oflicina ao Val do Lavradio.
A minha iniciacao foi feita nesta cidade do Re-
cite, naquella Loja que trabalhava sob os auspi-
cios daquelle( ande- Oriente do Brasil: a mi-
nha iniciacao foi feita nesta cidade do Recite,
isso, |>-..|> vitalmente, obriguei-o a continuar, por alguiu lempo, no uso
do sen* preparado, guardando um rgimen eonveniniu-, e doiifr ni paueo, meu filho
, toruou-se forte, vigoroso, completamente restabeleeido !
er procurado | a Entodendo qtie esto facto nao deve ticar ignorado pelos que softrem de tao
LiSfia^*!^^ onfermidade,)-.;.,.-!!,: para publica!-,,, toado en. vi.ta levar urna esperanza ao
que l'or precisa. coracao de tantos enfermos eetaanuipoB.
Aceeito (Dous Serritos .ni .-arandy, Rio Grande do Sul.)
A 2->500 o fraaoo, vendido este remedio cm casa dos agentes Francisco
Manoel da Silva X <.'. o om militas outras pharmaeia -; drogaras d'esta capital.
Beriberi
N. 30
Illm. Sr. Angelito JosedOK Santos Audrade
Em Dezembro"Vio iniio piissado, depois deco-
Siosa perda de sangue em eonsequencia de urna
emorragia intestinal, experimentei symptomas
de grave molestia que o meu assistenle o Illm
Sr. Dr. Fonseea Gomes de Andrade Lima classi-
licou de beriberi bem como os nao menos Ilus-
tres Drs. Francisco da Cunba Beltrao e Ermirio
Continuo aos quaes consultei.
Combateudo o mal segundo os preceitos da
siiencia, foi-me declarado em Maio pelo assis-
tente que o meu sofl'rimento degenerara em
rheuinatismo chronico, complicado eom beribe
DECLRALES
naquella h.jo que trabalha\a sob os auspicios ri acorapanliado de paralju a de um p, e que
daquelle i.rnu.ie Oritnte 4o Braztl; a minha julgava de urgente neecssidade urna viapm ao
daquell
iniciacao foi leita nesta cidade do Recite, naquel-
la hija que trabalhava sob os auspicios daquel-
le tirande Oriente do Braza".
Foi nos fins de 18fi9, mas nao precjso do mez
nem data ; foi uos lins de 186'J. mas nao preciso
do mez nem data : foi nos lins de 1869, mas nao
preciso do mez nem dat i.
Na coudieao de Catholico Apostlico Romano,
Jo mu Apostlico Romano, <' mah non preciso; na con-
dicao de Catholico < poslolico Romano, do mais
nao preciso
Abiurei para n5o ser perjuro, a 2.* ile Dezem-
bro de 1873 ; abjurci para nao ser perjuro, a 25
de Dczemhro de 1873 : abjurei |iara nao ser per-
juro, a 2o de Dezcmbro de 1873.
O Si tremo Architecto do Universo Sbmior no
Musdo. me investio de mestre no ouv.ento de S.
Sebastio do Castello, em Setembro de 188:1 ; u
Mi'iuMo AaCiUTBcro do UniversoSeniioudo Mi n-
do, me investio de mestre iro Convento de S. Se-
bastio do astello, em Set -mitro de 18SI: o Su-
premo AatauilK.ro no I.'mvkrm) Senhor do Mcimo.
me investio de mestr; no (Convento de S. Sebas-
tio do Castello, em Setembro de 1883.
So trabalharei -ob seu mando, como jurei re-
petindo o que me foi ministrado naquella Igreja,
em linlia e de P"'' entre o Altar doSaniissimo Sa-
crainenU) e a porta como Guarda em ala. e eom
a frente e os olhos para resplandecente Sobris
(fUL mam ; so trabalharei sob seu mando, como
jaxei reneiindo o que me foi miiiwlrado naquella
Igreja. em linha e de p entre o Altar do Miutis-
sjmo Sacramenta e a porta como Guarda em ala,
e eom a frente e os olhos para resplandecente
Sol, pelo oi.al jirk; so Irabalharci sob seu
mando, como jurei repetindo o que me foi minis-
trado naquella Igreja, em linha e de p entre o
Vitar do Santissimo Sacramento e a porta como
Guarda em ala, e eom a frente e os olhos para
resplandecente Sol, vklo ol.vi. tata.
A minha oflirwaK o gabinete para osdcUlhes,
que me forein revelados pelo ajama BjO mOM
DEUS RnnO SEMIOR JESl (IIISTO a niiulin oftictua
': o gabinete para os delalhes, que me forem
revelados oelo sanaon nbSCXto l*cSJis*o semior
iesls christo ; a minha offieiita e o Abinete para'
os detalhes, que me forem rerelwlos pelo -
VHOB DO MI'.NDO DEI S NoSSO SKMIOI1 KMi C.HIUSTO.
O trabalho licar perfcilo eom a continuacao.
me applicarei Se me nao fallar a graea divina ;
o trabalho licir perfeito m\n a coiitinnacao.
me applicarei, se me nao fallar a graca wviw;
o trabalho- licar perfeito eom a continuacao,
m applicarei, se me nao fallar a graca diwna.
A benco da bantissima trindm. me nao fal-
te|: e o aiiob trino e ixiNO das I Pessoas; a
-benco da saxtissima nonapa me nao falte, k
o amor trpo e ixixo das 3 Pessoas: a benco
ilas.v.NTi>siMV trindai'K me nao falle, e o amor
tuso e ramo das 3 Pessoas.
Para ser feliz no meu trabalho de takigrapho,
para transmiltir o que me for ordenado pelo
supremo architecto doimvkrso, embora soffra
quem soll'rer: para ser feliz no meu trabalho de
lakijirapho, para Iransuiittir o que me for or-
denado pelo srpRBMo architecto mi o.wvbbso.
<:mbora sollra quem solTrer: para meu trabalho de takigrapho. para trunsuiittir o
que me for ordenado pelo supremo architecto
oo Gxmwso, embora soffra quem soffrer.
As minbas declarages passam a ser simples
de ora em diante, corridas sem o cunho do sm-
bolo para nao fatigar o leitor; as minhas decla-
races passam a ser simples de ora em diante,
corridas sem o cunho do smbolo, para nao fati-
garem o leitor.; as minhas declaraces passam a
ser simples de ora em dionte. corridas sem o cu-
nho do smbolo, para nao fatigaron o leitor.
E. esta publicarlo ser -feita na mesina Tolha
c;m 3 dias ou em 3 nmeros distinctos, para de-
pors continuar a fazer as declaraces simples;
o esta publicacao ser feita na mesma folba em
3 dias ou em 3 nmeros distinctos,- para depois
continuar a fazer as declaraces simples ; acata
publicacuo sera feita na mesma folha cm 3 dias
ou em 3 nmeros distinctos, para depois conti-
nuar as declaraces simples.
Dadas estas esplica'es no ultimo periodo,
vou renovpr o apndice ou chamada que tem o
neu ultimo artigo ; poique vo bayer grandes
acontecimenios commigo, e passei j a simples
escripto neste periodo por ler permisso de as-
sim terminar.
Continuare! quando me for determinado. .
Riecife, 28 de Fevereiro de 1889.
Antonio Francisco (Jorga. ,
Rio de Janeiro ou a Fernando d N'oronha, por
isso que o rheumatismo rebelde ao tratamento
por meio de depurativos ofrieces, al entreti-
nha o maior mal beriberi que s por esse meio
devia ser debellado.
Achava-me entretanto cm difticuldades para
satisfazer a prescripeo medica recommendada
pelos conselhos dos Srs. Drs. Cnnha Reltro e
Ermirio CouUnbo, quando um amigo aconse-
Ihou-me o uso do depurativo de V. S. denomina-
doSalsa do Angelinoapplicado em pessoa de
sita familia eom resultado feliz.
EITectivamentc delle linha usado ba 3 niezes e
gracas ao seu ahitar effeito, acho-me quasi res-
tabeleeido.
Em homenagem a verdade e que se torne no-
torio a eflicacia de to prodigioso depurativo, to-
mo a liberdadede dirigir-llie a presente da qual
poder V. S, fazer o uso que bem lhe approuver.
Son eom estima de V. S. criado.Jos Luiz
de Franca Torres.
Becife, 1 ile Agosto de I88i.
X. 31
lllr.i. Sr. Angelino Jse dos Santos Andrade
A bem da huiiianidade tenho a satisfaco de lhe
coniintniicar um caso que se.deu cotnniifjo. Es-
tando lora da prounna (em Macci), fui acom-
metlido da leriivcl molestia beriberi immedia-
taineute emliarquvi para o Rio de Janeiro, aonde
me tratei sfriainentr. mas regressando a esta
Thesourria do Fazenda
De ordem do IHm Sr. inspeclor. sao pelo pre-
sente intimados os ex-collectores Belmiro Al ves
de Carvalbo Azcvedo, Felippe Beoicio de Moura
Tipi, Jofto Augusto Alves *tacie! e Manoel Anto-
nio dos Passos Miranda ou seus berdeiros, alim
de virem, no prazo de 30 dias, que Ihes fica mar-
cado, allegar o que for a bem de seu di/cito nos
processos de tomada de suas contas.
Recite, II de Marco de 1889.
O secretario da junta,
Dr. jintouio Jos de Sant'inw.
Facjdade de Direito .
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, faco publico que a cougregaco em
scsso de 9 do corren te resolveu designar os
das 18 e 19 do andante, s II horas da manb,
para a defesa das Mieses do bacharel Joao Elysio
de Castro Fonseea, o qual dever comparecer
nesta secretaria no dia 13, s" 10 horas da ma-
nha, para tirar o ponto de dissertaefio.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite,
11 de Marro de 1889, 0 oflicial, servindo de
secretario,"
Manoel Antonio dos Passos e Silva.
Prazo de 30 dias
Pela inspectora le.-ia Alfandega, se faz
publico, que, acbando-se, as mercadarias
contidas nos volumcs abaixo mencionados
no caso de seren arrematados para con-
sumo, nos termos do Tit. 5. Cap. b." da
III- II.IICI TCI lillllUIMr. mas 1CIIJ.-UIIUW .1 '.-,1 ,- .. m III' 1 _,
:idade, repeli-me esse grande mal. seiMiudo Consolidaeao das I^eis das Altandogas, os
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata eom cspeciali-
dade de molestias de senhorac c creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n 18, Io andar.
Consultas de 3 s 10 da mauha. .
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONE X. 226
MEDICO HOMEPATA

>j Dr. Balllinzar da Silveiraj
Especialidadefebre-, molestias (
djH crian9as, dos orgaos' respirato-
ros e das senhoras. .
/ Prcr-r.v se aqualqner chamado para i
\l ora da capital.
41'ISO
Todos os chamados devem ser di-
f rigdoa pharmacia do Dr. Sabino,
)
(I
cansaco. iudisposieo e inchando-me as pernas
horrivelmente : liinlirei-nie que tinlin em casa
urna garrafa do seu elixir purilicador do sangue
que um amigo em lempo me linha felo presen
le : sem perda de tonino recorr a ella, felizmen-
te melhorei, atibndose a primeiru garrafal
inandei busc r segunda para concluir o meu
tratamento. Destas joucas linlias que s conten
a pura verdade, poderaTazer o fiso que lhe con-
vier. pois aeho-me radicahaen'c cundo do dito
mal.
De V. S. ltenlo criado e obrigado.Francis-
co Teixein Barban.
Recite, II de Maio de 188ti.
X. 32
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade
Recite, 2 de Dczemhro de 1887.Estando sof-
frendo horrivelmente de siphilis, recorr a di-
versos remedios, os quaes produzram-me cahir
por todo o corpo, grande quanlidade de panos
prelos e no rosto euto em maior quanlidade ;
um amig aconselliou-meque tomasse o prepa-
rado do Sr. que linha tirado grande vantagem
para a mesma molestia, resolvi-me a tomar, em-
bora j cstivesse despersuadido, assiin o Uz,
e rom grande vantagem obtive eom Ire garra-
fas do seu preparado o mais eflicnz curativo e
poriss participo lhe os meus agradecimentos
assiin como Vmc. far uso da minha assignatu-
ra para o que quizer.
De Vuic. criado e obrigado. Joio Francisco
Mouteiro.
X. I*
O perfume unl\*ranl
Por este syinpathico ttulo hoje geralmente
conhecida a legitima Agua Florida de Murray *
I,.minan, tal a diversidade e utitidade de suas
apnlicaces.
Como" perfume para o lenjo exquisita c re-
cherch.
Como cosmtico no toucador sem rival para
suavisar a cutis, fazer desapparecer as lugas,
fortalecer as gengivas, usado como dentifncio,
e alviai- immeilalamente toda irritaco dos er-
vos : como refrigerante no banho insuperavel
para vigorisar a constituicao exhausta pela fa-
diga, a drbilidade ou o calor, para endurecer as
carnes e tornar a pello suave e macia como o
setim.
Alm disto um valiosissimo companheiio de
viagem para refrescar o corpo, dissipar as dortis
da ealieca. precaver se contra os maos cheiros e
miasmas deleterios e evitar cm rauitos casos o
enio do mar
Taes sao as virtudes que lhe hio valido a li-
songeira designacao dePerfume Universal.
Pensao Acadmica .
Esta casa de Pensao situada no ameno
bairro da Boa-Vista, ra da Imperatriz
n. 15 2o e 3" andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a menslidade
de 50, tero eom o maior asseio e regu-
laridade, comida abundante, commodos
agradaveis, excellente banho e criado.
(| Frederieo Chaves Jnior Jj
Homoepatha
}{39 RA BARAO DA VICTORIA 39 ( (
I I Primciro andar
I
Al
ra do BarSo da Victoria n. 43,
ende -e indicar sua residencia.
Bacharel Antonio Witru-
vio Pinto Bandera
Pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1 andar
Cirurgi^o Dentista
DB. ROBEKT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidade de Maryland no
Estados-Umdos, tem aberto o mm consul-
torio, na ra Baraodo Victoria 1^, Io an-
dar.
Consultas da 10 s 4 horas da tarde.
>cu donos ou consignatarios deverao des-
paelial-as <-. retiral-as no prazn de 30 dias,
sob pena de rindo elle, scrcu vendidas por
ana conta, sem que Ibes fique direito de
allegar contra os effeitos desta \cnda.
Armazem n. 1.
Marea diamante A -iw cen4.ro MC em
cima. Um pacotc n. 8, peso bruto 80
grammas, amo'stras de bot5es sem valor,
vind de Haniburgo no vapor allemao
Campias, cm 20 de Janeiro de 1888,
ordem.
A mesma marea, l'ma caixa n. 2, peso
pruto 64 kilos, liquida 44 kilos de pastas
de papelXo simples, dem, idem, dem,
Fernandes IrniSo. l.'ma caixa n. 489,
peso bruto 5 kilos, liquido real 2 kilos de
pecas nao classificadas de louoa de p de
pedra n. 2, idem, idem, idem; nao consta
do manifest.
Armazem n. 3.
Marco .IKAC. Urna caixa n. 1, peso
bruto 204 kilos, re papel estampado para
forrar salas, quebra de 10 por cento liquido
legal 184 kilos, vinda de New-York no
vapor inglez Lisbonense, em 4 de Janeiro
de 1888, a J. F. Carneiro.
A mesma marca. Urna dita n,. 2, peso
bruto 205 kilos de papel estampado para
forrar salas, tara de 1" por cento, liquido
legal 185 kilos,, idem, idem, idoiu.
A mesma marca. Urna dita n. 3, peso
bruto 202 kilos de papel para forrar salas,
estampado, tara de 10 por centro, liquido
legal 182 kilo, idem, idem, idem.
A mesma marca. Urna dita n. 4, peso
bruto 105 kilos de papel estampado para
forrar salas, tara de 10 por cento, liquido
legal 9 kilos, idem, idem, idem.
Armazem n. 4.
Marca bruto 14 kilos e 800 grammas, peso nos en-
voltorios, bonecas nao especificadas, 2,800
grammas, pezo liquido de lousa em lami-
nas e lapis para escrever, 400 grammas,
pesos nos envoltorios de contas de cores,
assetinadas e oucas 800 grammas, peso
liquido de espelhos pequeos de molduras
de madeiras, dourad c diversas amostras
sem valor, vinda do Havre no vapor fran-
cez Ville de MaranhSo, em 20 de Janeiro
de 1888, ordem. _________^^
Jiiizo dos IWtos da fazenda
EscricSo
TOREES BaNDEIRA
No dia 15 do corrente, depois da au-
diencia, rao-a praga por venda, os predios
abaixo declarados, pen horados pela fazen-
da Provincial.
.Santo Antonio
Sobrado a ra do Fogo n. |5 eom 2
janellas c 1 porta, 2 salas. 1 quarto, co-
malia e quintal; no pavimento superior os
mesmos commodos 4 metros e 70 cent-
metros de frente, G metros e tlO centme-
tros de fundo, avaliudo c* 2lK)000, per-
tencente a Mara Bernardina Monteiro.
S. .los
Casa terrea i na de S. late n. C3 K,
eom porta e ancl! de trente, 2 salas, 3
quartos, cozir.lia externa, quintal murado,
cacimba, 4 metros e 00 centimetros de
frente e 13 motos c 40 centimetros de
fundo, avaliad.-i eu> l:500000. perten-
cente a Srasto Rodrigue V'ianna.
('asa terrea iaa do i'aldeireiro
n. 2, come portas e 1 jan ella de trente,
2 salas, 2 quartos, eozioha fra, qninial,jl33jl36l sendo o peso bruto da de n -130
eom 5 metros e 60 centmetros de largu-J48 kilos, tendo as demais cada urna 47
ra, e 5 metros de 1 fundo, avaliada oo^kilos, contends cada urna dellas 25 fras-
\\m dflks de productos chic classifi-
^Ds, total 100 frascos no valor total de
Boa-Vista
Casa torrea rna do Socego n. 14, eom
porta e janella de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, eozinha fra, quintal, o cacimba, 4
metros de frente e 10 metros e 60 centi-
metros de fundo, avahada em 500-jOOO,
pertepcentc a Joaqnim Lopes d Al-
meida.
(a.ia terrea no tereeiro beceo do Pora-
bal n. 4, eom 2 portas c 3 janellas de
frente, 15 metros de comprimento, 10
metros e 40 centimetros de largura, 2 sa-
las, 1 gabinete, 6 quartos,- cozinha fra, 2
cacimbas, cocheira e 1 quarto para cria-
dos avaliada em 2:000($000, pertencentc a
Jos Moreira da Silva.
Graca
Casa terrea ra do Visconde de Ita-
marac n. 20, eom 2 portas e 2 janellas
de frente, 2 salas, 3 quartos, 1 gabinete,
cozinha externa, quintal, eom 34 palmos
c 2 polegadas de frente, 40 palmos c 6
polegadas de fundo, avallada em 800^000,
pertencente a Elias Avelino de Barros.
Poco
Casa terrea travessa do Marques n. 8,
eom porta c janella de frente, 2 salas, 2
quartos, cozinha fra, quintal cercado, ca-
cimba, solo proprio, 4 metros e 90 cen-
timetros de frente, 9 metros e 80 cent-
metros de fundo, avaliada cm 20 ,-)000,
pertencente a Antonio Cabra! de Medei-
ros.
Afogados
Casa terrea Estrada Nova n. 4, solo
arrendado, eom 1 porta e 2 janellas, 2 sa-
las, 2 quartos, cozinha fra, quintal, 8 me-
tros de largura, 5 metros e 10 centme-
tros de fundo, avahada em lOOriOOO, per-
tonomte a Amalia Feliciana de Britto.
Casa terrea ra de S. Miguel n. 182,
eom 1 porta e 2 janellas, 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fra, quintal, .solo proprio,
5 metros e 60 centimetros de frente, 14
metros e 50 centimetros de tundo, avaha-
do em 500->00, pertencente a Ignacio da
Cruz Mello.
Cuxang
Casa as Barreiras de Caxang n. 6,
eom 3 portas de frente, 12 metros de
frente, 12 metros e 2 centmetros de com-
primento oceupado por estabelecimento,
avahado era 200?)000, pertencente Jos
Pedio Fernandes.
Armazem n. 5
Marca S K h C. Urna caixa u. 137,
peso bruto 79 kilos, 4 dozias de garrafas
eom cerveja comum, medindo de capaci-
dad- cada duzia 3,32, total 29 litros, que-
bra de 5 \, liquido legal 28 litros, vinda
de Liverpool no vapor inglez Aiihur em
15 de Dczembro de 1886, a Sulzer Kauff-
man &C.
Marca Couto Santos & C. Um pacote n.
5/ peso bruto 1 kilo, amostras de morim
branco e de cambraia, sem valor, vindo
de Liverpool no vapor ingez Besscl em 19
de Janeiro de 1888, a Couto Santos & C.
Marca FBCeGP embaixo. Um
pacotc n. 121. peso bruto 900 grammas,
amostras de tecido de estopa nao classifi-
eado, sem valor, idem, idem, dem.
Marca l'ascao & Fino. Um pacote sem
numero, peso bruto 600 grammas, amos-
tras de estopa sem valor, idem, idem, nao
consta do manifest. .
Armazem n. 6
Marca Leal & C. Um pacote sem nu-
mero, pesi. bruto nos involtorios 10 kilos,
de joraes, vindo de Southampton no va-
por inglez Mondeao em 12 de Dczembro
de 18*7.
Marca R W B Jons. Um pacote n. 551,
peso bruto 500 grammas, na lata, de tu-
mo destado, idem, idem,, no vapor inglez
La Flota em 28 de Janeiro de 1888, a
11. B. Jodcs.
Marca Jolen H. Bouwel. Urna caixa n.
514, peso bruto 38 kilos, 18 kilos peso
bruto nos envoltorios de folhinhas de mais
urna cor, vinda de Southampton no vapor
inglez Mondeao era 12 de Dezcmbro de
1887, _
Dous kilos, peso liquido de livros para
escripturacao eom impressao.
Oito kilos, peso no envoltorio- de papel
mata borrSo, dem, idem, idem.
Armazem n. 7
Marca F 1. Uma caixa n. 'M, peso
bruto l' kilos, 8 kilos peso liquido de pe-
cas nao elassiiieadas de Iouga de p de
pedra, n. 12, vinda de Hamburgono navio
Euxime, entrado em 13 de Fevereiro de,
1888, a Fernandes & Irmaos.
Hura M &C. Urna caixa n, 8,558, peso
bruto 355 kilos de papel para escrever,
pautado e liso, tara de 10 "r0, liquido le-
gal 320 kilos, vinda de Haraburgo na va-
por allemao Petropolis cm 24 de Feverei-
ro de 1888, n Mcdeiros Marca F M 8 & C. Quatro eaixas de
120, vlndas de Hamburgo no vapor alle-
mao ParOnagu em 16 de Fevereiro de
1887, a Francisco Manoel da Silva.
Marca H S P C. Urna caixa n. 11,
peso bruto 108 kilos, 90 kilos peso as
latas de tinta preparada a oleo para pin-
tura de casas e liso semelhantcs, vindas
de New-York no vapor americano Finan-
ce, em 28 de Fevereiro .de 1887, a Her-
mes de Souza Pcreira di Successores.
A mesma marca. Uma dita n. 12, peso
bruto 106 kilos, 90 kilos peso nos latas
de tinta preparadas a oleo para pintura de
casas, idem idem, idem.
A mesma marca. Uma dita n. 13. peso
bruto 112 kilos, '.^2 kilos peso as latas
de tintas preparadas a oleo para pintura
de casos e uso semelhantes, dem, idem,
idem.
Marca F R. Urna caixa n. 41,293, peso
bruto 25 kilos, 19 kilos pes-- liquids real
jornaes impressos vinda de Hamburgo no
vapor allemao Pernambv.co em 1 de Fe-
vereiro de 1887.
3* Secco da Alfandega de f'ernambu-
co, 9 de Marco de 1^89.
O che fe,
Domingos Joaqun da Eonseca.
Recebedoria Provincial
O administrador da Recebedoria Provin
cai dando cumprimento a ordem constante
da portara sob n. 225 expedida n esta
data pelo Illm. Sr. Dr. inspector do The-
souro, faz publico, para conhecimento dos
interessados, que tica prorogado at o dia
30 do corrente o prazo concedido para pa-
gamento, livre de multa, d?.s animidades
e mais serviros da Reeife Drainagc Com-
pany relativamente ao 2." scm-.stre do
exercieio de 1888.
Recebedoria Provincial de Pcrnanibuco,
9 de Mareo de 1889.
Francisco Anmtttat de Carvalho Moura.
Kni'ii'ilmlr Ahsitiadora da Agri-
< uliiira de Pernamlmc*
ASSEMBI.fcA (ERAL
be ordem do Exm. Sr. presidente da assem-
bla ficral d'esta sociedade, coromendador Fran-
cisco do llego Barros de l.acerda, e de ccordo
eom o a-t. 2" dos respectivos estatuios eam
convidados todos OS socios elTeclivos la mesma
para, constitu dos em assrrabtea gerat, proceder
no dia 13 do corrente elrWio dos membros do
consellio administrativo e mais inaccionario
electivos pela forma estahelecida nos arls. 48 e
seguintes dos supra citados estatutos.
A sesso veriGcar-se-ha no mencionado dia 15
1 liora da tarde, na sede social, ra da L'nio
d'esta cidade.
Reeife, 8 de Marc(o de 188!.
*' Ignacio de Barros tatrelo.
Secretario geral.
Thesourria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido os
eredores de dividas deexercicios lindos, abaixo
mencionados, a virem requerer o scu pagaraen
to. em vista da ordem do Thesouro n. 40 de 26
de Fert-reiro ultimo.
Coinpanhia Pcrnambncana 701 .100
Fr. Paulino da Soledade 130000
Secretaria da Thesourria de Fazenda de Per-
nambuco, 8 de Marco de 1889,
O secretario,
Dr. .lnonin Jos de Saut'Anna.
Capitana do porto
%vi ao* u(aiHei
De ordem do Illm. Sr. capitiio-tenente Rodrigo
Nunes da Osta, inspector deste arsenal e capi-
to do porto desta provincia, faco publico a
jquern interessar possa, que o Se. capitn do
Sioriii do Aracaj, em tetegramma datado de
oje, communicou que o pharel Aracaj aeha-se
funecionando.
Capitana do porto de Pernitnbuco, 8 de Mar-
co de 1889.0 secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Companhia de Seguros Phe-
nix Pernainbucana
Os seuhores accionistas sao convidados a reu
nirem-se em assembla geral ordinaria, na ter-
ca-feira 19 do correnle, a 1 hora da tarde, na
sede da companhia. A reunan tem por lim dar
execucao ao 1- do art 27 e 2 do arl. 30 dos
estatutos.
Pernambuco, 2 de Marco de 1889.
Os administradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
Manoel da Silva Maia.
BASCO VOttmWi
DO
Capital 0,000:0004
Idesu rralisado lt,00:0004
A caixa filial deste Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, sacca, vista ou
a prazo, contar os seguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
LONDON.. (Banco Internacional
< do Brasil.
( London office.
( London fx C oiinty
( Banking Company L.td
PARS......(Banqnede Pars A des
(
Pays-Bas
Deutsche Bank,
i
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Hamburgo.0
Berlim....
Bremen ...
Frankfur.t
sur Main...
Antuerpia..
Ruma........
Genova......
aples.....
Milaoemais.
340 cida-i
des de Ita- ]
lia...........'
Madrid.......
Barcelona ..
,Cdiz........
Malaga......
Tarragona.
Valen cia e /
ou tras c i-
da des d a
Hes pa nha
e ilhas Ca-
narias ......
Lisboa......y
Porto e mais I
cidadea de >
Portugal el
ilhas.......;
Buenos Ay-
res .........,
Mon tevido
NovaYork. G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praea do
imperio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de
movi ment eom juros na razSo de 2 /0 ao
nno e por letras a praza a juros ^onven-
cionados.
O gerente, I M. Wes
Banco
suas agencias
de Portugal
The London Iiver
Plata, Limited.
D ordem do Illm. Sr. Dr. raspee
faco publico que m cumprimento da re-
solucao de S. Fxc. o Sr. Dr. presidente
da provincia, de 14' do corrente, fica mar-
cado o prazo de 45 dias a contar desta
data, para a incripbao ao concurso que
ter lugar neste Thesouro no dia 15 de
Abr 1 prximo faturo, afini de preencher-
se tres vagas de 3o escripturario existen-
tes nesta repartico.
O exame versar sobre leitura, analyse
grammatical, orthographia e arithmeti:.
at a theoria das propor^oes inclusive.
Os candidatos dcvero requerer ins-
pectoria deste Thesouro a sua admissao ao
concurso por meio de peticao documenta-
da, provando ser maior de 18 annos, achar-
se livre de culpa e pena e ter bom com-
portamento, Ibes sendo licito juntar, alm
destes, quaesquer outros documentos que
poetara favorecer o oou direito.
Secretaria do Thesouro Provincial de
Pernambuco, SI de Peverci?o de 1889.
Servindo de secretario
0 official,
Lindolfo Cqmpeu.
4.a seecSe.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 19 de Fevereiro de
1889.
Por esta secretaria se faz publica a re-
commendaeo do Exm. ministro e secre-
tarlo de Estado dos negocios do imperio,
eonstantc do aviso n. 288 de 22 de Ja-
neiro findo, para conhecimento de Mara
Severina da ConceicSo Lucas, mai do
alumno do Instituto dos Surdos-Mudos,
Jos Louren90 Godolredo Lucas.
N. 288. 2a directora. Ministerio
dos negocios do imperio. Rio de Janeiro,
22 de Janeiro de 1889.
Illm. e Exm. Sr.Nao podendo, na
conforraidade do artigo 25 do regulamen-
to do Instituto dos Snrdos Mudos annexo
ao deeteto n. 5,435 de 15 de Outubro de
1873, continuar alli, por haver attingido
a idade de 18 annos, o alumno Jes Lou-
reno Godofredo Lucas, a quem se refere
o ofticio dessa presidencia de 24 de Ou-
tubro de 1882 e convindo, portante, pro-
videnciar arini de que seja retirado do
mesmo Instituto o dito menor, o qual, se-
gundo informa o director do estabeleci-
mento no officio, que a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularmente por escrip-
to, perito official de encadernador e tem
o peculio de 8645950, recolhido a caixa j
econmica, dou conhecimonte dristo a V.
Exc. para os fins convenientes.
Deus guarde a V. Exc. A. Ferrei-
ra Vianna.Sr. presidente da provincia
de Pernambuco.
O secretario interino,
ManoelJoaquim Silteira.

"**

Empieza da estrada de ferro
de Ribeirao ao Bonito
t<-nabl<-a feral ordinaria
Nao se tendo reunido hoje, no eserip-
torio desta Empresa, numero suficiente
dos Srs. accionistas para a reuniao ordi-
naria de assembla geral, convocada nos
termos do art 73 do decreto n. 8821 de
30 de Dczembro de 1882, pela segunda
vez convocada mesma reuniao para o
dia 22 de Marco prximo ao meio dia, no
escriptorio d'esta Empresa, praca.de
Pedro II n. 73, 1." andar.
Reeife, 28 de Fevereiro de 1889.
Jos Bellarmino Penetra d-t Met?,
Director secretario.
Banco de crdito real de Per-

Em cumprimento dos 9. e 12." do
art. 83 dos Estatutos e das disposicSes
da lei n. 3150 de 4 de Novembro de 1882,
convocamos aos Srs. Accionistas reuni-
rem-se em assembla geral ordinaria, no
dia 23 do corrente mez, ao meio dia,
em uma das salas daAssociacao Commer-
cial Beneficente, afini de lhes ser presen-
te o relatorio das opera^oes do anuo ban
cario, findo era i!l de Dezembro de 1888,
acompanhado do parecer da eommissao
fiscal, e proceder-se eleeao d'esta, do
presidente, vicepresidente. 1. e 2." secre-
tarios da Assembla Geral.
Reeife, 7 de Marco de 1880.
Os administradores"
Manoel Joao de Amoritn.
Antonio Fernandes Rbeiro.
Luiz Duprat.
Companhia de Seguros Am-
phitrite
Os f enhores accionistas sSo convidados a reu-
nirem-se em assembla rcral ordinaria, na qnar-
ta-teira 20 do corrente. 1 hora da tarde, no sa-
lo da Associaco Commercial Beneficente. A
reuniao tem por fim cumprir as disposicoes dos
estatutos, arts. 36 40.
Antonio M Amorim.
Manoel J. da Silva Guimaries.
Joaquim Olinto Bastos.
Companhia Aa lago ana de
Fia^ao e Tecidos
Convidamos aos Srs. subscriptores des-
ta companhia para, de accordo eom os
arts. 9 e 10 dos estatutos at o dia 17 de
Margo prximo futuro, realisarem sua
quarta entrada na razao de 10 [0 do valor
de suas accoes ao Banco Intenarcional
em Pernambuco.
Maceio 15 de Fevereiro de 1889.
Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio Pedroso Barrete.
MARTIMOS contra fogo
Companhia Pheuix ler-
nambucana
RA DO COMMERCIO N. 26 1. ANDAR

V


Companhia- de Seguros
\(iES-T
Miguel Jos Alves
>': 9Una lo Bom Icmun-*.
' SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos securjs a nica companhia
nesta praea que concede aos Srs. segurados semp-
cJq de pagamento de premi em cada sel
anno, o qne equivale ao descont anniial de i
carde 13 por i' s
i^St* -'


6
Diario de Periaubuco-Ter^a-fcira 12 de Mar^o de 1889



C#mpaul)ia fce Seguro*
COSTO* POM
NORTHERN
de Loadre* e Afcerdaea
Psito financeira fDezembro de I885J
Capital subscripto 3.000,000
Fundos ccumulados 3.134,348
meeelta aoooal :
De premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGEKT1.,
John H. Boxivett.
CONTRA F860
Ule Liverpool k Lomlon 4 Globe
HTStlHAITCS znalPAITY-
SLACSUBST, OISAX & C.
Ra ao Commercio n. 3
London &~Brasiian Bank
Limited
Ra do Comiuercio n. 32
Saeoa por todos os vapores sobre as cai-
cas do mcsmo banco eni Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. N*
Porto, ra dos Jnglezes. ^^ _________
Companliia
Imperial
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercaderas
Taxat baixaa
Frompto pagamento dt prejuizos.
CAPITAL
Rs. 1,aO:0*0M>
GENTE
HOH k C.
N. 5RA DO COMMERCION
INDEMNISADORA
Campanilla de Seguros
martimos e terrestres
K(b<'lc< ida om 1 SH
CAPITAL 1,000:000^000
SIMSTROS PAGOS
At 31 de Deatembr de f 884
Martimos.. 1.110:000,8000
Terrestres. 316:000$000
44Ra do Commercio:44
SEGGM costra FOGO
Roval Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL .000:000
AGENTES
11. DE DRUSINA&C.
13Riia Mrquez de Olinda13
SANTA CASA
CAMA PARA %l.l 4. \ll
Hu... ila Moeda n. 49, aruiazi-ai 2494000
dem de Vicario Tenorio n. 27. leja 240*000
dem dem u. 22, 3." andar <8M000
dem dem n. 25, i." anda JWlOOO
dem uo Bispo Sardinha n. '(. 1." e 2."
andares e soto 400*000
dem do Bom Jess n. 29, 3.' andar iOOiOOu
Ideu! do Mrquez de Olinda, sobrado
. .44 i: 1.11*000
dem do Bom Jess n. M. I." andar 24OM00
Becco das Boius n. 14, loja l.1 el." an-
dar, s 480*000
lim -itio em I'arnacueiriuo. 460W09
Pede-se aos Senho-
res con sunim dores
que queiram fazer
qualquer comiminica-
cao ou reclamacao, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde ta mbem se r e-
cenera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Se-
nil ores Hermill o Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oliveira, e
quando for preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Todos os recibos
destaempreza devero
ser passado em taloes
carimbados e firmados
pelo gerente, sem oque
nao ero valor algum.
George' VV indsor,
.Gerente
" MARTIMOS
Rio Grande e Pelotas
porto aci'
ileiro Mar
Royal Mail Sleam Packet
Companhia
O Tapor La Plata
Commandante A. H. Djrke
Esperase da Europa at o da 15 de
ItMarco, segundo depois da demo-
5* ra do cosinm 3 para
Baha. Rio le Iaoeiro. Monte-
video e Baeaoa-Ayrea
O vapor Neva
Commandante G. M. Hicks
E' esperado dosul no dia 17 de
Marco e seguindo depois da demora
neces8aria para
||^
^y^^
S. Vicente, Lisboa, Vigo, Southampton e
Antaorpia
Reduccao d Ida Ida e volla
A'Lisboa 1 classe 20 -30
\' Southampton classe 2* 42
Camarotes reseados para os passageiros de
Pernambuco.
F.mquanto vigorar a quarentena imposta na
Repblica Argentina, aos navios procedentes do
Brasil, os vapores desta companqia nao aceitarlo
passageiros nem carga para Buenos-Ayres
Para passagens, fretes, encommendas, trata-se
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
CHARGEURS REUNS
Companhia Fraaresa
DE
\avegaeao a Tapor
jinha quinzeual entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor A tbens
E esperado da Europa at o dia 13
d* Marco, seguindo depois da in-
dispensavet demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rogase aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga das al varengas
qualquer reclama^ "montea volumesque
porventura tenbai.. .lo para os portos do
?ul atim de se podei dar a tempo U provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nao se
responsabiliza por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a fre'te : tratase com o
AGESTE
Augusto Labille
y RA DO COMMERCIO 9
CUNPOHII MIMAMC*Xt
BE
Navegad eosfefra por vapor
PORTOS "DO SUL
Macei. Penado, Aracajn e Bahia
O vapor S.Francisco
Coiuniandaate Pereira
Segu au dia 14 do corrente as
5 hora la tarde. Reeebc car-
a rtlet dial::.
Encommendas. patmgiM e dinheiro fete,
at as 3 horas da tarde de dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Compmvhia* Pernambucana
Leilo
De uaiveis, ltuti* de cryttal, louca c
fidfl
CoiaMoao :
Del mohilia de jacaniul>i a medalhao com 18
cadeiras de gnarmcao, 4 unas de bracos, 1 so-
f, 2 censlos com pedr-u c 1 jardinera com di-
ta. 1 espelho. jarros pura flores,* quadros, i
serpentina imi:! mangas. 2 figuras, de parcel
lana. 0 capachos de palha, 1 lustre de cryslal, 1
cama franceza de Jacaranda, 2 lindos guarda
roupas de amarello, 1 lavatorio de armario com
lampo de pedra. 1 toilet com espelho. 1 com-
moda. 2 maiquezOes largos, bidet, 1 cadeira
privada, 3 cabides, 2 balaios com tampa para
roupa, 4 me.-a tlasiica com 3 taboas, 1 guarda
louca. 2 apparadores. 1 marqueza, 2 cadeiras
de balanco, 12 cadeiras de junco, l carta geo-
graphica de Portugal (moderna) 1 machina de
costura, loucas para a I mojo e jantar, 1 porta
![ueijo, 1 galheteiro. 1 faqueironickelado, garra-
as, coposj clices, compoteiras, peneiras de
rame, bandeijas. cafeteiras cobertas de arnme.
1 chave ingieza. 1 torno c muilos oulros objec-
*tos que estario (latentes no acto do leilo.
" O agente GusinOo, autorisado pelo Sr. Jos
Marques da Silveira, que retirou se para Euro-
pa com sua Exma. familia, fara leilo dos objec-
tos cima mencionados, be quaes se tornam re-
commendaveis por se acharem em perfeito es-
tado
Terea-felra lt do rorrete
A's 11 horas
No 2- andar do sobrado ra Dujue de
Caxias n. 44
Leilo
De predios
A saber :
A casa terrea do largo do Mercado ns. 24, e
oceupada pelo taino do Raposo aqual rende
1:000*000.
A casa da ra das Laraugeiras a. 22 300000.
l'ma dila da travessa dos Expostos n. 6 324*.
"uas ditas da ra do Conde da Boa-Vista ns.
68 e 70 reudem 1:000*000,
l'm sobrado de um andar da ra Yelha n. b2,
com janellas para o oito.
tuarfa-feira 'iO do rorrete
A's II horas em ponto
I'recisa-se de unw ama para comprare co
sinhar e laer todo servicu de casa de pouca fa-
milia na ra Vis conde de Albuquerqae (oulr'ora
matriz da Boa-Vista) n. '
^"Veide-e a tawroa em xfruguezada da
ra da Imperatriz i. ",;;
' Protesto
abaixo assignada protesta, como proprieta-
rio do terreno da ra da Maogueira. contra a
rifa que do mesmo terreno est se fazendo.
Recife, 11 de Marco de 1869.
Silvino Jos de Mello
Agente Pinto
Comp
anhia lrasileira de
Naveja^ao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante Jlo Mara Pessoa
E' esperar -das portos do norte at
odia 17de Marco edepois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sol.
Recebe tambeni rirca--oara Santos, Santa Ca-
marina. Pelotas. Porro Afegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
As encommendas so sero recebidas na agen-
cia-at 1 horada tarde do dia da sabida.
Para carga, passageu. encommendas e .alo-
res tratase com os GEXFRS.
PORTOS DO NORTE
O vapor Afanaos
Commandante o Io tenente Guilherme
WaACu^lon
E' esperado-dos portos do sul at o
dia 1/deMarco e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos dooarte at Manos.
As encommendas sao recetadas na agencia
at 1 hora da tarde do diada sahida.
Para carga, enwmmendas. passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
ti=Rwx io V/o*umercio=d)
i" andar
LEILOCS
Quarta-feira 13. continua o leilo de movis e
mais objectos oxisteatM o armazem da ra do
Mrquez de Oliuda n. 83, ao correr do martello.
por ter o mesme agenta de effectuar sua mu-
danca para o armazem da ra do Bom Jess
n.ti
LEILO
Agente Silveira
De urna arraaeo. pst*. bnlanca. medidas, re-
gistro de gaz e canteiro:. a qual acha-se livre e
desembaragada de impostos garante se ,i cha
ve ;to comprador.
Terca-feira 12 do corrente
AS 10 1.2 HORAS
Ra das Mrangeiras n. 2
\o armazem da na Mrquez
de Olinda o. .
Leilo
Ao correr do martello
De mobilias de Jacaranda, mogno, pao carca,
e junco, quadros, jarros, espelhos. relogios de
parede. transparenles chmezes, candieiros gaz,
arandelas, mesas, cadeiras de junco, guarda lou-
cas. apparadores. fiteiros. camas de ferro, inar-
quezi.-. cadeiras de balando, camas para meni-
nos e lavatorios com pedras.
I ni piano. 1 serafina, I fugode ferro, 2 bom-
bas, 1 guarda roupa. pannos e bastedores para
um thealro pequeo.
Bancas americanas. iclasses)carteiras para col-
legios, e I fttgfio de ferro grande emuitosoutros
movis.
Objectos de electro-platc e bronze
Qnarta-felra 1S de Marco
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
O agente Pinto tendo de mudarse do arma-
zem da ra Mrquez de Olinda n. 52 para o da
ra do Bom-Jesus n. 45, far leilo ao correr do
martello de todos os movis all existentes os
quaes sero vendidos, sem reserva de precos.
Em coutiuuaco vender o mesmo agente :
Urna secretaria grande. 1 burra prova de fogo,
1 repartimento de escriptorio. 1 armacao iagle-
za, f carteira. 1 balancn. o utros movis de es-
criptorio, existentes no armazem da ra Mr-
quez d'Ulinda n. 52.
0 leilo principiar s 10 1 2 hora- em ponto
por serem muitos os luto.
Entrega emfacto continuo e em 24 horas
Ltrbio
De 3 eavailus, 1 novilba e I race* touri-
na com cria
Quarfa-felra. 19 do corrate
A's 11 horas
ente Pinto
Em "rente ao armazem da ra Mrquez de
Olinda n. 52
Por uccasid do leilo de movis, livros e
fazendas.
Ag<
2 leilo
Da armacao. cofre prova de fogo, candieiros,
mercdorias e utensilios existentes na loja de
fazendas sita ra Visconde Inhauma n 4
antiga doRangel. servindo de base a offerta de
2:410*.
Qaarla-feira IS do rorrete
A' 11 horas
O agente Gusmo, autorisado por mandado do
Exm. Sr. I)r. juizjdr aireito do commercio e a re-
3uerimento do Dr. curador fiscal da massa falli-
a de Salvador Goncalves Braga & C, lefar a
2o leilo com assistencia do mesmo juiz, o e8-
tabelecimento cima mencionado.
Balanza
\ ende-se urna batanea em bom estado, com
columna e braco, do afamado fabricante Remito
na ra larga ao Rosario n 17.
Offerece-se
urna senhora de meia- idade de f.jnia, e de
boa conducta, para fater companhia ah casa de
familia, mas que nao tenha meninos, se presta
a fazer alguns servjcos, exige um pequeo or-
denado dentro desta capital, d fiador sua con-
ducta ; quem pretender diriia-serua do Ara-
go n. 13, das horas da manh s 4 da tarde.
Ama
Precisa-se de urna boa cosinheira para casa*1
de pouca familia : na ra do Livramento n. 22,
segundo andar.
Ama
Precisase de urna boa cosinheira : na na da
Aurora n. 85. mercearia.
Ama
Na ra da Saudade n 1, precisa se de urna
cosinheira para casa de pequea familia.
Ama de leite
Precisase de urna, ama de leite e de um ven-
dedor de plantas, menino ou relio : a tratar na
ra Baro da Victoria n. 54, na novaaaencia de
movis.
Boa acquisiCfo
Aluga se a loja do caes 22 de Novembro n. 58,
muito propria para qualquer genero de negocio:
a tratar no Louvre ra 1 de Marco n. 20.
Perdidos
Urna pessoa que conduzia dous embrulhos, um
contendo roupas, e o outro co.'rtendo urna chapa
e documentos que s interessam ao dono, deixou
ditos embrulhos em urna loja, que nao sabe onde
foi. Pede a quem achou ditos embrulhos que
os entregue no largo da TPenha n 10, taverna
liiUs le Mouxa o Milva
Baro de Santa Cruz e seus til tos (ausentes),
Dt. Paulo Jos de Oliveirn e seus lilhos, Luiz
Leopoldo dos Guimures peixoto e seus filhos,
pai, irmos, tio e prunos de Luiz de Souza e
:-ilva, fallecido na corte, mandam rezar urna
missa pelo repouso eterno d'alma do mesmo fal-
lecido, no dia 12 do corrente, na matriz de San-
to Antonio, s 8 1/2 horas da manh. e pedem
aos seus parentes e amigos de assistinmi aquel-
lo acto religioso, confessando-se desde j agra-
decidos ao- que comparecerem.
t
HhikhI do ^aM'imenio Mll%a
Hermina Sevenana Rodrigues do Nascimcnlo.
Manoel Guilherme do Nascimenlo, Jorge Estevo
do Nasciment.i, Joaquim Christiano do Nasi
ment, Joo Flix do Nascimenlo, Alfredo Can-
taWcc do Nascimenlo. Malina Joanna do Nasci-
menlo Pi Vidal, Antonia Aquilina do Nascimen-
lo, Jos Pi Vidal. Alexandrina Maa daloucei-
eflo Nascimento, mulher, filhos, gnro e ora.
itrradecem do intimo d'alma a todas as pessoas
que se dignaram acompaohar os restes .mortaes
al a ultima morada do ?eu esposo, pai e so-
gro ; e de novo as convidam para assistirem
as missas que mandam reiarfna igreja de N. S.
do Livramento. pelas 7 horas da|manli do dia
12 do corrente. tersa-feira.
Leil
ao
De grande varivdade de lindos objeetcs, vindos
como amostra e oulros para fechaioeutc de
coutas.
Constando de:
Grande colleccoes de carteiras, charuteiras e
cigarreiras, lindas correntes de. pa met o que h
de melhor. 1 rico sortimeulo de jarros e objec-
tos para cima de loilet, brinquedos para crianca,
escovas para cabello e roupa, grvalas para lio-
mens e senhoras, faqueires para crianga, chales
e outros muitos arligos que estarao patentes a
vi-;a dos compradores.
Qiilatta-felra. I 1 do rorrete
A's 11 liorass
No armazem ra Mrquez de Olinda n. 84
Por intervencao do agente ,
Gusmao
Leilo
Leilo
Da armacao envidracad e envernisada, miude-
zas, cigarros, charutos brinquedos. candieiros
e uiais arligos propros para tasa de cigarros.
em um ou mai? lotes.
Ao correr do martello
Terca-feirr, 12 do corrente
A's II horas do dia
Na ra do liahgel n. 50
Pelo agente Martins
Leilo
Ue 1 rico p^ano inte!r;uiieuteuovo do f
"Meante K. Rispas, e ffma cadeira nova
para o mesmo.
Terea-feira .1 v Mar^'o
A's 11 hora*
\ 2" andar do sobrado ra Duque de (*-
\ia> n 41.
acas e vi-
^Mnwtr k> 4o a^mte
G us, nao
De 2 iiuportaiites vaccas.prenhes tourinas verda-
deiras, 1 garrote tounno e 3 cavallos, sendo
um bom de sella.
Ouiota-feira 14 do corrate
A's 11 horas
No armazem ra Mrquez de Olinda u. 48
Por laterveaeSo do agente
teino
AVISOS DIVERSOS
- Aluga se o solirado da p.-aca Conde d'Eu n#
26 e o da ra do Baro de S. Borja n. 26. ambos
com grandes commodos pota numerosa familia ;
a tratar na ra de i*onto Amaro n. 8.
Alnga-se o 2 andar com |gn a ra do
Padre Muniz a. 13 a tratar ni na das Trin-
cheira n. 18.
Alua se casas I S^uOti no ("ico tjjg
Ihos, jan!.' de S. Goncallo ; a tratar na ra u
Imperatriz n. *>'
Aluga se a casa n. I roa Leattoraata do
Gomes, em. Santo Amaro : a tratar na roa da
Imperatriz n. 32. 2- andar.
Precisa-se de um criado para traba I liar ein
un sitio : na ra doCotovi-llo n. 15.
- I'rei-i-a de urna ama para costaba dfl
pouca I trat.ii' na eslaco da Jaqueira.
- Precisa-se de urna eosinfi"ira o de urna co-
peira : a tratar na na da Solcdade n. 82.
I'recisa se ile una lioa ama
ra do
res n 18.
ranriMn da Me*** Pereira da
mil a
Primo Feliciano Pereira da Silva. Virgilio
Francisco Pereira da Silva, Jos Antonio Pereira
da Silva, Vicente Ramos Pereira da Silva, Theo-
doro Jos Pereira da Sih a, Francisco de Borja
Pereira da Silva, Antonio Pedro Rates Bibei-
ro, Francisco Ferreira Lima, Rila Francisca de
Mello c Silva, Maria Amelia Pereira da Silva,
Sophia Francisca da Silva, Maria Francisca Pe-
reira da Silva, Marcellma Maria dos P. e. Silva e
Joanna Francisca Ribeiro da Silva Lima, MBbop,
daados e soBnnho, ngradecem do intimo d'ai
ma a todas as pessoas, prenles e amigos, que
se dignaram ai-ompanhar os restos mortaes at
ultima morada de sua prezada irm, cunhada
e tia, e de novo as convidam para assistir
missa que mandam rezar na matriz de Santo
Antonio, petas 7 horas da manh de 13 ;do cor-
rente, quarta-feira
f
TlM-opbil iuiiuolii le t*i-u'(l
e Wouza
Jos de Azevedo e Souza, seus filhos e oras
agradecem do intimo d'alma a todas as (Maoas
que se dignaram de acompanbar at a ultima
morada os restos mortaes de seu preslimoso e
sempre lembrado ilho. irmo e cunhado Theo
puilo Augusto de Azevedo e Souza,; ede novo
as convid..m, e bem assim aos parentes c anii
gos, para assistirem as missas que mandam re-
zar na igreja da Soledade, pelas 7 limas da ma-
nh do da 14 do torrente, stimo de seu fallen
ment, pelo que desde j se ronfessum eterna
mete gratos.
t
Barbare! Fernando .4Ooiiwo Ferreira
Cicero B. de Mello, sua mulher e filhos.
mandam rezar missas por alma de seu fallecido
cunhado. irmo e lio. bacharel temando Alfonso
Ferreira, no dia 14 docorreute na matriz da Boa
Vista, s 7 lrl horas da manh, stimo dia do
seu passament.
A todas aquellas pessoas que se dignarem
assistir a oste acto de religio e piedade.' desde
j se confessam eternamente agradecidos.
t
Franeioca Janaaria feaoria de
l.una
Manoid Joaquim da Conceico, Maninlia I
da Rosa e sobfiohes da Snada, convidan
. ya pessoas amiga l-.-i-
liii'iu as mandam celebrar na igreja
da Santa l>uz, t ~> horas da manh. do dia l
do corrente mes, 7 dia rio seu fallec.i
cuifessaii eternamente agnwi
rifto i arida-.le.
mina a
GRANDfi MQUIDAGAO-
Na Loja d#s Estrellas
o6-Ro Dnqne de Cxs58
Telephoae a. lo
Este bem conneeido estabelecimento acaba
de pa'ssar por urna grande reforma,
sendo ligado interiormente com a
casa contigua do n. 58 no intuito
de serem despachados todos os seus
freguezes com mxima brevidade
possivel, resolveu fazer grande II-
fiildaeo ce todos os saldos que
'licaram de balanco, por menos
50 9 do seu valor, cujos artigos
passamos a demonstrar:
Artigos de le
Esguiao, peca, a \$500.
Madapolao com um metro de largura de
14$ por 7*000
dem idem americano de 8> por 5)>000
Algodao marca T, especial., muito largo,
de 7J> por 5*000.
Bramantes, pecas, por 7f$000.
Atoalhados, lindos desenhos, duas largu-
ras, a 1 e 1*200 o metro.
Ouardanapos de 4* por 2*000 a duzia.
Estopa de linho para bordar a 500 o me-
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 1*500 o dito.
Lenos brancos e com barras de cor a 1*,
e 1*200 a duza.
Toalhas de fustao, qualidade superior, a
3* e 4*000 a duzia.
Cretones para coberta a 240 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de cores a
2*000.
Leuc/e^ de bramantes a 2*000.
Chales cscocczes a 1*000.
E outros muitos artigos que deixam de
ser mencionados e que se vendem cora
igual abatimento
Te el do* de alta u oidade
PARA VESTIDOS DE SENHORAS
Linhos pardos para'(vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros-e listras de 1*800 por
800 rs.
Sctins de seda, todas as cores, do....
1*200 por .X)0 e 320 rs.
Merinos lisos, todas cores, de 500 por
240 rs.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Nonsuks, desenhos novos de 240 por
120 rs.
Cretonet, claros e escuros com lindissiraos
desenhos de 440 por 240 rs. 1.800
PECAS!
Merinos de quadros, grande variedade de
padroes, de 660 por 240 rs.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 rs.
pechincha !
Fusioes de cor, de quadros e outros dese-
nhos muito lindos, de 500 por 160 rs.
Hedas Felippinas, de 500 por 200 rs.
E muitos outros tecidos para vestido,
em algodao. linho, 13 e sedas que se ven-
dem como o Hnesmo abatimento de 50 \v-
Coafecco
Vestidos feitos de Casemira ricamente
bordados de 80* por 5* e 30*.
Ditos para armar de 6*, 8* e 10*.
Ditos brancos bordados em carto, alto no-
. y idade a 8* e 10*.
Guarnieoes de colariuhos e punhos para
senhora por 1* e 1*200.
Capotas (preparadas na corte) up 20* por
91 e 10*
Gollinhas e punhos para menino de 3 a
8 annos.
Vestuarios e roupinhaa para crianas, por
6 *->. 8* e 10*, e Jersey, casemira e
de brim.
Saias bordadas a 2* e 3*.
Enxovaes j-ara baptisado com collares ele-
trieos |>or 5*;
Luvas de seda meio braco e qualquer ta-
maito a 1*500 o par.
dem idem de Escocia a 1* e 1*500.
Sobretudos irnpermeaveis de borracha de
70* e 80*. por 30* c 40*.
Capas e pellerinas de cachemiras ottoma-
na ricamente enfeitadas de vidrilhos a
25* e 30*.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurgurao, tanto para phantasia como
para commodidade a 38* c 40*.
Velludos de seda e algodao de muitas co-
res.
Gazes de seda.
Ricas renda hespanholas de seda, algo-
d\o < Hnio, com um metro de largura.
Setins Maco de todas as cores a 750 e
800 rs.
E muitos outros artigos de confecyoes
como sejam mantilletes de blonds, sahidas
tic .miles, loques transparentes e de phan-
lasia, e outros muitos niais, que se ven-
floin con o mesmo abatimento de i'K) [0.
Para, aoaaeas
Casimiras inglezas cora dnas larguras, de
3*500 por 1*200.
Ditas c6r de caf e azul, de 2*500 por
800 re-
cortes de seda para collete, de 12*000 por
3*000 e 3*500.
Ditos de velludo e fustao a 1* e 1*200.
Meias inglezas com fio de seda, de 12fi
por 6*000 a duzia.
Paletots, de 7* por 4*000.
Camisas oom um pequeo toque de di
a 1*600 urna.
Collarinhos, modelo moderno, a 5*000 a
duzia.
Camisas inglezas com collarinhoe e pu
nhos, sem collarinhos e sem punhos a
36*000 a duzia.
Brins pardos de linho a' 240, 280. 320.
360 e 400 rs.
Dito' branco de linho n. 6 a 1*200 a vara.
Lindos cortes de casimira- ingleza, de 6*
^ 8*, 10* e 12* a 4*, 6*, 8* e 10*000.
Sobretudos impermeaveis de borracha, para
homens, de 70* e 80* por 30* e 40*.
Ceroulas francezas, de 38* por' 24*000
a duzia.
Paletots ed seda, completos de feitosd
casemira. malas para viagem, ebolcas e
tapete e um completo e variadissimo sor-
t i ment de cheviots, casimiras francezas.
inglezas, pretas e de efres de padroes in-
teiramente novos e que se vendem.com o
mesmo abatimento de 50 i0 de seu valor.
Retalhos
Aproveitcm a grande quantidade e
pelos precos, cm sedas pretas c de cores,
gorgor3es, setins, I3s, merinos, zephyros.
linhos. chitas, madapoloes e algodaosi-
nhos.
E muitas outras peehinchas que s se
eneontram na
Loja das Estrellas
5t>, 58Ra do Duque de Caxias56, 5t
Para medico ou advogado
Aluga-se a sala da frente com gabinete ao la
do. forrada com papel e esteira. ra de
Marco n. 20 (antiga do Crespo) : a tratar r;i
lojn.
Preferencia
O 'EITOUAL de cambak hoje o re-
medio mais receitado pelos mdicos para
as molestias do peito.
Francisco Manoel da Silva & C.
Superioridade
cima de qualquer outro remedio para
as doencas do peito, est collocado pea
sua efficacia o Peitoral de Cambar que
se vende em casa dos agentes Francisco
Manoel da Silva & C, ra Mrquez de
Olinda n. 23.
A ultima palavra
Da medicina para as molestias do peito
0 PEITORAL DE CAMBAR.
Francisco M. da Silva 8&000 a duzia
OLEO AMERICANO
O ni ai* ceoooioieo. hy-iieoieo e
perfumado oleo para o
G .A. 03 DS X, 3C O
VENDEM
GOME DE MATTO* IRMAO*
23-rua Mrquez de Olinda -23
SUSCITE

Depsitos as prmeipues Pharmaciz:
Em Ptnwmbnco .-
FRAN M. da SILVA e C\
ili'i II
NAO PERCAES TEMPO!
TOATA-I O PEITORAL DE CAMBAR
qae o nico reoiedio elaeaz
(ai-a a molestia do larynge. hrooehio e pulme !
Uom o uso deste poderoso medicamento debellam-se as tosses as mais impert
neulos e rebeldes e tambem desapparecem as oppressSes, dores do peito e alteracSe
da Vos .--loi m expectoracocs sanguinolentas e os escarros de sangue; em pouce
tempo losenvolve-se o appetite, as forcas perdidas* reapparecem, e em una palavra
os adnnos sentein urna mudanca muito notavel e por assiin dizer, reanimam-se f
escpalo de una morte certa.
!.\ainiu>i que a marca da fabrica e a tirina do autor J. Alvares de S. Soares
se che i nos rtulos que circulara a rolha e gargaio de cada frasco, como garants,
tontnv fis umita falsiica95e8 e mitacoes que por toda a parte apparecera.
Ageates o*e*ta provlaela
. FftANGISCO MANOKL DA SILVA & C
Ra Mrquez de Olinda n. 23
fceos: 2*500 rs. o frasco, 135000 meia duzia e 24*000 a duzia

i
Hai'w dr < o| ENGENHEIBt E CONSTKUrn/K
DK
. --*w
KOBERTO VVEISS
FRAXOFOlM'S/MEN(.
ksUibelenmenlo <;>jecial por ornecimenlo de caminhos rja
::n> lian-jin veis, c lixos monlados complolos para posi^ao c manejo rapib
asi^oi como v
CADEiKINHA COM RODAS, VAGOKETES, DE
O TAPAES LOCOMOTIVAS, GRAS, ETC.
i'ir Uso 'iS(\&i\i olant^roe^ ^'ivonc -minas!
inki
i:\poht !
.jyt
t

i1

'
:



Diario de PernambucoTer^a-feira 12 ce Mar$o de 1889
/
combate
con
eflcacta
asira morosis CHIBES PALUDAS
AecoasJkMdnroma 10 Aspu&M fnoH adotatidA p/w^/spo^. .-^'>#mpoTjrciaeato do *$Agut. Tomase
-# ti *o> tfoitaa i cada nfsicho. TSnmatoBcji iaitacoos. Exigir a flrm* S. BBA-VAIS,'
taprlmli Ttrraa*. Deposito ua mor' parto das Pharmacias.
PEKE1UA MAGALUAES
Recebedores directos dos mercados da Europa
;iiquidam os seguintes artigos com descont a 14 |o
as
vendas em grosso
Bramantes de algodao superiores, a 800 rs. o metro, largura:-.
dem de puro linho fazenda de 20200 para acabar a 10500, metr>
Atoalhado alvo, duas largaras, a 700 rs., 10100 e 10200 o dito.
Algodao alvo, nacional, para lenges a 5(5500 a pega.
Madapolao americano, a'30600, 40000 e 60000, com 24 jardas.
Mariposas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dif >.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos liaos de urna largara a 200 rs.' o dito,
dem de quadros modernos a 280 c 300 ra. o dito.
Fichsde renda chics a 15000.
Colchas francesas de cures a 20000 e 40000, tuna.
Lenges de bramante a 16800, par cana de casal.
Casimiras de edres para roupa de crianca a 1*000^ I$800, < : !, duas
larguras.
Camisas inglezas e francesas a 260000 e 30)5000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
.Pannos de cores para mesa a 10100 e 15300 o covado.
. Cheviot preto e azul, a 30000 o dito. ^^ugaw
Rrins pardos e de cores a 280 rs. .0.49HM
Veludilhqs de cores -i pretos a 900 "rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 rs. o diti.
' Setins de todas as edres a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito. .
-Alpacas modernas, lavradas, a 240 ra. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 20500 e 30000 a duzia.
Ceroulas. bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a dno
Cortes de casemiras para calca a 40000 e 60000.
dem de rneia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a duzia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita.
E muito? artigos que serao lembrados com a presenca de nossos leiiores.
59Ra Duque de Caxias59
LOJA DE
PEREIM A HA6ALHAES
FE^ROGIRARDl
Approvado pela Academia de Medicina de Paria. .
Approrado pela'Junta Central de Hygiene publica do Brazil.
O Professor Hrard encarregado do Relatorio Academia demonstrou que
4 fcilmente occeito pelo doentes, bem tolerado pelo estomago, restaura
as foros e cura a chloro-anemia; que o que distingue particularmente
este novo sal de ferro, i que nao causa priso de ventre, a combate, e
elevndose a dase, obtm-se dejeccoes numerosas. >
0 FERRO GIRARD cura anemia, ores paludas, caimbras de esto-
mago, ampobrecimento do sangue; fortifica os temperamentos fraoos,
exoita o appetite, regulariza as regras a combate a esterilidad.
Depotito est Fsrit, 8, Rsa Vhrtw e sat prlselsa Drogaras t Pharmacia.
AON. 20

(Aviso aos ffiegaezes
0~ r-^ODUCTOS da
mm ..iailUbud
SO?, reta ci St-Honor, PA.JRIS
lilil tl'jMI lir '|>.i IIII IflfTf.nMiMITI
mkvmmU, r: a, .-.zalipe, ^abad-oriza
DEVEM O.SEU GRANDE EX" 10 BE". COMO C FAVOR DO PUBLICO :
r ast.o sendo fabrica loa;
JUNTO
Gazca i cores a 500 rs. o covado.
Fustau branco a 360 e rs. o covado.
Orina do cores a 280 rs. o covado.
Baleias pretas a 260 a rs. a duzia.
Colchas de cores a 20 e 30000 urna.
Cumbraias bordadas a 40000 a peca.
Luvas de seda a 20 e 2*500 o par.
Lencos brancos a 10200 c 10800 a duzia.
(Jretoes de Aisace a 360 rs. o covado.
Atoalhado bordado a 10200 o metro.
Brim pardo a 280 rs. o covado..
Linhos de quadros a 280 rs. o covado.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Kspartilhos couraga a 50000 um.
Chales adam aseados a 20500 um. .
Cortinados bordados a 60000 o par.
Merino do cores, a 500 rs. o covado.
Ceroulas de bramante a 140 a duzia.
Madapolao americano a 6000 a peca-
Chachemiras lisas e litra de combinagoes
a 10200 o covado.
Cambraia Victoria a 20900 a pega.
Bramante de linho a 10700 o metro.
Toalhas para banho a 10500 urna.
Tapetes grandes a 130000 um.
Ceroulas de linho a 340000 a duzia.
Cretones francezes a 400 rs. o covado.
Loques transparentes a 20500 um.
Alpacas de quadro a 600 rs. o covado.
Camisas brancas para meninos.
Sahidas de baile a 10000 urna.
Cretones de cores a 240 rs. o covado.
Percales t. as a 200 rs. o covado
Nansok ores txas a 240 o dito.
Las escos8ezas a 260 rs. o dito.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
eiiW.do.
peva'.
AO L4U V R }
Popelina branca a 800 c- fi000
Bicos aatisados a 20500 e 301
Panno da costa adamascad'.
liega tas de cores a 10000 una.
Sargelim de cores a 200 ri. o covado.
Crenolina, preta e branca, a 400 rs.
Chambres, de crepc a>0OOO,e (50000 um.
Cachemiras de quaoVos a 260 ra. o covado.
Guarnicao de crochet cota mntizes.
Grinaldas para novas.
Seiim de coros a 800 n. o cavada.
Cachemiras de duas larguras a 80t) rs.
Coi-tes de linn en cajlio a 100 e 120000.
'tamisas allemaes a 360000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 rs. o
covado.
Linn de cores a 500 n. o dito.
Linhos de quadros a O rs. o
Bramante trancados 4 10000 o metro.
Meias para horneas a 30600 a duzia.
Guarnicao de croch', brancas.
Extracto Port Veine a 10400
Alpacas mezcladas a 600 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800 rs.
PARA A QUAEESMA
Merino preto de 800 at 10800 o covado.
Setins pretos de 10000 at 10400 o dito.
Crep inglez (de seda) a 20000 o dito.
Fichs pretos a 20500 e 30000 um.
Luvaa pretas a 20500 e 30000 o par.
Cheviots pretos a 30000 o covado.
Casimira preta a 20000 o dito.
Renda hespanhola a 30000.
Bicos pretos,'todos os pregos.
Regatas pretas a 10500 njn.
PEITORAL de CERE JA
Do Dr. Ayer.
As cnff-rniiladf's umif loloroaan da garganta
* (los palinSes, ordinariaiit^nit- dt-xenvolvem-se,
leudo jMir^jiriiK'ipio bii5('.-|).ijii^[iM-,.ujo- r.-uCi
do* nao sao dlilols do curtir -uronipiani<-nir
iratAo com o remodk) coovenifntc. Os ReafH-
a de Uarln||;iUa, Aotluim, llnnicliil i>, AfTe*
V*M Pulmonar a Tilica.
Todas a< familia qm- tem crianfa^ devota ter o
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer.
m e&>a para o u-ar em ca>< de uccea^idade.
V perda ue um w da. pode ein mullos casus
Hincarte!ur fteria-" eociaeqaedaa. Por tanto nao
e deve perder lempo precioso, exp'rimentaud'i
remedios de emeaciu duvidoau, eiiHjuauto
aenferrti:d:iTstemae%i
profundaiiienie, e entao que se necesVita t
nesse instante, o rwnwto Bwifl errto activo em
*U eielto, e e-tte n nudio -'in 'tiviila alfnima
O PK1TOBAI. DE CKRtUIA IR iMt. AVUK.
lili < Mil lll PELO
DR. J. C. AYER & GA,
Lowf-, Mass., Kst.-Unidos.
deposit<) 1 i 1: w
N. 1 a, Ra Primeiro de Marco,
Rio do Jnueiro.
ra Primeiro de Mareo i. 0
CAHA OE O\lll\(i
1 Ao cuidado perfeito corr.
^ A'sua qua i- le inalteravel vidade do sea-, perfume.
Mis, como se faz cuwfsgfes r-\"s procuctos oriza
com intuito s Yi*er3ssrit at.'i:.; Ca 1ar ,1
pmo de &obreaviso o reguezes no fim que se nao
ftsiacm ^.ganar.
h KHKW nUBOM :: isMa M '.odjs js SM ciz; it Perfjn-.srU e Orojarrt.
MAKDA-SS DT PARS O BATA LOGO ::.LUSTRM>0 FRANCO DF. PORTE

L.T. PlVER em PARS
Novo O L SE O Extra-Fino
Como**0 do Japo
rNDICAO GERlL
ALIAN PATERSON & C
JN. 44Ra do BrumN. 44
. JUNIO A E8TA(!0 DOS SONBS
. Tem para vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas c caldeadas.
Oriva508 de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Qradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de ornalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendax de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e aseentamento de macbinismo e execuiaai qual
mar rabalho com perfei^ao e presteza.
AMAR AL

C
Aluga-se
o 3- ;milar do predio ra Barao da Victoria n.
60, com mmtos boos commodos : a tratar %o
mesmo com Paulo Jos Alves & C.
Aluguei barato
l'.ua do Rosario n, 39.
Viscondc de Goyanna n3. 163 e 59.
Baixa Verde n. 1-C (Capunga).
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra das Creoulas ( apunga) n. 15-B.
A tratar ra do Commercio n. 5, 1 andar,
esenptorio de Silva Guimartes & C.
AMA
-TlWaUfcC I IMd ce kaUtti< t%.
JlfinfnTKCH-Giriacii LEBBUI.ismtzsstoui*--'f::orlen
,:3rEBMIBADSfeGUt,0.i'LFiTiCnSi..: ? T L.., r&iietf siMtfd
t>f:trtDi em PtMimmSmn :T?.:r;
'JL. (a EII.VA C
StfSrttfMfew^5*8f
Cosinheira
Precisa se de uma ama que cosinhc bem ; no
terceiro andar do prt-dio n. 42 da ra Duque de
Caxias, por cima da typograpbia do Diario.
Superior \inho de
Passto
Pelo mdico prego de 3o o quinto e 9J000 o
garrafo de tros caadas, voltamlo o garrafao
7i5<)0 ; vinagre i!e vinbo ">05 o barril e 6*000 o
garrafao seo casco, precos iMpridos : a ra i!o
Amorim n. 60
ASTA
Caueilas do Monte de Soccorro
Compra-se caotpllas do Mwili- qualquer join, brhantc^ 'logioi': paga-s<
Sem M Prara 'la Indepcnlctuia n. fi. loja tt-
relojoeiro.
Cosiheira
Precisa-se do una ama para coribac : na ruu
da Aurora n. 81, i andar.

Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
La'irao < Pin. r-'Tiio Uontjrcn
A "Pasta Mack (em |
leartoes elegantisa- j '
um de 8 taboinhas) t i
[ um novo e mar-i I
MWm preparado;
proi .jr'_'ion:ni'lo Dm
buho delicioso e
higinico, e uma
eieelleile ana de
tone ador.
Esta Pasta Uack
I goza 'le fama nn-
Iversal, afonoosia e
I naTiaa a eatU, e,
I como refreiicaMte, t
topera todo qnaato
I se eoakeee at hojo. I
Vende se em toda;
aa pharmatias, dro-
ganase perfumara!.'
Dnioo fabrioanto-InTeirtor: H. KACK, llu s D. ;
niiKiC'i. "
MACK
"tapatftaatai d. f arnamouco: laaM MBMM
Pedido
|Cp*NPE-GBILt
An! '.' :">
JhOTTV-L. A : f
I l
I H

-
s
< agente de leiloes F. J. > int tendo de effec-
tuar a muJ.mca 4e. seu armazem da ra do Mar-
quez de (Miada n. ."i2 para o da ra do Hom Je-1
sus n. 15, pode aos consenbores dos movis e i
mais objectos alli existentes se dignem retral-
os em 48 horas, sob pena de serem vendidos
em os taMOfJS j annunciados sem reserva de
preco
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromuretc de Campbora empregto-se
as Molestias, as-de Cerebro e contra as aTeucSes seguintes:
Athma, Insomnia, Palpitacoes do Corac&o, Epilepsia, Hallucinaco.
Tonteiras Hemicrania, Atfeccdee das viar urinarias et para calmar waa
especie de excitagio.
Urna txplicacio detalhid aoompanha eada Fratoo.
| Extgir us Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN A C".
de PARS, que te encontro em cata do* Droguittas et PhartKaeeuticea.
\ o commercio
Os abaixo assignados tendo comprade ao Sr.
Benvenuto Cavalcante de Mello a artnaco de sun
loja de nrudeaas, siu ra da Imperatrz n. 78,
livre e Jesembaracada de qualquer onus : se
alguem julgar-sc com direito apresente-se no
prazo de tres dias, a contar (testa 9 da Marco de 1889.
i- Sveira
Era Perntrntrr
.
, Jl'l|IIMIsTTTirii
tvpo^apiiie Utgraptti
FABRICA DE LIVR(JS i)K ESi
RA0a<
l*r*iucada oaw e*j>os{t*or* !c-
18S e *****
Manoel J. de viii.tida
BacadetmciD o < "-cialidades em cartOes de
visitas.
j\Mm Buqiif de Caxias-3>
Tt'lephoiie o. 194.
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira que faca outros
servicDs, a tractar no 3. an-
dar, por cima d typograpbia
do cDiario na ra Duque
de Caxias n. 42.
Precisa-se de uma ama para lavar e engom-
mar : na ra Formesa n. 37.
Ama
Na ra velba de Santa Rita n. 89, precisa-se
de urna ama para comprar, cosinhar e mais ser-
vicos de casa de pequea familia.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e com-
prar ; na ra Nova n. 20, loja
Am
a
Precisase de uma ama para cuidar de crian-
ras ; na ra da Aurora n. 81. 1- andar.
Ama
Xa ra Matriz da Boa-Vista n. 26, i- andar,
precisa-se de uma ama que cosinhe bem, para
casa de pequea familia, pagase bem.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar. para
casa de familia ; a tratar na ra Duque de Ca
xias n. 54, loja.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar : na ra
de S. Jorge d. 131, 2 andar.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e com-
prar para duas pessoas na ra da filoria nu-
mero (72

Tratamento Reconstitinte
)
Elixir Diiihjm?*
COM EXTRACTO
de
Figado de JBaealhu
Quina e Cacu
Cada frasco d'etta
ELIXIR oontom o
principios depurativos c
tnicos *~ um litro do oleo
Om d baoalhu
uno de Quina.
MOLESTIAS DAS CREAHQAS
XAR0PEi.RABl0IODJ.DO
de QRIMAUI.TkO*
VsfMa* a Ju un* tmtm.
Mais activo que o xarop antsoor-
butico, excita o appetite, resolve
o enforgitamento das glndulas,
combate a pallidez, torna firmoc
as carnes, cura os maos humores
e as crostas de leite das creanoas,
e as diversas erupces da peile.
Esta combinado vegetal, essencial-
mente depurativa, melhor tolerada
que os iodpretos de potassio e de ferro.
Em PARS, S, Ru ViVtona*.
Ama
a' ra de Santa Rita n. 83, precisa-so de uma
ama para cosinhar.
Amas
Na ra da Palma n. 4', precisa-se de duas
amas, sendo uma para cosinhar e comprar, e
outra para cuidar de uma crianca
Amas
Precisa se de uma engommadeira e uma para
cuidar de criancas ; na ra da Aurora n. 2:t.
Cosinheira
Precisase de uma, que saina cosinhar e nao
saia a ra, para casa de familia : a tratar na ra
do Cabug n. 14, de nido dia at i hora.
Attencao
Pede-se aos Srs. f.eon'ldo Ondea Alroiorado.
Jos Francisco 1'eiwa I Antonio da Rocha Sa
mico o eaRecial favor de irein ra de Santa
liita n. 83 a negocio de seus interesses.
"Tem sobro o oleo dr
<%ado da baoalhu a >an-
tagen de ao<;el*rar aa"
do estomago L
om luga, da a. perturbar, T
a da deeparta
' c apae*
De sabor mu gradare!, o V2KBO do Dontcr
oeitado por todos o* medico* para o Raehitxtm.. nulot 4'
MnUatima do Paito, CmUrrho pulmonar, .-,
"*l
c.-vwzsa
O". 00. fOtUwm.rd ato .miuIou

itite'i
le Medica e gstof
0 agradaveis obteve o me'hoc suc-T
cm Fram;a yM oonbaier %
AwFt. ^,. o-SE, i
FPECQfi 'CHIOS I
c PULMOaS.
' a FRA.OUKZA d* CRIANCAS ?
;-*!{.?. 15,..ras' do oitou .
PernanU',
-* A K.ro pwf. 2,, .M ^^
T'
SeiTiii H \,i|mh
Caes do d^pibarbe
Tem para vender 'vt-'-k ; :ihnna<-''ii.lnnma
le
Peitoral de Canillar-
Jos Alvares dk SnrzA Soabks
De f'elotu
Approvado pela Extna. Junta Central
de Hygiene Publica, autortsado pelo Go
verno Imperial e premiado com duas me
alhas de ouro de l.'classe.
O OLEO PURO
-LiE
FIGADO de BCALH
-DE-
LATEAS! & K&
produ^ eieios anlogos a c da
EiDolso com Hpospliies
dos mestnos sonhores, no muro do
ser preferido o vraotamento nosta
forma .jara o curativo Coa iaoom-
modos
do Peo, a Gargauia e os PninSes.
V
Telegramma
ejam e admirem
S o 55 ra Duque de Caxias pode
vencer pelo precos que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padrees, a
200 rs. o covado.
Fustocs brancos a 360 o 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs. o
covado. E' barato!
Caemos e capas para senboras, o que
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padrees lindos e pregos
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura a
6)5 a peca.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 rs.
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado.
Tecidos arrendados a 400 e 500 re.
covado.
Brins de cores a 320 rs. o, covado.
Cortinados de crochet, cousa chic e
prego barato.
Cambraia Victoria a 25800 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. o
co-vado.
Guardanapos bons a 1|5800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs. o
covado.
Rendas hespanholas ;i ;'j metro.
Luvas de seda a 2& e 30 o par.
Espartilhos coiiraca a 4&, 5;> e 6,-S um.
Merinos pretos e de cores, uma varie-
dade immensa em prejes e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Toalhas felpudas, grande redcelo em
precos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ba de
mais moderno e por pouco prego, lOiJOOO.
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com e sem collarinho.
Atoalhado para mesa a 1$ e lnJ800
muito lino.
Collarinhos e punhos de linho e algodSo
e por prego barato.
Babados e entremeios, grande sorti-
mento.
Madapolao pelle de ovo por 6$ a peca.
EsguiSo pardo e chumbado a 400 rs. o
covado.
Uma gran do variedade em lengos.
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mais
barato e bem.
Mantilhas de renda a 5 uma.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado com quadros a 800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas sduras e claras a 240,' 280 e
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grande
sortimento em qualidades e pregos.
Casinetas, o que ha de mais bor;t, a .
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por pregos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 1)5600 o me-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 rs. o
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por prego razoavel a 8|J000 a
pega.
Dita com salpicos a 4<$ e 54000 a peca.
Colchas argentinas a (5>j00 uma. ,
Ditas de 2*, 3J, 4# e 50000
Bramantes de algodao e linho de todos
os precos.
Grande sortimento em fichs de oeret
e pretos.
Grinaldas para uoivas.
Luvas e leques para noivas.
Bicos de cores ranito chic.
- Alm do que acabamos de annunciar,
temos uma quantidade de artigos que s
vendo-se, se acredita,- pelo qne pede) que
j comparegam.
DAo 6e amostras sera penhor.
I Setinetas lisas de todas as cores a 400
rs. o covado. Sao muito largas.
O peitoral de cambae' cura perfeita-1,. ^J ?*? R0' mI^,<^\
mte a bronchite aguda ou chronica ; i -,A,P^LA ^J-i^r
FERY\ffl.ESIIEAZEVEDt..


Oari'ilr^^____ :
mente
' peitoral de cambar cura a asthiiui
por mais antiga que seja:
, O PEITORAL DE CAMBAR Cura de UOS
forma admiravel qualquer rouquidSo on
perda de voz ;
O PEITORAL DE CAlilAR cura incontes
I tavelment6 o tysica pulmonar;
O PECTORAL DE cambar cura as tosse.
; des, ae deflux5es t&o fcil e rapidamen-
I te que ao proprio doente causa admira-
gao.
Este importante medicamento vejide-se
a. 20500 o frasco, 130000 i /2 duzia *
240000 & duzia, em casa dos agentes e
lepositarios' gentes.
Francisco Munol da Silvt & C.
23 Ra Mrquez de Olinda 23
Prol'esspra
lima senhora 11 ni|ieh,iik*uientt* b'l' cota
pf;itica de II anuos de proii .ndc
diversos attestadoi de horn ini'i'unl rta-
iiiriili), dIIViv. i- si- [(ira 'citcionar i
dentares, na cidaile on em seus arrab*
yninies malinas : PurJunez, Fra'
Geonra|iliia. inno, Iratialhns ei
tratar a ru,i VisciMide ele tioyann
doKi'tulatio'r da Mwinlia
Rosario n !
Cobrador
Pedro Coeiho Tinto Lobo encar
brancas tqui na ridade e lor,.'
iros pO'-i
n.a Barao de i. Borja u.
ciante.



Muito urgente
Precisa-se de perfcitas costureirus; no atelier
ndame Fanny. ma i Victoria n. 15,
primeiro andar.
Criado
Precisase de um eriado ; a tratar na ra Ba-
rio da Victoria a. 34 : na nova agencia de ido-
Criajo e enioiiimadeira
amada Saudade n. 17, portio. precisa-se
i e urna enfomniadeira qoe durina em casa, e de
um criado.
Alilt!
mis i: sseusatii::
DORES E DeDENTES
PREPARADO UKICAXENTE
POK CALASAKS & C.KA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuraa-
tismos, inchacSes, dores aciaticas, uevral-
gias, dormencia, etc., empregai.do-se em
fomentacoes sobre os lugares affectados
Cura o beri-ber, as paralysias e as dores
de dentes.
Todos os frascos levaiii direccoes para
uso d'este medicamento admiravel.
Pre90 1)5200. Descont de urna duzia
em diante.
DEPOSITO NO RECIPE
Francisco Manoel da Silva & O. na
Mrquez de Olinda n. 23
O conquistador
Kiii Visconde de lahaiina n. i\
(Antiga Rangel).
Jos Teixeira 4 ..participan) ao* seus fre
guezes e"aini,cos. que, tendo aberro destabeleci-
jnento coin o titulo cima, acaban) de juntara elle
urna olcinade camisaria. visto;.cliarem-se com-
petente habilitados.
Portanto, pedem a frequencia dos s<;us amigos
e freguezes. em geral, ao publico, nao so para:o
variado sortiraento de fazendas a retalho, romo,
camisas de todas as qualidades. seroulas, punhos
e collarinhos, sendo especial o fabrico das en-
comraendas.
Presos sem competencia
Grande rediiceao era precos
NA
Loja do Triumpho
A RA DUQUE DE CANIAS N. 41
Merinas de cores, 1 largura, a 200 rs. o corado.
Dito. dem. 3 .litas, a 500 rs.
Uilo, idem lavradus 2 ditas, 700 rs. o dito.
Etamine de listas arrendadas. 100 rs. o dito.
Cretones finos claros,-240 rs. o dito.
Linn estampado, padrees noves. :20 rs. o
dito.
I.as de quadros finas, 2i0 rs. o dito.
titas mescladas tinas, 300 rs. o dito.
Zefir de quadros argos. 240 rs. o do.
guias bordadafc Boas, JSOOtf.
Camisas bordadas pan seuhora, 4.
lucos corte? de cretone com figurinas. 8.
Toallias ac Guardanapos muito bons. I .--."jOO a dita.
Madapolao lino largo. 2i jardas por (i .'i1")
algoo*largo. 10 metros. 2S0U a peca.
Dito idem 20 jardas. 4& a dita.
Dito idem superior 20 ditas. o<200 a dita.
(tramante V largo rae para lences, 700 rs. a
.ira.
Camisas de linho sem colarinho sem punlx>.
34001.
Cortes de casimira ingle/a. a 4* c 4*300.
Lei-cos de Bsguiao linos, a 25500 a duza.
Esgiao branco para saias e casacos, 34500 a
peca.
Cambraia bordada. 4300 a peca.
Merinos pretos linos. 800, 900 rs.. ii. 14200 e
i i40 o covado.
Sedas e setins pretos' grande variedade de
'ecos.
Bastos &. C.
Ama
IVesa-se do urna ama para cosinhar, na fu
Jo Rangcl n. 1); padana.
Prt um caixeiro* com pratica de pa-
daria, dando fiadora sua conducta : no Caminbo
Novo.
Gosinheira
Prccisa-se de urna de boa conducta, para casa
de familia: a tractr.r *rua do la rao da Victoria
n. 441.
VENDAS
Vende-s i taverua sita & ra Imperial n.
183 a tratar u mesitia. ec motivo se dir.
Vndese cinco partes do .-itio denominado
lmbiribeira, contiguo ao do Dr. Ma>carenhas, na
estrada da Boa Viagem, avahado por 10:0005000
no respectivo inventario. E" bastante grande,
com boas trra- para pa.taces, muitas arvores
fructferas, como coqueiros, dendezeiros. man-
guetas, cajueiros, pitmbeiras e outras, e com
grande extensao de mangues para corte de lc-
nlia : a tratar na ra nova de Santa Rita n. 61.
folp
SEM MAI
POR
INNOGENTK 01 CULPADO t
(Continuacao do n. 56)
CAPITULO II
PrimMra'i Nao boje, replicn o Sr. de Cour-
euve, porque nao tenho tempo ; mas
unanha de manha. Sabe de mai alguma
'onsa ?
Sim, senhor. Um da Suzana cen-
,-arouoSr. de Sauves, porque elle nao
participara polica o desapparecmento
.le Mtt cunhado. O Sr. de SauTes pare-
eea muito contrariado e disse criada qne
.-,< mettesse em cousas que nao eram
la ;ua conta.
A Sra. Nouvailles assignou o sen de-
pvii-oento e ficou convencionado que o con-
,aria no dia seguinte ou nos posterio-
res.
Era muito taflde. O Sr. de Courntjuve
tioba que retirar-se. Alm disso, j Sabia
,ie pensar a respeito do lgubre acon-
tecinrento.
A menos que o Sr. de Sauves he dsse
licscoes catbegorica8, o juiz conside-
ro j como assassin de Jorge Cha-
ra.
capitulo m
* prino
> Sr. Marais esperara pelo Sr. de Cour-
raram-se juntos no mesui<> cuito,
:':nh;iui necessidade de- conversar.
E t formada a sua opiniao, Sr.
-cunfou o ebefe da seguraoga.
respondeu o magistrado. At
ntrario, o Sr. de Seuves, para
nou o cunhado. Eete emba-
vidente.
AO TORRADOR
Lima Coutinho & C.
43RA DUQUE DE CAXIAS43
laefronle da Praelnhada In-
dependencia
Este novo estabelecimento intitulado
AO TORRADOR vende sem competen-
icia, como as Esmas. familias poderSo
'analysai- pelo seus presos.
Lanzinhas de quadros a 60 rs. o covado.
Ditas de ditos a 200, 240 280 rs.
Merino de quadros, bonitos padroes a
360 rs.
Ditos lisos enfestados a 480 rs.
Baptista e nanzuch finos a 140 e 240 rs.
Mariposa branca e de cores a 240 rs.
Chitas finas cores fixas a 200 a 240 rs.
Ditas fbrlaidine a 240 rs.
Cambraia branca bordada a 4#>00 e
40800 a peca.
Dita Victoria, fina, a 2$8O0 e 3^500 a
peca.
Seda de Jap&o, lindissimos padroes a
200 rs. o covado.
Dita da Fcrsia, lindos padroes, a 180
rs. o covado.
Sargelins de todos as cores a 160, 20q
e 240 rs.
Setinetas lisas, largas, a 360 e 400 rs.
Merinos pretos finos a 800, 10000,10200
e 10500.
Colchas, para cama a 10800, 20000 e
0OOO.-
Cortes de casem'ra de cor a 20500 e
30000.
Casemra preta, duas larguras, a 10800
20 e 20200.
Madapoln superior con 2^ varas a 40,
50000 e 50500 a peca. *
Dito americano, superior, a 70200 a
pea.
Bramante de algod&o pan lcnces a
700 e 10000 o metro.
I/'.: ih linlio superior, cofi WwW ^
u. ]r'_. :. ''irwi. r, itietro.
<>uardanapos de linho algod" a 2 a
Ka.
Tonll'M'C felpuda* .i 50 < 4*^Wt ,-i (lnzia.
.'. .'i.. M r>a-
: Ou i [0800 ii i,, ir.
arcado, alv <. IDO o i
[i .;...,.. ,'.,;.u .. ...c. :-u>. a
,' ,"'-./ I .por
a* !<>
Euufouiviua o i..ti<,ii' i.i ourdados por todo
preco.
Bicos de toilas as corea para enfeite de
vestidos.
Baleas cobertas c deseobertas.
Arcos eobertoB para anquinha.
Camisas brancas para homens c meni-
nos.
Ditas de meia para horneas e senhoras
Manda-se fazer roupa por medida e da-
se amostras de todas as fazendas.
Lima Coutinho & C.
O Sr. de Sauves era ambicioso de di"
nheiro? Ou entSo, de carcter desptico,
nao queria soffrer o jugo de ninguem ?. ..
Ou anda apaixonado pelo seu invento, e
a recusa absoluta de experimentar a nova
machina ideada por Gages o impelliria a
urna resolucao extrema?... Tudo isso
possivel. Mas nos s o saberemos quando
Pedro de Sauves estiver em nosso poder
Peeo-lhe, portanto, que procure saber ex-
actamente ende elle est, o mais cedo
possivel, e que o faca vigiar pelos seus
agentes.
Bera, Sr. juiz, ser obedecido.
,Estabe!eceu-se um instante de silencio
entre os dous homens.
De repente o Sr. Marais disse :
Tudo quanto colhi do meu lado en-
tre os operarios, na multidao, no bairro,|
contra o Sr. de Sauves, c entretanto nao
posso julgar esse homem culpado.
Por que ?
J lhe disse, o Sr. de Sauves tem o
olhar mais leal, a physionomia mais ho-
nesta que se podem encontrar : repgna-
me sobremodo consideral-o um assassin.
Os homem mais honestos nem sem-
pre sao senhores das suas paxoes, disse
o Sr. de Courneuve. Pode so ser de leal-
dade e integridade perfeitas e ceder a
(jim momento de colera mais forte do que
a propna vontade.
Entao 0 Sr. de Sauves contar tudo
quanto succedeu-Ihe, sem mentir.
HavemoB de ver isso... Em tod
caso, se o Sr. de Sauves n2o culpado,
quemoeeria?
Nao sei. Um ladrao vulgar tal vez,
que introduzio se no gabinete para roubar
a caixa.
Encontrar-se-hiam vestigios. K o
Sr. de Sauves nao hesitara em fallar do
dinhero desparecido. Porque o ladrao.
urna vez assassnado o Sr. Chaniers, te-,
ra tcinpo de sobra para comraetter o rou-
bo. Ora, nto faltou dinheiro algum na
caixa, como lhe disse o empregado respec-
tivo.
Fallarim-lhc sobre Eugenio Oages
o operario predilecto do Sr. de Sauves ?
Fallaram-me, sim, e cheguei a ter
algumas suspeitas contra elle.
Eu tambeni.
Mas j explicaoes do cixa vence-
ram logo a minha desconfian9a. Gages en-
gajou-se atim de ter dinheiro para a eria-
ea da tilha que lhe nasceu. Se tivesse
roubado o Sr. Chanicra, elle n5o precisa-
ra fazer aso.
Nao se assassina somente para rou-
bar dinheirc ?
O que entilo ?
Reeeberana modas de Par
AZEVEDO, IRMvO & C.
16 Ra do B. da Victoria 16
(Antiga Nova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o que ha de mais novo. Renda
comprinif nto de saia a 10000 e 10500.
Sargelim fino todas as cores a 200 o co-
vado.
Baleas com forro a 240 a dnzia.
dem com forro a 400 a duzi.
Bramante de lnho com lU palmr
10500.
D to de algodSo com 4 larguras a 800.
< ortinados bordados a 50000 e 60000.
Ditos de crochet finos a 80000 e 100000
Estracto Rita Sangal a 20000.
Fichas dla e seda 10000, 10500.
Capellas com veo bordado a 60000 a
70000.
Madapolao globo a 70000.
Dito camiseiro a 70000.
Tapetes grandes para sof a 130000.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Panos de crochet para cade i ras a 800.
Ditos de crochet para sof a 20000 e
35000.
Guardanapos de lnho a 20500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim maco a 800 e 900.
Toalhas para banho a 10000 e 10500.
Madapolao com um metro de largura
a 60500.
Cachemira arrendada e de quadros
10500.
Crochet para cortinados a 700.
Toalhas felpadas a 30000 a duzia.
< amisas finas para homem a 330000.
Colxas de crochet com flores a 50000 e
90000.
Lindas velbutnasde quadros lisos ecom
listas proprias para veo.
Nanzuc finos a 240 covado.
Ditas finas a 200, covado. .
Cretones finos a 400 o covado.
Caixas proprias para presente.
Palitos de palha seda cores a 90000.
'ano verde para buhar.
Leques de peanas.
Ditos traasparentcs.
* rinoEnc prota a 300.
Guarnieres pretas e de cores.
Camisa.-, do flaneUa de cores.
Seda crua de quadros a 800.
Crep inglez.
Meias brancas de seda a 40000.
< achemiras de quadros a 280.
FusSo branco a360 o covado.
EsguiSo fino a 10500 a vara.
Casemiras para roupa.
Roupa feita por medida.
ELEPH0NE200
O desengao ir ver
Millio 340 rs. a cuia
Vende-sc no Largo do Mercado n. 12.
NAO chbxo
<|ne se possa vender por
p r e r o s
estes
13
Assucar *
Usina Pinto
Santa Filonila
Colonia Isabel
Na relinaro Salgueiral. na Mareilio Dias
numero .
Assucar refinado
especial, o melhor que se fbrica cesta cidude.
JOAQU1M >ALGUEIRAI/A C.
Ra Mareilio Dias n. ti
Teleplinne numero t li
l'erreno
Boiu para coudeiaria na Margue/, do Hcr
val 80 e 82 ; para ver, na casa ao pe, e tratar
na ra Mrquez de Olinda n. "S. Tem cocheira.
O invento.
Elle nao tinha necessidade de uatar
ninguom para conhecer o segredo da in-
ven52o; visto que desde os primeiros dias
acompanhou todos os seus deseuvolvimcn-
tos.
E' verdade. Mas qer permittir-me,
apezar de tudo, que veja de perto o indi-
viduo, e que procure saber se realmente
elle fo para a America ; se sua chega-
da trabalha como simples operario na casa
que o contrato) ou se faz outra cousa?
Certamontc, fa9aoque quizer; quan-
to mais luz houver, mais satisfeito ficarei.
No da seguinte, cmquanto o Sr. de
Courneuve continua va o seu inquerito, o
Sr. Marais telegraphava para todos os la-
dos, afira de saber onde estava Pedro de
Sauves. .
Com a sua idea de que ledro, um ho-
mem de bem, nao devia mentir, dirigio-se
directamente a Lillc.
O Sr. de Sauves acabava de partir e
julgavam-no em Calais.
O Sr. Marais teve um sobresalto quan-
do lhe fo entregue o telegramma que
communicava isso.
Em Calais !... O Sr. de Sauves pen-
sava entao em fugir, e as suspeitas do Sr.
de ourneuve scriam justificadas ?
O Sr. Marais tinha justamente em Ca-
lais um dos seus melh<>res agentes, o qual
vigiava a partida dos paquetes em que os
autores deum roubo importante, segundo
se presuma, deviam embarcar.
Elle enviou-lhe immediatamente as suas
oedens.
Vigiar o Sr. de Sauves. Acompanhar
todos os seus passos. Procurar conhecer
a suas inten^Ses. Se quizer partir para
a Inglaterra, prendel-o, mas cm paquete
somonte; muito importante.r
Pedro de Sauves tinhale separado de
Adelia, atrozmente preoecupado.
Couieyava a nao achar oaturala sua au-
sencia prolongada, e,sobretudo o mutismo
de Jorge.
A Tigre no lluvia voltado a Pariz, era
certo, mas podia durar tanto lempo a aber-
ra9ao de Jorge ?
Seria possivel que elle nt procurasse
info,-mar-se do qoe ora telto de sua mu-
Iher, de sua filhn, de sua industria?
Mas utao, se 'Jorge n5o estava co^i
Joanna Descours, onde podia achar-se ?
E, nao prevenindo a polica, nao teria
andado mal, nao teria ooinraettido ma
falta talvez irreparavelV
>bre tudo isto o rosto desesperado de
sua irma adorada, appareeia-lhe. Via-a
pallida, desolada, inconsolavol no1? -
veos de vuva.
HA vISCO.NDEDE IKHAUMA
Caiubos hrancas a 'M'ti rs. a vara.
Dita cflBi saluicos a 'W rs. a dita.
Popelinas coa listras a 2.0 rs. o covado.
Laade quadrae i^ltiO rs. o dito.
Ditas rliinegKHI) rs. o dito.
Zcliros luuijyarROS a 100 rs. o dito.
Sneas las a 360 rs. o dito.
Setim prclo muito booi a 1*200 a dito.
Velbutinas a! "00 rd. o dito.
Merino preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sarillos todas as cores a 2ik> r- o dito.
Chitas escuras e claras a ^K) rs. o dito.
Crotones para camisas a 240 rs. o dito.
Brim de cor (linho) a 500 rs. o dito.
Dito branco de linho, n. 6 a 14300 o dito
Vestidos em cartao a 9000.
Toalhas felpudfjlpara banho alOOO.
t 'ita dita de rusto a 360 rs.
Camisas de flanella a 26000
Dita de meia a 1,8000.
Ceroulas de linho a 1*100
Camisas (raocrzaa a 2*000.
Colchas de cores a 1*800.
Fichfis de retroz a 1*000>
Ditos grandes a 2*000.
(hales de quadros a 8*000.
Meias de cores, arrendadas a 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collarinhos de buhos a 300 rs.
Madapolao muito largo a 4,'000 a peca.
Meias-casimiras de cor e pretas. com duas lar-
guras a 1* o covado.
Grande sortimento de casimiras inglezas, cortes
de fustes para colletes, cortes de casimira
para calca de 6*, 85 e 105.
Mandamos fazer qualquer obra em nessa offlcina
por procos que outros nSo podem lazer.
Venham ver para crer
Gon^alves Santos &C-
as peehnpai
A' ra Duque de Caxlas n. 4
N'este niui acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continuam a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30"oj do que em outra qualquer casa.
Como sejam as seguintes fazendas :
Cambraia com salpico brancas e de cores,
" muito fina com 10 jardas, a 45 a peca.
Cortes de meia-casemira, cores fixas. a"
20000 um.
Cortes de casemiras, finos, padroes moder-
nos, a 4/5, 6000. 65000 e 7,5000 um.
Cortes para venidos eirf cartao, todos os
avianientos (novidode), a 75. 1'^. 105 e
125000 um.
Pannos de crochet para cadeira a lOOO e
para sof a 25000 um.
Capellas com veos para noivas a 85000
urna; peehincha..
Setneta branca lisas e lavradas a 440 rs.
o covado.
Setneta preta lisas e lavradas a 440 rs. o
dito.
Mantilhas pretas de seda a 55 e 75 urna.
Cobertas de ganga para, cama de casal a
250O urna.
Colchas brancas e de cores a 25, 35, 45.
55, 65 e 75000 um.
Cambraia preta para forro a 15200 a peca.
Cambraia preta, nansuck a 160 rs. o co-
vado.
^T
Para oDerby
Carlos Sinden receben grande sortimeo
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est veuden
do por precos sem competencia.
Receben tambem collarinhos e puoho*
de borracha de formatos novos.
48srA beXo da victoria48
Fara a quaresma
ALTA NO VID a DE em surahs. tulles, setim
merveilleux, ottomanes e sedas pretas de Lyon.
rendas e biros. escolhido sortimento em palmas,
guarnicoes e pellcrmes de ridrilho preto ; na
ra Bario da Victoria n. 15 sobrado.
tteller ndame Fanny Silva
MODISTA E COTUREIRA
Telephone n. 93
\.tteiiQo

O agente Pestaa tem para vender diversos
sobrados e casas terreas as melbores ras
desta cidade ; a tratar em" sua agencia de leiles
sita a ra do Mrquez de Olinda n. 44, outr'ora
da Cadeia do Kecife.
Vende-se
na pauaria a vapor do Pombal dous torradore
para cal, urna canga e cambo.
M.erceara
Vende-se urna mercearia das melbores nos
arrabal des da Boa-Vista ; pata informacoes, na
na d.i fiocego n. 33. tavema.
ras esterlinas
Vende-.e 9i^OOO*no Lon-
don& Brasiiian Bank, Limi-
ted, ra do Commerc io n.32.
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
guezes em gcral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuacao do cambio favoravel.
Convem qoe experimntela.
48 RA 1)0 BARAO DA VICTORIA 48
E, m, ella devia estar vuva, a infeliz
Adelia ; Jorge, attrahido sem duvida a al-
guma cilada, tinha nella dcixado a vida...
Estas novas idean atortnentaram Pedro
todo o tempo que durou sua viagem de
Pariz a Lille.
Um grande enternec ment saccedera
nelle colera que o agitava a principio
contra Chaniers.
Lembrava-se entilo da grando affeifio
que os ha va unido, daquollc carcter jo
vial, expansivo, ainavel, despreoecupado.
um pouco zombeteiro, porm leal e bom.
Era pojsivel que aquelle rapaz to cheio
de saude, de for?a, de intelligencia, tSo
satisfeito com a vida, tivesse desappareci-
do para sempre, arrebatado pela implaca-
vel ceifadora que se chama a Morto ?...
Na verdade, eram muito desgracados,
elle e a irma.
Oir-se-hia que se achavam designados
por alguma iraplacavel fatalidade, que des-
viava delles a felicidadc e assignalava cora
urna cruz vcrmelha o limiar de sua casa,
do seu lar, entretanto to honesto e tao
tranquillo.
Elle cinha sido o primeiro a ver partir a
couipanhora da sua vida, a conhecer o iso-
lame'nto e o luto de urna existencia para
sempre despedrada.
Agora era Adelia, tao terna, tao aSec-
tuosa, que se via eternamente 5 e des-
granada.
Em Lille, elle foi atrozmente atormen-
tado por todos csses pensament#s doloro-
sos.
Os seus negocios foram brilhautes.
Firmn com a casa mais importante da
cidade um contrato vantajoso, que garan-
ta' usina um trabalho consideravel e
beiloa lucros. -Mas o, seu espirito estava
em utra parte.
E tao evidente era a sua preoecupacao,
que os chefes da casa, os Srs. Seger e
Gaudot, porceberam-na e ficaram admira-
dos.
Assiin que vdltou para o hotel em> que
se havia hospedado, um inglez com o qual
j tinha fcito u viagem de Pariz para Liile,
disse-lhe :
PerdSo, senhor, mas nao o repre-
sentante da casa Chaniers, de Parra "?
y Sim, senhor ; por que?
O senhor devia ir Inglaterra, onde
os seu productos seriaiu aceitos com en-
thusiasmo, sobretudo pela casa .I.din- Cur-
ie, Piccadillv-Strcet, o pelos Srs. Do-
nald 'Handerson, Regent-strct n. 14.
Como d-jne o senhor este conse-
lhoV
Julgo tel-o visto em Pariz na ulti-
ma expostcao dos prodnetos Indush-iacs : B
a peca.
Madapolao especial coin 24 jardas a 55000
c 65000 a peca.
EsguiSo para casacos a 52O a peca;
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos on gurda-
nos a 400 rs. o covado.
Las modernas de listas e quadros a 200,
240 c 280 rs. o covado.
Fechs de- retroz com palmas de cores e
pretos a 15000 um.
Fichs de 12, todas as cores, a 15500,
25000 e 35000 um.
Seda Alcacianna, padroes escolhidos (phan-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de couraca, finos a 35, 45500
e 55000 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 15000,
15200 e 1*500 o covado.
Camisas francezes, puro linho de 605000
a duzia por 485000.
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo).
% na loja da ReTolueSo
DE
HENRIQLE DA SILVA MOREIRA
~ WiiMf
Royal Ble mi marea YIADO
Este encllente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melbores arma
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Viad
cujo nome e emblema sao registrarlos par
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Mille & Biset, avisara ao respeitavel pnbbco
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
Dorosojpao; ra larga do Rosario n. 40. __
Vende-se a armacao que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, miu*
dezas, tabacaria ou venda,
quem a pretender dirija-se a
ra Duque de G'axias n. 103.
Vende-se
ar&Q
A Loja tfa Lisiras
A- RA DUQUE DE CaBH
Telephone b. flfl
As fazendas vendidas nesta casa sfiode^^H
lidade. e nao levara medida
aceita-se a fazenda vendida id
quaiquer motivo no fr de muiaj
do da pessoa para quem for Dase descont a quera compraiB
para cima.
ESPECIALIDADES
Hrlav de li.sras zne>pecas con*
20 varas a 65000.
Madapolao coin um metro de largu-
ra a 65800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartao a 105000.
Velludilho bordado a contas a 1
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros
arrendada! a 25 e 25500.
Teeldos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 rs.
Cortes de cachemira com guarmcSe-
bordadas, lindas cores, a 205 e 255000.
Mctim Maco de todas as c6res a 750.
e 800 rs.
I.Inon bordado, tecido de nmas cor,
qualquer que se deseje, a 200 rs.
Zeflros lisos e bordados, tecido fino,
Algodaosinho muito largo a 35500 e 45000" novidade a 500 rs.
Las de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
I.inhos lisos a 60 e de quadrinhos a
00 rs.
Guardanapos melhor qualidade &
15800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 1#.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 45000.
Cortinados de crochet, com sanefas.
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Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustn, brancas e de ec-
res, a 25000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras a 160, 240 e .280 rs.
Batlstes de cores seguras a 120 rs.
.\anzue de lindas cores a 280 rs.'
Brin pardo esguiao a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Mantilhas de renda, hespanhola, pre-
ta, de seda a 85000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos r
205, 255 e 305000.
Lcqns de pennao c transparentes,
ultima novidade, todo preco.
Lnvas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 23.
Espartilhos inglezes a 45500 e 55,
tem desde o n. 40 at 80 de grossara.
Hico branco reme c de todas
cores desde 70^rs. at 25500 a peca-
Rendas hespanholas, de seda e
algodSo, preta, branca e de qualquer"
tabados e ntremelos bordados
os c transparentes por todo preC'
Cira nipos e pentinhos fantazia
cabello a 400 e 500 rs.
Baldas para vestidos a 200 ra. a
duzia.
Relogios despertadores com fi
guras em movimento a 85 e 95000.
Aspas de "ac para vestidos a 120 rs.
o metro. t
Sargelina francez fino, diagonal, a
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordo preta, branca,
chumbo e cor de caf a 400 rs. o metro.
Redes americanas para menino
dormir a 35500 e para homem a 65000 e
75000. .
E muitas fazendas que se vende muito
as
Jktjato para liquidar facturas aa loja das
o estabelecimento de molhados sito ra do LE?
Bom Jess n. 29, antiga da Cruz, est bem sor-
tido e afreguezado : a tratar no mesrao. .
seu Invento pareceu-me dever supprimir
urna grande parte da mo de obra na fa-
bricado dos movis de luxo. Hei de Pe_
dr-lhe, caso seja bem succedido na Ingla-
terra, urna socedade para a America do
Norte, onde tenciono fundar urna casa.
Pois nto, senhor, responden Pedro.
E' uma idea que merece ser estudada.
Onde me encontrarei comsigo V
Partirei daqui a poues dias para
Nova-York, mas aqu tem o meu cartao.
E o inglez estendeu a Pedro de Sau-
ves um grande o fino cartao de visita, no
qual o engenhoro, sempre preoecupa-
do,-leu :
WlLLIAM ROSLIM
Quinta avenida Nkw-Yokk.
.O Sr. de Sauves metteu o cartao na sua
carteira, apertou a mao do inglez, agrade-
ccndo-lhe, e sabio ao seu quarto.
Elle tem razao, disse Pedro comsigo,
eu devia ir Inglaterra. Nos nao temos
privilegio l, aproveitarei e occasiSo para
obtelo, e depois visitarei as casas com
que podemos entrar em relaces.
Na volta irei a Bruxellas.
Os comprimeotos recebidos em casa dos
Gaudot, em Lille, havam-no encorajado
muito.
Pedro consoltou o indicador.
Vio que um trem correspondente ao na-
vio de Douvres parta no dia seguinte as
dez horas ii manha, devendo chegar a
Calais a meia hora depois do meio-dia.
Ahi embarcara- a uma c trinta em Lon-
dres.
Escreverei amanha de manha a Ade-
lia, participando esta mudanza de itine-
rario, disse elle comsigo.
E,Jjorto de fadga, deitou-se, mais tris-
te, mais desolado do que nunca, pereua
dido de que com certeza h-avia alguma
catastrophe a Jorge.
Comeeon por adormecer pesadamente,
sendo sen somno povoado de terriveis
pesadellos.
Dentro empuco, porm. acordouacom-
mettido pela mait atroz das insomnia's,
contando as horas, querendo conciliar o
somno, qne lhe daria para o da seguate
a firca moral e lucidez de espirito; nao
pode.
S de madrugada tornou a adormecer.
Quando acordou, o sol estava muito al-
to e briihava atravez das persianas fecha-
das, como se fosse meio-dia.
Saltou da cama e olhmi para o relogio.
Eram nove hoi
'TenJ juatamente o tempo de vestir-
me e engulir em chicara de caf, d
ello comsigo : almoc.
PRAS AZES de
Jos Augusto Dias
de
de embarcar, porque terei ama hora
espera.
Tocou a campainha e pedio, com a sna
nota, o caf que desejava tomar antes de
partir.
Tudo isso foi feio 'rpidamente.
Mas quando ficou prompto e achou-se
no mnibus do hotel que conduzia-o
tacao.' as suas preoccupac3es da v
assaltaram-no com mais violencia,
mais intensidade do que nunca.
Apeou se instmetvamente do vehculo
c aeho'u-se diaate do postigo do bilheteiry
quasi sem saber o que fazia.
Para onde vai o senhor ? perguntou
o agente de polica encarregado de vigiar
a distribuicao dos bilhetes.
O engenheiro, chamado sbitamente
realidade, olhou para elle, nao compre-
hendendo bem o que lhe perguntavam.
Mas como erguesse os olbcs e visse os
letreiros; H azebrouk, Dunkerque, Calais,
voltou-lhe de repente a memoria.
Calais, disse elle, um de primeira,
se me faz favor.
O distribuidor deu-lhe o bilhete e o tro-
co.
O seahor tem apenas tempo de em-
barcar, disse um empregado mostrando-lhe
ojcmiiho da plataforma, no fim da qual
ouviam-se as crepitagSes da locomotiva.
Pedro esbarrou em diversas pessoas que
achavam-se na sua frente, e, a correr, al-
cancou o wagn, no fundo do qual ati-
rou-se.
Que "cara exquisita observou o
agente de polica ao empregado vendedor
de bilhetes.
E' verdade, replicou este ;. elle at
tinha-se esquecido do lugar para onde ia.
As pessoas que nao tm a conscien-
cia tranquilla sSo victimas dessas distrac-
fies, disse o agente com muita gravidade.
O trajecto foi para o Sr. de Sauves ain-
da mais triste do que o de Pariz a Lille
Nao tinha escripto a Adelia; escrever-
Ihe-hia de Londres.
Mas faria bem em partir naqua|& siao, deixando-a s, quando podiam deum
momento paraoutro particpar-lhe a roorte
do marido, ou at levar-lhe o corpo ?
Talvek, andasBe melhor voltando para
Pariz.
Hestou, muito perplexo.
Entretanto, uma vez que estava em ca-
minho, nao era mais sensato ir at Lon- -
dres i Seriara dous dias somente de atra-
zo, e como au tivera telegramma algum
em Me, pensou que tudo corria mravi-
lhosatnonte na usina.
{ Contiuar-se-ha)
\
i
f

'

v


i ra Duque de


Full Text
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