Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18285


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Full Text
SNO LX
MEltOi
PARA A CAPITAL E LI'CAREM Q.\DE XA E PACA PORTE
Por tros meses adiantados.
Por seis ditos idem.....
Por um anno dem.....
Cada numero avulso, do mesmo-dia.
6,5000
125000
23*000
0100
OMNGO 10 DE MAR(!0 DE 1889
k
PARA Di:\T0 E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados i
Por nove ditos idem......
Por um anno dem... ...
Cada numero avulso, de das anteriores
13*500
20,5000
26*000
0100
DIARIO DE PERNAMDUGO
f *
Tropriedade de Maricel dnjgucirca de Os Sis. Amede Frin-
^ ce & C. de Pars, sao
os nossos agentes ex
elusivos de annuncios
epublicapo e s naFran-
qae Inglaterra.
i




1
TELEGRAIIAS
:::,":;: :l::::::lz so habi
tUO DE JXNEIO, 9 de Marco, a 6
hora e 50 minutos da tarde.
Foi nomeado o engenheiro Pantoja para
dirigir o ncleo colonial de Suassuna, na
provincia de Pcrnambuco.
ss:,:::: 2: uncu savas
LONDRES, 8 de Marco
G. T. lamilton, primeiro lord do Al-
mirantado propoz na sessao de hoje da
Cmara dos Communs a creaeao de mais
-. 70 vasos de guerra, para defeza do Impe-
rio.
A Cmara adiou a discussao do projeeto
para o dia 21 do corrente.
-
PARS, g de Marco.
O Journal des Debata annuncia que o
governo decidi annullar o decreto de ex-
pulslo contra o Duque d'Aumale.
BELGRADO, 8 de Marco.
Um ministerio servio acaba de ser
| constituido sob a presidencia do general
Grouitch.
PARS, 8 de Marco, tarde.
O Banco de Franca tendo offerecido dar
como emprestimo cem milhoes de francos
a Conptoir d'Escompte de Pars, seguo-
ae por isso um certo pnico na Bolsa de
hoje.
PARS, 9 de Marco.
O Jornal Official de hoje publica um de-
creto annullando a ordem de expulsao con-
cernente ao Duque d'Aumale.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
9 de Marco, de 1889.

INSTRDCgiO POPULAS
AS GRANDES WE.\(0ES
ANTIGS K MODERNAS
NAS
Sciendas. industrias e artes
roR
L&sa. nteVUfeat
VI
relogiow
(Continuado)
OS 11EL0CI0S PNEUMTICOS
Estu notavel invenco, que ligurou j na ex-
posicao de Vienna e ltimamente na rastallaco
de Mr. Bourdon na de Paris, consiste em um
systema de relogios movidos simultneamente,
pela arco do ar comprimido, por um s relogio
typo.
Um mechanico constructor, Mr. Mayerhofer,
foi qoem, por meio de urna canalisaco de ar
comprimido, que opera como motor sobre os
ponteiros de \arios mostradores, inventou os re-
logios pneumticos, invenco de surnma impor-
tancia se se attender que os ditos relogios nao
estao subjeitos a nenhuma perturbado causada
pelos agentes atmosphericos. ,
Os relogios pneumtico, experinientaram-se
pela primeira vez as ras de Vicua, em Feve-
reiro de 1877, e oo anno seguintc, j se encon-
travan installados em differeutes bairros da ci-
dade e as frontarias dos principaes edificios
taes como o palacio imperial, e o do principe
Lichtenstein, a Bolsa, o Gabinete central de Te-
legrapbos e outros na ra do Banco.
Os relogios pneumticos, collocados nas ras
de Vienna, receben) todos a impulso de um ap-
parelho normal situado oa estatu central; aclian-
do-sc estaem communicaro directa com o ob-
servatorio astronmico para receber a hora exacta
correspondente ao meridiano da capital da Aus-
tria. Vejamos como o relogio typo da estaco
central transmitte o proprio movimento aos relo-
gi< s secundarios, collocados em edificios e nas
roas da cidade, mediante o ar comprimido, co-
udo dentro de urna canalisacSo de chumbo re-
vestida exteriormente de cal e arcia.
A pndula da estaco central, comprime o ar
mos tubos de.-ta canalisaco. Em cada relogio
secundario col locado a distancia do relogio tvpo,
exisle um embolo que entra n'um cylindro cneio
de mercurio ; quando o ar se cncontra compri-
midojpcla pndula da estaco central, acta sobre
este embolo, imprimindo-lhe alternativamente
um movimento rectilneo que se transmitte por
meio de urna ala\ anca engrenagem das horas
e dos minutos, por consequoncia aos ponteiros
do mostrador. Todo o macniaismo dos difleren-
tcs relogios, que em rande numero se podem
intercalar em a rede, consiste nas ditas duas en
grenagens, na alavanca e no cylindro.
(Contina)
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia
f um v qne Aasembla Legislativa Provincial no da de sua
installaeio a 1 de Mareo de 188S, dirigi o Exm. Sr.
presidente da proTineia Dr. Innoeeneio Marques de
Araujo Coes.
(Continua<-ao)
INSTRUCCO PUBLICA
A experiencia ja firmou a necessidade de reformar o regulamento vigente cm
alguns pontos, cuja cxeciiQo nao correspondeu aos intuitos de seu mallogrado
autor.
Muito convm : l. que sejarn declarados sem cFeito os contractos at agora
celebrados para o ensino primario, ficando livre ao governo stipprimir as cadeiras ou
considerai-as mistas de primeira classe, romeando para regel-as alumnas tituladas pela
Escola Normal, com a condieao de nao haver outra cade ira na localidade : 2. que
as cadeiras de segunda e terceira classe sojam invariavelmente providas por con-
curso ; 3. que ccsc a regencia de cadeiras por professores de classe inferior, os
quaes devem ser sem demora removidos para cadeiras da classe que pertencerem;
4." que ao presidente da provincia seja licito impor aos professores de instruccSo
primaria e segundaria as penas de multa c suspensao; 5. que as entrancias sojam
esabelecidas conforme as distancias, sendt classificadas de primeira entrancia as
cadeiras situadas a mais de cinco leguas de alguma estacSo de estrada de ferro ou
de porto de mar, e de segunda toda3 as outras, excepto as do municipio do Recife
a* quaes serio todas de 3.a entrancia; 6. que desappareca o privilegio conferido pelas
h ns. 1636 e 1766, arts. 6. e.8. e Reg. de 18 de Janeiro de 1888, art. 234 aos
exames prestados na Escola Normal, da Sociedade Prwpagadora da Instruccjlo Pu-
blica, em desprestigio do estabeleciment normal mantido pela provincia com grande
sacrificio; devendo satisfazer aos alumnos habilitados d'aquella escola o direito de
inK-rever-se para o concurso das cadeiras de 2. e 3.a classe, como facultado pelos
arts, 89 e 90 do Regulamento.
Deve finalmente chamar a vossa attencao para o constante crescimonto da
vorba instruccSo publica a qual attinge actualmente a 28 ^0 da receita ordinaria,
> como deduz-se dos dados relativos ao exercicio de 1888.
Iniciarei sem duvida medidas tendentes a diminuir tao pesado encargo no
o Vament, sem prejuizo da instruccSo primaria que nao deve ser regateada popu-
b$fto; para conseguir este desidertum mister alterar os artigos 124 e segundes
do Regulamento vigente, supprimindo as gratificacSes de mrito, bons servaos e
antiguidade, as quaes constituem verdadeiro privilegio para a classe dos professores,
une seguramente nao presta melhor servico a sociedade do que outras clasaes de
fi.ceionario8 pblicos. ,
Nos estabelecimentos de instruc9ao superior do Estado, sao desconhecidae as
gratificagSes de mrito e antiguidade, e o professor que contina a leccionar depois
de 25 annos de exercico percebe apenas a gratificar" dt 4000000 annuaes, corres-
|..-.:'Icnte a duodcima parte de seus vencimentos. Entretanto, pelo art. 126 do
' Kf-gi>lamento de 18 de Janeiro de 1888, a gratificacio de bons serviyos duda aos
prc-fesaores primarios depois de 25 annos >: servico, consiste na metade de seus ven-
i-ntos, ou na terca parte, se os professores sao do ensino secundario.
A gratificacio de mrito ereada para applcacan excepcional converteu-se em
direito commum para todos os professsres, apenas deeorrid.'S quinze annos de
- { eico.
A distinc^ao sempre reconhecida pela secyo do conseibo litterario incum-
de consultar sobre o a*sumpto e pelo inspector dos estudws .que naturalmente
ve o parecer, de sorte qne o presidente da provincia soffre certo constrangi-
rn contrariar tao aiuorisadas opiniSes.
.Seria melhor para evitar Ues nconv<:niente6 que fosso revista a tabella dos
jjro'. -.sores, reduzindo-sc o ordenado ao seguinte:
'^ l-a classe ........ 800*000
2 a > 9000000
3> ,..... ." 1:(W0#U0
/
e estabeleoendose gratifica8es successivas de modo que ao cabo de quinze annos
vira o professor a receber quantia superior que hoje percebe, incluida a gratifica-
c5o de mrito.
Assim o professor de 1.a classe tena .
1. anno.
2. .
3. .
**:
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12."
13."
14."
15.

OKDEXADO GKATIFICAVAO
800,5000 1000000
800,5000 1250000
..SOOOOO 1500000
~ 800*KK) 1750000
800*000 2000000
800WO0 2500000
800*000 3000000
800*00f> 35000 0
8005000 4000000
8005000 4500000
8000000 5000000
8000000 5500000
8000000 6000000
8000000 6500000
8000000 7000000
TOTAL
9000000
9250000
9500000
9750000
1:0000000
1:0500000
1:1000000
1:1500000
1:2000000
1:2500000
1:3000000
1:3500000
1:4OO0OUO
1:4508000
1:5000000
Os de segunda e terceira classe perceberSo vencimentos proporcionaes e na
jubilacSo contar-8e-hia para todos sement a ordenado e depois fcde 25 annos de
exercicio mais metade da gratificado.
Acredito que por esta forma realisar-se-hia notavel economa, a qual avultaria
com a supresao das cadeiras provisorias, em numero de 83, actualmente existentes.
Exerce o carga de inspector geral da Iustrucsio Publica o bacharel JoSo
Barbalho Ucha Cavalcante.
De conformidade com o art. 4.a 4. do Regulamento em vigor nomeei os
hachareis Ezequiel Franco de S, Jos Diniz Barreto, Jo2o Baptista Regueira Costa,
Jos Ozorio de Cerqueira e Ayres de Albuquerque Gama para exercecerem os cargos
de membros do conselho Iliterario, durante o corrente anno.
Remov, a pedido, as professoras Prescilla Senhonnha Mendes de Albuquer-
que e Marianna Teixeira da Costa Coelho; esta, da cadeira de Camutanga para a de
ensino mixto de Moczinho, em Timbaba, creada pela lei n. 1963 de 31 de Dezem-
bro ultimo, e aquella, da de Capoeiras para a do sexo feminino da Villa do Bonito,
vaga em consequencia do acceso dado a respectiva professora.
Conced a gratificaoSo de mrito aos professores Luiz Felppe de Can-albo,
Rosalina Olympia Bezerra de Mello e Josphina Jovita Belmira de Oliveira, e deter-
minei que na jubilaba do professor Francisco da Silva Miranda fosse computada a
mesma gratificaejio, visto ter provado os requisitos a que allude o art. 139 do mesmo
regulamento.
Para servirem de examinadores no concurso para provimento da cadeira de
ensino primario do sexo masculino da cidade de Pesqueira, nomeei os hachareis Ayres
de Albuquerque Gama e Cicero Odn Peregrino da Silva.
Attendendo ao que requereu o alumno mestre titulado pela Escola Normal,
Arthur Octaviano da Silva Ramos, mandei, de accordo com o art. 171 do regula-
mento vigente, que fosse posta em concurso a cadeira de ensino primario do sexo
masculino do Poce da Panella, vaga pelo fallecimcnto do respectivo professor.
Creei, em 17 de Janeiro, um districto litterario no povoado Pcnha, em Flo-
resta, tendo por limites os do districto policial, e nomeei para exercer o cargog|e
delegado d'esse districto o major Antonio.VWgueiro dos Santos Barros.
Em 26 do mesmo mez concedi a ex&ttH|kV pedida pelo Revd. Antonio Ja-
nuaro da Sflva do cargo de delegado IflfclM do districto d Allianca.
SAUDE PUBLICA
Foi lisongeiro o estado sanitario da provincia, especialmente o desta cidade,
durante o anno rindo, conforme se verifica do boletim da mortalidade, appenso ao
relatorio que me apresentou o inspector de hygiene, Dr. Matheus Vaz de Oliveira.
ltimamente appareceram alguns casos le febre amarella, que tcm atacado
um numero muito limitado de individuos.
COLONIA ISABEL
Contina na direccSo do estabelecimento o Revd. missionario capuchinho Fr.
Fidelis Mara de Fognano.
A colonia conta actualmente 167 educandos.
No decurso do anno findo falleceram 2; tiveram sabida com diploma 9 de 21
annos e 4 de 18, de conformidade com o disposto na 2a parte do art. 12 do Reg.
de 30 de Setembro de 1887; forain expulsoe como incorrigiveis 2, e 2 foram remet-
tidos para a marinha.
Em Junho manfestaram-se all o sarampSo e fubres de carcter pernicioso, os
quaes passaram sem tazer victimas.
Existem duas aulas de instruego primaria, urna de geometra, desenho e
principios de mechanica applicada s artes, c urna de msica.
Sendo excessivo o numero dos colonos e dos alumnos externos que fre-
quentam as duas aulas de instrucelo primaria, contractou o director o ex-colono Pos-
sidonio Attico Lete para reger urna 3a aula, na qual cnsnasse callgraphia, lingua
nacional e arithmetica
As ofiicnas do estabelecimento trabalkam i-egularmcnte.
No dia 4 de Setembro deu-se principio aos trabalhos da moagem da6 cannas
e fabricado do assucar.
Os apparelhos da usina funecionam regularmente, espremendo em 24 horas
a media de 85 toneladas de cannas.
A parte do relatorio do director, abaixo transcripta, vos esclarecer sobre o
estado financeiro da colonia.
BECEITA
c No periodo decorrido de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro do anno que fin-
dou recebeu esta colonia as seguintes quantias, a saber:
Da Thesouraria Geral.......
c Do Thesouro Provincial por conta do beneficio da grande lotera.
Do mesmo por conta do producto da 5a parte do 6 "j, sobre o im-
posto ae gyro (13 mezes)
Do me6mo por conta das prestacSes da Santa Casa de Misericor-
dia (13 mezes) ....
20:4000000
25:6880000
37:9590951
18:2000000
. Total.
102:2470951
t A esta somma devem so addicionar os lucros liquido do armazem e da des-
tlla95o de que cima fallei ; bem como o producto da arrecadacSo dos foros, rendas
e alugueis de casas, que at 31 de Dezembro avultaram em 9370650, e mais outras
pequeas quantias que constara do movimento annual da caixa.
t Deveriamos apresentar, oatro sim, o lucro liquido da safra de 1887 a 1888
por se achar liquidada aconta da usina relativa a esse tempo; a fraude, porem, pra-
ticada nesta, como cima dsse, tendo-nos absorvido cerca de 30:0000000, nao nos
deixou lucro algum.
DKSPEZAS COM OS COLOKOS
Das quantias cima mencionadas despendeu-se 30:9480530 com a almen-
tacSo vestuario, limpeza, instruccSo litteraria e educado destes colonos repartida do
modo seguinte:
c Alimentacjlo \
Vestuario e limpeza ...
Instruccao e educa^ao. ..
21:7190620
5:5680910
3:6600000
30:9480530
t Deixo de mencionar a despeza feita com os ordeaa-ios doB mestres das diver-
sas oficinas e mestre de campo, .porque tendo todas ellas deixado um lucro, embora
em trabatlio, parece-me qu essa despeza na> pode ser elassifieada entre as despezas
puramente improductivas como sao as depezas cima, e que por isso, devendo debi-
tar a conta de instruccao pela importancia d.-s ordenados, devuna tambera credital-a
pela importancia dos lucros, cousa esta que deixaria anda um saldo a favor.
ATICVO E PASS1VO
. Do ultimo bataneo fechado era 30 de Junho do anno que relatemos, com-
prehende;ido periodo .lecorrido de 1 de Julb. de 1887 at aquella data, reatiltou
ticar o Estado Patrimonial, elevado a somma de 625:3390301.
Nos batneos anteriores de 1886 esta directora teve sempre a sat.sfacao
de apresentar saldos a favor sera divida alguma; nestes dous ltimos ann>s, porem,
nao te.ii sido tao feliz; mas, ao contrario, uma forte divida, e o que mais sem
meio de a satisfazer, pelo que foi obrigada a recorrer ao patriotismo do governo im-
perial. .
c Uma das causas principaes deste desequilibrio, como j disse no meu ante-
rior-relatorio, foi o naufragio da grande lotera- de quatro mil contos que devia deixar
a este instituto o beneficio de algumas centonas de contos, entretanto, que o recebi- .
do at ao presente no excedeu de 25:6880000.
* Contando com esse grande beneficio, contrahio esta colonia fortes compro-
missos pecuniarios para realsar de prompto os melhoramentos de que mais precisava
para a usina que acabava de montar, e sua taita deixpu-a sem poder satisfazel-os, e
em luta com as difficuldades que desse estado naturalmente lhe provm.
Outra causa que tambem concorreu para mais aggravar este estado de cou-
sas foi a fraude que mo criminosa perpetrou na usina, causando ao estabelecimento
um prejuizo de 25 a 30 contos de res, como cima fica declarado.
' t Esta quantia paga por conta aos seus credores teria muito diminuido a
somma que lhes devenios, de modo que a verba de 50:0000000 ltimamente votada
pela Augusta Assembla GeraJ, em lavor deste instituto, teria sido suficiente para
saldar a divida que sobre elle anda pesa.
Esperamos, todava de, com o producto da safra presente e a dita quantia,
podermos saldal-a.
EDIFICIO PARA A FACULDADE DE DIREITO
Tendo o meu antecessor recommendado inspectora da Thesouraria de Fa-t
zenda, em vista do Aviso u. 3,473, de 6 de Novembro do anno passado, do minis-
terio dos negocios do imperio, a desapropriacSo, por utilidade publica, dos terrenos
de marinha, limitados pelas ras Isabel, Riachuelo, Hospicio e Sete de Setembro,
onde tcm de ser construido o edificio para a Faculdade de Direito desta cidade, me
grato cominunicar-vos que atiento o accordo entre o procurador fiscal da mesma
Thesouraria e os respectivos Jforeiros, autorisei a aequisieao dos reforidos terrenos
pelos precos constantes do seguinte quadro:
KOKEIROS
Joaquim Lopes Machado. _.
Graciliano Octavio da Cruz Martins.
D. Mara Salom de Moura Mattos
Cmara Municipal .....
Manoel Joo de Amornu
Senador Francisco do Reg Barros Barreto.
Jos Ignacio Avila. .
Manoel Martins Fuza. ....
Herderos de Antonio Correia de VasconceUos.
PKEyO DA DES
APEOPBIA9XO
30:0000000
2:0000000
1:6000000
1:1500000
1:8000000
1:7000000
1:4000000
1:6000000
1:6000000
42:8500000
.km vista do que representou-ine o mesmo procurador fiscal, declarei que
devia ser addicionada ao preco pelo qual os herderos de Mara Salom de Moura'
Mattos cederam amigavelmente o terreno n. 73 D no Largo do Hospicio a importan-*
cia de 190120 proveniente de foros vencidos afim de que nao fosse retardada a a quisclo dos demais.
Ao tabelliao Jos Bonifacio dos Santos Mergulhao mandei pagar a quantia de
1120000 pejo feitie e mais despezas com a respectiva escriptura de de.->apropraoao.
Para as obras deste edificio foi concedido pela verbaobrasdo exercicio de_
1888 o crdito de 77:0000000, e pela mesma verba do exercicio corrente o de
50:0000000, segundo declarou o referido ministerio em Avisos ns. 3,468 e 246 de
6 Novembro do anno passado, e 21 de Janeiro ultimo.
EMPRESTIMO EXTERNO
A lei provincial n. 1927 de 15 de Novembro do anno^ passado autorsou o pre-
sidente da provincia acontractar oomqueiu me Inores vantagens o5eecsse um empres-
timo externo que correspondes importancia liquida de 8,600^00#ooiy-'o1to rail e
seiscentos coitos de res) para o resgate da divida fundada em *j!css de 7j# (ex-
ceptuando as que tenham sido emittidas por emprestimos a companhias particulares
como auxilios agrcola ou industrial) bem como para liquidacSo dos exercicios do 1886
a 1887 e 1888.
Determinou a mesma le que a emissSo do emprestimo nao fosse inferior a
92 [0, livres de commissSo, os juros n3o excedessem de 5 [0, e a quota da amortisa-
cao de 1 (e, devendo o respectivo pagamento ser feito semestralraente.
Ao meu antecessor foram fetas differente3 propostas que ficaram dependentes
de minha apreciagSo e cuja summa a seguinte:
O Dr. Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado em sua proposU tratando da
emiasSo a 92 e dos juros de 5 \v n^ cogitou da taxa de amortisaco, e nao deu an-
damento ao negocio, visto nao haver declarado os nomes dos banqueros.
Luiz Sobreiner, representante no Rio de Janeiro de um Sydicato de banque-
ros allemaes, po^'Seu procurador Antonio de Souza Carvalho, fez-uma proposta, ci*-
gndo-se as bases estabeleedas na citada lei, nao tendo sido entretanto apresentada
a competente procun^Sio.
O visconde de Figueiredo, em nome do Syndicato Brezilian apresentou uma
nota nao assignada, contendo bases para o emprestimo de accordo a sch turno com
predita lei, inclundo na mesma nota uma commissSo de 1 [0 pelos servaos relati-
vos ao pagamento dos juros, e mais uma de 12 (, pelos do de amortisaco. A pro-v
curacSo que exhibi s dava-lhe poderes ad referendum.
OSr. Francisco A. Pessoa de Barros dirigi da corte a meu antecessor *ma
carta apresentando o Sr. Bellany, all cstabelecdo cem casa commercial sob a firma
John H. Bellany, e outra em Manchester sob a firma de Hell Homes & C, como
habilitado para propor-se a realsayao do emprestimo nao tendo, porni, apresentadb |
a respectiva proposta.
Reseutindo-se os alludidos oficrecimentos e apresentacoi > da falta de condi-
efies de propostas regulares c as propostas da falta de procurares, entend conveni-
ente no tomar conhecimento de tees documentos e resolv abrir concurrencia para o
emprestimo fazendo publicar o seguinte edital:
3.a seesoSecretaria da presidencia de Pernambuco em 7 de Janeiro de 1889.
Fajo publico de ordem do Exc. Sr. Dr. presidente da provincia, que se
acha aberta a concurrencia para o emprestimo externo de 8,600:0000000 rea (oito
mil e seiscentos contos), autorisado pela lei provincial n. 1927 de 15 de Novembro
findo, com o praso do quarenta e cinco dias a contar da data da primeira publicado
do presente,para o recebimento das respectivas propostas, que serio apresentadas
nesta secretaria, em cartas fechadas.
< Estas serijo abertespelo mesmo Exc. Sr. as 12 horas do da, em que expi-
rar o praso ti xa do com os proponentes presentes.
Nos termos da referida lei, o emprestimo ser da quantia que prnduza a
predita importancia de 8,600:0000000 (oito mil e seiscentos contos de res) liquida,
a ser applicada ao resgate da divida da provincia fundada em apolices de juros an-
nuaes de 7 [0 (sete por cento) cora excepcSo daquellas que tenham sido emettidas por
emprestimo a coinpanhUs ou a particulares, como auxilio agrcola ou industrial, bem
como para liquidacSo dos exercicios de 1886 a 1887 e 1887 a 1888.
A taxa da emssao nao ser inferior a 92 (noventa e dous) livre de com-
missao e o juro nao exceder de 5 0j (cinco por cento) alem da quota de araorti&a
cao, que nao ser superior a lj0 (um por cento) sendo esta e aquella satisfeitos se-
mestral mente. O secretario interino Manoel Joaquim Silveira.
Recebi de Bruxellas*uma carta datada de 2 de Janeiro deste anno, com duas
asignaturas indecifraveis e desconheciSas d>s Bancos e de negoc antes destapra$a,
que foram ouvidos a respeito, propondo realisar o emprestimo e 62t 80 c|, com os ju-
ros de 41 [2*1 e amortisaco de 1 I [2,1.
Ninguem procurou me para tratar por parte dos autores de tal carta. '
No da desgnalo, segundo o referido edital, para a abertura das proposta>,
apenas appareceu uma de Jos da Silva Loyo Flhos por si e por Heniy Burnay & C.
banqueros em Lisboa, propoudo se a effectuar o emprestimo ao typo de 92 ljlO ..
juros de 5[, era ouro, pagos semestralraente, e amortisaao annual de 1"[,.
Discuto com os proponentes as demais clausulas que divem ser incluidas no
contracto e espero cheg.ir a completo accordo. Dar-vos-hei immediatamente conta do
resultado desta importante negociado.
(Continua)
overa da Prmvlai-ia
BXre'HENTE DO JIA 2J UE KBrKR .1.0 DE 4889
Actos :
O presidente da proviu 'j, d" Conformida-
de cun o dis|K)Sto no irii.M V> lo lecreto n.
357-3 de il de M.i\e de N7V, ivsov,- designar o
tennte-coroucl co.iiiuaud.iiite do l' bul dliao de
inautaria da j?u-iMa uar.iou.d d.i coiBarca.ua Vi-
ctoria, A'.exaiK'n- Jos .t ira de Hollauda Caval-
cante, para substituir nos seus impedimentos o
respectivo eoflluaanantu superior. Communi-
cou-se ao designado.
0 presidente da provinmi, tundo em vista
a propjsta do teueute-corooel coinuiaudunte do
7* corpo de cavallaiia da couurr.i de Olmda e
ufoniiacao do respetivo coauuau lautc superior
de do corrente. re.-ohc nomear parao refe-
rido corpo os .-cguiutc* titlii'iaee:
5 compaiiljia
Capitfio Tencnte Edmirdo Daniel de Soura
Fradique.
6* companhia
Caijilao Urbano Jos, de Lima.
7* coniji nliia
CapitoJos Luiz Salgado Aecioly.
-Coii.nunicou s ai co nni-uid "ior.
- O presidente."la provincia tendo ew vista o
olicio do Dr. juiz de aireilo da comarca do Bo-
Op
mm i






-&&&&*<



2


Diario Je Perambuco---Dossmigo 10 ^Bar^o de J **9
sito, de*'
eleitores tto dis*ncto de par da pa
Reparf loa da Folela
.'fceotAo. N. -24<>- IV
nam par
bastio de CabplWra, licando i etreito*.Illm. e Exm. Sr. Participo a V.
"a portar'3 d iril de 1888 na parte rea- qUe foram hontem recolhidos Ca
Exc.
asa de
portara
!iva r-unio dos referidos elerores na casa tetencao os seguintee individuos:
SS^S^SS PaZ-FlZeram-8C USI -V mmha orden? Antonio de" al e Andr Fer
ecel .. reir da Silva, como alienados, at que tenhaitt
o conveniente destino.
A'oi'dem do Dr. delegada do 1" districlaida
capital. Je** P< errara, como vagaaun-
do ; Aiisko Martins de Lima, por embriaguez
e distarte ; Jos Visele Ferreira deBrito.
por cmt*iajuez e (iEfi'ns;>s moral publica, o
Marcioiui*Mara da Luz, por disturbios.
A' orden do subdelegado la freguezia de San-
io Antonio, Manoel Aoura Pereira-da Silva, por
embriaguez e disturbios ; Luiz Domincues do
Sascinieuio, por embriaguez, e Francisco Do-
mingo d A' ordem do do 2" dislricto da freguezia de
B\ -ncias do jiriz de paz.Fizeram-sc as
^=end^pvincia,attendendoao-'
ue requereu mv*le direiias%.omarcB>de
Florla, bacharel tlrrin I a f iadnli de-Al-
buerque, resolte conouder Ifee tmtiJiiczeare
Viga cora os.utnciioHUos a^ue river dimito.
mE tratar de aua s aude : deven do o fteticMBa-
rio entrar no sso da mesma liceuea.no puazo
Je 4o das.
O pr"sideute ida provincia atteadeiido ao
ie requereu UMOpItilo Xavier Casakante de
Ibuquerque, monitor du Gyujnasio-Pernambu-
rano, e tendo em risia o a11, atado saedko ealii-
liido resolve. usndola autwrsufQo conferida v d *> .iislrirM i frctraeaii
& r^TusAss aa gftstififi w*ss*
^ratifieagao que percebe, para tratar de sua sau- (:ommunica 0 delegado do termo de InfMeinij
_ O nvside -e da orovincia resolve remover ,er no dia 3 do mcz Paasado P110 os.ce,f
eral ( a lastrucguo publica. I m(.nle e fui recolbido cadeia publica, o indi-
- O presidente da provine i.de con ormidade d Lopes da Silva, tara
epm o art. 41 do regnlamento de t* de Janeiro be)n ciado m.mo 3Sh,, como incur-
i &S?^rtS!!Ktt2:1 O delgalo"do termo.de Ipomea communic,.-
Por agora registremos mais urna victoria da
poltica interna do .Ilustre chanceller. Quer
mos fallar das eieicoes para doputudos ao Land-
tag. efectuadas em Novembro.
De*de que os conservadores e nacionaes libe-
raes,no onstahte certos descouteniamentos ma-
nifestos quasi as vesperas do pleito, inantive-
ram o ce'ebre cartel, o pacto eleifral de 1887,
a compusicao da nova cmara da I'rassia nao
potaaeos da patria deHlenri- >p<1>a''ardc sera vera veNio goverao. em
no 10 quarteirSo do 1" districtc d'a-
mogao coucedida nesta data respectiva profes
^nThereza Josephina da Cunha Salles.-Com H Q f ^0,5^ e r*-ri.lo lev mente
uunicou^eu ao inspector gerai da instruccao p* SSSaSilg coguommadoRio Preto.
To presidente da provincia aUendeudoM! ijfff^^^m4g^1,gSt
^sor^S^S^lIn^ =2J conbS o
^cuccao publica e o attestado .nedioo exb bido. 1 a do da G|oria de Guili
reaolve cuneeder.ao pe^"Hp^"^?*.S o cPlado Jos Cyprianode -ouza Pimentel, na
ea. cora ordenado, para tratar ue sua sauue mu ,, ^ ~.t.,tn
UUi>
fessi
, qualidade de 2 supplente.
t'Convier. ^ ......___I Durante"" o mez de Fevereiro prximo lindo,
O presidente .^JTOS""**"' foram por esta repartico remettious para o hos-
requereu toml^XotoinlApn.m- F aVesvaiidos; para o dos Lazaros
^ da -adeira de.eos.no pnmar o emLoto- p d A|ienados 6, para o sylo
u rsabel, resolve prorogar porJB di*,.comor-, d'e,Mendu.i(|aSe 4> e com deslin0 'a escola de
denado, a (.cenca ^Tff ^^"".'^S aprendizes marinheiros 7 menores abandonados.
nouarm para tratar de sua 5aude onde le con- ( h^^ ^^ ^ y E^c^mn,. e fcxm,
Oficios* i ^r- ^r" Innocenc'0 Marques de Araujo
Ao'brigadeiroeommandantedasarmas.-IG06 uit0 digp presidente da provin-
declarando e Exm. Sr. ministro da guerra em ; cia. O chefe de pahcia interino, Daro
lelegramma de hontem, ha ver proroyado por tres j Cavalcante do Reg Albuquerque.
mezes a licenca de igual tempo concedida ao te- m__________
uente do 14- batalliao de nf niaria Francisco ^....... |i,|||
livaivto de Souza. para tratar de sua saude;! TUesouro PTCVWMM
usiuv o faco constar a V. Exc. para seu coulie- j JJEPAUHOs do da o de MARgo de lbb'J
i-imeato e devidos fins.-Communicou-se ao in-1 Joaqun, Marianno de Souza, Dr. Jos Joa-
pectorda Tlresouraria_de Fazenda. ^ ^ | qUjm de Souza e Olegario Saraiva de Carvallio
"ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ao coronel Christiano Buys mande V. S. abo-
nar u importancia necessaria para a sua passa-
rero no. vapor inglez T*ent, a provincia da Ba
Bia.e das pessoas de sua familia constantes da
inclusa relayo or copia, visto ter o referido
Neiva Informe o Sr. Dr. contador.
Pedro Antonio Joaquim Salgado. A' contado-
ria para mandar avenar.
Francisco M. Cavalcante de Albuquerque.
1 ague-se.
Jos Joaquim da Silva Brrelo e lario do Bo-
oflicial de seguir com urgencia para all, amn, n,0_. Haa vgta 0 Dr. procurador fiscal.
deassumir o commando do 16 batalho de in
fjmlaria para o qual fot transferido por decreto
de 14 do crrante
Ao inspector de liygiene. Transmittindo
j^hc. a copia inclusa da infonnacao prestada
pelo brigadeiro commandante das armas sobre o
ssnnipio do final do oflir-io, tambero por copia;
o- 19 de .13 do corrente mez da Cmara Munici-
Julia Carolina Maciel'
entregar ao inlt-ressado
-----------------SOQ6
Ao Sr. porteiro para
in*!nircSo Publica
DESPACH08 DO DIA $ DE MAB^'O DE 1889
Francisco de Paula Lin3 de Carvalho.
. Cumpra-se, reeistre-ee e marco o prazo de
ai do Recife, recommendo-lhe que se dirija ao tw. ? i, u 4_______
uartel do 3 batalho de infantaria e proh.ba 20 das para dentro d elle entrar no goso
da licenca.
!)
Anna Francelina do Reg Barros.Jus-
tifico.
"Jorquato Laurentino Ferreira de Mello.
A' 3.a seccao, relator o Dr. Regueira
fOL.
que se lance ao mar o lixo, como ora se taz.
segundo declara o commandante do referido ba-
lamo o pedido fcito em oome da mesma C-
mara pelo capito Antonio Fernandes de Albu-
querque.
Porta ras :
~ Transmuto Cmara Municipal do Recife
i-opia da informacao prestada pelo brigadeiro [ Costa,
commandante das armas, era 23 do corrente
mez,. 19 de 13 do raesnio mez ^xumptindo que me in-
forme aobre o nptffio- 1eito em nome da mesma
0^iqiTleRrTapitao .Vn.tonio Fernandes de Al-
E*srnuu de que trari coronel commandante
doi baialbio de infanlaria no ollino annexo
citada informai;5o
__O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faca traiiportar provincia do Rio Grande do
Norte por couta do Ministerio da Marinha dois
lates e urna lata, medindo 17 decmetros cbi-
cos, volumes estes que contera oleo e mechas
para o pliarol dos Reis Magos all existente.
t'emmunicoa-se ao inspector do Arsenal de Ma-
rinl.a.
RECIFE, 10 DE MARCO DE 1889.
Rettrospecto poltico do auno
-O Sr. superintendente da estrada de ferro formas t*** P* blanda e pe
do Recife ao S. Francisco, mande dar possagem Gladstone. Nao tendo, porm, ao
de ida e volta em carro de 1* classe por conta
provincia entre as estacoes das Cinco Ponas e
a diiiRal nares ao engenlieiro da repartigao das
Obcu"Publicas Franceino America de Albuquer-
quu Mello, jque vai a servijo publico providen-
ciando sobre a volta do mesmo.
EXPEDIENTE DO DB. SKCRSTAMO
OJlkio -
--Ao brigadeiro commandante das armase
fW-,0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
da di-i hitar i ,\ K\ requeiiiuento do coronel Frederico Christiano
. Bn\, ficaiulo assim respondido seu oflicio n.
37sde lioiHfin.
StM mesi:io.O Exc. Sr. presidente dapro-
vin^pDunda aecusaro recebimentoo do oflicio
de V. Kxc, de hontem datado, sob n. 363, de
eujo as.-umplo tira inteirado
Ao Dr. juiz substituto do Io districto cri-
uiiual dacomarca do Recife S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda communicar a V.
S- que no seu oflicio de hontem datado, profe-
rto o despacho segunte :
A director do presidio de Fernando de No-
rforonlia para satistazer a requisico
de m**!*i
POLTICA PABTICULAR dos estados eubopels
(CoiitinuaQo)
O ministerio Salisbury, forte do apoio dos li-
beraes unionistas, coalinuou a negar-se s re-
to liberaes de-
que parece,
ioteira conlianga nos meios coercitivos empre-
gados contra as agitaces da llha Irma, chamou
em seu auxilio a auctoridade de Leo XIII-
Como se sabe, o clero cathelico irlandez presta
valente concurso poltica nacional. Forcal-o a
abandonar essa attitude hostil aos interesses in-
glezes, aute os conselhos do ebefe da igreja ro-
mana, eis o pensamenlo io gabinete de Londres,
quando solicitava com instancia a ioervencao
papal nessa infinda e irritante pendencia entre
exploradores e explorados, entre os kuidlords
e os pobres rendeiros de Erin.
Depot de alguns mezes de hesitaco, accedeu
o summo pontfice ao pedido, c dirigi um breve
aos bispos d'aquella regio, oo qual, por entre
phrases benvolas, condemnava franca e rude-
mente os meios de guerra empregados pelo povo
irlandez contra os proprietarios territoriaes.
(ion formando- se com o parecer da coogregaco
de cardiaes que ouvira no assumpto, declara-.a o
s anto padre, molerveis os processos de poltica
ponderar, disseram os pi
3, que o papa nao condemnou o movimento
nacionalista, nem a Liga, mas nicamente os cri-
mes agrarios. Assim, julgavam se no dever
de acantelar o povo rlandi z contra os elTeitos
da linguagem irreflectida e nada respeitosa de
que se estava fazendo uso em relacao ao summo
pontitice e as congregacOes romanas ..
A TfTT*" Bfua. o sato pudre aoc -amor aos
a.^uaes diruuawei
que VHJ! Lord Saliaaury fot menos Mi.que o
principe de fltauarck. A.-uate pdtfe Lefio-XIII
prestar iiaianliarlos mfoaaieitoraes abarla
mentares em 1887 E'wrtaapie alpira oataoli-
cos aliemce lamontaanoh itfUHt oocasio-que o
poder moral do aapao>f laapwpjTiaau eavtfeje-
ctoa taoeatrauhoaaiuvan^uams ea- iifai*nle
da igreja, A maioria d'elles, porm, ouvio a voz
Jo seu chefe, em favor do lutherano que tanto
o tanto tnagoara o coracao fervoroaamente dero-
lo de Pi IX. Nao aconteceu assim na Irlanda.
A intervengo da Santa S, era prol do odiado
landlordismo. apenas fez com que esta descesse
na consciencia de um povo excepcionalmente
infeliz, e que sempre se llie conservou fiel no
meio de todas as torturas da oppresso. Os que
:,e:nelhaiite interferencia promoveram nao tira
rain della o proveito que esperavam. Ao con-
trario, os bispos irlandezcs, no intento de salva-
rem o prestigio do seu superior hierarchico, sal-
vando a propria auloridiIe, foram obrigados
a mostrar mais vivamente as suas sympathias
lelas agitaces nacionaes. E iizeram-n'ov pe-
dindo a creacd de um tribunal independen te
para decidir os pleitos entre proprietarios o
rendeiros, bem orno-que se torotm extensiva
a Irlanda a legislacO'reguladora das evieges
na Escossia.
O overoo nao acomeu esses pedidos, eorao
se nao curvou s ex^encias dos liberaes que
comrbatem pela autonoma irlandeza, e a cuja
insistente propaganda .vai resistndo, graeas
grande maioria parlamentar de que dispe.
Para auxiliar o boni xito das leis de reresso,
baldado o concurso do chefe do cathohcsmo,
procurava o ministerio Salisbury desacreditar
os principaes representantes da Liga Nacional,
dndoos como cumplices nos crinies agrarios
ha annos commeltidos na Irlanda. Favoreccu-
llie os intuitos a despronuncia do Times 00 pro-
cesso por difTaraacao, que contra os responsaveis
dessa folha ntentou o depululo irlandez
O'Donnell. A esse respelto deram-se longos e
calorosos debates na cmara dos commuus, no
meio dos quaes pedio e obteve o governo auto-
risagao para ordenar um inquerito judicial, ten-
dente a des.rir o procediraento do partido
home ruler em relaco aos alludidos crimes.
Posteriormente discutio u volou a mesma c-
mara um projecto governamental, destinado a
facilitar aos rendeiros da Irlanda a acquisico
das trras que cultivam. Essa proposta de lei,
inspirada as raesmas ideas que antes defender
Gladstone contra a opposicao conservadora, faz
do thesouro um banco de descont, segundo a
phrase de um chronista. O estado adiantarii ao
proprietario o preco da venda, que o comprador
deve restituir aos cofres pblicos por meio de
annuidades successivas. A questo saber se
o rendeiro que desejar tornarse proprietario,
poder satisfazer com poatualidade as quetas
de amortisaco, antes de liberlar-se do debito
das rendas atrasadas.
Nao foi esse o nico projectu de iniciativa go-
vernamental offerecido apreciagao do parla-
iiubIo inglez no anno flndo. Outros estranhes
qiestao irlandeza, e tal vez no intuito de fazer
deito, os progressistas'Hcaraai all em numero
inferior ao que antes conaliNaui : 0 o grupo
catliolico no diminuio, famaem nftwaugmen-
tou. Xenlum dos partido*duna ascumblapo-
dera, por si so, formar maioria. Oprioupe
de BisuMKk continuara, pois. .1 oppdf un* aos
outros, segundo as necessidades oceurrentes.
Alm disso, o entliusiasrao colonial da Alle-
manlia parece destinado a removenpiaesquer
difficulJades parlamentares, que possa prxima
mente encontrar o-gran le direcior dessa naci -
uadade. Wiudtuorst, chefe do partido catho-
lico, a|iresen!ou no Reiclistag. em l."> de Dezem-
bro, urna mocao em que se luostrava satisfeito
cora a pojjtira nacional em relacao frica, c
se declarava prompto a tomar em considerayo,
bem como a discutir, as medidas que osgovur-
nos confederados julgassem dever propdr a tal
respeito.
(Contina./
. Ao couiraaralaiite do cwpo de polica. De irlandeza conhecidos pelos uomes de plano de
iirdeiu' doi Exm Sr. presidente da proviuda' campanha e de bogeotting.
IraBjrrdtt/a Y. 9. pura os fins convenientes co- A degga derisl0 dilia brev S(,r<1
oiado/iioh) de O do corrente mez enique; 4 '
iuiz iriunicipal do termo de Itamb requisita o | lacilmeute reconhecida por todos quantos consi-
eom Jm-ciuiento do alferes Manuel Ferreira da derarem que um arreudamento, desde que [-
afjmde como testcmuuha assislir ao julga-; fectuado por mutuo consenso dos que nelle in-
DICfomCmV^ia terveem, nao pode ser mod lirado pHa nica
convocada
para odia II de Marco prximo. Communicou-
sc ao juiz municipal do termo de Itamb.
Aos agentes da Companbia Brasileira de
Navegario a Vapor.S. Exc. o Sr. presidente j d0s de resolver todas as questes desse genero,
e V> I bem cono de reduzir a importancia das rendas
limites, mediante a apreciaco
mod lirado
vontade do arrendalario sera violaco do contra-
cto, sobretudo quando lia tribunaes encarrega-
. datado de hontem de haver entrado dos por-,
tos do N'irle is 6 horas da dtanh o vapor Munoi \ J
que seguio hontem mesmo as 6 da tarde para os
do sulCommunicou-se secretaria da asri-
eultura
BBPACHOS DA PKKSIOENCIA DO DIA 8 DE
MAB90 DE 1889
Felden Brothers.Remettido ao Sr.
inspector do Thesouro Provincial para
mandar pagar, nao tendo objeccao a op-
por-
Francisco Tavares da Silva Cavalcante.
Pague-se.
O mesmo.dem.
JoSo Antonio de Mello.Indeferido.
Alferes Manod Quintino dos Santos.
Remettido ao Sr inspector da Thesoura-
ria de Fnzenda para mandar fazer o abo-! aque||es a quera havia sido dirigida. Os prin-
go, citando em termos. J g^mM ebef*? do h Maria Barbosa do Araujo Freitas.In- qUanto estivessem disposlos a importar a toa
deferido, vista da infonnacio do Dr.: ,i,0|0ga d0 Vaticano, pelo que respeta poli-
spector geral da In8trucVao Publica. ,ica Roma va|ia para e||es ,ailto como Constanli-
Psula Mana da Trindade Liberal. nop|a que nen|)Uin prelado livha o direito de
Entregese, mediante recibo. I t^^ggt^f^s^ 0s seus deveres de cidados.
Reis & Santos.Sim, icndo como al- R^ninan.ge assemblas sopulan- no intuito de
*e8"- _. ., advertir sua santidad; de que, apezar de iiiful^i-
Secretana da Presidencia de Pernambu-
das causas determinantes da baixa do valor das
trras. Tambero nao pode ser permittido que os
foros cu rendas vencidas sejam depositadas em
mos de individuos desconheridos em vez, de
seretn entregues aos proprietarios, que por tal
modo sao gravemente prejuriieados. F.' anda
contrrio justica e caridade perseguir, por
urna especie de interdicto social (boycotting), os
que se resolvem a pagar as rendaa*em debito a
quem deve recbelas, cu que usam de indis-
putavol direito, arrendando bondades desocu-
padas .
O ministerio eos que lhesio aflictos semirain-
?e intimamente satisfeitos com a censura do pa
pa; os liberaes invectivaram-Da : acharara que o
governo nao devia ter solicitado a interencao
pontificia em negocios puramente temporaes.
Mas a quem ella magoou verdaderamente foi

o, 9 do Mar$o"de 18b9
O porteiro,
F. Chacn. -
\el, estava mal infoiraudo acerca das cousas da
Irlanda. Acudram os pro|>rios bispos a qu'in
o rescripto havia sido enviado, para acilinarem
a excitaco por elle producida. Era preciso
cmaras. O mais importante desses tr.iballios
legislativos foi o da profunda reforma da admi-
nistraco local na Inglaterra e no paiz de Galles.
A ianovaco consisti em substituirem-se os
antigos juizes de paz dos condados por conse-
lhos eleitos pelo mesmo modo empregado em
relacao s municipalidades urbanas. Esses con-
selhos terSo o seu orcimento especial, cajas
receitas serio formadas pelo producto de taxas
locaes p,ir elles estabelecidas e pelo de outros
iinpostos de que o estado Ibes faz cessao. Fi-
cam 110 gozo das mais ampias facutdades adoii-
nisirativas, menos no tocante 4 justiga e s es-
colas. Mediante a nova lei, o povo inglez ad-
qui'io direitos que antes pertenciam exclusiva-
mente aos grandes proprietarios.
Os liberaes de (ladstong viram-se constran-
gidos a approvar e*sa reforma largamente demo-
crtica, embora proposta pelos seus adversarios
polticos, cujo radicalismo causou espanto.
No intuito de fortaiecer a cmara dos lord,
dando-Ibe elementos novos e activos, consegu?
o marquez de Salisbury que alli fosse approvad
um bil, autorisando a rainha a nomear annual-;
raente cinco pares vitalicios, at uo numero de
cincoenta.
Entre as diversas medidas adoptadas merece
ser especialmente mencionada a da converso
da divida publica, segundo um engenhoso e no-
tavel projecto de Goschen, ministro da fazenda,
projeclo que tambem autorisou una altera gao
importante do systema de impostos sobre be-
bidas.
Pouco u-mos a accrescentar ao que, acerca da
Allemanha, dissemos u'outra parte deste traba-
Iho
No principio de Fevereiro o Reichstag votou a
prorogagiio simples da lei contra os socialistas,
o que nSo podia ter causado inteiro regosijo ao
governo, cujo projecto nesse sentido consigna-
va penas mais rigorosas que as estabelecidas na
mesma lei. Em compensaeo o principe de Bis
marek vio com prazer approvada a proposta
concernente a augmentar de tres para cinco an-
nos o prazb do mandato dos membros d'aquella
assembla. Medida idntica foi posteriormente
adoptada em relago ao Landtag prussiano. O
chauceller nao tem gosto muito pronunciado pe-
las eleigoes, pois que Ibes quiz diminuir a fre-
quencia.
Por occasiao do advento de Frederico III foi
publicado um decreto amnistiando os pequeos
cri. es polticos. Os cffeitos da amnista estn
deram-se Alsacia-Lorena. Mas para que se
nia pensasse que esse acto de magnanimidade
inostrava excessiva tolerancia pelos sentimenlos
anti auemacs das suas provincias conquistadas,
exigi o governo de Berlim, em fins de Maio,
que fossem visados na erabaixada imperial em
l'aris os passaportes dos estrangeiros que tives-
sera de entrar na-ditas provincias pela fron-
teira franceza
E' possvel que nem essa, nem medidas ain
da mais rigorosas, possam abafar de todo
as aspiracoes de urna populagao violentamen-
te separada da patria, que anda no esqueceu
A Allemanha coala com a forga de um grande
exercito, a que se quiz dar mais ardor e deciso
com a reforma do marechal Molkte e outros ge-
neraes enfraquecidos pela idade O futuro di-
r, porm, se esse enorme poder material con-
seguir iaipedir para scrapre a realisago de de
sejos e esperangas Ido persistentes e vivas.
noticias do *ul
O vapor inglez Craigendoran, entrado lioiem
do Rio de Janeiro, foi portador das seguint no-
ticias :
Rio da l'ialu
Publicaram-se na corte os seguintcs telegram-
mas:
Buenos-Ayres, 1 de Marco
Ataxa do'ouro foi hoje "de 157,10 .
"O Dr. Wenceslao achoco remetteu ao presi-
dente da repblica urna carta publicada hoje
pela maior parte -ios jornaes, dando ronta da si-
tuago linanceira do piiz. das leis votadas du-
rante o anuo de 1888 sobre os bancos livres, a
can-sai> do papel-moeda nelos bancos particula-
res e a cpnverso da divida externa do governo.
Termina :. carta esa termos que sao de bom
agouro para a situagao actual e felicita a era da
prosperidade que despontou para a repblica
Argentina:
Circula o boato de que o general Julio A. Ro-
ca ser noraeudo vicepresidente do senado ar-
gentino.
O conselheiro Andride Figueira visilou a ci-
dade de La Plata.
Montevideo, 1 de Marco
O Dr. Reus foi banid da liaba.
A Companhia de Crdito Nacional abri urna
subscripgio de 'irn millio de peso.
O Sr. Amaro Carra foi nronhecido senador.
Rluftramle do Wul
Datas at 24de Fevereiro.
Refere o Umt'm do Rio Srtmie, em data de
24 do mez passado :
Dizem-nos que em*Montevideo corre o boato
de estar grassando crin in'ensidade a labra ama-
rete nesta cidade, vista do que o governo
oriental resolver tomar rigorosas medidas de
pn/caucao.
Semelhaii e boato nao tem absolutamente o
menor fundamento.
No Rio Grande nao liouve anda o caso mais
insignificante de febre amarella.
Ajiezar dos vapon-s. procedentes do Rio de
Janeirc, terem entrada franca no porto, depois
do serem desinfectados, nfto Ufen soffrido as con-
diges sanitarias da cidade a menor alterarlo.
O boato que espaiharam em Montevideo ,
pois, completamente falso e como tal nSo merece
o menor crdito.
Diz a mesma fdha constar-lhe existir nacida
de do Rio Grande um subdito italiano, cojo en-
ea; o parece ser seduzir inimigrantes e fazrl os
seguir para o Rio da Prata.
' Ante-hontem, accrescenta, foi esse individuo
rido arammudeiino meio de um grande grupo
esquecel-a, foram discutidos e votados naa-*duas de unmigraiites- (hegudos-no paquete Victoria.
Disem-nos que se hospeda em ur hotel ra
da Impcratnz, e com este se compromette a pa-
gar as despezas feitas pelos ira migrantes que se
deixara seduzir por elle, emquanto n.Vj chega
vapor em que possam seguir para o Rio da
Prata.
A folha citada nao garante a veracidade destas
infonnagoes. mas acha que caso das autorida-
des averiguaren! o que ha nisto de Terdade
alirr de que nao se de o abuso do Brazil estar
pagando passagens a inmigrantes pura outros
paizes.
O presidente da provincia eommnuicou
Cmara Municipal de S. Jos do Norte, para os
fins convenientes, que. por lei de ti do mez fin-
do, foi ella autorisada a eraittir apoiices at o
valor de I0:"00000, ao juro mximo de 8 '/
ao auno, atim de ser essa qoantia, s'egundo o
art. 2o da mesma lei, exotasiaaMBto applicada
compostura do caes, seguimento da estacada e
construegao de urna duea para abrigo de peque-
as embarcages,
Consta ao Diurio do Rio Grande que a som-
nia-otl'erccida pelo symlieato ingtez para a com-
pra da Hydraulia Rio-Grandense de.......
6jO:00O00O.
A varila esta grassando com grande inten-
sidade em Pelotas.
A directora do Asylo de Mendicidade da
mesma cidade deliberou mandar construir urna
das maiores partes do edificio destinado aos
mendigos.
A construegao couiegar pela frente, ra An-
drade eves, e prolongar-se-ha at onde as cir-
cuosla ncias permittirem.
Com o capital existente se far o sufficiente
para receber mais de sessenta individuos com
todas as commodidades.
Os trabalhos devem comegar brevemente e
com a conveniente actividade.
Consta ter sido assassinado com treza pu-
nhaladas, no municipio do Quarahy, o Sr. Felip-
pe Luiz da Fonseca, que estava envolvido em
urna auestao de campos neniados.
Lemos no Canabarro-n SanfAaiia :
Com as grandes chuvas, eucheu de tal for-
ma o arroto < atalam que arrastou tm suas aguas
Dina familia infeira, composta de um casal e seis
tilhos, que habitavain em um rancho prjimo ao
arroto.
Falleceram : na capital o major Francisco
Ro Prdenso de Macedo ; no Rio-Grande. D.
Cornelia Pujol e Antonio Joaquim Victoria : em
Pelotas, D. Carolina Ramos de Azambuja, I. Cy-
p; i a na Paria, I'. Manuela I'ereira de Souza, Ma-
noel Ribeiro da Silva e Adriano Beocaray ; em
Rag. D. Anna Rosa Bruno.
Paran
Datas at 24 de Fevereiro.
Falleceram : em Corytiba, Germano Meyer
e Jos* Pedro Estanislao da Silva ; em Antonina,
o major Jos Leandro da Costa, ex-collector de
Paranagu. r
8. Paulo
Dalas at Io de Margo.
A Empreza Paulista de Electricidade deli-
berou encorporar uina sociedade anonyraa cora
o capital de 200:0004, para desenvolver a illu-
minago elctrica particular.
0 'orreio Paulittano diz que a opera de
Carlos Gomes 0 Escraco j se acha concluida e
que est em viajera da Italia para a capital de
S. Pauto o Sr. Giuseppe Ferrari, que alli vai tra-
tar de exhibir aquella opera, organisando urna
companhia se obtiver as assignaturas necessa-
rias. Neste caso Carlos Gomes vira da Italia
uara assislir exhibicao.
Na povoago de Desemboque, perto de libe-
raba, o f izendeiro Joaquim Gal-lino de Paula foi
fulminado por um rato, no dia lo do corrente.
Estava o fazendeiro no centro de um grupo de
urnas 20 pessoas e so elle foi morto, soffrendo
a? outras apenas forte abato, pequeos ferimen-
tos e coiituses.
As obras da estrada de fiirro Sorpcabana
estilo sendo feitas com grande vclonidade de-
ven 0 cliegar dentro de poucos das i c daoe de
Tatuliy-o ramal respectivo.
o da 27 de. Fevereiro llzeram se as experien-
cias nasduas piules le Ierro.sobreo rio Soroca-
ba. que tem 40 metros de largo em um so vi i
e na poille sobre o Tatuhy, que t ra 20 metros de
lar^o.
O director da companhia, commendador J. J.
Pendra Jnior, e o commendador G. Oetlerer
ebegaram ao lugar das experiencias s 9 horas
da manir ido j ah os engenheiros da
comptrnhia l).-<. C. Crner e'Haysse, que fizeram
'a inontagem das mesraas pontos, e que as decla-
raram prora ntas com toda a seguranga.
O commealador Pereira Jnior convidou os
engenheiros a subirem para a locomotiva, que,
a um signal dado,'transpoz com rapidez e ga-
lhardia as pootes.
Depois da passagem, a que assistio toda a po-
pulagao do lunar, que va pela primena vez mo-
ver- se um caaro a vapor. mandaraa-se engatar
locomotiva' vario carros de lastro e esse eom-
boio utraveaaou por vezes as pontos.
Os resultados ototidos foram os mais lison-
Sros.
Sob o titulo Moidedara de cobra diz o
Eco Municipai^rd Bocaina :
A lodo corrente mez :Feve4toiro, Manoel
Messias, cmara!a di* roca do teueote Joaquim
Jos Rodrigues da Motia" agricultor deste muni-
cipio, traballiava na lavonra deste, rfnando.rer-
ca de 11 horas, foi mordido na perna por mina
enorme cobra cascavel, que foi morta inconti-
nenti. 0 reptil trazia cinco guizos, o que quer
dizer que tiuha cinco annos, segundo a crencu
popular.
Manoel Messias. sem se sentir iinpressiona-
do pelo fado, pedio imraediatainente um limo.
asedo, vnlxarraeflte chamado limo gallego, ror-
tou-o em duas partes, a que addicionou certa
quanlidade de sal de cozinlia, e assim prepara-
das lev.iva alternativamente ao fogo as duas me-
lades do limo, (|ue urna vez bem mentas, a fer
ver, cauterisava cora ellas as cisuras profundas
deixadas p-das presas da cobra. Assim repeli
o processo durante alguns instante, feito o que
collocou una ligadura na pirte superior da per-
na, e sem dar nenliuina importancia ao caso,
piuseguio no seu traba'lio duranie o i estante
do dia.
Manoel Mesias di/, que ap.mas sefltira leve
peso de rabees, que logo depois da appiicacSo
do cauterio oapareceu. Acfia-se em perlei-
to (."slado de sauue, licando assim provado que o
iiino azedo tem mais esta virtude, alm demui
tas outras que Iho >o aKriliunlas.
.. E'caso de os nos.-os collejas daremiurso
a esta noticia, com o que prestarlo um grande
servico Iromandade.
O fado que ahi narramos verdico, o que
attestamos sob palavra de honra.
Falleceram: em Campias, Pacifico Jos
Coral e Renedi ;to Wick e em Botocat o phar-
maceutico Martinbo Moiato.
A expausao do movimento po tal corres-
ponde ordinariamente maior actividade das
ivlages sociaes de lodo o genero, consiituindo
bom criterturn para aferir da prosperidade das
regies onde occorre o phenoracuo. A provin-
cia deS. Paulo dexemplo deste parallclismo d-i
augmento do traf-go postal com a acceleraco
das raaiiifestaccs da vida. De anno para anou
e sem ueiiliuiiia solugo de continuidude. a ren-
da dos correos faz-se alli representar por alga-
rismos mais considerareis.
Do balanco de 1888 vei iti.a-.-c que o saldo ex
cedou de quasi 30 % 0,;o imo anterior leudo-si-
elevadoa 150:379*716 contra 106:946-5196 em
1887, a despeito de haver augmentado de....
61:n22 "i>i"> a despeza do custeio em razao da
ineihoria de vencimientos dos empregados de-
cretada pelo re.'ulaaicnto de 26 ue Margo, i
cn-aco de 19 agencias edo augmento de'linhas
po.-taes.
Tosmente coosidera la a renda bruta eraos
paruosdous anuos com parados o resultado se-
guinle :
1888 .6:114*008
1887 W8:7588003
Em 1888
107:656500o
O trrico postal da provincia conta 2-:i agen-
cias e 114 liabas, atm das de aorreio ambulan-
te que transita pelas estradas de ferro S. Paulo
e Rio de Janeiro, Sanios a Jundiahf, Paulista
seus ramaes, Mogyana, Ruana c Sorocabana.
Durante o anuo foi e-te o movimento de sa-
ques no correio de S. Paulo :
Vales emittidos 1,722i 74:9614000
Vales pagos 1,611) 81:363*420
No mesmo periodo expedio e recebeu aquelle
correjo 8,078,790 objeclos, dos quaes 307,830
registrados.
Fura publicado na corte o segunte tele-
grarama, datado de 1:
Falleceu hontem em Campias o coronel Joa-
uuira Quirino dos Santos eest enfermo aqui o
Dr Arislides Lobo.
Celebrou-se hoje, ua capella do hospital da
Misericordia.-pomposo oflicio fnebre por alma
do Mrquez de It.
Asistiram a Marqueza, viuva. o Marquez de
Eres Hios, o coronel Rodovalbo e muilas outras
pesaras gradas. .
o 0 corpo docente da Escola Normal fez hoje
hrilhanle manifeslagSo de aprego ao conego Ma-
nuel Vicente, director da mesma escola.
O commendador Scarzanella parte domingo
para Ribeiro Preto, em companhia do Dr. Mar-
linho Prado Jnior.
Fazem:Se grandes preparativos para o baile
que o Dr. Pedro Vicente offereceao conselheiro
Prado no dia 10. E' grande o numero de con-
vidados.
Rio ce Janeiro
Folhas de 2 de Marco.
- Pelo ministerio do imperio foi expedido a
28 do passado o seguinte aviso ao de estrangei-
ros :
lllm, e Exm. Sr.A elevagio do nosso nivel
intellectual torna cada dia menos sapportavd a
falta de grajare estytoeuraossas eonstrueges,
ainda'as destinadas a servieps pblicos da maior
importancia, como se a belleza no fosse condi-
go essencial ou della se pudesse prescindir a
troco da solidez, nem serapre conseguida.
Ou porque as nossas coiist"ucccs publicas
lenliara sido confiadas industria dos empreitei
ros, forgados pela concurrencia a sacrificar ?.
arte ao prego, ou porque nos fallera os modelos
que inspirara o gesto e fazem populares as obras
primas,, a verdade, que nao se pode escurecer,
que sera proveito econmico nos habituamos a
tolerar e deforme, seno monstruoso, e afnal o
confudiremo3 com o bollo, Ilustre e mage.stoso.
E' preciso que a primitiva arte de construir se
junte a concepcSo e a dlgnidade da architectura,
cutos ejemplares sao to raros entre nos, e, o
que mais inquietante, era geral vieran! do pe-
riodo colonial.
as obras artsticas devidas ao genio do insigne
arCUMcto, cavalhoiroGr.ndjean doMontigny me
;jtorisain, sem temor de mal cabido ciume na-
cional, a jilear a V. Exc. o favor de confiar a
alitdhs de nossos ministros acreditados as prin-
ciiiaesjcories da Europa o encargo de ajustar rom
um architedoflde provada e reconhecida supe
rioridade, para Hcar a disposigio e servigo do
aoverno imperial, pelo lempo e condiges que
rorem propostas o das quaes se dignar de dar-
me previo reconheciraento.
Outrosim. e por igual modo, ajustar os servi-
gos de um engenheiro sanitario, de provada ex-
periencia e reconhecida autoridade setentifica
por trabalhos de sua iniciativa e txecucao.
Deus guarde a V. ExcA. Ferreira Vtanna.
A S. Exc. o Sr. ministro e secretario de estado
dos negocios estrangeiros.
O ministro do imperio mandou que o Dr.
Glaziou faga um orcaraento das despezas neces-
sarias cora a arbonsagb dos terrenos do antigo
Matadouro e de outros pontos da cidade.
O mesmo ministerio decl irou ao presi-
dente da provincia do Para, confirmando o tele
gramma oe 26 do mez lindo, que tica concedido
o crdito de 5:000*000 para occorrer s despezas
cora soccorros, inclusive transporte a retirantes
cearenses.
Forain coramunicados ao Jornal do Com-
memo os seguidles trechos de urna carta do Sr.
marechal Deodoro, pessoa de sua familia :
A historia do conflicto entre mira e as au-
toridades sanitarias de Montevideo pura fan-
tasa.
Deu-se soraente o seguinte :
i'reienido n> Rio-Grande de que teriamos
somenle a quarentena de4< horas a bordo, se-
guimos viagem e ao chegarmos ao lazareto da
i!ba das Flores se nos deetTOU que para termo?
Iivre pratica seria preciso desembarcar a baga-
jera e desinfecta!-a,ou, en caso contrario,tea-
mos de Hcar incoramunicaveis, recebendo so-
menle os gneros alimenticios e carvio.
A isso respond co,n corteaia eurbanidade
que uceitava O segundo arbitrio, porquanto nao
me convinba desembarcar bagagem, nem perder
lempo.
Fizemos affavel e cortezraente os ltimos
compriineotos e separimo-nos.
Os honren* da sunidade, porm, ncommo-
daram-se (soube J'is.so depois), porque o meu
urocedi nenio ia em contrario s suas intenges.
A IViOunaPqputor de 17 tarde desmunte o
aitigoda Razn publicado na manhd'esse dia,
onde vem as hespanholadas attrbuidas a mitn.
Remetti-as ao ministro da guerra.
No dia 28 do mez lindo, o ministro de Por-
tugal offereceu um jantar, no palacete \de sua
residencia em etropolis. aos Extns. Srs. bispos
de Olinda, Conde de Santo Agostinho, do Para e
de Mariauna.
Foram tambem convidados monsenhor Paiva,
os comaos Amador Bueno, Benjamn de Toledo
Mello c os padres S, Joaquim Paiva e Moreira.
Todos os convivas compareccram hora apra-
zala.iiijenos o Sr. bispo de Mananna, que foi re-
presentado peto conego Horta e pelos padres
l'aiva e Moreira.
Sabendo o Sr. ministro que seu Ilustres con-
viva* esto doentes, .lou-lhes um jantar apro-
prnKto ao estado em que se achara.
Os Srs. bispo o deoaaie convidados retiraram-
ithorado pela amabidade do Sr. ministro
d1 seu secretario.
Em sessao do tribunal do Thesouro Nacio-
nal de 27 de Fevereiro ultimo, presidida pelo
conselheiro director geral do contencioso, foram
abertas duas propostas para explorago da fra-
gata nacional D. Paula, naufragada em 1827 as
costas do Cabo-Frio. Rubricadas pelo vice pre-
sidente do tribunal foram remetlidas repart-
gao competente para dar parecer.
. No mez prximo (indo foram sepultados
nO ce iterios da corte 1.888 cadveres, dis-
tribuindo-se as causas de bito pelo seguin i
modo :
Febre amarella
Pebre perniciosa
Accesso perncioso
Oatrn Pebres
Tub--rciitos pulmonares
Outras molestias
N inuo du 1873, que, segundo a opinio do
etxarj presidente da Juma Central de Hygieue
Publica, foi um dos calamitosos depois de 1830,
o numero de bitos no mez de Fevereiro elevou-
se a 2 087, sendo victimas da :
Pebre amarella
Pebres remitientes e nter-
raittentes
Varila
Outras molestias
- Attendendo ao augmento da populacao no
periodo decorrido de 16 annos, diz Jornal do
Comtneirio, a eomparago nao para causar-n-s
terror- mxime em relacao febre amarella.
Mas nao to somenle contra esta epidemia^pie
nos devenios premunir, seno contra todas as
outras febres, que. pelo numero de vi timas que
fazem actualmente, denunciara nao ser boa a con-
stituigo medica da cidade.
As prescripgOes e vigilancia da repartico
de bygiene tra sem dnvida concorrido para di-
rainuir a in'ensidade da epidemia, mas nao ba
vigilancia nem piescripces que surtam effeiio
quando a populagao nao se acautela conveniei.-
temente, nao pOe a maior diligencia era evitar
as causas de molestia.
lina imprudencia, desculpavel e sem serias
consequencias em outras condigOes, pdeactuaL-
mente determinar mal grave.
Cjm os dados cima citados e cora estas ob-
servares nao pretendemos inentir terror, mas
nicamente Unibrar a necessidade nesta quadra
de constantes precauces e rigorosos cuidados
hygienicos.
479
86
\f
139
923
1 087
134
104
1.342
INTERIOR

A KcButnia
I!) > loriad do (Jommercio da corte)
24 de Fevereiro de 1880
Abri esta semana com a recordago de uir.a
das paginas mais brilhantes da nossa breve his-
toria militar,o admiravel feito da passagem de
Humayt. que cobrio de gloria o norae brazi-
leiro.
Com justo orgulho lembrou-se a nago d'esse
longo periodo que foi de Jutas, de sacrificios ede
aneiedade mas que tambera nos trouxe das de
intenso jubilo, de enthusiasmo patritico e de
brilho mmorredouro. Rapetirara-se cora saudade
alguns nomes queridos da patria, que liojes vi-
vera nos aiiuaes enflorados em que se registram
s victorias nacionaes, mas ao mesmo tempo ae-
clamara-se oatro nomes de tantos bravos que sa-
turara repentinamente das fiieiras, desconhecidos *
na vespera, hroes na manila seguinte. Podemos,
pois, tranquillo* applicar a attengo e a activi-
dade em empreheu-limento de nalureza pacifica ;
os brazileiros conhecem a^strada do triumpho :
as tradiges de gloria anda podem ser contadas
por muitos, que para ellas eontribuiram. a urna
mocidade rdeme e briosa que saliera descobrir
-os carainhos por onde seus atepa^ssados levavam
victoriosa a bandeira da patria.
Foi ha vinte e um annos Noesto, porm, es*
quecidas as apprehenses dolorosas com que en-
to se cncarava o futuro. Depois de to ingente.
esforgo, de tantas vidas preciosas at i radas no
sangrento sorvedouro da guerra, de tantos recur-
sos sacrificados, pareca que o Brazil cahiria ex-
hausto o-por tongos annos se conservara apa-
tbico. Os Ciclos vieram desmentir todas as pre-
rieoes; crescen a actividade ; o commcrcio e a
oascente industria supportarara sera abalo o aug-
mento de encargos tornado necessario pela situa-
go do thesouro nacional; longe de licar estan-
qnes, as fontes da riqueza publica parecerara to-
mar novo desenvokimento.
Estavamos presenciando um plienomeno eco-
nmico, que nem tratamos de explicar, lalve
porque a explicacto era obvia
Ha um anno achamo-nbs em urna situagao mais
grave do que a da guerra do i araguay; nao era,
como outr ora, a luta contra um governo oppres-
sor de seu povo e offensor gratuito de seus visi-
nhos: era agora contra vastissimo interesses pro-
fundamente enraizados, apoiados na tradigo
nos costume.prendeiido fortemente todas as clas-
ses sociaes c parecendo constituir elementei-
dispeusavel di riqueza nacional. Numerosas ten-
tativas prudentemente empregadas no intuito d
aUrouxar os lieos seculares foram conciaer-adas
a principio serio perigo. Mais tarde, esforgoe re-
petidos com furor petos proprios manietados des-
perlaram justos receios de geral perturbaeo.
Alinal um golpe rpido e inesperado cortou- o
inextricaved no dia 13 de Maio de 1888.
E'cedo ainda. reconhecernos. para argumentar
com os tactos, nom queremos com tintas suaves
pintar risonho o futuro, no qual, para alguns,
igeiras sombras se divisam. Pretendemos ape-
nas, perante o novo phenomeno econmico, mais
consideravel do que o primeiro apontado. rec-
nhecer a aeco do mesmo faclor, cuja torga cres-
cente, operando por mil modos dmerentes, de--
faz todos os obstculos, destlente todas as piv-
visoea e poder mesmo varrer do co da patria
aquellas leves nuvens que ha pouco indicamos.
Esse factor invencivel, cuja energa ronstaule
destroc cora um sopro todas as dilliculdades
creadas pelos erros dos homens, a manifesta-
go de urna lei providencial, que impelle a bu-
inauidade pelo camioho do aperfeigoamento e de-
termina fatalmente o progresso e o desenvolvi-
mento de um paiz novo, vasto, despovoado e ri
quissimo.
Estudemos com auimo desprevenido os acon-
tecimentos e teremos de confessar que o Brazil
caminha e de dia para dia conquista terreno que
nunca mais poder perder Levas e levas de
trabalhadores. vindos de trras onde a vida i
quasi impossivel, aportara diariamente s nos-
sas praias, talvez com demasiada precipitacao,
que cumpre opportunamente moderar; regioes
diversas comegam a povoar-se ; novos ramos de
industria, que arantera prompta remunerago,
solicitara aptides diversas e attrahein os capi-
taes estrangeiros; as vas frreas prolongain-se
alravs dos campos desprezados e das maltas
irapenetraveis; os ramaes destaram-se em nu-
merosas dir eges -^orao os bragos de um polva
giganto; os centros productores do interior cada
dia mais se approximam dos mercados pela ra-
pidez e frequcticia das communieacoes ; o com-
raercio, emlnn, tramporia e pnnula cora raais
ceiertdade maior copia de mereadorias.
Esle maior movimento e esta confianca, que
o futuro do p.iiz inspira, traduzen se fielmente
no creseimento das rendas publicas e aa incli-
nagao faveravel do cambio, que nesta semana
elevou-se se muito alm do par. A motila de
ouro affluc aos mercados do Imperio e o nosso
meio circulante fiduciario, que s se apoia no
crdito do paiz, torna se apreciado.
Os aconteciiiieni >s depara ai ao Sr. ministre t
da fazenda feliz ensej > para prestar relevantw-
simo servigo. lomando rualidade urna esperanca
que ba lauto lempo arag.irnos,-a re-lauragae
do rgimen monetario creado em _816. Apro-
veite-seestaopporlunalade e por lodos os meios,
*-
^.
\



t^M*emv9^_<.-:** i vas.
Diario de PeWpibuco- -Domingo 10 de Matizo de 1889
'


A
t anda >
actu;
tes sacrificios, se se tomarera neeessarios
por alguin tempo, nio seraO comparaveis aquel es
que. por loaga sene de annos nos tera imposto
o fatal papel-moeda, considerado, per to ios os
aspectos, verdadeiro flagello dos povos que o
adoptaram. Ha pouco, ein outra secgo. trat-
MM detdamente deste assurapto, cuja impor-
tancia nSo dcsconhcce o illusirado ministro da
fazenda. Os acontecinientos nao depeudem da
vontade humana, mas os homens. que saben
aprovcital-i no interesse da nar-Io. rujo- des
linos Ib ioram confiados, esses conquistara o
titulo de benemritos que Ihe con tere, justa, a
gratido nacional.
Os factos iiupem-se, dissemos ha pouco, mas
a vontade enrgica do homem alcanca attenuar
consideravelraente muitas das suas consequen-
cias desfavoraveis. Assim a nossa lavoura, des-
mentido errados juizos, que a scu respeito se
formivara, resignara-se corajosamente i nova
ordem de cousas, que una evolueo ncce-aria
havia estabelecido.
A colheita do anno passado fez-se com sacri-
ticios, mas fez-se, e os trabalbos preparatorios
da nova safra foram encelados com os recursos
disponiveis. Infelizmente o calor abrazador e a
secca prolongada, qu nos tem atormentado,
inulilizaram muitos esforgos.
As noticias agora receidas de varios pontos
aseguran) >|ue, tanto as grandes planiages
como na rocas, ten sido desanimadores os es-
tragos. Prolongndose as condices actuacs na
uossa zona agrcola, nao ser para admirar que
a colheita do principal producto fique omito
rcduzida c que falten) otutros artigas de alimen-
taro.
Esla perspectiva nao deve ser desprezaua: da
confirraaco de taes apprehenses pode resultar
ak'um abatimento da renda publica, e nesta
hypotiiese a prudencia aconselharia o adiamenfb
d algumas despezas com melhoramemos que
nao fossem de natureza urgente.
Ha, para contrapor aquelles avisos desfavora-
i-. algumas corapeosacoes. as ccrcauias
falta capital, em valles outr'ora desprezados de
algumas freguezias suburbanas, crearam-se, no
uuio anno. pequeas, mas numerosas plauta-
f5, onde o trabalho livre aprsenla resultados
endent. Fructas, legantes e amitos e
vanados artigo de aliraeniaeo sao alli (.rodu-
yidos em abundancia e formam contingente va-
lioso de improvisado mercado que o interesse
bem avisado creou em uin ponto central: d'ahi
partein esses productos em direegao s vas fer-
reos e vem abastecer a populago desta capital.
Isam como estes, outros ncleos de produccao
devem existir em paragens que nao conhecemos,
e sua anuencia benfica se manifestar em occa-
siao oppoituna.
Se, pois, merecem attengo aquelles avisos a
que nos referimos, nao devem entretanto infun-
dir-nos desanimo.
De domingo a domingo
l.eitor amigo !. Nao ha cousa peor neste
nundo de falsidades, telices c preconceitos do
|iv a desiuso. a morte de urna esperanca que
se mostrava_muito risonha e promettedora.
Eu pelo cienos quando sinto o acicate da des-
creoca, agucado peto desvanec ment de ura
sonho, lacerar-me o espirito, descreio de tudo
que me cerca, do arque aspiro e ate mesmo da
uimlia propria existencia
E' por isso que cu avalio o quo dolorosa e
triste nao fo) a impressao que te deixou o Car-
naval desle auno que se apresentou chinfrin e
nullo, apezar da tama que precedeu o seu ap-
parecimento.
Tudo fot rie 'ihaixo, todas as illuses e espe-
ranzas perecerain victimas da indiflerenca de
uns e da selvageria da maior parle.
N6 havia Oeceo ra, praca etc.. que nao t -
resse urna commisso encarregada de ornamen-
tal-as, mas no lira de contas. quasi todas ellas
Rearan dormindo o somno dos jusios nao obs
i.iute o ziibnmba-.te ruido dos manicatos.
Apenas urnas duas ras, que nao apresenta-
lam o brilho ea prodigalidade de ornamenta-
rlo dos annos anteriores, deitaram uns postes
de folhas de canella e iizeram figura com uns
simple arcos de gaz. J
O desopilante e doidivanas Carnaval foi. pois.
fiara esta cidade um completo naufragio da fo-
ius fericas e brilhanles que tanto agradara
quando bem succedidas. urna completa satur-
nal em que misturaram-se todos os caracteres,
confundiram-se todas as rondines, nivelaram-se
todos os sentiinentos.
Riqueza, variedade deestylo, pluntasia, ver-
ve e esse enthusiasmo que a alma humana sabe
profusamente espalhar sobre os acon'ecimento
que Ihe tocam as libras, tudo isso primou pela
quasi absoluta ausencia.
E andn bem avisado o velho Momo em nao
ataviarse com suas vistosas gallas, visto (-orno
lena o desprazer de ver-se abaf..df. asphyxia-
do. submergido pelas onda de po, a espraiar-se
revoltas invadindo toas as ras.
Felizmente a praga passou e da gomma, fari-
nha, cal e ate mpsmo vidro 'at ond' chega a
perversidade ..) so nos restam lembrancas
anda que vergonbosissimas.
Comludo devemos salvar dessa depravago.
dessa brejeiricc geral alguns clubs que foram
applaudidos e que conquistaran) a eyinpathia dos
homens sensatos, e-os bailes dados pelo Club
Internacional e Carlos Gomes.
Ah. n't-isa athmosphera saturada de urna do-
(v electricidade amorosa, entre as cambiantes da
luz e as francas risadas da loucura, a lite da
sociedade periambucana esquecendo os pezares
d sta i .rmentosa vida esofcgou o tedio e abra-
coa fervoro o reinado do prazer e da folia
E era realmente bullo e magesloso ver se re-
huir >b os fulgidos lampejos da granoe illu-
mioirta!) voltearem as doudejantes vertigens
da valsa os pares genlilmente entrelacados.
N"i'.- occasiao, ortamenU1, para os convida
dos a vida era uui largo mar de sonhos fasci-
aaiites -
Eu, I. vado por mna serie de sent)meiilo mu
diversos, nao assisti a nenhum d'elles, compa
recendo, coratudo ao sereno que estava impo-
eotB.
Mocas rapidam1 nte envelhcidas pela accao do
i que Ibes alvejava os cabellos corriam para
wr o trajar dos que concorriam ao bailes.
Essa foi a nota alegre d'uma temporada que
seria explendida se n5o bouvesse tanto po e
tanta desvergonha.

A enga Qiuirta-feira di Cunas, chumada Qua-
rr-na. bale-nos porta com seus xtasis e suas
bondades.
N e-saepocba que comer, e em que nao se
pode ter odios, nem rancores, ahre-se para a
nossa existencia um grandi- parentheses alta-
mente respeitoso.
E' a serie de sermGis c semana'1 prois-oes
que sei vem, como se fossem cousas vulgares, pa-
ra as fumad donzellas sorrirem. ilas varandas,
para O i;;'iiorados e os raloneiros mergulharem
a si:1- rnioa as alribeiras dos transentes,
eaBHinVoos livre pensadores de balco e embe-
's jaisotas, do charuto de vintm na bocea, res-
mung!)m uns a',,,"i ,!" ulcouce.

Bslas foram Udlor amio as cou*ierat;es que
l iijc pude expender.
\ rida.le querendo di'.scancar das fadigas car-
navalescas ri'lrahin-se e se alirou numa mono-
tona c marasmo espantosos.
l'->r isso. ponto final.
arli><
ra.. Olha que jscreve bem Siin. senhora '.
Bem ban. Ih que detousas que elle
aqui diz If
Idiota Nao isso que te pergunto. Es
parva! Quero que rae des tua opiniao. A ra-
pariga parece ost .r delle, mas eu que nao con-
sinto era seraelhante namoro. E" um desaver-
gonhado Anda ahi que mesmo um valdevi-
nos. i-u preguel um sermo A pequea; e, ou
ella me obedece e o deixa. ou eu vou por tudo
em pratos tirapos ao Manoel.
Mas... oh mufher, vallia-le nao sei que
Ut^a... Ento tu nao sabes que o' arlos...
Nao m'o venhas defender nao quero ou-
vir nada? O namoro ha de acabar quem to
diz sou eu
- Mas olha tu. -
Nao m'o venhas defender, j disse f
Nao defendo, nao, mulher. Espera, ouve...
Ests toda accesa Oh senhores! que plvo-
ra ( la-te eu dizer que o Carlos...
Sim, e ento o Carlos... o que temo
Carlos ?
Pois ahi e que est; isso mesmo; o Car-
los tem mais do que tu, imaginas.
Han '
E' islo que te dtgo. Pois nao sabes que o
rapaz as meninas dos olhos da tia, da Palmi
ra J
E ento ?
Eoto... E' queja fez testamento a fa-
vor dosobrinho.
Deveras ?
Disse-mc o Pontcstabellif.
Mas,ento o Zacaras, que (ola a gente di-
zia que se alapard;va cou o dinheiro da ve-
Iba?
Isso sao conto.s largos.
petos modo* tinha tnttra alii
alnariz ; e vai a velha, que
se te cont...
Que me dizes ?! Oh que ben feila cou
sa f O Zacharias E estalou-lhe a castanha na
bocea, hein .
Sim, mas depois de =e ter aproveitado mui-
to bem. .
E e verdade que bastante Ihe chupou.
Mas olha que a Palmira tem anda urna boa
casa. Nao para ahi qualquer cousa! S em
inseripcoes tem ella urna dinheirama...
A dona da casa tihha-se sentado; estava mais
branda, ouvia toda inteiessada, fazia perguntas
minuciosas acerca do rapaz
Mas dizem tanta cousa delle.
Mexericos, lilha E" at um bello moeo,
bem fallante, muito pacato. Nao tem hoje
um dia ter. Deixa tola Olha que um hora
partido para a pequea. Costa elle della? Eu
c digo que sim. Pois se basta ver este pa
pe...
K a Leonor tinha palavras convincentes mos-
trando vantagens. fcominentaran as phrases to-
das da cartaurna carta muito terna, escripia
em papel fino pautado a agua.
Ora t o que elle diz aqui: A pobreza
nao 6 umenme I! sou pobre, sim. mas amo-te
muito, miuha Maria Vis tu? Faze avista
grossa ; segu o mcu conselho,
Iguarass e Gravat A' cominisso de, orea- iFrnaiioflymo

Sabes l! Elle
pr's bandas do
soube nSo sei
VARIEDADES
i FoBflequIahas
A raai um dia apaohou-lde urna carta. Hou
se sceaa de lacrimas, indignaees violentas
ameaeas.
u tu deixas esse namoro, on eu digo tudo
a ten pai! Nao tem vergonha : Um relaxado !
u(n esiravagante, que nao tem onde eaia inor-
ra ve lu seeu sei ..
K tinha o oiar irado >ara a lilha, que solu-
i canto do quarto.
i noite. quando veio a Leonor, mna anti-
rjiii-'.i'locwllegio, levou-a l dentro,
ratorio. e mostrou-lhe o papelapprebeodido.
Ora v tu l Le, l ss-j -.
muito Jrria. muito
D'alli em diante a filha recebia carta todos os
dias e noite fallava da janella com o namorado,
at s U i|2, hora a que o pai sahe do Gremio.
Viviam em urna ra estreita, em predio de
dous andires. Em frente era a casa das Fonse-
quinhas, duas irms solteiras, muito trigueiras e
muito magras, de 30 annos.
Ninguem gostav dellas. Tinham fama de
intrigantes e maldizentcs.
Sabiara tudo o que se passava no bairro. am a
todas as festas de igreja sempre juntas, deva-
gar, retardando o passo, parando era todas as
montrax. E volta entravam no raercieiro.da
esquina a descancar um bocado.
Ento que ha de novo, Sr. Joo que ha
de novo f
Ora tudo velho. mibas visinha.
Ento nao nos conta nada hoje ?
As senlioras que luulem saber
Nos? i! nao sabemos nada, \isinho.
Mettida na nossa casa, nao nos importa cousa
nenbuma. Nao verdade, mana ?
Est bem de ver ..
Mas que la mesmo ao fi da sua porta...
A' nossa porta ? Que rae diz, Sr. Joo ? I
enja que eu c visse----- nada, nao se-
nhor. .. L a minlia compaofceira que taSOSN
o gajo
Em norae do Padre, do filho e do Oh !
visinbo Diga-nos depressa. o que foi.. Oh '.
Jess Toda estou tremendo !
Ento nao sabiain ?
Mas o que, senhor, o que ?
O derrlcodo Carlinhos com a sua visinha
- Santo nome de Maria Mas que isso da
nossa porta ?
E' que sua porta que elle se pe.
A' nossa porta ? I Ai que desaforo Nao
ouve isto, mana? A' nossa porta! Ah vamo-
nos erabora-----
E despediram-se. muito vermeluas, furiosas
Nessa mesma i.oite espreitaram e virara o
Carlos ebeostado parede, debaixo das janel-
las. Salnram Ipgo de casa ; precisavam desalo-
gar cora alguem.
As do segundo andar admiraram-se da visita
aquella hora.
Ellas entraram muito enfiadas.
Mas que isso que acontec i. nnrdias
amigas '
Sabem l O paule Aque'.le desacre-
ditador !
Masquein>:'
O Sr. Carlos-----
E contaran) tudo quanto sabiain d o namoro
com a Maria.
E nos sem sabermos nada Se nao o
raercieiro... sim, se nSo elle ... JjNs muito
descancadas na nossa cama e o tratante...
Mas que tem l isso ?
Que ten l isso Essa agora, visinha !
Sim, que tem l isso ? Deixera o rapaz
namorar.
Que tem l isso ? Essa nao parece sua
E DOS e nos ? !
Nos o que ?
Ento nao sabe que vivemos uo primeiro
andar ?
E depois ?
E depois... nao verdade, luana ?
Est bem de ver...
Mas acabem de urna vez. O que que
est bem de ver ?
Quem passar pela ra e vir um homem
embucado ao p da nossa porta sim Ai I
ineu Senhor Jess Crucilicado Que vergonha !
E nos ento que temos tanto medo das linguas
do mun o f ...
Lori Tovarrs.
tF.xtrahido.,1
ment mu
Outro do mesmo, idem copia.do arto suspen-
dendo a publicag&o do decreto desta Asamblea,
approvando a prorogaco por 6 annos do tracto celebrado pela Cmara Municipal do Re-
cife com Oliveira Castro <". para forra cimento
de carnes verdes a este municipio.A' commis-
so de polica.
Outro do mesmo, declarando que segundo
consta do aviso n. % do Ministerio dos Negocios
do Imperio foi submettido ao poder legislativo o
acto cima mencionado.-A'commisso de po-
lica.
Outro do mesmo, respondendo relativamente
ao pagamento de em pregados da secretaria desta
Asembla.A' commisso de polica.
Outro do mesmo remettendo urna informaco
prestada pelo Thcsouro Provincial" acerca do pa-
gamento a empreados da secretaria desta As-
sembla. *' commisso de polica.
Outro do mesmo, idem, copia do aviso n. 234
de 21 de Janeiro do Ministerio dos Negocios do
Imperio pelo qual foi approvado o procedimento
da Presidencia da Provracia, suspendendo o acto
desta Assembla que aposentou 3 erapregados
de sua secretaria.A' commisso de polica.
Outro do mesmo, idem, um abaixo assignados
dos eleitores e habitantes da villa de Jatob, em
que pedem a manutencSo da lei n. 885 do I."
de Maio de 1887.A' commisso de estatistica e
diviso civil e ecclesiastica.
Outro da Cmara Municipal da villa de a
Vista, pedindo a suppresso do imposto do di-
zimo de gado vaceum.
ment provincial.
Em seguida foi dissolvidaa reunio.
Arto* da Prwmlencia da Provin-
cia -Por acto de 27 de Fevereiro (indo :
Foram concedidos 60 dias de licenca ao cabo
de esquadra do corpo de polica Joo Carillo dos
Santos Chaves.
Por cilicio da mesma data mandou-se a The-
souraria de Fazenda abonar 3 raezes de sold ao
coronel Frederico Chrisliano Buys.
Por actos de 28 do mesmo mez :
Foram concedidos 3 mezes de licenca ao pra-
ticante da Thesouraria de Fazenda Antonio Joa-
quim Rodrigues Pinto Jnior,
Mandou se passar carta de 4. machinista de
barcas a vapor a Christiano Hedmon, que pres-
tou o respectivo exame.
Por ofticio da mesma data mandou-se a The-
souraria de Fazenda pagar o pret da etapa a
vencrr-se de Abril a Juuho pelas pracas do 2.
hatalho de infantaria destacadas em Ouricury,
na importancia de 1:330{873.
C'ommaiidante das armas Consta-
nos, que brevemente seguir para o sul o Exm.
Sr. general Almeida Brrelo, digno comraandan-
te das armas desta provincia, em virtude. da or-
dem do Ministerio da Guerra, que determinou
ao mesmo general, que se recolhesse a corte.
Paruldade de Direlto Em sesso da
congregaeo de honlem foram sorteados os len-
tes que tm de funecionar na defeza de theses
do bachare Joo Elysio < e Castro Fonseca.
Os sorteados form os seguintes : Drs. Joo
Francisco Silvestre da Silva
Agostinbo-Jot Soares
Vieira, Jos Hvgi o, Barros Guimares. Tobias
Antunes, tercas e
Facundo, tergas,
se-
A Leouor leu a inea voz
,to do Carlos
S;n desse pelintra
minba Blba- se quere que te di-
REVISTA DIARIA
Baro de Cotegtpe O partido conser-
vador de Pernambuco. para o qual foi, como
para todo o paiz, profundamente doloroso o fal-
lecimiento do seu venerando chele Baro de Co-
tegipe, nao podia quedarse ndiftercnte ante esse
funesto acontecimer.to.
Para dar um teste niunho do seu pezar, e sig-
nificar o respeito e veneraco que Ihe infunde a
memoria de tio preclaro cidadSo, manda cele,
brar s 8 lr2 horas da manb de 13 do corrente-
trigesiino dia do passamento desse illustre ho-
mem de Estado, urna mi9sa de rquiem, n;> ma-
triz da Boa Vista.
Allifpois, no indicado dia e hora, devem con
gregar-se os conservadoresjdesta provincia para
tornarem mais solemne o acto.
ilusaO mesmo partido conservador man-
da igualmente resar raissas pela alma de seu dia-
rio confrade Dr. Bento Ceciliano dos Santos Ra-
mos, no referido dia 13 c as 9 horas da manhi.
na sobredita matriz da Boa-Vista.
AMemblea Provincial Nao houye
hontem sessao por terem comparecido apenas
13 Srs. deputados.
A reunio foi presidida pelo Exm. Sr I
de i'.apissuma,
O Sr. Io secretario proceden a leituro de se-
hein
Barreto, Albino Meira, Augusto Vaz e Adolpho
Cirne e como supplentes o conselheiro Silveira
de Souza e Dr. Oliveira Escorel
A defeza de theses est marcada para os dias
18 e 19 do correnle.
Annivermirlo Amanh completa 67 an
nos de idade Sua Alteza a Sra. Princeza D. Ja-
nuaria, irm de Sua Magestade o Imperador do
Brasil, nascida 11 no Marco de 1822.
Por este motivo haver salvas 1 hora da
tarde.
>< a amnira O Sr. Joaqun) Cousseiro
compoz e mandou imprimir, por intermedi do
estabelecimento musical dos Srs. Prale & C,
urna bonita polka que deu o nome de Concei-
rao. dedicando-a ao Sr. Dr. Virgilio de Gusmo
Coelho.
Agradecemos o mimo que nos fe o Sr." Cous-
seiro de ura exemplar dessa polka.
Lycpu de Arte* e Ontelo* Come-
cam a funecionar amanh as aulas do curso se-
cundario desle estabelecimento, sendo essas
aula, os respectivos professores, os dias em
que funecionam e o respectivo horario os se-
guintes :
AiUhmeiira Dr. Galdino Loreto, segundas,
quartas e srxtas-feiras. das 8 s 9 horas da
noite.
Mgfltm -r. M. F. de S
quintas, das 6 s 7.
Geometra Dr. Camerino
quartas e sextas, das 6 s 7.
Gragraphia-\\r. A. de Arruda Beltro,
gundas e quimas, das 7 s 8.
Hutoria patria e especialmente de Pe nambuco
Acadmico Laurentino M. de Azevedo, tercas e
quintas, das 6 s 7.
Physieafr. J. da Costa Ribeiro, segundas e
quintas, das 6 s 7.
Chimka- -Dr. A. Coelho Leite, segundas, quar-
tas e sextas, das 8 s 9.
1. cadeira de porttiguez Dr. A. da Silva Gui-
mares, segundas, quartas e sextas, das 7 s 8.
Franrez r. Bianor de Medeiros, segundas,
quartas e sextas, da 6 s 7.
tmtca vealProessor Antonio Martins, ter-
cas e sextas, das 7 s 8.
Musin instrumental Professor Manoel Ban-
deia Filho. segundas e quintas, das 8 s 9.
Detento linear e de figuras e ornatosLuiz Pra-
zeres, tercas e sextas, das 6 s 8.
Paisagem (aula nocturna do estabelecimento)
- Rcvcnuto Cabral. as tergas-feiras. das 7 s 8.
iaisugem (aula diurna no campo)Telles J-
nior, nos domingos, ao meio dia.
Para todas estas aulas, acham-se abertas as
respectivas matriculas, assim como continan)
as das duas cadeiras primaria*; na secretaria
do Lyceu, todos os dias das 7 s 9 horas da
noite.
Reforma Leraos na Gazeta de Soticuu de
2 do correte :
i.'ousta-nos-de boa fonteque o governo
tem em estudo e pretende obter este anno do
parlamento importantes reformas, no sentido de
dar mais autonoma s provincias e s munict-
palidades.
Para chegar a esse resultado, se as cmaras
nao concordarem era limitar ao estrictamente ne-
cessario a discusso dessas materias, o governo
pedr a prorogago do orgamento, ou adiar as
eleiges para o principio do anno que vem, para
assim poder prorogar a se9so annual at Outu-
bro ou Noverabro. de modo que haja tempo para
serem ultimados todos os trabalhos. -
Berlfe n ral nace Foi prorogado at o
dia 30 do corrente raez o prazo do pagamento,
sem multa, das annuidades e mais servigos da
companhia Recife Drainage, relativos ao 2o se-
mestre do exercicio de 1888.
Kwpaneado e ferldo No 10.* quarteiro
do 1 ilistncto do termo de Ipojuca foi esnanca-
do e ferido levemente Manoel Joo, conliecido
pelo cognome de Rio Preto.
Ksie nao soube d)zer o nome de quem o offen-
ojera.
rlminooo de morteEm 23 do mez
passado, em lngazeira, foram capturados os ce-
lebres criminosos de morte 'Innocencio Pereira
de Montes, Manoel Baptista de Lima e Joaquim
Baptista. pronunciados este as penas doart. 193
e aquelle as do art. 192 combinado com o art.
34 do Cdigo Criminal.
No dia 6 apresentra se. voluntariamente sendo
recolliido cadea Cipriano Lopes da Silva, pro
nunciado alli como incurso as penas do an. 192
combinado rom o art. 34 do referido Cdigo.
DeavaiidoEm Fevereiro ultimo foram
remedidos pela Repartigo da Polica os seguin-
tes desvalido? para :
Hospital Pedro II 29
Dito dos Lazaros
Hospicio de Alienados 6
Asylo de Mendicidade "4
Escola de Aprendizes Marinheiros 7
Total 48
^Ri'ciMtru el liEraliiida e Beberibe, nos
raezes de Janeiro e Fevereiro, efTectuaram-se os
seguintes registros :
Janriro7 nascimenios. :)9 casamento^ e 12
bitos.
Fevereiro -I nascimento, 9 easamentos e 26
bitos.
rusa de presoSegundo telegramma do
juil municipal de Garanhun's. evadio-se. por or-
casio de fazerse faxiua na cadeia daquella ci-
dade o sentenciado Placeo Jos dos Sanios.
Patrimonio Be*taard Do Sr. Joo Mar
tins da Silva, thesoureiro da commisso do Re
bate para o patrimonio Regaard recebemos mais
3500, que remellemos ao Sr. commendador
Devot-au da Concelco -Esta devoco
que funeciona na ra de Antonio Henriqne, pro-
cedeu no domingo ultimo eleigo da sua mesa
regedora para o anno compiomissal de 18H8 a
Ficou assim constituida :
PresidenteAlfonso da Silva Santos.
Vice presidente lfredoLuiz das Cbagas.
Secretario-Joo da S. Santos Jumor ireeleito).
Thesoureiro-Pedro Alfonso Fiuza de Oliveira.
FiscalJos Ignacio de Freitas (reeleilol.
Procurador Joaquim Sloccovich.
A posse ter lugar no dia 17 de Ma/co correte.
***eraa MasjicaDistribuio-se hontem
o u. 230 deste pt;riodico livre e humoristico.
Matriz do Corpo SantoA mesa rege-
dora da irmandade do Santissirao Sacramento
em sesso de 7 do corrente resolveu fazer os
actos da Semana Santa.
ulNo paquetelnaciooal Para chegou
ante-hontera do sul o Sr. Dr. Jos Ignacio Fer-
nandos B rros, juiz de direito da comarca de
Cear-mirim, no Rio Grande do Norte.
Comprimentamol-o.
A*Noriacao dos Empregado* no
Commenrio Devem reunir-seem sesso ex-
traordinaria, hoje, s 6 horas da tarde, na respec-
tiva sede, os membros da directora, e os socios
da Associaro dos Empregados do Coinaicrcio
A' comniisso de orga- para o fim de tratarem do estabelecimeolo das
aulas que teem de constituir o curso comraercial.
Irmandade de Santa CeciliaAma-
nh, s 4 horas da tarde, devem reunir-se. no
respectivo consistorio, os confrade da Irmanda-
de de Santa Cecilia, erecta na matriz de S. Jos,
afitn de tratarem de negocias importantes.
Ser vico militarEsto designados hoje
para superior do dia o Sr. major a lves e de ron-
da de visita ura Sr. oflcial do destacamento de
cavallaria.
A guarnico da cidade dada hoje pelo
2. batalbao de infantaria e amanh pelo 14. da
da raesnia arma.
Na enfermara militar existem era trata-
mento 34 pracas dos corpos da guarnigo.
Foi nomeado amanuense da delegacia do
eirurgiomr do exercito o 2." cadete 2. sar-
gento dpi.- batalho de infantaria Geroncio.Nito
de Souza Pimentel.
Foi approvuda pelo commando das armas
a proposla que fez o Dr. delegado do cirurgio
mor do 1 cadete *.- sargento Eustaquio Lopes
de Lima Barros para exercer as funeces de en-
fermeiro mor da enfermara militar.
Toca hoje tarde no coreto do jardim do
Campo das Princezas a msica do 2 batalho de
infantaria.
Seguem no vapor Una para Fernando de
Noronha o 2." sargento Joaquim Basilio Pyrrho.
almojarife desse presidio o sentenciado mil)
tar Antonio Sobres de Lima.
No requer ment do cornefeiro do 14." ba-
talbao de infantaria, Joaquim Jos de Souza, em
que pedia para aguardar em sua residencia o re
sultado da inspecgo de sade a que foi submet-
tido, S. Exc. o Sr. general, despachou como
pede.
Apresentou-se hontem ao quartel general
para ser despachado atim de seguir para a corte
o capito do 29 batalho de infantaria Francisco
Jos da Silva.
I'or se doente a bordo do vapor Maranliao,
foi desembarcado o recruta Alipio Lopes de Aze-
vedo, que ia da provincia do Cear para a corte
do Imperio sendo recolhdo logo a enfermaria
militar.
Entregaram-se ao 2. batalho de infantaria
as cerlidOes de assentamentos do ex-cabo de es-
quadra Ildefonso Antonio de Souza, do ex-anspe-
gada Antonio Jos de Oliveira,e ex-soldado Jos da
Silva Cavalcante, que foram escupos do servigo
do exercito por concluso de tempo, e ao 14." da
mesma arma as dos ex-cabos de escuadra Sebas-
tian de Souza Lima e Manoel Candido Baptista, e
ex-musico Joo Leite de Araujo, que obtlvera
excusa tambera por concluso de tempo.
Para a provincia do Rio Grande no Norte,
seguio o 2. cadete 2. sargento Alexandre itrios
de Vasconcellos, que se engajou com destino
companhia de infantaria d'essa provincia e para
1
a da Parahyba'o Sr capito Ernesto Alves" P
checo. do 2"".0 de infantaria, que vai reunir-se al
seu batalho.
Por ter terminado a licenga em cujo goso se
achava. apresentou-se ao quartel general o Sr.
majo- do 9.- de infantaria Jos Joaquim Alves,
que assumio as funegoes de fiscal do 14." bata-
lho.
Foi removido para o Forte do Buraco, o al
feres Jos Ignacio Heschth, que se achava na
Fortaleza do Brum
Foram nomeados os Srs. capito Manoel
Anselmo Pereira Guimares e tenentes Leoncio
Luiz Pinto Ribeiro e Bonifacio Antonio Borba,
para presidente e vogaes do conselho de inves-
tigado a que vai responder o !. sargento addido
Lao 2." batalho, Jos Luiz Braziliense.
Directora dan obras de conserva-
ra* do* Porto de Pernambuco Reci-
fe. 8 fie Marco de 1889.
Boletim meteorolgico
guinte expediente:
Um oflicio do secretario do governo. transmit
tindo o balance da receita e despeza do exer-1 Joseph Krause, thesoureiro da commisso cen-
cido de 1887 a, 1888 e o orgamento para o dejtral..
1889 a 1890 das commissOes municipaes de Provm essa quantia dos Srs.
Horas ir"" H
6 m. 26" 6
9 30-l
12 30-3
3 l. 30-1
6 28"-6
Barmetro a
761-08
762-19
761-69
760-40
740-90
Tenso
do vapor
19,53
20,13
20,13
20,30
19,74
a
a
a
3
74
lia
n
sa
1)7
Temperatura mxima31,00.
Dita mnima 26.25.
Evaporago em 24 horasao sol: 8".7; som
bra: 3.4.
Chuvanulla.
Direcgo do vento : SE, ESE e E alternados
de meia noite s 8 horas e 50 minutos da manh :
SE at 7 horas e 33 minutos da tarde; SE, ESE
e E alternados at meia noite.
Velocidade media do vento: 1-67 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,31.
Boletim do porto
13
-o
2 =
M
M
M
M.
Dia,
8 de Margo
9 de Margo
Hora
847 da manb
3 0 da tarde
9-10
3 -13 da manb
Altura
2-.03
0-,95
1-93
1-.00
ESmSS EITectuar-se-hSo os segrales :
AmanbS :
Pelo agente Britto, s 10 1,2 horas, ra do
Rangel n. 48, de movis, fazendas e miudezas.
Terga-feira :
Pelo agente Gusmo, s li horas, ra
Duquedei.axiasn.44.de movis, crystaes, vi-
dros e de ura piano.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra do
Racgel n. 50, da armieo e mais perlences da
casa de cigarros ahi sita.
Pelo agent Pestaa, s'101/2 lloras, ra das
Larangeiras n. 2, da taverna e utencilios ahi
existentes.
Mua* fnebre* -Serao celebradas^
Amanh :
A's 7 horas, na igreja de'S. Jos.de Riba Mar,
pela alma de D. Theodotia Amelia da Silva ; s
7 horas, na igreja do Livramento, pela alma de
Manoel do Nascimento Silva : s 8 1/2 horas, na,
capella do Ceraiterio, pela alma do Dr. Carolino
de Lima Santos.
Terga-feira :
A's 8 1,2 horas na matriz de Santo Antonio,
pela>alma de Luiz de Souza e Silva ; 7 ho-
ras, na igreja do Livramento, pela alma de Ma-
noel do Nascimento e Silva.
Pamwagelro- Sahidos para o norte no
vapor hrazileiro Para :
Dr. Cesa rio S. Fernandes. Antonio C. de M.
Leo. Ephisio Cunha, Jacquart, Jos Pereira San-
tos, Joo C. de Araujo, A. P. Carneiroda Silva,
Jos Carlos Vieira, Gradvobl, Elizio Pinto Alves,
Dr. Antonio A. Monteiro, Luiz A dos Sanios,
Jos Holmes e urna irm, Adolpho E. Soares,
Adolpho E. Soares Filho, Antonio Domingues
dos Santos, Carlos Lopes Machado, capito Er-
nesto Alvos Pacheco, sua senkora, urna filha e
urna criada. Antonio Forel, Joaquim Ferreira,
Galdino Augusto. Jos Ferreira, Domingos Alves
l
Uin pouco de tudo
O sabio Chevreul, o decano dos estudantes da
Franca, tendo attingido a 31 de Agosto ultimo os
seus 102 anno3, vio entrar o novo anno sem ac-
cidente no estado da sua sade e gozando da in-
tegndade perfeitissima das suas poderosas facul-
tades raentaes. A revista La Sature, segundo
informages que declarou da maior exactido,
narra por este modo a vida quotidiana do illus-
tre centenario.
Acorda Chevreul s 5 da manh e bebe com
appetite ura bom caldo quente. Mesmo na cama
passa os olhos pelas folhas e recebe algumas vi-
sitas, especialmente a do seu preparador Ar-
naud, naturalista-ajudaate do museo. A's II ho-
ras, anda na cama, almoga copiosamente: sopa,
carne, caf com leite e muito pao e manteiga
A' urna da tarde levantase, veste-se e prepara-
se para sabir s duas.
Passeia de carro, que dirigido pelo seu fiel
cocheiro Jos, o qual est a seu servico ha 20
annos. Vai algumas vezes ao parque Monceau,
mas o seu passeio predilecto agora torre
Eitl'el que elle proclama 'oitava maravilha do
mundo. Voltando s cinco, toma urna chavena
de leite, dotase, e, mesmo na cama, janta s
sete horas. Somente bebe agua. Aps o janlar
dorme somno profundo e, quando Arnaud Ihe
pergunla pela manh como passou a noite, res-
ponde que nunca dormio mal.
Chevreul vive com o filho e cercado dos cui-
dados solcitos e intelligentes de urna velha go-
vernante, a fiel Denise, que est a seu servigo ha
cincoenta annos.
E' o sabio como reliquia viva que a Franca e a
scienciae orgulham de possuir.
**#
Escrevem-nos do Joazeiro, comarca do Crato.
diz a Gazeta do Norte, do Cear :
Hou ve agora aqui entre nos um caso bem dig-
no de admiraro.
No ultimo dia do anno, urna filha do finado
Simeo Correia de Macedo vinha do Limoeiro
para aqui com a me e mais outra moca.
A' curta distancia sentam-se para descangar.
A me risca um phosphoro para fumar; alguns
minutos depois sentiram que se queimava algu-
ma cousa; reparara e vm que era o chales da
filha : apagaram o fogo ; pouco depois tornaram
a sentir o mesmo, procuraram de novo e viram
que a mesma moga ardia pelo lado de detraz
e quando julgavara ter extinguido de todo o
fogo, virara que d'esta vez o fogo a abrazava
por todos os lados desde os pes atea cabeca, in-
cendiando-se at os sapatos I
Este facto di-u-se s lo do dia, e 5 horas de-
pois tinha rendido a alma ao creador.
*#
L-se no Diario de Campias :
Pelo inspector do bairro de Jaguary foi
reso hontem de manh, o preto de nome "Joo,
eiticeiro e curandeiro, para cuja captura ba pou-
co tempo anda fra enviada urna escolta que
nao logrou encontral-o.
Em poder de Joo, o inspector encontrou duas
caixas de phosphoros amarradas em cruz, das
quaes exhalava horrivel ftido."
N'essas caixas encontraram-se fragmentos de
ossos de mangas, dentes, besouros e diversas
immundicies.
Ha poneos dias, esse preto appficou bofos em
um hjmm e urna mulher que o foram procurar
para que os curasse, convencendo-os de que a
cura so se podia fazer com bolos.
Esses papalvos necessitavam de repetir a re-
ceita todos os dias at f'carem um poueo mais
espertos.
Para nao grtarem quando recebessem os bo-
los, tanto o homem como a mulher foram amor-
dazados, e a tudo isso elles se sujeitaram !
At onde pode chegar a humana estupidez !
O preto Joc, conduzido a esta cidade, deu en-
trada na cadeia.
Foi urna injustica prenderen) um homem des-
tes. O preto Joo devia at ser gratificado,
porque um fetticeiro que dese modo castiga a
imbecilidade humana, nao um fciticeiro, um
benemrito.
Soltem o homem, que anda ha muito por ahi
quem queira apanhar-lhe os bolos; gemendo sob
a morlaga da estupidez.

Ha pouco tempo em Nantes, M. Pickman deu,
no theatro da Reinassance. urna sesso de hypno-
tismo.
Tendo adormecido um mancebo, suggeno-lhe
ir no dia seguinte, s 3 horas, roubnr um relo-
gio a una casa da ra d'Erlon.
No dia designado, o rapaz, que empregado
era casa de um cabelleireiro, sentio-se inaisposto.
Pegou no chapeo e sahio com passo rpido e
sacudido.
t'ercorreu inconscientemente diversas ras que
tinham de atravessar, e chegado ra d'Erlon,
subi ao 2 andar, peoetrou no quarto de dormir
e tirou relogio.
Voltou o mesmo passo para casa do patro.
onde ickmaa o esperava, e enlregou-!h'o. Mi-
mares de.pe.-soas estacionavam no caminho a
percorrer!
Este acontecimento impressionou muito a po
pulaco.
20()0fRego, Francisco Baune. Manoel Joaquim da
lOOO Fonseca, Miguel Guimareg, Francisco Antonio
300 Larangeira. Arfhur Lemos, W. II Hildjett,
EIuardo Ribeiro Machado e Dr. Cleto Toscauc
Saludos para o norte no vapor brazileiro
Jaguaribc :
Dr. C. Bernardino Res e Silva, sua senhora,
2 filhos e urna criada, Alexandre Carlos de Vas-
concellos (cadete) e Manoel Alves Senna.
Caa de UetencoMovimento dos pre-
sos da Clisa de Detenco do dia 8 de Margo de
1889. .
Existiam 470; eutraraai 10; 'sahiram 26: exis
tem 454.
A saber:
Nacionaes 418; mulheres 13 : estrangeiros 23
-Total 454.
Arragoados 408.
Bons 378.
Doentes 23.
Loucos 7.Total 408.
Movimento da enfermaria
Tiveram baixa:
Jos Francisco da Silva.
Manoei Joaquim de Oliveira.
Tiveram alta :
Jos Francisco de Carvallo.
Antonio Ferreira da Silva.
Jos Guedes da Arruda.
Francisco Pendra da Silva.
Marcelino Rodrigues .da Silva.
Iloapltal Pedro II O movimento deste
estabelecimento de daridade, no dia 8 de Mar-
go, foi o seguinte;
Entraram 22
Sahiram 23
Falleceram 1
Existera 557
Foram visitadas as respectivas enfermara
pelos Drs.:
Moscoso s 8112, Cysneiro 9 12, Barros So-
brinbo s 8112, Berardo s 11, Malaquia s 9,
Ponlual s 9, Estevo Cavalcante s 8 i\i, Si-
raoes Baroosa s 10 1|2.
O cirurgio dentista Numa Pompilio nao com-
parecen.
O pharmaceutico enirou s 81|2 da manh e
sahio s 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7
da manh e sabio s 4 horas da tarde.
Lotera do tram 1'ar A 4' parte da
24* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
128:00000,er extrahida, quarta-feira 13 de
Margo.
Cemiierio Publico-Obituario do dia 8
de Margo de 1889 :
Clara Maria de Sant'Anna, Pernambuco, 88 an-
nos. viuva, Boa-Vista; fraqueza senil.
Clara Emilia Coelho, Pernambuco, 44 annos,
casada, Santo Antonio; queimaduras.
Jos. Pernambuco. 2 annos, S. Jos ; convul-
sOes.
Joaquim Pedro de Lima, Pernambuco, 33 an-
nos, casado, Boa-VL'ta: diarrha.
Maria Pelronilla de Gouveia Silva, Pernambu-
co, *9 airaos, casada. Boa-Vista ; tubrculos pul-
monares.
Francisca Januaria Fernandes Lima, Pernam-
buco, 62 anuos, solteira, Boa-Vista : paralysia
geral.
Theophilo Augusto de Azevedo e Souza, f er-
nambuco, 30 anuos, casado, Graga; lyinphatite
perniciosa.
Luisa, Pernambuco. 3 mezes, S. Jos ; coj-
vulses.
Francisca Maria Cavalcante. Pernambuco, 40
annos. viuva, Santo-Antonio ; entero colite.
%
A minha me
Oh I V-du>our d'une mere JJ-ajnour que nal ivoubll!]
* (VCTOR HUGO)
Doce amiga do ceu I alma querida,
Que os meus primeiros passos condnzist,
Fonte de bens que uunca te exhauriste
Do mundo a me alentar na dura (ida !
Se nos caminhos speros da vida
J por vezes gemeu miuh'alnft triste,
S tu no desgragado a dor sentiste,
S tua mSocurou suaferida.
Ob .' iniiilia sauta me quanta ternura,
Que tnesouros de amor e de bondade
Nao contem a tiralmajneiga e pura I
Hei de amar-te por toa a etcrnidade!
Que inda mesmo na fra sepultura
Por li meus ossos 6enlir3o saudade
Manoel Cavalcante de Mello Filha.
Fevereiro de 1889.
PUBLICACOES A PEDIDO
Os Drs. Cama Lobo e fos Vc\i\
ao puhlico
Para satisfazermos a natural euriosidade pu .
blica, justamente anciosa pelo desenlace da mar
gna questao que se prende aos escndalos no
Grande Hotel, nao podemos deixar de roubar al-
gumas horas de ocio ao nosso afanoso lidar.ftarai.
responder a A Provincia de ante hontem.
Essa folha diaria, apparenteraente neutra at
a vespera, mesurado artigo nao trepidou em
procurar desconceituar-nos cora o nico lito dt
innocentar o protogonista de to nefamUs cri-
mes e assim concorrer geitosamente para prepa-
rar o bom caminho e facilitar a obtencio
/tabeas- corpus-
Para isso era preciso sacrificar-se. ssb pJb*i- -
(.os a verdade, creando um imaginario erro do
mdicos que procederam ao primeiro exame na
menor Germana, e fez-se-o sem o menor cons-
traniiiinenlo appellidando-o de cravissimo.
Entendemos que cada um esl no pleno direito
de elevar os seus amigos ou protegidos, ainda
grandes culpados, s alturas da mais virtuosa
innocencia, circuindal-os de todas as ordens e
Dauegyricos. mas nao podemos louvar que o exe-
cutem'buscando deprimir ou tisnar reputagoes1
alheias; pelo que nao toleramos que o fagam/a
nossa custa.
Nao basta para conseguirse to iniquo c per-
verso lim. a voutade prepotente dos pi-ctenso
Goliaths da imprensa periambucana e seus de-
votos auxiliares, adornados com seus trophos e
munidos de armas ..escudos e couragas.
Nao nos aterram, nem a virulencia de sua.
linguagem, nem a desigualdade da lucta. com os
seus resguardos.
Algum ponto ficar sempre a descoberto, por
onde possa pene;rar pequea pedra que, serae-
lhante da funda de David, consiga derrabar o-
agigantados collossos.
Respondendo ao Jornal do Recife, de 5 do cor-
rente, j relatamos com toda a fidelidade o que>
se passou em relaco a esse facto, definimos a
nossa posigSo e externamos o nosso juizo, que
mantenaos inquebrantavel.
Resta nos agora mostrar os falsos lundamen-
tos das injustas iraputages que nos faz A Pro-
vincia no artigo a que a alludimos e das conclu
sOes a que ehegou na sua elstica ingenuidade.
A divergencia que existe entre os peritos qi*e.
figuram nos tres exanies feitos, nao d ganho de
causa absoluto a nenhum dos grupos disiden-
tes e nem os desacredita, sendo, irrisorio preten-
der-se que devem ser expulsos dos bunreso..
lugares que oceupam poi to frivolo motivo,., a
nao ser que se queira abrir mais esso exemplo.
de raridade, mais essa extica excepgo n'e#t...
singularissima cidade.
Para provar exuberantemente a sem razode
tal dislate sem precisar recorrer ao estrangeiro,
citaremos dous tactos anlogos succedidos entre -
nos, de qm- nos recordamos na occasiao e temos .
d'elles apontamentos.
Eil-os :
Em 31 de Maio de 1857, osd^s. Drs. Ferreira
de Abreu*professor de ir ^tegal e distin-
ctissimo clnico, e N'ascn.. SpWzarabnjsvJajrja-
bera como elle de grande noraeada, examinaran!
no Rio de Janeiro urna menor de nome Leopol
dina, e reconheceran n'ella um defloramento
completo.
Em um segundo exame, porm, feito no dia
seguinte pelos Srs. Drs. Cunha Fejj, lente de
partos, Lemos e madame Durocher, parteira no-
tavel da corte, foi negado o que havia sida affif-i
mado na vespera.
Levantou-se urna discussao incendiaria e es-
candalosa, Meando-ao terminar, cada ura com a
sua opiniao ; mas nem os professores foram de-
postos de seus lugares nem madame Dnrocher
deixon de continuar a fazer os seus partos, ir***
entrada no pago imperial.
Na Babia, a 2 de Dezembro de 1878 os Srs.
Drs. Baro de Hapoan, lente de partos, Pacifico
Pereirade histologa, Domingos Carlosde-pa---
tholia externa, Silva Lima e Jos Teixeira, cl-
nicos abatisados, examinaram una senhora re-
cernemente casaua e declararam que seu deflo-
ramento data va de 30 horas, sendo o exame fei-
to 48 hora depois do casamento. ,
O marido, que era medico, impugnou as eon-
cluses dos peritos.
Suscitou-se ento urna nova polmica de tris-
tissima celebridade, a qual foi levada ao Rio 4e
Janeiro, a Lisboa e a Pars, em cujos capitaje
nao foram bem aceitas as conclus5es dos meen-
eos bahianos, licando entretant >radagrupoo#P
a sua opiniao.
Nao foram destituidos de suas cadeiras os tres
professores bahianos e nada perderam no coa
ceito publico os seus dous companheiro delira-,
balho.
Entretanto A Provincia s falta querer que se
jamos excammungados porque estamos em di-
vergencia com outros collegas, que suppe mais
habilitados do que nos em assumptos de medici-
na legal.
Faz citaco da Gazeta Medica do Rio de Jaaei
ro. do professor Adelon e do Dr. Soriano, e re-
produz os seus conceitos para demonstrar qr-
nem em todos os mdicos se pode ver um peri-
to.
E' esta urna grande verdade, porque, na.rea
lidade. as vezes um v mais do qne tres ouqoa
tro.
Negamos que esteja provada a existencia de
um erro gravissimo da nossa parte, nem isso se
pode concluir do que se rahece de verdadeiro
dos tres exames feitos, e divergentes entre, si.
Alguns dos signaes de vralencia para fius li-
bidinoso e atlentados ao pudor por nos descrip-
tos sabemos que foram anda encontrados pelos
peritos do terceiro exame, comquanto nao ti
vessem sido observados pelos do segundo, qu<
etaminaram entretanto a oflendida dons das
antes, quando deviam ser elles mais visiveis.
sendo que o Sr. Dr. Moscoso. um dos peritos do
terceiro exame, divergindo da opiniao des ou-
tros collegas, reconheceu a existencia do deflo-
ramento, havendo sido m seguiua dado por>
suspeita pelo advogado da parte.
Do proverbio citado pela A Provinciaque do
erro come a justiganada aproveita a nos me-
difos ndifferentes aos profusos meios de que
dizem dispor o Dr. Balthazar, e sim a outro.
Para nos, chegaro apenas os trabalhos, dis-
sabores e desgostos que continuara trazrdis-
cusses de tal ordem e impropridade.
Era continuago grita contra a. polica, que
s agrada aos nossos provocadores, quando del
la podem tirar bom partido de mistura.com apn
sent questao, l'allou o articulista, de assasBiac
tos praticados, segundo diz, em Beberibe e S
Jos, e que os mdicos da polica ne intuito de
favorecel-a, declararam que em morreu de com
mogo e ouiro de appoplexia.
Sao mais estas duas aecusages de enx< i
ao mdicos da polica, to pouco serias e desti-
tuidas de fundamento, somente formuladas coc
tt maligno intento de tornal-os odiosos no coa
ceito publico que, as deixaraossem respoata par.
nao baixar-aos ao nivel deas.
la muito empo notamos que para alguma
pessoas. nao servimos para mdicos de polica.
porque, qnando. arvorados em defensores de reo
ou aecusadores de innocentes, nao podem abso
luta mente contar comnosco, que muito os con
traria.
E' pois preciso que se esfortera por todo
I
f
V wam
i
L


!.".-"**-"
ario de PemambucoDomingo
-----------------------------------------------------------------------,
10 d#Mar^o de 1889

8, inclusive o de angostamos, afim de des-
^acarem-se de nos, como pequeos ou
les estorvos no cumprimeoto de sens decre-
que teudam alcanzar este ou aquclle fim, cla-
i on occulto.
Quando podcrem provar que nos falta capacida-
f de scientiflca para excrcermos os cargos que oc-
I cupaoios. seremos os priineiros a exigir a nossa
xoneracao sem ser preciso que se deem ao tra-
balho de lembral-a os que mais a anibicionam ;
mas era quanto o fizerem guindados smente
com frivolos pretextos ser baldado o intento, e
os encontrar tirrfles na estacada.
Recife, 9 de Marro de 1889.
Dr. Beichior da (anu Lobo.
Dr. Jote Feliz da Cunlm Menezes.
sve reapoNia derlaracfo que
*e Sr. Dr. t l>e Vianim no
Jornal do R'e-ilV de noje.
Despretencioso como sou. emprego muitas
vezas a phrase errare humannm este o faco
na intenco de confessar que posso erar.
Em verdade, nao me considero isenlo de faltas
nem tenho pretengoes infalibilidade, mesmo
porque uao acredito na de ninguem.
Quando pois, assim me 'exprimo, nao quero
:om isso dizer que tenha errado, mas que, como
os demais mortaes, sou susceptivel ao erro, e
nada mais!
Entretanto, desse nada que em niiin um veso
o Sr. Ulysses Viauna, com o seu fecundo talento,
procurou fazer grande vulto, ebegando a falsa
''oncluso de haver-me declarado em erro.
Pa'ra demonstral-o buscou reforcar a sua de-
claraco, desenrolando um rol de tcstemunbas,
que, quando muito, me podem ler intepretado
mal, como S. S. succedeu.
Quando na roda de meus distinctos cllegas
Drs. Malaquias, Bandeira, Seve e SimoesJJBarbosa
discuta o principal ponto de nossa divergencia,
dis8e, verdade errare humanum ett; mas
accre8centei, eu posso estar em erro porem o que
voces ehamam bordas de membrana franjada, sao
para mim bordas de dUaceraco da mesma, c
esta anda boje a minha humilde opiniao.
D'isto se deprehende, em boa f, que eu tenha
confessado estar em erro 1
Na Secretaria de Polica, dei verbalincnteaS.
S. a mesma explicacao que agora faco por escrip-
to, e repetirei quantas vezes quizer.
Quanto porem ao Sr. Dr. Bafi bazar, o cao muda
inteiramente de figura, porque -rae forroso de-
clarar ser falso tudo quanto coulcm o perodo que
elle se refere.
Nao fui enviado por autoridade alguma nem
poda sel-o para ver o Sr. Dr. Halthazar, quando
doente e preso no quartel de polica.
N'esse quartel nao ha enfermara nem ineios
de se tratar preso algum.
As proprias pracas do corpo. quaudo doenles
sao recolhidos ao Gospital'PedroII, onde rece-
bem o tratamento de que precisara.
Sendo licito a qualquer paisano l deudo, po-
der chamar o medico que piedra, ehavendo re-
ceido um recado do Sr. Dr. Halthazar no da 1
do corrente nao quiz deixar de atteodel-o, indo
ao aposento em que se achava recolhido, onde o
examinei e fiz-lhe urna prescripeo medica.
Essa minha primeira visita foi curta c s se
tratou nella de molestia e remedios, sendo que
ao retirarme pedime o Sr. Dr. Balthasarque
voltasse no dia seguinte para vel-o.
Apesar de nao ser dia de ir ao quartel e sim o
meu collega a quem tocava o servico, nao ob-
stante comparec, na posieo de medico, para
ver o doente que reclamar os meus cuidados-
Nessa segunda visita, tratou-sc pouco da mo-
lestia que tinha j desapparecido, occapando-nos
de outros assumptos sendo um d'files o dos exa-
mes feitos na menor Germana e suas conclu-
ses.
Nio confessei ao Sr. Dr. Balthasar ler tido en-
gao algum, nao Ihe ped desculpas, nem tinha
motivos para fazel-o.
Pelo contrario, relatei-lhe detalhadamente o
que Imia observado, fazeudo referencias as le-
zes por nos encontradas, ao que me responden
quede nada duridava porque aquella menina era
rapaz de fazer tudo isso em si, insinuada por al-
guem, cujo norae quero calar, com o fim de per-
iei-o.
Ouvindo isso, no pude conter-me e retorqui-
the entao : Sr. doutor, em verdade isto para
tontear a cabera de um medico, que perplejro nao
sbese deva cr um grandeinoitstro no pai ou um
monstrosiiiho na filia!
Foram as minhas ultimas palavrascm seguida
das quaes retiiei-", cabisbaixo, pensativo e
. contristado. *
_ .pwfltra em ies uialogos baver quem se
arrisque a encontrar pravas de conhssao de erro
o satisfagao de modo de proceder ?
Dirn! paduani.
Recife, 9 de Marco de 1889.
Dr. B. da (ama Lobo.
O Dr. Jos Flix ao publico
Nao exacto o que disc o Sr. Dr. Ulysses Vi-
anna de ter eu no segnudo e.xume procedido na
menor Germana lillia do Dr. Balthazar da Silva
Carneiro me conservado cabisbaixo e silencioso.
COMERCIO
TELERAMHAS
Servido da Agencia Hacas
LIVERPOOL, 8 de Marco.
n. rf-r a
ASi.re.4fl *uteiiiado.
de Pemambuco
IS por qaintal.
ALGODO:Teadeacia para manir.
FAIR de Pemambuco ende-ae a
/ d. par libra.
Weadae da dia ittOOO farda*.
NEW-YORK, 8 de Margo.
ASSl'C.lfl Tendencia para blr.
* /. Palariaaeaad e. par li
Agencia, Havas filial em Pernamubco,
9 de Margo de 1889.
Revista do Mercado
Recife, 9 de marco de 1889.
0 momento foi regular.
No mercado de cambio houve algumas trans-,
aceces.
Na Bolsa foram negociadas 33 lettras hypo-
fbecarias com o descont de 2 /., e 28 acedes da
Companhia doBeberibe com o premio de 65 /
Constou vendas nos mercados de algodao, as-
socar e farinha.
Bolsa
JTACOES OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COR
RETORES
Recife. 9 ae Marro de 1889
oes da Companhia do Beberibc, do valor de
1004, a 165* cada urna.
Letras hypothccarias com juros, a 98000 cada
urna,
lambi sobre. Londres. 90 d/v. 28 d. ;>or 1*000.
do banco, hontem c boje.
Cambio sobre Paris, vista 344 r.-. o franco, do
banco.
28 acc&v
33 letra-
Na Bolsa Vcnderara-se
C rnpanhia do Beberibe.
iros.
O presidente.
Candido ... <>. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubcux
Cambio
udoptaram.
a taxa de 27
Tendo juiso formado ti res; indo os
dictames da minha consciencia eos preceitos da
sciencia que professo ba \ inte e tres annos, nao
queria suscitar discussCes intempestivas, que
nenhuma luz traziam para o facto.
Antes de redigir-se a minuta para o auto de
exame retirei-me porque nao tinha que assig-
nal-o nem era all necessario a minha presenca.
Isto mesmo disse ao Sr. Dr. Ulysses; quando
perguntou-me se nao (cava para assignar o
auto.
Felizmente nao tenho t do em toda minha vida
acto algum, que me tenha obrigado a (prnar-mc
cabisbaixo peraote quem querque soja.
Recife, 9 de Marco de 1889.
Dr. Jos Flix da Cumia Metiese*.
Casa de Deteuqao
Sobre a epigraphe cima, inserioa Procineia de
hoje, em suas columnas urna carta do escrivao
interino, Silveira Carvalno, na qual este senhor
diz que, indoaDetengao, em razo de seu oflicio,
fdra all maltratado com palavras pelo actual ad-
ministrador.
Conhecemos* de perto o digno administrador
d'este estabelecimento e pessa lidedigna que
presenciou a scena relatpu-nos do seguinte modo:
O escrivao Silveira Crvalho chegando alli en-
tenden-se com o guarda do 1." porto, pergun-
lando pelo amanuense Magalhes e aquelle em-
pregado dando Ihe um cartao (dos usados em
todos os lempos para ingresso), elle sequo em
direccSo ao porto que d entrada para o sallo
central, mas encontrando-se no arechivo com o
amanuense, declarou Ihe o motivo que o trazia
alli, e este empregado disse-Ihe com toda poli-
dez que, achando-se o administrador no salte,
80licitasse d'ele a licenca.
O Sr. Crvalho volta para onde havia recebido
o cartio de ingresso e entrega-o com maus rao-
dos ao empregado dizendo d'elle nao precisar
por ser autoridade e eocaminha-se pelo corredor,
com o chapeo na cabera e gesticulando.
N'esse ugar eucomra-se com o Sr. Agostinho
Bezerra, que extranhou tal procedimento, fazen-
do-lhe ver que em um estabelecimento de tal or-
de nao era dado a quem quer que fosse infringir
as disposires regulameutares, ba! da orden: e
disciplina "que devem ser mantidas para a mar-
cha regular d'elle.
As palavras dirigidas pelo Sr. Agostinho Be-
zerra nao tinham a agudeza, nem a vehemencia
que csse escrivao quer imprimir, e naturalmente
o seu espirito nflamniou-se pela licao de civili-
dade que Ihe dra o honrado administrador.
O Sr. Crvalho enfureceu-se a ponto de o jul-,
garera louco; facto, poivra, que a cabeca ar-
dia-lhe em febre e as exhalares eram quentes,
tudo isto devido aos arden!es"raios do sol a que,
se expoz, indo a taes horas aquellas para gen s.
Essp senhor, iuculcando-se autoridade c jul-
gando-su urna summ-dade. declarou com emphasc
que solicitara do Exm. Sr. conselheiro presiden-
te do Tribunal da Relaco urna portara para pe-
netrarno edificio a qualquer hora e sem precisar
licenca da administracao.
Kespeitador e obediente ao principio de auto-
ridade, como soe ser o digno administrador da
Detenco. jamis se poder acreditar que elle
soltasse urna palavra sequrr. contra o illustre e
integerrimo conselheiro presidente d'aquelle Tri-
bunal.
Para conhecer-se as inverdades do escrivao
Silveira Crvalho, basta dizer-seque fazemos
um appello aos empregados do loro desta capi-
tal, que sempre vao a Delenco para declarar
como sao alli recebidos pelo chefe d'aquella re-
particSo.
Quanto aos insultos que atirou a um dos func-
conarios mais zelosos d'esta provincia, nao des-
eemos a dar-lhe a resposta devida, por que esse
escrivao Silveira Crvalho assas conhecido,
-quer no Rio de Janeiro, onde fez /jura, quer.
nesta trra.
Recife, 11 de Marco de 1889.
Elias.
------------secss-------------
Seccao necrolgica
Cabe-nos hoje o doloroso dever de re-
gistrar o lallecimcnto do honrado nego-
ciante desta praea Antonio da Silva Loyo.
Foi no dia 2 do corrente, s 11 horas
da noite, que para elle se abriram as
portas da cternidade.
O mal que Ihe cortn o fio da existen-
cia inanifestou-se ha mais de um anuo, e
desde logo foi por diversos mdicos for-
mulado o fatal prognostico, mas elle igno-
rava que estivesse soffrendo de urna dila-
tarn n'aorta, e at a ultima hora o va-
lente lutador nutri a engaosa esperan;
de salvarn.
S alguns momentos antes de exalar o
ultimo suspiro, como que tocado pelas
a/as do anjo da morte. adquiri elle a
cruel certeza, c entao 'azendo reunir em
S Pilulas operativas da mi vSeigel
Ootitraconstipaoao inaegao do figado, etc.
Desseinclhant a
torno do leito
abracou-os, diri
despedida que pareciam querer derramar
sobre elles todo os' thesouros de infinita
ternura contids naquelle coraeSode pai
extremoso.
E' inexprimivel a emogao irofunda que
este espectculo produzio naa pessoas pre-
sentes : todos choravam, soluoos irrom-
piam de t>dos os peitos, c foi no meio
desse concert tristissino ae prantos o griJ
tos de dr que a alma do Antonio da Sil-
va Loyo qnebrou os ltimos !a<;os que a
prendiam a trra.
O enterro teve lugar no dia seguin-
te as 4 horas da tarde. Mais de*mil pes-
soas de todas as classes acompanhararu o
fnebre prestito, e a dor sincera que se
divisava em todos os semblantes era a
mais expressba homenagem rendida
memoria daquelle que cm sua vida revcl-
lou-sc sempre um cavalleiro de lino tra-
cto, amigo sincero e leal, hornera de bem
em toda a extensa da palavra, que nun-
ca deixava de acolher com arTabihdade a
quem quer que terido por algum infortu-
nio recorra sua inexgotavel generosi-
dade.
Antonio da Silva Loyo nasceu no Pai-
to cm Portugal, no auno de lHi'2.
Foram seus pais Gaspar da Silva Loyo
e a Exma. Sra. D. Rita do Cassia da Cu-
nha Alvarenga Loyo.
No anno de 1872 voio elle para cta
cidade, onde fixou definitivamente a sua
residencia.
Em 1878, a 9 de Fevereiro' easoti-se
com a Exma. Sra. I). Manoela Wander-
ley, filha do coronel Bento Jos das Xe-
ves Wanderley.
Para os gojannistas Antonio da Silva
Loyo nao era um cstrangeiro, mas um
conterrneo de superior nierecimento, tan-
to se havia identificado com a soeiedade
goyanuense e tantas foram as proras de
filial affeicao por elle dadas a esta sna
patria adoptiva.
O seu desapparecimento deixou grande
vacuo no commercio desta cidade, para o
qual era elle um modelo de honradez, de
pontualidade c dessas muitas outras qua-
lidades que nobilitam a elasse comer-
cial ; e a falta que faz ao grande numero
do agricultores, que nelle tinham encon-
trado nao s uin correspondente zeloso e
probo como tambem um amigo generoso
e um. auxiliar intclligentc, c incalculavcl.
Aceitera, sua inconsolavel viuva e
Exma. familia, os nossos sinceros pesa-
mes.
(Da Poltica Liberal, de Goyanna).
>. 1
Queris restabelcccr tos do cansaco e do calor,
realisando um dos maiores prazeres dos sonhos
oricntaes f
Tomai um baulio perfumado com urna garrafa
de Agua Florida de Murray .v Lanman.
Nada melhor que esta exquisita preparaco
fiara fortilicar os ervos e para comniunicar-lhe
rescura, elasticidade e vigor, tanto ao corpo
como ao espirito.
Curso Primario e Preparatorio
dirigido por
Julio Soares de Azevedo
. 34 RA DO COTOVELLO N. 34
Educa a infancia pelo mais aperfeieoa-
do systema do Imperial Lyccu do K* de
Janeiro.
muitas outras medici-
nas catharticas, estas pilulas nao fazem
com que urna pesso se sinta peor antes
de so sentir melhor. Produzem o seu effei-
to com brandara mas completamente, nao
sendo acompanhado de accidentes desa-
gradaveis, taes como nausea, apertos do
ventre .etc., etc.
As Pilulas Operativas da MSi BeigeisSu
a medicina de familia a mais til que se
tcm descoberto. Limpam as entraban de
todas as substancias irritantes, deixando
as em condiclo saudavel. Sao o melhor re-
medio ,que existe contra a peste das nos
sas vidas Constipaoao o inacoSu d. li-
gado.
Estas pilulas irapedciu iebres e toda a
sorte de doeneas, pelo simples facto de
expellircm toda a materia venenosa das
entranhas. Operara cura vigor, mas sua-
vemente e sera causar dOr alguica.
Se urna pessoaapanliarura rusfrado e a
ameacnr urna febre, <; sentiodo dores na
cabeca, costas e menbros do corpo, uraa
ou duas doses das ilulas OjM;rativas da
Mi Seigel expediro o resfriado, impe-
dindo a febre.
f.ingua groan ucompanhada de um gos-
U\ salobro, a causa de materia impura
no estomago. Urnas poucas d> ses das i-
lulas Operativas da Mai 5eigel limparao
o estomago, removendo o mau gosto, res-
taurando o apetite e cora elle trar boa
saude. ,
Muitas vezes succede que doenea ou
alimento meio apodreeido, cansa nausea
o diarrhea. Se se lirapur M entranhas
desta impureza com nina dose das 'ilulas
Operativas da Mi Seigel, estes offeitos
desagradaveis dcsapparecerao, resultando
boa saude.
As i ilulas Operativas da Mi Seigel
impodem os maus offeitos que produzem o
comer e beber em excesso. Mina boa dose
ao deitar da cama torna urna pessoa hbil
e inclinada para o trabalho do dia se-
guinte.
1 orno e*tas Pilulas sao coberas de urna
carnada de assurar toraam-se cora agrado.
O gosto desagradavel to commum maior
parte das pilulas desta forma evitado.
Acham-se a venda em todas as Boticas
e Lojas de Medicinas, era toda a parte do
mundo e em casa dos F'roprietarios A. J.
White, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pernam-
Cmco G hagas
DE
l bengo da s o amob tarto b n.Ni.w das :t Pessoas; a be'ncte
' da SANTSIMA TRI.VDAr.B IHC nO falte, E 0.AMOR
trino < im.io das 3 Pessoas.
Para ser feliz no meu trabalho de takigrapho,
para transmittir o que me for ordenado pelo
si pbemo ARciitTECTo do imvebso, embora soffra
quem soltrer; para ser feliz no meu trabalho de
Deus Nosso Senhor
Jesus Christo
A sombra da Oliveira rae aguarda, porque vou i taki^raplio, para transmitlir o que me for or-
rompera marcha cora o pe direito : a sombra da denado pelo su>bemo architecto do cmverso,
Oliveira me aguarda, jiorque vou romper a mar- embora soffra quem solfrer: para ser feliz no
cha com o pe direito ; a sombrada Oliveira me' 'eu trabalho de takigrapho, para transmittir o
aguarda, porque vou romper a marcha com o pV- que me for ordenado pelo supremo vbchitecto
direito. t0" nivehso, embora soffra quem sofl'rer. .-.
O meu MESTiu: o Senhor do mundo, e antes! As rotabas declaraces passam a ser simple
de-o ser foi o Supremo Architecto do Universo i "c ora em diante, corridas sem o cunho do sim-
iiiv'i.Mi vcubo ; o meu meara o Senhor do rnun- ,)0' P>ra nio fatigar a leiior; as minhas decla-
do e antes de o ser foi o Supremo Architecto do races passam a ser simples de ora em diante,
I nherso divino verbo o meu mkstre 6 o Se- corridas sem o cunho do smbolo, para nao fati-
iihor do inundo, e antes de o ser foi o Supremo ga*wp o leor: as minhas declaraces passam a
Architecto-do Universo-divino verho. "* simples de era em diante, corridas sem Q CU-
Tenho o grao '! pela Soberana tuja Capitular ho do smbolo, para-nio fatigarera o leitor.
PMiatlma. do lti'o Kscocez Antigo e acoeito : E- publicaco ser Teita na mesma foi ha
tenho o grao 3 pela Soberana I.oja Capitular- em. das ou em 3 nmeros distinctos, para de-
Philmtimii, do Kilo Kscocez Ango e acceito ; l'ois continuar a fazer as declaraces simples;
tenho o grao 3 pela Soberana Loja Capitular i ^ publicaco ser feta na mesma folha em
PkUiotima, do Rilo Escocez Ango e acceito. >l,ias ou e'" 3 nmeros distinctos, para depois
Filiei-me a pedido dos oplanos na OUicina continuar a fazer as declaraces simples; e esta
Capitularftrfi-e/frf do Marte, no Grande Oriente Jo publicaco ser feita na mesma folha em 3 dias
Brasil, e me mimo/ceou com o grao 17 ; Uliei-me "u eui 3 nmeros distinctos, para depois conti-
a pedido dos ojterarios na Oficina Capitular uar as declaracOes simples.
Estrella do Mortc, no Grande Oriente do Brazil, Dadas estas explicaces no ultimo periodo,
e me mimozeou com o nao 1" : tiliei-mo a pe-, vou renovar o apndice ou chamada que tem o
dido dos operarios na llicina Capitular,-LV/e/- ieu ultimo artigo; porque vo haver grandes
lado Morte. no Grande Oriente do Brazil, e me; acontec atentos commigo, e passei j a simples
mimozeou com o grao 17. escripto neste periodo por ter permisso de as-
o me iniciei nos nivsterios do grao i al ao sim terminar.
17, e por isM nao me pertencem ; nao me ini-
ciei nos nivsterios do grao t at ao 17, e por isso
nao me perteocem ; nao me iniciei nos myste-
rios do grao 4 ati- ao 17, c por isso nao me per-
tencem.
Filiei-me em mu dos primeiros dias do njez
de Janeiro em |S7. ira Rio de Janeiro, naquella
oflicina ao Val do l.avradio; tliei-;ne em um dos
primeiros dias do mez de Janeiro de 187, no
Rio de Janeiro, naquella oflicina ao Val do La-
vradio Hiliei me en um dos priineiros dias do
mez de Janeiro de 1K7, no Rio de Janeiro, na-
quella olVioina ao Val do UaViadio.
A minha iniciaeo foi feia nesta cidade do Re-
cife, naquella Luja que trabalhava sob os auspi-
cios daquelleG ande Oriente do Brasil: a mi-
nha iniciaeo foi tita nesta cidade do Recife,
naquella Loja que trabalhava sob os ansnicios
daquelle rumie Oriente do Brazil: a minha
iniciaeo foi feita nesta eidade do Recife, naquel-
la Laja que trabalhava sol) os auspicios daquel-
le -Urumle Oriente o Brazil.
Foi nos lins de HiW, mas nio preciso do roez
nem data ; foi nos lin< de 1361. mas nao preciso
do mez nem data : foi nos lins de 18l9, mas nao
preciso do mez nem data.
Na condico de Catholirn Apostlico Romano,
do mus nao precito: na comlicao de Calhulico
Apostlico Romano,'/ mui* na<> preciso-; na con-
dico de Calholico postolico Romano, do mais
nao preciso
Alijurei para nao ser perjuro, a 23 de Dczcm-
bro de 1873 : abjun'i para nao ser perjuro, a 23
de Dezembro de 1873 : abjura para nao ser per-
juro, a 23 de ezeinlno de 1873.
O Si premo AaenmccTO DO Universo Sermm do
Continuare quando me for determinado.
Riecife, 28 de Fevereiro de 1889.
Antonio Francisco Carga.
buco por atacado : Francisco M. da Silva Mumx, me investid de mestre no omento de .
& C. na cidade de Pemambuco.
Vendedores retalbo, na cidade de
'"ernambuco, Bartholomeu & C. J.
Lovy & A, M. Veras &*'. Rouquayn)l
Frercs, Furia Sobrraho & C e T. S. Siva;
era al mares, A. C. d'Agniar; c em S.
Jooda igreja Xova, J. A. da i'ostac Silva.
7 8, dando, porm, a 28
adiando pouco dinheiro.
Foi passado algum papel
sendo as lettras escassas.
d. reservadamente,
particular a 88 1.8,
Do Rio chegaran noticiis colaudo papel bao-
cario a 27 7/8 nominal, havendo transaeces em
todos os bancos.
A ultima cotaeo para papel particular foi 28
3/16.
a
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TABELLAS AFKIXADA8
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o te Mi M> 5. sr
x m *- i-
Barcacas
Vapores.....
Ammaes.....
Vi-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-fcrrea do Limoeiro
So roma.
Algodio
Cota se o de 1* sorte do iert.lo a 65400 por i o
kilos.
A exportacao. feita pela alfandega neste mez
at o da 7, subi a 517.910 kilos, sendo 423.003
para o exterior c 94.907 para o interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-,
bem a 7.G79 saccas, sendo por:
Barcacas..... V&pores..... Animaos..... Via-ferrea de Caruar. Via-ferrea de S. Francisco. Via-ferrea de Limoeiro 74.) Saccas 311 V.222. '.18 646 1337
Somraa. ii79 Saccas
Assucar
Os precos pagos ao agricultor, porl kilo
ijundoa Associajo Commernal Agricola, it
ns seguntes:
Brancos..... 3*100 a 3>W
Alumno interno
Meio pensionistas
Msica vocal
Piano
For cada um preparatorio
Primciras lettras
iiiousaes
304000
155000
4(5000
4)W0
:-5*0fX
2?000
Lecciona em casas particulares a am
bes os sexos.
llua do Cotovelle n. i)4.
Julio Soares de Azevedo.
Soneos .
Mascavado purgado
bruto.
Rtame .
Colonia Isabel:
Branco 1* .
f
V .
Soineno .
Vascavado
Usina Pinto:
Branco 1*
f .
Someno .
Mascavado .
1*900
1*400
'1*100
*800
2*100
1*300
1*200
1*U00
4*100
2*800
1*300
:t*00
1*600
4*000
2*300
;',*ooo
1*300
A exportacSo, feita pela alfandega ueste mez
at o dia 7, attingio a 2 530.790 kilos, sendo.. .
1.113.003 para o exterior e 1.417.787 para o inte-
rior.
As entradas verificadas al a data de hoje, so-
bem a 7.37 saceos, sendo por :
10.393 Saceos
2.024
2.749
10993
1014
27.373 Saceos'
Coares
Offertas para os seceos salgados a 363 ris.
Agurdenle
Cota-se u 90*000, por pipa de 489 litros.
Alcool
Cota-se a 170*000 por pipa de 480 litros.
tlcl
Cota-se a 50*000 por pipa de 480 litros.
Pauta la alfandega
MANA D* 11 16 DE MARCO DE 1899
A-sucar refinado (kilo) .
sucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo) .
Alcool (litro)......
ArroiLCom casca (kilo) .
Algodlo (kilo)......
Agurdente........
Borracha (kilo).....
lauros seceos salgados (kilo)
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
Cacao (kilo)......
Caf hom (kilo).....
Ca!'^ restolho (kilo) ....
1 achaca (litro......
Carnauba >kik>).....
Carolos de algodo (kilo) -
Carvo de podra de Cardiff .ton.)
Farinha de mandioca ilitroi
22U
20o
8G
3W
50
366
160
Follias ile iaborandy (kilo/ .
Geoebra ilitroj ....
Mel ilitrol' ..'... T .
Mtlho (kilo......
P-o Brasil (kilo) .
Tabeados de amareilo (duzaj
5
i 10
m
iOO
550
150
80
260
16
16*000
, W
':W0
200
70
0
:t5
100*008
.\avJos carga
Barca portuguesa Mooo Silencio, para o Forlo.
Escuna portuguesa Fetiaeira, para illia de S.
Miguel.
Patacho iuglez Pegqie, para Mtctevjdo.
Aviso ao publico
Kinquanto durar a Exposicao Universal de
1889, os nossos leitores que se acharem em Paris
e que desejarem rceeber quaesquer noticias da
trra, poderao ler os nmeros mais recentes do
nosso jornal no escriptorio dos nossos corres-
pondentes, os Srs. Amde Prince & C, 3 ra
l.alayette, i-m Paris.
Os nossos patricios podero receber a sua cor-
n-spondencia. peridicos, etc. etc., em casa dos
Srs. Ainedee l'rmce 4 C.
Oulrosim, os mrsmos Srs. Amde Prince 4 C,
ncgociantes-coinmissarios perr. a sua casa de
Compras s ordens de qualquer pessoa que dese-
jar ler urnas informarles, ou utilisar seu inter-
medio.
A viso
D. Maria Veuanciada Silva, viuva de Joao Jos
da Siva, previne aos inquilinos das casas de na
finado marido bem como a todas as pessoas
que com elle tinham liansacces. que eslejam
jior liquidar, que so se di-wm entender com seu
advogadoDr. Eugenio de Ranos, i ra do Im-
perador n. 37.
Vapor alientan Cari Woermnn, para Liverpool.
Vapor inglez Vandic; para Liverpool:-
\avios descarga
Barca norueguense Frida, carvo.
Barca norueguense Frilhyof, carvo.
Barca mgleza Sabrma, larello.
Barca norueguense Josca, carvo
Barca allem Amw, carvo.
Barca norueguense Braca, carvo.
Barca norueguense (irid, uiadeira.
Brigue sueco Pepita, carvo.
Patacho alleinuo Amia, farelio.
Exportacao
BKC1FK, 8 1)E KAHQO DE 1889
Para o exterior
Xo vapor inglez Wandick, carregaram :
Rara Liverpool, Julio & Inno 139 saceos cun
11,925 kilos de assucar mascavado.
Na escuna portugoeza Feiticeira. carre-
gou :
Para Ilha de S. Miguel, A. Guiuiaraes 100 sac-
eos com 7,300 kilos de assucar mascavado.
No vapor fraucez Ville de Pemambuco, car-
regaram :
Para Havre, F. Guimares A C. 1 caixo com
46 kilos de doce.
Parj o inttrior
No vapor austraco Tibor, carregou :
Para Santos. A. V. de Barros 2,000 saceos com
ytO,100 kilos de assucar mascavado. .
t No vapor nacional Saranhao, carregflram :
Para llio de Janeiro, J. Rorges 350 saceos com
21,000 kilos de assucar branco.
Para Baha, P. Carneiro 4 C. 13 barricas com
790 kilos de cera.
No lugar portuguez Vertas, carregaram :
Para Para, Amonm irmaos 4 C. loO saceos
com farinha de tuandioea e 300 barricas com
34,631 kilos de assucar branco ; F. S. Ferrcira da
Costa 1 pipa e 15 barns com 1,712 litros de
agurdenle : Viuva de M. F. Marques 4 Filho
400 barricas com 27,136 kilos de assucar branco.
a barca ingleza llanda, carregaram :
Para Ceara, 11. Lundgreu 4 C. 2,000 saceos
com farinha de" mandioca.
No vapor nacional Pora, eirregaram :
Tara Para, J. H. Boxwell 10 barris com 2,400
litros de agurdente ; Amoriin IrmSos C. 50
barris com 4,800 litros de agurdente; M. J.
Alves loo barricas com 6.034 kilos de assucar
branco e 30 ditas coiu 3,177 ditos de dito relina-
do ; E. C. Beltro 4 Irruo 100 b irricas com
8,35' kilos de assucar branco e 30 ditas com
3,371 ditos de dito retinado.
Para Mauos, II. Burle 4 C- 50 barricas cem
2,527 kilos de. assucar branco ; J. Borges 130
barricas com 9,423 Kits de assucar branco : M.
P. Martins 70 harneas com 4,133 kilos de assu-
car branco.
No hiate nacional F. lar Jim, carregou
Para Ceara, A. Pessoa -20 saceos com i,.jiKi
kilos de feijio.
No hiate nacional ViCoria, carregaram :
Para Aracaty, F. Slascareiibas 100 saceos com
farinha de mandioca ; P. Alves i5i C. 10 barricas
com 378 kilos de assucar branco c 10 sacres com
750 ditos de dito mascavado
No vapor nacional Jaguaribe. carregaram :
Para Ceara, P Carneiro 4 C. 100 saceos com
6,000 kilos de fejao ; F. A. de Azevedo 70
eos com 5,250 kilos de assacar branco.
__Na barcaca Theresinfta, carregitram:
Para Parahvba, Figueiredo osla 4C. 10 bar-
ricas com O kilos de assucar rcDado e 3 sac-
eos com 375 ditos de dito branco. ,
Seiastio do Castello, em Setenibro de 1883 ; <
CI'HKMO AllCUITECTO DO l MVKKSO SkMIOK DO MUN-
DO, me investio de mestre no Convento de S. Se-
bastio do astello, em Set mbro de 1883; o So-
i'i'.r.M i Aki:iiitkcti> do (JuruM Skmior do Mcndo.
me investio de mestre no Convento de S. Sebas-
tio do Castello, em Sclenibro de 1883.
S trabalharei sob seu mando, como jurei re-
petiudo o que me foi ministrado naquella Igreja,
era linha e de p entre u Altar doSauli3simo Sa-
cramento e a porta como Guarda em ala, e com
a frente e os olhos para resplandecente Sol, i-elo
qualIubri : s trabalharei sob seu mando, como
jurei renetiiido o que me foi ministrado naquella
Igreja, em linha e de p entre o Altar do santis-
siino Sacramento e a porta como Cuarda em ala,
e rom a frente e os olhos para resplandeceiite
Sol, CCLO OCAL Juan: s trabalharei: sob seu
ATTENCJAO
Liltlil k kEMP. \tw-\
Proprietarios o nicos fabri-
cantes das celebres prepa-
rae,oes:
Salsaparrilha c|. Brislol
Pilulas Vegetaes assncaradas de Bristol
Extracto e Ggoento de Aveleira Mgica de
Bristol
Emulso de Oleo de Figado de Bacalho da
Non ii ja,
cornos Hypophos/ili i tri* ,ic tal, Sud- e Potassa
Oleo puro de Finado de Bacaluu. marra
LANMAN v Ki;wi'
Pcilural de Anac-anuila
Do original e legitimo perfume
Sua Florida de Murray A Lanman
e ila exquisita preparaco
Touiro Orleiilul para < anello
Tendo registrado suas marcas industriaes e rc-
solvido a fazer prevalecer sens direitos ante a
lei. ehamam a attenco dos FALSIFICADORES.
, IMITADORES, e de lodo* oh que vea<*
iiem iiniat-aif de Nuaw prepara-
eae* para as seguintes paragraphos da nova
lei sobre marcas industriaes.
O Decreto Imperial, n. 3346, de 14 de Outubro
de 1887. estabelece o seguinte :
Ait. 14.Sera punido com as penas de priso
de um a seis mezes e multa em favor do Estado,
de 500,5 a 3:0005, aquelle que:
l.JReproduzir no todo ou era parte, por qual-
quer meio, marca do industria ou de commercio
devidamente registrada e publicada, sem autori-
saco do respectivo dono ou seu legitimo repre-
sentante ;
3."-Vender ou expuzer i venda objeclos re-
vestidos de marca alheia ou falsificada no todo ou
cm parte;
4.".Imitar marca de industria ou de commer-
cio de modo que possa illudir o comprador ;
P. 1."Para que se d iuiitaco..........
nao <: necessario que a seinelhanca da marca
sen completa bastando, sejam quaes forem as
litVcrenca;, a possibilidade de erro ou con-
raando, como jurei repelimlo o que rae foi minis-, lusao........................................
Irado naquella Isrreja. em linha e de p entren P- 2.--Renutar-se-ha existente a usurpaco
Altar do SantissVnio Sacramento c a porta como de nome ou firma commercial, quer a reproduc-
Guarda em ala, e com a frente e os ollios para cao seja integral, quer e0m accrescentamen-
resplandecenteSoliPEi.ooi!\i.JBKi. i los, oraisses ou alteraces, comtanto que haia
A minha officinai-n gabinete para osdeUlhes.a mesma possUulldade de erro ou confusSo do
que me. forem kmMk pelo wtn do mcndo comprador.
bao* .nosso SKXiion Jksus chisto: a minha oficina
o gabinete para os detalhes, que me forem
recelados pelo sF.xiion do mundo dko^osso sex.ioii
jbsus i-.HUiSTo ; a minha oficina o sabioele para
os detalhes, que me lorem recelados pelo sk-
mior IKI MUNDO DKUS NOSSO StNIMUt JUSUS CBI1ISIO.
O trabalho (icara perfeito com a continuaeo.
me applicarei fie me nao fallar a graca divisa ;
o trabalho (cara perfeito com a continuaeo.
me applicarei, se me nao fallar abraca divinv ;
o trabalho licar perfeito com a continuaeo,
m applicarei, se me nao fallar a graea divlna.
A benno da santismma hmn me nao fal-
te?; ni amor trino e i.viNO das 9 Pessoas; a
Diaheiro
t KECEniUO
Pelo vapor nacional Jaeuliypc do su I, para :
Francisco Manuel da Silva C. 67*840
Rodrigues Lima C. 340*000
Paria Lima C. 3505000
Pereira Carneiro C, 3424000
__
KXPKDIDO
Pelo vapor nacional Maranhao,> para:
Macelo 20 oooo
Babia 2O.O8OJOO0
llio de Janeiro 9 392*920
-Pelo vapor nacional .Principe doGraoPar/-
10.000*000
para:
Penedo
Rendlmeatos pabllcos
MEZ DK Marco
Alfandega
r
Renda gerai:
Do dia 1 a 8
dem de 9
178:341*7 2
27:629i20H
Renda provincial :
Do dia 1 a 8 27:540*062
dem de 9
3:428*393
203:970*940
32:968*637
Somma total 238:939*597
Segunda seccJo da Alfandega, 9 de Margo de
1889.
O tbesoureiro -Florencio Domingues.
Pelo cheteX. de A. Luna Jnior.
teocbcdorla Geral
Art. 15.Ser punido com as penas de multa,
de 00* 300-5 era favor do Estado o que:
3.Usar de marca de industria ou de com-
mercio que contiver indicaco de localidade
ou estabeleciiueulo que nao seja o da prove-
niencia da mel Uinu ia ou producto, quer a esta
indicaco esteja' ^tato um nome snpposto ou
alheio, quer nao;
Art. 18.A reincidencia sera punida com o
dobro das penas estnbelecidas
Art. 19.As referidas penas nao isentam os
delinqiientes da satisfacq do daino cansado,
que os prejudieados psderao jiedir jior acco
om ptente.
23 ditos de comidas a 500 ret
100 ditos de legumes a 400 ris
18 ditos de suinos a 700 ris
9 ditos de fressuras a 600 ris
31 lamosa 2*
Rendimeutos dos das 1 a 7 cor-
rente
11*300
40*000
12*600
5*400
62*000
199*800
1:324*580
Do dia 1 a 8
dem de 9
13:653*314
3:033*748
20:686*762
Recebcdorla provincial
De dial a 8 4 148*420
dem de 9 376*134
4:524*554
Recife Dralnage
Do dia i a 8 17:376*310
dem de 9 3:032*033
t 26:408*543
Matadouro publico '
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 92 rezes Jpertencentes a diver-
sos marchantes.
Mercado Muulcipnl de H. Jo
O movimenlo deste mercado no dia k
Marco foi o seguinte :
Entraram :
14 bois p sando 2,797 kilos.
122.') kilos de peixe a 20 ris 24*500
' 30 rargas de farinha a 200 ret 6*000
2 ditas de fructas diversas a 300
ris 1 000
lo taboleiros a 200 ris 2000
12 suiuos a 200 ris 2i00
22 mafialos om legumes a 200 ris 4*4'J0
Pora: lo?:
o Otlril ltOO
1 .... 100 ris :;00
25 i de farinha a 500
12*300
Foi arrecadado liquido at boje 1:324(380
Pregos de dia:
Carne verde de 400 a 560 reis o kilo.
Carneiro de 720 a li reis idem.
Suinos de 360 a 640 reis idem.
Farinha de 440 a 6' K) reis a cuia.
Milho de 360 a 440 reis idem.
F*:;lo de 900 a 1*40; idem.
Vapores a entrar
MEZ DE MAKTIO
Europa....... John Eider'......... 10
Sul........... Vdle de Pemambuco 11
Europa....... Athens............ 13
Norte......... *lagoas..^........ 15
Europa....... Im Plata.......... 15
Sul........... Mimos............ 17
Sul........ Meva............. 17
Norte......... Pemambuco....... 23
Sul........... Marunhao......... 27
Vapores a sabir
MEZ DE MARCO
.. John Eider........ 10 as
Una............. 11 as
Valparaso...
Fernando ...
Havre e esc..
Santos- e esc .
Sul..........
Buenos-A y res
Antuerpia Meca.....
Norte........ Mandos
Sul.......... Pemambuco
Havre eesc Maranhao ..
Ville de Pemambuco 12 as
Xthenas .......... 13 as
11 h.
12 b.
4 h.
Alugoas
La Plata
15 es
15 as
17 as
18 as
25 as
28 as
h.
h.
h.
h.
h.
h.
3 h.

K
i


Kuvimeulo do porto
Navios entrados no dia .9
Rio Grande do Sul c escala18 dias, vapor in-
glez Craigeiidorau de 943 toneladas, coniman-
dante James Donat, equipagem 19, carga va-
rios gneros a J. H. Boxwelt C.
Porto Elizabeth 34 dias, lugar norueguense
Zeus de t271 toneladas, i apito O. J. rhrtto-
phersen, equipagem 6, era lastro : a H. Lnnd-
grert & C.
Sahdos no mesmo dia m.*
Mauos e escala Vapor brazileiro Para,, com;.41
mandante Antonio Teixcira da Silva, carga
vanos gneros.
Liverpool Vapor allemo Cari Wovman, com-
mandaute J Jarck, carga varios gneros.
BarLados-Escuna ingleza Abeja, capitao W. C,
_ .'olinson, em hstro. BrV
Cear e escala Vapor nacional Jaguaribe, com-
mandante Alfredo Monteiro, carga ranos g-
neros.
Cear Hiate nacional Flor do Jordn, mestre
Jos Bernardino Bandeira, carga varios g-
neros. .
Aracaty Hjajte nacional Victoria, mestre Manoel
Duarte da Silva, carga varios gneros.
Barbados Lugar norueguense Zeus, capito O.
J. Christophersen, em la-
I'atacho dinamarqi
. Brincb, carga farinha de mandioca.
i
*




. /


V
V
.>
\
g/e-:'i:
)"r,'-*~r.\
lo Eim. r. r. Pedro Fran-
cisco Crrela Ir Ollvrlra. que
faz annos hoje.
Cous le de, Pedro Corr
Anuos de Mathusalem,
Para saciar iua alma,
Da sede de fiizer beui.
. Em 10 de Margo de 18W.
O presente scalo figurar na historia,
como aquelle em que a intelligcncia hu-
mana ha realisado obras irais gigantescas,
E as.iombroso ver como as scicncias au-
xiliara urna as outras para que o homem
de genio realizo sen ideal.
Exeniplo disso o canal do Panam,
obra que reunida abertura do isthmo de
Suez, immortahsar a gloria (\o Lcsseps,
porque as condicoes insalubre dos terre-
nos que atravessa, focos de febres tercia-
rias e paludosas nao podoria etectuar-se se
a medicina nao tivesse desceberto a qui-
nina, nico remedio e preservativo destas
pragas e a pharmacia nao houvesse aper-
feicoado sua preparaclo ; porque sera este
auxilio engenheiros e trabalhadores dest-
inados pelo paludismo teriam suecumbido
at o ultimo sem verem. unidos os dous
ocanos como d'aqui breve pnderao ver.
De todas as prcpaiaooes de quinina eo-
nhecidas as Parolas do Dr. Clcrtan appro-
vadas pela Academia de Medicina de Ka.
riz, sao reconhecidas como as mais perfei-
tas, tal como as prepara a casa L. Frore,
19, me Jacob, rariz.
Tosses
O Peitoral de Cambara combate
enrgicamente as tosses dolorosas, tornan-
do-as brandas e expectorantes at cural-as,
Os agentes
Francisco M. da Silva & C.
O PEITORAL DE CAMBAR
Vende-se a 2*500 o frasco, 13#Q00 1/2
duzia e 24.3000 a duzia em casas dos
agentes Roerigues Silva & C. c as prin-
cipaes pharmacias e drogaras da capital.
RAZ. 0 NATURAL
Qual a razSo da grande fama de'que
usa o Peitoral de Cambar ?
E'.pelos seus raaravilhosos resultados.
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
K- ^% --^-5ft
Bacharel Antonio Witru- J
, vio Pinto Bandeira
' Pode ser procurado ra do Imperador /
n. 71, Io andar \ i
Oculista
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na corte, ex-chefe de chuica
ophthalmologica dos Drs. Wecker c Panas
em Paria e do professor Hirschbcrg em
Berlim, tendo regressado de sua excursao
s provincias do norte, demora-se alguns
mezes nesta capital, no exercicio de sua
especial idade.
Consultorio c residencia ra do Ilarilo
da Victoria n. 23 1" andar. Entrada pela
Camboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
tj Frederico Chaves Jnior ||
Homcepatha
W 39 RA BARO DA VICTORIA 39 \\
i ) i'rinii'ir andar
Diario de PernfhbucoDomingo 10 de Mar^o de 1889
^
"\
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meiw da s 3 horas da tarde, no
1 andar da casa n. 51 ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos c dias santificados.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
MEDICO HOMEPATA
Dr. Ballliazar da Silveira
Especjalidadefebres, molestias
das eraneas, dos orgios respirato-
rios e das senhoras.
Presta- se a qualqucr chamado para
ora da capital.
AVINO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
i ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Pensao Acadmica
Esta casa de Pensao situada no ameno
bairro da Boa-Vista, ra da Iraperatriz
n. 15 2o e 3" andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a mensalidade
de 505, terao com o maior asseio e regu-
laridade, comida abundante, commodos
agradaveis, cxccllcnte banho e criado.
-------------?---------------
Cirurgio Dentista
DB. ROBERT P. RAWLDSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o sen consul-
torio, na ra Barilo do Victoria 18, 1
dar. *
Consultas das 10 as 4 horas da tarde.
an-
EDIT1ES
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monte-
negro, cemmendador da imperial ordem
da Rosa, juiz de direilo da. vara especial
do commercio da cidade do Recife e su
termo, por Sua Magestadc Imperial, a
quem Deus guarde, efe.
L-o saber aos que o presente edita! virem ou
leile noticia fcverem, qne Prj^.de,,
co Carneiro Rodrigue*> aWRe dinPda
eternizo a peticao do theor seguinte.
lia Sr Dr Ta substituto do coinmercio.-
FnKteo Carneiro Riidrigoes Compeli cre-
dor de Antoni Braz 01a-
To Carneiro Leo pola importancia de :!:7i 1546Q,
alm de juros, que est derJaraaa a lettra jun-
ta, aceita pelos r ous referi Carneiro Leao,' o qual transferio dita letra ao
supplicante em p icamenlo de debito seu.
E como este Ututo fosse actjto em 8 de Feve-
reiro de, 1883, estando portanto a prescrever pr-
ximamente, quer o supplicante interromper a
prescripcao, e para isso requer a V. S. que sof
dune mandar lavrar o competente termo de in
terrupco, pela qual o supplicante protesta, in
timndose o mesmo termo aos supplicados por
meio de editaes. visto que se a< han elles em
lugar ineerto e nao sabido. O supplicante jus-
tificara o allegado no dia e hora que V. S. de-
signar; e remer tambera a V. S. que feita a de-
vida intimarao, -eja-Ihe entregue a letra junta,
(cando a competente copia nos autos.
N'estcs termos pede deferimooto. E. K. Mee.
Recife, 3 de Janeiro de 18S9. -O advogado, J.
I. Maraa Juniorv
(Sellada legaln- ente): na qual foi proferido o
despacho do theor seguinie:
Como requer. 0 escrivo designe dia Red -
fe,.'! de Janeiro d: 18811. Jos Pernamboco.
. Depois do que, sendo ;i moma |Wijy8 bnida ao escrivo do primeiro ofliciu. este fea lu-
nar o termo de p -otesio do (turar seguhiie :
Aos 30 de Janeiro de 188!). imslo cidade do
Recife, em meu cirtorio. Comparecen u su:i|>li-
canle por seu advogado Dr. Jom Izloro MartiiM
Jnior, que ante miin eas leitertinlnu inl'ra ,is-
ripaadag, dis-i- re luxia a termo de iruiesi.i para
inlerrnpclo Je precnpfao u contedo de soa
pe!ii;':o retro qne Dea fazemlo porte integrante
do piesente. ittiui je ser intimadu aos suppliea-
; do> pa.-a n.s devl w ell'eos.
E de c uno ,:.-sini o ilisse e proiestou l.ivio es-
te tei-mo, em qoe ussigna com us testamnoJuu
depois de lel.i.
V.. Mantel Iones de Carvalho Chaves, escre-
vente juramentado, escrevi.
E eu, Jos Frjuklin de Alencar Lima, escri-
vo, o hzlaviar e subscrevo.Joa Izidoro Mar-
tina Jnior, i*ltlia/.ar Jos dos Reis Filho, Vi-
cente Gongalves de Lima.
Segundo continha dito termo de protesto, ten-
do o supplicante pioduzdo a justificacio recom-
mendada pela le, o respectivo escrivo me fez
os autos conclusos, nos quaes profer a seutenca
do theor seguinte:
Vistos. Julpo procedente a juslifleago. Ex-
peeam se os editaei pedidos com o prazo de 90
dias. Custas ex-causa. Recife. 7 de Fevereiro
de 1889.-Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
Segundo continha dita minha sentenga, em
virtude da qual o espectivo escrivo fez passar
o presente edital, por cujo theor chamo, cito e
hei por intimado os justilicados Antonio Netto
Carneiro Leo e i'mz Olavo Carneiro Leo, para
que no prazo de 30 dias, contados da data da
publicaran deste, comparecam ante este juizo
afim de allegarcm o que for a bem de seus di-
reitos.
E para que ehegu; ao "ronhecimento de todos
se passou o jireseiite, que ser publicado pela
imprensa, e nutro de igual theor aflixado no lu-
gar do costume. liado e passado nesta cidade
do Recife de Pernambuco, aos 7 dias de Feverei-
ro do anno de Nos so Senhor Jess Christo de
1889.
Eu, Jos Franklin Thunuiz GaWM 'aranhm Honteiwgr.
Fni uldat- de IHr.llo
De ordem do Exm. Sr. cons-lheiro director
interino meo publico a portara abaixo :
Verificando-se pela acta dos exames de ari-
thmetica feitos nesta faculdade no mez de No-
vctnbro ultimo, que no dia 12 desse mez pres-
in exarae dessa materia o estudante Joaquim
Marinho de Araojo c que nelle foi reprovado :
vertficando-s', outr>sim, pelas listas dos exa-
mes feitos na provincia da Parahyba, remetlidas
a esta directora, |m;Io respectivo delegado da
inspectora da instrueco publica da corte na
niesma e pelas iiifonnayes dadas pela presiden-
ca da dita provinci. que o referido estudante
Joaquim Marinho de Araojo, nao obstante a dis-
posico to art. l no decreto n. 3,429 de 2 de
Outubro de 1873, preslou alli aquelle mesmo
exame e n'ello foi approvado] em 19 do citado
mez de Kotembro : assim como no dia 21 no de
geometra, no dia 22 no de gcographia, no dia 23
no de corographia e Historia do Brazil e no dia
24 no de philusophia : resolveetta directori de
conformidade com o art. 20 S 5" dodec. n. 7,247
de 19 de Abril de 1879. declarar nullo nao s o
referido exame de arthmctica, mas tambem as
mais que e lhe seguiram. a "aber os de geo-
metria, geogra|ihia, corographia e Historiado
Urazil e philosopbia feitos peln mencionado es-
tudante Joaquim Marinho de Araujo na cidade
da Parahyba nos dias cima indicados.
Kaculdade de Direito doRecife, 8 de Marco de
1889. (Assignado) o director interinoDr. Joo
Silifira dfSnii7.li.
ConformeO oflicial servindo de secretario
Manoel Antonio dos Passos e Silva.
DECLRALES
Recebedoria Provincial
O administrador da Recebedoria Provin
ciai dando cumprimento a ordem constante
da portara sob n. 2f?5 expedida nesta
data pelo Illm. Sr. Dr. inspector do The-
souro, faz publico, para conhecimento dos
interessados, que tica prorogado at o dia
30 do correute o prazo concedido para pa-
gamento, livre de multa, das annuidades
e mais servicos da Recife Drainage Com-
pany relativamente ao 2. semestre do
exercicio de 1888.
Recebedoria Provincial de Pernambuco,
9 de Marco de 1889.
FrancUto Aminthat de Carv .Ihu Joara.
iNMN'iarao dO KairriRduo
(iimniorrlu d PcmBraburo
Sesso extraordinaria da directora
De ordem do Illm. Sr. presidente, tenho a ra-
tisfaco de convidar a todos os collegas mem-
brosdeata directora e a todos os seuhores con-
socios era geral. para a sesso extraordinaria
que er Ingr s 6 h iras da tarde de domingo,
10 dtste mez.
O assumpto principal dessa sessao ser o es
tabeleciraento das aulas que constituem o curso
commercial.
A importancia do assumpto justifica plenamen-
te a certeza que tenho de que a essa sesso con-
correrto todos os seohores consocios.
Na mesma serSo entregues os diplomas de
socio **
Secretaria da Directoria da AssooiasJo, 6 de
Marco de I889.-0 1 secretario,
Augusto da Silva.
4" praca
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que, s 11 horas do dia 14 do crreme mez,
serio arrematadas qm praca porta da reparti-
. -fm as seguintcs merendonas :
Armazem n. 2
Marca A N Urna calxa n. 309, coutendo casi-
mira de li singella, pesando 128 kilos, vinda de
Liverpool no vapor inglez Editor, em 30 de Fe-
vereiro de 1888, a Druzina.
Armazem n. 7
dem TM&CeTHcm baixol'ma caixa n.
72,contendo molduras de madeira douradas,
pesando liquido ."10 kilos, vinda de Hamburgo
no vapor norueguense flfwwf, em n .de Junlio
de 1887. ordem.
3 seceo da Alfandega de Pernamboco. 9
de Marco de-1889.
0 chele.
Domingos Joaquim da Fonscva.
Veneravel Lnnandade de S.
Cecilia, na matriz de S.
Jos
De ordem da mesa vgedora, convido a todos
osirmos professores. para reunirem-se ranos-
so consistorio no dia 11 do correute, as i horas
da tarde, afim de em ussemblca geral resolver-se
negocios de alta importancia, tanto para a ir-
raandade como para os senhores protessores.
Recife, 7 de Marco de 1889.
, O -ecretano.
Amaro Jjaquim do Epito
DBRBV CLUB
B
PERNAMBUCO
PROJECTO DE INSCRIPGAO
W.i?
*."
Da 8.' corrida
A realisar-se em 17 de Marco de 1889
^vv."^ CONSOLA^'O SO metros. Animaos da provincia que ain-
i da no tenhnm ganho no Dcrbv. Premios 25000 ao primeiro,
50(5000 ao segundo < 205000 ao tereeiro.
^Xlk^SUMNIJM f .400 metros. Animaos de menos de meio sangue.
Premio*: oOOJOOO ao primeiro, 755000 .10 segundo c 30^000 ao
tereeiro.
S." ^\^1,% PHOSl'F.RIDADE 0O metros. Ananaes da provincia que
anda n tcnhaiu ganho premios no Derby, em maior distancia. Premios :
200)5000 ao primeiro 50(5000 /ao segundo e 20)5000 ao tereeiro.
4." Ilstk'*, INTERXACrONAL C.OOt metros. Animaes de qualquer
paiz. Premios: 600)5000 ao primeiro, 1205000 ao segundo c 1505000
ao tereeiro.
*- WWI&KAPTDEZ i.OOO metros. Animaos nacionacs at meio san
fae que ainda n3o tenham ganho este anno cm nenbum dos prados
'esta capital. Premios : 3005000 ao primeiro, 755000 ao segundo c
305000 ao tereeiro.
V&fc& PROVINCIA DE PERNAMBUCO 1.300 metros. Animaos
da provincia. Premios: 2505000 ao primeiro, 1505000 ao segundo c
255000 ao tereeiro.
* 1\^,9 IMPRENSA PERNAMBUCANA l.Of* metros. Animaos
nacionaes at meio sangue. Premios: 3005000 ao primeiro, 755000
ao segundo c 305000 ao tereeiro.
Observacoes
Nenbum pareo se realisar sem que se inscrevam tres animaes de propricta-
rios differentes.
A inscripelo incerrar-se-ha na secretaria do Derby Club praca de Saldanlia
Marinho n. 2, 1." andar, no dia 11 do corrente, segunda-feira, s 6 horas da tarde.
S serao aceitas para cada pareo as quinze propostas que primeiro forem
abertas.
O GERENTE,
IIIMtHH i: S< III I II.
SANCO ZNTEB2TACI0XTAL
DO
Capital o.oo: dem reallsado lt.OOO:000
A caixa filial deste Banco funeciona
na do Commercio n. 40, sacca, vista ou
a prazo, contar os seguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
LONDON..(Baneo Internacional
< do Brasil,
( London office.
( london A C ounly
( Banking Company L.u
(Banqne de Par s A des
( Pays-Bas
Deutsche Bank.

> Bank d'Anvers.
> Banca Genrale c sua
agencias.
PARLS.
Hamburgo.. 1
Berlim.....
Bromen ..,
Fr an k fur t
sur Main...
Antuerpia..
Roma.'.......
Genova......
aples.....
Milao c mais
340 cida-
desde Ita-
lia...........
Madrid......\
Barcelona ..
Cdiz........
Malaga......
Tarragona.
Valen cia e /
outras ci-
da des d a
Hes pa nha
e ilhas Ca-
narias......
Lisboa......
Porto e mais
cidades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ay-
res .........,
Mon te video
NovaYork.
Banco Hy pote car i o de
Espaa e
cias.
Banco de Portugal c
The London & River
Plata, Limited.
G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praca do
imperio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de
movimento com juros na razao de 2 /0 ao
anno e por letras a prazo a juros conven-
cionados.
O gerente, JUMam M. Westber.
CoRipanhia
Imperial
DE
Sjruros contra Fogfo
EST: 1803
Edificio* e viercadorias
Taxas baixa
Prompto pagamento de prujuizos.
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Rs. I O 00:000*004
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Companhla Fhenl\ Per-
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Jmited
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Sacca por todos os vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Inglezes.
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Coiupanha de Seguros
\&\&%&t It |f ijstrfx
AOENTE
Miguel Jos Alves
\. V Ru do B. f
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
N'estcs ltimos seguros a nica companhia
nesta praca que concede aos Srs. segurados isemp-
i.ao de pagamento de premio em cada stimo
anno, o que equivale ao descont annual de cer-
ca de 13 por cento em favor dos segurados.
SANTA CASA
CASAS PARA ALUCIAR
Ra da Moeda n. 49, armazem 240<000
dem do Vigario Tenorio n. 27, bja 240*000
dem idem n. 22.3." andar 180*000
dem idem n. 23, l. andar 360*000
dem do Rispo Sardinha n. 3, 1." e 2.
andares e soto 400*000
dem do Rom Jess n. 29, 3." andar 200*000
dem do Mrquez de Olinda, sobrado
.44 2:131*000
dem do Rom Je*is n. 13, 1." andar 240*000
Becco das Boias n. 14, loia 1. e 2." an-
dares 480*000
Uin sitio .em IHiruaineirino. 460*000
Companljia fre Seguro*
cqstiu r::c
NORTHERN
de Londres e Aberdaen
Posicao financeira ("Dczembro de 1885J
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.134,348
Reeeita annual :
De premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGESTE,
John M. Boxivell.
Companhia de Seguros Am-
phitrite
Os feohores accionistas so convidados a reu-
nirem-se em assembla geral ordinaria, na quar-
ta-tera 20 do corrente. I no* da tarde, ao sa-
lo da Associacao Commercial Reneticento. A
reunio tem por tim cumprir as disposieoes dos
estatutos, arts. 36 e 40.
Antonio M. Amorim.
Manoel J. da Silva Guimare?.
Joaquim Olinto Rastos.
SEI.IR0 COWRA FOGO
Rojal Insurance Company
le Liverpool
o
C APITAL 000:000
AGENTES
R. DEDKUSJNA&C.
13Ra Mrquez de Olinda13

CONTRA POGO
The Liverpool k London k Globe
H'!3Ura:?2s cdmpamt"
Ra do Commercio n. 3
IlfDEMliISADORA
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Etalelerldaem 1**5
CAPITAL 1,000:000^000
MINISTROS PAGOS
At 31 de Dezenbro de i 8 84
Maritimosv. 1,110:000^000
terrestres. 316:000#000
44Ra do Commercio44
QUE SE REALIZARA
Domingo, 10 de Marco
i
\oni-"
Pello
Malura
I lid.
Cor da vesti-
menta
Proprietarto*
I" pareoKxtra700 metrosliguas da provincia. Premios : 1503 a 1% 35J a 2o e 153 ,i 3*
Ella........
Pantina.....
Primavera .
Stella......
Ida....... .
Carlota Cor-
day......
Castanha
Peilrcz .
Zaina
Kodada
Alaz. rusil...
Pernamb.
M
Vi
:i6
M
56
30
Azul e grenat.......
Azul e bronco.......
Azul, lira neo e ene...
Encarnado e branco.
Azul c amarello.....
Encamado e branco
L. deF.
M. P. A.
Coud. Victoria
R. C.
R P.
M. P.
2" parcoForro Carril 1.609 metrosAnimaes nacionaes at meio sangue Premios : 350*
ao 1". 250* ao 2" c 35 ao 3"
Mandarn.
Ruy-Blu^..
Corcovado
Minerva .
Mimosa ..
Olga.....
Rusilho -
Alazo-----
Castanbo ..
Doumdilli
A laza
Castanha
S. Paulo
R. de Jane
S. Paulo -
84 i Ene, branco e azul..
5 Rosa e preto........
51 Encarnado c preto...
50 Preto, ene. e branco..
48 Azul listrado.......
50 Branco e encarnado.
Codelaria Cruzeiro.
Arthur Silva.
Coudelaria Paysand.
Coudelaria Cruzeiro.
Coud. Parnamerim.
M. N. P.
parcoEnsato 850 metros Animaes da provincia que j tenham sido inscriptos neste
Prado e nao tenham ganho premios no Prado, Derby e Hippodromo. Premios : 200" ao
1.. 50 ao2. e20* ao 3..
i
Fidalgo -----
Bilontra-----
Siroco......
Mara.t.....
Borboleta
Phebo ex-Pa-
tife......
Jatob......
Gui......
Guaracy .. .
Ormond.. .
Campineiro .
Breas .....
Ecla.......
Meduza
Gigante.....
Rodado ....
Baio........
CardQo .....
Rodado -----
Mel. dourado
Caslanho .. -
Alazao.....
Pedrez-----
Russo......
Alazao.....
Castanho ...
Alazao.....
Pedrez......
Castanho
Pernamb.
15
M
52
56
H
M
58
N
56
58
58
59
H
51
56
Branc azul.......iCoud. Capibaribe.
P. H,
S. B.
Coud. Demcrata.
M. B.
Encarnado listrado..
Amarello e azul.....
Branco.............
Azul e branco .......
Ouro ............
Verde ............
Azul e encamado.
Azul e branco......
Encarnado e braneo.
Pret^ encarn. e ouro
Grenat c ouro.......
Violeta c ouro...
Coud 1 de Junho.
F. T.
C.A.
F. R.
M. P. S.
W.
Coud. Desgraca.
G.
Jame Dawis.
LA.
i. PareoGRANDE PREMIO Retire. 2,000 metros.Eguas estrangeiras. Premios : 1:000*
a !., 300-Sa2.v e 100* a 3.
Aspasia .
Gallia ...
Judia.. -
Africana-
Vesper ..
Diana -
A laza.......Inglaterra.
Zaina
Alazi.
R. da Prata
Inglaterra.
Franca ...
50
H
54
54
57
58
Azul e ouro.........
Ouro branco e facha -
Violeta e ouro.......
Branco c encarnado. -
Ouro e branco.......
Azul e ouro........
Guimares & C.
Coudelaria Eraulaco.
I. B.
Oodejaria Riachuello
f -i Emulaco.
-iiieHfcrsenaL
5." Pareoi d> ullio-900 metros.Animaes de menos de meio sangue.
i" 60iao 2.-e305 ao 3.
Premios : 300* ao
Fgaro...
Hanlet.
Cometa..
Moncorvo
Aymor ..
Alpha
Favorita ..
Chita...
Alazo..
Rodado ......
Castanbo .
- lazo dour
Zaina.......
R. 6. do 8a
S. > aulo ..
56
50
56
56
56
54
54
Azul listrade. .
Violeta e ouro.
Ene, branco e azul .
Verde e amarello...
Encamado e branco
Violeta e ouro.....
I. S. 4 B.
Coudelaria Cruzeiro.
Coud. LuzoBrazilcira.
C. Fernandes.
A. M.
D. M. da Silva.
Maia & .Chrysostomo
6. Pareo.Prado Pernambarano-1,607 metros.*nimaes de qualquer paiz.
6005 ao 1,', 120* ao 2. e 60* ao 3.
Premios
Salvatus. ...
Price.......
Castiglioni. .
Apollo......
Ruy Blas
Stellita ( ex-
Condessa .
Alazao..-
Zaino..'..
*
Alazao. .
Castanha
Franca -.
Inglaterra.
Franca ..
R. da Prata
S. Paulo -.
Inglaterra.
59
57
67
59
58
57
Azul listrado......
Azul e ouro........
Azul ene e branco -
Encamado e branco.
Preto e rosa.......
Grenat c ouro........Coud. Brazileira.
Coudelaria Cruzeiro.
A. Marques.
Coudelaria Cruzeiro.
E. C. de Albuquerqne.
Arthur Silva.
7.a PareoHippodromo do (ampo Grande-1,300 metros.Animaes da provincia. Pre-
mios : 300* ao 1, 60 ao 2o e 30* ao 3o
I Timb
A ruinar
Monitor.....
Templar..
Arumary....
Baio.....
Castanho.
Russo ...
Rodado..
Alazo.-
Pernamb..
54
52
54
54
54
Encamado e branco.. Gardner.
Azul listrado........
Rosa e preto........
Azul e ouro.......
Violeta e ouro......
F. S. & Bastos.
Coud. Pernambncana.
J. M.
F. S. & Bastos.
8.' Pareo Derby Club de Pernambaco900 metrosAnimaes da provincia que anda
nao tenham ganho premios nesta on maior distancia. Premios : 250* ao 1', 60* ao
2.e25ao3.
'V
Pombo Preto
(ex-Li d a -
dor)......
Roldo.....
Pierrot.......
Orange.....
Almirante...
Serid......
Hotosi......
Caipora (ex-
Oiseau. .
Cyclone.....
Pedreira -
Lucifer ....
Federalista..
General.....
Cachito
Baio.
Castanho.
Alazao..
Castanho.
Russo.....
Rodado .,
Russo ped...
Rodado.....
Baio........
Rusilho -----
Pernamb.
56
56
54
56
56
56
56
56
54
54
56
36
36
Azul, branco e ene
Preto e ouro.......
Branco egrenat.. .
Preto, ene eouro..
Encamado e preto
Azul e branco.....
Encamado e azul.
Ouro
Azul e ouro.......
Encarnado e preto.
Violeta e ouro.....
Branco e preto ...
Coudelaria Victoria.
D. T.
L. A.
A. I. G. A,
Coudelaria Paysand-
Coudelaria Pfranga.
A. L. de A. .-.
Coud. Io de Janeiro.
S. B.
I. D.
A. M.
F. S. Bastos.
J. B.
-
I
(*) Montado por amador.
OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o primeiro parco devem achar-se no ensilhamento
s 9 horas da manhS.
Os animaes inscriptos para os outros pareos devem achar-se no ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tem de correr.
Os forfaita serao'recebidos at sabbado, 9 do corrente, s 3 horas da tarde.
O animal inscripto em mais de-'um pareo que deixar de correr no primeiro,
nio correr no segundo. >
Qualquer reclamaeito sobre corridas dever ser apresentada por escripto
directoria.
HORARIO
Encerramcnto da venda de poules
1." pareo.11".
2.a
3.
4.
5.
6.
7.
8.o
Recife, 7 de Marro de 1689.

a

c
a
t
c
11.50.
12.50.
1.50.
2.30.
3.20.
4. .
4,50.
Corridas
llfc.10'
12.
1.
2
2.40
3.30
4.10
5.
0 SECRETARIO,
Francisco de Souza Reis.
M


Diario de Peroambuco-Doiaiflao 10 de'.Margo de 1889
____ ____ ___________^___________-- -- -.- -
Emi6reza da estrada de ferro
/de Ribeirao ao Bonito
' embira ceral ordinaria
Mo se tendo reunido hoje, no eserip-
no desta Empresa, numero sufficiente
Srs. -accionistas para a reuniao ordi-
ria de assembla geral, convocada nos
moa do art 73 do decreto n. 8821 de
de Dezembro de 1882, pela segunda
jret convocada mesma reuniao para o
/dia 22 de Marco prximo -ao meio dia, no
/eacriptorio d'esto Empresa, praca de
Pedro II n. 73, 1. andar,
Recife, 28 de Fevemijyi 1889.
Jos BeUarmino Per&m de- MelQ,
Director societario.
J0#00
10*000
Banco de credi'io real de Per-
Derby Club de Pernambuco
Pelo U 0| jockey.-:
jfisem
Olympio ein
O gerente,
Henriqut Sebnsl.
De ordena do Illm. Sr. Dr. inspector
faco publico que em cumprimento da re-
sol ucao de S. *"*e o Sr. Dr. presidente
da provincia, de 14 do corrente, fica mar-
cada o prazo de 45 das a contar desta
data, para a incripbao ao concurso^ que
ter lugar ueste ThesOuro no dia 15 de
Ahr.l prximo futuro, afim de preencher-
se tres vagas de 3 escripturario existen-
tes tiesta repartidlo.
O exame versar sobre leitura, aoalyse
grammatical, orthographia e arithmetica
at a theoria das proporcSes inclusive.
Os candidatos deverao requejer inb-
pectoria deate Tbesouro a sa adinisaao ao
concurso por meio de petiyao documenta-
da, provando ser maior de 18 annos, achar-
8e livre de culpa e pena e ter bom com-
partamento, Ibes sendo lieito juntar, alm
estes, quaesquer outros documentos que
peeaam favorecer o scu direito.
Secretari do Tbeeouro Prorincial de
Pemambuco, 21 de FevrfO de 1889.
Servindo de secretario
O oficial,
Lindolfo Campeo.
Coftipanhia de Seguros Phe-
nix Pernambucana
Os aenbores accionistas s3o convidados a reu
rem-se em assembla geral ordinaria, na ter-
ca-feira 19 do crranle, a 1 hora da tarde, na
sdc da companhia. A reuniao teci por lim dar
execucao ao 1 do art 27 e 3 do art. 30 dos
estatutos.
Pernambuco, i de Marco de 1W9.
Os administradores,
l.uiz Duprat.
Manocl Gomes de Mattos.
.Manoel da Silva Maia.
Mocledadc Auxiliadora da Agri-
cultura de Pernaubuco
ASSEMBLA GERAL
D ordem do Exm. Sr. pres'deote da assem-
bla geral desta sociedade, commendador Fran-
ci( de liego Barros de Lacerdu, e de accordo
con o a-t z7 dos respectivos estatutos h'cam
convidados todos os socios efTeclivos da mesma
para, coustitu dos em assembla geral, proceder
o dia lo do corrente eleieo dos raenibros do
ooasalho administrativo e mais funecionarios
electivos pela forma estabelerida nos arta. 48 e
iegumtes dos suflPA!ados estatutos.
A, essao i?' lw no mencionado dia 15
'aHtorlrtla taruc, sede social, ra da Unio
a'esta .c idade
Reeife 8 de Margo de 1889.
Ignacio de Barros Brrelo.
Secretario geral.
Em cumprimento dos 9. e 12. do
art. 83 dos Estatutos e das disposicBes
da lei n. 3150 de 4 ie Novembro de 1882,
convocamos aos Srs Accionistas reuni-
rem-se era assembla geral ordinaria, no
dia 23 do corrente mez, ao meio dia,
em urna das salas da Associacao Commer-
cial Beneficente, afim de Ibes ser presen-
te o relatorio das opcra^Res do anno ban-
cario, findo em 31 do Dezembro de 1888,
acompanhado do pa.-ecer da eommissao
fiscal, e proceder-se eleicao d'esta, do
presidente, vicepresidente, .'e 2. secre-
tarios da Assembla Geral.
Recife, 7 de Marco de 1880.
Os administradores^
Manad Joho de Atnorim.
Antonio Feemmndes Ribeiro.
I.uiz Lhijjrat.
MARTIMOS
Roya I Mail Steam Packet
Companhia
O vapor La Plata
Commandante A. H. Dyke
Espera-se da Europa at o dia 15 de
Margo, seguindo depois da demo-
*ra do costnme para
Baha, Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos- *> res .
O
Neva
vapor
Commandante G. M. Hicks
E' esperado do sul no dia 17 de
Marco e seguindo depois da demora
necessaria para
Thesouraria de Fazeoda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido os
credores de dividas deexercicios lindos abaixo
ucucionadoc, a virem requerer o scu pagamen
to, em vista da ordem do Tbesouro n. 40 de 26
de Fevvreiro ultimo.
Companhia Pernambucana 701*101
Fr. Paulino da Soledade WOJW00
Secretaria da Thesouraria de Fazenda de Per-
aambuco 8 de-Margo de 1889,
O secretario,
Dr. Antonio Jo*t de Sant'Anm.
Faculdade de Direito
Be ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, faco publico que no dia 11 do corren- TmMI^MWI
Companhia Braileira de
Navegac,ao Vapor
POKTOftDCMBUL
O vapor Pfernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos partos do norte at
o dia 25 de Margo e depois da de-
mora indispeusavel seguir para os
portos do sul.
Recebe tambero carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
As encommendas s serao recebidas na agen-
cia ata 1 horada tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eapitlo de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do sul at o
dia 27 de Marco e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas sao recetadas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Comniercio=z6
Io andar
Rio Grande e Pelotas
Para os portos acima'segue com brevidade o
lugar brasileiro Uarinho VII; para carga trata-
se com os consignatarios Jos da SvaLoyo*
Filho.
Leilo
* De predios
A saber:
A ca-a-terrea tfo largo do Cercado ns. 2 e 4,
oecupada pelo taino do Raposo.
a casa dama das l.apaugeiras-n. 22.
Urna dita da travessa dos Expostos n. 6.
Duas ditas da ra do Conde da Roa-Vista ns.
Me 70.
Um sobrado de um andar da ra Velha n. S2,
com janellas para o 01 to.
Quarta-feira 90 do corrente
A's 11 horas em ponto
Agente Pinto
\o armazem da ra Harquez
de Ollnda n. 5t
Vende-se a arma^ao que
foi da loja Florida propria
para loja de ferragens, miu- ^...{^ j^g e CXiS-58
dezas, tabacarla ou venda,
<{iiem a pretender dirija-se a
ra Duque de Gaxiasn. 103.
Typogaphia e Littiographia
AVISOS DIVERSOS
Aluga se casas a 8*000 no becco dos Coe
Ihos, junto de S. Goncallo ; a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
LEILOES
S. Vicente, Lisboa, Vigo, Soutbampton e
Anttierpia
Reducto -le passagens
Ida Ida e lolta
V Lisboa classe t 20 t 30
A' Southampton 1' clasie t 2"i f 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Emquanto vigorar a quarentena mposu na
Repblica Argentina, aos uaos procedentes do
Brasil, os^apores desta companqia nao aceitarao
passageiros nem carga para Buenos-Ayres.
Para passagens, fretea, encommendas, trato-se
rom os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
CHARGEURS REUNS
Comparta Francesa
DE
XaTegaeao a vapor
jinha quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAEOR
Ville de Pernambuco
Commandante Sebire
tspera-uedos portos do sul no
dia li- do corrente, sejruindo
depois da indispensavel demora
para o llaAre tocando em
IiltrtMMU
Entrar no porto
Gonduz medico a bopk de marcha rpida
e ofterece excellentes yimnioi os e ptimo pas-
sadio.
As passagens noderiocier. lomadas de ante-
raao.
Recebe carga. eHCommenda- e passageiros
para os quaes tem cxUbtte* accommodaces.
Para carga, pamaagaa,; encommendas e di-
oheiro a frete : trata-t* como AGENTE.
Leilo
A g-ente Brito
De movis, fazendas, miudezas; ferragens, cute-
larias, extractes e outros artigos, que so ven-
der ao correr do martello.
Segunda-feira 11 do "corrente
A' 10 1,2 horas
Ra do Rangel n. 1^-
LEL AO
?gente Silveira
De urna armaco, pesos, balanca, medidas, re-
gistro de gaz e canteiros, a qualarha-se livre e
desembaracada de impostos e garante-se a cha
ve ao comorador.
Tera-feira 12 do corrente
AS 10 1 2 HORAS
Ra das Lartsmgeiras n. 2
Leio
Da armat'o envidracada e envernisada, niude-
zas, cigarros, charutos, brinquedos, candieiros
e mais artigos proprios para casa de cigarros,
em um ou mais lotes.
le correr do martello
Terqa-feir'i 12 do correnti-
as 11 horas do dia
Na ra do Rangel n. 50
Pelo agente Martins
O
vapor Athens
E'esperado da Europa at o dia 13
d. Marco, seguindo dopois da in-
dispensavel'denora para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rogase ao Srs. imnprtadfres de carga pelos
vapores dest^ I i uha,iNiD presentar dentro
de 6 dias a contar do da dcapfga das alvarengas
qualquer reclama^ *tfentea volumesque
porventura tenliau J para os portos do
sul afim de se podei dar a lempo as provi-
te(6eunda-feira) as 2 horas da tarde ser en
cerrado o prazo para o pagamento da taxa de
wcerramento dos estudantes dos diversos annos
esta Faculdade, que nao tendo feito exame em
Novembro e Dezembro find ,s por motivo justif
cade, foram agora admittidosa fazel-o.
Secretaria da Faculdade de I ireito do Recife.
8 de Marco de 1889.
0 oflicial servindo de secretario,
Manoel A. dos Passos e Sil va. _
Capitana do porto
Avlao aon nategulri
De jrdem do Illm. Sr. capito-tenente Rodrigo
Mue da f>sta, inspector deste arsenal e capi-
tto do porto desta provincia, faco publico a
quem mteressar possa, que o Sr. capito do
Corto do Aracaj, em telegramma datado de
oj^ cominuicou que o marel Aracaj aeba-se
fauceiouaudo.
Capitama do porto de Pernmbuco, 8 de Mar
,^b de 1889.O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
4.a seccae.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 19 de Fevereiro de
1889.
Por esta secretaria se faz publica a re-
ealondapao do Exm. ministro e secre-
tari* de Estado dos negocios do imperio,
tante do aviso n. 268 de 22 de Ja
adro ando, para conhecimeato. de Maria
Severiaa da Conceicao Lucas, mai do
ahupe do Instituto dos Surdos-Mudos,
Jea Louren90 Godolredo Lucas.
cN. 288. 2a directora.Ministerio
do* aeg'cios do imperio. Rio de Janeiro,
J de Janeiro de 1889.
Illm. e Exm. Sr.Nao podendo, na
coa/ermidade do artigo 25 do regulamen-
te 4 laatituto dos Surdos Mudos annexo
ae decteto n. 5,435 de 15 de Outubro de
187-5, continuar alli, por baver atyngido
a idade de 18 annos, o alumno Jes Lou-
renca Oodofredo Lucas, a quem se refere
*firao dessa presidencia de 24 de Ou-
tubro de 1882 e conviBdo, portento, pro-
?ideaciar afim de que seja retirado do
aieaai* Instituto o dito menor, o qual, se-
. gundi) informa o director do estabelcci-
eatn ao eificio, que a tal respeito me di-
rigi, se exprime regularmente por eacrip-
te, perito official de encadernador e tem
peculio de 8645950, rccolhido a caixa
eeeeemica, dou conhecimono disto a V.
Bxc. para os fins convenientes.
Deus guarde a V. Exc. A. Ft&ei-
rtt Vianna.Sr. presidente da provincia
aaibuco. >
O secreter:.' interino.
ManotUoaquim Silveira.
Expirado o referido praaoa companhia nao se
responsaoilisa por extravos.
Para carga, passagen*. encommendas e di
nlH'iro i frete : trataHe9 o
Aiiuste Ulille
____9_- RA IX) 0O1O4ERCIO 9
t OMH A M I '.jJiAMBfCAV
vm
\a*esa<*o eosteira por Vapor
PORTOS DO SUL
Hamo. Penedo. Ateajn e Baha
O vapor 8 Francisco
Commanitoate. Bereira
Segu ao d 14 do corrate as
o hora daJanle Recebe car
L'aaT*d113
Encommendas. oaseageu e dinlieiro frete.
at as :t horas .la tard*3Ma.da partida.
ESCtJPTBI(
Ao Can da Companhia Pernambucana
>Of& _____
Paciiic Si^ ni Navigation
Con panv
STKAITSOF1AGELLAN LINE
O paquete John Eider
_^ Esperarse da Europa at o dia
10 do corrate i- seguir depois
, ila demora do rostume para Val-
Saraisoflpr
e Janeiro e Montevideo
Para carga, passagiros, encommendas e di-
heiro a frele : trata se com o-*
AGENTES
WIsob. Sons C, Limited
14RA DO COMMEROIO14
(OliPtMIIt l'KUvlMBMtM "
DF.
\:ivesaeo eoatelra por vapor
Para Fernando de Vironba
O vapor Una
Oominaadante Soraphim da Silva
pue ih dw H de Marco as li
horas da tnanha. Recebe catga at o
u saluda.
eso:*ipt 1RIO
Ao Caes da Cowtfopf Pernambucana
n. 12
Precisa-s de urna ama para comprar e co-
sinhar para casa de pouca familia ; na ra da
Penha n. 21, segundo andar.
Precisase de urna seahora de idade ou
viuva, para o servico interno da casa de um ho-
mem tambem viuvo, e cora um casal de filhos
maiores : na ra 24 de Maio n. 11.________
"Precisa-sed* um criado para trabalhar em
um sitio ; na ra do Cotoyello n. 25.
Precisa se de urna ama para cosinha de
pouca familia; a tratar na estacao da Jaqueira.
Precisa-se de urna cosinn'ira e de urna co-
peira : a tratar na ra da Soledade n. 82.
' Precisa se de urna boa ama cosinheira ; na
ra do Pires n. 22. ___
A assistente Bernardina Marcelina Coelho
de Oliveira mudou-se da ra Velha para a do
Cotovello n. lio. ____
'""_ Vende-se e taverna sita a ra imperial n.
lj: a tratar na mesma, e o motivo se dir.
y Vende-se cinco partes do riti denominado
Imbiribeira, contiguo ao do Dr. Mascarenhas, na
estrada da Boa Viagem, avallado por 10:000*000
no respectivo inventario. E' bastante grande,
com boas trras para plantayes, muitas arvores
fructferas, como coqueiros, dendezeiros, man-
gueiras, cajueiros, pitombeuas e outras, e com
grande extenso de mangues para corte de le-
nha ; a tratar na ra nova de Santa Rita n. 61.
FABRICA DE LIVROS DE ESCREPTU
RA^aO
Premiada as exposlees de
IMS* e I8H5
Manoel J. de Miranda
Encadernacao e especialidades em cartoes de
visitas.
30Roa uqne de Caxias-39
Telephonen. 194.
RioiSeleSca
Precisa-se de urna ama para lavar e engom-
mar ; na ra Formosa,n. 37._______ ______
GRANDE L Q'IIDAGAO
' a Loja das Etrellas
Ama
Na na velha de Santa Rila n. 89, precisa-se
de urna ama para comprar, cosinbar e mais ser-
vicos de casa de pepena familia.
SesolTres porque queros
USA E CONVENCEB-TE-HA8
CURA RADICAL
Leilo
De 1 rico piano inteiramente novo do fa-
bricante E. Ropss, e urna cadeira nova
para o mesmo.
Terca-feira lc2 de Marco
A's 11 horas
No 2o andar do sobrado a ra Duque de Ca-
sias n. U.
Por occasio do leiUo de movis, loucas e vi-
dros.
Por intervencao do agente
Gu&mo
Leilo
De maveis, lustre de crystal, louca e
vidros
Constando :
De 1 mobilia de Jacaranda a aiedalhao com 18
cadeiras de gaarmedo, 4 ditas de bracos. 1 so-
f, 2 consolos com pedra e 1 jardineira com di-
ta. 1 espelho, 6 jarros para flores, 6 quadros. 1
serpentina com i mangas, 2 figuras de porcel
lana, 6 capachos de palha, 1 lustre de crystal, 1
cama franceza de Jacaranda, 2 lindos guarda
roupas de amarello, 1 lavatorio de armario com
tampo de pedra, 1 toilet com espelho, 1 com-
modaf 2 raarquezoes largos, 1 bidet, 1 cadeira
privada, 3 cabides, 2 balaios com tampa para
roupa, 1 mesa elstica com 3 tahoas, 1 guarda
louca, 2 apparadores, 1 inarqueza, t cadeiras 1
de Bataneo, 12 cadeiras de junco, 1 carta geo-
graphica de Portugal (moderna) i machina de
costura, loucas para almoco e jantar. 1 noria
queijo, 1 gaflieieiro, 1 faqueiro nickelado, gtrfa-
as, copos, clices, compoteiras, peneiras de
rame, bandeijas, cal'eteiras cuberas de rame,
1 chave iogieza, 1 torno e muitos outros objec-
tos que esiaro patentes no acto do leilo.
O agente Gusmo, autorisado pelo Sr. Jos
Marques da Silveira, que retirou se para Euro-
pa com sua Exma. familia, far leilo dos objec-
tos cima mencionados, < s quaes se tornan re-
commendaveis por se acharem em perfetto es-
tado.
Te rea-fe ira f do roncle
A's 11 horas
No 2- andar do sobrado ra Duque de
Casias n. 44 _,
Leilao
Ao correr do martello
De mobilias de Jacaranda, mogno. pao carga,
e juhco. quadros, jarros, espelhos, relogios de
parede, transparentes cbmeses, candieiros guz,
arandelas, mesas, cadeiras de junco, guarda lou-
cas, apparadores, fiteiros, camas de ferro, inar-
quezoes, cadeiras de balanco, camas para meni-
nos e lavatorios com pedras.
Um piano, 1 serafina, 1 fugSo de ferro, 2 bom-
bas, 1 guarda roupa, pannos e bastedores para
um theatro pequeo.
Raneas americanas, (classes) carteiras para col-
legios.e 1 fugao de ferro grande c muitos oulros
movis.
Objectos de elec'ro-plate e broaxe
luarta-feira 13 de Mareo
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n..r>2
O agente Pinto tendo de mudarle do arma-
zem ia ra Mrquez de Olinda u. 52 para o da
ra do Rom-Jesu n. 43, fara leilio ao correr do
martello de todos os movis all existentes os
quaes serao vendidos, seui reserva de precos.
Em continuacSo vender o mesmo agente :
l'ina secretaria grande.'1 burra prova de bgo,
1 repart menlo de, esetiaterio, 1 armacao i apla-
za, 1 carleira. 1 babncu, e outros mov*
criplorio. existentes no armazem da ra Mar-
ques d'Olinda n. -i.
SEM DIETA.
DAS
Molestias dr pelle
SYPHI LITIGAS
Darthros, sarnas, ulceras antigs, im-
pingens, bobas, gommas, cancros, rheunia-
tismo c morpha.
Com os prodigiosos
XAROPE E UNGENTO
DE
Hjdrocotile Calasans
Applicaeao fcilUso sem perigoEf-
feitos promptos, dieta razoavel.
Contra Tactos nao ba argumentos
Estes remedios sao os mais commodos
do mundo. Envia-se gratuitamente, pelo
correio, direc5oes para uso d'estes medi-
camentos admiraveis.
Preco do ungento 1)5200 o frasco.
Preco do xarope 35000 a garrafa.
Preparados por Calazans & C. Phar-
macia Imperial, Baha.
Deposito no Recife
Francisco Manoel da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23 '
Pedido
0 agente de leiles F. J. Unto tendo de effec-
tuar a mu lauca de seu armazem da ra do Mr-
quez de Olinda n. 52 para o da ra do Bom Je-
ss n. 45, pode aos consenhores dos movis e
mais objectos alli existentes se dignem retral-
os em 48 horas, sob pena de serem vendidos
ein os leilOes j annunciados sem reserva de
preco.
Ir1
*
*ZU. &
cuita .vi. : -.'.':' -> ''i' ; Higiene l*j
...MliTf- T"fl1\Tr ii
Moalcaa-^a De; ...:/.< e 3e- B
coutl5ulr.to .:;;.. i'ii/ RicUMmwI
para t% i 't- s. w n-i;--. i-arato, e]
- .-uur i-ai puac '
V. s ia ^.le.icao e\i.;-i r .iilinieiite
i i un......-. i ib-. iii '!' '' **o* v-
Piad.-. ';') .S-iiK^: un as
:iii,ile i

\ -ai i| i i imr'.i't
C!h-i.:it...

r"lo ilfjulilo ;.!.'.. luTl-i>3.JOI
r., a- ; V
81ii :.-.--*Imii, |*J
VHttirrlti. .ii'-i. lien ii-itni>n>.W
Tuimik !.'<<,!. ,ii i* *
MJ>"f '<*'.''>'' ''. CitiliJ *: '"-. ""-
ylenliilH |p/-mr/('**. .UemiiHimita, ele (
m
I qualauer prodoi u> >*; WW U*er i "ileivf* <1 \
Phci* C0TT1N,gearo do sir. Le Roy
Ruado Seio, 51, FARIS .-.
DKI-olTO EU TODAS AS PHAHAtAUAS
'NAO SE OLVE AClITAH


O abaixo a^signado retirndose hoje para a
Europa deixa como seus bastantes procuradores
para trataren! dos ss negocios, quer csmmer-
ciaes, quer particulares, os Srs. Manoel de Oli-
veira Muia e Jos Jorge Pereira. Recife, 5 de
Marco de 188.
Antonio AugUto da Silva Rete.
Aluga se a raa n. 1 ra .Lembranca do
Gomes, em Sanio Amaro ; a tratar na ra da
0 leilo principiara t ID I i horas em poc -atriz n. 32. 2
por serem muitos os lotes
Entrega emjacto continuo e em 24 horas.
Agente Pinto
Ouarta^feira 13, contina o leilo de movis e
mais objectos existentes no armazem da ra do
Marqueide Olinda n. 52. ao correr do martello.
por ter o uicsnjo agtmle- de elTectuar sua rau-
dadea para i armnaem d\ roa -lo Bom
n. 45.
Ao commereto
0< abaivi asiirnarfi'* leu in comprado ao St.
Bi nvenulo Cavalcante de Mello de sua
loja de in uiezas, sita ra 'la lm|>erairiz n 78.
U\re e il> s''inlwracada de qiiafcpier Mal
al^uein algaf in^uo apresente-se no
priuo de tres di--, r .1 '-la dala Reciie,
B !,. Marro rti !'-
Tlieodozta Anadia da Uva
Alcides Leite da Cunha. Josepha Maria da
Silva e Camarina Maria da Silva, compungidos
do mais doloroso sentimento pelo fallecimenlo
de sua mai, tilha e madrinha Theodoaia
Amelia da Silva, ajjradecem a todas as
pessoas que se dignaram acompanhal-a al ao
cemiterio e de novo rogam-lhe o obsequio de
asfstirem as missas que por alma da mesma
mandam rezar na ijireja de S. Jos de Riba-Mar,
s 7 horas da manha do dia 11 do corrente,
stimo do seu failecimento, pelo que se confes-
sam eternamente gratos.
i.ni* de ttauza o sia
Baro de Santa Cruz e seus filhos (ausentes),
Dr. Paulo Jos de Oliveira e seus lilhos, Luiz
Leopoldo dos Guimares Peixoto e seus filhos,
pai, irmos, tio e primos de Luiz de Souza e
ilva, fallecido na corte, mandam rezar urna
missa pelo repouso eterno d'alma do mesme fal-
lecido, no dia 12 do corrente, na matriz de San-
to Antonio, as 8 1/2 horas da manlia. e pedem
aos seus parentes e amigos de assistirem aquel-
le acto religioso, coafessando-se desde j agra-
decidos aoa que comparecerem.
^^im^^Ifrt,^m^>^:J^a'^"," <*>. aaBBECTFftffi
t
Dr.
cenlo < eciliano doM sanios
Ramoa
Ubaldina Olympia dos Santos Ramos, sob a
mais pungente" ddr pelo prematuro passamenio
de seu nunca asss chorado esposo, o Dr. Broto
i eciliano dos Santos Ramos, agradece do ntimo
d'alma s pessoas que se dignaram de assistir
aos ltimos moraenlos do finado o levaran ul-
tima morada, de assistiram aos snffragios por sua
alma ; e convida as mesmas pessoas, aos ami-
gos, parentes e correligionarios do mesmo nado
para os sutTragios que por sua alma serao cele-
brados na matriz da comarca de Bom (onselho.
no da 14 do corrente, que o tricsimo do pas
samento; protesftndo a todos que comparece
rem mais este acto de piedade, indelevel gra-
tido. ^^__^__
t
Manoel do *aM-imenlo silia
Hermina Sevenana Rodrigues do Nascimento,
Manoel Guilherme do Nascimento, Jorge Estevao
do Nasciment.i. Joaquim Christiano do Nas:i
ment, JoSo Flix do Nascimento, Alfredo Can-
talice do Nascimento, hialina Joanna do Nasci-
mento Pi Vidal, Antonia -quilina do Nascimen-
to, Jos Pi Vidal. Aiexandnna Maria da"oncei-
co Nascimento, mulher, filhos, ge uro e ora,
agradecem do intin.o d'alma a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar os restos morlaes
al a ultima morada do seu esposo, pai e so-
gro ; e de novo as convidam para assistirem
as missas que mandam rezarfna igreja de N. S.
do Livramento. pelas 7 horas da|manh do dia
12 do corrente. terca-feira. ___"
f

Dr.
Carolino de Lima Manto
2- anniversario
Isabel de Lima Santos e o major Joaquina Au-
relio Wauderley rogam a todos os parentes e
amigos para assistirem a missa que mandam re-
zar na capaila do cemiterio publico, pela alma
de seu pr-zadissirao e sempre cherado esposo e
genro, o Dr. Carolino de Lima Santos, s 8 1/2
horas da nianh de segunda-feira 11 do corren-
te, 2- anniversario de seu fallecimentp : desde
j antecipam sua eterna gratidSo a todos quan-
tos se dignarem de comparecer a esse acto de
egridade._______________________________
t
Pereira la
Iran isi .i das >'ees
II a
Primo Feliciano Pereira da Silva, Virgilio
Francis.o Pereira da Silva. Jost1 Antonio Pereira
da Silva. Vicente Ramos Pereira da Silva, Theo-
doro Jos Pereira da Silva, Francisco de Borja
Pereira da Silva, Antonio Pedro Rates Ribei-
ro, Francisco Ferreira Lima. Rita Francisca de
Mello e Silva, Maria Amelia Pereira da Silva.
Sophia Francisca da Silva, Maria Fra. cisca Pe-
reira da Silva, Marcellma Maiiu dos P. e. Silva e
Joanna Francisca Ribeiro da Silva Lima, irmaos,
cunhados e sobnnhos, agradecem do intimo d'al
ma a todas as pessoas, parentes e amigos, que
se dignaram acompanhar os restos mortaes at
ultima morada de sua prezada irroa. cunliada
e tia, e de novo as cunvidam para assistir
missa que mandam rezar na malriz de Santo
Antonio, pelas 7 horas da mann de 13 do cor-
rente, quarla-feira.
t
'l'eneiile Pedro Kicaanl
A comrnisso abaixo assignada convida a fa-
milia e amisros do finado lente Pedro Regaard
para Mssis!;r urna missa que manda vlebrar
na iciivenlu le ?. Francisco de Olinda, Dras 7
huras ila manha de segunda-'ira, 11 do ror-
renie, .'!0' da dr seu passamento. edesde j g|
Wlfc??a -u::i!iiair.enle grata."
Hcrculario 0. de lluiquerque.
Manoel 'mcopio da Silva
Silvino A. Nunes da Mello.
Francisco A Teixeira de Fnriag.
t
Burdo de C'otessipe
Amigos do1 tinado Baro de Goteg p. lazenj ce-
lebrar missas por sua alma iw dja 13 do corrente,
na matriz da freguezia (de >alo Antonio, s 8f
horas da manh
Telephone n. lo
Este bem conbecido estabelecimento acaba
de pass..r por nma grande reforma,
sende ligado interiormente com a
' casa contigua do n. 58 no intuito
de serem despachados todos os seus
freguezes com mxima brevidade
possivel, resolveu fazr grande 11^
quidaeo de todos os saldos que
ficaram de balan^, por menos
50 i do seu valor, cujos artigos
passamos a demonstrar:
Artigos de le
Esguio, pe$a, a 'ftbOO.
Madapolao com um metro de largura de
140 por 7^000
dem idem americano de 80 por 5d000.
Algodao marca T, especial, muito largOj
de 70 por 50000.
Bramantes, pecas, por 70JDOO.
Atoalhados, lindos desenhos, duas largu-
ras, a 10 e 10200 o metro.
Guardanapos de 40 por 20000 a duzia.
Estopa de linho para bordar a 500 o me-
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 10500 o dito.
Lengos brancos e com barras de cor a. 10
e 10200 a duzia.
Toalhas de fustao, qualidade superior, t
30 e 4)5000 a duzia.
Cretones para eoberta a 2-10 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de cores &
20000.
Lences de bramantes a 2)5000.
Chales escocezes a 10000.
E outros muitos artigos que deixam de
ser mencionados e que se vendem cora
igual abatimento
Teeldos de alia novidade
PARA VESTIDOS DE SENHOSA8
Linhos pardos para {vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros e listras de 10800 por
800 rs.
Setins de seda, todas as cores, de... v "
10200 por 500 e 320 rs.
Merinos lisos, todas cores, de 500 po:
240 rs.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Nonsuks, desenhos novos de 240 por
120 re.
Cretones claros e escuros com lindissimt*
desenhos de 440 por 240 rs. 1.800
PEQASl
Merinos de quadros, grande variedade de
padrSes, de 500 por 240 re.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 rs.
pechincha !
Fustoes de cor, de quadros e outros dse
nhos muito lindos, de 500 por 160 re-
Sedas Felippmas, de 500 por 200.re.
E muitos outros tecidos para vestido,
em algodao, linho, la e sedas que se ven-
dem como o mesmo abatimento de 50 |t.
Confeceo
Vestidos feitos de Casemira ricamente
bordados de 800 por 50 e 300.
Ditos para armar de 60, 80 e 100.
Ditos brancos bordados em cartao, alta NO
vidade a 80 e 100.
Guamijoes de colariuhos e punhos par
senhora por 10 e 10200.
Capotas (preparadas na corte) de 200 ]<<>
90 e 100
Gollinhas e punhos para menino de 3 t
8 annos.
Vestuarios e roupinhas para criancas, poi
50, 60, 80 e 100, e Jersey, casemira e
de brim.
Saias bordadas a 20 e 30.
Enxovaes para baptisado com collares ele
trieos por 50.
Luvas de seda meio bra50 e qualquer ta
manho a 10500 o par. .
dem idem de Escocia a 10 e 10500.
Sobretudos impermeaveis de borracha de
700 e 800, por 300 e 400.
Capas e pellerinas de cachemiras ottoma
na ricamente enfeitadas de vidnlhos a
250 e 300.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurgurSo, tanto para phantasia come
para commodidade a 380 e 400.
Velludos de seda e algodSo de muitas o
res.
Gazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algo-
dSo e linho, com um metro de largura
Setins Maco de todas as cores a 750 e
800 rs.
E muitos outros artigos de confeccoer
como sejam mantilletes de blonda, sahidat
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que se ven-
dem com o mesmo abatimento de 50 \0
Para horneas
Casimiras inglezas com duas larguras, de
30500 por 10200.
DitHS cor de caf e azul, de 20500 por
800 re.
Cortes de seda paracolletc, de 120000 poi
30000 e 30500. .
Dito de velludo e fusto a 10 e 1026O.
Meias inglezas com fio de sedi, de 120
por 60000 a duzia.
Paletots, de 70 por 40000.
Camisas com um pequeo toque de noff
a 10600 urna.
Collarinhos, modelo moderno, a 50000 t
duzia.
Camisas inglezas com collarinhos c pu-
nhos, sem collarinhos e sem punhos t
360000 a duzia.
Brins pardos de linho a 240, 280, 32)
360 e 400 rs.
Dito branco do linho n. 6 a 10200 a vara.
Lindos cortes de caaimira ingleza, de 0
80, 100 e 120 a 40, 60, 80 e 100000.
Sobretudos impermeaveis de borracha, para
homens, de 700 e 800 por 300 e 400,
Ceroulas francezas, de 380 por 240090
a dueia.
Paletots de seda, completos e feitos de
casemira, malas para viagem, boleas de
tapete c um completo e vanadissimo sate
timento de cheviots, casimiras Piinn iiWWJ]'
inglezas, pretas e de cores de padrSes in-
teiramente novos c que se vendem com o .
mesmo abatimento de ">0 [c de seu valor.
Retalhos
Aproveitem a grande quantidade e
pelos prejos, enf sedas pretas e de cor
gorgoreas, setins, las, merinos, ephyr*
linhos, chitos, madapoles e aigodSosi
nhos.
E muitas outraa peehiuchas que
eneontram na
Loja dasEstreHas
-Roado Duqtte de Caxiaa-
'
i
i

V
f


-1
Diario de Pemambuco- -Domingo 10 te Margo de 1889
i i:
& c.
HERMES DE SOUZA PEREIRA
S733SSSCRBS
Acaba de reabrir-se esta importante pharmacia si la ra do Mrquez de Olinda n. 27, depois de ter
passado por urna transformaqao completa. Est em condicoes de satisfazer todo e qualquer pedido, nao s concer-
nente manipulado do receituario, como a venda de preparados nacionaes e estrangeiros dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida.
Esta casa sendo por demais conliecida pela sua seriedade, os seus propietarios esperam do distincto corpo
medico e da populado em geral, a continacao da proteccao que sempre lhes dispensaram. para o que empenham
a reconhecida lealdade com que costumam tratar os* negocios de sua profissao.
xarEJFucwxDSS nce soxjz^. :p:E3Fue:)CR..A. & c. sccessores
7- M, Q&3 BW> Ola3
RECIFE
:7<

PERE1KA MAGALHAES
[Recebedores directos dos mercados da Europa
liquidan* osseguintes artigos com descont de 14 |o as
vendas em grosso
Bramantes de algodao superiores, a 800 rs. o metro, 4 larguras.
dem de puro linho fazenda de 25200 para acabar a 10500, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., 1(5100 e 16200 o dito.
Algodao alvo, nacional, para lences a 5fJ500 a peca.
MadapolSo americano, a 30600, 40000 e 60000, com 24 jardas.
Maripozas de ores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dito.
Batistes dem a 120 rs. o dito.
ZefiroB de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 rs. o dito,
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Ficbsdc renda chics a 10000.
Colchas francezas de cores a 20000 e 40000, urna.
Lenres de bramante a 10800, para cama de casal.
Casimiras de cores para roupa de enanca a 1A000 e 10800, diagonal, duas
largnras.
Camisas inglezas e francezas a 260000 e 300000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de cres para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e and, a 30000 o dito.
Brins purdos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as cores a 900 re. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 re. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 re. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 20500 e 30000 a duzia.
Ceroulas bordadas,'de bramante, a 120000 e 160600 a dito
Cortes de casemiras para calca a 40000 e 60000.
dem de meia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a duzia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita.
E miiitos artigos que serSo lembrados com a presenca de nossos leitores.
59Ra Duque de Caxias59
LO JA DE
PEREIRA A MAGALHAES
FUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON & C
N. 44Ra do BrumN. 44
JUNTO A BSTACO DOS BONDS
Tem para vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
* Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito rundido, de lindos modelos.
Portas de fornalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Bodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machiniemo e executara qual
ve* .rabalho com perfeicSo e presteza.
AO N. 20
(JUNTO AO LOUVRE
Gazes de cores a 500 re.' o covado.
FustSo branco a 360 e rs. o covado.
Brins de cores a 280 re. o covado.
Baleias pretas a 260 a re. a duzia.
Colchas de cores a 20 e 30000 urna.
Cumbraias bordadas a 40000 a peca.
Luvas de seda a 20 e 2o500 o par.
Len^s broncos a 10200 e 10800 a duzia.
Cretones de Alsace a 360 re. o covado.
Atoalhado bordado a 10200 o metro.
Brim pardo a 280 rs. o covado.
Linhos de quadros a 280 re. o covado.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Bspartilhos couraca a 50000 um.
Chales adam aseados a 20500 um.
Cortinados bordados a 60000- o par.
Merino do cores, a 500 re. o covado.
Ceroulas de bramante a 140 a duzia.
MadapolSo americano a 6000 a peca.
Chachemiras lisas e listra de combinacoes
a 10200 o covado.
Cambraia Victoria a 20900 a peca.
Bramante de linho a 10700 o metro.
Toalhas para banho a 10500 urna.
Tapetes grandes a 130000 um.
Ceroulas de linho a 340000 a duzia.
Cretones francezes a 400 rs. o covado.
Loques transparentes a 20500 um.
! Alpacas de quadro a 600 re. o covado.
| Camisas brancas para meninos.
| Sahidas de baile a 10000 urna.
Cretones de cores a 240 re. o covado.
Percales fi as a 200 rs. o covado
Nansok cores fixas a 240 o dito.
Las escossezas a 260 re. o dito.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
Popelina branca a 800 e lflOOO o covado.
Bico8 matisados a 20500 e 30000 a peca.
Panno da costa adamascado.
Regatas de cores a 10000 urna.
Sargelim de cores a 200 rs. o covado.
Crenolina, preta e branca, a 400 rs.
Chambres, de crep a 50000, e 60000 um.
Cachemiras de quadros a 260 re. e covado.
Guarnicao de crochet con matizes.
Griaaldas para noivas.
Setim de cores a 800 n. o covado.
Cachemiras de duas larguras a 800 re.
Cortes de linn em cartao a 100 e 120000.
Camisas allemSes a 36*1000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 re. o
covado.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Linhos de quadros & 0 re. o dito
Bramante trancados a 10000 o metro.
Meias para horneas a 30600 a duzia.
Guarnicao de croch*., brancas.
Extracto Port Veine a 10400
Alpacas mescladas a 800 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800 re.
PARA A QUAKESMA
Merino preto de 800 at 10800 o covado.
Setins pretos de 10000 at 10400 o dito.
Crep inglez (de seda) a 20000 o dito.
Fichs pretos a 20500 e 30000 um.
Luvas pretas a 20500 e 30000 o par.
Cheviots pretos a 30000 o covado.
Casimira preta a 20000 o dito.
Renda hespanhola a 30000.
Bicos pretos,'todos os precos.
Regatas pretas a 10500 urna.
Para a cura efficaz e prompta das
Molestias provenientes de im-
pureza do Sangrue.
E' urna loucura andar a fazer expe-
riencias com misturas inferiores cora-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
indgenas cuja efflcacia nao confirmada
pela se ie uria. emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Lancem mo, sem demora, de um re-
medio garantido cuja efllcacla seja facto
nssignalado e inquestionavel!
O Extracto Composto Concextrado
dk s >i> m'a rkilha i>e Ayrr conhecido
e recommendado pelos mdicos mais in-
tclligcntes dos paizes adiantados, j
durante 40 minos,
<.Viltenas de mi (liaros de doentes
tm colhido beneficios do seu emprego e
sao nutras tantas testemunbas da sua
efflcacia positiva e incomparavcl.
PREPARADO PEI/>
DR. J. C. AYER &. CA,
l.owell, Mass., Kst.-Unidos.
DEPOSITO GERAL
S. 13, Ra Primeiro de Marco,
Kio de Janeiro.
Aluga-se
a casa da roa Coronel Suassuna n. 150; a tratar
na roa Harcilio Das n. 106.
Aluga-se
o armazera e 1- andar do predio n. 42 roa de
S. Bom Jess (Recite/ ; a tratar eom Luiz de
Moraes Gomes Ferreira.
Aluga-se
o 3- andar do predio roa Barao da Victoria n.
60, cora muitos bons commodos : a tratar no
mesmo com Paulo Jos Aires A C.
Alugue! barato
Ra do Rosario n, 39.
Visconde de Goyanna ns. 163 e 159.
Baixa Verde n. 1 C (Capunga).
Ra Visconde de Itaparaca n. 43, armazem.
Ra das Creoulas ( apunga) n. 15- B.
A tratar roa do Commercio n. 5, 1 andar,
esenptorio de Silva Guimares A C.
AMA
\a ra Primeiro de Marca n. 20
CASA DE <'0.\FI % \f/ A
AMAEAL & C.
Cosinheira
Precisa*se de urna ama*que cosinhe bem ; no
terceiro andar do predio n. 42 da roa Duque de
Caxias, por cima da typograpbia do Diario.
Superior \inho de
Passto
Pelo mdico precede 35 o quinto e'94000 o
rarrafao de tres caadas, voltando o garrafao
7*5"0 ; vinagre de vinho 303 o barril e 6000 o
garrafao sem casco, precos lquidos ; na roa do
Amorim -n 60.
Caixeiro
Precisa se de um
nambucanas n. 27.
oaixeiro ; na roa das Per-
Chegou o Pirraba
Esta rifa fica transferida para a prmeira de
60:0001000 que correr no mez de Abril.
Caulellas do Monte de Soccorro
Compra-se cauteHos do Monte de Soccorro de
qualquer joia, brilhantes e relogios; paga-st
bem na Praga da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 airaos de
idade, com pratica de molhados e que d* fiador
de sua conducta : na roa de S. Joao n. 12.
Cosinheira
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na roa
da Aurora n. 81. 1 andar.
x t i i x
EPILEPSIA
HYSTERIA
CONVLSOES
MOLESTIAS
NERVOSAS
*S
Cuta q i 5Aajtti
i0L050l?TERT0Si
Laroyenne
4 QLWTROCCRES
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira que fa^a outros
servicos, a tractar to 3. an-
dar, por cima da typographia
do Diari na ra Duque
de Casias n. 48.
Pre<.itt-se (k- una ana 'que saiba cosinhar e
duriaa-Sm casa.foeatr^,-ique>attiBtp'a suajeon-
ducta : na ra daConc^lo n. *,-! andar.
Ama
Precisa-se di-urna ama para cbfiinbar eCom-
prar ; na roa Nora n.10; foja. ____
Ama
cas
Precisa-se de urna ama para
Da ra da Aurora o. 81, 1
ra cuidar de erian
andar.
%1CBSI0
mnm
> C'SO do
RKkur-:;ATISMO
'impureza o S
., Olns, SipMli?
e toda aT??5fto do natureza
eruptiva ou vsciesitA
ET
Ama
Na roa Matriz da Roa-Vista n. 26, 1 andar,
precisa-se de urna ama que cosinhe bem, para
casa de pequea familia, paga-se bem.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na ra do Livramento n. 11.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar. para
casa de familia ; a tratar na roa Duque de Ca-
xias n. 54, loja
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar
de S. Jorge n. 131, 2 andar.
na roa
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar para duas pessoas : na roa da Gloria nu-
m-ro 172.
Ama
A' roa de Santa Rita n. 63, precisa-se de urna
ama para cosinhar.
Amas
Na ra da Palma n. i", precisa-se de duas
amas, sendo urna para cosinhar e comprar, e
outra para cuidar
VTOA*
JROBSC
Oepegrttrf'M em P.tr*amb*e .
Wiv, 7, BiL'towrfl Doali, KMS
fi'ARXACiJ. ansn
* M. J HITA A tr
SADE PARA TODOS.
GTJENTO H0LL0WAT
i
0*Jngu>n!r.de HdVm-y ;ini rnw1 ifallitel para os mato de pemns e do pato.; tombnpW
[as rida 11 chaga* e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para tolas as *
Jodes de peitc nSo se rtconhece egual j
a as rr.ale-- de gt'ganta, bronchites resfriaventos e tossss.
-nilas e todas c-, molestias da pellf nao teem semelhante e para os meabnS .
-"oniahlos juncturns recias, obra como por encanta s
I
-m*nto do rieswr Hou-ow*.
n, *E* HrtM tt, Oxf-wd Straet), IMOHM,
ri tofo as >har.jaoas do umefo.
.minar os IMa'os de c*d
oimvku. 5J3, O t -i nt, ra Wcayoct
mal i
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de frant*. I ;mio da Thenpeutiot
i" uiprego em medicina de Perro Rabuteau "bascado na .c>::eDcia.
.b Verdadairas Grageas de Ferro Rabutean o reco :iendadas nos casos d
CMorose, Anemia, Pulidas Cores, Corrimentos, Dbil idade, Esgo'imcnto, Convalescencia,
Frmjueza das criuneas, Depauperamento ttttttaeO do saiainc _ein consequencia de
, fatigas vigilliasc excosso 12 loda a natureza. Tomar a fi grageas dor dia.
.Vtf Conslipu{do nem Diarrhea, Aseimilafo completa.
Elixir de Perro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
J engulir as grageas. Um calla de licor aos ropas'.o s
i Xarope de Ferro Rabuteau especmlmeu-': -pam as enancas.
1 mi Urna explicado detalhadt aeompinha cada frasco.
Exigir o Vardadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & G,a, de PARS,
encontr em cota dos Droguistas e Pharmaceuticos.
que M
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem mitro medicamento
J
PARS V, lioxileiarrt Henaitu 7 PAMES
Depsitos em todas as principaes Fharmaciaa e Drogaras.
"^?r*.
nsus
iiM
*"
' UCBJSGIDOS PBLA INSPECTORA GE.;;. ;,F HVUiBNI *> n'KRIC) DO BKkZ..
Aperiente, Estomachic -y, Purrptlvo, IV.pur-.tivos
, X>ntra a l*aRa dt, appnMte, i abstr-j -co, a Cui< >a, a.s VerUtoBJ,
as Conccte, te IXim oiiuutrut I '""**
7 Deaconfla- a- ralsilca ,io em francf .
e cada mm e ^i> ncdnw-.
Err Fin. Mo.rniicl Man? *rymn- -iic!isrr*rHt!^
f EHOLAS de PEPSINA PURA DYALISADA
de CHAPOTEAUT, Pharmaceutico.
Fol o 8Br Chapoteaut o primeiro chimico que conseguio preparar e fornecer ao
mdico e aos doentes, em perolas radandas, urna pepsina pura, nfto con ten do, nem
amido.nem assucurdelete,nem gelatina.E' Cinco vezes mais aclivaqnea pepsina que
figura na ultima edico da I'liannacopea francesa e digere 100 vezes seu pezode carna.
Sua accao da maioreflicacla; duas parolas tomadas depois da comida basti
Sara favorecer e activar a dipestao, e fazem desapparecer no flm de um quarto d*
ora as enxaquecaa, as doras de cabeca. os bo
sao a consequencia de urna mi digestao.
a
ora as enxaquecaa, as doras de cabera, os bocejos e a somnolencia, qao
"io a consequencia de urna mi digestao.
Cada perola leva impresso em negro o nome CHAPOTEAUT.
PARS. 8, Ru Vivienne, em todas t, Proeirias Pharmacias.
le urna enanca.
Amas
Precisa se de urna engommanra e urna para
cuidar de enancas ; na ra da Aurora n. *>
Serrara a vapor
Caes do Gapibarbe
Tem para vender diversas halancas sendouma
iropria para engenhos centraes ou estradas de
erro, por ser de grande forca do peso. Tem di
versas bombas grande; de diflerentes modelos
Tudo se veude por precos commodos.____
Cosinheira
Precisase de urna, que saiba cosinhar e nao
saia a ra, para casa de familia : a tratar na ra
do Cabug n. 14. de meio dia ate i horas.
A vida das flores
Veade-se esta imprtante obra, ntidamente
impressa e ornada de estampas coloridas em
numero maior de 100 ; adaptada ao recreio das
jovens que apreeiam a leitura : a ver e tratar
na typograpbia da ra Duque de Caxias a. 39.
A.
<^
.LAPABRiL.
DE BRISTOL
0 Rensfii) di Familia por cxceJlencia!
Telegramma
Vejam e admirem!
S o 55 ra Duque de Caxias pode
vender peos precos que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padrees, a
200 rs. o covado.
FustSes brancos a 360 e 500 rs. o eo-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs. e
covado. E! barato!
Casa :os e capas para senhoras, o que
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padrSes lindos e precos
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura a
6)5 a peca.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 rs.
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado. .
Tecidos arrendados a 400 e 500 rs. o
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic e
preco barato.
Cambraia Victoria a 2$8O0 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. o.
co-vado.
Guardanapos bons a 15800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs.
covado.
Rendas hespanholas a 2& o metro.
Luvas de seda a 2J e 3J o par.
Espartilhos couraca a 4&, 55 e 65 um.
Merinos pretas e de cores, urna varie-
dade immensa em preces e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o eo-
vado.
Toalhas felpudas, grande reduccao en
precos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha de
mais moderno e por pouco preco, 103000.
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com e sem collarinho.
Atoalhado para mesa a l e 14600
muito fino.
Collarinhos e pannos de linho e algodae
e por preco barato.
Babados e ntremelos, grande Mrt-
mento.
Madapolao pe le de ovo por ti-) a peca.
Esguiao pardo e chumbado a 400 r. a
covado. ~"w
Urna grando variedade 5L-
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de Mais
barato e bom.
M&ntilhas de renda a b urna.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado com quadros a 800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas escuras e claras a 240, 280 e
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grate
sortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que ha de mais bonito, a
400 e 500 ra. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por precos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 10600 o rae-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 rs.
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por preo razoavel a S-^JO a
peca.
Dita com salpico a 46 e 5#000 a peca.
Colchas argentinas a 6fl#00 urna.
Ditas de 20, 30, 40 e 50000 '
Bramantes de algodao e linho de todor
os prejos.
Grande sortimento em fichs de core6
e pretos.
Grinaldas para uoivas-
Luvas e leques para noivas.
Bicos de cores muito chic
Alm do que acabamos de annunaiar,
temos urna quantidade de artigos que so
vendo-se, se acredita, pelo que peden se
comparecam.
Do se amostras sem penhor.
Setinetas lisas de todas as cores a 400
ra. o covado. Sao muito largas.
Roupa feita e por medida.
55 -RA DUQUE DE CAXIASH
FERMMESDEAZEYED04C,
Professora
Ikna senhora comiietentPmente habilitado, coa
patisi de II tunos de proi*sau, apreseot^tU
diversos aileslados de bom niPtbodo c coi.., *
ment, olu'ivce se para {eccionar em casas |.ar-
ticulan'S, na clade ou em seus arrabaldes asse-
guiutes materias : Hortuenez, Francez, It.tno
Geogruphia, iano, tr.ibalhos de agulha, etc.; a
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 69 ou en
casa doKcgulauor da Marinha-na la -a 4b
Rosario n. 9.

iffl

NaG de
Paris e Londres.
pniyur )il.ho dXirlOi. t- li; ;
im dr tourader.
Ierftl afor-
i ral i. r, romo rrire.cente, pura

. drogara,
s/p.
ATKINSDN
it
perfumara mu
Bxcade todas u oatras pelo *t
LCQO k QUIKIIO de ilih
sem rival para fortalecer en *
os o i bellos.
AGUA FLOREA BE
perfifn.? flxixipch^^l par&
J. L t. t
34. Od B
i*-..
=rt
ItBpWUnwa tu rttOUMOWQ n.^lu *i'tn*si A V*.
t
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I

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' -





\

VJ


esmmm
ario de Pernambue )ominc 9 de Mar^o d
GRANDE STABELECIMNTO
rt>r^
PIANOS E MSICA
FUNDADO EVI 1851
43-MJA DOS O:YES-43
J. B5VILAGQUA
Participo aog eeus nnrcerosob frrgu'zes do iiiUriu* que tem raipre cu a eBUbelecimento o rotior e m.is- lhido
orticuento de piucos dos melhores otares.
dos pianos de
M^^B^^ MfefdSM (primeiro fabricante da A Hernn ha)
C.-imirun os com cb*p inieir^ de metal, propria para o nosso clima
tordas cruzadas, grapde soarl<8de, perfrlco. duraeSo e solidez
Gr.A.3.JLaNrTX30OS
ass:, inora., c-^e, eesz, sqissslot e :m::
M- O. Csltlogrs e precos n>rrat^i S remtttioi s gr^iuiUiueot.. u quero os pe-iir.
GRANDE OFFICJNA PARA CONCERTAR PIANS
MSICA
D todos os editores d'Europa,para.pinno, , instruylos, orohestaa b*nd* militar.
m\l\Tl Kl MI'MSCAIj 1 c albur -ontndo seto proas do oitiea, almanach e catalogo de peg..s eseolbidas
Qu -re nos tDeiter 520 rs. enviaremos MINIATURA.
As f n omroendi s qu- nos forem dirigidas serao despichadas com roaior brevidade, desde qua venbam acompanhadas
de scu *alor.
N. B. -Os abatimentos serao propngcionados ao valof das enoommeodas.
Grande offcina para gravar e imprimir msica
As pessoia que quizrem maudar editar tus comp si desposa.
J. BEVILACQUA
43-RUA DOS UMVES-43
Rio de Janeiro
Milito urgente
PrcL-isa-se de perfeitas costureiras ; no atelier
de niadame Fanny, ra Barao da Victoria a. 15,
primeiro andar."
Cosinheira
Precisase de urna de boa conducta, para casa
de familia: a tractar a ra do Bariio da Victoria
a. 46.
Alimento Criangas
Para remediar a fraqueza das CTiuir*B,dfienvolvcr
tu t'iias rorcas e preserrul-os das drneos da Hade
tenra, os principaes Mdicos de Parts, tnembros
da Academia de Medicina de Pars receitao com
ptimo uxito o vurdadelro
Bac .Uioot dos Arabas tt Drlancrener, t Pars.
E> te agradavul aiimen to.composto com substancias
vencaos nutr ti vas e fortalecedoras divide-sena eco-
noma las suas propriedades analpticas,
mel' tcao do lei te das senl ioras cuc ama-
so- 's Torcas lnguidas do estomago.
SI, ru TiiKut. uris. Depeitu us rtaraariu 4c hato iiUIrt.
Professora
Urna senhora habilitada no ensino primario e
com mau- de 10 annos de pratica. pflerecc-se a
leccionar as materias comprehendidas no niesmo
ensino, cm ntrennos ou casas particulares : a
tratar na ra Barao de S. Borja n. 3.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de pa-
daria, dando liado.- sua conducta : no Caminbo
Novo.
Vende-se
o estabelecimento de moldados sito ra do
Bom Jess n. 29, antiga da Cruz, est bem sor-
tido c afreguezado ; a tratar no mesmo
CAPSULAS de GR1A0LT i F
Criado
Precisa-se de um criado ; no largo da Pentia
33, hotel.
10MB
RICA SOLITARIA1
All ',A PAl.OHfeRIOA KXI 'KLMA j
DK1TII" :: IinjiAs fZI.AS
MATIOO
irtraiai l* I***O*
tTtMM ii*(-i to Iran
Itt da giiwala mUet
i Iiwm 4* ftaalSt
tnfaumi para cusa
Attenc.o
Pcde-se aos Srs. Leopoldo Gucdes Alcolbrado.
Jos Francisco Pereira o Antonio da Rocha Sa
mico o especial favor de irem ra de Santa
Rita n. 83 a negocio de seus iuteresses.
Cobrador
Pedro Coeiho Pinto Lobo encarrega-se de co
brancas aqui na cidade e fra della ; quem qui-
zer es seus servicos pode mandar suas ordens a
ra Bario de S. Borja n. 3, residencia do aiinun
ciante.
GLOBULAS SECRETAN
. Ph*F.CUTIM, Lli.r.ADC, ?r.;HIACO CCH MtCALKA.
I (* i.nic nnrlifi tu i'..|i...... i- InMUvH
FADOPTADOriC^HtiSflTAESOE PARS'
Otl-ri:> '.(.A'l -Ot-.ni exno .ikOLOBDLASI
^d*SLCRl;TAK ". i.r-^-i.n >i i ro' nAii-| ivdjcW!
> Btferta r i..:- i iewiiaCT-M d tllj coy. to o/
, .uldi'.i'.
Djosi"') jera:, 51, ra Ernnrii, cnraTti
IP/jhOiuu iKaw i.aa .SILVA C C*
Criado
Precisase de um criado ; a tratar na rea Ba-
rao da Victoria n. 54 : na nova agencia de mo
veis.
Criado e ngommadeira v^
Ha ra da Saudade n. 27, porto, precisa-se
de urna ngommadeira que durma cm casa, e de
um criado.
VENDAS
FOLPTIM
SEM MAI
POR
INN0GKNT1S OU CULPADO P
(ContinuaSo do t. 55)
CAPITULO U
rimeirax axpeilias
0 Sr. de Sauves, seu bemfeitor... que
a tinba ido buscar na sua mansarda c ia-
yia-lhe feito a vida tao feliz depois da
mortc do infortunado gnarda-freis, elle
que entretanto nao a conhecia!...
E ella debatia-se com todo o poder do
seu reconhecimento por elle, da profunda
afFeicSo que lbe consagrara, e da estima e
da veneradlo que Ihe votava.
Sim o Sr. de (Journeuve nao a des-
menta
Nao contradizia os seus sentimentos.
Ao contrario, sorria, enternecido...
De quaedo em qnando meneara -a ca-
beca, dizendo:
E' isso mesmo, milito bem !...
Mas o Sr. de Sauves n2o quizera que a
polica fosse prevenida da ausencia de seu
cunhado... t
Isso era a evidencia, e Suzana devia
confessal-o.
A Sra. Chaniers estava muito doehte
para que. o juiz de instruccSo podesse fal-
lar-lhe ; resolveu adiar a entrevista com
ella para o dia aeguinte, mas desejou in-
terrogar o Dr. Graaiere, que estava anda
rite da joven senhora e que tinha sido o
uno a tallar com o Sr. Chaniers.
-Tanicrs era sobretudo amigo de
conhecia o Sr. de Sauves,
uva longe de snppor que a me-
podesse attingir Pedro, con-
amente o que se baria passa-
e o Sr. Chaniers
k> qual tinha sido a sensac&o
Jorge qtiano a sua filhinha
Como elle, na qualidade de medico, t-
vera receio que essa alegra fosse preju-
dicial parturiente, e como prohibir ao
marido que velasse cabeceira da mtilher,
como era sua intenso.
O Sr. Chaniers, accrcscentou o dou-
tor, evidentemente contrariado com a mi-
nha pre8cripoao, comprehendeu-a n3o obs-
tante e submetteu-se. Tudo caminha pelo
melh >r. Entreguei a enanca a Suzana,
que de urna intellgencia e de urna dedi-
caeao notaveis : recommendei rapariga
que dormisse, como exigia a sua idade;
e ordenei-lhe sobretudo que deixasse a Sra.
Chaniers repousar em paz, sem pertur-
baba com visita alguma.
A Sra. Chaniers nao fcou no en-
tanto ssinha ? perguntou o Sr. de Cour-
neuve.
Nio, Sr. jm'z. Urna enfermeira que
emprego de ordinario, ficou junto della.
i orno se chama essa enfermeira ?
Sra. Nouvalles.
E mora ?...
Boulcvafd das Filhas do Calvario
n. 140.
Obrigado. Continu.
O Sr. Chaniers, muito tranquillisa-
do, quiz acompanhar-me. < Estou com a
cabeca pesada, disse me elle. Preciso to-
mar ar. Vou acowpanhal-a at esta-
$ao de carros do boulevard da Villette ;
de l voltarei fumando. Um bom charuto
e o ar fresco dissiparlo a minha dr de ca-
bera.
E fo realisado esse projecto ?
Nao.
Por que ?
O tempo estivera pesado durante to-
do o dia, e sbitamente desencadeou-se
urna tremenda tempestado. Ao chegar-
tnos no vestibulo, vimos os relmpagos ;
ao abrir a porta, sentimos a chuva, que
comecava a cahir.
Sahiram assim mesmo ?
Sabimos ; eu quera retirar-me, por-
que minha mtilher podia ficar inquieta c
nao encontrara carro mais tarde afim de
voltar para casa.
Mas o Sr. i haniers nSo acompanhou-o
supponho.
At o boulevard, nlo; mas at a
porta da ra. Ofereceu-me um guarda
chuva, que aceitei. Quando chegmos
mais ou menos ao'meio do pateo, elle pa-
rou muito sorprendido: < Ulhe, disse-me
elle, nao est vendo luz all no meu gabi-
nete? Olhei, e effectivamente, pelas fres-
tas das cortinas abantadas, epva-se um
filete vermelho.
, Aquillo admira-me tanto mais, ac-
crescentou entSo o Sr. Chaniers, quanto
hbntem tarde fui eu o ultimo a sabir e
Milho 340 rs. a cuia
Vende-se no Largo do Mercado n. 11
tenho certeza de haver^ deixado as corti-
nas levantadas.
' Quer que v comsigo saber o que e
propuz-lhc eu.
Elle reflectio e respondeu-me inconti-
nenti :
E* intil. S meu cunhado possue
urna chave do gabinete commum, e s elle
que pode l estar. Recebeu sem duvi-
da o telegramma que enviei-lhe s duas
horas, dizendo Ihe que a irma comecava
a sentir as dores, e veio.
O Sr. de Sauves nao estava cnto em
Pariz nesse domingo?
Tinha ido ao Havre levar dous filhos
casa de sua sogra, a Sra. de Lava-
rande
E podia estar de volta ?
Se tivesse tomado o expresso das
seis horas, sim, pois esse trem chega a
onze ou onze e meia estacao de S. L-
zaro.
Que horas eram?
. Meia noitc, mais ou menos.
Nao pode precisar exactamente ?
Nao.
O senhor insisti para ir com o Sr.
Chaniers ao gabinete ?
Nao, porque elle pareca muito con-
vencido de que era o Sr. de Sauves que
l se achava. Eu proprio partilhei essa
conviccao ao cabo de um momento.
Como assim?
Na porta da ra, vimos, a alguma
distancia, um carro que descia, voltando
para Pariz. I ensei que elle tinha trazi-
doo Sr.jde Sauves para a usina e chamei
o^coche^o.
Tomou o numero desse carro ?
O ruido da chuva e da tempestade
fez com que o cocheiro nao ouvisse meu
chamado. Elle continuou o seu caminho
sem responder-me.
Vio se o fiacre era da companhla de
carruagens, ou amarello como os do La-
millo ?
Era escuro, mas nao distingu mais
nada.
E no dia seguintc soube a que ho-
ras tmha chegado o Sr. de Sauves?
Nao perguntei.
E nao ihe pareceu extraordinaria a
ausencia'do Sr. Chaniers?
Disseram-me primeiro que elle tinha
sabido, e depois que eatava em viagem
para negocios da usina.
Quem lbe disse isso ?
O Sr. de Sauves. E como "mostra-
va-se muito embaracado ao dar-rae essas
respostas, sappuz que era indiscreto e nao
insist.
Como eatava elle embaracado? O
que qer dizer?
Noviddes
Recetaran modas de Pars
AZEVEDO, IRM vO & C
16 Ra do B. da Victoria 16
(Antiga Nova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o qi:chadc mais novo. Renda
comprimento de aaa 'a lfJOOO e 1)5500.
Sargelim fino todas as cures a 200 o ca-
vado.
Baleascom forro' a 240 a duzia.
dem com forro a 400 a duzia.
Bramante de linho com 10 palmos
10500.
D to de algodao com 4 larguras a 800.
Cortinados bordados a 5)5000 e 6(5000.
Ditos de crochet finos a 8,5000 e lCtfOOO
Estrado Rita Sangal a 2)5000.
Fichus de la e seda 10000, 10500. ,
Capellas com veo bordado a 60000 e
70000.
Madapolao globo a 70000. ,
Dito camiseiro a 70000.
Tapetes grandes para sof a 130000.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Panos de crochet para caderas a 800.
Ditos de crochet para sof a 20000 e
30000.
Ouardanapos de linho a 20500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim maco a 800 e 900.
Toalhas para banho a 10000 e 10500.
Madapolao com um metro de largura
a 60500.
Cachemira arrendada c dd* qundros
10500.
Crochet para cortinados a 700.
Toalhas felpudas a 30000 a duzia.
Camisas finas para homem a 330000.
Colxas de crochet com flores a 50000 e
90000.
Lindas velbutinas de qnadros lisos e com
listas proprias para veo.
Nanzuc finos a 240 covado.
Ditas finas a 200, covado.
Cretones finos a 400 o covado.
Ca xas proprias para presente.
Palitos de palha seda cores a 90000.
rano verde para bilhar.
Loques de penn^s.
Ditos transparentes.
Crino!ne preta a 300.
Guarnicos p re tas e de cares.
Camisas de flanella de cores.
Seda cma de quadros a 800.
Crep inglcz.
Meias brancas de seda a 40000.
Cachemiras de quadros a 280.
FusSo branco a360 o covado.
Esgui3o fino a 10500 a vara.
Casemiras para roupa.
Roupa feita por medida.
TELEPHONE200
O desengao Ir ver
P*"* OLRY Veiwe-saitoaaiDarU
Assucar
Usina Pinto
Santa Filnila
Colonia Isabel
Na refiBaco Salgueiral, ra Mareilio Das
nnmero 22.
Assucar refinado
especial, o melhor que se fabrica nesta cidade.
JOAQM >ALGUEIRAL & C.
Ra Mareilio Oas n. 22 *
Telephone numero 442
Terreno
Bom para coudelaria rea Mrquez do Her-
val 80 e 82 ; para ver, na casa ao pe, e tratar
na ra Mrquez de Olinda n. 25. Tem cocheira.
Parecia-me que as mnhas perguntas
aborreciam o Sr. de Sauves, e as suas
respostas havia indubitavelmeutc reticen-
cias e intencjto oceulta.
O que concluio o senhor dahi ?
Que o Sr. Chaniers estava* sem du-
vida n'um lugar que se devia ignorar. De-
vo, entretanto, confessar que tive m im-
pressSo.
O doutor retrahio-se, como se tivesse
tido receio de haver-se adiantado dema-
siadamente, e disse, depois de meio mi-
nuto de hesitacao:
M impresso... N&o, nao digo tan-
to. Fiquei muito admirado, quando, ten-
do aconselhado o Sr. de Sauves a que le-
vasse urna queixa prefeitura sobre o
dosappareciment de seu cunhado, elle ye
respondeu: < Nao bom que a policia
metta o nariz nos nossos negocios priva-
dos, t .
0 Sr. de Courneuve teve um sobresalto
mal dissimulado.
Oh! oh exclamou elle em doue
tons differentes. E o que respondeu-lhe
o senhor ?
O doutor ficou sbitamente muito arre-
pendido do que acabava de dizer.
Entretanto, devia dar' a explicacSo qte
lbe era pedida:
Que gente tao honesta como os Cha-
niers o o Sr. de Sauves nao tinham abso-
lutamente nada que temer, replicou elle
como que a contra gosto.
Obrigado pelas suas explicacoes, dou-
tor, disse o Sr. de Courneuve... Precisa-
va interrogar a Sra. Chaniers j poderia
fazel-o hoje ?
Nao; ella est muito incommodada.
Pec.o-lhc que espere at amarina" de ma-
nha. Veremos entao.
Logo que sahio o medico introduziram
a enfermeira, a Sra. Nouvalles, que o juiz
tinha mandado chamar durante o interro
gatorio do Or. Griniers.
ElUmparecia achar-se n'um estado de
agitacao extraordinaria, e disse ao en-
trar :
Acabo de encontrar o carro da Mor-
gue adianto do bairro do Templo. Aquillo
produzio-mc um choque tal, que tire que
parar em caminho para tomar alguma cou-
sa. Ali! po:re Sr. Chaniers!... Pobre
senhor!.. Quando me lembrode que elle
deixou-me tao satisfoito por causa da fi-
lhinha !... Vejam o que a vida !... E
aquello patife, que o esperara de embos-
cada !...
Que patife V perguntou o Sr. de Cour-
neuve, que procurara um indicio qual-
quor na insupportarel tagarclice da eater-
meira.
O Sr. de Sauves, coiu a breca!
3srAo coaDexo
Qne se nnssa vender por estes
presos
13
. RA V1SG0NDE DE INHAUMA
Cambijas brancas a 360 rs. a vara.
Dita com salpicos a 500 rs. a dita.
Popelinas com listras a 2 0 rB. o covado.
Las de quadros a 160 rs. o dito.
Ditas chinezas a 200 rs. o dito.
Zefiros muito larpos a 160 rs. o dito.
Setioetas lisas a 360 rs. o dito.
Setim prelo muito bom a 1200 o dito.
Velbulinas a 700 rs. o dito.
Merino preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sargelios todas as cores a 2" Chitas escuras e claras a %'Q rs. o dito.
Cretones para camisas a 240 rs. o dito..
Britn de car (lioho) a 500 rs. p dito.
Dito branco de linho, n. 6 a 1*300 o dito.
Vestidos era carto a 9000.
Toalhas felpudas para banho a 15C00.
(uta dita de rosto a 360 rs.
Camisas de flanella a 2*000.
Dita de meia a 1*000.
Ceroulas de linho a 1*400.
Camisas francezas a 2*000.
Colchas de cores a 1*800.
Fichus de retroza 1*000
Ditos grandes a 2*000.
Chales de quadros a 8*000.
Meias de cores, arrendadas a 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collarinhos delinhos a 300 rs.
Madapolao muito largo a 4*000 a pega.
Meia-s-casimiras de cor e pretas, com duas lar-
guras a 1* o covado.
Grande sortimento de casimiras inglezas, cortes
de fustes para colletes, cortes de casimira
para caiga de 6*, 8* e 10*.
Mandamos fazer qualquer obra em nossa offleina
por precos que outros nao podera fazer.
Yenham ver para crer
Gonc,alves Santos &C-
Para o Derby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores proprias
Sara os amadores do Prado e est venden
o por pregos sem competencia.
Recebeu tambera collarinhos e punho
de borracha de formatOB novos.
48BA BARAO DA VICTORIA-48
Para a quaresma
ALTA NO VID a DE em surahs failles, setim
merveilleux. ottomanes e sedas pretas de Lyon,
rendas e bicos, escomido sortimento em palmas,
guarniyes e pellermes de vidrilho preto; na
ra Bario da \ ictoria n. 15, sobrado.
Atelier ndame Fanny Silva
MODISTA E COSTUREIRA
Telepkonc n. 93
Atten^o
0 agente Pestaa tem para vender diversos
sohrados e casas terreas as melbores ras
desta cidade ; a tratar em sua agencia de leiles
sita a rea do Mrquez de Olinda n. 44, outr'ora
da Cadeia do Renfe
Libras esterlinas
Vende-se 9$000 no Lon-
don & Brasilian Bank, Limi-
ted, na do Commercio n.32.
Cha preto soperior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em gera que recebeu pelo ultimo
rapor cha preto noro e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuagao do cambio favoravel.
Conrem que experimentem.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
Y ende-se
na padaria a vapor do Pombal dous torradores
para caf, urna canga e cambao.
Mercearia
Vende-se urna mercearia das memores, nos
arrabaldes da Boa-Vista ; paia infonnayoes, na
rea do Socego n. 33, taverca.
O juiz estremecen profundamente, e o
seu rosto, de labios sensuaes e risonhos,
tingio-se de vermelho carregado.
Era a primeira vez que a suspeita as
cida no seu espirito tomava corpo, era
formulada em voz alta por outra pessoa.
Mas conteve-se e serenou promptamonte.
Para fazer fallar a Sra. Nouvailles, o
melhor meio seria certamente nao parecer
ligar importancia ao qne ella dizia.
N3o se langa urna accusagSo tao gra-
ve sem provas, disse elle severamente j o
que sabe a senhora?
Ella impertigou-se.
Sei tudo! respondeu no tom que ti-
nha ouvido em dramas da Porte Saint-
Martn.
Explique-se.
Como j disse, o Sr. Chaniers, o
excellente homem, estava louco de alegra.
Quera ficar perto de sua mulher, velar
-sua. cabeceira, assim como da pequea.
Mas o Dr. Gramers dissc-lhe: (Comurna
enfermeira como a Sra. Nouvailles, nao se
fazem essas cousas. Confiar-lhe-nia mi-
nha mulher ou minha filha; a primeira
de Pariz...
O Si. de Courneuve interrompeu esse
elogio, que era formulado com grande
sentimento.
J sei, disse elle seccamente. Esses
detalhes sao inuteis; vamos ao facto.
Evidentemente offendida ella continuou :
-r- O Sr. Chaniers, o excellente homem,
desceu com o doutor. Vendo-o retirar-
se, tive o presentimento de que elle nSo
voltaria mais, porque...
Vamos ao facto, senhora, nao tenho
nada com tudo isso. Depois da retirada
do Sr. Chaniers, o que fez ?
In8tallei-me junto da doentc.
E dor o ?
Oh senhor !... Nunca a Sra. Nou-
vailles cochilou quando toma costa dos
seus docutes, fique sabendo.
Bem, vamos, adiante. Ouvio entSo
alguma cousa.
Nada.
Vio?...
Nada.
O que sabe ontao?... Vamos, nao
tenho teiupo a perJe-.
Do madrugada, mal coraegara o dia
a nascer, ouvi grande barulho no restibu-
lo, um baix >. Grande barlho, nSo, nao
digo bem. Ouvi conrersarera vivamente
em voz baixa. t'rocurei saber o que
era....
A Sra. Nouvailles interrompeu-se c c-
rou.
Nao rae julgue o Sr. juiz indiscreta
por isso, disse ella de repente. as casas
em que exorgo a minha profissao, nao pro
Cfitintiain as peeUMIas
A" roa Duque de Caxias n. 418
N'este mui acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continuam a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0| do que em outra qualquer casa*
Como sejam as seguinte3 fazendas :
Cambraia com salpicos brancos e de cores,
muito fina com 10 jardas, a 40 a peca.
Cortes de meia-casemira. cores fixas, s
20000 am.
Cortes de casemiras, finos, padrees moder-
nos, a 40, 50000, 65O0O e 70000 um.
Cortes para vestidos em cartao, todos os
aviamentos (novidade), a 70, 90, 100 e
120000 um.
Pannos de crochet para cadeira a 10000 e
para sof a 20000 um.
Capellas com yos para neivas a 80000
urna; peehincha.
Setinetd branca lisas e lavradas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas c lavradas a 440 re. o
dito.
Mantilhas pretas de seda a 50 e 70 urna.
Cobertas de ganga para cama de casal a
20300 urna.
Colchas brancas e de cores a 20, 30, 40,
50, 60 e 7001.0 um.
Cambraia preta para forro a 10200 a peca.
Cambraia preta, nansuck a 160 rs. o co-
vado.
Algodaosinho muito largo a 30500 e 40000
a pega.
Madapolao especial com 24 jardas a 50600
e 60000 a pega.
EsguiSo para casacos a 30200 a peca;
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos ou guarda-
ps a 400 rs. o covado.
Las modernas de listas s quadros a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Fechs de retroz com palmas de cores e
pretos a 10000 um.
Fichus de 1S, todas as cores, a 10500,
20000 e 30000 um.
Seda Alcacianna, padrees escolhidos (phan-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de conraca, finos a 30, 40500
e 50000 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 10000,'-
10200 e 10500 o covado.
Camisas francezes, puro linho de 600000
a duzi por 480000.
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo).
S na loja da Revolueo
DE
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
cure
nlo
ntinuar-ae-ha)
/
<:
Roya! Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-s a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Itoyal Blend marca Viado, !
cujo nome e emblema sao registrados pare
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Boa acquisiio
Vende-se a importante fabrica de leos vege-
taes, denominada Guarany. em Limoeiro.
Elegante edificio com macbinismo moderno *
do melhor fabricante, com prensa para extrahir
oleo de ncino, algodo, gergetim, araendoim,
genderoba, etc. etc.
Filtros modernos, podendo filtrar todo oleo fa-
bricado em um dia. depsitos, tanques boa ca-
cimba, machina para descarogar algodo, dita
de debulhar milho, dita para moer o mMio e
um thear para fazer as capas das saccasefe al-
godo, etc. etc.
O pretendente pode vel-a e trtitar com oprc-
prietario em Limoeiro.___________________
Pao centeio
Millc & Biset, arisam ao respeitavel publico,
que todas as tergas e sextas-feiras, tem este sa-
Dorosojpo; ra larga do Rosario n. 40.
curo nunca ver nem ouvir cousa alguma ;
mas o doutor tinha prohibido as emogoes
minha docnte, e o meu dever era evi-
tabas.
Vamos adiante, senhora, disse o Sr.
de Courneuve, a quem encolerisavamtaes
digress3es. 0 que vio no vestbulo?
O Sr. de Sauves. Mas em que es- :
tado, Deus de misericordia!... como um
ladro, sem chapeo, a roupa rasgada e
suja de lama, os olhos esgazeados, os ca-
bellos erigados.
Ora essa Nao est exagerando?..,
Ella ergueu as maos postas.
Que Deus me castigue se exagero,
protestou ella. Disse at commigo mes-
ma : t Ahi est um que acaba de prati-
car alguma m aegao, com certeza!... >
Com quem conversava o Sr. de Sau-
ves no vestbulo ?
Com Suzana, a criada de quarto.
O que diziam elles?
O-Sr. de Saures pedia noticias de
sua irma. A rapariga, logo depois de
responder-lhe, nao pode deixar de fazer-
lhe perguntas sobre a extraordinaria elno-
gao em que elle se achava.
E essa emogSo existia realmente ?
Por que o Sr. juiz duvida semprc
do que eu digo ? O Sr. de Sauves estava
to perturbado, tSo agitado, quecahion'u-
ma cadeira do vestbulo e nao pode mais .
pronunciar patarra; mesmo ao cabo de
alguna instantes, desatou em solugos e Su-
zana perguntou-Ihe : < Mas qual o moti-
vo da (euK>.;iu> que o domina, ao senhor,
que mostra-se sempre tSo forte ?
O que respondeu o Sr. de Sarcs ?
Nada que satisfizesse. Isto mais ou
menos: Amo tanto minha irin! Entio,
como a criada de quarto se admirad de
vel-o coberto de lama dos ps cabeca,
com a roupa rasgada e sem chapeo, el!e
deu explicagoes inverosimeis, disse que
tinha cahido entre os materiaes de urna
casa em construegao.
E o que pensou a senhora ?
Que elle tinha lutado na chij
algura individuo. Apresentara i
de urna pessoa que tivesse sido
chao no meio de urna luta.
II eomo o rosto do Sr. de Cl
se conf-ervasse muit > fri, como
liga grande fe ao que Ihe dizera^ a
Nouvailles continuou:
Se o Sr. juiz nao me acredita,
rogue Suzana na minha presenca.
*
:\
V
u
J


1


Full Text
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