Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18283


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Full Text

ANNO LXV NUMERO 54
PARA CAPITAL E LI ARE 0\DK !\AO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6fi000
Por seis ditos idem.....v......,..... 12|J000
Por um auno idem .............. 23(J000
Cada numero avulso, do mesmo da. .... 5100
i SEXTAHFEIM 8 DE-MARCO DE 1889
1 i- -------------------L
PARA Di:\TRO E PORA DA PROYTXCIA
Por seis mezes adantados..............
Por nove ditos idem................
Porum annoidem.................
Cada numero avulso, de das anteriores .
13^500
200000
26*00
JIOO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Trcpriedade de Manoel ^igueirca de diaria ffittjcs

l
m





TELEGRAMA
:ss::;: mmm i: ::lu:
BAHA, 7 di- Mareo,
minutos da tarde.
s 4 Loras e 10
Est designado, o dia 24 de Abril par
ter lugar a eleioSo senatorial, para preen-
chimento da vaga aberta pelo fallecimento
do Bar2o de Cotegipe.
sss::;c u akicia satas
BELGRADO, 6 de Marco.
ilm novo ministerio acaba de ser for-
mad* sob a presidencia do general Pro-
titch.
PARTE OrPIGIAL
Agencia Hars, filial
de Marco, de 1889.
em Pernambuco,
IHSTRDCiO POPULAR
ANTIGS E MODERNAS
XAS
Sciencias. industrias e artes
POR
vi
Om reoslo*
iCoatinuacaoj
Quaes sao os meits que se empregam para mo-
- ver peta acco de urna corrente elctrica, os pon-
teiros de um ou mais relogios, distantes entre
- si, obrigaado-os a reproduzir os movimentos de
um nico relogio ? isto o que nos propomos
Cazer comprehender aos nossos leitores.
No decurso deste artiga, vimos que um relo-
gio se rcduz a dous elementos principaes, que
sao a mola motn ou espiral e a pndula desti-
nada a reguiarisar, pela uniformidad!; das suas
oscillaces, a aeco da mola motril O principio
fundamental em que se apoia a construccao do
relogio elctrico, consiste em transmittir a dis-
laacia as di visees do lempa, oommunicando a
um ponto aastado cada oscillaclo da pndola
.Como fazer, porem, que se repitam a distancia,
estas oscillaces?
Vamos explicar a maneira como se consegue
obter esse resultado.
Em cada extremidade do precurso circular da
pndula, ajustam-se duas pequeas laminas me-
tallicas, que a pndula oca alternativamente em
cada urna das suas oscillages peridicas. Cada
urna das laminas est ligada a urna das extremi-
dades do Oo conductor de urna pilha de Volta, de
maneira que, fazendo conimunicar entre si am-
bas as laminas por meio de um corpo que con-
duza bem a electricidade, estabelece-se a cor-
rente elctrica e percorre toda a ex ten sao do fio
coaductor, incluindo no seu circuito o proprio
relogio.
A communicaco de que fallamos, estabelece-
se necessariamente sempre que a pndula, que
formada de pecas de metal, quer dizer, de ex-
cellentes conductores de eleetncidade, sepoeem
contacto com as laminas metallicas collocada-<
em ambas as extremidades do sen precurso, e
que communicam com o fio conductor da pilha-
. Kstabelecida deste modo a corrente elctrica,
pelo contacto da pndula com as laminas metal-
licas, interrompe-se esta, sempre que aquella
abandona a sua posicao em cada urna das oscil-
Iac6es peridicas.
Coraprebende-se bem que a cada urna dessas
oscacSes, se ter succesivamente estabelendo
e interrumpido a corrente voltaica. Portante se
9 fio conductor da pilha que parte do relogio re-
gulador se p5e em communicaco. a urna dis-
tancia qualquer, com um simples mostrador des-
prendo de todo o machinismo de relojoana, e
nicamente reduzido aos dous ponteiros, e se
-. este fio se enrola, pela parte oosterior delle, so-
bre um electroimn que, ac carregar-se de ele-
ctricidade possa attrahir urna pequea lamina de
fi rrO, isto urna armadura collocada em frente
nVe eis aqui o que succeder necessariamente.
Quando a pndula do relogio regulador esta-
belece, pelas suas/Jbscillacoes successivas, a cor-
electrica entre os dous mostradores com
aierao da provlucla
CIPiUMS-ITE DO DIA 25 DE FCVERE1B0 DE 1889
Actos:
O presidente da provincia, em execucSo ia
lei n. 2395, de 10 de Seteinbro de 1873, resolve
nomear novamente Jos Francisco Cavilcante de
Albuquerque para o posto de lente da 5* com-
panhia do 29 batalhao de infantaria da guarda
nacional da comarca do CaboCommunicou-se
ao commandante superior.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade rom o art. 104 do regulamento annexo
ao decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, no-
mear os Drs. Antonio Cavalcante Pina e Augusto
da Cosa Gomes para yerilicarem se o tabcllio
do publico, judicial e notas e escrivao do civel
da comarca de Nazareth, Franklin Alves de Sou-
za Paiva. que pedio successor, acha-se physica-
mente irapossibilitado de servir o seu officio
Fizeram-se as necessaria^ communicaces.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o promotor publico da comarca de fie-
zerros, Lachare! Joaquim Vieira de Mello, resol-
ve coDceder-lhe 15 das de licenca, com os ven-
cimentos a que tiver direito, para tratar de soa
saude, devendo o peticionario entrar no goso da
referida uceara no prazo de 20 dias.
O presidente da provincia attendendo ao que
rouuereu o 3* escripturario da Alfandega. Joa-
quim Emygdio de Souza Gouveia, e tendo em
vista o attestado medico exhibido e as informa
cues prestadas pelos inspectores da roesma Al-
fandega c da Tnesouraria de Fazenda, em offi-
cios de 21 e 23 do correute, ns. 50 c 100, resol-
ve conceder ao peticionario 3 mezes de licenca
com vencimentos, na forma da lei, para tratar
de sua saude fra da provincia.
O presidente da provincia attendendo aq
que requereu o bacharel Manoel Gomes Viegas"
pagador do Thesouro Provincial, e tundo em
vista o attestado medico exhibido, resolve con-
ceder-lhe 3 mezes de licenca com ordenado, na
forma da lei, para tratar de soa saude onde lbe
convier.
O presidente da provincia, tendo em vista
o que expoz o director ge ral de obras publicas,
em officio de t3 do corrente. sobn.20, resolve
considerar sem effeito a portara de 31 de De-
zembro do anno passado, pela qual foi nomeado
Adolpho Targino Accioli para exercer o logar
de continuo da dita repartiQo, visto nao ter so-
licitado titulo, e nomear para snbstituil -o Jos
Fernaiidcs Fereira da Silva, que serve interina-
mente o dito lugar.Fizeram-se as necessarias
roHimunicaces.
Oflicios:
Ao presidente da provincia do Amazonas.
Pelo ofncio, a que respondo de 12 do corren-
te mez, fice inteirado de hater V. face., na mes-
ma data, prestado juramento e tornado posse do
caigo de presidente dessa prov incia.
Ao r. chefe de polica interino.Informe
V. S. porque se acha na Casa de Detencao o
preso Manoel Jos do Nascimento quando cum-
bre pena em Fernando de Noronha.
Ao mesmo.Expeca V. S. as convenientes
ordens para que o carcereiro da cadi-ia da villa
de Flores informe qual tem sido o comporta-
ment de Jos Pereira do Silva Lima, qqe ah se
acha recolhido com o njme de Jos Pereira da
Silva.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenila.
Commuiicn a V. S. para os lias convenientes,
que o juiz de direito da comarca de Flores exo-
nerou, a pedido em 8 do corrente mez, Galdino
Ribeiro \ianua, do cargo de promotor publico
interino daquella comarca e nomeou para sub-
stituido, tambem interinameate, Ignacio Ribeiro
Leite, que assumio o respectivo exercicio na
mesma data.
Ao commandante do vapor Mandos. At-
tendendo ao que requereu Joaquim Pereira Ca-
valcante, nao do Ceara com destino S. Paulo,
como emigrante, no vapor sob o commando de
V. S. com familia constante de 10 pessoas, das
3uaes 5 adoeceram na viagem, sirva-se V. 8.
e consentir que desembarque todos no porto
desta capital.'..ommumcou-se a Presidencia do
Ceara.
Ao inspector de bygiene. Providencie
Vmc. alim de que sejam enviados ao Dr. inspe-
ctor geral da instruccao publica alguns tubos
capilares contendo lympha vacciniea.
Ao fiscal da companhiaRecife Drainagc
De accordo com a informaco de Vmc^ de 25 do
corrente, permitto que seja supprimido um dos
tre* apparelbos dessa companhia, existentes do
predio n. 21 da ra Marolio Dias, pertencente
a Jos Jeronymo da Silva, com a clausula de ser
contada a dspena da annuidade do protimo fu-
turo semestre em diante, e reposto o apparelho
logo que o predio nao seja oceupado por um s
inquilino. Communicou-se ao inspector do
Thesouro Provincial.
Portarias,: ,
O Sr. agente da Companhia Brazileira de
Naveeacao faca transportar ;corte, por conta
do ministerio da guerra o tenente-coronel Joao
Nepomuceno de Medeiros Mallet, o qual tendo
encerrado a inspeccao do Arsenal de Guerra
d'esta provincia segu para alli de conformidade
com as ordens 4o referido ministerio.-Officiou
cifea Caruar. N. 245.Escrlptorio do director
engenheiro chefe. Recife 4 de Mareo de 1889.
Illm. Exm. Sr.Em observancia ao despacho
exarado no reque rimen lo, que incluso devolvo.
de diversos proprietarios, negociantes c motado-
res na povoaco de Afogados, pedindo que seja
quanto antes concluida e entregue a servidao pu-
blica urna estacao que se eslava .-onstruindo na-
quella povoaco e cuja construccao se acha sus-
pensa,tendo procurado inteirar-me do assutnp-
to, cumpre-me informar a V. Exc. o seguinte :
1." Que a construccao da referida estacao, or-
denada pelo ex-director engenheiro em chefe,
Dr. Aristides Galvao de Queiroz, teve comeco em
3 de Maie de 1887 e foi suspensa em 11 de Julho
do mesmo anno, tendo-se drspendido com os tra-
balhos xeculadosa quantia de 2:2604453 ; dis-
pendendo-se mais 1:207*750 icom vigas encar
regados de sua conservacSo desde a data da sus-
pensao at o dia 15 de Agosto do anno prximo
passado em que foram elles dispensados.
2. Quedantes de se dar comeco essa cons-
truccao, a superintendencia da Estrada de Ferro
do Recife ao S. Francisco contra ella protestara,
em officio de 7 de Janeiro do mesmo anno de
1887, por haver iovasao da zona privilegiada d'a-
quella estrada e depender de cnsentimente da
sua directora o estabelecimento de qualquer es-
tacao entre a estacao do Recife e qualquer ponto
dentro do raio d milha e meia da ae Afoga-
dos.
3." Que, apesar do direito, que lbe assistia,
nao sendo atiendida e comecando-se a construc-
cao, a mencionada superintendencia, por officio
de 25 de Maio recorreu para essa presidencia,
que por despacho do dia seguinte mandou que in-
formasse essa directoria.
4. Que, com officio de 18 de Julho sob n. 979
tendo sido remeUides, por copia, a essa presidea-
cia os oflicios trocados entre esta directoria, e a
mesma superintendencia, relativamente ao as-
sumpto, por officio de 7 de Julho declarou essa
presidencia que devia ser sustada desde logo a
mencionada construccao ate ultima deliberacao
do Governo Imperial, tendo na mesma data sub
mettido a quesuo decisio do Exm. Sr. minis-
tro da agricultura commereio e obras publi-
cas.
5. Finalmente, que, por aviso de 11 de No-
vembro de 188;, junto por copia, determinou S.
Exc. o Sr. ministro que, at ulterior disposicao,
ficassem suspensas as obras da estacao que se
estava coustruindo no logar denominado Afoga-
dos e contra cuja ereccao protestara em devido
tempo o superintendente da Estrada de Ferro do
Recife ao S. Francisco.
Deus guarde a V. Exc. Illm. Exm. Sr. Dr.
Innocencio Marques de Aojo Ges, M. D. presi-
dente da provincia.
O director-engenheiro em chefe,
Imiz da Rocha Dias.
Copia.Ministerio dos Negocios da Agricultu-
ra Commereio e Obras Publicas. Gabinete. Rio
de Janeiro. 11 de Novembro de 1887.Commu-
nico a Vmc para seu conherimento e devidos
efleitos que, em virfude do que informou a este
ministerio o presidente da provincia de Per-
nambuco, resolveu o governo que ficassem sus-
pensas, at ulterior disposicao. as obras da es-
tacao que Vmc. mandn construir na estrada de
ferro do Recife a Caruar. no lugar denomina-
do Afogados e contra cuja ereccao nrotestou em
deudo tempo o superintendente da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco.
Declaro outrosim, que nao foi regular o su
procedimento comecando a construccao daquel-
la estacio sem previamente sujeitar a approva-
C&o deste ministerio o respectivo plano e orna-
mento, como expressamente prohiba a circular
de 4 de Setembro do anno passado e nada com
municando-me ate hoje acerca de todos os Tac-
tos que a respeito tem occorrido e dos quaes s
tive noticia pelo officio em que o presidente da
provincia declara que mandou suspender as
obras da mesma estacao.
Deus guarde a Vmc. (Assignado)Rodrigo A.
da SilvaSr. director da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco c do Recife a Caruar.
Conere com o original. Recife, 4 de Mareo de.
1889. O escripturario, V. P. Ribeiro de Sou-
za. Conforme. Recife, 4 de Marco de 1889. O se-
cretario.A. G. de Gusmao Lobo.
tos, por disturbios; Antero Jos de Mo-
raes e Manoel Francisco da Cruz, por of-
fensas moral publica.
Hontem cerca de 10 horas da noite, no
1. andar do predio n. 19 da ra de Pau-
lino ramees, residencia de Jofeo Caetano
Coellio. eu-se explosSo de um candieiro
de kerozene, resultando sahir a mulher
do ridemo Coelho, bastante queimada.
O -subdelegado da fregaezia de Santo
Antonio, alli eompareceu, e proceden con-
forme exigi o caso.
Deus narde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges, nmito digno presidente da provin-
cia.O chefe de policia interino, Daro
Cavalcante do Reg Albuquerque.
rente ~.~--------------
prehendidos no mesmo circuito o electro-iman inspector da Thesouraria de Fazenda para
do mostrador situado a distancia entra emacti- ,r a^gtar ^^ M refed0 tenente-coro-
riade e attrabe a pequea armadura que tem
em frente. (1) .
Esta armadura, posta assim era movimento
coinmunia-o por meio de um pequeo machi-
nismo, chamado roda catalina, a engrenagem dos
pmteiros do relosio e em virtud? deste mov
vimento, o ponteiro avanca gradualmente para o
mostrador do mesmo. Porm, como a segunda
o^cillaco da pndula do relogio regulador in-
terrumpe a passagem da electricidade, o electro-
imn do mostrador distante, fica inactivo, a sua
armadura recobra a sua primitiva posicao, e con-
serva immovel os ponteiros do mostrador, at
urna nova oscillaco do reloaio-typo. ao eslabe-
lecer outra vez a corrente elctrica, torna a im-
primir, mediante o machinismo, cima explica-
do, um novo movimento a engrenagem dos pon-
teiros e os faz novamente avancar sobre o mos-
trador. Quando a pndula do relogio-tyno marca
M segundos, isto quando executa a sua oscil-
lacao no intervallo de um segundo, \\-se que o
mostrador do relogio distante, repete e reflecte a
cada segundo os movimentos do ponteiro do re-
gulador e marca como elle segundos.
E- evidente que oque acabamos de demonstrar
suppondo o relogio regulador em communicaco
com um so mostrador, pode-se applicar gual-
e a *ihi numero qualquer de mestradorer
i rom-i nica DercaurO:-de augmentar, em pro-
norco coavaiCnte. a forca da pilha destinaba a
uhr a electricidade portodo o apparelho.
Vemos, em summa. que com um s<> relogio
ivno sepodem por em movimeoto os poi.
i .i certo numero i!e mo.-tra lancia. qae submini-tram a mesmo, tempo
icaort'coDformes entre si e idnticas as do
iotvpo .
furam bem comprebendidas as expn
, :n. ver-se-ba que o relogio f
-enao tfloa ea^v-nhosa c interessanle a]
felegraphln elctrica
11 Isto explicar-se ha coatfdos os detolhes
atarios no artigo sobre nTdegraphia electrt-
40r se encontrar mal
mandar ajuslar
nel e fez se a necessaria communicaco.
O Sr. agente da Companhia Brazileira de
Navegayo taca transportar corte por conta do
ministerio da guerra os soldados, Pedro Goneal-
ves de Furias, Manoel Martinst Vicente Ferreira
dos Santos, Joao Caetano da Silva, Luiz Firmino
de Campos, Rozendo JoSo dos Santos e Joao Ro-
drigues de Souza, os quaes seguem para all
disposicae do quartel-mestre general.
Ao soldado Joio Rodrigues de Soma acompa-
nha sua mulher de nome Laurentina Maria da
Conceicao. Communicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
O Sr. agente da Companhia Brazileira de
Navegacao faca transportar c6rte por conta do
mi siterio da raarinha, Jos Leal de Carvalho,
JoSo Alfredo dos Sanios e Jos Lopes, os quaes
seguem para alli disposicao do qnartel general
da marinha. Communicou-se ao inspector do
Arsenal de Marinha.
EXMDIKNTF. DO DB. SECRETARIO
Oflicios : ,
Ao Dr. Chele de polica.-Sua Exc. o sr.
presidente da provincia manda declarar a V S.
que nao pode ser attendida a reclamacao feita
no seu officio de 23 do corrente mez. n. 205,
porque, achanno-se j preso o aecusado, tem
preferencia o servico que deve prestar o capitao
do corpo de policia Joao Francisco Hemeteno
Purtella no laracter de presidente do conselho
de investigacao a que vai ser submettido o aire-
res Emilio da Silva Costa.
Ao secretario da Assemblea Legislativa
i Provincial De ordera do Exm. presidente da
Srovincia rometto a V. .S., o bataneo da receita e
f&moeii do exercicio de 1887 a 1888 e o orea
melo para o de 1889 a 1890 da Cmara Munici-
pal de Ingazeira.
Ao Dr. juiz de direito presidente do tnou-
nal do jury du Recife.Soa Exc. o Sr. presiden
U.'. da provincia recomraenda a V. S. que infor-
me sobre o assumpto do requerimento aqui
junto, do senteuciado Victorino dos Santos.
Estacao de Afogados na Estrada de Ferro de Ca-
raan -Prolongameuto da Estrada He Ferro do
Recife ao S. Francisco e Estrada de Ferro doRc-
DESr-ACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 5 DE
MARCO DE 1889
Albin" Fernandes & C.Concedo.
Francisco Hoaorato do Valle.Nesta
data despacho .i peticao a que alinde o
supplicante.
Jos Torres Campos de Medeiros.Con-
cedo com o ordenado calculado conforme
o artigo 27 da Regulamento de 28 de
Maio de 1887.
6
Abaixo assignadoB, moradores no muni-
cipio de Palmares.Em lace da in'orma-
co do aldante do procurador dos feitos,
e das diligencias procedidas, nao ha que
deferir.
Abaixo aseignados, concessionarios da
estrada de ferro do porto de Tamandar.
Encaminhe-se.
Francisco Xavier Cavalcante Lins.
Ao Dr. chefe de policia para informar.
Leopoldina Feliciana do Nascimento.
ndeferido, a vista das informacSes.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
7 do Marso de 1889
O porteiro,
F. Chaeon.
co,
Re part? o da Polica
2.a seccao.N. 237Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 7 de Marco de 1889
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
Detenco os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 1." dis-
tricto da capital, Guilherme Luiz dos
Santos, por disturbios.
A' ordem do do 2. districto, Luiz Ro-
mSo, por crime de ferirnentos.
A' ordem do subdelegado da fregueziu
do Recife, Maria Joaquina da ConceicSo
e Anna Joaquina de Lima, por offensas
moral publica.
A' ordera do da freguezia de Santo
Antonio, Agostinho Ramos de Freitas, Jos
Tertuliano de Araujo Quedes, por uso de
armas defesa; Feliciano Rodrigues dos
Martyrios, Amaro Louren50 Pereira, Jos
Felippe de Sant'Anna, Manoel Jos Pe-
reira, Silvino Pereira do Nascimento, Vi-
cente Ferreira da Costa, por disturbios;
Maria de tal, Mathilde Vieira Lima e Lui-
za Augusta do Monte, por offensas mo-
ral publica.
A' ordem do do 2." districto da fregue-
zia da Boa-VistaAntonio Manoel dos San-
-.--------S ,.,!
RECIPE, 8 DE MARCO DE 1889
\otlrla do norte ;d imperio
O paquete nacional MaranhSo, entrado
hontem do norte, trouxe as seguinte no-
ticias :
AMaioaai
Datas at 22 de Fevereiro :
Lentos no Commereio do Amazonas de
21:
Os amigos polticos de S. Exc. o Sr.
conego Raymundo Amando de Miranda,
offereceram-lhe ante-hontem um banquete
no salSo nobre do eollegio Santa Rita.
a Assistiam-n'o os Exms. Srs. Dr. Oli
% cira Machado presidente da provincia,
commandante das armas tenente-coronel
Dr. Innocencio Galvao de Queiroz, Dr.
chefe de policia, altos funecionarios pbli-
cos e grande numero de cidadaos do credo
conservador.
i Finde o banquete foram os amigos do
Exm. Sr. conego Amancio acompanhal-o
at sua residencia precedidos de urna ban-
da de msica. >
Consta va que o actual presidente da
provincia, Dr. Oliveira Machado, ia con-
vocar extraordinariamente a Assembla
Provincial.
,0 mesmo presidente dispensou, por
desnecessarias, todas as commissSes de
vaccinaoSo e revaccinacao que existiam na
capital e em outras diversas localidades.
A bem da moralidade publica foi
demittido de ajudante de ordens da presi-
dencia o tenente da guarda policial e l-
ente honorario do exercito, Jos Soares
de Souza Fogo.
Foi chamado para ajudante de or-
dens da presidencia o tenente Febronio
Qonealves Pinheiro, promovido a este pos-
to na guarda policial em virtude da demis-
alo cima referida.
O promotor public da capital de-
nunciou o vereador Emilio Jos Moreira,
como incrto no art. 154 do Cod. Crim.
Deixaram os exercicios: de com-
mandante da fiotilha do Amazonas, o ca-
pitSo de fragata Manoel Lopes da Cruz,
de secretario do mesmo commando, o 1.
tsente Jlo CliSo Pereira Arca.
Estava implicado em crime de biga-
mia Silvanio Manoel Marques da Cruz.
Do no Juru queixavam-ue de falta
de seguranca de vida e propriedade.
Lemos no Commereio do Amazonas
de 21:
f Segu hoje s 6 horas da manhS
para a colonia Joao Alfredo, o Exm.
Sr. Dr. Oliveira Machado presidente da
provincia.
Acompanham 8. Exc. o Sr. major
Gentil, secretario do governo, inspector da
Thesouraria de Fazenda, capitules Joaquim
Rocha dos Santos, Antonio de Souza Cha-
ves, Dr. Carvalho Leal, membros da com-
missao de immigracSo.
Pao*
Datas at 27 de Fevereiro :
As noticias dessa provincia sao de ex-
clusivo interesse local.
Prosegua em seus trabamos a As-
sembla Provincial.
rtnko
Datas at 28 de Fevereiro :
Contina a funecionar a Assembla Pro-
vidcial.
Nada mais digno de mensao.
Ceara
Datas at 3 de Marco :
Do interior ram Jmenos aterradoras as
noticias obre a secca. Tinha chuvido, e
renasciam a esperanca e a alegra dos la-
vradores.
.Lemos no Libertador de 25 de Fe-
vereiro :
Em trem expresso foi hontem pela
maiAS ao Acarape S. Exc. o Sr. Dr. Caio
Prado, d'on^e regressou as 5 1(2 horas da
tarde.
S. Exc. visitou as obras do acude
em construccao, sob a direce,ao do honrado
Sr. Dr. Lassance Cunha, e reconhecendo
a neeesaidade de dar trabalho ao povo que
o solicitava, ordnou ao referido engenhei-
ro que, alm do pessoal j empregado,
mandasae adrnittir mais 300 operarios.
O nosso collega e chefe Joao Cordei-
ro, que a convite "de S. Exc. acompa-
nhou-o nessa excursao, ficou agradavel-
mente impressionado com as oBras que
que e^tao sendo executadas em Acarape.
Achou magnifico o local escolhido para o
a^ude. nao s pela grande maasa d'agua
(50 a 80.mi!h3es de metros cbicos) que
pode ser allijocommodada, como porque,
estabelecidq^-um'bom systema de irriga-
cao, poder ser aproveitado na cultura da
canna,vinte vezes mais do que actual-
mente ; na cultura do cacao, que precisa
ser introduzida na provincia do algodao,
do fumo e de muitos outras geaeroa pro-
prios daquella libertosa regilo."
Dlsse-nos mais que os empregados e
trabalhadores acham-se satisfeitos, com a
direccao do Sr. Dr. Lassence, que os vive-
res fornecidos sao de boa qualidade e por
preeos regulares, e que os trabalhos lhe
parecem executados sob planos bem estu-
dados.
Lamentou e sentio, porem, que al-
guns habitantes daquelle grande munici-
pio, dominados de mesquinhos interesses
polticos, nao estejam todos de accordo no
sentido de salvar da fome os que nao tm
recursos, deixando em troco dos dinheiros
gastos em beneficio de incalculaveis van-
tagens para esta provincia, victima das
seccas e mais ainda da virus poltica que
transforma homens de bem em verdadei-
ras bestas feras.
Lemes na mesma folh de 27 :
Est concluida a carta do Cear man-
dada levantar pelo Exm. presidente da
provincia com os dados officiaes.
c < ontm ella todos os pontos princi-
paes colleccionados pela commissao scen-
tifica de 1860, sendo chefe o conselheiro
Freir AllemSo.
a Entraram na carta 192 pontos astro-
nmicos a reduccao da carta da estrada
de ferro de Sobral, da de Baturit e de
seu prolongamento at quixad, da carta
do engenheiro Dorth, e outros elementos
apanhados das cartas existentes.
Srrvio a carta de Monchee para o lit-
toral e a parte discriptiva della os traba-
lhos do pratico Philippe.
< Todas as minudencias topographicas
encerram-se n'um trabalho, que, segundo
nos consta, seu autor ha cerca de tres an-
nos collecciona.
Entraram tambem para a mesma carta
og trabalhos topographicos que serviram
de base ao systema de irrigacao do canal
de S. Francisco.
t Temos, quando n5o perfeito ao me-
nos come regular esse trabalho, onde e
pode consultar sobre nossa Iprovlncia, e
sobretudo as distancias verdadeiras entre
as cidades, villas epovoajSes, alm da
jazidas de ouro, prata cobre, ferro c an-
thracite nella indicados.
t A provincia adquiri um trabalho
igual aos memores que se tem ltimamen-
te publicado na Europa e por preco in-
significante.
< A planta feita na escala de 1 por
500,000, dando assim eapaco para as li-
VTCT indagacSes.
A alfandega remdeu em Fevereiro
102:841^388.
i* tirpnde do ufarte
Datas at 5 de Mareo :
SSo destituidas de interesse as noticias
dessa provincia.
Parntarba
Datas at 6 de Marco:
Foi adia-la para o Io de Agosto a reu-
nido da assembla provincial, que havia
sido convocada extraordinariamente.
A alfandega renden em Fevereiro
54:5330838.
Yotlelas da Kuropa
0 paquete francez Nertke, que passou hontem
Eara o sul, trouxe datas da Europa que de Lis-
oa alcancam 24 de Fevereiro, adiantando seis
dias as trazidas pelo inglez Trent.
Alm das de Portugal, constantes da carta do
nosse correspondente de Lisboa, publicada na
rubrica Exterior, eis algumas das demais trazi-
das pelo referido paquete Strtkt, e.que completa-
remos amanbS:
Uenpanhn
Sobre este paiz escreve em S4 de, Fevereiro o
nosso citado correspondente:
O governo foi derrotado em duas secces da
cmara dos deputados, na eleica* da commissao
para a reforma eleitoral das Autillos.
Na cmara dos deputados, o Sr. Sagasta, fal-
lando da questao militar, disse que impoasivel
fazet reduccoes no orcamento nao somente na
Hespanha, mas tambem no resto da Europa, se
continan) as grandes* despezas militares ; se os
Estados querem equilibrar os seus ornamentos,
preciso que se persuadan! da necessidade ab-
soluta de cessarem os armamentos.
Foi muito elogiado o di-curso com que o Sr.
Sagasta respondeu ao deputado Portuondo, cha-
mando principal attencao a parte que se refere
a diminuicSo do contingente.
Esta declaraco foi favoravelmente acolhida, e
Earece que sobre ella versario os ulteriores de-
ates sobre medidas militares.
0 presidente do conselho de ministros decidi
por termo discusso das reformas militares.
Para esse fim, o Sr. Sagasta rogou aos seus
collegas do gabinete que nao aceitassem por
agora interpellago alguma.
Ao mesmo tempo indicou aos deputados da
maioria que nao promovessem debates que de
morem a ordem do dia.
0 deputado zorrillista Gil Sanez, tenciona pro-
vocar urna discussfto acerca da morte do briga-
deiro Villacampa.um dos chefes da ultima in-
surreicSo militar, tallecido, como se sabe, as
Philippinas.
0 debate ser curto e sem interssse.
Reina em Granada um grande enthusiasmo
pela prxima coroacSo do insigne poeta Zor-
rilla.
A este ac'o adheriram todos L os homens emi-
nentes da litteratura e da poltica.
O governo prestou-se a coadjuvar a festa, que
ser solemne.
Os promotores da coroacSo contara com a pro-
teccao da rainha.
m tebgramma dirigido de Londres ao Im-
parcial afflrraa que reina grande excitaco entre
os grupos polticos dos Estados-Unidos, pelo
facto de se espalhar o boato d que M. Perrot
Relmont, que no outomno passado visitou a Hes-
panha ter combinado com o governo de Was-
hington a compra da ilha de Cuba.
Este boato carece inteinimente de fundamen-
to.
O Imparcinl de 20 publicou um artigo muito
notavel em que, examinando os nter-sses lies-
Eanhe uesdado a pouca ou nmhuma importancia, que
se attribue as inieiativas bespanolas naquelle
paiz.
Diz que apoltica de Hespanha eui Marrocos
um slari pl nao cuino o enteode aquelle miuis-
tro fazeu lo com q'.ie a He-spantia tiq'ie estacio-
Inaria. eiiiquaud) as oulras naedes avancam Be-
ata que progrida a peior deltas man leudo a sua
posicao.
Accresce que a permanencia do ministro hes-
panhol em Tnger deve-sc ao yeio uo governo
i
de que a mudanca de representante seja inter-
pretada no estraDgeiro como mudanca de poli
tica hespanbola em Marrocos.
Varios jornaes publicam a noticia de ter Rui/
Zorrilla manifestado desejoe de regressar Hes-
panha, demovendo-se., porem, do seu intento em
vista de difficuldades que surgiram e da falta
de apoio por parte dos seus correligionarios
Falleceu o general Tassara, per Ho reino e fi
gura muito saliente da Hespanna.
El Departamento, de Cadu. publica um artigo
relativo a Peral, o inventor do bf/co iba.: rie,
que brevemente ser (xperiroHiBBO.
Peral pohre e recebe apenas o mode5tis;imd
sold de 45 duros mensaes^ que lhe corresponde
como tenente da marinha.
Esta insignificancia mal lhe chega para o que
gasta as respostas as innmeras cartas e tele-
grammas que diariamente recebe de toda a
parte.
El Departamento, tratando d'este assumpto,
pede aos poderes pblicos que se conceda a Pe-
ral franqua postal e telegraphica ou gratiflcacio
correspondente.
O cdpio Armero, ajudante da raiuha regente,
foi autorisado para assistir s experiencias de-
cisivas?do submarino.
No dia JO ficaram collocados a bordo do sub-
marino mais de duzenlos accumuladores.
Durante noite os operarios encarregados da
soltura trabalham sem descanco para ligar os
receptores dos accumuladores os quaes, dentro
de seis dias, ficaro completamente installados.
0 cruzador Castilla, destinado-s Filippinas.
parece que sempre acompanhara o submarino
as experiencias officiaes.
0 Sr. Albareda, novo embaixador de Hespa-
nha em Londres entregou rainha Victoria suas
credenciaes no dia 20 do corrente.
Parte brevemente de Madrid para Roma o
Conde de Xiquena, que vai substituir junto do
Vaticano como embaixador o Sr. Groizoerd, que
vae tomar em Madrid a presidencia do conselho
dEstado.
No conselho de ministros realizado a 22 da
corrente depois do costumado resumo de poltica
interior e exterior, por Sagasta, o ministro da
fazenda analysando o estado do thesouro e ac-
crescentando" as linhas geraes do plano de eco-
nomas que estuda para os prximos orcamentos-,
alludio idea do presidente do conselho, j co-
nhecida, de diminuir o contingente.
Na ultima recepeo diplomtica que deu em
Paris o Sr. Goblet, fallou-sc da idea aventada
pelo Sr. Sagasta para a reduccao das despezas
com o exercito.
A idea era geralmente elogiada, e um dipl-
mala francez lamentava se amargamente de que
a Franca se ache impossibilitada de fazer outro
tanto.
0 cassino republicano de Valladolid teve t
timamente urna sesso em honra de Villacampa-
0 Sr. Teiladrid fez um brilhante elogio do fi-
nado.
Em seguida o advogado Sr. Ortiz. fez affinna-
coes abertamente revolucionarias.
A sesso foi poueo concorrida.
O comit republicano do districto da Latina ce-
lebran na poucos das urna sesso nocturna no
Lyceu Rins para honrar a.memoria do cx-briga-
deiro Villacampa.
Assistiram os republicanos progressistas e fe-
deraes do districto, vendse as galeras umi-
tas senhoras.
Pronunciaram-se muitos discursos allusivos ao
acto.
O Sr. Niembro declarou, em nome dos fee-
raes orgnicos do districto, que aceitava a po-
litica empregada pelo Sr. Ruiz Zorrilla para con-
seguir o triumpho completo da repblica.
Prosegue a subscripfao aberta pelo jornal El
DHvrio, de Madrid, em favor da heroica filha de
Villacampa.
Procedente de Genova e Rarcelona, chegou ha
dias a Cadix o vapor italiano Ortone com 1470
emigrantes, dos quaes 400 embarcaram em Bar-
celona.
Depois de Marco iro vapores da repblica
Argentina buscar emigrantes bespaahoes at ao
numero de 30000 cosa deslino a Montevideo e
Buenos-Ayres.
VMHBfa
Depois de muitas combinaces e negociaooes
successi vamen te mallogradas em que os sinceros
esforcos do Sr. Meline, presidente da cmara dos
deputados, nao conseguiram debellar a crise,
formando um gabinete viavel, ao menos de sim-
ples expediente onde negocios como se diz en
Franca, teve aquelle estadista de renunciar por
fim o mandato que lbe fra commettido pelo pre-
sidente da repblica.
A declaraco formal do Sr. Ribot de que nd
podia aceitar seno a pasta do interior que
mais depressa determinou o Sr. Meline a desis-
tir de seu empenho.
As difficuldades multiplicaram-se, cada vez
mais, em todas as tentativas de organisaco de
um ministerio perante a distribuige das pastas-
Alinal foi pelo Sr. Camot dada a presidencia
do novo gabinete ao Sr. Tirard que fica tamben
com a pasta do commereio.
Para a do interior ficou o Sr. Tonstans ; para
a da fazenda o Sr. Rouvier; para a da justica e
Sr. Thcvenet; para a da 'instruccao publica o
Sr. Fallieres ; para a da agricultura o Sr. Paye;
para a das obras publicas o Sr. Yves Gayot;
para a da guerra o Sr. de Freycinet, e para a
da marinha o almirante Jaurs
Os decretos foram assignados pelo 5r. Carnet
a 21 de Fevereiro.
A pasta dos estrangeiros foi offerecida ao Sr.
Decrais, que actualmente c baixador da repu
blica francesa em Vienna.
Tendo, porm, o Sr. Decrais recusado, foi offe-
recida ao Sr. Spuller, que a aceitou, sendo a sua
noraeecSo publicada a 22 na folha oflicial.
Affirmava-se em Paris data dos ltimos jor
naes recebidos, que seriam nomeados snb-se-
cretarios de estado : para o interior o Sr. Richou
da extrema esquerda; para os correios e tele-
g-aphos, o Sr. Arene da nio das esquerdas, e
para as colunias o Sr. Jamis, tambem da nio
das esquerdas.
Os jornaes de Paris, de 22 fazem o mais gla-
cial acolhimento ao novo ministerio.
A Republiq'ie 'rancaise declara que lhe pedir
a mesma cousa que pedia ao Sr. Floquet
O Jowmnl des Debis diz que o gabinete est
impossibilitado de ter um prgramma claro e
um poltica firme, e por isso inspirar mediocre
connanea.
s folhas radi.-ars exprobram-lhe o haver sido
escolhido na minora do partido republicano.
A Presse orgao boulangista, diz que urna
provocac.au ao paiz.
Os jorn..es conservadores so-lhe abertamente
adversarios.
>S os jernaes republicanos moderados lhe fa-
zem um acolbimento syinpatliico.
O resultado d'esta crise 6 o mais desastroso
possivel para os negocies pblicos. O commer-
eio tem estado paral ysado ; iodos leera receio
de arriscar us seus capitn*, e a propria Expo-
sico, que annunciava como a eXalt;
trabalho e do crdito, acha-se quasr"
metliilacomessaspcri|)i'.ia.s niesquinha^
poltica de interetes pe-soaes.
U.ii ministerio de combate sena un
satez no momento actual gurque viria
tar anda mais a desnrdeOnpe tem reinad
altas reiiioes da aduiinistracao publica.
O que, anda assim consegua inspirar ala
confijiica na resolueo da crise o tu
e a energa de earacierJ ir. Carnol
- Nasessaoda


'^
I


I
-A

--
I


2
Digna de?4^rayiibucoSqMhkfeira 8 de Mar^o de VQftfr
i
Blio-a-STia-itriiuaU1 tendente a pamrTresponder aos preparativos
ao presidente da repblica que cwi^lpw^utt-Uam aumento* *evos.
misterio extra parlamentar; ani(fsr.*lttIfjT\ TraMBMoa o Sena era Panz
' que presidia sessao, da cmara, mindou cha
Sr. Delawavpara dizer-lhe que nao po
da Gra-Bretanba


deria por a suiqaaapflsta votagao, visto o seu
carcter incouslrtnotawl. .
EsU proposta.-wirferia. com efteito, a exercer
fso sobre o presidente da repblica e ata-
, as prerogativas.
Sr. Floquet qatomou jraata mi
I Jeclarou que fui i' mlaJ#lpaa
opposto, pelasamBaaa7.Jn, a ate?taiBrow
posta. Em viaMto fM Sr.AXda*rciBBBCioa. j
a apresentar a aaa ptepata.
Foi muito cantata aajaatla sesseada I'.', sape
oas se abri ea*aidaaaacta, oun1ame
da esquerda pateado aiamnBto nnssia
odia 21. j,- ^_.
idoata!
ado Hiiritlui
Os invli-
dos, os caes inferiores e parte dos terrenos da
Exposigo acham-se alagados. Destes; ltimos.
foi especialmente prejudicada a parte reservada-
a Hespanha.
1 articiparu de Ajaceio. (tarraga) que, em coa
sequencia das chuvas torrenciaes dos ltimos
das, abateu em toda a sua extensao o tnnel
entoaitet^ite^oncupteitmeBttaaaaB apateaair de
noaewfcri a*c (MMQ9BnMaMEM*atofca noti
nceapaorisaa
-y 1 O Sr. Cente
0 Sr. t aud
i:i).
(Exclaniages da esquerda).
A cmara consultada nao adiou a aessao para
>:]. Apenas uns dez bracos se levantaram vo-
ando o adiamento para o ia 23.
\ cmara votou novamente o adiamento para
auiiu-lora l), protestando jipcaas. alguna de,,
putados-boulamnstas < da esqui-rda.
O presideate detenninou a.ordeai da.awa
aessao prxima. .___
O Sr. Cuneo dOrBano*-Pw;o a .pabnva sobre
i tanta do diS. ..
O PresidenteAordeuidodiaestadada ; esta
levantada a sessao.
OSr. \lbertDuchesae-Ja hont.au me nega-
mara.patn?. D-se sempre a palavra sobre o
orden-do'dia. E' umacmpalmuco.
A sessao encetroB-ses 2 A/* boros-
K seasAyde-A! senadonada leve de.impor-
-ntoipehyqaa hzreapeio.asnepociacOnspwi-
tica para a'neeolueSo. ,
- A faeilidade om ;que 4oi .dernbad o W.
trvy fot ura. precederte fatal para a repblica.
Era esta a exclaraac&o que se repeta por toda a
entre-, os republicanos mu sensatos.
Du'We tnamove
.pturaniaiaaigOc*
eaMKa^aia
abala i .aaMie*
IMBDO
! *r. Crisp.
do geral .deacootenta-
favaraveimente a
artigos e o que
liaras eram symptomas
ment.
Se hania quera defeatesae a mude-do-Sr.
Carnot, havia rauitos que condetanaram a sua
meticutoBd*le e hesitaijes nu (MW do im-
nistrrio, f sobre ludo o faeto 'de se efaatar un
poucoda vida publica e potinca do paiz e-de
dei\an*se dominar pelo general Brugere.
No dia io os nimos trabnm ehegado a_tai es-
tado deiexoiuiao. que se recasura grande tu-
multo para a sessao do dia segarme, aso nio
-stivesse, at abertura da cmara formado o
novo iniswrio, e eHzitt-^' mesmo rae a tama-
ra.se constituira em ssssio permanente.
FaliOB-se tambem muito ua conveniencia de
um ministerio com i tost de senudows. Refenn-
do-se a wsa bypothese a Ju*ice, orgao do sr.
Clmenceau, adverta o Sr. Casoot de que um
gabinete composto exclusivamente de senadores
.*ria.T<-ieitado,.Bqae a cmara derrotara todo
e qnataucr govarno q*e e nac-iformassecom'os
jeus elementos.
V Fi-anee atacava o presidente da repnblica
O Soled dizia que a desaggregacSo do parndu
n pubhcano era a nota dominante e mdiscntive
da mise qae a poltica franceza estava atraves-
1 .lando. a,
Poi nwritfl breve a sessao da cmara; ae 21,
A prxima sessa ^eria 23. ____
\' umu hora o Sr. Carao! reuni no Llyaen va
, ios liomens polticos importantes e dessa reu
niao-e que sohio constuido o gabinete Trrard,
a cuia oreanisacao j nos referimos.
Kffijctrvamente o Sr. Mline, segundo a opi-
uio serar, fez hem em desistir de formar non-
ato, porque esta, presidida por elle.; nunca na-
va de ser vigorosa e por tal modo, que, em
dadas oecasioes podesse impor-se as exaffera-
efies deuas. ao pessimismo de outros e a ialta
de concordia e de abnegagao de todos.
Confirraa-se ter-se recusado o -r. de rre\ci-
net a accei-aT a miss8o de formar gabinete.-mas
pr^stoB-se, como sabido, a acceitar a p.isra da
guerra, com o apoio do Sr. Floquet.
(J desidertum do Sr. Carnot que se po.sa
manter a tranqmllidade'do naiz durante o tempu
da exposgao, pelo menos.
- Dorante as ulmas negociaces para a for
macao do novo ministerio fraucez, o >r. BarDey.
presidente da esquerda repubhcaua procurou o
Bre*idente da repblica para o informar das di-
versas opinifles eraittidas no senado e especiai-
meute-na rcnniSo das commissD.'s dos tres -Tu-
pos.
Insisti na opinio que dominava granda par-
te do ssiiade, c-que cdiKa.na aeceasidadeda
formasao de uui uii:isterio que uo IMU nem
de slbate, em de cooceelrafao, mas.sunde
concilMto. Esse uiiniaterio, segundo o qne
dissera o Sf-liarbey .aa Sr. CarnoL demwser
cmaosla a-hoiaeas dispastaa-aatestar de
mura accordo todas as queslocs irritante ea
nao ter se uio um^uploin j assegurar_a-vota-
i-. do rgam^to e presidir. 4 expoaifao- uni-
versal.
Este programma restricto, mas pratico, pod
ria rouair homens^-que pertenoeasom a tudas as
acges O Sr: Camo acettwo moifcf
communicaeo do Sr. Barbey.
A esquerda do B*o-'publicou a acta do da
20, qowe-comr se sge : __!
'. Effrfctooa-se s 3la larde, no senado, orna
reunan da esmierda repaMitana, na qoatjas
dous antros grupos repumicanos e artwvam re-
prestados por ;dnins' dos eos' winbros
Dr.-lente da reunto, Sr.'Rarlwy, en.parte'do
que catre-elle o Sr. Carnot se passara na em
vista que trunam tido.
. Varios oradores pediram successivamente a
palavra. Chegaram todos ao accordo de que a
composicao.i^ programma do novo gabinete
deviam ter por tim urna concentraco muito
fiierica dos repubcanos em volta do pru-
dente da repblica para deffender aconstituu.ao,
, \ reuniao, approvando unammemente as
pimi>"5 expostas, e coniencida de que urna tre-
eua sobre o terreno da constituicfto se mpoe ao
patriotismo de todas as fraccoes do na.-tido re-
publican..,.encarre*'OU o Sr. Barbey de reitrar
o presidente da repblica .a expressao da ^
ronfiaura e a seguraurado seu concurso.
O Sr. Barbey foi ao Elyscu dar'conta ao
Carnoi desu ifeciso da roumao do senado.
^Pouct depois de encerrada a sessao ae -i.
ria amara dos dputados, a quoi nos referimos
e em que sa proferiram inuitas obrases revelan-
ao .-npariencia extrema pela solucao da cnse.
que eonstou o boato de que o Sr. Carnot tmha
efectivamente o secreto plano de, caso a cama-
in.ira continuasse a proceder inconvementemen-
H entregar o poder ao Sr. Ferry para este for-
mar um ministerio dc'dtssolu{to, de resistencia
v, de medidas enrgicas.
Devia apresentar-se nas cmaras, a z ae re-
vereiro, OTOinisterio Tirard.
Uma das ultimas inquietasOes do gabinete Fio-,
et-roi a manifestagao das delegacoes opera-
na, que estava annunciada para o da Vt de
Pvreiro (domiago) e n'uma circular aos pre-
feitos recomraendou-lhes que respondessem as
aelegacGes operarias que as condjcfcs do, ca-
dernos de encargo das municipalidades de Panz
ao podem applicar-se sobras do Estado, por-
que sao contMcoes particulares entre os opera-
nos e os proprietarios, e senam precisas novas
, leis para derogarem esta legislacSo. O br. rio-
uet enuraerava as leis promulgadas ltimamen-
te a favor das mulheres, das cnangas e dos in-
vlidos do trabalho, recommendando aos prefei-
tos que nao tolerassem nenhum ataque a ordem
'Airravaram-se muito os padecimentos do
Sr Julio Grvy, ex-presidente da repblica fran-
"o^llustre publicista J. J. Weiss apreciava ha
as nos seguintes termos a situaco do general
oulanger, no momento actual :
O teputado Boulanger acha-se actualmente na
"*,oacao de Sparius Melius no anuo 31a, em pre-
seuca do senado romano e do povo : na de Hen-
rique de Guise em 15H2,em frente de Hennque
HJ :'na do marechal d'Anere em 1617, para com
Luiz XIII; represenU o papel de Walleinstein
en i3i peante Fernando U da Hungria e o do
(Bnerol Bonaparte no aano*/ni em frente do
O Sr. Mello), denotado do Cher, independente,
^HbV>u ao general Boulanger uma carta de
ocia ao progvamma boalangista.
inson grande sensaco em Paria a noti-
l armamentos aaUoaaaes a qae Tai proce-
der toalaterra. Noa renlos militares e di-
iljaTilitu affinone aaiaahita neceasidade de
Sr.
aBin d
enrtMabSraav
ni a mentar-
as su:
da
Parnell.
Sao compungeutcs as noticias que temos nos
jornaes italianos acerca da fome e miseria-qup
vai lavrando por aquelle bello paiz.
O governo procura debellar o mal, ao mesmo
teinpo que as populaces mais castigadas aban-
.1---------m m,JO.aJ '''"^^f^f
America do Sol.
' A' ralas contra 11 M aUwlom.iies ama uiuc>i le
confianza.proposta p.'Kt Sr. Del Guidice, erque
o Sr.' riepi aa-ituu.
O re Humberto, reeebendo no da 16 as man-
sageas-das eamaraa, dissmque egue com twa
solicitua'e tado quanto reapeita as condiges
econmicas do paiz, e espera que a boa vonttde
e o accordo do parlamento e do goverao ho de
conseguir superar as difliculadtis.; e accres-
centou eme apoltica doegovemo, como tende
fortemente s manter a paz, ha de- mermar a. Ca-
reta.
A discussio das medidas financeiras comega-
da a 19de Fevereiio eonnuou no da seguiute.
Foram apreseoladas varias mcj&es de ordem
acoasetaando tooi"emiaa. Ha, porm, uma .or-
dem da dia do daputadOiToscancli que exprime
descoanaoca.
.Na sessio da cmara dos dputados do dia 20
a Sr. Carmine ensurou ao Sr. Crispi a sua po-
ltica estrangeira, que peioroo as rwaedes iater-
nacionaes da Italia O Sr. Crisp ,intearempeu-o
dizendo;
t5te factos. O Sr. Tarmuie responden t
Nao humada raais-fecii; opiniao geral, por
exemplo,^qaejBS -relagoes da Fraaya e da Italia
tornaraai-se peiores par obra do. Sr. Crispi.
O Sr. Crispi replicou : laso urna .idea. sua
uma supposicao falsa O Sr. Carmine re-
trneon : E' a eonvicco geral. Ficou ter-
minado o incidente.
A opiniao publica est alvoroyada cooi o brin-
de levantado pelo tenenteTgeneral Avogadro.
commandante do 10' corpo deaxercito em Ca-
poles, no banquete etrerecido pelo vicc-almi-
rante Pacaret.aeSainC--Bon.aos .ofliciaes.da e6-
quaUra..allem. O teaeala general Avogadro,
bebendo asaudo dos hospedes estraageitos, ac-
crescentou que no momento do perigo o exerci-
lo itahaao seria um digno alliado do exercito
alleniao coatra o niiuiuro coramaiii. A ramor
parte dos jornaes censura.
Os estudntes d universidade de oma rece-
baran com uma salva de assobios o protessor
Benprhi,omo hibidas-palo.oaaselbo acadmico, de ae elle
a alma, as licesde Jaheriolo, at nova .ordem.
Os pedreirosem aples lizeram uma grande
demonstracao tumultuosa a este brinde e alguns
pedem uma severa reprcmenda contra o teuente
general Avogadro.
Na sessio de 21 da cmara dos aeputados o
Sr.' Campans interrogou o juinisterio acerca do
brinde que o tenente-general Avogadro pronun-
ftiooem aples sobre a allian;a com o exercito
aUeaaaa coatra o ioimigo commam. O Sr. Cris-
pi protestou enrgicamente, negando que. tal
brinde .fosse pronunciado, e accreseentou que
existe agora a mais cordeal amizade da Italia
com a Franca.
A policia eflectuou ninas :10 prises. A ada
de esta agora socegada.
O centro democrtico universitario de Homade-
terminou mandir uma commissao xle estudntes
da universidade romana a Paria, por occasiao
da inauguragao da exposicao, para atiestan aos
estudanes fraacezes. os seufi sentimeatoa de fra-
lernidade.
NanlftNi'
A carta dos bispos americanos .aa Papa pro-
testa enrgicamente contra a occapa^o italiana
de liorna, obra impa que est otamando do eo
vinganca.
Pa iie* Bi vl
Tanto na liollandaoomo na Blgica, a questo
do servico militar pessoat araeava tornar-se asr
sumpto de seria divergencia no campo ministe-
rial.
O partido catholico' absolotaineiKe:boBtil a
abolo .das tubstiluieis, que Jiguaam n pro-
gramma do goverao.
Tem-se aggravado nas ltimos dia^o estado
de saude-do md*MoHaoda,i|e'noYaiHautepa-
doce da gargunta. : A degawa)MHanlMMa-ll
diflicil e dolorosa.
O Dr. Vinchhusen foi chamado a toda pressa
ao castelo de Loo, onde o enfermo se encontra.
Inclaterra
A 21 do Fuvcrotoo foi aberto o parlamento.biir
tannico.
O discurso da cora, litio nessa uleninidade
constitucional,.diz que sao cordiaes s reJac/jes
da Gr-BreUnba.com tadas asJemais. potenciai
as operaces militares* no Eqyptatguns dia
antes da ultima paoregaca parlameatar attiogif
rara o lim para que foram empreheadidas, a
rainba nao ve nenuum motiva para receiar a re1
petao de desordena nas visinbuncas de Suakin;
as negocim;6es com o Thibet relativamente a
Sikkim ao tiveram anda resultado favorovel,
mas espera que sero necessarias novas, opera
C5es militares ; a rainha consentio em assistir a
uma conferencia em Berlim com a ,AsseniMa- e
os Estados-Luidos a respeito dos negocios de
Sainoa, para se continuar a obra da -conferencia
de Washington ; as despejas incessaotes para
preparativos- feitas pelas outras naeoes europeas
loraaram necessario o augmento das precuuces
ate aqui tomadas para a protecgo das costas- o
do commercio britannico; os conselbos que
guiara as outras potencias e que dispem-.das
suas vastas forcas sao ao presente todos amiga-
veis para com a Gr Brelanha ;. mas, accrescen-
ta a rainha, nao tenho o direito de sup^or que
este estado de cousas seja necessariamente
exemolo de pos^ibilidade. de mudanea .
O resto do discurso s tem.aiienas atenrsaa
local. ..
Como se ve, a mensagem da rainha ^ ictoria,
para atteuuar o que pataccr alarmista 11a alluso
aos armamentos estrangjeiros, insisti raudo naa
excellentes relaces que unem actualmente a:
Gr-Bretanha a todas as outras potencias.
A cmara dos coramuos comecou j a discutir
a resposta mensagem da coroa
O Sr. Gladstone criticou a polica do governo;
declarando que reservava as suas observasoes
sobre os negocios da Irlanda.
Sir James Fergussen, ecretaeio poltico dos
negocios estrangeiros, declarou que o governo
da rainba nao pOde acceitar uenhuma responsa-
bilidade relativamente s eatac^Jes commerciae3
e aos missionarios inglezes na regio central do
lago Nyassa, mas protestou contra toda e qual-
quer tentava de Portugal para impedir a naye-
gaco do Zambeze e sustentou o direito dos in-
glezes a oceuparem as estaces do Nyassa e a
mportarem livremente armas e municOes ; dis-
se que nao podia protestar contra o facto de
Portugal ter enviado uma expedido de explo-
radores s suas possessoes, mas teria motivos
para se queixar se essa expedicio tendesse a
prejudicar as estac-es commereiaes ou os mis-
sionaris inglezes.
O Sr. Wifliam Henry Smith, 1* lord da the
souraria, defendeu os projectos que teem por
flm augmentar os recursos militares da Grft-Bre-
tanha.
Na cmara dos lords o marquez de Salisbury
def-mleu a poltica do gabinete,
nenhum incidente.
Em consequencia dos importautes contractos
celebrados com o governo britannico, a fabrica
de armas de Birmingbam trabalba agora de dia
e de noite.
Segundo consta no Munehester Courrier, o pla-
no assenle para a defeza da Inglaterra comporta
a despeza de i.500 milhes de libras, cuja
maior parte consagrada a coostruccoes na-
vaes. *
Trna-se interessante o celebre procesao Par-
nell.
Uma das teeteamnhas, M. Hoastoo, entre ou-
tras deciaracota%lifise que altas' parsonagens,
taes como sir lord Slolbridge, sir
aerbasse. o professor Maguire e outaas
unionistas nao menos conhecidos, fori
grandes quantiasupara que Piggotti
cartas que compnomettessem Parnell-e :alguaa
depnttdaa Triamleaes
Mefartotsa: a un entrevista de PigpoU e-a> -semapa- a cmara votasse o reqvenraento do d-
fcugaoioavis; e na qual se afrmou qua*ar- pasado bonapartista, mas veio em auxilio do mi-
iiel fra o autor ou o promotor de muitos assa-
sinios e dos attentados contra Gladslooe e con-
tra-aapi
Pipa*
na.
O)
10.
Taemaaa
noaa*4' jptt prfeacipe
10
aai,
oticiaatampaaldas d
Esmaa-Uaaakts iwuh
que jma^ngimpr.>aij|OaaaD[n
volamamir
Oa4agd
es. 1
tipso
esti-
0 re-
S
da
si-
tra
lhe
O
as
a-
Na sessao nocturna de 23 da cmara dos com-
muns, o Sr. Parnell contou que o deputaduir-
landez James vGarerr. aasim que rhegouaea-
deia foi despojado do seu fato e como recusasse
vestir ontro, ficou exposto aos rigores da esta-
fiaJfour, que eal commeRaudo verdadeiroa^ari-
mes ao abrigo.do rcgulamento dasprisOes.
O Sr.-James-Arthnr"sllfour, -responden que-
nao tinha conhecimeuto'eete-Kto, auMM uo
se dore azer.di8tinc6e ntreos-prejosvobre o
parecer dos mdicos.
Si.Geafge Otto Trveiyan; deputado gladsto-
niano, protestan contra o proceder que o gover-
no est ampregondo na (Irlanda.
A votnc de cmara sobre y.a .smaoda do Sr.
Morley,-censurando a.politicairiaadeaealo gabi-
nete de Londres, nao esperada antes de Fetereiro.
Ha-noticias de novnee impai^nies'eoascrip'
cues na Irlanda para cofre daaefiez dePar-
nell.
A 17 de Fevereiro em Feckampfe, arrabalde
de Londres urna-grande manifcstacAo deqnasi
tO.iltO pessoas protesto*contra apolitiea islan-
dtia do.goweono.
Nao houve aenburaa de sordera.
\ 18foi o julgamento do deputado OBrien.
hlstem o Sr. Rouvier, opportunista, que opinou
pela eleirau da eruninissn. rpqucrondj^ qn" -"
e para essalafte^ataiia a^dtoaaameii-
idio a carnea 6aa >]imaafua)api. o
vcbWb uma novai:aalafmaapiraaaaainmami'' e
narimanuis.
i os votos de coaaaofa. -|
actual gabmetapaiaaiiu
0 Sr. Fl"luataiadJaMa d
angismo, om.ac
boa vonUda)auaa.-iqmaqiit
minislrmT_~
ultra-raamaVppajBHBBjas v
des boulangistas e intransigentes, pelas diver-
gencias de seus proprios collegas e pelas opi-
nioea contMdtatorias durseus ainipoe.daenanmi ios seus estandartes
e.snperda vu esquerdtrradical.
escrutinio uninominal d maior garanta
sincendade e liberdade. do vnto. mas esta [*;
aai uluiuiul-nao aOffifient-- Seos eieitores
T|...fi^ ^ ^Q...,M.,qnH| r, H.,nl(i.lft Unh
Jal-
lado desrespeitosamente do coronel Tumys. o
Stiit-ab- Cauasiauia aadnoa qa adiagado
Me>4pumd(dacaaa5iclea *eleata.
EXTERIOR
presidente doconselho pedea camaca queaio
.-rjirgencia, (stimandone eerta meltrtr
aacunia commissao especial para examinar
ijeat, e votar a urgencia depois do parecer
daasa'aaTmissao.
paaarda intervenco do Sr. Floquet pode bem
A Awtria-j,om'Bas->teiBpt&1eEi.aim apaia
afortunado e grandioso, gragas aos casamentos.
Ha duzentos ahnos dizia-se : Bella gerant alii,
h felix Austria nabe, nainque Mars altls dat tib
regna. Vetuis. Facara OHtros a -guerra ; face
tu casamentos, Austria feliz ; Venus ha de dar-te
a ti os reinos que Harte d s outras naces.
A fortuna lioie deslocou-se eui favor da Al-
ternan ha, com a differenca porem de que nao sao
os casamenlaaeaBas siohaa monea, que vieram
em seu aaattio.
E ah ai anpaava : Halkoff, qae no^ostava
>l.i Ailenaaaaa, rnaareu ;
SkoHMat, -pmrirqLaaaiia a Alk-manha, moiw
reu ;
" reib Correapoadencias do Diarfo de
Pernambiieo
pars, 8 de Fovtieiro -de 1889
Jfcu rharo amigo. Depois da eJeico da gene-
ral Boulanger ninguem pensava que o Sr. Flo-
Jiuet pudesse susteutar-se no poder, /ssinrpo-
n-..i nao succedeu. No da 31 de Janeiro teve
tarar a famosainterpeHaco na canmra'dos de-
pniudos, e, contratudo o que eed8via eaporur,
nessa sessao1o^gahiaeta.1o!teve..a1m. vota-de cen-
iianca! A r. .iiiria cntendeu que a poltica ra-
dical que deu ongera ao boulangisnor .mereca a
sua confianza.
Seria longo mesmo extractar rasa aess&o.- que
iOomttou.^KnKodepoi/das;duas.ihoraa' soler-
miuou s nove da noite. Forao numerosos os
oradores, mas nenhum Henea brilhou pela elo-
quencia.
\ cmara poder ainda votar darante os
mezes que he restara de vida, o miiiislerio oc-
rupar-se do expediente, mas alguma coisa Ialta
r.ao raeclianismo regular da repblica, e vem
a ser a autoridade moral, em a qual nao lia go
verno possivel. Diga embora.a cmara que o
miaiaterio Floquet merece: ainda asua-conlianca:
estaaenhuinialorlera, por issoque os dputa-
dos era sua maioria ha muiio perderam a con-
fianza do paiz. Nao por certo com-'uma sim-
ples ordem do dia que se levantar' opR-stlgio
t*-cesa*-ioaquelles,.quo>airigem os nayocios p-
blicos. Qouudo ura govarno solfre repetidas der-
rotas eleitoraes, como tcm soffrido o gabinete
Floquet preciso -ser-cego paranae ver Helias
a condomoavo da sua poltica ; a digoraade kt
esUdiBU.erik!naiqae--se deixe o poder em espe-
rar iIqstamigos dedicados um voto de conliam-a,
queso pode aggravar a situacao do paiz. E' la-
men tarel que o ministerio Floquef natr-tenlw
fita-o quedevenvascr, iMmaiikmentavelamala
que os seus amigos, em vez de,dar-!he urna con-
selho salutar, quizessem antes conserval-o no
poder, onde representa apenas urna sombra *
governo.
Admittindo qne o Sr. Floquet snhisse victorio-
so dos debate que tivi.Tam lagar na sesaa de
quiuta-feira passadajiinguen dir poreertouui
o seu {tabincifi consolidou-se ; a urova encontra-
se nos, discursos que foram pronunciadospelos
amigos, [telo proprw -presideate do ronsaiho e
pelos adaersarios do auaisterio. )s oradores
H o-iisuralr; o Sr. Floquet, .geralmeute altivo
sempre que falla, nao semostrou. brilhante. na
tTmomr,- ndor-eertameate o hamem habituado
a triumplaarde:seuaad'rerBarioe visando o (ipi-
tolio, mas 111 um mtaaido iuodedtu^.que vti.ao
loBge a rocha tarpeia. Nada, eloqoente, o
primeiro ministro limitou-se a jurar aos seus
deoses qne suas intencoes -eram paras esos eent-
sciencia seina/manor-manoha! Prometteu em-
pegar .eiaiaioreaesfriroos/para gewwiar meJhor
u appeiktii novamente para a infeliz.concentrac5o
dos republicanos que, se tem sido bem succedi-
do no seio da cmara, tem produzido tristes re-
I sultados para o paiz.
t)s oradocas, qoeeguiram-6u no Sr. FloaaeU
nao -foram mais brilhanlcs. Loage.viios Uatir
pos em que Thiers, Dafaure, Lamartine, Julio
Favre. Gambeta e outros enthusiasmavam pola
sna-eloqwmcia os-seos collegas-e o publico das
paieoas, e bom-aram a tribuna, rraoeeza. Bis-
cursouo Sr.-P. Gassagnac, oboaapailUlaintant
silente, que nao .era o mais competente para se-
duzir a cmara a votar contra o gabinete". Fal-
laran! depois os S-'s. Lajraerre, amigo particular
do general Boulanger; tobbard.aiocolaaantaBDi,
mas sem habito da tabana ; Madier de Montjeau,
que, apezar de. amito veltio, ainda consona tra.
eos di- hoiuem de 1848, e Clmenceau, que nao
pareca o poltico ardeate e incisivo, que todos
conhecem. O leader da extrema esquer-oVraost
trou-se vi-ivetoen'.e erabaracadopara defender
uma causa, que, alem de m, looava-lbe da
perto.
O que n&o se explica o silencio, que guarda-
vam Ribot, Julia Fcrrv, W'aldeck RousseaURou-
vior e outres. Votarm contra a moefio de con-
lianea, mas nao vieram tnbuna para explica-
rem o seu-voto. Casimir Parier e Caasagnaze-
rain apenas acto de presenga e conteutaram-se
de ler excellentes declaras oes ; melbor seria que
as livessem desenvohido. (Juando se tem a hon-
ra de representar, a grupo mais numeroso e mais
influente do partido republicano, nao s pode
fugir as discussoes. Aos hoinens, que ataaeo-
namos nao faltam o talento para dirigir uma^s-
semola e orienta os hesitantes ; de mais elles
nao fallariam somente para o parlamento, suas
palavras seriam ouvidas pelo]paiz. que os tegeu
e nao se moetra satisfeito da politica radical do
ministerio.. Um tal silencio pode bem ser inter-
pretado pelos adversarios, e mesmo pelos amigos
como uma nbdicaco. a maioria que obteve o
ministerio, scndo'de 33 votes, bastava que as des-
locaasem 27 para que o gabinete se achuse cm
minora. E quem sabe se a intervenciodo Sr.
Ribot ou a do Sr. Rouvier, nao seria capaz de
destacar esses votos ?
Come quer que seja, foram prolongados os'dias
de vida do ministerio Floquet. Os republicanos
ingenuos acreditam que o voto de conanca lhe
dar forja. E' uma verdadeira illusao ; o minis-
terio nao foi sustentado somente com o voto dos
seus amigos ; muitos .dputados nao votaram
contra, querendo evitar muitos uma crise nas
vsperos da abertura da exposigo, outros uma
dissolucao, nao podeodo contar com a leeleigio.
"A censervaco do gabinete Floquet, far crescer
o movimento boulangista e diminuir certamente
o prestigio da repblica. Mal della, se as pr-
ximas eleicfies nao forem presididas por um go
verno moderado sabido em grande parte do se-
uado.
O Sr. Floquet deu-se pressa em levar cmara
o projecto de .le, restabelecendo a eleipo por
districlos.
O deputado razeaux requereu logo a urgencia
para que a discussad Uvesse lugar imm^iata-
mente, dizendo que, quando uma aseemba en
carrega os seus ministros de confessaeal a sua
fraquasa e sua impopularidade, pedindo atb ou-
tro modo de eleico como taboa de sal vacio, s
lhe resta um partido a tomar deveretirar-se.
tdukeetortfejnte projeet*^aorre o risco de pro-
mover uma crise ministerial.
Esta; noite, ou arnaona, saaeremos qual o re-
sultado do voto. *
* '
(Cartas particulares).
-eviam teraido baoteiu_afcsigiiado3, para se-
rn publicadas amaa*ajiu.i>'ario do Governo,
aa-Acretos eaenecaao os Srs. Marianno de Carr
vaUo e Kmypbo Navarro, e.nomeando ministro
qupaiicommodai,a.a Alien-inierino da faasnda.o-gr. Baos Gomes, ministro
daamaras publicas u Sr. Eduardo Jase Coeliio,
0
ameaga
. Esta
tiveram to
a Allemanha.
Decididamente ella tem razo de imprimir
Deus por qps. >
uiauKidaaan urna-, (ruia^mntigoaaputadc-, e mamstro da marrana
iiaae mam-r. .
t -
dei'dimricto' nio-alri'(!iastal)elecer'sei-TiBM'Bova
politica. que sulisia^a aus seiw dvsejos. imoide
votar oanu voiavan uom o.-s-Tutimo de lista.
Com o voto aninomiiuiltriumpliaram o* repa-
blinunos m 1W7 ; .nao ha, portanto,1 raieao para
qaaadtmampieiniemiri^a,uomomesmo modo
de ebrieaosas-anti-republtcanos, n o rad*casmo
.-untinuar a govaraar.
vw-*i-8ide< fevtmuo.
.i.Na mina 'primeiva- carta dMf)0-lhe qae <> Sr.
Plaipirt linhii ifnn 1 ntitiln cmara oprojectoule
lu nealabeleccndo o escrutinio nninouinal para
a eteieo |r* dputados. A eamaisi nomeouj
ama 'Coaraasafto-de 11 membros para exami-
nul-o e dan pare:crcaio af-brevidada*po8siw;l
Sete .membroa-rios -nomeadea-aao ftworavvisu.
novo 'Diodo. de eteiya, quatro-sao contraria
Estes ao pneeisanrente quatro radiroes e dos \
maigideaicudo8n(i'iDmtario>aataai! E -1-- ad-
iiiirurqiaiiiisiiiiui*.da situar-v as qnese neham
doraiaaaaaipflloipeBMaraeBto'i:itinio do radiealis-
mo, ejrtepiojJngitamaiite brigadus aMiombater
aa aauaBanaprioa actos: unas e facit de compiM'-
hHndeaiqaK-sittiroa e -wAexiveis'repuldixanoa-e'x-
perhaentam. a maior repaguaucia em -aceitar as
ideas :do SrChailemtW-Lacour.qmquunt o-es-
crutiaoimn ciandeasBs hamens e do seu enfmquecimeao
moral.
fls honmna da.politicaactualj que fazem garbo
em menoscabar os verdadeiros noraens de esta-
llo, presantes e passados, estao^reduzidos a cou-
e-sar.que mida.tmtendein dos pnilileraas tbeori-
cos, que ja>spBoialidadedos publicistas, por
qee udoptaraai oescrBtrnio'delista eomo uiaa
eondirijiainf #ta non da vitalidade da repblica,
e hoje encarara esse meam escrutinio como um
gerinea de anemia.,que natJttra suamiopte.
Este .prajaclo dotirt Floquet nofio>o;-foi
iipreseatario no principio da sessopelos depo-
lados'moderados Ribote-Boisset. Acommissiio,
que o esaininou. admiltioqau fosne tomado em
coasitera^aa pop ser a-qwMtsioda aitaumoortan-
cia,iaflHeclarou-se(jontrario-aoprinuipi). Dea-
de imiiio. pui-m. asQpinuies-eomei.'aram a inodi-
'Dcor-se-. vista-dos-aeonecimentos :-Aeleiyo
uatimado general fioolaoger veio-converterraui
tos dputados at euto enthusiastas do esernti-
niodethsta,, qae asma hoje decididos a queimar
aquemaoruvam ha ainilu bem pouco carpo.
A le, quB:setratad-iTotar, 'boa.-mas tem
defeilo de ser apresenmda um pouco tarde. 0
mal produeido pela-politica radical, tem creado
ratzes tao praluiulas, que nao pode ser carado
(-oui'.'Biun sinrrile* modnnca nai lci-blei*oral. ;Us
dous escrutinios nao sao mais do que-os nwios,
mais ou manos ullicjzfs, dr manaliwiar-se e-sen-
timeatQpuWioo. hendomssim- a foFma do vol
cousa secundaria, desde qne .no^e procurou
coiivenoer. a capirisa-idos' elettores: Quando um
governo pretanda conquistar o voto da popula-
gao, nao pode empregar maior forga governa
mental .e nioral do- que amaboa-politifiaj que
convpoad aBa^anafDa das aidados e satisfaga
a seus inlmvcses.
O escrutiuio; por. dt.-iceius Hma.hoaQOUfla-
poe o elettor em contacto rom o seu represen-
jaide, e libwi'taH do juno*ts 'potentados-:: l>a d-
ser votadoi uao padace dvida. Reeeio, porm,
como j^isse, qBP'.'euiuium poueo larde.
O.minish^io-iidll'fe.tt-tMaa' modifieaco ; foi
substituido o.,miuist#o la.'pjs!ea-pulo.dc>wa"lo
(uwt-Utesi'ue. que -foi em outros lempos um
buapartisla eaalti.do. 1 Esta moduu^o ka- u:u
verdadeiro ^n'mtient vwnls*. porque .-desde., ul-
guns dios corra que o Sr. Floquet ia reconsti-
tuir o seugobiete paratoniai-o forte e capaz
de resistir todas as tai. nenias. Dcsapoula-
mento,geral I .
iz-se (pin foram infructuosas as toatutit.as.do
presidente da tonselbo. porque com. ;< .cmara
actual iiioMuam doaeja ser mikiistro. >e an&ira
,. o Sr. .EJoquet ter de coBteatar-.se com o mo
guardados ollas
Na cmara caasou verdadeira suepreza a es-
colha do actual ministr da- justja, conbecido
apenas como relator ta le militar quando dess
postodemittio-seo Sr. Labordre. Como qner
3ue saja, o Sr. ttessaignor nao pode .-er xmsi-
.irado-iuteriorao seu antceessor, que nada.feE
de noiavt-l. no seu ministerio.
J ah deve sur aoobeeido olim trgico do harr
deiro da coroa da Austria-Hungra, genrodorei
dos belgas.
Ha via apenas Ates- diaa: qae o prinnipe tinha
partido cora abjums amibos para entregar-se aos
prazeres da caga quando um telegramma. che-
gou a Vienaa annunciando a sua raorte devtda a
uma-congeslo cerebral, ou a rnpiura de um
auaurisma.
Esta foi a primeira versio, qual deu-se
crdito allendendo robusta coustiUucao do her-
deiro da cora. A autopsia demonstrou porem
f-que a-morte fonroceasionadapor um ferimento
por arma de logo, e d'ani appareceu a idea de
suicidio : segunda verso.
Annunciaram depois os novelleiros e os jor
naes que tal suicidio nao houvea, que o princi-
pe- tora morto em- doelo, segundo outros s- 6 hoi
rasidamanha. ao soltar pela janella>de uma
casa-'inuJe passara a noite nos bracos de uma
mulher. Assim se passaram alguns: dias sera
que se podesse saber como morrera o lllho do
imperador Francisco Jos. Hoje est esclarec*
.do o mesaerio, e.niuguem contesta a historia se-
guiute : #
O principe entretinha desde algum tempo
relagoes illicitas tom a baroneza- V, consi
derada como, uma das mocas mais formoaas da
alta -soeiedaae de fieona." O tacto-era sabido, a
cunta-se qaa por vezes em termos vivas a prin-
ceza saaaiulher o mesmo o imperador uxproba-
ram ao principe Rodolpho uma tal conducta:
A paixo porem era profunda ; as ameagas da
prraceza de que deixaria Viemra, preferiado ir
viver na eompanhiade seus pas, os conselhos e
a autoridadedo imperador nenhum effeito pro-
duziram. O principe, cada dia mais fascinado
pela bella e encantadora baroneza, chegou a ter
idea de diverciar-se da mulher legitima para po-
der casar-se com aquella, que era a sua amante.
Nao podendo conseguir o que desejaiva, porque
ao divorcio oppunba-se o unperador,; decidi sa
a morrer, matando primeiro a mulher com. quem
desejava viver.
Segundo se conta, a baroneza achava-se nq
lugar em que o principe devia eacar com alguna
amigos e tinha paseado a noite em um castelo,
propriedade do archiduque Rodolpho. Pela ma<
nh3 um creado particular sentir um rumor in^
slito no quarto, e logo depois distinctamente
dous tiros. Correu immediamente e foi avisar
os amigos do principe, que com o dito creado
atiraram-se porta do quarto, arrombaram-n'a
e encontraram os dous amantes entrelacados na
raesraa cama e j mortos. A baroneza apresen-
lava um ferimento mortal nas coatas, o principe
tinha os ossos do crneo fracturados pela bala.
Este drama lgubre a reprodugo do que se
passou em Argel, ha anda bem pouco tempo, en-
tre o estudante Chambige e a mulher de um en-
genheiro, eom a differenca porem deque apis-
tola do principe nao falhau, como a de Chambi-
ge, que foi condemnado a cinco annos de prisio
ando devia estar sequestrado em um hospicio
oucos.
pars, 14 de Fecertiro.
a imvai*-Esiu4Aido a ama passa
qu
del
Todos os jornaes. nacionaes e estrangeiros,
escreveram artigos, lamentando o (ira desgrana-
do, que teve o archiduque Rodolpho ; as folhas
parisienses, que tiuham o principe em alta esti-
ma como um amigo da Franca, nao lhe ponparam
elogios.
A Lrdame publicouha dias um artigo, que
nao deixa.de ser curioso. sok> titulo La Chance
de VMlemagne. Vou tradu team.
imvaiA-tlsluJdudo a aiuaac passa actual-
meMlwaftWie, 4)4o dilBil-aonhecer que esse
paiz ada---- a bracos <;tnu serias difficuldades,
como sqjam-cj-uie .politusa, criao eaonomica e
crise fraanceira, que resultara da mesma causa.
quu-aolTae a- Italia a consequencia da poli-
tica, qae lhe impozeram os seus liomens d'Es
tado, que e sera contraria a seus sentimento,
s suas Iradices e a .ws fiatereases. Os etfei-
tos dessa poltica.apparaceraia raaia-rudoenrais
gravemente.do qua.t>o eapaaam. As doaurdens,
3ue acabara de dar-se nas nas da capiui e em
versos, pontos da peuinsula, u uiaif-sUigoes
dos operarios sem trabuluo e a dos .agricultores
que nao tem que comer, tomaran um carcter
grave enccesuavam.a iutervengo da Torva ar-
mada! para reprimibas. Para calmar as Diussas
agitadas foi preciso que as autoridades preniet-
tessem trabalhos remuneradores ; nao bastara
forera esaas promessas. nao. se improvisa o tra-
alho e.aalvo se o governo flaiaer ewamtaat olli-
ciuas e fabricas nacionaes, como fez a Franca
em IS18, e que nao produzio os resultados de
M-jados. Essa medida, alem de estril, serjpe-
rigoaa. porque pode vir a crear tfeos .onde se
fomeoUmi terriveis iosunreiges. De outro lado
fallara a- alia os recursos para erapnHieader
grandea tr:ibalbos de utilidade publiea. A prava
est ua miidia. que toiiiou o gjverno, sustatido
e adiando empresas de alta importancia, que
fariam trabaliiar esses meamos bomens bornaas,
que boje gritara e fazem desordens nas ras de
Roma.
O orcemento-apresenudo ha dias pelo gover-
no cmara nao. justifica o optimismo do Sr.
Maguara, ministro da fazenda. O delicit de
lili.milhes peuco mais ou menos. Como fazer
face .a esseilerrivel inimigo ? Porque raeio ?
Os dputados mstrarai>se aurprandido e nada
contantes quando lia foi revolado o estado das
tinaugas do paiz. A coraniissao ..doorgumento,
nomeada sob to .trete revelago. daolarqu-se
lioslil politica do primeiro.ministroCri-.i.
A QOgam do raal> bera conivcJa, iao poie
ser Cuntestado. A triplke aliiao^ obrigod a
.Itaiia a.despesas exagerailoSCm. armumenos
exeessivos, que nao, pbdiam supportar os seos
recursos. O exercito e a marinha absorveram
sommas euiinrac, qu-; hoje fallan para oslraba-
Ihos de interesse econmico e social A Italia
est pagando caro a honra de ier parte da liga
das duas potencias cenlraes da Europa. O seu
orcamenta nao pode mais supprir as costosas
eageuciaa dessa associaijic', e ami.i.iiiijBdiiiatilr
o .que se est paasando uao eaaslitue aoaa.o
primeiro periodo das difticuldudes. O futuro o
mostrar.
A Italia soffre, por que iuconscieni'
affastou-se da poltica, que por muitos annos
havia seguido com proveito. Todas assuo.-re-
lages naturaes.aobo pontode vista da af&nida-
les maraes e dos du teresses materiaes nao es tao
por certo do lado do norte: ella oommettou a
imprudencia de-seguir caminho diverso, e est
hoje pagando as uonsoquencis de emelaante
erro.
u que,mais surprende na conducta dos seus
Immens dt ?ovecao que nao teaham corapre-
hendidoas complieages uconoraicas e linancei-
s a queexpunhaui o paiz,!engaiaa4o-o sem re-
servas no circulo da politica alterna. Separar
se da F.-angac mesmo voltar-se centra allanas
questes de politica europea era por certo la-
raentave^ atteodendo vellia umiaade, que iligava
as duas nages, mas nunca a Italia devia ir mais
longe, como fez. Euiprehendeu uma politica
colonial, que pela forga das oousas pedia dar
lugar a incidentes, uuis-ou menos serios, entre
Roma e Pariz; perturbou as boas relaces deis
povos nas costas da Tunisia ; denuociou linal
meiUeo tratado de coiomeiGio, que. ttaba a Fran-
ca, e toniou Lnpossivel a coQClus de ura outro.
tomando com os Estados ligados. pela triplioe
allianca coraproraissos, que nao poiliam cumbi-
nar-se ojn-os interesad; legitimo das duas
naces.
fia denuaciago do tratado de commercio com
a Franca provem ear grande parte a crise. que
atravessa.a Jtalia. Sao mmensos os males,que
o rompimento ou pelo.menos o enfraquecimeato
da relaces comiuc-rciaes dos dois paizescausou
agricultara e industria italiana, liois annee
apenas bastaram para que se des.iem perdns
eoasidenueis, afleclando prufaudaueute o paiz
na sua produeco e uas suas tinancas. As ex
portagoea ihuiifluindo, a Italia ra'io mais, como
em outros taupos, oradora ido estraagetro, so-
bretudo da Fraaga, eachf-se j embnrarada por
pajr-ir no estraogeiro-os caupons de seus eiapies-
tiraos. dos aunes mais-do um quarto ivpresen-
Umdo Wt mil lios sobre aBii acha-se em mao de
franeeies.
A tranquilidade parecerestaboleetr-seeui Ro-
ma,, mas presiste litaa. a^itaso surda, que nao
dexa de aeuatar os habitantes da cidade eter-
na.* O muamo succe.de em miras regidos,, oiide
existen: as inesmas cansas puoduzindoefTeitos
idnticos. A Italia exporta*aannuaJineate para
a Franga por 300 milhes de mercadoriasraiites
da denuuciagao do tratado de ommereio. Boje.
segundo, documentos ofliciaes. s a e\poetai}o
do vinhes, que era de 3 milhes de hectolitros,
foi apenas de Si mil hectolitros do 1J de Mar<,'0
a 31.de Dezeaibro de 18SK. Nos mezes le uu-
tubro e Novembro a expoctac/10 lod fui de. 305
mil ihectolitros, quando em W87 hav.a sido de
676 jnil iiei-lottros. Na portanto.deadaiirar
tudo quanlo se est passando n'aquelle paiz.
A discusso, que ter lugar hoje na Cmara
acerca dareviso da Constitukgo, considerada
com justa razo corao>uma grande batalba, que
poder decidir da serte do ministerio.
O grosso.das tropas KTisienastas, ,os hamens,
que raclamavam. ardentemente a reforma consti-
tucional, os que ha viam inscripto na sua. han-
deira a' palavraReviSo. nao querem mais
ouvir fallar era semeltiante cousa 1 Tmpora
Hmtantiir.
, Diz-ee, nao sei com que fundamento, que. a
uaior parte dos membros da directora da Di-
reito esto decididos a votar contra as conclu-
ses do rotatorio da commissao, que conclue pela
couvocaco de uma Constituinte e eventualmen*
te por um referendum popular. Ajunta-se mesr
mo que o general Boulanger intervir no debate
e combuter os projectos do governo e da couit
misso.
Foi com verdadeira sorpreza ane o publico
acolheu hoatem um artigo do deputado P. de
Cassagnac no seu jornal a Autoridade acerca
deste assumpto. 0 deputado bonapartista com
a altiva franqueza, que o caractensa, declara
bem alto que, com quanto partidario decidido
da reviso, resolveu-se a votar hoje contra ella.
Considerndose a influencia que este bomem
exerce sobre os grupos da Direita, deve-se pre-
ver que muitos de seus correligionarios polti-
cos, seno todos, votem com elle-
As razes, que dictam ao Si1. Cassagnac essa
contradiegao entre suas conviegoes e o seu voto
nao deixam de ser serias. Formuladas em re
mos violentos, que nao approvo, tem poi basa
uma verdade incontestavel. A ventada a se-
grale : Uma Cmara que est a concluir o seu
mandato, nao tem mais a autoridade moral ue-
cessaria, nem para fazer, nem para desfazer uma
Coustiluigo.
O deputado Cassagnac nao visa, vetdade,
esta observacao de principios; elle tanca o dea-
preso sobre a Cmara actual, que considera con-
deranada, reprovada pela opiniao publica, qae
nao representa mais a Franga, aem tem qeatida-
de para agir e fallar em nome do paiz.
Nao sei como- votara a Cmara, mas a rewsao
monarecaameacada-iie naufragar. OSr.'Wo^
quet, qae imprudentemente aprsente e saataa-
P< IRTUGALLi$wr.2i de Fevereiro de
broa tambera o Sr. Fre
que.depois de inuilas combuiages, o
f Sr. fteaaaao .lian o, eniraalmu-o e par do reino
cfca.
oppcrtOTTt' Conhnna-se a noticia de que o Sr. Jos Joa-
quim de Castro, apezar do seu estado valetudi-
nario, que allegou para ser exonerado tatebem,
continuar gerindo a pasta da guerra.
Assim o ministerio recoraposto tica assim ti
mado :
hrtimm e rein-: Jos'Lriciano de (^slr^
Justina : Veiga Beiro :
Fazenda-c E$txuit8iri)s : BuiTas. Comes ;
Marinha : Fredenco Ressano Garca :
Obras Publica: Eduardo Jos Coellio;
Huerra : o general Jas Joaquuu de Castro.
A crise aorio-se no domingo 17, ou na espera
norte, eomquanto venham de mais longe as ori-
gens d'ella.
N'um d'esse? dias os uiiuistros- daifaainil.r
das obras publicas annunciaram em conseliio o
seutirme proposito de se retiraren) do piliinc!-,
c o conselho admittio em principio a couveuien-
cia do, ansa recomposico, que se effectuasse ar-
tes da abertura das clrtes.
'iodos os miRistrcs declararara ao presideiiie
do conselho que dispuzesse das suas pastas pira
que elle dirigase a recoraposigo como enten-
desse.
O Sr. Jos Luciano de Castro mamfestou desde
logo o proposito de proceder em tudo na mais '
perfeita couformidade com os seus collegas de-
missiauauos, assim como elles^pornua pane,
promettaiara prestar upoio e auxilio aos seus
successores.
A situago nao seria alterada seno jias p"cs-
soas, aflffl de se nao roinperem a tradfc^o e a
solidariedade gobernativas. A recomposi^o nio
sigmticaria, de modo nenham, iiiodiiicaipo de
ideas, ou de praticas polticas. Accordou^se ara
d'isto, cm conservar sob reserva asresoluges to-
madas, em primeiro lugar para nao perturbar,
com a mudaoca de ministro da fazenda, a sub-
scripcao doemprestimo de 4 1 0, em segundo
logar, para dar tempo a que o Sr. Nararro, ent.o
ministro das obras publicas, liquk'asse a qaes-
tao da coinpanhia agrcola do Norte.com cajos
fuudaaiaeea-aaiava j ata conforeneia?.
Tudo isto se coaservou un..i^id>. tanto
quaato*:r puesiiel. Bnan-kiata>oSn JasJaiciano
aada*a:.-traa!*! de procurar iirns collcgas
esta misso foi ampliada, porque o ministro da
guerra,, logo que soube da prejectada recoraposi-
go. altoaaa osen inoestado^e.sadeTpara tam-
bem pedir que o exonerassem.
U.6r. Jos I^uiano convidou o Sr. Rodrigues
de Carvamofpar do reino, e e:;-presidente da c-
mara dos dputados 1 para tomar conta do iniuis-
terio das obras publicas. E como aqu lie cava-
Iheiro recusasse, oll'erecendo-lhe tambem a da
Justica mais apropriada nao s s suasaptid
mas tambora isua antiga protissao, projectpnd
11'essc caso, que o Sr. \eiga Beiro succedes;
aoSr.EmygdiO Navarro.
Mas o Sr. Rodrigues de Carvallio nao se
ven a acceitar. e iaim tidon indeciso en
provimento da pasta das obras publicas
A pasta da fazenda foi offerecida ao Sr. Bai
Gomes, que se excusou aaccumulal-acom a ddj
estrangeiros. Muito instado, lembrou para o sub-
stituir 110 encargo, ou antes sacrificio que lhe era.
exigido, o Sr. Antonio Augusto Pendra de Miran*
da (par. do reino e mitigo depatudoi ec/imo < ste
Cavalheirose nao presia.-:s(' ,1 substituico. litay
ederieoRessano(,.i'c:a. at
Barate
Comes acceitou provisoriaiieute gesencia -tf
na:i. cu',;, mas com a condico ue que o Sr. Ras-
ga no Gama entrara para apasta da marraba,
mw que- par-a >faser lirochuo. pa^sarrda .-l'aqoi a
algara tempo para a da.fazenda. Assim se as-
seutou.
ReataA'u iiirover pasta das obras pubhcte;
deliberou^se o Sr Jos Luciano deCuaU-oaiolle-
recel-a ao Sr. Eduardo Jos Coolho, por se -en-
tender nao somente que este cavalheiro reuna
os predicados necessarios para tal escolha,oKis
tambem qae era iudispeusavel ir buscar cma-
ra dos dputados o ministro que ainda fallara
t'ecmnposieo, por cerera pares do reino todos os
outros inmgitados.
E' ponto aasentopois.que o Sr. Ressano Gar-
ca paesar para a fazenda, cujos trabalhos di f-
hciluiente- podem accumular por largo lempo
cora os da pasta dos negocios estrangeirosv e
rollando eiitaoa Sr. Borros Gomes para a ma-i-
nha.
yumnto pasta da guerra, o presidente do ;on-
selho instou com o Sr. Joo Chrysostomo de-Abrep
e Souaa-(presidente da cmara dos pares) para
aceeital a,e por algum lempo houve esperanga de
-que a acceasse ; ltimamente, porm, reaeou-
a, pfopondo em seu lugar outro cavalheinr, que
lhe merece a maior conliauga. _
Resolveu-sedefinitavamente a combmagomi-
nisterial,- cima ioditaila, por ter o Sr. Castro
annaido a conservarse na gerencia da pasta a
guerra.
Esta pouco mais ou menos a versa j do iiia,
que veio contar ao publico a historia da crise so-
bre cuja exactido completa, entretanto, o wmi
Popular, pe suas duvidas.
O Temps diz que deve soffrer grande abalo a
situago com a sabida dos Srs. Marianuana'a.Csr-
valbo eEmygdio Navarro.
Dous liomens de valor intellectua!, deentr-
U ica,iniciativa e de inlluencia poltica (diz
la folha) nao podem fucilmeaie ser s u
dos.
Segu a apologa dos raiistros-demis
De tudo isto se colheque a cora tunda 090-
cedidoo adiamento e a recomposieao, derer
qu-- tambem conceda a dissolucao das crtesj e
assim se julga que ser, tendo o adiamento de 2
met.es servido para o governo se recomper e
pn-parar-se administrativamente para as eleifes
geraes, isto para reparar a -machina elettoeal.
Sej a como for, o ministerio, que ha dias com-
pletou 3 asaos de existencia, vai entrar do seu
segundo < periodo, nulrindo o partido prognes-
sista grandes esperangas de sabir, protoirgaado
por muito tempo ainda no poder, gragas com-
placencia do poder moderador, gragas tambem
aos documentos negativos de seriedade parla-
mentar que ios regenerados do grupo serpaeeo
tem dado na cantara dos dputados n estas duas
sessoes principalmente.
Quanto questo vincola, houve novas con-
ferencias e resol veu-se, de accordo com os fun-
dadores da companhia vinicula do norte anuul-
lar o contracto de 5 de Dezembro, prescindindo
a compaahia do privilegio das marcas. OJsuo-
cessor do Sr.-Navacre. quejba de aasigoar o novo
contracto.
A subscripcao em Lisboa,, do emprestimo
de 4 lr2 foi superior a 20.-900 ttulos.
Teem sido apresentadas converso quasi
todas as obrigacoes de 1878 a 1879,1886 a 1887.
No Porto o total- da subscripcao foi de 10:020
ttulos.
Por telegrammas de Pars consta que alii cor-
reu perfeitamentc, a subscripcao para a conver-
so portuguesa a despoito dos cartazos '.diffama-
torios em grandes lettras de palmo dos porta-
dores dos ttulos de I). Miguel.
Da Allemanha anda nao vi noticias.
O que se pode j diaer que este empre^umo
foi subscripto urnas quatro ou cinco vezes, de-
vendo haver um rateio.
No da 20 do corrente, pela manb, re-
unirara-.se partteularmeute n'uma espagosa sala
dos pacos do coaselbo em Extremoz os lavra-
dores de Evorata Beja afimde resol verem sobre
a atliaeque Ibes cumpria tomar no congresse
agricola.qne devia elTeotuar-sc naquella formoaa
villa'aleotejana.
Deliberou-se cooperarem toaos para o bem ga-
fo gindo a discussoes pessoaes.
'






'x

r^
tPiirtiroms 11 e 1|2 paraesugo do camiobfl
de ferro aliui de esperarem S. --o Pnncipe Real
a cmara municipal e a eoiMis<*ao nomeada aa
vespera pelo presidente do congresso, e alem
d'isao, uma forcde cavallana.
Aa-meio dia S. A. R. den entrada aa sala da
congresso, tomaadoo seadugar eproferindo e
palavr Lw
- onmeiro Juaar o'
i
m


W

3

P

agradecer-o amavel convite:
os lavi-adores oa Jrtesateje rectjaMaraiqt. a? o o
melhor meio de obter o que desejamos &&r rea-
oio: agradeco terem comprebendido que eu
tambem desejo se chegue a obter o bem estar, e
O dosenvorvtmento da agricultura da noss tSo
amada patria. Est aborta a scsso
O Sr. Calca e Pina oceupou a cadeira da pre-
sidencia e agradecen a presenca e as palavras
do principe p.'aquella ses.so inaugural, t
Faltarara depois os Srsconde de Ficalho. En-
sebio Nune=. Torga I e visconde da Ribira*r.rva.
3ue-dinirii' os oradores precedente este pe-
ido:
T Deixemo-nosde tamurias e entremos em
trabadnos praticos.
E em seguida propoz a nomeacfto de urna
commissao para estudar. immediatamente as
bases que n aquella niesma sesso se estndas-
sem.
Etegeo-se depois a commissao para elaborar
as bases dos estatuios da confederaco agrcola.
Foram noraeadns, para a compdr, a mesaos Srs.
Ande deFialho e Souza, por Beja; Margiocbi e
Wattos, por Evora : Rasquilha e Nuues por Por-
ta legre.
liitcrrompeu-se a sesso que foi reaberta s 4
horas ; leram-se as bases propostas da confede-
raco. Eil-as:
1. Confederaco agrcola do sul e unio de
todas as sociedades e centros agrcolas j consu-
midos e receuheeidos actualmente, e d'aquelles
que vfHlwra a forraar*se, quandosejam admitti-
dos .pela confederaco ; o modo de representa
gao de cada urna das sociedados ser .ulterior
ment1 lixado; 2' os fins da confederaco con-
sistem i'in assegurar a proteceo, o desenvolvi-
uiiiito e osinteresses da agrienRar i p promoTer
a justa influencia da classe agrcola nos negocios
di administrac-Qo e fabrico que se prendam coui
os seus interisses ; 3 nomear-se-ha urna com-
missao cncarregada de elaborar o regiment para I
os trabalhos da confederaco. regiment que de-
ver ser lido c votado na suu primeira sesso:
4 a oomraisso rodigir no praso de dez ajas o
projecto>do regiment, quesera communicado a
todiis as sociedades agrcolas que fazem parte
da romVderacSo : 5* o prximo congresso [rea-
liser-se lia em Evora, em Abril do corrente au-
no ; i' i conlederaco eleger em cada urna das
suas rnimilii a mesa que tcm de presidir a ses-
, sao seguinte, e eacolber a torra onde a mesma
sasso dever realisar-se: 7- a confederaco re-
solver opportunamente o modo de relacionarse
coni uQtras sociedad1 : ju ronfederacOes agrien-
la'fdo reino
Estas bases fcram appfovadas.
Nomrou-se urna commissao para vir pedir a
el-re providencias contra a crise agrcola
Sus; i- i sessaoas 3 da tarde, proseguio s
8 horas da noite.
Discutise ento largamente a conveniencia
dejconcorrirem os distnctos do Sul do Tejo ex-
p> sifS i de l'aris.
F;i!laram anda os Srs. Ribeira Brava, Pinto
E Itoo e Pedro Vctor, o qual propoz que nao
podemlo ser urna (-xposicao agrcola, fosse pelo
OMncs viuicola. por ero'vinh o nico genero
ni i Franca importa de Portugal.
Fallaran! depou os Srs. Leonardo Torres, Isi-
doro de Souza e Bretiandos.
Decidiram atinal eonenrrer exposicao. recla-
mando auxilio ao governo e rejehando teraai-
uaemente a intervenro da Associaco Indus-
trial.
Foi encarregadode tratar do assumpto a mesma
commissao que ha de pedir a el-rei previdencias
a cnse.
Acabou s 10 hora? a sessfl com.vivas con-
fedrago agrcola, agricultura, ao Principe
Carlos, familia real, terminando os traba-
do congresso
lijatem. a cwimissao representante do c-n-
-,to de Extremos formada pelos Srs. conde de
ertiandos, Margiochi e Pinto CoeHio conferen-
On tarde com o ministro do reino e o Sr.
Visconde deMelicio acerca da representado da
agricultura portugueza na Exposicao de Paris.
Reuni se tambem a grande commissao de
le.'adada Real Associacojae Agricultura, ineum-
" ida de promover a exposicao agrcola portu-
upza no grande certamen de Paris.
Esta commissao lendo procurado o presiden-
te do conseibo de ministros e solicitado mu sub-
idio pecuniario paca realisar aquella exposigc
' leve do primeiro ministro o mais favoravel
acofltecimento.
Sao grandes as adu-'.-e- dos agricultores desde
^que se soubc que a couinussio traualbava- n'este
^emprehendnento importante. 't
Reuni se liontm a DOte no rainis'erio do
reioo aassemMa geral do Banco de Portugal.
Constavaque se tratara de opposicQo ios actos
do actual conselho de admijustracai.
O Fifiro chegado ha poucos das d a no-
ticia de que o Sr. Dr. Aires Ferrera do Rio de
Janeiro acaba de instituir um premio de ."0:000
I'rani.fv-desritradoao e*p*wtbr ptiTtns'io* "*fn*.
na hx)H)-icao I ni versal de iaris, obtiver a mais
aria dr-iinccao.
a co ipanlua portugttta do Zuin- tedio lo
ccnitOt de iv'is (fortes) ao governo para oceorrer
as san dilliculdades linaueeiras.
ilosi! que o Sr. Jos Julio Rodrigues lente
du K-ivl MVtbeeboica Me publicara biogra-
mphia do prfeBSOr Roberto da Silva, ha pouco
Bdlecdo em l'aris, memoria do qual o gover-
no portugin'z \ai mandar erigir um mouumento
fcebre." Roberto la Silva era professoroflicial
ile eMaca em Paria.
-.Raunio-sc ba das em sesPo extraordinaria
da Sueaaro dos Vdvogados de Lisboa, com. o
ti:n 46 inaugurar o retrato e ler o elogio do lal-
lerida o.-i 'lario perpetuo.Sr. PaaloMidosi.
Leu. :><':o.'io histrico do fallecido o Sr. r.
Ta. v iros.
io o ministro da justica, Sr.
VeL'a Beo. .
Ki,iiara municipal de Santarm redigio
urf.AT '. -' ntaco contra o aproveitamento da
p..;,, Tejo pelo caminho de ferro de
.;<- aquella cidade.
M'-im : i co sta, a companhia coacessionana
r- i em \' speras de abandonar Santan'-.n como
;. di nltu, c estudar urna nova directri que
leve projectada liaba de forra Novas, onde,
cm vez dos "iiibarucos que se teem levantado
cm Santarm, ella encontra a genenidadu das
Com. tudo uto nao eatamos muita satis-
feitoa, porque a alguns das eatamos so
frendo o que outf'ora soffriamos, o sol
abrazador e o calor asphixiante.
Se nSo nos pparecer outras chuvas, se-
melbantes a dos das 11 & 1'2 estamos
mol.
No da 14 falleceu Jos Maxiaiiano l'e.-
reira Pcitica, que guardava o leito ha
rauitos das. Muito mogo.anda pois apo-
nas contara 27 annos, era o finado un*ino-
ro estimado por aquclles que e conhe-
cem.
No da 25 do cerrente no lugar Gramcl-
loira deste temo foi preso pelo inspector
do quarteirao o criminoso Antonio Barbo-
sa da Silva, pronunciado no termo de Gr-
vala.
Do da Io de Janeiro deste anno ato o
da 28 deste. niez foram dados ao registro
civil:
Nasciuientos 67
Casamento- 20
bitos 44
PAO D'ALHO -5 de Marco.
Jllnu. Srs, redactore do Diario de Per-
lambuco.Rogo a Vs. Ss. o especial ob-
sequio de insenrem, no seu muito con-
ceituado Diario, a triste noticia que
passe a expor.
Fui informado por cartas vindas da cida-
de de Olinda. de que no-sabbado 2 do cor-
rente mez, as 5 horas da tarde, falleceu,
unquella cidade, ondi!1*insidia, o alferes
Joao Paulo Nanos de Mello, victimas de
graves padeermentos. que uhimanrente o
accommetteram.
A par da vida publica deste cidadao,
que acaba de ser riscado do numero dos
vivos : c na qualidade de scu intimo ami-
go, nao posso deixar de registrar alguns
tactos, que lionrain as suas cinzas.
O finado naseeu na referida cidade de
Olinda em- 26 de Junho de 1833, e voio
para esta de Pao d'Alho em 1856, fixaudo
reridencia at 1886, quando regressou
sua trra natal, tendo aqui morad 30
annos!
Era casado, e filho legitimo do tenente
Antonio. Nunes de Mello e D. Mariana
Lea Maciel Monteiro, j finados.
Logo que para aqui chegou filiou-sc ao
partido conservador, em cujas fileiras sem-
pie railitou, nunca transigindo, nem mes-
in as occnsiSos mais criticas de sua vi-
da, isto quando se achava no ostracis-
mo. Exerceu, primeiramente, por mui-
tos annos. o cargo de escrivo de paz, e
depois ontros cargos de cleicSo popular.
Foi escrivo d orphaos interino, por
alguin tempo ; commandante do destaca
ment desta cidade, na qualidade de alfe-
res da antiga guarda nacional deste muni-
cipio, commissario de polica e subdele-
gado do 1 districto, durante quatro an-
nos sem intcrnipcao de exercicio, portan-
do-se cm todos estes cargos, com pericia,
honradez, digniclade e justica.
Durante cinco annos pouco mais ou
menos, fei curador geral dos orphaos, car-
go que tambem oceupeu com pVoficiencia
e zelo, devidos i 'sua culta iatelligencia e
longa pratica da vida publica.
Xa qualidade de quartcl-mcstrc interi-
no do batalho da guarda nacional deste
municipio, seguio em 1874, com urna ex-
pedirao do mesmo batalho para o sertao,
afim de restabeleccr a ordem, que se'
achava alterada com a revolugao, denomi-
nada Quebra Kilos. -
Com a subida dos conservadores em
1885, coube-lhe o lugar de guarda da llu-
minacao publica do 7 districto dessa ca-
pital, sendo, pouco tempo depois, remo-
vido para o 1" districto da cidade de Olin-
da, onde flieceu na mais extrema pobre-
za legando apenas a seus descendentes
um nomo honrado!
Era bom amigo e bom cidadao !
Perdeu, portanto, o partido conserva-
dor um valente soldado, cuja morte nao
cessarei de lamentar jamis.
Deus se compadeca de sua alma.
REWSTA DIARIA
PERNAMBDGO
O gov 'UO-da Repblica Argentina, acaba
de '-onceder autorisacao ao Sr. LuTz V Je Abreu
para estabi'lecer urna" linlra regular de vapores
entre Buenos-Ayres e Lisboa, fazendo escala pe-
los portos principaes do imperio do brasil.
Esta autori^acu foi devida aos esforeos do re-
presentaWe di- MMpl nessa raaitaJ #s boas
propostaa da sociedaM capaassiora, segundo
um niUiante artigo publicado pela 'azela Por-
lugiv za.
A noa empreza compronuiitc-se a fazer duas
B! DKudaes, entre aquelle< portos. man-
dai construir wraesse iiu ubi uuinero sufli-
cicntadevap I los de lodosos elementos
modernos, devendo ser pelo menos iguaes, $e-
no flepefiores, em U'iocidade. corotreeeSo, to-
nelagin e commouidades,aos melhores, que hoje
guzain Vtjantiro. .
r rle d*r- n- l,r'!:
lentana.il r aquella insignia, rihto que, ate ago-
ra, nao entravam noRlo da Prata *aparea>de
grauil :.!!. lagcta Jesta oa$ao
de
a uiiv ij-
1,2.^0:000
625HX0
325:000
PEBNAM-
l.ondwn A Brazflian
ted
Capital do Banc>
Pago
Fundo de reserva
BALANDO DA CAIXA FILIAL
BUCO, EM 28 DE Fevekeiro DE 1880
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Emprestimo, eontas eorrentes e
outras
liarantias por eontas correntes e
diversos valores
VjMtk em moeda corrente
EM
248:884::t0
1,202:5025640
2.32OHIi:tV0
694:6844890
180: U52 5250
LVpito :
Km conr; oorrent.;
Fiso-c pnr avisa
I'assivo
743:497*350
1,047:5624680
1,947:2381640
1.^03^80030
Garantas por eontas correntes e
drversw valores 1,884^144780
Uivrrsas eontas 1,199:0(153730
Utra m pagar 70:3574880
4,947^384640
IVrnambuPO, 7 de Jrcft m- 188*.
W. H. BVton, manager.
floto G Kmg. acting accoutani.
*
i
C'rro|M*iMl*iwia ti Biark
l'.i./KRKOS28 d<-, Fevareir.
8r*'. Resfn$.15* tempos que ttnho
deisado, de remetter-lln noticias daata lo-
ealtdade o que agora voa fazer.
nffrendo iun;i a<'eea extnk-
ortnsria, o sof abrazador,- o calor ex
sivu. oa agricultores ilesnimadoaje e\4 c$
a 11 do corrente pelas .-i copMMiiente. e aph conti-'. (.'. >.i' cor
at o dia 12); ha muito] simplea .
,U,qe i ramos ma chira M^
6:aslUh Bank of Rio de Janeiro
(Limited)
Capital acues de 20 cada urna .0O,0( 0
Capital realisado...... 500,G00
Fundo de reserva...... 140,0(0
BAIASi^'O DA < AiXA FIUAI. EM PEENAMBUCO,
KM 28 M FEVEBEIRO DE 1889
Ai'titc
Letras descuitadas........
Kmprestinios e eontas cauciona-
das................
Lefras a recetaac.........
(larantias e valores depositados.
Mabilia.etc., 1o banco.....
Diversas cuntas..........
Cai\a
627:6324680
462:9954150
642:93445!K)
2:7IOOOO
677:2024250
303.714*9^0
\iMfm
Pasxicu
.139:226*1 -Vi

t.'

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va uu- ea
r* l veb em 1' '
UBo tomou grande
aiwn-
por letli
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Ttulos em c leposifo
D ......
S E. h 0
Pcruambu
U
i
1 662:78r'472( 2.022:0064880
1945630
tiHimbiiu Hrofiwci>al Nao- boa ve
hantem sesso por terem contparetido apenas
18 Srs.dcputados.
A renniio foi presidida pelo Ekm. Sr. Bacilo
da Calar.
O Sr. 1" secretario proceden a leitura de se-
guinte expediente :
l'm ollick) do secretario d governo, reaiet-
tendo outro do insjiector do Thesoaro l'roviacial
acompanhadcwle diversos papis, referentes ao
pagamento de 274190 devidos companhia da
estrada de ferro do Recife ao Limoeiro, pelas
passagens concedidas duraute o mez de No-
\euiuru.a pracatido Corpo de Polica e a Jos
Martina da Cunta e declarando que fot autoriza-
do o pagameato.de 14800, relativo s patsagens
dos ouiciaes mesmo cotao.A' commsso de
orcamento provincial. I
Outro do mesmov remetiendo artigo de pos-
turas da Cmara Municipal da Boa Vista. A'
eeniuiisso de posturos.
Outro do mesmo, transmittindo uns artigo de
posturas da Cmara Municipal de Bom ConseUio.
A- commiss&o de postaras.
Outo do mesmo, tranamiUindo por copia as
mforuiacoes do Dr; cheL* de polica sobre o es-
fiancamento de Antonio Catlo, mestre da msica
ibera! da cidade de Cmara.- A' quem fez a
reiiuasicao.
Km 'mida dis.-lu:u-se a reuniu.
rasfiatrlir rnrf Segundo telegramma re-
cebido de Macei pela estacSo do Telegrapho
Nacional, o paquete brazilciro Para, tendo dei-
xado bonlem aquelleporto, .deve hoje tocar no
do Recife.
4 katuirtiMt* K o titulo de urna qua-
drilha para piano, eomposta por Joo V. de Tor-
res Bandeica, e que acaba de ser reiupressa ue
estabeleciaiento de msicas do Sr. A. i. de Aze-
vedo, na do Baro da Victoria n. 13. onde se
encontra a venda.
initiM inraio Em a noite de ante-hon-
tem-falleceu na cidadeie (Jlinda. victimado be-
riheri galopante, D. Francisca das Noves Pereira
da Silva, solteira, de 29 annos. irm do Sr. alte-
res Primo Feliciano Pereira da Silva, em cuja
companhia resida.
0 cadver foi hantem tarde sepultado noce-
mi teo publico de Santo Amaro.
Aos irmns da tinada apresentarnos as nossas
condolencias.
SiHii'ilnde de lmmlaroooHeune-se
a directora desta seciadade hoje, 8 do corrente,
ao meio dia, no ligar do costume para o que s&o
convidados todos os Srs. directores.
iiirimanio BeaaardRecebemos mais
44000 do Sr. Joo Martins da Silva, thesoureiro
da redaccSo do Rebate, no amatan do Pilar, para
o patrimonio Regaard, e remettemos essa quan-
tia ao Sr. commendador Joseph Krause. thesou-
reiro da commissao central.
E' proveniente dos seguintes donativos :
Antonio Duarte de Figneiredo OOO
Antonio Henrique Mafra Jnior 24000
Jos Pinto da Rocha 500
Adelino Andrade 4300
44000
lareja de XOM ciihnra do l.iira-
mrniii- Nessa igreja havers^rmoes, na pre-
sente quaresma, todas as segunda-feiras s 7
horas da noite, sendo pregador o Revd. Frei
Augusta da Immaculada Conceico Alves.
i:>pi as 10 horas da noite uo 1" andar do predio n.
19 da ra de Paulino Cmara, onde reside Joo
Caetanc Coelho. deu-se urna exploso em um
candieiro de kerosene do que resultou licar bas-
tante queimado a mulher do mesmo Coelho.
A autoridade policial tomou conhecimento do
facto. .
wmiia Cana N'o presente mez entraram de
serrreo nos diversos estabelecimentos a carge
desta pa instituirao os Srs. mordomos : no Hos-
picio de Alienados o capilo Manoel do Nasei-
mento Cesar Rurlamaqui ; no Asylo de Mendi-
cidade, o Dr. Alexa.:dre de Souza Pereira do
('. rmo : na Casa dos Expostos, o Sr. Manoel
Ar.tonio i ardoso : no Hospital dos Lazaros, o
Raro de Sernliem, noCollegio das Orphas e
Hospital Pedro n, o Dr. Manoel da Trindade Pe-
retti. continuando no Hospital de S. gueda, o
commendador Joo Vicente de Torres Bandeira
AiaNlnat da rn do Imperador
Danr.o hoje a conlinuafo dos depoimentos
das lesteoianhas tjue Jir rara no processo in-
stanrado contra Manoel da l'aixo Ramos, pelo
assassinato do tenente Pedro Regaard.
3' trstetnunlia. Tenente Antonio Pedro Dioni-
sio, de 4 annos de idade,,casado, morador nesta
cidade, natural desta provincia, empregado pu-
blico, aos costume?nada disse, testeBiunha ju-
642:9:144390
590:1..1 4080
.: 2874160
de 8 horas da manb& ohegoa casa delle teate-
munlia o eapito Joaquim Raphael de Souza Gon-
zaga, e declarou-lhe que o tenente Pedro lle-
tiaardlinha sido assassinadona noite'anterior na
esqmrtardo estabelecimento de Joseph Kraiue. e
que se elle testemunha o quizesse ver fosse ao
hospital Pedro U;
' -qiH' para- ajli m dirigi ello testemunha cen
caminho ouviodizer.qaeo offensor de i edro Re-
gaard forao qurellado.nre8eiite, e que fra des-
colerto por- urna unilner que o acompanhava
nessa noite e que ro preea ;
que chegando ao hospital esteve com o otTen-
dido e '.conversando com eate perguntou-lhe se
nao tnha conhecido o seu offensor, ao que lhe
respondeu que nao o eonheeera, mais que era
um mulato alaranjado o que representava ler
mais corpo que elle testemunha j
que elle testemunha procurou consolal-o di-
zendo-lhe que nao tivesse cuidadojeom a familia,
pois seus amigos velavam por ella, e que elle
testemunha j sabia quem fra o seu offensor e
dariaoj paseos precisos para a sua captura ;
que vollando elle testemunha ouvio dizer que
l'aixo Ramos tiulia ido para a Varzea e que o
ir. chefe de polica j timia dado um cartao ao
tenente-coronel Herculano atim de requisitar a
forca que fosse necessaria para a captura do re-
ferido Paixo Ramos, e como elle testemunha
soubesse que este era oflicial da guarda nacio-
nal quiz evitar-lhe o dissabor de ser elle preso
por inferiores e para isto dirigio-se em pessoa
para a Varzea em companhia do tenente-coronel
Herculano. mas jalli nao encontrn Paixao Ra-
mos tendo noticia de que elle j se tinha retira-
do.1 o que IIip foi dito, entre c utras pessoaspelo
pioprio pai, o caixeiro do querellado, bem como
por Ijaufcnlinn urna das amasias de Paixao Ra-
mos e que havia sido presa na noite do crime:
que elk- teetemonha voltou da Varzea1 no trem
de 8 1,2 da noite e s 9 horas, ma ou menos.
dirigio-se casa de Lanrentina aliui de pedir-lhe
noticias do querellado ;
que Lanrentina respondeu-llie que este uinda
nao tinlw apparecido, e como elle testomunha
lhe fitrftfntaam se tinha gentr ora casa e se es-
lava ocrupada, respondeu-lhe allirraativamente,
0 que deu lugar a elle testemunha suppor que
erao querellado que l estava oceulto ;
q?c elle testemunha deu anda alguns passos
nessa noite atim de ver se encontrava o querel
lado, regresaaado para a casa s fl horas da
noile:
que no dia seguiute peas o hoOks da manlifi
ao abrir a sua ollicina, que tica'proxima ao es-
tabelt'cimeoto do querellado, vio elle testemunha
a este na occasio em que se diriga para o seu
estabelecimento, e fallando gata elle testemu-
nha ao querellado referi o que tinha ouvido,
isto que se (lisia te! sido elle o BBsassinO (te
Pedro lU-gaan! e 6tic achava boiri que elle s
apre oo chefe de polica, c que por isto
elle testemunha o prenda a ordem do mesmo
chefe de lolicia;
que o querellado disse-llieenic- queja ouvira
tambem fallar uisto e que resolver apresentar-
rhefede polica.;
auoha disse entao a Paixo fia-
mos que ira co:i elle, nao so para garanti! o.
coaio porque se dispozeraa preudel-o ;
que elle testemunha deu trmpo ao querellado
nar-se c quando o vio pivmpto foz-lhe >i-r
nal para que viesse para a oSfcina delle tente-
manda e pedio-lne que subisse cara o soto
liando tempo assim que se abrs,-;1 ;: Secretaria
que eroqpani no soto conversou com
o querellado : i!e ti Ib-llie ; Sr.
Paix .lio:' d- Lgj a si e aum pai
de familu Ihos, entretanto
aamemera umnosso colica, um oflicial;
que ouvindo isto o querellado estremecen ej
e file era oficial f
que pelo correr da conversa disse lhe anda o
1 quereliadu o que mt da o qtefazer v chapeo
e Mdadfc*lla*8temunha que lhe comprasse um
em
tora encontrado no theatw.do crime e que fra
reconhecido por nm" caisrrrr delle querellado
como lhe pertencendo.
que por vola de 8 horas., elle testemunha sa-,
hio de casa conduzindo Paixo Hamos e ao pas-
sarem pelo estabelecimento de Manoel Ramos
travessa dos Expostos, pedime o querellado
para fallar coraesse mdrvrduooue-dizm era sea
camaradaj;
que entraram no referidos estabelecimento do
dito Ramos e dirigindo-se para o fundo em pre
senca delle testemunha o querellado pedio a
Ramos que se lhe perguntassem ;se'elle que-
rellado tinha 'dormido- em sua .casa, ou.ahi
passadoa. noite de sabbado nove.; que foi
justamente a noite em i que se deu o crime,
respondesse affirmativamente, porquanto era
islo o que eHe que reliado ia declarar quando
fosse interrogado, que a isto respondeu o dio
Ramos : Vuce maca, pon se cu s lie ri a* do-
mingo pela manha, quando voc, veio convidar-w
para r a festa da Varzea e me pedio o rhapo >
sol emprestado, em f ntis voce me lazesse pedrno*ra presenca do
tenente Donizio que urna-testen mola, e eu
nao quero complicarme nestas historias ;
que d'alli continuaram caminho da secreta-
ria de polica onde chegando nao encontraram
o Dr. chefo. o qual, entretanto, avisado pelo te-
lephooe respondeu que mundasse conduziro
Suerellado para a Casa de Detengo por pracas
e cavallaria;
que elle testemunha objectou qaV4ratava-se
de um oflicial e que assim como elle trouxera
at all o poda levar para a Casa de DetencSo,
o que realmente fez, sendo- secundado pelo te-
nente coronel Herculano c pelo commandante
geral fa guarda civica.
Dada a palavra ao Dr. promotor publico de-
clarou este nadajjter a requerer.
A' requerimento do advogado da queixosa
disse a testemunha, que na occasiao em que o
querellado disse a elle testemunha, na sua ofli
cia que o que lhe dava o que fazer era o cha-
Socora quehavia estado na noite de sabbado
dt Fevereiro prximo passado, mostrando as
sim desejos de obter outro igual, indicando lhe
at a chapellarla onde bavia comprado o mes-
mo, nessa occasiao declarou que o chapeo era
de massa preta, abas grandes e molle ;
que o querellado no dia 11 de Fevereiro quan-
do estove em seu estabeleciimto o-chapo de
cabeca, que trazia era um cimento, qnt elte
testemonha reconnece neste acto, ser o meanio
que lhe apresentado;
que quando elle testemunha visitou Pedro Re-
gaard no hospital Pedro II elle nodeclarou os
trajes com qnc estava vestido o seu ouensor.
nao obstante elle testemunha ter perguntado. di-
zcndo-lhc apenas o que j declaron no correr
do seu depoimento, e mais que o seu offensor
tetara com um chapeo preto e que era acompa-
nbado por urna mulher. que na presenca delle
testemunha nao fez pedido a Manoel Ramos pa-
ra mandar comprar-lhe um chapeo para a ca-
beca igual aquelle com que estava na noite em
que se deu o crime, nao. sabendo. se no entre-
tanto, elle tizera esse pedido antes quando este-
ve com Ramos no dia de Domingo.
Dada a palavra ao querellado a requerimento
de seu advogado disse a testemunha que a pri-
meva pessoa communrcar-lbe que o offensor
de Pedro Regaard baria sido Manoel da Paixo
Ramos, fra o tenente coronel Herculano. o qual
tambera lhe disse nessa occasiao que se chega
ra ao conhecimento disto por intermedio de
Laurentiua, urna mulher que foi presa na noite
do crime, que tendo sido declarado a essa mes-
ma mulher que Paixo'preso confessara que
ella ha va sido a autora das offensas phisiras de
Pedro Regaard. Laurentina iastimando-se disto,
que dizia ingratido de Paixo, resolvera-se a
declarar pertencer aquella autora ao mesmo
Paixao, tanto que na occasiao em que se dera
a lucta entre os dois ella Laurentina disse :
Paixaonao males o komem,
que quando vira Paixo na segunda feira di-
rigir-se para o seu estabelecimento, facto a que
j se referi anteriormente, pareceu a elle teste-
munha que o mesmo Paixo vinha de casa de
Laurentiua onde baria pernoitado, e isto lhe ira-
receu j porque na noite anterior Laurentina nao
quiz recebel-o em sua casa dizendo-llie estar oc
cucada j por lhe ter affirmado o proprio que-
r5ado, o qual accrescentou *que ate insinuara a
maneira porque ella Lanrentina feria responder
as pergunlas que lhe fossem feilas e dizer que ti que
declarara antes no t?n anlo de pergunlas fra coa-
gida pela folicia*;
que esta declaraPo que faz agora lhe foi sug-
gerid a elle testemunha pelas perguntaslti-
mamente feilas, pois elle testemunha nao falta a
Hospital Pedro II
Dita dos Lazaros
Hospicio de Alienado*
As vi o de Mendicidade
Cuflegio de rph,-
Casa dos.EXpostOS :
A saber:
Em educacao (206
Em croago (ISO
Total
chapeigual, aquelle, indicando-lhe atea cha-
pallara onde devia encontrar;
que elle testemuH&a nao o-salate* e disse-Mic ios cargo -da Santa Casa-de
mesaso queaquillo nod lhe ervirin soesjuanto ai aaez de Fevereiro ultimo :
polipia Jja tinha em seu poder um chapeotque
wmm
Cas .de. isorkeordta. Eis-.o \
pessoal soccorrido nos ditersos esJahelecknen.-
4Rsericordia..ao
567
13
209
183
199
:2d
1,497
Nervleo miMUr- KiLaudes*riados hoje
para superior do dia o Sr. capito Bion, e para
ronda menor um subalterno de cavallaria.
A guarnrcao da cidade aada tooje- pelo 2'
batalho ceuros'respecHvo? officiaes.
- Exi9tem*ra tratamento na enfermara mi-
litar 35 pracas dos cornos da guarnicao.
Ndelegacia do eorpodeaude'conrpare
cera hoje atim de ser inspeccionado o -Sr 2 ca-
dete 2" sargento (Jonealo oooa de Souza Lead.
A junta medica militar que inspeccionou
hontcm o Sr. alteres do 2o regiment de caval-
laria Alfredo Pretxtalo Maciel da Sil va. addido
ao destacamento do 10P regiment da. niesma
arma estacionad nesta provincia, foi de parecer
precisar elle de mais um mez para seu trata-
mento viste soffrer de dispepsia e amygdatite
Funccionou honlem no quartel general o
conselho de guerra a que responde o soldado do
' batalho de infamara Francisco Jos de.Lima,
sob a presidencia do Sr. coronel Joo Evange-
lista Nery da Fon seca.
Foram nomeados os Srs. capito Jauuario
da Silva Assumpfio, tenente Manoel Mauricio
Lopes Lima e alferes Victoriano Leopoldino da
Silva Costa, para presidente, e vogaes do conse-
lho a que passa responder o 2 cadete do U
batalho Antonio Florentino Leite.
Directora da* obran de conserva-
cao iloi forln de PernambnruReci-
te, 6 de Marco de 1889.
Boletim meteorolgico
s
; 0, , Tenjo. do vapor / O-'
Horas m P d t- Bame traaj 0" 3 3 a
6 m. 9 12 3 t. 6 34-1 29--1 30-3 29-6 28" 6 759-60 761-58 761-61 739-29 739-20 18,43 21,79 20,82 20,77 21.:t9 83 71 63 67 74
cora o querellado;
que durante o tempo em que elle testemunha
conversou largamente com Paixo Ramos, este
nem declarou ter sido o autor das offensas phi-
sicas de Pedro Regaard, nem se lastimou deste
facto: e accrescentou elle testemunha que nao
lhe admirava isto pois que o mesmo Paixo nao
se;commovera. nem diante do retrato nem di-
ante da viuva e lillios de l'ec-ni Regaard ;
que conhece algumas das testemunhas deste
processo e que sabe que ha duas presenciaes
do facto, sendo umadellas o caixeiro de Macha-
do Pereira eoutra Joao de tal. caixeiro da viu-
va (uilherme ; .e que disto sabe por ouvir di-
zer;
que o referido Joo de tal, caixeiro da viuva
Guilherme, segundo anda ouviu dizer elle tes-
temunha, dizia que tinha medo de ser testemu-
nha neste processo por causa aosbrabos,
mais que acnava-se apavorada pelo quadro que
bavia presenciado, que lhe volta sempre a ima-
ginaco ;
que nao sabe se este caixeiro e pro ou contra
o querellado, mas, sabe que o seu nome chegou
ao conhecimento do capito Gonzaga c do Dr.
Drumraond, advogado da queixosa.
Disse, aihda sendo perguntado pelo Dr. juiz,
que durante o tempo em que largamente con-
versou com o querellado em casa delle teste-
munha nao lhe perguntara se de facto Aira elle
autor dos ferimentos de Pedro Regaard por j es-
tar disto convencido, j pela" surpreza que o
querellado mostrou quando elle testemunha lhe
disse que o offendido era um collega, unioffi-
cial: j por lhe ter o querellado referido haver
insinuado a Laurentina para desdizer se do que
baria declarado no auto de perguntas que lhe
foi feito e em que declarou que o autor do facto
criminoso fra o querellado.
Disse, linalmente, que nao attribc o facto a
iiimisade entreo querellado e o offendido, os
quaes declararam lhe nao conhecer um ao outro,
e sim ulga este urna desgraca acontecida a dous
paes de familia.
Dada a palavra ao querellado para contestar
a testemunha, disse que contesta o depoimento
da testemunha, por ser suspeita, por ser inimigo
da mesma testemunha.
eflarou ainda o reo que o motivo dessa ini-
misade era ter a testemunha dado urna queixa
contra elle por causa d'agua que sahia da casa
delle querellado, e mais porque elle querellado,
fallou da testemunha por (er dado unas bordoa-
das em um carrocero no dia I.- de Janeiro.
Contesta ainda o depoimento. na parte que se
refere ao chapeo, pois cn relaco isto o que
se deu joi o seguidle .
Perguntando-lhe a testemunha se o chapeo
com que eslava elle querellado na occasiao era
o mesmo que elle trazia na noite de saobado
para domingo e a que tomno nsava aquelle cha-
peo, respondeu-lhu elle querellado aftrrmativa
mente quanto a prinueira parte, e que j usava
aquelle chapeo baria mezes:
que nao exacto ter faltado a Manoel Jos Ra-
mos em presenca da trstemunha, e que faliou
com Ramos particularmente que a testemunha
nao poude ouvir, tendo lugar esta conversa na
sala de detraz.
ela teuefflnha foi dito que^usWntava o seu
depoiineuto cm todos os seus pontos por
exereaaao da verdade.
V. mais nao disse e nem lhe foi perguntado e
sundo-lue lido o scu depoimento, assigmt-o cora
o juiz, o querellado e seu advogado. o advogado
da queixosa e o Dr. promotor publico.
Eu Felioissimo du Aaevedo Mello, escrivo o
escrevi.Barballio Jnior.Tenente Antonio Pa-
misio.Luiz de Drummond. --Manuel da
Ramos. delino Antonio de Luna Freir
.Joo Joaquim de Frenas HeuriqueS.
Club tarnavalesro Fllbon doOlym-
itu -.Esta tociedade reunir se haemsua respec-
te, em assembla geral, dominar.
11 horas da raanh, para pn
de coutas.
Temperatura mxima31,23.
Dita mimma 25,0o.
EvaporacSo ens24hora-^aosol: 7-6 ;so::-
bra: 5.C.
Chuvanulla.
Direc^o do vento.: jSEcom |>eqii}aa!>.inter-
rupes de ESE e E durante todo.o da.
Velocidade media do vento: 1" 33 por se-
gundo.
Nebulosidade media:' 0,54.
Boletim do-porto
Dia Horas 723 da manh 1 -20.da tarde 737 140 da manha Altura
P. M. B. M P M. B M. 6 de Marco w 7 de Marco s-.ao u-,37 2-.18 0-.74
i,aus'irot Chegados do norte no vapur
brazileiro Maranho :
Francisco P. F. de Souza,"Manoel Joaquim de
Sant'Anna, Jos Lopes Lobo Joo Lopes Lobo,
Jos Pedro dos Santos, Manoel Bernardo. Anto-
nio Carlos Frederico, Antonio Candido Mendes,
Tellamantc Commaso, Joaquim Ferreira Garrido.
Jos Mara de Salles, Alexandre Jos Viveiros,
Eouardo Ribeiro Machado, Dr. Antonio R. Bay-
ma de Souza, Eduardo Montaliio. Carlos Faico,
Euclides Bevilaqua, Jos de Faria Machado, Jos
Pereira da Rocha, Jos Sabino Antunes, Pedro
Gomes da Rocha, Pedro Antonio e sha senhora,
Antonio Francisco e sua senhora, Gandeucio
Marques da Trindade, Pedro Miguel. Jos Mi-
guel, Joo Joaquim Pereira e 1 lilho, Felippe
j pnirio aa Silva, Francisco Rozendo, Placido
Pita de Carvalho, Frei Jos de Santa Julia, c 1
criada, A. Lima. Adolpho Eugenio Soares. Mi-
Suilina Telles, Raphael Valle. Dr. Jos da Cruz
ordeiro, Br. Cielo Toscane, Dr. Bernardo de
Mello. Dr. Artliur Gordilho e Mariada Conccico.
Chesados da Europa no vapor francez
Merthe
Lais, Gradvohl. Marcellol^peHe- (iaiwaan 17 de comprido. sendo o ccHnprimento da bocea
Ferreu-a, Lourenco Pinto dos Santos, Jo Fran-
co Ferreira. Seralku de Moura Coudinho, Gaspar
Pereira e Adhille Jungemant.
Saludos para o sul no mesmo vapor :
Friedrich Frauzen, Alfredo Felippe da Costa,
Salvador Cnovas Costa e Americo Moura.
Sahidos para a Europa no vapor allemao
Monlerideu :
Jos Ribeiro da Fonseca, Joaquim Jos de
Castro Medeiros e sua senhora, Henrique Wo-
geley.
L.ell<*eEffectuar-so-h5o os seguintes :
Hoje:
Pelo agente Tinto, s 10 1/2 horas, ra
.Mrquez de Olinda n. 52, de movis.
Amanh :
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra
Visconde de Inhauma n. 29,- da armario e todos
os utencilios de urna loja de fazendas.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra larga do Rosario n. 18, de diversos mo-
vis e lougas.
Pelo agente Silveira. s 11 horas, ra do
Imperador n. 43, de urna casa.
Hi-.su>. fnebresSero celebradas:
Hoje:
As 8horas,na igreja da Conceigo dos Mili-
lares, pela alma de Jos Luiz Gongalves Penua ;
s 8 horas, na matriz da |Boa-Vista, pela alma
de Antonio da Silva Loyo ; s 7 1/2 horas, na
ordem terceira do Carmo, pela alma de Philo-
mena Candida Pereira da Silveira.
Amanha :
As 8 horas, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de Joan da Silveira Tavora ; s 71/2 horas,
na igreja da Santa Cruz, pela alma de Manoel
Goncalves Ferreira.
Oaeraco cirursicaFoi praticada no
hospital Pedro II no dia 7 do corrente, a se-
grate :
Pelo Dr. Pontual.
Talha hypogastrica reclamada por calculo ve-
sical pesando 30 grammas.
Cata de DesencoMoviniento dos pre-
sos da Cusa de Detenco do dia 6 de Marco de
1889.
Existiam 462: entraram 18; sahiramlO: exis
tera 480.
A saber:
Nacionaes -431; mutheres 19; estrangeiros 20.
-Tota! 470.
Arracoaaos 406.
Bor.s 376
Docntcs 21.
Loucos 6.-ToU 406.
Movimento da enfermar
Trveram-baixa:
Antonio Ferreira da Silva.
Jos Francisco de Carv Iho.
Ti\eram alta :
Jos Aleixo de Franca.
Tiburtino FraHcisco Rodrigues.
Joo Galdino Moreira.
Falleceu:
Manoel Fraocisco da Hora.
Bonpital Pedro II O mov i roen lo deste
estabelecimento de darilade, nod'a 6 de Mar .
CO, foi 0 seguate :
Entraram 22
Sahiram 18
Fafieceram 3
Existem 369
Foram visitadas as respeauvas enfermaria.-
pciofi Drs. :
oso s 8 112, i'.ysneiro s 10 1|4, Barros So-
ihoas 7 1(4, Malaqniass 9 i|2, t'outual s 9,
Estevad Ci 4a 91|4.
Nao compareceram os Drs.:
SimOts Barbosa.
Be rardo.
0 cirurgio Xuina Pompiho s
0 pliarmaceuico eutrou s 8 i|4 da manha e
sahio es 4 da tarde.
O ajudantc do ph.rnidc i U*
da manha e sahio as i horas da tarde
wmmmmkwmmm
L.eterta d irin-*nriA' 4'parff d?
ikt lateaiavtessa'Povincia.icujomremjn grandes
12rJi0W000y*rBejtRiiiida. segunda-t'air-Hde.
Mrjo.
Ceiailerta ,< P4KWOO Obituario da ja 4-
de Marco de 1889.
Tmbelina Olindiua de Albuqwrque, Pemam-A
buco, 13 annos, solteira^ BanVistaV? .bmopH
Joo.da Silveira Tavora. Peenambuco. 33. an
nos,, casado, Vwzea: lubercuiose.
Candida Marta da'Fonseca, Bernajast>, M'
annos, solteira, Boa-Vista; caueno daaaania.
Manoel Goacalves-Ferreira, Portugal!, 49 au
nos,-soIteiro, Recife; gastro-hepatite.
BtAraira. Pernarabueo, liaunoa, soReirat Re
cife ; tsica, galopante.
Jos, Ptrnambuco, 8 das; S. Jos ; eclamp-
sia-
Paula,, Maa da Concaiciov. Pernambuco-. 20^
annos, solteira, Boa-Vista ; metroperitonite puer-
peral..
Sbaslio.MarooJiBOi frica, 38 asnos, solteiro.
Boa-ViBta; febre remitiente.
Mara, Pernambuco, 9 mezes, Recife; febre ca-
tharral.
5 -
Antonia Maria da Conceico. Parahyba, 24 aa-
nos, solteira, Boa-Vista ; febre peraiciosn.
BeUarmraa Mara.da Conceigo, Pernambuco.
36 annos. viuva, BarVista: hemorrhagia eere
bral.
Mara ua La, Pernambucoi .'id annos, casada.
Boa-Vista: enterite.
Luiza, Pernambuoo, 42 annos, solteina; Bia
Vista; le sao cardiaca.
Clemente, Pernambuco, 3 mezes. Boa-Vista i
cenvulses.
Antonio Soriano de. Azevedo e Silva. Pernam
buco. 43 annos, casado: Greca; paralysia geral.
Manoel. Pernambuco. 2 mezes. Recit : entero-
colite.
Manoel. Pernambuco, 6 mezes. Santo Antonio:
ao nascer.
Theodozia Amelia Galvo, Pernambuco, 35 an-
uos casad.!, 8. Jos: tubrculos pulmonares.
Paula Muria da Conceico. Pernambuco. 13 an
^nos, solteira. S. Jos : lymptiatire.
Rosa, Pernambuco. 3"dias. S. Jos ttano dos '
meninos.
6 -
Francisco Mauricio dos Santos, Pernambuco.
43 annos, casado. Santo Antonio ; tubrculos pul
manarqs-
Anna Mendes Guiniares, Pernambuco, 21 an-
nos, solteira, Santo Antonio ; tubrculos pulmo-
nares. *
Maria Alexandnna Ferreira Bastes, Pernambu-
co, 32 annos, casada, Boa-Vista; tubrculos pul
manares.
Manoel Francisco da Hora, Pernambuco, 31
annos, solteiro, Santo^Antonio : tubrculos pul-
rumiares.
Luiz Carneiro Torres. Pernambuco, 43 annos,
solteiro, S. Jos ; febre biliosa.
Joo Rodrigues Cardoso, Rio Grande do-Sul,
26 annos, solteiro, Santo Antonio : febre ty-.
phoide.
Lauriano Villas-Boas, Pernambuco. 32 anuos,
solteiro, Sanio Antonio: bronchite.
Valentina. Pernambuco. 3das, Santo Antonio; '
bronchitc.
Maaoel da-Xascunento il.a, Pernambuco, 76
anuos, casado, S. Jos ; erysiplla.
Manoel, PernanAuco, 3 meses, Boa-Vista; en-
terite.
Gertrudes Thereza Mara da Conceico, Per
nambuco, 37 annos. solteira- Grara ; enterite.
Margarida Ferreira de Souza, Pernambuco,
30 annos, casada, Saiflo Antonio ; enterite.
Um feto, Pernambuco : Boa-Vista.
Lino. Pernambuco, 60 annos, solteiro. Boa-
Vista: ulcera gangrenosa.
Joaquim Florencio da Silva. Pernambuco, 30
annos. casado, Boa Vista* intillrac&o urinosa.
Joaquim Barbosa de. Azevedo. Parahyba, 35
annos, casado. Boa-Vista ; entero-colite.
Domingos Francisco Ta vares, Pernambuco,
76 annos. casado, Boa-Vista : congesto cere-
bral.
Jos, Pernambuco. 2 mezes, Boa Vista ; clica
heptica.
I

I


*

Un pouco de tudo
Diz um jornal mexicano que em Tampreo foi
colhido em urna rede de pesca um moustro ma-
rinho, sobre o. qual d:i as seguintes informaces r
< Com o auxilio de cavadosconseguio-setirar '.
do mar o monstro qu i em vo lutava para esca-
par-se. Era urna especie gigantesca de um pei-
xe rarissimo Chepaloptero vampiras, tambem
conhecido pelo nome de diabo marinho ou vam-
piro do mar. 9
Pesava duas toneladas e estendido na praia.
morto, apresentava todos os caracteres de
morcego ou vampiro. Media !."> ps de

le um
largo e
.:r-
de um a outro lado, tla> 3 ps.
#*#
No senado americano o Sr. Stewart apresen-
tou urna proposta autorisando os ministros da
guerra e da marinha.e o general em cliefe do
exercito a conslituirem-se em junta para orde-
nar a fabricac&o de 230 canhes pneumticos
lanca-torpedos. funecionando com urna presso
de 3:000 a 3;000 libras por poHegada quadrada
e podendo arremessar torpedos de ac com urna-,
carga nao inferior a 500 libras de dynamite ou ;
outro explosivo, na distancia de 3 railhas.
Estes canhes sero collocados em bateras *
para a defesa dos portos de Nova-York, Boston.
Porlland. (Maine), Nt wport, Philadelphia, Balti-
more, Portsmouth, Charleston, Savannah, Cavo
Hueso, Mobila, Nova-Orleans, GaKeston, S. Fran-
cisco, Portland (Orego.i) e S. Diogo, cada urna
das quaes constara de dez a vinte dessas machi-
nas de guerra.
#**
Diz a Revista Scientifica que acaba de ser lan:
cado ao Tamisa um navio elctrico de propor
(Oes relativamente muito grandes, o qual ser '
primeiro de urna sprie de iguaes navios desti-
nados ao transporte lluvial de passageiros. Tem
a embarcaco qu si 20 metros de comprimento
sobie 3 de largura e poder transportar 80 pas-
sageiros com a vblocidade de 6 milhas porhera.
A eleclricidade arr.iaz(.'nada-em200 accumula-
dores, e convertida em forca motriz por dous
apparelhos, cada um de 7 1/2 cavallos, qne ms-'
vera dous propulsores de trez ramos.
*
lima revista franceza escreveu. ha tempos, '
que graos de trigo 'olliidos em ntiguissimos %
tmulos egypcios, e, portanto de 3 ou 6 mil an-'
nos de existencia, tinham germinado. O circum-
specto Dr. G. Le Bon nao duvidou afRrraar o fac-
to, que alias nunca foi sufficientcmente pro-
vado.
Ha todo o fundamento para desconfiar com
Baillon, Duchartre e Candolle da authenticidade .
de senlelhantes graos. J em 1880 o coronel Ar-
u'aud-Bey leve occasiao de assegurar que, du-
rante a sua louga residencia uo Egypto, vira
muilas vezes graos de trigo realmente achados
em antigs sepulturas, mas todos em estado que
nao peFmittia acreditar nr. possibilidade da ger-
minar. Accrescentou o honrado soldado que
os rabes costuaiam vender, como r.ehados nos
hypogeos, graos de trigo quecobriam cem certo
betume. dando-lhes assim perfeita apparenciade
grande vetustez, ao passo que sao reeentissimos
, #*
Do#wewr, arvore de sombra, desde o seculo
passado empregada em Venezuela para proteger
Oo cafusaes. forneceu o ministerio da agricultura
semeiiles au bacharel Vctor Manoel de Souza
Monteiro, que as sollicitra para distribuir a
agricultores de Bemposta, do municipio da Pa
rahybado Sul.
Como quer que a nossa lavoura cafeeira co-
mece a manifestar iateresse pelo systema de am
parar os cafesaes por meio de somh "i,
sem alguraa utilidade recordar que i Bucare (ou
Erythrina mibrosa) nc a nica arvore canse-
melhante lim empi-egnda em Venezuela. A sua
excessiva fragilidade e insufliciente resisteicia
contra as suecas prolongadas tni feito.com que
o Bucare smente soja empregado eu certas zo-
nas de Venezuela abrigadas de ventos fort.
mesmo em Caracas o Bucare nodis >esao Con-
curso de outras arvores de sombra, cBtn
quaes diversas especies de Guamo: (luga) qu
se do multo bem uas trras apropriiB^HjJai.
tio do cafeeiro.'Jos terreos qoeol^
do o Inga i a, conhec
deiommacSp vulgar de Orore/
ibrraacao de origem oflicial as div'ei
de Inga, aoundantes no Brazil, pre
i pfoteger os eafes
Eui todo o caso certo oae ao>br.i
corre para a durai
harmnica veg
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I

_^^H
Diario de PernambucoSexta-feira 8 de
JSfHh^
Em Venezuela as arvorea de sombra 2o plan-
tadas entre as linhas do cafeiro, e a margem
ios caminhos medeiando entre os Bucares ti
1(2 metros e entre ot Guamos (menos corpulen-
ta, e de menor abrigo) 10 a JO metros.
o de 1889
A 10 de Janeiro cabio nos Estados-Unidos me-
dotSho cyclone que prodnzio effeitos terriveis.
ti destruida a ponte suspensa que atravessa o
Mar sao loug das quedas, teodo cahido no
no toda a parte central da superstructura c so-
vente ficando intactos os cabos e as torres. A
faite era toda de ferro e ajo.
Ha Pensylvania e nos Estados do centro e de
oeste derni-sc numerosos accidentes em pes-
seas. As ofiicinas de pintura da companhia da
estrada de ferro Reading-Philadelphia foram mui
anificadas, sendo lanzados por trra os vagues
k aDi se achavam e perecendo quatro pessoas
Ha expl sao do reservatorio de gaz de um dos
Sm Pittsburgo desabou urna casa de oito an-
dares, matando 14 pessoas e ferindo gravemente
96. Presuinia-se a existencia de outras victi-
mas debaixo das ruinas.
*#
Deu-se receniemente em Bruxellas um drama
singular.
0 director de urna mnagerie de passagem n a-
auella cidade costumava mandar alguns dos
animaes da sua collec^ao percorrer varias ras,
a maneira de cbamaru. Acompanbava-os um
rapaz de 17 para 18 annos, que distribua os
prospectos.
Certo dia, na occasiao em que os animaes be-
feum no pateo de urna casa, o conductor apre-
sentou um balde cbeio d'agua a um dos ele-
fantes, e retirou-o quando elle ia para beber,
repetindo por varias vezes o gracejo. Mas o
depilante, exasperado, agarrou o rapaz com a
tromba e impelio-o tao violentamente de encon-
tr parede que Ihe despedacou o crneo.
A morte foi instantnea.
*.
Segundo o relatorio de Brard, cnsul da
Fianca em Baracoa (Cuba), acaba de fundar-se
all urna fabrica apparelhada com machinas das
mais aperfeijoadas para prodcelo de oleo de
eoco. De pureza completamente satisfactoria, o
oleo de coco, alm das suas propriedades medi-
cinaes de uso correnta e da sua qualidade.de
materia prima para fabricacao de saboes, vao-
atjosaraentc empregado como lubrificante e pres-
ta-se tambem illuminacao. O oleo refinado.de
coco e mais econmico do que muitos outros
leos vegetaes e mineraes, sendo muito fluido e
oxydando-sc e raneando muito diflicilmegte.
Presume o cnsul que esta especial industria
tem diante de si algum futuro.
*
A jazida carbonfera de Poirier a mais pro-
funda que existe. No poce de Santo Andre tra-
balba-se a 955 metros de profundidade, e deste,
e do poco de S. Carlos, extrahe aonualmentc a
companhia de Poirier JOO/'OO toneladas de car-
tSo de pedra. O de Santo Andre foi comecado
em 1834 e tem 3 metros de dimetro.
Em tamanha profundeza era essencial a ques-
ao da veutilacao por que, augmentando de um
rrto a temperatura por 30 a 40 metros de pro-
findidade. no fundo do poco nao ella menor
de 35. Para corrigir esta temperatura, im-
pedir a combusta das lampadas e refrescar as
rochas, um ventilador fornece ao poco 30 me-
tros cbicos de ar por segundo, o que produz
sensacao de fri (15 a 18.) em rezno da veloci-
dade da corrate de ar que de duus metros por
segundo. 9
% .
0 que sao os effeitos da imagiuayo.
Um medico em Nova Orieans querendo coin-
Cvar os effeitos da iraaginaco deu, em um
pital, a 10U doeutes seus agua cora assucarje
retirou-se.
Passado um quaro de hora vultou e com
grandes ares inquietos, disse que se engaara
receitando um vomitorio em vez de um calmante.
De 100 doentes, uitenta entraran) logo a vomi-
tar, mas o mais curioso do caso que a maioria
dos enjdados era de bomens. sendo mulbercs
fuasi todas as que nao vomitaran!.
O andarilbo Bielza que tito triste fama deixou,
pando na corte se apresentou no S(iort-Club,
isputou no dia 38 do mez passado, em Iquique,
ama carreira cora o cavallo Araucano e venceu
#ercorrendo 3 leguas (I i voltas) em 7S 1;S mi-
nutos.
Diversos capitalistas iug'ezes propuzeram-lhe
wm desafio com o cavallo King Col na distancia
de dez mimas, isto 12 1/8 voltas no Club
hpico d'aquella cidade.
O premio era de 10,06*' pesos.
Bielza nao aceitou, embora ja houvcsse apos
tas no valor de 40,000 pesos.
O Conserdbrio das Artes e Oficios de Pariz
a prim
das maos do homem. Foi construida pelo capu-
possue a primeira luneta binocular que sanio
COMERCIO
Revista do Mercado
ReClFE, 7 DK MAKC.U DE 1889.
Foi limitado o movimento.
Alm de algumas transaceGes no mercado de
cambios nao constou qi-e tivesse havido outro
qualquer negocio
Bolsa
u 1 8
C0TAy^E8 OFHC1AKS DA JUNTA DOS COB-
* RETOBES
- Recife. 7 Cambio sobre o Rio de Janeiro, 3 d/v.
0.0 de premio, do banco, bontcm.
O presidente,
Candido C. G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Caaahio
Os bancos mantiveram no balcao a tabella de
57 3,4, saccando, porm, reservadamente algu-
mas quantias 0 27 7/8.
Em pape' particular nao houve saccadore
cima de 28, exigindo os bancos 28 1 'Id e 28
i,*.
No Rio continua o mercado sem aUeraco.
TABELLAS AFFIXADAS
toa vendas alguna lo-
do sertt a 64500. a cojo al-
tas offertas.
cbinbo Chrubini, em 1686, pnra uso de Luiz XIV,
faiendo-a acompanhar de urna obra acerca da
Vvsao perfata pelo j concurso de dous eixot em um
s ponto do oojeetn. Cabe a Chrubin o mrito
de haver aberto o caminho aos contructores de
binculos e de microscopios binoculares.
A luneta binocular de Chrubini mede 3",20 de
comprimento, sendo o tubo de forma paralleli-
pipeda e formado de partes reentrantes urna na
outra.
#
Perseverando
Suem passou pela vida em branca nuvem
em placida calma adormeceu,
Quem nao sentio o fri da desgraca.
Quera passou pela vida e nao solreu
Foi espectro de hornera nao foi hornera
So passou pela vida,nao viveu !
(Octatiano Rosa*).
Quem transpoz os caminhos da existencia
Sem angustias sentir de anas erueis,
Quem nao fruio se quer urna so vez
De um grande amor a lucida influencia
Quem nos coxins quedou-se da indolencia
E nao amou das lucias os lacris,
Quem da virtudc as leis calcou aos ps
Quem nao soffreu de ingratos a inclemencia;
Quem fluou-sc do afau de iugloria lida,
E na sombra tumba se escondeu,
Sem um signal de si deixar na vida ;
Foi como um sonho vao que se esqueccu,
Um fantasma de noite nao dormida.
Foi um ente sem alma,nao viveu.
Manocl Cavalcante de Mello Filho.
Fevereiro de 1889.
1
SPORT
Prado PerataMbuea^o
Para o 6o pareo Ferro.Carril foram hotera ins-
criptos os segulntes animaes nacionaes e de meio
sangue:
Mandarim, Ruy Blas, Corcovado, Minerva, Mi
raosa e Olga.
tem consultorio na ru* do Bom-Jesus
(antiga da Crux), n. 45, onde i consul-
tas do meio-dia s 3 horas. Telcphone
n. 381.
Occnllsta
Dr. Ferreira. com pratica nos princi-
pies hospitaes e clinica de Paria e Lon-
dres, consultas todos os das das 9
horasda meio-dia. Consultorio o resi-
dencia rua Larga do Rosario n. 20.
drogados
O bacharel Wruvio Pinte Bandetra,
pode ser procurado rua do Imperador
n. 71, 1.- andar.
O Dr. H. Wlet mudou o seu escripto-
torio de advocacia, para a rua do Impera-
dor n. 46, 1- andar, sala da frente.
O hachare Jote Vicente Meira de Vas-
concellos e Manod da Trindade Peretti,
mudaraui seu escriptorio para a rua do
Imperador n. 50, 1. andar.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e oficina de earapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra e vende madeiras de todas
as qualidades, serra madeiras de conta
alheia, assim c*ino prepara obras do cara-
pina por machinas e por pregos sera dom-
petenciaPernamb uco.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ata-
cado, rua do Mrquez de Oimdi n. 41.
Francisco Manod da SilvaC, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, pfoductos chimi-
cas c uicdicamentos homeopticos, na do
Mrquez de Olinda n. 23.
ProfeMor iimcriiHim
Dovido a uiuduii';i de residencia, Mi.
George. B. Nind, podo ser procurado
dias uteis na rua da Conquista n. 20.
nos
INDICARES TE1S
atedeos
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto
rio aberto rua Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua rssidencia rua Barao de S.
Borja n. 22. Especialidades molestias
desenhorna e enancas. Telephone n. 326.
Dr. Joaquim Lottteiro medico e partei-
ro, consultorio i rua do Cabug u. 14,
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
no Montciro.
Dr. Barretlo Saaipaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
rua do Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia rua Seto de Seteiubn* n. 54) en-
trada pela rua da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico c operador.
Pratica a lavagem do tero quando e co-
mo aconselhada. Consultas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia rua do
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.a
andar.
Ur. Ribeiro de Br.tto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an-
dar a rua Duque de ''axias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
residencia rua do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Dr. Alvares
corte, dedica-.se medicina em geral, e
com espeeialidade s molestias do cora-
cio, pulmoes, flgado, estomago e intesti-
nos e tambem s affecccs das enancas.
Reside prava do Conde d'Eu, n. 28, c
Guiiiai'arji, chegado da
A exportacao, feita pela alfandega neste mez
ate o da 5, subi a 462.233 kilos, sendo UlttS
para o exterior e 49.412 para o interior.
As entradas verificadas at a data de boje so-
bem a 4.173 saccas, sendo por:
Barcacas .... 745 Saccas
Vapores ... 193
Animaes..... 130
Via-ferrea de Caruar. :*20
Via-frrea de S. Francisco. 262
Via-ferrea de Liinoeiro 323
Soraraa.
i.173 Saccas
O vapor austraco < Szechenye, levou 3.200
saccas para Rio de Janeiro.
O vapor alleino Paranugu, levou 300
saccas para Rio de Janeiro.
0 vapor allemo Montevideo,' levou 1.067
saccas para Lisboa.
Assurar
Os precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, sc-
mindoa Associa;o Commercial Agrcola, foram
os seguintes :
Brancos..... 3*200 a 3*800
Someno..... U900 a 2*100
Mascavado purgado 1*400 a 1*500
bruto. 1*100 a 1*100
aetam ... *800a 1*000
Colonia Isabel:
Branco 1- 4*100
> 2* 2*two
. 3- ... 1*500
Someno..... 1*900
Xascavado .... 1*600
Usina Pinto:
Branco 1' 4*000
. 2* 2*300
Someno .... 3*000
Mascavado .... 1*500
A exportacao, feita pela alfandega nesle mez
at o dia 5, artmgk) a 1 652.537 kilos, seudo.. .
962.403 para o exterior e 690.134 para o inte-
rior.
As entradas verificadas at a data de boje, so,-
bem a 18.126 saceos, sendo por:
Barcacas .... 9.167 Saceos
Vapores..... ......
Animaes..... 1. 4K4
Via-ferrea de Caruar. 2.020
Via-ferrea de S. Francisco. 5.45
Via-ferrea do Limociro 201
Soturna.
18.126 Saceos
Pelo vapor austraco Szechcuye, foram re-
mecidos 8.830 saceos com assucar branco e
4.550 ditos com dito mascavado para Sautos ;
1.520 saceos com assucar branco e 1.34o ditos
com dito mascavado para Rio de Janeiro.
0 vapor allemao ParanagD,-- levou 1.500
saceos com assucar para Santos.
toaros
Cou-se os salgados seceos a 370
O vapor allemao "Montevideo," levou 1.180
couros para Lisboa e 2.918 para Hamourgo.
Agurdente
Ultimas vendas na razao de 92*000. por pipa
de 480 litros.
O vapor austraco Sze:heuve.. levou 47
pa para Rio de Janeiro; e t& d. para
Santos
Peio vapor aileui&o Paraoagua.> foram re-
i as 15 pipas para fantos
PUBLICARES i PEDIDO
Os Drs. Gafara l^obu e Jos
Flix ao publico
Em obediencia ao dever que nos mpe o car-
go que oceupamos nesta capital, examinamos no
dia 28 do passado, por ordem superior, a menor
Gennaua, de 12 para 13 annos de idade, fillia do
Dr. Balthasar da Silva Garneiro sobre a qual ha-
va denuncia de ter sido praticado um deflora-
mento. abstendo-nos de dizer por quem !
Com a lealdade e lidelidade, jue nos *5o habi-
tuaes, descrevemos no corno de delicio a que
procedemos, tudo quanto vimos c encontramos.
Nao satisfeita a parte interesada com o resul
lado do uosso exame por ser-lhe desfayoravel,
requereu um oulro. no qual os novos peritos no-
meados divergitam de nossa opiaio.
Um tt-rceiro exame foi preciso fazer-se, para
verilicardo que lado eslava a verdade, se do pri-
meiro, se do segundo exame.
A tudo isso nos conservamos iinpas^iveis c si-
lenciosos, porque proplcr pudorem, nio (jiieria-
raos provocar iiem estavaraos dispostos a aceitar
discussao alguma, pela imprensa, sobre ssumjt-
lo de lal ordem.
Em verdade, descrever oreaos geoitaes, si^
uaes de virgindade, fiuer a disliucaodesJes dos
que canicterisam o estupro, para ser lannida
iiossa descripefio, com tnes delallies. em urna fo-
llu diaria quulqucr. que. por cooceituada. seja
aceita e lida noseio das familias, repugna a uJK
sa moral e modo de pensar at lioje.
Nada pois diriamas mais, sobre este lamenta-
vel laclo, a nao ser na roda dos uossos collegas,
se nao fora a provocaySo do Jornal d Rrcifr de
houtem, o qual, depois de dar conia imhui-lkta
ilo que se passou no lerceiro exame, feito |>or
novos peritcs. assim termina :
DIante desse exame, o que diro, pon'^m,
Sis. Ilrs. Gama Lobo e Jo'; Flix, mdicos da
polica?
O seguinle, caro redactor :
Como seus eitores babituaes dirSo :
O (acto luonslrnoso, denunciado pelo Jornal do
Recife de 27 do mez prximo passado. perdeu.
com o tereciro exame, toda a sua monstruosi-
dade
jBJ' falso, tudo quanto assevcrou o referido ar-
tigo, qu se oceupa com elle.
A menor Germana virgem c i ni maculada! o
seu indigitado offensorum santo carao] E
usando do direito da reciprocidade, convertidos
em arguentes, perguntaremos tambem a nosso
turno : quando fallou o Jornal do Recife a ver-
dade ?
Na sua ediccao de 27 de Fevereiro ou na de
5 do crreme f
Como medico-legistas, porm, outra eve
ser a nossa resposta.
Os ignorantes pensara que em questao d'es-
sa ordem hasta qualqucr raedicoapproxiraar-sc.
olhar e em seguida dizer ou escrever o que ti-
ver observado, ficando tudo fora de duvidas.
Se assim 6, na maioria dos casos, alguns ha,
em que difticuldades se apresentam e dao lugar
a divergencias que tee;n separado mdicos e ci-
rurgides de primeira ordem, em todos os tera-
pos.
Trez elementos s5o postos ento em jogoa
conciencia, a icicncia e a vista, trez fortes ala-
vaneas capazes de, ern sua forra de eohesao.
alevantar a-mysteriosa cortina, por mais que pe-
se, e desvendar todos os arcanos, pondo a des-
(berlo a verdade, na e saliente como deve ap-
parecer em casos taes.
Escudados por todos trez, e nao'ccdendo a
traccOes extranhas. por mais que se esforcem
em nos procurar desviar da linha recta dos nos-
sos deveres, e jur.gidos a elles, diremos em con-
clusao :
" E' triste, doloroso repetir : mas 6 verdade :
o man cobpo d dklicto a fibi. bxprmsao do
m v. y rio vimos k kmio.ntbamos.
.\,i. la tem. elle tiiivn: para que tivessemos tido o malvolo ca-
piiclio de crear um delloramenlo inexistente,
preparado por outros actos que o preoederam e
re nos revelaram por signaes *que os caracte-
rSim.
Nao coubeciaraos o Sr. Dr. I'althazar, nem a
sua desventurada lillia. e nada actuando no nos-
so espirito no sentido de Ihes sennos prejudi
ciaes, fio podamos deixar de proceder, como
procedemosconscienciosamente, sendo impar-
ciaes em nosso exame e conclusOes.
Pode ser elle atacado por qualquer lado em
que o suppouham- vulneravel; era todo caso, a
verdade se sustentar anda na mais despropor-
cionada minora.
Poderemos ser vencidos pelo numero, mas
nao convencidos pela con test veno dos fados, que
saberemos sustentar taes quaes* forara des-
criptos.
Esperamos que, com a nossa resposta ao ap-
pello do Jornal do Recife, lique plenamente sa-
lisfeito quera nos provocou a urna discussao tao
inconveniente, arrastando-nos violeutamente a
um terreno lodoso, sobre o qual leria sido
mais decente e prudente que o nosso provoca-
dor nao se arnscasse e o evitasse, anda que
potlesse ser coreado do mais completo triura-
pho, em todos os sentidos.
Kecife, 6 de Margo de 1889.
Dr. B. du Gama Lobo
Dr. Jos Flix da Cunha Menezes
incumbido pelo cleitorado muito diversa
e est j a lindar. Demais, ninguern pode
affirmar se a maioria d'este eleitorado
continuar a depositar em si a confianza
que j merecen.
Alm de qnc Oara ser esta a razio ac-
ceitavel, era preciso que .a eommksao
confeccionadora da chapa t'osse equita-
tiva.
Convm nao esqueeer que o partido li-
beral da Bom-Jardim tem estado serapre
em seu posto de honra, cooperando n'estes
ltimos tcnipos para esplendidas victorias
eleitoraes.
Pens, por conseguiute. que elle taz
Jim mais considerayo de parte dos
chefes da capital, e commigo pensara to-
dos os liberaes aqui residentes, como
seu tempo provarei.
3 de liare* de 1889.
Carlos Leito de AUnquerque.
-
Ultimas vendas
litios.
Aleool
a I7*00 por {pipa de
8.)
Hel
Cota-te a 50*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da alfandega
SHIAIU W ll 9 IIK M MICO B 18'1*
Viie o Diario de 3 de Marro
avos carga
Barca portugueza Nodo Silencio, para o *orto.
Escuna portugueza Frtticeira, para Illia de S.
Miguel.
Patacho ingle/. Peggie, para Mentcvideo'
Vapor allemo Cari Woerman, para Liverpool.
Vapor inglez Vandick, para Liverpool.
arlos a descarga
Barca uorueguense Frida, carv2o.
Barcanorueguen.se Frilhyof, carvo.
Barca ingleza Sobrina, farello.
Barca norueguense Josca, carvao.
Barca allenii Auna, earvo.
Barca norueguense Braca, carvo.
Barca norueguense Grid, madeira. .
Brigue sueco Pepita, carvo.
Escuna ingleza Abeja, bacalho. *
Patacho pllemao Annq, farello.
laaportaeio
Vapor allemit Paranugu, nitrado de llam-
burgo e escala em 5 do corrente c consignado i
Borsleloman & C, manifesteu :
Carga do llamburgo
Agulhas 1 caixa a Guimaraes Cardoso C.
Amostras 15 volumes a diversos.
Ceneja 30 caixas a Ramos Gegpert 4 C 15
dias e 12 barris ordem.
''.aleados 2 caixoes c rilen).
Chapeos 2 caixoes a Raphael Dias & C, 1 a*C:
Wachsmann, 1 a Adolpho & Ferrao, 1 i ordem.
Camisas 1 caixa a Rodrigues Lhna & C.
Candieiros 5 caixas a W. Halliday & C.i
Capsulas de estanto 3 caixas a Soares do Ama-
ral Irmos. - Drogas 3 caixas a Ramos Gepp'ert &C..5a
Faria Sobrinho C, 3 a F. Manoel da Silva & C.
Encerado 1 caixa a A. Fernandes & C, 1 a
Raphael Dias & C.
Fumo 2 caixas ordem.
Fio 1 fardo a Miranda & Souza.
Ferragem 2 volumes a Vianna Castro & C, 2
a N'uues Fonseca 4 C 6 a Prente Vianna v c,
391 ordem, 4 a Maia c Silva < Ca D. R. da
Silva, 2 a C. Wachsmann, 1 a H. 1. Perman, 1 a
Francisco Lauria Jt C, 1 a Manoel V. Neves, 1
a Miranda Souza. 17 a Manoel Collaco A ., 4
U Costa Lima & C, 1 a T. Just.
Genebra 30 caixas a Sulzer KauffiBann & C.
Luvas 1 pacote a F de Azevedo & < ., 1 a A.
D. Canieiro Viauna.
Linha 1 caixa a Miranda & Souza, 1 a Fran-
cisco Lauria & C.
Louea 18 gigas e 1 caixa ordem, 2 caix a
Pereira de Azevedo & Irrao, 1 a Francisco Lau-
ria & C.
Mercadorias diversas 1 volume a Nunas Fon
seca & C, 12 ordem, 3 a A. D. Carneiro Van-
na, 2 a.l'erreira Irrao, 1 a Maia e Silva & C.,
3 a C. Wachsmann, 1 a GuimarSes Cardoso & &.;
1 a Oliveira Campos & C, 2 a Ramiro M. da Cos-
ta & C 4 a Francisco Lauria & C, 2 a Manoel
V. Neves, 1 a Prente Vianna t C., 2 a Pereira
de Azevedo JrmSo.
Maveis 10 caixoes ordem.
Mochioas de costura 3J caixas ordem, 4 a
A. P. Silva Soares, 2 a Ferreira Guimares \ C.
Objectos para el) peo de sol 8 caixas a Fran-
i Xavier Ferreira.
Pregos 80 caixas a Vianna Castro & C
Paralina 20 caixas a Casimiro Fernandes & C.
Papel 2 fardos a H. Permann, i6 e 22 caixas
ordem, 10 e 1 a Costa Lima C. Perfumara 1
A o partido liberal
Smente agora tive conhecimento do
artigo publicado no Jornal do Recife de
24 do passado, na seccSo que se denoini-
naPartido Liberal e onde se diz a pro-
posito da eleiySo do dia 24, que: consti-
tuido o directorio com o numero de 60
membrus dos mais preeminentes do par-
tido, acliam-se nelle representadas todas as
Iff'diiades do provincia, sendo assim at-
teudidos os interesses polticos nao s da
capital, como do interior. Morador na
comarca de Bom-Jardim, onde merecida
ou inmerecidamente gozo da eontianea
dos inens dedicados correligionarios, vi
coro sorpreza que, na iista dos 60 publi-
cada no niesmo Jornal, alo lisura nome
algum de liberal morador nesta loea
dude.
E tanto mais estranhavol esta falta,
quando outras localidades, que nao tm
ara eleitorado tao numeroso como o de
Bom-Jardim, estSo representadas por trez
e quatro nomes.
ti nem se diga que o deputado pelo 5.*
diatricto representa esta localidude no di-
retorio, porquanto a mrakab de que foi
paisa a II. I. Perman. Papelo 10 caixas or
ileui, | a Pereira de Azevedo & Irmo. lliosplio-
ros lOeaixocs a Joaquim libarte Siuies & C.
Teles 1 lardo a F. ile azevedo 4 C. Teei-
dos diversos 1 caixa a Bernet & C 1 a A. Maia
4 .,4 a N. Maia A C, 7 a F. de Azevedo (1,
I a Coiicalves Cuiilia & C, I a J. A. Dias, 4 a
Luiz Antonio Siqueira, 1 a A. Vieira 4 ., 12
ordem, I a F. Lauria 4 C, 4 a R. Lima C, 1 a
Joaquim Goucalves 4 C, 2 a A. DuaHe 4 C.
Yidros 0 volumes ordem. *
Carga de Lisboa
Alhos 100 canastras a Faiva Tlente 4 C, 10a
a Joo Fernandes de Almeida.
Sardinhas 36 barricas a Domingos Ferreira da
Silva 4 C.
Paquete francs .Vrthe, entrado de Bordeaux e
escala em 7 do correte e consignado a Auguste
Labille, inanil'e.-tou :
Agua delourdes 1 caixa a irma La Solieres.
Ameixas 6 caixas a Car va! lio C, 4 a Lopes
Allieiro C. A/.eile t caixa o Reviu. Dr. Jero-
nvmo Thom da Silva, ao consignatario.
"linter 25 caixas a Sulzer Kuuffraanu- Bismu-
tos l caixo a C. Pluyn 4 C.
Clichs 1 caixa ao Jornal do Recife. Conser-
vas 4 caixas a C. Pluyii 4 C, 1 ordem, 1 ao
consignatario. Cognac 25 caixas a C. Pluyn 4
C, 20 a Ramos 4 C, 1 ao cnsul da Italia.
Joins 1 caixa a J. Krause 4 C.
Livros I caixo ordem. Luvas i caixa a Pa-
poula 4 C.
Mercadorias diversas 1 volume a irra Bodrig,
2 a Manoel da Cunta Lobo.
Objectos para chapeos de ol 1 caixo a Fran-
cisco Xavier Ferreira 4 .
Papel 1 caixa a Carlos Araujo, 1 fardo a Anto-
nio C. B. dos Sautos. Ditos de einerullio 50
fardos a /oao F. de Almeida, 55 a Souza Basto
Amoriiii 4 C. Penles 2 caixas a G. Mallos Ir
roaos.
QueijOo 170 caixas a Paiva Valenle 4 C, 2 li-
nas a (.'. Pluyn 4 C.
Salame 1 caixa aos raesmos. Sardinha 1 cai
xa os mesmps. 10 a Sulzer KaulTmann 4 C, 10
a Js Joaquim Alves 4 C.
Viho 1 barril ordem, 1 ao coiitul de Italia,
4 a C. Pluyn 4 C, 2 e 5 ao consignatario.
erraouth 20 caixas a Guedes de Araujo 4
Filho.
Vapor nacional Una, eatrado do Rio de Janei-
ro em igual data e consignado a Companhia
Peniambucana, manifestou :
t af 402 saccas a Domingos Cruz 4 C.
Patrimonio Regaard
O abaixo assignado, thesourirodacom-
misslo agenciadora de donativos na re-
guezia do Recife para a familia Bagar,
pede as pessoas que se dignaram assiguar
que em quanto antes veubam satisfazer
seus coinpromissos para poder coucluir a
ninha missao.
Recife, 1.- de Mareo de 188.
Jo3o Martlu Ha Silva.
Prado Hnias--\itvas
Collocado em um planaltw d'onde ne dea*
eurola aos olbos do espectador uin pitores-
co golpe de vista pelas verdejantes colli-
nas, que o ccrcam, e as exteusas varzuas
semi-cobertas de alairados canaviaes que
Ihe ficam ao sop, margem da estrada
de ferro do Recife a 8. Francisco, c a
2 12 kilmetros da estrada de Ribeiro,
tendo urna archibancada construida sen2o
com as regras de apri inorada areliitectura,
ao menos com a confortabilidade eompa-
tivel com o fim a que se destina, muito
fresca, com eapacidade para aeeommodar
de 150 a 200 pessoas, e um cnsi-iamento
para 2plcndida raia
caprichosamente nivellada e guarnecida de
resistentes creas, medrado 750 metros,
com duas liuhas rutas bastante espaeosas
e duas curvas ainua mais larga*; incon-
testavelmente o referido Prado um centro
de agradavel distrae9ao e onde se rene
urna escolhida sociedade compoBta dos
mais distinctos cavalheiros, nao s da fre
guezia de Gamelleira como das visinhas
comarcas, dando largas expanso, ale-
gra e jovialidade, que constituem o
principal apanagio de tao selecta socieda-
de que, dando treguas ao cansaco prove-
niente de urna vida agitada e ingloria
como hoje a do agricultor, vai alli aos
domingos passar agradaveis e distrabidas
horas na mais amigavel das convivencias.
Pois bem, a inauguraeao de tao agra-
davel centro de distraeyao nao se rea'.isan-
do no dia que Jiavia sido marcado, devido
a muita eliuva que cabio naquelle dia,
ter lugar no domingo lUylo corrente, s
10 boras cm ponto.
As propostas pan lBcripsoes de caval-
los serao remettida para o escriptorio do
mesmo Prado at a vespera do dia dr.
corrida, s 6 horas da arde.
Nriiliiint pareo se realisar com menos
de 4 cavallos, salvo se houver desalio.
Urna arehrbancada 500.
Urna dita com direito a entrar para o
eusilliameuto dous cavallos c um criado
1>500, e com direito a um s (Avallo
10000.
Kxportavo
tsars, 6 d vnco dc
?ara o exterior.
1889
No vapor inglez Durhan City, carregaram
Para New-York, J. S. Loyo 4 Filho 150 saceos
com 11,250 kilos de assucar mascavado.
Para Liverpool, J. H. Boxwell 255 saceos com
19,125 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Wandick, carregaram :
Tara Liverpool, Julio 4 Irmo 110 saceos com
8,50 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza .Voro Silencio, carre
'erram :
Para o Porto, R. Lima 4 C. 2 barricas com
80 kilos de assucar branco, 2 ditas cora 120
ditos de caf 1 caixa com 30 ditos de doce e 2
barricas cem farinha de mandioca
Para o interior
>'o vapor allemo Paranagu, carregaram :
Para Santos, S. Guimaraes 4 C. 300 saceos
com 18,000 kilos de assucar mascavado.
Para 5. Paulo, F. S. Macedo Sobrinho 50 saceos
com 3,000 kilos de assucar branco e 450 ditos
#Mn 27,000 ditos de dito mascavado.
No vapor austraco Szecheny, carregaram :
i ara Rio de Janeiro, H. Burle 4 C. 10o
com 7,752 kilos de algodio ; P. Can;
33 pipas com 16,800 litros de aguapa
No vapor nacional Marmho,'
Para llio de Janeiro, B. Vieira 10,000 cocos,
frueta : Auiorim traaos \ C. 30 upas com 14,10
litros de agurdente, i,ioO saceos com 267.1X10
kilos de assucar branco e 1,150 ditos com 81,1 KM)
ditos de dito mascuvade.
Para S. Catharina, P. Carneiro 4 C. 50J barri-
cas com 32.108 kitos de assucar branco.
Para Babia, J. Torres Leite 12 caixas cora i65
kilos ile doce.
No vapor nacional P. do Ordo Pai, carre-
garam :
Para Babia, P. Piulo 4 C. 3 caixas com 190
kilos de doce.
mMo vapor nacional Para, curegarasi:
Para Mauos, H. Oliveira 30 barris com 2.880
litros de agurdente c 40 barricas cora 2,050
kilos de assucar branco ; P. Carneiro 4 C. 30
barricas com 1,490 assucar branca.
Para Para, P. Carneiro kC M barricas cora
22.108 kilos de assucar branco ; J. L. d Silva
Oliveira 60 barricas cora 4,050 kilos de assucar
retinado.
Dlohciro
BECEBIDO
Pelo vapor nacional Peruambuco, do norte,
para :
London Brasilian Banck 52.54,15090
Pereira Carneiro C. 25.00.15000
Seixas Irmos 9.0OS"00
Joaquim da Silva Carneiro 5.392*0ou
Duarte 4 C. l.OOOOO
Hermann Lundgrn 4 C. UW#P80
Joseph Krause 2000000
Baltar Oliveira C. 2.000-5000
H. Forster4C. 19915000
Paiva Vidente C. 1.046*000
Carlos Lourenco Gomes. 1.0005000
Ignacio da Silva 8005000
Bartholomeu Lourenco 7735000
Almeida Machado ft C. 604J460
Fonseca Irmos C. 4835000
Manoel Joaquim Pessoa 3505000
Rea FJ. DE Mi Reo
Alfandega
Renda Rcral:
Do dia i a 6
dem de 7
123:2525657
24:115/708
Renda provincial :
Do dia 1 a 6 200ll2'i8
dem dc 7 3:8625061
ii7:3fi<365
23:8735309
Somma total
secgao a Alfandega,
17I:2U5674
de Margo de
Segunda
1889.
0 tbesourciro -Flere:icio Domingues.
O chefe da seeco -Cicero B. de Mello.
Recebedria eral
Do dia i a 6 7:8925405
dem de 7
4:0345025
1L925430
Rceebedoria provincia!
Do da 1 a ti 2.9935288
dem de 7 1545745
Recife D rain age
Do dia 1 a 6 9:6255610
dem de 7 5:3*85759
3:1185033
ii:!>81*369
Mrrrado Municipal do K. Jr
O movn
Margo foi
Entraran
10 irO han Besando 1,
Oa proprietarios de cavallos insciiptos
gozarlo do menmo direito que costumam
conceder os demais prados.
1 pareo- Estra650 metros Pre-
mio lo^JOOO.
21 pareoConcei^ao1,000' metros
Premio OsOOO. _^
3" pareoRefresco8X) met osPre^
mi 25^XX).
4o pareoInaugurado 1,600 mstrs
Premio 60^000.
5o pareoSerra Redonda750 metros
-Premio 20;>000.
6o pareoOonselh*1,200 metros
Premio S&jJOOO.
7o pareoOriental7CK) metrosPre-
mio 15)5000.
O gerente,
Ii/nacio C Paes Brrelo.
.Embarque
Com destino a Europa onde, no reman-
so da felicidade conjugal, vai descansar
por algum tempo da afanosa lide commer-
cial a que cntregou-se muito creanca, em-
barcou no Atrato, com sua digna esposa,
o nosso amigo o Sr. Carlos de Paula Lo-
pes, eavalheiro vantajosamente eonhecido
em nossa sociedade, e distincto cominer-
ciante, chefe fundador da respeitayol >;asa
commercial que, sob a tirma de MachacK:'
Lopos & C, conhecida dentro e f>'ra, do
parz.
Aeompanha-o sua Exma. irma, a espo-
sa do Ufan. Sr. Dr. Manoel de Siqueira.
lntelligente, activo e de genio emjxre-
headeu, o Sr. Carlos Lopes s a si, m- -
mr.nte a si, deve o que pelo seu mcre-
chuento pessoal, seu decidido amor ao tra-
balho probo c assiduo; e, de scmefliaates
predicados, testemunho a casa que fun-
dn aqueja alludimos, a qual, grayas a
prudente e rerlectida direccSo do seu <:be-
fe grangeou o renome $o que gosa '
Qas as brisas da felicidade acompa-
nliem o nosso (amigo o Sr. Carlos Lopes
cm toda sua digressao ; e retemperando as
forens no clima europeo, que volte cheio
de vigor a retomar o seu lugar na lucta do
trabalho para satisfaeao dos amigos que
sabem aprecial-o e da familia que o estre-
mece.
A. 8.
A o publico
Protesto
O abaixo assignado declara que nao se
entende comsigo a noticia publicada no
Diaria e Jornal do Recife, de hoje c m
com outro de igual apellido.
Recife, 7 de Marco de 1889.
Jos Miranda Crrela Lima Gambo..
-
Aos Srs tf o*r Ruarte ala Silva
Papovla e Ranoel ftiargo da
Silva apona
E' bom, necessario mes-rao que os Sjs.
cujos nomes encimara estas linhas, sejam
explcitos e positivos, declarando de qi.eui
parecem ser enviados os dous individuos
que quizerao aggredil-os, era urna das nou-
tes, quando recolhiam se a sua casa, se-
gundo publicaram no Diario de hontem,
pedindo o auxilio das autoridades policiaes
na nvestigacSo dos referidos individuos.
Fallera com mais clareza para que a po-
lica possa melhormente auxilial-os.
Se que a sua publicaran seria, e
nao feita com malicia para eolher alguma
conveniencia oceulta, ou siraplesniente p.ira
armar effeito. Satisfagam o nosso pedido,
que muito rasoavel.
Oterceiro sem enviados
H02 kilos de peixe a 20 reis
10 cargas de fariuha a 200 ris
i ditas de fructas diversas & 300
ris
10 laboleiros a 200 ris
9 suinos a 200 ris
16 matulos com legumes a 200 ris
Foram oceupados:
26 columnas a 600 ris
I escriptorio a 300 ris
21 compartimentos de farinha a 500
ris
24 ditos de comidas a 500 ris
72 dilos de legumes a 400 ris
18 ditos de sumos a 700 ris
9 ditos de fressuras a 600 ris
30 talhos a 25
225540
85000 i
15200 1
25000
15800
35 M
155600
300
! s
125000
125000
285800
i25600
55V00
605000
Rendimeulos dos das 1 a 5 cor-
rente
I.
1845940
9455880
130582?
CV
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos de dia:
Carne verde de 480 a 560 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 15 reis idem.
Suinos de 560 a 640 reis idem.
Farinha de 480 a fr reis a cuia.
Milho de 380 a 440 reis idem.
Keijao de 15000 a >5401 idem.
Hatadouro publico
Nete estabelecimento foram abatidas para o,
consumo de hoje 44 rezes .pertencentes a diver-
sos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE MABCO
Sul........... Para............. 8
Europa....... John Eider......... 10
Sul........... Ville de Pernambueo 11
Vaporea a sahir
MEZ DE MAIiro
Sul.*....... Haranho......... 8 as S jtj.
Cear e esc... Jaguaribe....... 8 as Jh.
Movimenlo do porto
Navios entrados no dia 7
Bordeaux e escala15 dias, vapor fruncez AVr-
the, de 2,132 tonelada commandante Jesega-
bel. equipagem 126, carga varios gneros; a
Auguste La Bille.
Mauos e escala- 13 dias, vapor brasiieiro Js-
ranlto, de 1,999 toneladas, commandante Pe-
dro Hyppolito Duarte, equipagem 60, carga
varios gneros ; a Pereira Carneiro C.
Rio de Janeiro5 112 dias, vapor brasiieiro Una,
de 268 toneladas, commandante Seraphim da
Silva, equipagem 20, carga caffrCompi-
nhia Pernambucana.
Rio de Janeiro20 dias, palhabote |uacional Jda.
de 192 toneladas, capitao Manoel Andre Bran-
co, equipagem 9, carga varios gneros ; a Pe-
reira Carneiro & C.
Saludo no mesmo dia
Buenos-Ayres e escala Va w tVanai NstHht,
commandante lesegabel, carga varios gene-
ro*.
Ilambarg o etaJaVapor allemo Montevideo
commandante II. Boier, carga varios gene-
ra.
Paulos e escata Vapor allemo Paranagu,
nrajadanteJ. Kroycr, carga varios genc-
ros.
Barbado* Lugar i ngle Viola, capito James Jo '-
liTe, em lastro.
BarbadosPatacho norueguense Vange, capitao
A. Larsen, em lastro.
Babia e escala -Vapor nacin do Grao
de Lacerdiu
a var,
marVal






m

s


1
t

m.
Diario de Piminbuco -Sexta-feira 8
de 1889
Carso Primario e Preparatorio
dirigid pr
Julio Soares de Azevedo
34 RA DO COTOVELLO N. 34
Educa a infancia pelo mais aperfeicoa-
dfl-flyatena do Imperial Lvccu do Rio de
J+eho.
mcnsaes
Alumno interno 30>000
Jleio pensionistas 150000
Msica vocal 44000
Rano 44000
Por cada un preparatorio 3j000
Primeiraa lettras 25000
Lecciona em casas particulares a am-
bos os sexos.
Ra do Cotovello n. 34.
Julio Soares de Azevedo.
Declara^o
Lendo na parte policial de 5 do corren-
te, hoje publicada, ter o subdelegado do
Arraial feito proceder por miui vistoria
em um hoiuem que cahio de um cavallo
na Ladeira dos Mudos, venho declarar
que nenhuma vistoria fiz, nada atteste,
nem escrevi; apenas tendo sido consulta-
do, de paseagein, por um einpregado de
ama venda, disse que chamassera a auto-
ridade competente para providenciar, pois
indo com pressa nao poda examinar con-
venientemente o doente, maslembrava sua
remoran para o hospital e que por em
quanto fiaessem fricoo*es com agurdente
eamphorada no lugar doloroso.
Nt> dia seguinte (3), vindo um rapaz
pedir-me o attestado de bito, declarei nSo
poder attestr por nao ter examinado, e
que, nao pudendo ir vistoriar por ter de
attender a ontras oceiipaeocs urgentes,
chamassem os medico da polica. O mo-
tivo desta declaracao o segulnte: o es-
crivSo de paz s pode dar a guia de en-
terrainento em vista do attestado medico
ou pela affirmaeuu de duas testemunhas
ontestes, e -a eoinmunicacao do subde-
legado concllese que o attestado foi dado
por mim, qunndo, repito, nenhuma visto-
ria tiz, nenlium attestado jiassei, nada es-
erevi, nem autorisei, ivo se alguem
attcstou por mim, o que' nao q ero dcixar
pascar sem reparo.
Recife, 7 de Narco de 1889.
Dr. Joaquim Ijmrtiro.
G'autella e attencao
Aos mantos
Cerlldo do Ihror dr um depol-
mrnln
Ernesto Machado Freir Hervir da Silva,
ofticial da imperial ordem da Rosa, ca-
valleiro da de Chriito, condecorado
eom as medalhas de prata pela rend cSo
de Uruguayana, e de bronze pela cam-
panha do Paraguay, tenente-coronel ho-
norario do excrcito, e escrivo do juiz
de direito especial de commercio nesta
cidade do Recife, etc.
Certifico que dos autos de accSo sum-
maria de Antonio Jos FerreiraSMonteiro
ontra Antonio Augusto dos Santos Porto,
consta o depoimento do theor seguate
Oepoi ment do reo :Auno do Nascimen-
to de Nosso Senhor Jess Cbristo de mil
oitocentos e oitenta e nove, aos sete de
Marco, em audiencia do Dr. juiz de di-
reito especial do commercio, comparecen
Antonio Augusto dos Santos Porto, que
depois de juramentado deu o d*-poimento
ifo theor seguiute :
Que sobre o facto da peticao apenas
abe que sua mulher cose particularmente
para fra, nSo sabtndo porm te ella cou-
trahio o del lo em MMm); que elh, tost-
Miunha nao ge oppe a que una mulher osa
pora fra Has condcTles cima, sendo que
SlO ACTOBISOC A CONTBAHIE DBITOS.
ada mais disse nem !he foi perguntado.
Lido assigna. Ernesto Machado Freir
Pereda da Silva.Montenegro.Antonio
Augusto dos Santos 'orto.Dr. Vicente
Ferrer de Barros Wanderley Araujo.
Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa.
E mais se nao continua em dito depoi-
mento, aqu fielmente copiado e transcri-
pto.Recife, 7 de Marco de 1888.Sub-
escrevo e dou f.Recife, 7 de Marco de
1889.Ernesto Machado Freir Perrito
da SiliOm
N. 14
' Rosa as faces, perolas na bocea e mbar no
lialito o resultado da legitima Agua Florida de
Surray Lanman, usada como lorio ou como
itentifricio.
Recommendamos este exquisito perfume a to-
das as pessoas de bom gosto.
n. Fraaelsea A Mella are dr
Azevedo
Neste momento solemne
Venho orna prova perenne
De affecto testemunhar,
Teco elogio a virtude
Desde o berco ao atade
Ha prantos que derramar.
Julio Soares de Azevedo e filhos, convidara
aos seus parentes, amigos, collegas, discpulos
e discipular, para assistirem a vwitaco da se-
pultura no cemiterio publico de sua saqdosa es-
posa e mai D. Francisca Amelia Soares de Aze-
vedo, sabbado 9 do correte, pelas i horas da
tarde, na qnal tem de ser depositada urna ca-
pella e bouquets de flores naturaes.
Antecipa desde j, os seus protestos de reco-
ubecmento e de urna eterna gratidao, a aquelles
nne se dignarem assistir a este acto fnebre e
fe perpetua memoria.
t
anoel tn<-aU(n lirreim
Antonio Ferreira Adriao, Anna Goncalves
\driao, Domingos Goncalves Villa-Verde, pai,
-ni e primo, agradecem a todas as pessoas que
te dignaram acmpanhar os restos roortaes de
seu filho c primo ultima morada e de novo os
onvidam para assistir s missas que se ho de
elebrar na igreja da SanlaTruT no dia 9 do
corrente 7 do sen Tiassamento, s 7 1/2 horas
la manb.
Ao commercio
0 abaixo assignado retrando-e- hoje
para a Europa deixa como seus bastantes
procuradores para tratarem dos seus ne-
gocios quer commcrciaes, qner particula-
res os Srs. Manuel de Oliveira Maia e
Jos Jorge Pereira.
Recife, 5 de Mareo de 1889.
Antonio Augusto da Silva Reis.
m-------------
Aviso
D. Mara Veuancia da Silva, viuva de Joo Jos
da Siva, previne aos nquilinos das casas de seu
finado marido ben co:nc a todas as pessoas
que com elle liuhan transaccoes, que estejatn
por liquidar, que s se devem entender com seu
advogadoDr. Eugenio de Barros, ra do un-
pe ador n. 37.
A despedir-se
O abaixo assignado tendo de enibaiear
hoje na vapor americano Ad vanee, para o
Rio de Janeiro de onde chamado por
raotivo urgente e nao podendo pela pres-
teza de sua viajrem despedir se de todos
os amigos que Uie tem dispensado sua uini-
sade, pedc-Utes dowttdpa (TeaM falta invo-
luntaria. Todava, porin, Ibes otfereee os
wetis limitados preetaratHj n aquella corte,
a na do Ho-jMeio n. 1^7, certos de que
suas orden serio xecutadas.
Recife, 6 de> Mareo de 1889.
Aniceto da Silva Bessa.
Despedida
Antonio Augusto da Silva Reis, reti-
rando-se hoje para a Europa, pede des-
culpa a todas as pessoas de suas relacdes
de quem se nao naja despenido pessoal-
mente e fazendo-o agora por este meio, of-
feroce-lhes os seus insignificantes serviros
em qualquer parte onde se ache.
Recife, de Marjo de 1889.
Antonio Augusto da Silva Reis.
Consagrar5o srlratlSea
J nSo s o publico, j nao sao ape-
nas os mdicos, mas tambera os archivos
scicntificos, os depositarios mdicos, que
veem exalcar aa virtudes do Petoral de
Cambar, de Souza Soares.
Sem mais commentarios, abrimos espa-
90, boje a duas consagracoos scentificas
que por certo, bao de merecer do publico
o maior conceito pela sua procedencia in-
suspeita.
Eil-as ;
... Sem nos referrmos ao Cambar-
tinga, Lantana vellosiana ao cha de pe-
destre, Lantona pseudotha, St. Hil., de
reconhecidos cffeitos na medicina domes-
tica, apontaremos Cambar verdadeiro,
Vernonia pAyantges. Len, o qual por
sua accSo s qualidades demulcentes e
balsmicas daquellas outras, rene a de
ser ao mesmo tempo expectorante deven-
do por isso ser aproveitado no tratamento
das bronchites, c nomeadamentc da tsica
trpida.............................
Bem avisado andou o Sr. J. A. de:
Souza Soares, Pelotas, preparando, com
essa especie, o seu Petoral de ('ambara,
<|ue tive occasiao de examinar ecom
pleno conbecimentoaconselho o seu uso
com a maior confianea.
(Do Foriiudario Internacional do Dr.
Pires de Almeida)
... O PETORAL DE CAMBARA^
apresenta um bello aspecto, possue cheiro
e sabor agradaves, qualidades que, s
por si, j sao de grande valor.
Quanto s suas propriedades thera-
peuticas, dizcm os attestados mdicos que
o acompanham que sao preciosas as affe-
C9?5es broncho-pulmonarcs, pela sua accSo
emoliente, balsmica e expectorante, qua-
lidades sem questao apreciaveis as affe-
ccoes catarrhaes, o que justifica a nomea-
da adquirida pelo preparado, cujo hist-
rico acabamos de fazer................
Como planta nossa que o cambar
tem direito a oceupar a attencSo dos que
se dedicam no estudo da dora brasilcira ;
e como no preparados do Sr. Jos Alves
de Souza Soares encontram-se reunidas
excellentes qualidades officinaes e organo-
lpticas, alm de valiosos attestados med,
eos, julgamol-o digno de nossa confianea
e merecedor da attencSo dos nossos Ilus-
trados collegas aos quaes eommunicare-
mos posteriormente os resultados das ob-
serva58es pessoaes que sobre elle fizer-
mos.
(Da Uniao Medica do Ro de Janeir
OS AGENTES
Fraarlsr* ifanoel da Nllva ti C.
Permunbuco
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
0 vinho de quiniuin Labarraque, tnico
febrfugo, nico preparado n'este genero
que tem sido approvada pela Academia de
Medicina, vende-se m todas as pharma-
cias.
Nota.Em razSo de sua energa e da
capacidade dos frascos, este vinho de um
proco moderado e menos caro que a maior
parte dos productos similares. Basta em
geral tomar um ,calix de licor depois de
cada refeicSo.
--------------**~a&ts*m~--------------
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata eom espcciali-
dade de molestias de senhoras o ereaneas.
Consultorio u residencia ra da impe-
ratriz n 18, 1" audar.
Consultas de 8 s 10 da inanhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TF.LF.raoxE sr. 226
*i
DECLARACES
Arsenal de Guerra
O conselho de compras resebe propostas
no dia 9 do corrente at 11 horas da ma-
nh3 pzra a compra dos artigos seguntes :
AlgodSosinho com-82 centmetros de lar-
gura, metros. 4.2H'
Anagem, metros 9'
Bonets de scrvico tatemo 000
Brim escuro de aho traneado,
tros 7 965
Bastilha-de li, metros l!.l,42
550
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculisia, ex-ebefe de elinica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meo da s 3 horas da tarde, no
Ia andar da casa n. 51 ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setera-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 2.
12
2
1
630
468
9,60
630
MEDICO HOMEPATA
Dr. Ballliazar da Silveira
Especialidadefebres, molestias
das criancas, nos orglos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVINO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Ba rao da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
a^
ao publico
Emquanto durar a Exposicao Universal de
1889, os nossos leitores que se acharem em Pars
e que desejarem receber quaesquer noticias da
trra, podero 1er os nmeros mais recentes do
nosso jornal no escriptorio dos nossos corres-
pondentes, os Srs. Amede Prince & C, 36, ra
Lafayette, em Pars.
Os nossos patricios podero receber a sua cor-
respondencia, peridicos, etc. etc., em casa dos
Srs. Amede Prmce 4 C.
Uutrosim, os me sinos Srs. Amede Prince 4 C,
negociantes-commissarios poen. a sua casa de
compras s ordena de qualquer pessoa que dese-
jar ter urnas informantes, ou atilisar seu inter-
medio
Brim branco liso, metros
Chicaras e pires de ferro gata, ca-
saos
Caixas de folha de Flandres dobra-
da, pin-ads a oleo, para con-
dcelo de dietas
Fita da imperial ordem do Cruzeiro
Gravatas de cottro envernisado
Hoilanda de forro, metro--.
Panno escarate franeez, metros
Sapa tos de couro de bezerro, pares
Nao serlo tumailas em consideraeSo as
propostas que nAo f>rem feitas de accordo
com o artigo li4 do Regnlament de 19 de
Outubro de 1872, em duplicata com refe-
rencia a um w artigo, mencionando o no-
[jne do proponente, a indicaco da casa
comniereial, 9 preo de cada um artigo,
o nuroro e marca das amostras, declara-
cao expressa de sujeitarem-se a multa de
o |0, no caso de recusar assigna r o son-
tracto, bem como as de que tratam os
arts. 87 e 88 do citado regidamento.
As amostras dos artigos cima indica-
dos acham-se nesta secretaria, para se-
ren examinadas pelos proponentes.
Os prazos que forem concedidos pelo
Conselho serto improrogaveis.
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, em G de Marco de 1889.
O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Prazo de 30 dios
De ordem do Sr. Dr. director geral da
lnstrueeao Publica, fayo saber a profesa-
ra publica Mara Joaquina Barbosa de
MagalhSes removida para a cadeira ifc
Limoeiro, que lhe fica marcado o prazo
de 30 dias, a contar desta data, para as-
sumir o exercicio da referida cadeira.
Secretaria da Instrucclo Publica, 4 de
Marco de 1889.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Galvao.
OBBBY CLUB
B
PERNAMBUCO
PROJECTD DE IIVSCRIP^AO
Da 8.a corrida
A realisar-se em 17 de Marc,o de 1889
3.
JH- COM0!LAgAO SOO Metros. Animaes da provincia que an-
da u2o tenham ganho no Derby. Premios 200)J000 ao primeiro,
50(5000 ao segundo c 20^000 ao terceiro.
HjMi OMNIOM1# Metros. Animaes de menos de meio sangue.
Premios: 300KKX) ao primeiro, 75JOO0 ao segundo c 30j000 ao
terceiro.
WklliPR0SPERD3ADE 04 Metros., Animaes da provincia que
anda nao tenham ganho premios no Derby,'em maior distancia. Premios:
200|}000 ao primeiro 50(JO00 ao segundo e 200000 ao terceiro.
****, INTERNACIONAL 9.000 Metros. Animaes de qualquer
paz. Premio : 600^000 ao primeiro, 1200000 ao segundo c 600000
ao terceiro.
1X1%RAPDDEZ l.OOO Metros. Animaos nacionaes at meio san
gue que anda nSo tenham ganho este auno em nenlium dos prados
d'esta capital. Premios: 3000000 ao primeiro, 750000 ao segundo e
300000 ao terceiro.
*\%W PROVINCIA DE PERNAMBUCO1.30 Metros. Animaes
da provincia. Premios: 2500000 ao primeiro, 000000 ao segundo
250000 ao terceiro.
niM IMPRENSA PERNAMBUCANA I .O Metros. Anmaee
nacionaes at meio sangue. Premios : 3000000 ao primeiro, 750000
ao segundo c 300000 ao terceiro.
Oculista
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na edrte, ex-chefe de clnica
ophtbalmologica dos Drs. Wecker e Panas
em Pars e do professor Hirschberg em
Berlim, tendo regressado de sua excursio
s provincias do norte, demora-se alguns
mezes nesta capital, no exercicio de sua
especialidade.
Consultorio e residencia ra. do Barao
da Victoria n. 23 1 andar. Entrada pela
v amboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
-------------_.--------------
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLTNSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Uyiidos, tein r.berto o seu consul-
torio, na ra BarSo da Victoria 18, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
as urinarias, molestias do tero,
operacSes elctricas
SS. CA2L0S SST7SSTC0ST
ESPECIALISTA
com pratica de pabii uo.ndbes
Estreitamenti.s da urethra curados ra-
diealaiente pela electrolyse, sem dor ;
Hhydroeeles sem injecca (cura radical);
ftidas e ulceras chronicas. com garan
ta de cura rpida; pedras da bexiga,
l fstulas e hemorrhoidas; svp^ilis, go-
7 norrhas, pelo methodo das instillacoes;
, 1 molestias da garganta e do peito pelas
' athmospheras medirainentosas. Con-
sultas c oprraeOos das 1S i 3 horas
da tarde.
RA DO MRQUEZ DE OLLNDA H. 34
2". ANDAR
rildrnrl* aa Torre
I!
i
II
Ir. luoel do \aseiuienlo la-
chado Portella Jnior
Escriptorio ra do Imperador n.
1. ANDAR
65
Frederco Chaves Jnior
Homoepatha
39 RA HARA0 DA VICT0RU 39
Primeiro andar
Pensao Acadmica
Esta casa de Pensao situada no ameno
bairro da Boa-Vista, ra da lmperatriz
n. 15 2* e 3 andares, contina a receher
pensionistas, que mediante a mensalidade
de 50)$, terSo com o maior asseio e regu-
laridade, comida abundante, commodos
agradaveis, excellente banho e criado.
Badiarel Antonio Witru-
\io Pinto Bandeira
Pode ser procurado roa do Imperador
n. 71, i" andar
Conipanhia de Seguros Phe-
nix Pernarabueana
Os senhores accionistas sSo convidados a reu
nirem-se em assemhia geral ordinaria, na ter-
ca-feira 19 do corrente, 1 hora da tardp, na
sede da corauanhia. A reuaiio tem por lira dar
execOco ao 1- do ar. 27 e | do art. 30 dos
estatutos.
Petnatnbuco, 2 de Maigo de 1889.
Os administradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
_____Manoel da Silva Maia._______
Banco de crdito real de Per-
iiainbiico
Em cumplimento dos || 9. e 12. do
art. 83 dos Estatutos e das disposicSes
da le n. 3150 de 4 de Novembro de 1882,
convocamos aos Srs. Accionistas reuni-
r m se em asscmbla geral ordinaria, no
dia 23 do corrente mez, ao meio dia,
em urna das salas daAssociacao Commer-
eial Beneficente, atm de lhes ser presen-
te o relatorio das operagoes do anno ban-
cario, findo em 31 de Dczcmbro de 1888,
acompanhado do parecer da eomniisso
fiscal, e procedcr-se eleieao d'esta, do
presidente, vicepresidente, I.1 e 1.a secre-
tarios da Assembla Geral.
Recife, 7 de Marco de 1880.
Os administradores"
Manoel JoSo de Amorim.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Luiz Duprat.
'Empreza Minerva
De ordem da directora declaro a todos os so-
cios desta empn za que a assembla geral de 3
de Marco resolveu conceder ainda 30 das aos
socios atrasados em mentalidades ; e bem as-
sim, eliminar aos que no Hra deste prazo Acaren
devando mais de cinco mezes.
0 secretario,
Cosme tle Oliveira.
Observacoes
Nenhuin pareo se realiear sem que se inscrevam tres animaes de proprieta-
rios differentes.
A inscripeo incerrar-se-ha na secretaria do Derby Club praea de Saldanha
Marinho n. 2, 1. andar, no dia 11 do corrente, segunda-feira, s 6 horas da tarde.
S sero aceitas para cada pareo as quinze propostas que primeiro forem
abertas.
O GERENTE,
HIMII4|l i: CHUTEA..
sn i:iieeu:i::;l
DO
Capital
jBjFwA,2XXj
0.4MM):000
dem re alisado I t.4MM>: iHH>#
A caixa filial deste Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, sacca, vista ou
a prazo, contar os seguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
LONDON..(Baoc lolernaelonal
< do Brasil,
( London office.
( rondn k C ounty
( Banking Company L.,d
PARS......(Basque de Pars A de
Pays-Bas
Deutsche Bank.
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Recife Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos interessados, que collocoo no mez de Feve
reiro prximo passado, os apparelhos abaixo
declarados :
Recife
Ra do Vigario Thenorio n. 5, apparelho n.
8,067, 1- andar.
Ra Companhia Pernambjcana n. J-*, appare-
lho n. 8,068. 1 andar.
^|5! Santo Antonio
'Ra Rarao da Viclona n. o0, apparelho n.
5,721, 3- andar.
8. Jos
Roa Marcio Dias n. 82, apparslbo n. 5,723,
loja.
Roa-Vista
Ra Visconde de Albuquerque n. 23, appare-
lho n. 0,991, loja.
Ra da Aurora n. 53, apparelho n. 10,992, 1
andar.
Roa da lmperatriz n. 84, apparelho n. 10,993,
I--andar.
.Recife, 6 de Marco de 1889.
J. F. Mackintosh,
Gerente.
Hamburgo..
Berlim.......
Bremen.....
Fr an k fur t
sur Main...
Antuerpia..
Roma........\
Genova......
aples'.....
Milao e mais
340 eida-
desde Ita-
lia...........
Madrid......\
Barcelona..
Cdiz........
Malaga......
Tarragona.
Valen ca e /
outras ci-
da des d a
les pa nha
e ilhas Ca-
narias ......
Lisboa......
Porto e mais
cidades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ay-
res .........,
Mon tevido
NovaYork. G. Amsnk & C.
Compra saques sobre qualquer praea do
imperio e do estrangeiro. .
Recebe dinheiro em conta corrente de
movimento com juros na ra/.ilo de 2 /0 ao
anno e por letras a prazo a juros conven-
cionados.
O gerente, miliam M. Westber.
Companhiaf K Imperial
DE
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas laicas
Prompto pagamento de prejiiiao. .
CAPITAL
lis. 1 .O 00:4MM* BHOU > A C.
, N. RA DO COMMERCION
i Banco de Portugal e
suas agencias.
The London & River
Plata, Limited.
SEGUROS
martimos comba vm
Companhia Phenlv Per-
namhiic-ana
RA DO COMMERCIO N. 26 1." ANDAR
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Inglezcs.
Companhia de Seguros
UiUntt it islra
AOESTE
Miguel Jos Al ves
IV. t Ra do Bom J SEGUROS M.4RITIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos semtios a nica companhia
nesta praca que concede aos Sr.<. segurados semp-
c&o de pagamento de premio em cada stimo
anno, o que equivale ao descont annual de cer-
ca de lo por cento em favor dos segurados.
I!
t
Barao de Col*pe
Atnigos do Uado Baro de Coteg-pe fazem ce-
or sua alma no da 13 do torrente,
: da frtgueiiii |dS la manila.
t.*gpll*mm }{
Medico operador parteiro
* Rita Larga do Ruoarfo -t I
, ( (Por cha do Annel de Ouro) w
Onde tem roasultorio e real-
cncla i podendo ser encontrado
recebendo chamados a qualquer hora
do di e da noite.
Especialidades: Partos, febres, moles-
l tas de senhoras e dos puloioes, syphilis
em geral, cura rpida e completa e ope-
races de estreitamentos e mais sonri- )
mentos da uretra /
ra "
H
racs de estreitamentos e mais sol
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra. qualquer distancia.
Trlrphoae a. 38 4

INSTITUTO
DE
>>rtSSA SE\H0RV DO CARMO
Imtratr* primaria, terundariu e
recreativa
Este collegio, fundado em 1873, conti-
na a funecionar no palacete n. 72, ra
de S. Francisco, junto a estacSo da ra do
Sol, da Estrada de Ferro de Casanga, e
recebe alumnos internos, meio-penssionis-
tas e externos.
O seu director era vista da crse mon-
tona que affecta a todos, restlveu moditi-
car os precos das mentalidades dos alum-
nos internos e meo-pensionistas, ticando
em vigor a tabella seguinte:
Alumno interno, trimestre lOOjiOOO
dem meio-pensionista, idem tiOoOOO
Os internos tCm-dircito a roupa lavada
e engommadagratis e nao day joias.
Os prot'eesores sito habilitaews; a ali-
mentafSo de primeira qualidade: todo o
edificio muito claro, espa<;oso e arejado
e tem banhos frios,o choque e chuvi
As aulmMfaa>t8oTfui:cionar,d'.'.
Veneavel irmandadte de S.
Cecilia, na matriz de S.
Jos
De ordem da mesa regedora, convido a lodos
os irmaos professores, para reunirem-se em nos
so consistorio no dia 11 do corrente, as 4 horas
da tarde, afim de em assembla geral resolver-se
negocios de alta importancia, tanto para a ir-
mandade como para os senhores professores.
BRccife, 7 de Marco de 1889.
O secretario.
Amaro Joaquim do Espirito Santo-
Companhia Aalagoana de
Fiacao e Tecidos
Convidamos aos Srs. subscriptores des-
ta companhia para, de accordo com os
arts. 9 e 10 dos estatutos at o dia 17 de
Marco prximo futuro, realisarem sua
quarta entrada na razio de 10 ju do valor
de suas" acQoes ao Banco Intenarcional
em Pernambuco.
Maceio 15 d9 Ferereiro de 1889.
Js directore?,
Jos Tcixeira Machado.
Jos*' Januario P. de < arvalho.
Propicio Pedreso Barre-
SANTA CASA
CANA* PARA ALIGAR
Ra da Moeda n. 49, armazem 2V00OO
dem do Vigario Tenorio n. 27, loja 2404000
dem idem n. 22, 3. andar 80*000
dem idem n. 23, 1." andar 360*000
dem do Rispo Sardinha n. 3, I. e 2.
andares e sotao 400*000
dem do Rom Jess n. 29, 3.- andar 200*000
dem do Mrquez de Olinda, sobrado
. .44 2:131*000
dem do Rom Jess n. 13,1. andar 240>0001
Recco das Roas n. IV. Iota l.e2." an-
dares 180*0001
Um sitio em Parnameirino. 460*000
Companljia he Segura*
cosTSm ::::
NORTHERN
de Londres e Aberdaea
Posigao Goanccira fDezembro de 1885^)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Recelta animal :
De premios contra rogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGENTE,
John H. Boxive.
Companhia de Seguros Am-
phitrite
Os t enhores accionistas sao convidados a reu-
nirem-se em assembla geral ordinaria, na quar-
ta-teira 20 do corrente. 1 hora da tarde, no sa-
lo da Associarao Commercial Beneficente. A
reijpio tem por fio, cumprir a disposicoes dos
estatuto?, arts. 36 e 40.
Antonio M. Amorim.
Manoel J. da Silva Guimaries.
___________Joaquim Olinto Bastos. _____
SNllMGMfiOl
Roja!l Insurance Companj
de Liverpool
CAPITAL 9.000:000
AGENTES
R. DEDRUSINAA!
13Ra Mrquez de Ol'-nda
CONTRA FOGO
The Liverpool i London i Gloke
HTSURATTCE CDHFA1TT
bla:sss, mim & c.
Ra do Commercio n.
INDEMNISADORA
Companhia de Seguros
34ARITIMOS E TERRESTRES
i;tabrlerl(UemlSir>
CAPITAL :l,0OO:000#OO0
SIMSTROS PAGOS
At 31 de Oezenibrode 1894
Martimos.. 1.110:000#00t
Terrestres. ;] 1 t;000#000
44Ra do Commercio44

i
:
I\

k -





6




H
Dii|iia, a se faz publi-
corrente mez,
orta desta re-
Sfcicnia da PfesMBB
de Pernambuco, em 1**1** EereMiriMfe
1889. '
Por esta secretaria *JUP*|* V"
COinmendacSo do Exn*-*iM'MWa>a-
trfo de Estado dos negocias do' imperio,
nstante do aviso n. 288 de 22 de Ja-
ciro/fiSa, para conbeiraenttf d Maria
Sevetina da ^Coijceicjlo Lucas, mili do*
thimnd~do IriWtuto doB SurdW-Mudos,
Jos LourencoMfrtaI*iB.
N. 288.-2* directora.Ministerio
dos negocios do imperio. Rio de Janeiro,
22 de Janeiro de 1889.
Hlm. e Exm. Sr.N^jwahodo, ua mi a .% conformidade do artigo 23%Ur iotjaifian-t Pulo paquete nacional foranhm, esta admi-
te do Instituto dos Surdos -Mudos show *tomt5o expede malas para os portas do sul,
*> decteto n. 5,435 de lde Outub* d* ^^K^^S^r^Sora.
pra
rlwdesia Al"
n4tf(*M
JI'HAA, quatro caixas contendo 853
ils, peso liquido legal de figos pasgados, vin>
as de Kteboa no vapor fraacea Yule de Pernal-
no., oaindo em iXovembro de 1888, abandona-
as aat direitos por Joaquim Fepped Aguiar.
4* aaacao da AManCego de Peroambuco, 7 de
Mart-a. 18J* O ebefe,
Domingos Joaquim da Fonseca._
Correio Geral
1873, continuar alli, por hawer atingido"
a idade de 18 annos, o aatnno Jeoc Lou-
reaco Godofredo Lucas", -a epaem s refere
officio dessa presidencia*fc* 24 de Ou-
tubro de 1882 e convindo, portante, pro-
videnciar afim de que seja "retirado do
naesmo Instituto o dito menor ,> o qual, se-
gundo informa o diWcto-do^e#UHi-'l9o de S. Esc. o-Hr-.-Df. presidente
ment no officio, qoa jftareaa.it* me di- da provincia, de 14 ci colarte, faca mar-
ngio, se exprimo regularmente por escrip-
to, perito oficial de encaderawdorle tera-
o peculio de 8645950, recolhido a caixa
econmica, don conhccrmonrc- d'isto a W
Exepara os fura convenientes.
Deus guarde a V. Exc.A. Ferrei-
ra Itw*.Sr. presidente da provincia
de FeWn:nbui".
U secretario interino,
ManoelJotquim- 8zeira.
Secretaria da Instruc^ioFu-
tftfaa, 26 de Janeiro de
1880.
FagB'saber a qoem interesiarpossai de ordem'
do S.-Dr.iaspector geral da instruecia pblica,
que poden i ser procuradas nesta repartigo as
cadernetas da Caixa Econmica Escolar da 3"
eadeira do-sexo masculillo da'fregnetia de San-
to Antonio, reoolhidas pelo ex-professer Fran-
cisco da Silva Miranda, constantes da relaco
infra.
RelacJO das cadernetas da Caixa Econmica Es-
colar da 3 cadeira do sexo masculino da fre-
guezia de Sanio Antonio, ainda nao reclama-
das.
cado o prazo de 45 dias a contar* desta
lata, para a incrinbao ao eoHeureo^ que
ter lugar neste Thesouro no dia 15 de
Ah*l prximo futuro;-afirn de preoncher-
se tres vagas de 3 escripturario existen-
tes ncta repartreo-.
I .anieVettur sobre leitura; aneJyse
gramatical, orthographia e arithmetica
at a iiicoria das proporc5s inclusive.
Os vundidatos deverao Teqnerer ins-
kpectorin 'este Tbesouro a sua admissao ao
concurso por mei da peticao documenta-
d*7provando ser maior de 18 annos, achar-
se tvrc de culpa 'pena- c ter bom com-
portamento, Ibes sendo liako juntar, alm
dstef.' quaesqnr outros' documentos que
powaiu favorecar'o 'son diroito.
Secretaria ao Thesouro Provincial de
Pernambuco, 2T de Peverciro de 1889.
Servmdo de secretario
O'otfieial,
Lhudelfo Compeli.
Fracccs
15000
io*>
1870 N.* Ol Joao Gomes Pe
reir da Silva, folhas 38
R, 3 774 Manoel Pedro
Afesaadrino de Lima,
dita m
1880 N,>i.0H Joo Baptisl.i
Lopes de Castro, dita 48
K. 2012. Alfredo Proco-
Eio Lopes de Castro, dita
D
1881 X. 2.084 ThcotonioAgri-
5no dos Santos, dita l
. 3.516 Gustavo de Su-
za Lopes, dita 17
N. :t.517 Joao de-*Soma
Upes, -diu 18
N. :>.510 Jlartiniano Joa-
r'm de Mello, dita 21
3.805 Joo Silverio da
Cosa Owira,dita 30
Kr4i:i8 Manoel Soares
Mnteiro, dita 45
N. 4.640 Lupicioio Fer-
nando da Silva, dita 47
1882 X. 5.021 Victorino Duar
te Pereira Lima, dita 8
X. 2-388 Capitalino Thc-
m Baptista. dita 16
X. 4.01* AUuettkCarnUdo
Ferreira da Silva, dita 19
N. 4.647 Al exandrino
Tavares. dita 20
X. 5.02< AtUiutrWleira
Soares, dita 34
X. 5.311 Ftaymuado Al-
ves de Souza" dita 42
1883 X. 5312 Lr de Franca
Soares (ou Soaza.) dita
31
X. fcU Alvaro- de Oli-
veirt fols. dita 37
X. 4.CW JoSo dos Sabtos
Pereira Braga, dita iiT
1884-X. 6 371 Joaquim de Sou
za Pinto, dia 12
X. 5.6!6 Manoel Silvenn
de Miranda, dita 20
X.i7.14 Amaro Joo de
Aftfccar: dita 37
X. 8.196 Bosa de Urna
dos Passos Barbosa.' dit;>
4
1883 N. 5.618 Carlos Hcnrique
9dares, dita 41
H>.75 Affonso Danta
T*lxeirar dita 36
Rec*e, 21 de Janeiro de 1889
Francisco da Silva Miranda.
160
601)
600
520
400
100'
140
500
740
560
840
309
630
500
lOOfi
3*000
3Jfftf|
104600
55000
:<*m
104000
163000
2<30
15000
9M0O
17*000
111000
75000
1*000
35000
115000
2W60
l00
4*000
45000
6*000
devida-
Os pretendentea devem apresentar-se
rnen|e habilitados.
O secretario;
Pergmtino Saraira de Araujo Galrao.
Correio geral
Concurso para prerMnlmenlo
de un lugar de pralf eante de
' eiaste
Fa^"1 publico para conhecimento dos
inter'essados, que acba-se aberta nesta -ad-
ministrac2o durante o prazo de 30 dias,
a contar desta data, a inscripcao para o
concuM^tjw* dove reasar-se i f a*a- prean-
chimebt de um lugar de pratfcante del?3'
classe.
Os candidatos deverao d requerimenloe,/prarando twein aais de
18 e menos de 25 annos de idade, goza-
rem boa shde, estarem vaccinadiw e te-
rem bWH procedimento.
A idade exigida para a inscripcao de ve
ser prOtada com eertido de baprrsmo
extrahida do assento feito n irvro de pa-
rochia nodevido tempO. ou justinca^&o
prestad' perante autoridade ecclesiastica
e por esrtajulgada por sentenca. Este do-
cumento nao pode ser supprido por publi-
ca forma; e muito meaos, por attestados
passados por vigarios, no ausencia dos li-
vros da freguezia.
O exame versar sobre a* lingusa por-
tugpeza, franceaa, geographia geral, com
desenvorvimento quanto ao Brasil, e arith-
meticA aive, sendo motivo de preferencia o co-
nhecimento das Unguas ingleza e allemi.
AdministrsicSo dos Correios de Pernam-
buco, 12 de Fevereiro de 1889.
|0 administrador,
Ajfonso do Reg Barros.
Capitana d porto
Avia* ao* nati-S'.uie
De ordem do Illm. Sr. capito-ienenle Rodrigo
i dafiOfeta inspector deste arsenal e capito
orVaaosU provincia, faro publico para quem
ressar possa que o > lo porto de
i-flo telegranuna dataio com-
j*sti capUaaia q
dianle deixa d( '.I de
aflat secundo aviso.
iitania.de porto de Per;
-ecretario.
Antonio -da Silva Aaev-
oa*/t com porte duplo.
Aiatetrato dos COrreios de Pernambuco.
i* Marco de 1889.
O ateunistrador.
Affonso do Bego Barros.
De ordem do Illm. Srr Dr. inspector
fayo publico qua-om cumprimanto da re-
MARITIIOS
Ro\ al Mail Steam Packet
Companhia
O T*pov>>Ifett PlMa
Commandante A. H. Dyke
Esperase da Europa al o dia 15 de
Mareo, sogumdo depois da derao-
a*ra dburaamapar*
Bahla.JRioidaiMVaaalriM 1la4e-
- video e Bueaos-Ayres
O vaf^n^Nera
Commandante O. M. Hicks
Mareo.e sojj^innodepois da demora
necssar para*
S. Vicente, LiA >a, Vigby Soutbampton e
Anluqrpia
Reducto '*<4 tpassagen
lia Uae rolla
A' Lisboa 4-etaae ** 30
A'Southampajni-ula&se 2 42
Camarote* reservados pitra os passaiieiros de
Pernaffibotc.
Emquanto vigorarl a^qaarentena imposta na
Repblica Argentina, aos navios procedentes do
Brasil, os vapores d*sUi#cmpanina nao aceitarao
passageiros nem carga "para Buenos-Ajres.
Para passagen>. freies,encommendas, tratase
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
- bu'-
Kavesaco eosteira por vapor
PORTOS DO NORTE
Partihyba, Natal, Maco, Mostoso, Araca-
ty e Cear
O vapor Jaguaribe
Oom!nan4bntitnteir- .
Sag* n Ka-;* do corrente s 5
horas da tarde! Recebe carga at o
da 7.
Encommendas, passagens e dinheirOB frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12________________
"OTR^rftSra'-RS
Companbfa Franreu
DE
\avesa(o
->inha qumzenal etftrt
Pernambuco, 'Bftfiia',
Santos.
ov>aWh
Ville de Pernambuco
Commaddant Scbire
Es,peraidoa portos de sul no
dia 1L do corrente, seguindo
depois" d"iiidsspensavel demora
para o Havre tocando em
fjMM
V.airara ao porlo
Conduz medico* a-bqro, < lemajrha rpida
e offereee c\eell*iif' sadio. a.u
.As passagens peyfeYao"ser'tomada- de ante-
inSo.
Recebe carga, encotatnendas e passageiro
pan os quaes tem escellefllcs accommodaces.
PaTa carga, passagenn. encommendas e di-
nheiro a frete : trata- corita AGENTE.
O vapora Vthens
a.vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
E'esperddoidaCiunpa at o dia 13
de Marro.
Uis pensare
sagnkid depois da in-
demora para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rogase aos Srs. importadores de carga pelos
vapores dest. linha. quairamapresentar dentro
de. 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer reclamar "mente a totumes que
porventura tenha;., lo para os portos do
sul afim de se pcxle dar a (empo as provi-
dencias neces.su:'
Expirado 0 retmitopr.iroa companhia nao se
responsabilisa por extraos.
Para carga, p;:- maleadas e d-
nbeiro a fn >m <
lEarrE
Anieisto-'ftiNbHle
y-RA 1' -JtRCIO -9
CompaaiBcasileBa Navew^r>tf4%por
POETOS DO NORTE
OVapor Para
Qomaumdhnt* A*iloo*' Fetomran do Silva
E'-esparad dos. portos do. sul at o
dia 8 dellarco e seguindo depas
O demora indipensavel para os
portos do norte at Manoe.
As encommendas sao recebidas' na agencia
at 1 hora da tarde do dia da-sabida.
Para carga, encommendas, passagens c valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C
6=Rua do Comwj6rcio=6'
1 andar
EfiKuBS iBar!lfB*ICA!WL
DE
Vavegaoo eostelra por vapor
Kfra Fernando de NoroDha
O vapor Una
Commandante Seraphim da Silva
Segu no dia 11 de Margo s 12
Recebe carga at o
i3k
horas da manha.
flia 9.
Passaeens at s 10 horas do di da sabida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernamdm^ana
_________ n. 12___________
Pacific Sterm Navigation
Goe patiy
STRAITSOF.MAGELLAN LINE
O paquete John EWer
Esperase da Europa at o dia
10 do corrente e seguir depois
da demora do cosame para Val-
Saraisopor .
e Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
oheiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons L Limited
14RUA DO COJffiIEKCIO-^-14
Bahi
ia,
Mossore ^racaty
O hurte Victoria segu*" com brevldade para
aquelles portos : para'o reato da carga trata-se
a bordo, no caes do boyo, ou ra da Lapa bu-
mero 14.
LE1L0ES
Se\ia-feira, 8. de\e- ter lugar o ieilao dos
inultos e dilfeimtes movis do amiazem da rna
Mrquez -de Obuda u. 152,-os quaes serao vendi-
da- sem reserva de pnecos por ter o mesmo
agente de mudsnvse para oarmaxen da raa Bom
Jess n 45.
Leilo
Ao correr do martelJo
e mobilias de Jacaranda, mogno, pi-carga,
e junco, quadros, jarros, espelhos, relogios de
parode. transparentes-cbmezes, candieiros gaz,
arandelas, mesas, cadeiras de junco, guarda ta-
cas, apparadore?. fiteiros, camas de ferro, mar-
quezes, cadeiras de balando, camas para meni-
nos e lavatorios com pedras.
i'm piano, 1 serafina. 1 mefio de (erro,-e bom-
bas,.! guarda roupa. pannos um Ihelro pequeo.
Banonsamericanas. (classrs) carleiras para col-
legios, e 1 fugSo de ferro grande e moitas outros
movis
Objectas de eleclro-plat e bronze
MH lo Mareo
No armazn da ra Mrquez de Olinda
n. 52
0 agente Pinta tendo d mudar-se do arma-
zem da ra Mrquez de Olinda n. 52 far lei-
lo ao correr do martello de todos os movis
alli xiBlentes os quaes sero vendidos, sem re-
serva de precos.
Em eoatiauacao vender o mesmo agente :
Urna seeretuna grande: 1 burra prova de fogo,
1 reparlimcntQ.de escriptorio, 1 armago ingle-
aa. 1 carteira, 1 batanea, e outros movis de es-
criplorio. exislentes o aranazem da ra Mr-
quez d'Olinda n. 52.
(t leilo principiar s 10 1/2 horas em ponto
por serem muc* os lotes.
Entrega em arto continuo e em 24 horas
A gente Brito
Leilo
De orna armaco. atencihos. pipas arqueadas e
genaros de molhados da venda sita ra Im-
perial n. 321: ao correr do martello : garntase
a casa.
Sexta-ffeira 9 do eorreate
LEILAD
Da armacao, cofre prova de logo,' candieiros,
mercadorias e mais ntenciliss existentes na toja
de fazendas sita ra Visconde, de Inhauma n.
29. a miga do Raugel
>aId>ado. do corrente, s 11 horas
O agenta'Gnsmao. autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio a re-
Jueriraento do Dr. curador fiscal da massa falli-
a de Salvador fioncalves Braga & C. far leilo
com assistencia do mesmo juiz do esta bolee i
monto cima mencionado.
Agente .Burlamaqui
Leilo
*:ihhado II do eorrente
A's 11 horas
De bons movis
No 1. andar do sobrado ra Direita
n. 34 '
O agente cima, autorisado por urna familia
que mudou-se, levar y leilo os bous movis
existentes no referido sobrado. oeasUnt do; di-
versas mobilias, tacas, vidros. tapetes, guarda-
lonja, guarda-roupa, passaros e amitos outros
artif.!)? que cstaro a vista dos Srs. licitantes.
Leilo
De 1 inobilia de Jacaranda, toillel, camas de ca-
sal, marquezOes, mezas, cotnmodas, appara-
dores cadeiras de. junco e de amareilo, de
bataneo, consolos, espelhos, quadros, etagers,
copos, clices, garrafas, louca e outros artigos
de casa de familia.
Sahbailo 9 do eorrente
A's 11 horas
No V andar da ra Larga do Rosario
n. 18
O gente Modesto Baptista fofa leilo do qu>-
cima se declara, por ordeo de uina laaba
que se retirou para fna da cidjldo e olugars Q
mesmo andar.
2 salas^sendo a sala da frente forrada, 3 quartos
1 leto. costaba externa e-1 quarto, quintal mu-
rado^leadoagua eacanodae gas.
Um terreno .contiguolaaesma casa, mediado
4 metros e 30. centimatro de frente.
Osrs. pretandentes pndem examinar.
Leilo
D*> moris, lustre.de .crystal, louea o
viroa
i Cbflslando.:
De 1 mobilia de Jacaranda a medalho com 18
cadeiras de guarmeo, 4 dilas de bracos, 1 "so-
f, 2 consotas-eom- pe** e 1 jardiaeira conrdi-
ta, 1 espelho, 6 jarrosfcpara.flores,'#tq0adros,'l
serpentiaa coarUtBancas, 2 .figura ac poroel
lana, 6 capachos de pama, 1 lustre de crystal, 1
cama franceza de Jacaranda, 2 lindos guarda
roupas de amareilo, 1 lavatorio de armario com
tampo de pedra, i toilet com espelho, 1 com-
nioda. 2 marquezOes largos, 1 bidet, 1 cadeira
privada,.'! cabides, 2 balaios com tampa para
roupa, 1 mesa elstica com 3 taboas, 1 guarda
louca, 2 apparadores. 1 marqueza, 2 cadeiras
de balaueo, 12 cadiras de junco, 1 carta geo-
graphica de Portugal (moderna), 1 machina de
costura, loucas para al mojo e jantar. 1 porta
queijo. 1 galheteiro, 1 faqueiro nickelado, garra-
fas, copos, clices, com poten-as. pencieas de
rame, bandeijas, cafeteiras cobertas dr. rame,
1 chave ingleza, 1 torno e muitos outros objec-
tos que eslaro patentes no acto do leilo.
O1 agente Gusmo, autorisado pelo Sr. Jos
Marques da Silveira, que retirou-se para Euro-
pa com sua Exma. familia, far leilo dos objec-
tos cima mencionados, os quaes se tornara re-
commendaveis por se acharem em perfeito es-
tado.
Terea-feira f do eorrente
A's 11 horas
No 2* andar do sobrado ra Duque de
Casias n. 44
AVISOS DIVERSOS
AMA 'Precisase de urna que costahe e que
durma em casa : na ra das Flores n. 9.
Aluaa-aea pavimento teraaodosoUrado n.
S6 ra da Roda, estando o mesmo caiado, pin-
tado e todo ladrilhado de novo, contendo 1 sala,
2 quartos e cosinha ; a tratar na^na do Cabug
n. 18, loja.^_____________
Aluga se casas a 8*0 no beeco dbs-Coe-
Ihos, junto de S. Gencalto; a tratar- na ra da
linperatriz n. 56._________________^_
i Ataga-se o sobrado.dairavessa do Livra-
mento'd. 10, o 2- andar da'ra do Padre Flo-
riano n. 69 a a casa da IreAessa do I ociaho n.
58 i as chaves na,Pracinha n. 7, e trata-se na ra
d. Bruta n. 62, 2' andar.
tluga-sco2- andar com agua, 4 ruade
Padre' Miimz n. 131; as casas terreas ra do
santa ThFWJ.a -e-becee do Caju-ns.-58c-24 ; a
tratar na ra das Trincheiras n. "%
-- Alu^jonatRrt-iaaadafrBari-eiras uavex
cellenta terreno pla.itado e murado, prestando
se para carroceiros : a tratar na ra to Impera
dora. 50. 1- andar.
luga-sc o 1 andar da casa ra nova de
Sania Rita n. 31, tenr bons commodos e est pin
tada' de novo ; a tratar no mesmo. ____
Preisa-e de urna ama perfeita co-
sinheira^com cenducta altan9ada ouiua-
trieulada, e que durma em casa, condieeSo
essenoial, a tratar no Espinheiro, ra da
liiii'u ii. 24> sitio, ou no Recife na d
UniBcn. 54-, armazem de molhados.
Precisase de uina ama para comprar e co-
sinhnr para casa de pouca familia ; na ra da
Penha n. 21, segundo andar.
Precua-se do uina senhora do idade ou
viuvav para o servico interno dacasade um ho
mem tambera viuvo, e com um casal de filhos
matares : na ra 24 de Malo ni: ____
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra de S. Joo n. 79.
Quem precisar de urna senhora brazeira
para ensillar em casas particulares a meninas e
meninos, prmeiras letras, Portuguez, Francez,
Rbano e llores d : a qualidades dirija-se a
casa da ra Marquex do I!'.- -I n. 23, que se
dir quem : na mesma casa vndese bonitos
ps de crolon em cacos para sala, e fazem-se
ramos de llores para enfeites de sala, naturaee e
ertiliciaes.
A assistente Bernardina Marcelina Coelho
de Oliveira mudou-se da ra Velha para a do
Cotovelto n. 115.__________________
ProfesKora
Urna senhora habilitada no ensino primario e
comnOis de lOennos de pratica. perece-se a
lecciortsr as materias compreheTiirhlas no mesmo
ensino. em engentaos ou casas particulares ; a
tratar na ra iiaEle lie S. Borja o. 3.
Criado
Precisarse d uai. eeiado ; a tratar na cva*a-
ro da ^fctorta-o. 54 : na nova aeaoiu tt mo
vei- ..................._____
( nado e cngommaueira
.>a ra da Saudade n. i7, porto. precisase
de urna engomuiadeira que durma em casa, e de
um criado.'
Guixmro
Preoisa-se. de um aaixjeiro ne ii I'i anuos de
idade, 'x>m praiiU^d.'oaH)ados'e que e fiador
de sua ondueta : na ra dr S. Joo n. 12.
Gaixeiro
caixeno ; na ra das !er:
Precisa se de ura
nambucanas n. 27.__________
Feitoral de Cambar
OH
Jos Alvares de Souza Soares
De Pelotas
Approvado pela lxina. Junta Central
de Hygienc Publica, i autorisa/lo pelo Go-
verno Imperial e premiado c-oia duas me-
dalhas de ouro de 1.a classe.
O MUTOKAi. k <:amak mente ;i bronchjte aguda ou chronicq| ; "
' O PE1TORA1 9f (KKBAt cura astm
por mai antiga que seja;
O pitokal db oa*ijaiu emw de urna
fonna admiravel qualquer rouqiiidan ou
perda de voz ;
(> hIXQRai. ue causaba cuiii meantes-.
tavelmnto o fysica pulmonar;
O PEITOBAL DE CAilBAK CUra as tOSSc-
simples, as dofluiiS tan fvcfl-e rpidamen-
te que ao proprio doe.ntp causa admira
cao. .
Este importante niudiuauento vende-se
a*500 o feasco, Bill "iyg .dnaa
24)J(XH a duzia, etn eaa >los agentes >
depositirrios pernes.
y-', meiaeo ifmoeldaSihw &C.
23 OCada 28
RioG
iiwle i> Pelotas
Brevidade o
carga trata-
Agente Silveira
2 leilo
Da caca terrea mu do Bispo
16, em terreno proprio e um terreo
guo.
Safobido. 9 do correte .
As 11 hor.
No armazem ra do Imperador n. 45
O agente Sil ido e com
cia do Exm
a reqaerin
Cardoso A)
CAPSULAS k GRIMilT i P
fiRASRfr. LlQiDAOiO
Na Lojadas Bstrellae
"A-M DuqueAe C\ias-S8
Telepkooe a. lo
Este bem conhecido estabelecimento aeaba
de pasear por urna grande reforma,
sende'ligado interiormente com a
casa coatijjmi do n. 58- no intuito
de serem despachados todos os seus
freguezes cora mxima brevidade
possivel, resolveu fazer grande II-
qnHIaeo de todos os saldos que
ficarara de balane.o, por menos
50 [0 do seu valor, cujos artigos
pa8samos a demonstrar:
Artigo de le
Esguio, peca, a 3(5500.
Madapolao com um metro de largura de
144 por 7000
dem idem americano de 93 por'5i5000.
AlgodSo marca T, especial, muitoi largo,
de 7A por 5*000.
Bramantes, pegas, por 7#00.
Atoalhados, lindos desenhos, duas largu-
ras, a 15 e 1)5200 o metro.
Guardanapos de 4;) por 2(5000 a duzia.
Estopa de linho para bordar a 500 o rae-
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 1500 o dito.
Lengos brancos e cora barras 'le cor a 1??,
c 1)5200 a duzia.
Toalhas de fustUo, qualidade superior, a
3)5 e 4;>000 a duzia.
Crotones para coberta a 240 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de cores a
2^000.
Ledces de bramantes a 2)5000.
Chalos eseocezes a 1?>000.
B outros muitos artigos que deixam de
ser mencionados e que se vendem cora
igual abatimento
Tecldos de- alta oovidade
PAB VESTIDOS DE SENHOBAS
Linhos pardo -para ^vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros e Iistras de 1(5800 por
800 rs.
Setins de seda, todas as cores, de-----
1)5200 por 500 e 320 rs.
Merinos lisos, todas cores, de 500 por
240 re.
Taae de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Nonsuks, desenhos no vos' de 240 por
120 re.
Crotones claros e escuros com lindissimos
deenhos de 440 por 240 re. 1.800
PECAS!
Merinos de quadros, grande variedade de
padrBes, de 500 por 240 rs.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 rs.
pech racha !
Fustoes de cor, de quadros e outros dese-
nhos muito lindes, de 500 por 160 rs.
Sedas Felippmas, de 500 por 200 rs.
E muitos outros tecidos para vestido,
em algodSo, linho, la e sedas que se ven-
dem como o mesmo abatimento de 50 [E.
C'onfeeoo
Vestidos feitos de Casemira ricamente
bordados de 80)5 por : 5$ e 30(5.
Ditos para armar de 6)5, 85 e 10(5.
Ditos brancos bordados em cartSo, alta no-
vidade a 8)5 c 10j5.
Guarni3s de colariuhos e punhos para
senhora por 1)5 e 1)5200.
Capotas (preparadas na corte) de 20-5 por
% e 10,5
Oollinhas e punhos para menino de 3 a
8 annos.
Vestuarios e roupinhas para criancas, por
5, 6.-J, 8o e 105, e -Jersey, casemira e
de brim.
Saias bordadas a 25 e 35.
Enxovaes para baptisado cora collares elc-
tricos por 55-
Luvas de seda meio braco e qualquer ta-
maito a 15500 o par.
dem dem de Escocia a 15 e 15500.
Sobretudos impermeaveis de borracha de
705 e 805, por 305 e 405-
Capas e pellerinas de cachemiras ottoma-
na ricamente, enfeitadas de vidrilhos a
255 e 30-5.
dem idem de- renda, seda, damasco e
gurgurao, tanto para phantasia como
i para commodidad a 385 o 405.
Velludos -de seda c algodio de -umitas co-
res.
Oazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algo-
dao e linhe, com um metro de largura.
Setms Maco de todas as cores a 750 e
800 re.
E muitos outros artigos de confeooSes
como sejam mantilletes de blonds, sahidas
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que se ven-
Defendo-me
Jos Joaquim de Azevedo, estabeecido ra
Barao da Victoria n. W* hfjofente "ao publico.
que vendo seu nomo na Atrista-Diari/t, de^ 7, de
que turna sido' ofTendido no dia 5, no beeco do
Cajueiro. por Amonio Jos 'orreia1, que nao o
supplkante-,.sim xmtro de iyual i uome, o que
previne para evitar duvidas. Recife. 8 de Marre
d 1889.
Jos Joaquim de Azevedo.
Roubo
Na noite de 4 para 5 do corrente roubaram lio
engenh Para do termo de Ipojuca dous cavalloi-
bons-de sella, sendo um castanho, com dous ps
e a mao esquerda brancos, frente aberta, tami-
nho regular, com algumas pintas brancas as
costas, novo e gordo, e o outro alazao caxito
com dous pus e urna mo branca, frente aberta
tamanho pouco menos que o regular, gordo e
com os dentes estragados.
O ladro arrombou a porta da estribara. Sera
recompensado quem apprehender e entregar os
dous cavallos no engcnno-Para ou no Recife no
escriptorio de Wanderley & Bastos, i ra do
Bom Jess n. 19. ,___________________
Amas
Na ra da Palma n. V), precisase de duas
amas, s^ndo urna para eosinJiar e comprar, e
oatra para cnidar de urna crianca
#

Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com
prar : na ra do Livramento n. 11.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar. para
casa de familia : a tratar na ra Duque de Ca
iias n. 5i. toja.
Criado
Precisa-se de um criado ; no largo da Penlia
u. 3:5. hotel.
S Ao commercio
Os abaixo assignados declarara que compra
ram-ao Sr. Jacintho de Almeida o Beu estabele-
eiraento de mercearia, sito ra Visconde de
Goyanna n. 215, livre e desembaracado de qual-
quer onus. Assim como avisam a todos e qual
quer qae se julgar credor do dito estabelecimeti
to para apresentar suas cor.las no prazo de tr:.-
dias, visto que se o nao lizer, o comprador nao
se responsabilisa por qualquer debito qne appa
reja depois do prar.o marcado. Recife, 5 de
Margo de 1889.
uarte Pereira & C.
.
Gosinheira
Precisase de urna ama para cosinhar : na roa
da Aurora n. 81, andar.

Throdozla Amella da WIyh
Alcides l.eite da CuTiha. Josepha Mara da
Silva cCatharina Maria da Silva, compungidos
do mais doloroso sentimento pelo laliecimeuto
de sua mai. filha e raadrinha Theodoaiin
Amelia da Silva, agradecen a todas as
pessoas que se dignaram acompanhal-a at ao
cemiterio e de novo rogam-lhe o obsequio dr
assistirera as missas que por alma da mesma
mandara rezar na igreja de S. Jos de Riba-Mar
as 7 horas da manha do dia. 11 do corren.e.
stimo do 5eu fallecimento. pelo que se confes
sam efernameiitc gratos.

t

Manoel do vawimenlo Silva
llennma Serenana Rodrigues do Nascimento
Manoel Guilherme do Nascimento, Jorge Estevo
do NascimentJ, Joaquim Christiano do Nasci-
mento, Joao Flix do Nascimento, Alfredo Can
talice do Nascimento. Idalina Joanna do Nasci-
mento Pi Vidal, Jos Pi Vidal. Alejandrina
Maria da-L'onceico Nascimento, mulher, filbos.
genro e ora, agradecem do intimo d'alma a lo
das as pessoas que se dignaram acompanhar o?
reatos mortaes al a ultima morada do seu espo
so, pai esogro : e de novo- a convidara para
assigtirem as.missas que maadam rezar na igre
ja de N. S. do Livramento, pelas 7 horas da ina-
rtb do dia 11 do corrent?. segurrda-feira-.


-
t

de
m com o mesmo
abatimento de 50
Para horneo
I'
Casimiras inglezas eom -ilua-s larguras, de
35500 2'.)0.
Ditas cor de cafe c aaal, de 25500-por
800 re.
Cortea' de -seda para coHete, d 12500O p0r
350IX) o H#).
Ditos de velludo e fastto a 15 e 15200.
\feias ingleza eom fio de seda', de 125
por 65 rtrtetots de 75 por 45000.
Camisas com um poqueno toque de mofir
a l560<)uraa.
Collarinhos, modelo moderno, a 550*HJ a
duzia.
Camisas inglezas com collarinhos e pn-
nhos. sem coflarinhos- *e sem punhos a
365 Brins pardos de linh. .-. LMtl. 2-sO. 32.).
)!60 e UH rs.
Dita brruoA de-linho n. 6 a 15200 a vara.
Lindos cortes de casimira ingleza, de 65
IOS a 125 a 45/ 65, S^ e 105000.
Sobretudos impermeaveis de borracha, para
horaens,' de 705 c 805 por 305 e 405.
i'eroulas-frrmerras, de 38# por 24500'
a duzia.
Paletots de seda, completos e fekos de
easemir.'.. :nalas para viagem,' boleas de
tapeto e um completo e vsuudissimo sor-
tiraento de cheviots, casimiras francezas/
in^lezns, pretas e de efires de padroes in-
teiramente. nevos e que se vendem com o
mesmo abatimento de 50 i0 de sen valor.
Rcalho.**
Aproveitcni a grande quntidado e
pelo pregos, em sedas pretas e de coren,
gorgorees, setins, las, merinos, zeph}'<
mhos, chitas, madapolocs e algoda
nhos.
E ratitas outras pechinchas que
tram na
Loi;> HasKstTpMa*
Br.'Carolina d* Lfraia santo
2- armiversario .
Isabel de Lima Santo.- e o major Joaquim A
relio Wanderley rogara a Iodos os prenles i
amigos para asslstirem a icissa que mandara re-
Bl naapella-tlo cemiterio publico.'nc-hi a':ru,<
de seu-piwaadissimo e serapre-iohoradoi esposo e
genro, o Dr. Caralino de.Laa. Santos, s 8 i/2
horas da manha de segunda-feira 11 do corren
Be. 2- anniveisario de seu laliecimeuto : desde
j antecipam sua eterna gi-nidio a iodos qti.ui
tos se digoarem de comparecer a esse actodt
caridad^.

N
rM
i Kllveirn
Joo Peaeira<-a*8ikeirafi aaa- efih*
agradecem do intimo A'ahua a todas as pessoa-
que acompanharam ao cemiterio publico es res-
tos aiortaes de suasempre lembrada e que-id;
IHhuie irm, Philomena Cundida Pereira da Sil-
veira ; e de novo convidara os prente? e .rai
gos para assistirera a missa que mandara rezai
'na ordera terceira do Carmo, na sexta-feira 8
do corrente, pelas 7 1,2 horas da manha, stimo
diado seu passaraentu.____________
MllOliiM da alllH I.4STO
" Vizconde da- SiUa 1-oyo e Jos da Sw
IjOvo Sohrinho cowndaa son prenles eami
gos pata usis tirem as ;i.->as que ser^o rexadn-
pclauima'de ^eu pi-estdo Mnhn e irmfio, An
tonioda Siha Loyo; na matriz da Boa-Vista
pelas 8 horas da manha do dia-8 do corren*?, t
desde j se cu. r:l,it'filliii
t


Se undo nniversario
Jos Luiz Gonctilves Peona Jnior e sua mu-
lher convidam aos seus prenles amigos i^r,-.
assistirem a ni'ssa que por alma de siarpreaado
sogro. mandara celebrar na igreja Concei^so do*
Militares, no da 8 do corrente, s 8 horas da
manha, pelo que. se confeasam agradeeidos.
Joao da sveira Tavora
Francisco Pinto.
mulher e hlhos convidara aos seus ara i
pan assistirem as missas que mandam ce
le.brar pelo ropouso de seu-cunhado, irm
e tio Joo da Silveira Tawarr.. na
do Espirita
Ag
<


7
*mm
mm
. 1
Recebedoros directos dos mercados d Europa
liquidamo^segnintesaBligos com descont de 14 [0 as
vendas em grosso
Bramantes de aigodao superiores, a 800 rs. o metro, 4 largurao.
dem de puro linho fazenda de 2^200 para acabar a 16500, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., 1*100 e 1.5200 o. dito.
Aigodao alvo, nacional, para lenco** a. 5)5500 a peca.
ladapftUo americaaa, 34600, 4tpOOO e 6)5000, com 24 jardas.
Mariposas de cores a 220 rs. o colado.
Guitas jasas'e-eecuias, cores tirntai,. a 200 rs. o dita
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefirosde- qtnrdrihos,- a 80; 160 e 200 rs. o dito.
Jalarns lisos dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fkirde reoda chics 1^000.
Colchas francesas de cores a 200(50 e 4000, urna.
Lenges de bramante a 1800, para cama de oal.
Casimiras ,d cores para roup de entoga a 1*000 e 1A800,
larguras.
Camisas inglesas e francezas a 20)000 o 30?J0Q0. a dsaia.
Tapetes aveludades, grandes, ,a 144000 um.
Cortinados ricamente bordados a OO e 6*5000-
Pannos de cores para-mesa aillOO e 1(5300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30QQ o dito.
Brinspardosr;d>cre a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores o pretos a 900 rs. o dito.
Rendas austriaoaa>pasa*estido8 a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as efres a 900 rs. o. dito.
Senetas lavradas 200 e 240 >rs. o dito.
Alpacas- modernas,, lawadas, a 240 rs. o dito.
Meias cruas inglezas para honoem.a 2)5500 e 30000 a duzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 12(5000 e 16,5000 a din
Cortes de casemiras para calca a 4(5000 e 6($000.
dem de meia oasemira a 2(5000.
Toalhas grandes para rosto a 4000 a -duzia.
dem felpudas para.banho.a 12(5000: dita.
E muit08 artigos que serao. lembrados com a presenea de nossos leitoree.
59Ra Duque de Caxias69
LOJA DE
PEEEIEA & HAGALHAES
.CONST.PAQUES MOLESTIAS do PEITO
AO N. 20
mm
*m
tfTHlTO AO LaVRE
Gasee- de cores a 500 rs.Jjo covado.
Fusta -branco a 360
erra, o covado.^
Brins de cores a 280 rs. o,covado.
Baleias pretas a 260 a rs. a duzia.
Ojdchasi de cores a 20 e 34000 urna.
Cumbraiasiborddas a^jJOOO a peca.
Luvas de seda a 25 e 2*500 o par.
Lencos bramos ,eu l*50 e 15800 a duzia.
Crelones de Alaaco a. 360 ra. o- eevado.
Atoalhado bordado a 1A200 o jetro.
Brim pardo a 280 ra. qmwmA*.
Linbos de quadros a.BO-rs. o covado.
Bramante .tranaada a tiOOyasvtaraietno.
Espartilhos couraca adOOO.um.
Chales adam. aseadovai ft60flm.
Cortinados bordados a 6)5000 o. par.
Merino do cores, a 500*rs. o oaiwdo.
Ceroulas de braaantaa 14& a.duaia.
Agonal, duas .Madapoio americano a6iC00.*.peca
Chacheaiiras lisas e liatra de oombineco'es
-a Ii5200 o covado.
Cambraia Victoria a 24900 a pega.
Bramante de Itabo a l*WO0 oaatro.
Toalhas para banho a 1)5500 urna.
Tapates grandes a 184000-um.
Ceroulas de linho. a 344000 a duaia.
Cretones franceses a 400 vewa-etyado.
Leques transparente a 24500 um.
Alpacas de quadro a 600 ra. orado.
Camisas brancas para meninos.
Sabidas de badea 14000 usa.
Cretones de cores a 240 rs. o covatio.
Percales ni as a 200 rs. o ciwiwdo
Nansok cores rixas a 240 a dito.
Lis escossezas a 2tOws. oata.
Alpacas 'indianas a 320 rs. e covado.
^ Sp}iuaHDrBCTr a^-800 e 11-1690 o covado.
Bicos juajisadoaa 24600 e 34000 a peca.
Panno, da coata adamascadf.
Kegatas de cores a 14000 urna.
Sargebm do cores a' 200 rt. o covado.
Crenohna; preta e branca, a 400 r.
Cha*Ares.*de crep a 54000, e 64000 um.
Cachemiras de quadro a 260 rs. o covado.
Guarnida de crochet coi a matizes.
Gruidas para noivas.
Setim de cores a 800 rs. o covado.
Cachentiree -de duas ternuras a 800 .rs.
Cortes de linn- cm cartto a 105 12,5000.
Camisas aHemaes a S6VKW0 a duzia.
Cacbeini^de. duas larguras a-800 rs. o
oovado.
Linn de cores a 500> rs. o dfto.
Linhor de qtmdros a *X> re. odito
Bramaste hincados a 1*5000 o metro.
Meias-para horneas a 3#000 a* duzia.
Guarnig&o de croch*., brancas.
Extracto Port Veme a 14400
Alpacas meecladas a 600 rs. o covado.
Entretella para camisas a 800-rs.
PA&A -'A ..QUARB8MA
Merino preta de'800-at' 14800 o covado.
%ttMpretos-de 14000 a,t 1(5400 o dito.
Crep ingles (de seda) a 2(5000- o dito.
Fichas preto a 24500 e 3^000-um.
Luvas pretas a 2(5500 e 34000 o par.
Cheviots pretos a '34000- o covado.
Casimira -preta a 24000 o dito.
Renda hespanhola a 34000.
Bicos- pretosjltodosos procos.
Regatas pretas a 1.-J50O ama.
O EXTRACTO COMPOBTO DE
Sals^parrilia
do Dr. Ayer,
K' um !tra,:vo ti" ft-a? jue-rarp* eompleta-
mente u pyM(n*J-iiM)r<>fu.ia *lreiitaf ia, e as
attecifnn que tcm atliniitade con? as eiifermdailea
'nut3ioat.,*e a*oaaa>iieiiadaa.elo mercurio. Ao
iiiesnio t<*mjo vitalle* a eirinuace o sangiie com-
iiuntaukto urna tnUjSM. laMIaWnl ao nrpHii::x)
u'fiinccudo o tys-.ejia intano. i-:a gtauUe
Medecina Regeneradora,
f c"inK,sta com k v[da.lelra Salaaparcilh le
M.>IUt4IKX, ll* inri* *utro fngrmflanCcn < Tian-le poten'i* o rirtudee
irriiia!*. euidados.1 <- jccientiSCMOleBljB preparado?-.
i.^.r. .. o ;.i<-lnor,. !.. ;...* recCI^WI S4HRA'
1A1.-I-I..H/ l'ii I>j: Mffll .......liuiu
Remedio Absoluto
i- i nt i(^;h4iui's <-ivw*t.n#-rt pelo cttado
\ .< .t-.> lio -;iny>:''.
:-i.' VUCKVCU&* :*<* iiiws qitt--> jfcfftctlcar^),
i-.t.'o Riaio i(iin qnoJajier -mtra pr t -.r i;;i.iwi-a jmidaaiM ;:Jii.l'rata. a^iiu (*ouo a
ii cJV-r phn i>arWc.iT .*onne.
;t:.' \i:,m PELO
o;, t. c. AYBE e oa.,
Lowell, Mass.. E. V. A.
A' abdauaf i^W'tlfkaav^aiiiiaoia." i. Jfotaai.*
^ico o*mrr
KwHOPE
BIT.PHLOGISTICO
DE
NARIS, Pharmtci BMNT, 150. rut ae BMi,
s agWj^jPia M **** NeananeDOAo ha mal te O anoaw
XlKn XVIAatT como o roedtcimlo plloraJ a> aa
BR.AWT
kS ifllM: PtRS PWAJIMVCU*
oasR^E^rt
Resfriamento, gosse, gatarrho, Risica
IXAROPE de HYPOPHOSPHITO de CAL
de GRIMAULT & C"
ApfTor&do pe* JanU de Eygimo do B de Jueir*
Fazendofe uso deste Xarope, calmao-se-o acccisw de toase, j
I desapparecam os suores nocturnos, gez-se- de um somno re-
parador, desperta-se o appetile, e o deeate, aujMBntendosuasQJCas,
apresenta q aspecto de quem.gosa boa sade. Os ruedicos recommen-
<1o que se. tome ao mesmo tempo as Pastilhas petoraes de
sueco de aiiace e jigua df 2ouro cerejo de GRIMAULT eC,
que constitueaaos deis calmautes mais inofiensivos da materia medica.
Oa />Miai ora, -ao ocaa te Xarope, aato de ama Ma or ato roa
lami oaata-ca ala /awaric ., o mulh a> a rmm da nana aia.
DimsU en Paris, 8, Raa fivienne, riat fmdpaM^fhniciu i Jafuki
\a ra frneiro de'Marca, i. 20
AMAEAL & C.
* .CAPSULAS
M ATHE Y- G A Yt-US
rreparadaai*la.BOTJTOR CLIN Premio Montyon
. As Capsulas TVTathayrCaylus com A'miaiMcro eigmi* i$ W.ft-u.nao t'atigaa.natica
o estomago e sio reconnnendittlas pelos Professores das Feuldades do Medecina e
| os Mdicos dos Hospitaes de Paris. Londres c New-Ycrk, para a cura, rpida .dos : i
Con-imeatos antigos-onwcentcs, a Gonorrliea, a BlencDrrhaia, a^Cyatite
du Coilo o Catatrrho e as Molestia da Bexigas e dos orguos geitito urinario*.
ni "w 9xpfo*S&6ttHhtda aco/apafl/i.irfa Frasct-
Ahtga-se
o 3 andar do predio ra Baro da Victoria n-
ti. com muitos bous commodos : a tratar do
mesmo com Pauto Jos Alves & C.
Alug*a-se har I o
a casa n. 47 travessa doBarthotomeo, os i- e
- andares do sebfado ao caes do Apollo n. 75,
eos i-, 2- e3 andares do,da ra do.Brumn.i84,
todos com bastantes, acconiniodages para fami-
lia : a tratar na ra larga do>Rosario n. 34.

N. 44-^Rua 'do'Bram-^N.^
JKTO AE8TACA0 DOS BOKDS
Tem para vender, por preco*,iodicos, as segnintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamsalios.
Rodas de espora, idem,-fidem.
Ditas angulares, idemf idem.
Bancos de ferro oom serra circular.
Gradeamento para jardim.
Va randas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de iisdos modelos.
Portas de fornalhar1JI
Vapores de forca de 3, e 6 cavallos.
Motadas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro. ,
Encarreganuse de concertos, e assentameirWj^du machinismo^e executam onaj
Muer .rabalho com perfei^io e presteza.
919 a* Verdadera CapauiaUiMathey-Caylus de GLTN ft G1, de PARS, <
que e mchm-wm-msa dos Droguistas e Pharmaceutico$. J
DE
Sirop de CMoral Poliet
S P
te por II.....lu lis afj> M| pH aMd*T<
o tomno trtnriUlo t natural no osusoa da
NETRALG1A9 GOTTA 'AYHEUIWA
< THI41A PEBRES
1 Tmtrte* caaa FKERBr; rat Jtceb, PWl
Alg-
a^se
a casa da ra Coronel Suassuna n. 130; a tratar
na roa MarcHio ias m 106.
Aiuga-se
o armazem e 1- andar do predio n. 42 ra de
S. itoni Jess (Recite/ ; a tratar eoni Luiz de
Moraes Gomes Ferreira..
GABCLLO.
Augmenta, Aforatoses.
E PAZ CRESCEB'O CABELLO
com. asaoubaosa rapidez.
Aliiguek barato
Ra do Rosario n. 39.
Visconde de Goyanna ns. 163 e 139.
Baixa Verde n. 1-C (Capun^a).
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra das Creoulas i apunga) n. 15-B.
A tratar, i-rua do CfaiBaereM n. 3,1 andar.
escnptaia> Silva Canstej C.


AMA

Ptccimhh >de urna boa en -
gommadeiFa que fo^aootros
servidos, a tpaxrtar^410 &."*'an-
dar, por cimacta* typographia
do Diario na na 1 Duque
ideCaxias-n. 42.
Cosinhei, >
Precisa se de urna ama que cosinhe bem ; no
terceiro*ndw4pwio'n! 42 da-ru*uque de
Casias, por oa da ti pograpaia do Dmo.
Professora
Una -i-nhon couipetentemente habilitada.
prope-se a leccionar em icoegios e caae! par'
tieulares as seguintes matenas : po/taguez,
francez,^ msica p piano : a-tratar na ruai Vis-
conde de Albuquenfoe n, 20. ^^
Adiando-se aqui em Peraambnco seis jmmi-
aj gran tes- awtriaeos, sendo tres -homens seUeiros
e urna iaiaUia de tres pr^soas,.. maridynlbftr
e urna filha ?dulta, se otLiracem par*.qualquar
servico, tanto aqui na praca ximo no. campo :
quem intender poder precisar do servico desta
gente, queira apparecer ne consulado -aostaco,
que se ihe dar* as infomaagoes necessarias.
Aviso
Superior vinhp-de
Passto
NWPVWI
Cosinheira
Precisa-se dt ima, que saiba cosinhar e nao
saia i ra. para asa- de familia : a tratar na ra
do Cabng n. 14, de meio dia at 2 horas
Precisa-se de urna ama ; na ra Pedro, Aflbn-
so n. 58, antiga da Praia.
Ama
o garrafo
Pelo mdico prego de 35 o quinto
arrat'ao de tres caadas,. voltando
IKOO vinagre de vinho 301 barril e 6M00 o
Srrafao sem casco, precos lquidos -, na ra do
wrim n> 80.
. Professora de.piano
Urna senhora habilitadasmo s.pelo aetes-
tudo, coaio tamfcem pelapcaca, oflWieoe*se a Jooinmercio -qrae "tica meme eus'bastantes, pro
ensinar piano/por preos nlodics^fl^ler em ca-
sas particnteres tpier em coHegios. podende ser
procurada pora: o exf reicio de na pmfissdo na
ra do. Jasmim n. 39.
Caixeiro
Preeiss-se-denm caixtira ,* natua de Laiz do
Reg n. 47, em Santo Amaro das Salinas.
Maaaaaata) lili ill(ll>wt de Iffiaie t IaftW 4 Indi.
EQUINA E FERRO
i Chlorose, Anemia, Debilid&de
Cura, d.a.3 Pebres
V1MH0S
TIT.ADS
DE
OSSIAN HENRYl
#aato ts atoll #MMai i &Hi, iU atitinOtt m 4m igtummk.
feUz reuTiiao. ncttle preprado. dos dou tnicos por esceUencU, a JOSMA
S*anttZO, cnstitue um preciso medicamento contra a Chlorome. <>>?
Uafaui, Anemia. Fture* vanea, CouttituifAt* frac*, ct-
PARS, BAIN A FOURNIER, 43, ra d\Amtrdir
DaaMiUjio! ata PrruntmbHr : rPAM" M '.a SILVA & O.
CALL
CMIC1PE USO S
*3SM CgjKC^ Hamr
S nos
:
Chegou o'Pirrai^a
Esta rifa iica transferida para a primeira de
60:#0W000o,oe correr no mez de Abril.
CanlHIas do Monte de Soeorro
Com}ira-se cautaklas do Monte de 8oocorro tle
qnalquer ua, hrilbantes e relorios; paga-sf
bem na Praca da Independencia n. 22, lojaede
relojoeiro
A antiga u bem acreditada affioaa de relsjoa-
ro, sita ra Primeiro de Mase, n. 4, acaba de
ser transferida para a raa,Is>r -
MsiJI.
-' 0 seo proptletafio,teBdoimrcmnp4eaoeniuito
bom sortimento de aviamentos tendentes i sua
arte e com urna longanraiica^aiBaoma, offerece-
se ao publico em geral para encarregar-se de
todos concertos de relogios, caixas de msica,
etc., etc.
Bspua eontiMor a mareeer a confianca de
seus freguezes eaaeegura-lhes que-ser nipre
solicito no cumprimento de suas'oraone.
'i-Rita Larga do Rosario *-42
Gustavo Vollichard
A o conmercio
Prancioc Xavier Ferrsir* retiran do- se 'par
Europa, alim de tratar.de, sua sade. despede-se
de seufcamigos e freguezes, e onerecec^eua ser-
Tigos onde se ache. Outrosim, eomnmnioa ao
curadores osirs/ oJanoelNuneada Foit-L'ca, Aii
Ionio A..dosaloeeJos de Souxa e'ilello, na
ordem em que esto coilocftdos.
Recife, 4 de Margo .de'WI9.__________
Jiwdifni 13 de Maio
Prevme-se que a casa n. 66 4. roa Viscpnde
de Camaragibe est litigiosa.
Atten^o
Pestaa tem para vender diversos
0 agente
sobrados e casas terreas" as melhores ras
desta cidade ; a tralarem su agencia de leiloe*
sita ra do Ma*gnez de linda a. 44. eutr'orn
da Cadeia do Jtecife.
M'ho 340 rs. acwia
Vende-se no Largo do Mercado n. 12.
THESODRO DAS MUS VERDADEIROS
COLLARES ROYEB
Elaatro-ataf atauua
Ottaa "Coaartt aaajmo: fc aaaiel" aaatra:
coNVtJuiEa
i tiu Tiitit i ieiti ut moni,
"Os COLLARES ROTER.conheciaos hara;.i-
I de 26 annos, sao os nicos que preservo
II ealmeate as creancas das co N V U L 86 ES
'ojudando ao* mutuo tempo adinUfao.
__ Para vitar al Falalrloafea aa ImltapBaa. exija-te gue cada
-,,., ,,,. hxwtnka t*nha a marea 0a fatriem nurgtm e verto&tr nomt
nSTUEHCIUt CRIAICAS HOTER,Pharnateuco,2a5,raa8*uoHlarUii,.mPa_Rlfl
Preciase de urna, ama que saiba cosinhar e
durmaem casa do patro, que atteste a sua con-
ducta : na ra da Conceicao n. 4, 1- andar,
Ama
eisaise de ana' ama :
Para casa de familia,
na ra do Canug a. 2-
Ana
kaaUlaaaaaaaafaalft
prar ; na ra Nova n. 20, toja.
Ama
Precisase de urna ama para cuidar de drian-
cas; na ra da Aurora n. 81, 1- andar.
Ama
Na ra Matriz da Boa-Vista n. 26, 1 andar,
precisa-se de urna ama que cosinbe bem, para
casa de pequea -familia,' paga-sebem.
Amas
Precisa* se de urna engommadeira e urna para
cuidar de criancas ; na ra da Aurora n. .
Amas
lll'retia-se de'amai ama> para oosinliar, e de
Qutra..para enomaitr : na roa Conde da|Boa-
Vista, a. 24-J.
Tvpoppliia e Li.ktt*?apliia
FABRICA, DE LIVBOS'Zffi ESGRfPTU-
RACa
Premiada nat eipesif f de
1S ef5
ManoelJ.de ;Miranxia
Eucadema^a e espeoiadades. em cartSes de
visitas.
.>!)-Bfci Mi\m ^e Caxias-^
. Telephjpne n. 194.
Gosinheipa
Phecisa-se d" neta de boa conduetn. para casa
11'- fhinilia: a iractar ra do Bariio da Victoria
n. Ki
SADE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
A$ Pulas purificao o Saous, orri^em todatu, Imoremtda Estomago a
dos Inletios.
Barmans. ralUo ati i o* aetos ac
CURA INFALLi -rHJI
i; e mb dOr no paco ceuio-
i CORICHwaS W%S%%
Fonalecem a eaa pecaomre ao sexo fem<-: dase siad'am vatormorir] paratodattasi
Paraca menim aasun iXanftiaVahBa para M
petaoas de idade avanzada a toa eficacia e iaeootestaveL
?II0s XAROPE de QUINA e FERRO
( OIUBAULT 0-, Pa- (* Parll
a #ta a *3$Hm aa M*-4*-jMiin
Oraoaf a uas proprledades tonlcaacrapa-
radoraa, eataa preparados prodnxem oa me-
lborw reaullados quando empreados contra
a Maalla.a ohlacm.tliauuailiaa. as 4aaor-
daaa da aaauali>iay>ii, as ealmbra do aato-
oaaao, oeoaacatlTas eaaaa eufarmldades, o
e outras molestias provenlen tes
da poairaaa da naga. Eioltaudo o appetlte,
atmii)in>V) o organismo, o reconstituindoos
ONU O O aangue, O VINHO a O XAROPE da
QUINA rERRO da ORIMADXT C.
poltem rpidamente as creancas debis e M
mocas paludas e anmicas, oortao os llfelros
acceuos t retire, tupprtmem suor tafmtot
* N tuoret tuetumos. Sso da malor efflcada
as tarrhat rHsiist, faellltao marcha das
eontaiesctneai ttHetU tustsntto os f*ttos.
aa* ?ia*a a aata> Xmrmym ata prspa
rada* aom m. saaaa aa canasta mlaa
naa aarva para a fabrleacdo da aalekra
pars, a, kua. vivisirwx.
Gal preta caldeada com
agua doce
0 abaixo assignado offereceaos Srs edificado-
res e engenheiros a cal preta caldeada eom agua
doce, que muito prererivel i caldeada con
agua salgada, como est verificado; podendo
qualquor pratendente mandar exammarem sea
ftrao, ao entrar no rio de Nova Cruz, onde fe
agorruma cacimba--com 40 paimorde promn-
didade, a qual conserva agua muito boa para
beber e com a mesma caldeia o seu forno de
fabricar cal preta.
Nova Cruz, i'-> de Fevereiro de 1869.
Francisco Cocktes Teixeira d'Araujo e Silva.
Telegramma
Vejam e admirem!
S o 55 ra Duque de Caxias pode
vender pelos precos que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padroes, %
200 rs. o covado.
Fustoes brancos a 360 e 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 rs.
covado. E' barato!
Casaos e capas para senhoras, o qne
ha de mais novo e barato.
Cortes'de seda, padrees lindos e preces
razoaveis.
Madapolo com 1 metro de largara &
65 a peca.
Zefiros a 80, 170, 206; 240 e 400 .
o .covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado.
Tecidos arrendados a 400 e 500-s.
covado. .
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, eousa chic e
preco barato.
Cambraia Victoria a- 2tGO a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargclins de todas as- cores a 200 rs. o
co-vado.
Guardanapos bons a i 000 a daa.
Las modernas a 240, 880 e 320 rs.
covado.
Rendas espantlas .a 2& o- metro.
Lavas: de sida a2 eod o par.
Espartilhos conraca a 44,' bft e 6)5 um.
Merinos pretas e de corea, urna vare
dade-iaumensaem preges e qtialidades.
Setins de todas as ores a 800 ts. o ce-
vado.
Toalhas felpadas, grande retlucQo em
pregos cin vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisadoa o que ha de
mais moderno e por poaco prego, 10000.
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com: e sean coJlauinho.
Atoalbado para mesa a 1-f e BJ80)
muito fino.
Collarn hos e punhos>da linhe e> algodko
lattswa e oam-4 e,pny,^r>Bft harato '
Babados e entrameios, grande sorti-
l-mento.
Madapolao pelle de ovo por 3 a peca.
Esguiao pardo chumbado a 400 rs.
covado.
Urna grando variedade em longos.
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mais
barato e bom.
Mantillas de renda a 5 urna.
Leques de setim muito chic.
Linn .-bordado com quadros a 800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas iscuras e claras a 240, 280 e
320 rs. o covado.
Cretones. trancados, nos, a 320 rs.
covado, -para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grande
soriimoito cm qaalickades e preijpsi
Casinetas, o que ha da mais bonito, a
400 e 500 rs. -aovado.
Tapetes grandes e pequeos por prefo
razoaveis.
Crinolme preta e branca a 1)5600 o me-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 rs.
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drlho o que ha -da gosto.
Ditos de linn para-vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o aoaa de
maia gosto e por proco razoavel a 8*|0OO a
pega.
Dita com lpicos a 4 e^ip090.a...pega.
Colchas argentinaa a 6A500 urna.
Ditas de 2,3, e.lOOO.
Bramantes de aigodao e linho deJtodes
os pregos.
Grande .aartimento m fich.', de vores
e pretos.
Grinalda para noivas.
Luvas (i leques para noivas.
Bicos de cores muito chic.
Alm do que acabamos de uuw:^ciar,
temos ama quantidade de rticos '. te s
1 vendo-se, 6e acredita, pelo que ne
iDipareoiim.
I Do-se amostras sem peahor.
Setinetis lisas de todas as cor..- a 400
rs. o covado. Sao muito largan.
Roupa 'eita e por medida,
i..5-BA DUQUE DE CAXL\i>-
natai wbciaai ais ar.-paivulat ata :c no EatafeBkaaaKiaai0%afattuar HauowAV,
R STB EXT sntaa S3, Oxford Stras% MMOSaat,
>St rraria a vapor
v^aes do Capibaribe

W, HTW OXFOR
a> veadcmic ara Uila* aa phaniiaa do eaiaacaa.
i ce viaadrr- '^D>taaaaBeQM a fin a liar lululm aVaaaaK
iraCaM, j, Oatm Street. Ska UUHat
mk
de
FERSAUES DE AZEYFf
Perdido
Fumo de um sitio do Caminho x
grande, cabelludo, cinsento escuro, ca
lo grjnde,^emelhdntf com un
. urna colleira de couro aman
metal da niesma oor, acode pi^lo neme
'hr.rt iWWIn
,i<.l o nu tthfaaltfl


'%-
re na* se-abe


8
IMS M! fftOGO CHffiT
vobts r: sssujaiis:
DORES DE DENTES
E
PREPARADO NICAMENTE
POR CALASAKS & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
tismos, inchacoes, dores aciaticas, nevral-
gias, dormencia, etc., empregando-se em
fomentacoes sobre oa lugares aneciados
Cora o beri-beri, as parafysias c as dores
de dentes.
Todos os frascos levam direecSes para
060 d'wte medicamento admiravel.
Preco 1(5200. Descont de urna duzia
em diante.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n. 23
Professora
L'ma senhora competentemente habilitada, coa
ortica de 11 annos de prossao, apresentando
diversos aUestados de bom metbodo e comporta-
Beato, offerece-se para leccionar em casas par
culares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
suintes materias : Portuguez, Francez, Italiano
Geographia, Piano, trabamos de agulha, etc.;
tratar a ra Yisconde de Goyaana n. 09 ou em
casa doRegulador da Mannhara larga do
Rosario n. 9.
VENDAS
Vende-se un lindissimo cofre, do primeiro
ystema que aqui tem vindo, pro va de fogo e
muito proprio para algum capitalista ou titular
fer m casa, para guardar joias, dinheiro etc
, modelo elegante e pequeo ; a tratar na ra Ba-
,-ao da Victoria n. 57.________________
Cha prelo superior
Carlos Sinden avisa seas amigos e fre-
gnezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuarlo do cambio favoravel.
Convem que experimenten!.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
Assucar
Usina Pinto
Santa Filonila
Colonia Isabel
a renaco Aalgueiral. ra Mareilio Dias
numero 21.
Assucar refinado
-pedal, o melhor que se fabrica nesta cidade.
JOAQUN 8ALGUEIRAL 4 C.
Roa Marcio Dias n. 22
Trlrphaar numero IU
Vende-se
a padaria a vapor do Pombal dou? torradores
rara caf, urna canga e eambao.__________
Mercearia
Veude-se urna mercearia das memores nos
arrakaldes da Boa-Vista ; paia informacoe-. na
*ua do Socego n. 33, taverna._____________
Boa acquisi<;o
Veiwlt-se a importante fabrica de leos vege-
tas, denominada Guarany, em Limoeiro.
I llegante edificio com macbinismo moderno e
do melhor fabricante, com prensa para extrahir
Ao de ricino, algodo, gergelim. amendoim.
|Sderoba, etc. etc.
Filtros modernos, podendo filtrar todo oleo fa-
scado em um dia, depsitos, tanques, boa ca-
cimba, machina para escarocar algodo, dita
de debulhar milco, Uta para moer o mesmo e
thear pa/a fazer as capas das saccas de al-
- etc. etc.
uui tn
jpretendente pode vel-a e tratar com o pro-
* pntario em Limoeiro.
F0LPETI1
~~

(Mima as pecfcfiehas
A" ra Boque de Cavias n. 4
N'este mu acreditado estabelecimento
de fazendas finas, continala a offerecer as
mesmas vantagens, vendendo por menos
30 0j6 do que em outra qualquer casa.
Como sejam as seguintes fazendas :
Cambraia com salpicos broncos e de cores,
muito fina com 20 jardas, a 4)5 a pega.
Cortes de meia-casemira, cores fixas, a
2,5000 um.
Cortes de casemiras, finos, padrees moder-
nos, a 45, 5)50110, 65000 e 7)5000 um.
Cortes para vestidos em cartSo, todos os
aviamentos (novidade), a 7$, 9(5, 10)5 e
125000 uin.
Pannos de crochet para cadeira a 1-5000 e
para sof a 25000 um.
Capellas com veos part noivas a 85000
urna; peehineha.
Setineta branca lisas e lavradas a 440 rs.
o covado.
Setineta preta lisas e lavradas a 440 rs. o
dito.
Mantilbas pretas de seda a 55 e 75 urna.
Cobertas de ganga para cama de casal a
20800 urna.
Colchas brancas e de cores a 25, 35, 45,
55, 65 e 75000 um.
Cambraia preta para forro a 15200 a peca.
Cambraia preta, nansuck a 160 rs. o co-
vado.
AlgodSosinho muito largo a 35500 c 45000
a peca.
MadapolSo especial com 24 jai-das a 55000
e 65000 a peca.
EsguiSo para casacos a 35200 a peca:
aproveitem.
Brim hollanda para vestidos ou guarda-
ps a 400 rs. o covado.
LSs modernas de listas e quadros a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Fechs de retroz com palmas de cores e
pretos a 15000 um.
Fichs de la, todas as cores, a 15500,
25000 e 35000 um.
Seda Alcacianna, padroes escolhidos (phan-
tasia) a 240 rs. o covado.
Espartilhos de couraca, finos a 3^ 45500
e 55200 um.
Merinos pretos finos a 700, 800 15000,
15200 e 15500 o covado.
Camisas francezes, puro linho de 605000
a duzia por 485000.
Toalhas acolchoadas a 120 e 200 rs. urna
(s se vendo).
%o na loja da Revoluclo
DE
BESUQUE DA SILVA MOURA
Diario dp PernambuoSexta-feira 8 de Marco de
Jmm^-m___ ___i jl_____ i
1889
Fazutdas baratas
Loja do Triumpho
Ra Duque de Caxlas n.
Las fins com Troco, a 320 rs. o corado
Dita- de quadros. bonitas a 300 rs.
Merinos lisos, 2 larguras a 560 rs.
Ditos lavrados, 2 largaras a 700 rs.
Zefiros largos de quidros a 240 rs.
Ditos largos de quadros finos a 280 rs.
Ditos bordados finos a 700 rs |
Etamine arrendada a 440 rs.
Dita de listas abertas a 400 re.
Setins de listrinhas a 660 rs.
Ditos da China (TanUzia) a 240 rs.
Saias bordadas finas a 3*000
Camisas bordadas finas para senhora a 4*000
Cambraia branca bordada, a 4*300 a pera.
Dita bordada de cor a 5*500 a peca.
Chitas escuras muito boas, a 200 rs. o corado
AlgodSo largo ( t metros), a 2*500 a peca.
Dito dito de 20 jardas a 4*000
Toalhas acolchoadas grandes, a 4*500 a duzia.
Redes inglezas grandes a. 5*000.
Guardanapos de licho, a 1*800 a duzia.
Camisas de linho sem punbos e sem colarinho
a 3*000.
Bramante de algodo 4 larguras, a 700 rs. a vara.
Tapetes grandes para sof a 14*000
Cortes de seda para collete a 4*000.
Cortes de casimira ingleza a 4*500
E eutras muitas fazendas que se vender mui-
to baratas para liquidar.
A ra Duque de Caitas a. 1
Bastos dte G.
SEM MI
POR
INNOGKNTK O CULPADO ?
(Continuadlo do n. 53)
CAPITULO II
Prime r- aspeUas
| tiffectivamente, ou porque a seguranca se
ata, ou porque o juiz de instrucoao
ira dirigil-a por seu lado, frequente-
ite o commissar.o de polica da fre-
lezia quem faz as primeiras pesquisas,
Moebc os primeiros depoimentos. E entSo
imprensa falla um pouco a seu respeito,
ereve o seu nome...
0 Sr. Manuel gostava destes pequeos
tnumphos.
Nao havia no entanto ouvido ainda se-
cito algumas tolices de operarios, quando
um fiacre, rodando Tapidamente ladeira
cima, parou diante do portSo da fabrica.
Os agentes reconheceram logo a pessoa
qae procurava apear-se, e afastaram a
"mito custo a muItidSo que formava urna
i inralha compacta, at meio da calcada.
Onde est o Sr. de Sauves ? pergun-
tou immediatamente o Sr. Marais a Plan-
tier, o contra-mestre, e ao Sr. Simn, o
caixa, para acudirem ao seu encontr*.
O patrio parti ante-hontem para
bule, responderam ambos quasi ao mes-
mo tempo.
Eis ahi ""urna singular coincidencia,
murmurou baixinho o Sr. Marais.
Depois mais alto:
Elle disse quande voltaria?
Sim, senkor; daqui a dous ou tres
orque tencioua ir at at Bruxellas.
HMaos do chfe da .segu-anca brilha-
ramente.
Bruxellas ? nao seria a fuga ?
Cimento
O Sr. de Sauves, continaou o caixa,
prevenio que mandassem telegramma para
Lille e Bruxellas, se succedesse alguma
cousa.
Bem, disse o magistrado, esse cui-
dado compete-me agora e desejo que nlo
se dirija cousa alguma ao Sr. do Sauves
sem que eu seja informado.
Os dous homens inclinaram-se e o Sr.
Marais tirou da algibeira urna carteira de
lembran^as, na qual tracou algumas pala-
Onde est o Sr. Manuel ? perguntou
elle.
No gabinete dos patrdes.
O chefe da aeguranca, que tinha ad-
miravel memoria dos lugares e das physio-
nomias, dirigio-se para o escriptorio onde
o havia recebido dias antes o Sr. de Sau-
ves.
Ao apparecimento do Sr. Marais, o com-
missario levantou-se e despedie a pessoa a
quem interrogava.
Expoz entSo rpida e claramente o que
se tinha passado.
Foi o Dr. Combes quem fez o corpo
de delicto ? perguntou o chefe.
Sim, senhor, respondeu o commissa-
no. Concluio que a mor te foi de vida a
assassinato por estranglamelo.
> Pode descobrir se houve lata ?
Elle assim o julga ; entretanto o cor-
po aeha-se em tal estado de decomposi^ao,
que nio possivel descobrir vestigios. S
o pescoc.0 que est n, permitte ver as
ecnymoses profundes do estrangolamento.
N'um'-lado do crneo ha igualmente sig-
naes de um casae-itie, com o auxilio do
qual o assassino deitou por trra a victi-
ma antes de estrangula! a.
E nio encontru-se mais nada ?
As mulos estavam ligadas com esta
correia.
E o Sr Manuel apresentou o objcto de
que j fallamos.
A correia estava molhada. esverdeada,
mas intacta e perfeitameute reconbecivel,
com a sua argolinha de ae. > n'nraa das ex-
tremidades.
Sobre a secretaria, diante da qual os
dous homens ccnversftvam de p; estava
um mayo de papis ligados com urna cor-
reia perfeitamente igual.
Os olhos do chefe, que volviam-se cu-
riosos e penetrantes em torno do compar-
timento, Ipousaram nesses papis, como
que attranidos e fascinados.
Oh! c e9t a companheira.
Todas e&sas correias se parecem, ob-
servou o Sr. Manuel; sao vendidas pelos
papeleiros com os outros objectos de ea-
cript'irio: mas procedem evidentemente
das mesmas fabricas.
Vende-se cimento da melhor qualidade pelo*
mais razouveis precos do mercado, na ra de
Mrquez de Olinda n. 54.
:es tm csss
Ra Duque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 12 e 4 metros e urna chave de lar-
gura a 500, 600, 800 e 1(5, muito so, de
qualquer largura a li400, c de fustio/ d
700 a ltJSOC a peca.
Enxovaes para baptisados a 8(5, 10|>
125000.
Lindos enfeites para penteados a 100,
200, 300e500rs. um.
Lindos granpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 2^500 o covado.
Pulseiras americanas para 3, 4, 6)1,
65 e SiJOOO o par.
GuarnicSes americanas a 3000.
Lindos espartilhos a 44, 5 e 6,5000.
Porta dedaes de vidrp, objecto para pre-
sente a 1)5000.
Broches de fantasa de 500 a 15000.
dem americanos de 2)5 a 3i5000.
Lencos de seda a 1(5000.
Sublaque a 200 rs. o par.
GuarnicSes de crochet, sendo um pan
sof e 4 para cadeiras por 6$000.
ji^Finas capellas de pellica, panno c c6r,
com finos veos.
Flores artificiacs a 1$000 o ramo.
Anneis americanos a 2|5000.
Plisss de 400 a 1(5000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordados
a 2(5 2*500 o par.
Bicos brancos de linho e de cores a 2(5,
25500 e 35000 a peca.
Cantas de cor para enfeitar vestidos
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos Ieques brancos para noiva.
Colrarinhos e puuhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento ama
85000!
Talheres para enanca a 800 rs.
Luvas de pellica a 25500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 2500Q e
cor de creme a 15500.
Lindos Ieques de papel de 500 rs. a
15000.
Espelhos com fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 45000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas.
Lindas franjas douradas para facha, de
6eda preta c de cores, sem e com vidri-
Ihos.
TimSosinhos enfeitados de bico c renda.
PECHINCHA
Colarinho para homem a 35 c 45 a
duzia.
Bordado de cambraia Victoria muito
fina com 3 1|2 metros de qualquer largura
a 15200 a peca fazenda que vale. 25 e
25500, vende-se por este preco para liqui-
dar a grande quantidade que temos.
PARA O CARNAVAL
Agua Florida e agua de
Orea a 500 rs. a garrafa.
Breu
v
Em
n. (JO.
barrica? vende-se na ra do Amorim
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to'de gravatas e camisas de cores propriae
para os amadores do Prado e est venden-
do por precos sem competencia.
Recebeu tambem collarinhos e puuhos
de borracha de formatos novos.
48BOA BARAO DA VICTORIA 48
Nlo ha mais nenhum iadicio? per-
guntou o Sr. Marais.
O commissaro apresentou o pedaco de
iel em que se achava a mecha de ca-
los.
Mais isto, responden elle.
O que ?
Urna mecha de cabellos muito cur-
tos, pretos e finos, que se encontrn na
maodireita do cadver.
O Sr. Marais desdobrou o papel, e des-
de logo, quasi mo grado seu, emquanto
um Kgeiro estremecimento percorria-lhe a
epiderme, entrevio a cabeca de, Pedro de
Sauves, com a sua cabelleira curta e os
anneis rebeldes da sua testa.
E' singular! pensou o magistrado.
Ser elle e culpado?
Mas guardn a sua renexo para si,
metteu a mecha de cabellos na sua cartei-
ra e nlo pronunciou palavra.
Nesse momento ouvio-se rumor na ra
e depois no pateo.
O Sr. Marais foi janella.
E' o juiz de instruecto, o Sr. de
Courneuve, disse elle, que chega om um
substituto.
Fizeram-n'os entrar.
O Sr. Manuel narrou de novo o que se
havia passado e o que tinha feito at en-
tilo, -v ,/-.-
O corno est n'uma das salas'da usi-
na, disse elle terminando.
Mas nlo pode l ficar, declarou o
juiz, porque o mo cheiro que elle exhala
chega at aqui; e perigoso com o calo*
que est fazendo. Devem mandar trans-
portal-o para a Morgue, onde se preceder
autopsia, se ainda for possivel.
J telegraphei pedindo o cairo da
administra;^, declarou o commissario.
Elle chegou ao mesmo tempo que
nos, disse o substituto. Se nao v incon-
veniente nisso, Sr. juiz, vou tratar dessa
trasladacao, que deve ser diffic.
V, meu amigo, disse o Sr. deCour-
neuve, mas tome precauedes. Aspire aci-
do phenico e espalhe-o por toda parte.
Sim, sim, nao tenha receio.
O Dr. Combes entrava.
A Sra. Chaniers acha-ee n'um estado
de causar d, disse elle. O Dr! Graniers,
que est ao lado della, acha-se muito in-
quieto com o ataque de ervos de qae est
accommettida a infeliz senhora, e do qual
melhora smente quando sobrevm-lhe re-.
petida sym
Ella coi
Vio o co:
ha apenas um
den luz.
Pobre senlu
mez
a sua descraca V
do do tasque, e
do muito, que
azuea pecas com
e 240 rs.
c 280 rs.
a 120 rs.
Mais Barato
A Loja das Listras Azues
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Telephone o II
As fazendas vendidas nesta casa sao de boaqua-
lidade, e nao levara medida escassa;
aceita-se a fazenda vendida se, por
qualquer motivo nao fr de muito agra-
do da pessoa para quem for comprada.
Dase descont a quem comprar de 20<
para cia.
ESPECIALD3ADES
Hrim de listras
20 varas a 65000.
MadapolSo com um metro de largu-
ra a 65800 a peca.
Corte de vestidos bordados em
carto a 105000.
VelludJIko bordado a contas a 15600
covado.
raehemlras pretas, de quadros e
arrendadas a 25 e 25500.
Tecldos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 rs.
Cortes de cachemira com guarnieres
bordadas, lindas cores, a 205 e 255000.
ftetiaa Maco de todas as cSres a 750,
e800rs.
L.MOB bordado, tecido de urna so cor,
qualquer que se desej, a 200-,rs.
Xeflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
Es de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
LlohoM lisos a 60 e de quadrinhos a
00 rs.
Cnardaaapos melhor qualidade a
15900 a duzia.
Atoaifcado branco e de cores a 15-
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 45000.
Cortlaado de crochet, com saoefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Croehet para cortinados a 900 re. o
metro.
Colchas de fustSo, brancas c de ec-
res, a 25000.
Chitas finas preeals a 200
Chitas escuras a 100, 240
Batiste do cores seguras
tauzur de lindas cores a 2S0 re.
Briaa pardo esguiSo a 240, 280 e320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 re.
Mantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 85000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
205, 255 e 305000.
I.eques de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo prego.
Tas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 25.
Espartilhos inglezes a 45500 e 55,
tem desde o n. 40 at 80 de grossara.
leo branco creme e de todas as
cores desde 700 re. at 25500 a peca.
Readas hespanholas, de seda e de
algodo, preta, branca e de qualquer cor.
Bahados e ntremelos bordados ta-
pados e transparentes por todo prejo.
Graaapos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 re.
Baldas para vestidos a 260 rs. a
duzia.
elogios despertadores com fi-
guras em movimento a 85 e 95000.
Aspas de aoo para vestidos a 120 rs.
o metro.
Margenas francez fino, diagonal, a
200 re. de qualquer cor.
C'riaolioa de cordSo preta, branca,
chumbo e edr de caf a 400 rs. o metro.
Redes aaaerleaaas para menino
dormir a 35500 e para homem a 65000 e
75000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas aa loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
O Dr. Combes contou summariamentc
o que tinha visto e verificado, e depois sa-
bio para ir ter com o Sr. Manuel e o sub-
stituto, afim de ajuda-Ios na sua diffieil e
repugnante trela.
O Sr. Marais e o Sr. de Courneuve fi-
caram sos.
O que vem a ser este negocio ? per-
guntou o juiz.
Muito grave respondeu o chefe com
um significativo movimento dos labios.
O que conhece-lhe entSo os perme-
nores ?
Um pouco.
Pode dizer-me o que sabe ?
* Pois nSo. Ha quinze dias ina;s- ou
menos, recebi urna manhS no meu gabi
nete, a visita de urna bonita rapariga de
cerca de vinte annos, que declarou me ser
a criada de quarto da Sra. Chaniers.
Feliz mortal disse muito baixinho
o Sr. de Courneuve, um magistrado cuja
bocea graciosa e cujos olhos eram terri-
velmente eloquentes.
O Sr. Marais sorrio com indulgencia, e,
mais serio do que o magistrado, conti-
nuou:
Ella ia fazer-me urna revelaclo, que
pareceu-ine tao exquisita quanto grave :
o marido de sua ama, o Sr. Jorge Cha-
niers, tinha desapparecido havia "quinze
diaa.
Desta vez o juiz applicou o ouvido; nao
tinha mais vontade de gracejar.
Desappareeido! repetio elle. E essa
declaracSo era-lhe feita por urna criada de
quarto!
Que ia ingenuamente supplicar-me
para encontrar o seu amo perdido, por-
que sua ama, a quem adorava, ia, dizia
ella, morrer de desgosto.
NHo havia entSo ninguem em casa
que fosse em lugar dessa rapariga?
Sim, havia em primeiro lugar a Sra.
Chaniers, que estava entre a vida e a
morte depois do seu parto, e ainda mais
em virtud da ausencia do ma^do.
E depois?
O irmao da Sra. Chaniers, o Sr. Pe-
dro de Sauves, o inventor da industria ex-
plorada nesta usina, e socio do Sr. Jorge
Chaniers, o desapparecido.
Ah! por que, passados quinze dias,
nio foi elle proprio fazer a sua declara-
cSo ?
Achaca primeira vita a cousa tSo
grave, que fiz a mesma pergunta a Suza-
na Vergues, a criada de quarto.
E o que lhe responde^^B ?
Oseguinte: Acon*elhei o Sr. de
Sauves a que viesse elle proprio fallar-
Novidades
Receberaoi aaodas de Pars
AZEVEDO, IRM.iO & .
16 Ra do B. da Victoria 16
(Antiga Nova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o que ha de mais novo. Renda
comprimento de saia a 15000 e 15o00.
Sargelim fino todas as cores a 200 o co-*
vado.
Baleiascom forro a 240 a duzia.
dem com forro a 400 a duzia.
Bramante de linho com 10 pafiaos
15500. w
D to de algodSo com 4 larguras a 800.
Cortinados bordados a 55000 e 65000.
Ditos de crochet finos a 85000 e 105000
Estracto Rita Sangal a 25000.
Fichus de 1S e seda 15000, 15500.
Capellas com veo bordado a 65000 e
75000. #
MadapolSo globo a 75000.
Dito camiseiro a 75000.
Tapetes grandes para sof a 135000.
Espartilhos couraca a 45000 e 55000.
Brins de liaho ciies fixes a 600.
Panos de crochet para cadeiras a 800.
Ditos de crochet para sof a 25000 e
35000.
Guardanapos de linho a 25500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim maco a 800 e 900.
Toalhas para banho a 15000 e 15500.
MadapolSo com um metro de largura
a 65500.
Cachemira arrendada e de quadros
15500.
Crochet para cortinados a 700.
Toalhas felpudas a 35000 a duzia.
Camisas finas para homem a 335000.
Colxas de crochet com flores a 55000 e
95000.
Lindas velbutinas de quadros lisos e com
listas proprias para veo.
Nanzuc finos a 240 covado.
Ditas finas a 200, covado.
Cretones finos a 400 o covado.
Ca xas proprias para presente.
Palitos de palha seda cores a 95000.
Pao verde para buhar.
Lequea de pennas.
Ditos transparentes.
Crinoline preta a 300.
GuarnisSes pretas e de cores.
Camisas de flanella de cores.
Seda crua de quadros a 800.
Crep inglez.
Meias branca* de seda a 45000.
Cachemiras de quadros a 280.
FusSo branco a360 o covado.
EsguiSo fino a 15500 a vara.
Casemiras para roupa.
Roupa feita por medida.
TELEPHONE 200
___ O deseagaao Ir rer
Pao centeio
Mille & Bisct, avtam ao respeitavel publico,
que todas as tercas. sextas-feiras, tem este sa-
boroiojpfio : roa larga do Rosario n. 40.______
WBISIT
Royal Blend arca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhorcs arma-
zens de molhados.
Pede Rojal Blcod marca Viado,
cujo nome e emblema sSo registrados par
todo Brazil.
BROWNS & O, agentes.
vida das'florps
esta imprtante obra, ntidamente
\
Veade-se
impressa e ornada de estampas coloridas em
numero maior de 100 ; adaptada ao recreie das
jovens que apreciam a leitura : a ver e tratar
na typographia da na Duque de Caxias a. 39.
Doce seeco de caj su-
perior
Tem para vender em latas de 2 e 4 libras,
prego commodo ; na ra do Bom Jess a.
anriazem.
Libras esterlinas
Vende-se 9^000 no Lon-
don & Brasilian Bank, Limi-
ted, na do Commercio n.32.
Nao soffre contesta c5o 1
Que as pechinchas da casa do PAro
Antunes & C. tambem sSo repartidas com
os seus muitos freguezes, e p&ra vS4
iU4Ml
0*
*H-
M-i em Mi i
Taverna
Vende-se a taverna da roa de Luiz do Reg n
47, em Santo Amaro das Salinas : a tratar na
mesma ou no Camiubo Novo n. 87.
11
Tenho razees
lhe. Elle respondeu-me:
para nSo fazel-o.
Ella conhecia essas raz3es ?
NSo.
E nSo as auspeitava sequer ?
Tambem nSo.
O que fez o senhor ?
Procurei, sem encontrar natural-
mente cousa alsuma. E tive fortes sus-
peitas.
Contra o Sr. de Sauves?
Exactamente.
Que qualidade de homem elle ?
Trinta a trinta e cinco annos. Ex-
alumno da e3cola central, filho do Sr. de
Sauvee, o antigo agente de cambio. Ar-
ruinou-se para pagar at ao ultimo ceitil
as dividas do pai. Viuvo de urna senho-
ra a quem adorava, educou a irmS, que
estima-o aeima de tudo no mundo. At
aqui parece ter revelado um carcter no
S[ual ningum pode ainda descobrir um de-
bito nem urna fraqueza.
NSo violento?
Um pouco. Sobretudo absoluto as
suas ideas.
Ah! os dous cunhados davam-se ?
NSo sei, ma6 a nstruccSo esclare-
cel-o-ha a respeito.
Conhece o Sr. de Sauves ?
Nunca o tinha visto antes do dia em
que vim trazer-lhe o resultado das minhas
pesquizas.
Qual foi a impressao que elle cau-
sou-lhe ?
Excellente. Achava-m extremamen-
te prevenido contra elle. As minhas sus-
peitas augmentaram ainda mais quando vi
a profunda contrariedade que lhe causou
o passo dado por Suzana Vergues. Mas
pouco a pouco, diante do seu olhar limpi-
do, da sua physionomia aberla, da lealda>
de que se lia em toda a sua pessoa, as mi-
nhas desconfan cas desvaneceram-se como
a poeira impellida pelo vento.
O senhor poeta, meu caro Marais,
disse o Sr. Courneuve com o seu fino ser-
riso. No tribunal, todos nos sabemos
disso.
O Sr. Marais ficou muito vermelho.
Efectivamente aecusavam-n'o de con-
struir romances com os crimes cuja deseo-
berta lhe era confiada.
A verdade que a sua profisso apai-
xonava-o, que elle exercia-a com um amor
e urna intelligencia, urna energa, urna
previsao, que os juizes de iastruccSo em
geral, e o Sr. Courneuve em particular,
o mais teimoso de todos, nao lhe perdoa-
vam.
Mas o juiz vio o procedimento desagra-
zangarera, mais urna vez lembramos as
seguintes, para as quaes pedimos prefe-
rencia, do que certamente nSo se arre-
pendero!!
NOVOS vestidos brancos bordados pas
Senhoras, preco de 15^ a 22)5000.
ELEGANTES vestidos de cretone de
cores 10(5 e 12)$ todo completo.
(OMMODOS espartilhos de 3500
12(5000 Higinicos costumes ponto de
malha para criancas, para 7(5000 a 12|JOOO
As NOIVAS! Grinaldas e veus, Ieques
modernos, meias de seda, escossia, port
bouquet em seda, papel, e canutilno o
que de inais gosto.
Completo sortimento em bordados trans-
parentes e victoria, e tambem de cores.
NOVIDADE um Ieques Japonezes por
25000 a 6)5000 proprios para bailes.
Lindos aigretes, grampos com pluma
e pentes a Mara Antonieta para ataviar
um elegante penteado.
SSo lindos os galoes andaluzos, em seda
e bilhetes domados.
NOVA ESPERANQA
3 Rata Duque de Caxias B3
IsrXa ciB6*xior
Qae se possa vender por estes
preco*


13


duas lar-
RA VISCONDE DE LN'HAMA
Cambraias brancas a 360 rs. a vara.
Dita com lpicos a 508 rs. a dita.
Pepelinas com listras a OO rs. o covado.
Las de quadros a 160 rs. o dito.
Ditas chinezas a 200 rs. o dito.
Zefiros muito largos a 160 rs. o dito.
Setinetas lisas a 360 rs. o dito.
Setim prelo muito bom a 1*200 o dito.
Velbutinas a 700 rs. o dito.
Meriu preto (2 larguras) a 800 rs. o dito.
Sargelins todas as cores a 200 rs. o dito.
Chitas escuras e claras a K rs. o dito.
Cretones para camisas a 24u rs. o dito.
Brim de cor (linho) a 500 rs. o dito.
Dito branco de linho, n. 6 a 14500 o dito.
Vestidos em carto a 9*000.
Toalhas felpudas para banho a MOOO.
Dita dita de rosto a 360 rs.
Camisas de flanella a 2*000.
Dita de meia a 1*009.
Ceroulas de linho a 1*400.
Camisas francezas a 2*000.
Colchas de cores a 1*800.
Fichs de retroz a 1*000*
Ditos grandes a 2*000.
Chales de quadros a 8*000. .
Meias de cores, arrendadas a 700 rs.
Ditas brancas a 300 rs.
Collarinhos de linhos a 300 rs.
Madapoln muito largo a 4*000 a peca.
Meias-casimiras {de cor e pretas, com
guras a 1* o covado.
Grande sortimento de casimiras iDglezas. cortes
de fustoes para rolletes, cortes de easiuufa
para calca de 6*, 8* e 10*.
Mandamos fazer qualquer obra em nossa omcina
por precos que outros nlo podem fazer.
Veihu ver para crer
Gon^alTes Santos & O
davel produzido pela sua advertencia no
espirito do Sr. Marais.
E eomo na pelle do magistrado de ideas
preconcebidas havia um espirito amavel e
um homem bem educado, elle apressou-se
a accrescentar:
EntSo, deixou-lhe boa impres-So o
Sr. de Sauves?
Perfeita. Mas nSo fiei-me nessa
apreciacSo toda de apparencia, visto que
nSo o conhecia, e quiz ter infonnac3e3 a
seu respeito. ,
E foram boas essas informaces ?
SSo a? que lhe disse ha pouco.
Diabo!... Onde est o Sr. de Sau-
ves?
Parti ante-hontem em viagem.
Ou iugiria ?
' Nao o creio; dizem que foi a Lille
tratar de negocios. Mas ha vemos de sa-
bel-o.
Bem. Quer que nos informemos ?
Certamente. Mas vou deixal-o para
ver fra o que se passa.
Ia sahir.
O Sr. de Courneuve chamou-o.
Conhece a Sra. Chaniers ? perguntou
elle.
Conheco. E esquecia-me ate cou-
tar-lhe como a vi. A cousa tem a sua
importancia.
Diga-
Durante quinze dias, ao que parece,
ella esteve entre a vida e a morte.
Em con8equenc;a do parto ?
Sim, mas sobretudo por causa do
desapparecimento de seu marido, que a
havia deixado para acompanhar o Dr. Gra-
niers, logo depoi? do parto, e que nunca
mais foi visto. A febre, o delirio, e de-
pois urna grande fraqueza invadiram-n'a
entSo, nSo deixandc-lhe a faculdade de
avaliarjo que se passava em torno della.
Em tal estado, a pobre senhora nSo apro-
fundava os pretextos que se inventavam
para explicar-lhe a ausencia do Sr. Cha-
niers, e achava-os naturaes. Mas um dia
a excellente constituicSo da doente ven-
ceu a molestia. Quiz saber tudo. Foi"
preciso dizer-lhe a verdade.
E quem lh'a disse ?
Suzana Vergues.
O que fez entSo a Sra. Chaniers ?
Levantou-se e declarou em seguida
ao Sr. de Sauves que quera ella prpri
sahir procura do marido. O Sr. de Sau-
ves, que estima profundamente a irmS,
obteve della que esperasse a minh
sita.
(Continuar-89-ha}-
Typ. du Diario ra Duque (Je









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