Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18269


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Full Text
ANNO LXIX
SABBADO 21 DE JANEIRO DE 1893
NUMERO 17
-
DIARIO
PERNAMBUGO
PBOPBIEOADE OE HAH03SL FISSSECA DE FABIA & FILHGS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por U es ditos vencidos .
Por una anno allantado .
dem idem vencido. .
6$000
7&000
241000
28&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS D PUBLJtJACES NA FRAN-
CA E INGLATERtlA
Os Sra Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
13&500
151500
27I000
311000
TELEGRAMAS
mw miimlab so mu
RIO OE JANEIRO, 20 de Janeiro,
1 hora e 55 minutos da tarde.
Forana comeados 3.s officiaes da Repar-
tilo d-.s Correios desse Estado, Spencer
Neto e Gabriel Silva.
^ -
PARS, 19 de Janeiro.
A impreisa repb'icr.na em quasi sua
totalidaie combate a poltica e provoca a
demias^o do p es'd" ute Carcot.
Na am ra do3 Depu lados Delonde in-
terpellou o governo sabro a poltica inter-
na ; o o ministro dos negocios estrangei-
ros respendea-iha core a affirmacSo de que
os interesse d. Fr-na achara-se bem. de'
tendidos.
LONDRES, 19 de Janeiro.
A iudmnisaco reclamada Marrocos
pelo governo inglez attinga a somma de 2
milbo.-s de libias esterlinas.
ROMA, 10 de Janeiro.
Foi preso o diractor do Banca Romano.
PARTE 0FF1CI4L
Governo do Estado de Pernam
bueo
DE8PCHOS DO DA 18 DI JANEIRO
DE 1893
Antonio FrauoMfl do Andrade Lima,
sentenciado.I.forma o Dr. juiz de di-
rei'o do segundo dstricto criminal.
Bacharel Firmmo de Ara ajo Lima, pro*
motor publico de Leopoldina, pedindo
prorogaclo de praso para tirar o respecti-
vo titulo.Concedo prorogacSo por 45
das.
Jos dos Sacto3 Selva pedindo paga-
mento de urna conta Da importandia de
11!583. Informe o inspoctor do Tho-
so:iro do Estado.
Maria Mathilde L ipes e outros. De-
ferido, de vendo os peticionarios entrar
em accordo com o inspector do Thesouro
do .-atado, para o fim de ser lavrado
cont acto de r.rreadamento do predio,
por iempo que n3o exceda de tres annos.
Manol Jo2o de Souza. Informe o
commante do carpo do polica regional.
M.dojI Glemeatino Correia da Mello.
I.m .ferido.
B.cb'-rel O.'ympio Freir do Curvalho,
jais municipal de Alagoa de Bxo, pe-
din lo jistificacao d faltia.Iuforma o
Sr. inspector do Thesouro do Estado.
Salvado- arballio TJjhQa Cavbante,
porteiro do Thesouro, pedindo aposentado-
ra.Pisse-se portara aposentan' o.
Secretaria do Governo do Estado do
Pernarcbcco, 2 J de Janeiro de 1893.
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
q> tura policial
2.a SeeeSoH- 17Sicrataria daQues-
tera Policial do Estado de Pernambuco, 20
de Janeiro de 1833.
Cidad)Participo-7s que bentem fc-
ram reeoihidos Ci.sa de DeieccSo os se-
gaintes individuos :
A' minha ordem, Francisco Xavier de
Oiivein, como sentenciado.
A' erdom do subdelegado da frequeiia
do Becife, Satornino Gomes, tlienado
cem destino ao aylo da Tan.arineira.
A' ordara do subdelegado da fregaezia
de Santo Antonio, P ntonio Francisco de
Baat'Aana, Manol Fernandes da Silva e
Sevenno Soares, cono vagabundos.
A' ordem do subdelegado do Arraya!,
Ullyases Miguel de Alcntara, por distur-
bios.
Pelo subdelegado do 1 distncto de
S. Tose foram remettidas ao Dr. juiz de
direito do 3- dstricto criminal as deli-
gencias a que procedeu contra os mar-
nheiroa do patacho nacional Gaararapes
que no da 1 do corrente assaJtaram o
quartel do 3' posto policial.
Para os devidos tina transmiti nes-
ta data ao Dr. delegado do municipio de
Olinda o au.o de corpo de delicto na
pessoa de Candido Joao Jos de Sant'
Anna.
Ao Dr. Alejandre Jos Barbosa Lima,
mui digno governador do Estado.
O Q.uestor,
Julio de Mello Filho.
Tfc"Sonro do Estado de Pe*
nambuco
DESPACHOS DO DA 20 DB JA EIRO
DB 1893
Viaona. Castro & C, Arlhur de Moura
Ribeiro e teneDte-coronel Jo5o Nepoauce-
no da Silva,Informe o Sr. Contador.
M-oel Roberto da Cotta Francisco
Jos Regalo Braga.Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Itabello Juberco.Ioforme o Sr. Dr.
Administrador da Recebedoria.
Antonio Romualdo Pessoa de Mello e
CrolinaS. de Barros FalcSo,Registra-
se a facam-se as notas.
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DA 20 DE JAN3IRO DE
1893
Dr. J ,o Francisco Teixeira e Graluliano dos
Sant.-s Vital.-Certtiquese.
Dr. Pedro Pires Potitaal.Certiflque-se.
Francisco Xivier Ferreira.Informe a 1* sec-
{o.
O porteiro,.
Joe' L, Macado C. Ftthq.
Instrncce Publ ci do Estado
Pernaoibaco J*
DESPACHOS DO DA 19 OE JANEIRO
DE 1893
Dr Cicero Odn Peregrino da Silva.Com-
pra se e registre-se.
Dr. Joao Baptista Regueira Coila.Cuim ra-se
e registre se.
20 -
Faenare! Luiz da Costa Ferreira Porto Cirrei
ro.Compra se e registre se.
Bacharel Joaquina Pereira da Silva Goimares.
Cumpra se e regstrele.
Francisco Pinto de Crnico.Compra se e
regi;t't-se.
Bact'a-el T'ejano Alipio Temporal de Mendoo
ga Cumpra-se e registre-se.
Juvia;ano Manta.Cimpra se e registre-se.
Fraooisco Carlos da Siiva F.agoao.Compra
se e registre se.
Ballarmioo Fernandes da Cuaba Almaida.
Sim, com cBcio ao Thesouro, depoi? de notada
a matricula.
EXTERIOR
Estados Unidos
Do nosso 8ervigo telegraphico tiveram hontem
noticia os O033os leitorea do fillecimento de Mr.
Hayes, distioclo nori'americaao e antigo presi-
dente da Repblica dos Estados Uiidos da Ame-
ri:a do Nort .
Qaando esse Ilustre cidadSo foi eleito presi-
dente da grande Repblica, um nos^o collega
deimpren8a escreveu a seo respeito, bem como
do miaiJterio que elle formn, as linbas cara-
cteristtCM que paasamos a reprodozir por sua
opportuQidsde e para hmbrar as saas virtudes
civuas.
O PRESIDENTE H\YE E OS SEUs
MINISTROS
O novo presidente Hiyes, nascido no oeste,
educado com esmero, enlregou-se, apenas con-
cluio os seos estu 'os. a carreira de advogado,
em qo^ graogeou bastante nomead3. A guer.a
civil de 1862cbanouo s a*mas, alistando-se
com; simples soldado no exercito do norte. O
r-eu valor e o seu patriotismo nSo tardaram em
assegnrar-lhe promeco. Coatioooo a campa
nba com mcita fortuna ; sendo ferido orna ou
duas veze;, eobio os pos'os com distioccSo,
clegando a brigadeiro quaado lerminou a con
tenda.
Como os outros cefes, qu:, termnala alu-
cia, voltaram tr-inquillamen'.e ao3 antigos mis
tere, Hiy-'> r'gressou aoKDtucby para cuati-
ruar r.; atlvo aaia, at qu^ a governo, em att-u*-
jai o feo me'i'o e 'Servaos, favorecen a sa
el:igao ao cargo de goveraadar de Oi;o, qui
occu .ava quando se d?u a ultima eleicao de
p ref.de nt a.
Hiyi nao possue a vasta riqueza de Tilden ;
mas e sufnci'nlemente abastado para viver in-
dependentc fra dos crgos pubeos. D:dicado
ao parto republicano, ob.-igado ao genaral
Grant, imaginou este que en<-ontraria no perso-
nagem um ?a:c3ssor de todo o ponto condes-
ceadente, que continuarse o sen tyrociaio admi-
nistrativo, aem alteracO.s importantes. Obriga-
do a abrir mao da tercpira caul'.dn'.ura a presi-
dencia, designou Bijei aos seos amigos, como
o canlidatc appeteaive, em favor do qual de
viam tr samanta attendido, nao se paulando meio al-
gum para grangear-lhe a matoria, que, depois
de inslitas fadigas, apenas foi de 185 votos
contra 181 dados a Tildeo.
Qaando a couveogao de Ci icinati o escolheu
para can lid.to, Hay-a, aceitando a nomeacao.
(ormulou um program na repleto de nobres e
generosoa sentimeatos, drc'a-and) que procu-
rara sihir da titela uob partidos, para asesgo
rara ledos a plenitude dos seui direit03, para
que a responsabilidade na gerencia d03 cargos
pubcos nao fosse urna nefiao, e pira que ter-
minissem as disidencias uo sul por medidas
equitativas e conciliadoras.
Os polticos republicanos, qu? se incumbirn
de promover a candidatura, nao deram attenco
aos coa protaisos do programma. Jalgaodo por
si o general, eatenderam que continha os pala-
vr "s rio estylo, e que iavestUo no poder, r
traia-ia de corresponder as tiaezaj dos eleito-
res, atirando para traz das costas com as pro-
mes=as de inabalavel imparcialidade aa geren-
cia do3 negocios.
Venda que o candidato deixava as mos dos
Sra. Cnaadler, Blaine, Boutw.'ll e Murtn, a di-
reco dos seu? interesses eleitorae?, nunca Ihes
passou pela mente que desejaase reconciliarlo
com 03 estados do sul e reforma no funeciona
lismo.
Esses caodilhos persegoiram por espado de
seis m.'zes nos esforcos para grangear-lhe pre-
ponderancia.
O Sr. HUy^s calou-se emqoanto os republica-
nos, olvidando o progrmala de Cincineti, re-
volvlam co e trra, para adaptar os emprega-
dos e as conveucGes :o m qoe se propuobam-
03 servidores do Estado, que durante 16 an-
uos movero os aranaes, e usa-So de seu influxo
em prol do general Grant, eonvenceram-se de
queH^yes seria Igualmente dctil que as suas
o6s intenjes seno fcilmente annulladas, as
suas concepce8 de reforma tornadas inexequi
veis, a sna escolba de ministros e de subordina-
dos inlerameate dependente do respectivo Ring
poltico. m _
Investido do primeiro cargo, o Sr- Hayes fez
saltar a mina debaixo dos pes dos seus adneren-
tes.
Aseeguroo mais positivamente do que qoal
qoer presidente, desde a epocha de Andr Jack
son, a independencia do poder executivo, que,
segundo a inteosao dos autores da Coostiroico
federal, deveria ser inteiramente isento do ioflu
xo do poder legislativo.
Quindo Hiy:s profenuo eu discurso inaugu-
ral, acolhido com tanto favor em todos os esta-
doR da uniSo. a sioc-ridade dos seas prolastoi
lancoa a cocfu'io as ti! -ira3 da parntiiUa la;-
cios'a. Depois da nomragSo dos mlohtros, os
discutes tremero pela sua sorle.
O (mpenbo de proporcionar ao sul e eosejo
de re operar um governo proprio e estave!, ma
ntfestio-:e na escolba do Sr. I y, ex-senador
democ-aia, para membro do gabinete, na qua-
lila le de director geral das pos'.aa.
Nao f.ii ni nos sg ilDetTa a nomeacao do Sr.
Karl Scbu.-z para mmistro do loterior.
E le :iecao, depois de Dgorar na san patra,
em 1819, c^mo can-lha do partido demo" i \
emigrou para o.i Estados Unidos, domiciluu i=c
no Missouri, e nao lardoa em adquirir fama pela
sua eloqur-ncia, pelo ardor cim qae impugmu
as iniquidades e a corrupfiao dos empregaios
pblicos qos comprme tiatn a repblica pe'a
avidez de adquirir dinheiro por melos desho-
nestos.
O Sr. Hiyes nao se limitou a ostentar na for-
maco do eec gabinete o protesto contra as cren-
qh8 dos que 8e tornarao saliente8_na aogarissSo
de votos a aeu favor. Esmerou-se em aemons
trar que a sua tenacidade e a sua f as sympa-
th;a? populares podiam lutar com as organisa-
das e disciplinadas fo'cas dos politteos da si-
toaco.
A nomeac5o d03 Srs. Evarts, SchurzoKy
foi um repto ao Ring rapublicano do senado, e
como esse partido conta all quatro on cinco vo-
tos de maioria, suppoz-se por um momento que
as nomeagCL's de ministros seria) rejeitada?, i
os actos do presiente desacreditados logo m
primeira semana do peo tyrocinio. -, -
Os veteranos do gremio rerrablicano prpiesta-
ra combater quando apparecea o discurso inau
gural e se constituiu a administragao.
Os que bao dirigido as resoluces legislativas
e disposto do patronato nos oito annos da geren-
cia do general Grant escandalisaram-se de nao
serem comprebend.dos, salvo se o Sr. Shermao
pade valer, como excepcao, no pessoal do mi-
nisterio.
Nem Blaine, nem Boutwell, Cameron, Conkliog
Morton, Chmdler. nem o general Logan figura-
rao na lista dos ministro?, e, todava, eases se-
nadores e ex-3enadores symboso o ervo do
gremio republicano 003 priccipaes estados do
norte, no Maine e Massamossetts, em Nova York,
Pennsylvania, no Michigan, Indiana e Illinoi:.
Como podiam os caudilhos de tantas leg oes
cnr ,-.'- a cerviz ante o alvitre, que manifeta
meme os condemoa iosignilieancia poltica ?
Ha das, qamclo as oomeacoes dos ministros
foram presentes s commissas do senado, di-
zia se que os polticos nao hesitariao em tru-
cidal as.
A rejeico das nomeace* do presidente, qoe a
Constituicao fdcu'ta ao senado, proloziria ins-
lita coofuso no servico do Estado ou necessia-
na um compromisso com 03 rejeitantes, .que
seria por elles c> nderado um triuxpbo, porque
alijariam ao mar um ou dols ministros. Se o
presidente fos3e compellido a ceder proisso
dos senadores descontentes, eeliminasseScbarz,
Ksy oa Evarts em deferencia < objeacfiis de
Blaine e Coakling,de3ceria tanto nalapreciacio do
paiz, que mal teria forc para oppjr-ie em se-
guida as exigencias do corrilbo.
Abastando se do sejtro de Graat, o Sr. II >y s
manlove-se firme, e a maioria republicana do
senado abaleo em presenca da sua enrgica at
li'.ude.
Osaiismana3 Sleiris preponderantes mani-
festou se logo qoe os Srs. Blains e Morln, se
oppozerom ao bul da commisso eleitora! con-
tra 03 Srs. Conklin r e Elmuads, que o susten-
taram. Agora repetiu-3e declarando algun3 dos
irre-ionciliaveis, que approvariam a escolba do
presidente, e todos os qae haviam sustentado a
bil elei.oral separaram-se dosebefes do partido.
OSr. Morton, apezar da soa antipata aos
ban^03 do eul, conformoo-se com a selec&So do
pre-i.leoie. O Sr. Cookting approvou as ida3
conciliatorias allixadis, anunciando ter mott-
vo3 pe330 e3 para opp: se a nomeacao do mi
oist-o Evart-. Os Srs. Blains e Cameron capita
neavam aopposic5o ; e o ultimo, na qualidade
de dictador poltico do importante estado daPen-
nsylvaoia,insista em maater seu filho no mi-
nisterio da guerra. Poucos diai Dastaram pa*a
mostrar-ih's, qu muitoi senadores republicanos
s-h|adeavaffi para C)nkfu>g eTorloa, affpa'sso
qoetbdos 03 demoaratas, sem excepcSo, apoia-
vam -1 nomeacao dos miaiatros.
O sentimento nacional prononcioo-fe em favor
da atutuda do presidente, e a resiaiencia dos re-
publicanos recalcitante3 dis30lveu-se. A 10 de
Ma'co as comniises, que e iacumbiram de
dar parecer sobre a3 nomeacSis, approvaram
ras todas, e o senado em sossao executiva.
A priaeira votac&o recahiu sobre o Sr. K y.
qus, na qualilale da mend.onal e r dor demcrata, era sobre tula obnoxio ao3 si
tellites do Sr. Blaine.
A opposicao sentu se to dbil am nuaiero e
em argiimm'os, que nSo ebegou a baver debat,
Cincoeuta e quatro senadores, mai3 da que
Ion tercos di cmara, confirmar) a aomeigib,
conira a qual so doui votaram. Os Srs. S;burz
e Evarts loram tamb^m confirmados, tendo dou3
voto3 adversos.
A maioria dos di3sidentes ab3tevese de votar.
O S*. Conk'tng reco3oa votar a favor ou contra
o Sr. Evart, seu rival poltico do Estado de
Nova-York ; mas o Sr. Cameron, apezar de des-
attendidos 03 de?ejos do filho, e de nao flgu
rar no governo representante da Fensylvaoi,
votoo por todas as nomeages. A anooencia
desse per80tiagem mui siniB:ati7a ; lalvez
o mais astuto politizo smericano, o por certo
punco; tem mais a perder preia substitoica^ de
Grant por Haye3, pela modanca do systema antt-
reformista para o reformista. Emenden que
convinha nao trepar pela parede.t contrariando
urna escolha al'ameote popular, e se de3>ste,
denota que a cau3a dos dissideutes e3t perdida.
Ha quem diga, que agnarda um fiche de consola'
tion na designac) do filho para um eminente
po3to diplomtico na Europa, em Paria ou em
Madrid. O p-oprio Sr. Blaio; vae se acr-ommo-
daudo, e consta que o presidente Hiyes nao per
de a esperance de domesticar o senad-i da Nova
Inglaterra. A tarefa nao ingente se a posta
que Ihe airar for succolenta, emmudace por urna
vez.
O gabinete tomou poase a 12 de Ma-co, e o se
nado terminen a seasaa executiva. Espera-se
que as cmaras sejam convocadas de novo em
Junbo ou Jalnc Eotretando os de8apontados
nao de ter ensejo para arrefecer. A attitnde
dos banqueiros e capitalistas de Wall Street em
Nova Yjrk, que acabam de dar a mais completa
norovacao ao discurso inaugural do Sr. Hiyes;
uo adbesOes do Marylaod, de Maa3acbU3ets, de
*)/a Jersey, do Obio, do Kea'.urky. da Caroli-
na, da Louisiania, que vem ebegando, denotam
que o Sr. H iyes se tornoo interprete do voto na-
cional.
A 803 franca adhe3So ao system de arbitra-
gem, iniciado na reuniao internacional de Gene
b a, c a aspirafao de que seja es3e o metbodo
adoptado para resolver as contestaces com as
potencias estrangeiras hao de tranquillisar os
nimos na Europa, acerca das inlencoes do novo
presidente. Nao ha a receiar 03 alvi'.rea extre-
mos, os ataques repentinos contra esta ou aquella
possesaao do antigo mon lo no heraispherio de
Colomoo. O chefe da un;5o americana proacre
ve a poltica de aventuran e as provocajOas aos
ootros estados.. Vaticinamos Iha om porvir de
qrjietagSo e apaziguamento uo que toca s rea-
c6?s exteria'.
As reformas internas, que o gabinete ?e pro
por.'' emprenender, h^.odepo'- certo ser gradares
9 clrc s. N?o B8 derrubi de cnoff<'
system r abuso e concuasao, prevalocente m
foncaionaismo americana.
Caroce sa da cautela e da co-iemporisag:.
para limpar es cavallaricas de Aogias Ba-ti
porm, ti'me proposito do nao transigir om a
corraos k>, oara 1e 0? interessados em colpa-
veis m:- ;os porm na carreira escadalosa. A
perspectiva de atoa quad.-a de morali'ate a de
3ev-ra' convis, p."li '.^ ios recabe torea de im-
psslos,Iha da actuar f.v.-.revelmtate ni can-
cus m;n omp3darnida3. Rlogatm quere
: perd-r o logar com o stigma U^ malvarsador
ao som dossppiacos do publico.
O Sr. Kart Scburz, no ministerio do interior,
ama garautia seria de reforma. Apezar de re-
publicano, prorunciou-se de ba muito contra
os predilectos do ex-preailenle Grant e contra
os abusos da administrado. Por .oatro lado,
partidista da liberdade commercial, e adversa-
rio cMaj03o da in/lit.on, e de outras heresias
ecoaomicaa e rinanceiras, que lanto contriboi-
rao para desprestigiar os caudilhos demcratas.
Nafaaalidadn de allamSo exerce summa in
fluio^a ua populago do oeate, onde tanto aval-
ta o elemento germnico, e o seu despacho ba
de es:aT)elecer certa approximagao entre os cida
dao3 ,de origem teutnica e 03 republicanos.
nica .nente os allemaes comegavam a reagir
contra a .dos ebefes republicanos, e o descon-
tentatnento ?romstt a bastante reforgo oos demo
cratss, cuja uoral mais elasti:a do que a dos
puritanos da Nova-Inglaterra.
O ouira vulto saenle o Sr. Evarts, qne
susti'.o'ii o Sr. HamiKon Fisb no ministerio dos
negocios estraageiros.
E' um dos jurisconsultos mais ablusados do
paiz, e durante a residencia do Sr. Johnson
exer:eu as fancgOss de advogado geral. Al
dito ao3 principios do gremio republicano, me-
mscaba profundamente aqueles,que na admi-
Disragao passada eram incumbidos de oa ap-
plicar.
Hiaonasfoi e'colhido pelos refugiado3 cuba-
nos para seu advogrdo, e esta circom3tancia
nicamente devida a sua proticiencia jurdica,
acaba de inspirar em H*spanlia apprebensOes
daqua tencione no poder servir as vistas desses
refugiados. Aioda qoe o precedente do Sr.
Earts n) signiScas3e o mero desempenho da
sua profissao de letrado, encontrara no firme
proposito do Sr. Hayes de maater ama poltica
conciliadora, moderada, e na aversaa do Sr.
Schurz tola a.,casta de fliboUeirmo, barreira
insupe-avel ; nem e de crer que acceitasse o
cargo na ment de caatrariar de qualquer modo
as ideas do presidente e dos seus collegas.
A reorganisago administrativa, qoe ser o ca
vallo de hitaba do novo presidente, exclue vel
leidades annexionista da especie das que sema
ni8fe3taro por veza3 no rgimen de Grant.
Emquanto se tratar de demittir os concussioaa
ros, de responsabdisar os defraudadores da
fazeoda publica, de punir os criminosos acober-
tado por urna tolerancia de dezeaeis annos, 03
mexicanos, cubanos e canadienses podem ler a
eertesa de que 03 anglo americanos nao se im-
portaro com elles.
E' curioso observa: a differenca de atti'ude
forma! entre os demcratas do sul e os do norte.
Aquelles ac-itao francamente o resultado da
votago presidencia. Em logar de co?itarem
no disturbio e na revolta tornaro se placidos e
commedidos, limitando a sui aegao do terreno
legal e constitucional.
Assim esperam, verbi gratia, na Louisia-
nia ver terminar o governo do republicano Pac-
kir I, e surgir a preponderancia do demcrata
Nicbolls, sem refregas e sem vas de facto-
Oxalqueo3 do nsrte sigam o prudente exem
po, abindonand) demoostraces esteris e ridi-
culas. Facilitaram consideravelmenle a tarefa
do Sr. Hiye, que, apesar de ter nomeado um
negro. Frederico Dou^las, preb03te do dstricto
de Columbia, nao ba de querer sujeitar os ban-
cos de sul aos caprichos dos ex escravos afri-
canos .
(Extr.)
9
INTERIOR
NORTE DO BRAZtL
Estado do Amazona
Dita3 at 8do corrente:
A proposito do movimento qae se diz tentado
e opportunamente abortado, a lente coronel
Geograpao de Cislro e Silva commandanta 36 de
infantaria estacionado em Man03, publicou o
seguate boletim.
A populago de3ta capital est ameagada de
urna triste hecatombe, devida a olios iocoafes-
saveis-
Na quilidaJe de I. autoridade militar da tr-
ra neste Estado, a33im coma a officiali lade do
ba'albo da meo commaado, acoaselbamo3 a
meama popalago qoe '.enba prulena e mode-
ragao por que nos saberemos salvaguardar sua3
vidas at o extremo.
E' vontade do Governo Giral consolidar as
inst'tuigoes patrias, nonca paren, promover de-
sordena ni selo da familia brazileira.
O Teuente-Coronel, Geograpbo de Castro
Silva.
Maoos, 2 de Janeiro de 1893.
Durante o semestre de Jullia a Desembro
de 1892, entraram ao porto da capital 3859:270
k los de borracha de produego do Estado e p-o
cedeates dos seguintes ros :
Pur3 1.229:369 kilos
Madeira 1.032:5 1
Juru 803399
Javary 568:59
SolimOes 144:876
Negro 48:899
Jutahy 11:152
Amazonas 265
Total 3.839:270
Consta qae no rio PurJ. depoi3 de crescerem
as aguas em Novembro, uo mez da Dazembro
baixaram de ta! forma que 03 vaporas, qua esto
alm des cacboelras, oo podem descer por falta
d'agua.
O Purs e alto SolimDes esto vazaudc, ao
passo qae o Amazonas cresce extraordinaria -
mente ameaganlo tado submergir.
Estado do Para
Dalas at 13 do corrente:
No dia 7 tinba cnido sobre a capital ama cha
va to terrenciat e prolongada como nao ba me-
moria de goal alli.
DeadeBboraa da tarde que comegmdo tor-
rencialmente prolongou se at p-la madrugada
do dia seguate.
Algumas ras e travesaas Qcaram completa-
mente alagadas, chegando a? aguas em siguas
logares al 3 palmos de altura cima da su-
perficie do aolo.
A avenida 16 de Novembro, estrada da Qnai-
mada, travesaa do Bom Jardim, traveasa da Val-
la, estrada Almirante Tamandar-', largo da Trin-
dade,, travessa S. Matnaas, roa Carlos Game3,
ra de Bragan>;a e muias outraa iuunlaram-ss
de tal forma que as aguas nvadiram a casas,
obngando aos seos moradores a andarem com
os move s por cima de mezas, para evita-em um
completo estrago.
Ni avendi 16 dr. Novembro, a ebuva derri-
boo c muro da ca3a do Sr. Oliveira; na travs-
si 1. de Margo, derriben oatro ; na estrada S.
Jjo, passando a rocinba Eureki, tambam fes
estragos n'ama arvore de embaabeira.
U o 1 das faiacas ele-.t-icas qaec&biram doran
(ao.temporal eseiogaloou compie ameite am
posta de bandaira que exista na travessa Roy
Barbosa.
Sob titulo do trabalbo artstico noticiou a
Provincia do Para :
A commisso pire al da Exposico de Chi-
cago, lando e commeadado ao Sr. Fortunato
Ory um trabaibo artstico, organisado como? va-
nados proluctos da fljra piiaeuae, reajlveu
. o miemo triDalha, por alguna dias, ex
f)OJ".o ao publico ni aielie: d referido Sr.
Ory. a rui tren de Malo.
V,' axpiendi Jo qaaaro representando aa armas
do Concalbo Monicii.U de Belm, trabalhadas em
foias de cores vanadas, lormaada um coojunc
to de ve-ia teira bellea artistici.
Vale pena ver o trabalbo do Sr. Ory, sobre
o qual Jaremos aioda noticia mais desenvolvi-
da. *
Estado do Planhy
Dalas at 31 do passado.
Foi publicado at o. 18, que orga e fixa a re
ceita e despesa do Estado no anno financei-o de
1893.
A receita est o-gadi em 666.600*000, e
despeza fixadaem 6i7.207*864.
Diz o Piauby sobre esse trabalho :
fOsacrifi;io foi geral, e assim faiia se neces-
sirio, sob pena da nao pdennos satisfacer as
necesaidades novas imprescindiveis e inadia
veis creadas pela radical transformago porque
passamosde Provincia esmigada entre as gar-
ras da mais frrea centralisacSo no rgimen de-
cabido, a de estado autnomo, no gremio d 1 fe-
derago.
Estad* do Haranbu
Datas at 13 do correte.
Dos poneos nmeros qoe recebemos do Fe
deralista, nao colbeinoi noticia alguma que
possa interessar aos nosso3 leitores.
Estado Ceara
Datas at 16 Jo corrente.
Ha pouco teve lugar no sitio Medubim tristes
acon'.ecimeato3, que a Republ ca > deste modo,
cingiodose ao depoimento de testemnnha pre-
sencial do conflicto :
Ha tempoa, o lente Francisco Antonio Car-
neiro Monteiro e seas irmos movem ao lente
coronel Moreiro urna acgo para despejal-o do
sitio Madubim, que este tomara por alaguel,
com tempo determinado, ao pae daquelles, sen-
do advogado delles o S'. J. Xivier, e do Sr.
Moreira, em comego o Sr. Mirtinbo Rodrigues,
agora o Sr. Dr. Bilbar.
Disse elle testemunha que aps muitas provo
cagOes dos irmca Monteiros, no dia 13, indo no
mesmo trem o Sr. Moreira, tenenle Moateiro e
sea irrrio ex alumno, (ambos, armados tendo o
tenenle om rifle) novamente miltrataram o Sr.
Moreira.
Desembarcados, Antonio Moreira, filho da-
qarlle, mogo de 18 annos, muito amigo do sea
pie, saben do do occorrido procurou seguir aos
dous' para tomar Ihes ama satiefago ; mas ja 03
noen'ontroo. Etica se tiobam recolbido a
urna caja por traz da do S-. Mireira.
Na manha de 14 volton o ex-alumno cidade,
Scaido alli o tenenle Meneiro. e um irmo de
nome Luiz, que tem um brago amputado. Mo-
reira pae tambem regressara a cidade.
Por occasio do embarque, o mogo Anlonio
Moreira dirigir algumas palavrai duras ao ex-
alumno a proposito dos insultos na vespera di-
rigidos a seu pae.
A' tarde eram Moreira e o ex-alumno espera-
dos n vameute em Mudubim, e Joo Monteiro
(ebefe de trem) embarcava com seu lrmo, como
vimos.
Estando o moco Antonio Moreira em urna casa
viiioha estago de Mondubim, aguardando o
trem, vio ebegar a ellt o tenente Monteiro com
am rifle e ama faca, e Luiz Monteiro com um
revolvar; pelo que, dizendoqae seu pai ia ser
atacado, voltou casa, e armando se de outro
rifle, foi oceupar a plataforma, seguido de 4 tra-
bajadores de sea pai, am armado de garruxa,
outro de clavinote, o tercelro de espingarda de
doos cacos e o ultimo (Antonio, ora moribundo)
criado do tenente coronel Moreira, apenas de
um ccete.
Tanta certeza "inba Antonio Mireira de que se
tralava de um casa de morte, que pedir tes-
temunha, que recolbesse acortespondencia.que
elle, como agente do correio tinba de destribuir,
accrescentando que nao poda deixar de ser
morto oa aggresso preparada a seu pai.
A3sim o fez o telegrapbista ao ch>gar o trem.
Affi.-ma a testemuaba que o tenente Monleiro
declarara em cheganlo a estago, que no rifle
trazia 18 tiros, e Ibe mostrara miis um puntuado
de balas, accrescentando que naquelle da toma
na o sitio forga de arrasas!
Ji tioha partido o engenbelro Theodorico, es
pavorido da attitude dos dous grupos, cujas in-
ioni, s elle telegrapbista Ibe commuaicara;
quando entrou n; estagai o trem conduzndo o
coronel Moreira e os dous MinieiroaJoo e o
ex-aiuinQo Miguel Monteiro, cada qual com sea
revolver, como embarcaram na capital.
Hiuve grande pnico entre os passageiro3,
mas o Sr. M'.noel Francisco Pereira, co-ajosa-
mente, In'ervei) e fez retirar para traz da esta-
go a gente de Antonio Moreira, o qual, guardan-
do a seu pai, entreu com este para a pequeuica
sala di estago.
Passado aquelle parigo, parti o trem para o
Mirenguape, maa anda a vista delle cabiam
morios Joo Monteiro e Antonio Moreira; o cria
do Antinio era proslrado mortalmente ferido a
tiros e ficadas ; eram feridos o tenente coronel
Mo-eira, o teiente Mantero sea irmo Luiz e
Abilio Fiuza compaoheiro de viagem de sea tio
ieaente-co"onel Moreira-
Tinna-se travao o conflicto pelo modo segua-
le, diz a tesleraunha :
O tenente Monteiro para logo dirigo se ao com
partiment, onde es'.avam os dou3 Moreiras, e
disse a elles: Ganabas, 6em vergoaha quero
ver agora insultaren) a mea irmo I...
Moreira pai be responder que deixa3se criar
sua familia, e intarveio o chefe da estago, que o
tenente Monteiro repellio duramente por tel o
equivocadamente chamadocadete, eeguiodo se
rogativas d'elle proprio testemunha, qoe conse
galo do teaente declarar que se retlrava.
Mas. in coninenti, Luiz e Miguel Monteiro
se voltaram para o logar, onde estavam 03 ho-
rneas de Mi.-era libo, quereudo tomar o ccete
a Antonio, e resi3tindo este.'lbe den Joo trea ti-
ros, alm de facadasje cacetadas.
O tenente Moreira deade loge desfechara seu
Rifla em Moreira pii que se conservava ui e3ta
gao e feriado o em urna mo, o desarmara; pois
que be cahira am revolver qae tioha. Dav-lhe
segundo tiro, qaanto Antonio Moreira a tirn
a'elie e o ferio no ti -mbro.
la Joo Moiteiro desfechar novos tiros no te-
nente-coronel Moreira,qaando Moreira ribo o in-
terrompeu, metteodo Ibe ama bala, que o fez ca-
tar, dizendo qae estava morto t
Acto continuo, o tenente Monteiro e 03 mais
atiraram sobre o mogo Moreira, que aua vez
atirou novamente no tenente Monteiro, mas a ar-
ma nao disparara. Atirando-o para louge, puxou
ama faca para defender-se.
Eato o tente Monteiro be dea com o II ti;
ama pancada ni cibega, qoe o fez cabir sobre
urna tuba do tijolos, e abaixando se sobre elle,
be cravou urna faca no corago t
Antonio Moreira anda ergueu-se, dea algans
passos pira ahangil o, e cabio morto I Alm do
mais, tinha conseguido fazer alguns ferimentos de
faca na sen matador.
A merc d'esaa lacta, o teneote-coroael Morei-
ra pOle salvar-se.
O fe amento recebido por Abilio procedeu de
um unreo Uro sabido da gente, que o Infeliz mo-
go tinhi leva o para defender a seo pai. Essa
gente esmorecen no conflicto. Ele s teve de fa
zer frente aos quatro irmos.
Estado do Rio firande do Norte
Datas at 18 do correte.
Lemo8 no O Caixeiro:
C>m o advento do iave-no, qae tao cedo e
promissor appareceu em todo o E3tado, reauma
ram-se a* esperaagas e reapparecea a alegra
dos 8erta,nejos, d3spojada3 vicmas de successi
vas criss, em que o co pareca sardo aos seas
claaajres.
Tolas as esperaugai do sertaaejoagricultor
ou criadorfondam se n'um bom invern; eo
actual val prometiendo abundantes tractos e ge-
nerosa compen8ago aquellos que vergados sobre
a trra, vertem em penoso labor o honrado suor
de saas frontes crestadas da estiagem.
Foi reeleito na presidencia do Superior T.-i
bunal da Justiga o desembargador Jeronymo
Americo Raposo da Cmara.
Foi designado para exercer as funegea de
procurador geral do Estado o desembargador
Joaquim Cavalcante Ferreira de Mello.
Estado da Parahyba
Datas at 19 do corrente.
O Estado conserva-se em paz.
Dos jornaes que recebemos, nao consta facto
cuja noticia possa interessar aos nossos leito-
res.
INDUSTRIAS E ARTES
Os escndalos do Panam
O que diz a imprensa-IuiciacSo
dj proaesso e juls-amento Bai-
haut, sua priso e restituicjlo 'i-
berdade Grave accusacSo.
IMPRESSA PORTUGUEZA
A situago em Frango, escreve o Commercio
de Portugal, parece complicar se singularmente
pelas novas reve!ac5es feitas acerca da cumpli-
cidade de algans ministros, senadores e deputa-
dos na questo Panam.
Os uirn is despachos do como indiciados,
entre outros. M. ftouvjer, antigo ministro das fi-
nangas, e M. Jales ltocli antigo ministro do
commercio.
As declara.oes de M. Roovier, feitas em plena
cmara, sSo as mais extraordinarias, porque
affirmou que tendo entrado para o ministerio
nao encontrn fundos secretos gundenles para
defeuder a repblica e por i-so teve que re-cor
rer a amigo3 pessoaes, porque para governar
preciso dinheiro.
Escusado tentar diminuir a gravidade d'esta
revelago, que vem imprimir um novo aspecto
questo panamisla porque envolve aa institu-
gea n'e8ta deploravel e vergonhosa legringo-
lade a que a Europa es.i assistindo ha quasi
um mez, absorta e pasmada.
Acensado de implicado nos negocios euros
da Companbia de Panam um bomem que sa-
bio bontem do poder, tendo gerido a pasta da
fazendi, justamente a mais importante, aecusado
de biver tambem recebido dinheiro para favore-
cer os interesses illegitimos de urna compaubia
defende-se dizendo que o nao fez por interesse
pessoal, mas por interesse da repblica, que se
nao poda defender sem dinheiro I
Isto tudo quanto ha de mais grave e de mais
serio, porque M. Rouvier fallando com tanto des-
aasombro est de certo armado de todos os do-
cumentos preciaos para provar o que diz.
Comprebende se a profunda impresso que
terSo causado em Franca, como em teda a Eu-
ropa, as palavras de M. Rouvier, porque ellas
accentuam um facto inccntestavelmente impor-
tante para o prestigio das ioslituigOes, porque
demonstran) qne a repblica para s< sustentar
precisa de fundos secretos e para 03 obter re-
corre a pro:esso3 que te^ai de ser julgados pe-
las tnbunaes como fraudulentos!
Estamos convencidos de que ",j nao ha nin-
guem que chame a isto un rouo de ibatre t
IMPRENSA INGLBZA
Estamos longe de affirmar ou de ensinuar
mesmo. diz o Standard, que nao ha legislado-
res en Franga, ou nos Estados Und03, cuja in-
legridade seja irreprehensivel e para quem seja
repugnante qaaljser forma de corrupgo por
dinheiro.
Mis um facto inconte3tavel que n'eslas duas
grandes repblicas, a venalilade dos represen-
tantes da nago na crenga universal, larga-
mente superior que possa manifestar se sob
os regimeus monarebico onde as tradigdes da
honra pessoal sao mais activas e msis instantes.
Os italianos sao um povo de escaasos meios e
de es:a3sas rendas, comtudo a cmara dos de
patudos nunca permittiu em Halia que os serv-
ges parla neniares de seas membros fossem re-
tribuidos, permittindo-lhes apena; passes nos
caminbos da ferro do Estado para as viagens
que tenbam reiag'o com os seus trababos par-
lamentares.
Os proprios ministros de mais alta categora
nao recebem em Italia retribcigJo maior do que
qualquer deputado francs.
Parece impassivel resistir ceneluso que
existe o que quer qua no carcter, tradigOes e
almcspberade urna monarchia que mantem de
p am mais alto padro de proceder do qae c
existe as repblicas.
Urna corporago financeira, como a que n)
tori no polticos dos Estados-Unidos e agora
ee afirma que domina em Fraaga, completa-
mente desconbecida na socieaade. poltica deste
paiz.
Felizmente para nos, o poltico de profisso.
anda que prin eipa 1 apparecer para nos agora,
nao esta em grande honra, nam conta por ora
grandes xitos.
PROCESSO DE JULGAMENTO
N) dia 10 camegou o processo contra o conse-
bo de admnistrago da amiga companbia de
Canal de Panam, sendo o Dr. B.rbcax om dos
aavogados da deesa.
Comparecern) em primeiro logar Carlos de
Lesseps, Mirius Fontane, Coltu e E fiel.
Depois da leitura da requi?igo do procurador
geral, o Sr. Charles de Lesseps foi sobmetlido
ao primeiro interrogatorio.
Comegou por declarar qae o Sr. Boichaut,
quindo M nistro das Obras Publicas, tinba pedi-
do companbia um milbo de francos, afim de
apresentar ao parlamento oprojacto de lei sobre
a lotera do Panam.
O acensado nao oppoz objecgo alguma e en-
tregou o dinheiro exigido, como entregara o
relogio ao primeiro lid-o qae o maadasse optar
ontre essa joia e a vida.
Esta declarago produzlo graade impreaso
em todo o auditorio.
O interrogatorio proloBgou-se ba3tante e con-
flrinou nos pontos ca pitaes e que j 6 do domi-
nio publico.
A decieo do tribunal oo foi aioda proferida,
pois falta ouvir-3e os outro8 directores cima
mencooados.
"E' extraordinaria amultidao presente aos de-
bates, estando dead) o da anterior o tribunal
guardado por forga numeroaa, afim de evitar
qualquer cerjadosagra'avel ou dolorosa.
O deputado Baltaant
O jaiz formador da culpa interrogou baga-
mente o Sr. Baihaut, deputado e ex-ministro das
obraa publicas do gabinete francez, aobre as
accnsagOes levantadas contra elle, referente aos
negocios do Panam.
Em coaseqoencla deste interrogatorio, se pro-
ceder diligencias juii.iarias contra esse alto
personagem ; e o procarador ge-al da repblica
denuncien o desde j como implicado nos escn-
dalos da Comcaohia do Panam, de cuja directo
ria receben 500,000 francos.
A'rrjui8icii) da cominissSe de inquerito foi
preso na mana" de 9 e recolbido pria o de
Mazas o referido deputado Baihaut ; e posterior-
mente foi posto em libertado, pois no interroga-
torio a qoe foi sobmetlido dase qae era absolu-
tamente estranho aos subirnos denunciados.
Rouvier perante La Libre Parole
A Libro Parole lnsiauou, se nSo disse clara-
mente, que foi o Sr. Rouvier quem enveoenou
Reinach.
O Sr. Rouvier am antigo presidente do con
.
^%
I mam i
..
u.
-*- -v-
r;\
/



Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Janeiro de 1893
nlno.'o primare finan wiro da Franca-e o Tal-
aietro da fasenda que pos as flnaogas francesas
t o respectivo orgameoto no grao de prosperida-
e etn que actualmente se encontrara.
Esta'nos parecendo moito que a democracia
nplacavel para os mais eminentes horneas I
E' talmente preciso que lavre um grande des-
aeorogoamento para que tudo se diga e tenha
carao. ,
O que certo, que se esse desnorteamento
txisle, 08 (actos averiguados jpredispem todos
jera acreditarem as noticias mais assombrosas
s as mais estapaturdias historias.
Como caracterstico aa crise terrivel que a
Franca atravessa, nada ha como esa artigo que
a Libre Parole publicou.
(JL0T1IW0S
O gigantesco projecto de unir se esta
adade Capital Federal, por meio de
iaa linba frrea laocou euthusiasmo em
iodos os espintos, em todoB os corac5ee
patriotas que antes de tudo desejam a
prosperidade da granie patria braaifeira.
,', como ae sabe pela facilidade dos
seios de commanicacb'es, ampliando ae
usim os horisontes do commercio, das in-
dustrias e das artes, que podaremos ir-nos
perfeicoando, gradualmente, lentamente
aa consecucjSo de- desidertum que aspi
.-amos para a patriao sea progresso e
prosperidade no futuro.
Lvcada esta gigantesta linba frrea,
guc ir eproveitando no sen curso os pon-
tos mais importantes em que for posa, ve 1
ir tocando, despertando o enthusiasmo do
progresso em todos, despertando nos espi
ritos a sede do trabalbo e atirando-o aoe
grandes emprenendimentos vaiorisando-se
aasiin essas riquezas perdidas em que por
M jaasm a granel na uberdade do noas.i
jico sloteremos de ver um como que
r.aascimcnto em grande parte do \ aiz,
am grito de animado partir de todas as
boceas e o trabalho tomar o lugar que le
tompete na vanguarda do progresso.
Nos sabemos que o trabalho a forja
propulsora das nac8es modernas, e por
meio delle que ellas hSo chocado a cul
minaacia esplendida de que hoje dominam
j mundo.
A forja do trabalho que consegue
despertar esse embySoda decadencia trao-
jormal-o, burial o, reerguel-o e enocultar-
lie vidamais urna fonte de vida superior,
perenne, cheia de alent capaz de com-
aaunicar s depauperadas veias do pas
\ energa de que elle carece para os gran
z% empreen di meatos do futuro.
Se o Brasil ha mais tempo houvesse
arado desses magnos interesses que de
ato parto, que t3o intimameate dizem no
sea futuro, certamente com as indescrip
veis riquezas naturaes que abundante-
mente possu, ainda nSo estara no atraso
relativo qae todos Ihe reaenhecemos,
quanio incoutestavilmente, mais, muito
joais j poderla ter feito em prol do seu
adiantamento.
Sabemos nos em que altura estao as
industrias r.razileiras no entanto s
*a!la de iniciativa, trabalho e coragem
aovemos a ai'uajao que aiad- atravessa
m a.
O Braz I e um paiz naturalmente rico e
assim dotado para emprehender grandes
conquistas ei bem do seu progresio fu-
turo.
vra, a estrada de ferro quo se projecta
kaer desta cidade Capital Federal veio
iacontestave'mente abrir largos horisontes
das ai i ieiativas, vastas toutes de
trabalho c coarguer iacontestavelmente,
vitalisar muia ana inactiva, digna de
serio aproveitatneGto.
O projecto l2o deve fioar pois dorma-
so aomno eterno nat pistas. Deve re.!i-
s&r-ae, deve impor-se e moatrar quo
je.leitaxente exequivel.
Demos urna liccao aos que nada crem.
O B azil tem noccs3idi.de de trabalho,
x^ue tem necessidade de progresso.
Trabalhemos.esta deve ser a divisa
dos bons pat.-i-jtas.
Manoel Ardo.
LlTTERATuRA
\\- te esquecas de miui
ifo te esqaecas de mim... e pela noite
2aando a brisa -oluca no arvoredo...
Falla coratigo a eos de leu poeta
z.x um bom doce e virginal segredo!
Falla, po-que tu s tu, querida
?odes sin lar o meu amor ardente...
5 as cnammas que se embatem furiosas
o meo peito tremente 1
Mo te esquf fias de mim! Eu sou barqueiro
Ho mar da vida, errante e naufragado...
So tu podc3 laucarme a mo divina
3b tu podes salvar o desgragadu 1
.Sao abandones, oh mulher sublime
0 pobre vate aos vagalbes irado?...
Leva o daqui s regies do eih r...
Aos mundos azulados 1
Nao te esquecas de mim I e pela noite
Quando a luz ergne se ao ceu de azul...
Mndame um baijo nessas ureas doces
Chelas de aromas dos vergeis do sul 1
1 quando a estrella sublimada e bella
Errar no espado pelo co sern fim...
guando o vento geme: nos avoredos.
Nao te esquecas de mim t
Manoel Arda.
REVISTA DIARIA
Apo tentador i a e nomeardr Per
ictos de 18 do corrente:
Fol aposentado Salvador Barbalbo Ucboa Ca-
valcante no lugar de porteiro do ToeEouro do
Estado e namead03 para substituil-o o cidado
Rodrigo da Silva Reg, continuo da mesma re-
partilo e para sub tituir a este o carteiro Luiz
de Mello Pitta.
DecarafoO nosso distlncto amigo Dr.
Julio de Mello, digno qnestor policial, pede
aos para declarar de modo algum coatribuio
para publicidade de artigo que, sob o pseud-
nimo La Facte foi incerto em a nona edi
5*o de hontem e por erro de paginago levado
a secgo dos commonicados.
ciiameaio civi;Foram lldos os segua-
les proclamas de casamento:
Segundos
De Jos Das de Araujo com D. Capitalina da
3ilva Olas. Elle residente na comarca da Esca-
da, ella nesla cidade a freguezia de S. Jos,
ambo3 solteiroa.
De Francisco Ooncalves dds Reis com D. Pau-
tilla de Albuquerque Ferreira da Silva, solteiros
e residentes a freguezia de S, Jos.
De Joaquina Antonio da Costa com D. Maria
da Assumpgo Andrade. Elle viuvo, residente a
freguezia do Recife, ella solteira, e residente a
freguezia da Boa Vista.
Primelro
De Jos Roberto da Silva com D. Aona Alves
Ferreira de Miranda. Elle residente a freguezia
4i Boa-Vista, ella na de S. Jos.
Foram aluda no da 10 afiliados os seguin-
tes proclamas de casamento :
Primetros
Horacio de Siqneira -Fonseca, com D. Franciaa
Alias de Aquioo Fonseca, mo.adores na fregu
zia da Boa 'isla.
Miooel Vataote da Cruz, com D. Maria das
Dores Pereira|da Silva, matadores na freguasia
da Boa Vista.
Triduo na Vanea Termina boje o tri-
duo dt S. Sebastiao celebrado na Varzea.
Hoje, como bontem, cantar os versos a Esma.
Sra. D. Luiza de Mederros ; e o artista Comoletti
urna Ave Maria aendo acomoanhado com vio*
lino por um menino de 8 andos.
A testa que ter lugar .araanh, constar na
parte propriameute relig?a demissa cantada,
sermo, procisso e ladaioha, e na accessoria de
grande bazar de prendas, divertimentos ao ar
livre. grande fogo de artificio com peca3 nunc
vistas.
O pateo sr ornado e Iluminado capricho,
e nelle, em coretos, tocaro duas bandas de mu-
sica.
A companhia de Caxang expedir trens es-
peciaes.
Fcailvitiade* reiiglo*ai Amanha ter
lugar as aeguiotes ,
Na cidade da Victoria, a de Santo Aullo, pa-
d.-oeiro da freguezia.
Na freguezia da /arzea, a de S. Sebastiao.
Na cidade de Santo Agostinbo do Cabo, a
Igualmente d S. Sebastiao que all se venera.
Essas festividados sero todas celebradas oom
a pompa do costume e a solemnidade que Ibes
peculiar.
Maceo com al Ten Jo sido pela subdele-
gada desta freguezia de Santo Antonio appre-
bendido Raymundo Francisco da Silva um pe-
qaeoo sacco com esse genero, rpor su'peitas de
ser desviado do seu destino, qaem se juigar pre
judicao dirigir sea referida subdelegada para
liquidar o seu dominio e retirar .o mencionado
saco-
O Trmamen Com este titulo brevemente
sabr a luz da publiciaade um peridico litte
rario, poltico, critico e n.tici.so..
Esse peridico, de propriedade de urna asso-
daco Iliteraria, tem a lesla da sua redaeco os
Srs. Manoel do Sacramento, Marcellino dos San-
tos, professor Joo de Daus. Ulysses de Aquino,
Cardoso Reis, Leopoldiao de Paula e Luiz Al
ves.
AbwolTicaoFii bontem posto em libar-
da*le Manoel Joaquim de Souza eco, fi;l do
thesouro do Estado, visto ter sido absolvido por
sentenca do Dr. Francisco Altino Correia d-i
Araujo, juiz de direito substi'uto reciproco do
't d;;t ioto criminal no processo qr.e lhe fon
instaurado em consequeQvia do desfalque veri-
ficado nos cofres do mesmo Tbesonro.
Feata de anto Ar.taoA directora da
Estrada Central de Pernambuco nSo cogita de
expodicao de trem extraordinario para a cidade
da Victoria por occasto de3sa feata.
Fica sssim modificada oesta parte a noiiMa
que bcn'em demos a respeito mesm3 sob a re
serva do consta.
A Sapo?lo-Tv? imponente e enthoshstica
recepto em Angra do Herosmo, ilha Tercelra,
o arrojado navegant; norte americano c i'ao
AudriWs, qm f:z na snao passado a trave.'sia
do Atlntico em sua peqaeaiaa chalupa Sapolio.
Causn extraordinaria sorpresa a -ua audacia
de mariobeiro.atravs daquelles mjres dos Ac
res. quasi semp-e tempestuosos.
Soinho e com vveres para trez mezes, em
barcou na Sapolio, que de forma oval a mnde
apenas 4-,5 de pepa a p'oa. O peso total da
emba'cac'JO de 240,620 kilogrammas, sendo o
pese da quilha que de ferro e chumbo.de...
150 900 kilos e o casco d; lona 81,720 kilos.
O barco desarma se, formando dois volomes
portateis, um com o appareiho e a quilha, outr >
com o casco, que se dobra em quatro partes. O
veame compe se de urna vela grande com ja
te lop, ama giba e urna varre:!oura. Deita re
gularmea'e cinco milbas por hora.
0 capio William A. Andrtws natural de
Boston, : m 49 anuos de idade, casado, tem
trez ilbos e j dous netos.
Alm desta travessla do Atlntico j-i fez duas,
sen lo a primeira no NautilU3, com um sou"* ir
mao, j fallecido, e a segunda no Dark Secret,
s, como desta vez.
Pecando encrlptorO mais feGun lo dos
escriptores contemporneos sem con radiegao
Jos E:hegaraj, dramaturgo hespaohol, muito
em moda na Allemanba desde alguna annos.
Pi as consegue elle acabar urna obra, qual
aMarianna -, logo annuncia se outra que con-
clue, um grande drama intituladoO poder da
impotencia.
', dizem, ama obra destinada a fazer multa
boiba ; pois n'ella sustenti Echegaray a trese
de que os bomens de am carcter fraco so
muitas vezes os mais perigosos pela energa
que desenvolvis as occasiOes difficeis.
E ao mesmo lempo que elle escreve assim
continuados dramas, desempenha as suas func-
Ces de engenbeiro, collabora activamente na
Revista da i Sciencias hespanbola. traduz e
redigo diversas obras de lnteresse scieatifico,
principalmente sobre a electricidade.
D. Mara BoalDe passagem para o Es
tado da Bahia acha-se a bordo do vapor Satelli-
te chfg'do antebootem do norte, a Sra. D. Ma-
ria Bosl, encarregada da organisacao de urna
Companbia Lyri.a Italiana, sob a direccSj do
maestro Joaquim Franco, natural do Estado do
Para.
A 8rt. D. Maria Iio.-i pretende fazer urna esta
Co lyrica ueste Estado, em Mato do corrente
anuo, e para tal fim trata de obter do governo o
Tneatro Santa Izabel.
A companbia deve passar para o Estado do
Para a 26 o corrale, onda vae cumprir o con-
tracto que h tem; e rindo o mesmo, tornar a
esta capital para efectuar urna est.co lyrl-a, e
depois pa8=ar ao Estado d.. Babia, onde fr a
u'tiffia estaco desle anno.
Do elenco da meema Companbia faz parte o
Baritcno Dominice.
A embriagnei no Individuo ce na-
tnreaa sobria e lacreta Um i forma
curiosa de embriaguez sem duvida essa que se
nota especialmente em certas naturesas sobrias
e discretas, as quaes con^ervam a justa medida
em tedas as cousas, e sao pouco accessiveis s
paixes turbulentas.
Taes pessoas, chegadas a am certo grao de
emoriaguez, nao si sentem mais a gosto em com
panhia ; separam-se dos amigos, fogem da bu-
lla, teem necessldade de pracurar as suas dis-
traejes em lugares solitarios, e ao luar, e abi
meditam sobre us praprios negocios, cu philo-
fopbiam serenamente sobre a vida hum na, pa-
rando a contemplar bellesas de pai-agens nao
ainda vistas, errando ao acaso, expandilo
alma em om mudo reconnecimeato diante da
immensidade da naturesa.
Estes poder-sc-biam cbamar as Arcadias da
embriaguez*.
O vinbo parece que se transforma em le te as
suas veias, e liles suavisa aiada a ndole j mo-
derada e tranquilla-
Sao recouhecidoa primeira vista, assim como
encontrados muitas vtzes pelos jardios da ilu-
de, a noite adiantada.
Um solfejo suave annuncia Ihesaaproximaco
e depois que se Ihes \ sahir da som.ra o ros-
to placido; langarn-oos um olhar benigno e
desapparecem.
Vam descancar com o coracio contente eador-
mecem com um sorrso.
Esta especie de embriaguez tranquilla tem o
seu perfeito reverlo n'aquelle a que eato sojei-
tos certos bomens de ndole ardente f,e insoffrida
que em todas as cousas excedem a tudo.
Estes, urna vez dominados pela bebedeira, en-
trados aaquelle goso febril da vida, se nos afine
cionam com urna avidez rabiosa einsadavel, e
desejariam que este estado durasse eternamente.
O pensamento de que a tarde ter um fim com
a retirada da companbia e de que entSo ficaro
na Bdo, aqaelle ihesouro de felicidade qae
procuraram com vinbo, os entristece e os aca-
brunha, de modo que no momento de tudo pare-
cer estar acabado, com a mo ainda nos copos,
entreteem os emigos com regalas, e acompa-
abam os que tratam de se retirar, queixam-se e
maldlzem-se..
Depois como o bomem das loucuras de Edgar-
do Poe qae se horre risa da solido, perdida a
primeira companhia, vSo procurar nma outra
aova, correm d'ampara outro lugar, at altanou-
te, e onde resta ainda ama falsea de vida, ah se
atem ancosamente.
Lonvavel0 London Brazilian Bank em
reconbecimento aos bons servlgos prestados pe-
lo velho Antonio Lonrenco do Espirito Santo,
que era seu empregado, em reconbecimeoto aos
servicos que este lbe prestara, o aposentara ul
vencimentos e ainda
timamente com todos os
com orna gratificacao-
E' mui justo, digno de flear registrado.
EpanamenioConsta-nos que na noite
de 17 do corrente, na Eacrasbada do Belm por
san motivo frivolo am policial espancon urna
malber de um ceg.
A ser verdade o (acta merece ser severamen-
te punido.
ta [faaafet-Recebemos o n. 3 desse illustre
coliega.
Agradecidos.
Anla publica.Acha se faneciotando,
desde o dia 16 do correte, a ra ce Pedro Af
fenso (outr'ora Praia) n. 59, a quinta cadeira d*
sexo masculino da freguesia ae Santo Antonio,
regida pelo professor Joo L-todeiloo Doraellas
Cam ra.
Carne corrompidaO administrador do
Mercado le S. Jos mandou laocar ao mar 70 1,2
kilos de carne qae alo se prestava a alimeata
Cao publica, per' mente aos Srs. Araujo & C.
Servico policialHije faz a ronda de vi-
sita o Sr. a!f.-r--s Eugenio.
O corpo policial dar as guardas de Palacio,
Deteoco e Tbesonro da Estad).
Uniforme o. S.
Operacdea cirurglcaa Foram pratica
das no hospital Pedro II, no du 20 d, corrente,
as seguiates:
Peto Dr. Joo Rang!:
Posthotomia a caivete, reclamada por poy-
mosis e cancros ve'eros.
Pelo Dr. Malaquia8:
Tres pOtbotomias, reclamadas por cancros
veneros e phymesis.
Exciso dos papilomas a tesoura ecau!eri3a-
jo a tbermo cauterio.
Pelo Dr. Silva Leal:
Operaco contra entropion na palpebra infe-
rior do olho esquerdo.
Pelo Dr. Arn tbiu Marques:
Resecco da uretbra e methoplastfa, reclama
da por estreitameuto da ureibra com lstalas
urinarias.
Paaaaseiroa Chegados do norteo vapor
nacional E-oirito Santo* :
Francisco V. Menezes, Jo3 Polar, Joo Caldas,
Jiciulbo Azeredo, Joo S. Antones, Joo da Cruz
Antonia Maria da Concedo, Jean Siozer, sua
seuhora, 1 filh > e 1 cunbada, David Barros. Ma
riaMirques, Pedro Mazzei, suasaohora e i fllho,
Antonio Ricardo. Candido Marinbo, Alfredo de
Almeida, Antonio i essoa, Romulo de Mello, Fran-
cisco da Silva Porto, Demetrio da Silva Ramos.
Giovanni Sand'ess.
Chegido3 do sul no vapor inglez Tamar :
Antonio Vasqoes Cirvalho, Lauriodo hodrigues,
Antonio Trnorio, Maaoel Francisco da Silva, i-
colo Fortes, Carlos A. da Silveira, Joo S. da
Cesta Oiiveir, Iz; tro de Oiiveira.
Chegados do norte no vapor nacional Sa-
tellite. : w
Alfonsa Gayar i, Braz NovellinoJ Angelo Mar
sal, Dr. Francisco da Rocha Salgado, sua seaho-
ra e 1 criada.
Chegados do sal no vapor naconal Uaa :
Manoel F. dos Santos, Roza Mara Veresgs, Joo
Fernn les da Costa.
Letet BtaMJwrat nto es sesi.:nte3:
Hoje :
Pelo agente Barlamaqui, s 11 horas, ra do
Imperador n. 41, de ama casa.
Pelo agente Bntto, s 11 horas, ra do Sol
. 31, de um piaao e movis de diversas qual -
dades.
Segunda feira :
Pelo asete i'iu'o, s 10 horas, no caes da ru
do Brum os. 17 e 21; de 168 barrica e 188/2
com cj-.n>nto avanado.
mssaa aaiSreaSero aMabra
Hoje :
A' 7 e i/2 horas, na matriz de Santo Anto:io.
pela alma ue Jo quim Mara da Jamara.
Segunda feira :
x'a 8 horas, na3 matrizes de Sadto Antonio e
Boa-Vista, no convento da Ptnha e na capella do
eogenho L-rovat, pela alma do Baro de rr
vat.
inapeeorla do a. dlatrlcio ntasi-
timoRecife, 19 do Janeiro de 1892.
Boletim meteorolgico
Horas Ten, cen- Barmetro Tensao do
m.
t.
ilun.i
dadi
71
75
67
70
71
grado (a 0o t vapor
26,'o 756-,70 18,57
27,*1 757-61 19,85
7,'8 757-,72 18.76
27 ,'9 756*,80 19,39
27.2 757\24 i.8,89
Temperatura mioima 26 00.
Temperatura mxima 28,75.
Evaporado em 24 horas ao 9,mi, asombra
5.m8.
Chuva nulla.
Direccao do vento ESE com interrapcOea de SE
e E de meia noite al 0 h. e 38 m. da tarde ; SE
com inte'rupsoes de SSE e ESE at 7 h. e 21
m.; SE e ESE alternados at meta nolte
Veiocidade media do vento 5m.6" per se-
gando.
Nebulosidade media 0,43.
Boletim do porto
Dias Horas Altura
Pra-mar ou
baixa-mar
B. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Casa de
sos da Casa
19 de Janeiro 1107 da ra. 0-44
19 de 5-3a da t. 2-37
19 de 12-10 da t. 0-29
20 de 6-C3 da m. 3-22
DetencaoMovimento dos pre-
de Deteoco do Recife, em 19 de
Janeiro de 1892.
Existiam 404, entraram 7, sehiram 10,exis-
em 401.
A saber:
Nacionaes 367, mulneres 19, estrangelrus 15.
Total 401.
Arracoados 356.
Bons 333.
Doentes 18.
Loncos 1.
Lencas 4-
Total 356.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Antn o G-aciliano da Silva.
Jote Alexmdre Correia.
Francisco de Salles Britto.
Teve alta :
Antonio Gomes de Souza.
Foram visitados es presos deste estabeleci-
mento por 143 ptssoas, sendo 51 bomens e 92
mlherea.
iloaptial Pedro II O movimento uesse
esiabelecimento cargo da Santa Caza de Mi
sericordia do Recife, do da 19 de Janeiro foi
o seguate :
Existiam 672
Entraram 31
Cemlterio publicoODituario do dia 19
de Janeiro :
Jos, Pernarntraco, 1 anno, Afogados, coovul-
a oes.
Gailnermina Jesaina F., Pernambuco, 58 an-
nos, solteiro, Beberibe, arterio seterose.
Luiz de Franca, Peruambuco, 72 anuos, soltei-
ro, Recife, paralysia.
Manoel, Pernambuco, 10 horas, Boa Vi-.ta,
convalsOes.
Carlota, Pernambuco, 1 anno, Graga, bronch-
te aguda.
Isabel Maria da Conceico, Pernambco, 50 an-
nos, Graca, epilepsia.
Sabiram
Falleceram
Existem
14
703
------- 703
Foram visitadas as encamarlas pe os seguic-
teaDrs. :
Moscoso entrn s 8 1|2 horas da manhosa-
aio s 9 3/4.
Barros Sobrlnbo entrou s 7 ra manb e
sahio s 8.
Malaquias entrn s 10 da manh e sabio s
11 uoras.
SimSes Barbosa entrn s 9 3/4 da manbS e
sabio s 11.
Berardo entrou s 10 3/4 da manh e sahio s
11 1/2 horas.
Arnobio Marques entrou s 9 1/2 da mauhS e
sahio 4s 11.
Lopes Pessoa entrou s 8 1|2 horas da rx-anlu
e sahio la 10 3|4.
Vieira da Cunha entrou as 10 da manh e
sab o ai 10 i/2.
Bastos de Oiiveira entrou s 91/4 da manh e
sabio s 9 1,2.
O pharmaceutico entrou s 8 1/4 da manh e
sahio s 3 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrn s 6 1/4
orab da ?ann e sabio s 5 horas da tarde.
Lotera do atado do Ceara A 3.a
serie da 1 loarla, deste estado sendo premio
granie de 60:000*000, ser impreterivelmente
txtrabida no da 26 ne Janeiro, fquinta feira.)
Lotera do Batado do Cro P*r
. 5.* sene da 57.a 3lotera, deste Estado cujo
premio graoae de 600:000*000, ser extrahis'a
no da 21 de Janeiro (sabbado).
Lotera do Batado do Maraahao
A 17* serie da 8a lotera deste estado, sendo o
premio grande de 600:000*000, ser impreterl
velmente extrbida no da 25 de Janeiro (quarta-
feira).
Todos os bilhetes dessa lotera acham se
venda na Casa do Ouro, pertencente Joc Joa
qulra da Costa Leite, ra Baro da Victoria
n. 40.
COMMDHIGADOS
Conta a historia que Nabuoodonosor
ao construir os grandes edicios que fi
zeram parte do sua gloria, mandava in-
screver nos tij olios o seu no me para at-
testnr s giragSdS faturas o seu podero.
Derruio-3e o sea poder, cahiram p r
trra suitoa dos monumentos d'aquella
epocba, porm os restos das construcsSes,
e os destrocos que par aeou'.os rolan m
por torra, indica vam mesmo assioi o po-
der e gloria do seu reinado.
O mesmo podemos .fi.'nar a respailo
do actual governador quo por urna iaspi-
rg3o fea, primeira e nica, verdade,
clareou a mente oscurecida dos membros
do Congresso eleito pelo partido que se
diz republicano histrico.
Na verdade, podem apparecer 03 novos
vndalos no solo de Pernambuco, podem
elles derrocar as melhores instituig5as
cridas e sustentadas pelo governo que
nos rege, porque essas derrodas nSo pas-
saro de meros phenomenos materiaes ;
a iua que formou aquellas insitui^oes e
reformas fijar eterna em todos os h s
corajes pernmbucajos.
Pdem os vndalos tudD arralar, rir-so
sobre os dc/trocos dos monumentos mais
religiosa e santamente leva atados, fugin-
do depois com a parte que a cada um
couber, porque na alma do povo pernam-
bucano fcar gravado o nome do pernam-
bucano que aoube coagra^ar os seus ir-
mSos prestes a se lancarem n'ama terri-
vel lacla sanguinolenta.
Poder, pois, o orgam deases vndalos
ihorar sobre as desgrajas q'ie affligom o
nossos irmSos do Rio Grande do Sal ?
Poder-Be ha acreditar qua nos cor?>s3eB
que nao sangraran em Dczarabro, j &i:-
che-so algum sentimento bom, de triste-
za pelas infelicidades que enlutara urna
trra que nao seu barco, quando foram
elles que enluturam para Bampra o sea
torro njkU ?
NSo, nao o acreditamos.
E nSo damos crdito s suas lamenta-
res porque sSo elles proprios que nos
ameacam com urna prxima luta civil.
Eil os j a enristar ns armas para a
phantasiada ata de Mrco.
J toda mpreuaA honesta os aenancioo,
declarou-se os seus tenebrosos planos, e,
fiqaem cartos, nos os esperamos firmes,
com a consciencia do de ver e a certeza
da victoria.
O governo actual por cert) nSo ceder
am palmo no terreno da legalidad sejam
quaes foram as conseqaencias ; com elle,
pensamos todos nos, todos aquellos que
desejam ver Pernambuco elevado a .altura
que sempre conqaiatou, todos os qaa \ de-
sejam que elle contina a ter o nomo he-
roico e histrico de LeSo do Norte, isto
, a ser.tmea avaagada em todas as gran-
des ideas, aa cousecucSo dos ms bellos
ideaes.
Pernambuoo j4 conhece a rigeaa de
carcter, a energa o forg da vontade do
nosso governador.
Pelo menos, o que na epocba actual o
mais, poude o Exm. Sr. Dr. Barbosa
Lima elevar o nivel moral dos pernamba-
canos.
J nSo e veem os contractos leoninos,
nem as concesaSes odiosas, e o espirito
publico, d'antes alarmado, voga n'am
mar sereno, ver Je, como a esperanca qae
nos enohe o cora cSo.
Cessaram de vez o assaito a mao ar-
mada, os daellos em qua eram padri-
nhoa as autoridades superiores da polioaj
e por esta garantidos; o < varrimanto >
das ras peltt cavallaria; j pode haver
ajuntame; to de mais de ias pesaoas
na phrase de am delegado da Junta, e
j se pode andar desarmado na ra por
que desapparecea a necassidada da se
defender a familia provocada pelos bala-
guias policiaes, ao maado dos poteata-
dod da trra.
A imprensa iivre, o escriptor de a m
jornal nSo mais atacado lu: meridio-
nal pelos caahados de advagados admi-
nistrativos.
Exm. Sr. Dr. Gabino Besouro defende corajosa-
mente, contra quaesquer pretengOes de suprema
ca do Sal, esta esquecida r.gio do Norte, onde
a naturesa abre os setos fecundos ; e si a sua
poDresa actual nao alala a iniciativa individual,
em compensaco as grandes Ideas nao perdem
por lsso, a o patriotismo tem as mais largas ex-
pandes.
Nao ptrega de reprehansivel intuito levantar
que-j no assnmpto.
Antes de tudo somos todos brazileiros cer-
to ; todos devemes apartar os iacos de estreit..
solidariedade entre os i stadds, que em verdade
se devem traternisar em roda da prosperidade
da Unio, nas tambem cr.sse essa penosa or-
phandade, a que foi o No'te condemnado no r-
gimen docahido e qua oo deve cresuer som-
bra di bandeira immaculada da Bepublica.
Tra&s-revemos em seguida o trabalbo do Exm.
S\ Dr. Gabino Besouro.
Breve resposta aoa represent .ntes pau'is-
tas no Congresso, pelo governador do
Estado de AlagdcB, a proposito de alli-
ciamento de trabalhadorea nortistas.
Sou compellido a dar exphcacGes te actos
meas, que foram, nao direi deiurpados preposi
taln ent>-, po:m mal entendidos e mal analy
sados por alguns membrosj do Congreso Fa-
de'l.
O respeito e a considersco que alguns des-
ses mcubros me u.e ec-.u, a considera-cao que
devo ier para co i a opiniao publica, quasi sem
P'e propensa a jal^ur pelas ullimas impressOe?,
quando a ui nao se faa pre"ia e promptime tp
sobre os acontecimeutos, '< brigam-me a deixar
por liguas instantes o arduo trabalh-) do ca-go
que presentemente o-cupo, para vir, simples
cidadao, rebater f^l-a?, al'e^djes e iasiauatCes
offeorivas, 'embora nao alcancem ellas a miaba
pesada, a cavalleiro desses ataques dirigiJos a
uistaacia:
NO teado tambem urna outra '.r baa de oude
poasa.Teba:er as precipitadas e, por isto mesmo
injos'as apreciacOes de ana, os dspeitos e m
vemade de outros, ve.ho atilisar me da tribuna
da imprenta, de onde todos podem tallar, qual-
quer que seja a sua pos:g. social oj cd5:ial.

E' ocaso que aiguns individuos foram encar
regados de aluciar neste Estado e ostros do nor-
te irab.lnaJores para o de S. Paulo, e'peciQea-
^auiente e para a cidade de S.nto?.
U3 encarregados liz^ram annunciar a incuro
bencia que tuham, i ffereceodo Limplesmente o
falario da ijoatro mil ric, devpndo ainda ser a-
passgens descontadas desses mesmos sala ios.
O facto passaria desperceoido se a pohc a e a
imprtmsa nao descobiis-em que taes agentes
procuravam Iludir mod -stos operarios, ingenuos
camponeos cora bistoriis ce fabulosas riqu-z.s
kdaaerldas em ronco texpo, en urna ierra que
se fazn a acreditar umvcrli leiro Eidoradc.
O ciaajariz pela imsensa nao t"odo produzi
do resultado, o allic'amento cli.ndest'00 penetroo
as i'lli inas, as fabricas e foi al a livoura,
Moneada de urna grve do nova especie.
Toaos i iam senlindo falta do3 tr balhadores
que se di'puaham a partir em demanda da ri
JU(Zi.
Fui no-tas emergencias que a imp'ensa unani
ma rccijmou providencias ,'o governo do E-ta-
lo, centra os que. abasando aa boa f dos tra
babadores, procuravam aff slal-oa para longe
da sua ter a e Jas toas familia*, com proales -
Imples promessas que nao c-ffereciam garanta
ueobuma de orl,-m moral ou material.
Precisamente informado rio que corra sa
bendo que nao havis um trabalho regular de ac-
quisifio de trabajadores ; que havia apenas
eesoaa qce procuravam aluciar eseduzi:e
nao com poderes ba devidamente confu-
ndes, para contratar em nome de alguem, que
off reces-e garanta; seguras aos contratados ;
ordenei que o secretario dos negoems do interio-
expedirse circular a todas as autoridades, re-
commendando Ihes que envidsssem esforcos do
sentido de dissoanr os r.ossos patricios le
abandonaren) ua trra e familias e Irem em de-
manda do d. seo: bec:do; e a circular foi expe-
dida noo seguintes termos :
O Sr. governador do E;tado manda recorn
m.mdar v.-s toda vigilancia com os individuos
que procurara aluciar alagoanoa para irem tra
Dalhar em S. Paulo, com promes3aa fallazes, pro-
curando-os atirar emi-ges daquelle Estado
endemicameale tlagelladas pela febre amar, lia
e outras epideuias, e onde a vida to cara
que impossivel ser ao operario, mxime o ex-
tranbo, all viver com os diminutos salarios oa
que se os quer illudir. descornando se alada de
taes Sblarios aa passagens torneadas...
Determina o Sr. governador que empregu^is
os meios atim de dissuadir os nossos coater
raneos e evitar que abandonem fui trra natal
e familia, indo em demanda da miseria ou da
rno-te.
Como se v. ahi nao ba prohibico formal.
a circular nao am acto violento e Ilegal que
tolba a liberdade de locomoco de nenbum ci
dado; nella se recommenda s autoridades que
procuren) dissuadir quelles que estiverem
ao proposito de deixar a trra natal, fiados
apenas em promessas vas e nao em virtada do
um contracto regular e gaantidor.
Nao sei que melhor papel possa caber aos go-
vernos, do que velar pela sorte dos seus gover-
nados, pe upando-Ibes decep^Oes e infelicidades,
acclarando-lhes o espirito e predispondo-lbes o
animo com a verdade das cousas, instruindo os
no conbecimento daqui lo que elles ignoram e
que os pode ar.astar, por urna supposio e ro-
nea e Iludidos a aveturosos e desastradas em
prehendimentos
Este acto do governo foi secundado pela im-
prensa ce ni urna propaganda viva e tenaz.
Bastn isto to comente, neahuma prohibico,
nenhuma medida de mais energa foi preciso to
msr.
Baeo fosse eu nao trepidara um momento,
como fez o digno governaaor de Sergipe, certo
de que fazia um bem e obedeca a lei.
Pas nao crime capitulado no co i'g? crimi-
nal, que o Sr. Campos Salles decre'.ou, o osar
de ortflcios para sorprender a boa f de outrem,
illudir a sua vigilancia ou ganbar lhe a confian-
za; e induzia o-o a erro ou ngano por esses e
ouros meios art.ciosos procurar para si lucro
OU provt-itj 1
Pois nao crime capitulado no mesmo cdigo
seduzir ou aluciar operarios e trabaibadores
para deixarem os estabelecimen:os em que lo
rem empregados, seb promessa da recompen-
sa.?
Nao o fiz, porm, porque nao houv3 necessi
dade de me-. s prohibitivas ; a propaganda,
que consisti em fazer cochecidas as circums-
tancias em que se acbariam em urna trra ^s
tranba, onde a vina carissima, -..e onde teem
voltado patricios desiliudidos; em regioes eu-
demiuameote flagelladas pela febre amarell A:
isto nao ama iuverdade que se diga), fol bas-
tante para fazer ecur.r do prr-posito em que es
ttvam oigan; alagoaaos, que boje mais nao
pensam em deixar a trra natal e a familia.
terior; na propria cidade de Santos os casos sao
rarissimos e geralmente ahi importados do Rio
ou de ootres partos do norte.
Essa propaganda impatriotica e eivada de in-
verdades mono nos tem prejudicado.
S a m f ou a ignorancia completa do que
seja o norte, podem ser os luspiraaores de urna
tal propaganda.
E' sabido que no norte do Brasil, em deter-
minadas regies, reinam febres de caracier mais
ou menos benigno, de fundo palustre; mas que
nao reina, nem endmica e nem epidemicamea-
le, a febre amarella ; os poucoa casos que ahi
apparecera, importados do su! pelos navios, nao
se propagam.
A.JU1 mesmo, na cidade de Mace, nao na
cnuito t( ujpo, fot transportado da bordo de urna
ba-ca us.r. nia'i a r; ua o lazareto, pausando pela
ctdade, um mannbeiro atacado de febre aoaarel-
la e o mal nao se propagou, nao sendo esta a
primeira vez que tal acontece.
D se a mesma cousa no Estado d Sc Pcu-
lo?
Nao se d.
Nj oo uvemos ainda cidades assoluia; por
semtlhant" 11 igrllo, coma teem tido infelizmen-
te os paolistas as suas cidades de Campicas, L-
u-ira e Santos, de tempos a esta parte.
Nao sei como se i-ode dizer que os fiihos do
corte es o immuaes aa febre amarella quando
para ffirmar o conirario, ah esto os obiuarios
da ciJade do Rio d. Janeiro.
e haalgi;e.ii que se po^sa juigar immune da
febre a.iiarilia, certamente quem, do coit-i cu
do aul, j esta iclimatai o por urna looga resi-
dencia.
Houvr quem dissesio no Congresso e a Arma
que e* a leo cargj as ooras do caes de Santos
constatou. ser um nom salario a diana d 4401)0
que se cffrecia, lecto ainda us contratados me-
dico gratuito, botica, araazens e mais outros re-
cursos de que poderiam se uiilisar com vanta-
gem.
ageule neste Estado apenas publicou o sa-
gain'e :
Uinoel Joaquim Dias contracta 700 traba-
Ihadurea para as curas do porto da cidade de
Santos em S. Piulo, pagando a diaria d. 4*000
e passagem que ser descontada em pequuaas
pre8tHces.
\ tratar na ra do Macena, n. 7, al o dia 20
do corrtule.
Mas ainda mesmo que oanuuncio tivesse eido
compli-: -, I I qoal o fez cooslar depois pelo
Poiz de 16 le Agosto ultimo, aSimi G-ff/,
Gaiola *C, quam que conhecendo as co:di-
ges Santos, pode aeredlar qau um tal salario re-
munera ior ?
E note-8e que de3C salario teriam de abir as
passagens, conforme se publicou.
Para um pobre irubalhador alasroano, estranho
trra oad'i iria traoalbar, os i3 p.omt.tios
nao equivaliriam a 1/ na sua trra.
Acmi mesmo, no porto de Macei, o trabalho
de carga e descarga dos navios feito mediante
a d-aria de o a 700O durante o da e o dobro
,', noite.
Onde, pois, as vantagens offerecidas ao pes*
soal quo se i retendia adquirir ?
^ E t:;ttanha;am alguns senhores memb.-vs do
C Bgresso Federal, qvte um eovi-rnador houvesse
empregado meios para por ao abrigo da3 sor-
presas e doi eo^NOs a pobr Nao baver governo n-'nhum cora a conjeicn-
cia do dever, que dtixe erre: repela a sort
11 gavernados, em casos seme!h:ntes.
A Alltmanha, a Italia e outros paisas t:cm
cogitado de proviiencias, que vbstem a erni-
grabad sem ?s garantas indispensaveis aos emi-
grante- ; oorque, pois, eslraohar que as exija-
mos u 15 bem ?
Nao prohib a partida de algoano3, p-cru-ei
dissuadil os ; e se a empresa cu quem que.- que
seja precisa de trabalhadorcs, que man.:e pes'
soa habilitada, quero Uizer, com poderes devi-
damei te conferidos para contratar mediante re-
munerafo conveniento e que garanta sullicien-
temente a subsistencia dos contratados e o sea
regresso trra natal.
Venham os seos agentes, nao aluciar, seduzir
as fabricas, as oficina.; e as lavouras, per-
turba.' di a vida agricola e industrial do E-talo
mas fazer acanisicao regular de trabaibadores a
contratar em termos.
O contrario nada se fazer da proveitoso e
garanlidor.
Vive-se em completa pai, e embora
chamem n'a clmaria podre, temos com
tado ocoasiSo de respirar livremea e e de
crear coragem para latar pela prosperi-
dade do noBso Pernambuco.
La Fat/otte.
O Or. CJabin* Besouro defeaden-
do o ."forte
Na quadra qae atravessamos, cheia de incer-
tesas para o futuro do Norte da Repblica, de
palpitante actualidade e da maior opportumda-
de a paolicaco da brilhante resposta que deu o
Ilustre governador de Alagas aos representan-
tes do Estado de S. Paulo no Congresso Nacio-
nal, a proposito do alliciamento dos trabaibado-
res nortistas para o Sul.
Sob a inspiraco ardente de seu amor i trra
que lhe foi berso e com largueza de vistas, o
A graod > qaestSo, a questo levantada no Se
nano e na Cmara a proposito do meu telegram-
ma publicado as folhas ao Rio, foi a marete
mente a lleg lid d do mea acto, al's oo co-
nbecido d?8 que o anilysara>; e fli-ious ,
com ma levianiade ioaudita, sem ao menos d
r^m-se ao trabalbo ue '; coru attencSo o tele
gramma e r ecir sabr elle, que eu havia
probioido a sabida de alagoaoos para S. Pau-
lo, levantando urna especie de muralba da Chi-
na.
Estou certo que nao fot a supposta probib'o
qu dea causa a tanta celeama.
Foi antes causa o enrgico e vehemeuta pro-
testo omra essa tentativa de despovoamento do
no t m lis urna feigo da propaganda dos acen-
tos de emUraco p ra S. Pa lo, que a t feito
at com detrimento da salabridade e das c n li-
tos climatolgicas do norte do Brasil ; propa
ganda de que agora mesmo, sem o quer r t I
ves, fes-se echo um illustre senador rto-gran-
dense do sul, D:. Ramiro Barcellos, affirmanio
que os or islas paseam ramones da 'ebre ama-
relia e sao della victimas to somente 03 ftlhos
do sul. devido sem duvida, nao quis nes.a p.nto
ser mais explcito o 1 lustre senador, ao ra io
pestilent > em qae vivemos, aos Albos do norte.
u sabia que o lardo ia certei o e havia pene-
trar fondo, para nao me surprenderem as invec-
tivas do despeito e da d?cep;o.
lenbo agora mesmo sob meus olhcs am folhe-
to de propaganda paulista, escipto m italiano,
com o titulo* Alia provincia de S. Paulo nel
Brazile. Emigranti legg> te questi c nni orima
di partir do qual, son a epigraphe Clima,
a pag. 9, tradoso o seguiote.
A febre amarella nunca transpoz a serra do
mar, cuja cadeia se ergue entre o litoral e o in-
Nao posso admittir sem protestar, da o o m:n
passado as luas pelas boss praticas do gover.
no democrtico, quer no Congresso Federal
coxo deputado, quer antes como sincero propa*
gandala republicano, que se me queira em-
prestar tendencias, que nao tenbo, para o abso-
lutismo.
No respeito lei, aos direitos do c:dado e s
liberdades publica.', oo sopponham aquellas
que preteudem aecusar-me no Senado e na Ca-
mar, que se mo adiantam nma > liaba.
Pelo contrario, bio de me encontrar, como
erapre me enconiraram, na breen, uo posto de
mais riscos ou de mais sacrificios contra o dea*
potismo, a poltica da bypocrisia, do embuste e
do refalsamento.
Soldado, acostumado a rude fran ueza, nao
tendo palavras para encobrir pensament03 e
uem pensameotos para desfargar actos, jamis
recuei nem recuarei da respousabilidade do que
dgo ou pratico coovico de qae e3tou correc'.o
nc meu dizer e proceder.
Nao ataquei individualmente a ninguem refe-
r factoa notorios e fallei como nortista, qae
sent sinceramente os effeitos da poltica geo-
g'aphica, da politica de selco, que fez iteli-
iabar o norie em proveilo do sul e que preci-
so f dr um paradeiro.
E' sobre o norte que pesa a miior part dos
pesados encargos.
Se as guarnieres militaras federaes do sul
preci8am preeneber seus claros, no no't? que
se vem buscar qu m as preencha e veem ;e sa-
bir levas de homen3 mogos e validos, qae vao
augmentar a populago daquella rega, em des-
pro veito desta.
quanlo so cogita em distribuir eqnt;.tiva-
mente, por meio de lei, o pesado impo- do
servigo militar, os protestos se levantara nms*
diatameote e representares em paso de Esta ios
pjpi 1 jsos e ricos o sul, recusara o seu voto
am sentido favoravel.
S. Paulo, o rico Estado de S. Paul", o Estado
que tem urna populago nacional consideravel e
ama ontra (lactuante de colonos estrtngeiros,
manda emisarios ao norte, especialmente ao
Cear, contratar soldados part a sua foja po-
lica conSando de preferencia a estranbosa
garanta material das suas leis, dos eus direitos
e liberdades.
Ain'anoTempo, qu se publica na Capital
Federal do di. 21 de Agosto, l se o 3eguiute:
Dave ter segallo boje para S. Paulo 126 bo-
mens que ebegaram houtem do Cear, cantrata
dos pelo governo riaquelle estado atim de a3seata-
rem praga no respectivo corpo policial.
E parque S Paulo com nma popolago to
consideravel manda buscar trabalnadores no
norte 1
E' porque all nSo sa cogita do pequeo pro-
prietano ; o grande fazendeiro pauiisa quer o
trabalhador, que substiiua o brago rubtrahido
pela lai de 13 le Maio e nest; sentido tem em-
peuhado todos 08 recursos. Foi a Europa bus-
car o colono es'raugeiro, nao para fixifo ao
solo, fase-no o um pequeo proprietarlo, com
amor trra e a ella preso por interesses cora-
ran i ; nao para langar, com os pequeos bur-
gos agrcolas, romo acontece no Rio Grande do
Sul, Santa Catharina e Paran i, os fundamentos
de futurosas povoages, que fossem pouco a
pouco seu lo assimiladas pelos nossos costu u mas para ter trabaibadores a tanto por dia nos
cafezaes dos grandes proprietarios.
Os mos tTeitos d'esaa poltica colonial de 5.
Paulo j se fizeram sentir.
O colono, assim assalariado, sem amor a trra
sem a estabilzale que d a sua propriedade,
movendo se le um para outro lado, segundo o
ru io- ou uiaor salario que lhe aderecen), sem
esp, raoga de haver en breve lempo urna peque-
ra proprieda le territorial, onde as trras ao por
pr?gos elevadissimos e os grandes senhores d'el-
las nao se querem desfazer so trata o colono
Je fa:mar um pequeo peculio, para ir haver em
outra parte aqiillo que coostitue a sua maior as-
pirago e que oo pode fcilmente obter all.
E' assim que as fasendas vo sendo abandona-
das pelos colonos, qae afuem s cidades, onde
j surgem desordena e diniculdades de toda a es-
pecie, com o augmento repentino levado a popu-
lacho, por esse elemento adventicio e Quemante.
Em presenga de to assustadora crise, langa-
ram os paalutas as vistas para o norte do Bra-
X<
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J
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mri iuwim --<.



Diario de Pernambuco Sabbft4o 21 de Janeiro de 89&
3

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I
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IT,'grande viveiro de borneas irabalhidores, re-
signados e sobrios.
ai nao tendo podido, em vista da resistencia
Oppo3ta, colber os resuitadoa qae esperavam com
esse novo tentaleo, voltam se agora para o chin,
de cojas qualida lea estao a faier na imprensa e
na tribuna parlamentar, a apologa.
E' tempo, repito, de levantar bices poltica
geoi>rapbica, politxa da preferencias, qu-s den
em r< soltado, premeditado ou nao pelos proce-
res do an'igo rgimen, o desequilibrio politio,
industrial e de populacho que se nota entre o sul
e o norte lo Brasil.
Para o sul nunca se poupou dinbeiro em cons-
trucc6-*s do estrada de (erro e outros mnitos me
lboratoentos e sommae fabulosas se despende-
ram, embora sem resoltados correspondentes,
com a miaKracao e colonlsaco ; ao passo qu
para o norte, que concorria com as grandes reo-
das das suas alfindegas, tudo se negava ou s se
convela as migalhas, depois de porfiadas recla-
mac
A barra do Rio G-ande do Sul tem sido om
sorvedauro de dinbeiro, sem que alis at hoje
se baja conseguido melharal a e os seus borne js
pcliucog e o iraverno central d'ella nao se des
cuidam.
O porto de Santos a cogitaco actualmente
dos polticos paustas e o S\ ministro da ag-
cul'ura, .'A'condaido os. vai em pessaa ver as
obra.' e orna providencias as mais segaras, para
qu-' tenbam ellas termos no mais curo tempo
posaivel.
O Qae porm se passa no norte?
Ahi tata o porta do Cear reclamando a3 vis
tas c o aoxi,fo dos poderes competentes, mas
pa'a elle s se voltam olbares furtivos e s te i' p lavras de *e6animo3.
Pa-a o porta; do Rio Grande do No'to e da
Ana r po eileounico qae poieue o Piauhy, m
de ui.^-.ra euabirca ou desembarca sem gran
des riacaa, quando acontece, como o anno pas
sado. conceder o Coogresao algura pequeo aa
xi!:e, li |)) i de rau'.'o tra albo para can;eguil-o,
fica-H a3 verbas letra raorta, porque nao se cogl'S
mai3 'm levar se ai-ff ito o? melbaramea'.os ; ao
passo qui pira uoi poTe na afaolega de Sara-
t03 favrra votadas 203 '.untos e certamrate ja dc-
ve estar s-nlo construida.
Para melbiraraento da barra do rio S. Fran
cisco foi negada urna verba de cem cantos au
reis aoesar na3 raaes que apresentei a algans
illu t- es membr.S da ommissao de orcimeat-o.
U3 ou tres das depa s disto perda se um
vana- e lab; era alante muito out-os se tsm per-
dida n Uta barra, devido a: c3 conJigSes em
que ella s rcba.
Bol etanto ningaesa i;aora o quo aeia o rioS.
co-
Pela sai exteaso, ?ua profnadUade e n-ve-
gabilidade e priocipalmame pela ci-camstaocia
de ligar o norte com o sul do Brazil, devia a os
polc-:i"6 publi 03 federaes dirigir toda attenc'io
par^a o no S. Franc co urna das mais impor-
i vias llovaos qae posauimo* e por onde s
ara todos os productos dos eeotroi de cu-
co E-Udos importantes Minas Gomes, Bahia
Pernambu'o, Sergipo e Alsgoas, que por ello
sao banbadoe.
A'.- o-c/rnon'.D3 consigna vara era gl;-
bo a verba deet'rauda a immicraco e colonisaroao
e toda, a sua importancia tra empregada em >*o-
looi- os Estado do sul, especialmen'e o R;>
Grande, Sana Catbarida, Paran e S Paul >.
Par,, qae palesseao os do norte iniciar 1S0 oe-
cessoiio oaelhcramsnlo. lerabroa se a corarais-
sao de obras publicase' cvlonisrco da qual era
digno presidente omeu particular amigo dr. An-
tao le Paria, ex ministro da agricultura e eo o
seu mais humilde ra-emb'o, de apre cuitar cmen
daeslribnilldo eqoltativameote pelos Balados*
ve'ba, teodo em vista as condlcOes de cada um
e o B3rvi$0 que ja tivcssem inicalo.
Oppuzcri n-se a pasaagea) dessa emeaia mui
tos depo I idos rio sal, entre elhs o ni irado ore-
siden'e po- S. Paulo.
S r:) fnssem 0:'8a p-ovidencia, os esorco? do
D- Antlo de Faria ea bea VOOtade do Vioe-Fr^-
idente du Repblica, certameat nao teriamos
bcc as couiaaiJia q'j do orte para un servlgo do propagan-la de j
mi -hjSo e colonstco nestas regi1, onde ea-
contam se trras feracissiroas, aptas para tod3
a so-te de cultura, clima ani'io, salubre, pis
sadio variado c b.rato e abudante de luloque o
estraogeir.i posea precisar pa j o sea primeiro
es'helecimento.
E' preciso volver lambem olhos para o norte
da R-pubca e principalmente e^tar alientos
para que aquellos qae fruiram todas as vanta-
gens, em prejuiza do nosso progresso, nao qu i,
riam ; gora eograndccer-3e mais a costa e com
sacrificio dos nossos brac. .-.

Agora urna esplicaco pessoal.
f- Q o ?r. Campos Sal10", f.zer r.c-edilar qae
o aa ivel do meu preceJimento nra a inv?ja con-
tra Sao Paulo oa talvez contra a immuns pe33oa
de S Exc. ; e depois de algumas pbrase.- ag-
gressivas a minba pessoa, conclua que 33 mi-
nba> agresss (?) nenbum encommodo causa-
vam a S. Exc. e aos que no senado representara
os interes?C3 de Sao Paulo,
Certamen'e nunca esperei que o rneu proce-
dimento passasse desapercibido aquelles que,
no Coogresso, advogam os interesses de Sao
Paulo, representados em parte hoje, pelos inte-
resas da empreza quo tem a seu cargo a con-
etru.'t-'io do caes de Sanios-
Nao esperei porem, nuaca que to altivos e
orgoloso8 plutcratas perdessem a calma e o af-
ectado deslem par me langarem das tribunas
do Csng.esso tSo inslitas osinaaces.
B aa sabe o Sr. Senador Campos Salles e o
outro sen collega de cmara, qne me conbece-
ram bem de perto, qoe para fazer de bare de
Cervantes, como disseram, nao mi den a nato-
reza figora elevada, esbelta, inteincada e arro-
gante de Ss. Excs., a quem errneamente qui
zer.-.m me equiparar.
Nao 6 um valiente qne procura outro va
lente, no dizer do S-. Campos Salles ; se as-
8im 03se, S. Exc. bem sabe que nao seria o
procurado, pois eu, como todos qoe o viram em
cer'.os momentos, fazemos justifa a ndole paca-
ta e prudente do Ilustre seria tur paulista e sa-
bemos do quinto elle capaz.
Ssmpre coberente em minbas vistas polticas
e no modo de execntal-os, sem nunca terneces
silade de avaogar e recuir inoportunamente e
sem criterio, estou tcuito longe de poder ser
equiparado a certas figuras, verdadeiros bone-
eos de engonso polticos, que vivem a dor salte
para todos os lados, sem tomar posico defloida
e df unitiva.
E porque ter Alago38 invja de S. Paulo ?
R- -.meute a to ingenua presumpeo do Sr.
Campos Salles, nao vale a pena respouder.
*
Em conclnso,
Fag i se poltica confraternisadora; 'procure
cada qual fazer prosperar o seo Estado e en
grande.el o aos olbos do mundo sem deprimir,
ee levantar embaraeps a prosperidade dos ou-
tros ; procuremos nes aproximar todos osbrati
leiro.- setu os recentimentoj que as inquidades
e as prefe encia3 po sam fazer nascer ; olbemos
nos coreo irmos e na reciprocidade de affectos
e de auxilios desioteressados qoe porveotora
tenhamas de nos prestar, lancemos a base da
no?'a noiao iadessoluvel a do futuro grandioso
daGrand3 Patria B.azileira.
O que nao for ia'o sera trabalbar impatriolica
e improlicunmente.
Ma:ei, Estado de Alagoas, Setembrode 1892
Ga6no Bezouro.
cooseqoentemeote, dissolvendo os coocelbos,
fundamentou o sea acto, de appello para a cas
se, na faltad) garantas que S- Exc. entenlia
deviam ser consignadas na citada lei.
S. Exc. por i8o muito nereceu da classe qae
estava agonisan.e s mos dos taes cancelaos ;
S. Exc. qae todo nos prometa e tu i o nos ga
rantia, veio applicar o remedio de occasiio o
qoal, se leve algam fun lamento poltico, teve,
em todo o caso, a virtis de salvar-nos da mor
te de nossos direitbi garantidos pe'o art. 12) Ja
Consituico do Estado.
A classe agradeea o aCo ie S. Exc. sem que
espertase qne fosso apenas anas treguas.
Os fados v-o dia a dia demonstrando que a
aova orgmisagao muaicipal a aiesmo dos con-
ceibos dissolv ios por S. Exc, sob o panto de
vista de que tratamos.
Abi estao os municipios a organlsarem-se sea
que (rateen da msdo de serem garantidos os di-
reitos adquiridos qae a vontade do3 concelhos
nao pode, era poler jamis, por margera,
E os orgamentos de diversos municipios a
maior verba que fe t?m coa^ignado para cada
prefessor de JilO'J/OOO sem roais expediente,
alugael de casa, etc.; do qaB resalta que o mu-
meipio qua Sver praf ?sor de 2* eu'.raasia pre
juiicara a este em 100*JOO annaalmente e na
quota dest.aada \) expediento e alu,'uel ce casa
da escola.
Anda i:: u -o.
Muita3 professores, aquees justamente que
mais se teem esforzado no preparo dos rebentos
da sociedide e que, portanlo, por seus servig>3,
assi;uilade, sala e vocacio se achira oa gozo
de qualquer gr.aificagao ext aordinaria. teem de
ver postergadas oss-'us direiios, sacrifi:ada e3a
vocago, essa asaiduidale e esse zelo com qoe
servera no de-ampenho de sui sublime e eleva-
da misso. (Para outro paiz.) .
Co'locat vtitaraenla do3 municip os que nao IhesDffere-
cem garantas, elles ou n', pobres profesfore?
seremos r^jai'alos pelaj manlciplas e euxo'a-
dos pelo Estado 11! se o Ex-o sr. Dr. goveraa-
dor do Estado nao langa* mv-o de qualqaer P'O-
videncia que o sea natriotisrao e o seu amor ao
profe33orado Ibe dictar.
S sero aproveitados p!a3 mu< icipios pro-
fassorea que teatian pouco temao de exercido,
porque as municipalidades nao qu-rem Bear
co n a rcspansabilidade dos servigos qae o Ej-
la la aproveitou de seus profesores.
Seasaioa' de quera hiviri o professor no
gozo de qualq'i' r gralificago adquirida debaixo
de rigorosa processo apurado pelo conseibo lit-
orara o pigira^nto des;a gratiflcago?
Bte pa iu qu.' p cia para a"ujle que caram pouco do? loleresses
das classes eae coaipOsm a so'ieaie, merece
a attengaa dos pol res exeiu'.ivo e legislativo.
As gratii-: ges extraordinarias esta garan
tilas p.do art. 120 da Constitoig o. faram con
seguidas sob h formalidides lgaos e dellas
teem os respectivas prafe'3ore3 os competantes
ti talo s'
Os mun' Ipios, porm, nao as ragarao parque
nao faram dal3S por ellas, nem consegu las em
seu servica.
R-'cbagado o p'ofesior da porta do municipio
errrer pa-a a da Btalo qu", sen duvida, o
devedor, porque fci qum garanti tal ou qual
gratioago, qaando o professor tivesse ta-itos
anaos de servigi e provasse desemoenbar as
(ausDjSea de sen carga cora assiduidade, voca-
gaa. telo Da cammum. etc.
Ista na bypotbew de aproveitameato.
N-.u aproveitado o orafessor no gozo de al-
;'i!mj gratifleacio fi:ar percebendo seas ordeni-
dos dos cofres d) Estado, diz a constitoigio qua
ur u, :- aso, ^raticago pro la ore
Mi" as gratificagSea extraordinari8 nao sao
ii'aga* pro labore, e3laa garaotidas, sao
diraitoa adquiridos, consagrados pela consti
tuigo e, portaoto, os professores qner aprovei-
tadoc- pelo municipio, quer nao, t. direito a
percebel a.
E taito este princinio dejastica e legal que
o p'-ojeito u. 5 de 189i icio coaBraul o, giran
lindo taes gra'.fijages.
o prafessor aproveitado pelo mu licipio que
Ihe ma.car venciui'-.nioa iafe iores aos qua per
cebe actualmente do E-::ado, nao tem direilo a
que 8t? iaiegr-aso esses vencim^ntos?
E' um outro poota qae deve merecer a alten
gao dos poderes publicas qua raaa devem co i-
sentir em qa: seus fanecioaanos eejam atirados
miseria pelos muai:i|>ios que. vontade, es-
tao a consignar quaesquer V6ncimeat03.
Aqu, raesmo na capital. coaatano3, o profes
sor tica' percebendo l:20Dllll porque como
o uaQQictpio pode marca'
ter noticia de semelba tc-
da grande capital de om
da Repablica B a
GOLLABORA^U
Inulrurruo publica
(8ebasti(Lo frando)
Urna crise de borror atravessa o magisterio
primario pernambuca.o, na pbrase de organisa
gao dos municipios I
; Urna serie (!- coosideracSe, alias justas e ra-
aveis, fiz pe is columnas deate Diario ce
didaa benvolamente pela illustrada redacgSo
em beneficio da classe; era nome da qual cor
dealmente agradego.
Nada, porem, tenba coasegoido, apeza- da l-
gica dos argumentos que bei produzdo em prol
dos direitos do malladado professorado do mal
fadado Pernarobuco I
Com a dissolugo dos concelbos inunicipaes
de Fevereiro de 1892, dorante algum tempo des
cancel a penna, porque eslava na doce illas&o
de qae os novos concelbos eleitos se inspiras
sem as orientaces do Exm. Sr. Dr. governa-
dor do Estado, principalmente porqoe S. Exc,
negando saocgao le. orgnica municipal, e
primeiras nomeagues,
iats veociaKtiUH I
Perpk-xo fiquei ao
intento do municipio
dos mais adiantadas Es ados
zileira I
Qoal ser o profasso.- qua com familia posa
decent mente viverem una cepita! como o Ro
cife, com 100/ mensaes I
Mais do que .io ganba um gua'da fiscal.
Ser intento do concelho nivelar o seu pro
fesaor ao guarda fiscal f
Nao commettemos a injustlga de o acreditar,
porque frente do gaveroo municipal estS o il-
lustrado Dr. Dmaso, em quem muito se confia,
e no conctilbo municipal se acbam cidados que
uao coaaentiro jamis em tal miseria.
O concelho municipal dissolvido pelo Exm.
Sr. ir. Barbosa Lima havia consignado para
cada professor 1:800/ e tencionava elevar estes
vencimentos, segundo se declarea em ama das
sesses a que assistimos.
Is'.o nao quer dizer que o municipio d esses
meamos vencimentos a seos professores; mas
sim, quer dizer que o conceibo de enlo curou
mais ou menos de assegarar a esses professores
ama subsistencia menos miseravel do que o
que quer fazer (segando se diz) o actual conce-
lho.
Anda assim tive occasio de demonstrar por
estas columnas o prejuizo que soffreria enlo o
professor de 3* entrana.
A nada porm, se atiende e o es:arneo pro
segu II
Nao baver uro poier capaz de collocar o ma-
gisterio primario pernambucano a salvo do
aniquilamento qoe comega tragal-o?
O Exm. Sr. Barbosa Lima pode, qaereu-
do, dominar se de sentimeatos de verdadero
patriotismo e dundo expanso s sympalbias
qua dedica ao professorado de sua trra natal e
fazer sanar lodos os males originarios no n. VIH
do art. 93 da constltuigo.
Os meios para fazel-o S. Exc. encontrar em
sua illufitrago e em seu acrysoiaio patriotismo.
PERNAMBUCO
Companhla Trllbos Urbanos de
Olioda
I
Relaloria da directoria
Estado fiaanceiroA commisso fiscal de ac-
cordo cem a lei das asaicligas anonymas, en-
trn no euercicio de suas fuocg33 na devida epo-
uba ; fechado o exercicio e'amiuou o dinheiro
existente em caixa, balanceou pessoalmente o al
maxarifado e fez minuciosa analyae da eacriptu
rago, emittindo por ultimo o seo voto seguro e
insospeito em religo a nossa boa economa em
mais um exercicio Ando, no pa-ecer que lerea
occa8lo de apreci r.
Este valioso documento vos diz mais do que
poderiamos assim aqu adduzir a respailo desle
paragrapbo do nosso obrigatono relolorio, pelo
que a elle nos referimo3. desobrigando nos de
repetir os resultados all consignados e demons-
trados nos qiairos que nos servem de prem-
bulo.
A illustre commissio, deixando patenta a re
tido da admini&tra;5a que nos contastes, apon-
ta na escrip'.urago alg mas pequeas irregula
ridades, que felizmente para n3, devemos ob-
serval-o por ella propria julgadas casuaes, e
Ibe prenderam a attenco por forga do julgamen
to a que est ella por lei obrigada. Sao esaas ir-
regularidades da classe d'aqaellas que passanam
despercebidas em qoalquer exanae qne nao fosse
to especial e atorado como o que em boa bora
boove por bem fazer no desempenbo completo
do sea mandato, notal-o fiis, lano mais tratan
do-se de urna escripia complicada de diminutas
parcellas que eoraapo m to grandes quantias, a
cargo de um empregado que por esse servig-o
tem sempre merecide louvores das commises
aoleri res ; e tanto mats qoanto nao pesarana es-
aas alierages, de fcil correicfto, no animo da
digna commisso de modo a Ibe servir de con-
(radlcta a approvago de nossas contas.
E' certo assim que oeste ramo de servicos de
caja dlrecgao nos ncumbistes multo prximos
estivemos de attingiro necessario rigor matbe-
matico.
Das citadas irregularidades a mais senaivel.
referente a falta de langamenlo no livro caixa do
valor de 3 acgas reagaiedas, dea se certamen te
pelo fado de ter sido esse pagamento feitono se
mestre segunle, destacadamente das oatras 22
aeges, por s entSo as ter apresentada o seu
poaaaidor que se acbava ausente deste Eatado. E
neste sentido curapre no3 apenas ob-ervar, do
que dar testemunba a digna commisso, que f
ra a directora que impugnada mostrou pelo li-
vro dos termos e recibos o engao de langamenio
por subir a verba dentro de todo o exercicio a
5:C00* enSo 4:100/
Privilegio.Apezar do3 esforgosda directoria,
nada fai allantado no rcntido da contagem do
privilegio de nossa empresa.
O governo contina a reputil-o terminado nao
obstante clara disposiglo da lei n. 1873 da ex
tiocta Asamblea Provincial que por livre deli-
beraglo o prorogoo at o anno de 18)7 ; sendo
que anda assim mantera o sea engenneiro fiscal
a quem em vista do contracto somos obrigad s a
pazar annualmenle 2:40t)/000. Pagamento feto
dorante todo o anno (indo sera a menor garan-
ta para n', pois no caso de cotlisao, atteatos
os 'precedente.', seriamos sempre a parte mais
traca.
Qi lio na ultima assembla aqu reunida VOS
faltamos n'este assampto dissemos francamente
que na nosa opinio o que mais acertado te-
amos a tasar seria abrir mo de om tal di-
reito que, apoz a inaugorago de nossa expo-
rago, s fiotlciameate nos creoa at hoja van
tageos, sobrecarregando-uos alias sempre de
ob-igage3 e desneceasarios dispendios E ho mais que .uaea temos esta couvicga. Por isso,
apezar de vossa terminante de.iberago por esta
I mes na occasio, hoavernos por bem suspender
neste mez do exerc'do correte o ordenada da
mesmo fiscal at qae jalgueis o caso, e assim
tarabem suspendamos a renessa dos pasees
mensaes e annua?s p ra o servigo publico
Concurrencia de no.'a companbia ie tranapor
tes para Olila e B-be-iba de modo algn vos
devj assastar. E'urna hyoothese arrojada al
mittir que baja quera euapenhe capitaes para
entrar em lucia com nma emp-eza mentada e
prospera, qual a nossa ; mas aioda sendo tpi
Usado o facto tal desenvolvimiento Irar essa
n .va commodidade a-.s moradores da3 loca,i
dades que servimo3, que certamen'e (eremos
n'esse mesma de3jnvjlvlmento a justa campen-
sago da diviao de passageiroa, os quae3 alias
prefen.-a a empreza que ms facilmenta po
del os ba altender em suas exigencias.
MovimpQtj de bilbetesFaram emlit' 03 palas
differe.it s rslag a e trens 131621 biloetes de
1." clase; e 1.080,038 i.ilhves de 2. Claase.
sendo arre.'alados 130 670 biletes de 1 claSiS
e 1-023,729 le 2.* c'asse. Isto demoastra que re-
coleram de menos 951 Je 1.* claase e da 2.'
Claase 56 369.
Os bilhetps nao recolbidos tiearara em circu
lagao por espontanea deliberago do publico e
contra nossa ma if;:ta vontade; pois por om
annoncio lizerans ver qne ya companbia estes
bilh:te,3 seriara recebidos romo passageaa
ao trem, s rendo tolerado as bilheterias, o es-
cambo at 1/OdO dos que para facilidad fossera
passados por iroco pelos conduclores durante a
flageo.
Procedendo por tal forma o fizamos porque a
emisso de bilbetes tem um carcter plenamen-
te parlicular em attengj ao lina da companbia;
e o luir iicm.T. 1 que da inaiiliaag-io de taes
bilbeteo na creo ago para nos" poderla sobrev.r
jamis estarla livre de vir de parelhas com o
prejuizo traziia por falsificagja loberentea a
tais explorages, e das qu es mesmo na nossa
economa j bouve exemplo.
l're;o das passagens. Na ultima assembla
geral autbonsasies a directora a reduzir si paa-
sagena de 2.* classe de modo a nao prejcdicar as
rentas da campanhia. Neste sentido, a exem-
plo, do que ja fizarnos na 1. c'asae emittimos
uas bilhetes especiaes em caier.-etas para a
ctasae operara; e pela observago que temos
feilo acreditamos qoe dentro en breve amplia-
remos o mesmo favor indi lindamente, como j
boje se d na 1.a dasse. Entre n-' a matar dif
ticuldade inherente a taes reducgOes reside total
mente pe'a parte d aqu I!e3 qae cora ellas sao
aquinboa.io', pois a tendencia para o abuso, a
ma vontade contra a companbia qne jamis Ibes
merece a sympatbia a a ua vontade, eral :ente
fallando, cream taes exigencias de lis -alisagao
qu^ e muito aven'uraismente poder-se-ha fazer
qualqua; innovi.glo.
Em todo casa cremas que no estaremos lon-
ge de muito em breve vos propormos aioda ou
tras alierag-s em beneficio do publico, sem
prejuua de vossos ratereases.
Trafego.O qaadro indicador da receita e
deapeza deraonsira nos que sendo de 881:813
a rereita de bilhetes de paasagelros e de......
10.392/200 a da carga no exercicio auterior, su
biram estas mesmas verbas este anno a......
210.990370) e a 12:772/150; d'onde um aug-
mento de 29:147/700 quaoto a receita de passa-
geiroa, e de 2:379/959 quaoto a da cargo.
Em reiago ao exercicio de 1889 a 1890 dera-
se um augmento de 8:366/600 para aquella e
de 1:7891990 para esta.
E se d que no exercicio corren'.e, na primei
ro vencida (Jnllao a Dazembro) atttngio a trmet-
ra verba A 118:380*0 0 e a-egunda 7:310/970
sendo qoe foram em igaal periodo do exercicio
fiado de 100:539/900 e de 6:2i0/960 as mesmas
parcellas ; d'onde t-m desengaado augmento
semestral de 17:81'/(00 e de 1:070/010.
Estes algarismoa oaicam nos quo progreaai-
va o deseovolvimento do nosso trafego, e se
nao foram as pesadas deapezas do comouslivel
canamente teriamos recursos aufli liantes para
reformar parte do nosso material rodante qna
alm disto deve ser mpreterivelmente augmen-
tado.
Felizmente o prego do carvo vai afinal me-
morando, ao passo que por outro lado o grande
numero de edlficagas em andamento era jimia
nos d faguairas esperangas de augmento no mo-
vim rale de passageiroa. E assim esperamos
qua taes neceasidades argentes e inadiaveis sa-
rao no correte exercicio attendidas.
Caso, porm, falhe esta espectativa absoluta-
mente indispen3avel que por qualqoer meio
qae a Directora aotorisada a providenciar pois
que s um mu e insafficieate servigo do traes
pone poder concorrer para que seja cravado o
o nosso natural e pragrea3ivo desenvolvi-
men'o; dando entao corpo a essa idea que a tan-
tos de dos tem atordoado de coocorrerem outro-
capitaes para obteoso de ou'.ra exploragoiden
tica a da nossa empresa.
T 'canlo vos neste asau-opio tenaos em vista
significar-vas qoal o nosso enterrara perante o
deaenvolvimanto da renda da Ctmpaobia, e qual
o motivo que nos levou a nao alterar para maior
porceotagem os dividen los distribuid js.
Companbia Sama Tbereza. Exclusivamente
por causa do forte augmento do prego do car-
'vo e pela falta de pagamentos pontoae3, na
forma do contracto, por parte do Governo seo
maior consumidor, passa a Companhia Santa
Taereza por ama nova crise, qual teria auc
cumbido ae nao fossem as no?as obras do abas-
tegmento d'agua. Por esta razao, eob nossa
exclusiva responsabili ade, fomos de novo ao
sea encontr abnndo com ella ama coala cor-
rente, por foroecimentos diversos, a qual ao se
fechar o babnga attiogia a 6:440/000, como ve-
ris consignado no respectivo qaadro.
Proceden Jo assim, estamos convencidos de
que temos trabalbado principalmente em prol do
00380 propno deseavolvimento; pois que Olinda
sem apua e sem luz, atormento boje, perdera
todo o sea valor; e nao crivel qoe soore os
destrogos de ama empresa viesse ee fundar ou-
tra, pelo menos consecntivamente.
Para a execuga da nova o ora, a conselho nos-
so, con torrente cora um empreatimo de 60:000/
em deben'ores, cujos jaros a Compaobia tem
mais oa menos regularmente pa_:o; a este favor'
ceriamente, poder-se-ba francamente attriboir
em grande parte o desenvolvimeoto qae ahi ts
tido ltimamente as edificages e o mator mov
ment da popalagao; no entao lo aioda nao estao
comp'eas essas obros qae em breve proporcio-
oarao a cidade o abastecimento de luz e agua
to regalar e franco qaanto para desejar, como
estaro si sobre a mesma Companbia ceotioaar-
ies a admittir a nossa acertada protecgo,
Almoxarifado. Adoptando como adoptamos a
medida proposta pela diuga commisso qae to
estocadamente prora ron desempenbar-ae de seu
mandato e qual, sobre a escrip'urago do al-
moxarifado, ella se refere no seu parecer, o fi-
lemos com o mesmo la tollo qae desde aonos
anteriores temos manifestado, de dar a nossa es-
cripturago o carcter mais positivo posaivel.
A occasio opportuna para adoptal a, porm,
era propriamen e esta, observal-o-bamos em qae
ama coraraias&o Bacal a propoaease ; pois tra-
tando ee de ama inovago ib. ara systema an-
tiguissimo e pelo qoal as condiges actoaes ne-
nbum prejuizo jreal sobreviaha a companbia,
ira ella por ventara offender a sasceptibilidade
de om empregado antlgo e d.,, -o de rola a con
li'nga, qual o Sr. Almoxa"' conforme muito
(oigamos de ver qae a cu^ oisa; a primeira
a reconbecel-o e a caofcssal-o. Por este ser
vigo, pois, ibe dever ser grata a companhia que
era frente de aeu zelo e dedlcago nao dever
deixar de sigoificar-lhe os seus agradecimeoto3.
Pessoal.Dive-soj augmentos taa sido taitas
em beneficio do pessoal e outros sao reclamados
e sero feltos no presente exercicio.
Conforme bem o sabis a vida boje muito
mais cara e cadi vez vai sendo mais d-ltiail, ter
nanda-se assim impossivel ter booa empreados
aera bera os ramanerar; pois nem todos tero a
estulta abnegago de traoalbar mais por amor ao
trabalbo do qoe .por amor aos lucros delle aufe
ridos.
Assim estamos bem certas que .anda neste
ponto verdadeiro tem sido a nossa orientago e
que olenarr.ente aapprovareis, convencidos de
qoe sera essa mais urna garanta em prol do des
nvolvimento da nossa renda.
Concluaao.0 que ficou dito completa o rea-
torio que oa estatutos nos maodam fazer; maa
se assim nao o julgardes aqui 003 leades para
vos nar tolos os mais esciarecimentos de que
orecerdes.
Recife, 20 de Janeiro d?. 1393.
Antonio Pereira Simes.
II
Parecer da Comml-rao Fiaoal
Senhtres accionistas di Compinkut Trilhos Ur-
bmos do Recife a Olmda a BeberibeK com-
inlaaao fiscal aoaiso assignada vem boje, con-
cluiauo o deseoopenho do mandato de que a en-
v -sti8-.es, inteirar-vos das factoi quj, no exame
a qoe procedeu dos negocios d'esta corapaohia,
referentes ao anno social p^cximo Bodo, eoten-
deo dever traz:r ao vosso conheciaeoto.
A comc.ar pela receita e despez', nota a com-
misso qne Importando a prim ira. segunda as
contas da directora, em 228:519/810 inc'usive
947/930 da receita eveatual. eata ultima verba
atiinge a 993/310, sendo a dif'renga, de 45/350
proveniente de, na canta de juros e descont-1
ter escapado creitar-se alguna dos descon'.os
obtido? em contas pa?a3.
-s ira. dedzida da raceita de 228 57a/160 que
a commisso "ncontroo, a daspeza de..........
1:6:101/873 indosive a eventual de 1:704/230
a rend liqot !a da Companhia tai da 62:473j2S7.
No livro caixa tnc ntrou a commisso o ae
quinte i
Falta de langamenta da quantia de 30/000,
paga, de divtleado a um accioniata esiatlodo en-
tanto o dacumento repectivo.
iouplrata de langament-o de i, nal quantia pag-
timbea de dividendo a outro accionista.
aioda outra iuplica'.a de langamento da quan-
tii de 45*360 ;i'.^ de juras de urna acge prefe
reacia! resgitada n referentes ao perillo decorri
do de i de Julho 31 de Oatubra de 1891
Futa de l.ogimen o di qaan'/a de 6QO/30.)
paga em 6 de Fevereiro de 1892 pela reagate,
em 31 deOu'ubro do 1891, de Les acjas pre
feriiciaes e mais os jiros respectivos, at esta
ultima data, na importancia de 13/980.
Algara'.= dest tranos alterara, como vos
eer f cil comprebender, a syaopse da mov;.i e i
t. da caixa que vos apresentada, e cousequen-
temente o saldo da mesma caixa indicado no
resumo do balango io activo e pas3ivo.
No citado balango do activo e passivo figura o
almoxirifado com mercadonas oa importancia
de < 3:034/581, excluido o carvo qu como
ver-is ram^smo baiangi. tem hoje conta espe
cial e figura par 1:395/571.
Mas no balango a que a commiso proced u
no alma anf ;';> em 1 de Julho do carrale anno,
taes merca orias representara a imoorlancia de
14:283/920 ou mii31:252/339 do qae consta da
synopse do balango do activo e passivo.
tratando do alaaoxarifado, r commisso entera
da conveniente dizervos que, procadendo ao ba-
lango de qua fallen vos, encontrn all mercado-
ras que o? constavam dos ltimos inve:tarias,
urnas por j sa Iba; baver dudo sahida em balan-
go3 an'eriores, e outras por terem vindo da u-
ropa como sobresalentes de encomraendaa fei.as,
aera prego especificado as factura" que manera-
n im apenas o cuato total Ja e commenda-
Esic facto que em parte conatitue. urna irregu-
laridjde que d--ta de muitos aooos, pos a des-
carga na escripturago p.la ahi : da marcado-
ra (abs'.r.hindo d03 sobresalentes) t deve er
feta pala quantidade i feativamente applicada a
consumo, em r.ad; prejudicou as vossos nteres-
se3, e prova por sua v>z a honradez do respecti-
vo almoxarife, porquauto, si do inventa, u j-
no lonsta a existencia de ama mercadoria pela
sbila que ella teve anteriormente, fcil a am
servantuario menos bonrado retiral-a e locuple
tar-se do respectivo valor
tintendeu en:o a commisso, de acco do com
o digno S.\ Dr. director gerente crear no almo
xanfado doas secgas : ama, a do almoxarifado
propriamente dito, cinstituida pelas mercaduras
constantes do inventario e daquellas que poat-a-
riormenie fossem adquiridas; e a outra, a de
arr .'Ca lagao, constituida pelas merca lorias qce
j lendo-aeihes dado sabida na escripia do
almoxarifado, aioda all exislera, pelos sobresa-
lentes e pelo material estragado susc ptivel de
venda, como cobre, broaze, trilhos. rodas e ou
tras f-iragans /elbas.
Relacionadas como ficarara em inventarios es
peciaes as morca lorias de urna e outra secgo
com su as qnaotidades, peeo e medida, baver para
cada una deesas secges ama sabida especial
qua garantir a necessaria tiscaii.-acao pelo con-
fronto do existente na occasio do balango cam
aquillo qae constar ter sido applicado consu-
mo de conformidade com as notas de pedidos
que o almoxarife receber.
Releva anda eobre este ponto notar qua a
commisso relacionou, pesoa e medio na -c
ga de arrecalac.fi i 65 artigoa dos quaes apenas
pie oiujcer os pregos de 15 na importancia
de 3:159/700, calculan lo serem oa 50 restantes
de valor, senao maior, ao menos equivalente a
esta ultima importancia.
Na syoopse do movimento da caixa de Julho
a Ueiembro le 1891, encontrar :s a entrada de
5:000/000, producto de debentures enjillidas.
Este lang menta que sem esclarecimiento al-
guna n i polla deixar de attrab r a attenco da
commisso, ama vez que n'aquelle periodo j
a empresa proceda, com aa sobras de sua re-
ceita. ao reagate de acgea preferenci es que
emittira, (a divida por eatas acgas acbavase,
at o encerraraen o do balango, redozida a.....
23.600/000 e presentemente menor) foi pelo
digoo Sr. Dr. director gerente explicado do mo1
lo segrate:
Tendo sido autorisado por vos, em assembla
geral de 13 de. Janeiro de 1831, am emprestimo
da quantia de 25:000/000, emittio-se logo depois,
por conta deate emprestimo, debentures na imp
portancia de 20.000/000.
Mais ta-de, ten to-se de emittir as deben'.ores
restantes (3.000/000), a D redona praferio lan-
gar mo da numarario que eato exista em
cofre, com o fim de evitar o onus do pagimrato
de juro* por aquellos 5:000/000, de Je aquella
occasio. s realizan lo a emisso deasas deben*
tures restantes, em Julho de 1891, qaando foi
preciso pagar caixa os 5 000/000 que ella
empastara.
Na conta de luiros e perdas encontrareis aba-
timemos feitos apaas no valor dos utensilios e
oo do material rodante.
A commisso est de accordo com isto por
entend r que o valor do material Qxo e dos
proprios da Coapaohia nao actualmente Infe-
rior s importancias por qaanto elles figoram
no balango.
Os proprios da Companhia acham se em estado
regalar de cooservago, com excepgo da peqae'
aa estago do Fo-iio qae precisa ser. totalmente
reparada, e ama parte da coberta da estago do
Varadouro, actualmente, da folbas de ziaco, as
quaes conveem ser Buoslituidas. Nesla estago
foi concluida a coberta do ultimo corpo.
O material rodante reparado cono as ofii
cias da Companbia, vai satisfazendo as necea*
sidades do trafego, sendo apenas necessario a
acquislgo de mais urna locomotiva e a con*
alrucgo de mala algons poneos carros para pae-
sageiros, ao que j se deu principio.
Eis, Srs. accioaistas, o qua a commisso en-
tendea levar ao vosso coaheciraeoto.
Ella procoroo corresponder a coofianga com
qae a distinguales; r se porvsolora commetteo
erras ou omissea, elles foram involuntarios.
Cooclundo este t-abalbo, a commiasc enten
de, salvo melhor juizo vosso, que as contas da
D.rectora merecem a voasa approvago com as
alteragoea consequeutes dos equvocos por ella
ootados, os quaes devem aer considerados ca-
sa aes.
Recife, 26 de Dezembro de 1892.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Joaquim da Silva Carvalko.
A.P. Pereira de Carvalko.
III
Companhia Trilhos Urbanos
do Recife a Olinda e Be-
be ribe.
Balanro eral do activo
em SO ae Sanbo de
ACTIVO
Depsitos:
Valor de 75 aeges depositadas pela
Duetoria
Material fixo :
Estrada de Ferro do Recife a
Olioda
Ramal de Beberibs
Ponte de ferro de Daarte Coelbo
Ponte de ferro do Varad raro
Companbia Santa Tbereza:
Erapreslimo em debentures
Importancia de carvo e material
Juros do semestre prxima lindo
Utensilios :
Valor dos existentes
Liaba telepbonica:
Seu valor
London & B-az lian Bank :
Saldo em deposito
Reconstrucgo da mchica n. 6:
Salda
Proprios da Companhia :
Valor dos existentes
Caixa :
Saldo em dinbeiro
Almoxarifado:
Saldo existente em material
Material rondante:
Sea valor actual
Carvo de pedra :
Saldo eaa carvo
Deposito le empregados :
Saldo
e pnooivo
189*
PASSIVO
Aeges preferenaea :
Valor de 121 acgoS de 200/000
Dabenturea :
Valor de 535 acga?, empreatimo da
Companbia
I lera de 300 icges, emprestimo de
Santa Tflereza
Wilson Sona & .:
Saldo de ana coala
Fry & Son :
Saldo de eaa conta 668,146
Dividendos :
Atrasados
O 33 a distribuir se
Joros de acg's preferenciaes :
Saldo a pngar-ae
Juros de debentures:
Saldo a pagar se
Credcres diversos :
Saldo
Mome Pi do3 Empregados:
Sallo
Lucro3 & Perdas :
Saldo que passa a conta nova
Directora:
Valor Je 75 aeges depositadas
Capital :
Valor de 2.500 aeges de 200/OO
15:000/000
190:153/820
86:375/69.)
11:000/000
2:600/000
60:000/000
:O/OO
2:100/000
4:424/210
1:394/360
33.003/000
672/5(.5
181:401/301
24 191/520
13:034/581
164.017/720
1:395/571
279/774
794:481/092
24:203/000
107:000/030
60:030/000
8:075/750
13:3)5/740
5:558/000
15:000/00
834/344
5:960/540
1:902/250
38S/240
37:178/228
15:000/000
503:000/00')
7.4.481/192
Em 30 de Junbo le 1891
O guarda livros,
Joao Fonseca.
Companhi de Trillos Urbanos do
Recife a Olinda e Beberibe
Dmoa8tr$Xo da conta de lucros c per-
das em 30 de Janho de 1892
Debito
Despeza :
Trafego 9J :8 a 1/364
Conservago do trem 26.031/243
Conservago da lioha 10:032/083
Oonservaco ie p-nprioe 6:926/178
Deapezas geraas 14.200420
Adminiatrago 10:800/0.10
Impostos 24:298/870
Despeza eventual :
Diffsrenga de cambia 1:206/340
D.ffarenga relevada Da conta do de-
posito do empregados 211/360
Juros a Frey & Sa i 286/230
165:101/873
===.==
Abalimentos : De 10 por cento para dapreciago do maei.l rolante 8:632/509
De 10 por canio para deprecago dos ntensilios Dividendos : Para disir.buigSo do 34* e 35 a razo de 6 por c uto 491/580 30:000/030
Joros : De 7 por cento sobre Rs. 107:000/ d6 deoentures relativos ao 1 e 2' semeatre3 De acgOea preferenciaes no 1 e 2 semestres 7:490/000 1:796/664
Saldo qae passa conta nova
Crdito
Receita :
Biletes de pas3ageir03
Ditos de asaienaturas
Ditos do Hippodromo
Frete de carga
Alugueis de proprios
Trens expresao3
Eventual :
Producto de descont em conta:-
pagas
Porceatagem da balango automtica
Producto de 1 locomovel veluo ven-
dido
dem de ferro velho ve adido
214:512/626
37:178/228
251:690/854
159.388/900
48:679/000
2:912/800
11:771/150
2:244/000
1:575/000
Saldo da balaogo ante-rio:
695/400
2/'00
150/000
100/000
228:529/810
23:161/044
251:690/854
CHRONICA IUDICIARIA
Superior Tribunal de lustlea
SESSAO ORDINARIA EM 20 DE JANEIRO
DR 1893
PBESIDENCIA DO SR. DR. FTtANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume presentes os Srs. jcizes
em numero legal, foi aberta a sesso depois de
lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadoa os feitos deram-se oa
seguales
JDLGA MENT 0 3
Habeas-corpas
Pacieoles:
Joo Francisco Bezerra e Florencio Jos de
Oliveira.N goa-;e a soltara, unnimemente.
Ceciliano Gromsncio PavoMandou-se in
formar o subdelegado do 1* districlo daBaa Vis
ta, e o juiz de direilo do 4' diatricto criminal,
votando o Sr. Galvo pela aoltura do paciente.
Adolfo Firmo de'Ohveira.Negou-se a ordem,
coutra o voto do Sr. Caldas Barreto.
Recursos crimes
Da RecifeRecrreme o Dr. qaestor, recorri-
do Jeronymo Antonio dos Beis. Relator o juii
GalvoEm diligencia.
Da Canbotinha Recorrente o jutio, recorrido
Ovidio do Nascimento Brano Waaderley Rea
toro juiz Galvo.Nsgou-se provimeoto; uoao
memento.
Do RecifeRecorreate o juizo, recorrido Dr.
Antonio Jos de A meida Peraambuco inspector
do Tnesaura do Estado. Relator o juiz Teixeira
de S.Negou-se provimonto, unnimemente.
PA88AGKH8
Do juii Galvo ao juiz Costa Ribeiro :
Appellago civel
Do S. LourengoAppellante Manosl Umbelino
Ferreira da Silva, appellado Dr: Ignacio de Af-
ra a B.'ltro.
Do juiz Teixeira de S ao juiz Caldas Barreta:
Appellago civel
De P,ImaresAppellante Rosara Perarra ii
Magalbea Bastos, appelUdo Jos Victorioo 4<
Paiva, tod03 doi meaorea filhos de Antonio Car-
loa Soares de Avellar.
Do juiz Caldas Barreto ao juiz Galvo :
Appellago crirae
De PalmaresAppellante Manoal Clementia*
da Silva, appellada a justiga.
Ao juiz t>amiogo8 Pinto :
Appellago civel
De Po d'AlhoAppellante Joaquina Caudat
Carneiro da Silva, appellado Manoel Barbott
Camello.
DILIGENCIAS
Com vista ao D procurador geral do Estala:
Appellago crime
De Jaboato Appel'ante .Jos Gangalo, apte
lada a jue'iga.
Recorso crime
Do RecifeRecrreme o Dr. que3tor, recorri-
do Antonio Fclix de Siqueira Lima.
DISTHlBDIy'OKd
R corsos crimes
Ao j'iiz Domingos Pinto :
Do ecifeRecarrenteo juizo, recorrido Frai
cis io Ja do Silva.
Ao juiz Galvo :
Do Bom CanselhoRecorreate o juizo, reos
rido Amero Antonio de A-aujo.
Ao juiz Costa Ribeiro :
Di uaabotiaboR correte o "l, recorr*i
Franoi8*o Ignacio de Paiva.
Ao juiz Teixeira de S :
Do RecifeRecrreme o Dr. qaestor, rec,
ao Francisco Goocalves Torres.
Aggravos de petigo
Ao juiz D,miagas Pinto :
Do RecifeAggravante o Dr. Pedro deA'hij
de Lodo gaseoso, aggravada a Companhia Re -
aado"a assr.careira.
Ao juiz Galvo:
Do Recife -Agfcfavaole Antonio Gongalves t
Barros, aggravaio Dr. Jos Z ferino Ferretf
Velloao.
Ao juiz T-ixeira de S :
Do RecifeAggravante Auguro de Figo ure-
do, aggravado o juizo.
Appellago civel
Ao juiz Domingas Pinto:
DaescadaApoellante D. Cleaentina Pesso
de Oliveira, appelladoa Jaa Fraocisco da Coj
Campos e outroj.
Embargos infringentes
Ai juiz Caldas Barreto:
Do RecifeEmbargantes S otos de Figuei:.1
d & ,., embargado Vicente Alvea Machado.
Encerraa se a sesao s 2 horas e30 minsUf
d'. tarde.
i
A diaiissima e illustraJa
Iateodencia Municipal do
Estado de Peruambuca
A directora da Sociedade UniSo Beae-
Scento dos M^chinistas reconhecendo a
direito que !h6 compete como representan
t^ da cLsae dos machiaista?, j t-sm bal
tantea vezea reclamado providencias &
Ilustrada Intemde .cia Municipal, quer por
raoios de cffii.j, quer pela imprensa, pan
qua nSo consinta sr macninista da fabri
cas, vias-ferreas, etc., aquelles que ck
tivarem sonhecimentoa provado em (al
pi'otssao por documento comprobatorio da-
da por urna commisso examinadora e
peritos, caoio sao aa cartas de m3ohiaie-
tas concediitts nos araenaes da marinha 4
escolas mechanicaa da repblica, com ?
garantia da governo do paia.
No seu ultimo artigo a dir-c'oria da r
ferida aociedada ex..''iaoa-so de forma qae
poicase ser cemprehendida pelo mui di
gao (joneolbo da Intendencia Municipal.
a tambem d.83e que aohava-su archivadr
na Intendencia o decreta da ministro d>:
iuterior (publiaado uo Diario Oj/icial) dsa-
da podares a Intendencia da capital fede
ral, para pro'iibir os charlatSes na det
ompenho de tao cobre qaao diffioil profit-
s.la. E cujo decreto juntos cam as base*
para exame de machioiata a acompanhadt
de um offiaio deala sociedade, fai enviad
a easa distincta institaigao, solicitando s
seu valioso auxilio p^-r juatas garaatirea
a vida de miiharea do creaturas, e tor-
nam forte e ostavel a satisfagas de cei.
classe que merece dos poderes competett-
tes proteegao e coadjuvagao naquillo qat
diz reapeito aos seus diraitos, deverea,
la^traglo, seiencia, etc qaando tudo iste
o cabedal principal e indispeoaavel dr
artista brazileiro.
Ora, se a illuatre Intendencia j tivesti
providenciado como a causa requer, nic
teria dado ensejo a sabir no orna1, do Re-
cife do dia 6 do andante om artigo com s
9pigrapheAttengao onde pede enr-
gicas providencias, e da o sagainte :
c Pedimos energiomente providencala
Intendencia Municipal e a^Sociedada UniSc
doa Macbiniatas para que laocem os olbc-i
sobre a Fabrica Befinaria e Distilla^Ic
Paraambucana, sobre orna explosao qsc
ia se dando na sexta feira 30 de Desea:
bro, das 8 para 9 hars da noite, em ana
d".s caldairas d* dita fabrica, prejudican-
do aa nossas vidas e de nossas familias e
doa mesraos empregados, assim como d<
Sr. gerente, nos como moradores nao es
tamos promptos a perder aqail'o que apre-
ciamos mais, que a vida, par capricht
de quem qner que seja, ou alias, eooao
mia do mesmo gerente, a botar pesiosi
\ae nao est na altura nem de servente
quanto mais entender de mechanica.
< Ni Iateadenaia Muaicipal acin-se
archivado um avisa aobra as fabriaas qae
s podero ter maco nista de carta para
assim sanar todo e qualquer dira o que
houver porque os meamos tem os conheci-
meato. precisos para este fim: este avise
eremos que foi proposta da mesma sacie
dade a bem de seas direitos, segando not
informaram e damos todo direito.
c Esperamos providencias a tal respe!-
to asaigoado Os morad.res >
Este artigo q ie temos o prazer do it
cluilo em nooso reclamo, d forga a esta
directoria para solicitar da illutre Ioteo-
deacia Municipal medidas serias e promp-
tas para a causa qua advogamos, deie
que torna-se argentissimo proviienc.ur
para que nao tenbamos a lamentar algu-
mas desgragas.
As demonatracSes que acabamos de
fazer analysados com calma e prudencie
como devem aer, e comparados com <
restricto dever qae tem o governo de so-
lar e garantir p*la vida da populacho:
-a crer a distincta Intendencia Muuicipai
que a sua intervenoSo directa n'essa juatt
raelamsajAo se fas preciso o mais depresse
posaivel; porque eatabeJeco garantia* pan
i vida da popalagao, d o direito que com-
pite a claase dos machioistaa, attende..o<
pedido da soaiedado do mesmo roma,
d'Os moradores da c'rcamvisinhanga da
Pamoa Refinaria e Destilla$lo Perosm-
bucana.
ReoUa-19-192.

!

c
V


Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Janeiro de 1893
\
\


A directora da Sociedad* Beneficente dos
P. S. Depois de concluido esto artigo
reclamo fosaem informados que a dois
meses passados foi qaeimada acaleira da
locomotiva n. 4, pertenconte aos Trilboa
Urbanos de Olinda e Beberibe, por impe
ricia do machinista, pois nSo paaaa de sim-
ples limpadcr de machina. *
O quanto tornase argente providenciar-
le atea abusos ?
Gymnasio Pernambucano
Com a epigraphe cima publicou o
Jornal do Recife de boje, em Iinguagem
sybilina e em portugus macarrnico, um
artigete, exaltando a ex-regedoria e os
doteB peaaoae8 do Rvd. conego Antonio
Arcoverde de Albu,uerque Cavbante.
Como a pessoa que fez tal elogio alo
teve a preJsa coragem de assigoar seu
nome, e peta dedo ae conbece o gigante
temoi dobrada razSo para exclam r :
Aq-illo d'ELLE, O estylo o
hornera, maB o recl'.me nSo produzr com
o noaao Bilencio o effeta desejado...
Veritat sapee omnia.
Reo fe, 20 de Janeiro do 1893.
3. dstfictoda Gra$a
Ora vSo vendo.
03 violSes circumspect'-s, os governistas
os autonoma as, todos applaudem aqui
policiamento do ." diatrioto, e o cor-
ecto procedimento do digoo subdelegado
m exercicio.
S nicamente alguna despresiveii vic-
13es da laia de um nojento co'larinho
sujo,'uai fedorento perca podre,
e de um srdidocaptivSo, verd dei-
raa pstulas, protectores de larapios, slo
ob nicos que fallam da polica e do sub-
delegado que oa dea reza,
Voces nem tartutoB serSa deseco dos,
esperem slgam tempo : o batedor de as
socar o borrador damsxambomba de On-
da, e o amaBsador de padaria, bao de
ser decantados em uva serie do artigos
A alma do icoinedes.
AO AMIGO \
2 joao "::::::,. ba costa
Comprimfnto pela data de
boje e deeejo-lbe outras tao ri-
sonbas como a presente.
M. C. L.
Recife, 21-1-93.
v^pv
Kggy
Frogramma da esta
de S. Sebastio do
Cabo.
.' Com a maior pompa ter lagar no dia
22 do oorrente a testa do Glorioso Martyr
S. SebaatiSo, que se venera na matriz
da cidade do Cabo.
No dia 21, ao meio dia, urna salva e
maitas gyrandolas de fogo fenderSo ana
ares denunciando aos neis a vespera da
grande e tradicional featividade do Glo-
rioso Santo.
A' noite ter lagar a ultima novena,
finda a qual seguir se-ha um bazar
de prendas, tobando em todos os actos a
Fnllarmonca Cabenae.
~*A'a 5 horas d- maahS de 22, subir
aos ares ama calva, como signal de que
ehegado o dia em que os devotos tm
COMERCIO
Bolsa Commerclal e Pernam-
baco
cota^Cbs officiaks da junta dos cor
BKTOKES
Praga d> Recife, 20 de Janeiro de 1893.
Descont de letra 12 O/o ao anuo honten
Cambio sobre Loadres a 90 d/r a 13 1/4 d po-
li 000 do Banco.
O presiden e.
Candido C. 6. Alcoforado.
O secretario,
Amorim Jnior.
Cambio
PRAgA DO BEC1FK
Os bancos abriram com a taxa de 13 1, i sobre
Londres, houve pequeo movimento.
Em papel particular bouveram limitadas trans-
rcOes a 13 7/16.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Por ser dia feriado, ns boave taxa.
Cotaces de gneros
Para o gricultor
ASSCAR
Cristalisado......61800 a 74500
usinas por 15 kilos. 7*800 a 8O00
Branco dem idem .... 6*800 a 8 JOOO
Somenos, idem idem. 4*400 4*500
Mascavado idem idem 3*400 a 3*500
Bruto idem idem.....3*200 a 3*400
Broto melado......2*600 a 2*7K)
Rtame idem idem .... 2*300 a 2*400
Algodo
NSo coBston negocio.
Alcool
Por pipa (te 480 litro i 260*COO.
Agurdente
Por pipa de 480 litros a 160*'JCO nomina!.
Coaros
Saceos salgados na base de 12 Kilos a 570 ris
nominal.
Verdes a 350 ris nominal.
Hel
Por pipa de 480 litros 60*000 nominal.
Borracha
Cola se a 20*000 por 15 kilo?.
Carnauba
Cota-se de 7/000 a UWOO por 15 kilos nomi-
nal.
f BILLA DAS ENTRADAS Dfc ASSCAR I AL-
oodZo
Mez de Janeiro
de render culto ao milsgroao advogado da
peBte, e a Pbilarmonica far-ae-ha ouvir
pelas ruaa da cidade.
A's 11 horas da manhS, entrar a fes
ta, precedida de Tercias.
A orcheatra, confiada ao perito profea-
or Americo e sob a batuta do distincto
professor Sabino, executar a importante
uissa denominadaSantBaima Trindade
do maestro Ceruti, sendo oa solos can-
tados por distinstoa professores.
Ao evangelho.depois que orchea'.ra ti-
ver esecutado a linda overturaAmor e
Dinheiro -do maestro Alvareoga oceup-
r a tribuna sagrada o cloqceate orador
eapitSo cooego Manoel Jos Martins Alvea
de Carvalho, e findo o eermSo en'rar
o Credo do inaigno maestro Robb.
Ao terminar a feata soltar-ee-ha urna
salva e subirSo aos rea muitas gyran-
dol:8 de fogo e alguna aero tatos, fazendo-se
ouvir a Pbilarmonica do Cabo e as bandas
dos Clubs Carlos Gomes o de Mai'ics Li-
ma que bondosamente rSo at all pres-
tar o seu concurso para o maior brilbo da
feata.
A' tarda ter lugar a solemne proci-sSo
das imagens de S. SebaatiSo e de outros
santos.
A ornamentoslo do templo est con-
fiada ao habillissimo artista Agr que
muito se tem e-oryado para tonal-o
deslumbrante.
A' noite as ras da cidade que so acbio
decoradas de baudeir3 em profusao, ar-
ces de folbagecs, et-a, ettaro illuminaias
a giorno.
A'a 7 horas entrar o Te Doum, orar-
do o mesmo con depoia e irchestra o Te-Deum c'.enomi
nadoRio de Janeiro.
Firdo eate acto ser arreado o estac-
darte de S. VoastiSo e em seguida quei-
mar-se ha um grande e beoa acabada tog>
de artificio trabalbo do hbil pyrothechi-
nico Pedro Rufino.
A l.ha ingleaa expedir trena extraor-
dinarios para transporte dos romeiros da
capital e de outras localidades.
A commieBSo nSo tem poupado estarces
para dar a feata a maior pompa e o pos>
vel brilhantismo.
i liPJ i
Collegio PartheDor
3-RA DO HOSPIC 0-3
As aulas deste collegio estao tunee: -
nando desde o dia 9.
Admitte-Ee alumnos internos, semi-'u
ternes e externos
O director,
Bacharel Ovid'o Alvea Xanaya.
Instituto Peroamtucano
DIRECTOR
Bach:>rel Virginio Marques C. Leo
3 lina do Hospicio 03
TELEPHONE 570
As aulas deste estabelecimento de instroccac
primaria e secundara reabrir se bao no da 7
do correte.
Recife, 1 -le Janeiro de^ 1893.
COMPRIMIDOSVICHY.iFEDIT
Malhematicas elementa-
res e escripturaco
mercantil
Venancio Labatut dedica se a preparar
qualquer pessoa em poriptui5Xo morou-j
til, com 30 a 35 ligSes, conforme contra
cto; continua a leccin j as materias aci
ma ra Duque de Casias n. 72, 1 ap
dar.
Ru do Visconde de Albuquerque n 3
INTERNATO E EXTRNAT0
DIRECTOR
BacharelOliatho Vctor
Aa aulas desta sollegio estarlo abertes di dia 9 do oorrente em diante.
A aula mixta infantil enntinaar a cargo da Exma Sra. D. Mara da Gloria
Vctor.
Gerente ou so?io in-
dustrial
Para um estabelecimento industrial ou
agrcola se offerece um homemecergicn,du
ferro, casado, fallando e eacrevendo cinco
linguas, com muita pratica adquirida em
Norte o Sul da America, tanto em qual-
quer ramo do commercio como em f''
das de caf, cacao, canha, de criar
gado etc.
Trrnbem entra como boco industrial
com a'.gjm capitalista garantindo grur.de
lacro com relativo pouco cipital eaprega
do, pois tem rnetho ios especiaos princi-
palmente na egr.oultura, poden de dar boas
referencias.
Offertas se roga remetiera ledacgao
Juste jornal, com aa iniciaes A. B. 11.
Pbilomeno Rayanundo Nones de Lima, pro
fessor pela Encola Normal deste Estado, offere
ce se nao s para habilitar tarde em casas
particulares pestoas se qaeiram matricolar
no anno viodooro no Instituto Benjamn Cons-
tot, como tamb m para le cionar noite na
casa de fu resiitencia, garantindo ensiaar a
qualquer analpbabeto assignar-ae no corto e.->pa-
yo de om m-z, mediante um ajaste previo e mais
augmentado para qoem quizer to rpido adian-
tamento.
O referido professor ser encontrado na casa
onde fuocciona saa escola, roa aa Vis:oade de
Saissuna o. 211.
Phosphatina fatires,
alimento das creancas.
iP.!
Entradas
Barcscas.....
Vapores......
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro .
Somma
Dias
I a 19
19
1 a 30
i a
1 a
i a
AS80-
car
Saceos
44697
1000
779
10573
56839
29512
Algo-
dao
Saccas
1233
3594
2249
1828
904
9860
149400 19668
fcsxporiac&o
BSCITB, 19 DE JANEIRO Di> 18 3
vara o exttrtor
No vapor ingles Lisbonense, para L ver-
pool, carregou :
V. Neesen. 332 fardos com 53,120 klios de
algodao, 30 ditos cotu 4.800 ditos de carosos de
algodo, 820 saceos com 310 6 kilos de carogos
de algodo e5 fardos com 675 kilos de trapos.
No vapor ioglez Liguri, para Liverpo:-!.
carregoo :
R. Brotbers, 613 couros seceos salgados pe
snelo 73.562 kilos.
No vapor americano Alvares, para N.w
York, carregou :
R Brotbers, 27 fardos com pelles de cab a,
pesando 3.911 kilos.
No lugar portugeez Costi Looo, para o
Porto, carrega/am :
Amorim Irmaos & C.,503 coaros seceos sal ja
dos pesando 6 0.0 kilos.
G. de Araojo Filbn, 2 pipas com 910 litros de
agoarden'.e.
Para o interior
No vapor naci;nal Jaboatao, para Santo?,
carregaram:
P. Alves & C, 1.0G0 saceos com 60,000 kilos
de aasucar mascavado e 2.C00 dtos com 120,000
ditos de uto branco.
Amorim Irmao3 4 C 600 saceos com 36,000
kilos de assutar oranco e 550 ditos com 33,000
ditos de di'o mascavado.
M. S Franco, 25 >0 vaasouras de palbi e
4,000 cbapas de p. Ina.
No vapor nacional Satellite, para Rio de
Janeiro, carregaram :
S. Guimaraes & C, 25 pipas com 11,500 li
tros de agurdente.
L. A. Costa, 4,000 manga3 fruets.
No vapor ingle Kitc, para Rio de Janei-
ro, carregou :
J. M. da Costa, 15,000 coco3 fracta.
No hiate Deus ;e Salve, para Ceara, car-
regaram :
C Pinto & C, 5 barris com 480 litros de mel
e 2 barricas com 120 kilos de carvSo animal.
No biate nacional Deus te Guarde, para
Camossim, carregaram :
P. Alves & C, 2 barricas com 180 kilos de
assncar refinado e 5 ditas com 530 ditos de dito
branco.
Para Cear, carregaram :
E. C Beltrao & Irmao, 2 barricas com 120
kilos de a83u:ar refinado e i ditas com 150 ditos
de dito branco,
No hiate Barroso, para Mos=o:, carre-
gou :
M. Viegas, 83 volomes com 715 litros de ge
nebra, 3 barris com 288 ditos de vinagre e '4
caixas com 98 ditos de capil.
Para Maco, carregaram :
A. D. Sires Se C, 2 barris com 180 litros de
agurdente e 2 raixas com 16 ditos de genebra.
Na barraca D. Amelia, para Villa da
PeDba, carregaram :
Borges & C, 10 caixas cim 60 litros de ge
nebra.
Pastada Alfaadeca
IMANA Da 16 A SI DE JANRIBO D| 1893
Alcool (litro....... 415
Algodao em rama (kilo) .... 66
Arroi com casca t.; o) .... 90
Assucar retinado (kilo J 560
Assucu branco (kilo) .... 433
Assucar mascavado (kilo) 200
Bagas de mamonas (kilo) ... 100
Borracna de leite de mangab. (kilo) 14200
Cachaca......ir 210
Conroe seceos espichados (kilo). 580


O SedlitzCh.Chanteaud
E' incontestavelmente o purgativo s^
lino refrescante o mais puro, niaia ngra-
' davel a tomar, e o mais cfficsz sob pe
quono volume. SubBtitue com vantagem
as aguas purgativrs al!em38 e todos os
drsticos.
! O xito do Sedlitz ch. Chanieaud, ea
tro oa mdicos de todos os paizes, suhci-
tou urna quantidade de imitadores. Urr
'd'elles acaba de ser condemnado por con-
'currencia desleal a 8.000 francos da por
i dsa e damnos, a modar a forma de teiu
trasloa e nao envolvel oa de ptpel ama
relio visio que a dita cor caracteri-tic-
do sedhtz cb. Cbanteaud, preparador d.e
granulos dosimetricos do Dr. Burggrave
cuja acceitar;3o igualmente universal. .
.
Curso
DE
NOVEMBRO A
FSVPmERO
Ceo^raphia e H stona
PELO
Bacharel Julia Pires Ferreira
NO
EdiOcio do Iastitato
Abril
19 de
Expasico l'honographics
Qracde expoei^So do. Phonographc
.VPERFril^OADO ultima invenr5o com
pe^aa nunca vistas, como caccSes, da-
cursos de pessoaa celebres, reprodcelo
de conc-Brt.is, bandas de muaicaa etc. pelos
Srp. Weaael & Vifquain no salSo do Club
Carloa Gomes, ra 15 de Novembro n.
29, das 11 aa 2 horaa da manhS e df s 6
aa 9 da noite. O prege diminuto, ouve
se cinco pegas por 2(JO0O.
Couroa seceos salgados (kilo) .
atorros verdes (kilo).....
drices de algodSo (kilo^
Jarrapataira (sementes) (kilo) .
Cete (kilo).......
Cafe bom (kilo)......
Jaf rostolbo (kilo).....
Caf moido (kilo) ... .
Carnauba (cera vegetal) (kilo) .
Ceraemvelas (kilo).....
Canna (agurdeme) (Uro)
Cal (litro)........
armba de mandioca (k K>) r .
Senebra (litro).....
raa (sebo em rama ou coado) (kilo)
Folbas medicinaos de qualquer qua-
lidaie (kilo)......
U.'ldi-anque Gitro) ....
lhQ (kilo........
Sement de caraaba (kilo) .
ola (meio).......
Stearina em velas (kilo) ....
rataicba (kilo)......
Tabuas de amareiio em prancb6ts
(duna) ........
5i0
335
35
(03
100
200
i 000
IJOOD
400
640
343
10
50
300
600
200
100
90
60
IJiX)
i><000
40
1934
Er sino de desenho e
pintara
Urna pessoa competentemente habilitada
a com alguma pratic de ensinos offere-
co-sa s Esmas. familias deata capital
para lecoionar desenho em geral e pin-
tura.
Dirigir carta fechada com aa iniciaes
A. J. neata typographia.
Honorarios mdicos.
ED1TAES
O Dr. Franciaao Altno Correia de Aran
jo, juiz de orphSoa, do municipio do
Secif-, Estado de Pernumbucj .em vir-
tude da !ei o etc.
Fego saber aos que o presente edital
r.JttdBtcntoa pablieos
MU D* J.V.NEII0 DI 18>3
Aljawuga
enda gral
Oo dia 19
Ida ci 20
1,050:807/966
49:44.1082
-----------------1,100:1511048
Renda do Estido
0o dia 19
dem de 20
321 029*430
12:7121149
?ommi total
333:79U579.
1,434 043627!
8e/or.aa seojo da Alfandegade Pernambuco,
20 de Janeiro de 1893.
O c'ae'e dasec;5o,
Manoel Aulonino de C. Aranba.
O tb8soureiro,
Florencio Domingue- da Silva.
Porlo Alegre e escalaVapor nacional Curui-
ba, commandsn'.e Domingos CarJia Jnior,
carga varios g=neios.
PenedoVapor nacional SinimL, comman-
dame Lobato, car,?a varios gneros.
MaranboBrigoe norneguense Ara, capitao
A. Andersen, carga plvora.
Barbados-Lugar inglez LaJy Eliback, cap
lio J. af. Cooglcio, em lastro.
Mercado Municipal de S. lo
O movimento deste mercado no d:i 19 df
Janeiro foi o seguinte : Sntraram
33 bois pesando 4,952 kilo?.
235 kilos de pefie a 20 riF 4*700
4 ditas com camarOes a 100 rs. 400
6 compart. com mariscos a 100 rs. 460J
44 lagares a 200 rs. 8J86:j
7 8uinos a 200 rs. 1*400
4 ditas com feijao a 200 rs. 8(0
40 cargas de fannbi a ico rs. 8*(00
10 cargas de milbo seco a 200 rs. 2 Co
8 dits de laraojas a 300 rs 2J400
4 ditas com gerim a 300 rs. 1*200
2 ditas com fructas diversa a 300 rs. *00
cassoas com galnba? a 300 rs. *
45 ditos com verduras a 300 rs. 1350C
dita de macacheira a 300 rs. *
3 dita de batata a 300 rs. *900
dita de ccbolinbos a 300 rs. *
2 ditas com milbo verde a 300 rs. 00
2 ditas com looca a 300 rs. *60
ditas de banana a 300 rs. *
5 dias de melancia a 300 rs. 1*500
ditas de cansa a 300 rs. *
66 ditos comfarinba *W0 26*400
8 carga.7 com calimbas a 500 t. 4*0 0
20 columnas a GOO ra. 18*CC0
7 cct:r?rtimento8 com fresauraa
a CO Ti. 4*20C
47 ditos com bseodu etc. s 600 re. 28*201
31 ditos de comidas a 700 ra. 21 700
11 ditos de Btiuieiro* a i* U*00C
9diosa7 0rs. 6/30!.
42 talhos a 2*000 84*00f
virem ou delle tiverem conhecimento que,
com o praao de trinta diaa a contar deata
data est aborto o concurso para provi-
ment do 2- ofiroio de escrivSo deata jui-
zo, creado pela le i n. 335 de 26 de Abril
de 1854 vago em consequencia de haver
perdido por aentenga o orfiuio o respectivo
serventuario bacharel Manoel do Naaci-
mento Pontea
Os conourrentes devero juntar em or
ginal aa Bas petigSes com os documentos
seguinteB; auto de ezame de suficien-
cia, 2* certido da idade, 3-. certidSe8 de
ezames de pro tugues e arrthmatica, 4-.
foiha corrida,5-, attestado medico de ca-
pacidade phisica, 6*. procara^So especial
se requero rem por procurador, 7 final
mente, outroa documentoa que forem con-
vaoentea parapr va de c^pacidade pro-
fissional, todo do aejordo com o artigo
210 e eeu8 paragrapho3 do decreto 9428
de Abril de 1885.
E para que cheguo ao conhecimento
dos ntcressados, maudei pasBar o presen-
te-que aei publicado pela~ imprensa e
hffixado no lugai do cosame.
Dado e passado nesta cidado do Reci-
fe, acB 4 de J airo de 189J.
Eu, Olaro A.tooio Parrar, c:crv2o
sabscrivi.
Fraaaisco Altino Correia de Araujo.
tdital n. 1
Alfandega de Perainindco
Fcrneclment)
De ordem do Illm. Sr. inspector tajo
publico que no dia 23 do corre-1 to at 1
ho.a da tar-ie, Be recebero nssta repar-
t'cjlo propot.ta3 em cartas fechadas pira
o torneci-nento doa obj^cos abaiso de-
clarados, que durante o crrente anco
possa precisar a guarda mora dcsta al-
fandega
r2o to
conviedo declarar
-acUa em conaiderajSo as
8i-
propo-
Rendimento de dia la 18
recebedo.ua na estado
Do dia 19 1.2..--21*3Ofrecesdo dia:
dem de 20
251800
4 521*080
4.772*880
3.135*805
125 957*115
Do da 19
dem de 20
UECiFE DRAINAGE
2:211* 26
417*622 .
2:628*748!
Mov ment do Porto
Navios entrados no dia 20
Manos e escala11 dias, vapor nacional Es-
pirito Santo de 1999 toneladas, commandante
Florindo Das, equipagem 60, carga varios
gneros a Pereira Carneiro e C.
Terra Nova43 dias, lugar inglez Paira de i
160 toneladap, commandante Evan Pogb, equi-'
pagem 7, carga bacalbo a Jonston Pater,
e C.
Terra Nova39 dias, lugar inglez Hattie M.y. i
de 148 toneladas, capitao S. E. Vano, equipa
gem 7, carga bacalhao a H. J. Permann.
Navios sahidos no mesmo dii
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Satel-
Cru-3 verde di 323 a 723 ,-,'.i C kilo.
Suinos de 640 a 800 ris idem,
Carneiro de 800 a ( ris idem.
Farinfca < 400 a 480 ris idem.
Milho de 500 a 530 roa idem;
F.:aod8 !* 3 11200 idasn
vapora a eatrav
Mez de Janeiro.
Europa,.. c... Ortegal............ l
Europa....... Scholar........... 21
bul.......... P. do Grao Para... 21
Sul.......... S.Salvador........ 23
Norte ,....... Joshua Nickalson... 23
Sul.......... Ville de S. Nicolao.. 24
Europa ... Parahyba......... 24
Europa....... Thames............ 25
Europa....... Rosario........... 26
Norte........ Olinda........... 26
Sul.......... Liguria........... 28
Sul.......... Magdalena......... 28
Norte....... Jacuhype........... 28
Sul.......... S.Francisco....... 31
lite commandante Jos Pereira de Aievedo,
carga varios gneros.
San#.os Vapor nacional Jaboatao, commac-! Sul......... Lisbonenses........21 as
dante Joao da Silva Pereira, carga varios ge-f Europa...... Liguria............ 21 as
eros.
Vapor?* a fakir
Mez de Jaceiro
,'Sul......... Espirito.Santo..... 21 s
tao qua se afastaieni da ordem, mecidas
e peso3 estubelecidaa 00 presente edital,
e nem aa que em logr.r de apreaontrem
03 respeetiv.s precos, offerecercm, pira
seren r.refer das, ^batimentos ou pnruju-
tagsm de Untos aa: cnto Bj>bre qualquar
dai outras.
Alcatifas oa tapetes, metro.
AhatrSo, litro.
Arrebem de licho, kilo.
Azee doce, litro.
Aa.ita do mocot. tj.
Azu! m".rinlio kilo.
Baldes 1 :i..d.:r 1. um.
Baldes de zinco, urna.
Baudeira nacional de 3 pannos, urna.
Bandcira nacional de 2 pannos, urna.
Briin groaeo de linbo, metro.
Bnm da KiBiia c. 2, metro.
BriuzSo americano, metro.
Breu, k'lo.
Brosas para pintura (sortidaa), urna.
Cabo de cairo, kilo.
Cabo de lnh>, k I >
Cabo de manilba, kilo.
Cal de Jaguariba, alqueirc.
Canecoa de flaudre, um.
Cr, kilo.
Cera amarella, k'lo.
Colla da Babia, k b.
Croque, um.
Camas de lona para solteiro, urna.
Corvas de sioopira. urna.
hspirto de vinho, litro.
Estopa americana, kilo.
Flele, metro.
Fio de algod&o, kilo.
Fio de veia, kilo.
Folbas de cobre, kilo.
Forres de moldura, um.
Ferramentas sortijas, duzia.
Torquetas de ferro, urna.
Torquitas de metal, urna.
Garlopaa, urna.
Gtarruncboa, um.
Graxa do Rio-Grande, kilo.
Gomma laca, k'lo.
Kercsene, litro.
Lanteroaa ou pbaroletcs, um.
Linha de barca, kilo.
Lixa de esmerii em folha, urna.
Liza de vidro o a folha, urna.
Lona americana n. 5, metro.
Lona da Baaaia n. 2, metro.
Dita iogleza n. 2, idem.
Dita dita eatreita n. 2, dem.
Martellos, um.
3re, kilo.
Oleo de linhaja, idem.
Olbares e aapathos, um.
Phosjhoros em caizihaa, duaia.
Piainaa, urna.
Pregos francezea, kilo.
Ditos de cobre, dem.
Ditos de cobre para forros, idem.
BaspadeirAs de ferro, urna.
Remos de faia aortidos, am.
Roso teira, kilo.
Seccante braceo, iiem.
Dito fezes de ouro, idem.
Sabo, dem.
SarrcteB, um.
Tuxas de bomba de cobre, kilo.
Oita? ditas ae ferro, idem.
Tijollo inglez, um.
TinU branca em latas, kilo.
Dita verde em kas, iem.
Dita Sfaol em latas, dem.
Dita vermelha em lata?, id;m.
Torc.'as para !uz; duiii.
Tabeas de pinho de riga, urna.
Ditas de cedro, urna.
Diles de pao carga, urna.
VarSj d f-srrj, k lo.
Dito da ferro galvanisaio, idam.
Dito da cobre, idem.
Vassouras de piassava sertdas, urna.
Verniz de g^z, litro.
Verde franoez, kdo.
ZsreSo, idem.
Segunda scelo da Alfandega de Por-
nambuco, 17 de Janeiro de 1893.
M. Antonio de Carvalho Aranha.
Secretaria da Iostrocjo Publici do
Estado do Pernambuco, 19 de Janeiro
de 1893.
EDITAL N. 4
Praso da 30 dias marcado s proesso-
rss Gailhermina da Silva Miranda e Ma-
ra Saturnina Prudencia da Cruz.
Dj ordem do Dr. Inspector geral, fago
constar que tsndc sida em 17 do correte
transfer apelo Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado pa a Varzea, a cadera
de e-sino mixto de Calcado, em Canho-
ticho paseando a ser do sexo femenino
com a denominacSo de 2a cadera foi para
ella removida o professora Guilhermina
da til va Miranda e para a de Camella a
prefesfeora Maria Saturnina Prudeuaia da
Cruz, s quaes fioa-ihes marcado o praao
de 30 das para apoatillarem os ttulos
e aaaumirem o exercicio das novas
cadeiras.
O secretario,
Pergentini S.raiva de Araujo GalvSo.
O cidadSo Jos K>3. Lima de A~uiar
immediato ao vice-preaidento do Con-
celho Muuicipal deste municipio de
Bom Jardim om exercicio de juiz mu-
nicipal privativo do fe;to, etc.
Faco saber que por parte do major
Jarles Leitao Albiquerque, me foi feita
urna peticao pela qual me pedio que man-
daase pa sar cd tal de citado com o praso
de 30 dias, para fiadoB ellea, comparecer,
o citado a primsira aud'encia do juiso,
depoia de feita todas as citacSes, am de
se tornar com o supplicau'e em aggra-
mensor e srbr.tadorea que proced> a
divisSo ent-e os condominos da propriedade
Sapucaia sita neste termo c comarca, se
abocaren es necessarias despea.s sob
pena do ravelia, fc-md cu'rc-3m d:sde
logo ciudo pra to ->s o decuaij termos
da ca^sa at fical seatenoae exeeugSo.
E em vista do allegado em sua p t
mand^i pasear o presante c m o pr^so da
30 oas, pelo cjuai ato, chamo e re.ju..:.
a Antonio J.squim Samos, inventariante
de MatoelLi Maa de J".sue, rj'.ra^or
Gl.ria do G-jit desta Eit^.do do Pcrjii-
buco, &Sm de que vciha a prlmeira aa*
dier.cia de=to juito, que 3? tic fi:d) o
dito praso pars o> us a irau expostos.
Aa audieacis deste juiso iji logar to-
das a? qu Dtas-feira :.o pago dj Cjnoelho
Municiptl.
E para que ehegne ao san ccjnbeoinec-
to Be psasoa o pr-iE:Qt'j mis dois Ja
igual tnaor q-ia serSo !_lsai3 no lugar
do costuras, remeitido ao j.iizj do domi-
cilio citanto para i-xar all epublicado no
diario offioal ou outrj da extanca circu-
anlaglo na falta aquella d. c*pitil do
Estad ', visto nao ter folha local.
Dado e paeaado nesta cidada da Bm
Jardim, aos 9 dus do mez de Jinra i
1393.
Eu Ulysses Olod: ro du .Cunha, escri-
vSo privativo do feito o eserevi.
Jos Besa Lima de Aguiar.
1.* seci'o.Secretaria do governo o Es-
tado de PerncmbQCo, em 15 de Jaaeiro de 1S93.
De ordem do Sr. governadnr do E^iado a0
publico, pa-a os dt\iJos tffeitos, e em obser-
vancia do dispoa o no a t. 31 da lei 11. 13, de 14
e Novembro ce 1891. que 33 cha vago o lu>;ar
de juii de ti ei'.o da 5.a vara, proveera ,:e re-
siduos desia caplUl, emeoosc-quencia do fallec-
ment do magisiradi qae o oceupava, Dr. Ly-
curgo de A'buquerque Niscim n'.o.
A vaga de que se traU ser preeachda pelo
juiz de i irrito mais amigo deatre o; quo reque-
rer'm a reu0o para iquelle logar, no praso
de 60 dia?, co tads da publicagao do p.-esente
e .ital ; se nenbuai a requerer a remoco era
f'jita p-.-la forma determnala ao ar!. al da lei
cilada.
0 sscretario.
Joo Augusto Ferreira Lima.
O Dr. Joa Antonio Pinto Jan or juiz
municipal o de orphaos do municipio de
Agua Preta. Estado de Pernambico,
em virtude da le e'c.
Faco saber ao3 que o presente eaital
virem ou de'le noticia tiverem e a quom
interessar possa, fca marcado o praso de
t.'int dias contar da data da publica-
2o deste, que tendo fallecido Miguel
Francisco de Araujo solteiro, morador no
engenho Cam-liSo do Norte dests munici-
pio, deixando herdeiros, alguna ausentea,
sao citados para camparecerem nesta vJ-
la, depoia do referido praso, conforme
declaracSo do inventariante Juatino Frao-
csco de Araujo, aob pena de proaeder-se
a revelia o inventario ; a saber :
Benedicto de Araujo, Maria da Cuncei-
ca e Manoel, filhos da herdeira Mara
Jjsepba de Arauja, Maooal,. r.iu di her-
deira Claudina Maria do Espirite-Santo,
Francelina, casada com Jo- Marques,
Adel de da Concei^So e Carolina da
ConceijS", lhas da hardeira Maria, A-
na Maria da ConceijSo, nina da herdeira
Justina Maria da Couce$o, Francelina
Maria da ConceicSo tilha da herdeira Alc-
xandrina Maria da Conceiglo e Clara de
tal, filha da herdeira Francia aa da Araofi|
E para que chegue ao conhecimento de
tolos oa herdeiros ausentes, cima men-
cionados e outros nao conhecidos, que
nSo foram escriut-,s no titulo de herdeiros
os hei por citad oa no referido praso para
comparecer no act> da inventario e msis
termos at a senten^a final.
Dada e paseado nesta villa d'Agua Pre-
ta, 19 de Dezembro de 1892.
Eu Pedro Lucio da Costa Lsite, es-
crivSo o eserevi.Jos Antonio Pitto J-
nior.Conforme o ndcrivao, Pedro Lucio
da Costa Leite.
O Dr. Jos Antn; > Pinta Jnior, juiz
municipal e de orphSos do municipio
d'Agua Preta, Estado da Pcrjambao
cm v.rtala da lei eta.
Fugo Sftbar aos qie o presento eaital
viram ou delle notiaia tireram e a qa-am
interessar poRsa, fia.i marcado o p
trinta das, ciu'ar da dat da
2o deste, que tonda Ll'ec'.do J s F an
cisco de Araojo, propr;cario do rngeaho
CameliSo do Norte nosto manioipio, cijos
herdeiros alguna ausentes, iio citados
para cumpa recerera nesta villa, psra se
proaeder o inventario do mr.amo, d"po3
do referido praso, conforme a dcclaram
o iuvantarianta Justino Franjeo de
Araujo ; a saber :
Benedicto da Araujo, Maria da Coa-
ceigo c Manoel, filbos da herdeira Maria
asa de
pubaa-
Josepba de Araujo, Manoel, fiiho da L:s8
deira Claodiua M?.r; do Espirito Santo,
Fraccalioa, casada cam J03 Marques,
Adelaide d* CanceiySo e Carolina da Con-
cefo, fihas da herdeira M ira, Anca
Maria da Ceuciico, filha da hardaira Jas
tica da Cencaicao Fraucelina Maria da
Conceigao, filha da herdeira Al xjodrina
Mera da ConaeijSo o Ciara do ta', filha
da herdeira Francisca da Araujo.
E paro quo caegue ao conbecimeito da
todos os herdeiros auseates cima men-
cionadoa e outros clo canheciJ.^s, quenSo
foram desciptos co titulo de herdeiros
03 h^i por citados no referido praso para
comparecerem na neto do inventario.
Dado e passado nesta villa de Agua
Preta, 19 de Dezembro de 1892.
Eu, Pedro Lucio da Costa Leite, es-
crivSo o eacrevi.Jos Antonio Pinto Ja-
nior.Conforme o escrivSo, Pedro Lucia
da Costa. Leite.
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Diario de, Pernambuco Sabbado 21 de Janeiro de 1893
DECLARARES
Segundo districto dos por-
tos martimos
Pela inspectora do segundo districto
dos portos martimos se tai publico que,
na respectiva repartidlo, se recebar pro-
yotti, no dia 24 do corrente mee ao meio
m%, para forne<3 ocio de 1893, dos materiaes e mais ob-
jectoa abaixo destarados, necessarios ao
ssrvico cargo da mesma inspectora de
acord com as saguintea clausulas :
A?t. 1.* Od proponentes deverSo apr-
sente r as euas propoatas em cartas fecha
*i de;-idaruecte selladas at a hora cima
wBoada.
Art. 2." As propos'as deverSo Ber fei-
kas sai duplcalas sando sellada urna
Aellas.
Art. 3." Os proponenlea deverSo apre-
sentar &3 a-u ostras do qna propussrem.
Art. 4. As propastas deverSo ser tai-
tas s?gando o fcysttma de pesos e medi-
as? na ordem al ph-.botica, conforme a
co abaixo especificada.
Art. 5. O fornecedor que dentro de
horas l2o s&tisfizer o constante do
pedido, acorrer na pena do 20 (0 sobre
; do me;mo pedido.
:. G Oa mi teriaca e mais objeotos
Adidos serSo entregues pelos fornecedo-
ras no aratasstn de materiaes ou na oDra
da mediante rocibo passado pelo
Jo competente na propria via do
yc'iJ, qao ajoauanhar a conta.
Art. 7,o A co-itas serSo tiradas men-
r.te o entregues na reparticao, t o
t do mez seguate ao do forneci
xentn.
. t. 8. O carr?.o para ss dragas e
vepore sar foraecido bordo, na quan-
dade de 10 a 20 tonoladas, em etnbar
ea^-o-s dista arquearlo, competentemente
wrific i&s.
RclacSo dos obact03
A50 bat'do, kilo.
A$o batido em verguinha, dem.
A$p bS'gi, dem.
Ajo t vf."Jl'& <* C33Qr grandes e pequeas
jsis. -
JSgna ras, litro.
BDeatrSo, idem.
JBnetolia* de foibas da 1|2 a 5 litros,
nt.
Amarello francez, kilo.
JS'vaiide de zinco, idem.
Ar&me de latSo, dem.
Acacsv da ferro, idem.
rame Ce cobre, idem.
Areia de fingir, metro cubico.
Arroben, kilo.
Aswvta doce, litro.
beite de coao, litro.
ksjo\r litro.
Aseiti de carrapato, litro.
Aze'.lv de peixe, litro.
ni ultramar, kilo.
Sasia de Iouqs, urna.
Btc-ia d-s barro, urna,
IButu tbrradB, um.
Sad-.'s de ferio galvanisados, um.
Baneiras nacioaal de 2 pannos, ama.
5srrii pequeo, um.
Breu, kilo.
Brim, metro.
Brocbi n. 8, urna.
25roefca pequea, urna.
Borracha em lenco!, kilo.
Cabo de lioho, idem.
QAo de Manilha, idem.
Cabo e couro, idem.
Caj/uaes bronzeados, pollegadas.
irises de cylindro, idem.
ia-isjoaes forrados, idem.
Cadinhos, numero.
aioro de qualidade, metro.
CJald-eiras soitidas para derreter brea,
kilo.
$a!deir3o para verniz de alcatrSo, um.
ai preta, metro cubico.'
.ai branca, idem, idem.
Caoo de chumbo, kilo.
Case de barro da diversos dimetros,
31.
Csrvao de New Castle, kilo.
Carv!o para ferreiro, iiem.
Csrrichoa de mSo, nm
silba! urna.
Juera amarella, kilo.
aeno Portland Pirmide, dem.
Cimento Portland Von Flix, idem.
Cavo ingleza, urna.
Chumbo em lcacol, kilo
fJobre para forro de canoa, dem,
Colla da Bahia. idem.
Guaro er um.
Cerda para andaime, pega.
Gorro ata de ferro, kilo.
Ci, iiem.
Cesta lo de araarullo, m. linear.
Catelo de pao carga, m. linear.
2 co7i ingleza, urna.
Bieova para tubos, idem.
IstAz.bos cm verguinbas, kilo.
Estopa do alg&do, idem.
Estope da liaho, idem.
Estopa de emberiba, idem.
Fetieba, idem.
Veltre, dem.
Fo. de algoJSo, dem.
Fio o;; 15, idem.
Fo de vela, dm.
Porqueta do ferro, urna.
Beto- e ferro atagallo ou dobrado, um.
6rax~ do Rio-Grande, kilo.
Jugada, urna.
Jarra de madaixa tarrada, urna.
LuspeSo, um.
Jjmt. cbat Lima 'rincguUr, idem.
Lmv. murga, idem-
im ;?.o ing'.ez, t:m.
Liafcs alcfitro&d, kilo.
Lioisa de barca e sondagam, idem.
Liza de vidio papel, foha-
Lisa esmeril cm panno, dem.
Lona inglesa da 1* qualidade, metro.
Machado de r,g3, aro.
Miaiiar alcaUoido, kilo.
Mialbar branco, idem.
Moitsa brenteado, poilegada.
MoitSaj ferradoe, idem.
Ol< de linhaca, tifer.
Oleo de came, litro.
Tape-, para escaler, metro.
Trjoi!o formato inglez, um.
Ti}ollo prova de fogo, iiem.
TiK-l'o de alvenaria batida, mheiro.
Tijollo da alvenaria gro39 d'agaa doce,
idem.
Telbaa do neo ondulad s, kilo.
T ocal, idem.
Tinta branca em maaaa, idem.
Travs de sacupira vordadeira M. Linear.
Trave de embidba preta de 8 a 10 me-
tros, urca.
Trave de embriba preta do 10 a 12 mo-
rrea, urna.
ma
Trave de embiriba rreU de 12 a 14
tros, urna.
Trado de colber, poilegada.
Trado de rosca, iiem.
T-boa de ;> ohj da Saecia, t. 1 near
Telhas de farro galvaniaada, ama.
Trena de eco, idem.
Trena de fita mot&llica, idem.
Trena de ferro, idam.
Tubo da vidro para nivel d'agaa, um.
Tubo da vidro para nivel de c*ldeira,
um.
Hourupeina, urna.
Vassoura de piassava, idem.
Vaasoura de timb, urna
Verde chromo, kilo.
Verde francez imperial, idem.
Vermeiho, idem.
Vern3 de alcatrSo, ki'o.
/.arelo inglez, idem.
Z neo em fulha, idem.
Objecto para txpedieate
Oalqaa cm panno, metro.
Calque em papel, idem.
Caetas americanas, dus.
Cunetas francezas de canos, ider.
Oauet&jcabo de marfim, ama.
OacetD ordinarias, idem.
Enveloppes para cffijio, cecti.
Escala de madeira, urna.
E-qadro de faia, um.
Fra co com gomma arbica, idem.
L pis de borrachs, d zia.
Lspi preto de Fabr n. 2, idem.
Lapia de duaa cores, idem.
Lscra encarnad libra.
Livro de papel almasao pau'ado de 50 a
200 folhes, um.
Livr.. de papel em braceo Car de 50 a
200 folhaa, um.
Papel sem tm, pea.
P p?l mata borro, folha.
Papel almasso pautado, resma.
Papel r< sado pautacio, iJem.
Papel Carr, folha.
Papel Jceu, idem.
Persovejo, caiza.
Peonas d'ayo, idem.
Pannos finos para deaenhq. idem.
PreailBas de diversos tamanbos, dem.
Raapadeira cabo de osso, urna.
Regua do aia, urna.
Tnta de carmim, frasco.
Tnta preta Stophana, botija.
Tinta nacional, idem.
Tinteiro de vidro, um.
Iaspectoria do 2.- districto dos Portos
Martimos, em 19 de Janeiro de 1893.
O secretario.
Manoel Duarte Pereira.
Instituto BemjamiQ Constan!,
19 de Janeiro de 1893
or-
Pela secretaria desto Instituto e d
dem do Dr. Reitor, se declara a quem
interessar possa, de confermiuade com o
disposto nos artigos 9 a 13 do regala-
menta de 16 do correte mez, que as ma-
triculas para os diversos cursos estao
abertas desde o din 23 do corrente mez
at 15 de Fevereiro prozimo.
A matricula no primeiro de qualquer
dos curaoa normal, commercial e de pra-
ticantes de obras publicas, & pjder ser
feita mediante peticlo ao Dr. Reitor do
Iost tuto e instruida com os seguintes do-
cumentos ;
1.CertidSo de approvacSo no exame
de admissao de que tratam os crtigos 8 do
decreto desta data e 71 do j citado Re-
gulamento.
2 CertidSo de idade maior de 18 ao
nos para os matriculandos do sexo mascu-
lino e 16 para ob do sexo femenino.
3 "Folha corrida para cb alumnos de
sexo masculino e attestado de moralidad^
para ambos os sexos, passado por auteri
dada puliaial ou administrativa do distric-
to em que residir o peticionario.
4.Attestado medico de que nSo sof
fra molestia contagiosa, nem defeto pby-
aico que imposslbilite de exercer o ma
gisteno, Bendo ijUj esta segunda exigen
cia refere-se nicamente aos matriculados
do curso normal.
A matricula, porai, no 2.a, 3.- e 4.
annos ser requerida ao vice-Reitor do
respectivo curso, intruida a petigSe com
os certificados de apprcvaclo as materias
do anoo precedente o com o conhecimen-
to da taxa.
A matricula do curso preparatorio ssr
feita mediante peticao ao Dr. Reitor e
instruida somonte com certidao de idade
maicr de 13 annos e conhecimento do es-
tar paga na repartiera competente a taxa
que nS termos do artigo 13 do j citado
Rfgalameato ser igual a que pa^am os
alunaos do curso anneno a F.cuidada de
Hireito, guardada porm, a crdem lgica
das m&teriaB de qua trata o meamo re-
guUme&to.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernaades Quintella.
PUADO
ERMMBICANO
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO


QUE SE REALlSAEU' NO
Dia 22 de Janeiro de
Cr da veal-
memu
l'ropr!ctar'o
i. PareoConso!cft' 800 aetn?. loiOMes da Pernamfcucc aue nao teobam gsnao pre-
mies nos pradoa do Recif i i o 'i'a do enrerraraento da insiripco. Premios:
2000C0 ao 1, MOOO ao e 20 Be t rceuo.
Tooloa.....
Gedco.....
Wacks'-one.
Traqumo..-
R. Vermelho. Pernanb.. 5i
* Sk
Rodado. ... 54
M.Uado..... C 51
Proto e encarnado... Coud. i d'> A -oso.
G-enat e Mus^'o......
linear, preio e ouro..
Grenat e azol........
Coud. Recite.
J. F. Maciel.
J. E. Ferreira.
2.' Pareo Eiilmuio 800 metrosAoimaes dp Pernambuco que nao tenaacn pre-
mios em 1892. Premios : 20000 au i., i0000 ao 1. 20/S000 3 o 3.
Melance.. .
Conforme .
Mdrujo 2..
Solimcs
Piraia......
Tiberio......
Huzoole ....
Rodado.
Alazao..
Preto...
Rodado.
Preto...
Pernamb.
c
56
54
oi
n
oi
o
Azul e branco.......
Eocaraado e braceo.
Branco e azul.....
Ene. e bonel preto
goc. e azul.......
Amarello eroxo....
Goad. ?4deMaio.
J. J. Valente.
A. M. R. Coate.
Cond. Bola Fgo.
J. G. G. deAlbuquerq.
\. Neves.
J. N. da Silva.
3.--PareoHarmona- i.100
250 ao i.
metrosAnimae? Duneaa e de Pernambuco.
' 50/003 ao 2. e 2500O ao terceiro.
Premios:
Piramon.....
lUdams..
liuaticano
Tenebrosa.".". '+
tfoema..
Gistanbo..
Preto ------
Alazao...
Rodado ..
3"' ziirnr. .v.
Peruamb..
56
51
51
52
56
Amarello e branco...
Verde e ouro bon. br.
Geoat e ooro........
Verde e amarello....
Verdd e amarello.-..
Gcud. Bella Vista.
Coud. B-azileira.
Joud. Pelotence.
Azevedo & C.
'. liveira & G.
4. pcreo-Kxpercencla-960 metrosAnim 8 PsroaiJbucc qae nao teubam ganho
em distancia superior a 1050 metros em 1892, e egos" d'SO.. Estado. Premios :
200*000 ao i." 400OO ao 2 e 20#000 ao 3.'.---------
Mou -o......
C0II088O......
Regente___
Vivaz.......
lia........
Flautista....
Tudo-.....
Turco 2. .
Alazao.....
Rodado .....
Alazao.......
Gastanbo -
Rodado .....
Oaatanbo-----
Mellado.....
Alazao......
Pernamb.. 54
54
51
c 51
51
54
51
c 54
Azule ouro.........iGoud. Hoorucana.
Ouro e azul...........[Coud. Cruzeiro.
Preto e ouro.........|a. M. Almeida.
Preto e encarnado___Dr. J. C do R. Barros.
Azul e ouro.........
Azul, branco e ene...
Verde e amarello___
G'enat e azul........
Coud. Cruzeiro.
X Babia.
J. Uoraes.
J. F. Moura.
5. PareoSapplementar-1500 metrosAnimaes puriga3 e pellulo?.
ao i.# COOOO a 2. e 30*000 ao terceiro.
Premios : 3000*
5
4
Douradilbo.. 4
D. Affooso 5
Zaino.
Cas tan lio.
S. Paulo .
Pernamb..
c
S. Paulo..
54
52
64
56
Azul e encarnado___:F. C. Rezenle.
Encarnadoe preto ...|G. P. Santos.
Encarnado e branco. .|A. de Mello.
Grenat e ouro........Coud. Pelotease.
P.R0JBCT0 DE INSCKPflAO
Para a 2a corrida a realizar-se em 29 de
Janeiro de 1S93
1. PARSO Consolado800 metros.Aoimaes da Pernamb ico qua nSa te-
nbam tido claasificacSo nos prados do Recife. pbemios : 200|J000 ao
primeiro 405C00 ao segundo e 20^000 ao terceiro.
2. PAREOPrado Pernambucano 1.205 metros. Ananaes pungas e
da Pernambuco. p:emios : 2505000 ao primeiro, 50SOO0 ao se-
gundo t 25)5000 ao terceiro.
3." PAREOExperiencia 1.200 metros. Animses de Pernambuco que nSo
tenham ganho em maior distancia de 8C0 metro* eos prados do Recife.
PBEsnos: 250)5000 ao primeiro, 50|5000 ao segundo i 255000 a
terceiro.
4. PAREO Hlpp idromo do C.mpo Grande 800 metros. Acimaes
de fernambuco qu nSo ttahara ganho na distancia de 8G0 metros
no Prado e Hippodrorao at esta data, pssmos : 200^030 ao piiaei
ro, 40500G ao segundo e 205000 ao terceiro.
5. PAREOPrado da Estancia1.405 metros Animaos nacionaes podendo
entrar estrangeiros de moio aargta. HAND^AP48 a 58 kilos.
premios : 35O5O0O ao primeiro 700000 ac segundo e 355000 ac
terceiro.
6." PAREOProgresa O 1.100 metros. Cavallos de Pernambuco que n2o
tenham ganho prtmioB no prado c Hippodnmo. peh m:03 : 2505OOC
ao primeiro, 505000 ao segundo e 255000 ao terceiro.
7. PAREO L!bcrdade 900 metros. Animaes da Pernambuco que nao
tenham ganho em distanoia superior a 1.050 metros nos prados do
Recife. premios : 2005000 ao primeiro, 405000 ao segundo e
205000 ao terceiro.
8. PASEO99 de Janeiro 1.1C0 metros- Animaes pungas e pelludos.
premi.s : 2505000 ao primeiro. 505000 ao segando e 25J000 ao
terceiro.
Observares
A inscripsao encerrar se-ha terca ftira 24 de Janeiro na secretaria do Derby
Club as 6 horas da tarde.
De ascordo cam o art. 5." do cdigo de corridas, n2o poderao ee inscre-
ver tos pareos Prado Percambucano Dotradilbo, Bonina, Dspota 2o, Atlante e
Petropolis, Experiencia Camponez, Huguenote e Triumpbo Prado da Estancia
Sir o, Progresso e Perigo, L'berdade Ida e Dublin, 29 de Janeiro Atlante Potropo
lis e Gslileu e no Hp. Campo Grande Pyjjmeu, Tudo-.
Os pareos Experiencia e Progresso au contaro victoria.
Secretaria do Derby Club 19 de Janeiro de 1893.
O SECRETARIO,
Mego Medeiros.
Ditos pretos de Joham Faber, cabeja
de metal, duzia.
D.tos preto do Joham Fabar, cabeoa de
borracha, duzia.
Ditos pretos de Joham Faber, cabeca
de Rsph.eJ_n. 1 a 3, duzia.
Ditos actogoorssal-? encarnados W.
F. e J. F., duzia. ~~~ -,.
Ditos rolicos azal e encrnalos, sunj
duzia.
Ditos de borracha J. Faber, um.
Tabletea de borracha J. Faber, peque-
6. PareoFerro Carril1450 metrosHandicap Animaes nacionses e e3trangeiro3.
Premios : 400*000 ao 1. 80*000 ao 2." e 40JUOO ao terceiro.
Petropolis... I
Aliante.....'
Napolitano ..
Aficana.. ..i
Galilea.....*
Alazao.....

Zaina.....
Alaso.....
Pernamb..
<
S. Paulo...
R. da Prata
S. Paulo ..
50
52
58
56
50
Verde e amarello-----
Verde e amarello
Azul e encrnalo. ..
Azui e ouro.........
Preto e'ouro.........
Maalbaes & C.
Osear.
P. C. Resende Reg.
Goud. Cruzeiro.
Goad. Frateroidade.
7.* pareo-imprenta 1.050 metros. Aoimaes de Pernambuco Premios : 250*000
Dublim.....
Ida........
PlulQo.....
Sans-Soucl
ao i.- 50*000 ao 2.- e 25*000 ao terceiro.
Rudado
Baio.
Pernamb.. 52
52
* 54
i 52
Verde e amarello.. ..
Ouro e azul..........
Preto branco e encar.
Ouroe branco........
Azevedo & C.
G. Cruzeiro.
Goud. Nerundlo.
0 .A. L. de Hattos.
8.* Pareo luido800 metrosAnimaes de
Piis de.....
Pirata......
Perigo.....
Matapau ....
Vermouth
Ooo8 comtigo
Eoireb......
Rodado.....
Preto.......
Zaino........
Pedret......
Tordilho
Rulado.....
Rosilbo......
Percnaob.. 54
54
54
c 84
54
54
m 54
Pernambuco que nao tenham garhj premio,
ao 2a e 20*030 ao terceiro.
Eicar. preto e ouro.(Cond. Pslmarense.
Encarnado, boaetprt./A G. G. Albuqaerque.
Azal eoaro
Grenat e azul.......
Braoco, encarnado ..
Verdee rosa........
Amarello e verde.;...
J B. Santos.
J. Pereira.
E Figueiredo.
Costa & Irmao.
J. Moraes.
s
Banco do Bra-
zil
P^ga se o dividendo das
arcoes de-te Baacoafazao
de 12^000 pelas de pri-
meira ser3 e 6$O O pe-
las de segunda serie a ra
do Commercio n. 6, l*,
andar, e criptorio de Pe-
reia Carneiro & C.
Recife, 9 de Janeiro de
1893.
Os animaes inscriptos para o l.c pareo deverSo achar-se no ensilhamento
3 1[2 horas da manhL
Os forfaits serSo recebidos at Sabbado 21 de Janeiro as 3 horas da
arde na secretaria do prado.
Os jockeys que nlo sa apresontarem convenientemente trajados com as
corea adoptadas no programma por seus patrSas, cao sero admittidos pesagem e
serao muftados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 L andar. > ...
A venda de poules ser annunciada ao publico por urna sioeta eletrica col-
locada na casa das apostas, logo que tenham sido pesados os jeckeys, um signal
prolongado avisar que bo vai principiar a venda de poules.
Cinco minutos antes do encerramento da mesma venda um signal menos pro-
longado ser dado.
O terceiro signal, prolongado como o primeiro, indicar o encerramento da
masma vonda, que ser irrevogavcl qualquer que sejto as rcclamac3es.
O horario que for mareado ca pedra e^i rigoros*macta cuxprido.
Caama-se att-ingao dos Srs. proprietaos, p k/os p^ra proeanueao os seus
crt5as, e cadernetas na Secretaria do Prado, afn da ere-: entregues aas p-jrteiros no
da do corrida.
Secretaria do Piado 19 do Janeiro d 1393.
Pelo secretario,
banta Gasa
Casas para alagar
Na secretiria da Sauu Casa aiugaa se as se-
quintes casas :
Becco do Vras d. 13, sobrado.
dem do Burgos n. t. cisa terrea.
dem do Borgos n. 27, idem.
Compara Pw^resso khpm
A directora roga aos Srs. scoaiataa o
obsequio do faaerem no Banco de Pernam-
buco ct ao dia 30 di Janeiro corrent8 a
3.a entrada na razio de 10 |0 do c pita I
subscripto, b -ra como pede o obsequio de
faz?rm a 2* entrada no mesmo pivso cb
Srs. accoatsti3 que a nSo aob-^m feto
inda.
Macei. 2 de Janeiro de 1893.
Jos Antonio Teixeira Basto.
Propicio P. Barrato.
S. B. P. Dieguea Jnior.
neo
de Pernambuco
Dividendo
Slo convidados os Srs. accionisUs ;.
viren recebar do dia 23 oa diante, o 6'
dividendo de suas acjSis, na rjzao de
JO-i. ao anco oa $'"00 por acgSo cor-
re. "oodante ao 2* semestre fiado em 31
de Dezembro prximo passado.
Recife, 19 do Janeiro do 1893
O secretario'
Jjs Ad'dpho Rodrigues Lima.
Os PhUomomos
De cri'im da directora commumeo .
socos fundad>res, cff-ctivos e honorarios
qae a sede effectiva da sociedade io
prodi n. 38 do C*es da Capibariba ; e
ooovido aos q-!". quiaeren faaer parte ao
tita oarcavaesov a entenderem-ee con:
a c Bsalo eocarregad* dos raspctivoa
festejos, a qusl estar di-riamant^ na
mencionada tlfl das 6 hor<>o da tarde s
9 h;>r:.s d no..,.
Secrc:-.:u d'Os Phomomcs am 10 de
Janeiro do 1893.
O 2' secretario,
A. Salda:,ha.
Estrada de Ferro do
Recife a Caxang
Fcsta na Yarzea
No domingo 22 do corrente depois da
tabella ordinaria da manb.2, haver os
seguintes trens do Recife a Vatzea a vice
versa :
IDA
12.5,1.18, .28, 3.10, 4.18, 4.33*.
5.26, 6.03, 6.40,7.30*, 8.00*, 8.40
e 9.45.
VOLTA
1.05,2.12,3.40, 4.05,5.16,5.20*
6.30, 7.15*, 7.50#, 8.25, 9.15 e
9.33.
Os trens do 6.03, 7.30 o 8.00 sao tm-
pressos da ra do Sol ao Bntroncamento
* Este signl indica ser o trem ez-
preBso do Entroncamonto a Casanga e
vice versa.
Os trena que partem do Recife as
2.28, 4.18,4.33,6.08, 7.30, 8.00
e 8.40 nao param no Ambol e os
que partem da Varzea da tarde s para
no Ambol o de 2.12.
O trem de 4.05 d Varzea passa ex
presBO no Cordeiro.
Esoriptorio da Companhia, 19 de Ja-
neiro de 1893.
H. Fletcher,
Ge.-ente.
no, nm.
D.to da
borracha J. Faber, grande,
Faculdade de Direi'o
De ordem do Sr. Dr, director e de
conformidade com o offijo n. 872 da se-
cretara do Estado dos Negocios da In-
strucclo Publica, Correios e Telegraphos,
espedido em 31 de Marga do anco pro
ximo passado, faco publico que Sea aber-
ta n'esta secretaria, at o dia 21 do cor-
rente s 2 horas da tarde, a concurren-
cia para o foroecimanto dos objeotos abai-
xo transcriptos para o expediente do 1
semestre de Janeiro Junho vmdouro.
As pe&eoas que pretenderem contractr,
deverSo aprejentar propos'.as em cart8
techadas e competentemente selladas, at
o referido dia 21 de Janeiro.
Nesta secretirii ee daro as informa
gBes e esclarecmentos de que precisaren!
us concurrentes.
Secretaria d-i Faculdade da Direto do
Rec fo, 9 d Janeiro do 1893.
RelacSo do3 objsetos de qua trati o adi-
tal supra
Pape! braceo para offiaios, timbrado,
reama.
Dito branco ingles e liaho ?r:a offi-
c;o,
resma,
rosado
paro cS-o, timbndo,
Companhia
DE
Fiscfto e TeciJos ds Pernamlioco
P.iga-.-c de 13 do carrente en di;ate o divi
dendo do si-gcndo se.^' -tro dj anuo tinto,
ra'o de doz por ceo'o ao anuo, ou cinco rail
res por accao, no eacrr'O'.o da couipannia,
rua do Bom Jejas n. 42, prlooeiro andir.
Kecife, 20 de Janeiro di 1893.
O director srcetario,
Jo Joo ti:' AtnoriuY
Dito
resma.
Dito rosado para portaras, risma.
D.'to almarjo pautado inglez, resma.
:to ministro, timbrado, pira crtas.
caisa.
Enveloppes, timbrad s, eaixa,
Ditcs pequeos pira cartas, caixa.
D:t':s peq'i'.nos para cartas, do liaho,
caixa.
Enveloppes, caixa.
Papal tiaoraio pr talegra***
canto.
Dita mata-barrio brsncj ou roado,
folha. .
Envaloppas timbraIo pva ofeo;o3,
canto. .
Ditos timbrados para ifHos, sacco,
cent0- 3 a c i-
Ditos timbrados para oiU.;,:, touo,
oento.
Ditos quadrados para cartas, cauto.
Lapis preto do A. W. Fatar, e JLam
Fabra n. 1 a 4, duzia.
Ditos pretos de Joham Fabar,
da osso, dnais. .. ^f
um.
Cacetas de varias qualidadeB, duzia.
Rispadeiras, cabo de osso, marfim e
bano, urna.
Brabante seres sortdas, novello.
Dito pardo fino e grosso, noveilo.
L'cre encarnado, pao.
Campainha3 de metal, urna.
Tinteiros de vidros sortidos, um.
Ditos ordinarios, um.
Caivetes, um.
Regoas, urna.
Tinta B. B!ach para escrever, boiSo,
litro.
Dita B. Blacb para escrever, frasoo,
litro.
Dita preta Anoine Teles, boi2o, litro.
Dita carmn fina, frasco.
Dita azul, preta e encarnada para
neto, fiasco.
Pastas de varias qualidadeB, urna.
Esptulas de osso, urna.
Peonas da 390 de varias qualidades,
caixa.
Gomma arbica iiquida, frasee.
Descanco do metal para caetas, um.
Mata-borrSo cylindro um.
TympanoB de molla, um,
O subsse3retano,
J. Telesphoro da Silva Fragoso.
Companhia Magoana Fiacao e
TecidrS
Augmento de capital
A directora d'csta companhia avisa aos
Srs. accionistas da pra$a do Rjcife que
em eessSo extraordinaria, de assemblaa
geral de 29 do corrente foi votado o aug-
mento da capital na importancia de rs.
250:010, destribaido por todos a accio-
nictao na rasao de 50 [0 sobre o capital
que cada um possuo; o, de conformidade
com a rasoloefto da mesma assembla,
pede aos Srs. pcaionistas o obsequio de
raaliear m Buncj de Pernambuco a 1.
octrada de 40 [0 do valor das aecss que
Iba coubcram, at ao dia 30 de Janeiro
prximo.
C norruo rasolveu a meseta sssemblea
geral, cm sem direitosscrSes desta
a:)gmccto de capital os acoioristas que
nao realUarem 1. entrada na praso eci-
raa indicado.
Escriptcrio da Companhia em Macei,
30 da ;Wmbao de .'892.
Os directores.
J. A. Teix;ra Basto.
Propicio P. Barretto.
Idelfonso L. F; 'Omena.
Banco de Pernam-
buco
D-i ecaordj com o art. 16 do decreto
de 17 da Janeiro da 1890 participamos
aos Srs. accionistas, qae so achare na
sede deita Banjo saa di.'pasigSo, oa
segaintea doonmentoa para serem exami-
nad 3 :
i- ."epia dos balancos.
2* Relacao nominal dos necio: et s.
3' Lista das transferencia do acjSis
dorante o anno.
Racife, ; ida Janeiro de 1893.
Joi flldolpho Rodrigues L'ma,
Director-secretsrio.

umin
[
J \
-; mm mtk \
J
-


6
Diario de Pernambueo Sabbado 21 de Janeiro de 1893
\
Londoa & Brazilian
Bank Limited
Aviso
A contar do dia 1 de Janeiro de 1893,
o London & Brazilian Bank, Limited abo
nar jurse na corita corrente de mo vi-
niente a razSo de 1 jjO ao anno, at le-
gando aviso.
Recife, 23 de Dezembro de 1892.
W. H. Bin.
Gerente, o
A' xl.-. do Gr.\ Arch.\ do
Un-.
Benem.\ Loj.\ Cap.- ConciliacSo, ao val.- da
ma do abuga
Sess,\ de Eleigao quwl i feira 26 do corrente
DeordemdjKesp.-. 1--- Veo.-., convido a
todcs osRResp.. llr. desta B-nem.. Off
para assislirem a Seis.- de Eleico para Re
pres. eDep.*-, relativo ao a do mac de
5,893 a 5,894. que lera lu,'ar qa'nta-fera 2> dt
corrente, na s le soc-.al, J 7 oras da nont*.
Re:ife, 19 de Jraeiro da 893-E. .V.-.
V. Cosa 18.-.
Secret -
Banco Popular
A'hamsa a dBponca\> 'los Srs. accio-
nistas na sede social, a ra do Bom Je
sus n. 64, a copia dos batneos, a lista
ncmim-t, .a d s accionistas e das transfe-
rencias das accSes, effocfaadas no anno
prximo passado, de contormidade com o
art. 147 da lei q>te rege as sociedades
anonymas.
Recite, 17 d_ Janeiro de 1893.
Albino Narciso Mais,
Director-secretario.
Derby Club de Per
nambuco
A directora recebe propostas para ar-
rendamiento do botiquim do prado da Es-
tancia, at o dia 30 do crrante.
Os proponentes deverSo presentar suas
propostas em carta ecbr.da, cerlos de
que ser preferida a quem melhores van-
tagens off^recer.
Secretaria do Derby Club de Pernam-
bueo, 16 de Janeiro de 1893.
O secretario,
Reg Medeiros.
aaco Popular
Terceiro dividendo
Os Srs accionistas so convidados a
vir receber o terceiro dividendo, relativo
ao sem stre de Julio a Dezfmbro flndo
na rbzSo de quutro por cento sobre o va
lor realisado das respectivas aoc8?s.
Recife, 17 de Janeiro de 1893.
Albino Narciso daia,
Director secretario.
extraordinaria do Banco de Pernambueo,
effectuada em 5 de Dezembro ultimo.
Copia da acta da Ia Bsalo ordinaria
da Companhia Recifense de PamneaeSo,
effectuada em 28 de Maio de 1892.
Foram diasolvidas aa sociedades que
giravam nesta nraca, sob as firmas de
Josta Ferreira & C e Ramiro M. Costa
& C.
Secretaria da Junta Commereial do
Recit, 16 de Janeiro de 1893.
O secretario,
Joaquim Theotonio Soares de Avdlar.
Junta Commereial
Pela secretaria da Junta Commercia' do
Recif j se faz constar, que em 9 do cor-
rente foi registrada a e3cnptura ante-
nupcial s dote que celebrara os conjuges
Jos Soares ds ieisaa e D. Mara da on-
ccicjlo Sorza Kangel, na qual se estipulou
o seguinte :
r que o conjuge dota a conjugo com i
quantia de dez contos de res, que se
acham encravadas no san estabelecimento
commereial.
2* que esse dote ser administrado pelo
conjuge, appcando seus reudimeatoa aos
encargos matr moniaes.
3* que fallecendo a cor.jug; sem deixar
prole, o sobredito dote reverter ae
doador.
4- finalmente, que bavendo prole c?ssa-
rao as estipulare estatuidas, passando &
conjuge a ter direito a meiacSo dos bena
do casal conforme o rgimen commum.
Secretaria, 18 de Janeiro de 1893
O secretario,
Joaquim Theotonio Soares de AveUar.
Arsenal de Mariana
De odem do Sr. contra almirantte
J,Ho Gon^ilves Djarte, inspector deste
..r-t.I e capital do porto 4aJt estado,
fago publico para ioteiro conhecimento de
quem hteres3ar pos3a, qu9 em ober7p.
cia ao disp >sto em viso do ministerio
d^ m-.rinha n. 3.090 de -3 de Dezembro
ultimo, recebe se propoatasem cartas fa-
chadas no gs bnete do Sr. ini-pector >,t
a -2 horas do d.a 31 do vigente mez,
oara os concertos necesBarios na enferma-
ra e maricha dse estado, eervind > de
base a descrip9"o dos meamos conceros,
que seacbaex osto nauta ^jeretaria para
o n^cessario exorne dos con:urreotes.
Secretan .i da InspejgSo do Arsenal de
Sarinha de Pernambaco 20 de Janeiro
de 1893.
O Eecretario interino.
Antonio da Silva Azweio
(9QK
Y1S0
Banco de Pernam-
bueo
A contar do dia 1- de Janeiro da 1893
e Banco de Pernambueo abona juros em
conta correte de movimento a raz3o de
2 -|. ao anno, at Begundo aviso.
Recife 22 de Dezembro de 1892.
Wilam tf. Webster.
Director gerente.
Comj anhia
DE
Fiafi e Tecidos de Pernambocn
Sao convidados os senbores accionistas a fa
xerem urna entrada de dez por cento sob o valor
nominal de suas accoes, at o dia 30 de Janeirc
prximo, oo escripiurio da companhia, ma de
Bom Jess n. 42, 1- andar.
Rec:fe, 30 le Dezembro de 1892
Jos Joo de Amorim,
Director secretario.
Aviso
Capitana do Porto
De ordem do Sr. cap'tSo do Porto fajD
constar aos intereasados : que fica ex-
preisamente prohibida a agglomeracSo de
quaesquer embaroacSas as rampas dos
caes difficultando o embarque e desem-
bargue ; sendo simplesmente permittiua a
demora do tempo suffi ionte para este
servido, e prohibida igualmente a amarra-
580 de espas, que dfficultera a attr>ca-
980 das mencionadas embarcares.
Os infractores incorrerSo as maltas
estatuidas, que serSo rigorosamente co
bradas.
Capitana do Porto de Pernambueo, 20
de Janeiro de 1893.
O secretario interino.
JAanoel Jos de Castro Vlel'.
Junta Commereial
Pela secretiria da Junta Commereial
do Recife se faz constar que no periodo
de 1 0 15 do corrente foram archivados
ob documentos seguinte,:
Contractos
De Francisco Gomes da Silva P-reir
e Francisco Britualdo Bcserra Cava:cante
para o commercio de fazendas e outras
mercadorias, que convenham a sociedade,
na cidade de Timbaba, des'.e Estado,
com o capital de ris 7:6905150, sob a
firma de Francisco Gomes & C
De D. Olindina Duarte Reg e Jos
Duque de Amorim pera o commercio de
gneros da estiva, consignacBes e qual-
qoer outro que seja Icito e de vantagens
pa-a a sociedade. n* cidade de Macai,
Estado das Alagoas, com o capital de ris
6:1745529, sob a firma de Daque de
Amorim & C
De D Mara Peregrina Blanco, Fran
cisco Sauto Fontan e J0S0 Antonio Lou-
reiro, para o commercio de fosendas no
estabelecimento tNova Aurora, ra do
Commercio n. 88, cidade de Macei,
Estado das Alagoas, oom o capital de ris
27:8240830, sob a firma de Francisco
Fontan & C.
De Manoel Francisco de Paiva e Jos
Bento de Paiva, para o commeroio de fa-
endas e ontros gneros que convenham a
sociedtde, na cidade de Timbauba deste
Estado, com o capital de rea 11:7684960,
sob a firma de Paira A Bento.
Estatutos e a acta da assembla geral
porto cima depois de carta demora, por ter
parte do carregamen'o prompio; para o restan
te trata-se com Antonio M. da Silva, ra da
Companhia Peroambacsna ns 8 10.
Compiuhia d Tri;hos Ur
baos do Recite a O nda
e Beb?ribe.
Assembla Geral Ordinaria
N3o se tendo reunido numero sufficiente
de Srs. accionistas pera funecionar a as-
sembla goral de novo convocada para o
dia 31 do corrente.aomeio dia, na sala das
sessSss da estacSo du ra da Aurora.
R.cife, 20 de Janeiro de 1893.
O gerente,
A. Pcreira Sim5eo.
Companhia Trilhos Urba-
no do Recife a Olind
e Beberibe.
Ssgate de acfd s, joros, e di-
dendos
Avisa-se aos Srs. accionistas que desde
o dia 1 estSo sendo pagos os jaros das ac-
c8es preferenciaes e obrigacSes. que as
ac{Ses preferenciaes de ns. 101 a 103,
105 a 103, 129 a 143 n3o vencerSo juros
oeste .semestre porque sao chamados a
rsgate, que se effectuar as tercas e
sab^ados, e que do dia 17 at o dia 21,
das 10 horas ao meio dia quando se farSo
todos os pagamentos pagar.se-ha no es-
criptorio da companhia o 36" dividendo
a raaab de 6 (0; sendo depois deste pra-
bo feitos os pagamentos as torgas e sab-
bados que forem diaa uteis.
Recife, 9 de Janeiro de 1893.
O gerente,
A. Pereira Simoes.
Hippodromo do Campo
Grande
Em reuniao desta directora foram multado
os seguales iockeys :
Gustavo Salvador, em 5f "00 e Pedro de Pi-
gueiredo em i00000. de accordo com o 3 do
art. 51 'o cdigo de corridas ; Jos Harcellioo
em JOOOOO, de a:cordo com o 4 do mesmo
artigo.
Secretaria do Hippodromo do Campo Graae,
SO de Janeiro de 1893.
O secretan'o
Augusto Silva.______
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
Pelo vapor Drasileiro Espirito Santo, esta
admioistracao expede malas para es portos do
sol. recebendo impressos e object03 a registrar
at as 2 horas da tarde, cartas ordinarias at
as 2 1/2 ou at a entrega das malas com porte
duplo.
idministracao J03 Gorreios do Estado de Per-
lamboco, 21 de Janeiro de 1893.
O cnefo de seccao
Epionanio de Luna Freir.
MARTIMOS ~
Para o Para
O navio Alezandra se^ue nestes dis :
recebe anda alguma carga a frete mdico,
a tratar com David F. Porto Baltar, ao
largo do Corpo Santo n. 23, 1.' andar.
Para a llha de S. Mi-
guel
Escuna portuguesa iFeiticeira
Espera-se oestes poneos das e seguir para o
The United States and Bfa-
zilM. S. S. C.
O VAPORINGLEZ
Joshua Nicholson
E' esperado dt
Nevf-York at c
dia t3 do Ja-
neiro, segninde
depois da demo-
ra necssaria
Para o Rio de Janeiro
Para arza. passagens, encommendas e di-
nheiro a frete trata-e com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8RA DO COMMERCIO-8
Io andar
O vapor Ortegal
E' espcrado|da Europa at
o dia
99 de Janeiro de 1893
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenoa-Ay-
res
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
'revine-se anda aos Srs. recebedores de mer-
;-idoriasque se attender a reciamacOes por
'alas, que torem reconhecida na occasio de
lescarga dos volumen ; que dentro de 48 ho-
ras a contar do dia da descarga das alvarengas,
ieverao faier aralquer reclamacao concernen-
tes a volume3 que porventura tenham seguido
para os portos do sal, atim de serem dadas 1
;empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresentar
em na vespera da chegada do vapor para toma-
*em as suas passagens.
'ara carga, passagens, encommendas c di-
nhei-oa 'reta: trata-se com os
AtiENTES
H. Burle &C.
42Ra d> Commarcio42
\
Viagem directa aillos
O paquete Mersario
Commandante Thomas Lacock
Segu no dia ae
to corrente as 3
horas da tarde
para o porto aci
ma lincaij.
l'.ecebe cirga, endommend !8, pa=8agens e di
nhFi'o* a frete, at a i hora da tarde do da
da partida
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
CompanhiaB hiana deN-
vegacao Vapor
Macei, V.lla-Novs, Penedo, Aracaju',
Kstanci-. o Babi*
O VAPOR
Principe do Grao-Para
E' esperado dos
portos cima at
o dia d3 cor-
rete, regressan
topara os mes
mos depois da
demora doco3tume.
Par carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete trata-pe com o ,
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigarie17
Io andar
O esplendido paquete
Athayde
Sabir nestes poneos
dias para os portos
do
Rio Grande do Sul, Pelotas e Porto-Ale
gre
recebendo desde ja carga para os mencionados
portos. .:'* -
Este paquete Iluminado luz elctri-
ca e tem ptimas accommodacoes para pas
sageiros de primeira classe.
Para passageiros, carga, encommedas trata-
se com os
AGENTES
Amorim Irmaos 8f C.
Ra do Bom Jess n. 3
Pacific St Mfp Con-
STRAITSOPMAGELLAN LINE
O paquete Liguria
E' esperado dos
portos do sal at c
dia SI de Ja-
neiro ssguindo depois da indispeosavel de
mo- para Liverpool com escala por
Anhoa Bordeanx e Plynouik
Para caiga, passageiros, encommendas e di>
nooiro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilsoi, Sons ., Limited
10 -RA DO COMMERCIO10
DHBll Pfli lo i
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Araea
ty 6 Cear
O paquete Una
Commandante Carvalho
Seguir para os
portos cima in
dicados no dia
\9B de Janeiro
s 4 da larde.
Recebe carga, encommendas, p assageas e di-
Dheiros a frete at 1 hora da tarde do dia
36 de Janeiro.
ESCRIPTORIO
Ao Cat$ daConoanhiaPernambucana
n. 12
W lail StiuD Mot l*
Pf
O vapor Thames
Capitao G. M. Hicks
E' esperado da Europa no dl3
? de Jineiro seguindo de-
pois da icdispensavel demora
nara
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayrei
Para carga, passagens encommendas e dv
; neiro a frete : trata-se cornos AGENTES.
O VAPOR
Magdalena
Commandante H- C. Rigand
E'esperarlo dos portos do snl at
o dia 8 de Janeiro segnindo
depois da demora necessaris
para
irfsr W
%. Vicente, Lisboa. TIgo e Son-
t .lamr'oa
Esta companhia acceita por presos ra-
zoaveis para Valparaizo at Abril, passa-
geiros com este destino, por via de Bue-
nos-Ayres e estrada dos Andes.
Tambera acceita passa^eires para Nova
Y.<:k via Sout'iampton, por especial ar-
raajo com a Companhia Allemand Lloyd,
podiendo demorarem-se na Europa caso
de?ejhrem.
leJucjSo nos pregos das passagens
lfa da 4 volta
i Lisboa l ciasa & SO 30
A S;ibamr.toa 1' olasM 23 42
Camarotes reservados para oa passageiros dt
unbaco.
?ara passagens, fretes. epcommr-ridas, trata-*
j c.
AGENTES
kmorim Irmaos & C.
No armx$em a Jravessa do Corpo Santo
n, 27
O agente Pestaa vender por conta e risco
de quem pertencer e a quem mais der, a encl-
lente casa cima mencionada com os commodos
seguintes : 3 salas, S quartos, cozaba fra,
grande terraco, agua encanada, quintal grande
com porto, e inulto perto dos banhos salgados,
acbaodo-se algala, rend?ndo '54000 men?aes.
Servindo de &a;e a off-rta de 5:85 ', livre edea-
cn.b.ir cada de qualqocr us.
Leilo
i.
-Ra dn B"m Tnin W 8
CHARGERS REUNS
Companhia Francesa
DB
IVa^egacSo vapor
Cjinha quineenal entre o Havre, Lisbc.
Pernambueo, Babia, Rio do Janeiro e
Santos.
0 VAPOR
VilledeSan Nicols
Commandante D?.:iei
E' esperado os portos do
sul at o dia %\ de Janeiro
seguindo depois da demo-
ra necfssaria para o
Havre em dlrekura
Recebe carga e encommendas a tratar :cm o
AGENTE.
O vapor Parahyba
Commandante Luce
E' esperado da Europa at o
dia *4 de Janeiro, seguindo
idepois da demora necessaris
para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
estes vapores entrarao no
PORTO
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
rapores desta linha, queiram apresentar dentro
le 6 das, a coctar do da descarga das alvaren
lo sul, afim de se poderem dar a tempo as pro
videncias neepssarias.
Expirado o referido prazo a companbia nfc
se respoasabili3a por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros
>ara os quaes tem escellenteB accommodac6es
1 tratar com o
AGENTE
Auguate Lbil le
9RA DO COMMERCIO-9
Lloyd Brasero
PORTOS DO NORTE
O paquete
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. Dias
E'esperado do
portos do nort
at 19 de Ja
neiro se uindo
depois da demora indispensavel para
Macei, Bahia, Viatoria e Rio de Janeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Iguape, Paranagu, Anto
aina, S. Francisco, Itajaby, Santa Catbarina, Rio
Grande do Sul, Pelotas e Porto-Alegre.
As encommendas serio recabidas at 1 bora
to tarde do dia da sabida, no trapiche Rarbosa
10 largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua atteccli
>ara a clausula 10 dos conbecimentos, que :
No caso de haver aiguma reclamacao contra >
conpanhia, por a varia ou perda, dave ser feils
por scripto ao agente respectivo do porto a;
de carga, dentro de tres dias depois da tinali
saa.
Nao procedondo esta crmalidade a companbb
ti a isenta de toda a responsabilidade.
?ara pass^fins, frete3 e ccommenolas i"i
ta se com os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
Gvm-Uua do Commrcio6
1* andar
De 16'i b.trii:as e 188 meias barricas icm
cimento^marcj cor3a (cojo avena)
Segmida-feira, 23 do correte
A's 10 horas em p nto
O aeente Pinto levar leilo par antorisacao
da companbia de Seguros e por conta e risco de
quem pertencer de 155 barricas e 88 meias com
cimento marca cora iieicarregadas de borlo da
barca ellexa Angostara com avaru Q'dgua do
mar na Ba ultima v:agem de Hunburgo para
este porto, e ezi tentes no armazem do caes da
ra do Rrum ns.!7e21, onde se effectuar o lei-
lo no dia e bora cima mencionados.
Ag-ente Pestaa
h'\ o definitivo
Importante empreo de c: pital
TerEi-feira, 24 to c-jrrente
A'S 12 HORAS
No armazem a travesna do Corpo Santo
n. 27
Do importante terreno proprio com !re3 fren-
tes, sen 'o urna para a estrada dos AfU eos, c*m
porto de ferro, orde faz punto de para 'a o trera
da via-ferrea de Caxang?, no luga- denominado
Sertosiobo, com 284 palmos, outra para a nova
estrada, com cerca de 700 p Irnos e ouira que e
o fuudo do referido terreno, qne faz frente para
nova estra'a que vai ter avenida do Dr. Mala-
quias, medindo 531 palmos, este terreno arha-
se muito bem arborisado com diversas qualida
des de arvores fructileras j dando fructos, < a
cimba coa excellente agua de b.ber, etodos o
materiaas do grande sobrado que ge acba em
ruiaa 03 quaes Cao pira e llflcar boa casa ter-
rea crjj terreno cbsma atlenco dos Srs. cem
predores, j pela ui localidade e pe i bom cli
ma bygn'niM o qoal ser entregue pila off-rta
de 8:100000 obtida no primei'o leilo nao ba-
vi.ndj quera maior lance off.--ec>.
t
Alfredo Erne.iu do \ns. imculo
Hermioia Severiana doNascimevo, seus ne-
tos, Idaiina Joanna do Naecimen'o Pn bo, Mito?!
Gailberme do Nasi'.imen.o, Jorgf Etevo do
Niccimento, Joquim Cdnstiano V:u;.na do Naa-
cimuntc, Joo Flix do Nascimenio. Jjs Vidal
Pinho, Alexaodnna do Nascimeito, 5:aria do
Nascimeoto e Etelvina do Nd8cin.e.ito agrade-
cpdj do intimo d'alma a todas as persas que
acompaabaram al a ultima morada os restos
mortaes do sea nanea esqaecido lho. tio, irmSo
e cunhido, Alfredo Ernesto do Nascimento ; e
d ; bovo os couvidam e aos parentea e anrgos
do tinado para as.-isii-en, as missas do eetirco
dia que mandaai rezar na igreja de S. Goncallo,
pelas 7 boras da manb do da 24 do corrente,
Meando desde j grato? por este acto de rtlgio
p carMs'lp.
t
Baruo de trvala
A Baroseza de Grvala, filhos, genro3 e nptos
agradecer a to las a pesa ..-as que se dignaram
acomianbar e cam-garaa al a carella do en-
genho Grvala 03 re3tcs mortaes de een pr^z^do
esposo. BOgro'e av o Baro de Grvala a de
novo convidara aos meamos a assisti-em as mis-
sas do stimo dia que mandam celeb a' nela
alma do mesmo tinado, na seguedafeira 23 do
corrente, s 8 toras da manb, na oapella d'j
eng-nho Gasat, mat-iz da Boa-Vsta. de Santo
Antonio e Penba, pelo que desde j confessam
te pte-na^r-nte irrains.
.EILOES
Agente Burlamaqui
Leilo
De predios
Sabbado 21 do correrte
As 11 horas
No armaten ra do Imperador n. 41
O ag-'nte cima por man 'ad e assistencia do
respectivo uiz, vender em leilo a casa terrea
n. 34 roa do Jardlm, freguezia de S. Jos, em
solo proprio, com soto interno e cacimba.
Em continnaco vender o sobrado a ra Au
gusta n. 278 com Dastante commodos e a casa
terreaarui dos Guararapes o. 19.
Os Srs. preten lentos desle ja podem exami-
nar as respectivas casas.
Agente Pestaa
Leilo
Da importante casa terraa sita a ra de
Mathias Ferreira n. 11 edificada em
terreno proprio, em O'inda.
Sabbado, 21 do corrente
A's 1% horas
Agento i I ve ira
Leilo
De mo7eis, espelhos, qoadres, Iouc/sb e
vidros
fer(tJMri, 24 di corrente
As 11 horas
No sobrado sito rea do Mrquez do
Herval n 61
0 azenie Silveira aotoris-.'Jo pelo lilrn. Sr. Ci-
pjio Lyd;o Alerano Baid^ira de Helio qu^ reti-
ra se para a Capital Fedrale m a exma. aml
lia, levara a leo os movis existentes em sua
casa !te residencia a rna do Marques do Hi-rval
n. 61, constando do seguinte :
1 ruoDilia de aaisrelio pintada de preto, a Luiz
XV, com as segua es p-gas : 12 cadeiras de
goarnico, 2 braco3, 2 de balanco. 1 sof, 2
consoletes, I jardinei a cora pe Ira, iespeluo
oval, 1 i'itoquarangular, 4 cadeiras de jscaran-
d, antiguissimae e bem conservadas, 2 commo-
das de arra-e!lo, 1 toile^e, 1 excellente mesa de
amarello. grande, propria para escriptoria 1 dita
menor, 4 cadeiras de amarello, 12 ditas de ama-
relio, 1 cama faaceza, 1 mfsa para jantar com
amparadores tblanza, i guarda loocade amarellc
2 apparadorc-s, 1 q",rtinheira de columna 1 la-
vatorio de amarello, i do de ferro, 2 cabides
de amarell >, de columna, 1 banqainha de ama
relio com esinnte, 1 marqueza. 2 mnrquezOes 1
relogio de pare Je, 1 escada, camas de lona, jar-
ros, louca para jantar, dita para almoco, facas,
colheres e mais accessorio3 de casa de f imilia.
Importante leilo
De excelentes mercadorias de lei, armago de
amarello, carteires, balco e cofre prova de
fogo.
CONSTANDO :
De urna cofre novo, 1 dcci de pao para bi-
lhar, 1 fardo de palhinba .le primeira qialldade
preparada, pecas de brim de linbo, alpacas de
sede para palitots, telas de rame para comida,
pecas e cortes de finas casimiras, assentos de
palbinbas para sofs, i caixa com lindos casacos
de l ponto de roeia, para senboras, pecas de ee-
tms, ditas de sargelim, seticetas, botOes e outras
muitas mercadorias novas tiradas agora da Al-
fandega, que sero vendidas ao correr do mar-
tell.o e em lotes, a vontade dos compradores.
Em seguida ser vendida a excellente arma-
cao, balco e carteiras que foram do Bao Po-
pular.
Quinta feira, 26 do corrente
As 11 horas
O agente Gusmo, autorisado vender por con-
ta e risco de quem pertencer as mercadorias ci-
ma mencionadas, cuje leilo ser effectua o no
armazem o. 22 da roa 15 de Novtmbro, amiga
do Imperador aoode funecionou o Banco Popu-
lar.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-S3 urna boa cisacaiada e pintada de
novo, muito fresca, com agua, gaz emuitos com-
modos roa do Hosoital Pedro 2- ; t tratar all
com J, M. Beis, das 8 s l da manb
A padaria ao Pombal moe miibo para ca-
vallo do Prado a 30 rs. por kilo.
Vende se urna oalanc decimal, propria
para taverna : na ra do Brom n. 79.
Manoel M"deiro?, possuidor das apolices
de ns. 1 9 e 87 89 do Empres'.imo Nacional
de 1879, tendo perdido doze coupons de juros
relativos ai trimestre de Outubro Dezembro
de 1892. de n. 5', previne ao Sr. ttu-soureiro da
Tb.'souraria de Fazeida, que nao pague os ditos
coupons aquem quer que seja que os aprsente.
Becife, 13 de Janeiro de 1893.
AMA Precisare de urna para cosinnar e
para ofrros servicos internos, que aprsente al-
tes t>.lo de boa cornuda e pernoute em caaa dos
patro .-9 ; na ra da Aurora o. 67, andar terreo
V"nde se om importante piano de Pleyel,
qn =i novo ; a tratar na travessa dis C u .es o.
12. laja._____________________________
O abalxo assignados declarara qus dissol-
ver.iLn amigavelraente a sociedade quj tinb m
no esta ele:imento dem libados na estrada nova
do Zinby n. 114. que gyava sob a firma Car-
neiro & lrmSo, licanuo com o mejmo Miabekci
meato Jos de Medeiros Car ieiro e respoosavel
pelo activo e passivo.
Becife, 18 de Janeiro de 1893
Antonio de Medeiros Carneiro.
___________Jo' d Medeiro Carneiro.
Vndese 31 a^cO'a da Companbia Trilbos
Urbanos do Becife a Olinda e Beber.be, e 2i da
Companbia do Beberibs ; a tratar na ra Vis-
conde de Goyanoa n 8
Hnnoel de Pontea Gome
J dos San'os Morelra, grato memoria da
seu nunca esquecido pr'rao e amig, manda "e
lebr.ir urna missa segonia-feira 23 do c Trente,
s 5 horas d i manb na igreja de N. 5. do Ter-
co. 5- anaiversario Jo sen passamer.to.
Convii aos anacos e pareles 3:hb c. do fl-
cenla o seu comparecimento, flcanlo eteraa-
mente grao.____________________________
t
Joaquina Hurla ti" Cmara
D uiel Moreira da Costa. Antonio de Qox-iroz
da Cisla e Mari L. de Qori-oz (VaU ( '.vCS e
mandarera eelflbrw a; iiasa no dia 21 do
corriste, i San'-o Antonio, 8.t 'no dia do falle.: melo de
;ua pre/ada eogra, m5i e av, e para ocle eclo
deciridade coiTiiam .es parentes e amigos
oara assis'.irem, pelo que desde j se confessam
sommarnenip g*."toj.
Am;
as
No Espiihei o, na da
Hora n. 21, precisa-se de
urna ama de leit e de
ir;: a cri::dioba.
km
Na ra de Riachuelo n.
51 nrecisa-se le urna ana
para servico de casa de
f mi liapaga-sf bem.
Ama
Precisa se de urna ama para o servil,/
domesiico de urna casa de pequea fa-
milia : a tratar ca ra da Ixperatria n.
24, Io andar.
Ama
Precisa-se de urna boa cosiobeira para casa
de moco soltelro. paga se bem no armazem do
Martina p'uca de Maciel Pinheiro n. 2.
Ama
Na ra do Biacbuello n. 51. precisa se de urna
ama que saiba pentear e costurar, paga se
bem.
Ama
Precisvse de urna ama ; na ra Direita n. 4,
segundo andar.__________________________
Amas
Precisa se de duas amas, urna para sala e ou-
tra para cosioba ; a tratar na ra Baro da Vic-
toria n. 44, ou n. 54 na agencia de movis.
Ama
Precisase de urna ama perfeita engommadei-
ra : na ra de Pedro Affonso n. 28, primeiro
andar.
Ama
Precisa so de una ama paro tomar centa de
urna crianca ; a tratar r.a ra do Cabog n. 14,
de meio dia at 2 boras.
Precisa se de usa ama para lavar e engom-
mar, que tenba boa conducta ; a tratar na rus
Visconde de Albuquerque n. 5, oito da matris
da Boa Vista.
Veodem se tres casas pequeas de pedra e
cal, em chao proprio, era Afogados: a tratar na
ra dos Pescadores n 28.__________________
Precisa se de um bom cosinaeiro ou cosi-
nbeira, oaga-ee bem ; a tratar na ra da Ca-
deia do Becife n. 35.______________________
Precisa se de um copeiro e de um eitor :
a tratar na ra Mrquez de Olinda n. 35.
Precisa-se de um bom cosinbeiro ou cosi-
nhein, e de um cope ro ; a tratar na ra da
Imperalriip. 3, 1 andar._________________
Precisa se de ama senbora de meia iade
para servir a um bomem soltelro, cujo nao
moco, de boa conducta : quem quizer pode ir
ra do Coronel Suassana n. 147, que se dir
quem .
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para cosinbar e
outra para tratar de duas criaocas, prefere-se
que sejam de meia idadr e que d attestado de
sua conducta, paga se beu? ; a tratar no Livra-
mento o. 1, sobrado.
Ama
Precisa se de urna ama que seja boa cosiobei-
ra ; na ra Baro de S. Bc-j-t n. 33.
Ama
Precise-se de urna ama para co inha-; na ra
da Palma n. 40.______________^__^^_
Ama
Para cosinbar e mais servicos para duas pes-
soas ; a tratar oa ra Baro da Victoria n. 4,
fabrica.
Ama
Precisa se de urna ama para co3inhar : a tra-
tar na ra Duque de Caxias n. 63.
Ama
Precisa se de urna ama para andar com urna
crianca e para servicos domsticos; a tratar na
rna da Uaio n. 5. ____________________
AMA para cosinhar, precisa-se de ama; na
na Mrquez do Herval n. 85, sobrado.
Caixero
Precisa se de um de 12 a 16 annos de idade e
que tenba pratica de mol hados; ra do Mcto-
colomb n. 56A (Affogados).


-

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WKLwKtmt**-
.. wm


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)
Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Janeiro de 1893
RBA-IODADO >)
ZAROPB de J. BlTOI
o IODO, combinado com os inccoa das plantaa antlscorbatlcM,
presta s Craanca daant os mals relevanter. serrlcos, para com-
bater Glndula do pernea Uachit tanto Pallidmm
% Engormitarntento mmerofnlmmoa otestias dm
elle Croata lctea*, etc.
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1 Dito de..... 30:00J0OOO
1 Dito de..... 20:0005000
2 Ditoa de..... 10:OOOKOO
3 Ditos de..... 4:000,5000
8 DitOB de..... 2:00ol00
12 Ditos de..... 1:0000000
10 Ditos para a dezena
1. premio a 40j;50CO
10 Ditos para a dezena
do 2.e premio a. 2005000
ICO Ditos para a centn
do 1. premio a 100(5000
100 Ditos para a centena
1005100
300 Premios para es 2 fi-
naos do 1. piemio a 2001000
300 Ditos para os 2 fi-
i aes de 2. premio a 2005000
27C0 Ditos para a term'na-
55o de 1. premio a. 1005000
2700 Ditos para a termina-
cao do 2 premio a. 1005000
2 ApproximagSes para o
*. premio a. 4:0005000
2 Ditas para o 2. pre-
mio a...... 2:0C05O00
2 Ditas para o 3. pre-
mio a. 1:005000
6,254 Premios.
do 2. premio a .
Esta lotereia corrpoe-se de 30,000 bilhetes 805C00, dividida em 20 series
custacdo o bilhte inteiro da serie 45''00, e subdivi.Io em quintos de 800 reis cada
um ; de maneiraque c.m 45000, tra-3e 30 contos, com 35200 24 contos, com 25400,
18 contos, com 15600 12 contos, e oona 800 reis SsOOOJOOO por inteiro
Extracto em todos os Sabbados.
CARDOSO&IRMAOS
KuaBarodo Triuiripho ns. 100 a 104 e ni*
doVisconde de Itaparica ds. U
3R.3SGXDF3S
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos doB melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitabulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravadas caldeadas, fundido de todos os tmanhoa
KODAS D'AGUA psra cubos de maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhoa.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se jpsa dessjar para .ingihas, str
&s de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e quaiquer pega de machinismo tanto de fer
ndido como batido-
EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medinte um
MmmissSo rasoavel, quaiquer machinismo e CONTRAOTAM apparelhos para Dsi
cas, para fabricar le 100 a 300 sacos de aasucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos e respon8abilisamse pelo bom trabis-
C que tem um hbil ngenheiro :.ngle mrite pratict, aln de dos um dos socie*
ab bemnheiro.
I^-clit
sursp turados com agua das fontes
Gde Grille, Clestins, Hpital
Hauterive, S'-Yorre, etc.
PARIZ 23. Avanue Victort PARIZ
"TplnmbuK : 9 i* DB06S UODOCTC lVMz
3?
fa
.................. \
O LEITE ANTEPHELICO Q
. 14,T ANTPHUQUE
puro ou
misturado com agua, dissipa
irg ou m..-------
qaRDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS
RUBRAS. BORBULHAS
ROSTO SARABULHENTO
E FARINCEO
RUGAS
A*
^0OJJ
fG?
Serva
a cu
X\
IV**.
r
TO. JST.
Casa de commisses e repre
sentages
EXPOSIQAO
DE M COMPLETO SOBTMNTO DE
GaA.TJUL OfflOB 3
de innmeras fabricas de te ios os ^zes da Europa
las duas Americas, de ten7 especie de mercadorias, ) <
achinas e materia prima
Deposito do afamado tCREOLIM o melhor de
i afectante con h e cido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA d
Or. H. Rirdet.
62Bu: do Bou JESS--**
<
X
H
<
x
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA

d
X
^
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mals suave de todos os perfunna suaves
A original ti nica csseocla Trdaileira ,
a de Atkixsux. fclvitar ;is coutraaccOes.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
be ni preparada um doa perfumes dos
mais refrescantes. A de Atkinsos, de
labricavao ioglcza c recouheeida como
a mals fina.
Vendem-se em toda a parte.
J. A E. ATXIVSON,
24, Od Bond Street, Londres.
kAVI&O Legitimas somonte m o rnlnlA^
escudo azul e amareilo e a marca de
fabrica urna "Rosa branca" com
o completo endereoo.
sstiiisfti*
9 Medalhas Quro n ExposifSes Universaes 9*
S l-ARIS |r PARS S
5 ^ajait^
o
5 J. IT-A.XJ
BRDEOS (FRANCA)
ota Depsitos em todas ai vendas de Comestiteis. tt*
Feitor
No Espinheiro, ra
da Hora n, I, preci
sa-se deum eitores-
trang'ero, dando fia-
dor de sua conducta
i
I Hilase
o
0 grande s brado da ra do Capito Antonio
de Lina n. 30. com coracu3'jo3 paa grande'a
milia, com asna e gaz ; a traUr na litbo^rapbia
roa Mrquez de 01 inda n. 8.
Cimento
Ferreira Gimrrrs & C. venden, bara'o para
mtregar no caes ; ra Duque 'le Caxia? n. 8
12JU00
E' quanto se paga por uma ama qne saiba
comprare c-isinbar bem, seja limpa e fiel, pra
casa de pequea familia composta de um casal e.
urna enanca, residentes ro bairr j de Santo An
Ionio : a tratar ua p.idaria de loaquim do Monte
a ra da Ssuiala n. 90.
Professora
Precisa se de urna senhora habilitada a leccio-
nar algumas mtninas em nma cidade prexiaa
via frrea de Limoeiro, exigindo-se que saiba
cem perfeifo o portuguez, fjancez e piano :
quem se julgar nestas condigOes dirjase a ra
du Livramento n. 23, loja de Andrade Maia &C,
que acbar com quem iratar.
Ccsinheiro
Precis:-?e d um
Paysandu' n. 19.
bom cosinbeiro : na ra do
Criado
Precisase de um bom copeiro para assistencia
interna, e que d ioformaco de sua conducta :
a tratar ra ra Mrquez de Olinda n. 51.
Yende-se
A taverna e padaria pita estrada da Ponte de
cha n. 57, e o motivo da venda se dir ao
comprador ; a tratar na mesma ou na CapuDga
iua das Creoulas n. 33
A. viso
As casas 30 e 32 roa Das Cardoso, nao po
dem ser aremaiadas, .ao usj fructo do execu
tado, e e.-i provado nos autos.
Cigarreiros
Precia? com urgencia, Tifab-ica Lafayette.
Iraspassa-se
O arrendamento de nma baixa de capim em
varzeas muito frescas e com agua abundante
para irrig3c6e, com boas commodos para ani-
maes. casa de morada e de Un: ha. bois, caval
los, ca rocas, arreios, cangalbas, etc. ; a tatar
ua travessa do pngo n. 4, das 6 s 8 horas da
noute.
Co&inheira
Precisa se de um" co-iDbira ; na ra Mar
quex de Oiioda n. i 3. armazem de mindezas.
Criado
Prerisase de m criado de 14 16 annos de
idade ; r.a ra do P.-ysaudu' u. 19.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
reparado so'-* bases scientilicat.
e i11 > moIol: :. ;b para o fim de
oenelioiar os cabellos, restaurar
.i edr, impedir a queda, e proino-
ver seu vico e abundan te cresci-
nento.
Esta apurada e excellcnte prepara\-o,
cm duvida o melhor remedio at hoje
"onhecido para os differuntes defettOfl I
abelladora, merece a intima ttencio
odtfl as pessoas que tem tuio n hHt
lade de perder em parte este mala r
Tnameiito natural 'l:i phyi
m sen emp l to-t
. guidoresultad n aunenteso
Jentes. Em multOE casos porm ac
sempre, :i propria calciae tem sido co
rmamiitemente.
Serapre se consegne fazer parar a t
&0* cabellos; cmtiuanto que para opentea-
A das seulii'us. C o ubjecto mais til
aais agradavel que se pode empregar
PlU:P.UtADO PELO
"JR J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
A venda as ajas de armarinlio e pe.
naaitea
DEPOSITO OEKA>
-
Florista
Luiea Neoomucena Duarte participa ao
respeitavel publico que mudou a sua re-
sidencia para o 1. andar do sobrado a ra
do BarSo da Victoria n. 26 entrada pela
ra do Csj, onde est prompta a satis-
faeer com toda a pontualidade, as encona-
riendas que lhe forem confiadas, como
aejam :
Bcuquets de craves naturaes para noi-
va?, rLamente eneitadoa
Capellas !.em preparadas e a cutento
das Exmas Sraa. noivas.
Fiores de panno e de papel, do gosto
que for pedido.
Baudeijas de bollinhcs fino; do diversas
qualidades.
Fiambre preparado e bolles para todos
os actos festivos.
Todas aa encommendas se farao com
toda a urgencia pedida, garantindo-se as
seio e goato no des mpenho do trabalho
aasim como se far pe:o prego que con-
vier ob contractantes.
Sala para escriptorio
Aluca-8e urna a roa Duque de Casias
a tratar no ESCRIPTORIO C0MMER-
GIAL a mesma ra n. 72.
Aluga-se
A metade da nasa ra Augusta o 228, com
2 q-iarto3 e agua encanada ; tratar na mesma
Armacoes
Vende se a armac) exia'.ente na ca?a ra
de S Jorge n. 2, com todoa oa u' nailioa, mul-
to barato e garntese aa chaves : a tratar na
me;ma ra n. 30.__________
Costureira
Preci;a-e de urxa costureira qua tr-nha rrati-
co dooofeitar chan <

Independencia ns. 27 e 29. Pga se bem pendo
boa.__________________
Sitio e casa
Veode-se um multo bem localisado, com bas-
tantea fructeiraa e matta baatante eatenaa, boa
casa de moradia com commodos para familia,
enllocado na cidade de Gamelleira, eatrada do
estreito, perto da referida ealajao ; a tratar na
ra Dnqne de Caxiae n. 63, ou do engeono Var-
ze Grande, na mesma cidade.
B. m negocio
o estabele; iaieolo de molbados
im
Vende-se o estabele imento de molhadOB
ru da Flo-entina n. 32 casa bem afreguezada e
bom ponto para negocio ; a tratar na ra larga
do Rofario n. 38. __________
Costureira
Precisa se que tn-enda riecatuia para renho
ra ; na ra 1 de Ma co n. 15.
Goiaba
Compra se em quaiquer quantidade ; na ra
do Coronel Snassnna n. 2^2.________________
Engommaleira
Precisa se de urna erjgommadeira ; na ra
Duque de Caxiaa n. 86, pnmeiro andar.
Curso de Janeiro a
Feyereiro
HISTORIA UNIVERSAL E HISTORIA
DO BRZIL
PELO BACHAREL,
Thiago da Fonseca
A' tractar no escriptorio do Jornal do Reci-
fe, ra do Imperador, das 11 1 hora da
tarde. ______^________________ .
Fabrica de lquidos al-
crolicos
DE
Joo Ferreira da osta
Ra da Madre de Deus n. 10, em Per
nambuco
Formulas approvada^ pela junta dehygiene
Resta bem montado esiabelecimeuto encontra-
r o os freguezes, quer da ca.ital ou d fra, o
ue pode baver de melhor em lquidos naci-
liaes, como st-jam : .
Viohos braoco e (in'o, caju'J nipabo, vinagre
branco e tinto, e genebras de diferentes quali-
dades.
Todas estas mercadorias se rrcoramendam por
soa boa qcalidacie e bSo tarantidas.
De8ejando o pronrietaMo dtate eitabelecimen-
to tornar bem coobeuu s os seu8 productos, tem
resoivido vender a preis muito razoaveie e re-
ceoe quaiquer en^ommna para fra doEatado.
Comp'ase quaiquer quaaiiJade de botijoes.
fr.aco8 e garrafas \a.-ias.____________
Atteneo
Vendem se duas partes do rogrnbo Tamoatar
Merim e duas do engenbo Coqueiros, comarca
da Victoria ; a trata: na ra do Imperador n.
14,1-anda-._______________________
V, osiiheiro
Precisa-se de um bom cosichpiro ; a Iratar na
ra 00 Cotcmercio o 44. ;c.iptorio.________
A^luga-se
( Est se pittando )
A casa tola circulada de potas e jantllaa,
com ei'io. n. i. na Baixa Verde (Cpunga), com
accommodacOes para farxil a ; a tratar oa pbar
macla fraocexa, ma Barao 1a Victoria._______
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro que d flanea de
sua condutta na ra do Brum n. 65, (averna.
.erosene lnexplosi re\
Foii8$ca Irmio
Vejam isto
Vende-ee urna excelk-nle casa em um dos
melhores soburbios desta capital ; oflerece ella
todas ae cond^tOes para urna confort vel viven-
da, e s vendida porque o seu propnetario se-
guir )revemente para Europa, onde ir fixir
?ua residencia : a tratar na ua 89, antiga Im-
perial n. Kl-L.__________________________
Attendite et vi-
dte!
Joj 8amuel Botelho, fabricante de bouquets
do mais apurado gosto, para casamento, bapti-
sado ou outro quaiquer acto ; potta ser procura-
do i ra 4a Cadeia n. 43, loia de selleiro, oa na
sua residencia ra da Conceipao n. -w
Vista.
,
ISHD
. i '-------r
i
\
X


8
Diario de Pernaoibucc Sabbado 21 Je Janeiro de 1893
AOS FUMANTES
Desejaes nao ter azia quaudo fumaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, qaer desSados.
caborosc lamo desfiado intitulado Hygiemco Nacional e os cigarros do mesmo famo.
Depois disso dir-vos-hei se foi oa nao til o coaselho.
Compro notar que os Hvgienicos sao fraqnlnhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na roa Larga do Rosario n 21 A.
Vm apreciador.
Osa i tambem o armalas
M AEMIS BES DAMES
HAUTE NOUVEATJT
fflCHis par wmm cur
DE
LIDGERWOOD
i
Saias de seda Glac.
f >
Blusas de sarah de todas ae
orea.
CB
Matines de sarah, lines e
cambraiis ricamenta guarne-
cidas
<
Cintos largos de seda para
tenhora, alta novidada.
o
Escolha monumental em le
ques, ventftrolaa de pennas e
de gazes.
c
Grande variedade em vest
os para cranlas.
Novidadei em creps, cache
miras com seda e velludo Bus-
to de todas as cores..
t
Grande variedade em musse
ine Banda, linons, organdys e
'ev.ictinea.
o
Sortiminto completo onxo-
/aespara baptisados, vestidinhos
a toucas de seda e sapatinhos.

Bonecas finas, ricamente
vestidas, e que falle m.

Faizas para homem.
c
Grande sortimento de pende
ques e enfeites para guarne
cer vestidos.
o
Sedas brancas, pretas e de
aires, capellas fiuas de cera e
pellica para noivas.
o
Colzas de seda e de renda,
cortinados de fil de phanta
sia.
o
Ricas capas de seda e ca
iheuiira pretas, guarnecidas de
-enda e vidrilhos de todos os
tamanhos.
<
Completo sottimento
zondas para loto.
de fa
Camisas de sarah para de
loite e de dia de todas as eo
-es de linho e saias bordadas.
c
Camisas bordadas e peitilhcs
de phantasia para homem.
(f
Nova remessa de guarda pos
le seda Ada e sedi pa
Iba.
ta
Costumes de Jersey, casemi-
as e biius para meninos de 2 a
LO annos.
A PARADIS DES DAMES
Boa Barao da Victoria c. 83
Machinas a vaper
Prtatela e fizas)
Lavadores
Despojadores
Descascadore
Ventiladores
Alambiques
Bodas d'agua
Turbinas
Engenho de Serr
Moendas de Cannt
Moinhos de Fub
Debulhadores
Separadores
o da Victoria38
TELEPHONE N, 59
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
lendo despachadas uestes ltimos dias.
LOUVRE
'Qbjectos de gosto par
presentes
Es. cesta artigo grande escolha no
LOUVRE
cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeiUdoa, tem recebidi a!
uamente o
LOUVRE
Grinaldas, leqoes e chapeos
de sol
De phantasias acabara de chegar para i
LOUVftK
TECIDOSDEPHAN-"
TASIA
SPdo inipoasivel de se deacrovar t
Tirio variedade de tecidos da diversa;
jualidades proprios para a estacSo actual,
roga-se ao publico em geral e principa!
tente s Ezmas. familias a finesa de vi
5:tarem o
LOITV1E
Etna ].* de Marco n. 20
francisco Gnrgei k Irao
TELEPHONE N. 158
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenhoo
oara forros de soalho, completo sortiments
o LOUVKE
Francisco Gnrgel k Ifmo
Ra Io de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Capas, jerseys e visitas
Gostos inteiramente novos acaba de re
seber
Coeumes para creao^as
De todas aa idadea encontra-se grande
ortimento no
Louvre
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Pars receben o
Ltlfrt
At pe sial!
Recebemos grande sortimento de obras
de vimes, como sejam :
Cestos de diversos tamanhos propria
para campras.
BOUPEIBOS.
PAPELEIBOS.
LINDAS CADEIBAS.
Boa Fstreila do osario n. 9
PGcas Mende.s t .
Vinho Maduro
Pwprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que te m vindo
a este mercado.
S ueste estabelecimento se encontr.
Ba Estrena fio Rosario i9
Fosas Alendes efe
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
e-a
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t=J3
x,aTrvTFue
FOLHETIM
99
JULIO MARY
AMOE J ODIO
QUARTA PARTE
VCTIMA
i
A PBIMEIRA AMEA*
(Continuaqao)
O pequeo aposento ocoupado por Jenny
no palacio era composto de tres pegas
aimplesmente mobiliadas : um alSo onde
a moca estava quasi sempre lendo, traba-
jando ou eat-dando ; o seu quarto de
dormir e outra pega, t&o espacosa como
8 quarto de dormir e que servia de gabi-
nete de toilette.
Urna criada de qaarto era especialmente
encarregada do servico de Jenny, mas em
geral pouco tinha que fszer e o tempo
qus todo empregava o na copa ou na
ronparia.
A moga tinha gostos amitos siaples,
vestia-se e penteiava se ella propria.
Nessa noite, na occasiSo em que Roma-
no desoa a aseada o aposento eBiava
vasio.
Pequeas lampadas asnas illnminavam
aalSo.
A porta que abria para o corredor, no
centro do quai estavam os salSes do pala-
io, nSo estava fechada a chave. Romano
Goux .por demais habituado a todos 01
costumes da casa no ignorava o mnimo
detalhe.
Hortalizas e Flores
Sea Es!reita do Rosarlo n. 9
Pocas Alendes k C.
\guas de Bem Sande-
Villa Flor
Font$ SaJa
Aicolinas, gazozas, ferruginosas e
lithicas
Contra a despepsia e outras enfermidades do
estomago a intestinos, especiaes no tratamento
dos eagorgi'amentos e canculos do figado
VENDEM
Ouimaraes & Valente
nicos recebedores
4 e 6 Largj do Corpo Sanio4 e
O Remedio mais efficaz o
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para expellir as Lombrigas.
ROUQUAYROL FRERS
Cerveja Pilsen
BARCA INSIIlIKDK
Luiz M. Ribeiro Guiuaraea, successor
de Alheiro, Fernandes & C*, como nico
importador, (cuba de r eober esta bem
conhecida cerveja attestada como a mais
pura, bygienica e ao mesmo tempo a mais
peitoral oe todas as cervejas fabricadas
na Allemanha e como tal recommendada
pelas sumidades medicas nos principaes
pases da Europa, India e Australia.
Ra da Imperatriz 42
Teephon: 47S
Bruidores, Conductores, Catadores, -vaporadoras a vapor
de triple effeito, Vacutos, a todos os machinsmos per'a- .es ao fabrico
caldeira Multitubular para queimar bagago ou casca caf. Prensas Hydraulicas e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydraulicoa para levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenbo complete
para beneficiar arroz.
Jorreias de sola e de borracha de qnalidade superior, Oleo especial para
nachinas, Pertences ou pegas valsas para as machinas.
ESCRIPTOMO
95Ra do Ouvidor95
DEPOSITO
13 e 136Ra da Saude134 e 136
_ BA2HAS SgJD3M5.
Lidgerwood Ml'g C Limited
Jli na ra do Crespo n. 21
LOJA DO CAMPOS
Fazendas baratissimas, isto para acabar
Sargelim de cores tambem preto e branco a 320 o covade.
Pecas de Mossuline da India com 12 jardas por 8#000 a peca.
Brim pardo liso para casacos e vestidos de 400, 500 e 600 o covado.
Flanellas de cores lisas, listas e flores de 500 e 600 o covado,
Voiles de algodSo com ramagem a 280 o covado.
Chitas americanas petipu 400 rs. o covado
Etamines de cores com ramagens a 500 o covado.
Bramante de algodSo 4 larguras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largara a 1600 o metro.
Sortimento completo em chitas brancas, o* cores e escuras 320 a 400
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O) x
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vado.
No patamar da escada par.m.
Hesitara ?
NSo, apenas receiava ser surprendido
pela sbita sahida de algum dos convida-
dos ou pela chegada de um criado.
Mas naque Ha occasiao nSo ha va nin-
gMsB.
Atravessou o corredor, abri a porta e
entrn.
No talSo era bem dificil oceultar se,
pois nSo havia all senSo alguns movis
uropiios para senhara, cadeiras baisas e
urna de bracos para repouso.
Feliamente ama das junellas havia
compridas e pesadas cortinas detrs das
quaes pode oceultar se.
E ah espern.
NSo era um baile o que Bertigcolles
resolver dar nessa noite, mas apenas urna
reuniSo de amigos que terminara por
danga.
A hora adantava-se,
Maitos dos convidados j se tinham re-
tirado.
Jeoiy deixou o salSo depois de um ul-
timo adeus a Lourencn e felii, toda en-
tregue ao seu triumpho e aos seus sonhos,
voltou aos aposentos.
A criada de quarto entrn quasi no
mesmo instante, porm a moca dispan-
sou-a, nSo tendo necessidade da seus ser-
vijos, preferindo estar a, para melhor sa-
borear a sua felicidada.
Sentou-se na ctdeira de repouso, com a
cabeja para trz e fechou os olhos, evo-
cando a lembranga do dia radiante que
era como que a prmeira realidade de sen
sonl>o, revivando tudo o que vivera, re-
petindo 4 imagem de Loorenco, que ante
sens olhas estava, jtodas as loucnras do
seu affecto.
Romaao Goux afastra as cortinas da
janella.
E oontemplava-a.
Debalde ella oalava-ae.
MadapoISo americano lavado do 104 e 11? a paya com 24 jardas.
Chitas finas meio lacto a 300 o covado.
Organd de cores a 320 o covado.
Linn liso todas as corea a 500 o covado.
Setineta lisa preta branca e de coreB a 600 o covado.
Merinos de cores por metade do seu prego.
Tudo isto para acabar
iOJa do
i. aa k m m&m i. %i
lantgs; wra
queris ter em vossa mesa manteiga in
saspeita de acido brico ou de margarina,
usai nicamente da manteiga Bretel Fro-
res, latea encarnadLS ou verdes, qne pela
sua superior qnalidade conta um successo
de 16 annos, e qun sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consamo d'esta acreditada manteiga at-
tinge annualmente a dois milhSes tremen-
tes mil kilos.
Vende-so em todos armazons de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
Elle lia como num livro os mais secre-
tos pensamantos daquella alma.
E isse tortnrava-o.
Deixou a janella e adiantou-:e.
Ob bsub pasaos abafavam-se na espes-
anra do tapete.
E Jecny estava tSo absorta no seu de-
licioso scismar que nao ouvio, em mo-
mento dado, o estalar brusco do soalho.
Foi o proprio magnetismo di olhar ar-
dente cravado nella qne a despertou.
Abri os olhos.
E vendo debracado sobre ella, quasi
rogando a, esse rosto enrgico e selvageni,
de olhos semillantes. nSo reconbeceu logo
Romano Goux e scltou um grito.
Porm elle juuton as mSos implorando.
Balbusiva :
Bogo lhe 1 Bogo-'be !
Bomano aqu 1 0 qne vem fa-
zar?...
Minha senhora I
O que quer ?
OuQ-me, suppolhe. E sobre-
todo nSo chame ninguem, nSo solt mais
gritos, nada receie de mim a se cha-
mar tudo estar perdido.
Perdido ? Pendido o que ?
Pouco a pouco elh so-egava.
Mas comtudo, por prudencia e como
por instincto de conservagSo, reenra at
a porta do seu quarto, prompta a entrar e
aferro!har-se se correase algum perigo.
Que perigo ? Nr.o o ^adivinhava.
Pergunto-lhe, Bomano, como que
introdnzio-se ao[ui na minha ausencia...
Porventnra ped lhe que viesse ? Ma i-
festei lhe desojo de fallar-lhe ?.. Jal-
gava-o em viagem para New-York...
NSo part.
Meu pai annunciou me a sua partida.
Sea pai menta.
Bomaoo Insnlton meu pai!
Elle teve um sorriso saroastioo.
mu poRToeiz
Ra das Larangeiras n. 4
Para este j bem canhecdo armazem de vinhos acaba de chegar novas mar-
cas de vinhoB de nrjsa e generosos, como sejam :
Vmhos da Real Companhia Vincola do
Norte de Portugal
ChampagneAlto Douro
Real Cognac de Vinho.
Cognac Moscatel.
Vinho do Porto
Licor es, etc, etc.
Romano nada tenho qne dizer-lhe e
peco-lhe qne retire-se...
Porm elle nSo se mova.
O medo voltava i pobre moga.
NSo me ouvio ?
Onvi.
EntSoT
Fico.
ReBste-me ? Affronta-me ? Le-
aos seos olhos nSo sei que colera a
ame a 51 !
Sim, colera, mas nSo centra si...
E contra quem entSo ?
Sabel o-ha mais tarde... talvei...
F.*lla por enigmas. Explique se !...
Menina Jenny, de mim, repito-o a
juro-o, nada tem a temer... NSo se of-
fonda, pois, com o que vou dizer-lhe. .
a nSo me expulse pelas palavras que vai
ouvir...
Apresse-se, rogo-lhe I Tdpa ella
tremuli.
As hesitagSas de Bomano aoabavam do
lcmbr-r-Ihe tudo o que se paseara nesses l-
timos dias, depois do baile a fantasa dado
no palacio : o cowboy sobra quem pesa-
vam infames suipeUs, as accasagSas ter-
riveis que se co ,centravam cm vol'a de
Romano!... Desde ectSo nSo pensara
mais nisso... Pareca lhe tSo inveros-
mil?... Tudo sso acodia lhe agora ao
espirito !
A confi3sSo que vou fazer-lhe poda-
r parecer-lhe culposo, na vespera do dia
ana que vi casar se com aquelh qua o
escolhido do sea coraoSo
ConfissSo, Bomano ?
Ao menos o que me desculpa ^ue
o segredo que vea commonioar-lhe seu
pai conhece ha muito tempo...
Beagio contra a enocSo qne o invada.
NSo quera taquear.
Amo-a, Jeuny !...
Ella dea um palo de raiva, indignada,
e caminhando para elle, apontando-lhe a
porta, diBse:
E' para insultar assim, para foroar
rre a ouvil-o, qne veio oceultar se aqui
e surprehender-me... E' muito cobarde!
Saia B?mano, ou eu chamo...
E estn da a mSo para um botSo elc-
trico que cor.espondia com o aposento de
seu pai.
Pois bem, en juro lhe que so cha-
mar correr perigo a vida de sea pai,
disse Bomano Burdamente.
E o odio patenteava-se no seu olhar.
Sen rosto exprima ferocidade terrivel.
A mSo de Jenny cabio.
A vida de seu pai em perigo 1 Como ?
Por que T
Sim, amo-a como um lonco, ha
muito tempo, desde qua seu pai recolheu
me... desde a prmeira vea que a vi...
porm amaia-a como um animal ou um
escravo ama seu dono, sem nunca ter tido
intengSo de dizer-lhe... Estava tSo longe
da senhora... Alem disso sentia-me tSo
feliz amando-a assim, no segredo de mi-
nb'alma... Bastava-me vel-a de tempos
am tempos, ?n cuvir, mesmo sem vel-a,
o Bom de sua voz ; sim, bastava-me sso
para que au fosse moitissimo feliz.
E sa suffro hoje orno um posiessa
seu pai o culpado de tudo 1... Elle logo
desconfiu desse aunr, e desde ahi, abusou
do se-redo qne adivinhra.
Meu pai seu patro a bemteitor,
Bomano, a parece esquecer se disso diaute
de mi j.
Nad? esqueco... Hoja sea pai nSo
para mim senSo um homem que anga
nou-me, ludindo o mea ooracSo...
Je que modo poda meu pai Iludir
sen coracSo ?
Deixando me acreditar que eu seria
amado...
O senhor, Romano ?
Fabrica de lvrw
DE
(loa Raro da Victoria ,
Leja de quadros
Madame Gerard avisa aos sene HsBB>
:oBmoB freguezes, que recebeu de Para.
>m grande e variado sortimento de ptfl<
;as de chevreanx, de primaira ^asgie
dea. castor etc.. ato.
Libras sterlinas
Vende-se na loja d joiae de Augusto doBeg
; & C. roa do Cabog o. 9.
Flora Pernambncana
FABRICA
DB
Vinbos de mesa e maliciases,
Beb'da? espumosas,
Licores, coci.dcs e agurdenles
De iructas, doces, conserva.
Farinhas, etc.. etc.
Frmalas approvadas pela Jacta de
Hjaleae
Sabino. Moura & C.
LDiOEIRO
28-RUA DO BEMFICA28
Passagem da Magdalena
DEPOSITO PROVISORIO
i Ra da Imperatriz 2
t indar
Descont vaniaioso
PERNAMBUCO
Fabrica de gelo
Afaas e limonadas gasos^s de
todas as qnalidade?
Soda water, ginger, ale, limao, larinj, curi-
coC anacaxis^ granadina, groselles ran^-se*
Oauniha hortel-pimenta etc. etc,
________12 ACAES DO CPIBAR"E ____
Sabo russo
Aprovado pete Ezma. junta de hygieo
publica da Capital Federal
MOSQUITOS-Exitar sar mordido friccionas
do antes de deitar se.
PAR v CASPA e ontras molestias de cabecz.
PARA BANUOSUrna frieco geral antea da
entrat na banbeira, ou a qnarta perte de am vi-
dro dentro do banbo, refrigerante que tonifica
o fystema nervoso e conforta como por incauto.
Encontn se venda na pbarmacia 6. Viran*
& C, ra Duque de Caxias n. 88.
Antiga Ha ile i
Vende-se diversos utensilios, e machi-
jarnos, inclusive cerca de meio kilome-
ni da trilhos DscaavilleBa de Lint
do Reg n. 14, Santo Amaro.
Mercearia
Vende-se urna mercearia em um exceitente
ponto, bastante afreguezada, a casa tem comino-
dos para morada, o motivo da venda sea pro-
pietario acbar se doente e ausente do mesmo
negocio ; para informacOes roa do Capitn
Lima n. 32, em Santo Amaro.
Sim, eu, disse elle com voz profun-
damente alterada...
Meu pai sabia que a minha escoma
estava feita, que j nSo era livre o mee
coracSo...
Por isao que en dizia qne elle illa-
duio-me.
Nunca mea pai fez-me susreitar
o seu amor Demais eu nSo poda
amalo.. .
Sim, sim, nSo pode, mas eu diese-a
aeupai... Se nSo me pertencer, n&
quero que seja de outro...
E' urna ameaca, Bomano ?
Amea$a qne fago hoje a senhora,
rogndo-lbe qne a transmita a seu pai
ameaca que exeoatarei antes do sen casa-
mento, se for preciso.
Ella comecou a tremer.
E como a ezecutar ?
Praza aos cos qua nunca o saiba '
Que obstculo poderia oppor ao mea
casamento ?
Um terrivel a insnperavel.
Jenny comecou a ter vagas suapeita.
Romano, eu nSo comprehendo o qee
est dizendo mas parese-me qne cerca-me
algum mysterio.
Eu via aqui rogar-lhe que ronuncr
mSo do Sr. Lourenco de Soulaimes...
Ranunoiar a Lourenco I Est lonco!
Infelizmente nSo estou lonco... Sei
que a desgosto e isso despedaca-me o cc-
ra^ao. .. mas nSo quero que esse casa-
nrro so realiza .. nao quero 1. .
E tinha realmente um aspecto de nsen-
-.atO I
NSo era tSo felia junto de seo pai,
que obedeca a tol .a as soas vontades?.. .
que lhe faltava ? OiarSa de mocidade,
riqueza e belleza I E boa I E a fatalida-
de quiz que san coracSo eacolhesse este
homem, longe de si, qne nSo nada seo,
que nao a ama...
4
y
-
t
i
U
ILEBiVEL
_ i
*ri


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