Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18260


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Full Text
ANN O LXIX
QARTA-FEIRA II DE JANEIRO DE 1893
NUMERO 8
a
DIARIO
PERNAMBUGO
PBGPRIEBABE BE BAH03& FISTOIROA BE FABIA & FJLHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. ... 6$000
Por bes ditos vencidos.
Por uffi auno alianlado .... 24^000
dem idem vencido......28$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
Q. E INGLATERRA
O Sra Amede, Prince & C, residentes em Paris34 rae Je
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianta ios.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiaatado.
dem idem vencido.
131300
151500
271000
311000
Gfi
METRO rABTIGLAa do wm
PARS, 9 de Janeiro.
Continuara es espiritos polticos g ande-
meute sobreexcitados, e por uso receia-ae
cao o manifeatacSo projactada para sma-
->.bS de Iog*r desorden!.
No entretaalf, tex-sa tomado precau-
1,3-3 no sentido de ser mauida a paz.
O governo ordenou o ^aquarteUmeato
.ni projnptidSo da forc da guaraicSi.
A Bolsa acba-89 aito sobresaltada.
Grande bix* tem se d' do nos fundos
puV.icoa.
BRUXELLAS, 9 de Janeiro.
Desappareceu o c isa da Gompanbia de
Segaros da Vida Ntw-York.
VeriS a-se um desfalque de 50,000 li-
bras.
i'fflE 0FF1CIAL
ftaestara policial
2 Saec3oN. 8. Secretaria da Qubs-
tura Policial do Estado de Pernambaco, 10
de Janeiro de 1833.
CiaidoParticipo-70S qua foram non-
tem recolhidoB a Ctaa de Detenc^o os
segukts individuos :
A' miaha ordem, Francisco Lourengo
do Nascimcuto, yindo do municipio da
Timbaba com destino a companbia de
sprandiiM marinbeiros.
A' ordem do Dr delegado do 1' dis-
tricto da capital, Francisco Severino do
Nascimento, conn gatuno.
__ Commuaicou me o delegado do S.
JoB do Egypto, que no dia 21 do m-.z
ultimo o subdelegado do 2* disfricto da
qaeile municipio capturara a r Apollina-
lia llana da Conceicao, autora dos en-
mentos eitoB -oa peESoa de Felismiraa
Mara da OoncecSo.
Em data de 21 do moa fiudo o d-
dado Simplicio Pereira M&ranhSo aoau-
mi">, ra quslidade de 1" sappleute, o ejer-
cicio do carga do deleg do do municipio
da Afogados de Iogaz.-ira.
Ao Dr. Alexandro Jos BirbOBa Lima,
mu digao governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Fho.
Vhi&OW-'O
DESPACHOS
da EslatJo
namlmco
de Per-
DO DIA 10
de 1893
;i: janeiro
Joe de Aaevodo Maia e S Iva, bacha-
rel Miguel des Aojos Barros, Barato de
Limoeiro, Antonio Domingos de Lima &
C. e Benjamn Oiton Soares.Informe o
Sr. Dr. contador.
Bae.ht.rel Joaquim Agripino de Mondon-
ga SiinSes-A* Sr. Dr. contador para
08 deviii.s fins.
Bacharel Pedro Marques Cavalcante de
Albnquerq::cA-, >r. Dr. contador para
mandar azer a competente nota.
Bachf-icl Heroulano da liveira Torres
Gal'indc. Joto Ferreira de Alcntara Bar-
rea e Manoel Callado de Aguar e outros.
__H&> vicia o Sr. Dr. : lor fiscal.
Francisco J's dos Pasaos Guimaraea.
Informe o Sr. Dr. Administrador da
Recabedoria.
Isabel Emilia ,L'lo.Certifique se.
Francisco da S.lva Das Informe eom
urgencia o Sr. Dr. ajudante do procura-
dor dos Feitos de Cnhotinho.
Luiza da Motta e Suva o Cecilia Maria
de Miranda.Regstre-ze e facsm se as
nota?.
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
Ctalll
Alguns jornaes de Santiago noticiara, qae o
Dr Claudio Viccunha declarou-seMimpietamente
ex'raDho a corspirpcCes ul'imamenle aborta
Fallecen nesta cidade o Sr. Rafael Larrain,
cenceitoado chefe poltico.
paraguay
A "Democracia, jornal qae se publica em As-
inmpgato, oceupando-ae do tratado com a Boli-
na, fel o deste modo :
. Ha mnitos annos que se trata de urna quea
tio nteruacienal que devia ter sido sempre de
carcter vital para oa intereaaes paraguayos;
queremos referir nos as dissidencias existentes
entre o do=ec governo e o da Bolivia.
Aleos cidafioa, em determinadas pocas
tm feiio oppcsigOes aos tratados que ae tiobam
antes celebrado, deduzindo em sea apoio raiOes
de ^c=a val?, contrarias s deciO^s de bo-
bccs mais circomspectos e maia cjnbecedores
das qBCB:6c3 internacionaes do noaso paiz.
m dee?es cidadSos foi o Dr. Andibert, qnc,
aem escropolcs pelos interosses maia legtimos
do pas, cntribuio, eacnvendo as colamuas
do .Indcperdiente, para a nao aceitncao dos
tratados. Ootro desses cidados o actual mi-
nistro das Relcts Exteriores, que, como sen
mo e. tender sobre assumptoa polticos interna-
cionaes, deferio nao se sabe para quando, o
ajuste des limites cora a Bolivia.
Ambos tm cammeuido erroB, eviaentemente,
desconLecendo a grande e verdadeira importan
t ca que resultara, para o nosso paiz, se nave-
ga."sem as aguas do rio Paraguay, navios que
ronduzssem e?sea riqui33mo3 prodoctes da Bo-
livla.
Para que estes se conbcam basta consultar
qualqaer tratado de geograpbia.
A Bolivia o paiz ma'U rico em productos na-
toraes.
E s o trafago des'es productos, pelo Para
cuay, nos dara certamecte immtnaoa bene
Betos.
Por que raza) nao aceilava ento o governo
pr?gcayo a9 propostas bo'ivianas?
N&o sao estas iguaes as dos cidados Barreiro,
Decool y Aceval ?
A estos pertence precisamente a paternldade
dos docs tratados at agora c lebrados e que,
por m inlelligenci?, nSo razoave'.mente expli-
cad;, nao foram levadoa a ell-ito.
Nestaa condigOss, seria noaso de.-ejo que o
ministro de Relatoes Exler ores, mud indo de
parecer, tomasse am ruaiD diametralmente diffe
reate a respeito d03 noi o= aasumptos inte'ni-
cioaaes coui a Bolivia, que o que na realidade
moito importa para o desenvolvimeato dis nos
sas p:odocc0fs. em particalar, e para o p-ogres-
so gral do paiz.
Entre os novo planos flnanceiros do Go7erno
ci'a-ae um que consiste em utilisar os deposito?
do Banco da NacSo Argentina para proteger o
commercio, a indu?tria; e as artes, de modo a
evitar urna nova emis^o de papel moeda.
O Sr. Decoud, Ministro do Paraguay, di
zendo estar autorlsado pelo seu Governo, des-
mentio a noticia de urna allianc do seu paiz
com o Cbile.
O Dr. Asis Brazil, ministro brasileiro. di-i
gio por seu lado um telegrama ao Sr. Viscon
de de Cabo Fro, diretor geral da secretaria do
Ministro da3 RelacOes Exteriores, perguntando-
Ibes se tinba fandamento a oo'.lcia qoe uqni (oi
dada de um tratado de allianc do Brazil com o
Cbile; o qual o mesmo Visconde em outro 'e
legramma responden, por ordem do marecbal
Fioriaoo, que nenbam tratado de qualquer natu-
resa (ora celebrado pelo Bnzil.
A aprensa argentina applaudio o telegramma
do visconde de Cabo Fri ao Dr. Aasii Brasil,
negando a celeb-ucao de tratado de allianc of-
feostva e defensiva entre o Cbile e o Brazil.
EdtSo igualmente desmentidos os boatos de
igual tratdo entre a Repblica Argentina e o
Pjr.
E' provavel que, em con3equencia do que
acaba de se papsar com o Ministro do Cnile. seja
elle chamado pelo seu governo ; e efectivamen-
te, por qualqaer raso, o Sr. Guerrero est prea
tes a seguir para Santiago, e ser substituido ao
que j se diz, pelo Sr. Mximo Liraa. represen-
tante (1 aquella Repblica no Rio de Janeiro.
Foi eleito governador da provincia de San-
tiago del Estero o Dr. Lagar.
O gabinete que servir com este cidado com-
pOe se dos Srs. G~egorio Gonzlez, ministro do
governo, e Jos Bravo, ministro da fazenda.
Para o cargo de .chefe de polica da provincia
foi nome-d) o Ir. Eadoro Gallo.
Continuam persistentes na capital ja ueste
mer. os boatos de revoluc&o inminente.
A populacao e o governo alarmaro-se a prin-
cipio de semelbentes boatos, porm restabele
eea-N a c:lma pouco depois.
O movimeuto revolucionario attriboido ao
grupo infansigentes do partido radical, do
qual receio-se as ameacas conliauas.
O governo tomou immediatamente as medidas
mais enrgicas, e alguns offiViaea su3peitos j
fo-am presos.
Esta resoloco fez com que J3e ligue certa
I importancia aos movimentos revolucionarios at-
ribuidos quelle partido.
O Sr. Domingo Morn foi nomeado go-
vernador da provincia de San Juan.
Foi reeleito o presidente do cooselho deli-
berante da municipalidade de Buenos-By.-es.
Tenio corrido que os vapores da compa-
nbia da naveg-igao La Plateuae acabavam de ser
compradoa por um eyndicato, com o qual a rom
panhia eatava em neg ;U0 desde ba algum
tempo, foi em algaida officialmente desmenti-la
e3ta noticia.
__O vero mostra se de um calor e de urna
secca excessiva na R?publ ca.
Na capital, principalmente desde alguns dias
faz um calor suffocante.
O bispo ordenou preces em todas as enre-
jas < ad petendam pluviam. >
O barmetro est baixan lo.
Ha grande secca na campanba.
Mas tarde de 2 do correte cahio chava in-
cessante, :a qual tomou em seguida diluvial,
arompaohada de vento forte, cabindo sobre Bue-
nos Ayres e suburbios um.cyclone, qae occasio
nou grandes prejuizo3 e interrompao as comma-
nicacOes.
O Sr. Baldomero Lierena foi nomeado mi-
nistro da fazenda da provincia de Crdoba, e
para igual cargo na de Corrientes foi tambem
nomeado o Sr. Fc'ix Gmez.
Como se sabe a in3urreico neaaa ultima
provincia t veis; e com oa reforcos enviados pelo governo
federal tinham-se iniciado as hoetilidadts com
os revolucionarios, que haviam j ob.ido va?ta
gens em combates feridos em diversos pontos,
como honlem noticiamos com indicago desses
pontos.
A inaarreico parece dispor de recursos con-
eideraveis, guiados por nma iropulao enrgica e
urna direcco babil. A importancia desses
meios de acgo inspira duvidaa serias sobre o
xito da luta entre as autoridades e os sedicio-
sos.
Adberiram ao movimecto e acham ae tambem
Ereparadas para a luta as popolacea de Goya,
avalle e Bella-Vista.
Noticias chegadaa tarde de 30 do corrente
informara, que oa revolucionarios bateram as tro-
pas governi8tas n'um combate importante, trava-
do emNiburocuya.
A diviso Monzot atacou as posices dos lega
lletas e tomos as depois de prolongada resisten-
cia.
A iOBurreicSo, pola, ameafia ae tcente o go-
verno de Corrientes-
Eate v-ae cada vez maia enfrjqaecido, porque
as fo;cas de que diepOa desmoralisam-se e di-
minuem de namero, em virtude das guerrilhas
creanizada8 pelos revolucionarios e estea, mui-
to fortes, conseguiram aprisionar os vapores
Medina, Garrucho3 Meueageiro e Iberia, ten
do organizado tal resistencia, que a opinio ge-
ral qoe o movimento durar multo tempo-
Goya foi de novo reposaada pelos insurrectos.
Corrientes est sendo fortificada com grandes
trincheiras.
Montecaeeos est sitiada por 2.000 homens.
O exercito revolucionario eleva se a 6 000 ;o-
mens.
A Asaociaco -la C;uz Roxa j envin para o
'heatro daa oprcCes mdicos, remedise en-
ferraeiros.
lato posto, os partidos oaio na espectativa e
.-"guardara o resoltado das negociagOes en'abo
Iada3 ontre o interventor nacional e 03 revol
cionarios ; e si dellas nao provier um accordo
que sa'vaguarde a fconra de ambos 03 partidos, e
assim expir da a suspenso das localidades aem
xito da miaaao pacifica do Sr.Marco Avalle: da,
provavel que urna batalba por ventora decisi-
va venba ferir se, pensando ae no entretanto
qne a iosurreicSo nao dore por moito tempo
anda. ,
Eaperou-se, porianlo, qua seo arranj i tisse
Armado de orma pacifica ; mas a 3 do corrente
circulcu a noticia de qoe a raed'aci do Dr.
LnlzSaeniPeaa, prndente da Repblica Argn
tina, entre os revolucionarios e o governo da
provincia de Corrientes mallogrou-sa completa
mente.
SuppOe se que o Presidente da Repblica a
vista disto, pedir ao Governo Federal para in-
tervir oicialmente, aos negocies daquella pro-
vincia.
Parece reinar em todas ?a provincia? da
confederaco Argeu'ina grande agitaco.
En Caumarca receiam-ae serias de3ordens, e
em S. Jaaa ba grande descontentamente contra
o governo federal.
tsaa grande agiiago que domina os espiri
103 polticos ba appreheosOes de que de nm rao
ment para ontro sobreveaha perturbaco da
ordem, cojo alcaocs iipossivel determinar de
ante mo.
Comejaram a? obras do caminho de ferro
de L'ocoin, povoacio central da povincia de
Buenos-Airea.
Granle numero de cocheiros eipregados
na companbia de bonds desla capital declara-
ram-se em parede.
R;ceiam-8e que novas adhe.:oe3 venham en-
grossar o numero de p'^ra listas, qse reclamara
augmento de salario.
O vapor italiano Santa P qae havia
encalbido no Paran, consegaio safar, sem ava-
ria grave.
H publica Oriental
A T ibnaa Popular desmente, em edic&o
de 2 do corrente, a noticia que dera outro jar
nal, de sessOsa secretaa das cmaras para se
tratar da allianc desta repblica com a Repu-
blico Argentina.
Tiaba se por p-ovavel que easa noticia foase
tambem desmentida ouicialmeuto ; mas isto se
0S0 deu, e, ao contrario, o ministro das rea-
cOes exteriores nao anterison a declarar em seu
oome e no do gove'QO ser falso o boato; porque
as condicOea palilicas do Uruguay a respeito da
oatras nacOas exigem absoluta neutralidade.
Paeaa como certo q-ie o governo argentino
cedeu armas Mauser ao nosso governo pelo pro-
co do costo, dando loogo prazo pira o pigamen-
to.
Coasta qae at agora e tem reme'.tido cinco
mil deaaaa armas, mas qae alleriorme 1 te remet
ter mais qainse mil, poia anda nao rocebeu
todas as remessaa de seus conmiaaarios ni Eu-
ropa.
Agradaram bastante em todo o Rio da Pra-
ta a3 declarages do D:. Asaia Brasil, desmen-
tindo as noticias da allianc cnileno-bratileira.
Acba-83 em Montevideo o conselheiro Sil
veira Martina, tendo partido para a frouteira
muitos federalistas rio-grandense.
Deaao ponto communicam que os fedaraes es
tao promp',03 para invadir o \io Grande do Sal
e 86 esperara para is30 a ebegaia d03 S'a. D*s.
Silveira Martins, R'phael Labeda, coronel Salga-
do e outros ebefes influentes. i
Aanoacla3a que dera se os tnmalto de
certa gravidade ni froateira de Rivera entre dif
ferente^ grupos de emigrados do Rio Grande a
tropas uruguayana3. O governo oriental ordenon
que partase com urgencia para aquelle ponto o
V batalho de cicadorea, atim de qae a ordem
nao seja alterada e a netralidade do gove:no
stnctameote obs rvaia.
Consta estar em Monteviio um psraina-
gem, amiglo Dr. Jutio, de Cisthas, que vem
entabola: ngociag5e3 para umi conliaco com
oa federalisiaa.
Esaa pera magem tambem 'sympatbico aoa
emigrados.
Nao provavel, porra, qua os federalistas
aceitem o juste, se uo fo: tratado por pessoa
ofcialmente autorisada por quem po33a garau
tilo.
A33im, a suacSo cao mudon.
O Dr Escobar publicou oalro artigo em
refataco ao do Dr. Carranza, dizando ser novi
dade para e"e e para tod03 que deja prestes
a rebentar a luta a-rue-da "o B-as.l; e que dau-
do-so o triumpbo do partido federal, tiqaem em
perigo as institucea repuolicanas.
Os ciemiis Baladas federaos nada teriarn de
ver com =30; po-qu: eslo tranquillas e satis
feitos cora a sua sorte.
El Da orgo dos faderaea, noticia qaa
o coronel Mursa fai noneado govaraador lo Rio
Grande do Sul e accresceo'a qaa o Ilustre mi
litar lbo de Pelota? e multo estimado em S.
Paulo.
Pe: A
As probabilidades na eleico de presidente da
Repblica do Per sao em favor do general Ca-
ceres.
Os cindidatos vlce presidencia sao o
Srs. generaes Montea e Canevarro.
Venezuela
DaCaracaa diz.m qae as tropas do geoe-al
Crespo foram pagas e que a maior parte do ex
ercito foi licenciado.
Coraecou a funcclonar a estrada de ferro
de Ciracas a La Guayra, bem como as e3tradas
entre Puerto Cabello. Tucacis e Valencia.
Havia decliuado a febre amuralla em La
Gjayra.
AMERICA DO NORTE
Balados Unidos
Pelas ultimas fol&as recebidas venca-ee que
a convocaco extraordinaria do Cingresso, logo
depois da pos3e o novo presidente Cleveland,
continua a ser vivamente debatida e controver-
tida.
Emquanto por um lado se affirma qne o Sr.
Cleveland se inclina para urna convocaco, ga
rante-3e pelo outro que o faluro presidente en-
carregou eimpleamente o senador Garman de or-
ganisar urna commisso mixta do Senado e da
Cmara dos Representantes, compoata de dez
membros, dos quaes cinco de cada Cmara, e
pertencendo aonovoCongresso.
Essa commiaso comecar, logo aps o encer-
ramento da actual legislatura, a reforma das ta
rifas, que effectivamen'e ser spresentada ao
Coogresao de 1893.
Em todo o caso, a convocaco deste nao se.ia
feita seoo depois que o projec'o da commisso
estivesse devidameote elaborado e debatido.
At boje o Sr. Cleveland nao ae pronuncioq a
ease respeito, e iaexsc'o que elle tivesae dito
qoe a diacuaso da queato das tarifas n >o ne-
ceas tasse de urna seasSo extraordinaria.
Elle declarou simplesmente que, pelo que diz
respeito a condicOes financeiraa do Governo,
nao aeria necessaria urna aeco legislativa espe
cial antes da reuniao ordinaria do Coogresao.
Dezembro de
calumnia. .Porto-Alegre, 2i de
1892.Coronal. Aguiar Correia.
Em reuniao dosofficiaes da guarnicSo, que,
no dia 21 se realizou em Porto Alegre, fqLdeli-
berado pasear telegrammas ao marecbal Fioria-
oo e ministro da guerra, pediado enrgicas pro-
videncias contra a violencia qae acaba de soffrer
o major do 6a batalbio de nfantaria Affonso Al
ves de Moraea.
Consta ao Mercantil qua o general P.-go
Jnior telegrapbou ao S general Hippoiyto,
commandaateda guarnico e froiieira de Itaquy.
iaqueriodo o qoe i avia de real sobreaprao do
major MSjqso Alves de Morae3.
L se no Qaiaze de Novembro, de Ba
g :
H; dias noticiamos qae am grago de fede-
ralistas emigrado*, sab o coman do do S-. Eiti-
co A2ambuja, iavadira o territorio nacional no
6* aistric'.o deste termo, aprisionan lo voluntarios
legalistas, tomando-lLea as arma3 e obrigando oa
a passarem a liana para o ootro lado.
Agora temos vista jornaes de Cerro Largo
que communicam nos que, tendo cbagado esse
facto ao conbecimonto das autoridades orien-
taos, ellas tomaram todaa os providenciad para
punir oa criminosos e obstar qae tac-s correras
se repiuduzam.
O chefe poltico de Cerro Largo mandn
urna escolta, commindada pelo commiasa'io Ca-
nepa, desarmar e internar esse grapo de emi
grados, o qual, dando cumprimento saa in
cuLcoencia, recolhcu o armamento a chifatura
poltica.
De Estacio \zambuja nao se sabe. *
Parte da oQcialidade do 6a batalho de in
'un. rii explicou em publicagao inserta na Fe
deragao 03 motivos por que oo adberiram -o
protesto contra a priso do major scal Affonso
Alves de Maraes, allegando que as propaladas
violen ia; nao exprimen) a verdade.
Fot solt o jornaliata Italiano Locatelli sup
poao cumplice tem am homicidio occorrido no
Paran-
Foi a 30 de Dezembro recomido a cadeia civil,
por motivo que nao transpiroo, o Sr. Joo Paolo
Locatelli, redactor da aeceo italiana do Mercan
al.
Espara-ae a reorganisaco da magistratura,
que centa se ser publicada por estea dias.
Reatiaou ae no da 30 do passado a prlmei
ra sesao preparatoria da asaembla dos repre
sentantes.
Foi eleito presidente provisorio o Dr. Protasio
\lves, qua convi ion para Id' secretorios o
Moacyr e o S\ Lara Ul'K-b.
O presdante do Botado creou 17 corpoa e
um esqnadrao provisorios de ca vallara formados
por elementoa civis, am de auxiliar a forfia fe
deral na manutencao da ordem.
Sarao distribuidos ni3 seguintes localidades :
Santa Victoria, Jagnaro. Pedraa Altas, Piratiny,
D. Pedrito, L vrameoto.Guraby, S. Borja, S. Luiz,
Caceqny Cacapava e Harval.
O promotor publico da Cruz Alta telegra-
pbou ao presidente do Estado dizendo ter sido
encontrado o cadver ;do menor Sebasliol que
acompanhava o infortunado coronel Evaristo do
Amaral e'que fflra enterrado vivo seguido diz.
Foi inaugurada solemnemente a companbia
Fabrica Porto Al grenae.
Cotalo com 20pracas, adiantando se das reatan-
tes que seguirn; posteriormente.
Espera se ocorreio de Catalo e com elle noti-
cias sobre os acontecimentos all havidos.
Constando que o preto Joo, victima do van
dalsmo do dia 29 do mez paseado, tutelado do
coronel Jos Franci8CO, foi requerido cesBaclo da
tutela pelo engenbeiro Chrispin'aoo lavares.
O i"querito prose^ue perante a polica.
A Sociedade Dramtica Recreio Familiar
liberbanse dc-u bonteu espectculos no theatro
S. Luiz.
O leilo de pre das em beneficio das obras
do 'beatro, prodozio honlem 6:2034, devendo no
dia 2 baver ontro especia -alo em beneficio do
rnesrao theatro.
Os amigos do coronel Jos Francisco tra-
mara pa-a conseguir do governo a demiaaao das
autoridades policiaes.
A po]iula(o de Monte Alegre aconselhou a
retirada do promo'or publico, que maoifesta
syrnptomas de loucura.
Consta qi'e oram mortcs margem do Pa
ranahyba os ltimos descendentes no legendario
aesassino indio Affcmo
Estado de anta Catharlna
H cerca de doua mezes nao chove na maior
parte do Estado.
A secca vai produzindo devastaco aa lavoura
de cearaes.
Oa cafeaaea que proraettiam colbei'a satiafato-
ria soffreram a ponto de reduzil-a talvez quar-
ta parte.
Noticias de Bluraenau confl-mam que o chefe
da commisso de trras, engenbeiro Hercilio,
acompanhado do cidado Silveira, invadi a casa
do juii de di-eito, Insultando-o, aggredindo e
de8respeitando a familia.
O juiz moco pacato, nunca se eavolveu na
poltica e considerado no Estado.
A alfaodega renden, at 31 de Dezembro
1. Ii5:000000 e em igual periodo de 1891......
615.0004000.
A caixa econmica tem em deposito......
I.c5o:00040.0, exceputando as agencias de
fra.
No tbesouro do Estado existe o 8aldo de
316 1004000, faltando a arrecadaga das mesas
de renda do interior no mez de Dezembro.
No dia 1. tomaram posse 03 intendente e
juizea de paz do municipio da capital e o mis-
mo cuccedeu as deraais localidades, cando
assim dptini.ivamante cons ituido o Estado, de
accordo com a respec'.iva constituigo.
Retada de 9. Paulo
INTERIOR
SUL DO BARZIL
Estado do Rio Grande do
ni
Pucr.s iuformocea no3 miniatraram os jor-
naes do Rio Grande do Sul, bootem recebidos,
so'ore 83 ltimos successo?.
O Sr. coronel Aguiar Correia, commandin-
te do 11* regiment, B'licitou ao Jornal do Com-
mercio, a publicago daa segointes liurna :
Circulando, desde hontera, nes.a cidade, o
boato de que o 11* regiment de cavallaria pre-
tenda atacar a cadeia civil, com que Km ..a a
sei, declaro, era meu nome e no da officisiidade
do mesmo r gimento, que aioda conservamoB
bem ntida a compreheoso de nossoa devere8,
como impolutoB os brics militare?; e, portamo,
repellimoa a baixa mputabilidade de to torpa
Reunidos mais de cem fazendeiro3, doi mais
importantes do Estado, aob a presidencia do
marquez d>sTres Ries, ,foi nomaada ama com-
mtesao coraposta doa Srs. AagU3io Monteiro da
Barros, D.-s. Ni'.olio Qaeiroz, Carlos Botelho,
con3elbeiro Moreira de Barros, Antonio Lacerda,
Maninho Prado e Benedicto Barbosa para recla-
mar do congresso do Estado, por intermedio daa
c.mara8 municipaes. igualdade de favores para
os immigrantea oci--ideutae3, e que se estude o
problema da impor'.aco de trabalhaJores.
Tomou posa 1 a 2 era sessSo solemne a no
va junta c?mmercial.
No dia 5 devia regro-aar Capital ocom-
mandante do 2i- batalbio de iofantaria, coro-
nel Bento Go.;ga'vea.
O secrotuio da agricultura solcitos da da
fazenda o pagamento de 103 conloa, pelo matb-
rial adquirido Erapreza ce O aras Publicac do
Brazil, para o encanamento dagua e mais 3.014
libras dos juros do emprestimo de 1Z7.000 libras
contrabido pela Companbia Canlareira.
O servigo desta empreza ser feito depois de
approvada a encampago, pela superin endencia
de cbra3 publicas do Estado.
- Est marcada para o dia 7 a inaagurago
do novo material da Empreza de Lirapeza Pabli
ca, recebido directamente de Pariz e por ella cn-
commendado.
Est todo depositado na grande a'ea de um
terreno do arrabahe da Ponte Grande,
Foi montado um granda forno de incinerago,
que em doze horasqueima603 toneladas na um
peratura de 200.
A Emp-eza, nauaurado o novo material, far
o servigo complbto e tavezmelbor que o do Rio,
pois conta com 300 homens para o servigo, vas-
soora?, machiDas, grande carroga de ferro er
mlicamente fechada para transporte de lixo, pi-
pas para irrigago, tambem de ferro, carrogas,
bombas para desinfecgSo, etc., etc., tudo de ac-
cordo com o que ha de mai3 moderno em Pa-
riz.
O peaacal da Empreza todo uniformisado-
Foram enviados convite" a toda a imprensa
de S. Paulo e do Rio e a municipalidade u'abi.
O material, approvado pela municipalidade,
custou C0O:OC04. _, .
Foi descoberto no dia 2 no no Tamandu-
teby o cadver do menor Jos Braotti, de 12 an-
nos de idade, apresentando varios ferimentos e
ambutago dos orgos genitaea.
Varios menores, companaeiros da victima, fo-
ram detidoa para averiguagOes.
A polica activa o inquerito sobre o enme. e
no dia 3 foi feita autopsia no cadver, no cemi-
terio municipal, tendo comparecido autoridades
e pessaaa do povo.
Sabe se que nao foi a nica victima aquelle
menor, ha urna outra da mesma idade, qoe fora
encontrada tambem no rio Tamandna'thy.
A3 victima? eram tilnos doa ital.anoa tassotti
Antonio e Ferrutti Jacintbo.
A polica j tem sob as vistas um individuo,
sob-e o qual recabem suapeitas.
Attendendo o governo ao merecimento e aa
babllltagaa que em concurso mostreo o lente
substituto da 5* secgo desta faculdade de direi-
to o Dr. Manoel Pedro Villaboim, nomeo o pa-
ra o lugar de lente da i" cadeira da 3 serie do
curso de eciencias sociaea da mesan facul-
dade.
A raeama faculdade conferio o grao de aou'or
aos lentes Herculano de Freitaa, Aureliano Con
tinno, Alfredo Lima Villaboim e Machado de Oli-
veira,
Na estago do L-geado hzeram-sa expe
rienci38 da cultura de alfafa com excellente ra-
nltado. .
Parte do pesaoal da Compaoma Lama de
Ferro S. Parlo e S. Amaro est em grve desde
a tarde de 2 do corrente, tenlo igualmente fei-
to p. rede ob empregados da linha de bonds a
vapor da villa Mariana, cojo tranco icou sus-
penso.
Eslado de Hias
No dia 2 ebegaram a oeraba 90 pragas sob o
commando do capito Correia e mais um ttnenie
e om alferes.
Acomraobou esta forgao tenenleOvidio Abran
tes, r.judante de ordena do marecbal Foriano.
Consta que o teoeote Abrantea seg para
das
este
Capital Federal
Foram declarados em diaponibilidade os ma-
gistrados nao a.roveitados na organisago judi
ciara do Estado de Goyaz.
Foram nomeado3 os Srs. contra-almirantes
Jos Alvea Barbosa e Dr. Jos Pereira Guima-
raes, e os engeobtiros navaes, capito de mar e
guerra Rodr go Nuio da Costa e capites de
fragata, Freaerico Ferreira de Oliveira e Jos
Lopes da Silva Lima Jnior, para em commisso
estudarem e eacolherem na Baha da Guanaba-
ra, um local para o estabelecimento do Arsenal
de Marinha, de accordo cora as iostrucgOes que
bontem publicamos.
Por decreto de 2 do corrate foram refor-
mados compulsoriamente :
Arma de cavalia'ia -Majores Antonio Nicolao
Cnsul e Pacico Goularl Pinto, este do 11- e
aqueile do 7." regiment e teaente Manoel Jos
dos Santos Barbosa, do 11. regiment.
Arma de infanteraCapitea Pedro de Aqu
no M reir e Francisco de Paula Andrade, este
do 5.- e aquelle do 13.- ; alteres Cantidio
Neves Mafra e Manoel Qaintino doa Santos,
do 27. e a uelle do 6.- batalho.
Segundo coostava, sero promovido* :
Arma de cavallariaA major, por merec lien-
to, o capito Garlos Augusto Peixoto de Alen-
car ; a capio, por estados, o tenente Alvaro
Guimaree des Reis Multa e a tenente, por auti-
guidade, o aiforea Ariatides Arminio de Almeida
Reg.
Arma de infanteraA capito, por antigui-
dade, o tenente Erneato Cyillo.
Deixam de 8er preenchidaa urna vaga de
major de cavallaria e outra de capitSo da iofan
tena per haver excesso no reapectivo quadro.
Igualmente por decretos de 2:
Foi diapensado do lo-ar de director da con-
tadora geral da guerra o coronel honorario
do exercito Francisco Augoato de Lima e Silva.
Foram nom^adoa para a referida cootadoria:
Direto-, o (befe de aecga coronel honorario
Carlos Correia da Silva Laea;
Chee de aecgo. o i. cffieial Laiz Mirco3
Du:rte Nones;
1. oficial, o 2...Joo doa Santos Ferre.ra da
Rocha; __
2." dt'.o, o 3." Lafayette Eugenio Valdelaro ;
3." dito, o paticante Lauriaoo L3urentino de
Trina3. .
Por decreto de 27 de Dezeffibro ultimo ro
transferido para a reserva o I. tenente da arma-
da Firtnino Ayres de Mo-aoa Ancora.
Foi nomeado O.wa'do T ylor para exer-
cer as funcgCes de .secretario, na secgo do Cei-
r, na inspectora do *. dietric'.o de porios ma-
rtimo?. : ,
Foram promovidos a l.M escriptoranoa da
contadorla de marinha, os 2."s e3criptarano8
Hmrique Mendes da Costa, Diniz Affonso Rodri-
gesela Silva, G Augusto de Siqueira e Jos
Francisco da Silva Jacnuea, como noticiamos.
A Alfandeea do Rio de Janeiro renden em
1891 812U:74i99i, e era 1892 renden.....
91.300:1344934.
Foram nomeadoa, em conformidade do art.
36 do reguliraeato qoe acompaohou o decreto
n. 1.127 de 17 do corrente, para desempenha-
rem em commissSo ni directora sanitaria, or-
ganizada pelo citado decreto, cerno noticiamoa
hontem, o Dr. Franciaeo de Castro, as fonegoea
de director, o Dr. Loiz Antonio da Silva Santos,
as de ajudante, o Dr. Antonio Augusto de Azeve
do Sodr, as de secretario, o D-. Joo Luiz Van-
na, as de archlvi3ta e bibliotbecario, e o Dr. Jos
Luiz de BulbOes Carvalho, as de auxiliar do demo-
graphista Dr. Au.eliano Gongalves de Souza Por-
tugal, que j exerceu este logar.
Continnou diz o Paiz, o exame do co-
fre, e livros da secretaria r'aa flnangas do Estado
do Rio de Janeiro, sendo encontrado, segundo
as informag5es que oblivemos, um desfalque de
64:0004000
O pagador, F.ancisco Xivier Lopes acha-ea
dbtido.
O Sr. ministro antonson o director da es-
trada de ferro Sul de Parnambuco nao s a mo-
dificar aa tarifas da mesura eatrada, de accordo
com a farmola proposta oaquelle oficio, como
tambera a p'ovidtn:iar para a reallsago do
contracto de trafego mutao entre a dita es rada
e a Alagos Railw.iy Company e conslracgo da
ealago terminal do canal Glicerio, na orma in-
dicada, ticando, porm, quaesquer actos deflai-
tivos concernrn'es 3 estes pontos pojeitos ap
provago ulterior do ministerio da industria.
Estado do Espirito Santo
Contiena extre mente lisonjeira a 3iluagao
econmica e financeira do Estado.
O presidente Muniz Freir solicilou do ir.
ministro da fazenda laengao de direitos adua-
neiros para o m-terlul fluo'uante da empreza de
navegacSodorio Doce.
T.legramma do nosso cdosuI geral na Ita-
lia communica ao presidente do E tado que a
Companhia Li Veloce contraclou com o Sr.
Djmngoi G Tani 1 anspor ar directamente, de
Genova i Vic oa 01 inmigrantes all angaria-
dos>por conta do E dado.
I A Tesouraria de Fazenda vai receber do
Tbeaouro estadual, sacando do Toesouro Naco-
n ii, a somma de i .0X0 conloe de rie qqe o Es-
tado vai depositar no Banco do Brazil.
O presidente do Estado telegrapboo para
Genova, pedindo ao encarregado da immigragSo
pan o Brazil que contraite mil operarios deati
nados a nossas estradas de ferro, poia aqu na
grande falta de trabajadores.
J veio resposta satisfactoria.
Ii ee proceder prximamente experien-
cia de um vapor especial destinado navegago
do Rio Doce e construido por conti do Banco de
Cau^es e Descontos.
Estado da Baha
t Os jornaes recebidos da Cachoeia referen,
minuciosamente a medenha tempeatade da noi-
te de 27 de Dszembro, quo causn all verda-
deira innndacao.
Segando parece, bouve ruptura de urna trom-
oa d'agua, tal foi a impetuosidade da chava,
taes os (--i -agos causados, visto que quasi todaa
aa cases bearam mais ou menos damnificadas e
muitos geaeros es'.ragadoa.
As aguas do rio Paraguassu' transbordaram
no caes, inundando a *ua Sete de Setembro e
outros pontos daquella cidade e da de S. Flix.
Doticias do interior anunnciam aer grande
o volume a'agua do alto Paragnaaan'-
O general Lima e Silva pssou o comman-
do do istricto militar ao corenel Saturnino
Costa.
Muos sao ca boatos sobre o motivo de tal de-
terminago.
Dizem com insistencia que assim proceden em
virtude de profaudss divergencias com a iff ia-
lidade da guarn gi\
Dizem tambem qua ptdira pela terceira vez
exone'ago do cargo por motivo de molestia.
Foram entregues ao governo para seren
approvadoa os estudoa definitivos da ferro via
do Pase a Jacubype, contratados pelo inielli-
g. nte engenbeiro Manoel Bahiana e executadoa
sob sua a.mediata dirccgSo.
A alfaniega da Babia reo u em Dezembro
do anno Ando 1.644: rio.4602.
Comparado o rendimiento doa 12 mezes deste
exercrio com o do exercicio paaaado, 1 qoiloa
ambos doa impe-tos ea'adoaes. aprsenla o de
92 o accrescimo de 1.1.-3:23'4290.
A convita do inspector de sale deste
porto rene se depois de amanb o conseibo de
sa ie publica, alim de deliberaren! sobre a ea
cofba do local para o novo lazareto martimo
para doentea da f ;bre amarela.
Ultimara n'e raro o dia em que a impren-
sa nu registra obitoa de feb*e amarela ; e em
Caravellas tm se dado j casos.
Estado das Alagoas
Na fira do anno prximo fiaJo de 1861 entra-
ram em no33o po-to 380 navios, e entre elles
263 vapore'. 40 doa quaea eram de longo cura >.
Durante o mesmo lempo a alandeg. desta
cidade renden 1.429:4834410, sendo co mez de
Dezembro uliiuao 239 53640.
Seria maior eate rendimento se se tivessem
cobrado os ierpestos predial, de lai missZo de
proprleJade, de industria e probflo e de ex-
portago, que passaram para o Balado, desde o
mez de Julbo, rendando maia de 400 conloa.
Vai abundante a eafra do a asacar, sendo I
commercio animado.
Sobre essa sitoagSo liaeng, ira do Eslid: o
collega do Gutlemberg, notou o aeguinte :
A vitalldade de um povo e a ana mora!rda-e
adminiatrativa refl.cttm se no augmente de pro-
duego e economa n?. distribugo da d?speza.
Q lando ee tratava regalar a diviso as ren
das ntreos Estados e a Uoio r.ouve espirites
lo acaohados qae eolio :aram o Estado de Ala-
gos no namero daqaelles qae uo poderamsa-
tiafazar a rs encargos oriundos da nova organi-
sago poltica.
Nos, porm, nunca perdemos a conlianga oa
vinlilada do povo alago mo emin'.i7emos a mais
robusta coivicgSj d- que o Estado -e sabina
com a maior sobranceria da cruzada que acei-
tn.
Ao as;nmir a sua autonia eram em verdade aa
mais prec ras as anas linaagaa, preso como e
acbava a aotiga rotina e nao menos p-ejudicado
pela mo-osidade na ar.-cadaco daa suas rat-
n.
Rfto 33 u'lisando dos impoaifsqae a Ua So
Iba offjrecia, que, lodos oa qaasi todos, cedeu
as municipalidades, nao teve necessidade de re-
correr a medidas extremas.
Pequeas reformas e a regularldade na arreca-
daga prodsziram resoltado om s satisfactorio
as readaa pu'olicaa, e tivemos o prazer de ver
pela primeira vez, desde muitoa annoa, terminar
o anno tioaiceiro, estando pago em dia talo o
fanecion lismo e desempeabado o E>tado de nu-
merosos encargos qae sobre elle pesavam, vol-
tando a cor.fii .gi qae de maito t'nba desappa-
recldo em reiago s tra:aacg5ea do tbeaoaro .
FINCAS E 0MMER:ifl
Tarlfa adaaaelras
O Sr. ministro da :eada concorden com c
seguin'.e parecer, relativamente nerpretagio
que ae deva dar ao art. da le a. 126 \ de
21 de Novembro ultimo que orgou a receila ge-
ral da Repblica para o exercicio de 1891 :
A leitura do a-t. 1- da lei n. 126 A de 21 de
Novembro de 1892, que orgoa a receita geral da
Repblica para o exercicio de 1893, susciten ao
Sr. in'p sobre o modo por que devem ser execu'adaa aa
alteragOes ordenadas oas laxas, que se dizem da
tarifa vigente, pea forma seguinte :
Sao elevados a mais 30 /. os direitos que ac-
tualmente pagam :
1, os tecidos e artefactos de tela ;
' 2, oa tecido e artefao os de licho piro ;
3', os ariigoo de moda ;
4*, as roupas de fantasa ;
5, o calgado de fantasa :.
6*. 08 ry<'.ae8-,
7*. as porcalanaa Unas;
8*, os \inhos unos e eapamn'ea ;
\i\ as m bilias de laxo ;
a. os objectoa da marmo.-e e ostras pedraa,
11, es artigos de metal, donradoo ou pratea-
dos.
12, 03 punhaes e bengalaa de ealoqae ;
13, o papel pintado ;
14, as panaceas ;
Sendo diminuidos 30 /0 os qne pagam
1, oa m-irbiniamoa ;
2*, os instrumentos de lavoura ;
3o, as a ateriis primaa ; ___.
4o, as substancias tintunaaa, oa producios ni-
micea de uao icdustral, oa demau art'goa de
consumo necessarios naa fal ricas.
Proceem completamente aa dnvidas fug e i
das pela alfandega, eoulro uo p. dia aer o resol-
tado, desde que augmeata*am-ae e rednziram-se
taxas, sem audiencia dos maia competentes pela
pratice. e deaattengo para aa deacrio:iaag6cs da
tarifa, organizada por clasaes, titulos e artigos-
Vo juntoa 08 estndoa feltoa pelo inapector di
alfandega, com audiencia da respectiva coaimii
sao de tarifa, e na Io tnb-directoria deata direc
te ria, para 03 qnaea peco aattengo auper.or, por
trazerem mnita luz a qaesto.
Apreciando devidameote lo inlell'gen'e e en-
lorioso peculio de obaervagOea, pa'so a emtij
parecer sobre o aaaumpto, que, como e ver
propender ora para a opioilo da anbdireaora,
era pira a da alfandega, e signaras vezes diver
gira de anbaa, aem qne lenba a preteogio de


I -


i
Diario de Pernambuco Qarta7leira 11 de Janeiro de 1893
-r
jolgal-a a preferivel, pois estou certo de qu-*
Qualquer que seja o meio de interpretrar taes al-
teragep, mnitas reclanjagoes trar a execogao.
Seguirel a ordem porqne enamorel os artigos.
l.o Tecidoa e artefactos de seda :
Eot?ndo qoe o augmento deve mcidir sobre
todo.: o3 tscid03 e otras desgnala! nos artigos
602 a 635 da tarifa, teodo-se em considerado
o que dispOe o artigo U das preimluares da
mesma tarifa.
i. Tecidos e artefactos de iinho paro :
Pens serem os tarifados nos artigos 552 a 560
e 562 a 598, verileando eerem de Imho puro ,
excluindo os tos para 'eridas, simples ou em
pasta, do artigo 561, pelo flm a que sao desti-
nados.
3.* Artigos de moda :
Julgo qoe, como taes, devem ser considera-
dos: rendas franjas, plomas, flores artificiaes,
bordados, redes para cabello, cintos, Atas, gre-
gas, galo-es, lagos, tiras bordadas e semelbanies,
e, em geral todos os objectos qoe apparecem no
mercado, sao geralmente procurados e valem
principalmente camo variedades (nao inciuo per-
fumara?, bijouteras de qualqur qaalidade, os
!equ 's e as lavas por flgurarem discriminada
mente na le >
4. Roopas de fantasa;
5 lgado Je fantasa ;
Em minba opioiao se deve considerar como
caracterstico da fantasa todo c adorno de laxo,
que coucerra para augmentar o casto da roupa
ou calcado, e possa ser separado sem Ibes tirar
a Dtili'de e commodidade.
Qsanto ao n. 5 nao ser demais incluir-se o
aleado feito de tecidos de qualquer qaalidade,
3 o que so ple ser com propriedade usado em
occasioes especiaes, como passeio ao campo pic-
nic, etc., embora de couo.
6.* Cryslaes :
A meu ver o augmento votado s deve recair
sobre os vidros designados na tarifa com o n. 2
do artigi 695.
7.Porcelanas unas:
Considero as pintadas, estampadas ou esmal
tadas com qualqaer doaradara e as denomi-
nadas biscuit. incluidas no n. 6 do referido an.
695, excluidas as de n. 5 por deverem ser de
qualidade inferior.
8.a Viohos finos espumantes:
Os da 1.' parte, art. 132 da tarifa.
9.* MoDilias de laxo
Considero taes : as douradas, as de charo ou
acbaroadas, as com obra de arte importan e,
com embotidos de marrim, madre, erla ou me-
tal, as com estofo de seda, veludo ou outro te
cido valioso, as de madeiras repatadas Unas,
comocarvalho, erable, nogueira, pao setim,
pao rosa, taj e outros semelhantes em valor.
10. Objectos de marmore e outras pedras
dem os comprebendidos no artigo 653 ca ta-
rifa, oceitando se mais como outra pedra a de
cantara propria conctruego de casas ou rma-
teos, calgamento de ru?s e semelhantes, do art.
670.
11. Artigos de metal prateado ou 'ourado.
dem ledos os classicados as classes 23, 24
e 25 da tarifa.
12. Papel pintado.
dem o destinado a forrar sala., etc., do art.
319 la tarifa.
13. Panhaes e henalas de estoque.
14. Panaceas.
A esses nSo pie caber o augmento, porque a
jmpo-tago do3 primeros vedada pelo art. 6.,
4.* das preliminares da tarifa, e quanto aos se
gundos por ser impossivel qualical os sem pro-
vocar reclumages justas relativamente a especi-
Scages para que oso ba criterio estabelecido.
(jaslo s r.ducg6e3 de 30 /.:
I. Machinismos :
Como taes, a tarifa s classica os para pianos;
ludo mais inclae como machinas, sendo:
Art. 878. Electri:a3, pneumticas e outras, ad
valorem
Art. 924. Oe tulcante, para dentista, 3/200
por urna.
A t. 1024. Para lavrar trras, preparar produ-
ctos Je agricultura pava mineragSo, servigo de
fabricas e oficinas, navegio por qualquer ru
tor, livres de direitos.
Art. 1025. Pora iuipar facas, costura, engom-
mar, pisar fumo, gelar, cortar pao, rolhas, etc.,
diversas taxas.
Como ss u', a tarifa s reconbece machinismos
para pianos, o mais sao machinas e d'estas nao
pagam direitos de consumo as que tigtrrji sob
o art. 1024.
Pretender se-hia redozir em 30 /<> os direitos
que pagam todos os outros indistinctmerite ?
Nao creio, porque nada aconselha diminuir se
assim a renda, p r isto tal disposigo precisa er
explicada antes de applicada.
2.0 I '.trunientos de lavoura :
Figuran no art. 1009 da tarifa e nao paguro
direitos ae importsgao ; nao lia, por tanto, de on
de abater 30 %
3." Materias primas :
4. Substancias tinturiaes, productos, chicioos
de uso industrial e os demais artigos de consamo
necessarios as fabricas:
Torno miohas as observages da alfandega,
pcis nao veje elemento que possa servir de base,
regalar sequer, para cunbecer-se o espirito do
legisla cr decretando essas redueces.
Direi antes de concluir que, devendo a Id co-
mes.'" a vigorar em 1 de Janeiro prximo, do
que so resolver dever-se ba d;-r conhecimento s
alfandeas dos Estados por telegramma.
Directora gral de rendas publicas. 22 de De-
itmbro de 1882.Ew.rton de AlmeidaAden-
doD v car bem entendido que a elevago das
taxa3 de armaienagem refere-seaos periodos das
laxas actuaea.Ewerton de Almeida.
INMIGRADO
Immigraija) asitica
No Jornal do Commerc'io de 7 'o De
zembro finio, foi estampada urna repre-
senUgao dirigida ao presidente do Estado
de Micas-Ge raes, Dr. Affonso Augusto
Moreira Peona, sobra tal assumpto.
E digno de ser apreciado o sea con
tedo ; e por isso aqui a consignamos in-
tegralmente :
< Com a prozima nomeacSo do pessoal
que deve corstituir o corpo diplomtico e
consular do Brasil, junto dos imperios da
China e do Japao, ficar terminado e com-
pleto o eyelo das operaco-- s legislativas e
socstitaoionaes, e estabelecidas as relaces
de amieads, commercio e uaregacSo en-
tre o Brazl e aquelles nossos novos ami-
gos.
A principal cogitagao do legislador,
promovendo a revogagSo parcial do decre -
to de 26 de Junho de 1890, foi attrabir
para o nosso paiz pessoal apto para a la-
voura e preencher por esse modo os im-
mensos claros abortos nos nossos camp a
de cultura, co servido domestico e as
outras officiaas de trabalho, ce:a fabricas
de tecidos, conBtracc.o'cs de vias terreas e
outras industrias anda
nos, mas de avallados
tros pases.
Um dos Estados que
com a revega$2o do decreto alludido, acre -
ditam frmeme ate os signatarios desta car-
ta, ser o de Minas-Cues, onde parece
que a providencia esmeroa-se em aecumu-
lar todos os thesouros representados em
florestas, campos de criacSo, climas va
riados, grandes ^poBsangas de agua, es-
plendida uan e riqezas mineralgica
que, nem nos, nem a nossa decima gura
p5o conseguirSo arrancar das entranhaa
da trra.
Se a estes doua juntarse as ezcepcio
naes qnalidades do povo mineiro, sea nun-
ca desmentido patriotismo, sea sentimento
religiosb, a simplicidade de sua vida do-
mestica, seas hbitos de ordem e econo-
ma e outros predicados que fazem as na-
jBes reipeitadas e feliws, teremoa que a
correte emigratoria, prudentemente en-
oaminbad, trar para qoasa trra natal
incalculaveis benefijioi ao desenvolvimen-
to de seus inexhauriveii recursos.
Este desidertum, porm, nanea sera
attingido sem ana rigorosa eanesatraoSo
de vistas, enfeizando em um s,pnsa
manto todas as tentativas de acqaiaicJo de
nossos factores para o alargaraanto da
prodcelo mineira.
Nenham oatro servico, V. S. como aa*
tigo estadista o sabe, fornece mais largo
e fecundo campo ezploracSo especula-
tiva do qne o da immigrasaS. Como tem
pago o Braa a sua boa f e lealdade, e
os attentados que sSo boje registrado] nos
annaes de nossos tribunaes judiciar03, s&o
documento mnis que valioso para preve-
nir o futuro, arredando da nova estrada
que vamos percorrer os elementos corro-
sivos que b a ganancia poder justificar,
mas que o patriotismo e a responsobilida'
de dos poderes pblicos jamis s&ncoioaa-
rao com o sen voto e icquiescjncia.
Entregar s diligencias isoladas do la-
vrdor mineiro e prover de bracos a saa
propriedade, seria ezpol o a prejuizos e
decep,ocs visto faltar-lhe os elementos
odispensaveis para debater assumpto tSo
complexo e que s pela competencia pode
ser vantajosamente resolvido.
Ha nesta questao devores recprocos, e
attnbuicSes muito distinctas.
O governo ezecutd a lei, organisando o
pessoal diplomtico consular. E tes tune-
cionar03.devem, por sua posijSo, permn-
neccr em certos e determinados lugares
para o bom desempenho dos seus deveres.
Sao agentes de carcter official e nSo eu-
carregidos de agenoiar trabalbadores para
o Brazil.
Esta tarefa da exclusiva competencia
dos interessidos, que devem envidar es-
torbos para que uSo eejam contractados
homens de m reputac2o e inaptos para o
servico a que se destinan.
Ora, esta commissSo s t.ode ser pretn-
chida por agentes ou delegados dos Esta
dos, e que revestidos de certo carcter
semi-oificial, percorram o interior do paiz
visitando os grandes centros agrcolas,
examinando os procesaos adoptados, mis
turando se emfim na maasa ge.al da po
pulajSo auxiliados por interpretes que fa-
ciliten as primoiraj relago*es e os ajudem
no desempenho de sua operosa tarefa.
Parecr, pois, aoa abaixo assignados, que
a prudencia aonsclha esta medida como
oondigSo indispenc-vel para o bom czito
da idea.
Alm deste agente, o Estado de Minas
deve croar em urna de suas cidades cen
traes urna commissao eaoarregadi de ou-
vir e attender as partes interessadas, com-
missSo que dever estar em relacSes di
rectas ciu a commissao executiva, cuja
sede ser nesta capital.
Por eita forma simpliSca se o traba
Iho concentrando-se em poacas mSos um
s- rvico que seria profundamente prejudi-
cial se a colesSo nSo presidiase a sua di
recebo.
E' para o bom desempenho deste plano
que os abaizo assignados vea solicitar o
valioso auxilio de V- Exc, espetando que
os delineamentos ssjam verbalniento ex-
poatosa V. Exc. pelo apresentante desta,
o nosso amigo Sr. Qustavo Ribeiro, que
tem assistido s nossas repetidas confe-
rencias, e qoe mineiro adoptivo e antigo
propagandista da immigragao cbineza,
partilha com todos nos do desejo vene
mente de ver tra uaidos em facto os be-
neficios da lei de 4 de Outubro de 1892
Somos com a maior consideraco e
particular estimaOe V. Exc.Amigos
e patricios affeotuosissimosManoel Pei-
xoto de Lacerda Werneck, M. P. de
So tata Dantas, BarSo de Quartim, BarSo
ti Flamengo, JoSo Mancio da Silva Fran-
co, Manoel Jos Soares, BarSo de Sjuza
Lima, BarSo de Drummond, JoSo Baptis-
ta de Castro, JoSo das Chagas Lobato,
Lauriano Rodrigues de Aadrade Olympio
ValladSo, BarSo da Guaraciaba, Francisco
Leite Vidigal, Casimiro Villella de An-
drado, Carlos Justiniano das Chagas, Ba-
rSo de Salgado Zjn.a, Carlos Tneodoro
Bustamante, JoSo Paulo de Almeida Ma-
galhes, Gabriel de Almuida MagalhSes.
af-
(ll'OUDIASOS
exploradas entre
beneficios em ou-
mais deve lacrar
A graala questSo de melhoramentos
materiaes deve prender seriamente a at-
tencSo do Coa elho Municipal desta ci-
dade.
A cap'tai dojnosso faturoso Estado ja -
tamente considerada como ama das mais
attraentes cidades brazileiras, e pena
que pelo descurameno dos competentes
esteja de i:ma a constituir se cm muitos
dos seus pentes um verdadeiro foco de
ineccSo.
Sei que fci pessima a sua edificacSo
primitiva que nao obedecen ao systema
moderno e em que <.3o aa attenderam aos
principios mais rudimentaes da hygi'ene,
que inicuamente inccmpativel com es-
sas ras estreitisaimas, com essas ca
shb baixas, sem veaLilacSo, em que nSo
se respira um ar livre e salubre, e pelo
contrario, urna athmosphera mortfera e
anegada, inteiramente impregnada de
eman&cSe deleterias, que aos poneos vSo
arruinando a saude dos que teem a info-
licdade de morar nessas adjconcias.
' vardade que principio fizeram-se
ca.'istruc^ojs qaasi a esmo, sem um ali
nhamento per.'eito e regular, como se po-
der observar na maior parte de noBsas
roas tortuosas 3 estreitas, n'esses beccos
immundos e irrespiraveis.
Quem por acaso passa por mnitas
das raas do bairro do Recite, sente-se
como que cercado de um ar pesado
vida e propro somante p
a mais robusta saude.
Imagine se m que condigoes vivem as-
aos que obrigados pela pobreza teem ne-
cessidade de morar naquellas raas sem ar,
sem sol, e cheias muitas veies de horri-
vel humidad t anido todo isto ao ftido
horrivel e insapportovel qae exalam as
sargetas, qae consttaem se verdadeiros
vehculos de molestias contagiosas.
Entretanto, compenetrando se o
lho Municipal de ama importante parte
de saa miss&o, muito poder fazer no in-
tuito de melhorar materialmente a nossa
cidade, minorando especialmente para a
nossa populacSe pobre qae habita essas
raas inmundas e inanpportaveia, aa suas
coadicSes hygienicas, qoe actualmente sSo
peisimas,
Acho que dever-se- trabaihar com
finco neste sentido.
Pretendo em breve voltar sobra o as
sumpt >, sobra qae anda tenho muito que
diser.
E' p issivel qoe nada ou poaoo consiga.
Em todo o caso resta me n consoiencia
de ter cumprido um nobre dover.
Manoel Ar&o.
P. S.
No meu artigo de hontem desta seccSo,
na 30* linha onde se le adiautamento
natural se dever 1er -adiantamento ma-
terial.
Deram s? outros pequeos engaos, que
deixo de corrigir, porque de certo a in-
teligencia do Ieitor tora supprido.
M. ArSo
LITTERATEA
O SONETO DE ARVERS
Ampre diz que a poesa bumana nada tem de
mais profuu lo, m;is simples, a is calmo, mais
ingeuuo do que a narragao de Francesca, no 5.
canto do Iift-roo de Dinle.
Merece iacontestvelme.:te t5o elevado qaaliti-
cstivo esses versos., nos quaea o Poeta floren'.i
no*, parcialmente incitado pea gratidSo e pela
amizade, coniemnoa o infeliz Malatesta, cobrin-
do com as cores brillantes de sua noesia genial
o adulterio de Francesca e a traicao de Paulo.
Mas, aumente no original italiano fulge, em
todo o sea esplendor, a belleza do inimitavel
trecho.
As traduc5es francezas de Carlos Ynante e
Pedro Angp.lo, e as portaguezas de Hanrique
Ferreira e Piubeiro. nem de longe dao ama idea
do original. Entretanto : ha tradacse3 supe
rires aos propios originaes :
Cohecemoa alguna nestas c. n.i0-.-s :
A primeira saudade Lamartinetraduejo
de BulQao Pato, e Ernesto d'Aquino Focseca.
Eu vi-te chorandoByrcntradoegio de
Costa Meirelles-
A tilha 'o O' TaitiHagotraducfiSo de
Rigueira Coaa.
O AbortoHainauttreduegao de Francisco
Ignacio.
Nio e3quec>raos o manilico soneto As Po li-
basde R. Corre, tradcelo p raphrastica de
Gautier, e muito superior ao original.
H -'je publicamos o celebre soneto de Arvers,
que tem inspirado a taitj poetas e composi-
tores.
Apaixonaio de Mme. Mennessier, Arvers de-
dicou lbe este soneto, que exprime perfeitamen-
te a saa sitaac&o desesperada, a impossibilidae
de jamis obter qualqaer favor da mulber ho-
nesta e digna, que viva to smerte para o
lar.
Ao lel-o, pareee que os sotTrimentos do poeta
ternam se nossos : tal a verdade com qae sao
ds'scriptas.
Ttm sido muito tradoziio o soneto de Ar-
vers ; e, se alguma^ traduecea nao exprimem o
su peoeamento, ha incoatestavelm<:n:e outros
de elevado mrito.
O publico poder julgal as por si meamo. O
:oneto.
M;o oe a son seerel, ma vie a son mystere :
Uo amoar ternel en un moment conca ;
Le mal est eans espor, aasd ]'ai d le taire,
El celle qui l'a fait n'en a jamis ren en.
Helas j'aurai pasp prs d'eile inapercu,
Toajoan a c4t# p nourtnnt solitaire.
Et jaurai jusiu'au bout fait mon temps sur lajterre,
N'o;-ant ren aemander etn'ajant ren recu.
Pour elle, bien qui Dieu l'ait fait douce et tendr,
Elle ira son cnsmn dislratt et sans entendre
Le murmure d'amour ev sur ees pas.
A l'austre devoir pieusement Bdle,
Elle dir, lisanl ees vers tout remplis d'eile :
Quello est done cette femme ? et ne coa
(prendra pas.
Traiucgao
i*
Trnbo ii'alrna um pegredo, meu mysterio :
Eterno amor nascido n'um momento,
Aaor sem esperanca, occalto, lente*,
E qae ella ignara, qae iaspirou lio erio-
Ah! sem me v- r lbe sigo o pa;sa aerio
Solitario ao seu lado ; e. neste iatento,
O mea dentia.i findarei, cruento,
Sem perturbar lre o seu viver siderio.
E'la qup, alias, Deu fez formosa e pura,
Vai caminhaudo, alheia da proceda,
Oe tanto amor, que ao seu pastor mormura.
E riel ao recato que lbe vela,
Dir, lendo estes versos, cem ternura :
Quem ser est?Sem saber que ella.
2.
Guardo um segrego aqui, no coracio sepulto
Um amor mmorial, qae sbito brotou
_'.' om remedio o ma!, por isso que ea o occalto
E aquella que m'o inspira oh 1 nunca o suspeitei
Eli i junto de mim, na vida caminnaa
E ao sea lado sempre e sempre solitario
E triste, fui sabindo a estiada do calvario
E en nada Ihe ped e nada me oatborgou.
Ella, posto que Deus a fez gentil e boa
Pasara distrahida e sem ouvir sequer
O marmario de amor, que ante aeus ps reaoa,
Fie!, u' icamenU', o aastero dever,
Ao le" i sta cangao que o vulto sea povoa,
Dir 3em comprehender: Quem esta molher?
rjm
ir pela camiabo andando, distrahida,
e esft arralo de amor ella nao onvir
Fiel a eu dever, a minha amante bella
dir lendo o soneto inspirado por ella :
EtU molher qaem ?e nada saber.
6*
Tem sehredos minh'alm-i, minha vida
arcano: eterno amor n'um ai gerado;
dor Bem allivio conservei 'scondtda,
e qnem m'a fez nem soube o mal sauaado.
Passando irei, por ella, ai! serrpre ao lado,
e ignorado e sozuho e sem guarida ;
e, sem pedir, nem receber, collado!
hei na trra tildar a breve lidi.
Fize3se-a Deus. embora, meiga e terna,
sem romo ir, feliz, nao atrancando
o mormurar da amor que a vai seguiado.
Pa e tii 1 jura austera, eterna,
lendo os versos qoe della esto fallando,
Qoem ?-sem atinar, dir sorrinio.
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3
Re;irc, 10 de Janeiro de'1892.
Angeh Berenice
REVISTA DIARIA
3.'
]
sem
deteriorar
Amor eterno, sbito nascido,
Occuo n'alma, como em um aacrario
Mal sem conforto, affe:to temerario,
Por quem o inspirou nem presentido
Ah d'ella passarei despercebido,
Sempre a sea lado e sempre solitario ;
E cumprirei na trra o mea fadario,
Sem nada receber, nem ter pedido
To fiel ao dever quo meiga e pura,
Ella passa por mim iudlfferente
Sem ouvir este amor, qae mal mormura,
E se estes versos le* dir descrate :
Quem poda inspirar tanta ternura?
E nanea ha de saber qae ella smente.
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O sea mysterio tem miih'alma desgranada ;
um semptemo amor, naacido n'um momento
sem espr'ansa, o mal, calal-o em mim ea tent
e aquella qae o ciusoa inda nio sabe nada.
Ea tenho j paseado ao p de minha amada,
nanea vi sea olhar formoso em mim atiento...
Sem a.da receber e nemoasar; ea, leato,
na trra viverei co'a alma desoalada.
E ea diva a qaem Deas fes suave a entorne cida
Mun'cilpio; i- Oi.ndu C.i.:i, i solemni-
dade coasmucional i-Oe-^uou-se hontem a in-tal
lajo denitiva do municipio de Olinda. com as-
sisiencia d-i S. Exc. o Sr. governador do Estado,
Dr. questor policial e diversas outras pessoas
gradaa.
Ao ter sciencia o concelho municipal de que
S. Exc. ira assistir a fcsta da. installaco, no
meoa um.'. commissao com posta de tres mem
b-os para ir recebe! o esta^o do Varadouro,
onde cliegou S. Exc. pelas 10 horas do da, em
trem expresso, acompachado de selecta comiti-
va e da ban.la musicai do corpo de polica.
D'ah sequo S. Exc. para o edificio on.le func-
cona o conceibo municipal onde cnegado foi in-
troJuzido com as formalidades a que tem jas,
execatando, por esta occasio, a banda musical
o iymno nacional.
S. Exc. toxou assento direita do coronel An-
tune3, presidente do coa^elbo, a coja esquerda
sentn se o digno prefeito do municipio, profej-
sor Jos C .ndi.lo Pessoa.
Apd algumas palavras por este pronunciadas
na qualidade de prefeito e ds accordo com o art.
6 das dtspoaicOes transitorias da lei orgnica
municipal, e aps ter prestado affirmao do
cargo de juiz districtal, o Dr. H -rculano Caldas,
foi declarado pelo presidente constituido defini-
tivamente o municipio de Qliada, eai cuja oc-
casio urna gyrau.i.la de foguete' feadeu os rea
ao som anda do uymn: nacional.
Em seguida tomou a palavra S. Exc. o Sr. D .
Barbosa Lima, diMgindo se em eloquen'.ea phra-
ses aos membros do concelho municipal, pro-
tcstando-lhes oa sea* auxilios dentro dos termos
constitueionaes, e concitando os a tds os es-
torbos eovita'em para o flai do engrandecimen-
to moral e material d'aquelle municipio cujas
tradigO s gloriosas devem ser mintidas por
aquelles quo ora se acbam a frente dos seas sa-
grados interesses e que to boas intuitos nutrem
a este respeito.
Notou, porem, e muito justamente Sua Exc
a indifferenc. que lavra aa seio do povo Olio-
dense pelos negocios polticos do mun;ipio qae
habita, e que institivamenle deve nmar por lbe
ter sido o berr;o, diante do peque -o grupo do
representantes seus. ali concorreo e em se ira.:
tando de to auspicioso facto que tantos interes-
ses lbe devia despertar.
Assignado o livro de presenfia foi Sua Ex:,
convidado a servir-se de urna tic de champagne
que lbe foi offerecida pelos membro? do conce
lho, por occasio da qual trocaram-se maitos e
significativos brindes, salientando se os do dig-
no prefeito do municipio a Saa Exc. o Sr. Go-
veroador e d'este ao Sr- Bernardino de Seana
Das, integro promotor publico do municipio.
Em argida Sua Exc percorreo diversas roas
da visiuha cidade acompanbadoi de maitos ami-
gos seas e apreciadores do seu governo correcto
e jus'.iceirj, incluve alguns membros do con
ceibo.
Na esta^o do Carmo tomou Su Exxc. o trem
al* hora da tarde de vol'.a esta cidade.
Eis o discurso a que nos referimos pronuncia-
do pelo prefeito:
c Voltado cjmo se acha o regiment interno
do concelho municipal e bem assim o sea orna-
mento e cdigo de postaras, eumpre me, no;
termos do artigo 6.* das disposig-s transitorias
da lei orgnica municipal, declarar constituido
este municipio, facto por certo da mais real im
portancia para lod03 nos.
Cbeio de jubilo por poder assim desempernar-
me em parte da importante tarefa de que fui en-
car.egado pelo eleitorado, e bem comprehenden
do a grande responsabilidade que soore mim
peza, an'.evejo no entanto as dif'uiiades com
qae hei de luctar, muito principalmente nos
primeiro3 lempos de meu govarao ; apezar dis-
so, lohge de esmorecer, ainto-me chaio de cora
gem porque conflj abso!atimente nos bDQ3 sea-
timentos do povo Olindense e tenho como certo
que os illuslres siembros do conceibo municipal
jamis deixarSo de distinguir me com o seo
apoio.
Dedicado i grande causa da Repblica Fede
ratita que derribou as velhas instituicOis do
nosso Brazil autonomista convicto, teahj estado
e contiauarei a estir sempre ao lado doj qae
commuago ommigo is mesmas ili h.
Poltico e nao pardidario nuuca socridqaei,
nem jarnos sacriricirei o* principios qae de'ea
do s convenien-ias partidarias deste ou daquel-
le grupo, desta ou daqaella individualidad.',
ssja qual for sea po3lco social, sejam quaes fo
rem as relacdas que entre nos p issam exi tir.
Ser pois o meu programma execntar tielmeo-
le a lei, resuelta: o dlreito de todos, distinguir
o merecimento onde que- que elle se manif.-te,
cuida-do engrandecneato diste municipio, e
sobre tudo economisar escrupalosameate as saas
rendas.
Dito lato resta me agradecer ao Es?. Oover-
aador ds Estado e aos illui'res cavalheiros qae
se digaaram honrar nos com sgas presentas,
em mea nome e em aome do povo OUniense a
delicada obseqaiosidade de eeu procedimento
para comnosco.
Oiimalo CivilForam affixados nos
das 7 e 10 do correo e edltaes de proclamas de
casamento dos seguales contenentes :
Seganios
Bacharel Joaqulm da Silv Cabral, morador na
fregoezia de Santo Antonio, com D. Ebalia
G.mr-s de Figaeiredo, moradora na freguesia da
Boa ViMa.
Bacbarel Leopoldo Pires Fer eir, morador na
freguezia da Boa Vista, com D. F'ancieca Rodri-
gues Pinhirc, moradora na fteguezia da Qnea.
Pedro Alves do Silva com D Eutbilia da Cu
oba Leal, moradores na freguezia da Boa Vista,
Foi anda boje lido o segainte proclama de
de carnalo ne 3* districto:
Primeiro
D^ Pedro Jos Becerri Cavalcaote com D. Ho
norma Porto M->ch-ido, tile viuvo e residente na
fr- guezia de S. Jos. ella solt ira residente a fre-
;ufzta do Arra;al.
Offlrio do centadorPica aborto e com
0 u-zo de 30 ias a cuntar de boali.m. o on
ctiroo para provimento vitalicio do oh> de
contador, qt:a oi creado po* uoi alvar com
fo.-ji de lei; devtnlo oe p etenitentes habilitar-
m na forma do Ctsreto 9420, de 28 de Abr 1 de
(885
gramma par icular da capital Fedoral, sabemos
ler fe formado em medicina, recebendo o grao
n -'ia S ao coi rente, o ilustre mogo cujo no.ae
encima es.aa linba3, lilho do nado desembar
gador Jos Manoel de Freit i,.
D'aiUi lbe enviamos as nossas sjuJajO:: que
-o t-xten3ivaj sua familia
Diatielro perdidoUm pai de familia
que houtem fci receber o seo ordenado no Tb
souro do Estado, perdea em seguida a quantia
de IOOiIOOO, qU'i lhe faro de corto coasidera el
falta, a'.tenlendo seas a pobreza, p:3Vivesim
r-lejmeote do seu ordenado.
Como de tuppor entretanto que alguim pe3
soa (eolia acbado a referida quantia, e qu reaJo
re u'uil a r-o sea dono, nao o conhega, poder
dirigir se a esta redaccAo onde per lbe bao da
dos os 8ign-.es explican os do mesmo din'neiro.
Venii de fumoPe: Alandeg deste Es
taao sao prevenidos os interessad s que a-> I i
cengas para vender fumo, ter deposito, fabrica
pa a prpparal-o, devessse ser renovadas at o
15 d:a umI do corrente m-z.
Companliia deTailtaon Urbanos o
Beclfe a Oliuda e BeberibeS.>o vi-
sa os os Srs. accionistas desta companbia que
desde o Io !o corre n.e etSc s ndo pago3 o* ju-
ro? das ,?cbrs p-efernciae3 e obrigagees, qu
a- ..eces priferenciaes de ns. 107 a ;08, 124 a
126, 129 a 142 nao vena-ro juros nesle aptes-
tre porque sao chamacos a rngate, que se eff'
ctuar as terga3 e subbidos e que do dia 17
a o da 21. d:s 10 lur;-s ao meio dia, quando
Be faro tolos 03 p; gamentos. pagar-se ha no
escriptorio a compa^hia o 3C dividendo a ra-
7.o de 6 o/0; geoda uepo3 deste praso fe.tos os
pagamentos s lergas e sabaaaos qae forem da-
otis.
OunflciuAcerca d'esse condicto qu : nar-
r^ m 3 hontem havido no dominej ultimo na
Igreja d-? Nossa Smho'a do Te'go. rea'etteu oes
o cidadao Francisco do Asis Bplpltaolo Radrl
cues Pinto, testejiunita do fado a segainte i ar-
ta :
Srs. redactores do Diario de Pernambuco,
-endo en ama das te-temunhas rio conflicto ba
vito no domingo ultimo no oons stor;0 ua devo
cao Ae. Noseo Se tiora da Soledde erecta na
Igrej'.doTergo, pego Ihesobsequioacnente a pu
pcagao da feguiate cjrta para a'este modo in
tpirar vos do facto revoltaate tal qua! pas-
sou se :
Sendo eu um dos irmos da Devoc'o de Nossa
S-nbora da Soledate, erecti na Igreja d- Nossa
Seibora do Tergo, e tendo sido convidado por
algu s amigos nara f?z-r parte da eleigao qi
liaba de realuar-se no dia 8 de Janeiro, accfl !i
a dito convite, e comparec hora aprazada no
consistorio desti mesma DevogSo.
Fiqu'i diveras contrisiado ao ver qu. algn
do3 membros d'csta Devogo e que faz-m parle
tambem da Irmr.adade de Nossa Senbora do
Tergo, queirerem fortwri um triumpho p>r
parte da minora da mesma Dovigo ; hacend
m maema occasio ben^aladas, facas em
puah.), por urna questo que para mim classitico
de mediocre.
Na occasio da luca travada, retirei-me para
um dos lados do msaaio consistorio, esperando
que se iralmissem os nimos exaltados, para
d'e3te modo dar comego ao3 trabalhos da eleico.
visto que, a lucta deu-se an:?3 de se comega
rem os meamos. Resultando d'essa mesma
lacta, sahir ferido um d03 irmos da Devogc.
Estavam os irm03 'esta mesm Djvogo Je-
vididos em dois grupos ; o primeiro era o prin
cipal cabega o cidado J.o Gangalves de Farias,
que quera que 03 seas adversarios empregas-
sem 03 maios legae?, na votagSo como elle e to
do o sea grupo pretenda assim fa er.
Campre-me tambem declarar que eu era ao
dos q-ie \io votar contra esse meBmo grupo por
qoe a sim entenda, porm nao esp-ran le que os
meus a uigos fossem empregar a forg pbysica
n'um templo sagrado I
Tinha eu napharmacia do Sr. Trrodo.airo an-
tes da reunido quando algn ah reunidos acon-
selha io aos mesmos que usassem da prudencia,
e infelizmente assim n&o succe'eu 1
D'esse mesmo cor.flicL havido no domingo na
Iireja do Tergo, f oos devemos queixar de uns
dois ou tres irmos da Irman ade de Nossa Se
nhora do Tergo, porque se usassem da prulen-
cia, conforme Ibes havn eu aconselbado evitara
por certo essa scena to indigna para o nosso
proceder-
Concluo, pois, censurando nao s aos autores
d'e-sa mesma lucta, como a todos aquelles que,
emoccasiOes ilenticas, procuram desmanchar
por inveja e ambigo as funcgOes dos homens
serios na occasi em que reina a maior paz.
R?:ife, 10 de Janeiro de 1893.Francisco de
Assis Epipbanio Rodrigues Pinto.
PresoUm dos complicados no a-salto do
corpo regional de S. Jos, de nome Emilio Gar-
los Lina de Fraaga, foi pre o na cidade da Vi-
ctoria, confesando o crime peranle o delegado
respectivo, na occasio de ser capturado.
FechadoE' inqualiOcavel o procedimen
to do empregiao do caaf.riz da ra do Sol, que
fecbaudo o mesmo s 6 e meia horas da tarde,
causa enorme prejuizo 3 pessoas que querem
se supprir d'agua, e v jm se assim impossibiii-
tadas de fazel o.
Neste seatid3 reclamamos providencias a
quem competir.
Cbegada Hontem ch;gou a esta capital,
viodo do R'.o de Janeiro o Sr. general Ouriqae
Jaques.
Sua Exc. foi recebido ao desembarque por
seus amigos.
SabidaHoje pela manb seguir parr a
cidade le Guranhus o Sr. Joaquim Pires da
Silva, que all vai concelho3 mdicos, atim de
ver ge obtem melhoras molestia que o acabru-
nha ha algum lempo.
Dec i mos sinceramente qae obtenba o espe-
rado losultado.
B7a:'^cimento-Fallecen hontem, a urna
hora da madrugada, de urna pneumona, D.
Mana Magdalena de Almeida Catanbo, viuva do
teaeute-coronel Manoel Clemente de Almeida
Catanbo.
Tioha a Uada 68 annos do idade e deixou
Jous Qlbo3 casados. Era dotada de virtules
raras e summamente estimada pelos seus pa-
rantes c amigos.
O sea enterramento teve lugar hoatem mesmo
s 5 bo*ai da tarde.
Vapor Pernambuco -Est vapor, che-
g^do non.em dos porlos do sal segu boje, s
6 turas da tarde, para 03 do norte.
Servico p.>*:.:Satiioje faz ronda de
visita o Sr. alteres Eugenio.
0 corpo 'le polica dar as guardas da Palacio,
Deteogo e TQssouro do Esiado.
Uniforme n. 7.
PanaagelroaGi;gaJos do sol no vapor
nacional tPe nambu;o :
Lauriau) Oi.e.ra, geaeral Jjiquim Mentes
Oarijiies Jacqaes e 1 praga, alteres Eoipbaaio
B. ie Meaeses Doria, Alolpho Lu! ie Ga-vIho,
A'har Galos Mordira, SeraQm Josa d Con^i-
gao, Gaetaao Prat3. R) niilio F. Roger'o Affm-
so R. de Albaquerqae Jos R -guei-a. Francisco
i. L. Wande-ley, *&iguel A David Madeira, Jos
Joaquim Laceiros, Bellarmino Manoel Conceigo,
Carlos Ulke e sua senhora, Hoaonua R. Victoria,
sua sogra, 1 coabida e 3 erados, Costa Victoria,
Juan G.rc.a e Joo, C. Fe-nan les, Landeliao P.
de Meadoag, Jos Lacerda, Josephina Dacbeaax
el ne a, Francisco Ferreira Rocha. Luiz de
Amorlm Leo, Gaspar Aidrade, Jos Theodorico
de Castro, Antonio M. Lima, Wenceslao Jos Bap-
tista, Antonio Nunes de Alme:da, Raphael Fer-
nandes Almeid, Ji.ven.lino Azevedo Crn Jos
Antonio O. Mendonca. i cadete, 3 praems,
Bprendizes marinheiros, 1 ex-praga da armada,
ernardo Sampaio, Cari M Octkeliro, H- nryk
Spencer, Paschoal Ligar, Vicente Perrsj.
Lelles -Effecioar-se-hSo os seaoiatei:
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, no Cae do
Ramos b. 6, dealgodo avariado pelo ioceodio.
Pelo agente Gjsmc, s 11 horas, ra Ria-
chuelo n. 16 H, de movis, piano, ejpelbos, qua-
dros, livros, porcelanas, lencas, etc.
Amanb :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bom
J-^sas n. 45, de diversos predios.
Miaas faaebrea -s^rio cslabrauas:
Hoje :
A's 7 e 1/2 boras, ni matriz la Boa Vista, pela
alma do Dr Lycurgo de Albaquerqae do Nasci-
mento ; s 7 hora-, na igr-jc do Terg), pela
alma de Jos Luiz de Melu Braga.
A's 7 e t/2 orar na igreja da Solt dad;, pela
alma de D. Leon.r Agrfpina Xavier atiia.
Amanb :
A's 8 han 8. na ordem 3 do Carmo, pe a alma
inapeeiorla do d'airlcK
i tatoRecife, 9 de Janeiro de 189S.
Boletim meteorolgico
doras Term. centi- Barmetro Tenso de lMlM*
arado (a 0' <-a>"i daie
6 m. 16 -7 7S7-,17 19.05 73
9 27'8 757- S5 1892 68
12 28/4 757" 49 19 ti 68
3 t. !8.'5 75o'01 19 56 68
6 27,^8 7oo*.99 18,9* 63
Temperatura mnima 26 00.
Temperalu-a mxima 30,00.
Evaoorago em 24 bo/as ao 6,m8, a sombra
4 a 4.
Cha va n Ha.
Direcgo do vento ESE e SE alternados de
meia noite at 6 h. e 30 m. da manb ; E e ESE
alte-nados at 4 h. e 26 m. da urde : E e ENE
altercados al 9 h. e 16 c. ; ENE at 11 ti. e 28
m. : NE at meia naile.
Vtlocidade media do ealo 4m,72 por se-
gundo.
Nebulosidale media 0,2?.
Boleto do porto
Pra-mar ou
baixa-mar
P. M.
B. M.
P. M.
B. M.
Das
Horas Altura
9 de Janeiro 9-33 da -, 1-87
9 da 3-25 da t. 0-88
9 de 9-53 da t. 1-83
10 de 4-31 da m. 0-77
Caaa de Detenco Movimealo d:s ore-
rs da Casa de Dctengfw do Recite, em 9 de
ro de 892.
tixistiam 408, eatrar?m 3, rhiram 9,exia-
srn 402.
A =ab?r:
Nicionae; 372, mulheres 14, estrangelrcB 16.
-Total 402.
Arragoados 3E6.
Bom 337
Doentcs 16
Loncos 2.
Lcucas '
Tlal 3J'.
Moviujent da cafermaria
r.veram baixa:
J quim Nicolao de Siqueira.
M'no<'l F.-rreira dos Santos.
Tiverarn alta.
Luiz Alexaodre dos Santcs Pereira de Souza.
Vicenlo Carlos Ferreira.
Opcraoef clrurglcaa-Fa am pralica-
das no hospital Pedro II. no dia 10 Jj corrente,
as FRguirues:
Pilo r. Malaquita:
Iaciso de abeeso perineal produzido por n-
HtragsY) uriaosa.
Puncgii) e injeccSo com tintura de iodo para,
reclamada por hydrccele da tnica esquerda.
Posthotcmia, redamada por cancros venreos
implicados de ihymosis.
Urethrotomia interca e meiso do perineo, re-
clmala per eetreiiarnento com fistolas orina-
ras, en i ar?cimento do perineo e Dbymosis.
Becus e sarcema na perna direita.
Lotera do Eatado do aranho-
Por telegramma recebido pela Casa do Ouro,
de Jeo Joaquim da C-sta Le;te, este o resol-
lado da 15* serie da 8* lotera, extrahida em 10
de Janeiro da 1893:
5 173 liOOO#000
9109 1:0004000
4667 5004000
216 2004003
3914 2004800
1722 1004000
2569 1004000
6756 1004000
7333 1004000
9434 1004UO0
301 504000
1001 504000
1094 504000
2806 504000
3533 504000
3851 5040J0
5036 804000
5640 504000
5658 504000
7356 504000
10315 504000
10918 504000
Ai-PROXISACOKS
7472 1004000
7474 1004000
9108 504000
9110 504000
4666 304000
4668 304000
E3to premiados com 154000 os seguintes
z-umeros :
7471 7475 7478
7472 7476 7479
7474 7477 7480
Esto premiados com 104000 os seguintes
aumeros:
9101 9104 91 7
9102 9.05 91
9103 9106 91M
Esto premiados com 54000 os segu at n-
meros :
4661 4664 4668
4662 4665 4669
4663 4666 4670
Todos os nmeros terminados em 73 eit&o pre-
miados com 10/, excepto o da sorte grande.
Todos os nmeros terminados em 09 eolio pre-
miado com 104, excepto o da sorte immediata.
Todos os nmeros terminados em 3 esto pre-
miados com 54, excepto os terminados cm 73
Todos os nmeros terminados em 9 esto pre-
miados com 8/, excepto 03 termnalos em 09.
A segainte lotera corre no dia 17 de Janeiro
com o mesmo plano.
sjoapttal i'edi-o II O movime lo dessa
estabelecimento de caridade, cargo da Santa
caza de Misericordia do Recife, do dia 9 do
Janeiro, foi o segainte :
Existiam 656
Entraran 23
-----679
Sahiram 9
Fallecern 1
Existen 669
679
Foram visitadas as eaermarias pelos segaio-
tesDrs. :
Moscso entrn s 9 horas da manb e sa-
llo s 10.
Barros Sobrinho entroa s 6 da manb e
sabio s .7.
Malaquias entrn s 9 da manh e o*bio s
10 Uoras.
Simes Barbosa entroa s 101/4 da mi-ibi e
sanio s 11 1,4.
Arnobio Marques entroa s 91/4 la maobA s
3ahio s 10
Lope Pesaoa mtrous 8 i/4 IsMM da rnaabl
li 1|4.
Vi 'ra da Canoa entrou s 10 a manb e
lab o s 11 3 4
Ba3tos de Oliveira enlroa s 9 3/4 Ji minhi e
sabio asi! 3/4.
O pharmaeeatuo entroa s 9 da manb e sa-
hio s 3 da tarde.
O ajodante do pharmaceatic] entroa s 8 1/4
horas da nan'i e sabio s 4 3/4 horas da tarde.
Lotera do Balado do Grao f*arft -
4 9.* serie da 56.* lotera, deste Estado cajo
premio graaae de 240:000400), ser* extrahioV
ao dial le Janeiro (sabbado).
L,olera dO Basado do aramiaao
A 16* serie da 8a lotera desta estado, sendo
premio grande de 600:0004003, ser mpraterl-

^1

*L




Diario de Pernambuco Qqarta-feira 11 de Janeiro de 1893
3
velmente extrhida do da 17 de Janeiro (terca-
Lotera do EtUdo do Cer-A 1.*
serie da 1 lotera, deste estado seodo premio
grande de 150:0004000, sera impreterivelmente
extrabida no da 12 de Janeiro, ('quinta (eir.)
Todos os bilhetes deasa lotera acbam se
venda na Casa do Ouro, pertencente Joo Joa-
quim da Cosa Leite, roa Baro da Victoria
n. 0.
cemiterio publico Obituario do dia 9
de Janeiro :
Cosma Damiana do Espirito Santo, Pernambu
co, 57 annos, vinva, Boa-Vista ; infecgao ty-
phica.
Hara Magdalena dr A!molda Catanho, Per
nambu:o 68 ancos viuva, Bo8 Vista ; Droncbo
pnenxonia.
Emilia Francisca da Silva, Rio G-ande do Nor-
te, 22 anuas; solteiro, Recife ; tsica.
Mara, Pernambaco, horas, Boa-Vista ; con
gesto.
Firmina Mara do Nascirnenlo, Perrambcco, 4
mezes. Boa-Vista ; coqueluche.
FIOBi^a, Pernambuco, 1 anno, S. Jos ; u>-ce-
rina.
Virginia, Pernambuco, 1 anno, S Jos ; den-
tijjao.
Rosa Candida de Mello,Pernambuco, 26 annos,
solteiro, Boa-Vista ; piarrbea.
COMMUNICADOS
A. questo financeira
Como entendo, Sr. redactor, que ee n5o deve
fazer poltica coa as questes nacionaes, que ic-
leressam a sorlo da patria e o Dem estar do po
vo, julo-me no dever de pedir bospitaliJade a
esta Ilustraba reiacgao, afim de apresentar al-
gomas consideragOes, que me parecem atis, no
sentido de esclarecer e acalmar a3 agit.ice? da
nossa poltica, contribuinio tal fez para que a
opinio publici se nao desvair.
Como V. sabe, a questo magna da Repblica
tem sido e devia ser a quesillo tioanceira. O aba'
lo prodnzido pela queda das ios itu'cOes, tradic-
cionalmente seculares, entre nos, devia prodosi*
no seio da sociedade a confuso, o caho3 e tai-
vez a mina.
O crditoa produrgo, a boa marcha dos ne-
gocios e ate as reloges fociae?, ticaram profon-
damtDte abalados no dia 15 de Novembro, s
pela entreda do nesso paiz, no rgimen republi-
cano, isto no desconbecido. Embora todos
f undr.ssemos as melbores e peroneas na repub-
ca, to ebeia de ;.:oiados fructos em outros
paizes, nao restava davida, da que o glorioso
factode lo de Novembro era uro salto na3 tre-
va?. Muita gente acreditou na dissolucSocomple
ta do B-az.l e M grandes luds que se seguiram
mostraram bem quanto sao temerosas as conse
qusn.ias, 'Jas raudaogos na forma de governo.
Absteoho-me de fallar no governo provisorio,
pois tenio sido e cor.tinuaudo a ser om dos seus
mais convictos apologistas, teria de repetir, o
que durante e;3ei 15 mezes escrevl qnas dia-
rimente no Diario -;Noti3S* desta capital.
Direi e qne em quanto esse gove-no di-igio os
destinos do paiz na epeca do maior abalo, prc-
dusldo pela revoiugo, em meio d:s ruinas fer-
mi.'avcis do passado e das e?perr;ga eoofasaa
do futuro, o cambio se mantevs alto, sempre
cima de 22, os nossos ttulos bem cota es no
estraogeiro, e o Brazil tratando de potencia a
potencia com as outras n3Clooa!idaJe3, nusnu
com C3 sena maiores desafeig jados. E' um fac
to ncootestav 1. Foram 13 mczes de grande
agiiaao poltica, tanto no interior como no ex.
terior, mas durante os quaes as trises cao tive-
ram a gra-idade que ast-umiram depois.
Jalgo orna verdadeira intriga responsab'lisar
os taroneiroe de eoto, pelo que succedeu de
pois. S^ria o mesmo que aecusar um piloto,
pelo faci do3 seas successores darem com o
navio na costa, estando elle de ba muito ausente
d'esse p.s'.o de re3poasabilidade e sem compar-
ticiptr da nova direcgo dada ao batel.
Mas, o que e certo, que, 'udo, de Jaoeiro de
1892 em diante se complicoa ex'raordioariamen
te prodozindo acontecimentos graves, que nos
trouxeram, como as azas de um cy lone, at d
acta lidade.
Ento e agora, a questo linanceira ligurava
na primeira plana e era dada como a causa mes-
tra das perturbares bavidas. A preoecupa-
cao era geral o governo oriundo da revoiugo
de 23 appellava, para o Congresso, instantemen
te, as suas mensagens, pedindo-lba promul-
gsse medidas que minorassem a crise que o
paiz a'.ravessava. Varios projectos foram mi
ciados as Cmaras, porm sem xito, dormin
do nos archivos.
ltimamente a questo, chegara ao sen paro-
xismo e as conferencia* do governo sobre o as-
sumpto e os debates no parlamento eram quoti.
dianos. Mmtos planos appareceram como salva
dore3, tornando se a questo incandescente.
Entre elles salienton se a encampago, dtffe
dida com desusado calor, por muitos repre
sentantes, mas farida de morte pela celebre
pbrase do Sr. Glicerio, elassifleando-a, muito
bem, como a restaurando monarchica das fimn-
gas.
Eotre saraivadas de recriminagSes e pungen-
tes invectivas, a Cmara votou, afina, por gran
de maioria, a reorganisacSo do Banco da Rep-
blica, quasi sem favores do Estado, convicta de
que quem tem urna casa meia arruinada e pou
eos meios de que laucar mo, o que deve fazer
cancertal-a, com a menor despeza possivel,
em vez de .i-razar tudo at aos alicerces, para
ediScar um novo palacio, que nao poder ir ao
fm, por falta de recursos. Atacou-se muito o
voto indepeedeate e consciencioso dos represen
tantea, ebegando se a dizer, que elles faz?am
una defesa de accionistas, que sacriticavam o
tnesouro e atiravam o pa'z pelo caminbo de to-
das as desgrana?, so movidos da ambico pes-
acal. Os partidarios di emeampago, repetiam
que estavam all na defesa do tbesouro, respon
dendo-lbe3 o Sr. Glicerio, um dia, com inolvida
vel altivez: Vv. Excs. nao defendem aqu, orna
o tbesouro do que eu 1
Encerrado o Congresso, 3 pressas e provi
dencialmente logo apz o sea voto (e digo pro-
videncialmente porque a reforma votada era in-
praticavel pela severidade com que tratava os
bancos emissores levando os ruina) o governo,
conbecelor da oitu.^uj a obedeceado a neces-
sidades imperiosas promolgou o decreto de 17
de Desembro que veio dar satisfasco s u ren-
das da sociedade brazleira. Foi um deaafogo
geral. E o dia 18 de Dezembro, que ba tres
annoa se caracterisra, pela reyolta gravissima
do 2* regiment de artbarl., alarmaado toda a
sociedade, em 1892 passava-se entre o contenta-
ment de nos, a sorpresa de outros e a anima-
co.de todos.
Nesse decreto o governo dava quatro favores >
ao novo banco, cada qual maior. Primeiro os
juros de 2 1/2 por cento aos lastros de apolicea
ouro do novo banco; seguojo, permitlia-lbes a
emisso no dobro, quando at aqu, taes opera-
res sobre apolices se Exera gempre tan'o por
tanto; t-redro, tornava-o depositario dos suidos
disponiveis do tbesouro, e quarto, conQavalbe
a distrlbuico de cem mil coutos da axilios s
industrias. Todo bso fora negado pela Cmara,
sempre acensada de protejer os bancos emisso-
res.
O governo salvava assim, ao mesmo tempo,
nao f as Qnancas nacionaes ameacadas d- cal
mas tambem a digaidade da Cmara, atacada
pela politicagem e pelo jacobinismo. Fazia orna
boa obra, pois consolidar a grandeza de um
pair, poras suas rinancas a bom caminbo e pres-
tigiar as instituicOes qne teem de di?pr dos
destinos da patria.
Aoezar dos favores e3trao:dinarios conced
dos ao novo banco, e da exorbitancia das medi-
das na alcal do execu'ivo, so a nova organisa-
o restabelecer a conianca, como tudo iodica,
o tbesouro lucrar mil vtzes mais.
E estamos profundamente convencidos de que
este desidertum ser obdo, nao -6 por acabar-
se com rivalidaJes pertu-badoras, de grandes
estabelecimentos de crdito, eem.cre em lacla,
como pelos tffeitos da rali.a ]i produzidos na
opinio, e sobretodo", porqua a crise qne o B'a-
zil atrave.sa, nao absolutamente econmica,
mas poltica, e oriunda das dissenctes e das luc-
tas dos partidos, hbilmente explorada", po-
quantos querei ter o Bruzil como urna fcltoria,
para o explorarem por todos os modos, segando
lhe at o saogue.
A nossa crise, nos douS ltimos annos toda
artificial, gravissima, verjade, mas sem jusiili
csro. Ao paseo que dos ataques vehementes t
inqueritos r. petidos, resultava a depredacSo da
moea fiduciaria, os va.oros, de toda a ordom,
as propriedades urbanas e ruraes, as casas, a
produccSo, o trabalbo, os salarios, em lino tu lo
o que representava unca garanta real suba rir:-
me8uradamente de preo.
O equilibrio restabeleciase, como por encanto
aos olhos do observador, lican Jo apenas da crise
econmica as apparencias Ilusorias e terriflcis.
Na Repblica Argentina, ao passo que a moeda
papel cahia como a DOasa, via-se que todos os
valores segeiam o mesmo plano inclinado. A
propriedade depreciava-se pararellelauTinte.com
a mceda,produzindo geral desanimo. Eitre nos,
nao; mais a moeda legal cahia, rnaii toioo os
valorea subiam cabrindo a d^fferenca e dando
t fa:do a favor. E', pois, claro que a noss^
rrise especial, toda poltica, toda oriunda da
explon-yo das nossas discordias intestinas.
E, pora tirar todas as duvidas a tal respeito,
tomemos um ponto onde o damor, pela situajo
motiva creada ensurdecedor : a E:trada de
Ferro Cer-.-ra! do Brazil. Abi; as qaeixas sao ex-
traor.linarias A estrada nao d vasoao mov-
aoento, produiado qu:si umi ca'.stropbo. V-se,
porT, da3 ostatkticu e das iaformsgOes mi;s
fidedignas, que eesa linba frrea, tem feito du-
rante a repblica um servico tres ou qua'.ro ve-
ze? maior do que no tempo do imperio e que as
suas perturbacOes provea de oo es'ar habila
Ja a om transporte o> mercadorias e passagei-
ros, talvez 10 vezw maior de q'ie ha tre3 annos.
E' urna congesto, mas proveniente :\o exees
so de vida e do progresso brusco que tudo tem
feito. Como ciiz a um Ilustre estrangeiro, o Bra
t est como o adolescente, que crease rpenti-
nomente, nao lhe tervindo mais a rcupa que ti-
i.ha e que reb ..-'- per todoa os lados.
Consulte-so- anda os quadro3 da imrnigracSo,
junte se os elamcntos dispersos qu=f a esiatibtica
nao pode alcanzar e (eremos que a populaco
augmenta mais de meio milbo talvez, annual
mente. S de immigrantes, o anno passado entra
ram se nos nao falha a memoria 220 mil !
Nesias circumstancias, se carece de um
elemento para que o paiz marche desassombra
daiiente : restabelecer a cocEaosa. Nossos re
cursos sao infinitos A iniciativa particular,
desopprimindo se, os campos se cobrirSo de
ale.-ses, as mootaohas ae desentraohar'o em
metal e pedras preosas, as industrias valorisa
rao a producQo e, de repente, com pasmo ge-
ral, todos acbaro que estamos no melbor dos
mundos,que o mundo novo. Resta que a
incerteza dcsapparerj.1, que o desassocego e o
temor do futuro se ovolem, que a contianca ee
consolide. Todo o paii est organisado e as suas
leis vitaes promulgadas, os tribuoaes (anecio-
aando sem grandes attritos, e desde a constru-
cao at i lei eleitoral, a prat'ca vai afTeigoando o
povo ao novo rgimen.
Na presidencia da Repblica, est um tiom m
prudente, enrgico e bem intencionado, que tem
errado certamente, mas devido a cau?as fortui-
tas, como quanio se levanta um temporal, que as
moveos le poeira rolam aos turbilbOes e que
nioguem v claro.
Por outro lado, a; Cmaras teem mostrado por
mais de urna vez, a sua independencia e patrio-
tismo. Agora mesmo tivemos urna prova offus-
cante disso.
Acredito, pois pamente, que o oaiz entrn de
vez no sen perfeito funecienamento. No nosso
rgimen presidencial, o que produz os b~JNCK_.
mais fortes e mais eoffragados pela opinio, ha
vendo urr presidente que inspire confianca e c-
maras altivas, que cima de tudo vejauo o inte-
resse do paiz, nao ba absolutamente no que re-
c?iar. Este juizo que 'rmo do vice-pre iden'.e
nao de boje e tanto que del lbe o meu voto na
Con?titointe, a desp- ito de alguna peildos. em
sentido contrario Quanto ao Congresso, urna
assembla que nao ee anarchiaou, trabalhando
em Coostituint?, que tem dotado o paiz e to
bos teto, que trabalba cem consciencia e des-
vello, o seu elogio est feito.
O que ella votou, negando tolo em defesa do
thesouro e o que o governo se viu obrigado a
fazer, sob o imperio das circunstancias, consti-
taem lhe um padro de glorias.
Aos que reclemam contra a inconstitucionali-
dade e a exorbitancia do decreto de 17 de De-
zembro, pole-se responder com a razo de esta-
do, q>oe jo- iica certos act03, a que sempre os
parlamentos teem oWa bilis de indemnidade.
Demais, csse arbitr o mesmo que se d
com as nome 06 para a Diplomacia, para o
Supremo Tribuna!, e para o cargo de Prefeito,
na anseacia do eenado, e contra o qual nioguem
reclamou.
Ha pola razio para desconfiar dos que o fasem
agora, com tanta vehemencia, por motivos tal-
vez diversos dos que apontam.
Convicto das idias que acabo de expofc con-
tando que o dia de amacha as confirme, dirijo
lhe miabas felicitacOes por entrarmos n'ama era
nova de paz e de prosperidade, fazeedo votos,
para qne o nosso paiz appareca o mundo, sob
c sen verdadeiro aspecto, ou como dcffiae urna
parte d'elle o grande Humboldt: o paraso das
gorages futuras 1
Rio, 27 de Dezembro de (892.
Luiz de Andrade.
CHRONICA JllDICIARIA
Superior Trlbuaal de fustipa
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE JANEIRO
PF. lg3
PRESIDENCIA DO SR DB. FRANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's hora3 do C03tume presentes 03 S:s. jcizes
em numero legal, foi aberta a sesso resolven-
do o Tribunal que a eleicjo do seu presidente
feita no \.\ de sua instaiiacJo comprehendeese
o inean o de 1892 189i
J ULGAMEHTOS
Habeos-'orpus
Paciente:
Francisco Lope3 Machado.Nagou se a
tura, unnimemente.
DISTRIBigSES
Ao juiz Domingos Pino:
Recurso crime
Do Reeif'Recorreote o juizo, rceorrido
pit o Jiaqaim de Gu;rao Coeibo.
Encerrou-se a sesso 1 hora da tarde.
sol-
ea-
SPORT
illppolromo do Ctnipo
Grande
1 pareo -1893 -N w Y >rik, Triumpho, Li
moiro. Clyd, Ciliector e Hangnot.
2* pareoPrado P rnambucano950metror
Pyrilampo, Tudo, Doblim e Pigmeo.
3* pareo -Dtrby Ciuo-900
Prontiui, Berlina, Monro, Vivaz,
gente.
metrosTndo,
Phari?eu e Re-
4* pareoAoimaciof300 metrosPon able,
Milaraice, Moorisco," uy Bla.j ex M-ranle, Trium
pho, Pensamento, Scepticisnac, Gttuno e Campa-
nez.

5 pareo-Imnrensa PernambucanaI50D ne-
trosMau-ity, Ida, Dublim, Pigmeu e Saa-Sou
ci.
6* pareoOrdem-830 metrosMouro, Fan
tista, Gerfaut, Tiberio e Gatuno.

T> pareo 15 de Janeiro800 .Tetros-Treloso,
Chefe, Roo, Tartufo. Patinga, Gerico, Motor, Tou-
Ion, Turim, Pharc e Seguranca.
MBMORI.
Grvalas
A ultima novidade em gravatas etiinezas de
:!oa seda, sortidas em cores e molellos chics,
recebeu o Bazar da Boa Vista ra da Impera-
triz n. 88.______________________________
Sem contestadlo
a
^apelarla llapliael
que maior e mais moderno sortimento tem de :
CHAPEOS de toda3 as quiliiades.
>,APOTAS de seda, pala e flores,
TOUCAS e onapos pba^a=ia para criaogas.
GRAVATAS, flores, plnmu e pasearos.
AIGRETES phantasia para penteados.
GASES e veos de ;a la-- as cores,
etc. etc. etc.
2Ra do Baro da Victoria2
INDICARES BTEIS
Mdicos
Dr. Mauoel Carlos mudou sua resi-
dancia e consullorio para a ra Baro da
Victoria u. 61, primeiro andar, oude da
consultas de I s 3 horas da tarde, e
pode ser chamado, a qualquer hora, para
fra e dentro da cidade.
Telephone 34 L
Dr. Joo Rangel avisa aos seus cli-
entes e amigos que mudou a sua residen-
cia para a ra de Gervasio Pires n. 83
A, conlinuando com o consultorio ao lar-
o do Corpo Santn. 9, Io andar, onded
onsultas todos os Jias uleis de 1 as 3
horas da tarde.
Dr. Arthur Cavalcanti d consultas
ra do Mrquez do Olinda n. 3 das 10
s 2 da tarde.
Residencia -Ra da Imperattiz n. 31.
Telephone (no consultorio) n. 58.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o
seu consultorio ra Mrquez de Olinda
n. 27, I." andar.
EspecialidadesMolestias do apparo-
Iho respiratorio, febre o da pello.
Consullas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco eem seu con-
sultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
Telephone n. 566.
Dr. Sd Pereira, ra da Impera triz n.
1, d consultas medico-cirurgicas lodos
os das das 8 ao meio dia, menos nos
domingos e dias santificados.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria n. 39, das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a qualquer chamado com
promptido para fra da cidade. Espe-
cialidades, opencoes, parios e molestias
de senhoras e de meninos.
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa Forte n. 5, casa de
azulejo, defronle da igreja da Campia.
Clnica de molestias de olhos
vidos e naris.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volla de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra nova d. 18, 1. andar.
Consultas de 1 as 4 da laroe.
Telephone n. 539.
Oeenllstas
Dr. Ferreira, com pratica nos prin-
cipaes hospitaes e clnica de Pars e Lon-
dres, d consullas todos os dias das 9
horas ao meio dia.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n 90.
Dr. Barreto Sampaio occulisla, d
consultas de 1 s 4 horas no 1. andar
da ra Barao da Victoria n. 51.
Residencia a ra Sete de Selembro n.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25.
Di. Pereira da Silva chegado de
Pars ; com pratica as clnicas de We-
cker e Landolt, d consullas de 1 s 4
horas da larde ra do Imperador n. 63,
1. andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang.
Advocado
Dr. Milet, lente cathedralico de di-
reito civil da Faculdade de Direito, tem
seu cscriptorio de advogacia ra 15 da
Novembro (antiga do Imperador) n. 34.
Thelephone n. 499.
O advogado Hemeterio Jos Vello
so da Silveira, om trila e cinco annos
do exercicio de sua profisso, abri seu
escriptorio ra Quinze do Novembro,
(anliga do Imperador) n, 48.
erogarlas
Faria Sobrinho C, droguistas por
atacado, ra do Marqnez de Olinda n. 41.
Francisco Manuel da Silva tf C,
depositarios de todas as especialidades
pharmaceulicas, tintas, drogas, productos
churucos e outros medicaments homeop-
ticos, rui> Mrquez de Olinda n. 23.
"miAOKS APfilOO
Que bravos
A carta escripta palo Sr. eapitan do 2o
baUlho de iafantaria Joaquim V.llarim,
.'edacQSo do Jornal do Reci3, pro-
posito do occorrido, na tarde de 4 antre
c corpo de polioia, e urna malta de ca-
poo ras que costuma pteceder os bata-
IhSes e guardas de honra, eai caja oeca-
aiao commettem toda sorte do vandalis-
mo ; carta que fji publicada na tgazeti-
Iba de 6, uSo o honra nem pela forma e
ncm pelo tundo.
Nao o honra pelo fundo, po-que n'io
decente quo um offijiai do osercito venha
interpor se n'uma questlo entre um jor-
nal e urna corporagao que tem foros e
visus de militar, pronunci ndo-se contra
c.t >, espoade-se a ser suspeitado de estar
so!do do jornal, para ajudal o, em c.'.tn-
panha m2U03 decante.
NSo o honra pela form, poi'que na al-
ludida carta, sacrifcou o Sr. espitao Vil -
larim b regris mais rudimentares da
grammatica portuguesa.
A noticia primitiva, exaggeradamecte
dascripta j elo Sr. Carisio de Barros, in-
culcadou a dos redactores do Jjroai
do Recif.-,foi cortea e delicadamente
co.,testada pela cffioialidade do corpo de
poiioia, o^ua veio cim a responsabilidade
de seus romea reduzr o fasto a suas jus-
tas proporgSes.
Desf-iita a intrig) que o inou'cadi re-
da jtor pretenden plantir entre a officia-
lidade do 23 bar.albao da intantaria e a do
corpo d? pocia, era preciso um gato mor
to pr.ra atirar sobre a offijialidada da po-
lica, entre a qual figura o Sr. St, Ar-
nobio Marques, que nao sr.speitj gan-
te do i Jornal.*
O Sr. capitSo Villarim, que, conforma
diz o vulgo, d um quarto ao diabo, para
pdr-sc em evidencia, cSo teve escrpu-
los em fazer de gato morto, escr< vendo
aquella carta tao inoportunamente publi
cada e que nao abona os seus crditos de
llustrado; crditos que S. S. com tanta
asafama proenra ncutir no animo dos
papalvos, ou no dos que fingem crer para
tel-o sua disposigao em empreita.as,
taes como tentativas de deposicjlo, mee
tings, passeiatas e outras bambochaUs,
sob promosca de ser eleito deputado ao
Ccngresso do Estado ; com a condicSo,
dizem, de comparecer a esses actos sem-
pre fardado, para encorajar os pavos e
dar a entender que a forja federal est
do lado dos arruaceiros.
Deixemos isso que nenhuma importan
ca tem e vamos carta.
Depois de muitos adjeciivos campanu-
dos, taes como illastre, brioso, escuplar
e di&tinoto ofilcidl do exercito que sabe
honrar a farda que ve?te e de cuja pa-
la vr est certo o redactor da cgazetilba
ninguem duvidar; diz o Sr. capitSo
Villarim :
c Notei quo fostes omiiso om tal noti-
cia, pois nao descrevestes com o nesessa-
rio desenvolvimento o qne tambem pre-
seaoiei e observei de mo e de reprova-
vel...
O Sr. Villarim, nSo se limitoa a affir-
mar qua presencion, e disse em segui-
da : observei I!
NSo se aaiiafez em dizer qaa, o que
presencion e observou era < mo ;
Bjuutou lhe o reprovavel !!
Mas onde achou u Sr. capito Villarim,
que mau, es^reva-se com o e nao com u f
O procedimento das pravas foi repro-
vavel, ou reprovado?
Sa S. S. conhecesse o pezo e o valor
das palavras, ta'.vez nao esorevesse tantoi
dislates...
Diz ainda o Sr. Villarim: soldados
sahidos em disparadas de seus polo Ses,
de bayonetas armadas a par-jeguirem e a
ferirem a pessoas dos diversos grupos
dos a oorrar de bayoneta armada em per-
segaiclo de um rapaainho, que amparan-
do-as de um grupo onde estire, oomoosto
de companheiros de armas e civis, d2o
nos oonhecendo investio contra um mogo,
a quem persegua, estando elle agarrado
commgo.
Uffa 1 que tirada ?!
Onda est o gato ?
O Sr. oapitSo Villarim quer um conse-
lho de amigo ?
V curarse para qne as suas bobas nSo
encommodem os seus companheiros,quando
o Sr. se descaiga, e deixe-se de querer
faaer figa-a.
O mut'eo.
Crta poltica
ATosce te iptum
Adagio.
Em meu comparecimento tem sua razSo de
ser. xplicar-me bei a seu tumo de modo a
ser comprebe ,dido por lodos os mea3 collegas
e confrailes.
Volto a poltica, depois do grande inlervallo
derepomo espiritual.
Piz o qae fai hammam^nte po33iel para
maoier-me neutro, neutrissim) na forma do
distincto jornal o Corone-ci de Pernambu-
co.
Entr?tanto dorante ess3 periodo, por veses,
arrastando pelas roas da c.dide a minba im-
portancia i publicista no'.avel, bem senta o
espioho agudo da odiosidade publica a procurar
tocarme a r-piderme anstocalicamenlc azu
leja da >.
SecUrio da ilou'rina Je Scbelllng eHegel har-
mon9ada pela novissima tbeoria de Max or
dan, tambem sei em certas occasies dar o meu
do de peito, na pbrase p.toresca do Dr. Sylvio
Som?ro, amigo de H'ixl*z e rival de Spencer.
O lemma de Harapo : ambuiosa reci-
det o ai.menla, ja o onfessei ao illmtra au
tbor de Sua magestida o Vicio, sostalista
egregio de vifa versa, nSo polo ser tido na coa-
t de entrada anos outros discpulosiucons-
cenles da escola do Iicoascienu coji bilnele
de ida e volta pelas litteraturas tedesca e rus-
sa.
O apbor3mo do D,\ Seabra : Signa le
in Js.puls mis, bem moatra a injustig tra-
gada por este meu paren'e, tendo ailias estuda
do cosas profuniissimas cm i'ocu'y, a luz
das estrellas e sob a inspi'-g) ma'viosa aos
thrinos de papa;ai03 .lincos. Compare o D.-.
Seabra a Mirabeau.
VerJades superargan'ca poucas pessoas 3a
3ab;m dizer. E aquella alna melide sabr e
me'.ade tambar deixou b tu firme a sua perso
naiuaiie bahtanacaneteristica da Praia V^r..
Iba.
Assim em materia, de instruego publica, nao
posso deixar di cedj.r a pilma ao D-. A lo
Mar.-ocos, redactor chcQssimo ao Jornal do
Rerte.
Sustentando a obrig toriedade do eosino, rm
absiracto S. S. concebe a n^essidade abso
lucta da instuigaode mol'.os Gynnisios, ero os
quas se vulganse desde o rabe a 6 a muMca
nagneriana. ','ngragaJanent-! dj fu'.Dro.
D; sorte queao cabo de 10 ou 15 annos, con
fo.'ms a forja m-ntal do alumno, ese tirrminara
o seu curso apto a decif.-a- as nebolo^idades do
Tauhaser e os byro^lipbos da media idade.
Perfeito ogysttijma de re3to. Eu coiuparo o
D.-. Ma-rocos a Turgot, com l pequeo.
Ao coitririo o D.\ Orlando escapelando a
alma damulber russa, selectivamente nibilisia,
segundo Alian Kirao, eatto de eatbaaiasma
pela authora do Judi3 IsariotOJ e p.'!a h"ge
monia elava, esju'cenio fatalidades mesol^gi-
cas e atvicas, resume o seu metnodo de educa-
gao em u:n mixto composto de cing5=s fora do
common, de modo a ser-so en eadido do in-no-
numero po.sivel.
Diverse lingue oribile fa?e!le.
Parolle di dolore a;cente 'iri.
Eu comparo o D: Orlando a Si. CIop o k.
isto poio co co, Jo cem 03 doas u! timos po
blicista.s por mim citados, p >rqua, se a conii
Sao sociolgica o que dete-mini a evoloso, nao
e menos verdade qoc r>outros, tilbos do bairro
la S Josi, do Rio Grande do Norte ou d.' Para
hyba, teos o'lireito d3 mandar a Patrii aos
gerimuns e cepia', como qualquer burgu.z do
commerci. dado as lettras, tudo quinto o ger
manismo expela de mais :n ligssto.
Ca por mlm nao supporto baaquetesem brin-
de.
E' verdade qaa eu c o Dr. Romero s cono-
cemos Scbller po: m ermelio do francez.
Pouco importa; temos f, e a f nao se J:s ru
le : Potrus, tu es petra et super bae petram
edificaba sapientiam meam como dira o gane
ral Almeida Barreto ou o coronel Serra M. rtins
Aproluaiemos, porem, a questo do ensino
puilico democrtico, em tao boa hora iniciado
sob o ausp cioso goverco do meu compadre
Correia da Silva, de saudosa memoria.
Sectario da escola romntica de T.mbaba, a
margem o systema pratico de F ceiel, o nosso
fito seria, caro nao f a o cotUratgolpe de 23 de
Novembro, a formago do individuo pelo pro-
cesso bypnoti;o Jo Dr. Culerre.
Numerosos profe33o:ea, embora analpaabetos,
mas obedientes a acgo negati?a da politicagem
qualiQcativa e quantativa.
Bu comparo o D-. Correia da Silva aLii 16,
menos a gordura e o guillio'.ina.
Consintam 03 meus contemporneos, jovens
poetas e joroallstas que eu neste momento su-
ba trepando es escarpamentoi do co da cri-
tica.
Pego desculpa ao nosso Saint Beuve o Dr.
Tdiag da Ponseca e ao nosso Alpbonse Kirr,
e Dr. Tnora Gybson, se po-veaturi corto u n
pouco pela fazearfa albeia.
O rancbo das individualidades que se distin
gero em os diversos ramos de actividade huma-
na, avoloma se de tal modo, qae eu presslnto a
Patria pletorica de sapiencia.
E' assim que ao passo que o Dr. J.)-e Hygico
em bollandez, e-miralbaatbeoria]de Goeist soore
o selgovernemen'. >, Verissimo, prope-se a
sulear as ondas do Bltico pela presso do ar.
E' ass m que ao pas9o que o D Roselis de
Olinda, estaaa o problema da traopformsgao do
vidro em diamaates, o sympatbico Veras da bo
tica, esse inconte3tavelJul^s Simn da po-
ltica radical da Torre, separa, cMimico illuslro.
a plombagina do caf da B aito (plumbum
Sateane d03 alcbimistas) dissolvendo-a por meio
de etber e do alcool, auxiliado neste processo
cbimico pelo Dr. Pitombo.
E' assim que ao passo que o irmao do Dr.
Lyra. i epul>do, descobre o cylindro movel, o
3abio l>r. Martina Janior inventa a syntne
se objactlva. a:co ncnodaiio a a sociologa de
Listurria e i poesia scientirica de Sul'y-Proud
bom ; ao mesmo tempo que f .z barretadas de
fetiebista a Dapaoioup representad i na pessoa
sagrada e clerical do padre, Dmettes, como
que anteveado abenas desde j as portas do co
da Biblia.
Albino dos Meiras canta o de prafondes reri-
gnado e contrlcto-
E em (literatura ento ?
Dapois qae sargio e pseudo naturalismo* do
Sr. Zola, o romance aqal no Recife, entroa de
corpo e alma para os hospitaes e a poesia pai-
sou a fazer a polica das roas dindosis. Un
cumulo de progredir.
Um ou ootro lyrico atreve-se, como o D*. Fio
ravaote a ser Rbadamez de frack, excepelo feita
dos poetas Duarte e Figueiri, que inda hoje
atiram b-avamente a luz da puDlicidade estro-
pbes dessa natarexa:
E' em Parna meirim que o chico mora
N'ama casa pequea muito embora
Mas limpa quer por dentro e qaer por fora.
Oc assim :
O poeta escreve do cantar o bymno.
Com tal destino que prazer nos d.
O poeta lyrico po qae canta l
K cantor de c por cantar mais lioo.
concordo com o Dr. Esmeraldina
que o ensino primario deve *,er
Isto posto,
Jaad- ira em
obngalorio.
E' bem verdade que nao temos neces.idade
rigoro-a de saber o portagurz. porque o princi-
pal o allemSo e o rosso, o rasio sim., emjuaa-
to nao ebega noticia de consa melbor.
Seja eomj for, obt i ruemos o cidado BMi no
a fn-quentar as aulas dos ; rofessoras Anbuaio e
Aleixo, po'qae desse facto vira lalvex a p rfec-
tibilidaie relativa do mel iaitlle;tual en qne
vivemos.
Finda esta primeira parte da minha carta pis-
so a segunda que essencialmente polilira.
Todos tabem que outr'ora na crise aguda de
aboliriooismo, depois de baver cedido* todos
os meus escravos aos fazendeiros do ,u',x
diante paga razoavel, transformei o meu -nge
nbo Bacdeirlnba em.ampbitbeatroda liLcdati
e ao lado dos intimeratos propagindista D .Ma-
chado Por.ella e Lacerda, dei caga ao t senta-
mo at a hora em que foi decretada a u i d U
de Mato.
Zoilos e inimK-03 gratuitos itagiraai qua ea-
peculei com a inireaudad-' dos pretos prc uran
do (ornar orna cao a sania r-m. fonte de r cdta
indigna. Responde a isso as dnaa mrdalhns qot
receoi e:n nome das vicuas. Convm n lar qae
a esse tempo eu era conservador da velha guar-
da, votan io sempre c m o S\ Jos Mar:.
Desenrolando o Sr. Joaqui u Nibaco n"va an-
deira para o partido l;b-r:il relativa a HeracSc
monirebica, fui alm de S. Etc., e DOMCn a
bater-me pela federaga) das fregoetia9. Romp
com a m'sma gente e tornei me libe":l i; ao
cratico adan; .do, bem a contra aoato d D Mo
reir Alves e baro de Ararioa, doos do3 meas
mais dis'.iuctos correligionarios e ami^o
pf-ito.
Iniciada a *ampaoba re,oablicina fai do; qae
apphudiram a iostfl licto da puarda negra as or-
dens de Isabel a B.'a a e desmanchei-m: em
qiotss para a rccepgo condigna do principe dos
cnicos.
Gjveroar.do o visconte de Ouro Pvo, en'.rei
na ravaGche d > ti de Julbo p ao lado boaeM
da altara de Uiys;es Viaoai c Sigismu i o Gon-
gslves nLo ae:xei os renablicaaos poeta pe em
ramo verde.
Comparo o D.-. Sgi;mmio no p.-inci.-w Ew-
lei.
Veio a 15 de Novembro e apr-nhoa-me fra
dos arr.iyae;.
Poliii:o in'.ran-gente om vez de chima- '
liatra ao Dr. Martina laol
U yses. aJberi fraocaoidote ao novo regmei e
d i parceria cm os Veras, Pacn lo3,Se*ii e ce-
tros cr.maradas d.i la-gas ao meu bello ideial da
rnoci a.-.
Dorante o governo do nsreebJ Sim *.o aia
teudo 3ido a;jlbido como esperava, a .i-i de
tantos BBrvtfoe, concorn para a !. miss) d'este
administrador, pasando a ser irmo !e i Mal
do Dr. Albino ieira. Comparo o Dr. il<.ira i
Sanio Ignacio d- Loyolla, m -nos o i ivefraae.
Bom tempo ; q oelle em qae co-.-e^ui harojooi-
sar o fogo demaggico que i-rompia-me do ce-
rebro com a3 i raneas hysteri ai do be-iter,o das
eachris'.'as. jiguei lorqneimada a Clemsnceau
E como isso dar qu? seismar mesmo a quer?.
era caboclo, sen lo o S-. Mer ;ubsi'.ui:o pelo
Sr. Liceoj urii-cte ao Dr. Correia da Silva at
o moment) do conf-a gilpe de -2. i N -o
Adher arda ao mareoha'. Floridaj Pj:x;j e
a'este pi3totenho me conser.ado.
Agora philosoj'hemos.
A poltica em Pe-nambae.' achi-se dividida
em dous grupo : vtoles deletenos.
Os orimeiros querem o reoascimeo'o da has-
tilba, a canooi'aco do Or. M.rlins e f*os de
D)brezas para tolos os membro? da nasilia oc-
sa L;>. D^em se republicano! historeos, i~-
cluindo-se n'este nanero Qndaic e Antonio
director.
Os segundos querem a democracia incondicio-
nal, o parlamentarismo, o governo dos Brrelos e
quanto cucubyania po- ahi.e talv- z a sspa'.gjo
do nort, conforme o cambio. Dizem-so tamb m
republicanos.
F-a d'este campo existe outro grupo, aot-dt-
sant pequeo que quer a moralidade administra-
tiva, a Uaidede da Prtria, a diotadnra bem en-
tendida, a Par, o Trabalbo e a Industria.
Sioto me coacto di inte de programlas to di-
vergen les e peco lempo para decidir me, 3 que
farei oa prxima carta.
Major Antonio Allonso Leal.
P. S-O Ilustre escriptor da secgoA Ra
i'A Provincia*, equivocoa se quanto a origen,
do doce Pao de l, chamando o:pi de Iota.
Lotb foi aquella mesmo cidado. coja esposa
transformou se em estatua de sal. L qaer diier
fino, transparente, macio, cousa esoecialidade.
Leal.
Fru :los do amor !
que aoompanbavam os flancosda ferca, qua ^^^i?$*?^lSZ:
sa retirara >.
Caramba l E' preciso fu lego e paciencia
para digerir esse pedacinho, que est mui-
to avillarichado para nSo dieer cacas
san jado...
Esees soldados sabidos em disparadas
de seas polo tosa de bayonetas armadas a
perseguir om e a ferirem fas-nos lem-
brar ama senhora idosa, em caja casa
tomos em prooura do marido, que nSo en-
conramos, e ella nos receben asssim : Os
Sra. nSo querem entrarem para se n-
eatarem e desoancarem ?
Se certo proloquio : pelo dedo se co-
uhece o gigante, aquella senhora pren-
te do illastre e Ilustrado capitulo Villarim,
pois os dedos de ambos sSo parteita-
mente igaaes I
No seguinta periodo, l-se este pedaci-
nho de ouro, digno de om discurso de om
es-intendente municipal, oa do deputado
Camira, d'aga branca:
... ata a folie interveacSo > do Sr
major e do um ootro offioial nao preto
ganhador e finalmente alm de outros
factos, ainda com pesar vi um dos sol da-
Ve i-simo a Barbosa fanileiro, Dr. Martins a Ro-
bi8pierre, menos o pince-n?z e o bigotie e o Dr.
Ulysses Vianna a madragora*.
Desejaria cantar os meus patricios em versos
greg03, caso o Dr. Breves podesse fazer nascer
em meu espritu o idioma divino da forro, os H-
lenla on em legitimo batavo, se por ventara o
Dr. Adelino qu zesse recommendar me ao rei da
Pruisia.
Comparo o Dr. Breves a Diogenes. o pbiloso
Eho cyafeo e o Dr. Adelina ao professor Gnb-
er.
Fac.o espantoso.
StepbeQSon. Shakspeare, Uatl, Edisson, Bla-
ke, Nelson, Pilt, Macauley, Spencer, apparece-
ram quasi qae ao mesmo tempo. Phenotneno
idenlico vereflea-se entre nos, sendo que o no30
rancbo de ilustres muito maior.
Pele parlamento, pela imprensa, al pelo bo
teiuim do Torres c espirito anda a granel.
Dir-se-bia a mocidade doirada dos tempos
do directorio.
Pcetas ehumoristas falsificados em allemaes,
cansando as delicias da burguezi^ rica, desfilara
alegremente em bandos, graves cretinos do pre-
sente com direito a entrada gratis no paraizo,
Se na tribuna parlamentar retumba o verbo
atroador* de Bellaraaioo Carneiro, novo Castellar
de oitiva, na arena magestosa da imprepsa a
Gazeta da Tarde*, tnicamente vestida a Cora
Peal, prejadica a grammatica e o bom senso,
mas consegue faier rir, maex'me quando Fre
Joanna Francisca da Conceicfto diz a Gazeta
do Recife o nome de urna mulher moradora
em Sanio Amaro das Salinas.
Viven at poneos mezes com o jornaleim Lia-
rengo de tal, e o ninbo qae babiuvam, no mais
doce conchego, parecia o de dois terno3 pombi-
nhos.
Mas o amor tnrva-se e encrespa-se como at
aguas.
Si at o co azul e estrellado tambem escarcee
e tem as saas tempestades...
O ciame, o despreso, a traigao, quolquer om
desses demonios tentadores, que presiden!
sorte dos amorosos entes um delles, oa todos
elles talvez, transformaran! o iovejavel e ftl'
convivio.
Joanna aborrecea-3e de Liorengo e este eotTre
hoja as loriaras de om ingrato repudio.
A cariobosa amante de 'So bellos dias passa-
dos olba o com o mais "ruel desdem.
Nem mais ama caricia pode fruir o aban lo-
nado amante.
Mas Lourenco ama a e cegamente, dse.-pela-
damente.
Imagine se qne o acaso fel-o encontrar noj-
com a sua Jo una.
Novo desden, redobrado dspreso.
O hornera, fica furioso e atira-se ingrata, e ac
furioso que rasgalbe as roupas.
Fez se o alarma e teve Loarenco de abando
nar o sitio em qae se (lera o escndalo, em quan-
to Joanoa ent-ettaba a popolaca, que a crcava,
contando a historia de seas amores.
Como ella a referia, ] se sabe.
Cbamava a brasa para a sua sar Jinb', e era
Loarengo o Ingrato.
E' sempro assim.
NSo se pode vestir caigas.
O raso pessoa se laz do meio dia, no Pales
do Paraso.
Ao publico
O cirurgiao dentista ama Pompilio
contina com o sea consultorio a roa Ba-
rio da Victoria n. 54, onde os seos -mi-
goa e fregueses enoontrarao pessoa ha-
bilitada para deaempenhar todo e qual-
quer trabalbo concemente a arte e a
cirorgia dentaria.
Ootro aim, j lhe permittindo o soa as-
tado de saude, aeha se s Beta dos mee-
mos trabalhos.
I
/

BSBaBS|BSl
'


-- "-

j .*-*'* -.


4
Instituto 19 de Abril
Eslakleclmento de educado
e de iastfCfib
Fundado ein [383
PBLO BACHAREL
LUIZ.DA C. V. PORTO CARRERO
Recebe alumnos atemos, serni-internos
e externos.
O servido lectivo est aberto desde o
da 7 de Janeiro.
53Ra VisconJe de j?a
maragibe (antiga do Hos-
picio)53.
Telophone n, 104
Ao dobbo bcm e particular amigo
::::::: ca&whd sa cunsa
O felicitamos hoj- pelo seu aniver-
sario natalicio
ii-1-93.
L. R. J. G. D. F.
Notice
Britisb Ep:s:opa4 Caurch EstablisbmenB
Peraambuco.
The Annnal Geera! Meeting of Suba
cribers will be hed at the British Cop-
late on ThurBday the 19 h, inatant at 2
o'oclock p m.
Reeife, 10 January 1893.
A. Cohn
H. B. M's Cnsul.
Dentista
O Dr. Osear Leal forma-
do pelas "-"acuidades de Pariz,
Lisboa e Babia, receotemente
chegado da Europa, abri o seu
gabinete ra do Baro da
Victoria n. 37.
Dentaduras cora e sem cha-
pa, systema do Dr Cleoaier.
ObturacSo e onrific6c5es garan-
tidas.
Extracc^es gratis aos po
bree.
MOLFSTIAS do ESTOMAGO.Ylnho Ciassalaa
Pede-se um asiente comprador para o
afamado e antigo UAM VAR SCOTCH
WISKY usudo nos palacios cemo as
cboupanas.
O melhor para beber.
Garrafas solidas para evitar a quebra.
Enfardeia-se em milito pequeo volu-
e.
As mais altas recompensas n&cionaes.
Dirija-se a INNSS & QRIEVE, 12,
Yo:k Place, Edimbourg.
Peilora! de Cambar
Urna crianca da oaaa do Sr. M. Viris-
simo da CoBta, cunhado do Sr. Joao Pa-
cifica Coe'ho, negociante do Ibicuhy, Rio
Grande do Sul que se achava gravemente
doeate de ama bronchite capillar, foi sal-
va da morte pelo Peitoral de Cambara,
de S. Soarea. que se vende as pharma
eias e drogaras, a 20500 o frasco e 24f 000
dazia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Vaccina animal
O Dr. Batos de Oliveira recebe cha
mados para vaccina^So com lympha ani-
mal em casos particulares.
Consultorio Ra Mrquez da Olisd
n. 18, 1, andar.
Residencia- Ra do Dr. Joaqnim Na
buco, n. 2 A, CspuDgn.
Telephoce 365.
Madico e oculista} <
Dr. Berardo oculista do hospital)!
Pedro II, tem consultorio ra do
Bom Josus n. 9, 1." andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Diario de Peroambaco Quarta-ifora de Janeiro de 1893
11 ~
Ra do Visconde de A Ib iquerque n 33
INTEMATO E EXT MATO
DIRECTOR
Bacharel Olintho Vctor
As aulas deste iollegio estarSo abortas do da 9 do carrente em diante.
A aula mixta infantil continuar a cargo da Exma Sra. D. Maria da Gloria
Victor.
E curar em tres dias gonorrhas obro
nicas ou recentes, como acontece com (
remedio vegetal que se chama InjecgoVf
Anti-blenorrhagicas de M. Morato. Cur<
garantida em tros dias, se ja qual fr ana
tureza do paciente.
A IojeccSo Anti-blenorrhagica de M
Morato, vende-oe em Percambuc, ni
Companhia de Drogas e Productos Chi
micos.
Sua l'A\f\m d'liidi, 25
COIIERCIO
Bolsa Commcrcial de Peroam-
baco
COTAV-'HS OFFICIABS DA JUNTA DOS C03
RETOBES
Praga d> Recife, 10 de Janeiro de 1893.
AccOes do Bn:o de Peraambuco do valor rea
risado de 40/ a 600/ cada urna ex d videado.
Acjues da Companhia de Servico.- Martimos
do valor realieado de 100/ ao orejo de par.
Na Bolsa venderam-se:
50 Ac5es do Banco de Pernambuco.
ib AccOes da Compaobia de Servijos Hariti
mc3.
0 presiden e.
Candido C. G. Alcoforado,
O secretario,
Amorim Janior.
Cambio
PBACA DO RICiFE
Os banecs abriram com a tasa de 13 1,8 sobre
Londres a 90 dias, s< m alteraiao durant-; o da.
Em papel particular tizeram-se algumastrans
acjoes a 13 i. 8.
PBACA DO RIO DE JANEIRO
O bancos com a laxa de 13 3/16.
otaee-s de gneros
Para o gricultor
ASSUCAR
Cristaliaado....../
liinss por 15 kilos. ... /
Branco dem dem .... 64000
Somenos, Uemidem. 4/200
Mascavado dem dem 3/200
Bruto idem idem..... 3*'-00
Broto melado...... 2/500 a
Relame dem dem .... 2/2-X) a
Peitoral de Oambari
O pbarmeceutico Sr. Francisco Jos d
Barcellos, primeiro empregado da Pharma
eia Delgado, do Rio de Janeiro, foi peK
Peitoral de Cambar, de S. Soares, cura
do de urna tesse pulmonar aguda, depois
de ter usado diversos remedios sem pro
veito,
Vende se cas plisrmaciaa o drogaras i
2^500 o frasco e 240OOC a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Siiveire, advogado e curador gerai dor
orphSos. Eescriptorio a ra 15 de Noven -
bro n. 54, 1- andar.
Peitoral de Cambar
O Sr. Dr, Telasco de Qomensoro, res-
peitavel medico residente no Rio de Janei-
ro, frttestou ter curado pelo Petara! de
Cambar, de S. Soares, um-. pesaoa de sua
familia, que soffria, havia alguna meses de
urca laryngite acompanbada de tosso.
Vende-se as pharmacias e dr garias
2)5500 o frasco e 24000 duzia.
E' agento a Companhia de Drogas
Alves, i0 a Di 8
Rodriguec, 2 a J.
5 a Antonio de
1 a GueJea de
6/400
7/600
7/000
4/300
3/900
3/<03
2/60
2/30J
Algodo
Nao coBstoo negocio.
Alsool
Por pipa de 480 litro 2I0/C03,
Agurdente
Por pipa de 4S0 litros a liOfro.
Coaros
Se:co-; 3a(?adoB na base de 12 silos a 570 reh
aominal.
Verdes a 350 res nominal.
Mel
Por pipa da 480litros 70/000 nominal.
Borracha
Cota-se a 20/000 por 15 kiloe.
Carnauba
Cota-so de 6/0D0 a U/000 por 15 kilos nomi-
nal.
do Havre e Lisboa pela liba Grande em 8 e cen-
cknado a Augure Laoille.
Carga de Hav.e
Amostras 8 volumes a diverso?.
A:vuiae 20 barrios a Compaobia de Drogas.
Armas 1 raixa a ordem.
Bataiaa ICO iaixa=a Gongalves Rosa e F^r-
nande, 50 aJoo Femicde3 de Almei'fa, 100 a
ordem. 100 ao consignatario, 10 a Ae M,ia e Ro
dricoet.
Bo'e 3 caixas a Manoel Collaco e O 1 a M.
V. NevPF, 1 a NeitoCamp.-s e C, laN. Fjo-
?eca e C
Cbampagne 1 caixa a N. C.
Fnnandes e C, 2 a A. Maia e
P. de Cirvalbo, 1 a C. Costa,
Mello, 3 a J. J. Aives e C.
CDocolaie 1 caixi a ordem
Araojt e lilhi.
Couro.i 2 caixas a v D. C. Viaona.
Conservas 6 caixas a J. J. A!ve e C.
Chapeos 1 caixc a B. da Silva Carvalco e C.,
1. a 11. F. D.aiz.
Cachimbos 2 caixas a Maooel Collaco e C.
Calcados 2 caix638 a T. de Cmibo e C.
D.ces 1 caixa a Dias Froaudes e C.
Drogas 9 volumes a Compaobia de Drogas 9
a H. Rouquayrol.
Espelbos i caixa a C V. da Silva.
Ferrasen- 3 volumcs a G. de Ualtos Irmos, 3
a Parame Vinnaa c C.
Flores ait (i iae3 1 caixa a N. Fonseca e C.
Ladrliho 96 volumes a D^cdaio Torres.
L nba 31 a:x;.- a KMdel Ccllaco e C.
Manteiga 40 barra e 40 meios ditos a J.o
Femandes de Al neija, 120 e 180 a Compaobia
de Estiva, ^0 e 60 a ordem, 20 20 a Figuelredo
Costa e C 50 caixas a Cooipannu de Estiva, 20
a Froa Rocba e C.
kmitk Bvrty
Declaro que fui mordido de urna casca
vel, o curei-mc sem cessar durante mais
de 4 annos, ficando-me una buracos chago
aos nos kjs que se sarava um abria oatre
immediatamente ; fcando anda com para
lysia em urna mo d'esde que fui mordido.
Aconsclbaio a fazer uso do novo remo
dio oElixir M. Moratopropagado por
i). Carlos, tomei o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem aind&
nao conheca o Elixir M. Morato. eu de
claro que esto remedio santo, porgue
faz milagrea.
Porto Feliz.
Peitoral de Cambar
A Exma. espo-.-a do Sr. Joaquim Alves
Cavalcaoti, do Cear, foi carada, pelo
Peitoral de Cambar, de S. Soares, de
urna terrivel tosse que resistir a muitos
oatros remedios.
Vende-EO as pharmacias e drogaras a
25500 o frasco e 24$<.00 a duzia.
E' gente a Companhia de Drogas.
--------------=>5^CS>-------------------
Deposito em
d-a Drogas e Productos Chimbos.
RaaILtqaez dOlnMa, id
Curso
DE
NOVEMBRO A FEVEREIRO
Ceogiaphia e H stona
Andri Burity PELO
Pernambuco: Companhia Jacharel JO PifCS CfrCTI
\t\a I himpnd *
NO
adiado do Instlsio 19 de
Abril
Peitoral deCsmbar
Urna filhinha do Sr. Jo3 CarlosCoimbra
la Qoavc-ia, do Rio de Janeiro, ficou cu- .
r.ida de ama forte coqueluche pelo Peito- R,,b^,r0r'_attLe3_t?u gar*0
. i de Cambar, de S. oares depcis de
ter perdido muito tempo com o us do
luiros rem-dios.
Peitoral de Cambar
O hbil medico Sr. Dr. Alf.eio Mendes
om o Peito-
ral do Cambar, de S. Soares, a Esma.
i Sra. D. Virginia Mari.: Mondes, reaidents
i oa Babia ra S. Miguel n. 46, qeu sof-
Vendc-se as pharmacias e drcqcrua a
:}h00 o frasco e 24)5000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
'fra da urna t.iberculose incipiente.
Ve"d- -se as jhirrnacias e drogaras a
24500 o frasco c 245000 a duzia.
E' agente a companhia de Drogas.
Snta Lucia
Collegio
Para o sexo femenino
RU\ DO LIVRAMENTON. 22
As aules deste estabelecimento de eda-'
9X0, reabrem se no dia 9 do corrente.
as
Continas recebor alumnas internas, a
somi-ioternas e externas.
Alm de primeiras iettras, ensint.-3e
j guintea lirguas ; racional, frasees, in
giez, allemS e italiana, theorica e pratl-
cimecte, arthmetica, geogcphia e histo-
ria ; musi, piano, desenho, todca os tra-
blhos de ogulhas e flores de todas as es-
pacies.
As mensalidados sSo pagas adiantadas
no acto da matricula.
A directora,
A a do Reg Brrelo de Almeida.
Peitoral de Carchar
O Ilustre cavalheiro Sr. Silvino Ribeiro
digno director do Collegio S."-sta Cruz, na
Seira Negra (Minas Geraes) declarou que
soffrendo, ha quatro annos de urna grave
toase bronohial, foi curado radicalmente
polo Peitoral de Cambar, de S. Soares,
que so vende as pharmacias e drogaras
J55 00 o frasca e 24)5000 a du
t'j' agente a Companhia do Drogas.
E sino de deseuho
pintura
Uxa pessea competentemente habilitada
90m aiguma pratioa de erssinos "cff-jre-
ce-se s Exmas. fm;li:3 deBta capital
para leccionar desecho cm gera! o pin-
tora.
Dirigir carta fechada com as inicitcs
A. J. nesta typogr*phia.
Honorar'os modicjs.
F/U^las e lbr-8
Cos-j N.ves.
naiuraes 4 caixas a A. da
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMOL*
Manoei Cardoso Jan!
ipprovado em 21 de Margo de 1833 pela iosp.
ctoria peral da digna junta de bvgiene do R'.f
de Janeiro-
Este Blixir de coDjpos'co tola vegetal pre
arado segundo as regras pharmicei.-ticas.acon
Minadas pelos autores modernos eoie:ouae
dda capacdade scieotifica tacto nopaiseoou
o c rangeiro.
E 1 Elixir c 1- prodocto n2o s& Jo grande es
jdo das aocOes pbystoiogicas ttn aobsian
>:no tambem patnolOKies,cooM>taaibam c re
wilado du immi-n:.:s 1 > diverso
.usos c'e febiea ue fnado palasire.
A appiicacSo deste Elixir na grande e.i'tem
le bexigtt de 1890 a 1891 aris ama vea de-
sioasi.-ca a ssa eficacia ; pois ao principio do:
js de
TBELLA DAB BNTBADAI Dfe A88COAX
godIo
Mez de Janeiro
B AL-
Entradas Assu-car Saceos 8698 2038 2954 14041 9698 Algo-dio
~ w -~ Bifcacas..... Vapores...... Aiimaee..... 1 irada de Ferro Central dem d S. Francisco dem 1. Limoeiro . Das 1 a 7 1 a 7 i a 9 1 a 9 1 a 7 i a 7, Saccas 443 572 331 57 J666
37429 4269
import Tapor france VIie de aeo Mootev do, ntrado
Mercadoria8 7 volames a D. J. O de Araujo, 7 \
a Joaqnm Pinneiro e C, 3 a Frederico js C, 4 a
ardtm, 1 a A. Feruande3 e C 1 a Adolpbo e
Kerrao, 5 a Manoel Collaco e C, 5 a R. de Dru
7ina e C 2a Netiu Campse C, 1 a AlDioo Cruz
e C. 2a Ramiro U. da Csia e C,3 a Gjima-
r."-.. Luna e C 2 a F rreira Barbosa e C, 2 a
N. Fonseca e C-, 1 a Paiva Oliveira e C, 1 a E
G 'scalves CascSo, la A b C. Vianoa, lat.
F. Dioiz, 1 a Maia e Silva e C, i a Rapbacl D as
nC, la C.N. da Suva, 2 a M. Iiabella, 12 a
Coa patha Ia.ustrial de Chapeos, 1 a Djminggs
Coelbo e Soares.
Materiaes para engenbo 1 volme a S. DA,
15 a Cunba Caroeiro e C-
Movis 2 c; ixas a C. A. da Silva,
Porcelana 3 volamos a A lt.be rj da Calij
Oiiveirs 1 a Domingos Coelbo e Soares.
Pioceis 1 caixa a Companhia de Drogas.
Papel 1 caixa a Jcao W. de Medeiro3. 1 a Ra-
miro M da Cosa e C, 1 a Uaooel Cjiiaco e C.
Perfomarias 1 caixa a A, D. C. Vianoa, 2 a
Manoel Collaco e C, 1 a Nelto Campos eC. 1 a
Nunes Fo; saca eC.
Que jos 10 caixas e 1 fardo a J. J. Alves e C,
15 e 1 a Companhia de Estiva, 10 caixas a Lo-
pes Albeiro e C.
Rlium 5 caixas a Aotrnio de Mello e C.
Tinta i caixa a Companhia de Drogase
TeCidos 1 volme a A. Lopes e C, 1 a Olivei-
ra Campos e C, i a Olmto Jardim e C, 10 a
o, dem, 14 a Alves de Britto e C, 7 a M caado e
Pereira, 1 a A. Vieira eC.,8 a Bernet e C 1 a
Mincel Collaco e C, i a D. P. Weld, 2 a J. Agos-
tinho e C, 4 a R. Lima e C, 2 4 GaimarSes Bas-
tos e C.
Velas 8 caixas a J. J. Alve: e C, (4 a Guedes
de Araujo e Filos.
Vermontb 2 barris a A. Maia e Redrigne1*.
Vi iros 8 caixas a I. G. de Amorim, 1 Com-
panhia de Drogas, 3 a J. D. Moreira.
Viobo 10 caixas a Carvalho e C, 3 barris a A.
B. Dalla--. 4 a Abe Stein e C, 7 a B. 11. Fuckiass,
8 a Joao Paulo de Carvalho-
Carga de Lisboa
Adueas e tandas de toneis ns&dcs 50 vola-
mes ordem.
A-eos de ferro 17 volumes Compunbia de
Estiva.
Albos 10 canastras a Guedes de Araojo e Fi-
los.
Baga 1 caixa a Maia Sobriuho e C
Ceblas 14 caixas a Guedes de Araujo e Fi
Ihos.
C^rga do vapor francez
viu a pelo vapor francez
Carga do Havre
Amostr-s 5 volumes a diversos.
Raalas 50 aixasa Joo Feroandes de Almei-
da. 100 ordem, LO a Palmo de O.iveira Maia,
100 ao coD.-it-naturio.
Cognac 20 caixas a L F. da Cruz. 10 a Fer-
nn es Jnior.
Camisa* i caixa ordem.
CsIcido- 3 caixfies Tiiouas de Ctrvalho.
Cachimbos 1 caixo a Nunes Fonseca e C.
Couros e calc/idos 1 caixo aFerreira Barbosa,
1 a Ramos G poert e 0, 1 a Oliveira Bastos e
C, i a ordem, i a Frederico e C.
Espelbos i aixa a Nunes Funseca e C.
D.-cgas 1 caixa a Francisco Maacei da Silva
eC
Ferragens 3 volumes a Miranda e Scuz;?, 2
ordem.
Feltro 2 caixas a Fraacls:- Ramos da Silva e
C 1 a L. M. Marques.
Jo as 1 caixa a E- Goe^ikchel, 1 a Coucciro
li-m&os.
Livros 2 caixas o Ramiro M. da Costa, 2 a F.
P Buitrean.
L :v; 7 volumes ordem.
Man"eiga, 20 birria e 20 neios ditos a Fignei-
redo Ccsia e C, 80 e 140 a Companhia de Esti-
va, 20 e 30 a Joaquim Ferreira de Carvalho e
C, 20 t 30 so coasigoatario, 30 e 40 a J. Pater e
C, 15 e SO ordem, 30 e 30 a Fraga Rocha e
C-, 5 aixas a Maia e Silva, 1 a Luiz F. da Cruz.!
Mercaduras 2 volumes a M. J. Ribeiro, i a F.
Launa e O, 5 a J. da Silva Salgueiral, 2 a Ri-
ciro M. da Costa, 1 Companhia Industrial de
Chapaos, 3 a Gomes de Mattos Irmaos, i a Bar-
bosa e Santos, 1 a Machado e Alie.da, 1 a A.
D. C Vianna, 1 a F. P. Bolitreao, 2 ordem.
Maieriaes psra engenho 3 voiumes a E. Dol.
Movis, iouca e vidros 6 caixas a Francuco R.
P. Guimaraes.
Porcelana 6 caixas a D. Torres.
Pape-I 1 ciixa a N. Foneeca e C
Perfumaras 1 caixa a E. Sumtco.
Rjupa i caixa a J. Rokl.
Queijos 10 caixas e 1 fardo a Carvalho e C, 1
tina a Abrntes e C, 1 a D;as F-1 candes e C,
10 caixas a Lopes Albeiro e C, 10 e i fardo a J.
J. A ves e C, 22 caixas a Djoiingos Ferreira da
Silva e C.
T.nta de impress-j 2 c.lxa; a F. ?. BoIiire?u.
Tecidos i voluire a Guerra Feroandes e C, 4
ordem, 2 a Machado e Pereira, 2 a Francisco
Gu bel e I-u aos, 2 a Bernet e C, 1 a Mulle:- e
C, 4 a Alvt-s da Brito e C 3 a Goiicalves Ounha
e C., 2 a Guixar-s L nba e C, 2 a RoJngues Lima e O, 1 a J. G.a
Calves e C.
Ditos e calcados 1 caixo a Frederico o C.
Vinagre 1 barril a P. Jullien.
Viaros 2 volumes a E. Samico, 2 a D. Tor-
res.
Vicio 8 barris a P. Jullien, 4 a L. F. da Cruz,
5 a R. H. Fu'k-::s3. 1 caixa a Feroandes J-
nior.
Carga de L'sBOa
Aduellas e perteoces 20 volumes i ComDanhia
de Est va.
Arcos de ferro 17 volumes mesma.
Cognac 100 caixas mesma. 5 a J F. P. R-
OJOS.
Cravnho 5 caixas a E. M. Je Barros.
Doce 1 caixa a D. Joanua de Oliveira Cirva-
lho.
Drogas 2 caixas Companhia de Drogas
FerrageoB 4 caixas a Nunes Fonseca e 0,17
a Gomes de Mattos Irmaos.
Vioho 1 pipa a J. F. d'Almeida, 5 a A. J. Oli-
veira Campos. 3 a J. Pereira Pinte, 10 a A. M.
da Silva, 25 a Manoel J. Oliveira Graga, 2 a F. J.
de Magalbaes, 41 a Guedes de Araujo e Fuos,'
3 a A. Marliae, 1 a D. Jjaana de 0. Carvalho,
20 caixas a J. F. P Ramos.
Exporcae&o
RICIFl, 9 Dg JANEIRO D183
rara o exterior
No vapor ingles Explorer, para Liver-
pool, carregaram :
Borstelaaa & C, 21 fardos orn 4 096 k.i
algodao.
J. Fuerstemberg & C, 300 sac:os com 18 000
Villa de San Nicols [ki'c? d",cjroc,fl3,(le i'',^a'-, fc .
Ville de Montevideo :' A1'e !sWm < 'j(, kl:0a "u borracha de
borracha 'le mangab La.
No va;.'or americano
NiW-Yj-k, Levy St Delir.iro, i,700 couroa saceos sa'gadoi
pesando 20.400 k os
Ni oarca ioi;ugu=za Novo Silencie, para
OjPorto. carreaarjm :
j. S. Ciroeiro & ''.., 235 couros ceceos salg<-
d.'S pesan lo 2 230 Irlos.
Vigusnc:, para
Para o interior
Pornambocc
No vapor uacioail
Para, carregaram :
P. de Oliveira Maia, 90 barricas
kilos de assocar branco.
J. M. Das, 300 barrica3 com 20,210 kilos de
assncar branco.
Para Manos, carregaram :
Bo-sielmao & C, 25 barricas com 2.123 kilos
de assucar braoco.
P. de Oliveira Maia, 60 barricas com 3.680
kilos de asquear branco.
Para Haranb&o, carregarcm :
P. Carneiro 4 C, 30 barris con 2,7 0 litros
de aguar'ente.
o vapor nacios! Oadioa*, para Pelotas,
carregaram :
J. M. D.aa, 200 saceos Cvm 15.000 kilos de
assucar branco.
L. A. da Costa, 7 barricas om abacaxis no
valor de 14*.
Para Porto Alegre, carregaram :
Amonai Irmaos C, 40 saceos -orn 3 000
kilos de assucar braoco e 10 ditos com 750 ditos
de dito mascavado.
Para Rio Grande do 8u\ carregaram :
P. Alv3 & C, 250 barricas com 21.455 kilo i
do asquear braoco.
A. G. de Oliveira Lina, 20 1 La com 320 li
tr^s de oleo de ricino.
Amorim Lmos 4 C, 150 jaccos core 11.250
kilos de assucar branco.
No vapor fraocej Vdle de Mon'.evido,
oara S?.ntos. carre:iraoi :
S. Gaitnaraes & C, 935 saceos com 36,160
kilos d.T mi'ho.
B. W.: ama 4 C 2.50 > raccaa cu:n tiO > 00
kilo3 e assucar branco e 1,809 ditos com 90,000
ditos do dito mas> avado.
No vapor nacional SiatelDO, para Pelo
tas, carrerea :
A. G de Oiivtir* Lima, 5 caixas com prepa
ralos de jerubeba e 20 kilos de pao brazil.
Para Porto Alegre, carregaram :
A. Taborda A- C., 430 ,-accos com 33 750 kilos
de assucar branco e 50 oi'J3 com 3.75J ditoj de
dito mascavado.
Para Rio Grande do Sul, carregaram :
A. Taborda &C, 300 taeeoa com 37.300 tilos
de assucar branco.
No vapor nacional hcubipe, para Araca
ty, carregaram :
Companhia de Estiva, 2.000 sacc03 com fari-
nha de mandioca.
F. Rodrigues & C, 14 barricas com 783 ki.'os
de assacar branco, 300 saceos com farioha de
mandioca e 40 ditos com 2.000 kilos de milbo.
Para Natal, carregoj :
J. Socza, 40 caixas com 923 kilos de sabio.
ParaMico, carreeoo :
J. Souza, 10 caixas com 230 kilos de sab .
No vapor Qaciooal Goyaan.*. para Santos,
carregaram :
Amorim Irmaos 4 .C 1,37o 'accos com 82 500
kilos de assucar branco e 725 ditos cosi 43.300
ditos de dito mascavado.
S. Guimaraes & C 150 saceos com 9.C00 kilos
de assucar mascavado.
--Na barcaca Flor de Maria, para Mamai-
guape, carregaram :
S. de Ago.hr Campelb, 120 cdxas com 2.520
kilos de e'aboo.
A. Mandes, 100 caixa? com 2.110 kilos de
aabarv
Ha barcaca Solfixo, garam :
Barbosa 4 C, 55 caix-.s com 665 litros de
genebra.
primeiros symptomas a bexiga aborta, e em ca-
jos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
ioenca febril vulgar apresentando pequeas to
nelacOes que com a cootinuacao do Elixir de-
japparecem sem todava apresentar receios d
perlgo.
Os muito ^tiesiados publicados no Diario dt
?ernambuco* e Gazeta da Tarde pro7am o qu
lizemos.
Nos casos de febre amarella o efteito admi
ra vel, apresentando pbenomenos tao maravilbo
3oa que nesta cidade do Recife do Rio dt
Janeiro pouco receio causa a febre amarella.
uesmo estando o Jocote com vomito preto <
o.agulneouestes ltimos periodos ento c
M "ario a applicac&o em alta dose, des
i tabella anaexa.
Este Elixir j conhecido do pubv:"o t de un.
grande numero de dignos mdicos e>. -e.se ta-
lo para combater os differentes incommou." to
toa ellos de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occasiao de fuer
pplicaco as febres erysipellosas e com tur
ootn resultado que camos admirados de tao al
tos effeitoB.
Pela pra'.ica chegaaioa a conhecer qac no*
4taqoe8 ae febre orysipellosa oa erjsipella como
?ulgamente se diz e neceasan o uso s 10 da?
do Elixir.
Nos grandes incommodos das sen!iora3, mr-a3
ruaco, gravidez e aos casos de parto com fe
: de um resultado muo certo c seguro e (
esua conposicao tao simrles nnn no offe
i.*eeio de appficar o Elixir nem sesmo era ose;
uperiorea as indicada! aa tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que dssej^-
.era fazer uso deste Elixir em sua clini-.;a nfto -
ujeitarem r osaa prescripco, mas sim fa
pplicacSo em harmona com os cas qae dase
aarem combater, certos de qus o medicamento t
da compotcto innocente para o organismo po
otia frgil que seja.
llsdo de asar
A'8 cranfas at um anno 10 gotas de 1 ta :
acras em uaa coiher daa de sOpa cheia 'agi
'ria.
Do osa anno a Lre3 15 gottas.
Da 3 a 10 anao3 em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sea-pre ser ipplicidta en
goa fria.
Dcpoe2to
Companhia de Drogas e Proda tos Guibiui
roa >!o Mrquez de Oiinda n. 2'.
Nacional Pbarmacia, raa Larga do Rosarji
1. 35.
Paarn::^ia O.'iea'.i, rea E::-o:t do Ro;;
!.
Phaiacia Alfredo.Ferreira,ra- do Baria li
.'ctoria n. 14.
Pharmacia Hartios, ra Dnqne e Caxia t
3
'. .
Pharmicta Ribeiro profa M u.'l Pinbei-o 22
Para qoalqner ioformacAo sera eocontra
luter na ru;i o Rosario strei'.a 0. 17.
03 D0S60S frascos sao quadraos e coi;'? go-
,?. N'um lado leem grvaloElixir aie fehri
s oa outroManoel Cardoso -Pernambnco, e to
lo os prospectos sao asignados per Manoa:
Cardoso Jnoicr, sendo falsos os que nao fi
isslgnsdos.
N. 159
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recita, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua presada saftde.
Faltara com um dos or;io'e3 deveres se ni
visse por m-;io oesta carta agradecer ihe o be-
neficio w acaba de fazer me livrando d; s
garras da raerte o meu fiiho Fiorismundo, de 12
annos de idade, o quul acbaodc s^ proslr do no
tito da rama, com urna grande e^rn que d'elle
alo so separava ha maia de quatro ias, j leude
esgotado o que podia fazer em re.xedios, tudc
me era bldalo, aguardanuo nnicamente a hora
prxima da morte ; entSo I* mbr--i m*' do tec
concH'.uado antifebril, que lea salvado innu-
me'as peasoas, e Immediataccentc Ihe escrevi
pedindo Ojeo o 3 raan-iasse orna ise, a qur-.l
vio, e tratei i.'e applicar conforma marca o seu
leceitoario. Na segeoda d;e elle ja niio va-
nava, na quarta a tir j dimtnaira, e a cor
OM que tile ee a bJ.v., quasi :x-,apreseDtavi-
-ie cooo indo para ama clara. Naso'ad-c
;>p.-i>ceo, ap-fJe-,-:'!!do- r.est-? n:e.- .jo da
as8 uja-i ; ;-"aio-'.^ ri dado o remedio aini
aovamente buscar e contiouei a applicar-lbe, t
noje r.cha-815 u Bibo reslabelecido, devido
unicamsnto ao stu >ot-8co elixir.
Peto Ihe que aceitb ae mim e dos meas tilhos
os meus sinceros protestos de estima e conside-
raco, pelo beneficio que acaba de faier me com
o seu elixir, salvando o dito meu filho.
No mais son
De Vmc. amigo e criado,
joaquim Juvenciu ds Almeida.
Collegio de Nossa Senhora
da Peih.;
Roa da Ioiperatriz n. 2 (2* andar)
Aa aulas combarlo a funcoion.tr a 9
rlette mes. Ec,3ina-se primeiras Iettras
portugnea, franca?, geogrophu, msica,
piano, deseaba e t-jdos os trabalho s da
aguiha.
Minhi Espera,: Felicito man especial anrgo Antonia
pola p c itacSo
raacisco
de 8623
es. .rus,
b 3 c:.
arr >s
.m.'ns '
Mi.iha Esperanca, bem acceitos c procu
radoa t em Lo.di-s, d' m e tea vindo
a.-commendps por seu3 a| es.
Mo espr :
iasimo coa o resaltado doa aw i i ( irf;oa
osa acredita? seus bjos aigarraa o torrt
ansia coaLoci-o no estrangeiro ;
ducto da noasa patria.
paribena pala i nanita lin i Lid .
bsaoaJ Francisca de I'urrrs Um
' /<3^N : /dr^
^
::::::::::::,:. das :-:s:: i*
7
RA DO HOSPICIO M
t'rucca.1 prim ria e secandarla, p
o sexo I asi i do d:..
ce J.incirc.
Becebe-se aicmn.-s pns: n
ni peoFioBistas e externas.
A DinECTORA
Maria do Carmo A:evedn.

V :Ia fia
9
\-
bdll
Sciertes da cff.-rla de !25.0?3 itra de 150:000^000 pelo espolio de
Mar:elica Qcny-ilves de Az^vedo ; prave-
oimos aba comprador-:!?, vended.res c ia-
f.erpssidos Beato negoo-o : o m?sm) espo-
i-, est em litigio com os abati resigna-
dos
Recife, 5 de D ze^bro da 1898
San! ce & C.
Na barac*
tal, carregoc:
Companhia de Etiva, 10 calas
Cjr ei) de Macc, ptraRa
om 2.0 kilos
Ucooi litre ....
UgolSo em rama tkilo} .
Arroz com casca no)
Assucar renado (kilo! .
Assucar braceo (bil) .
Assucar mascavado (kilo!
cagas de BMuaonas (kilo)
Jorracsde ieiede mas^b.
para Cacbaca........
onros soccoc epicuadoa (tilo).
com ,520
(kilo)
iPais?a <.-> Alfaaidccsi
SEMANA Du 9 A 14 DG JANEIRO D 18' 3
385
653
90
500
386
19C
100
1,200
200
570
Couros soeces salgados (kilo) 510
Jouros verdes (kilo)..... 335
aroco3 de algodSo (kilo) ... 35
Carrapateira (sementes) (kilo) 100
Jacio Otilo)....... 400
Jaf bom (Kilo)......l)C
z'. rcv.loi'ao (kilo).....1^000
Caf moido (kilo)......1^000
Carnauba (cera vegeta!) (kilo) 400
Cora em velas (Jeito)..... 640
Canna (agurdeme) (Uro) 343
Cal (litro)........ 10
armha de mandioca (k 1 .>) r 50
lenebra (litro)...... 300
Sraxa (sebo em rama ou coado) ikilo) 600
Folbas medicinaos de qualquer q-ja-
lidade (kilo)...... 200
M'-.l d; lauque (litro) .... 100
lino (kilo........ 90
Sement de carnaa (kilo) .... 60
sola (meio)....... 44400
Stearina em velas (kilo) .... 000
Tatanba (kilo)...... 40
Taboas de amareilo em pranches
(dnxia)........ 10M
5S.ci-s232oesos pofefless
un oa janeim zx i83
Ranal gsral
0 di? 9
lo 10
Aifanaeja
402:013666
83:991*791
489.0)0/457
Renda do E3tacto
9-> dia 9
izm do 10
139:4774065
21:906J9J2
----------------- 161.383/997
Sacona total
650.39:.: 4^4
10
ogan-ia r-sejao da Allandega de Pernaabacc-,
Je Janeiro de 1893.
O chefe daseccao,
Manoel Antonino de C. Aranha.
O thesoureiro,
Flo.enco Domingujs da Silva.
Collegio
Onze de Agobio
A matricula para es qoepreteaderem fieqaen-
tar as aula deste es'abelecim"a'.-i ei.a aDerta
a comecar do da 12 e as outas funcc-or;ar.' do
dia 16 i-m dian'.e.
Sendo limitado o numero de alumnos p-evl-
oe-se aos interessa.toe de qui possivel nao ha-
ver logar, principalmcn'eno tatmate; mas, en-
teniendo se com o dire-lcr. pederao, qaerendo,
licar com preferencia i priraeiras vagas.
Cabo
O Dr.Jcoaim Feiippe lixou a aaa residencia
oesta cidade e da cocsoltas na pbarmacia
Ouarte.
Presta-cbamados a qn-l^u?r han
J. J. Corbetb, cquipagem 10, em lai
tro a Willian Boxwo'l.
Paran21 dias, logar noruegwer.se Pa-
lander da 294 toneladas, cap't'o A.
Ellefsen, eqa:p.igm 10, em lrs'ro a
H. Lundgreo.
Rio Orondo do Norte4 liaa, hyafe na-
cional Bom Jess de 86 toneladas, mes-
tre Manoel Francisco de Mello, eouipa-
gem 6, caiga asaetear a Manoel Joa
quim Pessoa.
Navios sabidos no mesmo dia
Mossorbarca norueguense Otra, eapi-
tSo G. Ellefsen em lastro.
Rio Grande do Sal e escalavapor nacio-
nal Ondina, comaiandante Sarvulo A.
da Silva, cf rga varios gneros.
Barbados barca noraeguenso Aqaila,
capitSo T. Oliegrer. em l.sstro.
Mercado Haulclpal de W. Jop
O 'jv.mtnto de3te mercauo no ta. 9 de
Janeiro foi o seguints : Entraran
37 boia pesando 4 816 -lo1.
OJ tilos de pefie a JO rtis 6J100
4 ditas com camarrs a 100 rs. iOO
I compart. com marisco; a 103 rs- #103
36 logares a 2C0 rs. 72-"a
7 sioo8 a 200 r3. 1510
. 5 ditas com feijao a 200 rs. lO'O
44 cargas de farioha a XtJ rs. 8/800
10 cargas de milho secco a 200 ra. 2/C10
1 ditas com gerim a 300 rs. 300
ditas com milbo verde a 300 rs-
dita de ccbolinbos s 301 rs. I
3 ditas de canna a 300 rs. 900
ditas de larunjas a 300 rs
2 cassuas com llnhas a 30") r-3. 600
47 litoa com verduras a 300 rs 142100
1 ditss coro (roelas .versa- r 300r?. 30'J
dita de macacheira a 300 rs. I
1 (Wta de batata a 300 rs. 3C
ditas com locca a 300 rs. h
8 das de melancia a 3G0 r?. 2/400
70 dit03 comfarinn u 4):'. 28/0C0
2 cargas com gallnhas a lO i !/! 0
31 columnas a 600 r 18/900
7 oo*np2rttBientos com -......;
a 60! ra. 4520C
48 ditos eos hiendas etc. s OOC 28:8,0
6 :;;o; decomi .- i 1820
li ditos de swneirc i li U/000
9 ditos a 7 O ra. 6/3'
44 talho; a 9*000
Rendixcnto do dia 1 a 8
2oO.'.30j
1.993/069
2 ivimo
Do dia 9
dem de
RECEB1SD0.UA DO ESTADO
10
Do da 9
dem de 10
RECIFE MAIN AGE
85:4S9/o85
3:667/424
93.157/003
1:058/400
280/9 2
"l:338/:02
HoTlmeato do Porto
Navios entrados no dia 10
Ro de JaneiroB e essala8 dias, vapor
msional Percambaco'de 1999 toneladas
commmandante Roberto Ripper,
pagem 60, carga varios gneros a
reir Carneiro & C.
Baha10 dias b .rea americana Ellanore
91. Wilians de 681 toneladas, capitSo
jqu>
Pe-
Prejoso el-.:
Carne vonls de 320 a 713 kil;.
Sninos do 640 a 800 r:s idem.
Cameiro de 800 a $ r ls dem.
FarirJjate 400 a 480 ria dem*
Milho e 40J a 50 res idem
PaiiSc do (/ a 1/400 idem
-Vaporas a eatraur
Mua de Janeiro.
Sul..........' S. Francisco....... 10
Europa ....... Paranagw........ 10
Norte....... Brazil
or e........ AUianca
Sul.......... Una......
Sn.......... Cir -----
Norte........ laboatao ..
Sul.......... Las Palmi
Europa....... Trent.....
Sul.......... lmar.....
Norte.-. ..... Ka/......
12
12
13
13
14
14
15
16
16
?poras a sabir
Mez de Jace'ro
Norte....... Jacuhype........... 1 { se
Norte ....... Pernambuco....... (1 as
3 b.
i h.

liana i
! i ... .. .., ^m^*
mmm
*
-\-_


Diario >, Pernambuco Quarta-feira H de Janeiro de 1893
Curso primario e se-jMathematieaselvimeiita-
i^
t
>
-
cundar'o
O profesor Jos de Souia Cordeiro SimOe?,
avisa aos pas de s geral que as salas do sea corso primario e se
cndano, sito no pateo do Cirnio n. 26, brir
se-hio do a\ 9 do corrate.
Recife, 1 de Ja eiro de 1893.
Aula particular
A pr.fesaora Aoaa Thodora Sm5es avisa aos
pas de Boas alamoas e ao publico em sera!
q-v d ea c4a particular sita do pateo do Carme
n. 26 1- anda!, abrir se-ha nr dia 9 do cor
note.
Recif", i de Lneiro de 1893.
guiador da Marioba
Oincerta-se relogios de algibeira, pen
i de torre de igreja cb.ro nometro3 de
, caixQ3 de muBica, pparelhos
ico, oculos, binculos, ocaos de al-
oe, j'-iaso todo qualqucr, objeoto tea-
3 a arta rnechanica.
9Ra Larga do Rca&rio9
Denle % artlQciaes
S b pre8s3o clstica e pressao pneu-
ota systaraas nov:s&imos neste estado,
pelo oirergilo dentista Numa Pompilio,
ra Bailo da Victoria n. 54, 1. andar,
8 horas da raanh s 3 da tarde.
criplorio tlommereal
Ra Duque de Ca/as n. 72
mm nMm 11
Secdo de diferente na uaiureza os serviecs
escriptorio, a coojroiss&ore'.ribui'iva varia
;-a!;aiho responsabilizada e impor-
'endo ca RUV*r parte dos casos a
previo ajuste.
Aeslai ncar dependente das
. a segoiote tanea.
res e escripturacao
mercantil
Venancio Labatut dedica se a proparar
qualqaer pessoa em escripturagao mercan
til, cora 30 a 35 HcSes', conforme contra
ci; continua a leccin, a m-tarias aci
ma ra Duque da Casias n. 72, Io a?
dar.
PeitoraJ de Cambar
O honrado estanciero Sr. Belieario Pa-
reira do Athayde, de Ita^ny, Rio Grande
do Sol, commanicou que sua esposa, que
sofiri". de asthma havia amitos annos, foi
curada pelo Peitoral de Cambar, de S.
Soares. que se vnnde as pharmacias e
dragaras, a 205CO o frasco e 24000 a
duzia
E' agante a Com achia de Drogas.
O advogado Dr. Macoel Portclla Jnior
contica cera sea escriptorio a ra do
Commercio n. 44, 1 andar.
0 Di. Barros Janeiro e
brica a vapor Hinhs
aa
Sfi
DECLARARES
Aviso
Por traiar de hypotecas sebre
b immoveis .....
Bececebimeoto dejaros a civi-
dei Jos ......
fien de penates n"le Estado .
i i dem na capital federal.
df-m i'e alaguis de predios. .
Cobra oca e liqu!dac5o de liypo-
tbec;?, he:aocase dividas ami-
ga ves ........
oem dem idem judialmente. .
oqj r, de esmoies eremessas
Ids^ e renda de propriedades
immoveis.......
Pagamento c'.e iapostos liscaes .
Por foser o fe^uro de predios e
pug r o retp8Ctivo premio. .
Por venda de generes do naiz. .
Por compra de mercado;ias e fa-
ter rtmeffa para o interior .
Por venda (.-. mercaduras naci-
nacs oa estraogeir.'S em coc-
i~.ac.3o.......
Por 'abalhos de escripta de ca-
sas commen'iaes cu liquida
circunstanav*
Porcentagem
3 a 5 0o
0|0
0(0
0|0
10
Convencional
ifl Oto
2 a 5 0o
5 0,o
3O|0
3 0|0
3 0,o
3 0,o
pi.
onven cion al
instituto Pernam^ucano
DIRECTOR
Bullid Virginio Marques C. Leo
4>3-Ba do Hospicio-63
TELEPHONE 570
As aulas deste cstabelecimento de instruccSo
primaria o secuularia reabrir se bao no dia 7
do correte.
RiCife, i de Janeiro de 1893.
O Dr. Manoel Ciem satino de Barros C*r
nciro, formado em scienclas medicas e
oirurgicas pela faculdade do Rio da Ja
neiro, medico adjunte da clnica d<
hosD A ".esto que teuho fjito uso dos cigarros
denominadosMmha Eapermoga a beia
szts do fumoHygienico Nacionald.
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Crus
reconheoeudo pela analyee chimica a que
proced, que o referido fumo e cigarros
n3o ene-, rram principio algum nocivo s
fanccScs gstricas, sendo perfeiamoate
toleraveis aos dyspepicca.
In fde medici.
Reoife, 12 ds Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Carneiro.
ED1T1ES
A Praga Universal. -Em todas
as regiSes e entre as peascaa da todas
oc:upac5es e prossSes, prevalecem as
c::r'criuidadespa!monsrea, portunto, o gran-
de o admiravel remedio contra ellas e
que produz a sua completa aniquilado
o Peitoral de Anacahuita o qaal as deve
perseguir, & em seu devido tempe as per-
seguir indefectivelmecte, at nos mais
remotos confias do mundo
O soldado nos encampamentos, o mi-
ne ro as minas d'ouro, o colono as fron-
teiras, o lavrador, o viajte por mar a
por torra, e especialmente toaas a r-.
so s Bajeitas padeesrem de toase, con-
s'ios^oes, resfriameotos e catarrhos, bron-
chites, asthma e outras iff-jcjS-is cao me-
nos : ffl ctivas da garganta e dos orgSos
da respiracSo, e que tSo fcilmente se
desenvolvem e propagam nos lugares h-
midos, inclemencia da atmosphera;
acharao com a mais grata aatisfacSo, no
Peitoral de Anacahuita, um remedio ir-
resistirel e absoluto, para o completo
subjugamento de i5o perigosas enfermi
dadas.
Cumpre-se to, mopeis bom es-
tar-se prevenido.
Como girsntia contra as falsificajoes,
observe se bem quo os nemes de lanmin
& Kemp venham estampados em letras
transparentes ro papel do livrinbo que ser-
ve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda em todas as phsrma-
cia8 o drogaras.
Secretaria da Iittne^l Pd
blica do Estado de i'eraaai-
boco, em iO de Janeiro de
1895
EDITALV. 2
Praso de 40 das marcado aos profes-
sores pblicos Francisco Cejar de Lima e
Julio Cesar Goacalvcs Lima.
De ordem do Dr. Inspector Geral,
fago saber aos professeres pblicos Fran-
cisco Cezar de Lima da cadeira de cnsino
primaria de S. Jos do Belmonte e Julio
Cesar Ghmcalves Lima, da de Triumpho,
que tendo o Ezm. Sr. Dr. Qovernadar
do Estado, por acto de 7 do correte con-
cedido a permutta que requereram, fich-
ines marcado o praso de 40 das para
aposti larem os ttulos e assumirem o ex-
ercicio das novas cadeiras.
O secretario,
Pergentino S.iraiva de Araujo Galv'o
Borstelmaon & C0., agentes da Ham-
burg Sad ame ikanisehen Dampfschifff-
ahrsts Gesellschaft, participam aos rece-
bedores da tf&rga que de Ilambu' go con-
duzia para este porto o vapor Gear,
o qu'l por ordem superior teve de seguir
para a liba Grande a fazer qnarenten,
que de accordo com instrucc5es recebi
das daquella compahia procederao b
cobranca de 50 [0 sobre o .rete men-
cionado nos c nhecimentos para fazer
face as despezas da quarentena, em
conformidade com as clausulas dos
mesmos conbecimenlos.
Estrada de Ferro
DE
PERNAMBUCO
IVISO
Banco de Pernam-
baco
A coDtir do da 1 da Janeiro de 1893
o Banco do Perncmbuco abona jures em
contj correte de movimeoto a raaao de
2 [. ao anuo, at segundo aviso.
Rocife 2- de Dezembro de 1892.
Wilam J. Webster.
Director gerente.
Londo i & JBrazilian
Bank Limited
Aviso
A contar do dia 1 de Janeiro de 1893,
o London & Brasin B&tik, Limited abo-
car juros em conta corrente de movi-
mento a raz2o de 1 )i0 ao aono, at hg
gundo aviso.
Reoife, 23 de Dezembro de 1892.
W. H. BZtn.
Gerente.o
gan le
epurativo
indgenas
E' o
des:oherto dos
cujo, tem a propriedade de
curar a syphilia rapidamt-n-
te5 curar o rheumatismo
como por encanto, e curar a
mopha c mo po: mila
gre.
C apreciamento do gran
de remedio o Elixir M.
Mi ratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
tra rdinao d'este seculo^
taef. sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
A .entes em Pernaalbuco
( ompanhia de Drogas e
Productos Chin,icos: ra
Mfrquez de Olinda n. 23
Dr. Freitas M. GalmarSes
MEDICO,
Tem o sea onsultorio na ra Duque
de Casias n, 61, 1. andar, onde ser
ancntrado de 11 1 hora da tarde e
reside no Cajueiro n. 4.
Telephone b. 292.
O Dr. Francisco Luiz Coneia de Aadrade,
presidente do Superior Tribus 1 de
Justina deste EsUdo ,de Pornombuoo
em virude da lei etc.
Fajo saber aos que ao presenta edita!
virein e a quem interessar possa que
achando-se vago pelo fallecimentc do sur-
vestuario vitalicio Jos Joaquim Corris
de Oliveira, o offioio do contador doste
Tribunal, o qaal tambem serve como
destribuidor e contador, peraate os juizes
do enme, commarcio e provedoria, fija
aberto, pelo presente edital e com o praso
de 30 das, a contar desta data, o con-
curso para provimento vitalicio ao dito
cfil;i?, que foi creado pelo alvar com
forja de lei de 30 de Maio de 1815, de
vendo os pretendentes habilitarem-se na
trma do decreto n. 9420 de 28 da Abril
de 1885.
O presente edital ser anisado na porta
do Tribunal e onde mais necessario for,
remettendo se copia authentica ao Exm.
Sr. Dr. governador do Estado, para us
fina convenientes.,,
Dado e passado cesta cidade do Recifc
aos 10 das do mes de Janeiro de 1893.
O setretario do Tribuca',
Virgilio de QusmSo Coelho.
0 Dr. Jos Julio Regueira Pinto te
Soma, juiz de direito da fazoeda do
E-itado de Pernambuco, por forj* da
le etc. etc.
Faz s-iber pelo presante que cojo pra-
so de 30 das, a contar deata data, est
aberto o concurs > para p.-ovimeato do offi
ci d escrivSo 'deeto ju-zo, irsado pela
lei a. 526 de tres da Jj.-.h.) o'.; 183-,
o dos fetos manicipaes por forf* da le
n. 35 de 17 de Dozembro do aono passa-
do, vago em c-jnseqaer.cia do fullcciraento
do respscfivo seivcntuario Jo2o Vicente
de Torres Bandeira.
Os eoncurreutas deveraj juntar ea oxi-
gioal as suas p3tij5as com os seguintes
documentes :
Priceiro : auto de esame de suffisicn-
cia.
Segundo, cettiuao de idade.
Terceiro, certidao da esami3 lo porto-
guez e brithmetica.
Quarto, folha corrida.
Ci iuto, atteotilo medico de capacidade
phisica.
Sexto, procuragSo aaaeeial, oo requere-
rem por procurtdor.
Stimo finalmaote, outroa docoDeatoi
que forsm couvenieutes para prova dd c-
(.acidude profisaionai, tuio do confoi mida-
de com o artigo 210 a sejs paragraph js,
do decreto n. 9 420 do 28 de Abril do
1886,
E para que chegue ao eonhecimento dos
:ntere38ados, pasEou-se o presaste o^ua se
r publicado pela imprensa.
Dado o passado neBta cidade do Rec'.fe
ds Pernambuco, aoa 19 das do mez de
Dizembro de 1892
Eu, Jos da Costa Reg Lima, escrivao
o subscrevi.
Jis Juhao R. Pinto deSouza
Certifico que no lugar do castume, cffi-
xei o edital constante destj traslado.
Recfe, 19 de Decembro de 1892.
O porteiro,
Francisco Mamede de Almila.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernam-
buco
EDITAL
De crdem do Illrn. Sr. Dr. Director
engenheiro c^efe fjiQO publica qu9 do dia
6 15 do corrate mez haver um trem
extraordinario que partiodo desta cidado
para a de Jaboat) as 6 horas e 15 minu-
tos da tardo dalli vol-ar s 8 horas e
45 minutos da noite, excepto no dia 15
qao daquella cidade voltar s 9 1^2 ho
ras da roie.
A'm dess8 trem haver um outro da
Victoria para JaboatSo s 8 horas da
msnhS, voltando para a Victoria s 10
horas da noite i necte no di a 15
Secretaria da Estrada do Ferro Cen-
tral de Parnambaco, 5 de Janeiro de
1893.
O secretario,
Julio Cazar Cavalcante de Albuquerqua.
Os Phlomomos
De ordem da directora commnoico aos
socios fundadores, eff-ctivos e honorarios
que a sede effectiva da socieiade do
predio d. 38 do Caes do Capibaribe ; e
convido aos que quizerem fazer parte do
prestito carnavalesco a entenderera-se com
a commiss > encarregada dos respectivos
festejos, a qual estar diariamente na
mencionada sede das 6 horas da tarde s
9 horas da noite.
Secretaria d'Os Philomomos em 10 de
Janeiro da 1833.
O 2' secretario,
A. Saldanha.
Gremio Recreativo do
Recfe
Assenibla geral extraordinaria
3a convoeacSo
De oracm do Sr. presidente convido
pela tercera vez aos socios cesta socieda
de a reunirem se em sua fde sesta-feira
13 do carrate pelas 7 horas uoito par
tratar se da liquida2) difi:i;iya da torrero i,
cuja deberacSo ser tom d* cjm qual-
qaer numero do s-.ci',j que oompare
cerem.
Sala das sesaSts do Gremio Racroativo
do Racife, l d Janeiro da 189.
Io secretario,
Jos Lopes de O iveira.
Cofnpa^hia Pro.rresso Alazana
A directora roga aos Srs. ac ionistas o
obsequio do fazerem no Banco de Pernam-
buco ule ao ia 30 da Janeiro corrente a
3.* entrada na razio de 10 t do Capital
subscripto, b xa como pede o obsequio de
faaeren a 2 a entrada no aesmo pr-so es
S.-3. acciontstes que a nao toaban feito
aioda<
Macei. 2 do J-aeiro de 1893.
Jote A..tonio Teisoira Basto.
Propiaio P. Barreto.
M. B. P. Dieguea Jnior.
Thesouro do Estado
Pernambuco
Da ordem do Illm. Sr. Dr. iospnctor deata
eparticSo, Uqq publico, que atranba 11 do cor
renta, serSo pages es '.'.menlos do.i ^rofesto-
res de 3* eotraaoia, relativos ao m^z da D.'zom
bro prximo lindo; cotoneando os mtfmos &i 10
horas da manh e terminando imprtt^rivi'lnen'.f
as i da tarie.
Pagadoria do Thesouro do Estado de Pe.-aarn
baco, 10 ie Jdnc-iro de 1893.
ServinJo de escrivSo,
Epaminoodua de Vasconcelos.
O heraro do trem estraoriinaro que princpiou a correr do dia 21 da De-
zembro postado entre as ostseSaa de Cinco Poatas e Cabo, fica alterado, a princi; iar
de 15 do corrente, de accordo com a tabeiJa segointe para maor camraodidade do
publico.
PARA O INTERIOR
DO INTERIOR
Todos os
das
Noite
Cinco Poata3 (partida)
Af g.;dos .
B3a Viagem. .
Prezeras.
Ilha.....
Cabo (chegada) .
H. M.
8.00
8.11
8.2J
8.27
8.47
9.00
Diaf
uteis
Tarde
I,
Diss santi
ficados e
domingos
Noite
Cabo (partida). .
Iba.....
Prazeres .
Boj-Viagem .
Afogados .
Jinco Pontis (chegads)
H. M
1.50
2.10
2.35
2.43
2.55
3...
H. M.
6.45
7.0
7.20
7.27
737
7.45
Cabo, 9 de Janeiro de 1893.
Companhia
Exportadora ds Alcool e agur-
deme
Tercera chamada
Por dehberacao da directora desta companhi3
s&o convidados 03 seubore3 accioaistas a reali-
sarem a tercera entrada do capital a razao dt
5 0/0 00 5#000 por aicao, at 15 de Janeiro pro
ximo vindoaro, das 10 raras da mach.i s 3 d
tarde, na rea nova de Santa Rita o. 57-
Recfe, 15 de Dezombro de 189J.
Jos Joaqom da Ccs>a Mola,
President.e
Com} anhia
DE
Fiafc e Tecidos de Pern^mbaCti
Sao convidados os senderes accionistas a fa
zerem orna entrada de dez por cca'o son o valor
nominal de enas acc5e3, t o dia 30 de Janeirc
prximo, ao escriptorio da compacbia, ra 1c
Bom Jess n. i, 1- aooar.
Recfe, 30 Je Dezemoro de 1892
Jos Jo5o deAmorlra,
Director secretario.
^ We?7 Hood,
Superintendente.
Devofjo
DE
N. S. da C-ocec/to, a cargo dos artistas,
erecta r.o cor vento de N. S. do Larmo
do Recife
Na tecdo si nrs-'a padrcei-a no dia 8 Je Dezembro de 189],
ticou IrtQferida para o dia )9 d > ccrecte, pe
i'imos aoa csri?simos irmilo? e derotos, para
emrarem com suas esmolas, para reaago da
mesma festividade.
Consistorio da devo;5o. 4 de Janeiro de 892.
O eecrvSo,
Alfredo Lucio de Castro.
Banco do Bra-
zil
Arsenal de Mario ha
De ordem do Sr. ccntr-a!mirante Jo2o
Goscalve8 Duarte, inspector deste arse-
nal e coptSo do porto desta Estado, fago
p sblico, para inteiro c.nhecimento de
quem interessar possa, que em observan
cia no dnposto em aviso n. 3090 de 23
de I?ezembro ulimo. recebe se proposita
m cartas fechadas no gabinete do ezpe
Mente do Sr. inspector, at s 12 horas
uo dia 20 do vigente mez, para os coo-
certos neoessarios na enfermara de ma-
naba deste Es lado, sarvindo de base a
descrpc3o dos mesmos concertos' que se
1 cha exposta neata secretaria para o ns-
C'Soai'io exame dos concurrentes.
Secretaria da inspecyito do Arsenal de
Marinha de Pernambuco^ i de Janeiro de
1893.
O secrafario,
Antonio da Silva Azevedo.
Compagina d j Trilhos Ur-
banos do Recife a Olinda
e ieb^ribe.
Assembla Geral Ordinaria
Autorisado pelo Sr. presidente da as-
sombia geral, convoco os Srs. accionis
tas a se reunirem para realisal-a no dia
20 do corrente, afim de apreciarem o pa-
recer de commiesSo do contas e o re?to-
rio da directora.
R:c;?e, 9 de Janeiro de 1893
Ogcreate,
A. Pcreira SimcJU.
las de segunda serie
do Commercio
Paga se o dividendo das
accoes deste Banco a razao
de 12$OO0 pelas de pri-
meira serie e 6$O0O pe^
erie a ra
n. 6, l*,
andar, eicriptorio de Pe-
rei-a Carneiro k C.
Recife, 9 de Janeiro de Jn,
1893.____________________
banta Casa
Casas parn a!gop
Na fecretirsa da S-icia Uto ainga a-se ;;'- 3
joiaces casta :
lJem do ar};j3 n. 27, dem.
I i'-ii o Auiorim 0. 64, ider.
IJeo .:j Burgos n. 2, casa terrea.
...cin do Dr. Ivo Mequaliao n. 9, praiio de t
nJar.
Companhia Alagoana Fiaco
Tecids
'V
Companhia Trilhos rba
no do Recife a Olinda
e Beberlbe.
lesgih de acfft s, jurs, vi-
dendos
Avisa-33 aos Srs. acci mistas qua desde
o dia 1 estao sendo pegos os juros das
^Ues preferanciaes e obriga{8as. que as
.05838 prc.ferenciaes da ns. 107 a 108.
124 a 126,.129 a J42 nao vencerlo juros
neste semestre porque sao chamados a
reBgate, que sa effacfuar bu terjas c
sabuados, e que do dia 17 a'c o dia 21,
das 10 horas ao meio dia quaodo se farao -
Augme.to de capital
A directora d'< sta companhia avisa aos
Sra. accionistas da praja do R'ciCe que
em sessao extraordinaria de assembla
geral da 29 do corrento foi votado o aug-
mento de capital na importancia de rs.
250:0.10, destribuido por todos c s accio-
nistas n: rasSo de 50 i0 sobre o capital
que cada Via posaue; e, de conformidade
cem a resoluejo da mesma assembla,
pede aos Srs. accionistas o obsequio de
ar no Banco do Pernambuco a i."
entrada de 40 r0 do valor ds acqZca que
Ihi couberam, at so dia 30 de Janeiro
prximo.
C nforme resI?3U a msc gera!, fic,-m Bem direitosacfas desta
aagmeato de capital os accozislaa que
cio rei.iarem 1.a an*-rt.ia ao praso ci-
ma indicado.
Btoripterio da Oc-mpaohia em Macei,
30 de ..'eztmbao do ;892.
Os directores.
J. A. Teix?ira Basto.
Propoio P. Barretto.
Idelfonso L. T. d'Omena.
Instituto dos Fi'ofes
de Peraam-
sore^
buco
C;nvifo 03 senbor.s si
m na s'id--' do meaoo
locia-los para ec reu-
io s ti tato ao di lo
g lOoor r logar a
Fe dos dovo .: -o- para o corrsote a m o, -
tami-nlo. a prestadle da con'-a-, na t dos
estatu s
fastitoto dos P ;: i: ired de Peraambaco, 1-
de Janeiro de 1893.
O nre iJeote.
A o 10 V Ira d^ Br.rro.
uorreio
COMPAA
Industria de chapeos
JuroB de obrigacSes
No escriptorio da compsnbia roa Carqaw
de Olinda n. 19. paga se o coapon n. S dosjarof
de seas (Halos de obrigac3o e relativo ao semes-
tre Hado boje.
Recife, 31 de Dezembro de 1892.
Jos Gomes Gancbes,
__________________Tbeaoqrelro.
In^llu'iO Archeologico e fieogra-
phico Pernanbaeano
Quinta feira 12 do corrate, ahora do costamt.
aaver sessSo ordinaria.
Secretaria do Instituto, 10 de Janeiro de 1891.
O 1- secretario,
____________________Baptista Regneira.
Faculdade de Direi'o
De ordem do Sr. Dr. director e de
conformidade com o offi rio n. 872 da se-
cretaria do Estado dos Negocios da In-
struegao Publica, Correios e Telegraphos,
expedido em 31 de Margo do anno pro
x mo passado, fayo publico que fija aber-
ta n'esta secretar!/, at o dia 21 do cor-
rente s 2 horas da tarde, a aoacurren-
cia para o fornecimento dos objactos abai-
xo transcriptos para o expediente do V
semestre de Janeiro Junho vindouro.
As pessoas que pretenderem contractar,
deverSo apreaentar propoatt.2 em carta
fechadas o competentemente selladas, at
o referido dia 21 de Janeiro.
Nesta 83cretari se darSo as informa
$3a e e8cIarecmactos de que precisare
03 concurrectes.
Secretaria da Faculdade de Dire.to de
Recio, 9 do Janeiro de 1893.
Relajao dos objeotofl da que trata o edi-
tal supia
Pepe! braceo para offiiios, timbrado,
resma.
Dito branca inglez c linho pata offi
co, resma.
Dito rosado pars cffioio, timbrado,
resma.
Dito roe&do para portaras, resma.
Dito nlmco pautado inglez, resma.
Dito ministro, timbrado, para osrtaB,
caixa.
Envaloppe3, timbrad-a, caixa.
Ditos pequeos p^ra cartas, caixa.
Ditos pequeos para cartas, de linho,
caixa.
Enveloppes, caixa.
Papel timbrado para telegrammas,
cento.
Dito mata-borro branco ou rosado,
folha.
Enveloppes timbrados para officios,
cecto.
Ditos timbrados para tfficios, sacco,
cento.
Di',03 timbrados para offijio, folie,
cento.
Ditos qu8dredo8 para cartas, cento.
L:p:s preto de A. W. Faber, e Joham
Fabre n. 1 a 4, duzia.
Ditos prctoa de Joham Fabar, cabeca
de osso, duzia.
Ditos pretos de Joham Faber, cabeca
da meta), duzia.
D.t08 preto de Joham Fabjr, cabeca de
borracha, duzia.
Ditos pretos da Joham Faber, cabeca
de Raphael n. 1 a 3, duzia.
Ditos actogoaos azul e acareados
F. e J. F., dozia.
Ditos roliyoB azul
duzia.
Ditos de borracha J. Faber, nm.
Tabletea de borracha J. Faber, peque-
no, um.
D to da borracha J. Faber, grande,
um.
Cacetas de varias qualidades, duzia.
R.:spadeiras, cabo de osso, marfim e
bano, urna.
Brabante cores surtidas, novello.
Dito pardo fino e grosao, novello.
Licre encarnado, pao.
Campainhas de metal, urna.
Tinteros de vidros sortidos, um.
Ditos ordinarios, um.
Caivetes, um.
Regoas, urna.
Tinta B. B:ach para escrever, boiao,
litro.
Dita B. Blach para escrever, frasco,
litro.
Dita prata An'oina Teles, boiao, litro.
Dita carmn fina, frasco.
DiU azul, preta e encarnada para Bi-
nte, fiasco.
Pastas da varas qualidades, urna.
Esptulas da osso, urna.
Pennas da ago de varias qualidades,
caixa.
G.mrca arbica liquida, frasee
Descanjo de metal para caetas, am,
Mata-borrSo cyhndro um,
TympanoB de molla, um,
O subse;retano,
J. Telesphoro da Silva Fragoso.
Becife D.ainage
R'acSodcs cocccrtos feiios noaappareh3c
no miz do Dozembro p oximo passado de coa-
foroiidade com a ultima parte do art. ii do con-
tracto e 2 art. 15 do regalm?no de 12 Je Ja-
BOlra de 1872 :
Becife
A fandfga
Mrquez de O nia n. 53
D.ta n 63 g
B.m J,u? ti. i'i
Dita n. 42
D;t: n. 1
D.ta n. 7
Dita n. 17
Di-j o. 31
Dita n. 57
ocmmercio n. 8
Dita n. 12
Dita p. 14
Largo do Corpo Santo o. 25
Bispo Sardioba n. 1
W.
e encaraaaca, aum,
todos os pagamente pagar.se ha no es-'
Malas a expedir-se
Pelo vapor brasileiro Pern8mbi\.(
hoje
esta a;l
criptorio da "companhia" o 36 dividendo ministraco expede maia^ para 0:. 1 ortos do
. a e a JJ---3 norte, receoenUc nipressos e obiectos a regis
a razao de 6 (o; sond depoia deste pra-;trar at as j horaa da tarde, cartas ordinarias
o fetos os pagamentos as tercas e sab- at as 3, ou at a entrega das malas com porte
bados que forem dia'! atis. duplo.
Reoife, 9 de Jaaeiro de 1893. *K8l,r,aMSLM0!? Estad de Per"
' r. ambaco, 11 de Janeiro de 1893.
O gerente, 0 cnefe de Be:c0
A Pereira SimSes. Eplpbaoio de Lana Freir.
Torrej a. 6
Torre e Scoza c. 8
D. Mara de Scoza n. i
Becco do Abren o. 2
D to n i
Vigaiio Teuorion. 13
Dita D. 19
Dita D. 31
Dita D. 33
b'arreto de tfeoeses a. 1
Amorim o. 21
Ditac. 2-1
Dita n. 33
Dita n. 43
Moea i. 15
Tuy y n. 6
Douigoj Jo Jlartias Q. 28
Diti n. 52
D:;a n. 102
Dia n. 111
Dita n. 142
Dita n. 1
Travessa do Campello 0.4
Becco Lirgo n. 6
TravesBi para Ccrpo Sacto D. 4
64100
i*040
6*700
5*100
8320
2*!00
3*70
3*720
4*800
2310
37i0
3720
9*460
3*600
5*100
3*720
:-o
c*220
3*f00
3*720
8!00
3*7O
27*9iO
4*60j
3*6 0
4*90
r.;tU
3*720
3*:UO
3*C00
34(00
9* 00
6*800
370
5*220
8*440
5*100
3*720
IMOO
.-

"-
I
I



6
Diario de Pernambueo Quarta-feira 11 de Janeiro de 1893
Restaurado Q. 46 Da n. 4o 31600 3*7*0
Dita d. 7 84360
Da u. 9 15*430
D. Mana Cesar d. 9 3C00
Dita D. 19 3*400
Dita n. 37 3*600
Viscon Je de Itaparica r. 35 8*l<0
Pharol n. 12 3*7:0
Areial o. 6 SiOO
S. Jorge jj. 74 {820
S.Jorge o 41 3*6l0
Dita d. 61 3*610
Dita u. 85 5*100
Guara-; pea n. 16 4CO0
Travessa dos Gu3rarapes d. 3 6*700
Dita da Praga de Pedro I n. 15 36 0
Bario coTnampbo d. 44 5*280
Dita n. 58 'i---"
D.ta n. 82 360O
Dita d. 39 4*480
Santo Antonio
imperador n. 14 1^*62*
Dita n 44 35600
Dita r.. 0 3.T600
Di'.a d. 21 360
Dita r. 55 5*320
Dilan. 77 3*72U
Prrga de P, '"0 11 o. 1 3C0
Prime,:o d -. irj D. 4 o600
Dita n. 14 3*600
Di'a n. 25 3*600
Duque 'e Caxis n. 32 11*100
Dita n 56 13*340
. 58 3*600
D:ta ?. : 9*600
Dita u. 61 10*800
Dita n. 71 5*100
Dita i!. 77 3*600
Cabufc d. 14 8*190
Dita u. 7 8*620
Baraj da Victoria c. 23 19*600
Dita n. 61 19*600
Da n. 69 5*130
Trincheira n. 7 4*180
Lrangeiras d. 12 3*610
Dita n. 17 5*100
Traversa das Cruzes d. 12 0*280
Largo o Paraizo o. 20 lUiiO
Larga to Rosario n. 18 3*600
Dita n. 26 23*1>0
Dita n. 40 9*600
Dita n. 50 3*600
Estrella do Rasarlo n. 4.0 3*600
Dita n. 23 7*600
Di'a n. 47 89*.0
S. Francisco n. 6 3*600
Da n. 36 8*620
Dita d. 58 7*600
Dita o 27 16*360
Una do Carvalbo o. 14 5*1C0
Di'.a n. 22 19,'600
Dita n. 27 19*600
Roda n. 23 6*160
Dita n. 37 48*3i 0
Matbias de AH uquerque n. 12 8*000
Terceiro boceo da Gamboa d. 6 14* 00
Largo do Carmo n. 16 17*100
Fogo n 48 18*460
Livramento d 27 3*600
Pecha n. 2 V, 0
Dita d. So 3*600
Pedro Alfonso n. 33 3*600
Marciao Dias n. 10 8*100
Dita n. 68 2 i 01.0
Dita n. 9 3*7iO
Lar. o t S. Pedro n. 7 20*.00
ViracSo D. 33 3*610
Lcmtr Valentinas n. 14 3*tOO
Santa Tbf reza n. 1 8*360
Travess f"o bicco do Falco n. 6 3*600
Travessa do Poinho c 48 5*900
24 de Male a 8 7*600
Travesrs du Concordia n. 8 9-5000
Dita d. 32 34*220
Palma o. 2 35*040
Dita n 43 3*6.10
Dita n. 53 3600
Mrquez do H rval n. 32 8*100
Dita n. 83 7*060
Quarul da guarda regional U*SCO
S. J0:
Mrcilio Dias n. 104 3*fiOO
.cmas Valentinas D- 19 U*3;0
C.ronel Suastna c. 168 21tOO
Dita n. i28 3*600
Dita n. lt'5 3*f00
S. Jcao n. 10 72*610
Palma n. 122 3*600
Mrquez do Herva! n. 64 6*700
Dita D i 46 3*b80
Dita D. 145 3* 00
Ditan. 149 2*960
Mrquez do Herval D. 177 7*t 60
Dita n. 215 3*600
Dita n. 231 7*200
Padre Nobrega n. 33 3*. 00
Traveseo do Caldeireiro n. 10 5*840
Cadeia Nova n. 23 3*600
Vidal deNegreiros n. 18 3*600
Dita n. 20 3*6(0
Dita n. 78 9 000
Dita n. 93 5*100
Frei Henrique n. 13 A 3*600
Domingos Tbeotonio n. 10 3*600
Dita n. 14 3*600
Dita n. 58 3*600
Padre Floriano n. & D4MQ
D.ta n. 60 3*600
Travesea do Slrigado n. 13 3*6C0
Cbristovo Colombo n. 15 3*600
Forte n. 18 3600
Antonio Henrique n. 24 3*600
N'ogueira n. 31 3*600
Santa Ritan. 40 3*6(0
Dita d 44 13*240
Padre Muniz n. 42 3*600
Largo do Mercado n. 1 5*680
Pescadores n. 34 3*600
Dita n. 13 35*760
Travessa da Praia do Forte n. 5 11*1C0
Fortaleza das Cinco Pontas 20*500
Travessa do Pelxoto o. 82 :<*600
Imperial n. 43 46*260
Dita d. 55 7*620
Boa Vista
imperatriz n. 2 8*100
Dita n. 68 5*420
Dita n. 86 5*1(0
Dita n. 13 6*160
Dita u. 65 11*100
Prca do Conde d'Eu n. 3 80*100
Tambi : 25 8*160
Visconde u'Aibuqu-.rcrut o. 152 5*100
Dita n. 59 12*000
Caes do Capibaribe n. 40 3*100
Ponte V Iha n. 18 5*100
Dita n. 52 3*600
Conde da boa-Vista n. 11 A 3*6O
Riacbuello n. 16 B 3*6(0
Dilan. 24 20*100
Dita n. 39 3*6(0
Hospicio n. 24 5*100
Dita n. 50 5*100
Dita n. 11 5*100
Dita n. 69 5*100
Gervasio Pire? D. 20 5*100
Travessa da ra ae Gervasio Pires d.
19 6*100
Socego n. 54 8*960
Ditan. 66 11*100
Principe n. 6 3*600
Travessa dr-s Barretras n. l 3*600
Barao ds S. Borja n. 14 5*100
Dito n. 46 5*100
V;sccnd< de G:.ynna n. 5 8*100
Dito n. 31 3*600
Recite 9deDesembro de 93
J. F. Mackintosh,
Gerente
MARTIMOS
Baha, Rio de Janeiro e Santoi
Para carga, encommendas, e passagens e di
nteiro a frete trata 8 e com os AGENTES
O vapor inglcz Kate
E' esperado de
Nt w-York at c
dia le de Ja-
eiro, seguiodc
depois da demo-
ra neressaria
Para o Rio de Janeiro
Para ara. paBngeof, encommenJas e di-
nbeiro a frete trata-ce com os
AGENTES
Henry Forstor & C.
8-FU DO COMMERCIO-8
Io andar
Para o Porto
Lugar portugus
COSTA LOBO
Recebe carga a Irete por ja ter parte engaja
fa- da, para sabir o mais breve possivel; a tratar
com Aaiorim Irmaos C.
The United States and Br
zilM. S. S. G.
Ovapor AlHanca
E' esperado do norte at o
dia i e Janeiro seguinde
.depois da demora do costurm
ipan
. la R'a! Porlugttfiza
Re de Portugal
Commandatte Augusto Diea Cura
E' esperado de
Lisboa at o dia
ll de Janeiro,
segnindo depois
da indispeneavel
demora para
aha Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens encommendas e v lo
res trata se com os
AGENTES
Pereira Caroeiro C.
6RA DO COMMEROIO6
Io aEdr
i un stm mm
por escripto ao agente respectivo do porto te
d,e;carga, fietro de tr das depois-da as.'1
aa.
K5o procedendo esta ormalidade a comp.
tt;a isenta de toda a responsabidade.
?ara pa 'retes t encommenda
tasa coz: os
AGENTES
Pereira Carnero & C.
Pm*llu& do OotnmimaimB
Companhi i de Paquetes
Brazil Oriental e Diques
FiucLuantes.
O paquete Ondiaa
Sabirnesteppon-
cos dias para os
portn do
Rio Grande do Sul Pelot8s e Porto Ale-
gra
recebendo desde ; carga pr.ra es mencionados
portas.
Para carga, paseagens e valores : trata-gt ees
os AGENTES.
O vapor Curitiba
Subir uestes poneos
Jias para es portes
do
Trineheiras o. 36 em cbao proprio, que rende
720*000.
Urna casa terrea i ra do Guararapea n. 81,
em cbao proprio.
Qainta-feiff!, 12 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 45
O agente Pinto, levar novamente i leilao, ser-
vindo de base a i Hera obda, as cafas cima
mencionadas, periencentes ao arcervo de D Eu-
eraca Leopoldina Machado e Silva, ceja venda
foi antorlsada por mandado do Illni Sr. D-. juii
fubsiitutc da provedoria, era viriude do requer-
ment do inventarame e testamenleiro.
Leilao
Tic? k.
O vapor Trent
E' esperado da Eui opa no dls
15 de Janeiro seguindo de-
pois da indi8pensavel demort
nara a
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo c Bue-
cos-Ayrea
Para carga, passagens encommendas e dv
;beiro a frtte : trata-se com os AGENTES.
O paquete Tamar
E'esperaiio dos por!os do sul at
ot'i.. O de Janeiro cegoind:
depoia da demera necessarie
lepara a
Ilfaa daa Palmas, Liaboa, Vigo e Sou-
tL^mpton
Reducto nos pregoa das passagens
i... volta
t Lisboa i caaae M 30
A .amptoai'class* s 25 .42
Camarotes reservados para os pasas *
atabaco.
?ara passr.g; ommendas, 'rata-?'
0 1 0"
AGENTES
( IOS
ipaili imimm de k
PORTOS DO NORTE
Pwahyla, Natal, Maco, Mcssor, Araa
ty e Cear
O paquete Jacuhjpe
Commandante Monteiro
Seguir para os
portes cima in
dicados no dia
11 de Janeiro
us 4 da !arde.
Recebe carga, encommendag, passagens e di
nneiros a (rete at i hora da tarde do diz
II de Janeiro
ESCRIPTORIO
Ao Ca 8 da Co> nanhia Pernambucana
n. 12
lloyd Brasiieiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
'omdandante o capitao de fragata Pedr<
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos
porios do norte
a' i de Ja
neiro se nindo
depois da demora iodispenaavel para
Macei, Bahia, Victoria e Rio de Janeiro
As encommendas serSo receidas at i hor;
la tarde d3 da da sahida, no trapicho Barbos
o largo do Corpo Santo n 11.
Recebe carga a baldear no Rio de Janeirc
para Santos, Canana, Igu .pe, Paranagu, Auto
nina, S. Francisco, Itajaby. Santa Catbarina, Ric
Grande Jo Sul, Pelotas e Porto-Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
tn tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
.o U|?3 do Corpo Santo n. 41.
Para carga, paesageu, cneonmendas a valo-
res trata se eom os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Com mandante Guilberme de Castro
E' esperado dos
portos do sul at
o dia lO de Ja
neiro eguindo
depois da demo
a uecessari para
Parabyba, Natal, Cear, AmarrasSo, Ma
ranhSo, Para, Obidos, Santarm e Ma
naos.
As encommendas serao recebidas a' 1 hor
ia tarde do dia da sahida, no trapiche Barbos:
n; largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se cem o AGENTE.
PORTOS DO NORTE
O vapor Satellite
Commandnte Azevedo
E' esperado ros portos do
norte at o dia i de Ja-
neiro, segainlo depois da
indispensav demora para
Macei, Bahia e Rio de Janoiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeirc
rara Santos, Canana, Iguape, Paranagn, Ax
o lina, S. Francisco, Itajahy, Santa Catharinj
Mt Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao receidas at 1 hon
la tarde do dia da sahida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n. 11
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attencit
m a clausula 10" dos conhecimentos, que :
No caso de baver alguma reciamacao contra i
companhia, por a varia on perda, deve ser fel't
-$t*r-*'
Rio Grande Qu Sul, Pelotas e Porto Ale
gre
recebendo desdo ] carga para os meD-icnado?
portos.
Estes vapores tSm ptimas accommoda-
g5es para passageiros e sao Iluminados
luz elctrica.
Para passageiros, carga, cncommedas trata-
se com os
AGENTES
Amorira Irmaos 4* C.
Ra do Bom Jess n. 3
do armazem da ra dos Burgos n. 31,
com fundos para a ra do Aaiorim, edi-
ficado em chaos proprios.
Qulna-felra, 19 de Janeiro
A's 1' 1/2 horas
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 45
Por occaMo do It-ilSo de muiros predios. __
Leilao
De 8 caisca ^otn 450 frascos de bocea
larga para deposito de 1 a 4 litros
Sexta-feira, i3 do crreme
A's 11 horas a
No trapiche do Sr. Auroliano Lima, n>
Caes da Coir.pa la Pernambucana n.
24.
POR INTERVE^CAO DO
Agente Gusmao
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
c-a
^nO
f
Joaq'.'im Innocencio Ci iikk
Hara Lalza Gomes, Anna L poMina Gomes,
Flix Innocencio Gomes, Urb.i.o G.>mes Ribeiro
e Rjsa da Costa Ocnrado. tendo recebido a ttiste
noticia de ter fallecido na Cap; I Fedt.ral o sen
prezado pai, irmao t:o e auibado. Joaquina In-
nocencio Gomes mandam celebrar missis pelo
eterno repousa du sua alma, na orpem 3.' de .
S. do Ca mo, s 8 horas d. muuba de quinta-
feira 12 do corrente, e para astir a este acto
de religiao e carinase, coovidam aos seus pa-
rentes e amigot" e 03 do Boado. protes'anfto des*
de j a sua mator gr^tidSo a todo.i aqu.iles que
se tiinarcn comDHr Viagem directa anos
O paquete Gojanna
Commandaute Pinto
Segu no dia i! .-cor
rente s 3 r.oras da tarde
para o porto cima indi-
cado.
Recebe~ca7ga,"encomm;>nda3, passagens e oi
Dheiros a frete al ac 2 ho'as da Ur1e do dia da
pprda. ____
ESJRIPTORIO
Ao C&es da Ccmpa:-hia Pornambuca
n. 12
Qnima-'eira 13 deve ter logar o ultimo lei-
lao des sobrai os, casas terrea.! e arm&zens, edi-
ficados em boa3 ras e annnn iados por nter
vencao oo agente Pinto, na ra do Bom Jess a.
45.
Qua-la feira, 11, deve continuar o loilo do
lio iiu Mirado ao incendio di. du 1 do corren
te no armazem 6 do Caes do Ramos, leilSo que
teve come o no dia 7 do forrante.
Leio
De movis, piano, espelho, quadros, livros de
ltteratura, porcellana3,loucas, vidroa, trem de
cesinba, 1 vacca e 1 cavalio.
Oaarta-feifs II do corrente
As 11 horas
Na casa sita i ra do Riachuelo n. (6 H
CONSTANDO:
De urna mobilia de junco com encost de p
Iba tu cadeiras de guarnija.), 2 ditas com
-.., 2 ditas com balango. 1 sof e 2 consolos
com pedra, 1 excellente piano forte e qoase novo
( e^peiho oval, 4 quadros, 2 escarradeiras, 1 ta-
pete para sof, 1 importante caodieiro para gaz
carbnico, 4 jarros para flores, 1 machina ame
ricana com 8 vistas, 6 lapetes para portas, diver
sas obras de literatura, romances, diccionarios,
cdigo commercial e outras obras.
Urna cama franceza para casal, de mogne, 1
banca de p de cama, 1 tapete para cama, meia
corxmoda de amarello, 1 cabide de columna, 1
marqnezo estreito de amarelio, 2 cabides de pa-
rede, 1 roupeiro de Vime, 1 mesa para jantar, 2
aparadores torneados, 1 quartinbeira, 6 cadeiras
de junco, 2 espregoigadeiras. 1 cadeira de Vime,
1 mesa e machina de costura, 1 encerado para
mesa, 1 relogio de parede, 1 candieiro, porcella
as e 1 ucas para almocoe jantar, copos, clices,
garrafas, compoteiras, bandeijas, talheres, colbe-
res, taboas para en^ommado, mesa e trem de co
sinha, baca?, jarras para agua e muitos outros
objectos de casa de familia.
Em seguida
Um vacca com cria, 1 excellente cavallo grande
trotador e bom baixeiro.
O agente Qusmo.autorisado pelo Illm. Sr. An-
tonio Duarte, que retira se para Europa, far
leia dos movis e mils objectos cima mencio-
nados.
JLeilo
De cerca de 300 saccas de algo'So parte dos
salvados do incendio do armazem do Caes do
Ramos n. 6, em continuaco
Qaarta-felra, 11 de Janeiro
\'h 11 horas
O age: te Pioto, aotonsado pelos Srs. Borsthel-
mann & C, de accordo com os agentes das Com-
panhia? de Seguradores, levar a leilao os fardos
t-x:t-nti-s no referido armazem, resto dos salva-
dos oo rnt-smo incenlio, e em continuaco ao
!il3o do dia 7 do corrente.
En'.iega em acto continuo.
Leilao
Da casa terrea, de azulejo, da ra do Hospicio
n. 54, soto interno.
Metade da casa e sitio, grande parte murado,
da Pedra Mole.
Um v b-a 'ioho no fundo, com quintal ou sitio,
parle murado-
Quinta-feira, 12 do corrente
As 11 1[2 horas
Ra do Bom Jes-..., n. 45
O agente Pinto autoriaado pelo Sr. capillo An-
tonio Carlos do Brazil. levi- leilao os predios
cima menciona Je?.
Em continuaco
Vender o mc.-ino agente um grande terreno
con casa de pedra e cal, em Campo Alegre, pou-
co alm do Hippodromo, 200 palmo* de frente e
600 de fundo, um calxSo em alicerce, para urna
casa grande e tenas.
Bem como um armazem n. 31 ra do Burgos
com frente para a ra do Amorim edificados em
chao proprio.________________________^
Agente Pinto
Leilao
Do sobrado de tres andares da ra Harcilio
Dias n. 88, em chao foreiro, oqual rende 1:320*.
O sabrado de um andar solio da ruadas
Leilao
Da casa terrea sita a ra Imperial
n. 188
Sexla-feira 13 do corrente
Ao meio dia
No atmazem da ra do Mrquez de Olinda
D. 48
O agenl? Gusrao autrisado far leilao da ca-
sa cima mencionad?, podendo os compradores
exmina! a.
Agente OSiveira
Leilao
De urna armato, balacea, pesos, barricas va
zds, cartelras, mocho, torrador para caf, en
canaminto e mais'.:tencili03 existentes no esta
bulecimento sito rua de S. Jjs n. 56 e ga
ranti se a chave do estbeles ment a quem
comprar a armacao e mus niencilics.
Sabbado, 14 do corrente
A's 11 horas
No estabeiecimonto cima
O agente anr: a por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz de direi'.o especial do eommercio leva-
r a leilao a arusgo e oais u:eocilios existen-
tes no estabelecimento aciment, perla cente ao
arrrestado Figuei:do Costa & C-.
Agente Pestaa
Importante emgrego de capital
TercafeirH, 17 do corrente
A' 1 hora da tarde
A' porta do b< bra-io em ruinas silo es-
trada dos Aflictos em frente ao Serto-
sinho .^nde faz ponto de parada o trem
da. vb-ferrea de Caxang.
O agen Pestaa veader por conla e risco
de quem pertencar, oj excel entes e impora:ites
ttrrenos.bem arborisados e com granJts fundos
eai loie vonlade dc Srs. compradores e todj
o material do sobradoem ruinas no lugar cima
mencionado, os quaes pertenceram ao antigo si
tio do fallecido brigadero 3arros Falcao; que
tero vendidos relajadamente a quem mais der
cojo leilj ser effeduado depois da chegada do
irem de cTga, que parte do Recife s .2 e 10
minutos, onde podero ir oj Srs. concurrentes.
EmconlinuacSo venderse ha um pequeo si-
tio, bem amorisado, tom excellente cacimba,
boa agua de beber, tanque e grande quantidade
de material das casas que foram demolidas onde
existi a venda denominada Arco Verde, cojo
sitio tem tres frentes, sendo urna para estrada de
Rosarinbo, outra para a dos Affiictos e outra
para a Tamarineira onde faz ponto de parada o
mesmo trem. todos estes terrenos e casas achara-
se deeraburagados e livres de quaiquer oqus-
AVISOS DIVERSOS
Vende se um cavallo preto, novo, bom ta-
manho, andador baixo ; na cocheira do Sr. Jos
da Silva Horaes.___________^_________
AMAPreclsa-ee de urna cosinheira para cos-
nhar e outros servias internos, qne d
conhecimento de su- conducta epernoute
em casa dos patrOes ; a tratar na ra da
Aurora n. 67, andar terreo.___________
Vendem-se duas porcas de raja inglea e
alguna porcos tilhos das mesmas ; a t-alar na
ra da Madre de Dens n. 10._______________
Precisa-se de orna criada para urna pessoa
sosinha, que seja do idade ; na ra estreita do
Rosario n. 22, segundo andar.______________
Aluga-se urna boa osa caiada e pintada de
novo, multo fresca, com agua, gaz emoitcs com-
modOB roa do Hospital Pedro 2- ; a tratar all
com J, M. Reis, das 8 s 11 da manb.
A padaria ao Pombal moe milbo para ca
vallo do Prado a 30 rs. por kilo.____________
Vende-te um jogo de gamo cem tabolas
de marfim ; na travessa de Sjnto Antonio n. 14,
sobrado^________________________________
Piecisa-se de um copiro e de um ardinei-
ro ; a tratar ra Baro da Victoria n. 2.
Offerece-se um criado para servir com pre
ferencia para casa e.-trangeira, dando fiadora
ana erndasta ; a tratar na ra Duque de Caxias
n. 56, 3- andar.________________________
12^000
' quanto se psga por urna ama que saiha
comprar e castaar bem, seja limpa e fiel, p?ra
casa de pequea familia composla de um casal e
orna crianca, residentes co bairro de Santo An
ionio : a tratar ua padaria de Joaquim do Monle
a ra da Senzala n 96.______
Cosinheira
Precisa se de Bffla coMobeira ; na roa Mr-
quez de Olinda n. i3, armazem de miodezas.
Attenijo
Vendem-se dnas partes do engenho Tamoatar
Meri-n e duas do engenho Coqueiros, comarca
da Vidoria ; a trata: na ra do Imperador n.
14. 1- .-indar.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de pa-
daria : na ra do Lima n. '. __________
CriadG
Precisase de um criado : na tua larga do
Rosario n. 30.___________
A's companLias e donos (Ib
usinas
Um fabricante e entendido do fabrico de as-
socar e de destllacao de alcool, offerece seus
servicos a quem precisar possa ; a procralo
no armazem dos Srs. Pinto Ferreira k C, no
caes da Companhia Pernambucana n. 4.
O Remedio mais effcaz &
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para expet/ir as Lombrigas.
fsei
ROUQUAYROL FRERS
cS co
m
'O r-
.-
O
5.2
""
o S
'O co
a c
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s"""
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S a
O
C8
S
v
u Q
srj

oo
ce o
u
a
o*
3
o?
Costureiras
A' tua dj Pires n. 17, precita ce de costu-
reiras.
eir
Precisase na Va-zea de urna boa cosinheira,
com urgencia ; a t atar na roa 1 de Marco nu-
mero li._______________________________
Ao eommercio
Joaquim da Silva Ramos declara ao corpo
commercial que deixea de ser caix- iro drs Srs.
Neves Pedrosa C-, por sua livr? e exponlanea
vontade, cproveitando a oceasiao para agrade-
cer 803 meemos senbores as maoeiraa .ffveis e
bondosas com que o tralaram durante o lempo
em qne foi ren empregaJo.
Recite, 5 de Janeiro d 1893.
Aviso
Tendo-se cerdido a caugo n. 322, perteDcen
te a relojoaria Vernet. fajo publico para se tirar
urna segn 'a va: _____^___________
Sala para escriptorio
Aluga-se urna a ra Duque de Caxias
a tratar no ESCRIPTORIO COMMER-
CIAL a mesma ra t. 72.
Mercearia
Vende se urna mercearia em um excellente
ponto, bastant" afregaezada, a casa ;em commo-
dos para morada, o motivo Ja Venda aeu pro
prietario acbar sa doenle e ansenie do mesmo
negocio ; para informaces s ra do Capilo
Lima n. 32, em Santo Amaro.______________
Joaquim da Silva Garneiro 4(.
Mudou-se para o
Largo do Corpo Santo
n. 11 Io andar
Sala de &eusk
Tainhas
Notos e dos mais acre-
ditados escaladores vea-
dem: Ferreira, Rodrigues
& comp.
Ra da Madre de Deus
ns 12 e 14.
Casa em Api pucos
Aluga-se a rxcellen'e casa n. 6 no largo de
Apipucs; a ratar no mesmo quarteiro na
casa n. 12.
Oosinheiro
Precisase de um bom cosinbeiro ; a iratar na
ra do Corrmercio n 44. escriptorio.
Urgencia
Precisase de um caixeiro de 1 14 annos,
que tenba alguma pratica para molhadoj lalho, no Esi'inheiro, roa do Conselheiro Portel-
la n. 15. portugus ou nacioaal. que aprsente
fiador do ultimo estabelecimento onde esteve
em pregado.
Cftptiro
Precisa-sn rieum bem ccp?iro, paga-se bem e
ex ge-se informacOes ; na ra de Piyssandu'
numero 18.
Vaccs tounnas
t.
Vendem-se qnatro fauat lourinas e da trra
paridas de novo, garr.ts e carretes ; para ve
e tratar ra de F-rnandej Vi-ira n. 7.
lili ifrca Ao GajraDeBa
Vonde-se diversos utensilios, e machi
nismos, inclusive cerca do meio kilme-
tro de trilhos DecauvibeRa de Lima
do Rege n. 14, Santo Amaro. _______
Ao eommercio e ao
publi
co
O abaixo assignado declara que em 31 de
Dezembro paseado deixcu de Cinlicuar a fazer
parle da sccdade que nha noeatabele imento
de malas c babus, ra 15 de Notmbro n. 61,
sob a razo social de Souza 4 C. Se alguem se
julgar credor da dita firma, queira apresemar
sua conti no referido eabelecimento at o da
15 do correle, para ser paga.
Recife, 6 de Janeiro de 1883.
______________JoEJoaq:im Salgado.
Cimento
Ferreira Goimprars & C. vendem bara'o para
mtregar no caes ; roa Duque de Caxias n. 8
Criado
Precisa-se de um criado que seja de bea con
ducta : na rna de S. Joao n. 17, fabrica.______
Gesinheiro
Jun Luis de Mello Brs ga
Francisco de Mello Braga, sua mu-
lher Isabel da ConceicSo Briga c seus
fllnos Francisco Braga Jooior, Guilber-
me Braga, Laiz Braga, Alexaadr>- Bra-
ga, Oljmpio Braga, JlSo H-nrique Bra-
ga (ausente), Juvina Braga. Haria Bra^r. Ane-
lia Caminba Braca e Padrinbo Jos Luz Goncal-
ves, pai, mi, irmaos, irmas, cuchadas e padri-
nbo, agradecem ai pessoas que se cigntmi
acompanbar os reroi moriaea de eeu prezado
filho, irmao, cunbado e aflibado, e de uavo con-
vidara ats seu9 parentes e am'gos pr^ra assisti-
rem a missa que per sua alma mandam celebrar
no dia quarta-feira 11 do corrente, ca igrej de
N. S. do Terco, as 7 horas da manha, stimo dia
do seu p jsamento pelo que desoe ja an'.ecipam
seu3 agtadecimentos.
Leonor Agrtpioa Xavier > aia
t Francisco Au<; su Xavier Uaia. eca
mulhr-r e filhos, convidara a ledos os seus
prenles e amibos ara ssistiren a urna
Lilssa que mandam cel< brar por alma de
sua nunca esquecida lilha e irm. Leonor Agri-
pina Xivier Maia, na igreja da Soledadc, s 7
1/2 bora3 do da 11 do corrente, l* anoiversario
do seu fallecjmento, coafessando se gratos a
todos aqnellPR 0"p rnnip-.rp errm.
Ama
Precisa-se de urna boa coaioheira para casa
de moco soltelro. pr-ga se bem no armazes do
Hurtics p 'ca de Mki-I Pinb i.o o. i.
Ama
Precisa se de urna ama para cosiahar e com-
prar para um casal; na ra talmpea'.riz o. 32,
primtiro andar
Ama
- Precisa se c*e umi ama para e rprvio de urna
familia em BeMrlbs, paga sa b.'m a tratar na
rna da Piorentioa o. 11.
Ama
Pre-isa-se de urca ama para criancas : na ma
da Pnperatriz u. 23, 1- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para ca?a de penca fa-
milia, composc de duas pessoas; a tratar ca ra
do Pilar n. 70.__________________________^
Ama
Precita se de urna am para ccinha ; no buc-
eo da Lingoela d. 3.
Amas
Precisa-se de dufs ama;, urna para cosir,har e
ouira para tratar de duas cria:r;as, ptefere-88
que ;;r-jam de m ia idade e que d attestado de
sua conducta, pga se b^: ; a l*atar Dt Livra-
mento n. 1, sobrado.
JJB
Frecisa -e de urna ama para tasa de pequea
familia, para cosinuar e comprar ; a tratar na
ra doMiocol .mb6 n. 66^__________________
Ama
Precisa se de urna amir. pira coeinhar r- com-
prar ; na leja da-; Listrcs Azues, roa Duque
de Caxias n. 61._________________
Ama para cosinh^r
Precisarse de urna ama para cosiunar na rna
Luiz do Reg o. 60.
Ama
Precisase de urna para cosinhar e mais ser-
vlcos; ns roa do Caldeireiro n. 94.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar para
urna pessoa ; a tratar na Cambda do Carmo n.
7, '.-andar.___________________________
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar; na
estrada da Casa Porte n. 33, parti de trro.
Ama
Precisase de um cosinbeiro ; a tratar na loja
das Estrellas a 'ua Duque de Caxias n. 56.
Precisa-se de urna ama que arrume, engom--
me e lave bem : na ra da Unio n. 39.
Criado
Precisa se de um criado para entregar carvo
na roa da Sania Crus n. 5._________________
Cigarreiros
Precisa se de cigarreiros que Irabalbem em
fumo desfiado ; na fabrica Bourgard rna da
Imperatriz n. 54. _____
Para cosinha
Precisa se de urna pessea que coBinhe bem e
durma em casa dos patroes; na ra da Caes
Forte n. 5, paga-se bem agradando.
Criado
Precisa se de um bom copeiro para assisten-
c;a interna, e que d informacao de sua conduc-
ta ; a tratar ca roa Mrquez de Olinda n. 54.
Curso de Janeiro a
Fevereiro
HISTORIA UNIVERSAL E HISTORIA
DO ERZIL
PELO BACHABEL
Thiago da Foaseca
A" iractar no escriptorio do .'orna! do Reci-
fe, ra do Imperador, das 11 al hora da
(arde.
Alugase
O grande sobrado da ra do Capitao Antonio
de Lima n. 30, com commodos para grande fa-
milia, com agua e gaz ; a tratar na htno a ra Mrquez de Olinda n. 8.______________
Attencao
Ninguem faca negocio com a casa e sitio, em
Beberibe, do tallecido Jos Caetano de Souza ,
sem se entender cora ob herdeires daraeiacao.
Moedas brasileiras
Comprase de 500 rs., 1*000, 2*000 no centr
1* moeda na ra do Cabugi n. 9, loja de Ar
gusto do Reg.
Libras sterlinas
Vende-se na loja de jolas de Augusto doRegc
Se C. roa do Cabuga n. 9.
I
m






*
.


X -5
,

i
.
Diario de Pernambnco Quarta-feira 11 de Janeiro de 1893
* DELICADO ir
AGUA
o FLORIDA 33 m
< n
2 O PURA SEM -u m
ce RICA RIVAL a>
< SN5".1/ L J 1 5N -* ^ o
LU HKS >
2 D MRRAY
ir LANMAN m
Q. Mantem sempre a sua popu-larklade. Cautela com as m
na i .v.'ik. 5
P^ DURADOIRO -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
SABAO CURATiVO DE KEUTJS
TumreB, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impidido oo corado
por o oais grande de todos os afornoseadores da pelle, o Sabao Curativo de
Reuter. Produza a pelle tortuosa, branca e clara e ruaos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente in^omparavel como
labSo para a p^lle bem como do toncador, do banho e do qnarto das craccaB.
CAUTELA. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
oistrada de Barclay i Co, New-York.
JSEB1CIXAL
TPABA
I0ILSTE
XAfeOPE DE REUTEK li. 2
Como remedio daEs'aco Calmosa, Puriflcador dosangue, diurtico, l
s aperiente, nenhom outro appellidado depurativo ou saisaparrilba se appro- j o MFLHOX
eima sequer ao Xarope de Reuter n. J. Combina quatro grandes proprieda-1 PURIFICADOS
xes em um s remedio, operando a um lempo sobre os orgao? rfigestlvos, o para o
.-vgw, os ri'.is e os intestinos.
Absolutamente ceatralisa xpulsa pelos canaes intestinaes, rins e
poros da pelle, os germens nocivos, a.ne flutuam no sangue. na urina e na
nanspiracao _____
JaNCJlJjB
Ellas,
Attenco!!
Com o Toirador
''^Grr.de cortimeato de novidades para a
testa c di- ds anco.
Um lindo ;.ortimento de espsrtilhos fi-
nos e modemet brancos e de cores, ricas
saias bordad! e camisss para Senhoras
carnizas de meia e seroulas para horneas,
Mralilici s o a rheumacos s no TOR-
RAD Jl qua teai novidades clugadss
ag ra u-a esplendido s rtimecto de oa-
chcixji .3 rlcumsatc listradas de seda ce
tods es cores com um metra do largura
baecda de muito goato que nunca veio
ao Brazi), um var.ado sortimento de sedas
de t:da? as cores a 10500, 20000 e
202 0 o ccv&do, Gorgnrao ovrado de
sedad es cores para vestidos a 20000 o
oovado.
Ctr.cd a 180000 finos, presos sem
competencia t no TORRRAUO.
Etamines com bollas e liotr&s arrenda-
das de corea -j brancas, ma-. tilhas de
ed- prttas e de crese tamaches, me-
rinos de corea com bollas, casacos de
ers'-y ;; 80000 um, rendas hespanhclaa,
borde-dos e ventarollas, vestuarios para
mr: ,03 i; arujo.
Lindas tecidos de phantasig.
A ultima ovidi.de chegada r.os ltimos
vap res, que 3e as senhoras quercm f.:-
ienda3 kr-as queiram tazar o favor
de ir
A Torrador
43-RA DUQUE DE CAXIAS41
que vendo Be pode acreditar.
Lima Cou tinto & C.
mov&mjks pilulas de
Figad,. entorpecido curase positivamente com estas punas.
fio um remedio purgativo livre de perigopara o homem mat& fraco, to btm
cr.mo bastante activo para o humeoj mais forte, e nSo constipan, depois;
cera) agrada a todo* que as iieam. 8o as pilla? estandart? da C

tifsiomedica nos Kjldos-Unidos.
Quarenlaem a
Sao as menores e ruis facis a to :. :.
PARA
?lD0
GKR.-A.G-IE.A-3 IDE
FERRO TROUETTE
Albumlnato te Ferro e Manganez
80LUVEL
CURA RPIDA e CERTA de
j>
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tv

Q
<>

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Depsitos em PEB.V.mBI'O .- Companhla rte Di jgas e Producto Chimlcos
principies l'tiat macias e Drogaras.
TRICIOFEEO DE B JLRT
Urna preparado elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
nureas do crneo, pese:vativo contra calvicie e cabello cinzento ; faz o rabel-
o crescer espesso, brando e bernoso Inff llivel para curar erupgOe;, doeocas
la pelle, glndulas e euschIob, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
eridae, icrcednrao, etc.
CAtTEijA.NSo 6 genuino gem cada frasco ter a marca registrada
--' ay & C New Yo-k _________________
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depositabios DsSRH proddctos.A companbia de Drogas ductOB chimicos
Ra Mrquez de Olina n. 23.
APSULAS COGNET
A ECAI.lPTOL ABSOLLTO lODO'ORB-CKtOSOrADO
mEDICAKENTO SEM RIVAL PAR A CURA DAS
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,. LARYNGITES DOENQAS DO PEITO
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Curados pelos OA^OS QgpiQ
OPPRESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALG1AS
APPKOVADOS I LICENCIADOS PELA ISSPCT< >I:IA iFT.AL DE HYGIENK ''O BRAZIL
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"ErOSITUS EM TUDAI A6 PRJMCIPAE PHAILHCU DE FRANCA E I O EXTHANOE1RO
. oS?HATW4
"\
ALIMENTO
TiuDipho eu revolado
Lo M. R beiro GuirrarSes, Buccessor
de Albeiro, F-jrnandes & (J.t convida aos
eeos amigos e fregueses visitarem o
seu arrrazem de molbados, o qual acaba
de passsr por urna completa reforma e
acba-s" Bortido dos melbores gneros de
primeira qi'adaJe, tanto nacionRes como
eatr^igeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figueira, Col
ares, MorcSo etc.
Licdi-ca, eegnac e cervejas das mais
acredit das carcas.
Conservas, manteigas, queijos e outro
artigoa do seu commercio.
' lambem especialista em cb.
Ra da Imperatriz n. 42
" CURATIVA-
ETRE
Or. .ianpreys de Nova tor.
A Ve.tiadefra Maravilha do Sec *V
APPEOVADA E LICENCIADA
[yclr. Iusp-(\*c*n Impetio le llruzi1.
A Ha? .rhn Cu\ zit.vsi e remedioprompK'-
Rra .Machucad urRS, Contustes, Tor
peduras, Oortadtma, ou i-aceruc^ds, Allivi^adr
Mtca o .atigue, faz parar a utiammac^o. redm
& dc!ik^.*i '-. "'rao deworamento. eazBarar afertdf
como >>r ccneo,
A Mar vlua Cu niivn alllvloprompto:
eura i. para lju mumIltos, Escaldaduras,
, do bol. i0 tu>erlor a o.ualquer outrv
. lo.
A Haravlllia Carallva impagavpi par.
odasa-; i- (..urroaglas, fijado Nariz, JasGenglva.
4oFiui u i. do KM4imago. oua&HomorrbcldaBoc
Almorr i iu^ciuiiscmpree nuncafalha.
A VlnrnvShararativafiumalllvloprompt/
par., li* r de Detona, de ouvidos, da Face. Inunaca^
da Face i N vralgla.
CARDOS!) ft IBMAOS
la Baro do Triuiiipho ns. 100 a 104 e na
do Visconde de Itaparica nsc 2
3B. 36 G XTP 36
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melbores fabricantes.
CALDEIRAS multitabulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do morcado.
TAIXAS de ferro batido cravadas caldeadas, fundido de todos os tm.nho.-
liODAsS D'AGUA p*ra cubos de maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares ^e diversos tamanhoa.
Cr1 Va00ES duplas e boceas de fornalhas para ass9ntamentos.
BOBAS DE REPOHO sem sola, vlvula de broaze.
CHUMAOEIRAS parafusos o o mais que se opsa desojar pita ja .t'uo, str
/. de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de macbinismo tanto de fer
indido como batido-
EN ARREGAM SE de mandar vir da Europa por enccmmenda, medinte am
-'ommissSo rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAS! apparelhos para Ui'
?.?:, para fabricar de 100 a 300 sacos de aasuoar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e responsabilisamxse pelo bom trabalbi
O que tem um hbil jngonheiro ;,nglei muito pratict, alm da dos um dos sooic-
-ib bemaheiro.
dos mais agradareis e de fcil digesto.
Sou (impreso precioso para as enancas, desde
i'tfade de 5 a 6 mezes, e mrmonte no momento
de dusmama-los. Facilita a dentic&o.
Asnegiit-a a boa formaran don ossoa.
Previn ou deto os defitos do crescenqa.
DO CHLE'RF
GRAW
NOY
1 Premio de. 600:0000000
1 Dite de.....30:0000000
1 Dito de.....20:0000000
LOTERA
DO
PARA
PLANO
2 Ditos de. .
3 Ditos de, .
8 Ditos de. .
12 Ditos de. .
10 Ditos para
a dezena
10:0000 uOO
4:0000000
2:OOC0COO
1:0000000
A Mn-'viiha Curnilvn Porcctirwiprompt.:
^ j.nt-lo^ i'ua Dn-s rlLciiiiiuticas, Aleijao. DOr
Rolden as Juntas ou Pomas.
A Mi.. r \ hn Curativa o_grande remedie
e;rc Es |Uici m-ia. Angina, AlnygilBlasichadasot
idammauaseinpr seguro, sempre efllcaa.
A RInrr.vilha Cornliva de multo vaW
, coato i" lee .lo para < aam. n I/>uiFrrlH-a ou sf
ilor. -. i'ros corrnentos debilitantes.
A Mni-vllrm Curativa lmpoga^el pal
curar U i. Chairasaniigas, Auosti-mas, Pansa
..ios, Callos, niiiim. JometeseTuroores.
A larnvhn Cnvntiva remedio proirpta
>ra Dlarr simples, e ile Dlan-hca rhronlca.
A Maf::vilita Cnratlva uiiJlilMlU.MI
illarlas, para roreeduras. Dore
flNidUTH' L .\>foladaras.Contnsoos,l^ceraOe.M.
Sspec:?dade3 do Dr. Humplireya
Remedir.H Ecpecicos,
"us'iento Maravilhoso,
Remedios SyphilItleoM,
Remedios Veterinario,
c amnldo Dr.Fumphreyi 144pglnassobre8*
i_i. r. ii se modo de cural-a seda irratls, pede
se ao seu botica' lo ou &
HUMPIIREYS' MED'CIKE CO.,
IOS Fullon Street. NEW YORK..
NICOS AGENTES
"tira venda* ea groas* ea Ww
*Mil>Heo
faria Sobrinho tC.
1. premio a
10 Ditos para a dezena
do 2.' premio a.
100 Ditos para a centena
do 1. premio a .
100 Ditos para a centena
do 2 premio a .
Esta lotereia compe-se
4OQf00t
2000000
1000000
300 Premios para os 2 fi-
naos do 1. premio a .
300 Ditos para os 2 fi-
naos d 2.a premio a
271 0 Ditos para a term'na-
g3o do 1. premio a.
2001000
2000000
1000000
1000000
4:0000000
2:0000000
1:000000
2700 Ditos para a termina-
r2o do 2 premio a.
2 Approxima^S'js para o
1.a premio a. .
2 Ditas para o 2. pre-
mio a......
2 Ditas para o 3." pre-
mio a......
1OO0COO 6,254 Premios,
de 30,000 bilhetes a 800000, dividida em 20 series
custando o bilhte inteiro da serie 40000, e subdivido em quintos de 800 res cada
um ; de maneiraque c m 40000, tira-se 30 contos, com 30200 24 contos, com 20400,
18 contos, com 10600 12 contos, e com 800 reis 6:000)JOCO por inteiro
A primeira serie da 57.a lotera, ser extrahida infallivelmente Sabhado 19 de
Novembro de 1892. Bilhetes a venda em todas as casas lotricas n'este Estado.
Extracto em todos osSabbados.
Gh
Extra-fino-superior
Preto e verde
Achr se venda em latas de 1, 12 e
14 de kilo, precc sem competencia na
Adega Portugueza
-Ra das Larangeras4
Roya! Blend marca VIADC
Este escolente Whisky Escoce* pre
erivel ao cognac on agurdente de eanni
para ortificar o corpo.
Vende se a retalho nos m ores in
tens de mol hados.
Pede ltoyal Blend aro Tlad*
cajo nome e emblema alo regia trados par
hKo do Brasil.
BBOWNS & O.
TIEC. JDST.
.^asa de commisses e repre-
sentaQes
EXPOSigAO
DE UI COMPLETO 1BTIMENT0 DE
nDesjeaNnea
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercadorias, i
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor des
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA d^
Dr. H. Rirdet.
62Ra do Bou JESS--88
NICO ANTISPTICO ANTI-EP/DEMIC0 SEM CHEIR0
SESisrEClASTE preservativo sem igual gabado por ^^
Pasteur, adoptado nos hospltaes ile Parlz g ^^
para cura." a varila febre amarella, dy- fA V|1 yt
pji.Vv/a, sy,hiis, eholera-morbum, pa, y $ \$ y
ilijmtvria, ati^inas, febre dcpols jf ^ K;i\ V"^, ^k ^*^
do parto, inflammacSea \ \A 'A n^ "
das chagua, pica- &^!,\ f^^ \'fk a* INFALLIVEL
daa.qtietma- ^^ f^B Wi m '&\i^ para curar a caria,
duras. PT^ ?jfca W \& c ,'"'H detitariaa,
(\ ^\ a \'\ -\ Vi'm^**' fcilor Co ha fe. her bullas,
^k ^ g^* fogoa lia tint'alli'.', Jai to-:
\ \\ %.^0 pcllicuhis, florea L anee-.
tima seja em lavs
SOBERANO l>ara os culJados
.r
El
/agens, logos, oJccqcs, etc.
dos aiiliseuticoj da locca. "*''i
^-" <--'
S3CIEDACE 02 ttreiEHE, 7, ra *$ Pctltss-curies, f -;.-,*
... v/c>"f^ '
PERHAHBUCO : C" de Drogas o Frcchict03 cLucIcoc
... ... ^Kyataaessaail
SAINT-RAPHAEL
TO5
i7///////////iiiniiiiiimmi iiiuuwwwwww
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do qua os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie ,; este Vinho recom-
mendado as pessoas j iaosas, s jovens, mulheres
e s criangas.
D^rUitos en Pernambuco: C* de Drogara, e Proilactox CaUnicos; F1R1A SOBRINHO i C* e nas principies KurmiciM.
E
DROfiARIA BARTHOLOMEO
PR0M&TARI08
a
Pharmacenticos
IMPORTADORES E EXPORTADORES
DE
Drogas, productos chimicos, e especialidades pharmacf ticas
Grande deposito de tintas, leos, ver-
nizes para carruagens, pinceis e artigos
para photographia.
Agentes de todos os preparados de ju-
rubeba de Bartholomeu Sf C.
YELDAS EM 6R08S0 E A YREJO
P r e 9 o s sem competencia
RUI UW N ROSAPiO 134
fcnuerefo teltgraphico- B^itv>S^
TELEPH0N1 IN- 50
Chanid s a qualquer hora da noite
pela campa electrice.
tmnmn cera'-
MNFATEASOM fi
44RA BARO D TRMPHO- "44
llachinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem crava^ao
Arados.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado ge> bases scientiliea-
e pysiolopHas para o iim de
benenciar os cabellos, restaurar
a cor, imitedir a queda, e prino-
l'cr seu vico e abuudaute cr< >< i-
ment.
Esta apurada e excellente preparad-So
sera duvida o melhor remedio atfi hoje
conhecido para os differentes defeitos Js
cabetladura, merece a intima attenoao
^s as pessoas que tm t id o [ufe!
lade de perder em parte este mala ri<
ornamento natural da physionomia
Com o seu C2: reg
onsegnido resnl
lentes. Em mnlfoM
lempre, a proprl*
rmanentemente.
Bempre se consegue fazer parar 9ftuia
ios cabellos; emquantoqueparaopeiieo
ao das senhoras, 5 o objecto mais til
oais agradavel que se pode empregar.
PKEPJtADO TELO
UR. J. C, AYER & CA
, Lowell, Mass., Est.-Unidos<
enda nas lajas de armarinho e per-
"^^narias

DEPOSITO GKKA.T
ESPECIALIDADES
T. JONES
FABRICANTE DE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENC*
O perfume mais delicioso no mundo.
E nina grande collecco de exlractoe pan O lanco
da mesina qualldade.
LA JUVENIL!
P sem mistura culmica alguma, para a rotto
adherfente e mvlsivel.
OREAN IATIF
Conaerva-se em todos os climas; om ensato
demonstrara sua superioridade sobra os outros
Cold-Creams.
AGUA DE TOUCADOR JONES
Inica e refrescante. Excellente contra
picaduras de Insectos.
ELIXIR E PASTA SAMOHTI
Dentifilclo antisptico e tnico. Branque
denles o fortifica as genglvas.
33, Boulevard des Capaoinaa, 23
PATIIS
DtpwIU em Pirntnbuoo V ti wrtjit t rrtfiftM
as
^s
M
9
O mc'.ho; c mai- puro; supprimc oopabiba e oobelaas,
) cura oa corrlmccvos sem receto de recabida; emprega-
> ge s on juntamente com a XnJecQao Verde.
> Aiitixeptica ;i.em caustica, ncm irritante;
\ sem perigo de eatreitaznento; fa cnui
' dures dentro de 24 Loris, e cura maii prom^Ca
egiiranicnte do qnc qualqncr outra.
DEPyiJITIYO=DUPERIIOI
sem Marourio
_ Extracto conseatrado de Salsaparrilhm Var-
; tnelha, mata seguro e mais brando doa &
, v-pecico dea Vicios do Sango*, I
) BheaaaaUamoa, Moleatlaa
rtla n a rtnaa o
1 DUPERROIPkamar>ltl*aMa.S*,raijMaa
l VENDEM-SE NAS PRINCIPABS CASAS)
I PHARMACIA i DROOARi
> Im nr.-aial.il 0 IWfM >
DOENQAS DA PELLE
VICIOS DO SANGUE
AFFECCOES syphilitigas
f. i i' 11 Cvrta ; -; v
DRGIB
XAROPE E GRAGEAS
Deural loJurelaJu do L^
(Preparados por boutiuny dlhamel)
; UNIVERSALMENTE RECEITADOS
PELOS MAIS AFAMADOS MEDIC08
Exigir ai firmat (tinta encarnadaj do D'
GIBF.ItT t de B01TIGNY, o ullo do Gocerno
Franca e o da l'mo doi Fabricante!.
DESCONFIARSE DAS IMITACOES
AbVERDADEIRAS AGUAS de
DElII
Sao aa Fontes do Eatado francez
Admin.itraio S BOULEVARD MONTMARTRE, PARS
CELESTINS, Afeas nas crinas, Doengas Ca Beiiqa.
GR^t D E- G RIL LE .Molestias do Figado e do Apparelbo biliario.
HOrITAL, Doen?as do Estomago.
HAUTERIVE, fecoaes do Estomago e do Apparelbo urinario.
Unlcu, eujo mirrtftmtnto fltctlludo oorum Keprueitttnte
do EiUdo.
Dauillii Pernambuco; Sulzer et Kicnn; Aag. Laiilll
i nu prlDcliui PUriidas et Dnctriu.
Para acabar
Marin preto i ? largo a 2)5000 o oo-
vado.
dem, dem a 1 #500 o covado.
Cheviot preto e azul a 3J60C o ca-
vado.
Camisas de c rabraia para senhora a
4 000 urna.
Oxfords azulSo cor fina a 440reis o oo
vado.
Zephiros de core, daas largaras a 400
e 500 reis o covado.
Brins de cores para bomema a 700 800
o covado.
Cambraia suissa a 3^00.0 a pera.
Setina de cores para forro a 240 reis
o covado.
Casemiras de cores para bomem a
16|5000 o costme.
Casemiras preta para homem a 308OC
o covado.
Lans de quadroa a 500 reis o covado.
Como tambem vende perfumaras do
melhor fabricante Labio,
L0JA DO rovo
iiRoa de Margo-ii
Ero prestimos
Levaita-se emprestimos
de qualquer quaatia sob
canQac de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
'





sjMl
. --1/TMaMaEi .,
"T^


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4

Diario de Pernambuco Quarta-feira 11 de Janeiro de 1893
m
AOS FUMANTES
Uesejaes nao ter azia quaado famaes?
Usae por algum tempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, qaer desfiados.
caboroso amo desfiado mtitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo famo.
Depois isso dir-vos-hei se foi oa nao til o conselho.
Gnmpre notar que os Hvgienicos sao fraqainhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANQA situada na raa Larga do Rosario n. 2 i A.
Usa i tambem o armateos
Um apreciador.
IIFARADIS m DIMES
US P1B1 HU Cllff
DE
HAUTE NOUVEAUTE lidgerwood
_^_^^m^^mt^im^^h^h 'lacbinas a vaper mm Rodea d'agua
Saias de seda Glac.
ti
Blnsas de sarah de todaB se
orea.
f>
Matines de surah, linons e
cambraus ricamente guarne-
cidas
c
Cintos larges de seda para
senhora, alta novidade.
f
Eacolha monumental em le
ques, vent&rolas de pennas e
de g?zes.
ca
Grande variedade em vest
dos para cranlas. _________
Novidades em creps, cache
miras com seda e velludo Rus-
\o de todas as cores
o
Graude variodade em musse
une Bande, lines, organdys e
'ev.ntines.
c*
Sortimento completo enxo-
vaespara baptisados, vestidinhoa
a toucas de seda e sapatinhos.
o
Bonecas finas, ricamente
vestidas, e que falla m.
ca
Faisa-; para homem.
ca
Grande sortimento de pendo
ques e enfeites para
cer vestidos.
grame
ca
Sedas brancas, pretaa e de
cores, capcllas fiuas d-j cera e
pellica para noivas.
ca
Colzas de seda e de renda,
cortinados de fil de pbanta
sia.
ca
Rioas orpoo do ecdd e ca-
hemira pretf.8, guarnecidas de
enda e vidrilhos de todos <>.-
tamanhos.
c
Completo aoitimento de fa-
jeadas para luto. ____
Camisas de surah para de
aoite e de dia de todas as eo
-a de linho e saias bordadas.
ca
Camisas bordadas e peitilhcs
de phantasia para homem.
ca
Nova remessa de guarda pos
ie seda cAidaa e sedi pa
Iba.
ca
Cuatumea de Jeruey, casemi-
&s e brins para meninos de 2 a
LO annea.
ca
AU PARA.DISDESDAMES
Ra Bario da Victoria c. 83
Portateis e fizas)
Lavadores
Despojadores
Descascadores
Ventiladores
Alambiques
Turbinas
Engenho de Serra
Moendas de Canns
Hoinhoa de Fub
Debulhadorea
Separadores
38Ra 8a? ao da Victoria38
TELEPHONE N, 59
mam
um
lUBREDEi
.erosene Inexplosi vel
Vfndeai
it p elHl!
Recebemos grsnOe sortimento de obras
de vimes, cerno Bcj-m :
Ce3toa de diversos tamsnhoa propria
pera campras.
ROUPEIROS.
PAPELEIROS.
LINDAS CADEIRA3.
Boa Fstreita do os?Hi i. 9
Pecas Meiide.-. Se '.
Vinko Maluro
Pn-prio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tem vindo
a este mercado.
S ceste eatabelecimento se encontra.
Su Milita o i 19
Fo$as Hiendes db
o
Hortaliza e Flores
Ba Estrella do Rosario n. 9
Pocas Mendes t C.
Taverna
Veade-se a taverna Bita praca Maciel Pinbei
o n. 6 ; a tratar ca mesma.
FOLHETIM
94
JULIO MARY
AMOR J ODIO
TERCEIRA PARTE
CASAMENTO DI JENNY
:
XII
LZARO BEERMANN
(Continuadlo)
Mente, com certeza. Mas porque
mente ? Eis o que pre:ia a saber !...
Por que ? Por que ?... Deizon-lhe ver
o motivo da aua insistencia ?
No fim da noaaa entreviata dase lhe
to.
Recommendei lhe que o observasse
bem, de nSo perder um dos seus gestos e
de nao despregar os olhos delle.
N5o esqueci as suas recommenda
oSea.
O que foi que notou ?
Urna emoySo singular.
Ah
Que nSo durou, devo dizal-o, muito
tempo.
Sim. E* um homem iatelligente
ase BertignoIIea.
Em que pensa, Gaume ?
Na verdade, nSo me atrevo em di-
ver lhe... Ou para aer mais franco, no
momento actual de nada suspeito, mai
aasaltam-me urnas ideas um tanto ma...
Oh nSo me interrogue, nao ae d a eaae
trabalho.. .Se ea aa dissesse j, aem po-
li apas,jerse Goatos inteiramente covoa acaba de re
saber
khdosde PHAH-
TASIA
Sardo mpossivel do se decrever t
frac "is variedade de tecidoa de divers-
ualidadea proprioa para & estacSo acur.i
oga-se ao publico em gen:! e principa!
aente a Ezmas. familias & fines de vi
vitar em o
LOV1I
$ua 1/ de Marco n. 20 A
Francisco Surge! 4 Irae
TELEPHONE N. 158
Esleirs da india
Branca e de fantasa de nevoa desenho >
para forros de soalho, complejo aortimentt
10 LOUVKE
Francisco Gurgel Irmio
Ra Io de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Sedas brancas, pretas e de
cores
Novoa padrSea e para grande escolhr.,
jendo despachadas o cates ltimos diaa.
LOVRE
jbjectos de gosto para
presentes
Ha nea>.e artigo grande eacolha no
LOVBE
eo*tes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfcUados, tem recobidj at-
eamente o
LOVRE
Grinaldas, Ieqaes e chapeos
de sol
De phantaaiaa Acabam de chegar para
LQUYRK
der ezplical-as pasaaria a seus olhcs por
um maniaco.. .Pretiro esperar...
depois de reflectir :
Biga-me c: Pensou desde hontem
na desapparicSo inezplicavel do noaso
cowboy ?
Pensei.
E nSo achou aolugSo ?
Nenhuma.
Eu pens que o nosso homem nao
sabio nem pela avenida Friedland, nem
pelos fundos, nSo passou pelos telhados,
porque nada adiantaria estando o palacio
iaolado.. .e que a vibta disso elle nSo deve
ter sabido do palacio...
Mas entSo ? dase Lourenco muito
paludo.
Devagar, devalar, nSo pense nada,
peco-lhe... esperemos. Conhece o peaaoal
do palacio, toda a gente que cerca o Sr.
Bertignolles e a filha ?
Nao.
Sabe ao menos como est organiaado
eaae pessoal?
NSo aei com ezactiiSo.
Diga o que sabe.
Tem una des criados, homens e mu-
lheres, una engajados em Pars, outroa
trazidoa da America pelo Sr. Bertignolles
quando veiu para inatallar-se em Franja.
J 08 vio 7
Nem todos, um ou dona apeuaa.
E esaea nSo Iba lembram a phyaio-
nomia de Lzaro Beermann ?
NSo.
Lembre-ae bem.
De nenhum modo.
E alm do peaaoal da casa ?
8r. Bertignolles tem um secre-
tario ...
Quem eaae individuo ?
Nunct me encontrei com elle...
Gaume pareca agitadiaaimo.
Por inatincto senta que talvez tiveaae
acertado com a ezplicaclo do enigma e
Costumes para cranlas
Da todas aa idades sncoatra-se grande
irtimento no
_______Louvre______
Uhapos e capotas
Olimaa sovidades de Paria receben o
Lonvre_________
ffiasttiga pura
queris ter em vossa mesa manteiga n-
auapeita de acido brico ou de margarina,
uaai nicamente da manteiga Bretel Fro-
rea, latea encarnados ou verdea, qne pela
saa superior qualidade conta um aucceaso
de 16 annos, e qun sendo a preferida em
todos es mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta acreditada manteiga at-
tnge annualmente a dois milbSes trecen-
tos mil kilos.
Vende-so em todoa armazena de cativas
e casas de retalho, desde 1876.
4Lg*uas de Bem Sande-
Villa Flor
Foate Santa
Aicolinas, gazozas, ferruginosas e
lithic&s
Contra a despepia e outiaa enfermidades do
fStom8go e iotestinos, e.^peciaea no tratamento
des eagorgamsntos e cancuios do ligado
VENDEU
Cuimaraes & Valente
nicos recebedores
4 e OIjari;' do Corpo Santo41 e
Bruidores, Conductores, Catadores, vaporador-'a a vapo'
de triple effeito, Vacutoa, e todos os machiniamoa per'e- .es ao fabrico
caldeira Multtubular para queimar bagado ou caaca caf. Preosaa Hydraulicas e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydraulicos para levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenho complete
para beneficiar arroz.
Correias de sola e de borracha de qualidade superior, Oleo especial para
nachinas, Pertences ou pesas uvolaas para as machinas.
BSCRIPTOMO
95Uua do Ouvidrr95
BP8SIT8
13A e 136 -Ra da Saude134 e 136
Lidgerwood Ml'g C. Limited
PABA EIEHHOS
Goisres i Vulenle
Participam aoa seus freguezea, e bem
aaaim aos Sra. agricultorea, que conti-
ouam a ter grande deposito dos artigoa
abaizo mencionados, garantindo tudo de
1.a qualidade e aem competencia em pro-
cos, visto como recebem os meemos arti
gos directamente e terem constantemente*
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguribe.
e*
Ifiv
vado,
Fabrica de gelo
Apas e limonadas gasos de
todas as jaadades
Soda w^ier, ginger, ale, limSo, larania, cura-
cao abacaxiSj granadina, groselles fraiibo ses
bauDiha hortel-pimenta, etc., etc.
_______12 ACAES DO Gt.PIBAR'^E
Hotel a venda
Vende se o hotel Lisbonense ra de Santo
Amaro n. 40, com todos oa utensilios; trata se
no escritorio Commercial a roa Duque de Ca-
xiaa o. 73____________________________
Piano
Veade-se um importante piano de cauda, do
grande fabricante A. Bloodel ; para informacOes
raa Ma quez do H rval n. 160, taverna, amiga
da Concordia. .
que um tomo, um nada,porm, nm
tomo, um nada que poda burlar todos
os seas planoso separava dessa expli-
cacSo.
E cmicamente asaim resuma o aeu
penaamento :
Ease cowboy nSo tem azas 1 NSo
poda voar para as estrellas... nem en-
terrar-se pelo chao a dentro... Logo
devia ter passado a noite no palacio...
E resmungando, muito colrico contra
si mesmo :
Resta saber se esse cowboy e L-
zaro Beerman nSo sSo urna e a mesma
pessoa, pois eu nao son infalivel, poaso
estar engaado !
Como havemos de saber ?
NSo interrogou a menina Jenny ?
Nao.
Por ella tal vea p 3 isa moa saber a
verdade.
Como assim ?
-- Se ease cowboy, aza negra, co-
nhecido de seu pai, a menina Jenny co-
nhece o tambem. E' poaaivel que o te-
nha visto no baile. E 83 as suas pre-
visSea sao acertadas, se se tratava della
as palavraB que eu ouvi, quem sabe se
ella nSo o esclarecer T
Como Lourenco nao responda, Gaume
aocrescentou :
Veja a filha de Bertign'.llea, Sr. do
Soulaimes. Por ella chegaremos ver-
dade ...
E sscudindo a cabeba :
Parece que a cousa est quente !
Dous dias dia.; depois Loorengo eatava
outra vez em casa de Bertigaollea.
Estando decidido o casamento e fizada
a poea da carimonia, o mcoo iria diaria-
mente ao palacio ver a noiva.
Todas as manhSs ebegavam flores para
Jenny apesar de BertignoIIea, que na saa
rude e paternal franqueza dissera :
E principalmente nada de loacuraa 1
L na ra do Crespo n. 21
LOJA DO CAMPOS
Fazendas baratisbimas, isto para acabar
Sargelim de cores tambem preto e branoo a 320 o covado.
Pegas de Moaauline da India com 12 iardas por 8^000 a peca.
Brim pardo liso para casacos e vestidos do 400, 500 e 600 o covado.
Flanellas de cores isas, listas e flores de 500 e 600 o covado.
Voilea de algodao com ramagem a 280 o covado.
Chitas americanas petipu 400 ra. o covado
Etaminea de corea com ramagens a 500 o covado.
Bramante de algodSo 4 larguras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largnra a 1600 o metro.
Sortimento completo em chitas brancas, te cores e escuras 320 a 400
MadapolSo americeno lavado do 0 e 11? a pega oom 24 jard&s.
Chitas finas meio lucto a 300 o covado.
Organd de cores a 320 o covado.
Linn liso todas aa cores a 500 o covado.
Setineta lisa preta branca e de corea a 603 o covado.
Merinos de corea por metade do aeu prego.
Tudo fisto para acabar
Cimento Porlland
moor.
Oleo de mocot.
Dito mineral ( para
chinas).
Dito de linhaca.
Dito de riemo.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de car rpalo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Qotassa da Russia (ena cai-
xas. barricas e lata&).
G a z inexplosivel Sia
mante.
Trisulphito de cal (aove
preparado para clarifica!
o assucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a completa extinecao da
formiga sauva)
6 Cono- Sanio- 6
Loja d
i. aa m& m msm i. aa
ADEE FORTDfiDEZA
Ra das Larangeiras n. 4
Para este j bem fghecido armazem de vinhos acaba de chegar novas mar-
cas de vinhos de m?sa e generosos, como e jam :
Vinhos da Real Companhia Vincola do
Norte de Portugal
ChampagneAlto Douro
Real Cognac de Vinho.
Cognac Moscatel.
Vinho do Porto
Licores, etc, etc.
Cerveja Pilsen
IARCA ISsIIlKDE
Luiz SI. Ribeiro GuimarSea, successor
de Alheiro, Fernandos & C*, como nico
[importador, acaba de rjca&er esta bem
conhecida cerveja attestada como a mais
pura, bygienica e ao mesmo tempo a mais
peitoral de todas as cervejas fabricadas
na Allemanha e como tal recommendnda
pelas sumidades medicas nos principaea
paites da Europa, India e Australia.
Kua da Imperatriz 42
Telephone ffl ___
Sitio Ilha do A^ude
Vndese este importante sitio que
abrange toda Ilha entre oa engenhos S.
JoSo e S. Cosme Curado, a meia legua
distante da Varzea, com boa casa de ti-
jlo, muitaa fracteiraa e bom acode.
Trata-ae no ESORIPTORIO COM-
MERCIAL, ra Duque de Casias n. 72.
Fabrica de Uva*
DE
Saa Raro da Victoria i. 6!
Loja de quadros
Hdame Gerard avisa aos sena u=ia
roscimos fregueses, que receben da Pars,
om grande e variado sortimento de peili
eas de chevreaux, de primeira qualidade
dea, castor etc., eU.
Nada de deapesaa inuteia Jenny urna
rapariga muito simplona. E' inaonsivel a
esse genero de gentilezas, e a sua aff jicac
dar-lhe-ha muito mais praser.
Hayiaiu combinado igualmente que va-
rias vezes na semana, at easarem-se,
Bertignolles levara a lha a Nogont, para
junto da marquesa.
A cega relacicionave-se assim com a
moca e cada ves apreciava mais os seus
aeotimentos.
Via essa, enlace oom confanca e se a
Icmbranca do amor tSo verdadeiro, tSo
puro de Mara Rosa gerava nalla algu n
pesar, releotia que ao menos Jenny com a
aua meiguice bem depressa pagara a
imagem do Taliaman do corayBo de Lon-
renco.
BertignoIIea eatava junto da filha quan-
do o conde de Soulaimes fes-ae annnociar.
O moyo era recebido sempre com o sor-
riso nos labios.
Paasou-se nm quarto de hora.
Loureneo eatava preocoupado ainia que
nao quiseaBe.
as palavr -s de Gaume acndiam-lhe ao
eaprito.
Jenny e Bertignolles percebiam a aua
preoccupao&o.
E o capitalista bem sabia qual era* o
motivo.
Mas sem duvida elle ogo'a estava tran-
quillo e o perigo tito ameagador dos l-
timos dias j nSo existia para elle, porque
nao heaitou em interrogar o conde:
O que tem, meu caro Lourengj ?
D fculpe-me ae estou um pouco
diatrahido, jonto da senhor?, Jenny, diase
com um sorriso noiva,
E' exacto, meu pai tem raaao...
pai-eoe inquieto.
Inquieto nSo, mas muito preoecupado
com certeza.
Por que ? Ser poesivl que tenha
segredos para nos ?
NSo, nao os tenho. Demaia, j con-
veraei com aeu pai no dia seguidle a feata
s.brc a cansa da miuha preoccupacSo.
Ah ah diaee Bertignolles com in-
differenga. .anda pensa nisso T
Sempre.
E voltando-se para Jenny, Loureneo ia
perguntar-lhe a queima roupa se ella nSo
notara o tal cowboy, asendo lhe roda e
com cuem seu pai durante o baile conver-
sar tanto tempo...
Porem Ber ignolles espreit&va-o.
Pelo seu rosto paaaou urna emo^So r-
pida.
E antea \ao Lourenyo fallaaae, foi elle
quem de repente dase a filha :
A proposito, miuha filha, talvez ta
podesses ser til a Lourenyo ?
De que se trata ?
Lourenco contoa-me que julgou re-
conhecer n'um dos mena convidados a voz
do homem que elle suspeita ser o assasaino
d- empregedo do irmSo...
Lembro me.
Pois bem, tal vez tenhas notado eaae
homem e tal ves ta- bem o reoonheceate
sob a mascara, o que bem poaaivel.
Era preciso que eu soubesse ao sa-
nos como eatava fantasa do.
En cowboy
Em cowboy 'i repetio ella.
E procurava.
Lourenyo nSo despregava os o!faos della,
a espera das suas primeiras pahvraa.
Quanto a BertignoIIea, eaae sorria.
E sem duv'da para auxiliar a memoria
ia Elba, accreacentou :
Dizem que eaae homem fallou-me
diversas vezes.. Nao pude, entre tanta
gente, lembrar-me das pessoaa que inter-
pellaram-me a ae, de teu lado, a tua me-
moria maia fiel do qne a minha, peyote
que eaolarecaa a Lourenyo.
A iniciativa parta dele.
NSo aabia o que ia responder Jenny.
Porem aem duvida eatava preparado
para o perigo que acabava de provocar,
entretanto um perigo terrivel, p.rque seu
rosto nSo trahia emoySo alguma.
Noa seas labios pairava o mesmo sor-
riso.
E nos seus olhos urna certa curiosidade
pelo qne ia dizer s filha.
Me parece, d8se Jenny, que dois ou
tres dos n^ssos convidados escolheram eaae
veatuario pittereaco, aem duvida para
agradar-lhe s lembrar-lhe a sua primeira
proflasSo e tambem a origem da aua for-
tuna. ..
Ah 1 ezclamou BertignoIIea com vi-
vaoidade... V, Lourenyo. Minha filha
vio diversos ; o senhor s vio um e eu
disae o capitalista rindo-3enao vi ne.
nhuui..
E Lourenyo com a vos quaai extincta,
porque a coato consegua reprimir a
emoySo :
E nSo reonheieu nenhum, Jenny ?
Creio que um dellea era Romano!...
Romano ? interrogou Lourenyo im-
presBionado pelo nome.
Romano Gouz, meu aeoretario, diase
Bertignolles oom muitr calma.
Ah e os outroa ?
NSo aei...
Rogo-lhe Jenny, vej ae ae reoorda I.
Oa outros nSo me lembram nim-
guem .mas pos o affirmar que Romano
eatava diataryad) em cowboy.
(QHtmaa;
T -





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