Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18256


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Full Text
*p
S
ANNO lili
QUINTA-MRA 5 DE JANEIRO DE 1893
NUMERO i
DIARIO DE PERNAMBUGG
PBOPBIKD ABK BK MMMQVB FI6EIR0A BE FABIA & FILHOS

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE -
Por tres mezes adiantados. ... 6$000
Por Ues ditos vencidos..... 7$000
Por um anno a iiantado .... 24$000
dem idem vencido...... 28#000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS SE PUBLJCAgOES NA FRAN-
CA EINGLATjRRA
-O Srs Amede, Prince & C, residentes em Paris34 rae de
Provence.
-
TELEGRAMAS
mw* mmm do sxabio
RIO DE JANEIRO, 3 de Janeiro,
noite.
Por decreto do governo federal for&m
promovidos :
A director ib Ccntadora do Guerra, o
chefe de secgao Silva L9ge ;
A chefe do" Eecj2o, o primeiro cfficial
Dunrto Hunc-s.
LISBOA, 2 de Janeiro.
m
Forana asertas es-cortas com o ceiimo-
iLl do esfyio.
PARS, 2 de Janeiro.
Foram presos diversos individuos, que
ffisavam cartazos anarehiatas, escitando o
povo a cttmtadcs por meio do dinamite.
BUEN JS-AYRES, 2 de Janeiro.
Agradou bastante a declaracao do mi-
nistro brazileiro, deamontindo a noticia de
celebracao de tratado de allianga chileno-
brazileira.
O ministro do Paraguay desmentio tam-
bem a noticia relativa a allianca Parsgaay-
cbi'.eno.
RIO DE JANEIRO, 4 de Janeiro, s
1 hor.3 da tards.
O Sr. Racgel Pestaa n2o aceitn o car-
go de presidente do Tribunal de Contas,
para o qual foi nomeado.
MADRID, 3 de Janeiro.
Sobrevieram desorden? da alguma gra-
vidade entra operarios, e que determina-
ram a porcia a fazer fogo.
Ilouve ferimentos e mortes.
PARS, 3 de Janeiro.
Assegura se que o ministerio aeha-se em
erke.
Falla se tambem que o presidente da
Repblica, Mr. Csrnot, resignar o cargo.
Falleceu e cardeal arcebispo de Ren-
Mf.
BERLIM, 3 de Janeiro.
A grve dos mineiros extendo-so pelo
aerte da Allemanha.
Calcula-se em 26,000 o numero de ope-
rarios que abandonaram o trabalho.
Acha-ee marcado o dia 23 do corrento
para realisagao do casamento da princesa
Margarida da Russia com o principe Fre-
dar co.
LIMA, 3 de Janeiro.
Ha prcb^bilidade de ser eleito presiden-
te da Repblica do Pei o general Cace-
res.
BUENOS-AYRES, 3 de Janeiro.
Cabio um cyclone sobre os suburbios
desta capital, causando grandes prejuisos.
Foi eleilo governador da provincia de
Santiago del Estero o Dr. Lagar.
Tbesoureiro 1, 5.000*000, 3.000, 8.000,
8.000I0D0.
Fiis 3, 2 6i0, 1:400*, 4.000*. l.00o00:
Pagadrr i, 3.000*000, 2.200.000, 5.200*000,
S.OOOOl. "*
Fiis 4, 2.600*. 1.100*. 4.000*. 16.000*000.
Cartorario 1, 2 400*000, t.20D*000, 3.C00*,
3.. 0*000.
Aiudante 1, 1.2)0*000, 600*000, 1.800*000,
1.803*000.
Por!erol,2.400*0C0, 1.200*000, 3.600*000,
3 6"0*000.
Aiodante t, 1.600*003 800*C00, 2.400*000,
2.400*OGO.
093110008 16,960*000, 430*000, 1.440*000,
23.0i0*000.
Correios 4, 1.200*000, 5 0*000, 1:700*000.
6.800*000.
Gabinete do ministro
Official de gabinete 1. 2.400* 2:400*. *.
Auxiliares 2, *, 1.000*000, 1000*, 2.000*.
Delegacia do Toesouro em Londres
Delegado *, 5.000*000 *, 5.000*000.
Escipiararios 2, 2.450*000, *, 4 9CO*000.
Total 4'6.540*003
Capital Federal, 17 de Dezembro de 1882.
Serzedello Correa.
D
Tcbsila do numero, elass e vencimentos dos
empregados da Casa da Mof da, endo de or
denado :
Director 1, 6:000*000. 3:OCC*000, 9:000*000.
9:000*000.
Escrip'.orario 1, 2.600*000,1:400*COO, 4:000*,
40:000*' 00.
Cbefes de offi:inas 8, dem, idem, idem,
idem.
Tbesooreiro 1, idem, idem, idem idem.
2 ecripturario 1, 2:0 0*003, 1:000*000.....
3:001*000. 30:000*000.
Fiel do tbesooreiro 1, idem, idem, idem, idem.
Fiel de balanca 1, idem, idem, idem, idem.
Ensaisdores 4, idem, idem, idem, idem.
Gravadores 3, idem, itfem, idem, idem.
Ajeriantes 7, 1:800*000, 900*000,2:700*000,
18:000*0*0.
Desenbislas 2, 4:6O0*O:O, 800*003,2:400*000,
4:800 000.
3= escrioturario 1,1:400*000, 700*000,2:100*,
2:100*000.
4 ditos 2, 800*000. 403*000, 1:200*000, ....
2:400*000.
Porteiro 1, 1:60:*000, 800*000, 2:100*000,
2:400*000.
Uontiouos 2, 9o0*000, 480*000, 1:440*020,
2:880*000.
Total 36 Rs. 112:480*000
Capital Federal, 17 de Dezembro de 1892.-
Serzedfllo Correia.
E
Tabella do numero e veocimentos dos emprega-
dos da Impreasa Nacional, a que 89 refere o
art. 5- 8 1- do regulamento anprovado pelo de-
crtto n. 10 269 de 20 de Julbo de 1889 com o
augmento de 40 /. de accordo com o decrete
legislativo n. 125 de 18 de Novembro do cor-
rente anno.
Administrador 1,5:600*000, 2.800*000......
8:400*000.
Chefe da secgao centn.1 1, 3:700*000, l:O0*.
5:600*0(0.
V Escripturario 1, 3:000*000, 1:480*000.....
4-480000.
2" Escripturarios 2, 4:300*060, 2:140*000,...
6:440*000.
3- Escripturarios 2, 1:800*000, 1:000*000,
1:800*000.
TOffourciros-almoxarife 1, 3:600*000,1:8:0*.
5:460*000.
Fiel 1,1:500*000, 740*000, 2:240*000.
Por:eiro 1,1:600*000, 920*000, 2:520*000.
Continao 1. 1:100*000, 580*000, 1:680*000.
Total 14 Rs. 39:6*04000
Capital Federal, 17 de Dezembro de 1892.
Serzedello Correia.
Fieia de armazem-16. 2 400*000, 1.000*000,
4.QOO*000, 64U)0*00Q.
Te tal 162,669.600*000.
Capital Federal, 11 dfiazembro de 1892.
Serzedello Corren.
Governo do Estado de
nanuraco
PARA OS LOGARES UNDli SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adan lado.
dem idem vencido.
i3500
15*500
27*000
31*000
fer
despachos do da 3 di jans1bo
de 1893
AggibCfzir de Anlrad*, pedodo para ser
prvido no oflicio de,tabellio do publico judi-
cial e notas do municipio de Gamelleira.Preju-
dicado.
Arthur de M;ura Ribelro.-NSo ba que defe-
rir.
Antonio Graciado de Gasmao Lobo, pedio !o
para ser prvido na serventa vitalicia do offkio
de Ia tabelliao do publico julicial e notas do
municipio de Gamelleira.Prejodicado.
O mesino, pedilo par ser prvido no olli:o
de escrivSo dos feitos da fazenda do municipio
do Recite.Info'me o Dr. juii da direito d03
feitos da fszenda.
Ignacio Jos Arouiba Filho.Sim.
Jjs de Calazans Vieira de Sooz).Prejudi
cado.
los Victoriano de Vasconccllos Pereira.Pre-
jodicado.
Jj4o Ribelro Peasoa de Oliveira, professor pu-
blico, pedindo entregas de documentos.Sia>,
mediante recibo.
Bacbartl Francisco de Arroda, joiz de dir!t3
de Villa Bella, pediodo 3 mezes de lie?nca.
Concedo doos mezes.
Lycurgo Geraldo de Alencar.Prejodicado.
Luiz da Veig Pessoa.Prejodicado.
H-irculano Tbeotonio da Silva Guimares.
Prejudicado.
Miguel LoDoldo Lima. -Prejodicado.
Mana da Silva Neves.Informe o director da
colonia Santa Iiabel.
Major Luiz Antonio Cordeiro.Prejodicado.
Bacbarel Pedro Affons) Ferreira, reclamando
contra a praca a qoe se proceden em 31 de De-
zembro do imposto das barreiras desle EiiaJo.
Informe o inspector do Tbesouro.
Pedro Alexandrino da Silva Ramos.Prejodi-
cado.
Bacbarel Sebastiao Ildefonso do Reg Birros,
joiz de diretto de Buque, pedindo ju3ticacao
de faltas.Ficam jostiheadas as falla?. Depois
de nolado na seceo competente da secretaria do
governo. remelta-se este reqoerimeato ao inspe-
ctor do Thesouro para os lins convenientes.
Bacbarel Tobias Cezar de Andrade, juiz de
direito do Brejo, pedindo 2 mezes de licenc3.
Como requer.
Secretaria do Governo do Estado do
Pemambuco, 4 de Janeiro, de 1893.
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva-
li^TE 0FFIC14L
Actos do poder executlvo
DE .RETO N. 1.163 DE 17 DE DEZEMBRO
DE 1892
DI regula nento para execucSo da lei n. 23 de
30deOutub-o de 1891, ni parte referente ao
Ministerio da Fazendi.
(Continuaco)
A
Tabilla do admiro, classe e vencimentos
dos empregados do Tnbanal de Contas,
acndo ordenado, gratifica95es, total do
em prego e total da claese.
Pres'dentel. 8.000*000,6.000*00?. 14.000*,
14.O03*'.'00.
Directores 4. 8.000*(00. 4.000*000.12 000/,
48.00050:0.
Sub-airectores 3, 6.000*OCO, 3.000*, 9.000*,
27.000*000.
Secretario 1, 4.000*000, 2.000*000, 6.000*,
0.000*000.
Primeiros efCriptnrarios 12, 3.200*, 1.600*,
4 800*000,57.600*000.
Segundos ditos 12, 2.400*. 1.200*. 3.600*
43.200*000.
Terceiros ditos 12,1.600*, 800*000, 2.400*,
24 000*000.
Cartorario 1, 2.000*000,1.000*000, 3.000*.
3 000*p00
Ajooante 1. 1.000*000, 8C0*000, 1.800*000,
4 800000
'Continuos 4, 1.003*000, 403*000, 1 400*000,
*mm0?oMU 230.000*000
Capital Federal, 17 de Dezembro de 1892. -
Senedello Coni.
B
Tabella do numero, classe e vencimentos
dos empr-gaios do Theaonro Federal,
do gabinete do ministro e da Delega-
cia do Thesouro em Londres, sendo or-
denado, gratificado, total do emprego
e total da classe
Ministro, i4.003*000. 21.000*000.
Directores 3, 600-000*000, 3.000*, 9.000*,
Sub directores, 4, 4.800*. 2.400*, 7.200*,
Q AAAfAAA
fficiae.- 'do Conlencioso 2, 3.200*. 1.600*,
4.800*000, 9.600*'XM). ..-..
Primeiros escriptorarios 22, 3.200*, l.bO*,
4.8:0*000,100.600*003.
Sezoadaa ditos 18, 2.400*. 1.200*, 3.000*,
64 800*000.
Tcrc,:irr.s ditos 18, 1.600*000 800*, 2.400*,
43.200*000.
Qoartos d;i0314, 800*000,400*000, 1.200*,
?6.800*000.
Tabella do numero e vencimentos dos emprega-
dos do Diario Official, a qoe se refere o art.
5- 2- do reeulamen'o approvado pelo decre
to n. 10.69 de 20 de Jolbo de 1889, com a ao
emento de 40 3. de accordo com o decreto le-
gislativo n. 125 de 18 de Novembro do corre-
le anno.
Director 1,7:000*000.
Bedsctor 1, 5:600*000
Auxiliares 3, 10:( 00:000.
Agente externo 1, 2:100*^00.
8 Total 6 Rs. 24:780*000
Cap tal Federal, 17 de D.zembro de 1892.-
Serzedello Correia.
G
Tabella empregados da Recebedoria da Capital Fede-
ral, sendo de ordenado, gratiricacSo, total:
Administraior 1, 6.00J*9C0, 3.600*000,
9.600*000.
Aldante do dito 1, 4.800*000, 2.400*000,
7.200*000.
Primems escriptorarios 8, 25.603*. 1.800*,
33.400*000.
Segundos ditos 10 24000*003, 12.000*000,
36.000*000.
Qwtos dilos 18, 14.400*000, 7 200*003,
21.600*000.
'lbpsoureiro 1,3.600*000,1.8005000,5.400*.
Fiis do th^sooreiro 2, 4.000*000, 2.000*000,
6.000*000.
Recebedor do sello 1, [3-000*000, 1.500*000,
4.500*000.
Fiel do dito 1, 1.000*000,500*000, 1.500*.
Porteiro 1, 1.800*000, 900*000, 2.700*000.
Continuos 2, 1.920*'00, 960*000, 2.880*000.
Correios 4. 2.880*000.1.440*000. 4.320*000.
Total 6!, 112.200*000,06.700*000, 168.900*.
Capital Federal. 17 de Dezembro de 1892.
Serzedello Correia.
H
Tabella do nomero, classe e vencimentos dos
empregados da Alfandega da Capital Federal,
eeadode ordenado, gratilicasao, total do em-
prego, total da classe:
Inspector 1,7.200*003, 7.200*000, 14 400*,
14.400*000.
. Ajudan'.e 1, 5 400*000,4.200*000. 9.603*000,
9.6005000.
Cbefes de seccio3. 4.800*000, 3.800*000,
8.600*000. 25.800*000.
Cooferentes 2i 4.200*000,3.403*000, 7.600*,
181.400*C00.
Primeiros escriptorarios 12, 3.00*, 2.203*.
5.400*030, 64.800*000.
Segandoa ditos 30, 2.400*300, 1.600*000,
4.000*000, 120.000*000.
Terceiros dilos 32, 1.600*000 1.000*. 2.600*.
83.200*000.
Qoartos dito* 20 800*030, 600*000, 1.40O*.
28.000*000.
Taesooreiro 1, 4.000*000, 3.200*000, 7.200*,
7.200*000.
Fiis 4. 2.400*003, 1.200*000, 3.600*000,
14 400*000.
Gaarda tro- 1, 4.800*000, 4.230*000,9.000*,
9.000*00
Ajudate3 2, 3.200*000, 2.200*003, 5.400*,
iO.800*000. M
Porteiro 1. 2.400*000, 1.600*000, 4.000*000,
4-010*000.
Ajodantol, 1.600*000 800*030, 2.400*000.
2.4005000.
Cuiitir.uos 10 950*000, 480*000, 1.440*000,
i 4 403*000.
Adminutra.lor da? r.aoataziis l, 4.0)0*0)0,
3.200*000, 7.200*00.), 7.200*000.
Aiudantes2, 2.400*0)0, 1.600*000.4.000*,
8 000*000.
GUARDA NACIONAL
Quartel do commando do 4' batalhSo de
infantera da guarda nacional do muni-
cipio do Reeife, 31 de Dasembro de
1892.
Ordena do da n. 1
Tendo bontem feilo a promessa da esiylo e to-
mando posse do posto de teneote-coronei com
mandante deste batalbo, pira o qual fui no
meado por decreto do marechal vice presidente
da Repblica, de 2 de Julho do cadente anno,
a8somi nesta data o exercicio do commando do
mesmo batalbao, assim fago publico para'-ona-
cimento dos Srs. efli:iaes, ora sob o meo com-
mando, certos de que em mim encontrarlo am
auxiliar sempre disposto para defender 03 seos
direitos, contando eo em compensagj com a
dedicaco dos rne-mos ao enmprimento dos seos
deveres.
Manoel Jote de Bastos Mello,
Tenente-coronel commandante.
rimir da refe'ida au oridale, qoe, jos-
e seja feita, tem procurado evitar desor-
b dlstricto de sui jnriediccao.
mis e fratereidade.Ao illustrissimo ci-
ddao Dr. Jallo de U>llo Filho, mai digno quas-
tor i'o EstadoO delegado, Antonio Pedro de
Azevtdo.
"Ko dia 21 do mez olllmo, s 8 horas da
manh e no luga" denominado Smta Craz do
municipio de Bjm Jardim. travaram lucti os in
divinos de nomes Maro'l Caiana e Macoel de
Barre3 C:sta, da qual rjsulou este ultimo dispa-
rar .Ba espingarda contra aquilie, feriodo-o
czort nenie.
(aalra q deliaquente, que foi preso em fh-
granre*prt^edeu-s6 nos termos da lei.
IV!; subdelegado da fregoezia do ReMfe,
foram remedidas ao Dr. i' promotor publico as
delizencias pro:edidi3 contra Manoel Rosendo
por cr me de estopro.
Em da'.a de 31 do mez oltirao o cidadSo
Joaqnim Pires Cj apello assnmio o exercio do
cargo e delegado do municipio de Iguarass.
Tambem no dia 30 do mesmo mez o cida-
do Jos Antonio Cezar da Vasconcelos assumio
o exercicio do cargo de subdelegado do 1- dis
tricto do municipio de Pao d'Alto.
Nesta dala cbarao a altencao do subdelega-
do da treguesla de Santo Antonio para que di? a?
providencia que o caso reqoer, sobra o que vem
publicado no jornal A Tarde de bontem sob a
epigraphe Expotiqao immoral, relavamecte a
um individuo que reside ra La-ga do Rosario
do lado dos numero? impares, qua sobe todas as
noites a urna das jaoellas de sua casa, desde 8
1/2 bor s al moilo tardo em plena nudez e pa-
teo!- ia- o assim s familias que all residem.
Fallecen bontem as doas horas e 45 mino
tos da tarde, na enfermara da Casa de Detenc/o
victima de tsica polmonar o detento Ciandino
Jos da Silva, sentenciado no municipio de S-
Loureoco da Matta.
Pelo subdelegado "da freguesia do Recite
foram remettidos ?. esta repartico 9 facas de
pontas, 5 compassos, 3 caivetes e 2 navalhas
armas essas tomadas a diversos desordeiros.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
ini digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Qaestnra policial
SeccSo 2*. N. 3. Secretaria da
Questura policial do Estado de Pemam-
buco, 4 de Janeiro de 1893.
CidadSo.J-Participo-vos que foram bon-
tem reeolhidos Cata de OetencSo os se-
guintes individuos:
A' ordem do subdelegado da fregnezia de San-
to interno, Hanrqn Das, como galano ; Ma
noel Jiouario, por embriaguez e disturbios ;
Joo Anastacio da Silva. Macoel Saot03 da Cruz.
AQtonio Jos de Sani'Anna e Joao Rodrigues da
Silva, por disturbios ; Cordolina Mara de Jeso3
e Miria di Cpaceic&o, como vagabundos.
A' ordem do subdelegado do 1' districto de
S. Jos, Jos Mendes, por disturbios.
A'ordem do subdelegado do 3- districto da
G-aga, Antonio Manoel da Cosa Filho, por cri
me de rapto e defl jumento.
O delegado do 1. districto de Palmares diri
g o-mo em data de 2 do correte o oflicio abai-
xo, com referencia ao procadlmento ,do subde-
legado do districto de Mitons.
Delegacia do districto de Palmares, 2 de
Janeiro de 1893.
CidadoEm comprimento s recommen-
dscjs de V. S. em ofcio datado de 22 do mez
prximo pissado, sob n. 5,576, procore syadi
car da verdade das accusacOes centra o sobde
legado de Mataos, major Bellarmino Aatonio
Soares da Fcnseca e ebeguei evideocia dos se
goiote3 factos:
O povoado de Muidos, ha algam tempo ce
lebre pelas constantes des .rdeas qoe all se do,
freqaentado nos dias de feira por ama popula-
gao dada a disturbios, armada de facas e pisto-
las, tendo-se dsdo j casos de individuos obn
garem a negociantes a trocareai dicheiro e fa-
zerem outras violencias.
< 0 subdelegado major Bellarmino, depois
que assumio o exercicio tem procurado desar-
mar os desordeiros, dos quaes a maior parte sao
moradores 00 engenbo Sympathia, conhecido
per Viola, pertencente a ara Sr. Jo5o Climaco,
prente prximo do autor da queixo que a V. S.
foi dada contra o mismo subdelegado.
Accresce ainia a isto o facto de existir en
(re o m?smo major Bellarmino e o dito Joo Cli-
maco, una qaestao delimites que est senCo
processada no jaizo deste municipio, estando
de posse do terreno litigioso o major Bellar-
mino,
Nao se julgou de na obrigaco de esperar
pelo resultado do pleito, o dito Jo&o Climaco tem
tentado apoderar-se dos mesmo3 terrenos, ji
plantando cannas, j praticando outros actos ae
p03se, do qoe se tem oppjsto a m8Jor Bellar-
mino, como particular, e nao como aatoridade,
mandando arrancar as di as plantacOes, sem que
o mesmo Jola Climaco tenha se jalgado com di
reito de intentar qoalqoer aegao cootra o des
lvido; de suas ditas plantacOes.
Deve accresceoiar que. das informnc5es co
Ibldas Joo Climaco, prente de Cunha Wander-
ley, amor da qaeixa, homem arbitrario, a pon-
to de, como memoro do partido republicano,
chamado dos viol033, apre^eatar-se no dia 18
do raei linio nss eleigOes a qoe se procederam
em Matons, acomoanhado de 25 pessoa3 arm
das, nao se tendo dado n?ssa occasio serias
desorieos pela prudeicia que entao mostrou o
subdelegado Bellarmino.
Eis o que sob e estes factos tenho a info"-
nur a V. S. que poder flC3r certo d qnea
qaeix) apresentada nao tem outro motivo seno
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 4 DE JAN'EIBO
DE 1893
Nica da Silva'QusmSo e Habert Jo-
bon Perman.Informe o Dr. contador.
Mara Sjlom das Santos Dacia, Maria
Francisca das Chaga, Manoel Rodrigues
da Silva, 'Carmindo Lopes Lemos, Mi-
noel Caeteno Vieira da Paz e Jos Igna
ci da Silveira Lobo.Ioforme o Sr. Dr.
procarador fiscal.
Elias Avelino de Barros Certifiqaa-se.
Jos Paulo Botelho.Jnforme o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria.
Donatilla da Silva Medo ros o Antonio
Basilio do Espirito Santo.Remettido a
Rscebedora para as devidas notas.
Jevenal Francisco Lucio e Jos Au-
gusto do Barros.Remettidos ao/Sr. por-
teiro para entregar aos int?ressades.
Instriicco Pnbl'ca do Estado
Pernarahuco
DESPACHOS DO DIA 31 DE OEZBMBBO DE
1892
Thereza Emilia de Souza Gomes.
Cumpra-se e registre sa a apostilla retro.
Aureliano Jos Timotheo.Cumpra-
se e regs're-se a apostilla retro.
Dia 2 de Janeiro de 1893
Ildefonso Marinho de Araujo.Cum-
pra-se e registre-se.
Dia 3
Jlo de Aquno Sfiedeiros.Cumpra-se
e registre se e marco o praso de 8 dias
para entrar no goio da licenga.
Aigelo Vieira S*mpa;o. Eocami-
nhe-3e.
Maria Saturnina Prudencia Cruz.En-
caminhe se.
Angelo Vieira Sampaio.Justifico.
Maria Honoria de Freitas Simpaio.
Encamiohe-se.
A mesma. Justifico.
DIAE.O DE FERNAHBUCO
Tres annos de Repblica
RECITE, 4 DE JANEIRO DE 1893
J s2o decorados tres annos em pos
da proclamado da Repblica dos Estados
Unidos de Braail=diaem os eBpirtos me-
nos reflactidos=3 no entanto ainda nos
acbamos immsnsamente distanciados do
ideal que visan oa povoa que adoptam a
forma de governo puramente demcrata.
O onceito assim externado, se tem
muito de verdbdeiro na sinthese geral da
sitaacSo poltica do Brasil, tradus todavia
ama inundada critica e denuncia am pos-
si mismo de mo agoaro, porque, em sub-
stancia, tres annos de prtioa de um go
verno Ivre n'um pai* sem preparo cvico
eq_uipolante, a3o apenas um tomo
palpavel p dos tempos e pois nSo
fornecer segu-o criterio para um julga-
meato dasapaizonado e positivo.
Eatretanto, apreciados mes no no ponto
de vista dos interesses geraes do pas,
em 3 annos paseados sobre os escombros
de urna monarchia qua nSo tinha fundadas
raizas, nem no solo corac3s brasieiros, nSo foram annos per
d dos Muito ao nvni dsso, devem ser
tidos e havidoa como de fructuesas colhei-
tis, quer no campo fecundo dos tactos,
quer no dominio das aspiracSaB da alma
Ncional.
do im
podem
S3 erros, grandes erros, por ventura
foram comme'.idos no decurso desse pe-
riodo, erros polticos, erros economicos-fi-
nanceiros, erros sociaes que levaram o
paii quaai as portas da anarchia, em coa-
traposicSo grosso, possante e vigoroso foi
o cabedal accumulado tanto na esphera
dos factos morees, como na dos successos
do mundo phyaico material.
Com effjito, de um lado temos os c-
digos fundamentaos da Repblica e dos
Estados que a constituem ; temos quasi
todas as leis orgnicas, que sao os desen-
volvimentos praticos das doatrinas daque!-
Ies cdigos ; pernos o poder publico fir-
mado nos fortes esteios dessas leis, e,
mais do que nellas, nos sentimentos fede-
ralistas do povo, que todo elle v na
uniSo dos Estados o principio salvador da
nossa nacionalidade o da 'grandeza da
patria ; e terrrs finalmente eticases ga-
rantas de liberdade, de ordem, de pro
gresso, frmala que consubstancia todas
as aspirajSas justas e que promet) e vai
realisando todas as bellas 639333 da de
mocraJa moderna.
De outro lado, temos registrado am in
oremsnto quasi inaudito na esphera dos
melhoramentos materiaes: enorme de3-
envolvimento de linhas ferris e telegra-
phias, melhoramentos de portos, rapidis
sima evolucSo das industrias e do com
mercio por empresas de toda a ordem e
da todo3 os goneros, augmento de na?e
gaSo tanto de loago surso, como de c-
botageno, que so 3 ostreitar as relagSes de
povo povo, em samma todas a3 for$is
*ivas da patria postas em accelerada acti
vidade ; tal o conjuncto de factos que nos
offerecem quelles tres annos decorrdos
aps o 15 de Novembro da 18S9.
Como, pois, n3o tachar de espirites me-
nos refljctidos acuellas que, guisa de
amarga critica, impatam Repblica, na
phrase com qua abrimos estas liahas, urna
esterilidade cruel ?
Tome-se um periodo qualquer de trez
annos dos tempos da Monarchia, e se o
compare com o citada e t2o mal aprecia-
do periodo da Repblica, e var-se-ha que,
sob todoa os aspectos, debaiso de todas
aa relajo :s moraes, econmicas, fiaancei-
ras mesm'i, e materiaea, a preferencia, o
saldo do balando comparativamente Berna-
niiesta em pro dj situajSo inaugurada em
15 de Novembro de 1889.
Dissemosmesmo fiuancera33 dase
mol o de industria. NSo ha negar que a
Btua5o financeira do ptiz d.fli-ilima:
mais releva salieatar que ella filha prin-
cipalmente dos erros accumulados pelo
Imperio, o qual viven largos annos de verda-
deros expedientes, entre os qiass figirou
sompre o de pagar juros e amortisajSjs
dos emprestim's externos com novos e
mais onerosos emprestimos, e sos seus
ltimos tempos atirou o paiz desenfreada-
mente no rgimen do papel bancario.
Se hoje, mais do que entSo, sentimos
nos as consequencias 'aquellos erros,
isso natural e lgico, porque raramente ob
factos damnosoa de ordem econmico-fi-
nanceira se manifestam inmediatamente
aps os graves erros commettidos 5 sua
manifestasSo sempre tarda e n2o se d
antes que quelles erros tenham attingido
o mximo de intensidade as relajos que
alteram e prejudicam.
Assim, repetimos, o cabedal accumula-
do em melhoramentos da toda ordem, nos
trez nltimoB>nnos da nossa vida social,
d um Bolemnejattestado das vantagens
que sobre o Imperio tem a Repblica, e
serve de base as nspiracfos patriticas
dos bons brazileiros para leva'.-os todos
unidos, accordei, compactos a esteiarem
as novas instituisSes, que com tanta bi-
aarria se tem tirado dessa prova de 3
annos.
Somonte preciso que todos tenhamos
um boc ido de bom senso, e que nos es-
nuecaiiioj da muitos rassentimentos e pe.
e o amor dessa imagem libra-Be naa asas
santas do anjo da Pas, que ae inspirar os
ospiritoa rectos e bons.
Pas, portento, aconsolhamos nos pai
geral para todas as dissancSes, que tanto
menos rasSo de ser teem, quanto ainda
estSo por difinir as banderas dos futuror
partidos do Brasil, j em germen talves,
ainda mais muito distante da Horacio e
ainda mais da fructificado.
Tenhamos juiso e fajamos a pas ; vai
n8SO o sopremo interesse da Repblica
isto o masclo interesse da Patria.
EXTERIOR
queninas queixas, que,
tendo fun-
damento apenas em choques de amor pro
prio mal entendido, nSo podem nem d
vara prejudicar os vitaes interesses do
Pas em geral e dos Estados em parti-
cular.
cima do amor proprio individual,
plainando as altas regiSes, innaccessiveis
as cinbariai dolentcs das facgSss politicas,
deve ser coliooala a imagem da patria ;
EUROPA
Vranrt
A Cmara d03 D patadoi rejeitoo o projeetc
de lei, ralicindo a conven^ao commercal fela
com a Su3sa,approvando, a convenco commer
cial celebrada pela Franca com as repblica de
Urugu.y, A-gjnt n. e di Paraguiy, b?m c.mo
o traUdo de commercio com os Estados Uaidos
da America do Norte.
Em sua sesso deIt a misma Cmara ap
provou com gran le maioria, os doos duodci-
mos provisorios, apreseotados pelo Ministro das
Finangas, em consequeocia do corto espago de
tempo que tica o parlamento para termiaar a
discasso do orcameato.
O senado igaalmente vot.o a mesma medida
E-ii casa do parlamento anooio em sess&o
de 23 ao pedido fro pela aulori laJe jodiciaria.
para conceder-lbe autorisacio a n de proceder
de accordo com a lei, contra os senadores com
promettidos nos negocios do Panam-
Os depilados e senadores indicados para s-
rem processados, porm. negim qaslqoer r
participagao aos escndalos da Companbia ; e
03 jornaes publican a negativa formal do ban-
qoeiro tterz. no loante a sua copanicipagao, re-
sultaado do iaqoerito sobre estas oeeociatas,
qaa a directora da empresa esbanjoo 1-300 mi-
Iboas do (raneo;.
Entretanto acgoienta o nomero de compir-i
na quca'So e fot agora revelado mais o nome
ds depotadoVoissoi-
A proposito dos acontecimentos, demons
(raudo que a siluago se resolver pela Rep-
blica coasular o Fgaro > peblicoo om artigo
sensacional attribuido ge-almente a Delafosje,
disendo se nos circolos ofli;ia.'3 timb.'m, que os
realistas ja c-ram tentativas peraole o Vatica-
no, uo sentido da restaurag3o, e qaa Sua Saoli-
dade o Papa Leo XIII repellio os abertamen
te.
Corro quer qoe sej, certo lolavia qoe
o partido realista vai se aprp-vitando babil
mente dos soccessoi para augmentar a propa-
ganda.
A condessa da Paris para este tim vai contri
buinlo com forte subsidio, a conseibo dos prin
cipes da casa de Orleons lIo alcaogados|pelo de-
creto de banimeato.
Da todo isto oasce o boato de que os boalan
gista organisam conspiragao contra o governo a
pnmeira tentativa para darrobal-o ser ezeca-
tida depois das ferias parlamentares do Ni'.al
A polica julga entretanto qoe os anligos ai
liados do conde de Paria anda desta vex qoe
rem operar de uoio com os realista pa*a attej-
tarem contra a Repblica.
Acbase por U.-o vigilante.
Toda a imprensa inostra seem extremo preoc-
cupada com a actual situagao poltica meliolra
da pelos escaodalos da Co npanbia do Panam
A impreosa repoblicana diz qoe e faiso o pa
triolismo dos imperialistas varberaodo estes lu
tiraaveis saccessos e declara que o seo plae
nico de3moralisar as acaaes nsiitaigoes-
Entretanto, peto resultado da votago na ca-
mira e pela energa iBtjaebraotavel do governo.
notou se a 2i qae os n-gocio3 melboraram, vol
laado as transacgO^a borsatis quasi ao tea esta-
do normal.
Em tola a Repblica, porm, grande o alar-
ma, aguardando e acetosamente a sologo des-
la malfalada qu.-eto, cojos debates apenas se
iniciaram-
O que est no animo do governo motivo de
con je-turas mil e tedas propaladas pela impren-
sa-
Alli-ma-se qoe se prepara om gol.u de Esta-
do, cojas conseqoencias oiogoam poier pre -
ver.
De oatro lado garante se, qae, ?e o miaisteriu
Ribot relirar-se, estalar a revoloco realista,
coios elementos deaego amontoam-se patroci-
nada pelos individuos compromettido3 noa ne-
gocios da empresa.
O qae resaltar desta confligrago, imagina-
se tendo se em vista qae o aaarcbsmo estar ac
lado do3 revolucionar.03 para sobmetter as ios
tllu:g0e3 republicanas.
Indicase mesmo o ebefe das ope'ages: e o
nome qoe est em todos os jornaes o do du
que de Orleans.
Entretanto, nesta emergencia doloroso, cc
exercito que parece estar a salvago da Rep-
blica .
Todas as opinies do as forgas nacionaes de
trra dispostas a reagir pelas actoaes institui-
gOes.
Qu-il a attitodo da armada, duvilosa ; espe-
ra se, perm, qoe a aoimaase o mesmo espirito
patritico.
Todas as (relatos soffrem pela incertexa do
dia de amanba.
O commercio acha se paraljsado ; oa Boisa
domina o terror.
O presideote da Repblica telegraphoo so
czar, declarando qoe em virtode da actual *ttoa
gao poltica e tendo em vista tambem as rpla-
cees interoacioaaes, e ab.ndcoar o podar
qnaodo terminado o periodo constiacional.
A cmara da depaUdos em sua sesso de
S3 jpprovou por 353 votos contra 91 am vo'o de
conlianga ao miaisterio, relalivamante ao -.e*
procedimento para reprimir os escndalos da
Cofnpanbia do Panam, sendo encerradas as
soa- se-sOes extraordinarias e estando o parla-
mento em ferias do Natal-
O jornaes anti-semitas qae levantara a
campanhi con'ra os escndalos da Companbia
do Pjnam, dixem qae M\ de FreyMaet oo
pode con-inaar ao governo por ler camplicidade
naqaelles factos.
ttecrudesce a excitacio provocada por e3ta la
meutavelquesto.
Mr. Floqoet lupopularisou-se coma* declara-
goes feitas e tem so como certo qae nao ser
reelevto presidente da cmara dos depa'ados-
Disse o ex presidente do coneelbo qe com
effeito, por alias raiC^s de Estado iuflalra na
dis'-ribuico dos dinheiros qae a Companbia do
C-.ojI applicoa aos joraaes eacarregados da de
feza dos seo loteresses
De dia em da ca evidente qae ha em lado
is:o ama guerra caloalada conlraa R-pohlica.
E o odio a; instuigo s tal une nea foi pou
pada M ne. Sadi Carnet, iasiooando-je qae rece
be:a dinheiros dos cof.es d\ empoza para obra?
de arcado.

t
J
,,,riiM 11
^11 ^| '-* V Hf~> '

l mam





2
Diario de Pernambuco Quinta-eira 5 de Janeiro de 1893

- fita torpea-ja tortiesmentfia.
Jas autoridades deoi t ram desde j nlervir
aaattra a conspirago tramada pelos froulangis
On allia !os aos realistas e uessa cootormidade
Basase effactuado muitas primea, e toman je
aenadas ootras que so opportnaamente ser"
te-conb 'cimento pab'ieo.
Sntretaoto a conspirago acra-se de-maaeaM-
a e a Repuolica flamphar Bem flituldade.
O Sr. Andreas, accaaaao de coaiven~ia nes
i planos, veiu a imprensa -3 de lana S6 cora '
yitnraen'.e albeio a qaahjaer micbiaago contra
ago' t-rno.
,go prefeito de polica, acuelle
ye kz entrega, a commisso de ioquerito la
Cacara dos Diputados de urna nota coos porme-
jores sobre a dvlso do um milho de fran:os
tire iOi depatados ; o que mui'o augmentoo a
aacitac i j xisteate sobre a questo do Pana-
a. le sorte jae nao s a aimago poltica re-
reatn se des agitrjgo. como tambem o: mer-
cado i' a n n muito affectados por ella, achan
ao-se etn batxa as rentes e tolos os valora em
ral.
E' assim ana a crise naanceira, reapparecendo
3 tt-rr^r na Bo'sa.
ve no dia26 de. Dezemaro urna conferen
a entre os directores do Janeo eos deaiis etabeto analos nanearlos de Pa-iz,
afia dn ...mbinar se nos nieios de evitar a (al
fencia do Gre it Foncier, cojos ttulos baxaram
Em .onselba de ministres foi resoivrio
aoe se a 'p ulisse a liberdade de acglo na dcs-
rta dos es-and-lot da Coapanhia do Pa-
nm.
O presidente da Repblica mostra se de orna
patrio i a ene*fta e arante se que elle dissera
iio de .as fuaegocs nao permi'.-
a que Bemelhantea escaalalos fleaesem impa-
-'3- ,
O ministro da jasttga leve larga ccaferenca
som j ju z 3 desta causa que 3 justamente
sjaisonou a opiniao.
0 pref tto de polica es. ;:- igualmente oo pa-
acio do KOI TOO.
Os negocios dessa rorapanhia continuando a
jer o atfsnmpto de anima tas polmicas na im-
o carpo legisla ivo, aconleceu que no
na 21 a Cim ra dos D epatados, o aotigo bou-
Jangsa Droa!le agur dio violntame;.te ao
3b.ee dos radieaes, o Sr. Cltmeoceau, aecusaodo-
adebaver recebido dinbeiro do juleu alienta)
B illas Her para provocar as ulti:na criees
I t. riaes; ao qee o Sr. C'emecaau responden
3oe o Sr. Deroulde menta.
D. pois da sesso, que foi tumultuosa, e recoa-
o leatea da couivago, os dous depois man
tirana o a ao outro lestemanfias que accord.ram
aas con 1 ,0^3 le um daello que reasoa se pela
aach o 22
A: coa I gb-.-s e3tipuladrs ealre as tes'emn-
ihas dea dius adversarios foram que o encontr
Jeveii: se Uectuar pi ola.
Os dous adversarios tro-'aam cada um tres
jai. ;. | distancia de 25 pasaos, porm neobom
iee Booo leudo.
E apezar do encontr pelas armas Denalde e
liemeo :ean nao se recon-iliaram. Ambos ag-
r.i x-S3 pela imprensa e no da 25 appareceu
va ?ioleoto artigo assigaad.o po- iqudle depu-
iado
Contlnaam s pr.soes de complicados, e Da
ietengao So .ti ios como criminosos de direi-
jmmum. Alsuns 1 delles mant?:n-se no ter-
. Degavas formae; e Vctor de Les-
wps declaroo-se o-olutumente estranao acs so
jcr.; t ''os p'Io directorio, dendo-ae que
a oigam oto nao sera aotes de Abril.
A comm'sea parlamentar de iquerito averi
1 que as c x = d; empreza acham-se ioun-
-.
F. :c.u' a de3Coherta destes esca
w .' rip a a di s-iu^ao da cmara dos de-
iad s.
O ihtio. publ'cou um aurp'emento illus-
IradOj i e coi sagra u na entrevista do priuci-
T; km V. i. i com M. H. de Hjux.
k cerca do d<:8.'a uo de Ems, o autigo cban
r de:ldrou neestava Zdogido por er M.
iBut-deiti tratar directamente com o r^i Guilner-
e e por saber quo M. de We-ter, embaixalor
lauo em Parir-, bavia acceitaao a carta que
vi-i fazer comprar pelo rei e concebida em
. j. ia licavam que a Prussla recuava.
. a Prus-ia nao devia'-ecuar a narrativa
3o faco nao l\ Teita em termos claros, e foi esie
itespacho que o principe de Bisin-nk aolaroo,
amo polia fazer um ministro dos negocios es
Ira ^i'os, mas sera Ihe alterar o seotilo.
Mr. Mir.h n foi oo meada miaistro fro-
ki j_Qto ao e. n i do Pe u-
Fui mciio i) o oMi n'esta cidsdeoex
llorador francs M,n:-u que atra?eaaoa o m
a. e o Sanara.
M. GlaJstoac, antes de regreasar logia
ierra, pretende visitar Mr. Sadi Carao!.
Chegaram a Bordeaux os f- rldos da goerra
io Dahim-y. aos quaes a oopolagao fez lu a
timemo caloroeo e entusistico.
Etre elles conta se o capi'ao Bf.keaa, que
o peito atravessado pir uc: bila, o capio
falbermlD, de infantera de marinha tambem
ramate ferido e o sargento Glairin que rece
j o balas, orna -tas quaes oa eabt-ca, que
asV- foi aleda eztrabida e que deve a vida aos
dosam offielal que evituu urna hemorragia
|go alalmeateo matara.
os estos bravas foram condecorados no
awp batalha.
D; hraram se em grve o? t'abalbadores
. p mies de descarga, ou porto do Ha-
ee. P r emquanto nao bouve alterago da or
i3, mas o Jacto tem caus .do grande embaraco
ki commercio de importscSo e exporLgo.
4 oavegago esta ioterrompida.
Un incendio ccnsideravel causou grandes
jjrji izo3 em Berson.
fe 10 morios.
Em t'unz iaa?bem houve violento incendio que
iulroio a fabrica de productos cbimicos dos Srs.
lelt & Felip?.
Blgica
0 rti Leopoldo, que deseja conferenciar pes
aalmeole com o ministro das colooias ioglezas
i U assumptos que se relaccionam com o
istadi. Ltvre do Gongo, dizia-se esperado em Ia-
jiterr;', acresceutaDdo se que S M. ir a NvW
caatle, onde pronunciar um impurt.Lte disenr-
bre o futuro c lonial das potencias euro
paba.
A conferen ia monetaria internacional, re-
i la >m Bruxellas, c. nlli.ua os seos trabalbos,
cedo e discutiado longas memorias sobre c
imp o. mas nao lendo tomado, nem sendo
jvel que tome, resoluge3 delioitivas.
i bora o que tem bavido de positivo tem si-
isa serie de baiquetes efliciaes.
i'uma semana bouve tres, o do ministro das
Snar.cis belga, do ministro dos Estados Unidos
de M. Allard, tendo bavido n'outra o do dele-
jado dos Estados-Uaidos aos seas collegas es-
iDger-08.
M. Tirard, delegaio da Franga,a:lual ministro
da aitnda, fez n'uma das ultimas sesses da con-
ia urna declaragao uni-metalista, em que
%\ apoiado pelo delegado da H.llanda.
Os delegados ioglezees declararam que se a
'V'rerra s ubesse que na Conferencia se trata
. bnetallismo com certeza nao teria acce
o convite dos Estados Unidos.
Sottbe se em Bruxellas 'e um attentado de
i fnami^ commettido na estago do camiobo de
Ierre em Po=en.
cartu;bo de dyoamite eslava escondido no
arv", e logo que o fjguetro do comboio quz
earregar a fornalha, o cartucho explodio, des-
lo a locomotiva a vares wagons.
O fogueiro e o macbinista foram victimas, mor
endo instan aneamente.
^rii'o Braga no estado dae*mani'est: ges int lie-
ctuaes na Inglaterra e tm Por ugal.
De feito em um esudo de Spancer encoatra-se
o segamte: O p-ofeasor Morley xb mi at
ttagao.eatre este fac'.o, que*turaata ee:e Recu-
los la bisa-ra ate Inglaterra, os'taaior.-s genios,
des'.e palz naaeeram n js districtos o de se ef
(ectuou a mesiicagem dos G Itas com os Aoglot
InDefl- M. Gituin demonstra tambem na sua
obra Os sabios da Inglaterra, qus os Qjmeo: mai
eminentes pela sm trlenaia sao qua-i todos
oriundos de ere d.siricto interior, e*leadendo8e
de norte a sul onde se ple ratoavetmen e sui-
por que se a -ha mais saneue encado do que
as reg;0cs situadas a leste e a oeste desta linba
csntral Tneop. Braga, appliiodo o mesmo
criterio a Portugal, recoabeca a sea exaciidao..
notando que o p'.asticidade do talento esta na ra
zao do crozamente.
No Brazil nao (era produzido o menor t licito
esse con iccionalnmo eibaico.? Jolgo que sim,
posto dSo tenha estud.do esia qoesto por abso
luta falla de lempo i p la extrema c. fliraldade
em determinar o valor de cala om des elemen-
tos componentes do povo braz leiro e que con-
tiibue desigualmente as diversas regios para a
sua 'ormxgao. Sobre isto, cedo; pois anda
nao foram fci'.os os estados p-opedt ntico3 indis-
peasavei8 para a solugo deste problema, sendo
mis:er pnmeiro elucidar eatre nos a acgo do
meio pr-.ysico por tedas as suas faces com fados
positivos e nao por simpes pbraies fetas, con
sif,aar as condigfies biolgicas e econmicas em
que se acbavam os povos para aqu ;mmigrados
los primeiros lempos da conquista, determinar
quaes os babitos antigoa que cstiolaram-3e por
nuteis e irrealisaveis, como orgos atropbiado3
por falla ie funrgao, acompanbar o advento das
populag5e3 cruzadas e as predisposigOes, d.sco-
brir assim os naoito; e tendencias recentes que
foram disponan '.o, os nevos incentivos de psy
cbologia nacional, que iniciaram-se no organi?-
mo social, oo detrminiram Ibe a marcha fu'.u
ra, como diz Silvio Romero ^Lucros e perdas
o. 1, pag. .i e seg.)
0 8r. L^ojJas, porm, nao pe:sa desle modo
e foi por esse motivo que nao trepidou em apre
sentar juntamente com sua pseuda-solugao es?a
(hese charlatanesca* em cuja de-envolugaocom
metteu erroi bojndo com pretenges a verda-
des demonstradas I
0 que teixo dito nao impede que desde j ?e
possa cr,n8tatar ende tem s:do maior o movi-
meato lit.erario e artstico, >e ao uorte, se ao sul
deste tao extenso qno fuluroso palz.
P ra !sto necessaria a paciencia de muito in-
dagar e de muito trabalbar para apresen ar urna
obra, em que baja verdade, mas vasia de ensi-
menlos proveitoso3 e producto do prolon ad
D gatiismo metapbys'.co.
Como comuio ao sua audacia em fli mar a
superioridade de orna sobre a tutra parte do
Brasil o autor da Philolittera aprsenla a msica
cul'iv da no norte com muito m lis xito qoe no
sul e ota o nome glorioso de Carlos Gomes I E'
i.nperdo>vel esso erro, vi: to niogoem dever af-
fi-mar o que nao sabe Se ha urna arte que
cosetem desenvolvido no nart-, val>. me a
fr.uqo za, a msica, que smenle agora eo-
cuntrou um artista que a cultiva rom algum re
sultadi- o S-. Ltma Br.;ga, baytona, se nao me
1 ; a mtmoria, teodo silo este precedido par
urna tentativa infeliz do Sr. Gima Maleher com
u o:.era Bog Jarall, em qu ha apenas um tra-
cbo regular no principio do aeguudo aito.
Meo intento nao estab locer om pauelo
entro u .a e outra regia.) para mostrar a supe-
rior aade de urna sobre outra em .-el gao ao cu!
tivo da OMsea, mesmo parque anda nao t-.-mos
urna arle na ion,-I; nois o uosso resumilo nu-
meo de artistas se filia a escolas estrangeiras
onde tai a ap.-endizagem. Islo, prm, em nada
dimiuue o mrito deiles, urna vez que sao victi-
mas ce Causas que nao podem remover e que
a (uam enrgicamente nao ; no Brasil como em
todas as sociedades novas, e at pelo contraria
nos causa admirago o esforgo por tiles erapre-
gado para 3ubtraUirem se prej-rapigo ge ral,
que a fo'ougo da riqueza nacional. Para
tornar mais fcil a intelligeocia do que acabo 0<-
i'frma'-, Lrei urna pequea digresso, uzeado
algumas palavras sobre essa causa ecoiomici,
resumidamente exposta por Oliveira Martina em
sen precioso livroO Brasil e as colon.asem
que este escriptor formula urna tbeoria original
mas incompleta para o esiuJo da historia brasi
leir*, eaxergando. como diz S. Romero, todo o
iote~eese dramtico e pbilosopbico de nossa
historia na lucta entre 03 jesutas e os iodigenas
de um talo e oo portuguezes e os negros de ou-
tro.
qoella regiio, por ser esse um irabalho negati-
vo, e como tal condemnavel.
Prosguirei.
3 1 93
Alfredo Toledo.
P. S. Hstss esc i~,to-, i a sabido p'enh.s de
erro?, -\i: > D03M i i.l. ;ar pela diQicil ia-
lelligsa ia de miori i le', ra, agora agravada pila
pressa com qu^ ve cu .feo-ionando estes repa-
res, estralos oa? mmnuii tins <1e ppei en qae
Issegaem pi.'i as lfi-.mas. Os 1.-iteres leacuipa
Sa os reviiores e os compositores.
CIlMIASELEiTB'S
PhlIolUiera
III
Anda ao deseavolvimento da these, cuja ina-
aidade fleoo demonstrada, e como consequenoia
aecessana de sua afirmativa, outro erro com-
aetleo o autor da Pbi.olittera, deixando trans-
perecer em suas pa'avras a conviego de qae,
devido ao falso condiccionalismo geograpbno
>i impugnado, orna das duas partes em que di
lidio o Brazil intellectualmente superior ou-
tra.
Dando de mo a qoestiaocola chauvinista da
iuperiondade desta on daqadla por ser esse
ijm trab ibo negativo, qoe ao terreno da syn
tbe ^rogresso, e tendo mostrado a falsidade do cri-
terio osado, apenas ac:rescentarei qae ootro foi
a criterio empregado por Morley, Galton e Tbeo-
Ningoem ignoa que no dimioio da sociolo-
ga, co ao no da scieocia biolgica, se verifica
ser mis er a coopeiago para se attingir o Um a
que o o'gaiismo social, como o organismo ani-
mal, se propde, cooperago a principio nao mu
lo maoif tu, mas bastante evidente nos crganls-
mos sup -i.ores, em virtude principalmente da
es,- '.alisago das fuucgOes. E na realidade
net;.,;nismo social que mais se evidencia u
principio beneQco da cooperago, mesmo por-
que abi ella lcquestionavelmente indispensa
vel, como tambem a diviso do trabalbo. Es
especialisago, poim, apparece quer na socie
dade, que? no organismo aaimal, m is oo menos
lentamotp.mas semprr- pan pissti com o aper-
f-igoameato do mesmo orgcUmo, sendo ;-u.i
causa e posteriormente sem elleiio, determina i-
do o apprecimento do p'ogresso e sendo de
pois alterada por este, dan lo se aqu a ?cgo e
a reaego. Para que possa oa sacidade appare
car a especiltsugo das fu ,egOes uecessario que
haja orgao que as exerc em ; pois, como diz
Spencer, le de 'oda a o^gani3ago que a cada
orgo corresponda urna funego e a cada func
gao tm orgao. Assim as sociedades novas em
que nao se acbam constituidos muitos orgos,
muitas funcgOes nao sao exercitaas at que no
correr dos '.rapos apparegam os orgo3. N-s
sociedades novas s se tem em vista a c o gao
da forga collectiva e a riqueza, como diz O Mar
tras, tem entao um papel mais dominanl do
que a sciencia e s posteriormente, depais des
sa iniciago pratica e de saciada a sua ambigo,
quando a sociedade v formada a sua estractiva
e esta vel a sua riquez:, que conega ella a to
mar parte na vida inieliectual dos povos, e s
en o que apparecem os novo3 orgos a que
jorre.-pondem novas funegoes.
Este foi o caso de Roan, o dos Es'.a.ics Uni-
dos e o do Brazil, que aca se tal modo empe
nha'oem construir sua riqueza saciar sua am-
bigo occasiooada pidos thesouros natnraes que
me estn debaixo dos Jbos, o que faz deixar em
segundo plano tudo que oo isto, dos tornan-
do desta sorte dependentes di Europa, sem au-
tonou.it scientiH.a e iatellsotu 1, muito embora"
sejamos opulentos e fortes.
E' por'anto, natural que o brazileiro preocco-
pado com a sa'isfacgo de suas necessid.-des ma
terioes anda nao tivesse lempo de dedicar-se
ao cultivo das Bellas Artes e este sem davida
0 motivo capital de nao termos anda urna arte
naci aal.
Hemiquede Mesquita e ouiros, convencidos
desie asserto, teatavam crear aa msica qae se
podesse chamar b azileira, mas foram infelizes:
nao sSo os maestros que a masica de om povo,
como muito bem diz J- V.rissimo-
Se verdade qae anda nao temo3 nm:> arte
n.cional, verdade tambem que temos artisas
de mrito, embora feliad03 a escalas eelrangei-
ras, e enire elles occapam os primeiro3 iogare3
Carlos Gomes, Clotilde Maragliano, Mara Mon-
teiro, J. Gomes de Arauj-. qae, na parase de
urna noticia publicada no Diario de Pernambuco
aos 29 de Abril do anno prximo passado cons
tituem a pleiade brilbante de artistas na uanaes
ao mundo musical*. Oatros artistas, que co
nheco. exceptuando es dois cima citad.8. sao
todos do Sul, Elias Lobo, Alex. Lev y, Ptch co
Nfctto, Antonio Carlos, Cerdoso de Mjnezej, D.
Francisca Ganzaga, Vi: conde de Taaoay, etc ;
sendo claro que nao me rearo aos comp sitor, s
e polkai e walsas, os qu :es pullolam in toda
1 parle.
Terminando direi que o Sr. Lenidas e S
deu de seu talento tambour batant apregra 'o i'a
m pro va quando quiz estabelecer un paralello
extemporneo entre as duas regis do Brazil,
sem ter para lssa 03 conhecmenUa necc ar1 n
e erron crassamente e cffirmando que a mus*
ca melhor culti-ada aqu do que ali e alada
mais quando ignoraatemeote assertou que Car
los Gomes um trabalbador de urna regio quan
do elle axatamenle de outra.
E' conveniente notar que meu silencio em re-
lago as maoife-fagOes intelleclnaes em entras
spheras do sjbr nao sieninca um tcito acor-
do as que foi escripto oa Philolittera, mas sim,
como j o die e, o querer en evitar a quesliuo
ula chanvinisla da superioridale desta ou da-
O cautil de .-.toaia
Sobre esse cana o Attlantico faz o seguate-
te histrico :
I
E' curioso advertir qu-? u3o foi Mr. Lessepse
0 primei.'o.como geralmetite se or, qae proje.c
iou abrir snavegago um canal iiiaroceauuo
entre o Attlaotijo e o Pacifi o.
Data.do primeiro quautl do seculo XVI tal
idea. Foi Angelo Saivedra, 7 aaaos .. ais do
descobria rato do mar do su! por Vascj Nuez
de Balboa, quera Be embreo, le cortar o is'.brao
de Dariea o de Panam.
Sabe-se qaa na bibliatneca municipal ie Na
remberg existe a spaera i-ra qae Joo SoQaoer
marcou urna pasaageco nesse sthao. Fernao
Gortez, vencedor JoM.xico, raandou levantar,
passaioj 3 aaaos, o plano do i;tbmo du Tetman
tepec, pira, neasava alte, | a r-se all ons:ru-
um canal. Qaaudo, porem, Cor.ez sabmetteu o
s-u projecto consideraga do imperador Cirios
V. este s.oeraao respondan Ibo que o descobn
meato (!o Novo Munl.i era para dar nqu-zi
H spanba e no para ln'a tirar.
oabe se amb m qae, nomeado o a'Zi'i XVI,
\nluaio Galvo leliueoa quatro projeclos, cajo
intuito era abrir urna piaagera aatre os Dcea-
nos Depais, no decorrer dos aunoi.os prajectos
foram apparecendo, ins apj -utos, um ne-
num vingou.
Em 1814 ai cortes hespar.hoia3 ped:r?m ao
vice-re da Nova Hespanha qae teniasse t aber-
tura do isihrao de Fdbuatepee, mau iobreelo
a guerra da indepeadeaeia, ceabum segutmea-
10 teve semelhaa'.e detertn.nagi;, embora o ge
ueral Obegosa provassa quo, em 1821, entrara
em alguas esiuJos, enm Jos de Caray conse-
gaisse amitos auno, depOlB, j^or I8i2, a 603088
sao para aor; o canal.
No rntretauto, crescia a neiessdade de dar a
navegag u am -ammho atravez do Paoam. As
amprcZas dos p. quetes viam que sena mais fa
ci e mallo mais ecouomico tr nspar, do um 0
outro Idda a Amrica, naquelle ponto e treno,
represen>ado por a gumas deenaa do k.iome
tros, qoe uorar o cabo Hira e navegar uns
bon= 9,000 kilo metros. A oampanh;a aaiericana
1 nganio aili ama liaba frrea, entre 1350 e
1855, fez es-nvolver o movimeuto commorcial
lauao m-ur raxao aos que exigiam a c^'js al
aba
N,3 cartas geographicas a America da Norte
e a America do Sal do i;09 urna tal ou qnai for-
ma das antigs balsas da tecido. com um annel
ao centro. Ora, nessa parte aperlada oeto aaael
que era nece=3 no romper o canal. laJicaviun
qouro cammios duelos, comp. ebondiJos entre
o golpbaa oo Mxico e o Je -arum; o norte, a
pa--agem que leva a Teauaatepe.:; abaixo o
projecto du canal pelo Ntrara^ua 0.1J0 a exis
te ca oe um lago Interior facilitara o traba.bo
das empiezas; mais alm, o caminlo j tragado
pelo isth.no do Panam; e ao sul, a passagem
peL iota .0 de Darieu.
II
MjJernameate foi no Gongresso das Scieocias
Geo^r.-phi a;, r..un.io em Pars, e:a 1875. que
primeiro re ave-.ou e se discuti a abertura de
um canal interocenico.
ro no ana segu.nte, e depois deste congres
so, que o Sr. d>' Lesseps re3o.vea a orgaoi^go
de urna ccmraisso e de um syudica'.o para tal
empresa.
om tffeito 1 go oeste anuo de 1876 vamos
encontrar o Sr. Lesseps, frente de orna com-
m3s;o deaomimda : a'Estudos preliminares ;
e de um syndica.o para arraajar dinbeiro, bo-
tante dinheiro, porque se cal. ulou. desde logo,
que as despezas deviam de ser ext aordinana-
meote avultidas. Os elementos eram bone. o
e auigurava a todos e o emprenendimento da-
ta sa ao publico sob auspiciosa apparenoia.
Os estudo3 no htli.no comegaram immeJiata
mente. T.es dos membros da commiseu de es
todos, por causa das ms coadiges bv^ieaicas
do Paoam, falleceram all pou:o lempo depois,
mas 'aes pe.-.'-:r, apezar de muito lastimadas,
nao interrompe.am Franga, traziam j estudos
sobre dverses cortes, podendo ser alguas apro-
ve.t-eis. A-..-im pareca pelo menos.
Comquanto a oplaio de Mr. de Lesseps se ti
vesse lokto manifestado na escolba da fazer en-
tre 08 projectos apreseetados pela commisso,
declarou este que tro desejava assumir .- urna
grave responsabiidade e iembrou se decoavo-
car urna especie de c.nselbo internacional de
peritos. Foram convites para todas as nces.
Esia sessc celebren se em Mjo de 1679 Se-
gundo asa :.as assistiram 125 pessoas, sendo
74 fracc-zes, das relagOes, amigo oa admira-
dores, do Sr. Lesseps, com voto a seu favor ;
e 62 e?trangeiros, algua3 de nome afamado, al-
guas com bastante sinceridade, entbusiastas na
idea, mas alguna, 10 qae se julga, com poicas
illa Os e porveatura contrares empreza do
cantl.
Mas os eslnogeiros comprehenderam que
ante a maioria preparada por Mr. de Lesseps,
Je pequeo valor ram a sua preseoga e o seu
vol ; e qae, naquelle alcunhado congresso de
Panam, a sua aegao ficaia lim.tada de c. m-
pargaria A opioio ie M-. Lisseps que boba
de prevalecer. No Panam bavia de seguir se o
camiobo que elle quizesse.
Effecivamente. reunido o tal congresso, foi
-pprovado por 78 votoi affirmattvo3, bavsndo
98 rotantes, o seguinte :
O congresso julga que possivel a abertura
de um canal iiteroceaoico, de nivel constante,
lio desejavel ao interesse do commercio e da
oavegago, e que esse canal martima, para cor-
responder s facilidades indispeasaveis de ac-
cedo e ntilidade qne pode ter urna al passa
em, dever segar a liaba do golpbo de Lmao
ba ia do Panami. *
Era esta a opinio de Mr de Ljss- ps. A elle,
pois, cabe a principal responsabiidade das dif-
flculdades technicas,ie qae em parte 3e diri-
varam as tiaaaceiras,que a abertura do canal
tem encontrado, como sega;ament, em caso de
pleno e rpido successe, ibe caberia a gloria.
III
Discatiodo-se o plano a seguir, rescltou.'da
disco^so que, fra dos elemntos que poude-
nam fornecer os estados da linba frrea do Pa-
nam, nao existiam, com effeito, nem pianos,
nem desenhos, nem tragados, nem informages
parciaes, de qualqaer valor apreciavel, para a
construego de um canal no isibmo.
Na la. Absolu ament, nada I
Votado, porem, que a abertura do canal se fa
ria p fo isibmo do Pnica, tornava-3e necessa-
rio proceder a estudos serios e definitivos.
Foi euto organisada urna commisso tecbni
ca, composla de engeoheiros e gelogos, Irn
cezes e americano, que tendo sua frente mr.
Lessep3, foi uo isin:3 no comego lo anno de
' 880, dorante a estlagem, a melbor poca para
permanecer n'aquella regio.
Qu rado mr. Lesseps regressou a Fraaga, prin-
citiiou 00 s us trabalbos para colbgir os capitaes
lodispensaveis su t empresa, consloincio em
Margo de 188! nma sociedade eob o titulo:
Gcmpaobia universal do caaal inicreoo.acico do
Panam.
A bases d'esta sociedade eram :
1.* A construego de um ctraal martimo de
e nde o v gagao entre os occeanos Ailantico e
V i ico.
2. A cxp'.orago do canal e as emprezas que
d'ell m uep nd
3. Aeonstra i oa a exp'oraco de todas
:ib liah-s Terreas, que a soJiedado entendesse
qoe devia construir, ou comprar, n : regio do
canal;
4. A explcrago dos terronas concedidos e
das minas ali existente..
G asista i os terrenos em urna 'axa de Ierra
rna'ginal de 200 metros de la-gura com direito
a 500*000 declares.
O .-yu ti -.to que al ancora a consess&o colom-
biana reeebia a milbSes pagaveis em especies e
S mliliO s pagaveis com 10.000 aeges libe.adas,
ou tanto como 10 milhes de francos (cerca de
2.000 autos de res).
O capital social fra fixado em 300 milhes de
francos (cerca de 60 0,0 joatos), divididos em
bOO.OJ aeges de 500 francos cada urna.
G-eirim se. alm d'isso, 900 pare3 oa ti'ul s
do taadadO'', divididos era decimos, oa 9 000
ttulos, com direito cidaamauna pa-te oe 15
por cento dos lacros lquidos da emprezi. A
divisio o'ettes ttulos coa ao cuidado e es-
colba do Sr. L ssens.
Comeganm os irabilbos, que correram de
principio esperaoco-ra*, ou diE^ndo se tao, mas
nao tardn qae as J fficuldades sarg.ssem na
America e... na E.ropa.
Seria longo historiar como a silencio se foi
complicando: mas podj julgar-se que, passados
tres annos de sua fuadago, a compauhia nao
eslava j em estado de grande prosperidade,
isto ja se ia n conhecenlo a impo^ibilidade e
a levar a bom porto, pois que em 188i algumas
das p.s-roas, que posuiam papis benefician)3,
iam pouco a pouco apresen'.an lo os seas ttulos
de fundador bolsa de Pars, para os t-ocarem
por dmbeiro on por ttulos miis favorecidos ao
mercado.
Fallos de meics pa-a cache; o sorvedouro.
lembraram-se os administradores da compaobla
de recorrer a urna emissio de obri premio e pa*a ber a auc'o-isago parlam a
lar, de n Pa""> isso care- ana, 6 jue e.aalha-
ram os milbas < n ir'irpij" 1 i patidts e po
tilicos iallu-rales m q;,- a'^al viesae a siiva.
cao, porque.a operagf-o faltwa, porqae a em,Tv
za j estiva Jesaceditili, porque vora a con
tianga, que nao p,moa que torne facilm u
ao pombal.
IV
Detxaado, pora, de parl ests miserias ve-
jamos e n que eonsis'.e o tragado e ysteraa de
coostracc&a primitiva doean.il, qua a experian
ca veio mostrar quasi imprati avel e qual o pa
no qae, torneando as dL-uldades tec'amicas e
dimiuuiado assim a3 economi poder,, cu po
deria a oda ba pouco, reeo!v<'.r o proolem 1.
O cin.il parte de Colon na ?. ;s'a da Atlntico.
O seu comprimcnto appruximadanert'e 76
k'lometro, teaio 32 a i m tros de alvo, e 30 a
50 mitres de la-gara o rivel de agua, com pro
fididade de 8,5 a 9 aiet-os. :3 suas corvas
tem o raio minino le 2.000 metros. O sea ;ra-
; lo -pgne seosiveimente o do camirfbo de fer
ro qae atravessa o :stbno.
Passa atravez de terrenos baixos s pantanosos,
sobe gaduilmeote por ama curva percp'ivel
apenas, tant se atestaba da liona recta, ate G
tan e L a Hermanos, a-6,5 metros cima di
u martima e a pouco mais de 15 kilometos de
Colon.
Em Frijoles, a 32 kom! tros da sua embocada
ra, o ranal chega a 13 metros de altara; n ci
minho encontrase urna elevag) de ter;
erca i oras 55 metros, entre Boho So Jado e
Buena Vista.
Entre Fr.joles e Mamei o can-! forma am co
tovello ; sobe, na meia. a uas 6,5 metros I
nievo at aa ultimo pojto, a 46 kilmetros do
(litoral, depois de ter airavess.do colimas de 28
33 c 12 metros de p1 un.
Em Matachn, a 50 kil -metros da origen, ;>
i3ie nma elev.go uo terreno de 56 ,::etro ; o ca
nal descreve urna pequea cjrvae o so'o vai che
gando altura de media de 18 n tro .
0 eorapleuvoto do canal, at Pan ana, | \a
assim 'lizer, umi recia.
D-; M-itaohin a Culebra, a3 kilometres, a p->r
teda terreno'raa3 accidentado apr-s. na umi
serie da collina, trincheiras natnraes e ou
'ros relevo?, eatre 3J e 80 metros, chegando t
ponto ttulminaate em Culebra a dar umi eleva
gto de 113 metros.
D-i'ii oeaoal vai dehesado at ao Rio Grandr-,
ao 68 5 knomelros, ma.-anda com relevos de
10 'ielros.
Do Rio Grande a Li Boca, o canal vi! alraves-
sando trras, bixas e panuno.-as. diminuinfio
gradaalmante 6 o nivel do nur. a 76 liilomero.-
do pauto da partida em Colon.
(Contiena).
Insisto ;obre os (tetas d> R.o Granle do Sul,
na mesma ordem de considerige3 do meu arti
go passado.
Nao sei porque sinto qae d'alli partir talvez
o futuro grito revolucionario qae abalar o paiz,
estiolando Ihe os elementos vitaes-levando pela
patria afora o facha da discordia, que por todas
as partes esiender os seas enormes tentcu-
los.
Ti ios n'e-te Estado conhecem as miabas ideas
que alimento com a firmeza das miubas con
vicgoeB sobre 03 negocios polticos que nos pre-
oocupi-.m ; e sabem esses que aspiro ardentemen -
le melhores da-, para a patria, que dese.ja ver
prospera e leliz, tois faturosos borisontes para
a repblica, que desejo ver realisada em sua
plenetule completa e | erfeita. Mas oo desejo
'sto a lio d'armas, a disputas physicas, e sim
pea evolugSo naturtl das causasimpondo-se a
idea aos decivnies, iacuiiolo-a gradaaiment:
n'alma da patria, procurando par moios lcitos a
sua reilisago, ledo em vista especialmente
para a coasecugo a'esse desidertum o desprea-
dimento dos atere-sesqa-: nada jusuricam pelos
grandes iateresses patriosqae devem ter gua-
rida, que deve contiauameute azylar-se em to
dos os corages patriotas.
Alm de tudo eu uij acredito qae essa mov-
ment isolado que se manifesta nicamente n'am
Estada, possa lazer mai3 que anarebisa- de mais
a mais as coasas, trazer exai-erbages aos espi
ritos, a augmen.ar o.'.ios e provocar maiorus dis
putas.
Li nao sei em que jornal que o Sr. Slveira
Martins dissera que o Estado do Rio Granle do
Sul tioba o direito de escolher a forma de gover-
ao que mais Ihe convisse.
Nao ba tal: a'cho que alm da forma repobli
cana, nenhum Esiado di Uuio poder escolher
outa forma de governo, sem crime de k-so-pa-
triotismo. Proclamtr boje um Estado a separa
gao ca a forma de governo monirchico, quando
i-ste j nos tronxe taatas iluses, Untos desoa
ganos e tantos assignalados erros que foram
csasubstaociados n'aqaella pbrase. boje histrica
do velho moaarcha-tfO anuos de mos gov:rnos
proclamar hoja mais este erro, sena coroar essa
obra de exterminio, que, parece, estamos infe-
liz e fatalmente fadados, apezar Jos no3sos es
forgo3 e esperaogas em contrario.
Sem ama completa andale de vista creio qae
todos os esforgos sero baldados em prol das
insiituiges republicanas.
Manoel Ardo.
fiUlTBali MUMIttL
II liuoalc
Notieiam d'abi em data de 22 de
Deaembro de 1892 :
Os sediciosos cont'ntiam uns quietos e
outros anda procurando f-iser correras,
segundo nfS-mam.
As elciyO.'s do da 18 iveram lugar
toado-se apreseatado a opposicao, e o ro-
sultado foi o aeguinte: para son dores
Dr. Joaqaim Jos de Almeida Pernambu-
co na vaga do Dr. Jos Hygiao Duart j
Poreira, 2x1 rotos ; marechalJos SimoSo
de livelra aa propria raga, 211 votos ;
>r Francisco de Assis Roza e Silva na
vaga do capitSo tee ate Serrano, 211 vo-
tos ; Dr. U'yssea Vianna, 100 7oto3 ; Dr.
\lbiaO M-irj, 100 votos; D.\ Ba'nardo
Jos da Cmara, 130 votos ; e para de-
pilado: Dr. Jos da Cuaha Rabello ; 211
votos; Dir. Marcias Jnior, 100 votos.
A plena liberdade ds votos fora ama
raalidado, e presidir as 4 ssc.Sea havi
d B.
Os iixms. Srs. barSo da Oaiar e Dr.
Jos Alaria e.cre-erm aos aeua antigoa
amigos porm elles so attendem ao Dr.
Martins Jnior, hija vista os cem votos. .
Pea falta de compareca ;nto da miioria
d s membros das seocos da eleioSo de-
signada para oda t7 n3o tivera ella aqu
logar.
Nao temos mssa do natal pe:. falta de
a acor do te, e assim ai o povo em des-
crenoa de saa raligiSo pela falta d'am
pastor qae os faca guiar, palo que pedi-
mos providencias ao Kzm. Sr. b. po de-
oiarando-lhe que os sertanejos tambem
preo sata de pastor...
Os professores de ram ferias, tendo dado
a same um aiumao preparado em cada
escola.
Tivei':.m oacorriias os actos e impa
liantes.
Cont.aa a febra, e catap.ras, e nao
emoi remedios propias a so acorrer-aos.
Os generes alimenticios d-v.do as cha-
vas tem baixo cm precas na teira desta
villa.
.'almelra de aSaruubun* -Desta 0:.-
Iidade r-.,creve, ara-nos, o segua e :
O pabco e ai autoridades soperiorea deste
Estado j.oSo igioram d, horroroso attentado
p iitcado u-.sta lotalldade p.-lo g-epo de fucci-
loraa capitaaeado pelo oiebre Jj.- Alves, in-
va-iiado en pleno da o estibe!.cimento co 1
m-ircial do Sr. Mmoel Peixoto Pialo, em procara
do sen eaabado Auguaio de M. rae a quera em
gritara Leclarafam que ,-eu lim era assasia. 1- ;
e porqae felizmente aessa ocaio abi nao Be
u:tMv o mesmo Acgusto, invadiram outras ca-
sis de faaatltas dest: pavoado e d srespe,.osa
mo'ile or.nm as com o mesma lim.
Augusto d Mjraes que se. acbava a peqa.-oa
':3t,,uoia, observou tod. es3e m.vimento dos as
sa sinos, e puudc veac.'QJo as maiores d Ib :ol
:ades eabir corr-nlo para um s.Ho, d'onde ret
u se acvmpaahudo da amigos para a villa d
Gah t abo, em busca de garantas.
Alii foi elle onvido p la Ur. juiz de direito e
mais autoridades, qui scientes das acoateci-
.tientos, nao se d.moraran em tomar as ir,
promptas providencias nao : em garantij J1-
Augusto como 'ambem da papuLc/m desta lu
que ajbava se sabr a iuhs assombrosa
a e pie sao daqnelle se^uiio de assass;-
nos.
0.versas pessoas do povo .a sido alat-aias
aas imediag:s do pavoado.
O gtuna ip:taaeado pelo celebre ioa A!ve,
i-so 11 ra.siado para os lados do sitia G:
Srosso,; amaiegai da aUstancia destelo
dade.
Aqu tem Joj Alves ealgana Je sus com
paroas pareases nem prximos, e ..a coj > ci
'tigiam, 1. lai. fizem forn.cio ato de viv
res.
Est nos pireceado qae a oosad.: leste
sasslaos e ladr 's, es. 1 enlo b.'.f.'jada por al-
gnem...
N madrag.da d: il lo mei prximo tado,
lea e iti la la p ro gao a forca comporta d-
um inferior e 11 prca 1 aub o com pan io do Sr.
tenente '.'o carpo Je polica Eluardo Antonio d-
Mora s e S.lv.-, qua rala est.bi.Lcer a ordem al
te rada.
S. S. OuCntroa o p^vo alarmado em co
|0( .ca : )3 .1 atoa 1 LerraJores que so divalga
vam pos eeperava-sa aciia momeni ij .
fa- c:il: Jos Alvi b e sea nnmeroso seqait -
iJoa, dessem am nofo a>8alto e8qaea
o cmmircio
O Sr. teneate Bdaardo digno commandant
d rea,jasabudor da tedas as (.curre;.
joe t .uje-a laform
autoridades sopenores do tato.
Muito conSamoa no prestigio desse eflisial, e
p.;r s;3 acreditaran que elle nao (ardaraem 1 -
bollar essa sucia de aasssioos, .om 1 fes com
ns do Bai em Agua Br.tn'3, exterminan Jo
bala.
Em vista de Bi'ac,aa Uo anoniila, toda esta
popolact. redima d-. S. E>c. o Sr. govoroado-
do Estado, e do il rastrado q; sl.r policial, a
permaoi neta do destacamento qu; ajui se ama.
sub o cammando do mesma .di al, sem o qoe
vallaremos ao mesmo estado de anarebia, Beno
peio', porqa.' elle*, os assassinos, devem estar
eofurecidts com a marciia ca polica ao seu en-
contr
At breve.
Pdlmeira de Garanhans, 2 de Janeiro de 1898.
LITTERATURA
A* Muioi-I Arito
Oiz-me, poete, porque tea semblante
Se mostra aempre pensativo e 'riste?
Que Boffrimeoio te Jevora a vida,
Que magoa essa, qu; em tea peito existe ?
Ah peda aarora, essa luz briihaate,
Para rolar-te oesse mar da vida;
Pede pausada s luyalas naltes
Para tu'almi de prazar despida.
Vai, pele s floras dos jardins vaidosas
Esses perfames que em sea ser coatem ;
E vai ao campo da3 siogellas flores
Golhe os aromas qa'ellas ;n tambem.
Porm se a aurora se mostrar nublada
E a iinda la se oceultar nos co3;
Si a flaresta te negar as II >res
Seaipre afanosas dos cjprkbjs sem ;
Ento, poeta, Uaga mo da lyra
E vii das musas coaquistar a gloria ;
Levanta a fronte pira ver tea none,
No froclespicio da infinita bislorial
Mara Bezerra.
REVISTA DIARIA
Boatos Estamos BaiorisaiOJ a declarar
qae aeabum funda nenio ha nos boato3 que tem
circulado ltimamente com referencia dissolu-
go do congresso do Estado.
S. Ex:, o Sr. goveraador nao cogilou de se-
melbante acto, e o boato que oeste sentido se
espalha nao passa de um producto de espritus
que se recreiam com as novidades e assim vo
creaado-os e dando Ihes cutso.
niuminaruo publica -D m >s ao conhe-
cimento publxo o acto, ptlo qual S. Exc o Sr.
goveraador da Estado reaolveu prorogar o con-
tracto da empresa dessa ilmminago :
5 seego.Palacio do governo, 31 ds De-
aembro de 1892.
O goveraador do Estado, de accordo com a
p.-eposia do ge ente da empresa de iilumiaaco
a gaz caruoaico desta capital, declarando estar
habilitado para aceitar nova prorogagSo do con-
tracto ;
Ten Jo convocado neste palacio ama rennio a
que comparecern o prefe to do municipio do
Recife, o director geral das ebras publicas e o
inspector do Taesouro, com o um de debater o
objec'o da pioposta, e por esse meio pode* acei
tar o alaitre que mais coaveotento Ihe parece3ee
nao s aos iateresses do Estado, mas tambem
aos de tolas as classes so.ia ^ ;
Altandendo a que o concelho muoicipal do Re-
cife oo se acba habilitado a fazer de modo lli
caz a llumiacca desta capital, em substituigo
da qua ora existe ;
Attendetido, ainJa, a qae o governo do Esti
do nao tai, a boje, hiotlilalo pelo Congresso
com os recursos n jpeasaveis para effectoar a
alludilasubstituigo;
Rjsove prorogar por seis mezes, qae sero
contados do .9 de Janeiro a 30 ie Juabo lo aa
ao prox rao viaiooro, o prazo do contracto d 1
referiaa empresa e med ante as slausalas esti-
pulad is no mesmo, salvo qaaato obriaago d
ijoe p lo presente acto fita x a ralo o governo
do Estiro (liusala 17*) de solicitar i govurno
federal sengao de direitos dos machioi-;mo3,
ul ncilloB, apparelho^, tubos combustores e ma,-
teriaa primas qae rrem precisas para a illumi-
aago, dorante o prazo da prorogago.
cumscripco qne Ibes asa ge alada individaal-
mente:
i seego.Palacio do governo do Estado de
Pera-mbuco, em 3 de Jaueiru de 1892.O go-
veraador do Estado, de cooformidade com a
procosti do D-. questor oclal em offi io o- S
le 2 Jo corrent*, resol ve diidir er-i d ra" o dis-
trino da subdelegada de Ser a V rde, .0 ma*
aicipio de Bom Jardn, do modo seguiai. : A
seguir pela estrada da Mahados do englobo
Ja disby dab pela estrada de JcSj Gomes e
ladeira Pequevira, flem lo pira a esjuer ia o
uistricto de Fga-irac e para a direita o ie Ser
ra Verde. Alrxandre los [turbosa Luta
CoHieibo iliterarioPor acto de 2 do
corrale foram:
.Njmado obtcharel Maooc B,bos.. de Araa-
jo para o ci'go de mttobro uo coL;elt. litera-
rio, e reeoo uz I js us referido; carg os ba<
chareis Ezequifi Felaes n Je Si Ce -o Jdon
Peregrino (iaSiiv, Jia Felicia-di a u Al-
baqo-*iqot e Anl mo J ib loo de Soua.
DeaVfcac.a HtlrrarlaFui no D id por
aeto do 8 do correle. Joa P tala r<"
1 litt ra ra Se ?a m ira d. Can' 1
O Cmmrrdo 'e iVrnatahuro -S
um esforc. d de(er> .'--a pa a o;n i- .li Ira re-
dactor lo Commercio de Pernambuco I-vi v.s a
acaiir cL.t.n di da aa i artel eh n'.em.
Eaa ndlrBimplesm.n para repar uncu-
gaoo em que .e Jennacaai. a illa ctor,
ie l'nialo ao m:smo tea jue
dos fe, sem toe todava os apresen -:emos
em p-aga a soiic ui-o.
S 1 munha a eaaflanca q'ie mere reno-, nio
queramos com tudo al asa da oo
Bornate da liberalidad) animo qae rece
cerno?, mar. nao aceitara- B.
N si.fr--go.JSo Je del:r agu na [errara, tra-
uziia r.a im iresso ..o ad i pelo
atjele ba f ; na p eotjao jo v a ura J-' di-
ter a ultima pal.v-a, p 1 que o rara p asam
c;ue quem d z por al imo quem te r t de:-
luinu.'cu-se e lomoa p-.r editorial ura a>- <
municado, qae tem pii le^.ilmo c pur iaao oo
a :ede cre.ir-se-lbe un sopp^slo ou mi 0
pal Uvo por alta recr,ag;ra de quem qu-. que
ela, para vtr reaponoer por elle.
Nem precito era essa b c,ao. natural cu
-ola? porque o ai da artlge n.
a paternidaJe ; e ._u'o estima o Oleo p(
corre .'gao e I. re p: ibil lade.
Destas qualdades origina se tudo q
o Commeicio e. alba
m duvida er.. an .vel, e 14U ;.ao ra
p 1 o Ulaatre re 1 letor.
Po'qae em cousa seria immiscuir u qae no
e ai l-o.
O Commcrao tem o sea;a minb traga e l |a>
u di lito, l por di qoe
n .: ;ff ciando, nao podi ..'.o to 1 '-ts-
B ser por que vai errado, ene carece .1 se
; curso, alias unprohcuo e qae ibe n. ajeriar
a carreira ?
E u iodo caso c Commercio ato rraMaataai nao
1 correcto para comnosco.
Um'Maade pul cea Km ^ do
baatem fui vo*a4
sao de apolicea : peqaeoos val es.
Medida Bta que v. m m i>
. 1 m qa- j e j
. imei ;n 1 Pern tu taco lor -
u ..--a atlitade quo toa u o ro
ino me deete cidade, em lia urgente
D ).
F UeJtem c por lato, e tambera p u
. I
Kxpoiro de Ccaao- R c moB da
reep cuva o am ex mplai doj A,aoa-
ame-tcs par* a Bxposico Uaive-sal d'C tra-
go do Estado -to ti.ri, .- ropresso na tj,' ( a-
bia do Diario Oficial d- :
E' ama obra de g : ., a
cociendo a b al lala-
c9o at boje, e enreq ra a co a -.o
dos Srs. Dr. Igoacio BaptiBta la Honra bi ( .a
lo P-r, Dr. 11 nriqoe A. e Santa Bo s-
cnpco pbysica, Dr. Alexandre a. Ta.
strucgo publica, Pedro d.< Cunba. r,
blicas e corambrera, D-. Ignacio O. de Mours,
industria, Dr. Maooel Odor.co Nina RiOfirj,
vus de ommunicago e traaaporte, D-. A er-
to Varejo, agricultura.
A referida obra iHastrada cim liois a:- gra-
vnraa da Caihedral de Belem. Tbeatro da V^z e
oiitros editieoi da capital do Pa .
Agrade-temas penboradissimos o 1 x mplar
qae nos fui renetdo.
Hecebedorla do Eaiado 8
dos os ser'burcs conir^turates dos impostoa da
decima de va e por cen'o sobre corpoi J
mo morta, que sexta-feir.., 6 lo earre aefi-
nitivamente liada o prazo de 30 das Itei on-
cedidos aos sesmos contrbaime3 para 1 1 m
dbitos nessa aecctio independe: i de
mu.ia.
A empresa, mediante previa iadicagSo do Dr.
prefeito do municipio do Recife, aseentar tre
ombu^toros na roa Marques do H vi, no tre
obo prximo ao extincto viveiro do Muuis.
O prego da coasamo da luz desses tres :om-
bustoresser pago pela forma estiplala no con
tracto em vibrar, finando emoresa livre a facul
dale de eliminal os, logo que rinde oprazo da
presente prorogago, sem que, porem, tenba di-
reito a qaalquer ia iemnisago p -lo assentamen
10, manutenga 1 e suppresso dos referidos ton
bastures. Alexandre Jos Barbosa Lima
U vteo de dlatrlclo policialPela
resolugo abaixo foi divi ido em doas o distri-
cto da subdelegacia de Serra Verde, do muaici
po le Bom Jardim, sob denomiaago de distri-
ctos de Figueiras e de Serra Verde, com a cir-
trienui de Hur olaNo gabaetu Je
expediente do Sr. inspector, at as 12 b.-.: Jo
dia 2-3 do corrate mez, recebem se pr. p .tas
em caria (echada, para 03 concertos necee tros
na enfermara Je Mariana deste EstaJo ervnt-
lo ue base a des-r.f.giD dos mesraosc.i e-tos,
qae M acha exporta n s-.cretarla do krseo
para o n- essario exame dos coacarrea
iar. eaa >iffrujlo No da 10 ,0 cor
reate, auniversano do li.lecimento de I). E.ira
Cardoso Ayres de HolUnJa, resac-se Dis*aa em
seo saffrt'gio naa mat ,11 de Jarico y, Ttm-
bab.;, e nesta cidade na raalriz da Boa-Viste, is
e meia horas da maob.
Exame* OritaaailoM Sob a preaideocia
do respectivo delegado Iliterario Cateo Tetulia-
na Fcnande; Qjuit^ila e serviade de ex raiaa-
dora a profess.ji D. Miria Pires da gilva
ram lugar ao da o do me de ezeabro li 1 'o,
03 examas das alumnas da 2' caleira fera nina
Bca Vista, regida pela p.ofessora D.Marta de
Souz Santos, sendo este o resaltado :
1* graoMara do Garmo Ferreira, Leonor Al-
ves Gardtiro e Maria Pcreira da Silv?, aliaota-
das.
2o graoGrescencia Lydia da Goioeig-, -Ime-
lia Domiagaes Das, Mara Magdalena de Souza
Costa e Paulina Travassos de Arrufa, maito
adiantadas.
Enedina Gertrades dos Prazeres, Ro L'u'.na
ds Silva, Elvira Erailia da Groa Santos 'aria
Ismenia da Silva, Mana Lu.zaFilbo, L-' '
celina Fcr.eir e atarla da G. Penetra
a^ tentadas.
3' g-oAnaa M. da Souzr. Coala, Mir'a Lai-
za Pinheiro, Josephraa de Souza Campos e Fl:-
sia Aivia de Medciros, distinga:.
Peraote a commiosao examinadora c mpos-
ta lo delegada Iliterario D Justina da Motla
Slveira, do examna:- prafessor Liad l;bo
Goriolanu Bezerra Cabra! e o professor da ca-
deira Joan Fraadaco ta Casia Fi.iho, proa na
exame no da 5 do m z expirante o alumno do
2".;r?c Ar eillno di Gosli Guimares, que fai
considerado ad antado.
Casamento civilForam I Jos no d<. 4
do corrate os segara.es proclamas do casa-
mento t
Segundos
BiCharel Fraocisco de Atli y Martins UM
ro, enm Cl me tuna Selle de Ba ro Correia, mo-
radores na fre^aezia d B >a Vi
Coi ie "o Parlenon Esse collegio re-
abrir as Boas i-ulas n. d 9 o corren!
Cuileai. Manta liuzla Reabrir aa
sai s ralas no da 9 do corrate, continuando
sob a uirecgao de D. A'jna do Reg Barratte
Almeida.
lliopixJr.ino do Campo brande-
s-. c DTldados u3 Srs. possa lores de a ee
preferenciaes a urem receter os jaros corres-
ponden es ao s<-guodo seaes re d: u-to om,
e a resgaiar-'m as aeofiea de ns i a U visto
qae do dia i. do m^z correle em diaate nio
1 Is jaros
F. -soba o (na tnenio das 12 as 2 horas da
tarde 1 0 a, 4
ra do I o e .j"j ,1 ira ; 1 .
Liood 11 tt Braaillan B nk Lltaalled
Desde o d t. .> correrte qne aoora o- jaros
mi na 00 1 ae de rao-ira no rzao de 1
rato ao aooo, e fal-o ha at .'egaalo avij?.
n! tu o 19 de abr 1 -As aulas dease
estab-ti tO-.'< u > I 1 ao da
7 do cunate, sob a dir ^o do Dr. Luz 'orto
earre o.
MonK-pla lo '! rreiro -O "rsoa e>
is 4 Cauta &&
] a de 135/1000 qae "on a de
3i6JK a de re;olhrJi pre'az o capi-
tal de i31000 qae j tem all em lenosi'".
Recreativa Coaaanaerelal -E sa s cia-
da i.- abrir araaaha dt> de Rsis oa seas vastos
^nl b, p oporciooanao aoa seas socios e coa*;-
dados na espen Jido r.-creio duplo, qae por cer-
ta Beri co .corr.di-aimo.
Ser pois ana (esta ag-alabeltesima.
Lucia c ferlmeno cratT No logar
rM
1
x
*


-
Diario de PwmHmbuco Quhrta-feira 5 de Janeiro de 1893
I
denominado Santa Cras, do municipio de Bom
Jarditr>, no da i\ do mez paseado, .travaram
Iscta os individuos Mmoel Catana e Manoel de
Barros Costa, resollando sabir ferido o primeiro
com um tiro de espioaardi qun lhe disparou
Barros.
O delnqueme fui preso em fligrante e centra
elle procede se ns termos da le:.
Noticia faina-PjJem nos que declaremos
ser inexacta a noticia que correu nesta cidade
de ter fallecido o R?vra. padre Jos Carlos Ma-
riano.
Anl fica satisteito o pedido.
Procurador dof rollos da (tienda
-QS. Dr. Antonio Augusto Ferreira r/ma
Jnior, procurador dos fettos da faienda, pie
ser procurado provisoriamente em sua residen-
cia, ra da-Imperatriz n. 16, 2o andar, das 10
s 3 da tarde.
Deaembarsrador Crrela da Silva -
Na loja do Sr. G.rald, ra Njva n. 63, acba-se
em expoaicao o retrato do Exm. Sr. desembar-
gador Jos An'onio Correia da Silva, mandado
tirar pela direeloria do Lyceu de rlese OfBrios
para ser coocaJo no salao de honra daquelle
estabelec'mento, pm attenjo aos se-vigos ao
iiie.-di) prestidos qu.ndo loi governador deste
Esta:e.
H.nni rapo i:ii A'secretaria dessa
rcpattc&o, d* or tem jo Dr. questor policial fo-
rara -ecolhidn diversos objectos que perten-
citm a Arcel;na de tal. fallecdi no hospital Pe-
dro il. vi:tima de It-riraent03.
Qu m se juUar poia com direito ao3 referidos
obn'Cos aprss-nese reclamandr-os mediante
documentos probatorios.
Ponte d Santa IvabelU n verdadei-
ro idy io de amor aqnillo... depon das nove.
Hj :em un nosso colega de redacca.i aa pas
sar por all pre3enciou... utii menina a pas-
seiar cora um cavalhe ro ?m cada braco p de n ^a
forma .. Santo D us 1 deutra form, qne fazia
cobrir de vergonba a cara de D. Moral
Nao faz mal que. a pot'.cia compareca por all
a presenciar aquellas bellezas.
Agenctaljlteraria Internacional
Peio Sr. LaopoldoA. da Silveir, proprietario
de>sa ~rediti.1aeaio-eza Iliteraria, foram nos
offr cid03 o n. V do anno XXX^'I da II ustra-
gao H spanhoh e Q Alx ack Ja R;visla IIIu
traia, importante ebra Inxuosa, apressa un
Lisboa e cometo lioissiaias gravaras e a col
laboracao doi pnnepaes escnptjres portugue-
Z'3.
Ag-adecemo3 os expropiares qae teve a fineza
de eaviar-ms o S'. L-opolio SHveira, e rtcjjj-
menda 03 ao publico a sua lei'ura.
Club don lav iihelru* de Loar
Este club proeiea a eleicas de soa drectoria
psra o snno crrente, codo tste o resultado
r sidenteFrancisco Rafa de Calua*.
Se -eiari-i -Lutz S -mi ao Je Franca.
Ora 'orJ^o Rjo Soares de Carvalh .
T ,-oureirolas C'ipertino Uves Feltjsa.
Fallecan rntoPdllecea hon'em a- 4 1/2
or.? Ja i re o Dr. L-eurgo de Albuquerqu^
Nsscirnerito, iuiz ae direito da vara de provedo-
ria desta capital.
M:;i-'.rcdo honejlo e ilIcstraCo, deixa eni-e
seus eollegas bem seuslvel bita.
S.'U c idaver a-raa-se depositado na eapea do
Cemiterio Publico, onde hoje a tarde se faro as
mi tequias.
P.z a su i alma e nossos pe?ame3 a sua Erna.
familia.
F mtividade efe Santa imarod-sSa-
I naa tfoj? Sa 7 boras da noite ser levantada
a bandeira deesa festividad?, sjhindo a me^ma
bandein da propria igreja e nao da residencia
da n co a-i sseoudo, em
conequeacia de molestia em pessoa de sua fa-
milp.
a to s>r ?ol?mne e revest'.to le tea a
pempa, locando nelle a sauda de 14- batalbae. de
iofanteria.
Ha^r fog' do a: e de vista, bem co no s rao
sollos fferent"8 biles.
t.r-'6ea -EJBCiMT-BO-blo os seguUHes:
Sabbi-do :
Po agente P.n'.o, 5s 11 horas, no Caes de
Rarco b. 6 ce tlgodao av.iriatfo por incendio.
Minnan MaferM IfO oas:
U-jo :
As 7 e 1/2 horas, na igreja do Carmo de Olio
da, p la alma de D Joepha Francisca Pesoi de
Meio ; s 8 horas, na matriz flo Corpo S.n'.o,
pela ala di Manoel Zilwjird Schiappe.
SibDa.io :
A's 7 e 1/2 horas, na matriz de Santo Antonio,
pela alma dj Cipil&o Joaquim Ag-ipino FurtatJo
de aenJonca ; ? 8 horas, na matriz de Santo
Antonio, p3 a alma de D. Joaqu ni Maria de
Azefdo aaia
PsagelroaSuhidoa para o sul no vapor
francez Equaleuf :
Armando F raahao, D*. Mmoel di Motta Montero Lopes e 1
crala. A i Q > di Silva, Paulino da Silva e
i criado, Diogo aocbes e JjsRoroeiro.
Sahil03 para o nort no vapor ntcional Sa-
tellite :
Fel'.sbella Mia dp B-itto Lyra e 2 lilhos, Dr.
Rynaldo ua Silva Porto, Dr. Antn.o Baptista
Nogueira. Guiseppe Del Lizatie.
Sa-idos para a Europi no vapor
O-'eaoque:
Jean Aamatre, Antonio Jos Crrela, G. M?ro,
Len Duelos e loo Moreira.
tnapeetorla do dlatrlcto marl
timoRecite, 3 de Janeiro de 1S92.
Boletim meteorolgico
Horas Tertn. cnit- Barmetro Tenso do
Antonia Cunba de Parias, RioG aide do Nor-
te, 30 anno?, casada, Boa Vista; tube*cnlose.
1-abel Clara Rodrigues de Barros, Peraambu-
co, 41 aanos, casada, Graga; carcimina do
tero.
Domingos Francisco de S^uza L?ao (Visconde
de Tabatinga), Peraambuco, 77 anuos, casado
Boa-Vista; arterio selerose.
Mana, Pernambuco, 4 das, Boa-Vista; raen!
tismo.
Anna Felicia de Jess, Pernambuco,40 anno?,
Boa-Vista; hemorrhagia cerebral.
Um falo do sexo feminino, Pernambuco, Boa -
Vista; nasceu morto.
m feto do sexo feminino, Pernambuco, Bo-
Vista; nasceu mjrto.
SPORT
TURF PERNAMBJANO
Amanha inicia o nosso turf os seus trabalbos
no correte anco.
Ser para desejar que em suas manifesta(e?
tenha a correrco que importa guardar.
As sociedades que o representara, nao deecu-
rarSo sem duvida de tornar urna reali lade esse
grande oDjecto do turf, que s assim restable-
cer 03 seus crditos.
PRADO PERNAMBGANO
Amarib realisa a sua corrida.
E' o prad. do Lucca que inaugura a tempora-
da pportiva do corrente anno.
Primaz das nessos sociedades sportivas, fun-
dador dos divertimen;o3 hippicos n'esta cidade,
lhe era devida essa preferencia.
E a roa testa ser brilbante.
Estriando novo auno, nao lhe fal'arSo attracti-
vo3, nem deixa de ser concorrida.
PALPITES
Sao e.-tes es nossos progoosticos par a corri-
da di atLanli:
1. pp.reoDjus ContigoDinamarcaivjo.
2 pareoH^ uenoteFlautistaBuccacio.
3 pareoF.vi rta-G.llileuDouradilno.
4o jareo' o!;, foTudo-Regen'.".
5o pareo- PaMdegv-Seabreese-Napolitano.
6. pareoPwtubbMwirltyId.
7.' r-r oMilangeMarojo 2. Conforme.
CONVO" <;.\) EREUNIAO
Est convocada para as 6 horas da tarsa to
da 9 do correte a noni.o la commissao encar
rtgat-i da raftsfto do CoJigo de corrida do H p
p.jdromo do ampo Grande.
.'vi 1MOR1 LL
Gr i vitas
A uPiraa novidaJe i m gravatas rhinezas de
ri:ii>. s-"ia, BOrtidM rm cores e moJellos chics,
re;ebeu o B- ir da Boa Vista a roa da Impera-
tra n 88.
;
Seo con est:i Haphael
Chapelflfla
qur; maior e mais moderno sortimrnto tem de :
CHAPEOS de tolas as qu'iaia.
CArOTAS de seda, palha e dures
TOUCAS eerupos pha^asia para enancas.
GR4VAT..S, flores, o!uma3 e pas.-aros.
AIGRETES pnantasla p->ra pentea'cs.
GASS e veos de toda- as cores.
etc. eic. etc.
2-Raa do Baro da Victoria2
francez
grado
6 m 86,0
9 27'1
12 27,*8
3 t. 27/9
6 27,06
flumi
dad-
65
68
70
70
79
(a O) vapor
756-,77 17,66
757- 61 18.59
757-,80 18.74
756",41 19 39
755-,99 19,07
Temoeratura mnima 25,25.
Temberatura m xima 29,00.
Evaporajo em 24 horas ao 7,m4, a sombra
5,ml
Chuva nulla.
DireccSo do veto SE cora nterrupgOes de
SSE e ESE de mala noite at 4 h. e 5 < m. da
msnh ; SE e SSE alternados at 6 b. e 15 m. ;
ESE com inlerrupces de SE e Eat meia noite.
Vtlocidade media do vento 5m,22 por se-
gundo.
Nrbulosidade media 0 32.
Boletim do porto
D.a Horas Altura
Francisco Manoel da Silva f C,
depositarios de todas as especialidades
pharmaceuticas, tintas, drogas, productos
cliimicos eoutros medicameols homeop-
ticos, ra Mrquez do Oiioda o. 23;
PHBL1CAC0KS iPSDIO
Que Bravos
Nao pode passar sera protesto a injuria atirada
ao Corpo de Polica pelo Jornal do Recife de
hontem, qoando diese em suagazelilhaque o
ucesmo Corpo ao vollar do exercicio, no Campo
do Bode, espancara mulneres e creaoras.
Nao estranhamo3 o mo buraor e a facilidade
com que os redactores do Jornal procuram m;-
nosprezar um dos primelrosekmeaws de garan-
ta da integridade do Estado.
Devolvemos o grosseiro insullo; e podera li-
car cortos os redactors do Jornal que o Corpo
de Polica sabmuito bem oale achar a cora-
gem precisa pira a defeaa d03 seus brios.
Podem injuriar, insultar, faltar a verdade;
nao conseguiro, porm, iodi-por-nes com a rii-
gna offici -.liiiade da gnernigao de Pernambuco
no seio da qoal somos justamente conleituados.
Fique, pois, o publico certo de que o Copo de
Polica, longe de espaocar mr>l eres creanfias,
est alerta, como sen'nella vig'lan'.e das garan-
tas individuae1.
Qaar'.el na Soledade 4 de Janeiro de 1893.
Tenent-1 Coronel Jos Florencio de Carvalbo.
Maior Fiscal F.cierico Augusto P. Brrelo.
Dr. Arnobio Marques.
Capitao Antonio Monteiro.
Capitn Joaquim Flix Bezerra Cavlcante.
Cap.tao Joo Pires Ferreira.
CapitSo.M-inoel R beiro Pinto.
Capito Olegr.rio Pires da Cruz ra itarelli.
T-. ueu'.e-Aju :au!c Juo L}jreor,o Silva.
Tenente Secretario Francisco Jos da Silva.
Teen! Qaarte!-Mesire JoSo Gouas de M3ga-
Ih'.
Tenente Jos Poociano de Macedo.
Tenente Jos Nibuco de Ar ojo Vera?.
Teotn^e Laur?nio G nc/iives de Azevedo.
Tcaer.le Capilolioj Figueira de Faria.
Alteres Ab.lio Gorres de S Novaes.
Alteres An'onlo Lu'z le Franga.
Alfares Joo Joaquim Francisco di Silva.
Alfer^s Vera!o Pinto.
Alteres Eugenio Francisco P. Brrelo.
AITeres Prudencio Pesoa da Veiga.
Alteres Joo Joe dos Sriotos Silva.
Alteres Jos Gomes Pereira da Silva.
Alfen a Mariano Jar da CjnceipSo.
Alfercs Augusto Antonio Ribeiro Silva.
tenbo mals ete constrangimentc p-ocurando
acalmara? minhas pais,o m h pedindo a Provi-
dencia resignaco.
Recie, 4 de Janeiro de 1893
Maximino da Silva Gusmo.
Pri-mar ou
baixa-mar
B. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Janeiro 10-59 da m.
a 524 da t.
11-48 da i.
5-54 da m.
0-32
2-43
0-i0
a-30
des ore-
em 3 Je
3 de
3 de
3 de
4 de
Casa de DetencaoMovimento
sos da Casa de Detengo do Recife,
Janeiro de 1892.
Existiam 407, entrar?m 10, sebiram 21,exis
em 396
A .-aber:
Nicionae. 368 raulheres 11, estrangelrcs 17.
Total 396
Arracoados 369.
Bons 340
Doentes 18
Loncos 1.
Total 359.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Antonio Graciliano da'Silva.
Gamillo Jos de 01 veira.
Tiveram alta:
Joo Amaro da Silva.
Joaqun Dias do Niscimen'o.
Fallecen :
ClanHano Jos da Silva
botera do talado do Grao-Para
A 4 serie da 57.a lotera, deste Estado cojo
premio granae de 603:000*000, ser extrahida
no da 7 1e Janeiro (sabbado).
liOterla do Balado do Mannbio-
A 15' serie da 8* lotera deste estaco, sendo o
premio grande de 600:000*000, ser impreteri-
velmente extrbida oo da 10 de Janeiro (tercu-
feira).
Lotera do r alado do Cear*A 6.a
seria da 1 lotera, deste estado sendo premio
grande de 16:0004000, ser impreterivelmente
extrahida no da 5 de Janeiro, ('quinta feira.)
Todos os bilhetes dessa lotera acbam se i
venda na Casa do Ouro, pertencente Joc Joa-
quina da Costa Leite, ra Baro da Victoria
n. 40.
cemiterio publico Obituario do dia 3
de Jane'ro :
Ionocencio Lydio Merenciano de Souza, Per-
nambuco, 32 anuos, casado, S. Jos; bron
chite.
Rita.de Caasia Santos, Pernambuco, 45 annos,
casada, Boa-Vista; asuma cardiaca.
IHDGACOES BTE1S
Me "eos
Dr. Joao Rangel avisa aos seus cli.
cnls o amigos que mudou a sua residen-
cia para a ra de Gervasio Pires n. 83
A, continuando com o consultorio ao lar-
o do Corpo Sauton, 9, 1 andar, onded
onsullas todos os dias uleis do 1 as 3
horas da larde.
Dr. Arthur Cavalcanti d consultas
ra do Mrquez do Olinda n, 3 das 10
s da tarde.
Residencia -Ra da ImperaU'iz u. 34.
Telephon-.; (no consultorio) n. 58.
O D<". Simplicio Mavignier tem o
sou consultorio 'ua Mrquez de Olinda
n. 27, 1. andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
lho respiratorio, febre o da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco eem sou con-
sultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. -41.
Chamados a qualquer hora o por es-
cripto.
Telephone n- 566.
Dr. Sd Pereira, ra da Impera triz u.
6, d consultas medico-cirurgicas lodos
os dias das 8 ao meio dia, menos dos
domingos e dias santificados.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria n. 39, das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se lora do servico publico offerece-se
para acudir a qualquer chamado com
promptido para lora da cidade. Espe-
cialidades, opcracOes, partos e molestias
de senhoras e de meninos.
Dr Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa Forte n- 5, casa de
azulejo, defronle da igreja da Campia.
Clnica de molestias de ihos
ouvldos e nariz.
O Dr. l'edro Pontual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra nova n. 18, 1. andar.
Consultas de 1 as 4 da tarao.
Telephone n. 539.
Occallstas
Dr. Ferreira, com pralica nos prin-
cipaes hospitaes e clnica de Parise Lon-
dres, d consullas todos os dias das 9
horas ao meio dia.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo Sawpaio oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas no 1. andar
da i ua Barao da Victoria n. 51.
Residencia a ra Sete de Setombro n.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva chegado de
Paris com pratica as dioicas de We-
cker e Landolt, d consultas de 1 s 4
horas da tarde ra do Imperador n. 63,
1, andar.
Telephone n. 588. Residencia
xang.
Advocado
Dr. Milet, lente cathedratico de
reito civil da Faculdade de Direito,
seu escriptorio de advogacia ra 15 do
Novembro (antiga do Imperador) n, 34.
Thelephone n. 499.
Drogaras
Faria %obrinho & C, droguistas por
'atacado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Aopisbico
Nao venho enlreter dolida discu.=s5o com o Sr.
Barao de Iiapissuma, para roov ncel-o ante o
publico, da sera razo do seu contradictorio p-o-
I Bto, que se l no Jornal do Recite do do cor-
rente. Seria tempo perdido.
V^nho, porm, oppor-lhe serios reparo?, pos-
te qu? cocst lgidamente, j que S. S. lembroa
se d. envoKcr-me no seo protesto ou denuncia,
dada sob palavra de cavalheiro, de juramento,
caso fosse necessario cff recendo comoteatemu-
nbas seu irmo Manoel ao Najcimento Vieira da
Cunba, o seu parent) major Luiz Scipio e os
s us amigos po'iticos de todos os temos, etc. 1
S. S. est seriamente desapontado t tanto
assim, q m comeco da soa denuncia afllrma
soo palavra de cavalheiro, qoeem Iguarasti nao
bcuve um s acto eleitoral em neibuma das seis
seicces, entreanto e quasi em seguida cenr^ssa
o omparecimento do^ mesarios, e al^uus eleito
res na- secsOcs da villa, de Itamaraca e TrezLa
deiras i
E' o proprio Sr. de l;apissuma que se contra-
dlz 1
Nao pense S. S. que o pub'ico j esqaeceu os
papis que o tem vis'o reprseritar no scenario
poltico de Iguaras^, desde os temos da mo
narchia, para que o acreditasse de prompto, em
materia eleitoral, seb sua palavra de cavalheiro,
jer-meoto d'alma etc., etc. etc.
Ser preciso relumbrar o quanto P' tlicaram os
jomaes desta cidade con; relafio as falsidades
da fallada eleico do 3- districto, quando elegeu
deputado geri.1 ao Sr. Dr. Arminio Tavarea ?
Para que revolver velbos papis ? ..
E se nao me falba a memoria, o honrado Dr.
Silvino Cavalcar te, disse por escripto, que os au-
tores dos crmes praticados n'aquella eleio de
veriam estar as grilbetas de Fernando de No
ronba.
Quem sabe de lado lato ao 1er o protesto cu
d uuncia do Sr. de Iiapissuma oo deisar de
dar homrica gargalhada, sigoticativa de es-
carneo.
S. S. sopbismando, contesta fazendo-se admi-
rado, a vitac&o que obteve o Exm. Dr. Joaquim
Pernambuco, de 711 votos entretanto nao ha
muito tempo, que S. S. entrando em accordo
eommigo, (pobre mortal e sem influencia politi
ca) (oi eleiio prefeito com oiiocentos e tantos
votos, -endo nesta mesma occasiao eleitos o seu
irmo e os seu> amigos, os meamos que boje
S. S. offerececomo testemunhas na sui denun
el, amigos quedepois do 18 le Dezembro, re-
presentaran] a ridicula farca de deporem a si
proprio, sendo assim S. S. deposto pelo sen di
goo irmo t!
ES. S porque tesemunhando tudo isto nem
ao menos articulava urna palavra de desagrado
uu reprovacfto ?!
Seria porque tudo isto reduadava poltica
mente em seu favor ?
Dicant Paduani.
S. S. em desespero le causa por ter perdido o
sen posto de honra, nao cesea de invectivar
ao? que nao o obedecem, blasonando a sua
grande influencia poltica era I tarasca I
Proteste ou denuncie, atire ou mande atirar-
me doestos, mas nflectindo sobre o que tem
feito e eai uzeado, se convencer de que nao
representa um papel serio, proprio de um titu-
lar, que anda conserva o seu3 braz.-s para se
distiogtr da pobre e frgil bumanidade I
Sei respeitar as manas, as fraquezas do pr-
ximo, pelo que don liceusa a S S. para dizer de
mim o que bem lhe convier cora relago s elei
Oes de 17 e 18 do corrente, havidas no muni
cipio de Iguarass.
Os poderes carapeten'.es decidiro d'ellas.
Por mim Gcar em paz o Sr. de Iiapissuma,
oSo voltarei impreosa robre o assumpto.
Recife, 4 de Janeiro de 1893.
Coronel Napoleao Cetar Duarie
t
Ca-
di-
lem
Nao sabia
Hontem encontrando-me cora minha irm
Amalia Cardoso, em conversa soube que tinba
fallecido em sua fazenda Scisplatina capital da
Paraby .a do Ncrte, a 15 de Dzembro prximo
passaao o mea presado to major Jos Casado de
Oliveira, irmo de minhi idolatrada mi, assim
como tambem ter fallecido na Capital Federal
Osear Jo.Reg) Macedo, fllho do meu respetavei
tio o finado major Gustavo do Reg Macedo.
O pablico, talvez, ju'gando ser eu indiffereute
a estes desappar. cimentos, que me tocara de
perto pelo lago de amo que me une meus Ido
lalrados pal e mi, pode acreditar terem desap-
parecido de meu espirito as minbas cren.as
Nao! e. desligado completamente desta socle-
dade, s sei de algum acontecimento quando lelo
p les jornaes, cinglado me, quanto ao mais, a
procurar viver ; mas nao appareco em socieda
de algara a : apenas aos domingos e dias santi
fica ios vou a igreja cumprir o mea dever de ca-
tbolico, oa entao assisto, por gratido, a algum
acto fnebre. A nao ser i."so em parte alguma
me bao de ver I
Portento firme as miabas crengas de respei-
tar at ao tomlo o pensamento de meas pas,
Bom Conseliio
AO PU3LICO
Doria abluir as mSos oom o objecto
Lourengo Ipyranga, e nSo entreter pol-
micas com quom nlo despondo de outro
inaio, UD90U cyaicamente mSo da calum-
nia revoltaite pira ferir a minha honra
no Diario da 17 do mez pretrito.
Mas, como sou bam corhecido e nSo
procedo vilmente, como esse mo de
grelha, que com tramoias tem pascado a
vida a custo da algibeira alheia, vou dar
lhe resposta cabal.
Fui sennre bajuUdo por esse mSo de
g.elha at o ponto de negar lhe 4.0000000
que pedio-me por emprestimo.
D'entSo para ck, elle por nSo poder en-
ganar-me com aquella quantia despeitou-
ae e cSo tardou prcromper em injurias
contra mim.
Sioto pois, esse mo de greJha, ser tro
cobarde que em minha present, marcha
de forma que nSo abre a sua maldita
bocea para off^nder-me nem de pala-
vra.
Revista-s de animo, e venba para mim
no mis remoto lugar, que prometto nSo
o temer para dar-lhe provas de que tenho
lentimentoB nobres !...
Fique certa o mSo de grelha, que com
lamura*, nSo amedrontar jamis um ho
mm como eu.
Niusa o tal capitSo Francisco Urupem-
ba, uingou m3o de gados alheios, orn-)
o mo de grelha, tSo somente para
cimprir a sua triste cia da extramado
calumniador !
Era minha familia nlo se nota Iadr5e3
e asiiaes'.noB, com t;mj na em que d'z per-
tc.-.cer case mo de grelha.
E' facto notorio, Sj se pide contra
dizer o q;e prsticou a su bella gente no
sitio Encantados !...
Em -iddiy) a este artigo transcravo
babeo a correspondencia de Jos Cle-
mtista da Rocha C*r. outra occa8So par reproduzir a que
contra o mSo de grelha, escrevea o ta-
be!l2o Luiz Antonio '. ordeiro e tenerte-
coronel Jc-aqu m Isidoro da Costa.
Bom Conse'.ho 18 de Dezemoro de
1892.
Francisco Tjixeirf. de Macedo.
Jos Clementino da Rocha Carapeba e
Lourenco de C^rvalho de Araujo (Javal-
cante Ipyranga, ao publico.
Filho do povo, sem outra aspirado se
na.) pajear os ltimos dias qne me restam
sombra de garantas reaes,que s d.' ha 5
mozos a esta parte existem de facto e de
direita nesta trra, onde tenho pasaado
grande parte d$ minha existencia, vtjo
com indignacSo e nojo um individuo da
nomo Lourerco do Jarvalho de Araujo
Ipyranga e mais Cavalcante, apparecer de
vez em quando na Provincia papel,
procurando manchar com sua baba im
mun^a a ordrm de OOOJM t3o brillante-
mente sssentada pelas autoridadoa que s
por inspiracSo providencial foram para
aqui mandadas.
E cauaou me nojo, porque o tal Ipyran
ga de natureza t5o abjecto que a
serem considerados os seus crimes o
primeiro da proposta para galos, onde
enco.trar, j hoje diversoB comp&nheiros
como sejam Alex^ndre Freir o JoSo or-
reia, primeiros cuetes de furto de caval
los desta trra e que segundo a fama, di
vidiam com elle o producto dos cavallos
feriados.
E aa aa3im n5o como se explica a
protecSo dispensada pelo Sr. Ipyranga a
taes individuos e a outros di igual
jaez ?...
Este Ipyranga, que por sua audacia
descommunal e sem limites, se atreve a
eacrever sen nome de envolta com o de
caracteres Ilustres e aem mancha, o
mesito para quem seria preciso formar se
um novo cdigo criminal, pois o que
actualmente existe, deficiente de pa-
nas para tantos crimes por elle commet-
tido3.
Os crimes s5o t5o seus familiares que o
tratam de igual, e elle mesmo tem tanta
conscienoia do que que extrahio do
nome o velacho Cavalcante, oom receio
sem duvida de que do seio dessa illustre
familia, n5o surgiasem continuados protes-
tos.
Verladeira ave de arribajSo, nSo tem
cabido em parte alguma, isto por que logo
na puberdaae estreou sua vida aasassinan-
do dentro da villa de Buique um seu com-
panheiro de folganji, a quem havia fur-
tado um badoqui, revelando se desde logo
ladrSo e assasaino ; do Buique acostado
pela justija, emigrou para Garanhuns, e
sua vida nesse termo foi um con ti 11 nado
assalto s gavetas dos seus habitantes, e
iato porque j havendo esgotado ob pe-
queos recursos qae com a vergouha re-
sultant da impudicicia a mSij sem rejei
530 dos bolos dos proprios cofres adque-
ria.
E tragado, porm, esta meio de vida,
no qual offijiava elle de mercurio, entre
gou-se como hoje d!F.mac5o mercenaria
e como festa de ferro mandou inserir em
urna das folhas publicas da capital um li-
bello diffamatorio contra o prestimoso ci-
dadSo tenente Antonio Baptiata do Mello
Peixoto, que chamando este taverneiro
calumniador aos tribunaes, levou-o 3 rases
ao banco de reos, sendo finalmente per-
doado a pedido de um velho respeitado
dessa capital, cujo favor j tem esta mise
ravel pago como costuma, calumniandc-lhe
atrozmente um filho.
Nessa capital durante o tempo q'ie tra-
tava do mesmo processo n5o se esqaeceu
de suas gentilezas, e depois de ter calo-
teado meia cidade, entendeu haver di-
nheiro do modo seguinte :
Tendo o barSo de Itivramento a pedido
do Dr. DemoBthenes da Silva Lobo, pres-
tado fianga por elle no alludido crime, o
salteador Ypyranga venden a fianca, pelo
que foi mandado com vista ao Dr. Rufino,
qae l o teve at que elle lancou o qae
tSo miseravelmente havia engolido; depois
disto, j sendo entSo mortos canario aem
moda e mSo de grelha seus companheiros,
e reoeiando a polioiaque j o nSo perda
de vista emigrou para aqui por infeli 31
dade deste desgranado povo, que teve de
Bupportal-o desde 1864 at Novembro de
1874, qgando a providencia entanden de
pronunciar o sea baita mandando pira
aqui ts autoridades astuaes, mensageirot
da ordem, e obcs dec'didas eos desman-
dos, trispassJB, roubos, urtos, assassm -
tos, deste novo cabelleira a pouco ohris-
mado com o velacho Ypiraoga.
J me esqueoendo, porm, do modo ai-
rosoe sympathico pelo qual fez este novo
cabelleira sua entrada triumphal nesta
villa ; bah ao da lo, chapeo de carnauba
na cabeca, pas calgados de alpircatas, se
roula de meio pao, camisa de chita des
botada e carta, dando libertades ao vento,
gaita a tiracolo, cabellos desgrenhados,
tace macilenta denotando Tome, coDJuncto
de miserias, qie nos fes suppor revogarla
a lei prohibitiva ao traru >. Mais tarde,
porm, adquerio urna papeleta de advoga-
do, por iofluencia do to, comecou com o
tirocinio neste ofE; o as infelicidad s deste
povo, e a quadra da gierra do Paraguay
t'ji para elle urna nova California, dos
d'ahi ih.- proviaram casas, cerca los, gados,
escravoa, etc. etc., visto com) para se
ser desigaado como guarda nacioaai, re-
crutado para o exercito, era aptido u.ij .
possuir-se vascas ou cavallos, p is tendo
elle adquerido per meios de bajula^Ses e
misarias a confianza de algumas das auto -
ridades de entao, e com outros feito pacto
de dividendo, mandava por conta e risco
prender a quem tinha algomr, or.sa, at
que lhe cshissem com o cobre, como aoon-
ceu com Firmino Soares Vilala, S.bino
de tal, e milhares de ou ro infehzes que
s sahiam do tronco, depois de aliviados
do pouco que possuiam ; d'entSo para c
todos os partidos lhe servem, com tanto
que concidtam-no exercer sua capacididj
costumada.
Em 1838 aubindo os coa erv-iores ao
poder convenceu ao tio teoente c ronel
eco, que deviam irabir seu chefe o Bt-
rSo de Villa Bella, e votarem os eleitores
nos canaidatoa conservadores, o que de
fasto fizaram, dirigiodo-se elle inco tinen-
to, em compsuhia do msjor Lourenjo Que-
des, Falicio Jos de S, no iatuito do
80ccr:rrer-se da proteegSo do Br3o de
B.i^ae, em cuja casa esteve o d'onde ::-
hio, na forma de seu lou',.vel costume,
depondo do tiatamento de mesa do Exm
Bar2o, dizendo que qnssi morra a f >rne,
por s lhe d'ir aquella cha simp'es por al-
m 90, jant&r e ceia, calum-. '. que nlo faz
eco, porque todos sabnm o moda lauto por
que se trata o mesmo bar3) ; se achou ou
nSo protec9So o que nSo sabemos, o
certo que d'alli seguio para a capital, e
d lia voltou sem ter conseguido nada ; e
este o homem que ee inculca liberal,
quando abandonou seu partido na hora
mais precisa, e se incuba no animo de
quem o n3o conhece como victim: da po
litica, quando elle cao se nao de seus
proprios crimes, poia a nSo ser os erros
da jusiija humana, este cabaeira Ypy-
ranga j catarla gemendo em Fernando
em lugr do soldado Joaquim, pois no
je do dominio do publico, ter 8;ao elle
que? mandou assassinar p r um indivi-
duo por nome Flix a Leodegarn Gomes
Patriota, que em denafonta a h, nra de
saa familia, deu lhe de peia e fel-o pass.r
por baixo da barriga de urna egaa.
E esse o homem que tem coragem de
fallar em medo e cobarda das autorida-
des constituidas desta trra ?
Quem nao sabe nesta villa, Sr Y y
ranga, qua desde a morte de Liodegario
Painota, vive S. S. trancado em sua caes,
que o povo cha ahi mesmo entro aa quatro parede: assus
ta se de sua propria sombra, tal a con -
sciencia de seu crime !
Muito teria ainda, a diser do Sr. Ypy
ranga, o que por hora nlo faco por estar
a espera de ensejo de conversar com seu
velho pai, coronel Jos de Carvalho de
Araujo Cavalcante, pois foi elle que B me
forneceu o que vai aqui de melhor, quan-
do disse em dias do anno de 1872, em
presenta do major Licria e capitao
Tnomaz Villa-Nova, e mesmo na ros "a do
Sr. Ypyranga, que o seu bello filho Ypy-
ranga, era um ladro de estra ir., o que
teria desfecho fatal se o Sr. Ypyranga ti-
vesse coragem para faser as claras, ou
alo tivesse na incerteea de ser o coronel
seu pai, segundo diese S. S. com a bocea
aecca, e olhos viarados aos referidos ma
jor Lacerda eoapit2o Villa-Nova.
< Beatos venter qui the portavit.
Concluimos por hoje, lembrando ao S-.
Ypyranga, que os gritos esfamiados dos
orphaos, aa lagrimas das viuvas, a honra
das familias, os gemidos das victimas, e
os vagidos da crianca filha de Maria Ger-
da, abortada pelas cevicias applicadaa a
mSi por S. ., no tampo qae era valente,
sao outras tantas petigSes de feridas cas
altaras celestes e qae eu son apenas o
emissario de Deus em forma do espestro
disposto a seguil o por toda a parte, como
o segu as sombras de suas victimas.
Bom Conselho, 26 de Abril de 1875.
i os Clemente da Rocha Carapeba
nhecida amadora a Exm*. Sr*. D. Lia
Me luiros, que graciosamente s> isto m
prestoa, e aoompaahados a orobestraav
panno pa Ex n. Sr*. J. Maris Seisaa,
O largo da rgreji, bem como as ra**
adjaaentes sarao todas iluminadas a gioras
e fiadi a novens qaeimar-se-h toi t
noite um paqueni fogo de artificio.
Para maior comrmdidade dos roairM
e habitantes do Recife, a diract>ria 4
estrada de ferro Cantr*l expedir dirs;*
s novenas aln des treaa orlimrioi
especial que partir do Ree.fa 6.11
minutos da tarde e voltar do Jabiatio m
9 auras dr nite.
a^st^ssBBSBal
;

J0A5UIM m sosaffs:
Aff'tno de sevodo M is, J^s
aaia S de Alcedo Maia, p:83'!'o'
m>is profundo pesar, p' z
o la tri-te noticia recb. a de
Pjrlugal de ter all fal'e:: I) 1
'a3l de Di'zc bro p-ox ra |
i-ado. o seu pp-z lolr 5o am
go Joaquim M ;a S briabo 1
i;i I brarmtssas p--l..r pos
eterno de -ua aln: .:...
irts do Corpo S Dio, i: 7 1/1
ra^ !a manh ii a bado 7
irres'e ; e, pr.r .. Ir ssti
o de religij e c?. d di-, ron
am ::0. -i-ll. ; .-. Di 11
a do linado, protes'.an.io
le ja a ?ua maior ^ra'.'dSo a U
iqoellea qu n 1
a e'er.
Re :if ,3 1 sil de 1893.
T- ado f-il
Dosso dedia'io amic J t
| Mais Sobrlon o 1 l>a\
lla-'Oi P''!i:'
relaj
; *bi .1 isisti ocias
^ aian !ffi
^ (rrejldeH. S d G <; (I
^* 1 i q'i ;>--" o
&* cbrente pelai 7 1/1
t. Confessao -
V& 1 (trsto p los r o
\pi meatos a o-te piedos a
Francisco M.uc.cl ;a S.iv .
Roo ui 10 81 ra H
^ Anto' ;o R. So.res
c Antoiio da Costa lio.
j Dom 11 .os Perretra da 8 '
O bacharel Antonio Augusto Fcr.t tt
Lima Jnior, 2' Procurador dos t\
Fas-inda do Estado e Municipal, pi
procurado pn-visorlamonte em sua re ;V,
cia, a ra da Iaj,jeratr2 n. 16, 2' s
das 10 as 3 da tarde.
Festa de Santo Aoaro .1 -
be! ao
No dia 6 do correte ter lugar na ci-
dade de JaboatSo o cometo da tradicional
festa do glorioso padroeiro da comarca eom
o levantam>nto da bindeira, observando
se o seguinte
PROGRAMM
As 5 horas d>i manhS umi sa'.VJ, ao
som da banda musical da socieiade 15
de Janeiroannunciar o 1. dia d;.a no-
novenas, 89guindo se urna miasa cantada
p9lo corpo de orebeatra da mesma socie-
dade.
A'a 5 horas da tarde reunir-sa-hlo na
casa da juiaa a Sxm1. Si*. D. C.astaaga
Michado, digna consorte do commendador
Lopes Machado, as gentis senhoras qae
tem de condasir em urna elegante charola
o estandarte do milagroso santo, sendo o
o trajecto feito pelas ras principaes da
cidade, precedida a charola de duas alas
de senhoras e do duas outras de creancas,
e acompanhadas da banda musical da so-
ciedad e -15 de Janeiro e de ama msica
militar.
Hasteada a bandeira entrar a 1.a no
vana cuja orchestra composta de profis-
sionaes e de amadores, socios da 15 de
Janeiro entosr, sob a direccSo do seu
hbil mostr as novenas, sendo a Salva
e os Versos especialmente esoriptos e
instrumentados pelo eximio professor Sei-
saa, execatados pela distincta e bem co
Festa ce Santo \mar ]*
Salinas
Hasteamento da bandeira
QtiBtSj Itira, 5 io corrente, ^ 7 hora* da l
de, sera hasteada cera toda a po.npa e b-ilhat
tismo a batid Ira do Glorioso Santo Ausro d*
Sa-linas, sabindo da cr.sa do Exma. Sra. juc
D. Igia'a Barreito Cirneiro L> acucempaoba-
da por grande noraero de gentis senher s e in-
ooceotes creanfias tr^.odo b?nda de msica do lo batalhj de .nfuiitir..
qae durante o trajecto toca lindas e varis I
pegas de sea repertorio.
Fogos de bengala e girndolas de foguetes sa-
rao largados diversos aereostalos fiaierao
ares e por ultimo queirrar-se ba um psqaea
mas bem trabalbado fogo de *tla.
No dia 6 43 7 horas da tarde, cemrc^r as os>
venas que se estenderao at o dia li, -tecatar
a referda banda de mu-*ica e qoeimar.do-.2e s-
das as noiles nm pequeo fogo de vis'a.
Consistorio da irm ndade, 3 de Janeiro as
1893.
O esenvio,
Joo Francisco de Chvein
T ti vemos oceasio de cha-
mar a at encao d s nossos leilorea sobre
um producto muito engoahoso : O* Coa
pre?803 de Vichy, producto que nos pa-
ree ; destinado a prestar verdadeiros ser
visos, s.betudo na nossu trra. Grasa*
ao seu emprego, com efftito pode-at
obter com pouca despesa AguaE m:ierei
anlogas as bebidas as fonte thermae*
mesmas. Pensamos pois di nosso detrae
recommjndar de novo os Cjmpressos o
Vic'y, sobre'udo neste momento que a
importadlo das aguas miaeraes eur.peai
est provisoriamente interrompida.
Lembramos igualmente que oa C<0Bt
pre8SO de Vichy s acbam a v :ia ea
todas aB pharmacia3 e principalmente na
Companhi de Drogas e Productos
mico:.
Pra a y entre.Pi Laxativa fVlchj
Peitoral de Cambar
O Sr. J080 Jos Zebendj, importante
lavradot de Cantagallo, Rio de Janc!^
declarou que aohando se soffreodo horn-
velmente do peito havendo das de deitar
mais de meia garrafa de sangue, toi saivs
da morte pelo Ptitoral de Cambar, de
Soarea, que o curou radicalmente.
Vende-Be as phar nacas e drogan s *
2S500 o frasco e 240000 a dusia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Dr. Prestas M. ataiarie*
MEinao,
Tem o sen onsultorio na roa Duqa.
de Caxiaa n, 61, 1. andar, onda saa*
encontrado da 11 1 hora da tarda
reside no Cajueiro n. 4.
Telephone a. 292.

a
Mimum 1
"'.' i m< < -.
-. 1 "
.-
SBBW .


/

4
Diario de Pernaoibuco Quiita-feira 5 de Janeiro de 1893
'eitoral de Cambar
O Sr. oommendador Francisco Bonicio
du Chagas, distincto lavrador e industria
lista neste Estado declarou que o Sr. ca-
EitSo Antonio Dy o nisio do a Santos aoffra
avia annas, de ama toase bronohial muito
encommoda, acompanhada de rheumats-
mo, da qual ficou curado grecas ao Pei-
toral de Cambar, de S. Soares, que se
vende as pharmacias e drogaras a 205O0
o frasco e 24$000 a duzja.
E' agente a Companhia de Drogas.
A Praga Universal.Em todas
as regiSes e entre as pessoas de todas
occupac5es e profssSes, prevalecer as
enfermidades pulmonares, portanto, o gran-
de e admiravel remedio contra ellas e
que produz a sua completa tmiquilayao
o Peitoral de Anacahuita o qual as dsve
perseguir, e em sen devido tempo as per-
seguir indefectivelmente, at nos mais
remotos confas do mundo,
O soldado nos encampamentos, o mi-
neiro as minas d'ouro, o colono na fron-
teiras, o lavrador, o viajante por mar e
por trra, e especialmente toaas a r
soas 8ujeitas padecerem de toase, con-
stipacSes, resfriamentos e catarrhos, bron-
ohites, asthma e outras ffeccSis e3o me-
nos fictivaa da garganta e dos orgaos
da respirado, e que t3o fcilmente se
desenvolvem e propagam nos lugares h-
midos, inclemencia da atmosphera ;
acharSo com a mais grata satisfaclo, no
Peitoral de Anacahuita, um remedio ir-
resistivel e absoluto, para o completo
subjugamento de :So perigosas enferrai
dades.
Compro-se to, mopeis bom cs-
tar-se prevenido.
Como garanta contra as falBficae,8es,
observe se bem que os nomes de hanmn
& Kemp venham estampados em letras
transparentes no papel do livrinho que ser-
ve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda em todas as pharma-
cias e drogaras.
Peitoral de Cambara
O diatincto militar Sr. Ral Ceaar Fer-
reira da Crua, residente no Para, que ob-
teve baixa do servico por soffrer de mo-
lestia incuravel (tuberculoso pulmonar)
apresenton-se algum te.npo depois de ter
usado do maravilhoso Peitoral de Camba-
r, de S. Soares, perfeitamente restabe-
ecido, com grando pasmo de todo* os co-
nhecides !
Vende-se as pharmacias e drogaras, a
20500 o frasco e 240000 a duaia.
E' agente a Companhia de Drogat.
Peitoral de Cambar
Dos neti hes da respeitavel matrona
Exma. Sra. D Mara Joa R. Barcello:
reaidente em Pelotas, Rio Grande do Sul,
atacados de coqueluche e sem terem obti
do melhoras com o tratamento de sen il-
lustre medico, curaram-se perfeitamente
com o Peitoral de Cambar, de S. Soares
que se vende as pharmacias e drogaras
Precos : frasco 20500 ; duzia 241000.
E' agente a Companhia de Drogas.
Minlia Esperaba
Felicito men especial amigo Antonio
Francisco da Cruz, pola ptima acoeitacao
de sena bona cigarros, denominados
Minha Espranos, bem acceitos e procu-
rados at em Londres, d'on e tem vindo
eocommendas por seus apreciadores.
Men especial amigo deve estar satisfai-
issimo com o resultado dos seus esforcos
em acreditar seus bons cigarros e tornar
assim conhecido no estrangeiro um pro
ducto da nosaa patria.
Parabena pelo resultado cfatid ..
Manoel Francisco de Barros liego.
COMMERCIO
Bolsa Commcrclal de Pernam-
bneo
DOTARES OFFICIAES DA JUNTA DOS COR
RETOBES
Praga d) Recife, 4 de Janeiro de 1893.
Nao bouve cotacSo.
O pres:den e.
Candido C. G. Alcoorado.
O secretario,
Amorim Jnior.
Cambio
PRAQA DO RfcCiFE
Os bancos abriram com a laxa de 13 3 8 Bobre
bondres a 90 diaa a que de larde boaveram ne
gocios regulares e baixando a laxa para 13 1/4.
Em papel pancula: realisar; transaeces a 13 1/2 e ao fechar nao La va letra
cima de 13 3/8.
PRAQ'A DO RIO DE JANEIRO
Os bancos de manho com a taxi de 13 3/8 e
e tarde 13 t/k.
CotaeSes de gneros
Para o gricultor
ASSUCAR
Cristalisado......* a 6*500
Usinas por 15 kilos. 670O a C800
Branco dem dem .... 5*800 a 6*800
Somenos, idemdem. 4*200 4*300
Mascavado idem idem 3*200 a 3300
Bruto idem idem.....3*000 a 3*103
Broto melado......3*500 a 2*600
Rtame idem idem .... 2*000 a 2*30J
Algodo
Yendas a 10*600 por 15 kilos.
ilnool
Por pipa de 480 litros 190*COO.
Agurdenlo
/o.* pipa de 480 litros a 120* ,00.
Coaros
Seceos saigado3 na base de 12 kilos a 60 ris
nominal.
Verdes a 350 ris nominal.
Hel
Por pipa de 480litros 70*000 nominal.
Borracha
Ceta ss a 10X000 por 15 kilo?.
Carnauba
Cota-se de 6*030 a 11*000 por 15 kilos nomi-
nal.
tabsxjj. das entradas dr a88oar i al-
sodIo
Mez de Dezembro
Murtas vezes til associar o creosote de al-
catrao de faia ao oleo de figado de bacalhao no
tratamento das affecc5es da larynge, dos bron-
chios, dos pulmScs, e principalmente as bron-
cliites chronicas e nos catarrhos. Esta associacSo
aprsenla grandes vantagens, mesmo na ausen-
cia de doenra e quando se faz uso somente com o
fim de fortificar um peito fraco ou um tempera-
mento dbil.
Estes dois medicamentos encontram-se reuni-
dos no oleo creosotado de Bcrth e as Capsulas
de Bertli creosotadas, onde o creosote de alca-
trfto de faia acha-se em dissolucSo n'um oleo
de Ggado de bacalhao particularmente recom-
mendavel visto ser obtido por processos que
sfio os nicos que tm merecido a apurovacao
da Academia de Medicina de Pariz.
Fabrica: Caea L. Frere, A. Cuasjpioxy f>,
succm, ra Jacob, 19, Parjz.
Peitoral de Cambar
U corotel Sr. Arthur Osear, commsn-
dante de 30 b&talhao de infantera, cu
rou-se rpidamente com o Poitoral de
Jamba de S. Soares, de urna consti
pacao com toase desesperadora, sem te-
retes colhido melhoras com outros medi-
camentos recctados.
Vende-se naa pbarnj'.cias e drogaras
2|50D o frasco e 240GOO a duzia.
E' ageute a Companhia de Drogas.
Escritorio Commerda!
Ra Duque de Canias n. 72
VEMCIO LBA1U & C-
Sendo ue d:Terente na natureza os servicoE
leste escripto-io, a commissao retributiva vana
r segundo o trabalbo responsabilidade e impor
ancia, dependendo na m>lT parte dos casos dt
previo ajuste.
Assim flear dependente das circunstante
cima a eeguinte taDella.
R
ua
da
33
Visconde de Albuquerque n-
INTERNATO K EXTRNAT0
DIRECTOR
BacharelOlinlho Vctor
Ai aulas deste eoegio estaro abarlas do da 9 do corrate em dianta.
A aula mixta infantil continuar a cargo da Esma Sra. D. Mara da Gloria
Vctor.
Peitoral de Cambar
Urna interesaante filha do Sr. Firmino
F. Machado, fazendeiro em Ibicuhy, Rio
Grande do Sul, ajhando-se aoffrendo de
tuberculoso pulmonar e desengaada por
dous d8tinctos mdicos, que julgaram o
caso perdido e inuteis todos os recursos
quiz afinal experimentar o grande remedio
o Peitoral de Cambar, de S. Soares que
o salvou de urna morte certa, restabelecen-
do lhe a saude perdida 1
Vende se as pharmf.cas e drogaras, s
2f?500 o frasco e 24030 a duzia.
E' agente a Companhia de Droges.
Por t?aiar de hypotbecas sobre
bensimmoveis .
Rececebiaento dejaros e civi-
dendos .......
dem de penses neste Estado .
dem idem na capital federal.
dtm de alaguis de predios. .
GobraDca e liqu!dac5o d bypo-
tbecas, herangase dividas aml-
gaves ........
dem idem idem judialmente. .
Compra de cambiaes eremessas
dem e venda de propriedades
immoveis.......
Pagamento de impostos fiscaes .
Por fazer o Eeguro de predios e
pagar o respectivo premio. .
Por venda de gneros do naiz. .
Por compra de mercadotias e fi-
zer remeeoa para o interior .
'c- venda <-; mercadonas naci-
naes oa estrangeir^s em coc-
sgnalo.......
Por trabalbo^ de escripta de ca-
sas commerciaes ou liquida
cao. .....
Porcentagem
3 a 5 0|o
-0(0
0,0
10
Convencional
1|2 0(0
2 a S 0[o
Ojo
?>
3 0|0
3 0o
3 Ote
Convenc onsl
I a M.
Vianoa
Entradas
Brcaci3.....
Vapores......
Animas*.....
B jtrada de Ferro Central
I lem da S. Francisco .
tem i Limoeiro .
y 3omffii
Das
i a 31
Assu-
car
Saceos
143825
11870
14762
110745
71870
Em igual mez de 1891
Mais em 1892 .
Mais em 1892. .
353072 i0j'47
343010 21203
10062
18344
*

Iatportaeo
Vapor allemao Cintra, > entrado de Ham-
burgo e Lisboa, em 2 do corrente. e consignado
a Borstelmaon & C, manifestou :
Carga de Hambuigo
Amostras 40 volomea a diversos.
Azol ultramar 4 caixas a Ferreira Gsimar-eB
& C.
Cerveja 30 ca xas a Das Fernaodes & C.
170 a JcSo F'rnsndea d'Almeid?, 30 i. ordetn, 20
a A. Maia & Rodrigues, 15 abamos Genpe t
& C, 31 aSuIztr K uffnana fcC, o a J. K-au
se& C.
Candieiroa 1 caixa a Brcwaa & C.
Cbapoa 1 caixao a Cbristiani & C, 1 a A. Fer-
nandea & > ., 2 a M. L. Marque- & C.
Cbo.s 42 voiomes a Beltrao & Costa.
Cilcadcs 1 caixao a C. WackaQacn, < a Costa
Campos & C.
Ccu'oe 2 caixes a C. Wacksmann,
L. Marques, 1 a T. J.st, 1 a Prente
& C.
Cevada lo barricas ordem.
Couaervae 6 caixas a Vctor Neesen, 4 a Pchl-
mano & C.
Frascos 300 voiomes a A. D. SimOes, 3(0 a
Coelbo Pinto & C.
Ferragens 6 caixao a A. D. C- Vianna, 48 a
A. Pinto da Silva & C 2 Ferreira Guimares
& C, 131 a Miranda & Souza, 7 i ordem, 2 a Sil
va & C, 3 a Prente Vianna & C, 2 a Manoel
Cullago & C, 1 a F. J. P. Guimares & C, 9 a
iuva de Manoel dos Santoe Villaca" 1 a Ramos
Geppert & C, 1 ordem. 2 a W. Hallidaj & C.
Grvalas 1 caixa a M. L. Marques.
Gelatina 4 caixas ordem.
Harmnicos 1 caixa a A. Silva & C.
Leplo 1 caixa a Soares do Amaral Irmes.
Mercadorias 2 voiomes a Brovyjs & C, 6 a J.
K-ause & C o a A. Maia & r.oJrigues. 21 cr
dem, 1 a Barbosa & Santo, 4 a C. Wacksmacn,
3a V reir Guimares & C, 1 a N. Fonseca
& C, 2 a Fredenco 4 C, 5 a Albino Silva & C,
I a Gomes de Mattos Irmos, 2 a L. A. Salazar
Jnior, 21 a Fabrica de Plvora, 3 Minoel Cclla-
50 & C, 14 a V. Neeaen, 1 a Pelro Antones
& C, 3 ?. A. Stolzenback, 3 a T. Jast, 4 a Pa
rente Viaana ft C. 4 a A. D. de. Lima, 2 a M-
I. Ribeiro, 2 a H. Pbilipsoc, 1 a M. Drecbler, 2 a
Guimares (hrdoso & C, 2 a C. Barsa, 4 a Pobl-
mann & C.
Movis 1 caixa ordem.
Macbinas de costura 17 voiomes ordem.
Objectos para chapeos de sol 1 caixa a L ite
Bastos & C.
Oleo para machina 4 canas ordem.
Oieo para machina 4 caixas ordem, 1 a Ma
noel Figneira de Faria & Filbos.
Papel 4 fardos a Companhia de Drogas. 35 e
15 caixas oreen, 22 e 1 a Browos & C 1 a
Domingos Coelho & Soarea, 1 a Pereira & Maga
Ihes, 5 a Gomes de Mallos Irmos, 3 Pereira de
Faria & C., 4 a J. T. Carreiro, 2 a T. Tost.
Dito d im res-o 14 fardos a Manoel Figuei-
ida de Faria & Filbos, 27 ao Jornal do Re-
cife. >
Piano 2 caixas a Pralle e C-
Para'ua 15 caixas a F. \. P. Guimarei, 20
ajC. Feroandese C
Fhospho-os 54 caixes a ordem.
Romas 1 eacco a ordem.
Rotim 1 fardo a Miranda e Sonsa-
Tecidos 8 voiomes a L. M-ia e C, 4 a Domin-
gos Coelbo e Soares, 1 Pereira e Magalhes, 4
a Machado e Pereira.
2 a Mattos Camioba e C, 6 a F. de Azevedo
e C, 8 a ordem, 6 a Alvesde Brito e C.,6 a Ro-
drigues Lima eC, 5 a Bernet e C, 1 a Goacal-
ves Conba e C, 1 a Joaquim Agostioho e C-, 1
a Frederido e C, 1 a J. Ferreira e C, 2 a
Mnller e C, 2 a Olinto Jardim e C.
Tapioca 20 garrafoes aCarvalbo e C.
Tinta 26 barricas a Companhia de Drogas, 30
e 1 caixa a ordem.
Vinho 5 caixas a ordem 2 a V- Neesen.
Vidros 12 caixas & ordem, 18 a Companb de
Drogas, 2 a Pedro Antones e C, 16 a C A. V.
Linden.
Carga de Lisboa
Castanba 2 caixas a A. J. da Costa.
Ceblas 50 caixas a Ferreira Rodrigues e C,
50 a Companhia de Estiva.
Imagens 1 caixa a T. Jast.
Vinagre 50 barris a Companhia de Estiva 39
a J. F. de Figneiredo.
Vinho 60 pipas e 90 barris a Companhia de
Estiva 20 e 30 a F. R. P. Guimares e C-* 14 e
24 aE. M. de M. Barros 1 a J. F. de Figuei-
redo.
Lagar ioglez William entra da de Terra No-
E' o g'ande depurativo
descoberto dos indgenas
cujo, tem a propriedade de
curar a svphilis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
como por encanto, e curar a
morpha cerno por nula
gre.
O apreciamento do gran
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario d'este seculo,
taes sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernaalbuco
Companhia de Drogas e
Productos Chin icos: ra
Mrquez de Olinda n. 23
Peitoral de Cambar
O Sr. Vasco Jos Pereira de Avilla, an-
tigo morador em Saata Victoria, Rio
Grande do Sul, publicou ha longos aPnos
no jornal aO Povo, urna importante cura
pelo Peitoral da Cambar de S. Soares,
de urna toaso com cscarros de saDgue que
o atormentava havia dez r.nnos.
Vende-se as pharmacias e drogaras a
2500 o frasco e 24000 a duzia.
E' gante a Companhia de Drogas.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
4pprovado em 2t de Marco de 1890 pela inspe
cioria geral da digna junta de hygeae do Ric
de Janeiro.
Este Eiisir de coniposico toda vegetal pre
sarado segando as regras pharmaceatica3, acen
lelhadas pelos autores modernos e do recoune
jida capacidade scientifica tanto no paiz comt
10 e?'rangeiro.
Es.3Elixir o producto nao so do grande es
.ado das accOes pnysiologicas dai 3ub3tancis
:omo tamb^m pathologicas.como tambem o re
mitado das immensas nppiicacoes nos divsrso
:asos de feb!C9 de fundo palustre.
A applicago desle liiixir na grande epidem
le bexig-23 de 1890 a 1891 mais urna vez de-
Eccstroa a saa efcacia ; pois no principio :o.-
primeiros symptcmas a bexiga aborta, e em ca-
os mais adiantados a bexiga pacsa a ser ama
ioenca febril vulgar apresentandu pequeas to
-lefaces que com a continuaco do Elixir de-
eappcrccem sem todava apresentar receios d
perlgo.
Os muito atestados pnblicados no Diario di
Pernambuco e Gaieta da Tarde pro7am o qat
aremos.
Nos caso3 de Lbre amarella o effeito admi
ravel.apresentando pheuomenos o maravho
sos^to.' nesta cidade do Recife do Rio de
.'aneiro penco rsceio causa a febre amareli
tuesmo tstaodo o docnte com vomito preto
sanguneonestes nltimo3 periodos ento n'
is~ario a appiicaco em alia dose, dea
i> tabella annexa
Este Elixir j conhecido do pao.;"o e de urs
grands numa-o de dignos mdicos e.. "asenta-
do para comt-ater os differenes iccoDUSm*.? to-
io3 eiea de carcter febril.
Por muito tempo tibiaos occaaio de fasar a
Bpplicac^o as fcbres erysipcllosas e coai to
bom resultado que lieanics admirados de to al-
tos efleilos.
Pela pratica chegarcos a conhecer que or
ataques ac febre ervsipellur-a ou er^ipella cem,-
raigsmente ce dii necessarie o u:o de 10 dlaf
o Exir.
Hoa grandes iacomoodos das Besboras, mens
truaco, gravidoz o nos casos de p;rto con fa
br-2 do um resultado mullo ceno e seguro e (
esua coaposiC/o to simples qa nSoeSereoc
ireeio de app!iC3ro Elixir otm mesmo em dosel
iuperiores 's indicadas na tabella afra.
Pedimos aos diguiSoimos mdicos que desej.-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica do b
eojettarem t:c?ea prescripQfio, mas sim fazer a
; pplicaco em harmona com os caB^s que dse
tarem combater, certos de que o medicamento (
de compo8ico innocente para o organismo po
asa fragU que seja.
E9odo de esa?
A's criancas at um anno 10 golas de 2 em J
acras em urna eolher .das de sapa choia d'a.o
fra.
Pharmacia Oriental, ra Estrella do Rosa
a. S
Pharmacia Alfredo Ferreira, ru do Bario d
/ictoria n. 14.
Pharmacia Martias, roa Duque de Caxias c
So.
Para qoalqoer ioformacSo ser encontrado o
autor na rna co Rosario Estreita u. 17.
Os dosos frascos sao qoadrados e cont? go-
tas. N'um lado teem grvaloElixir ante-febril
e no oatroManoel Cardoso Pernambuco, e to-
dos os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os qoe nao forom
3 3signad03.
N. 139
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recife, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada sade.
Filiara com um dos maiores deverea se nSo
viesse por raeio desta sarta agradecer lhe o be-
neficio que acaba de fazer me. livrando d..s
garras da morte o meu Dlho Florismnndo, de (2
anos do idade, o qual acnaado seprostrdo nr
eito da cama, com urna grande (ebre qoe d'elie
nfio sa Sparava ba mais de quatro dias, j tendj
esgotado o que poda fazer e.ai reicedios, ludo
me era balaio, iguardanao nicamente a hora
prxima da morte ; entSo lembrei me do tea
cenceituado aati febril, que tea salvado innn-
meras p.-soa, e immediatamente lhe escrevl
pea: j o que u e mandassa urna ds-j, a qual
VL.>, e tratei de applicar conforme marca o seo
jeceitasrio. Na segroda d^e ecianova-
riava, na anarta a febr~ j diminuir, e a c coa que elle fe a.bav, quaai rsu.apresentava-
3e como inda t clara Na sexta d.-e
desappareeeu, spre: lo-se nssse mesmo die
4s3;i3-i ; .o.U- hdaloo jujj man
novaaiecte uscar e conlicu^i a applicar-Iao, t
boje acha-.-b u lilho restabelccido, devida
cnicaineuie ao stu Vneco elixir.
Peco Ibe que aceite .le mina o des meos H!hO
os meos sinceros protestos de estima e conoide-
laeo, pelo ] que acabe de facer me com
o seu elixir, salvando o dito men lilao.
No maia sou
De Vmc. amigo a criado,
Joaquim Juvenc:o da Almoia.
Instituto Pernambucano
DIRECTOR
Bachirel Virginio Marques C. Lea
Boa do Uoaplrlo-3
TELEPHONE 570
As aulas dette estabelecimento de inslruccaa
primara e secundaria reabrir se-bia no da 7
do correte.
Recife, 1 de Janeiro de 1893.
Curso primario e se-
cundarlo
O profe*sor Jos de Sjuza Cordeiro Smoe<,
avisa aos pais de ffus alumnos a ao i aUtoa em
geral q.je :-s i alai do 3eu cursi piiaariT e se-
cnnJano, sito no pateo do Carmo n. 26,. brlr
sj-hao no aia 9 do corrente.
RiCife, 1 de Ja eiro Je 189J.
Aula particular
A prJe32ora Anna Th:odora Sin tos
pas de suas aiamna.i e ao nuuli i i .
que a sua ca particular fua no U- -tro
n. 26 i- andat, abrrsa-lu ac d.a I da car-
rete.
Redi.' 1 da Janeiro de 1693.

Peitoral de Cambar
O Sr. Uelm Fex de Vasconcalli .
prente do tenente coronel i areel
Barbosa, morador no 3' districto de Peo-
lotas. Rio Qrand-i do u. !o 3ua
D. Hooriaa aoffrecdo di uraa tc.rculo*
se pulmonar e laryegea em ostedo deues-
porador, foi ea!va da o orte pelo Peitoral
ne Cambar, do S. Soirjs, que s- vende
das pharo.aciaa e drogarics a 2j-r'0U c
frasco e 24$000 a duzia.
ES' ageote a Cumpachia de Drogas
va, em 2 e consignado a Blackourn Needean e
C.
Bacalhao 220 barricas e 130O meias ditas a
crdem.
Lu;ar ioglez Fiorence, eatrado de Terra No-
va, rii 2 o consignado a Blackborn Needham e
C
Bua'lna 2610 barricase 1740 meias ditas a
ordico.
L^arinlez Liiy Elevaok entrado de T rra
Niiv?, em 2 consignado a J. Pater e C.
Dicalbau 25S6 barricas e 2556 meias ditas a
crex.
Vaoor nacional Olinda, entrado dos Portos
do No: te, em 5 e consignado a Pereira Carnei-
roeC.
Amostras 7 velumes a R. de Drusloa e C.
Calca Od 1 caixo a U. Campos e C.
Gomma de maodtoca 30 paneiro3 a Pereira de
Parias 20 a Costa Lima e C 28 a Guimares e
Valente.
BxportaeSo
RSCIFB, 3 DK JANEIRO DB iB'<3
rara o exterior
No vapor ioglez Slraits of Dcwr, para
Liverpool, carregaram :
B. Wi.liams & C, 10,000 saceos com 750,000
kilos de assucar mascavado
Na barca porlugoeza Novo Silencie, para
o Porto, carregaram :
F. Rocha & C, 503 saceos coa 40,000 litros
de farinba de mandioca.
Pora o interior
No vapor portugus Cidade do Parlo,
para Rio de Janeiro, carregaram :
P. Valente & C, 500 saccas com 45,886 kilos
de aleodo e 370 saceos com 22,560 altas de
milbo.
I. P-uio, 2 pipas com 940 litros de agurden-
te e 4 ditas com 1,880 ditos de alcool.
M- Maia & C, i.lO saceos com 66,000 kilos
de assocar branco e 200 di!03 com 12,000 ditos
de dito mascavado
P. deOiiveira Maia, 33 pipas com 15,510 li-
tros de alcool e 20 ditas com 9,400 cilios do
agurdente.
Companhia Destilaco Central, 16 pipas com
7,650 litros de alcool.
A. Paille ft C, 17 pipas com 8,160 litros do
alcool.
P. Ferrera & C, 80 pipas com 37,600 litros
de agurdente.
Para Santos, carregaram :
J. Bailar & C, 300 ucubcoih 18000kios de
milho, 100 barris e 33 pipas com 25,830 1 iros
de agurdente.
No vapor nacional Alagoas, para Rio de
Janeiro, carregaram :
C. Peres 4 C, 5 saceos com 300 kiloa de as3a
car branco e 100 ditos com 6,030 ditos de dito
mascavado.
A. T-borda & C, 400 saceos com 24.000 kilos
de assucar branco.
A. C MoreiraDia?, 4 caixas com 120 kilos de
doce, 1 caixa com 16 i/i diiz.as de espanadores
de palba
A. Naboco & C, 200 saceos com 13,000 kilos
de assecar branco e 800 ditos com 48,009 ditos
de dito mascavado.
P. de Oliveira Maia, 500 saceos com 30 000
kilos de assucar branco.
Para Vicloria, carregoo :
Companhia de Estivs, 300 saceos com 18,030
kilos de assucar mascavado.
Para Paranago, carregou :
Companhia de Estiva, 200 saceos com 12,00)
kilos de assocar mascavado e 100 ditos com
6,100 ditos de dito branco.
No vapor nacional Salellitc, para Cear,
carretn :
Companhia de Estiva, 10 barricas com 1,161
kilos de assucar branco.
Para o Para, carregaram :
P. Carneiro & C. 100 barricas com 8,160 kilos
de assocar branco.
P. Alvea & C, 3C0 barricas com 11,716 kilos
de assocar branco.
Para Maranho, carreearam :
P. Alves de C, 4 pipas com 1,920 litros de
alcool.
De um ar-no a trc3 15 gottas.
Da 3 a 10 acnos em diante, 40 gottas etc.
E3ia3 doses devem sempre ser apolicadas em
gua fra.
JBepcaitos
Compacta de Drogas e Produ-.tcs Chlanun
Reeire, rea ci Mrquez da Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosarte
a. 35.
Na vapor allemo C'ntrc para R.o de Ja-
neiro, carregarsm:
P. Pinto & C, 60 pipas com 2,820 Iitrn3 de
alcool e 30 ditas com 14,103 ditos da aguir-
dente.
S. Guimares &C 33 pipas com 13.830 liaros
de aguarden:e.
H. Burle & C, 303 3accas com 22,191 kilus de
algodo.
No vapor nacional T.ber'be, para Saa
tos, carregaram :
Aniorin I:mo3&C, 60 saccas com 3,603
kilos de assocar branco e 100 ditos com 6,003
ditos de dito mascavado.
Na barcaca D. Aan, para Vi la da Pe-
naa. carregaram :
Borge3 C.j 14 caixas com 103 litros de ge
nebra.
No barcada Jaguurary, pa.a Natal, carre-
garam :
A. D. SimOes&C, 5 barris com 450 litros
de vinagre.
Na barcaca Sempre Viva, para Porto Cal-
vo, carregoo :
E. Monteiro, 6 caixas com 137 silos des aba o.
Renda geral
ft)o da 3
dem do 4
Renda do Estado
Oo da 3
dem de 4
Psala dn Alfaad^sa
8BMANA DB 2 A 7 DB JANEIRO DB 1893
Alcool (litro i.......
Algodo em rama (kilo) ....
Arroz com casca sj.o) ....
As3ucar retinado (kilo) .
Assucar braneo (ka) ....
Assucar mascavado (kilo)
Bagas de mamonas (kilo) .
tiorracna de leitc de mangab. (kilo) .
Cacbaca .........
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos sajgados (kilo) .
Couros verdes (kilo) .....
arocos de algodo (rilo) .
Carrapateira (semsntes) (kilo) .
Gacao (kilo).......
Caf bom (kilo)......
Caf rostolho (kilo) .....
Caf meido (kilo)......
Carnauba (cera vegeta!) (kilo) .
Cera em velas (tolo). .
Canna (aruarden e) (ro) .
Cal (litro)........
Fannfia de inamiicca k lo) r .
Genebra (litro)......
Sraxa (sebo em rama ou coado) (kilo)
Folha3 medicioae3 de qualqoer qoa-
lidade (kilo)......
Mel dj anqoe (litro) ....
Holiao (kiio....... .
Sement de carnauba (kilo; .
sola (raeio) ........ 400
Stearina eai velas (kilo) .... 44003
fataioca (iilo)...... 40
Tabeas de acr-rsito em prancfccs
(deiia)........ 103
Sead5caaGos fjnMlam
UBI Di J.VXEiro 03 13:3
380
633
8o
480
380
183
100
i;,2K)
180
565
505
330
35
103
403
20
11000
UOffi
400
640
3i3
19
50
300
eoo
200
100
85
60

S^&
i CDLLE&IQ 2S L 5. IAS mitt 1
RA DO UOSri'.IO 23
9
As aulas desle eslabi'iec raento de ir.
strurgo primaria secundaria, para
o sexo femtnino, abrir-se bao no dia '3 ?f~
de Janeiro.
Recbese ciumnas pfnsicnistas, se-
mi-pensioai8ta3 e externas.
A DIRECTORA,
Mara do Carmo Azevedo.
DeniesTartiflciaes
Sob prcEsIo elasticr. e cpjreaala pneu-
mtica t tyst-.'mcs novis&imos ueste estado,
palo eirorgilo dentista Nurao Pompilio,
ra Barao da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da manta s 3 da tarde.
Do aia 3
dem de
KECFS RA1NAGE
13i80
Collegio Sania Lucia
Pas-a o sexo femealno
RUVDOLIVK
As aolaa desta eatal '.ntj da
najao, re?.L-rem se n-t 9 io c mata.
C^n:i:. .,
semi-ot<-rn;'o e asan
A aa d? prinaoiras ietsraa, c -
seguirles lioquas ; aioi al, n a iaa\
glez, alUml e it .au:;, .o prati-
canaer.tc, aiithmei ..
ria ; niibioi, piat), dataaa, tod e o.t I
balboa de &gulbas a .rca de todas as es-
pecien.
As oieasaiiiid.a iSo pig^s adan'...
co acto d sala.
A dreat.,r l,
Aa a do Reg Uarieto da
'ijollegio PartlienoD
3 Bu i) H Mfkii 3
Reab.ir-sc-jrto no dia ) -lo c rre-.tc a.
aulas diste col'egio.
Adnaitt-a ee alurancsiulernos, =^aji-inter
uos e externos.
O director.
Bacharel Oo'.dij maya.
343840
Mercad Municipal de S. fos
0 m'-rmuito deste marcado no di* 3 di
Janeiro foi o seguin*- : tintraram
37 bou peaiiudo 5,180 Utos.
277 kilos de pelie a 50 res 5540
3 ditas com eamar5*s a 100 rs. 53CO
compart. com mariscos a 109 rs. i
35 lugares aNOra. 7,'ihJO
8 sainos a 200 rs. 1*600
5 ditas com feijo a201 rs. UCOO
60 cargas Ue frioba n 20U rs. 12COJ
15 cargas Ce u:11)o ec o a 200 rs. 3*010
7 ditas coa garimtt .-- 300 rs. ,2*100
ditas coc milbo verde a 300 rs. *
casanas fom ga'iiahas a 300 rs. I
44 ditos com ve:dars a 300 rs. 13200
2 ditas com fructas diversa: a 300rs. 6C0
dita de macacheira a 300 rs. t
b dita de batata a 300 rs. 1*500
ditas com louca a 300 rs. i
3 ditas ue melancia a 300 rs. 900
74 ditos cem farinb.-. KM 29600
4 carga.! com gallinhas a 500 rs. 2CO0
31 columnas a 600 rs. 18600
8 compartimentos com resauras
a 60) ti. 4803
47 ditos com faiendaa etc. a 600 rs. I84S0C
28 ditos do comida? a 700 rs. 19*600
11 ditos de sumeiro.i al* 11*00C
9 ditos a 7 0 rs. 6*300
43 talhos a 2*000 86*000
Rendimeata do dia 1 a 2
I5U840
465*400
7202i0
lfanatjz
127:877*230
83:8J7252
211:714*482
4U67U003
17:675*594
Samma io':l
59,346*594
271.051*070
Segunda secfiio da Alfandega do Pernambuco,
de Janeiro de 1893.
O c'aefe dasec$o,
Manoel Antonia o de C. Araaba.
O tbesoureiro,
Florencio Dominguas da Silva.
Do dia 3
dem de 4
RECEBEDO.UA DO ESTADO
Presos do dia:
Carne verde de 430 a 723 r6t< O kilo.
Sainos de 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a t ris idem.
1'ariciiate 403 a 430 ris idem*
Milho de 503 a 5W ris idem,
Feoda (* a 1*400 dem
Hovlmcno do Porto
Navios szhidos no dia 4
rtio de Janeiro e escalaVapor nacional Ala-
goas, commandante Antonio Ferreira da Sil-
\a, carga varios generos.
BarbadosBarca oglcza Maxicc, capito J.
Moocrieff, em la tro.
barbadosBarba americana 'Lillian*, capito C.
A. Eaton, em lastro.
Rio de Janeiro-Lugar ingles William, capito
John Tizard, cava bacalhao.
Qbservagao
Nc houve entradas.
Vacuna anini-i!
O Dr. Battos de Owttra recebe cha
mados para VtcciuacSo cira lympha ani-
mal em casos partiutUres.
Consultorio Ra Marques da Oliuda
a. 18, 1, andar.
Residencia- Raa do Ur. Joaquina N
bnoo, n. 2 A, t'apucg*.
Telephooe 365.
0 Di. Barios imtin e a fa-
brica a vapor Mista Espe-
rufi.
9 Di-, Manoel Cleaoe itiro da Birros Ubt>
neiro, formado ca MitaeMBl medicas e
cirurgicas pola laculdade io Rio de Ja
neiro, medico adjunte di clnica dt
hospital de Santa Aguad. co.
\'testo que teaho f sito uso d;>s cigarr-a
denominadosMicha Eeparajcao bem
assim do fumoHygicnico Nacionalda
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Crus
i-econhecendo pela analyse chimica a que
proced, que o referido amo e cigsrres
aSo enc:rram principio algum nocivo k*
fuccfScs gstricas, sendo perfeitamente
cleraveis aos disppticos.
In fias medici.
Recife, 12 de FevereJro de 1892.
Dr. Barros Carneiro.
JMedico e oculista
i Dr. Berardo oculista do hospital
'Pedro II, tem consultorio ra do
[Rom Jess n. 9, i. andar.
Residencia na Magdalena,
Telephone n. 366
Vaporas a ensrar
Muz de Jsneiro.
Sul.......... Santelmo.........
Sul.......... S. Francisco.......
Europa....... Paranagu........
Sul.......... Maranho.
18:2864809
12:1744800
"20.86146C9
5
o
6
8
Europa Rei de Portugal..... 11
Norte....... Braztl............ l
or le........ Alltanca.......... 12
Sul.......... Una.............. 13
Norte........ laboatao.......... 14
Sul.......... Las Palma........ 14
Europa....... Trent............. 15
Sul.......... Tamar............. 16
Norte....... Kate.............. 16
Sul.......... Pernawibaco....... 17
nrte....... Espirito Santo..... 20
Europa....... Sckolar........... SI
Norte........ Olinda........... 25
Sol.......... S.Salvador........ 30
SEGftOS
U11TI10S CONTRA FOfid
coMpanhla Phenlx Per-
nanbucana
UA DO COMFRCIN.O- 64
A&iti Burity
Declaro que fui mordido de ama casca
vel, e curei-me sem cessar durante ma:'a
de 4 annos, ficaade-me ana buracos chalo-
sos nos ^is que se sarare um abra cutre
immediatamcnta ; ficando ainda com para
lysia em urna mao d'esde que fui mordido.
Aconselhado a fazer uso do novo reme
dio o=ELzir M. Moratopropagado por
D. Carlos, tomei o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem aiuda
nSo conhece oElixir M. Morato,en de-
claro que esto remedio santo, poraue
faz milagrea.
Porto Feliz.
Andr Burity
Deposito em Pernambuco: Compaa)
de Drogas e Productos Chimicos.
Roa ShrqnezJ'Olinda, 23
Estupendo
E curar em trea dias gonorrheaa chro-
nicas ou recentes, como aconteco com o
remedio vegetal que se chama IjjeccSe
Anti-blenorrhagics de M. Morato. Cora
garantida em trc3 di%, s?ja qual fr ana-
turez3 do paciente.
A InjecySo Anti-blenorrhsgica de M.
Morato, vende-se em Pernambuco, na
Companhia de Drogas e Productos Chi-
micos.
Baa garqnezji'fl inda, 23
Regalador da lariia
Coccrta se relogios i algibeira, pen
dulas do torre de igreja c'aranometros de
marinha, caixas de msica, apparolhoa
elctricos, ocnlo3, binculos, oculoa de al
sanoe, joiase todo qualquir, oWjeoto ten-
dentes a arta maohanica.
9Ra Larga do Rosario9
O advogado Dr. Manoel PortelU Junio,
contina com seu escriptorio a roa do
Commercio n. 44, 1 andar.
%
1
i i Vi il'i in !"
.<-VAn
_%. .^^www^. ,


i
Diario de Peroambuco Quinta-feira 5 de Janeiro de 1893
Vala di Wn Celias
Scientes da offerta da 125:000fq00 e
oatra de 150:000(5000 pelo espolio de
Marcelino Q-ocgalves de Azevedo ; preve-
nimos aos compradores, vendedores e in-
teressados oeste negocio : o mesmo espo-
lio est em litigio com os abaiso asaigna
dos
Recife, 5 do Dezembro de 1892.
&mtoa & C.
Mathemaiicas elementa-
res e escripturacao
mercantil
Venancio Labatut dedica se a prepara
qualquer pessoa em escripturacSo mercan
til, com 30 a 35 iicSes, conforme contra
oto; c>rtiaaa a lecciona- aa materias aci
ma rja Daque de Casias n. 72, Io ar
dar.
Cabo
O Cr.Jcaqnira Felippc tixou a eaa resiuecci
i cidae e da consultas na pbarmaci
Dnartn.
Presta-cbamados a qualquer cra
EDITAES
Sacretaria a Iie'rucfio Publici do BiUdo
de Pe.-iambuco, 4 di Janeiro de i893.
EDiT.iL N i
Preso de 30 das mareado s prefejoras pu-
j Amalia P udenca A1v3 da Lima e Maria
Luna Viielfa do Reg.
D," ordtm do D:. inspector {jaral, faca saber
as prof gsoraa publicas Amaiiu Prudencia AI?es
de Lima e Mara Luia Vllella do Reg, removi-
das por asto do Bim. Sr. Dr. goveraador do
Estado, de 3) da Dezembro Hado, esta da cade;-
ti do Bexo feminino de Caruaru' para a de en-
tino mixta d S-.o, e aquella da de easiao misto
de Sitio p~.ri a do BfXO feminioo de Cmuaru',
por ter sido aa mesma data considerada de ne-
nuum i ffato a transferencia da cadeira de Sitio,
serji prejoxo da mesan professora, par a ra
de Bario do Piranpy, que les lica marcado o
praso de 30 d^a? para apcslurem seus t.'ulos e
assotnlrem o exer:icio O secretario,
Pcrgentino Sor .iva de Araujo Qralvao.
O Dr. Francisco Altino Correia de Arau-
jo, juiz de orphaos, do municipio do
Recif', Estado de Pernsmbuco .em vir-
tude da Iti o etc.
Fago saber aos que o presente edital
vircm ou delle tiverem conbecimento que,
com o praso de trinU das a coct.r desta
data est aberto o concurso para provi-
ment do 2- oficio do escrivSo deste jui-
zo, creado pela ki n. 335 de 26 de Abril
de 1854 vago em consequencia de haver
perdido por sentecca o ofi io o respectivo
serventuario bacht-rel Macoel do Nasci-
mento Pontos
Os concurrentes deverSo juntar em ori-
ginal as suas peticSes com os documentos
aeguintes; 1* auto de ezame de aufficien-
cia, 2* certidSo de idade, 3-. C3rtidSes de
exames de protuguez e arithmctiw, 4-,
folha corrida,5-, attestado medico de ca-
pacidade phiaica, 6-. prccuragSo especial
se requererem por procurador, 7 fina!
mente, outros documentos, que forem con-
venientes parapnva de capacidade pro*
Sssional, todo da accordo com o artigo
210 e seus paragraphoa do decreto 9428
de Abril de 1885.
E para que chegue ao conheoimento
dos interessados, mandei passar o presen-
te que sei publicado pela imprensa e
atusado no lugr.i do costume.
Dado e pass&do neata cidade do Rec
fe, aos 4 de Janeiro de 1893.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, eecrivSo o
subacrivi.
Francisco Altino Correia deAraujo.
" Edital n. 1
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
O administrador da Recebedoria do es-
tado na forma das instruccSes de 27 de
Julho de 1883, convida as associac/tes
Commercial Beneficente, dos Artistas M-
chameos e Liberaes, Agrcola, dos Mer-
cieiros e toras aquellas que tiverem exis-
tencia legal e conhecida, para que se in-
cnmbam de proceder a destribuieSo das
tasas de reparticSo, estabelecida na tabel-
la do imposto de industrias e profi-isSes a
que se refere o art. 2. | 17 da lei n. 33
de 10 de Dezembro de 1891, prorogado
por portara de 26 do mez findo de ac-
cordo com os erts. 20, 21, 22 e 23 das
mesmas instruccSes remetcer o trabalho
que fizerem a cata reparticSo no praso im-
prorcgavel de 30 das, a contar da data
do presente edital, sujeitando-so em eso
contrario distribuicSo que for feita por
ata mesma repartido na forma das allu-
didas InstruccSea.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
2 de Janeiro de 1893.
Joao Ferreira de Almeida Quimaraes
DEGLARAGOES
Consulado de P( rtugal em
Pernambuco
Pelo presente aviso se faz constar a todos os
subditc; portuguezen recem-chepalos a este
Estado qiip, em enmprimento de dieposijas le
gaes e para melbor garan ia dos seas direitos,
se devea apresentar nes'.a repar i;5o, afin de
se inscreverem co registo peral ios subditos
portogoeies.
A inscrio.ao c act03 relativos pra'.icadjs den-
tro de trinta das depos da ccegada do ndivi
do eao pratuitoa.
Consclida de Portugal em Perntmbuco, 16
eDezvmDrode 189 J.
J. SUgado,
Consol.
Bachelors' Ball
Cw.ng to tbe lamentable dra'h of Hr. J. A.
Tom, tbe ball to Uka place atibe Club Interna
tonal on tbe Stbiostant, ispostponed.
Bachelors' Ball
Em consequencia do triste faHe.^imento do Sr.
J. A Tom tica transferido at 2o aviso o baile
fue devia ter lnear na noite de 5 do correte,
o Club Internacional do Recife.
PERMMBICANO
i..

msmim m ato;
QUE SE REALl'SAR A' NO
Dia 6 de Janeiro de 1895
\omec
s
R
s
4
Pellos
\alura-
Cor da vell-
menta
ProprleCarla
1 pareoConsolaco800 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho
premios no's prados do Aecife. Premios: 200/000 ao i.- 40/000 ao 2.- e 20/000
ao terceiro.
Traquino..-.
Blacks'.ose. .
Congo........
Gedeao.....
o|Dou3Comtigc
Tejo........
Turim----..
Dinamarca...
Domin.....
Mellado.....
Rodado.....
Alazao .....
T';rdilbo.....
Rudado......
Pedrez.....
Pampa......
Rudado......
Alazao......
Pernamb.
54
54
54
54
54
54
54
54
54
Grenat e azul.......
Encar. preto e ouro..
lxo e encarnado...
Grenat e Musgo.....
Encarnado e branco.
Preto encaro, e bran,
Greoatee curo.......
Branco............
Azul e ouro.........
I. E. Ferreira.
J. F. Maciel.
C. de Oliveira.
Ooud. Recife.
;osta & Irmao.
oud. Portuense.
VI. J. Martina.
i. Meodes.
F. Allood.
2.* PareoExpepleKcSa-800 metro?.
em mair distancia em 1892
ao 3..
Animaes de Pernambuco qu? nao tenham gsn'io
Premios: 200/000 ao Io. 40/000 ao 2. e 20/
Gatuno
f-'lcults ...
Hugnote...
Bocacio 2o
Colosso ...
Rosilbo..
Castanbo
Preto....
Rudajo..
Pernamb.
56
56
54
56
60
*zul brancoeene.
Amarello e rxo..
Branco e encara..
Azul e ouro.....
IH. Lemos.
X Babia.
J. N. da Silva.
A. Mello.
Coud. Crnseiro.
3. Pareo- Perra Carril1.350 metrosAnimaes pungas e ptilaios. Premios: 300/
i., 60/000 ao 2. e 30/000 a o 3.
Douradilbo.. 4
5
GalliUu..... 5
ao
Castanbo
Zaino......
Alazao......
Pernamb..| 54
54
S. Panlo.. 51
Branc. e encarn......
Az-jI e encamado
Azul e amarello......
A. de Mello.
F. C. Reaende.
Coud. Fraternidad?.
4.*PareoVelocldade900 metrosAnimae3 de Pernambucc que nao tenbam ganho
em distancia superior a 1050 metros 11 mez?s. Premios 200/000 ao 1." 40/000
ao 2. e 20/000 ao 3.*.
Regente.. ..
Talicier.....
vjllosso......
Turco 2. .
Tudo ......
Mouro.......
Alasao..
Baio
Rudado
Alazo..
Baio----
Alazo..
Pernamb.. 54
i 54
c 54
58
56
54
Preto e ouro ...
Amarello e idxo.
Ouro e azul........
Grenat e azul.....
Verdee ouro.....
Azul e ouro......
A. M. S. A'meida.
J. fl. Silva.
Coud. Cruzeiro.
J. F de Moraes.
J. Moraes.
Coud. Mouriscana.
5. Pareofirande Premio Cosmopolita2500 metrosAnimaes de qualquer paiz.
Premios : 1:000/000 ao i." 100/000 a 2. e 100/000 ao terceiro.
l|Seabresa
* Paodego.. .
Siroco.
Napolitano
Atlante.. .,
Zaino----
Castanbo.
/azo...
Inglater-a.

Rio Janeir.
S. Panto .
Pernamb..
68
70
56
56
50
Encarnado e branco .
Escarate e curo.....
Azul e ouro.........
Azul e encarnado___
Verde e amar. bo. br.
F. Allood.
J. Matheu?.
Ccud. loternacional.
F. C. Resende. Reg.
Osear.
G "--PareoGrande Premio Pernambuco -1.500 metro?Animaes de Pernambuco.
Premios : 500/000 ao 1. 100/000 ao 2." e 50/000 ao terceiro.
Ua.....
Pigmeu.
Dublim.
4 Maurily.
5lRegeote
Rodado ..
Ziino-----
Rodado.,
lastanbo.
Alazao....
Pernamb.. 50
51
52
52
52
Azul e amarello..
Preto e ouro......
Verde e amarello
Grenat e azul.....
Azul e amarello..
Coud. Cruzeiro
A. M. Almeida.
Azevedo & C.
A. A. F. Taqne8.
A. U. Almeida.
7. Pa.-eoEiiimnio-800 me'.roaAnimaes de Peroambuco que nao tenbam ganho
premio en maior distancia nem nes'a de8de 30 de Abril de 1892. Premios : 200/
ao 1. 40/000 ao 2. e 20/000 ao terceiro.
Mou^o.....
Conforme .
Clyd.....
lelange..
5 S Despota .
6Marujo 2.
1 Pernamb.. 54
5 c 54
5 V 56
1 c 56
c 56
5 ( 54
Azul e ouro....'.....Coud. Mouriscana.
Ene. e branco......I. J. Valente.
Verde e amarello. ...Coud. Salgado.
Azul e branco *.....Coud. 24 de Maio.
Azul e amarello......
Verde e amarello.....
Coud. Cruzeiro.
A. M. Costu.
ttbstrofws
Os animaes inscriptos para o l.c pareo deverao achar-se no ensilhamento s
9 1[2 horas da raanba.
Os forfais serSo tecebidos at Quinta-feira 5 de Janeiro s 3 horas da
xrde na secretaria do prado.
Os jockeys que nSo 83 apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programma por seus patries, nSo serao admittidos pesagem e
serlo multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressoa na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 1. andar.
A venda de poules ser annunciada ao publico por urna sineta eletrica col-
locada na casa das apostas, logo que tenham sido pesados os jeckeys, nm signal
prolongado avisar que se vai principiar a venda de poules.
Cinco minutos antes do encerramento da mesma venda um signal meaos pro-
longado ser dado.
O terceiro signa!, prolongado como o primeiro, indicar o eccarramento da
mesma venda, que ser irrevogavel qualquer que sejo as reclamarles.
O horario que for marcado ra pedra ser rigorosamente cumprido.
Cbama-ee attencSo dos Srs. proprietarica, o jockyes, para procurarem o seus
oartSes, cardent>tas na Secretaria do Prado,grtt:ro3 no
dia de corrida.
Secretaria do Prado 3 de Janeiro di 1893.
Pelo secretario,
Jos Gomos Qanofcos.
viSO
Banco de Pernam-
buco
A corjtar do dia V de Janeiro do 1893
e Banco de Pernambuco abona uros em
coata correcto de rnovimento a razo de
2 '{. ao anno, at segundo aviso.
Rocife 21 de Dezembro de 1892.
W.lam tf. Webster.
Director gerente.
~ coimS
Industria de chapeos
Juros d* obrigagSes
No escriptorio da companbta i roa farquez
de Olinda n 19. paga se o coupon o. 2 dos juros
de sene tituloB de obiigecao c relativo eo semes-
tre U'lo boje.
. Recife, 31 de Dezembro de 1892.
Jos Gomes Gancbes,
Ttasoureiro.
Thesouraria de Fa-
zenda
Juros de apoli.:es
Do ordem do Illm. Sr. Dr. ioopector
i esta Thesouraria, se taz publico que,
neata repartico p3ga-3e os juros de apo
Uses da divida interna fundada, relativos
ao 2a semestre da 1897, de 10 horas as 2
da tarde.
Theaouraria de Fasenda do Estado de
Pernambuco, 2 de Jinciro de 1893.
O e8crivae,
JoSo Gongalves dos Santos Jnior.
Nufragos do vapor
t Solimes
Convido aos p.-.rentfij dos nanfr.pos Emiliano
Ferreira a Cosa, Joo Baptisla dos Santos e
Henrlq e ta Silva, a viram a eeta capitana fe
entender com oSr. contra-ilmirante cspitSo de
porto, a cegocio de seus interes^es.
Capilania do Porto de Pernambuco, S6 Jo De*
zemiro Ce 1895.
O secretario in'erino,
M- Jos de Castro V.
Estrada de Ferro Ceiitral
de Pernambuco
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. director enge-
nheire-chefe, se fas publico que no dia
7 do correte mez, ao nieio dia, rece-
ben:-se propostas na secretaria desta es-
trada para o fornecimento de 390 dor-
meotes, cob as seguintes condr,5es :
Oa dormertes aero descriminados, con-
forme as suas .dimeo&ods e quantid-des,
pela maneira seguinte :
90 dormentes de 2mX C,-18X0,m18.
100 ditos de l^ibX 0,ra22>j 0,22.
100 ditos de 3,mX0m20X0,"20
100 ditoa da l,m5X 0,ra30X 0,m30.
II
Os dormentes derero ser pereitamen
te rectos serrados ou lavradis a macha-
do, saos, de quinas vivas e isectos de
branca e de quaesquer outroa defeitos.
III
S serao acceitas as seguiutes madei-
ras : aroeira, pao d'arco, oiticica, angico
vormelho, massarainduba, baran?, co-
ray5o de negro, jatob, pao ferro, sucu
pira e pao brul.
IV
Os dormentes devero ser entregues
cm qualquer poato da linba em trafego.
V
Os proponentes deverao apresentar
su3s propostas, devidamente selladas e
fechadas depositando na tueaouraria desta
estrada urna caujSo previa de IOO0JOO,
revertendo em beneficio .'a mesma estra-
da, cato acceita a proposta, n2o vier c
pToponente asaigear o respectivo con*
tracto dentro do prazo que lhefor de-
signado.
VI
Para garanta ia fiel execucSo do pre-
sente contracto depositar o contractante
nos cofres da estrada 10 (0 do valor do
contracto e da cada pegamento parcial se
desconta: 10 (, do respectivo valor.
Tanto a caucao como as quentias asaim
retidas, e serao levantadas depois de
concluido o forneemeoto, 'descontadas aa
multas impostas pela directora aos con-
tactantes, quando uas mesmas incoire-
rem.
Secretaria da Estrada de Ferro Cen
tral de Pernambuco, 2 de Janeiro de
1893.
O secretario,
Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque.
Companhi i de Tril.os Urbanos do
Recife a Olinda e Bebe ribe
Af-serabla geial
De accordo rom o artigo 16 do Decreto de 17
Janeiro de 1890, acbam-se no eacriptorio da
companbia a diaposicao os Srs. accionistas os
documentos Ce quadros sinpticos a qaa se re
ferem os paragrapbos -,b,c domesrxo ar-
tigo.
Recife 26 de Daz:mbro de 1892.
-jrO gererte.
A. Pemira Simdes.
Arch.\ do
A G.-. do Gr.-
Un.-.
Beuem.'. Loj.-. Cap/. Conciliario, ao va
da ra do Cabub
Ssbs. -. Especial, em 10 do correte
Tendoolll-' Deleg.-. Estraord que se
acba entre nos, decretado nma Sess.*. espeTial
para o dia 10 do correte mez; roavido, em no-
mo da mesma Anat. ., aos membros desta Be
nem.-. Loj.-., a coa:parecerem na sede social,
s 7 horas da tarde do referido da.
Recife, 3 de Janeiro de 1893.-E. V. .
V. Costa 18 .
I 3Seret
onj| anhia
DE
Fiafo e Tecidos d Pernamboco
Sao convidados os senbc res accionistas a fa-
zerem urna entrada de dez por cen'o aob o valor
nominal de euas accoes, at o dia 30 de Janeiro
prximo, qo escriptorio da companbia, ra do
Bom Jess o. 42, 1- andar.
Rec.fe, 30 le Dezembro de 1892.
Jos Joao deAmorim,
Director secretario.
5anta Casa
Casas para alagar
Na secretaria da Santa Casa aiugam-se as se
quintes casas :
dem do Borgos d. 27, idem.
dem do Amonm o. 64, dem.
dem ti Rorgo' n. 1. casa terrea.
.iem di D.\ I?o Mequeltao n. 9, prelio de !
ndar.
Companliia
Exporladora de Alcool e agur-
deme
Terceira chr.rr.ada
Por dehberacao da directora desta companbia
sao conviJauos oa aenbores accionistas areali-
aarem a terceira entrade 03 capital a raSo de
5 0/0 ou 5/000 por a:cao, at 15 de Janeiro pr-
ximo vindonro, das loberas da maohl s 3 da
tarde, na roa nova de Santa Rita n. 57.
Recife, 15 de Dezembro de 1892.
Jos Joaqom da Cosa Maia,
Preside nt.e
WMPAHIA-DDUS-
TRIAL PBBNAMBU-
CANA- .
Sao coevidados os pos-
suidores de debentures da
egunda ser e, a receber-im
no escriptorio a ra do
Commercio n. 6 do dia 9
de Janeiro em diante os
juros do semestre vencido
hoje.
Recife, 31 de Dezembro
de 1892.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GRANDE
PR0JE0T0 DE INSqPJPfjAO
Para a 30.a corrida a realisar-se doningo
15 de Janeiro de 18 i) 3
1* PAREO1893800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo tenham
ganho em distancia superior, pbgmios : 200^000 ao primeiro
405000 ao segundo e 2C0OOO ao terceiro.
. PAREOPKADOPSRNAMBCANO-950 metros. Animaes de Pernam-
buco. premios : 200(5000 ao primeiro, 40r5OO0 ao segundo e 201000
ao terceiro.
S.8 PAREODERBY CLUB-900 metros. Animaes do Peroambuco. premios:
2000000 ao ^primeiro, 4Jf5000.segundo e 203G00 ao terceiro.
4." PAREO -ANIMAQAO1.3 JO metros. Animaes da Pernambuco quo nao
tenham ganho em diaUnoia superior a. 800 me ros em 1892. prb-
mos : 3005000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 30(J000 ao ter-
ceiro, e 30OOO ao jockey vencedor se nao mcorrer em penalidad*
/ PAREO-IMPSENSa PERNAMBOCANA 1.500 metros. handemp-
Animaes de Pernambuco. premios : 4005000 ao primeiro, 805003
ao segundo e 405000 ao torceiro, e 405000 ao jo.key vencedor se
nao incorrer em penalidade.
8. PAREOORDEM850 metros. Animaes do Pernambuco que nao teahaui
gacho de 1 do Abril de 1892 at hoje. premios : 2005000 ao prime-
ro, 40500 ao segundo e 205000 ao terceiro.
f. PAREO -15 DE JANEIitO -800 metros. Animaes de Pernambuco qua
nSo techam gacho primai-'.a e seguados precios noa prados do Roe fe.
premios : 20O$0CO ao primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao ter-
ceiro.
OBSERVARES
De accordo como art. 5o do cdigo de corridas n^o ptdarSo aer inscriptos
no parco 1893 o animal Huguenotto, no pareo DER'JY CLUB os animaes Talicier
Dublia, Ida, Maurity, Maraoguape, Pyrilampo, PlutSo, Pigmeu, Sans-Souui, Tas
pher e Turco 2o, no pareo Ammagao es animaes Colos-.o, Dublia, Maurity, P,mea e
Hoguenotte, no pareo Ordem os animaes Id, Pyrilampo, PlutSo, Pigmeu Mau-
rity.
O animal P.ramn nSo poder aer inscripto em nenhnm dos pareoa.
O peso no pareo Impreusa Pernambucana ser no mximo 02 kilos c mi-
uimo 48 kilos.
Nenhum pareo se realisar sem que pelo menos se insorevam e corram 4
animaes de tres proprietarioe differentes bem como o pa?oo Imprensa Pernambucana
nSo ser considerado realhado sem que pelo menos se isscrevam 5 animaos.
Oa pareos Animacao e Imprecisa Pernambuca, nSo contarSc victoria.
A inacripc&o cncerrar-se-ha teroa-eira 10 do corrate a3 6 horaa da tarde
na secretaria a la do Imperador n- 55, Io andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 4 de Janeiro de 1893.
O SECRETARIO,
isto Suva.
Augm
Por esta repartido se faz publico de ordem
do Dr. questor policial, que pelo subdelegado do
Recife foram rerretlidos a esta repart ao oa ae-
guintea objectoa, que pertenclam a Avelina de
ti, fallecida no hospital Pedio II, victima de fe
meatos; quem se jalear com direito aos refe-
ridos objectos apresente-se reclamando os, me-
diante documentos probats:ios de legitimo do-
minio :
Urna caixa de amar jilo.
Ura e^pelbo.
Un cabide-
Umbabu de madeira.
Qaatro traveasei'os-
Urna caxiuba de flaudres.
Um babu de couro.
Um vesio de merino.
Qoatro ditos de cbita.
Cuas batas de cbita-
Uma dita de madapolao.
Urna saia de cbita.
Dua3 ditas brancas.
Quatro fronbas.
Urna bolsioba de velludo.
Um rodap.
Urna camisa.
Doos lencos.
Um casaco de cbita.
Um dito branco.
Secretaria da Qae3lura Policial, em & de Ja-
neiro de 1893.
O secretario interino,
________J. Manoel da S. Barroso.
Londo & Brazilian
Bank Limited
Aviso
A contar do dia 1 de Janeiro de 1893,
o London & Brazilian Bank, Limited abo-
nar juros em conta corrente de movi-
mento a razSo de 1 qiO ao anno, at se-
gundo aviso.
Recife, 23 de Dezembro de 1892.
W.H. Bitom.
Gerente.
Instituto 19 dt Abril
Ra Vsconde Camaragbe (antiga do
Hospicio) n. 53
TLEPHONE N. 104
As aulas d'etle eetabelecimento de edu-
ca5o, reabrem-se no da 7 de Janeiro
prximo.
CorUu.i a receber alumco3 internes,
semi-internos e externos.
Para informagcJes no estabelecimento.
O director.
L'" Porto Carreiro.
Companhia
Industrial e Commercio de
Estiva
Terceira entrada
Os 8enhoreB acciociatas sao eonridadoa a rea-
Isarem a 3 entrai de 10 O/o sobre o valor no-
minal de euas a cOes at ao ii 10 de Janeiro
prximo.
Recife, 21 de Demnbro de 1892
A. Fernande3,
Director secretario.
Alfandega de Pernambuco
De ordam do Sr. Dr. inspector fa:-se
publiso quo no da 9 da Janeiro futuro, ro-
cebe se proposta em carta fechada para o
fornocimento de livros e de mais hjectoi
nocesoarios ao espediente d&s differentes
sec^Ces desta reparticS. durante o exer-
cicio de 1893,
As propostas deverSo ser acompanhedas
da amostras de todos oa artigos : podende
os propoaentoa procurar saber dos mode-
los para os livros, e quaes 03 objectos
prec:sos.
Outro sim, os Srs. proponent^s goaaro
das preferencias legaes, e ficarSo Fujaitos
s penfca estibelecidas pelas leis iseaea,
qao regem os coctractos.
' secSo da Alfandega de Peror-mbuco,
14 de Deiembro de" 1892.'
O chefe,
M. Antonino di Carvzlho Aranha.
Arsenal de Mari ti ha
De ordem do Sr. contra-almirante Joao
Goncalves Duarte, inapoctor deste arse-
nal e capitio do porto deste Estado, tac,j
publico, para iuteir, cjnhecimento do
quem interessar possa, que em observan-
cia ao dia posto em aviso n. 3090 de 23
de Dezembro uU&. recebe ae propoatia
em cartas fechadas no gabinete do expe -
diente do Sr. inspector, at a 12 horaa
do dia 20 do vigente mez, para oa con-
certos necessarioB na enfermara du ma-
rinha deste Es.ado, servrndo de base a
descripyao dos mesmos concertoa que ae
acha exposta cesta secretaria para o ne-
cesfario examo dos concurrentes.
Secretaria d3 iospC9So do Arsenal de
Marinha de Pernambuco, 3 de Janeiro de
1893.
O secretario,
Antonio da Silva Asevedo.
Companhia Pernam-
bucana de Navega-
Sao.
De ordem da directora, faco scienle aos Srs.
po.suidores de obriac5ea pv ferencues d'csta
companbia que nest data foram sorteadas para
o nm de serem amortisadas, as feguintes :
84 194 223 277 317 467 690
852 867 927 1171 1351 1438 1455
1563 1636 1661 1952 2046 2095 2111
2141 2240 2382 2601 2757 3027 3052
3230 3407 3500 3525 3773 37% 3819
4218 4S6> 4329 4398 4541 5128 5093
5130 5152 5221 5248 53:5 5394 5408
5502 5712 6767 6116 6157 6211 6502
6699 6720 6791 6801 7021 7261 ....
Pelo que convido os possuidores das mesmaj
a aprsenla! as na sede d'esta compacli.a, do
dia 2 de Janeiro vindonro em diaole, para re-
ceborema respectiva importancia, e bem a,sim
os juroc do semestre de Julho a Desembro cor-
rente, certos de que d'esta data em diente cao
vencero ellas.
Outro sim, sao tambem convidados os demaia
possuidores, a contar do mesmo dia a vireceber
03 juros do mesmo semestre.
jO gerente,
____________Antonio Uiysaia de Carvi:\
ecebedoria do Es-
tado
Pda preira
do se a-ischo"
impostoa da dec
de mao mo'ia,
liai ivameate ha'
da Recebedoria do Esta
hore3 eontriMMei o-
O.'o soLre oerpora{0 s
-fe.ra 6 do correle de
praso de 30 das ote s.
concedidos aos seubores con.ribuiates para p
garem seus debites neata accSo infcpecicn'.e
de multa.
! reegs da Recebedoria do E tado, I I i -
neiro de ;89?.
O obele,
H rae o P.-ro.-rrico
Thesouro do Estado
Pemambaco
De o:dem do Illm. Sr. D-. inspcclor i
epartigao, fac; publio. que amana 5 do cor-
rente, serao pagos o vencimentos oi professo-
r8 e empregaos 'oGyranarij Peroambucano,
relativos ao mei de Driembro prximo lindo;
comecando os mesmo3 s 10 horas dj manfcS e
terminando imp'ttenvelmente as 2 da tarie.
Pagadoria doTbescaro do Estado de leniu.
buco, 4 c!e Jintiro de 1893.
Srvin4odec8criv:v
EDamiDcnd-'B de Vasconceirs.
Hippodromo do Campo
Grande
Coavldo es senhores memb-os encarrrpados
da revitao do cdigo de cortilaa de:ta aat<
r.So. aara reuoi em se no dia 9 do m i corres*
te, s 6 hars da tarde, lo t- andir da eaaa na
ra Duque de Casias n..., para drliberar-;e
com urgencia sobre a reforma do citado orgo.
Secct ra do Hippodromo do Campo G-tae,
4 de Janeiro de (893-
0 secretar i' >
Augusto Silva
-_
-" -
;."".*-;... w"
.



6
Diario cte Pernamboco Quinta-feira 5 de Janeiro de 1893
El
AMPHITMTfi
ompanbia de Segaros Mnimos
TERRESTRES
Capital 1 ,00:0.00*
4a RA DO COMMEROIO 48.
Companhia Norli BrHLsh i
Mercantil e In-uraace
Capital subscripto t 3000.000 O- O*
Fundos accumuiados 9.752.443 18 5
BKCEITA ACHUAL
De premios contra
fogo.......i.495,818 6 iC
De premios sobre di-
Vidas..... 992.379 6 i
2~48,197 12" ll4
N. B.A repartir, de fondos accumula
dos sobre segares contra fogc, nao :e res-
ponsabilisa pe. tcjCes fcitas pela i
de seguro sobre idas.
Wson, 8o-b& C, Limited.
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANY LIMITED
M X.Q1&2UCS
Estabelecida em i 803
CAPITAL 1,900.000
(R. 2 1.000:000*0001
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
Contra o fog i
TAXAS BAIXAS
Prompio patcamenla t prejulac
SEM DESCONT
AGENTES
BROIVNS C.
Companljta fo S'SQuto
CQSTBA FOSO
Northern
de Londres e Abcrdeea
f'osico financeira
Capital subscripto > 3.780,00c
Fundos accumuiados 3.0C0,0GC
Yeecta a un al :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidf.s s 208,000
De uros 155,000
Agente em Pemambnco,
Boxuell Willians & C.
Companhia de Segaros
FIDELDADE DE LISBOA
Miguel Jos Alves
N. t-Baa do Bom teauN. t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros e a nica companf
d esta praca que concede aos Srs. segurados isem
p;4o de pagamento de premio em cada actir.c
amo, que equivale ao descont atmual de cercj
de 5 por eeoto em favor dos seanrados
London &. Brasilian Bank
Limited
Ra do Commecio n. 52
8acca por todos ob vapores sobre as :
zas do mesino ba&eo em Portugal^ seni
m Lisboa ra dos Capellistas n. 75.
port*>, rus doa In?leEe.3.
Indemoisadora
Companhia de Seguros
martimos e t^restrfs
Eatabelerlda e, ii IS.-
3* lado financeiroem Sf d; De
zembro de 188.
Capital. 1,000:000^000
Fondo de reserva H0:376|>000
Sinistros pagos 4,779:683^000
RA DO GOMMER 10 N. 44.
SEGUKO
GOITBA FOGj
Royal Insurance Compaa
de Liverpool
CAPITAL. OO.OOO
AGENTES
Fphlman # C.
largo da Companhia n. 6
MARTIMOS
Para o Porto
Lugar port'igue*
COSTA L^BO.
Recebe carga a Irete por j ter Darte engaja
da, para sabir o rmis breve pojsivel; a tratar
coa) Amorim Irmos & C
IS
lloyd s^rasueiro
PORTO DO NORTE
O paquete Alagoas
Commandante o capitUo de fragata Victoi
Delamare
E' esp! rado dos portos d(
nortate o dia 4 de Ja
ner ro segaiodo depoia dt
demora do costume para
Macei. Balita, Espirito Suto c Rio dt
Janeiro
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos
portos do sulat
o dia 8 de Ja
Jneiro segu indo
depoi8 da demo
ra necesearla para
Parahyba, Natal, Cear, Ama- racSo, Ms-
ranhao, Para, Obidos e Manos
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
Jomdandante o capitao de fragata Pedrt
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos
portos do norte
at de Ja
neiro se uinde
depois^da demora indispensavel para
Macei, Babia, Victoria e Rio de Janeiro
Ab encommendas serao recebidas at 1 non
la tarde da da da sabida, no trapiche Barbos;
10 largo d Corpo Santo n ii.
Becebe carga a baldear do Rio de Janelrt
para Santos, Canana, Igu^pe, Paranagu, Ado
Bina, S. Francisco, Itajaby, Santa Catbarina, Ric
Grande lo Sel, lelotase Porto-Alegre.
Para carga, passagens e valoree : tratase coa
os AGENTES.
PORTOS" DO SUL
O vapor nacional
S nieloio
Comronndarje U. Tbompsoo
E' esperado dot
portos da su! at
o da de Ja-
neiro seguindo
depois de peque
na demora para
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sid, Pelo-
tas e Porto Alegre
As encommendas serio recebidas at 1 hora
lo 'arde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
101 tffc i do Corpo Santo n. ii.
Aoo Srs. carregadores pedimos a ana attencii
it*a a clausula 10 dos cenheciraentoa, que :
No caso de baver algn reciamacao contrr. <
companhia, por avaria cu perda, deve ser fefti
por escripto ao agente respectivo do porto
deicarga, dentro de tres dias depois de fin:,
sada.
Nao procedendo esta ,'ormaldade a cerrp?. "
ti a iseuta de toda a reeponsabilidaJe.
Para pasaa^ws, fretes e eacoBBBendai
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneirok C.
SatRua do Ccv
CHARGERS REUNS
Companhia Franeesat
DE
avegaco vapor
jinna quinzenal entre o Havre, Lisboa
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Voisin
E' esperado da Europa at c
dia 6 de Janeiro, segninde
depois da demora necessariz
para a
Bahia, Rio de Janeiro e Sanios
Este vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelo*
vapores desti linhs. qneiram apresentar dentre
ie 6 das, a coctai do da descarga das alvaren
?as qualquer reciamacao conceraente a volumen
^ue porventura tenham seguido para os port-
lo snl, afim de se poderem dar a teajpo as pro
7idencias neessarias.
Expirado o referido prazo a companhia ca
:e respopsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas pas3ageiros
jura os quaes tem eicellentes accomroodac5es
i tratar com o
AGENTE
juguste Labille
9-RA DO C0M\lERCI0-9
ia Real Portngseza
Rei de Portugal
Commandante Augusto Dias Cura
E' esperado de
Lisboa at o dia
ll de Janeiro,
i eguindo depois
da indispensavel
demora pira
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens encommendas e vilo
re3 trata se com os
AGENTES
Per; ira Caroeiro & C.
6RA DO COMMERCIO6
Io andar
O vapor inglez Kate
E' esperado de
New-York at o
dia 16 de Ja-
neiro, segui'-lc
depois da demo-
ra necessaria
ill Mi ll Faci)
m
O vapor Trent
E' esperado da Europa no da
15 de Janeiro seguindo de-
pois da indispensavel demore
para a
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
no8-AyreB
Para carga, passagens encommendas e di
heiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O paquete Tamar
E'esperado dos portos do sul at
o dia ie de Janeiro seguindo
depois da demora necessaris
para a
almas, Lisboa, Vigo e Sou-
thampton
Keduccao nos precos das passagens
Ma idi' volta
t' Lisboa i* classe 20 '30
A 3oathampton Ia ciassfc i 33 I 42
Camarotes reservados para os passageiros d
?rnambuco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-s
.oa; os
AGENTES
imorim Irmo ^ 3 Raa da B-m JeaasN. 8
Companhia Nacional de Salinas
Mossor-Assn
O vapor nacional
Aguamar
Para o Rio de Janeiro
Para tara, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete trata e com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8BA DO COMMERCIO 8
Io andar
Companhia de Paquetes
Brazil Orien-al e Diques
Fluctu antes.
O paquete Ondiaa
Sahir nestes p:ocoa
dias para os porta
do
Rio Grande do Sul, Pelotas e Porto-Ale
gre
recebendo desde ] carga para os mencionados
portos.
Este paquete Iluminado loa elc-
trica e tem ptimas accommoda5es para
pasaageiroa de primoira de classe e ox-
cellente pass-dio.
Para passageiros, carga, encommedas trata-
se com os
AGENTES
Amorim limaos 4* C.
Ra do Bom Jess n. 3
I!ha das
Precisase da um copeiro e de um jarlinei-
ro : a tratar roa do Baro da Victoria n. 2.
Precisa se de um caixeiro com pratica de
taverna, e de um criado para mandados: na ra
de Aguas Verdes d. 11, taverna.
Vende-se
o de osito de secros e molbados roa da Biixa
Verde o. 1 B, Cipunga: a tratar ao mesmo.
Cosinheira
Precisa se na ra to Qoclmae'o o. 57
Flora Pemambneana
FABRICA
Di
Vinbos de mesa e medicinaes,
Beb'dap espumosas,
Licores, cogt.jcs e agurdenles
De ructas, doces, conservas,
Farinhas, etc. etc.
Formulas approvadas pela Junta de
Hygieoe
Sabino, Moura & C.
LIJ.OEIHO
28-RUA DO BEMFICA28
Passagem da Magdalena
I
EILOES
Leilo
Do algolao salvado do incendio do dia 1 de
Janeiro, no arm^zem n. 6 do Caes do Ramos
Sabbado, 7 d^ Janeiro
A's 11 horas
Borsthelmann & C, aulorisados pelos agentes
das CompaDia8 de Segu-os, fazetn leilao por in
tervencao do age te Pinto, do algodo salvado
do incenlio do armazem do Caes do Ramos n. 6,
no dia 1 de Janeiro correte, as 11 horas de sab
bado 7, no referido armazem.
Sabbacio, 7, deve ter lugar o leilo do al-
godo avariado salvado do incei dio do armazem
do Caes do Ramos n. 6.
2 leilo
Tecdo chegado
de Santos pegue
depois da demo
ra que for neces-
saria para o
Porto de Santos
Para carga e encommendas trata-se'com o
AGENTE
Joo Mara de Albnqnerqae
Olivelra
Ra do Commerdo n. 4
1 andar
The United States and Bra
zilM. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado do norte at c
dia i* de Jaaeiro segunde
depois da demora do costuro
__________ i para
Baha, Rio de Janeiro e ftantoi
Para carga, encommendas, e passagens e di-
nheiro a frete trata- e com os AGENTES
f if TS?
De predio, bem local isados
SENDO :
Um sebrado de 2 andares ru de Marcilio
Dias n. 24 (terreno /orei-o)
Urna casa na mesma ra n. 80, (terreno fo-
reiro).
Urna ca?a terree, gane, ra Coronel Suas
suna n. 230 (terreno foreiro).
Terea-feira, iodo correte
A'8 11 horas
No armazem da roa 15 de Novembro, atit'ga do
Imperador
O agente Martins far leilao prla segunda vez
por despacho do Iilm. Sr. Dr. jola substituto da
provedoria, do3 predios cima, parte dos bens
deixados pela fiosda D. Engracia L opoldina Mo-
chado e Silva.
Leilo
De bons predios
SENDO :
Um sobrado de 2 andares e sotao roa Duqo
de Uaxias n. 21, terreno proprio.
Ua casa terrea, gr?nde, c-m frente de azule
jo, agua e gaz, ra do Haspiclo n. 60.
Metade do so Irado de 2 andares, ra Vidal
de Negreiros, esquina da ru de S. Joao n. 86
Terqafeira 10 do corrente
's 11 horas em ponto
No armazem da ra do Imperador c. 39
O agente Martin; far leilao dos bons predios
cima, l.vres e desembarazados de qualquer
onus, podendo os pretendentes examin.l-os des
deja.__________________________________
Importante leilo
em Macei
da
GALERA AMERICANA YORKTOWN
Do casco, mastro, correntes, cabo?, vellas,
ancoras, vergas, botes e outros pertences, assioj
como o resto da carga bordo, que ser vendido
em Macei no dia 5 do corrente, por conta e ris-
co de quem pertencer.
Para informacGes tratar em Macei, com o
agente consular dos Estados-Unidos da America,
ou oeste Estado com o respectivo cnsul.
DEPOSITO PROVISORIO
2 Ra da Iaiperatriz 2
i.* andar
Dssconio van'ajoso
PERNAMBUCO
Emprestimos
Levanta-se emprestimos
de qualquer quantia sob
cat3$ac de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria p. 53, re-
lejoaria.
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
esa
oa
e-a
e
toX
t^-i
O Remedio mais efficaz e
Seguro que se tem descoberlo ale
hoje para expellir as Lombrigos.
caca
ROLQUAYROL FRERS
__ ce
o g 2 6D <
J -9 1.1 cr O o
a ce o CJ
V C3
O 2 T W to ^ . >
^ o u
10 9. r n O OS
3% GO U
t
Amalia Mara Ylclra re Barra
Antoolo Vieira de Barros, s> e i filhos, p.i, ir
m, tia, cuchados, sobriohc- e sogra, aioda
debaixo da imrrersSo do ru e go pe por que
acaban de passar, veem agr ecer de corsco
aos collfgas e amigo? ooe c;. : o-amtne con*
duziram soa morada darradi ha os restos cor
taes de sua sempre chorada e o-a, d Si, cora,
mohada, eobnnha, irm5, tia e ii na, Amalia Ma-
ra Vieira de Barros; as;.m ce o ptr.horadMi-
mos nao podem e.-quecer a; o ru ras deliradas
e os disvellos qoe diepeosoo pa d belUf a ti-
uaz enferm.dade que a levou ai Ion :1o o illui-
Irado cIqicj major D Jo de Mr. na 'luro,
estendendo a oa gratidj ssae:....s pessoas
que os acompaoharam ros mais dtlorcsos tra-
ses que atravassararc, rogando 1 > tloaa a ca-
ridad de assistirem as mifsas que : o atSM da
fallecida suj rtz.das oa eapela pe s 7 1/2 h, -as dj manh oo di.-. 7 d" Ja iei;o,
steimo do sea prematuio trespasso contessan-
do pe anda uroa v z piornamente acradec doa*
AVISOS DIVERSOS
Vendem-se duaa porcas de raca inglesa e
al i uns porcos tilhos das mesmas ; a tratar na
ra da Madre de Deus n. 10.
Vende se urna taverna bastante afregula-
da, em um bom ponto, a ra dos Guararapes n.
49 A, a razo por que se vende se dir ao com-
prador________________________________
Precisa-se de urna criada para urna pessoa
sosinba, que seja de idade ; na ra estrella do
Rosario n. 22, segundo andar.
Aluga-se urna boa cisa caiada e pintada de
novo, muito fresca, com agua, gaz emuitos com-
modos roa do Hospital Pedro 2- ; a tratar all
com J, M. Res, das 8 s l da manh
Precisa se de um cosinh^iro para casa de
pouca familia, e para outros servidos de limpe-
sa ; a tratar na roa da Caiteia n 5 .
A padaria ao Pombal moe milbo para ca
vallo do Prado a 30 rs. per kilo.
Dr. Mancel Argollo retirando se tmpora
mente por ioccmmodo de sade, e n) po
dendo despedirse de seus amigos e clientes,
pi de lnes desculpas e rfferece-lbes seus servico-
no Rio de Janeiio.__________________
Aluga se a casa n. 4 n ra do Dr. Jaquim
Naba "o ; a tratar oa taverna do Sr. Antonio Al-
ves PaciK'co, na Capu^ca.
Dr. Manoel Carlos mudou sua residencia e
consultorio para a roa Baro da Victoria n. 61,
1- andar, onde d consultas de 1 3 horas da
t rile, e pode ser c-.amado a qualquer hora para
fra e dentro di cldade.
____________Tekphone341____________
Fortaram do engenbo S. Caetaao do termo
da cidade da Victoria, de 27 para 28 de Dezem-
bro flodo de 1892, um cavallo russo, bom tama
nbo. andador baizo, mstendu urna perna no
mesmo andar, moito novo ou aioda com urna
muda por fazer, cem urna fstula por baixo do
queixo, e foi comprado em Agosto prximo pas-
eado, na cidade da Victoria; pede se a qualquer
pessoa e as autoridades a apprebenco do mes-
mo, gratificando o dono Jos Hermillo Cavalcan-
te Lqe, do mesmo engeabo, ou noRecifeos
Srs Manoel Cruz 4 C ra Mrquez de Olinda
numero 53._____________________________
AMAPreclsa-se de urna cosinheira para cosi-
nhar e outros servidos internos, que d
conht-cimento de su i conducta ; a tratar
ua ra da Aurora, andar terreo. _____
Preena-se de urna ama e criado, com San-
ca ; a tratar na roa 1- ce Marco n-15.
Mr Villa
Ex-prmire de Taris
Vestidos para senhoraa e creancas pelo
ltimos figarinos.
Garante elegancia de corte, perfeicSo 'c
modicidade de pregos.
Ra Barao da Victorta n. 13.
9 ^ndar
Prfra fo f>znt%rte
A Companhia Explora-
dora de Productos Calca-
reos, est pieparada para
fornecer, hombveras, ^olei-
ras, cepos e lagedos decan-
tara pnra e ifica^oes e
calcamentos., bem como pe-
dra britada e alvsnaria em
qualquer quantidade.
Amostras e precos no ar-
mazem da Coicpanhi?
Caes lo i pollo 73
Hotel a venda
Vende se o hotel Lisbonense ra de Sanio
Amaro n. 40, com todos os utensilios ; trata se
no escriptorio Commerciai a roa Duque de Ca-
xias n. 72_____________________________
Sitio Ilha do A$ude
Vndese este importante sitio qne
abraDge toda Ilha ntreos engenhos S.
JoSo e S. Cosme Curado, a meia legua
distsnte da Varzea, com boa casa de ti
jlo, muitas fructeiras e bom acude.
Trata-se no ESORIPTORIO COM
MERCIAL, ra Duque de Caxifls n. 72.
L osmheiro
PreciP. se de u' b^ra cosinh:-i'o ; c tratar na
roa doComroercio n. 4i. esc.-ip'orio.__________
Sabo russo
Aprovado pe^a Exma. junta de bygient
publica d Capital Federal
MOSQUITOS -Exitara s?r mordido friccionan
do ames de dear se.
PAR v CASPA e ooirss molestjp.8 de cabeca.
PARA BANUOSUrna frieco geral sotes d
entra' na banheira, on a quarta parte de um vi
dro dentro do banho, refrigeran e que tonifica
o fystema nervoso e conforta como por incanti/.
tncontrz se a venda na pnarmacu G. Mrtir"
& C, ra Doq'ie de Caxias n. 88.
f
abrfca taris
DE
Baro fa Yidmh b, fv-
Loja de quadros
Madame Gerard ste.i aos seus Bw3
ossimes fregueses, qu? receben de Par
;m grande e Tariade sormento da pelli
jas de chevreaus, de pnmeira cualidad'
-iea csator etc., ets.
Casa em Apipucos
Aluga 83 a excellen'e casa n. 6, no largo de
Apipucos ; a tratar no mesmo qu.-.rteiiSo, na
casa n. 12.
Caixeiro
Precisa-se de um mnioo de 12 14 annos,
que 'enha prati:a de taverna ; na ra da Palma
numero 4.
Aviso
Sala para escriptorio
Aluga-se urna a ra Duque de Caxias
a tratar no ESCRIPTORIO COMMER-
CIAL a mesma ra u. 72.
Vaccs tourinas
Vendem-se qualro va,.ai tourinas e da trra,
paridas de novo, garrotas e garrotes ; para ver
e tratar I roa de Fernandez VHra n. 7.
Professora
Urna noca titulada pela Escola Normal,
cfferece se para leccionar em casas parti-
culares, dentro da cidade oa em alguns
arrabaldes ; quem precisar deixe carta
nesta typograpbia com as iniciaesL. E
Boa cosinheira
Dorme onde quizer
Preclsa-se de urna boa cosinheira ; na loja de
msicas ra Nova o.l 3.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratsa de mo
Ibados : a tratar na ra de S. Jorge d. 92.
Tendo-se nerdido a cauco n. 322, pertencen
te a relojoaria Vernet, faco publico para se tirar
tma segunia via;_______________________
Sciencias e artes
Instrumentos proprios para engenharia, photo-
grapbia, ourivcsarla e r'lojoana. Cculos, bino
colose peocinez. Chapas eeccas para photogra
pbia iaglea^ e francezas, dos fabricantes Wrat-
ten e Man> klioven's.
Ra larga do Rosario ns. 9 e 11, pateo do Pa
raiso.
Costureiras
A' ra
reiras.
do Pires n. 17, precisa-se de costu-
Cairos e bois
c. i>iiV> loaqinm Asripia Par-
lado U*M ndoara
G'.-tuvo Liiaseco Furiaiio Ma-
riad i Sa Pereira de Mendrnca, D; Julio 4>a
Furtddode MeniloDCs. Albeno F Mi-n
doea, A"na Furtacio de Mandn utes
I.-m el Gudenc:o Portado aeM <: nj c na
mulher, Antonu Pran toco Fu:ta'o dp Meadon-
ca, sua mulber c li'ho?, A^elai Cu.e.inna
Furtado de lleodOoCa. Geoe-o^a Si sil na Fur
t.do ae MeDdocfia, Mara Fraadi o de
MeodODCa. FianciBCb Mar.a de Ba- s P. r. .o .
filho, coDvidam nos ser.s prente: i otifM para
assisiirem aB miesas que por a ieteiaea-
p-e chorado i-po, ru- hado e l o c ,i;,'o Joa-
quim Agrii.iuo Furaio de kleuio ,. n am
rezar na ma'riz dt San'o Ant'
corenip. 7 1/2 horas da nranht.
no dij 7 do
121 vira lardoso Ayr<-> ic II. I
lauda
Jpaqutm AI^Madea fufares I Bol nda e
eos fi:bos, J-M-. C :irCrdo-' y -. Avi-lia
Candida Ayres de Carvalbo, Ly i .. ndid Car-
dosoAyres. Arthur Croi Aff Loort neo
Justi^uo Hj landa e 8oBra, k\ i. rtoi de
Ca:valho, Heraclto CbrJoso -y L'uronco
Justiniauo Tivares de H/I; n^u ai i ate, envi-
damos seos prente e amigos '.irem
as missas que msnJam rear p< lo boom eter-
no da soa e'.remecida mulhe-, : :V r .S. ora
e conhata, Elvira Cardn Ay e B ..nda.
as malrizesdeOoriCu y i I V.ta
(Recifp), s 7 ora; d.. :or-
rentp. 3*-nnivpr-ario (o pi-u f ill '-n
f
Dr. Ljrurio de Albiiqncrqut'
Kancimenlo
Vicente Ferreita de Albuque- loe Niscimcnto
e seus irmlM convidam aos seas iffl'fOS e pa
rentes para aseistireu^ ao enterro de s u irmao
Dr. Ljcargo de Albuquerque Ratc meato, hoje
s 4 horas da tarde, na c-miterio pahco, onde
ji se acha o c.rpo no deposito.
Nao ha cartas parttcwarea c os convid of
acharo Cu-ros a ai pstelo, na rui d. Impe-
rador._________ ____
t
D.
JoiiPpba Frnnrlca r*e*oa j
Bfpilo i _
O Dr. Au mulh?r e 6lhos convjrtam seus aaraatas e tan
g03 psra ouvirem a : ssa que por alma de soa
prezada ?og-a, mie av D. Jxepha Fr.n
Pc-sjoa dp M^'lo, man Iuti celebra! n g' ja da
nouidm de Olinda s7 5 do corrente mex, stimo di. do cu p-iea-
merto.
i. JoKpha r. iob tAut.-nio Ge alvca Porreira, sua mu
Iberecunh das, mandato celebrar asia-
sas em a> ti' .:;ao d'alma d s a estre-
mosa eogra c mi, D. .rsepha F. Pes-
soa de Mello, s 8 horas da mar.h do
do corrente, nE.5 igrfj m triz da Boa
e S. Pantaleo, povoado d Montero
muito agrid eerio ao que se d gnarem concar
rer a ppbp acto de rp'ig'a e rarjrtailp
dia 7
Viita
Joaquina alarla de Auvtdo
ala
t Al t;ino Narciso Kaia, Manoel Goncalves
Mua, Antonio Gorcalves Maia, Carlos
Go calves L'aa e o commendador Albn:
Jos da Silva, convidam aos sec paren
les e amigos rara ouvirem as missas que man-
dara rezar oa igrp;a matriz de Soto Antonio, s
8 horas da manh der-abba-lo 7 do correte, por
alma da -u.i ?emp-e l^mhrirla m8i irma.
\ma
Vendem se tres carros e cinco bois ; a tratar
na ra do Brum n. 62, padaria.______________
Exposic,-o
urande exponte* o "e relogios de cima de con-
solos, etageres, toilette e para parede. Desper-
tadores. Relogics de ou-o, prata e nikel, para
senboras e homeos. Todos do mais apurado
goeto e bons fabricantes.
Regulador da Marinha, ra larga do Rosario
ns. 9 e 11, defronte da Sania Casa.
iVluga-se
alague! razoavel
Urna ca travessa do Pocinbo n. 19, com 2
cala?, 2 quartos, cosinba, quintal e casioba do
appi reino, aluguel razoavel; na rna de Sahta
Theresa n. 38,
Criado
Precisa se de am calo
ra do Alecrim n. 22.
p- ra compras ; tm
Caixeiro
Precisa se de um cdxeiro com pratica de bal-
elo de padaria ; oa ra do Lima n. 4.
Criado
Precisase de um rapaz para servico domesti-
co : na roa Duque de Caxias n. 91.
Criado
Precisa se de um criado ; ua roa larga do Ro-
cario n. 30._____________________________
Precisa-se
De um criado e de orna engommadeira ;
tratar na roa do Commercio d. 32._______
Patacoes
Compra-se de todas as nacOes ; na ra do Ca
bug n. 9. loja de Augusto do Reg.
Attemjo
Vendem-se doas partes do engenbo Tamoatar
Merim e duas do engenho Coqaeiros, comarca
da Victoria ; a tratar na ra do Imperador n.
14 1 andar.
I'iano
Vende-se um importante piano de cauda, do
grande fabricante A. Blondel; para toformacoes
I ra Ma quez do Herval o. 160, taverna, antiga
da Concordia.
Quem perdeu !...
Em poder do chele do Uafego da Companhia
de Trilhos 0>ba:;03 de Olinda, acha se um alti-
uete ae gravata que foi encontrado em um dos
trens pelo conductor Ekuterio Moiteiro, que
ser entregue so seo d.-no, paga:do a importan-
cia dp an;iuncio._________________________
Aul. mixta particular
A professora Maria Flora Colombier participa
aos pan de suas alumeas e ao publico em geral
que, do dia 9 o corrente, novamente abrir sua
aula estrada de Joo de Barros n. 19, aceitan-
do alumnas como externas oa internas e ensi-
nandoprimeiras ltltras, msica, piano e traba -
Iiios de agulba.
1
Precisa-se de urna boa cosinheira para cara
de moco soltelro. paga se bem ; no armazem do
MrtiDa p.-ica de Maciel Pinbtiro o. 2.
hmt
Precisa 83 denma ama para o r""ico de urna
familia em Bebe-ibe, pagase bem ; a tratar oa
roa da Florentina n. il.
Ama
Preci.*a 8 de orna ami para conhi
co da Lingoeta n. 3.
no bec
hm%
Precisa-se (fe urna ama pa-a csinhar, para
cana de ramilla ; a tratar na praca Maciel Pi-
nbei-o n. 7, 1- andar.
AMA
Para Toembar e mais servico- para "uas pei-
8oa8; a tratar na ra Baro da Victoria n. 4,
fabrica.
Ama
Precisase ie urna r:ma para cosir.har ; na -ua
Baro da Victoria o. lo, segu-do andar
las
P.ecisa-se de dues amas, urna pa'a cosiohar e
ou ira para tratar de doas criaicac. prefere-se
que sejam de m ia idade e qoe <'< aiipsta-lo de
sua conducta, p?ga se b m ; a '.-atar nc Livra-
mento o. 1, -obrado.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de taverna equ3 derla o- de sua conducta .; na
ra Tbom de Souza n 10, Recite.
Cosinheira
Precisase na Varzea de urna boa cosinheira,
com urgencia ; a t atar ua ra 1 de Margo nu-
mero ti.
Aitiga fabrica de Ca
Vende-se diversos utensilios, e machi
nismos, inclusive cerca de meio kilme-
tro de trilhos DacauvilieBa de Lima
do Regu o. 14, Santo Amaro.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de iS 14 annos1
com pratici de molbados ; a tratar na travessa
do Prata n. 10.
i
Ao
om' ercio
Manoei Joaquim Pereira d< R s participa ao
commercio qu<- nesta data ce p-cu aos Srs. Ma-
noel Crrela & C o sea estol lecinuntc d-' mo-
Ihadrs sito ra Paulino C mar n. 1, Itvre e
aesembaracado de qualquer us
Recife 3 de Janeiro de 18$3.
Por Manoel Jocquim rei-. dos Rsis,
__________________b. N. G imsres.
Corso de Janeiro a
Fevereiro
HISTORIA UNIVERSAL E HISTORIA
DO BRZIL
PELO BACHAREL
Thiago da Fonseca
A' tractar do escriptorio do '.Jornal do Reci-
fe, ra do Imperador, das 11 i 1 hora da
tarde.
Casa com bom riti
A'uga-se a casa terrea com 3 qaarto*, S alia
e boa cosinba, defronte da avenida do Malaqala
na estrada do Arrala! n. 3 B ; trata se na ra
de Hortas n. 17.



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Diario de Pernambuco Quinta-feira 5 ie?Janeiro de 1893
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PHEPARACD por
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0 BALSAMO Ais ErTfCAZ

- CUAA9 ADWRAVE1S E lU
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nmio
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Todos aquelles que soffrem
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
Depsitos em todas as principis Pharmaclas
do Braxil.
; r R1: a solitaria
LU -A I U niH CURA CERTA
cm 8 llOIl.ts, com os
3LOSL.03 DE SECRETAN]
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importadores e exportadores
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Grande deposito de tintas, leos, ver
nizes para carruagens, pinceis e artig-os
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Agentes de todos os preparados de ju-
rabeba de Barlholomeu fy C.
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p r e 9 o s s e m competencia
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Cliam d s a qualquer hora da noite
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Digesldss penosas. Doenijas do Estomago.
$TA*fQ dos BANHOSat^^s^^
Baui- ;s, Puchas, Casino, Theatro.
Itytiil t3 Pernambuco; Sulzer et KiicMin; Aag. Liilli

, m BElflM cur
DE
LIDGERWOOD
Com o Torrador
Grtide boi ment de nevidades para a
testa e di.'. de anco.
Um linio tortimento de esparthos fi-
nos e icoderbcs brancos e de cores, ricas
saias bordadas e camisas para Senhoras
carnizas de nseia e seroulas para homens,
parali'.ic s o a rheurnaticoa s no TOR
RADOF. qua tem novidades ch-garlas
agir, um esplendido s rtimento de ca-
chemiras ricamente listradas de seda ce
toda? as cores com um metro de largura
fazenda de muito gosto que nu.no veio
ao Brazil, um variado sortimento de sedas
de todas as cores a 1)5500, 2)5000 e
2)52'0 o corado, GorgnrSo lavrado de
todas as cores para vestidos a 2(5000 o
covado.
Cortes a 18^000 finos, precos sem
competencia .6 no TORRRADO.
Etamin^B com bollas e listras arrenda-
das de corea e brancas, martilhas de
seda prttaa e de corea e tamanhos, me-
rinos de cortfl cem bollas, oasacos de
ersjy a 8)5000 um, rendas hespanholas,
bordados c ventarollas, vestuarios para
raer icos Barajo.
Lindos t dos de pbantasias.
A Satina -ovidade chegada nos ltimos
vapores, que se as senhoras querem f.
Bendas baratas queiram fazer o favor
de ir
Ao Torrador
4 3-RA DUQUE DE CAXIAS4
que s venc', ae pode acreditar.
Lima Couticho & C.
M x das brasileiras
Compra-se de 600 rs., i ,.000, S000 no cent*
da moeds nu ra do Cabog n. 9, loja da Ao
gps'o do Re.?o._____________________________
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DO CKUSTOE
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A Ve.dadeira Maravilha do Sec >
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>rlr. lnspcc:oin tfral de Hygieno la
Impeli da Bruzi".
A MaTvllhaCurt>tiR remedio mompu.
jarn a: PLsaduras. Machucaduras. Con idiira, ou J-acerac/.w. Aluvla a dot
tstj faz parar a !uflammas-a(MTdu>
no descoramenlo. e fa-aarar a rcridr-
A Mi;i-.vli,a l'nrollTa alllvlo prompto i
.un ri, i .a i-jra yuelaiaduras. tocaldaduraa, i
(uclmauura ao &olf e superior a qualiiuor outn
A Mnrnrllhn rn-.lva Impagavcl par.
odasasH.-' i ;a -i-) Nariz.. jastieuUVM
dos 1 i rrhcMMOg
Al:., i m seiupreo nunca faina.
t .lur.-ivlilni 'armlTBeumalllvloprompti
Kle ourld-A da face. Invnaob.
Pace e Novralgia.
A ::>, I "a CurntWn orcrarao prormc
: Dores rl-.i iiiiiailcas.AltiJiio.DCr
i ou Pernaa,
A Mft.i-.Mlin. Cnrallvato_Brande rerpeilk.
::. Anplnn. AiiiyK>u>luicbadaso
.oguro, scmpie efflcas.
A lt vilh Cornllva f fle amito Talo
.: ;irr<-., a lA-ucorrlH-a ou te
aSmSSOBtum.
lir. ( ni'niivn

Bt.
j, ihronKa.
'*& Cavauartcas, para roreedurns. Km
^aduxaFc 1 Coladuras. oBt 1.5a, Lacerav
:^e:iridades do Dr. SanrptoyB.
di E^pecflco,
-ucnento MnraTUlioaa
Reliadlos SypuilUicow,
Resnodi-js Veterinario.
Di. BaBpbren MI p^naSBobreat
,'ural-asso cUrratte. peo
tooaa
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. NICOS AGENTE8
Psrft TcIa *m groase em **<
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faria Sokruho k L
Machinas a vaper
Portateis e fixas)
lavadores
Oespolpadorea
Oescascadores
Ventiladores
Alambiques
Rodas d'agua
Turbina
Engenho de Sem
Moendas de Canna
Moinho3 de Fub
Debulhadorea
Separadores
Bruidores, Conductores, Catadores, -vaporador',B a vapo*
ie triple eflfcito, Vacutos, e todos os machinismos per'.e- .es ao fabrico
caldeira Multitubular para queimar bagaco ou casca caf. Prensas Hydraulicas e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydraalicos para levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha o engenho complete
para beneficiar arroz.
Correias de sola e de borracha de qualidade superior, Oleo especial para
i-achinas, Pertences ou pegas avalsas para as machinas.
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134 e 136 -Ra da Saude134 e 136
Lidgerwood Mfg O. Limited
PEITORAL dk GEBEJ-
Do Dr. Ayer.
A emfermid.ideg mal dolorosae da armr-
t do* pulraSes, ordlnarij.ili.nl.. descnvlveni *
tende^porprincipio baM-f peBiiaii,c>ilcreH lita
iy, nio sao diflioli. de curar se prouplamentc "
i ""2, reme dos 8M Toases dio reciprocament.-' o n-
de LarlnRltls, Anthiua, r.r.uchitls.
cao Pulmonar r Tioica.
Todat :is ttmO, m t. g c-i iHaae d.vo.,,
Peitoral de Cereja do Di. Aye?
rm casa para o Mar em cao de necessldad-
A perda de um da, pdc em mullos ;a- -
aecarretv serlas conwqncndas. Por ta.
adere perder 1,-nipo pr.-cln.-o, experimcnt-Ac-
remedio*_ de effieaeia duvidosa, emquanto qt,
a enf.rmidade se apodera do systemac se arrale
profundamente, enlflo qne se neoesslta tomt>
5fejn?te, o remedio mais certo e actlTen;
eueflelf, e este remedio sein duvlds Jtrann
jnaiTuu^. db Oreja Db. Aikr.
PEEPABAI>0 PELO
DR. J. C. AYER & CA
Koweit, Mass., Kst.-iTr.i.)..-.
nmzoerro gkrx
Ti iumpbo em revolojo
Luiz M. Ribeiro GuimarSes, successor
de Albeiro, Fcroandes & C, convida aos
- zen armazem de molbt 'os, o qual acaba
de passar por urna completa reforma e
acha-sc sortido Jos melbores gneros de
primeira qualidade, tanto caciomes como
eetranpeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de P-sto, Porto, Figueira, Col
ar-s, Mo'ngSo etc.
Lcdrea, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteig's, queijes e outro
artigos do seu commercio.
E' tambem especialita em cha.
Ra da Imperatiz n. 42
o o
o es
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4m
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-a su
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a s
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sil
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ce
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to
s

ce
3
k
7S

es
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumguba para fabrico
Je as su car no armazem da
ra do Duque d? Caxias
a. 6.
S1BAO CURATIVO BE MSUTE
Tumores, cravo, pelle vermelha, aspara e oleosa impidido ou curado
por o mais grande de todos os a formse* dores da pelle. o Sabao Curativo de
Reuter. Produza a pelle formosa, branca e clara e mos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabSo para a p- He bem como do toucador, do banho e do qnarto das criaagas.
CAL'TEIiA. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
ijistrada de Barclay & Co, Ner-York.________ _____________________
MEDICINAL
TPABi
TCILSTS
A?aa nova e
flor
Para acabar vende-se a
160 reis o kilo, a ti atar
no Largo do Corpo Santo
d. 23, primeiro andar.
XAROPE
RETER Ti. 2
Como remedio da Estaco Calmosa, Pnriticador dosangne, diurtico,
i aperiente, nenhum outro apellidado depurativo ou satsaparrilba se appro-
eima seqner aoXarope de Reoter n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
ies em um s remedio, operando a tus tempo sobre os orgaos digestivos, o
dengue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutrasa xpulsa pelos c.naes intestipaes, rins e
poros da pelle, os germeos nocivos, o.ue flutnam no eaogne, na urina e na
iran8piraco
O HKLHOB
PURIFICADOB
PARA O
SAMStm
PEQUERAS PlftiffFv^S B RETEE
Figado entorpecido cura-se positivamente com e. 'a b pillas. Ellas
ao um remedio purgativo livre de peripo para o bomem ciis fraco, tao bem I
como bastante activo para o bomem mais iorte, e nao constipa;;: depois; pas
iegao gera1 agrada a todos que as U3am. to a3 : ilutas estandarts da 'C-
asio medica dos Estados-Unidos. Sao as menorc e mais facis a to BIT;
Quarentaem a
PARA
fkU
TRICOFERO ^E B RRT
ma preparacSoelegante, extremamente per'
carezas do crneo, preservativo contra calvicie e<;
lo crescer espesso, brando e bernoso Infellive r
da pelle, glaadulas e msculos, e cura rapidame.
eridas, tercedoras, etc.
CAUTELA.NSo genuino sem cada frarec ter a marca registrada |
)i relay jada, remove todas as im
lio cinzeuio; faz o cabe!-1
; curar erup5e3, doeocaB
'uras, quemaduras,
?ABA 0
CBELO
APELLE
depositarios DISTES pboddc~ .- A Tmffinh'ft Ra Marques de Olndu n. 23
ADEB FOKTDGDEZi
Ra das Larangeiras n. 4
Para rste j bem g^cido armazem de vinbs '.c^ba de chegar rovas mar-
0F.B de viuhos de mss.-j e MKroscs, como s'j>m :
yinhos da Real Companhia Vincola do
Norte de Fo tugal
CbampagneAlto Dcuro
Real Cognac de Vinho.
Cognac Moscatel.
Vir,ho do Porto
Licores, etc, eto.
Para acabar
Merino pretoi ? largo a 2(5000 o co-
vado.
dem, idem a 1<$500 o covado.
Choviot preto e azul a 3J600 o co-
vado.
Camisas de esmbraia para senbora a
4 000 urna.
Ozfords azul&o cor fina a 4 lOrois o co
vado.
Zephiros de ove-, duas larguras a 400
e 500 reis o covado.
Brins de cores para homema a 700 800
o covado.
Cambraia suissa a 3(50-0 a pega,
SetinB de cores para forro a 240 reis
o covado.
Casemiras de cores .para bomem a
16)5000 u costume.
Ctsemiras preta para bomem a 3f580C
o covado.
Lans de quadros a 500 reis o covado.
Como tambem vende perfumaras do
melhor fabricante Lubin .
LOJA DO POVO
11.....Roa {; de Margo-H
' WOSY
'oyal Blend marca VIADi
Es-e cxcellente Whisky Escoces pre
rivel ao cognac ou agurdente de caer-
re ortifcar o corpo.
v :nde se a rete!ho nos m ores aras-'
i rli moi";,v!oB.
Pode Roya! Blend arca Vlt*S
j nome e emblema sSo regia trados par
do Brasil
BRWNH & C.
Joaquim da 'uva G^rHciro IC-
Maduu-separao
Largo do Corpo Santo
n. 11 1 andar
Sala de dtiaz
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S ^iBAlS
5j de Sanie
fjV du doctenr
"VssJraitcjV,

LICENCIAUOS PEA JPBCIOBIA EBAL DB HT3IRNK DE RIO DB JANEIRO
Aperientes, Estoznachics, Purgativos, Depurativa*
:..J.t:. a l'alta do appetlte, a Obmtneei, a Bnumaaoa, as VerUgWM
as Congestea, etc. Dote ordinaria: /, a 3 graos
Desconfiar das falsificados. Exigir o rotulo junio lmpreaso em franca
00.-0) lettras de 4 cores, sendo c// w iinn w fcs
cada leltra de cor dirterente e OdBUO afl UtO OS rforTfti
Em >.OSZZ, Pnarmacl l^BRO"V, e em tod ;w.-i. -*
r -Zj^
... .. ^

TNICO
ANALPTICO
RECONSTSTUINTE
O Tnico
nais enrgico que devem
em preg-r es Convalescentss,
as psssoss (Josas,
as Uulherss, as Crancas dbil
e as Pessas
fracas de Ccnst:tu:oSo.
O VINHO DE VMLaASS
a calorse, a Tsica, a ; i
Frouxidao gera!, as longas Convale
euldez, dcK
iatal:
Dep:ilo> el PernamJr.iro t

COM aiNA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOieCALl
Compona
com Substancias necessrits
e ndispensaveis na
fvrmafio e no desinolvlm,nto\
da Carne
muscular e dos Systemas
r.er-josas e ojsoso.
-:.' ic a i atora \or-mta, I
bou Oastrltas,a idecrfUca,*
e Las-'
'
J ?,-:.?/.. r.ii a todn a? Pbantacijj e Dr|ariu.
r.
SINAPISMO RI60LL.OT
Esiriamentos Dores Congestdes
ACHA-K KM TODAS A MARMACIAB
EXi-A-SE a ASIGNATURA, cor ENCARNADA, e '
IJ'iElO
Depurativo e Regenerador do Sangue
riTilegiadc iDelc Governo do S. 1JL. 1 Re d Italia
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13X0 P A G: LI A I 0
VBNDE-SE EXCLUSIVAMENTE EM
IVapoles, -4, Gtil**. ts. Marco (Casa propria)
A. CASA DE FLOHEK^A EST SUPPR :UZDA. (1 S r. ERNESTO Pf.L 1*0 pout
todas as receitas escriptas pela prcp /a mlj do 'iefento Profttjor -/KHONYMO PAGZ.IANO, nv to.
Exigir sobro o frasco e a cauca a auxrca de fabrica depotlida ccnforr-.i
KRP.ESTO PAGLIANO.
Depsitos em JVi-raaiiibitoo.- COM?AM3IA de SE.OC.AS o FEOSVCXOB CHir.IXCO*
i todas is /;. .i-.n.
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ehitua, Tisca, Coqueluche, etc.
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XMEO
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PreparacSo alguma c
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ai oficax contra as
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do que os famosas Capsulas uttiv^rmmltn^nf^ recoyniGtutatom pe
Um oaJZaB 'com initruor^tt completas para tratam^nto) cura ccr mente dentro de %-.. .
MSVAMS. UOSS c "'( em LIVERPOOL. KVA.SS, LJE8VHBB Se WKBU, ai LO*.aJ -1**"..
nrroairo^ em topa* ptinriPArs rurwci.s. _________ ____________
DALHA DE HONRA
DIPLOMA DE HONRA]
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desinfectado ocJo AlcatrSo,
tnico 0 Cs/iam.co, o Que muito
tugmerU ss propriedadcM de
fea,
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
I a upIc praparacSo qu permiti
tdmifiiatrar o Ferro em pro-
duzr Priso de Ventre, fiem
Incommodo.
E FERRUGINOSO
o.alct^5
^WEVRB.
*" 'Ara/ Or RECFITAI'O POB TODAS Ai
Cclcoridaics Medica|
d\ nunca t u\ si r*pa
as
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f>/ FFEC50ES ES- -OFLOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, CEBILIOADE,
TSICA pulmonar,
BBONCHITES, RACHITISMO
MPOSITO geral em PiRli
21, ni di Fiik'-IontfflartR, 21 %*i o,,
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Telephoce n. 210

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*


8
Diario de Pernambueo Quinta-feira 5 de Janeiro de 1893

AOS FUMANTE
Uesejaes nao ter azia quando lumaes?
Usae por algam tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qiier picados, qaer desfiados.
caborosc i amo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.'
Depois disso dir-vos-hei se foi oa nao ntil o conselho.
Compre notar que os Hvgienicos sao fraqu'mhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na roa Larga do Rosario n. 21 A.
Usa i tambera o armateos

****
Um apreciador.
FUNDADO Eli 1824
MADIS m DIMES
HAUTE NOUVEAUT
Pf
At que Pnal ac;ba de chegar pelo
Campana rafia linda o attraciva no-
vidade eci u>imoa e brindes para o
Sata-, Anno-Booi e Re
'-Bco'biioa pcssoalmecta doa nossoB sooii s.
Acafates muito chics, cestinhf.s, balaios,
lindos saceos e folies, boleas de setim,
bonitas caizinba, cigarreim, carteiras,
paticr,:eB, tulipea, carretas, cadeiras de
brajo, kiosques, berliodas, mandolinas,
bonets, gorres, cbapeua, tamboril, phos
phoreira3, estojos, gnides de l'enfance, ^
mallas, cestos papaniz, cavallettes, abat-;
jour, t: mborea etc. e'c, sendo tudo
guarnecido dos melhorra
Oonfeitos
alicorados, chocolat candy, {barres, aim
pies, pralines drages, argentera c pas-
tilles auz frnits.
Fina mermelada em ladrilhos, Rainh.-
Claudia, brdas do Natal, figos novos,
paesas finas em mimosas caisinbas, deli-
ciosas tamaraB do Egypto, ameizas apre-
stareis, biscaitc de Reino&, bonito sorti
ment em doces de cald3, bolazinhas fi
L.s e ptimos fructos crystallisados.
Cervejas especiaes eDgarrafadas ezpres-
MBttlte pari. esto vasto armazem.
V&riedece ern eonE?rvas e legumes Al-
iemans.
Especialista? em chas verde e preto.
Viubos, champagnes, cognacs e lico-
res finos de todas as quididades e proco
encas.
Fiambres noves e tudo mais concernen-
te a ama boa dispensa familiar.
Por fim convidamos o respeitavel pu-
blico e 08 domos uiinctos reguezes a^
virem reconhecer a verscid?de do quej
cima allegcmca, ga. vos c prec.es modicoB.
Jos6 Fernandos Liiui &C.
l-RUA BARAO DA VICTORIA-3
Telephone 323
Saias de seda Glac.

Blusas de surah de todas
ore s.
t
Matines da aurah, linons e
cimbrais ricamente guarne-
cidas
*
Cintos largos de seda pars
se chora, alta no vidade.
c
Fscolha monumental em le
ques, vent&rolas de pennaa e
de gazes.
f
Grande variedade
os para creancas.
em
vesti
Novidadea em creps, cache ||
miras com seda e velludo Ras-
10 de todas as cores.
o
Grande variedade em musse
>ine Bande, linons, organdya r
levsntes.
>
Sortimento completo enxc-
vaespara baptisados, vestidinhos
a toucas de seda e sapatinhos.
o
Bonecas finas, ricamente
vestidas, e que tallem.
<*
Faixas para homem.
>
Grande Bortimento de pende
ques e enfeites para gaarne
cer vestidos.
>
Sedas brancas, pretaa e de
cores, capellas fiuas de cera e
pellica para noivas.

Colxas de seda e de renda,
cortinados de fil de phanta
ata.
ct
Ricas capas de aeda e ca
j'ieirira pretaa, guarnecidas de
enda e vidrilhos de todos o:
tamanhos.
t
Completo so:timento de fa
zendas para luto._______
CamisBB de aurah para de
aoite e de dia de todas as eo
es de linho e saias bordadas.
i*
Camisas brdalas e peitilhos
de phantasia para homem.
a
Nova remesas de guarda pos
ie seda Aida e sed i pa
Iba.
ct
Costumes de Jersey, casemi-
asebrins para meninos de 2 a
10 annes.
AU PARVDISDESDAMES
Raa BarSo da Victoria c. 83
vado.
t na ra do Crespo n. 21
LOJA DO CAMPOS
Fazendas baratissimas, isto para acabar
Sargelim de cores tambem preto e branco a 320 o covade.
Pegas de Mosiuline da India com 12 jardas por 8(5000 a pega.
Brim pardo liso para casacoe e vestidos de 400, 500 e 600 o covedo.
Flancllas de cores lisas, listas e flores de 500 e 600 o cevado.
Voiles de algodSo com ramagem a 280 o covado.
Chitas americanas petipu 400 rs. o covado
Etamines de cores com ramagens a 500 o covado.
Bramante de algodao 4 larguras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largura a 1600 o metro.
Sortimento completo em chitas brancas, MadapolSo amoric.no lavado ce 10(5 e 11* a pego, com 24 jnrdss
Chitas finas meio lucto a 300 o covado.
Organdi de cores a 520 o covado.
Linn liso todas as core3 a 500 o covado.
Setineta lisa preta branca e de cores a 600 o covado.
Merinos de cores por metade do sea prego.
Tudo isto para acabar


38Ra Sarao da Victoria38
TELEPHONE N, 59
Loja de
C
erveja ri
INSlNBE
ilsen
Luis M. Ribeiro GuiuarSef!, succeasor
de Alheo, Fernandea & C*, como nico
importador, acaba de rjceber esta bem
c&nhecida cerveja atteatada como a maja
pura, bygienica e ao mesmo tempo a mais
peitoral ae todas as cervejas fabricadas
na Allemanha e como tal recommendada
pelas sumidades medicas nos principaes
pases da Europa, India e Australia.
Ra da Imperatriz 42
Telephone 475
Cimento
Ferreira SoimsrSes & C. vendem bara'o para
?ntrogar no caes ; raa Duque de Casias n. 8
Libras sterlinas
Vesde-se naloja d? joiaa de Augusto doRego
& C. roa do Caboe n. P.
DELAEABRIGA1
<*._______.
UBREDE
kerosene lnexplosi /el
Fod8$a Ittsm
p sliBl!
Recebemos grande sortimento de obras
u; vimos, umu sejam '.
Cestos de diversos tamanhos propria
para campras.
ROUPEIROS.
PAPELEIR03.
LINDAS CADEIRAS.
Boa Estrella do gs?ho n. 9
Pc^as Me n des i< \'.
Vinho Maduro
Proprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tem vindo
a este mercado.
S neste estabelecimento se encontra.
FOLHETIM
66
10 L 9
Focas Mendes dbC
SEMENTBS NOVAS
Hortaliza s e Flores
Roa Eslreita do Rosario n. 9
Pocas Mendes A C.
Taverna
Vende-Ee a taverna sita praca Maciel Pintiei
o n. 6 ; a tratar na mesma.

JULIO MARY
AMOR J ODO
TERCEIRA PARTE
CASAMENTO DE JENNY
XI
O BAILE DE MASCARAS
CContinuaq3o)
Romano teve um gesto de ironia insu'-
tuosa...
Pode perderse... a menor impru-
dencia. ..
Que me importa !
O que quer ?
O ipio fallar-lhe.
hacjlhe m occasiac, Mais tarde,
depois do baile.
NSo... quero j.
Parece qae ordena ?
Tooho ease direio e rogo-lhe que
nao hesite mais tempo, porque peroo o
? a mim tam'u.-m s com ama palavra.
Intensa raiva apertava-lhe as palavras
na, garganta.
E suas maos tremiam nervosamente con-
vulsas.
Bertignollea nSo se atreven o resisten-
cia, vendo-o to exaltado. Delle todo era
de temer naquelle momento.
Romano nSo soltara-lhe o brayo.
Arrastava-o para a saleta.
Esta estava outra vea deserta.
Romano Goox designou o maaaioo de
fljres e plantas exticas que oceultavam a
porta do corredor.
Ainda ha pouco, disse elle, quando
trouxe para aqu a sua filha Jenny ouvi
tudo... e instantes depois, quando o Sr.
Lourenco de Soulaimes veio ter com ella,
eu ainda etava alli ; e nSo perd nada do
que se passoo.
Bertignolles mostrou se um pouco atra-
palhado.
Mas logo franzindo as sobraneelhas :
Romano, empreguei-o s veses para
espiona.' os outros, mas nao quero que
espreite a mim... Deixar amanha o pa-
l o'io e nunca mais nelle para os ps...
Pois bem 1 disse Romano, mas an-
tes quero que o senhor faja o seguinte...
O senhor enganou me indignamente...
Vou vDgar-me... Quero que neste mes-
mo instante v ter com o Sr. Lourenco
< de Soulaimes para diser-lhs que sen ca-
aamento com Jenny tornou-se impoaai-
val...
Est lonco !
Quero SenSo...
Senao ?
Irei procurar Jenny e diaer-lhe que
ease casamento foi arranjado por meio de
planos infames. Qae Lourengo de al-
gum medo e para salvar a honra do ir-
maecuja ruina obra auatoreado a
casar, ae bem que ame outra... com
quem, aem duvida engaar Jeuny no dia
aeguinte ao cuamento I... Que ae en
aou criminoso, aatellionatario, ladrSo e as-
sassino, s o tai para obedecer a sea pai...
E porque seu pai, tendo adivinhado o
meo amor, abusava dosse amor para tor
nar-ne cumplioe dos seus planos, o asso-
oiado do sen odio... Emfim, dir-lhehei,
a Jenny, que amo-a... que amo-a a mor-
rer por ella com alegria desde que para
nlo privar-nie da sua preaenca, para
nSo ser privado de vela e ouvil-a nao
beaitei em ron bar, em matar I... Si ti
Gapas, jersey s e visitas
Gostya icteiramonte novos acaba de re
jsber
3L.aXJ"VDa3S
TEdDOSi)! PHAN-
TASIA
3cpao imposaivel de se deicrever i
;ra..'o variedade de tecidoa de diversa:
[uaiidades proprios para a esia^So actual
oga-ae ao publico em geral e principal
lente a Exmaa. famihaa a finesa de vi
itarem o
LODT1E
la ].* de Mar$o n. 20
Francisco (nrge! i IriG
TELEPHONE N. 158
Esteiras da india
Branca e de fantasa de novos desenboo
iara forros de soalho, completo sortimente
xo LOVRE
Francisco Ra 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Sedas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSeB e para grande esoolha_
lando despachadas oestes ltimos dias.
LOUVKE
jbjectos de gosto para
presentes
9a neste artigo grande escolha no
LOUVRE
cortes de ljinho, seda
e algodao
Ricamente enfeitadoa, tem recebida ni-
amente o
LOUVRE
Grinaldas, lepes e chapeos
de sol
De phantasias acabam de chegar para o
LOUYRE
afinal desabafarei.... Dir-lbe-hei que
amo-a e que nSo podendo poaauil-a a
menoB nSo quero que Be ja de outro.
Diria9 is80 !
Jurc-o !
Miceravel !
Romano Gonz rio-.- ?.
Obedeca por z a vea... Ji mandn
por muito tempo 1
Mas Bertignolles por um ica ante des-
norteado, recuperava o sangue-fno.
Sr. Romano, o senhor nSo exenta-
r as suas ameagai.
Se dentro do cinco minutos n&o pe-
dir ao Sr. conde de Soulaimes .a restitui-
do de sua palavra, vou ter com Jenny.
NSo se atrever 1 Ainda mais, per-
mitir que esa1.' casamento se realiie...
diante de seas olhos.... aem oppor-lbe
obstculos 1
Ah 1 ah I ah I disse Romano rindo
sempre.
Bertignolles aponta para o maaaico de
plantas verdea.
Estava oceulto alli Ainda ba pouce?
NSo lhe diase j ?
E nao perdeu urna das palavras pro-
feridas ?
A ampia mao de Romano foi col locar
se sobre a sua blusa de couro pareceodo,
num doloroso aporto, querer eamagar o
coracSo.
Essas palavras cstSo gravadas aqu
e queimam-me 1
Eu vou repetir-lhe algumas, rotor-
quio Bertignollea.
Romn surpreso nSo respondeu.
Esperava.
Desde qae prestou tanta attencSo,
devia ter ouvido Jenny, mpito commo-
vida, afirmar-me que nao sobre vivara
perda de suas esperanzas : < Porque, mea
pai, disso olla ento, se tu nSo m'o ti-
veise dado, se elle pertenceBse a outra
oue nao eu, toa filha teria morrido, ja
Costumes para creancas
De todas as idades encontra-se grande
ortimento no
_______Louvre______
Chapeos e capotas
ltima3 novidades e Paria recebec o
_________Lonvre_________
laafeiga pva
queris ter em vosBa mesa manteiga n-
aufpeita do acido brico ou de margarina,
usai nicamente da manteiga Bretel Fro*
res, lats encarnados ou verdes, qne pela
sua superior qualida.ie cosita um successo
de 16 sanos, e qu<* sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta acreditada manteiga at-
tinge annualmente a dois milbSes trezen-
tos mil kilos.
Vencic-so em todos armazena de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
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de serigneiro: tractar na roa larga do Rosario
ns. 9 e ii, defronte da Santa Casa.
ro-te... NSo te dizia nada... R. ce a va
assustar-te... NSo quera penalizar-te...
Sim, eBtaria morta, meu pai, me teria
matado
E calou se, de novo assustado, ao pen-
sar que podia tel e perdido, a meiga cri-
8091 que tanto ama va
Romano Qous partilhava esse horror.
Elle ouvira ajuillo, mas na cegueira de
sua paizlo, da sua raiva, no desespero do
sen espirito, nSo pensara mais nisBO.
E vagarosamente passa a mSo pela tes-
ta hmida de suor. A imagem de Jenny
morta, deasa moja que adora como um
inseoaato, nSo ae movendo m&ia com
bocea entreaberta, os olhos para sempre
techados, a imagem desse oadaver ater
ra-o !...
E Bertignolles que percebe, tnampe
mais urna vez.
Hoje, Jenny fol's e nSo pensa
mais em morrer. Ao contrario, a vida
ev- -se diante d'ella, deslumbrante e ebeia
do promeaaa8 venturoaaa... Compete-
TIEQ. JUST.
Lasa de commisses e repre-
sentaces
18-fa 99 38I-
EXPOSIQAO
DE DI COMPLETO SORTIMENTO DE
AXWiaST3RA.S
i3ES3eistx3cas
de innumeras fabricas de todos os pnizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercadorias, machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor de-
Qectante conhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA
Dr. H. Rirdet.
82Ru do Bm JESS88
e. K mano, destruir essas esparanyas e
quizer.,
, E tudo
se
de facto pode destruil-as, ae
bastara proferir urna palavra.
isio bruscamente se desmoronara..
Urna palavra, sim 1 dase elle con
voz surda.
__ Mas lembre-se que essa palavra,
a pronunciar, matar Jenny com tanta se-
guranca como se -". apunbalasBe..
Romano cerra va os punhos, n'um ac-
cesso de r; iva inezprimivel.
Sentase (inda essravo 1 Seu amor
acorrentiva-o.
Esia palavra que matara Jnny elle a
proferira ?
Oasara ferir assim a adoraval crianga,
innocente de todas essas intrigas infames,
das astucias e dos crimes paternos ?
Nlo, nSo, senta se fraco s em pensar
niO.
E Bertignolles sor ra.
Nesse momento a saleta foi invadida.
Romano puaera de novo a mascara.
NSo receiava Bar conhecido. Mas nao ia
embora e o proprio Bertignolles conserva-
va-se unto do secretario, querendo certi-
ficar-se que elle nSo tentara nada contra
Jenny.
Via-o perplexe.
Resolveu empregar a conciliajao.
Romano, de que serve a sua raiva
e bsus planos ? disse em voz baixapor
que alguns mascaras passavam e tornavam
e tornavam a passar por ellesPor que
nao continuaremos amigos ?... Pois a
a'nossa afieicSo nSo commum e intensa :
Jenny, e desde que adoramos essa crea-
tura, em vez de sermor* inimigos, por que,
ao contrario, nSo uniremos os nossos pen-
samentos. nossas forjas, nossa inteligen-
cia, para levantar os obstculos que possam
embaracar a sua felicidadepara trnala
feliz?...
Eu, sea amigo, nao, nSo, nunca 1
Pois soja... inimigo, j que desoja
assim... Ao menos atire se s a mim, se
deseja vingar-se... NSo castigue Jenny
que e innocente. que seria victima...
e nSo podara defender se...
Ah ezclamou Romano, castigal-o na
sua filha... sjria nma enorme vinganga !
Para ella urna questao de vida ou
de mor te.
Pouco a poueo tinham alteado a voz sem
perceberem.
A ezoitaoSo de ambos era tao grande
que durante um segundo esqueceram qae
j nSo estavam sos e quejpudiam ouvil os.
Ora nesse mesmo instante parava junto
delles um mascara com urna linda vesti-
menta de toureador, muito estadada e
correcta.
Era aa homem A. t,tura rag 1 r, mas
de hom. largoa, oonsttaicSo solida,
com tenauuoia a obesiu^de.
Caminhava com garbo, com as m&as as
ilbargas, ezaminando tudo aem parecer
prestar attencSo a cousa alguma.
Phsbou rente por Bertignollea e o cow-
boy.
O vestuario de Romano Gouz era to
pitoresco e este vestia-o, na sua estructu-
ra de colcBso, de modo tao garbos., que
o tourador ezaminou-o um instante
Qae rapagSo 1 murmurou, e se nSo
domador de cavallos, tem com certeza
todos os requesitos pbysioos do emprego.
E ia adianto quando deteve-se brus s-
mente.
E' que justamente nesse mesmo instan-
te, em vos alti, o cowboy replica va aa pa-
lavras de Bertignolles : cPara ella ama
questSo de vida ou de morte.
Romano dizia :
Sa ella morrer, ao menos n'.o per-
tencer a ninguem. E quem saba ae eu
nSo preferirei vel-a morta !
E vagarosamente afastou-se,
Bertignolles interdicto ficou irmcvel.
E por detraz delle o toureador paresia
muito agitado; olbava ora para Bertignol-
les, ora para o cowboy, que j desappare-
ca na moltidSo no eztremo do pnmeirc
salSo.
O toureador murmurava :
Essa voz, esse sotaque ... esse
perte.. .cabellos ruiuoa cortados rente...
conhecn todo aquillo... O sotaque ingles
principalmente, tSo pouco pr: nunoiado e
no entanto tSo fcil do reconhecer ... tao
particular aaqueila bocea.. Ser Lzaro
Beermann ?... Ah I preciso tirar a cousa
a 1 i-npo...
E olbando mais urna vez para Bertig-
nollea :
f^wtrta-
i yi. ao /ia'K>, ra buque de Caxus u. k>
r
P
_ i
,m wW '<**..........H*"*"'1' '' "*


Full Text
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