Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18253


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Full Text
l*-3**V*-*- \ '

LXIX
DOMINGO l.DJS JANEIRO.DE. 1893
fM*m'
SB
*
NMEKO I
ARIO

FARA A'
Por tre;i
Por Ue-j
Por wj
PBOPSIKXMUMe B3K HAKOE& FGEIBOA BE FARA
ITAL E LGAtiES ONDE NAO SE PAGA PORTE
FLHS
zes adiantados.
os vencidos *.
no aliantado .
im dem vencido.
6^000
7|000
241000
28^000
SAO NOSSOS AGEiNTES EXCLUSIVOS DE PUBLJrJAgES NA FRAN-
CA E 1NGLTERUA
V
QiSra Amede, Prlnce & C jesilentes em Paris-
Proyence.
r
-34 rae da
PARA OS LOGARES NDH SE PAGA PORTE
EGMMAS
w
tencmtes ,* Repblica, ca pjrque es'.a seja res- 3. Hauter a craso na disoussio
ooasavel e estiverem eob sua guirda, e bem a3--Je aparar o vo'o?.
imi! PABTICLAS SO DIASIQ
NEIRO, 31 de Dezembro.
tarde.
Appeilaso negoa por a-a-
* do habeas-wpus ao Coa
lou para o Su-
.CIAL
'xecu to
DE DEZEMBRO
o da lei o. 23 de parte referente ao
.0)
11 .'fl?LO I
j ni Capital Federal o
! so* attribaigOes deter-
ja Ccnti oigo.
cal do Tribunal de Cantas
caco membros, o presidente e
vOra voto deliberativo, nm dos
0 Ministerio Publico,
'smo Tribunal baver:
"
vencimectas dos mem-
do Tribunal tero os
annexa.
(03:
jidento da Repblica, os
03 sub directores, o se-
arios.
atena o carlorarL e sen
do Tribunal, 03 conti-
A com33ao do3 membros
ta a approvacao do Sena
i esta, t perderao o lugar
o lugar de membro do Ti
o Congresso, poder o Pre
p-eeneber a vaga e o no
rcieio ; ficando, perm, a.
ra jpprcv?cao do Senado,
organizado o Tribunal de
o n.
srfl 03 eai|rep;atos de que trata
. 1 tirados deatre es empregados di I
.<.corfex:ercJo dos membros e secreta
Tribunal, que flearo sempre de livre
&i do Pre3latnl9 da Repblica,
i 23. A-diatribai .o dos empregados pela3
J'rectotias 4 da competencia do Presidente
Tribunal, alten i. r o .-e sempre a que, em
periodo nao superior a tous annos, metade
Js empregidospaas! a servir em sub-directoria
Ulerate.
ir!. 25, Os empregado do T-ibanal, excepto o
esjdWe e os directores, rer) aucovivei; e
icorraiao,-803 acces J3 promiscuamente com
I deseis empregados do Ministerio da Fazenda
carn i ets-s-paaVro ser tirados para qualqaer
Inamiesc.
5. Nos : elimeoto3 repentinos serao
Fuidov: o presidejie plo director nnis ao-
,; es'a pelo subdire-tir mais aotigo, e 03
dirac:ores e o secretario pelo Io e3criptura-
fe qaeTLr designado p -. o pr sidetite.
N \impz'.:<' is prclDgado3 s.To Ub3ti-
0 rtes^enia-pel.di'eilor dejig-alo pela Mi
t'ftf, os directores, -. -ub directores e o secre-
tario, petos sub directores e 03 1'" escripiu-arios
~designadosT>elo p^sid'nv.
O director iepresea'.!:n:e do Ministerio Pub.ico
--' ; jtitutdo pelo dirc;or rio Contencioso do
rhescuro Federal -
Art. ?6. Sao appliciveis ao p-esidente, direc-
a e tois empregados do Tribunal, salvo a^
"'tgpofiofiJSJlo art. 20, pa'agkapho aaico e 24,
i'odam; 48P^i"5es coudas as leis or^anican
do lufioufo^obre nomeai-;s, deaiiaeSes. ex
.jclien'..; :a -epri\'-.-, ;. j.-pc &g* emprtgi-
do"3, p gamcQ'.u'di-' .'mii'Etcs, descoatos por
filias. !ceocase,p.p.:3 disciplinares, aposenta-
do! ia c mco'.e p;o-ot.r;g torio cralo pelo decre-
- to De 9i2Ade 31 < Otubo de 1890.
CAFITDLOH
Di iurisdic:, competencia e atiribaifiOes
do Tribunal de Con>a3
j\.rl. 27. Ajoridicgo do Tribunal de Contas
abraog-3 todos 03 resp^nsaveis pr dinbeiros e
vaiores perlencentes Repnblica, anda mesmo
no caso de reeidirem fra dj paiz.
Art. 8. O Tr.bonal de Coataa tem jurisdiccao
propria e privativa sobre as pessoas e as mate-
rias A jaitas saa competencia; funsciona como
T.ibuqal'de Justgi e as suas decis6es defloitl
T3S tltp fofi de 8enten(a_ coa execujao appa-
fcAr^W. Compete ao Tribunal de Contas como
ribanjii de Jusfga Muinistrativo :
|l3exame e reviso das contas mioiste
% f> A tomada das contas dos responsaveispor
dinneiro8 e valorea pertencentes Repblica.
Ark 30. Ao Tribuoal, no que di* respeito ao
esaffie previo e revisao da3 contas minlslenaes,
compete: *
|fc.Exam'mr todos os decretos, ordens e
avisos dos dH^rentes ministerios, ansceptlves
lecrear de^pezas 00 interessar as fiDan(as da
RSTfffblica. .
* Verificar todae as oriens e contas de
jW3 antorisadas pelos diHerentes ministe-
a-rogiatrando ai de recoohecida legalidadc
K) agoKntrans eai exposicao motivada, i.idi-
ara a repartigSo que ordenou a de^pea, a cau-
sa da recosa do registro.
I 3. F.faoiinar mensalmenle, a vista dos Da-
anfp'ear nTsvim: uto de receita e despeza, re-
capita'.-aio c revent annualmente 03 resula-
dOS OS ..3663.
S 4.5 C mierir eases resultados c:m 03 qae he
forem ,.p-e=enti03 prlo govemo, communican
do iodo rm'seb relatorio annaal -
Art. 3irtoippete ao Tribuoal, na tomada de
3ontald*irTeBpon3aveis por dinbeiros e valores
ncnte* Repblica :
"~sr, era nica instancia, as con.as de
JC033, eajpregados e quaesquer
Vei3 qae, singular ou cdlectiV3-
admioi-trado, arrecadado ou
diohe.roi "pblicos cu valores per-
i.o ]
toras'as*i
outro3
mente, ti
despendilo
sim dGs qu', por qual jeer motivo, as ceverem
prestar perante o meem) Ttibonal, sej qual (r
o ministeiio a que pertencerem.
2 Proi ao mioisterio da fazenda a sus-
pen.-o dos responsavels, que nao satisfizerem a
preslasao de contas, ou nao entregaren os 1!-
vros e documentos 1e sua gestj dentro dos
prazos Qxaios as leis e regulrnoslos, ou quan-
do, 1 o bavendo taes prazos, forem intimados
para esse iix.
3.- ProtOr igualmente, nos termos do de-
creto rj. 657 de 5 d Dembro do 18i9, ap-is3
dos responsa^eis que forem remissos ou omissos
em Lz3r as entradas dos dinhelros a seu cargo
nos prazos marcados p. las leis, regnlamentos,
in8truc68 ou quaesquer ontros actos, e a pro-
mover contra eiles e seas fiadores os sequestros
e mais proces:03 civis compatentes ptira segu
ranga e embolso da fazenda federal.
4.a l'D.: multas aos responsaveis que nao
apre;eQtarem a3 congas 00 os livros e do.omec-
. tu3 de sua gesio, nos prazos que Ibes booverem
I si Jo marcado?, qnando nao o tiverem feito n:s
!pres:rip'.os cas lei *, regul-. ment?, icstruces
e ordens em vigor.
3.- Fixar ejulgir. revelia, o debito do3
respousaveis que deixarem de apreseotar as
coniac ou os livros e doumenlos de sua gesta,
por quaesquer outras coalas e documooios que
Ihes fierem ca*ga.
6.a Mandar passer quitado aos tesourei
ros, pagadores recebedoree, almoxarifes e a
quaesquer outres respoasave's quand? correles
em 3u 'S contar; julgar desembaragados 03 va-
lores depositados e extinclas as cauc-js de qual
quer natureza pela quU(5o dos respoosaveis, e
levantar o sequ3Stro quelles que declarar exoae
rados para com a fazenda federal.
7.a Avahar as pro vas'de facto.'deduzidas
por ju3'.iticjcco3 e quaesquer yutro:i 'do:uxea-
tos, da perda ou arrebatamento de dinbeiros e
valores pblicos, por forg maior, que forem
apresentados pelos responsaveis, e vista del -
las, resolver o que id- de justica sobre o abono
da somma ou :'os valores perdido- ou arrebata
doi.
8.a Adve-ti* de faltas as reparl'(533, empre-
la omiesao se nao seguir provavelmeote prejui
zo publico ou particular.
w9.n Reveras contas do3 responsaveis, uo
caso de in'.erposicao de recurso de reviso-
10. Requisitar das autoridades e funeciopa-
ros, que Iba forem subordinados, e ordenar aos
que o fo'em. a remessa de documentos e infor-
maces que tiver por indispensaveis para o ex-
am;: e iulgamento das contas e providenciar no
caso de cao ser satisfeila a requisijao ou or-
dem.
11. Decidir sa sao ou nao aimis3iveis os
embargos, e julgal-cs afinil.
Art 32. Cono fiscal das leis de receita e des
peza oublicas compete ao Tribunal de Conta :
1.- Examinar a3 tabellas de distibo(o de
crdito, todos os decretos, ordeas e avisos dos
difL-rentes ministerios aulorisando despezas e
verificar a sua le.i.alidade.
2.a Examinar, pelos respectivos titulos, se
as conce3s5e3 de aposeniadona. jubilacao ou re
forma da empregados publlcos e bemassimas
do meio sold, monte-p^os e peni5s-^e5io den*
tro das forca3 or(amentaes ou de a'gum crdito
sspecialmea.e eberio ra-a ia! tim.
% 3 Espor c-m um relatorio annaal, airigido
ao min;siro, todas as consideraQOes tendentes a
demonstrar e tornar bem con'iecjdo o estado da
fat--nda publica federal, 33 r;forraas dgquo-poij
sa carear e 03busos e omissOes porveutura
pralicado3 no liel camprimeoto, tantp das leis
do orgamento, como de todas as qo3 d:ssrem
respeito administragao fiscal.
Art. 33. Para desempenho de tae3 altribui6ee
s(r5o r;metiidos ao Tribunal todos 03 elementos
neces3ario8, sera reserva alguma, salvo a lirai-
tacao do 2.a do artigo 3i.
Att. 34. O Tribunal poder tambera, para
exame completo da legalidade de qualquer des-
pesa, terminada por meio de ordem, exigir,
quando o julgar conveniente, a apre3entacaj
do processo que tiver Jiado origem a me3ma
despeza.
O precesso, depois de examinado, se-
r devolvido a repartig&o de contabilidade res-
pectiva.
I 2.a Eicepiuam se desta disposiv^o as des
pesas reservadas e coefideaciaes, as quaes se-
rao submettida? ao Tribunal para examinar se
'orfo eitas dentro dos limites aos crditos con-
signados, sem entrar elle na ap.-ecia(So e sua
procedencia.
Art, 33. Para a Mmrtora dos credito3 extra-
ordinarinarios o gflpplementares ser ouvido
previamente o Tiibunal.
Os decretos abnndo taes crditos Ins Mrto
enviados com es competentes relatnos justifi-
cavj?, -:fi3 de Bill aerem registrados.
Ar. -6. O Ministerio ia Fazecdi fara cora-
muiucaco ao Tribuoal da '.odas as autorisacOes
para emissao de emprestimo3 e levantamento
de fundos, e envlar-lbes na cpia de todos os
documentos ja;t.ficativcs do uso que tiver feito
dessaa auto'isacOes.
Paragrapbo nico. Relativamente s opera
q6m do resgate da divida publica, ser tambera
enviada ao Tribunal a relaeo Jos bancos, casas
bancarias e companhias que as booverem con-
tratado com o Gaverno e um relstono minucio-
so do modopa'.o qoal se baja cumprido o coa-
tracto.
Art. 37. Os garantas de juros e subvences a estradas de
ferro, ergsuh03 ceotraes e navegagao, importa-
Co de immigranteB, auxilios a emprezas de co-i
loaisafo, construeco dedocas deedifki03 p-
blicos e em geral tolos os do compra s venda,
celebrados por qualquer dos Ministerios, seto
submettdo-, apreciaco do Tribunal.
Paragrapbo nico. Exceptuara ec tra con-
tractos para fornecimento de objectoa de expe
diente, compra de gneros alimenticios, com-
busiiveis e materia prima, para o servico tfos
estabelecimento3 e das estradas de ferroe
CAPITULO III
Art. 38. O Tribunal resolve en leseSo por
maioria de vo'03 qoe sero tomados por- prece-
dencia de idade votando por ultimo o Presiden-
te qae tambem ter o voto de qualidade, nos
casos de empate.
Art.39. O Presidente eoi directores, bem
que nao sojeitos a ponto, deverao comparecer
diariamente. ,
Art. 40. As sessOas ordinarias terao logar
urna vez por semans, em dia designado peio
presidente e a3 extraordinarias quando este as
convocar. *
Art- 41 O Tribunal r podar funceronar
ac bando se psente* a maioria, de ses mem:
broa. 1
Art. tt- Nopodera ser cojuatamen e mam-
broa do Tribun,! parantes coasan?uineo3 ou
aflns, na lioha ascendente ou descendente,
at 2.a grao na coilatera!,
Art. 43- Anenhum memb-o do Trinuaat e
oermtJo intervir na decis&o de negocio seu
bu dealgumseu prente al 1.a o grao nclusl
ve.
CAPITULO 11
\ Secfao I
Dos emprfgados, suas attribuic.6'3 e devores
A-t. 44. Compete ao prsideute do Tribunil:
si. Promover qoe o Tribunil celebre regu-
larmente fias 8es02S nos d as determinados e
executar as suas delibeajoos.
2. Dirigir 03 trabalto3 do Tribuna.
e \o'acSo
eorjuntamente com 03 mem-

Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
13&500
151500
271000
311000
1
;
Deliberar
bros do Tribunal.
3 Designar os membros do Tribunal o-
ministerics qae devara ticar a cargo de oada
um, nos termos do art. 43.
.6. Asiigoar as quita(5-'8 que^em virtaae
de deliberaco do Tribuna^ se passarem aos
responsaveis.
7." Fazer expedir em seu nome e assignar
as resoluto;s e ordens, concernentes aos pego,
cios da competencia do Tribunal.
8.* Dar parte ao Goveroo, quando assim o
uvir por necessario, das faltas e.irregularida-
des, que no ser vico occorrerem.
9. Providenciar no sentido de que as con-
taa de todos os responsaveis d:ra entrada no
Tribunal, as pocas e nps termos estabelecidos
neste reglame oto.
10. Commnnicar ao Govemo OB^ulgamea-
tos que irapozerem multas por futa de apre
:eat3o de coutis, ou pela apreseotacSo destas
incompletas.
11. Aceitar dos directores e secretario a
obrigaco de,riel cumprimento de dever e dsr-
Ihes posse.
l. Core3ponder se directamente com 03
differfntesMinisterios e ReparticOjs soptriores
da Repblica-
14. Rubricar os livros das actas das se-fO-^
e uo8 termos de posse dos membros e empre
gados do Tribunal. 1
15. Midar observar depois de approvado
peio Tribunado regulamento in'.erao e 03 mo-
delos e as insiruccOos para boa mareba e regu-
laridade do sorvico.
g 16. Designar os empregadoa para as dir
dorias.
Secgao II L
Dos ttirectores
Ar!. 43. O presidente do Tribunal designa-
r 03 directores qae aevam encarregir-se dos
servicos. f
l. O exime de qu-concerne as despezas
dos Ministerios da Justica e dos Negocios Inte-
riores, e da Industria, Via(So e Obras PobUcas.
2. Ilentico exame rel-tivo aos Ministerios
da Mirinba e da Guerra.
_J 3.' Idntico exame relativamon'e aos.Jui
niste'rriti-rtaSQaaAlL1'6'^-. D .,.
4.0 O que concerne o Ministerio Publico.
Art. 45. A03 directoresVcompete : _
I*.* Votar e discutir A-18 se8?oes do Tribu
oai e assignar as actas. \ ,
2. Relatar os processo' referente3 a; nego-
cio do3 Ministerios a sea carfjp-
3.e Escrever as raz033 jas^Qcativas das or-
dens em reserva. ...:
I 4. Dirigir, distribuir ao secretario o servi-
(o da redac(5o do expediente e inspeccionar os
traballios das sub-directoriaa re8peP,'5s.
5.' Mandar passar as certidOes une wrem
requeridas ao Tnbnnal. '
6. Aceitar dos empregados designados -""a
a uub direco-ia 80b sua jurisdieco, a obrigi*
(o de 3l camprimeato de dover, e dar-Ibes
posse.* **
I 7. Julgar as faltas de comparecimento dos
respectivo3 empregados. .
Art. 47. O dkectcr representante do Miis-
ino Publico, perante o Rribanal de Contas, de
Ve ser formado em-direih o oB>pe*e-lbe*
l. Requer! que foi a bem dos interes?efi
da faaenrfa publica.
j 2." Respondernos procesaos que Ihes orem
continuados.
3. Dar parecer sobre os negocios a respei-
to dos qnaes fr ouvido o Tribunal, cuna orgao
coosultivo do governo.
4. Promover a reviso das eonlas em que
huovsr erro, omisso, falsiaade, ou daplicata em
prejuizo da fazenda.
, 5. Communi :ar ao Ministerio da Fazenda
qualquer d'o, falsidade, coocuss&o ou paculato,
que veriliar naver o responsavel praticado no
ejercicio de suas fnncctjjs, para quo possa iac-
tanrar-se o competente p-ocesso criminal.
6. Promover a imposico de multa no3 ca-
sos em que ella tenha lugar.
Art. 48- Sero continuados ao director repre-
sentante do ministerio publico:
i. O3 procesaos em que se tratar de appli-
car a prescripeo.
2 o Os de levantamento de flaneas.
I 3.' Os que oceusarem erro, our.sso, fall-
dde ou duplcala em prejuizo da Fazenda.
4. Os proce3S03 em qoe o Tribunal, oa a
repartico que os instaurar, descubrir a existen-
cia de algara crime.
5. As impogaacOes e recursos contra t
jalgamento do Tribunal.
6. O. procesaos em que o relator julgar
necessaria a audiencia fiscal. .
Art. 40. Ao director representante do Minis-
terio Pabilo assiste o direito de promove- :
verbalmente ou por escripto, que lbe sejam coa
tinuidos quaesquer outros p-ocessos de jna com-
petencia, embora nao comprebendidos no artigo
antecedeate.
Ar. 50. 03 pror;c3SOS e negocios que rorcm
continuados ao Ministerio Publico sero remet-
tidoa directamente afrpresilenie do Trjbuual.
Secgao III
Dos sub-directores
Art.-51. Aos fub-directores compete :
f~l.* Dirlgjr e fiacalisar immtdiatameate 03
traoalhos de sna sab-directoria, segualo as lns
trnc3s, que Ibes forem dadas ou transmittidas
pelo respectivo director.
2. Informar, por escripto, de facto e de di-
reno, todo? os negocios da competencia da res-
pectiva sob-directoria.
3 o D3sigaar aos empregados o servico de
que devo encarregar-se.
4. Rubricar os livros das subdlrectarias.
5. Sobscrever as certid5es.
6." Camprir e fazer cumprir as ordena do
respectivo director.
7. Encerrar o ponto dos empregidos e as
sigaar os certificados mensaes.
Secao IV
Do secretarlo do Tribunal
Art. 82. Compete ao secretario :
1. Auistir as eessOes do Tribunal.
S J.*'Lavrar as actas.
3". Escrever os despachos e decisOes.
4. Lavrar os termos que forem ne:es3a-
"s." Dar pnblicidade s delibsra(63s que fo-
rera do interesse da3 partes.
6.' Sabscrever as certid63s que ss extrabi-
rem dos processos e mals papis pertencentes
ao Tribunal, a requerimealo dos interessados e
por aatorisaso do gove-no, quando nao devam
ser pa83adas na3 sub-directorias.
I 7.' Recebar os pap.eis" do exoedieaie, reai-
gli-o quandolhe forenr distribuidos pelos" dir
dores e examinar os p-ocessos antes de dis'.ri-
+Uld03.
g 8. Radigir as coasaltas que tiverem de su-
bir ao governo, em harmona com as resolufOas
do Triouoal.
cotreepndenfs qoeUes que o'tSSo fizereto.afim
de proceder se ulteriormente na forma da lei.
Sscfao V '
Das sub-directorias -
Art. 53. Os servicos a cargo do .Tribunal de
C a as sao distribuidos por tres 3ub-di'ectorias :
i. A l.* sab directora oesupar-se-ba de tu-
do quaato r^speitar aos ministerios da justica e
negocios interiores e drlndastria, vaco e obras
publicas.
2.* A 2.a, de tu lo quanto respeitar aos mi-
nisterios d martnba e guerra.
3. A 3.*, de ludo quando respekr aos mi-
nisierjostda fazenda e das relacOes exteriores.
Art. 54. Incumbe a cada ama das sub-directo-
rias, a respeito dos ministerios de cujo servico
se oceupar:
l. 0 exame e escriptaraco das edens de
pagamento, dizenJe sobre a legalidada d'allas o
qoe occor-er.
2. O registro do3 cintrados a que se refere
o art. 37, e o oxame das conlicOas e formalida-
des com que tiverem sido celebrados.
3." O exame e verificao do balaogo geral
do Estado e das contas dos ministerios e a com
paraco de sua receita e despeza com as cantas
individuis do3 responsaveis e cm as aatorlsa-
C5as legialanivas. .
4." A cjordeaaco dos elementos e orgaoisa-
gao d03 mappas demonstrativos dos resoltados
d'essea exames ecomiarpoes, para aervirern de
base ag/delibera(5es e relatorio do Tribunal so-
bre as operac -8 realisadas em cada exercicio, a
qoe o b.lanco referir se.
5.a Os trabalhos da distribnico e e-criptu-
rago doB crditos e todos 03 mais relativos a
esse r.-cj- de servico.
6* O exame moral e ariihmet.co de todos o?
docomentoii por virtade dos qnaes tenba de en-
trar ou sabir qualquer somma dos cofres do
Thssouro, e que rito 3 'jara relativos a venc mea
to. correteabonavois dentro doi crditos do-
vidamente concedidos.
7* O recnceamsnto das furias pagaveis pelo
Toesoaro.
8 Partlcip ir as omissOsa dos agentes da
Fazenda, e betn assim indicar os melboramentos,
que lbe forem euggerldos pelo exame de conas,
tanto na receita como na despeza.
9 Aproeotartodos os annos, at ao ultimo
dia de Fevefeiro, um relatorio circdmstanciado
dos trabalhos do anno antecedente, demonstran
dq auaes as contas qae se liquidaran) e fiearam
'por liquidar, os alcances recoubecldos a parte
destea arrecadada amigavelmente e a remettida
para jaizo.
10. Promover a execugo das deliberadlas
do Tribanal' no qne fr ordenado, e reqoerer
todo quanto f* a oem da Fazenda Federal no
exame e liqoidao das contas dos responsaveis.
11. O etama e tomada das contas relativas
s reparticOis de arrecadaco.
12. O exame e tomada de contas concer
nenies 3 repartifiOes de despeza e movimen'.o de
fundos.
v |4. O prepiro do expeliente resaltante dos
papcis que proce. air e forem ieiolvido3 definiti-
vamente pelo-Tribunal.
Art. So- NO exime das ordens ce pagamento
attender-afi-h!-. a todas as disposiceo, que a res
peito dellaW>st*belec3 u as leis le coutabilida-
de. Assim teflpar so ba.
i* Se a deapez*-St comprovada e pertence,
renca eRtto.ao exercieivaQ. artig) e s verbas
do cce.':.o legal a que vem rcfetVa sa abran ge
p^g'mcnt.as ralavos a mais de urna varDa"", .
2o Ss esto a?sigaada8 pelo Ministro respectl
. ou pelos anceloaarios em que elle uouver
delegado '
3* Salera a indica(o do agento da-Rcparti-
(o, qae ba de satisfazal as ;
4o Se tem cabimento as verbas autorsadas ;
5 Se esto de accordo cora es orinientos
que devem acompaobal-as, quando forera provi-
sorias r, **-
6" Se, pela transferencia de despaza de urnas
para outfas repartig033, 33 ordenoa a annnlli-
c5o, nos respectivos crditos, das quantias trans-
ferida? ...""
Art. 06. t ordens da pagamento serao su)-
mettidas cpreciac) do director respectivo,
para yerltipir a sua legajidade. aoaotaado o re
gijtrabdo as observagOas qus forem soggeridas
pelo exame de documento, para o conbecimanto
da Tribunal.
Paragrapbo nico. E-sas rleos de pagamen-
to sero acorapaohadas d > ama relago aatben-
ticada pelo sab director, na qual serao designa
dos os oumeris dellas, a importancia de cada
urna, o minis'.ario e o exereioio a qua porten-
cerem
des doas artigos antecedentes, verificar-se ba :
l. Se aa receitas.e despezas publicas, descri-
ptas nos sobre Jilos balancos, se acham confor-
mes cara a recapitulago das que hoaverem s:da
justificadas e comprovalas pelos julgannntos
das cantas individoaes dos responsaveis ;
2.* Se entre os refaridfJ3 :balanQC8 gera^s e as
contas dos responsaveis, definitivamente jila
des se msnifesta igual couformidadp. assim na
parte relativa liquidaco, arrecadaco e resto
por cobrar do3 reodimen'os autorisados, como a
respeito do ordenamecto e pagamento das des-
pezas (ixadas:
3." So existe do mesmo modo, entre os refer
dos balancos e coilas, o devido aceordo quan'o
s cperagOes da Theaoararia, movimento de fun
dos e annullacoes dos direitos activos e passivos
da Fazjnda .Federal, nelias mencinalos -,
4*- Se em algum ou alguis r-oj casos a qoe se
refarem os nmeros aatecedentec, se no'.am dif
ferengas, e, sea i) assim, quil a natureza e
ordem de cida urna dlas;
5.* S& na arrjcadacj dos readimeatos, na
distribnico dos fundos e no pagameato das dss-
P /. 13 da competencia dos Ministerios, sa proce
dau dentro dos I,m;tas 'das respectivas autoriza-
g5as legislativaa e na conforrniJade das dispo-
sgOes regulamentares do servigo da contbbili-
dade publica.
Art. .64. No exime dos titulos orlginae; da
despeza, verificar-se-aa :
1. Se o pagamento se eUecuiu nos termos da
ordem raspe liva; .
2.* So o documento se refera exactamente
ordem, que loe leve corresponder e ao exerci
ci, artig > e verba, a qae pertencer a despeza :
3. S) est assignado pelo credor ou repre-
sen1.ante legal; se est datado competentemente,
e o sallo, quando devido, pago ou inutiUsado
na f.-raa do respectivo regnlamcnto ;
4. Tudo quanto convier ro3 inters-es e ga
rantia da Fazenda Federal.
(Conlmtia).
Hini(erlo da Jaatlea. Interior e
lnatrcco Pabllca
Foram nomeados commissarios federaos
para tscalisirem os exames gorass da
preparatorios a que so tem de proceder
nos Lyeeis Estadoaes, de accorio com
as instruccSas que vigoram com o deoreto
d. 1041 de 11 da S;tembro ultimo.
Amazonas Bachirel Aatonio GjQja!-
vea Pereira da S Peizoto.
Para Dr. Thnotoaio Raymundo de
Brito.
MiranhSo Dr. Affonso Siulnicr de
Pierra Laua.
Piauhy Dasembirgador Jos Qabrial
Baptista.
CearDr. Jos Faustino da Silva.
Rio Grande do Norte -Dr. Jos Clima-
co do Espirito Santo.
ParahybaDr. Jos Pereira
vaes.
AlrgoasFirmino de Aquino
-O0IIOS.
SarapeFalix Diniz Bairato.
BahaDr. Jos Eduardo Freir
Crvalh'j Jnior.
---Sfirito SantoD.miagos Vicente Qoa-
9a!ves dos^koLOS.
Rio de Janiro^-Bl, Candido
Ana3tacio do Ligo.Lycou are S^oroy
e Dr. Mauoel Joelho Barroso
da Campos.
Santa Catbariaa Dr. Duarte. Paranhoi
Schutel.
ParanDr. Trajino Joaquim dos Rais.
Rio Grande do SolDr. Joao Abbot.
Minas Geraes Dr. Arthur d Costa
GaimarSoa. Exteroa o do Gymaasio Mi-
neiro ; o Dr. Joaquina Gonrjalves RamoS)
Internato do Gymnasio Mineiro.
Goyaz Dr. Manoel Lopes de Carvalho
Lemos,
Matto GrassoDr. Jos Maria Motello.
Foi ramattida copia dessa relacao aos
directoras das Faculdad3 Feierae3 e Li-
vrs das Estados.

d*, atim de ser effactuado pelas collecto-
torias estaduaes a arrecada9So las rendas
da UniSo, accrescentandc-se I he & se-
gantes clausulas :
l1, que a subordinacSo dos exactores
dita Thesouraria importa a obrigajo
de prestaren! flanea;
2a, que os escrivaes tambam tem direi-
to as multas de que trata o art. 26 do re-
gulamenta de 17 de Mu'o de 1892 para a
cobranoa do imposto de consumo do tamo
devendo por isso o terso dellas ser divi-
dido entre os collectores e os escrivies j
3a, finalmente, qus os agentes csta-
dbaas ficam tambem encarregados da o
branca de q '.aesquar outras rendas, como
foros de terrenos de marinna e imposte
de transmissSo de propriedade devido pelo
compra e venda de embarcabas e trans-
ferencia de apolices, c causa mortis e
< inter vivos >, de que tratara as circula-
res ns. 22 e 24 de Maio, n. 32 de 25 do
J ilho, e 41 de 7 de Oatubro do cerrante
anno, com direito ss porcentrgeus ante-
riormente estbelecidas par os collecto-
res geraes.
Foi transmitido a mosma Theaoa-
raria, com officio da secretaria, p*>ra a de-
vido ezecacSo, o titalo declaratorio do
vencimento de ioactividade na importan-
cia de 3:3185148 annuaes, que compete
ao bacbarel Antonio da Cunha Xavier de
Andiele, aposentado por dscrete de .25
de Julho de 1891, no lugar de dessmbar*
gador da ralajSo do mesmo Estado, de-
vendo a mesma Thesouraria verificar se
elle est ou nao em debito para com a
Fazenda Nacional, qaanto ao sello e emo-
lumentos da comeaos que o b te ve.
Foi passado ao Ministerio da Iodos-
de No
Vas son-
da

\
L
tria, Viacao e Obras Publicas, afina do
providenciar como julgar acertado, o tele-
gramma da Thesouraria de Fazenda do
Eitido de Pernim'-neo, de 12 do corten-
te, communicaado haver o directar da
Estrada de Farro Central do masmo Es-
tado pedido que seja posto a sua dispo-
siySo o crdito de 147:549S)51, a que se
refera o aviso do extincto Ministerio da
Agricultura, Commercio e Obras Publicas,
sob n 2L22 de 18 de Novembro ultimo,
ponderando-iR, porem, que, comquanto o
crdito de que so trata esteja effectiva-
mente a disposijSo daquolle diractor, c?n-
vem que o saja na proporcSo que elle o
solicitar, e a visti dos documentos que
apresentar. *

Ministerio da tuerrn
Por decreto de 23 do Dazembrc rorir
transferidos na arma de infaotaria :
Para o 17 batalhao, o comnandante do
14, Julin Augusto da Sorra Martina ;
Para o 14 batilhao, o co onal comman-
- danto do 17, Aureliaao Augasto de A3-
ve4> Pdc-r. u...
Para..- ^anhao, como ajadiate, Oj
capito do 33, Joo i3H*% Passos ; '
Art. 57. O Tribanal inteirado, pelo director,
da natureza e legalidade das orde.is di despeza
e pronunciando ae a rjspaito, as remetiera ao
Ministerio da Fazenda, acompaohadas e urna
relagla assignada pelo sal?-director, tendo o ou
mero e importancu dellas ea dasiguaco do
ministerio a que pertencerem
Paragrapbounico. PiXlrabir-.e bao, alera 01380
tantas relsg.-s qaant03 os ministerios, a cala
remattida a aae loe dis:e*
coraos-
Jos p:-
um dos quaes sai remattida a qae
respeito,'seguida do parecer, e exame, qae jpa I
'*1^*F$ff^iMrti* da- provilenciar no sentido de serem reorg.
Sllns'erlo da Industria e Vlaoo
Foi declarado em data de 15 de De-
zembro :
Ao director da Estrada de Ferro Cen
tral de Parnambuco, em rasposta ao sou
officio de 2 da Setembro fiado, 1 eferente
ao Sotado em que se acham os varios ser-
vicos da oiijss estrada, que fie o^refe
rdo director amplaman'e aotrisado a
?| Passar quitag.533.
0, Ors
gaoi8ar do assentameato geral de to
j\oa 03 responsaveis, sojeitos a prastacOes de
contas perant; o-Tribunal, qualqaer qaa -eji o
mioisteTio a que pertengam, fazendo n'elle as
cb3eYva633 e atteragOas, que forem occorrendo
a respeito do3 mesmos responsaveis.
i* Verificar se os respansavet apresentara
a3 contas. livros e documentos elativoj sua
g tao, dentro do3 prazos mrcalos, requisi'.an
ao a fitacSo da prazos e a apphcgao de pena3
vida o director a qu-:m r distribu Jo aprensen-
tar em Tribunal o sea parecer fandaman'o,
que, ama vez approvado, ser commuoicado ao
Ministro que ordeouu a despeza.
Art. 59. Nanlium contracto ser regletrado
sem que a sua-directoria examine se foram cura-
pridas, a respeito delle, todas as disposigai da
lei oe eontabilidada.
Art. 60. O exame d03 bilangos geraes e o das
apurago>3-.feita8 no Tribanal, effactua-se pela
comparago entre esses documentos:
1> Soin o julgamento das contas iadvidaaes
doa resfionsaveis.
2otGom as leis do orgamen'o da Repblica,
" crditos supplementareB e extraordinarios, e an
torisagOes especaos legislativas, concernentes
ao exercicio de que se tratar. -
Art. AM Sempre qae se reforgar algara artigo
com crditos supoiementares ou fr autorisada
alguma despeza por crdito ext-aorlioario, veri
ficar se-ba a respeito de nns e outros sa segara
os preceitos das leis de contabilidade publica,
igto : -
1. S a verba votad. para a despeza de qae
fe trata estava esgotada ;
2*j8e e3sa de3pez era to urgunte que na)
se pudesse esperar pela reunio do Googresso ;
3.a Se a despaza foi 1 Hacinada ;
4 Sedecorrero nave mezes do exercicio ;
Se f ouvido o Tribunal;
6." Sa, quan'o aos crelitosex'raordinar'.os, a
applicaSo pa^a que foram au'orisadosost com-
pretendida as ypotbeses- previstas pela3 leis
de coniabttldade para a "abertura d03 mesmos
crediios. r
Pirasraplro tlflicrj. O resuliado desse3 ex-
ames servirao do base ao relatorio, qaa, a res-
pcitOieEta Iiscali3ag?, o Tribunal tem de'sab-
metter aanualmeote. ao Ministerio da Fazenda,
dentro doa primeaos das do m3z de Abril.
O i-lat6>io do Tribunal deve ser in'erido nj
do Mtflistejio da Fazenda. .
A. 62. Oa resaltados obidos palo julgamen-
to do Tribanal devem ser com?arado3 par exer-
ciclos e 6lpitulo3, 63j!uadJ as ravifO ia da lei da
receita, com as receits descriptas nos balargis
e -raes da ftepub'ici e par exercicio3, artigos e
verbas, seguoio ss divisos da lei da dep-z 1,
c >m a despeza Jescripta nos mesmos balaagos e
con a autbrisa la po* le
Para o 15 batalhao, para a 2
nhia, o c pito do 21, Antonio
nheiro Tupinamb ;
Para o 16 batalhao, para a 4* compa-
nhia, o capito do 23, Fredarieo Casimiro
R >d igues d t- Silva ;
Para o 18 batalbSo, para a 4 campa-
nhia, o capito do 32, Llii Gonsga de
Lyra Flores ;
Para o 21 batilhlo, como ajulante, c
capito do 15, Antonio Jos Daarte ;
Para o 23 batslho, para
nhia, o capito do 3o, Emili- d>3
Cabral;
Para o 32 batiifr, para a 4a
nhia, o capito do 18, Joaqaim
mo:da Gama Lobo d'Eoa ;
Para o 35 batalh>, como ajulante, o
capito do 15, Miguel Teixaira da Cos'a.
compa-
Siutos
compi-
de A'-
usados quelles serv.^.s, propondo as
reformas indispensiveis no regulamento
em vigor, raluz ndo o possoal ao que for
stnctameiite indispensavel, segundo as
exigencias do trabalho, e punindo oa faoc-
cionarios desidiosos, quer impondo-lhes as
penas disciplinares, quer mesmo demit
tindo 03 si o acto depender de suas at-
tribunas, oa propondo a dem'sso a este
ministerio b as tratar de outros qua te-
oham sido por elles nomeados ;
Dec'arou se, outro sim, que este miis
terio espera que a indicada directora
proceder com 1 mxima rectido, tino
e espirito de justica no sentido do que
ora lhe recommendado.
Ao director da Estrada de Ferro
Sul de Peraambuco, em ao^o a mata
na constante do seu officio n. 864 de 20
de Agosto prximo pass*do, que o eoge-
nheiro Claudio ivio dos Rais, fiscal da
Alagoas Railway Compny, designado
para servir de arbitro por parte do go-
verno no processo de indemnisaco da
propriedade Varzea Grande entre a
referida estrada e os co senhores daquel-
la propriedade, s.tem direito 4s respe
ctto3 passagens.e n3o a qualqaer outra
retribuico. por ser tal servigo conside-
rado.relevante e nunca remuaeravel pc-
cuuiariame' te.
facetara palela!
Sec95o 2*. -N. 293. Secretaria da
Questura policial do Estado de Pernam-
buco, 31 de Dezambro do 1892.
Cidado.Participo-vos que foram hon-
tem reeolaidos Caja de Deten(o os ss-
guintes individuos :
A' ordem do subdelegado da fregeezia de San-
to Aatooi', Jos Fi-aciaco Al ves, como gatuno
e Manoel Gjrlllo, por embriaguez.
A'rdem do subdelegado do 1- distrioto de
S. Jasj Joo Baptista do Nascimeoto, Antonio
Jos de Freitas e Sabaatiao Jos do iNiscimento,
como gatunos; Mara FranrelinaBezerra Pereira
de Soma, por offensas moral publica; Jos
An'onio da Silva, Manoel da Luz e Joanna Maria
da Annunciaco, como desordeiros.
A' ordem do subdelegado do districlo da Ora-
ga, Felippe Nery Santiago, por crime de deflora
ment. _.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,.
tui digno governador do Estado.
O Qoestor,
Julio de Mello Fiiho.
;
-
1
/
De
Cummaado superior
Qaartel do exornando superior da guara j.^.
fe, em 3.t
efe-amar,
do^nni
mbroW*
nacional do^mnicipio da Rcci
"m*.'Peu c^aVago eBa:td. na forma celebro ora o g varo
tL---------------
Ministerio da Fazenda
Foi declarado em data de 15 de
sembr : .'
A' Thesouraria da Fazenda do Estado
do Pernamboco, paral" os devidos effait03,
fioar approvado 0 tetmo remettido por co-
pia dam o-sau offioio n. 159 de 7 de Ou-
tarara prximo paseado, do accordo que
o do mesmo Esta-
da DezembroO 1892.
Ordem do dia n. 5
Fago publico, para conhacirueato da gaa
nacional desta capital, e dev dos effeito3, qae o
cidado Br. Jos Maria de Albnquerque e Mello,
coronel ebefe do estado maior, lendo sido re
formado no mesmo posto, por decreto de 17 de
u3bo do cadente anno, apresentoo neste coro
mando, em 18 do correte, na forma da le.
respectiva patente; e qoe hontem per.ntees
tonmando superior o major reformado da gua-
da nacional, Manoel [Jas de Bs'.os Mello f\
promessa do es'ylo e toaiou posse de postrj^e
tenentecoronel commandante do k\ batalb^'r
de infantera, para o qual foi nomeado por de
creto de 1 Julbo ultimo.'
Joo Jos Amor
Coronel commandante superior
,/

lo por de.
rim, f
intervino
r



x
-.
v
i
MENOR ENEMPLAR ENCONTRADO
-*-


2
\
V
\
Thesonro d Eitdo de Per-
BIMMM
T9PACH0S DO OU 41 OK DBZEMBBO
DE 1692
Jos Antonio d Assumpelo, Manad Sa-
turnino, Joaquina Jaciatho Pereira,' Vir-
galina de Araujo, Jos Angosto Pes-eira.
Deferidos em viste das informa,oes.
Lue Leopoldo d*s Guizaarlet Peixoto.
Deferido era viata do documento exhi
lido.
JoSo Martina do Rio. Indeferido em
viata da informoslo do Sr. lanoador da
Recebedoria.
Jos Flix Alves Pimentel. -Informe o
Sr. Dr. contador.
Joe Angosto Pereira, Virgalina de
^raujo.A seccSo do contenoio para as
evidas notas e devolver.
Herbert Johan Perraan Informe a
scelo de eontencioso.
Borel & G, Maria Thereaa de Jesos Ma-
chado, Artbor & Desiderio. Informe o
Sr. Dr administrador da Recebedoria.
Manoel Saturnino, Luz Lopoldo dos
GaimarSeB Peixoto, Joaqoina Jacintho Pe-
reira, Jos Antonio d'AssampcSo.Re
mettidos a Racebedora pa.a as devidsi
notas e devolver.
JoSo Martins Rio. Remettido ao Sr.
ortoiro para entregar ao interessado.
Recebedoria do Estado de
Per na albuco
9I8PJCH0S DO DA 31 DI DEZEMBBO
DK 1892
Joanna Rosa dos Santos Aguiar.Certifique-
Marciano Carneiro da Conha.Informe a 1.*
jecgc- ...
A. Charra.Em vista das nformagoes, nao po-
dem os supplicante3 ser attendidos no corrente
iercicio.
O porteuo,
L. Manado C. Fho.
'DIARIO DE PERNAMBUCO
SEC1FE, 1 DE JANEIRO DE 1893
O anno qne flnda
5i voragem do tempo,esse granda expiador
as causas humanas, oa phrase de Lamartine,
aiiis om anno rolon para o v^coo do paseado a
Jbier parte (Ja Historia, que juii recto, soberano
-. sapremo, vem depois pronuncia, a sua sen
&9{a, quando j as paix5 s se teem extinguido,
qaando as lucias teem cessado, quando iioal-
sent n'essa arena e restam de nma kdo
esse juiz do futuro, do otrtro a vasta e solidaria
aecTopote de um cundo que ja exista, de u-a
3oeiedale de que s ha tradiceOes, de nm povo
je que s resta a Iraca memoria.
jlais um anno que. dia a dia, percorrea o eyelo
ie sua trajecteria : A semelhaega do que dizia
Chateaubriand que 03 prazeres da mocidade
leproduzidos pela memoria sao como ruinas vis-
as a loz de um arenle assim esses factos
era risonros, ora Iugubrts que se desenrolaram
a decurso de om anno, que trouxeram, oraes-
jerangu, ora desengaos para o paiz,toma<03
assiraa d'um s lance de vista, harmonizados, cor-
j-orisado*, encadeiaedo-se n'uma continuidade
jnfiinitaafignram se nos outras tantas ruinas
ae evocamos, que ressuscilamos na actualida
as, como a celebre oliveira nayltiologica, que de
repente surga cheia de vida do solo da trra.
No entanto eise passado, esses factos quasi
jmortalbados no suiario do e3quecimento, te 7a!or, e na serie dos acontecimentos que se vo
descortinando, sSo a razio do tetero,sao os pre
28dentes que auctorisam os consrqueotes, sao o
escpo por onde se bi;lam os euccessos futu-
ros, que obedecendo s !eis fataes qne nos sao
fircumscriptas, teem de seguir a o* ..,
'-"ara e d'an'e mo delinearte
te gooeas cu!las teem de seguir ioevita-
tsI e fatalmente esse caminho. E quando faite-
ases asjim nao nos queremos referir a esses pe-
. juenos incidentes da vila dos povo3-scente-
3ias que se alam no espado, que luzem, mas de-
aressa se perdemqueremos nos referir ases-
sb Leles de ordem geral qaerepresentamdeias
sapazes de guiar um povo livre conqaisia eo
olime dos seus direitos.
So esses, factos, pois, a rbita onde eyram
WB raaior en mecor grandeza, as ideias domi-
BanteBd um povo, onde se espelham os intui-
:-cs nobre3 d'uma nacionalidad-', onde se reflec-
te o ideal de nma .epocha. E por isso, aus que
covernam cebe o deverdeanalysar oa seus n
mitos, de avaliar o seu peso na balance, onde
>e disputam os principios, porque disse-o um
bobso escriptor, a sciencia do governo asseota
, tu principios ; mas estes principios sao Tactos
terses da ordem moral, as paixes, os cos'umes.
13 ideia3 dominantes, que importa conbecer a
so para dar-Ibes o caminan que denandam.
Cor.segaintemente os factos passados exercem
f epoaderancia sob/e o presente, e sao a pedra
toque para aventurar o teluro.
S assim quantas apprehensfios nos assaito,
19 contmplarmos todo e^se qaadro desenrolado
Braale um anao, a mirarmos o fnndo-negro
i'ecsa tela que se destaca em frente de nossa
lista!
E nao se nos acoime de pesimistas, nem se
/103 diga que desesperamos da sorte da repblica
k v :;s zieira Nem urna nem cutra coosa.
v"/ A iscno de animo apenas nos diia essas pro
j03icC3s em face da deaoladora desorganisago
?ne infelizmente anda lavra em muit03 Eitados,
tpezar de comprebendermos e reconhecermos
inauditos exforcos que no sentido contrario
alo empregado todos esses bons brazileiros
ne nada teem ponpaio em favor da realisacao
a ea e genuinaideia republic?"- <; "** que
)je pode garantir-"- ; a _,i-< oe ja nao
e dar-nos a u.~n. \'\ orra banide
respeito vem a proposu.>--.. nscrevermos al
as palavras de um illostre publicista sobre
nno que finda ; e que vem mostrar que nos-
;s receios nem sao solados, ne": to pooco in-
I 'andados, quando contemplamos restropectiva-
nente o quadro qce se nos desenro'ou dorante]
- y ysle anno.
^ 40 armo qne Onda, diz o alludido publicista,
assfkPa,a em D08sa evolucao nm periodo triste e
-ecuador a phr.-e da dnvidu, da ancia,
a qne se abalaram os fundamentos de nossa
ledade, em que a repeticao dos erros provo-
dessspero.
etanto declaramos qne nem essas duvidas,
gi esD8 incertezas nos Dzeram desesperar da
sorte da Repblica BfHileira, que planta mal
ceMmada no noiso slo, ten ie oMecer as lelr|
fataes qne rafean as nonsas, tem o seguir as*
aormeetotranBireoveis desfM nos i* a is'.oria
os nuis elocjosntes exemplos,para depois con-
gregar se, uniScar-se e tender asslm solidi-
cacao as coasas daraveis. j
Todas as naco js, todos os poros estao sejeitoi
a essas crises, a esees periodos agolas, em que
se jalga que tudo Tai afundar se n'um abysmo,
todo vai mutilarse n'um ualaclisma.
Mas esses perietos afeaos psssfo, porque,
na phrase de Peraira da Silva < as-nacionalida-
des vivem mais Gfoe o exercitoa e os principio;
eupprimidas, reossceai; mauladas, reoevaa-se ;
abracSo a trra e ressnscitam .
Esses factos pois qne acastillaram nnvens u
borisonte da patria, nao podem pas, prenunciar
a sua condemnaco porque sao como que ontras
tantas conseqoenci s lgicas e fataes, mais oo
menos previstas, colloranos ioevitaveis do gran-
de acon'eoimento de 15 ie Novembre, qne pro-
dusiodo tamanho abalo no pas, transformando
momentnea e inesperadamente o scenario da
polticanao poda deixardeprodazir confases,
de exacerbad ^aixfies, despertar amblces e pro-
duzir coavolcionamentos.
Quando porm ainia tanto nao bonvessemos
conseguido sob o rgimen republicano, escreva-
mos nos em edictorial pnbliccdo a 18 de Novem-
broesse rgimen o mais digoo da abaegaco
de um po?o altruista e educido as modernas
tbeorias civilisadorasquando naofosse tSo pal-
pitante e digna de nota a forma por que bavemos
progredido na evoluco da Repblica B.-asileira,
os poneos annea que tcmol-a experimentado1
nao autorisarum indnbitavelmenle urna condena-
nacSo formal d'ea, nem justificaran) os nossos
votos pela volta da monarebia qne absolutamen-
te nao poderia satisfazer as nessas aspira-
es que cao podem mais ficar abatrictas a von
tade dealguns ulicos, como snecedia no reg
men decahido.
Todcs os lembram qnanto saogue cnstoo
Pracga, qnacla abnegagio foi necessaria a seos
tilhos para a scliditicagSo das in tituigOes repa-
blicanas no sen solo. Fram verdadeiras heca-
tombes, mutuos dilacerameatos, que ainda hoje
pungem a quem passa os elbes sobre a historia
8angrenta d'esses factos. Marat, DantcnRibs
Pierre n5o escaparam ao golpe futal da guilfao-
tina I >.
E accrescentamos : a nos se aliguraque mui
to, o peuco que temos conseguido, e que das pros
peros, ridentese futuros agaardama Repblica
Brasileira >.
No dominio poltico das nacionalidades, falba
aquellepensamcnlotfaduzido naexpress&o* pe-
lo tamanho de urna s penna se conbece o tama-
nho da ave que a deixou cabir .
Nos povos i.ao 1 elle* arrostam as aspereeas de
urna tyrannia para depois se erguer com mais
torga, mais pujante e com mais bro, plantando
o pendao da liberdade as ameias da patria
esta consuiiitanciaco das mala bellas causas ha-
manas, synlheti8ac5o de todoquanto ha de ver-
daderamente grande; e tinha razo Bonaparte
quando dizia qne a primeira das virtudes cvi-
cas a dedicado pela patria*.
Nao e que descubramos no simples triompho
da ideia republicana a prova palpavel e rrecu-
savel de nm progresso realisado pela nagao
bruzileira. Sabemos que como muito bem dizia
ii..- -l i nem todo o progresso differencia-
gao, n.m toda a differenciac&o nm progresso.
Naa isto. E' que ao mes me tempo que pa-
tjnteamos D3 serias duvidas que nos -issaltm o
espirito ao con" '"nwfa tle ncadeamento
de faetea J ...^ incontestavelmente turvado o
b.^'.lT-'ie da patria, ao mesmo tempo que pre
senciamos compungidos esses dilacerament03
que teem tentado scindir a grande nacionalidade
de que somos tilhas, ao mesmo tempo que olha
m s com dor n'alma para essas verdadeiras e-
ca ombes qne tanto sanguc innocente teem der-
ramado, que tantas vidas olis teem crivado, que
tantas esperancaa teem anoiquilado infelizmente
para o paiz, desgragadamente para a Repblica
ao mesmo tempo que isto contemplamos,
consideramos por outro lado que um pouco de
abnegac&o pode reanimar-nos d'esta inercia cem
que tantas vezes bavemos assistido ai desgreas
da patria, e que a historia Je todos os paizes os
mais incullos nao nos autorisam de certo a desa
nimar, nem a deixar deserto o campo da lucia,
em que se jogs a nossa propria felicidade quo
a mesma da patria.
Um povo s vae em di=3olugio. quando nao
ha mais patriotismo, quando o civismo tem des
spparecido inteiremente de so'alma, quando nao
Ibe bate mais com ardor a fibra do patriotismo e
quando a compren ns5o dos seas devoras uo
mais a bitola por onde mede as snas menores
acgee. Foi assim que a Rama antiga prosti
tuio-se e asslstio apavorada. ao desabar do sua
opulencia.
Nao assim as.im succeie ao Brasil, em qne
ha muila seiva de viia, longa, intermina e glo
liosa.
IMario de Peruambuco Domingo 1 de Janeiro de 1893
i ".....i j
sinbos da federago, que absolotamente nao
pede ser prchendtda em face desees atienta
do contrae soa propria esseacla, contra os prin-
cipios em que se base;a esta bella forma de go-
verno. E.eiaBfe notar, eeses fictos nao devem
absolutamente ter mais repelic5e, essas deposi-
tos deseos casoar, esses attentados extinguir-
se sob pena de termos sempre o completo falsea-
mentoda grandiosa Mea republicana, que espo-
samos 'o-kii com tamanho rdor.
Os factos do Rio Grande do Sal lerao por ven-
tara visado por soa res nma Idea arrojada e que-
Jeve Eer repellida em bem da nossa felicidade .
a separag&o, o que quer diier a fra^men'acao
da patria em estados indepeudemes, que tra*
r'.am nao a nossa prosperidade, mas o anniqul-
lamento geral, o depaoperamento das forca* vi-
taes do paiz, a borla completa e absoluta da
idi republicana, por cujo triumpho trabalhSo
todos 03 bons bras.leires.
Essa idea nao deve alastrar se : nao dado a
nenhum brasileiro patriota aiossar-se della,
quando significa a ruina e o chaos.
Trabalbarmos para que a federagao seja urna
realiiade sem sopraismaarraigal-a no coragSo
da patria, abrir-lbe largos horizontestees de-
vem ser os nossos voto?, para isto devem conver
gir os nossos esfo~go3 unificados na plena posse
da graadi03idade de semelbante idea.
Na ordem moral da: cousas, distingui-se a
exposicao de Chicago para a qaal o Brazil vai
coacorrer na medida de suas forjas.
Activando se grande propaganda em prol da
consecago deste intentoom dos mais arroja-
dos do presente seculo, que pode ccntrabalangar
perfeitamente enm a Exposigo Universal de Pa-
rs em 1889rt unindo as snas forga3, o Brazil de
cario muito tem conseguido p
Ihanlemente representarne.se grande certamen
em que sao as naces demonstrar a pojanga de
Euas riquezas naturaes e o adianlamento de eo s
artes e industrias.
Ao que toca especialmente a este Estado, de-
pois das crises com que comocou o anno que
liedi, depois de serias agitagas qae tanto aba
laram o nosso meio socialt vemos felizmente
de entrar n'om periodo de paz, em que o go
verno tem-se esforcado pela realizag&o da sa
idea republicana,tecdo em mira nicamente
os magnos intereses conectivos.
Todos sabem o estado de lucias; de-exacerba-
mentos de nimos em que o governo do Exu.
Sr. Barbosa Lima veio encontrar o Estado de
Pernambuco, e como hoje a conlianga restabele-
ce se, e lodo tende para o progresso que since-
ramente almejam todos os bons pernambucauo?,
q 'c antes de todos os inleresses pessoaes e po-
lticos, aspiram a unio. progresso e felicidade
da pat'ia.
N'este ponto e temos pos que dar parabens
a Pernambuco.
Ei8, em eyathese, os factos culminantes, es
factos qu; decorreram no anno que vem de fi 1-
dar.
Comquanto uns nos ergaa no espirito duvidas
e apprehensee, nao deixamos de alimentar tem
seguras esperaejas de melhores das, e que
essas nuv-..Ds que ho obecurecido o oriente da
patria, desfagam-se, esborcem se e anuiqui-
lem-se.
Alimentamos esperaag s de que lado isto da
de passar e que n'esse horisonte qne per mo
mer.'.os se lurvon de pesadas nuvens que pre;
nunciavam.borrascas, se.descortine pfma aurora
serena, entre os deslumbramenJs de nm espen
dente sol de esto. O an-i-,'i que comeca ser
talvez o nicio 'ic-.sa clarividencia de luzes, ser
t&tocz o con:e;o dessa paz e desse progresso
que to ardentemente desejamos para a nossa
patria-
Pelo menos sao estes os votos do Diario de
Pernambuco.
POLTICA
Irlanda e o Positivismo
O anno que linda, como j dissemos, caracte.
riscu-se pelas nuvens borrascosas que se acas-
teUaram no horizonte da patria.
Essas diversas hecatombes que tivemos de
aseistir na deposicao dos governadores amigos
do autor do golpe de Estado de 3 de Novembro
do anno passadoesse acto cujo julgament de-
finitivo cabe Hi.loria futura, quando ver de
assignalal-o despiis de paixO.'s e parcialidades,
acto que veio trazer to profonda modiQcago na
ordem das cousas.poiifcis da Repblicaa re-
volta dos presos da Santa l'ruz que tanto dea o
qae fallar, os grandes acntecimentos de 10 de
Abril, acompanbadns de reforma dos 13 gene
raes adversarios do actual presidente da Rep-
blica e da deportaco de personagens filustres
para as fronteiras do paiz, as constantes pertor-
bages do Rio Grande do Sol,tes'foram os fa
dos principaes que agita.-am a oplnio no domi-
nio poltico e qne geraram serias apprehenses
no animo de todos aquelles que estremecen! por
esta patria querida.
Ainda nao dado a quem quer qae seja ava-
llar perfeitamente as coosequencias que dos
advirao de to Importantes factos qae tamanha
rspressao bao lido al ao eslraageiro, oade al-
lentamente se seguem os factos polticos deste
paiz, ltimamente to convulcionaJo por lma-
nnos e to extraordinarios acontecimientos.
Achamos em todo o caso que a depostcSo de qae
foram victimas os governadores dos respectivos
estados, velo cffender os principios mais come-

Quando o hortem calmo se esquenta,
diz a ladependence Belge, preoiso
cautela oom a paixSo e vehemencia de
hngaagein delle.
Frederico Hnrrisaoa um dos ebefes,
ou mais verdaderamente, um dos grandes
s&cordcts do positivismo ingles, e nao
ease positivismo abastardado e auodyao,
- u2 se contenta da tomar emprestado ao
nuestro seu methodo, mas dessa orthudozia
ntrar.ida que colebra o culto da humant-
daie, que segu o calendario comtiata e
que venera a memoria de Clotilie de
Vanx.
E', alem disso, um bomem de grande
talento, de ale van tudo e fia,- espirito, cu
jas aocu.,033 ou sermes, principalmente
a especie de revista ero anno, que prpoun
cia oa primeira leuuiaj de Janeiro,jlSo
muit, s vezes marcadas por urna largueza
de vistas e um anthusiasmo progressista
inoemparaveis.
HarrisBon um perfeito borne ruler.
Perguntou de si para si de que modo a
maioria, assaz pequea, de qae dispSe
Gladstone, conseguira,,'coagir a minora
da cmara dos communs, a cmara dos
loras e a corda a sa injlinarem o mais
depressa possivel diante do veredict do
paiz.
Harrissen nSo quer curvas nem eig-
zags.
Para debellar a obatrucgSo possivel dos
unionistas na cmara dos communs pro-
pio a appcagao sem escrpulos e sem
remoraos do eanerramanto.
Aos protestos da opposijao, a qual n2o
se deixaria BenSo um numero o dia e de
horas estrictamente limitado para desen-
volver seas argumentos, se respondera:
Partero legemquam ipse focate, Ibe
recordando a a opiieacao em modo continuo
do encerramento por oocaiSo dos dabateB
sobre a le de coercSo indefinida. d
Depois de baver assim arrancado por
cima o voto do projecto, o governo prev-
niria a cmara dos lorda que ella jogar a
sua sorte, que pena platoniza de urna es-
pecie de veto na> lhe seria conservada
se nSo com a condijSo de renuncia ex-
presas do sen exercicio, de ^ue em caso
de resistencia, um golpe de Estado legal
no genero do qae pos termo, em 1872,
ao systema da compra de patentes no
exercitosuperara, a insustanta.el pre-
teu,c8o de nm pnnhado de gsaades pro-
pietarios ten itoriaes a estorvar a vontade
nacional.
Eis um programma que nSo pecoa pala
timidez.
Entrevase all como que urna especie
de'sopre precursor das grandes .audacias montos por essas recordage
revolucionarias.
E deve-se notar que Hrrison deolarou
expreaaamente que nSo se trata simales-
mente de am empurrlo a dar ao home
rnler mas da adopelo de am methodo
novo, geral, para o triuaapho das aspira-
(Sea de ama democracia que esta cangada
de esperar e de transigir. O Daily Ciro
niole e Star > e todcs os orgaos do radi-
calismo avancado acolhom com corta sym-
pathia esses conselho* h:-reicos.
E' isso um symptoma carioso da im
mensa transformadlo que se operou no
espirito de urna porcjlo nota re da demo-
cracia britnica.
O gosto pelas soluco'es m jfaa desappa-
recen.
As^das geraeS" exer sem attraejSo ir-
resistivel.
Os processos summaros sao seriamente
apreo ados, e a linha resta sjbretudo
popular por ser o mais curto caminho
d'um ponto a outro; comparados a seus
jocesaores de hoja, os revolucionorios da
ontr'ora, es reformistas anteriores a 1832,
os chartistas de 1840 a 1818 nSo passa-
vam do moderantistaa da mais bella agua.
E' o qce taz a importancia da orisa
desancadeada pelos projectoj do homo
rule; que, alm ia queatio das eatis-
fagOis a dar ao se a t '.ment naoional ir-
landas, se vai ao eatabeloar) ao mesmo
tempo todos os problemas da futura da-
moir. cia da GrS Bretacha.
A nica probabilidada de euccesso ou
pelo mecos successo prompto que tinha o
projecto rlandez de Gladstone, nteris
aar o povo das cidades e do campo da In-
glaterra a seu triumpho, os amarrando em
faixe indissolevel com as reformas demo-
cratices.
Harriaon oomprehendeu essa necessidade
da sitaac^o. (jrladutono o comprehender
igualmente ? t
Se a oomprehonde, se decidir elle f-
cilmente a entrar n'essa va ?
Ha no Ilustre octogenario um fundo de
conservantismo. Se pode dizer sem exa-
gero que, aob alguna pontos de vista, o
conservador o mais respeitoso das formas
e dos principios do passado era o che fe do
liberalismo adiantado. Payohologicameo
te, um phenomono muito natural;
talvez o radicalismo ltante e essencial
de Disraeli, que havia feito delle umtory,
talvez a t profunda da Gladstoao as
iustitui.oes do seu pas e no sea valor ab-
soluto que fes delle um campeSo intrpi-
do do progresso.
Essas oootradieSes sao constantes, ellas
se impoem a quem quer atraveBsar um
pouco a auperfioiedas cousas e dos hornees.
S-meato ha momentos em quV ellas
podem se tornar perigosas quando arra-
bentam fra, sob a pressao dos aconleci-
mentos.
O momento actual talvez um deasas.
E' certo que G.adstone nao ad -piar o
plano de cam^anha demasiado summrio e
simples de H.-'.mson ; mas saber tomar
reaolugoes enrgicas que l podem augu
rar a vtoan desso projecto irlandez, aos
qae ae-'Jraou o resio de sua vida ?
i aaudosas e infini-
tas, qae nos veem mente n'esse da. -.
E, nao sei pirque, seuti me mamentaaeam n
te possaido de ama vaga tristesa, a mente cb.-ia
de lembraacas, o cora4o chato de saudades,
abstrahido inte.ramenle ao qae te ia passando
em volta de mim.
(X que ea sei affi-mar prfettifflente que ao
mea lado ia ama raoca moito peqaeaita, maito
fete, gracis> a Deas, fallando maito com uns
e*tos ap jarato*, emitiiado oplaiSs sobre
fc^),e;qaeceao sjmeot de da- o jaiso que
fizra de sua ca'rcaU tigiro/. Leapro-mo lam-
bem, n'&i) asi poiq-je.sl!ifular circamstaocia, que
defronted'eila iaum ujeito muito exqoisitamen-
e meMdoValn srois,. com ares de importan-
cia, mas mettendo-se a namorado de minha in-
comnnod i e petulaute visiuh3nque de quando em
vez, si saccedts arraacar algma palavra mais
bonita do seu bestooto, voKaa se para mim a
reparar s somma de importanda qae oa ia dan-
io snades.-onchavadi tagjirelice. Qjiato aos
mais ma lembro, que gritavo quasi todos
como ezcomiiungados, ora cantarolando, ora
reclamando contra a demora do conductor qee,
eoitado. nenhuna culpa tioba em tudo isto.
O que se passava mais eatlo, nao o sel dizer.
As minhas recordarlesas recordsgOes vibran-
'ea :o passa lovmnam ama a ama isochronas,
silenciosas, paloitanies Inundar-me inteiramente
a atraia, a^gatrmo o corago em suspiro de sau-
dade. Assceoasda infanta, aquellas antigs
no Us passadas em baixo do tecto paterno,
aquelles amigos muitos dos quaes ja se acorbe
taram no fro silencio das campas e outros s:
parados pela enirmidade da cistancia,todas
essas eooEas voejavam me na mente, silencio
sas e quedas.
Ao ehegarmos Va-zea qae fai arraacado a
mintia absirago. Saltei do trem, e, como sim-
ples curioso, en'iei por entre a multido com-
pacta que se acotovelava na pequea praga.
Destacavam-se alli, alm grupos conversando
A luz das lanternas de pbantasia, rxoga- pa^seiaa-
do ao acaso, sujeltos de mi catadura empunhan-
do uns cceles de fazerem arrepiar cabelles e
outros personagens, muito pacatamente lomando
caf ao sereno, como se estive3sem sisudam-n3
repultroados alli pelo elegante Gf Ruy.
Scena interessante e variada esta,ulm de
lado cheia de urna verdadeira alegra muito hon-
rada para todos, excepc"io feita a enea que ap:o-
veitam a occasio para matar o bicho e depois...
andam se queixando do Sr. S. Aooiio. E' a
mesma, a scena sertsneja d'esse dia : essa mes
m violinba n'uma roda de sambistas, sajeltos
que vcodem, outros que compram, outros que
pa^seiam, outros que se embicam, etc.
tas... chegou a hora da mista do gallo. O re
verendsimo proparou o altar, os devotos dispo
zoram se a orar e os sinos deram o ultimo Bienal.
A multidao era immensa e incalculavel e eu ti ve
de arrepen er-me po: ter escolhido um legar um
pouco perto da matriz, porque afiaal de coo'as
nao em Eemclhi3tes apeno3, que se pode ele
var o pensameato alm E... Deas me peiclOe, eu Uve muita vontade
mas foi de puchar as orelhas de urnas atrevidas
malheres qae alinal de contas nao deixaram nin
guern socegr.r um momento. Eu pela minha par-
te s-.lii perfeitamente convicto de que oo ouvi
oai?sa, nem tSo pouco oa meus infelizes visi
nbos.
Sovlno,
mpertin
E semp
Na dor do sea sas
Iateiro o
Bmarmarei, confe
E' duro
moga
esc.
desenhado
Eolio, a pobre
Com grande
Aocrescen'ou Daixiob
Irelizmei
nte, feudo com i
aborrecido. 7
*o, ea vi bear de
faturo
m, asssvpenaijg,,
o moil duro 1
o rosto sea -volitado.
ommoco,
d9 pejo se esqaenUndo
Iodo a varrer a sala, a
Calila e desej>
Quebra do deas Amor,
Ornato in lispeal
eslattt desdodada,
tvei. '
iaOMCl Di SEIIAV
La se foi o 92!
as deze baialadasda meia noite, que echoa
ram p-Lajjspago alm- ..alm pela immaasida
d da amplido, somio se o anno de 1892, cujo
inventario nao l muito invejavel.
As deposicofs, o sangoe derramado em pro
fo-o, a duviia, a incerteza foram os caracteris-
t cos.iie8se3 365 uiasmuitos dos quaes to tris
te* foram para a patria, to desanimado-es para
oa verdadelros coragOes patriotas.
Aqu em Pernamnnco, por descoato dos nos
sas grandes peccados (a avallar pelo tamanho
dos meus) tivemos a junta governativa a asso
lar, a detarpar, a enniqular as coasas mais san-
tas, u conculcar os rrais sagrados direitos I
Se nao fosse o actual governador de Per-
namuco a levantar ama barreira, cheio de in-
vea coragem, contra esses desmandos ioquali-
cavis, con ra essas persegaigea que constitu
ram sempre am negro borro as douradas pa-
ginas da Historia pernambucaaa se nao fosse
0 actual governador, repito, a fazer valer os
principios do direitocrelo que esta torra esta-
ra reduzida a es:ombro?, a ruiua.i perdidas,
que se contemplara com aa mermas desoladc-
ras apprehenfoes com aae o viajante contempla
as ruinas das cidades a'brasadas pelo Visuvio,
ou a opulencia perdida da velaa Babylonia.
E a patria estorceu se entre dores, enire lagri
mae durante qcai todo o anno, como se fosse
presa de um borrivel pesadello I O que val
que a esperanga ainda nao sepultoa-se de lodo
nos coragOes patriotas!
Q e anno cheio de peripecias I a trra Iho
s j i leve, e que o senhor 93 nos d um melbor ar
de sua graca.
Ao romper a'alvorada voliei para ^ cidade e...
um bom semno reparador foi o termino de minna
noite de fesla. E crei que foi o melhor d'ella.
O fac'.o principal da semana foi a iustallagao
da Sociedade Unio Typoraphica Pernambaca-
na, que de certo muio parecj prometter para o
fataro.
Festa simples, porm bella e entusistica,
deixou no animo de to ios os que assistiram-n'a
as mais agradaveis impressOes.
D.scursos. flores em profuso, vivas e sbrete-
lo moito e jasltncado enthusiasmo.
Qae progrida e prosiga I
TermiEaodo, cumpre-me saudar s minbas
gentis leitores, desejando que o anno que come
V-a Ibes seja das mais incotoparaveis felicidades
urna verdadeira paglaa dourada de saa exis
tencia.
Manoel Aray.
VARIEDADES
Prometrfna ebronica passada compilar as
minbar, impressOea sobre a testa, e como se sabe
a eoicna foi de festa, que al coa3eguio levar a
palma miaba fympathica... alli do pateo do
'larmo.-raquella buligcsa efiaoca qae inventa
quanta cusa na neste mundo sublunar para ce-
lebriear se : bija vista a carta do Sr. Dr. Per-
nambuco.
E a proposito... ea lembro-me de um fado
histrico, que li nao sei em qae velbo alfar. _oiu
c de minha velba estante, e qae lem algama
applicago ao caso. Alcibiades, general grego,
conhecia que o genio dos atbenienses era pro
pens a ntrete*-se e oceupar se com consas te-
tis, e quiz um dia propositalmeate dar o que
fallar a seus compatriotas. Assim, o general
teve a Icmbranga de cortar a cauda de um bello
cao qae possaia e s pessoas que pergantavam
a razo disto, elle responda : < J'ai voulu qa'en
parlant de mon cbien, les Atbeniens suspendis-
sent lear curiosit sor toa le oatre chose.
dem... a minha sympathica do pateo do
Carmo. Qaer absolutamente casta de tu 'o
chamar a attengo publica sobre si...
Mas... voltando ao que nos diz respeito...
a festa nao deixou de ter os seas pedacinhos in-
teressaate;. Alm daqaellas cousitas de que j
fallet em minha ehromea passada, do vestido
cor do co de miaba visinha de defronte, da pose
do meojvisinbo dadireita, dos boa.tos artigos da
impensa diaria, das exbibic5e3 pedantescas da
na Nova.'do tai vem (sem al'u;o ao Veras) con-
tinuo aos bonds, e de outra infiaidade de cou-
sas -a festa impoz-se, agitoo-se pelos arrabal-
des, entre o sorriso e a gargalbada franca do
povo, na expansa de urna al g ia intima e ver-
dadeira.
'.Depois das cito horas, as roas da cidade foram
se tornando desertas, silenciosa) e ermae. Per-
corr as pacientemente, fai al Santo Amaro das
Salinas, encontrando raros transentes e grapas
appressado3 fugiam bascando os arrabaldes.
Acbei-me quasi s, no meio dessas ras deser-
tas e ama idela, nao sei si feliz oa iafeliz, to -
mei o trem da Varzea, onde resolv ir assistir a
tradiccional musa do galo, qae o povo lauta aca-
ta e aprecia
O trem ia repleto e c para mim a animago
eslava demasiada : como porm tinha coosclea-
ca de qae o diabo da < S.nb Aaainha anda-
va na maior parle d'aquellas cabeets, recolhi me
a um canto do wagn,' disposlo a supportar com
paciencia quelle < charivari horroroso de gri-
tos, caniarolas, assobios, vaias e o mais qae a
t braoquinha dlctasse.
Urna vez n'essa posico, inclinei a cabeca um
pouco para fora, a ver as estrellas que luziam
tranquillas e serenas n'aquetla profunda e esca-
ra lela, e deixei o pensameato alar-se por mo-
' O anno novo!
A' CARDOS O REI3
Cessoo nao ha muitas horas a sua peregrina-
go de trezsntos e ssssmta e cinco das, o velbo
a ne de 92, de cabelle ra mpoada e papillas
aportadas. Mais um combatenle que vai agir na
sombra do degredo universal 1
Em compeneago surdio das nuvens brumosa:
do levante o anno de 93.
Hontem foi a vez do baiue abismo do 92, mais
tarde ser a do secuto iateiro que o vio nascer e
que o \ de legenda^quebrada, a estrebuxar, ea
taado elle as dcadas do sea viver dos cem an
nos.
O anno que fin loa deu nos o quatri cenarte do
descobrimeoto da America ; o que veio d-nos o
1." centenario da epocha do terror, na Frang,
sabi-.ido de fachas ensan&uenladas a Igualdade
doa Direitos do Homem I
E surgi o 93, txplendoroso, andar de jo van
cosmopolita, mos nos qaadris, teos arregala-
dos, cabellera loara, a golpear a poeira da es-
trada neventa dos tempos atraz.l
Ao espocar dos foguetes, ao badalar roaque-
Qbo dos si- os, ao acorde das msicas marciaes,
ao canto da passarada em bandos festivos pelos
ares; seja todo isso om bymno de bengosl'que
atieste ao co e a trra o jubilo das multidOes
oleras ao faustoso 93 no m.meat i que elle ata-
f r-8e de glorias e accader o horisonte do man-
do.
A?e, 931...
1892.
Joao de Deits.
E' fcil de gradar 1 nlurmura, mas coll.va
Cem t. uta commlgao
#ac deila pa.-a o ar aqu 11 'ju' alli eslava
Voltando para o eao.
A liada viscondessa o c so i
Ijquire:Mas. emflm,'
Porque pz deste mode ?E' ao
Ea c ; vejo asiim !
SCIENCIAS E

Vtiiii 1 dad es
VIII
Do Biliie'.e Posta!< de hontem se tratava
Na sala do baro ;
E po.so asseverar qne c mesmoali eaus.vi
Enorme confuso.
Andar a gente ni! dizia indignada
A mana da doutor;
S em pensar no caso, eu fie o eavorgonhada
E cheia de terror 1
~r Ea voto pela folia i I exclama convencida
A candida Sinh ;
Pois que d'uma raposa a falla to sabida
Ali relembrar.
IX
linda viscondessa a sabir a escada
Com geito, nao contesto;
Mas, tropegando, cai e deixa desnudada
A peraa e mais... o resto.
Porm, muito expedita, ergueu-se e se so.'riu,
Com graga e gentileza,
Ao Molta perguntando:Ento, o senhor va
A minha ligeireza ?
O mogo dentro em si de gosto nao cabia
E disse distrahido :
Eu vi, miaba s ahora ; eu vi, mas nao sabia
Que liaba esse appellido I
A Clara me incumbi de dar publicamente
Parabens a J. Gusrra,
Por ser um escriptor que entende lisamente
Das coisas c da Ierra.
Prometiendo tumprir as orden; que me da va,
Indague! com fineza
Em que ponto c rapaz assim lhe conqaistava
Urna tal gentileza.
Achei ama verdade assaz interessante
O qae hoatem figura.
A lingua sempre fez papel moito importante
as pbrases da ternura 1
XI
N'um rasgo de temara a Lemos me contava
Os modos do.marido :
C'h loliern
Acabo de ler a ultima pastea do fo
aalor o Sr. L ooidas e Sa e ha peafl
do estampa nesta capital.
O prazer que experimentei ao et
mesa de traDalho esse esperado
avallar os que, como eu, ouvi.-
vaineiros as mais Isap-
aa'.or, que, til me
grande sommi de
Era o primeiro
de poder apreciar l.
piaabyense, esse.
ment da^hilolit'
soffrjgo atirei-me -
convicto de que mu-
pelos en8iaamen'.os
a par de um eslyio
lar a impeecabiudae.
Eigane me, por
Na Pbiloluiera, c
descarada, nao od
que o Sr. Lenidas i.
vem, como elle pror
gesahi feitas ou
neas, o que quer di-
qne me oceupo e i
rio.
Estas assergOes, urna
geralmeate consideraao
Iban les talentos da aioeka
empos tem frequentido
cana, dev>-m cer comprob
eu merecer dos leitores/ uor ,"
pela frn juez i na expofigo da
E' o que ea vou faze- aoalysa
mate os pootos cat-a av l
alongar este deapreUniloso a t
I
O Sr. L0oniia8jjt:>nvo'-
exiat'-ncia da auas Hir
8imple3mente exagero
do que j foi dito por
Bevilaqua, islo c, qae
ao sal e ao norte nao
ajas, aprsenla este fa"
am falso condiccionali;,
Bao levou em conta a di,
de clima, da orograpbia,
poica, etc.. o que quer d:
portancia ligou ao meio,
ges da arle, tendo feito o
daas:a raga e o inomeni
De faci ah nao se eocoi
ferencia ao condicionad me -
na' k jalga 8obrelevar de r.
factores e que nao foi esqu
q -a, e mais at ah por til.
i.:d ip|):.c..ndo o Sr. Leoni
errnea a povos diversos e i
rentes.
Seguido o Sr. Lenidas, se
torio quaiquer e e desejaodc
desse territorio que c-xerce
ou'ra, basta dividilo em doa
urna liaba recU, muito embe- u<.
h parte qae Bear lo norte qu^
poderosa mil acucia.
E' assim que oa Europa q o norte
foco aA.lemanha do norte e a Ras.
America o norte a primeira a avancar.
O norte da Europa o teco de que ?
Cabiria ea no ridiculo se por um 84 moa.
me passasse pete oe-ebro a idea de moslra;
leitores a inaaidade desse criterio para o est
da Wolkerpsycbolo^ia comparada, oo, o que
mesmo, e naoidade Je-se falso ponto de ib .
para c e; u :o comparativo das manifest-.cO&
intellectaaes dos povos, o que nao tmpade qae
eu me pasme ame e.-sa tirada do profeasor
de BiStora, no Lyceu do Estado do Am tonas,
o qual m;.'tra descoobecer tota'mate a ducW*
plioa que leccionou em um estabelecimenio de
instraego secundaria.
Abi e. a historia nos apreentaado os tres,
periodos de civilisago determinados pelas coni'
diges geograpbicaa : -o poiamico, o ibalassi:(
e o ocenico (V. Pesche 2, Abbandlanr
Erd und Va:k rkuad, pag. 398), classica
que sendo verdadeira como e os fados o altes-
im, d mon.-.tram cabalmn'.e a inexac :-So do
que escrevea o autor da Philoliitera-
Abi est a Historia, para mostrar o uejoam
valor desse criterio, nos uoresentnndo aspires
categoras do regios abmas Europa se-
cute XV :- li as deCi>b-2:ias por Vasco da GT
ma, occioadas por estaros tutigos e tx.en-
dos ; 2) as da Am -i i ja central e meriiiooil. ha-
bitadas por muuos milbOes de home i ; c 3) as
da America septentrional, pouco i b: .us, p ;,
segando Saley a po, u'ago iadigeaa a o i xc>
dia treseotos mil individaos e alvez ? smo
atiiagisse naaca esse numero, de molo q:cao.
europeas ah eacem'ravam fichdade im..a r
pesse do tem lorio e em sapphntarem jn^ira-
mente a raga na iva sem se uaista.areTi com
ella.
Alm dessa facilidade em poderem implantar
n'essa parte da America a e.vilisago e;rop Ja,
ha ainda outros fao'ores de i.-ual ea Balar isr
portaocia corro a immigrago occasicoada retes
perseguigOes religiosas e a rivalldale entre a
col.ma inglesa e a fraaceza, colonias iim:tr>
phes, nvalidada lo poderosa qae chegou a de
morar por longo tempo a independencia da pri-
meira d'ellas.
Sao estes, alm de cairo?, os factores ue fi-
zeram na America o norte ser o primeiro a
avaagar e nc o acaso de estar d ale ou .-
quelle lado da liaba divisoria do Sr- L oaidas;
e taot assim qae antes da decoberta'de Co-
lombo as tribus indianas da parle septentrional
da America tinbam maito menos importancia
que os indgenas de algumas parles da America
do Sal, os quaes j se tinbam elevado, no des-
envolvimenio da civilisago, pbase agrcola.
A Russia comegou a progredir depois que
Peiro o Grande ;;aa3pl.nlon para li a civiUsa-
Cao do Occidente, qu. a civilisago do So', ten-
do sido, portant-o, e continuando a ser Influen-
ciada pela F.-a.iga, mais do qu por quaiquer ou-
tra uagio.
Qual, por coas guite, a ii.llue- a d_ Rusia
as manif.'StogOes intellectuaes ?
Do qu: deixei dito e do mui'o qce tioda po-
deria accrescentar se deduz claramente a n>e
existencia do phenomeno admiravel de qae
nos falla o Sr. Lenidas, ae qae em toda parte
o septeatrio o foco (de que i, o
nrimeiro a
UaUCit tUS
avangar, e quem exe. ce poderosa
liUerttarat.
Adianto.
31-12-92.
Alfredo ToUdo.
LITTERATURA
O Rosario
(Rodrigues de Carvalbo)
Magdalena, a doce e tresloacada amante qae
do cimo do Calvario lavoa com seu prtato aa
intimas aspirar oes de ama tima aptixooada de
malher, qaando desperloa da profonda agoait
qae a proaiara, va com espanto qoe adorna Ibe
o eolio urna enQadt de perolts cryjttllluat.

4
S4 -
heuwb mm wamm
SC7* Tr^~~^~~l-Wimmmi^^
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^NKffVone
U.
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. J.-^tj^-
* .
J
.


Diario de Penmnbaco Domingo 1 de Janeiro de 1893

J

Qaal seria a causa t'tjuella rara precoeida-
de, talvez testemonbade anas dores e nica
confluente de seas su iros :
Nao a explico a nir/uem.
No enlamo, depon a sobre o sepulcbro do
Divino Mestre, como .bliqula mals expressiva
queperpetuasse sua< magnas sentio que dos
olQos caba lbe em 'rbotfs sobre aquelle co-
moro aioda treeco asa inflnldade de perolas
iguaes, que ligeirasTite se desfazio infiltran-
do se o'argilla revJa.
Dir se-bla que, ai encerrado no lgubre e in-
sonlavel reamo i'^m sepulcbro, Jess nao a
esqoecia, haurnJt aquellas bagas tao poras
como om unitivo aun (orlaras.
E' que a avideafla paixao mesmo airavz de
nm sepulcbro derranito nao se farta de beber
as lagrimas por/iia inspirada.
Coobecera erj'o a Garinh03a amante ser sua
alma o eswinio'aqaall .8 jolas, e que conden
sara-as o fogo seu amor.
Symbolisava/ada coma um suspiro evapora-
do e urna espnga morta.
E quando *, acabrnnhada pela tristesa', no
recesso de sufmeditacoss buscava embalar-se
no doce marf-10 da3 rdminiscencias, con'.ava
por ella as tj|a9 desilnies, da tjrma que, de
vi o a regifj trad'co, azem boje sois mu-
das orac5asI3 my,ticas devotas no silencio
my-teno30 A templos.
R/go de generosidade
{Edmundo D'Amicis)
Justan: / naquella maoba Garroae dea se a
conbece
Qaandintreina escola, um pouco tarde, por
que a mar da Ia classe superior tibamefei-
to pirarfcrguotar-me a qu? hora polla visitar
no?, o nfemo ainda nao tioba distado, e tres ou
-.'itrv fainos pjrs^goiam o pobre Crotsi,
19 liaba 03 cabellos ruivos e am brago
o e cuja liiii vende leeumes.
i iris com as regoas, aravam lbe cara
e castanba e cbamavam no aleijado e
>, arremedando o com o braja a tra-
lo, 803nho no banco, de fronte paluda, ti
/uvir olbando, ora para um, ora para ou-
' clhos soppltcantes a pedir que o dei-
''quieto.
s pozeram a rir alto.
) Crossi perdeu a cabeca e abarrando um
i varejoa o cora lada a fjrg caBega de
: msete abaixou-33 e o tinteiro foi ba-
> peito do mestre qu; ia entrando.
r.-eram lodo3 para es 3BU3 lugares e lizeram
icio, al morisuJ?.
mestre, paludo, subiu ao estrado e com a
alterada pergnntou:
- Qiem .i? I Ninguem responden.
) mestre bradou seguida vez, elevando m3is
z :
Qiem foi"?
aoao Garroae, co a peaa do pobre Grossi, le-
vaatou-se de sbito e disse resolutamente :
Fui eu.
O mestre olhiU paa elle, olbou para 03 alu n
nos admirados e dtpoia dissa tranquillamenie:
Nao (osle tu :
B depois de momento;:
O culpado nao lera caaiigado; levantou-
se
Cro si levanto:.; s e d'sse. chorando:
Baliam-me, insultando-me, perd a cab?$a,
alirei...
Sente-se, diese o mestre. Levantem e os
que provocaram.
Lsvaataram-sa c; qaatrocom a cabega baixn.
O senbores, rii-se o mestre, iosnltaram um
compynb:iro que niu os provocara, escarnece-
ram d.:emde3graHK', mar.rataramam fraco que
nao porte bb defender.
Coirmei!-nes orna das acgOes aai-s buixas,
mal3 ver;' nlusa que pod^m Otaacbar exa crea-
tura bomana.
CovardP3! Dizendo isto deseen por entre o3
bancos, .'evou a rnao pir baixo do quelxo de
G i ne, qu eslava com a cabega b,ixa e fa-
zendo c levantar o rosta encarou-o e lbi disse :
Tas urna lraa uobre.
Garroae iprovr.t.in'o a eccasio segreicu nao
sei q'i" palavra BO oavido do mestre : e este vol-
tando se para os qua'-ro culpados disse :
Ei'o perdoades.
A' Souza Santos
Porque to cedo partes, que destino,
Reserva3 mih'alma oiinh^ amante?!
Te es:juocera3, talvez, de mira distante
De um ideal amor semi-divioo;
To puro como as notas que de um bymno
Do sacro templo voam ao Omnipotente ;
Suave como o riso do innocente,
Como o rumor de um lago crystallino I
E eras &o abandona sacudir
A louca esp'ranga, d;z, lluminada
Outr'ora por leus risosum porvir
Que Li a mloba crenga idolatrada? !
Antes cota om pur.hal, ai, vem ferir
Minb'alma pobre lonca abandoa'-d?. 11
C. Barros-
te ambiente corrompido oSo pe deizar
de produair effeito.
E' am mal physioo pela falta de a ti vi-
dade, que em cerebros sera cultura deiza
desenvolver se apenas a imag do hbitos de pregu9a.
' nm immenao mal moral pelo am-
bieate de parversSo e crime em qne mer
gulha exclusivamente o pensamento igno-
rante e inculto de horneas, geralmente
rudos e grossairos.
Faz nascer o horror ao trabalho e a'
predisposic.2o para e crime.
Algnns, ou fortalecidos pela idade, ou
criminosos occasionaes, qne ama heranga
aadia e forte desvia das veredas tortuosas
do mal,podem resistir com vantagem.
Mas a maioria e principalmente os cere-
bros de crian; jg e adolessantes, nao af-
teicoados aiada em urna direccSo sencata
e firme, esses cahirSo fatalmente. Tem
pelo meaos todas as probabilidades em
favor da corrnpgSo, e contra ella s a!-
gum miraculoBo effdito do Acaso.
A prisao para elles a Grande Perver-
sora.
Nao corrige ; degrada.
E apssar deetes tao detostaveis, como
incontestaveis effeitos, o systema caro.
O Estado gasta urna diaria de lf$000
reis, com as centenas de preso3 reco'hi-
dos DetencSo sem receber d'ahi nem
proveito directo, nem indirecto.
A creacSo das colonias agrcolas cor-
reccionaes vira dar os dous.
Proveito directo, porque o preso, cim
a cultura que faz da trra, iademnisa a
nago do que consom e realisa ama
grande eesnomia para ella.
Proveito indirecto, primeiro porque se
corrige e adquire hbitos de trabalbo,
uteis eociedade ; depois, porque au-
gmenta exactamente a classe de traba-
Ihudores de que nos mais precisamos,
os traba'hadcres sgricolaa ; depois ainda
porgue, cultivando czactamsnte oa gne-
ros de primsira necessidada que consti-
'.uera a pequea la-oura, vem com elles
abastecer o mercado.
E como um terjo do sea trabalbo
veadido em sea proprio proveito, vae ca
pitalisando sos poucos e preparando se
para ser no futuro um homem prestante e
atil, tenio c essa peculio, a!m do esti-
mulo, e rucio de r comec.\r a vida quan-
do s ;hir da prisSo.
Tudo ito aSo vantageri3 praticas, pal-
paveis, immediat's.
N;*o entram nellai em conta cons'de-
tagois de descabida sentimeitalidade.
E como a que3to do economa a qae
paiece, alias com rasao, dominar no ani-
mo das commissSes, campre cao esque
ccr que a despeza a fazer um transito-
rio augmento, que deva immediatamentu
depois trsnsformai"-se em fonte de renda.
Mesmo, porque, o augmento relativa-
mente inageificate.
IHTERESSESECONOMOS FIM'NCEIROS
Colonias Correceionaes
{Extrahid)
Sejam quaes forem as necessidades de
economa, reconhecidamente grandes e ar-
gentes, ha algumas despezas qae nSo de
vem ser evitadas.
Urna dellas a creacSo das colonias
agrcolas que j pelo seu lado moralisa-
dor, j mosmo por constituirem fontes de
renda, nao podem ser negadas.
O nosso rgimen cvnstitnciooal nao ca-
rece quasi de discassao. Nao chega mes-
mo a ser nm rgimen E' am < pis-
aller feito antes da ausencia de qual-
quer corpo de disposiges racionaes, do
que de determinado systema, embor
mo.
NSo obedece a nenhuma orientagSo.
Para offerecer ezemplos, que afastem
da vereda do mal outros criminosos, os
castigos sao ezcessivas brandos.
O cdigo, de um extremo a outro, tem
a preoecupagao maniaca da sens-bilidade
e da ternura pelos malfeitores, Parece
redigido, oa ao menos inspirado por algu-
ma ama secoa.
jJara corrigir os proprios autores dos
delictos, acjreBoe outro defeito ao da bran-
dara prejudicial.
O condena nado, recolhido DetencSo,
tem todos os incita rentos para perseverar
na mo caminbo. Ocioso, vvendo lado a
lado com outros criminoso?, algans delles
recidivistas cynicos, endurecidos do cri-
me, elle 6 tem junto de si mos ezem-
pl->>,ezemplos da que a absoiata ina-
ctividade da prisSo d-lhe tempo de Bata
ra se, consciente oa incoescientemeate,
em longo e pernicioso coovivio.
Vicios que nSo tinha,aprendeos all.
O pedago de milo de pao, pompado s
refeig5es, serve para fabricar, amassando
a, dadoB com qae joga durante os das
interminaveis do carcero, em que algama
cousa neoeaszria para matar o tempo
Q ando nao o jogo qae serve para
passar as horas, a palestra, a conversa
depravada e immoral, onde avultam as
narracSes de altos eitos delictuosos, co-
bertos de applausos, apoutndos como f :ga-
chas heroicas.
^ ,*Um ladrao, por exerapio, qae sarpren-
d do por qaalquer soldado repellio-o, oa
mesmo, assassinon o, om haroe, nm 'j-
po corajoso destemido, cajo acto se
aponta, 'como digno de emitacSo.
A' Ipnga, esta afluencia perniciosa, es
Para patslicarDa secretaria do gover
?o remeueram noa :
i Telegramma procedente do Rio de Janeiro,
em 30 de Dezemoro de 92. *
A' S. Exc. o Sr. Gavernador o Estado.-
TenJo sido decla-ados limpos portos Austria
Hungra, embarcaos sabidas a contar boje te-
rao ivre pratica B,-.z:l, depois rigorosa visita sa-
nitaria.M. da lo erior.
Prefeif ura municipal Pelo eeguinte
acto datado de 31 de Dczembro de 1892 foi pro-
rogado o orgacaeoto municipal :
O prefeilo do municip o do Recife, conside
rando que nao foi ainda votado o orgamento mu-
nicipal pa'a o exercicio de 1S93. e osando da
attribuigao que Ib3 coufero o 7 art. 16 da le
n. 52 de 3 ae Acost de 1892. rero'.ve, ne accor-
do com o art. 3o das disposigOas transitorias da
Constituigj Poltica do Estado, prorogar o o.-ca-
mento aeiuilmente em vigor, at qae seja pelo
co:ctlbo mnoicipa' votado orgimeuto rara o re-
ferido exntelo. Manoel Pinto Dmaso, pre-
feilo.
Expotcao de Pernsmbaco-Tendo
a ceitiiiiiss ontldo a realizag&o da fonte omi-
nosa, cuja experiencia teve lugar bontem i noi-
te, resolvea prolongar a visita EspoMcSo.a'
du 7 do correle, mediaio a mesma entrada de
500 ris por pessoa.
Pela ormf ira vei se leva a t-ffdto em Per-
a-.ahac esse bello trabalbo de combinagao de
luz e agua ; eremos attrabir a atieng&o publica
durante os poucos das que restara de visita
Espos gao.
Alaa disso, a Exposigo tem augmentado
pela acquisigo de noves productos.
Caruar -Os collegas da Provincia de-
ram estampa em anas columnas a noticia de
baverem sido inuiilisadas no municipio de Ca-
ruar. i.as prximas eleigOes daas secgOes.
Em coatestagao a essa noticia o Sr. commen
dador Maooel Rodrigues Porto, presidente do
conceibo municipal, dirigi ao Exm. Sr. gover-
oador o seguate telegramma, no qual, como
M*--s"-ba, -turma a inexaclidao do qae foi dado
como nm faci-
Es o telegramma :
Ca oa 30 de DezembroExm. gaver-
nador.
Teado o jornal Provincia, de 24 do correte,
publicado em urna das sua c lucacss. qae na
eleigo de 18 n'esta cidade foram inutiilisadas
duas secges eleitorae, apresso-me a commuoi
car a V. Exc. qne e3aa aotici? Dio real ; e ao
cootrario o pleito correa aqu regularmente.
O presideote do coocelbo municipalMarjoel
RcCrigues Porto.
Rendimentos pblicos No mez de
Dezembro lindo ai-recadara as seguintes repar-
Alfandega 1.769:618457
Uem, ffeual mez de 1891 1 027:407*778
Para mais em 1892
Recebedoria do Esiado
Iiem, igual mes de 1891
742.in)j5ft7y
498:284*196
217 953*826
Para mais em 1892 280:330/370
Miinh a Com este Diario distribuimos
boje aos nossos ass'gnantes, como de mnito o
fazemos, orna faibinha <'e porta refceate ao
auno que comega de 1893.
Apar deste modesto brinde, qae alm da pro-
pria importauc'a, valorisa ae apeoaa pela intea
gao qne o determina, como orna lemb-anga arai
cal, nm shakeahnd aquelles nosso3 cooperadores
pelo seu concurso enectivo e que aos tem habi-
litado a s-itisfszer oa compromissos de nossa po-
fico.
ello & BinesRrindaram-n03 esses Srs.
com alguna productos de sua fabrica de panifi-
cago ra Larga do Rosario n. 40, fazendo re
saltar o mesmo brinde com amavels express5es
em carta qua ooa dirlgiram.
Em prosenga dessa dupla gentileza, o obriga-
do que Ibes eoderegamos comprebeusivo de
rer buigo dos eentimeatos qae os meemos Srs.
aos slgniBcaram.
Era ^iovaRecebemo3 e agradecemos o a.
55 desee perlodic: que se publica nesta capi-
tal-
Le tira dominicalO dia de boje oSo
notavel someate porqae domingo, santificado e
de testa nacional; nao, notavel anda porque
o primeiro da semana, do mez e do anuo- E'
elle sobretodo digno de meogao, porque comple-
tan! se boje victe e cinco annoa, eyelo solar, que
a lettra dominicalAcoincidi com domingo,
dies solis dos romanos ; o qoe so no aoao alic-
ado praz) oa espago de tempo acontece. De
modo qne so no anuo de 1921 o phenomeno
apontado se reproduzir.
O Om, oa melhor, o empenho da presente ia-
dicagao, oao ter o delicioso gosto de mostrar
presa aas daas poolas de ama piaga a nsangade
amigos tem pos e que alada boje perdura.
Esta ligeira reexo acollo ao espirita de
quem escreve estas liabas, pelo motivo qoe se
seeoe :
Urna vez qae pelo referido eyelo solar come
gario a repetir-se os meamos pbenomeoos astro
nomicos, p:ssivel qne cem o dia de boje de)
ponte ama nova era para o3 brazileiros, se
que nSo contiaa a ser de effeitos fataes contra o
Brazil a Cordilheira dos Andes, as observagOas
de Buikle.
Igreja da Madre de Den* Segando
declarago do tbesoureiro da irmandade do Se-
ahor Bom Jess das Portas, os a;los da feslivi-
dade que deveria boje ter lagar oessa igreja,
sera celebrados effectvamsate, com excepgSo
da missa, por excusar-se de celebral a o respe
:tivo vigano, sem dnvida com ra?.ao.
A igrsj'a couservar-seba aborta durante o da,
sendo encerrados os actos religiosos noite com
nma ladaioba.
CaptaraO Dr. qaestor tcad) raquisilado
por telegramma ao Dr. crete de polica da Capi-
tal Federal, nao ba fmaito. a captara de Pedro
Tavares dos Sauto*, vulgo Pairo Grarade, aecu-
sa lo como auto: de un assassiaato praticado
oesle Estado, o Sr.Dr. Bernardino Silva eacarre-
gou d'esse servigo os ageates Daaiel de Lima e
Vallitelli, qua realiiaram a prisao.
PjIi' r*03 Santos, que se acoa\a empregado
em servigo do trapiche Kovo Cielo e qae all re-
sida j ha bastante lempo, tinba-se casado, ba
seis mezes pouco mais ou menos, com urna po
bre moga.
O preso tem de ser enviado, no primeiro va-
por rara aqu onde ter de responder a pro>
cesso.
Interpretaco do Decreto n. loto
O Sr. iDiuistro lia industria, vlagj e obras pu-
blicas, interpretando a clausula 2.' di de.reto n.
1029 de 30 de Agosto ultimo ; resol ven :
1., que porsomma efectlvamente empre
gada n coustruegoenteade-3e a que for con-
stituida oo .- pelo cujto d sorras clarificadas
no quadro a. 15 aoaexo ao regolamento appro
va lo pelo decreto n. 399 de 20 de Junho de
1891, e respectivos juros, mas tambem pelo ;n--
to de todas as despezas qae depois da abertaa
de trafego forem ..ffeciaadas, a bem :!o desea-
volvimento desta, com auto"3ag5o do governo.
2.*, que se o capital for levaatado em ouro em
paiz estrangeiro, a importancia do resgate cil-
cnlado em moeda nacional ser trcinformada em
libra? est rimas, tomando se para caie dessa
transto-magao o cambio de 27 d. por mil ris ;
qqe% determinan lo !e3se molo o custo do ree-
gate em libras esterlina^ o pagamen'o destas
s> r feito em moeda n-cional corrente, ao cam-
i io do dia, ou em ttulos da divida publica in-
terna pela cot-.go e cambio do dia em que se
pffecto; r esse pagamento.
Encontrn homemUm 'o'rcspondente
de Pa>3 noticiou :
Um navio de guerra inglez fez paiar um na-
vio frsncez as aguas de Madagascar e, sem Ihe
importar qne estava em aguas de um protecto
racio fraoctz, isitou o navi para ver so tra?ia
contabando. Em virtude das enrgicas recla-
mages do goiaroo francez, lord Roseberry man-
dou castigar o commandinte do navio ingles.
Nao suceederia de certo o mesmo se idntico
caso se desse com um tavio portpgaez, por ex-
emplo.
Cnanmento civilPoram liaos no d1 30
de corrate os seguintes proclamas do casa-
mento :
Segundos
D. Err-.esto des Santos Fcngozo c?rn E7ange-
lina Cameiro Miliado Rios, aolteiros' reulden-
!e3 a fregoezia de Santo Antonio
De Henriqoe de Barros Pim-atl cam Joanna
Paulina rios San'os, salteiro3, residentes a fre-
gnezia do Afogados.
Primelros
Da N.'lson Gomes Belfort com Bazia Mara rio
Oliveira, solteiros, residentes a freguezia deS.
J ..
Sonsenhor 3*into de CamposChe
ga;.m da Europa 03 osses deste distiocto per-
nambucaao, qae tanto boarou o neme brasilei-
ro.
0 Dr. Siqneira Catcpo3, ministro dajostiga do
Estado de S. P>u'-o, mandando transportar os
ossos do monsenbor Pinto de Campos, qae era
seu to, cumpre flelaieote essa disposico testa
mentara do illastre morio e da capital de S.
Paula a hoara de encerrar as cinzas do homem
eminente que justamente conside-ado urna
gloriadas nossas lettras.
Chimes esa trSnmpho No domingo, 11
de Dezembro dea se no Amparo, Estado de S.
Paulo, urna reuniao de lavadores para tratar da
introduego de cha.
Um chim, o cidado Y^p-Sent Gai, qoe ba
das tinha ctiegado a S. Paulo, procurando a
prosso de co3ibeiro, de que mestre, foi at^
ao Amparo e all deu prelecgSes sobre a cima
e feu8 conterrneo-. r
Ao qne diz a folba local o Sr. Y^ap-Sent-Hai
foi receDido e escotado ~por mais /te 500 pes-
soa3.
O chim esteve na ponta e na pona ticar al
que outros o desthronem.
O bamem falln em 'nglez. tendo cerno inter-
prete o engenlieiro Reicardran.
Pelo qn deprehendemos o chim quasi do
eo, poia chegon no momento mais propicio.
E'Ie tambem est entba3iaemado comsigo
mesmoe Passar da cosioba a taes alturas foi
cousa que canea Ihe passou pela cachola I
Exames primarlosEffectuaram-se ao
dia 6 de Dezembro os exames dos a'U'onos da
da cadeira mixta em Barra de Jangada, regida
pela professora Mina Luua do Reg Barros,
serviodo de examinadora a professora da cadei-
ra do sexo feminino Joaepba Flora Torres, sob a
presidencia do delegado litterario Aareliaoo de
Barros Correia, dando o segointe resoltado :
l.# grao
Maooel Lopes das Cbagas e Jos JeEUioo de
Oliveira, adianta Jos.
Bazar dos pobresHoje s 6 1/2 horas
da tarde, oa sede da Saciedade de S. Vicente de
Paulo, roa da Aurora o. 37, ser inaugurado
sob a presidencia do Exm. e Revm. Sr. D.
JoSo Esberard oBasar dos pobres, forma
eogenbosa creada pela Saciedade para que os
po .res tambem tenbam seo presente de testa.
0 Bazar estar aberto ao publico dorante as
no:tes de 2 a 4 e vale a pena ser visitado, es-
pe lialmeotc por aquelles qae concorrero com o
seu cbolo para esta fe3ta de caridade.
A' noite de 5 ser feita a distribuigo peas
familias qae se apreseatarem com bilbete de
entrada.
Santo Amaro das MalinasRenoe se
boje em mesageral essa irmandade, s 9 horas
da manila, para eleger a nova mesa p-ra o aono
de 1893, Hfsim como combinar no programma
com qu? deve regalar a festa do mesmo Santo
no dia 15 d Janeiro rorrete.
Noticias artlsticas-Organison-Be em S.
Paulo um Club Musical Gluck, cujo fina culti-
var a boa msica moderna e classica.
O novo club conta como concurso do todas as
amadoras paulistas e j elegeu para a sua di-
rectora :
PresidenteD. Mara Flora Aadrade de Quei-
roz.
ThesooreiraD. Genoveva Toledo Cintra.
SecretariaD. Joanoa de Oliveira Cootinho.
Directora dos concertosA maestrina D Zul
m ra Furtado de Aadrada Machado.
A eidade de S. Panlo que ha tempos foi pro-
clamada a capital artisiica do Brasil por urna il
lustre estrangeira, Sarab Bernardt, paia nao des-
mentir boje ana fama, tem o dever de aseitar e
acolher com entbusiasmo Indo quanto posea
contribuir pira o desenvolvimeoto e apuro de
seu gos'o esthetico.
A primeira representago da Paulica, no
theatro S- Jos, em S. Panlo, foi om verdadeiro
sujeeseo-
Essa revista, diz om chronis.a, em sen ge-
nero orna obra de mnito merecimeato.
Tem criticas bem sentidas e paramente enun-
ciadas.
Tem ditos eBpirituoeoe, lancee por vezes elo-
quentes, por vezee tambem p.lgum tanto empe-
lados.
Sooledade Beneflcente dos artis-
tas industriaos Reonem se os membros
desta associago em -esso de assembia ge-
ral, no dia 5 de Janeiro prximo, s 5 horas
da tarde-
Hospital Porcogufi-Entrou de s mana
o moraomo Alfredo Lopes Fernaades.
FaceciasNao ha nada mais deaagradavel
do qae receber ama recosa formal qoanao se val
fazer am pedido a lguem-
< Ora, o meio de evitar esse deegosto nao fa-
zer o pedido eenao quando as circomstancias o
aaxiliarem.
Para laso convm examinar oa olhos da re3-
soa antes de Ihe dirigir o pedido.
Si tiver a papilla dilatada, o momento pro-
picio, porqae deve estar n'oma agradavel diepo-
sic&o ce espirito, pensativa, sonbadora.
Mas, si ao contrario, est impressionada por
algama coutrariedade. ou por nma viva preocco-
pago moral, a papilla estar contratada.
ConHado n'eate conseibo do Joan de Pariz, nm
individuo ebegoa ao o de ontro e observon-lbe
as puplllasdetidameoie.
Empresta me dez mil ris at amanhl?
Empresto, mas nao agora, que comegam as
papillas a cootrahir se me, deixe isso para quan
do ellas ee coaservarem dilatadas.
#
O maire de orna pequea povoago fraoceza
tem por costme dirigir as que casam um pe-
queo discareo, qae previamente decora em casa.
II i pone?, pai-rn, foi apachado de improviso,
e, oo Babeado qae dizer, fixoo a vista as cores
da faixa. exclamando : ~
Olhai para as trea c6res do eymbolo da su
toridade. Todas eao alegricas.
O branco symbolo da pureza da esposa; o
vermelbo, do sangue que o marido deve estar
d8posto a derramar em defesa da sua compa-
oheira, e o azul... ab 1 o azul, se fosse verde,
seria o syoabolo da esperaaga.
#
D: Crescencia chrismou-se, a pedido de eeu
noivo, qae aconselbcu lh' mudar o nome para o
de Leonor; qu; era mala potico.
No dia aegninle ao da ebrisma, appareceu o
futuro marido, que ignora va a grata nova da mu
danga donme.
Eoto. anda te chama3 Creecen:ia ? perguo-
tou Ihe o noivo.
- Sou ex-C-eicencia, lbe responden a diva,
qae tioha loras de litteratura.
*
Eotre a ama e a criada :
Estou realmente indecisa...
Porque, miaba eeabora?
Dops h mena propietarios fazem me a cor
te: um tem urna mina de ouro e outro orna mi
aa de carvao. Nao sei por qual d'elles me resol-
va.
Por ambo3.
Ten3 lernbranga3 I
Pois a senhora forgo.-arnende ha de precisar
do carvo de um para derreter o ouro do outro.
Servlco parcial-llie fas ronda de
visita o sr. alteres Jos Gomes.
O corpo de polica dar aa guardas de Palacio,
Detengo e Thesouro do Estado.
Uniforme o. 3.
Amacha Lr a ronda de visita o Sr. al-
feres Frat-gi.
O corpo de polica dar as guardas de Pala
ci, Deteocao e Thesoro do E3lado.
Uniforme n. 6.
Inspectora do *. d'strlcto marl
timoRecife, 30 de Dez mbro de 1892.
'oletim meteorolgico
tforai Term. cnit- Barmetro Tensao do
irado
6 m. 26,1
9 26,'6
12 17,-i
3 t. 27/3
6 26*9
Humt
dadt
76
73
71
70
73
(a 0a) vapor
756-26 19,04
,'56- 70 19 05
756",42 19,22
755',14 19,07
755-,29 19,38
Temperatura mnima 25 75.
Temperatura mxima 27,75.
Evaporago em 24 horas ao 5,m6, a sombra
4,m4.
Cbuva nulla.
Direcgo do vento ENE com interrupgojs de
E e NE durante todo o aia.
Vclocida ie media de ^eito 5m,47 por se-
gundo. % _
Nebulosidaae media 0,71.
Boletim do porio
Pra-m?r ou
baixa-mar
P. M.
B. M.
P. M.
B. M.
!.'::
Horas Altura
149 da I. 206
8-19 da t. 0-33
2-18 da m. 2-12
7-52 da m. 0*34
00 de Dezemb
3U de
31 de
30 de
?, ao -Kffecmar-se-ca o se?usnie ;
Terga-feira :
Pelo agente Oliveira, s 10 horas, a ra da
Iuperat.iz p. 80, de miodezas e mais pertences
abi existentes.
lasas nnearesSerc celebradas:
Amanh :
A's 8 horas, na matriz da Toa Vista, pela alma
de D. Maria do Livramento Rosa e Silva.
PaasagelrosCbegados do sal no vapor
allemo Aaiazonas:
N3I0 da Costa Ptnheiro, 1 fllha e 1 criada, Dr.
Eduardo Augusto de Oliveira, cp&o tente
de Gouvela e 3 filhos, J^o
Leopoldo Baodeira
da Silva.
Sabaos para
Jaboat&o :
Dr. CuDba Pinto,
o uorte no vapor nacional
, Nicolao da Silva Bello, Ra
pbaiei ao Nascimenio, Jos C. Moeieiro, Eduardo
Castro, Maria F. da Cooceigo, JoSo Pinto. TLo-
maz I^iratti, 1 filbo e 2 sobrioboe, Maria A. Ri-
belro aotae, Maria C. B-andSo, 2 criados e 1
neto", Fausto Pereir3: O ympio Pereira, Jos Ro-
drigues Jos Paul, irraceisco Lima, Manoel
Jos Pedro Marinho, sua senhora 8 3 filhos,
Abranhao A. Silva, Francisco G aue e 1 sobri-
nha. ,
Sabidos para a Eoropa lo vapor inglez
C'.y le :
Manoel S. Santos Ferreira, Jos Joaquim Vielra
Barboza. Antonio G. Villa-Nova, E. Comber Iza-
bella Eliiot e 1 talha.
Casa de DetencaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detengo do Recife, em 31 de
Dezembro de 1892.
Existiam 428, entraram 10, eeJiiram 15,exis-
em 423.
A saber:
Nacionaes 390, mulheres 16, estrangelrcb 17.
Total 423.
Arragoados 359.
Bons 337.
Doentes 19.
Loncos 3.
Lencas 0-
Total 359.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Jos Gomes de Mello.
Estevo Anastacio da Silva.
Teve alta:
Manoel Leodegario da Silva.
Lotera do Estado do rao Para
Por telegramma recebido pela Casa do Ouro, de
Joo Joaquim da Costa Leite, sabemos serem es-
tes 03 nmeros premiados na 8* serie da 56* lo-
tera, extrahida no dia 31 de Dezembro de
Entraram
Sabiram
Fallecen
Existem
10
~9
1
660
660
1892.
2153 240:000*000
355 10:000#000
6734 6:000*000
213 2:000*COO
9234 2:000*000
9383 2 000*000
U63 1:000*000
2229 1:000*000
4143 1:000*000
4590 l:0C0*00O
4859 1:000*000
6882 1:000*000
7530 i -.000*000
8952 i:OOO*O0O
Approxima'.ops
2152 1:200*000
2155 1:200*000
35i 800*000
356 800*000
6733 400*000
6735 400*000
Foram visitadas as enermarlas pelos segnln
tesura. :
Barros Sobrinho entrn s 7 1/4 da manhi e
sahio s 8 i/4.
Malaqnias entrn s 9 3/4 da manh e sabio as
11 1/2 uoras.
SimOes Barbosa entrou s 9 1/2 da manhS e ea
hio s 11 i/2.
Berardo entrou s 11 i/2 da maubS e sabio s
11 3/4 horas.
Aroobio Marques entronas 91/4da manhi e
sahio s 11 i/2
Lopes Pessoa entrou 3 8 1|2 horas damauh.'
e sahio s 11 i|2.
Miaoel Carlos entrou s 7 i/2 da manh e sa-
hio s 8 3/4.
Tavares de Mello entrn s 10 i|4 da manh e
sabio s 11 i/2.
O pharmaceutico entrou s 8 i/4 da manh e
sahio s 3 da tarde.
O ajodante do pharmaceutico entrn s 6
horas da maub e sabio as 4 1/2 horas da tarde.
Lotera do Estado do Ceara A lo-
eria, deste estado c> m o maior premio de.....
50:0004000, ser extrahida no dia 31 [e De-
zembro.
Lotera to Estado do Marannao
A 14* serie da 8' lotera deste estado, sendo o
premio grande ele 600:000*000, ser impreteri
vdmeate extrbida Jip,dia 2 de Janeiro (terga-
feraj.
Lotera do Salado do rao-Para -
A 4." serie da 57.' lotera, deste Estado cajo
premio graaae.de 609:000*000, ser extrahida
ao dia 7 de Jaaeiro (sabbado).
To loa oa bilhetes dessa lotera acham se i
veuda na Casa do Ouro, pertenceute Joo Joa-
quim da Costa Leite, roa Baro da Victoria
n. 40.
Cemiterio publicoObituario do d!a 30
de Dezembro:
Gu'St-ppioa Alb n, Italia, 23 ancos, eolteira,
B:a Vista ; febreamarilla.
Maria Francisca Gomes, Pernambuco, 60 annos,
soltera.BoiVista; f bre perniciosa.
Pbiladelpha Argentina dos Santos, Pernaraabu
co, 51 anuos, casada, Graga ; tubercoloae.
Um feto, Pernambuco, Boa Vista ; naeceu
Dorio.
Mana, Pernambuco, 24 horas, S. Jos; ttano
infantil.
Emilia, Pernambuco, 3 dias, S. Jos ; a bre
psia.
Jm feto, Pernambuco, S. Jos; na3ceumorto.
SPORT
Prado Pernaaibucano
Encerrcu se bentem a incripeo para a 10.*
corrida a rea!isar-c na eex-etra, 6 Je Jaoeiro
ts 893.
Primeiro pare^Consolago.Traquiuo, Tejo,
Coogo, Gedeao, Blkstone. Pous-comligo, Diaa
marca, Tarim e Domin.
Segundo pareoExperiencia.Gatuno, Flau
lista, Hugnot, Boccacio e Colosso.
Terceiro pareoFerro Carril. Dooradilhn,
Favorita e Gaiiilca.
Qu^rio pareoVelccidade.TJdo Torco II,
Mouro, Talissitr Regente o Colosso.
Quinto pareo Grande Premio--Cosmopolita
Seaoresa Pandfga, A'.tlan'.e, Napolitano e Sci-
roco.
Sexto pareo tGrande PremiePernambuco
Ida, Mauri y Dublim, Regente e Pigmea.
Stimo pareoEstimlo.Mirujo II, Mouro,
Confo:me, Malango, Clyd e Dspota.
MEMORIAL.
Gravatas
A ultima novidade em gravatas chinezas de
tina aeda, aortidas em cores e modellos chics,
recebeu o Bazar da Boa Vista ra da Impera-
triz n. 88.

Sem con esta^o
Chapelaria Raphael
qoe maior e mais moderno sortimento tem de :
CHAPEOS de todas as qnaliiades.
CAPOTAS de seda, palna e florea.
TOUCAS e cnapos phaja3:a para criangas.
GRAVATAS, flores, plumas e passaro3.
AIGRETES phantasia para penteados.
GASES evos de todSiSS cores.
etc. etc. etc.
2Ra do Baro da Victoria2
Esto premidJS com 300* os soguintes nome
roa
2151
2157
2152 2154 2955 2156
2158 2159 2160
EstEo premiados com 200* os seguintes come-
ros *
351 352 353 354 356 357
358 359 360
EstSo premiados com 100* os seguintes nme-
ros :
6731 6732 6735 6735 6736 6737
6738 6739 6740
Tjdoe os nmeros terminados em 3 esto pre-
miados com 100*.
Todos os nmeros terminados em 5 esiao pre-
miados com 100*.
A segointe lotera corre no dia 7 de Janeiro
com o plano de 600:00*000.
Hospital Pedro li -O movimento desse
eatabelecimento de caridade, a cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do dia 30 de
Dezembro, foi o segointe:
Existan 640
IMDICACOES OTIS
Mdicos
Dr. Joao Rangel avisa aos seas cli.
entes e amigos que mudou a sua residen-
cia para a ra de Gervasio Pires n. 83
A, coulinuando com o consultorio ao lar-
go do Gorpo Santn. 9, I*andar,onded
consultas lodos os dias uteis de 1 as 3
horas da tarde.
Dr. Arthur Cavlcanti d consultas
ra do Mrquez de Olinda u. 3 das 10
s 2 da tarde.
Residencia Ra da Imperariz n. 34.
Telephone (no consultorio) n. 58.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o
seu consultorio ra Mrquez de Olinda
n. 27, 1." andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
lbo respiralorio, febre e da pello.
Consultas das 9 as II na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu con-
isultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qunlquer hora e por es-
cripto.
Telephone n. 5G6.
Dr. Sd Pereira, ra da Impera triz u.
6, d consultas medico-cirurgicas lodos
os dias das 8 ao meio dia, monos nos
domingos e dias santificados.
O Dr. Lodo Hoscoso d consullas em
sua casa ra da Gloria n. 39, das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a qualquer chamado com
promptido para fra da cidade. Espe-
cialidades, operaces, partos e molestias
de senhoras e de meninos.
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa Forte a. 5, casa de
azulejo, Mronte da igreja da Campia.
Clnica de molestias de olhos
ouYldos e naris.
O Dr. Pedro Pontoal, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de tolla de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra nova n. 18, 1," andar.
Consultas da 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539.
\y
Occulistas
Dr. Ferreira, com pratica dos pria-
cipaes bospitaes e clnica de Pars e Lan-
dres, d consultas todos os dias das t
horas ao meio dia.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo Sampaio occulisla, d
consultas de I s 4 horas no 1." andar
da ra Baro da Victoria n. 51.
Residencia a ra Seto de Setombro a.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25.
Di. Pereira da Silva chegado de
Paris ; com pralica as dioicas de We-
cker e Landolt, d consultas do I s i
horas da larde ra do Imperador n. 63,
1. andar.
Telephone n. 588. Residencia C*-
xang.
Advogado
Dr. Milet, lente calhodralico de i-
reito civil da Faculdado de Direito, lees,
seu cscriptorio de advogacia ra 16 de
Novembro (anliga do Imperador) ti II
Thelephone n. 499.
Drogaras
Faria Sobrinho & C, droguistas
alacado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva j'" C,
depositarios de todas as especialidad s
pharmaceuticas, liutas, drogas, producto*
chimicos c outros medicamenls homeop-
ticos, ra Mrquez de Olinda n. 2 5.
PU8C4C6SS iRBIDO
A ANsoclaco Commerrlal Boaet
cense de Vernambuco
Sao lellimente bem coLbecidos aelas poM
C23 da impreca diaria, as poderosas r-:'. i
qae originaram a reprceentaca endertgsL'a pe.t
Associajj Commercial ?o g-vernader do EiU-
do, en 20 de Novembro, e es termos ea qa
redigida.
Com o aratameoto dofUo ao poder .!
que a Aesociac&o nao e.=qoecea no&ca, m.- a franqueza Da;o'al a quem tea: por si o dir
e a raso, lembroa ao Sr. governiior que a :-.:
o ercamento vigeo'.j coctioba imprs ^0 a
trarias f.anjtncao Federal, e-cuja incotiatl
cionalidade era colora e f:a demonstra Ja, qc M
persnle o Gongre3so, que tinhi votado a racjai
le, quer perante o governador, que lh
Bocnio ; lembrcu que o actcjl Coog:es90, daa-
do o deviJo aoreco 3 pooe r-c6' joatd^ i
sistentes della Ai3Cv"ag^p, excluir ('o crc^u. :
to p.ir.n 180J os imposto! de ImporUfil?, que '
ment podem ser cobrados para o :heouro f \
ral; ores que o acto de 12 de Agosto,
saneco resoIncSo do CoogreMO, '.'cvj :coc
certa que 3eria prcrogado Q ornamento (' 18&
e qoe eila tinba aguard.ido a coevo acic
traordiaeria co Coagre.-3o oo a rrorogar,ao dt
orcamento por a,;to do g.verno, par.-, lo pri
metro caso, pedi: que fosse maatida a exciosSc
dos iaDpostos incone'.:tucionae5, e, no segante
protestar contra a permanencia de lae3 impof
toe,; inda mais aggravada pela incoDStitociorji-
lidade 'a prcrogago.
O exercicio eslava a terminar, a cenvocast
do Coagresso nao fra ainda hita e, pcr'.un'.a.
era presumivel qae o governo pretenda, por
acto contrario txpressa disposio do art. 11
da ConstitoicSo dJ Estado, prorogar om o-;-
ment rancamenle atlenlatorio da Conslu^k
Federal. Accre.'cia a cirenmstancia de que.
pelo augmento ltimamente votado pera o pr-
ximo exercicio, os impostor geraea de impc.ia
Cao vao ae tornar moito mais gravosos.
Appellondo para o patriotismo de S. Exc, qnt
prccoraria o melhor meio de evitar as conse-
quencias ruinosas de orna si'uaci- tnoc.^lt.
creada pelo acto de 12 de Agosto, qoe nrgot
Eancgaa ao crgamento vota'o, terminou a Asw-
Ciagsc a saa exporijao cem a seguate pergenia.
."Ser coavenieote exigir do commercw,
sempre prompto a auxiliar a admoietraclo, qse
continu a pagar urna Jmposigao qoe atrophia t
esmaga e centra qual ba muitos ao'jos protes-
ta quando eesa imp?3ic5o 6 urna formal trari-
gresso ao preceilo constitucional; aan2
intervencodos Tbunaes Federaes pie dt
sorpresa deixar a Ectado em cifficulda es se-
rias ; e quaodo o acto que a isso obriga no ea-
cjntra amparo na cons'itoicao do Estado ?
A AssociacSo esperava tranquilla a resolucit
do governo do Estado ; ella tinba a seo favoi.
nSo o interesse de orna classe (3^mpre respeiU-
velqua^do legitimo), mas o interesse3 da
consumidores de todo o Estado, e at dos con-
sumidores d03 Estados limltrophes, inja3tameD
te coagidos a concorrer p3ra as rendas de Per
nambuco ; esta linar, por si a Conetituico le
deial, que procurou clara e terminantemente
ma'ar de urna vez o inveterado abuso, e i Cini
lituisao do Etado, que n5o permitte a infr:ct;
da lei fundamental da Repblica, e nega ao go-
vernador a faculdade de prorogacSo no caso ver-
ten te.
A Associaco podia tambem aegar em esa.
auxilio a opinio do Gongreseo e (pSWJM n**
diz:l o ?) a opinio do proprio governador, fr a-
carnete manifestada perante a commiseao. t
orcamento das duas Cmaras. Esea opinit
do Sr. Governador foi por elle ccnrmada ae
presidente da Associago em conferencia poste-
rior ao recebimento do officio de 20 de Novem-
bro !
Entretanto em 2i de D^sembro, o Sr. gover-
nador, em um longo officio, que tambem foi
publicado, e que por mais de om motivo sor-
prebendeo a Associaco Gommerclal e conven-
cen a de que era intil e imprudente, faxer urna
replica, negou a inconstitucionalidade dos im.
postos cobrados sobre a imporlacao de mercado-
ras estraogeiras, architectoo doutrna espe-
ciosa, mas falsa, acerca da disposico do art
12 da Constuicio do Estado e termnoo per-
guntsndo : Que orcamento deveri Bestai
condicoes vigorar, at qoe o Congresso rena-
se em 7 de Abril 1 Nao esta abi o caso de pro-
rogacao previsto pelo legislador constitolott f
Nao t 0 legislador nao previo que se deixaaae
passar o tempo em qoe se podia ter efletoado a
seesio extraordinaria, e depois se argumentan
com a falta de tempo. O casoprevUto feo de ole
serem votadas as leis de orcamento e forca.
O alvitre, de que dUpunha nUimtmenk o Sr
Governador, sem offender V


>

i.
U-
MUTILADO
rir.
-* '
MELHOR ENEMPIAR ENCONTRIIIID
1 i i i .i i .. ..--------:----------- ii i mu sssssss^s^.
*


mmtgm
nal, era retirar o veto que oppoi (sern raao su
Retente) ao orgameato votado para 18931
Por teto de 86 do corrente o Sr- Governador
prorogou o orsamento qoe iw/e expira, para vi-
gorar em 1893.
Est consumado m verdadeiro attentado con-
tra as Constitus do Estado e da Uaio i Con-
tra o voto manifest do Congresso, ordena o go-
verno dp Estado que se continu a infringir a
Coofliiti*o Feieral, embora o qne se cobra o9o
pertencl ao Thesouro do Hilado e possa y macha
ser-lhe arrancado I
O commercio,por sua ndole e por seas babi
tos, nao tem e nanea teve o mnimo proposito
de crear difficuldades para si, nem para ont-em,
e principalment 3 para o poder publico ; mas se
de seu lado est a justiga c a raao, 3e deve crer
qne nem todo est perdido em qoanto ba para
qoem appcllar, pode, e deve, emqnanto espera a
ultima palavra do Cmgresso no mez de Marco,
usar de todos os meios qne as lels Ibe faculta
rem, para se eximir do pagamento indevido de
impjstos inconstitucionaes.
Recife, 3i;de Dezembro de 1892.
-1 Directora.

Diario de Pernambuco Domingo de Janeiro de 1893
Ao respeltaTel povo peruambu
caao
Anda urna vez venbo do alto da imprensa fa
zer constar quaes sao as regalas do dial- de
Janeiro, da que se cbama deAnno Bom.
O Gastello Fnnerario do Aran vos participa
que ao passar o primeiro segundo de meia noi-
te\ iioal do anno le 1892, urna salva de 21 ticos
em frente do referido Gastello Funerario do A'a
ra, faz despertar ao povo pernambucano que
cheeado o dia 1- de Janeiro de i893, da para
nos to desejado; e d& saccada do mesmo Gas
tellc- o Joo Arara cem o sen gorro ureo verde
cumprimentou o respeitavel povo pemarabuca-
no e em reservado aos seus freguezes,esterando
ss3lm o JoSo Arara, apreciaco, e pcdindo Ihe a
sua proteccSo, aflm do que r_o corrate aooo an-
no possa, em cempaabia d'alguns amigos, faz r
ama viagem de recreio Europa.
Bons annes, ameveis freguezes.
o
o
3
i o _- wj
C "3.0 g
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r- ri >i
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Tai O rt &
Festa do Senhor Kom Je-
ss das Portas, na igreja
da Madre de Deu?.
O theaonreiro deata irmandade scieoti-
fca ao respeitavel publico religioso desta
capital, que deixa de ser celebrada hoje
pelaa 11 horas da ijiasbS, e mise s lem
ne da festividad^, por baver o vigario Joao
Augusto do as cimento Pereira obstinada-
mente excusado-se a celbrala.
COMMERCIO
Bolsa Conmerclal de Pernam-
bneo
COTAg&ES OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COB
BETORES
Praga do Recife, 31 de Dezembro de 1892.
Cambio sobre Londres a 90 d/v 13 5/3 d. por
14 do Banco bontem-
Cambio soore Londres a vista 13 3/8 pjr /000
do Banco bontem.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Toioa os antas, poia, da estividade que
alo precederem da presenca daquello pa
rocho, aerSo realisados.
Conaervandc-se a greja aberta doran-
te todo o dia, at as 9 horra da noite, e
o veneranda imagem do Senhor das Por
tas, em sea nicho ricamente ornado, ex-
pasta a adoracSo dos fiois v sitantes, que
gosam das indulgencias concedidas por
bol a de SS. o papa Pi VI.
Oa actos ieativo?, aerSo iniciad a, com
ama missa pelo madrugada, e encerradas
com adaiaha cantada a grando orcheatra,
pelaa 7 horas da coito.
Em todos os actos tocor ama banda do
msica militar, e s$r8o diatribuidos regis-
tros.
Esta irmandade julga nada dever, no
entretanto quem se julgar oredor, apr-
sente saas cantas, para de prompto aer
p^go
Recife, Io de Janeiro ie 1893.
Manoel Antonio Caacaei.
Coronel Cintra
ieri-
pri-
Entrando etn conval scenca do
menta de que fui victima o meo
meiro cuidado dar publico testemucho do
meu profundo reconhecimento a todas as
pessoaa qne tiveram a gentileza de com-
primentarem me e nercssaren: ae pelo
meu restabalecimento c bem asaim es
commiasSes de diversas associac.'ss sendo
me rsto especialisar a do Liceu do Ar-
tes o fficioa. A todos meu eterno agra-
decimento.
S. Amaro1 uiz do R-go 14.
291292.
L. Catira.
Curso primario e se-
cundarlo
O professor Jos de Sjnia C.ndero SlmOe?,
avisa aos pais de seus alumnos e ao tabuco em
geral que as aulas do seu curso p inario e se-
cundario, sito no pateo do Carmo n. 20, tbrir
se-bao uo da 9 do corrente.
Recife, 1 de Ja eiro de 189?.
Aula particular
A f r jTaasora Aona Tu o i j a S.mes avisa sos
isisdesuas alumnaa. e ao publico em geral,
que a sua aula particular sita no pateo do Carmo
n. 26 andar, abrir-se-ba n^ dia 9 d) cor
rente.
Recife, 1 de Janeiro de 1893.
Instituto Pernannucauo
DIRS.TOR
Bichirel Virginio Marques C. Leo
63-Baa do Il.mpScioG3
TELEPHONiS 570
As aulas deste estibelecimeoto de inst-uegao
priu aria e secundaria reabrir se-bao no da 7
ao coir Recife, 1 de Janeiro de 1893.
Matemticas elementares e
escripturacao mercantil
Venancio Labatut dedica se a preparai
qaalquer pessoa em escriptara;3o mercan
til, com 30 a 35 licSea, conforme contra
c'.o ; continua a lecciooar aa materias aci
ma ra Duque de Casias n. 72, Io ar
dar.
Cambio
PRAGA DO RtCiFK
Os bancos abriram com a taxa de 13 i/2 sobre
Londres o de Pernamouco offereciasaccar 13 9/16. -Christiani & C.
em achar tomadores, porm. de tarde todoj-ffe
retrabircm para 13 i/. --^
Em papel particular fizessm-Be pequeos neg
ios a 13 3/4.
PBAA DO RIO DKJt'ElRO
Os Bmccsj3fflJhJr&8 e 13 3/4 balxan
-4^4Ttard para 13 5/8 nominal.
Cotafes de gneros
Para o gricultor
ASSCAR
Usinss por 15 kilos. .. 6*400 a 7*000
Braneo dem dem .... 6*000 a 64800
Somenos, dem dem. 4;00 44200
Mascavado dem dem 3*100 a 3*20-0
Bruto dem dem.....3*000 a 3*!09
Bruto melado......2*300 a 2*600
Hotame dem dem .... 2*000 a 2*200
Algodo
Constou negocio a 10*500 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 lili o 190*000.
Agurdente
Per pira de 480 litroe a 120*000.
COOTO
Seceos saigados na base de 12 kilos a i 60 ris
nominal.
Verdea a 330 res nominal.
9el
Por pipa de 480iitros 70*000 nominal.
Carnauba
Cota-se de 6*500 a 12*000 por 15 kilos nomi-
nal .
Borraeba
Cota se a 20*000 por 15 kilof.
TABSLLA DAS ENTBADA8 DK ASSCCA B AI>
GODlO
Mez de Dezembro
* || i i^^^ i
Almeida. 50 a Silva Marqnes & ., 100 a Crcpa
nbia de Estiva.
Ajo 19 volunes a W. Halliday & C, 3 a Fer-
reir GuimarSe 4 C, 7 a Albino Silva & C.
ArmajCrs para sellias 1 volume a G. de S.
Peixe.
Absintbe 5 caixas a Sulzer Kanffmaua & C.
Agca mineral 5 caixas a Torres Irmos & C,
3 a or em.
Acuellas 100 ordem.
Alpiste 10 sacco3 a Costa & Ro;ba.
rame 203 ro os a ordem.
B.sccu'c 5 caixes a Carvalbo & C.
Batatas 40 caixas a Compaonia de E;'i-a.
Bter 5 caixas a Sulzer Kiuffmann 4 C.
Barr;s de ferro 319 e 136 feixes a Albino Silva
4 C, 24 e 4 a Empresa do Gjz.
Cognac 520 caixas a Solzer Kioffmann & C,
50 a Medeiros Irmaos & C.
Cobre 193 voluntes ordem, 22 a Viuva de
Man )ol dos Santos Vil!sa.
Cnapeos < caixSo a A. Fernandes & C., 1 a
Ra do Visconde de Albuquerque n- 33
INTJBRNATG E BXTiMATO
DIRECTOR
BacharelOliatho Vctor
As aulas dese callegia estarSo abortas do da 9 do carrate em diante.
A aula mixta infantil continuara a cargo da Esma Sra. D. Mara da Gloria
Vctor.
Peltor.il de Cambar
Djm nethhcs da respeitavel matrona
Exma. Sra. D Mara Jos R. Barcellos
reaidente em Pelotas, Rio Grande do Sal,
atacados de coqueluche e Bem terem obti-
do melhoras com o tratamento de sea il-
lastre medico, curaram-se perfeitamente
com o Peitoral de Cambar, do S. Soarea
que se vende as pbarmacias e drogaras.
Presos : frasco 20500 ; duzia 24J000.
E' agente a Ocmpanhia de Drogas.
Peitoral de Cambar i
Urna interessante filha do Sr. Firmi.io
F. Machado, fazendeiro em Ibicuby, Rio
Grande do Sul, achando-se soffrendo de
tuberculoso pulmoosr e desengaada por
dous dislnctos mdicos, que julgaram o
caso perdido e inu.eis todos oa recursos
quiz afnal experimentar o grando remedio
o Peitoral de Cambar, de S. Sioarea que
o ealvou de ama morte certa, restabelecen
do lhe a sai'.de perdida I
Vende se as pharmaoias o drogaras, s
2^500 o frasco e 24*000 a duda.
E' agente r. Companhia de Drogas.
O. Earros ^tmm a a fa
Escriplorie lommerciat
Ra Duque de Caxias n. 72
mutua lbaiU & c-
Sendo de differente na natureza os servigos
deste escriptono, a ccmmiseaoretribu'iva vatia
r segundo o trabalbo responsabilidade e imper-
lancia, depgndendo i.a oainr parta dos casos de
previo ajuste.
A?8im Bcar derv.nden'.o da3 circanslanu*'-
cima a segninte taoella.
Reconheyo como l verdadeiro prodigio
este medicamento indgena.
Rio de Janeiro
Tburcio Pcoifvero de Sonta.
Est a firma recoch^cida pelo tabellilo
Deposito em Pernambuco : Compaa*
de Drogas e Producto a Chimioos.
Ru Mrquez de Onda 23.
Minha E
Por tratar de hypolbeca8 sobre
bens immoveis.....
Rececebimento de jiros e divi-
dendos.......
dem de peo3ks aeste Estado .
dem dem na capital federal. .
dem dealugneis de predios. .
briea a vapor Minfes Espe- ^5 rinS^tSS:
rfjpoj gaves........
^V"' { dem dem idem judialmeoe. .
) D'. Manoel Clementino da Barros Uu
cciro, formado em scioaciae medicas e
cirurgiea3 pela faouldade do Rio de Ja
cciro, medico adjunte da clnica de
Los-.)*.-.' Ct Santa gueda etc.
h.vma que tenho f ;ito usa dos cigarroa g?; venda de gneros do naiz. .
j l n _. u "or compra de merecdoms e fa-
Com ra de camb'.aes c remeesas
dem e venda de proprie-ades
immoveia.......
Pagamonio de impo-jos Bscae3 .
Por fazer o seguro de predios c
pag*r o respectivo p:em:o.
Pc-rceniogem
3 a 5 0o
0o
0io
o,c
10
C-nveccionai
i 2 0(0
2s
ienomirjados-TMinha Eaparaagao bem
issim do fumoHygienico Nacionalda
lubrica do Sr. Antonio Franaisco da Crue
c-oconhecondo pela analyee cbimica a que
proced, que o referido fumo o cigarros
nao cC'.rram principio algum nocivo s|
taeres gstricas, sendo perfeismento}
-.oleraveis aos dyspepticos.
lo ioe madici.
R-icife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Carneiro.
compr
zer rem-.spa para o interior .
Por venda C i mercaduras naci-
naesoo ealraogc-ir.s ca coc-
sigoao.......
Por irDalbos de escripia rio ca.
83s ccmmerclaas cu liquida
cjb. ......
5 0o
o0o
3 0,0
3 0|0
3 0;
5 Oro
Pojos de Caldas
Tenho ido nos poyos 6 anaos segu
dos, pelo rheumatnmo e a prova do pouco
proveito, a necessidadn ancua! que ali
ra tem levado.
Tomei agora oElixir M. Moratopro-
pagado por D. Carlos, e dou por fieda a
visita s aguas, porque oEliair M. Mo
rato curou-rce radicalmente.
E' tal a minha satisfajao que ofTorefo
de motu proprio eatc atestado rccojbeaic
pelo tabelliSo.
Campias.
Alfredo Nebia$ da Silvsira.
Deposito em P.-rcambtico :
de- Drogas e Produetj Phimicos.
Ra Mrquez de Olida 23.
Ocmpanhia
Peitoral de Cambar
O Sr. commeadador Francisco Bcnicio
das Chagas, distiecto lavrador e industria
lista ne3te Estado declarou que o Sr. ca-
pitao Antonio Dyoniaio dos Santos soffria
havi annea, d- urna tosse bronchial muito
encommeda, acempanhadi de iheum&tis-
mo, da qual ficcu carado grafr.s ao Pei-
toral do Cambar, a S. Soarcs, que se
vende as phi.rmaciaa o drogaras a 25500
o frasco o 24&000 a duzia.
E' agente a Companhia d Drogas.
m
Felicito mea especi
Francisco da Cruz, pol
de seos bona ci^arr
Miaha Esperanza, bem
radoB at em Londres, d
sjcommendus por seu3 zjgt
Mee especial ami^o de^
.isdimo com o resultado dob s
em acreditar seus bocs cigarr
usim conheuido no estiar.e
docto da noaaa patria.
arabccs pelo resultado i hti
Manoel Francisco de Ban
ratina
amigo Antonio
ma acceitacto
nominados
itcs e procu-
e tem vindo
ia' ores.
atar satisfei
us esforfoa
s e taar
nm pro

-s=es3'-
Peitoral de C;ml>c\
O Sr. Delfim Flix de Vaa 1
prente do tenento coronel i %
Barbota, morador ro 3" distrete
tolas, Rio Granda ia bu. -*<
D. Honorina seff endo de urna tvil
sa pulmonar o laryrgea em e-i- do*
perader, foi sa!va da o'-'.e pelo
ne Cambar, de S. Lloares, que sa
das pharmacias e drogarios a 2
frasco e 24$000 a duza.
E' ager.te a Companhia da Dr
Padre
aa u. g<
Ja*uth i
! -
Convencional
(/Medico e oculista
)i Dr. Berardo oculista do hospital]
\ Pedro II, tem consultorio ra do
tom Jess n. 9, 1. andar.
Residencia ca Magdalena.
Telephone n. 366
Vaccina animal
O Dr. Bastos de Oiveira recebe cha-
mados para v&ccnacSo com lympha ani-
mal em casos particulares.
Consultorio Ra Marques d Olinda
a. 18, 1, andar.
Presidencia- Ra do Dr. Joaquina Na
buco, n. 2 A, Cspunga.
Telephone 365.
Camisas 1 caixa ordem.
Calcad; s 1 caixo a M noel B. Cavalccnte, 1 a
Francisco Ramos da Silva 6t C 1 a Tbomaz de
Carvalbo, 1 a Costa Cimpos & C, 2 a Albino
Cruz & C
Cba 15 grades i ordem.
Canos de ferro 32 volumes i de Azevedo
& C 98 a Miranda 4 Soma, 10 a H. Hill djy
&C.
Entradas
Bsrcacas.....
Vaporea......
A limaos .
E irada de Ferro Centra)
dem da S. Francisco
dem Limoeiro ,
offlmi .... i
Assu-
car
Das Saceos
1 a 27 135793
1 a 28
1 a 28 11415
1 a 27 14346
1 a 27 9,659
i a27 62759
321973
Alf
di
Saccas
2509
4570
5267
2964
7(2
19556
35278
Importaco
Vapor ingles Explorer* entrado de Liver-
Sool e Lisboa em 29 do corrente, e consignado a
lackburn Needbam & C., manlleatou :
Carga de Liverpool
Amostras 4 volan.es a diversos.
Anos 50 saceos a Costa a Bocha, 50 a Fer
reir Rodrigues & C-, 100 a Joao Fernandes de
Conservas 50 caixa? a.Joao Fernandes d'Al-
meida, 10 a Carvalbo & C, 10 a S. Aguiar.
Cidra 30 caixas a Domingos Ferrelra da Silva
4 C, 100 a Joo Fernandes d'Almelda, 23 a J.
B. de Carvalbo. lo a Ca3tro Lemos 4 C. 2o a
Guedes de Arjujo A Filbos, 20 a Pereira de Fa-
rias 4 C.
Ce: vej 40 caixas a JoSo Fernandes d'Almeida,
100 a Companbia de Estiva.
Cabo 1 a Castao C. da C. Moreira 4 C.
Carvo de pedra 500 toneladas a Great Wes-
terd of Brazil.
Drogas 26 volumes a Companhia de Drogas.
Eaxada* 52 barricas a Gomes de Malto Ir-
m03.
Estopa 10 fardos a Julio 4 C 10 a Pchlmana
6 C, 59 ordem, 10 a Machado & Pereira, 14
Companhia de E?tva.
Fogareiros 199 a Ferreira Guima-es & C.
Ferrager. 3 volumes a Cardoso Irmos & C,
2 a J. de Azevedo & C. 50 a Albino Silva & C.
1? a Miranda & Soma, 3 a Prente Viaona 4 C,
7 a W. Halliday & C, <0 a Gomes de Ma-.tos Ir
mos, 23 a Ferreira Guimares & C, 2 a Viaona
Castro & C, 16 a estrada deferro de Casanga,
20 ordem, 13 Antonio Pinto da Silva & C-
Folhas de chumbo 20 volumes a Gomes de
Muitos Irmaos.
Fio 5 fardos ao3 masmos-
Folhas de Flandres 5 caixas aos meamos.
Gl-h bi SO caixas a GoncaIve3 Rosas e Fer-
nandes.
Gioheralle 10 caixas a Fernandes Irmaos e C..
5 a ordem, 5 a Pereira de Farias e C.
Licores 20 caixas a Sulzer Kuffmann e C.
Louca 2 caixas e 8 gigos a ordem. 19 a J. A.
M. Vea', 3 a J. F. de Ameida, 5 a J. de Macedo
19 a M J. Pereira, 25 a Joaquim Ferreira de
Carvalho e C.
Leitecondencado 10 caixas a Jco F, de Al
meida.
Llnha 20 caixas a G >mes de Mallos lamaos, 37
37 a T M. Hood.
Lona 2 caixas a Gomes de Mattos Irmaos, 2 a
W. Halliday eC.
Materlaes para engenho 1 caixa ordem, 150
aos berdeiros BtwmaDn.
Mercadoriaa 16 volumes ordem, 11 a Ramo?
Geppert e C, 1 a Companbia de Chapeos 1 a Mu-
ler e C, i a J. Pinbeiro e C, 3 a Francisco Lau
ra e C 112 aos consignatarios, 1 a Fabrica de
Plvora, 1 a P. Calabria, 1 a Roa'iigues de Sonza
Irmaos, 25 a Sulzer KaufJmunn e C, 7 a M. J. de
Miranda, 7 a F, P. Bolitreau, 5 a J. B. de Carva-
lbo, 6 a Great Western of Brasil.
Machinlsmos 2 caixas a Res e Santos, 3 a J.
Foere8lemberg.
Molbo ingles l caixa a J. B. de Carvalho, 1 a
Saz-r Kiuffmcnn e C.
Ostras 1 caixa a J. B, de Carvalhos e C.
Occa 10 barricas a Faria Sobrinho e C, 15 e
20 tambores ordem, 9 a Great Westsra of Bra-
sil.
Objectos para gas9 vo'umes arBaipresa.
Pimenta 5 siccos a S. Aguiar.
Fapel 3 caixas a ordem, 6 fardo3 a J. E. Pur-
ce!.
Perfumaras 1 caixa a Manoel di Cunba Lobo.
Presunto 1 ca'xa^a S. Aguar, SaJo&o F. de
Alneida.
Phjspboros 3 caix523 a Prente Vianna e. C.. 5
a J. J. Alves. 73 a Domingos Ferreira da Silva e
C <00 a Companbia de Estiva,
Quijos 2P caixs a Joo Fernandes de Almei
da, 78 a Companhia de Estiva, 33 a S. Aguh-, 12
a Carvalho e C, 10 a Domiogos Ferreira da Sil-
va e C.
Salitre 30 barricas a Albino Silva e C.
Saceos 13 laMos a ordem.
S .d-i 20 barucas a Compachiu de Drogas.
SalmSol caixa i. B. de Carvalbo. '
Tubos de papel 3 caixas a Companhia d Fia
gSo e Tt-cidos.
T.-X83 de ferro IS a Alian Patersec
Tecideg 8 volumes a J. Goncalres e C, 8 a R.
de Carvalbo e C, 1 a FranciBoo Ga'gel e I-mao,
i a S. Nogueira e C 4 a Silveira eC, 20 a Mat-
tos Caminha e C, 3 a F. de Azevedo e 48 a 3er-
nete C. 8 a Malier e C. 19 a N. Maia e C, 60 a
Goncalves Cunba e C, 1 a Leite Bastos e C., 19
a Alves de Brito e C, 2 a Meadooca Primo, e C,
4 a A. Vieira e C, 10 a L Maia c C, 9 a Gomes
de Matios Irmaos. 5 a J. F. Silva Pinto, 7 a Albi-
no Amorim e C, 1 a Francisco Liuria e C, la
F. da Silva Pinto, 12 a Machado e Pareira, 69 a
Rodrigue-: Lima o C, 2 a Manoel da Cuaba Lobo,
2o o-aem, 8 aOlinto Jardem e C, 8 a M. M Ra-
mos, 83 A. Santos e C, 3 a Joaquim Agostinbo
e C.
Tintas 100 barricas a Companhia de Drogas, 20
ordem, ^.5 a Ferreira Gilmar5es e C, 10 a or-
dem.
Trapos 10 Tardos a Albino Silva e C.
Vidros 2 barricas a ordem, 13 caixs a or-
d:m.
Vinho 23 Darris a Sulzer Kiuffmann e C 30
ca'xas a ordem.
Wllas 100 caixas a ordem.
Whisky 23 caixas a ordem.
Carga de Lisboa
Aseite 2 caixas a L. A. Salasar Jnior, 2 a V.
Silva e C.
Agua mineral 1- caixa a J. F. L'raa.
Ceblas 75 caixas a Ferreira R)drigc3 e C,
100 a Manoel Pinto e C 10o a ordem, 50 a Com-
p.nbia de Estiva, 30 a J. di Silva Pereira Lis-
boa.
Cominbos 5 saceos a Figuelredo Costa e C.
Cal 200 barricas a Guimaraes e Valentj, ICO a
ordem, 95 a E. tf de Barro?.
Ervadoca 10 saceos a Figiisiredo Costa e C.
Fruc'as 3 caixas a M. Pinto e C.
Passas 19 volumes a E. M. de Barros.
Rolbas 3 saceos ordem.
Sardinhas 50 barricas a D. G. Villa-Verde.
Tmaras 7 caixas a brante? e C.
Vinage 1 Darnl a V. Marques, 2 a ordem.
Vinho 45 barris a Lipes Aihoiro e C.. 3 pipas
e 45 barris a Ferreira Rodrigues e C, 43 e 143 e
CO caixas a Companhia de Estiva, 15 barris a V.
Marques a C, 45 a ordem. 5 a L. de Migalbes
e C, 10 a branles e C, 10 a A. A. da Silva, 10
a J. da S Iva Salgueral, 20 e 5 caixas a E. B.
Cooper, 13 a L. A. Salazar Jnior.
Peitoral de Cambar
O dstincto militar Sr. Ral Cezar Fer-
reiro da Cruz, resiliente no Para, nue cb
teve baixa do servio por soffrer do mo-
lestia incuravel (tuberculoso pulmonar)
apre8entou-sa algum te -;po depois de ter
usado do maravilho30 Peitoral de Camba-
r, de S. Soarea, perfeitamente restaba-
ecido, com grando pasmo de todos es co-
nhecides !
Vende ae as pbarmacias o Yogaras, a
20500 o fra%to o 24J'JG0 a duzia.
E' agente a Companhia do Drog v .
Ao
commercio
O Sr. Manoel Laite, deixou desde hoje
de ser nosso empregado.
Recife, 27 ce Dezembro de 1892e
O inventariante da Fabrica Caxias.
Albim Ooncalves de Azew.do.
Cabo
O Dr. Joaquim Felippe flxoo a
esta cidade e d cousultas
Ouarte.
Presta-chauados a qualquer
Duq 1
I3r. Freltss M. Galnarsi
MEDICO,
Tom o sea onsultono na roa
ia Casias n, 61, 1. andar, ende bzz
aneontrado de 11 1 hora da tarda c
randa :.o Cajaeiro n. 4.
Telephone b. 292.
-
Peiforal de Cambar
O Sr. JoSo Jos Zobocd.', importante
laTrador de Cactagallo, Rio de Janeiro,
declaroa que reliando ce scffrcp.do horri
velmente do feito fcavendo dias de notar
raa^s de m-ia garrafa de aangae, foi salvo
da morte pelo Peitoral de Cambar, de S
Soarea, que o curou radicalmente.
Vndese as p'aartnacias e drogari s a
2i''00 o frasco e 240000 a dusia.
E' frente a Companhia de Drogas.
sua resideoci
na po :.. .:.:
hora
Na Oarca oo tugu.'ia Novo Silencio, para o
Porto, carregaram :
M. Lina 4 C, 400 cou'os seceos salgados pe
s:ndo4,8J0 kljs.
J. -altar & C, 9 ba-ns com 1,433 litros de
mel.
?ara c inttrior
nicioaal Qlinfa.
para Cear,
5 barricas cem 531 kilos de
Ezporsac^o
R2CIFK, 0 OS. DKZEMBRO CB 1S3
Para o exterior
No vapor inglez Ionio, para Ntw York,
car ecaram :
E.'C. Rircsdei. 10 fardos com pelles de ca.
bra pesanaj 1,394 kilos.
'o vapor fraacez Orenoque, para BcrJe
aux, carregaram :
II. Burle & C, 1 barril com 96 litros de aguar
de ate.
No vapor allemo Amazonas, para Bra-
men, carregou :
V. N ese. 529 couroj seceos salgadcs pesan-
do 6,318 kilos
Para Hamburgo, carregaram :
6. de Mattos Irmao, 9 saceos com 681 kilos
de cera vegetal e 169 couros saldados pesando
2,403 ki'.os.
J. Bailar & C, 2,000 couroa seceos salgados
pesando 26,000 kilos.
No vapor Inglez Buffen, para Londres, car
N; vapor
carregaram :
A N*bu-o assucar braa o.
t'aie U'Par, correjarBn :
J. S Carneiro A C, 40J barricas com 29,400
kilos de assucar brinco.
M. F. Martina. 30J barricas com 2i,5-5 kilos
de aseucar brauco.
Ernest Kintbaco",--203 barricas com 16,710
kilos de assucar branco-,
V. da Siiveira & C ftO barricas com 7,415
kilos Je assucar 0-anco. V
A. Nabuco & C, 200 barrlcaa com 13,207 kilos
de assucar brando.
J. Borges, 500 barricas com 31,590 kilos de
assucar branco.
P. Carneiro & C, 630 barricas com 38,500
kilos de assucar branco.
N. M. do Eirado. 330 brrica3 com 23.303
kilos de assucar branco.
Para baaos, carregaram :
Amorim IrmSo3 4C 3 barricas com 193 kilos
de assu:ar refinado e 150 ditas con 11,314 diloj
de dito branco, 100 barris com 9.000 iiiro3 de
agurdente.
P. Alves & C 126 barris com 12,096 litros de
agurdente e 147 barricas com 8,627 kilos de
assucar branco.
P. Ferreira Se C., 20 barris cem 1,810 litros
de agurdente.
E. C Beltrao & Irmao, 60 barricas com 3 540
kilos de assucar branco.
J. Bailar & C. 10 barris com 850 litro3 de
agurdente e 50 volumes com 2,640 kilos de
assucar branco.
Para Obidos, carregaram :
Amorim Irmaos & (i, 30 barricas com 4 140
kilos de assucar branco e 5 ditas com 210 di:os
de dito reuado, 4 meias pipas e 11 barris com
1,910 litros de agurdeme e 100 caixas com___
1 300 kilo* de sabSo.
No vapor nacional Gitanuura, para Rio
Grande do Sul, carregaram :
Amorim Irmaos A C. 300 sacco3 com 22,200
kilos de assucar branco.
Para Pelotas, carregaram :
Amorim IrmiM A C, 1 barril com 43 litros
de alcool.
No vapor inglez Hondo, para Par.5, car'e-
garam :
P. de Oiiveira Maia, 2 Dipas com SiO litro: de
alcool. -
Companhia Productos Calca en, 15.033 litros
de cal preta.
C. Gotearftea Jcnior, 50 barris com 4,703 li
tro3 de agurdente.
Para Maranho, carregou :
P. de Oliviia Maia, 2 pipas com 940 liiroi
de alcocl.
No vapor naci.nal Jaboatao, para Coar,
carregaram :
P. do O.ivci-aaia, 66 barricas com 3.70
kilos de assacar branco.
Amorim Irmaos & C, 100 barricas com 11,53
kilos de assutar oranco.
Na vapor nacional Agramare, para Santos,
carregaram :
Companbia de Estiva, 350 3accos com 21,003
kilos de asEocar branca e 200 d:o3 com 18,000
ditos de dito nnscavado.
E. C Beltrao 4 Irmao, 1,000 sacco3 com ..
60,000 kilo3 de assucar mascavado.
J. Baltar & C-, 100 saceos caoo 6,000 kilos e
assucar mascavado e 200 ditos com 12,000 ditos
de dito branco.
D. F. Parto Bailar, 200 saceos com 12/00
kilos de milbo.
No vapor nacional Beberibe, para SaEtas,
carregaram :
P. de Almeida 3 pipas com 1,410 iiiros de
alcool e 2 ditas com 940 litro3 de aguldente.
P. de Olivei-a Maia, 20 pipas com 9,400 litros
de alcool.
C. Peres & C, 2.0C0 saceos com 120,000 kilos
Micha filbr Idalina Prospera de Soaza
esteve muito te upo completamente entre
vada, pelo r!. e-imatiamo, tendo sido impo-
tente toda a medicina de que lancei mao
Foram seis meaes de uso se-a iatermi-
tenciaa do novo remedioEiiair M. Mo-
rato.- -propagado" por D. Carlos, que pa-
seram miaba filhu completamente resta-
belecida.
recsi
A F. Almeida, 698 saceos com 40,580 kilos 1 No vapor allemo Cintra,
de carocos de algodao. ueiro, carregaram
[de assucar mascavad .
para R o de Ja-
H Borle ft i;., 2,700 se ecos com 162 030 kilos
do assucar branco e 303 ditos com 18,000 ditos
de dito mascavado.
No vapor inglez JfgranfteMS*. para o Para,
carreeoa :
8. de A Cara e'lo, 2,033 caixas com 32,500
kilos de sabio
No vapor nacional Una, para Pilar, carre-
gou r
J. Souza, 100 caixas com 2,300 ko3 de sabo.
No hiate nacioaal Nepiuno. para Mosso ,
carreg-u :
M. Viegas, 30 caixas com 190 liiros de ge-
neb.-a.
No iate Correio Parahtbano, para Para
byba, carregou :
J. Souza, 100 caixas com 2,S00 kilos de
sabio.
Na barcaja Jaguurary, p a Natal, carre-
gou :
J. T Pinto L-pa, 2 ^jlj-i.-s com 60 kilo3 de
doce, 40 caixas com 320 litros de genebra e 6
barris c:ra 240 ditos de vioagre.
PaaU la Alfaacga
SEMANA OB 2 A 7 DE JANEIRO OS 184*3
Alcool (litro- ...... 383
Algodao em rama i kilo) .... 633
4rrox com casca m.c) .... 85
Assacar retinado (kilo j 480
Assucar oranco (kilo) .... 380
Assucar mascavado (kilo) ... 183
Bagas de mamonas (ko) ... 100
borracha do leite de maugab. Clci 1*800
Jachas......... 180
'loaros seceos espichados (kilo) 555
-Jocros seceos salgados (kilo) 493
Jourcs verdes (kiic)..... 320
Jarosos de algodo (kilo) 35
Jarrapatera (sementes) (kilo) 100
uacao (kilo)....... 400
Jala bom (kilo)...... 200
Jafrestolho (kilo)..... 1/000
Jaf moido (kilo)...... 1/000
arnaba (cera vegetal) (kilo) 400
Ceraem velas (*iio)..... 640
C.nna (aguardea:e) (litro) 343
Cal (litio)........ 10
"antiha de mandioca (k 1 .) r 50
iene'ara (Utrs)...... 300
'Jraxa (sebo ea rama cu coaJo) (kilo) 600
Foiba3 mediciaaes do qualquer qaa-
lidade (kilo)...... 800
Meldsianque (litro) .... 100
dilho (kilo........ 85
Sement do carnafiba kili) ... 60
tMl (meio)....... 4/400
Sfearna era elaa (kilo) .... 1/000
raaiaba (kilo)...... 40
tahuas do amreo em pranchCes
(dsui?.)........ 10)
O iceu vixiobo Bobcrto in3 da
, cstevo enfermo aerea de um
auto cu como aqudi:c3 qus o ;ra^
juigaram o perdido por morphetico.
Dc8;.i!udido por al i, tomoa c
cimoaki oElxir L. afrateprop
por D. v.ar-os, e a:.r u.
Deus mo pordoj em dizar que se i
tusa-i cu tJttemunhs oceular dste fu
pol-o ia em duvida.
O Elixir M- aforato-Msnra a Mor -h*.
Bemdito reja o Seohor.
Padre Jac'ntho E. Torres.
S. Paulo.
Doposito em Percaaabaoo: Com
de Dr<>g..e e Productos Cninicis.
Ra drqaex do Olinda 23.
Peitoral le Cambar
O Sr. Vasco Jos Per., ira de Avila, ac-
tigo mcraHar em Sa ita Victoria, Rio
Grande do Sul, pubcou ha longos arnoa
io jornal O Povo, urna mpcrUnte cura
ySio Peitoral de Cambar de S. Soarea,
de urna tosse com escarron do sanguo que
o atormentiva bfiyia dez toqof,
Vende-se as pharmacias e drog- rias a
i#300 o frasco e 24^003 a doaia.
E' Vgante a Companhia de Drogas.
------------ai
Ocales ] ardflclaes
Spiess2? pnea-
matiea systemas novissimos neste eetido,
oelo cir^rgiao dentista Xuma Pompilio,
ra BarSo da Victoria n. 54 1. andar,
dai 8 horas da manhS s 3 da tarda.
Oo ata 1 a 30
dem d 31
KEC.'Ffi DftAINAOE
3 008/if
1:388/104
4 095/5-.4
sioflmeato do Porto
Navios entrados no dia 3 i
Macei2 lias, v3por ingle, St aejorDaver
de 1903 tonelada, commandante E. II. Mu
dey, equipagem 89, ca-ga assucar a W. Ucx-
well & C
Hambargo pela I.ha G-aade123 das, bri*uj
noruega, Ara. de 267 toneadas, cipilaoA
Aad^rsem, equipa^em 9 cirga vanos geaeros,
a Fue t nberg L-^ios & C.
LiverpoolCS dias, pita;ho noruega Louisc
de 2S3 toneladas, c^pitio A. H-msen. equipa
gem 8 carga carvo de pedra a Browj3 & C
Navios sthidjs na mesmo dia
Manos e escalavapor nacinil Ol id?. com
mandante JoSo Pedro Hacbodo, carga varios
gneros.
Hamburgo e escalavr>por allemo Amazonas
commandante Kier, carga varios geaeres.
Bab a e escalavapor nacional Uaa caaaiac
dante Carvs h >, carga varios gneros.
lercado Mmlc pul de H. 9oa
dia 30 da
0 ':.o";ment deste mercado do
Dezembro foi oseguinc : Entraram.
27 bois pesando 3/50 kiioi.
464 kilos de peixe a 20 ri* 9/S8U
3 ditas com camaro>s a 100 n. /300
7 compart. com msriscos a iOOrs. /OO
37 lugares a 230 rs. 7/K#
8 sumos a 200 rs. l/toc
4 ditas com feijo a 200 rs. Si
34 cargas de fannha a 200 rs. 6/80
11 cargas de milho secco a 200 rs. 2/2 0
4 ditas com gerimu a 300 rs. 1/2 G
ditas com milho verde a 300 rs. /
1 cassuas com gallinhas a 300 ra. Z3X
46 ditos com verduras a 300 ra 138%
47 ditas com [rudas diversa.' a 300rs. 14/I0a
. UBI DJ DEZBMBTO OS 1392
ROa geral
Oo diz 1 a 30
dera do 31
1.C42-.473 299
127:143/158
----------------1,769:618/45/
ditas de banana a 300 rs.
2 dita de ecbolinhos a 30 rj.
3 ditr.s do Iaranj^s a 300 rs
di;a de batata a 30j rs.
1 ditas com louca a 300 rs.
13 di 33 oe melancia a 300 rs.
70 ditos com farm;* 4
5 cargi7 com gaiiirihas a :0) ra.
30 columnas a 600 rs.
6 co"i;artimenlo com froascrat
a 60; t.
47 ditc com fazeiias etc. a 600 r
28 ditos do comillas a 70'1 re.
11 ditos da suineiros a 1/
7 ditos a 7 0 rs.
41 tainos a 2/000
Rendimecto do dia 1 a 29
/
*60C
/90-
/
uax
88/0.
||5)
I800C
3/60^
>8/8C<
19*6-K.
uta
4/S.i
82/000
261/990
279.0
7.541/900
Renda do Estilo
Oo dia l a ro
Han da 31
476.857/93;
21:ii6.'.239
Scmma to'.il
498:284/195
8.J7.-932/65S
3!
Secunda sccjjao da'Alaadega da Pernambaco,
de Dezembro de 1898.
O cha:3 dasecsao,
Manoel Aolonino de C, Araaba.
O theaoareiro,
Florencio Domingues da Silva.
RECEBEDO.lIADfi ESTADO
Do dia 1 a 30 :97:005/896
dem de 31 23:947/930
217:9535326
rrcccsdc da:
Carne verde d9 430 o 723 *B 0 kila.
Suico: da 640 a 300 ri3 idem*
Carneiro do 800 a res dem.
Parinhade 403 a 4S0 rea i.:ctr<
Milfaodr! 50) a 5J ria iiem.
elc Vaporas 4 Zjiirw
Moa do Janeiro.
Sal.......... Siitelmo..........
Sal.......... Hondo............
Europ?....... Ctiadc do Porto....
Europa....... Cintra............
Sul.......... Satellite...........
Europa....... Equateur..........
Sul.......... S. Francisco.......
Norte........ Alagoas...........
Europa,..... Paranagiui........
Bul.......... Manos...........
Norte....... BrazU........... tt
Sal.......... LasPulma........ 14
Sul....... .. Pemambnco....... 17
Norte ...... Espirito Santo..... 80
Sul.......... Maranh'.o.......-... 83
Norte........ Olinda........... 8f
Sul.......... S.Salvador........ 90'
Sul.......... Orenoque.......... 31
----- <

1
1
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(

MQWDVURENC8NTRAD0 I
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-..i.


Diario de Peraambaco Domingo 1 Je Jatteiro de 1893
CO&cTPROLONaA
HUM
TJm medico afam
neste momento dodi
no proposito do pre
nana, alm do sea
me'.hodo consiste e
por am meio peculia
te aos animaes de
lograr trinnfar to
nos dado diser;
duvidoso. At c
pedido dflsoobri
exkteoeta iorgr
que os orgaos
q'icoer ou a to/'
em iiit'3 fazer
forc.-> icn'pre I
em qj.lrji r
embora ce d #
tifeio. c p
*^5
lA
de se pr
tal fim tea
cai d'fferai
:;. ;ircp33
A aai t
qaet
Ha alg
liana Cro<
Niva S
ade. Oa
tmvm
gc?; ir.
to i.
C. r.
EXISTENCIA
io do Frcca acha se
ndo se a experiencias
pgar a existencia hu-
'ermo natural. O seu
,tntrudaeir no sanguo,
i energa vital inheren-
peciojnferior. Se elle
,u intento, ou nao, nao
olavia, o C830 mui
.i, o homem apenas tem
m meio de segurar urna
cnsisliodo isso em evitar
orpo vechdm a enfra-
,:.r-se inactivos, bem como
steurtr a sua energa e
eirei aotenh;m perdido
quo seja. Qj ist >,
1 ex'to, se tem levado a
er legado a eff;ito, fcil
\. s, em todo o caso, um
atttntjido cor um modo
aque'c qu um eseanlo to caso em
anuos unn nralher, Mrs. W.l
de Suth Farmigcon, na
i comee >a a s.ff'cr em cua ea
mptomsa que el'a apreaontav;
aar, rao e acuo 03 seus ami-
ell de cabeg*; m > s bor d*> boc-
pe trios ; a sua pec pss-cu a
urna appareucia amareada ou
da cj. m cobre, c ella pr-reoia triste som-
doI :i -1 indffereota a cusca que ou'ora
a t: I' nteresBado. Qoaao a patear
m f s foi ella vi*to tropcear o lan-
5..;' -1 do prim-iro suppore a seu alcan-
ce corr para se vra? de cahir por Ierra,
Fr.'O I tedente .0 scnt3 elia n:uscada o
vorc** I "8 sena causa que o j'.stificRS'.e, da
va-:efr.pl! muita irregularidad e prisao
de vi : ; t'nha nanita -ffl 5" > o pepita
g3o } coracSo, e espetlia pel bocea ou
gargicta gases cota cer!o grao do calor e
au abundo*. No outomno de 188 1 ca-
s Queixou
intensa que
hio ella completamente doce
se ella de urna o? aguda e
lbe j.v)!via o coitco, c apocf.s com diffi
lade
cu
.ca resp r^r.
Senta urna der
ag .i ao lado direi'.o do figado, e de gran-
de proatracSo o raq:eaa se resenta a par-
ta inferior do seu cerpo cu costas junto
des rin?.
Foi a Mrs. Crockor entregue aoa desve-
les dea rsiihores mdicos da lo^alidade,
quo desde ogo lhe d's;eram quo o seu
caso era de cuffioil tratemento, dacdc-he
apenas poucas esperaegas que a podessem
animar.
c Tudo que podemos tazor > lhe disse-
ram elles, eperar por meiboraa. Pas*
saram-33 comtudo tres mezes sem que ap-
parecesso resultado algum favoravel. O
seu apetite havia desaparecido completa-
mente, e como ella se suatentava era mi-
lagro. A esse tempo baviase ella torna-
do tao excitavel que ae artec-'iava da me>
or bulha como urna croanga ao ouvir dis-
parar urna espiogarda. At qualquer sim-
ple coneroacSo pareca endoudecel-a. El-
la tioba sido robusta e de um peso regu
lar ; mis entilo as suas carnes haviarn des-
appareciio, o spresectava se ella apenas
como ua mere espectro da mulher bom de-
senvolvida que outr'ora se bavia tornado
o a!vo da inveja de tantas outras.
Vendo que nenhum beneficio calbia'.do
trotameato que segoa, Uoooa se mSo de
um outro medico que se dedicou de todo o
seu coracSo^por espago de quatro mezes
ao cso da sua enferma, e durante todo
ssse tempo nunca coaseguio ella dormir a
aSo ser sob a influencia de opio. O seu
estado sj tcraiu eatao tal que ella srnen
te des jiva ardeatemento morrer, chegaa
do se a* pareotes mais prximos a admit'ir
que Mri* iseo urna ielicidade para ella.
Do vez em quando, todava, a enfermidade
aprese .tava seus visos de alivio, e em taes
intsrosrallos podia a enferma 1er por eBpa-
90 de s.'gjn8 minutos de cada vez. Foi
em umadessas occasi5:s que, {.assando pe-
los olhcs um certo jornal deparou ella com
um artigo que tratava de um medicamento
caamads Xarope Curativo da M5e Seigel.
Recetando ser erganada, ella mandou a
St. Jbn'a e fez comprar urna garrafa, sem
denunciar ao seu medico que assim o ha-
via priicado. Pss3ando a tomar esse re-
medio lcou ella admirada e encantada de
sentir que elle bavia produzido um resul-
tado iramodisto. Dentro de pou203 dip.s
podia ella dormir sem ser preciso a eppli-
cayao de opio, passando a sentir-ae verda
deirameuto famintaurna fome natural. O
alimento se cocaevava em aeu estomago,
e nao lhe causava embarago algnm.
Chcia de esperauga e de confianga pas-
eou ella ento a confesaar o que havia
nratiesdo ; despedio o bu medico e er.-
commedou para Hallifax seis garrafas mais
tomoedo-aapelo dccuvso do invern de 1884
A ura prog edio regularmente ; e, no
css da f-lgvmas 8tmanas, como ella
mesma diz: t Sent me como resuscita
da depoia de haver permanecido em jazi-
go ; 1 : t per espago de mezes 1
QisnJj chegou a primavera sentia-se
lia ero estado de peder deaemnenbar todo
o tiabalho sen cargo. Conta el!a actu-
alice.t.' 03 seaa sessenta e tros annos, car-
nuda como Bempre, gozando da vida, ten-
9o da te 1 b perspectiva de urna lon-
cxs'.cdou. Em uuia recente carta tar-
:-.:, Crockrasna historia com uto
Compre-se em tsmpo, poia bom
tar-se prevenido.
Gomo girantia contra as falsifioagSes,
observe Be bem que os nomes de Lanmtn
<&'Kemp veabam estampados em letras
transparentes no papel do livrinho quo ser-
ve do envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda em todas as ph^rm:.
cias e drogaras.
Regalador da larioha
Concerta se relogios de elgibeira, pen
dulas do torre de igreja chronoraetroB de
marinba, caixas de msica, apparelhoB
-lectricos, ocuios, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Raa Larga do Roeario9
EDIT1ES
do Goveruo do
em 27 de De-
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
tfanoel Cardoso Junio?
\pprovado em 51 de Marco de 1890 pela inspe
doria jreral da digna junta de hygiene do Rir
de Janeiro.
tete Elizir da compoaico toda vegetal pre
arado segando as regras pharniaceatias, acn
das pelos autores modernos e do recouhe
;ia capacidade acientica tanto no paiz ccs(
10 c-rangeiro.
Es. i Elixir o producto nao s do grande es
.ido das aegoes puysiologicas daa sabstancie
oaio tamem patbologicas.como tambern 6 o re
wltado daa inimensas applicacCes oos diversos
i sos de febres de faado palustre.
A apDcagao de3te EKir na grande epLdeai
ie bexif as de 1890 a 1891 mais urna vez de-
aoQ3tron a sna efficacia ; pois co principio do
orimeiroa symptoaiaa a bexiga aborta, e e:n ca-
sos coaie adiantads a bf siga paaM a ser nm;
oenga (ebnl vnlgar apreaentaudu pequeas to
nefasSea cae coa a continoaga do Elixir i'.e-
acsa sem todava apresentar roeioa di
ie.-go.
03 maUo alicatados publicados no ciario dt
imbac: e Gai8'.a da Tarde provaai o 5U(
SOSQOB.
Nos casos de fbro aoarc!!a o eBeilo adm:
r3ve!,apre*enlando pbcnomeaoa to maravilbo-
sos cjue resta cidade do Recife do Rio df
Janeiro paaeo rece o causa a febre amarslia.
aie^ao eaiaado o doente com vomito preto <
angulosouestes niticios periodos 6 eatSo na
is-arlo a npplicggao era alta dose, floa
e tabella a-ioexa.
Esta Exir j consecido o pnU." t '-Je au
g.-aado nuaoro de dignos mdicos e. *a
o para coaibater 03 dfereotes ccomai-..'' to
1 'es do carcter febril.
l'or meito tempo tiveraos occasiao de buer l
cigo na3 febres erysipeosas ecemtsx
resaltado que e-ames admirados c tao ai-
feilos.
Pela pratlca chegamoa a conhecer qca not
itajft ervaipeiloaa 00 erjsjpella com<
..: ? j diz e cecos33rir o uao de 10 da?
i xtr.
Nos grandes iaeoruaiodos da3 aenhoras, mena
traco, gravldea onoscaso3 ds parto coa fe-
are de ara resultado oaatto oerto 3 segoro e
aso co.Bposico to simples fine nao oilerecf
irceio d! appficar o Elixir nem Loesmo era doset
tuperiores aa indicadas ca tabella iofra.
t'edimos aoa dignissitcoa mdicos que desej'^-
rem fazer nao deste Elixir em ana dioica nao z
(Ojeitarem a oosaa prescripcao, mas eici fazer 1
pplicacao em harmoaia com 03 caos qne cie3e
aafam ccrabater, ceroa de que o medicamento i
.ie compostgao inooceote para o organismo poi
sala frgil que seja.
ESo!o de 3ssar
A'fl c:iaa;as at uta anuo 10 gotas de 2 ea i
toras ea ama coSher .das do sopa chela d'ajrc
'ria.
i)-; am auo a trea J5 .-ottas.
Da 3 a 10 annos em diaatc, 40 gottaa etc.
Esta doses devem semprs ser BppliC&das ea
4gua ira.
Depsitos
Gompanhia da Drogas e Productos Chiinmc
Secif-3. rea do Marque* de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, raa Larga do Rosarle
:. 36.
Pharra-icia Oriental, rea Estrella do Rasa
1. 3
Pharmacia Alfredo ,Ferreira, ru' do Bario d
Victoria n. 14.
Pharmacia Martina, ra Duque e Caxiaa u
Para qualquer ioformagSo ser encontrado i
autor na ra do Rosario Estreita n. 17.
03 nostos frascos sao quadrados e coate go-
M8. N'um lado teem grvaloElixir ante febrii
no oatroManoel-Cardo3oPeroumbuco, e to
t& BPS* lffSSltS Wtarij -PP'^o, ha .asea-
issignados.
N. 139
Amigo S^Manael Cardoso.
Rtcie 7^e Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada sade.
Faltara com um dos raaiores develes se nao
veao3 por meio d?3ta carta agradecer lbe o be-
aecio que acaba de fazer me. livrando ds
garraa da morte o meo fiio Fioriamnado, de 12
annos de idade, o qual acnaado-ae prostr do no
eito da cama, coru urna grande febre qne d'elle
nao se separava ba mais de qnatro dias, ja leudo
esgotado o qne podia fazer em remedios, tudo
me era baldado, aguardando nicamente a hora
prxima da morte ; entSo lembrei me do eu
conceitnado anti febril, que lea salvado inn-
meras pessoas, e immediatamente lbe escrevi
ceaindo que u e mandasse urna dse, a qual
veio, e tratei de applicar conforme marca o seu
jeceituario. Na segunda dse elle ja nao va-
nara, na qtiarta a febr~ j diminuir, e a cor
COm qne elle Se acbaVJ, quasi rOxa, apreaentava-
se como indo para nma clara. Na sexta dse
es- do igual theor effisado no logar do cos-
tme.
Dado e pasaado neste cidade do Recife
capital do Ea'ado de Pernambuco, aos
31 de Dozembro de 1892.
Paga este 500 rea de emolumentos
pela assigntura e 10000 de sello em es
tampilhas abaixo collocadaa.
Snbacrevo e aiaigno. Roife, 31 de D-
zembro de 189.^, O escriv5o interino
Francohoo da Silveira Machado.
Jos Gomes Villar.
lesappareceu, apreaeniando-se nesse mesmo dia
s 8 horas ; tendo-ae Hadado o remedio man
novamente buscar e continu! a applicar-lhe, t
boje acha-se i. u filho realabelecido, devido
onicamente ao seu ^nefleo elixir.
Peco lbe qne aceite de mim e dos meas hlbos
os mens sinceros protestos de estima e coaside-
tacao, pelo beneficio qne acaba de fazer me com
o seu elixir, salvando o dito meu filho.
No mais aoa
De Vmc. 2roigo e criado,
Joaqnim Jnvencio de Almeida.
5.a sccc2o.Secretara
Ka lado .da Pernambuco,
zombro do 1892.
D ordem do (iovemador faco publico
qno fici proregade por seia diaa o praso
marcado no editai do 21 do corrento, afim
do serum epresentadla prijr.oataB para o
fornecir.ento, duraato o anuo prximo
vmoaro, do artigoa necessarios ao expe-
diente consamo desta secretaria.
O secretario,
JcTo Auguslo Ferreira Lima.
Socretana aa loaieucg ;o Publica eto
Pernambuco, 31 de Dezembro de 1892.
EITALN. 72
(i'.szo de 30 diaa)
Dj ordem do Df. inspacto. geral da Iostruc-
jo Publica faco saber aos p.-ofe30res pobios
AuriMiano Jos Tuemoteo, remov io da cadeira
de Prcpriedade para a de Serinnem, Ildefonso
Marinha de Ar.uj > removido de Serinhaen par^
a da P.-oprieda ie, Mara Oliadiaa Pires Ferr ira.
removida ua cadeira mixta de Forte do Coimera
para a do sexo feminiuo da Estrada Nova de B-j-
Deribe e Aona Iaabel de O/rira, removida de3-
ta para aquella ; qoe Ihe3 Oca nurcaio o prazo
de 30 dias para assumirem o exeroicio das ras-
pecti^as cadeira8 e apjsiiilarem ca seus ttulos.
O secretario,
Pergentino Sariiva de Arauji Qalvo.
O Dr. Jos Gomes Viiiar, juiz subatitute
do commeraio desta cidado do Recife,
capital do estado de Pernambuco, em
virtudo da le etc.
Fajo saber aos que o presente editai
virem, o:i delle noticia tiverem, que. por
parto do coronel Jeronymo Oarneiro de
Albuquorque Maraahao, foi dirigida ao
Sr. Dr. juiz do direito a peticSo do theor
seguicte :
PeticjiyUlm. e Exm. Sr. Dr. juiz
de direito especial do commercio. O co-
ronel Jeronymo 'Jarneiro de Albuquerque
MaranhSo, sendo credor de Francisco L?i-
tSo da Co :ta Machado pela quant a de
2.00050O, por va da letra junta, afora
juros vercidos e quasi a prescrever, quer
iaterromper a prescrip^So por protesto,
que se deve tomar por termo afim de ser
te em lugar incerto e nio sabido. Pelo
qae requer o anppHcant'3 a V. Exc. para
que digaando-ae de admittir a juBtificaijao
de auaencia.e julgada esta por senten^a se
passe cartas de editaes intimando o sop-
plicado do protesto. E. R. M. Recife,
29 de Dezembro de 1892. O advogado,
Dr. Clodoaldo Lopns (sellada legalmante)
Na qual pitido foi proferido o despacho
de theor segunte :
Despachotequeira ao Dr. juiz substi-
to. Recife, 29 do Dezembro do 1892 -
8. Goncalves.
Em cumprimento deste despaeho foi-me
apresentada a referida petico, na qua1
DEGLRACJES
De ordem do cidadSo major Dr. JoSo
Claudino do Oliveira e Cruz, director de
obras militares nasto Estado, e por auto-
ris.iciio 0 cidadSo general commandante
do dis'.ricto, fago publico qne, no dia 3
do Janeiro vindeuro s 11 horra do d:a,
reoebe-so nosta repartilo, sita a ra do
Riachuelo n. 18, propoatas em duplcala
e em carta feohada para o fornecimento
de mtttt;-ri.-..i3 s obras miiitarea deste Es
todo durante o exeroicio de 1893.
Os concurrentes eneontraro na me3ma
repartidlo o erre i a ment do 3 meter:: es
que houverem de fornecer, o juntarSo
s suas propottas attostados ou informa
S5; que abonem mas babilita^o-sa o ca-
pacidado moral ; b;m ooino, preatarao
fiac9i idoaca por cccaB3o da ce'.ebrar-se
o contracto, tudo conformo determina o
artigo 43 do regulamento em vigor.
Directom de Ob:as Militares, 24 do
Dezembro de 1693.
Jos Pedro V. daS. Juntcr,
Amanuense.
Consulado de Portugal em
DERBY CLUB
DE
PER HAHBGO
P0JE0T0 DE INSO 3IF0O
Paia a corrida a realizar-se em 8
ueiro de 1893

de Ja-
i
que nS) te-
ao primeiro.
2
3.
4.
5, PABEO-
6. PAREO
PEE JU08:
ae ter
Pernambuco
Ptlo presente aviso ee faz constar a tolos oa
subditos portegue^e.. receni-che?alo3 a este
Estado que, em cumprimento de disposigO^s le-
gaes e para melbor garan i. dos seas ireitos,
se devem apresentar nosta repar i;5o, afim de
se nacreverem no registo geral tos subditos
portcgneies.
A insera.ao c. acto? relativos praticados den-
tro de triot" diaa depois da chegada do indivi
do alo cratnitos.
Consolad] de Portugal em Pernambuco, 16
de Dezembro de 1892.
J. Salgado,
Cnsul._______
Estrada de ferro central de
Pernambuco
EDirAL
De ordem do cidado D director engenheiro
thefe se Uz publico que no dia 1 de Janeiro
prximo futuro baver, alm dostrens da tabel-
la, os seguintes :
Mdn!:Do Recife a labMtSo a 7 horas.
De Jaboatao do Recife 8 8 horas.
NjiteDe laboalao oo Recife a 8 horas.
Do Recife a Jaboatao 8 9 horas.
Secretaria da Estrada de Ferro Cential de
Pernambuco, 29 de D zembro de 1892
O secretario,
Julio Cesar Cavalcante e Albuquerqne.
PAREOConsolar800 metros.Animaos da Pernambuco
nham ganho nos prados do Recife. peemics : 2GO(5O0O
4O0COO ao segundo c 20JOOO ao terceiro.
PARE1') ProgrcSO 1.860 metros. Animaos pelludcs o paogrs. pri
MI03 : 250?000 ao primeiro, ;"0?000 ao segundo e 254000 ao tef-
coiro.
PAREOEstmalo 900 metros. Animaes do Pernambuco qi; nao te
nham ganho em distancia superior a 1.030 metros, pbemios : 200iJOO
ao primeiro, 405003 ao segundo e 20)5000 ao t. ro-.iro.
PAREO-Srazll GRANDE PREMIO 1.703 metros. Animaes de Per
nambuco. premios : 600)5003 ao prmairo, 150J000 ao seguado t
600C0 ao terceiro.
-Experiencia 1.200 metros. Anmaos de Pernambuco que nSt
tenham ganho em maior distancia de 8C0 metros ros oliimos o meses
no D^rby. premios : 259)5003 ao primeiro, 505003 ao segundo e
25/5000 ao teroeiro.j
Der-by-Cll! 1.500 metrosAnimaea de qualquer paiz.
500$000 ao primeiro, tOC^OCO ao segundo e 500."00
ceiro.
PAREO -Ordem 800 metros. Animaes de Pernambuco qu* nao t>-
nham ganho em maior distancia nos prados no Kecife. PBSifios :
200)5000 ao primeiro, 40$000 ao segundo o 20^000 ao terceiro.
PAREO8 de Janeiro 803 metros. Animaes da Pernambuco que nc
tenham g3nho no Derby em 1892. prsmi;s: 200)5000 ao primeiro,
- 400000 ao segando e 20SO0O ao terceiro.
Observares
Do conormidade c.m c ait. 5. do cdigo de
inscrever eos pareos ProgreasoAtlante. Potropolia e
Dublin, Pigmeu e Torco 2o, BrasilPirantn
Pigmeu.
O pareo Brasil nSo contar victoria e s a
ciico animaes de quatro proprietarics differentes.
O pareo Experiencia nSo contar victoria.
O par3o Darb Club t se roalisar inscrevendo-se e correndo cinco animaes de
tres proprieterics differentes.
A icscripsSo encerrar se-ha tera fcira 3 de Janeiro na secretaria do Derby
Club a ra Duque de Calas.
Secretaria do Derby Club em 30 de Dezembro de 1892.
O SECRETARIO,
7.
8.
corridas, nao poderlo ie
Veloz, EstimuloTalicer,
e Pigmeu, Experiencia Talicier
: realisar insrevendo se e corendo
Reg Medeiros.
hanta Casa
Casas para alagar
Na secretiria da Santa Casa aiogam ie as se
inintes casas :
dem do Rorgos n. 27, dem.
dem do Amorim o. 64, idem.
dem do Burgos n. i, casa terrea.
dem do Dr. Ivo Meqnelino n. 9, pre lio de 1
ndar.
Peoral de Caraba: A
O coronel Sr. Arthur Osear, comman-
dante de 30 batalbSo de infantera, cu
rou-2e rpidamente com o Poitoral de
Cambar, de S. Soares, de urna consti
pacito com toase desesperado, sem te-
com outros medi-
tosse
= nt-3 colhido melhoraB
cementos receitadoa.
Vende-ae naa pharmacia8 e drogariaa
21500 o frasco e 2i0OOO a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
ThA to faPica m
B3
o. a
. : i&BBO que se
to quo
lera i
c3o coaduna com um
f ssa fri, e declara
< i o
d
Lsen
restabelecimeato ao uso
u ...medio mystericso, em nm annun-
q e ella dep&ron em um jornal.
Dentes
Te borivcl dor de dentca usan
o o "te preparado de Mancol Car
lor.
a quo lh3 tem sido dirigidat
pelos jor.i ?.s de maicr circu'mcSo, attat
;is.
Depsitos
Dros ria do Fracciscc Manoel da Sil
va & J.. 4 raa do Mrquez do Olia*
n. 23.
Ph?aaea Martina, ra Duquo do 0
v;;:3 C.
PharaiaoMi Orient?!, a rna Estreita d<
Rosario a. 3.
. Pbar.acia Alfredo Ferreira, ra di
Bar2o da Victoria n. 14.
Pbarmcia VirgilioLopeB, ra Larg
do Rosario n. 31.
hajS
Scieates da cffrta de 125:000q00 e
outra de 150:0000033 pelo espolio de
Marcelino Goncalves de Asevedo ; preve-
nimos eos compradores, vendedores e m-
tereasados n-ate negocio : o meemo espo-
lio asta em litigio com os abaixo assigna
dos..
F.eeifo, 5 do Djzsmbro de 1892.
Santo* & C.
u,
O dvogado Dr. Maooel Porttlla Jnior
contira com sea eacriptorio a ra do
Commercio d. 44, Io andar.
A Praga Universal--Em todas
aa regiSes e entre as pessoas do todas
occupacSes o proaa5o3, prevalecem as
enfermidadea pulmonares, portento, o gran-
de e admiravel reroed o contra UI83 e
que produt a sua completa .niquilajio
c Peoral de Anacahiita o qca! as dzve
perseguir, e em seu devido tempo as per-
seguir indefectivelmette, al n8 mah
remotos confina do mundo.
- O soldado noa encampsmentos, o-mi-
nero nt.s mina3 d'ouro, o colono na fron-
teiras, o lr.vrdor, o viejinte por mar o
por trra, a especialmente todas es pos-
so..8 aujeitas padaesrem de toase, oon-
stipacSss, resfriumentos e catarrhos, broa-
chites, asthma 9 outras cff0(8aB nao me-
nos ffl ctivas da garganta o doa orgSo3
da respiracSo, e quo to fcilmente ^ so
desenvolvom e propagam nos lugares H-
midos, inclemencia da a'.nicsphsra;
acharSo com a mais grata a -.tiafacSo, no
Peoral de Anacahuita, um remedio ir-
resistivel e absoluto, para o completo
aobjagamento de So perigosas enfermi-
dadea.
profer o despacho do theor seguiote :
DespachoDe A. Como requer, o es-
crivflo designe lia o honRecito, 0 do
Dezembro de 1892Gomes Villar.
E por forja deate deipacho foi a mesma
peticSo dietrbuida da f jrma reguinte :
Drstribai;8oA' Machado. Oliveira.
E mais se nSo continua em dita peticSo,
despachos e distribui$So aqu copia tes,
depois do que te va o termo de protesto
do theor seguinte :
Termo de protestoAos 2a de Dezem-
bro de 1892, nesta cidade do Recife em
meu cartorio compareceu o Dr. JoSo Clo-
doaldo Monteiio Lopee, advogado do coro
nel Jeronymo Carnero da Albuquerque
MaranhSo e perante as teatemunhas tbai-
xo diase que reduzia termo o seu pro*
testo constante da peticSo retro, que fica
f.zendo parte do presenta termo. E de
como assim o disse aasigna o presente com
as testernuchr.s. Eu Francolino da Si'-
vera Machado, escrivSo interino o escre-
viDr. JoSo Clodcaldo Monteiro Lopes,
Francisco Manoel de Almeida Jnior, Pe
dro Jos Bezerra Cavalcante.
E tendo o justificante produzido suas
testemunhfts que deposeram conveniente-
mente acerca do allegado em sua peticSo
o respectivo escrivSo me fez oa autos con-
clusos e ne!e8 exarci o despacho do tuecr
reguinte :
Despacho So P. Sejam inclusos ao
Dr. iiz de direito-Recife, 29 da D;zcm-
bro de 1892-Gomos Villar.
Em via'a deste mea despa.eho o referido
escrivSo depois da b&vcr preparado o se-
alo 03 tatos os ea conclu os ao Sr. Dr.
jaiz da direito o qual noifcs profiri .*i
senten5a do theor seguicte :
Sentart;i.Julgo justificada a ausencia
cm log-r iccerto e nao sabido de Francia
co L^itSo da Costa Machado .para o fim
do ser intimado par editai do protesto do
icterrup^So de preccripcSo de letra do
folhas cinco do seu acoaito a Jerouymo
Carneiro de lbuquerq-ie MaranhSo.
Cuataa ex-pau3a. Rocifa 29 de De
zembro de 1892. fcigiamuado Antonio
Gontjalves.
E mais se nao contiba cm dita bbc-
teuja qui capiadi, p qual mandei cUm-
prir pelo despacho do theor segainto :
Despacho Cumpra ae. R'cifo, 31 de
Doembro a 1892. Gomos ViUar-
Em virtude doate deapaoho e da sen
teocd nastj copiados o respectivo escri-
vo tez pasaar o proBento editai p:Io
qual e seu theor chamo, sito e hei por
intimado o justificado ausento Fran-
cisco Leao da Costa Machado por
todo o conteudo da pet*o, protesto e aen
tcn;a aesto transoriptos e bom asBta para
comparecer ante este j-iizo deotro do
praso do 30 dias allegan to o quo w a
bem de seu direito e justiya,
E para qne chegue aa conhecimon o
de todon maniei pasear o presente edita!
que ser aubticado pala imprensa e outro
Companhia Per-nam-
bucana de Navega-
^o.
De ordem da directora, faco sciente ao9 Srs.
possoidores de obri^aces pr* fereDCiaes d'esta
companbia que nest data foram sorteadas, para
o fim de 8erem amortisadas, as peguintea :
84 194 223 277 317 467 690
852 867 927 1171 1351 1438 1455
1563 1636 1661 1952 2046 2095 21 ti
2141 2240
3230 3407
421j 4i6S
5130 5152
5502 5712
6699 6720
Pelo qne convido os possuidorea das mesmas
a apreEental-a3 na sede o'eata companhia, do
dia 2 de Janeiro vindouro em dianle, para re-
ce,b rema respectiva importancia, e bem a^sim
08 juros do semestre de Julbo a Deaembro cor-
rente, certos de que d'esla data em diante nao
venceroelia3.
Outro sim, sao tambera convidados os demais
possuidores, a contar do mesmo dia a vireceber
o) juroa do mesmo seiieslre-
0 gerente,
Antonio Uiyssts de Carv&lho.
2141 2240 2382 2601 2757 3027 3032
3230 3407 3500 3525 3773 3796 3819
421$ 416b 4329 4398 4541 5126 5093
5130 5152 5221 5248 53(5 5394 5408
5802 5712 6767 6116 6157 6211 6502
6699 G720 6791 6801 7021 7261 ....
Nauragos do vapor
Solimes
Convido aos perectes des nufragos Emiliano
Ferreira da Coata, oo Bapiista dos Santos e
Henriq-.e da Silva, a virem a esta capitana se
entender com oSr. coQtra-slmiraote ca.itao de
porto, a negocio de seus interesaos.
Capitana do Porto de Pernambuco, 36 de De-
zemero (Je 1895.
O secretario in'erino,
______________M. Jos de Castro V.
Companhia
Exportadora de Aicool e agur-
deme
Terceira chamada
For deliberacSo da directora desta companbia
sao convidados 03 senbores accionistas a reali-
aarem a terceira entrada do capital razao de
5 0/0 oo 5*000 por accao, at 15 de Janeiro oro
ximo vindonro, das 10 oras da marinas 3 de
tarde, na rna nova de Santa Rita n. 57.
Recife, lo de Dezembro de 1892.
Jos Joaqnim da Costa Maia,
President.e
Itinol9diAbril
Ra Visconde Camaragibe (antiga do
Hospicio) n. 53
TLEPHONE N. 104
Aa aulas d'eso estabelecimento de edu-
cajao, re&brem-se no dia 7 de Janeiro
prozimo.
Contini a receber alumno3 internos,
semi-internes e externos.
Para informajSes no estabelecimento.
O director.
Lu'z Port) Carreiro.
Companhia
Industrial e Commercio de
Estiva
Terebra entrada
Oa senLcres accionista? sao cjidado.- a ra-
isarem c 3 entra U de 10 0,'o sobre o valor no-
minal de eoas a^oe3 at ao dia 10 de Janeiro
prximo.
Recife. 24 de Dezembro de 1892
A. Ftrnaodes,
Director secretario.
fwdjjallul
teTrilwBrtawsdo
'mk a Oluila e Iflkrtke
A:cmula geal
Do aceordn rom o artigo 16 do Decreto de 17
Jatuiro de 1S90, actam-se no eacriptorio da
rompaobla a dispo;ico ro Srs. cccioalataa oa
docomeatos :e quadrc3 sinpticos a qae Ee re-
ferera os para^raphoa ,b,c dome3mo ar-
tigo. M
Badfe 26 de Daz- mbro de 1S92.
O gererte.
A. Pereira Simoes.
Estrada de Ferro ds feraaoi^oco
do Eeci'e ao S. Francisco
Aviso
Deata data em diante o oscriptorio tele-
grapbirio desta companhia fiea cataltvdo
120 priasairo r.ndar do predio n. 13 a ra
do :u Jasus.
eacriptorio a Soperintendenci-i, 31 de
O-.jm'oro da i892.
VVclla Hocd,
Sapflrintsndtnte. ^^
S. II. J.
Sociedade Recreativa Juveolnde
Bailo cstraordina-io em 14 do corrento,
ca homoneg'-m BOQia bonomerita D.
Jcs3phiua do Agniar.
;io 8r. tbesoor-'iro da commiseao auxiliadora,
urjo o S. Pedro n. 1
Scretorta do concclho ho3orari>, de Ja-
o ro co 1893.
A i, escaria,
Olimpia ilot:eiro.
anco
ernam
ac
A contar do dia de Janeiro do 1893
e Banco do Pernambuco abona jures ep
conta correcto de movimento a ra?ao de
2 i ao anno, at segundo aviso.
Recife 2; de Dezembro de 1892.
Wilam M. Webster.
Director gerente.
Londoii & Brazilian
Bank Limited
Aviso
Comt anhia
DE
Fiafo e Tecidos de Penankico
Sao convidados os senhcr3 accionistas a ra-
zerem nma entrada de dez p:r cento sob o valor
nominal de seas acefies, at o dia 30 de J .ne;:c
prximo, oo escriptorio da companbia, a roa io
Bom Jesu9 n. 43, 1- andar.
Rec.fe, 30 de Dezembro de 1892
Jobo Joo de Amorim.
Director secretario.
Imiandade do Glorio-
so Santo Amaro das
Salinas.
Mesa geral
Elel^o
De conformidace ccoi a 1' parte do i 7 do aa
ligo 16 do no3SO -c.^protrisso, convido a lodos
es nosos caris-simoa irm&os. em geral, a com
parecerem oeste consistorio, domingo, 1 de Ja-
neiro do anno prximo viodooro, t z 9 horas da
manba afim de ter !u :ar a eleico da nova mesa
regedora.
Ontro sim, fago publico qu3 a festa do M
Glorioso Padroeiro ser feta com grande pom-
pa, excedesdo dos anteriores, visto ser no proj
prio dia dedicado ao Glorioso Santo Amaro15
de Janeiro.
O hasteamento da bandeira o do me?mo
mez segoiado-sc as novenas que serao pompo-
sas.
Espera a mesa regedora a coadjovacao co
fiis devotos.
Consistorio da irocandade do Glorioso San'..
Amaro das Salinas, 29 de Dezembro de 1891.
JoSo Francisco de Olive ra,
_________Escrlvo.
Banco Emissor de
Pernambuco
Sao coaviiados 03 possuidores de apolices
do emprestimo frito por este banco ao Eslavo e
da3 letras hypothccarias emilti las palo mesmi
banco, a virem rccciier os faros uo semest-e
ndo.
Os cenpana sera distacadoa no ac o do pag-j-
memo.
Recite, 3 de Dezembro d". 1892.
J. U. da R33a e Silva,
Director secretan.:.
I3fo,
3P3,
i abo
A contar do dia 1 de Janeiro de
o Londoa & Brasilin Bank, Limi
cara jv mento a rzzlo de 1 j\0 r.o auno at se-
gundo aviso.
Recife, 23 de Ocscmbro de 1692.
W.H. Bilton
Gerente.
COilrAMItt
Indusiria de chapeos |
Juros d-s obrigagSes
Devo^ao de N. S. Ja Sol-
dade
Erecta na igrej.i do Teryo
D; ordem do nos30 irmSo presidente, convid?
a tedaa os mtmbros i mesa regedora aOiu d>
rapare-arem hoje, a 2 botas di tar e, em o
consistorio da mesma devecao, cm de ae faze-
a consulta dos covos fuiccionrrios qne teern de
reger a nesma no tnao de 1892 A 1893.
Recife, 31 de Dezembro de 1692
O aecretario,
_________Miguel Ardan)) !a Met.-.
Sociedade
Refi iaria e De?t 1 ;^ao P;:-
nambucara
No escriptorio eta aociidadi roa di Co-
mercio n. 31, se pagar do dia 2 Je l:r.;;e p: j
ximo em Jiaata cj voa ce anas dben i
ileclfe, 19 Je Dszembro de 1892.
j.io Fernandes Lc;p~
G-rente.
No escriptorio da comppnia ra Larquez
de Olinda 19, pasa ae o coopon n. 2 Cosjuroa
de se os tituloa da obiig-ngao e reltivo o tmes-
tre tlno boje.
Recife, 3! de Dezembro de 189?.
Jos Gomes Gancues,
Tnescorelro.
MARTIMOS
Para
,j-
v
Sahi neslea dias p;:ra o porto cima c v^ro*
Miranhens- >, recebe carg a frete mdico ; a
trotar com os tontignUarioa J.nastoo Ptrr*
C, roa do Commercio n. 15.

.1
s
MUIIUW 1
imiaiiiaa iiaiia^if aaniM i
'
"-V""




*r
r
6
Para o Porto
Lugar portugus
COSTA LOBO*
Recebe carga a Irete por j ter parte engaja-
da, para sabir o mais fcreve pousivel; a traiar
com Amorim Irmaoa & C.
Lloyd Brasiletro
PORTO DO NORTE
O paquete lagoas
Commandante o capitao de fragata Victo)
Delamare
E' esperado dos portos di
corte at o. dia A de Ja
neibro seguindo depois d
demora do coetume para
Macei. Baha, Espirito-Sduto e Rio de
Janeiro
As encoramendas sero reeebidas at 1 hors
da tarde d y da da sabida, no trapicho Barbos)
no largo do Corpo Santo n 11.
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Sanios, Canana, Iguipe, Paranagu, Anto
nina, S. Francisco, Itajuhy, Santa Catbarina, Ric
Grande do Su!, hellas e Porto-Alegre.
Para carga, passageos, encommendas e valo-
res trata se com os AGENTES.
O vapor Satellite
Commandante Azevedo
E' esperado dot
portos do sul at
o dia de Ja-
neiro seguindo
depois de peque
na demora para
Cear,
Maranbao e Para
As encommendas sero reeebidas at 1 bon
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos:
no largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadore.i pedmos a sna attenci
para a clausula 10 dos cenheciraentos, que :
o caso de haver alguma reelamacao contra
companhia, por s.varia cu perda, deve ser fei's
por escripto ao agente respectivo do porto Ol
descarga, fletlro de tres dias depois t; final:
Bada.
Nao procedendo ceta 'ormalidade a coapanl;
tica isenta de te-da a responsabilidade.
Para passageuE, fretc-3 e sncommecda b
ta-ss coro os
AGENTES
Pereira Carneirofe C
GzmtRua do CommanionmS
1 aadar
LINHA MENSAL
O paquete Orenoque
Ccmmcndante Bourdo i
E' esparado des portos
sol al o dia
ele
1 de Janeiro de 1803
seguindo depois da demora necessaria para
Bordeaux, com escala por
fakr.r e Lisboa
Para carga, encommendas e -n-aheiro a ire-
te truta-se com os AGENTES.
O paquete Equateur
Commandante Lartigne
E'eeporado da Europa
o dia
at
de Janeiro de f 93
deguindo depois da indispeosavel demora para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bru-
nos-Ayr es
Estes vapores sao llumiuados luz elc-
trica
Previne-se ainda aos Srs. recebedores de mer-
eadorias que o se attender a redamaces por
fal:as, que orem reconbecida naoccasiods
descarga dos volumes ; e que dentro de 48 he
ras a contar do dia da descarga das aivarengas,
tes a volumes que porventura tenbam seguido
para os portos do sol, alim de serem dadas i
tempo as providencias neces3arias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresentar
rem na vespera da ebegada do vapor para loma-
ren: as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e di-
Oheiro a frete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commercio42
Companhia de Paquetes
Brazil Oriental e Diques
Fluctuantes.
O paquete Ondiaa
i
Sabir nestes poneos
dias para os portos
do
Rio Grande do Sul, Pelotas e Porto-Ale
gre
recebendo desde j carga para os mencionados
portos.
Este paquete Iluminado luz elc-
trica e tena ptimas accommodacSes para
passageiros de primeira de classe e ex-
celiente paseadlo.
Para passageiros, carga, encommedas trata-
se com os
AGENTES
Amorim Irmaos $* C.
Rua do Bom Jess n. 3
CHARGERS REUNS
Companbia Franecia
DE
Xavegaco vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lisbc
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro i
Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Voisin
E' esperado da Europa at c
'dia o de Janeiro, seguindo
Idnpois da demora necessaria
para a
Baha, Rio de Janeiro Santos
. Este vapor entrar no porto
t Roga-se aos Srs. Importadores de carga pelo
vapores desta linba. queiram apresentar dentro
de 6 das, a contar do da descarga das aivaren-
gas qualquer reelamacao concernente a volme.
qne porventura tenbam seguido para os portos
oo sul, afim de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido praio a companbia nr
n respoDsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
Bfario de, Pernambuco Domingo 1 de Janeiro de 1893^
tem encllenles accommodac6efT~
para os quaes
i tratar com o
AGENTE
Auguste Lablle
9RA DO COMMERCIO9
Companhia Nacional de Salinas
Mossor-Assn
O vapor nacional
guamar
Tendo cbeg?do
de Santos segu
depois da demo-
ra que for nt cen-
sara para o
Porto de Santos
Para carga e encommendas trata-se com o
AGENTE
joo Hara de Albnqnerqne
OHveJra
Ra do Commercio n. 4
1 andar
Linha Benchinol & Sobrinho
O VAPOR PORTUGUEZ
Cidade do Porto
E' esperado de
Lisboa at o da
1 de Janeiro,
seguindo depois
da indispeosavel
demora"para
Sania, alo de Janeiro e antea
Para carga, passageus, encommendas e di
nheiro a f.ete trata-se com a
Compauhia Industrial e Com-
mercio de Estiva
58Ra do Amorim 58
iEILOES
Agente Oliveira
Contionagao do leilao
Da armaco, balcao, ti'.ciros, mludezas e mais
quinquillera-- existentes ro estabelicimeoto a
ra da Imperairii n 80, pertencente ao execu-
tado Angelo Raphael Peregrino.
Ter^a-feira 3 de Janeiro.
As O horas
A rna da Imperatrlz n. SO
O agente Oliveira suiorisado por mandado do
Exm. Sr. D.'. juiz de direito especial do commer-
cio, 1 vara a leilao ere coniinucgao a arrascao e
ulencilios, fiteiro?, grande quuotidade d iniude-
z?s e resto d. fazendas a reqoerimento dos Srs.
Brcv/oes C. e pertencentes ao executado Angelo
Raphael Peregrino.
AVISOS DIVERSOS
A'ug-'-83 um-. bon cisacaiada e pictaia de
novo, mii'to fresca, cora aoa, gaz emuitos com-
modos a ra do Hospital Pedro ; i tratar all
com J, M. Res, aas 8 ss 12 da manba
AM4. Precisa se di urna
ra das Trincbeiras n. 28.
para itmilia ; na
Precisa se de um cosici-;iro para casa de
pouca familia, e para cu ros serijos de Ump-
ea ; a tratar na rna era Ca lea n 5.
A padaria no l'onib I moe milbo p-.ra ca
vallo do Prado a 30 rs. por kilo.
Precisa se de nraa asa
ra do Ale xim n 2i.
oara coeinhar ; na
Precisa se de urna mulber para vender ua
raa ; arralar ca rna do Alccrim n. 1S.______
Dr. Manoel Argollo retirando se tmpora
menle por incommodo de sade, e i a > po
dendo despedirse de seus amigos e clientes,
pede-lnes desculpas e cfferece-lbe3 seus servico.-
no Rio de Janeiro.
Precisa-ee de um socio para tomar eonta
do boteqoim da ra de Santa Isabel n. 3, e que
tenba um pequeo capital para a sim peder to-
mar maie interesse no negocio, visto seu dono
por si so nao poaer dirigil o por falta de sade.
Aluga-se a casa n. 4 ra do Dr. Joaquim
Nabuco ; a tratar na taverea do Sr. Antonio Al
ves Pacheco, na CapuDga.
Preciea-se de urna cosinbeira, para casa
de pequea familia : a tratar no pateo do Terco
n. 16, 1- andar.
Cosinhelra
Precisa se; na ra do Queimac'o n. 57
Flora Pern^mbncana
FABRICA
DE
Vinbos de mesa e medicin3es,
Beb'dae espumosas,
Licores, coetacs e agurdenles
De fructaB, doce^, conservas,
Farionas, etc.. etc.
Formulas approvadas pela Junta de
Hygieae
Sabino, Moara & C.
LI..OEIRO
28-RUA DO BEMFICA28
Passagem da Magdalena
DEPOSITO PROVISORIO
S Ra da Imperatriz 2
i. andar
Descrnto van'ajoeo
t'ERNAMBUCO
Gosinheiro
Precisa se de um cosinheiro ; a traiar na ioja
jas Estrella* ra Duque de Caxias n. 56.
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
Ofl
e

C-3

0 Remedio mois efficaz
Seguro que se tem descoberlo ata *"
hoja para expellir as Lombrlgas.
ROQUAYROLFRERES
COMPANHIA INDUS-
TRIAL PEBNAMB-
CANA- .
Sao coevidados os pos-
sqidores de debentores da
segunda .serie, a receber m
no r se rip torio a rua do
Commercio n. 6 do dia 9
de Janeiro em diante os
juros do semestre vencido
hoje.
Recie, 31 de Dezembro
de 892.
Joaquini da Silva Gnitin i C-
Mudou-se para o
Lareo do Corpo Santo
n. 11 1 andar
Sala de c*. 5 mikMmsmtrjai detjs 5
N?
111
Jk'a N?
RUADO VISCO N DE DORIO
. "> BRANCO -r
ANTIGA DA AURORA
111
O proprielario des.e estabeltcimento, desejan-
io tornar bem conbecido do publico os pro-
ductos de sna fabrica extrabidos do caj, geni-
papo, r.bacaxi e outras fructas nacionr.es, cuja!1
formulas e modo de preparacao feram approva-
dos pela Inspecloria da Hygiene deste Estado:
vem apresentar a lista ros ditos productos, que
cada dia vao sendo confeccionados com mais
perfeico c aceio grasas aos seus esforjos e de
habis fabricantes europeos.
Alm das virtudes medicinaes aos preparador
da marca supra, que tem por base o caj e g<-
?ipapo, como sejam os viaboe, aperilaes o cor
nac, que e5o perfeitamenle conhecidos por todo
o mundo, sob esae anda o uso quotidiano que
delles se faz lembrar por occasiao das refnce
diarias, como bebidas de cheiro e sabor agr
i re a qualquer paladar, provocando ao mes-
mo tempo bom appelite, principalmente as pes-
soas que soffrem do estomago, anemia, sypbiles
molestias de pelle, etc., etc.
v reren actoaea aujelio n a alterantes
do mercado tPara exportaco
frunro a bordo e 10 de descont
em (roHo.
VINHODE CAJ,
em c-uix?. de 1 duzia de IQi 12/00
em ancoreta de 22/ 28/00
em barril de 40/ 50/000
COGJNA DE CAJ'
ir. caix-i de 1 duzia 20/00
AFE...- D8 CAJO*
u3 <>ixa de 1 duzia d r tu-
loeoeainao 12/000
' de rotulo amarello 9/00C
VINAGRE DE CAJ' tinto e bHQCO
em caixa de 1 duzia 5/00
em barril de 20/ 25/00
era-3 'orcta de 12/ a j *
VJNHODE j.KIPAPO
.f caixa de 1 duzia 12/000
APER1I' DE GENIPAPO
j] caixa de 1 duzia 10/000
COGN; ; DE GENIPAPO
om caixa de 1 duzia 29/000
DITO DE LARANJA
em caixa del duzia 18/00
APEaii'AL DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 10 '.00
GENEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 7f iu
LICOR DE MANGA
em caixa de 1 duzia '.2/C0
VINHO DE ARACAXI
em caixa da 1 duzia li/OOC
CAJ' EM CALDA em frascos e barrilinhos r!e
louga ricamente pintado proprios pav>
prezente, etc.
CAJ' CRYSTAii'ZADO, castanha de caj cod-
iiaaas, cbocolate de .tanbasde caj
composto, larar., cry.-taiizada, octras
fructas e er .tos em Tatas ornadas, etc.
Alguns destes productos que n ti < r:
centrados as casas de varejo desta cidade, po
derao ser aviados na fabrica cu no deposito
vontade dos compradores.
*arr-ffas vazlas
Ee nesta fabrica garrafasvasias de
eti'Vcja ate ie60 u 00 ib ca At que afinal acaba de chegar pelo
Campana a mais linda e attractiva no-
vidade em mimos e brindes para o
Natal, Anno-Boai e Res
:8Co)hiJos pessoalmente em Pars por um
os nOBBOB BOC( 8.
Afnfates milito chics, ceetinh&s, balaios,
lindos saceos e fol'es, boleas de setim,
bonitas caixinbsr, cigarreirftf, carteiraa,
patiences, tulipes, carretas, cadeiras de
braQo, kioEques, berlindas, mandolinas,
bonets, gorns, cbapeus, tamboril, phos
phorciras, estojos, guides de l'entarice,
mallas, cestos papaoiz, cavallettea, abat-
jour, tmbores etc. e'c sendo tudo
guarnecido dos melbom
Coiifeitos
alicorados, chocolat cany, foarrs, sim-
plea, pralines drages, argentera e pas-
tilles aux fruits.
Fina mermelada em ladrilhos, Bainha
Claudia, brfiss do Natal, figos rovos,
pE8-8 finas em mimosas cai^in'i-s, deli-
ciosas tmaras do Egypto, amcixas apre-
ciaveis, biscaits de Keinos, bonito sorti
rcent em doces de caldo, bolaxinhas fi
as e ptimos fruotos crystallisadoa.
Cervejas eepeciaes engarrafadas expres-
e?.mente para este vasto armbzem.
'Variedade em conservas e legtimeB Al
iomans.
Especialista? em chas verde e preto.
Viubos, champagnes, cognacs e lico-
res finos de todas as qualidadea e proce
Fiambras novos e tudo mr.is concarnen-
te b. urna boa dispon: a familiar.
Por fim conv.diimos o respeitavel pu-
blica- e os rossos distinctos freguezes
virem reconhecer a veracidade do que
cima allegamos, grrantindo gneros n"-
voa e pregos mdicos.
Jase Femsodes Lm^ & C.
1RUA BARIO DA VICTORIA3
Telfphone 323
ttencaoT!
Cgiti o Torrador
l festa e dia de anco.
Um lindo sortimento de espartilhoa fi-
nos e modernca brancoa e de cores, ricas
saias bordadas e camisas para Senhoras
carnizas de meia e seroulas para homens,
paraliticos ou rheumaticos s no TOR-
RADOR que tem novidades ch -gadas
agora, um esplendido a rtimento de ca-
chemiras ricamente listradas de seda ce
tuac ao ooroo ovm um uictru do largura
faeenda de muito gosto que nunca veio
ao Brazil, um vanado sortimento de sedas
de todas as cores a 1)5500, 2?5O0O e
2)5200 o covado, GorgnrSo lavrado de
todas as cores para vestidos a 2)5000 c
covado. _
Cortes a 18(9000 finos, prejos sem
competencia s no TORRRADO.
Etaminea com bollas e listraa arrenda-
das de cores e brancas, maDtilhaa de
seda pretaa e de cores e tamanhos, me-
rinos e cores com bollas, cpsacoa de
jersey a 8)5000 um, rendas hespanholas,
bordados e ventarollas, vestuarios para
meninos marojo.
Lindos tecidos de phantasias.
A ultima novidade chegada nos ltimos
vapores, que se as senhoras querem
sendas baratas queiram fazer o favor
de ir
Ao Torrador
43-RUA DUQUE DE CAXIAS48
que s vendo se pode acreditar.
Lima Coutioho & C.
D. Hara do Livramento Rosa
e Silva
O L'osrIheiro Francisco d'Aesis Rosa e Silva,
a Viscondessa do Livramento, o Commendador
Albino Jos da Silva e sua seohora. convidam os
seus prenles e amigos para ouvirem as micsas
que mandam rezar na igreja matriz da E -
Vista, no dia 2 de Janeiro, s 8 boras da manb,
por alma de sua sempre lembrada esposa, tilha,
ora e conbada.
t
>, Narclsa Sophla da Silva Hala
Jos Joaquim da Costa Haia e sua mulber con
vidam aos seus parentes e amigos aasislirem
a missa que manJm rezar na Igreja matriz da
Boa-Vista, no dia i de Janeiro p oximo, pelas 8
boras da manbS, por alma de sua prezada mai e
sogra D. Na-cisa Sopbia da Silva Haia, fallecida
em Portugal no dia 9 do correte. Recife, 31
de Dezembro dp 4891. *
Manuel w.mwr, .ra wentappe
Joanna Scbkppe. Aribur cbisppe e Alfredo
Scbiappe, esposa e tilbosdoBoado Mano, l Zi.w
zard Scbiappe, convidara aos seus amibos a as-
siEtircm as miesss que mtndam celebrar na
matriz do Corpo Santo, quinta feira 5 de Janeiro,
pelas 8 bar:-s da manba, 1 anniversario de < u
falldcimento, confesBando-se antecipadamenle
gratos pelo seu comparec'.mento a este pieJaso
acto.
A^A
Para cosichar e mais spvcos p&ra deas pe i
soas; a tratar na rua Baro da Victoria n. 4,
fabrica.
Ama e criado
Precisase, de conducta afiaccada ; a tratar
rua de Marco n. 13, loja.
Ama
Precisase de urna cma para cosiabar
Bario da Victoria n. 15, cegundo andar
na -ua
Carros e bois
Vendem se tres carros e cinco bois ; a tratar
na rua do Brum n. 62, padana.
Garrotas
Vendeo3e duas g-rro'as prenhe e um gar-
rote, tod03 de rac tourina ; para ver e tratar no
Posbal, sitio do Sr Morera.
Casa em Apipucos
Aluga-se a excellente casa p. 6, no largo de
pipucos; a tratar no mesmo quarteiao, na
c sa n. 12.
priado
Precisa-se d3 um criado com habitaces
tratar na rua Duque de Caxias n. 8i.
ExposiQ-.o
brande exposlj o e relogios de cima de con
solos, etageres, toilette e para parede. Desper
tadores. Relogics de ouro, prata e nikel, para
senhoras e homens. Todcs do mais apurado
gosto e tons fabricantes.
Regulador da Mari! ha, rua larga do Rosario
os. 9 e 11, defronte da San-.a Casa.
Sciencias e artes
Instrumentos proprios paraengenbaria, rhoto
grapbia, cu.ivesaria e rflojoana! Ccalos, bin-
culos e pencinez. Chapas ceceas para obotogra
phia ogleas e francezas, dos fabricantes Wrat-
ten e Man khoven's.
Rua k-rga do Rosario es. 9 e 11, pateo do Pa
raieo.
Costureiras
A' rua do Tires n. 17, precisase de costu-
reiras.
Precisa-se
De um criado e de urna eogommadeira ;
tratar na rua do Commercio n. 32.
Attencao
Vendem se duas partes do engenho Tamoatar
Merim e duas de engenho Coqueiros, comarca
da Victoria ; a tratar na rua do Imperador n.
14, 1- andar.
Cosinheiro
Precisa-se de ur.j bom cosinheiro ; z tratar na
rua do Commercio n. 44, escriptorlo.
'atacoes
Compra-se de todas as nacSes ; na rna do Ca-
bug n. 9. loja de Augnsto do Reg.
Sabo russo
Aprovado pe'a Ezma. junta de hygiene
publica da Capital Federal
MOSQUITOS-Exitar sar mordido friccionan
do antes de deitar se.
PARv CASPA e outras molestias de cabeca.
PARA BANHOS-ma friccSo geral antes d*
entrar na banbeira, ou a quarta parte de om vi
dro dentro do banbo, refrigeran :e qne tonifica
systema nervoso e conforta como por incauto.
Kncontrz se venda na pnarraacia G. Martin
& C, roa Duque "? Caxias n. 88.
H i _
Para acabar
largo a 25000 o
co-
co-
Ao commercio
Os abaixo asslgoados declaram que teem dis-
eolvido de commum accordo a socledade que
tinham no esUbelecimento rua Mrquez do
Herval n. 73, desde o dia 7 de ovembro do cor-
rente anno, retiraodo-se o socio Antonio Cecilio
dos Santos, e conttoo&ndo no mesmo estabelu-
cimento, de posse do activo e passivo, o socio
Manoel Domingues de Souza.
Recife, 29 de Deiembro de 1892.
Manoel Domingues de Souza.
Antonio Cecilio dos Sanios.
Emprestimos
Levaata-se emprestimos
de qualquer quantia sob
caucae de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na rua do
Barao da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com bastante pra-
tlca de molbados, de 15 16 annos, qne d fia-
dor de sua conduela ; a traiar no roa Direita
de Afogados n. 94.
Merino preto i
vado.
dem, dem a 1^500 o covado.
Cheviot preto e azul a 3S600 o
vado.
Camisas de esmbraia para senhora i
4 000 nina.
Osfords azulSo cor fina a 440reis o ca
vado.
Zephiros de core--, duas larguras a 40Q
e 500 res o covado.
Brina de cores para homema a 700 800
o covado.
Cambraia saissa a 3CC0 a peca.
Setios de cores para forro a 240 res
o covado.
Casemiras de coros para hornera a
160000 o costume.
Casemiras preta para homcm a 30800
o covado.
Lana de quadroa a 500 res o covado.
Como tambem vende perfumaras do
melhor fabricante Lubin,
LOJA DO POVO
II.....Boa I*, de lar^o-H
Ao commercio
Venancio Labatut & C, procuradores de Pe-
dro Muinbos, convidam a iodos os credore3 do
betel Lisbonense rua de Santo Amaro 40,
para apresentarem as suas coritas no escriptorio
commercial rua Duque de Caxias n. 72 at o
dia 3 de .'aneiro, e comparecerem no mesmo es-
criptorio na qmnta-feira 4, ao meio dia, afim tie
entrarem sm accordo.
Moedas brasileiras
Comprase de 800 n., i000, 2*000 no centn
di moeda na ra do Cabug n. 9, loja da As
gusto do Reg.
Taverna
uz::
Yende-se
Vende se a taverna sita ao largo do cemiterio
publico n. 21, bem afreguezada ; a tratar na
mesma O motivo do dono vender se dir oa
comprador.
r-,No corredor do Biepo o. 33 dous carros e dons
bois, com todos os seas preparas, livre e de-
sembaracado de qualquer onns ; disposicSo
de quem quelra comprar.
Assucar refinado
Sci*ntilicamos aos consumidores que com a
su 'da do gene-o em rama paptou a v'gorar os
8eKuintes pregos de hoje em diante :
Especial 8*400 e CCO rs. o kilo
1. 7*300 e 560 rs. o kilo.
2." 6*000 e 440 rs. o kilo.
3 4*800 e 360 rs. o kilo.
Precisa-se de um copeiro e de om jardi
neiro a tratar na roa Nova n. 2.______
Fabrica d Iitm
DE
M Baro da Victoria i. 6-
Loja de quadros
Hdame Gerard avisa aoa seus c-.
rouimoa fregueaes, qoe receben de Parij
om grande e variado sortimento de peil
oaa de chevreaux, de primeira aualidadv
dea, castor etc, et,
<
PABA
Guim raes
RUS
Vc.lenle
frogaesea, e bea
torea, que conti-
oaito doi artigo
arantindo tudo de
patencia em pre-
l\ os mesmos arti-
conatanteiuente
Participam aoa sen
assim aoa Sra. agrica
nuam a ter grande
abaixo mencionados,
1.* qualidade e sem
50a, viBto como receb
goa directamente e te
avaltadoa depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguar
Cimento Portlanl le
moor.
Oleo de mocoto.
Dito mineral ( p \ra ma*
chinas).
Dito de linhaca.
Dito de ricino.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Qotassa da Russia (en4
xas, barricas e lata?-).
G a z inexplosivel
mante.
Trisulphito de cal (r*)vc
preparado para clarifcca
o assucar)
Formicida Capanema (o r*3-
medio mais efficaz para
a ompleta extinc^ao da
formiga sativa)
6 Corpo- Saito 6
Nit 4$ Mmmk*
A Coiapanhia Explora-
dora de Productos Calca-
reos, est pieparada para
fornecer, hombreras, :olei-
ras, cepor e lagedos de can-
tara para e ''ifcacoes e
calamentos, bem como pe-
dra britada e al vinaria em
qualquer quantid<.de.
Amostras e precos no ^r-
mazera da Conjpanhi
Cnes io pollo 73
Mr Vlar~
Ex-prmire de aria
Vestidos para senhoras e crearlas pelee
ltimos figurines.
Garante elegancia de corto, perfeiclo e
modicidade de precos.
Rua Barao da Vctor a d. 18,
9 qndar
Fabrica de gelo
Aguas t limonadas gasos?? de
todas as qaidades
Soda water, gmger, ale, limSo. lann;r. cora*
cao aoacaxis, granadina, groselles franL-- ses
bauoiba bortela-Diraeuta. etc., etc.
ti AGAES^DO C*PIBARI K
Foro de Palmares
O tenente Jor V. de Vasconcellos Pereira, so-
icitador de causas, passou sua residencia para
esta comarca, podendo ser aqu procurado para
tratar de qualquer negocio tendente a sua pro-
sso, nesta e em outras comarreas visiobas.
3IIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIB
2
3
m . 'j
m -
a
>.*&
i
~k- A
mm WUu Am
a
LUZ
I DIAMANTEJ
LONGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
Livre i: Explosio, Fum.-.ca Mo Cheiro *m
A venda em Ice m os Z
*m ermaxeau de seceos e molbadc: 5
aiiyjNBinaiiiiiianue

3
Royal Blend marca VALO
Este ezcellente Wbiaky Eacocei e pre-
erivel ao cognac ou agu-rder.tc de carca
para ortificar o corpo.
Vende se a retalho noa m cre ante <
ena de molbados.
Pede Roya! Blend arca Titeo,
oajo nome e emblema alo regia tmdoa per
Wn do Braiil.
BROWNS & O.
i
V
.--
z_
MUTILADO
^^,
t urem
*>--------------" I H I- ----------------.-------:--------
^^Wfl i L
V


,....

I
Diario de Pernamhuco Domingo 1 d Janeiro de 1893
""
I...IA VRTIIIILIIMII
'i PROPRItTARIOS
Guiziares Brasra.
Pharmacenticos
IMP/TAuORES E EXPORTADORES
^*AW**AAbV PREVINAM-St (
CHEME
4 PREVINAM-St COM AS IMITAQ5ES
BRANQUEA a CUTIS, DANDO-LHE a TRANSPARENCIA
e AVELUDADO da JUVENTUDE.
Tira as Rugas
perfumara
de L. LEGUAND
ir inventor do Producto VERDADEl RO e accreditado ORIZA-OIL
X 1, Place de lex 3\a.d.elein, Paria
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFANCA
DE
Drogas, 7odaclos chinacos, e especialidades pharmaeeolicas
Griie deposito de tintas, leos, ver-
nizes jra canuagens, pinceis e artigos
para ph/tographia.
Agentes de todos os preparados de ju-
rubeb We Bartholomeu # C.
YENDAS EM GttOSSO E A YAREJO
Pr e 9 o s sem competencia
II ti UH*'!!) R0MRI0S.34
/ RBA5-I0DAD0 ISSSb)
xarofb de J. Bttoi
O iodo, combinado com os suecos das plantas antiscoriroticas,
presta as Creanc,as doento os mala relevante?, (enrieos, para com-
bater Glndula do pe acoto Un chi tierno rallide*-
Engorgitamento eterofuloto xtolettiaa ca
pelle Croata lctea, etc.
?T M E* preter vel aos olees de fi-
^JyC? &"10 d0 bacalhao; alera de ser
um fluidificante, tamben 6
depurativo enrgico.
PUS,tt IIP, RLE DROIOT vpflin-*".
NOVO ESTABELECIMENTO
Recebeu nmrmento de
CAPOTAS
de rendas de cores a pretas para senhorui.
GKCAJPSOS
de rendas e de palha para sentaras e meninas.
IIOR
ILEPH0N1 P). 50
Chamados a qualquer hora da noite
pela (ampa elctrica.
3S OXJTDB.OS IFXXtfS
DE
LIDGERWOOD
Machinas a vaper
Portateis e fixas)
Lavadores
Despolp:. dores
Descascadoree
Ventilado: es
Alambiques
Rodas d'agua
Turbina?
Engenho de Serr
Moendas de Cannr.
Moinhos de Fub
Debulhadorea
Separadores
VIOLET
AM Cu uto mam to VIOLET FUERES
XMXTXmt [PyrautM-OrisnUoa] VWUkJXQA.
Casi mica para
O BYRRHcBMo,Mitoc!
O BYRRH ama ebida cojas virtudes tnicas tornsrj se
escolado assignalar.
Compdsto com vinhos velhos de Hespanha excepcionalmente
mente escolhi das, este Vinbo contem todos os principios das mesmas
e nfto tm no estomago aquella acc&o corrosiva do alcool qoe cons-
titue a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E', ao ipesmo tempo, nitrito saboroao e abaolutaraenve irrepre-
heneivel ao ponto de vista hygienico.
O BYBK.H pode ser tomado n qualquer hora, aoufjc onn 99
dose d$ um cauce de Vinko do Porto, como tnico; mitiu^c
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
- EXPOSIQ&O UNBVERSAL OC PAR* IS89 ----------------------------
MEDALHA d OURO (o raalai alta, reoompema oon.ood.ida)
>*
wJiii m rornammueo u cu* dt FUI- i SUYA tPiim principas san.
wmMiim i g
OD
de palha de seda para cr'accas.
CHPEOS DE FELfBO
par. hombns rapases, dos sabricantes FRANCEZE, iN CHAPEOS
para bornees.
FORMAS
de palha para chapes de senhoras e meninas.
DS3NrG3SD. AJOS
GKAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, alores,
PJ urnas, Aigrettes eGrampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephoae n. 560
,*<
xx
mm mtaai
iwwmimi infusnv
CAPSULAS SfIS E. G9LI
OBREIAS
Lasre
TINTAS
PHBVILgG-IAPO 3. <3r. JD. OK
TAS ?RETj
\U hjndeilt
CM hjmU
'"iwslwiMMiiiiHHiiiintiJialKliii iTplii.
"ctFIgadodEaciao.O'eoi.': Ricino.
# ... Copahlba, Opiatos, Alcatrfo, ce.
' ^-. I TODOS 03 MEDICAMENTOS EM P
3!. OOBZJW TU, 54, rsi ll Tfflj!, tm Carite. la Hrntrnbuco VXXJt" B8. it SUVA & >
HOSTIAS
JP/le Ajaytnos
pc't Pbarmaciss
EOSIIAG
fu CaMtuiu
Bruidores, Conductorea, Catadores, -vaporador-s a vapc
de triple effeito, Vacutos, e todos os machinismos perte" .es ao fabrico
caldeira M-ltitubular para queimar bagado ou casca caf. Prensas Hydraulicas e
bombas de todos os amanhoB, Carneiros Hydraulicos para levantar agoa, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenho complete
para beneficiar arroz.
Correias de sola e de borracha de qaalidade superior, Oleo especial para
machinas, Pertences ou pegas avalsas para as machinas.
ESCRIPTORIO
95Roa do Ouvidor95
BEPOSIT0
134 e 136 -Ra da Saude13ft e 136
Lidgerwood Ml'g C. Limited

fQ
44- -RA BAMO BO TBMPHO- ~44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem crava^ao
Arados.
Cura certa em 3 das sem ouo medicamento
PAMMS 7, Boulevnrd Denain, 7 1>AII8
Depsitos em todas as princioaes Fhai-macias e I>rop:ari'=
^I?pro-vawleia pela Inapootoria d Slyoian* do Brudl
CASCARA SAGRADA
Vtrdadairo Remedio
.ontrn a Priaio de "Ventre hmbltxuml.
ODURETO^FERRO^CASCAiA
O mats activo dos Werrneunoooe
Tfi.o prsiiuxindo m Pria^j) de Ventre.
Deposito tm\; PHfcMAClA $, PSWJ, i. MHM s Wns, Prfc
GRAGEAS
INJECQAO
Hyp.'en/ca e Preservadora
tem causar
accidenta algum.
de Copahlba, Cubaba
Katanhla e Ferro, Bismutho
Alcatro, Terebenthina, '
As GRAGEAS FORTN, forlo as primeiras quo obtivoram a approvacao da Academia
de medicina (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaos. Curam as moleafciaa secretas,
maie rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECC&0 FORTN sempre reco-umendada como o complemento da medicac&o.
I3opo3itf\ric,B em Pernamkuoo : FRAN" 3VC. da SIIj"V A. v O*
S^BAO CURATIVO DE RETK
Tamoree. cravo, pelle vermelha, asp?ra e oleosa impidido on corado
por o mais grande de todos os aformoseadores da pelle, o Sabao Curativo de
Reuter. Prodaza a pelle formosa, branca e clara e mSos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabao para a pf He bem como do toucador, do banho e do qnarto das enancas.
CAUTBlii.Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
iatrada de Barclay & Co, New-York.
EDICINAJL
TI* ABA
T0IL5TS
ZALOP BE REUTER ZV. 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Purificador dosangue, diurtico,
a aperiente, nentaum octro app llidado depurativo ou saoaparrilha se appro-
eima sequer aoXarope de Raoter n. 2. Combina quatro (rranies proprieda-
xes em um s remedio, operando a um tempo sobre os orgaos digestivos, o
d-angee, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutr3lisa xpul?a pelos canaes intestinaes, ros e
poros da pelle, os germens nocivos, i|Qe flutuam no eangue, na urina e na
'.ranspiraco
O KKLHOB
PURIFICABOR
PASA O
PRQlJQiyAS PILULAS BE R2.HTER
Figadi. entorpecido cura-Ke positivamente com esta b pillas. Ellas
Ao um remedio pnr^Btfa .'ive de perico para o homem mais fraco, to btai
como bstanle activo para o horneo] mai? torte. e ngj constipan depois; pla
ccSo geral agreda a tedas que as osam. Sao as jiilnias esandarto daors
ossao medica dos Kitados-Umdos. Sao as menores e mais facei3 a toa;;;
Q^arentaem a
PARA
FIHOO
TRI SOFERO DE B RRT
Urna preparajaoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im
ourezas do crneo, m enerva ti vocoutra calvicie e cabello cinzento ; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e hernoso Infellivel para corar erupcOes, doeacas
da pelle, glndulas e mnseulos, e cura rpidamente cortaduras, queimadoras,
eridas, torcedoras, etc.
CAUTBliA. Nao genuino sem cada frasco ter a marca registrada
3a relay AC.New Y.>-k
PARA O
CBELO
A PELLE
depositarios dStes pkodcctos.A companhia de Drogas doctos cumios.
Ra Marques de Olinda n. 23.
GOTTa
I sooi?
2 -V do D> l^ RHEMATISrViS
9 Especifico provado da GOTTA e dos RHETJMATISMOS, acalma ^s dores aj
W mais fortes^ Accao prompta e' certa em todos es periodos do accesso.
\ F. COMAR & Filho, 28, Bue Salnt-Claude. PARS.
NDAPOB MIUDO. EM TODAS AS PHARMACIAS E DROGARAS <#
? ma:
?
?
?
* AUGMENTA &
< H i> 1 t> 33 TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDB A CAHIDA DO CABELLO ce W
PERFUMA 4
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, C3.rrigem todas as desordems de
Estom?* e dos Intestinos.
Fortaleeem a Saude das constitucoes delicadas, e sSo d'um valor inciivel para todas 3 enfermidades peculiares
ac sexo feminino em todas as edades, l'ara os meninos assim como tambem para as pesioas de idade avancada
a sua eflicacia e bcontestateL
Essas medicinas s&o preparadas smente no Kstabclecimento do P.-ofessor Holloway:
78, NEW OXFOED STfiEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
y E vendemse cm todas as pharmacias do universo. v .
y Os comprado, sao convidados respeifcosamcnte a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nfto teem a direciao,
533, Oxford Street, sao falsificasoes.
Hotel a vendj
Vende se o hotel Lisbonenee i roa de Sanio
/. ..iro n. 40, com todos "8 utensilios; trata te
t. escriptorio Commercial roa Duqua de Ca-
I sn. 72
CARDOSO&IBMAOS
Ra Baro do rriumpho ns. 100 a 104 e ni
doVisconde de Itaparica ns t
Irv. 3S O X Je* Je
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallosdoB melhores fabricantef.
CALDEIRAS multit abalares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr batido cravadas caldeadas, fundido de todos os tmanho:
RODAS D'AGUA prra cabos de maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRTVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
80iBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de brome.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se opsa desejar pira ang?nhos, str
M de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer peca de machinismo tanto de for-
andido como batido-
EN ARREOAM SE dt mandar vir da Europa por encommenda, medate tur -
oommisaao rajoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Us
M, para fabricar de 100 a 300 saos de assaoar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dora meBmos e responsabilisanroe pelo bom trabalr
C que ten? um hbil engenheiro ;.rj;les muito pratict, alm de dos um dos soci'
bao benmheiro.
**.[ -i tm
- f
ATKINSON'S
WHITE ROS
O mais delicado dos perfumes. Suave
como a propria rosa. Imitado cm todas a
parte sem poder ser igualado.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Un i versal mente prefer la i sortes alle-
mfte?. Empregar somente a de ASKIHBOI
por ser mais fina, mala snare, wais persia-
teute e multo mais refrescante de tod;k:.
Vendem-se em toda a parto.
7. 4l E. ATZZK-SOX7.
24, Od Bond Street, Londres.
.AVISO Legitimas somanto coto o rotulo-
CBoo azul e amarello e a marca de
fabrica urna "Kosa branca" com
o completo enderezo.
A
PRISaO VENTRE
curada com o
Verdadeiro

\%
ve
d
certo, agra-
davel ao Pala-
dar, fcil de se tomar
PAR*. AVKNUC VICTORIA, t AS PHH
celebres Remedios Le Hoy
ithu i ni mu 'o'" ti <*a i*5'
AS VER.AUfc tRWS '
ULULAS LE ROY
Populareum FRANQA, na HESPANHA, na AMERICA,
no BRAZIL onde sao
a.pr/jada pela Junta de Hyglen.
FI1ASCO. ................ 1/4 FBAtCOB
Besas Pillas dio toda a facilidade de se tratar so, por
prefo barato, e dose enrar cm pouco tcmpo.Ellns eipulsam
raptd-.mentc os humores, bilis, humores riscosos viciadsi
que conservara as molestias; ellos purificara o sangue
e lmpedem as recatadas.
->. Xmps-egam M <-
contra aPriadc de ventre, Vutharrho,
s- Ota, Rheumntismo, Falta de
ipnetite, Tutnorea,l'lceras,f'ebret
Slotestiaa do Finado, Imptgen,
Borbulhaa. lcrmelhtde,
Menopauea, te.
E PRECISO RECUSAR
igtlqicf tnta qoe ilotinr itiiinpit
7b." Oottla
*1, (eiro Mfe, Le Boy >.
BU TOdIs AS tHARMACUS
SUSPENSORIO MiLLERET
(P-XJXTIDA. FA.RA. QUEBRADURA)
Elstico, seo hgaduraa, para varicoceles, hydroceles. etc.
Exija-se o Sihete do inventor Impresso tm cada suso^ntono.
af^^T
ZsB GOWIDEC
succEsaon. /^O
'"abncanie de fundas
Ra /e/in7iWarce/
PAftS
LE QUINA RA60UCY
D excelleotsa resultadoa M
em todos ob oautoa d. AIEMU i DEBaiDIM
Jo QUINA RAGOCY
& A**m* rfttomU M WOHQAM eQ
^mmm IMSTHHCiO al MKS EITMMBk
3Sifrt:ilieaUI,il,wlMls^aa^Ma fe
. -HWWt! Tan O, 4 BTLTA A C ~
TINTURA POMADA
NICA TNICA
PEITORAL de CERE.TA
Do Dr. Ayer.
Aa tafermidadps mal dolorosas da zarjriif.fl
* dov punnM--, ftrdfnariaiRt'nt' AmpotoIv b -
>od(. r->rj.rin.ii.!,;-[^(,..na,cuj(-r -.
t*w pao -lo diil'rn- di' curnr -i promptamt-ntc av
trato oom o rem^io ccnrfDi>ut'. O- H>-ifrt-
**o- '.i-Ttt>. 'Iv.. r. rij,r..r tTii. i !. r. -ltadi
i< LarlnKiriH, tHlhnta, l-,r.,Drhi'i.. 4flW
Cao Fuluimiar < i TUIcb.
' "i raoaUi ru> tea ertamaM enrn tac a
Peitoral de Oereja do Di. Ayer
'm casa para o Mal em ci: 1. .. -
A perda de um etar aarias coaeqaeBeia*. l'ur tanu. aic
M. prrd.T Ifinjio pricio-o, 'xp-rimc-Dtand
."medios de rflcacia duvid.xa, < ni.,uunIo oas
I enf.nnidade -o apodrr:. do II ni na i Mtmlf:
c.-o'undamru(.-, nilflu ,|U *r i. c --l'i 'oma"
iustnnt'', o ronudlo maiscert'
xa eflit", e <-iU- Tvnf dio wm duvida sIjubh
! r>Tr Ul(. A
PBKPARtnO PEl/>
DR. J. C. AYER & CA
ILoweU, Mas.s Est.-Untdo*.
naz-wro gkbal
mTAMTanA
Barba.Bat a um aO
Tldro 8ec> preparado e
MS lavagem.
! PIIX.TOL, fir *^,"Z#"*L?*i.f
*> f.r.MsA Va' -aS'dPA A t>
ROSADA
para dar aos Caball*
branooa sua cor prlmlUTS
B5PSCIFIC05
DO OB
Dr. Humpiejs c Nova York.
Emuso mais de CO asnos, slmpl-s, so-tiros, effl-
azi ^ e h:;rato.i. A'v.ii '. .' l'ba
nacas princlpaese mais mranti'las do -.um lo.
Ka CURA
1. "Febrcp, Confrnr jo, tTiflaTnmncSrtl.........
2. FebreeOolti por Lombrlgas..
:. ('olien,Cli'iroelns 4. jlinrvlspn.deCrlaacaseAdnllos.....
5. Dyseateria, DCres de Barn
. Colerina, Colcr.t-Morbo, Vomltix ..... ..
7 Tt: .; o. Kouquldar, i'ntnculte.
S. Ijr di- Ill'iili ..-.a vralt'ia......
9. l. 10. l)!.,penip. liiilif '''
11. Ban>reea>*dB Ufe:; EscaseaouDemo-
12. l,pnrorrh'p^^Eres'J!raa(aj, Keiaprofu9a
3. <' i n u o. Toase Bonon, r> i n lenl aade de Kesplrar
13. RbemaliH no,
;'>. Se2.ei, Mal. .'i. IV re Inu.'rnillU'nte.........
:7. leuiorrhoid'r1 > ulernascc
esternas.Elmpfes ou eanRrootas............
y. Ophihiilmin milaniaadot
9. l'iiiarr*), awdoon nronteo, Donur.o.......
80. <:o>.nl. ............
i. \aina, ..............
2!. Sui'Pir.-w. u( .' '!'. Sunlez.......
'B. Ii.^crollilil, Inehauoes e Lleras.............
M. Kkilid i ......
Z\ Ily Iroi ddas........
5. Enjao ,:.....u^iL
. .Mcleiitias ouruaartaaj Clculos ou Pcdrt.
na Bcak.......................... ;
C Impofui'i". ehJHdao ai rvosa, seminal.
S". Chasnialia^ un Horca, oa Apht -
J}. luronlii-t'U'. ;a do Ouriua. Ourlnaracna
Cai".r ........ >............................
SI. Slewtruat.'iu dolorosn. Prurito. _-
I Bi Be le..
A DlphHierin.Mal-i! o <: >?nta
6. Cenare!-.tres t'U jnlcae. Bordotaoeca ...
O Mannal do Dr. Hum.mreys, I paglnassobr,
:. I ads e o modo. leyera! as, so O gratle.
pede-se ao se boticario cu a
HCMPHKElfH' MEDICINE VO.j
100 l'u'tcn ftfcct, SEW V03S.
NICOS AGENTES
t?ara Teadaa eaa groaao eaa Ws
naaaltBeo
Paria Sobrioho (L
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V
Triompho em revoli^o
LnB M. Ribeiro Guiarles, sa'cessor
de Alheiro, Fcrnandes & C, convida aos
eens amigos e fregnezes visitareis o
neo armanem de molhados, o qnal acaba
de psBsar por nma completa reforma e
acba-se sortido dos melhores gneros de
primeira qualidade, tanto naciones oomo
estrangeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Paat?, Porto, Figaeira, Coi
ares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteigas, queijos e
artigos do sea comraercio
E' tambem especialista em ob.
Raa da Imperatriz n.
outros
42
I- I
^
-^
wmSA
MELHOR [HIMPLAR ENCONTRADO
----------------------- ___.___ _______M


*
-KMrv
/
\
.-
c
Diario de Pernaibuco Domingo 1 esejaes nao ter azia quando fumaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qaer desfiado?
saborosc amo desfiado intitulado Hygienico Naonal e os cigarros do mesmo fumo.
Oepon i?so dir-vos-hei se foi ou nao til o conselbo.
Compre notar trae os Bvgienicos sao fraqainhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na ra Larga do Rosario n 2 A,
y '
Um apreciador.
mmm mil wm
(
CASA DE
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocadoo nosso es' "
dos de i
o LOVRE, a par
za as principaes
maniendo sempre o
pravas
mais
ualnature-;
da Europa,
AD PARDK
HAUTE NOUVEAUT


Saias de seda Glac.
t
Blusas de surah de todas s
ore s.
o
Matines de surab, linorsf
cambraifs ricamente guarne-
cidas

Cintos largos de seda
so chora, alta novidade.
para
Escolha monumental em le
ques, ventarolas de pennas e
de gases.
t
Grande variedade em vest
os para creancas. '
Novidadea em creps, cache
miras com seda e velludo Ras
(0 de todas as cores.
f
Grande variedade em musse
'ine Bando, linons, organdys f
evantineB.
c
Sortimento completo enxe-
raespara bsptisadcs, vestidinhos
i toacas de seda e sapatinhoa.
IB
BonecaB finas, ricamente
vestidas, e que falfcm.
ci
Faixas para hornera.
c
Grande sortiiaento do pendo
>ques e enfeites para gnarne
3er vestidos.
c
Sodas brancas, pretaa e de
cores, capellas fiuas de cera t
pellica para noivaa.
c
Colxaa de seda e de renda,
cortinados de fi' de phanta
aia.
o
Ricas capas de seda e ca-
beuiira pretas. guarnecidas de
enda e vidrilhoa de todos o
amanh/g.
Completo sortimento de fa
rendas para luto.
Camisas
oite e do di.
'es de linho
aarah rara de
de todas as co
aias bordada*.
guarda coa
sedi pe-

Camisas b&Aaias e peililhcs
de phantasia A a homem.
Nova remes^de
ie seda Aid*1
libe.
Ccbtumes de
ss e brins para
10 anuos.
AUPAUDIS
[raey, c-semi-
keninos de 2 a
ESDAMKs
Ra BirSo di
llctTJa r..
l
83
mm
importante e
bem escolhido sortimento de superiores!
fazendas e artigos da ultima moda re-
38Hua Baro da Victoria-4-38
TELEPHONE N,
59
dres,
mensa
s e
\".
J
RA
06 um I.
(Antiga do Crespo)
A
Lerosene nexplosiyel
Yendem
Foits$a Ints
1!
TELEPHONE 158
s
Cerveja Pilsen
A verdadeira Cal Virgem
IAICA INSIlLlSDE [e Cotumguba para fabrico
Luiz M. Ribeiro Guiuiarles, soceesaor **.nc<>V O STlUazem da
de Alheiro, Fernandea & O, como nico, v^e aSSUCdr IlO d.iUd^ciu o
Duque as i^axias
successor
sandes & C", como nico L> 6
pcrtadcr, tcfcba de ruceber esta bem'
ccnhecida cerveja attestada como a mais
cura, bygienica e ao mesmo tempo a mais
peitoral oe todas es cervejas fabncadaB
ca Aemanha e corso tal recommendada I
pelas sumidades medicas nos principaes'
paizes da Europa
ra do
6.
n.
India e Austra'ia.
Ra da Imperatriz 42
TelephoneJ75___
Cimento
Ferreira Gi)im?racs & C. veadem bara'o para
ntrgar no caes ; ra Duque de Casias n. 8
Libras sterlinas
Alala nova e
flor
Para acabar vende-se a
tratar
Santo
'-
oc
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0
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1^
0?3
Recebemos gra"nde sortimento de obraa
r de vimes, cerno aejam :
i Castos de diversos tamanhos propria
para carepras.
ROUPEIROS.
PAPELSIROS.
LINDAS CADEIRAS.
Baa Fslreila do '.:is*rta n. 9
Pc^as Mendea 4 *
Vinho Maduro
Proprio para mm
Pelo ultimo vapor recebemos orna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que te m vindo
a este mercado.
S neste -estbeleciment te encontra.
ce
so i
Uapas, jersey s e visitas
Gostos iateiramente novos acaba da re
ssber
"TOOroOSDEPHAN-'
TA8IA
oundo impoasivel de ac do6crevei i
fra; *to variedade de tecidos de diversa-
iualidixdea proprios para estegSo acur.i
oga-ae ao publico em gersl e princip'i!
oeste s Ezmas. familias a finesa de vi
litarem o
LOVRE
&ua J.# de Mar^o n. 20
francisco Gnrgel raio
TELEPHONE N. 158
Esleirs da india
Branca e de fantasa de novoa deso:!.:
sara foir^s de soalho, completo sortirner.i:
ao LOVRE
Francisco Gcrgel t Irmo
Ra Io de Mar90 n. 20A
TELEPHONE 158
i':
160 reis o kilo, a
no Largo do Corpo
Vende-se na oja de joias de AugustodoRego 1 93 r)rmerO andar.
& C. ra do CaSroga n. 9. I" r _____
FOLHETIM
63
Mea fciici de Cirila
Veode-so diversos utensilios, e machi
nismoB, inclusive cerca do meio kilme-
tro da trilhos DecauvilieRa de Lima
do Reg n. 14, Santo Amaro.
|9
Pocas ftlendes dbC
SEHBNTBS MAS
Hortalizas e Flores
(toa Estrella do Rosario n. 9
Pogas Mendes I C.
Tayerna
Vocde-ee a'tavrna sita praga Maciel Piotiei
o n. 6 ; a tratar na meema.
Secas brancas, pretas e
cores
Novba padrSeB e para grande escolha,
ndo despachadas oestes ltimos dias.
.OUVRE
hjectos de gosto par
presentes
E& Kvsfaia artigo grande escolha ao
LOVRE
Costumes para crearlas
De tedas as idadea encontra-se grande
H-timento no
Louvre
Ohapos c capotas
Ultimar novidadea de Paiis recebes o
_______lovrc________
queris ter em voasa meaa manteiga in-
suepeita do acido brico ou de margarina,
uaai nicamente da manteiga Bretel Fro-
res, latea encarnadra ou verdea, qne pela
sua superior qualidaie conta um ruccesao
de 16 annos, e qu* sendo a preferida em
todos os morcados, s no Rio de Janeiro
o censamo d'esta acreditada manteiga at-
tinge annnalmente a dois milhSss treien-
tos mil kiloe.
Vende-ss em todos f.rmaser* de estives
e casas de retalho, desde 1876.
BOTICA )fl ROSARIO
DE
Virgilio Lopes 4* C.
oS Rna Lar?a do Rosario SS
RECIFE
Completo sortimento de drogas, tintas,
pinecis, fundas, utencilios para pharm
oas, photographias, pinturas, verniees,
tinturas hoaoeopathic. s, machinaa elctri-
cas, ligas, meip.a elsticas, etc.,etc.
Telephone ^74.
JULIO MARY
mon e orno
TERCEIRA PARTE
CASAMENTO^DK JKNNY
O BAILE DE MASCARAS
(C ontinua$&o)
con
tao
Ella sahin pensativa.
O que seria o que elle n3o oasira
fes-aribe ?
E porque estava tSo perturbado
trmulo ?
Bertignolles, do gabinete de sen aecre
tario, espreitava sem duvida a sahida da
fha, pois apenas eBta rohio sppsreceu.
E sem duvida tambes comprehende-
ra o que se paseara, porque estava mui-
to calmo, de nenhun modo commovido.
Zo dirigi palavra a Romano.
Silenciosamente, como ae estivesee com
padecido* enearava-o.
Mas a vista do capitalista parecen rea-
eender no eoragSo de Romano o odio qne
. por instante apagara o sorriso de Jenny.
Essa compaizio fazia o erguer a cabera.
Sim, dieee elle respondendo ao pen-
aamento intimo do pai, fui fraco e nada
tose... E' tflo linda o ama a Unto.,.
' tao felis e tSo digna da felioidadel
__Foi fraco... e sempre o ser !
Talves I Porm nSo ae fie !
E deizou Bertignolles,
Voltoo para o quarto que oceupava no
palacio.
Est debrizo de urna crise furiosa.
Sentia se cobarde, sob o jogo do Ber-
tignolles.
Ah 1 se Jenny nSo existisse !...
Elle sabia que ella adorava o pai. Seria
ella entre Bertignolles e Romano a trin-
cheira que impedira eBta de ebegar at o
capitalista T ,- ^
Como devia_proeder~? ^
- Havis muto que pensava n'eBse baile i
phantasia.
Preparra-se para assistir a essa festa.
NSo porque gostasse do mundo. Ao
contrario, era de natureaa selvagem e pre-
fera a BolidSo.
Mas pensara na alegria de viver urna
noite inteira perto de Jenny, indo e vindo
ao redor d'elle ; na folieidade de vel-a no
inebriamento da sua belleza, no radiante
desabrochar de sua jurentude.
N'essa noite, nao tinha mais um motivo
de comparecer no baile ?
Nao devia vigiar Jenny e Bertignolles ?
NSo devia Babor quem era o ente cem
VM3 venturoso que a moca distinguir e
que fazia pulsar o oorpcSo d'ella ?
A febre escaldava-lhe o cerebro. _
Sahio um matante para a avenid* ; o
tempo estava fri e muito claro ; o co
azul; as estrellas scintillavam.
De minuto em minuto as carruagens
snccediam-3e porta do palaoio e os con-
vidados apeavam se.
Um grande toldo fra armado a entraaa
e tomava qfasi toda a largura do pateo.
Reolhea-se e Je um canto escuro ea-
preitava os que ohegavam.
Os salSea enchiam-se [pouoo a pouco de
urna multidSo dourada, agaloada, espe-
lbanta. Pareca o marulbar de sedas,
velludos, -curo, rendas, pedreras, rpido e
mutavel, variando at o infinito, a todo o
instante novo, mas sempre reaplandecente.
Como devia diser no da seguinteo obro- certeza H- qcsrseria a mais bonita...
nista da moda de um jornal mundano : Nenhuma outra nessa baile tena eos Ira
Era um occeano de perolu e reaplande- dos olhos, tSo meigos e tSo hmidos, por-
oente de brilho de to. cb lnzes con- qne nenhuma outra amana tanto quanto
ortes de la9lioho,seda
e algodiL
Ricamente entenados, tem recebid j ui-
comente o
LOVRE
Grinaldas, leqoes e chapeos
.
Os phantasias acabam de chegar para
LOYRK
cente
fudidas : focos dos lastros, sciatillacSes das
joias, sorrsos iluminados e irradiaySo de
olhar.s. >.
Era um amalgama de vestimentas deli-
ciosas, ferias, engrasadas, elegantes ou
cmicas, pois a phantasia tomar toda a
liberdade e nSo recuera diante de eouaa
alguma ; grandes personagens do tempo
antigo; grandes damas da Ranaicensa;
mercilleuses ; duquesas empoadaa.; divin-
dades pag3s, singularmento parodiadas
peregrinos e peregrinas ; onetrtaes; pa-
IbaQOB ; japoDezes ; depoia vestuarios mais
modernos, lembrando a Hespadha, o M-
xico, os Pampas, e, filialmente, aigum?s
casacas vermelhaa.
A orchestra estava completamente oc-
culta detrs dos arbustos e das flores.
Todos os msicos vest'am costumes de
ourc e branco segundo a moda do XV
Bculo. *
No palratorio, no alto da eecadaria ex-
terna, Bertignolles e a filha recebiam os
convidados, Bertignolles com urna" vesti-
menta de mexicano admiravelmente bor-
dada, debaixo da qual parecia, a desen-
voltura e agilidade dos vintes annos.
Jenny vesta um oostume japones maito
simpLs, nSo trasia nem jois nem dis-
mantes.
Qaoria que n'essa noite emque ia de-
ella... E d'ahi a pouco, quando seu pai
f6r, como promettea, annunciar-lhe que
sen casamento est decidido, que a sua
ventura ser realidade, nenhuma outra
ser mais felis.
Quando o toldo se abre para deixar en-
trar os eonvidados, a las esparge-se l
fra dorante um segundo, como um raB-
tilhojde incendio e vai llaminar o rosto
de Romano Goux no recanto em que elle
ae dissimula.
Porque motivo conservase all!
Todos ob que cheqam esto mascarados,
e asBim fiearSo parte da noite ; mais tarde
sement apparecerSo de rosto descoberto,
no afrouxamento da festa entSo mais inti-
ma. NSo pode pois reconhecer nioguem.
E ainda mais como reconheceria quem
ella ama ? Para isso precisa estar n'esae
baile e acompanhal-a, para nSo perder um
dos seus gestos, dos seus olhares, da sua
emocSo; precisa Umbem acompanhar Ber-
tignolles e nSo perder um dos seus pas-
aos.
Pois bem, apesar da ordem terminante
do capitalista vai comparecer no baile.
Urna imprudencia nSo possivel. Es-
tar pbantasiado como os demais; urna
lascara tambem esc uder-!he-ha o rosto...
4g*uas de tem Sande-
Yilla Flor
Foitt Sa ia
Aicolina8, gasosas, ferruginosas e
lithicn.a,. ^_ _
" Contra a despepita e ontras enfermidades do"
estomago e intestinos, e?peciaes no tratamento
dos eogorgitamentos e canelos do figado
VENDEN
Cuimaraes 8r Valente
nicos recebedores
a e Larg.- do Cor** *a

Aos serigueiros
Vende-se orna machina para cobrir cordOes e
ontras differeolps machinas, proprias para a tr'e
de se: igue.rc : a tractar na'roa larga do Rovi?
ns. 9 e II, defronte da Santa Casa.
Lourerr^o a mmensa
nolles; reoeiava que o moco se arrepon-
i Vendo o passar, nem o marques nem o
conde poderSo adivinhar que acabara da
odir-se a sua telicidade, nada lmbrasse a i costear o homem de cabellos grisalhos e
fortuna t fra levar as lettras falsas ; por Lasaso
desse"; qu'o aeu'orgalho "de gentilhomom! Beermann ; pelo assaBsino do pobre Ja-
e a sua a'tivez em setiobs* nSo se offan-! ctel... "
deB3em i Resolvido isso foi ao sea aposento. _
Traba tido sempre', ni bondado genero i Havia muito tempo que pensara n'esse
ra de sua alma, essaB delicadeeai. B do- baile, disemos nos.
pois, para brilhar, que necesBidade tinha} A sua vestimenta estava prompta.
de dUmBDtM ?... Apesar de tudo tinha\ Era a de um convoy.
Os cowboy eSo ob guardas e domadoreB
dos cavallos selvagans as duaa Americas
Na sua simplicidade selvagem, a vesti-
menta curiosa; consiste n'uma calca de
eouro com franjas e cortadas em baixo
mexicana; de urna blusa estreita unida
calca por um cinto de couro, do qual pen-
dem urna comprida faca e o rewolver, doue
companheiros inseparaveis do cowboy. Na
cabera um chapeo de lebre de largas abas
levantadas.
Vesta o com desembarazo, porque essa
vestimenta fora muito tempo a sua e tor-
nando a vestil-a suspirn, lembrando-se
das vastas solidSes ende vivera a rade
existencia de liberdade e de aventuras.
Quando fieon vestido, pos urna mascara
no rosto-
E asBim desoen para os salSes resplan-
desenteB de laz, e misturou-se multidSo
brilhante.
Empenhoa-se em aoompanhar os paraos
de Jenny e Bertignolles.
Felizmente para Remane havia entre os
convidados duas ou tres vestimentas igoaes
sus.
De outro modo Bertignolles sem duviia
o reconheceria.
Entretanto a primeira hora do baile
paesara-Ba sem que Romano notasse nada
de extraordinario.
Jenny estava sendo maito rodeada.
Dancava maito, felis, inebriada, trium-
phante.
E de longo Remano que nSo despregava
os olhos della, admirava-a.
E murmurava com a mo no ooraoSo:
Como linda 1 Como amo-a !
E furiosamente invejava os mogos de
quem ella aceitava o convite e arrasta-
vam-na, ao rythmo das valsas, eatreitan-
do-a contra o peito.
Invejava-os, com tortura no coracSo e
lagrimas nos olhos.
Principalmente um dalles qua, j duaa
perde'
veses, fra buacal a, e que depois
ra-se com ella na multidSo...
Qaem era esse homem?
Era alto o esbelto, muito elegante na
ana vestimenta de grSo senhor hetpanhol
do dacimo quinto seculo. E a Romano
parecia que Jenny debracava-se no sea
bra^o com mais abandono. Dir se-hia qne
ella attendia a eise mojo de outro modo
do que aos outros. Como, com seu pai,
eram os nicos sem mascara, era fcil a
Romano acompanhar nesse rosto que
nunca dissimulra a mais fugitiva ia
E re I mente tinha tanto briiho o sea
olhar, tudo nella respirava tio bem a
ven tur i, a esperanca de prximo f atoro
em qae seus mais caros votos se rea'.isi-
riam, que Romano Goux nlo tinha mais
duvida.
E' eise a aaem ama!
Eis o que bradava-lhe o cime, a co-
lera, a dr 1
E nlo se enganava.
E' com effeito Loaren 50 qosm elle est
vendo.
Sen irmSo acompanhara-o.
Promettera a Bertignolles assistir a
essa feata. Alm disso, ntjreises por
demais graves iam ser revolvidos ah, re-
solucSes da ma>or importancia iam ser
tomadas para se abstivesse de compe-
recer.
Na vespera tivera com Lourenco urna
ultima entrevista.
Mea irmSo, o ue me aoctorisa res-
ponder ao Si-. Bertignolles ?
Conheces o meu pensar mais intimo,
cabes que nlo sino Jenny, anda jue ad-
mire a sup -eeza e faca jastica i saas
qoalidad*. Mas desde qoe esse casamen-
to devd jftlvar-nos a todos, desde 40a por
outro ladoaosrescaotoo baixinhoMara
abandonou-me, cisarei os essa mooa.
/
I MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

I


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