Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18252


This item is only available as the following downloads:


Full Text
n
A1I0 LIIII IBIBO 73
lUn*
*uuui VA Uu f t* r* V" I)
PARA A CAPITAL E LICARKH OSDK NAO E PACA PORTE
Por tres raezes adiantados............... 6(5000
Por seis ditos idem.......... ...... ii**000
Por um anno idem................. 23*000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ *100
DIARIO DE
Os Sra. Arnede Prlnee A C.
de Parla, a Ae oa n asaos agentes
exclusivos ele anno ocios pu-
blicare n Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS

PARA DENTRO PORA DA PROTDTCIA ^
Por seis meaos sdisntados............... J_ .13*500
Por nove ditos idem................ 20*000
Por um anno idem................. 27*tOQ
Cada numero avulso, de dias anterioras........... ($100
NAMBUCO
Proprtefcai* te JUaaocl Jtgiiffefa i>e -tana JtUjns
i
SSB7I5C SA ASSNCIA SATA"-
(Especial para o Diario)
i
RIO DE JANEIRO, 30 de Marco.
Corre o boato ejue o rbolera-mor-
arab de fier tres victima ei
eaoi-Arre'
ROMA, 30 de Margo.
Coatiaa a ertise nslnlaterlal.
BERLIM, 30 de Marco.
e Belekatag enlrou em ferias.
A abrrlara da prxima sesaOlo fot
Mareada paraodla lo de Abril.
LONDRES, 30 de Margo.
S. a Balaba victoria parti para
Caaaea.
BUDAPE3TH, 30 de Margo.
INSTRCCO POPULAR
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
PARTE TERCEIRA
DOEH't" CIRl RtltlS
(Continuago)
Aeefto local e eral de Crio
Ha tenares de remedios contra as frieiraa,*f-!
nao 83o em menor numero as decepces !
Nao Bobrecarjegnremos a memoria dos nossos
leitores eom os amitos, ungentos, pomadas, cori-
tos, e banhos, recommendados por mdicos e pro
fesaores, ss frietras. Apenas lhes daremos alguna
conselhos para as evitar e poutaremoa alguaa
meioa de cnrar as soas complicacdea.
Evite-se a paasagem brusca do quente paraoj
fri. Nao nos lavemos em agua tepida. Procuremos
ne a circularlo se faca livremente as extremi-
adea. Por meio de. boa e variavel alimentacSa,
ponhamo-nos em circamstancias de reagir contri.
o fri. Saibatnos valentemente afrontar as in-
temperies, n'ama palavra, saibamoa resistir ao
fro,pelos mcios geraea para evitar os effeitos
loeaes.
Porm, se a frieira teimosa afina I apparecer tor-
na-se preciso combatel-a,e para isto necesaario
darmoa alguna conselbos.
As lavagens com alco.l camphorado s vezes
aio uteis,bem como a applicac&o do balsamo de
Fioravanti (cuja composico por ser complicad asi-
ra aqu nao apresentamos),e da solacio de alnmen
Jaros abonados pela
1.* semeifn
dem no 2." dito
cholera morbns
aqu.
reap parecen
Agenoia Hars, filial em Pernambuco,
30 de Margo de 1887.
(10 grammas por 500 de agua), se oaa eom provei-
to. A agua de Coloaia tambera1 as vexes til api
fricces.
as frieiraa ulceradas applica-se a glycerina, o
glycerado de amido (*), a agua de Labarraque
(**), aa cauterisacoes com podra infernal.
O vulgo costaras em ana ndole faceta receitar
contra bs frieiraa o p de maio,ato exprime
pictorescamente por este modo que aa frieiraa dea-
apparecern eom o verao ; e, effcctivamente, muitas
vezes o lempo o melhor remedio deste mal.
Continua.)
(a) Compoe-se de : 1 parte de amido para 15 de
glycerina.
(**) Solucao de chloreto de eal em agua, actuan-
do sobre a solucao de carbonato de sodio tambem
em agua.
* CAlXA ECONMICA
. Activo
\ I
Thescuraria do Fazenda
Era o saldo por depsitos effectuadoi e juros abona
dos at 31 do Dezembro do 1885
Recolhida no 1.* semestre4 de 1886
dem no 2.* dito ^Hi '
Thesouraria
tre de 1886
de ajazenda nd
198:480*955
228:180*800
24:638*322
25:816*155
801:788*696
426:661*756
50:454*477
Retirado da mosma
1886 .
dem do 2. dito.
Thesouraria no 1. 'semestre de
1.278:899*928
Saldo em 31 do Dezembro de 1886.
Este saldo se discrimina de seguate modo:
Thesouraria de Fazenda, conta de deposito
dem dem, conta de juros .....
9
URTE OFFICIli
Governo da Provincia
MONTE DE SOOCOBBO, CONTA DE PASSAGENS
Era o saldo das quantias paseadas da Caixa Econ-
mica para occorrer a emprestimos no Monte
de Soccorro (na oonformidade do aviso do
Midisterio da Fazenda de 14 de Oatubro de
1879) inclusive os juros obandonados at 31
de Dezembro de 1885 ....
Quantias pastadas
So 1. semestre de 1886 6:760*000
No 2. dito .... 7:522*100
165:781,5900
205:886*228
639:121*000
268:110*800
907:231*800
371:668*128
907:231*800
Nol.
No 2.9
^~-^Jurot abandmados
semestre de 1886
dito \^.
1:842*610
1:929*825
86:354*042
14:282*100
3:772*435
AmoHi*a<}fos feitas
No 1. semestre de 1886
No 2. semestre de 1886
19:000*000
8:000*000
Saldo *nJJl de Dezembro de 1886.
CaixbT"*
Era o saldo em 31 de Dezembro de 1885
Entrn no anno de 1386 per depsitos efe-
ctuados a outras orgens:
No 1/ semestre .... 468:897*t)68
No 2^ dito .... 555:621*699
27:000*000
1:928*000
7>748*577
PALLA que Assembla' Legislativa Provincial de Pernambuco
Ua de ana Insiailaco 1 de Mareo de l, dirig*
o E. Sr. presidente da provincia Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
(Continuagao)
FAZENDA GERAL
A receita do exercicio de 18851886 chegou a 9.648:218*768.
Aoba-se discriminada desde modo :
Importacao .
Despacho martimo .
Exportagad '..
Interior -".",."
Extraordinaria ....
Renda com applicagSo especial
Dita nao classifcada
Depsitos .
7.827:705*102
59:880*630
673:031*229
610:707*466
32:886*112
39:739*910
94:790*413
309:477*906
A do 1 semestre do actual exercicio
6.743:766*819, que provm do segniate :
ImportagSo .....
Despacho martimo
Exportsglo .....
Interior .....
Extraordinaria ....
Renda oom applicagSo especial.
Dita-nao classifcada .
Deposito .....
9.648:218*768
de 18861887 iinpertou em
4.428:845*801
28:331*392
285:574*393
326:631*810
19:652*340 .
236:298*085
131:018*233
287:414*765
THESOURARIA
5.743:766*819
DE FAZENDA
Ach se interinamente no exercicio das funcgSas de inspector da Thesouraria
de Fazenda o respectivo contador, Manoel Antonio Cardoso.
Por decreto de 27 de Novembro do anno passado fui removido o inspector da
Thesouraria do Rio Grande do Sal Joaquim 'Antonio Vasques para servir igual cargo
na d'esta provincia.
Nao foi dado destino ao ex-inspector Antonio .Caetano da Silva'Kelly, sus-
penso administrativamente por acto de 11 de Setembro findo. *
Contina em juizo o processo contra o thesoureiro bacharel Eduardo de
Barros Falcad da L cerda e seus fiis pelo desfalque do 793:146*387 verificado na
meema Thesouraria no dia 9 do referido mez de Setembro, de que tendea circunstan-
ciadas noticias pelo relatorio de meu honrado antecessor.
Este thesoureiro deixando de ser attendido pela RelacSo do diatricto, por
duae vezes em petigSj de habeos-eorpus, recorren ao Supremo Tribunal de Juatiga,
que tambem nao tomou eonhecimento da pretengid.
A couimiaaao de exame d'esta repartigao, anda nSo concluio seu trabalho,
que alus consta-me estar bantante adiantado.
ALFANDEGA
Assamio, hontem, o exercicio de inspector da Alfandega o bacharel Ignacio de
Barros Barreto nomeado para esse cargo por decreto de" 5 de Fevereiro ultimo.
A 10 de Janeiro anterior nomeei, aob proposta do inspector interino d'esta
repartigao e informagao da Thesouraria, nos termos do 5.* art. 76 da Consolidarlo
das Leos das Alfandegas, o 1." escripturaro Vasco da Gama Lobo, para servir interi-
namente o lugar de thesoureiro, visto ter sido exonerado desee cargo Eugenio Mar-
ques de Amorim, por decreto de 11 de Dezembro de 1886.
Este acto. foi approvado por aviso do Ministerio da Fazenda de 4 de
Fevereiro.
CAIXA ECONMICA E MONTE DE SOCCORRO
Ninguem desconhece boje a utilidade das institogods d'esta natureza.
Crian o habito da economa, facilitara as pequeas transagSes dos necessita-
dos, e sao poderoso elementos de ordem e prosperidad*? social.
Todo o servigo feito por 10 empregados, sem contar a direccao e fiscalisa-
clo gratuita. | .
Tendo fallecido em 12 de Fevereiro de 1886, o gerente e guarda-livros Fran-
cisco Joaquim Pereira Pinto, resolveu o eonaalho fiscal que assumisae interinamente a
gerencia o as funcgoes de guarda iiros e escripturaro Felino D. Ferreira Coelho, nos
termos do art. 71 do respectivo regularnento.
Por ama commiseao de tres directores se proceden o bataneo as joias e nos
aalrlns existente e o exam na eecripturagad de ambos os estabelecimentos, tendo sido
saosi^rsiin tudo exacto e em boa ordem.
Em aeaalo extraordinaria do conseibo fiscal de 26 de Junho do Referido anno
foi exonerado, a sea podido, o colaborador* Vicente da Silva Leal.
N'esaa occaaiao forana Borneados para os cargos de gerente e guarda-livros 0
(SflBJpterario Felino D. Ferreira Coelho, que o exercicia interinamente ; de escriptu-
tfo Jos Cavalcante, e de collaborador Filomeno Peixoto.
rrimento das optracSes o'ostes estabelecimentos foi o seguinta :
Sabio por pagamento! de depsitos, rectli-
mentos diarios Thesouraria de Fazenda e outras
1.024:519*567
1.026:447*56?
Liquidaram-se por pagamentos e reformas no mesmo
anno
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Valores depositados
Era o saldo e importancia dos valores em caugSo em
31 de Dezembro de 1885 .
Depositaram-se para garantia dos emprestimos feitos
em 1886 ......
Entregaram se por transacgSes liquidadas no mes-
mo annno ......
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Movis
Era o^saldo e valor dos movis e utensilios da inatt-
tuiySo em 31 de DezeiQkaatde .18$5
Despendido em reparos de urna ddt^esaa
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
. Cardernetas
Era o saldo em 31 de Deaembro de 1885
Foram amortisadas por ...
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Apolices da divida publica provincial
Em 25 de Setembro de 1886 liquido o Tbesouro Pro-
vincial o auxilio votado r. ;' l.|/?4
art. 12. da lei n. 1,8150./! V -/"~.w
j \oK iDQfi /relativo ao exercicio
de 1885-1886, entre/ do ao the80arero
deste repartigao emjfJolC(>8 provnoae8 de
7 % ao anno a imPi|rtancia d
Voltaram ao mesmo Ihesr
92:175*720
119:789*436
152:253*377
122:408*000
274:631*377
120:967*000
153:664*377
6:021*227 34*000
6:056*227
407*404 197*000
... 2io:.
* ;*
dinheiro
ireiro por valor igual em
em 31 de Dezembro de 1886.
CAIXA
/
ECONMICA, CONTA DE JUBOS
ongena:
No l.8 semestre
So 2. dito
Saldo em 31
470:2084968.
545:605*$9*
de Dezembro de 1886.
Total do activo ....
Patsivo
Dep sitos em con tas correntes:
Era o saldo, por depsitos effectuados e juros abona-
dos pela Thesouraria de Fazenda e pelo
Monte de Soccorro, em 31 de Dezembro de
1886.......
Depsitos effectuados em 1886 :
semestre .... 279:967*000
dito ... 341:603*000
-----1.015:815*567
10:632*000
995:272*377
886:026*893
No 1.
No 2.
Juros abonados pela Thesouraria :
No l.t semestre .... 20:531*935
No 2. dito .... 21:513*463
Juros abonados pelo Monte de Soccorro :
No 1. semestre .... 1:842*610
No 2." dito .... 1:929*825
621:570*000
42:045*398
3:772*435
----- 667:387*883
Retirado por pagamentos de depsitos: no 1. semestre
No 2.* dito ...
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
MONTE DE SOCCOBRO, CONTA DE JUBOS
Era o saldo em 31 de Dezembro de 1885
Juros abonados pela Thesouraria:
No 1. semestre de 1886 4:106*387
No 2. dito 4:302*692
255:780*100
306:130*729
4:038*845
8:409*079
1.553:414*726
562:910*729
990:503*897
Fracgdes da Caixa Econmica: Do 2. semestre de 1884 Do 1. dito de 1885 . 451*841 466*788 917*629
Retirado da Thesouraria: No 1. semestre de 1886 4:038*845 13:365*553
Do 2, dito 4:568*228 Saldo em 31 de Dezembro de 1886. 8:597*073
Total do passivo . i .
------ 4:768*480
995:272*377
Para o conaideravel augmento dos depsitos
em contas correntes, cujo saldo em 1886, superior
ao de 1885 em mais da cem contos de ris, muito
contribnio a providencia tomada pelo art. 6*' da lei n.
3,310 de 16 de Ootnbro de 1886, supprimindo a res-
tricglo das entradas semanaes de que trata o art. 5.*
do regularnento annexo ao decreto n. 5.794 de 18 de
Abril de 1874.
Devido disposigSo d'aquelle artigo, que tor-
noo livre o deposito de qualquer quantia, cuja lei
entrn a vigorar do 1. de Novembro prximo passa-
do, .j o saldo dos referidos depsitos attioge, na
data em que este ae firma, importante cifra de mil
e triota e tantos contos de ris.
MONTE DE SOCCOBBO
Activo
Emprestimo sobre penhores:
Era o saldo em 31 de Dezembro de 1885
Effectuaram-ae por oras transaegoes e reformas em
1886......
190
91
211
140*176
824*980
965*166
Era o saldo e 31 de Dezembro de 1885
Juros abons08 pela Thasonraria de Fazenda em 1886
FraccS-er;^ Caxa Economica ....
/
Retirado da Thesouraria ae Fazenda .
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Caixa
Era o saldo em dinheiro existente em 31 de Dezem-
bro de 1885 .....
Entrn nos cofres do Monte de Soccorro em 1886 .
Sahio no mesmo anno. ......
Saldo em 31 de Dezembro de 1886
Total do activo ....
Passivo
Capital
Ficou em 31 de Dezembro de 1885 na importancia de
Augmentado com o saldo liquido da receita do esta
belecimento .....
Saldo em 31 de Deeembro de 1886
Cautelas de penhores
Era o saldo em 31 de Dezembro de 1885 .
Expediram-80 por novas transaegoes em 1885 .
Archivaram-se por liquidagSo e reformas no mesmo
anno.......
6-000*000
5:000*000
4:038*845
8:409*079
917*629
13:365*553
8:597*073
5:164*501
134:457*723
139:622*224
135:229*526
1:000*000
4:768*480

4:392*698
289:880*622
15:760*047
18:181*245
152:224*377
122:408^000
274:631*377
120:967*000
Saldo em 31 de Dezembro de 1886 .
- CAIXA ECONMICA, CONTA DE PASSAGENS
Era o saldo em 31 de Dezembro de 1885, das quan-
tias passadaa e juros, na conformidade do
aviso do Ministerio da Fazenda de 14 de
Ootnbro de 1879.....
Quantias passadaa em 1886 .....
Juros abonados idem .......
Foram as amortisagoes feitas em .
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
THESOBARIA DB FAZENDA, CONTA DE EMPBESTIMO
Era o saldo pele emprestimo. 26:000*000
E juros capitaneados 8:987*758
At 31 de Dezembro de 1885 .
Juros abonados Thesonrara
No 1. semestre de 1886
No 2. dito dito .
153:664*277
86:354*042
14:282*100
3:772*435
l04T408*577
27:000*000
77:408*577
1:011*087
1:058*595
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Saldos de penhores vendidos em leillo
Era o saldo sm 31 de Dezembro de 1886
Augmentado com os saldos dos penhores vendidos
nos leilSes 33.8, 34., 35. o 36. effectua-
dos em 1886 .... .
Prescriptos r,na conformidade do art. 49 do regula-
rnento .... 244*651
Pagos a diversos mutuarios 2:693*972
Saldo em 31 de Dezembro de 1886.
Total do paeaivo .
Lucros e perdas
Debito
Foi a despeza :
Por alnguel de casa
Por ordenado e gratifioagdea.
Por livros e objectos de expediente
Por publicagSes de balancetes
Por annuncios pra leilSes e outros.
Por gastos midos
Por fraccSes de liquidaos.-s .
Crdito
Constou a receita :
Por juros: Por emprestimos effectuados .
De 1/6 dos juros abonados pela Thesoura-
ria de Fazenda Caixa Economica para o
custeio dos estabelecimentos .
Da fracgdea da Caixa Econmica .
Deduzindo :
Retorno de jiros. 473*820
Os joros abonados Caixa Econo- |
fflioa pelas ptaaagtna de
33:987*758
2:069*682
2:931*946
> 4:576*690
77507*636
W
2:938*623
36:067*440


289:880*622
1:428*000. \
18:279*214
7e8*980
48*000
163*080
101*560
33*715
15:842*649
41:974*580
8:409*079
954*34

11
s
l


Diario 4e fernambuco---Quinta-feir 31 e Mar?o de 1887

'i-V/


fundos -
O juros abonados AThcaountrm rre
Fuenda pelo emprestimo.
3:773-^135
2:06^682
Saldo da conta de juros
Por saldos e penhores prescriptos na contormidade'
do art. 49 do r gulamento
Por auxilio pro vi acial relativo ao -2." semestre de
1885-1886 (Lei n. 1,860, ari. l.*$24o
art. 12)......
SnMfc> f*or do capital
|ne segne amanh para o presidio de Per-
Norunha.
I so mesmo Remetto a V. S., para os fias
cowvajsneares, ai nielas natas do-gas consumido
do Arsenal de Guerra,-durante o m"S de Fevereiro
fia Jo; e bem assitn h informacao junta, por copia,
do Bgeaku.-;ro('ui.-irr*gado dos obra militar',de
hontem datada, sobre n. 116, relativa ao mesmo
consamo. Joinmunicou-se o engenbeiro militar.
Ao ineanv .<] minutico a V. S. para os fias
eciuvcuii-ntw u>ue u lneuarrl Lonreuco Vieira Us-
iuu no di 1 do corrente o
juis de direiin da -comarca
qual foi nomeado por decreto
lnmtiuuartc-ka )
EXFBD1EHTB DO DA 8 XAKOO 1887
Actos:
O presidente da provincia, leudo em vista o
termo de exame, annexo por copia ao officio do
intpecor do Arsenal de Maruha, de hontem da-
tado, sob o. 25, do qaal consta haver Emiliano
Jos de Pi sita i yastadu exasse, de conformidad*
com o art. 8. do decreto n. 1,324 de 5 de Feve-
reir i Je 1854, e obtido approvaco unaaisne doa
examinadores para servir de machinista de 4.a
clae de-machinas a vapor, ordena que ao exa-
jiaadi ae expeca a competente carta de hbil i-
tacao, na forma prescriba pelo trt. 5 daa ins-
trucv-s que baixaram com o d.creto n. 2,600 de 2
de Juuho de 1860. Commuaiou-ae ao Arsenal
de Marinha.
Officios :
Ao Dr. chi fe de.polica. Traieodo o ins-
pector (reral da natraccio publica ao meu eeane-
cimento, por oflicio n. 50, de 10 de Pevereiro fin-
da, a taita de frequeneia da cadeira creada pela
le n 1,826 de 28 de Jnnho de 1881 par ensino
dos cegoa, que funceiona no sylode Mendicidade,
sirva-se V. S. de providenciar para que sejam
reutuitiios aquella estabelecimeuto os eegos indi-
gentes, deaccerdo com a proposta cootida no of-
fic-io do respectivo mordomo, annexo ao do prove-
dor da Santa Casa do Misericordia do Rt cite,
n. 203, do 2 do corrate, jauto por copia.
__ Iual ao Dr. juis de direito da vara de or-
phosem lugar de cegos indigentes diga-se
eegos desvalidos.
- Ab brigaduiro commandante das armas.
Oeferindu os requerimeutos do cabo de esquadra
do 2. batalbaj de iotaaUria, Lais Nurreriano
Das da Cruz e soldado do 14.* da mesma arma,
Joaquim S jares Pedro s, antoriso a V. Exc,
da aua informacao n. 123, de hontem data-
der-lhes baixa do servico do exercito,
da,'
mediante suisti
Ao conselheiro
esidentc do Supremo Tri-
^nw-Constoudo-ine que
banal da Relaco do ReciteTsSry^"-^^^-^.
o Egregio Tribunal da Relago tooioa*WfiK=
ment de um aggravo aterposto contra i a deeiao
do Dr. juis de direito de ausentes, desU eidade,
em negocios do espolio do subdito portugus An.
touio Correa de Vaaeoneelloa, fallecido sem tes-
Umeuto, nem herd;iros presantes, e que foi dado
ao decreto de 8 de Novembro de 1851, arts. 3.* e
3., intelligeucia contraria ao ajuste feito entre o
Brasil e Portugal pala troca das antas do 19 e 20
de staio de 1881, solicito da Tbesouraria, nos ter-
mos do art. 24 do regulamento n. 124 de 5 de Pe-
vereiro de 1842, eselarecimentos precisos, bem
como as razos pelas quaes o Tribunal se jalgou
com jurisdiccio sobre oejocto.
Ao inspector da Theaourswia de Faaniida.
Remetto a V. 8., para os devidos fias, copia
dj aviso do Ministerio da Marinha, de 24 de Fe
vereiro ultimo, n. 267, relativo approvaco dos
crditos abertos por esta presidencia em 5 e 8 de
Pevereiro ultimo as verbas Corpa da armada e
Forca naval di actual exercicio, a inclusa de
taca rdito as sommaa de que tr ita o aviso de
31 de Janeiro do corrente anno, n. 129.
__ Ao mesmo.Providencie V. S. para que, de
aesordo com a reouisico constante do offi.io do
director do Arsenal de Guerra, de 2 do corrate,
a. 914, seja indemnisado o Ministerio d* Guerra
da quantia.de 89<60, proveniente da despesa de
tracta a inclusa canta, frita com o f ornee i -
scutiuella do nevo edificio em que funcciona a
eoetaedorin de Rendas.Communicou-se ao Ar-
ma! de Guerra.
jAo messao Informe V. S. se exacto que
ha man ''" "" metes nao sao pagos de seus.sa-
larios os operarioe das obras geraes da Altaudega,
segundo se dis em urna yublicacao a pedido na
Provincia de boje.
,__Ao.saeeaio.Nos termos da sua informacao
de'TYlo corrente, n. 137, mande V. S. pagar
coiupaobia davnetrada de Ierro do Recife ao Ll-
asssso a importancia de 7*735 proveniente dan
aaaagons de que tracta a inclusa conta, concedi-
ksubj aatrsM da mesma estrada, durante o mea
de Janeiro ultimo, por coata do Ministerio da
Agricultura, Commercio e Obras Publicas
Ao mesmo. Deelaro a VJ S-, paia os fina
eoBveuientcs. que antorisei o director d^ Arsenal
de Guerra a satistaser o pedido de um capote de
punan asul que para sen oso las o 2. cirurgiao
encarregado da enfermara dos aprendises artfi-
ces do mesmo Arsenal, Dr. Jos de Miranda
Curio.
__ Ao mesmo. Expeca V. S.-ae convenientes
no cutido de ser paga pelo almoxarife do j
gado Iliterario s venoimoutos oo repoaeute ao
mes de Setembro'do anno passac o, vista da in-
formacao junta, por copa,. 68, le 1 do crrente,
prestada a respeito pelo inspector teral da iostruc-
cao publica.
Ao mesmo. Autoriso Vmc. a mandar pagar
a Ar:-uio Augusto de Magalhaes arrematante das
obras de regaros da cadea de Igaarast, a qain-
tia de 5014840, importancia da 1* prestacAo a
mesma obra jA dedusida a rrsponskbilidade de es-
tylo segando o certificado que dJvolvo, passado
pela ReparticAo das Obras Publieks em 10 de De-
sembro do anno passado, e a que Ae refere a infor-
macSo desee thesourj de 20 de Janeiro e 10 de
Pevereiro ultime, sob ns. 384 e 426.f-Communieau-
be a Reparticio das Obras Publica
Ao engenbeiro director das obnas publica.
Approvo o rrcamento sapplementarvna importan
cia de 346380,-anrfeeatado por Vate, con officio
de 15 de Fevereiro findo, sob n. 35| para a obra
de /eparos da cadea de Iguarass e autoriso o a
mandar executal-o nos termos do art. 51 do Regu-
lamento de 24 de Fevereiro de 187T.Commani-
cou-se a.i Tbeeouro Provincial.
A inspector geral da lostruceao Publica.
Tendo h Je utorisado o pagamento dis venc
mentos da profesa >ra de Bella-Vista do Ex, Ja-
veatuda Florencio do Alencar, relativos ao mea
de Sctembro do anno passado independeote dj
attestado do delegad j littenrio, vista dj que
intormou Vmi. en orBcio n. 68 do l<" do corrente
mes, recommendo-lho que remeta ao referido de-
legado Iliterario um < xemplar do regulamoato de
6 de Fevereiro de 1885 para que este fique conhe
cendo as anas attribuiodes e devores.
Ao inspector da sande do port> Do Exm.
Sr. ministro e secretario de estado doa uegacios
do imperio recebi o seguate telegramma : Na
vio procedentes de .Catania devem faser quaren-
teaa e de rigor no Lazareto liba Grande, decla-
rados auspeitos os porros da Sicilia, do golpbo Ta-
rento_n?ar Jnico, estrello de Messina e Meditar-
apoles inclusive. O qae commumeo
jva aeu coohecimeotJ e deviia ex--
C DeclaroV^ amara Municipal de Floresta que
ficsm aPprova>8 r""n"t8v3. ***"*
constantes d Isf'..'?."" 7 "eU -*ffil"' / q0'
respondo, de 13 e\ tt,bro di ""3 PaBl8*do- .
- Ao comnand'^ df *l" de 9^>*-*-
Of. chefe da polica anJe Vm- presentar ama-
nhi ao meio da dua. p^a? fi,J1 de. e^i*">"
am preso at a comarca de Jguarassu.-Cjmmu-
nicou-se ao Dr. ebefe le polic8.\
- A gerente da Oo-^obia ^*bl,c*n*-
-Pico inteiradj feUt oticio de boj^8 Vu,c"
traoaferidopara amanhi a hida ganribe para os partea do mi devido aoNfi'
que privn o recebimento da carga
Portaras :
O Sr. agente da Campanhia Brasileira taca
transporUr proviacia da -irahyba, por eooU
do Ministerio da Guerra, no vapor esperado do
aul o er. 2 cadete Joan das Noves Lima Urayoer
que, tendo lido baixa do sorvico do exorcito, reeo-
Ibe-se aquella provincia, donde natural.Com
manicou-se o commandante das armas.
__ O Sr. gerente da C>mp*nbia Pewambuca-ia
taca transporUr p.-ovincia da Parabyba, por
couta do Ministerio da Guerra, na primeira p-
portunidade 15 caxoes mediado todos 7818 deci-
ae iracw a mcius eran, imu .um ^-^~ .---------------- -- _. -.
meato de urna guariUpa servir de abrigo etros ^^J^USSL!S2SBS^
cas, contendo artigos de fardsmeoto destinados k
companhia de infaotiria d'aquella provincia
Comnunicon se ao general commandante das ar-
mas.
O Sr. superintendente da estrada de farro do
Ricifeao S. Francisco mande dar passag la cl.isse por conta das gratuitas a que o governo
tem direito da estacao das Cinco Pontas a de Ipo-
juca a Joaquim Cavalcante de Si e Albuquarque
providencando da asesas* forma sobre a volt* d
inessso opportnnaescnte.
O 8r. saperintendente da estrada de ferro
do Recife ao 8. Francisco sirva-so de mandar
transportar gratuitamente cain direito bigagem,
em carro de 1* classe, da estacao das Cinco Pon-
tas de Una ao bacharel Ly lio tfarianno de Al-
boqaerque sua seor* e tres Unios sendo doos me-
nores de 7 annos; e em carro de 3* classe a dou
criados do mesmo.
EXPED1BSTE DO DB. SKCBETABIO
Oificios : J
Ao 1* secretario da Assembla Provincial.
Da ordem do Exm. Sr. presidente da. provincia;
transmitto a V. S-, para os fias MSTIUuii ote, o ba-
lanco da receita e daspesa do exercicio de 1885 a
o de 1887 a 1&88 da
precidio de Fernando de Norooba, nos termas da 1886, e o orcamento para
?L.macao dessa Tbesouraria, de 7 do corrente, Caaaara *un.c.p*l de S.Weato a Nasareth.
n. 136, a importancia de 9/900, correspondente
o peculio do que tracta a inclaas caderneta,
pertencente ao aentenciado Manoel Teixeira de
Carvalho Rala lio.
__ Ao mesmo.Para es fins convenieates com-
mnoicj a V. S. que o bacharel Luiz Ignacio da
Silv. Fho passou a 7 da Pcwreiro findo o exer- ajudaute do procarador dos Faltos da r.
dedo do cargo de ju.a H.fll e de orpbos do Provincal no di.tncto da collectoria d G,
tes de Pelrolinaao respective i. supplente por par. o qual fora nomeado -
Ao inspector do Tbesouro Provincial.De
ordem do Kxm. Sr. presidente da provincia, om-
munico a V. S para os fias convenientes, qae
por alucio de 3 do corrente participou o bacharel
Nylo Rodrigu.s de Miranda haver assumido no
dia 10 da Fevereiro ultimo o exercicio do cargo de
'asead
ter sido removido para igul cargo no termo de
Joaaeiro, na provincia da Bahia por decreto de 15
de aniiro deste anuo.
Ao meamo.Commnnico a V S. para os fias
convenientes que o juis de direito da comarca de
Aguaa Be las, bacharel Gaudino Eudoxto de Brit-
to reassumio a 21 de Fevereiro fiado o exercicio de
sea cargo. -
__ Ao mesmo.Commuoico a V. a. para os bn*
convenientes que 21 da Pevereiro findo o ju
municipal e de orphaee do termo de Aguas Bellas,
baeharol Joo Alfredo de Medeircs reasanmio o
exercicio de seu carga.
Ao mesmo.--Communico a V. S. para os fins
eouvenientes que o oai-harel Joo Landelino Dor-
aeluM Cmara Jnior deixou no dia 17 Je Peve
rorro findo o exercicio do caigo de promotor pu-
blico da comarca de Floresta, por ter sido removi-
do para a de Villa Bella, teodo substituido n'a-
qnelle cargo pele cidadSo Candido Perras Nogueira
eso virtnde de nomeaco do respectivo juis de di -
reito.Communic-yU-se aoTbesouro Provincial.
__ Au mesmo.Commuoico a V. S. para os fias
convenientes qae no dia 21 de Fevereiro fiado o
bacharel Jo&o Landeliao Dornellas Cmara Ja-
ior, assumio o exercicio do cargo de promotor
publico da comarca de Villa Bella.
__ Ao mesmo.Transmitto a V. S. para os fins
convenientes copia do cfficio de 2 do corrente mes,
relativo ao exercicio do jais de direito da comarca
de Palmares bachaj! Luix Ignacio de Mello Bar-
seto.
Ao mesmo.Remetto a V. 8. para que tenba
tel xecucAo por parte doa encarregadoa da ina
Incala creada pela lei n. 3,270 de 28 de Seiem -
bro de 1885, copia do aviso circular do Ministerio
da Agricultura, Commercio e Obias Publicas de
19 de Fevereiro ultimo acerca da entrega de cer-
tidio negativa dos escravoa nao matriculados, na
forma do 7. do art. 1. da dita lei, aaquaes bem
orno os requerimentos devero ser isentosd sello;
fiuen lo-lhes igualmente sentir que neubuma demo
ra deve haver o a Ul entrega aim da que for stri-
ttameiite ladispensavel ao servico da matricula e
a verificacao que se tiver em vista.
yanns,
Janeiro an-
terior.
Ao engenheiro director das Obras Publicas.
__O Exm. Sr. presidente da provincia nesta data
indeferio o requeriioento de Vicente Nogueira Ra-
mos a que se refere a informxco n. 30, prestada
por V. S. em 14 de Pevereiro findo, prot, rindo o
seguiute despacho : Ten Jo i i lo a obra arre-
matada em Maio do 1884, nao pode mais s r con-
cedido a adiamento requerido
Ao presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal de Nasareth.De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, transmiti a Vv. Ss. as
collecces de lea dos anuos de 1875 e 1876 dei-
xuiido de enviar dos demais minos pedidas em seu
otficio do 4 do corrente por acharcm-se esgo
adas.
Ao agente da Companhia Bahiana.S. Exc
o Sr. presidente da provincia ficou luieiraio pelo
alucio de V. S- de hontem datado de qu.i o vapor
Principe do Gr3o- Para chega lo da Bahia e as-
ala regreasar para os meamos portes a 10 do
corrente s 4 horas da tarde.
' Aos propietarios e redactores do Diario de
Pernambuoo. Je ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, remetto a Vv. Sa. um exemplar da
reiacao dos privilegios industriara concedidos du-
rarte o anno prximo psssado, afim de ser publi-
cado ueste Diario na.forma do art. c5 do decreto
n. 8020 de 30 de Desembro de 1882, conforme
recommenda o Exm. Sr. ministro da agricultura,
commercio e obraa publicas cm aviso-circular da
24 da Fevereiro ultimo.
IXPEDIEXTS DO DIA 9 Da MiR^O DB 1887
Actos :
O presidenta da provincia, attendendo ao que
"requeren Jos Xivier da Caoba Alvaronga, pro-
fessor da cadeira de ensino primario de Floresta,
e tendo em vista a informacao n. 59 de 18 de Fe-
vereiro findo do inspector geral da Iaatruccio Pu-
blica e o parecer da jauta medica proviucial, rc-
solve conceder ao peticionario, a contar de 16 de
Janeiro uitimo, 90 diaa de liceoca com ordenado
para tratar de sua sale onda lhe convier.
. 0 presidente da provincia, tendo em vista a
informacao da Tbesouraria de Paseada, do 3 do
n.
Ao a.pector do Arsenal de Marinha.Ten- correot[fi iab n. 127, reao va abrir, sob sua respoo
do em vista o que solicitan o inspector da Altan- ^bijijuda Um crdi'o na importancia da 249,140
dega em olficio de 4 do corrente, n. 111, recom- r;s ?erD* do 5 Instracco militar na
auuido a, V. Ex que fnca exammar, com urgencia, parte_ma,eral-rdo miui.teno da guerra, excrci-
npr aun eogenheiro Machin;ata, a bomba ao apagar c0 erreat^ Bm de occorrer a despesa coma
incendio, pertencente aquella repartifo, afim de acqujgj^ja je artigas necessanos aos batalhoes 2*
sarem verifica Jos quae os concertos de que ella e 14 de ufanUr,a pir exercicio de tiro.Com-
precisa.Coiamunreou se ao inspector da Altsn- ajanieou-se ao Arse..al de Guerra a a Tbesouraria
dega. de Paseada.
Ao director oo Arsenal de Guerra.Mande 0 preideote da provincia, resolve nomear o
Vmc satisfsaer o iac.'naa pedido da artigos de tar- bachartl Jiaaoel ClauJiuo dejftello e Silva para o
daante que, para seu uso, fas o alteres do 14." iU(ar do promotor publico da comarca de Floresta,
batalhio do infantera Olyupio Agobar da queeila vago.pjr nao ter apostillado o respectivo
feir*.C;mumnicou-ae a Thesourana de tasen- titulo 0 bachsret Alfredo da Oliveira Fousoca re-
sta e ao general. ... r\ mavido da de Itamb para aquella comarca.C>n-
Ao inapector do lheaouro Provincial Uee- mllnlc.,a.fe au juis de direito e a Tbesouraria
rindo boje orequenoiento de. Juventude r loreetina Qtficios :
de Aenear, pn-ftasora da cadoira de ensino pnma- Ao wspector da Tneaoursria de Paa#nda.
o de Baln Vu. do Ex, antoriso Vmc. man- Mandc y. y. ,jur contaa ao 2 oirurgiaa do Cor-
star pagar-lbe indepeaJente do attestndo do dele-' ^ ^ s^y, exercito Dr. Manoel de Arvello
juij rauuicipsl do termo da
1 Ballarmino Gtiedes Corris
iu o exercicio do aru cargo.
A' vi suda luformacao prestada
ttrija de 2 do correte aobu.ttl,
sarita quesees* nnsnnt Es?ada foi imposto a Leocadio Alvea Puntual por
nao ter dado a matricula dentro do psnso legal os
ingenuos Jos, Eustaquio, Oetavir.no, Rosa, Feli-
cidade, Rita, Mara e Leonarda, tbcs de suss
escravas Joanna, Mura, Ther-za, Benedicta e
Judelia.
Aeytis e direito de Palmares-.Keoaasaaen
do a Vmc. tm solncao do seu <>tn?io de -3 do De-
zembro ultim", que pu.videncie para que s desde j restituidos ao cnsul da Italia quaesquer
emolum-utos ou castas que pelo jair oaeiounl do
termo de Palmares teoba aid.i pcrcebida por oc:a-
sio de proceder-se a arrecaJacao do e-polio-do
subdito d'aquella nacita Alfredo Buieco, fallecido
na CoUuia Isabel.
Ao juis de direito de Limoeiro.Convm
que Vmc. declare quaes es motivos que te?m ob-
stado ao curnprimeato da ordem quelhe transinetti
em cilicio de 18 de Fevereiro fiodo, p,ra pricaler
a abertura d concurso ao provimento dos oleios
de Io (aoeliao o escrivo do jary e execaco '8 cri-
ininaes Jessa comarca.
A directora da Aiaxriacio Ceoimareial Be
netieoite.Declnro a Va. Ss. em additSMnesto ao
intu < flicio de 28 de Fevereiro ultimo que e Exm.
ir. ministro d'Agricultura, C mmereio e Obras
Publicas segundo o aviso de 24 do msmo mes,
sob n. 12 expediu urdera circular era 14 deUutnbro
ro vas do norte do imp.^r.ie, qae gosam de garan
tas de juros, quinto a pedido constante da re-
presentacla dessa A--0 aco relativo a reJucco
das tarifas de tacs ferro-vas nesta provincia.
Mutatii Mutandit, a directora da Asaoeia-
cao C'mmercial Agrenla e ao presi lente e isrio
bros da sociedade Aaxikadora *. Agricultura de
Peruambuco.
Ao inspector do Thesouro Pnvincial.Res-
pondo ao inicio n. 467 Jo 1 do arrete m-z, de
uiarando a Vmc. que 4o procedentes as couside-
racoes do director da Escola Normal consta mes da
iiiforma() annexa ao preditoofficio no seaiidj de
nao ter applicaco aquella estabelecimeuto o'ait.
2 da lei n, lsUO de 27 de Junbo de 1881, urna
Ves que o eusiuo est destriouido de modo que ca-
da prufessor lecinna em variis annos do curso
rendo ass:in numen de alumnas superior no que
exige a citada dispostcAo de le.
Q'ianto a iatrlligencia do dito art. 24 firmada
pela Jecisao deeta prvsideocia de 19 do Fevcrei-
ra ultimo, lelativamente ais professoresdi Gyss-
u is'o Pruauib.icano s dever essa decirlo te:
appcaco quauto a treqaenuia do crreme mez
cm diante.
Ac juis de pas da parocba de Ouricury.
Declaiu n Vinc.,i-in rrsposta ao seu of&eio le 9
de Fevereiro findo, que em 10 do referido mea d
ei para.15 de Abril prxima viudouro a eleicio pa-
ra vereadores jilizes de pas do municipio de Ou-
ricury o que fiz constar a respectiva cana a e ao
Vuiz da direit) da comarca.
Ao commandante do Corpo de Policia. Gin-
vi~que,y,n2- faca rscoiher o corpa o reaeate
BeliauaiaoVi^1"0 ue Paiva, qae se achadestacado
em Jatob, ficlrn4T-44'M'v* al,i exiatenrei boH o
valean'e, delegado de poKuia, aso termo de Taca-
rat.Communcou-se ao ebete de polica.
Ao memo.Jieiteraodo a ordem que exped
a Vmc. em 28 de Fevereiro fiado relativamente a
dntnbuir.au da furc policial pelas couxareas da
provincia, recommendo-!he que faca desde jsaug-
mentar com 4 pracaa os destacamentos de Oliada
a t; yiniiu.C >mmunicou-se ao Dr. chefe de po-
lica e ao juiz municipal da comarca de Oloda.
Ao gerente da companhia pernambucaaa.
Sirva-se Vmc. de transferir para o dia 14 do cor
rente a hora do ostume a sabida do vapor Geqai
para o presidio de Fernando de Norooba.Fiso-
ram-ae as cominaaicac ;s devidas.
De posse do ofceio de II *s>-FevereJrs -fiado
no qual a cmara municipal de Ouncury inCariaa
nchar-se incompleto o taro de pesos e medidas
do syst asa decimal remettido p do ministerio da
agricultura Commercio e Ooras Publicas em Ju-
uho le 1872, declaro a mesma cmara que deve
qu"nto-autrr,provideneiar no sentido de ser elle
completado-a *sws expensas, commuaicando o re-
sultado a esta presidencia.Approro a arremata-
cao doa impostos c justantes do termo auuexo ao
otficio que a cmara municipal de Paaellas diri-
gio-me em 7 de Pevereiro fin lo.
Portaras:
O Sr. gerente da companhia pernambucana
manda dar tranaporte do presidio de Fernando de
Noronba para esta capital por conta do ministe-
rio da guerra, na primeira upportuoidade, a fami-
lia do 1 cirurgio do corpo de saude do ixercito,
Dr. Frauciscj Jacintha Pereira da Motta constan-
te das peBsoas de que trata a relaco junta, por
copia, as quaes deixaram de ucompanhar o mi sino
Dr. qaaudo d'alli veio por ter adoecido .urna das
pessoas da mencionada familia.
O Sr. gerente da compauhia peiniaibucana
mande dar transporte at o preaidio de Fernaode
de Noronba, por conta do*nrinirteiio da guerra no
vapor Giqui, ao 2- cirurgiao do corpo da exer-
cit >, Dr. Manoel de Arvello Bottas e bem assim *
sua mulher D. Elisa Pedrosa Bottas e nasa rpbi
que trio em sua compaabia da nome Idaliua com
7 anus de idade.
O Sr. gereate da Companhia Peraaoibacn-
na sirva ao de mandar conceder passagem de r
d j presidio de Fernando de Noronba a esta eidade,
o bacharel Francisco Jacinta.) Chicharro Ja
Motta, par conta das gratuitas* que o governo
tem direitj.
O Sr. anperiutendente da estrada de ferr
da hVcife ao S. Francisco sirva-se de mandar
transportar gratuitamente em, carr > de 8* classe,
da estacao das Cinco Pontos a de Prexeiras, a 6
pr.r,s do corpo da pjlicia-.inclusive um cabo de
esquadra, que vai danta-car asa S. Jos da Boa-
Btpvanea
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recfe ao S. Francisco sirva-se dd mandar cooce-
der passagem de 1" classe por coata das gi-fttui-
taa a que o govern tem direito, da estacao de
(yaco Pootas a da Uua, ao promotor publica da
comarca da Cimbres, Bacharel Joaquim Mauricio
Wauderley.
I tem, ao 1* cadete Antonio Buarqne de Bar-
ros Corroa. *
EXPaOIESTB 'DO DB. SCCMTABIO
Oflic'os :
Ao Dr. juiz de orpbaos e ausentes da comar-
ca do Recito.Oe ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da proviuda, transmitto a V. S. parasen
eouhecimcnto, copia do avisa do Ministerio dos
Negocios Estrsngeiros de 25 de Fevereiro fiado,
determinando a iniueira porque duve ser arrecada-
do o espo io do subdito portugus Antonio Correa
de Vasc mcellos.
Ao juis de direito da comarca de Timban-
ba.O Exm. Sr. presidenta da provincia manda
declarar V. 8. que fie* iuteirado do assumpto
do seu officio do 1* do corrate e que teve destiao
coaveniente a certido que veio junta ao seu ofli-
cio eapracitado.
Ao director das Obras Publicas.O Exm.
Sr. presidente da provincia ficou inseirado pelo
calcio do 17 de Fevereiro fiudo, n. 38, de haver
V. S. mandado lavrsr termo de recebimento pro-
vi lorio da obra de reparos das pontos da estrada
da Luz, Tapacur e Mavea e p.ssar o certificado
de pagamento a qua tem direito o respectivo ar-
re aiatan te.
dem, da reeoustraccao da Bomba da Bataiha,
otficio daa Obras Publicas da 18 de Percreiro,
n. 40.
Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do
R ti e a Caxang.O Exm. Sr. presidente da
provincia proferto boje o seguate dstpaeho no
eeqoermento a que ae refere o otficio de V. S.
de 28 de Pevereiro ultimo, aob n. 168 :
A vista das informaeOes do gerenta e do en-
i genheiro ftical da estrada de fearo do Rae i fe a
Caxang, os aupplicaates nio poden ser atton-
didos -
Ao asente da C.mpanhis Brasileira.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, ac-
cuso o recebimento do officio em que V. Exc. com-
manica qu? o vapor Cear chegado dua partos
do sul boje as 4 horas da maubi. e seguir para
os do norte amanha as 4 da tarde.
DBSPACQ03 DA PEESIDESCIA DO DIA 29 DB
MAR^O DB 1887
AprigioBraz do 01ivem'*Lima. Sim, mo-
dimto recibo.
Candido Jas Kodriguea.Deferido com
officio desu data ao brigadeiro cominn-
dante d.a armas.
CloinsnntJ e Aadrja. A' autoridads
cabe os suplicantes requercrem o que
tflr a bem sin sous direitos.
Henriqu?! Lipes. Sun.
Isidoro Fidelis "FermBa- Deferido toa
officio aisnta data ao bitgnsluio corsuonn-
lianle das ar J0.I0 Jos Marqu J3. Si n. -Sim, satU-
teitos os direitos fiscacs e foros cm divida-
Jos Joaquim uacboeiiM. Informe o
Sr. ospector da Tuaaouraria da Fazenia.
Je.lo JoaiSUrra. -dem.
Majar Justino Rodrigues da Silveira.-
Fornega-se.
-Manoel Jorge da Cuuha.Informe o
Sr. inspector da Thesonraria de Fazeuda.
Manoel Jos Gameltoira. Informe o
Sr. Dr. joiz de direito do 2o diatrioto cri-
minal da comarca do Racifa.
D. Maria Joaquina de GusmSo. Ten-
do pssalo era julgado pra todos os cffi
toa a sentenca do qua ss trata, liquido a
supulieaote o seu direito no loro commum.
Rodrigo Cjrvalho fS C Ficam releva-
dos da multa de quo trata o do pacho de
21 de Janeiro deste anno.
Bacharel Tito Celso Correia Cesar. -
Sim, com orlenado a qua tiver direito.
Tueotouio Craldiao Pcruira da Silva.
Dderido com officio de hoja ao brigadeiro
uomraaudaute das armas.
Secretaria da presi leucia da Peruam-
buco em 30 de Alargo de 1S87.
O porteiro
Franodino Ckicon.
Rodrigo Carvalho & C. e ffii;os do Dr.
procurador dos 'eitos. Informe o conten
;oao.
Domingos Jos da Souza Braga e Aroeli-
00 de Oliveira e Souz. Ao Consulado
para attond'r.
Izabel Xavier P.ixnt da Albuqurque,
Tbeodorairo Thomsa Cav*.lcanti Peasoa e
Ni is da SikajQnsmlo. Pgue-se.
Hermn Ludgren & C Ao coatencio-
so para cumpnr o despacho da junta.
Consiliario Provincial
OEOPACHOS DO DIA 28 DE MAKV'O DE 1887
Antonio Jos Moreira. Certifique-ae.
Carlina Sonrea de Amorim Mortira e
Ribeiro gao.
Joaquim Gcng.lves Cascao & C.
tiuque-s o que constar.
M..ru Aata h Coaceigo. Ioforme
ai* secgao.
Joaqun, Fcrreira ,ia Abasis, Urbano
Jos Carneiro e JoAqum Candido veira Msrquss. C'umpra-se.
- 30 -
B-irJo de Santa Cruz, Heorique Barn
desde Oliveira e Joao'Luiz de Araujo.
Deferido de accordo com as informagSes.
Jlo Vicente F.rreira.Deferido com
relago ao exercicio corrente, e quanto aos
Moteriores no pode o supplicante ser at-
tendi lo por esta repartido.
Aurelio dos Santos Cuimbra. Daa&rido
em vista das iufjrm^Ses.
sec-
Cer-
Asseaibia frovinciil
Repartieo da Polica
Secyio 2.'N. 309.Secretaria da Po
tiesa de Pernambuoo, 30 de Margo de
18S7. -lilao, e Exm. r. Participo a
V. Exo. nue for*m hontam reeolhidos
Casa de Ditsnaaio os segumto indi vi iuos :
A' nimba orden, Manuel Alexaudre da
Cruz, viudo de Muribec* como alienado at
que teoba conveniente destino.
A' ordem deankielesado de Santo An-
tonio, Caetano Luis da Silva, per crime
A' ordem do do 2. districto de S. Jos,
Manoul Baptista la Silva, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto da Ba-
Viit, Joao Raymundo'Nonato, por uso de
anuas defeza, e Pedro Ah-xandrioo, escra-
vo de D. Mari* Nabor, por d:sturbios.
Communicou rae o ielpfndo d S. Lou
rengo da Matta, p >r officio de 27 do eor
cute, que na manda d'esse dia, por
volta*de horas, nlssando por alli quatru
commando'di tencute J}nttuEstx~Be8i7rra'Trr: 1uTlrW4tt9^5Taj8, os quaes, ao reoeber
orden para fazsretn alto a u de serem
corridos, tenUra-.n evadir-so. Perseguidos
pelas pragas do destacamento, e de nome
LiaJisario Jos, quo reeonheeoo-e er S-
cravo de Jo Nuues, armado le una
faca investio sobre a praga de policia Joa-
quim Pedro Ribeiro, e a ferio gravemente,
sendo na luct* f?rilo tambera o mesmo es-
cr*vo, que foi preeo e l>im assim os seus
jonpanbeiros que rejouheieu-se serem to-
dos eacravos tambora.
AqueHa autoridade abri inqnerto sobre
o fact) ilos ferimentes do soldado, que foi
vistoriado pelo pharmaceutico Trovas Ma-
rn lio.
O escravo delinqusnt9 tendo sido re-
colhido Casa de Detengao alli falleceu
hontem, senio o exame cadavrico proce-
dido pelo medico d'aquella estabeleciracnto.
N'estn data recoramendo ao mesmo de-
legado qae faga novo inquerito sobre a
raorte do escravo, e do resultado darci
Bcieneta a esta presidenia.
Communicou-me ainda a mesma autori-
dade em offiiio d 26 deste mez, que n'a-
quella data fez remesaa ao Dr. juiz de t-
Teito do-5. districto criminal do inquerito
policial a que proctdou contra Antonio de
Ba-ro por crime de ferimentos graves.
Parteeipou me o tfidadu Joaquim Scr-
vulo Vieira da Paz,, em officio datado de
hontem, ter na mesma data assumido o
exerci-'io do cargo de subdelegado do 1."
districto-de Beberibe.
Deus guarde a V. EJxc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azavedo, muito
digne presidente da provincia. O chefe de
olieia, Antonio Domingos Pinto.
10* 8ES8AO EM 19 DE MAEQO DE 1987
rEBSIOENCIA OO EX1I. SR. OS. JOS
WAHDSRI.BV
(Conclusao
MANOBL DE BARROS
Thesouro Prorlocial
DESPACHOS DO DU 29 DE MAB^O
DB 1887
Joo Chues da Costa.Satisfaga a exigencia
da cootadoria.
Joo Jos Bexerr* Cnvatcante. Qartifique-se
quanto ao que constar deste Thesouro, e com rea-
fio ao que possa d -pender do Conpuhado, reqaeira
o supplieaute a essa reparticio.
Bernardino Pereira Ramos, offici j Jo Dr. chefe
do policia e Hermenegildo Eluardo do Reg Mon-
triro.Informo o Sr. contador.
Manoel Jeronymo da Costa Rocha, Cramer Frey
4 C, n R. Druama A CHaja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Victoiino Jos de Sous*. Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Idalioo Isidio da Costa Vieira e Amelia Jose-
phina Nery da Ponseea. Registre se e facam se
os aascntameutss.
Lopes Se, C.Entregese pela porta.
Vicente de Mo.-aea Modo.Certifique se.
Epbigenia Mara de Almeida GomesF'acam-se
as notaa de portara de licenc*.
30
Dr Manoel Jovenal Manoel Rodrigues
la Silva, Josepha Maria do Espirito Sanio
e J0S0 da Fonsec*. Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Adolpho Targinio Accioli, vigario Joao
Evangelista dos Santos Lima e oontas das
3a e 4.a seties da 24.* lotera dos ingenuos
da colonia Isabel. Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Antonio Hermino de Lima. Junte-se
oopias das ioformagdes.
Bernardina Escolastioa Bezerra. Re-
gistre-se e fagam-se as notas.
Luiz de Paula Lopes, Julia Annes de
Souza, JoSj Joaquim de Siqueira Van-jio
e Maria Amelia do Reg MUo. Entro
gua-se pela porta.
Aureliano do Reg Hollanda avulcanti,
Joao Antonio de Almeida, officio do Dr
procurador dos fritos, Augusto Octaviano
de Sousa, Jos de Almeida iC.e Mo-
desto Coelho do Reg. Informe o Sr.
contador.
Joaqun) Alves Pereira Gomos.- Prove
a approvagao da locagao da casa de que
trata.
Sr. Amar!-,Sr. presidente, procurarei,
tanto quanto poder, rev. stir-me de fl ugma ara
responder, sem exceder me, ao discurso, que o uo-
bre diputado, meu collega de districto, acaba de
proferir com o nm unido de in"ectivar-me.
O Sr. Baru de Itap sjuuiaV. Exc. est sem-
pre com esta chapa.
O Sr. AmaralChapa a de que usa V. xc.
quaudo reproJu kssurv-oes j cantadas ara fa-
aer-ine acensado-a iujuatas.
O sr. BarAo de Itpiasuu.aSeja mais modesto;
nat*v por ii.n inv utivat-o.
fila outros aparte.-).
0 Sr. PresidentePee aos nobres deputadea
qae nao iucerrumpam o orador.
O Sr. Amara'Sr. presijViit.-, antes do reapin
der a ultima parte do oijcurso do n ibra diputado,
na qual elle, teve snc m ferr-me dirrctamente,
fazeudo aiiuo-a a actea que uao nratiquei e de-
t-itoa qne nao teuho...
O Sr. Bario de lUpissumaAlloses nao; fui
muito claro.
O Sr. Amaral... devo refutar oa primeiros
ti eolios desse diecursi em que o nobre deputado
procurou Ofinonstrar que as aotorida lea policiaes
de Iguarao sao ineapazes de bem exarcer os res-
pectivos cargas.
O Sr Baro de Itapis.-umaN.)t o nobre depu-
tado qae n-feri-me aos suppleutes em exercicio.
O sr. AmaralSr. presidente, quando se deu a
scenso do partido onsi-vador diversos rubigos,
aqu residentes, pediram me que iudicasse os no-
mes das pessoas, que me parecessem dignas de
jecu.-ar cargos policiaes em Iguaras-. Teuho
couscieucia de que iuculquei para esrea cargos 01
bomes mais honestos do partida ooanfervador
d'aquella localidade.
O r. Baro de ItapijauaiaOs etfectivoa, vio
b 1 duvidu.
O Sr. AmaralSao foram, porem, uom-ados
logos todos os supplcotes dos diversos subdelega-
dos ; pelo que posteriormente alguna amigos indi-
oarain-me diversos nomes paia esse lim
C tenente Joo Luix Antonio da Silva, digno
subdelegado do districto de Tres Ladeira, aquenj
o nobre deputado, faseodo agora juanea, acaba da
recouhecer que um houtein probo, ludo nossa
casa, disse-me : Nao dobso continuar em exercicio;
o 1 supplente, qne o prjpiietario Fraucisco Xa-
vier Cavatcaate Lias, est doente ; o '', que o
tenente Brasiliauo Rodrigues Campclio ainda nao
prestou juramento e supponho que nao prestar ;
e, portanto, peoo-lbe que indique para 3 supplante
a Adolpho Bandeirn tusM de Albertim, que mora
aa povoaco c que a meu ver est no caso de bem
ex-r-er esse cargo, porqne activo, inteligente e
probo.
Eu nao coubecia a Adolpho; aabia apenas quo,
ooosquanto elle livor se nm fiho qne votava-com oa
uberaes, todava eHe se disia conservador, e por
L-so, coufisudo na iuforasacao de amigo Jo Luis,
promov a sua nomeaoo.
O Sr. Biro do ItapissumaMas V. Exc. nao
sabia que este homem eslava proo.ssado em
Qoyanna?
O Sr. A'iaralNao; j diese que nao o enne-
cia. O que ento me coaatou foi que elle Adolpbo
tinha sido aiuiiuiatrador do engenho de V. Exc. e
de outros proprietarios do segando districto, que o
tratavam coro certa distincco.
O Sr. Baro de ItapissumaIsto outra cousa.
O Sr. AmaralO qua estou diseudo nio rem
lora de proposito; porquanto o que quero demons-
trar que eu nao tiuba conheeimento do crime,
que V. Exc. agora Ibe attnbue, sem se lembrar
que esse crime, como consta da certido exhibida,
fra praticado cm 187? e que tonda Adolpho viudo
n'eas. poca de Qoyanna para Iguarass abi per-
maneceu durante o dominio liberal sem que V. Exa.
e seu irino, que era o delegado de polica, tives-
sem promovido a sua priso e pumeau, como Ihes
cumpra.
O Sr. Baro de Itapissumr'Jra, senhor, isto
defesa?
O Sr. AmaralE' sim, e muito acsitavel ; por-
quanto se Adolpbo foi processado em Goyanna
i m 1877 ; ae esse processo, que fsi inslaurado,
como dic a certido presentada, em v.rtule de
denuncia de um promotor interino e perante um
juis interino, ficou archivado at boje no cartorio;
se os co-ros d; Adolpho continuara) a residir
no lugar do delicio sem serem incommodadoa, o
que se deve presumir que as autoridades e o
aono da taveroa, qne se disia roubada. convence-
ram-se de que Adolpho o os outros, que foram
apontados na denuncia, eram innocentes. De ou-
tro modo nao se podo explicar a negligencia ao
juiz e do promotor e o silencio do dono da taver-
na ; salvo ee se quiser attribuir a paralysaeo d >
processo a empeubos daquelles, que u'aquella
poca proteganla Adi'pbo na comarca de Igua-
rass.
O Sr. Baro de Itapissuma d um aparte.
O Sr. AmaralO nobre deputado ao comeoar a
so* Phil'ppina contra o subdelegado Adolpho, da-
se...
O Sr. Barao de ItapissumaAh Philippina. .
O Sr. Amaral Sim, ihilippina, quero asar
desta c-xpresso, que j foi aqu empregada, para
qualificar o libello do noiir : depntado.
O Sr. Jos Mara Philippina quer diaer lin-
guagem de Philipp'*...
O Sr. Amaral Nao careco das licea de V.
Exc
J disse que a expresto nao minha, ro aqu
usada por alguem para denotar que a satyra, que
combata, nao mereca a banrosa qualificaeao de
Philippica.
OSr. Jos MariaNao quero dar lico.-'s a V.
Bxe.; ao contrario, estou diseudoque acho bom
o q 11 al 1 t cativo.
. (Ha outros apartes )
O Sr. Amaral Sr. presidente, desta forma nao
poseo coutinuar. Os nobres depntados da banca
da opposta querem om os seus repetidos apartes
desviar-me do assampto.
Alguns Srs. deputadoa da bancada canserva-
dora Nao responda os apartes; continu que
Tai bem.
O Sr. AmaralSr. presidente, o nobr deputa-
lo a queos respondo, disse que o subdelegado
Adolpbo, talvez eom fim eleitoral, quia, poseo an-
tea da elleivo, prender ao cidadao eleit>r Joo
Henriques Pereira de Moraes, que' negociante
em Tres Ladeiras, e que toi este o motivo pelo
qaal se udigaara contra elle,
O tacto a qae alinde o nobre deputado deu-se
do modo requinte :
Tendo Juo Henriques, que 6 um hornera vio-
lento, qualificado Adolpho Bandeir* de vettia-
co ou tractanto na occasio em que Adolpho, co-
mo procurador de um negociante de Goyanna, tra-
tva da cobran .-a de una divida, Adolpbo, como
era de prever, repellio a injuria com igoacs tx-
prosoes, orlo qna Joo Hmriques o aggredio
de faca em punho, e tel-o-hia morto, se nao in
terviessem diversas pessoas.
No momento da aggresso, Adolpbo deu vos de
prifio a J.o Henriquee; mas este resisti, e, e-
netrandoem sua casa, fecbou-se.
Adolpho per creo easa e foi a Iguarass
cominuoiear o facto ao delegado, que ihedeu tres
praoas para effectuar a priao, ordeoando-lhe qu e
hzesse o competente termo e ih 'e remettesse com
indicacao das testemuulias, que preaenciaram o
facto, para abrir inquerito sobre o mesmo.
Vekando, porin, Adolpho para Tres Ladeiras
ao chegar alli soube que o coronel Manoel do
Nascim-.-nto Vieira da Cunha l tinha appareci-
do, e. de accordo com um filho de adolpbo, que
eleitor liberal, levantara o cerco da cae* de Joo
Henriques e o pos< ra em plena liberdade.
Um Sr. deputado Mas com que autoridade o
coronel Vieira da Cunha mandou levantar o cero
da cusa de Joao Henriques?
O Sr. Amaral cto a mesma com qne poneos
das depois mandn mvair o quartel da torea
publica destacada ni povoaco de Itupiseuma e
delle tirar um tronco, alli posto 1 o dominio libe-
ral, para aer queimado, como foi na pracs publica
da dita povoaco, soltndose nessa occasio mui-
ros oguetes, e fazendo-se gran le celeuma.
Um Sr. DeputadoQue da prova ?
O Sr. Amaral--ExhibiI-a-hei. se apesar da no-
toriedade do facto, me fr exigida.
J \4, pois, o obre deputado, autor do reque-
r ment em discusto, que nao- tendo Adolpho ee
opposto ao que fizera seu filho, soltando Joo H n -
riquea para servir ao coronel Vieira da Cunha,
nao foi a prisa < do Joo Heuriques quo levlrtu o
nobre deputado a mandar tirar em Goyanna a ceT-
rido, que aprsenla agora contra Aoolpho.
Nao, nao foi este o motivo, o motivo foi outro.
Sb.ndo o nob*e deputado da existencia d'esse
processo, porque Adolpho, camo j disse, fui admi-
nistrador do seu en^e.iho, e, por coneegu ute, eu
protegido, entendeu que se poda servir de tal arma
f ara obrigar Adolpbo a votar com o filho no par-
tido liberal.
O nobre deputado, porm, nao foi feliz com esse
jogo, portase ee Adolpho com receio de ser inju-
riado no colegio, como me maudou diaer, a ec
nao compareceu, o filho, qae era eleitor liberal,
tambem deixou de compirecer reseutdo sem du-
vida pela aviltante auieaca fcita ai pai.
Eu nunca recorr e nem recorrerei n meioa taes
para vencer eleicofB.
Uui Sr. DeputadoMas, entretanto, V. Exc.
uio disse aqui, eui outra sesso, que foi "abando-
nado pelos elai lores ?
O Sr. AmaralEa nao disse tal; o que disse
foi que um certa numero de conservadores deacoo-
'.eutes pelos motivos, quo exierne e por outros
que cailei, absleve-se de tomar parte aa eieaesV',
e a'ohi pr^veio o triu nph do partido liberal, ei-
taii lo altas en mioori<.
O mesmo Sr. Deputado L -go esse conserva-
dores o aban lonarau.
O jr. Auiaral\ conclusao nao lgica, -e o
iteaeouleuuuicnto toase motivado sor aaia nto
iio, poderia V. Exe. lirar urna tal ni cao ; mus
dea le que esse des- ouientamento nasceu de tactos
para os quaes eu nio concorri, visto que V. Exc.
uo teui raza .
O Sr. Baro de ItapissumaV. Exc. nao pie,
portanto, queixar-se do abandono. (Ha outros
mu i tos apartes.)
O Sr. AmaralEu nao me qucixei aqui dotaos
cleilores, o quo fiz foi explicar a razo pela qual
V. Exc veoceu a ultima elcicao, apesar de catar
em minora. (Crnsam-se muitos apartes.)
O Sr. Amaral (respondendo a alguns dos mes-
moa) Os nobres deputados uo teem razo. Eu
ao eaean raaeudo aqu o as*a*gy>eo de sdntnsjs,
a iiuem uo touhego em sua vida publica e parti-
cular, tabeado apenas, como j disse, que elle tem
sido administrador de diversos engrnbos da co-
marca de Iguarass, mereceudo a coufiauca proprietarios.
O Sr. Baro de ItapissumaAntea deste facto,
verdade.
O Sr AmaralMesmo depois do facto a que se
refere V. Etc., visto qae ase facto deu-se em 1877
e dep>is administrador do engeuho de V. tc. t de outros
em Ignaras >.
O Sr. Baro de ItapissumaDo meu engenho
s toi administrador autea do facto a que alludo.
O Sr. AmaralSr. presidente, quem me conhece
sabe que eu nao protejo criminosos ; se promov a
nomeaco de Adolpho para subdelegado sup-
plente foi pela razo que j expuz ; mas urna res
que o meu nobre collega de diatrict", que serapre
o protegen, sabeudo do erime quo boje Ibe attri-
bue, veio aqui denuneal-o. elle-que se defenda e
mostr a sua innocencia, o que talvez lhe nao seja
difficl, attentas as consideradles que fia acerca do
processo, de que foi txtrahida a certido bila.
Quinto ao facto da sabtracco de objectos per-
teucentes a Idartiaiano Elysiario da Fonseca, sub-
traeco, que o meu nobre collega de districto at-
trbue a Theotonio Amancio de Souza Cavaleant",
subdelegado supplente de Maricota, fundando-se
para isso na simples declaraco de Martiuiano,
devo diser ao nobre deputado, que S. Exe. nao
poda irrogar nina lujara desta ordem i, um* au-
toridade, baseando-se apenas na informacao de
um homem, qne gosa de nm triste conceito na
localidade en que mora.
Pera mostrar quem Martiuiano, basta-me di-
zer que ten Jo elle me pedido aa veapera da eleico
urna certa quautia para continuar a votar com o pa-
rtido conservador, e teado eu lhe dato que lhe dara a
quantia pedida, bao como compra do seu voto, por- ,
que eu nao compro votos por prego algum, visto
ser um crime ; elle, com toda a sem ceremonia,
declarou-me, que rta vendeUo aos liberaes pelo
duplo da quantia que me tinha pedido; e assim o
fesl
Este facto e noto-io em Iguarass, e por isso
ouso affirmal-o aqu.
O Sr. Baro de ItapissumaMas na ultima elei-
co de deputados elle foi carregsdo igreja, por
estar doente, para votar no Dr. Figueire*.
O Sr. AmaralE' verdade, porm p que prov a
ato? Prova que Martiuiano era conservador e
que agora paSJU-se psra as fileiras liberaes, por-
que V. Eic o corrompeu com dinheiro, o que nao
muitJ honroso para V. Exc.
J v, pois, o noore deputado, que a assevera-
gao de um homem como Martiuiano, nao pode ser-
vir de base a aecusaco que acaba de fazer ao
subdelegad] de Maricota.
A p'ticoqua Martiuiano calculadamente, diri-
gi ao honrado Dr. ju z de direito da comarca, nao
poda deixar de ser iudeferida, como foi.
A observaco que fez o nobre deputado, acerca
da nnpossib lidade em que estava Martiniano, da
haver civilmente os objectos subtrahidos, porque,
devendo comegar a sua aeco pelo juizo de
paz, cu, que aou o 1* juiz de pas do districto, lhe
nao inspiro confianga; uo teve outro tim seuo o
de olfender-me como capas de praticar urna in-
juatiga para servir a um correligionario, visto que
estando eu n'esta Assembla. o 2* juis de prz
que deve estar em exercicio.
Qacr como juis de pas, iu r come a lvogad-%
nunca pratiqnei um acto que podesse autorizar a
desconfianza do nobre deputado, que, ha poucoa
das, aq i ri'csuheceu que nuuca lhe coustou que
eu tivesse praticado um seto que me desabonasse,
quer na minha vida publica, quer na particular.
Em Iguarass vivo, permita se a xpresso,
cm urna redoma de vidro, n3o pratico acto algum,
publico ou particular, que nao seja conhecido
analysado por todos os maldizentes; e eatretauto,
teuho o prazer d dlzerqae a nda nohouve quem
poii'sse era duvida a minha prubidade.
Desda que Martiniano nio apreseatou prova al-
guna de que o subdelegado de Maneota eubtra-
nio de urna casa os objectos mencionados em su*
petigo, claro que essa petico nao pode servir da
apoo ao nobre deputado para acensar aqui esse
subdelegado, tornando-so assim echo de nm ho-
mem to descoueeituade, como Martiniano.
C juj refereuoia priso de Joaquim Pesaos de
Albuquerque, pelo subdelegado de Nova Cruz,
nobre deputado, a quero respondo, tambem foi in-
justo.
A autoridade. de que se trata, quo o Sr. Fran-
queo Coekles Teixeira de Araujo e Silva, um ci-
dado honesto, nm ho nem honrado, croado das
melh res qualidades moraes, um hornero incapaz
de praticar um acto que o desdoure.
Esse cidado nao s subdelegado em Nova
Crus, tambem alli exeroe o cargo de espatai, e
como tal tem o direito de examinar as matriculas
das pessoas alai empregadas na vida martima
ll
f
}
.. *. _. 'fc.ff.niii.il i-
/


Diario de Pcniamboco Quinta--eira 31 de Mareo de 1887
m



.
paseando-Ibes revista as pocas filadas pelo res-
pectivo regutaoteoto.
Pis bem ; sendo Joaquina Pessoa um dos matri
calados a capitana do Porto e all morador, ni >
16 quia aujeitar a ioapecoi > do capataz ; deixiu
de apreseutar-lhe sua matricula e negou-se por
veses ao comparecimento oas revistas mensaes,
sendo ota a razio pela qnal o capetas, dep ais de
muitas admoestacoes,i inaud.u recolher eorreccio-
nalmeate i eadeia por 24 horas.
O Sr. Jos Mara o capataz p Je prender ?
O Se. Aunralim, senhor, p le, pirque o re-
gufameuto das capitanas Ibe confere essa attri
Odieio.
O Sr. Jos MaraMas o oobro depatado pode
dar teatemuoho de que o e^pitio do luirlo appro-
vou esse aoto do seu cap itas ?
O Sr. AmaralNio p>3si atfirmir; mu sop-
ponli* que siui, parque o capatas nio' exorbitou ;
usou de um* attribuici) leg-I.
O Sr. J.-s Miiia -Conata-rae o contrario.
O S.\ AmaralSao o cutes ;o, p>rqui uio me
entend a respeito com o capataz
Eatao, portanto, refutados os tres pomos de ac-
eusacii que o mea nobre collega de districto aca-
ba de fazer a polica de Iguarasa.
O delegado d p licia d'aquella loealidade, que
foi mineado cintaa goato d, u bre deputa lo, cum
quaoto teuba razio sobrada para ser intonso ai
nobre depurad> u a sen digno iruia i, at boje anda
nio prsticu um s acto do bostilidade contra S.
Exc. e seua amibos.
O Sr. Bi.ao de ItapissumiQiem tallou aqu
do delegado ?
O Sr. AmaralO delegado, como sabe V. Exc,
superiten dente da polica no seo termo ; se os
subdelegados abusara, sem que elle os chama ao
cumpriineu'o de seus deveres, conivente com
elles; e, p >rt subdelegados por malversares, que o delegado
ni) DMeria ig.iorar se tivcssein sido praticadas'
obvio que tambetn acensa o delegado.
O Sr. Bario de Itapissuma -Ja disse que nao
aecusei o delegado.
O Sr. Amaral Ora, ao V. Exc. contessa que
nao tem rasos para acensar o delegado e se este
reepouaavel pelos abusos praticados pelos seus
subalternos, (ora de duvida que a polica do ter-
mi caminha regularmente e que V. Exc. Liaj tem
razio as accosaces, que Ihe tem feito.
Agora, Sr. presidente, vou entrar na parte espi-
nhosa da miaba roa posta ; agora .que carec de
fleug na pira nio exceder me. O nobre deputado,
mea collega do districto, arrependido sem duvida
de ter externado quando aqu Be discutiu a sup-
posta praa> do Or. Telesph>ro, um juiao bem li-
soogeiro para mim, quz des'.ruir csse eff-ito, pon
do em duvida hs pilivras de que asoa nos apar-
tes com que cutio me honrou e boje veio presen-
tar me orno um bomem ingrato e incoherente.
Felizmente, os partes dados pelo nobre deputado
eotrttim das nottas tachigraphcas, que existem, e
os documentos, que o nobre deputado diz posaur |
entra mim ou nio (xistem, ou se existem nio pro-
vara o que elle diz.
Na polmica a que ce retere o mea discurso hije
publicad i, declaroi nesta casa que nio devia favo-
res ao nobre deputado, execepcio teita do favor
poltico, qu-^ eatao menciunei, e o meo nobre col-
leja nio ousoa contradizer-mo entio.
H je, p>rm, vem elle com um massnho de car-
tas minh-s asseverar c*aa e ao publico, que en
nio posso ergaer a cabeca perauto elle, parque
deesas cartas consta o coiilrario do quj eotii as-
ieverei!...
Provoquei o nobre d putado para que exhibase
a^ miabas cartas afim de que em visa dellas am
de nos fosse condemnado como ingrato ou como
indigno da consderacio publica; mas o mea no-
bre cllfga, era vez de exhibir essas cartas e de
aajeital-as a- meu exame c aoulyae, furt-ju-se a
isto, duendo que queria fazer coraragi o m-sm i
que fisera o viscondi de Camaragibe, do saudosa
memoria, com o seu adversario Or. Aprigio; que
nio aprosentaria as miuhaa cartas, mas qae man-
dara exirahir copias autbentcas das mesmas pa-
ra remetter-me !
Oecl iro ao meu nobre collega, que elle ni) po-
de imitara nobrezi do vioconde deCamaragib; e
que eu nio procedo orno o Dr. Aprigio.
Se o nobre deputadi t;vase a nobrezi do falla
2*0 viconde, nio andana com essas cartas alar
-ando favores, que me nio fea, e common:an lo
abrumas de suas expresados por modo a vi I Un 11
para mira, segundo se me tem dito.
Permit o nobre deputadi que qualifiqu.e o seu
proce-Jim^nto cuno indigno de am hiera de sus
p isicio. Aa sus allusoei injuriosas nio mareara
a miaha reputacio.
O Sr. Bario de ItapissumaNio fiz allusoes,
fui muito claro : as documentos que tenbo chega-
rio as mios do V. Exe. que os publicara, se
quier.
O Sr. AmaralNio aceito as publicis formas,
porque -putul-us-bei cim) intiei at qae os ori-
ginaos se jara apreseutad. s.
El nao devo, Sr Bari) de Itapissuma, a ho-
rnera algum deste nina do um s favor que me hu-
m'lhc.
Ujs Sr. DeputadoivuLii o nobre deputado nio
deve taviresa pessja algoma?
O Sr. AmaralNi) dase lato, oque disse que
nao devo favores qae me avilt-m.
(Muito bem).
Ni > sou, nunca fui e supponho que nanea ser
ingrato a quem quer que me faja um favor, que
tal ujioe mereca.
iqui, u bancada liberal, acba-se um distincto
civalleiro, a quem devo favores da ordem d'aqael-
les, que aio posao retribjir: refiro-aw ao nobre
depat.do o Sr. Dr. Pitaugi.
Pois b m, parece-mo que S. Exc. nunca ter
occatiio do dizer : o Amiral faltn com o cum-
primeuto de soas deveres para commigo.
Dorante o dominio liberal, o Sr. Or. Pitaoga,
tez, a meu pedido, nio poneos favores a alguna
dos meas corre i^ionarios ; entretanto, a casa tem
visto q,ac en iiei votado aqu co-itra cortos nego-
cios polticos por elle apidrinbados, sem que elle
por isso se offenda. Bespeita a miaba dign dade
com eusei respetar a dele.
Eu nuuca fui ingrato o nem to pouco incohe-
rente, quer oa miuba vida publica, quer na parti-
cular ; pauto sempre os meas actos pelas regras
de dircito e da probidade; nio aoa d'aquelles, que
para elevarem-so trabem os aeu3 amigos e os seus
deveres.
Um Sr. DeputadoO orador est fallando fra
da hora.
Q.Sr AmiralO nobre deputado deve atteoder
que eu tenbo necessidade de defender-me de urna
injusta aggressi ; que tenbo neeessidade de con-
frontar a minba vida publica com a do meu nobre
aggreasor para que o publico noa julgue, e esta
a occasii) mais oppoi tuna para isso.
Um Sr. Deputado -Nio, nio ple continuar a
fallar fra da bara.
(Oruzam-se amitos apartes).
0 Sr. Presidente declara qae a hora est ter-
minada)
O Sr. AmaralE n conclusa >, Sr. presidente,
desde que alguna dos meas nobres collegas nao
querein que eu prosiga na demoustracao de qae o
nobre deputado, a quem respondo, fui injusto na
vaga aecusacio que me fez, cu termino, provo-
cando o nobre deputado a exhibir os criginaes de
mir.has cartas e" perraittindo-rne fazer aso de toda
noaaa correspondencia espistolar desde 1860, pir-
que quero mostrar com ella qae, se um de na me-
nee a qu-liGeacio de inJrato, incoherente e des-
leal, nio por por corto o humilde orador, que
assim pde termo a aua reaposta.
(Muito bem, muito b-m, muito bem).
r'iea a discuaso adiada pela hora.
Passa-se 1 parte da
ORDEll DO DA
Contina a 2a discuasio do projecto n. 1 dcsto
auno (orcamento srovosial).
E' lida, apoiada e posta em discussio com o
projecto a seguinte emenda :
N. 1. Sapprima-se o 43 do artigo 1.Joao
S.
r. Cosa Risselro Sr. presidente, te-
le fazi-r liKeirns couaid-rac6ej sobre o artigo
ota discussio, vorace irei pr notar que a honrada
ni > de orcamento tenha acorrido na mes-
lita ti i pr^fi'gada por iis-na sessio passada
respeito da qual nio vi produzurm-se razos
jwetifiuasaem.
R flro me ordem em qu: a nobre commissio
orgam-ju o sea projecto.
i'in leu ella a da u:ni vez que devia estabe-
is | relativos receita, guardan-
o artigo- seguinte a fixacio da despezi,
qUaud > o b...-ii Muso, todas as razos de cony,e-
.b.ica e a pratica da titscmbli gerul
aelbam que de preferencia nj filemos a des-
ais (apoiadoj da opposioio), para
t, postamos encontrar os meios
.ra satisfaz-.'I-a, e ver at qae ponto de-
sbreearregar a algibeira do eontribiinte.
pois, teve a nobre csississio para
* aa modo difFerente ? fffo vt-io oa-
tro senio o capricho ou o desrj) de se nio con-
fjrmar com as casaras da adversarios.
E devo tanto ruis notar a insistencia da nobre
commissio no sea modo de proceder este anno,
quanti vejo frente da administrar;!) da provin-
cia ura. distincto onservador que a primsira ves
que aqui comparecea fji par-i apregear-e m bo-
mem moderado ejusticeiro pir xeelienia, fasen-
uo de algum modo censura indirecta aoa seus an-
teceasorea que tem administrada a provincia de-
pois da madanca da sifiiacio poltica, e tambem
paia apregoar se um finaaceiro uotavel, po's, nos
convida para euidarm.'a piuco da plitica e mui-
to das financia, com so estas ni) so prendes em
intei.-amente quolla, como se um pas qaalquer,
grande ou p'queno, no eatado ou na provincu a
p.litiea. que ni) outra cousa aenio a boa direc
ci de todos oa se vicos publioa, aio inflnsse
poderosa e directamente sobro as suas Guaneas.
(Asolados.)
Era, pois, de esperar que oa nobres deputad a
desde que se acham ao lado de tio distincto fi
oaaceiro procurassem dest i ves seguir no s u
trabalbo as normas geralmeota obaervadas em
proj -c tos desta naturez t,
Perm vejo que aio s a nobre commissio rein-
oidio nesse deteilo que aruo so seo pr-ij-et i,
como cae em todo o seu trabalbo nio nos leinbrou
urna so medida qu: teuho por fim fomentar a-ri-
queza da provincia e desenvolver as fjutes de
produce io.
O trabalbo da Ilustre commissio de orcimen:o
peco Ihe liceuca oara disel-o, nio senio ama
copia, urna simples reproducci) dos trabalhos an-
teriores.
O Sr. Visco.ide de TabitingaApoiado.
O Sr. Costa BibsiroEntretanto, nio isto ^
que a provincia esperava da aituaci) que os co-
bres diputados represcutao.
Ss. Exea, gritaram muito contra a sitaacio li
beral, contra o descalabro d is financis da provin-
cia, mas j se acbin ha doua annos testa dos
uegocios pblicos e o mal co itioua inteiram nte
o mismo, senio peior.
O Sr. Viscoide do TabUngaApoiado.
O Sr. Prxedes Pitaoga Nio quiz'ram ter
trabalbo.
O Sr. Cosa BibeiroA nobre commissio naa
coasid races dj que f-a preceder o sea projecto
records a suapenso do imposto do consumo, e
presenta este facto como a causa de todos os
mu. s com que lucta o estado finaaceiro da pro-
viueia,
Sr. presidente, sou daquellca qae nio spplaa-
diam esse acto, ao menos pelo modo por que elle
foi realisado : mas devo dizer honrada commis-
sio que a verdadeira origem do mal nao est na
auapeosio o imposto de consamo, pelo contrario
est no mesmo imposto, qae nao se deveria jamis
adoptar, porque ttentatorio do seto addicioual
e-tem por tira eatabelecT nss provincias cora
I que duas alfandegas, urna gsral e outrj psdvin-
vincial, o que um grande maT, o que" seria rr.o
tivo para embaracar ou aoniqailar de todo o com-
mcrcio, como realmente aor.teceu.
E quem loi que criou este imposto ?
Todos nos o sabemos : este imposto foi um le-
gado que a sitaacio liberal, em 1873, cuc-ntrou
na nosaa legialacio j cm raizes profuadas, lega-
do pelo pirtido dos nobres deputaios, pela sitaa-
cio conservadora de outro'orn, que tend neeessi-
dade de fazer proselytos e nio ns podendo fazer
pela propigaada de suas ideas, que retrugrad ia
oa nudas, porque am partido que nio visa senio
o pod'-i pelo goz) do poder, lauciu mi do meio
de criar irapostos, de nugmentar a re:eita' foaae
cono fosse, para pider augmentar ordenados e
conceder aposenta dorias indevilas, como muitas
foram dadas asa seus amigos.
Realmente se tormos examinar a lista dos pen-
ciouistas da provinbia, dos aposentados, veremos
que a mor parto dos que desf rutam o suor dos ou-
tribuates uo ocio, sao todos conservado es, si >
quai todo3 amigis, pauentes, adherentes, da in-:
fluencias conservadoras.
O Sr. Viseonde de TabatingaVai bem.
O r'r. Costa Ribtircr Entretanto, os nobres de-
putad 13 autores desta stuacio com que csti pr i-
vincia lutu t. de qae sabremos com grande diffi
cudate, itclnm se a doua anuos na posse di po-
der, os aeua amigos administram a provincia a seu
bel prazer e ainda hijo nii nos aprosentam aqui
umi s idea, nio aoa uaica un. s alvitre, que
eoneorra para libertar a provincia do ti) embara-
cosa situacio. Por cxemplo : paasando a exami-
nar o artigo era discussio, vejo qu: a honrada
commissio raantem o imposto do exportacio sobre
o assucar ealgidlo.
Sabemos o estado precario em que so acb-i a
lavoura da canna e a lavoara do algidio ; coohe-
ceraos todcs os pree s nfimos que seas productis
encoutram no mercado, sita;i i esta que s ha de
prolongar por muito terop), porque ella devida
a causas que se ni> podem remover de um mo-
mento para outro ; c, eutretaato, a hoornda com-
missio enteade qae nio devia vir en auxilio dos3a
industria decadente qne se aproxima da morte.
Vejo uos cousiJerandos da oobre commissio am
pretenden-do justificar cate a. u procodimeato, mas,
Sr. presiJeots, elle m! parece iateiramente impro-
cedente. O que d.sse a hiaradi commissio ? A
honrada commissio dase que a suppreasi) d-'sse
imposto por um lado prejuiicaria as financas
da provincia, e por outro esta providencia apro-
veitaria pouco ou nada aos lavra lores, pirque
precsi que o goverpe g-ra! iniete a providencia,
abjlindo a Asaembli Oeral o imposto gca', de
exportscio.
Ora, Sr. presidente, nio ae pode faier t>>do bem
de ama v. z, segue-se que nio ae deve fizer o
piaco, o tanto ou qaaat" aa circum.tancias per-
raittein ? depos o i nobres diputados uii s^ib-em
que vivemos em um paiz io'iram?nte ceatraliSa-
d.is ? os aobrea deputados desconheccm qae o cen-
tro infelizmente como que se reg03iJ3 cora o aba-
timente, com a miseria em qae jz o norte do im-
perio, miseria cada vez maior, cada vez mais ex-
tensa, cada vez mais profunda ?
C >mo que na, represeotantes Je urna provin
ca c que a lavoara da canna coostifie o pria
cipal ramo de sea trabilh de sua actividade, se-
remos indifertntes aos seus males, contentando-
nos con a esperanca de qu; o centro, que o go-
veroogeral trate de abolir o imposto geral ? Nio
som^S na o primeros nteres; id is oeste beue-
fico f Nio deve ptrtir de n o grti de alar-
ma, nio devenios bradar am da atraz di outro
contra semelhante mal ?
lnfelizes as provideias se coitiuuarein a duixir
ao ceatio a loiciativ i di que mais Ihes iote-
ressa !
Sr. prndente, eueontn m J 11 o imposto de
lOOOO por carga de tasen ita -.Hurtadas das
provincias vizirib-.s po'o interior.
Eis ah um imposto que repato inteirameote
velatorio, se se quizer estabelecer urna tiscalisafio
rigorosa aa sua arrecadacio, oa entio o imposto
por isso mesmo fi:nr no pipel, sem qae prodaza
receita alguma para a provincia, e eu entendo qae
nos uo devemos estabelecer iraposices que figu-
rera aqui no artigo da receita e qae nio dio
provincia resultado algum, que pedes someote
servir de eogej i, de occasiio a que um outro ho-
rneen ahi pelo centro seja p-raegui fo. E' um im-
posto difficil de f er rrecadado e que dar lagar
innmeras injustiess.
Uus pagara i e outros nio: us prot'gidos das
autoridades dos collectoremiu pagario o imposto:
psganio somante aqa-lles qae nio goaarem de
de tal proteccio.
Noto no 34 o imposto de 2J500 por... ( )
tonelada de alvnrenga. cina de caga oa descar-
ga, coferme a arqacacio en matricula.
Sr. presidente, noto cande disoaridadu entre
o imposto do | i5 e o do 37. N'aquelle. as alva-
rengas e canoas pagara a taxa de 2500 por tone-
lada, entretanto, que os cavos pagara tambem oor
tooelada a de 0(r res.
E' urna differrnca superior o decuplo. Dea-
eonheeo a iszlo disto quer me parecer que p>de-
riamo prescindir do irapiato estabelecido ao 34
mas quando aasim aio pxreca a honrada corarais
aio, pens qae a quota deveria ser diminuida,
desHppa Nio vejo tambem fundamento para o imposto
estab.-leeido no 39 que diz : por escravo reo-
IhidoaCasa do Oet ncio a requeiim^nto do seu
senhor etc.
Voto contra esse iraoost), porque ei.tendo que
nio asaiate ao senb.ir, o direito de recorrer a auto-
ridad alguma pira reeolher ciueia escravo seu.
Aa cadeias foram creadas para recolherem crimi-
nosos ; as cadeias ni) existem pata guardar es-
cravos a pedido d seuli;res, pedido fundado oa
infundado. Tudo o paiz conb-rce 'a tranif'-atayoes
do chefo do Estado aesse r.speito, q lando ba pouco
lempo vBitou a provincia de S. Paul).
O--ramente as cideias catii chei is de esersvos
entretanto, que nio i-as- o 'destino dellas oem
essa a missio da aa'.orilade policial; a polica
s tem por fim prender criminosos.
O Sr. Goncaivei PerreiraPor isso que se
impe.
O Sr. Costa Uibeiro -PerJ e mi o cotlega ; cssa
razio nio proceda : se o aeto Ilegitimo.
podeai ia eatabelecer imposto s bre ell'.. S se
pode eatabelecer imposto sobre am acto permetti-
do pir lei, sobre ama industrit, sobre qaalquer
outra couaa que a lei permits. Aqaillo que *
i Ilcito, aio pode ser assarapt) do imposto; esrte
nio tornar licito, legtmo, o qae aio e de sua as-
taieza.
Chamo a attenclo da oobre. commissio para o
imposto sobre casas bancarias.
A commissio stabeleeea a quota de 10:000^009
para ser repartida entre eases estab-leciwntos.
A pnmeira vez que esac imposto foi creado por
esta assembla, foi essa a quotafixads, mas a hon-
rada commissio ae quise* informar-se dos f actos
ha de sabir que hoje <>sss est.boiecimentos ban-
carios qae existem, nio sio ao mesmo numero qae
i-ntio, porque mesmo por acto desta assembl i
alguna eatabeleeimentos foram sentos do imposto
e klm disto, nma oa duas agencias do bancos
com s i* sede fra da provincia commnmcaram ao
tbeaiuro que ellas aio continaavarn a funecionar <
ntio tora n isencas do imposto, de m)Jo que, a
subsistir no orcamento, esta quita fijar psra ser
distribuida entre doas oa tres bancos, que irio o
pagar muito mais do que aquillo que a aesem-
bla entendeu qu s devia pagar quando pela pri-
meira "ez estab-leceu o imposto. A sessio pas
sada ellos redamaramc aassembla approvou urna
em nda da nobre commissio rodazitido a impor-
tancia a repartir.
Sio estas as consderac is que eu posso de mo-
mento apresentar sqbre o artigo em discussio.
Se me oeserrerom dorante o debato, algumas ou
tras ideas, nis terei davida em voltar tribuna.
Vem mesa, lid) e apoiado o seguinte reqoe-
rimento :
Bequeiro o adiamento da discussio por 48 ha
ras.Jos Maiia.
Prncedendo-se 4 chamada, roconhece se nio ha-
ver numero; tendo-se ausentado os Srs. Amaral.
Soares de Amorim, Joo nivea, Hercalano ln-
drira. Bario de Itapissuma, Lourenoo de S, An-
gosto Fraoklin, A. Luatosa, Prxedes Pitang, J.
Mariz, P. Velloso, J. de Oveira e Bario de Cala-
r.
Passa-se 2' parte da
CBDESt DO DA
Entra em Ia discussio, que tica adiada, o pro-
jecto o. 3i, de 1886.
O Sr. I residente levanta a sessio, desiguand i
a seguinte ordem do da :
Segunda discuasi) dos projsctos ns. 7, deste
anno e 34 de 1886, e contir.uaco da antecedente ;
segunda parte : continuaeio da 2 diseuisio do
projecto n. 1, deste anno.
pita! o Gabinete Portugus de Leitura,
nelld fuaccronar.
N. 27.Dedaraado que o are. 1- da lato. 1320
aio t-m appUcsci) quer aos paroclaos e quer aoa
ecaijutotes.
N. 28. Autorisaado a s^osasOadarisu empre-
eaio da Santa Casa da Miearioarea, Fraasas
Gomes Castellao.
N. 2 Dispeswswdo- da sigassi issiie Jseise i
at o anno de 1835 a casa roa do H .spicio
n. 26 de D. Marta Catharna Oavaleanto.
N. 30. -Creando urna loleri^^^HtOOOJ em
favor da saatria de A'agoa de Baixo.
N. 31 jExti iguindo por mora de qo/alquer dos
tabeiliaear pablicos do Kecife o renpectivo car-
torio.
N. 32. -Relevando aa casas de garant* do bi-
Ihetes do pagamento do imposto do art. 2- $ 28
lei n. 189t, dorante o 2- semestre do exorcicio
correte.
N. 33. Coocedendo ama lotera de 120::00
para s ^ obfss da matriz de N^eai S-nh ira da
Conc icio de Nazarerb, e oatra para as da canalla
de Anglica.
N. 34.Is-ntando do imposto de exportacio os
assuea.-es fabricados pi las cineo primeiras usinas
fundadas por agricultores oa em que elles torera,
alea de foroeeedores de caunas, associados pelo
menos ns razio da ter? parte do capital social.
Sr. Viseonde de Tabatinga envim mesa
am oflicio da commissio de soccorroa aos nufra-
gos do Baha, agradecendo o donativo de 500
teito pe is deputados provineiaes. Ioteirada.
AdiourS pela hora a discos>iu do lequerimeoto
sobro as providencias dadas em soeeorro dos
naufrag > do paquete nacional Bmhia, orando o
Sr. Jos Mari-i, que pedio, seodo-lhe uegada, pro-
rpg ci > 'la_hora por 30 raiout i*.
Passou-se 1 parte da ordem do di.
' Regeiton-se o requi rimento de adiamento da
2 discussio do projecto n. 1 leste anno, (orci-
meoto provincial), art 2,orando pela ordem os Srs.
Prxedes Pit.nga. Jos Mara e Rosa e Silva.
Pedio, n.a*nio obteve o Sr. Jos Mara que fosse
nomia! a votaco do reqnerimonto dp Sr. Goncal
ves Ferrerra de encerramento, reqaenment > qu
foi approvado.
80 I a l00 pala arroba do aaaoear bruto, precos
qae nem psgam o casteio da prodacci), nio se
eoaesb-c*mo o Ejteia^da exigir oa totalidade
de dir>>ta Sas i^^^^Hb), .que j seriara nm la-
cro muito "i nportssjts p.i i umi industria pros-
6 cavan ttllaas Holandesas,
diaat das^^H ^^^^coaeassoea njs im-
postsi, as taiisai ^^^Pte- e a' favoreje-
rara a iniaatrts>lj ejjb,aaxilios de crodit),
que at agora <
Estas exeojplaa.ni) podem fijar indifFercntea
para nos, pois se nao os sogaraos, seremos -sma-
gados pela concurrencia. Aaereac-i qu"" a lavou-
ra do caf, principal sustentculo de- EHado 0 d.
riqueza aacional, eat ea'.re us amesmada do um i
crise do prodacoio, e a nica industria agrieola
qae est preparada pira substitail-a a poder sus-
tentar o organismo fiuanceir i do paiz, a do ae-
sucar, ae desobstruir n o teu caminho doa obsta-
culis que o embaracasn Ate squi o auxilio mais
serio que o Estad j quia prestar lavoura de aa-
aoear, foi o de garanfir juros pn -rahoa ceutraes ;
todava, per circamstaacias que ai> cabe aqui aoa-
lyaar, essas concessoos foram da^as com tanto
desaeerto, qae em grande parte a lenaa serviram
os posaui lores de privilegios e int-rm diarios da
renda dos contractos.
O'estas irregularidades reaultou que os onu-
c deducco -a dos capitaea abiorveram a maior pr-
te do diuh-dro das empresas, a annu larara a van-
tagem daa garantas de jur--, s--m que a lavoura
colhes;e reault&dos, autes soflresae decepco^a
crois, por faltarem-lhe as safras os engenta s
com que contava para aproveitar as suas planta
c 'a. Empresas nacionaee e sodas mistraram
que, srm auxilio doEstado, podiam mauter coge j
nhos cntraes cora vantagem, emquanto a baixa
ai capiti-> do porto. Viseonde de Itasm* do Nae.
te, agente.
Asaociaeio da prsiieagem da barra era 30 de
Marco de 1887 :
e Em. Sr.Tenhi a honra de responde*
*" *r*.W"iio8 que V. Exc. tomata no otamo
q aMBOt com data de h je :
Priaearo : No da 25' do corrate a s 7 horas
d* m-inhi aoubo do abalrosmento do vapor Psra-
paaa cm um outro que se suppunba ser o Baha.
pela demira da chega 1, por ter sahido no da
anterior da Parabyb., e V. Exc ose ordeswn
que fosse commuoicar ao Ss. gerente da cimpa-
obla.
Segundo: ImmeJiatHasnte cussavi a ordem
commanicaodo o oceorrido
Ti-rcer : No meara id i a im 8 1/2 horas da
manhi por ordem da ag-ncia, segu cata o va-
por Mo'nqav para o lugar do ainistro, onde ebe-
frosi a 1/2 hora da tarde em frente Ponta de
Pedas em procura dovapir Baha, ah avistei
ama barcada de ban-leira vada fazendo signa!
para o n aso vapor, arribo pira ir a talla, reco
nheci o digno pratici da costa Joaquim Mariano
do Soasa, reeebi-o aborda e elle declnrou me
que o Baha se achava a pique e que naqaeila
occaaiio regreasava do lugar ouds elle ae aeh.ava
dizsndo-me que nio existia nufragos as saaa
nmeliaces, declarou mais que em Ponta de Pe
draa tinha deixado 28 p'ssias naufragadas entre
passageiros e tripolantes, voltei qa^lie lagar a
2 horas da tarde e tomei os ditos nufragos, re-
gressando logo para esta eidade, onde chegamos
s 7 horas da nvite, o que couMnuniquvei v.ibn
mente a V. Exc.
Deas guarde a V. Exe. lila, e En*. S'.
ebefe de dinisio Jas Msnoel Picaneo da C'sta,
-1 ^^^gt^Z^to? **
REUSIAO EM 21 DE MARQ )
P ESIOEXCIA D) KXH. SB. DB. JOS MANOKL DE SABIOS
WAKDEBLEY
Ao meio da, feita a chmala e verificaadn-sa
estareui presentes oa Srs. Luiz de Andrads, Joao
Alves, l-ats c Silva, Hercnlano Bandeira, Viseon-
de de Tabatinga, Barros Waoderley, Joao-de S,
Barros Brrelo Jnior, Gonca-lves Ferreira, Jos
Maria,R go Barros, Augaato Prauklin, Celhodo
Moraes, Costa Gomes e Sophronio Portella, o Sr.
predeute declara nio lia /er susai) por falta de
numero legal de Srs. deputados.
Nio bavendo exp'diente o Sr. presidmte dissol-
ve a reoaiio.
i
REUNIO EM 22 DE MARCO
PriESIDENCI DO EXM. 8a\ DB. JSE MANOEL DE BARROS
WAXfeSXEy
Ai msio dia, feita a Vhimida n verificarlo se
estaren presentes os Sra. Antonio-Vieor, Ratis e
Silva, Liz de Anarada, Joio Alves, Herculano
Bandeira, Domingaes da Silva, Baros Waaderl'jr.
Reg Barros, Goncal ves Ferreira, Joi) de S,
Jomes Prente, Sophronio Portella,. Rogibert),
Cocib) de Moraes, Augusto FrunkJin, Ferreira
Velloso, Julio de Barros, Barro3 Barreto Jnior,
e Costa Gomes, o Sr. presidente declara nio ha-
ver sessio por falta- de numero legal da Srs. de-
putadoa. .
Oecupa-a cadeiri de 2) secretario o Sr. Sophro-
nio Portella.
Faltamos Sra Drammoud, Costa Rib uro, Jos
Mara, Amaral, Bario do Itapissams, Viseonde de
Tabatinga, Siares do Amorim, Andr Das,
L ureoc) de S, Joio de Oliveira Regoeira C>sta,
Ferreira Jacobina, Affonso Lustosa, R) i'igu -s
Porto, Juvoncio Mu-iz,, Rua e Silva, Cmatautinj
de A'.huqaerqae, Prxedes Pitangs, Bario de
Caiar e Solonio de Mello.
O Sr. I' secretario prosedea leitura do se-
gaiute
axpsrDiEarro:
Um offi ;io da Ve leravel. Ordem Terceira de
Nossa Senhora do Monte do Carmo, desta capital,
convidando esta Assembla para acompaabar a
procissio do Triumph) dos Paseos do Seohor, no
dia de Abril, s 4 hora a da tarde. Iutei
rada.
Um ahaixi assignados de estabecidos com
lojaa de vender jo aa e relpgios, nesta capital,
representando contra o imposto em qie foram
tributados. A' commissio de orcamento provin-
cial.
Outro de estabelecidos cem refinanas e depsi-
tos de asBUcar e caf raoido, desta capital, solici-
tando a amplacio aos seas estabelecimeatos da
coaceasio feito. pela le n. 1,882 art. 1*-V com-
missio de postaras manicipaes.
Urna peticio de Gomes Maia & C, negociantes
estabelecidw nesta capital, requereodo um privi-
legio p>r 18 anuos, som de muniirem neata pro-
vincia urna fabrica de fazer papel e ppela >.A'
commissio do coostituicio e poderes.
O Sr. Presidente nomea em commissio os Srs.
deputados Julio de Barros, Prxedes Pitanga e
Ratis e Silva, para aompaaharein a procissio do
Senhor Bom Jess dos Passo3, e em seguida dis-
aolve a sessio.
1887PROJECTO-N. 24
A Assembla Legislativa Provincial de Per-
uambuco, resol ve:
Art. 1. Serio sentos do imposto de exportacio
os assucares fabricados p-las cinco usuras funda-
das por agncultj'es, ou em que elles forem, alm
de fornecedores de caunas, aasociados pelo menos
na razio da tert,a parte do capital social.
Art. 2. A iseooio ser por espaco de cinco
eiercicios financeiros.
Art. 3.a Ficam rovogadaa as ispoacea em
contrario.
Sala das ses.es, 30 Je Marco de 1887.G. de
Drummond.
tthVJSTA DIARU
Assemiila Provincial Funccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Manoe' de Barros vVanderley, tendo comparec do
33 Srs. deparados.
F. i lida e approvada sem debite a acta da ses-
sio antecedente. *
O Sr. Viseonde de Tabatinga propoz que se
conaignasse n acta um voto 'de profundo pezar
pelo faliecimcoto do conselheiro Martinb) Alvar s
da Sdva Campos. -Foi por unanimidade do vA s
approva-ia a proposta.
O- 8r. I. secretario proced-a i leitura do se-
guinte expedieutt- : .
Um abaixo aS3igaado de moradores de Cuiei-
ra da comarca de Igaarass, pedmdo nma lotera
em favor da capella S. Jvio, erecta naquelle lu-
gar.A' coxmissio de petices
Una peticiode P.-naa, Motta 4 C, requerend)
que ac aatorisa a Camar i Municipal do R cife n
emittir apoliees em numero suffi u nfe para paga-
mento da resciaa do seu contracto com a referida
Camira.A' cmmissao do orcamento munici-
pal.
Outra de Tito Alvares da Cuaba, cessiouario
de Bellarmioo d -s Sanios Bulcio, requereodo p.i-
gamento da 53*700 que Ihe deve a Cmara Mu-
nicipal da Victoria.A' commissio de orcamenti
mnuicipal.
Outra do bacharel Joi i Berordo de Magalbies,
juia de direito da c marea da Victoria, requerendo
e nsigiiacio da verba de 182j5')0 que ihe deve a
Cmara Municipal dalli de custas vencidas e d i
que fez doaeio a matriz daqiella eidade.A' uom-
misso de orcamento mnuicipaj.
Ou'ra da ocedade Uniio Cummercial Bnf B-
ceato, requerendo que se alterem as postaras mu-
uieipaes po sentido de permittir-;e aos mercieiroaJ
tt-rem nos seus estabelecimentos tantas caixas de
k-roaene quautns forem necessarias.A' commis-
sio de posturas.
Foram i imprimir os aeguiutes pr-jeetos, sendo
o- de n. 26 precedido de parecer da cimmissio de
fazeoda e orcamento e o le n. 34 dispensad l pablicacio em avalaos a requerimento uo Sr.
Orurcmond :
N. 26.Iaentando de quaesquer impostos
Foram jpprovadas as emendas ns. 25 a 29, 32,
35, 41, 45,-Al, 52, 74 e 75 seado aa demuis regei
radas. 6
Adi u-ae pela hora a discussio do art. 3-, sen-
do apoiadaa(trea emendas sob ns. 76 a 78 e ha-
vendo orado o Sr. Costa Ribeiro.
Passou-se 2* parte da ordem de dia.
Approvaram-se : em 1 diseasaio, sendo dis-
pensado do intersticio a reqaerimeuto do Sr. Rosa
e Silva o projecto n. 17 desta anno (isencio de
impcstis a engenhos centraes) ; e o de n. 7 de
do 1886 (ponte sobre o Calafate) tend orado e
Sr. Bata e Silva que pedio e obteve dispensa do
intersticio : e em 2 o de n. 7 de3te anno (lote-
ras) deixando de votar-se por falta de nom ro
um requerimento do Sr. Angosto Franklia de dis-
pt-ns do intersticio.
Encerrou-se a 2* discussio do projecto n. 2
deste anno (sede da comarca de Taoarat) tendo
arado o Sr. Jos Mara que envin mesa um re-
querimento de adiamento da diacu-.sio por 48
horas.
A rdem do dia : 1 parte : con'inaacio da
antecedente ; 2 part continuaeio da anteceden-
te e mais 1* discussio dos projeetos ns. 12 c 24
deste anno e 2* dos de ns. 7 de 1886 e 17 deste
anno. -.-.,_
Cariaajcle naiaralUaco- Pela prosfc
dencia da jpovincia foi expedida a seguinte pir-
taria :
4' Secf&o.^Palaeio da presidencia de Per-
nambuco em 28 de Marco de 1887. O presidente
da provincia, tendo coabecimento de le, em vir-
tude da disposica) do capitulo 1 39 da tabella
de 27 de Abril de 1861, cu.buada c an .13 44
e 56 da le u. 18J0 du li. do Agosto de 18i, aia
da em vigjr, a secretaria da presidencia copra a
qasntia de 73*> de emolumentos das cartas de
naturalisacao, expedidas de onformidade art. 14 da lei geral ti. 3,14) de 30 de Odtubro de
1882 ;
C -ii i dorando que a citada tab -lia refere-so a
pirtarias de graja -ora cuja classe, pelo3 8us
propr os termia, ai) pilera estar comprebeadidas
ashartasdo aituraliaaoi), das qaaes alm
'diaso a rete i la taballanii poda cogitar, por ni 1
acrem, entii, expedidas pela presrdeocia ;
Cortideraadi que, depo a da promulgacio da
ctala lei n. 3,140, ueahuma ou'.ra provincial de-
termina a arrecadacio de quaesquer taxa a ou
eraoluroeatos pelo preparo eeipedicao de taes car-
tas, estando assim, portanto, a legisla;\) provin-
cial do acord ora a geral, ine *i iaeu'a de tt>-
doe qualssjar io.i)rtof;italo arBgo 14 da lei j.
3,140) ; T"
< Oitermioa que cesae deide j acohrins da
m'licin* da. qui itia de 8<7 16 a d; oarr.is qui por
ventura, ss faca em qut'quer rjpartioii"'provin-
eialoa miucipal, a ctalo de regista ou oatra
trmalidale Iegil. quaoto as aupraditas c.rt 1. de
oaturalisacio.Pedro VieerUe di Ai'.aei)
Iadnalrla e rommerclo da a mu car
sio Braill O Centro da Iu iustria e Com-
mercio de Assacsr no Rra de Janeiro dirigi ao
Exm. Sr. presidente d'esta provincia a circular
abaixo trauseripta, que nos foi enviada para pu-
blicar, pela roso ctiva secretaria, e para a qual
pedimos a attencio das assocac5s competentes
e pessoas intereasadas :
Centro da Industria e Commercio de Aasucar.
Rio de Janeiro, 8 de- Marco de 1887. Illm. e
Exm. Sr.Sendo de alguma importancia os sa-
crificios gast 13 aos ltimos anus para ampirar a
industria assuc irtira do paiz cootra a coacurren
ca da industria similar, o incontestivel que, mais
Jo que a ni iilferanca, aa causas natur.aea devi-
da a nupr liuctiviJade dj taes sicridcioj: umi
das principies te n sido a dtii:uldade de congre-
gar os eaforC)3, esparsar na vasta regii) da cul-
tura da canna, para o estudo e apolieacii d)s
in.os iadispenaaveia ao m -la n-ara -uto d'et.i pro-
dcelo, desde o cultivo J 1 e.iaua al a collocacio
doa a 'us productos aos m ir jados consum djrej.
Atteoder a esta aesassidada o fim princi-
pil do Centro da Industria e Commercio de Aa-
asHWr, cujo p-ogr .rama temos a honra de levar ao
conbeeimento de V. Exc.
Tratando-so d; am ossumpto que effi Mzmen
te tem ooncorrido para sustentar o org.au'.amo fi-
naaceiro do paiz e que muito de porto nteressa a
ess* proviocia, estamos certoa que V. Exc. cuja
influencia e coaheciaeatos muito coicorreri) pa-
ra o resultado dosejado, prestar o seu valioso
apoio, nio s para o acert das iustruccoja qu;,
particularmente ou por intermedio de aaaiciaco-s
ideticas ahi creadas, forem toraecidas a este
Centro, como para o bom xito daa medidas que
elle tr incumbido de promover.
Prevalecer 1 aos do euaejo, pira ufi -.n ir a
V. Exc. as segaraoce.s do aosso profuado re3p"ito
e alta consideracio.
Deus guarde a V. ExeIllm. e Exm. Sr.
presidente da provincia de Peroambuco. Auye'o
Eloy da Cmara = Hermano opptrl. = Sialvino
da 6'i/va fei=.4n'onio Ferreira da Siloa.=mBer
nardo Beluario Soares de Soasa. *
Centro da Lavoara e Commercio d Asocar.
Ri de Janein, lo de Fevereira de 1887.
A lavijra da canna eos pro lautos que d'elli
prov.-ei ostia actualmente pasaaed) pir ama cri
se geral, que auiJac anuiquilar esta auiga iu
duatria, a pnmeira estabeleiida ao Brasil, n >?
terapia da sua maior. prosperidade colon-ai. Di-
versa! caus-is aetu im para esta cla-J geral, e a
de lAaie vuito 1 desiquilibrio eutre a produca 1
nx p.iz-s tropioaes e .j ejuiu.u 1, dimiimiud) e-.te
pela concurren lia do assucar da beter.-ab e
agurdente de creaos. Entretanto, os espsea-
uSnis d.-sto genero da eatatistica industrial p ra-
sam, eo a algum 1 razio, que, augmentando c 1 I
ve: miis o oasumo do iikiteif a 1 piizes aovis
cono 9s Eatado3-Unidis e Aust.-alis, pelo desen
voivimooto do'bem estar das populacSes, e sendo
a producci) da biterrab* radito desigual e fall-
ve1, o futuri da lavoura da cania ajnda podo a lisoujeiro e lucrativo para os productores. Em
relaco espeiialmeutc ao Brasil, noti-se que em
algn lugares os t/pns di aasucar que veem doa
mercados do littorut nio correapindem aquellos
que sao" requeridla pelos grandes "nata idores da
America c Eiropa, e em outraa o aasacar bruti
quo expirtado, por sua biixa qualidade, so ob-
tem arec '3 insufficientes dos exportadores.
4^) consumo interno do imperio, que grande,
e importa em parcelia coosideravel da produzca',
re 11 at agirt atten.iad) estes aoavenientea ;
mas q 1 reado Brasil voltar a graaleeoacurreu
ca no exterior como j obteve nos seculoe XVII
e XVIII, ser necessario que oolloqua este gene-
ro de proaccio em coulieoes de preais o qaali-
qaai pssamouvir uii s lavojra como
aos cois'ira'.doreaj ParadifB inltar mais eaaa c;n-
cio da maior parte dos lucro pelos impostos ge-
raes e proviociaea. Se a remocio d'estes obsta
eulos nio se fizer promptamente, o p iz est am a
gado de ver arruinir-se fabricas, engeuh >s e 1* -
vooras que sustentara a mais aitiga industria
agrcola do Brasil, e que aquella em que. o tra-
balbo livre e aacional podo achar mais fcil em-
prego contri buindo para a transformacii social,
qae geralmeate desejada. Sem medidas promp
tas e '-rcazes, os immensos capitaea empregadus
noa engenhos centraes e as antigs fabricas, fi
cario qntsi anniqailados, e o trabalbo nacional
que n'ellej. effectfvo, deaapparecer no meio da
vorngem destruidora da actual crise. E' sobre
a base d'estas considerandos quejuigamos indis-
peneavel a creago de ama asaociaeio protectora
dos ioteresses amencados, e o exemplo de institu -
croes idnticas aqu e em oatros paizes nos raos-
tra qae nio serio iaateis nem ociosos os nosso.i
esforcos.
A qaestio coasiste em dar-Ibes desde j fias
orticos, exequiveis, de resultados immediatos,
que obteaham o concurso des poderes pblicos e
dos interessados.
E' sob este ponto de vista qas nffereeemos as
segoiotea bases psra os trabalhos da asaocia-
eio:
1. Promover da parte dos poderes publica a
extioccio oa csnsideravel reducci) dos direitos
de exportacio g'raes e provioeiaes.
l Solicitar a reduecio das tarifas de trans-
porte naa estradas de ferro do Estado, as que
tem garantas do juro, e mesmo nss de proprieda-
le particular, nio s para os productos da canoa,
como parajijropria materia prima.
'l'*- W^^ni'nioa para a produecio e expor-
tacio. '^^^.
4 Diligenciar qa-a os poaessojgsublieos obte-
nhim tratados das nacoes em que o taaso assucar
sobrecarregade de direitos, prineDsrWepte
d'aquelles em q"e o consumo a'este geaero siP
perir ao que eilas podem produzir de lavoura pro-
pria.
5. Promover especialmente am tratado reci-
proco cm os Estados-Unidos, p"lo qual se poasa
alargar all o consumo do nosss assucar, pois
aquella repblica eat naa condiedoa de poder tor
n^ir-se o primeiro mrc*.lo d'eate genero.
6." Promover expisicots d'estes productos na
capital do'imp'rio e as pracas estrangeiros, ou-
de con ven lia introduzir e alargar o cousura'', ob-
teudo-ae tambem, por ejta forma, o confronto dos
productos e dos melhoram "atoa succeasivameote
realisados.
.7 Impetrar do goverao imperial as prov
delicias precisas para qae os consoles msndem re-
Utorios alicanli o juizo f,rmido as diversas
pracas consumidoras sobre o n aso assucar, e
qaaes os meios mais acertados para augmentar-
Ine a aceitacio.
8. Obter favores especiaes para os engenhos
centraej raootados aom garanta de juros e quo
pe* falta de leuda e cnsequente depreciacio dos
captaes n'elles empregados estiverem em diffienl-
dade de ae poderem manter.
9. Alcanear dos poderes pblicos a creacio de
um laboratorio ao alcance de todos os interesan
'dos, onde se estudem os progresso realisados no
eafrangeiro o se fayim experiencias ehim'C.s so-
bre os meios de obter a maior quintidade de ma-
teria sacchariua.
10. Ceir em cntroa agrcolas escolas orti-
cas para preparo de pessoal destinado fabrica-
ci de asnear e ai aperfeicoamento da cultura
da caona.
11. Dilig.ncUr qae as fabricas onde s ae
empregarc n ti-ab ilbadores livrea obteohira dimi-
unicio de impostos de toda a natureza.
12. Reunir todos os dados estatisticos sobre a
prodacci 1 nacional d'este genero, som indicaces
sobre prec/is, qaalidades o origens, fazendo o con-
fronto da exportacio doa anuos antenotes com o
actual.
di coca desf
buem ns
fe."
vinciafs o predio que tem de construir nesta oa-^p
noi ach imis, coatri-
erass e provinciaea,
itorisadoa pelos pre-
^^Kaando a'lav ur 1 uas
' ape as ob'em
13. Colleccionar em um deposito technologico
os typos de produecio de aasacar dos diversos
pasaos com informaeos s ibre os procesaos de fa-
brico, qaaatidales produzidas, precos nos merca-
dos exportadores e nos de consum. Esta colleo-
cio aera franqueada aos associados e servir de
bise aos raeihorsmentos da industria satharina
do paiz a s transaccoes do commercio que e de-
dicar a exportacio deste geaero.
Estas bases foram approvadas pela assembla
geral d 1 fundacio do Centro da Industrio e C ra-
mercio do Asracar, quo teve la .jar ni sali do
Banco Industrial e Mercantil, em 18 do corrate
mez. Pela raesmt assembla foram approvadas
as ssguiatcs bases orgnicas para a asaocitcao :
Socios Formar-se-ba dos agricultores de
cauoa, comnissaros e negociantes, engenhelros
m-chanicos e fabricantes de assucar, alcool e
aguard ute, estabelecim"nt03 bincari 8,. capitalis-
tas e administradores, de engenhos ceutraes, pro-
pietarios de usinas particulares, autores ou cu-
torea de lvros e redactores de jornaes que se oc-
cupem do assampto.
Admiaistracio-era dirig la p ir urna direc-
tora composta de presidente, vice-presideat, Ia e
2" secretarios, tbesooreiro e vogaes.
1 Fundo socialSer constituid) pa entrada
de 5JOJJ de cada 8)cio.
FuisReunir os elementos dispersos para dar
di re.-co uniforme a providencias a tomar, ser-
vindo deoeatro as asaociaecs j creadas e que se
crukrsra as provincias em que se cultiva a caaos
de assinir, despertar o inter-ss' de todas as c'os-
ses, pr 1, uranio o apoio da iraprenaa pela propa
gao la e doa poderes publ cj3 pela adepcio de
medidas necessarias a elevar a industria assuca-
reira de seo actual abatnneuto.
A directora fieou composta dos abaixo assig-
aad is :
Ang. lo Eloy da Cmara, pr sidents.
Hermano Joppsrt, vico-presidente.
Milviao da Silva Res, 1* secretario.
Autoni) Ferreira da Silva, 2' secretarii.
Bernardo Baliaario Soares do Sousa, thesou-
reir >.
VogaesPedro Graoie, Honorio Augusto Ri
biir.i, Bario de Rio Bonito, Eugenio Magariuo
Torres, Joi) Jo3 dos Rais jnior, Januario Can-
dido de Oveira, Pe-Ira Dis Gordilho Pses L-'ra -,
Jos Artbur Mura lli o Antonio da Costa Chavea
Faria.
nncamesaloa oflBclaea Convm que se-
j m lidos estes docameutos, que servem pars,dis-
fazer amSB certas acusacoes infundadas :
Agencia daldrapaohia Braailoira de Navega-
cio a Vwpir em P.-ruamboc, 29 Je Marco de 18H7;
Irisa, e Exm. Sr. Cnbe-me agradecer em mate
da directora e gerencia da C-"moanhia Braaileira
de Navegacio a Vapor e desta agencia, o espon-
taneo o humanitario aoolhiraento dispensado por
V. Exc. aoa infelizes naslragoj, tripolantes o pai
sageiros So vapir Bihia, que, f.Tidos, por ordem
de V. Eie. foram recilhidos e medicados con o
mximo disvelo no hospital de \I uinlia.
Por intervencio de V. Evc. torn extensivo
ene agradecimenti ais distioctos fieulutivia e
officises da armada, que dotados de iguaes scati
montos, f .run inciuaaveia ao com oriniento dus
ordens de V. Elft
1) at gui. sfe^'' 'in" Erri. Sr. che-
fe do djM HHLPlcanco daCi-'ts, dig-
Aosaocla^ao Commercial Beneflcon
**>Em sessio de atite-hootem, da directora da
Assbciacio Commercial Benficente, tora u posse
do iugar de director o Sr. Joio Vctor Alves Ma-
thcu8, honrado neg icaate desta prsca, ficando as-
sim precnebida a vaga aberia naqueila directora
pelo tallecmeato do negoeiante Custodio Francis-
co Martina.
Olariti de Pernnsnbaee Os typogra-
phos e empregados do Diario de Pernambuco t :u> -
bem aio ficamm indiffereotes desgrava occorri-
di aos passageiros_e tripolantes do paquete Baha.
Fizeram entre s urna snbacripcao, quo montou
35, quantia da qual, por nosso intermedio, fi-
zeram rrrceasa ao Sr. Francisco Gurgel d Ama-
ral, membro da commissio de socorros aoa nau-
frago?, aa parechia de Santo Antonio.
Trteatr Sania laabelComo sua deci-
ma qaarta recita, fez sabir ecena na n-its de
ante-hontem a companhia hespanhola a linda zar-
suela, original do notavel potta hespanhol o Sr.
Zapata, caja msica de composicio do distincto
maestro Marqu, deuamiaada O anuei de ferro.__
O argumento que serve de thema ao libreto, pi-
de-se, dizer cora franqueza que nio prima pela
novidade, roas, a l.ma, isto e, os versos eio de
urna cadencia, forca e belleza, que rarament se
eoeontram igaies emi>bras de tal natureza, o que
nio para admirar; sabindo se que Zapata, o poeta
do libreto, passa como um doa melhorcs poetas
bespanhoes.
Quaoto a msica da zarzaela de qae tratamos,
pider-'e bia tadoredazir dizendo que taes viraos
incrcjinm bem tal msica.
Entretaito para nio ser o annel de ferro sent
de defeitos temvs o terceiro aato, que como parte
de urna peca cuj) segundo aeto nHramenl^ ly-
rico, fia la quaai que exclusivamente dramtico,
exepcio fiita de urna terna aria; oque senio a)
nosso ver urna falta, nio prej dica senio a de leve:
a5 1 la. /
Deixando.'f^rm, isto de parte, diremos que oi ^
auuel de ferro como-Ttnducci- lyriea de umaL |
belleza c suavidade, que pa-:eia ser o privilrgio i
de a'guns autores da escola italiana, seodo dignoa
da maior attencio todos os trechos, desde o cero :
dos pescadores at a sria d) ultimo acto.
4 ***. P' uo desempeoho da parte d Marga-
riJa, moatrou ser a mesraa artista que canta essa
inteira erreccio o difficil papel de prima d.ni no-j
Ijimpanone; s'udo que no eapecUculO'le qu 1 ra-
tamos foi muitissimo feliz na aria, no do e quia
teto do primeiro acto ; ao qaarteto coread > o con-
certaote do segundo acto aa aria Beotiraentar ao
final
Ledia foi bem interpretada pela Sra. Duelos qti-
deu urna feicio regular ao seo papel e appausM
mereceu 110 do que cantn.
O Sr. Manso, cantn muito satisfatonmente a
sua parte do Rododpo, tendo trechos em que rece-
ben mencidos applauBos como tejam no dan e
quinteto do primeiro acto, no qnartelo do segando
e na aria do terceiro aeto.
O 5r. Garrido, alm de deaempeubo regular
que di'U a parte de Tubirio foi correcto como te-
aor cmico no dueto bufFo. *
Oa Srs. Ramos e Doiaa foram consceaciosos no
desempenho do Cando Belfort e Eremitio, t-ndo
ambos boas trechos, principalmente o du'.' c--ata-
do cm a Sra. Pl por aqoelle artista.
0 coros bellos e animados, bem como a tnagea-
tosa lotroraceio ao terceiro acto, execatada pela
a orchestra.

y
i
asswpi
Baroaeaa de Juyanna -Pe.lo i-t -roo re-
pouso da alma da finada Baronesa de Goyaana
raaadam boje rezar missas, na matriz da Boa-
Vista, seus uet-js resideutes nesta eidade.
Ten io noticiado ligeiramente o triste p issa-
mento, em nossa edicio de 27 do corrate raez ;
h;je. dj posse de ioibrmacoes mais minueiesas,
corre uos o dever de dar noticia mais completa
a respeito da Ilustre fijada.
Descendente de urna familia imprtante, a Ba-
ronBsa <'e Goyanna, D. Manoela de Castro Caldas
Rogo Barros, foi esposa legitima do fallecido ba-
rio do mesmo titulo, Joio Joaquim da Cuuti-i Re-
g Barros.
Oa dotes e as qaalidades que Ihe provierara de
um carcter perfeitameote modelad o pela nature-
za e vaotajosameate, auxiliado por urna eduetcio
tio esmerada quaoto pissivel ao meio em que fui
feita, recomraendaram-n'a o distioguiram n'a.tan-
to mais quanto foram sempre mimados pelos mais
bellos exemplos d'uqaelle a quem se ligira pelo
casamento.
Com etf.ito, a Baronesa de Goyanna, que, io
dependenteaien te destes exemplos, j era p.-lo pro-
prio carcter um modelo de esposa e de mii e um
ornamento da sociodade em que viven, oio poda
deixar de requisitar as virtudes de que era orna-
da, coavivendo, como conviven sempre, com ara
Jos ultimas representantes, talvez o mais com
plcto o mais correcto, da velhafidalgoiadeGoyan-
os, ntrela?Ja cosa as mais illustres familias da
provincia.
Viveu a longa vida de 86 anuos, deixaudo uu-
merosa prole, no meio da qual se destacara, alera
de daas filhaa boj;y virtuosas esposas
do Exm. Sr. conse Attscdo Corris de
Oveira e do Dr. R>-i Krmin i'.rreia ii.
seus dignos sobriohos o tcaeute-c^roael -Val
tiuiano da Cuuha Reg Barr.-s e o maiar-Hono
rato d Cuuha Regv>B Drs. Alfredo Curreia dn Olive ira, p. dro Fr;i cis-
c Crreia de O.iveii Iiii Baotista Corre i 4 i"
Oiiveira, E luardo J. -"o Rgo Barros e pa-
dre Julio Mara do Rogo Barro*. ~
Nao cocclu.remos esta noticia sem tornar alica-
te a qualidade que mais recommeiidou a llustre
finada adrairacio e veuerncio de' todo?, duran-
te a sua pasa tgcm pela vida, e, hoje, aoa praato
cas saudades de, muitoa. A finada Baronesa de
Goyauua, que era um espirito eminente e conven
cidnmente religioso, tinha um coraejl) franeamn-
te ab'Tto aos -impulsos da caridade. Esmoler e ,
caritativa em vida; nio ee esqueceu dos desvali-
dos aomorrer, deixando u na quantia para ser dis-
tribuida aos p ibres ua occasiio da seu enterro, e
lucluioda em seu testamento muitas esmolas o le-
gados, alm da liberdade a alguia dos seus es
CT.V 3.
Telvcz, p ir ter vvilo assim, e pj&x, p^r isso,
nos ul'imis momentos, volver para a eternidade
urna coosceucia tra iquilla e purissima, seu paa-
saraento, conforme nos informaran testeinunhas
piesenciaes, foi urna tranaicio suave e quaa im-
perceptivel da vida morte.
I'ara aquellos que acre litara que o destino.da
humanidade ni) se finia aa s-paltura, e que ba
alm dellauma outra vHaj--Bn balsamo craso-
i ulor o ver in^re"''aisim os que por elles f ,r ;
amados.
Sirva ao menos is'o de consolacio aos q_ue hoj 1
piauteiam o piniH-.ti la duili Baroaeza de
Uoyanaa.

, v
ensaa santa Na greja de Nossa Se
ahora da Peuba, os religiosos capucbuihos cele-
brara), como costumam, os actos da semana santa,
principiando domingo proximi. viudouro pela dis-
trib n'ca c procissio da Ram 3 na missa das 8 li-
ras do dia, que era cuitada canto chio, inclu-
sivi o PaMio.XjrfBTrrn" o ritual da ipr-ja.
S qaarfisJPH. s 5 horas da tarde, haver





4
Diario de PeroambucoQuinta-fcira 31 de Marco de 1
=5


I1
3 de TrevM, asis <"<> quinta-feir e
exU feiru, 4 nema* horas.
Na quinta-feira de maoha, e na misaa, que entrar
is 11 hora* do da, e ser pelo mesmo modo can-
tada, distribuir-se ha ein comaunbo gersl a San-
tiaaima oehariatia. aos fiis convenientemente
preparado, e poierao com eata aagrada eommu-
nhio satisfacer o preeeito psscal, havea'do para
isso a competente autorisscio, bem assim para to-
do o tempo paecal inclusive o dia da Ressarreicio
do Seahor: fiada a missa desfilara a procissio do
Santo Sepulehro, onde ser exposto o Santissimo
Sacramento e receber em Laus-perettne a adora-
cao doa fiis at o dia seguinte.
Na sexta-feira haveri mi* dos presantifica-
doa, qne ir para o altar a 8 horas da wauha, e
na qual aera retirado e consumido o Santissfmo
Sacramento, conforme prescreve e exige o officio
do dia. Depois da misaa haveri procissio do Se-
nsor Merto no interior da igreja, e sermio da Pai-
xio; a tarde do mesan dia, o exerce da Via-
satra, e noite e strmio de lagrimas e canucos
piedosos. *
No aabbado, as 8 horas da maahi, far ae-ba .a
bencio do povo e do cirio com canto solemne do
Exultet, e, lidas as propheeias, caiter-se-ha A
grande orchestra a missa de Alleluia.
Igreja ale PedroNessa igreja boje
nevar o ultimo aermi> na actual quareima Pre-
gar S Exc Rvma. o Sr. bispo diocesano.
Ltberdade Foi ante-hontem altorriada
sem onus, pelo Sr. Or. Santa Rosa, aua escrava
Isabel, de 30 anuos de idade.
Registramos c; m praser esse acto de philan-
tropia.
Obulo Um christi) remetteu-oos hontem 2*
para os nufragos do vapor Bakia. Enviamol-os
ao Sr. Francisco Qurgel do Amaral, memoro da
eommissio de soccortos aos navrfrag.is, na paro-
chia de Santo Antonio.
Cbruma exa linda 8. Ex. Revma, o
Sr. D. Jos administrar o Sacrameit o da confir-
macio sabbado d'alleluia, na igreja do Seminario
i s 4 1|2 horas da Urde.
As pe.-soas adultas deverao preparar-se pre-
viamente com a coafisso sacramental.
faculdade de DireitoEis o resultado
dos actos de hontem :
I* auno
Joio Thom Alves Guimaries, plenamente.
Jos Targino Accloli, simpleamente.
Jos do Castro e Silva, idea.
Torquato Antonio de Almcida, idem.
Jos Panlino de Alboqaerque Mello, idem
Um reprovado.
3." anno
Joao Martniano Castalio Buuc >, plenamente.
Carlos Borromeu Pereira, simplesmeute.
Guilherrae Nabuco Maciel, idem.
Domingos de Amen Vasc meollos, ilem.
Jcs Lucas Pires de Scusa Raogel, idem.
Um levanteu-se da oral.
4. anno
Jos Alfonso Lamounier Godofredo Jnior, ple-
namente.
Alfredo Bolinicar da Cunba, idem.
Celestino Carlos Warderley, simplesmcnte.
Alexandre Jos do Souza Santos, idem.
Albei-to de Barros Faleo de Lacerds, idem.
Jote Piobeiro da Cmara, dem.
Festa das Dorea Amanbi, na matriz
doCorpo Santo, celebra a rmaudade do Seoh ir
dos Passos, a festividado de Nossa Senhora das
Uores, com missa solemne pela 9 horas da mi-
ubi e ladainba noite. .
Innlltato ArcbeologlcoFaaccioua hoje
so uifii dia, esta associacio, para posso da sua
nova directora. .
aubslitulco de olasTefmiua boje o
praso para recolhimento, sem descosto, das se-
dulas de 2*000 da 5 estampa, 10*000-da 6." es-
tampa, e 5*000 da 7. estompa..-
Fcruaado de Mewaha-Hoje, pelas 11
horas da maubi, na Thesouraria de FazeWa, re-
cebera es propbstas em caitas fechadaa, para o
abastecmento da pbarmacia do presidio de Fer
aando de Noronha.
Sociedade CoaclUaeaoEsta Sociedad*
de bmeficeucia, sita ra da Iinperatrix u. 2, de-
lib rou ooidjuvar a cuminUsa de soccorros aos
nufragos so vapor Baha cun a quantia de 100*.
ui nome desea Sociedade proeuraram-nos hon-
tem os Srs. Manoet Goncalves Agr e Gaspar Jos
de Mello, e nos entregarsui a referida quautia
para fasel -o ihegar ao seu destino.
Agradecsudo easa honrosa confiase, fizamos
hooiosa conSanca, filemos chegar a quantia s
miles do Sr. Frauc.sje Gurgel do Amaral, membro
da commissao de soccorros aos nufragos, ua paro-
chia de Santo Antonio.
EspectculosEm beneficio dos nufragos
do paquete nacional Baha, ha os aeguiutes espec-
tculos, generosamente offerecidos :
HojeSo Theatro SanU Isabel, oela compa
nbia de aarauelas, a operetaLa Tempestad,
libreto de Rara s Carriou e msica do maestro
bupi.
AmanhNo Theatro Santo Antonio, pelo Con -
gresao Dramtico Bent fcente, o drama em 3 actos
O collar de ouroe a comedia Morrer para ter
lUnheiro.
SabbadoSo Theatro Sauto Antonio, pela Lom
panhia dramtica,O Dedo de Deut ou o Naufra-
gio da Fragata Minerva.
Ca beneficio don naulVaaron O
bafrro da Boa-Vista nio podondo nam devendo
deixir de cencorrer, com o obulo dos seus habi-
tantes, para a caridosa empresa de proteger e me-
Iborar a condico dos iofelizes nufragos do Baha,
acaba de or anisar urna ccmmisaao que trata de
obter prendas para um bazar, que se installari
brevemente n<> jardim da Praga do Conde d'Eu e
cujo producto- ser todo entregue a .Commissao
Central de Soccoiroa aos Nufragos.
A commissao consta dos Srs. Joi Abran tes de
Figueiredo, Jos de Sousa Brax, Joi Theotonio
Domingaes, Jos Mara de Lemoa Duarte, OJlon
Duarte, Jos Isidcro Martina, padre Ernesto Jos
de Souz Lea), Olavo Antonio Ferreira e Pedro
de Alcntara Borges de Castro.
As Exmas. familias e qualquer pessoa que qui
aerem remetter prendas para o futuro bazar pod m
tnvial-as para os seguales lagaresrna da Im
peratris na. 60, 01 c 82 e ra da Santa Cruz n. 46.
lompsnbla Perro Carril O conduc-
tores da Compmhia Ferro Carril, abriram entre s:
urna subscripcSo ; para auxiliar s victimas do
naufragio do vapor 'Babia, nomeando urna com-
missao dantre etica, para adquirir as esportulaa.
Malvados da vapor Habla.A malla que
hontem dissemos tea iidoapanhaua na Barreta, re-
conbeceu-se perteu,oar ao carpinteirn da armada
de nome Januario Ferreira de Sampaio, um dos
nufragos salvos do paquete baha.
Elle comparecen hontem no arsenal de mariaha,
e, parante tcstemunh is, abri a reterida-ma. la cora
P chave que poasuia, e demonstrou a sua pippne -
dada sobre ella; p*lo que a recebeu. /'
laquerlloNa capitana do porto e ua
polica proaeguem os inqueritos sobre a collisao
don vaporct Babia Pirapama.
Hontem foi inquerdo o commandante do vapor
Pirapama.
Heje, o Dr- chefe de poa vai iuq ieiir os effi?
ciaes e pravas de uarinha, que vindos*ho paquete
Baha, estao recolbidos ao patacho de guerra
Pirapama.
SabaerlpcoII .ntem, em aessio da C-
mara mnoicipa', desta capital, na bora do expe-
diente, pedio a palavra pela ordeu, o Sr. veroador
Climaco da Silva, e declarou que sendo a cmara
municipal a representante do municipio, nio poda
ficar muda aos lamentos dos infelizes nufragos do
4vapor Babia, mitignn li-lh -s os soff.iinentos, e
assim, quudeviaconcorr^r tambem com o seu obulo
de caridade, devendo a quantia arrecadada ser re-
mettida commissao central de soccorros para
incumbir-se da distribucaoe
Assigoarain e arrecadou-se a quantia de 3001,
como se v da seguate lista de veroadores:
Cmara Municipal
Dr. Francisco do Kego Barros de La-
cerda lOOOOO
Joio Jos de \morim 85^000
Jos Rufino Ciiu:aeo,da Silva 25*00!)
Gabriel Iiolfonso da Nev Cardoso 25*000
Joaqun) Al ves da Fonseca 5iMI
Deodato Goncalves Torree 20*001
Luis Bernardo Castello Branco da Ro-
cha 15*000
Tito Livio Soares 10*000
Major Joao Francisco Antunes 10J000
Teoente-corcnel Loureuco de S e Al-
buquerque 1000r<
Agostoho Bez'erra da Silva Cavalcante 10*000
Antonio Samico de Lyra c M- lio 5*000
Ten'n'.'-coioneI Mancel Goncalves F.
Coat 5*000
Dr. C -sme de S Pereira 5*00J
COMERCIO
U iU eviniuerclal
lOTAgOKS OFPICIAES DA JUNTA DOS COB-
BBCTOKE3
Refe 30 de Mor* de 1881
L l'eraaiubuco da 1* serie, do valor de 100/000 a
j.)*800 cada urna.
; 'taa dius da 2a serie a92* cada umi.
Cambio sobre S. Paulo, a 60 d/v. com 2 1|4 0/0 de
detconto, hontem.
Cambio sobre o Ro Grande do Sal, 60 div. com
2 1/-4 0t0 de descont, hoje.
Jannio obre Londres, a .i d|V. 21 5|8, 21 9(16 e
21 1|2 d. por 1*000, do banco. .
sa bora da l>olta
Veuderam-se :
4 leiras hypothecaras de 1 serie.
) 70 ditas de 2 serie.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
vil to baiicarlo
BEC1TE, 3U't)E HJlK90 DE 1887
Os bancos abriram beje o mercado de cambio
com. a taxa da 21,5/8 d. sobre Londres.
A's 11 horas retiraram esta v estabuleceram a
de U 1/2 d.
Vi*;oram, portanto, oifijialmente as seguintes
tabellas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 l e vista 21 1/4.
-obre Pars, 90 d/v 442 e vista 416.
Sobra Hamburgo, 90 d/r 548 e A vista 554.
Sobre Portugal, 90 d/v 248 e & vista 250
v bre Italia, vista 446.
ft.bre New-Yoik, vista 2*360.
Do English Bank:
\,bre Londres, 90 d/v 21 1/2 e vista 21 1/4.
--obre Paria, 90 d/v 442 e vista 416.
-v.bre Italia, 4 vista 416.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 48 e vista 554.
- bre New-York, vista 2*350.
-vbre Liaboa e Porto, 90 d/v 248 e 4 vista 250.
v>tre as principaes cidadea de i'oriugal, vista
55.
S Are liba dos Acarea, vista 258.
liba da Madeira, 4 vuta 5i\
Mercado de aaaucar e alifoilo
, ascira, 30 na mabco de 1887
Aitucar
precoa dos auucaru rcgularam aos algaris-
-guintes :
I5kats.de 2*000 a 2*100.
ie2*100 a 2*2.)0.
*JO0, 2*800 e 2*100.
J500 a 2*600.
por 15 kilos, de 2*300
3004000
Rea-lata aailiiar e eaerclcloS. Ex*.
o Sr. general commanante das arma psssoa hon-
tem tarde revista em o dem d*innriiBi"So 14."
bitaihao de iutautaria, .> I.irg do Ilupicio.
O batalhio apreoeut lu-se digna de elogios, pelo
aseeio e uoifsvmidad* >'c suas pracas. c depois da
revista 'ex 'Cutuu diversas manobras com firmeza
e precis&o.
O largo este ve extraordinariamente concorri-
do, apesar do temporal que amei.cava.
laeubype-Ette vapor, da Companbia Per-
nombueana, seguir hije, as 5 horas da tarde,
para os p>rtos do nor.c at o Cear.
Sabacrlpcdo em ri ilo nimfra
iosA subscripto da prochia de Santo Anto-
nio at agora do 3:285*000.
Contina a commissao a empregar rsforcos,
afim de arrecadar mais algumas quantias.
Ftlraila de ferro do Heelre & Ca-
ruars. A contar de amnh&, 1' de Abril eui
di. nte, ficam supprimiios os trans que partiam da
estacilo de Jaboato s 6 horas da maoh, e da
do Recife s 8 1/2 da noite. O trem mixto n. 1
partir para a esticli da Victoria a 3 b'oras da
tarde o regressar As 6 '/- da mauh.
Obra* Pssbllcasi.Pelo Sr. Dr. PraocieA
Apoligorio L-al f>>mos obtequiaoos com um iluta
piar do relatorio aw em 26 de Janeiro ultimo,
apresentoj. ao Exm. Sr. presidente da provincia,
como engeuheiro chefe da ReparticJo das Obras
Publicas.
Agradecemos.
HoMpItal Corluauez-O movimeut> das
enfermaras deste hospital na semana fiuda foi o
seguate :
Exstam cm tratamento...... 18
-2
Entraram durante a semana...
Sahiram curadas.............
Ficam em tratamento........
20
5
15
20
Contina d semana o Sr. mor Jomo Jos Albino
de Abren Cardoso.
Peala de Corpas Cbriati esa Pal
marrs-Mo dia 9 de JuuLo, deve reulisar-se na
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Masca vado, por 15 kilos, a 1*200 a l* 100.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Rtame, por U kilos, de 840 a 1*000. _
O mximo ou minimo dos piecos sao obtidos
cenforme o sortimeuto.
AU/odao
Foi hoje cotado a 6*650 a 6*700 por 15 kilos, o
de Pernambuco e boas procedencias.
Entrada* de assacar e algodo
MEZ DE SUBCO
Barcacas .
Estrada de ferro de Olin-
da ...
Estrada de ferro de Cn-
rnar
Animaes .
Estrada de trro de S.
Francsc i .
Estrada do trro de Li-
moeiro .
5
1 4 2 02.73S
1 6 5.200
l 4 29 1 4 80 10.356 9.563
1 4 26 72.679
1 4 26 9.063
169.599
l

4.019
3.417
75
10.041
4.872
4.926
27.350
Lsar nornesuense Ideal
Fochou-sc o fretamento deste navio para cirrc-
gar r.ssucar aqu, com destino a Santos, a 140 rs.
por 15 kilo?, carregamento completo "
Vapor fianees Sully
Sguio b'Utem para os portos do sul, com a se-
guate carga :
Para Baha :
100 barricas com asiucar.
50/2 ditas com dito.
Para Santos :
2,200 saceos com assucar.
30 pipas com agurdente.
Banco de Crdito Real
At o dia 15 de Abril viudoaro, devem os ac-
cionistas do Banco de Crelito Real de Pernam-
buco realizar a terecira entrada do valer no-
minal de su*s acco s, na razio de 10 0/0, levan-
do-a 4 sede do banco, na ra do Ooms&ercio n.
34.
Este banco csl pagando o acu primero divi-
dendo 4 razio de 4*000 por accao ou 10 0/0 di
valor realizado de cada urna.
O pagamento fiz-se na s Je do banco, das 10
horas da manha s 4 horas da tarde doa das
uteis.
Notaa do Tbeaouro dilaceradas
O.recolhimeuto de notas dilaceradas est sendo
feito ua Thesouraria de Faseuda, as tercas e
#extas-feiras, das 10 as 12 horas da manha.
matrs delta cidaie a festa de Corpas Christi, pela
respectiva orchestra de que padre
Slo juizes desta festa o eapitio Isacio Matbeus
de Almeida e a Exma. consorte de tenente pha'r-
maceutico Joaquim Augusto Xavier da Maia.
Olreotorta das obraa de coataerva
cao doa portoaBoletm meteoresngieo do
dia 29 de Mareo de 1887 : V
Horas o a-a gse-
6 m. 9 12 3 t. 6 23'3 266 29'a 30-I 28'4
Barmetro
0
75927
760"33
759*83
i58">4
758-85
o
Teaai. 1
do vapar
b
-. a
17.85,
18.1
21.2$ 22.0$ .
21.04
m
83
71
69
6)
74
Temperatura mxima'If'Q.
Dita mnima23*,2.
Evaporaco em 24 horas ao sol-: 4,a$ ; 4 som-
bra : 2,"9.
Chuvanulla.
pii ecco do vento : SE de meia noite aj 8
horas o 36 minutos da manhii; SSE-eS alter-
nados at 8 horas e 25 minutos da tardo ; S at
8 horas e 43 mioucos da tarde ; ESH at meia
noite.
Velocidade media do vento : 1,">97 poi- segundo.
Ncbuloaidademedia: 0,55. -
Alns;a de Balxo-Escrevem-nos em 18
da corrate :
Aguardando os resultados das Jesa6#a do ju-
ry, prmcipialas a 14 d'oste, foi-nos ne::ssario
demorar a remeasa da presente missiva,i
Renovamos nossas svudaco s a Ilustrada re-
dic.'o do Diario, e faaemos votos pea saa conti-
nuacao no jornalismo litterario de nosso paiz para
que, com suas luies, v expancando as trevas em
que iLlhares de compatriotas nossos ainia viven
u tormentados.
No dia 14, cim effeto, reuuio-sa'o jury d'es-
te tormo sob a presidencia do Sr. Dr. Juk Juli'o,
juiz de dircito da comarca, serviado iuteciu-tinea-
te o lugar de promotor o Sr. Pantalii> le Si pai-
ra, residente na cidade de Pcsqueira ? Nio ha-
vendo numero legal de jurados, n'esse dra, em
virtude das grandes c: uv*s, que teem prjduziio
cnchentes dos ros e riachos, al bem poucos das
completamente trridos, deixou de haver sessai,
mas uo dia 15 abri se na presenfa de 41 jura
dos!...
Foram sabinettdos a julgamenfo 5 reos por
diversos crimes, sendo absolvidoj 4 e condciO'iado
1 no grao minim) do art. 257 do cdigo criminal,
dh cuja deciso appellou p ira a relacio do dis-
trcto.'
O Dr. juiz de direito, teodo previamente of-
ficiado ao Dr. jais de direito da comarca de Iu-
gazeira para vir presidir aos julgameotos de 2
reos appellados, para os quaes est empedido, bem
como o Dr. juiz municipal, qu-> tambeui aqu es-
teve, recebendo participaco inicial d'aqaelle juiz,
dzeiilo qae por causa das ertebeotes dos ros dei-
tava deatteuder a tiojus'o convite, dissolv-u a
sessilo e retirou-se hoatem para a tele da c>-
marca.
Pede a ,-erdade que se diga, que S. S. por
fou-se, como sempre, com muita e^uidade, cava-
lbeiriamo e atteocoes pira com {qdps do tribuual
do jury, moldando sus actos no ca lindo da mais
escrupulosa jnstica.
Ao chuvas tem sido abundantissimas, pare-
cendo-nis que e anno sari de provitbso^ effeitos
para tolos ni, pobres sertan^jo1, q ie qaae s-:m-
pre luamos com as tradicci niaea seccas.
Agora que se acha tunecionaado a patritica
e Ilustrada Assembla da pruvuca, niq pudemos
deixar de convidar suas dianas vistas par i esta
esqueeida localidade, alias merecedora de atten
(,-i por parte de lio honrada cerporaci>. Esta-
m>s ua grande dstaucia de 22 legoas da s le da
e marja (Cimbre), donde nos impossivel che-
gar a tempo os benficos resultados da justici, ni >
n-cessarios entre nos, alm do mais, o que nos
affl'ge em face dessa desvantajosa dialatieia, ao
passo que elevando-se a comarca, provi lencia r.i-
clamada por todos, cessarim todos o obstculos,
e continnaria misa vivar mais garantid.isem nos-
sos direitos, quasi sempre abafados pelas taes con-
veui iicas part lanas de localidade.
Prrstem, os difrnes diputados provineiaes esse
nadiavel servico a esta fl .rescente localid >de e S
Ex* o Sr. presidente da provincia, q'ie seas uoines
serio sempre por tod-is n bem ditos e lembradi
eteruameute.
Aiual, depois le d jlorosos gemido da monta
nha dei etlt a luz m ito !.. L),-pois**: sCtt-r
dito inuito do que vai de dosaandos por >arte do
patrmouo da matriz desta dsveuturada freguezia.
e de seu procurador Francisco Soares de Mello', que
reside na frygueza de Afogados de logaxeira, ha
inuites annos, scaba de ser elle meim tornalo
procurador de tal patrimonio, em face, cora* de
erer, de proposta e uforuiaci do Rvd. cura, que
o inesmo de todos os terapia :
O officio de S. Ere. Rvm., vndo pira o feliz
prucu.-ader para ser lido e executa lo pela flor
da gente, que quera se vai uzuftuimlo dos pros,
ticaudo obprecaloo* para Nossa Senhora !.,.
Q ler S. Exe. o Sr. Bsp', sabir da verdado do
que viraos de azer do seu procurador, informe se
do Rvd. paroeb de Afogados, carcter nobre e
verdadeiro, que ficar convencido do quauto foi
Iludido.
MuliMtIluico de notas do Thesuoro
Terraua boje-o prazo marcado para teeolhi-
mento, sem descont, das notas de 2*00J da 5'
estampa, 10*000 da 6* e 5*000 da W.
A substituiciio est senao feita na Thesouraria
de Paseada, uos das uteis, das 10 s 12 horas da
inunda. .
Pauta da Alfandesja
bLM NA DE 28 DE MARCO A 2 DE ABBIfc D
Alcool (litro)
Algodao (kilo)
Aisucar retinado (kilo)
Dito brauco (kilo)
Dito mascavado (kilo)
Borracha (kilo)
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
Caf bom (kilo)
Caf r-stolho (kilo)
Carnauba (kilo)
Carocw de alrodao (kilo)-
Carrao de pedra de Cardift (to.j
l^.orua seceu e pichados (k'lo)
Hites s:.lgados (kl..j
Ditos verdes (kilo)
Farioha de mandioca (litro)
Fumo rcstolho (kilo)
Gcaebra (litro)
Mel (litro)
Milho (kilo)
Taboados de amarello (duzia)
1887
218
366
151
131
067
1*265
400
077
460
;i0
366
014
16*000
585
500
275
050
400
200
040
040
100*000
Importarn
B irea inglesa Elhel, entrada d t Terra Nova, era
30 do crreme e consignada a tsauodres Brothers
as C, mauifestou :
Bacalho 3,375 barricas e 1.450 mcias aos coi: -
signatarios.
Vapor nacioaal Ipajaca, entrado dos portos do
norte, em 30 do eorrente, e consignado a Compa-
nbia P<*rnambueana, mauifestou :
Alcana? 7 barris ordera. .
Alg.odi-i 332 saccas ordem.
Caf 26 saceos.
'ounlios 2 fardos.
C.-a d4 carnauba 36 saceos.
Fazendas 1 fardo.
Gomma de mandioca 73 saceos.
Piche 2 bsrris.
Pelles 50 fardos,
Sola 250 meios.
Sinos aatilisados 4 ordem.
Vellas do cera de carnauba 14 c.-iixas brdem.
i^xdoi :co
aEuira 9 di mahco db 1887
Pora o exterior
Nio houve deapacho.
Para o interior
No vapor naqioual Aymor, carregaram :
Para Porto Alegre, P. Carneiro a C. b ates
com 341 k'los de algodao, 170 saceos com 11,750
kilos dctsaucir branco v 69 ditos com 5,175 ditos
de dito mascavado.

es tempes, de nada serVe a seuuvnoicipfs senil
para Ibes facer effectiva cobraaca dea impostos !
A tranquillidade publica vai marchando pro-
gressivamente e as autoridades, tapto policiaes
como jadicarai vio. iodo bem no cumprimeato de
seas de veres.
CaruarifEicrevem-nos ein 19 do corrate :
Hoatem i esta cidade chegaram es Drs. Braga
Torres, Pinto Ribeiro, Jqseta Neto q Figueiredo
Rseha, e algn* auxiliares, que'tveran percorrer
a lioha locada entre Beaerro* e esta cidade.
A nio ser o traballjo.diffi'cillmo da serra e a
falta absoluta d'ague para a constrnecao dos via-
ductos e pootilhoes, a partir da estsciodo Casca-
vel para a cidade de Gravat, antes de dous annos
feriamos trafego at a cidade de Becerros, porquej
todo o trechos cargo do empreitero Dr. Valle, est"
adiantadissimo. Este distracto cavalheiro, -nao
tem poupado esforcos e acMvifale para cotieiuir
os trabalbos que empreit u, Oj denmis emprei-
teiros lutam com a grandetalta~d"a>a, e accdeu-
thcio do terrea i. Nio obstante taes difficuldades
os trabalbos da serra vio se adantando.
Tem causado serios desgostos s popoUcvJ'
do Gsavat, Beserros e desta eomaroa nao hicr
trem diario pira a estaba i do Caspivel, esta co
que fot inaugurada em Dezembro. Hesse mz
rendeu ella quanlia superior a tajVJ*, n< mee de
Janeiro mais de 400*, em Fevereiro,.a receita toi
superior u despeza. J se v qne em urna esta-
dio que todos os mezes deisa- saldo, nio oouvm
supprimir o trafego diario. Aecrescc que todo o
peseoal da ost; ci percebe seos vencimeutoa, quer
aja trafego diario quer nao; apenas o qoe cres'ce
despeza de uarrao e graixa entre ss estacos de
Pombos e Cavcavel; e o transporte depassageiros,
animaes e carga embarcadas najde Caseavel di
de sobra para iddemnistr o carvi) c a graixa
Ou supprraa-se a eaiaco do Casc-iVel, n.resta-
beloca-se o trafego diario.
Alm do servico qu-; presta ao commercie de
Gravat e a esta cidade. oiuita utilidade presta'a
eoostruccio da linda, porque es constructores dia-
riamente prccuii de inateiiaes e vveres, c bt.
d'agua petavel que recebem pela trem :
Pedimos, po8, aos Srs. Drs. Anstides Gal-
/io e Pite* Ferreira, aquella director de estrada,
e este ebefe do trafego, o restabi-lecimento do tra-
fego diario para a esta cao do Cisca ve!, do contra-
rio Acaremos as cond^oes de que j dase um
espirituoso eseriptor portuguez, referiado se a
Portugal: o povo s tem dous de veres, pagar im-
postos, e rezar ua igreja. *
Cidade de rVasaretb Escrevam-nos em
27 do eorrente:
i Teve lugar no dia 25 do correte a solemni
safio do 3a anniversacio da sociedade Echo Dra-
mtico Familiar Nasareno, cuja festa, se bem
que muito simples, foi todava bastante agradavel.
Constou de urna sessio magua, a quil teve
principio s 8 horas da noite, sendo por esta oc-
siio empeisada a nova directora, tleita nJTdia
20 do eorrente. f
Diversas sociedades fizeram se representar,
taes (como: o Centro Litterarb, a Sociedade Ar-
tstica Nazarena e o Club Easaio Dramtico Pao
d'Alhease. Diversos oradores occoprain a tribu-
na, tendo servido Je orador por parte do Echo Dra-
mtico, O cidad.lo Abilio 'Cl-ineiitiOo B'zcir.'i,
Francisco Horoucio, pelo Centro Litterario c pelo
Olub Dramtico Pao d'Albfcnsa o Sr. JoJo Pessoa,
cujo discurso foi muito apiiUudiJo.
Tambem urou o socio utjnio Silvestre.
> Finda assim a sessili^ principiou la 9 1/2 n
especcaculo, o qual constou do drama O eneravo
generoso, esoripto especaanente para essa a icie
dade, extraa Jo di roinasfce de Vicente Flix de
Cuatro, Os Itom iu de tonque ou ai miteriai da es-
craviddo pelo socio Vctor Vieira, lerminandi o
espectculo coui a ioteressante comedia do acad-
mico Ribeiro da Silva, Q tem o alheio rtete na
praca o detpe, cujo deseuipeiiho correu muito regu-
lar, agraduudo baataute.
Anda ao findar-se o drama foichimaJoa
sc.-ua o autor e maia s icios represeutautee, reci-
tando nesta occasiio o orador do Cluo Dramtico
r*o d'Alhease urna linda pote a, a quil teve ge
raes applausos.
Termimu a festa a 1 hora, retiraiidj-se tc poasuidos de grande satsfavii.'
A uova directora est asrim cumpostu :
DirectorVirtor Vieira.
SecretarioFrancisco Pacheco.
Theaoureiro Amaro Coutiuho.
Couiraissio fi CalKrauciuco Horoucia, Dacano
Liins e Jordio Chaves.
Villa de Boa-VistaEscrevein-nos cm
14 do mes de Fevereiro findo :
.Bufamos a V. S. que poca pelo seu coocei
tuado jornal Diario de Fcniambuco aos Exma.
Srs. presidente da proviucts e memores da As
enrabi i Provincial urna quota no urcameuto pro-
viacisl para os rupiros de que precisa u igreja
matriz desta villa, que se acba em estado deca
dente.
N'esta villa nio existe urna cadea, .pesar di
ser urna das villas mais vclbas da provincia, e
ele da comarca, e para uto pedimos Ihe que cha-
uf-ra a attenc;io dos Srs. deputados provinciaes,
representant'-s d'este 13 > datricto.
A Camaia Municiptl d>*sta villa, apesar de
ser una das u ais ricas do alto sertio, nao rossuu
uuia casa finque funecione. Vive arame sajte
a pgar 60*00') auumluieute por uua casa alu-
g ida, que era avquer accomraoda a pequ-:na rao-
bilia que possue.
lia annos que nao temos um sacerdote que
Para o Ro de Janeiro, Costa & Fernandos 8
caixas coot-udo 1,000 mangas, fructa.
No vapor nacional Espirito Sanio, carre-
gou :
Para o Para, V. T. Coim ira 400 volumes com
30,054 kilos de aasnear Wran-v.
Na bareaca J. Arana, carregou :
Para P. de Alagoas, A. Gal vio 10,000 Htris
de sal.
.\avio 4 earga
Barca ingleza Frinchner, Russia.
Barca portuguesa Hernlia, Lisboa.
Barca noruegueose Aino, Hull.
Brigue alienlo J. G. Fichte, Montevideo.
Escuna nacional Murielta, Pelotas.
Lagar iaglez Aureola, New York.
Lugar nacional Afata 1, Santos.
Lugar nacional Juvenal, Ro Grande do Sul.
L-r aoruegueuse Airona, HulL
Lugar norueguense Ideal, Santos.
Palhabote nacional S. Barlholomeu, Porto-Alegra
Patacho ingles Uou Rose, New-York.
Navloa a deacarga
Brigue allemio Jos" Qenebra, carvio.
Barca uorueguense Brodrene, carvio de pedra.
Barca norueguense Progrese, carvio.
Barca inglesa Chrisliani Serivey, carvio..
Barca dinamarquesa Anca, carvio.
Barca hespanhola Francisca Villa, carvio.
Barca norueguense Speranta, carvio de pedra.
Barca norueguense Glitner, carvio.
Barca inglesa Paragero, bacalho.
Escuna nglec* May, bacalho.
E 'cuna uorueguense Hapsnas, varios gneros.
Lugar ingles May, carvio.
Lugar inglec Luse R. Wilce, bacalho.
Lugar allemio Helene, varios gneros.
Lujar ingles Jiosina, bacalho.
Patacho ingles Buda, carvio.
Patacho inglez Aldwyth, bacalho.
Vapor oglez Plato, varios gneros.
Dlnbelro
0 vapor trances Sully levou :
Para Babia 60:000*000
Rendineato publico
MBS DB MASCO
Al/aniega
Beoda gcral :
O-la 29 817:019*9o6
dem de 3 87:116i630
Renda provincial :
Ve 1 a 29 140.004*583
dem c 30 6:347/696
854:126/586
145:3524285
Recthedoria
e 1 a 29
tem e 30
999:478*871
85:622*293
6:478*534
91:160;827
^ I5
neaMsita-
que tem
Exm. Sr.
nos d o alimento ec<
moa, apesar ees grandes
feito a Cmara Municipal
bispo diocesano.
No da 7 de Janeire prximo paseado tomou
posse a nova Cmara, e rendo sido chamado i
c ntts o procurador Bartholomb da Costa Bar-
ros, este apreseatou um desfalque que, segundo
ooasta, nio pequeo, e por essa causa foi exone-
rado do cargo e uomualo Rib.-rto Gomes Pi-
aeata.
Nio saben s em que se gasta o dinhero d'es-
ta municipalidade. As ras acham-se entregues
ao"abandono ; vivera porcas e sujas.
A 7 do correte teye lugr a sessilo prepara-
toria do Jury, deixanlo de haver sessio nsare
por falta de comparecimento de juizes delact
que teve lugar lio da 10, entrando em julgamonto
o reo Marcelino, sendo defensor da causa o pro-
fessor capitio B.'llarmino Ferreira Padilda, e re-
presentando a justiet publici o digno promotoi
Dr, Pbiladclpho Birroso da Silva No di* 11
eotrau em jdl^amento o "r Gabriel dos Santos,
sendo patrono ds)aaru3a ocidadi Jos da Silva
S intfts. Os dc4A9 reos foram abjolvidos.
Cbeg-ou nesta vilf, no dia II do mez proxi-
ra9 psswd, o 'pfjwo*or publico ult'ina-nerite n)
Oteado, De. Phila-iebfcH* Barroso da Silva, que.
segundo dareoe, au> mojo dotado oV racri; j e s in-propasai pol'tici al-
guma
Temos tido muito boas ehuv.is, e j estao
portanto-animados os fazendeiro, que por causa
da secca sjffreram rauitoe prejuizos ua criacao de
gados vaceum e davala*
Aeoi-ie creada u ai f.ra nes'a villa, oque
foi urna medida acertada tomada pela nova C-
mara, gr.ijis 4 reprrsaac4o de ambos os pirti-
dos na rauaicipalidide.
Tambern j eit creci* a eo'ectoria pnvin-
cial, Utas u'u foi uiuia uomeilo colleotor nem
escrivio. At outra vez.
tuelff.mEdcciuar-ee-bao:
oje :
Peio aoeaa Pestan, As 11 horas, na ra do
Vigarion. 1 Ot-preiros.
Fco aoeae tinto, ** 11 lujras,. na travesa
do Corpo Santo u. 23, le ftiove:?, vidri, I i.u^a etc.
Peto agente Brillo, s 11 horas, ni ra de Pe-
dro Aff onso n. 43, de predios.
Amanda :
Peto agente Burlamaqai, s 11 horas, na ra
d > Imperador u. 30 de roflp is e fazondas e parte
de um eiigeuho.
Sabbado :
Peto aqtnte (iusmao s 11 h S. Jd*g n. 70, de iniveis, lou^as, vidfos, etc,
Peto oyente Pinto, s II horas, na ra do Com-
raerc > n. 46. d-: 10 p-cj di giigi avarait, 2
burras e movis.
Ifllaaa* fnebres.Serio celebradas :
p^^-Hoje:
A's frlmas.-aiB nutriz da Boa-Vista, per alma
a Baroueza de G .yaoo; s horas na matriz da
Boa-Vista p>r alm> de Canudo Alberto Sodr
da Ixts;s 8 dirs, na m-sini m.triz por alma
do couimu idador Aorcli.ni> de Airadla lt>dn-
gues Isaac ; i. 8 horas, iu capella di enviudo
Uoneeici i, p >r alm i da 5 .nueza de Goyanua.
Araauhi :
A' 8 h nas ua capel! do Pilar por alma do 1*
tenente Aiireiano Isaac ; s 8 hora., .'-ua igreja
do E-pirit) anto, por alnt de BcrnarJi Joa-
quim Gomes.
Sbbado :
A's d hor is n i c m -onto do Carmo por alma dos
fallecidos uo naiitrigio no vap r B tilia ; t 8
horas, na ra.tii Ja Biv-Vista, pili de Joaquim
Antonio G. de Figueiredo ; s 8 horas, na matriz
do Corpo Santo, p ir alma de Antonio Francisco
Mitrars 7 b .ras, na imtrz da ft>a- Vista, por
al na de U. Idaliua Aquilina Mudlert.
Piuitaselre -Cheiridoi djj portos do nor-
te n > v ip ir n*ei n .1 Ipoj'ioa :
Umb-iini F. G Mdi> Juviu i Bvrreti, smse-
jidjra, 3 lhos e uuu criada, E teas Menlonfa,
sua senhora e ura erial), Jj'n L. Goalirac 6iia
seuh ira, Dr. Joao Filgueira, Dr. Alcebial s D.
de Albuq'wrque, J-" Soirea da Sdva, Jonu Tho-
imz, Francisco l'etroeell, Jos Silverioi f. l-Al-
buquerqu', Fernau lo -lerijla.i, Carlos B. Primo,
Vlanool Libo, Rcarlo N igeis, Puiloinena Mara
de Assumpcao.
Sabidos para o su' n i vapor francez Sis'lg :
Edegar T. Eloy, E Iraun l Cose, Hyppolito Pe
derueiras, sua senhora, 2 fi'hos e u na criada, Fer-
nando Moura, Jos Olegario de Almeida Moura,
Augisto R'uan. Ado'pHi Birbalhi r;ht Ca-
vacante. Drago Maranbao, ArualJ) Novis, Dr.
Asnbal R. Senas.
Proel asnas le essvasssessSoa Furam
lidos na matriz da Boa-Vista, uo domingo 27 do
eorrente, os seguintes
Joio Lucio da Silva com Mara Cbristiua da
Cvicecao
Bellarraino Joaquim do Espirito Saoto com Ma-
ra Francisca Cesar.
Leonel Olegario dos Santos c>a Mara Pereira
dos Prazeres.
Ca*>a de SeleoeaoMovmeuto dos pre-
s >s do da 29 de Marco :
Exstam prosos 398, entraram 5, sahiram 22
Existem 381.
A saber :
Nacionaea 345, muiberes 6, estrangeiros 13, es
ara vos sentenciados 7, dito processado 1, ditos de
eorreccio 9Tuta.1 381.
Oe.l a 29
Iil'.in du '0
Od 1 a 29
Ilem ce c0
Consulado Provincial
39:712*039
1:006*334
Redje Drainage
40.718*373
51:515*638
1:368a822
52:914*460
Herrada aalclpal de *<*
O movmento deste Mercado uo da 30 de
M-irco foi o se 'iiinte :
Entraram :
30 bois pesando 4.402 kilos, sendo de Oh-
vera Castro, 15 ditos de 1.* qaalidade,
8 de 2" dita e 7 ditos particulares.
663 kilos de peixe a 20 ria 13*260
94 cargas de farioha a 200 ria 18*800
16 ditas de fructas diversas a 300 rs. 4*800
9 taboleiros a 200 ris 1*800
12 Suinos a 200 ria 2*400
Foram oceupados :
. 21 columnas a 600 ris 14/400
25 compartimentos de farioha a
500 res. 12*500
23 ditos de com id a 500 ris 11*500
751/2 ditos de legumes a 400 ris 30*200
18 ditos de suiio a 700 ris 12*606
11 ditos de fressuras a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*000
4 ditos a 1* 4*000
A OHveira Castro *C:
64 talhos a 1 54J00
2 talhos a 500 ris 1*0(0
L)cve ter sido arrecadada oeste da
a quantia de 207*800
5:818*160
6:026*020
Rendmento dos dias 1 a 29
Foi arrecadado liquido at heje
Preces do dia :
Caruo verde de 210 a 430 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
S irnos de 500 a 640 ris deu>.
. ranuha do 2J0 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijio de 660 a 1*000 dem.
Ualaduro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 86
rezes pura o consumo do dia 31 de Marco.
Sendo: 64 rezes pettenccntesaOliveira Castro,
o C, e22 a diversos.
.aporca e navios esperados
VAFOBXS
Abril
Desterrodo su! a 2.
Nigcrda Europa a 4.
Ceardo norte a 4.
Alliancado sul a 5.
Marques de Casiasa Baqia a 5.
Ville de Santos do Havre a 6.
Msnosdo sul a 7.
Advancedo norte a.8.
Trentda Europa a 10.
Oratorde Liverpool a 13.
Tamardo. sul a 14.
Paradu norte a 14.
Arracotdos 335,
--TocaI 335.
Movmento da enterra*/.
Teve alte :
Beldarlo Jos, eseravo de Joio Nunes Thom de
Sonsa, que fallecau.
Lotera da rarteA 304* ioter, da cor-
te, pelo novo plano, cojo premio grande de____
3'1:000,000 ser extraJuda i ia Mar-
co.
Os bilbetes acham-se venda na praae. da la-
depeodeaeia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venia na Casa da For-
tist ra Prnneiro deMarco.
Lotera do Gro-ParAA lotera deste
proviueia, pelo novo plano, cujo premio grande'
40:000*000, ser extrahid no dia 9 de Abril
proiimi.
Bilhetos venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joao Joaquim da Costa
Leite
Tambera ach im-se venda na Casa da For-
tu ia ra Primero de Miruo n. 23.
Cesnllerlo PublicoObituario do dia2
do eorrente :
Man oela do Sacramento Ribeiro, da Luz, Per-
nambuco, 22 anuos, so teira, Recite; dysmenoor-
rha.
Arthur, Pecnambuco, 6 m^zes, Boa-Viste ; dy-
senteria.
CrispiuMiio Al ves, Peroamboco, 60 ancos, sol-
teiro, Bo^-Vista; diarrhi.
Joauna M^na do Espirito-Santo, Pernambuco,
50 aunas, solteira, Boa Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Tuom C irueiro do Reg, Pernambuco, 60 an-
nos, solteira, B.a>Vista; anasarca.
Leoncio, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista ; es-
pa>mo.
Mina, Pernambuco, 1 raez S. Jos ; eclampsia.
Mara, Pernambuco, 1 mez, S. Jos; couvulsoea.
Joio, Pernambuco, 8 mezes, Graca ; enterito.
Benedicto Jos Muuiz, Sauto Antonio; remotti-
do pelo delegado.
Joaquim Duarte Mouteiro, Pernambuco, 35 an-
nos, casado, S. Jos; Icso cardiaca.
Mara, Pernambuco, 15 das, Boa Vista ; ato-
ra it i te.
- 29
Flavio Goocilves Lima, Pernambuco, 40 annos,
casado, Saoto Antonio; atherumosio aoitico.
Miria Francisca doa Sanios, Pernambuco, 84
auuos, v'iva, S. Jote ; diarrha.
Manuel, Pernambuco, 1 dia, Boa-Vista; es-
pasmo.
Vanocl Joaquim de Farias, Pernambuco, 25 an-
uos, solteiro, Boa-Vista; ic'eucia.
Eraerniicana. P^raambaco, 31 das, Recife;
eouvuUjs.
Fraucsca U nb -lina das Dores, Pemambn:o, 55
aunos, casada, S. Jo; tiemorrbugia cerebral.
B;lsaro Jos (eseravo abandona o), Pernam-
buco, 30 auuos, sulteiro, $. Jos ; ferimento pene-
trante.
Benedicto, Pernambuco, 8 dias, S. Jos ; t-
tano.
Jos, Pcruajiboc i, S. Jos ; remettido pelo sub-
delegado.
Um feto, Pernambi'.-o, S. Jos ; remettido pelo
subdelegado.
FLBLICACOfeS V PEIO
Assetubla Toviucial
O prrjecto n. 7 de 1887 e a clamorosa in-
justica QU9 elle envolve
II
Na opiniio de Juvenal Paranhos o que a as-
sembla provincial quer. com o projecto n. 7,
tan exclusivismo censuravel, emaior do que Uto,
odioso, injusto e insupporlavel.
Dissentimos desse raido de pensar.
Quanto a ns be n procede a assarablca, em
contribuir, de sua parte, pira circumscrever o ja-
go lotrico aos bilhetrs da privncia; de sorte
que se as outras proceder m de m' do idntico, f-
cil rialisarem-se os desejis 4o Juvenal, isto ,
desenraisar-se o mal das loteras, qoe, na sua
phrase, vi cunsideravelmente se eoraizaodo no
uosse paiz.
Juvenal revela-se incoherente e contradictorio
comsigo raesmo, pois rcfijctndo de te! raan"ira
devia concluir por applaudir a idea, consignada
uo projecto, e nio combatel o ora os mesrnis ar-
gumentos que serven para sastenral-o.
E', que nem sempre a contestecio razoavel e
ptocedeute ; e mutas vezes o contestante guia-
se oio pelo senilmente da rerdade, mas deixa-se
inspirar ni iuteresse pessoal ofieudido.
Nio temos intencio de remoqoear a Juvenal,
nio supponha isto ; queremos antes acreditar que
nao defende causa sua, e, pele contrario, estuda
e discute orna medida qui reputa .prejudicial aos
iiiteresses da provincia e da sua populacio.
O que reparamos que Jucenal nao attenteu
bem para a materia, senio, deduziria mais hbil-
mente a sua contestacio.
Tambem, convrn dizel o, nao somos levado a
tratar do assumpto, por conveniencia propra ;
como a Juvenal move nos o iuteresse da discissio
pela verdade, p lo amor de pnfligar o mal das lo-
teras, qae vai consideravelmenle se enraizando no
nosso paiz e que inf lizmente nio pede anda ser
delle extirpado.
Pensamos porm, que iaadmissive), injusta,[ia
Pernambucodo sul a 17,
Magellanda Europa a 21.
La Platada Europa a 24.
Espirito Sautodo norte a 24.
avos
Amandade Hamburgo.
Apotbeker Drsende Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Carditf.
Anne Catharioeda Baha.
Andaluzao Rio Grande do Sul.
Bernardas Godelewus do Rio Grande do Sul.
Brothersdo Rio de Janeiro.
Catede Hamburgo.
Diadado Rio Grande do Sal..
Dovreda Rio de Janeiro.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Evorado Rio Grande do Sal.
Elysado Porto.
r'avefltede Santos.
Guadianade Lisboa.
HansTode-de Cardiff.
Jalantde he Santos.
Joaquinado Porto.
Julietado Rio Grande do Sul.
J. B. D.de Liverpool.
Ladyberdde Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malprode Brunswick.
Marydo Ijiio Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
au ti usdo Rio de Janeiro.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Oseardo Ro de Janeiro.
Premierdo Rio de Janeiro.
Padre Caciquedo Rio de Janeiro.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Spaikde Terra Nova. 5
Withelmnede Hamburgo.
Movmenfo do porto
Navios entrados no dia 30
Terra -Nava28 dias, barca inglesa Ethd, de 281
toneladas, capitio William Lopp, equipagem
10, carga Bacalbo; a Sauoders Brothers & C.
Ro de Janeiro24 dias, lugar inglec Hornet, de
407 toneladas, capitio J. N. ledtbrd, equipagem
9, em lastro; a Henry Forster & C.
Camossim e escala11 e meio dias, vapor uacio-
nal Ipojuca, de 360 tonelada, commandante
Francisco Alves da Costa, equipagem 30, car-
ga varios gneros; a Companbia Pernambu
canz.
Rio de Janeiro12 das, barca portuguesa Vasco
ia Gama, de 516 toneladas, cap.tio Antonio
Ferreira Coelho, equipagem 12, carga varios
gneros; a Lyo & Filhos.
Navios sahidos do mermo dia
Saatos o escala -Vapor francs Sa%, comman-
dante A. Viel; carga varios gneros.
BabiaPatacho inglex W. A. Latltmtr, capi'ao
Johu E. Davir; carga bacalho.

fi

u
^
I



(Diario de Pernambuco(liwlta-fcira 31 de Mar?o de 1887
i que Juvenal alira nona
ei*I.
a prcduzeai am dspli
:ipo qaa coaslituem nni
erayel fonte da su re.eita, dallas resulta a
tu, que orve ja pira auxiliar os esta-
| pios e de eiriiale, e a ujtruccao pu-
limento piru os r-paroa e conservacJo
I alguraaa as*quaea aem esse auxilio
i todo destruidas.
ferino* am facto que est no dominio
_. nio fxigeramoi.
treUnto observa-ae hooje a mean* coma ;
JoJe.n dacrcacido a renda e o beneficio, ptvve-
nienti a das noesas loteras ?
*W-5-
Dr. Eugenio
dat outra provincias nflalo sobra msncir para
dimooltar a extracclo das nossas, e d'ahi o de-
creacimento dea verba de reetita ordinarin. u i
diminuico aeria e.smiivel d.i auxili > de todas as
instituicoea, ttb*enciouadas por case meio.
Sendo assim, nada raais -iouvavel c na'ur.! d
qjie procurar a Assembla Pioviucul amparar 0
proteger aa loteras da pruviuei, pr^hibinJo aqu
a venda dos biihetea d : lotcriaa de uutr^.s <.u de
pas eatrangero.
Dia ate de motivos to poderosas nao 'lic.fo
diaer-se. que o apparctiminto d ) projfcto n. 7 ex
phe*-so como um meio poned decoroio de proteccao
a Ctrto cavalheiro, q e inspira actual filu-iplo
toda t tympathias potsiveit. Sao maliciosos,
quo ii.jui.to e infundado concoito tras-uos a con-
viccao '1e que smente o internase contrariado po
deria motivar a iuuugjacao do m"n;ion*Jo pro-
jecto, que, segundo Cea demonstrado, reclamado
pelas conveniencias pblicos da provincia.
Portanto, o protieei<.n<*n-', resultante ds-sao pro-
jecto, uem 6 justicave!, cono at uecciaario
o indispensavul
Duvidamls iifiau) qn a Assembl i Provincial,
a quem, accrtsdaiu. ute, Juvenal qualificcu de cor-
porac"io que pens e pruin- vo a felicidad-; da pro-
vinciu, miente na Hj/provitcao de urna id, que
eat de perfeito iccorJo e hormoni rom .--. na .!<
e finf dcaaa nobre isntitnieii. Na hypothesr, a
juatici ofL-ndiJ* citara na rejico Jo proj ecto,
porqie eut o dava a, a preterici> f'oi uU*qMC)S
reaea da provincia, im irovcito tnente -Jos las
outraa.
Ist) arria inj is.ficivel
Quinto a vrueldadu cm noasa de que falla Ju-
venal, d> fie-r. ni uvecros pas de familia anesen-
tem o ii.f. no n s racessas d'aluia, privado* da
conop-'i d- biihi-tea com o* quaes podem tirar al-
gama cttua, tmm flus ao-menoo, ein part curam-
se d- tinia* atHVco ; uj passi de para d-ola-
macao p.rh arufcr lrel '.
On-lc fkiaio os biihietta da provincia ?
Cto piohibiei 1- v nda dos outros, fases mi-
sera pu le Liiarfla. lecorrcrocertamente iia
bilbetes das iioi*a;iit-ra ; e do meaioo in.do,
acnl> de molo>is'cuto e s-guro, elle pon-rao
tir.r n'guma couaa eom que ao menos cm paite,
curaui-3coe*.
Eis c un a vordade ae iuipc: todos os argu-
in 'Mtoa de: iaveml provam contra a su opiniao.
i,.' nao suscitar uutraa objecco< a, com cereta, o
proj-'vt > nSo enceiitrar embarazos na eua pssa-
gm.
Tyc'iO-liralie.
ERKATA
Na pablicacao d lionUu, 3 p'iriodo, em log dePropomoa nos a reapondelo, !<-ia-seropo-
mos nos a responder Un:.
No 10 periodo, cm lugar de:elouma, lii.i-ae
zeniura.
i Distrato de socledade
Jos Antonio de Figueiredo Jnior e
Custodio Domingaes do Figurredondela-
ram a quem ioterusaar possa, que nveti
data (ssslveram aiuigav. lneote a sonied
de que tinharn m eaiabeleci'nint) neros de estiva, sito a ra CinJc d'Eu n.
26, nesta cidade, it> a raziio sosial de
Figu iredo & Irmio, teudo por b-sj o ba-
lanj) fechado a 10 .!e Noveiubro do auno
pasea lo ; fioai.d earg) do socio FigUdi-
redo Jnior o activo e pasivo do mesmo
eatabeleciment); de que de mutuo acar-
do se retirara o o;ij Custodio Figueiredo
pago e satisfeiti/, sem mais respoasabilida-
de alguna, pe i grtiuia do inesino.
Parahyba, U de Marca de 1887.
Joh Antonio do Figueiredo Jnior
Custodi
rros
itero, n i FaculdadeNjb Direito
dsta cilade, recebeu o grao >Vcbafe
em seuc1u j iriJicas e ociaes, o,' toso mo^o Eug-inio de Barro* FalcSo^^
LacerJa, que, a custa de s?us esforjos,
saubs conquistar dentre sem collegas lu-
g*r saliente, toroando-se por esta forma
respetado e admirado por cl]cs, alcari"eair*
do a estima de s;us- mestres, que- aouopre
o apontavam co>o bosa estuodpte
J____
S. R. I
E" notorio que a inrasaVdoe biihetea da loteriaah Eugenio de Barros pode, sera susto de
errar, dedicarse a qualquer carreiraj; pois
os coriliecimuto3 de qno-disp5v aatorisaott-
n'o ampl* < scolha.
Agora resta-nos felicltal o e,a 'suvrrtgQa
faroilii por co8tar:em seu sei'o' ijna -01050 ,
to diatioct! qujinb-eU.5 sabs.sl-o.
Paraben, f. '
ai de Mftn de 1S8T.
rjjrArryfo.
- -------- v
:
Cira di) Carpiua
Xoticta gradavel para quem
precisar restabelecer saudc
Em vista dos benefos resaltados obti-
dos pelas r}efe* agradavel pDvoac^o Cbit do C^rpina, tenbo
a aaiiifacJj de avi.ar a todo* aquelles que
preciaarcra de mudanea do clima para sua
nade, que teubo a*mtado neste pitores^d lu-
gar urna casa c un as acomraoda5js oeceasa-
rias, dirigida por rrjim. e por rtinha rau-
llir ; nfia do receb"rf tractar com todo
o dUvelio possvel os pesiodas debiltalas
e em coivi.l:s2ebca que nooessitam dosa-
.iia aliinentacSo.. e exoellente clima para o
s;u restibeleciiDento oroj.le.to, diixando
de recebar dientes de cama que precisem
do cuidados mediciseda enfermeiras, bem
como os de molestias contagio jas.
Far nf>rraa<;3es miauciosas no Recifo
ra Nova n. 1(3.
CI1.T do Carpiaa, 30 do Mirco de 1887.
Jos Joaquim de Maraes.
Sociedade Recreativa Juvenlode
V*' Sardo bimeatral em 17 do Abril
Tendo de efectuar ao..neste dia o sarao do i-
mesre-fiututeao coavidadoa os ceabores aocioa a
procurar ietis' ^ineresao* tm mao do Sr. tbesoji-
reir.. Uj eouvilcir^'io em poder do 8r. preai-
deatc ; previne-ae que" nao se adtnittom aggc-
ffadbs.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juv;utud>,
30 'de Mareo de 1887.
Jos de Mediis,
2* acere tario.

Estrada i Ferro do Rteiflr a C-
mara
PBE90 DA8 PA8?AQENS
1.* Ciasse
A vigorar do dia 1. de Marco 18S7.
5
>
2.
Ida
H
5.
5'
B- I le Volta
H
O
3
o-
Ida
Doti.nigues do Figui iredo.
Declaraco
Jos Antonio de Figoeireio Jnior de-
clara ao publioi, qu'j tendo dissolve lo bou-
tem a socied ile -|'i tilia com o s^u ir-
roao (-ustodio Do uiuguos de Figueire lo,
no fstabelecimciito de inolhados, ra
Cond d'Eu n. 2, e que gyrava so a fir
ma social de Figueirado & IrmSu, cotilina
na BTeoeia do mesmo eatabel;cimeiito, da
que se rctir-ra o sen irro.no, sob a firma de
Figueiredo Jnior & C, ficaujo respfroiua-
vcl pelo activo e uassivo do mamo.
Paraliyba, 15 du Margo de 1887.
Jos Aiitouio de Figueiredo Jnior.
Nmfragii) do B lila
* r.iniilia*illieri
Qimdo 10 lo- o orav-w couuinre.a w an'e a
tcrrivel cit.arrophe di Oa'ia, < quj as a'ini pi
djaas envii.ii o- seui obilo* s coinin'sso agea-
eiadiru de ao.-corr.is paraos natifr-wo, niouem
deve reanaaet a familia do iuimedi.ito daquelle
vapor, Silveri 1 Antonio da Silva, um valente raa-
rinhciro. que em sua existeuiii soilliu conquistar |
em vol o imperio *mi>8, que certamente agora
arao os primeiroa u animar aa Bubaciioces que
j st tem abirto ca pro da sua dotolada esposa c
de seua iunecentes filhinboa-
ftdie tnihi era Ubi.
gN. 1. A EmuIsSo de Scott o roelhor re-
medio at boje descoberto para cura da
tsica, bronchites, escrfulas, anemia, ra-
chilis e debilidado em geral ; tambam e
um curativo infallivel para os defluxos
tosse chronica e affecc;5is da garganta.
a^sa*)fiae. -'
<5)
Sociedade M. 14 de Mar$o
Approximando-se a eleicSo desta Sociedade
l-inbra-nos nos Sra, socios oa seguiutes cavalheiros
para a n iva adminiatracao ;
PresidenteAugusto do Gouvcia.
Vi-.f-uitoJos Marinbo.
1* SecretarioMaximiano da Silva.
2* ditoMaximiano das Nevos.
ThesoureiroPhilomeno de Souza.
F'rocuradores ntooin Baymando e Joaquim
de Souia.
radoreeVioente Ventura e Ignacio Paixai
Exime de contasJos de Almeida, Jos La-
cerda c Aprigio Il.iptists.
O Moiquito.
O emprego da quina e do ferro hnje asnal pa-
ra as pess ma que padecen de anemia, chloroae,
lymphutismo, dores de estomag", etc giaando da
preferencia oX .ropo de quina ferruginoso de
Urimault & C, que uenbuma outra preparac
tem d.tstbronado. Este resultad 4 se comprehende,
sabeniu-3u que o Sr. Giimaalt toi o prioeiro que
lorrou combinar o pbosphato de ferro soluvel, que
contis os elementos do sangue e dos osaos c-om a
quina, o primeiro tnico da materia medica.
Este pr: pirado de ama ctBoacia reconbecida
em todas aa enfermidades que provm da pobres 1
do sangue e sua cor lmpida, seu gosto agradavel
fazca. eom qne sej.i o predilecto das mis de fami-
lia, p>is as crianzas de tenra idade o torntil co:.i
o maior prater.
' sabido que este producto tem silo obj cto de
numerosas falsificacoes c iinitacoes, pelo menos n-
etii.-ar *. Para evitil-as exija-se a msrea da fa-
brica de Gr.uiault,& C, e 0 sello azul do governo
frailees.
A* pessiaa que padeeem de nevralgiis faciacs e
le insomnia, asrim como aa que sao si.je.itns
ataques de toase nervosa, oppressao e suffocacilo,
.oic>ntr-.r:l 1 allivi 1 11n.ne.ii.t1 e cuta com nsCi-
garros ludios de Urimault t C .de caniiab'8 in-
dio, que teem substituid.., fas temp.i, oa antigos
medicnenlo 1 empregadus contra a asthma.
iHteressanle
pode clmnisr se o aviso de fortuu que hojo nos
trax o Diario. U aiinutieiant o Sr. Samuel II.--
ckidier seur, cm II imburgo prec misado aasim
nesta como naa demais partea deste reino pelo
prompfidao e discripcSo que observa no paga-
iuei.10 dos ganlios, \em nos u.-iuda.' urna loicria
patenteando vanta^cna tio sobrepujantes que me-
recem a att ncao dos uoasos leitorea.
ED1TAE8
de Olive-ira A11-
privativ.i de or-
Companhia des Trhos lbanos
do Recife a Olinda c Beberilie
AsseaiMa geral extraordinaria
De ordem do Sr. preaidente da assembla geral
sao convidados os Sis. accionistas a se reuniris
em usscmbli geral exttHordinaria, contormo o
requerir a directora da Companhia, afim de ser
consultada a sua opinio sobre a iuuovacSo dos
contractrs pennittido pela le o. 1850 de 1885.
A reiiniio *e effectuat s 11 horas do dia 13
do raes seguinte no esciiptorio da Jompanhia.
Recife, 29 de Marco de 1887
O secretario da assembla geral,
JA.de Almeida Cunha.________ :
Sociedade Alheen Musical Per
nambueauo. em 8B de Mareo
de 1 HU
De ordem do coDselho convido os Srs. assocv
dos para- comparecerem na ade desta sociedade,
no dia 3 do eorrente, s 10 horas da manh, para,
em ssscmbla g ral, tractar-se de negocio de alta
importancia social.
O secretario interino,
Jos Antonio ('avalcante.
Thesouraria de Fa-
zenda
SUBSTITUigAO DE NOTAS
Du ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
gue no dia 31 de Marco do corrente mee termina
o prazo para a substituicao, sem descont das no-
tas do Tbesouro, dos valorea de 2&0. da 5.* es
tampa, lU'JOO da 6* c 50J da 7., pelo que
fiado esse prazo as notas das estampas cima men-
cionadas, que furem apieaentadas no troco s. l're-
ro os seuintea deac..ufoj, nos termos do art. 13
da le n. 3,313 de 1 > de .Outubro de 188(.
2/ durante o trimestre de Abril a Juuho vin-
douro; -
4 o/a noa outroa tres mezes ;
60/o*noa tres meses seguintes ;
l nos outros trez mezes;
10 /0 no 1." mes que seguir-se e maia;
b ",', menaaes d'ahi em dianto.
Thesouraria de Pazenda de Pernambuco, 21 de
Marco de 1866
Sei viudo de secretario.
Jos II. Oveira Amara!.
Qstituio Arctieologico 8 Geooraphi-
co
Quinta-feira, 31 do corrent-', hora do coilume,
reuuir-sc-ha esta associac^lo cm sesso ordinaria
para a pesse da m-ea administrativa do corrent*
auno social de 1887 -1888, de cbnformidade com
a disposicil) do art. 27 dos Pida tutos.
S.cretaria do Instituto Archuologico c Geogra-
pbico Pernambucano, 29 de Marco de 1887.
iiaptisa llegueira, (
1 secretario._______
Veneravel ordem tercelrn de )>" S.
to Carssao
Tendo de ser celebrado os actos da .-einann san^X,
ta, na r^reja do convento de M. S. d Oarmo, ^ T
mes rRg.'Sbra emu von.iavel urdem dcTibJresj :
com niiiineiici: do Exm. Uevm. Sr. liisp i Deoee- *
aano, tiausfenr a proet(a-| de triumpho para
aexta teira da paixao.
Secretaria da veneravel ordem terceira de N. S.
do Carino do Recife, 28 de marco de 188'.
O secretario interino,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
a
|
....
I. e Volta |
I.
o
33 <
.8!
%
Ida
3
O
SS1
*>*,i Le Volta
;8i
sede social pelas 6 horas da tarde de 12 de Abr!,
preximo futuro, para elegerem os noves fuoeciona-
ros para -al de 1887.'a 88.
Outro> ji ,- r jonhecimeato dos Sr;. assceiados
aqui trauacrevo o art. 32 :
i Para que es socios gozem do 1 do art. 8*
(votarem e ser votados) nao poderao dever maisr
de 3000 a sociedude. >
Recife, 18 de arco de 1887.
O secretario,
Antonio do Castro Leao.
blico desta Cidade espera encontrar o apoio
necessitam para o boiu resaltado de lio earibsa
misaao ; e no corpo c mra'reial especial:
conta achar o melhor acolbicuento.
Principiar* aa 81|2 horas, tartLiaaudo hora de
bonds para todas as linhas.
g

Ida
S -i
toto
a i
J -1 u c 1
IS881
I. e Volta |

Ida
<--------^^
S '--'?SCOCO
*< i
2 > oo -i o o. !
'oioool
I. s Volta
<-. h- to te to
888I&S
Ida
o f to tf. to co .
o- Q -i ^ I
I. e Volta |
HMIOIOtSC 1
liiiiiiil
Ida
td t* 05 .* l O
Ka -
S555555
|| I. e Volta |
Prolongamenio da estrada de
ferro do Recife a Caruani
De ordem do Illm. Sr. directo', fajo publico'que
at o dia 4 de Abril prximo futuro, recebem-te
propostas na estacao de Jaboatai, para larga-
mento de cortes, revesStiineto de boceas de tunis
etc, no trecho comprehendido entre as eatacas de
Poubos e Caseavel, as quaes s.-ro libertas "nesse
dia 1 hora du tarde, no e.ciiptorio do Sr. enge-
oheiro residente na meama cidade, em pr< tenca
dos proponente;.
No referi Jo tscrptorio encontrarlo os inters-
sados os precisos esclarecimentos.
Secretaria do prolongamento da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco e estrada de ferro
do Recife a Caruar, '4 de Marco de 1887.
O secretario,
Manoel Juvencio de Saboya.
THEATRO
ylAftii
1M
ampfschifffalirls-Gesellschaft
O vapor Desterro
E' esperado dos por-
tos do sul at o dia 2
de Abril egagnirde-
pois da demora necea-
saria para
ia passagens de ida e volta tem o abate de 25
'cento.
Sscriptorio do Trafago, Re.-ifc 24 de M .reo de
A. de S Pires Ferreira,
Chefedi Tsafego.
I'BEi.O DAS PASSaGENS
a.1 Classe
A vigorar do dia 1 de Abril em diante
j?
Ida
3 l
i Ie
s
Volta
3
o
s
o-
Ida
e_5
r i
OSO
________I
I. e Volta, |
\

A memoria da cominea dador Candi
do alborto Sodr da Mulla
NO 7o DI. DO 8E PASS.VMENTO
O nasCimento e a mirto so co.uo o La-
vante e o Puente des" tiniiafncnto por
vezes estrila lo e por v.zes yarrido das
temp'stales, qu3 83 chama a W la huma-
ron. O coimneudador Candi io Alberto Si
dr da Motta, deix'iu atrave* nasa firma-
mento urna trillia qu; ha de rtfl ctir se;n
pro o brillio de auas ac3s. Acudindo ao
ilestino que ltia acea va de l^inge, do ou
tro lado do mir, lirgou ainda crianca, do
yelho Portugal, sua patri < p..r.i comecar
a ua vida aqui, no Brasil, a segunda pa
tria do lodos o portugueses. Trabi-liiou o
soube conquistar urna posijao Idigna, em-
bora tivesse de assistir por m/o:uento, a
una caprichosa volta da fortutii. Mss, as
gua Lffli<,'3:s ou nai sum alegras, sem-
pre sereuo c boj, nuuca sa e|queccu de
tazt-r o bem a.is qu i tois u;o-;sitado8 en
a na sua pasaageir.
., qu', no grand < psp.-.^i .que elle
ipuva no corayili) de cada uinigo, nao
reta aeuaj erop de sua lcmbraora, eu
o ultimo preito tacaoho de ineus
can cutes \> \i sopro da vj la
rio do sea sepuichro.
m-o de 1887.
Joaquim da Siloa Costa.
IfflsaMTdiill siri"~ i liTs^filiT iS'if iIlTr
O Dr. Joaquim Corroa
drade, j siz du dirdt.i
pitaos e ausentjs, nesta comarca do Re-
cife seu termo, por Sua Magostado Im
p rial e Constitucional o Senlior D Pe-
dro II a quem Deus Guarde, etc.
PmOj saber que tendo fallecido sem testamento
o bei dr iros con tiecidos, Manoel Domingaes Ribei-
ro d i S.lva e scu esp dio airecadado p r este Jil-
ea : sao chamados polo presente edita! seus leg-
timos iiieccssorcs. para na forma da lei se babili-
tarcm a batanea.
Cparaqu'O chegue au cubecimeuto dos intu-
ressados maud.-i passar cate editu! que ser pu-
blica io pe'a iuiprcnsa u outro afBcaiio no lugar
do costuioe.
Dado e pa&sado nesta cidade do Recife, aos 21
de Marco de 1887.
Ei fiaucisco dcSiiaeira Cavulcante eseri/ao
sabscrevi.
Joaquim Crrela de O.ivcira AnJrado.
O Dr. Tliamaz Garcez Faranhos Montene-
gro, eom.nendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
'. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Fas aber aos que o presante Mtal virein ou
delie noticia tiverem que s* ha do .Trcinatar em
hasta publica dete juiao depoia da respeitivt au-
1 dienca do dia 31 do corrent--, cid aa formalida-
des e pregona d i eslylo : um sbralo de 3 anda-
res sito roa Vi'ariu Ton.no n. 21, frCiU.'iia de
S. Fni Pedro Goncalves, com as diir.enses s
guinti-a :') pavimento t.-rr.'o c in f> me'ros C 8
centmetros de largura, 25 metros e 60 cntimo-
iros d.! cuoiprimento, 3 portas fie frente e em ar-
masem, o primeiro andar co* 3 varandas e suecas
la de ferro, jaueliaa para a traves i do* Uargos e
atrs com frente paia a ra da ineaica denoinina-
co, tendn s^Iat, 4 quartoa, cosiuha ntriia a
iodo forrado. N >s segundo e terceiro andares tem
as mearn ia aecouiujoJaeoea, janeilaa nos o oec e
pe toril ma frentes, c>in appireihos da comnanhia
tt-cilfl l>rainac em tul-a os andar-s ; ava i.ido
por 12:'000, i vai a praca por exeeucao que
move Laurecrno I'ires de Carvallio contra o scu
proprietario Francisco de Pauli Oliveira Villas-
U.a
E nao bavenlo lancad.r que cubra o proco da
avalrocao a arreinataca i ser foita pelo prec-o pa
adjudicarlo com o abatimenO da lei.
para que chegue ao ciinbeciui'uto de todos os
que qotlram laucar no referido predio se passoa o
presente edita! que ser publicado pela impreosa
e outro de igual theor affixado no lagar do cos-
tume, do que se juntar! certidio aos autos.
Dado passado nesta cidade do Recife, aos 9
dias do mes de Marco do 1S37.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima o subscrevi.
Jhimaz Garcez Paranhos Montenegro.
Companhia dos Trhos Urbanos
da Recife a Oimia e Beberibe
Trciu de hanalistas
Fica supprimido o trein extraordinario de ba-
nliitth-, entre do prximo mes, e at segunda ordem.
Escriptorio do gerente, 28 de Mateo dr 1887.
A Pereira Simoes.
Thesouraria de Fa-
zenda
Do ordaui do Illm. Sr. inspector, fuco pnblico,
que, de eouf Reguluinentn que baixiu cm o decreto n. 9,370
d- 11 .!; Fevoruir.i de 1885, devem ser aprsenla-
dos u sta Thesouraria, at 31 do crrente os cou-
p'.n. por ordem numrica e acompanhados de
uuia i lii.cao assi :nada pelos portadores dos ttulos
para paganvnto dos juros do empr.stiini nacional
do trimestre de Janeiro a M..rr;o.
Thesouraria do l'rnambuco, 19 de Marco de
1887.
O secretorio,
Luis Eipygdio Fiabeiro da Cmara.
Arsenal de Guerra
Em virtude da autorisaedo oncediJa pelo pre-
sidente da proviJcia em dala de lo do concute, a
directora do Arsenal de Quera contrata no dia
31 do corrente, p^las 1! boma da manha, eom
quem amores .-Biitagens otferecer,' o transporte,
tanto por mar c o oor trra, dos artigo* destina-
dos s diff;rent's eata,5 -s militares, devendo es
proponentes dirig'rcm-sc secretaria deste arse-
nal, para os csclarcciinen' s que lhrs forem ne-
cessarios, v sto nSo ter t.do lugar no dia 22, em
consequencia de > haver c ncorrid um preteu-
deute e com precia exceasivos.
Aa propestas dcveao ser cm carta f. chada, de-
clarando o proponente qne se snjeita multa de
5 0(0 p"r qualqut r omissao a > ciiuiprimenco o seu
contrato.
Secretaria do Ar8cnal de Guerra do Pernambu-
co, 28 de Haie,ide 1887.O secretario,
J. f. Ribeiro Hachado.
Ida
r I. e Volta

SI Ida |
a>SlU I- e Volta
a
S585I
<
5'

.
88 y
lia
tote
SSS'SI! I- eVolfa

Ida
?-Ol II I
-J I.e Volta |
SS3
t t
-j. c o; -i o
sslsfss
n M
> M bS OJ C3 II
c^tjSsS I- Volta
I8S833_____
>

As passagens de ida e volta teem o abate de 20
por cento. -. _,
Escriptorio do Trafego.-- Recife, 24 de Marco
de 1887. m .
A. de S. Pires Ferreira,
Chefe do Trafego.
Companliia ana Tuerca, empre
^rln du KbanlerlraenCo d*A4$ua c
lass a cldadtt do alinda
Assembla geral
De ordem do Sr. presidente da sssrmb'a geral
convido os senhires accionistas a sa reunfrem no
dia 5 de Abril, ao meio dis, n'rm dos saloes di
Aasociacao Commerciul Heuefic ote, afim de ser
cantiuuada a sesaao que ficcu adiada.
Escriptorio dogereute, 28 de Marco de 1887.
A. Pereira Simoes.
Banco de crdito real de Pernain-
IllH'O
Nos termos dos artigos > e 6* dos estatutos,
sao convidados os Srs. accionistas realhar at
dia 15 de Abril proxim", na tele do Banco, ma
do Commercio n. 84, a terceira entrad* de 10 /
valor nominal de cada aeco.
Recife, 14 do Marco de 1887.
Os administradores,
Manoel Joao dn Amorim.
Jos da Silu Loyo Jnior.
Luis Doprat.
E1
i-
2.
o
o.

IO
e
s

k-
x "8.
fO H
P V)


m
fe,
-9
5
2

^i coto
9?
a-
O.TJ
o?S
o
CT -1 "* M> I
? C CC -1
s -i v> co
G li. 1 ZT I
a -JtO CO
1
I
I
H te io co i
" 2 S5 *: SS '

P
S

P3
as
S
ENPREZ4 ARTSTICA
GRANDE COMPANHIA OE ZARZUELLAS
HESPANHQLA
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Antonio i Vallo
HOJE
Oiinla-leira. 31 do corren!
Espectculo generosamente concedido pela
distincta CcrnpnDhia Hespanhola de Zir-
zuellas couimis-o de soncorros ao3
nufragos do vapor Bahia
Representar-EC-b i a linda zartuella em 3 actos
TEMPESTAD
Assistirio ao espectculo do camarote da com-
misso duas meninas Luiza e Felisbella, ccaron-
ses, que pela sua piuca idade, toruaram-se dupla-
mente heronas id naufragio.
No intervallo do 1 para o 2o acto a commUeao
acotnpauhada das m-smas meoiuss ir aos cama-
rotea agradecer s pessoas qao se dignarem at-
tender ao si u Hppello.
No do 2' para o 3' acto a mesma commissilo ir
ao palco agradecer gaalant* ans digaos artistas
o valioso auxilio que se dignaram prestar s vic-
timas da catastrophe.
Os bilbetes para c espetacu'o podem ser pro-
curados at s 4 boias da tarde, em poder da com
mistao o dep)4, havende-cs, na bilhetaria do
tbeatro. ( 4
Comeeara horas do coitame.
A coa niisso r.icouhrcida generosiiade do
corpo acadmico, que tomou k ai toda a 4 ordem.
E' igualm.nte reconhecida gerencia da com-
panhia Ferro Carri', por ter cedid) o producto
das paaag-ns dos aeus carro?, depois do espect-
culo para a'subicripcio u/jo pr. m .v. m es conduc
torea da uiesraa c.mpanhia, em f^voi dos nu-
fragos.
~THATR~
.
i ;
? lOS
26S- I
~i 415 c te
2. O to ~. v
te V 1 *-c <-* C"
? t? 50 co *^ vt g
K- 00 -J C5 IO O
co c Si -j en >
m
o
1
c
% ?- "00 <1 Si U> b I
5 CO te co 00 -1
S OS.-J-JH1I
- ( a s1 s ^
te v -j co te -a Si
'-. "tO "tC 50 -J g
Scp c; -a
e s to c
o
5
n
9
9
9
H
si

S)

1
5
e
B
i
i
c
a
B3
as

S. M. Q. M.
Sociedade M. Quatorzc de Marco
Eleijuo
De ordem do Sr. presidente sao convidados os
Srs. socio* a rcuaiitm-** em assenobla geral n*
Companhia Dramtica
SABBADO, 2 QE ABRIL
Grande espectculo em tavor das victimas da
borrivel catastrophe do vapor Bahia, com o magos-
toso drama martimo em 1 prtlogo e 5 actos
O Dedo de Deus
ou
O Naufragio ia Fragata Miaom
Mis en ceno do actor AXTO-
NIO COIHBKA
DENOMINA9X0 DOS ACTOS
PROLOGO.Gabinete em casa do baiiqueiro
Durum.
1." ACTO.A bordo da lragats, pavoiosa ex-
ploao no paiol da plvora Naufragio a viata
do espectador, deixando ver urna jangada com os
nufragos no alto mar, scena sorprthendeote !
Maravilba de machioismo Facto igual a um
incendio que se deu no Porto em 1876, de cuja
catastrophe ainda se recerda com horror a popula-
cao daquolIa--^g^a^^.
2. ACTO.--W*| '; "-"oaricao de uin
orangutange ^^^^^^B
3. ACTO.Em cata da Sra. UflflHf
4." ACTO.Baile em cara do Conde E
lCTO. Caes de Faustino, o ioncente
enen.
8 5
cnlpado.
*"~ *
Oa artistas dramatices, e tavel acontccimtnto, e qn.'renlo dar um testemu
nho acs seus irinos rtr que partilbam igual senti-
mento, resolvcram otferecer esse etpectaculj, ciju
producto s;r applieado at infelzcs victimas que
poderam tscapar de lo medonbc naufragio e es-
deram que o humanitario poyo d'csta provincia os
auxiliar ncss bomiiiitari > acto de caridade.y
SEXTA EEIRA, 1 DE ABRIL
Eapectacnlu exiraordlnarlo em Iie-
nellcio ilua iiufnuoa do vapor
< Balita
Honrado enm a presenca de K. Exc. o Sr- preai
dente da provincia.
Depois de urna linda cuvertura pela crc-heatra
da sociedade, subir a scena o drama cm 3 actos
intitulado
O colar de euro
En? saguida o cr.nsoco^maestio Antonio Mar-
tin* xecutar ama linda fantasa de scu reperto-
rio.
Terminando o e*p- ctaculo com a chisto3 come-
dia cm 1 acto
Morrer para ter dinieiro
Urna banda maicial tbsequioeamente mandada
por S. E'.o^ preencherosintetvallos com as me-
lhores pecas do seu repertorio.
O Congresso Dramtico Beneficite, convicto
dos sentimentos humauitarioa do rcspeitavel pu-
Lisboa e Ha ni burgo
Para carga, paaagens, encommeadas, dinhei-
ro e frete tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinnn & C.
BA DO COMMERCIO N. S
1' andar
chageTbs relkis
Companhia Pranceza de Navega-
cao a Vapor
Liuha quinzenal entre o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santoa
O vapor filio lo Fnico
Commandunte Chancerel
Espera-s dos Dortos do
sul at o dia 5 de Abril,
seguiado depois da indis-
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerecc excellentcs commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens poderao ser tomadas de antemSo.
Recebe carga cncommendas e passageiros para
os quacs tem excellentes accommodacoes.
O rapor ?o ie Mes
Com mandante Henry
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Abril, se-
guiado depois da indispeo-
savel demora para a Ba-
bia. Blo ile Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pMoa
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6-
dias a contar do da descarga das alvareng.... |qal-
qcr rcclami'vao concemente a volumes, que po-
vent uihtenham seguido para os portos do sul,afim 1
de se poderera dar a tempo as providencias necea-
sa ras.
Expirado o referido praso a compaahiaoa n se
responsabilisa por extravios.
Para carga, pais"gens, encommtndas c dinheira
a fr^te; tra'a-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
linieri States & Brasil M- S. 8. .
O
E' esperado dos portos do
sul al o dia 5 de Abril
depois da demora necessaria
seguir para
NaraohSo, Para. Barbados, S
Thomaz e Xew-Vork
Para carga, passagens, o encommendas tracta-
c com o
O vapor ALdrance
Esiwra-ee de New-Port-
Ncws. at o dia 8 de Abril
o qual seguir depon da
demora neceesaria para a
Baha e Rio de Janeiro .-
Para carga, passagens, eucouinicuJas dinheiro
a frote, tracr,a-se com oa
AGENTES
llean Forster i C.
M 8 RA DO C0MMERC1.
!. andat
Coiup.-hia Bra.' Ileira de Iare-
coa Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme W< i- '
dington
E' esperado dos portos do Sul
at o dio 6 d* Abr!, e
seguir depois da demora in-
dispeusavcl, para os portos
do norte at Mauros.
Para carga, passagens, .icommendas e val-res
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN.
PORTOS~DO SUL
Ovapor Cear?
Commandante o 1.' tenente G.
chuco
E' esperado doa ,



'.t*
norte
nois
rir*
para
anta
c valores
Recebe tambe
tharina, Pelotas, Porto Alejr. <: Itlo
Su!, frete modic ^Bfr
Para carga, passgrms, cncommendsis
trata-s na agencia
PRAf,A DO CORPO SASTON 9.
CONPiMUlE Ol MESA3
RES IAR1TI91K
LINHA MENSAL
O paquete Niger
Commandante Banlc
Espera-se da Eu-
ropa ateo dia 3 de
fAbr 1 ssguin-
do depois da de;
Imora do costume
para o Rio d>: Ja-
ro, tocando na
Lrmbra-ee soa
Baha
senbores passageiros de todas
ki -Classes que ha lugares reserv'adca para esta
agencia, que podem tomar cm qualquer temp*.
Previue se ao seenhores recebedores i!c mo
dorias que s seattender as reclamacoes por fa.-
t*B nos volumes que forem recouhecidas na occa-
sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir
a frete: tracta-sc com o
GENTE
pie

f




Diario de FcrBambuco---Quinta
DK
Navcgaco rosteira or Yapar
FITOS DO NORTE
/*ar \acu, Moseor, Ara-
, Acarahu
Canu
m I
0 vapor Ipojuc
Comraandante Costa
6 do
hora!
Segu no di
Abril, a* 5
da tarde. Recebe
'ga at o dia 6,
acommendas passagens e diuhciros a retc at
i* 3 horca la taide do da da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemamhurann
n. 12
LEiLES
.'.'L -
"Hoje, 31, deve ter logar o lelSo de movis,
lauca, vidros e crystaes annunciado por interven-
cao do agente Pinto.
Sabbado, 2, o de faseudaa averiadas, bem como
cofres, carteiras, repartimento de. escriptorio e ar-
macao inglesa no armasem da roa do Ccmmereio
n.46.__________ ,_________
Agente Pestaa
Leilao
De 2 partes as catas terreas titas 1* travs
sa de Pcmbal, freguesia da Boa-Vista, pertencen
tes ao espolio do subdito portugus Joaqnim de
Oliveira Maia.
Qolnta felra. 31 d corrate
A's 11 horas
No armazem da agencia de leiloes ruf
do Viga rio n. 12
O agente Pestaa, autoriaado por mandado do
xm. Sr. Dr. juis de orpbSos e ausentes, vender
em presenca do mesmo, n> di e bora cima men-
cionados, urna casa terrea, sita a 1* travease de
Pombal n. 1, freguezia da Boa-Vista, edifi*ada
em terreno foreiro, com 1 jinell* de frente, com
repartimento do madeira, o interior em armasen
com forno no fundo, para fabricar pao de milbo
cacimba propria, cosinha fra, quintal fechado
com cerca nativa, telheiro qoe serve de estribara,
tendo de largura 5 metros e 10 centmetro?, e de
fundo 22 metros e 20 centmetros.
Urna outra dita sem numero, nos landos da an-
tecedente, de pedra e cal, denomiuada Fabrica,
terreno tambem foreiro, ten lo 2 jancuas de frente,
saleta no centr ootra quo d entrada para a co-
zinha, 3 quertos, cotinha fra, peqaeno quar'o,
tendo de largara 11 metros e 20 centmetros, e de
fundo 5 metros e 10 cent metros.
Lcilo
/
De 1 piano, urna mobilia com 1 sof, 2 cocsolos.
2 cadeiras de bracos e 12 de guarnicao de jone
prcto, caodieiros gax, castices e mangas, jarros
para flores e tapetes.
Urna mabilia de Jacaranda, 2 eapclbos, papel
para forro de salla, 2 relogics de mesa e 1 ma-
ehina de costara.
Urna mesa para jantar, 1 guarda louca, 2 appa-
radores, 11 cadeiras de guarnilo, spparelh s
para cha e jantar, copos, clices, garrafas e cem -
poteira.
Camas, crmm'.da?, armarios, cabides, guara-
vestid'.s, mesas, cadeiras e muitos cutros movis
de casa de familia.
Quinfa -felra, 81 do corrate
A'a 11 horas
Agente Pinto
Na travesa do Corpo Santo n. 23
De- tres casas terreas novas
O agente Britto levar leilao as tres casas
aotSo ioterao, tendo cada ama 2 talas
sala e 3 qnartos no sotao,
s para criados c banbeiro,
im na frente, grade de
na
nriHIll jdro Affooso n. 43
Quint felra, M orroIe
AS 11
Agente Buramaqui
Leilao
la parte do engci.ho Brum no valor
de 8:55?,J212
Stxta-feira i de Abril
em da ra do imperador n. 30
A's 11 horas
[O agente cima antora .dj pelo Sr. Pedro
Vancitco de Paula Bi prista, levar a leilao a
parte do engeibo Brum na freguezia da Vaizea
pela importancia cima, nai incluinlo as bemfei
tortea.
Agente Burlaniaqui
Leilao
De fafnlas e rotipas feitas
Sexla felra. 1 de Abril
A's 11 hor*s
No armazem d i ra do Imperador n. 30
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direit-j do civel. a requerimento de Fran-
cisco Qaintino Nonato de Souza, da execucao con
tra Melchiades Franciico das Cbigas e Silva,
levar a leilao as fazendas se Calcas de casemira, cortes de ditos, palitots e
fazendas em retalbx. ________
Leilao |
De 1 barril com superior vinbo puro de uvas,
fabricado en H. Panto, gamitas com cognac, di-
tas com viubn do Porto, ditas com vinbo de ,-en-
papo, mobilias, cadwras rt junco de guarnicao, A- 8. da Mott
ditas de balanco, camaa traucezas, marquezOes,
guarda-louca. aparadores, redomas "
grande santURfio preptio p ira
jarros, velas farada
para tnoou 1 berco, 1 lavatorio, 1 guarda-lou-
ca, 1 mesa para jantar. 2 aparadoiet, 1 sef, ca-
deiras de guarnicao, dliaa de balando, 2 cabides,
8 quadros, camas de lona, asesa de eofioha, ^H
para almrco e jantar. vidres, talherea, trem d
simia e muitos outros object-e.
SABBADO 2 DE ABBlLA 11 HORAS
Na casa terrea sita 4 roa de. S. Jorge n. 70,
outr'oia do Plr
POR IitTERFENQAO DO
Agente Gsdio
liCo
De 1 barra prova de fogo com daas porta, 1
dita menor com ama porta, ambas de Mduer, -1
barra francesa, 3 carteiras, sendo ama para 2 pes
soas, 1 armario para livres, 1 bulan?i para pesar
prata e ouro, mesas com ca vllete, 1 armacao iu
glesa, cadeiras e objectos de eseriptorio.
Sabbado, de Abril
A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem da ra do Commercio n. 46
Por occaaiao de oatro leijo de fazendas averia-
das.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
Ihot, jauto de S. Goncallo : a tratar na roa d>
(mperatris *. 5fi.
Aluga-se o sobrado n. 21 ra da Unio.
tem agua e g-iz. e boas aoceirm .d-voes para fa-
milia ; a rntencer-se na rua .la lnpertria nu-
mero 19.
AIvtfa-M o 1* e 2 mi-' .es da casa n. 34
roa strei: do Rosarlo ; o i da d o V5 rua
velba de S nr i Rita ; os torreas d-.i ns. 64 e 66
rua de M .ni h Oa*; a c*-i n 8 n b eco do
Qniabo, n < Mmeiro, e a di r. I i travesea da
H-ra, nj Espiuheiro ; a tratar n iua do Hoepi
aio n 3;. i ___________________________
s i'ricisH t d- una coriiibiira f d\. i-ma en-
gomii'.adiira ; r,a rua d> Vui-oinle de Allmu.ierqae
DIHI"'Til i<.
A.ua-te pi r 20 a cusa t rica eoBi i quar-
tos. fia liinua, na rua Imperial n. 156 ; pma ver,
as i liaeea tatiio na tuv.-ui no Sr. S an ?, e tra-
ta-" na rua rtn S Joree n. 56, taverna. '
I'.ii ra >> i:- una i.n.a pal* i'"<|i recn-
siubar. e de um mauuo para vender uboleiro :
na roa de Pedro Aff hipo n. 22.
Prt-i >- -. or u un boa r fi. li' ra, para casa
de fau i a : rmti.r n na ita s= ra i u^eui '.-i < I? ufi-i". i :: Real da
Torre, pn ii>> f >i :i'v Keswa i;- 16 a 18 annos,
para todo eevic
CIKI i.'l'.!.I KA- l'ivi-n a.-, de ama de-
sembara^-iJa no ir^b..l:i-i ffe io-'uras, inclusive
camisas p>.ra bomeio : l un d^ Praia n. 51, 2
andar.
OE
Bac&lhSo
PRATA
e unaofiao di
Extracto satuftl de Fig
PREMIADO COM MKDALHA* DE OURO
pela. Academia lSTacioxj.a.1
Ordenados nos Hospitaes de Frangs, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar so~ forma mu fnce agradavel todos os elementos curativos do oleo evitando
asslm o chero .. sabor nauseosos Peste; alein dlsso esta preciosa preparaco tcm urna
superlorldade lncontestavel sobro o Oleo porque pode ser usada durante os grandes caloras
guanto o uso daquelle mposslvel, tai o emlnento servlco prestado pelo J>outor
txbs ; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
rr a firma do Inventor M. vzviir em duas cores ao redor do garglo de cada
a com o Sello da Unlao dos Fabricantes.
PABIH SO, BouUvara de Htraahottrg, 60 ~ PA.BI8
*m
SAUDE PARA TODOS.
MMJ
-ii i.
Gamnte-se -^oefua nas-
eer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, enra a
tinha e a caspa o reejove
todas as impurezas do oos.
oo da cnbeja. Positiva-
mente impee o cabello
de caiiir ou de embranque-
cor, e infallivelmente o
i >rna espesso, macio, !us-
t: oso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo Inventor em
1820. E' o nico perfume no mun-
do que tem o approvneSo oficial de
nm Govemo. Tem dnaz vezes
ruis fragranciaqao qnalquer outra
eduroodobrodotempo. E'rttnito
mais rica, suave e delicioKa. E'
muito mais tina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco, i US -~zsSj mnis refr-
canto no banno t, no cuarto do
doente. E' especifico contra a
frouiidSo e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
der.maios.
Xarope le Tiia ie Reiter Ne. 2.
Baronesa de Goranna
Alfredo Corris de Oiiveira o sua mulbcr en-
vidara eus parentes e amigos para assislirca as
missai qoe, pelo repouso eterno de sua pactada
av. Baronesa de Goyanna, loandam celebrar na
capella do engenbo ConceicaV), em Limociro, s 8
boraa da manba dj dia 31 do cerreu*.?. scliin > de
sea fallecimento. E por esse acto de caridade se
confessam summameute agradeci< s qu-llei que
o praticarem.
Naufragio do Baha
No sabbado 2 de Abril, s 8 horas da manbSo
si rao celebradas no convento do Carmo d* Recite
diversf s misias pelo eterno dcfcunjo dos infelizes
oe falleceram por oceasiao do naufragio do vapor
tahia. 0 Eiin. e Revm. ir. liispo D. Jos, s-
sociando-se a esta obra pis, trr o celebrante de
urna das missas. Pede-se o ejucurse pessoal de
todas ai almas b?mfazejas para^cste acto de rc-
liB''S" e paridad._________________
Commendsdor Auretlano deAI-
nirlaa BedrlRues Isaac
O bacbarel Pedra A. rVisota de Miranda Veras,
Capitalina Verts, Jovina Veras e Maria Fes
liftn na Monteiro, cuubadjs, Sbriulns e prima,
por si o i>or Mara Monteiro Isaac, Claudio
Jns da Silva. Amalia Isaac d Silva, Luiza
Isaac, Clara Isaas e L'rin::t i Din* .Mtnteuo,
viova, filbas, gnro e cuchad, (iusent?s), convi-
dam a todos ee seca amig dador Aore'.iSDO de Almeida liid.-icuee Isaac, que
fallecer nlFaaajragio do vapor Uahia, ua noite
de 24 d crrante mes, para assictirtm as missis
que or alma do mesmo cotnmcndadi.r se h de
celebrar na igreja matriz d8 Boa-Vista, qainta-
! ira 31 do expirante, pela* 8 horas da manha ;
pelo que desdn )i se conf/asam ngradecidos.
JjrriS DX TT8AI/-0. CaPOIS DE USAL-
Cora positiva e radical de todas as formas de
?acrofnlas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affscfoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
eneas do tiangue, Figado, e Eins. Garante-M
que parifica, enriquece e.vitalisa o Sangos
s restaura e renova o systema inteiro. )
Sabao Curativo de Reuter
PILULAS HOLLOWAY
As Plalas puriflcao o Sangue, corrigen todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.
I Fcrtakcem a saude das constituooes delicadas, e sao d"um valor incrivel, para todas as enfennidades W
| peculiares ao sezo feminino era todas as edades. Para es meninos ascun como tambem para as 1
pessoas de idade avsxicada a sua efficacia e lncontestavel.

Etws medicinas sSo preparad sopunto no Estabelecimento do Professor Hoixowav,
78, KEW OXFOBB 8TBEET (aates S33, Oxford Street), LOTOUS,
E vendemse em todas as pbarsucas do universo.
11& Os compradores sSo cooridados respetosamente a examinar w rjculos de cada caixa e Polo se tito tees a!
direcoao, 5331 Oxford Street, sao fidsificasoes.
y 11 k 1,
de Marco n. 6.
Parti.ipam ao rrspeiavil publico que, tendo augmentado seu
eatabeleciirculo do JOIAS cora mnis um i secao, no pavimento terreo,
com eep-vi''ldades em artigos de KLECTRO-PLATE, convidam aa
Exmas. farailiaa e aeus numerosos freguezes para visittf seu cstabeie-
cimen'o, ondo fn prata, perolap, brilhantes e outras pedrs prfciosas, e reiogios de curo
pratn c nik-I.
Os artiges que recebein directamente por todos os vapor sao
exe-utados pelos m.is afirraos especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joiai de subi-lo valor aciiaro uina grande variedad
de objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para pn 8r.tes -de
casamentes, beptisndos e mniveraarios.
ero em relaeSo ao prego, e nem qnalidade, os objectos acuna
mencionades, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
Para o Banho, Toilette, Crian
cas para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especias
a am todos os periodos.
Deposito ero Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Mr^MWAa^MIAs^Ai^r^r^t^MMsa^sVt^BVMsi^sVVtfV^WMM
P08 DE ARROZ SIMN
Saboneta Orem. Simn
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera-e para dar ao
rostro : Frescura, Mooidade e Macieza.
FRUSTRAL AS NUMEROSAS IIUTACOES.
J, SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
PRWCIPAES PHARMACWS, PERFUMERAS ET LOJAS 06 CABALLEREIROS.
.isiiiMiii ** "TiYrY YiYiViViViTAiijji
Licenciado pela Inspectora Oeral de Eygine do Imperio do Brazll.
res to Estmago, Dyspepsias,
Anemia, JFbre
Nri%a~sv. barato
fina d Ou-inirapes n. 96.
Rua V seonHo ov Irap^riea n. 4J, armazem.
Rii de Txmbii n. 5
Rus do Vizconde de G- yacna n. J63, cem igun
e Rtz.;
L^rn'i do M' i ene? i B. 1", l.j.i, cr.m jz.
ImtKo i-j O rii s-.niii i>. 18, 2 o andar.
{"!>.-. ua fi. ( i..i i.in'Tcii ii >, Io andar
S'rurt rio-le Si va ,.ii;,n.i c G.
'
Aiuii-se
urna ciish com connn id ;8 pnr ersnde familia, e
eitii Rlxri^di) ; ni Ponte de Ucb* u. 10.
\\m -se
t
a cas da rn? do H.nfipi > n. 10, ro:n grandes se-
comm)d-c.'s para e.Uegt] na rua Duqoa de
Caxias ii '.'.
S, averiada
DE ABRIL
horas
De 40 peyi.8 de g;
SABBADO, 2
J A's 11
/ O agento Pinto levar a leiiSo p--r autorisicao
rao 8r. C: nsul do Franca un orcsi nt;a de seu ehan
ealler, arsqeriinen !,iiiA. Scqueira e
por cobo e rii r urna caixa
atarea X ii. 2 b'rda ds va-
por Villa de Rii de Jam m avaria
d'agua do mar. rffeetaa'o oo arma
sem da rua lo i cessio do
loilio de oulro -m nvuriados, b*m
- tres cofres, curteirus e repartimento de es-
candido Alberto Madre da Molla
Filhns, genros, netos e eras agrndcc-m do in-
timo d'aln aos parent' s e amigos que se digna-
ram acompanbar os restos mortaes de sea semprc
chorado pai, aogro e a\^ comjj|rjojad3r Candido
a, e d novo
miseas que p> lu
ib* BiMn':am retar umatrisdaj
is 8 boraa da manha (lo cia 31 do cor-
rente, stimo de s<=o pasamento.

lovete,
Leilao
lotizas, vidro
zinha
treai de eo-
^Hhando de
nd, 2 espelhoa, 1 par
ros, 1 tapete para
sama pra casal, 1 toillet.
tois, 1 cama de ferro
Inrenna de Liiihiumi
Alfndo 'Jorro-i de Oliveim, Pudro Francisco
Correa de Oliveira, Joo Bpti9ta Qorreja do U i-
veira, Antonio ."i.ee Ferreira, Maria da Ccuceicao
Pires Ferreira 6 Sainusl Benvindn C>rreia de Oli-
veira conviden os eeus emigos ejanniea para
assistircm ns iiiaess que, pVr alma c arnn-za
de Ooyaune. sas j retada av, m.:iid m- cc'ebmr
as 8 borne da manbl do dia 31 do correte, na
rostris da Djn-Vists. Agradecem desde jii a to-
das as p'ssoas nue comparecer.m a esse acto Je
ryligiao e oridade.
loaquim adioiiIu (umnins m-
Fifnclreilo
Mara Ilalugeoia do Reg Figueirefi-, seua ir-
moe e tas agradecem s pessoas qub acoinpai.h i
ram ultima morada o corpo de su piesado ve-
P'.si, cuchado e sobrinhn, J..aqui n Antsa-o Gou
caWeade rigo+iredo, de novo convi jjjn as uvs-
mas pessoas, os pa.-entes e mugs aesis'ircui h
missa de se? mo os, ca matriz da Boa Vista: s o
huras da mauha lie tabbado 2 de Abril
j se ooafisaam ruicmainenio grates.
Os officiafs e tripoiactei do \ ion^l I
Bn/iia mandnin essr missas
8 horas da ui mi t. na po.K-nto,
por alma de sena :ouinanboii-,.-, q-.
no naufragio do referido va:
*:.:2flBPSSB-
Amas
Precisa fe dz hias para noaiutuvr e engunimar :
na rii rl f .spicio n. SI.
iima
Pneiaii-so de ame b potica la ilirt, nrefere so escrav* ; na ua do
Riaehu ilo n 13.
Ama
Piecisii-io d.- u:nn b ih i-: -i i ; ( fiara cusa de
peqoena familia ; a irr.tnr no Ces da Companbia
B 2. Prefcre-se seravM flpvc di-rrr.ir em casa.
""AMAS"
Preoisi-se de diversas, tratar das 8
horas da insnha s 8 da di ifc. na rua das
Flores n. 18, porta larjja.
Br.iio ^^.SL^ V rji Mrociaina
de 16,600 Ir. ^^as^^^a *Jl do cuao
em LAROCHE, Pharmacentico fl PARS, VIENNE, NICE, oto.
O Quina-Laroche nao i um qualquer preparado, porim t resultado de trabalhos que
(rangero ao sea %utor as mais alias recompensas do Eslado. O mesmo ferruginoso-
faria. 22 k 11, rua Droaot, aa* rhamuclaa.
Attentjo
Madame^Faony Silva/participa a todas as
Lxffifls. familias que loe frera honrado c#m suas
ordens, e a quemdeve tanta protecco, quo tpode
nearregar-sc de qualqoer encoi^mcnda concer-
nente a sua profissao at o fim do correte mes,
visto psrti.- no prximo mez pira a Europa, afim
de comprar para seu ateuec tudo quanto for novi-
dadee de gesto, cm Paria e Londres, concernente
ao toilet de urna seubora, e boa assim chaneca,'
espai tilhos, etc., e losde j aguarda as ordens das
aesmas Exmas. familias, quo queiram hnrala
cem quulquer cncommenda, na certeza do que
cumpr'r c m toda a lealdade e rxactido as or-
dena qne h forcm confiadas.
Rua do Imperador n. 60, Io acidar.
Ai
ma
Proi-i.-a-fe de i:ii:i
bricn Veirr, nn- .i
i m i para c s:libar
(^ ncrifit i n 40.
na fa-
\m
l'neis.'i se de aira un* m,a pira o ser vico do-
mestico do i m i ra.-* Be p
l^rga rio R ?..ro i. 10, 2- taxUr.
1 ii. Ii.. ; na rua
Criada
Pifeisa-sc de nm iii dj >1
rua do Con.n.;. :.
a 14
Ao OHiiiiercio
O- abaixi alMgna'lm previnem qne dispensa-
nun doj seui scr\ coe o Sr. Je*o Garlos tc Amo-
rim d( u M..rc. i.
Papoula&C. tem
Capas prefas em casemira, granadino adamas-
cada, e de seda idem, casacos, jera" y pretos e de
cores.
_ Lavas de peliea. seda, casemira e fio d'Escti-
e8, veos oV fil preto, 18, rua do Cabug.
Te.cphone 50o
Ira
Precisa-re do urna boa engommadeira e que
ensaboe tambem, para casa de p quena familia :
a tratar no Caes da Companhia u. 2. Prefere-sc
escrava e deve dormir rm casa.
Aluga-se barato
um pequeo armaxem na rua do Vinario, proprio
pra deposito de faaendas ou mercadorme ; a tra-
tar na inif'M rua u. 31, 1- andar.
Im 1)0111 negocio
Alaga se ou vende-se um sitio no lugar Ipyran-
gn, na freguesia de A rogados, con casa da viven-
da e fiucteiras, tem terreno para plantaco de
capim. canna c rcc^i ; a, frutar rm Olinda com
Manoel Joaquim de Miranda Seve, ou na ua do
Baro du Victoria n 2.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiritai;; a tratar
na rn > j liara;1 da Victoria n. 5. Injn de mo
veis.
km
Preciia te de umi ama de na conducta para
andar com um menino do trea annrs, e faz. r mais
algum servio >
g fi-
no Er.troncmonto, junto ao acou-
Crsa em
Santo Aiiiaro
de Ja-
C
Oliveira & C.
rii'Jo
a, 2-
Ii porstriz
yr!-so biii'i'ii

rin
pripno
i a tra.-
.t
mento
Attencao
Mordidura deanimacs
c repts venenosos i
Jos Emigdjo de (Iliristb Lfla, r-sident-,
era Olindd; ruado Ampnro nt 35, teu'o
ficado oom n rtci'a pela qu^bseu fina'"o
pai o tenente Filipp- Manoel de Ciirisfo Sao convi 5do3 os subtci-piona d.-sta coropa-
Lwl, prep.ravn peoras i-aan atirahen- Shj* P^ZJZf" t r"*eulb!:1 eral no dia
j i r 2 de Abril prximo vindouro, ao mi i-j da, no es-
te ce quulquer venero, tem para y,ncr eriptorio 11 rua do Co.nmsrci., .fim de ser
ditas pedras acomparijiadas de tiiun ioiica- i sc-utido os teas estatutos e resolver-se robres
Aliigs-se all Jima bra cssh, em lughr alto e
fresco ; a tratar no caes da Cuinp.'im.ia Pcroau-
bucana n. 6, eseriptorio.
Plalas purgaiivas e depurativas
de Campanil
Estas pilulns, cuju preparaco puramente ve
etal, teem sid j por mais de 20 annos apro reitadnt
ora os melhores resultados as soguintes moles-
tias : nffcnfocs da .,'cllti e do figado, syphilis, bou
boes, escrfulas, cbagas inveteradas, erysipelas
^onorrbas.
Modo de naal-aa
O me purgativas: tour^-se de 3 a 6 por dia, ie-
sendo-se aps cada dse um p^seo.d'agua adoca-
da, cbA ou caldo. --
Como reguladoras : tome-se nm plala ao janai
Estas plalas, de. invenco dos pharmatmiticot
Al^eida Andrade & Fdlios, teem veridiatum dos
srs. ii.i-dicos para suu racihor gerantia, tornndo-
le mais recommendave8, por screm um segu o
pnrgiitivo e de pouca dieta, pelo que poden, se:
asadas em visgem.
ACHAM-SE A' VENDA
a Irorarria de Farin ^i>tn Inho t*
1 K17A DO MAKCJUKZ DE OLINDA 41
XAROP
VINHi
BARTHOlCiEO 8
Phar
nicos prepara
comnaenila!1
Boesoas do Utoma^o, riido Bao
e ZatesUnos, erda do Appetlte.etc.
15 Anuos ie oom exitof
EXIGIR A ASSIQNATTJR/.
>% 4
Premio
principal
no caso mais
iortunado
Marcos 500,000
AVISO
de
Convite para tentara fortuna.
na nova grande lotera de dinheiro de contado
ifiancada pelo Estado de umburgo na qual
conforme o plano das loteras que contina va-
lioso ha de rifar se em todo caso
Wl COSTOS 890,150 Ii!COS.
Eis aqui os-premios desta vantajosissima Jo-
teria em dinbeiro de contado, que contina at
agora, conforme o plano nao mais de 100,000
bilbetes.
O premio principal ni caso mais afor-
tunado
marcos oo.ooo.
Premio: 300,000 M
I Gaoho de 200.000
GauhoadelOOOOO .
I Glibo de 90,000
1 '* 80,000
GanhoBde* 70,000
1 Ganbo de 60,000
GanbosdeA 50,000
Ganho de 30,1'{K) .
5 Ganh js de 20,000 .
S > 15.000
O > 10,0(0 i
50 5,000 >
!OOGans.de3,0o0M
53 2.000
51 1,000
81 500
I -O 300,200.
150 .\Urcof
3)SO Gaubos de
145 51 arcos
7 090Gauhosde 124,
100, 94, Marcos
SSO Gnho3 de 67,
40, 20 Marcos
Totalidadc: 50,5'.0 G.
Estes premios baja o que houver, devem re-
partir-se por sorteios dentro do praeo de pon
eos meses em 7 cjasses.
O premio principal da primeira classe impor
tava M 50.0HO, iodo acrescentando na segun-
h cas e M OO.'MIO, ua t.rceira Mi"
90.000, na quarta M. 80.000, na quinta
a M. OO.OOO, na sexta & Al. i OO.OOO, na
stima M. 2OO.OOO, e junto com o i-r.-imo
casual de M 300.000 M. SOiNOOO.
A dispesico do n*vo plano continua em per-
fcita semclhan?* com o predominante atagora.
Pira entrar nosorteioila primeira ciastae
que se verifica officialmonte, esto cotauus os
seguintes presos :
Para un bilhete original, o- enteiro Marros 6 ou
6 sa moeda ingleza.
Para meio Mnete original Marcos 3 ou 3 s
moeda ingleza.
Para um quarto de bilhete original Marcos l'p o
1 sb 6 p, moeda ingleza,
Estes biihetes garantidos pelo Alto Governo
(nao sao promessas prohibidas) junto com o pla-
no original mando cu para todos os logares por
inuitcs distantea que sojxm contra remessa do
valor porte adiantudo. Logo de terminada
rifa, cada um dos participantes reeeberA de
mim a lista oflicial da extrurro se.
qoe arja preciso reqaerel a.
Ua novos planos do sorteio, carimbados com
as Armas do Ealado. e dos qua's cu-
a rao es premios e sua distribuico as 7 clag-
.-es eu os remetterei -gratis antecipadamente*
O pagamriiio e a entrega dos respec-
tivos quinLes effectuam-se sem intermedio de
alguom sem a nialn mnima demora
sob toda CKUtell* e diseripoo.
'S^' Para ordinar bilhrtrs, queiram utilisar
por caria resiniracin qoe contei.ha a im-
portancia cm no loa de banca ou ordem so-
ore iltmbnrgo cu Londres.
5^5^ Att ndendo a que se vae aproximando
sorteio queira-e, com todu a confiancu d'aqai
ra Uiante
e cada dia endereear-se at
15 de Avs-.l p. v.
Samuel Ueekscber senr.,
Banqueiro e Cambista cm HAMBUGO
(Allemanha)
Io iriirnii- kiiroiniiiu Isaac, cem-
mandanto do Babia > e sea imedla
1> Sil verlo Antonio A asfociio-in dn praticaeem da barra" o portos
desta cidade, ferid* do mais doloroso sentiments
do boriivel passamento do commandaute do vapor
Baha, 1 tenente A urelisno Isaac, c iinidiato do
neamo Svcrio Antonio da Silva que perd u-se
na noite de 24 para 25 di corrente, convida aos
parentes e u-nigos do mesm*. finado para asssti-
r.'m as missas c memento qne roaodam resar no
i'm 1 d Abril (soia.f. m) s 8 hora3 do dia, na
igreja ilo hilar, N. 8. dos Navegantes, de quem
ora o me.-ino finado di Voto. A aejociatao da pra-
ticagem ugralece a todos aquolles ^ue compare-
cerem.
UViunrl Jitiuinini tome
Kiniha lie Knrias G rwir, CapitiiMna Oiestildeg
Gotn-f, A:fri ii rietoc-l Goinee, GetJki Frimi-
;ivo Gomos, vi ii va- i fi'hos de Bcrn-rilo Joaquim
Gomes, victima lo naufragio do vapor Baha, na
noite de 24 do mez, corrate, conviji m seas pa-
rentes e am'g.is para assistircm as missas que
pelo ropoiiBo u'alma c|o irogmo mandam celebrar
na sexta f-ira 1- do Ahil. na igreja do Divino
Espirito Sanio, pelas 8 horas da manha, pelo que
debdo j so ciiifesflhm nc-id joid.'s
Companhia Uzina Pinto

marca cyr
LO |
uto og'as,
. por me-
cao impresa.
Estas | i p, 1 c .
cresci'i.i nmii' r-> d poggn-.ig ti .nima-s mor-
didos il- (j^o ri.ui n !.) < &r.,a de itFc-
rcnt.s (-'pvie^, mclui-ive h casciavil, sem
qtieji i Icniu 1-1 n i em um
sqasi. P.-.rt:-.n1 rl I preciado-
re da i;.y.t, e pcsVois rta ciii n-pu
prevenido con, i;l a nta
do vir inorrcr di ti- uras tim pa
reuto, uiataruij a tiual
mente,, racin 11 < ti rrr
Silo cimliecidna astas p-dras a mais de
60 atinos, empr-gidils s-uipre corn bom
cxilo clon resulta 'o.
fundac3o da mesmu c- mpanhia.
(V)i
tu ionio Francisco Mala
Amorim limaos & C, convic'an todos osees
prente* e pessoas de sua araisade para rsisti-
rom as missas que mandam celebrar na matris do
Santo, lis 8 horas de sabbado 2 de Abril,
por alma do amig> Antonio Francisco Mia, fal-
lec io na cidHde do Port^>. Dcade j airttcipam
seus agrdeclnente- que .6 dignarem
comparecer n esse ai ti iii
Francisco .ornes arqnes da
Fonscca
Victorino Marqu s da Pontea, Dioniia Maria
de Oliveira r.T.eu filhos, mandam rez.tr uint mis
no convento do H. Francisco, -eguidi-feira, 4 do
unz vindou.'o, m-J-Jiii 7 horas da minbii, por alma
|*le si-u ;nfo n y .i u'^ro oc inhado Frsncrsco Go-
mes Marques da Finsoc, f-iiloflid? cm consequen-
ci i il i nmifi-iCio do p i |uete nacional Bihia, aa
noito de 24 >/;> aiair*"i e mri ,e,t,i- eM
;,it. den :wj parantes e amigOJ
seus e do Guada, pelo que so ci.ifc33nm desde j
'i-cido. v____________________________^^
aEaaaaaWMaVMmaamaMmaMBMa
lilaiiKii Kiiiilma Hohlerl
Maiia M. M'uh'cr', 'i rtrudea G. Muhlert, Mi-
tin A. Muhler/t, Goroncio E liririo MuMert, pa-
tente) Remigia Iz'ii <- Mufa ert, oama-
llier i- o u^ p '*, 'i niiidro Eduardo .Muhlerf,
una mulhcr eVaaJ ie M'itds e.
,-u* unilher, w-. nhudas,
agradecem ni'1 i is que se dignaran,
ctmpmihar a cem i inorta's do sua
sempre lenilinada f. i, 1 lina
Aquilina MiiJlilcit; e de n ivo as conv'dam pata
bSBistir h myssa no "> din, q i t ri lnu-ar s 7
boras da mijtuha de sabb-ido. 2 de Abr, na rra-
tiiz da B/a-Vis!a Desde ji antecii>m seas
agrtuiceim^nics por esse aciu d<- rrligiil e catt-
d-.de
i-oinpanliiH bmai
g5*<0 a vapor ir-inda irsr l
:l pioxni'O '
C)rrenta~,
ave-
de
*d>
um-
r
1
.
rH
^f
V f *-
>
k




I -.T-*-j9!?H3
Mario de Pernamfouco--- Quata-4pira 31, de Marco de 1887

. Para cosiniar
Freeisa-se Hdc urna
ama para osinhar,
mas que eosinhe bem;
do 3. andar do predio
n. 42 da ra Duque de
Caxias. por cima da y-
pograpitia 3o Diario.
Jalroph *
Manipoeira
Esse medicammto de uma efficacia reconhecida
noberiberi e outras molestias em que predomina a
bydropesia, acba-se modificido em sua pr- para-
50, ;racas a uma nova formula deum distiucto
medico desta cidade, sonrio que fomente o abaixo
asignado est habilitado pura prepainl-c de modo
nn Inorar Ihe agosto e ih-iro, sero toi.ivia alte
rar-lhe a propredad:S melicmentoeas, que se
conservam cun a mesma actividade, a* 11S0 maior
en vista do modo por que elle tolerado pel
est'mago.
Inlro dcpohilo
Xa phirmacia Conceicav, ra do Mrquez de
Olinda n. 61.
Beierra de Mello
Pasto c Collares parti
eular
Lonreiro & C. a Paaaag m n. 7, r- ceberam o-
ra rcmeesa do j b-in "conhecido vinbo de Pasto,
assim superior de Colimes, que vendem em quin-
to retalho, por cvminxdo pn co.
de ass
coairpn-
08 W\,-
e ef-
Apparelhos econmicos pira
te e cura. Proprio para cogen'
nos, sendo mdico em pr
lectivo em operaco.
t'ode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, roelhorando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERACO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
rnasbinismo aperfeicoalo, systema moder-
no. Plantas completas ou macbinismo
separado.
Especificacoes e nformacSs com
Browns C.
5RA DO COMMERCIO-5
Capas para senhoras
Hua uqne de Caxian na. OS e 83
De teda e arrendadas, o que ha de mais mo-
derno, a 404000, para concluir.
Boa morada
luga se a casa terrea com sota extern, no
pateo do Terco n 82 ; a tratar em fra de Portas,
ma do Pilar n. 56, ta\erna.
Professor
*
Peo 8 Tivetro

Ka quinta e s. xta-leira santa vende-te peixe de
vjvciro nc baldo dos vivtiros muito cannecidos
qne forsm pert ncentes ao finado Frsncisco Cous-
aeim, e istu na i s rada doa Remedios e na ra
Dite'a de A togados ao ptssar a ponte, lado diru-
to, segunda casa, de u.eia noite em diante. Ex-
cellentrs curiroaer, optim a tainhas e camorins,
etc. ; e na quarta.ira de trevas somente nos
oaldos dos mesmos viveiros.
Uma pessoa habilitada se offerece para leccio-
l^iar em algum engenho primeiraf lettras, portu-
gus, ariibmeticH, noces de fraacez e latim :
quem precisar dtixe carta nesta lypogiaphia com
as iuiciaes H S P.
Fabrica Martina
O abaixo assignado faz sciento as pejsoas com
quem tem traDSsecoes ccmmerciues, que seu fi'bo
Arthur Lxmbert Pereir, a deixou de ser seu cai-
xeiro, a contar da, data de boje, 29 de Marco de
1887.
Manoel Antonio Pereira.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes nrsta provincia
FRANCISCO M DA SILVA & C.
No armazem de drogas ra do Mrquez de
Olinda n. 2-3.
Precos : Frasco 2*580, 1/2 dnzia
13f 000 e duzia 24*000
Preclam-e com. urgencia de per-
felfa, cinii II api eular Me nao <.
(ando Meada* cuihic p, paga-ae
bem. alellerdemadatne i'nimj. roa
do Imperador n. SO 1 andar.

Caixeiro
Precisase de uin caixeiro com bastante pratica
de Bblbadcs i a tratar na rna de Hortas n. 17.
LIQUIDACAO
PARA ACABA
FAZEXDAS E IMU'PAS
15- Raa ohh ii Cexas--15



VERDADEIRO
IELIXIR. D" GUILLIEI
Tnico Anti-Catarrhai e Anti-BUioso
Preparaflo por PAUL GAGE. pbarmacecco t Mame, tstm em mrtlclna
MOLESTIAS
DO FIGADO
*
DIGESTES
diffceit
fHEUMATISM*
GOTTH
5v;*j *& irw>^-*r
PELA PACri.nSUE K l'Alll ^^
NICO PROPfUETARIO DC ESTE MEDICAMENTO
PAI1S, m ds_ereml!e-Siiit-Unuii, I, PilIS
Moit de letrMn atino* inconlesurel o Elixir de Gallito ; este medicamento o mus
econmico e o man rooimoao par ser empregeeo e,Ber como Pur-
gante ou Depurativo
Denconfiar a* falitifarCen
bi|ir o !>fiuic Elixir k GuTi m > Ira Ful lili
* ada aarrttfa deoe ecr accomptinhada com o
TRATADO NOUtie A OUIQKM DO CATA BUHO (PITUITA J
fcpssttanase Pernambueo: Pr" M.da Stra k P.
FEBRES
CONTAGIOSAS
fluxt
DO PEIT9
mOLESTIMS
das Mulhtret
e das Cr/ancas

Funclicao de sinos brome
Renda liespantola
RtA QtrE-DE CAXI\S NS. 62 E 83
Renda pret bespanbola, toda de seda a 4*000
. covado.
Ao publicas e ao com-
mercio
O abano assignad >, rnt rando-se temporaria-
mente pora Europa, deixa como seus procurado-
res os Srs. Jos das Neves Pedrosa, Henrique
Uoncslves Di*s e Fortunato Pinto da Motta, sen-
do l", 2 e 3 na frxa em que se achura coll ja-
dea. Aprovei'a a cceasiao para despedir-ae de
alguas amigos que o nao tizesse pessoalmente,
oflvrecendo-lhes 03^8eus limitados prestimos no
reino de Portugal.
Recite, 51 de Marco de 1357.
Jos Ooncalves ias^_______
Engommade.ra
Precisa-se de uma bja engemmadoira, que en-
saboc tambsm, para cas de pouca familia, prete-
re-se escrava ; na ra do Kiacbuello n. Vi.
TOVUIADES
PARA
OS ACTOS Di SEMANA SANTA.
Capa para senhoras
de damass
cachemira
e merino.
Recbeo o. bom March
lis Caxias i. 81
Paga-se bem
Na ra do Imperador n. 45, 1 andar, precisa-se
de uma b a cosinbeira, uma engommadeira e um
meuino ; ara recado. E' de condico, dormindo em
casa.
A MELHOR PERFUMARA INGLEZA
TREMIADA COM SETE MEDALHAS
TANOIXWOOD, MATHIOLA, white-rose. opoponax,
WHTTE HLIOTROPE, Es. BOUOTJET,
CRAB-aPPLEBLOSSOMS, o mala novo Perfume.
Estes Perfumes sao os melhores que existi, e so vendidos
em vidros eom tapa patentada.
finest english, eau de coloone. a iaals refrigerante em
vidros de 2, i e 8 onras. i
AGUA DE FLORIDA. Para o banho, qualidade extra.
OPALINE P DE TOILETTE". Inocua e invisivel.
CHERHY TOOTH paste (Pasta para os dentcs). Conserva os denles
e torna-os perfoltamente brancos.
O MELHOR sabXo inglez tramsparemte. semser perfumado,
ou com delicioso perfume, em lageas, bolas ou pao para a barba.
O MELHOR sabao inolez. Com alfazema ouopala, cm pao.
OPALINA SOAP. Sabao para a tez e a cor do rosto.
COAL TAR SOf, Sabao de alcatro. Carbolic Soap, Sabes
superioressaararf toilette. Deliciosamente perfumados, quali-
dade non plf_^Bra. Od Brown Windior.Honey, ElderFlower,
Rose. Glycerwlc Amendao. Escovas de dentes afamadas da
Coria.
Todos os artigos cima levao a nossa marca de fabrica aqui junta,
e-pOdem ser procurados casa dos principaes negociantes da
America do Sul e da America central, c tambem- pelo intermedio
de qualquer negoMante Inglez
O Catlogo' Ilustrado tnvia-st gratuitamtnU quem pedir
The CROWH PERFOMERY C
ooa a v a pa oomoA. til, New-Bond Street, til LONUHES
nico i us para o Br:z: F. M. Br;.ndon no Rio de Janeiro.
Fallencia de J C. Levy
C.
A commissio de verifieacao de crditos da mas-
sa failida de J. O. Levy & O, convida os respec-
tivos credores a a presentar, m os seus ttulos rua
larga do Rosario n. 22, das 10 horas da macha
at 2 da tarde, isto ate o dia 30 do correte.
Rce fe, 28 de Marco do 1887.
Porto & Santiago.
Vendes fe U.
tunco Levy. 0
Lm professor
Qurm preciskr de um moco casado, com 14 an-
nos de pratica no ens>no primario, para a educa-
cao de tus filhos, diiija o chamado p>r carta
estacao de Frecheiras ao Sr. G. L. A. Monteiro.'
Aprsenla valiosos aocumentos,. nao s de su
conducta, cerno de aptido professional.
CONTRA
Grlppe. Bronohltas,
Deflux-
Irrltaooes do Peito. o XAROPE e PA8T A pattoraa
de NAFE deOELANORENIER rito de moa efficacia certa J
Terlfload porMembrotd Acadiinla de Mcinad Franca. I
Sem Opio, llorphiua nem Ccietna t-* *em recelo as |
orianca affectada de Tosa* ou Ooquelaohe.
PARS, ra Vivieune, M, PASIS
B KM TODAS AS PHARMACIAjl
DO ML'NDO.
A REVOLUPaO
0 48 ra Duque de Caxias
Chainamos a tittencao des Exmas. familias para um explendido sortimento de
fazendas que vendemos per pregos sem competencia.
VER PAKA CRER
GuarnioSes de veiudilho Lordadas a vidrilbo, 7^000^ ama.
Cachemias pret-s, OOO, 1^200, 15400, 1^600, 1^800 o 2*000, o covado.
Ditas de cores, 900 rs 10000 e 1)5200, o dito.
Dita broch bordada a la e seda, 1*500, o dito.
Liuda8< las mesnadas de seda, GOO rs., o dito.
Ditas ditas com liatriohas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas ditas com listrinhas e quadrinhos, 400 rs., o dito.
Ditas alpacas lavrad-s, 320 rs., o dito.
Setim damass, novidade; 320 rs o dito.
Dit' dito com listrii'l.ds, J20 rs., o dito.
Dito Macau, 800 rs 1(5000 e le?200, o dito.
Dito preto, 1*200, 10400 e 10800, o dito.
Merio-setim pret, 10500 a 10800, n dito.
Grs do aplos preto, do 3000 ', 30)00 por 10800 e 20XK), o dito.
Fustao branco, tiuo, a 400, 560 e 800 rs. o dit.
Dito de i r, pliantasia, a 320 rs o dito.
CoJbas bordadas, a 20500, ::'05OO, 50000 60000 e 70000, uma.
Guarnieres lie croilut, 80500 120O(X), uma.
Cortes de c. xhemira para vestid", 200000, um.
Punhos e colerinhos p*ra seobora, a 20000, um.
Fecbs de la, 10800, 20200, 20800 40500 e 60000, um.
Ditos de pelucia, preto, 00000, dito.
Voludilhos lisos e bordados, 10000, o covado.
Ditos bordados a retroz, 20000, o dito.
Leques de pao, muito fios, 500 rs., um.
Ditos dito, 1,5000, 20000 e 30000, um. ^ ..
E muitos nutns artigos gue se lembraro na presenca das Exmas familias.
Henrique da Silva Morelra.


A' Florida
Una Duque de Caxias a. IOS
Chama-te a atteneao .as Exmas. familias par
os dtccos seguintes :
Cintos a 1*000.
Luvaa de pcuica por 8*500.
Luvas de seda cor granada a 24, 2*500 e 3*
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rt. *
metro.
Albons de 1*500, 2*, 8*, al 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda'
das, a 8COe 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. xn,
Anqaiobas.de 2*, 2*500 q 3* uma.
Plisss d 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra"
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Pentes para coco com inscripcSo.
Enchovaes para batisados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 190 envelopes por 800 ri
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
LS para bordar a 2*8Q0 a libra
MSo de papel de cores a 200 ris
Eslojos para crochel a $000 rs.
Bico de cores % S, e 4 dedos
de largura a 8*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qnaresia
Galio de vidrilhos metro ICO ra.
Luvas pretaB seda e escocia.
Franjas e galoes preto fino com vidrilho
3* e 2 o metro-
Leques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*0;0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Liuha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largura 600 ris,
3 dedos 808 ris, 4 dedos 1*200
Garrafa d"agua Florida 800 rs.
Bicos para vestido de cretone e chita peca 1*290,
1*50) e 2*.
Leques com borlota a 800 rs.
ABBOSA & SANTOS
4,
44$00
i
Aluga-se a casa teriea n. 6 i trsvessa do Frai-
las (antiga do Trindade) e 8. Jos, com 2 salas,
2 quaitos. cosinha fra, quintal murado o cacim-
ba ; a ehave acha-se junto o 8, e trata se na rus
da Gaia n. 62, Kecife.___________________
20^000
DE
LUIZ U CRUZ MESQU1TA
66Rna do Barao do Trwmpho66
(Miga do Bidiu)
Neste estabelecimento encontmro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restil'ar, alambiques do antig-o e no-
vo systema coin esquenta garapa, serpenti-
nas e carapu^as, tachas, tachos, bombas de
Tbrooze, de cobre e de ferro, de espirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taannos-, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenses, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, arruelas e len^es de co-
bi% bombas continuas, sinos de l libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cadi-
nhos patentes C de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des ecom toda presteza eperfeicao apresos
mdicas,
Vendem-se a orazo ou a dinheiro com
descmto.
ELIXIR &VINH0


Aluga-se o 2- auiar'do sobrado ra da Guia
n. 62, caiado e pintado, com bastantes commodos ;
trata sa na leja. _______^________________
Aos Srs. proprietarios e edifica-
dores
Na antiga e bem acreditada ciara de Bento dos
Santos Ramos, a ra do Viseonde de Albuquer-
que (outr'ora da Gloria) n. 87 encontraro os brt.
proprietarits e edificadores, os seguintes obje-
ctos :
Tijolos de alvenana batida.
Ditos quadrados de diversos tamanhos.
Ditos para forno de olana.
Ditos de tapamento.
Ditos para caciu ba.
Telhas.
O proprietario dessa conceituada olaria, scien-
tifica aos interessados que todos os seus productos
sao manufacturados com o exceente barro d'agua
doce, do lugar Taquary, tornando-se por conse-
guinto rccimmendavei8 nao t para a eaude, por
oio ser hmido, como o sao as d'agua salgada,
mais thbein pela duracao. Outrosim, scientifica
igualmente, que a ferina do suas telhas maior do
ue qualquer outra, nenio estas, ao mesmo tempo
oais leves por nao receberem durante o inverna
grande quantidade d'agua, como soceede com as
de barro a'agua calzada. Precos mdicos. 87,
roa do Viseonde de Albuquerque, outr'ora da Glo-
ria 87. Entrada pelo lado do caes, defronte do
ico.
Ao Nr Antonio Paes Barreto
do engrnbo Megahipe de Cima, roga-se o obsequio
de comparecer a ra do Vigario t>. 31, primeiro
sndar.
TROUETTE-
e PAPAINA (Pepsina vegetal)
sao os mais paderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIGESTAO, ETC., ETC.
UM CLICE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA OCHAR OS CASOS MAIS REBELDES
A venda as principaes Phannacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars :TROETTE-PBRRET, boulevard Voltaire, iji
BeM-ie tililr Mito a OHiO ios FBUMITES sobre os Frascos para evitar as FaWHcssiM.
Depsitos em Pernambuco : FlAH~ M. da SILVA e C e as principaes phannacias.
4os 1.000:000*00 .
200:000W00
100:000^000
Eil!
M 3
favor dos ingenuo da
LOTERA
Menina
Preelsa-se de uma menina de 10 a 15 anpos,
psra casa de familia, para andar com urna crian-
ca, trata se bem e d-ee de vestir ; a tratar na
ra Nova n. 15, loja.
Cosinheiro
Precisa se de um cosinheiro ; na ra do Com-
mercio n. 44.
VENDAS
0PPRES&0
TOIII /
ttUUfriOltJ
mm

a-plra-ie a fum >'\jue penetra no pclto acalma o avicblon serroso, facilite
a BpectoraQafi e *orlsa aa funccoVs doa org5s respiratorios.
Y_* mm srittTrr em *mm I.HHC, va, sa SMUsim, aa-rarto
- .*K#*rio$*m ir_agi.i_| LMBJL? JBs.*f.J"*iX*JL!.
Le m branca
Fantasa para crochet, em fios d 12 e arda, de
diversas Cv.res.
Cantas de pedra lapidadas, completa variedade
cm cores.
Guarnieres de 13 e seda com bollas de madeira
pulverisadus, para enfeitar um elegante vrstido.
Bonitos bicos de cores, sortimento completo,
rendas bordadas pira vestido, dtaa em seda h< spa-
nhola, creme e preta.
Commodos e elegantes espartilhos para senhoras
e meninas.
Todos estes irtigos e muitos outros veudem-se
na casa do
fedro liilnnes k. f.
63 RA DUQUE DE CAXIAS 63
Precos resumidos
NA
Nova E^pcrinya
Cahriolets
Vende se dous cabnolets, sendo nm descobert.
e ontro coberto, em perfelto estado, para nm ou
dosis cavallos; tratar rea Duque da Oaxia
n. 47.
Colonia Orphanologica.Isabel
DA
\ PROVINCIA DR^SRNAMBUGO x ,
Extraccu a 14 uu Maio a 1887
\) thesonreiroFrancisco Gonfalves Torres
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Eseesso preferive
o cognac ou aguarden* de canna, para fortifica*
i corpo.
Vendese a retalho nos tu Iheres armazens
iiolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO enjotur
ne e emblema sao registrados para todo o Brasil.
,. BROWNS & C, agentes
Pinlio de Riga
MATHUES AUSTIN .& C, receberam ultima-
monte um completo sortimento desta madeira,
como sejam : prancbes e tabeas para assoalho,
da melhor qualidade e de diversas dimenses, e
que vendem por precos commodos, e reduaidos,
conforme os lotes ; no armazem do caes do Apollo
n. 51, ou a ra do Commorcio n. 18, 1 andar,
Pechinehas para acabar!
59 M Dttp o Caxill 59
Nansoes cores firmes a 160 e 180 ris o cova-
do.
Cretones claros e escuros a 240 ris e dito.
Fusies com oalminhas de cores a 840 ris
dito.
dem branco finos a 320 e 400 res o dito.
Popelinas com listras de seda a 3C0 res o
dito.
dem branca para Exmas. nsivas a 500 res o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 5f0 ris o dito.
Se i ios de cores, branco, c preto Maco a 800 e
1^ o dito.
Combraia de forro preta a 14200 peca.
EsguiOes de linho de 10 jardas a 4* e 44500 a
diu.
Madapolau pelle de ovo de 20 ditos a 64500 a
dita.
AlgodCes superiores a 34500 e 44 a dita.
Brim de cores, lindos padres a 400 e 500 lif
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris'o dito.
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito
Cambraia branca bordada a 54500 a peca.
dem Victoria fina a 34200 a dita.
Bramantes de algodo superiores a 900, 14200
e 14500 o metrt.
dem de lii.ho puro, do melbor, a 24 o dito.
Lencoea de dito para cama de casal a 14800
um.
Colchas de ganga idem a 34 uma.
dem idem para sellei-os a 24500 nma*
ColcbVs franceses, grandes, a 154 um.
Ceroulas de superior bramante a 124 e 164 a
dusis.
Meias inglesas, cruas, a 24800 e 34500 a dita.
Lencos brancos e de corea a 24 a dita.
Meias | ara mancas a 24500 a dita.
Guardanapos bordados do liaba a 24400 a dita
Camisas francezss superiores a 36 i a dita.
Cortes de meia casemira a 14800 e 2.
dem de casemira superiores a 34000, 44500 e
64000.
Para a quaresma
Merinos preto, sortimento sem competencia,
precos de 14000,. 14200,14500, 24000 e 24500 o
covado
Gi 3 de aples, verdadeiro de Lion, a 24508
e 24800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 24000 o co-
vado.
Veludilhos lieos e bordados a 14000 a 14200 o
dito.
Mantilbas brasileira a 5 ma._
Fil de sede bordado a 248.'* flSSTto.
Fichas, idem, grandes a 74 um.
Cheviots superiores a 24500 e 84000 o va-
do.
Cssemiras, panno, Sedan- Dvrinos e -dos >>
artigos para o uso domesti s,*rc
ditada casa de
Ca iieiro da lumia l.
Vendas em grosso' damos
deseoBtos
*9 Ra finque de Caxias 9
m
---'-

V
?*.?*. 2BS3iVC(7Aa AL3CW-0
JtS nos precos
dadeiras Machinas kturicsi8as para ..esesroar algodo,
eatao
ver-
?endendo a
porlierrr, om 14 >/ <<' desvento, a
ta o Mrquez de 01 inda n 56 4
Dece secco de caja'
Vende-se doce secco de caj multo snparior, *i
latas de 2 e 4 libras; carua do ImiSndor nu
mero 45.____________j_ ___________
Vende-s
um vapor com moendas novas, taxas epharol, tudo
em bem estado e por presos commodos quera
precisar dirjase estacao do KibeirSo a tratar
com Antonio Duarte Machado, ou no engenho
Ganganel, perto da estacao, affiancase que todo
negocio se far por venda.

nuif
I l \mm*mmmmmmmmmmmmmmW*mmkWkWm




i

i
Diario de Pcrnambi-scoCiuintafeira 31 de Marfo de 1
no
LtRERiM
MLim BERTllER
POH
MARIO CHAR!)
bravamente era Pars. Cono certeza ha de
fi*ar maravilhada com as perfeFciJas da
linda creatura. Ai borbuleU. d* alma
r np i a su a chrysalil, osea primeria
vSo toJo orgulho e todo encanto e, se
anda aj > perd a irapressSo das saus for-
mas do suriquea, todava vejo-rae obrigado
a tiimsr a erio a diseipula na sua meta
idade
em
sera
nl<
que
hs, nassa
v.
telligenc
davrl para que fi iberio deixasso de fazer
della a coroayo desse celebre emprego de
a infancia nada .n.3o quera interroga! a, se eztre voji pas-
O papal de cicerone dessa joven in- sott^ie Isrum onsa do nuurezv a pn
ncia sria era\deina*iadaraent-J agr- eupal-a, di'rer mesrao a entristeca-?
preceptor, aceito em
Como a menina
'anuo a sua natra na soeieiade,
Ls-Grangj.
B>rthier fizesse nesse
encontra*-
.s"
XL
*
CCon-M,a.;oo )
a Seja isso corao t6r, vs qua "$o me
faltam diversSes a esse aborrecimento de
urna espera qu3 aupporto cora coragecn.
f P.'S. Nadada novo da Crimea,-
nao ser o abo.reciraent >. Teudo se casa-
ndo a amiga de-Stockholm o tendo partido
para a Iulia, Christiana tscreve-me dir
clmente ; donde se'segu que a prudencia
traz necessariaraeuta un esfriaraeot no-
ta vel as nossas costas.
LaGrnge, 10 da Fcvoreiro.
a Atteno&o I.. Boisdesnier parti...
nao sabe cuando volt i I... A .^stralada
teve lugar ba dous das, depois de ara
explicacSo um podco calorosa, < m que,
perdendo a paciencia/ manifestei-lhe a mi-
nha opiuiSo eobte o seu amigo Caduc...
Vendse descobert*.* nebro, priln, no fi-
cou nada contuso, quanto' compra 3o
Coudr*.y ; e, como hornera que tara con-
sciencia do quo vale, propi-'me mosto-
samente a recisSo do arrendamento da sua
herdade. Oomprehendes que aceitei.
Nessa inesraa tard, pOz se a cami
nho... para a Escossia. -.. onde, dizfe
elle, havia algura terapo e tinham prop;8-
tas para o estabeleeiraento da menina M
Ha... t Em lumma, esaa partida repen-
tina parece se muito com um detappireci-
ment prudente. O que evidente, que
os seiscentos mil franso com que elle
quera comprar as miabas trras e o dote
de treaentos mil .francos da filba tem ar
de constituir ura milhlo.
t Agora intil, andar procurando os
nitaes do minha tia. .. Estilo long!...
murphosa.. Nao citan lo raais queiinad* rm se tamb'in em nlguraas casas, era al
di sol, porque nS> corra agora palo par-
qic? p'ela bordaia sera chapeo., cora os
seus moviraentos ahila tiraiios de uraa
Psych, que s > accqraa, sara ser bella, riom
talez mesrao bonita, tera, ptamenos,
esse-aitraetivo da urv expressao-rara de
inteligencia junto a urna fiarla d'alma pro
funda e que confa era s.. Ella ttr.ihg,
encanta, impoe, conmova. *-T uraa jo-
ven almiran'e-1... Sarrazin a consulta.
Entretanto hi"trpo, raa especie de
lan;61ia parece velar o sau p rasara jnto
nos activo.. Qaal ser a causa desl
tristeza ?...
XLII
Nada !
7 E... de Pelro da VarehW.. ella
bao lho disse nada ?
A casa pergunta, que prensa va a prao :-
cupacSo de Sarrazio. Roberto lerabrou sa
das palavras singulares da Jo randa, sobre
esca-
par em uraa conversi p raras dias antes.
|*Em todo o caso elle referi o incidente.
' E' oque pensei! tornou Sarrazin,
franzindo era raeticaeao seria as auas bas-
tas sobrancelhas.
Como! trata-so do alguna rusgi de
primos ou de novos ? .. per^untou Ro-
berto.
" Ah 8ra !... dis3e Sarr.-zin...
ombra as fiihas de hurguezss maist*: Acabo de roceb'er una carta de Pedro.
Elegante pela rca y .Depois dos quinza diaa que elle passou em
m Gruitry e que pensamos deviam
gns saraos, onde dansra cora elU, n5o sefib casaraento que"ella traba deizado
admirando raais do* quo o curso natural
das cousas raoJifijasso o tora d su^ cama-
j'ligara.
J conheciia palo norao do pii, que uin
gran i e f-ito de anuas acabava de ilus-
trar Jocunda' cara essa joven graca altiva, ,
qua enianava c menor das gestos, attrahia
a attenc3o ,na sociedaie, por um desses
titulos do herdeira que bastam para tirar
En lias da'Paverero, Roberto voltott
Paris. Afira -le estar preparado "para
do, tiaha >ka 1 > pira a sua ci3a. Pro
isuvi e3tar prompto, ter liberdade de ac-
^ao, para uraa ezpedicjta ou urna partida
de dia ou de noit*, 83 fo3so preciso desap-
parecer, o:cu'tanlo-s primoiraraente, em
algara bairro da cidae
o mais feias.
insticto, raais aectivo do-que billa,'
sse desenvolvimento vivo e sao de cAnr-j
co e de alma que Ihe revelava sub tamUn
te que era ranlher, tinha o espirito avisa-
do de raais para niio comprehender o'mo-
ulvo desees snocessos de salao.
rincn
itivV^
Que diria Marin, disse lhe ella uraa
noite, se ras-'vTsse T Cdra certeza diriafqu^
cu vju a." brma solta! C'-
Qj^aisp ld#-^^sra^*Jtodv%j^ijre1a|}ia jt^-aTreapandea elle com umsbr
o iBaclfri^oiqjt.'Jiehfcs, fe* vVllta ap-''tno constran-
. '
'^o alto da sua calma ura pouco altiva,
ella rif? cora Roberto da sua eraancipacao
dafiaitivW.
podemos
os o cha
-i*"
e curar alguna annos... Al
teztap que os seus nego-
a La-Qranga.
XLV
capitaes
Estou com a herdade s costas,
raodeiro... Servo te
XLII
curo um
pro-
8S0 ?
La Grange, 2 de Fevcreiro.
< Reccbi utn carta 1. .. Uraa carta de
Christiana. Annuncic-me a boa noticia...
Por estes quinze dias ella (star ern Pa-
rz. Nao preciso diz-r-ta que estou promp-
to Poinsinet tera e n raao fundos para
empregarem hypothecaa. Torao duzen
tos rail francos por emprestimo i
Grango, somnsa raais do qua
para o que quero.
E' intil
La
sufficiente
accrescen-
tar, que" qualquer dia deate hei de cahir-te
am casa. Hei de precisar da tua amiza-
de, nessa eropreza de arrebatamento, que
n5o renunciei e nos daus formaremos o
novo plauo.
< Comprehend-is que a ease respeito
desci muito na raioha soberba... Mas,
se o meu orgulho soffreo, a principio, com
a dea de redu'zir o ezdio sump'uoso qua
eu sonhei, foita* as* contas, meio milbao
que posso tirar da venda das rainhas tr-
ras e o que rae resta do que tinha, deixa-
nos anda raais do que ricos em alguraa
ilidao longinqua as trras do Oriente.
e tf^^n0 tonho bscolba Pod,'s
opnceber para mira e para Christiana essa
Vida de baixezas, da arda o de partilha
.a... A: em nossos transportes, a lam-
:ca do antro... < voluptuosidades acres
e beijos afamados. Para nos passou o
tempo dos adiamentos dos receios...
Ha paixoes que absorvera a vida e regu-
lan} os destinos. Eu rae devo a Christia
na... Que ser dtlla j sera mira ? Que
ser de mira sera ella ?
Jocunda est satisfeitissiraa com a volta
annunciada do pai. Aurora ha de vela
paree u en dguns sil3es : correu os thea-
tros os saraos, de modo a crear assira
aotecipadaraenta encontr- furtivos com a
prinjeza, para concortar as suas entrevis-
tas, sera recorrer a imprudencias, que po-
diara ser ura perigo se o principa a con
servaase na es :ravido ou a tyrannisasse.
A chogada de Sarrazin e do Jocunda ao
cabo de alguns dias foi mas um n curso
para engaar a sua paciencia. O palace
te Bertbier, uraa dessas moradas algura
tatito grandiosas, as proximidades do pala-
cio Bourbon, espera do almirantej estaVa
prepralo com esse laxo elegante e seve-
ro das '..-ass de tratamento de ontr'ora ;
Roberto avisado por ura bilhete, mandou-se
annun.iar ao velho muir log.j que es*
chegou.
RecebiJo corao na Barran* e tendo Jo-
cunda sido pravenils, elle a vio apparecer,
dirigindo-se a -'.? como de costume, de
m3o estendida. Qu.t fosso o effaito de
ora quadro n'.vo que modficasse os seus
ares'de, Tourain','oa mudanga vrdadeira,
raais bem aecusada nesses quinze dias, que
ello nao a tinha visto, elle nao pode dei-
xar de sentir uraa especie de timidez em
presenca desse sorriso calmo, e3se olhar
lmpido, tao bera conheci. Ao ver o tam
roseo furtivo que lhe subi faca, julgou
perceber que ella adivinhava a sua adroi-! ^J
relo ; mas foi apenas urna nuvera.
Seja bera vinlo casa meu pai, co-
rao casa do lio Miguel, meu caro Rober-
FOLHETIH
ella cora
o, preciso que elli se
habitu!... Especialmente, quando voc
s; casar.
Ao ouvir esta palavra ella teve ura es-
treraeciraento brusco e o ftou.
Eu?... disse ella, corao desconcer-
tada.
Admirado do effaito que tinha produci-
do, Riberto comprehendeu a in.jiscrpcao
do uraa palavra imprudente e talvez pro-
nunciada cado de ms.
Quero dizar que dia vr, em guo
iart Jti ter de renunciar as suas reprimirn-
das da ama, tornou elle. .
Esse da nao vira, Roberto!... es-'
pondeu ella seria. Eu nun:a me hei de
casar 1 '
XLIV
Bam qua distrahido palas visitas que
julgava uteis ao sea'graule prejecto, a es-
pera de Roberto era agitada de mais, que
elle pausas3i muito no casamento de Jo-
cunda com o primo -. Elle contava os
das...
A final, uraa carta de Christiana, mar-
cando para dois dias raais tarde sua ch-
gada, sorprendeu-o n na manhS. A pri;
mein idea que tsve foi ornar o templo do
dolo e perfumar o seu aposento, que ate
ento tinha licaio triste como elle. Era
para al-
guraa visita imprevista.
Uraa hora depois havia all um monte
to, disse-lbo ella para reatar logo a sua fa-1 de flores, os lilas sobretulo abunda-am.
miliaridade. 1 Foi na estaclo dos lilas que se oncontr*-
Hura! disse o tio Miguel, cora ura ram PeIa P"meira vez, foi pr entre lilas
piscado de olhos para Roberto. 11ue el,a entrou Pe,a pri^eira vez na sua
DepoB de meia hora de conversa sobre casa,
os novas arranjos das suas relajos em Roberto estava todo entregue ao seu so-
Paris, Jocunia, tendo de' tratar de algu-, nho, quando lhe nnunciaram Sarrazin. ,
raa cousa, deixou-03 por ura moraento. Es3a visita matinal do velho maire o
Hein ?. Est claro disse viva- sorpreodeu agrada vel mente, pensando que
mente Serrazin'.
e qua pensamos deviam ser
urna especio de prova mutua do carcter e
dos gastos, eralira ura estado necessario
pessoal de arabos, sara que se lhes tivosse
dito na la dos grandes projeotos : depois
de reataren} assira a sua anisada da in-
fancia, ficou resol vid j que se escreveriam
Pedro foi antorisado por raim a atar o seu
romance, segundo o tora da sua correspon-
dencia ..
Entilo 1 disse Roberto, estao em bom
camiaha.
Em tSo bora carainho quo voltarara !
continuou Sarrazin. Podro declarou se...
. Claramente ?
Sam duvda !... Queros casar com-
migo ? laso claro, hein ?
Que rasposta dea ella ?
Respondeu comNima earta cheia de
attencres para com o primov^jWa cora o
amigo.. mas recusando seinOTUngena.
b! talvez isso nSo passe de unW
hesitaco... Quera sabe ?... Talvez co
quetismo de menina.
Coquetisino?... Antes foase; mis
Pedro procedendo como sobrinho, como
prente em uraa questao de familia, julga
dever dizer-me tudo. Jocunda explica-lbe
a sua recusa, dizendo-lhe que o seu cora-
cao nao est raais livre, que ella ama...
Que est dizendo ?
, E com a franqueza qua vo^ conbe-
ce, ella diz o norae daquelle a quera araa :
voc
Eu '... exclaraou Roberto aterrado.
Voc, repetio Sarrazin.
Ficarara calados ura momento, olbando
um para o outro, contrista ios, corapreben-
dendo que isso efa uraa desgraja para
todos. O priraeiro impulso do coracSo de
Roberto foi llegar a sua lealdade de ami-
go.
Ah sem duvida, eu conheyo, tornou
Sarrazin ;-n3o precisa defender-so Mas,
quem diabo desconfiara de que condecen-
do a sua paixao por outra, a respeito da
qual rsula e sobretu io Marton tanto tera
tagarellado... ella se lembraria de um
amor impossivel ? O peior de tudo isso,
a minha tolico!... Estou mettido em bons
Jlences para a volta do almirante Era
todo o caso preciso pensar nisso...
Que prentenda azer ?
Os acoTeciraentos seguiara se cora tal
rapidez que Roberto nSo poda deixar-se
distrahir por preocoupacoas eatranhas ao
drama da sua. vida. Todo entregue ag-
cacao era que o laocou a ultima carta de
Christiana, parecia-lhe qua o curso do
universo esta/a suspenso. Esperava ura
telegramiua a" toda hora do dia ouda noite.
Dous dias depois, recebeu ura bilhete de
tres linhas : Christiana que chegara na
vepera, esperava-o no di seguinta.'
Admirado; a principio, de ura* chamado
to temerario para ir a casa della, rflee-
tio logo, que havia qsso um acto de oo-
ragem com que ella quera firmar o drei-
tu de abrir a sua casa acs amigos dos lem-
pos passados. NSo era com effeito, mas
simples, desvanecer toda a suapeita por
uraa libjrdade que os habitantes a encon-
trarem-se era t>da parte e a conversarem
sem recorrer a esses subterfugios humi-
lhahtes, creando ura parigo a cada encon-
tr?
Livre do receio que lhe inspirava essa
vida de infamias, de ardis baixos e de
manejos de adulterios vergonhosos, que
Ah 1 elle } disse Christiana levan-
tando-a* para ir fc seu encontr.
Ao tornar a ved-a. Roberto sentio am
deslumbramento tal, que pareceu-lhe que
ia cahir, mas ficou logo aterrada vendo o
princi*-, em p/^fptnto ao fogSo, na attitu-
de de ara hospd# cortez, recebendo ama
disse ella apresentan-
tra mel e se escondera ; era vista dessa
ardente paixao, que lbe revelava o bilhe-
te de Christiana, sentia-so disposto a le-
vantar o mando, anda que tivesse de af-
firmar os seus diraitos, face a face com o
seu rival e desafial-o.
Mea Robsinho, disse Aurora, quaodo
Roberto se exaltava nos seus arrebata-
meatos meu Robsinho, voa dizer corao
amigo Sarrazin : Tu' dramatisas I tu dra-
jnatisas I... Nao preciso fazer tanto baru-
lho para ir araanhi visitar a tua Christia-
na, o que, por emqaanto, a causa mais
visita araavel ft dual^stcndia a mao.
Meu marino
rlo-o a_ Roberto.
O principa parocia lar trint o oito an-
nos. Ajudante de campo do imperador,
tinha essss raaneira3 de corte, marciaes e
um pouco speras, particulares nobreza
russa e que atliara-se, "flim ?em graca,
elegancia de Slavo. O eu Vosto e o seu
sorriso agr lavis, cuja expresado firme e
ao mesrao tempo jovejt -contrastava cora
certa gravidade da sua fronte larga e pen
sativa, revelavam antes o hornera detesta-
dos do que o soldado.
. Uitf anno Sem nos vermos ]... disse
Christiana com urna effusSo sincera. Po-
bres do nos ? Afia&l tornamos a nos en-
contrar e eu estou b"in satisfeits, Roberto !
Elle a olhava, mudo, tendo difficuldade
era recohecel a, assim animada, nessa 1r-
radiacto de bracas serenas que nunca lhe
tinha visto.
Minha malher disse-rae qVo senhor
era o sen melhor aralgo, mea caro Sr.
Gurin, acerescentou 9 principe c^m ama-
vel desembarace e otfto que tambora ser
o meu.
Roberto ouvio, desconcertado, dizendo
de si para si vagamente, que sem duvida
algara contraterapo tinha sorprendido Chris-
tian*. Mas, coraprehendemdo que um ac-
nhamento tolo poda deitar todo a perder
e que tinha de desempenhar o seu papel
fatal, por um esforco de vontade, dorai-
nou-se de modo a parecer ac itar eom cal-
ma a amizade do marido.
( Continuar- se-h a)
Que ?... p?rguntou Robarte.
Pedro de Varilles voltou.
n Ah !. .. Seu oprimo ?,
Sira. Desta vez passou oito dias na
Barraca. era carainho para Bretanha,
onie ia ver a mai. Dahi esse ar serio e
pensativo quo o irapressionou...
Tanto raelhor disse Roberto.
Corno R)berta nao tinha que fazer, pas-
sou-8e uraa semana quasi em excursSesnos
musjs, as igrejas e nos ardas, em com-
paa de rsula. Jocunda, creada em
Touraine, raras vezes tinha estado em Pa-
Pretendo, primeramente, que voc
espace as suas visitas, sera parecer fazel-o,
emqaanto eu procuro induzil a a conversar
recorra a elle para alguma encommnda dn a respeito de Pedro... Urna expeaSao a
Jocunda. Notou, porm, logo as primeij respeito pode dar me occasiSo de tratar
ras palavras, por certo acnnhamento, qa ao mot,vo da ,ua recusa,
se traUva da cousa mais grave- t +i -.. M?8| ell^talvez na lh.'p diga.
Pois nilo Ella nio menina* para
andar com mysterios Tambem, como
diabo poda a gente suspeitar seme-
lhante cousa ? Espero felizmente que Ber-
thier arranjar as coasas. A imaginacSo
lhor sempre ir direito ao fin, especial- de uraa menina prende-se e desprende-se
mente com voc, tornou Sarrazin. Venho segundo o vento que sopra. O que con-
Meu Deas! meu Velho amig, falle,,
disse Roberto, coraprehendo quo tem alga-
ra a cousa a dizer-me e sinto vel o hesi-
tar.
Meu oaro Roberto, creo quo o me-
pressoes nos espiritas ; mas nao se fallava
na corte seno do favor do principe, quo
chegara ao seu spogeu. Nao era esse o
fallar lhe de Jocun la.
Da Jocunda ?...
Sim... Venho perguntar lhe, porque
.
O OOIRCNDA
POR
SEXTA lARTE '
o issiznirco do :;;:::
(Coutinuaclo do n. 71)
VIH


Anllcox fltlalafon

Estamos a camiubo, tacamos alegremen-
te a viagem.
NSo havia umita variedade entre os con-
fidentes do Sr. principe de Gonzaga.
Chavcrny era uraa mancha no meio del-
les ; tinha tido pel principe urna parcella
txerdstreira dejcacao.
Desapparecendo Chav.-rny, ticava o seu
Amig Peyrollev\ qu'ira os esplendores de
Gonzaga tfnham Eciuzido pouco; Choisy
' que eratt tidnlgos por uso e costu-
me ; o resto nao tinha escutado, ligando-sa
so principe, a voz do interesse e da ambi-
cio. Oriol, o gordo agiot > ; Taranne, o
bariio do Batz e os outros, dariam Gonza-
ga por menos de tr.nta dinheiros. Entre-
tanto, estes ltimos nSo er..m sceleradqs ;
nSo havia, na verdade, aeuhura acelerado
entre clles. Eram jogaderes desenfrea*
dos.
Gonzaga receban-os corao erara. Tinhara
seguido os paseos de Gonzaga, a principio
per vont.ide propria e depois forca. O
mal nao lhes ograd*va, mas a maior parte
era o perigo que os arrefecia.
Gonzaga sabia disso perfectamente. NSo
es trocara por desteidos bandidos. Era
exactamente do que elle precisava. Eatra-
m todos ao mesmo tempo. O que os
- *ooa, priraeiro que todo, foi o rosto do
ra e o aspecto altivo do amo.
.mais de urna hora que espera vara
B Deus sabe quantas hypothesas
jalado. Alguna tinham vindo
-avolta, porque a noite pre-
a deixado sinistras im-
Os Srs. de Girqnne e Albret cum-
priram com o sou dever, disse ella secca-
mente.
moraento Je voltar as costas ao sol. Com a bria I disse Navailles, a ora-
Outros boatos, verdade, tarabam cir- cSo fnebre foi curta, meu primo. So so-
cularara. a ra Qnincampois e na Casa mos subditos do re.
do Our'o tinham-so oceupado muito na
quella dia, do Sr de GouZaga. D*ia se
que tinham silo dalas inforraacSas Sua
Alteza Real, e quo durante aquella noite
de orgia, que tinha acabado com sangue,
as paredes do pavilhSo tinham sido de vi-
dro. Mas ara i'acto domina va tudo isto :
a cmara ardente tinha proferido a sua sea-
tenca ; o cavalheiro llenrique de Lagard-
re estava conderanado uiorte.
Ninguera entre aquelies senhores deseo-
nhecia ura pouco a historia da passado.
Era preciso que Gonzaga fosse muito po-
deroso. ..
Choisy tinha dado uraa nova noticia.
Naquella manh3, o raarquez de Chaver-
ny tinha sido preso no seu palacio e metti-
do em ura carro, escoltado por mra official
e guardas, viage o conbecida que azia che-
gar Bastilha por moio de um passapoi te,
chamado mandado de prisSo. NSo tinham
tallado muito de Cbaverny, porque 4odos
sstavara all por s.
Alera disso todos desconfiavam do seu
visinho.
Mas o sentimento geral nao poda ser
desconhecido : era ura cansaco desanima-
dor e ura grnde desgosto.
E entre os confidentes de Gonzaga nSo
havia talvez ura aaico que no viesse
aquella noite cora a idea de romper o
pteto.
Pcyrolles dissera a verdade, estavam
em trajoa de viagem : de botas, esporas,
trazendo espadas de combates'e casacosde
viagem.
Gonzaga convo:anio-os, tinha exigido
aquelle vestuario, e isto nSo entra va -^pou-
co as repugnancias inquietas que os agi-
tavara.
Meu primo, disse Navailles. que en-
trou em primeiro lugar, estamos s suas
ordens 1 inda uraa vez. "^^.T
Gonzaga fez-lhc ura sigual cora a ca.-.
be^a, sorrindo com proteccS. Os outros
cumpriraentarara cora demonstrabas de
respeito.
Gonzaga nSo os sonviiou a asseatar-se j
com o olhar pereorreu o circulo.
Bem, disse elle, vejo que no falta
nenhura.
Falta Albret, respondeu Noce, Gi-
jonne n Chaverny.
Houve um silencio, porque todos espe-
ravam a resposta do amo.
As sobrancelhas de Gonzaga fraaziram-
ee ligeiramente.
Quanto ao Sr. de Chaverny, conti-
nuou Gonzaga, tinha o vinho escrupuloso,
quebrei os earapromissos.
Sua Alteza quer dizir-nos, perguntou
Navailles, o que en tanda por estas pala-
vras : quebrei os compromiasos. > Falla-
rara-nos na Bastilha.
A Bastilha grande e larga, murrau-
rou o principe, cajo sorriso parecen cruel;
tem lugar para outros.
Oriol teria dado naquelle momento a ana
nobreza to recente, a sua querida nobrt-
za, pela metade das actoas que tiaha, e o
amor de Nivello do qaebra, para acordar
daquelle peaadello.
O Sr. de Pcsyrollos conserva va-se ao la-
do do fogSo, immovel, triste e sileneioso
Navailles consultou os seus companhei-
ros cora o olbar.
Meussonhores, continaou de repente
Gonzaga, que raudou de tora, poco-lhes qoe
nao se ojeupara absolutameate com o ar-
de Chaverny, ou com qualquer outro que
seja. Tra que fazer. Pense-n se acre-
ditara-jne. <
Pereorreu com o olhar seus coofidentss,
que abnixaram os olhos. -
Meu primo, disse Navailles em vos
baixa, cada uraa das suas palavras parece
urna ameaca.
Meu qrirao, replicou Gonzaga, as rai-
nhas palavras sao muito simples. Nao seu
en quem ameaca ; a sorte.
O que ha entao ? pergnntaram mnitaa
vozes ao mesmo tempo.
Pouca cousa... E' o ti ra da partida
que se joga, preciso de todas as minhas
cartas. Como o crculo se apertasse invo-
luntariamente, Gonzaga os collocou a dis-1
taocia com um gesto, quasi real e collocou-
se de costas.para o fojlo em uraa attitude
de orador.
O conselho de familia reune-se esta
Talvez, respondeu Gonzaga.
Alteza, disse resolutamente Navail-
les, fallo por mira.
NSo falle por si, meu primo, inter-
rompeu Gonzaga. Collocou o p sobre am
[declive esjorregadio. NSo preciso mesmo
impellil-o pura o fazer dar urna cambalho
noite, disse elle, e Sua Alteza Real ser o
presidente.
- Sabemos disso, Alteza, disse Taran-
ne, o ficamos anda mais admirados com o
vestuario que nos ordenou que trouxess-<
mos. Ninguera se apresenta assira diante
de urna tal assembla.
E' juste-; disse Gonzaga ; por isso
nSo preciso dos senhores no tribunal.
Um gesto de admiraco sahio de todos
os labios.
Olharam se e Navailles disse :
Trato se ainda de distribuir entila-
das?
vm romper j a corrent e nSo parecer
desconfiar de nada. Entretanto, faca-me o
favor de annunciar que vai fazer urna via-
siraples do mundo, i. Voces araam-se ?
Se tives8em um pouquinho de razSo, di
riam isso um ao outro, sera tocar rebate e
sobretudo sem accordar o gato que dor
me. Depois verSo.
Comquanto Roberto nSo esivessa em
estado de ouvir os conselhos da pruden-
cia, o sentimento grave quo lhe ordenava
que nSo falhaase era nada, mesmo a bera
de Christiana, fel-o ao menos conhecerv o
perigo. Era preciso prever tudo. Daixar
tudo, fugir talvel sera perder urna hora...
e passar a frocteira.
Havia oito das que eu estadava um ver-
dadeiro plano de evasSo, tinha combinado
os trens, escolbido urna* estaclo fra de
Pariz, qual iriara de carro, para evitar
que os seguissem. Estariara em Bruxel-
las, antes mesrao que desoobrissera o seu
desapparecimeato. Uns vinte mil francos
que levara consigo e duzeotos mil francos
as raaos de Rival asseguravamdhe os
meios de prover a tudo.
XLVI
No dia 8egoite, pelas tres horas, um
coup da cocheira, tirado por dous bons
cavalloa, largou Roberto no canto da ra
de Francisco L, e teve ordem de o espe-
rar. Ella assira toraava as suas precau
coes para que o cocheiro nSo soubasse na-
da. De l ioi a p ao palacete Cbermetef,
ura dos mais elegantes dessa bairro Mar-
beuf, que parece ter se tornado o centro
predilecto para a aristocrtica colonia
russa.
Entregue o seta cartSo a ura criadoj elle
foi logo introduzilo atravez de uraa na-
da de salas, cujas janellas davam para um
bonito jardim, onde o sol j vernal bro-
cava em canteiros floridos. Comprehen-
deu, vendo assim o seu nomo conhecido
pelo criados, que era esperado sem roya-
terio. O seu coracSo bata que pareca
querer estalar quando chegou ultima sa-
to, a cuja porta o criado o annunciou.
Urna voz alegre aeolheu o seu nome.
ta, previno-o disso ; basta que deixe de o
fazer pela mSo. e quer, entretanto, tal-
lar, Navailles, espere que eu mostr clara-
mente a nossa 8tuacSo todos.
Esperare que Sua Alteza se expli
que, murmurou o joven flialgo ; mas pre-
vino-o tambera de que reflactimos desde
hontem. ..^
Genzaga olhou um instante para elle
depois pareceu re-
VARIEDADES
I.ogrogrj pho
Convence logo a razSo, 1, 2, 3, 4, 9.
Tambem domina a vontade ;4, 8, 7, 5, 3.
Serve p'ra a navegacSo, 5, 9, 4, 8, 3.
Porque tem profundidade, 7, 3, 4, 9.
De torritorio, 'porcSo,
Tea tambem publicidad.
NSo o sol, era a la; 5, 6, 1, 1, 4.
E' a raz d urna planta. 3, 4, 5, 4, 5, 4.
E'nma especie de gorra. 3,4, 1, 1/6, 5, 2.
E um prennacio qae espanto.
E' urna especie de gorra. 8, 7, 5, 6, 4, 3, 2.
' um prenuncio, que espanta, t, 2, 1, 9, 3, 4.
NSo o sol. nam a la. 3, 2,-Sj 6, 9.
E' a raz drama planta.
Trigo dk Loubeieo.
egredo
(a JOAQIM cavalcnti pika)
VSo digas a ninguera que por ti louco
Eu delyrej d'amor n'ardente pyra,
Que tristonho sem ti, saudosa a lyra
Afinei por cantar-te, inda quo pouco.
Que vigilias passei insomnias, magoas,
E na dor, no soffrer eu s vivia ;
Que mea pranto por ti msto corra
Qnal do manso ribeiro as frescas aguas 1
Que por ti defiahei soltando um canto
Repassado d'amor, d'ufnacto ingente
Que tranatornou-me vida em negro pranto t
E que t'adoro desditoso e crente
De que jamis dirs, celeste encanto,
Qua por ti defiahei d'amor ardente 1. .
com ar de compeixSo ;
colher-se.
NSo preciso dos senhores no tribu-
nal, disse elle pela segunda vez ; preciso
em outro lagar. Os hbitos da corte e os
espadins nSo valera nada prra o que lhes
resta a fazer. Proferii$rn-'uma sentenca
de morte, mas sabara p proverbie hespa-
nhol : entre a sopa e a bocea, entre o
cutello e o pescooo.. ..AJli adianto o car-
rasco espera ara hpnjem.
O Sr. da Legajare, iaterrompeu
Noce.
. Ou en, dase framente o Sr. de Gon-
zaga.
_ O sanhor 1 o senhor I Alteza l excla-
maran!- todos.
Peyrollas evantou-se horrorisado.
NSo tremara, disse e principe, sor-
rindo com raais altivez ; nao o carrasco
Se escolhe ;- mas com um tal demonio,
lo de Lagardie, que soube alcaocar al-
Iisdoa poderosos mesmo no fundo da sua
prisSo ; s conbeco ama seguranza ; a
trra da g-ossura de seis ps qae cobre o
sea cadver. Emquanto estiver vivo com
os bracos amarrados, mas cora o espirito
livre ; emquanto a sua bocea puder abrir-
se e a sua lingua fallar, devoraos ter urna
espada na raao, um p no estribo e segu-
rar bem as nossas cabecas.
As nossas cabecas ? exclaraou Na-
vaillas, muito, Alteza 1 Emquanto fullou
de si....
, Palavra resmungou Oriol, 90 o o
go Se embrulha, nao sou raais da partida
Dau ura passo para a porto, de sabida.
A porta estava aberta, e no vettibulo que
preceda ao salSo de Nevers, viam se guar-
das franceses, armados.
Oriol reeuou.
Taranne fechon a porta.
Aquille nao com os senhores, disse
Gonzaga, traaquillisem-se, aquelles bra-
vos estilo all ea honra do Sr. regente, e
pa sabir d'aqu nlo paasarlo pelo vest-
bulo. J disse, as nossas cabecas ; e isso
me parece que os offendeu ?
Vossa Ateza, disse Navailles, excede
os limites. NSo pela ameaca que se po-
den) conter pessoas como nos. Temos si-
do seus fiis amigos, emqaanto se tratos
de seguir urna vereda em que podem ca-
minhar fidalgos ; agora parece que neg
co para Gautbier Geodry e os seas. Adeas,
Alteza 1
A deus, Alteza I repet rara tolos ao
mesmo tempo.
Gonzaga rio-se com amargura.
E tu tambem, mea Peyrolles ? disse
elle, vendo o facttum esgueirar-se entre
os fugitivos. Oh jalguei-os acertada-
mente, raeus c .ros Meus fiis amigos, co-
mo diz o Sr. de Navailles, ama nica pa-
laura. Onde vSo ? E' preciso dizer-lhes
que esta porto o carainho mas curto pa-
ra a Bastilha ?
Navailles a j agarrar a macaaeta da
porta.
Parou e collocou a mSo na espada.
Gonzaga ria-se. Tinha os brafos cru-
zados sobre o peito, e era o nico que es-
tava calmo no meio de todos aqnelles ros-
jo horrorisados.
NSo comprehendem, oontinuou elle,
cobrindo-os a todos com o sea olbar des-
denhoso, nao comprehendem que os espe-
rava aqu, como pessoas honradas que
sao ? NSo lhes disseram qoe estivo s cora
o regente desde s oito horas at ao meio
dia ? NSo souberam que o vento favontvel
sopra para mira, forte corao a terapestode?
Tao forte que me matar talvez, mas aos
senhores antes de raim, meas fiis, juro-
lhes. Se hoje o meu ultimo din de po
der, nada tenho a censurarme, empregnei
bem o pie#- ultimo dia. Os sena nomes
formara nato lista ; a lista est sobre a se-
cretaria de- Sr." Machault. Basta que en
diga urna palavra, esta listo s contera no-
mea de fidalgos; urna out ra palavra, esta
lista transforma-se em urna lista de pros-
criptos.
Oorr3roo8-lhe os riscos J .disse. Navail-
s. Ms isto foi pronunciado com voz
ica/e os outros conservaran)-se silencio-
sos.
Acorapanhal o-heraos, Alteza, o con-
"tiouou Gonzaga, repatindo as palavras di-
tas alguna das antes : cacmpanhaIo-be-
maa dcilmente, cegamanta Formaremos
em torno de Sua Alteza ura batalhSo sa-
grado- Quom entoava esto cancSo de que
todos os traidores sabera o estribilho ? os
senhores ou ou t e ao primeiro sopro da
tempestado p- curo ora vio um soldado,
um nico io da pbalange sagrada ?
Onde e-V** c~ a* fiis ? i ugiraa t Ain-
sa reetotWpU 000a %
daK
Marco 87.
Glandim.
)

3
--<*
- I
/\
fl
espada na mSo para atravessar ventr*
dos fugitivos! Silencio I meu primo de
Navailles, interrompeu elle de repente, no
moraento em qae es e ubria a bocea para
fallar ; j nao tenho a calma precisa para
escutar as suas fanfarronadas. Entrega-
rara-se-me todos livremente, completamen-
te ; reccbi os e guardei-os. Ah ah l nio
muito, digara 1 ah! ah excedemos os
limites. Ah J ah l ser preciso escolher
nma vereda expresamente para que cami-
nhassem, meus fidalgos. Ah I ah I man-
dam-me para Gautbier Gendry ; tu, Na-
vailles, que vives de mim ; tu, Taranne, a
quem cobri de beneficios; tu, Oriol, tolo
que, gracas a mim, passas por homem:
todos, fiaalooente, meas clientes, creatu-
ras miabas, meus escravos, visto que ae
vendern), visto que os comprei I
Dorainava os mas altos com a cabeca e
seus olhos tinham laropejos.
NSo negocio com os senhores ?
conti nuou elle com voz mais penetrante .
convidam-me a fallar por mim s ? Joro*
lhe3, meus virtuosos amigos, que nego-
cio sen, o mais grave e o maior dos seus
negocios, o sen noico negocio neste mo-
mento. Dei-lhes parte do mea bolo, co-
meram vidamente, tanto peior para pa
senhores se o bol? estova envenenado a
sua boca no iicar raeuos amarga que %
minha I Isto perteee alto moral, da qual
nada conheno, .nao verdade, barSo de
Bato, rigido philosopho ? Uniram-se a mim,
porque ? App rente mente, para snbirem
tanto como eu. Subara, subam. Ta) ver-
tigens ? Subam, subam ainda, subam ata
ao oadafalso I
Houve nmgtliifrio geraj.
Todos o olhos- estavam fixos no rosto
horrivel de Gonzaga.
Oriol/ cujas pernas treraiam, repetio,
mo grado s, a ultima palavra do prin-
cipe :
O cadafalso.
Gonzaga fulminou-o com um olhar de
inexprimivel desprezo.
Para ti, villao, a forca, disse elle s-
peramente.
Depois voltondo-se para Navailles, Choi-
sy e os outros, cumprimentou-os irnica-
mente :
Mas os senhores, coounuou elle, que
sSo fidalgos...
Nao concluio. Parou um instante para
olhar par ellea.
I (Contimiar-se-hm.)


I *. I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2XVFF40F_MENQEI INGEST_TIME 2014-05-28T17:25:41Z PACKAGE AA00011611_18252
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES