Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18248


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Full Text
ANUO UII IOIHBO 69
I
>
-S
%
PARA A CAPITAL E M llllw* 0\DI NAO B
Por tres rnezes adian lados.............
Por seis ditos idem.......... ....
Por um anno idem...............
Cada numero avulso, do mes-no da..........
PAGA PORTE
. 60000
. li^OOO
. 23*000
. 100
MTA--FEIEA 23 1 MA(0 DE 1887
DIARIO DE
PARA DENTRO K FORA DA PROVINCIA
Por seis metes adiantados............... 13(5500
Por nove ditos idem................. 20000
Por am anno idem................. 27C0O
Cada numero avulso, de das anteriores............ 100
RNAMBUCO
Propttfiraiie ttt Jtaiwel itflurira *t iaria i Silbos
Os Sr. Ameile l'rinae Cfc C.
de Pars, *t-i s nossos agentes
exclusivos de annunelos e pu-
Uieac4tes na Franca e Ingla-
terra

TELSGRAMMAS
hita: ?A3i:s:La3 so uiasi:
RIO GRjNDE DO NORTE. 24 de Mar-
jo, s 9 horas e 15 roiautos da manhi.
(Reccbido s 10 horas e 40 minutos, pela
iinha terrestre).
A actual euo da Auembla Pro-
vincial fol prorrogada at g do co-
rale.
O paquete BAHA aegulo boalem
tarde para o aul. rindo do norte*
PARAHYBA, 24 de Marco, s 2 horas
e 35 minutos da tarde. (Recebtdo s 4
horas e 15 minutos, pela linha terrestre).
Asjul cliegou boje, vlndo do norte.o
pasurte nacional BABIA, o qual ae-
(oe & tarde para Pernanabuco.
NSTRCCIO POPULAR
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
* ausausanuai
PARTE TERCEIBA
DOBNClS CIRlIltICIS
ContukOea
i Cont nuafSo )
Chama-se contuso a leso das tecidoa vivos,
carnada pelo choqua dos agentes exteriores, sem
que deata accio resalte solacio de continuidad.)
nos tegumentos, e prodazindo-se extravasacio dos
lquidos. ,
Para sedar urna contuso necessaro que baja
um ponto de apoio, imt potencia. Por exemplo,
sapponhamos que foi tirada am pedra cabera
de am individuo :a pedra o corpo contandente ;
O oeso da parte em que pancada se deu, a re-
liltaflia ; o* tecidoa sub-cutaoeos e a propris pe-
le,' sao a parte contusa. Em urna queda, o corpo
resistente o lagar Sobre que se cai; oa tecidoa
2) comprimidos entre ease lugar e o orgi i que
sai e que assim percate o sitio onde se cabio.
Em geral admtttem-se tres graos de contusas, a
saber :l* raptar dos peqaeaos vasoa sub-cuta-
neo ( a eeehytote): ruptura de va8oa de maior
calibre (na maior derrame de aanguej ; 3o deatrui-
as dos tecidoa, eamagamento ; as vosea gangrena
e morte desees tecidoa.
O carcter mais importante daa contasoes no 1'
grao a ecchyooose, maior oa menor (segundo a
superficie coutundeote).
A ecehya>oae mais ou menos negra segundo a
rte contusa mais ou menoa vascular, segan -
08 vasas rotos sao mais ou menoa profundos, e
cgundo eriatem ou alo aponevroaea que iuipecam
o aangue derramado de tornar se apparente no
exterior. Acor da ecchymoae vai depois variai-
do. toroando-ae mais escura, passaaio a amarella-
da, e parfim gradunlmeote deaappareceudo. Naa
partes mais declives que se maoifesla mais.
A epaarcaeia das cootusoVs no 2 grao anlo-
ga 4 do 1*. Apreseotam, poroo, mais eteusSo ;
0 aangue derramado em maior quantidade e pode
ohegar a formar teos de volme e extensio varia-
reis. A so* terraioacao e cura amis demorada
e mais sujeita a complictacoea.
O 3'grio caracterisedo pela deaorgaoiaac* >
da palle jsfra u- res subjaceotes a' urna profun-
didade qaRM vcz'- attinge atotalidade da espes-
iara dos teci i os. L coinplicacoes sao inevitaveis
0 frequeuteu*nw g.--v a e fHtaea. _
O tratumroto ili c..i.!uo?s consiste em empre-
gtx tasaos resolu:v;s ( sto cap*ses de ajadarem
e apressarem uosorjcao do sitngue derramado),
e priocipalaieute <-m dispor as coiaaa de modo que
ergio ou parte coulusa fique no maior ^repouso
possive', ia( reeendo ae asairn a circulacio.
Dos lquidos resolutivos gerlm n!e empregados
as contu>oea apou turemos : a aolucio de aub-
acetato de chumbo vulgarmente eonh.-cida pelo
nome de agua de vegeto (agua vegeto mineral), a
agurdente ou alcool eampborado, e amda (para
obter effeito am puco mais excitante) a tintura de
rnica a afusio de floree de sabugueiro. Estes
lquidos sao usados em banhos locaes e iaibebendo
nelles compressas conveoienteaunte disputas.
A agua fra, e a agua eom urna porcao de vina-
gre, tambem se empregam como resolutivos as
contuses ; constitaem meios simples e que fcil
mente se actaam en*, toda a parte ; o seu uso torna-
se muito rteomanendavel.
A compressio branda e metbodica um grande
auxiliar para a resolucio das contuses no 1* grao.
Para tratar as eontutes noa outros d aua graos,
ii se tornara preciaos outros meios e cuidados que
o medie podera acooselbar e oxecutar. Por
este motivo nao descrevemos nem indicamos qoaes
quer trataaentos". Pique bem gravado na memo-
ria dos nossos leitores, ieigos em media ia, que
melbor a abstencao de remedios di que o abueo on
mi uso delles e que a cirurgia para ser bem exer-
eida neeessiU de coabecimentos aolidoa e protin-
dM;por aso muitissimo inconveniente offere-
oer aos profanos um imperfeito conbeciaiento, am
estado incompleto deaunmptos gravea e serios, de
caja m applieaeia e intelligencia poderiam resul-
tar erleitca dasaatrosos.
( Continuo.)
?ARTE OFFIClAi.
SaTerno da provIocU
xrDiKSTB do da 7 dc maco d 1887
Actos:
__O presidente da provmci i, considerando que
nao proee-iem as allegacoes de Silva & C, nicos
qae as offereearam no praso concedido as partes
para dedusirem seu direito, na queatio da mtnu-
tendi de poasc qusoa mesmoa iatcntaram no juiso
do civel, por motivo de um contracto para coll*c-
cio de placas e distifss das ruaa, annullado por
siete admioistrativagasB grao de recurso contra a
deliberacio da Cmara Municipal do Recife, por-
: tenia a nosss, organisacio, atto ba sa-
^Hnresidentca de provincia pasa'
^^^Btos, proferidos no exercicio da
aa provincial ; sendo que em
o recurso da parte nao
outro aenSo o da administrscio, mal informada
udministracjto melbor informada por qualquer
modo. (Vide consulta do Conseibo de Estado de
10 de Janeiro de 1874, no Aviso de 28 de Peve-
reiro do mesmo anno).
Entretanto, nos casos do art. 73, da le de 1
de Outubro de 1828, vistas as palavraa: aot pre
tidentes dai provincia e por utts ao goocrno, es-
t incluida a attribuicao que tem o governo im-
perial de recoohecer da dteisio proferida sobre o
mesmo recurso (Aviso n. 49, de 22 de Pevereiro
de 1872), de modo que s por qualquer deates
meios, voltando ao proprio presidente, ou se di-
rigindo ao governo imperial, pjdiam Silva S C.
tornar de nenbum c-ffeito o uc:o administrativo de
8 de Maio de 1886;
2.a Nao tendo ellea procedido por esta forma
o acto continua valido e tem de ser respeitado,
quer p 'o poder judiciario, que julga dos casos
que, segundo a lci estio sujeitos a sua jurisdiccao,
quer pelo poder legislativo, que fz aa leis e exa-
mina se sko executada, mas nao infirma, nem in-
valida oa actos dos outros poderes. A divisSo e
harmona dos poderes preceito constitucional
(art. 9 da Constituida)); nenhum dos poderes de-
ve invadir ou contrariar o outr), excedendo os li-
mites de aua competencia ;
So a resolnci) da Cmara do Becife, mesmo
para um contracto autoriaado por lei (art. 74 da
lei n. 1515) dependa de approvacao do presiden-
te da provincia (art. 97 da le n. 1212), e se esta
nao fei concedida, e antes expresaamente negada
com o acto de 8 de Maio, nao poda mais fazer
vingar aquella mesmo contracto nem a lei n. 1882
art. 75, approvaado o que legtimamente nao exis-
ta, nem o poder judiciario expodindo mandado de
manutenco de posse por torca de um contracto,
que nao chegou a fazer lei entre as partea con
tractantea, tendo sido como ae nunca tivesse exis-
tido, visto a competencia de cada po 1er nos actos
de suas attribuices.
Besolve em obediencia ao art. 26 do reguls-
mento n. 124, de 5 de Fevereiro de 1842, declarar
provisoriamente, administrativo este objecto, man-
dando que, por copia, suba este acto com aa lea
provinciaes em que se funda e todoa os mais do-
cumentos que Ibes sis relttivos, Secretara de
Estado dos Negoeios da Justica, para ser sajeito
deciso definitiva.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren Mara Amaucia Cesar de Sousa,
prefesaora da cideira mixta de I'aratibe, tendo
em vista a nformacio n. 46 de 8 de Fevereiro
fiado, do inspector geral da Ioatruccio Publica e
o parecer da junta medica provincial, reaolve con-
ceder peticionaria tres meses de liceofs com
ordenado para tratar de sus saude onde lhe cDnvier
a contar do 1* do correte mes.
O presidente da provincia reaolve, de se-
cordo com a proposta coutida no officio do ins-
pector do Thesouro, de 3 ds correte, n. 472. no-
mear o oromotor publico, bacbarel Epicacio Lyn-
dolpho da Silva Pessoa para exercer o cargo de
ajotante do procurador dos feitoa da fazeoda prs-
vincial, no diatricto da collectoria do Cabo, visto
ter sido nomeado juis de direito o bacbarel Carlos
Frederico da Costa Ferreira, que servia o dito
cargo. -- Communcou se ao Thesouro Provin-
cial.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereram oa professores Francisco de Pau-
la Lina de Carvalbo e Anacleto Publio de Moraes
Carvalbo, eate da eadeira de ensino primario de
Preguica e aquelle de Murbeca, e tendo em vis-
ta a infnrmacio n 75, de 4 do correte mes, do
inspector geral da instruceio publica, reaolve,
usando da autorisacio conferida pelo art. 149 do
regulamento de 6 de Fevereiro d : 1885, permittir
que oa peticisnarios permutem as cadeiras em que
lecciooam. Communicou-se ao inspector geral
da instruceio publica.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o bacbarel Diogo Carlos de Almeda
e Albuquerque, censor do Qymaasio Pernambu-
cano, e tendo em viata a nformacio de 23 de Fe-
vereiro fiaio, do respectivo regedor, resol ve .con-
ceder so peticionario 90 das de licenca, sendo
38 com orienado e 52 com metade do ordenado,
para tractar de aua sade onde lhe coavier.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o 1.a enfermeiro da enfermara de
marinha, Cyrllo Alves Praieiro, e tend em vista
a iaformacio do inspector do Araeaal de Mari-
nha, de 4 do correte, sob a. 23, e o attestado
medico que exhibi, reaolve conoeder-lhe I cenla
por 30 das, com os respectivos vencimeotos, para
tractar de aua sade onde Ibe convier, deixando
substituto idneo sem dispendio para os cofres
pblicos.
O presidente da provincia, de conformidad
com a participacio do eujenbeiro fiscal da illu-
minacio publica da cidade de Olinda, em oficio
n. 55 de 3 do corrate, resolta impor i compaubia
de Santa Tbereza aa moma de que tracta o
art. 17 do ontrncto de 4 de Julho de 1870, por
temo aido encontrad a u'aquella cidade durante
o mes de Fevereiro ultimo 2l Umpeoes apagadoa
e 67 com luz amortecida. --(Jom ounicju-ae ao en
genheiro chete da Beparticii dis Obras Publicas
e remetteu-se epia Cmara de Ohnda e Tbe-
s curo Provincial.
Oficios :
-- Ao presidente da provincia da Parabyba.--
Digne-se V. Exe. de expedir suas ord*us para
que se recolha quanto antes ao 2.* bata I bao de
iufantaria, a que perene-, o 2.- cadete 2.- sar-
gento Artbur Baptista de Carvalbo, que, tendo
obtido perinisaio para tractar de aua aade oa eo
marca de I tamb, retirara-ae para a villa de Santa
Bita deasa provincia.Communicou-se ao brga-
deiro cemmanlante das armas.
Ao cooaelbeiro presidente do Tribunal da
Belacio do Becife. Para instruir o recurso de
graca ioterposto por Manoel Antonio d'Aasimp-
elo, da pena de galea perpetuaa, que lhe foi Im-
posta em 9 de Agosto de 1836, pelo jury do termo
do Bonito, airva-se V. Exe. da providenciar, no
sentido de ser ministrada a certidio do procesao
d'aqaelle seateaciado.
Ao brigadeiro commandaote daa arma .
Traosmitto a V. Exe os oficios dos inspectores de
hygiene e da Thesouraria de9 de Fevereiro findo e
3 do correte mea, relativo* a furoecimeotoa de me
dicamentos e diversos artigoa a phirrcacia do pre-
sidio de Fernando de Noronha, para que airva-ae
de iuformar sobre o aasumpto, ouvindo o delegado
do cirurgio-mr do exercito.
Ao Dr. chefe de polica. -Transmiti a V.
S., em relacio a materia do seu officio n. 207, do
1* do correte, copia do que esta preaidencia di-
rigi o eogenheiro fioeal da empresa de Ilumina -
ci 4 gas desta capital a iaaem ouvi sobre o aa-
sumpto.
Ao de*embarador juia dos feitos da tazen-
da.De posee do officio de V. S., de 28 de Feve
reiro fiado, em qoe presfa-me oa esclarecimentos
precisos, bem como da as raaoes pelas qaaes se
julgou eom jariadiccio sobre a cauaa intentad
perante o aeu juizo pelo Dr. Jos Ventura dos San-
tos Beia Juuur contra a fasenda provioeul, a
propotito de urna quetio relativa ao modo de ap-
plicaeo e reattuiji> do imposto de taxa de be-
ranQaa e legados, viada ao m -u conbecimeoto por
uffieio de 14 do mesms mes, do Dr. procurador fis-
cal, e attendendo :
Que tendo sido eate negocio Tenti'.lo em juizo
de inventario do fallecido commeodador Manuel
da Silva Santos, em 1884, o juis de orpbios Dr.
Adelino Antonio be Luna Freir, por cccaaio de
julgar ap.rtilha, mandn que, quaoto ao cal.ulo
da taxa sobre o Valor dos bens bardados se obser-
vassem os regulamontos fiscaea; e embargando o
Dr. Heia Jnior a sentenca neasa parte, noforam
aceiws os embargos a 27 de Maio, por ser o aa-
sumpto de exclusiva competencia da entorilad*
admiaiatrativa, conforme o art. 63 do regulaa.eato
provincial de 8 de Julho de 1874, firmado no de-
creto geral o. 2,708 de 1860, art. 51 e outros;
Que, oio obstante, depoia de passar em julgado
esta seutenfa, a parto interessada, Dr. Bes J-
nior, provocou deciso da junta do rhesour >, quo,
por deliberaclo de 27 de Novembro, confirmrj a
intelligencia do imposto dada em jaizo, declaran-
do-a conforme a lei e regulamentos respectivos, e
de accordo com os precedentes ;
E que interposto recurso deata deciso, para o
presidente da provincia, foi ella confirmada, aendo
deneeado provimento ao recurso por acto de 20
de Outubro de 1886 ;
Que, anda entao desatteuddo judicaria e ad-
ministrativamente, o Dr. Beia Jnior recorreu ao
juiso de V. S., propondo a accio qae ora est sen-
d-> procesaada, com o d;n de revogar a sentenca
do juizo da orp'aioa e principalmente aa decit>os
administrativas ; porm, considerando que nao sio
precedentes as razoes do V- S., quando dis :
Qae nao ae trata de urna questio exclusiva-
mente da alfada do contencioso administrativo, e
aim de urna indemniaacio por defeito de calculo e
partilhi do juiso de orphos, aetn dependencia do
acto administrativo *por quanto assim nao acon-
tece ; este acto existe e consta dos proprios autos
em queatio, nio tendo havido tal defeito, maa jul-
gado definitivo da junta do theaourero ;
E nem tambem quando aasevt ra que os actos
administrativos oio cooatituem casos julgadoa,
para impedir qae o judiciario aeja exclahido de
tomar dellaa coohecimento e resolver, allegando a
falta de organiaacio regular do contencioso ad-
ministrativo, e avancando que isso d direito a
partes a recorrerem ao judiciario que na aua in-
dependencia e autoridade eaphtra de juriadiccio,
nao pode ser embarazado por quaesquer decisjs
administrativas ; >
Porquanto, a latitude da doutrina de V. S. nio
a que prevalece, quer perante a scieocia, quer
perante o nosso direito escripto ; pois a falta de
melbor organiaacio do contencioso administrativo
provincial nao impede que este exista, como de fa-
cto, existe, em objecto que nao pertence ao direito
cmmuin e ordem civil ou pial, seodo o conten-
cioso judiciario iacompstente para conhecer e de-
cidir materia pertencante ao c ntencioso adminis-
trativo ; cabendo-lhe emente aubordinar o poder
administrativo no caso de fizurar este como mero
particular, o que doutrinava, entre outros, Uru-
gay Dir. Adm. 1 vol. pagi. 91 t9S\ S. Vicente,
Dir. Publico 404 ; DolLa Compet, ni. He 12;
E mais que a ordem das urisdicoss de direito
publico, e nSo pode ser invertida pelos partcula
rea nem anda pelos jaizes.
De modo que se urna seutenca do poder judicia-
rio nio est no caso de ser destruida por um acto
do poder legislativo, nem do executivo, do meamo
modo um acto do poder executivo nio est aujeito
a ser nollificado pelo poder judiciario ; e assim
considerando finalmente, que nao embaraco para
que seja levantado este conflicto por V. S. de ter
passado em jnlgado a aua sentenca interlocutori
mixta, pela qual se conaiderou competente, por
sao que, alm de nem ae quer estar contestada a
accio em que tem cabimento a reprodueco da ma-
teria da excepeo deapreaada, anda occorre qua
oa co.flicros podem ter lugar em qualquer estado
da cauaa, assim em primeira como em segunda iu -
stancia desde que nio se trata de um tacto coa- .
samado.
Determino a V. &., firmado oo art. 25 do citado
Beg. n. 124 de 1842, Ordem de 13 de 185. que
cease todo o ulterior procedimento na referida
causa; sendo citados os interessadus para, no
praso de des das, que correrio da intimacio, de
dedusirem o seu direito.
Ao inspector d Thesouraria de Fasenda.
Para os fias convenientes communico V.8. que
no da 7 de Janeiro ultimo foi inatsllado o muni-
cipio de Nosa Seuhora do O' ds Altinhe, creado
pela lei n. 1863 de 24 de Abril de 1886.Com-
municou-se ao director no archivo publico do im-
perio e do administrador dos eorreios.
Ao mesmo.Bemetto a V. S-, para sea eo-
oheeimeato e execucie, copia do aviso-circular do
Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras Pu-
blicas, do 19 de Fevereiro findo acerca da orga-
nisacio da estatistica a que se refere o 5" a't.
13 do Beg. n. 9517 de 14 de Novembro de
1885.
Ao mesmo.Nos termos da aua informacio
de 4 do correte n. 131, mande V. S. aoopiir o
almoxarifado do presidio de Fernando de Noronha
com a quaatia de 4:935>912 a que altude o in-
cluso orcamento afim do occorrer ao pagamento
das despesas com o pessoa! e material relativos a
este mes.
Ao mesmo Communico a V. S., para os fina
convenientes, que f promotor publico da comarca
de Pao d'Alho bacharel Joaqaim Pedro Caval-
caate de Albuquerque em 28 de Fevereiro fiado
interrompeu o exercicio de seu cargo por motivo
de molestia.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Em
aolucj ao exposto no seu officio de 26 de Feve-
reiro ultimo, n. 461 declaro a Vmc. que sendo
restricta a diaposicio do 54 art. 2a da lei n.
1860 do orcamento em vigor aos empregados ge-
raes encarregados da div'da. activa do sello e he-
ranca nio se acham por isso obrigados ao paga-
mento da distribuicao all estabelecida oa empre-
gados da Alfandega que percebem porcentsgem
Oa airecadaco dos impostos provinciaes de que
trataos as instrucccs de 14 de Maio do anno pas-
sado, conforme o parecer fiscal a que alinde o ci-
tado officio.
Ao mesmo.Bespondendo ao officio d'esse
Thesouro de 4 do corrente, n. 475, declaro a
Vmc. que approvo a saa resolucio de nio consen-
tir, excepeo dos planos de loteras j em execu
cao e venda, e que assim oio podem ser altera-
dos, oeobum outro que oio esteja de accordo com
as losti uce, s vigentes, dadaa por eata preaiden-
cia e aviso do Ministerio da Fasenda de 7 de Fe-
vereiro ultimo, deven lo faser sentir iato mesmo
aos thesoureiroa das loteras sob as penas da lei
no caso de desobediencia.
Ao inspector geral da Instruceio Publica
Becommendo a /me. que r -metta ao delegado do
diatricto Iliterario do Ex copia da informacio o.
70 prestada a esta presidencia em 2 do corrente
mes sobre-a represeutacio que o meamo delegado
fas relativo i collocacib em Bella Viata da ea-
deira regida pela proteasora Juventude F.oreotiu
de Alencar, afim de que satiafaca a exigencia con-
stante da referida informacio.
Ao mesmo.Deixo por emqaaoto de tomar
coohecimento do recurso necessari iuterposto por
Vmc. no procesao disciplinar contra o profes-or
do Ex, Francisco Mreira da Costa, que acompa-
nbou o aeu officio o. 63, de 21 de Fevereiro fiudo,
aguardando outros esclarecimeotos,
Conita do procesao, qae o dito professor, sendo
oontractado para a eadeira do Ei, a 26 de Abril
de 1881, assumio o exercicio em 2 de Juoho dease
anuo, deixando-o depoia de Janeiro a Maio de
1885, eem que se saiba se psra esse pncedimea-
te houve cauaa atteodivel e justificavel, a oio
ser que ss dizia iocommodado da saude, vindo al-
gumas veses de Ex, do lugar em que eitava com
a familia, Alaga dos Cavado*, tendo na regei cia
da escola Baymuodo de Medairos B-iposo.
Por occaaio da reforma da ostruccio publica,
em 6 de Fevereiro de 1885, foi prvido .ffectiva
mente na eadeira, porm s tomou coota della,
uesta qualidade, em 1' de Juoho, seodo-lhe, en
tretanto, at en.io dado attestadoa de exercicio
sem iiiterrupciu pelos delegados Iliterarios.
Eate facto que o motivo do processo e consta
da parte do delegado Iliterario, e coufirmado por
attestedoa dos pas dos alumnos, fia. 2, int rroga-
ti rio da Baymuode, a fls. 6, e aiada pelos proprios
attestados ofivrecidos pelo protessor aecusado,
fli. 11 a 13, que uSo procurou provar o contrario,
limit iodo-s a dizer que nao era exacta a aecusa-
cao, se oceupando mais "com aa suas divergencias
lora o actual delegado litterario, que aasegura ser
verdugo dos professores, seu adversario polti-
co, etc.
Neatas condedes, portento, parecendo-me fra
de duvida o facto da aceuaaco, noto, entretanto,
que de temp anterior nomeacio do protessor,
de quando apenas era contractado, pelo que
convm que Vmc. verifique que o valor dessa cir-
cumatancia em relacio ao mesmo professor se teve
elle autorisseo legitima para ser substituido em
suas faltas por peaaoaa de sua eacolha, e o mais
que houver, pois nio parece applicavel o procesao
he pena do rtgulamento vigente por faltas de tem-
pos anteriores. -
Ao comjsandante do corpo de polica. Ao
Dr. chete de polica mande Vmc. apreaentar ama-
nh, ao noci da urna esulta de 4 pracas afim de
condusir at o termo da Palmares igual numero
de reos que tem de responder a julgamento.Com-
municou-se ao>Or. chefe de polica.
Portaras: >
Para os fias convenientes con munico C-
mara Municipal dc Nazareth que no requerimiento
do bacharel Herculan > Baudeira de Mello, sobre
o qual versa a sua informacio de 25 de Fevereiro
findo profer o seguinte despacho ;
Don provimento ao presente recurso para
nullificar a deciso da Cmara quanto excluao
do 3- juia de pas eleito, do distrieto de Tracu-
nbem, Theodolindo Cavaluante de Albuquerque,
sob pretexto de ter eate cidado servido de agen-
te do correo depoia do eleito ; tendo, entretanto,
se exonerar1-* antes do da marcado para o jura-
mento e po> a
Aa fui ^ftua de juis de paz sao incompativeis
com as de agente do correio, pelo que acceito o
cargo electvo>,fquelle cidado perdera ipio-facto
o empregoas ji nao o tivesse deixado antes ; mas
nem por isto estara a Cmara autoriaada a ex-
cluil-o do cargo de juis de paz, que obriga-
torio.
. Compre, pois, qae seja dfferido ao dito ci-
dado juramento e posse do lugar para qoe foi
eleito.
O Sr. gerente da compaohia pernambucaaa
de navegacio a vapor faca transportar para o
presidio de Femando de Noronha, por conta de
jos Joaquim Alves & O, os gneros constantes
da relacio aqai junta.
dem para Beia & Santos.
dem para Ferreira de Oliveira & Irmios.
dem para Joo Bu fino dos Santos.
O Sr. gerente da compaohia pernambucana
de navegacio costeira por vapor mande conceder
pasaagem de r ao presidio de Fernando de No-
ronha, por conta daa gratuitas a que o governo
tem direito ao beriberico major Joa Thomas Ca-
valcaote Pessoa, providenciando de igual forma
sobre a volta do mesmo opportunameute.Coin-
uranicou-se asa director do presidio de Fernando
de Noronha.
O Sr. gerente da compaubia pernambucana
de navegacio osteira por vapor mande conceder
passagem de pro i al o piesiJio de Fernando de
Noronha, por conta das gratuitas a que o gover-
no tem direito, a Francisca Mara da Conceicio,
mulher do sentenciado Joa Francisco dos Santos
e a 4 filhos menores.Commuoicou-se ao director
do presidio de Fernando de Noronha.
O Sr. saperintendente da estrada de ferro do
Becife ao S. Francisco faca transportar, por con-
ta dos pasa**- K--**.oitos a que o goverou tem di-
reito, da estaeie de Cinco Ponas de Vas, qaa-
tro criminosos e a igual numero de pracas do cor-
po de polica que os escolta, \ providenciando sobre
o regresso destas.
EXPEDIENTE W> SECRraalO
Oficios :
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
O Exm. Sr. presidente d* provincia manda remet-
ter a V. S. duas ordena ao Thesouro Nacional de
ns. 17 e 22.
Ao i rispe otar geral da instruceio publica.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda de-
volver a V. S. o procesao enviado com o sea officio
u. 89, de 2 do corrate mes e declarar-lhe que no
requermento do protessor Eduardo Monteiro de
Moura, proferio hoja o seguinte despacho :
* Nao ha que defirir. Se pretende revisio do
processo e nova sentjnca legalise aso mesmo pe-
rante a iospectoria geral da instruceio publica
Ao gerente da compaubia pernambucana de
navegacio a vapor.8. Exe. o Sr. preaidente da
provincia ficou aterrado pelo officio de V. S., de
3 do corrente, que essa compaiihia expedir o va-
por Jaguaribe, para oa portos do sol at Aracaju'
a 8 do corrente s 5 horas da tarde; lpojuca a 9
a mesma hora para os portos do norte at Camoa-
sim e o Giqui 1 ao meio da para o presidio de
Fernando ae Noronha. Fizeram-ae as communi-
cacea do estylo.
los Sra. agentes do Lcndon ce Brasilian
Bank Limited. S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o officio de Vv. Ss. ao qual
veio annexo o bataneo daa operaces (ffoctuadas
por essa caixa filial durante o mez de Fevereiro
ultimo
Ao director do presi lio de Fernando de No-
ronha. Etc. o Sr. presidente da provincia
manda cr-mmuoicar a V. S. qae xpedio ordem
t'hesoararia de Foseada, afim de lavrar teimo de
contracto, conforme requeren com o padre Fran-
ciseo Adelino de Brito Dantas para exercer aa
fuuccoes de capello e professor de prmoiras let-
tras dese oresidio mediante a gratificacio ao
oual de 1:724*.
DESPAC110S DA PRESIDENCIA DO DA 23 DE
MARCO DE 1887
Ab..ix3 assignado dos moradores de Ta
batinga. Informo o Sr. inspector da Ins-
treccSo Publica, procedendo a respeito oos
termos do art. 38 do regulamento de 6 de
Fevereiro de 1885.
Cario Barret de Alcteida e Albuquer-
que. Se o 8upplicante nio empregado
publico e se o serv$odo Oyrnnasio nio sof-
fre com a sua ausencia, coino informa o
regedor, pode rotirar-se do eetabelecimen-
to, quando lho approver independente de
licerjca.
D.-mettie Accaeio de Araujo Baltar.
Iuforme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Francisco Candido da Meieiros. Nesta
data resolv a reelsEo do contracto com
itnposiyio de multa.
Florinda Mari* Das Feij. Iaforme *
Sr. inspector do Thesouro Froviucial.
Francisco Theinoteo da Andrade.-Em
vista da infcrmacJo, nio ha que deferir.
Gregorio Thaumarturgo de Aievedo.
N'esta data tlirijo-mo ao Ministerio da
Guerra a respoito do que requer o sappli-
cante.
Bacbarcl'Hersilio Lupercio de Souza.
Iuforme o Sr. Dr. juz de direito da co-
marca ouvindo o juia mudicipal.
Joio Florentino de Almeda. Remeiti-
do o Sr. inspector do Thesouro Provin-
cial para attonder o supplicanto, de accor-
do cun o officio que boje Iba dirijo a rea-
paito.
Alferes Joao Jos d Cunh* >Lages.
Informe o Sr. commandante superior da
guarda nacional da comarca do Recife.
Jo3o Pereira do Nascimento.Sim, me-
diante recibo.
Manoel Antonio de Oliveira Brandao.
O regulamento do Thesouro nio autorisa o
que o supplic&nte requer.
Paulo Raphael da Cruz.Matricule se a
vista da relacio, que apresenta, da matri-
cula especial nos termos do art. 2. do de-
creto d. 9,517 de 14 de Novembro de
1885.
Ro'jquayrol Frres. Informe o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fzenda.
Tiburcio Firmino da Silva Tavares.O
regulamento do Thesouro Provincial nio
autorisa o que o supplicante requer.
Secretaria da Presidencia de Pernam
buco, em 23 de Marco de 1887.
O porteiro,
Francdino Chacn.
Slepartlco da Pelleta
Seccio 2.'N. 296.Secretaria da Po
licia de Pernam buco, 24 de Marco de
1887. -Ulna, e Exm. Sr.Participo a
V. Exe. que foram hontem recolhidos
Casa de Detencio os seguintes individuos :
A' micha ordem, Manoel Campos de Almeda,
Antonio Carneiro de Oliveira, couhecido por Pe-
dra Branca, aquelle pronunciado oo art. 257 do
Cod. Criui-, e este como alienado, at que tenba o
destino conveniente, ambos vindoa da Victoria ;
e Antonio Ignacio da Silva, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos, es-
era vo do Visconde da Silva Loyo, por disturbios;
e Mauoel Bernardo de Senna, como vagabundo.
A' ordem do do 2 diatricto de S. Jca, Manoel
Laureatino dos Santos, por disturbios.
A' ordem do do 1* diatricto da Boa-Vista, Fran-
cisco Libanio dos Santos, como indiciado em cri-
me de morte.
Communicou-me o subdelegado do 1 diatricto
do Poco da Panella, em officio desta data, ter pas
sado o exercicio daqqelle cargo ao cidado Andr
Raropeck, ua qualidade de 2a supplente.
Dous guarde a V. Exo. Ulna, e Exm.
Sr. Or. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O ebefe de
policia, Antonio Domingos Pin'o.
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DA 23 DE MABCO
DE 1887
Joaqaim Galeno Coelbo, Mnocel Cardoao Jnior,
Gtemioiano J. de Miranda, Senhnrinha Tiburtina
de Lima, Francelina-Maurina da Silva Albuquer-
que.Haja viata o Sr. Dr. procurador fiscal.
Coa tas do thesoureiro das obras publicas.Exa-
minem-se.
Sebastiio Cyrillo Gromos Pereira, Leodegario
Liberato Pereira Caldas, Jos Candido de Moraes
e Manoel Jeronymo da Coata Uchda.Informe o
Sr. contador.
Joo Rodrigues da Silva Duarte.Certifiqese.
- 24
Isabel Xavier Poplo de Albuquerque e L?o l-
gano Liberato Pereira Caldas.-Deferido oos ter-
mos das informaces.
Joo Florentino de Almeda, officio do Dr chete
de polica, Dr. Manoel Barbota de Araujo e Flo-
rinda Mara Das Feij. Informe o Sr. contador.
Joao da Fonseca.Prove a desoccopacio da
casa.
Bario de Frecheiras. Deferido, dando-sa baixa
na fianza, visto ter cessado a respoosabilidade.
Joiu Ramos de Vaacoocelloa, commandante do
corpo de polica, Domingos da Silva Torres, Jos
Candido de Morae?, e con tas do commando do cor-
po de policia e d is l1 e 2' series da 24 lotera
dos ingenuos.Hja vista o Sr. Dr. pi ocurador
fiscal.
Lauria & CIudeterido, a vista das informa-
ces.
Mara da Natividade Ferreira, Mara Adelaida
do Carmo Oliveira, Herculano Hygino Nones
Baudeira e Mara Januaria da Conceicio G-uima-
raes.Begistre-se e fafam-se os assentam utos.
Carolina Soares de Amorim Morera.Informe
o Sr. Dr. administrador do Consolado.
Uibano Joa Carneiro, Joaquim Pereira de Mi-
randa e J. Candido de Oliveira Marques.Defe-
rido nos termes da nfornoaeo do Sr. contador,
visto acbarem-se as condicoes da lei n. 1544 a
casa n. 63 A A ra do Motocolomb, a caaa o. 2 A
ao largo de Santo Amaro e a casa n. 16 a ra do
Riachuelo.
Mala & Besende e Qeitrades Mara do Carmo
Nones.Bestitua -ae.
Bario de Petrolina. Deferido, ficando irrespon-
savel pelo debito anterior o novo inquilino que es-
tab.-lecer-se no pavimento terreo do predio d. 5
ra de Muoiz Tavares, outr'ora Nova de Santa
Bita, cuja deaoceupacio se prova.
Cootas do vigario Joo da Costa Bcserra de
Carvalbo. Approvadas.
Inspectora geral da Instrucco
Publica
despachos do da 22 de mabco
de 1887
Pacifico Paulino Malaqoiaa, prefessor publico
Encamiobe-se.
23
Bacbarel Diogo Carlos de Almeida e Aibuquer
que.fJumpra-se, regstre-se e marco o praso de
15 dias para entrar oo goso da licenca.
Ephigenia Mara ae Almeda u ornes, professora
publica. Justifico as faltas dadas pela suppli-
cante, de 16 a 28 de Fevereiro passado.
Joaqaim Francisco Pereira da Silva, professor
interino. Deferido com officio ae Dr. inspector
do Thesouro.
Joo Fauatioiaoo daa Nevea, professor otenoo.
Iuforme o delegado iliterario.
Oficio do delegado litterario de Campo-Alegre.
__A' 4 seccio, relator o professor Miranda.
Secretaria da instruecio publica de Per-
nambucor 23 da Margo de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DIARIO DE PERflASBCO
" Retrospcto polUieo de lS
REPBLICAS AMERICANAS
( Gontinuaq&o)
Alm do incidente Cutting, o governo do M-
xico andou durante o anno profundamente pre-
oceupado com a situagao pouco animadora da
economa e das nansas nacionaes. A prata nao
so um dos principaes productos do paiz, mas a
base do seu systema monetario, o seu mais im-
portante instrument de trocas. A depreciacao
d'esse metal devia, pois, como aconteceu, eufra-
quecer extremamente all a actmdade mercantil
c determinar baixa inconvenieotissima no valor
da moeda corrente. Foi nomeada urna commis-
sao para estudar o assumpto. Dizia-se que ama
das medidas propostas com o fJm de memral-
as condiges monetarias da repblica, consisti-
ra na reduego de Asi por cento na tarife da6
alfandegas em favor dos estados estrangeiro-
que nos respectivos territorios dessem curso le-
gal piastra mexicana. Tambem foi apresec-
tado ao congresso um projecto tendente a dimi-
nuir o quantum da actual contribuigo agrcola
e a sentar, durante emeoenta annos, de todo e
qualquer imposto as minas de carvo, ferro e
mercurio. Essa proposta tinba pur fin especial
attrahir capitaes estrangeiros para o desenvol-
vimento da agricultura e da industria mincira.
Tambem, sob proposta do poder executivo, fo-
ram abolidas pelo parlamento as alcabalas ou
alfandegas internas. A nago tem gosado lti-
mamente de grande Iranquillidade poltica, e pa-
rece confiar largamente no governo do actual
presidente o general Porfirio Diaz.
Ja nao correu to pacifico o an ne para algu-
mas das repblicas da America Central.
O governo de Guatemala entenden que devia
decretar o banimento de diversos poiiticos in-
fluentes, e que eram tidos por grandes agitado-
res.
Em Honduras foram fusilados o general Del-
gado e mais tres cidados compromettados n'om
movimento revolucionario contra o governo do
general Bogran. A outros individuos rondem-
nados morte pelo mesmo motivo, foi conmu-
tada essa pena na de priso por alguna annos,
segundo a gravidade do delicio de cada um.
Delgado era lillio de um dos mais esforzados
fundadores da independencia centro-americana-
Por essa razao, a imprensa de S. Salvador cen-
surou acremente o presidente de Honduras por
haver consentido no fusilaraento do general.
Resta saber se a violencia de sentimentos po-
lticos, commum a t odos os povos de origem
hespanhola na America, nao levar os crticos
practica de actos semil hantes ou peores, desde
que a paixao partidaria por sua Til os incen-
deie.
0 que por agora se sabe q ue em S. Salvador
ain da este anno se deu mais de urna tentativa de
revolugo contrajo governo eslabelecido.
O pensamento da federago das repblicas
centro-americanas, tal como existi dc 18ft a
1827, accentua-se cada vez com mais vigor nos
cinco pequeos estados que sob o dominio 'da
Hespanha forraaram a capitana geral de Guate-
mala, annexa ao vice-reinado do Mxico.
Pareca que aps a rcenle e abortada tenta-
tiva de Rufino Barrios, presidente da Guatemala,
para reslabelecer a antiga Unio, esse pensa-
mento tivesse ficado, seno para sempre, ao me-
nos por largos annos prejudicado. Nao aconte-
ceu assiu?. Logo aps a batalna de Chachualpa,
onde Barrios pagou com a morte osen acto bru-
lalissimo, o sentimcnto federalista continuou a
manifestar-seem toda a America Central com a
anterior vivacidade. Em Setembro de 1885 os
governos de Guatemala, S. Salvador e Hondu-
ras celebraram um tractado, que estabeleceu a
mais geral solidanedade de inleresses ntrelas
repblicas contratantes, e foi con siderado a base
eminentemente pratica do definitivo restabelegi-
mento da desejada unio. L'l luna mente as re.
publicas do Nicaragua e Costa Rica adberiram
ao tractado tripartito de Setembro. As cinco re-
publicas estao, portante, hoje, mais que em lem-
po algum, depois da pocha de sua desaggra-
vagao, habilitadas a concorrcr uniformemente
para a reconstituigao de urna nacionalidade com- ,
mum.
A adopgo dc urna le constitucional maiscen-
tralisadora que as precedentes=eis o Escto prin-
cipal da poltica da Colombia em 1886. Essa re-
forma foi provocada pela situago anarchica re-
sultante de um systema federal que consagrava
a quasi total independencia dos differentesgesta-
dos da repblica. Acredita-se qne a nova lei,
dando mais forga ao poder nacional, ser de
consequencias benficas para aquelle pan, cuja
denominago actual nao mais a de=EsUdo$
Unidos da Colombia, mas a de Repblica Colom-
biana.
Na Venezuela ba tambem quem deseje ver re-
formada a constituigo all promulgada em 188L
O presidente Guzman Blanco opp6e-se aos de-
signios reformistas. Nesse sentido dirigi urna
circular ao3 presidentes de -lodos os estados,
para qu ellea do conteudo dessem conta aoa
respectivos corpos legislativos. Dina a circular
que u lei constitucional em vL'or corresponde a
todas as necessidades nacionaes. Parece qoe o
honrado presidente confia mais no seo entena
administrafivo que na sciencia poltica dos legis-
ladores do paiz. Effectivaraentc, o novo advento
do general Blanco presidencia da Venezuela
considerado um acontecimiento muito propicia
do bem estar e progresso dessa repblica.
' forga confes?ar, diz um escrptor sal-ame-
ricano, que o novo presidente, quer pela soaad-
minisirago directa, quer pela auctondade que
conservou durante o governo de outros, exerce
lia muito urna influencia largamente proveitosa
sua patria. A ordem acha-se all definitiva-
mente restabelecida, e as linancas vo raellio-
rando considcravelmente A divida externa de
Venezuela esta reduzida a um quarto do que era
em 1870, a interna a dous nonos da somma a
que se ele va va em 1872.
A revolugo do Equador cortsiderava-se no
m do anno completamente extiocta pela victo-
ria que as tropas tegacs alcangaram sobre os
revolucionarios, a 7 de Dezetnbro, no combate
de Loja. As forgas do general Al faro chefe da
revolta e que tentara contra a vida do presidente
Caamano, linhain fieado inteiraroente uiiacrsaj.


'<.


rijgMmak-m****XBBS
'r*6Pi^*l^?cS5^S?Kr.-agrsj^f
2
meno e
Tambem
Equador
Dstanle taes e tao funestas perturbagOes.
laravc crise monetaria, essa repblica reali-
Ktafenveis rnclhoramc ritos materiaes. As
HBfeas e tetegraphicas tiveram certo des-
HHBhto. O presidente decretou o aug-
reorganisac&o da esquadra nacional
foi assignado um tractado entre o
e a Hespanlia. Segando 03 termos
desse documento diptomalico, tawena entre -es
dous paizes completo csfneamento de presadas
desintelligencias e paz salida e duradoura d'ahi
em diante.
Os-clericaes da Bolivia otgnnisBram, em vista
das eleiges gertBg^ara deputados e senadores,
um partido poltico com a denominaco de com-
senador. Depois da formaso desse grupo par-
tidario, sao tres os que alli se disputam o poder:
1.- o pardido democrtico, cujojcliefe D.
Gregorio Pacheco, actual presidente da rep-
blica ; __
o parado contunioni, spie nantm um
justo (omo-ontre tramonlaaos c demcratas.
mMTue, polas suas tendenoins c ideas, ac mas-
traviade preerencia inclinado para estes, em
easottonecflBaiaade -.ixuder dos constitnciooaes
~4). inketo Arce, actual ministro pleninonu-
ciaiiO'da'Borivia ni Europa, e que exareeu a;
mesmasifuncSes.no Chile, ilau qiojB^se.dirait-
fo pior m amercorBtgui^ adaTa para a
a:p*tria o territorio'de Tacna ed'Anca ;
3.- o partido conservador recentemente ar-
mado de elementos ctericaes e oajo 'principal Um
oooasleem esbrcar-se;pelo tampho completo
do Bino religioso. Os merakros da.nora^ar-
Bialidade poltica, organisada sob os auspicios
th rreebispo de La Paz, fezem promessa sfdem-
cdeompn'gar lodosos maios'legtimos de op-
aosif 4o propaganda -Jas doutrinas contrarias
o catholicismo.
Em quanto a reacCSo clerical se orgamsavana
Bolivia, noPereram cxpulsos os jesutas con-
tra os epates se ollectuaraui concorridos meetiugs
em Limare Callan. 0:governo peruano esforca-
va-se-por ruelhorar a difficil situaco ecouomica
etinanceiraein que a desastrosa-guerra com o
Chile e a lucia intestina de 1883 deixaram o paiz.
Em 20 de Marco foi.proclamado presidente o
general Cacercs, chefe do partido nacional, e
vencedor de Iglesias, geralnrente considerado
como crentura dos chtenos. Apezar de varias
mudancas mmisteriaes, havia conlianca nasta-
biHdade do governo. Este procurava activar a
ewstrnecao de liabas ferreas, a eaploiaco das
mirase desenvolver a rstrueco publica. Para
a-perfcila ivalisafo de lal programla, juigou
o congresso nacional que devia oiecretar o se-
guate:
Considerando que, nos termos do art 10 da
constitmeo, sao nuiles os actos de todo aquelJe
.que usurpa as funeces publicas ; considerando
que os^rs. Nicols de Pirla e Miguel Iglesias
seapoderaram da suprema direcr,5o goveraatka,
semndo-se das armas que lhes haviam sido con-
fiadas para defenderem a repblica contra 0
inimigo commum, resol ve :
Art..nico. Todos os actos do governo in-
teriao de Perola e Iglesias sao considerados al-
los e os scus autores militar e civilmente respon-
da veis pelos mesmos actos, de couformidade com
as leis do paiz. O presente decreto ser levado
ao conliecimcnto do poder executivo para'que
estctooie as medidas necessarias. sua Bel exe-
cugo .
Os debates a que deu lugar a apresentaco
desse projecto no parlamento, determinaram a
que-la do ministerio .Aranibar e a.subida do
-actual, que .presidido por D. Pedro del] Solar.
Entre os actos annullados foi coiiprehendido o
'decreto de 16 de Dczembro de 1881 que cao.ee-
eVra nos-jesutas bens nacionaes para eslabele-
eiraento-deescolas. Emopposico a esse de-
creto, foi promulgado outro em que se deciarava
m.a terem as ordens religiosas direito a ser re-
eonhecidas pelo estado. Os expulsos lhos tde
Loyolaquiseram levar comsigo 03 archivos his-
tricos do Per, de coja posse estavam, sem
I bem se saber porque. O governo e grande nu-
'erodo antiaas familias peruanas, oppuEeram-
se a isso, allegando direito de propriedade sobre
rdocumentos constitutivos do referido archivo.
' OChile, como a maior parte das repblicas
americanas, mudou de presidente em 4*86. Essa
.mu langa nao se fez, infelizmente, do modo mais
,|iaciiico. O presidente eleito em gubstituigo ao
Sr. Santa Mana, fui o ministro Manocl lialma-
ceda, sendo derrotado o Sr. J, Francisco Ver-
,-gera, clerical conservador, tambem candidato
.presidencia da repblica.
O governo do presidente substituido nao foi
dos menos proveitosas nacioualidade chilena.
A pacificaco da Araucania e augmento, da colo-
nisaco nessa parte importante do territorio da
repblica; a continuaso do deseuvoLvimento
doensino nacional; a realisaco de grandes
..Hielhorauentos materiaes; a reforma da orga-
.:iustao judiciaria; a redueco cousideravel da
.divida publica; a elevaco do crdito chileno
no estran^eiro,eis os principaes actos da ad-
ministrago Santa Mara
Nao pois. insignificante a responsabilidade
do actual, presidente, ante o bom neme deixado
pelo seu antecessor no governo.
(Continua.)
I 8W
H r erna
,-M.CIFE, 2b DE MABQO DE 1887
noticias da les-ropa
O piquete ingkz Ntva, entrado boalem da En>
-ippa, tronzo dataa que de Laboa alcaocam 13
i do eorreote mu, ai iaotando onze das a tracidas
.pelo vpor francei Sully.
Alm ds de t'oriagaL eoastaotes da carta do
iraoaso c>rrespondeut t beica Exterior, eis as demaia ooticiat traiidaa pe-
; lo referido paquete :
1. patata*.
Sobra ata paii eaaruve o ooiaa iludido or-
i^Maawadeate :
Um cor rea pon den te de Paria, dicia a 7 do eor-
* Tente para um jornal de Madrid :
Faltei cum muitoa d^a emigrados rcpubca-
. Boa reaidentea nesta capital, que ae eucontram
'cua si uacao mnitj pooea e dimcil.
Qiihs todos speram qu*, pjr oceaaio d> an-
: aiTeraario do nascimento do re Affjnso XIII, ae
. conceda ama ampia anniatia, que lhsa permita
regresaar livremenle a Uepiuba.
O Sr. Bu a Zirrilla eata muito desanimado
an oonvencer que a maioria do partido que o
Dio a revjluci'i, sx compoe de peaaoaa rauto
liareis, porm mais eatbnaiaaticas e theoricaa
Ao que efficszea noa aeua amioa de aco *.
O general Ctotillo demittio-ae do cargo de mi-
aiitro da guerra d pi rizinho, sendo namexdo
v^amra, a rneama p*=ta o Sr. tenente-gen-rat O. Ma-
m nael Oassola y Fernandez, que tem urna brilhan
. ta bi igrapbia militar, pela aua itelligencia, ca-
rcter e bravura, e pela dintiocco convque sem-
. pre ae pjrtou eia auiceasivaa campanhaa no ultra-
mar a no continente. Fot durante muit > tempo di-
rector da Exposico Militar jornal importan-
'ta-qaaae publica em Havafta. Kit filiado no par-
tido liberal e intimo de Martines Campos, com
aaem fas a campanh de Cuba.
ten aso erererto a reputaeio
tfico e organlsador.
E' objecto de grandes c mmenturijs araHCere i
ca que tere a 9 ekate mes monaeohor RasaaaMa
com o ex ministro, Sr. Montera Riot.
Assegura ae que lanaaaaihar Raaspolla ati
nuar por algum tempo a frente da aanflatara
em Heapanba afim de regalar com o papa a fop-
Htla obre o caaaoaentaeivil. *
Sopram caaaUojjaaaateireaaa ventas para a isa
prasssa peraafciea...
Osaainiaaatio psaatci p*iiotsontra director de
TiasDiscson i). BVaiiio Noguaj, des ai
de paasidiojuevHaaaaapira o da Lt%-D naio
le U>r'Vaatiaaanaito !
Hu triboaaestaaeMadfd foi -aautsaiaiado a
aanoade priaio o Sr. Rata Atbaraoz, que diraga
o peridico EI-Tcrrurj, e as de aaantander, a
tres, o celabinaawripCoraatTrioo,dcaa.aatraai, por
caaaa de um artizo hauristico paMicado
Vos Martaneaa importante diario d'aqnella
cidade, no qual descree a peregrinacao ao moa
teiro das Caldas
Se com a lei actual da imprensa acontece isto,
o que sera com a nova lei, na qual o ministro da
juatioa, de cacto par*-ser agradavel *os coaacr-
vadoros, cons'gaa peualidades muitc maiorea l
Estirerom muito cencorridas em BaVeetena me
exeqanas elebradas as parro inia MayaraW
Sani'Avaa, sutfragando a alma do iMustre vio
a I miran te D. Jacobo de .VI ac-Manon y Santiago.
Proaidiram aquella ceremonia religioaa o Rvd.
Dr. D. Estanislao Almonacid, o-geuro do finado
Sr. Joa Zaaarte Wbob, coasal da'Portugal, o
capito-general do dsatriato D. Ramio Blanco, o
segn lo eomotandante .de marinba Sr. Beinoao e
0 reitor da Universidad < i. Julin Caaana, p-
rente da familia Mac-Mah >a.
A morte do illustre niritiin i tambem aana
grande perla para a indaatria d>seu paiz, por
qaanto tinha nelle um protector desvelada uo
acrrimo defensor.
A saa idea fin era levara cabo, na Uespaubs
oa melboransentoa de q'ie tanta aresem a aua ma-
rinha mercante e de guerra.
Ettaa loavareia aspiraeas do Ilustre viceal-
mirante inanifeatou as de sobra em aonsacta8,in-
quanto gorernouo departemeuto maritimo > Fer-
roL
A' morte do vioe-aimirante O. .'acobo Mac-
Mabon, aeguio-se a do contra almirante Sr. O.
Luis Bula, asquaes produziram um profaado sen-
time nto-no erpo de-marinbeiroa da armada, por
haverem perdido doia ebefea de grande reputacao
mili tir e da extraordinario, mereciiueiuo.
O Sr. Rodrigues Ar-as, actual ministro da mi-
naba, apreasou-ae em enviar a familias dos il-
lustrea finados o mais acotid] psame, nao & em
eu neme, cerno no de toda a uarinha taeapaohula,
que tanto .aprecia va uo aeu juato valor jaquel les
dois ornamentos della.
Annuncia-se a sahida para a Andaluca do re-
presentante dos Estadoe-Unidos.
Na c.te de Madrid o 8r. Curry, o que parece
indicar, que certa a easpenao daa negociaeo,}8
relativas ao tratado do commercio entre os Eata-
des Uuidos e a Ueepauha.
arranca
Aa vouco38 da Alaacia L'irena sao deveras des-
consoladoras :para a Allemanba. Aquella trra
conquistada almeja pela patria. Oa conquiat&d i
res pj8suem o solo, mas n3o possuem o orai;o
dos povos .que a babitam. E tal sitaacV) pea
por demais na Allemanha e continuar por i-ert.
a pesar- Ibe de dia para dia a ponto de obrigal u
a refiectir no que ella tem de i sustentare!.
A Franca arate viva aatisiacao ao enheeer
aquellas vo-.acoes da Alsaeia Lorena ; por mais
que se domine, oinguem podar censrala porque
o seu corncSo palpita com o daquelles povos op-
pt imidos e anjeitoa ao dominio estrangeiro.
A discuaaao do oroamento aeabau, por fim,
apeaar dos iucidautca que ae levantaram na se-
ad). Nao falta quem presumiese que nao ae le-
vantaria o conflicto. Asaim foi. O senado e a
cmara, dos deputados, cada um pela sua parte,
comp izeram ft eouaas-por lorma que todo cieg ,u
a bnm termo som prejaiso .dos bous priucipi a, e
reapeitando todos oajaatca melindres.
gabinete presidido pelo Sr. Qoblet, supeou
todas aa difiieuldadea, e todas aa frarc -a do par-
tido republicano ae comprnetraram da alta con-
veniencia de levar a cabo aquel le debat-, coutri-
bumdo cada uaL.com a ua prudencia e pela saa
cordura para nao piovocar novas criaea.
A cmara dos deputkdoa devia dentro em pou-
co oceupar-se dos projeutea de reformas que ea-
tio anaunchadoa e cada um d^a qoaea ha de che-
gar a saa ves. E natural que tu io se dispoaba
para que nao aconteca com reapeito ao orcamen-
to de 1887 o que se.dea- em relacio ao ornamento
do anno corrate.
Para esse orcimento se reeervsm moito manos
porque elle offert ca enaejo de aperar reformas,
do. que por ser occa= io de conataur que ellas fo-
rmo operadas e decouhecer b-'m o tff-.-ito que
ellas produziram com falsead a*a encargos do
Esudo.
Agora que bem ae pode diser que o gabinete
(xoblet vai metter ini-js 4 obra, e mostrar sa pode
partido republicano peio meaos sob o ponto de
viata.de coasaguir que a.maioria parlamentar nao
aurja de incidentes, ou de approsiatacos que po
dem taxer cabir os ge vernos, acm poderein Icvan-
tul-os ea bases sufficienteu-ente seguras, para
romperem sem difficuldade e um dcaafogo pela es-
tiada em que ae assigualam suecessivamente oa
progresaos democrticos da grande repblica.
Na aeaao de 10 de Marco a cmara dos de-
putadoa approvou por. 328 votos contra 238 o ar-
t'gkda lei Uoa ceieaea que eatabele;e o direito de
o francos.
UelRlca
Rebcntoa ama grve pircial entre oa mineiros
de bulla do Borinage. Reeeiava ae que todos se
combinassem pedindo augmento de salario. A
greve augmenta.
1 Ca greviataa no dia 11 de Marco eram j.....
2,600.
Oa ltimos despachos de Mona confirmara que o
numero daa victimas da exploaao de gris na mi-
na de Quaiegnon pasear de 150. O conde de
'landres, o principe Balduino, ministro daa ubi as
ublicaa e goveruador da proviuca de Hainaul
fonun ao lugar da catastropbe no dia 6.
: Italia
Aiada nao tinha sido reaolvido a crise italiana.
Disia-se ltimamente que voltaria outra ves
acea o Sr. Depre'is, oa porque nao se podera ou
porqu; nao se quizera organisar o gabinete, sob
ontrea auspicios.
Ao que parece, a voatade e os de8< jos do rei
Humberto vao contra a vont ido e oa desejos do
povo tallan -, diz a imprensa democrtica. Dse
ja-se organisar um governo que seja favoravr-1
allianca com a Allemanha e com a Austria, e nao
seria is.-o coaea eatrauha, porque a Italia tem
conservado noa ultimoa aun is urna posicao, aeno
de alliada, de bom aceordo com oa dous imperios;
mas porventura quer-ae ir maia longe, e compre-
h< nda se que o pas nao secunde quem nutre
aquellas aapirkcoea aveoUiroaaa.
As ultimaa approximacde8 entre o Fapa e o
principe de Biainarik esto, em verdade, longe
de poier ser apputudidhS pelo povo .italiano.
Aaaim, deade que ae pretender aucantuar a p3-
sicao da Italia as relacoea iaternacioaaea, por
orma pouco conforma a naturaea oclinacea do
povo italiano, natural que neahum dos astadis
tas eminentes daquelle pas quaira tomar sobre
Bi-ua hombros o pesado encargo da goveruo. Com-
prebeode-ae desta modo que a crias ae prolongue
em preaenca doa combates referidas, mas bem
certo igualmente que a prolongaco da cries um
trate symptoma da aitusc/ao da pdi|ica interna
niquelle paiz.
O Sr. Odpretis tinha durante longja annoa dea-
empeubado um papel que ao menos ajusta va com
as coudieoo-s coustituciona-s, porventura, isais
depressa. do que elle proprio, a do que muito es-
p-ravam, o iliaatre estadista perdeu o folego e o
caso surpr bandeado a todos, nao tem podido ser
Jasilmeute lemetdo.
E' a criamaia prolongada que ae tem dado aa
Italia, e o maia pr-vavel que o Sr. Depreta se
aprsente novaoieate ao parlamento coaa o meamo
gabinete, pedindo em seguida a sua dissbluco
afim de ser consultado o sufragio do paiz. Tem
so oppoato, porm, a ata aolacio persistencia
com que dous dos collegua do Sr. Depreta aa-ab-
atiubam em demittir. m-se.
A' 11 de Marco a cmara dos deputados discuti
a OMco da Sr. Crisp declarando que a attitade
doa oostaelboairos.da coros ua ultima cjiaa ministe-
rial uao foi conforme a a uaos parlamentares.
Etta macAo de c.asura foi rejeitada por 211 votoi
eoatraiM.
A liaguagem, porn, dos Jrcaos romanos fas
presagiar nova crise ministerial. O gabinete
aanaiacra ijutSaii>nte a aaaioria parlamaatar de
20 votos. O-Oiritio e a Tribuna jornaea da Rom-t,
dio coma certa a noticiaba nova crise. O Dirit-
-Sexta-leva 2.5 de Mar? de 1887
io da 11, aeereaeaat ^H^a o minatero
Vaha decidido no dia *^H^^Br-so, o qu* f >i
logo deasaantido pasa Opiniome'W 12. O Poplo
Romano declara poaitivameute que o miniaterio
J^untinuar ttt qaal aati.
O qae mais cedo oa mais tarda parece inovita
vel a diasolucia-da amara.
Itbeotou o cholera em Catanes, poucos dias
depoia doa tarremotoo.
Em 48 oras deraaa-ie 18 caspa e'll bitos.
rForam aviadas tropaa a Palermo e a Ademo que
pretendiaan radaairaae d- aai corda o sanitario
pesar d* piaasatia das autoridades.
Mana
sNo queaaaia-sa-aaan fallada ltimamente na im-
ssaanaa
Resta saber quantoa membros do novo Reichttag,
depoia de terem votado o septeooalo, ae pronun-
ciaram contra outroa p rojee tos do governo.
O comit eleitoral progreasista de Magdeboorg
convidou os seus correligionarios a nao votarem
ao candidato socialista Hame a aun no candidato
liberal, Dumigneau, porque aase ae declama ad-
versario de todos oa monopolios e da reviao da'
Conatitaicao.
Oa socialistas da Berlirn, qoa tinham promettido
vottr nos progressistas, padom talvez abttar-ae
agora, depoia do exemplo dado pelos progreaaiataa
de Magdebwrg, o que modifiaana a resultado das
eUicoeaddvdesimptte capital do imperio.
J.alli eamefaram aa reuniij* aitoravea para
e tama nttervencao dd L rao XIII preparar ee-eacrutinioa d'aqueiUsatev< 's
aat^oolitiaiii 'ilala-o-au politica francesa.
dftaaaddMsanoaSBMCadaaat cataslicoj do parla-
incato aassatao voaaaam contra a prop tata de aido
tarjase llisantrck,r^apt eaereveu-laej acana^laan
Sones auyeapiiiaaaiiiiii poli1Js>a1 i*>aacel4er,
que, segundo Leio XIII, garante a paa da Euro-
pt. Dpoia, na.veapera das eleicoea, Sua Santi-
dade coutinaou a aconaelbar ana seus cardeaes e
e os s"us fi ms a que votasseo nos canidat s do
Sr. Bismarck. E pelos seus jornaea offieiosos de
Roma, Lio XIII finia constar ao mundo catho
lico que, procedendo assim, nao ttoha ontras vis-
tas seu-I) garantir a pas em todo o onli late
enrop >.
O principe de Bismarck profondam-nte reeoiAe-
cido attitude da Santa Sa, encarre .u o minia-
tro da Alternaba de transmitir ao Santo Padre,
por occaeio da novo auniveraario da ana eleicao
(20 de Fevereiro) a etpressao do aeu recoaheci-
mento, e varias ootraa expresa s da parte do
imperador Guilberme e do fdd-uMrecbal fie Mol-
tke. .
I'cr oatro lado, cauou acnaacio ae mesin ) dia do aaniversasin, a longa oonversa-
oilj qae bouve entre Leo XIII e o ministro da
repblica francesa, a sana como f-ji muito notado o
presenta do Sr. Grevy, presidente da repblica,
ao P.tp', e que constara, de um magnifico vaso de
porcelana de Svres, montado sobre bronze.
Vai tomando grande vaga o pensamento de
neutraliaar a AlaasiaLorena aob a garanta d*
Europa, f*eendo daa duas provincias annexsdas
a:n estado livre a indepmdeate- como a telio*e
a Suissa.
Assiai deaappareoeria o motivo do odio irrocon-
ciavel cotre a Franca e a Allemauha, e todos
sabem que uas nltiu>aa eleicoea para o Keiehstag,
apezar de 16-anuos de oceupacao, na i sabio elei-
to um s candidato do giverno allemo pela Al-
sacia Loreaa. Oa aloacianoa votaraan apenas em
deputados seus, depuUdoa que teem por fim pro-
tratar no parlamento contra a oceupacao allema.
E' conh-cida a grande sansacSo que eate tacto
prod'izio na Europa, a deapeito datudo que o gi-
vemoallemao fisera para que aa eleiees alsaata-
uaa llie fesatm fav<.-raveia.
O.a dizem oa diplomataa que. desde a momento
em que a Europa taca da Alaacia Lorena um es
tado independiente em que aa fronteir.ia da Al-e-
martha e da Fraaga ae achem separadas p.-la Al-
aaeia, pelo Luxemburgo e pela Blgica, tod.-s os
territorios neutros, o cotflieto haver dcsappare-
cido ; nunca mais ae fallar em guerra ; elimina-
do o objecto di discordia, oa doua paisca pdenlo
diioinu r oa seus exerciloa, e easea utilbares de
brabas poderlo oecupar-so em nouaas maia uteis
que a riquesa dos dous paiz 8.
E' nesta pacifica solucao que deve intervir,
ro.n) intermediario, Sui Sautidade Lei) XIII,
fazenlo com que a Allemanha e a-Franca ooncor-
dein em deixar neutraliaar a Alaacia, abdicando,
a -.a urna daa daaa potencias, das suas preteu-
coes aceica d'aqaella provnola.
Aprescutam, a tal reapeito. os paesimistas ama
objecfSo. So o papa fr nameado iutermediario
entre a Franca e a Allemanha para ajeaug ir a
ncutralisaeo da Alaacia (dizem elltfa) e se o con-
seguir, ser necessario qae as duas pot. nciaa Ibe
d-nn um pom presente, que nSostr, com certe-
za, uta ou-dous vaaoa de porcelana de Svres,
mas a sua libertario do captiveiro do Vaticano e
a posse material, nao j de todoa aa antigoa Esta-
dos Pontifieioa, maa, pelo menos, de Roma.
E a Italia, isto o governo do Quiriual, ha de
revoltar-se centra essa deciso da politica euro-
pea, nao ha d> querer sacrificar Roma a paz da
Europa, e ir baier .porta da Auatria e da In-
glaterra, aa euaa ailiadas, para protestar contra
aemelhante conapiracio
laxialerra
A questo do Egypto apparece do vez-era quan
d ', parece que intenciooalmenie suscitada^ para
embaracar a Inglaterra.
Julgava-se quo se poderia esnseg-jir al^uma
cousa por accardo entie a Turqua )a Inglaterra ;
ilbs, segundo aa ultimas noticias, as=egura-se que
nada ae conseguir por ora, o que nao quer dizer
que a Inglaterra se rrcuse a proseguir oa a en-
trar em novas negociagjs, porque emqaanto ellas
aubsiatem contina a oocupavao inglesa.
A poltica inglesa nao tem interesae em que tal
questo ae resolva de prompt", embora em todas
as ocQaaioes que se Ih; off .-recam no deixe de
aaaegurar o seu dcaejo de evacuar o Egypto.
O gabinete do marquez de Siiisbury nao me*
Ibora.as condicea da su* existencia. Porventura
a t m prolongado fio presenca do ebtado indeciso
da Europa com reapeito luta armada que pode
romper eu no Oriento cu na Occidente.
0 partida liberal, oa antes o Sr. Gladstone,
porque foi vencido na uraa, acm desamparar a
questo da Irlanda, e tornando-a como a princi-
_ a Silesia, algumaa centeaaa.de operarios ao-
cialistaa fiacram urna muisaeMaio-xontra a psii-
tica dofcnvaaatrno, a quam aaacuaaan .de sera-a-aanatcera e que
da hiaMtlomiaeria que pfaa aabraaquelia itgatto. aaaiara
D'entae anifeatauteallaa eaiaauitaa vasas
grito de Abaixo o chanoeUer l
Temem saalli manifestacoea muito mais graves
por oecasid daa eleicoes de desempate.
Diz-se qae Bismarck abrir peaaoalmente a aea-
ao do novo Reichttag.
N'mn ac^o intitulado D fois das (lei
cots, a Htrasburger Pott enumera as medida a a
tomar na Als'acia-Lorenn, para que ae firm- a ee-
guranga do imperio alienta) e o triumpbo futuro
do germanismo, gravemente ameagado pelas ni ti-
mas eleiges.
Entre easaa medidas, eontam-ae : a auspento
do dtreito eleitoral para a Reichttag; a restricoao
daa permiaaoes para quo oa eatrangeiroa permane
gara na Alaacia Lorena; a dissolugao daa aaao-
ciagosa ndigiuag.noae admittindo emigrados en
tre os sena membros : a educago do clero eatho-
lieo segando oa principies allemaa ; a educago
allema miniairada a rapariga?, e, rinalineate, a
diasolago doa conselhos municipios e a saa sub-
stituigi) por adainiatrador, naa communas que
aeram urna grande maioria doa deputados protes-
tantiataa.
A despeito de todo qaanto possa dizer-se cm
contrario, a opinio publica na Allemanha moitra-
ae abertaaente inclinada guerra cuntra a Fraugu,
e todas as maoifestagoea, tanto officiaes como par
ticulares, accaram este estado dos nimos
Livros e joroaes de ambos 08 pases, escriptos
e redigidoa por por peasoas intelligentes, afirmam
que entre oa veueidoa e oa vencedores de 1870i
71 t-xiatem raneo res prolandos e olios entranha-
dos ; que tonto una coma otitros desejara a annul-
laga completa do adversario no terieno militar.
Corroboianlo estaarfirmativa, escreve um cor-
leapoadente de Berlirn:
Esie pas atravossa urna crise gravissims. O
commercio est paralysado; nao se fasem opjra
goes mercaatia de especie Iguma ; haaeii ousete
mil empregados de fabrieaa, eetabelecimentoa e
tseriptorios aem collocagao. O temor da guerra
creace todos os dias.
fa era doa qusoDinavam em sentido optimista
e na i pesaimista, mas agora vea acreditando na
imminepcia o coufiicto ; de tal modo variaa
nages se achara compromettidas, que s um mi-
lare podera evitar esta nova caWmidade geral, e
o que mais stuaivel que ni) se sabo at onde
npa levar a complicagao doa acontecimentos.
Em frente da mlnlia casa acha-se tstabe'.eeida
urna soiedade de seguros sobre vidas; poissaibam
que ha maia de oito das nao eeeaam de entrar all
otficiaus de todas as graduagss, procurando ga-
rantir at certo ponto o futuro de suas familias.
At o filno do principe herdeiro, chefe d'um regi-
ment da guarda imperial preencheu essa triste
formalidale.
Se a guerra rebeotar, pr.'vejo, por aqaillo que
ougo, urna serie de dramaa qual d'ellea mais san
orgo officioso, est decidido a nao ceder e a nao
faser caso da oppoaigo do Votksthing.
i. Continuaiia pois a crise.
Dorante um baile dado ai pago, cerno o soa-
Iha eativeaae moito encerado o re qae tinha esco-
liado para aeo .par Jdademoiselle catiUp, escorie
gou e cabio, bateado com a cabega noa degros
do throoo.
Deamaiado, nao poude levantar-ae; houve gran-
de alvorogo na sala ;- msica ceaiou e tratou-ae
imaiediatamente de oevorrer o soberana. Re-
cuperando os sentidoa ana magastade dan o signal
para qae as dangas recomeg issem, e lie proprio
ipasaeou algum tempo petas aalaa, tranquiliaaodo
Madeuioiaede Esti >, qua tstava n >rToaiaaia?a.
A corte, porm, deixou iminediatainente o baile e
aa testas foram nter rompidas
Soube-se no daa segmnte, qae a rainba adoe-
uma daa asas dawas d) hanor dea-
O rei nao est, eacao se disse, em perigo.
Baasla
A Gaieta de Motete fas notar a differenga da
lingaagein agora empregada pelo conde Kalnoky,
accentuando aa bdia relagoes da Austria com a
Kusaia, e diz qae o trecho do discurso do cban-
ceikr Jtu.8tro:buagaro,.de.dirASlo que a^A.ustrja-
Hungra nao aomente ara estado balcnico, faz
presagiar que a monarchia austro hngara reas-
aumira o seu pap.'l gerraanieo, e quo ao aceordo
austro-alleinao aneceder um aocordo austro ruaao
Na corte rusaa, com effeito entende-se que a
casa de lapaburgo Loreao tem um papel histrico
a de jempeuhir, em concurrencia com a Itusaia, so
bre aa- trras allemas.
Annuncia nm despacho de' Londres que se fazem
grandes esorcoa em S. Peteraburgo, Vionna
grento, e cujo termo s encontrar, a julgar pelo
estaio doa nimos, n'uina verdadeira anallago-da
Frauga e da Allemanha competencias de primeira
ordem
Corre o boato de que o imperador Guilberme
tenciona abdicar a corda, logo depoia. Je paasar o
dia em qae fes 90 annoa.
Est marcado para o dia 18 a partidas das ma-
gestadoa rqmaicaa que vo a Berlirn felicitar o im-
perador Quilhcrmj pelo atu anniveisario nata-
licio.
lato considerado um signal certo de apazi-
guamento das queatoes que.teem trazido i Europa
em desassocego.
Auntria-flunirin
Em ama das ultimas sesses do parlamento
auatro-bungaro produzio-se um;eacandalo qae se
pode diser o anico na hiatoria parlamentardaqoelle
pas.
Trata-se da eterna questo daa liuguas ; esse
motivo perpetuo de conflictos no imperio da Aus-
tria.
O deputado ant-semitico-Tuik uaou da palavra
para atacar o Sr. Plener, um doa chefea do partido
allemso, o qual elle quiz tornar reaponaavel da
ruina econmica da Austria e do augmento do
numero dos judaus.
Teudo-se rido nm deputado, o jSr. Wrab -tz,
quando ouviu cata singular theoria, o Sr. Pattai
outro ante-semita exoiamoa:
< Wrabetz ri 1 porque Wrabetz tem o espi-
rita judeu e por iaao ella riu.
Rebentou eolio. naturalmente um tumulto io-
crivel; o que todava nao. impedio que o Sr. Turk
cuncluiaae o sen.discurso, invectivando toda a c-
mara, e acensando os deputados de sa terem ven-
dido, e de sereno traidores do povo.
N'easa occaaio pediu a palavra o Sr. Wrabetz
de.poucas palavras como se ver pelo seguate :
Q jan lo ougo o.noaao collega Tuik, penao
aempre no Prater que, como no fim de todas as
pegas, aasoma um judeu, (haridade geral)..
0 Sr. Tmk falla sobre todas as queatoes, em
compreheuder nemma dellas, e em todas, encontra
um meio de apresentsr nm judeu.
O Sr. Tuik juiz inleronnper o orador, mas este
continuou:
Fallo samara,~e naotenho queentabolar con-
versa com o senhor e nao quero dizer sea rea-
peito nem oais urna palavra.
Um partido que, com armas depoia dos editos de
tolerancia, colloca a intolerancia na sua bandeira,
indigno de ter nm representante n'eata cmara,
mas en declaro que nunca maia me occoparei de
aemelhante individuo.
O presidente levantou a seteo no meio de um
tumulto indiscriptivel : julgav.-ae o incidente
Scisum miaaravel, to miseraval, qae ea
me sajara tratando da vossa pessoa.
O Sr. Wrabetz reapondeu :
Haveia de me dar conta do qae acabaea de
diser. >
>-al, por isso mesmo quo na elegao o auffragio j para um facto pessoal, e pronunciou um discurso
lb*-foi deafavoravel, guarda todaa as attenges, e
em vgs de levantar-se com vigor contra a debili-
dad do governo, espera a occasi&d mais azada
para deacarregar golpe ceiteiro.
Por sao, o marques de Slisbury vive j rielo
apoio dos I ib .'raes unionistas, j pela attitude fir-
me, tusa reservada do Sr. Qladstone.
Vai-se assim o tempo cnct-rreganda de dar ra-
zas, ao grande estadista que, vencido na urna, ti-
rn da derrota novas forgas, e que aa reserva para
melhor aa empregar a..bre um adversario que se
vai debilitando cala ves mais.
Uui recente despacho de L ndrea faz preeen-
tir o aceordo. da Ruasia com a Austria, deixando
sata Bussia toda a liberdade de aegao a reapeito
da Bulgaria. Parece que a Inglaterra moatra urna
tendencia maia reaervada acerca da questo bul-
gara. Ha, porm, um artigo do Standard, qu,
pelo contrario, tem ares de indicar que a Ingla
Cerra est prompta a apoiar a Austria, caso esta
ae mostr resolvida a faser o seo dever resistindo
a prelengods invasoras da Buasia.
Na aeaao de 11 de Margo a cmara doa com-
muns discutiu os crditos supplementares do mi
nisterio da guerra. O Sr. Stauhope, secretario de
rstado daa colonias, pedia um crdito de 150:000
braa para o Egypto. Oa Sra. Campbell, Libcu-
cliere, Brodrkk e BradUugh combateram-no. O
Sr. Campbell pedia explicagcora oerca da poltica
do gabinete no Egypto e das suaa intengoea a rea-
peito de Suakira. O Sr. Qaacheu respoudeu que o
g ttqo julgoa neetssario ajusfar drfintivamente
todaa as reclamagoea do gover. o eypcio, as quaes
foram examinadas e reduzidas e que nao se
reputa obrigado pag.r nnualmente Sa dea-
pezas da defeza de Suak'm.
O crdito foi afioal approvado por 145'votos
contra 93.
AlleronaDia
J ao oouhecidQs com maia particularidada os
resultados das eleiges alleins, padendo calcular-
se mesmo, com certa seguran? i para que lado
pender o resultado dos desempates.
A maioria alcangada pela principe de Bismarck,
attendeudo sobretudo aos meios extremos de que j
elle langou mo, urna maioria fraca, fraquissima,
e demais urna maioria de occaaio, urna maioria
com que s agora psde contar na questo o do
septena jo, na qoeatao que obrigou dissoluco do
pirlamento.
Se a votaco contra o principa de Bismarck
significa ser vontade da na gao cantraria gaer-
ra, ae o proprio principe de Bismarck dase que se
o aeptaoado nao foaae votado que a guerra ae
tornara eminente, por b -m dizer-aa quer pelo Udo
dos vencidoa, qaer pelo lado dos vencedores, que
oa rceos da guerra devem estar completamente
desvanecidos.
No entretanto a Alleroaab arma-i-, e os s'us
armamentos provocam igual resolugo por parte
da Franca e de outras naeet, o um tal estado
que se torna cada dia mais violento. Epor isso oa
receioa de guerra nao se desvanecer o completa-
mente, sobretudo em quando as nio d-scubram
ou pe o meaos se preaaiatam os meios de a evitar.
Os ltimos resultado! Testificados das eleiges
all 'ms ao oa seguiutes : 193 aept-'nnalistas, 141
antiseptennalistas, 2 iuvidosoa a 61 empates. Os
aacrutinios das eleigea da deaempate, devem dar^
segundo os melhorea calcu oa, 29 deputados favo-
raveia polica da Bismarck e 39 hostia, deeom-
poudo sa estes ltimos em 24 progresaistas, 7 mem-
bros da centro e 8 socialistas. Ao todo, llavera,
pois, 215 deputados a favoi do chancellar e 180
contra.
Berli o, para ae reconstruir a uilianga dos tres
imperios, e que o Sr. de Giers readquirio toda a
coofianga do Czar.
A iuterfereucia dos cnsules de diversas poten-
cias junto da regencia de Spphia, para que nao
deixaase cumprir as sentencaa de mort-t pronun-
ciadla contra oa insurgentes blgaros, foi comple-
tamente iaeffieaz.
A regencia coufirmou a aentengaa doa tribunaca
marciaea c at rarcee que deixou fusilar doua of-
ficiaes de nacionaldade russa.
As coasequencias desle procedimento eram de
prever.
Conforme dis ora telegramma de hontem, o
Jornal de >. Petcrtburgo falla na uecesaid,ade de
por termo anarchia da Bulgaria e um outio te-
legramma dis que ha movimento de tropas oa fron-
te ira di Komai.
A,folha orcial do governo tasa), ha poucos
diaa attribuira n uisurreigi da Bulgaria d pres-
so e a arbitrariedades da regencia a ao descon-
tentamento de muitoa officiaes pea anurchia que
viam ni seu paiz, capera-ido poro n o governo da
czar qae as circunstanciasprupjrcionariam ,Bul
garia occaaio de voltar a urna aituacto que sal
vagaardasae oa direitos legtimos do povo blgaro.
Se nes:as palavras ua> se inclua umi am -ag
de luterveugao, uao sabemos o qm qnciram dizir.
Alem disao, se certo que foi fuzilado algum sub-
dito russo, o governo do czar nao drizar de to-
mar estreitas coatas regencia blgara peas
suas manifestaa provocagoes.
A Gazea de Moscow de 5, ore ven lo as execu-
g.-s capitaes na Bulgaria, diz qua a regencia
um governo illegal e portanto ni i p le xercer o
direito soberano de .viia ou do morte : aceres-
ceuta quo a Kussia, apazar das suas eympathias
pelos opprimido, nao considera uppprtuno proce-
der directamente paia (zar c 'ssa'r tal a isrcbia,
". que s a Turqua tem o dever de intervir ; a
Buasia e a Franga deveriam exercer em Oousr.au
tinojjli jma acgo paralljla enrgica para se lo-
grar esto resultado humanitario, iato i xelui.-ia n
papel preponderante que certa potencia nao dei-
xar de querer repreaeutar.
rlenle
Por ara aceordo gerul, ao qu? parece, a aoluga
da queatSo blgara (ora entregue Turqua.
A Porta aceitara o encargo e nunliuma poten-
cia se eneontra va <-m inelhores condigo'a para o
deaempenbar. Eserce aua Bubcrsnia naquellas
regio s mas nao tem feito sentir, nos ltimos an-
nos, o peso da sua forg8. Exerce, po'r isso, antes
um predominio moral, at certo po ito realg*do-
nelo desinteresse cora que tem sido exercido.
Demaia oa processos da Turqua tai lentos e
pacientes, c por iaao apropriadoa a tratar de con-
ciliar interesaesirrequietos e sujeitos a manifes-
tagoes irasciveis.
Pois o facto que nada pode conseguir a pa-
ciencia turca, e se ainda ae nao dea por vencido,
bem parece muito isooata a declararse incapaz
de conseguir a victoria.
Mas, por se dizer que as oaedes se desinterca-
sa7am daquella questo, nao e de presumir que
assim foaae, e, segundo se diz, a Biisaia por um
lado e a Inglaterra por outro, ( n tratado, cada
urna por sua parte, de diapor as cousas em sea
favor.
Seja como for, o qae na actualidade apresenta
carcter mais gravo, o terein-ae insurrecciona-
do fj.-gas em diversos pintos, ebegando mesmo a
dizexrse que a suble vacio contra a regencia pode
gencraliaar aa em toda a Bulgaria. '
Escosado dizer que a Russi nao dexa de vol-
tar para alli aa anas vistas, e antes stgae con in-
teresas tuda quanto allisspassa; do mesmo modo
a Inglaterra seguir com igual interesal) todos os
scontecimentos que alli se msnifestarem. E quer
a Russia, quer a Inglaterra, nao deixaro com
igual vontade de trabalhar para que nem urna nem
outra, pelo meaos, fique inteiramente supplantada
naquellaa regioes.
A aituago da Austria que se torna demasia-
damente melindrosa, se que por isso mesmo nao
obriga a Bussia a refiectir antes de arriacar-se a
qualqucr passo maia ousdo.
Demais disso: a posigo da Allemanha era re-
lagio Kusaia sem ser hostil, est longe de ser
coideal. E por eaae motivo a Bussia entre aa
tendencias da Austria e aa dispoaiges da Alle-
manha, acha-ae naturalmenteperplexa Nao ad-
mira poia que, por uao mi amo, trate de ir dila-
tando a resolugo dafqaestio da Bulgaria, at de-
pararse Ihe enaejo de conseguir solugo favora-
vel aos sena interesaes.
Nao falta quem a'ttribua j a machinsgoes clan-
destinas da Bussia a insurreigSo que tem agitado
ltimamente a Bulgaria e que a regencia tem
procurado affogar em aangue e atrocidades. Mais
de urna ves se disae que a Bussia tiuha empenho
fiis Regencia respondern, a o combate dttroo
sem resaltado at note. H-uvo de um lado e
da outro cea feridos.
Durante a note, os burgnaaes da cidade deoidi-
ram-ae a pegar em armas e atacaran) oa insurgen-
tes pelas costas, emquanto os sitiados faziam ama
sertida. A banda do regiment reanida no pateo
do quartel, tocou o bymno nacional So/Vuma JHa-
r*'ja.
Tr*voa se um reohido combate arma branca.
Mas os revoltoaoa foram abrigados a ceder e fagi-
ram para o Danubio.
A's 6 horas tinha j terminado o combate. O
capito Bulkovr era lovado em triumpho. Os on-
cia8 rsvoltosos, qae tinham eido presos, no mo-
mento esa que tenravam pauar o rio, pelo navio
OohMaekik eram condusidoa eidade no meio dos
gritos uggressivos da populago furiosa.
Foram -ejecutados a 1 de Maieo todos os loa
dasnoade! tBortepelo tribunal marcial, exce-
pgJo doa capites Banlman, subdito ruaao, e Elieff.
As execugoes foram ieitas cm Rooatchouk,
A folba official da Regencia dsndo odtcia da
execugo de oito officiaes blgaros em Roustchook,
dis que o capitn Baulman, subdito rnsso, tambem
condemnado a morte, foi entregue ao ccnsul da
Alleai'mha, e accreaceats que este depois da exe-
cugo entrega ao goverpo urna uta dizenio que o
cousulado russo reivindica como subditos da Rs-
ala sete officiaes aprisionados com as armas a
mao, dois dos quaes foram executaios em Rous-
tohouk ; o governo da Regencia reapondeu que,
excepgo do capito Baulmnn, todos sao notoria-
mente blgaros, cellea propnos o reconheceram no
seu interrogatorio.
O governo parece disposto clemencia para com
os outros coudemnadoa tanto militares como ps-
aanes.
Segundo noticias de Roustchook foram fusilados
bontcm nao smeute oa condemoadoa morte mas
aiuda outros prisioneros.
As execugoes de Roustchouk foram 13, entre oa
executados houve 2 majores, 2 espitaos, 2 alteres e
2 paisanos. Censideram-se easas execugea como
um desafio langado a Ruasia. Em Sofa fizeram-se
jnaja 24 pritoea, 8 era Burgas ; em Philppepnlis
houve Houitaa priaojs e dernissoes de officiaes.
a pnico em sofia. Oa milicianos consideradu
auspeitos loriara desarmados. As pessoas presas
ao muito maltratadas.
A execugo doa insurgentes de Rouatchouh cau-
sn grande aurpreza em Vienna, onde se espe-
ra que o governo de Sofia usaste de clemencia.
Nao parece que a reg-ncia blgara posaa manter-
ae e ser dficil a Austria e a Allemanha susten-
tarem-na.
Em Vienna receiava-se que a Russia aprove-
tasse oa ltimos scontecimentos para ex> rcer a saa
infei-.venco, ,da qual surgirjam graves complica-
goes.
Anirpiava-se al que a 15. divisao, da gnatjnico
ernOdessa, cata va prompta para oecupar a Bulgaria
sendo pracso. Dizia-se. porm, as regioes offi-
ciaes, que o czar quera n'eata occasiito evitar
coh.plicago s ; que d tarja va a in'^rvougo da Tur-
qu U, maa que esta potencia careca pouco dis-
posta a encairegar-ae d'etaa inisso.
U n tcl.'gramma AUemaun, Italia, laglaterra e Itiuiniini'a assist'-
ram ao julgameuto.dos uaurgentes de Roustchouk.
Oa aufiUali8^.eram onze. O tribunal examintu
uraa reelamago do cnsul da Alleuoauha acercado
oioiai Botlipauat; por aer sublito rusao. O tri-
bunal examinou urna reclamago do cnsul da Alle-
manha acerca do official Bollmauut ; por ser sub-
dito ruaao.
O tribunal resolfU gue osse julgado .como oa
demais aecuaad-s, e que depoia da senteng'a tese
pos'o disposigo do cnsul da allemanha.
O major Ouzonof lisse que aluciara os officiaes
que estavam presos e quo eoncertara como riles o
plano da insurreio, a qual nao tinha por fim dtr-
rubar o governo, mas sim protestar contra algu-
maa providenciaa militares e administrutivas que
toda a populago de Routschouk desapprovava.
0j insurgentes uao tiabam tenco do derramar
aangue, mas sendo ataca'doa p.'los paisanos viam-se
obrigados a defeioder.ee.
O major Ouzanof disae que todos oa officiaes ti-
nham procedido conforme as Bas ordena nao de-
vendo ser punidos por ser dclle toda a responsabi-
lidade.
O tribunal eondemnou todos os acensados a mor-
teriniuado, quando na occaaio em que o Sr. VVra em qae a Bulgaria eutraase n'uma situago por
bets sabia da sala das setsoes, se aproximoa dellt- i tal forma auarchica e anormal, que, aos olhos da
o Sr. Pattai, gritando: < Kuropa se justificasse, ou pelo menos se explicas
E como os deputados Swoboda e Munzcr o con-
vdassem a tirar inmediatamente um desforoo
disae o Sr. Wrabetz que a digndade da cmara
impeda que o fizesse.
Apenas se tinha restabelecido a tranquilidade
de um lado da sala comecou a representar-se ou
tra acea do outro lado.
Tendo dito o Sr. Eriua : a E' urna vergonha
ver oa alternara tratarem-se assim na presenga, dos
tchequins e dos polacos, replcon.-lha o Sr. Fieg
Calla-te, lama de judeu >
Os Sra. Wiabetz e Kraua dirigiram-se d'alli
casa do guiado seu diatricto, para entregar s este
magistrado quenas pelas injurias graves contra os
aeua insultadores.
Iodependentemente do processo judicial, receia-
se que eate negocio possa chegar a produzir con-
sequencias : tal era a nitago em que se achavam
os nimos!
Dinamarca
Continuaba a crise. A commssa de fazenda o
Voikstbing dea afinal a sua deeieo acerca dos
pr< jectoa do governo.
O parecer concobido n'urn tora muito conci-
liador ; .mas no fundo a commisso man te va as
suas anteriores resoluvoes. Foram ellas que ae-
rara motivo a recente diasolugo da cmara dos re-
presentantes.
A commisso rejeita, portanto, os projectos rela-
tivos 4a deapesaa que se ligam aos projectos de
lei provisorios pos tos em execugo pelo governo.
Alm disso, a commisso reduzio os crditos do or-
gamrnto extraordinario qae dizem reapeito s obras
de defezs.
Assim, dss 5.784:000 coiis pedidas para o
exercito, apenas coucede 612,000; e daa 2.984,000
coidas oedidaa para a marinba, concede to s-
meute 7-27,000.
As reducco-8 propostas pela commisso, o que
o Voikathing adoptar sem heaitago de especie
alguma, elevain-ae uo sen conjunto a perto de des
milbis de coias.
Nao orfereeem estas propoataa a base de um bom
aceordo com o Lansthing.
Esperava ee, por isio, qos appareceBsa urna
nova lei de fasenua provisoria.
O governo, se certo o qae diz o Dagbiad, sen
se a sua intervenga) armada. Occorre por isso a
todos a idea, repetimos, de que esses movimeqtoe
possam ter aido excitados pela Kosaia.
Sejam porm, ou nao aejam, nao de crer toda-
va que a intervengas da Ruasia se precipite.
Esperar os scontecimentos, tratar de assegu-
rar-se das dis.oaigees da Allemanha sem o que
nao ae arriscar a qualquer emprehendimento.
Oa jornaea chegados ltimamente de Bucha-
rest, referem minuciosamente os factos da revolts
que no da 2 de Marca ee declaren as guarni-
goes de Silistria e de Bontschouk.
O movimento nao, teve tempo de chegar s
guarnigoes, que deviam sublevar-se so signal da
Silistria.
O pretexto confessado palos inaurgent ;s, diz
J urna fo ha de Bucharest.para explicar a revolta
o systema das permutagea ioceasautes nos offi
ciaes praticado ha alguna mezes oelo governo bl-
garo. Quer o governo evitar desso modo as re-
lago 's que ao cabo d'nm certo temeo se eatabe-
lecvriam naturalmente entre os officiaes e a po-
pulago civil.
No da 28 de Fevereiro. o ministro da guerra
transmittio ao commandante de Silistria ordem de
pa-sar o comraando para nm official que eh garia
alli no dia 1 de Margo, o capito Krislew recusou
obedecer ordem, fea prender o preteito e todoa os
empregados da Regencia e fez plocamar Zauk w
regente da Bulgaria.
Oa soldados fiearam encantados com essa idea, o
que fcilmente ae comprehende, viato qae a guar-
nigo de Silistria formada pelo resto da antigo
regiment Strumski, o meamo que d sthrouon ale-
jandre de Battenberg. Mas um empregada do
telegrapbo teve a coragem de telegraphar para
Sofia antes dos insurgentes se apoderarem da tele-
gri. pho.
A Regencia ordenou guarnico de Schumla
que marchasse aobre Silistria. E depois de um
c mbate cm que- fiearam mortoa 3 orBciaes e 16
Baldados, a guarnigao revoltada renden-ae. O re-
latoro official accrescenta qae urna companhia fu-
silara o capito que excitou a revolts.
Em Routschook, a revolca rebentou na note de
2 para 3. O major Uisnoff, commandante da ter-
ciara brigada,: fes prender o preleito a tiatou de
sublevar a guarnig.o Cineo companhias de pion-
nier alistaram-je logo, emqaanto que os dois ba-
taihes de infantera, quasi exclusivamente com
posto de recrutas, levantaram ama barricada no
quartel sob as ordena do capito Bulkow. A's 6
horas, os pioOelros rompersm fogo os soldados I
te.
Vai augmenfi.ndo o numero das ordena de sol-
tura porpergao que progride o .querito sobre a
ultima revolta militar.
Feram soltoa dcbaixo ie fianga os Sra. Karava-
kff Lsuzcff, Nibifanff e Starebel.
Ciutnua reinando tranquillidade.
Um despacho do Sofia diz que Biza-bey commu-
nicou Sublime Porta aa cancessoes f. i tas pela
Regencia blgara para facilitar urna composigSo.
Presume-ae que a Perta commaoiear log s
potencias essas concesso^s.
Segundo afirma o Times a Regencia da Bulga-
ria recusa admittir no seu seio todo e qualquer
roembro da opposicao, allegando i s recentes suc-
cessos como piova de que a opposicuao tem ne-
nhum appoio no paiz.
d rre o boato de que os regentes da Bulgaria
tencicnam proclamar a independencia das wb
Bulgariaa.
A Freurdenblatt de Vienna desmente qae te-
nbam ido para Sofia officiaes austriacca afim de
sereno instructores das tropas blgaras.
Desde que se malograran) as negociacoes de
C nstantinopli pan accordar entre o geverno da
regencia e os partidarios da Ruasia, era de espe-
rar que estes langassem ruo daa armas.
0 m i resultado das ni gociagoes constitua a
regencia na necessidade de se sustentar c russo-
pbylos, custa do todas as violencias.
Os partidarios da Bussia, calculando a aorte que
esperava, una ja emigrados, outros em risco de
terem de abandonar o paiz de um momento para 0
outro, lngara m mo d supremo recurso, que n'a-
quelle caso nao se jnatifica pelo patriotismo, mss
pela conservago peaaoal.
Noticias de Vienna d'Austria dizem que a re-
volta da guarnico de Silistria foi resoltado de in-
trigas russas.
Depois de se terem mallogrado as tentativas de
revolta em Llirwo e Bousgas, o centro i evolucio-
narlo tioha-se transportado para a Roumania onde
numerosos officiaes que tiuham tomado parte' no
golpe de estado de 21 de Agosto, se haviam refu-
giado, sendo escolbidos e apoiados pelo erabalxa-
dor da Bussia era Buchareat.
Informado o governo romaico dos projectos dos
agitadores, prohibio-lbra a permanencia nascida-
des margem do Danubio ; retiraram-s e ento
para o Dobranja, em e ha muitas sympaihiaspela
Ruasia, e puzeram se em relagoes com os descon-
tentes de Widdiv, de Reusteh'.'ok e de Sielistria.
Esta ultima cidade era bem escolhida pera in-
tentar um movimento revolucionario, por que os
insurgentes podiam fcilmente, no caso de revez.
retirar para o territorio neutral, sendo aim disso
difficil o governo blgaro mandar tropas contra
oa insurgentes, per nao estar ainda aberta a nave-
gagao do Danubio.
Se realmente a inaureiglo foi sufl^ocada logoc-m
comego, nao parece que o npaio da Russia fosee
lio effieaz como dizem as noticias de origcm in-
gleza.
O que pede em todo o caso accarittar complica-
gSea serias o procedimento da regencia blgara
depoia da insurteigao, ae ella foi realmente ven-
cida.
Desde logo funecionaram os conselhos do gueira
para julgar os primeires feitos em Silistria cm
outroa pontos.
S vi partidarios da Russia esees insurgentes e
nao deve esquecer que o governo do czar exigi
a impunidade daa que tomaram parte no golpe de
eetado contra o principe Alexandre.
A Bussia nio abandonar agora os que se
langaram nes. azaras da revolugo pela poltica
moscovita e a regencia blgara tratar provavel-
mente de resistir s lrripoaigca do czar animada
pelas intrigas e desejosa de nao perder o prestigio
para o partido nacional.
D'ahi pode reBultar um conflicto qne ds pretex-
to a intervenga) directa da Russia no governo do
principado blgaro.
Correspondencia do Diario de
Pernaiubuco
PORTUGAL- Lisboa, 13 de Marco
de 1887
Consta por um telegramma de Maco ter sido
aaaasainado pelos indgenas o Sr. Alfreda Maia, go-
vernador de Timor-
O Sr. ministro da marraba adoptoo desde loga
aa providencias ui gentes que este deplora vel aon-
tocimento reclamava. A eatagao naval e o
nador de Maco receberam hontem mssmo matrue*
gSes para seccorrer o districto de Timor e crr
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Diario de PernambnctSexta
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gir unsssjits! a ri volte indgena. Felizmente
nossa grovinca de Maci ost em coudicoes de
poder preatar db auxilio prompto e decisivo.
O capitio-teseatn AWreio de Laeerda Maia
usseera em 1850 e sentara prae* esa 1*>7. Tiaba
o carao caaapleto da marinha. Guarda-marioha
em 1871,o teen te en 1875, 1" tenente em 1884,
fra promovido ata 1885 a capitio-ten-nte supra-
numerario, pirita ver ido nomeado governador do
diatricto da Timor.
Pelos soi eervicos em Tinor foi laavado repe-
tidas vea-, e ltimamente agraciado com a com-
ineada da S. Boato da Avia.
Alfredo Maia era-um do offieises mais intelli-
gentei e d atinte i da rn irrabo portuguesa.
Exereea diveraas commssdes da embarque,
sendo par ultimo commaudante da lancha Rio
asases.
E'tivera assisttudo em Inglaterra i eonstroccJo
d* algum doa notaos navios de guerra, e, depoia
deste comoi s;ao, que desempenbou com todo o
telo e intelligencia, foi nomeado governador ds
Tinsor.
Era dotado de nra geaio enrgico e decisivo, e,
talvez a esta cxcelleute qualidads, sej* oeviJo o
fatal aejntecimento, que profundamente lastma-
awa.
Como prova da su valenta, temos os acontec
mantos snccedidos ha proco em Timor, como.i-
tendo elle contra algunas tribus de rebelde, que
se insurgirn contra o dominio portugnez. Este
faeto, bem couhecido do mundo oficial, valeu-lhe
a cfierta de urna espada de honra, feta pelos ne-
gociantes e mais colonos da Dilly.
Como escriptor Alfreio Maia deiza em varios
jorwMS mnitos artigo e folhetins de incontestavel
merecimento, e por ultimo no Jornal do Commer
co escrevia com verdadeiro couheci siento, e cri-
terio sup?rior, amas corras poudenciaa de Timor,
que versavam principalmente sobre o commereto
daqoella regiio, sabr os melboramentoa de que
careca aquella poisessao do ultramar para o des-
envolvimento e aproveitamento do3 seos recargos
e riquezas.
Na Sociedado de Geograpbia, e no Sali da
Trindade, fizara algunas conferencias sobre ai-
somptoa africanos, expondo aempre com muiteta-
cidade e clareza, n'um eatylo correcto e flaente.
Todos estes tactos da ana vida, roanifeatacio
da sea genio e do sea talento, trouxeram sempre
os mais jastos elogios, e a aympatbia e a estima
de qaantos o conbeciam, incluindo neste numero
todos os saos carneradas, que elle sempre conside-
rara como amigos c como irmios.
A corpjracao da armada perdea um dos mais
briosos e esclarecidoa officiaes.
Faltara os pormenores do suaaaainato.
No da 3 o governo receben telegramma do
governador geral de Mocambique, participando
lhe o r.-saltado das operacaas sobre o Tungoe.
Depois de bombardeada a fortaleza e urna al-
deia, que os zanzibaristas tinham fortificado, sal-
taram em trra daas columnas de ataque, que suc-
cesslvamento occuparam todo o norte da baha.
O ataque foi brilbante e dirigido pelo governa-
dor geral em pessoa.
As nossas forcaB tomaran duas bandeiras o
tras pecas de artilharia, nao tendo perdas a la-
mentar.
O governador deixon parte das foroas na osea-
paci, e duas canhaneiraa ficaram cruzando na
Cosa corveta Affonso de Albuq>terque e urna
canhoaeira, regressou a Mocambique, ficando, por
tanto, em circunstancias de poder logo castigar
mais rijamsnte do qae o foram os nanarraes, que
frailearan alguna act >s de rapinagen na costa
rcnu-ira capital d provincia.
Por telegramma de 4 consta aehar-se em nosso
poder toda a baha de Tonga?, hareudo sido in-
cendiada e destruida a aldeia de Meningane do
norte pelas forcas de cacadores da ouro em 23
de Fevereiro; tomada de Tungue em 20 pelas
forcas do oteadores da Affotuo de Albuquerqte.
Pilma dirigir amaos os ataques, navendo-se
tomado daas bandeiras e tres pecas. Nio se per-
den por nosso lado nenbuma vida.
Permanecan, as aguas de Tungue as canbo-
neiras Vouga e Dottro com o fim de coadjuva- a
nossa i natal lacio e de viciar a costa para o norte.
O governador termina felicitando o governo.
Poneos das" dap.na consta va oficialmente pelo
telegrapbo ter o sulto nomeado o commisaarin
2as dcve em asa noms tratar com o nosao acerca
a delmitacio das frouteirAs da nossa provincia
de Moeambiqae. Fui restituido o vapor apresado
ao sulto da Ziaz bir.
O Sr. Mendea VfV>, ministro de Uespanha
nesta corte, recebeu a 5 do corrente o aeguinte
telegramma donriaiatra deestadodo vioiuhorciuo;
* Madrid. 5.O ministro de estado a ministro
do HeapanbsLisboa.
o Felicite V. Exo. esae governo pelo resaltado
d2JagJ?ilfr'slB^r^mfr"qae. exprV-g'fTnt* W reaaa tanta oo
maior parte dos
do
psjzea
com que o governo hespanliol v6 tudo quan
to redonda no engrandec ment da raooarchia por-
tuguesa. (Aisigsado).Moret
Esta. denunatracio aympathica e tao eappnta-
neamenta prestada pelo gov.-rno da cavalnetrosa
afio hespanhoia, foi reeebid* em Portugal non
recoohecimanto e satsfacio geral. Mis omavts
se patenteia assim a grande cordialidade existente
as relacoes doa dous govemos e doa dona povoa,
maia ama ves se manitests qaanto em urna e ou-
tra naci da Pennsula se repercaten semprn
a'uoi echo syupathico as alegras ou as desditas,
qae, ou accordaut a lembraoca de -antigs glorias,
o enlutam a existencia quer Je Heapinba, qaer
de Portugal.
Na ultima sessio da Sociedado de Ge -grapbia
de Lisboa, os Srs. Capello e Ivens propuzeram
qae se conaigusaae na acta um voto de congra-
tclacio marinha portuguez i pelo felia xito da
occopacio de Tauga^ Esta proposta foi appro-
va ia unnimemente e por acc^msicio.
O governo apenas teve conbtcimento da ocea-
pagao de Tangoe, tetieitou telegrapbicameote o
gopsenador geral da Mocambique, encurregaado-o
da lcovar as forcas da nossa marinha, qae torna-
ran parta naquella expedicio.
Por occasiio do aaniversario do imperador
da Allemaoh i, qae no da 22 dette mes compUt*
o seu nonagsimo Mino, toloa, qaasi todos o so-
beranos da Europa enviam a arlio os seas repre-
sentantes com m-nsagen. de felicitaosae offertas
ao imperador Guilhurm*.
El-rei o Sr. U. L'iis, que na ana ultima viagem
foi extremamente obsequiado pelo imperador da
Allemanh i, associa-se tamben aquella manifeats-
cao de aff.-et, offerecendo-lhe una espada toda
fabricada em Portugal e por artistas portugueses,
sendo encarregalo de ir lvala o general Jos
Paulino de Si Cara-jiro, c.-malandante da primei
rs divifio militar.
A lamina da espada da finisaimo ateo, tempe-
rado trabalbado as offieinas do ai seal doexer-
eito, e o pnoho, da ouro, foi lavrado na casa do
conbecido ourivea Moario.
E' un primor artistio.
Esto em Lisboa os Srs. conda e coniessa de
Panz, e sena lli a.
S. AA. ocoupam no Hotel Central os apoeaotos
onda eativeram ltimamente os Srs. coadea de
Bard.
Tendo Su Alteza a Sra. duquesa de Brsganea,
ch-gado ao ultimo perioio da gravidez, cspera-te
a cada momc-ito o seu bou auccesso. Antehontem
houva rebite falao, por un equivoco ae um em-
pregado aubalteruo do governo civil na expedicio
das circulares de convite is peasoia que, por toa
posicio no alto funccionalisfflo, termde esperar na
aala immediata alcova da parturiente do futuro
principo ou prinjeza.
J foi publicad > o dereto indicando aa demon-
atraco-s ofi-asa que team de fazr-se por occa-
siiod) nasciin^ntu e do baptisads do principe-
zinho ou priuceziuh^, sendo feriados os (rea pri-
meirc-s dias, incloiodo o do naseimeato e feriado
tambem o da do baptisado. Este se efiectuara
15 on 20 dias depoia de .-u 4 luz o neto oa neta
do Sr. D. Luis I e da S'i. D. Mara Pa. Ser
amidnuhi a Sr. conle'ia de Pars, e E!-rei o
pidriubo do rec^m naacido.
Esta ceromouia aolein-.io effectuar-se-ha na ma-
jestoso templo d- S. Domingos, oade se roalisou
taotbem o consorcio dos s.>rrnia8mos duques de
Braganca.
A reportagem do j ivnalismo insa as folhas dia-
rias do pwqaeuos por 'eiiore, eo.n que se vi a.,
vio n-insaeiavet curiosidad do publico.
I sSbio de C ar.nca c esperada brevementecm
Lisboa Sua Alteza a Senhora infanta D. Antonia,
da el-re>-, qu-; bi 29 pira '9 asnos casou com
0 procipa Iloh uzjllern de ;ignaringn, i.-mio
daraiahiD. Eafepbauia, nj-jlher da tir. D. Pe-
dro V de saud. aa memoiia. 0 estado- do aaude
da Sia. D. Antonia pouco satisfactorio.
Nune* naals viera a Portugal. Seu augusto ir-
mao foi viaital-a o tuno paaaado. Por modo que
aefor felis, como todoa desej'.m, a delioranoe da
psaoorai IX. Amesia, hivet nos pacas da .Aasla-eH
da Btftm orna veedadeira fosta da familia, a que o
pas, de certo modo ae asaociar, afora as deoions-
iea regulamentadaa, porque estim e ieap ifa
que est euccedepio na
moaarchieos da Europa.
Foi agraciado o o tMata'ds coaaVs Va*.
lencaa em dos vtdsa* tir. -Dsc Laiaa Jarslin, rico
propriossaio e capitalista, antigo dsputado is cor-
tea, lente aposentado da Uoiversidade de Coim-
bra, socio da Academia Roal das Scienoisa. E'
a ata graea que todft'ar gante apesaradla, por qaa o
Sr. O/. Jardn pala aaailhsstraeio ptimos sar
vinos t*m prestaos tanto i ioatruecao cono as fan-
daces de assistencia publiea.
J veio tamben ao Diario do Qovernva decre-
to agraciando com o titulo ds conde Restallo -m
daas vidas o Sr. conselbeiro Pedro Franco, pres-
dante da Jauta do Crdito PuWico.
A consideravel pbarmacia que o novo fidalgo
fundn em Belm est agora em nooae dos
filhoa.
Foi nomeado director interino da Caaa-Pia de
Lisboa o Sr. bario ds Pero Palba, em consecuen-
cia da exoneracio pedida pelo Sr. coronel Ray-
mundo Valladas, actual inspector geral dos tele-
grapbos e pbares.
Rsalisaram-se no da 6 do corrente aa elei-
cea para deputados, em todo o con timante do
reino, com socego. Apenas em urna uu duss ss-
sembleaa houve motios, sem gravidade, de qae
resultar apenas ter de roepetir-89 nellas a
elaicio.
Ah vai o resaltad geral da ele cao, nos circa-
los, cujo resultado conbecido, e d'essa relacio
se dodus que o aroverno, como era de esperar, ub-
teve cnormiasima maioria.
Aa eleicoea nos tres cireatos dos Acores effse-
tanm-ae boje, 13. PeK- ultramar sio candidatos :
Cabo Verde, teneute-coronel d'engenheiros Iris Au-
gusto Pinto de Miranda Montenegro, progresssta,
e Joio de Sonta Machado, opposicioniata. Por S.
Thoro, Alfredo Mendea da Sirva.
Por Angola, Augusto Ribeiro e Joaqun Alfredo
da Silva Ribeiro (progressistas).
Pela India, conselbeiro El vino de Britn, dem,
D. Jorge de Mello e Bario ds Combarjoa.
Por Maeo, o contra-almirante Joio Eduardo
Scarnicbia, epposcio.
Eis os nomos dos deputados eleitos pelo conti-
nente do reino, pelos diversos circuios :
1 ViannaM. Espergueira, governista.
Rodrigues de Carvalho, iiem.
Goes Pinto, dem.
Pinheiro Chagaa, opposicioniata.
2 MonsioLuis Jos Dias, governiata.
3 ValencaVisconde da Torro, dem.
4 CaminbaMiguel Dantas, opposicioniata.
5 BragaVives Matocos, governiata.
Al vea de Maura, idem.
Lpi Vai, oppcsicionista.
6 EsposendeC istro Monteiro, governista,
7 Barci'lloaBarrosa, idea.
8 GuimarieaFraneo Castalio Branoo, rppisi
cioniata.
9 Villa Verde.
10 Povoa de LanhosoViei.-a Lisboa,
niata.
11 C de BaatosGoilberme de Abren,
cisnista.
12 FafeVieira de Castro, governista.
13 C-Iorico de BastoSilva Cordeiro, dem.
14 Villa RaalPires Villar, governista,
Baptisfa de Sonsa, idem.
A. de Azevedo Castello Branco, opposicio-
niata.
15 MonUlegre -Barros Gomes, governista,
16 Chaves Mora-a Sarment, idem.
17 Valle PassoaF. de Medeiros, dem.
18 Alij
19 ReguaJo3o Santiago, governiata
20 BrsganeaC >nde de Villa Real, governiata.
Edasrdo J. Coelho, idem.
Firmino J. Lopes, opposicionista.
21 MoncorvoJoo Gallas, govesoists,
22 MirandellaJulio de Abreu e Soasa, idem.
23 MogadoaroMadeira Pinto, idem.
24 PortoFrancisco Bairio, governista.
Owira Martins, idem.
J. Arroyo, opposicioniata
25 Villa do CondeJulio Graca, governitta.
25 A Povoa de Varzim Santos Moreira, idem,
26 Santo ThyrsoOliveira Pacheco, dem.
27 FelgueirasSoarea de Moura, gsverniata.
28 AmaranteTeixeira de Vascoucellos, opposi-
cioniata.
29 M.o da Caaavezes Jos Luciano de Castro,
governiata.
30 PenafielAlfredo Pereira, idem.
31 ParedesJos Gaiiherme Pacheco, opposi-
cionista.
32 BoucasVentara dos Rea, governista.
33 Villa N. de GayaOardoso Valeate, idem.
. 34 Areiro Ao Ionio C tndido, governiata.
A4no do Mello, idem.
Jos Dias Forreirai o oposicionista,
-t5 r^irti^ofi^altgovernTata.
gover-
opposi-
91 MertnlaAnselno deAsirads, dem.
92 Faro Ferreira de Almsids, ideas.
Visenos de Silvas, idea.
Mascas Paebaeo, opposicissssts.
93 V. B, daSsuto Aatooio
94 TaviraMananuo Presada, goversiaia
9 Silves
96 LigoaElyaeu de Sorpa, governista,
libas adjacentes :
97 FbncbalAlfredo C-ssr- de' Oliveira, govsr-
nists.
Felieiano Teixeira, idem.
Manoel Jos Vieira, iadpendente
Freitas Brano, opposicionista.
Nio sabido por enquanto o resultado d'estes
ltimos circuios, podeado-ae calcular qae aerao
eleitos 19 deputados governamsataeae 3 -a opposi-
io:
98 PonU Delgada.
99 Angra.
100 Horta.
Provincias ultramarinas:
101 Sotavento.
102 Bariavento.
103 S. Tbom.
104 Luanda 1.*
105 Loaoda 2.'
106 Mocambique 1.*.
107 Mocambique 2.a.
108 Nova Gda.
109 Mapuc.
110 Margao.
111 Macan.
112 Dily.
Falta ainda a tleicio dos membros electivos da
cmara alta
A votacao para as accumulaco ;a, apurada at
hontem no ministerio do reine era a s guate :
Julio de Vilhena 35,580
Wenceafo de Lima 31.861
Asaorin Novaos 29,6*
Barracho 26,695
Rodrigues dos Santos 24,7(13
Serpa Pinto 21,975
Conegj Figueiredo 18,898
Silveira da Mott* 18,810
Pestaa da Silva 16,115
Jaeintho Nunea 15,235
Navarro de Paiva 11,929
Fernando Caldefra 9,037
Thaoptjilo Braga 6,555
Simes Raposo 6,417
Al vea da Veiga 4.362
Faltam anda alguna datrictos, cujas votacoes
podem alterar ainda estes resultados, mas parece
certa a elaicio dos seis primeiros.
Teve anta hontem um xito brilbante em
Si Carlos a Norma de Bollin, desempenhando a
protagonista a primadona soprano Theodorini, e a
parte de Adalgisa a gentil cantora B -ndaxi. O
entbasiasm foi delirante. Gyrandolaa de pbrases
laudativas conatellavam todos os folhetins de hon-
tem a proposito d'aqoella pre-niere esplendida ae
ama obra prima que nanea se ha de fazer velhs,
emqaanto no mundo houver bom gosto e seoti-
oaento.
ftsswai
Domingos \
Joa Ccaar \
TheophHo
Antonio Frar.eo ds Lia
Bastos
que.
Ponaeca de Medeiros.
Franco de S.
Cvalcaote.
Tibores da Silva.
BfiViSTA DIARIA
ssemnla l'roiinclu. Funceionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Joa
Manoel de Barros Wanderley, tendo comparecido
29 Srs. depatados.
Foi lida e approvada sem debate a acta da si-s-
sio antecedente.
O Sr. 1- aecretaro precedeu a leitura di ae
guinie expediente:
Um officio do secretario do governo, traosmit-
tiudo o balando da receita e despeea do exercicio
de 1886 a 1886 e oreamento para o de 187 a 1888
da I Umara Municipal do Quipap.A' C9nmissio
de ornamento municipal.
Urna peticio de Severino Honriqae de Oliveira,
fabriqueiro da paroehia de Qoipap, requerendo
um auxilio de 3:000j000, ea concossio de lote-
ras para as obras da matriz daqaella paresbia.
A' commissio de oreamento provincial.
Outra de Joio Gomes da Coata, requerendo qae
seja autoriaada a mesma disposico do art. 2
86 do proj?eto de oreamento nio aaaecionado.
A' commissio do ornamento provincial,
Outra de Alfredo j. Watts, chimico o fabrican-
te de diveraos productos induatriaea, requerendo
privilegio por 10 annoa para eatabelecer nesta
provincia ana fabricu da papel e p->palio, ordi-
nario e fino, obngando-ae a empregar em dita fa-
brica 5 orphios.A commiaaio de coastituico e
poderes.
Foram imprimir os seguintes projectos sendo
os de na 20 e 21 precedidos de parecerea da com
Bianor Ga
Joaquim M
Fernando
Olympi
Joa de Si
E na falta de signos os tegnintes:
Jso Baptiso de Oirveka.
Caetano Josa da Costa e Silva.
Joa AntonioTeixcira MTsjuius.
Corneto Evs>geiiata d Quers.
Pedro Marques de Albussarqfe Cavaloante.
Jastiniano ds Serpa.
Arthur Metqsjista ('ortossf Saxe.
Affonso Joa Goo^alvesraga.
Mara Fragosa.
Jos PordeufJ^odrigaes^KSxas.
S*llnsaaijii(a Omsmssieamwisn da ei.
dade de Beserros tes alK fallecido, no dia 15 do
eorreste, vteMass ds asta febre pernieioaa, 9 capi-
tio Joaquim iPantaleao Xavier de Lima.
O finado era Uto cidadio preatimoao smnito
bem aceito a aquella loealidade, onde exereeu di-
versos eagosju.rntblcoa^ prestando seu concurso ao
partido conserrador.
Apenar de moco ainda, deixou urna desoedeneia
nuito numerosa, legando a seu Albos apsaaa
nome honrada
Conselbo. Lluerarsa-Sesaio eatta,
naria em 24 do corrente.
Foi interrogado o profeaaox.pnblico primar de
Pedra BrancL Aatonio de Alleuia Patricio, acen-
sado pelo fasto de ter laptado urna molber casa-
da, retirando-es eom ella para esta eidade, sendo
feto o interrgatorio pelo Dr. Regaeira Goata, re-
lator 00 procesao.
Foram li jossM seguintea pareeeres :
Da 4-aeecia rela^r o profeaaor M
bre o pedido de rrconlacio da Rita Mara Gomes
de Souza, indnlarindo a pretencao.Approrado.
Da meamajeccao, relator o regedor do Gymoa-
eio, aobre a isnjntnpatbilidada do professor publi-
co da villa dSBt Bdafo, Lua Paulino de Hollaa-
da Valenca, coocluiudo tavoravelmente ao profes-
aor.Approvaao.
O criase d roa doa Pire Ante-hon-
tem, cerca le 5 boraa da tarde, foi preso ao pateo
da Santa Cris, da parochia da Boa-Vista, o indi-
viduo de nome Francisco Libsoio dos Santos, co-
nhecido per Xico Damosdo, como indigitado au-
tor do asaaaamato, que ha das noticiamos, de
Luisa Perpetua de Lima, crima praticado na ra
dos Pires. -
Easa prisio foi motivada pelos depoimentos dos
rs. D.s. Lsiz d'Albuquerquo Martins Pereira e
Vicente Forres, e do menor Paulo de Mattoa, de-
poimentoa que offereceram base bastante para o
procedimento daantbridade competente.
O iadigiuo criminoso, sendo interrogado, ue-
gou o facto.
O professorpaWico ManoelBzerra
CavsleaxMe.
Sydrooio Po da Silveira Vital
Jos Franoiseo Florencio
' vieesecretsrioAntonio Nenes do Oliveira.
dato O capito Vicente Ferrer de Albn-
Jne.
^^Ranoia declsroa o Sr. presidente qae, sendo
o da S5 de Marco corrente, o do 4 anniversario
da iostallacio desta associaci-o, nessa da devera
ter lugar a poase da nova- directora ; e assim,
para cata solemoidade noineou, de couormidade
eom os estatutos, ama commissio compoara dos
Sra socios : alteta Laurenio Goncalves da Ase-
vedo, Jos Franeiseo da Silva Porto, Joio Nanee
de Oliveira e.Antonio de Vaecoocellos Florencio.
E, nada mais tendo a tratar- aa^f*' p elo Sr.
presidente, encerrad i a sesaio >
Directora dan otiraa de coas ajes sai
csle dea portnBoletim meteorolgico do
lia 23 d Marco de 1887 :
nasa
Horas
6
9
12
3
m_
t.
9
a-s-.o
Sota
24'-
282
303
276
21* -8
DnVOUlQUU
o
758*85
769n>75
75324
757">28
757-18
Twsao
do rapos
19.96
22.03
22.20
21.50
21.85
87
77
68
78
78
25.
Tumperatoan mxima31,
Dita minina24,25.
Evaporacd en 24 horas ao sal: 4,8 ; som-
bra: 3,2. -,'
Chuva0."2.
Direccao do vento: ESE de maia noi te at 4
profeaaor Miranda, aa- horaae 16 minatos ds naaha, cosa nterropcio de
T2 horas de calmara; E at 7 boraa da tarde;
ENE intervaliado ds NE dorante 57 minutos, at
meia noite.
Velocidade media do vento
Nebuloaidade media: 0,78.
Honpltal Portuguez-O movimenta das
enfermaras deate hospital na semana fiada foi o
seguate :
Existiam em tratamento.....
Entraran dorante a aemana..
A polica proseguo na formacio do inquerito.
As fnrpaa A Livraria D
57
58
59
36 Arouca -Antonio Mana de Carvalho, dem.
37 O.' da A se neisSundes dos Rea, idem.
38 OvarBarbosa de Magalhiea, idem.
39 AnadiaJoa Luciano de Caatro, idem.
40 Coi sobraFrancisco Mattoso, governista.
Emygdio Navarro, idem
Souto Rodrigues, opposisionista.
41 CtntanbedeFerreira Freir, oppoaicionista.
42 FigoeiraLopes Gaimariia, governista.
43 Montemr o Velho-Joa Galvio, idom.
44 LoaaiBernardo Caria, dem.
45 ArganilOliveira Mattoa, idem.
46 O do HoapitalAntonio Eduardo Viilaca,
dtn.
47 Panacova
48 VisenMarianno deCarvilho, governista.
Fraaciseo de Campos, idem.
Fuschini, oppcaicioniata.
49 Santa CombaJos Soarea, governiata.
50 TondellaAntonio Ennes, idem
51 VousellBaadeira C>eibo, dem.
52 Sinfies-C r.de de Caatello de Paiva, idem.
33 LstnsgoJ. M. de Alpoim, idem.
54 ArmamarLacena a Faro, idem.
55 Moinenta da BoiraJos de aples, iden.
56 PesqosiraJoaqtnm Veiga, idem.
GuardaGarlos Lobo de Avila, governista.
Simoes Ferreira, idea.
Viceote Monteiro, idem.
J. de Azevedo Caatello Branco, opposicio-
nista.
PinbelA. M. Pereira Ctrrlbo, governista.
Fig. da C. RodriyoBarbosa Ctasan, idem.
60 Trancoso
61 CeaJ. A. Pina, governista.
62 Caatello BrancoAlfredo Brandao, gover-
niata.
Baim* da Bastos, opposicionista,
Raivs Godioho, dem.
63 C>vilhi-Jorge O'Neill, governuta.
64 Idanha a NovaGuilhermiao de Barros, in-
depen dente.
65 Faadio Footes Ganhsdo, opposicioniata,
Santos Crespo, governista.
LeiriaTavares Crespo, governiata.
Pereira doa Santos, opaoaicionista.
F. doa VinhosEduardo de Abren, gover-
nista.
Poinba!Simes Dias, idem.
69 Caldas da RainhaFrancisco Jos Machado,
idem.
70 LisboaThomas Bastos, governista.
Estrella Braga, dem.
Gabriel Ramires, idem.
Julio Pires, idem.
Z /tino Pedroao, opposicionista.
Elisa Garca, idem. S
71 CadavalPedro Monteiro, governista
7 Atsnquer A. M. Jalles, idem.
73 Torrea Vedraa -Ignacio do Casal Ribeiro,
dem. '
74 MafraMonoel Joa Correia, dem.
75 CintraA. Mazziotci, dem.
76 BelnOliveira Valle, iden.
77 OlivaesLuiz de Mancelloa, ideas.
78 AlnadaGomva Netts, idem.
79 Aldeia Gallega.Joa Mara dos Santos, oppo-
sicioniata.
80 SetubalAl ves da Fonseca, governista,.
81 S. T. do CacearCampos- Valde% idem.
82 SantaremAntonio Centeno, idem.
Fernando Mattoao, idom.
Manoel d'Assumpeio, opposicionista.
83 CirtaxoA. Ribeiro Ferreira, governista
81 Torres NovasVctor doa Santos, dem,'
85 TbamarIsidoro doa Rea, idem |
86 brante.Avellar Machado, opposicioniata.
87 Portal nrr-?Frederjco Laranjo, governiata.
Ssaa-i Coutiubo, idem
Si Nogueir i, ideas.
88 EvoraDr. Arooea, opposicionista
Visc.-nie de Monaaras, governiata.
Vaaconcelloa Guaataa, Uein.
D. Joa de SakLtsaa, idem.
Eatevio de Oliveira, opposicionista
89 BejaPereira Borgea, governista.
Lia.po Ravaseo, idem.
Pedro Nict. r, oppoBicianista.
90 OdemiraJos Marn da Andrsde,
uista
66
67
68
gvr-
todoa os vencnentoa & Antonio
Silveira Carvalho.
N. 21.dem, aeia mezea, a Tbom Joaquim
do Reg Barros, tamben com todos os vencr-
m?ntos.
N. 22.Oreamento municipal para o exercicio
de 1887 a 1888.
Adiou-ae de novo pela har a diacusaio do re-
querimento aobre a conaervaed do aabdolega lo
do Tres LadeiraB, tendo orado -o Sr. Bario de
Itapisauma e Jos Mara.
Psssou-se i* paite da ordem do dia.
Approvou-se em la diseuasio o projecto n. 105
de 1886, reduziado a um diatncto de paz a fre-
guezia de Nossa Senhora d> O' dos Praaerea de
Marangaape.
Adiou-ae a 2* diseasaio do projecto n. 34 do
1886 (contaacto de llamioacio desta capital)
tendo orado o Sr. Prxedes Pitanga.
Paaaou-se 2* parte da orden do dia.
Coatinuand o a 2' diaeoasio do projecto n. 1 desta
anno (oreamento provincial), vetou-ae o art-. 1,
que toi approvado com as emendas na 2 a 5 sendo
regeitadas as de ns. 1 e 6 a 22, tendo orado nsla
ordem o Sr. Joo AI ves qae pedio e obteve enesr
rumen to da diseasaio do referido artigo, depois de
apoiadas aa emeadas do na. 5 a 22, orando dorante
a votacao, tambera pela ordem o Sr. Costa Ri-
beiro.
Eaceirou-8, depois de orar o Sr. Jos Maris,
que envin mesa um reqaerimento de adiamanto
da diacu8aio por 48 horas, a discusaio do art. 2 e
adiou-se a do art. 3'.
A ordem do dia : 1* parte: continuadlo da
antecedente, e mois 1 disoussao do projecto n.
1C deste anno ; 2 parte : contismaeio da antece-
dente.
Autoridades polleiaeaPor portara da
Presidencia da Provincia de 23 e proposta ds Dr.
ltele de polica da 22 do corrente foram Hornea-
dos;
1. aupplonte do aubdelegado do listricto da S.
Benedicto do termo de Qaipap, Jos de Siquei a
Pasaos.
2* e 3. supplentea ds referido Bsbdelegado, Vi-
cente Ferreira aoa Rea, e Clauiiao de Abras Pe
reir, na ordem em qae vio collossdos.
OrJenacen Hoje, (25) as 7 1/2 horas da
manbi, na capel.a do palacio episcopal da Sole-
dade, o Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano confere
a ordem de dicono ao seminaristas da arebido-
ceae da BahaManoel Leoncio Galvio, Jos An-
tonio Moreira de Almeiia, Floreutino Cirolino da
Silva e Jozias Pereira de Carvalho, oa quaer, no
domingo ultimo (20 do corrente) receboram a or-
dem de 8ubdiac.no.
No prximo domingo, (27) ia boraa indicadaa,
e na referida capella, o Exm. Sr. biapo dioceaano
conferir a ordem de pr.-8bytero aos meamos se-
minaristas.
Faculdae de OlreaaoFoi prorogado o
preso para oa exames por tantos dias quantoa f o-
rem neceaaarioa para ser concluida a lista doa
alumnos que ae inaoreveram, segando telegramma
de ante-hontem do Exm. Sr. ministro do imperio.
Eia o resaltado dos eximes de hontem:
2. anno
Alvaro Ribeiro d<; S, simpteamente.
Filiamino Octaviano de Mattoa, idem.
Antonio Firmo Dias Car loso Juuiox, idea.
3 reprovadoe.
4 auno
Joaquim Frsncieco de Abren Nctto, simples meo te.
Antonio Caetano de Jess Jnior, tem.
3 reprovadoa.
5.* asno
Raymuado Lustosa Nogueira, plenamente.
Hygino da Silva Gusnio, idem.
Alb.-r'.o da Rocha Faria de Nioac, idem.
Hemeterio Joa Ferreira-Martina, idem.
Ermillo Al vas Emsndcs, ideas.
Jos de Xerez, idem.
Eates receberam o grao de bacbarcl em aciec-
cas juridicaa e sociaes.
Amanhi principiara) os acto oraes do 1.
anno.
Amanhi serio chamados pira a prova ex*
arista os anguintes alumnos :
David C-orazzi, de
Lisboa, est reedictando, devidamente ampliada,
a celebre critica social de Ramalbo OrtigioA$
Farpas,que ontr'ora tanto baralho cauaaram no
Brazil e em Portugal.
A rcimpressio da obra est sendo feita com es-
mero, e fas-as a ana distribaicio por cademe
tas.
Assigna-ee, na Lwaria Corazzi, no Largo da
matriz de Santo Antonio.
Esa Ir analtoO paquete Nena levou hon-
tem para o asi 594 paasageiros, sando 12 tomados
era Pcrnambtsco.
Tiien tro Manta AntonioHoje, no tbea-
tro Santo Antonio, ha espectculo em beneficio do
actor Lyra.
Representar-se o drama sacroAngela a inspi-
rada os A kaaca maldita.
Proel ende A da trasladacao do Sonbor
Bom-Jeaus dos Pasaos do Corpo Santo para o
Catrn-o, teve tugar hontem noite, sendo muito
concorrida por peasoaa de^toda aa classes.
Hoje realisa-ss a volta, em solemne procissio,
da imagen do Senhor dos Pasaos, do Carmo para
o Corpo Santo, ha vendo nesta igreja sermio.
lirrmio doa profeanoren primarlo*
- A's 11 horas da msnhi de boje o Gremio dos
Profesaore8 Primarios celebra ana sessio magna,
era tua ade, no palacete onde foneciona a Eacola
N irmal, afim da commemorar o 9 anniversario
da undaoio da meama aoeiedade.
Anniversario -Fazem boje 63 anuos que
pelo 1. imperador do Brasil, foi- jurada a Consti-
tuicao do Imperio.
Por easa; motivo bsver salvas s 6 horas da
manbi a 1 e 6 da tarda
Paquete Btala Deve tocar boje em
nacional Baha, que em
esvarado do norte, o sabio
ParabybaV-._
Caridad eCbegou a 14* caderaetsv-deate
peridico religioao que so publica na uidaiodo
Porto, era Portugal. Oa respectivos asagnantes
devem prooural-a roa Duquo de Casias n. 61.
Fenla de 8. alosHoje, s 9 horas da
manbi, aera celebrada a festa do padrociro da
matriz de S. Joa. Constar de misaa cantsda
pelo parocho da meama fregotzia, tocando durante
o acto a banda de msica da Sociedade Quatorze
de Marco, qua graciosamente se presta.
Sociedade Ptallonaatiea Funceionou
no da 19 deate mes esta sociedade, sob a presi-
dencia do Sr. Jos Agapito Maciel, vice-presi-
dente.
Lida e approvada com ama emenda a acta da
sessio anterior, foi adiado o jury biatorico do per-
aonagem Napoleio Bonaparte para a acsaio vin-
douia. /-
He vista do Xorte -Diatribuio se o n. 8
deate peridico dos Sra ra Martins Jnior, Ar-
thur Orlsndo, Adelino Filbo e Pardal Mallet.
etataa estransjelras Recebemos aa
seguiots-de Pariz :
lievue da Monde Latn, deste mez, sendo eato o
summae :
I. Lo cun te pellegrioo roasi oc la comnagnie
de Jeads (auite et fin), par M. le cont Houry
d'IdevHa II.Saint Tbomas d'Aquin et la sci-
ence nMerne (saite et fin), par M. Dometde Vor-
gea. II. Cm Mariago a Nice (saite et fia), par
vi. H". le N*ir. IV.llm Voyage a Palermo (no-
tes et iapreaiions), par M. Hippolyte Buffjnoir.
V.L i Pril Maconnqae, par M. Paul Lsrolle,
c-naeiller municipal de Pariz. VI.Les ezposi-
tion i'IIi ver a Pars, par M. Fernand Senot. VII.
Politiqna et diplomatiaBulletin Mansael, par
SI. le comto de Barrsl. VIII.Le Monde Finan-
cier, par M. X IX Tbistres, par M. A. de
Saiat-Geergee. X.Livrea. Bvues. Catis-
gjeMaia-ma recommandes.
Revitt Sul Americaine, numero de 1 do corren-
te, cujo aummario este :
Une lettre rectificativo au Jurnai de* Eoon-
mistei, par Pedro Si Lamas. La paya dea Pam-
pas. Daconverte, population, matura, par Mariano
A. PellizaL-a c-dules bypothcaireaet la aoa
uaie d'or-de B-aenos-Aires, par E-aile D-.ireaux.
Aux nigranta poui la Rpablierae Argentino.
Viijaareininicencias estudiantiles. El doctor Juan
Andrs ds la Pea.La canpagnn abolitiouuiste
au Brs.(j-ourrier d'Amrique.Rovos E'cono-
mique.Revue Financiera.--Arta, aeiences et faits
divera : -Lo nonvoau ayatne de tunneL-tubea
aabmerga pour les chemius de fer soua-mniua et
aoua- 4'J viauy. Annoneea.
Li Brsildt 5 1corrente,sendo asteo summa-
rio :
L* Civilisation des Paanx-RougeaAlfredo
Marc. Telgrammes da 25 fvrier au 5 mar.
Eehoa de pirtout. Chroniqne psriaieonerAdren
D.-aprez Ce qu'on dit de noua. Lettre de Sara
Paulo. La Diatribation dea Prix de i'Expoiition
Sud-Amricaine de BerlnP. G. Einigration.
Nouvellea dea provinees (Bis de Janeiro, Pernan
bneo, Sam Paulo, Minas Gerae8, Para, Espirito
Santo). Revue couim?roial D. Noel. Revue
financiero.
Club liitierarlo Carttarnenne Es-
crevem-noa eu 1S> do corrente : >
Funceionou bontem, 18 do corrente, estando
pieaentea 24 Sra. aocioa, esaa aasoeiacio, em 8;'a-
ai-o extraordinaria, sob a preaideneia interina do
cap tao Vicente Ferrer de Alboquerquo, que de-
poia de ter tcito a allocueio do eatylo, declarou
aberta a aeaaio.
Depois de lida, foi approvada unaniaiementa
a acta da aeaaio antecedente.
Em seguida o Sr. presidente dedaroo, qu ao
ia proceder cleicio para oa membroa da directo-
ra, que tem do fuaecionar nocorreute anuo, con-
forsne orJenasaoa eatatatoa, o qso sendo posto em
execuo, verificou-se, depois de contadas aa
chapas, estarem eleitos os Sra :
PreaideuteO D.-. Eatevio Carnoiro Cavalcan-
to do Albuquerque Lacerda
Vioe-dito. O deputado provineial Rodrigaea
Porto.
ThcaoureiroJ-oi Nunes de Oliveira.
l,m75 por segundo.
19
Sahiram coradas.............
Ficam em tratamento.....
22
4
18
22
Eutrou de semana o Sr. inordomo Joa Albino
de Abren Car dos o.
Saraaella bespanholaSer cante-Ja,
amanhi pela companhia qae ae aeha trabalbando
no tbeatro Santa Isabel, a zarzoelias, de grande
espectculo em tres actos e 8 qoadros A Guerra
Sania latir doa Sra Peres Essrieh a Mariano
Larra a msica do maestro E. Arriata. Eia o sen
entrecho :
Personagens
Sara. ^^
Mara
Olga.
Miguel.
Agorcfi.
Mr. Canard.
O Irparador.
O Grri Duque, aea irmia.
General Kiaauff.
O Director de Poataa
Un offieial coasaco.
Um trtaro.
O Emir Gessj.
Damas da corte, egypciaeas, moacovitaa, gene-
raes, xuaaos, trtaros, pastores, sgentea de polieta.
povo etc.
Acto 1*.O baile e o correio.Grande sali do
palacio novo de Moscow, Ao levantar o panno os
tidal gos di-o vivas ao Jzar e Mr. Canard bem como
Carranza, declaran, aqiello qtu correspondente
de um jornal francs, all vindo para noticiar e
que se passar na guerra dea rosaos com os tr-
taros, e esae que igualnente redaetor correspon-
dente para a flespanha, o jornal A Correipon-
deneia.
Entrando-o Czar com Ksaoff, se informa aquel
le de tudo quanto o general Agoreff, chefo trtaro,
tem f ito e pretende fazer coacluindo o Czar por
pedir a Kiisoff que Ine fornecaom hosaen do con-
flanea pata ir en commissio at juntode seu irmsV)
o gri duque, afim do prevenil-o ds reforcos que
all devem enegar antes da cidatie ser atacada
pelos csaseos ao que K-asoff, responde direndo qae
tem on valeate capitio, prudente e astuto, proprio
para esaa incumbencia, o qual o Czar pede para
faliar-lhe em particular. \
Durante esta aseoa Carranza e hfr. Canard to-
mara notas para enviar aos seas josnaes cujas notas
a ti o sarapre em opposioio una a do outro. De-
pois, da retirada do Czar, KUagoff d inatruccoes a
poli jia a respeito dos insurgidos o que ouvido
pelos correspondente que estevam oeenltos, os
quaes, vio depois paia a ceia.
Sala
Kiasoff e o Czar a s\ tallam da malvades de
Agoreff e do meio que vio empregar para dea-
baratal-o, at qae, ebegando o casi ti o de cor-
reos, Miguel Strogoff, indicado para a commis-
sio, o Czar lbe d aoaa inatruecoes, daa quaes de-
pende a sal vacio da Rosis, etraoa-lhe ocaminho
que dever seguir, disead que pasear por Omtk,
"mas, qua nio fallar com ana mii, afim de nio ser
conbecido,.o qao contiaria a Miguel, qae n,uito
amava aaa mii; e que evitar toda quealio, e que,
finalmente, s -guiri no trem que dentro em pouco
vai partir, o que todo Miguel jura cumprir.
Estacio de ferrocarril
Oa policas, segurado as inatroecea recebidas,
procuran doacobrir Agareff nos paasageiros que
vio turnar o trem; Carranza, e depois Mr. Ca-
nard, apparecem e vio passar telegrammas com
noticias, ebegando entie Agoreff e aua irmi Sara,
deafarcados entre algunas egypcias, cantan, acre-
ditando que nio serio rscoabecidoa com taes tra-
j-s ; maa, quando j aa diapunham a tomar o trem,
v m um marcador, que ellea logo desconfiara aer
o capito Miguel, o qual ae recuas a oovir ama
bailada qae Sara pretende fazel-o oavi?.
Mara apparece, reconhece Miguel, e como mui-
to b ama, conaegoe que o capitio a leve em aua
companhia a Now^orod, com a coudicao de nio
descobrilo.
Andando oa policas a verificar os passaportesc
a procara de Agoreff, prendem a Mr. Canard, que
ia eom Carranza tomar a trem, por dizerem que
os aigoaes qua tinham de Agoreff erara os mea-
mos do correspondente francez, que apezar de
auaa ezplicacoee, aegue para a prisio.
Acto 2.Eatacao daa Poataa.Pateo de urna
casa de postes nos montea Uraos.O director daa
poataa l aos poatlhdea oa artigos de nm edicto,
que estebaiecj regras de polica a respeito dos que
tenham de atravesar a fnmtsira, quan io lhe ap-
parecem Agoreff e Sara, que sepois de mostra-
rem os aeus passaportes, aiugam una berli ida
para fazerem a viagem; antea, poten, de part-
rem chega Miguel, ao qual logo Agoreff procura
insultar, afim ds ver se assim Miguel ae deseobria;
mar, esae tudo oave con calna, segundo a ordem
do Czar, com o que Agareff se persuade nio ser|
elle o capito de correioa.
Ao retirarem-8e aqaelles, Miguel sent nio ter
podido vingar-se, e desconfiando qae fossem ellea
eapioea trtaros ou mesmo Agoreff, pede una car-
roagem ao director de postea, e quando pretenda
seguir, chega-lhn Maris, a qual elle recusa levar,
pois, ella nio poderia alravessar a fronteira sem
pasaaporte, aenao em companhia d'ease, o qual fi-
nalmente cede e se di a conhecer ao director, se-
oaiindo ento com a moca.
Carranza chega, e appaieoeado logo Mr. Ca
nard, aqnelle se admira de ter elle siio solt, e
pret.'ndendo ambos seguir o mesmo caraiabo, alu -
gara a ul tina carroagen, qae una talega, mal-
dizenio amb.-a a aua profisaio, mas sempre to-
mando notas.
Montes Uraes
Oa trtaros cantara, at que chegando Agoreff
e Sara, e dando-ae a conhecer sao saudados, aquel-
le comuo libertadar dt-s trtaros e aquella como o
anjo da viaganca-
Miguel ebegando com Mara, dcapede-ae d'essa,
v logo, porra, ebegar Sais, que indo directa
elle lhe diz quera elle e cera > ae chama ella, de
clarando entao a immenaa paixoquo pjr elle as-
te, e mais qu', ello all est perdido, pois reeo-
nbecido, aera logo morto; conclue dizendo, entre-
tanto, que o vai salvar, Cjufiando-lbo os aegredoa
eplanoa de aeu irm'io, anda que assim destroa
a liberda le da Siberia.
Effeetivameut-! proporciona a Miguel o meio de
fo^ir, m.s quando esto aem camioh viato por
Agorilf, o qual ir.-itado ma ida aos soldados que
o persigara e prendara.
App irecea io u'uasa occisilo os d:us corres-
pondentes de jorases qne btviam levado
pUJes.
Conaelho de gaerra (grande prae.)
Mara, Miguel, Carraasa e Mr. Canard s^^H
sidos presos prea -noa do.Enir, de A:
de Sara, e ah sao interrogados pef
procura coa anescas arrancar qdls^^H
quen Mignel, recoaando easa porm, o
trtaro, manda buacar a rr.i da Mignel sss^H
qoa, mandando a aerntar, esaa dedare ser sea*
Iho, o capitio de cor.-eios, aqoello bomem qae all
ae achara.
Antea, porm, de ssr a.vaina Olga acontada,
Miguel dcavairad, lan.-a mi de am lat'go e dsr
com elle na cara de Agoreff, e declara ser Mignsi
Strogoff, pelo que co demnado morte.
8ra jura que o sea amor o salvar, e Maris,
qae morrer com elle.
Carranza e Mr. Canard, dizetn eotre si, que se
deaaa escaparem, promattem qse A Corrttpen&at-
eia e o Jornal de Ninnei muito fallarn en favor
do capito.
Acto 3 L.S.Viv.k trtaro as eercanias dV
Omak.
Agoreff deaeja qae raio-o da para
vinganca, eraquaoto aa eentinella gritan ai
te ; e chegando entao sua irma Sara coata.i
paixio que tinha por Miguel, deade
salvou a vida, e qae por aso f qae o rentos s*t^
var ; ao que seo irmio reaponiLMjua e] reama
louca e que Miguel nio a ibim, mas, ai
ra, para prova do que mostra;.\Iaria e Miguel jan-
tos, querendo pir este modo irritar com. cimfis a
ana propria irmi.
Tendo Sara feto con que Mara riesse a san
preaeoca e depois Miguel, consegae ter a certeza
de que aqaelles dous ae anavaoo, entretanto pa-
ren, diz que o ha de salvar, o qao o principio alie
ae recuaa.
A irmi de Agoreffdiz a esae qaslfih.quer vin-
8r'J8 d ogjsjtsj,-chegando nessa oeesaiao- H-
na, Canard, CSu-ranza c outros piMJont-iros e Mi-
guel anauociado por.As/stefa settenea de m
te deste ultimo, e, a liberdade de Canard e Car-
ranza, -sendo qaa Sara eonsegue lie sea irmio o
perdi de Mara, a qaem como a todoa os ootroa
pri8ooeiroa libertados dado urna especie de ta-
lismi com o qual poderam transitar Irvremente,
tendo antes oecultamente Sara informado a Hl-
gnel do modo pdo epial pretenda libertal-a
(Oreducto.)
O gran duque procura ver se deacobre alguma
vela que Ibes traga noticia do imperador, quan
do deacobrem urna, de urna e nbarcacio, na qual
vinham duas peasoaa, as quaes eram Agoreff a Sa-
ra, veatidos da cacadores da guarda, acompanha-
dos de qaatro marinheiros ; sendo que com este
disfarce Agoreff ae fez conhecer do gran duque
como enviado do imperador.
Emquanto Sara se amofiaava por soppor que
Mara nio hava com os seas coMelbos podido
salvar a Miguel, sea rnio Ago% sciento de
todas aa posicoes planos do gran dfijfae, agaar-
dava a noite para qoe chegando os reforcos dj
s-.-us soldados desbarataaaen o iuimigo.
Carranza que era portador enviado por Mignel
para o gran duque ; deaeoberto per Agoreff o
qnal o encerr em urna galera aubterranea.
Guerra de morte
Qaande all se lastimara Carranza de saa com-
miaaio ejurava nio aer mais correspondente do
jornal, (fforeco Miguel, o qual coata como fra
8aber com ai inatrucedea de Sara, mandando em
aeguida que Carranza, v inmediatamente ae
entender con o gran duque e todo explique a res-
peito da traico de Agoreff, o qual entrando na
galera aubterraoea trava lata con Miguel, senda
derrotado. Ouvcm-se os gritos de viva o Czar
O L.igo Baiktl
Miguel victoriado pelo gran dnqoe e todas;
e comprimentado como o salvador da patria, ven-
do-se entid passar Sara em um barco, a qnal i
apoutada por Miguel como orna aalvadora; ao I
paaao que ella sffaatando-ae diz : por ti Miguel
perd ventura, patria, amor.
Soeoesaor de Leo XIII -Q lem aera o
succeaaor de L-o XIII ? Qial o partido que al-
canear a victoria no prximo conclave ? Ser a
poltica I beral e conteafliorisadora inaugurada pe*
lo actual chefo da igrej* desde o aeu advento ao
solio pontifical e da qual nunca se desviou ? SSi
estas as porgantes fetas pelo Conde Paulo Viei-
li n'om iatereaaante artigo sobre a sociedade de
Roma.
Neaae artigo estuda elle o actual eatado dos
partidas oo- Sacro Collegio, nos quaes as d viaoea
sio profundisfiraas, posto que menos ppircntes
qse oss Ssaemblas polticas. A untdade e a con-
cordia so existem superficie. TRrez i-1: raen toa ae
devem considerar entra oa eardeaeeVU0 o elemen-
to paramente romano, o qae carca o thrijuufyai tir'
cipa doa trabalboa daa coogregacoes o dependa do
papa ; 2 o elemento italiano, formado pelos arce-
bispos e biapoi purpurados da Italia, aubmettidos
ao exequtur do Qairinale que depende tanto
da corda de Italia como do soberano pontifiee; 3
o elemento exterior, formado pelos cardeaes es-
traageirost. areesnapia dependentes dos estados
catholicos ou pertenceotea a nacoes nio catho-
lieas.
Oa romanos cosstituem um poseo mais de me-
tade do Sacro-Collegio; cerca de 40 aobre 70 car-
deaes. Todava nem todo8 sio italianos Actual-,
mente ha des residentes em Roma dos qnaea qua-
tro sio alleniea, um rusao, um austraco, um in-
glesa un polaco e deas franceses.
E' o elemento anglo -aaxio e germnico que do-
mina neste peqqeoo gropo. Osbiapos itsliaooa car-
deaes sio era numero da nove. Natoralm3nte to-
dos, exceptan io o arcebispo de I'alermo, qao
completamente iodepeodente do governo italiana,
estio animados do boas inten^oea para com o go-
verno qoe o aostenta.
Sete destes cardeaes sio captados pela pilitica
de conciliacio. E' dent.-e ellea qae o Q lirinal desi-
gnar o seo candidato tiara. Os cardeaes ni*
residentes ua Italia sio perto de vate e cinco, dos
quaes cinco austracos, qaatro inglezea e dezesaeis
pertencentea as nacoes latinas, excepto a Italia.
Estes eatrangeiroa podariam exercer grande ac-
cio oo conclave, se os seua governos ae tiveaaem
entendido previamente. Mas, como stsnao auc-
ceder, segundo todaa aa probabilidades, a aua
nfluencia pouco paaaa de milla.
Serio oa romanos e- oa italianos qao decidirlo
da eleicSo. D'ahi poden advir graves coasequeo-
ciaa para o futuro do papado.
Outr'ora, quando a trra remana era trra neu-
tra, era natural que os italiaoo tiveaaem a pre-
ponderancia no Sacro Collegio e forseceesera a
ebefe chriatandade. Maa agora que a trra ro-
mana ae converteu em italiana, que depende de
un poder civil que diariamente augmenta, qae
tfp intereses polticos que-sustenta no mundo,
nio justo quo esta potencia dispmha da maio-
ria do senado da igreja ; o carcter universal da
insttuicio padecera cora tal eatado' de coasas e
nio tardara o momento em que o papa seria con-
siderado um mero biapo italiano.
No emteoto, olhida do ponto de viste poltico.
a faccio aff icoada a uniio italiana nio tem a
maioria no Sacro Collegio. C rata quinao a vate
votos, maa tem eaperanca no coneorso d facis
liberal, que actualmente prepondera no go versa
da igreja. Nio seria estranho, por coaseqoencia,
que um m-rabio da faccio italiano fosse oleito
com o concurao de algn doa cardeaes estran-
g-iros.
Neate caao sera a continaacio da poltica d-3
Leio XIII. Teamos.anda, diz Vasili, um pa-
pa liberal, o que nada tem deasauatador paramai-
tos, mas um papa italianisaimo, p -rt-pecti va mu te
menoa traoquilliaadora para oa franceses, bespar
nhes e polacos Cabe, portanto, aoa governos
tomaren aa auaa conpetentes precaucoes, se qoi-
zerem que a testa, do catholiciamo ae ache um
pontfice verdadeiranente independente, verdadei
mente neutro, qu.- nio favereca una potencia em
detrimento das outras.
Cono ae chaar o futuro para ? O persooa-
gem maia na c uta d; responder a eata.pergau-
ta monseabor Cataldi, prefeito. de ceremonial
oo Vaticana, que gosa de uotavel nft icneia jun-
to de L-?io Xlil e pelas auaa rolacoea noeatran-
geiro di. pe de granda poder.
Msisdoque ninguem conhece elle oa baatido-
res eccleaiaatieaa, e tauto que nos ltimos ani.ej
do pontificado do Po IX, quando Un pcrgo-ita
vam : Q icm ser o pop ? responda invariavel
mente : Pecci; e os fictos confirmaran! o aeu dito.
Hoje nio respondo elle fio francamente a C3ta
pergunta, nao diz o nome do cardeal a quemdeve
competir a tiara, maa amrraa que o novo i>)ntifi:o
ae chamar Gregorio XVII ou Clemente XV, mas
de forma neuhuraa L?ao XIV.
O poailltlamo c a revoluces -O Dr.
Lmbroso, acaba de psHJHcarna Wouieie Revue
am tetudo sobre oa revolucionari-os, debaixo do
ponto de vista scit-ntifi o. E,s aqu algnmas de ,
suas observaco.-s.
i As estec.-s o o clima exercrm am influencia
consioWravel sobre as revohicocs. De 102 revo-

N
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i .
**** ^*
ii ii i

-s.
LnssnssnnnBnt Lananstal "1
'"'sssaaas k


Pernanibueo- de 1S
m
V
xjr.
i
I
i
s lamipiai menor parte occorreu no meses
do Jssho (22) e Julho (90) e o maior numero nos
de Novesubro (12) e Janeiro (15).
O* pases qaentes d Europa, Italia, Hespo-
nh Grecia, apresentam o mximo de revolucoes;
os pases do norte, Buasia, Suscia e Noroega, o
mnimo.
Dmmm | sainaDom milhas e quiuhen-
toa m! duro* prodnzio urna mina no C >ndado de
Soccsrro, a qual foi comprada por 40,000 pesos ba
asi poneos annoa.
OmiIi car loa capital os -Resalta
das inveatisracoes fetos p:r pessoa idnea, que-o
edificio do Capitolio de Washington, desde ana fua-
daclo at a presente data, tem cuatado a bagatella
de 15 milbes de pesos.
CeslO**Effectuar-se-hao:
Aaaanhi : n
Peto agente Britto, a 11 horas, na roa de Pe-
do Aff mso n. 43, de predioa.
Peto agente Pinto, as 11 horas, na na do
BArio de 3. Borja n. 28, de chapeos para senho-
ras.
=_ 8egaada-fe Peto agente Modesto Baptista, as 11 horas, na
rut Duque da Cixias n. 9, da movis e vidros.
Tarca -fira :
Pelo agente Martin, a 11 airas, no largo da
Soledada n. 58, de amis, loucts, vid.-os, a te.
et-.
Hisa* fonesrea.-Serio celebradas :
Amanad:
A's 8 horas, na matrii da Boa-Vista, por alma
de D. Bit* Etnilia Rodrigue da almeida ; 4j 8
krunt igrej do Paris) por almr de D. alaria
Ciemeatina de Moraes e Mutos.
SeRUuda-fera :
A' 8 horas, no convenio do Carmo, por alma de
Luis Olementino Carneiro de Lyra ; s 8 horas
na matriz do Corpo Santo, por alma da (Justolio
Frincisco Marti us.
Terca-teira :
A's 7 1(2 horas na matria da Boa-Vista, por al-
ma d i D. alaria Augusta da Fonseca Costa.
Psvssmsrelro* -Cuegados da Europa no va-
por ingles Neva:
M. Svell, William P. J. Weedian e sua senbo-
n.Nurseel fiho, E. Weedblan, J. E. Best, L
Eisslngarther, Antonio M-irtins Moreira, D Ma-
ra Alexaninna Loyo.Jes Pedro Moreira, Jos
H-nrique da Silva, Joa Soares do Amaral, Zi-
ferioo Luis Ferreira, Jos da Silva Pacheco c
Caetano Botelh).
__ Sabidos para os portos do snl no mesmo va-
p r :
Marianos Francisca de Belm, Viriato Oimx
M. Mascarenhas, Joa 8ilvestre Machado Jnior,
Eduardo Correia, Gustavo Juliio Pinto P^ca, Al-
berto Julio Pinto Paca e 1 criado, Antonio Au -
gasto da Silva Lobo, Antonio Joa dos Santos,
Americo Engenheiro, Andrew Bro i.an e Uhas Jef-
fres.
Sabidos para os portos do nsrte no vapor
Pirapama;
Gustavo Adriano von Sohsten, Joa Ignacio
Ribeiro, Jos Joaquim Das do Reg, Dr. Eneas
C. de Vasconcelos, Bemvenato P. de Olivera F-
lh), M iuooI Sergio Soares de Albuquerque e s aa
senh ira, Augusto Tavares de Lyra, Antonio Li -
ni L Pmho e G. Pinao.
Oprrariri rlrurlcForam pratica-
da* no hospital Pedro II, no dia 24 do correte, aa
seguintes:
Pelo Dr. Pontoal :
Postbotoasia e cauterisaco palo tbermo caute-
rio, indicada por phmosi e vejetayJ.-s sypbili-
tlC4S
Extracco de corpo estr nho tffl dorso do p,
(estilhaco de pao).
Pelo Dr. Malaquias :
Poethotoma indicada por paraphimoaia.
Urethrotomia interna indicada por sstreitamen -
to da arethra, complicado de fistolas escrotaes.
jstsa d UeercoMovimento dos pre-
s .a do da 23 de Marco :
Erittia-a presos 355, entraran 10, sahiram 10
Existem 355.
Asaber: .
NaeMaes 321, mulberea 11, estrangeiros 13, es-
cravo* sentenciados 6, ditos de correccio 4To
tal 355.
Arracoados 309, sendo: boas 296, doentes 12
Toeml 308.
Movisseato da enfermara:
Te ve baila :
Joa Tbosnax de Olivera. _________
l^terlst da rrteA 2Q4* lotera da cor-
te, pelo aovo plano, stfo premio grande de-----
3MKJOJ0O0 aero 'extrahida no dia .. de Mar-
S-
"^foitatoe aeham-se i venda na praca da la-
depndnseiass. 37 e 39.
Tasabas* sebam-se 4 venda na Casa da For-
tjn roa Primeiro deMarco.
traerla la tJra-Par-A lotera desta
pravioeia, peto aovo plano, cojo premio grande
4J: COMERCIO
B >l*a ommerclal
C'OTAfOSS OFFICIaES DA JOHTA DOS COB-
BKCTOEK8
tUfe 24 de Marf. de 1887
i nriscuea de 7 0,0 valor de 1:000*000,
Na hora da bolsa
Veaderasa-se :
SI saslirjtis provineias de 1:000*.
O presiaente,
Antonio Leonardo Rodrigue a.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
oilmruiu bancmrio
oscint, 24 db kasoo Da 1887
Os bam"^ abriram boje o mercado de cambio
cesa a tasa de 21 8/4 d. sobre Londres, a qual foi
depota substituida pela de 21 7/8, conforme as
tabellas seguate* :
Da Ijandon Bank :
Boom Londres, 90 d/v 21 7/8 e 4 vista 21 5/8.
Sobra Pvm*lJl>aB435^>B_ays^*^sauuauuuaua
Sobre Hamsasv
Sobre Portol^H
Sobre Italia, vista 440.
j ilni- lMav"1- 4 vista 2*3fO. '
Bilhetos 4 venda na Casa do Ouro, roa do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Joaquim da Costa
Lefia
Tambera achum-ae 4 venda na Casa da For-
tuna 4 roa Primeiro de Marco n. 23.
Lotera para o Casado de emanci-
par AoA 21 parta desta lotera cojo premio
grande de 6:0004000 era extrahida no dia 29
de Marco, as 2 horas da tarde.
Os bilbetes acham-se 4 venda aa Roda da For
tuna 4 ra Larga do Rosario n. 35.
Cemlterlo publico Obituario do dia 23
de Marco :
Barlholomen. Parntmbaco, 3 das, Graca; hi-
morrhagia umbelical.
Mara Juliana Lipes de Mendonca, Pernambu-
co, 77 annos, Boa-ViBta ; bronchi-pneumonia.
Auna Joaqukia do ascimento, Pernambuco,
25 annos, casado, Boa -Vista ; paritonitc.
Benedicto, Pernambuco, Rerife ; repentina-
mente.
CHROHICA JUDICIAR1
Tribunal da Heladio
SESSO ORDINARIA EM 24 DE MARCO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXH. 8B. COKSELHEUtO
QDINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem
bargadores em ame .-o legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuido e p.iS:ado3 og fetos deram-se os
seguintes
JU LQAMENTOS
Recurso eleitoral
(fieci/cacao)
DeCaraarReeorrente Dr. EstevS) Carneiro
Cavalcante de Albuquerque Ltcerda, recorrida
Joa Mirabeaa de Mello Mariz. Relator o Sr.
conselheiro Queiroc Barros.Deu-ae provimento
a* recurso, unnimemente, para ser desalistado o
recorrido.
Recurso crime
De Alaga NovaR^orrente o juixi, recorri-
do Sulpino de Carvalho Gomes. Relator o Sr.
desembargador Alvea Ribeiro. Adjuntos oa Sra.
conaelhciro Queiros Barros e deaembarpador P-
rea Ferreira. Negou-se provimento, unnime-
mente, e mandou-se responsahilisar o juis muni-
cipal Manoel Eloy Vasco de Toledo.
Carta teatemunhavel
Di P) d'Alho Aggravaote Andr da Albu-
querque M-llo, aggravado Jos de Olivera Cas-
tro. Relator o Sr. da:embargdor Delfino Caval-
cante. Adjuntos os Srs. desembargadores Pires
Goncalves e Tavares de Vasconcelos. Dan se
provimento, unnimemente.
Aggravo de peticio
Do commercio do Recife--Agirravante The
Central Sugar Factor e, aggravados o Bario de
Piraogv e outroa. Relator o Si. doaembargador
Alves Ribeiro. Adjuntos os Srs. desembargadores
Monteiro de Andrade e conselheiro Queiros Bar-
roa.- -Nio se tomou conhecimeoto do aggravo,
unnimemente, por nio ser damno irreparavel.
Appellaces crimes
Da Independencia- App illacte Joio Paulo Go-
mes Cabral, sppellada a justica. Relator o Sr.
desembargador Alves Ribeiro. Confirmou-se a
sentenca, ananimemente.
De AnadiaAppellante Jos Pedro Cavalcan-
te, appellada a justica. R lator o Sr. desem-
bargador Alves Ribeiro.- -Confirmou-se a senten-
ca, ananimemente.
De Camarige--Appellante Manoel Gomes dos
Santos L'ma, appellado Francisco Esteva) da
Silva. Relator o Sr. desembargador Alves Ribeiro.
--Julgou-se improcedente a appellaco, ananime-
mente
Da BezerrosAppellante o joi'o, appellado Jo
s Joaquim de Sant'Anna. Relator o Sr. desem-
bargador Prea Goncalves. Mandou-se a novo
jury, unnimemente.
Di Becerros Appellante o juno, appellado
Pedro Gomes dos Santos. Relator o Sr. desem-
bsrgador Alves Ribeiro.--Mandou-se a novo ju-
ry, eontia os votos dos Srs. desembargadores re-
lator e lavares de Vasconcelloa.
Da Bom JardimAppellante o juiso, appellado
Jos Francisco de Paula, Relator o Sr. desem-
bargad Pires Goncalves.Mandou-se a uovo
jury, unanimemen'.e.
" D)"Cafle do Rocha Arpellante Joio Pedro
Cabral, appellau a justica. Relator o Sr. des-
embargador Piros Goacalves. Confirmou-se a
sentenca, unnimemente.
De Taquaretma Appellante o juiso, appella-
do Jos Francia dos Santos. Relator o Sr.
detembargador Mwnteiro de Andrade.Mandou-
se a aovo jury, usanimemeate.
PASSAGEN8
Do Sr. desembtrgador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vasconcelloa :
2,950 saceos com assacar braneo.
1,550 ditos com dito mascavado.
55 pipas com agurdente.
100/5 ditas com dita.
Vapor Ingles Tibor
A carga deste vapor foi a seguate :
Para Rio de Janeiro :
2,000 saceos com aasuear braneo.
1,800 ditos com dito mascavado.
Para Santos :
2,150 saceos com assuca braneo.
4,150 ditos com dito mascavado.
60 pipas com agurdente.
Eatradaa de aasarar e algodo
una na subco
KHTaiDAS
Barca cas
Estrada de ferro de Olin-
da .
atsaf^^f>BOufc Ca-

Ttarro
90 d/v 21 7/8 e 4 vista 21 5/8.
^1*435 e 4 visU 439.
vista 439.
Sargo, 90 d/v 40 e 4 vista 546.
r-York, 4 vista 24310.
Lisboa e Porto, 90 d/v 244 e 4 vista 246.
i as nrincipaea cidades de Portugal, 4 vista
251.
Sjbre Una dos Acores, 4 vista 254.
Sobre Una da Madeira, 4 vista 251.
Mercado de assacar e pizodato
oscuro, 24 os masco do loo7
Attucar
Aa entradas foram regalares.
Oa preeos nio soffreram alteracio, pelo que an-
da regulara os aeguintea :
3. boixo, por 15 kilos, de 2*000 a 2*100.
3* regalar, por 15 kilos, de2*100 a 2*200.
3 boa, por 15 kilos, de 2*00, 2*300 e 2*400.
3. superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Bronco turbina pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Borneaos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Hetaanes, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O alisan oa mnimo dos piecoa sio obtidos
eanxbrme o sortimonto.
Atgodio
Cotos-se a 6*500 por 15 kilos, o de Pernamba-
aa e boas procedencias, em trra.
Vapor lacle* Neva
Sabio hontem para os portos do snl, com a car-
ga segainte, recebida aqu :
Para Montevideo:
50 sacco3 com cocos seceos.
Para Baenos-Ayres :
50 fseeu eosn algodio.
Patacho Ingles riymoatb
Levoa a seguinte carga para Santos :
moeiro
B a 5 k 3 X
1 4 23 60.172
1 4 23 2.200
l 423 l 4 24 8.4G5 7.951
l 4 22 62.923
1 4 22 8.488
140.199
3.450
2.382
75
7.923
4.103
3.960
21.893
Banco de Crdito Real
At o dia 15 de Abril vindouro, devem os ac-
cionistas do Banco de Crdito Real de Pernam-
buco realizar o terceira entrada do valer no-
minal de anas accoes, na razio de 10 0/0, levan-
do-a i sede do banco, aa roa do Commercio n.
34.
Este banco ent pagando o sea primeiro divi-
dendo 4 razio de 4*000 por accio ou 10 0/0 do
valor realizado de cada nma.
O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
horas da manhi 4a 4 horas da tarde dos das
uteis.
Nota* do Thrsanro dilaceradas
O recolbiraento de notas dilaceradas est sendoj
feito na Thesonraria de Fasenda, as tercas e
sextas-feiras, das 10 a 12 horas da manhi.
abstltnlco de zaolas do Theaonro
Em 31 do correte mez termina o prazo mar-
cado para reeolhimento, aem descont, das notas
de 2*000 da 5a estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7.
A snbsttuicio esti sendo feta na Thesonraria
de Fasenda, nos das uteis, das 10 4s 12 horas da
manhi.
Pauta da tirandeca
san a na 21 a 26 ss maboo ds 1887
AIcool (litro) 218
Algodio (kilo) 860
Assaear refinado (kilo) 151
Dito braneo (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 1*265
Caceo (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf boa (kilo) 460
Cafrestolbo (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Appellaco
De Traip--Appelluate.^^^^^BMJo de Oli-
vera, appellada a juatiua.
Do PilarAppellante Agoetioh Ribete, appel-
lada o justica.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da corda e promotor da justica interino
deu parecer nos seguintes fetos :
Appellaces cHenea
Do PenedoAppellante o juiso, appellado Joa
Aurelians de Mello.
De AtalaiaAppellante o juiso, appellado Jos
Piaeio da Costa.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica interino a seguinte :
Appellaco crime
Da Vfamanguape Appellante o joizo, appella-
do Mauool Luis Bispo.
Encerrou-se a sessio as 2 horas da tarde.
Tunta Commerclal da cidade do
Recite
ACTA DA SESSlO EM 17 DE MARCO
DE 1887
mXSIDZHCIA DO ILLM. SB. COUJiEHDADO AHTOlKO QO-
MES DB MIBANDA LZAL
Secretario, Dr. Julio OuimarHet
A's 10 horas da manhi declarou-se aberta a
sessio estando presentes os Srs. depotados Olinto
Bastas, commendador Lopes Machado, Bel trio J-
nior e Hermino de Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da sessio anterior
e fes-se a leitura do seguinte :
XXPBDrBBTB
Officios :
De 12 do corrente, da Junta dos C>rretores
desta pra^a, enviando o boletim Jas eotaedea of-
ficiaes de 7 a 12.Para o archivo.
Foram distribuidos 4 rubrica os seguintes li-
vros :
Diario de Gumaries & Valente, dito de H. da
Silva Loyo or, C, dito de Fonseca Irmios da C-,
copiador de H. Burle & C.
DESPACHOS
PetcSes :
Da Antonio Pereira de Magalhles e Antonio
Francisco Pinheiro, para que se archive o con-
tracto de sociedade em nome collectivo, que cele
brtram aob a firma de Antonio Pereira de Maga
Ihies ec C, com o capit-1 de 10:500* para o com
mercio de gneros de estiva nesta praca, 4 roa
do Visconde de Inhama n. 7. Archive-se, na
forma da lei.
Da Antonio Augusto de L^moa 4 C, para que
se archive o contracto de sociedade em nome col -
lectivo que sob dita firma celebraran!, nos termos
da segunda parte do art. 318 do Cdigo Commer-
cial, Antonio Augusto de L*mos, Jos Moreira de
Lemos e o aocio de induatria Manoel Moreira de
Lernas, com o eapital de 36:168*614 para a eon-
tinuacio do commercio e fabrico de cerveja, ge-
nebra e entros lquidos espirituosos, nesta praca,
4 ra do Joio do Reg n. 15. Seja archivad).
De Jos Cordeiro dos Santos, para que se d
baixa no registro da nomescio de aeu eaixeiro
Jovino da Benevides Falcio.Como requer.
De Justiniano Cavalcanti de Albuquerque Bel-
lo, para que se registre a procuraoio que Ibe pas-
eara e a uniros Jos Lopes Alhero para gerirem
sena negocios nesta praca.Regiatre-se.
Da Jos Cordeiro dos Santos, para qoe se re-
gistre a nomescio de sen eaixeiro Bellarmino
Emiliano Jatoba Como requer, depois de satis-
fe ito o parecer fia en I.
De Fragoso Se. C, para que seja archivado o
contracto de sociedade de capital e industria, nos
lenros da segunda parte do art. 318 do Cdigo
Commeical, do cujafiraa sio socio*-Domingos
Jos Fragoso, Alfredo Valente Goncalves Das e
Jos Pedro dos Res, com o capital de 12:934*520
para a continuacio do commercio du fazendas no
esubelccimento da fazendas 4 ra do Livramento
desta cidad, n. 80. Arshive-sc, aa forma da
lei.
De Antonio de Sonta Duarte Ferreira e Paul
L-iiz Alves Ribeiro, para que se archive o con-
tracto de sociedade do capital e iuiastria, nos
termos do art. 318 do Cdigo Cotnmercial, sob a
firma Panlo Ribeiro 6c C, com o capital de.....
2:003*, para a continuacio do commercio de g-
neros de estiva 4 roa do Conselheiro Peretti n.
48. S'ja archivado.
De Mermes de Sousa Pereira & C, saccesso
rea, para que seja registrado com o segredo re-
commendado na le o contracto de sociedade que
aob dita firma celebrsram um corouaanditario e
Antonio Varia Marq'ies Ferreira Jnior, aocio de
industria, na termos di art. 31 do C-idigo C n-
nercial, para a continuacio di com'oeet> de dro-
gas o medicamentos na phinnteia 4 ra do Mr-
quez de O linda n. 27, desta ciJade, com o capital
e fundo em commandita de 1;Q00* -^Begntf*
con o segredo recomineodardo na lei.
Nada mais bavejid^a despachar, o Illm. Sr.
coaiMirenTllar'presidente eucerrou a sessio s 11
bora e 1|4 da manbi.
PLBLIC4C0ES A PEDIDO
Para o Esta. >. presidente da pro-
vincia saber e providenciar como
ao caso conber.
No Jornal do Recife de 22 de andante,
sob a epigraphe cima, aro Sr. Justas,
sem duvida mal iorformaio sobr" o qu? ae
tem dado em relacSo aos negocios da casa
de Jos Luiz A C, sita em S. Jos da
Bda-Esperaoca, referi por tal modo os
tactos e apreciou to apaixonidamente o
meu prooedimepto a o da justica, a quem
recorr, que forcoso mi no deixr pas-
sar sem reparo a referida publhacSp.
Nao meo intento vindo .-aprensa,
convencer ao Sr. Justus, da aupri^So que
milita contra os seus informadores, nao;
meu fim, com a presente, resubelecer a
verdade e esclarecer a aquelles que me co-
nhecem de que, se nao foi correcto o meu
procedimiento, outro nao me podiam acn
aelhar as circumstancias em que me acbci,
estando a meu cargo a inventaran 'ia e tes-
tamentaria do espolio de Jos Luis da
Silva Potte.
O reparo que venho faz ir com a pre-
sento, tem dous lados distimtos: 1.a, as
raz3 s quo teve para solicitar a diligencia
acoimada de extravagante 2-, os inci
dente que se deram em sua exacuc&o e
que tornaram, Manoel Eulogio victima da
mais oppretsiva (sic) justica de que temos
noticia.
Jina observajilo : Sai do quanto valem,
podorn e arr-iatam 03 d;saf:ct) qm ai
creado no exerduio do cargo de inventa-
riaste do espolio, principalmente, quando
cercados d'essses bravi gente para tudo,
que a cada canto apparecem s para pes-
car, a titulo de prestaren) os seus bons of-
ficios ; mas, como preciso estar se de ac-
cordo com o meio em que se vive, apro
veiio a occasiao para assegurar a uns e a
outroa, que jamis 03 provocarei, mas,
que, tambera nSo os engeitarei, quando
me provocarem, istt) d no que der.
Vamos ao 1.a lado
Iniciado o inventario do espolio, verifi-
ca-so logo do balando dado por mm e o
Sr. Eulogio, que o activo da casa, nSo
cnegava para fazer face ao paasivo ; este
era de 6:7165110 e aquello de 5:307(5720
Este activo, no ba\aa prio Sr. Eulogio e por elle requerido, pava
ser junto aos aut,s, est assim disposto:
Fazendas 3:932)$ 188
U'encilioa 17AO00
6 casas 1415500
U.n cavallo 605000
Dividas 1:4575010
Ante este esta lo confesando e reconh-s-
cido pelo^propro Sr. Man>el Eulogio,
alm do capital da Jos Liz, desappare-
ceu tambem quulquer lucro.
Entret.nto, objejtava o Sr. Eulogio,
fundan io-se em que o Jos Lu!z nunca
levou em conta os descontos que ob'inba,
e que se de outro modo elle procelosse, o
lucro existira.
Alm de nao baver base para esta objec-
co, pois.dos papis e mtas existentes na-
da ba que a sufrague, accresce que dda
por bjpotheca a existencia desee lucro, elle
s-ria insuffi ;ieute para cibrir o desfalque,
desde que os retollios existentes, jamis
poderiam ser recebidos com descont igual
ao da mcrcadoria em ser.
Isto sabido por quem n-goeia ou en-
ten le de negocio.
NSo aa mostrando satiafeito, Manoel Eu
logi), tracou desde logo o seu plano : o
isJque recebesst, guardar para si," ficasse
prejudic do quem quer que fosse.
Para levar este plano txicucao nao
olliou os raeios; basta dizer queat as ca-
Carocos de alfodao (kilo) 014
Csrvao de podra de Cardifi(toi.) 16*000
Coaros seceos et pichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 27o
Farnha de mandioca (litro) 050
Pumo rcatolho (kilo) 4U0
Oenebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Mlho (kilo) 040
Taboados de amarello (dosla) 100*000
Importadlo
Vapor nacional pnori entrado do Rio Grande
da Sal em 24 do coi rente, e consiguado a Pereira
Carneiro 4a (X, mauifestou :
Barricas vasus, 351 a Jos da Silva Lijo a
Filbo.
Charutos 8 caizes a Jos Antonio dos Santos.
Couros 1 votme a Leal Irmo.
Cevadaa 50 saceos 4 ordem.
Fructas 1 cesto a Baltar Olivera & C, 2 a Amo
rim Irmios & C.
Livros o volnmea, a D. A. N. Leal.
Panno de algodao 11 tardos 4 Bernardino Haia
& C, 5 a Rodrigue Lima & C, 60 a Lua Antonio
Sequeira, 20 a Ferreira A Irmo. 20 Mochado 4
Pereira, 10 a Albino Amorim A C, 5 a Alves de
Britto & C., 20 a Gomes de Mattos Irmios.
Xarope 35 caxaa a Francisco Manoel da Silva
& C.
Xarque 1,875 fardos a Baltar Olivera & C,
980 a Pereira Carneiro & C, 575 a Amorim Ir-
naos & C, 232 a Maa A Resende, 250 4 ordem,
30 a Jos da Siva L yo a Filbo.
Hiate naoonal Giriquiti entrado de Natal emJ24
do correbte e conaignado a Manuel Joaquim Pea-
so a, manifeston :
Algodao 57 saecas a Julio & Irmo,
Couros seceos salgados 301 aos mesaos, 60 a
Pereira Carneiro A C.
Vapor ingles Neva entrado dos portos da Eur i-
em 55 ds corrente e consignado a Admsen Howie
et C-, manifeston:
Amostras 31 velumes a diversos
Armas 3 caxaa a O.i/eir Bastos A C, 4 a
Miranda A Sonsa.
Agua mineral 13 caxaa,a C. W. Lacy.
Cartuchos 1 a Miranda & Sonsa.
Cerveja 21 caixas a C. W. Lacy.
Cidra 3 caixas ao mesmo.
Cb4 8 caixas ao mesmo, 1 cesto a Janoon Regby.
Caudieiroa 1 caixa a M. Hill.
Espiritos 2 barra a C. \V. Lacy.
Ferragens 3 caixas 4 Companh.o de Beberibe.
Fruetas em canserva 34 caixas a C. W. Lacy.
Graxa 6 caixas a W. Halliday & C, 6 a Oli-
vera Basts t C, 5 a Otto Bobses Succeasor, 3
4 ordem.
Mercaorias div -raas 1 volume a Henry Forster
A C, 2 4 ordem, 1 a C. \V. Lacy,
Proviadea 32 caxaa a C. W. Lacy.
Tecidos19 volumes a Luis Antonio do Sequeira,
16 a Olinto Jardim A C, 2 a Alves de Britto &
C, 52 4 ordem, 8 a Narciso Maia A C, 52 a Ma-
chado & Pereira, 19 a A. Vieira & C, 18 a Joa-
quim Aeostiuho A C.
Vinho I barril a H. Gregory, 41 caixas a C.
Lacy.
Velas 2 caixas e 3 fardos 4 ordem.
aExportaco
ascm 23 os masco di 1887
Para o exterior
No vapor ingles Bertchel. earregaram :
Para Liverpool, F. M. da Silva A C. 1,000 saceos
com 60,000 kilos de mamoso.
o vapor ingles Bonavitta, earregaram :
Paro New-Yoik, II Forater A C. 47 saceos
com 3,525 kilos de assacar mascavado.
Na barca portuguesa Hcriilia, carrega
ram :
Paro o Porto, J. 8. Loyo com 97,500 kilos de assaear braneo e 1,100 ditos
com 82,500 ditos de dito maseavads.
Para o interior
No bripue allemo J. O. Fichte, carregoa :
Paro o Rio Orondo do Sul, S. G. Brito 450
volumes com 45,000 ki'os de assacar bronco.
No vapor austraco Tibor, earregaram :
Para o Rio de Janeiro, J. S. Ley & Filbo
1,200 saceos com 83,5(0 kilos de ossucar braneo e
1,100 ditos com 73,500 ditos ie dito mascavado.
No vapor ingles Don ivitta, carregoa :
Para o Pari, M G. da Rosa 7U0 saceos com
farioha de mandioca.
No vapor nacional Baha, carregoa :
Para Baha, J. M. Das 25 barricas com 2,715
kilos de asseniear braneo
= Na barcaca Mara Olympa, earregaram:
Para Macei, A. P. Lapa A Irmo 1 barrica
com 60 kilos de doce.
Navios A carga
Barca inglesa rinchner, Russia.
Bares portuguesa Hernlia, Lisboa.
Barca norueguense Amo, Hull.
Barca norueguense Noatum, Liverpool.
Brigue alleinio J. G. Fichte, Montevideo.
Palhabote nacional 6'. Bartholomcu, Porto-Aicgre.
Vapor ingles Maranhense, Liverpool.
Vapor ingles Vol, Bltico.
Vapor ingles Herschel, Liverpool.
Navios A desea raja
Brigue ingles Canad, bacalho.
Brigue allemo Jos Oenebra, carvSo.
Barca norueguense Brodrene, carvo de pedra.
Barca norueguense Progrese, carvo.
Barca inglesa Christiani Scrivey, carvo.
Barca dinamarquesa Anca, carvo.
Barca bespanhola Francisca Vla, carvo.
Barca norueguense Speranza, carvo de pedra.
Barca norueguense Glitner, carvo.
Escuna inglesa May, bacalbo.
Escuna norueguense Hapsnas, varios gneros.
Hiate brasileiro Deus te Guarde, sal.
L *ar amerirano Eduard A. Sanchei, farnha de
trigo,
Lugar nacional Afata /, varios gneros.
Lj-r norueguense Airona, carvo.
Lugar ingles ifay, carvo.
Lugar norueguense Ideal, varios gneros.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
Lugar ingles Lustie R. Wtloe, bacalbo.
Lugar allemo Helene, varios gneros.
Patacho ingles Euoent'e, bacalho.
Patacho ingles Buda, carvo.
Patacho ingles Aldkoyth, bacalho.
Vapor ingles Plato, varios gneros.
Vapor nacional Aymorc, varios gneros.
Dlnnelro
O paquete Neva levou hontem para :
Ro de Janeiro 54:980*000
O vapor Pirapama levom tambem para :
Parahyba 48:000*000
Natal 120:000*000
Mosaor 10:000*000
Rendlmentos pblicos
aros DB MABOO
Alfandega
sos mencionadas no balanco foram vendidas
em data de 10 de Fevereiro, quando a re-
querimento do mesmo Eulogio o balanoo foi
unido a03 autos em 8 do corrente!
Este facto s por si bastante para ca-
ractersar a oujh e o moda de pratical-a.
Ora, perguoto ao Sr. Justus, em un es-
polio no qual sao interessados : fazenla,
orpb&os, terceiros, o que fazor-se ante fa-
callrua igual !
Em vista desta triste quadro, foram ou
nSo todoi os interessados victima da mais
oppressiva escamotagem de que temos noti-
cia 1
O conbecmenlo que tive d'esse estado de
cousas, me levou a requerer ao juiz do in-
ventario urai provileneia, que outra nSo
era, senlo assgn-.r Eulogio, deposito do
que existase na cisa para ao menos ver
se assim so detinhi na carreira em que o
tinham botido.
Nao se tratava de dissolver sociodades
commerciaee, mais sim de acautelir iate-
res8es contra a rapinagein atrevida ,
mximeestn to nos autos o balando e
j lia ven lo parce r do curador especial
nomeado.
En taes condijo :a o madadoque s
poderia proluzir urna advertencia a Eu-
logio foi providencia regularmente tomada,
mesmo porque, nao sahiriam do estab 1--
cimento o gneros e era possivel que o
Sr. Eulogio -se emendasse.
Ahi fie i, pois, claramente exposto, quaes
as razis que tive para requerer ess i dili-
gencia e o Sr. juiz do orphaos para auto-
ras! a.
As provas tenlio, e sorao brevemente
adduzidas quando tiver de justificar em
juizo o procedim nto dos que tornaram
parte contra e pro a execucSo do mandado^
e mais algurna cousa .
Em outro artigo apreciare! o 2' lado do
neg -io : diligencia.
Es jada, 23 de Marco de 1887
Jos Fernandes da Silva Potte.
O eommerciante. foo Rodrl
drJgues de Noura ao publico
I
Si bem que as apreciares, fetis, sob
a irresponsabilifade do anony.no, quer
pela impreosa, quer pelo coma das fallas
particulares, nao determinen), em caso al-
gu blico de quem quer qu-i ja, todavii, para
abafar o echo das vozes que se tem levan-
tado em prejuiso de mea carcter, como
concurrente e contractanto do forn 'cimento
para o c >rpo de polica e guarda civiaa, e
ioulsar, de urna vez, por todas, o resul-
tado que, porventura so pretenda tirar
dessa guerra pequenina e indecente, im-
propria de cavilhuiros que se presam, ve-
nho ezpor, com a miziiua filelilade tudo
quanto diz respeito ao mesmo f'.raecimen-
to, deixmd>, luz da evidencia, as van-
tagens que d'elle decorrem para mim e
para a fazonda publica.
Poderia, enlretmt., estar isento de oc
cupar urna parte de meu tempo, t3 lo des-
tinad i a outra ordem de trabalhos, com
esse, a que me'impaz pir forc de mnha
dignidade, s ioqualincaVAis circumstancias
nao o exigssem terminantemente.
C lo, pois, a U'na ox:gen :ia.
E, Unto basta, para que se me justifique,
O facto de, fcilmente, ornprehender-ae,
que, tendo todos direito bi reputago,
a todos corre tambem o duver de selal-a o
impedir que seja ella manchada, principal-
mente, por meio de aleivosias e procuran-
do-B8 irr.b&ir a boa d'aqudlej .qu? .teem
o espirito aeropre disposto para o bem.
Infelizmente, o ineio social esse que
deriva do encontr dos bons e mos senti
Reuda provincial :
De 1 a 23 120.250*376
dem de 24 8:659*588
128:9091964
869:544*749
>' la 23
dem de 1.4
De 1 a 28
Id ya de 21
Oa 1 a 23
Iden da 24
Btcebeduria
75:6374952
2:127*518
77:765470
Consulado Provincial
35:307*841
615,!476
^eey Drainage
35.922*817
48:816*878
521*752
49:368*630
Renda geral
D la23
dem de 24
665.6744747
73:9601038
740:634*785
Mercado Municipal de Jos
O mov ment deste Mercado no dia 24 de Marco
foi o segainte:
Entraram :
41 boia pesando 5,665 kilos, sendo de Oli-
vera Castro, 18 ditos de 1.* qualidade,
9 e 1/2 de 2* dita e 13 e 1/2 ditos part-
calares.
410 kilos de peixe a 20 res 8*200
103 cargas de farnha a 200 ris 20*600
7 ditas de fructas diversas a 800 rs. 2*100
9 taboleiroa a 200 ris 1*800
17 Suinos a 200 ris 3*400
Foram ocenpados:
21 columnas a 600 ris 14*400
25 compartimentos de fariuha a
500 ris. 12*500
23 ditos de comid a 500 ris 11*500
781/2 ditos de legumes a 400 ris 31*100
lft ditos de saino a 700 ris 12*606
11 ditos de iressnras a 600 ris 6*600
10talhosa2* 20*000
6 ditos a 1* 6*000
A Olivera Castro 4 C.:
54 talhos a 1* 54*000
2 talhos a 500 ris 1*010
Deve ter sido arrecadado neste di
a qnantiade 206*100
i pode escapar
e opera.
inent>s;
luta constante qoe n'e|
E, por isso se altera: os
factos mais comesinsj^H maiere
commettiraentos passam ao j do pu-
blico, resentidos dos defeitos que Ihea em-
prestara a maledicencia e o despei
Exercendo, portanto, a profissSo de
commerciant-, nesta praca, e, nessa quali-
dade, propondo-mo a foroecer, ha algons
annos, aos Arsenae-, de Marinha e Guerra,
presidio do Fernando de Noronha, corpode
policit e guarda cvica, 'tive sempre o ani-
mo prevenido contra o que podessem in-
ventar 08 espiritos atilados para o mal,
quero dzer que, alargando mais o meu
genero de negocio, eojeitei-me aos preso
precalsos que delta proviessem.
Eu sabia que, naturalmente, hava de
encontrar competidores, desde que a con-
currencia era o meio estabelecido para a
realisago dos fornecimentos ; sabia ainda
que, tratando-se de semelhante negocio, nio
faltara quem, alias nao podendo a elle
concorrer, se limitasse a embaracir, indi-
reciamente, o camiiho daquelles que po-
dessem ; mas o que eu nSo Babia, nem
poderia suppOr, "era qu9 houvesse quem,
apezar do conceito que formo do desvir-
ta ment dos f-ctos, tentasse coarctar-m3
o livre exercco da uaia profisslo legal,
atacindo, a coberto, minha reputaca e ar-
rastando, com ella, a de outroa. funciona-
rios pblicos, cnjos caracteres s.lo conheci-
dos e, geralmente, bem reputados.
Nao t'aco-lhes defeza.
Considero tudo quanto se tem dito, vaga
e anony.-mente na imprensa, e Burdamen-
te aos ouvidos como um calculo para futu-
ros effeitos, mas que nem a ell-s nem a
mim pode, de leve, offenier.
Isto posto, nao deixo, entretanto, de ra-
conbecer que a intriga colhe em nimos
fracos; e nada muta fcil do qm irrogar-so
urna injuria.. -
Para despertar cases anira>s e arredal os
desse es'.ado de fraquez*, que se procura
explorar em detrimento da verdade, pre-
ciso que nioguem se tome de m lo, e, com
tola a responsabilidade, assuraa cada nm
o seu papel.
Por minha parta j o disse : hci-do ex-
pr, com a matar li leudada a historia dos
contractos, celebrados pelo ctnselho de
compra do Ihesouro Provincial para os re-
feridos fornecimentos e suas respectivas
prorog*c3as, por actos da presidencia, afirn
de que tiquero contundidos os que, fuginlo
reBponsabilidade legal, insistem na iuglo-
ria tarefa de, pelos meios j conhecidos,
tornar-me incompativel para eontractar o
alludido fornecimento.
Ver o respeitavel publico a desigual-
dade, que fayo saliente : eu, com a hom-
bridade e franqueza necessarias ;ellos,
os mahinadores socapa e urdindo as
trovas contra a verdade dos factos, contra
o criterio, que a Litla por onde si afre
a moraiidade e a justica que devem presi-
dir os ac'.os individuaos.
O compromisso meu;hei-de desem-
penbar-me d'elle, mo grado os meus gra-
tuitos inimigos.
Recife, 24 de Mares de 1887.
Joao Rodrigues de Honra.
Comarca de Ignarass
Xova-Cruz
No dia 9 do crrante, por desobedien-
cia e infraccSo ao regulamento da capita-
na do porto, de que sod nesta estacao o
chafe, mandei fecolher por 24 horas ca-
deia da Igaarassu', o esmeiro Jo&1)Wa) -
Pina de Albuquerque.
Entretanto, sendo, como sou, ostesUt-
4:620*760
4:826*860
Rendimento dos das 1 a 23
Foi arrecadado lquido at heje
Preeos do dia :
Carne verde de 200 a 480 res o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sainos de 500 a 640 ris idein.
r'armba de 200 a 240 ris a caa.
Milho de 260 a 360 ris dem.
Ferjao de 640 o 1*000 dem.
Malatlouro Publico
Foram abatidas so Motadooro da Cabanga 73
reses poro o consumo do dia 23 de Marco.
Sendo: 55 reses pertencentes a Olivera Castro,
& C-, e!8 a diversos.
Vaporea a savias esperado
varosss*
Babiado norte boje.
Sullyda Earopa omanhft.
Ville de Ceardo sal amanhi.
Espirito Santodo snl a 27.
Abril
Desterrodo sal a 2.
Nigerdo Enrona a 4.
Amaneado sul a 5.
Monosdo sal a 7.
Advonc edo norte a 8.
Trentda Europa a 10.
Tamardo sul s 14.
Parado norte s 14.
Pernambucodo snl a 17.
Ceardo norte o 21.
Magellaoda Earopa a 21.
Lo Platoda Earopa a 24.
Espirito Santodo norte o 24.
avos
Amandode Hambnrgo.
Apotbeker Dirsende Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardiff.
Anne Catharineda Babia.
Andaluzado Rio Grande do Sal.
Bernardas Oodelewus do Rio Orando do Sal.
Brothersdo Rio de Janeiro.
Dindado Rio Grande do Snl.
Dovred Rio de Janeiro.
Enjettado Rio Grande do Sul.
ratede Hamburgo.
litede Tena Novo.
Evorado Rio Grande do Sal.
Guadianade Lisboa.
Hornetdo Rio de Janeiro.
Jelantde he Santos.
Joaquinado Parto.
Julietado Rio Grande do SoL
Lidadordo Ro de Janeiro.
Latimerde Terra Nova.
Ladyberdde Terra Nova.
Marco Polodo Ro de Janeiro.
Meta Sophiade Hambnrgo.
Metede Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Marydo Ro Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nantilusdo Rio de Janeiro.
Our Auniede Buenos-Ayres.
Oseardo Rio de Janeiro.
Paragerode Terra Nova.
Premierdo Ro de Janeiro.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Sparkde Terra Nova.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelmnede Hambnrgo.
nrmenlo do porto
Navios entrados no dia 24
Pelotas e escala28 dias, vapor nacional
Aymor, de 282 toneladas, commandan-
te Casavechia, equipagem 32, carga va-
rios gneros; a Pereira Carneiro d C.
Southampton e escala14 dias, vapor in-
glez Neva, de 1,774 toneladas, com-
mandan) L. R. Oikinson, equipagem
97, carga varios gneros; a Adamson
Howie & C.
Rio Grande do Norte3 dias, hiate na-
conal Giriquity de 45 toneladas, capi-
tao Joaquim Honorio da Silva, equipa-
gem 4, carga varios gneros; a Manoel
Joaquim Pessoa.
Navios sonidos no mesmo dia
Buenos-Ayres e escala Vapor idglea
Neva, commandante L. R. Dikinson,
carga varios gneros.
Camossim e escalaVapor nacional Pira-
pama, commandante Francisco de car*
valho, carga' varios gneros.

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Diario de PernambucoSexta-i
25 de Marpo de 1887
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vamente i
toio acto
riedadp,
tici*
fact.
para
aojdj^H
ipaa-ameatoi e de
i oa arbitra -
m a
mJ| oincia do 14 acerca do
revendo-me como espadaxim,
i de miuba alma, agradecer
llustrce contemporneos qm n>
i de Perjiamiuco do 16 e com os
paouloaiaioa de Aristteles e lmparcial,
reooluefanri me alepondo-se cotn aeus pre-
cinos argumentos raoralidade d'aquella
afflrmitiva, do modo mas digno e hon-
roso, tecendo-me rbgios, pir oerto cima
do* meas overeeimsntos
E' que os homens do bem, aquolles, que
se nao eracbafurdarara ainda Das putriJas
lamia do Aiphaltite, nuoc sao iudifferen
tes o bjas sent neutos, daalo a cada
um o que scu.
Mophiatopheles proscgue a Provincia em
saa faina iogloria da impanar o brilho de
meu caratar, como se fosse cu algum ad
versario forasidavel.
Deus, quo es -rev cero por linhas tor
tas, dar-nos-ha a merec la recompensa.
Ainda nao ha inuito tempo que o tal
orgao proeurou vencer-me com attribuicJo
e factos que prove S6ram alleivosos, em
virtude do que viu se elle forjado a guar-
dar filcacio sobr* mioha psssoa e os meas
actos de autoridade.
Si eu tivesao querido qm o canoeiro
Joaquim fisse espaacado, sel-o-hia, sem
que o obstassa a energa d> mesmo.
Finaliso por que nenhuma outra coasi-
deraco ooor. e-rae, a nao ser da niTtf
agradecer e comprimentar os meus honra-
dos defensores.
Nova-Cruz 21 de Mar50 de 1887.
Francisco Coelho leixeira de Araujo e Silva
Via-ferreadeLimeeiro *
Sr. chefe da estacto da estrada do Li
mosiro, eu nao fajo quesrli de furos : Se
V. S tem menos ou mais ; com diz
proprio do genero:
Vivendo V. S. to alto, sem duVda no
ais da la, eu o peno de viita, n\o pos-
so mesmo medir a destancia qua nis separa.
Mas V. S., Sr. chefe. nos seas interva-
los lucidos leia o doiumeot abiixo trans
cripto e ver entilo qua eu nao o columniei;
se calumnia houve, (o V. S. quem a fez
afirmando que cu procurei diminuir as
despeaas da visgem cmta do passiro,
que paguei 640 res 4 corapmhia parausar
J v, Sr. chefe, que toi um inexUi-
dilo de V. S. atirmaudo isso ; eu dei ape-
nas urna ligeira noticia do acontecido no
trera e na estacSo do Limoeiro.
Sr. chefa da est i$ao do I/nniro, se V.
S. continuar a prestar tao bons servicos
ompanhia o remo/era para Tamarinoira.
Limoeiro 19 do Marco de 1887. Illm.
Sr. Manoel Nunes da Silva, bem da ver
dade preciso qua V. S. rae responda ao
p desta sa ou nao veriade estar V. S.
no dia 9 do crrante na estacSo de Limo ti-
re na chegada do priraeiro trem.
Se ou nao verdade, ter visto um bre-
quista roe entregado duas gaiollas urna
com passaro e a outra vasia, e qua sendo
por miin enterrogado respa't) do pass-
ro diase nao saber, depois porn disse
ter fgido em viagem
Se ou nao verdade ter instado com o
chefe da esticSo para mandar procurar o
ebefa do trem que rpidamente havia dosa
parecido, e se esso me responden sem li-
gar a menor importancia ao caso : nao tei
dee jdfoi embora.
Sa 6 ou nao verdade ter V S. cuidado-
samente examinado a gaiolU e lhe pwecer
impossivela fgida do passao.
E finalmente se ou nao verdade ter eu
depois de tudo hido procurar o chefe da
estacSo para lhe entregar os bilhetes de
passagem por na port nao ter um s era-
pregado para recebel-os. Permittindo V.
3. fater de aua resposta o uso que uie
convier. Dj V. S. criado muito obngado
Emilio da Souza Costa.
Illm. Sr. Emilio de Soasa Costa, em
resposta ao que me pergunU nes'a carta,
a bem da verdade affirmo ser verdade se
baverem dado os factos com s circunstan-
cias nella expostas, o que digo de sciencia
propria por ma achar na estarlo de pas
sageiros na occasiao em que tudo isto se
passou, no dia 9 do corrente ; podendo V.
S. faxer de minha resposta o uso que lhe
con7'er j ,oc,
Limoeiro 21 de Marco de 1887.
Manuel Nunes da Silva
Ao publico : Manoel Nunes da Silva
um eidadlo honesto e muito bem concei
tuado nesta cidade ; tambera negociante
de fezendas e propietario, por isso est
fra de duvida o seu carecter. Limoeiro
22 de Marco do 1887.
Emilio de Souza Costa.
Ro Grande do Norte
(ERRATA)
No artigo publicodo no Diario de bontem, sob
a epigraphe cima, deu-se um engao que pre-
ciso corrigir : No 15. periodo, na 2. l.nua,
onde l-seAurora e tiouvier, lea-se Ama
Courier.
N. 3. Mais se tendes filhos debis qu
dor falta de appitite esto doentes, dae-
Ihes a Emulsao de Scott.
E' maravilhoso. come em pouco tempo,
toroarcm-na, restabelecem-so e como
a energa e a sade.
Tor
Pera ira
Eleifao
Dos devoto i qui t a de festejar o Glorio-
so S. Jos dos Pescadores, na capella
sita ra do Sil, em S Fran isco da
cidade de Olinia, no anno de 1888.
Juizcs por eleicSo
O Illm. Sr. capitao Joao Qonjalves
res.
Juiza por eleigao
A Exma. esposa do Dr. Antonio
SimSes.
Juizos protectores
Oj Illms. Srs. :
Tenenta-ooronel Franoisco Qongalvos Tor-
res
BarSo de Icapissuma.
Visconda da Tb-tinga.
Dr. Jlo de S Cableante de Albuquer-
que.
Dr. Felippe de Figueiri Faria.
liavra. padre Julio Maria do Reg Bsrros.
Conego Antonio Eustaquio Alves da Silva
Dr. Miguel Figueiro da Faria.
Commendador Antonio de Fariaa Neves.
Br. Bnto de Sampaio.
Major J suino Epiphanio da Cunha.
Cap to Jos Moteiro Torres de Castre.
Dr- Castao Xavier Pereira de Lritto.
Dr. Marcolino Dornelhs Cmara.
Commendador Manool Jas Machado.
CapitS) Deodato Goncalvea Torres.
Francisco Jos Pacheco.
No^ocian3 Paulo Jos Alves.
Negociante Antonio Firnandes Ribiiro.
N'-gbciante Jos Adolpho deOliveira Cima.
Dr. Pedro AflFonso do Mello.
Juizas proctoras
As Exmas .Sr a. :
Esposa do nego.'imta Rufino Gaio de Mi-
randa.
Esposa do Sr. Dr. [Jos Antonio de Al-
raeida Cunha.
Esposa do Sr. Manosl Alves Barboza.
Esposa do negociante Henrique Gilnon.
Esposa do Sr. capitio Jas Gjncalves de
Andrade.
Esposa do Exm. Sr. de3embargador Joa-
qun Pires Gon{ lves da Silva.
Esposa do negociante Domingos
tunes Guimaraes.
Esposa do negociante Antonio G>mes de
Mattos.
Esposa do Sr. Alpheu Soares Rposo.
Esposa do Sr. Franiisjo Teixeira de Pau-
la Bacelar.
Esposa do negociante Manool Francisco de
Alencar.
Esposa do Sr. capitao Franis>o Colura-
b;ano da Silva Guiuoaraes.
Esposa do Sr. cipitao Liciauo Eugenio
da Mello.
Filha do Sr. professor M >noel Figuoira de
Menezes.
D. Julia filha do Sr. Joaquim Paulino Ni
ceas Muniz.
D, Alipia Vilella Pareira do Lgo.
Filha do Sr. tenonte-coronel Antonio Alves
de Oliveira Braga.
Fil*ia do Exm. Sr. dasembargador Gerva-
sio Pires Ferr ira.
D. Adelaide filha do capitio Jos Figuei-
redo Curado.
Filha do Sr. Lourenco Alves Soloza.
Esposa do Sr. Dr. Jos d Moraes Gmles
AI oo forado.
Esposa do negiante Manoel Farreira da
Cruz.
Filha do Sr. Theotooio Alves Ferreira.
Filha da Sr. Antonio Francisco da Silva
Castro.
Esp.jsa do Sr. Aotoa-'o Rodrigues Tavares.
A commissao encarregada da mesmt de-
V09S0
Procuradores
Autonio Marques da Silva Manguinho.
Agostinho Soares de Santa Clara.
Manoel dos Santos Castello Branoo.
Joao Baptista da Silva Manguinho Jnior.
Joaquim Quiotino Goncalves.
Manoel Ferreira da Cruz.
EscrivBo
G capitao Manoel Joaquim Botelho.
Thes ureiri
Alfares Mi nervino de Miranda Rocha Pitta.
Consistorio da capella de S. Jos, de
Onda, 20 de Marco do 1887.
Jos An-
EDIT&ES
burgo no vapor allemao Paranagu, dem em 23
drn idem, nio consta do manifest, tonteodo
amostras. .. ,
Marca Dr. C B-U01 barril n. 8809, dem do
Havre no vapor francs Vle de Bakii, dem em
26 de Janeiro da 1881, contendo pedrabumeerya-
taliaada, peaunlo liquido legl 257 kilos.
Marca dem demUm barril vasio n. 8808,
idem idem.
Marca F M 8 & C. Urna caixa n. 2432 A,
idem de New York no vapor infrie Maranhente,
idem em 5 da Fevereiro de 1886, idem a_ Fran-
cisco Manoel da Silva & C contendo 6 kilos de
ventarolas de papel, 5 kilos de qoadros anouncios,
e cartases de urna cor.
Letreiro D A Alves Kibeiro -Um pacote, idem
dos portos do aul no vapor nacional Para, idem
em 10 idem idem, a Domingis Alves Ribeiro, con-
tendo livros impresaos, pesando 1,700 grammaa.
Marca F S & U. Vinte caixas oa. 5875 a 5894,
idem do Havre no vapor francos Vle de Mara-
nho, idem em 7 de Janeiro de 188, idem a
Francisco Manoel da Sdva fc C, contendo 240
garrafas com vinho medicinal, pesiiido liquido le-
gal 197 kilos.
Marca M F PUaia dita n. 7669, idem de Li-
verpool no vapor inglca Aiithor, idem m 19 idem
idem, idem a Manoel F. Pinto, contendo o k;los
de annnncios de urna cor.
Letreiro M A Barreto-Uma dita sem numero,
dem do Havre no vapor francs Ville de Sanloi,
dem em 23 do Maio d 1881, i lem M. A. Bar-
reto, contendo diversos objeotos do vidro, louca e
um relogio de parede, estragados.
Marca J P M e B 1 rabauo Urna grade n-
11113, contendo 40 garrafa eooi agua mineral,
pesando liquido l-'gal 41 kilos.
larca *. 8 Uaia dita o. 23302, contendo 90
garrafas c^m agua mineral, ,>esautij liquido legal
26 kilos.
Marca C PUrna caia n. 1, contendo cartas
em baralbo para jogar, pasando nos envoltorios
85 kilos.
3* eeccao da Alfanlega de Porn mbaco 22 de
Marco de 1887.
O ebete,
Cicero B. de Mello.__________
3a pra^ti
De ordem de Illm. br. Dr. inspector se faz pu-
blico que s 11 horas do dia 26 de corrente mea
sero vendidas em praea, no trapiche Conceicao,
as mercadorias alaaixo declaradas : v
1 caia marca AH4C e contramarca 1H, n.
5,342-A, vinda de Hambargo n> vapor allemao
Rotario, entrado em 17 de Setembr o de 1886,
cootando 77 k'los de cartoes cortados, abandona-
dos aos direitos por Alberto Henschell ft C.
1 caia Marca FPotl n. 41, vinda do Havre no
vapor francs VtlU de Maranh&o, entrado em 25
de Janeiro de 1887. contendo 63 espartilbos de
tecido de algodao com avaria, abandonados aos
direitos por Franeiso Potrocelli A C
8' soccao da Alfandoga de Pernambuco, 22 de
Marco de 1887. O chefe,
_______________Cicero B. de Mello.
Jaizo dos Felios da Fazenda
ESCKIVAO TOBEE8 BANDEIBA
No dia 11 do Marco prozimo, ir praca por
venda as casas abaizo descriptas, penhoradas pela
Fasenda Provincial :
Casas sitas no Becco do Quiabo na. 1 e 3, fre-
guezia do Poco da Panella, com 2 jaucllas e 1 por-
ta, porto ao lado, 6 metros e 30 centimetros de
frente, 13 metros e 6 centimetios de loado, 4 quar-
tos, cosinba fra, quiu:al morado, cacimba meeira,
e a de n. 3 com 2 salas, 3 quartos, cosinha fra,
terracu, soto interno, com 1 sal&o e 1 qnarto, am-
bas arruinadas, e avahadas em 2O0J0O0 pera
ama, p:teucentea a Antonio Jos Pinto.
km
Edital 11. 776
Abandono de cadefra .
Constando por officio do delegado litterario de
Cimbres, qne a protessora contractada do povoa-
do de Pi de Assucar, Jeronyma Francisca da
Rocha Paula, abandonou a referida esleir, con-
vidada a mesma profeasora, de ordsm do Sr. Dr.
inspector geral, para dentro do prazo de 30 dias
vir dar as raxes porqoa o'fes. ^
.'sgr ,"',i """"^2 *"" e ao S. Francisco
O secretario,
Pergentmo Saraiva de Araujo Olvio.
DECLARACOES
ao
recuperara
Esco'a mixta particular
163 Ele eosio o melhor dos attestados e apro-
veitameato immediato dos sens discpulos.
P le ser procurada a qaalqner hora na mesma
roa.
K
Interessante
de forln.
Edital n. 73
(3- prsc)
De ordem do Illm. 8r. Dr. inspector se fas pu-
blico que 4j 11 horas da dia 26 do corrente mes
serio vendidas em praca no trapiche Conceic&o as
siguite mercadorias :
Armsiem n. 8
Letreiro Parante Vianna 4 CUm caiza srm
numero, vinda de Hamburgo no patacho Houwine.
entrado em 18 de Outubro de 1881, consignado a
Prente Vianna & C, conteido objectos miudos.
Marca B & em cima e D embaizo Urna dita
sem numero, idem de New York no vapor ingles
Poncat, idem eos 7 de Junho de 1832, idem or-
dem, contendo |annuncios itnpressos em mais de
urna cor, peaanio liquido 9 kilogrammas. _
Marca M CUrna dita sem namero, idem de
Hamborg no patacho Amdhujo, idem em 6 de
Fevereiro de 188*, idem a Monteiro & C, con-
tendo amostras.
Marca triangulo no centro J em cima e N T em-
baizoUrna dita sem namero, idem de Londres,
no patacho Frid of WalUr, idem em 14 de Jolbo
idem, n8o consta do manifest, contendo amos-
tras
Letreiro J >aqnim Ferreira de Carvalho Um
pacote sem numero, idem de New York no vapor
amoricano Advanee, idem em 11 de Maio de 885,
idem, contendo amostras.
L-tr'iro Matheua AustinUrna caiza sem nn
mero, idem idem no vapor ingles Portuetue, idem
em 16 de Junho idem idem, contando amostras.
Marca R de D 4 CUrna* dita n. 61, idem
da Hambargo no vapor allemao Listabon, idem
em 17 de Novembro idem, consignada a R. de
Drusiaa & C,contendo 11 kilos de annnncio m-
pressos em urna cor.
Marca C 8Una dita n. 7, idem de Antuerpia
no vapor Ashedel, idem em 21 de Janeiro de 1886,
idem a C. bindem, ciiendo 64 kilos de obras
impressas em urna cor.
Armazem n. 5
Marca diamante J e L aos lados e P no centro
Urna caiza sem namero, idem de Liverpool, no
vapor ingle Sculptor, idem em 7 idem dem a P.
Vaipnte stC. contendo 21 kilos de tal has de flan-
Devo?o de IV. m. da ronrelcio
erecta no eonveao de Fran
cisco desta cidade.
Da ordem da mesa regednra convido a todos os
irmaos a comparecerem em aosso consistorio pelas
2 horas da tarde 4o dia 25 do corrate afim da
encorporados aeompsnhar-mos a procissio de 8.
Bom Besos doa (tasaos do convento de N. 8^ do
Carao para a matriz do Jorpo Santo, para o^oe
tomos convidados.
.^Consistorio da Devocio de N. 8. da Cunetelo
recta no convento de 8 Francisco desta cidade
em 21 de Marco da 1887.
O escrivao luterino,
Octaviaito Alves Mamteiro _
Confraria do Senhor Bom Jess
da Viasacra
De or lem do nosso irmao provedor, convido a
todos os nosaos irmaos para que, paramentados
eom seas habito, comparecam no consistorio da
nossa {reja, pelas 2 l|2 horas da tarde, nos diaa
25 e 27 d > corrent afim de acompanbarem as
procisees do Senbor Bom Jess dos Pasaos do
Recife e a de encontr que sabe de nossa igreja.
Consistorio da confraria do Senhor Bom Jeans
da Viasacra, 23 de Marco do 1887.
O secretario,
Adalberto Jos de Paiva.
Irmandade das Alnas da Matriz
do Corpo santo do Hccife
De ordem da mesa regedora da irmandade das
Almas conido aos irmaos em geral, a acompa-
nharem na matriz do Corpo S mto, na sezta-feira
25 do corrente, pelas 3 horas da terde^ afim de
encorporados acomponharmos a procisso do Se-
nhor Bom Jess dos Pasaos, qne tem de sahir di
igreja do convento do Carino em tegresso para a
referida matriz para o qual lomos convidados.
Secretaria da Irmandade das Almas da matriz
do Corpo Santo do R-ieiie, 21 de Marco do 1887.
O escrivao
Miguel Soares Moreira da Araujo
Irmandade do Wlvino EspIrito
santo da Iteclfe
De ordem do irmao juiz convido a todos os nos-
sos irmaos 4 comparecerem era o nosso consistorio,
sezta-feira, V5 do corrente, s 2 1/da tarde, para
aparamentados acompanharmosa procissio do Se-
nhor Bom Jess dos Phsshs, em regresso do con-
vento de Nossa Benhora do Carmo p*ra a sua sie,
matiis do Corpo Santo, para cujo acto fomos con-
vidados pela respectiva irmandade.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo do Recite, aos 22 de Marc de 1887.
O escrivao,
folio Ferreira da Cotia Porto.
o Goffluiercial Agrcola
de Pernaml)nco
De ordem do Sr. presidente e de conformidade
com o que preceitoam oa arta. 26 e 29 dos nofsos
estatutos convido aos senhores associados a com-
parecerem na respectiva sedo no dia 30 do cor-
rente, s 10 horas da manha, para em sesso de
ussembla geral proceder-se aa eleicoas da nova
directora e da commissao de ezame de contas, ser
lido o relatorio da directora e apreciar se o pare-
cer de commissao de ezame de contas.
Recife, 23 de Marco de 1887.
Sebastiao M. do Reg Barros,
1- secretario^_________
Facdadc de Direito
De ordem do fizm. Sr. conselheiro director in-
terino, faeo publico qua 8. Eze. o Sr. conselheiro
ministro do imperio autorisou par telegramma a
prorog&cao dos ezames por tantos dias quautos
fjfem necessarios para que se conclua a lista dos
inscriptos 4 ditos ezames.
Secretaria da Facuidade de Direito do Recife,
24 de fiarvo de 1887.
O oficial,
Manoel Antonio dos Passos o Silva.
Prolongamento da estrada de
ferro do Recife a Caraar
De ordem do Illm. Sr. director, faco publico que
at o dia 4 de Abril prozmo futuro, recehem-se
propostas na estaco de Jaboata:, para alarga-
mento de cortes, revestimento de boceas de tunis
etc, no trecho comprehendido entre as estacos de
Pombos e Caseavel, as quaes scro abertas nesse
dia 1 hora da tarde, no eccriptorio do Sr. enge-
nheiro residente na mesma cidade, em preteoca
dos proponente!.
No refer io e ser i p torio encontrarlo os interes-
sados os precisos esclarecimentoa.
Secretaria do prolongamento da estrada de
ferro do Recife ao 8. Francisco e estrada de ferro
do Recife a Caruar, i'4 de Mareo da 1887.
>. O secretario,
Manoel Juvenci de Saboya.
""" VENERAVEL-RMANDADE
DA
Gloriosa Sen 11 ora Sinl'tnns da\ igre-
ja da Sania Croa
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos caros irmaos a comparecerem ero nosso
consistorio no domingo 27 do corrente, s 2 horas
da tarde, afim de encorporados, acompanbarmos a
solemne procisso do Senhor Bom Jess dos Pas-
bos ao encontr com a Santissima Virgem, que
tem de sahir desta igreja, e para a qual tivemos
convit.
Consistorio, em 23 de Marco de 1887.
Antonio Raphael Alves da Costa,
Secretario.
Gremio flas Mmm Primarios
esso magna de assnlreraarlO
Tendo o conselho deliberativo resolvido coro-
memorar com ama Bes:5o n agoa o 9 auniversa-
rlo da fdndacSo desta sociedade, no dia 35 do
corrente, pelas 11 horas da manb, convido aos
asseciados effectivos, honorarios e benemritos,
assim como as associacoea existente nesta capi-
tal, fanecionarios da inatrncao publica e particu-
lar, empregados pblicos e quaesquer outros ca-
valleiros que queiram comparecer, para no dia e
hora mencionados acharem- se na sede social,
roa de Pedro Affonso, palecete da Escola Normal.
Secretaria do Gremio dos Proteasores Prima-
rios, 21 de Mareo de 1887.
Servindode 1' secretario,
Cyrillo Santiago.
Vcocravel Irmandade do Sen-
hor Bom Tesas dos Passos
Pelo presento sao convidadas todos os nossos
charos irraos a comparecerem no convento d N
8. do Cirmo, Sezta-feira 26 do corrente, as3 hora
da tarde, para encorpsrados acempanbarmos em
solemne prociif", a sacro-santa imagem do Nosso
Divino Padroeiro para sua tdo Matriz do Corpo
Santo.
Recife, 20 de Marco de 1887.
O escrivao,
Francisco Antonio Correia Cardoto.
* S. lia J.
Sociedade Recreativa Juvenlude
Ass-mbla geral eitraordinaria requerida pelo
Sr. Bento de Aguiar e 20 socios.
Por deliberado desta presidencia sao convoca-
dos os senhores associados a reuoirem s> em nossa
sede social domingo 27 do corrente, s 4 horas da
tarde, para em assembla geral extraordinaria se
tratar da eliminacSo dada ao Sr. Bento de Aguiar.
Secretaria da Socied.de Bac eativa Juventude,
28 de Marco de 1887.O 2o secretario,
Jos de Mediis.
THE A TRO
Estrada de ferro doReci-
Aviso
Em virtude dos a.ts. 76 e 97 do regulamento
desta estrada, s 10 horas da manha do dia 28 do
corrate, e na estaco do Cabo, se venderlo os
seguintes objectos, abandonados as eetacoes : 1
caizo cem ferragens e plvora, marca JC ; 4
saccni eom aisucar, AC; 1 caizo com pedra de
amolar, etc, JP ; 1 dito com ferrageos, MPS ; 1
cabide e2caiioei eom trens de cosinha, G; 1
embralbo de lona, 8L ; 2 atados arcos de ferro, 1
bah, roupa asada, vola-ncs objectos de gym-
nastica e outros de pouco valor.
Cabo, 23 de Marco de 1887.
Willa Ilood,
Superintendente
Banco de crdito real de Per-
Este estabelecimento, de accordo com o art. 54
ds estatutos paga sea 1* dividendo a nu2o de
10 / do valor das entradas realizadas do capital
ou 44 por aeco, todos os das atis, desde as 10
horas da manha s 4 da tarde, em saa ale ra
do Commercio n. 34.
Recife, 19 de Marco de 1887.
O gerente,
J0S0 Fernandos Lopes.
C. v C. fc.
Club Carnavaleaco Cavallelroa d
poca
De ordem da directora desta club, eoovido aos
senhores sacioi a comparecerem no dia 27 do cor-
reate, s 4 horas da tarde, na slo soc.;ial,.para a
pose da nova directora.
Recife, 24 de Marco de 1387.
Salvio Silva,
2' seretario.
EMPREZ4 ARTSTICA
E01MIE COmil DE ZiftZUELUS
HESrpU
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Antonio del Valle
Sabbado, 26 do corrente
19a Recita (3a de asslgnatnra)
Grande eslra
imum ESFECIACLO!
Subir sceua a grandiosa zarzuela cmica-
lyrica-dramatica de sumptuo&o apparato, em tres
actos, divididos em 8 qandros, baseada sobre a
conbecida e reputada obra de Julio Verne, MI
GUEL 8THOUOFF, e transportada pelos dis-
tinctos dramaturgos Srs. Escrlelt e Sarra.
com msica d> mtavel muestro compositor D.
Emilio Arrieta, e denominada
1A
GUERRA SANTA
(M)
(A)
PERSONAGENS
Sara, egipcia 7 moscovita. Sra. Pa.
Mara.................. Sta. Sacanelles
Olga, personage mudo----- Sra. Sacanelles
Miguel Strogoff........... Sr. Duran.
Agoreff, coronel rebelde... Sr. Ramos.
Carranza, periodista espa-
fil.................... Sr. Garrido.
Mr. Carnard, periodista
transes............... Sr. Manso.
El emperador da Russia..) ^ ^mirej.
El gran duque, sa hermano)
El general Kiasoff........ Sr. Sanehcs.
El maestro de postas... Sr. Ruis
Un oficial cosaco......... 8r. Jordn.
Un trtaro.............. Sr Gil.
El emir Geofar........... Sr. Feliciano.
Damas, caballeros, ojipci03, moscovitas, gene-
rales, oficiales rusos, trtaros, policas pueblo,
coro general e acompaamiento.
Ttulos dos cuadros
Acto I.
1. El baile, El correo. 2. El ferro-carril.
Apto .
8." La casa de postas en los montes ralos.
4. Consejo de guerru (gran concertante).
Acto a.o
5. L. 8.6.0 El reducto.7. Goerra muerte.
-8." El Lago Baikal.
Lazaoso e elegante vestuario.
Lases elctricas e bengalas.
o acto 3 estrear se ha urna nova decoracSo
devida ao pincel do scenographo pernambueano
Dr. Carneiro Vilella.
A'a S horaa.
PUECOS
Camarotes de 1* ordem 12*n99
dem de 2 lsW0O
dem de S 8*000
dem de 4 | WOO
Galeras S#000
Cadeiras de ia ordem 3*?X?
dem de 2- 2J000
Platea. 1*000
Paraisd **P
Nota Haver tiens para Apipncos e Ulioda,
e bonds para todas as linhas.
Haver trem p ra Caxang pago pelos
passageiros. ?
Brevemente : As bellas zarzoellas
Anillo de hierro, Catalina e Marselbeza, e
prepara se o drama sacro bblico
Pasin y muerte de Jess
s'chimar-w o aviso de tortun-. que boje nos
tea o Ditrio. O annunciant* o Sr. Samuel He-
ckscber senr, em Hambargo prec misado assim
oesta como na. demai. parte, de.te reino pelo
promptdo e diseripcao que observa no paga-
mento dos ganhos, vem nos brindar urna lotera
tantaaidvantagen. to sobrepujante, qae me-
recem a attenco dos nossos leitorea
rNio ha medicamento mais popular pni<-
biter n. crianca. o lysDpimtasHSBO, sl.csd daa
rn>s, erupee. da pelle e debil.dade do pe.to do
ne o XaVbpe de Rabio iodado de Orimaalt &
6.. 1 laal excita o appetite e favorece a diges-
tio. lormoanvm notar que este xarope pre-
oarado fri, o iodo existe em estado de combina-
So intima com o sueco da cochleana, agriao e r
bao e alo deve coofundir-ae com o xarope antis-
earbotico misturado com tintara de iodo que se
acooselna s vesos para soostitair o xarope de ra-
bio iodado de Grimaolt C.
Vlente dre. em obra, pintadas.
Marca dous diamantes anido, e P V no centro
Urna dita aem numero, idem idem idem, idem
ordem, contando 3 kilo, de obra, impresa., em
ama cor.
Armazem n. o
Marca diamante 15500 no centro Um pacote
tem nomsro, idem de Southamptoa idem no vapor
ingles Avon, ilem em de Jauho de 1835, dem,
contendo amostras. '
Letreiro C A do AmorimUm dito n. 77, ilem
dos portos do snl no vapor ingles Trent, dem em
17 de Agosto idem, a C. A. Amoro;, canteodo 12
facas com cabos de madeira, 23 colheres e 5 gar-
ios de metal.
Armasem n. 7
Marca J P RUrna caixa sem numero, vinda
do Havre no vapor franoea Ville de Maranh&o,
idem em 18 de Desembro idem, dem ordem,
contendo amostras. .... ti
Marca DFSI CUrna dita, idem de Ham
Secretarla da veneravel ordem
tercelra do eraphleo Padre
S. Francisco no Reelfe. tt de
arco de iss?.
De ordem do carissimo irioii ministro,
convido a todos os nossos carissimos irmaos
em geral a comparecerem em no..a igreja no
dia d sexta feira 25 do correte, pela. 3 hora,
da tarde, para revestidos com seas hbitos, irmos
todos encorporados acompanuar a procisso dos
PaMO. do Seuhnr, que tem de .shir da igrej de
N. 8. do Carmo para a do Corpo Santo ne r"
citeO secretario,
Asiassr Augusto de Almeida.
CoisBlailo prcliil
Soares do Amaral & Irma), com deposito de
carve de pedra, acham-se collectados para pagar
o imposto da I parte da tabella dos impostas de
r.-par-iclo, re la ti vo ao corrente exercicio, propor-
cional ao tempoda saa industria, na importancia
de 400JOOU. ,
" 1 scelo do Consulado Provincial de ."emain-
naco, 23 de Marco de 1887. O chefe,
J. H. C. de Barros Campello.
Veneravel confraria de Sania Hila
de Caasia
De ordem do conselho administrativo desta con-
fraria. convido aos nosaos cari.s^os irmaos, para
oue paramentados com seus hbitos, comparecam
no 'consistorio da nossa igreja, pelas 3 horas da
tarde dos dias 25 e 27 do crreme, afim de acom-
panharmos as procUsoes do Senhor Bom Jess dos
Paasos, do convento do carmo para sua sede, e do
Encontr da igreja da Sauta Crut, para as quaes
aceitamos os respectivos convitea
Consistorio da eneravel confraria de Santa
Rita de Cassia, 22 de M reo de 1887.
O secretario interino,
Manoel Bandeira Filho. 1
Loerias para o Fundo de Eman-
cipa^o
A 21. parte deltas loteras acba-se exposta
venda para ser extrahida tersa-feira, 29 do'.eor-
rente, ao meio dia, no cons.storio da igreja da
OonceiySo do Militares.
Theaooraria da. loteras para o Fnndo de eman-
cipado, 19 de Marco de 1887.
Francisco Goncalves Torres.
THEATEO
Compauhla Brasiieira de Save-
ffacoaVapor
PORTOS DOSUL
0 vapor Baha
Commandante 1- tenente Aurdiano Izaac
E' esperado do. curtos do
norte at e dia 25 de Mar-
co e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
oa porto do sal.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegro e Rio Grande d>
Sol, treta modic .
Para carga, passgens, oncommendas e valores
trata-ee na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN 9.
DanipfscliiflTalii'ts-GeselIschal
0 vapor Desterro
E' esperado dos por-
tos do sul at o dia 2
de Abril e seguir de-
pois da demora neces-
saria para
Lisboa e Hambargo
Para carga, pasagens, encommendas, dinhoi-
ro c frete tracta-se eom os
CONSIGNATARIOS
BorstelmanB & C.
- RA DO COMMERCIO N. S
1* andar
Loiied Siales & Brasil M- S.&C.
0
E' esperado dos portos do
sal at o dia 5 de Abril
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho, Para. Barbados,
Til o mu/ cXcw-Vork
Para carga, passagena, e encommendas tracta-
te com os
AGENTES
O vapor Advance
Espera-se de New-Port-
News. at o dia 8 de Abril
o qual seguir depois da
demora necessaria para a
Babia e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
fleery Forslcr 4 C.
N 8 RA DO COMMERCIO -8
1.- anda
CI1ARGEIRS REUNS
Companhfa Franceza de Mavega-
c a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lia-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro 6
Santoa
0 vapor Vill e de Cear
Commandante Simn t
-4
SEXTA-FEIRA, 25 DO CORRENTE
Grande espectculo!
Imponente festa artstica un benefici)
do actor
Espera-se des Dortos do
snl at o dia 26 de Marco,
seguindo depois da indis-
pensavel demora para o Hm-
ire.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
eofferece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pastagens poderSo ser tomadas de antemlo.
Recebe carga encommendas e passageiros para
os quaes tem excellentes accommodaces.
0 vapor Sully
Commaadante Vitl
E' esperado da Europa
at o dia 26 de Marco, se-
guiode depois da indispen-
7 savel demora para a n-
lila. nio de Janeiro
e Santo*.
Roga-se aos Sra. importadores de carga p?lo.
vapore, desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengar. qaal-
quer reclamaco concernente a volumes, qne po-
VPntu a tenham seguido para os portos do aul^afim
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
saras.
Expirado o referido prase a compannioa a sa
responsabiliaa por extravos. .
Para carga, passagens, encommendas e dinneirs
a frete: trata-se coin o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
COnPiMUlE DG HEUSACIB
RE MABITISIK
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Commandante Banle
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 3 de
Abril seguin-
do depois da de-
mora de costume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Babia .
Lembra-se sos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qnalqner tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores_ de nierea-
dorias que s seattendera as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forcm reconhecidas na occa-
siao da .descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dmheir.
afrete: tracta-se com o
AGENTE
drama sacro em
Secretaria da ordem tereeira de N. 8. do
Carmo do Recife, 22 de Marco de 1887. De or-
dem da mesa regedora, convido a todos os nossos
carissimos irmaos para comparecerem na igreja
da nossa ordem no da 25 do eorrente, pelas 3
horas da tarde, rarameatados com seos habitas,
para encorporados, acompanbarmos a procisso
da Senhor Hom Jesns d)S Passos, qae sae da gro-
ja do convento de N. S. do Carmo para a do Corpo
Santo, para a qual recebemos convite.
O secretario interino,
Miguel dos Saatos Costa Jnior.
Subir scena o importante
7 quadros, intitulado
Angela, a inspirada
O
A W%i_ MALDITA
Urna banda de msica tocar no jardim do thea-
tro, que estar brilbantemente decorado e llumi-
nado a giorno.
O pequeo resto de entradas para o jardim e
salo venda ua bilheteria do theatro.
O beneficiado eummanente agradece a todas as
pessoas que bo dignaram acceitar bilhetes para a
sua feate, e outrosiini a todas os seus collegas
que obsequiosamente se prestaram a tomar parte
n'.Ua.
do VELHO COIM-
Anpsle Labille
9 RIJA DO COM ERCIO-9.
Irmandade de X S. da Luz
esa geral
De ordem do Irmo vice-juis convido a todos os
carissimos irmaos compurecerem em nosso con-
siatorio no domingo, 27 do corrente. s 11 hora,
da manba, afim de procedermos a eleicSo para jais
Secretara da irmandade de N. 8. da Las, 24
de Marco de 1887.
Antonio Ignacio Brandao Jnior,
Secretario.
Brev mente :Beneficio
BRA.
_ COMPAMUIA PBBSIalWt'CAdl
DB
NaTesacSo costelra por rapor
PORTOS DO SUL
Macet, Penedo e Aracij
0 vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 29 os
Marco, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 28.
Encommendas, passagens e dinbeiros frete at
as 3 horas da tarde do dia 29.
ESCRIPTORIO
Ao Cass da Compankia Pamambucana
n. 12
Sanios
Segu oestes tres dias para o porto cima e
lugar nocional, de 1 clase, Mata 1' ; para o
I resto da carga que lhe falta, trata-se na ra do
' Marques de Olinda n. 4,
Leilao
De chapeos para senhoras
(Em lotes a vontade das compradores)
:'*
"-N
-i *


I


"' Hl Mi .-. ->--- :
jM Diario de PcrnambucoScxta-fi
b, granadines e aedas, e un ar-
ras gS o cotn beicSo
Sabbado. d corree
Ifttfffe Pinto
Boa do Bario de S. Borjan. 28
Em llqaldaeo
OIOAB OOKT
AS FAkSlFICACOES!
De
LEILO
ca de taipa e de telha
Agente Brillo
A mandado do Exw. Sr. Dr. jais de direito de
orpbioa e anaentea e a reqnerimento do Illm. 8r.
Dr. carador ral, levar leilSo aa segutataa
Urna caaa ao lado da estacao de tsant Anua
com 1 porta e jsoella de fren* ; 1 casa na id da
Caaa Forte, n. 34, com 2 portea de lrente-, 1 casa
junto da n. 34, com 1 porta e janella ; 2 caaa*
no beeeo qa d para a campia da Casa Parte,
com porta e janella ; 1 caaa prxima estaco do
CaJderesr, cota 2 portan e2 janellas de frente e
porta e janella no oitio ; 2 caaa parto estacao
de Parnameirim na eatrada do Eneanamento,
coas porta e janella, pertencentea ao espolio df
Doaaiofraee Kibeir da Silva.
Sabbado te d*> corrate
A's 11 hercn
Na roa de- Pedro Affonao n, 45_____
Leilo
Se?undi felra. 55 *? do correte
A'a 11 horas
No segundo andar da ra do Duque de Ca-
ziaa n. 9
O agente Modesto Bautista, antorisado por nma
pessoa que se retirou p*ra fra da provincia, fara
feilSo do aeguinte: 1 mobilia de amarello, 1 cama
trancea, 1 mesa, 2 marquesoee, 1 eommoda, 3
aparadores, 6 cadeiraa de jan", 4 de amarello,
quadros, 2 cadeiraa de balance, 2 candieiroe, 4 pa-
res de jarros, 12 cahcea, 1 qusrtmheirs, 1 cabide,
lonca e ootrce artigoo de casa de familia.
PARA
LENCOOTOUCADO
E O BANHO.
Declara co
Leilo
O abano ass'Fgnadas declara a reipeitavel
publico especialmente a> corpo commerei 1, que
teem' nesta data disseivido amigavelmeate a ao-
cledade que tinbatn no es*abelecin.ento de faien-
daa roa Duque de Casias n. 75, e que gyrava
soba razio de SouaayGoaende C. retirando-ae
o aoeio Gaudeneio de Soasa Lins exonerado de
toda a reaponaabidade da extincta firma, tocan-
do d'ora em diante pertencendo o activo e respon-
savel pelo paeeivo o seeio Gaswide, que continua-
r no referido eatabeleeimento sob a firma de Joao
Gozeode & C Recite. 19'de Marco de 1887.
Gaudencio de Sooza Lina.
Joo Antonio Goaende.
Precisa- se de um
Aurora n. 109.
Cositrfaeira
bea cosraheira
na roa da
,

De importante movis, 1 rico espelho oval todo
de erystal, diversos quadroa grandes a olee e fi-
nca cryetaes e 1 porta licor de prata, aendo :
; Urna importante mobilia de Jacaranda com to-
nita talha, tendo 12 eeskiras de guarniclo, 2 ditas
de bracos, 2 consoles, 1 jardintira com pedra e
1 sof, 1 rico e grande espelho oval todo de erya-
eaL 2 quadroa grandes a cleo, 2 parea de jarros
fines, 1 cama franceaa de Jacaranda muito salida,
1 guarda vestidos obra muito bem acabada, 1
guarda-roupa de amarello, 1 toilet de mogno, 2
lavatorioa com pedra, 1 cama de ferro de arma-
cao, 2 ditaa aiogelaa o 5 porta florea.
Uma importante mesa elstica de megno de 4
taboas e columna no centro, 2 ricos aparadores de
mogno coa pedra fiogindo mosaico, 1 aof de
mogno a Lniz XV, 12 cadeiraa de junco, 1 gnar-
da-louca de amarello, 2 eetagers com bustos, 2
quadros de madeira entalhada e com pasearos, 1
machina de costura. 1 banca de abrir de pao se-
tim para jogo, 20 tecas de erystal para cbsmpag,
ne, 16 copoe de dito com p de metal, 15 calicea
de erystal, 5 garrafaa de dito para vinho, aendo 1
com asa, 1 apparelho de metal fino para cha e 1
porta licor de prata do le e amitos ontros mo-
vis.
TERCA-FEI8A 29 DO CORENTE
A's 11 horas
No sobrado dosaateo da Soledade n. 58
O agente Martina, antorisado por uma familia
que mudcu a ana residencia, far leilio dos ricoa
e importantea moveia e maia cbjectoa existentes
no referido sobrado.
0 bond da liona de Femendes Vieira pela ru*
j*THospicio, ue parte da estacao do Braca s 10
' horas e 20 minutos, dar passagem gratia aos
concurrentes do leilo.
Alnga-sc Barato
rtua doa Gnsrarapea n. 96v
Ra V soonde de Itaparica n. 41, armazem.
Rna do Trnnbi n. 5.
Ra do Viscondc de Goyanna n. 163, com igua
e paz.
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Lasgo do Corpo Santo- n. 13, 2. andar.
lYriSvM'Ba ra do Cowmeret n. 5r 1* andar
scripforio d Silva OqimarVa & C.__________
Alusja-se
uma casa com commodns par1 grande familia, e
eitfo arbDrisado ; na Ponte de Uch6a n. 10._____
Aluga-se
a caaa torresKBon 8 quartos- e 3 alas, o eom'ou-'
tra aaa anida'qae deRa para ama nova de San-
ta Brta, eos* penna d'agua, bnheiro e grande
quiote!, toda reedificada e pintada de novo, sita
roa de Santa Rita n. 89 ; a tratar na ra de Do-
mingos Jos Martina o. 50. _______
AI uga-se
uma linba de bonda : a tratar na ra Duque da Caxias
n. 54, l- andar.____________________
A luir-se
AYIS8S DIVERSOS
Ataga-ae casaa a 800Q no beeeo dos Coe
Ihos, jauto de 8. GoncaUo : a tratar amad
Imperatria n. 56^___________________________
= Priciaa-se de um perfeito cjsirheiro ; a tra
tar na roa do Brum n. 35.
__ Aluga-se na ra do Imperador n 39, o i
andar e arm'sem 4 roa Vidal de Negreiras n. 20;
o 2- esota- eloja do mesme predio; a tratar
com Luis de Moraes Gomes Ferreira.__________
Aluga-se o aabrado n. 21 roa da Unio,
tem agua e gas. e boaa accommodaooea para la-
milia ; a entenderse na ra da Impertria nu-
mere 19.______________________________
P enancas-, na ra da Aurora n. 81, 1- andar.
AMA^ Preciaa-se de uma para o servieo
interno de uma casa de familia ; a tratar na ra
Duque de Caxiaa n. 7? A, on no Entroacamento,
entrada doa Afflicto' n. 3J.___________________
"^ Alugam-ae as casaa da roa Direifa doa Afo-
gados, com excellentes commod^s, ca
o 1- andar e sota* ra do Fogo n. P5 ; o 2-
raa cstreite do Rosario n. 32, tem agua e commo-
dos para familia, est tirapo ; a tratar na raa da
Imperatria n. 16, 1 andar. _____
Ama
Precisarse de ama ama para cosinbar e engom-
mar para uaaav senbora ; na ra daa Crnaea n. 26,
sepuodo andar.
Amas
com
o sitio
gas, e
Archias Mafra
em Motocolomb, pertencentea a
a tratar com o meamo, no largo
da P*a da mesma tragueis-_________________
= Quem precisar de nma professora para en -
sinar priroeiraa lettra, traduair o francs e ita-
liano, diiiia-se ao Camiaho Novo n. 128^______
"^"Prccisa-se de nm caizeiro de 12 a 14 annos
para teverna ; a tratar na roa larg do osario
numero 27. _________
/
__ Aluga-se o 1- e 2 andares da casa n. 31
ra catreita do Rosario ; o 1- da de n 25 ra
velha de Santa Rite ; os terreos de us. 01 e bb a
ra de MarcOio Dias ; a caaa n. 8 do b eco do
Qniabo, no Menteiro, e a de n. 1 trswessa da
H^ra, no Eapiobeire ; a tratar sarna do Hospi-
cio n. 3J. ______ _______
Comprase dous csrros de qnatr rodas em
bom estado ; na roa da Palma n. 37._______.
__ Vende-se uma parte do eeceente eogenho
Oliada, .termo de Inojirca, mofnte e corris, no
valor de 2,411*700, svaliacao antigoissima ; on-
tra parte no engeubo Castillo do meemo termo,
moente e crrante, uo valor de l:355f300 ; e outrs
no engenho Providencia tambem no mesme ter-
mo, moente e corrate, no valor de 50! 900, fas
se todo negocio : a trater na ra da Roda n. 52,
2 andar, das 7 s 9 horas da manh e das 4 s
6 da tarde^_______________________________
Ai renda-se ou vende-se o grande sitio do
Salgadinh, com orna lego* d* ierra, a principiar
dea trilboa de Olinda a nadar no rio de Beberibe,
com tres rios, sendo o rio Novo, Furao e Pexi-
nbo com tr^s pre ,>r:edades, sndo duae de pdra
e cal e uma de taipa ; as casas sao as sepuintes:
nma tem Bala de visita, sala de juntar, 4 quartos,
despensa e eosiuha ; outra tem sala de frente,
sala, de jantar, 3 quartos, nm soto com 4 quar-
tos e um mirante com 5 janellas, urna grande ra-
tribaria que accommoda 50 animaes, tendo o sitio
grandes baixas p'ira cnpim c mnitos arvoredos de
diversos tractos, sitio proprio pura eriaclo de
gadpi, que aceomsoote 100 a 150 cabreas ; qatm
o pretender- dirrja-se ao sitio de Agua Fra de
Beberibe, a tratar com Flavio Ferreira Clao.
Precisa-i* da assaa para-posiuhar e easpmmar
na ra do Hospicio n. 81.
4*1
Prccisa-se pera cotinhar na rna da UniSo n. 54
Ama
Precisa-se de uma ama qu<^ queira ac^mpanbar
a uma familia que vai para fra ; t*ata-se na i
doVIarqnes d) Hrv.l, cSaa n. 182.
Ama
Preeiia-se de nma eosinheira ; a tratar no largo
do Coipj Santo n. J7; 3- andas. ___________
Ama
Precisase de uma bos eosinheira para casa de
pone* fa-rilia, prefere se escrava ; na raa do
Riaenttello n. 13.
AMA
IVf clsa-se de urna eme para
lavar, co^omninr e faze rmais
alguna servicoi de casa de f-
iii i lia : aneaos comprar e cozi-
iibar : na raja ata Kiucluirlo n.
13. Deve dninii en casa.
Tricofero de Barry
Garantes que fas nas-
core crescer o cabello atada
aaa mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da caboca. Positivo-
mente impeda o cabello'
do cahir ou de embranque-'
oer, e inallivelmento o
torna espesso, maco, lus-
troso e abundante.
lu
'^tUia^*-
Agua Florida de Bawy
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E* o unicopsrfome noroun-
do que tem a approvaco officirU do
um Govemo. Tem duas vosea
ruis fragrancia qno qunlqner outra
eduraodobro do tempo. E'rcuito
mcia rica, suave o tlelicioen,- E'
muito mais fina e delicada. E'
mais pertinente e agradavel no
lenco. S' nuas vezas mais refres-
cante no baa o no c-.uarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debidade. Cura aa
dores de cabeca, os cansados e oa
denmaioa.
larope ie Yiia Se Beiter lo. 2.
DE
fif\
CO
airresDOTAi-a utoodj dotai-o.
Cura positiva a radical de todas as formas de
iscrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affsccoes, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
ancas do tiangue,.Figad o, e Rins. Garante-s
que purifica, enriquece e vltaliaa o Sangua
a restaura e recova o jeteme inteiro. 0 -i
Sabao Curativo e Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas para a cura das moles-
aa da pelle de todas as especies
s em todos os periodos.
Deposito era Pemambireo casa de
Franeiseo Maseei d*"Silva & G.
Atten^ao*
Compra so um pequeo buhar com toSos o
eus utensilios : a tratar na ra Urga do Rosario,
fabrica do cigarros Camaean.
Corinheiro-
Preeisa-se de um, na saboari& do Recite.
Attenco
LUZ M CRUZ MESQITA
66Ra do Bario do Triumpho66
(Attaiga do Brum)
Neste e^abelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todo^p os objectos tendentes a agricultura,
sejam:
chinas para fazer espirito, de destil-
restil'ar, alambiques do antigo e no-
emacoiu esquenta garapa, serpenti-
carapu^as, tachas, tachos, bombas de
bron^, de cobre e de ferro, de aspirante e
de rpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
nearas de bronze, de madeira e de*todos
os taannos-, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de rund para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro gulvanisado, arruelas e lcnqes de co-
bif, bombas con*innas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ing-'eza c do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazcmse concertos de todas as qualida-
dcs ecom toda presteza eperfei^o apresos
mdicos
Vendem^se a prazo ou a dinheiro com
descrmto.
GOTTAS REGENERADORAS
Mordidura de
e reptis \mv
Jos Emigdio de Christo Leal, r
em Olimla, raa do Amparo
ficado com a recei'a peifl
pai o tenente Felippe Manoel de ChriltO
Leal, preparavn podras itoaa -, attrahen-
to de qaalquer veneDO, tem para rcnlel
ditas pedraa acoropanbada de uma iadica-
cSo impresa a.
Estas pedraa lm sido applicadas m
crescido numero de pessoas o animaes mor-
didos de cSo damnado e cobras de diffe-
reutes especie* inclusive a cascavcl, sem
que jamis tenha tl >ado a cura em ao
a caso. Portanto es senbores apreciado-
res da caja, e pessoas residentes no campo
prenido eora tal antidoto esto isenta
H0i morrer de taea mordiduras um p-
rente, um amigo, um coropanheiro, final-
mente, racional ou irracional.
Slo conhecidas estas psdras a mais de
50 annos, eropregadas sempre con bom
exito o bo;n resulta lo.

Bitas Emilia nodrlsocs de
Almeld *
Jos Candido do Moraes. sna mulher e seas fi-
lbos, psssuidos do msis profundo pesar pelo fal-
lec I commadre, Rita Emilia Rsdrigncs de Almeida,
leonvidam aos seus parentea e amigos para asis*
tir- m as missas que mandam celebrar na matris
i da Boa-Vista, no dia -6 do corente (jabbado)
pelas- 8 horas da manhS, stima dia do sen talle-
cimento.
Madama Fanny Silva, participa arrodas as
Exmas. familias que lbe teem honrado com suas
ordena, e a quem dave tanta proteccao, que ipode
encarregar-se de qaalqoer encouimeuda concer-
nento a sua profissao at o fim do eorrento mes,
visto partir no prozimo mes para a Europa, afina
de comprar paraeeu atelier tedl qaanto for nsvi-
dade e de gesto; em Psris e Lonria, concarnent
ao toiiet Ui uma senbursv-. e hm> aedim chapas
i iianirillwijai h r leada j\ agaurda as-rmlens das
mesmti iaUsaai familias, q8 queiram honra'-a
cem qualquer encommenda. na certeza de que
camprir <. m toda a lealdade e rzactidao as or-
dena qne Iba forcm confiadas.
Ra do Imperador n. 50, 1 sudar.
m
ao Doator SAMUEL THOMPSON
Aa Carao mais inesperadas sao dcridas a este PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por exeelleneia de todas a^ perdas eSMrimentadaa
pelo organismo consegneoles a EXCES80S de PRAZERE.
Batas Oottaa dio ri^or aos orgaos sexaaes dos dons setos : curio iofallifsiinnte todas as aUeccSes
deaoraaadaa ESGOTiMENTO, usa codo Impotencia, Espermatorrha, Parda aeminaaa, ate.
O Frasco : 3 Francos (em Franca)
rodo fraseo qut uto trouxer t Uan da Fabrica refktrad a a anignatura
dore osr rigorosamanto......ssailn >>-CZ> <**f*
nico Fabrhanta
>ASIB, rnarxnsoia Oez.iv, rasa Soekaobouart, a.
FRAN M. d SILVA A C*.
D.poaita.ioa .
Premio
principal
:no caso mais
i aortunado
Marcos 500,000
AVISO
de
Os premios
sao
afiangados
pelo
Alto Cverno.
Mi ACABAR
PAZBSDAS E ROPAS
75-Htta Bflfi fin Gaxias75
Ao deaeonbeolifo lo Diarlo de 3 do
correte, sub o tltnlo ao Dr. Juia
ale orpbslcM
Os lut r>-s a&3 obrigados por ki a gastar com os
seos tutelados smente os seus rendimentos, sen-
do respensaveis pelo i xceden'e. O tutor des mi-
nores de que falla o deseooaeeido j se entondeu
com o Ezm. juiz de orphos a resptito delks
para.....conoeeel-os.
Ama
Preciaa-se de nma boa cosinfaeir, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companhia
a. 2. Prefere-so esersTa -e deve AMAS "
Pfeoiaa-se d& dveraaB, tratar das 8
horas da manbS s 8 da noite, na ra das
Flores n. 18, porta iarg. _______
tar c eosinheira
e de uma cosinbeira :
Preeisa-se de nma urna
ra rna da Aurora n. 187.
Aos Srs. proprietarifis e ediflcA-
dores
Na antiga e bem acreditada ciara de Ben!o dos
Santos Ramos, a rna do Vireoade efe Albuquer-
que (ontr'ora da Gloria) o. 87 enccntraiio oa tr.
proprietari8- edifieadores,' os eeguintes obje-
ctos :
Tijolos-dealreoarra batida.
Ditos quadrados de diversos tamsnbos.
Ditos-para forno de olaria.
Ditos de tapstmento.
Ditos para cacirr.ba.
B Telha t.
O proprietario desea conecituada olaria, scic.i
tfica aos interessades qne todos os seus producti e
sio manufacturados c.m o exci'1-ente barro d'upua
doce, do lugar Taqusry, tornando te por cerso-
gumte recjmmendaveis nao t para a caudr, por
nao ser hmido, orno c sio as d'agua sulgmhi,
mais tabem pela durafo. Outrtsitc, tcientifics
igualmente, que a ferma de euaa telh-s inaior de
jue qaalquer outra, sendo estas, ao mesmo tempo
sais leves par i:io rfcebere durante o invern
grande quaotidade d'agns, como sucerde com as
de barro o'agua saleada, Procos mdicos. 87,
ra do ViseotieW-d AHllaouerqce, notrVra da OI--
ria 87. Entrada pelo lado do crs, defronte do
peasadico.
Criado
Na ra da Msslfe de Deas n. 5, armaxem, se
preciso, do um criad para casa de familia, qae
aaiba ler e eserevr : a tratar das 9 s 4 horaa
da tarde.
((invite para tentara orluna,
aa nova grande lotera' do dinheiro de contado
flaneada pelo Estado d1 Hamburgo na qaal
eontorme o plano daa loteras que contina va-
lioso ha de rifar se em todo caso
Eis aqu oa pruuiiuo-OeatavvHatajdissiuin lo
eria em dinheiro detenta*,- qie contina at
agora, conforme plano nao ososa de 109.000|
ilbetes.
O premio principal no caso mais sto*
tunado
Marros 5O*.00.
Premio: 80U.O0O M
I Ganbo de 200 (M0 <
GanhosdelOO.OOO >
I Ganho de !"0.000 >
> 80,000
Ganhoade 70,000
I Ganho de 60,000 .
GanhosdeA 50,000 .
I Ganbo de 30,000 .
SGanhosde 20,000
15.000 >
10,010 .
se i 5,ooo
Estes premios hija o
paitir-sc por sorlekis
lOGGsns.deaO OM
2.000
519* 1,000
SIS m 500
I O 300,200,
1"0 Mareot
31 O Gsnhos de i
145 Mareor
*>OGanhosdea VJi
100, 94, Marcos
S*Jo>0 Ganhfls de a 67
40, 20 Marcos
Totaidad: 50,& 0 G.
que houver, devem re-
dentro do praso de pou-
eos mese i in 7 clastes.
O premio prrnetpa* dar primeira chtaso imper-
oava M SO.iit'O; ad& h< r. sceataad aa spgun-
1a clas.'e M. dO.VOO, na ttreeira Af.
90.000, na quarta M Hd.OIlO, ua quintal
i M. OO.OOO. na sexta M. IOO.OOO, ns
clima M. 9IKMIOO, e junto com o premie
casual te M 3OO.O0O M. SOir.UOO.
A disposi(2o do n*vo plano continua t in pe
feita skiriCihanc-i com o prtduninan'e ule agora.
P.iraci.ii.i iios"ireoj primciraMnsar
que se verifica flicialineute, estao colados ot
leguiutis pri?os :
Para um bilhets original, o enterro' Marcos 6 on
6 sn moeda ingleza.
Para meio Luneta cr g-nal Marcos 3 ou 3 sh|
moeda ingleza.
Para um quarto de bilhete original Marcos l'p ou
i sh 6 p, moeda ingleza,
Est t b rctr gari>niiuB pelo Alto GovrrncJ
(uo to pioincesaa prohibid.is) jonto com o pra-
iio original maudo tu pura toles i>a legares por
muiUB disiauti-s que s>j-m ennira nieara OS
valor pille adiautad'j. L go de terminada a
fifi, cada nm doa pwtreipanti'S roetberi dt
mim a Har ofHctnl In c\l < <;;i< rom
sjo' sti'Ju predio requere) a.
Os iioNo* piiius d-j aoireu, eaiisabadjs coor"
as Anona do Kstfmlo, e dos qua>s c ns
t-irao os pn mos e sita diatrirxiicAu as 7 clns-
cts cu o remetterci |;ii p [lagKiut-nio c o enfrenen dos rc-pee
tlguein em a loatH mintnia dtnors
ob toda cauteila c d:acrrpr;.
3B3f* .-ara <,i lifta* biihi i. p, queiram ulirar
por -arla icniiiraila n kioiwM de iianc ou ordem so-.
r i i n U.uJrs.
2Ty^ Attiitcuo h- qn- se vae itpri xaaaodo
soneto queira-te, com loda a conai:^a d'aqui
em oante
c rada dia enderecar-se at
15 de Avi-l p. v. I
Satmtel Hedsctier senr.,
Banqutiro e Cambista etsi HAMfiGO
(AHemanlia)

^^f'^r^^

PREPARADO VIPHOSO DEPURATIVO
APPB07A0 PELi JDItt DE HYGIEUE PUBLICA DA GORTE
Antorisado por decreto imperial de 20 de Jiinho de 1883
Coraposciao de Firmino Candido de Fgueiredo
EMPREGADO COJI A MAIOB ErTICACIA NO EBEUHATI8KO
DE QCALQCER TATDREZA, EM TODAS A3 MOLESTIAS DA PELLE, HAS
LEDCOKRI1EAS' OU FIJ0HE8 BRANCAS, NA ASTI1MA
BRONCHiTES (molestias das vas respiratorias), nos soffsimestos
OCCA8CONADOS PELA IMPUREZA DO SANGDE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORHaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P dk Cunha
As importantes curas, que cate importante medicamento tem produzido, attes-
tadas por pessoas de elevada posicSo social, fazcm com qne de toda parte seja elle
procurado, como o melhor e maia enrgico depurativo do ssngue.
Depurar o sangno, como eondiySo de uma circularlo benfica e eflica^ eis em
qne consista principal mente o meio mais seguro de conservar a saia e de curar aa
molestias que a impureza do cargue ccasicna.
f3~ CajTTtbbx; pela su* aerlo tnica e enrgicamente depurativa, D medica-
mecto que actualnents poda conseguir esso resultado sem prejudiuar nem alterar as
fancc,o;s do estomaga e dos inrostioos, porque n5o conten substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que consiituera a base principal d'este medicamento.
As rnuitas cursa que tem feito, estSo comproradas pelo teatemunho doa dis-
tinctos e coirhecides cavalieiros qae firman os attestados, qtw este jornal tem publica-
do em sua secrao ineditorial.
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
A' venda em muliasi p-armacir doBnisii du riirangelro
OPPRHSSl
T09B1
fiht tiCmz esh
.spira-se a fua'-r" que penetra no pello acalma o gymptoma aervoso, raclilU
a expectoracad e iarorlsa as funccAca dos urgoos res; -tratnos.
Tini esa nlsamia asi eaaa da t. BaM*IC. f t. t vm ai-Usarn, esa Persa
- ^yiJMrvtf w jfrrMftaiHmLMB4&f" *.** *1 VA*c%f.. ^_
Rita Emilia Rodrlsraes) de
lmpida
Luis Antonio liodrigues de Almeida, seus filhos,
genro e oras, agradecen! cordialujente_ aos seos
parentes e amigos qne se dignaram assistir o en-
terro de sua sempre lembrada filba, Rita Emilia
Rodrigues de Almeida ; e de novo cunvidam aos
meamos para assistirem jas inissas qne m>ndam
celebnr na matris da Bca-Vists, as 8 horas do
dia 26 do crrente (Babbado) stimo do seu passa-
mento.
D. uaria Angosta da Foaiec
Cosa
Dr. Maduro. Binas, c genro (ausente), convi-
dan! seus parentes e amigos para -assistirem as
missas que mandan^ celebrar na matriz da Boa-
Vista, no dia 29, as 7 \( horas da manbS, pelo
descanso eterno de sna presada fllha, irm e es-^
posa, fallecida na Babia.
n. nai la Clemenllaa de Moraes
e Maito*
Joao de Moraes e Mattos, Dr. Jos Joaquim
Tavarea Belfort, sua mulher, sogra e filbos, agra-
decem aos amigos que csmparecersm as missas
de setims da, resadas por alma de saa> virtuosa
mulher, querida filha, neta e irnta, MiriaClemen-
tina de Morraea e Mattos, e de novo convidam aos
seus amigos para assistirem a missa do trigsimo
" ,do 26 do corrate, s 8
do Paraso.
dia, que ser resada sablfcd
horas da manbS, na ieieja
Custodio Francisco Martina
Trigsimo dia
Maa Il.inoria Tavarea Martins, sens filhos,
genro e cuchados, convidam a todos os seus pa-
rentes e amigos assistirem as missas, que pelo
eterno descanso de sen extremoso esposo, pai, so-
groe cunando, mandam rosar na matriz do Corp
Santo, a 8 hjias da manha do dia 28 do corren-
te, trigsimo do seo passameoto. Desde j ante-
cipam seu sgradecimento por este acto de rcligio
e caridade
IisrlK Clementlno Carneiro de
Etjrrst
1. annivprsario
Goilhermina da Conceica Barios Carneiro, o
Dr. Manoel Clementino de Barros Cnmeiro, Mara
do Carmode Barros Carneiro, Jos Francisco Car-
nsiro, Lucia Carneiro da AnaunciacSo, Francisco
de Paula Ferreiiarda Annuociiicao, Tertuliano de
Mello Carneiro e Francisca Mara Cielhi pedem
aos seus amigos e aos de sen presado esposo, pai,
irmSo e canbado, Luiz Clementino Carneiro de
Lyra, o odseqni de assistirem a algumas missas
que mandam celebrar por sua alma, m convento
do Cirmo do Roe fe, s 8 horaa da manha de se-
gunda feira 8 do crreme, 1 anniversario do
seo fallecimento.
iemiaMmmmiarTT-^^^gsgzm3m
Companhia lzina Pinto
S2o convidados os subscriptores dests, compa-
nhia para uma -reuoio de nssembla geral no dia
2 de Abril prximo vindonro, ao meio dia, no es-
criptorio n. 11 roa do Commerei e-fim de ser
discutido os seus estatutos e resolver-se eobre a
fundajo da meraa companhia.
Licenciado pela Inspectora, Geral de Eygine do Imperio do Brasil.
PREMIO NACIONAL
de 16,600 ir.
Grande Medalha de OURO
Encerrando todos os principios das c
APERITIVO, TNICO e FEBRFUGO
quinas
Agradabilissimo e de superioridade pro-
rada sobre todos os preparados de quina,
contra a DepressIo de Forcas, as Af-
fecces del Estomago, as febrbs re-
beldes, etc. -

Omesmo FERRUGINOSO
Reoommendado esotra o Debaoferameiwo
do sangoe, a GhiOro Atebha, e ai
Consequewcias do Parto, etc.
Vw 1
v,'

>
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P&ris, 22, roa Drouot, e as prmclpaos Pbarmaoiaa de Maado.


Sg*,'.WWJ Wi:".*4WW^
>;/' -Jr-Va
.''BM^WH
I
I
I.-'.

J
I
I

:,
*

Mario de /PwnumbneoSesta-'teira 25 de Marco de' 1887
Caixeiro
Frrri n- de um menino d*tt 14 annoi,
t*ttJM> raa, a Red n. 11.
Para cosinhar
Freeisa-se de urna
ama para cosinhar,
mas que cosinhe bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra Duque de
Caxias, por cima da ty
pographin do Diario.
Jalroph
Manipoeira
Esse medicanuato de urna eficacia reconbecida
no beriberi e outraa molestias era que predomina a
bydropesia, acha-se modificado em ana prepara-
cao, iiracas a orna nova formula de um distincto
medico deata cidade, sendo que tmente o abaixo
assignado est habilitado para prepaial-c de modo
a melhorar lbe o gosto e cheiro, iem todava alte-
rar-lbe aa propriedad: medicamentosas, que se
conservan) com a mesma oetividade, se o i maior
em viata do modo porque .elle tolerado pela
tfiKttfo.
Calco depotlio
Na pharmacia Conceico, ra do Marques de
Olinda n. SI.
Uezerra de Mello
Ao eoinmerco
O abaixo assignsdo, eatabelecido na ra Impe-
rial n. 147 coropadaria, declara ao publico e s -
pecialmente ao comrrereio, que nao tem nem nunca
teve transaeces com nutras casas a nao ser a aei-
m<> dita, e por isso nao se responstbilisa por qual-
quer debito que nao for f. ito poi elle proprio.
Reeife, 32 de Marco de 1887.
Maooel Gomes de Paiva.
O.
jrfiOftDLTQS. HGLOG1C0&
ULYSSC ROY, en PoKars (Fnuif
mlsPRQUST, Stwr & Genr
* aNrrome oxuintloo aoaVfabas defcfloo................1 mVttemS*wm
AKc.coleg\aoaaelatCo9nm*tl00b iPftrfurt es para lod.oaIJr,ore,.>s 100 (rasa* 300
f,toMtcla --- Mi
Deposilarlos em Pirnambueo /
Peitoral de tambar
PBEQOS
.as agencias : frasco 2*500, 1[2 duaia 13* e
du?ia 24*000. ,
as sub agencias : /rasco 2*800, 1|2 duzia
15*000 e duzia (8*000.
.'Agentes e depositarios geraes em toda a.pro-
hela -r Francisco M. da Silva & C, a roa do
Jjarquez d Olinda n. 23
Fabrico de assucar
Apperelhos econmicos para o cosiroen-
ta e cara. Proprio para engenho peque-
o, endo Mdico em pref o e ef
feetivo em operaco.
rod se ajuBtar aes engentaos existentes
do systecoa velbo, melhorando muito a
quadade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Usinas grandes ou engenhos centraes,
masbinismo apereicoalo, systema moder-
no. Plantas completas ou machinisrno
separado.
Especificarles-e informac3ss com
Itrowns C
5*-RUA DO COMMERCIO-5
Costreiras
Precisa se com urgencia-de per-
feiln*. inu II aprcenlar He nao *
lando aeusi coinlc. *e, pava-de
bem. Alfiler de inHilime Vnttnj. run
do Imperador n SO 1 solar,_______
Arrenda-se ou vende-se
um sitio com alguna arvoredos do fructo, planta
de capim e ortalices, ra de S. Miguel n. 148 :
Sioem quizer dirija-se roa da Impcrntris n. 13,
oja._______________ _
Cosin/ieira
20*000
Pagase 20*000 por mes a urna perfeita c:si-
nhiira, para casa de pequea familia, prefenndo-
se de meia iadc e que eji de_ boa mora!, raa
do Paysand n. 19, passando pnute do Chora-
menino : quain nao estiver em condicoes esensado
apresentar-se.______
Cuyas pira sentaras
Hun Duque de Casias na. 61 e *3
De seda e arrendadas, o que ha de mais mo-
dqrao, a 40*000, para concluir._________________
Francisco da Rocha
Precisa-se saber, a bem de sena inreresses, de
Francisco da Rocha, filho de Agostinho da Kox-ba
e Lniza Tbereza, naturaes do logar de Caparide,
freguesia de,8. Domingos de Baa, Conaelho de
CascaeB, districto de Liebia. Este senbor veio
para esta cidade em 6ds de 1873, aonde exerceu
por alguna anaos o 6fficio de marmonsta. Agra-
dece-so qualquer informacS^ na ra Primeiro de
Marco n. 16.
>.\\\\\\\\\wfjjjiziiiiiim
NOVO
g THERMOMETRO MEDICO
de Lon BLOGH
[nrrojauml
Systema extra-ttensivel
Qui ni o experimenta variae?o alfruaaa
dcTida a contracefio d* rldro.
Adoptado ptlt teitrr.a do Medicin ti fttii
t 22 de lepembro do 1SS5.
T*4m m lutrsntntu truta L/JUL *
ehto bu principara Cana da Initnananto
de Cimrgla.
Tanda a Grosso: 18, m alkoij, m P1BI2
i-
Deposito en animim :
FRAN- M. da SILVA & O
as principaea Pharmaolaa.
iTirruiiiiit wwwwxw
ELIXIR
de
IGRAS
CMlot-Mf-e*** ateaitNM>
(Diteotirm m JVjnlwi, INaatoM e
CONTRA A
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
su annos d succesM oemonrtririo uperiorKUde deste aUafflnto urs tir o sopette t tasr digerir. euu
DYSPEPSIA i VMITOS X DYSENTERIA
CLICAS T ACIDEZ SO ESTOMAGO DIARBHCA
-^Sj MV9 rllinr rreumrtUuintr para nn j-run,, rl,,>qur,i,l,^. pf>-
PSJtn, Ph". 9. ra Le adetier. StpaiiUrios a Pernambuco : FKAJI" M. da SILVA 4 (".
as ver-
??. oasaa\ROOaVR AL30D/.0
RtlS & SANTOS, tendo obtido agrande redug^Jo nos presos das ...
dadeiras Hat binas Americanas para descansar algodSo, estilo vendendo a
por eerra, com 14 % de descont, a
.Roa do Mrquez de Olinda n 56 A
Urna professwa
Precisa-se de orna genhora, d eondacta afian-
oada, para leccionar, ero nm collegio, portugus,
francs e msica ; infoMBar^se na ra Marques
M Olinda a. 8.________________________________
Renda hespanhola
EA DUQUE DE CAXIA8 N8. 62. E 88
Renda preta hespanhola, toda de seda a 44000
o covado.
Ao publicas c ao com-
niercio
O abano assigaad), rnt rando-se teroporsria-
mentopara Europa, deiza como seus procurado-
res os Srs. Jos das Neves Pedros, 11-arique
Soncalyes Dins e Fortunato Pinto da Motta, seo-
do 1, 2 e 3 na forma emque se acbam coloca-
dos. Aprcvei'a a occasiao para despedir-se de
alguna amigos que o nSo fizesse pessoalmente,
offereccndo-lhes 03 seus limitados prestimos no
reino de Portugal.
Becife, SI de Marco de 1887.
Jos Gongaives Das.
;
Pr^cisa-se
de daas amas, urna para engommur e ontra para
cosioha : aa roa do Kiucfiuello n. 17.
Engomniade,ra
Precisa-se de ama boa engemmadeira, que en-
saboc tambem, para casa de pouciv familia, prefe-
re-se escrava ; na ra do Riicbuello n. 13.
Atten^o
Precisa-se de homens ou meninos psra Tcndei
na rus, paga-te b'tn : na rna do Jardim n. 27.
Pa6a
lf|t*MjH*i
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAT
Pharmaceutico de 1* Clamas*
AppnvU' *U JuaU d'Hygiene da Rlo-dt-Janeiro. Emjregtau m
Hospiaes de Pars e nos de Marinha
A Pptona producto de digestao da carne de vacca pela pepsina de Chapotkaut
extrahida do estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, inme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
eiroulac&o venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-lhes o estomago.
O Vinho de Peptona da Chapotaatit po.- isso indicado as molestias que
tem por causa as ms digestOes, as attfeccdes do ligado, dos intestino, qas
gaatrites, na anemia, na chloroae; as molestias do peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digestoe* diffUtH e loboriotot.' Este Vinho alimenta as
etwatspas, que nao support&o a comida, augmenta a secreto do leite das pessoas
rcxiao e torna-o mais rico; fortifica os vtlhoi e le>-nta promptamente as (oreas
nstit'n/ittisii^,
A Conserva da Peptona de Chapoteaut, que pode ser empregada interna*
mente e em clysteres, tem o poder de alimentar durante mezes os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao poss&o tolerar alimento algum, os cancerosos, os
que soflrem da bexiga, dos rins e da medulla espinnal.
nao confundir a PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outrm ft*rica*U
com carne d caoallo e vegeta* fermentado.
Deposito em Paria, 8, Ru Vivienne e zxas principaea Pharmadaa.
MMM>MMtMWM**HMMMMMMWMMMIMM>
Chegaram
Os retratos Americanos
EiiiiXjisifo
Na Livraria Frahceza a raa i* de Alar-
go e na, \Flu,minensA a ra do BarcLo da
Victoria.
POR tojOOO
Um lindo e perfeito retrato, pintado a olj, com
rica moldui'a{dourada e conloes de IS oom duas
borias de seda, proprio para urna sala de visita,
ou misma para um presente.
Os meamos commuldura de laxo'30i a 50JOOO.
Para encommendar bastante.mbndar um re-
trato em cartSo de visita nao importa que sejs
antigo. dixendo a cor dos oihos e do cabello vem
um perfeito retrato desejdo.
Ageftteem Pemambuc
Jos Augusto Dios
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Celluloid
CHEQOU OS COLLARISH0S,. PEITOS E
1UNH0S
Para homens t aenhoros
Especfaes
Para THEATBOS, BAILES, PA8GEIOS e
particularmente a quem viaja em ESTRADA
DE FERRO, um collarrnho dura sempre, limpo e
prompto psra nao de i a 6 meses.
Deposito da
GellttloWWly&C. Mu-
ll
A Loja ds lastras zoes
BA DUQUE DK NCAX1AS 61
PARA
os Auis*DA mm mi
Capa para senhoras
de damass
cachemira
e merino.
Recbeo o bom March
El DttdiJ Caxias 1811
0 48 ra Duque de Caxias
Chamamos a attenc3o das Exmas. familias para um esplendido sortimento de
fazendas que vendemos por pr^os sera competencia.
VER PAKA CRER
GuarnicSes de veludilho bordadas a vidrilho, 74000, urna.
Cachemiras pretas, 1^000, 1,5200, 1,5400, 1,5600, 1,5800 e 2,5000, o_ covado.
Ditas de cores, 900 rs 1,5000 e 1,5200, o dito.
Dita broch bordada a 15 e seda, 1,5500, o dito.
Lindas ls roesc-ladas de seda, 600 rs., o dito. .
Ditas ditas com listrinhas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas ditas cora listrinhas e quadrinhos, 400 re-., o dito.
Ditas alpacas lavradas, 320 rs., o dito.
Setim damass, novidade; 320 rs o dito.
Dit) dito com listrinhas, 320 rs., o dito.
Dito Macau, 800 rs., 1(5000 o 1,5200, o dito.
Dito preto, i,J200, 10400 e 1,5800, o dito.
Merin-setim preta, 10500 e 10300, o dito.
Grs de aples preto, de 3000"), 30500 por 10800 e 20000, o dito.
-Fostao branco, fino, a 400, 560 e 800 rs. o dito.
Dito de c6r. phantasia, a 320 ra o dito.
Colchas bordadas, a 20500, 30500, 50000 60000 e 70000, urna
GuamicScs de crochet, 80500 e 120000, uma.
Cortes de cisbemira para vestido, 200000, um.
Punhoa e colerinhos para senhora, a 20000, um.
Fechs de II, 10800, 20200, 20800 40500 e 60000, um.
Ditos de peluda, preto-, 60000, dito.
Voludilhos lisos e bordados, 10000, o covado.
- Ditos bordados a retrez, 20000, o dito.
Leques de pao, muito finos, 500 rs., um.
Ditos dito, 10000, 20000 o 30000, um.
E muitos outros artigos gue se lombrarao na presonca das Exmas familias.
Henrique da Silva Moreira.

Gottas
4 "* ~
BRONCHITES. TOSSES. Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUBA. H APIDA E CERTA PELAS
TROUBTTl-I
Con CSESOTB de FAIA, ALCATJtAO Ae N0RBQA e BALSAMO de TOLO
Este preparado, infeUivel para curar radicalmente todas as Molestias das
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efflcaz.
o nico medicamento que lem de nao fatigar o estomago, o fortifica, reconstitue e desperta_
o appetite : duas gottas pela manhi a i tarde bastam para triumphr dos casos mais rebeldes.
DEVE-SE EXIGIR O SELLO DA TJNLO DOS FABRICANTES.
Deposito priicipal: TROUETTE-PERRET, 264. badei4 YalUra. PARS
Depsitos em Pernimbuco : FRAN- M. da sn.VA a & enaa prlnclgaes phannadjs.
A' Florida
Ra Dnqoe de Caxias a- O
Chama-fe a attraco *s Exmas. familias par
os prtcos segniotes :
Gatos a 1*000.
Lavas de pellica por 2*500.
Lavas de seda c6r granada a 24, 2X500 e 3#
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albnns de 1*500, 2t, 31, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Lnvaa de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retratt- a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*5C0 c 3* ama.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 600 e 600 rs.
Espsrtilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Pentes para coco com inscripcao.
Enchovaes para batissdos a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 enveiopea por 800 ri
Capella e veos psra noivas
Snspeucorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
MSo de p=.pel de cores a 200 ris
Eslojos para crochel a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qiiaresia
Leques para menina a 200 ris.
Liuha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largara 600 ris,
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200.
Cambraia tapada.
Galo de vidrilho metro 1*.
Franjas de vedrilho al*,
Luvas pretas de seda e Escocia.
Franjas e gales finos a 2*500, 3*e 4* q B
Alia novidade
Leques transparentes a 3*C00
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 l*01O e 500 ris
BARBOSA & SANTOS
Armado
VENDAS
Vende-se barato dous hbitos de irm&o ter-
ceiro franciscano, com os compeetntes cordoes, ji
usados; na ras veiha de Saota Bita n. 14, sobra-
do, das 9 horas do di a 1 da tarde, se dir quem
os vende.
0 mili Simples, o rrf '-' : <- *-l BMeu tos REMISIVOS
| INDiaPKWSATK. at Fa MIUA8 avosi "VX^. X
USADO NO MUNOC l>TEIRO
A Cmam BIGOLLOT ped os Bar^i Mvdio.-'i compradore VERDAOEIRO PAPEl HiGOLLOT
ft em coda (StM
t tm oda folba,
trai tscrtpta
em Tinta ncarntd*
tfrmt
tas
FUNDICAO GERAl
ALL4NPATEKS0NC
N.44-^Eu ido.Brum-N.44
03NT0 A EF f A()A0 DOS B0JDS
1 d 'a vender, por pre, modicosp aa segu s fengenB:
-jac diras, batidas e caldeadas.
Crivac diversos tamanhos.
Rodas de-spora, idem, dem.
Ditas angolares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para iardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalb.
Vaporea de forcea de 3, 4, o, 6 e 8 cavatlos.
Moendas de 10 a 40 poegadas i palura
das d'agua, syatema Leandro.
regam-se de conciertes, e as. entoOMOto de macbinismo o exocwtar iui
.Irabt perfeicao e prestis.
Aos l.W:0OO$OOO
200:000000
100:0004000
Vende-se pea de ebrotons para ornar salas,
tres malas novas para viagem, uma cadeira de
piano, obra muito bem feita e duas tulipas (jar-
res para floree) ; na raa do Marques do Herval
n. 23, ltja. __________________________________
Vende-ac um pequeo sitio no lugar Campo
Alegre, com 350 palmos de frente e 300 de tundo,
todo cercado de cerca nati#, tendo boa baixa de
capim e diversas fructeiras, eom casa de taipa,
pecbincha : quem pretender dmja-se ao mesmo
lnr;ar a tratar cem Mantel Joaquim Alves dos
Santos_________________________________________
Le m branca
Fantasa para crochet, em fios de l e seda, de
diversas core.
Contas de pedra lapidadas, completa variedade
em cores.
Gaarnices de IS e teda com bollas de madeira
polvrrisadas, para eafeiUr um elegante vestido.
Bonitos bicos de tdres, sortimento completo,
rendas bordadas para vestido, ditas emseda hespa-
nhola, creme e preta.
Commodos e elegantes espartilbos para senhoras
e meninas.
Todos estes artigos c muitos outros vendem-se
n casa do
Pedro Intime* dk t.
63-RA DUQUE DE CAXIAS 63
Precos resumidos i .
NA
Nova Esperanza
Venda de terrenos
QVende-se em grandes < pequeos lotes os terre-
nos do sitio, qne na estrada dos Aflictos, fica jun-
to a capella e defr nte da estacao da linba frrea
do Arr>.ial. Quem oa quiter comprar dirija-se ao
Dr. Portella em sea eaeriptorio a ra do Impera
dor n. 65, 1- andar, oa i. cara de eua residencia
nos Aff tos. ______
"
-# Medalha de Ooro na ExpoaiSo nniTeraal 1678 "
- BOR0EO3 (FRANCA)
* Dopotitoi em todas u tindat do Comastlblti. :
ttfftttttttfftttfft*
DE 3 B
E favor dos ingenuos da Colonia Orphanalogica|Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBGO
RltloCtilii a 14 I8 Mi o 1881
0 thcsoureiroFraneisco Gonfalves Torres
k
de Marco n. 6.
Participam. ao respeiiavel publico que, tendo augmentado seu
estabelecimento de JOIAS com mais uma secgao, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTR-PLATE, convidara as
Exmas. familias e seus numerosos freguezes para visitw seu estele-
cimento, onde eneontrarSo um riquissirao sortimento de oas de oaro e
prata, pttvtss, brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de curo,
prsta e nikel.
Os artiges que recebara directamente por todos os vapor sao
ejecutados pelos mais afanados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par daa joias de subido valor aeharSo uma grande variedade
de objectos de ouro, prata o electro pate, proprios, psra presentes de
casamentes, bi plisados e (^noiversaries.
ero em rcl5lo ao pre?o, e nem quadade, os objectos cima
mencionados, encontrado concurrencia n'esta praoa.______________________
\ .
Vende-se a armacao da casa n. 10 da ra do
Rangel cedendo-se a casa ao comprador.
WHISKY
KYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escesses preeriya
u cognac ou aguarden,* de canoa, para fortificar
j corpo.
Vendese a retalho nos hi lheres armaseas
nolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cajo Bo-
rne e emblema silo registrados para todo o BraL
_________BBOWNS & C, agentes
l'inho de Riga
MATHUE3 AUSTIN & C, receberam ultims-
mooto um completo sortimento desta madeira,
como sejam : prancbes e tabeas para assoalbo,
da melhor qualidade e de diversas dimenaSs, e
que vendem por precos commodos, 6 reducidos,
conforme os lotes ; no armazem do caes do Apollo
n. 51, on rna do ommcrcio n. 18, 1* andar,
Pechinchas para acato!
59 Rna Saaae de Gaiias 59
Nansocs cores firmes a 160 e 180 ris d cova-
do. .
Cretones claros e escaros a 340 ris e dito.
FustSes com Dalmnhas de cores a 240 ris .o
to.
dildem branco finos a 820 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de seda a SCO ris o
dito. '
dem branca para Exmas. nsivas a 500 ris o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 5(0 ris o dito.
Sctins de cores, branco, e preto Macj a 800 e
1 o dito.
Combraia de forro preta a 1*200 peca.
EsguiOes de linho de 10 jardas a 4t% e 4*500 a
dita.
Madapolo pelle de ovo de 20 ditos a 6*500 a
dito. J
Algodoes superiores a 3*500 e 4* a dita.
Brim de cores, lindos padrSes a 400 e 500 ris
o covBdo,
dem psrdo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito
Cambraia branca bordada a 5*500 a peoa
dem Victoria fina 3*200 a dita.
Bramantes de algodSo superiores a 900, 1*200
e 1*500 o metrt.
dem de linho puro, do melhor, a 2* o dito.
Lences de dito psra cama de casal a 1*800
um.
Colchas de ganga idem a 3* orna.
dem idem para aellei-os a 2*500 ama'
Colchoes franceses, grandes, a 15* um.
Ceronlai de superior bramante a 12* e 16* a
dasia.
Meias inglesas, cruas, a 2*800 e 3*500 a dita,
Lencos brancos e de cores a 2* a dita.
Meias far disneas a 2*500 a dito.
Gaardanapos bordados de linho a 2*400 a dita.
Camisas francesas superiores.a 36 s a dita.
Cortes de meia casemira a 1*800 e 2*.
dem de casemira superiores a 3*000, 4*500 e
6*000.
Para a quaresma
Mermes preto, sortimento sem competencia,
precos de 1*008,1*200,1*500, 2*000 e 2*500 o
covado .-na
Grs de aples, verdadeiro de Lion, a 2*500
e 2*800 o covado. ,
Cachemiras preta com salpicos a 2*000 o co-
vsdo.
Veludilbos lisos e bordados a 1*000 a 1*200 e
dito.
Mantilhas brasileira a 5* ama.
Fil de sede bordado a 2*800 o metro.
Fichas, idem, grandes a 7* nm.
Cheviots superiores a 2*500 e 3*000 o covs-
do.
Casemirss, pannos, 8edans, merinos e todos os
artigos para o uso domestico encontra na aere
ditada casa de
Caueiro da Curia i,C.
Vendas en grosso damos
deseontos
59 Rna Duque de Caxias 39
>.
t
l
N



Allencao
Vende-se ou permutase uma casa terrea sita
na travessa do FalcSo n. 12, com 2 salas, 3 quar
tos, cosiriha ira, grande quintal e cacimba,1 por-
tao dando sahida para a rna dos Ossos ; a tratai
na mesma com a proprietaiia, e esta taj todo
negocio por ja ter o despacho do juis, at para
bctal a em leilSo, podendo apresentar os docu-
mentos aos permutadores, desejaodo tambe,m_umr,
por troca, anda que aeja pequea, porem iqw es-
teja nova e bem construida.
1
Navidades
SNDALO de MIDY
Avprovado pela Junta d'Hygiene do Ro-ie-Janelro
Siippriine a Copahiba, as Gubebas e as InjeccSes.
Cora em 48 horas todo e qtwlquer corrimento. ^-da maior
efficacia nasaITpccSes da bexiga, torna as urinas claras por mais
turvas que sejilo. Depcsito era Parin, S, rrre Vivienne.
A loja das Estrellas raa Duque de Caxias n.
56 receben pelo ultimo vapor da Europa msntele-
tea de cachemira o damtce preto ricamente enfei-
tidos; renda hespanhola, cortes de gurgurlo de
seda preta e de cor, sortidos, guarnieres de vi-
driihos, cachemira a 700 ris e 9*000, setiospre-
tos a 1*000 e muitos outros artiges que se yenda
dor barato preco._______________________________
Cabriolets
Vende se dous cabriolets, sendo um descoberto
e outro coberto, em perfeito estado, para umoa
dous cavslles; tratar i. ra Duque de Cairas
n. 47.

"ssr*
i


Al
rema

ta-ieira 25 de Maifo de ldS**
LTTRATli
u
JOCIMIA
'esastre mi
i nou Roberto co.
Sino, sSo BU'
ro. Polo meaos i
re o que podo 8 ir o
POR
H
ARIO UCHARD

XXVIII
{Continuaf&o)
velho
Um trabalho maifl bem organizado..
Eis s phrase, a solugSo ahi est 1
Chamam-me uo utopista, um
louco!... Sebe, visinho, que nao fago
senao applicar a rotina estpida que cen-
tenas de estafes oras da America pra-
ticam ha annos. Todo o systema consiste
na associagilo das forgas e desmeios.. -
Que fizeu? como diz Jocunda : como sim-
ples proprietario da granda Lultura, sor
me de machinsroo como egosta, excitan-
do a inveja dos pobres diabas reduzidos
aos seus bracos, que viam as machinas do
Sr maire fazer o trabalbo de um batalhSo
arando, semeando e colbendo... Qaando
t o ciume trabalhando e as caberas es-
qneutadas, perguntei Ihes porque nao fa
ziam como en.. Como homem bom, um
anno eraprestei a minha ferraraenta a dous
ou tres dentre elJes; ellas acbaram to
grande economa de trabalbo e de tempo,
para um resultado superior, que no anno
seguinte outros vieram fllar-me para obter
o mesmo faror, mediante locagao dos ins
trumentos... Era o quo eu esperava. Es-
tavam seguros! Vizinho: veja como sou
tor-
lassidSo.
eases desespe-
dizem. Serapre
amor... Mas j
roandei arrae r um dente I... Partindo
dahi por approxiuoagilo, posso fazer idea
muito clara das mais extremas sonsacos...
Yoltemo8 atrs. Que pretende fazer ?
Deixar inj-viver !... exclamou Rober-
to, quasi oom impaciencia, j que me prez-
teu esse bello serrino de obrigar me a ar-
car sendo sou administrador.
Ir grato!... Voa faz-.l-o assistir
experiencia de urna nova machina !...
Roberto n3o pode deixar de soirir.
Est zorab.-mdo de mira, mou caro Sr.
Sarrazin; e tem razio, porque, realmente,
sou muito estpido; mas tudo me tilo in
diferente...
recido quantia importante,
gao.
XXIX
Ta ta I ta !... suspiros, sso ven
to !... t Nao que eu faja pouco na gente
triste; devo existir... para fier a g-mte
de juizo apreciar 88 vantagens de um coi-a-
gito livro das grandes paix5as heroicas I...
A vida ra3s simples do qua tud sao,
visinho!... e o mal de muitas almas sen-
siveis, bem equilibradas, dramatizar a
sna existencia a modo das tragedias. A
felicidade a li natural. Todo o homem
a traz era si... Unto peior para aquelle,
que nilo sondo nem enferrro nem idiots,
nem maneta, nem coso, nao sabe sanan
amarrar urna pedra ao peacogo o ir adrar-
se so lio !.. Urna infiel enganou-o...
Quasi morreu por aso !... Mas, agora,
toda essa historia est acabada. Cousa
muito deploravel eu o concedo, accrescen-
tou notando um gesto de Roberto : mae,
emfim, o que certa quo estando desva-
necidos os seus sonhos, entra sgora em
outra pbrase deaegao... E parece-mn
finorio! Hoje, por effeito do urna contribu-1 q ^ ^^ ^ letaincnt9 ndif.
$&o proporcional, tirada do es
colheita, o meu celebre machinismo perla.t-
ce communa. Est pago sem qua elles
tara isso dasembolsas sem um sold !...
!u nao iiz nenhum adiantamento.
Industriei tito bem os meus administra-
dos, que com varias applicages do pro-
gresso elles aproveitam e vivem coa mu
to menos: gaz e agua por toda a parto!
A associagilo, visinho, a associagao I... e
a cooporagao!... nao ha nada como isso...
O borneo s, reduzido nicamente aos
seus meio3, pode ser um animal muito bel-
lo, digno de oceupar o primeiro lugar na
historia natural; mas, boje em da, e pelo
modo porque correm as cousas, o animal
humano eaminha para entrar afinal na ter-
ra da proroissao... quero dizer, a organi-
aacao social... que eomagamoa e que vai
ser a grande obra do seculo XX.
Os
lerente garantir o socego *o seu fatal des
tino.
Que quer dizer?
Quero dizer que est muito descan-
tado, e quo talvez Bfja lempo de tratar
dos seus negocios!... pira mettar-lhe
a pulga na orelha e despertal-o, que fallo
assim.
Tem lguma noticia Jdesagraiavel a
dar-me ? perguntou Roberto, um pouco
abalado por essa palavras.
Nada .bsolutaraante 1... Estive hon-
tem om Poinsinet, que nao diasa nada da
novo; mas cu convidei-o para almocar
commmigo araanbS; um dos seus empre-
gados, qna elle mandou a Pariz, de-v. vol
tar esta noite para dar conta do resultado
das suas pesquizas no Thesouro... Mas,
dever praoceupal-o, a
o que parece-raa dever preoecupa
icollecgao que nao pdeter-se evaporado em
medrosos chamara sso urna revolucao. <^ue Londregj fos89 depositada em casa de
tolica: a machina est aquecida, e trata-se j & negociante de antigualhas, ou de
de utilisar as bubs forjas para obstar qu. a]guaj aUarneft Sua t;a morrcu ha cinco
arrebente. mezas e lamento que desdo que o senhor
Tudo isso lvame a fallar a seu respei-
to, accrescentou o maire, mudando repen
tinamente de tom ; porque foi para con-
versamos seriamente que eu o trouxe com
migo hoje.
Ah 1 disse Roberto admirado,
de bem alto para procurar-me
herdou aiada nao se teoha esclarociio es
te negocio Dcscobrindo 83 tudo iaso, teria
com que distrahir se, pelo menos como era-
dito !...
Tem razao, mea caro Sr. Sarrazm,
^e8ie:responieu Roberto, sorrindo com essa idea
fixa do velho maire, infelizmente, faltam-
Tenho boas pernas!
Portanto,
indicios a essa respeito, ha
. ; nos todos os
fallemos pouo e failemos bem... Ha mais I ^Q^g 8onoj...
de dous mezes que est restabelecido : for- __ QUem lhe disse Uso?
te, olhar vivo, tez rosada como a de um j Creio que foi o senhor mes uo
camponez. Que, pretende fazer eBtaada dei^.^ 0 seni,or, o primo Boisdesnier..
perfeita saude?
Oh! nada absolutamente, replicou Ro
berto, meu caro e bom Sr. Sarrazin ; en
n2o tenho como o seohor a alma cheia de
um ideal grande.
Sim.sei-'... Ainda est de luto fe
-- Ta i ta I ta !... O Boisdesnier, met-
tido na cousa, sabe mais a respeito do qao
quer dizer ?... Domis sua tia nao era
mulher que deixasso que semelhantes va-
lores se extraviaBsem e imposaivel que,
entre os seus papis, nao se encontr al-
chado p'la perda recente de um grande gun vestigio de cjrrespondencia com o ue-
UluaiCo. poitario, ou cora o agente do conde em
Roberto o fitou, inquieto. Londres
Ah se soubesse !... suspirou elle. Oh responden Roberto, ssgundo o
Realmente, vizinho, que granda adi- que mo disseram, ella devia fazer pouco
vinhajao-' A julg^r pelo mal que diz das caso dessas cousas.
mulheres, como uiffi il concluir 'que ha Como 1 exjlaraou Sarrazin. A senho-
uma em tulo isso!... lira desastra! ra sua lia, comquanto christa, era umju-
Meu caro Sr. Sarrazin, para mira, o; do Sabia quo lord Fitzbarns tinha offe-
Coraquaoto Roberto tivosse desapego aos
miseraviia bens terratres e que a vaidaJe
humana da pbihntropia o impressionasse
mediocremente, no estado da alma devas-
tada em que se deleitara, reatava-lhe toda-
va esse desejo vago derepouso material, de
que todo o coraco raagoado precisa maii
do-qae oatro quslquer.
De- posso da sua beranca, pareceu lhe
poder descansar nos bons oiBcios de um
tabelliao ; e a noticia que lhe deu o Sr.
Sarrazin sorprehendtu-o um pouco.
Duvidando muito da importancia da ce-
lebre cJleccSo, tinha-se fcilmente resig-
nada a perdel-a. Mas, ante a teima do,
maire em voltar ao assumpto, Roberto n2o
p6de deixar do sentir certa irritajao, pen-
sando que podiara abusar da sua confian
ja. A despeito da- franqueza do primo
Boisdesnier e das atten;3es da baroneza e
da menina Mlia, emquanto esperavam a
liquidajilo definitiva dos seus negocios, tile
nSo podo deixar do notar, nesaes amaveis
parantes, urna ignorancia singular dos ac
tos e gestos mais simples da defunta eco
dessa, ccTmo se tivcssem combinado es.'ii-
recer mais o que se tratava de asclareopr.
Da longa aonferencia que teve com Sar-
razin, resuliou pois, para Roberto, a con-
vicio de quo eslava provavelraente repru
sentando ura papel t.lo. Quera aprasen-
tar-se como mortal superior, desdenhoso
dos interesses vulgares, raaa, a idea de
ser um tolo nSo quadrava com a sua ata-
luda ttltiva de fulminado.
Um pouco reanimado pelo duplo objesti-
vo de salvaguardar o sea orgulho e de ga-
rantir a aorta da sua deploravel existencia:
consciente darealidade de urna luta surda;
sem dar tregua ao sou desdem pelas uou-
sas, resolver pcir rnos obra e entrar em
accSo. No dia seguinte, logo que amanhe-
ceu, na previsSo da sua entrevista cora o
Sr. Poinsinet, comejou o exame de papis
da tia.
A's 11 horas, foi casa de Sarrazin.
L o esperava una descoberta importan-
te.
O alraoco, digno da Barraca e de ura
tabelliao do Tours, fez honra menina Jo-
cunda. Para conversaran .so'ore negocios,
passarara para o gabinete bibliotheea onde
foi servido o caf.
Entilo 1 que noticias ha?... per-
guntiu Sarrazin.
Ah l meu oaro maire, respondeu o
tabelliao, as que eu trago sSo bem mistu-
radas para o Sr. Gurin !
Como assim? perguntou Sarrazin.
Tornou a perder os vestigios das iuscrip-
j5as de renda ?
Pelo contrario respondeu o tabelliSo,
o fio est reatado; e o nosso negocio ago-
ra est porfaitamente esclarecido Mas a
nosaa tomada de possa defini'iva acha-se
retardada de alguna mezes...
Porque motivo ?... tornou o maire.
Por este simples motivo : os titulo*
nominativos no existem mais I... Ha dous
annos, quo os sessenta e quatromil fran-
cos de renda inscripto om norae da Con-
dessa de Coudray, nao figurara mais no
livro grande, tendo sido venlido3... ou
antes, convertidos em ttulos ao porta-
dor...
Diabo 1
Oh tranquillise se I... Por filicida
de, necessitando n operagSo a intervenjao
de um corrector junto ao Thesouro e sen-
do o norae .do dito corretor mencionado na
transferencia, nada foi mais fcil do que
achar a venda, que foi feita pelo ministe-
rio do Sr. Deslevaux e proiuzio a somraa
redonds de um milhao e quintos mil fran-
cos.
Hura I disse o Sr. Sarrazin.
Parte dessa somraa, cerca de am milhao,
foi eropregada no mesmo dia, pelo mesmo
agente, em ttulos de tres por cento ao por-
tador. Quatorze ttulos do tres mil francos
por casa cjilee- da renda cada um. F.ir.nhJo talo, dossa
(vez, quarenta e dous mil francos de ren-
da. A C3ndessa recaben o resto do dinhei-
ro, o por emquanto na la aos indica o em-
prego que ella deu-lhe.
Neste caso o senhor tem os numeras
desses quatorze titulos, tornou Sarrazin.
Perfeitamonte I... bastOu copial-os
do registro do corretor. Reata agora sa-
ber, onde estilo e que tira levaram esaes
titulos.
E, se estirerara perdidos, a apreaen-
tajSo dos numaros e os livros do corretor
bftstam para fazer pro/a ?...
Sem duvida, cora tempo e tomndo-
se as medidas nocessarias. Entretanto,
aviaei o thesouro, qua nao pola sabor era
qua raaos estao os titulos ao portador e
apresentei provisoriamente, embargos. Oa
coupons fora a pagos no ultfmo trimestre.
Sa no primeiro pagamanto, nenhum for
apresentiido, tetemos por nos esta forte
presurapcJo : que os tituba eataj mettidos
em algura esoondrijo, e co alegaremos a
dar os paasos naaossarios para fazel-os
substituir. *
Mas se foram sublrahiJos ?... se
forera apresentados ? perguntou Ribarto.
Oh! cesse baso, o portador ou os
portadores'poderao ser interrogados o cha-
mados a justificar a possa dos seus titulos.
E' urna feliciiade para o senhor, ser
um titulo de renda urna propriedado que
nao podo su transferida sem a interven
gao de um corretir, assim como urna
easa nilo o pude ser sem a de un tabel-
liao.
Essa coni'lusao, coro xa io a cepteza al
quirida da existencia rval da sua fortuna,
um allivio para Roberto; at entilo sempre
foi um pouco agitado palas suas esparangis.
Pela priraeira vez, aentio-sa firme na sua
heranga, veudo o ntgocio caminhar, ainda
que djhi nacessera desmandos.
qua as nossas paix3es j se oo'ntrariavam,
sem esparanga de paz entre nos. >
< A esas demonstragSo, quo sa po lia
chamar urna incompatibilidad* de amar,
no falta nem mesmo um pequen) ponto
roraantijo, que faz da nossa situagSo um
tanto viva o miis simples dos idylios.
Tudo est perfeito, manos tjrella un ma-
rido. Ella rae ama'... E como essas
criangas que preciso obrigar a engolir
urna pillua amarga que as deve curar, ella
s trahio-me, engodou-ma, nultratou-raa
para mea bem... Esse rompimeato vio
lento, mas salutar, salvou-nos, aos dou,
de ura inferno em que, adorando no8,_teri nos dovorado, dilacerado, torturad}. O
nosso amor tormentoso, 03 meus ciuines, a
sua vida de tbaatro...
t Meu oaro amigo, tenho bom- seaso,
tens toda a finura do ara hornera da socie-
dade, a existencia de toda a raga feraim-
na, na tua phrase... Pois bem essa raen-
tira medonba da oito paginas, palpitante
do impulsos do coragSo, cono urna aup-
plica sincera, essa sopbisraa brutal pondo
a n as nossas duas almas atojraentadas e
a liberdade do pro-
Pareoo que a a
ser o p)oci
^^^Hkmum o tra-
ente-
grandes principio
prietario. Nos e
moa os anarchist
ciagao nilo est i^^H
raas, com certczs^^H
balbo e o prolucto a.1
mente desapossar-se dalla... o fortunatus
nimiwa l .. O que positivo, qua
era quatro anaos do nosso Byatema culpa-
so, a producgSo dos campoa, na coiamuaa
de Ouitry augmentou da ura tergo. Esse
resultado os torna pensativos ; mas 08. va-
Ihoa resistora... Oral conoebas, a l
berdade do proprietario l. .. Nao, nunca
poders imaginar o effeito dessa phrasa
tola...
c Mea amigo, eatou-ta mentindo, estoa-
te engaando, como quera cagan r-iua a
mim mesmo... Ha tres mezes quo luto
em v5o. A lerabraoga, a saudade, o des-
espiro matara-ma Vem, se nao queres
que eu enlouqu.ga... Escrevi para Sto-
ckholrao afim da obter a morada de Chris-
tiam, porqaa quero ir procurar-os ondo
quer que ella estaje.. S tenho ura pen-
samiento : rehavel-a, tiral a desse jugo.
violentas, se tu as lsioa, siraplorb, acre pre .;8C) do t para entregar te o ouidado
ditarias 1... Acreditaras no sacrifioo...
Felizmente, ella deacobrio n Vmpo, que
corriarnos para o abyarao.
< A arte eloquante dessa carta, na sua
forma muitas vezas incorrecta de estran-
geira, o acoento commovido das Iojuco.-s
estranhas pareocaio brotar da alma, nao
te posso dascrever ; raas, como artista, a3-
seguro-to quo delaitou me; deslumhrado
por urna certeza sentiraenl .1, que lembrou-
me vagrmente essas b -lias heronas de Jor-
ga Saod: oabagas prudentes e tempera-
mentos calmos que, quasi sempre mais
pelo coragao, ainda mais do qua amantes,
dedbam-se a algura Villeraer doentio,, um
XXX
c Ha j tres >^w,t
que moro debidamente
t La-Qrange, Julho...
mezes, mea caro Ral,
de reolher esta fortuna inesperada, da
qua agora carego... Christiana ha do
acorapanhar ma... Eu sei, que sintot
Ella ama-rae, ella soffre, ella eapera-rae...
Nao ha urna palavra as suas cortas quo
nao me revele o sou pezar... Ah da
boa vontada eu matara o seu principa!
* Mas coraprohondes, haja o qua hou-
ver, para fugir-mos para a America ; para
a India, para o JapSo, preciso pelo menos
dessa riqueza relativa, qua a vida livro
dubaixo do co!
t Vai casa do meu tabelliSo, ra
Louis la Grand c pade-lho um modelo do
procuragSo, com plenos poderes, que po-
Joao da la Roche, ura Steno, pobres^na, era servir e bastar para me substituiros
turezas enfermas, estioliias, crirainejaa,' ^ tudo.
- Cont com ama resposta do Stoct;hol-
mo por es'.es cinco ou seis dias. Portanto,
apressa-te. Eu te espera.. a
em Lt -G ranga
com o meu acre aborrecimento. Ahi sao
para mira de festa os dias de bom tempo...
e depois os dias de chuva tambora. Passa-
das algumas semanas, chega-me outra car-
ta da priaceza exprobrando-me tmamen
te o meu silencio ; inquiota-se cora ella,
admirase, lastiraa-nos, consola-ma... Pas-
80ii oito das na lrto, enGatechina, an-
tes de partir para 33 suas trras na Cri-
mea, de onde ir visitar Constantinopla,
para voltar pela Grecia e aples, onde,
diz ella, poderei encontral-a.
c Meu caro amigo, a mulher positiva-
mente um ser inconsciente do mal, do
bera, do falso, do verdadeiro : capaz da
mais sublime dedicagao, como dos criraas
mais raedonhos; sem medila, sera pudor,
sem cuidados, segundo o capricho do mo-,
ment, ou talvez, simplesmanta, segund a
em perigo do loucura, que ellas salvaj
despedagajido o proprio ooragao.... Era
sum na, a sua carta veio refrescarme os
sentidos requaimados... Quo ducha, meu
camarada!
t A vida qua psao aqui tornou-rae tao \
negligente das cousas, qua esquego ie ial-
E
FOLHETIM
O OOKCNDA
POR
:l3 nm
SEXTA PAUTE
o nsiEinvso do mi:
(Cyntinuagao do n. 67)
V
Cornrao de mal
influencia da !ua. Quera podo s-ibel-o 7
Ninguem poder nunca descubrir, nem
comprehender nem explicar o que pulala,
serpea, sibilla e move-se no fundo desses
lindos abysraos. Um concilio julgou noces-
Bario affirmar que all ha urna alma como
a nossa... Ella ama, ella odeia, ella tor-
tura, ella mata, s isso '.. Mas isso
bom instruitivo I...
i Eu te disse que quera devolver essas
cartas, sem mesmo dignar-rae de abril-as.
Por acaso, eatava do humor para 1er ain-
da essa o garanto-I.io que nao perd o mea
tempo. Ingina ama obra prima d< paixao,
de sinceridade, dochamma... Ella ma-
me, laraenta-me, aecusa-me, sapplica-mo..
e prepara nos dias de f-licidade radiante.
Tudo iato sezonado maravilhosamente com
discursos da razio trumphante. s A dure-
za inflexivel qua flagallava os nossos.des-
tnos; os nossas caracteres discordes, o
mea futuro, a minhi gloria. couhacea o
th-ma .. o Ella immolou sa para salvar-
nos das tempestades da urna existencia em
A princaza curou a cabega e da gar-
ganta sahio-lhe ura gemido. Aurora fixou
nella o seu olhar ardento.
Nio, nao foi a senhora, murmurou
eUs.
O corebio fez ura supremo esforgo.
Um grito dilaceraute sahio-lhe do peito.
Henrique Henriqua disse ella ;
onde est Henrique T
Estava do p, o seu olhar feroz e so-
barbo cobria a princeza. Flor procurou
pegar lhe cas raaos. Repellio-a com a for-
ja do um homem.
A princeza solugavp, cora a cabega en-
costada aoa joelhoa.
Responda-rae ex- lamou Aurora :
Henrique I que fizerara de Henrique ?
S tenho pensado era ti, minha filha,
balbuciou a Sra. de Gonzaga.
Aurora voltou-se bruscamente para D.
Craz.
Matarara-n'o, perguntou ella, com a
cabega alta c o olhar abrazador.
D. Cruz n2o respondeu.
Aurora voltou-se de novo para sua mi,
qua se deixou cihir de joilhos e raurmu-
)*sp?daca8-me o corsgJo, filha. Pe-
zSo.
t..rara-n'o ? repetio Aur ira.
^lls I sempre elle I exclamou a prin-
lo os bragos : no corajao da-
fne a nao ha lugar para o amcr de
Aurora tinha os olhos titos no chao.
Nilo me qaerem dizar se o mataram
disse ella em voz alta.
A princeza estendea os brajos para ella
' e enhio para traz desraaiada.
Aurora segurava naa mitos de sua roSi,
' tinha o rosto yermelho, o olhar trgico.
- Pela minha salvajao 1 acredito-a, mi-
' nha senhora, d.ssa ell i: nada fez contra
.elle e tanto melhor para si, se me ama co-
! roo cu a amo. Se tivesse teito alguraa
' cousa contra elle...
- Aurora I Aurora I intarrorapeu D.
'Cruz, pondolhe a mao na bocea.
__Fallo, interrompeu por seu turno a
menina de Nevera, cora urna dignidade al-
tiva, nao ameajo. Ha apenas algumas ho
ras que nos conhecamos, minha mili e eu :
e bom que os nosso coracSes ae encoa-
' trera face a face. Minha m urna prin-
ceza, cu sou um.-. pobre rapariga ; ato o
qua me d o direito de fallar alto minha
rnai- Se minha roai fossa urna pobre mu-
lher, fraca, abandonada, ainda n2o me te-
ria levantado e s do joelhos lhe fall.ria.
Bcijou as raSos da princeza, que a con-
templava cora admiragilo. E' que eslava
formosa que aquella angustia profunda,
que lhe torturava o coragSo sem lhe que-
brar a altivez, punha-lhe urna aureola de
virgem. Virgem, dissemos bam, mas vir-
gera e esposa, tendo toda a forga e toda a
magestade da mulher.
- Nilo tenho mais ninguem no mundo,
minha filha, seno ta, disse a priaceza ;
se te perco est>u fraaa e estou abandona-
da. Julga-mo, mas com a piedade que se
deve qu lies que foffrem. Censuras ma
nilo ter arrancado a venda que cega-
tua razao : mas tu amavas-me no teu
nilo o conheccu mais cedo,
lar-te dos incidentes novos que emballezara
os meus dias. O meu molo de viver ha-
bilita-rae a fazer figura no paiz ; tenho
at dado alguna jantares, nos quaes as
miabas primas da Boisdesnier, qua as ve-
zas pedem rae noticias suas, desenvolve-
rn! tambera as suas gragas sociaes, uni-
das a qualidades culinarias da priraeira
ordem, que o castalio de Li-Granga oCferp-
ce a verdadeira illuso de urna casa mon-
tada : cousa assim como uraa reatauragj$a|fr araava !...
senhorial definitiva e do melhor ron.
t Entretanto, descebri nesses gapas,
que meu primo o Bario Adhmar tem o
defeito da beber como bom vinhateiro de
Tauraine... o que dilata-lhe o corag3o de
patriar ha... Elle entilo atua-nse, expli-
ca-rae o seu carcter... a concede-me a
mSo da sua filha.
i Comquanto eu passe daz horas or
dia na Barraca, ests vendo qua a minha
morada, outr'ora dilapidada, hoje um
lugar de encanto.
c A proposito, sou economista e philan-
tropo. Aceitei as fuaigclas de secretario
do nosso coaselho rural e da associagilo
cooperativa da Sarrazin. Trata-se de fa-
zer entrar Chanfourn, a communa mais
viziaha, no nosso systema Bgronomio e de
chamal-a aos beneficio* da cultura em syn
dicato... As nossas machinas j deram
um amanbo a suas trras, com muito bom
resultado, o que nao Ibes dosagradou, poia
o trabalbo foi feito gratis. A grande quas-
Uto agora atacar a rotina de cada campo-
nez e convencel-o da qua a dispersSo
das suas torgas que o arruina. Como po-
des imaginar, a poltica representa aqui o
sea papel; os conservadores Boisdesnier
(6 delles) lutam para conservar as tradi
g3es amigas da gleba. Inventaram mes-
mo esta phrase sobarba que so apoia nos
XXXI
Tendo um corajao joven do mais para
no ser sincero no seu desejo de esquecer,
Roberto Gurin em vilo tinha mofado da
sua dor... Quatro mezes depois dessa
rompimeato trgico, curado da loucura do
suicidio, soffrer e araaldigoar Christiana
ainda era amar. A sorto no transporta do
seu resentimento, o seu orgulho rjvoltalo,
com a primeira caita de Stockholrao o
seu coragao pulou, lagrimas da alegra
mesclav.m sua raiva... Ella ainda
Ella o amava !
(Continua.)
P99K
VARIEDADES
por
va a >u> ,
delirio e eu tinha medo do despertar.
Aurora lanjou um olbar para o lado da
porta.
Queres deixar-ras ? exclamou a o
aasustada.
Assim preciso, respondeu a moja;
alguraa couoa me diz que Henrique me
chama neste momento e que precia i de
mim.
- Henrique sempre Henrique I mur-
murou a princeza de Gonzaga com desea-
poro : tudo para ella, nada para tua raai I
Aurora fixou nella os seui grandes olhos
arriantes.
Sa ella estivesse aqui, miaba senho-
ra, replicou ella cora m-.iguioe, o a senho-
ra vesse longe d'aqui, em perigo da
morte, s fallira de si.
_ E' Tardada isso ? exclamou a prio-
amas-ms tanto como a elle ?
Aurora cabio lhe nos brajos, murmuran
do :
Por que
minha mai !
A princeza devorava a com beijos.
Oave, dissa ella, sei o que o amor.
O mea nobre e querido esposo, que me es-
cuta o cuja lembranga enche esta solidan,
deve sorrir aos ps de Daus, vendo a fon-
do do mea coraj2o. Sim, amo-te mais d
que amava aNevera, porque o meu amor de
mu'hor se confunde com o meu amor de
raai. E's tu, mas tambara elle que em ti
amo, Aurora, minha esperanja, minha fe-
licidade. Ouve que, para que rae ames,
amal-o-bei! sei qua nao me araras, es-
creveate-o, Aurora, se eu o repellisso! pois
bem, abrir-lhe hei os brajos.
Erapallidoceu de sbito, porque o sea
elhar acabava de encontrar o de D. Cruz.
A gitanita passou para um gabiaete, cuja
porta se abra por detraz da cama.
Abrir-lhe*ba os brajos, minha mili t
repetio Aurora.
A princeza estava callada e o corajao
batia-lhe violentamente. Aurora arrancou-a
dos seus bragos.
NSo sabe mentir 1 exclamou ella :
elle morreu, iulga-o mrto
Antes que a princesa, que havia cahido
na sua poltrona, podesse respondei, D.
Cruz apparaceu de novo e impedia a pas-
sagem a Aurora, que corra para a porta.
D. Cruz tiaha a su manta e o veo.
Tens confianja em mim, irma ? dis-
se ella : as tuas forjas trahiriara a tua co-
ragem Tudo quanto quizeres fazer eu fa-
rei.
_ Depois, dirigindt se Sra. princeza
de Gonzaga, accrescentou :
Pego-lh>, Sra. princeza, que mande
apromptar a carru ig na.
_ Onde vais, irm ? perguntou Aurora,
desfallecendo.
A Sra. priaceza vai diaer-me, rspli
cou a gitanita com um tora firme, onde
devo ir para salval-o ?
VI
tondemnido amarle
D. Cruz esperava, da p, junto por-
ta. A mai o a filha estavam defronte urna
da outra.
A princeza acabava de O'denar que
apromptassera a carruagen.
Aurora, disse ella, nilo esparei pelo
conseibo de ra amiga. Foi por ti que
lia fallou, nio lha quero mal por isso ;
mas o qao acredita esta moca ? qua prolon-
garei o somoo da tua intalligancia para im
pedir-te de agir.
D. Cruz approximou-se avoluntiria-
mente.
Hontero, continuou a princesa, era
inimiga desse homem Sabes por que ?
Roubara a minha filha, e as apparenciaa
gritavara rao : Nevers morreu aos golpes
deste homem.
Aurora ergueu-se, mas seua olhos abai-
xarara-se. Ficou tilo paluda, que sua mai
deu um passo para ampar.il a. Aurora
disse :
Prosiga, miaba senhora, escuto-a.
Vejo no seu rosto quo j reconheceu a ca-
lumnia.
* Li ns tuas memorias, minha filha,
responden a princeza. E' um eloquente
debate. O homem qua conservan tilo pa-
ro um corago de vate annos debaixo de
sea tecto, no pode ser am assassioo. O
homem que me restkuio minha filha, tal
qual eu esperava tornar a ver apenas nos
meus sonhos os mais ambiciosos da amor
maternal, deve ter urna cooscieacia sam
macula.
Obrigado por elle, mioha m5i. S
tem essas provas ?
NSo, tenho o testemunho de urna dig-
na mulher e de sau neto. Henrique de La-
gardre...
Mea marido, minha m3i.
Tea marido, minba filha, proonnciou
Logogripho
Naiceodo, e morrendo, renasce, e inda morre, 7,
5, 3.
Nos campoa, e prados, com impeto, corre. 11, 2,18,
Mas, n'eata viila, que foi-lhe fatal, 15, 8,17,17,6,
Quebrou esta parte, qua tem o animal. 9, 8, 11,
Foi l, ondo tudo sa vende em porcSo: 14,10, II,
17, 3, 7,18.
E ahi, procurando eom toda a attencSo, 17,16, 2,
7 3 \ *
Comproo eita planta, que medicinal. 3, 17, 13,
* 11,5,17,3,15,13.
Capa de operar livramente d'um ,mal; 17,16,
e 11,3.
E cora ella fes um potavel remedio, 15. 10( 15, 5,
1
Qua loteo tomou-o tSo rubro, quilo ndio. 4* 16, 15,
2,17,16,12, l, 18.
CPUCKTTO
S quem uao entende.d'esta materia,
Podar suppr, que isto una pilheria.
Mas te tal juiso, j alguem t ver feito,
Que labora em erro, ora di-lhe o conceito ;
Pois, se o logogripho lhe lis confuso,
Ver, que ae eocerra na decifraco
Quem ao pvo presta instrae^So Balotar,
Tanto, que l vio, cada dia o buscar.
Taiao de Loobsiboi
a priaceza, abaixando a voz, oito ferio Fe-
lippe de Nevera, defeudcu o.
Aurora lanjou-se ao pescojo de sua mai,
e, perdeado rpidamente a sua frieza, co-
brio-lhe de beijos a fronte e as faces.
E' por elle disse a sanhora de Gon-
zaga, Borriodo tristemente.
E por ti! exclamou Aurora, beijando
as rolos de sua m2i; por ti, a quera en-
contr finalmente, minba querida mili 1 por
ti, a quem amo; por ti, a quera ella ama-
r. E qua fizaste ?
O regente, respondeu a princeza,
tem a carta que esclarece a innocencia de
Lagardre.
__ Obrigada I oh obrigada I dissa Au-
rora ; mas nao o vernos ?
A princesa fez signal a Flor para appra-
xiraar-se.
$j Perdo-te, minha filha, disse ella, bei-
jando-a na fronte ; a carruagera eat prorop
ta. E's tu quem vais buscar a respaaU da
perguota de minha filha. Parte a volta
depresa, esparamos te.
D. Cruz afastou-se correado.
E entilo, minha querida filha, dissa
a priaceza a Aurora, con iazindo a para o
Boph, tenho castigado bastante este or
gulho de fidalga, qua tu ceasuravas sem
o conhecer T Serei bastante obediente dian-
te das altas vontades da menina de Ne-
vers ?
E's baa, miaba raai... coraejouAu-
rora.
Seutaram-se. A Sra. de Gonzaga iater-
rompau a.
Amo te, disse ella ; ha pouco tiaha
medo de ti, agora nada receio ; tenho am
talismn.
Que talismn T perguntou a moja que
sorria.
A princeza coatemplou-a um instante
am silencio, depois respondeu :
Araal o-hei para que me ames.
Aurora precipitou-sa nos seus brajos.
D. Craz, entretanto, tiaha atravessado
o sallo da Sra. de Gonzaga, a chegava na
ante-cao ara, quaado oavio am granda rai-
do.
Disputavam violentamente na escada.
Urna voz, quo ella julgou vagamente re-
conhecer, reprehenda os criados e cama-
ristas da Sra. de Gonzaga. Estas que pa-
reciam ser em grande numero, do outro la-
do da porta, defendiam a entrada, o sin
tuaro.
Est embriagado 1 diziam os criados,
emquanto a voz estridente dos camaristas
aocrescentava : Est com as botas cheias
de cal e com os cabellos cheios de pslha.
Bailo vestuario para se apresentar era casa
da ara. princeza.
Cora a breca, patifes I exclamou a
voz do assaltaate, trata-sa agora de cal,
de palba ou do vestuario, nSo se presta
attenjito a essas cousas I
Sabio de alguraa tasca ? dissa o co-
ro dos criados.
D. Cruz parou para escutar.
Insolente canalha, continuou a voz.
V dizer a sua ama, que sea primo, o Sr.
raarquez de Chaveroy, precisa fallar lhe.
Obaverny, repetio D. Cruz admira-
da.
Do outro lado da porta a criad-'.gam pa-
reca consultar-so.
Acabarara reconhecendo o Sr. marque*
de Oha*erny, apazar do bou trajo singu-
lar e a cal que lha eujava o velludo dos
sapatos. Todos sabiam quo o Sr. de Cha-
veroy era primo de Gmzaga.
Parece que o raarquez achou a delibera-
dlo muito longa.
D. Cruz ouvio ura raido Je luta, e o ba-
rulho que faz um corpo humano cahindo
pelos dagros de uraa esaada. Depois a
porta abrio-se Orusoaraanta e as costas de
raarquez, mostrando o sobarbo gtbSo do
Sr. de Peyrolles, appareceram.
Victoria I gritou elle, empurraudo s>
o a da de |criados dos dous sexos, que sa
precipitaram de aovo sobre elle.
Com os diabos, estas patifas qaasi
qua ma fazem encolerisar.
Fechou a porta par dentro e correa O-
ferrolbo.
Voltando-se, vio D. Cruz. Antes qar
ella podesse recuar ou defender-se, agar-
rou-lha naa mios o beijou as, rindo se. Aa
ideas acudiam-lhe sam transijan. N5o se>
admirava de cousa alguraa.
Liado anjo, diasa-lha elle, emquanto
a moga aa afastav, meio alegra, meio con-
fuso, 8onhei coratigo toda a noite. O aca~
so quer que eu esteja muito oceupado esta
manhS para fazr-te nma declaragSo em
regra. Por isso, abreviando os prelimina-
res, caio a teus ps, offerecendo-te- o- moa
coragao a a minha rao.
Ajoelhou-se effactivamente no meio da
ante cmara.
A gitanita nao esporava por aqmllo.
Mas nSo estova muito mais embarajada qar
o Sr. raarquez.
__Tambera nSo tenho pressa, dissa ella,
fazendo esforgos para conservar o serio f
deixe-me passar, pego-lhe.
Cbaverny levantoa aa, abrajoa-a fraaca-
mente, como Froatia abraja Lisette no
theatro.
__ Sers a mais encantadora marqueza
do muodo I exclamou ella. Nao reoeie
que proceda' lavianamenta. Rtflecti am
tudo ista no caminho.
Mas o meu consentimanto ? objectoa
D. Cruz.
J pensei nisso. Se nao consenta,
rapto-a. Mas nao fallamos mais em om
negocio concluido. Trago noticias muito
importantes. Quero fallar Sra. do Gon-
zaga.
A Sra. de Gonzaga est com sua n-
a, replicou D. Cruz, nao pode fallar-
a.
Sua filha I exclamou Chavar
menina de Nevers, minha mulher <
tem noite, encantadora crianga, n
ti que arao e cora quo.u caaarei boje. E-
cuta-rae, minha adorada, fallo seria
visto quo a menina de Nevera estn
sua mai, raz3o de mais para que eu lhe
f-lle.
- E' imposaivel, qui dizer a gitaniti
Nada irapossivol ao3 oavatheiro*
francezos I dissa gravemeate Chavemy.
Agarrando D. Cruz pe' roa-
bando-lhe, como se 4HH ** tea,Pi
uma meia duzia doj itou a.
JiaJl
Trp- do Diario roa

H
-\-r-r
JSB
'*naa a.


Full Text
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