Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18246


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Full Text
^w^^mmi*!
PARA A CAPITAL E LUGAR*' OTOE MlO *K PAO A PORTE
Por tre mezes adiantados............... -SSS
Por seis ditos idera............ 5555;
Por um anno detn................. A100
Cada numero avulso, do mesmo da........ 01*-"
PARA DENTRO B PORA DA PROTIMCIA
Por seis meses adiantadoa............... } ^jfj
Por nove ditos idem................. Sri^n
Por nm anno idem................. Jinn
Cada numero btuIso, de das anterioras........... 01UU
Prprirtrai* te biwel tfttmra te Jsria Silbos
Os Srs. Aoaede Prlnee k C.
de Pars, tSo os nossos agentes
exclusivos de ana uncios e pu-
blleaeSes na Franca e Ingla-
terra
%
I
M,v
.

I
S
E
MRTE OFFCIAJL
overno da Provincia
EXPEDISSTE DO DA 4 DE UABQ DB 1837
Actos :
__ O presidente da proviaeu, de coiformidade
com a proposta do Dr. chefe do polica em offisio
n. 19, do 28 de Fevereiro findo, resolve no.near
para o lugar que est vago, de subdelegado do
TELEGRAMAS
as providencias do estylo a&n de que se proceda. todo edificio e ponte D^asa m.oa visita yi logo
no da 10 de Abril prorimo vindouro, a eleicao pa- que cojo a verba concedida sena impossivel faser
ra nm vereador em substituidlo do Jos Luis da todos os reparos indispensaveis e urgentes, de que
L SSB7X5Q PABTICL^B 20 2IASI0
SU RIO DE JANEIRO, 22 de Marco, 1
hora e25 minutos da tarde. (Recebido s
3 horas e 20 minutos, polo cabo submari-
no).
Pol concedida aposentador! ao
conajelbelro Som Pereira da tirara.
ministro do Supremo Tribu al de
Jastlea.
Cabe o lugar por acceaso ao de-
sembaraador Joaquim Francisco de
Faria. presidente do Tribunal da
Kclac'Ao da Corte.
tim$ SA A&SSCIA SA74S
(Especial para o Diario)
LISBOA, 22 de Marco, de raanba.
a. A. a uoqueza de Braganca acaba
de ter o seu fella successo. dando a
luz um Principe.
O estado da princea segu um cur-
so normal e de carcter satisfacto-
rio.
Agencia Havaa, filial em Pernambuco,
22 de Marco de 1887.
iNSTRCCO POPULAR
MEDICINA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLAS
PARTE TEBCEIRA
DOBNCAS CIBVBttlCAS
! ( Contnuafao )
Ferldas
esoaradrapo adhesivo o meio mais geralmen-
te usado pira a oaiio dasferidas. E constituido
pelo emplastro adhesivo extendido em panno, u
emplastro tem a composieoio aegaiate :
Emplastro de chambo...... 850 grammas
Pezlouro................. g
Terebinthina.............. *
O incerado ou tafeta ingle tem outra composi-
ca>, qa a seguinte :
^Colls de peixe............. & (t""
Agua commum............ J
Atola 60............... 400
O esparadrapo acortado em tiras enjo tamanho
e proporclo se regalam pelas dimensoes e local da
ferda ; e a sua applicaco tas-se de modo que pri-
meiro se ana a parte media da fonda e depois os
extremos. A tira pplicada pnmeiro a certa dis-
tancia dos labio* d* ferda que so uuein, e sobre
os quaes (depois de unidos) se poe o resto da tira.
E' conveniente sobre as tiras adbesivadas por cma
compressa ou um panno nao muito grosso e sem
prega, dobrado dua ou tres veses sobre si,-e se-
gurar depois este pens com um leuco ou uoia li-
gadura convenientemente dispoata, mas sem faser
grande compreaiio. m
Nio tallamovsq.ii de outros meios de uniao das
feridas, pirque pertence exclusivamente ao cirur
ijo apaltcal-os. ...
as ferda* da f*ee, deve haver todo o cuidado
em procurar obter um- cicatrisacao regular, para
evitar o mi aspecto que (especialmente as om-
itieres) produ* un grande cicatriz.
as feridaj di eabec deve haver todas as pre-
eaucoes porque muitastvezes, posto que sejam ap-
parentemente simples, e at mesmo j depois d
Cicatrisadas, sobrevem complcales gravissimas a
estas feridas, complicacoes originadas na impor-
tancia dos orgios que na cabeca existe*.
Das fracturas dos ossos do crneo nao deve este
livrinbo oecopar-se.
As feridas da regiio cervical ou do pescoco ot-
farecem gravidade, pela importancia da regiao.
Com effeito na regiio cervcl paasam arterias e
veias volumosas e importantes, o canal aerio, o eso
phago, e posteriormente parte (talves a mais im-
portante) da medulla espinal.
Alguns destes orgios (as arterias caretidas, as
veas jugulares e a tracha arteria) aeham-se su-
perficia)mento collocados, de modo que estao moito
gujeitos s aese dos agentes exteriores. Asje-
districto de Pindoba, do termo de Timbiba, A.n
toDio Correia de Araujo Lima.
__ O presidente da provincia, de coaformidado
com a proposta do Dr. chefe de polica, resol ve
nomear para o lugar que est vago, de subdelegado
do cSstricto de Ornangy, no termo de Timbauba,
o actual 2o supplonte Manoel Henriques da Canba
Rabello ; para Io supp'.enle Luis Birboaa Cor-
deiro, em substituicio de Pompeo da Cunha Pe
dross, que fica exinerado, conforme pedio; e, fi
nalmente, para 2o supplente da mesma subdelega-
da Feliciano Barbosa da Silva.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de pilicia, em officio
n. 215, de 3 do corrente mes, resolve nomear para
o lugar de 2o suppleute do delegado de Altinho,
vago por haver fallecido Manoel Th)mas de Aze-
vedo, que o exercia, o actual 3o supplente Alexao
dra Fcrreira da Silva, e para substituir^ a este o
cidadao Manoel Florencio da Silva Jordao.
__ O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 200, de 28 de Fevereiro findo, resolve nomear
para o lugar, que est vago, de l supplente do
subdelegado do districto de Alag* dos Gatos,
Francisco Apollonio do Assis Pereira e para 2
supplente da mesma subdelegacia Jos Simoes de
Sousa em substituicao de Caetano Cordeiro de
Mello, que uSo scceitou a nomeacao.
__ O presidente da provincia resolve, da accor-
do coui a proposta contida no officio do inspector
do Thesouro, de 28 de Fevereiro ultimo, n. 463,
nomear o promotor publico bacharel Luis Affonao
do Oliveira Jardim para exercer o cargo de aju-
dante do procurador dos Peitos da Fsenda Pro-
vincial no districto da collsctoria de Ouricury,
visto ter sido nomeado j-ns muuicipai o oicharel
Asterio Mathiss Pereira da Costa, que servia o
dito cargo.Gommunicou-se ao inspector do The
souro Provincial.
O presidente da proviucia resolve exonerar,
a pedido, Felippe Nery d* Farias Leite do carga
de delegado do districto litterario da Pedra la-
pada, n nomear para substituil-o, o teneute Jo5o
Nepomuceno da Silva.Commnieou-se ao inspe-
ctor geral da Instrucoao Publica.
O presidente da provinaia atienden io ao que
expoz o cidadao Lupicino Dominguea de Lima, em
officio de 19 de Fevereiro ultimo, resolve dispen-
sal o do cargo de jnis commissario de trras pu-
blicas no muuicipio de Aguas Pretas.Communi-
cou-ae ao exonerado.
O presidente da provincia, at;eadendo ao que
requeren amillo Luis do Amaral Araglo, contra-
ctaute da obra da reconatrueeao do empedramen-
to da cidade drf Jaboato, e tendo em vista a in-
formacio n. 37, prestada pela repartoao das
Obras Publicas, em 16 de Ferereiro findo, resolve
eonceder-lhe dous mezes de prorogacao do contra-
cto approvado em 13 de Outubro de 1886 pira a
cooclusao da mesma ebra.
Eata ser apresentada na Reparticio competen
le para os fina convenientes.
Officios :
Ao inspector da Tuesouraria de Fazenda.
Sirvs-se V. S. mandar pagar aos ioteresaadoa
os valores dos 7 escravos constantes da relacao
junta, libertidos no termo do Limoeiro por caita
da 7 quota do fondo de emancipacao em audien-
cia eapecial de 17 deJDezembro do aeno passado.
Communicou-se ao juiz de orpos. _
__ Ao Dr. juiz de direito da 2 districto crimi-
nal da comarc do Recife. Convem que V. S.
providencie no sentido de ser ministrada a certi-
ao do proc6sso de Mauoel Emygdio dos Santos,
afim de ser instruido o reenrso de gr 91 por elle
interposto da penna de 8 annos de pristi com tra-
balho e multa correspondente metado do tempo,
a qual Ibe foi imposta pelo jury desta capital em
sessao de 23 de Julho de 1878.
Ao juiz de direito da comarca de Nazareth.
Recommendo a Vmc. que providencie no senti-
do de ser remettida secretaria desta presidencia
a certido do processo do sentenciado Moyss qu ,
interpoz recurso de graca, da pena de gales per-
petua que Ibe foi imposta em 19 de Marco de
1867, em virtude de deciso do Tribunal do Jury
do trrmo de Nasareth.
A certido tem de vir acompanhada de nforma-
co do juiz da coadamnaco on de quem o sabsti-
tue no cargo, de conformidado com o aviso circu-
lar da Ministerio da iustica, n. 287, de 28 de^Ju-
nho de 1865, e tendo-se em vista o que dispoe o
de 22 de Outubro de 1836.
Ao Dr. juiz de direito de orphos e ausen-
tes.Em resposte ao seu officio de 9 de Feverei-
ro ultimo, declaro a V. S. que, Hgnndo consta
de informacSo do director do presidio de Fernan-
do de Noronh de 19 do mesmo mes, n. 118, nio
existe caderneta de Antonio Leoncio de Mendon-
ca, sentenciado fallecido, por nao ter sido elle em-
pregado no mencionado presidio.
__ Ao commsndante do corpo de polica.Ao
Dr. chefe de pjlicia mande Vmc. apresentar
ama ubi, ao meio dia, urna escolta de 4 pracas
para conduzir dona reos at a coaurca di Iga*-
rassA. Communicouse ao Dr. chefe de pjh-
cia. _,
__ Ao inspector do Thesouro Provincial.Ten-
do em vista o exposto no officio do director do Ar-
senal de Guerra, de 28 le Fevereiro ultimo, n. 908,
recommendo a Vmc, que mande pagar ao nego-
ciante Jos Antonio da Motta Guiraaries, a quau-
tia de 40*, de que trata a iuclosa oonta em dupl-
cate, proveniente do3 concert da lanca e haste
da bandeira do corpo de polica, autonsados por
Cita preaidencia.-Oommunicou-se ao director do
Arsenal de Guerra.
Ao mesmo.Mande Vmc. eftectuar, nos ter-
mos de sna informaoa-j de 28 de f,.e'ereir^"'t'm,^
n 466, o pagamento da importancia de 2:6861666
proveniente das pensse dos alumnos sustentados
Silva Potte, que fallecen
__ O Sr. superintendente da estrada da ferro do
Reeife a* S. Francisco, sirva-se mandar transpor-
tar gratuita-nente em carro de l cla9se, da rata-
cao das Cinco Pontas a de Una', aro bacharel Te-
lesphoro Gomes de Araujo, com direito abagagem.
__ O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco, sirva-so de man!ir dar
rassagom em carro de 3" clasa?, da eataca das
Cinco Pontas a de Un, por conta das gratuitas a
que a provincia tem direito, urna praoa do co-po
de polica, que vai pira S. Bento. dem, idem,
idem mesma praca para Ca ihotinho, no prolon-
gamento da estrada de ferro do Recife ao S.Fran-
cisco.
EXPEDIENTE DO DB. SCRBTXRIO
Officios:
Ao conselheiro director geral da Secretaria
de Estado dos Negocios da Juatic.Da ordem do
Exm. Sr- presidente da provinciaMraasmitM a
V. Exc. a deelaracao do juiz de direito Lua Fer-
reira Maciel Pinbeiro,de ter sido uotificado de sua
remocao da comarca de Timbauba, nesta provin-
cia para a de Breve, n do Para, por decreto de 15
de Janeiro ultimo, conformo participou-me V. Exc.
em officio de 21 desso mez.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, resttuo a V. Exc. o aviso de
9 de Fevareiro ultimo, cujo ussumpto retere-se
empregado quo nao tem jurisdiejio nesta pro-
vincia
Ao Dr. chefe de polica. De ordem de 8.
Exc. o Srr presidente de provincia, communico a
V.S., que ao director do presidio de Fernando de
Noronh* exp-dio-se hoje ordem no sentido de sa-
tisfazer a requisicao constante d > seu offieio n.214,
de 3 do corrente mez,
- Ao nspeetor do Thesouro Provincial.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. 8., para os fins convenientes, que no
requerimento de Joo Joaquim de Siqueira Vare-
jo, secretario da Reparticao das Obras Publica,
sobre que vers a sua intorm9co n. 462, de 26 do
mez findo prot9rio hsje o seguinte despacho :
Espere completa! os annos do servigo a que se
refere a le n. 1,682, de 21 de Juuho de 1882. Nao
servico o goso de licencie, a oxemplo do que, em
relaco 3 apoaentadoris, disp5em e art. Io da le
n. 82 do 1810, art. 1 da lei n. 245 de 1849. art 1
8 2 da lei n. 276 do 1851, art. Io da lei n. 847 de
1863 e art. 2o & l*da lei n. 1,114 de 1873.
Ao jais municipal e de orpbaos do termo de
Cimbres. De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia declaro a V. 8., que o saldo da 7 quota
do fundo Oe emancipacao de 8'o82 e nao 9083,
como se v as relaces que acompanharam o ofB
co dessejuizo de 17 de Fevereiro ultimo.
Aos presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal de Bom Conselho.O Exm. Sr. presidente
da provincia manda commnoicar a Vv. 8aM que no
requerimento do capitao Joo Pereira do asci-
mento, sobro o qual versam as suas intormaces
de 25 e 26 de Fevereiro findo, proferio hoje o se
nesessitava aquella reparticao,
Ento dei comeco peloa rmaseos concertando
todos os encanamentos de esgotos 'aguas plu-
viaes, e os telhados, e em Io de Marco dirig um
longo e minucioso officio ao Sr. inspector da The-
souraria, tasendo ver a necessidade da approva-
co do orcanento, que confecciouei e que acom -
panhou esae meu citido officio, no valor de.....
13:859*970.
Forara 03 conCrtos continuando at que em Ju-
nho ultimo, esgotaia a verba de 5:726*733, re-
quiaitei do mu digno antecessor de V. Exc. novo
crdito, que, com efteito, foi concedido no valor
de 2:0jOgOJO. Hiveado-se esgotadoesss segun-
do crdito, requisitei a 30 de Agosto oulro e por
portara dessa presidencia datada de 10 de Se-
tembro, foi concedido.
Tendo-so esgotado eaae crdito, diminu o pea-
soal empregado as obras, e nao as parei, porque
o corredor do ponto n. 3 esta va todo descoboito, e
vi que con o material j comprado me era possi-
vel terminar esar servico.
Fui continuando o tribalho, a espera que a
Tlieao iraria me coromuaicasse a chegada do cr-
dito destinado continuacao dos reparos, por
quanto de todas as verbas concedidas deveriam
apenas existir naquella repartilo cerca de 16*.
Em 21 de Outubro vizei urna conta dos Srs.
Eduardo Cardoso C, no valor de 693*750 pro-
venientes de 10311,0o de colha de cobre para o
corredor do ponto n. 3.Foi essa conta apresen-
teda T&esouraria naquella poca, esomente
hintem ou hoje foi ella pag, ora se havia verba,
conforme communicou a V. Exc. o Sr. inspector,
porque motivo nao foi essa conta paga em tempo ?
O mesmo auccedeu com um outra proveniente de
ferrageas, comprada aos Srs. Cardoso & Irmao
no valor de cerca de 430*000-
Alm disso fui e mandei por diversas vezes
Thesouraria indagar se a verba j h-.via chegado
para se effectuar o pagamento dos operarios e a
resposta obtida foi aempre negativa. OSr.es-
cripturarie daquella repartilo o Sr. Francisco
Antonio 'le Oliveira e S vereiro communicou-me que a verba nao havia
chegado.
Nao se effactuando o pagamento das contas
apresentada*, e nao me tendo a Thesouraria cem-
muoieado a chegadi da verba, nao me era possi-
vel prever que seo pagamento dos operarios nao
se effectuavam era por fdlta da3 folhas que nao
foram apresentadas.
No dia 44 do corrate dirigi-me Thesouraria,
e procurei o Sr. inspsetor e indague se havia
chegado a'guma, verba pra as obras da Atfaude-
ga a sua resposta foi nao, e eutao lembrei-lbe que
seria conveniente examinar se nao tea vmdo en-
globada cam outra8. Fomos contadoria e com
cf.iito existia urna verba de cerca de 8:000*000
para obras do Ministerio da Fazenda.
Desia verba jase havia despendido cercada
503*000, em concertos da Thesouraria, portante
nao era ella destinada s obras da Alfandega.
Com estas explicacooj tenho rne justificado e
DeuS guarde a V. Exc Illtn. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azavado, muito
digna presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingos Pin'o.
guinte despacho: Neg provmento ao recurso, .
attendendo s intormaces da Cmara e ao facto. aproveito a occasio para_pedir a V. Exc. sed.g_
de ser deliberacao referente a assumpto inteira-
munte Je sui economa (art. 66 da lei de Io de
Ontubro de 1828. MalatU mvlandit meama
Cmara, no requerimento de Jos Emiliano Caval-
esnte de Albuo,uerque, o seguinte despacho :
Nao procedente o recurao deede que doa pro-
prioa documentos o- intormacaa da Cansara conste*
que foi supprida a falta Jo juramento. O verea-
dor do quatriennio findo, sendo reeleito, podo no
acto da preatacio do juramento doa novamente
eleitos continuar a faier parte da Cmara, com-
tanto que oumpra depois com easa formalidade.
(Aviso n. 109, de 16 de Fevereiro de 1869).
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 21 DB
MAKgO DE 1887
Dr. Antonio Jote de Sant'Anna.In-
forme o Sr. commandanto superior da
guarda nacional da comarca do Recife.
Antonio Pereira de Oarvalho. Informe
o Sr. engenbeiro enoarregado daa obrts
geraea.
Coronel Jos Thomsz 3onoalvea. For-
nec.a-80.
Alferea Jos Elisiario dot Santos. -Por-
ridas incisas que interessem as cartidas e as veias
iuirularea, sao por via de regra mortaes ; e, quan-
do o nao sejam immsdatamente, os soccorro. que
ha applicar so um cirurgiao e um cirurgijo barjit r ^ ovJncU n0 aymna8i0 Pernambucano, rea
os psder ministrar. tivo, ao trimestro de Outubro a Dezombro do anno
As feridas qae interessam o canal aereo sao gra- Jo Remett0 a couta de taes pensoes.Com-
vissimas ; podem dar em -"-'
resultado immediato a
Te ste causada nio tanto pda soluco de
continoidade como por causar a encada de. .angue
para os canses areos, aspbyx.ando o padecente
& noteveis exemplos de conservado da viaa, de-
pois de cortada completamente a tracha ; indi-
viduo respira por meio de nma cnula de prata
artiscameote preparada e hbilmente dispoata
para servir de canal respiratorio.
As feridas da parte posterior da regiao cervical
16 poderlo ser penetrantes na medulla, e por
Uto mortaes immediatamente, qoando se der a rs-
rissima circunstancia de eetare-a as laminas ver-
tbrate to apertadas, na flexao da cabec, que o
instrumento possa penetrar por entre ellas e ir te-
rr o cordo medullar.
As feridas do peito podem ser graves.
As feridas penetrantes na cavidade tboracica
aue interessem o pericardio, o coracio ou es gros-
aos vasos artenaes e venosos, sao por natureza
mortaes, s veses instantneamente, e outras com
aleuma demora. .
uando nao sao penetrantes, as indicacoes re-
duzem-sc s indicacoes geri.es das feridas,e nao
temos a demorar-nos com ellas. Se sao penetran-
tes a interessam orgios nobres, o facultativo deve
logo, logo, ser chamado prestar eoccorroa que os
nossos leitores nio poderlam apprender em um li-
vro da nstoreaa deste que ettamos escrevendo.
(Continua.)
municou-se ao regador do Qymnasio.
__ Ao m smo. Nna termos de sua nformacio
de 2 do corrente, n. 470, mande Tmc. pagar a Ma-
noel Gonvaives Agr, a importancia de 19* de qne
trata a inelusa coma, proveniente da despea* com
o enterramento do soldado do corpo de polica An-
tonio Vieira de Lima Sobrinho. Communicou-se
ao commandante do corpo de polica.
__ Ao commandanto dj corpo de polieia. Ao
Dr. ebete de polica mande Vmc. apresentar ami-
nh, ao meio dia, urna escolta de tres pracas, afim
de conduzir um reo at o termo de Limoeiro.
__Ao mesmo.Autoriso Vmc a alistar no cor-
po de seu oommando, conforme solicitou. os paisa
nos do qae trata no officio n. 3,077, do 2S da Fe
vereiro findo. .. \
__ Aos Srs. vereadores da Cimara Municipal
de Gamellcira, Francisco Dor^theo Roiriguea e
Silta e outros.Com a copia inda?* do olcio que
expedi em 25 de Fevereiro findo (Jamara Muni-
cipal de Gamelleira, considerando de neobum ef-
feito a eleicao de presidente e vicepresidente,
respondo ao qoe Vincs. me dirigiram na mesma
data aobre a referida eleicio.
Portaras :
Declaro a Cmara Municipal do Gravat,
que ficam approvadas as arremasacoes dos impoi-
tos constantes do termo annexo ao seu oflicio, a'
que respondo, de 12 de Fevereiro findo.
Datermino Camru Mumcipil da Escala,
que expe;a communicacio aos juzes de pas e <*
neQa-ae.
Tenente honorario Joaquim Corleiro
Falclo.Entregue-ae mediante recibo.
Bacharel Joio Alfredo de Medeiros.
Encaminhe-ae, devendo o supplicante pa-
gar o porte pa reparticSo doa corr ios.
Joaquim Tranquillino de Lomos Duar-
te.Deferido oom o offijio desta data ao
Thesouro Provincial.
Liberata Mana do ConceicSo.Junta o
seu titulo.
Alferea Leobaldo Augusto de Moraes.
Como requer.
Dr. Manoel Juvenal Rodrigues da Silva
e Dr. Candido do Moraes Reg Barros. -
Informa o Sr. fiscal da companhia Recife
Draynage.
Manoel Jerjnymo da Costa Uchoa.
Apresento-s o supplicante a inapeccao da
juntj medica provincial, visto serem oa
attestado, que offeroceu, de 1885, segun-
do oa quaes nio podia estar ainda hoje
prestan lo aervicos e promova no Thesouro
Provincial a liquidacao do tempo que p
de contar, sem intirrupcio, na conformi-
dade do art. 2* da lei n. 1,114 de 17 Ju-
nho de 1873.
Pedro Hermino Jos Bezerra.Deteri-
do com officio ao Sr. director do Arsenal
fie Gnerra
R. de Drusioa C. -Informe o Sr.
inspector do Thesouro Provincial.
Vieira Azsvedo 4 C Encaminhe se,
devendo ser pago o porte na repartilo
dos correios.
Se retara da Presidencia de Pernam
buco, em 22 de Marco de 1887.
O porteiro,
Francolino Chacn.
ne requiaHar a approvacio do orcamento que em
1 de Marco do anno findo foi por mm apresen-
tado.
Fui obrig-d i a subttituir completimente oa te-
Ibadis dos armazens ns. 6 2, da guarda moria
antig* o do corredor do ponto n. 3, alm de con-
eertos ftDpoitunt-s n .s rmaseos 5 e 7 no terraeo
da capatasia, e em tod;s os i-neanamentca de
aguas piuviaea, quer de eoure, qoer de ferro e
qaer de cemento.
Deus guarde a V. Exc. Illa, e Etm Sr. Dr.
Pedro Vicente de Azevedo, muito digno presiden-
te da provincia.Franoisoo do Reg Barros, cn-
genheire enoarregado das obras da Alfandega.
Goierno do Blspado
PBOVIMENTOS DE 15 A 21 DE MAB9O
Provisio de vigario por tempe de mais um an-
no p ira a frenaesia de Papary, no Rio Grande do
Norte, a favor do Revd. Jos Hermino da Silvei-
ra Bopges.
Ilem, de coadjutor para a fregnezia de Palmer
ra dos Indios em Alagoas, a favor do Revd. Atha-
nasio (jon9alves da Silva.
dem, de uso de ordena e de confessor ao Rivd.
conrgo Manoel Antonio d) Valle,- residente em
Penedo, Alag ts. ~_
Moro, idem, idem, a favor do Revd. Manoel Ro>
drgnes Campos, residente em Brejo da Cruz, na
Parahyba.
dem, iJsra, dem e de pregador, a iavor do
Revd. Antonio do Monte o Silva, residente em S.
Jote da Lige, em Alag6as.
Ilem, da pregador, a favor do Revd. Joio Car-
los de Moura, residente na Iregueaia da Eseada,
deste provincia.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 22 DE MAB^O
DE 1887
Joaepna Maria da Conceigilo Rernet-
tido ao Dr. administrador do Consulado
para attender a supplicante, de aocordo
com o disposto no art. 38 do Reg. do 4
de Julho Je 1879 e nos termos da infor-
mado do Dr. contador.
Miguel Tolentino Pires FalcSo. Jnte-
se copia das informales.
Augusto H3rmnegildo Pedrosa e Pe-
dro Antunes porta.
Ricardo Garneiro de Vas^oncello. Ao
consulado para attender.
Qaldino Gbngalves Guerra, Pereira Gar-
neiro & C, Jo5o Bizarra da Cunha, Wil-
liam Hilliday, Manoel dongalves Agr e
Antonio Fernandas Xivier do Lima. Pa-
gue-se.
Joaquim Alves de Oliveira Ges, Adol-
pho Targini Accioliy R. de Drusina & C ,
Jote Elias de Oliveira e Rjdrigo Carneiro
C.,.-Informe o Sr. contador.
Jo3o Baptiata Telles, Birro;a & C, con-
traria da Soledade, thesoureiro das lote-
ras do fundo de omancipaejio, H. Burle
& C Lindelioo de Luna Freir.Haj a
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Silverio Jo5o Nepomuceno Bastos, J0S0
Gomes da Cost, Virtuosa Mara da Costa
e Goncalves Cabral & C. -Informe o Sr.
contador.
P. de Souza Ramos,=Remettido ao Sr.
Dr. administrador do Consulado para at-
tenler nos termos das informas3as da con-
tadoria.
Dr. Mano si Gomes Viegai, Joao Rodri-
gues de Moura e Mara da Gloria Souza
Soares. Certifiqese.
Joaquim Oliveira & C. o Francisco
Joaquim Antunes. Informa o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Coagulado roflnclal
DESPACHOS DO DIA 21 DE MAKCO DE 1887
Jos Marques Menionja & CInfor-
me a l* scelo.
Alexandrina Carolina da Cunha e outros
e Hjrraan Lundgren & C.-Cumpia-se.
22
Souza d C. e o Dr. Manoel Juvenal
Rodrg|8 da Silva e outros. -Iaforme a
Jo?o Gomes da Costa.Diferido com
relacSo ao exeroicio corrente, visto as in-
formar,'3es.
Antonio Joaquim CascSj. -Deferido de
accordo com as informa^Ses.
Hsrdeiros de Alexandre Joaquim Saty-
ro.Deferido com relago ao Io semestre
do corrente exercicio de acesrdo com as
informales.
Ribeiro d Alraeila. Indeferido em vis-
ta das intormacSes.
Dr. Jos Joaquim Seabra. Duendo
com relacio ao exercicio corrente, e inda-
ferido com relayao aos dous ltimos mezes
1I0 exercicio findo era vista do art. 48 do
Reg. de 4 de Julho do 1879.
Eduardo Henrique Guel. Deferido de
aeaordo cem aa iuformacBes.
Joao de Sov*^R?mot e Josepha Mana
da ConceicSo.Cumpra-sS?-^':- ,. _
Alheiro Oliveira & C Informe ai-
see^So.
Recife, 18 de Marco de 1887.
llm. e Exm. Sr.Tendo visto com espanto, pu-
blicado na gazetilha do Diario de Pernambuco de
hoje un officio do Sr. inspector interiuo da The-
souraria de Fazenda, a reapei'.o do pagamento dos
operarios, empregados n >s concertos, que se es-
tio tasendo no edificio da Altandeta, cabe-me,
como engenheiro, cncarregao, gratuitamente, de
taea reparos, tornar sciente a V. Exc. de todo o
occorrido.
Por officio de 9 de Fevereiro do anno passado
di{ encarregar me dos reparos urgentes de qoe care-
can) a ponte e rmaseos -da Alfandega, oreadas
pelo eugenhero Etpiriti Santo, o mandadas eje-
cutar pela ordem do Tbeaouro a. 111 de 13 de Ju-
lho de 1885, no valor de 5:726*738.
Antea de dar comeco ao servios entendi-me
com o Sr. Dr. Cru vello C*vaicante, entio inspe-
ctor da lfaudega, e conjuntamente visitemos
Reparticao da Polica
Scelo 2.aN* 285.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 22 de Margo de
1837. -Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram honte.n recolhidos
Casa de Deteneao os aeguintea individuos :
A minha ordem Pedro Ferroira da Silva
vindo de Goyanna como disertor da ar-
mada.
A' ordem do subdelegado do Recife, Sil-
vina Celestina da Costa, por disturbio!.
A' ordem do do 1.* districto da Boa
Vista Manoel Antonio da Silveira, Anto-
nio Pedro Martina, e Romualdo Baptista,
por disturbios.
Guilhermina Maria da Conjeicao. por
embriague e Claudioo Francisco dos San-
tos, por disturbios.
Honto o t 9 1|4 horas da noite na -ra
de Gervisio Pires pertencente ao 1.' dis-
tricto policial da Boa-Vista foi assassinada
oom u.na facaia, Luiz* Perpetua de Liia,
na ocjasiao qun rogressava da ra do Jas-
mim ende tinha hido visitar urna sua irin.
I^aora-se quem fosse o autor do deheto
porquanto a offendida nio tinha iaimigos,
e viva honestamente.
O exame cadavrico foi f-.ito na propna
casa da victima, pelo De. Jos de Mirau-
da Curio
O subdelegado respectivo abri nquen-
to e mais diligencias afim do descobrir o
autor de somunante crime.
Communicou-m i o sub llegado da f e-
guezia de S. Jos em cfli:b de nontem,
ter naquella data feito remessa ao Dr- juiz
de direito'do 3.- districto criminal do nquc-
rito poli nal procedido contra, Clemente
Jos de Mello, conhecido por Guaxinim,
como inourso as pinas do artigo 205 do
cdigo criminal.
Participou-me o sublelegjdo da fregua
zia de Santo Antoaio, em offi io desta
dat^, ter feito remessa ao Dr. juiz de di-
reito do 2.- districto criminal, do inquanto
policial proced lo contra, Martinho Berre
ra de Oliveira, soldado do 2." batelhao de
infinUria, por crime de tentativa de roubi.
PERNAMBDCO
Assemblu Provineiil
f> SESSO EM 14 DE MARQO DE 1887
raasroisciA do bxm. sb. dr. jos masobl d bajibos
WAJIDBBLBY
(Concluido)
O Mr. Prxedes Piistnga (pela ordem)
Sr. presidente, cu creio que o orcamento nao toi
anda distribuido na casa.
O Sr. PresidenteJ toi.
O Sr. Prxedes PitangaQuando f
Sr. Rosa e SilvaHa dous diss.
O Sr. Prxedes PitangaEu nio o vi.
Um Sr. Deputado- V. Ekc. nio estava presente
sabbado. *
O Sr. Prxedes Pitanga Estava presente ,
consta da aete. .
Um Sr. DeputadoMas nio estava presente a
hora em que foi distribuido o orcamento.
O Sr. Prxedes PitangaEn todo o caso, elle
devia estar sobre a minha tribuna; e eu peco a
V Exc, Sr. presidente, que me mande trasel-o.
O Sr. PrstxeJe* FltaogaVenho, Sr.
presidente, enceter o debate da aprsentelo do
projecto de ornamento provincial, feta em tempo
inopportuuo e sem base ; lido em urna sessao rre-
enUr e submettdo a disoussio coma maior pro
eipitacio, como se esso acto da nobre commissio
viesse salvar a provincia das garras da morte a
que a leva a administrado actual.
Parece extraordinario qne a eommissio d- or-
namento co^poata de illnstres depotados, nio po-
esse confeccionar um trabilho seu que podesse
dzer: a labutacio feita com o desojo, com o
iutuito de salvar provincia, e veste apresentar
o trabalho minguado da opposicio de anno ante-
riores, ainda miniado vigorar pela actual admi-
nistradlo. .- ,
Nao senhores, por falta de illustraoio da com-
missio; ella tem illustiacio sobeja, tem dados
demasiados para poder apresentar um trabalho
seu, cpas de produsir resultados mais benficos
do que aquello que fora aeoimado pelos aojgos dos
nobres deputados de haver ooncorrido para o es-
tado a que teem chegado as finanoas da provincia.
Foi mesmo S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia qoe-n, em seu relatorio, disae que a irregulari-
dade das nossas finanfas dependa do augmento da
despeza e que era de necessidade ser esta reatrin
gida, porque se ao meaos a recita nio chegasse
para satisfazer todas as necessidades da provin-
cia, urna ves diminuida a despesa, o oosso estado
tioance.ro tenda a melhorar. E S. Exc. refera
se a d.-spesas inuteis j4 onheeilas por elle. Mas,
Sr. presidente, eu oio posso saber qnaes sejam
eaaas despezas inuteis, salvo se S. Exc. pretende
referir se suppressio de reparticoes creadas por
esta Aisembla, necetsarias e reconheeidas, como
por exemplo a da vaccina e as pequeas miga-
Ibss que so concedia ao povo do interior, que tam-
ben! por sua vez concorre para a reo ita da pro-
vincia, mas que nio tem direito s despezas, por-
que elles estio longe do centro da vida.
Assim, Sr. presidente/desses povos foram t\iv..
nadas as cadeiras ds primeiras letras, quand 1
outro deveria ser o caminho a tnlhar, devendo-f
at mandar para cada lugar do interior da p.
vineja ao menos um leitor de educacSo, j w.
digo um profeisor, afim de que aquclles povos roo.
dessem comprehender o seu dever, osseus dirn
e a piovincia podeese attmgir urna altura 1
tanto merece.
Mas, Sr, presidente, admiravel que a illuttie
commissio de orcamento, cheia de vida, ebeia de
talento, nio encontraste urna s fonte de rectu
d'onde podesse tirar novos recursos para csllocar
a provincia no caminho da prospendade relativa.
Admira, Sr. presidente, que a nobre commitso
de orcamento vietso dizer a assembla : as tazas
sio as mesinas do exercicio passado. Acaso Ss.
Excs. encontraran! escassez completa de rccur-i-
na procura de foutes novas, de onde podessein ti-
rar alguma verba para acudir s necessidades da
provincia, eu te julgam satisfeitos com as fontea
fornecidas pela opposicao para com ellas reunir as
despezas a que estelos obrigados ? De certo que
nio, Sr. presidente, porque Ss. Excs. vem que l3 >
obstante o esforco feito pela administracio da pro-
vincia, ainda lamenta-te que o orcamento tciilia
de figurar um pequeo dficit, s pesar de dizer-te
que a safra do assucar e do algodio foram gran-
des, e que o resultado, apezar dos preces mingoa-
dos, ha de ser superior do anno anterior; ape-
zar de tudo iato Ss. Excs. vieram declarar qutro-
conh- cem que esta provincia, em virtude das des-
pezas a que est obrigada, nio .pode fechar o seu
ornamento, aeuio por meio de um emprestimo, vis-
to come as rendaa da provincia nao chegam para
as despezas neceasarias.
Mas se Ss. Excs. reconbecem qu3 a receita da
provincia nao d para as despezas a que ella est
obrigada, porque nio tiveram ao menos a coragem
de meditar durante o lempo do que podiam dispar
para a elaboracio do seu projecto para apreaentar
ao menos urna fonte nova, camo que vieram cem
ss mesmas fontes j esgotadas ? 'estas crcuin-
stancas, comoe que a illustre commissio de or-
eameuto teve tanta presta em vir desde lego apre-
geutar o seu trabalho, como se elle fosse urna me-
dida necessaria para debellar o estado pouco 1-
songeiro das novas financat, fazetfdo desaparecer
males que se derivam d'esse estado ?
Eu uo posso comprehaudor, Sr. presidente, t-
mente preeipitacio, salvo se foi ella devida a n -
ceasidade que o honrado deputado que se sent
minha frente, de mais cedo de que os demais, dei-
xar o terreno o recear fique indefezo o seu traba-
lho como relator da commissio, ou entregal-o aos
eus collegas que, nio sendo encarregados de o
organisar, teriain de vir dar as razoes de sua apre-
senUsio de modo a vir satisfazer ao autor.
O Sr- Goncalves FerreiraV. Exc. me d li-
cenca para um aparte?
O Sr. Prxedes PitangaPjs nio.
O Sr. Goncalves Ferreira-O trabalho feito p:r
toda a commissio.
O Sr. Prxedes PitangaMas V. Exc. o re-
lator.
O Sr. Goncalves FerreiraO que tem istoT
O Sr. Prxedes Pitanga... e desde que en ti-
mo parte na discussao do orcamento, sou obrigado
a dirigir-me a um dos seus membros. Assim, sr.
oresidente, dizia u que telve essa precipitacio
devida ao receio que parece ter o nobre deputado,
de encarregar os seos collegas de defraudar o seu
trabalho, ainda mesmo aquellea que fazem par-
te da commissio.
O Sr. Goncalves Ferreira Nio; nio ato. V.
Exc. est engaado.
O Sr. Prxedes PitangaEu nio affirmo couta
alguma ; eatabeleco apenas urna bvpothese, fun-
dada em urna supposicio.
O Sr. Goncalves FerreiraPois a hypothese
verdadeira.
O Sr. Prxedes PitangaE n estas condicots
nio estara 8. Exc satisfeto deixando a dous ca-
valheiros dstinctos a defeza de um trabalho, que
alias nio novo, que j foi debatido n'esta casa
por mais de um 1 ves, o cuj*s razoes e justificacio
nio encontraran dificuldade? Eu creic. que para
apresentar semelhanie trabalho, nio era preciso
tanta precipi cacao.
Nio quero, por ora, entrar na minuciosidad*
d'esse ttabalho, fazendo apenas ligeiras aprecta-
coes dos motivos que causaram tanta preatesa :
acaso a nobre commissio de orcamento ouvio, coma
lhe camnre, a eommissio de rendas provnciaes,
que tem obrigacio de apresentar o seu relateno
ante-d er exposta 2 oiscustio para demons-
trar o eattte-em que se achava o Thesourot
Talves o uobrfdfttor da commissio deixasse
passar por alto e8tepoHtg<_que J> indupensavel
para a commissio de orcamento. ~~- !
P01 tanto, este precipitacio, este desejo de faser
o orcaaento no 3o ou 4 da de sessio, fez cem
que o orcamento foste lido antes de se organisar
a assembla, porque esta nio s pode considerar
organiaada sem que tstejam as suis commitsos
constituidas.
O Sr. Gonc*lves FerreiraA commissio de or
camento jett.va constituida.
O Sr. Prxedes PitangaMas a Assembla nao
se organiaa t com a cummissao de orcamento.
V. Exc. ha de permittis-que lhe diga que a As-
sembla nio te juig* coustituida sem qae as anas
commisses estejam formadas, como determina o
regiment.
Por sao, ad nirando a precipitacao com que a
commissio de orcamento eftVeceu consideraoio
da casa o seu projecto, eu deduzo este conclusao :
ou a commiasao nio quiz trabalnar, porque um dos
eus raemHroa tem de deixar esta cas* breve-
mente, e entio apresentou aquillo que j exista,
ou entio reconheceu que o trabUho era muito ar-
duo e nio poda ser feito durante a sua estada, e
eutio apresentou o orcamento de 1885, apenas
com pequeas modificacoes as suas despesas, e
daseaqu est o ornamento da provincia, por
elle que nos devemos regular.
A isto eu deveria observar a ccmmissiio que,
fazendo parto da administrac >, sendo commensal
de S Exc. em suas extremas relaces sena mais
prudeute que tivesse dito ao Ilustrado governador
da previncia que adiaate a Assembla para m
t.mpo mais longuquo, e continoaase a proroga^o
do orcamento com, estava, visto como 8. Exc. nao
Dle ignorar qu; este orcauvnto tem de vigorar
t Desembro de 1888 em vista da circular do
Ministerio da fazenda que manda que es orcamen-
tos actualmente apresentados sejam prorogados
t Dezombro do auno vindouro afim de que ato-
meca o anno civil on politieo e a eleicao posta ter
lugar em Settnr.ro. (Apartes.)
Mas sto materia para causar estranhesa a
esta pequea miaoria quando nos vemos qne 8.
Eio. sem uenbuma auiorisacio supprimio nma
repartilo das mais importantes, urna reparticao
aue em toda a pirte tem custado ao govern
cont* de ris como seja a natiinicao da vac-
cina ?
Ni-o admira que 8. Exc. acceite a prerogacao
d-ste ornamento quando ni duriJou acabar com a
viUlciedade de empregados que a haviam adqui-
r io por nomeiacoea do presidente a virtude de
um acto d'etM A.s*uibl.t,e uio em oamprimeBU
do acto ddeoaal, que coasa muito di'cna.
PoisS. Exa. nioaabeque os actos desta AS-
tembl* u.na vez acceiUs e coufirmades no po-
d^m ser alterados por quem j tes cesapen-
te Porveotura S. Eae. pr. anas- que egnlamentar
um ramo da aduoinistraci aa to-ma do acto ad-


I


Diario 4t> i'ernamboeo([uarta-fcira 23 de
i

i



5

.1-
dicional o mef roo que fazer cumprir a mandato
qne esta Aembla determina por deh guasa tt-
pedal T
Creio que S. Exe. nao tuppe que tantos jnris-
consulto, ji nao digo" o pobre- medico, (rito) te*
jam cpate* de- acreditar que aa delegacoes sicas
PoU S. Exc. poda supprimir uo-.a re partigio
tem uenhnma autorisscao desta Assembla, ura>
reparticio da maior importancia, oasao aqa41e
que procura salvar o povo do fl*gatlo -as cpide-
miaa que tem causad* onssqoenctas faamias oeata
e em ontraa provin*ssj istu t porque na>eram do
sea seio ob funcos*sMriosaella (apottdoa e uAo
apoiadoa), mandando 8. Ebc-< entregar caatdifkio
onde ella fanccionsara; e isubaher oa monis a um
nena1, e fe.zendo iato cene dearjo de.mostrar
que veio a esta proaiaciatsaraer a economa, fa
zendo deapexas menores do que ella pede cata-
portar ?
De sorte, senhores, ni deve admirar a esta Aa-
aenib'a que factcs deata ordem ee reproduzatn,
porque outroi maia gravea e maia acriua ae dio na
quadra actual que atraveasaroos.
Pertant senhores, nSo admira que a Ilustre
oommicsio venha diaer que tem pressa de fazer o
oreamentoj que tam pwaaa era picatar o eu
trabalho, que tem ptfJia de formular oa meioe de
vivar a administracio dotando-a com elementos
de vida, d maeeira-aj-poder prtvenirqoe ella con-
tinu no descalabrotm que vai, nao ; eate orca-
Bftuto nao justifica cousa algaras ; ello nao tem
nome, porque alm de irregular, elle nao satisfaz
era as condicvs exigidas pelo nesso regimeot -,
nem vem prever os males que a sociedad! soffre
por falta de reeurso,' porque elle nao prevenio,
nem consegnio" chegar ao resultado que devia
chr-gar.
Esta assembla,-6r. presidente, faperara que da
Ilustre commiseo pattisse um trabalho digno
della, qne da ilustre commissao partiese um tra-
balh) que viesee diaer a esta assembla: aqu
tendea o recurso paratsrlvardes vo8aoacomprovin-
cianes: n'eatas fontrs, encontrareis faier face sRespetas que todos os annos sao
feitas e por meio de einpreatimos; mas nao
foi uto que fea commissao; a commissao nao
quia dar-se ao trbalo, a' c- mmiasio julgoa-se
superior a obrigacao do estudo pira acrruisigio de
fontes o aams qae podessem garantir a-cata ao-
ciedade dsvallid, o recurso necessario para cc-
eorrer s suas dispeaas. A commissao. nio
quia ter tese trabalho ; a commissao tem em mente
poupar econmicamente alguna' vrntena que sao
aaaorvidoa pelos talberca dos que fasem parte da
meza da administrac", parque se a ssim nao fosae,
antes que o tbesouro tivesse. distribuido seu ba-
tanete, que a aeaenrbla tivesse n'cst elemento
eatudado ettadado o* mt-ioa neceasarios para con-
feccionar tambem o trabalho, que podesan concorer
coca oa Ilustres membroa da commissio, ella nio
teria tanta precipitacao de apresental-o o que fea
aomente, ou perqu julga-se invulneravel, ou por-
que cinta com o numero para o apoio do sen tra-
balho, ou porque nao quer a coutnbuieao de seus
companheires no estado dos meios necessarioa
para a quisgio dos recursos qua d-vem faaer face
as d>pasas iudispensaveis; e s por esse meio, se
pode explicar a precipitacao, o afam com que sobre
o tapete da assembla se atirou o ore-amento, que
nao tinha nada de novo.
A commissao deu tambem piuca importancia ao
trabatno do orcamento que nem se quer jalgiuse
obrigadaa dizer quanto era neceesario despender
em cada ramo de aervico publico, em alguna pantos
ficen smente um cifro, cerno quem diz : nao
precisa determinar e nem aomar a verba neceasa-
ria para a receil, o qne faltar para a despesa,
satisfat-sehacom pedidos de emprcatimoa perante
a assembla.
Ss. Exea, entendern) que entregando o poder a
adminiatragio, que dando-lhe auctorisaco para
reformar todas as reparticoes, tinham chegado ao
desidertum, isto tinham falto o orfameuto,
pois que S. Exc, em qnem reeonheco competencia
para quilquer reforma, tenha o direito de reduzir
aquella a um mingnado e pequeoquadro e diaer :
estes sao aposentados comas quotas que correspon-
der ao temp-3 do servico que t7iirem, iquelles Jemit-
tid a por nao terem tempo uecessario... (apartes)
ficando* auctorisaco ao presidente para reformar as
reparticoes (apartes) tudo estara completo.
Pois, se nos vemos que actualmente esta assem-
bla tendo conferido sos antecesaorea presidente
da provincia auctorisaco para reformar a repar-
ticao da Instruccao publica, S. Exc. acaba de
mandar nnllificar a portara que considera vi-
talicios os professores nomeadoa p r exorbitancia
de attribuico para nomeara esees professores,
como se o art. 222 fo3se autigo tico do ontrj por
elle citado, cu S. Exc. presume de que na assem-
bla nao ha juristas, capases de coobecer o modo
de interpretacao daa leis, e entao atirou isto a
esmo para passar despercebido. Exc, foi injusto,
porque um t'u contradia o outro artigo, um nao
se eppe rxecncjSo do entro.
Onde o antagonismo desjea doia artigos ?
Coma poude S. Exc. neutralisar o acto de aeu
antecessor feto em vista de urna delegado, quando
esta propria assembla recoobeceu o como valide,
quando dase qus os profesaore8 que tivesaem sida
nomeados antes do regulamento de 6 de Fevereiro
seriam tambem vitalicios, na forma do intimo re-
gulara uto?
Esta assembla confirmou o sen acto, a aua da-
legaco.
Como que 8 Eic. entra na aeara albea, d
faca em punho, e diz provincia : o men ante-
cessor, o voesj administrador nao p.ocedeu em
regra e este ecto nao regalar, acto nao s exe-
culado em vista de um regulamento, como confir-
mado por cata assembla pdsteriermette?
Se esta propria assembla, na le u. 1,810, > is
qae sao tambem vitalicios os profesaoros nomea-
dos antea da regulamento de & de Fevereiro, r-
Mohece u, por tanto qne aquatlea
que a uesina assembia
Exc. corteje
E' notavel osfsn cim qne S. Exc. o 8r. presi-
dente da pwaianUaVmittio todos os empregados
da reparticio de vaccina. inclusive um pobre con-
servad or (digo pobl, p< rque me informaram de
que o era, uso o-eoobecoy nao tenbo cem elle re-
lacw.)
O Sr. JoSo de 8-E a .maneira per que o de
mittio, o modo pr |ue a demissab foi lavrada !
O Sr. Viscoude de TabatingaDeshonroso.
O >r. Prxedes. Pitan^a-wDebbonrtuo e cffen-
aivo.
0*r Gaasara i*asjBnie-**Uo teve
gisjosaeraasama aasssauicau intil, ersuum disp
de faiel-o. E ahi eatava o direito da adiniuistraco
de procurar mpiminar ae o instituto vaccinieo um
pria com o lea dever, e aenio faaia, ornear um
outro qne maia arioso e mais cuidadoso de auaa
obrigaco. s, reeunbeessse a vantngem da propaga-
eio da vaccina e prscuraaae empregar todo o tra-
balho, nao s na vacatuacao desta capital como na
transmissj para os pontos populoaoa do centro da
capital, e neate caso, aeria Exc. diga) do mea
loavor, por ter tmido a ai um ramo de ser vico
Lpublicoj qu# miiit'i deve oeeupar a administracao
a de cffea- siublic, wa?, SdsBxc. acabando, e acabando pela
neira bx-raceaswpt rque aeabou com o inatituto
diaslss dasanroo < d.. ptvanucia aam=sttces8dale)'iaasccinicvunudaBdo at -xecolh-r ao araenal oa
OfaSr. 'issasisiTii n^n -V. Exc.vpoJe otear aaastes vjtfbx>aKs*aaados para esta repartieSo, deu
que O funcaooaaoaiera natil, ansa mi dizer-aas
inotil um instituto vaeoinico, objecto que hrm
levado oa governoa dts :Estados mais isdiantadoa
a d|>pendtr entenas dasaantoe de rs no 'estado
doasseios paeewMivos-.qmra asUwBaf^opulucoes
da horrivel epidemia da variol, qne.^elm doe
grandes prejuiaos que causa, daa mertea inespe-
radaf, etc., enche de horror aos que fieam Nao
pode V. Exc. dizer que essa instituieio intil;
nao podf sobretodo, dael o no aeio o'nma assem
bla, a'um povo civilisado, d'nma eorporacSo qae
i*erapnta ter awnhfffimento-dn-utiliiiad^dane-
cesaidade, da eantagem, ua, precisao, da udiapea-
sabrlidade d'um institnto vaccinieo, e b m monta-
do; de forma a peder produsir ce resultados con-
venientes para prevenir os males que ee geram da
peste da varila, que de tal natureaa que, uo cen-
tro, as propriaa familiae abandinam os seus caroa
senhores, atiram-n'os em um* cheupana de que se
nao approaimam, mandando-levar ihes a comida pjr
algam unte devotndo !
O Sr. Gomes Prente.B digo com muita con-
viccio; tauto assim que o anuo psssado propuz a
suppressSo'do Instituto.
O Sr. Prxedes Pitanga :Tal era o ranoor
que a administracao votava aos membros do Ins-
tituto que, nao tendo coragem de demittil-os para
nomear amigos a us, fez por extinguir os lugares,
baseanlo-sc em que a junta;'*le hygiene tinha
obrigacao de propagar a vaccina.
Nao devo pensar qae?. Exc. aeja.igoorai'to dos
factos que se passam m diversns cidades d'este
imperio, as qnaes, alm da junUde bygiene pu-
blica, ba um instituio vaccinieo.
O Sr. Goanes PrenteQaaes sao 88 ei.lades ?
O Sr. Prxedes P.taogaA Babia, o ttio de
Janeiro...
O 8r. Gomes PrenteNao pesso garantir que
nio baja na Babia instituto vaceuteo ; mas pare-
os-rae qae nao ba.
O Sr. Prxedes Pitang*Mas eu posso-garantir
a V. .Exc. qne ha ; emquants o contrario nio se
provar, ha de aceitar a minha palavra.
Nao poseo, como diaia, pensar que 8. Exc, m
ho.nem que tem pirado as altas regos.
O -Sr. Gomes PatenteE' um hornern muito ais-
tinelo; .um piesidcute com) Pernambuco preci-
sava.
O- 8r. Prxedes Pitang.i Nao contesto- a
ilJustracio de 8. Bss. ; mas, ee a tem, eomo o llo-
are deputado afSrma e eu nao duviio, inantetr o
principio ranearos) da pi i tica dominante, extin-
gue ss> instituicao provincia1, meaosprenndo a
importancia 'ella, com o pr> t xto do que cila nao
prestav i aerviooa.
8. Exc. tinhv em anas mos o meioa de, so na
tinha conanca u'aquelles que ezeici.im oa luga-
res, aiel os sabir. Isto qu i era curial, isto
que era razoavel, e niatirar a um povo o despre-
so de diser-lhe que umt de suas lastituicoea nao
presta servicos. desnecessara porque a junt* de
hygiene tem a obrigac;Jo de facer vaccinar aquel-
es qu; precisara de vaccina.
O 8r..Gomea'ParentcV. Exc. devia lr a por
(aria em qae o presidente justifica o acto.
O Sr. Prxedes PitaogaSe eu quistase agora
entrar oa apreciaci- dos motivos dados par<. a
extinccSo d'esse instituto, teria, como h;i de ter,
occasiJo de provar at que ponto chega a falta de
consideraco ao povo, revelada da parte de quem
foi eesvre?ado da una administracao. H-.-i de
provar a V. Exc. que se nii uienospreza assim
urna populaco Ilustrada, extiuguindo, n'aqu lies
termos, orna reparticie iudifpens-.vel; nei de pro-
var a V. Exc. que o povo pernambucano est ci-
ma do desprezj que ilio atirou o p.-eaident quau<
da lancon aquella, porUria. Nao pretendo fallar
boje smeo e, lis 1* discusatlo; salvo se Va. xcs.,
fiada a Ia diseusso, pedircm o ene rrauaento de
todas as outras.
O-iir. Geaealves FurroiraAqu ji se f.-alisto
ama vez ; mas eos nao o taremos.
O 8r. Prxedes PitangaSe nao o fzercm, po-
rtn, bei de mostrar a necessidado de manter-Ee
essa instituicao, p*ra nao viveruios a eamolas do
centro, da corte, que nos manda apenas, n. med -
co para vaccinar ama populaco inteira, quaudo,
pelo contrario, o presi late da provincia deve-
ria crear as diversas localidades ncleos de soe-
corroa, meios de aalvae> para o povo.
O 8r. Gomes PareleMas cora que. diobeiro ?
O Sr.-Prxedes PitangaNio exrnente com o
ainheiro que se criara as reparticoes ; ha diver-
sos vaccinadorea gratuitos no centro desta pro
vioeia.
O Sr. Gomes Prente fferecem-ao para fa-
aer gratuitameute um servicio, e dentro em piuca
tempo pedem Assembl* que vote verba pua o
pagamento.
O Sr. Prxedes Pitanga Poii o pre.-i ente
qoer forcar a provincia de Pernambueo a viver
costa, doa.empregos geraes ?
0 Sr. Gomes Prente Pyrque ?
O Sr. Gomes PrenteAcaba com o Consula-
do, e manda que a A'faniega receba impistiS
provinciaes ; acaba com o Instituto Vdcuiuio
manda vaccinar pela Junta '
partiooes uruyineac va,
As roznes por q<|
ma da caridade a dedicaclo de que preciaam para
poderem entrar maia tarde oa soeiedade.
Sr. presidente, o numero da infelizes abrigados
pela Santa Casa de Misericordia em seas eataae-
licimentoa, montam a ama ciara rctpeitavel, e a
Santa Ca* por torca de ana ioatiiaicio, obliga-
da a dar-Ibes gu irida, embaraJute com todaa aa
difficuldades imaginaveia.
No entretanto o que en vejo ? Vejo qae a com-
missao entre as verbas de economa fax o erte
de 15:0(Xl000 votados para a coostrucca i de um
PTrTx'de' PitangaUiei d expressJo
tambempara melhor explicar-me.
A lei da que 03 prof-ssores nomeados antea do
.regulamento sao vitalicios. Ora, o qae quer isso
dizer E' que aquelles o eram e esta tambem o
sao-
O Sr. Grtncalves FerreiraEste argumento a
contrario sensu que nio verdadeiro.
Ba ontros apartes.)
v a llust.e commissao que so o or^imento
contivesse ama medida salvadora da situaco, se
fosae uro plaao giganteaco...
O Sr. Goocalves FerreiraSe V. Exc. apresen-
tar essa me ida salvadora, pode contar orn o mu
TOtO.
O Sr. Gomes PrenteE com o meo tambera.
O Sr. Prxedes Pitangaliada nio tive lem-
po se quer de 1er o orcamento.
Ma, dizia eo, Sr. pr-aidente, que, ae a llastre
eommisso de orcamento apresentaasc eu traba-
lho como urna medida salvadora d provincia ca-
paz de fsaar desappar que a administrado tem lactado, em vi^ta Ja de-
ficiencia de meios, e que quizesse adiantar a sua
dieeussSo, com o fim de ser elle desde logo exe-
eatado, eu ni duvidaria calarme, porque aeria a
isto levado pela conveniencia feral.
O Sr. Goncalvea FerreiraV. Exc est no seu
direito e no sen papel f allaodo.
O Sr. Prxedes PitangaMas eu vejo que S
Exc. nio precisa deste ore. meato senio para cor-
tar pequeas despezas, iespesas as que nio
posso deixar de notar que a nobre commissao baja
cortado, eomo sejam aquellas que dizem resp-'ito
- aos estabelecimentos de caridade e qao ae desti-
nam manatencio i'uroa associac;io onde vio Da-
rar todos es neeesstalos, nao posao deixar de no-
t.ra piTcipitecio da diseusso.
O orQamento projectado o raetmo qne est vi-
gorando ; S. Exc. nio tem pressa del le; elle nao
*-fne fbrneea novas foutrs de recursos, nio Iba d
aenio esta autorisa^io de reformar todo qns-aem
.quero pensar que esta assembla Ihe conceda, a
- menea que aeja mediante certas bases...
O Sr. Goncalvea Ferreira Ha de Tir conve-
nientemente formulada.
O Sr. Praxedea Pitanga... de maneira a ob
deixar ao presidente a faca" e o quoijo para cortar
a talh..da que Ihe conver, normante havend? baja
japajgn i* diversos fabricantes, sendo aua mais
. saollcs e oatroa mais duros, de aorta qae o admi-
. MSstradosfioderia tirar a talbada maior para dal-a
a sea amigo, e a ineuor,.a ininguada para oa ne-
niCeasitados.
Nio posso deixar de faaer este reparo, qne alia
nasi y*'") ereio, inc:mrnodar a Ilustre commissao
a qnem dedico de coracio a maior "onsideracii e
-disputo ; f'.yo o apenas para nio deixar correr
1 esa certo protesto os actos da actual adminiatra-
aio, que alias nio longa.
*\
ia proara aoawoigatierosa da importancia que Ihe
merece a de pasaica .'aquellas que catio sobre
*ua-admiuiatracao (apsrtes).
A creaeioi-de 0*0 inattatut) da o nobro depu-
tamo.iNio preeiaaara S. Esc. acabar e.m oirti-
tto 1 basiava dwkitt'r esses ou.qoalUs eoaase-
gados porque nio cumpriam com os seus deveres
e nomear fulano de tal, porgue, dizia 8. Exc. es-
pero que ease novo empregado, tomando a si o in -
teresse qu-1 deve resaltar, que deve produnr a
sade publica, procure propagar a vacc:na na ex
toneio,quo .necesiwia ;.m;.s 8. .Ex.-. .oao fez
isto e procurou dixer: intil a reparticio por
nao trr-nem apreaentdo relat^rio, nein cscriuto
memorias como Ihes manda o regul.-.ra.'nto.
Eito traba bo de orcauento, -r. president', est
tio irregular que eu ni) quera abaadouar a tri-
buna sera Ihe ter feito ama yupj t aos seus considerandos, que alia sio importan-
tes, para qaem procara atacar a commissao de
frente, como mearas pelas indieacoes daa diversas
verbas, procurando saber da commissao que moti-
vos o levaram, a inanter a mesma receita, e nio
roanter a mesma desp-zi Se a receita' a aquella
poca foi aceita pela necessidade das despeaas
que esta Assembla tinha a fazer, parece que a
conciusio lgica : se nio tem de taz r essa des
peza, eata receita demais, ou .estas despez-.s que
(or.nn teitaa erara iudispensaveia, a reguUu se a receita, p.'rquu sempre da necessi-
dade conbecida que se procura in us meios indispen-
saveis para a sutisfagao dellas, e uao da creacAo
da receita que se deduz a deap--z 1, como j foi es-.
ubelecidb nesta Ass-mbl i, por oecasiao de orga
nisar-se un orcamento, seguindu-s; assim uina
ounna inversa d'aquclla que coubeci la ; ou Ss ,
Ex.'s. jnlgaram innuteis estas de.-pezns, entre as
quaes figuram verbas tai in dispensa veis como
aquellas que sao rotadas para a alimentario dos
presos pobres, entretanto,a 11 lustra commissio tendeu que ts devia contar,rem ama justificativa,
sequer. 1
Parecer n. 2
A commissi) de leis nio saneci >uadas, c-.i-if ,-r-
ma.id i-se osa as razoea de nao aauccao da lei de,
2 ) de Julho de 188G, quo elevou a eatbegoria de
villa as povoacoes de 8. Jos de t'eJra Tapada,
Cauhotiuho e N. S. do O' de Guyanna conser-,
vando aa mesmas d-nomin.-co s ; de parecer que
se adopte o segrate prujecto de. lei eom na modi-
ficarnos que ae segueiu : ,
A Assembla Lagnlati va-Provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1. Fie-ira elevadas a villa com as prero-
gativas facultadas pe 1 lei, as povonedes de S.
Jos da Pelra lapada, Cmh-tinho, N. 8. do O'
do > veri i, cim 1 v011 1 a> mes n :a doa milia-
atos,
Art. 20 Os limits da villa de S. Jos dePedra
lapa J1 serio os meamos do actual 2} district 1 de.
Limoetro.
urt. 3 Os lira.tes das villas de Canhotinli ; a
N. S. do O'JeGiynna serio os meamos das res-
pectivas fregueaias.
Art. 4. Ui vogira-se as disposgoes em cen-
trarlo.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de
Peroambuco em 15 de Margo de 18)7.Hoares de
Amorim, Amaral, Luiz de Andrade,' Beguelra
Costa.
O Sf. Goncalves FerreiraQii'j iiran -'sji
verbas ?
O Sr. Prxedes Pitanga Quinze cont para a
cumiauacio das obras do Asylo de Alienados.
O Sr. G- ncalves Ferreira Est no crcameoto
em vigor ?
O Sr. Praxedea PitangaEst.
Se eu, como m-inbro da Santa Casa pude can-
seguir de 8. Eic. o .Sr. Or. Ignacio Joaquim, nio
a entrega da quota toda, porqm elledeelaron que
a piotiuci* esteva exhausta, mas a de dez cootos
para faz-.r a obra que eatou iazendo, eomo mor-
d >.n da Santa Casa, a de comeear a eobrir um
raio da casa de alienados, visto c^mo o numero
destes j tio crescido que vivem elles quaai que
a granel no meio d-a grandes sales deatinadoa
dormitorio, reteit.rio, etc. ; ae eu pro rio, dig -, j
tive oc:asi) de conseguii is-o, o que ni) aconte-
ceu com a commissii subsequente, da que fazia
parte o Ilstralo Sr. Ur. Joaquim Corris de
Arauj -, que des:a. preaidencia nio oonseguio o
mesmo, visto como, teudo-sd mandado vigorar o.
or amento do auno anterior, esta verba eslava tam-
bem ahi inclaida, 8 Exc. respondeu-lhe que em-
quaoto devesae a empregados pblicos,'nao fazia
casa para.doido8t.dand), lugar a que cu na junta
da a iminiatragao dissessa que-as dewmmos entre
gar a administrac.i-) da Sauta-Casa, que, alias,
deve. cento noventa contosapproximadamentc a
:.i formadores, aos poderes pblicos, para que
u.les admmistr .ssem como cutendesseui, Uina vez
que nio queriam auxiliar a aqueilea qita
tro interesse que o da cari !de,
aessa oobrd miscio, que
se nio prestar
5r-
~% emprega -
lian, porque nio era
raquiai peruambueano.
iQalvea FerreiraO pnucipio ver-
Em primeiro lugar est a di 'ida de
raio nocessario e indispenaavel pura., accoatmoda \oea de 27 de Outubro de 1883.
CO dos l*l04.
O Sr. Gdaoes Prentelia), 1*11 despean is-
traatdinawa
0 8r. Vwxades PitangaMaaacom
commistoiile 01 cimento aaaxcoqiaafa a iiajisytaBJjAsnestre em que e mesmo
cia do4,*aa>-leeirpentos deMiaWaaapu cat*.p<>- pense acs mutuarios oa juros de
sualidanaique a Santa faaidaaiBaaa icorda um nao, desse mesmo tempo a decor
recursos de sobra para acudir s suas necessida-
des, por que a nio aer assim, ella manteria aquel-
las verbas quo vio uSUspensaveis aqueilea eata-
belejimentos,' sabendo mais que as loteras a
elles destinadas estio suspensas.
. DavulUter^Jr, 'cesidiaite, que. a verba, auppri-
rnda quo msis chamou a minha utteacio foi a de
I6:9000ti0 que, fcdos ca anaos se tem votado para
a contmuHcio da coustruccio do raio da casa dos
loucos que-uao est acabado. Ella c tem um raio,
devia ter dous, o que so nao tem foito por falta de
iccursos, mas teodo dous raief ella ple cooter
at 100 loucos mais, havendo salas para^rabalho,
para distraefo e para dormir ; e connodo todos
esaes compartimentos estio cbeiis, al as celullas
reservadas para os furiosos, porque o pessoal alie-
nado superior lotago. *
Todava nio seja isto.. motivo para deter-me na
tribuna a crea da utldadedo prujecto ; que elle
til nao ha a mauor coatestago ; e como segun-
do o rgimen parlamentar na 2' diseusso que
se trata estas apre.'iacdes, visto como na cmara
dos deputados os pnjeetos nio teem Ia diseusso,
e passam sem observacao (apoiados), eu me reser-
vo entao para entrar deta!had*m~nte no assump-
to em 2* diseusso sem que dahi se infira que eu
me retire aatisieito. depoisrde ter tocado em qaasi
todos es pontos. (Muito bem ; muito beui).
Vem mesa, lido, apoiado e entra eonjuncta-
mente em discussio o seguate requerimento :
Itiqueir ) o adiamento da discussio .por 48
horas.Jote Mara.
O Sr. UuucmIi es Ferreirai.Va) de-
Vulveu o seu discurso).
Ni) havendo mais quem peca a palavra, .eucer-
ra-se a discussio.
Proc dendo-se chamadn, verifica se ten m-se
ausentado 08 Srs. J ao Alve, Andr Das, o-
phroui 1 Portella, Joo de S, Cista Goine, Fer-
reira Vclloae, Antonio Vctor, Coe h) de Moraes,
Coata liibeio, Prxedes Pitanga, Jos Mara, G.
Drusmoud, B. Barretto Jnior, L iz de Andrads,
julio de Barros e Bario de Guar.
Entra em 1' discussio, que, ua forma do Regi-
ment, fie* diada, o projecto n. 2 deste auno.
O Sr. presidente levanta a seseao, designando h
seguate ordera do do dia : 1* parte : cootiuua-
cao da autec- dente ; 2a parte : 1 discussio dus
prujectos na. 7, 11, 32 e 56 de 1886.
5 SESSO EM 15 PE MABQ DE 1887
PiaglOBHCU DO EXM. Sli. l)ll. J05 MANOKL DE BAR-
BOS WANDEBLEY.
SuaiiABio :-7-Cbamada o abertura da seseao.Ap-
, provs.cio da acta. Leituia do expedi-
ente. iserve.coas do 8r. J.cio Aivcs. -
Contina a discussio do requerimento
do Sr. J.osMiria sobre negocios de I;u-
ras. Discu-sfl do Dr, Ferreira Jaco-
bina. liejeiciodo n querimeuto.Ordem
do dia.1* discussio do orcamento pro-
vincial.Rejeico do pedido de ada--
ment.Discurso da Sr. Ferreira Jaco-
bina.iirjeicio de novo adiaa>euto.
Eucerramento da discussio. Ba-cI magio
d > Sr. Jos il .ria. Approvayio do pro-
jacto orcamentario.1* diseusso do pro-
jeeto n. 2. Discurro do Sr. Jos Mara.
Eucerramento da discussio.-Adia-se a
i* discussio do projecto n. 31 de 18:6.
Eucerramento da sessio.
Ao meio dia, fcita a chamada e verificando-ae
eataram presentes os Srs. K-.tis e Suva. Ltuz de
Audrada, Soares de Amorim, Barroj ^anderley,
Herculano Banieira, Auiaral, Hosa e Silva, Au-
gusto Fraekliu, Feneira Velloso, Julio de Barros,,
Doiniuguea da. Silva, Guucalv. a Ferreira, C)dbo
de Moraes, Coata Gomes, Fcireir Jacobina, fia-
goberto, Joo Al ves, fraxedes I .tanga, liego Bar-
ros e Gomes Parete, o Sr. presidente declara
berta a aeaaio.
Comparecen) depois oa Sis. Jos Mara, Barros
Barreta Jnior, Bario de Caiar, Joio de Oliveira,
e Viseen le de Tabatinga.
Faltara oa Srs Ostantino de Albuquerque, An-
tonio Victor, Joao de S, Liureogo de S, Reguei-
ra Costa, Juvenci Ma.iz, DrummonJ, tSolouio de
Mello, Andr Das, Bario de Itapissums, Costa
Ribejro, Rodrigues Porto, Affonsp Lustoza e So-
pbronio Portella.
E' lida e sem debate appr orada a
antecedente.
O Sr. Io aecret.
guinte r
hypsthecarias do Banco, fieam quanto a estes va-
lores,' seat do respectivo imposto.
Aa lettras bypotbeeariaa do Banco serio acei-
tas como garantas de Singas prestadas nos con-
tracto com a provincia, abrigado o contraetante
a reforcar proporciqnalmeate ditas flaneas se por-
ventura aa lettras soffrerem diminuicio do valor
por qae foratr. recebidas.
Os favores da presente lei nio serio considera-
dos um privilegio oem prciudicario os que foram
garantidos pela lei u. 1,789 e respectivas iustruc
ar
Imjuo est no
Sr. presidente,
pelf^fawnrcTiterio que devo ha?er em todas
as repsrtigoes, nio modelado per trma diversa.
Gu nio posao acreditar que 8. Exo. ju'gue que os
empregados 1 da Allandega tejara mais honestos,
mais aelosoa do que oa eatpregados do Consu-
lado.
O Sr. Gonculvaa Ferreira'Jertamante.
O Sr. Prxedes Pitanga -r L'g) a razio nio
pode estar ahi ; a, razia ent 00 inodo de effecluar homeus qua dedicam-se sem interesse, mas S.
a arreeadacio. Ete. nio t-m a coragem de devolver para o uor-
O Sr. Gome PrenteMaj nio ha necessidade te ca enfermos que ihe si) mandados peloa seas
de empregados duplos. .'colleg.s, quando. 8. Eic. devera dizer: eu nio
O Sr. Prazedea Pitanga. V. Exc. est dando 1 concorro, por isso ui aceito; voltem para a pro-
adeiro.
honra.
O Sr. Prxedes PitangaSr. presidente, ste
objecto p r ai s dara motivo para eu mostrar at
onde chega a irregu! aridade da adrainisti ocio,
que recusa ama migalba para a construccio de
mais um raio neotssario para a acommodacio doa
loucos que sio all reeolbidot. Isso sena motivo tO
por ai para diter qne 8. Exc. procede irregular-
mente, por quanto 8. Exc. nega recurso a admi-
a8tracio da Santa-Casa qae urna correracio de
urna pro va em contrario. .Se nos nao precisa o os,
se nao ha necessidade de empegados provinciaes,
ucabe-se com todi.s aa reparticoes. Nos temos,
por exemplo, o GymaasLo e Collegio das Artes,
acabe-se com aquella. Para que Escola Normal ?
Nao ha nec.-ssidade. Para que Consulado e The-
so'irari.a ? Basta a Alfandega o Mesa de Reo-
das. Para que empregados provinciaes ? A pro-
vincia nio tem necessidade de munter tio grande
pessoal e nem precisa de Assemb'a, isso cousa
inatil.
Para arrecadar e despender basta a Altaadega
e o govern j. Elle faz a sua despaza e a Alfan
dega recebe aquillo qae a receia determina. 8e
os hooaena d'aquella repar igio sio os nicos ca-
pases de arrecadar, 8. Exc. nio necessita do ter
oatroa auxiliares.
O Sr. Gomes ParanteNeate ponto o presidente
nio fea mais do que aceitar aqu lo que foi aceito
pela Assembla.
O Sr. Prxedes PitaogaA Assembla ac-.-itou,
parque nio poda determinar qae tossem arre cala-
dos na Alaudega, por isso aceiou a proposta.
Portaoto j v V. Exc. que foi de cima qae
parti a indicacio, e aendo assim ludo o mais
cesas.
O Sr. Gomea Prente V. Exc combate esta
idea ?
O Sr. Praxedea Pitanga Eu combato ; ea
boje manda va O Consulado fornecer aquella ra-
particio' oa meios. necessarioa para arrecadar os
aeos Ampos toa...
O StvJeie de OUvai.-a Por ah.ni) vou eu.
V. Exc. Uba paciencia.
O Sr.oKrazedes Patanga -Nao davido, mas te-
nbo prineitMoe oiifiriaados. Se V. Exc. lec.rrer
aos Anuaes,. ha ds-teuc jntrar um discorao ea que
eu disse .que. nao-- era por dffdrenga de carcter
que- ea encontrava maia eriedade noa emprega-
dos da Alfaudga.
Purtanlo, ni bo razio para qu .> a administra-
is qaeira agora eoufiar da Junta de Ilygi 0-
obtigaeca tio onerosas, que ella na i p^i ria
deaampeahar, anda que sa oocupaoae deoise ser vi
co -doaedeo romper de alia at o eahir da noita,
quanto mais tendo de- vaccinar e traatmittir o pus
vaccinieo a urna capital e-aosojeotros das diversas
pepalacoes.
Ua Sr. epotado E o iastitato Vaocnieo I ;-
aia ato ?
O 8r. PitangaSe o nao fazia tinba obrigacao
vincia de onde veram. O presidente de l que
mando fazer urna casa em condigocs de accom
molar a todos.
Mae, Sr. presidente, nos aceitamos ess.-s duen-
tea, porque c rahecemos que a Casa de D.teu.ao,
onde elles sis recibidos, isto aquelles que aio
traosportados de outras provincias, nio podetn ser
tfll con ervad s, nio c porque elles devem ser
reculhidos a esta^elecimunto proprio onde encon-
tr m aaaceomui)daces ueeessarias, como porque,
sen!) a l.-ucura uina molestia, ellos niopodem ta-
car sem seccorro, sem tratamento pelo menos sem
app ieagio di meioa de que ae pode tirar resul-
tad).
Entretanto, senbore-, esasa despeza cresca to-
dos os das e os meios, em vez de creecerem na
mobini proporgio, diminuemquasi que na propor-
gio inversa, p .rquanto se verdade que a admi-
uistrugi'i emprega para a satisfagio de suas ne-
ceBsidades meios cartos, incontestavel e esta
assemola aio pode negar, que as loteras que sio
cooceaidas Santa Casa, ba muito tempo nio cor-
rem, nio constitu ra um meio certo com que con-
tava aquella nitituigao para aa anas neceaaida-
dea : 600f o resultado de eada lotera, resulta-
do que, el-vada a somtna da> bases, prodas apenas
60:000*000, Sr. presidente, para fazer faee a tan-
tas, despeaas.
- No entretanto, senhores, v ae que apezar das
difficuldades a Santa Casa de Misericordia do
Recite vai por diante, mendigando da seus forne-
cedores qne nio a aban lonein, porque de esperar
quo esta proriia,ichuia- de vida, de recursos,
nio daixar enflaquejer, | nio deixar- naufragar
um cstabelecimento,. qae da-pntneira e mais
pa4praote necessidade, porque est em condenes
de nio poder fazer-face s suas despeaas, vend-
se meneada por seas fornecedorea da nio-conti-
nuar a tornecer oa eatabelecimsntoa de caridade,
desde que ella nio ple satisfazer as auaa obriga-
toes. Entretanto que de todas as partea, de todas
ai provincias, de- todas as comarcas milbares de
iif-jlizes pioeuram oa eatabolecisseutei pos a car-
go da abulta Gasa de afiseiioordia lo Recite.- Sio
oa mendigos, aio oa loucos, aio as desvalidas que
preciaam dar a las e que vio all encontrar urna
sala de maternidade ; sio os Usaros que vio alli
prooorar-aae abrigo s auaa aeeesaidadea ; aio oa
orpbiosy sio oa meninos que naacem e sio aban-
donado! q'ia vio alli encontrar no desvello da ir-
0 Banco gozar deatea favores:
1 o Sempre qae em rirtade do. artigo 29 un-
jjt pa doa mu estatutos, recebeodo do mutuario ou
a que (deduzindo do captol mutua Jo, no acto do emores-
manteveasialsspeaaa qussi astovawsas, cortou s- timo, a annuidade reapsotva ao tempo que de-
mente estatauota de aoccorrq psjbitap. Oa a nubre corre desde a data do contracto at o fim do se-
outracto ee fizer, cam-
7 por cento ao
decorrer, urna ves qae
pelos artigos 24 e 43 4 dos estatutos do Banco,
os emprestnos a longos piasos sio feitos em let-
tras bypsthecarias ao psr e estas s vencera juros
a partir do semestre seguinte quelle cm que se ti-
ver feito a emissio.
"-" 8em,jr^.que.f*cuitar aa/a.os empreatimos a
longos prasos o teiipo de 10 a 30 annos, mnimo
e mximo fizados pela le i n. 1,237 de A de Se-
tembro de 1861, decreto n. 3,471 de 3 de Junho
de 1865 e neio*ata.tatos do mesma Banco, artigo
o.
Revogadas us disposigoee cin contrario.
Sala das seas5e, 14 de Maio de 1887.Ferrei-
ra Jacobina.
A assembla legislativa provincial de Pcraam-
buco resolve :
Artigo nico. Fita alterado o artigo 3 da le
n. 1,878, de 27 de Julho de 1886, ua parte aomen
te em qne fixa o preco.de 10 ris por cada balde
d'agua pota ve 1 de tamanho regular, vendido nos
ebitarizes, que se estabelecerem, o qual pieco fica
elevado a 40 ris cada um balde.
Revogadas as disposi.oes era contraro.
Saladar aessoea da assembla, 15 de Margo de
18d7.Ralis e Silva.
E' tambem lido e vai imprimir o seguinte
proje:to :
A corninlaso de exame de, posturas e negocios
de cmaras, a quera foram presentes os artigos
de posturas da Cmara, Mu icipal da villa do Al-
luho, datados de 14 de Janeiro da 1887, tendo os
examinado attentamentc, de parecer qus. seja
adoptado o seguate projecto de Jei:
.A assembla legislativa provincial de Pexnam-
bucu re.-ul' :
avb a pivpost-i da Camaia Municipal da villa
do Altiuho ducr-. tu :
Artigo nico. Fice.ui approvados >is artigos de
posturas, cora excepgao do artigo 15 da Cainaru
Municipal da villa do Altinbo, datados do 14 de
Jaueiro de 1887.
Sala das coicmissocs, 14 de Margo de 1887.
Coelho de Moraes^Soiires da Ain riui.
E'.igualoeute lido, jugado objecto de dulibe-
ragao e vai a .-oprimir j seguinte pn jec-to ; la. .)
A' Asseu bla Legisla'iva Provincial de Pcr-
nambuco resolve :
Artigo uiiic,.Os professores coi.tractados an-
tes do Ri'gulsraento de 6 de Fevereiro serio con
sid< rados elf-.-livos as rae:mas enduras.
Bevogada8 as disposiges em contrario
P, gu da Assembla, 15 de Margo de 1887.Dr.
i'iiauga.
O sir. Joao Al veaSabe V. Exc.,. Sr. pre-
sidente, e igualmente sbenos todos nos que, at
In -, ap-oviucia de P-. rna.'iibueo, bera como o
paiz ioteiro, tem vivido sob o rgimen fatal das
centrali sages.
0 Sr. Jos MaraMuito bem.
O Sr. Jiio Alves.Se passar-m .3 eui levista o
que se patea pela Jorte do Rio de Janeiro ver
moa que a capital do imperio,.alm de centralissr
todos os poderes, central i sa tambem a.fortuna pu-
blica de toda a nuci, e centialisa alera disto os
meluoramentos moraes e matexiacs que pode res-
inar.
Su olharmos para as provincias, vemos que 88
suas. capiu.es, como por exemplo a de Pernambu-
co, i exemplo da cfl.te, vai centrasando a fortu-
na publica provincial, centrasando d'esi'arte o
que pode .realisar em melhcramentos, de modo
-nao censeutir qne o maia insignificante favor seja
feito para o interior.
E tanto verdade que o facto aio assenla cm
bens piiccipjos que agora mesmo acabamos de ver
a 'Ilustrada couiuiissao de oreara nto euggerir
.dea decorar-sc um ponco do interior da pro-
vincia, qua tem sido sempre eaquecido p.-los pode
rea publn s.
Eu nio pretendo encetar hs je meihorament.es de
ordem material, porque reconhecondo a deficiencia
de recursos com quo Iota a provincia nio quero
que ae diga que, por ser eu residente no interior,
procuro beneticial-o com sacrificio daa fiuaugaa
provinciaes; maa quero que ao menoa ae efi'ectue
agora um melhoramento de ordem moral para o
moa districto.
Pretendo que se eleve a eatbegoria de comarca
o termo de Alaga de Baxo, que para isto rene
melborca proportoea tanto que neate sentido j
Acrecido um projecto que anda nio foi discu-
ne m teve andaineuto.
direi portanto, a V. Exc, Sr. presidente, que
para a ordem do dia ette projecto afi.n de
gfe tenha elle de aer discutido e votado nesta sea-
Wn, pois nio juto que essa grande parte do in-
aj ou a>si^r*Tiro4(,
da, 1W1HT- oto dispensa do
PBaWFem que foi collectada dita
cooMaaasio de orcamento provincial,
utra de Porcia de S Vasconoellos, ex-profes-
aora nu-noa da povoacio de Malhadinha, reque-
rendo o pagamento de 381333 de seus vencimentoa
a contar do 11 a 30 de Julho de 1879.A' com-
missio de oreamaoto provincial.
Outra de Gratuliano Patricio Moura Caz, arre-
matante, do imposto de agurdente, carne secta,
bacalho e assucar do 1 districto de Limoeiro, re-
qaerendo o abate de 26 % ao valor da referida
arrematacao.A' commissao de orcamento muni-
cipal.
Outra de Antonio Feruandea da Silveira Car-
valho, ajudante do porteiro da Secretaria da Pre-
sidencia, requerendo um anno de liceuga com to-
dos os veacimentos para tratar de sua saude.A'
commissio de petigoes.
Outra de Ignacio de Amorim Lima reqaerendo
e admissio de sea tatellado, o menor Joviuo Fer-
nandos no Gymnasio Pe'narobucano, como pensio-
nista da provincia.A' commissio de petigoes.
Outia de Albino Amorim & C, procuradores de
Joaino Jos daa Cbagaa, requerendo consiguagio
da quota de 1204, para pagamento de aluguel da
casa que serve de cadeia na villa de Bonito a
contar do 1.* de Julho de 1885 a 30 de Junho
de 1886.A' commissao de orcamento provin-
cial.
Outra de Jos Joaquim Alves & C. e eutre-s
mercieiro6 estabelecidos nesta capital, requerendo
reduegio da metade da collecta feita no vinho,
vinagre e agurdente, sem embargo da co .cessao
feita no art. 16 da lei n. 1810.V commissio do
orcamento provincial.
' lido e vae a imprimir o seguate projecto
( 2).
A Aaeembla Legislativa Provincial de Per-
nsmbuco resolve:
Art. Io. Fieam elevadas villa eom as prero-
gativas facultadas pela lei aa povoaces de S. Jos
da Pedra Tapada, Caohotinbo e N. 8. do O' de
Gcyanna, conservando as mesmaa deuominagoes
Art. 2a. Fieam revogadas as disposiges em
contrario.
Pago da Issemhla Legislativa Provincial de
Pernambuco em 20 de Julho de 1886.Jos Ma-
noel de Barros Wanderley, 1 vice-presidente,
Ignacio de Barros Barr< to Jnior, Io secretario
interino, Sophrouio Eutichiniano da Paz Portella
2' secretario interino.
Volte a Assemb a Legislativa Provincial.
Nio estio determinados os limites d 3 munici-
pios nem possivel aupper que houvesse intensio
de restringir a eircumtcripgao municipal ao peri-
10 Lustoza e 80- ter
as m
1 a acta^hMsafl | c'
.ra do aa-4-Ve<
teror de nosaa provincia que tem sido completa
mente abandonada doa poderla pblicos continuo
privada deste insignificante melhoramento, para
o qual nao tem de conoorrer absolutamente os co-
fres provinciaes.
Eu bem s: que da creagi) de comarcas nem
sempre resulta um bem muitaa vezes resultam gran
dea inconvenientes para os Comarcoea pela eaco-
lha de juizea de direito treiloneadas, partidarios
e peraigaidorea que em vez de conciliares oa iu-
tereases da justica com oa intereases sociaes, vio
exerjer vingancas e toda a casta de tropelas.
Masou, confiando no bom seuso d govorna ac-
tual e no aea criterio, espero qae para linio aeja
mandado um destes.
Alm disto j ee acham collocados e ageilaodo
os povos es Tavares os Severinos, os Macieis, Qoen-
nea e outros do mesmo quilate, que cortamente nio
rito para Alagoa de Baixo.
O -r. Jo. MaraFaga vot;a para que tenha
de ir para l juizea destea e nio oa Silvas Regoa. *
O Sr. Jc-io Alves.Ditas estas palavras sent-
me, pedindo a V. Exc, 8r. presidente, qne facilite
a diseusso e votacio do prejecto qne ae refere
creacio de ama comarca no termo de Alag i de
Baixo, projecto que segundo pense, tem o o. 102.
O Sr. Presidente-Nio tenho do vida em fazel-
o, anda mesmo que.o pedido me fosse feito parti-
cularmente. Parece-me entretanto que a occasiio
mais opporiun-i para eata reclamagao seria no fim
da sessio.
Contina a diseusso do requerimento adiado do
Sr. Jos Mara, tobre negocios de Iguarass.
Nioouvi este aparte.
(Contir.ua).
nesta capital, ro-
metro das povoacea supra rsenci nadas. Anda < presentando con'x* o imposto em que foram tri-
it.>ienibl(ka Pro inclalNio houve hon-
tem sessio por terem comparecido apenas 19 Srs.
deputados.
A reuuiio foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Manoel de Barros Waaderley.
O Sr. 1. secretario proceden leitura do se-
guinte expediente :
Um otficio da venoravel Ordem Terccira de
N'ossa Senhora do Monte do Carmo desta capital,
convidando esta Assembla para acompanhar a
procissio do Triumpho dos Pasaos do Senho', no
dia 1.* do Abril, s 4 horas da tarde. Integ-
rada.
Um abaix) assignados de estabelecidos cem to-
jas de vender joas e relogios,
mesmo presumido qae fossem os mesmos das res
peetivas parochiss, isso seria, quando muito, ac-
oetavel quanto as povoages de Canhotoho e N.
8. do C de Goyanna sede de parochius, e nio a
de 8. Jos da Pedra Tapada, que nem constitue
ao meaos urna circumscnpgio parochial. Pelo que,
nio saneciono a presente resolugio :
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 4 de
Agosto de 1886.Ignacio Joaquim de Souza Leio.
rio liaos, julgados obji co do delineragio e vio
a imprimir os seguin'es projectos (o. 3 e 4).
1 A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Artigo nico O Banco de Crdito Real de Per-
nambuco, fica sent do pagamento de qnalquer
imposto provincial ou municipal, comprehenden-
do a isengio o exercicio de 1885 a 1886.
As berengas, legados e doacoes qoaudo consis-
tentes, no todo oa em parte, em acedes oa lettras
bufados.A* commissio de orcamento provincial.
Outro de estabelecidos com n-finarias e depsi-
tos de assucar e caf melo, desta capital, solici-
tando a amp iacio aos seus estabalecimentos fa
cjncessio feita pela le n. 1,882 art. 1." A' com-
missio do posturas municipaes.
Urna petgio de Gomes Maia & C., negociantes
estabelecidos nesta cap tal, r querendo um privi-
legio por 18 annos, afira do montanm nesta pro-
vincia urna fabrica de fazer papel e papelio.A'
comm8:io de constituigio e poderes
O Sr. presidente nome.'u ama commissio com-
posta dos >rs. Julio de Barros, Prxedes Pitanga
e Ratis o Silva para acompanhar a procissio do
Seuhor Bom Jess dos Pasaos.
Em seguida foi dssolvida a reuniio.
utoiidaile policialPor portara da
preaidencia da provincia de 19 e proposta do Dr.
ebete de polica de 18 do corrate foi nomeado 3*
sopplento de delegado do termo de Olinda, capitio
Theodoro Herminio dos .-'autos Costa.
Faculdacle de DireitoEs o resaltado
dos actos que tiveram lugar hontem :
2o anno
Jos Mariunn) Carneiro Leio, eimpleamente.
Amaro Gomes da Cunta Rebello Jnior, dem.
Caetano Correia de Queiroz Monteiro, dem.
Trea reprovados.
4. anno
Luz Antonio de Aguiar Lima, Eimpleamente.
Eduardo Correia, dcm.
Um njprovado.
6 anno
Arnaldo Novis, plenamente.
Bonifacio de Aragio Faria.Rocha, dem.
Antcnio Coelho de 8 Albuqucrquo, idem.
Corbenian^ de Aquioo Fonseca Filho, idem.
Marianno Augusto de Mcdeirss, idem.
Fernandodjiacellar Fcntioolle, idem.
Estes receberam ogio de bacharel em aciencias
jurdicas e Bcciaes.
Serio chamados hoje prova escripia:
1 anno
Julio Gongalves do Valla Pereira.
Tranquilino Graciano de Mello Leitao.
Arthur Amaral de Asis.
Joio Baptitta da Costa Honorato.
Luiz Jcs de Franga Olivcra Sobrnho.
Leopoldo d Moraes Gomes Ferreira.
Lucidio Alcxaudre Martina.
Antonio Francisco da Cost Flho.
Jos Demingos Maia Junicr.
Joio Marques de Albuquerque.
Contina a chamada at completar a lista doa
quo faitarem.
... 3." anno -
Justiniano Cesar Jacobina Vieira.
Luiz Caetano da Silva Guiroarcs.
Ainerico Firmiaao de Moraes.
Antonio Machado da Cunha Cavalcante.
Julio N gueira Tabosa.
Manoel Fehppe de SjuzaLeio.
Epaminondas Leite Cbarmont.
Saturnino Octavian.! dos Santos Cruz Oliveira,
Joio de Hollanda Cunha.
Francisco de Salles Barbosa.
Supplementares
Arthur Carneiro da Bocha.
Eduardo Estanislao da Costa.
El y Dias Teixeira.
Alvaro Jifferson Guedes Peieira.
Juvenal da Silva Pinto.
.Manuel da Si va L< mos.
Jos da Cunha FonUnelle Filho.
Se basta 1 de Vascoucellos Galvio.
Elpidio Mailins.de Carvalho.
Ascendino Lias de Albuquerque.
Qnalquer dos iuscriptea as listas cima que
faltar uo ser mais chamado n'etta poca, salvo
decsio un contrario da co.igrogagio.
.t**iU9ifti ras e 1/4 da aoite, na occasiio em qua a Srs. D
Luiza Perpetua de Lima regrissava para a casa
do sua resid ncia, na ra dos Pires n. 121, ao pas-
sar por di-fu ii'e do buco do Taubi, foi inopina-
da e traigo- tau.eute tonda com urna estocada na
regiao lumbar, peui Uui'.tc no pulmio, eutre as
quinta e sexta cusidla.
A infeliz senhora, anda tive forgas para gritar
por seccorro, e f. lica, que aecudio, para a referida casa de sua re-
sidencia, onde tm balde foram tentados meios de
estancar a l;e.nu.-rliaga pioduzid-i elo gravissimo
feriimnic, viudo ella a fallecer momentos depois.
Nao foi potsivel.ubttr d'cila esclarecimeutOB.so-
bre autor do crime, c nem este teve testeinunhaE;
pelo que a polica, p r emquauto, acba-se no man-
do das conjecturas, havendo euticlanto raioea para
presumir que o criminoso tm individuo, cujo
nome uao couvtn declinar por ora.
O exorne uieJico-legal uo cadver foj feito pelo
Sr. Dr. Miranda Curio.
luiaso de paa de Sanio Antonio.A
.audiencia deste juizo, na corrente semana, ter lu-
gar no sabbadu no lugar e hora do costme, visto
ser santificado o dia 25 do corrente.
Hurle repentina. Hontem, s 2 horas da
tarde, 110 caes do Comroercio, na pai-ochia do S.
Fre Pedro Gongalves do Recife, fall ce u repenti-
namente o pardo. Benedicto, na occasiio em qae
juntnmentc ceu ouiros, empregados na descarga
de barcacas e navios, discarreguva, assucar da
barcaca Leopoldina para boidb dp vapor Kerchel.
O corpo toi conauzido para a igreja da Madre
de Lieos, e alli foi yistoriado pelo Dr. Jet Joa-
quim de Souza.
i'rocUnao do Seoiiur los Paasos
Amanbi, ao cabir da noite, ser trasladada da
igreja do Corpo Santo psra a do,Carmo, em so-
lemne procissio, a immagem do Senhi>r Bom Jess
dos Pacsos.
Na aexta-fera immediata, s 5 horas da tarde
regreesar a mesma veneranda mmagem, com
toda a pompa, para a ana greja do Corpo Santo,
onde, ao recolber a preciasio, llavera sermio.
Cuiupaiiiiiu Pernambacana Hoje,
ae meio dia, na sede da Cumpaohia Pernambucana
de Navegarn Costeira por Vapor, devem reu-
uir-se os respectivos accionistas para tomarem
conhecimento de n-latorio e balanco do anno rindo
o elegerem a commissio de exame de con tas e o
conselho de direegio.
Conapanala Santa TlierezaAmanbi,
ao meio da, n'um doa aaloea da Associagio Ccm-
mercial Beneficente, reunir se-hio os accionistas
da Companhia Santa Thercza, emprezaria do for-
neeimento d'agua e luz cldade'de Olicda, afim
de tomarem conhecimento do relatorio do anno
findo e do parecer fiscal, e bem assim de urna mo-
gao do presidente da directora.
KnbNlliuIro de notasConvm nio es-
quecer qne termiha 31 do crrente o praao para
substituigo, sem descont, das notas da Tbeeouro
de 24000 da 5.* estampa, de 105 da 6.' estampa e
de 5^000 da 7 estampa.
Depois de 31 de Marco, regularb para o troco
deesas notas os seguintes descontos : 2 /o no tri-
mestre de Abril i Junho; 4 % no trimestre de Ju-
lho Setembro ; 8 % no trimeitre de Outubro
Dezembro; 10 % em Janeiro vndouro e mais
5 % em cada mez que se seguir.
Audiencia*O juia de paz da fregaezia do
Recife d audiencias no primeiro andar n. 36,
ra do Apollo, oide mora, nos das e horas do
eosturne.
A audiencia do juno de paz da Boa-Vista,
que devia effectuar-se no dia 25 do corrente, fica
transferida para amanhi, por ser aquelle dia san-
tificado.
ocla de esperto*] Recebemos hontem
a seguinte carta bilh.-te :
Srs. redactores. Pedimos a Vv. Ss. o espe-
cial favor de inserir na Revista Diaria de sea
cooceitaado jornal, a reclamagao seguinte : Jun-
ta se diariamente na ra do Rangel, confronte ao
becco do Arsenal, urna quadrilha de aspirantes da
gia, que, afim de veuderem aneis de lati, cu de
ouro, como elles dizem, roubum a tedos que pe-
d m, centan Jo-se ni ste numero diversas lojaa de
fazendas, de onde os taes aspirantes teem feito
boa caca.
' Esperamos que a polica nos socecner, man-
dando por ueste becco urna praga para vigiar os
taes ladroee. *
Noc6est de deograpnia e ni loria
A Livraria Universal, ra do Imperador
n. 52. acaba de publicar um livrinha destinado s
escolas, de instruccao elementar, sob o titulo ci-
ma, colligidas de varios autorea per um pernam-
bucano.
Sendo esta a 3* edigio deate livrinho nada
maia necesssano dizer quanto ao sen mrito.
Agradccemcs a cfferta que nos fez dita Livia-
na de nm txemplar.
Aa sertiuiea Beaesi A livrara B. L-
Garmer, do Rio de Janeiro, acaba de editar cem
o titulo cima om importante estudo de direito
civil, organiaado pelo Sr. Dr. Ddimo Agapito da
Veiga Jnior, juiz de di.-eito.
O livro, de que damos noticio, tem 350 paginas
e nelle se encontra, minuciosa e magistralmente
explicado, tndo quanto ae rtete a servides ar-
baas e ruraea e suag respectivas especies.
Paia todos quantos se dedicam ciencia do
direito, advogados e procuradores, indispensavel
essa publicagao de direito Civil, que se acba ce- '
ciipta com a maior clareza.
Somos gratos Livraria Garnier pela cfferta
que nos fez de um exemplar de tio excellente
obra.
~astruella hespanbola-H nhia de zarzuellas canta, no tbeatro Santa .Isabel,
a tpereta Los Madgyares, libreto du D. Luis
Olona e musan, do maestro Gaztambide, cujo en-
trecho o aeguinte :
Ptraonagens
Martha (paatora) 8ra. Pl.
Mara Teresa de Austria. Sra. Duelos.

V

I I
v
Isabel ^arrendadora)
Georgey (magyar).
Fre Jos (leigo) .
Sra. Sacanelles (A).
Sr. Darn.
Sr. Garrido,


Diario de Pernambnc*--Quarta-eira 23 de Marco de 1887
a
i
i -
>
r

i-
h
3
lavrador). Sr. Manto.
>erto 8r. Karaos.
) coronel Kelssen. Sr. Bamires.
Eunco (capirio) Sr. Ruis.
Officisss, soldados, monjes, aldeoes, mercadores,
^^^K msicos, magistrados, cavalheiros,
pagans, etc. etc.
icto.Vista diim campo de trigo, um edifi-
^^^a palhoca e collinaSegad>ras e se
Vkbalbam, cantando; doui caladores
flwtret n-sa a beb'-r ; Martha volta da
^^m com o 83U reanho, gamitando alegre*
naife. Isabel anima os segadores: precito que
os gros sejam recolhidos antea de anoitecer, de-
raais, refresaou o ar da montanhi e v m-se
umitas nuvena sobre o Danubio, signa! de prozimo
temporal.
A guapa pastora voltou cdcr porqai vem bas-
car Alberto para a romana de Sano Estevo, o
moco, porm, nao est; ha amitos dias que tia>
ara na' granja, sorumbatico sempre, o que tem
determinado suspitas.
E' esee o ponto de reuwio dos romeiros, coai o
que lacra Luis*, pois atoga aposentos, tend > na
occasio por hospede urna camponeza desconhe-
cida.
Outr'ora o madgyar Georgey a todos recebia
com Ihanesa, franqueando sea castello aos devotos.
O nobre senhor revoltou-so contra o imperador e
para salvar eua vida emigrou pan a Itnlin. H*
dons annos, porm, desappareeen-e pcesos-alguma
sabe o que foi frito doile. Mnrraurou-so que o
conde Roberto, governndor de Bada, ao qual foram
dados os bens de Georg>'jr, temendo a volta do
madgyar, o mandara assassioar por um aventn-
reiro.
Entra frei Jos, montado em urna mua, que, a
mandado do gutrdio do convento, trata de cobrar
os dizimos; aceita o chocolate da dona da casa;
nao acredita no que aqu -Ha dis de Albertoque
pateando pela cabana do rapaz ouvira choro de
crian?.
Martha falla constantemente de Alberto : n&>
ligando importancia ao modo semi-mysterioso pelo
qual lbe respondem o aperta com o leigo, para que
expliquc-lhe o sentido de phrases truncadas esca-
pas ao proprio leigo. Esqu:ce se, porm, assim
que v o tea amado. Os dotis acanciam-ae com
phrase e beij.it o que pam em clicas o frade : se
taes colloquioe sao capases de fazer a g'nte aban-
donar a devjciio !.' Escapa ao religioso o bastante
para'Alb^rto c >mprehnder que f ji descubartoo sen
segredo pelo quejmpoa silencio, e faz sentir ao leigo
que a sorte de amos e a do convento dep;ndem
da muita diseripcio.
Entra Mara T. rea disfarcada em ald- a e faz
Alberto afastar a dous que estavam dentis; dis
lbe que recei03, temendo urna desgrana, veio pro-
cural-o ; que o filho della ficara na cabana, sob a
guarda de um fiel escudeiro.
Alberto informa s imperstric de que neasa n ite
devem levantarse os filhos do. paiz para a luta
em prol da soberana.
Kelssen aconselha a imperatriz quo v ao con-
vento e appelle para a antiga lealdade das tropas,
na- que conoirda-se depois de o bravo campones
responsabilisar-se pela imperial criaoea. Kelssen
da-lbe um papel com inttruc,o;a para a insurrec-
(2o da noite.
Martha chega a tempo de Alberto guardar o pa-
pel e fie* com ciumes inatores que at ento.
Apparece um marcador ambulante, Georgey,
vende diversas cousas aos aldeoes e faz mimo de
nm relicario a Martha, conquistando as sympa -
thias dcsta.
Georgey encontrase com o conde (um dos ca-
ladores) e reconhecem se. Robert) conta ao mad-
gyar que tora Maria Tercza quem mandn ma-
tal-o. O fidalgo jura viugar-aa.
Alberto ven. despedir-se da n >'ira ; i'iint*-3e,
una so por orna noite. Manin eaaHh*
eracerbagao zelosa tira o pap^l u o da a 'r.*irgey
que fie* assim de posse de lodo o plano insurrec-
cional. Alberto retira se, commovido porque ido-
latra um anjo, a aua Martha, e a abandona, quem
sabe? para sempre tal?ez Georgey illude a
joVem e conta ao conde o que conseguio saber.
Frei Jo9 desconfia aos ares mysteriosos do mer-
cmdor ambulante ; da aviso a Alberto. Fica sa
bendoque Martha I va um narctico para Alberto.
Find este acto com a passmgem da romana que
se dirige montanba.
2 acto. O acenario representa um cabana na
fralda de urna montanba Chega Alberto, entra
na palhoca, d a Beltran noticia da imperatriz e
descObre-so respetoso aafe o berco do principe
real. Chegam pouco depois os chafes revoltosos ;
todos estilo bem dispostos e a espera do signa!
conveoeionado. Retiram-se os montanbezes, tendo
sido vistos pelo conde e Eoriao, tanto na entrada
como na sabida.
Apparece frei Jos no monte, os dons embosca
dos ebrigam-n'o a retroceder. Alberto na cabana,
prepara sua espingarda e lembra-ae da sua futura
B^saasssay^^sjsjssssttnj i| |
alguns toldados |que vea asssssinal-o; finge-se
morto, illudiudo pVrfeitamente os seas inhaigos.
Desappareeidosot assassinoe, Georgey foge, com
Martha pela porta secreta.
Fre Jos, que vem correnio do sen insupporta-
vel companheiro (o qual, de coraco dispensarla)
Raf, v* aberta a porta sooreta e por ella raepa-se,
fechando-a para nao sor puado, logo'que traus-
pos os ambraes.
4' acto.Urna prac* e roas da cidadede Bada
Pestb.Os negociantes anunciaos as suas mer-
caduras.
Eotram Georgey e Martha; por elles sbese
que Alberto _est livre; fra arrancada a escolta
por na bando de arrojados caztpoaezea.
Fre Jos, pallido e abatido, apparece: est
para morrer de hypocondria, a sna temivel som-
bra, o infernal Raf, tomona pilhal-o e nao o larga
oais. Pade ordena pira outro mundo. Os seus
companheiros d'atroulacsV) o animam. Sahe a
galope porque divisoa o seu cabrion.
Alberto dis que Maria Theresa dsve abdicar
n este dis, para salvar-sen filho que Roberto guar-
da, como retem, na fortaleza de Buda. Georgey
lembra-se da ordem que lbe dera o conde e corre
salvar o principe real,
Um alferes manda fechar as tojas de commercio,
os inercadores e o povo fieam indignados contra a
arbitrariedade Alberto aproveita-se da circum-
stancia para chmalos para o seu partido, no que
bem suecedido.
Passa a impera tris* coa unt squito brilhaote :
vai igreja abdicar em favor do rei da Prussia.
Explue a revolta. O leigo sobo a um campana-
rio e da o alarma, depois de ter atirado ao rio o
seu atanazador. Os soldados de Roberto sao rc-
chassados O traidor declara que o commandan-
te da fortaleza tem ordem de matar o principe
real, se a rebcllio triumphar. Martha apparece
com a cria oca noi bracos e d um viva ao impe-
rador. Entra muita gente do povo e dos campos,
derrotando completamente a soldadesca do gever-
nador, que fioa prisioneiro de Kslssen.
Maria Theresa victoriada.
Raf toma parte as ovacoes feitas imperatriz.
Frei Jos exclama : Cala Ha vuelto la casaca
Enthusiasmo popular.
Directora da uBrat de coaserva
cao dss porto*Boletim meteorolgico do
di 21 de Marco de 4887 :
do
vi-
si
Horas o a -a a la Barmetro a Ttnso do vapor o o
C ** fcs Oj o te 0* 13
5 i
6 m. 26 768*32 18.38 73
9 298 75942 20.46 65
12 309 75914 19.84 59
3 t. 29--9 57>88 19.47 63
6 26-8 75814 22.12 86
mulher; Martha, lora, influida pelo madgyar.
Beltran d -ixa Alberto; Georgey e Eunco oceu-
psm sj com os conjurados ; Martha, dentro do hu-
milde tecto de a u adorado tenta dissuadil-o de
sabir; consegue furtivamente deitar umis gTtas
do narctico que lie dera o marcador em um copo
de vinho. Alberto pede a moca que volte para a
granja ; debalde insiste. Ao ouvir o novel cam-
peo os sinos dj convento que Ihe iodicavam que
a hora era ebegada, sahe precipitadamente, lei-
xando a sna noiva emuin estada affl ctissimo, pois
asta comee a perceber q e preatou se a un ma-
nejo de outrem.
Frei Jos abre os olhosa Martin, aconselha-a a
deixar o madgyar entrar, impinge a este a dse
que estava preparada para- Albsrto e sahe.
Martha esmprehende bem o que fez, cansara o
velho embus'eiro e deita a correr desvairadamente
pela montanh*. O grande senhor vii apsderar se
do .menino ; esconde o, porm, de n ivo, para evi-
tar que o mateen, pois os esbirros de Roberto ba
tem a portie declarara trazer esta ordem. Geor-
gey dorrae por rffeito da droga ingerida ; os sol-
dados invadem a choupana. Fre Jos atravessa
a scena montado em sua mua e levando nos bra
jos o principe real.
3' acto.Sala de um convento.Muitos frades
passam pela scena, cm directo ao coro.
Eurico, seguido de soldados, enta urna cancao
militar.
O conde faz saber a Eurico que estava orgulho
so e contente ; tres noites antes ganhra ama bri
lhante batalha.
Georgey desconQa que o filho de Maria There-
sa est escondido na celia do guardio. Alberto
foi feito prisioneiro. A' frei Jos grudaram um
espiao, que nem um s momento abandona de vis-
ta o atormentado leigo. Maria Theresa receia
que tuio estava perdido, mostra detejos de ver
sen filho, o que K-Issen nao acha prndentB.
Entra Martha, fingindo-se cega e a vender ro-
mances hngaros; entrega disfareadamente urna
meosagem Kelssen, e Qeorgey pe-ee de sobre
aviso. A joven guardadora de ovelhas s pele a
Dcns que Ihe permita reparar todo o mal qae ori-
ginon.
Surge o leigo ; nio pode contar tudo e qne de-
teja a donzella, por causa do ten temivel guarda
O madgyar, ao qual custava acreditar oaee-
cegueira de Martha, participa-lh'o a Riberto. Es-
te a expos a provajoet terriveis, soasando por
c.nvencer-se que a formosa desgracada perder
realmente a faculdade de ver.
Martha desesperada por ter visto Alb;rto em
poder d'eftes homens, e deparando com a impera-
triz e Kelssen, indica-lbea a porta secreta. A
u&t'n&o quei abandonar o filho, o dedicado co-
ronel vai buscal o, mas todos os panos sSo des-
truidos pela apparicao de Georgey.
Este dirige se Maria Th-reza e culpa-a p la
tentativa de morte de que elle ti victima; a so
berans, dis o madgyar, recordando se da eaoha
c:m que tratou-me o imperador assigoon.....)
teu perdoiccrescenta a imperante com despre-
osem suspeitar que fosseis am ingrato.
Georg--y protesti e appella pira oc;nde, que
vem scena n'esse instante; este responde quo a
occaaiai nao propra para tratar se a'essa quea-
tao, pois vjm pedir imperatriz que ab-lque em
favor do rei Frederico da Prusaia. Maria There-
sa indigna-se. Kelssen protesta com vehemen-
cia e incita os bros dos oeiaes, de balde, porm.
Roberto aaeao a soberana e, como tem em seu
poier o principe, declara que a salvan!o do filho
depende da abdicacao da n.ai. O conde quer
prender Kelssen, Mana Thf-reza o impede e sahe
mageatoaamente, levando pela mi o seu fiel ;tr-
vidor.
Roberto decide se a levar a imperatriz para Bu-
da. O madgyar Georgey jnlga conveniente pre-
tWrs! chis >s ua capital. ecile-se que o ve-
lhjir,e, para que teja attendido, ogovernador d-
Ihe da ordem por ucrtpto. Georgey recoubece a
lettra, semelbante domiseravei qoe plaej-u a ua
tkert, fica- conbeeendo a sen verdn-l>-iro un migo.
O conde comprehende l-go que f/t djacon
ausenta-se.
rado e devjta-se a cansa da tua patria. Eutram
Temperatura mxima31,75.
Dita minima26,25.
Evaporacao em 24 horas ao sol: 5,"7 ; som-
bra : 3,-8.
Cbuvanulla.
^D.reccao do vento : ESE de meia noite at 2
boraa e 27 minutos da manhi ; S8E at 3 horas
e 2 minutos da manb ; SE at 4 horas e 48 mi-
nutos da mano ; ESE at 8 horas e 33 minutos
da manbi ; SE at 3 horas e 28 minutos da tarde;
ESE e SE, predominando E at 7 horas a 21 mi-
nutos da tarde; ENE e NE com pequeos inter-
vallos da NNE at meta noite.
Velocidade media do vento : 1,>43 por segando.
Nebnlosidade media: 0,50.
ilypnoiiimo.Caso cariosoOs casos
de cura do affeccoe* nervosas p;r suggest&o hypno
tica teem sido muitas vetes coastatsdos, tem qne
se posea dar explicacao plausivel. Nao julga
mos, entretanto, qne os teoha havido to ca-
riosos e interessantes, cem > o que vamos narrar,
copiado de um jornal frauces.
Urna joven, de nome Camille Watigny, natural
d i May, departamento de Aisne, sub-directora de
am collegio em Guite, emmudeceu ha cerca de
seis mezes as circumstsncias seguintet:
Um da, estando a dar lic!> s criancas, foi s-
bitamente tomada de urna extioeclo de voz com-
pleta. Fez vi cientos esforcos para te fazer en-
tenderimpossivel, estava como paralysada.
Este incidento nai affectou em nada a sua aaud>),
que continuoa a ser t2o boa como d'antes.
Parentes e amigas estavam consternados com o
acontecimento, e Camille foi por elles apresen-
tada a quati todo* os mdicos do departamento.
O tratamentt pela electnciJade alo dea resul
Ud->.
Applicaram-se btteriat ao pescooo e as ostas
da euterma; mas, coi choques faziam-n'a estreme-
cer sem prsduzir resultados tentiveit. Por fim,
toi f >rcoto renunciar, completamente a este genero
de tratamento.
Um amigo da familia lembrou se de levar a
doente a casa do Dr. Berillon, que ella conhecia.
Ento, urna cura realmente extraordinaria toi
realisad?.
O Dr. Berillon fez tentar Camille a'amfauteuil,
fixou-a durante des minutos, tocando-lhe depsit li-
geramente os olhis.
A paciente sentio-ee entorpecer, e, como o doutor
dissesse qne Ihe ia enterrar um alfinete nu corpo,
?[uiz protestar, mu a tas vontade foi muito
raea.
O dontorrecomecou a fixal a nos ol boa e a paa
tar os dedos sobre at palpebrae. 0'etta ves pe*>
dea de todo os sentidos.
Qoando voltou a si, diase-lhe Berillon :
Que idade tem ?
Vinte snnot, rerponden ella promptamente
com vos clara.
Estupefacta de ouvir o tom de tna voz, quiz
continuara responder ao doutor qae a iuterrogava
anda. Maa foi em vio. Os teue esforcos nao de
ram resoltado algum. _
No dia teguinte realitou-se urna aegunda expe-
riencia ; o metmo procetto foi empregado, com
resultado anda mais completo.
No entretanto, Camille Watigny nao poda fallar
sono ao Dr. Berilloo, e nlo s outras peaaoas
presentes.
O doutor adormecen a nma segunda vez, e dit-
se-lbe :
Ordeno vos qne reapondaea a todos ot qne
vos dirigirem a palavra, e de fallar semprs com
elles.
Um minuto depois, ella conversava com as pes-
soas qne a rodeavam.
Seria imposaivel pintar a alegra da jovem moda,
curada de um modo inesperado da sua enfermi-
dade desoladora.
O quo mais curioso que ella tem agora ama
vos bem timbrada, e que nada indica que estivesse
jamis muda ou inesmo ronca.
Os casos de cura por suggestao bypnotica pao,
como di asemos, bastante troque ates. As afiecees
nervosas, o rheumatismo articular e muscular,
a paralysia mesmo, tem sido curados por este
meio.
Ealm do Dr. Berillon, rariaa sammidades me
dieat sao concordes em recoahecer os maravilhosos
resultados do traUmanto pela suggestao bypno -
tica.
l*risicipe VectorO princips Vctor, filho
mais velho do principe de Galles, qne serva no
10 regiment de husasrdet na jua-iidade de l-
ente, acaba de fazer exame pira capitoe ir
brevemente tater servico no regiment de infan-
tera, actualmente de guarnicao em Gibraltar.
u endemontnhados na arleMr.
Cbarchot, o celebre medico parisiense, acaba de
faser um estado, quo Ihe den assumpto para um
livro, que deve spparecer brevemente e se intitula-
r Ot tniemoninhadoi na Arte.
Nasobras dos grandes meutres tem ce procurado
os personageos representados como potsetsot do
demonio; quera saber se se os artistas tinbam
pintado as3un\pts de magiaacao, on se tinham
inspirado na naiuresa, o n'esaas obras acharara te
observaces medicas ebeiat de rcalidade. Pare-
ce qne a maior parte dos meatres vio o qae repre-
sentou, e que o mais consciencioso de todos elles
foi Rbeos, que pintou d'apris nature,
Bste grande artista deixou um estado de ende-
moninhado, onde se reconhecem todot ot indicios
actuaes da grande hysteria e da epilepsia.
ketlAcM Ettcraar-se-hio:
Iioje :
Pelo agente GumSo, t 11 horas, na Casa
Forte n. 48, do est-jbelecimcnto ahi sito.
Pe/o agente Durlamaqui, s il horas, na rba
do Imperador n. 22, de parle do engeubo lirum.
Pelo agente Modesto Baptsta, t 11 horas, na
ra Primeiro de Marcj o. 12, do csttbelecitne ito
ah sito.
Amanh:
Pelo agente Britto, s 10 1(2 horas, na ruada
Imperador n. 31, de movis, loncas, etc., etc.
Velo agente tinto, s 10 horas, na rna do
Pelo agente Pestaa, s 11 boma, no armascm
Aones, de gneros d estjsv.
Pelo agente Guarni t 11 horas, na rna
Marques de Oiinda n. 19-, da movis, pianos,
nos e outros artigot.
Sabbado :
Pelo agente Britt&, s 11 horat, na ramds Pe-
dro Alfonso n. 43, de predios.
asi ranearesSerio celebradas :
Hoje:
A's 7 horas, no Carm, por alna de D. Arma
Joaquina Bastes; -
Amanhi :
A't 8-horas, n .Orino Terenira da S. Fraav
cisco, por alma de D. Antonia Mana Gomes dos
Res; s 11 horas, na matriz de S. Jos, por alma
de Martina Avelinode Albuquerque.
PasMtogeiraaSabidos para a Europa- no
vapor francs Gironde:
Uc. Joaqeun Nabueo e 1 criado, De Simoni Fi-
lomeno-e sua en hora, ndame Polverina Racbet>
el menor, Manoel Cortes da Silva Curado, sa*
senhor e 3 filhos, Manoel Julio Soarea do Ahra-
ral, Lsiz fiito >araiv, Joio Nansa Ferreira Oo-
imbra, Richard May dr, Antonio da S. Ferrao, Do-
menico Scaldaferri, Carlos A. da Cruz, Jos Gon-
calvea Dia, Jos da Costa e sna senhora, Domin-
gos Jos Fragoso, Alfredo dos Santos Almeida,
Antonio Ribeiro de Castro, Laaria Djmenico, Ja-
cintho M. Barbosa, Joaqaim Garca de Castro,
sua senhora e 2 filhos, Bernardino da Costa Cam-
pos Jnior, Francisco Jos Fernandes, Marsiglia
Vctor, Lianza Francesco, Altieri Nicola, Bruno
Saverio, madama Fiscioa Girobma, Jlo Percira,
Audia Luigi, Laroca, Risso Victo, Cozsa Victo
Pi, Antonio Alfee Lebre Jnior, Manoel Pache-
co de Medeiros Barbosa e Jos Rodrigues.
Sabidos para o tal no vapor francea Ville de
Rio de Janeiro :
Joio Pontual Rangel, Jote Antonio de Almeida
Pernambuco, Artbur A. Dantas Barroca, Carlos
Dantas Basto?, Cincieato C. de M. Vasconcellos,
Dr. Bnarque de Macado Filho e sna senhora,
Dr. Manoel de A. Sonsa Jnior e Arthur da Costa
Lima.
sFroclataaoFsram lidos no domingo, na
mntris da Boa-Vitta, os tegointes :
Roseado Eustaquio da Costa- com Francisca Xa-
vier doa Santos.
Evaristo Marque* da Suva com Maria Magda-
lena do Nascimentov" .
Alexandro dos Santos Selva canaJoann Laura
da Matta.
Operar** elrarfrtssaaFotam praaeav,
das no hospital Pedro II, nordia 22 do correte, as
segnintes:
Pelo Dr. Pontual :
Taina iiypogastriea indidiesrda por clenla vesi
eai, dilataeio ao recto pelo bati de Peterscn.
Pele Dr. Berardo:
Extraeeao de catarata senil dura pelo procetto
s retalho perifrico do YVeoit-r, sem iridectomia.
Casia de licieucollovimento dos pre-
sos do da 21 de Marco :
Existiam presos 359, entraram 8, sahiram 15
Cxistem 352.
A saber :
Nacionaea 820, mu'iheres U, estrangeiros 13, es-
era vos sentenciados 5, ditos-de correceo 3To
tal 352.
Arracoadot 352, tendo: bons 295, doentee 13
Total 308.
Movimento da enfermara:
Tiveram alta : *
Cosme Floriamundo.
Ensebio do Espirito Santo.
Antonio, escravo de Joio L. da Silva.
Manoel, escravo de Jos Faro.
Lotera da rdrteA 24> lotera, da cor-
ta, pelo n)vo plano, cujo premio grande de....
30:0O0J000 ser extrahida no dia .. de Mar-
Reeuraos eleitorses
De Carbar Rscorssnte Dr, Ettevio Carneiro
Cavalcante de Albuqaerqne Lseerda, recorrido
Jos Miraban de M-rtlo Maris. R-lator- o Sr.
conaalhsiro Queiros Barros.egou se provimjn-
to, nnanimetnente.
Da EscadaSecorrente Dr. Jos Eugenio da
ShVa Raaos, recorrido Jet dos Saat is L?ssa.
ttelator o Sr. de.etnbargidor Delfn > Cavalcante.
Den-se provimento, unnimemente..
Recursos criaos
Do RecifeRacorrents.o juiso, recorrido Fran-
citoc Corris das Charas. Relator o Sr. dosaa-
00.
na praea da In-
do Foi-
Os bilhetet scham-se venda
dependencia nt. 37 e 39. '
Tambem aeam-se venda na Casa
tana ra Primeiro deMarco..
XiOturla do tSro-ParA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cajo promio grande
40:000000, ser extrahda no dia 26 de Marco.
Bilhetoa venda na Cata do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 da Joio Joaquim da Costa
Leite
Tambem achina-se veada na Cato da For-
tu ia ra Primeiro de Mseo n. 23
Lotera para o fundo de emanci-
paei A 21 parte desta o'wria cojo premio
grande de 6:000*000 ser-extrahida no dia 29
de Marco, s 2 horas da tande.
Ot bilhetet acham-se venda na Roda da For
tana roa Larga do Rosario n. 36.
Ceaalterlo PublicoObituario do dia 19
do correte :
Otilio, Pernambuco, 2 meses, Boa-Vista i dis*-
rba.
Auna Vital Iooj isa Figaeireio, 56 annos. viu-
va, Graos ; diarrba.
Josepha Maria das Neves, Graca; diarrha.
Vernica Maria daa Neves, Parahyba, 50 annos,
viuva, Boa-Viota; diarrha.
Joio Maximiano, Pernambuco, 36 annes, saitei-
ro, B ja-Viata ; leso cardiaca-.
Anua Maria do Risario, Pernunbuoo, 50 a-
osa, soiteira, Bot Vista ; tubsreulos pulminares.
Simplicio Jos do Nasciatento, Parahyba, 5'J
annos, viuvo, Boa-VitU ; tnbercuiot pulmo-
nares.
Pedro Jos de Almeida, 8atroa, Parahyba, 4S
annos, solteiro. Boa-Vista ; hernia estrangu-
lada.
Maria das Dores, Pernambuco, 90 annos, soi-
teira, Boa-Vista ; hemorrhagia cerebral.
Maris, Pernambuco, 48 das, Boa-Vista ; ente-
nte.
Jos, Pernambuc, 11 dias, S. Jote ; gaatro en-
tente.
Joaqaim Bento Fernandes, Pernambuco, 19 an-
nos, solteiro, Varasa ; tsica.
ao
Ral Martina, Kio da Janeiro,-. 9 a naos, Santo-
Antonio ; eseotameuto nrveas.
Pedro, Pernambuco, 6 meses, Boa Viste : ne-
phrite.
Mara Joaquina do Eipinte-Santo, Parahyba
30 anuos, casads, Boa-Vista ^ tabercalos pulmo-
aares.
Maria Jos da Coste, Pernambuco, 20 a nnos
soiteira, Boa-Vista ; tubereules pulmouarea.
Elias Vicente Ferreira, oaanos, casado, Boa-
Vista ; febre pernici >sa,
Luis Ignacio Macis!, Pernambuco, 6 i anuos,
solteiro, S. Jote ; leso cardiaca.
Rita Emilia Rodrigues de Almeida, Pernambu-
co, 39 annos, soiteira, S. Jos ; ranero no peito.
Mara, Pernambuco, 2 masas,Roa-Vista ; con-
vnlies
Gordolina, Pernambuco, 19' meses, Boa-Vista ;
gastro ootsrite.
^ -21-
Ua feto, Pr-raambnco, Boa-Vista ; nasceu
morto.
Urna cranos, Peraambueo, Boa-Vitta ; ateen
morta.
Maria de Jess Oliveira, Pemambaco, 60 an-
nos, viuva, Boa-Vista ; canora ulcerado.
Rosa Maria da Conceicio, Parahyba, 22 annos,
soiteira, B>a-Vista ; tuborculos pulmonares.
Valentino de Hooia Barbosa, Pernambuco, 42
annos, solteiro, Boa-Vista ; febre perniciosa.
Ansa Rosa de Lima, Pernambuoo, 19 ai nos,
toltera, B>a-V3ta ; congeatio.
Mar a B uedicta da Cinseicio, Pernambuco,
50 anaot, soiteira, Graca ; entente.
Cyriaco, Pernambuco, 5 dwa, S. Jos
DO.
Umfeto, Pernambuco, S. Jote
receronateidos.
Laura, Pernambuco, 5 anuos, Santo-Antonio ;
coavulcoss.
Amancio, Pernambuco, 8 nvz--a, S. Jos ; pelo
subdelegado.
fidalgo rrepende-so do au-proeadinisnto er- jiara0 da Victoria n.'t8, do eatabelechnento ahi
tito.
Pernambuco, 5 das, S. Jote ; eipas
tspbyxia dos
CHRONICA JUDICIARIA
Tribunal da HelapSo
8ESSO ORDINARIA BM 22 DE MARCO
DE18OT
PBBSIDESCU DO EXM. 8B. CON3ELHKIRO
QITTUIO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A't horas do costante, presentes os Srs. desem
bargadores em nume o legal, foi aberta a sesaao,
depois de lida e approvada* acta da antecedente
Distribuidos e p*s-aJo3 oc fjitos derau-se os
seguiutes
JLQAMBSTOS
Habaos corpas
Pacientes:
Theototeo Jos de Sant'Anusve-Ma'aoel Joaquim
dos Sant-ioMandts se soltar, contra os votos
dos Srs. deteasatgaores Pdres Ferreira, Tarares
de Vasconcellos e Mosteiro da Audrads.
embarcadores Pires Ferreira e Toscano Barrete.
Negou se prorimento, unnimemente.
De FloresRscorrents o juiso, recorrido Frao -
cisco Joca dr. Siqu-ira Brito. Relatir o Sr. des-
embargador- Toscano Barreto.. Adjaotos os Srs.
dasenrbi-rgadutva lavares- ds VMeonoeltet e
Buarque Lima.N*gou-ss'proiiaiwto,.unaniae-
mentev -
Do fcteafa Rscirrente. o juiso,. recorrido Jos
Leandro da Silva Pniheiro Relatero Sr. dt-
embargador Delfino Cavalcante. As jimios es Srs.
desembargadores .Moaseiro de Aadrads'.e j coate-
Iheiro Queiroz Barros. N^gon-se provim?nto,
unnimemente.
Conieto do iurisiiecao -
Entre os juiaes de orphosde Jaboatio e o do
Recife. Relator o Sr. desembargadvr Monte iro
de Anlrade. Revisores os Sr* deeembirgaiors
Tavares de Vasconcellos-*. Alves. Ribeiro.-r-Jalt
gon-se pola competencia do juiz do Recife, coa-
t o voto do Sr. desembargador Tavares d Vas-
concellos. '
Appellacdet criraes
De Anadia Appellante o juizo, appellado
Antonio Gonoalves Freir. Relator o 3r. conse-
lheiro Queiros Barros.Mandou-se a novo jury,
unnimemente.
De Alagda NovaAppellante o juiso, appel-
lado Man el Barbotada Silva. Rslatoi o Sr. con
selbei ro .Queiros Barros.Mandou-se a novo ju
ry, unnimemente.
Da Prabyba4.pprtllsnte Antonio Tsvares de
Lima, appeiteda a justica. Relator o Sr. conse
Iheiro Quiiros Barros.Confirmou se a sentenca,
unnimemente.
De Bom Jardim-Appellante Jos de Sant'An-
na do Natcimento, aopellada a justica. Relator
0 Sr. desembar to a tenteoos, ananunemen'.e.
1 Dd QuebranguloAppellantet Francolina, Dal-
fina e Joio, por seu curador, appellado Firmino
Barbosa da Suva. Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade.Dote prorimento para
te annuliar o projessj contra 03 votos dos Srs.
desembargaddree Tavares de Vasconcelljs e Buar-
que Lima queaunullaram o julgamento.
De Jaboatio Appellante o juiso, appellado
Joio Capistrano de Sousa. Relator o Sr. desem-
bargador Monteiro de Andrade.Mandn-se a no-
vo jury, contra o veto do Sr. desembargador Ta-
vares Je Vasooacellot.
Do RecifeAppellante Sober Hanriqne de Mi-
randa, appellada a justica. Relator o Sr. des-
embargad ir fires Goso"'vea. Foi confirmada a
sentencia, contra os votos dos Srs. desembargado-
res Pires Ferreira e Alves Ribeiro que reforma-
vam para o mnimo.
Appellacoes civeia
Do KeeifsAppellante Joaquim Monteiro Gus-
det Gondim, appellado Virginio Horacio de Frei-
tas. Relator o Sr. desembargador Alves Ribeiro.
Revisores os Srs. conselheiro Queiros Barros e
desembargador Pires Ferreira. Foram reeebi-
jos os embargos, unnimemente.
- De MamangaapeA peilante Jos Flix do
Reg Barros, appellado Dr. Jos Elias de Avila
Lins. Relator o Sr. desembargador Pires Gon
calves. Revisores os Srs. doseinbargadores Al-
ves Ribeiro e Tavares de Vasconcellos. Deu-se
provimento a appellaco* unnimemente.
De Bom JardimAppellante Theodoro Dornel-
las d Oliveira, appellado Manoel de Parias Ma-
ciel. Relator o Sr. desembargador Pires Goncal-
veo. Revisores os Sr.. desembargadorea Alves
Ribeiro e Tavares de Vasconcellos.Reformoa-se
a sentenca, contra o voto do Sr. desembargador
Tavares de Vasconcellos.
Appellacio com nercial
Do Rec fuAppellante Nioomedes Maria Frei-
r, appellalo Joaquim Cavalcante de Albuqu/r-
que. Relator o Sr. desembargador Monteiro de
Andiade. Revisores os Srs desembargadorea
Pires Gooealves e Alves Ribeiro.Confirmou-se
a sentenca, contra o voto do Sr. deeeutbargidor
Alvee Ribeiro.
PA88AGEN8
Do Sr. eonsatheito Queiros Barreo ao Sr. des
embargador Buarque Lima :
Appellacio crite -
Do RecifeAppellante o jasa, appellado Ss-
bastiao Ferreira Lima.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toscano Barrete :
Appellacio crima
De CamaragibeAppellante o juizo, appellado
Folia Besana Montenegro.
Appellacio commercial
Do ReciteAppellantet Ernesto & Liopildo,
appellada a masta fallida de Flix Gomet Coim-
bra.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcante :
Appellacoes crimet
Do Bonito Appellante Francisco Ziferino Go-
mes, appellada a jastica.
Do PilarAppellante o juizo, appellado Jos
Teixera da Silva.
Ds Ingazeira Ampollante O promotor publico,
appellado Pedro Vieira da silva.
Do Bnique -Appellante Joio Martina de Oli-
veira, appellada a justin.
De Aguas Bellas=Appellante Luis Gomes da
Silva, appellada a justioa.
Do LimuernAppollaute Francisco. Antonio da
Silva, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ad Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :.
Appellacio crime
De Oabrob- Appellante Sereriano Martins de
Oliveira, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Monteiro da Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribiiro :
Appellacoes crimes
De PiloesAppallanta Agoatinho Ribeir, ap-
pellada a justica.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconcel-
los ao Sr. conselheiro Queiroz Barros-:
Appellacio civol
Do Recife-Appellante Marcolina Henriqueta
da Conceicio, appellado Manoel, eonhectdo per
Jorge Moreira.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desemoargador promotor da
justica interino as seguiutes :
Appellacoes crimes
De S. Joie Appellante o juj, appellado
Bejamin Baptista dos Santos.
De GaranhuasAppollaute o juiso, appellado
o-menor Jos, filho de Marcolina de tal.
De GoyannaAmpollante o juiz>, appellado
Frederico Ferreira Meodes Guimariee.
Em diligencia
Appellacio crime
De Alaga* Grande Appellante Felismino
Mendos de Queiroz, appellada a jastica.
DisnuBuigoES
Reharto! eleitoraes
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De OuricuryRecarreute Elias Gomes de Sou-
sa, recorrido o juiso.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Alag i GrandeRecorrente Ce neut.no de
Andrade Lima, recorrido o juiso.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De Alaga Grande Recorrente Joio Ferreira
Veras, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro:
De 8. JoioR correte o jniso, recorrido Vir-
gilio Villar dos S.utos Pqneno.
Ao Sr. desembargador Tavaree de Vasconcellos:
De 8. Jeo ~ Recorrente o jaiso, recorrido
eusdedit de Araujo.
Ao Sr. conselheiro Queiros Barros :
De S. Joio -Reiorrente o juizo, recorrido Ja-
s Villar do Aranjo.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Da S. Joi--Recorrente ej-izo, recorrido Ati-
plo Candido da Conba
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Dj Rio Formoso Recurrente Dr. Antonio
Amasonas do Almeida, reerride Antonio Ray-
mundo de Lima.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do Rio Firmoso -Recorrente Dr. Antonio Ama-
zonas de Almeida, recorrido Manoel Sancho Cor-
reia Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do Rio Formoa j ttocorrente Dr. Antonio Ama-
zonas ds Alarida, recorrido Joio de Mello Cata-
nho.
Recursos crimet
A Sr.-dafrabargador Toaeso) Baarsto :
DA logiRecorrente Jos Trigueiro Castello
Branco, recorrido o jaiso.
A) Sr. desembargador Denla Cavalcante :
D Bom JardimRecorrenW, o juis, recorrido
Antonio L-itio da Carvalao Alboqtaqas.
As Sr. desombasgadoriOBveira Maciel :
De Pao d'Alho Rseoriaalano suiza recorrido
Pedro do Aranjo. Pinkaica
Aggravo da pstifio
A* Sr. defmbirgador-Delfiao Cavalcante :
D coatmereio do Reoife Aggtavaate. The
basgador Buarque Lima. Adjuntos ss Srs. des- \ Central Sug* i Faatoristj-" agv^dos Ssb itto
Alves di Silva e outroa.
Ao Sr. desemoargador Oliveira Maeisl:
Do commercio do RecifeAggravanto. Tbe
Central Silgar Factories, aggi-avadis a. Bironesa
de Palmares s outros.
Ao Sr. desembargador-Pires Ferreira :
Do commercio do Luis da Cistai* C.,' assfav>daa>,Liots Irmio
Ao Sr. desembargador Monteiro det Andrade :
Do co ninercio do R-soifo Aggraranto- Th's
Cehtral Sogar Factorres, aggravad Francises
Xavier Gonca I ves d a Rocha.
AoSr. dewmbaa-gador-Alvea.'Rlbiro':
Do" commercio do RScrfe A-?grava ite Tic
Central Sugar Factoras, aggravados o Bario de
Pn angy e oatros.
Appellacoes criase
Ao Sr. desembargador Monteiro de A'idrade :
i De S. JloAppellante o jui*o appellado An-
tio Proeopio do Nascimento.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro t
De GaranhunsAppelrante o june, appellado
Basilio Jos Ferreira.
Ao Sr. desembargador Tavares do Vasconcellos:
* De Garaubuna -Appellante o juizo, appellado
Sityro Gomes da Silva.
Ao Sr. conselheiro Queiros Barr is :
De Jaboatio Aopsllante o juizo, appellalo
Herculaao Pereira Dias.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do Goyanna Appellante Manoel Francisco
do Nascitn mto, appe'l-vlt a justioa
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De MacetAppellante o juissy appellado Fe-
lppe Nery da Silva.
Ao Sr. desembargador Delfino Cava 'cante :
De Ouricury--Appellante Antonio Jos Maga-
Ihies, appellada a justica.
Ao Sr. desembargad ir Oliveira Maciel :
De GoyannaAppellante o juiso, appellado
Joio Flix Canelo de Lima.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
DeTaquaretlngaAppellante o juizo, appella-
do Galdino Gomes de Vouza.
Appel lacio civel
Ao Sr. desembargador Buarqae Lima :
Da Porto Calvo Aopellante Jos Norberto
Castello Branco, appellado Jos Antonio Fernan-
des Predique.
Encerrou-se a sssj> as 2 hiras.a 15 minutos
da tarde.
tetra coofiancaque assim ser, porque eonhocemoe
ds perto o p.-rte inagittral e inabalavei do Dr.
Loureoco, no cnmprfmento de seus devores; jo.
vial e siasero no patiicular cota seus. antigs;
equitativo e dcil na occasiio opportuna, sen,
querer parecer bom senda tyrano; imparciaLAenda
intransigente a medida de seus desojas', -santo,
seado atheo; justieeiso, sondo dsDote;.dispjie-
tencioto e julgaodo-teunojov*,,poR< tatic,
bem martyr doa bcna.sentimentos, para inspirar
compaixio e confianca, como oatros.
O resto do dia psssou se em festanas* dilogos
amigaveit, cutoprisnentos resiprooos ; e os'gestea,
as paluvras, ot ton isas e snimosidade geral, patea
toavam essa seusacao amen qae se tente n'alma
e como que a transporta n'um vehculo maeio do
mundo das incertezas ao das realidades, gpos nm
pacte qsalificado- que o aimeijavamos con frenes
impacientador.
A noite, doot novos isctot que.tradnzem doua
bens s igrej i e a sociedade, vieram ainda confir
mar a mxima p jpularilluminadaa at rnas^polas
lassicas lantsraas falto da illaminacao.poDlica
promettida, ao sqpo da msica e troar d .s repetida
gyrandolaa, teve lugar o enlace conjugal do Illm.
Sr. tenante Jos Francisco de Almeida, com D.
Alexandrina Olympia de Souza, ra igreja matriz
d'este localidad? e findo o lacta, religioso,, pe.lo
Dr. L;ureuco, novo juiz de direito da comarpa,
toram lidas duaacartas de liberdade,quo o mesmo
doutor concedeu a duas desusa escravisadas sem
mus ajgu-o. Que cntalo de bens para te det-*
feixarem em um mesmo da I! !
E' t ffictivaujeaie o presagio de qae. este,JocU-
dado vai entcar em urna nova pbase de triuqui.i-
dade egaran&tes a liberdade.e ao direito.
Aos timbabenses em geralparbaose ao
Dr. Lonrenoo- em particular, desojamos feijt gs-
verno as raas de sua autoridadek

c.V>
A. Eim.' Sr.' D. Esnbel W. Lima
santos, pelo i ufa unto pntsnmeoio
de sen prenatUssisno *sao*o
Bxm. Or. i aro Un o. de Liosa San-
to*.
Surrezit, non est hic.
v[Evang. 8. Mth)
INDICAgES BTE1S
Sedlcos
O Dr. Lobo Moscoso, do volts de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia no
ozercicio de aua profiasao. Consltuas daa
10 s 12 horas da manbS. Especial.!idea
eperacoes, parto e molestias de a-nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio di consaltas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra io Barao d Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Sndalo n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, na do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par
teiro, residencia raa do Hospicio n. 20.
Consultorio: rna Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das l horas da manh s 2 ds
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgaos gen i to-urinarios do hoa>em
e da mulher.
Di: Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabng n. 14, 1.*
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Virgilio Titeares de Oliveira, d
consultas ra do Raogel n. 36, 1.* andar,
ond-i pide ser procurado das 11. horas da
manbS s 3 horas da tarde, dos dias oten.
Especialidade inol-.-sti.is internas. Gratis
aos pobres.
Consultorio llomoeupatlco
O Dr Miguel Themudo, medico ho-
rnee aptico, tea) o seu consultorio ras do
Bario da Victoria a. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 a 3 ho-
ras. Chamados por esoripto a qaalquer
C J" V dia ou ia noite.
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Francisco Manuel 'i Siiixi A C, depo-
sitarios de todas as especialidades pharma
oeutic-AS, tintas, drogas, productos chimios
3 medicamentos homaeopaticos, ra do Mar-
ques de -Oiinda n 23. y
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina. de car apia
de Francisco dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
beleuimento, o primeiro da provincia neate
genero, ooropra-ae e vende se raadeirae
de todas as qualidades, serra-ss madoiras
de conta alheia, assim como se preparan)
obras de carapina por machinas e por pre-
go sem competencia Pernambuco.
Porque choras ahi, junto, essa busa,
Onda em funrea paz urea repausa
O archanjo de teu lar?
Bem tai., choras do esposo a perda immensa,
Mas c inslate o balsamo da crenca,
Que um D.eus nos veio dar.
Elle nao morrea I... Na campa apenas,
Miliario marco onde se findam as penas
Da romagem da vida,
Elladormio... foi accordar mais bello,
E da immortslidade a rutila capaila
Cingio-lhe merecida.
Nao busques,, pois, ahi nesse seputebre
O aojo que adoraste o rosto pulshro
Do esposo qu'idolatrasto.-
Busca-o no coA ee queres hoje vol-o.
Que pequeo de mais para contal o
O tum'lo que Ihe aleaste.
N5o morre a alma qoando o corpo exhausto
Tomba na lucta sobre o jeito infausta,
Da val i sepulcbral.
Nao morre a chamma, que acoendeu um templo
De virtudes, e foi na trra o exeroplo
D affecto conjugal.
A morto assusta, mas a raorto um be n.
Quando noss'alma vai colher alm...
O premio da virtude -
O corpo, arga humille, volta a trra,
Mas a alma deDcus sopro nao s'enc;rra
No espaco do atade.
Ahi, antes, do tum'lo fria pedra,
Ondeo cvpreste tectrico so medra,
De Aires Ihe corda.
Que, do co junto ao tbrono do Senhor,
Cingiado Ihe de santo o resplandor,
Elle hoje te abeaco.
Recife, 18 de Jiareo de 1887.
A..E C.
nmmm a mim
l iiul> uil>;i. f de Marco de 1SK
Hoje chegon, tomn posse e entrn em ezeraois
ao ele vade cargo de juis do direito d'eata comarca,
o De. LouBOnoo.Beserro.Vieira.de Mello..
Fui bello ver as peripecias da entrada do metmo
doutor, n'eota cdade.
A't 6 para 7 horat da menhs, grande numero
de cavaileirot escolhidos d'cotre o melhor pestoal
d'aqni, com a msica marcial, derigiam se pela
estrada que segu em dire;oao a Itaabe pouco
depois estavam ds volta reunidos a ontros muitos
qne com elle vinham ; tendo porm, sido do maia
litonjsiro ioverno a noite precedente, ti vemos que
testemunhar um duplo quadro de triumpho e de
praz-.Tde nm lado, os sons retumbantes dos tre-
voes, como que fassndo oouUaste com a alegra do
Infinito em atiraudo trra a riqueza eai abun-
dancia, do outro os sons harm .rnosos da msica,
que, teja dito antre pireathesea, urna das me-
Iboras do matto, mais accentuavam a alegra d'alma
que se denunciava nos semblantes risonhos de
muit is, at e-tio, tristes, supondo ainda sentir o
trapes do despotismo em fuga.
Tomado para ponte de ebegada acude resi-
dencia do vigario Augusto Cabral de Vasconcellos,
foi ahi ifidrecido um lauto almoco por esse vir-
tuoso parocbo, qae tem sabido arrostar com as fa
digas, diasabores e metmo a calomnia, qnando
precisa concorrer com seu obulo para o engrande -
ciments d'esta localidad* a quem o pi< chamar
feliz pjr tel o em seu seio.
>oranto o almoco trocaram-se muitos brindes
servindo deehave de onro^-ua, is van toso ao go-
verno do Sr. (Jotegipe, que '.o sabiamente tem sa-
bido dirigir os destinos do paiz, abatndo os des-
potas disfarcadoa o reintregaudo nos postos-da
justica os verdadeirot sacerdotes d'ella; e outro, a
6. M. o Imperador, o Monarcha sabio e previdente
que tSi bem tem mentido nossa independencia e
liberdade.
Por todo esse tempo subam ao ar repetidas,
gyraniolaa de foguetes, tocaya a mosica, tusl.-
vam os relmpagos, trovdat atordoadoret rebum-
bavam no espaco, chovia a cantaros e a cada rao
mentj se ouvia repetir a antiga mximaassim
como a um mal precede outro, assim um bem
por outro precedidoalludiam aos dous factos si-
multneosa ebegaia da Dr. L?ureuc>, e,ao in
verno que principiava tito auioiadorpreviam
n'elles, dons bent que te presidiaos; e tem >s iu-
Eleipao
Dos do votos qae de vem faz.er parte do fes^
ta do glorioso S. Goncslo da igr.-ja do
Bom Fim em Oiinda no an.io de 1887
a 1888.-'
Juiza por eloicSo
A Esma. Sra. : D. Maris Adalgisa Lini
Caldas.
Juiz por eleicSo
O Sr. Manoel do Nascimento Ferreira
Castro.
Juzas protectoras
A Ex xa. 6lha do Exna Sr. Dr. Felippo
de Figueiroa Fara.
A Ex no a. filho do Sr. Dr, Antonio Pe
reir Simos.
A Exms. filha do Dr. Manoel dos Pas-
aos e Silva.
a. Exms. filha do Sr. Francisco de Fi-
gaeiroa Faria.
A Esma. Sr. D. Mara Amelia Gaima-
raes :
A Exms. filha. do Sr. Leopoldo Mar-
ques da A8sumpc9o.
A Exma. fi'ha do Sr. ".spitio Jos Gue-
des de Moraes Alcoforado.
A Exma. Sra. D. Josds Tavares da
Canba.
A Exma. Sra. D. Emilia Guimaraes.
A Exma. filha do Sr. eapito Candido
Guedes Alcoforado.
A Exma. filha do Sr. capitao Fortunato
Jos de Sampaio.
A Exma. Sra. D. Clara Velez Pessoa.
A Exma. Sr. D. Emita NunesdeMello.
A Exma. Sra. D. Maria Anglica Mon-
teiro de Lima Botelbo.
A Exma. Sra. D. Maria Maglalena da
Silva Mendonja.
A Exms. filha do Dr. Antonio EstevSo
de OHveira.
A Exma. filba do Sr. Antonio Siphronio.
A Exma. Sra. D. Sancha Antunes de
Almeida.
A Exwa. Sra. D. Laora Canuto de
Sant'Aana.
A Exma. Sr*. D. Maria Floriona Alves
de Sant'Auna.
A Esms. Sra. D. Clotildes de Lwerda
avabant-3.
A Exma. Sra. D. Maria Eugsnia Car-
valho.
A Exma. Sra. D. Idalina Cezma da
Rosa.
A Esma. Sra. D. Cosaria da Rosa.
A Ex-n. Sra. D. ZulmiraTinoco.
a Exma- Sra. D. Mara do Carmo do
Reg Valeojt.
A Exma. Sra. D. Liura do Reg Bar-
ros.
A Exma. filha do
dos Sintos.
S*

<%

v.-
N
I

Sr. Pe 1ro Celestino


Diario de PernarntHico tyuarta--fcira 23 de Marco de 13S7
y
?
i
>
A Eama. Sm. D. Anua Joaquina de
Mella Dultra.
A Exma. filba do Sr. Canato Jos de
Mello.
A Exma. Sra. D. Mana Meira.
A Exma. Sra. D. Laura filha do Sr.
Pedro Rigard.
Escrivia
A Exma Sra. D. Laura Se ve.
A Exma. Sra. D. Mari Lucia Los
Caldas/'
A Exma. Sra. D. Christina Pires Fer-
A Exma. Sra. D.Maria Emilia de Scenna
> Exma. Sra. D. Zulmira Alvea Gama.
Exina. Sra. D. Joanaa Goncal/ea.
A Exma. filha do Sr. Pedro Nunes
Vianna
A Exm. Sra. D. Elisia Mannho de
Araujo. .
A Exma. filha do Sr. professor Libera-
to Tiburtiuo de M. Maciel da Rocha Pita.
Juizes protectores
ORvd. padre Julio Mara do R'go Bar-
ros.
O Rvd. padre Jlo Marques de bouza.
O Rvd. conego Manoel Jlo Gomes.
O Rvd. couego Francisco do Reg Maia.
O Rvd. Clero Juvenal do CoracSo de
Jess David Madeira.
O Rvd. couego Antonio Manoel da As-
sumpcio.
'O Rvd. conego Jos Vas Guitarrea.
O Rvd. conego Joaquim Ferreira dos
Santos.
O Rvd. conego -Joaquim Gracibauo de
Araujo. .
O Rvd. conego Arcediago Dr. Luiz
Francisco de Araujo.
O Sr. Jorge Gomes de Matto*.
O Sr. Salvio de S Gonzaga.
O Sr. Victorino do RegoToscano Netto.
O Sr. Jlo Carlos Pinto.
O Sr. Pedro de Asis Rocha.
O Sr. Jos Jayme de Miranda.
O Sr. professor Jlo Fernandes Soares.
O Sr. professor Marcoiino Monteiro de
Lima Botelho.
O Sr. Gervasio Fioravanti Pires Fer
reir.
O Sr. Manoel Gomes da Cruz.
O Sr. Jos Gomes da Cruz.
O Sr. Herculano L'os Cal Jas.
O Sr. Jos Nicacio de Olinda Barcellos.
O Sr. Antonio Casemiro de Olindi Bar-
cellos.
O Sr. Vital Marques da Silva.
O Sr. Irioo Marques da Silva.
O Sr. Manoel Procopio.
O Sr. Antonio Palmeira.
O Sr. Felismino Jos do Vasconccllos
O Sr. Miguel Hilario de Azevedo.
O Sr. Sil vino Miguel dosAnjos.
O Sr. Jos Jlo do Rozario.
O Sr. Joas Batinga.
O Sr. Joas Meira de Vaseoncellos.
O Sr. Francisco Chagas do Nascimento.
O Sr. Jlo Firmino da Cruz.
Olinda, '21 de Fevereirj ce 1887.
A commiaalo
Joo Chrispiniano Ferreira Borges.
francisco Xavier Per eir da Silva.
Leoncio Feliciano Marque.
O u>-a vigario Francisco Antonio Vianna.
Dr. Joao Paulo
UED1CO
Especialista em pirtas, m jlestiaB de senhoraa
de enancas, eom pratiea as principaea materni-
dades e hospitaes de Paria e de Vieana d'Austria,
fax todaa aa operacoes obitctricas e cirurgicae
coiicernentes aa suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra da Bario da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1" andar.
Consultas daa 12 a 3 horur da tarde.
TVlepooue n. 467.
COMMERCIO
Bolla et> na me retal
OTAijSRS OFFICIA.E8 DAJCXTA D08 COB-
EBCT0RB3
Iiajft. 22 de Man de 1887
'lambo sobre o Rio de Janeiro, 90 d/v. coa 3 1 [4
OO de descont, nontem.
Cambio sobre Pelotas, 90 d(v. cotn 3 3(8 Oip de
descont, hontem.
(i presidente,
. Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
oTlmenio bastearlo
BICIFE, 2l DE MASCO Di 1887
O* bancos mantmram heje no balco a taza de
21 3/4 d. aobre Loudrca, conforme as tabellas se-
guintes:
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 8/4 e vista 21 1/2.
?otte Pars, 90 d/v 436 e vista 440.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 541 e vista 546.
Sobre Portugal, 90 d/v 245 e vista 247.
Sobre Italia, i vista 440.
cbie New-York, vista 2*320.
Do English Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 8/4 e a vista 211/2.
Sobre Para, 90 d/v 436 e vista 440.
Sobre Italia, vista 440.
Sobre Hamburgo, 90 d/v f 41 e vista 546.
Sobre Ntw-York, vista 2*320.
8vbre Lisboa e Porto, 90 d/v 245 e a vista 247.
S urv as principaea cidadea de Portugal, i vista
252. -
Sobre liba dos Acores, vista 255.
Sobre liba da Madeira, i vista 252.
ereado de asiocar e algodao
asura, 22 dk mabco db 1887
Asnear '
0 mercado de assucar minUvo se aoa precos se-
guales :
3. baizo, por 15 kilos, de 2*000 a 2*100.
3. recular, por 15 kilos, de2*100 a 2*200.
3. boa, por 15 kilos, de 2*00, 2*300 e 2*400.
3.* superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulverizado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
tmenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Relames, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos piecos So obtidos
esnforme o sortimonto.
Algodao
O de Pernambuco e boas procedencias, em ter-
)*, Ij\ vendido a 6*500 por 15 kilos.
Vapor rranees Villr- de salo de Ja
atelro |
Sabio In nlem, para os portos do sal, eom o se-
gi'iin- carregamento:
a Rio de Janeiro :
50 saceos eom aasnear mascavado.
Para Santos :
400 saceos eom assucar branco.
65'J ditca eom dito mascavado.
Barca inglesa Hela
O carregam- n'.o detta barca coaaton de 10,809
Aos disliretos abolicionistas
pernarabflcanos
A usentou se infelismente de entre nos que abra-
camos a redempelo dos miseros captivoa, tempo-
rariamente, para a Europa, o eympathico o emi-
nente orador parlamentar pernambucano. ebefedo
abolicionismo brasileiro, Dr. Joaquim Nabuco. A
sua mais que nobre e nacional aepuacio aeompa-
nhar at ao fim do que val pretender faser n'a-
que las plagaa :adiantar mais a idea da eman-
cipado dos desgranados captivos Lutai; distinc-
to brasileiro, que a voisa immensa gloria j ba
moito foi gravada em lettra de ouro no patheon
sublime !
Recife, 22 de ares de 1887.
Antonio Francisco da Crac.
Ao publico
Manoel Corteada Silva Curado, tendo de seguir
boje para a Europa no vapor Oironde, o nao po-
dendo pelos amitos afaseres despedir-se pessoal-
mente de todas as pesaoas cum quem mantinba re-
lacoes de amisade, vem fsael o pelo presente of-
ferecendo sen diminuto prestimo em qualquer parte
que ae ache.
Outro sim, declara que deixa nesta praca como
eeus procuradores; em primeiro lugar o Sr. An-
tonio Mara da Silva, e em segundo, o Sr. Antonio
Jos Pereira, ficando o primeiro cacumbido do re-
cebimento de seos devedores.
Recife, 21 de Marco de 1887.
Avisos aos incautos
Affonso Ferreira da Rocha Leal, por si e
seus irmlos, avisa a quem quer que s^ja
para nlo comprar bsru algura Luiz Jos
da Costa e Silva, as viuvas e herdeiros do
Antonio Jos da Costt e Silva, e Joaquim
Jos da Costa e Silva, representantes da
extincta firma Costa Irmfios & C, por ea-
tarom estes eom seus bens sujeitos ao pa
ganiento d'uma divida con'rahida para coin
seu finado pai e de importancia superior
a 35:0005000: pena de ser havido pos-
suidor do m f e sem direito de reclama-
clo alguma.
Recife, 18 de Marco do 1887.
Affonso Ferreira da Rocha Leal.
ViscoDilc de Guararapes
Atteato que teoho nm mulato que jA tendo sof-
frido i 4 annos de Beribre, o estando maito incha-
do, e cansado, appliquei-lbe o Cajrnbb* em do-
ses regulares, ficou de todo restabelccidn, e tem
pasaado sempre bem.
Tenho um outro que soffria de istbma, eom o
mesa remedio est iuteiramento curado, c sei
que outras pessons que soffrera-n da mesma mo-
lestia de asthna estao curadas e eom o mesan re-
medio.
E' o que posso alarmar sobro o Cajrubba, e
iato por me ter pedido urna pessoa de minba arai-
Engenho Velho, 9 de Marco de 1887.
Vitcondt de Guararapr*.
A firma est reconhecida por tabellio pu-
blico.
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europs, eom pratiea nos hospitaes de Paris, Vi-
eana e Londres, onde dedicou-se a estu los de
partos, molestias de senboras e da pell', ofterece
oa secs servicos mdicos ao rcspeitavcl publico
deata capital e fra dVlla, podf ndo ser procurado
no sea consultoriora da Cade'a n. 53, de 1 As
3 horas da lardo, ou em sua residencia tempora-
ria, Ptorte d'Ucbda 55.
A existencia de bail. s, saraos, cb>, corridas e
outros [Taseres mundanoa que constiturm urna
obrigga> social pira as classes elevadas provoca
in varia veluiente urna pobre ja do sango e tal que
s a irritacao do eystema nervoso mantem o orga-
nismo: por Uso que se eneontram tantas joveus
paludas eom olbeiras, animadas por urna exci a-
co ficticia que fai mal e as deixa profundamente
prostradas. Para remediar este estado nao se ce-
nhece um preparado mis vantajoso do que o
Perro de Lerasque se assimila nos estmagos
maia delicados regenera o eangue e reconatitue
tedo o organismo por assim direr sem causar r>c-
nbuaas das desordens que produsem as pilulas,
pos e grag^aa. A cura tornn-se mais activa to-
mando ao mesmo tempo o Xarope de Rbano lo-
dado de Grimault di C.
idvogado
O bacharel Julio de Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocacia ra Primei-
ro de Margo n. 4, Io annar, onde pode
aer encontrado drs 10 horas da manhl a
3 da tarde
a*c^
'Viilista

Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
N. 1. E' maravilhosa a rpidos eom que
os tisicos, os anmicos, os escrofulosos, os de-
bis e os que padecem do peito e da gar-
ganta restabelecem-se depois de terem to-
mado a Emulscto de Scott.
Collegio Meira
Este collegio abriu suas aulas desde o
dia 15 de Janeiro prximo pasaado.
Eosinam-se nelle todas as materias que
constituem o curso preparatorio as facui-
dades do Imperio, sendo o pessoal dojente
o mais habilitado que se pode desejar.
Contina a funecionar a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais ten-
ra idade, pois dirigida por duaa filhaa do
director, das quaes urna alumna do t<*r-
ceiso auno da faculJide da direito do 11-
cife.
Do dia I* de Margo eru dianta abrir se-
ha urna nula da lingua allerai, em qti" sa
ensinar a traduzir e a fallar essa liogua.
O professor respeajivj ser o Sr. Alger
non Sidney S.:lu<-fler.
Os estudantes, que quizerem frequentar
osta aula, pagal-a-hlo separadamente da
monsalidade do collegio.
O director do colleg O meika espera o
mais de-idrdo apoio dos pais de familia,
que desejam o real apro^eitameotode seus
filhos, pois que tem sempre tido por pro-
gramla dar aos alumnos, que lhe silo con-
fiados urna verdadeira iustrucclo a par de
urna boa educaclo moral.
O resultado dos exames feitos no fim
do anuo passado o eloquente attestado
cm favor do COLLEGIO MEIRA.
Dos dezenove alumnos que foram aiijeilos
a exame, apenas dous foram mal sucedi-
dos.
Reeebem-se alumnos internos, meio pen-
sionistas, e externos.
Ra da Imperatriz n. 63 2 and.r.
Recife, 26 de Fever.iro de 1837.
O director,
licencio Mineroino Meta de Vaseoncellos
Dr.
saceos eom assucar mascavado, destinados aos Es-
tados-Unidos.
Entrada* de arar e aliodo
MBS DB MABCO
Barcacas.....
Estrada de ferro de Olin-
da ..... .
Estrada de ferro de Ca-
ntar *". .
Animaos.....
Estrada de ierro de S.
Franciso .
Estrada de trro de Li-
moeiro.....
.8
5
1 4
a 21
19
1 i 18
1 19
47.1H
2.200
7.6-24
6.832
54.458
7.723
125.981
3.1%
2.382
67
7.842
3.293
3.139
MEDICO
Tero o seu escriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 a 2 boras da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia roa da Santa
Crux u. 10.
Especialidadesmolestias de seuhoras e crian-
5as.Tolephone n. 326.
Medico
Dr. Antonio Cavalcante Pinu abri o s--u con
sultorio medico-eirurgico na c* lado de'Masareth,
ra do Payasada n. 5, onde |"iJe ser procurado
para os miateres de sua profiasa .
Dr. Coto Lfiit
Medico, parleiro e operador
accidencia ra Bario da Victoria n. 5, /' andar
Consultorio ra Duque de Caxias'o. 59.
Di. consultas das 11 horas da manna as 2 da
tarde.
. Atiende para os chamados a qualqner bor
telephone n. 449.
fandrga devein apresentsr-se ua 3.a accfio dessa
repariiyia, afim de renovarem suas truncas, sob as
penas do *rt 163 da consOidaco daa leis das Al-
fandegas e mesas de rendas.
> O recolhimeuto de notas dilaceradas est sendo
iJ fritn na Thesouraria de Fazenda, as tercas e
^r ^extas-feiras, das 10 12 horas da manhl.
-51 .! ubalilutruo de stoiaa do Ttaesioaro
Em 31 do corrente mes termina o prsso mr-
calo para recolhimento, tem descont, das notas
de i'fUOO da 5a estampa, I0000 da 6 e 5*000
da 7.
A subetituicSo eat sendo frita na Thesouraria
de Facenda, nos dias ntes, das 10 as 12 boras da
macha. *.
19.919
Paiacliu dinamarqus Amar
Seguio para Uruguayana, eom a seguate car-
ga :
1,476 barricas eom assucar branco.
20/2 ditas eom dito dito.
200/4 ditas eom dito dito.
Brlgne alenselo Bruno Marle
Consten de 350 toneladas de careces de algo-
dio, eom destino a Hall, a carga desta brigue.
Becuna noruegucuac Reform
Levou para Pelotas o aeguinte carregamento :
360 sacc -a eom assucar branco.
75 ditos eom dito mascavado.
875 barricas eom dito brauco.
100/4 ditas eom dita dito.
100 ditas eom dito mascavado.
Barca Inglesa finnuinlTungc
Fui de 22,622 sacos eom assucar mascavado, o
carregamento que levou esta barca, eom destino
aos Es'ados-UoiJos.
Lugar ingles Bolaod
Condasio para New-York, 8,451 saceos eom as-
tucir mascavado.
Lugar nacional Lojo
Seguio eom destino ao Rio Grande do Su', para
onde levou :
2.000 saceos eom assuca branco.
621 barricas eom dito dito.
Banco de Crdito Beal
At o dia 31 do corrente mes de Marco, devem
os accionistas do Banco de Creto Keal de Per-
nambuco realisar a terceira entrada do valer no-
minal de suas acedes, na raslo de 10 0/0, levan-
do-a sede do banco, na ra do Commereio n.
84.
Este banco eat pagando o seu primeiro divi-
dendo razio de 4*000 par accao ou 10 0/0 do
valor realizado de cada urna.
O pagamento fuz-se na sede do banco, das 10
boras da manh as 4 horas da tarde dos dias
ateta.
Calxelroa despachantes
No praeo de 15 dias, contados de 9 do corrente
mes de Marco, os caixeiros despachantes da Al-
rauta da Airandcga
S.*.NA DB 21 A 26 DB MARCO DB 1887
Alcool (litro) 218
Algodao (kilo) 360
Assucar refinado (kilo) 151
Dito branco (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 1*265
Cacao (kilo) 400
Cachaca (Jitr.,) 077
Caf boto (kilo) 460
Cafrestolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Caricas de alfdio (kilo) 014
Carvto do pedra de Cardift (toi.) 16*000
duros ecceos e: pic-hadjs |fc lo) 585
Ditos salgados (kilc) 500
Ditos verdes (kilo) 275
Farnba de mandioca (litro) 050
Fumo restolho (kilo) 4ii0
Genebra (litro) h 200
Mel (litro) 040
Hlibo (kilo) 010
Taboados de amarello (dnzia) 100*000
Importafo
Barca noraeguense Glitner, entrada de Liver-
pool em 20 do correte e consignada a Bruwus
& C, mamfestou :
Carvo de pedra 596 toneladas e 8 quiutaes a
Empresa do Gas.
Obj-cios para gas 66 volantes a Em ircsa do
Cas.
Brigue allemao Jote Genebra, sntrado de Liver-
pool em 20 do correte, e consignado a Br-w is
4V C, manifestou :
Carvao de pedra 452 toneladas c 18 quintan aos
consignatarios.
Patacho ingles Aldwyth entrado de Terra Nova,
em 21 do corrente e consignado a Saundres Bro-
ther & C, manifeston :
Bacalho 3,660 barricas e 28) meias ditas aos
consignatarios.
Escuna -noru^gueose Hapnaes, entrado do Rio
Grande do Sal, em 21-do c>rrento e consignada a
Pereira Carneiro 5s C, maDifestou :
Farioha de mandioca 2,400 steeos aos consi-
gnatarios.
Kxportaco
RECIFE 21 DB MARCO DB 1887 '
Para o exterior
No vapor francs Oironde, carregou :
Para Bordeaux, P. Able 1 eaiza eom 15 kilos de
doce.
No vapr ingles Mariner, oarregaram :
Para Liverpool, J. Pater k C. 100 laceas eom
7,275 kilos de algodao.
Professora
Urna senhora competentemente balitada, pro-
pde-se a leccionar em cellegios e casas partcula
res, as seguiutes materias : portugus, francs,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
Herval n. 10.
Leonor Porto
Roa do Imperador n. 45
Primeiro andar
Contina a ezeentar os mais difficeis
figurnos reeebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeiciode costura, em bre-
Ividade, modicidade em preco e fino
[goato.
Clinlcamedleo-clrarca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EapecialidsdePartos, molestias de senhoraa e
criancas.
Residencia Ra da Imperatriz n..4, segunda
andar.
Curso iorico eptico io alieno
DO COLLEGIO
l>
O director duste cstabelecimento, avisa ao pu-
b!iv-o, que, pira propagar o goato pelo estudo das
linguas, abriu um c irso de allemSo. onde os alum-
nos poderil> apurcn'er esta lingua tanto pratiea
como iheorieament^.
A referida rud.-n i regida pelo Dr. Eduardo
de Oliv-'im, q-ie ii-ndo residido quatro annos
e meio u>. mu conhecido collegio BREIDEN-
STEIV, na Su:ss:i, acha-se perfeitameote habili-
tado, para bem de- mpenhar eisa incumbencia.
Aquelles que qr^zerem se matricular no dito
curso, qneiram enten i r se eom o director do col-
legio, ou eom o Dr. E loarlo Alfredo de Oliveira,
na roa Io de Marco n. 4.
Jos Ferreira da Crus Vieira.
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
abnrto o seu escriptorio de advogado ra l" de
Marco n. 4, onde tambem pode ser procurado para
leccionar o ingles, francs e allemao, pratiea a
tbeoricamente, nos collegio e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estudantes
e empregados do commereio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
{>
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailhazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
riancas, dos org&js respiratorios e das
senhoraa.
Presta-se a qualquer chamado para
fon da capital.
avino
Todoa rt chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua resideucia.
j
il
Dr. Mello Gomes
Medico cirnrglao-parteiro
Ra de Paulino Cmara (amiga da Camboa
do Carmo n. 36), onde p io ser pro-
curado qualquer horado dia e da noite.
Comullas :10 ao meio dia
Chamado por escripto.
Especialidades ;Febres, molestias de peito e
das senhoraa, syphilis e soffrimentos da urethra.
Acode a qualquer chamado para fra da ca-
pital.
Tambem pode aer procurado, de meio dia s 3
boras, na Pharmacia do Povo, ra do Rangel
n 34.
Na barca norn-guenso Noatum, carrega-
ram :
Para Liverpool, P. Carneiro & C. 1,012 saceos
eom 78,150 kilos de assucar mascavado.
No vapor ingles Bonavista, carregaram :
Para New-Yoik, H Forater C. 400 saceos
coia 32,000 kilos de assucar mascavado; Abe
Stein & C. 8,470 pelles de cabra.
Pora o interior
No pataeho dinamarqus Amor, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Loyo & Filbo
977 barricas cora 91,f 8'J kilos de aasnear branco.
No patacho lgica Plymouth, carregou:
Para Santos, F. A. ae Aievedo 500 saceos eom
30,000 kilos de assucar mascavado e 600 ditos
eom 36,000 ditos de dito branco.
No vapor francs Yille de Rio de Janeiro,
carregaram :
Para Santos, Amerim IrmSs & C. 650 saceos
eom 39,000 kilos de assacar mascavado e 400
ditos eom 24,000 ditos de dito branco.
Para o Rio ac Janeiro, J. Fontelles 50 saceos
eom 3,750 kilos de assucar mascavado, 100 caizaa
eom oleo de ricino e 1 dito eom 30 kilos de doce.
No vapor austraco Tiber, carregou :
Pera o Ria de Janeiro, V. da Silveira 100
saceos eom 6,00) kilos de assucar branco e 900
ditcs eom 51.000 ditos de dito mascavado.
No vapor ingles Bonavista, carregaram :
Para o Para, Ainorim I. mios & C. 50 pipas e
125 barris eom 36,000 litros de agurdente e 600
barricas eom 39,550 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Pirapama, carregaram :
Para Parnabjba, P. Alves or. C. 65 barricas
eom 2,238 kilos de assucar brancj ; E. C. Beltrao
4 Iranio 15 barricas eom 467 kilos de assucar re-
finado e 5 ditas eom 181 ditos de dito Vn-oncn.
Para Aracaty, Rodrigues Lima & C 1 barril
eom 90 litros de mel e 30 saceos eom farinha de
mandioca.
No bUte nacional Deus le Guie, carrega-
ram :
Para Aracaty, P. Pinto C. 5 barris eom 480
litros de mel.
Na barcaca Natinha, carregaraai:
Para Mamangoape, P. Alves 8c. C. 6 barricas
eom 300 kilos de assucar refinada
No cter Rogerio, carregaram !
Para o Natal, P. Alves & a 14 barricas eom
813 kilos de assucar branco.
Xas-ios a carga
Barca inglesa Frinchner, Russia.
Barca portuguesa Herstlia, Lisboa.
Burea norueguense Aino, Hull.
Brigue allemao /. G. Fichte, Montevideo.
Galera inglesa Lorenxo, Liverpool.
Patacho ingles Plymouth, Santos.
Palhabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre.
Vapor ingles Vol, Bltico.
Vapor ingles Hersehd, Liverpool.
Vapor austraco 2*i6er, Rio de Janeiro.
Vapor ingles Bonavista, Para.
\avios & descarga
Brigue ingles Canad, bacalho.
Brigue allemao Jos* Genebra, carvio.
15-irca norueguense Brodrtne, carvSode pedra.
liaren norueguense Progrese, carvSo.
Barca Bgleaa Christiani Serivey, carvo.
Barca dinamarquesa Arica, carvA -
B^rca bcspanbola Francisca Villa, carvo.
Barea norueguenso Spernwa, carvio de pedr*.
Barca norueguense (Jlitner, carvio.
Escuna inglesa May, bacalho.
Escuna nacional Maiietta, varios gneros.
Escuna noraeguense Bapsnat, varios gneros.
Hiato brasileiro Deus te Guarde, sal.
Tremenda e fatal enferaalilade (4)
A tesse apparece traca e passageira e o doente
despresa-a ; nao a cuida...
Depois, o enfraquecimento do corpo, algumas
dores no peiio enas coatas, vS segnindo essa toase,
que augmenta, o per fim o doente v-se claramente
a bracos coro o grande flagello d% humanidadea
tsica pulmonar !
Esta tremenda e fatal enfermidade tao sagas,
que para melbor conseguir seus funestos fina prin-
cipia dlsfarcando nos n'uma toase desprezivel 1
Mas ella nao rcalisar seus nefastos intentos se
fr usado em tempj opportuno o remedio principal
e s que tem conseguido curas rr-aea da tisica pul-
monar, que o PE1TORAL DE CAMBARA*, im-
portante descoberta de Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
Os interessadoa podero encontrar no psenlo
que acompanba cada frasco valiosos attestados de
curas obtidas em gravissimos caso*, no e de ti-
sica como de bronchites, aatbma, coqueluche e ou-
tras molestias do apparelho respiratorio.
nicos agentes e depositarios geraes em Per-
nambucoFrancisca Manoel da Silva & C, ra
Marques de Olinda n. 23.
MME. W arara
Professora de canto
Tendo resolvido fizar residencia nesta
cidade, propoa-so a dar licSes de cantona
era casas particulares, promettenio esfor-
$ar-se o mais possivel pelo aproveitamento
de suas rliscipulas, podendo ser procurada
ra do Lnperador n. 44, 3. andar.
Consultorio medico-
eirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anooe
de escrupulosa observacao, reabre consultorio nes-
ta cidade, rna do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, I. andar.
lloras de consultas
Da dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado no
eitio travessa dos Rem.-dios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alin 1 porcio do Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Jarreto Sampaio, medico ocu-
lista, ez-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 boras da tarde, no 1. audar da casa
n. 51 ra do Barao da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias s mtincados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Eutrada pela ra da Saudade n.2.
CI5M.A9 D&XriISIA
Patricio More-ira
(Ex discpulo de Frederlco Mala)
Consultas e operacoes das 9 boras da manh
4 da tarde.
57-RA DUQUE DE CAXIAS-57
EDITaES
O cidadao Elisio Alberto Silwcira, 1- juiz
de paz da freguezia da Boa-Vista, em
virtude da lei, etc etc.
Fas saber a quem inter^saar poasaqne por par-
te de Alheiro, Oliveira s^ C, me foi requerido que
se admittiBsc a justificar a a do lugar da residencia da mdame Blanche, e jus
tificando quanto basiasse Ina esneedesse carta de
editos para ser ella citada afim de vir a. primeira
audiencia desta juico, finito o praso de 39 dias,
conciliar-ce eom os suppcantes a respeito do pa-
gamento da quantia de 1:653*1110, provenientes
de gneros fornecidospira o collegio de Nossa
Senhora das Victorias, sito ra do Visconde de
Camaragibe n. 10.
E tendo exhibido provas sufficientes de quanto
allvgava, Ibe mandei passar o presente edital de
30 dias, pelo que cito a mencionada madame
Blanche vir na primeira audiencia depois da-
quelle praso para o fim exposto, pena de reve-
lia.
Lugar amerirano Eduard A. Sanchei, farinha de
trigo,
Lugar nacional Maia I, varios gneros.
Lugar norueguense Airona, carvo. '
Lugar ingles May, carvo.
Lugar norueguense Ideal, varios gneros.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
Lugar ingles Lussie R. WUce, bacalho.
Lugar ailemio Helene, vario* gneros.
Patacha ingles Euyenie, bacalho.
Patacho ingles Buda, carvo.
Patacho ingles Aldwyth, bacalho.
Vapor mglez Maranhense, varios gneros.
Vapor ingles Plato, varios gneros.
Ileudluieutos pblicos
MBS IOS K0.HCO
Alfandega
Renda geral :
U 1 a 21 580:2014899
dem de 22 49:336*453
-------------- 629;38352
Renda provincial i
De la 21
dem de 22
108.2694438
6:952*971
ledoria
115:2221409
De la*.
dem de 2.
744:760i761
72:1084559
1:6344171
73:742*730
Mercado Municipal de S. los
U mov ment des te Mercado uo dia 22 de Marco
foi o seguinte:
Entrarais :
351/2 bois pesando 5,881 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 18 e 1/2 ditos de 1.* quali-
dade, 6 de 2* dita e 10 e 1/2 ditos parti-
culares.
310 kilos de peixe a 20 res 64200
77 cargas de farinha a 200 ris 154400
6 ditas de fructas diversas a 300 rs. 14800
9 taboleiros a 200 ris 14800
19 Sainos a 200 ris 34800
Foram oceupados :
21 columnas a 600 ris 144400
24 compartimentos da farinha a
500 ris. 124000
22 ditos de comid a 500 res 114000
76 ditos do legumes a 400 ris 304400
18 ditos de suino a 700 ris 124603
11 ditos de ireasnras a 600 ris 64600
10 tainos a 24 204000
8 ditos a 14 8*900
A Oliveira Castro & C.:
54 tainos a 1A 544000
2 tainos a 500 ris 14000
Oeve ter sido arrecadada neate dia
a qnantia de 1994000
Rendimento dos dias 1 a 21
Foi arrecadado liqnido et boje
Precos do dia :
Carne verde de 320 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Suinoi de 500 a 640 ris idem.
Farinha de 900 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris dem.
Feijao de 640 a 14000 dem.
4:2164380
4:4154380
Matadosaro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 73
resea para o consumo do dia 23 de Mareo.
Beodo: 65 reses pertenceates a Oliveira Castro,
c C, e 18 a diversos.
Dado e passado nesta freguesia da Boa-Vista
aos 25 das do mez de Fevcreiro de 1887.
Eu, Alfredo Francisco de is^uza, escrivSo, es-
cravi, subscrevo e assigno.
Elisio A. Silveira
-~------------------_______________----------------------------------------------'
O cidado tElysio Alborto Silveira, 1* juiz d pai
Qda freguesia da Bo-Vista, em virtude da ler;
2Jetc. etc.
Paco saber a quem interessar possa, que tendo
Manoel Joaquim Domes Ferreira feito penhora na
quantia de 1604000 pertencente a D. Isabel da
Mello e seas filhos, convoca pois aos credores in-J
certos dos meamos para que comparecam petante
ecte juizo dentro dos 10 dias que Ibes ficam assig-
nados para alegarem oa embargos que tiverem
a oppor ao mesmo lovantameoto por parta do exe-
quente ou babilitarem-se ao rateioda mesma quan
ta na forma da lei.
Dado o pasaado n'eeta freguezia da Boa-Vista,
aos 16 dias do mes de Marco de 1887.
Eu Alfredo Francisco de Souza, escrivSo, es-
crivi, subscrevo e assigno.
Elysio Alberto Silveira.
DECLARACjES
Bcvofo de X. 9. da Concelro
erecta ao eoureuto de S. Fran-
cisco desta cidade.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
irmaos a comparecerem em nosso consistorio pelas
2 horas da tarde io dia 25 do corrente afim de
encorporades acompanhar-mos a procissao de S.
Bom Sesus dos r'acsos do convento de N. S. do
Carmo para a matriz do Jorpo Santo, para o que
tomos convidados.
Consistorio da Devoco do N. S da OonceicSo
ereca no convento de S. Francisco desta cidade
em 21 de Marco de 1887.
O escrivao uterino,
Octaoiano Aloes Monteiro
Thesonraria de Fazenda
SDBSTITUigXo DENOTAS
De ordem do Illra. Sr. inspector se faz
publico que no dia 31 da Margo do cor-
rente mez termina o prez j para a substi
tuijo, sem descont das notas do Thesou-
ro, dos valoros de 2#000 da 5.* estampa,
103000 da 6.* e 50000 da 7., pelo que
fiado cs3e prazo as notas das estampas a
cim mencionadas que forem aprese litadas
ao troco soffrerSo os seguiutes deaco.-itos,
nos termos do art 13 da lei n. 3313 de 16
de Outubro de 1886 :
2 [0 durante o trimestre de Abril a Ju-
nho vindouro;
4 '[o nos outros tres mezes ;
Gi nos tres mezes seguiutes;
8 |0 nos outros tres mezes ;
10 "(o no 1. mez que seguir-se e mais
5 [0 monsaes d'alii em dianta.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco
21 de Margo de 1887.
Servindo de secretario,
J. H. Olinda Amaral-
Consistorio da irmaadade de Nossa Senho
ra do Rosario da matriz do Corpo S >nto'
em 14 de Margo de 1887.
Por ordem da mesa regedora, convido a todos
os nossos irmos para comparecerem no dia 25 do
corrente, a 2*1/2 boras da tarde, no respectivo
consistorio, afim de encorporados, acompannarem
o regresao da Veneravel Imagem do Bom Jess
des Passos rm procissao solemne para sua sede a
matris do Corpo-San'o, em virtude de termos sido
para este fim convidados pela irmandade do mes-
mo Senhor. '
Adolpho Coelho Pinheiro,
Escrivao.
Veneravel contraria de Sania Ri-
ta de Cassia
De ordem do cooselho administratiao desta con-
traria, convido ana nossos carissimoa irmos, para
que, paramentados eom seas habitas, c mparecam
no consistorio da nossa igreja pelas 8 horas da
tarde dos dias 25 e 27 do corrente, afim de aceto-
panbarmos as procisses do Senhor Bom Jess dos
Passos, do couvento do Carmo para sua sede, e de
encontr da igreja de Santa Ciuz, para os respec-
tivos convites.
Consistorio da veneravel confraria de Santa Bi-
ta de Cassia, 22 de Marco de 1887.
O secretario interino
Manool Bandeira Filho.

Vapores e navios esperados
VAPOBX8
Nevada Enrcpa amanhS.
Babiado norte a 25.
Sullyda Earopa a 26.
Ville de Cearado sul a 26.
Espirito Santodo sul a 27.
Abril
Desterrodo sal a 2.
Nigcrda Earopa a 4. \
Al lia ocado sul a 5.
Manosdo sul a 7.
Advancedo norte a 8.
Trentda Europa a 10.
Parado norte a 14.
Pernambucodo sul a 17,
Ceardo norte a 21.
Msgellanda Europa a 21.
La Platada Europa a 24.
Espirito Sautodo norte a 24.
hvios
Amandade Hamburgo.
Apotheker Dirsende Santos.
Ameliado Bio Grande do Sal.
Albanade Cardiff.
Anne Catharineda Babia.
Andaluzaco Bio Qrande do Sul.
Bernardas Godelewus do Bio Grande do Sul.
Brothersdo Bio de Janeiro.
Cometade Porto Alegre.
Diadado Bio Grande do Sul.
Dovrede Bio de Janeiro.
Enjettado Bio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
litede Tena Nova.
Evorado Bio Grande do Sal.
Guadianade Lisboa.
Hornetdo Bio de Jaoeiro.
Joluutde he Santos.
Joaquinado Poito.
Julietado Bio Grande do Sal.
Juvenalde Santos.
Lidadordo lio de Janeiro.
Latimerde Terra No va.
Ladyberddo Terra Nova.
Marco Polodo Bio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Metede Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Marvdo Bio Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nautilusdo Bio de Janeiro.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Oseardo Bio de Janeiro.
Paragerode Terra Nova.
Premierdo Bio de Janeiro.
Eosa Hilldo Bio Grande do Sul.
Spaikde Terra Nova.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
Movnicufo do porto
Navios saludos no dia 22
Santas e escalaVapor francos Ville de Rio de
Janeiro, commandante Fuesuel, carga vanos
gneros.
LiverpoolVapor ingles Marine, commandan-
te James Newille, carga varios gneros.
Pelotas-Escuna noraeguense Beform, cipito J.
Larsen, carga assucar.
Parabyba, barca sueca Margareta, capitao N.
Carleson, em lastro.
Estados-UnidosBarca inglesa Beta, rapito
Henrjr Beyonon, corga assucar.
Macei Patacho americano J. W. Parker,
capitn J. W. Kare, em lastro.
Obtervaco
Nao honre entradas.
r.
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*-
Diario de Pcrnarabucotyuarta--feira 23 ilc Diario de 1887
5
cmpanhia anta Thcreza em
presarla do abasteelmento
Tagua e de luz cldade de
Olinda.
Assembla geral
De orden do Sr. (residente da sembl gem
e DOT nao ter o Sr. secretario eleito acceito o cargo,
coavoco a assembl geral dea Srs. accionistas
para o da 24 do corrente, afim de ter lido o jul-
Tdo o lelstorio e o parecer fiscal e apreciadas as
Sontas do auno fiado, e subrnettid a consideraco
dos Sra. accionisUs uina mocao do Sr. presidente
da directora.
A sessao ser aberta ao meio da n um dos sa-
ldes do edificio da Associsco Commercial, para
csse fim delicadamente cedido.
Recife, 9 de Marc de 1887.
O gerente,
_. Pereira Simei.
Banco de creditoTeaRe tonn-
baco
No* termos dos artigoa 5- e 6 dos estatutos,
sao convidados os Sra. accionistas rea Usar at
dia 15 de Abril prximo, na sede do Banco, ra
do Oommercio n. 34, a terceira entrada de 10 >/.
valor nominal do cada aeco.
Recife, 14 do Marco de 1887.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jos da SiUa Loyo Jnior.
Luiz Duprat
Irmandade das Almas da tiatrlz
do Corpo santo do Kecife
De ordein da mesa regedora da irmandade das
Almas convido aos irmos em geral, acompa-
nharem na matriz do Corpo S mto. na sexta-feira
25 do corrente, pelas 3 horas da tarde, afim de
encorporados acomponharmos a procisso do be-
nbor Bom Jejua dos Passos, que tem de sahir d i
igreja lo cmivento do Carmoein tegres30 para a
referida matriz para o qual tomes convidados.
Secretaria da Irmandade das Almaa da matriz
do Corpo Siuto do R'-eiie, 21 de Marco d O cscrixaj
Miguel Soarea Morcra do Araujo.
Irmandade do Divino Espirito
Manto d Recife
De or.lem do irmao juiz convido a todos os nos-
sos iruios comparecerem em o noaao consistorio,
sexta-feira, i5 do corrente, s 2 1/2 da tarde, para
aparameutados acompanharmos a procisso do he-
nhor Bom Jeaus dos Phssjs, em regresso do coo-
veoto de Nossa Senbora do Carmo para a sua sede,
matriz do Corpo Santo, para cujo acto tomos con-
vidados pela respectiva irmandade. _
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo do Recife, aos 22 de Maic> de 1887.
O escrivo,
Julio Ferrara da Cotia Porto.
Monte der Soceorro de Peroam-
buce
aando-selhes de que noao esm pre*w >= =
impreterivelmente Uvadas a leilao publico.
12 107 li 412 13.6 12.635 12.672 13.10
isillO n.Hl 13-U2 13 113 13.116 13.111
Pelo presente sSo convdades os possuidorea
das cautelas dos nmeros aba so, a virem resga-
ur as mesmas at o dia 4 de Abril prximo, ayi-
sando-selhes de que fiodo este prazo serio elli
leilao publico.
".109
19
13 123 13.127 18.128 13.143 13.144 13.145
3 146 13.150 13.151 13.158 13.159 13.169
13 174 13.179 13.188 13.191 13 196 13.202
48 204 3.206 13.222 13.223 13.236 13.237
13 247 13.250 13.252 13.266 13.275 13.278
13279 13.294 13.296 13.303 13.305 13.309
18.810 13.311 13.313 13.314 13.317 13.320
13 324 13.325 13.3.'7 13.331 13.333 13.340
13.342 13.313 13.352 13.353 13.354 13 3o6
13 357 13.363 13.364 13.365 13.37913.380
3 38 18.889 13.391 13.392 13.393 13.394
13.395 13.396 13.399 13.401 13.402 13.404
13 405 13.4"6 13.407 13.4.8 13.409 13.410
13411 13.414 13.416 13.417 13.4.8 13.419
13 422 13.423 13.424 13.425 13.427 13.428
IS 431 13.432 13.435 13.436 13.443 13.444
13 446 13 451 18.455 13.458 13.461 13.463
18 4$ 3 467 13.472 13.475 13 476 13.480
13 484 13.488 13.494 13.500 13.501 13.505
13.508 13.510 13.513 13.514 13.518 13.519
13.520 13.521 13.522 13.523 13.524 13.525
13 526 13.628 13.529 13.530 13.531 13.53
13 533 13.546 13557 13.561 13.562 13.561
13.565 13.568 13.577 13.578 13.583 13.584
13 597 13.598 13.601 13.602 13.601 13.605
.609 13.617 13.628 13.637 13.638 13.642
13 613 13.645 13.649 13.650 13.652 13.n54
13 659 13.664 13.666 13.674 13.678 13 679
8686 13.692 13.695 13.697 13.707 13.7&8
8.TO9 .3.7.2 13.715 13.723 13.724 13.725
i< 7 13771 3 774 3 777 13.783 13.789 13.792
3.802 8.805 18.808 13.809 13.812 13.815
13.819 13.821 13.814 13.825 13.827 3835
3.f38 13.840 13.846 13.849 13.850 3.851
IR 854 13 859 13.865 13.866 13.867 13.868
sTG sisTO 13.883 13.884 13.886 l1-891
13 894 13.895 13.897 13.898 13.899 13.903
3 907 13.909 13.912 13 913 13.914 13.916
13.917 13.918.
Kecife, 18 de Marc> de 1887. /
O gereute o guarda-l'vros,
Felino D. Ferreira Coiiho.
Conipt'Ahia pe nambucann
DE
Ma~egaeo costelra por Tapar
Pelo presente sao convidados oa aenborca a;;io-
uiitas a reuuirem se na ade da companhi', no
dia 21 do correte, ao meio dia, afim do Ib 3 sei-
apresenlad o reUt-.rio e bataneo do Huno fiuio, e
elegerem a commissas de exame de contaa e eos*
seibo de direeoao.
Rscite, 5 de Marco de 18o7.
Manoel Joo de Amorim.
P.P.Saunders Brothers ir C
Arthur B. Dallas.
W. W. Uobllliard.______________
Recebedoria de Pernainbiico
Matricula de escravos
O administrador da recebedoria faz publico que
finda-se no dia 80 do corrente mez o prazo para
a nova matricula e trrolumento dos escravps exis-
tentes neste municipio, devendo os donos e pos-
suidorea dos meamos apreseotarem at aquelle
dia as relacoes em dupficata eontendo 9 aoine do
escravo, naciooalidade, sexo, filiacao. occupaeo
on servico em que fdr empregado, idade e valor,
alin do numero da ordem da matricula anterior,
sendo o valor dado por extenso pilo senhor do es
cravo ou seu legitimo representante, nao exceden-
do o mximo regulad pela iande do matriculando,
que ser tambera escripia por extenso conforme a
seguinte tabella : ^^
Eecravos menores de 30 annos 9f 0*WOO
de 30 a 40 800*000
de 40 a 50 6'JOJOOO
de 50 a 55 400*000
, de 55 a 60 2004000
O valor das escravas & tabella com o abatimento de 25 % ojs precos
nella cstabelecidos. .
A inserir cao 1 ara a nova matricula seii ftita
a vista das lelacoes, que servirlo de base a ma
tricula especial ou de averbaco tffectuada de
conform dide com a lei de 28 de Setembro de
1871, ou da certidio da mesma macricula, ou a
vista do titulo de dominio quando contiver a ma-
tricula do escravo.
Nao serio dalos a matricula os escravos muio-
rt-s de 60 annos, serio porm inscriptos em arro-
lamento especial.
Serio considerado* libertos os escravos, que no
prazo marcado nio tiverem sido dados a nova ma-
tricula.
Pela iiscripeao ou arrolamcnto de cada escra-
vo pagar-se-h* 14 de emolumentos, cuja impor-
tancia ser destiuada ao fundo de euiancipaeao
depoia de eatisfeitas as despezas da matricu'a.
Uecebedoria, 2 de Marco de 1887.
Alcxaodre de Souza Pereira do Carmo.
e
Sr. Dr. jmz de orph os
Pede se "i V. Exc. que veja o estado em que
estao andando os filbos do fallecido conselheiro
Monteiro de Andrade, e V. Exc. perguote aoa tu-
tores porque nio dio roupa aos seus tutelados.
Secretaria da veneravel ordem erceira do
Seraphico Padre S. Francisco no Hecife, oa
Mrco de '8'7. De ordem do carissimo iruiio
mimatro. convido a todos os nossos canssimos ir-
maos m eral a comparecerem em nossa giej
00 dia de sexu feira 25 do corrente, pelas i horas
da tarde, para revestidos com seus hbitos, irmos
todos encorporados acompanhar a procissio dos
Passos do Senhor, que tem de sahir da igreja de
N. 8. do Carmo para a do Corpo Santo no Ke-
cite.O secretario,
Arthur Cavalcante de Almeida.
Secretaria da ordem terceira de N. S. do
Caxmo do Recife, 22 de Marco de 1887. De or-
dem da mesa regedora, convido a todos os nossos
catissimos irmios para comparecerem na igreja
da nossa ordem no da 25 do corrente, pelas 3
horas d tarde, tarameu'ados cuca seus hbitos,
para encorporados, acompanharmos a prociselo
d. Senhor Bom Jess d;s Passos, que sae da igre-
ja do convento de N. S. do Carmo para a do Corpo
Santo, para a qual receb.mos convite.
O secretario interino,
- Miguel dos Santos Costa Jnior.
Abastecedora (Tapa
gaz em Olinda
AVISO .
Aos Srs. consuni-
midores de agua e gaz
da com panhia, que em
seus pagamentos se a-
rham em atrazo, lem-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
provado pelo governo
a 11 de Agosto de
1873, e que se acha
copiado no verso das
contas entregues.
c O pagamento da
importancia da agua ou
gaz fornecido em cada
mez, se far naprimei-
meira quinzena do mez
seguinte e na sua falta
poder a Companhia
interromper o respeetivo
supprimento.
Escriptorio do
rente, Olinda 3
Mar A. Pereira Simes.
Thesouraria de Fa-
zenda
Do ordom do Illm. Sr. inspector, taco Pnbl'co>
qne, de eonforoiidade com o disposto no art 97 do
Regulamento que baixou com o decreto n. 9,d70
da 14 de Fevereiro de 1885, devem ser apresenfr-
dos nesta Thesouraria, at 31 do cerr. nfe os cou-
pous, por ordem numrica e acompanhados de
urna ralaclo assijnada pelos portadores dos ttulos
para pagamento dos juros do emprtstimo nacional
do trimestre de Janeiro a Marco.
Thesouraria de Prnambuco, 19 de Marco de
1887.
O secretario,
Luiz Emygdio Pinheiro da Cmara-
Loteras para o Fundo de Ernn-
cipa^lo
A 21. parte destas loteras aeba-se exposta i
venda para ser extrahida terca-feira, 29 do.eor-
rente, ao meio dia, no censatario da igreja da
Conceiyo doa Militares.
Tbescurana das loteras para o Fundo de Eman-
cipacio, 19 de Marco de 1887.,
Francisco Goncalves Terrea.
Loteriade 4000 contos
A grande lotera do 4000 contos, c m 3 aorteios,
tica transferida para o dia 14 de Mo viodoura,
impreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Thesouraria das Loteras para o fondo de
emancipacao e ingenuos da Col.ma Isabel, 14 de
Dezembro de 1886.
O tbesoureiro,
Francisco Gonealves Toi res
S. M. Q.TN1
Socledade n. Qnatorze de Mareo
Eieir;ao
De ordem do Sr. presidente sio convidados os
Srs. socios a reonirem-se em assembla geral na
sede social pelas 6 horas da tarde de 12 de Abril,
prc limo futuro, para elegerem os novos foneciona
rios para o anno social de 1887 a 88.
Outrosim para conheeimento dos Srs. associados
aqui transcrevo o art. 32 :
< Para que os socios gozem do 1* do art. 6
(votarem e ser votades) nio poderlo dever mais
de 34100 a sociedade.
Recite, 18 de Marco de 1887.
O secretario,
Antonio de Castro Lelo.
Instituto L.ltterario Ollndense
Por deliberadlo do Conselho Administrativo,
cenvido os Srs. socios, que se acham em atrazo
com suas mtnsalidades, para quo dentro do prazo
de 60 das, a contar deata data, recoiham as mesmas
a cootar de Julho de 1886 em diante, e o que nio
o fizer ser eliminado de accordo com o art. 5
11 dos estatutos.
Secretaria do Instituto Litterarlo Olindense, 17
de Marco de 1887.O 1* secretario, Samuel de
Lima Botelho.
Mo fi Primarios
esao magna le aniilveraarlO
Tendo o conseibo deliberativo reaolvido com-
memorar com urna sesiao n agna o 9. anniversa-
rio da fundadlo desta sociedade, no dia 25 do
corrente, pelas 11 horas da manhl, convido aos
asseciados tffectivos, honorarios e benemritos,
ass'm como as associaces existentes nesta capi-
tal, funecionarioa da instrucao publica e particu-
lar, empregados pblicos e quaesquer ou tros es-
val leiros que queiram comparecer, para no dia e
hora mencionados acharem-se na sede social, i
ra de Pedro Alfonso, paleeete da Escola Normal.
Secretaria do Gremio dos Professore Prima-
ros, 21 de Marco de 1887.
Servindo de l secretario,
Cyrillo Santiago.
SitiWieliiicoeiiio
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS -N.
tetaros marltiaios e tcrrm*r*m
Nestes ultimo a nica coapanbia aeat praca
que concede aos Srs.'segnradia iseaipslode paga
ment de premio em cada se timo bobo, o qna
equivale ao descont de cerca ds 15 por caato
avor doa segurados. ________^^^
SECiUROS
MAJIITOIOS CONTRA FOGO
Companhia Phenlx S*er-
nambucana
Ruado Coromorcio 8
THEATRO"
EMPItEZi ARTSTICA
P4NHI OE Z&RZUELLfcS
HESPANHOLA
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Ailoi el Tallo '
HJE
Ooarta-feirs, 23 de Marfo
Grande e apparat so
espectculo
11a Recita ( de asslgnatnra)
LOS 1H4GY4RES
E' esta a produccao que a empresa tem a honra
de offerecer ao intelligente e respeitavel publico
PEhNAMBUCANO.
A zarzuela Los Madgyarea tem sido tra-
dpzida em todos os idiomas e urna das que mus
se distingue e mais renome tem alcancado onde
tem sido representada.
PR0GRM1M1
Subir a scena a grande zarzuela em 4 actos
LOS
MADGYARES
Originil do festejado eacriptor Sr. OLONA,
com msica do distiocto maestro GAZTAMBIDE.
PERSONAGENS
Sra. Pl.
Sra. Sacanelles
Sra. Duelos.
Sr. Manso.
Sr. Doran.
(A.)
ge-
de
Na secretaria da Ssnta Casa arrendam se os
seguinte a predios : --J
Ra do Bom Jesaa n. 12, loja e 1 andar.
Iiem idem n. 13, 2- e 8- andares.
Ideo do Vigario Tbenorio n. 2. 1 andar.
Id m do Mrquez de Olinda n. 53, 8a andar,
dem do Apollo n. 24, 1 andar,
dem da Madre de Deas n. 20.
dem idem n 10.
dem da Moda n. 45.
dem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem da Lingoeta n. 14, 1- andar,
dem da Guia n. 25.
Becco do Abreu n. 2, 2- aadar.
dem das Boiaa n. 18, sobrado de dous andarca
efojs. ONB
Kua da Aurora n. 37. 2' andar.
dem da DetencJo (dentro do quadro) duas
casas.______________________________
~ A. don and Bratrillan va-
Limited
Sua do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Ingieres- _______ _
Sr. Garrido.
1 Sr. Ramos.
Sr. Ramirez.
Sr. Ortiz.
Sr. Monleou.
Sr. Jordn.
Sr. Snchez.
COMPANHIA
PEH>ABlC*r*
DE
%aTec;aco Costelra oor Tapnr
PORT03 DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Motsor, Ara-
caty, Cear, Acarahu a Camosiim
O vapor Pirapama
Com mandan te Car va Ih o
Segu no dia 24 do
corrente, s 5 horas
da tarde. Recebe
igaato dia 23.
ncommendas passagens e dinheiros a frete at
a 3 horas da tai de do di* da sabida.
ESCRH-TORIO
Caes da Companhia Per*iambueaw
n. 12
Comp&tthla Oraslleira de Xave
?;loa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandanta 1
Izaac
furtos do
tenente Aureliano
E' esperado dos
norte at o dia 25 de Mar
co e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
oa f-r/>g do su).
Recebe tambem carga para Santos, anta Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegra e Rio Grande di
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, cncoromendaa e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN 9.
PE-suBamer
DampfschifTahrts-Gesellschat
0 vapor Desterro
E' esperado dos por-
tos do sul at o dia 2
de Abril e seguir de-
pois da demora neces -
sara para
Lisboa e llanibiirgo
Para carga, pasagens, encommeadas, dinhoi-
ro e frete tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
/ andar
Companhia de edificado
C mmunioase aos aenhores accionistas, que por
deliberaco da directora foi NtoWido o recolhi-
mento disexU prefacio, na raaio de 10 0/0 do
valor nominal das respectivas acedes, a qual de-
vrf.li.a at odia 12 de Abril prximo
futuro, na sede desta companhia, a praca de Pe-
dro II n. 77, 1- andar.
Recife 12 de Marco de 11i.
Gutlavo Antunet,
Director secretario.
Banco de crdito ~ral de Pcr-
nambnco
Este osUbelecimento, de accordo com o art. 54
das estatuto., paga aen 1 dividendo a ra.ao de
10 /. do valer das entradas realizadas do capital
on \ por ateo, lodosos das uteis, desde s 10
tal," manU 4 da tarde, em eua sede ra
do Commercio n. 34.
Recife, 19 de Marco de 1887.
O gerente,
Joo Eernandes Lopes.
Veneravel Irmandade do en-
hor Bom lesna dos
Pelo presente slo convidados
Santa Casa de Misericordia do
Reelfe
A Illma. junta administrativa desta Santa Casa
contracta com quem melhores vantagens offerecer,
o fornecimento dos gneros abaizo declarados
para o consumo dos estabelecimentos seguintes,
durante o trimestre de Abril a Junho do corrente
anno: Hospital Pedro II, dito das Lazaros, dito
de Santa Auueaa, Hospicio de Alienados, Casa dos
Expostos, Asylo de Mendicidado e Collegio dos
OrphJoe.
Aletria, kilos.
Arroz, idem.
Agurdente, liaros.
Azeite doce, idem.
Arara ta, kilos.
Bacalho, idem.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Cha verde, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Fariuba de mandioca da provincia, litro.
Feijo, idem. t
Fumo do Rio, kilo.
Gaz, lata.
Dito inexplosivel, ilem.
Milho, kilo.
Manterga franceza, idem.
Potassa, idem.
Pao e bolacha, idem.
Dito e ideai para o Collegio das Orphis (en
Olinda, idem.
Rap, dem.
Sabio, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilos.
Toncinho, idem.
Velas de csrnaba, idem.
Ditas stearinas, masto.
Vinho branco, litro.
Dito tinto (figueira) idem.
Dito do Porto, idem,
Vinsgre, idem.
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Globe
INSIR4NCE C0MPAN\
Marta, pastora...........
Mana Tbereaa d'Au-t--ia..
Isabel, arrendadora......
Alberto, lavrador.........
Georgey, buonero.........
Frey Jos, lequito del con-
vento.. ..---------,....-
El corwe Roberto.........
El coronel Kelsem........
Bnrlco..................
Un altores...............
Beltran......-...........
Un spia..................
Segadores, monges, madgyarea, soldados, pa-
ges, hsares, aldeanos, coro general y acompa-
amiento.
Ttulos dos actos
l.o_(0 crte do trigo): Sahida do leigo do con-
vento, cavallo, a pedir o dizimo.
2.- (A cabana de Alberto) : Georgei e narcotisa-
sado pelo leigo, para salvar o pequeo prin-
cipe.
3.-i-(0 convento): O espa do frade Jos.Trai-
clo do conde Roberto.
4.Procisso cvica e derrota das tropas de Ro-
berto.
Grande banda militar em scena.
A'a S Hora.
Prefos do cosame
>o!b Haver ttens para Apipucos e Olinda,
e bonda para todas as linbas.
Brevemente : As bellas eanuellas
Robinson, Catalina, o Anillo de hierro e
Msica Classica.
T. BQuinta e sexta-feira nio haver espec-
tculo por motivo das festividades.
CHARUEIRS REliNIS
Companhia Franeeza de Xarega-
?o a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lia
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santoa
0 vapor Ville de Cear
Com mandante Simn t
Espera-se des oortos do
sul at o dia 26 de Marco,
seguindo depois da india-
penaavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentea commodos e ptimo passa-
dio. .
Aa pa8Eagens poderlo ser tomadas de antemao.
Recebe carga eneommendas e paesageiros para
os quaea tem excel lentes accommodaedea.
0 vapor Sully
Comraandante Vid
E' esperado da Europa
ateo dia 26 de Marco, se-
guindo depois da ndispen
savel demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. irlporfaderes de carga p_'loi
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng;: ) -\<.-
quor reelamaco concernente a volumea, qu po-
vpotu h tenham seguido para os portos do sal,afim
de se poderent dar a tempoas previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhUoa n se
responsabilisa por extravos. .
Para carga, passagens, eneommendas e dinneiro
a frte: trata-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Marcoliua Ferrplra da Silva qup para
Caruar; levar a leilo os seguintes cbjectos:
urna mobilia de pao carga cox 1 sof, 2 consolos
com pedras, 2 cadeiraa do braco, 2 de balaneo e
12 de guarnico, quasi nova, 1 cama francesa
nova, 1 lavatorio com podra, 2 aparadores, 1 mar-
quezo, 6 cadeiraa de junco, 1 mobilia de amarello,
1 eapreguicudeira, mesus, 1 birco. 1 commoda, 2
bahus de couro, cabidos, 1 cadeira de batanen de
Jacaranda, jarros, qnadros, espelhos, loucas, tape-
tes, esteirss, clices, copos, jarras, trem de cosinha
e outros. artigos. f ,
Quinta felra. a & do corrente
A's 10 1(2 horas
Na ra do Imperador n 31, lo andar
Lciliio
Da armagao envidraoada, balcSo, espelbo,
fiteirc, candieiros a gaz, chapeos para
senhoras e moniaas, formas, plumas, fi-
tas, veludos, bicos, rendas, flores, mo-
vis e mais perences da loja de chapeos
da ra do Barao da Victoria n. 28.
Quinta felra, 1 do corrente
Eduardo Migliorini & C, tendo de retirar-se
para Europa, faz leillo por interveoeo do agente
Pinto de um variado e ccmpleto sortimento de
chapeos para senhoras e meninas, fitas de lls,
flores, plumas e mais pertencos para enfeitar cha-
peos, tudo novo e vindo ltimamente da Europa e
existentes na leja da ra Nova.
Em continuadlo
Vender-se-ha a armacio envidraoada, candieires
a gaz, etpe hos e alguna movcis.
O 1 ilo principiar s 10 horas ___________^
Leilao
De um cabriolet de 4 rodas, coberto, com as-
seato pa i pcssuaa e arreios para um caval-
lo, lantfrnas o chicote, quasi novo.
Quinta-feira 24, ao meio dia
AQENfE PINJO
ta ra do Baro da Victoria n. 28, em frente da
loja de chapeos, onde haver o leilao.
tBENTE PESTAA
Leilao
Quinta-feira 24 do corrente, s 11 horas,
no armazem
do Sr.Annes, defronte da Alfandega
De 5 quartolas eontendo superior vinho Bordeaux,
tendo cada quartola cerca de 300 garrass, 15
tinas com peixe salgado, procedente da Ingla-
terra, 400 libras de massa de tomate, 12 caixas
com agua mineral, diversas obras de vime,
como seiam balaios de diversos tamanhog, etc.
O agente Pestaa, autsrisado, vender no dia
e hora cima mencionados as mercaduras cima
descriptas, para fechamento de contas.
Leilao
Em continuai;o
De movis qaadros, pianos, grrulas c: m vinho
do Porto, ditas com cognac, ditas com vinho Bor-
deaux, dices com dito de janipabo, jarros, relogies,
espelhos, miudezas e muitos outros artigos,
Quinta-feira, 4 do corrente
4 A's 11 horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo
Leilao
(OMPANfflA
|MPERIA
II
LELUES
c 0 DK
NEKIRON CONTRA FOGO
EST: 1803
Edificio e rKureadoriat
Taxat baixas
Prompto pagamento de prejuitoi
CAPITAL
Ka. 16,000:000 Agentes
BROWNS&C.
jj. FRa do CommercioN. '
todos os nossos
cbros KTs" comparVeVreni no convento de N
S do Carmo, 8exta feira 25 do corrente as3 hora
da tarde, para encobrados acmpanharmos em
olemneprTcissao, a sscro-.snta S?"^g
Divino Padroeiro para sua sede Matriz do Corpo
*H&ifo, 20 de Marc, de 1887. q ^^
Franeco Antonio Corma Cardoto.
Hl
COKTRA FOSO
North British i Mercanlile
CAPITAL
:ooo.ooo de libras aterllnat
AO EN 1 E S
idomson Howie & C.
I
KOYAL M4IL STEAH PACkET
COMPANY
0 paquete Neva
E' esperado daEoropa no dia
24 do corrente, seguinde
depois da demora necessa
rispan
Ha, Rio de Janeiro. Monte
Buenos Ayres
fretes, etc., tracU-ae .)
ASIGNATARIOS
AdamsonHowic&C.
Quinta-feira, 24, o da loja de chapeos para se-
nhora, na ra do Baro da Victoria n. 28, por li-
quilaco. _________.__________________________
Fazendas avariadas
Leilao
Agente Burlamaqui
O agente cima vender pot conta e risco de
quem perteocer 86 pecas de sargelim e 4 pecas
de bramante de linho avariadas, desembarcadas
no vapor ingles Manot em 28 de Fevereiro ulti-
mo.
HOJE
QUARTA-Kh-LtA, 23 UO CJKRESTE
No armazem da ra do Imperador n. 30
De 600 canas com massas para sops, sendo 300
^marca SN e 300 HR, avariadas e descarregadas
de bordo da barca dinamarquesa Julius Skrike,
na sua ultima visgem de Genova a este porto.
Quinta-feira, i Jt do corrente
A's II horas
No armazem do Sr. Annes, confronte a Alfandega
0 agente Alfredo Uuimares, autorisado pelo
Illm. Sr. cnsul da Italia e com assistencia do mes-
mtf, levar a leilao 600 caixas com massas; em
lotes vontadi dos senhorea compradores.
LEILAO
De casas de taipa e de telba
Agente Brillo
A mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de direito de
orphos e ausentes e a requerimento do Illm. 8r.
Dr. curador geral, levar leilao as seguintes :
Urna casa ao lado da estsco de Sant'Anna
com 1 porta e janella de frente ; 1 cata na ra da
Casa Forte, n. 34, com 2 portas de frente ; 1 casa
junto de n. 34, com 1 porta e janella; 2 casas
no becco que d para a campia da Casa Forte,
com porta e janella ; 1 casa prxima estaco do
Caldereiro, com 2 portas e 2 janellas de frente e
porta janella no oitao ; 2 casaa perto estaco
de Parnameirim na estrada do Encanamento,
com porta o janella, pertencentes ao espolio de
Domingues ltibeiro da Silva.
wabbado tO do corrente
A's 11 horas
Na roa de Pedro Affonso n. 43
AVISOS DIVERSOS
video e
Para paas
Leilao
f. utcuiilios da
C-8a Forte n.
ta-
48
luiieiJ Siates & Brasil 1 S. & C.
0 vapor Mliaica
E' esperado dos portos do
sul at o dia 5 de Abrir
depois da demora necessaria
seguir para
Maranh&o, Para. Barbados, .
Thomaz e Mew-York
Para carga,
te com oa
passagens,
e eneommendas ttaets-
AQENTES
insere, aem. ,_
AsVopostas devero ter apresentadas na sala
de suas sesgue!, em cartas fechadas, devidamente
selladas, at s 3 horas da tarde do da 22 do cor-
rete, declarando os proponentes sujeitarem-se a
urna multa de 5 /. *>* valor total do tornea-
ment, se no praso de 3 dias, nao comparecer.ni
para assigoar os respectivos contractos.
8 Recife, 15 de Marco de 1887.
O esenvio,
Pedro Kodriguet de Soma.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelelda em 14&&
CAPITAL 1,000:0000
SINISTROS PAGOS
At Si de dezembro de 1894
Narilimes..... I,HO:000#000
Terrestres,. 3t:06W000
44Roa do coszMereio
O vapor Advanee
Da armacio, gMfl
verna sita no largo da
no Poco da Panella.
Qaarta-teia 23
A's 11 horas
O agent Gusmao, far ieilo por couta e risco
de quem pertencer, da armacio, genero e uten
cilios da taverna cima mencionada Em um ou
mais lotes a vontade dos c-inpradores.
__ Aluga-so casas a 8#0W> no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na rea da
Imperatriz n. 56.______________________________
Precisa-se de um perfeito cjsicheiro ; a tra
tar na roa do Brum n. 35. '________________
'__ Aluga-se na ra do Imperador n 39, o l"
andar e armzem ra Vidat de Negreiros n. 20 ;
o 2- esoto e loja do mesice predio; a tratar
com Lniz de Moraes Gomes Ferreira.________
__ Aluga-se o sobrdo n. 21 ra da Unio,
tem agua c g>z. e bo*s accommidaces para fa-
milia ; a enten ier-se n- roa da Imperatriz nu-
mero 19. __________-_-__-
__ P.eoisa te de Jira ama para Hndar com daas
criancas ; na ra di Aacora > 81, 1 an__ar*
_ AMA Precisn-ae ,le urna para o servico
interno de urna cs !> Uu.lia ; traUr na ra
Duque de Caxias .. 7. A. ou no Entroacamento,
entrada dos
Agente Burlamaqui
3 leilao definitivo
QUARTA FEIRA, 23 DO CORRENTE
A's 11 horas
No armazem da ra do Imperador n. 30
O aaento cima, por mandado e assistencia do
Exm Sr. Dr. juiz de direito do trpta s, vender
em leilSo definitivo a parte do engenh) Brum, da
freenezia da Varzea servindo oe base a otf-rta
de 10:500/000 do Sr. Dr. Joo do Uego Barros.
Leilao
AfflictO' n. 3J.
a
no largo
Espera-se de New-Port
News, at o dia 8 de Abril
o qual seguir depoia da
demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, eneommendas edinheiro
. frote, tracta-se com os___
AGENTES
Henry Forster & C.
II. 8- BJA DO COMMERCIO -8
l.-andai
Da 'armacio, faiendas. roupas feits, miudezas,
perfumaras, jarro*, caodieiros e brinquedos pBrs
meninos.
arta-reir. 93 lo corre.
A's 11 horas
Na ra Primeiro de Mari; i a. 12
O agente Modesto Baptista far leuda do que
cima se declara, garantinlo ao comprador da ar-
macio a chave da casa.
Leilao
DE MOVIS
Agente Brito
O agente cima autorisado pela Exma. Sra. D.

.i
m

V-
__ Precisa-ao com pratic dit.v.rim .tie d fiador de sua
conducta : a tratar na esira.. de Luiz do Reg
n. 40-F, em Santo Amaro.
__ Alugam se ;.a c-asns da ra Direita dos Afo-
sados, cum xoellcnta commod eanalisada a
gaz, e o sitio em Motocolmb, pertencentes
Archias Mafra ; a tratar com o mesma
da Paz da mesma tregueaia.____________________
__rprecisa-se de urna ama, no largo do Merca-
do u 8.________________________________
= Quem piecisar de uina professora paraen-
sinar primeiras lettrae, traduzir o francs e ita-
liano, dirija-se ao Camiuho novo n. 128.________
Vende-se ps de chroto.is para ornar salas,
tres malas iiovhs para vingem, urna cadeira de
piano, obra muito bem feita e duas tulipas (jar-
ros para flores) ; na ra do Marques do Hcrval
n. 23. Ir ja.__________________________.
Vendc-se um pequeo titio no lugar Campo
Alegre, com 350 palmos de frente e 300 de tundo,
lodo cercado de cerca nativa, tendo boa baixa de
capim e diversas fructeirae, com casa de taipa,
pichincha : quem pretender dirija-se ao mesmo
Fcar a tratar com Manoel Joaquim Alves dos
Santos^_______________________________________
Precisase de"m caixeiro de 12 a 14 annos,
para taverna ; a tratar na roa larga do Rosario
numero 27. ___________ -
Esco'a mixta particular
"Urna senhara competentemente habilitada teta
aberto um curso primario ra da Concordia n.
163. Emitte como o mclhor doa attestados e apro-
veitamento immedato dos sena discpulos.
Pode ser procurada a qualquer hora ra mesma
r.a.
'-)1"1
-

1


Wfcr e PcnftWriHiwa. ^mr(a-fcira 23 ce Mar?o de 1887
Y

=
s%?
\
o V
lticofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecrescer o cabello anda
xcm mai calvos, cura a
tinta e a caspa e remore
todos as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque.-
cer, o infallivelmente o
toma espesso, maco, lus-
troso e abundante.

Aluga-sc barato
na dos Guararapes n. 96.
Ra Viiconde de Itaparica n. 4), annazem.
Ra do Tambi n. 5.
Ra do Visconde de Goyanna n. 163, com agua
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Largo do Corpa Santo n. 13, 2." andar.
Trata-se na ra do Coinmercio a. 6, V andar
criptorio de Silva Guimare* & C.___________
xAluga-se
o 2 andar do sobrado n. 36 a traversa de S. Jos ;
o 1- e terreo do de n. 27 i roa Vidal de Negrei-
roa; o 1* do de n. 25 ra velba de Santa Rita ;
o 1- do de n. 31 ra estreita do Rosario ; todos
limpos : a tratar na roa do Hospicio n. 33______
Alua-se
orna casa com commodos par grande familia, e
sitio arborisado ; na Ponte de Ucb6a n. 10.
Aluga-se
a casa terrea com 8 quartos e 3 salas, o com ou-
tra casa unida que deita para a roa nova de San-
ta Rita, com peona d'agua, banhei.-o e grande
quintal, toda reedificada e pintada de novo, sita
roa de Santa Rita n. 89 ; a tratar na roa de Do-
mingo* Jos Martics n. 50.
Aluga-se
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no wiun-
do que tem a approvacao official de
ura Govemo. Tem duas vezea
mais fragrancia quo qualquer outra
e dura o Sobro do tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais peranente e agradavel no
lenco. nasTazas mais refres-
cante no banho e no c-unrto do
(Joente. E' especifico contra a
frouxido e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansaros e oa
denmaios.
arope ie Vifla Se Beiter No. I
JJITE8 Di TTSAI/-0. DCOIH DE SAL-4.
Cora positiva e radical de todas as formas de
ecrofofas, Syphilis, Feridas Escrofulosa*,
AffaooSes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo oom perda do Cabello, e de todas as do-
encas do eanguejligado, e Bins. Garantes*
que purifica, enriquece e vitaban o Sangn*
* resta-ora a renova o systema fateiro. m n
Sabao CaratiYO de Renter
nina casa com sitio na Torre, muito prximo da
linha de bonds ; a tratar na roa Duque de Caxias
n. 54, 1' andar.
Aluga-se barato
um pequeo armaxem na roa do Vigarin, proprio
para deposito de facendas ou mercaduras ; a tra-
tar na mesma roa o. 31, 1- andar.
A hura-se
o 1* andar e sotao roa do Fogo n. ?5 ; o 2- 4
roa estreitu do Rosario n. 32, tem agua e commo-
dos para familia, est limpo ; a tratar na roa ds
Imperatr'.z n. 16, 1' andar.
\iuga-se barato
Aa meia-sguas do becco Tapado da ra da P 1-
ma : tratar na ra' do Vigario n. 31, 1. an-
dar.
Ama
Preciaa-se de urna ama que queira acempanhar
a ama familia que vai para fra ; trata-se na roa
dotfarquei di Ilerv.l, casa n. 182.
Ama
Precia-se de urna cosinheira ; a tratar no largo
do Coipo Santo n. 17, 3- andar.______________
Ama
Precisa-se de urna boa cosinheira para casa de
pouca familia, prefere se eecrava; na roa do
Riacbuello n. 13.
Prf cisa-se de urna ama pura
lavar, ciigonuuar e Taze rauais
alonas servioos do casa de fa-
milia : menos comprar e cozl-
akar : na ra do Hlaehnelo n
18. Dcve dormir em cas."
Ama
Precisa-so de urna boa cosinbcirs, para caes de
pequea familia ; a tratar no Caea ds Compaobia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
0
Piecisa-se de nm
nrtsaara----------
nado
criado ; no largo da Penha
AMAS
Precisa-se de diversas, tratar das 8
horas da rosaba s 8 da noite, na ra das
Flores n. 18, porta larga.
ftv cisa-se
de dual amas, urna para engommar e outra par*
costaba ; aa roa do Riacbuello n. 17.
XAROPE
VINHOdeJURUBEBA
BARTHOLOMEO & C*
Pharm. Pernambuco
nicos preparados de JURUBKBA re-
[ commendados pelos Mdicos contra as
Oocu do Eftaauro. r\ea.ao Baco
e Intestinos, Perda do Appetlte.ctc.
i 5 Anuos ie tan xito!
EXIGIR A ASSIONATTJR/_
Para o Banho, Toilette, Crian.
ca para a cura das moles-
tias da pella de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambnco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Para cobrador
Offerece-se urna psisoa de conducta rrcnbeci-
da nesta prsca : ouem pretender entenda-ss na
refinacao i ra do Rangel n. 43.
Attenf&o
Compra se um pequeo buhar c .m todos os
seui utensilios : a tratar na ra larga do Rosario,
fabrica de cigarros Ca macan.
lustres le tos e ppriis
Ven!em-Be azulejos franceses para casas, o quo
ba de milhor, a
80$OCO o milheiro
(o qm''cuita geralrnentc 1203000)
J. DEA. VEiGA & C
*. 26 MA LARGA DO EOS A! 6'
P*cisa-se
de um csiieirr. o,ao trnba prafica de (averna a re-
talb, qin' nanea de sua conducta ; na traven-
sa do Singado n. 1.
Ama e cosinheir
Precisa-* ><- nina urna e de urna cosinheira
ca ru da Aurora n. 137.
Caixeiro national
Precisa-se de uoi mecino de 12 a 14 anns d.'
idade, que telina j rntca de mo hados ; a tratar
na roa do Vcnndc de ti yann, (qottro cantos!,
numero 1. .. -
VERMIFUGE C0LME1
CHOCOLATE'oom SANTONINA
| muum un samar u uhbbjgas
lite Vermifutjo rtctmasiiiido (to (II
| sea uter agradavel e eentrnfs* htelilda Jff
Exiir a aui|-*tvn J J \Y ^
o commercio
O sb-iio'aai)piado tem justo e c-mtractado
vender o teu ept.beleciuien't > de mofr-adoe, sito
roa Imperial n 55 C, ao Sr. Antonio de Albuqiier-
que Machado, livre e drsembaracado de qualquer
osas que possa appi>reccr. porm so alguem se
jalgar jiro direito xo mesaio, spresente-se no
prnto de 3'dias para ser satisfeito.
Rrctfr-, 21 de M-.rco de 1887.
JHoreira & Faiva.
,
A Srs. proprietarios e edifica-
dores
Na antga e bem acreditada otaria de Bent^ dos
Santos Ramos, a roa do Vifconde de Albuquer-
qoe (outr'ora da OIotm) n. 87 encontrarao os brs.
proprietari-s e edificderes, os segainte* bje-
ctos :
Tijolog de slvennn batida.
Ditos qoadradi.g de diversos tamanbot.
Dito* para forno de otaria.
Ditos de tapemento.
Dito* para caciu.ba.
Telbas.
O proprietario deisa conceitnda olaria, sciea-
tifiea aoe interesados qno todos os seus productos
sao manufacturados ora o excel'ente barro d'agua
doce, do lugar Taquary, timando se por ceose-
guinte recjmmendaveis nao para a tande, por
nao ser hmido, como o sao as d'agua salgada,
mai* tabem pela duraco. Outrosim, acientiea
igualmente, que afirma de anas telb.s moior do
que qualqcer outra,tendo estas, ao racimo tempo
aais leves por nao receberem durante o invern
grande qoantidade d'agua, como accede com al
de barro a'agua saleada. Precos mdico*. 87,
ras do Viseonde de Albuquerqne, outr'ura da (lo-
ritrada pelo lado do caes, defronte do
psaaadico.
Osempregadoa da ferro-via do Recife Ca-
ruar, mandum resar urna missa por alma do teu
sempre lembrado che",-, M:tLuo AveuodeI-
buquer^uc uo di 4 do eorrente, hj 11 horas da
manbi, na matriz de S. Jjs, e para esse acio de
religiSo e caridade eonvidam sos sens amigos e
parentef, e desde j se cjnf tsain eternamente
gratos.________
Fund?ao de sinos bronze
DE*
LUIZ DA CRUZ MESOUTA
66Ra do Baro do Triumphe66
(Anliga do Brnni|
Nest est^beleeimento encontrarao os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas paia fazer espirite, de destil-
lar e resti^ar, alambiques do a litigo e no-
vo systmacm esquenta garapa, serpenti-
nas e carapugas, tachas, tachos, bombas de
bronze, de'cobr^e de ferro, de aspirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
nearas de bronze, de madeira e de todos
os taannos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as limensoes, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
r* glVanisado, aVruclas e lcn^cs de co-
bie, bohibas eon*inuas, smog di 1 libra at
110 arrobas, sola ing'eza e do Rio, cadi-
nhos patfentfes1 c de lapis.
Fazemse concertos de todas as qualida-
des e com toda presteza e perfei^o a presos
mdicos
Vendem-s a prazo ou a dinheiro com
descont.
EMULSO DE SCOTT
gos qu
visitas
\m\um
Redoccao absoluta de pre#
Bramante de algdo, coro 4 lar%*as, a 1(5000 e 10100, o metro.
Madapotes, a 40000, 40500, 50000, 50500, 60000 e 80000, a peja.
AlgodBes, a 30200, 40000, 50000 e 50500, a p*5a.
Crotones escaros, de superior qasliiade, a 320 e 360 rs., o covado.
Ditos claros ootn noys dc89hos a 280, 300 e 320 ra., o Covado.
Peru*l-8 de cores, faltosda superior, a 240 ra., o covado.
SetinetPS, lisas e com ramsgrn,a520, 330, 400 440 rs. o covsdo.
Creps re efire, de prt-cb'Mo 800 rs. o covado por 3'iO o dito.
Coutelinca da toro matzalas, a 3'iU rs., o dito.-
Linons do cores ciaras te escura*, a 500 rs *> cavado.
Batistes de .cores, a 140, 160 e 300 rs. o dito. ^
Etatiines t'o ti, tocido rendado, de pre^o do 10800 o covado, per 600 rs. o dit->.
Alpa:*.s d< cores, lisas, de prejoT G00 rs., o iva Gran e aortimento fie lila p.ra vestidos, a 200' a 240 rs.. o e.ovaao.
Carobraia branca, bordada, a 50500, a pet;*.
Pao da Costa, de listras, a 10200, o covadn*
Dito dito", do'qnadros, a 10500, o rtito.
Atoalhado branco, de linho, a 10300, o metro.
Brins de t6res, para calca, a 260 rs., o covado'
Esguiao pardo, para rstidos e vestuarios de enancas; a 380 rs o dito.
Britn branco de linbo, superior, a 20000 e 20100 o dito.
Casomiras de cores, para costumes, a 10800, o dito. ,
Cobertas de dons prfrinos/ forradas, a; 3000$, una.
LenQes de bramante, a 20000, unri-
Colchas brancas, a 10900,'urna.
Chambres para bonero, a 50000, 60000 e H0O^, tiro.
Toalhas fclpndas para rosto, 30500 e 50000, a dzi:..
Djtas paja banhas, a 100'JO^ urna.
E-partltios finos para schhora, de todos o nmeros, a 50COO, uro.
Bordados tapados, a 500, 600, 800, 10000 10500 o 20000, a pee/*.
Fichs, de linho, rend los, a 10000, 20OOC e 205'0, um.
Ditos, de IX; felpudos a-50000, um.
Magnificas mallas, para viagetn, de 150000, 200000 e 250000, urna.
Saceos de lona psra roupa suja, de differentes. precos.
Costuttls de banho de mar, para senhora, a 100000 um.
Ditos de ditd, para ho*enB, a 80000.
Ditos de dito, para meninos, a 50000. ,
Sapafbfr'pra o raesmo fm de difli-rentes tamanhos, a 20500, o par
Para a qaaresnia
Merinos pretos, a 800, 0200, 10500 e 20000, o covado.
Dito aB'etinado, a 10200, o dito.
Serio pretu, a 1000!), o tito.
Shs-prrtas, 1800 20000, 20400 e 30000, o tuto.
Cheviots prettw o azu^s, a 30000, 40000 e 40500, o dito.
Panno preto fino, a 20500 30000' e 40000, o dito.
Lindos cortos do casemiras com listrns de seda, a 100000 e rr.uitos outros arti-
e so poderao ser lembrados pr> ararla d'aqut-lles quo nos honrar com suas
c!o*
D. Antonia Mara Ciouipn
HelH
Antorio Gomos Mrrafada Lel monda resar una
milis por Inr. [ U. Antn a Maris Gomes des
Reii. mai de ipu Hinijroe tAmpaJrn o commfnda-
dor Joi Joaqim dePhria Mu'-bado, f.iUtcida ua
cidade do Porto a 24 de Feretlro prr.xnno findo
Para ene acto de relifriilo e caridade, que ter
logar ai 8 horas da manh de 21 do crrete mi z,
na igreja da traen t-rceir ,!. c .
vid os parnntcg e iiii^^.ti ijajjneilu e o feus.
Atina Joaquina llislun
Migo*1 rf0 dantos Cuta, pii > mclher e filhou,
capitSo FraDflsca Jos da Cotia, ta'-. molhcr e
filhoe. Pedro Francisco doaSats Costa seos
filfaos. agrad '.-. lente h todas as priscal
qoe ie dignnram aco p.nkir >.t o eemtterio pu-
blico os ti ca de na resuda lia, Anna
Joaquina Jst,5 ; u 5c n nf in'ra.i
para asstttrretn as ii;i?sas qn : ede tirar
na igrf-j* le N. 8. dj Carmo, 7
boras do orrente, stimo
o^eu uta-
^
APHO Y3SXT3SM!
A' ra Primeiro de Marco h. 20
AMARAL & C.
mwwwm^^wwnnimmwmmvmwmmwvwiw^M********
SABONETEdALGATRAO
PARA TOILTI-ra, OS BAMBOS E CUIDADOS A VkK B CS1AKCAB
Este 8ABOXMTB, 9er*aOeir antUeptlto, o mal* efflcu para a cura A* toda* M
MOLESTIAS DA PELUE
SAPO CARBONIS DETERGENS
Lurm vouut enancas com o sapo caicboms UKTKRGUJia aflm ie protegen* ctmtra
o 8RAKPO, av VARILA FEBRE ESCARLATINA
Estes MABOXETES sao recommendado* pelo Corpo medico lnteiro porque prerlnem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e te aiaptao fM*i0*r eUmt.
UARCA. DB FABRICA NOS BNVOLUEBOS OS PES
Lto amrm.1: "VV. V. WRIQHT TBm yex-naiials-CLCo fftaii M:. da. SILYA & J*.
Jggfc-MVIIllaflts
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE B1CALHA0
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
Tdo agradaoel ao paladar como o leile.
O grande remedio para a cara
radical da TSICA, ESCRFULA,
ANEMIA, RACHITIS, DE-
BIUDADE EM GERAL e toda
as eniermidades consumptivas,
tanto as criancas como nos
adultos.
Nenhum medicamento, at boje
descoberto, cura as molestias do
peito e vias respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a EmulsSo de Soott
A venda nos principies boticas *
drogara}
Deposito" em P-rnamluco na drogara de Francisco Manoel da Silva
& C, ra d; Mrquez de Olinda n. 39.
Ao commercio
O abano assigaado, eitabelecido na ra Impe-
rial n. 147 com padaria. declara o pnbici e ei-
pecialmente aocommercio, qu nao teui nem nobea
teve transaccoe com nutras casas a na i ser a aci-
ni" dita, e por isso naj te repponsibil3!i por qual-
aner debito que nSo for frito poi el'e proprio.
Reeife, 22 de Margo de 18^7
Manin-1 Goinns de Paiva.
Venda de terrenos
Vende-sc em grsnSa 8 pequ- u nos do sitio, qn na estrada dos Affl.eton. tiea jun-
to a capella s d-r ute da eat>;Xo na fo ha fu.-rfu
do Arraial. Qaem os qnixer comprar dirija-se ao
Dr. Portella rn sen eeriptorio A rus di Imp-ri
dor n. 65, 1- andar, vu casa do sua rosidene a
nos Afflictos>- _____ _______
Por prevenco
Cotit>ra-sc um cu
rtais cxcmplarcs (fa
MograplH! de um cele*
rejz, q a ando \\cr-
cea a' mjfgi^tratura em
Catopinas.

ka publicas c ao com-
mercio
O abaix) assig^nadi, r-t ndo-sj. 'empjraria-'
mente pira Euripa, deis* e.'in i teas pr eafaro-
res osBrs. Jos das News PeJrosa, Il-nrique cHEQOrj
QoYicalves Siig e Portiiat. Pinto -l Motf, sen-
do 1, 2o e 3 na forma emqoe te a.'.ti>.m em -c -
dos. Aprcvei'a a oecasiio' Dar d"spedir-se de
alguna amibos que 0 nto fiesse p'^ssoalmniito,
o&recrnd.i-lliHS o seus limitados urestnr.03 no
reino do P.rtng'A.1 ,
Recife, SI de Marco Ja!337.
___ JJt GaacHlvrs Das.-
'-... --......------------' ---------------------------------------'
Capas psra sentaras
Etna liaqae de CnxlitM na. GS el
De seda e arrendadas, o que ba de maja mo-
derno,'a 40000, para concluir. _
Francisco da Rocha
Preciea-se sab^r, a bem de seas in-eresses, de
Francisco da Rocha, filho de Agostiiho "a Rocha
o Laiza Tberexa, mturacs do lugar de Cuparide,
fregoetia de S. Domingos de Rana, CoacIbo de
Caeeae8, districto d Lisb a. Eirte fenbor vea-
para esta eid-xde em fins ae 18<3, aonde exerceo
por algon anacs o effiei de Branrorista. Agra-
deee-ee qualquer inf .-rtutea na la Primeiro do
Marco n. 16.
Chegaram
Osretratos Americanos
Em expsito
. Na Livraria Franceza a raa 1 de Mar-
co e na\Fluminetisi a raa do BarcLo da
Victoria.
pon sodo
, Um lindo e perfeito retrato, pintado a o'&>, com
' rica'moldura}dourada e eorde* de 13 eom duas
' borias de seda, proprio para urna sala de visita,
ou meern* para um presante.
| Oa mes'mns cem rtuldura de luxo 30 a 50J80O.
Para encommendar bastante.m-ndar ao re-
: trato em carfiio de visita nSo importa que seja
antigo. dizeDdo a c-r dos o!h->s e do cabello'Ven
'um parfeitj retrato dcs.-jido.
Agente em PoiMamiuco
Jos Augusto Dias
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Oliiiloid
kan
Preesi'.'-separac.tiubar na-rnk d^Uoiao n. 51
\m
Preeia-te i nm una para tomar coa'a de um
menino d18 metes,' n3o mima e nSo ; m in3i :
na roa Velba de Santa Ki'a u. 76, de 4 bofes era
diante.___________________________________
BE'
Pl^ *#tRY Vendwe era tsda a Dtrte
!j UOLLARIN'HOS, PEIT03 E
_Jfi3 ) UNDOS
Para homens e senhoras
i:speolae
Para THEATROS, BAILES, PA3SEIOS o
rarticuiarmente a qem viaja em ESTRADA
DE'PERKO, um collarinho dar sempre limpo e
prompt i para uso de 4 a 6 mezeB.
Deposito da
Cti Mlltr K 6T-
m
A Loja ,;s Listras Azues
RA LUQUE D i NCAXIAS 61
*------------------- i i un
Caixeiro
Precica-se de ira menino de 12 a 14 annos,
para molbados ; a tratar na ru da Roda a. 11.
----:-------------------;-----
I-------------
---------- r-
DOMESTIC
Silo recoDheciaas ser as mala
elegantes, as mais dnravels ?
em todos os sentidos.
AS MBLHORBS
Para precos, e circulares como
illustracBs de tolos os eslylo diri-
jatn so
|| Domcslic Sewlng Machine id
' -^ NEW-YOR, U. S. A.
Tclephone \%%
efrUM&*mA*+*6,m*m+mA)t*mmk\'
PH0SPHATINA
Falires
AIIME^AgiO RACIONAL
Mes, Criancas, Amas,
Conoalescents.
Este alimento, de un sabor agradavei. precios
sobretudo :
Tara as Maes, durante a gravidez;
Para as Crianzas, na occarfao de de.'mamal-aa*
Para os Velhos-c Convalescentes.
A PHOSPHATINA-constitue o verdadeiro alimento
~da3 Criantjas alimentadas no seio ou na mamadeira. Nenliuma
Fcula, Conserva ou Pos ditos de alimentacSo par?, a infancia,
pode competir-ihe.
E a administraeo fcil do Phosphato de Calcium, que fortifica a*
Cranrszs durante o teu creteimento.
PABZZ, 6, Aromo Victoria, 6, PASE?
DwwiUrlos s Peratmbtko : FRaii- K d 11.VA* CP

i
ES


Diario de Penmiubuco--(iuarta-cb >7

}
\
\
TINTRAPMADA
uNiCA i TNICA
DE FIL.MQI-
tHSTANTA.NEApmbar*. '
M Aro. m filV**"
OL FILMOlr
>T J"iitiTtrtllw
HM
Cor pramr*
lljariisfcril ea Paria f nXOX*?, ruTl'i.ane, ra
: FRAN* M 4.MLV1.
Renda hespanhola
BA DUQUE DE CAXIA8 N8. 62 E 83
Renda pieta httpanhola, toda de teda a 4*000
o covado.
Para cosinbar
Frecisa-sc de urna
ama para cosinhar,
mas que cosiohe bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra Duque de
Caxias, por cima da y-
pographia do Diario.
Jalropli
31anipoeira
Esse medicatrento de urna effi.acia rceonbecida
no beriberi e ouirua m.>l>>as ero que predomina a
hydropesia, acha-se ir.oflific-ido em sua prepara-
co, iracas a urna nova formula de um dietiucto
medico desta cidade, sendo que someote o abaixo
asignado est habilitado'para prrpaml-c de modo
a melhorar lbe o gosto-e c-h. iro, scui todava alte
rar-lhe as propriedad.s medicamruoeas, queso
conservan) com a meema actividade, te uo maicr
em vista do modo por que elle tolerado peb
estsmago.
laico deposito
Na pharniacia Conctucilo, ra do Mrquez de
Olnda n. 61.
Deserra de Helio
de assucar
A ppa reines econmico para o cozimen-
ta e cur.i. Proprio para eogeoboa peque-
os, s< nrlo medico em preco e ef
lectivo em operaco.
Pode so juntar aos cngcuioa existentes
do systema velho, iDellicrodo muito a
quadade do assucar. e augmentando a
quantidade.
OPEEAgAO MUITO SIUPLES
. Usinas grandes, ou engenbos centraes,
majhioisnio apereicos Jo, tystema moder-
no. Plantas completas ou macbinisoio
aeparado.
Especificares e informc5;a com
Browna C.
5-RUA DO COMMERCIO-5
Urna professora
Precisa-se de ama senhnra, de condaca afian-
cada, para lecciouar, em um cullegio, portugus,
francs e msica ; informar-te na ra Marques
de Olioda n. 8.

PASTILHAS
Oe ANGEM&MENTRUZ

DAY& MARTIN
fornKtdoru de (na Sajcatad i Halan da JaaMsma,
oo inmto fi Hartas* WtMaisa.
GAIXA BRILHMTE LIQUIDA
GRA1XA-p*suUNCTU0SA
OLEO pan ABB&X03
E taaMs* n*tirrt yuta Marjssliss sssn
HHUttntkmm.
DBPoarro okral km i_orn
mt, High Holborn, %7
M rauc- a. M aunas*.
ni
W5
*?*
mr
.9
'o
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANC
de DEFRESrv E
Pharmaeeutieo de 1 Cla$se, Fornecedor dos llospitaes de Parts
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso 1
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir o
tornar assimilaveis nao smente a carne e os coraos cordurosos
tambem o pao, o amido e as fculas. '
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao ou!
'ausencia de sueco gstrico, inflammarao, ou ulcerac&es do estomaso, oul
i ao intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina do Defresnodcpois da co-t+"
imiaa, sempre alcancam os melhores resultados e sao'por isso proscriptas 89
I pelos mdicos contra as seguintes affeccoes :
jFalta de appetite.
'Ms digestes.
Vmitos.
Flatnlencia estomacal.

es
o;
Prertua-oc cem urgencia de per-
felina, Inu II aprcirninr e no e-
lando s.'>ii niRillc Oe, iiaga-ne
bem. llillcrili- nmilnmc l'annj, ra
do Imperador n. 50 Inniar.
Arrenda-se 011 vende-se
um sitio com alguna arvoredos de fructo, planta
da capim e ottalices, ra de S. Miguel n. 148 :
qoem qoiser dirija-se ra. da Impcratrls n. 13,
loja.
Ti 0 Remedio mas effitiz o
S ieguro gue te tem desnutri ate
a hoje fiara ixpe'lir as Ion trigas.
ROQKL'AYOL FUERES
Criado
Na roa da Madre de Deus n. 5, armatem, se
precisa de um criada para casa de familia, que
aaiba 1er e cscrever : a tratar das 9 s 4 horas
da tarde.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
- Gastrites.
1 Somnolencia depois de comer, e vmitos o
[PANCREATINA OEFRESKE em frasquinhos com a doso do
radazinhas depois da comida.
|Em caw de DEFRESNE autor da Peptona, PABJS, e :m
Gastralgias.
Ulceracoes cancerc.-r.n.
Enfermidadcs do iigado.
Emmagrecim6nto.
acompanhan r. <2.ro.-.riczf.
3a4ooBie-E
Engommafletra
Cosinlteira
fH Jp todM"fl"v^s.-^>
wlegam ra^ancia v
FRANGIPANNI
Opoponaz o- Psldium
, Oarlailma ? Oradla
^*> Ttndt-it em lodat
VI tu Perfumarlas ta
&*s> Untarlas 0tT
Sis*
20/000
Pagase 20/000 por mei a urna pexfeita C&B1-
nh i, pura casado pequea familia, preferindo-
se de meia nade e que teja de boa mora!, raa
do Pavsand n. 1% paseando a paute do Chora-
meniuo : quauj nao esivcr em condicoes escuaado
apresentar-s'-.
B a occasio
Aluga-ie ou arrenda-se o predio rus Primciro
de Marco n. 12, e vende ee urna b a armscSo en-
vidracada, na loja do. nnstro : quea pretender
dirija se ra do.Mrquez de Olinda numero 47,
loja.
Precisa-se de urna boa engommadeira e que
ensaboe tambem, para casa de pequea familia :
a tratar no Caes da Companbia n. 2. Prefere-ae
escrava e deve dormir em casa.
EngMBmade.ra
Precisa-ae de ma boa engemmadeira, que en-
sabov tambm, para caos de pouca familia, prete-
re-se escrava : na rna do Riscbnello n. 13.
Atteiifo
Precisa-se de homens ou moriros para vendei
na rus, paga-te brm : na ra do Jurdim n. 27.
A.o commercio
O abano assignado, tendo justo e contractadoa
comprar sos Si s. Moreira & Paiva, o scu estabele-
cimento de molhados, sito i ra Imperial n. 55 O,
livre e desenibaracado de qualquer onus que ppssa
appajrecer e se algut'm se jujgar com o direito,
aprsente seus ttulos no praso de 3 dias.
Recife, 21 de Marco de 1887.
Antonio de Alouquerque Machado.
Tendea* tome ou olTrel do pello t(4
Uaai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBABA', e veris como vosso aofirimentod es-
apparree. Vende-se na drrgaria dos nicos agen-
tos e depositarios geraes na previncia, Francisco
Manoel da Silva & C, ra do Marques de Olinda
23.
ADEL ~,
i i -
WWW.**M HIMABUS
".ST'lCIAlinHVK
aturro ehromeo da sziga,
_Jfff&ffLj/3 coat c uritrt,
tfotesttat dz orostata,
,:contr,3ca da Urln::,
.Arda na urina, etc.
\BWAHH, Phamaoeutco-Chimlco,
4. 2Umni au* cuflCw.S II, PARS
i
de Marco n. 6.
Participara ao regpeiiavel publico que, tendo tiUgmentndo sea
stab lecimento do JOIAS cora mais urna seceo, no pavimento terreo,
com especialidades em crtigos de ELECTRU-PLATE, convidam es
Exmss. familias e seus numerosos fregueses para visitar seu estabelc-
cimenio, onde encontrarlo um riquissimo sortimento de joias de curo e
prata, peroiss, brilb&ntes e outras pedras preciosa?, e relogios de curo
prata e nikel.
Os artigGB que recebera directamente por todos os vapor sao
ezecntadns pelos mais aforados especialistas e fabricantes da Europa e
. Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor achariio urna grnde variedade
de obj8 de ouro, prata e el-ctro pate, proprios para presentes de
casamentes, bplisados e .-nniversarios.
Nem em rclscJo ao prego^ e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarSo concurrencia n'csta praca.
RhlS & SANTOS, tendo obtido grande reduccSo nos presos das ver-
dadeiras Haehiaus kinericavas para descarocar algodo, estao vendendo a
por serra, com 14 /0 de descont, a
Ra do Mrquez de Olinda n S6 A
ALIAN V
K.4iRi t do Brum--I. 44
?NT A Bt? CAPO ttl)8 BSNBS
i > *a vender, por pra mdicos, as segui a ferragene:
Tai 'lidas, batidas e caldeadas.
Crivag diversos tamanho!.
Rodas de spora, dem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Banooa de ferro cora 'serra circular
Gradeamento para jardiin.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de iindoa aioieloa
Portasd fornalha.
Vapores de forca de 3, 4, b, ti e 6 eavalios.
Moendas de 10 a 40 pollcgadas e paadora
Rodas d'agu.1, systema Lt-andro.
Enoarregam-se de con ;ertos, a asseotamento do raaohinismo a exeemam
*rabalho com perfeicao prestes*.
mal
DOENCASdc ESTOMAGO
DIOEirES DiFFICS .
Dyspepsias, Qastralgir.s, Anemia, '>
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debioade das Criancas
CORA SEOURA, S RPIDA TELO
EUXFWGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com Quina, Coea Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaea
MEDLHAC AS EXPOQOES
PABIS.r LaBrBjre,?4, iimtodasuPhanuu.
(h preto superior
Receben o Carlos Sinden nova remesa do cha
preto superior, e avisa aos seus fregueses que
vi na ra do BrSo da Victoria n. 48, para se
supprir,
VENDAS
. Vende-se barato dous habites de irinao ter-
ceiro franciscano, com os compeetntes cordoes, ja
usados; na ra velha de Saota Rita n. 14, sobra-
do, das 9 horas do d a 1 da tarde, se dir quera
os vende.
Cabriolets
Vende-se dous cabriolets, sendo um descoberV.
e outro coberto, em perteito estado, para um ou
dous cavallos; i tratar rna Duque de Caxiat
-
Le m branca
Fantasa para crochet, em fios de II e seda, de
diversas cores.
Contas de pedra lapidadas, completa variedade
em cores.
GuarnicSes de la e seda com bollas de madeira
pnlverisadas, para enfeitar um elegante vestido.
Bonitos bicos de cores, sortimento completo,
rendas bordadas para vestido, ditas emeeda hespa-
nhola, creme e preta.
C m modos e elegantes espartilbos para senhoras
e meninas.
Todos estes srtigos e muitos outros vendem-se
na casa do
Pedro %n(unei t c.
63-RA DUQUE DE CAXIA3
Precos resumidos
NA
& HEVOLUCAO
0 48 ra Duque de Caxias
Chamamos a attencSo dts Exmas. familias para um explendi io sortimento de
fazendas que vendemos por progos sero competencia.
VER PARA CRER -
Guarnieres de veludilbo bordadas a vidrilbo, 7000, nroa.
Cachemiras pretas, ljJOOO, 1^200, 1(400, 1,5600, 10800 e 20000, o covado.
Ditas de cores, 900 rs 10000 e 10200, o dito.
Dita broch bordada a 13 e seda, 10500, o dito.
Lindas las mescladas, de seda, 600 rs., o dito.
. Ditas ditas com listrinhas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas ditas com listrinhas e quadrinbes, 400 rs., o dito.
Ditas alpacas lavradss, 320 rs., o di(o.
Setim damass, noviciado; 320 rs o dito.
Dito dito com atrincas, 320 rs., o dito.
Dito Macau, 800 rs., 10000 e 1.0200, o dito.
. Dito preto, J02OO, 10400 e 10800, o dito.
' Merio-setim preto, 10500 e .10800, o dito.
Grs de aples preto, do 30000, 30500 por 10800 e 20OOO, o.dito.
Fustao branco, fino, a 400, 560 e 800 rs. o dito.
Dito de cor, phantusia, a 320 rs o dito.
Colchas bordadas, a 20500, 30500, 50000 60000 e 70000, urna.
GuaruicSes de crochet, 80500 e 120000, urna.
Cortes de cxbemira para vestido, 200000, um.
Punbos e eolerinhos para seohora, a 20000, um.
Fechs de 13, 10800, 20200, 20800 40500 e 60000, um.
Ditos de pelucia, preto, 60000, dito.
Voludilhos lisos e bordados, 10000, o covado.
Ditos bordados a retrez, 20000, o dito.
Leques de pao, muito finos, 50 rs., ura.
Ditos dito, 10000, 20000 e 30000, um.
E muitos outros artigas gue se lembrarSo na presenca das Ezmas familias.
Heurique a Silva Moreira.
Purgativo Julien
(ONFEITO VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISAO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hygiene publica uo Brazil
Este purgativo excluvamente vegetal se apresenta sob a forma -Ib um confeito agra^
davel, que purga crai suavidade sem o menor inconimodo. E' admiravel contra as afeccoe*
4o estomago e do figado, a ictericia, bilis, pituita, nauseas e gazes. O seu effeito rpido
e benfico na enxaqueca, quando a cubeca est peseda, a bocea amcuga, lingua suja,
falta o appetite e a comida repugna, as inchacoes de ventre causadas por in[lammaco
intestinal, pois nao Irrita os orgos abdominaes. Emflm, as molestias de pelle, usagre e
eouvulses da infancia. O Purgativo Julien resolveu o difflcil problema de purgar as
creancas que n&o acceitam purgativo algn, pois o'pedem como se fosse una pastilha
de chocolate sabida de cofcitaria.
Deposito em Pars, 8, Ra Vivienns, o as prncipaes Pharmacias e Drogaras.
63
Nova Esperanza
CURA CERTA
de todas as Affeoces pulmonares
Todos aquelles que sofirem
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
Depositarios em PernamDuco:
FRANCISCO M. da SILVA O.
SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, sem CordOea
. Para evitar as owmtrmttele
' Exigir m torea do Inventor imp Ilia
em cada suspensorio.
Mein para VatrUtem
Tecido eluticot ilfodlot fia.
MTT.T.KRKT,
FUNDAS MILLERET
A Casa BtUleret reeammenda as
sum Pnela anatmica i
suas Funda inritivei, par,
amter as ttuit t t quebraduras as mo1
USeeis.
cotsui rui i Buus 11 nana.
LK QOTttDBC, Sncststtior, 49, ron J.-J. Rousteuu, PARS
DSPOSJTOSKM TODAS AS PRNCIPAES PHARMACIAS
Liquida^
PARA ACABAR
FAZEXDVS EROtPAS
15- Bu Dilu flfl GBU-75
4os 1.000:000^000
200:000*000
100:0001000
LOTERA
Em favor dos ingenuos da Colonia Orpbandlogicaf Isabel
DA
PROVINCIA. DE PERNAMBGO
Maceas a u de Muio lo MI
0 (hesonreiroFrancisco Goncalres Torres
XAROPEd reinvillier
Laureado pela Academia de Medicina
**^^
CavaJhelro da Legio ds Honra
.**#
o^
O Pbosphato ae ca a substancia mineral mala abundan! i do organismo e toda res que sna
quanUdado normal dlmlnuo resulta umaa'Tcoca or.anlca grave.
Mais de cinco mil cura. a mor parto jii-tli,Vada pelos I'.-vresores e Meifcos das Facoldades
forSo obtldas ultlmamenlo e lzerSo com queoJsro.in do ai' IleinvUlit-r fosse classiOcado
como o especifico mais seguro cocer a Tisloa bkI.j >nar, Broaonlt^ irnica, anemia,
SachlcJamo, Srbilidado do Organismo. O Xarope to 1' Rei. diariamente as criancas facilita a dentico e o crescimeuto: as maes e amas do lette tdraa <
lelte melbor-, lmpede a carie e queda dus dentcs to frecuentes depois Xa prenbes.
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ne e emblema sao registrados para todo o Brasil
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Pinlio de Riga
MATHE3 AUSTIN & C, receberam nltim-
morjtc um completo sortimento desta madeira,
como sejam : prancbes e tabeas para assoaibo,
da melbor qualidade e de diversas dimensoes, e
que vendeio por precos comaiodos, e redusids,
conforme os lotea ; no armazem do caes do Apollo
n. 51, ou ra do Commcrcio n. 18, 1- andar,
Pecbinchas para acabar!
59 fina Ddw de Geiias 59
Nansocs cores firmas a 160 e 180 ris o cova-
do.
Crefones claros e escuros a 240 ris e dito.
Fustoes com nalmiohas de cores a 240 ris o
to.
dildem branco finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de seda a 300 ris o
dito.
dem branca para Exmas. naivas a 500 ris o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 5(0 ris o dito.
Setins de cores, branco, e preto Macj a 800 e
1/ o dito.
Combraia de forro preta a 1/200 prca.
EsguiOi's de linhode 10 jardas a 4/ e 4/500 a
dita.
Madapolo pelle de ovo de 20 ditos a 6/500 a
dita.
Algodoes superiores a 3/500 e 4/ a dita.
. Brim'de cores, lindos padioes a 400 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dita
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito
Cambraiu branca bordada a 5/500 a peca.
dem Victoria fina a 3/200 a dita.
Bramantes de algodSo superiores a 900, 1/200
e 1/500 o metn.
dem de liaho puro, do melbor, a 2/ o dito.
Lencoes de dito para cama de casal a 1/800
um.
Colchas de ganga idem a 3/ urna.
dem dem para eellei-os a 2/500 urna-
Col choes franceses, grandes, a 15/ um.
Ceroula* de superior bramante a 12/ e 16/ a
dusia.
Meias inglezas, cruas, a 2/800 e 3/500 a dita.
Lencos broncos e de cores a 2/ a dita.
Meias rara criancas a 2/500 a dita.
Guardanapos bordados de linho a 2/400 a dita.
Camisas francesas superiores a 36 i a dita.
Cortes de meia casero ira a 1/800 e 2/.
dem de casemira tuperiores a 3/000, 4/500 e
6/000.
Para a quaresma
Merinos preto, sortimento sem competencia,
precos de 1/000, 1/200, 1/500, 2/000 e 2/500 o
covado
Grs de aples, verdadeiro de Lioo, a 2/500
e 2/800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 2/000 o co-
vado.
Veludilhos lisos e bordados a 1/000 a 1/200
dito.
Mantilhas brasileira a 5/ ama.
Fil de sede bordado a 2/800 o metro.
Ficbus, idem, grandes a 7/ um.
Cheviots superiores a 2/500 e 3/000 o cova-
do.
Cssemiras, pannos, Sedans, merinos e todos os
artigos para o uso domestico te encontra na acre-
ditada casa de
Ga.ueiro da CunhaJC,
damos
59 Rna Duque de Caxias 39
Vendas em grosso
desceios

Attencao
Vende-se ou permuta-se urna casa terrea sita
na travessa do FalcSo n. 12, com 2 salas, 3 quar
tos, cosinha lora, grande quintal e cacimba, por-
tao dando sahids para a ra dos OssoS ; a tratar
na mesma com a proprietaiia, e esta far todo
negocio por j ter o despacho do juis, at para
botal a em leilao. podendo presentar os de cu
ment3S aos permutadores, desejaudo tambem umr,
por troca, ainda que seja pequea, poim que es-
teja nova i bem constiuida.
Novidade
A loja das Estrellas rna Duque de Caxias n.
56 receben pelo ultimo vapor da Europa mantele-
tes de cachemira o darruce preto ricamente enfei-
Udos; renda hespanhola, cortes de gurgnrio de
seda preta e de cor. s rtidos, puarnicoes de vi-
drilhos, cachemira a 700 ris e 2000, setins pre-
tos a 1/000 e mnitos outres artiges que se vende
dor barato pre?o.
Semana santa
GslSo de vidrilho.
Franjas de velludo.
Bico de seda com vidrilho
Por precos resumidos
Ra da Imperatriz nomero76


Fe o d

f
i
i
m
t
i

<*-j
I
LITTERATlR
Kebos Fia mnense
De Pelopoll
Qae differenga entre os rapmzes de boje
e 08 de outr ora i
Antigamente o casamento impunha-se ao
snjeit> maior de 20 annos como urna ne-
cessidade inclinavtl da vida.
Casar era a n igr aepiracSo Ja moca.
Gbegar aos 40 solteiro era un descon-
sol to grande como o ser derrotado boje
rem urna eleijSlo. O individuo que paasa-
Ta por tal transa tornava-Be alvo de dicte-
rios e remoques. Os conhecidos, ao velo,
diziam.
Olha aquelle desgragado, nao acliou
quem o quzesse.
E' verdade, aquillo peior que um
cbinello velho.
Muito peior, porque o chinello velho
no fim de conlas, como l diz o dictado,
sempra acha nm p doente, que o aceita.
Tmpora mutantur, et nos mutamur in
Mii.
Hoje a aspu-aglo co rapaz ficar sol-
teiro.
O cssamento nSo lhe apparece em so-
nhos como o ideal sublime da nica feli
cidade desto mundo; mas desenha-se-lho
em ttricos pesadelos como a imagem som-
bra e merencoria da mais terrivel das
priseaa prisao perpetua.
Na giria da moderna rapazeada o voca-
bulo casar sefoi substituido pelo verbo
amarrar se.
Fulano amarrou-se.
Eis o que se diz boje do individuo que
se completa, na pbraso do direito natural.
A idea, pois, actualmente ligada ao ca-
samento a deprivasSo de liberdade.
Amigamente tambem a:sim era.
A differenca, porm, que existe entre
as duas pocas a seguinte:
Os nossos avs entravam por gosto par*.
a prielo.
As mulheres nlo appareciam por toda
a parte como actualmente ; atravesaavam
a existencia engaioladas.
Para vl-as um momento ob homenB sc-
riam capazos dos maiores sacrificios.
E eis porque elles caain nos algapes
s duzias, aos centos e aos milhares.
A passarinhada, porm, dos lempos que
correm arrisca, muito arrisca.
Nlo cabe em algaplo a6Bm, com duas
razoes.
E o que o be nao vai atrs de trinados,
gorgeios ou suaves queixumes, mas da al-
piste de plices da divida publica, de ac-
g"js de baacos e companhias, e de immu-
veis livres e desembaragados de qualquer
onus.
A posiglo, portanto,- das actuaos moca8
solteiras a roais triste poasivel.
Para se proteeereni reciprocamente por
que nlo organisam ellas um club ?
O club est em moda ; e este traria as
maiores vantagens praticas.
As associadas prestaran urnas s ou-
tra8 servicos iaiportantissimos.
. Cada socia poderia entrar com urna joia,
mais ou menos avultada conforme as suas
posses e urna quota mensal para o cofn
da assouiacao. essas quantias
hiam os dotes e as despezas de
para as nubentes pobres.
Na secretaria da sociedade deveria ha
ver um livro, em que se ioscrevessem os
nomes de todos os rpazes em estado de
casar, cora luroinasaa notas margen re-
lativas ao carcter, fortuna, hbitos c mo-
dos de viver des mesroos.
Qaando um sujeito fizessa a corte a al
gama socia, todas as companheiras deve-
riam empregar os mais enrgicos esfo jos
para que elle nao lhe roesse a corda.
E esses etLrcos redrobariam propor-
eSo que a socia fosse amadurecendo, at-
tenta a pouca ou quasi nenhuma extraez^o
que tm as sduironas.
A associada que Be negssw a servir
faelleira a urna socia em aituscSo sem
^^Kaliminado da sociedade, de- x3esf
Jpo8 de Savir o uonsalho fiscal.
O conseibo fiscal, que ae reunira tres
vezes por semana, fra os casos extraordi-
narios, seria composto do pessoal mi-is in-
telligente e sagaz, da sociedade.
Este clu'o, porm, seria urna utopia.
Pata remediar u mal acbei ocusa me-
Ihor, muito raelhor, caras hitaras.
Querera Vv. Exea, saber o que ?
Mudem 89 para Petropolis ; mas mudera-
se j, j, emquanto tempo, afim de qae
possam aproveitar anda o resto da esta-
glo.
Esta cidade tem vene'as.
Ha annos em que d-lhe para jogar.
Outros ha em que sent pruridos de
d nsar.
Outros em que entrega-te de corpo e
sea pobres a idea deasas p,.i-
aveB, ignoradas pela mullidlo,
ainda. quo nlo fosse senao para dar um
cort#c-'levo nossa chata humanidade.
Duas cartas da princesa Chrstiana
tirar-se
enxoval
alma aos prazeres c.impesjres, aos pas-
seios a cavallos, aos pic-nict, etc.
Outros cm qae se mette era casa e...
falla mil da vida alheia que um regalo.
N'este anno deu-lhe pura realizar casa-
mentas.
Pelo modo porqua caminham as cousaa
em Maio nSo haver mtis aqu urna rapa-
riga solteira !
A cidade est calma e tranquilla.
As mogas vivera escondidas.
Ob rapazes nlo apparecera-
Entretranto eis o que se ouve por toda
parte.
Conbeces a F...?
A filba de J... ?
Sira ; vai casar-se com o Dr. L...
Sabes quem tai pedi la ?
' Nlo.
- A M...
Ah quam casa timbera a V.
Ora isto j sabido; casase com
o C...
Mas aposto que voc nlo sabe quem
vai ser pedida boje.
Ora aL...
- A L..., nlo ; por ora com esta
anda nlo ha nada...
- Como nlo ha nada se a prima me
disso ainua hontein no Club dos Diarios
que ella tinha sido pedida pela B...
AL !... nao sabia; porm quem casa
com certeza por todo este mez o B...
-OB...I Duvido muito.
Pois casa e parte em Abril para a
Europa.
Vai a gente ao Club dos Diarioe e v
um rapaz com os olhos e peixa ensopado
ou de carneiro morto a olbar para urna
moga.
Coitado, est all, est filado.
No da seguala espalha-sa pela cidade
a noticia de mais um casamento.
A divisa das mocas de Petropolis pre-
sentemente a seguinte :
< Vi, gostei, quero casar.
E casam m-smo, como se costuma dizer
na roja, porquanto aqui d-se ao contra-
ro do que diz o annexim -quando um nao
quer, dous nlo brigam.
Os dous querem.
Venbam, portanto, para Petropolis todas
as inogaa solteiras da corte; venbam em-
quanto tempo.
Nlo receio que as de c tenham medo
da concurrencia, porque ha lugar para
todas
Venbam.
Se perderem este ensejo, nlo acharlo
otro tilo c?do. *.^ **
Franca. Junio*
JOCUNDABEBTflIER
POR
UCHARD
de
MARIO
-(*)-
XXVI
(Coiitinuaro)
Nlo entretante, mo que se" con-
Cbermete cheg.iram-me ao mesmo lampo
de Stockolmo, pelo intermedio de urna
complascente amiga de sua infancia, a
qual... (a eo.uplaacente amiga) nos ser-
vir de intermediaria, feclo do correio.
A cousa rranjou-se na passagom da prin
ceza, pois que, segundo parece, ao deixar-
rae, ella ia passar una das com a sua fa-
milia, antes de encontrar-se cora o princi-
pe. O feliz e nobre esposo, repennaraen-
ta chamado por um telegnunmi coraraani-
cando-lbe a triste noticia da apoplexia de
ara-to, obrigado a pjrtr para a Russia
douB das depos do noivado e na ante-
vespera do famoso concert do Londres.,
dahi, as afortunadas horas por mira dis-
trabidas do seu honey moro e esta lis-re
fgida para Pars.
t Que te posso eu dizar dessas duas
cartas de Chrstiana ? do espantoso ro
raance que ellas eonm e do estranho des-
eolao den aventura que to singular-
mente impressionou-me ?... Como aoves
eatar convencido, accendi o meu cigarro
com as psginas da ranba Julia .. Saint
Preux nlo respondeu, nem mesmo para
atirar-lh'O ao rosto es pedaco] da fe jura-
da... Para que tambora a colera?...
Para que o intil escndalo de um romp
menta?... Devolverei fecbadas, sem as
ler, as cartas que, sera duvida, ainda me
chegirlo.
< A esse respiito, urna cousa exquisi-
ta : leio no limes desta raanbl que o ca-
samento d principe Ivan Chermetef com
Cbristiina Felsen foi abencoado esta so ma-
na em 8*. Petersburgo. Confessa que esse
sacerdote est atrazado '... Ao que pare-
ce, ella deixa definitivamente o theatro.
< Passemoa ao que serio.
* Minha installacao est conheci la. Os
BoUdeenier que, na verdade me tratam
com todo o carinho e cora os quaes, deci-
didamente, vivo muito bem, foram-mo de
grande utilidade. Auxiliado por um arma-
dor de Tours e cora urna porfo de mo-
vis espalhadoB em una vinte aposentos
do meu. desageitado edificio, consegu tor
nar confortaveis e mesmo luxuoaos dous
aposentos completos, dos quaes um espe-
ra-te com Aurora. Urna grande estufa ao
norte est convertida em gabinete do tra-
balbo para ti Os jardias esto preparados,
a grande avenida nlo est mais plantada
de aveia, e o castalio de ar severo parece
abrigar um feliz. Eaton me arruinando na
restauraclo do Coudray... na verdade,
nlo rao falta scnlo a fortuna neceasaria
para fazer tace s minbas despezas. Ex-
plico me.
< Sabes que minha ta deixou-me em
bens movis sessenta e quatro mil francos
de renda, cujos ttulos nominativos, conhe-
cidos do tabellilo, nlo foram encentrados
entre oa valores contidos no aeu cofre ;
facto (por si b de pouca imprtaocia. O
primeiro cuidado do Sr. Poinsinst Liroze
foi ir promrar a data do pagamento do ul-
timo trimestre pelo thesoureiro pagador de
Tours. A renda foi reoebida com regula
ridade at ha dous annos. Da entlo para
c os ttulos nlo foram mais apresentados
thesourara. Como essa coincide com as
viagens da condessa a Pars, em vista da
sua 'isposjao avara, pie-sa suppor que
que foi l que ella i ecebeu os juros aub-
sequontes... Vai-se indagar no thesouro.
f A minha heranca ir pe-* agua abai-
xo?... nao sei". Nlo seria para admirar
que urna velha douda, da qual o acaso fez
me sobrinho, tenha atirado aos ventos os
restos mortaea do urna fortuna de conven-
cional amigo de Barras ou que cases
nlo faziara maia do que seguir a lei da
poc, e cada um para si domina todas as
cousas. < Devorcm-se una ao outros. Essa
a mxima nova que a nosea sociedade
e8creve no fontespicio do templo... De-
vorera-se '.. > Chrstiana comprehendeu
raelhor o seu papel do que eu.
i ^ja como for, fico em La-Qrange,
nido a minha presenca intil para arran-
car ob meus negocios. Urna quantdade
enorme d papis a decifrar ; ob armarios
esto cheios ; sessaata annoa de .^eaordem
a arranjar. Parece que urna malseja
mo preparou de proposito esao chaos. .
Em resumo, os Bosdesnier nlo sabe a
nada... Morarara quatorze annos cora
easa avareza desconfiada, sem entrar urna
vez no apossato que ella babitava. Eacon
d ra elle em algum canto, desconhecido
esaes diabos do ttulos de renda que com-
pSom a raelhor parte da minha heranca?
Por felicidade, ainda quando estejara per-
didos, o Sr. Poinsnet tero oa nmeros da
ordem das nscripydes e das folhas do Li-
^ro Grande.
Toda essa chusma de negocios me to
indiffarente, que b me retiro a iaao para
responder s tuas perguntas. Rico ou po-
bre, sinto-me to completamente acabado,
que acho esaeB dous termos vazios de sen-
tido. Rico !... Para que ?... Para que
projectos?... Para que fins ?... Para que
satisfdclo da alma ?. .. (j que essa pala-
vra eogracada existe...) Estou to can-
fado, to aborrecido de mira mesmo e do
meu desanimo estupido, que. semana
FOLHETIM
O OOKCUNM
POR
EL3 PEVAL
SEXTA PARTE
o lESEina: bo mi:
(.Continuacao do n. 65)
IV
Amigo* conhf c memo
Urna das duas mulheres era a honrada
Francisca Berrichon, e o r.paz que aper-
tava o chapeo entre oa dedos com um ar
malicioso c confuso chamava se Jlo Ma-
ra. Era o pagera de Aurora, a boa crian-
ea tagarella e imprudente, que tinha ar-
restado sua av para fra do seu poa-
to, para entregal-a s BeduccSes das bisbi-
lhoteiras da ra de Chantre.
A outra mulher conservava-se um pouco
afastada.
Reconhecia so debaixo do seu veo o ros
to altivo e gracioso de D. Cruz.
No seu rosto gracioso bavia naquelle mo-
mento urna erooclo real e profuada.
A Sra. Francisca Berrichon esta va com
a palavra.
Este nlo meu filbo, dizia ella cora
a sua voz estridente, mostrando Julo Ma-
jia; meu neto. Posso affiangar bra.
princeza que o raeu Berrichon era urna ou-
tra cousa. Tinha cinco ps e dez pollega-
das o coragem, porque nurreu como sol-
dado.
E estava ao servico de Nevera, boa
mulber ? nterrompea a priaceza.
~- Todis osBerrichons,iespondeu Fran
cisca, de pas a filhoa, desde que o mundo
munlo I Meu marido era escudeiro do
doque.de Amaury, pai do duqueFelippe;
paida u:L'umi.riJo, que se chamava Oni-
lberrae Jlo Nicolao Berrichon.. .
Mas seu filbo, nterrompea a prince-'
za, foi quem me levou aquella carta ao
castalio de Caylus T
Sim, minha fidalga, foi elle. E Deus
sabe que toda a sua vida se recordou da-
quella noite. Encontrara, muitas vezes me
fez essa narraclo, encontrara na floresta de
Ena, a .-ra. Martha, sua antiga aia, que
se encarregou da criang.
A Sra. Martha reconheceu o por tel-o
visto no castalio do nosso joven duque,
quando levava as suas mensagens.
A Sra. Martba disselhe : f Est alli em
baixo, ro caBtello de Caylus, alguem que
descobrio tudo. Se vires a menina Auro-
ra diz lhe que est bem guardada. Berri-
chon foi preso pelos sola-Ios e solt por
"graja de Deus. Era a prmeira vez que
va o cavalheiro de Lagardre, de quem
fall vara tanto. Disse-nos : S. Miguel
Arehaojo da igreja de Tarbea.
Sin, murmurou a princeza, que 80-
nhava, lindo I
E valente proseguio a Sra. Fran-
cisca, que se auimava, um lelo I
quiz afnrmar
restos, talvez, de bens nacionaes, voltas-
8em a esse grande abysmo da igreja, qua
nlo deixa de absorver e de en :ber-so com
donativos pios?... Confoaso quo nlo vejo
bem, porque aqui se desconfia dos Bois-
aesnier. Elles, tambem, sao naufrago, e
qaando tivssaam ficado com alguraa cousa,
pasaada, em Tours, achando-me era frente
de um quartel de ca vallara, ven lo o es-
pectculo dos reerntas pasmados, que fa-
ziara manobras no pateo, tive vontade de
ir assentar praca.. para nlo pensar mais
e ser regido por oase jugo brutal, que pelo
menos, supprime ora nos a fadlga do que-
rer !
Nlo riaa, pens ma's seriamente do
qua imaginas em fazer-me sollado I Es-
perando que vonhaa com tua mulher, ar
mto oa mous das entre La-Grange e a
Barraca, onde passo mais tompo do que
em minha casa. O carcter ainavel do
excediente Sarrazin (quo te aprecia muito)
e a sua conversa original salvam-m^, na
falta das voasas duas affaiy3es, do ridiculo
da selvageria.
< Um trabalho, que mo appareceu, aca-
ba de dar-me urna appareocia de sociabi-
lidad*) muudana e campestre... Dju bcSas
de astronoma menina Jocunda. Saria,
talvez, arriscar muito, dizer qua essa dis-
traerlo pedaggica me agradavel. Co-
nheces a minha idiosyncracia pel fructa
verde a que chamara as Agnes..
* Eise producto do innocencia idiot*,
para o qual tende o superlativo da nossa
educacao para as meninas, sempre horri-
pilou-raa. O commercio das idaa com es-
sa candura de estufa tem, para mira, o at-
tractivu mitigado que poderei encontrar ex-
ercitando rao nojogo dobagatella. Por
outro lado, nlo ha nada que rao araedronte
tanto como essas jovena herdeiras, qae pa-
recera trazer noa olhos reflexo3 de ra-
lhdas... A despeito da deagraca dos seas
dezeseta annos, esta nlo ama presump-
903a e a bu fortuna nlolho sobe cabe-
9a. Creada na adoragao da pai, instruida
sob a direcglo yaiikee do tio, habituada a
correr campos, tem um fundo de indepen
denca de espirito que ohega at a adoptar
as 1 ocucoes livres de Marton, que repete
com urna audacia que nlo deixa de emba-
razar, a vezes, a minha propria siraplici-
dide.
< Sampre de olhos abortos e viva co no
um passarinho, devorada por urna curiosi
dade sem igual, ella pergunta tudo cora um
desembarazo do filha de almirante. Senta-
se mesmo que ella ainda tem nos ouvidoi
as inflaxSes de con man do do pai.
* Ella governa a cas, a leiteria, o gal-
linheiro, inspecciona a escola das meninas
e lanca todas as noitea, os actos e gestos
da equipagem em urna especie do diario
que ella chama seu livro de bordo. Tudo
isso caracterzioho resuluto... quo denota
que o marido dessa joven pessoa... se ti-
ver um__ter de comportar so bem.
< Muito valente e nlo tendo medo de
nada, muito patriota, affirma ella muito
seriamente; mas o funio da sua politia
particularmente o odio ao Ingloz. Todos
nos temos esse sentimentona marinha! ex-
plicou me ella hontem, emquanto meren-
dava nm prato de morangos com crome.
Por emquanto, ao passo que estuda as
constfllacois, afim de poder disertar sobre
ellas com o pai quando este voltar da sua
carapanha, est muito ocoupado co n urna
nova machina de costura americana, cuja
manobra est enainando ni offi ina.
Fazo idea se o cansa$o doata vida sc-
commoia-se a esse carao montono de das
sem fim, em quo nem mesmo tenbo que
pensar. Cahi de muito alto ou voltei de
muito longe para nlo ficar esfalfa-do de
de corpo e alma... meaos para estimal-os,
a ti o a tua mulher, o que quer dizer que
os espero.
P. S.Recebi ueste momento o bi-
Ibete de Aurora, dizendo-me que a prince-
za escreveu-te, a ti tambem, muito incom-
modada com o meu silencio.. Respondes
te que cstou bora. E' quanto basta... E'
intil mandar-mo a carta.
c O amor filho de bohemia. 1 Ella
contava isso muito bem.
XXVII
Roberto ia todos oa das Barraca co-
mo escrev.'a a Rival; mas, o que nlo di-
zia, o que talvez, nem confeasaaae a si
mesmo, quo enuontrava no excellante e
pbleugraatico Sarrazin o ouvinte mais pa-
cante das suas objurgaco's contra a vida.
Profundamente magoado, desanimado, dea-
prezando a humauidado, a onda da amar-
gor que senta no orayao o alli va va ex-
pandindo-ae tanto mais, quanto p-ecisava co-
cui lar a origem o guardar para si o seu
segredo amargo.
Vaganento informado peio amigo Rival
e pelo medico, de um estado moral, que
constitua o perigo mais real, sem nada
daquillo qua a discripelo mais elementar
nlo permttia revelar sobre a mulher, o
1 velho maire, primera vista, adivinbou
fcilmente a historia vulgar de um grande
desespero de amor I.. Qualquer que fos-
se a h.Toina, elle conbecia o romance,
sempre o mesmo, por mais variado que
seja, e como philosopho pratico prestava-se
a ouvir essas declamacdes furibundas, es-
ses acoessos de in tignaclo fabril do um
cerebro doentio. Passada a cris?, termi-
nada a convaleaconca, elle tinha continua-
do o seu papel de confidente, com esse
bom ar calmo, que dexava o campo livre
a tnaldicSes platnicas. Ouvia sam pes-
tae] ar, clbaado para Roberto por cima dos
oceuloa, aa diatribres inflamraadaa contra as
decrepitudes sooiaes e a desaggrcgaclo de-
finitiva deste mundo.
I Continua)
Elle e Ella
AO AMIGO HELCHIZBDECK LIMA
Elle jurou-Ihe firmeza,
Ella tambem Ih'a jurou,
At que um da chegou
A mais funesta certeza.
Elle su'alma inda preza *
No juramento guardou ;
Ella porm, o deixou
Em to cruel aspereza.
E emquanto ella no braco
De outro amante fugia
Em busca d'outro regajo,
Elle quanto a quera,
Da dr no lento cansajo
P'ra sepultura penda.
1887.
A. J. Henriqdes lima.
Fijanlos
(ao collega e primo ataliba lima)
Fujamca que o passarinho
Que hontem tarde cantou,
Bateu as azas .. voou
Em busca de outro niobo.
Fujarao8 qu' muito tarde,
Qua fugio a luz do dia,
Que a natureza to fra,
Quelume no lar nlo arde !
No3sos amores busquenus
Affogar n'outro paiz,
Quo a consciencia me diz
Que l raelhor amaremos.
Fujaraos ageis, depressa,
Ao ciarlo da la cheia,
Depos da noite j meia,
Antea que o sol appareca !
1887.
A. J. Henriqes Lima.
ysterio
a' piulo silveiba
Havia em seu olbar de mgica tristeza
Um que de desprazer, aos aivoa d'amargura,
E mesmo assim dolente, a sua formosura
S'ostentava gantil inda em maior grandeza 1
Em vio busquei sondar a causa de tal pena,
Que tanto ra'*fa gio e tanto a desolava,
Em vio saber tentei da dr que molestara
A'quella branca tez qu'ou via tle serena.
Um dia eu divsei um lbum ; ella mirava
To chea de prazer a pagina primera
Onde a pho'-agraphia d'un garcon s'achava!
Entlo eu pude ver, que triste eir% cborava
A pallida vislo da quadra lisongeira
De que dura illusao na mente lhe resta va !
VARIEMDES
Marco de 1887.
Glandim.
Acoateceu, continuon a Sra. Fran
cisca, que, quando o cavalheiro de Lagar-
dre voltou cidade, ha cinco ou seis ao-
no8, para perguntar-ma se eu queria ser-
vir a filha do fallecido duque, dsse-lhe que
ira, immediatamente.
Por que T Porque Berrichon, meu filho,
me tinha dito como as cousas se pasaaram.
O duque, morrendo, chamou o cavalheiro
pelo seu nome e dsse-lhe :
t Meu irraao meu irmlo I
A princeza apoiou as duas mos contra
o peito.
ainda, proseguio Francisca :
Sers o pai de minba filha e vingar
me-has.
Volta!
a' gebaldo landim
(A pedido do mesmo)
De pois, injusto amor, que te partiste,
Deixando-rae em to feia solidlo
O prazer me fugio do coragao
E eu vivo amargurado e vivo triste.
No tua auzencia, flor, ninguem exista
Capaz de minorar essa afflicSo ;
Tu, b tu m? dars consolaclo,
Vota, pois, anjo meu que me fugiste l
Hoje p'ra raim o dia muito oscuro,
O sol, de amortecido, nlb fulgura,
E tudo em torno b ra a inspira horror t
Ai 1 ai o vento fallasse, o mea tormento
Saberias talvez na voz do vento
L ondo ests, injusto amor !...
Berrichon nunca oentio,
interesae
minha fidalga
teria elle em
ca, que
Um verdadeiro lelo!
Jlo Mara.
Man a Sra. Franosca fes signa! com a
cabeca e Jlo Mara calou-se.
Berrichon, meu pobre filho, referi-
nos entlo, proseguio a boa mulher, como
e de que modo Novers e Lagardre tinham
marcado urna entrevista pra bater se, e
como Logardre defendeu Nevera durante
meia hora, contra mais de vinte bandidos,
salvo o respeito que devo Sra. princeza,
armados at ais deatea.
Aurora de Caylua fez lhe signal para oa-
lar-83. Era traca contra aquellas doloro-
sas reeordafSis.
Sotts olhos cheios de lagrimas voltaram
se para n uapella ardente.
Felippe 1 murmurou ella, meu queri
do marido, foi hontem I oa annos paasa-
ram-so como horas I foi hontem.
A chaga, que lenho na alma, sangra e
nlo quero cicatrizal a.
Houve um laropejo nos olhos de D.
Cruz, quo olbava para aquella imraensa
dr eom adrairaclo. Tinha as veas
aquelle sangue ardente, que faz bater o
coracl aceleradamente e que impeli a
alma at eos sentiiOentos mais heroicos.
A Sra. priaceza meoeou a cabe;a com
um raovinj' nto inaternal.
- Tudo tora fim, disso ella.
Somos todos mortaea. Nao devemos fa-
zer mal por aquillo que j passou.
Borricnon dizia, voltando o sea capuz.
Como prego a minba av 1
Alera disso, que
mentir ?
Partimos, Jlo Mara e eu. O cava-
lheiro de Lagardre acbava que a raonina
Aurora estava j moca para morar a com
elle.
E quera, do mesmo modo, interrora-
peu Jlo Mara, que a menina ti vase um
os hombros, orrin-
pagem.
Francisca encolaeu
do.
O pequeo tagarella, disae ella ;
peco-lhe desculpa, nobre senhora. Part
uios para Madrid, que a capital da na-
ci bespanhola. Ah! senhora, as lagri
mas vieram me aos olhos, qaando vi a po-
bre menina, verdade 1 O retrato vivo do
nosso joven amo.
E durante todo o tempo que estove
com elles, perguntou a princeza, cuja voz
hesitava, esse hornero, o Sr. de Lagard-
re?...
Senhor Deus 1 minha nobre fidalga,
exclamou Francisca, cujo rosto se fez ver-
melho, nlo, nlo, pela minha salvagao I
Talvez eu firesae a mesma pergunta, por-
que a senhora mli ; mas, olhe, durante
dez annos aprend a estimar ao cavalheiro
tanto ou mais que minha familia. Se
outra pessoa, que nlo fosse a senhora,
mostrasse duvidar... Mas, perdoo me, dis-
ae ella, fazendo urna reverencia, eaqueco-
roe com quem fallo. E' que elle um san-
ta, minha senhora ; que sua filha estava
to bem guardada por ella como seria por
sua mli. Era um respeito, urna bondade,
urna meigaice to terna e to pura.
Fas bem em defender aquello que
nlo merece ser acensado, pronunciou fra-
mente a princeza ; mas d me detalhes.
Minha filha viva na solidlo ?
188.
Oltmpio Bonald
dava triste ; e entretanto, se rae dssem
crdito.
Que quer dizer ? perguntou Aurora
de Caylus.
A tia Francisca langon um olbar de re-
vez para L). Cruz, que se conservava im-
movel.
Gaza-rae, dis*e a boa mulher ; urna
raparigaj que dangava e cantava na Plaza
Santa, nlo era urna boa companbia para a
herdeira de um duque.
A priacera voltou-se para D. Cruz e
vio uma lagrima brilbar lhe as palpebraa,
Nlo tinha outra censura a tazer a
seu amo ? dise ella.
Censuras ex-.Iamou a tia Francis-
ca, sto nlo urna censura; demais a pe-
quena ia l poucas vezes, e eu nlo a per-
da de vista.
Est bem, boa mulher, interrompeu
a princeza, agradejo lh;, retire-se. A se-
nhora e seu neto, ticam fazendo part da
minha casa-
De joelhos I exclamou Francisca Ber-
richon, empurrando Jlo Mra rudemente.
a princeza impedo aquella demonstra-
clo de reconhecimenta, e, a um signal seu,
Magdalena Graud leVou a velha e o seu
herdeiro.
D. Cruz dirigio-se tambem para a porta.
Onde vai, Flor T perguntou a prin-
ceza.
D. Cruz julgou tor ouvido mal.
A princeza repetio:
'- NSo assim que ella lhe chama? Vo-
nba c, Flor, quero abracal-a.
E, como a moza nlo obedecesae imme-
diatamonte, a princeza levantou se e to-
raou-a nos brazos.
D. Cruz sentio o rosto banhado de lagri-
mas.
Ella quer-lhe muito, murrourava a
feliz mli : est aqui nestas paginas, onde
ella poz todo o coraz&o.
E' a sua gtaoita, a bu* primera amiga.
Mais feliz do que eu, vio-a em crianza.
Devia ser bonita I Flor, eonta-me isso.
E sem lbe dcixar tompo de responder :
Tudo quanto ella ama, proseguio a
prineeza, com a sua paixlo da mli, im-
patuoia, profunda, quero tambem amar.
Amo-te, Flor, rainha segunda filba. Beija-
rae. E tu podars amarme? Se -sonbes-
ses como bou ializ e como desejo qae toda
a trra estivease alagie I E*e hornera, ou
vea, Flor, at esse hornera, quo me roubou
o coraglo, o corceo de miaba filha, se
S, sempro s, muito s, porque an- ella quizer, snto qu9 tambem o amarei.
Coraeio de mal
D. Cruz sorria por entre lagrimas. A
princeza apertava a loncamente de encon-
tr ao coraclo.
Qeres crer, murmurou ella, minha
querida Flor, qae anda nlo me atrevo a
.brazal-a assim. Nlo te zangues, a ella
qae beijo na tua testa e as tuas faces,
afastou-sd della, de repente, para melhor a
olhar.
Dangavas as pracas publicas, mi-
nha filha ? continuou ella com expresslo
melanclica. Nlo tena familia. IVl-a-hia
adorado menos, se a tivesso encontrado as-
sim t Meu Deus I Mea Deas como a ra-
zio louca 1 Ha poucos das, dizia eu :
Sea filha de Nevera se tvesse esquecido,
por um momento, do orgulho da sua ra-
ga... Nao, nlo acabo; sioto gelar-se-
mn o sangue, pensando que Deus po lia pe-
gar-me na palavra. Vem rendar gragas a
Daus, Flor, minha gitanita, vem.
Levou-a para o altar e ajoelhou-se.
Nevera Nevera I exclamou ella, a
tua, a nossa filba est em meu poder 1 Diz
a Deus qae veja a alegra e o recenheci-
mento do meu coraglo.
Com certeza o sea melhor amigo nlo a
teria reeonhecido. O sangue cor&va-lhe
vivamente as faces. Estava moca, estava
bella: o olhar brilhava-lho. A voz tinha
innexSes meigas e deliciosas. Ficoa um
instante perdida no seu xtasi.
E's ebristl, Flor ? proseguio ella.
Sim, lerabro-me, j o disseste, s christl.
Como o nosso Deus bom, nlo verdade ?
D me as tuas mo* e v o meu coraclo.
" Ah I dase a pobro gitanita, rompen-
do em pranto, se eu tivease urna mli as-
sim !
A princeza apertau-a de encontr ao co-
raglo mais urna vez.
Ella falla va-te a meu r speto ? so-
bre que conversavam 1 No dia em que a,
encontrante era ella ainda muito pequea ?
Sabes ? obaervou a princeza, porque a fe-
bre lbe dava aquella necesaidade inceasan-
te de fallar; creio que tem medo de mim.
Sou capaz de raorrer, se iato se prolongar.
F-lla-lho de mim, Flor, minha querida
Flr, supplico-te.
- Minha senhora, respondeu D. Cruz,
cujos olhos arraaadoa da lagrimas sorriam,
nlo vio oessas paginas quanto ella a ama ?
E mostrava cora os dedos as folhas dis-
persas da manuioripto de Aurora.
C iu di-ama
AO COLLEGA G. LANDIM.
Mais um drama de amor :
Ella com todo o recato
Disse-me um dia : te amo!
E eis o primeiro acto.
No outro da eu passei
Vi-a n'um doce relato,
J namorava um outro
E eis o segundo acto.
Depos zangado escrevi lhe,
Isso com todo apparato,
Romp a nossa amisade
E eis o terceiro acto.
Passado j longos annos
Vi-a n'um triste hospital,
Ella porm j morria,
E eia do drama o final !
Recife -Marzo, 1387.
H. Lima.
Nada receies, nada
princeza ; a felicidade
Sim, sim, dase a princeza, poderei
dizer o que sent quando li isso ? Nlo -
trista e grave como eu, minha filha. Tem
o corazlo alegre de aen pai, mas eu, qua
tenho chorado tanto, era alogre outr'ora.
A casa em que nasci era ama prisao e,
entretanto, ra-roe, dansava, at ao dia em
que vi aquelle que devia levar para o fon-
do do seu tmulo toda a minha alegra e
todos os meus sonaos.
Pasaoa rpidamente a mo pela fronte,
que ardia.
__J viste alguma vez urna pobre mu-
lher ficar lo ica ? perguntou ella brusca-
mente.
D. Cruz olhou para ella com ar in-
quieto. J. j-
recefts, disso a
para mim urna
cousa to nova I Queria dizer-te, Ftr:
Viste ? minha filha como eu. A sua
alegra desappareceu ne dia em que veio
o amor.
as ultimas paginas ha bastantes vesti-
gios de lagrimas. Pegou no brajo da gi-
tanita para voltar de novo ao sea lugar.
A cada instante voltava-se para a cama
era que dorma Aurora, mas nlo se^que
vago sentimento pareca afastal-a d'alli.
__ mame, oh I de certa, continaoa
ella ; roas o sorriso de que se record, o
sorriso pendente sobre seu bergo, o des-
sa homem.
Quem lhe deu as primeiras licgSes ? es-
se homem. Quem lhe eusinou o nomo de
Deus? ainda esse homem. Oh por com-
paixlo, Flor, rainha querida, nlo lhe diga
nuaca o que sioto de colera, de inveja, do
rancor contra esse hornera.
Nlo o seu coraglo que falla, minha
senhora I murmurou D. Cruz.
A princeza abiagou-a com violencia.
__' o meu corazlo, exclamou ella,
o meu coraclo I ilam juntos aos prados,
que cercara Pampelune, nos das de der
cango. Ju*a um homem que devia proce-
der assim? Ia80 nlo pertence mli?
Quando voltava para casa depos do tra-
balho, trazia-lhe brinquedoa o doces.
Que maia faria eu, se fosse pobre, em
paiz cstrangeiro com urna cranga t Elle
bem sabia que m'a tira va, que me rouba-
va tola a sua ternura I...
Oh minha aonbora! quiz interrom-
per a gitanita.
(Continwjr-M-fo.)

I
m
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L
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M
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Tjp. dO Diario ra 1)
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