Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18238


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Full Text
" >
A1IG IIIII fiOIBBO 59
" ____ si
PARA A CAPITAL 12 MCAHfc OXOtS NAO K PAOA
Por traa mezes adiantados...............
Por seis ditos idein.......... ......
Por um anuo idom.................
Cada numero avulao, do mesmo di............
RTE
6000
1^000
23$000
100
DE
fiO 13 Dfi IABQ011881
PARA DENTRO B PORA DA PROVIMCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem.......*.........
Por um auno idem....., ......... .
Cada nu.-ntro avulso, da das anteriores..........
130600
20*000
27.SCOO'
0100
NAMBUGO

Proprietal--* Ufe Jttatwel Sx^taxsL ht aria i Slog

Os SSrs. Aaede l'rinoe tV C.
de Purls, a os oomu agentes
exclusivo de aun neles e pu-
blieacdes nn lraora e Ingln-
terrn
TELEGRAMMAS

::i7i;: : ask havas
(Especial para o Diario)
BERLIM, 11 de Marco.
O Heic-balag votou o coujunclo do
projecto de lei sobre oieptenalo mi-
litar por ** votos contra 31
ROMA, 11 da Marjo, tarde.
A dlseuss&o da laterpeilaeao fela
so governo na Cmara dos Depuia-
tlos tertnlnoa por ana* morao l- p-
provoco ao procedimeoto do gover-
no e manifestando a confinara da
Cmara no ministerio.
Edita morao Col adoptada por ti 4
contra 194 votos.
SANTIAGO DO CHILE, 12 de Marco.
!\'a* ultima* 5 ora* deram-se-
aqni O bitos de ebolera. em Val-
paraso 141 caso* novo* e 13 bito*.
i-
\
SOFA, 12 de Marco.
A Sobrante deve re
antate.
mine proxl-
BEYROUTH, 12 de Marco.
4 principe bcrdelro da Italia cie-
gos aqui boje.
COMMERCIAES
UVERPOOL, 11 de Marco.
ASSUCAR .-Horcado caima, precos
sustentados praenra regular.
O de Pernambuco u. weude-se a
Oseblllngs d. por quintal (S*\*9
6o cambio de 1 !*/ d. por l*o).
ALGUDO:Transaceaes regulares.
preco besa sustentados. _
O FAIS de Peruambuco vende-se
a3e/S d. por llura (4 rls aa
cambio snpra).
A Aa vendas do da forana de loiooo
fardas.
NEW-YORK, 11 da Marco.
ASSUCAR.Transaeeees regulares,
preco* bem sustentados.
O FAIR REFINING de Pemambue0
rsalii rir i5/eeal. por libra.,
(es.* re.).
Agen i- llaves, filial
12 de Marco de 1887.
em Pernambueo,
1NSTRCCQ POPULAR
tar complicacdes futuras, qua se consalte o facul-
tativo. Parece-nos nao de ver aqu aconselhar
qaaesquer ootros meios; porque nao podeado os
nossos ieitores bem comprehender o alcance e os
effeitos do mnitas das substancias empregadas, na
bronchite, para debellar ou minorar a tosse, seria
em pu.a peda indicar-lhes qnaes ellas sao e como
se administrara.
Sao as dezenas, as centenas, os remedies diaria-
mente annunciados e preconisados contra a tosse.
O seu valor, a sua importancia pode avaliar-se
pelo muito que variam.
Xaropes peitoraes, pastilhas peitoraes (algainas
de eomposico desconhecida, e outras pouco bem
conbecidas), abundam nos annuncios e mil casos
de cora vein sempre atteatar a sua proficuidade! !
Passado tempo retiram-se estas formulas da cir-
culaco e sao substituidas par outras (s vezas as
mesmas com nome diverso !)... e assim se vai su -.-
tentando esta industria !! Desconfie-se sempre
de annuncios pomposos e nunca se d crdito
apregoada efficacia de um remedio infailivel que
cura mil doencas diversas. Os charlates nunca
faltam ; tratemos nj de nos nao deizar eogantr.
Iuvenenamentos
Sao infelizmente to frequentes os invenenamen-
tos j casuaes, ji provocados com um fim homicida
ou suicida,e estes casos necessitam de soccorros
to rpidos e promptos,que nos parece dever
dar aos nossos leitores breves noyes sobre os ve-
nenos e meios de combatel-os.
Nao perdendo tempo em subtilez ts de defioiepes
diremos simplesmente qae veneno se pode chamar
a toda a substancia que introdozda no organismo,
destroe ou altera a saude,e s veves mata ja,
rpidamente, j de um modo lento.
Os venenos sao de origem vegetal, oa de origem
mineral.
8ob o ponto de vista do seo tratamento e da sua
aeco geral, os venenos costumam diviJir-se em 5
classes, as quaes iremos enumerando e ejemplifi-
cando :
1Irritantes ou corrosivos (como, por exemplo,
o acido sulphurico, o acido asotice, etc.; os lcalis
concentrados como a potassa, a soda, etc.) ;
Hyposthenantes(Uea sao o arsnico, o phos-
phoro, etc.);
3*Estupefacientes (como sao o chumbo (e seus
saes). a belladona, o meimendro, etc.) ;
4JNarcticos (por exemplo, o opio e seus deri-
vados) ;
5-.flrevrosAenc0 (taes como a strychnina, o
acido prussico, etc).
Ao passo que apresentamos os signaes geraes
destas classes de venenos, diremos o preciso para
se comprehenderem as suaa denominaces.
(Continua.)
?ARTE OFFICIAi
i: o ver no da provincia
EXPEDIESTB DO DU 21 DE rEVZBEIBO OS 1887
Actos :
0 presidente da provincia, de conformidad com
a proposta do Dr. chefe de polica em oficio n.
173, de 19 do correte, resolve n ornear para o lu-
gar vago de subdelegado do 1.a districte de (Jra-
vat o actual 1. supplente Jos Nicolao Ferreira
Soases; e pan o lugar oeste Jeronymo Gomes da
Silva. ,
__ O presidente da provincia, attendendu ao que
requereu) Manoel Torquato de Araujo Saldanha,
amanuense da Repartico da Iostruccao Publica e
tendo em vista a informacao n. 4, do inspector e o
parecer da junta medica provincial, resolve conce-
der ao peticionario a contar de 1. de Janeiro fin-
do 3 meses de licenca com metade do ordenado
para tratar de sua sade onde Ibe convier.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
------------ baeharel Jos Horacio da Costa, 3. m-
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
PARTE 8EGUNDA
nOENCAB MEDICA
(Contt nuaco)
Mppreste* de traaspIracAo. Broa-
cblte
A bronchite pode limitarle s ramificacGe* pri-
marias, aos bronchios mais groases, ou estender-
e aos sais finos. Pude ser mais ou menos aguda
a intensa, t .
J se entende que nao fallamos .qui da broncoe-
te quande symptomatiea de doencas diversas dos
orgos respiratorios. Tratamos tmente da broa
chite simple*, aguda,etfeito quasi seaipre de urna
suppresso de transpira^ io.
J vimos que o sai-ampo e s veces as bexigas
sao causas A priineira,iuicaco que ba a prconeber na bron-
caite, em seu caneco e qasodo daviaa causa
apontada, restabelecer a frauspiracao. Assim
n'estas cireumstancias torna-se cuovaaiente o uso
de sudorficos, que o valgo chama suadoiros.
L'm i bebida qnente qualquer ; o cb da India
por exemplo, pode satisfacer a esta iudietco. 0
doeute conserva-se na cama, bebe um pouco de
cha quente. cobre-se sufficieuleiaentH al Se
pronunciar o suor.
Tomam-se depois os cuidado* necessario* para
nio vir um resriamento ; e s veses isto bota
para d. bellar a doeoca. Se ba cepbalalgia,
muii*s vezea mtil applicar uiis sinapismos. Os
uapism'is de Rigolot, boje lio vulgarisadu*, sao
Je uia faeil rmprego. Uj*(uma-se usar de agua
quente a que se addiciuna um pouc > de rhurn para
provocar o suor. As iufusoes i'eita* com aa flores
de borragen* sao de um uso vulgarissiino.
Sio este* oa meios que se podem empregar, sem
o conselho do medico, as suppressoes de irauspi-
ravio ao comeoodas bronchites. 8a a bronchite
nao cede oa s* aggravs,6 conveniente par* evi-
requereu o baenare jse xxoracio aa vosia, o.' es
cripturario d Thesoaro Provincial e tendo em vis-
ta a informacao do respectivo inspector de 17 do
crrante n. 443 resolve, de confbraidado com o dis-
posto no art. 40 da lei n. 1810, de 27 de Junh de
1884, em viger por forc do art. 30 da lei n. 1860
de 11 de Agosto de 1885 conceder ao peticionario 3
mezes de licenca, com ordenado integral, afim de
trata>r de sua sade onde lhe convier.
Offisios :
__ Ao inspector da Thesouraria de Faxonda.
Sirva-se V. ti. de remeUer ao Dr. juiz de direiio
do 2.* districto criminal os cheques extrahidos pelo
ex-terceiro escripturario deosa thesouraria Tito
Cardoso de Oliveira para pagamento dos venc-
meotos de diversos Magistrados, que haviam siao
j pagos pelas estacoes tiscaes do interior da pro-
vincia afim de serem unidos ao processo instaurado
contra aquelle ex-empregado por denuncia de l."
promotor publico, coufjrme solicita o referido jbia
em officio de 16 do corrente.Communicou-se -
jais de direito.
__ Ao uiestn i. -Sciente do que V. 3. intsrmou
no officio de 17 do corrent sob n. 100, devolvo a
copia que o acompanhou, afim de ser anoexado ao
desta presidencia de 11 tambem do correte.
Ao mesmo."=Sirvase V..8 de mandar in
demnisar os teressa ios os valores de 8 escravos
constantes da inclnsa relaco, libertados em aa
diencia especial do juis de orphos, do termo de
Villa Bella de 4 de Janeiro ultimo, pjr conta da
7. quota do fundo de emsncipaco.Communicou-
se ao juiz de orphos.
__ Ao inspector do Thesouro Provincial.Nos
termos da sua informacao de 16 do corrente, n. At
mande Vmc. pagar a Fieldem Brothers a impor-
tancia de 11:551*080, de que trata a inclusa conta
documentada proveniente do gaz consumida com
a illuminaeao desta cidade, durante o mez de Ja-
neiro rindo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca de Hanellaa. Declaro a V. S. para
sen conbeciment* e em resposta ao sea officio de
6 do corrente, que segundo nonsta da ioiormtcio
do chefc de policia de 18 deste mez, sob n- 769, lo-
ram daas as nrcessarias orden* no sentido de se-
rem fornecidas as relacoes de que trata o citado
ofKcio.
Ao juis municipal e de orpbaos do termo de
Bom Conselho.Remetto a V ue. para sua scien-
cia e direccSo copia do officio que em data de 17
do correte, dirigime o inspector da Thesouraria
de Fazenda a proposito do que Vmc expde no de
29 de Janeiro ultimo.
Portara :
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
oavegaco costeira, faf transportar Corte, por
canta do Ministerio da Guerra, no vapor Espirito
Santo esperado do norte, o soldado addido a SO.'
batalho de infantera, Jos Francisco Vianua.
BXrBDIHTa DO SKCRETABIO
Oficios :
Ao presidente da Cmara Municipal de Ca
ruar.O Exm. Sr. presidente da provincia, I
vista do qae Vmc*. exposeram em oficio de 15 do
carente recommendou em additamento ao officio
de 16, para que a Repartico das Obras Publica*
piovidencie no sentido de evitar que na cadeia
deisa cidade e fca s-rvico prejudicial a salubn-
dade publica.
__ Ao inspefor do Thesouro Provincial. De
ordem d > Ezm. Sr. presidente Uh proviniia, remet-
to a V. 8. para fina conveniente* copia da por-
tarla de 17 de Se.embro do anuo prximo pascado,
relativa a desiguaco dos juisrt substituto* da co-
marca do Recito, que tm de cooperar com o* res-
pectivos juizes de direito c sabstituil-os.
EXPEDIKUTS DO DA 22 DE FEVBBKIBO DI 1887
Actos :
O presdante da provincia, at'endendo ao que
represontou o commandante da Corpo de Polica
em officio n. 3,062, resolve dispeusal-o, conforme
pedio, de faaer parte da cotnmiuao nomeada em 19
do corrente mes, par* examinar o calcado tbfneci-
do ao mesmo corpo pjr Diogo Augusto dos Reis,
e desigoar para substituil-o, o chefe da 1.* seceo
do Thesouro Provincial, Manoel Jos Campos Bar-
bosa Communicou-se ao Thesouro, ao commandan-
te do Corpo b ao Arsenal de Guerra.
Oficios :
Ao inspector da Thesouraria de Faseuda.
Sirva-se V. S. de mandar iademni3ar aos inters*
sados, depois do praso do art. 44 do Regulamento
de 13 de Novemoro de 1872 os valores de 7 escra-
vos, constantes da inclusa lelaca, libertados em
audiencia especial do jaizo de orphos do terim de
Pau d'Alho, de 28 de Janeiro ultimo, por conta da
7.' quota do fundo de emancipafo.Communi-
cou-se ao juis de orphos.
Ao mesmo. Sirva-so T. S. de providenciar
no sentido de ser satisfeito o incluso pedido, por
duplicata, de medicamentos e mais objectos qae
sao necessarios a pharmacia da Enfermara Militar,
segundo declara o brigadeiro eemmandante das
armas no officio n. 94, da 14 do corrate a que
acompanhou o ditj pedido.
Ao inspeotor do Thesouro Provincial. R :
metto a Vmc. copia do aviso ciressar de 7 do
corrente expedido pelo Ministerio da Tazeuda afim
de que presto a esta presidencia as informaooe*
exigidas pelo supradito ministerio com referencia
a loteras.
Quaato ao pagamento de impostos geraes diri-
jo me nesta data ao inspector da Thesouraria de
Fazenda.
As mencionadas informacoes me serio minstia-
das at 31 de Vlarcj prximo vindouro.Commu-
nicou-se ao inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Ao mesmo.Approvo a arremataco feita
perante a junt t deste Thesoaro e por Mauoel Cle-
mentino Correia de Mello do servico de illumina-
eao publica de Iguarass, relativamente ao se-
mestre a finlar-se em Junho prximo futuro, a
razo de 77 ris por lampeo. Assim fica respou
dido o officio de Vmc. de 11 dj correnta, n.
431.
Ao mesmo. R.'commendo a Vmc. que me
aprsente copia do ultimo contracto celebrado pe-
rante case Thesouro para o fornecimento de far-
damento do corpo de policia com declaraco das
pecas incluidas no mesmo e das que nao foram
contemplidas ; convindo que Vmc. declaresdpro-
videnciou-se no sentido de ser recolbida a impor-
tancia da malta em que incorreu o contraciante
pelo facto da reciso do mesmo contracto.
Ao director de Arsenal de Guerra.De ac-
corift com o orcamento que acompanboa o officio
de Vmc, de 10 de Janeiro fiado, sob n. 809, aato-
riso-o a mandar fornec r os inclusos pedidos de
movis que sao precisos para a salla onde func-
ciona o conselho de fornecimentos e secretaria do
caminando das arma*.Commanicoa-se Thesou-
raria de Fazenda.
Ao mesmo.Aatoriso Vmc, conforme soli-
cita em seu officio n. 891, de 19 do jrrente a com-
prar administrati mnente pela quantia de 724000,
emquauto foram oreados os 36 lampeos com gan-
chos mandados fornecer para a illnmina^j nos
das de festas nacionae* do quartel general do
commaado das armas. Communicou-se Thesou-
raria de Fazenda.
Ao inspector geral Ua Instracoo Publica.
Respondo ao officio n. 44 de 5 do corrente mes de-
clarando a Vmc que se na casa escolar do Rio
Formoso nao tor possivel funeciouar a* duas aulas
dever ser allogada itra oa**.
Ao juiz municipal e de orphos dos termos
de Palmares e Agua Preta.Nesta data defiro em
termos vista do que Vmc intormoa no officio
de 4 do corriente, o reqnenmento em qae a eacra-
va Benedicta, immediata ao ultimo escravo liber-
to no termo de Agua Preta por conta da 7* quota
do fundo de emancipaco, nade qae por esse mes-
mo maio lhe seja concedida a alforria, mediante in-
demnisacao razoavel de seu valor, de aocordo com
a idade (43 anuos) deducido do restante da quota
na importancia de 3034904.O que declaro a
Vmc para os fina convenientes.
BXFSBIXHIE DO SECBETAIIO ,
Officios :
Ao Io secretario da Asscmbla Provincial.
De ordem do||Exm. Sr. presidente da provincia
transmuto a V. 8. para os fins covenintes o ba-
taneo da receita e despeza do exercicio de 1885
1886 e o orcamento para o de 18871888 da C-
mara Municipal de Gloria de Goit.
Ao Dr. juis dedireito da comarca de Cimbres.
De ordem do Exm. Sr. presidente la provincia
commumso a V. S. para os fins convenientes, que
ua petieo de recorto ieterposto por Antonio Ma-
noel Be.zerra Cavalcante a qnem aliada o sea offi-
cio de 7 do cerrante mes foi boje proferido o se-
guala despacho:
De couformidadt) com os arta. 101 a 102 da
lei de 3 de Desembro de 1841 dou provimeuto ao
presente recurso para que o recorreute s ja inclui-
do na lista geral de jurados do termo de Cimbres
por ni ser j usta a exclusao sobra o fundamento
de uo ser eleit ir em face dos arts. 29da citadaIri
e 229 do reg. n. 120; de 1842 e mesmo porque anda
as novas incluses a lei (cod. do proc. crim. art.
23) | nao se quer qae o alistando seja le tor
e somante qae possa aer estando como est pro-
vado que o recrreme que demais einpregado
publico foi contemplado no anterior alisUmento.
Portaras:
Acensando o recebimento do officiode 16 do
corrente mes, |,em que s Cmara Mnnieipal da
Cioria de Goit d conta a esta presidencia da
elecoDroeedida para presidente e vice-preeidente
da nova enmara, declaro-lhe, em resposta, qne se-
gundo a diaposi^io do art. 22 da lei de 1 de Outa-
bro de 1828, nao podem cuuhadoe servir de veres-
dores coujuuctamente, devendo preferir o do 1*
escrutinio, e em igualdade, o qoe tiver maior nu-
mero de votos; e como para a relerida ele i cao de
presidenta e vice-presidente nao foram observadas
as formalidades legaes, porquanto nao polla a
Cmara convocar immediato em votos sena> depois
de ter convocado os vereadores eflecti vos, e appli-
cado-lhes maltas por falta de comparec ment, re-
commendo-lhe qoe considerando de nenhum effeito
a qoe fors ltimamente feita, se rena e sob a
presidencia interina do vereador mais velbo pro-
ceda nova eleico.
Observo a Cmara que a convocarlo de sup-
penles s poder ter lu?ar quando nao houver
numero de vereadores efectivos para coostituirem
maioria e que seudo taxativa a disposioo do Ci-
tado art 23 nao se pode por ampliaco decretar
a incompatibilidade quanto aos vereadores qae
forem concaabados.
inspector
Joio Jos Marques. -Iuforme o Sr.
uterino da Thesouraria de Fazenda.
Capita Joo Ju9tiuiano da Rocha. Forne-
caTe.
0 mesua Fornecs-se.
O measBO.Forneca-se.
Joe Barbosa da Silva.Ao Sr. commandante
do corpo de policia para conceder baixa do ser-
vico.
Joaqaim Antonio de Figueiredo Lins. O re-
crrante 4 competente para interpor o presente re-
curso, uo someate p r si, mas por todos os cida-
dios brasileiros indevidamente omittidos da lista
geral de jurados (aviso de 10 de Maio de 1869),
pelo que, tomando do mesmo recurso coohecimento,
nos termos do art. 101 da lei de 3 de Dezembro
de 1841, e, considerando que em relacu a 82 ei-
dados de entre os contemplados no recurso ex -
cluidos pela junta revisora, em sja maior parte
qualificadoa eleitores, nao se mostrou que estejam
as cuadicoes do art 229 do Reg. n. 120 de 31 de
Janeiro de 1812, apenas allegando o presidente da
junta, e uto em sua informacao posterior com re
lacio artado*, que sio em sua quasi totalidade pro -
lectarioa, quasi este que, ainda quando opinio de
coda a janea, nao auterisa a que 82 pessoas sejam
havidaa por notoriamente conceituadas de faltas de
bom senso, integridade e bons costantes como exige a
le para a omissio : Resolvo dar provimeuto,
coma de facto don, para que continoem a fazer
parte da lista geral dos jurados do termo de Pal-
mares es cidadaos seguintes : Adolpho Firmo de
Oliveira, Aadr Aveliao dos Sanios, Antonio Be
zarra da Silva Pereira, Antonio Gamillo da Silva,
Antonio de Castro S Banetto, Antonio Francisco
de Mella, Antonio Ferreira da Silva, Antonio Luis
Goncalvo Ferreira, Antonio Pereira da Canoa,
Bellaruaioo Jos de Lima, Beruard'uo de Senna
Barbosa, Bononio Rosa Lima Leal, Claudino Jos
Caraluante, Clementino Thoodosiu de Mello, Cor-
duliiu Ribeiro do Nascimento, Dativo Antonio
Correia, Oelphino do Nascimento Lima, Duarte
Borges da Silva Cuaba, Eloy Hermino Ferreira
de Almaidja, Estanislao Pereira Cabral, Eulampio
Leandro de Gouveia, Eleuterio Jos da Cunta,
Flix Aleasndrino de Barros Lins, Firinino Coelbo
Pereira, Forruuato da Silva Neves, Francisco de
Assis Mello, Francisco Carneiro Lindares, Fran
cisco Cesar de Menezes Pequeo, Francisco das
Chagas Cavalcante Albuquerque, Francisco Go-
mes Pereira Guerra, Francisco Mauoal Al ves Pe-
reira, Joaqaim Manoel Mouteiro, Joaquim Pinto
de Araujo, Joaquim Severiuo Chaves, Jos Alves
de Soasa, Jos Antonio da Motta, Jos Barbosa
da Silva, Jos da Costa Brande Cordeiro, Jos
ou Joaquim Flix Pereira, Jos Florencio de Oli-
veira, Jos Ernesto de_ Oliveira, Jos Pedro de
Mello, Jos Pereira Bastos, Jos Pastor de Mace-
do, Jos S. Rodrigues de Alm-ida, Jos Velloso
de Lyra, $ avenal Bexerra do Ainaral, Mauoel An-
tonio de Araujo, Manoel d Araujo Lins, Manoel
Ferreira Finio, Manoel Je'onrmo Vieira, Mauoel
Joaquim da Paz, Manoel Jos do Reg Barros,
Manoel Lins Ferreira ou Pereira, Manoel Cy-
riaco Velloso de Lyra, Mauoel Roseado de Pa-
rias, Muasi de Soaza Barros, Mantel de Souza
Teiieira, Miguel Gabriel Pereira de Lyra, Pedro
Alfonso atsry Ferreira, Preaciliano Antonia Cor-
reia, Raaelpho Po da Silva Valenoa, Severiao
Ernesto sa Lnsiajparia da Cooceico. Informe o Sr. Dr.
cuate de'aolicia.
sBrv JJTC- -Eacaminae-se com todos oa docu-
mentos relativos ao assnmpto.
Secretaria da Preaidaacia de Peruam
buco, em 12 de Mai-90 de 1887.
O porteiro,
Franodino Chacn.
Repartidlo da Polica
Sectilo 2.'-N. 255.SecreUria da Po
licia de Pernambuco, 12 de Margo de
1837.-Ulna, e Exm. Sr. Participo a
V*. Eso. que foram bontem recolhidos
Casa de Detencfto os teguintea individuos :
A' ordecn do subdelegado do Recife,
Tbomaa Solt e Thomaz Branel, por die-
tubios; Maris Fraucisca da CoaceiySo,
par offensas moral publica.
No dia 5 do correata, o delegado de
policia da cidade do Brejo da Madr; de
de Dea, prouedeu a viaita da cadeia,
oada ae acbam detidos 17 presos seuten-
ciadoa, sppellados, 4 pronunciados e um
indiciado, oa qaaea oeohaina reclainacSu
iiseram, enoootrando tudo em bom estado.
A'a 10 boraa da noita de hoatem parti-
ram do cae do Runos, em um jangada,
conduzindo viveras, os, martimo* Mauoel
Bernardiao do Senna, Vicate Ferreira
Torquato, Nicolao Tolaatioo da Silva, e
como passageirj Flix doa Santos Alcn-
tara. Ao -eoatrontar a jangada uom a
Praga do Commercio, era tad forte acor-
rentez* do ro, qoe arrastoa a referida
jangada e levou a de e acn tro as amarras
de um navio all fundaado, BHccadeado
virar-se.
Da bordo da barca de viga, de um na-
vio e do vapor Nominan, partiram soc-
corros para os nufragos que foram salvos,
sahindo entretanto contusos, pelo encontr
que tiveram com as crrante, Feliz dos
santos, que fci recolhido a bordo aquella
vapor a mandado convenientemente tratar
palo respectivo commandante, o Sr. Wil-
liam Hoathorra Lacy. Um dos nufragos
pardau no desastre a quantia de 31 000.
O aubdelgado do Recife tomou conbeci-
manto do tacto.
Daos guarde V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Asevedo, muito
digna presidente da provincia. O chefe de
policii Antonio Domingo Pinto.
Antonio de Menezes Cysoeiro Bandeira de Mel-
lo, professor publico.A' 3* seccao, relato* Dr.
Jos Diniz Barreto.
'laiiocl Seziao de Albuquerque Maranhao, pro-
fessor publico.A 3 seceo, relator o Dr. Anto-
nio Justino.
Jos da Vera-Cruz Campos, professor contrac-
tado.Como ruquer.
Jos Ribeiro da Fonseca Braga, professor pu-
blico E ucaminhe -a _.
Jos Alves de Soasa Bandeira, professor publico
Eneaminhe se.
11
Luiz Paulino de Hollanda Vallenca, professor
publico. Jomo requer.
Officio do delegado Iliterario do 2- districto de
Olinda.A' Ia seceo do conselho luterano, rela-
tor o professor Fragoso.
Francisco Silverio de Faria, professor publico.
Informe o delegado litterario.
\t
Waldetrades Primitiva da Fonseca Telles, pro-
fessora publica.Cumpra-se e registre-se.
Secretaria da instruccSo publica de Per-
nambuco, 12 de Margo de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DR
MABCO DE 1887
Aona Cesar de Medeiroa.Remettido ao Sr.
inspector geral da Instracco Publica para atten-
det peticionaria nos termos de sua informacao
n. 77 de 8 de Fevereiro fiado.
Antonio Francisco Tavares.Informe o Sr.
commandante superior interino da guarda nacional
da comarca de Garanbnns.
AnMnio Jos Correia.Ao Sr. Dr. chafa de
polica para o atcender.
Compasis The Grest Western of Brasil Rail-
w,y.Aguarde s eoncesso do crdito hoja sol
cita lo da Aseeubla Legislativa Provincial.
A mesma.Aguarda a decretaco da quota pe-
dida boj* Asaembiaa Legislativa Provincial para
o pagamento reclamado.
A uiesina.Aguarda a conoesso do crdito so-
licitada hoja da Afsembla Legislativa Provin-
cial.
Constantino Alves da Sil va. Aguarde o era-
dito solicitado sesta data do Ministerio da Ma-
rinba.
Josephma Dubeux. Informe o Sr. iospeetor do
Thesoaro Provincial.
Thesoaro Provincial
despachos do du 12 de masco
de 1887
Arsenio Augusto de Albuquerque Junte-se
copia das intormaces.
Antonio Xoreira dos Re* e Joao Fraoeisco da
Croa Braa Bastos.Informe o Sr. Dr. administra-
dor do Consalado.
Cosme Augusto Pereira da Las.Facam se as
notas da portara de lieenca.
Joo Paes Barreta.Ao Consulado para attsn-
der.
Angosto Fernandes de Carvalho, Maria de Re-
seude, padre Miguel Pereira de Asevedo Falco.
Augusto Octaviano de Souza a Miguel J.de Car-
valho Sears.Informe o Sr. contador.
Juventude Florentina de Alencar.Ao 8r. pa-
gador para oa devids fins.
Inspectora feral da Instrucco
ubllca
despachos do dia 9 dg mab0
de 1887
Emilia Alexendrina de Albnqnerqaa Pereira,
profeseora psblica.A 3 seceo, relator Dr. Ri-
' guaira Costa.
DIARIO DE PHUjAggflaj
RECIFE, 13 DE MARQO DE 1887
noticias da Europa
O paquete Tomar, entrado hentem da Europa,
trouze datas que de Lisboa alcaeam a 28 de Fe-
vereira, adiantando cuco das s trazidas pelo
francs Gironde.
Alm das de Portugal, constantes da carta do
nosso correspondente de uisboa, publicada na ru-
brica Exterior, eis as demais noticias:
Heapaaaa
Escreve sobre este pas o nosso alludido cor-
respondente :
< Um individuo chamado Solis apresentou na
Union Ibero- Americana, de Madrid, urna memoria
acerca da possibilidade de supprir as alfandegas
terrestres e fluviaes entre Hespanha e Portugal
sem prejuizo da receita de ambas as nscoes.
Esta memoria foi publicada pela associaco
juntamente com outras muitas, mas sem ser ap-
provada nem rearovada.
Algumas folhas da opposico em Portugal
aecusando o goveroo de ibrico denunciaram urna
citada em que o nosso ministro em Madrid, o Sr.
conde de Casal Ribeiro, seria convivente.
Urna i'jlha ministerial responde cathegorica-
mente ser falso que se trate de seinlhante cousa,
e diz : 1 que o governo nao tem respoosabilidade
pelo que quaesquer sujeitos escrevem em Madrid ;
2 que nao ha neohuma negociar} para nenbu-
ma liga adu-.neira ou qualquer cousa parecida en-
tre Portugal e ICaspanha; 3 que nao haver taes
ue^ociacoss com este ministerio.
Em um telegramma datado de Madrid, e pu-
blicado pelo Tempo, afrma-se que o Sr. Sagasta
nao concede o indulto ao brigadeiro Villacampa e
aos seus compauheiros por se opporem a isso os
conservadores e varios generaes.
< O Sr. Rascn, adido militar es panno I, foi s
pales visitar a esquadra hespanhola que sabi-
na para Palermo, dentro de alguns das. Mnitos
officiaes da esquadra tem ido visitar Roma.
Franca
A 24 de Fevcreiro ultimo toi inaugurada em
Paris a estatua de Luiz Blano. Os dis:ursos pro-
feridos elogiaram o historiador, mas sobre tudo o
promoter das reformas sociues. No fim da cere-
monia ouviram-se alguna assobios e gritos de :
i Viva a monarchia ps sociilistas teutaram
penetrar no recinto, mas a policia oppoz-se, resul-
tando d'abi grande barulbo e algumas prises.
Em Nioe, a 23, noite houve grande pni-
co por causa dos tremores de trra. (>e9Cdo nu-
mero de pessoas deixou as suas casas, indo dor-
mir ao ar livre. Ouse mil estrangeros, muitos
dos quaes vierain para as festas do carnaval, sa-
hiram d'aqui em poucas horas.
No dia 21 houve em Nice novo abalo qae se
sentiu nos arrabaldes da cidade. Foi porai mais
fraco que o da vespera. O tremor de trra de 22
foi tambem fortemente sentido em Lyon e Aga
ci.
Em L lusania e Berna ua Suissa) tambem se
santio com violencia o tremor de trra de 23.
De Atheuas tambem communicon baver-se sen-
tido em toda a Grecia. Mas onde maiores estra-
gos tez realmente foi na Italia.
Na sesso de 23, o senado approvou por 210 vo-
tos contra 36 o restabelccimeuto do Crdito para
as sub-preteitaras, que tinha sido reduzido pela
cmara doj deputados, o que equivale a annulla-
cao do projecto de suppresso de algumas sub-
prefeituras apreaentado pelo actual ministro.
Na seaso de 2-> toi approvado pelo cenado o
or;ineii .o das receita* com algumas modiiieaces
pedidas pela commisso sobre e projecto da cma-
ra dos deputados. Depois fui tambem approvada a
generalidade do or^airento.
O Jornal des Debates annuucia que o governo
francs trata de redigir urna memoria sobre o or-
camento egrpcio, afim de precisar bem a staselo
financeira do Egypto, a qual s conhecida ac-
tualmente segundo os documentos ingleses, e qne
esta memoria ser communicada s potencias.
A mesma folha noticia que foi preso o Sr. Pey-
rainent, director da Rtvanche, e que as autorida-
des procedern! a ama basca no sea domicilio e
lhe apprehenderam diversos papis, a priso do
Sr. Peyranent devida a manifestacoes d'elle
que compromettem o Estado.)
Na qaesto acerca da elevaco do imposto
dos cereaes as opioiSes esto muito divididas.
Nao falta quem pugne pela elevaco do direito
para proteger a agricultura, mas prosegaem com
igual vigor os protesto* contra semelhaute eleva-
co do direito, que s pode contribuir para o aug-
mento do preco do pao. De grande numero de
pontos da Franca se tem dirigido a Paris com-
misses com o fim de evitar que os direitos sejam
augmentados, e as conferencias publicas repe-
tem-se, tomando n'ellas parte os horneas mais no-
taveis, com o intuito de favorecer nina opinio
adversa s dos qoe propugoam pelo augmento do
direito. E n'essas conferencias encontram-se ap
proximados os que mili tam em campos polticos
diversos.
O governo est igualmente dividido, e par isso
uo tem opinio sobre o sssampto. Cada minis-
tro tem a sua opinio individual, e pode defen-
del-a ; mais o governo aba tem se de pesar com a
sna antoridsde e at se diz qae far qaesto mi-
nisterial, se for provocado a declarar a sua opi-
nio. Considerar como prova de descoofianca o
ser obrigado a manifestar a sna opinio no easo
sujeiteito.
Ha quem note com extranbeaa esta sitaaco
singular do governo; mas sao falta quem observe
ser igual a divergencia em todos os agrapamentos
polticos, porque nao ha d'elles, em qae a opinio
favoravel elevaco dos direitos, oa i contrario,
rauna os votos de todos os membros que o com -
pdem.
A Franca tem-se contido na maior prudencia
certo. Todos as seas j orases empregam lingca-
gem moderada. Com quanto estaja preparada
para a lata, se houver de travar-se, prudentemen-
te entende que deve conservar-so na defensiva.
Os loucos enthusiasmos de 1870 sao se repetem,
porque nao esqoece fcilmente quanto lhe custa-
rem. Alm dt qae Paris ten rods o empeaho de
eftectuar a sua grande expasioo universal em
1889, a a guerra saris um estorvo, quem sabe se
iosuperavel.
O resaltado das eleices na A'sacis-Lnrona pro-
dazio em toda a Franca urna commocSo prefora,
fazendo vibrar entusisticamente a corda n
triotismo. A reserva cautelosa, qne se isas*
imprensa, nao deixar talvez t.auspaiter casas
sentimentos, mas uo pode du'idar-se de queirtlea
assim existem. O fogo, em vez de diminuir e e
se acalmar, cobrou novas torcas e novos e
E ahi, precisamente, que existe e grande
para a pas europea !
A permanencia e o aggravamento do snSaas-
nismo franco-allemo tornaran, instaveis e tDsze-
rias quaesquer combinaces tranquilisadoraa
E aqu est como duas grandes nacdesy asa
teem interesses vitaes em viver em paz, qss sin-
cera e cordealoMBte desejam mantel-a, sao filial-
mente impellidas para a guerra !
Belslca
O Mouvement Gogrdphique de Braxellas
qae o Sr. Stauley, assim que chegou a Zasnaasac,
tuve logo ama confereucia com Tippotjpv caes
araba de Stanley Fallo, o qual protestos a sanv
submisso ao estado independente do Coago- e aa
declarou prnmpto a acompanhar a expedieo ds
soccorro pelo congo at Wadelas.
Stanley, Tippotyp e outros membros S* esaa-
dico embarearam a 24 de Fevereiro em Zasaarr
no vapor Madeira, com destine a Banana.
Occupando-se da neutral idade da Blgica, n'acn
caso de lucta entre a Franca e a Allensa**,
Sicle fez n itar qae, no conflicto de 1S70, socre
urna auuueucia universal para que ella se enxncr-
vaase estranha guerra ; todos reconbeetam otn
a Blgica era um paiz neutro e por coaseqoeats
inviolavel; a propria Prussia dissertava l*.^-
mente sobre o direito da nentralidade e a Xai^s-
terra annunciava que eslava decidida a aa&wa-
guardsr a nacional idade belga, se SBsJuMB sa
belligerantes pretendesse collocal-a em periir>.
Hoje todos esses bellos oroteatos, toda SSSn|
theorias sobre o direito das gentes, que ento> psa-
savam por axiomas incontestaveis, esto s toaasa,
agua.
A Allemanha professa ostensiva doctrias caa-
traria, entende fazer passar um exercitu psr
paiz, parecendo decidida a pessar pela ~
para invadir a Franca pelo lado, onde esta S-s
menos resistencia, confiada nos tratados.
A Inglaterra, qui na ignora essaa istmees
sondada pela Blgica, declarou pela bocea de ux,
Salisbury, que nao temida de mandar aAierrrvsa
exercito parat olheros pasaos do invasor.
Ha ver accordo entre o re dos Belgas, a Is-
glaterra e a Allemanha?' O- caso do Sr-V Usa
marek collocar o re Leopoldo no throno do Canas
fsr com que este penda para o lado coootiario A
neutralidade ? Sao estas as pergunla do Ssess.
A ato Darece responder um artigo da ssUUas)
Belqique, assignado por Banning, direetor gtsal s.
secretaria do ministerio dos estrangeros a asa sVn
delegados b Igas na confereucia d* Berlina
N'csse artigo ha as segointes aflirmacoe:
A Blgica nao deve renunciar & snsausn
dos tratados, que permaaecem sagrados,
ainda mais comprehender que a verdad, ira _
ta est em si propria. A Blgica ser reri*aT-*ds,
se ella se mostrar forte e resoluta. A Eui risa
desconhecera as obrigaces qoe se preadei
um paiz, que cuprisse rigorosamente as saaei. *
Estas palavras sao muito sensatas aDto>~
ditas,... a Blgica, a julgar pelas inconacsesn
dos pases de primeira ordem, que deviaia innr
pela seriedade das< suas decises, ter ivas disi al
dades, qne acompanham oa pequen -
dos potentados.
Italia
O novo goveroo italiano ainda ab fot
tuido. E ao cabo de tastos das, quando p*
cavam a aoresentar-se us nomes dos mtafetsca te
gabinete, transmittio o telegrapho a SSaUia te
que o Sr. Depretis reouociou ao encargo da asr-
mar o ministerio.
Pareca que a habilidade do Sr. Deprel
conseguira agora reunir os elemente* ind
veis para ter urna n aioria que o appoiaase ; anas
se a renuneia nao anda um dos seu* sassaa-
tes, parece ter ebegado a hora critica para. sttnt-
tre estadista.
A sitaaco difiicil e cbea de eabantcna- faca
todos, e por isso expiica-se o conseibo dado pete
presidente do Sensdo, qae se redas rorzanrae
um governo de transieco para dissolvet & sanaa-
ra proceder as eMeSes>
Desde que o Sr. Depretis nao pode
gaoinete, com a actual cmara, seta isuit
3ue outrem o orcranise. 0 recurso d osi
e transieco offrece se por isso como aaa rapa-
diente quasi necessario, pois que uro. espSBBBBtS
que nada resolve.
E', porm, para estranhar o que en a
gramma, se retere tar sido dito pelo re,
em conversa particular. Parece que i> >
sentir a necessidade de conservar no go*waa
Sr. Robilant, porque d'eese modo ficaria
assegurada a allianca com a Austria e a
nha julgava indspensavel.
Nao cabemos se o rri exprimi ou no>
opinio, e para desojar que guardas*
completa reserva, porque a sua interveneSa
pode ser recebida favoravel:nente pela esas
nem pode contribuir para facilitar a selaeja da.
crise. A^
Se tem sido difiicil a constituico do aovo pati-
nete, msiores difiiculdades surgirio p:ree*o,ss>-
go que se conheca a opinio do roi. e pr.nacvpal-
mente desde que se sai ba que elle a ssUsUssstss
E se a Sr. Depretis ua pdde coograc* as
elementos polticos p*r modo, que a un- Irma aa
ciliasse a opinio do rei, qoe por Wtssar*'
com a de ama-maioria parlamentar, a
qual seja o bomem p ilitico da Italia que >
bir = bem de tao ditficil empieza.
Ao que parece, o Sr. Depretis owo
conciliar-se com a direta, fe algumas drl
para se approxiinar da e*qu rda. Mas
nm seai de cutro lado pode arrancar asa
que lhe permittissem o conservar-se ae pste>-
O que *e v qne as difiiculdades sk. S*aa
mais evidentes com respeito a reracoe* atan
cion es, o que, quanto no*, ao quar draei t
ne baja dilfiuuldades com relaco ao
intei nos. Ao que ae nos augura at as
internacional*, servem para eneobrirsi
dades internas, porque ser verdade o o ast
s inteuco do rel um yuiptom* puncos'
para a sade do r-gimen poltico- da Italia.
Demais afaitadn do poder o er. D.-ptetS,
sem ter quem o desempeuhe o papel em san
revelara as suas qualidadts durante
nos. A direita nao ser levantada par
sutfrsgi o popular. E se o recarao le-
mpoe, dj esperar que elle penda SStal
nho diflerente do que se diese*
re.
Em aples enbarcou a 25-um rereeir
de retorco com destino a Mauaab
Affirma se qae o principe da Btsnssrclc
muito contrariado com a erice mioistena
na: o cbanceller allemo desoja nm gal
hido da direita e qae possa offerecer soda a isaan
ranea para a Austria no cato d* OJinafcraeaat;
entretanto que o Sr. Depretis quer eonsotsnr aa-
hinete com o spoio da esquerd i.
Foram consideraveis o* abafos de teiri*ej*nsna-
tirsm ltimamente em Italia.
Um telegramma de S. rt-m paricipa ***"
abado a igtejt da ald-i d Baja#u<>, fioaate W9
pessoas soportadas as roina. __^.
Calcula e em 2.00H o numero de> v^'^w
ultimo* tremores de torra, confurme- ***'""'
ees ofHeiaes, sao: Bj*rd, ende ho-ivi*3Unaar-
tos e fridos ; Kianomarina, 250 murta* fcma,
Bossanot, 60 m-irfcn u t-rid t C*ttM*r,30anBf-
tos a muitos feridos. Tudas asta* pov
situada na Liguria.
Coa a violencia do tremor da tara i
-
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fernambocoDomingo 13 de Marjo d<



I

jr.

muitas cuas em Caoi, Oneffl, Reli. Diaao Mari
e cetra* loclidd<* do Piemos*, **aa*. fpeade o
numero doe orto e ferido*.
O pap* oVhm 10,000 lyras para ai victima
doa terramotos, o rei Humberto 60,000.
O rei manfeatou o seu pezar de que a crise po-
ltica o obriga a atar em Roma ; mas prometteu
ig em breve visitar as povoayes em ruinas.
Em Forli sentram-ae uo dia 25 tres abalo* de
"trra.
Em Diano Marino j4 foram retirados W0 cad-
veres e bavia anda outros maitos debata* dos -
tulhes. De 300 muaieipio ea* tremor ato tenta
alcaecoa, apenas ae eaaheem o tragos des-
aatrea, que elle cauaaa em 0.
Conata que vae ser expedida urna nava nota
pontificia exhortando a cafaaticos iqnsao-
tem pelos socialistaa, ae afta um perigo para a
Egreia.
". Era gravaamo o estado de saude do cardeal
Jacobini- ftoceiava-ae multo que Buceumbiase d'um
testante para o outro.
i^ O Sr. Cari Testa, ministro allemio em Mar-
rccos, ser nomeado representante da Allemanba
o Vaticano.
Inglaterra
O goveruo ingles espera debalde por melbores
dia*. O marques de Salisbury vao vivendo com a
rda que Ihe emprestara os liberaes unioaistaa-
Pareciam perdidas aa eaperaoyaa de ver eoo-
ray idos e reunidos Gladstoae e Cliainberlain, mas
dta s.-, ou torna-se a fallar na approximayo dos
dois illustres estadistas O marques de Hirtiu-
at*r que parece estar mais disputo a acoaapa-
nh arate ao tira da tentativa, ogjveruo orgnniaado
pelos co iservadores. Mas oauxili > do marques de
Hartiughtar nao nos parece suficiente para que o
governo possa lev' por diau.e os propsitos que
se lhe attribuem coin respeito questao da Ir-
landa.
Aasiin o ou.rquez de Salisbury ata eoudemnado
a Cahir ou porque nada tos com respeito Irlan-
da ou pelo que tentar iaaer. Situayo esta, par
certa, em demasa daloroea para o partido conser
vador inglez.
Discm de Calcntt que eatio tomadas todas as
medidas pelas admni. traguea dos servidos de vive-
ras e transportes, para o caso de coocentrayao
ev> utual de tropas na fronteira do Afgbaaistau.
tlleasanha
O resultado geral da* eleicoes na Allemanba
j conhecido Tera alta sgnifieacio tal resultado,
sob tres pontos de vista.
Priraeiro :i maioria ao principe de Biamarck
na questi) doseptenuadoinltar,provocou adisao-
luyo que do Reichst >g. afirmando a preponde-
rancia da hegemona allema contra os perigos de
urna guerra couj a Franca e com a Russia.
Segundo : ecuaa progreaaos assigualados na
partido socialista, fjrogressos Unto mais significa-
tivos, quanto tam aido violenta a represaio at
agora empregada para combater eese partido.
Terceiro :mostra qae na Alsacia Loreoa per-
manece vivssimo soatimeuto de naconaldade
francesa,apexar deterem decorrido desasis anoos
depois da aun-xacao, durante os quae* a Allema-
nba tem erapresrado eaforcoa de todo o genero para
germiuisar aquellas duas provincias,
Se a victoria uo prmeiro ponto deve agr .dar ao
principe de Biamarck, a sigui5cayao dos resulta-
dos eolbidea na* outros dois deve aer-lhe motivo
para seras preoccapayoes.
A maioria em favor do tepteooado militar deve
er de 40 votos. Conve-n, todaria, notar que oa
principaes adversarios deasa reforma foram reelei-
tos.
Quanto ao partido socialista eerto ter gaubo
muito terreno, principalmente em Berlim, e can
outras grandes cidades. Evidentemente, est alli
mais do que um grupo irrequieto, ama legiao revo-
lucionaria.
A Alaacia Loren, que tinha de elevar 15 depu-
tados, elegeu-os todo* do partido fmocee o pro
xestontiatos. As maiorias, que estes candidatos
ebtiveram, foram eatnagadoras, como se vara par
alguna ejemplos.
Em Met, o candidato prptestontUU, o Sr. Aa-
toiue, oi elojto por 13:956 votos contra 8:039, que
are o eandidato snnexiooista.
Em Erstein-Vlolobcim, o candidato protstan-
oste teve 15:886 voto* cotra 5:802.
Em Malboore, o candidato protestantista ven-
oeu por 13:871 votos contra 4:106.
Em Schlesladt, o candidato protestantista vencen
par 10:480 votos contra 1:570.
Nesta ultima cireumscripcio deu-se urna cir-
amastoncia altamente significativa.
O candidato annexionata era o Sr. Zorn de Bu -
lack, autigo camarista de Napolefto III, e que at
agora fra eleto como protestantista. Ultimauxu -
te o Sr. de Bulack fez acto de snbmiasao. A rea-
posta dos eleitores foi urna derrota monumental na
ama.
Nos outros crculos o apuramento eleitoral deu
resaltados anlogos.
__ Que influencia temo esta* eleicoca na con-
servayao da paz, ou na declarayio da guerra?
Pelo presente, aaaegurada a aoluyio da quea-
tfto militar cobijo principe de Biamarch deaejava,
poaiivel que as eleicoes cincorram para garan-
tir a paz, segundo a opiniao dos jornaes eitran
geiro*. Pelo que pertence ao futuro, nao nos pa-
rece que o* borisontes melboraaaem.
Sobre tudo, o resultado das eleicoes na Alaacia
Lorena incute nos de modo irreeiftivel este peisi-
niamo.
O antagonismo entre a Franca e a Allemanba
e programla, da rtvauehe, que nelle ae incama,
constitnem a causa principal dos perigos actan,
e *er cauta permanente de perturbacoes profun-
das cutre os da Europa central.
Para que a paa podease asaentar em bases dn-
radouras seria necesario que a Franca renonciasse
a readqurir ss duas provincias, que perdeu em
1871, e que a Allemanba por sua parte declara
que nunca largar do aeu poder, senao pela for-
ca das armas. Ora a votaofto que acaba de rea-
licar-se na Alsacia-Lorena ha de ter como conae-
quencia neceasara avivar ainda mais, em ves de
anfraquecer, aquelle ardente deaejo da Franca
Comorebende-se que a Franca a pouco e peuco
sentase amortecer os sena aentimeutos de revan-
che. e se desintereasasse de rehaver as duas pro-
vincias que se mostrassem resignadas annexa-
cao e desinteressadas de voltar anterior nacio-
cionalidade.
Has quando essaa provincias, atravez de ton-
tos annus e a despeito de tudo, continua est-uden-
do os bracos para a Franca, esto nao as poder
abandonar.
A pesar de todas estas consideraees, um corres-
pondente de Berlim, para o Tempe diz que o par-
tido da guerra perdeu a sua influencia as espbe-
zas officiaes allemans.
Existe efectivamente na Allemanba um partido
da guerra composto de algomas notabilidades mi-
litases, que, julgando inevitavel um conflicto, com
a Franja, preferem provocal-o para que succeda
immediatamente que o exercito alleuao pode ter
agora com as armas de repetico a* complica-
coei orientaos que tendem a tolher a lberdade de
accao da Bussia.
Parece que estes projectos nao encoulraram
apoto nem uo imperador, nem as Sr. de Bismark,
tem no ministro da guerra, que na commisso mi-
litar do dissolvido Seichstag ae proaunciou pelts
ideas de pas.
A saude do imperador tem diminuido muito ao*
ltimos tempos. Embora o imperador s-ffra me-
aos de catharro, o somno nao voltou, e que lhe di
oi'uu muito as forcaa. Os mdicos prohibiram-
Ihe severamente toda e qualquer agitacio.
Foi por isso que o imperador deixou de ir ao
asile da corte no da 22, para o qual ae fiseram
1500-convi tea.
Caa0 imperador viva at ao aeu 00- aniver-
sario reunir-se-ha em Berlim um verdadeiro caa-
gresaode principes.
Epera-se que vo ala, por essa oceasiao o prin-
cipa de Galles, o principe Luiz da Baviera, o rei
V Baxe, o principe Oeorgea deSaxe, e gro-daque
e a gran-daqueza de Bade, o grao-duque e a
/SMn-doqoeza de Saxe-Wemar, o grio-duquo de
*ase-Darmatadt, o principe e a pnnceza Cbris-
j*jnir SshleswigHolatein, o principe herdeiro de
Saidu e a princesa, o duque de Sixe-Cjbourg-
Gotha, p o principe de ScbwarzbourgRudolstardt.
Coutonne um telegramma de Roma, parece me
oa jesutas serio brevemente autorizados a re-
jniir Allemanba, tendo apenas de mudar o
ame da sua ordem.
Informaram ao Jornal da Debis que a impren
aa allma vai naturalmente perseguir na ana lia-
foaem sggressiva contra a Franca.
A carea dos artigos bollicoaos da imprenaa al-
lemayd o Tempe :
A imprenaa oficiosa allema contina toda*
es dias a procurar pretexto em Franca para oa
aaas artigos aasastadores e chega inssmo a lancar
**o de questianculss que difficil tomar a serio.
Assim, para nao reconbecer a attitude usaBrai
sajnciasMraBoesea, a Gaiea da Atmenha do
Norte, cita artigos pub.icados em Fronca ba 4 e 5
meses ; a Gattta da Cru qaeixa-se que os
abarraoamentos soostruidos par ordem do geveruo
frunces ao lon^e da fronteira sejam constrnecoes
olidas ; a Gaiea Nacional, ennumerando aa pro-
voacoe* que dis que a Franca dirige ha 16 anoos
a Allemanba, indieava urna asaociacfto patritica,
os acto* de algn* agitadores e algumas publica-
ces anti-allemes. Em compensacfto a Oazeta
esquecia se fallar daa Astociaeou de guerretrot,
na Allemanha, que sao reconhecida* de estibilida-
de publica a subsidiadas pela conselho federal,
da oon.meuoracSo aanual da batalba de Sedan,
de artos aasaaaas c actas usados osa escolas,
deasa. iittassssira em que a Franca intitul
o saamigo hiniilaii i da Allemanba. A fia-
seta sato pase aagar que ceja esto a lingua,
das fainas officiaes, di s manifest das para
governamentoes, que ha perto de um mez tesa
dado o i geni aos aetuaes receio* de guerra tac
prejudiciael aua iatereaaoa da AHiaaha, como
nosaos, mas coja responsabilidade al* co* pode
ser lancada.
O Temps, naturalmente para nao azedar a
queato, nao se refere a prieoes teitas duraute oa
ultimo* dias na Alsacia-Lorena.
Oa presos sao aecusados de alta traicio por ea-
tarem em relaclo com liga dos patriotas. Ha
poneos das foi preso o gerente de ama fabrea de
Abassevaux. O proprietario da fabrica offereceu
20:00o mareo* de fiaoea, mas lhe foi concedido.
Outros proprietarios de fabrica* e gercatos de
casas commereiaes tem sida presos. Estes factos
tem produzido grande impreasao na Alsacia-Lo-
rena.
O imperio allemio ofto se v smente affroa-
tado pelas cullossaes deapezas a que o torca a es-
pectativa de um guerra tremenda ; opprime-o,
principalmente, e cada vez mais, o eamoreciment
qne deriva dees i incerteza. Os cupitae* retra-
ham-se asaustados, o pequeo industrial, e tam-
bem o grande apura o dianeiro que pode, despede
opeririis e acautelU ae ; os pedidos de mercado-
ras do eitrangeiro restringem-se ouannnllam-se ;
a crise do tnb^lho com a sua consequeoei%
tome, comeca a f .ser-ae sentir ; portanto,aeguodo
a opiniao geral, urge tomar ama resolucfto : ou paz,
ou guerra. Quando mais se proloogar esta pjsi-
cao bastarda, mais se amoiitoam oa sacrificios, e
para temer que o partido socialista germnico
aproveite o desespero do povo para fazer vingar
as suas ideas.
de|
bia, o qno se fez tendo silo bombardeado o res-
pectivo fo te pela artilheria da corveta A$onm> de
Albuquerque.
Alm diun mandn logo apromptar aa caoho-
neiras Barliolomeu Dio e Tejo, que soacbavam
nrtas em frente de Lisboa, para irein rafbrcar aa
frica Oriental as nossas forr,a* navae*,*compostas
da mencionada corveta Affonio de Albuquerque e
da* canhoaeiras Vovga, tenho e Douro.
A Bartholomeu Dias aahio aote-hontema barra
e poucas horas deiio* a Tejo.
Estes preparatorios e uus telcgrammas de or-
gem euapasta dasaas corto vulto a boatos, que es-
ajo ja atea-.lausai desmentidos, e ba todas as re-
asVs pata crer osi nada teuhamo* a receiar,
ajanto aoia cito da expediuao de Tangue.
Siio tas reaicitaaiente diminutas as forcas aa-
aa* do intalr>, qns aao ha motivo para serias ap-
pasaenaa.
Tjcbasa afto aa pie teaoer qualquer ciiuisaias
ca asm as patenaVasanupin, aaasjasaaa a lagav
terra, pelo tratado de 1817, recoobecea o Cabo
Delgado como limite N. da provincia de Mozam-
bique; e a Allema ba, pelo sen recente tratad
c. in Portugal, fixeu essea limites as margena do
Kovuwa.
Por conaeguinte, as duas nicas potencias, que
nos pootoiaui affrontar na queatSo, nao poden le-
vantar nos difficuldades, viato cosso a bania de
Tangue est compreheadida nos limites reconbe-
eidos par ellas.
A sabida immediata das canboneiras Barthol
meu Das e Tejo foi determinada pela noticia que
o governo teve de que o sultaj Bergaeh ia mandar
a Tangue o sea msior vapor, o Altla, que pode
embarear 800 horneas. Pareeeu conveniente nesae
oaso habilitar o governador geral de Mocambique
(o Sr. conselheirj Augusto de Castlas) com forcas
navaes suficientes para poder reagir contra qual
quer opemco olTeosiva dos zanzibasiataa. Alm
diaso, o Sr. C-:stilho requicitoa material de guerra,
e o governo desejou satisfazer a requisi^ae o mais
depressa possivel. ,
Ante-h nitein de tarde cbegaraaii Lisboa no-
ticias t^legrapbiuaa, viadas de Ztnzbar, de ori-
gem portugueza, e j confirmadas por outra via,
annanciando que o sultao desisti de mandar a
Tungue o Alila com tropas, e j pedio a paz, de-
clarando ae prompto a "umprir a prossassa reiia a
Portugal de nornear commissarioa para tratarem
da demitacSo territorial.
Como ae sabe, foi a falta do cumpriment* dista
OO
As violetas, as camelias, as gar>
dendros, as acacias em flor, os
tres voavam em nuvens perfumadas
batalhadose* e cahiam como chuveiro precioso
por sobre os eolios e caberas das formosas comba-
teutes. Lisboa uuoca tinha presenciado ama tes-
la assim e s fasia a remota dea do que sao estes
oertames primaveraes pela* descripooes dos que
se fasem em Nice e a que -habitualuiento concor-
rem as mais opulentas notabilidades europeas da
poltica, da fioanca, da aristocracia da arte e do
mundo equivoco do alto cothuroo.
O espectculo entre nos apresaetnva a mais
inesperada msela de tvpos e costeases na exten-
sa fileira de carruagen que aeguia. Atrs
daa atssvrta* e eoups onde voseavsm grotescos
personageaainascradoa, os trena idalgos, oebreaks
com a* aarelbas eugnaaldadas, aa pessoas da
corte, osaaaalleiroa de turf-elub aajando a braa-
co de fattro* al visamos uta asbaasa, utssa as-
tros veaasssas povoados de psasaassoas figura* de
lnao dnvidoaa procedencia gritanio, bisnagando
para a direita e para a esquerda, inspidos foleoes
de nariz pastaoo, mais carruagans aristocrticas,
e o Imndau da rainha precedido por toda aquella
babel carnavalesca, jogando o entrudo com quem
arrojava flores, sorrindo para todos com essa gra-
cioaidade benvola e attrabente, que tontas ey n-
patbias lhe tem conquistado. A princesa D. Ame-
lia ra eotno urna crianca que .
Felizmente a nova moda festejada expulsar
de ves o tretnoco, o eheeh classico, o salta indge-
na, os projectis iueominodativos, e o carnaval de
Lisboa, se nao poder hombrear em tudo com o de
Nice e chamar aqu a turba riquissima doa cresos
eetrangeiroa, dar meihor idea do catado da nossa
civilnaco e do nivel dos nosaos oostumes.
L
*"
Bismarek, com a sua inexcedvel firmeza
certo v tudo, isto de crer que breve prowja del proraessa que fez com que o goveruo dease ordem
remedio. 1 para se castigar enrgicamente.
A prxima primavera est destinada a por tudo! Nao me record se na miaba de 23 lhe. disse
a claro E' iinpreterive!.
Aaatrla-Hungrla
A cmara dos representantes approvou por una-
nimidade o crdito para o csUnHsturmus. O mi-
nistro da guerra declarou que o governo, quer a
paz, e nao faz mais que tomar medidas de precau-
co.
Ditem de Pesth ao Standart, que apesar da re-
cente prohibicio teem sido comprados na Hangria
mnitos cavallos e d'ah transportados para a Italia,
o que prova a manutenc&o da tiiple-allianca.
acuaala
Correspondencias da Rnsaia asseguram que ae
fazem armamentos em todo o imperio. O exercito
activo est em p de guerra e munido de urna
provaao de bolacha para tres mezes. Alm dto
os soldados da reserva receberam ordem de nao
sahirem do seu domicilio local.
Conforme as noticias da Correspondencia Poli-
tica, que costuma colher as euaa informacoes em
otigeus officiaes, o governo russo, compenetrado
da gravidade das circamst>ncias aetuaes est dis-
posto a proceder com a menor prudencia em tudo o
que diga reopeito queato do Oriente, quer aeja
para nao proceder ana lberdade do accao se os
aeus interessea ou os equilibrio europea ebriga-
rem a lotervir na questao, quer sej* para nao ae
ver toreado, no caso de que os negocios da Bul
garia o pozesaem em conflicto com as potencias
germnicas, a ceder opiniao publica que exige
imperiosamente a aproximacao com a Franya.
As difficuldades que a Russia encoutra do Oriente,
o antagonismo que tem levantado contra si, in-
spiram-lhe o deaejo de sabir do seu isolamento,
de procurar um ponto de apoio no occidente.
A Agencia Havas expe em termos mus gen-
rico eunsideracoes anlogas e conclue que a re-
serva e a firmeza da Russia na questao hulgma
ha o de contribuir para a manutengo da paz.
As uegociaces entre o governo de Constatinapla
e os repreesntantea do governo de Sofia nao vo
em bom caminho. A noticia de que o chafe do
partido russophylo anouneia fazer parte da regen-
cia nao ae confirma; diz se at que os represen
tantea das duas fracr,5es hoati* do principado, afto
poderam entender-ae e por iaso as negociac -vfto
ser suspenaas. Em todo o caso estando a Russia
resolvida a nao provocar a guerra, nao serio as
difficuldades da constituicao do governo da Bul-
garia que farao rebentar o conflicto.
Parece que o czar por sua parte nao quer a
guerra e ci se que a Russia nao far por agora
no Oriente poltica activa qae maia tarde lhe cam-
prometto qusesqaer resol aces que pretenda to-
mar.
Oriente
Disea de Constantiaopla ao Times qae a Porta
tanciooa dirigir a potencia* ama nota circular ex-
prndo-lhes que em visto do antagonismo irrecon-
clliavel das partes interessadas, renuncia a pro-
seguir na sua tarefa da compdr a questao blgara.
A Porta entende que s resta que aa potencias
imponham a sua deciaSo, mas por aua parte regei-
ta qualquer reaponaabilulade no que possa succe-
der nos Balksns.
Disem de Vienna, conforme noticias fidedignas,
que a regencia blgara estara disposta a laucar
mo de um expediente arriscado, no caso de que
se malograssem as negocales de Constantinosia.
A regencia convocara o Sobraui para ouvir o
ralatario dos delegados, contando que a reeleicio,
do prncipe de Battenberg fosse a consequenci
desta convoca cao.
Entre os gabinetes de Vienna e de Londres tro-
cam-se despacho* continuamente. Suppe-se qae
o governo ingles, vendo os preparativos da Rus-
sia no Afghanistan, est tratando de chamar a
attencfto e as forcas da Russia para um conflicto
na Europa.
E' certo que a questao blgara que pareca ter-
se encaminhado para urna solucio pacifica, tornos
a estacionar em peiores condccs do que anterior-
mente, porque cada >'iaque passa apressa o coa-
flicto inevitavel entre os partidarios da regencia
C os da Russia.
A regencia blgara recela eflectvamente algu -
ma tentativa revolucionaria. Foram expulsas de
Philippopoli varias pessoas, entre ellas os Srs.
Foutuianikof e Poppof. antigos voluntarios da
guerra da independencia, conhecidos como russo-
philos, e Granef, ex-secretariu da perfeitura. Ao
prmeiro consentio-se que fosse viver em qualquer
aidade provinciana, a sua escolha, e os ltimos
foram internados em Tirnovo. Seuneu, pequea
povoacao situada na linha do caminho de ferro de
Gamboli. Alm diaso a autorilade militar aggra-
va o rgimen do actual estado de sitio : s dez
horas da noite teem de fechar oa estabelecimentos
pblicos e todos os moradores devem estar reco
Ibidos em suas casas, aob pena de multa ou de
prsao.
Estas providencias segundo se dizio.. toham s-
do adoptada*, porque os emigrados em Coustanti-
nopla continuavam a agitar es espiritas na Ro-
melia ; os emigrados tinham dirigido cartas aos
officiaes das guarnces, incitando-os a revolta-
rem-se contra a regencia
A cmara da Roumania alarmou-ie ; como os
demais paites interesaados na questao do Oriente,
com as ameacas de guerra e votan um projecto de
30 milhoes para se completar o armamento do
exercito e prover a defeza da neutralidade do
pas.
O Sr. Bratiano, presidente do comelho decla-
rou que diligenciara impedir que a Roumania se
tornasse tneatro da proxi na guerra.
Eate* preparativos com respeito eventualida-
de de eomplicaces no Oriente entre a Austria, a
Turqua e a Russia, teem perdido bastete da sua
gravidade durante os ltimos dias.
*BBBBBBBiaaaBBaBS*iB*a*BBBBBBaaa
EXTERIOR
Correpodcncla do Ulano de
Penusaabaeo
PORTUGAL Lmboa, 28 de Ftveretro
de 1887
Depois da dealealdade com que proceden o sul-
tao de Zanzbar Bergash Ben Sad, faltando quii-
lo a que se obrigara como rei de Portugal, acerca
da delnitacao amigavel da nossa provincia de
Mocambique, e em presenoa dos direitos,que temo*
baha de Tangue, qae o sultlonos contta, o
governo portugus, esgotados todos os saeiosacou-
elhsdns. pela prudencia, proceden oergicameate
como lhe cumpria, autarisaodo a oceupacao da ba-
que a esquadrilha pTtugunza apresou em Tangue
o v:>por zanzbarita Miltoa, que o saltao de Zanz-
bar mandara para acuella baha earregado de
monicoea de guerra. Esse mearoo vapor, tripolado
por gente nossa levou a.Mocambique a noticia bum
como a ordem do governador gem para a canho-
neira Vovga seguir para Tungue coa tropa de
trra.
Eram essas ss noticias officiaes que tinbamos
aqu, alcancando a 18 de Fevereiro pela mauba.
Corren ba poucos dias em Liubja que ia partir
para Mocambique um doa regiment* da guaruicao
de Lisboa.
Outros diziain que se ia buscar a Angola um ba-
talbo de negros, mas o certo que todas eaeaa
averaea eram exagerada?.
O sultao de Zanzbar nao tam mariuha de guerra
propriamente 'dita. Era mercantoo vapor que ioi
apr8onado pelas noaaaa torcas navaea. A es
quadrado saltao compoe-se de um navio de guerra
e de s te vapores de commercio. O navio de guer-
ra estiva desarmado e em condicoes de se uo
poder organsar. Nao era muito difficil aprisionar-
lhe a esquadra toda, proporco qae u sultao a
fosse mandando para Tuugae.
A noticia, porm, de que o sultao aeaba de pe-
dir a paz e ae sibmette a cumprir o que proint t-
ter* faa perder o interesas a todas estas uoticia*
retrospectivas.
Em conselho de ministros, reunida anta-hoiitem
noit", toi resol vi do que, em vista da* instancia*
pela paz, teitas oficialmente pelo sulfilo do Zsnsi
bar, eessam imutediatauente as boitidadea por
parte das nossas forcas navaes, 40c bombardea-
ram o torta de Tungue,e que, conservadas as nos-
sas tropaa nos pontos, porventur oecupados, alli
ae mantenham at terminarem a* negociaco que
vio recootecar, para a delimitaoao da nossa fron-
teira com aquelle estado da frica Oriental. O
etnprego da torca para o deaaggravo de urna orlen
as, direita que todo* que ae presan* teem obri
gaeao de reapeitar ; cerno abuso de ama aoperio-
ridade recoahecida, violencia contra a qnal pro-
testariam os mais innooontes.
Compenelrou-se o governo destos preeeitos de
boa e honrada poltica ateraaciwial. aJrraoota-
c5es que adoptou.
A Mlncao, pas, que tere esse conflicto uso
para coogratuba(oes com o paiz e com o governo,
que aoube com energa fazer reapeitar o dec >ro
da nacao e mauter Ilesos os bros do nome porto -
guez.
Fallecen em Collares, com 73 annos de ida-
de a Sra. D. Mara Augusta de Cusma*, mi do
par do reino e co proprietario do Diario Popular,
o Sr. Dr. Joaquim de Vasconcellos GusmSo. Foi
enorme a concurrencia ao funeral que ae realisou
no cemitario occidental.
Pela tbesouraria do ministerio da tascada
publicou-se ha diaa, na folha official, o aoauocio
paia a collocaeo da terceirs serie de bilhetes do
tbesouro, para pagamento de parte doa esqripto* e
bilhetes em eireuiaco.
L-se no Temps, de Pars, ebegado Lisboa l-
timamente :
Segundo o Courrier de Sangha, a China e
Portugal acabam de assegnrar um tratado que d
a esta ultima potencia todo* os direito*, vaata-
gens e privilegios concedidos uaco mais favo-
recida, o que lhe c*de urna parte da ilha da Lapa
e varias ilbas visinhas, deshabitadas. Portugal
obriga-se por sua parte a autorisar a China a
estabelecer posto de alfanJega as ilbas cima
mencionadas e a prohibir o trafico do opio em
Maco. Assim, de urna parte o Celeste Imperio
reconhece emfim os direitos de posse le Portugal
sobre Maco ; esta ultima potencia, pela sua par-
ta, obriga-ae a tomar medidas de nitores, tal,
que .Maco drizar do ser o grande deposito dos
contrabandistas para o sul do a per o. Os nego-
ciadores do tratado sao : air Robert Harr, direc-
tor das alfandega* cbinezaa, e o Sr. Rosa, ultimo
goveraador de Maco, nomeado recentetacnte mi-
nistro de Portugal em Pekia. a
Como os capitaes allemaes se retrahem ac-
tualmente perante as ucert. zas da paz ou as pro-
babilidades da guerra, certo que as obrigaces
do emprestimo taita ao municipio de Lisboa nao
aehram ainda tomadores, conservando-se nacar-
taira do banco emissor.
Tantos foram os qttoibets e epigrammas
contra a eoncessao do titulo de Conde da praia de
i.'astello ao Sr. conselbeiro Pedio Franco, phar-
maoentico de Beleo, qae, segando consta, o res-
pectivo decreto foi rasgado, sendo agora agracia-
dado com o titulo de coodc de .Vcolena.
Alcotana urna povoacao contigua a Belm,
donde est distante um kilametro, se tanto.
Estes episodios teem entretido a vea sarcastica
dos circuios ds capital, falta de acontecimentos
de maior vulto.
O seu a sen dono. Dissera-Ibes na minha
ultima que .0 entrudo em nada ae tinha distingui-
do dos anteriores. Houve grave c injusta otnis-
sao da minba parte.
Urna grande e graciosissima innovaco foi a da
batalha das flores na tarde de terca-feira gorda,
na Avenida da Lberdade, entre 01 mais salientes
cavalleiros do nosso sport e as damas da primeira
sociedade Lisbonense ; no certame dignaram-se
tomar parte activa S. M. a rainha e sua ora a
Sra. duquesa de Braganoa. Na earruagem ia
tambora 8. A. B. o Sr. L>. Carlos.
Alguna carros iam ornados de flores a ramos
floridos de acacias, distinguindo-se os dos Srs.
Altredo Anjoa, Ribeiro da Cunba, duqueza de Pal-
mella, condessa de Ficalbo e conde de Bannay.
Era este o que mais captivava as sympathias,
porque um grupo gentil de crisneas, filhas deate
opulento titular, trajando todas de braceo, asse-
meDiavam um nioho de alvas pombas dentro de
um actate de flores.
- A rainha e a princesa D. Amelia atiravam pe-
queos bouguets indiatiuct urente para os popula-
res que assistiam em alas, oa para as carruagen*
aristocrticas das senboras e cavalleiros da corta.
Fica, pota, iniciada a transforinacao do carnaval
portugus moda dos festejos de Nice e Cannes,
e de tal modo foi esta novidade recebida por toda
a gente, que j se projecto um torneio do meamo
genero para 16 de Marco, a w carime. oa da da
aerracao da vetha, tal I a ioorpaeieocia das com-
batentes, que nem guardam a renovocSo da teita
para o caras val de 1886.
A sorpresa de terca-feira tinha sido planeada
pouco* dias antes n'um ssro do* Sra. .marqueses
de Peaalva. Ajustaxa-se tud;, eneopmandaram-
se milheiro* e milheiros de bouquete para Cintra,
para o Lunaiar, para todas as quiotes e jardins.
PERNAHBUCO
Assetubfea Provincial
l, SES8AO, EM 4 DE M ARO ) DE 1887
PBESIOBVCia DO EXM. SE DB JOS MaKOEL DE BABEOS
WXKDERLBY
SummarioLe tura e approvaco de actas.Dis-
curso, pela ordem d > Sr. Jos Mara.
Eteicao da mesa.-Diacarno pela or
dem do ate. Joo de Olivera.dem,
pela ordem do Sr. Jos Mara.Blei-
yao daa commiseoea de coastituicoXo,
poderes, fazenda, creamento e encer-
ramento da sesso.
Ao meio da, feito a chamada, verifica-se esta-
rem preacntes oa Sra. Ratia e Silva, Antonio Vc-
tor, Lourenco de H, Luis de Andrada, Visconde
de Tabatinga, Alfonso Lustosa, Bario de ItapU-
auma, Domingues da Silva, Ferreira Velloso, Pr-
xedes Pitonga, Augusto Franklin, Goucalvea Fer
reir, Barro* Wauderley, Siarea de Amorim,
Ferreira Jacobina, Sopbronio Pjrtella, B. Barre-
to Jnior. Gome* Parate, Cuta Gomes, -'ulii de
Barros, Reg Barros, Jos Mara, Bario de Caia-
r e Lhum.noud.
O Sr. presideute declara aberta asessao.
Caiapareeem depois oa Sra Rosa e Silva, Andr
D. o Joao de Olivera.
Faltara os Srs. Hereulano Banieira, Rodrigues
Porto, Constantino de Albuquerque, Regueira
Costa, Amaral, Joan Alvea, Coelho de Moraea, So-
lono de Mello, Juvencio Mariz, Costa Ribeiro,
Iodo de S e Ragob E' approvada a acta da reuniio de 27 de Feve-
reiro ultimo, cuja diacusso ficara encerrada.
Em aeguida alo lidaa e sera debate approvadas
as actas das sessoea preparatorias de 28 de Feve-
reiro e 1 de Marco, a da sesso inaugural de 2e a
da reuniio de 3 ambas deate mes.
O Sr. Presidente annauea que ae vai pasear a
OBDBM DD DH
*r. 4o Marta (pela ordem)(Nio de
volveai sea discurso.)
Procde-ss eleicio para presidente da assem-
bla.
Sao recolhidas 26 eedulas, qae aparadas dio o
seguate resultado :
Barros Wauderley 16 votos, Perreira Jacobina
8, Goooalves Ferreira 1 e Bario de itapiasuina 1.
O ~r. presid-o te agradece a pro va da dsti.ic-
(,-io que a aaseinblii aeaba de dar-lhe.
Em seguida contina a eleicio doa membros da
mesa.
Para 1* vice-presidente sao recolhidas 26 cedu-
lasj 2 das qaaas em branc). A apura;2o d o se-
guate resultado :
ttoncalves Frreir 18 votos, Prxedes Piton-
ga 4, Augusto Franklin 3 e Visconde de Tabatin-
gl-
Kr. J** le Olivera (pela ordem
faz ligeiraa cuusideracooea.
Para a eteiyio de 2* vice-presidente recoifaem-
se 27 cdulas, sendo urna em branco. A apura-
cao d o seguiota resoltado :
Augusto Franklin 15 voto*, Visconde de Taba-
tinga 8, Roaa e Silva 1, Dominguea da Silva 1 e
Loureooo de S 1.
Para l' secretario e seo sapplenta, reeolhendo-
se 27 cdulas, sioeleito* o era. Rosa e Silva, por
16 votos e Prxedes Pitanga por 9 ; obtendo um
voto cada um oa 'Srs. Affooeo Lustosa e Barros
Barreta.
Para 2* seeretario e sea suppleote recolheu-se
igualmente 87 cdulas, cuja apurayio d em re-
sultado seren eleitos os Srs. Barros Barreta por
16 votos e Joi Maris por 9, obtendo um voto ca
da um os Srs. Lmrenyo de Se Hercolano Baa-
deira.
O Sr. Jun tasarla (pela ordem) tas ligei-
ras observacoes.
Para a commisso de constituicao e poderes sfo
recebidas 21 cadulas, sendo 3 em branco. Sio
eieitoa oa Srs, Regueira Costo, por 15 votos, Go-
mes Prente e Luis de Andrada, por 14 votos ca'
da um. Ohteem votas tambem os Srs. Druramond
4, Sophronio Portaila 3, Hereulano Banduira 3 e
Augusto Franklin 1.
Para a commisso de fssenda e orcamento sio
recebidas 23 cdulas, sendo 6 com um a nome.
Sio eleitos os Srs. Goncalves Ferreira por 16 vo-
tos, Gomes Parete e Coelho de Moraes, por 15
cada um. Obteem tambera vetos os Srs. Druui-
mood 7, Constantino de Albuquerque 2, Soares de
Amorim e Dora rages da Silva, 1 vota cada um.
Indo proceder-se eleicio da coamisaio de
eontas e despesas proviaciaee, verifica-ae nao ha-
ver numero, visto tarem-sc assentodo os Sra. Jos
Mari 1, Bario de Itapissuma, Andr Diaa, Lou-
reoeo de S, Joio de Olivera, Ferreira Jacobina,
Afionso Lustosa e Bario de Catar.
OSr. presidenta levanto a sessio, designando a
segrate
ososa do Da
Continuarlo da antecedente, discuaaio do pa-
recer n. 60 de 18:5 e l1 do projecto n. 82 de
1886.
REUNIAO EM 5 DE MARQO
I-RESIEDXCIA DO EXM. SR. DS. JOS KANOEL DB BARR08
WASDEBLET
Ao meio dia, feita a chamada e verificando se
estarem presentes apenas oa Sra. Barros Wander
ley, Barros Barreto Jnior, Reg Barros, Julio de
Barros, Ratis e Silva, Costo Gomes e Prxedes
Pitonga, e faltando oa Srs. Drummond, Costa Ri-
beiro, Gonyalves Ferreira, Jos Mara, Ferreira
Velloso, Amaral, Joio de Sa, Bario de Itapissu-
ma, Visconde de Taba tinga, Soarea de Amorim,
Hereulano Bandeira, Rogoberto, Domingoea da
Silva, Andr Diaa, Lourenco de S, Coelho de Mo-
raea, Joio de Olivera, Luis de Andrada, Reguei-
ra Costa, Ferreira Jacobina, Alfonso Lustosa, Ro-
drigues Porto, Juvencio Mariz, Rosa e Silva,
Constantino de Albuquerque, Sophronio Portella,
Antonio Vctor, Augusto Franklin, Joio A l ves,
Gemes Parate, Bario de Caiar e Solooio de Mel-
lo, o Sr. presidenta declara que nao ha sessio.
REUSIAO EM 8 DB MARQ )
eaiBIOE.NClA 0 EXM. SS. V1QARIO ADOtTSTO FBA-KLIN
M0BE1RA DA aiLVA
A* meio dia, taita a chamada e verificando se
acharem-se presentes os Srs. Hereulano Bandeira,
Perreira Jacobina, Joio de S, Augusto Frank-
lin, Rogoberto, Affonso Lustosa, Joio de Olivera,
Ferreira Velloso, Julio de Barros, Costa Gomes,
Sophronio Portella, Andr Das e Soares de Amo-
rim, o Sr. presidente declarou gue, por falto de
numero legal de Srs. deputados, deixa de baver
sessio.
Faltaram os Srs Druirmoad, Costa Ribeiro,
Goucalvea Ferreira, Reg Barros, Jos Mara,
Amaral, Bario de Itaptasutna, Visconde de Taba-
tinga, Domingaes da Silva, Bata e Silva, Barros
WanJerley, Bairo* Barreto Jnior, Lourenco de
S. Coelho de Moraes, Luz de Andrada, Regueira
Casta, Rodrigues Porto, Juvenci Maris, Rosa c
Silva, Constantino do Albuquerque, Antonio Vis
sor, Prxedes Pitonga, Joio AIve, Gaansa Pasa-
te, Bario de Caiar e Solomo de Mello.
O Sr. 1 secretorio procede leitura do se-
gminte:
EO'EDIEXTE
Um officio do Sr. deputado i'r. Pedro Gaudiano
de Ratis e Silva, commuocando uo poder compa-
recer sesaio, por incommodo de sade.latei-
rada.
O Sr. presideute doclar dissolvida a reuuiao.
REUNIAO EM 9 DE MARCO
PBESIDBBCIA DO EXK. SR. VIOABIO AUGUSTO FBBJIKXla
MOBEIBA D4 SILVA
Ao meio da, feita a chamada e verificando-se
estarem presentes os Sra. Antonio Vctor, Augusto
Franklin, Andr Diaa, Affonso Lustosa, Amaral,
Jos Mara, Perreira Jacobina, Rogoberto, Hereu
lao Bandeira, Prxedes Pitonga, Costa Gome* e
Bario de Caiar, o Sr. presidente declara nio ba-
ver si-asio per falta de numero legal.
Faltara cotn participacio oa Srs. Ratis e Silva,
e sera ella os Srs. Drummond, Costa Ribeiro, Gon-
yalves Ferreira, Reg Barras, Perreira Velloso,
Joo de S, Bario de Itapissuma, Julio de Barros,
Visconde do Tabatinga, Soares de Amorim, Do-
mnguea da Silva, Barros Wauderley, Barros Bar-
reto Jnior, Lourenco de S, Coelho de Moraes,
Joo de Olivera, Luiz de Audrada, Regueira Cos-
ta, Rodrigues Porto, Juvencio Mariz, Roaa e Sil-
va, Constantino de Albuquerque, Sophronio Por-
tella, Joio Alves, Gomes Prente e Solooio de
Mello.
O Sr. 1* secretario procede leitura do se-
guate .
EO^EDIP.KTB
Tres officios do secretario do governo. commuoi-
cando terera tdo u coiiveuieute destino os pnn'os
dos empreados da secretara d'esta Asserabi 1.
relativos aos meses de Dezembro do auno prximo
Dado e de Janeiro e Fevereiro ltimosloteirada.
utro do raesino, dem, dem a re lacio dos Srs.
deputados, que comparecer sessio extraordi-
naria .-m D -zjuior j da anuo prxima fiado.lo-
teirada.
Oatro do mesrao, devolx-endo ura exninplar da
resLilueio aanecionada sob 11. l^MInteirada e a
archivar.
Outro do meamo, devolvenlo informad ia os do-
cumentos que acompauharacn o oficia c'esta As-
sembla, sob n. 191, de 10 de Dezem.br> ultima,
sobre a ianovayio do contracto da itluininayib a
gaz do Recite. A qu 01 taz u requisiydo.
Deixam de ser li ios outros xfficios e algumaa
peticocs por uio ts'.arera eleitaa aluda tudas aa
coraraissoes.
O Sr. presidente dissol ve a reuniio.
REUNIAO BM 10 DE MAByO
PilBSIDENCIA DO EXK. SR. DR. JOS KAKOEL DE SARROS
WAHDEBLET
Ao meio dia, teta a chamada e verificando-se
estarem presentes os Sra. Ritia e Silva, Joo de
S, Bairoa Wauderley, Luiz de Andrada, Rogo-
berto, Costa Ribeiro, Dumnguea da Silva, Gon-
yaivea Ferreira, Costa Gomes, Augusto Franklin,
Prxedes Pitauga, Reg Barros, Rosa e Silva,
Hereulano Bandeira, Barros Barreto Jnior, Drum-
mond, Ooelbo de Moraes e Soarea de Amorim, o
Sr. presideute declara nio haver aessio por falta
de numero legal.
Faltaram oa Srs. Andr Das, Joio de Olivera,
Bario de Itapisaums, Alfonso Lustosa. Ferreira
Jacobina, Jos Mara, Bario de Caiar, Ferreira
Velloso, Amaral, Julio de Barros, Visconde de
Tabatinga, Loureuyo de S, Regueira Costa, Ro-
drigues Porto, Juvencio Mariz, Constantino de
Albuquerque, Sophronio Portella, Antonio Vietor,
Joio Alvea e Solouio de Mello.
O Sr. secretorio procede a leitura do se-
guate
EXPEDIEETE
Um officio do secretario do governo remetiendo
urna petiyao da Compauhia Pcrnambueana com a
informacio do Tbesouro Provincial acerca do pa-
gamento de 258^000, referida compauhia.A'
commiaaio de oryamento provincial.
Outro do mesrao remettendo a petyao da Tbe
Great Western pf Brasilian Raihray Company,
L'mited, com a informacio em original do Tbe-
souro Provincial acerca do pagamento de 81J850,
referida companhia.A' commiaaio de orcamen-
to provincial.
Outro do meamo, transmittindo o orcamento da
receita e despezi para o exercicio de 1886 a 1887
daa cmaras municipaea de Ipojuca, Pedra do
Buique, Caruar, Victoria, Tirababa e Iguarass
e o bataneo de 1885 a 1886 das referidas cmaras
e das de Taoarat, Taquaretinga, Triumpho.Bar-
reiroa e Granito. A' commisso de orcamento
municipal.
Outro do mesrao, transmittindo o bal anco da re-
ceita e despesa do exercicio de 1885 a 1886, e o
orcamento para o de 1887 a 1888 da Cmara Mu-
nicipal de Afogados de Ingaaelra.A' commiaaio
de orcamento municipal.
Outro do mesrao, transmittindo o orcamento da
receita e despeaa para o exercicio de 1887 a 1888
da .caraira municipal de Barreiros.A' commis-
so de orcamento municipal.
Oatro do mesmo, dem, o orcamento da receita
e despeza para o exercicio de 1887 a 1888 da c-
mara municipal de Muribeca.A' commiaaio de
orcamento municipal.
Oatro do mesmo, dem, o balanyi da receita e
despeza do exercicio de 1885 a 1886 e o orcamen-
to para o de 1887 a 1888 da cmara municipal de
Salgueiro.A' commisso de ornamento munici-
pal.
Oatro do mejmo, remettendo copias do contracto
da illuminacio a gaz desta capital e do regula-
mento de 22 de Agosto de 1879.A quem fes a
requisicio.
Outro de Antonio Luiz Caetano da Silva, ta-
cbygiapho contractante da publicayao doa deba-
tes, communicando que *e fez substituir pelo Sr.
Jos Jacintbo da Silva Natividade.Inteirada.
E' lido e vai a imprimir para entrar na ordem
dos trabalhoa o aeguinte projecto precedido de
parecer :
(E' o projecto n. 1, oreando a receita e deere
tando a deapeza provincial, publicado no Diario
de li do corrate.)
O Sr. presidente dissolve a reuniio.

Joaquim Alves da Fonasea
Jos da Silva Loyo Jnior
Antonio da Cnnha Perreira Baltar
Antonio Jos Coimbra Guimarie*
Dr. Manoel Gomes de Mattoa
Manoel Jos Machado
Para supp'entes31 sdalas
Jos Ferreira Marques
Manoel Jos Machado
Carlos de M. Gomes Ferreira
Albino Jos da Silva
Commisso fiscal 31 sedulas
Bario de Petrolins
Albino Jos da Silva
Julio Cesar Pace Barreto
Antonio Fernandes Ribeiro
lir. Manoel Gome* de Mattos
MESA DA ASSES1BLBA GEEAI.
Pred>nie
Dr. Francisco de Aaaia liosa e Silva
Dr. "Manoel Gomes de Mattoa
Fice-presidenta
Manoel Joio de Amorim
Secretarios
Antonio Joio de Amorim
Carlos de M. Gomes Ferreira
Joio Ferreira Bale .r
Em vista portento deate resultado, o Sr. presi
dente proclamou:
Presidente da AssembUa Geral
Dr. Francisco de Assia Rosa e Silva.
Ftos-presidente
Manoel Joio de Amorim.
1.' Secretario
Antonio Joio de Amorim.
2 o Secretario
Carlos de Moris Gomes Ferreira.
Fiscaes
Bario de Petrolina.
Commendador Albino Jos da Silva.
Julio Cesar Paea B rreto.
Direcorel
Joaquim Alvea da Fouaeca.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunba Ferreira Baltar.
Supplentes
Jos Ferreira Marques.
Manoel Jos Machado.
E nada mais havendo a tratar-s, o Sr. presi-
dente enoerrou a sessio a 3 horas da tarde.
E eu Jnio Ferreira Baltar, servia lo de 2. se-
cretario tiz a preaente que subscrevi e asaigoei
com oa Sra. accionistas presentes.Joo Perera
Buhar, servindo de 2. secretario.
Julio Cesar Paes Barreto.
Antonio da Cunha Ferreira Baltar.
Caetano Cyriaeo da Costa Moreira.
Joaqu'ui Aive* da Silva Santos.
Por proenracio de Aureliano de Aira 'ida K.
Isaac. Joaquim Alves da Silva Santoa.
.1 uqu'.m -Ives da Fonseca.
Francisco Ribeiro Finta Guimaries.
Bario de Petrolina.
Jos Maria da Mlva Fernaudes.
Ro procurayao de Manoel Ferreira Barbosa
Jnior, Jos Maria da Silva Fernandes.
Por procurayao de Joaqu:m de Sonsa Silva e
Cunba, Francisco Joaquim de Oliveira e Canba.
Jos Ferreira Marques.
Henrique Bernardes de Oliveira.
Ftancisco Ferreira Baltar.
Carlos de M. Gomes Ferreira.
Aurelio des Santos Coimbra.
Por procurayao Manoel Albino de Amorim, Au-
relio do* Santos Cuiuibra.
Por procurayao Manoel Rodrigues Corris de
Mendouca, Aurelio do3 Santoa Coimbra.
Jos Albino de Abreu Cardos*.
Visconde da Silva Loyo.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Albino Jos da Silva.
Por procurayao Dr. Francisco de Assia Rosa e
Silva, Albino Jos da Silva.
Joaquim Antonio Chriatovio.
Manoel Bernardes de Oliveira.
Henrique Bernardes de Oliveira.
Por procuracio de Antonio Rodrigues Pinto,
Miguel Jos Barbosa Guimariea.
Francisco Jos doa Pasaos Guimariea.
Por procurayao de Jos Fernandes Lima, Fran-
cisco Jos dos Passos Guimariea.
Jos omingue Mua-
81 votot 81 75 10 > 4 4 .
83 votos 80 4 3 .
81 vetea 81 80 8 5 ^
82 voto* 3 >
85 votos
85 voioa 82 > S *

UviSIA DIARIA
REUNIAO EM 7 DE MARCO
PBESIDEKCIA DO EXK. 8B. DB. JOS KAHOEL DBASEOS
WABDEBXBT
Ao meio dia, taita a chamada e verificando-se
ejtorem presentes os Sra. Ratia e Silva, Amaral,
Barros Wanderley, Soarea do Amorim, Antonio
Vctor, Visconde de Tabatinga, Sophronio Por-
tella, Augusto Franklin, Ferreira Velloso, Prxe-
des Pitanga, Julio de Barroa, Ferreira Jacobina,
Coata Gomes, Coelho de Moraes e Barros Barreto-
Juuior, o Sr. presidente declara nio haver sesaio
por taita de numero legal de Sra. deputados.
Faltaram oa Sra. Drummond, Costo Ribeiro,
Goncalves Ferreira, Rogo Barros, Jos Maria,
Joo de S, Bario de Itapiaauma, Harculaao Ban-
deira, Rogoberto, Pominguea da Silva, Audr
Dias, Lourenco de S, Joio de Ulveira, Luis de
Audrada, Regueira Costo, Affonso Luatosa, Rodri-
gues Porto, Juvencio Macis, Rosa e Silva, Cons-
tantino de Albnquerque, Joio Alves, Gomes P-
rente, Bario de Caiar e Solooio de Mello.. -
0 Sr. presideute, em seguida, dissolve a reu-
niio.
I miera alzadora
ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA A88EMBLKA
GERAL DOS ACLION1STAS DA eOMPANHIA
INDEMNISADORA.
Aos 25 dina do mez de Fevereiro de 1887 no ea-
criptorio da .Companhia Indemnisadora, presentes
31 Sra. accionistas, representando 425 acyoes; no
impedimento do presidente, o Sr. Julio Cesar Paes
Barreto aaaomio a respectiva cadeira, declarando
que a directora tinha convocado a presente reu-
niio para o dia de boje, afim de julgar-se as eon-
tas do auno de 1886 e bem como proceder-se a
eleiyio dos novos funecionarioa para o biennio de
1887 1888; e tendo se vtrificado haver numero
maia que auffi jieute para ter lugar a referida reu-
niio, o meamo Sr. presidente abri a aesaio.
Em seguida maadou proceder a leitura do rela-
tarlo da direceo.
Pedio a palavra o Sr. Francisco J. de Oliveira
Cunha c propoz que fosse dispensad essa leitura,
visto como achando-se dito relatorio impresso e
distribuido peloa Sra. accionistas, estes j ae acha-
vam perfectamente inteiradoa de seu contedo;
euja propoata toi approvada pela aaaembla. Foi
lido porm o parecer da commiaaio fiscal, o qual
fui aubmettido discuaaio, e nio havendo quem
pedase a palavra sobre elle, foi apprevado : dri-
zando de tomar parte n'eata votacio os membros
da commisso fiscal, nos termos do art. 15 da Las
n. 3150 de 4 de Novembro de 1882.
O Sr. presidente convidou aos Sra. accionistas
se munirem de listas, poia que ia se proceder a
eleicio cima referida.
Feito a chamada, e recolhendo a# 31 sedales
pare directores, dando o aeguinte aesultado :
Aaaembla Provlnrlnl. Funocionou
hontcm sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Manoel de Barros Wauderley, tendo comparecido
32 Srs. deputados.
Fot lid e approvada a acto da sessio antece-
dente dspois de orar o Sr. Jos Maria, que man-
dn meaa urna emenda, que foi rejeitada.
O Sr. 1- secretorio proceden a leitura do ae-
guinte expediente!
Um officio do secretario do governo, remetten-
do informacio do inspector do Tbesouro Provin-
cial e mais documentos, relativos deapeza de
5746U0 de passagena concedidas em vapores da
Companhia Pernambucana, no mes de Janeiro ul-
tima sentenciados que seguiram para o presidio
de Fernando de Norouha. A' commisso de orca-
mento provincial.
Outro do meamo, -eniettendo a informacio do
inspector do Tbesouro e oa documentoa da deapeza
de 446400 pr venientes de paasagens concedi-
das em vaporea da Comqanba Pernambacana em
Setembio do anuo paseado, a presos e escoltas
que aeguiram para o presidio de Fernando. A'
commiaaio de orcameato provincial.
Outro do mesmo, remettendo a informacio do
inspector do Tbesouro e maia documentos relati-
vos despesa de 2900 provenientes de paasa-
gens dadas por coata da provincia nos carro* da
estrada de tarro do Recif.; a Limoeiro em Seteno-
bro do anno findo. A' commiaaio de 01 cemento
provincial.
Oatro do meamo, remettendo a informacio do
inspector do Tbesouro e aa eontas e documentos
concernentes despeza de 49X210 de pasaagens
noa carros da estrada de ierro do Recita a Limoei-
ro em Agosto do anno findo.A' commiasio de
orcamento provincial.
Outra do mesmo, remettendo urna informacio
do inspector do Tbesouro, eontas e documentoa
referentes despeza de 11200 de passagena con-
cedidaa por cunta da provincia noa carros da Es-
trada de ferro do Recita a Limoeiro em Agosto da
anno findo.A' commiaaio de orcamento provin-
cial.
Outro do meamo, remettendo a informacio do
inspector do Tbesouro, acompanbada de eontas e
documentos relativos a despeza de 54000 de pas-
sagena concedidas nos carros da cefrada de ferro
do Recita ao S. Francisco em Dezembro do anno
paaaado.A' commiaaio de orcamento provincial.
Outro do mesmo, devolvendo informada a pet-
yao de Jos Goncalves Ferreira Guimaraes. A
quem fez a requisiyao.
Peticio de Sebasto Barreto de Mello Reg,
requerendo ser nomeado pata o lugar de continuo
que se acba vago ou outro qualquer que vagar por
acceaao.A' commisso de polica.
e O utra de Rodrigo Jacome Martina .Pereira, 2*
scriptururio do Consulado Provincial, requeren-
do a gratificacio, per maia de trinta annos de ser-
vico como empregado publico.,A' commisso de
peticoea.
Outra de Alheiro, Oliveira & C, requerendo qna
a aua contribucio aeja equiparada a de Paulo
Jos Alvea oe C. A' commiaaio de orcamento
provincial.
Outra de Franciaca Amelia de Albuquerque
Praaerea, professora publica da cadeira do sexo
femenino da Magdalena requerendo a transferen-
cia de aua cadeira para a freguezia da Boa-Vista
su de Santo Antonio do Recite.A' commisso de
instruccio publica.
O Sr. Soaras de Amorim, psla ordem, requereu
que o Sr. presideute nomeasse a commiaaio que
tem de examinar aa leia nio aaneconadas.
O Sr. presidente aomeou para dita' commisso
ao* Sra. Las de Andrada, Costa' Gom|% {Soares
de Amorim, Amaral e Rego| Barros.
Adiou-ae pela hora, que tai prorogada por 46
minutos a pedido dos Srs. Goncalves Ferreira e
Bario de Itapissuma, a discuaaio de usa requeri-
mento do Sr. Jos Maria pedindo informacoes ao-
bre aa providencias tomadas para ser punido o
subdelegado de Maricota por ter prendido o jais
substituto de Iguarass' e o cidadio Ludgero de
Sonsa Magalhies, tendo erado oa Sra. Jos Mara,
Amaral e Bario de Itapiaauma.
Paesou-se ordem do dia.
Regeitou-se o parecer n. 60 de 18S5, sendo re-
geitodo o requerimento de adiamanto da diaeussio
por 24 horas, do Sr. Joio de Oliveira.


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Approvaram-se a 1* ascus*ae>
(j2 de 1886 (restabelecendo o jai.
Pradoba) e o de n. 74, ambem deste
irado a aposentadoria do pre-fcssor
limo de Barros Leitc).
piejecta .
da paa e
auno (regu-
Autook) Ma-
Eacerrou ee iepoia do orarem oa Srs. Coata Ri -
beiro e Julio de Barros a 3> diacusaao do projee-
to n. 5 de 1886 (mandando perteneer a Santa Ca-
m de Misericordia do Recife a de Gtoyanna) ni"
se votando por falta de numero um requerimento
de adiamento par 2-4 horas do Sr. Costa Ribeiro.
Adiou-se a 1* discossao do pr jjecto n. 80 de
1886 (transferencia da sede da freguesia do Poco
da Paaella para a igreja de S. Pantaleao do Moa-
teirc).
A ordem do da :
1* discus&ao dos proyectos ns. 1 e 2 deste anno
e cootinuacao da antecedente.
Tribunal do Jury do ReeifePoram
julgados hootem, uess-s tribunal, os reos Joo
Mooteiro da Rocha e Joo Franceline de Souza
Lima, pronunciados no art. 205 do cdigo crimi-
nal, por harerem, em 7 de Marco do anno passa-
do, em Santo Amaro das Salinas, ferido a Fran-
cisco das (Jhagas Queiroz e Joo Nogueira
Queiroz.
Advogaram a cansa dos reos os Drs. Luiz
Drummcnd e Einygdio Viaana, sendo os mesmos
reos ubsoividos.
lymnamlo Pernanbocaao Ped-m-
U08 a publicacao do segsiute otficlo do Exin. Sr.
presidente da provincia concedendo ao Sr. Deo
Or. Faria a exoneraco que pedio de eargo de
regedor mtermo do Oymnasio Pernambucanu, que
exerceu por rgpaco de 5 minos.
Palacio da Presidencia da Provincia de Pcr-
uambuco, em 15 de Fevererodel887.4" Seccao.
Respondo ao officio de 7 do corrente mea, decla-
rando a V. S. Revdm. que, visto o motivo que
allega, de soffrimentos pbvaicos e a insistencia que
pessoalineote fez-ine para sua exoneraco do cargo
de regedor uterino do Oymnasio Pernambucano,
accabu de concedel a por portara de boje; caben-
do-me o dever do agradecer-lhe os servicos que
prestou ao estabelecimeato durante o tempo que
xerceu o referido cargo.
. Para o substituir, provisoriamente, emquauto
a Asamblea Legislativa Provincial ou esta pre-
sidencia nao resolver sobre urna melhor orgaui-
saco d'esse Iustituto, designei o respectivo secr .--
tario, bacharel Celso Tertuliano Fvrnsndes Quiu -
tella. a quem V. S. Rvdm. passar as tuneces de
seu cargo.Deus guarde a V. S. Revdm.=f"edVo
Vicente de Azevedo. Sr. Deo Or. Joaquim Fran-
cisco de Faria.
MaufragioAnte-honem, cerca de 10 horas
danoite, partiram do caes du Ramos em urna jan-
gada od martimos Manoel Bernardino de Senna,
Vicente Ferreira Torquato e Nicolao Tolentno da
Silva, levando como passageiro Feliz dos Santos
Alcntara, com destino um porto da Costa.
Ae pascar, porm, a jangada em frente a pra-
ca do Commerii o era tilo forte a csrrentesa do
rio, que foi a frgil einbarcaco arrastada ba-
ter de encontr as amarras de um navio all fon-
deado saccedendo virar a inesma jangada, e ca-
hirein no rio tripulantes e passageiro.
Felizmente, o aeoutecinieato toi presenciado por
diversas pessoas, e logo partiram soccorres de
bordo do vapor Norsemann, oa barca de viga
all existente e de um eutro navio, sendo salvos
todos os nufragos, fcando, porm, contuso- o de
neme Flix dos Santos, que havia recebido urna
pancada na ocatsio do cboque da jangada as
indicadas amarras do navio.
sse passageiro foi recolhido bordo do or-
samann, onde ficou em tratamento.
Os tripulantes vieram para trra sera mais ara-
ra do que a per Ja de 31/00 qu; um dalles con-
duzia.
A policia da parochia de S. Fre Pedro Goncal-
ves do Reeife tomoo conhecimento do facto.
Procionii) de encontrA contraria do
Senhor Biiu Jess da Via-Sacra, da igreja da
Santa Crua, obteve di Exin. e Revm. Sr. bispo a
devida licenca para faxor a procsso que costuma
ter lugar todos os anuos, na quinta dominga da,
quareaina.
Iieilola do Norte.-ublicou se o n. 7
desta revista trunensal.
Em Iranillii -') paquete Turnar, inclusivr
12 que comau em Pernambuco, levou hontem paae
o sul 178 passageiros.
Club iJiierario Ayrea Gama "
Hoje, pelas 10 horas do da, tara esta asseciacjlo
a sua segunda conferencia, no edifico em que
tancciooa'a Escola Normal.
Ser orador o socio honorario Dr. Carlos Porto
Carreirc, que dis;ertar sobre a these0 Fondo
do Mar- .
Acbam-se aisfr.buidos muitos convites, e da
esperar que a conferencia wja concorrida e devi-
damente apreciada.
tnnlieroarloAmarina completa 65 anaos
de idade S. M. a impereratriz do Brazil.
Por esse motivo llavera salvas s 6 horas da
manb e- 1 e 6 da tarde.
LiberilaiieMandaram dizer-nos de Cru-
angy, que no da 8 do corrente, o Sr. Andr Viera
Barbosa, all morador, concedeu carta de lber
dade, som onus algum, a sua escrava Roza.
Registramos o tacto com prazer.
Comit cinerario AcadmicoNo
dia 15 do corrente (terca feira) comecaro no
corrente anno, os trabalhos dessa Asaociacao.
A sessilo reat.sar-ae-ba as 4 horas da Urde na
ra da Soledtde n. 80 e tem por fm dar posse
directora e e'eger as commissoe.
lie B real I O i. 1M, de 20 de Fevereiro
finio, do poriodco Le Brsil, que se publica em
Pars traz este suinuvtrio :
q Conseil d'Ami.A. F.; Tlgrammes et
Echos de partou ; Le Systeme d'mmigration et
de Colonisation du Brsil (ce qu'il a c, ce qu'il
eat et ce qu'il doit treDom Luis ; Sam-Paulo
(Correspondance parliculirc) ; Chronique pari-
siense.Adrien Deapres ; Ce qu'oo dit de nous ;
L'Elevagebriilien. Alfred Maro ; Emigratiou ;
Nouvelle* des provinces (Rio de Janeiro, Bihia,
Pernambuco. Minas-Geram, Saa-Paulo, Rio-
Grande-duSud, Paran, tioyaz) ; Revue finan-
ciero.J. Gaf; Revue coavi.erciale.--D. Noel ;
Maisons recommandca, etc.; Mouvement mariti-
me ; Annonces.
Bevne -auii-Vuiricaine-Recebemos o
u. lll.de 15 da passado, desta revista. Eis seu
SU sinario :.
Soascription en tavear des victimes du cholera
dans la Rpublique Argeutiue. La direction ; Le
paya des Pampas ; Dcouverte, population, miejrs,
par Mariano A. Pelliaa ; La question de l'argeat
en Amrique, par Ch. N. ; Reeonstitation de un-
tioaalits en Amrique ; La (raude-Colombie.
par L;uis Guilaine ; Mximo Pas: Le noareau
gouverneur de la province de Bueuos-Avres, par
Dmaso Centeno ; La campagne abolitiooaiate a><
Brsil ; Courrier d'Amrique ; Revue Eeooomi-
que; Revue Financiere ; Avis du commissariat
general de l'migration et du bureau officiel de
renseignements ds la Rpubliqae Argentina.
Proitlenciem Escreveram-nos o segua-
te :
Pecam, Srs. Redactores, a quem competir,
providencias no sentido de ceasar o abuso, que
commettido pelos moradores de urna casa da ra
da Imperatriz, lado do nmeros pares, qus depo-
sitan, no quiuUl as materias fecaea.
Perto dessa casa e ciruumvisinhanc** diffi-
cd senao sapossivel a oa psoa respirar um ar
eaudavaJ, pois alm das miasmas que se desprn-
delo do quintal, temos chaiani* de fabricas. .
iteunMke -ocaeHa hoje as segua-
les :
Da UjiBo-CeoBjercial llenaficeate dos Merciei-
roa, aa ateto da, para assumpto importante.
Da lrmaaaaM de Nissa Sechora da Los, ao
sseio da, em miga proveca, para assumpto de ia-
teress*. i
Da devefSo de Noa--anborada Conceicao dos
Artistas, na logar e hora do cosame. ,
Da Sociadade Distracio R. Familiar, em asacas
blageral, para appravacao dos estatutos.
ComoaaJsla.de XarxaellaaELs os en-
treeboe das oprelas que atrao heje cantada* ao
theatro Santa Isabel:
MarisaZarzuella am 2 actos, tetra de F
Camprodoo, muaie de maaairo E. Arrete.
Persoaegens
Jorge, capitio d laarinba.
Soi^te) co otra usesUe.
faacheisV couatructor
Alberto, capilo mercante.
Tbereza.
L'ia laarianeiro.
o-te passa as costas da Catalunba. A
presenta a praia do Lloret.
Ijvautar o panno entram os pescadureo e
aas cantando e .Marina sabindo de sua casa,
ata-Ibes se viram o uavk) de Jorge, a quem
espeta com impaciencia, e pede-Ibes que a
avisem se o virem ebegsr. O coro retira-te i en-
tra Tbereza, a quem Marina confia o segredo de
ores com o ;apr.X> de marinh.
, Theresa dava al'guns couselhos boa amiga,
lo nuca bota o capitio Alberto snparece,
qual, depois de desembarcar de pedir a T!
que lhe mande para bordo alguna saecos de arroz,
conta a Marina a historia da morte do pai d'ella
e lhe mostra asta carta sjue seu pai esc revera
esposa antes de marres no mar. Ao despedirse
Alberto de Marina, apparece Paaehoal, que com
zelos do capito mercante se apresas em pedir a
Marina a sua mi, esta, porm, recusa e confesa
que nunca ser de outro hornera senao .do ca-
pitio Jorge, a quem ama, e que s depois que es-
te se casa;' com outra, pois elle gurvra o sea amor,
poder esqueeel-o. Pascboal afirma ento que
Jorge nao voltara da America, por ter ido se ca-
sar com urna filb* de um armador da Florida.
Desengaada a moca, promette a sua mao a Pas
cboal.
Chegam oa pescadores e avisam a Pascboal que
o barco de Jorge acabava de fondear, e logo de-
pois chega este acompao do de Roque, e nio
vendo Marina pergunta por ella, responden lo lhe
Paaehoal que ella acabava de sabir da igreja on-
de fra oiar.
Entra Marina, e estando presente Pascboal,
aproveita a occaaiao para noticiar a Jorge o seu
prximo casamenta com a mofa, o que muito con-
traria o capitio que pretenda faser d'ella sua bu-
lher.
Roque aconarlha ao teu capito que nao se case
mais. pois todas as mulheres sao inconstantes, e
cinta urna historia que a elle acontecen com urna
chamada Bisperta.
Sabem todos ficaodo Marina triste e certa d
que Jorge nunca a amon, e ah apparece Alberto
que vem se deapedir e promette-lhe mandar um
marinbeiro trater a carta do pai d'ella antes de
morrer. Paaehoal ao velos juntos outra vez se toma
de novo* zeios, os quae* diminuem com a ebegada
dos amigos e amigas de Marina que a vem felicitar
pelo seu prximo casamento, entrando neaaa occa-
sio Jorge e Roqoeaquelle desespera-se com a cer-
teza ao casamento d. inulher a quem tanto amt,
desd i a sua infancia, resol ve partir e deixar aquel-
las plaga*.
Acto socndo A merma decoraca anterior
Varios mannheiros esto cantando a bebeado
com Jorge e R que perto da casa de Marina que
procura empedir a partida de Jorge, este porm
nao pre8t-lhe attencao e bebeado se lastima de
sua esperanza perdida por urna mulber a quem
adorava, sem pronunciar-lhe o nome. Marina est
ancio:.a por sabe; quem era essa mulher quem o
capito se refera e vai perguntar a Roque que
para Ibes responder diz alma da parte de Deus
te digo que estou borracho .
Sabem todos, menos Marina que espera Theresa
para pedir-lhe conselhos. Entra Pasuhoal com al-
gn* marinheros para dar urna serenata a Marina
ejolgandque ao abrir-se a janella lhe apparece-
ra a mulher adorada se encontia com R*que que
Ibes dis que o deixem dormir > que vio cantar
n'uutra parte. Saindo todos fica Paschoal s e
nesss occaaiao chega um marinheiro perguntandw
por Marina para Ih- entregar urna carta que o ca-
pitio Alberto mandava : Paschoal cheio deciumes
e suppondo ser urna declaraco de amor aquella
sarta, a toma e lae em procura de Mariaa para
exprobar-lbe o eu procedimento ; encontrndo-
se oorm com Jorge tudo Ibe commuoica.
Este defeude-a com calor e afirma ser Marina
urna moca honrada, e exactamente nessa occasio
entra Marina a quem Pascboal diriire algumas
parases dars e reprenhensivas. Jorge a consola
e explica o motivo pelo qual estava Pacboal tao
irado, entregando nessa uecasio a carta que viera
para ella. A moca explica ento de quem a cara
que Alberto lhe euviou a depois de muitos detalhes
e explicacoea entre Jorge e Marina resol vem etes
o casamento entre si, sendo abandonado o ciuinen-
to Pascboal. Entramos poscadores e dando oa pa-
ran. osaos noivoa marcham para a igreja, apezar
de ti ique nao cessar de dizer que seu capito uau -
fragou porque o marinheiro que se casa naufraga.
Asoire de Cachupn
Opereta em 1 acto accommodada acea bes-
panbola, por D. Ramn y Linda, msica do maes-
tro OH -ubach.
Personagens
D. Canuto Cachupiu
Emilia, -ua billa.
Baltbasar Centellas, joven compositor.
Pedro, criado de D. Canuto.
D. Telesphoro Forragaitas.
D. Sinforosa, sua esposa.
A aeco pasas-se em Madrid, em 186S
O theatro representa urna sala da casa de Ca-
chupn
Cachupn um hornera idoje, rico, porm ex-
tremamente econmico, que tem urna filh.-i por
nome Emilia, que acaba do sabir do co.legio, e
que eat apaixooada por um seu visioho, joven
compositor, chamado Baithasar Centellas, a quem
nao qu -r o velbo que sua filha d a mo de espo-
sa, p >r ser este pobre.
A m ca tem, porm, com certas pecas de msi-
ca que toca, descoberto um meio de prevenir ao
namorado de que seu pai nio est em casa e po-
der aquelle lhe vir fallar.
Cachupn, para festejar a sabida da filha do
collegio, tem resolviio dar urna loirt musical, a
titulo de proteger a este, e para isto, sem que ti-
vesae rWacio, irijre convites s principies pes-
soas de Madrid, bein como faz espalhar que na
sua testa uautaria o ciebre. teuor Tamb.riick, a
prima-doaa Patti e o baritimo Boccolini.
)s seus convites, que apenas dizem que elle
Cachupn, na uoite de tal nao sahna ^e casa,
sao recebidos com ridiculo, e poucas horas antes
da indicada para comecar a loirie, o seu criado
Pedro, puro gallego de nascimento, mas transfor-
mado em criado ingles pelo patrio, para dar im-
portancia festa, lhe apresenta diversas cartas
que ridicularisam o pretenso protector da arte,
bem como as participacoes de Tamberlick, Patti
e Boccolini, de que nao caotariam. Desapontado
com o fiasco que a faser, Cachupim se maldis ;
sua filba, porm, ofierece-se para sslvl-o, fasen-
do com que elle consinta em chamar Baltbasar
sua casa, sendo ea'e chamado pelo toque do piano.
Logo que o compositor se apresenta, coucordam
que este dir ser Tamberlick, Emilia ser a Pat-
ti e o velbo Boccolini, urna ves que os convida-
dos nio coohecem a nenhuin dos referidos artis-
tas. Pouco depois cUsram para a festa O. Teles-
phoro o sua mulher Sinforosa, nicos convidados
que comparecem e felicitam a Cachupn, o qual
udo 1er ao* recem-chegados o programma da
festa, l a lista do cozinheiro
No momento preciso apresentam-se Baltbasar e
Emilia, cantam como se fosaem Tamberlick e Patti,
aeudo depois seguidos por Cachupn que, aprovei-
taudo o entbusiasmo dos Forragaitas, foge para se
disfaryar em Boccolini,o apenas acab> a sua parte,
retirara-se para app.r.cer de novo como dono da
casa. No meio das felicitacoes que recebe Cachupn,
recebe tambera em particular s pedido da mao de
sus filha, feito por Baltbasar, o qual impe um
bom dote, sob pena de tornar publico o tal con-
cert. Cachupn, para evitar o escndalo e o ri-
diculo, consente no casamento e no dote, lasti-
mando-re por lbe ter costado caro a taires e a
sua pretendida protecce i arta musical.
Directora daa obra* ue coaaerca-
cao doa porto*Boletim meteorolgico do
dia 11 de Marco de 1887 :

sa
ia de D. Mara Anna do Reg Ca-
Iboqaerque; is 7 bocas, na capaila
as 8 homa na matrii da Boa-Vista,
Jos Pedro Rodrigues da Silva ; s
8 horas, ni matriz do Cabo, por alma de D. Mara
Anna do Reg Cavalcante de Albaqnerque; is 8
horas, aa mau-ii de Santo Aatomo, por alma a
Jos Joaquim GoDeaivea de Barros Jante*.
Terca-teira :
A's Sboras, ns matris de Santo Antonio, por al-
ma do conaelheiro Jos Qmintiao de Castro Leio ;
s 8 horas na Ordem Terceira do Carme, por al-
ma de Geneaindo Beluario- de Vascoacellos ; is
8 horas, na nsatris da Santo Antonio por alma de
Jos Luis G.ncalve Penna ; is 7 1/2 horas, ni
Livramento, p ir alma de Joo Baptiati Correia
Qaarta-feira :
A's 8> horas, no Paraso, por alma de Antoaio
Ignacio do Kego Medeiro* ; s 8 horas, na matris
de Santo Antonio, por alma do Dr. Caroliuo de
Lima Ssutos.
Paaaagelro*)Caegados da Europa no va-
por ingles Tomar :
Joaquim Jos Ferreira, Lsonard Calvert, Bru-
no Braodio.
Sabidos para o sol oo mesmo vapor :
Hallaurell, Leonora Augusta Teixeira, Augus-
to Flavio Teixeira, Leonora Teixeira Filba, Jos
Lemos Rodrigues, Carlos H. Goncalves, Augusto
Mooteiro, Fausto F. da Carvalbo Figueiredo, A.
Lupes, E, B. Bank, Dr. Evaristo Teixeira Pinto
Gomes, Dr. Joo de D. Sampaio.
Sabido* para o sul no vapor francs Vitle de
Pernambuco :
Antoaio Fernandos Benedicto, Jos Ignacio
Avila Jnior, Edmundo de Oliveira, Alberto F.
de Meodonoa, Dionisio Goncalves Maia, Dietrich
Jacob, Vicente de Paula, Joaquim Felippe da
Costa.
Operacee* clmrnlcaaForam pirtica-
da* no hospital Pedro II, no da 12 do corrente, as
lejruintea: ,
Pele Dr. Berardo:
Amjutaoao de staphiloma total pelo processo de
Wecksr, modificado.
Pupilla artificial indicada por glaucoma chro
neo.
dos- eat Craaogy. da quanta da 130J300, no tempo
do pagamento nao quiz pagar e, por escarueoTofte
reeea o seu arador ua ca vallo aleijado e quasi
inntilisado; e, como nio fosas aceito tal ofxereci-
mento, declarou parante tastemuahas que poieria
0 *r- ^**P procurar valer o seu direito, como me-
lhor ssdsadesee, porque elle j estava aconsilhado
e sabr se baver. E, olla satiafeito com isto, fea
vendios todos es bens de rais qoe posiuia, fa-
xeodo ama escriptura falsa, para asaim por meio
de subterfugios fugir ao pagamento e prejndicar
direitos do seo credor; em vista deste proce-
- JiaTIJI, _._.]_ i i .jaj
e f|ue eataa'cscrerendo estas linaas, cmpre-
me declarar solemnemente Provincia e aos sen*
digna informantes que esta a primtiraV a ulti-
ma ves que tanciono vir imprensa para tomar
em consderaco qoalquer pablicaco que fiserem
oeatra a miaba pobre adividaaltdade, pois te-
nhi dignidade bastante para conservar-me supe-
rior, na regio serena e pura de inioha consciea-
eia, aes botes, aos ataques dos embayado* pasqui-
nemos, dos pusillanimes caluamadores, q'ie, como
os caes damnados, s sabem morder a furto.
Tdm, poia, carta branca para iii|ariar-me, para
os
^6r' ^*' ^**& ve* "'''a'-'ae para ser seu cobrir-me de baldes, certo'. de qu nio me temo
advogado na cobranca judicial que quena fase ; | vario mais du proponte em que estou de sonser-
e entio requer, antea de tul-, par garanta da var-me sileacioso, de dar ao da-preso tu Jo
divida, um embargo em urna easa partencente ao
reo, como me facultava o 4* do art. 321 do de-
creto n. 737 de 25 de Novembro de 18-50.
De posse do mandado, foram os orciaes de jua-
tica casa do reo e quando acab*ram de lel-o,
este incontinente declarou nio consentir que se
procediese ao embargo, porque estava disposto a
aecomodar-se por qualquer modo, accrescentando
que era verdad qne tiuha tentado fazer, os bena
vendidos, qoe era urna patota que lhe aconse-
Ihafam para faser; eeotre^ou aos mesmos offi-
ciaes a eseriptura falsa que aiuia ni) estava as-
sigaada pela mulher; pelo que fui chamado (eu
estava na povoaco de Cruaugy passeio), bem
como o autor para tratamos da accommodaco
proposta pelo reo, e, depois de algumas combina-
eoee, resolveu o devedor dar urna parte de trra
no valor de 1O5J0O0 qm poeeoia na proprieaade
Ribmro do Veaio pola divida; mas nao que rendo
o credor fiear-se com a trra, combinaram ambos
em eflorece! a ao meu irmo, Pompeu da Cnnha
Pedrosa que tambem era conseubor da referida
propriedade e ji havia comprado algumas partes
de ontrog berdeiro;; ao que, emente instancias
minhas para realisar aquella accommodacab, an-
nuio o mesmo ateu irmao, comprando-a por 1304,
preso tudo quaato
for emente digno disto, tornando-ma asaim sur
do ao praguejar dos tibios, aos latidos dos bydro -
phobos, aos reclamos da caaalha.
Cidade de Timbauba, 10 de Marco de 1887.
Pedro da Cuaba Pddroaa.
P- S. Para nio psrder o eorreio a nio dem>-
rar a presente resposta deixo de publicar mais
um documento que devia ser fornecido pelo escri-
vio do civel que acha-se presentemente incommo-
dado ; era urna certidio do theer do mandado con
a respectiva certidio dos officiaes, declarando que
deixaram de proceder ao embargo requerido por
ter o reo se resol vdo a pagar, como pagou. Pu-
blicarei, porm, em tempo se n-'cesaario for.
Era supra.
Pedro Pedrosa.
passando
tura q
este qae
ser anal
Tudo
gimento
Casa de DetencaoMovimento dos pre- | muitas
sos do da 11 de Marco :
Existiam presos 352, entraram 4, sahiram 13
Existem 313.
A saber :
Nacionae 310, mulheres 7, estrangeiros 16, es-
era vos sentenciado* t, ditos de correccio 4To
tal 343.
Arracoadoa 323, sendo: boas 307, doeates 15.
Tocal 322.
Movimento da enfermara:
Tiveram baixa :
Antonio, escravo de Jos Limeeiro da Silva.
Manoel, escravo de Jos Faro.
Vicente Rodrigues de Lima.
Lotera da corleA 203* lotera da cor-
te, pelo ivo plano, cujo premio grande do....
30:00i000 ser extrahida no dia .. de Mar-
co.
Os bilhetes acbam-se i venda na praca da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeim deMarco-
Lolena para o fundo de emane)-
pacaA 15a* parte desta lotera cuj premio
grande de 6:000*000 aera extrahida no dia 18
de Margo, s 2 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se i venda aa Roda da For
una ra Larga do Rosario n. 36.
Cemlterlo publico.Obituario do da 11
de Marco
Bernarda, (escrava) Pernambuco, 53 annos. sol-
teira, Boa-Vista; aplopexia fulminante.
Mana, Pernambuco, 14 horas, Santo Antonio ;
eclampsia.
Antonia Mara da Conceicao, Pernambuco, 25
annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Amalia. Pernambuco, 9 mvzes, Graca ; remet-
lido pelo subdelegado.
mal-o
Onde
Prooi'nc
nesen occaaiao a competente escripto
assignada pela mulber'do reo, e por
ro a ao terce-iro para assi^nat-s, vist*
to.
tai feito sem hsver o menor constran-
ptrte de quem quer qne eja, perante
lUnhas que estio promptas para affir-1 Cunha Pedrosa.
ra ment.
pois, o crime revollante que diz a
_ r eu commettido, quando apenas pra-
tiquei un acto legal, firmado em direito, em de
feza da meu cjnstituinte?
Onde est a f dos officiaes que certificaram ter
drxada e proceder "ao embargo por ter o reo se
offerecido a pagar, orno pagou o autor?
Ser cnvel que elles desobedecessem ao juis
que mandou faser o embargo, para obrigar ao reo
a fasor aquillo que absolutamente nio quera, isto
e, a vender a parte de trra, o que nio estava
contido entre as clausulas do mandado ?
S os embusteiros e calumniosos imformantes
da Provincia podem dar crdito tal aleivzia, e
descobrir em um acto tio legal um crime revol-
tante !
Ah tartufos ; nio i com aecusacoes tao ablac-
tas qae pederis minar a reputaco do empregado
que sabe enmprir os seus deueres, embru arres-
tando a furia e a trampolina dos seus adversarios ;
Documento n. 1
Illin. Sr. Dr. juis municipal de TimbaubaO
hachare i Pedro da Cunba Pedrosa, a bem de seus
direitos, precisa que V. S. se digne de mandar o
escrivao dj crime certificar, a vista do inquerito
policial respectivo, ede modo narrativo :
Io Sa Jos Goncalves de Oliveira foi feido por
Frauruco Luis, e se os fenmentos recebidos fo-
ram ou nio considerados leves pelos peritos que
proeederam ao respectivo corp > de dalicto ;
2* Se dos mesmos autos consta um auto de fla-
-grancia feito nos termos da lei, com todas aa suas
formalidades.
Pede deferimento. E. R. M. ,
Timbauba, 1 de Marco de 1887. Pedro da
Como reqaar.-Timbauba, 10 de Marco de 1887
B. Gondm.
Certifico, tendo em vista o inquerito policial a
que se proeedeu contra Francisco Luiz, aos se-
guintes i tena da petico supra o seguiute : ao 1*
sim, bouve ferimeatos, os quaes foram reconheci-
dos leves pelos peritos ; ao 2o que dos autos cons-
ta o aute de flagrancia, o qual foi lavrado sem aa
formalidades legaes, como se veaifica do inque-
rito policial ao qual me refiro.
Cidade de Timbauba, 10 de Marco de 1887.O
escrivio do crime, Fabrico Gomes Pereira Pal-
ma.
riBLlLHCOES 4 PEDIDO
Bota* lia
fi ra. 9 12 3 t. 6 23-e 29i 299 29'4 230-1
Barmetro a
0
75936
760-06
71ma7
757">67
757>69
T*aaio
do vapor
18.74
20.27
21.4
II. 28
21.69
-3
j
i
a
87
66
68
69
77
Temperatura mxima30,50.
Di miaima23*,25.
raporacio em 24 horas ao sol: 5,<*8 ; som-
bra: 3,-9.
Cbuvanulla.
Direccao do vento : E da meia noite ate 12
boras e 30 minutos da tarde ; ENE at meia mate.
Velocdade media do vento : 2,"12 por segando.
Nebulosidade media: 0,20.
fuella***!Eilectuar-se-hio:
f Amanh :
Btk> agente tepple, as 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
m Terca -feira:
Pelo agente festona, ao meio da, na ra do Vi-
gario o. 12, de predio.
Pelo atiente Pinto, as 11 boras, na ra do Hos-
picio n. 10, de movis e outro* objectos de col
legio.
Quarta-feira :
Pelo agente Mouto Baptitta, as 11 horas uo
trapiche Barbosa, de tarinha de mandioca.
Mlaaft fuaelsre..Serio ceteoradas :
Amanh :
A's 9 boias, no convento de Santo Antonio de
O promotor publico de Timbau-
ba ao publico
Estava no firme proposito de entregar ao de-
preso tudo quauto desta comarca fosse dirigido
para as columnas da Provincia que, at hoje, nio
tem tido o menor escrpulo em aceitar todas as
inverdades e calumnias e dal-as lus da psblici-
dade, sem ao menos examinal-ss para verificar si
ellas t-ieui alguna visos de veracidade, tio *-
mnnte para agradar e satisfazer aos capricho do*
seus cobardes o impudentes informantes.
E si nao fossem o respeito e acatamento que
devo ter para com a opiniio esclarecida e sensata
do publico que nao me conbece, eu continuara a
permanecer.mudo e,quedo at mesmo ante o misero
monto de mentiras que acabo de 1er em urna
miasiva estampada na seccao noticiosa da Provin-
cia de 6 do correute, missiva que, acredito, nio
toi enviada desta cidade, mas sim forgicada na
propria typographia desse jornal. Bem sei qae
cada um di o que tem, mas vejo-me obrigado
a recorrer a imprensa seria da provincia, oadeoo-
cupo um emprego publico, para restabelecer a ver-
dade dos tactos que propositalmeate foram detur-
pados com o fim de molestar-me, expondo-me
censura do publico e dos meus superiores, e ficau-
do assim tarta a m vontade des meus inmigos
gratuitos.
Dito isto, passo a analyaar a missiva de Tim-
bauba e a mostrar de quauto capas a perversi-
dade humana, a quauto chega a seuha dos misera-
ves uformante* da Provincia.
Felizmente para inim, sement dous tactos en-
contrara.* os maniacos informantes para formar
libello aecusatorio de inioua vida publica, e estes
meamos depois de cercados de circunstancias ne-
gras engendradas pela sua bydrophobica ma;-
nacib!
.Primeiramente, son acensado de ter permittido
que fosse solt um individuo quo, em das de De-
zembro ultimo, ferio a outro em Tima deste ter-
mo, e isto em virtudede-um perdi, apesar de
terem sido oa ferimeutos considerados grave* pelos
peritos que procederam ao respectivo corpo de da-
licto.
E' precise muito cjaismo para se vir impren -
sa eserever memira toalvar, sem reociar um des-
mentido solemne como este, sem temer fioar des-
mascarada e iudigitado como o mais vil e iafaine
calumniador.
E' que os mentirosos que tao degradante copia
dio de si com tal procedimento, acobertam-se com
a capa do anouyino e julgam qne assim padem
assaltar todas as repata^es, sem o perigo de
ser descobertos e respongabilisados ; mas fteam
tio cegos que nao v4em que sie tidos com os
bandidos que aproveitam a calada da mita para
arrancar, em troea da vida, a bolaa do viandante.
O tacto em questio oassou-se do modo *at/uiale :
Tendo Francisco Luis ferido a Jos Goncalves
de Oliveira no distrieto de S. Vicente, depois de
baver desapparecido e se achar looge do theatro
do orime, j acate diatricto de Timbauba, foi eatio
preso pelo inspector que, sendo noticiado sobre
tal facto, resol vea prende! -u, apesar de j i sean
decomdas algumas boras e nio ter ella sido per-
seguido pelo clamor publico.
ttecolbido o hornera a prisio, das depois veio
ter cera raigo o capitio Manoel Nune* Correa e rai-
lou-me para nio me oppor soltura de Francisco
Luis que nio havia sido preso em flagrante de-
licio, e entio, em resposta lbe fis ver qae ira
examinar o inquerito policial e se delle nao cons-
tasse a flagrancia (como manda a lei), assim como
si os ferimeutss nao fossem graves, uenbuma op-
posico podia baver de miuba parte.
Proce Jendo ao exama promettido, verifique! real-
mente qoe o individuo nio Mra preso em flagrante
e bem assim qoe os teri-nonios foram considerados
leves pelos peritos, e nio estando provado a m-
aerabilidade do otfendido. nio deveria ter c indocta
diferente da que tive, informando ao Dr. jais mu-
nicipal que eu uio tiuha competencia para officiar
no referido processo, em face da lei e do direito ;
pelo qae foi o iiidivideo posto ees liberdade, como
ara de Justina, sendo tambem attendidaa as sup-
plicas da pobre mulher que fura casa do captto
Nunca pedir-lbe para promover, por amor de Deus,
a defesa de seu marido j que nio tiuha raeios
pecuniario* para remunera!-o,
O documento que pablieo sob- o n. 1 prova at
a evidencia a verdade do que venhi de dizer e pa-
trnteia a desfseatez e o desbragamento que cara-
cterisam a mentira doa informantes da Provincia.
Passo agora ao 2* tacto que a missiva diz ser
mais revoltante.
Para nio tornar-ms umita prolijo, dtio de
transerevr o trecho em quo unrrado o lacio cora
as cores adrede carregadae e limitarme bui a faser
a expoaicio fiel d semelhaato historia.
O individuo a* aoma Maa el Agoitiuao Jo*
dos Santos, sendo devedor le-Jos Uob-rrto, mora-
Delaraco
Kntendo conveniene declarar, em referencia
nio com" inu"agem d^'r^gatlr7 q'uo^roancha Puc'icafa do Jornal do Reeife de hontem, selecti-
a honra e a probidade de homem que sabe presar va *"Jalahii falt8. na ctaal 8essa do jury, que
o seu caractar! perante o respective piesideute do Tribunal, o
Anniquiladas e drsfaitaa as aecusacoes levan- Exm' fc desembargador Fretas, ji prove que
tadas contra mira em face dos documentos que i "8H8 ""* Ws qsjettft, foram mofva-
abaixo vio p.-blicados ; nao recei i o ceredtcum do as par 8e" 1BCOmni0do de saude, conforme S.
Tribunal da opnio publica que s costuma iulrar C- "&*!"*,",. offic' d.er"g'do ao^ Sr. ins-
pelo allegido e provado i peCt0r ,at"rlno d Thesourana de Fazenda.
Pouco importa a mim que a Provincia diga que RcC,fe' 12 de *I'0 d.e 1n887'.
sou carcter padre; porque estou convencido que Jos Joaquim Pereira do Reg.
os paquins sao verdadeiroa postes de ignominia a I r ... ~~7 ,., ,
que sio atadas todas as consciencias honradas. I Gom a ?"a h?b. ual imparealilade publica-
Sim, quero ter carcter podre; mas nao quero ser i "?! um* *Mf.*> >"> pt. Cazenave, re-
ltame, como aquelle juiz de orphaos que nio sen-1 ificaado urna noticia publicada em alguns jor-
tfo revoltar-se lhe a consciencia, quando defljrou n8, a"haindo-lbe a cura de um Sr. Caroa com
a menor liberta de nome..., crime que ficou aba-' XVL0Petd? 1uioa ferruginoso de Grimault & a
iros de emprei-! -" Nao ful eu> d!*w > D'- l-ve, que obtive
essa cura, mas sim o Dr. Debout com o emprego
da maravilbesa preparsco de Grimault, que du-
raute muitos annos reueitei n.is hospitaes de Pa-
rs contra a anemia e a pobresa de saogue, sempru
com os melbores resoltado*.
Cal YirgetD de Jaguaribe
barrica
fado por elle e pelos seus companheiroi
tadain illo tempore!
Quero ter carcter podre; mas nio quero ser n-!
fam-, como aquelle juiz que foi expulso de urna
casa de familia, onde tazia a ua mezada, por sua
incapacidnde e por ser extranho aos seotimeutos
maia comesiuh'os da moralidade.'
Quero ter oarac er podre; mas nao quero ser in-
fame, oomo aquelle juiz que vvia amasiado publi-
camente cora urna mulher prostituta, escaadali-
a .nio asaim as familias e as pessoas honestas I
Quero ter carcter podre; mas nao quero ser
infame, como aquelle juiz que, responsabusndo-
se pelo aluguel da casa em que morou a sua que
rila Julieta, recusou-se depois ao pagamento, ca-
loteando assim o oroprietario da dita casa I
Quera pr carcter podre; mas nio quero ser
afame como aquelle juiz que c-tloteou a um viga-
rio, a quem ficou devendo 48, tornando se por
isao ioiraigo figadal e o maior calumniador d'este
d8tiacto sacerdote, honia do clero Pernambu- !
cano!
Quero ter carcter padre; mas nao quero ser in-
fame, cumo aquelle juiz que por sua iuepti ln e j
crassa estupidez, tornou-se mtnivelia, insirumen- !
to cgo as mios de um outro que lbe fornecia as '
minutas dos despachos, tentencas e portaras que 5m.a aPP"08?20 da cal virgem de Jaguaribe, no
tinba de fazer! fabrico do aasucar, s nio dei logo a'testade, para
Quero ter carcter pi-lre; mas uao quero ser poder firmr;mB u experiencia; tendo feito com
infame, como aquelle juis, que tendo feito urna i ua,,t 60 b1arr,c* qoiabento- e cincoenta pies (550;
parrilha de accordo ecm os berdeiro, foi obriga- 8e.ln?re drei.a preferencia, nao s pela boa qoa
do a reformal-a completamente para dar pasto ao de' ctaoPe,!> mdico preco.
odio que seu accessor votava aos mesmoa herdei- *'ngeni'o Brejo, 7 de Fevereiro de 1887.
ros, a umdos quaes teve elle a fraqueza de pedir | rancisco Antonio Bandeira de Mello,
perdi, se disculpando com o outro integerrimo
Juiz que o tinha redusido a assim proceder Aitesto que tenho usado da cal virgem de Ja-
Quero ter carcter podre; mas na quero ser 9,ua.**. no fabrico do assucar, me tendo dado
infame, como aquelle qae era tio fervoroso devo- '"V? ?e,n' p" que Con8ldero tao boa quanto a
to du Baeeho, que ao sr nomeado juiz municipal i da bl8bo' navendo em seu favor o limitado preca
a
vi.\kh
sebastuo bezerra
*3Boa do Bota Jesas >. 3
GUIMARAES VALENTE
Pateo do c<>,-po-Sanio It.
LOPES ARAJO
3Pateo do i. i trmenlo N. 39
Atiesto
que
Attestados
me tendo dado perfeitameote bem
para ama comarca, recebeu o juiz ae direito d's-
ta pezamea, por ter de cenviver com ura collega
caxaceiro por habito .' "~\
Quero ter carcter podre; mas nio qero ser in-
fame, como aquelle juis, que frequentaudo diana-
mente a casa do vigario, de quem fazu o mais
elevado dos coaceitos, a ponto de dizer que nio
poderla morar no lugar se viesse a perder o gra-
ta amisade, logo que tornou-se seu devedor, afaa-
tou-se e comecou a tazer as maia atrevidas au-
sencias do mesmo vigario, cujo carcter no ore e
illibado preteuueu at maeular I *
Qaero ter carcter podre; mas nio quero ser
iufame, como aquelie juiz, que proeedeu tio ver
gonbosamente durante o seu quafrienm -. que ao
sabir da comarca, un dos seus mais dedicados
correligionarios disse publicamente que nao bavia
soltado muitos toguetes, porque nio quera se pa-
recer com semelbante typj!
Qaero ter taracter podre; mas uSo quero ser
infame, como aquelle juiz, de direito, que alar-
deando ar et orbi a sua neutralidide poltica,
sabio em vesperu de urna e'eicolo cabalando de
porta em porta, mettido em ura sobretudo e de
chapeo du sol aberto, guardando-se da chuva que
cahia torrencialmenteT
Quero ter carcter podre; mas nao quero ser
infame, com aquelle juiz, que levou o ae.i arrojo
ae ponto de mercado-jar com a juatica e procurar
corromper o carcter de uui sea adversario polti-
co que tinha no fru umi questio civjl dependen-
te de sua decisio, pedindo-lbe o voto em troca de
urna sentenoa favoravel; o que se realisou das
aps a eleico!
Quero tero carcter padre; mas nio qu.ro ser
ser infame, como aquella juis, que, depois de ou-
tra eleico, nao tendo um seu adversario aceitado
a aflVontoaa proposta de dar-lbe tambem o voto
por urna sentenca banetLa, julgou o inventario,
reformando tola a partilha, em prejuiao do hon-
rado cidado que nao quiz baratear a sua con-
sciencia no balero de to sorduio interesse!
Quero ter carcter podre; mas nao quero ser
infame, como aquelle juiz, que cgo pela politica-
gem de aldaia, cemecava em urna comarca a des-
tazer com os ps o que bavia feito com as mios,
concedendo erdem de habeas-corpus a ladroes d
csvalloa confessos, j d."pois de denunciados !
Quero ter carcter podre; mas nao qaero ser
infame, cerno aquelle juiz, que nio sendo poltico,
e temendo perder a elrico em urna parochia,
mandou dizer ao juiz de paz, presidente da mesa,
que nao corapareeessa para nao baver eleicoio *
nio receiasae as consecuencias do seu acto cri-
minoso, porqoo tinha juis amigo e prorapto para
defendel o!
Poderia al-ngar-me muito Cjoo a chronica do*
eutes leprosos, dos Lasaros: moris que tem der-
ramado toda a sua bilis entra anuelles que, n'es-
ta com.irca, cahiram em seu desasradu; mas o
que tenho dito bastante para tornar patente o
madores da honra albeia !
Cenheco pwrfeilamente t. irnte, a origeia de tao
negrus e revoltaates calumnias, e por isso p> ?o
e ser producto nacional, que deve ser preferido.
Engenho Virtude, 12 de Fevereiro de 1887.
Adolpbo Nones Las.
Atiesto que tenho empregado no fabrico do as -
sacar, no meu engenho Tibiry, a cal virgem de Ja-
guaribe, da qual tenho tirado igual, senio supe-
rior resultado ao da de Lisboa.
Engenho Tibiry, 19 de Feve.eiro de 1887.
Manoel O. Quedes Nogueira.
Atiesto que tenho feito uso da cal virgem de Ja-
guaribe, e estou pleuamenle satiafeito com o resul-
tado. Acho que nio ella inferior a de Lisboa, e
palo contrario de muito maior vantagem, nao a
pela baratesa de seu preco, como pela niodicidade
do frete na estrada de ferro, e mais por ser genero
nac mal, que deve ser preferido.
Engeoho Limio Doce, 21 de Fevpreiro de 1887.
Juviniano Irini c'aes Barreto.
Refiro-me ao atteetado supra.
Engenho Aldeia, 21 de Fevereiro de 1887.
Joaquim Jos da Sil /a Santiago.
Refiro-me ao attestado supra.
Engenho Peosameuto, 21 de Fevereiro de 1887.
Joo Flix de Deus.
Refir orne ao attestado supra.
Engenho Orisonte, 22 de Fevereiro de 1887.
Manoel de Moura Silva e Aguiar.
(Continu'a)
a.
Ra
Bario da Victoria
ii. i andar
A praprettria deste estabelecimeato, j bastan-
te conbecido pelos trsbalhos alli ejecutados com
mestria e bom gosto, como tambem pela Ibaneza e
cavalheirismo qu eostumi-so dispensar quees
que diguam-se de hooral-o com a sua visita e
cenfiaaca, previne ao publico que, com a aequisi-
cio que fez de machinas as mais aperfeicoadas,
est o mesmo estabelecimento em condices de
tirar retratos inalteraveis por precos inferiores
aos dos que tecui ltimamente vndos dos Esta-
dos-Unidos, e assim que um retrata de meio ta-
manho natural tira-se -pelo custo de 15JI000.
O atelier, modificado e reformado como acaba
de ser, tornou-se o mais perfeito possivel para dis-
tribuiciio de luz, de modo que pde-se trabalhar
sempre, com bom. eu mo tempo, de 9 huras da
manh s 6 da tarde.
A essas circum itancias accresce ser o pessaal
teshnico habilitadissimo e delle fazer parte o phc-
tographo heepanhol D. Joaquim Canela* de Cas-
tro que trabalbou nos melbores estabelecimento*,
desse genero, em difireme pases da Europa, e
carcter vil de to pequeninos e miserandos diffa- a respeito de quera j os diversos jornaes desta
provincia trataram.
Do qu* Sea dit v-sa que est o referido esta-
belecimento em condices de execotar com pericia
ao publico que me relevo a dureza e. a energa de quaesquer trabalhos de pbotographi*.
aigumaa propiei^oes que sio filhas da altivez de
unja dignidade traioneiramente vulnerada e in-
justamente assaltadA .'
Aate*, pjria, de depr a pinna s-.-br- a batiea
AUi encoatras-se-lia seanpre exposlaa a ven-ia
grande numero de distas de alguns edificios
ou'ilic*, prucas, ras desta cidade e seus arra-
baldes.
9Jm erro Fatal aa America
No peridico Cleveland,! publicado em
Ohio, nos Estados-Unidos do Norte, le roes
a descripgo de urna operado cirurgica,
cujoa funestos resultados sobresaltaran pro
fundamente todos os facultativos da R*
blioa Anglo-Saxonica. No entender do!
rurgiJo m lis emiiente de Cleveland, o
Thayer, scmelhnte operacao foi quas um
crime I
Havia muitos annos qoe urna aenhora
chamada King padeca de ama enfermida-
de de estomago, e nenhum dos systemas
de tratamento empregados por varios me
dioos puderam alliviar lhe os soffriuientos.
4 doenca tiuha principiado -om uin lave
desarranjo dos orgSos digestivos, de mti
tura com um grande fastio. A estes sjmp-
toraas segaio-se uai malestar indescriptivel
no estomago (malestar que foi tomado por
urna 85nsac2o do vasio interior) aecumulan-
do-se em torno dos dentes urna materia
pegajosa, acompanbada de um gosto des-
agradavel, especialmente de manha. Lon-
ge de azer desappareeer a senaacao <
vazio, o alimento p.i.,, i ,.gu,ai.al-a. Efl
tre outros symptomas, notava-se a cor arna-
rellenta dos olhoa. Pouco depois, as maos
e os ps eefriarein e tornaram-s pegajo-
sos, cobrindo-se de um tuor fri. A enfer-
ma padecia de um cansaco constante, sen-
tindo-se nervosa, irritada e cheia de ne-
gros present m entos
Ao levaotar-se de repente, a pobre ae-
nhora senta urnas tonturas. Com o tempo,
os intestinos chegarain a estar estreidos
at o ponto de tornarse necessario empre-
gar quasi todos os das algum medicamen-
to catrtico, nSo tardando a enferma a sen-
tir nauseas e Janeando fra os alimentos
pouco depois de tel-os engulido, algumas
-ezes em um estado de azedume e de tur- .
mentaco.
D'estes desarranjoe proveio urna palpi-
tac3o de coragao tao violenta que a infeliz
quasi que nio podia respirar. Finalmente,
en -ontrou-se na irapossibilidade de reter os
alimentos, atormentando-a sem cessar do-
res de ventro atrozes. ,
Attendendo ao facto de'que todos os re-
medios at ento empregados nSo haviain
produzido resultado algum satisfactorio,
reunise urna junta medica, cujo parecer
foi que a Sra. King padecia de um cancro
no estomago, tornando se necessaria urna
operagao.
Em resultado d'esta deciso, no dia 2
de Janeiro de 1882 fez o Dr. Vanee a .
operagao em presenga dos Drs. Tucker-
mann, Perier, Arms, Grordon, Lupier e
Lalliwjll.
A operagao consisti em abrir a cavida-
de do abdomen at descobrir o estomago,
os intestinos, o ligado e o pncreas. Ve-
rificado isto, os mdicos examinaram os
ditos orgos, e, cheios de assombro e de
horro., viram que nao exista cancro al-
gum.Cerraram o fizeram o possivel para cu- "
rara ferida que haviam feito; mas a pobre
senhora morreu dentro de poucasVlioras-
Que triste a sorba do viuvo que sjbe que
a esposa parecen por causa de urna opera-
gao errada Se a Sra. King tivosse eflV^l-
pregado o verdadeiro'j-caiedio contra a dia
pepsia (sendo este o nome da doenga) esta-
a hoje em sua casa viva em lugar de es-
tar na cova.
Por meio do uso do Xarope Curativo de
Seigel, remedio proprio para a dispepsia e
para a indi^estao, muitas pessoas se resta-
beleceram depois de terem enaaiado outros
remedios sem proveito. As provas d'este
facto sao to numerosas que nao nos pos-
sivel reproduzil-as aqui, mas os que leram
os certificados publicados em favor d'este
grande remedio conaideram-os como irre-
futaveis e convincentes.
A venda do remedio Ilimitada.
O Xarope de Seigel vende-se em todas
as pharmacia a do mundo, assim como no es-
tabelecimento dos proprietaros, A. J. Whi-
te,(Limited) 3, Parringdon Road, Loa-
dres, E. C.
Depositarios na provincia de Pernambu-
co : Bartholoraeu & C, J. C. Levy (fc C,
Francisco M. da Silva < C, Antonio Mar-
tiniano Veras & C Rouquavrol d Ir maos
e Faria Snbrinho C. ; em Bello-Jardim,
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco-Ver-
de e Manoel Cordeiro dos Santos Filho:
em Independencia, Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares, Antonio Car-
doso de Aguiar; e em Tacarat, Jos Lou-
rengo da Silva.
Collegio Meira
Este collegio abriu suas aulas desde o
dia 15 de Janeiro prximo passado.
Ensinam-se nelle todas as materias que
oonstituem o curso preparatorio as facul
dales do Imperio, sendo o pesspal docente
o mais habilitado que se pode desejar.
Contina a funecionar a aula primaria,
que podar receber alumnos da mais ten-
ra idade, poia dirigida por duaa filhas do
director, das quaes urna aluinna do ter
ce so auno da fauuldade de direito do Re-
eife.
Do dia 1. de M-argo em diante abrir sa-
ha urna nula da lingua allema, eoi qae se
ensinar a traduzir e a fallar essa lingua.
O professor respeejiVo ser o Sr. Alger
non Sianey S:hiefler.
Os estudantcs, que quizerem frequentar
esta aula, pagal-a-LSo separadamente da
mensalidade do collegio.
O director do COLLEG O MEiBA espera o
mais de-idido apoio dos pas de familia,
que desejam o real apro^eitamentode seus
filbos, poia que tem sempre tido por pro-
gramma dar aos alumnos, que lhe sao con-
dados urna verdadeira instruegao a par de
urna boa educago moral.
O resultado dos ezames ,feitos no nw
do anuo passado o eloqueate atestado
em favor do collegio meira.
Dos dezenove alumnos que foram oujeitoa
a exame, apenas dous foram mal sucedi-
dos. ,
Reoebem-se alumnos internos, ineio-pen-
sionistas, externos.
Ra da Insperatriz n. 63 2.' andar.
Recift, 26 de Fevereiro de 1887.
O director,
iscenco Minervino Meia de Va*co*ceU<*
N 5 A fimulsao de Scott muito r--
couimendada pelos mdicos como o melhor
remedio para a tsica pulmonar e molesli
Jo peito e da garganta.
Restaura o organismo das pessoas pre
dispostas tsica e fortifica contra os ata-
quen da doeag.
-

-J*

i.w.


M
-\


de Pernambueo---Domingo 1
Profcssora
i aeohora competentemente habilitad*, pro-
I leeciooar em callegios e casas partcula-
Tas, as seguintoa materia : portogucs, francs,
Het e piano ; a tratar na ra do Mrquez do
mi 10.
\ drogado
^Hiarel Julio da Mello Filho tera o
rip torio de advocada ra Pritnei-
l lCar?i n. 4, Io annar, onde pode
aer encontrado dra 10 hons da manaS s
3 da (arde
Dr, Gool LeitR
estico, parielro e operador
asssVaei ra Barda da Victoria n. 1S, 1- andar
ataUtorio ra Duque de Caxias n. 69.
i cnsul'i f das 11 horas da mann s 2 da
je para os chamados a qualqusr hor
a. 449.
rpreadeu a umita ente t ()
acreditado negociante o Sr. Emygdio Pinto
01ieira, agente consalar de Portugal, res-
laaf- - ruoj ao descobndor do Peitoral de Cambar
b." S. Soares, urna importante declaracSo assig-
Lu pul > Sr. Vasco Joa Pereira d'Avilla, que
bangos annos soffria do urna grave enfermida-
B pulmonar, sem ter mais esperanca de curarse
f ltimamente, aggravando-se sen soffriroentos,
paaM-.-eu aqaelle precioso medicamento, e nio foi
areeiso mai que alguna frascos para o corar ra-
feal*:nte.
Sata prodigioso resultado, que sorpreadeu a
' aBttit*. gente, corre divulgado em todos os folhetos
aaaexos a eada frasco do peitoral de Cambar.
U'"t >i agentes e depositarios em Pernambaco,
Fraaeiseo Manocl da Silva & C, ra Mrquez
tt Olinda n. 23.
Preparatorios
C O omiso assigoado, antigo profjssor do colle-
naBoa Jesso mais acreditado de Alagoas,
leeewaa oesta cidade em casas de particulares ou
a ana residencia- Pode ser procurado na ra da
Caeordia n. 73.
L. Lavenre W#
mero, dem idem no vapor iugles Portuense, idem > do correte, depois da audiencia, os bena seguin-
f ,16 da Jimbn Jd/aVieron, eootendo amostras. tte* ~
EDITAES
1* jirafa

De ardcm do Ilm. Sr. Dr. inspector se fas p-
lase que s 11 horai do di 16 do correte mes,
aeot vi.'udidas vu praca no trapiche Couceicao as
seguales mercadorias :
Armazem n. 3
Ltreiro Prente Vianna 4 CUrna caixa sem
Suero, vinda de Hamburgo no patacho Howire,
toada em 18 de Outabro de 1881, consignada a
Parate Vianns ce C, conteodo diversos objecloa
asados.
Marca B S e D etnbaixo.Urna dita sea me-
la, toen de New-York .no vapor ingles Poneos,
4.4a eui 8 de Junbs de 1882, idem A ordem, con-
teaiu auuuucjs impressos em mais da urna cor
pasando liquido 9 kilogrammas.
Marca diamante ACeF no centro -Urna dita
apa amero, idem, idem, contando graixa liquida
paca s*patos, peso bruto nos vidroe 68 kilos.
Marca Al ce CUrna dita sem numero, idem
dW II imburgo, no patacho Amdkujo, idem em 6 de
ifevereiro de 1884, idem a Monteiro 4 C, conten -
la aan ostras.
Marea triangulo N T no centro e J em cima
fjaa dita sem namero, idem de Londres nu pata-
ca Frid 0/ Waller, idem em 14 de Julho dem,
asa<*utlu do manifest, contando amostras.
L.err*iro Joaquina. Ferreira de Carvalho Um
parifn sea* numero, idem de New-York no vapor
aaaeraeauo Adoance, idem em 11 de Maio de 1885,
aaeaa, contando amostras.
Lereiro Matheus AustinUrna caixa sem nu-
wm^m
GOMMEBGIO
#
B'iloa coiumert'tnl
H/OTAyoES OFFICAE8 Da. JCHTA DOS COB-
KECTOBES
Recife 12 de Mares de 1887
Ansies da companbia de segaros Phenix Pernam-
bucaua, do valor realisado de 2004000 a
320000 cada una.
tactos bypot beca ras do banco de crdito real de
Pernambueo da 2* serie, do valor de
100# a 92*000 cada urna.
Caas&o ubre Londres, a 90 d|v. 22 1|8 d. por 1',
do banco, hontem.
Diz. j-obie dito, a 90 d/v. 22 3/16 d. por 1*000, do
banco, boje.
Ufes abre dito, 60 d/v. 2i 1/8 d. por 1*000, do
flanco, hoje.
Oro aotore dita, vista, 21 7/8 d. por 1*000, do
banco, hontem.
Cauatou sobre Pars vista a 432 ra. o franco, do
banco, hoje.
do banco, boje.
Na horada bolsa
Vuderam-ae :
15 aeeoes da companhia de seguros Phenix Per
aWaasMicana.
30 letras hypothecariaa.
O preaiaente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
sW O secretario.
Eduardo Dubeux.
Marca R de D 0.Um dita n. 61, idem de
Hamburgo no vapor allemao Ltssabon, idem em
17 de Novembro 1 lem, consignada a R. Drasina
4 C, contando 11 kilo de nuuucios impressos
em ama edr.
Marca C SUrna dita n. 7, idem de Antuerpia
no vapor Ashedel, iiem em 91 de Janeiro de 1886,
idem a C. Sindem, conteodo 64 kilos de obras im-
pressas em [orna cor.
Armazem n. 4
Marca G M IUrna caixa sem numero, idem
do Havre 00 vapor trances Ville de Santos, dem
em 8 dem idem a Francisco Launa, conteodo 800
grammas de pintes de chifre e 35!) gramnn de
bijouteriat de cobre e suas ligas.
Armaxem n. 5
Marca diamante J L ao lado v P no centro
Urna caixa sem namero, idem de Liverpool no va-
por ingles Sculptor, idem en. 7 idem idem, a P.
Valiente Comiendo 21 kilos de folbas de
landres em obras pintadas.
Marca dous diamint.'s P V no centro Urna
dita sem numero, idem idem, eootendo 3 kilos em
obras impressaa em urna cor.
Marca diamante, 15,500 no centro.Um pacote,
em numero, idem de Sonthampton, idem no vapor
iugles, Aron, idem em 22 de Junho de 1885, idem,
contando amostras.
Marca C. A. de Amorim.Um dito, n. 87,
idem dos portas do sul no v*,ior ingles Trent, idem
em 17 de Agosto, dem a C. A. de Amorim, con-
tando 12 foceos em cabos de madeira.
Armaxem n. 7
Marca J. P. R.Urna caixa sem numero, vin-
da do Havre no vapor francez Ville de Maranhao,
idem em 18 de Dezembro, dem, idem ordem,
contando amostras.
Maica D. F. S. C Um dito, idem de Ham-
burgo no vapoi allemao Paranagu, idem em 23,
idem, idem, nao consta do manitesto, co:itendu
Hinostras.
Marca Dr. C. B. Um baril, n. 8,809, idem do
Havre no vapor francs Ville de Balda, idem em
26 de (Janeiro de 1881. idem ao Dr. Carlos Betten-
courr, contando pedra hume crystalisada, pesando
liquido legal 257 kilo. Um dito vasio, n. 8,808
idem. idem, dem.
Marca F. M. da S. 4 C.-Uma caixa, n. 2432,
idem de New-York no vaptr inglez Maranhense,
idem em 5 de Fevereiro de 1886, idem a francisco
Manoel da Silva 4C, contando 6 kilos de venta-
rolas de papel, 5 kilos de quadros annuucios e
cartazes de urna cor.
Marca D. A. Alves Ribeiro.Um pacote, idem
dos partos do sal, no vapor nacional Par, idem,
em 10, idem, idem, idem, a Domingos Alves Ri-
beiro, eootendo livros impressos, peeands 1,700
grammas.
Marca F. 8. 5,875p894, idem do Havre no vapor francfz Ville
de Maranhao, idem rm 7 de Janeiro de 1885, idem
a Francisco Manocl da Silva i C, contando 240
garrafas com vinho medicinal, pesando liquido le-
gal 197 kilos.
Marca M. F. P. Urna dita n. 7,699, idem de
Liverpool no vapor inglez Author, idem em 19,
idem, idem, idem, a Manoel V. Pinto, contando 5
kilos de aonuocios de urna Sur.
Marca M. A. Barreto.Urna dir, sem numero,
idem do Havre no vap ir francez Ville de Santos,
idem em 23 de Maio de 1881, idem a M. -. Bar-
reto, contando diversos objectos de vidro, louca e
um relogio de parede, estragados.
Marca J. P. M. sobre B.Urna grade, n...
11,113, couteodo 40 garrafas coiu agua mineral,
pesando liquido legal 41 kilos.
>Marca A. S.Urna dita, n. 23,302, contando
90 garrafas com agua mineral, pesando liquido
legal 26 kilos.
Marca C. P.Urna caixa n. 1, contando car-
tas em baralhos, para jugar, pesando nos envolto-
rios 85 kilos.
3.* Seccao da Altandega de Pernambueo, 12 de
Marco de 1887.
O chefe,
________________________Cicero B. de Mello.
Juizo dos feilus da fazenda
nacional
EscriooRego Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos feiloa da
fazenda se veudero em praca publica no di* 18
Urna casa terrea n. 15 sita nos Coelhot, fregue-
za da Bda-Vista, pertancente a Laiz Antonio Pe-
reir, avaliada por 1:5?0*000.
Um dita tamban tarrea n. 10 sita do becco do
Espioheiro & roa de Nones Machado, fregoeeia da
Graca. pertancente a Marcelino da Silva Lima,
avaliada por 400*000.
Duas ditas pequeas ns. 26 e 28 na travessa do
Bandei.-a e roa Imperial, fregnesis de 8. Jo,edi-
ficadas no terreno freiro de marinha n. 169A, per-
tancente a Manoel Cypriano Ferreira Rabello, ava-
lladas ambas por 200*000.
( ilo-ninio mil do terreno da marinha n. 169 sito
ra Imperial, travessa do Martina da fregaezia
da S. Jos, eutr'ura pertancente a Francisco Jos
Martina da Cota e luje viuva de Thomaz An-
tonio (Jiiinbra, uvaliado o dito dominio til em
120*000.
Urna cisinha com um terreno ao lado, n. 304 na
ra Imperial, treguezia de S. Jos, sendo o terreno
da casa foreiro de marinha com a nnmetacao de
224, pertancente aos herdeiros de Zeferino Amaro
dos Prasares e avallados o terreno ao lado e a fio-
ainha em 250*000.
Todos estas beus sao vendidos para pagamento
das execuees da fazenda nacional contra os seas
possuidores ^acima indicados.
Recif.-, 5 de Marco de 1887.
O solicitador,
Luis Machado Botelho.
JJulzo dos feltos da fazenda Va
CObM
0 etcrioSo Reg Barros
O Dr. Jos Manoel de Freitas, desembar-
gador honorario, official da imperial or-
deui da Rosa e juiz privativo dos fui tos
da fajeada .'.esta provincia de Peroam-
buuo, et-3.
Fac saber a todos que o presenta virern e
delle (iverem noticia que no dia 18 do torrente
mez pelas 11 horas da macha, depois da'audien-
cia e perante esta juizo se veuder em praca pu-
blica a casa terrea n. 3, sita 4 ra do LSvramen-
to, pertancente a capella de Nossa Senhqra dos
Prazeres de Guararapes, avahada por 4iJ>00*00y,
;jiMihorada para pagamento da fazenda nacional e
castas.
E para constar mandei publicar o presente
edita!. **"
Recife, 8 de Margo de 1887.-
Eu, Jos Francisco do Reg Barros, escriviio o
escrevi.
Jos Mide Freitas.
Entrada de anadear e algodao
MCZ Di MAKCO
** sas O _
a 0 s S 5
ENTBADAS .0 Q 1 2 .11
-^ M ^ O.
Barcacas..... 1 11 28.264 1.708
Estrada de ferro de Ulin-
da...... 1 a 11 2.200 2.266
Estrada de ferro de C-
mara ..... 1 i 11 4.307 57
Aoimaei..... 1 i 12 4.272 5.054
Estrada de ierro de S.
Francisco .... 1 4 10 12.676 1.650
Estrada de trro de Li-
1 4 10 4 209 55.928 2.217
12.952
FreUmcnlOM
Do dia 4 at hontem, foram efectuados os se-
gointas tretamentos:
Patacho dinamarqus Amor, para carregar aqui
1,700 barricas de assucar com destino a Monte-
video, a 7 1/2 reales
Brigue allemao J. G. Fichte, para carregar
aqui 2,20o barricas oe assucar com destino a
Montevideo, a 7 1/2 reales.
O Dr. Thomaz G-arcez Paranhos Montenegro,
commendador da Imperial Ordem da Besa e
juiz de direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife capital da provincia de Per-
nambueo, por S. M. o Imperador, a quem Deas
guarde, eic.
Faz saber ass que o presente edital virem ou
delle noticia tiv.rem que por parte de D. Arceli-
na Xavier Carneiro Campello, Ihe foi dirigida a
pvT'v-i > do theor aeguiute :
11 un. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do
commercio.D. Arcelina Xavier Carneiro Cam-
pello, credora de Francisco Taomaz de Barros
Campello, Antonio Xtvier Rodrigues Campello e
Joaquina Thomaz de Barros Campello aceitantes
da letra junta na importancia de 500* ; e porque
estaja a prescrever dita letra quer a snpplizaute
protestar para interromper a prescripcio toman
da-se por termo o eeu protesto, que ser intimado
por ediraes aos suppiicados visto se acbar m em
lugar iiicerto e nao sabido. Requcr portante a
V. Exc. que se digno de marcar dia e hora para
justificar a ausencia dos suppiicados e feita a ci-
lacao s>ja entregas a supplicante a letra Junta ti-
cando copia. Pede a V. Exc. deferimentoE R.
Me. Recife, 5 de Marco du 1887.Jos Lago.
Sellada legaimente.
E' o qae se continba em dita peticao na qual
li.-.-se o despacho seguinte :
Como pede, designando o escrivad dia. Reci-
te, 7 de Marco de 1887. Montenegro.
Em virtude do despacho fra feita a distribui-
ca > do theor seguinre :
A Ernesto Silva.liveira.
.' o que se continha em dita distribuido aqui
copiada, depois via-se o termo do protesto do
theor seguinte :
Aos 8 de Marco de 1887, em meu cartorio, pe-
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas
Banco de Cr-dito Real do Pernambueo, ess aasein*
bla gcral, para o tira de tamarem conlMimento
do n-U'orio das operncoes do mesino bae* no an -
no findo em 31 de Dzembro e do parecer bacal, e
procederem 4 elcicSo da nova commissSo fiscal e
dos presidente, vice presidente e secretarios da
assembla geral.
Motan do Tneson.ro dilacerada*
O recolhimento de notas dilaceradas est4 sendo
feita na Thesouraria de Fazenda, as tercas e
sextas-feiras, das 10 4s 12 horas da manhS.
SnbatKal -lo de utan do Thesnuro
Em 31 do corrente mez termina o prazu mar-
cado para recolhimento, sem descont, das notas
de 2*000 da 5* estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7
A substituicad est sendo feita na Thesouraria
de Fazenda, nos dias uteis, das 10 as 12 horas da
manh.
rante nim e as tesl
comparecen a supplicante por
s Lago e por este foi dito
o protesto constante da pe tic-Jo retro, qae oftero-
cia como parte desta, em que assigna. Eu, Er-
nesto Machado Freir Pereira da Silva. Jos
Ignacio Pereira do Lago.Antonio Barbosa Cor-
deiro.rnnocencio Garca Chaves.
E mais send continha em dito termo de pro-
testo, depois via-se que tendo a justificante pro-
duzido suas testemunhas, que depozerara conve-
nientemente acerca do allegado na peticao aqui
transcripta ; o respectivo escrivao taxendo sellar
e preparar os autos me os fel-ns conclusos qae
nelles vis-so a sentenc seguinte :
Vistos. Hei pir justificada a ausencia em lugar
incerto dos justificados e mando que elle.n sejam
intimados poredittea como prazo de 30 dias do
protesto de tolhas para intemipcao da prescrip-
cio do titulo de tolhas. distas x-causa. Recita,
8 de Margo de 1887. Tbouiaz (jareas Paranhos
Montenegro. .
E mais sead continha em dita sentanca aqui
bem copiada. Em vista da mesina o respectivo
escrivad fes pasear o presenta edital pelo anal e
seu theor chamo, cito c hei por intimados os jus-
tificados ausentes para que comparecaui ante esta
juiso dentro do prazo de 30 dias, allegando e pro-
vendo tudo quanto fr a bem de seu direito e jue-
tica.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente edital que ser publica-
do pela imprenta e afiliados nos lagares do cos-
tme.
Dado e pastado nesta cidade do Recife capital
da provincia do Pernambueo aos 8 dias do mez
de Marco de 1887.Subscrevo e assigao Ernes-
to Machado Freir Pejeira da Silva.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Joaqum (Porreta de Oliveira An-
draeie, juiz de direito privativo de or
phaos e ausentes, nesta comarca do Re-
cife aeu termo, por Sua Magestade Im
perial e Constitucional o Senhor D. Pe-
dro II a quem Deua Guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem ou
delle tiverem conhecimento que no dia 15 do cor-
renta, depois da audiencia degte juizo, na respec-
tiva sala, ir a praca para ser arrematada por
quem mais der urna casa de taips, sita a roa da
ma'rz de Bberibe, n. 36 do valor de 1:000*, que
servir de base ao prego da arrematacad.
E yai a praca a requerimento de D. Thereza
Emilia de Sonza Gomes viuva do finado Eustaquio
Antonio Gomes.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presenta qae ser publicado pela
imprensa e afiliado no lugar do costme.
Dado e paseado nesta cidade do Recife, capital
da provincia do Pernambueo aos 7 de Marco de
1887.
Eu, Manoel do Nascimento Pontea, escrivao o
subscrevi.
Joaquim Corma ce Oliveira Andrade.
Tedito real de Pernam-
DECLARACBES
Lotera de 4000 eontos
A grande lotera de 401)0 cootos, -m 3 sorteios,
fie transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impreterivelmente, nos termos do despicho ie
Exm. Sr. presidente, de hoje.
Thesouraria das Loteras para o fundo de
emaucipacao e ingenuos da CoUuia Isabel, 14 de
Dezembro de 1886.
O thesoureiro,
Francisco Goncalves Tei res.
Estrada de ferro de Ri-
beiro ao Bonito
De ordem da directora si chamados es Srs.
accionistas desta Empreza, para no prazo de 60
dias, a contar de hoje, recolberem ao London &
B.asilian Bank a 5* entrada d* 10 / de suas
acedes nos termos do artigo 9o 2 dos Esta-
tutos.
Recife, 9 de Marco de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmiao Pereira de Mello.
Pauta da airamdeca
SkMAIA DI 14 A 19 DI MASCO DI 1887
Alcool (litro)
Algodad (kilo)
Atsacar refinado (kilo)
Dito branca (kilo)
Dito mascavado (kilo)
Borracha (kilo)
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
Caf bom (kilo)
Cafrestolho (kilo)
Barca inglesa Lacinia, para carregar no Rio Carnauba (kilo)
Grande do Norte 400 toneladas de assucar com I Caracas de alrodd (kilo)
destino a New-York, a 20/. I '
I auvlmenlo bancarlo
bbcive, 12 na maiujo i>e 1887
Os bancos mantiveram hoje no balead a mesma
tasa de hontem, ato o London Bank a de 22
3/l< d. sobre Londres, e o Engliah Bank a de 22
.. fi, vibre as qoaes effectaaram traasacedes.
Vtgoram, portento, of&cialmento as tabellas se*
catates;
Do London Bank :
Saare Londres, 90 d/v 22 3/16 e 4 vista 21 15/16.
aace. Pars, 90 d/v 428 e 4 vista432.
Sai*;* Hamburgo, 90 d/v 531 e 4 vista 536.
sjoo-v Portugal, 90 d/v 240 e vista 242.
ubre Italia, 4 vista 432.
* New-York, 4 vala 2*280.
*> EugUsh Bank :
SMtwe Londres, 90 d/v 22 1/8 e 4 vista 21 7/8.
1Mr Hara, 90 d/v 429 e 4 vista 433.
**uve Italia, 4 vista 433.
saare Hamburgo, 90 d/v 32 4 vista 538.
toare New-York, 4 vista 2*290.
abre Ltsbca e Porto, 90 d/v 240 e 4 vista 243.
Sabr as principaes cidades de Portugal, 4 vista
248.
Sabr liba dos Acores, 4 vista 251.
obre liba da Madeira, 4 vista 248.
aereado de aaanear algodo
aicirx, 12 na masco db 1887
Assucar
A* entradas foram regalares.
MK*9*> P*go* -o agricultor, foram ci se-
jpustea -
gato, por 15 kiks, de 2*000 a 2*100.
lar, por 15 kilos, de 2*100 a 2*200.
j, por 15 kilos, de 2*00, 2*300 e 2*400.
or, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
m turbina pulveiisada, por 15 kilos, de 2*300
|B*400
|o-. por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
r 15kilos, a 1*200 al*300.
ktr 5 kilos, do 1*100 a i*.
Br lo kilos, de 840 a l*fvO.
iximo ou mnimo dos piecot tio obtidos
-ai o aoruinuuto.
Algodio
<> de Peraasabiico e boas proeedencia*, em ter-
r*, ctoa-se a 6*900 por 15 kilot.
En-ajamenlos
Effectuaram-se os segu otas :
Vapor inglez Herschel, pura carregar aqui, com
destino a Liverpool, 200 toneladas de assucar, a
15/ e 5 0/0, e 5,500 saceos cora algodad, a 3/8 e
5 0/0.
Patartio nacional V Benedicto
Seguio hontem para Porto-Ategre, com a se-
guinte carga:
1,325 saceos com assucar branco.
625 ditos com dito mascavado.
400 barricas com dito branco.
125 ditas com dito mascavado.
atarea noratetrnenne Ogir
Sabio tamoem hontem para New-York, com um
carregamento de 11,960 saceos com assucar mas-
cavado.
Vapor aacloaal Principe do Grao
ara
gJPartio aatahontam com destino a Baha, levan
do:
600 barricas com assucar branco.
50 secas com algodSo.
JLsatrar portugus; Tigre
Sahis antebontem, levando a seguinte carga :
Para Pelotas :
445 saceos com assucar branco.
1,271 barricas com dito dito.
225/2 ditas com dito dito.
175/4 ditas com dito dito.
160 ditas com dito mascavado.
30 pipas com agurdente.
Para Rio Grande do Sul :
16 pipas com agurdente.
Aaaeclacao Cosamerrial
Entrn de semana o director D. P. Wild.
218
353
151
181
067
126S
400
077
460
320
366
014
16*000
585
500
275
050
400
200
040
040
100*000
iten
No prazo de 15 dias, contados de 9 do correte
mes de Marco, os caixiros despachantes da Al-
tandega devem apresentar-ae na 3. seccao dessa
repartiese, afiui de renovarem suas naneas, sob as
penss do art. 168 da cons.-hdacio das lea das Al-
tandegas e mesaa da rendas.
Banco de Crdito leal
A' 15 do correnta mez de Marco, ao meio dia
e em ama das aalai da Ataociacao Commercial
Benehcente, devem reanir-ae oa accionistas do
aas
Car vilo de peora de Cardifia(roa.)
Couros seceos espichados (kilo)
Ditos aalgadoa (kilc)
Ditos verdea (kilo)
Farinha de mandioca (litro)
Fumo restolho (kilo)
Genebra (litro)
Me! (litro)
Mllho (kilo)
Taboadog de amarello (duata)
fmporta^o
Logar nacional Maia i*, entrado do Rio de Ja]
neiro em 11 do corrente e consignado a Antonio
de Oliveira Maia, manifestou : \
Barricas vaziaa 100 velantes a Domingos Alves
Matheus, 500 4 ordem, 400 a Maia & Rezende.
Barra vazios 260 ordem, 100 a Martina Vie-
gas, 450 a Antonio Maria da Silva.
Caf 300 saceos a Silva Guimaraea & C.
Dinamite 50 caixas ordem.
Estopn 4 volumes a A. Coutinho.
5Ferragens 13 volomes a Miranda & Sonsa-
Objectos para theatro 145 volames a Juild W.
de Medeiros.
Vinho 10 pipas e 89 barra 4 ordem, 100 ditos
a Joao Vctor Alves Matheus & C, 30 a Joao
Fernandes de Almeids.
Vapor inglez Tatnar, ontrado dos portos da En
ropa em 12 do corrate e consgnalo a Adamaon
Howie & C, manifestou i
Amostras 48 volames a diversos.
Ch4 3 1/2 caixas 4 ordem.
Camisas 1 caixa a A. L. Gaimaiaes.
Cadeira* 1 caix&o 4 ordem.
Cabos 40 rolos a Caetano Cyriaco da Costa
Moreira c C.
Conserval 30 caixas a Carvalho & C, 15 a Ra-
mos C.
Drogas 4 volames a Manotl Alves Barbosa
Succeesor.
Ferragena 1 caixa a Companhia de Beberibe, 2
4 ordem, 2 a A. L. Guimarads.
Encerados 2 fardos 4 -ordein.
Libras sterlinaa 1,000 ao London Brasilian
Bank.
Livros 1 caixs a R. de Drasina & C.
Mercadorias diversas 4 volames 4 ordem, la
A. L. Guiparais.
Meirs 1 caixa ordem.
Presuntos 5 caixas a Caryalho 4 C, t ordem,
Rvupa 1 caixa a A. L. Gaimaraes.
Rosarios de vidres 2 caixas a Gomes de Mattoa
Irmos.
Salitre 50 barricas a Ferreira Guimarads & C.
Sellina 1 caixa a R. H. Coanolly.
Tecidcs diversoa 156 volme* 4 ordem, 8 a
Oiinto, Jardm 4 C, 4 a A. C. Guimaraes, 48 H
Machado es l'ereira, 27 a A. Vieira & C 27 a
Jnaguin Agostinho i C, 23 a Luiz Antonio Se-
queira, 1 a Ljureiro Maia & O, 7 a Alves de
tirito ai C, 3 a (iuerrai Fernandes, 6 a A.Moh
& C.i Bl a Narciso Maia t C, 1 a Uaimares Ir-
m^oa '& C, 1 a Rodrigo Carva Iho & C.
Vinho 10 barns a Fertvira R'idrgnefl (t C.
Exporta t>o
ucira 11 M marco de 1887
Para o exterior
No vapor ingles Annandale, carregaram :
Para Liverpool, J. 11. Boxwell 600 saccas com
42,477 kilos de algodau ; Rodrigues Lima & C
341 saccas com 25,931 kilos de algodao.
No vapsr ingles Mariaer, carregaram :
Para Liverpool, S. P. Jobotton & C. 500 saccas
com 44,748 kilos de algodad ; Poblman & C. 512
saccas com 61,612 kilos de algodad.
- Na galera inglesa Lorenzo, carregaram :
Para Liverpool, N. Cabo & C. 150 sicc-.s com
13,392 kilos de algodao.
No vapor ingles Vol, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmann ot O 1,500 fardos
Min 289,519 kilot de algodad.
No vapor allemao Paranagu, carrega-
ram :
Para Hamburgo, Pohlman & C. 681 couros aal-
gadoa com 8,172 kiloa ; S. L. Johnston & C. 100
couros aalgadoa com 1,200 kilos.
aa Na barca ingleza Beta, carregaram :
Para Halitax, J. Katar & C. 2,000 saceos com
150,000 kiloa de assucar mascavado.
Na barca noraeguense Ogir, carregaram]:
Para New-York, J. S. Loyo & Tilbo 796 saceos
com 59,700 kilos de assucar mascavado.
No brigue allemao Bruno & Marie, carre-
gou :
Para Hull, a P. de Lemos 2,000 kilos de ca-
rocas de algodao.
Na barca portugneza Hersilia, carregon :
Para Lisboa, C. F. Tavares 30 orauchoea de
vinhatico.
Para o interior
Em cumprimento dos 9 e 12 do art. 83 dos
estatutos e das dispoaicoea da le n. 3,150 de 4 de
Novembro de 1882, convocamos oa Srs. accionistas
a reunir-te em assembla geral ordioaria, no dia
15 da Marco prximo vindouro, ao meio da, em
ama das salas da associacio Commercial Bene-
ficente. afim de Ibes ser presente o relatorio das
operacts do anno bancario findo em 31 de Dezem-
bro de 1886, acoro pan hado do parecer da commis
sao fiscal e precederse 4 elecd desta e bem as-
sim do presidente, vice-presidente, 1- e 2' secre-
tarios da assembla geral.
Recife, 28 de Fevereiro da 1887.
Os administradores,
Manoel JcSo de Amorim.
Jos da Siha Loyo Janior.
Laiz Duprat.
COMPANHIA" SANTA~THBREZA
Abastecedora (Tagua e
gaz em Olinda
AVISO
Aos Srs. consum-
midores de asfua e g*az
da com panhia, que em
seus pagamentos se a-
<*ham em atrazo, leii-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
provado pelo governo
a l de Agosto de
1873, e que se acha
copiado no verso das
contas entregues.
O pagamento da
importancia da agua ou
gaz fornecido em cada
mez, se jar naprimei-
meira quinzena do mez
seguinte e na sua falta
poder a Companhia
interromper o respeetivo
supprimento.
Escriptorio do ge-
rente, Olinda 3 de
Marco de 1887
A. Pereira Simes.
Hikte nacional Aurora II, varios gneros.
Hlate brasileiro Deus te Guarde, sal.
Hiate nacional Flor do Jardim, sal.
Lagar nacional Afaa /, varias gneros.
Lugar nacional Maia, varios gneros.
Lugar norueguense Alrana, carvad.
Lugar inglez May, carvad.
Lugar norueguense Ideal, varios gneros.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
Lugar inglez Minnia, carvad.
Lugar inglez Luzxie R. Wtlce, bacalho.
Patacho inglez Buda, carvad.
Dlnnelro
O paquete Tomar tronxe da Europa para :
London Bracilian B mk 1,000
O mesmo paquete levoa para :
Alaga 80:000*000
Recebederla de Pernambueo
Matricula de eacravos
O aaminiatrador da recebedoria faz publico que
finda-se no dia 30 do corrente mez o prazo para
ka nova matricula e arrolamento dos escravos exis-
tentes nesta municipio, de vendo os donos e pea-
aoidorea dos meamoa apreseotarem at aqaelle
dia aa ralacdes em daplicata contando o nome do
escravo, nacionaldade, sexo, filiac4o. oceupa^ad
on servico em que fr empregado, idade e valor,
alm do namero da ordem da matricula anterior.
sendo o valor dado por extenso pelo senhor do
cravo oa seu legitimo representante, nad exceden-
do o mximo regulad* pela ioade do matriculando,
que ser tambern eacripta por extenso conformo a
seguinte tabella :
Eacra ros menores de 30 annos 900*000
de 30 a 40 800*000
de 40 a 50 600*000
. de 00 a 56 400*000
a de 55 a 60 200*000
O valor das escravas ser regulado pela mesma
tabella com o abatiinento de 25 / <^08 precoe
nella vstabelecidos.
A inscrifcao para a nova matrcula ser Rila
a vista das lelacds, qae servirid de base a ma-
tricula especial ou dv averbaco tffeetuada de
conformidsde com a lei de 28 de Setembro de
1871, ou de certdao da mesma macricula, ou
vista Jo titulo de dominio quaudo contiver a ma-
tricula do escravo.
Nao serao dados a matricula oa escravos m.:.-
rea de 60 annos, sero porm inscriptos em arro-
lamento especial.
.~erao cousiderado& libertos os escravos, qae no
prazu marcado nd tiverem sido dados a nova ma-
trcula.
Pela inse-ipea'> ou arrolamento de cada escra-
vo pagar-se-hi 1* de emolumentos, cuja impir-
tanciu ser destinada ao fundo de eiuancipaco
depois de aatisfeitas as despezas da matricula.
Recebedoria, 2 de Mareo de 1887.
Alexandre de Soasa fereira do Carmo.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem d6 Illm. Sr. inspector se faz publiea,
que no da 15 do corrente, s 11 horas damsnh,
pagar se ha no Arsenal de Guerra as costura y
relativas ao mez de Fevereiro ultimo iseguuda
quinzeuH).
Thesouraria de Pazenda de Pernambueo, 12 de-
Marco do 1887.Osecretario,
Luiz Euiydi P. da Cmara.
Repartido das Obras Militaros
Du ordem do Illm. Sr. capito de engenheiroe
Dr. Gregorio Thanmatnrgo de Azevedo. encarre-
gado das obras militares desta provincia, faco pu-
blico qae no da 14 de Marco vindouro, s 10 ho-
ras da manila na Reparticd das Obras Militares,
no Palacio do Governo, se receber propostas em
artas fechadas dos negociantes ou firmas Com-
mercaea desta pra corrente anno o fornecimento s obras militares
dos materixes constantes da roJacao existente na
reparticd, disposicuo dos pretendentes, para
ser examinda nos das uteis, durante o expe-
diente.
Repartcao das Obras Militares em Pernambaco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
uba, 2 cadete 2 sargento amanuense.
Companhia Santa Thereza ein
presarla do abasteelmento
d agua e de luz eldade de
Olinda.
Assembla geral
De ordem do Sr. presidente da assembla geral
e por ud ter o Sr. secretario eleito acceito o cargo,
couvoco a assembla geral dos Srs. accionistas
para o dia 24 do corrente, afim de ser lido e jul-
gado o tela torio e o parecer fiscal e apreciadas as
contas do anno findo, e submettida a cousideracd
dos Srs. accionistas urna mocad do Sr. presidenta
da directora.
A aesad ser aberta ao meio dia n'um dos aa-
ies do edificio da Associacao Commercial, para
case fim delicadamente cedido. /
Recife, 9 de- Marc > de 1887.
O gerente,
A. Pereira Simoes.
Rendlmentos pblicos
MBS DB MASCO
A Ifaniega
Renda geral
'> 1 a 11
dem de 12
Renda piovincial
De la 11
dem de 12
280:606*853
32:000*302
53.049*637
7:343*946
312:607*155
60:393*583
Vaporea e navios esperados
VAPOBB8
Paranagndo sul hoje.
Sergpeda Baha hoje.
Mondegodo sul smanh.
Pernambueodo norte a 15.
Pinancedo sul a 15.
Plato-de Liverpool a 16.
Montevideode Hamburgo a 17.
Parado sul a 17.
Rosariode Hamburgo a 17.
Alliancade New-PortNews a 18.
Girondedo sul a 21.
-Nevada Eurcpa a 24.
Espirito Mantodo sul a 26.
Babiado iorte a 27.


373:000*738
Na escuna sueca Lorelex, carregaram :
Para Porto-Alegre, Amorim Irmds & C. 940
saccas com 70,500 kilos de assucar branco e 460
ditos com 34,500 ditos de dito mascavado.
No vapor inglez StarUght, carregaram :
Para o Ro de Janeiro, V. da Silveira 750 sac-
eos com 45,00i kilos de assucar mascavado; J.
Fontelles 67 saceos com 4,275 kiloa de assucar
mascavado.
No hiate nacional S. Lourenco, carrega-
ram :
Para o Para, J. 8. Loyo fe Filho 285 barricas
com 21,945 kilos de assucar branco ; Amorim Ir-
mos fe C 65 barricas com 56,521 1|2 kiloa de
assucar- branco ; Baltar Irmds fe C. 6 dazias de
vasfouras de piassava.
No hiate nacional Geriquity, carregaram :
Para o Natal, P. Alves & C. 47 barricas com
2,828 kiloa de assucar branco.
Xaiioa a carca
Oe la 11
dem de 12
Recebedoria
Del
Id-m
11
de 12
Consulado Provincial
19:590*163
1:400/261
Oe i a 11
dem da 12
Recife Drsdnage
20:990*424
20:982*224
5:041*204
26:023*428
Bltico,
se, Estados-Unidos.
Ue, Montevideo.
Barca norueguense Vt
Barca inglesa Duneto_
Brigue allemao I, G.
Brigue allemao Bruno & Mane, Hall.
tiscuna sueca Loreley, Rio Grande do Sal.
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool.
Lugar nac onal Logo, Rio Grande do Sul.
Patacho inglez S. Joseph, Santos.
Pataeho dinamarqus Amir, Montevideo.
Patacho ingles Plymoulh, Santos.
Patacho dinamarqus Mercur, Rio Grande do
Sul.
Patacho nacional Marinho VI, Rio Grande do Sol.
Patacho dinamarqus J. P. Larsen, Rio Grande
do Sal.
Palbabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre.
Vapor inglez Stargth, Santos.
Gavin A deseara
Barca inglesa Christiani Scrivey, carvad.
Barca dinamarquesa Arica, carvad.
Barca beapanhola Francisca Villa, crvo.
Barca norueguense Speranza, earvo de pedrs.
Barca noraeguense Noalun, earvo.
Escuna norueguense Reform, xarque.
Escuna ingleza Bella Rosa, bacalho.
Mercado Municipal de Joa
O movimento deate Mercado no dia 12 de Mar-
co foi o seguinte :
Entraran :
41 bou pesando 6,018 kiloa, sendo de Oli-
veira Castro, 24 e 1/2 ditos de 1.* qnali-
dade, 5 de 2a dita e 11 e 1/2 ditos particu-
lares.
431 kiloa de peixe a 20 res
50 cargas de- farinha a 200 res
13 ditas de tractos diversas a 300 rs.
10 Uboleros a 200 ris
23 Sainos a 200 ris
Foram occopadoa :
21 columnas a 600 ris
25 compartimentos de farinha
500 ris.
21 ditos de comida a 500 rea
781/2 ditos de legumes a 400 ria
18 ditos de suino a 700 ris
12 ditos de tressnraa a 600 ris
10 tainos a 2*
7 ditos a H
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1*
2 talhos a 500 ris
Deve ter sido arrecadada nesta dia
a quantia de
Rendimento dos disa 1 a 11
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde 240 a 480 rea o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 600 a 640 ris idem.
Farinha de 100 a 240 ris a cuis.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijao de 640 a 1*000 idem.
BATIOS
Amandade Hamburgo.
Apotheker Dirsende Santos.
Aldwathde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardiff.
Bernardus Godelewusdo Rio Grande do Sul.
Cometade Porto Alegre.
Cysnedo Rio Grande do Sal.
Caledouiado Rio de Janeiro.
Cameliade Terra Nora.
Diadado Rio Grande do Su!.
Enjettado Rio Grande do Sal.
Erutede Hamburgo.
lite-de Tena Nova.
Eugeniade Terra Nova.
Evorado Rio Grande do Sal.
Guadianade Lisboa.
Gltnerde Liverpool.
Hapnusdo Bio Grande do Sal.
35:7011889 Helene_de Hamburgo.
7:254*154 Jelsntbede Santos.
Joaquinado Porto.
42:956*043 Joa Genebrade Liverpool.
Lidadorde Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Bio Grande do Sal.
Meta Sophiade Hamburgo.
Mariettado Rio Grande do Sal.
Metede Hamburgo.
Malpcde Brunawick.
Marydo Rio Grande do Sol.
Moss Rosado Rio de Janeiro.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainode Cardiff.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Prcgreasode New-Port
Rosa Hilldo Rio Grande do Sal.
Sophiade Santos.
Vasco da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
Movimento do porto^ .
Navios entrados no dia 12
Ro de Janeiro35 dias, lugar nacional Maia
1. de 439 toneladas, capito Fos Maria de
Pinho, equipagem 10, carga varios gneros ; a
Antonio de Oliveira Maia.
Londres e escala27 das, vapor ingles Dau-
tless de 14 toneladas, commandante John B.
B. Bal I. equipagem 17, em lastro ; a Wilson
Sons & C. (Reboeador.)
Mzcei11 diaa, hyate nacional Aurora 2., de
70 toneladas, mestre Manoel Duarta da Silva,
eguipagem 5, carga varios gneros ; a Carlos
Antonio de Araujo.
Southampton e escala 16 dias, vapor ingles
Tamar, de 1,716 toneladas, commsndantje P.
Rowsetl, equipagem 92, carga varios gneros ;
a Adamaon Howie a C
Rio de Janeiro41 dias. lugar ingles Round*,
de 347 toneladas, capitid W. Finlanyan, equi-
pagem 8,em lastro ; a Henry Forster & C.
Cardiff-31 diai, barca inglesa Cbristian Scri-
ver, de 607 toneladas, capito Th. B. Olgen,
equipagem 13, carga carvao de pedia ; a Wil-
aon Sons & C.
Navios sabidos no mesmo da
Porto- Alegre-Eacuna inglezs Nelly Habarlaud,
Capitio F. Jones, carga assaear.
Porto-AlegrePatacho nacional b. Benedicto*,
capitao Joaquim Praca, carga assucar.
Santos e escalaVapor ingles Tamar, com-
mandante P. Bowsell, carga vanoa gneros.
Rio de JaneiroVapor ingles Danntles, com-
mandante John B. Ball, em lastro.
ParaPalbabote nacional S. Lourenco*, mestre
Hanrique M. de Almeida, carga assaear.
8*620
10*000
3*900
2*000
4*600
14*400
12*500
10*500
31*400
12*600
7*200
20*000
7*000
54*000
1*01.0
199*720
2:226*800
2:426*520
v".
jk








' lk
f
!
Diarii
^BibucoDomingo 13 de Marfo de 1887
.. "
Companhia de edificado lirt,!s *m. ff*k EdM
cipa fio
inmuniea-se os aenbores aeoiooistae, que por
deliberacio da directora foi resolvido o recolhi-
atento da sexta preatacio. na rasno de 10 0/0 do
Valor nominal das respoclivaa accOi-s, a qual de-
varA rraaar-ae at o di 12 de Abril prximo
Ero, na sede desta co-npanhia, praca de Pe-
dro II n. 77, 1- andar._________________________
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta repart-
qio, faco publico que no da 14 Jo correte mei.
paga-se a claase de 3* entrando de profeeaores e
escolas nocturnas, relativamente aos veneimentos
do mes de Janeiro prximo finio.
Pagador do Thesouro Provincial de Pernam-
bnco, en 12 de Mareo de i87.
escrivao da (! speta,
Silvin A. Rodrigues.
"A 15. parte deatas loteras >cba-ae expeata
venda para ser extrbida sexta-feira, 18 do eor-
etnte, ao meio dia, do cna.st:>rio d. igreja da
igreja da Oonceiyio dos Militares.
Thesourana ilas loteras para o Fundo de Einin-
cipavau, 12 de Marco de 1887.
Francisco Ooncalvrs Torres.
Santa Casa da
Estrada de ferro do Ribeir ao"
D: ordem da directora sao chamados os Srs.
accionistas desta empreza, para no prezo de 60
das, a contar de h"je, recolherem ao London os
Bcnsilian Bank, a 5" entrada de 10 0)0 de suas
acedes, nos temos do .rt. 9 ? dos estatutos.'
Recife, 9 de Marco de 1887.
O secretan,
.Irse Bellarmin Perer de Mello.
louipi, niia pe nambneana
DE
Xavcgaco costelra por vapor
Pelo piesrute bao convidad* ^ evnborCK aocio-
uittaa a reuuuem se i.a sed"- da i-umpanhia, no
dia 23 do C3rrent>-, ao meio ilia, afim de Ihes eer
apresentada o relatorio <- nalaiicj du anno findo, c
elegerem a commissao de cxaine de coritas e con-
elbo de direceo.
Recite, 5 de Marco de 18o".
Manuel Joao de Ainonai.
P.P.Saunders Brothers ir C
Arthur B. Dallas.
W. W. Kob.lliard.
do
Misericordia
Rerife
1DINISAD0E
Companhia de Seguros
Martimos e terrestres
KsUbelelda en 1*5
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
i 31 de dezembro de 1884
Martimos..... ,,.10:000$000
Terrestres,.. 3t6:000$000
-la Itua do < ommerelo
sL
fta
inionio IgnAclo do Befo
McdelroN
A junta administrativa da Santa Casa, no dia
16 do corrento, trigsimo do fallecimento do aeu
rx-vice proveur e iiino bemfeilor, commendador
Antonio Ignacio do Reeo Medeiroa, far celebrar
pelo repens de sua alia, na igreja de N. S. do
Paraixe, pelas 8 horas da manbS, urna mista so-
lemne de rquiem, cntala pelas educandas da
casa dos exuoatos.
Para lo piedoso acto, pede o comparecimento
da Exma. viuva, filhos, parentes e amigos da fina-
do, assim como o de todus os membros da junta e
d.: irmandade.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia d-j
Recife, 9 de Marco de 1887.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
don acd KraitfIlaD
Limited
Ra do Cominerci? n. -V
Saces por todos os vapores sabr as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
na Lisboa, ra dos Capellistas n 75 No
Porto, ra dos Inglezes.
Hamttnrg-SaBflamBrlKanscnB
Dampfschifffahrls-Gesellschan
O vapor Rosario
Eepera-se de HAMBURGO,
por LISBOA at o dia 17 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
lARulOS
THE A TRO
DE
EMPREZA ARTSTICA
RN0E COMPANHIA OE ZARZUELLAS
HESPANHOLA
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. iitHii i Valle
Unio Commercial Be-
nefieente dos Mcr-
cieiros
Assembla geral extraordr aria
Nao se tendo reunido em 6 du correte
numero sufficiente de socios, para se re-
solver os assumptos de importancia apre
sentados pelo director, os quaes entendeu
o Sr. presidente ser preciso maior numero
do que o que dispo o additivo creado ao
art. tos estatutos, de novo s3o convidados
os Srs socios scoroparecerem na Bde so-
cial, domiugo, 13 do correte, ao meio-dis,
afim de defaitivamecte se deleberar sobre
o cima referido.
Marco de 1887.
M. CapitSo,
1. secretario.
uJita toa ii uiiHfl
COHPANH1E DE MENNAUB
MES HAHIT11IEN
LINHA MENSAL
0 paquete Gironde
Co'omnndante Minier
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 21 do corrente,
seguindo, depois da demora
do coBtume, para Bordeaux,
tocando cm
Dakar e Lisboa
Lembi-a-es *03 senhores passageiros de todas
as claases que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garen) 4 passagens inteiras.
Por excepcito os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abat-
ment.
Os vales postaes s se da at dia 19 pago
de contado.
Para carga, passageus, uncummundas t dinhoir-
a frete: tract-su com o
AGENTE
ugoste Laklie
9 RA DO COMMEUCI-9
BOYAL MA1L STEAM PACKET
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, passagens, encommendas e
heiro a frete trneti. com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCH> M. S
1' andar
Leilao
din-
tniicil SUtes Maii Brasil 18. C.
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 15 de Marco,
depois da demora necessaria
seguir para
tlaraaho. Para, Barbados, S.
Thouiaz e Xew-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
AGENTES
Espera-se de Kew-Port
News, at o dia 18 de Mar-
co, o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C.
N 8 RA DO COMMERCIO 8
!. andat
i
De 846 saceos com farioha de mandi-ja,
descarregada do lugar Courier >
Quarta-feira 16 do correte
A'e 11 horas
No trapiche Barbosa
Modesto Baptista
"AGENTES BBLAUARQUrE~GUSMO"
Lelo
Sexta-feira, 18 do corrente
A's 11 horas
\'o arinazem ra do impera
dor a. 3 o
De assncares mel e agurdente
Os agentes aciaia por mandado e assiatencia do
Exm. ftr. De. jais do Commercio, a requerimento
do Visconde de Campo Alegre e outros, veoderSo
em leilao o que se segu: 10,00 kilos de aosucnr
de 1* qualidade, 320 de segunda, 15 tonelladas de
assucar de 1* e 59 de segunda; 4,148 litros de
agurdente, 20,000 ditos de mel, cuja venda ser
ffeetuada pelas respectivas amostras, e a entrega
pelos referidas agentes na Fabrica Central de
Santo Ignacio no Cabo, precedeudo as formali
dades da lei: vender mais 38 toneladas de assu
car bruto, grande quantidade de assucar rtame
em 5 tanques, litros de mel em 2 1(2 tanques, 187
saceos de assucar, 40 ditos >- 60 ki'.os, 81 pipas
de agurdente, que serao entregues aos co nprs-
dores com s mesmas formalidades no engenho
Central Bom Gosto, em Palmares, mais arrobas
Volocipede
Por barato preco vende se um velocipede novo,
da tres rodas, para uv i in> de 12 annos, en troca-
se por utro, eu,tura uRdo, porra menor, para
orna enanca dt- 8 auno* : ii v# r i: tratar no depo-
sito do cat Java, ni ao Vise lude de Inhama
numero 41.
Fabrico de assucar
Apparelli'B <* nnoini i.n p ra n o.ozi
t e mira. Pr-'prio p>ra > ngenhoa petine-
diis, s-ri-i'i iiiixco fiu pre^o < ef-
fecllvo cm o pe rae o
o'l.-->e iju'-.t. i ;.(.- i-nginhi>s xisti
do ayati-i.i:. \eltio, un llorando muito a
quH.ljin ,( assu .r
quantidade
OPEliAgo .MUITO HIMPLES
Uzin^.s r.sH'J<'3 mi engeuhos ctutra]
ma biiiiaiK'i i|> 11 i(; >a l:i, --yst^tMI
no. Flautas completas ou mach
separado.
E8ptcifi'::i(;0'-s o int'irri.cSjs coto'^l
Bf'OWUS .
5-RA DO COMMERCIO-5
A o publico
i > h signad que sen
LElLUES
5.a Recita
Domingo, 15 de Mar$o
Subir scena a sublime e vijtoriada sarzuella
ero 2 actos, original do reputado preta Campro-
don, msica do notavel maestra Arrela i
MARINA
PERSONAGENS *
Marina................ Haa> Pl<-
Teresa.................. Sra. Sacsnelles (A)
El capilio Jorge......... rir. Manso.
ilioqus, contra mestre...... Br. Darn.
Pascual................ Sr. Garrido.
El capitao Alberto....... 8r. Ramrez.
4Jm marioeiro............ Sr. Roix.
Pescadoras, pescidor^B, ald-as, marineiros e
coro geral.
%.A divertida sarzuella ei mico-bufia em um
acto, tradusida do fraucez por Amalfi, msica du
festejado maestro Offembacb, denominad :
La Soire k Cachupn
Personagens
Jimilia..................
Simphorosa..............
D. Canuto Cachupn......
Kalthazer Cectcllas.......
Pedro, gallego e ingles....
D. Teleaphoro Pcrragaitss.
O Sr. Duque.............
Convidados, senhoras, cavalneiros e cero geral.
\'n H hora*.
Sta. Sacanelles
Sra. duelos
Sr. Garrido.
Sr. Manse.
Sr. Duran.
Sr. Ramos.
Sr. Sauthes.
(M.)
Por esta secretaria sao chamados os pareiites e
protectores das meuores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do corrente apresental-as no collegio
das orpbs, afim de sereui abi admittidas, visto
serem as primeiras inscriptas no respectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Augusto Manta.
2 Illiiminata, filha de Mara Florencia Barbosa
dosj Sntos.
3 Laurinda, filha de Sincletica Lins de Vas-
concellos Ara U jo.
4 Mara, filba ia m. bina.
5 Adelaide, filha de Maria Jos da Cooeeifao.
6 Mara, filha de Maria Jos da Eucarnacao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 8 de Feveteiro de 1887.
O escrivao,
Pedro Rodrigue de Soma.
COMPANHIA
JMPERIA I
Haveri trens paia Apipucos c Olinda, e bonds
.para todas as Nuhas.
. Iteclta
Te.r?a-feira, l> de Mar^o
Subir scena a applaudida zarsuella em tres
actos, representada por espaco de 2 annos em Ma-
drid, e cansando um extraordinario xito nos tbea-
tros de Lisboa e Porto, poema de I, tnli M.
.le Carra e msica do reputado maestro Bar
biri, intitulada :
EL BARBERILLO
^ DE f
LAVA-PIES
PERSONAGENS
Paloma.................. Sr. Pl.
La marquesa............ Sr. Sacanellcs (A)
Muja 1."................. Sth. Caballero.
Maja 2.'................ Sta. Ruis.
1 barbeiro Lamparillo----- Sr. Garrido.
D. Lnis................. Sr. Manso.
D.Pedro................ Hr. Ramos.
D. Joan................. 8r. Duran.
Lope.................... Sr. Sanches.
Majos e8tudante^ costureira, guardas, etc.,
^iro, coro geral e acompanhamento.
Eata graciosa zarzuella de costumes puramen-
te hespanhoes.
A scena pasaa-se em Madrid durante o rei-
nado de D. Carlos III
* H Horas.
PRESOS
Casosrotes de 1* ordem 12W00
dem d 2> 12*000
dem de 3- 8#000
dem de 4 6*060
Galeras 3#000
Cadeiras de 1 ordem 3*000
dem J.e 2 2*000
Plateas 1*000
Paraso *500
Os bilhetes vendem se no theatro.
]*io(aHaver trens para Apipucos e Olinda,
bonds para todas at linhas.
Qninta-feira. 17 do corrente
Grandioso espectculo
BreveMeate : As grandiosas zar-
anellas Tempestade, Ouas Princesas, o
Madgyares e Msica Clas'sica.
HECIR08 CONTRA I O.O
E8T: 1803
Edificios e mereadorias
Toaos baixas
Prompto pagamento de prejuisos
CAPITAL
Ka. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. ^Ra do CommercioN. 6
COHPA.HHIA Dfl NEGVROS
NORTHERN'
de aVOndrvsi e tberdeen
ro*lcnnanrelra (Srzembro 1SSS)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,34^
ttecelta stnnual t
Di premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
ki com
577,330
191,000
132-,000
O AOENTE,
John- H- Boxwell
BRUOCION.M IMSUIB
-fl
CONTRA FOS
Fhe Liverpool & London & Globe
\mn\a companv
Saojrs Brote & C.
^MBMADE SEGUROS
CONTRA FOCO
\ortb British Mercanlile
CAPITAL
c:OOO.ooo de libra sterlina
A O EN 1 ES
\domson Howe & C.
I
8 MBll
. m Lsoa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
0 paquete Mondego
esperado
do sol no dia 15 dt
corrente seguinJc
depois da demora
necessaria para
9. vcenie. Lisboa, vlgo e Son-
tfhampton
Reduccco de passaqens
Ida Ida e volta
A Southmpt-.n 1* cUste 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adaiusoii Howic & C.
Terca-feim, l. o de differentes movis, no so-
brado da roa do Hospicio n. 10, c llegio de Nos-
sa Senbora das Victorias.
Leilao
Conf ta-.'--> n> 'x > M signi.il. que seu irqsfS]
Manoel HVrpirH Pont"-, falleci-lo no (lia lt do
. mes pr < xm-> p>- .. ir na: n particulares,
de assucar de 13 depsitos 466 saceos de assucar fizeraui Cestuu.euui p..r el e, p.-i publico e U
torio que dito eu irmSo t< ffria lia ti mpos desar-
raigos uas 'acuidades iiitrle lua-s ; se tal facto
se den. ijjio t' m i fti'i^s juridie--, j pela incapa-
cidade de tc-folnr, que n-mpre fui bom irmao, j
pela ausencia do abaixo sMLiiaao e dos mais
irm's existentes na Kuropa ; |Kir tudo isso o
NS^^lmdo pr "'ira |el'. nuldadeolo tea*.
v de 50 kilos cada um, 52 ditos de 80 kilos, 15,000
kilos de assucar ensacado, litros de mel em 2 tau-
quea, ditos de agurdente em 4 cabos (raudos, na
eugenh.) Central Cuiambuca, e finalmente 250 _c-
cos de assucar branco, 180 saceos de assucar mas-
cavado, 50 barris de agurdente, 1,000 liros de
mel de 1, 10,000 de 2* existentes ua Fabrica Cen- abaixo
tral Firmeea na Escuda, tuda ser entregue de con
formidade com as respectivas amostras, correndo
as despezas do frete por eonta dos compradores,
sendo o leilao eftertuado como cima rica dito
ra do Imperador n 30 pelas amostras que esta-
rlo a vista dos Srs. compradores.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a Ww no beceo dos Cee-
ihos, junto de S. Gmi';allo : a tratar na r-;a da
(mperatriz n. 56.
= Precisa-se de uuj perftito cisiihero ; a tra
tar aa ra do Brum u. 35.
AMA no largo do Corpo Santo n. 19, 2 andar
precisa-se de urna ama boa cosinheira e que dar-
ma em casa.
r.lAK(.E( RS KEl.MN
CompaoJa Franceza de navega
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
a, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santo*
0 vapor Ti o R;o Jo Janeiro
Com mandante Fonesnel
' esperado da Europa
ateo dia 21 de Marco,se-
jnindo depois da indispen
avel demora para a Ba-
ha. Rio il<* nnelro
e Vasto.
Koga-se aos Srs. importadores de carga p -lot
vapores desta I inha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das al vareng.. mi-
qner reclama^ao concernente a voluntes, qne po-
ventm h tenham seguido para os portos do sul.afini
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
arias.
Expirado o referido prase a companhia alo se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: (rata-se com o
AGENTE
Augusta Labille
_______9 RA DO COMMERCIO 9
Iipooi Si & ivor Pinte
Vapor inglez Plato
Espera-se de Liverpool at
hoje, o qual depois da demo-
ra necessaria seguir pa-
ra o
Ro de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se com os
Consignatarios
Sauders Brolhors k G.
Praca do Corpo Santo a. 11
1' andar
navega-
Coinpanhla Haitiana de
cao a Vapor
Macei, Villa Nora, lrenedo, Aracaj, .
Estancia e Bahia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 17 de
llr?o, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
jes mente at ol
diado dia 17.
QPara carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frste, trata-s na
AGENCIA
7iiua do Vtgario7
os Alves Mathens
esraroa sarltlns** e irrreslirs
Nestes ultimo a nmea eosipanha atsU praca
qne concede sts Srs. scguradis isesapcio de paga
ment da premio em cada stimo aaao, o as
equivale ao descont de cerca,d; 15 per cento
avor dos segurados._____________________.
elimos
martimos contra fogo
C'esnpanhla Phenlx Per-
aatbacana
Ruado Commercio n. >>
Baha, Rio e Santos
J vapor austraco Titior
E' esperado neate porto at o
dial4 de Marco,segBado de-
pois da demora necessaria
para os portos cima.
medico a
De 7 casas terreas ns. 20, 22, 24.26, 28,
30 e 32, sitas ra Bella, amiga liba do
Carvslbo.
Segunda-feira 14 do corrente
AS 11 HORAS
No armazero da na do Imperador n. 22
O agente Stepple, por fraudado e assistencia do
Exm. Sr. Dr juiz de direito da provedoria de ca-
pellas e residuos, a requerimento dos interessa-
dos, levar a leilao 7 casas terreas em solo forei-
ro, tendo cada urna 1 porta e 2 janellas. 2 salas,
3 quartos, corredor independente, cosinba fra,
quintal murado e cacimba meeira, sendo que a de
o. 20 tem orna pequea Buten.
Os Srs. pretendentes desde j podem exami-
nar ditas casas e para qnalquer nformacao o mes-
mo agente dar.
AGENTE Pl.TAXI
Leilao
De urna excedente casa terrea, sita roa de S.
Miguel n. 59, nos Afogados, completamente
nova, tendo 2 salas, corredor independeete, 4
quartos, eozinba, quintal murado, com cacimba.
I^EBgi-FEIttA, 10 DO CORRENTE
. js*.- -* -V'a 11 huras
No armasem da roa oo Vi gario Tenorio o. 12
O agente Pestaa, competentemente aatorisdo,
levar a leililo no dia e hora cima mencionados,
a referida cas, que, pelo seu bem estado de con-
servaeSo, torna-se recommeodavel.
Arrenda-ee o sitio das Jaqueiras, com gran-
de casa de vivendn, toda cercado e mais tres pe-
queas no mesmo correr, servindo perfeitameote
para penso ou botel : a tratar no mesmo sitio.
Aluga-se a2* andar do sobrado n. 5 da rna
do Padre Fioris.no, com bons commodoe, gas, sala,
e quartes stocados ; para ver, a chave est na
leja, e para tratar no mes do Ramos n. 26.
Vende-se barato dnss grades de ferro, tendo
12 palmos de altnra e 5 1(2 de largura ; a tratar
no cougue do pateo do Terco cem o Sr. Clarindo
Graciano da Silva, das 2 horas s 6 da tarde.
--. A'uga-se o 2- andar do sobrado n. 7 na
Paessgem, com agua, prreo oommodo; a tratar no
mesmo, com Lonreiro tt C.
tamento, f.nend
competeute
Recife, 11 de M..r(j- de IBM.
Hi'nrique Fe-1
r Pontes.
perteuces : tratai
Leilao
De um sof, 2 cadeiras de bracos e 6 de gnarni-
cao de junco pret, 2 capiteis, 5 mappas, 2 pares
de cortinados, 2 figuras de gesto, 2 alm ifadas, 3
quadros, 6 plantas, 4 gsrratas, 1 licoreiro, 1 lote
de louca para cha, 1 ap.rador grande com arma-
rios, 3 consolos de amarello, 0 cadeiras de guar-
niera, lavatorios com bacas, ohjecos perteucen-
tes ao Collegio de Nossa Senhora das Victorias.
QuarU-feira 16 do corrente
A's tf horas
Agente Pinto
.M) sobrado da ra do Hospicio n. 10
Agt ute Pestaa
LEILAO
Oas exoellentes casas terreas sitas liba
de Carvbllio. ontr'ora ruu Beila ns* ?>i,
36, 38 e 40.
TERQA FEIRA 13 DO CORRENTE
A's 12 horas em ponto
No BtiDHzem da ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa, autorisudo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis de residuos e cpelas, levar a
leilu, un dia e hora cima mencioaados. em pre-
senta da mesmo Sr. Dr. juis, as excellenteB casas
terreas abaixo descriptas, pertencentes ao inven-
taro de D. Anua Zurik Ramos :
A saber:
Urna excedente casa terrea sita liba de Car-
valbo, outr'ora BelU, n. 34, tendo 1 porta, 2 ja-
aellas, 2 salsa, 3 quartos, corrjdor independeate,
cosinha fra, quintal murado o cacimba.
Urna dita mesma Ilha n. 36, com rs meamos
commodos.
Urna dita sita meema liba n. 38. com os mes-
mos commodos cima.
Urna dita maior n. 40, com 1 porta e 3 janellas
de frente 2 salas, 5 quartos, corredor independep-
te, cesinha frt, quintal murtdo, e urna dita sita
raade Lommas Valentinas n. 4, com bastantes
commodos para fumilm. ,
Todas essas casas sao d-t pedra e cal e acham-
se livres e desernt^rs^adas de qualquer onus.
LEILAO
Recebe carga e encommendas a frete
traetar com os
CONSIGNATARIOS
JQHNST->N PATER & C.
RA DO COMMERCIO N. 16
De movis, louya, vidros, candieiros (gss
e objectos de electro-piata.
A saber :
Um piano forte, eub=rtu e eadeira, orna molida
de Jacaranda, 4 casticaes e mangas, 1 mesa re-
donda, 2 espreguicdeiras, 1 tapete, cadeiras de
bataneo, 4 qusdros, 3 pares de cortinados, jarros
para flores, 1 mobilia estufada e 2 espelhos.
Duas camas francezas, 1 marquesa, 6 cadei-
ras, 1 cabide, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido, 1 eom-
moda, 1 berco, guaruicoes para toillet, porta-
chova, contoaeiras.
Urna secretaria de Jacaranda, e um armario
grande.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 2 aparado-
res torneados, 1 quartioheira, 3 bandejas, 18 ca-
deiras, 1 relogio, 2 apparelhos para cha e jaotar,
copos, clices, i galheteiro, mesas, cadeiras e
amitos outros movis de casa de familia.
Quarta-feira, 16 do corrente
A's 11 horas
No sobrado da ra de Hospic'O n. 10
Por oecasio do um outro lelo que alli deve
ter lugar.
Agente Pinto
= Vende-se um buhar e
na ra de Bom-Jesus n. 43.
Aluga-sj porS000 a casa n. 22 na Encru*
zilhada de Belem. est caiada e pintada, tem
quintal e cacimba; a tratar ua ra du Imperatrii
numero 56.
Alaga-se o 2 aodar do sbralo n. 129
Tua Direita:
mero 2.
a tra'ar na Camb do Carmo nu-
Venda do terrenos
Vende-se em grandes e pequeos lotes os ter-
renos do sitio que na estrada dos Aflictos fica
junto a capella e drfronte da estucao da linha
frrea do Arraial : quem os quizer comprar diri-
jase ao Pr. Portella em seu eecriptoriu ra do
Imperador n. 65, 1' aodar, ou casa de sua resi-
dencia, nos Aflictos.
Cosinheira
Precisa-se de
Auroia n. 137.
boa cosinheira
1
na rus da
Ensino pratico de lin-
guas novas
O professor Gustavo R. Poleni deseja preencher
alguioas horas anda disponive, leccionando em
chess de familia ou a particulares, prsticamente:
fraucez, ingles, italiano e allemao, junto com di-
versas materias em portugus, ( meninos ou me-
ninas) offereceado : metbodo acertadissimo, em-
penbo malino e modicidade nos preces. Dirigir-se
Ignm dos pontos seguintes : Livraria Indus-
trial, Francesa, Econmica, ou antao ra do Brum
n. 86. 1 andar.
Ferruginosas
JURBEBA
BARTHOLMEO & C
Phzrm. Pernambuco.
Curso a Anemia. Flore* brancas.
Falta de lWenatraac-o,
l DebUltdes e Pobreza de sai
EacigiT a assignaturaJ
Aula ohxia particular
Guilhermina Pires DorneM.t de Lma partieipa
ao publico que es abrrta su i aula particular
mixta de nstrnecao elementar, desde o dia 15 de
Janeiro do correa'e uno, ra Direita n. 60, 2-
andar. Na mesma en.-ina-se a msica, tanto vo-
cal como nsfrunvutul.
Professor
Ensina pnrtugufz, francs e inglez theorieoe
pratico, ein casos partieu'Hrf-s e collegios na ci-
dade ou nos arrnbahlee. Iniui magesna livra-
ria Fluminense e no A'heneu Brasileiro.
Precisa-se
je urna beiibora de inea idiie e boa eonduct-i,
-ara servir de govrnante em um engenho peno
n-a cidade ; a tratar na na da Imperatriz n.] 88,
raxejro
Precisa-se d-- um nen'no c 'm pratiea de taver-
os, de 12 a 14 unos, que u limior su cen-
ducta, prefere-se brasfair Nove n. 91.
tratar no Caminho
Tiiisri Ma
PAUAT1NGIBA
iiaria e os cabellos
Ama
Precisa-se de orna ama de boa conducta, pera
cas de moco solteiro ; a tratar na ra Augusta
n. 258, taverna. ______
"fe
M
i*
/Si
fcfrn >'-"""' i
(ienexindo Be-ltnario de Vas-
ooncellost
Primeiro annivi-rsario
Anna Bernardina Riot V&eoncelli>s convida
seus pareutes e amigua do sen pranteado esposo
Genesindo Belisarin -le Vasconcelos, para assis- j
tirem as missas que manda celebrar por a'ma do
mesmo finado, na ordem terceira de N. 8. a.- Car- '
mo, terca-feira 15 do corren ce, s 8 horas Ja
manha, t- anniversrio do seu passamenr:, con-
tessando-se eternamente grata todas na pessoas '
que se dignsrem assistir a este acto de religiao e
caridade.
Sem dieta esem modifi-
candes de costumes
Laboratorio central, ruu do Viconde u..
Rio-15ranpo n. 14
Esquina du ruu du Reyente .Rio de
Janeiro
Espccilk'os preparados pelo pliar
maceulico Flenlo Marques
de Uolla.itlii
Approviidn f.l.s '>ifaj de liy-'iene da Corte, ',
Repblicas do l'rafa .- ai-Mli-in-i Pariz.
Elixir uc iiubiribn
Kestabolece ns rlysri>", imilia as digas-
to^a e primove as ejeV^a 'Jiacies.
Vinho de anmia teiruginoso e quinado
Par:i os cli'-.i aii'-ii.ir.'i". d-.'bel'a a h< poeaai
intertropical, r i-.ii.stit'n' o- iiydrnpicos e benbe-
rici-s.
Xarope de t -r i- uii.iii e mutamba
Muito recomim miad un hronchite. na liemop-
se e as tosses auitdtHf n ;ir niiens
s
de
Cossaellieiro foa taianu ue
Castro n.eao
Leoncio Qun:ino de Csftro Leaj, Stelvmo de
Castro Leo, D. Epcnina Martina de Castro Leo,
Manoel Jos Martina. Leoncio Quintino de Castro
Leio Filbo, Manoel -Jos Fernaudes U*rius e Joao
Bernardo do Iiepro Valenc. filhos, genro e netos
do cnnselheiro Jone anintlno -.n* Castro
Cie&o, mandato resar missas na ui-"ri: de Ssu'o
Antonio, s 8 horas da manha de terca-feira 15,
stimo dia do aeu foliecimeoto ; couvidain aos
parentes e amigos do finado para asaistirem a
este acto de religiio. contessando-se desde j pe-
nhorados.
ur. nrullao de tilassa Mantos
Isabel Wandrley de Lima Santos e o major
loaqnim Aurelio Wanderley, viuva e ko^o do
finado Dr. Carolino de Lima Santos, ecuvidam
aos parentes, coilegaa e amigos do mesmo. para
asaistirem a m'ssa. do aetimo dia de aeu 'tlieci-
men'o, a qual trm de aw celebrada ua nutrs de
Santo Autim-., as 9 lii'-aa da manha de 16 do
corrente, e deaiia j ae confeaaam eteraamente
grt a por ma's a*e caridoso osequio-
Apruveitarr. runda i pp-irtmnJade pa
testar m pabireo .) m;B praaQ-M leuenhecimento
todos quau;js tao esp-. nuaea desinteressada-
mate llie presUraui seus bous aervioss, desde
Itamb t "st-i cidaae. na penosa infermidade a
que succi uibio. e bem assim aoa que o acompa-
nharam ni oliimojasi.
leo de tcstu-tu.- t'i-rru-;itiiisn e cascas
Isr'-*fj| >- Hiu-.r^i,-
E' o primeiro reparador d. raquera do orga*
ni-smo, na fysica.
i-Muas aace-pen> li **, jir-juradas cora
pereriua, quint j-tlirandy
Cura radicalmente a ;. ..-.: l'-rermitiutes, re-
mittentes e perniciosas,
Vinho de jarnb>-ha >iuipl'.*s taubem faff
ruginosi proparailoa um vinuo de caj
Efficazes as inflan. mav-V-! t- ligado e baoc
acudas ou chronicas.
Vi^ho tnico ile capiUria e quina
Applicndo na onvalesc^ujas das parturientes)
re tico ante-febril.
Francisco Manoel da Silva k G.
RA MAKQUEZ L>E OLINDA
DlCBKTl
HOMmlS,
Ps4* OLEBY
Vende-se em tai i parta
HISTORIA
VCTOR HUGO
N
tiutura tinge a barba e oa cabellos ioa-
tantaneamente, dando- Ibes uina bonita cor
e natural, iu< h-nsvo o sm uso simples e
rpido.
Venrlr.-ena BOTICA FR\VCEZA E DRO-
GARA Oe Itouquiyrol Fre.'ei-, successorea de A.
CAORS, ra do Bom-Jeau-j (mitiga da Cros
n. 2?

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le Pernambuco----Domingo 13 de Maryo de 18S7
4"
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Alnga-se barato
toa dos Guararapes n. 96.
Una Visconde de Itaparica d. 43, armazem.
Baa do Tsmbi n. 5.
En do Visconde de Goyanna n. 163, com agua
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Largo do Corpa banto n. 18, 2. andar.
,, rrmta-se na ru do Commercio n. 5, 1* andar
seriptorio de Silva Gnimaraes & C.___________
Aluga-se
2* andar do sobrado n. 35 4 travesea de S. Jos ;
1- e terreo do de n. 27 ra Vidal de Negrei-
o 1 do de n. 25 ra velha de Santa Rita ;
do de n. 34 roa estreita co Rosario ; todos
a tratar na ra do Hospicio a. 33/
Aluga-se
t sobrado de azulejo n. 82, no Cam;nho Novo,
mito fresco pela posicao, e tem commodos bas-
tantes, est em estado de Hmpesa, que o pretn-
deme nao precisa faser'.despesa para morar.
Aluga-se
o segundo andsr do sobrado n. 17 no largo do
Ccrpo Sauto, muito fres e com conmiodos para
grande familia ; a tratar no 3- andar do rnesmo.
Aluga-se
ama casa com somatados par* grande familia,
litio arborisado ; na Ponte de Uchda n. 10.____
Aluga-se barato
a lojinha n. 117 da ra de Marcilio Das ; a tra-
tar na ra doTtosario 81, andar.________
Aluea.-se
a loja do predio rtia do Marques do Herval,
traspasa do Pocinhu o- 33, propna para esubele-
cintnto couMnercial ou officiua, por ser de esqui-
na ; a tr*tar no la-go do Corpo Santo n. 4, pri-
meiro andar. __________ _
Aluga-se
o segundo andar do sobrado ra da Guia n. 62
caiadb e piutado a tratar na loia.
Ama
Precisa-se de urna cosinbeira ; a tratar no largo
doCoipo Sanrb n. 17. 3- andar. ________
Ama
Precisa-se de urna bos cosinbeira para casa de
pouca familia, prefere se escrava; na ra do
Riachuello n. 13.
AMA

Precisa-se de urna amapara
lavar, engommar e faze rasis
alguna servico* de casa de fa-
milia : menos comprar e co/.-
nhar : na ra So Riachuelo u.
13. Deve dormir em casa.
Ama
Precisa-se de uma boa cosinbeira, para casa de
peqpena familia ; a tratar no Caes da Companbia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
"v Ama
Precisa se de uma para casa de familia, roa
do Cabuga n. 3, 3 andar.___________________
Amas
Precisa-se de duas urnas sendo uma para en-
gommar e outra para andar com enancas : a tra-
tar a ra do Livramento n. 24, V andar.
Amas
Precisa-se de duas amas uma para cosinhar e
comprar, e outra para engommar e faser mais
eervicos domsticos de casa de pouca familia ; em
Fernandes Vieira n. 1.________^___^_^^_
Cha preto superior
Receben o Carlos Linden nova remesas do cb
preto superior, e avisa aos seus fregueses que
? na ra do Baro da Victoria n. 48, para se
snpprir,_________________________________
Arrenda-se ou vende-se
no sitio com alguna arvoredos de fructo, planta
de capim e ortalices, ra de S. Miguel n. 148 :
qnetn quiser dirija-se ra 'Ja Impiratriz n. 13,
loja.___________________
Pechincha
itciga dinamarquesa a 700 re. a ata de
bra ; vende-se na casa de AntoniolDuarte
(ndaIIoiao D.54, Artbur Mact.es ruada
m n. 85, Paulo Iiibeiro & C. roa da Roda
n. 46, de primeira iiunlidade.
Ucencia
PMcia se sem demora fallar com o Sr. Anto-
nio Vctor de S liarreto, ra do Rangel nume-
ro 65. ___________
y m
o
Q|M tiver esta quantia e quizer dal a a juros,
liante mi hypo'heca de maior valer r,u boa
gaMMi, appareca ua botica do pateo do Carmo,
que l se dir quein quer.
Eneommafletra
Precisa-se de uma boa engouirr.ad*-ira e que
isatoe tautbeo, para casa ds pequea familia :
tratar no Cara da Companbia n. 2. Prefere-se
>:ruva i><-ve dormir im casa.
prrofessora de canto
D. Ibereza Lovy, fendo resolvido reassomir a
OS* Sfufissa.. < S'-r. ce-w (>..:a kccionar canto as
casas partK-u'i.11 s, p
ilrlid
o ser procurada na
Pharmacia Centra n. 38, ra d.i Imperador.
hbitfftos
Tricofero de Barry
Gaiwntf te -.n*' nas-
eer ecrescsr o cabello anda
aos mais calvos, cara a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do as-
co a cabsca. Positiva-
ments impee o caoejlo
de cahion de emblanque-
cer, inallivelmente o
toras espeseo, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o unioo perfume qo raun-
do que tem a approvacfto officia. de
un Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qmalquer outra
eilnraodcbrodo tempo. E'muito
ruis rica, suave u deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
maB perriente e agradavel no
lenco. < Jato -^zas mais refres-
cante no ban-to e no cuarto do
doente. E' espeai.ee contra a
I frouxido e debilidade. Cora as
5 dores de cabeca, os cansados e os
I de'imaios.
larope ie Viia ie Renter No. 2.
Mrrra si rmiii-o. dpozs d tts-*,
Ow* po si tiva radical de todas as formas da
(crofulas, Syphis, Feridas Escrofulosas,
Affsccoes, Cntaness e as do Coure Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
ancas do Hangue^Pigado, e Bins. Garante-M
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
s restaura e reno va o sy eterna inteiro. 0 1
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian.
gas e para a cura das moles-
tias da pella de todas as especies
era todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Jatroph
Manipoeira
Etso iui o.icaiD' nto de uma eficacia recouhecida
no beribi-ri e outras molestias em que predomina a
bydropesia, acha-be modificado em sua pn-para-
co, -;ra(as a uma nova formula de um dietincto
medico deeta eidade, srndo que somente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-c de modo
a melhorar Ihe o gosto e ohrirn, sem todava alte
rar-lfae as propriedad a me-lieamentosas, que se
conservam com a mesma actividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado ptb
estima go.
I ico depoMifo
Na pbarmacia C luct-iclu, i ra do Mrquez de
Olindn n. 61.
Beserra de Mello___________
Cosinheira
20*000
Psga-se 20*000 por mez a urna perfeita casi-
nhiira, para casa d peiueoa familia, prefenndo-
se de meta 1 iade e que teja de boa mora!, raa
do Paysanc n. 19, paseando a poute do Chora-
menino : ijUrfui nao YSliver em condicoes escusado
e apresentar-s<-.
Salino de alcalro
Acaba de receber nova remessa deste sabao
medicinal, caja taita asl* mercado tem fio tao
sencivi-i ; casa 7, ferino Martina C., prega
do Cond. d'r a. 1_____________________
Para cosinhar
"rcc.sa-se de urna
ama para cosinhar,
mas querosn!.*1 bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra Duqm de
Caxias, por cima da y-
pogra phiado Diario.
Engommadeira
Precisa-se de uma boa engommadeira, que en-
saboo tsmbem, para cao de pouca familia, prefe-
re-se escrava ; na ra do Riachuello n. 13.
Uma pessoa qno por necessidade tem de ret
rar-se at o fim des'e rorz para fra da provincia,
vende por l:3o0jU00 a casa tarrea n 24 da na
do Nascente, freguezia dn 8. Jos, com 3 qnarfoa,
quintal, cacimba, cosinha fra, edificda a mode-r
na, em bom estado, livre e desembarazada; a
tratar na ra do Caldeireiro o. 50, at as 8 horas
da manha ou depo's d8 4 da tarde, e lora destas
horas no cartorio do Porto Carreiro.
Para o Rio de Janeiro
* Uma senhora Branca de bom comportamonto,
destja fazrr orna viagen ao Rio pie c< uipauliia de
ulguma tnmilia, offerecendo-se cuno ama : a pes-
soa que precisar dirija se a ra du Ranrel n. 25,
qae totrnii'T-f bi c.im a mes s-nln'i-t_____
Pa*S> evitar fasatiasoisi ota reterjaia se eo
nkseida PEITORAL DE CAVISARA, deve en
gir-se asta prepra4o com a fisa do aawtorAr-
vares de & aaarea cas rsate atisaltin aro
Iba do fraseo nasa aa fabrica aas invslaerk-.
. ralada p*h> sjsk dos agentes e deatzifarios
geraes as Pernambuco Francisco afaaael da
glva da C rma do Msra.aea aaOiiaia a. 33,
Profesar de msica
Gabml ArchaDgelo de A se vedo, prufessor de
msica, propoe-se a leccionar em casas parlicu-
lares por pregos mn icos a arte que profussa, po-
dendo ser procurado 4 ra do Caldeiroro 11. 12,
1- aaxlar, cu 4 ra do Jar isa a. 19, fabrica de
caicadis. Telepbone 122.
ATKfflSON
PERFOHARIA INGLEZfi
IamatW tu bus de mcoIo ; c ice M omran pelo teo pertQicc deliodo -xqaisita.
IitKZ MlDAMIAS g OVM)
PAKIZ 1878, CA.LCUTTA 1884
cltps'r.i-ffnae''<^.p!ii*le uiiatliJad*.
R9L5 IUIU 9DW0ET
ESS. BOOftOET WOOD VIOLiT
TREVH, I CSTM
ootros owtftOJ pTnmc ruabeciJot pela sos
qoiidado olor deMiltvri t cxqtmito.
eai k Tmun k un es ce ATunsim
IrniwjiaiiiiTpsffa r lir ir i bvim- a p*Ue
pela ukikmvI mmUm -le Perfumea
paria o Irnco. Artigo* nOTO preparado pelo
Inventores exchisi'aiceDte.
henui-;* i Caliieledw ci Imnles t bkmob
J. A C. ATKINSON
34, Cid Bond Btrest, Londr
pitarra<.: Pabrirn l'ma" Soaa branca" ,
obro OJM.M *>''ft do uro. "
A AAA.AAA A.

0 MAIS ENRGICO E 0 MAIS ACTIVO DOS RECONSTITINTES
----------------1-----------11 ^ ii
O ARSENIATO DE OURO se impoe a todo aqnclle que for cuidadoso do sen bom estado de sada. Cba ws ou dem
granulo por da, voUa o appetite, as formal augmentado t uma sade perfeita tuccede rpidamente um estado iiupuetador. Nenhum
medicamento pode competir com elle no tratamento das Molestias chronicas do Peito e do Estomago, Ateccoes
intestinaes e nervosas.
ANEMIA, ESG0TAXEHT0, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS DE SENH0RAS
O Arseniato do Ourb dynamizudo do Dor.tor ADDISON, resultando da combiuacao de dous medicamentos
heroico, combate vietorio.iaiiieue i Tsica, Bronchitea chronicas, Asma, Rheumatismo chronioo e todas as
Molestias que resultao do Esgotamento do syeterna nervoso.
Nao tem rival nos Eniraqnecimentos e,uu resnltaa do uma longa molestia. Suaepropriedadet tnicas e reguladoras da
innervaedo torno-no superior ao Ferro contra a Anemia, as Flores brancas e as Nevralgias. As Febras que
resiatem ao sulfato de quinino cedem ao Arseniato de Ouro.
0 Arseniato de Ouro torna as mulhere jovens e nutrida*. Aaxilia poderosameute o atravessar a poca tao temida da
idade critica e communica uma nova juventude.
MOLESTIAS DO SANGUE, APOPLEXIA, MOLESTIAS DA PELLE
Gracas sua propriedade de restablecer o equilibrio entra os elementos constitutivos do sangue, o Arseniato de
Ouro dynamisado recommendado s peasoas da idade como preservativo das diferentes especies de Apoplexia e Con-
gestoes. Tomado em fortes doses, cura rpidamente qualquer Molestias proveniente de impureza do sangue.
Combinado com um tratamento local, cura infallivelmeute a Molestias mais rebeldes da pello. Lupus, Eczemas,
Cancroides, etc. ,
Milhares de Doentes devem hoje sua cura aos Granulos da Arseniato de Ouro do Dr. ADDISON.
Innmeros atcstad.s lorio dado-, citaremos aqu lguns.
O FRASCO : 6 FRANCOS
(ezxx Franca)
Desconie-se das Contraaces
e exija-seaVERDADEIRA ETIQETTA
com a MARCA DE FABRICA assim
como a assignatura <%f^Q^
e a do Snr.
nico Preparador
Deposito Geral :
Pharmacia Q-ELX2T
38, ra fiochectwart, m Parlz
E AS PRINCIPAES PHARMACIAS
Em Pernambuco:
Franc00 M. da Silva & Cu,
ATTESTADOS DOS DOENTES
Sr. Gki.im, Fh.irmaceatii*o >le l claa#. en Panz.
T''Htio tlo ilnrc.% no /W, r*tomnfto < dorso.
indfpi*nl>ndQtu\ftnt;a*. nko /odendo >,'ot* cotnrr.
Con'UiindQ qwmto Ujii>iivo.rii>rc-jiiri o* Grauui.-
de Arseniato de Ouro dynamiado mpo.ucos das daapparceevam a.< dores cottan-
me o appetite. ... ,,
Queira enoiar-me mai$ um /rateo deites gra-
nulos, a
Na rtpcra. tenho a honra, de. cumprimental-o.
li-kkkt. fUloj. Ottriccs em rezoUe (K.-et-L.)
Nota. Autori*o-o a publicar etta carta.
Snr. SaH.iN, Pawrmaceolsco 1 eJ*Me, n Pari*.
Hflou muito Mti*Sc>to eam 0 empreyo dos Gra-
?ulos de Arseoiato de ouro dynimia.-uio do Douior
\ddi*on. Ha duus armo* que o* Granulo -le Ar$-
piato de onro do DoiUor A,.!,li>n vomunrou n Jlcar
em roga n'estc paJ; t*sn augmentado, pon cutn
aunaros delle* Jf.'ao uiu.
Muito (he mrti uuradecidod-1 me enriar omais
oreen nossircl doas JrOSVOl dCSU mciin-nment,
tem pido o nico n medio que tem aealnuulo min-
ha* dore* tierra Iqiv*.
De V. S. ni" afr' I***.
Eu> Chr
Caro Sur. Gn.lN.
ll '-Jf\ito tmo* (/.ir!iil't d" .\r-*'ni-to -!* ouro iljn.i-
mtsado do Dviltor A^disou, Cci/i nido MOrncultoso!
Anda nfo eottei de miitAa surpreza, N&o tenho
i. m" u'r" ".
P. Atimand, Adjunvi'j Afairie.
'rrc*tfAri>t/ion p. t'Js'r . i/".* .* >'/*aupportocis dores de cabeca e a /ebre
- i f>f-ii/><. u.
Jui'nra me dr.ifiii/fyniiio. e *o Ihr tinhn pedido
deaLcprotiuuto a utuU* lie ensato, pois no acre-
ditara na sua ejflcacia. O que agora crcio. bem
'orno na minha enra.
Tenha a bondodc efe eneiar~me mais cinco
frascos desfrs >/ranulo*.
Na expectativa de sua- remessa tenho a honra
detransmitrAhe meus protcAia* tle^rntulAn.
La Ronchb, ra .XJajena. II. cm Cherbottrjo.
Snr. Gelim, Pharm t diiico de ] Logo que recebi o frasco omecei logod tomar;
cm /"Micos dios me achaca curado.
Fui tratado sem resultado por mudos Medico?.
h'eli:mente que recurr ao Arsenialo do ouro dyna-
nmadodo Douior Addiaon.
Tenha o bondades Sur. Geln. de enviarme um
frasco de Granulos d A racniato d onro ilynaoiisadod
Domor Addi.on: arlm de prcearer-mc contra uma
re-ithida.
Muir^lhc as/rodeno ter me enviado deste medi-
eatHCHto. i,-v e ctiuMi de minha cura.
Vi^OT(KrDeD,
A Qttetutc. par Se?annc (Mame).
Snr. Grr in. Pbfirm.v^utte de la *lase em Parix,
Tendo mata conjionca cm seus Grmule* df Arae-
Fii do Ar wim ^vn-i"ii cuj'a radical tielainhajtai. ijcco-Cfie mandar-
me n-nis um fraseo deste mtedicamento.
yrjitcco-Lhc de ante-moa.
Bocdrkv, negociante de cinhos.
A Perrionysur-Serein.par Nntfer (Yonne).
Snr. Gelin. Pfcarmaceutico de la classe em Par.
Acabei com o franco de Granulos de Arscnjao de
ouro dynami*ado do Douior Addiaon que Ihe pedi lti-
mamente- Produ:irlo-mc muito bom effeito; so
posso attribuir minha cura ao cjfto oeste feliz
meduamento. visto que.todos os que tenha ate
cnto empreguei ficaram sem resultado.
Tenha a bondade de cnciar-me mais um fraseo.
De V. S. att V" C Obg*; -----
Trol-ye. Reloj. Ouriees.
A Mascara, province d'Oran (AlAjcria).
.1^1 -T i ,,......._
Sor. Geluc. Pharmaceuiico de la claie em Pariz.
Tenho a honra de inclmo remctter-lhe seis
francos importancia de um frasco de Granulo- de
Arseniato de ouro dymniiando do Douior Addiaon. que
tera a bondade de remetter-me.
Empreguei este medicamento que comprei em
casa do *cu correspondente de LUle e fquei
muito satis/cito com os teus promptos e exeeente*
eJTedos. Flament, institutor.
m Rebreuce, perto de Houdain (Pas^de-Calais).
Snr. Gebm, Pnarnuceutico em Parir.
Segundo os conselhos de um Medico empreguei
os GraxKoa de Arseninto de ouro dynamisado do
Doutor Addison.
Em vista do maraeilhoso effeito que comecei a
experimentar desde que prutcipici a usar dos
Granulos de Arseniato de onro dynamisado do Doutor
Addison, rogo-lhe de enviar-me o mais breve pos-
sitel mais dous frasco.
De V. S. ate* V* CH O6o*
Jarjaye, Jlo [ Pae, proprietario.
Em Yercoiran, por Le Buis(Drme).
AAAAAAaAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Apolicfs pro\iDCiaes
Naru Mo : II
tres coitos i*
n 11. compra-se ate

Jos Luiz taches Penna
D. Hermelinda Rosa Peona e Jos Luis Gon-
q1 ve Peona Juuior, mulber e filho, agradecem a
I todas as pessoas que se dignaram icoaipanbar ao
eemiterio os restos mortaes do seu seinpre ebora-
! do marido e pai Jos Luis Goucadves Penna e de
1 novo convidam para assistirem a missa do 7- da
I que rer lugar as 8 hor-is da maubi de terca-tei-
' ra 15 do corrate na matriz de Santo-Antonio.
Desde j aotecipaui sen Hgrndeciuienios per
este acto de re'iei&i ori4a Jos Juauuim tiontahe de Barro*
Jnior
Jos Joaquim Goncalves de Barros e sua mu-
' lher profundamente compungidos pelo fallecimen-
to de ai u filho Jos, cenvidam a todos os prente*
e amigos para assistrrem as missHS que iarao ce-
lebrar na matriz de Santo Ao orno, segundafeira
; 14 do correte, s 8 h*ras da manha, stimo da
da noticia rrcebida do reino de Portugal.
Jos Pedro Rodrigue* da Silvia
Antonio Juvenci Rodrigues da Silva e suamu-
Iher, Dr. Manoel Ju venal Rodrigues da Silva e
sua mulher (ausentes), Dr. Tristao Henriqnes
Costa e sua mulher, cordialmeate agradecen)
todss as pessoas que acompanbaram o cadver
de seu presado irmo e cunbado Jos Pedro
Rodriguen da Silva, sua ultima morada,
e de. novo convidam aos seus parantes e amigos
para ouvirem as missas que maudam resar no da
14 do corrate, stimo do seu passamenio, s 7
horas da maaba, na capella da povoacSo do Bebe-
ribe, e as 8 horas na matriz da Bea-Vista ; pelo
I que desde j se confessam gratos aos que concor-
rerem a este acto de caridade.
Mara auna do Reg cavaleante
de Alfenqnerqae
Marn do Rogo Barres convida a todos os p-
renles e pessoas de sua amizade para assistirem
a uma misan de stimo dia. que manda celebrar
por alma de sua parenta, comadre e amiga, Ma-
ra Anna do Uego Cavalcanta de Albuquerque,
na igreja matriz da Boa-Vista, segunda-feira 14,
s 8 boras ; e p r este acta de religiSo e caridade
pesde j se confessa grata.
- .janaiamina
r*
Esleirs
de peperi, veude-se, grandei ; a tratar na ra
da Moeda a. 9, ou aa ra da Roda numero 11,
taverna. t?*j
k&wM ?igor para todos
ESTOMAGO, F1GD0 e INTESTIN
VINHO E XAROPE DE JURUBEBA
BARTHOLOMEO & Ga


I
PHAnM. PERNAMBUCO
nicos preparados de Jurcbeba. approvados pela Academia de Medicina, ej
I recomtnendados pelos Mdicos contra as Molestias do Estomzgo, Parda d* Appe-1
tila, Die*t4e$ dhTceis. Dyspepsia e todas as Molestias do Osada, e do Baje. |
| na Dlarrfeaa hronloa, na Hjrdi-opasia, etc.
OTJH3AJ30 OOlf AS P ALSIFIO AOESI
EXIGIR
udtutan
^Ja*Jtv/+rry4*:C2
?A?.A DESC3AP.CQAB. AL50D 0
Rfc.13 d SANTOS, tenrto obtido grande redu95ao nos presos daa ver-
daderas Harblnas anierlcaoas para descamar algodao, esto vendendo a
{#000
por serra, com j4/0 de descont, a
Ra do Mrquez de Olirnla w 56 K
m
(Molestias da garganta
PASTILHAS DE PALANCI
da Ghlorato da Potasa* a Alcatrao
Para as enfermidades da bocea, infiammafo da garganta, aphta, tUeerafo dos
g.'-ngioa, seccra da linguaedo paladar, rouquMo, incliacao dtu ar.tygaltu, tic, |
ni.0 ha remedio mais efiicaz e rpido do que o cljlorato de po'assa. Si se Ihe jun'.;i
o alcatrao cuja* propriedades rialsamicas e purificantes So i-l ersalmentereconlin-
cidas, accelera-e a cura- destas pequeas enfermidades e o U-se sua repetieu, |
dando ao mesmo tempe maior forca aos prgaos
As Pastilhas de Palangi se issoiveai lentamejjle na bocea e abrao como gai-
garjo; pflMa, depois pa.a o estomago e dalli para o sangue que a* purifica sob a
benfica influencia do alcatrao.
stas past'Hias sao muito usadas pelos Cantores. Advocados,Pregauores e todas I
as pessoas que ao obripadas talar em pubiieo. /
Deposito em Pars. 8, Raa. Vivienne, e em todas as Phanaacfas. /'
Um klIFSE k
Ra I de Narco n. 0.
Participam ao respei;avul publico que, tendo augmentado seu
estabelecimento do JOIAS com mais urna secco, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias seus numerosos freguezes para visitir aeu estabele-
ciuieo'o, onde encontrarilo um riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolss, brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de ouro,
prata e nikel.
Oa artiges que receben directamente por todos os vapor sao
ejecutados pesos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharao uma grande variedade
de objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
casamentos, baptisadoa e mniversaries.
Nem em relacSo ao preco, e nem qualidade, oa objectos cima
mencionados, encontrarSo concurrencia n esta praga.
.

saf
I
-'i'


* */t..***Jt.
EPILEPSIA
HYSTERIA
MOLESTIAS
NERVOSAS 1
Bepesiurtot ein farnamtmco : a
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Ltureado d Faculdada d Medicina da Pars. Pramio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureio de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccOes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitacoes do Cora9So, Epilepsia, Hallucinacao,
Tontearas, Hemicrania, Afecgoes das via urinarias et para caimar toda
especie de excitacao.
lia Urna axplicacio data/hada acompanhi onda Fnaoo.
Exigir as Verdadelras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN A G1*
* de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
Ni I I ^ l *
S5532
Cara q. j spmpivt
Ajwi* semjsre
soLdolrrERfosA
Laroyeane
mmi av ^Roeu
Hm, 7, Bouteiara Denatt, t, 8
PHARMACIA BU1BX.
ir- as. da csita a o-.
* t X X X T- X
:
I
.


PHOSPHATO de CAL @ELATiN0S0
fle S. LEUOT, Pliarmaceutica de 1" Classe, 2, na Dauroa, PnfflK
OMBOGENEO para SMWwliiaMU e a iuiif in Criwta. cMtn actit:sao o a Mo!titIi.sjs
Reeommendaxnos este Xarope a m Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, a
lacio f.icll e mil vezo- superior a lodosos xaropoede lactop'.-.osphalo luveniaps uelaespccu-
lacay. Todos sao cidos posso que o Phon-Ut c jattaejo nao o
"*V"- >- bnr Pnlmir bociilt. Medico no Ho.pinl J CninSu. (rtn dn JtJ.., 19 de m.io de iwt.)
VINHO PHOSPHATADO DE LEROY ^zs3si
insmia, Consumpco, Bror.chlte chrooic*,Titkit, Fr*AW*Morgaaicu, CoovsUescnw dMcm,
Dri"^i'iro= em Pernambuco : FBAN M i-t BILVA o C.
^lt^ia*M----^ai*aa**----ii-ia*msmsmmmmms-n-mmm
>
Vos 1.(100:000^00
200:000*000
100:000|000
MM LOTEtt
DE 3 somos
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologiea^Isabel
DA
PR0V1NCIK DE PERNAMBUCO
Mnm a u U lio u \w
0 thesoureiraFrancisco Goncalves Torres
r
i *


***5*~ *-1 V*y
sysjuMtyr
5ETP
Diario de Pernambneo Domingo 13 **/-



)

*

Ao comniercio c s re-
partipes publicas
ubaixo aasigoado deelra qoem interesar
que nio se reapouiabilisa por aualquer
' | oa debite contrahido em nome da firma
l Martins & C. a nao ser poi bilhete asiifr-
_oa por w proprio, e bem assiin t o mesma
abaixo assignado poder obrar qualqoer impor-
tun devida i meama firma, em qualqoer rcpar-
ticSo publica.
Recjfe, 8 de Marco de 1887.
Manoel TV vares da Coita Martina.
Na.vaccaria da cogenhoca Bemfica a ra Real
da Torre n. 23, preoiaa-ae de nm habilitado.
Leite puro
Qoem precisar de leite puro boa qualidade,
da* 8 J |2 horas m diante, queira apparecer roa
do Imperador u. 81,
dade preco.
afim do contratar a quanti
Balanza decimal
Cempra-ee urna j servida : aarnadi Vigario
b. 31,
andar.
Attenco
Grande e variado sortimento do movis de jan-
eo, ricaa mobilias com encost de palha, eadeiras
torneadas eeu aaseoto de madeira e com palhinha,
eadeiras para enanca jantar a mesa e para escola,
tndo vende-se mais bu ruto do que em outra qual-
quor parte : na raa ettreita do Rosario n. 23.
Sitio
A!uga-se nm sitio com cas, e outra boa casa,
no Aterrinho do Giqui ; a tratar na ra do Im-
perador n. 50, terceiro andar.
Solicitador
Jos Ferreira de Paulu, provUionado pelo Tri-
bunal da RelacSo de Peiuambueo, offerece-je a
qoem precisar de tn> bulbos inherentes su pro-
ssao na cidade de Pesqueira da comarca de Cien
brea, onde foi sua resid ncia, e tamben: trabalha
uiis comarcas do Brejo da Madre de Deus, Carua-
r, S. Beato e Kscada.
VENDAS
__Vende-se duas exeeeutes casas na cidade
da Escada, sita i roa do Commereio, bem cons-
truida de podra e cal; a tratar ncata cidade do
Recite com Antonio Pereira Lopes, roa do aU-
crim n. 74, e na cidade da Escada con Alfredo
*V Companhia. _________ .____________
Armado
Vende-se a armacao da ra deRangel n. 10 ee
deudo-se a eaaa so comprador._______________
Doce de caj secco
BEm latas de duas e quatro libras, assim como
tinbas com jalea e latas com doce de goiaba,
tem continuadunente para veader a preco comino-
do ; na roa do Bom Jesua n. 35, arma-em.
Bom negocio
Vende-se urna casa de moldados, piopria para
principiante por ter poueoa fu:Hot ; queui arelen-
der dirija-te refinacae da roa do Li-na, em San-
to Amaro das Salinas.
Pechiflas para acabar!
59 BU Dl|U dB GuiU 59
Nanioca cores firmas a 160 e 180 ris o cava-
do.
Cretonea claros e escaros a 240 ris dito.
Fustoes com Dalmioaaa de corea a 240 ris o
to.
d.Idem hranco finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de sed* a 300 ris o
dito.
dem branca par Bxmas. n-ivas a 000 ris o
dito.
lietJ-etas brancas bardadas a 5U0 ris o dito.
Sctips de cores, branco, e puto Maca. a 800 e
1* o dito.
Combraia de forro preta a 1*300 peca.
Etguiet da linho de 10 jardas a 4i e 4*500 a
dita.
Madapolo peUe de ovo de 20 ditos a G*500 a
dita.
Algodoes uperioree a 94500 e 44 i dita.
liriui de coree, lindos padroVt a 400 e 900 ris
covado,
dem pordo superior a 360 e 400 rea o dito,
Augola bas, corea firmen a 560 ris o dito
Cambraia branca bordada a 54500 a peca.
dem Victoria fina 34200 a dita.
Bramantes de algodao superiores a 900, 14-00
e 14500 o metre.
dem de liuho paro, do melhor, s 24 o dito.
Lences de dito para cama de casal a 14800
nm.
Colchas de ganga dem a 34 urna.
dem idem para sellei-ot a 24500 urna-
Colcbdes franceses, grandes, a 154 uia. -
Ceroula* de superior bramante a 124 o 164 a
dusia.
Meias inglesas, cruas, a 24800 e 34500 a dita.
Lencos braacos e de cores a 24 a dita.
Meias [ ara enancas a 2*500 a dita.
Guardrmeos bordados de linho a 24400 a dita.
Camilas fraacesat superiores 861 a dita.
Corten de meia caaemira a 14800 e 24-
dem de casemira superiores a 34000, 44500 e
64000.
Para a quaresma
Merm* preto, sortimento sem competencia,
preeos de 14008, 14200, 14500, 24000 e .4500 o
covado.
Grs de aple, verdadeiro de Lioo, a 24500
e 2*800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 24000 o co-
vado.
Veludilbos lisos e bordados a 14000 a 14200 e
dito.
Mantilbas brasileira a 54 raa.
Fil de sede bordado a 24800 o metro.
Ficha, idem, grandes a 74 um.
Cheviots superiores a 24500 e 34000 o cova-
do.
Casemiras, pannos, Sedaos, merinos e todos os
artigos para o uso domestico te encontra na acre-
ditada caaa de
Carueiro da Cunta i C.
Vendas eni grosso damos
descont
59 Ra IlaqHe de Caxias 39
~ Cofre
Vende-se nm importante cofre do fabricante
Muera, sem ter defeite ; a tratar no pateo do
Paraso a. 16, esquina da raa de 8. Francisco.
Yiveiro para passaros
Vende-se dous gi andes e bonitos viveiroa po
p. eco coinmodo, sendo o motivo da veada ter o
dono acabado com os passaros que posui_ ; a ver
e tratar na roa do Imperado u. 22.
Aliento
Vende-se oo permuta-te ama casa terrea tita
na travesaa do Falcio n. 12, com 2 talas, 8 qoar-
tos, cotinba tora, grande quintal e eacimba, por-
tio dando aahida para a ra dos asot ; a tratar
oa mesis com a proprietaiia, e esta far todo
negocio por j ter o despacho do jais, at para
botal a em leilo. podando apresentar ot docu-
mentos aos permutadores, desbando tambera ama
por troca, anda que teja peqaena, porm qoe es-
teja nova e bem construida.
A Kevoluco!
Resolveu vender os seguintes artigo* com
30 % de menos do que em outra qual-
quer parte.
Guarnicoes de velludilbo bordado a vidri'bo pira
vestidos, a 74000 orna.
Tafets de corea a 300 rla o covado.
Cachemira bordada a 14500 o covado.
Ditas pretas a 14000, 14200, 14400, 14600 e
14800 o ovado.
Ditas de cores a de 900 ris e 14200 o dito.
_. La mescladat a 600 ris o dito.
Ditas com lUrrinhas a 560 rit o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris a dito.
Ditas de quadrinhos a 400 rit o dito.
Lindas alpacas a 360 rit o dito.
Gorgarinaa a 320 ris o dito.
Setim damass a 320 ris o dito.
Dito Maca a 800 ris 1*200 o dita.
Damass de seda a 14300 o dito.
Grsdenaples preto a 14800 e 24000 o dito.
Gaze com bolinbas a 800 ris o dito.
Futt-o branco a 400, 430, 560 e 800 rit o dito.
Velludilhos Usos e lavradot a 14000 14200 o
eevado.
Dito bordado a retroz a 24000 o dito.
Cambraia com salpicos a 64000 a peca.
Camisas para seohora a 304000 a dosia.
Ditas de meia para homem a 800 ris, 14000,
14200 e 14500 urna.
Fichs de la a 24, 34000, 44000 e 54000 um.
Ditos prateados i. 24000 um.
Ditos de retroz a 14000 uno.
Linhos seo sesea a 200 e 240 ris o covado.
Collarinhoe a pnaos para seubora a 24000 nm.
Ditos de cor, idem idem a 14000 um.
Cortos de casinira finos de 3* a 5*000 um -
Ditas de li e seda para collete a 64000 um.
Ditop de cachemira de cor para vestido por 204
um.
Cachemira de cor de 64 por 34000 o corado.
Damasco de cor a 700 rit o covado.
Panno da Costa a 14400 o dito.
Cortinados bordados a 64000 e 74000 o par.
Colchas bordadas a 54, 64, e 74000 urna.
Cretones finos a 320, 360 e 400 rir o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 300 ris o dita,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
Setineta etcotseca a 440 ris dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Chales de mirin a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000 e 4*000 um.
Ditos de cachemira a 24, 2*800 e 44500 nm.
Cobertores de la a 4*500 e 6*500 um.
Esguio pardo e amarello a 500 ria o covado.
Brim de linho de cor a 1*200 a vara.
Dito prateado de linho a 1*00C a dita
Colchas de crochet a 84000 orna.
Aaquinbas a 14800 rs. urna.
0 48 rae Dnp m Caxias
Henriqne da* Silva M o reir
Yeile-se
a merciaria da estrada do Arraial p. 72,' qoe foi
do Marianno, propria para qoalqner principiante
por ter poneos fundas e pequeo emprego de ca-
pital em vista da arma0o da casa o todos os uten-
silios ; a tratar na mesma. O motivo da venda
se dir aos pretendentes.
h wmm
X
a
Artigos tara as excellentissinas senhoras
Cap- sde cachemiras com vidrilhos de differeotes precoa.
Seda pretas, lisas, superiores, chegadss ltimamente a 2^800, 2(5200, 2)5400,
30000 e35500 o covado.
Ditas lavradas a 3,5200 e 3^800 o covado.
Setioa preUjs, lisos, a 1,5000, 1_00, 1500 e 2,5000 o covado.
Etajuine de seda, tecido ab#rto, a 2400 o cov_do.
Cachemiras bordadas a l^iSOO o covado.
Merinos, bem pretos, a 800, I 200, 1,5500 e 2,5000 o covado.
Dito aasetinado a 1,5-00 o cu vado.
Setineta france_a, lia, a 500 ra. o covado.
Lavas pretas, de seda, de 3, 4 e 6 botSes a 2,5000, 250U e 3,5000 o
par.
Arreos para homens
Cheviots pretos k 3*000, 4$000 e 4^500 o covado.
Casemiras diagonal ie 25^00, 2,5500 e 5<500O o covado.
Panno tino do ?<$3QQ a 6000 o cnwdo, Aproveitem !
A' ra Primeiro de Marco 11. 20
MJ \ TO> OO I-013 V HE
AMARAL & C.
EMULSAO DE SCOTT
de OLEO PURO
DE m
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel ao paladar como o leite.
O grande remedio para a cora
radical da TSICA, ESCRFULA,
AN2EMIA, BACHITIS, DE-
BILIDADE EM GERAL e todas
as enfermidades consumptiyaa,
tanto as criancas como nos
adultos.
Nenham medicamento, at boje
descoberto, cura as molestias do
peito e vas respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a Emulsao de Scott.
A venda as pndpaes lotcat
drogaras. _____
Deposito rm Pernambneo na drogara de Francisco Manoel da Silva
& C, ra do Mrquez de Olinda n. 39.
Raa Duque de Calla* l**
Guama te a atir-co t_s Exmas. familias par-
os preeos seguintet :
Ciatos a 1*000.
Lavas de pellica por 2*500.
Lavas defeds cor granada a 2J, 2*500 e S#
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. s
metro.
Albuns de 1*500, -*, 3*, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*500.
Luvas de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 el* o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 3*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um, -
Aoqninhas de 2*, 2*500 e 8* urna.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coca com inscripeao.
Euuhovues para batizados a 8, 9, e 12*00S
1 eaixa de papel e 100 cnvelopes por 860 jis
Capella e veos para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
Li para bordar a 2*800 a libra
Mi da p .pe de cores a 200 ris
Estejos para crochet a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a quaresia
Leques para menina a 200 ris.
Lioha para machina a 800 ris a dosia, (C B
Bordados com dois dedos de largura 600
3 dedos 808 ris, 4 dedos 1*200.
Cambraia tapada.
Gilfo de vidrilbo metro 1*.
Franjas de vedrilho a 1*,
Luvas pretas de seda e Escocia.
Franjas e galoes finos a 2*500, 3*e 4* o metr
BARBOSA & SANTOS
Oleo para machinas
Superior qualidade, a 6*400 a lata em cines
gnloet; vende-te na fabrica Apollo e de seurj
depsitos. ___________
Cabriolis
Vende-se dons cabriolets, sendo um descoberto
e outro coberto, em per Jeito estado, para um ou
deas cavallos; tratar 4 ra Duque de Casias
n, 47.___________________________________
Superior carne de mito
Vende-se no armssem de Francisco Cardoso aa
Silva Pinto, ra da Imperatriz ns. 28 e84, e
gneros de 1 qualidade por preco mdico.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este exceUento Whisky Esossses preferiva
ao cognac ou agurdente de canna, para fortfioa
i corpo.
Vende-se a retalho nos m Iberes armasens
nolbados.
Pede SOY AL BLEND marca VIADO cujo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brasil
BBOWNS ec C, agentes

PdIio de Riga
MATHUES AUSTIN & C, receberam nltim-
moote um completo sortimento desta madeira,
como sejam : pranchSes e tabeas para assoalho,
da melhor qualidade e de diversas dimensSas, e
que vendem por precoa commodo-. e redusidos,
couiorme os lotea ; no armazem do caes do Apollo
O. 51, oa raa do Commereio n. 18, 1' andar,
N
=




'


.""
LISTA
.







DA
7a.
PARTE DAS LOTERAS PARA O
FUNDO OE EMANCBPCAO
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO, EXTRAfflDA blM 10 DE MARCO DE 1887.
*
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5
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30
31
34
38
45
49
53
59
66
68
69
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83
87
89
94
95
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\ Mp_JM| *i ~Sk_


Diario de
iiibucoDomingo i 3 de Margo de 18S7
..
LiTTfiRATu*"
JO MA BEftTnlER
I'OK
UCHARD
M ARIO
-w-
VI
{Continuando)
pergunlon
escrever-lhe como amigo, eerto de qaa ella Por qua?. .. Porque, pparentemen
o auxiliara a conjurar o desfecho de urna'te, estou doudo.
Rival,
OU
v
Onde vais?.
vendo-o levantar-se.
'-'_ Para casa !... Ver a- Clr3tina es-
creveu. .. ou f i proeurar-roe.
I Vamos I. Convanto que
comtigo, nno quero outra cousa.
VII
. Os roortos andam depressa diz a
balka ; mas os loncos e os desesperados
andam ainda mais depressa, levados pelo
turbilhao dos seus pasamentos delirantes.
Roberto Gurin na*- encontrou nada era
^sa... nem Christina, nem carta della ;
ninguera tnha ido pergunt*r nada.
Depois da emoclo da serna de bon-
tem, ella t,lvez estej. dtate, disse Ri-
val.
Roberto receben um choque,
vordade?... A sua primeira
correr casa della.
__ Vamos !. repetio aiuda 'uval.
te esperarei pona.... Es:udarei
bairro.
Depois da disvussuo que
vam ambos ae mo humor
ein silencio, mergulhados as
x3es.
Comquauto affectasso confianca no boro
xito de urna explicado de camarada* ar-
ranjades, como dizia Rival nao se engaa-
ra quanto ao perigo da situaCao, c, sur-
ghido suibtamoute, esse aconteciraento bru-
tal nlo deixava do o assust^r. Cora eltei-
to, com o seu carcter lgico pouco lamen-
3 lava esae rompimonto, que libertara Ro-
berto Gurin de urna allianca que j o ti-
nba meio arruinado, ou de urn casamento,
ene sempra considerou insensato; e, quan-
to ao procedimento de Chriotana, o seu
espirito positivo difficilmente o condem-
Se fosse
id i foi
o
tiveram, esta-
Camichavam
suas refle-
slle
nava.
Enthusiasta, indepeedente, artista,
se teria quasi admirado ae ella tivesse he-
neado ante esse sonbo deslumbrante que se
offereeia sua ambicio. Interiormente,
conheoia demasiadamente a vida, para bU
ter j comprehendido toda a infenondade
de Roberto n sse jogo da paixlo, i
que a partida nunca igual: elle,
joelhos, temo, confiando; ella, iraca e for-
te ao mesmo terapo, mas com a mpetusu-
dade de urna herona de theatro ; tinham-
ge amado pelos seus contrastes.
Presa a imaginagao, tauto como o cora
cao, nessa visao romntica di um futuro
em que os dous associariam as suas cele-
bridades futuras, ella tinha sido sincera...
at o da talvez em que, retardada se nao
abortada a gloria litteraria ; os seus recur-
sos mutuos, reducidos uietadc, pelas im-
prudencias de urna vila que descontava
demasiadamente suicessos futuros; ine-
briada por triuraphos de salos que a ele-
vavara s uuvens ; apaixonada sbitamente
pelas grandezas, aman lo, entreunto, a
Roberto, ella ia dobrar a pagina de amor,
para abrir o eapitulo mais seno desse on
tro romanae radiante que a faria priucz*.
Acompanbando Rob.rto Grvio, emba-
hindo-o com um resto de Muslo, Rival s
tinha um fim : ganhar lempo, prolongando
crise alm do accesso agudo. Gastar a
sua dr em cxplosSes de scenas violen-
ta, ainda a fazel o viver. Quando sa-
hisse desas debate, antes do qual tena
querido advertir Chistiano, pretenda vel-a
rrsolaclo louca, prestando se a algum arti-
ficio, a algum manejo que deixassu ainda
um raio fraco de espranos a esse cora-
dlo desolada.
Mas, no meio de toda essa lgica fria
oom que pretendiam abrandar-lhe a febre,
Roberto nao eslava mais nessa phase de
hallueinacao do amor, que por tanto terapo
o tinha cegado. A dspoto do seu estoi-
cissimo, um pouco theatral, o infeliz lio^a
tinha esperado vagamente alguma volta de
amor... urna chamada, um simples bilhe-
te. A indiftorenca de Catharina, nesse
drama,tinha-lh* vibrado o ultimo golpe.
Vendo-a t2o calma e to cruel, b teve
urna idea, desta vez raciocinada, implaca-
vol : vingar-se e punil-a, matndose em
casa della, a seus ps, para, pelo menos,
marcal a com o seu sangoe, dizendo lhe
adeus.
Christiana Felsen raorava cora a lia, em
urna dessas casas dos novos bairros de
Chaillot, construida por eapeculacao, e que
se alugam mobilhadas aos estrangeiros de
passagem. No andar terreo as jan-illas da
sala, dando pira a avenida, pareciara con-
vidar escalada. Quando Roberto e Ri-
val chegaram, ouvirara dedilhar no piano
urna walsa brilhante, que conheciam bem
e que deaos ageis tocavaro maravillosa-
mente.
Ella tocara !
Eu te espero disse Rival, fingindo
nao estar admirado, e resolvido a fazer a
sua sentinella.
Gertrudes, a criada, abri. Pelo seu era-
barajo, comprebeudeu logo que ss baia
preparado alguma resposta evasiva, oomo
se o rompimento da vespera j o tivesse
transformado em estranho passageiro. Mas
a onda de harmona que ehegava at a
ante-camara nao deixava a Gertrudes o
recurso banal de dizer que a sua ama ee-
tava ausente.
Vendo-a hesitar:
Diga aenhora que sou eu l disse
elle em toro que nao admittia rplica.
Mas. a senhora vai sabir... Est
so sellando o seu i-avallo.
Nesse caso, en mesmo me annuncia-
rei, replieou elle, carainhando para a sala.
Sentada ao piano, Christiana estava de
amazona, traje sob o qual a sua belleza
extica mais sobresabia. O chapeo de ho
meo, correctamente posto sobre os cabel-
los eastanho claros, acurescentavlouroa es-
pocie de graca rgidajaessa ropassibilidado
perturbadora de joven deusa, que era como
um v> sobre o inysterio a decifrar nessa
orgauisacSo rara de artista.
Por certa expressao de fixidez intensa
de j de dous grandes olhos inquietadores pro-
fundos, cojo olhar revelava curiosidade se-
creta de um tamperaraeuto que nem sera-
pre era domado, adivinhava-se alguma
cousa de singular e de desconocido como
a attraccad de um abysmo.
Com a entrada de Roberto, nao se mo-
veu.
O que ha talvez de mais feroz no mundo
urna inulh r que deixou da araarou que,
consciente da sua traiglo, ve se constraa
gida a ouvir as exprobrac5;s ou as quei-
xas da sua victima. Pelo olhar que lhe
lancou Christiana, por um estra.oecimento
involuntario, logo reprimido, Sobarte com
prebenden que ella prepara va se para re-
sistir a urna emoco violenta.
Oh voc?... disse olla, sem ces-
sar de tocar.
accrescentou ella no meio
Ah
de um passo.
Mar, nSo poderia parar de tocar para
ouvir-me ? Juro-lhe que preciso que me
ouca, que me responda.
Ella parou : depois, com ar constrangi-
do: n
Disse lhe hontem o que quera sab^r,
respondeu ella. Disse o lealmente...
Sim, diese lealmente que, havia um
mez tramava o nosso rompimento : que
lealmente havia uo mez mentia-mo... e
que, finalmente, tinha lealmente resolvido
proceder para commigo do modo mais in-
digno.. Vamos l, impossivel qae tudo
isso sejft real !... accrescentou elle, e
por isso qu4 vim...
Ao euvir essas exprobraedes articuladas
em voz acre, ella tinha empallidecido mui-
to ; mas, resistindo sua emocSo:
Emfira, tornou ella, veio para injuri-
ar-me... Nao espera va isso da sna parte.
Da minha parte T exclamou elle ex
aspirado com essa frieza de gelo, que pa-
reca urna armadura; mas voc tirou-me a
vida, os meus penstmentos, os raeus das !.-
E ha um anao, por juramentos sagrados
entre nos, jurou ser minha mulher...
Juramos os dous, como se jurara es-
sas cousas no arrebatamento da imagina-
gao. e depois, acontece que a gente re-
flecte .. que melbor retomar a palavra
dada... e p o;edrrazoa/elmente.
Essas respostas breves, que revelavZo a
resoluc&o de um rompimento infallivel, sa-
ham to claras dos labios de Christiana,
que tendo ido com um pequeo resto de
eaperanca de provocar ama effus&o do co-
racSo. elle ficon quasi aterrado.
Mas eu tenho direitos sobre voc l tor-
nou elle, ser.tindo a iadignicaj f'remir.
NSo, responden ella, pelo contrario,
eu que si qnizesse, poderia, pens eu.
reclamar esses direitos... Mas se nao os
reclamo...
Roberto enearou-a estupefacto e como
assustado ante e abysmo que separava a
sua paixo deasa perversidade resoluta,
exagerada, como com o designio vo-
luntario de provocar o sea desprezo affec-
tuando quasi o cyoismo de urna corteza.
E vai casar comoutro... e aoga-
nal-o.. sim remorsos quanto ao passad V
Nao o engao... Elle nada me per-
guntou... Ea nada lhe disse!... E pen
so qve nao ser voc que-a ha de ir in-
formal-o...
se fosse !...
NSo !... Voc ficaria mais embara-
zado do que eu oom essa confissao, que eu
lhe tarei... e na qual voc nao procedera
cora j homem de honra.
cSo, has de sentir que ha entro nos um
layo da alma; que ha rompimentos que
mato... Que qneres que ea seja sena t?
E tu mesraa, crs que nao lastimars |nada
sem esso amor de todas as horas, tao de-
dicado, tito franco e tao cheio de ti ?
E, na desordem da sua dr, o infeliz,
de joelhos a seus ps. tinha-Ihe tomado a
outra m3o. Eloquente, convencido, sincero,
esses lagares communs da paixo, essas
tiradas inflammadas que elle tinha tantas
vezes ridicularisado, subiam-lhe do cora
co aos labios, abundantes, entrecortadas
por solugos ; to verdade que a paixao
s tem um grito Oesvairado, resolvido a
morrer, s tinha un id*: enternecer
Christiana, salval a do perigo em quo a
Perder-si nSo o amando mais, esquecendo-
se de si, para coojural-a a romper, pelo
menos, ess9 casamento... Com esse casa-
mento ella lamentarla sua vida de artista.
Roberto notou de repente, no meio do
seu delirio, que ella olhava para o relogio
e q'ie escatava os ruidos que subiarn do
pateo; o tropel do seu cavallo resoava as
podras. Ella retiro a asmaos.
- \h Rassalka est selUda 1... D
liesnga, nSo assim ? disse levantndo-
se.
rtvel e cruel de Christiana, que aahia para
ir ter eo o principe, elle tioha-lhe tomado
o chicite e cora elle a tioba castigado... Ao
rumor acudi gente, quando flb iaferir-se...
Tomaram-lhe a arma que durante a luta
disparou...
Christiana deu m grito...
VD3
O acontecimento estava pejado de tor-
mentos, tratava-se de nada menos do que
de um procisso judiciario, ou, em todo o
caso, de um ruido terrivel que o nome de
Roberto Gurin e sobre tudo o de Chris-
tiana Felsen nao padiam dxar de levan-
tar nos jornaes. J considerada herona,
pelo duplo titulo de artista de sensacSo e
de futura princiza, a explosao de seme-
melhante aventura era um achado raro pa-
ra todo o reprter artstico. No dia imme-
diato espantosa noticia do casamento ro-
mntico, j annunciado, dessa outra Jenny
Liad, qu fugia dos concertos e dos salSes,
quo mysterio, que peripecia fulminante!...
Que artigos de revelac3es secretas! que
conjecturas imprevistas! *
Da volta avenida de Villiers, Rival ti-
nha resolvido que o expediente mais ur-
Da am salto elle poz-se em p em fren- fnto .de "Lii&o, era prioeirament".
te della.
J vai ? disse elle.
Como v.
Mas, entao nao me ouvio ?... Nao
comprehendeu o que actbei de dizer?
Perfeiiiraent' Est dizendo tolices,
meu ciro Roberto, e est exaltado. Fize
mos projecto. .* que nSo se roalizaram
o que houve... Aioda urna vez, a vila
a vida I
Ella disse essas palavras diante do ca-
pel ho, arranjando o chapeo om pressa fe-
bril, mirando-se.de 'bracos levantados, em
ama dessas posicSis familiares que fazem
so'jresahir a liaba elegante do busto e das
cadeiras, deseohadas p<-li amazona justa ;
depo'rs prendeu o veo.
Roberto a olhava acibrunhado, en ver-
gonhado dessa ultima luta, que subicanen-
fuga, ir para paiz estrangeiro, Bruxellas ou
Londres, nesse mesmo dia e esperar os
acontecimentos.
A' primeira recusa de Roberto, que s
pensava em Christiana, moribunda talvez,
ferida por elle, nSo teve difficuldade em
convncelo de que conviaha, pelo menos,
pr-se em seguranca, at eaclarec -r-se am
negocio tenebroso, no qual a sua honra es
tava compromettida. Sorprendido, com o
revolver na mo, como premeditando um
assassinato, nao poderia ser aecusado ?
Nao convinha estar livre para melbor de-
fender-se, se a justica se extraviasse ?...
Nao convinha que estivesse livre para sa-
ber a sorte de sua victima ?
Entretanto naquelle momento, o maior
perigo era nada saber do que so passava em
casa de Christiana Felsen.
0 1 ,-_j. a Kival ulzou que antes de tudo devia
te pareceu-lne gro.esca ; e, sentindo-se es- 1 o 1
m..Hn -ns bravata, ontregon-se a f*r-.e, afim de proseder em
F0LHET1M
O (iOROTINDA
POR
QUlN'fA PARTE
o msibat; os Limm
r=1 n
58)
Par certo sorriso, elli julgou descobrir
urna irania.
Sim, sou eu responden.
__Entao, nao est morto ? accrescen-
tou ella, com ligeiro tremor na voz.
De modo que, ao cabo de um anno
inteiro em que fez-me acreditar ems, nada
tera que retractar do quo hontem confes-
soa-me brutalmente ?... De modo que
desfaz-se de raim. sem se lembrar de que
me deixa desesperado, sabendo que a amo,
que a adoro, que a minha vida est gasta...
e que vou matar-me 1 ..
Dsixo-o, meu caro Roberto, porque
a vida a vida... e que o amor nao pode
supprir tudo a calma, a razio, o repouso
da alma.
Nessa phrase, em urna alt.rac&o mais
accentuada da saa vos, ell i julgou sor-
prender um soffrimento, um pezar.
Mas, desgranada ex.-iamou elleeora-
raovido, voc araou-me ... E* a fellolda-
de de toda a sua vida qne vai laucar aos
ventos por essa vaidade da riqueza,- que
s lhe dar a satisfaco estpida do orgu-
lho, no meio de urna sociedade que nao a
pode comprehender I Christiana, sabes que
estou dizendo a verdade, nao assim?
magado sob essa
um desvario siogular, como se de dor ea-
louquecssse. Lembrou-so do motivo que
o levara l. Levou a mo a arma... Se-
guroa-a no bolso.
Vamps l adeus, disse ella ; estou ou-
viado Russalka, que se impacienta.
A phrase foi to cruel que Roberto fez
um gesto de espanto. Diante dessa im-
passibililaie quasi insolente, ama i lea me-
doaha subi le ao cerebro; no mo nento
em que ia matar se, perguotou de repente
por que morrer s, estpidamente, sem ou-
tra vioganya alm de moa acea de thea-
tro, depois da qual ell riria delle... Ella
sahia para ir ao encoatro do principe. El-
le a via nos bracoi de outro.. .
Entao! repetu ell* olhendo a cau-
da do vestido e como esperando que ell
sahisse, j lhe disse adeus...
Roberto estava entre ella e a porta.
E' a sua ultima palavra? Use elle.
Ella hesitou um momento.
Sim, disse afinal.
Sabe que vou matar-m 1 ?
J mu disse isso hontem, responden
ella encolbendo os hombros; mas ajba-
mos com isto. Tenho pressa 1..
E, lando j o chiote na mo ella esten-
deu o paraaf.talo.
Em am paroxismo de came e de raiva,
o infeliz perdeu a c*beca.
Brejeira! exclamou ella, do revolver
engantilhado.........................
Ainda nao, replieou elle no mesmoj accrescentou elle, tomando-lbe a mo, qu
ti fri ; quiz revel-a. ella nlo retirou. Aqu, a meu lado, pres-
' n *._J 1 1 if t 11 11 X *..^ -...rrT^i a ..11 qii rtt\fa _
Por que quiz rever rae r
tando ouvidos tua razo e ao teu cora-
fContinua^ao do n.
xm
el
Gonzaga tirou immediatameote os seua
punhos de rendas o atirou lli'os. Depois ap-
proximou se da rocaa para assignar. Aquel-
es senbures procuravam deacobrir um no-
me para.o Corcuuda.
Nao procareo, disse elle, .pegando
nos puahos de Gonzaga, nunca o ncon-
trariam.- Sr. de N>v*'lles,'ttin um lindo
lenco bordado ?
Navailles deu-lhe o seu lenco. Todos
quizeram dar alguma cousa para o seu ves-
tuario ; um altinete, urna tvela, um laco
de fitas. Aquellas enhores entretanto s-
ignavan), cada um por sua vez. O nome
de Gonzaga era o primeira.
__ V ver se minha mulher est prorop-
ta dise o Corcunda a Choisy, que lhe
vestia um gibilo d - A noiva I ahi est a noiva grta-
ram naqut-lle momento.
Aurora appareceu na soleira do gabine-
te, com
o vestido branco de noiva, e tra-
yendo nos cabellos flores de Uranjeiras.
Estava admiravelmente bella, mas suaptiy-
ionoiuia paluda conservav aquella singu-
lar iramobilidade quo a faaia parecer cora
urna encantadora estatua. Cootinuava sob
a influencia do maleficio. Houve am mur-
murio de udmiraco quando a viam. _0*
olhares desviaram-se dflla para Cahir so-
bre o Corcunda, que batia palma cora
transporte e repeta :
Por Deas I tenho ui>a linda mnlher !
Agora nos, minha bella ; a nosaa vez de
aasignar. >
Pegou-lhe na mao qu > D. Cruz ept-rta
va, amparando-a. Esperavaea qu.iquer sig-
na! de repugnancia; mas Au ora acorapa-
nhou-o cem com urna dooilidade completa.
Voltando-se para i mesa, oade o Sr. Gri-
veau tinha feiio aasignar todos todos, o
olhar de Esopo II encootrou o de Cocar-
dasse Jnior, qoa acabava de entrar com
seu companheiro Passepoil. Eaapo II
bro com am gesto rpido. Cocardaase
coraprehendtu, porque tomou-lhe a passa-
gem exclamando :
Com a braca falta alguma cousa
ao teu vestuario, picaro !
O quo ? o que ? disseram de todos
os lados.
O que ? repetio o proprio Corcunda
innocentemente.
Com mil bombas replieou o gasclo.
Um fidalgo casar se sem espada ?
Houve ura grito em toda a honrada as-
serabla.
__ E' verdade, verdade, reparemos
este este esquecimeoto. Urna espada para
a Corcunda ? nlo est ainda bastante ex
quisito.
Navailles procurou com os olhos as
padas, em quanto Esopo II murmura va :
Nao estou haoitaado. lato encom-
moda-raa os roovimentos.
Entre todas aquellas espadas, havia urna
de combate, comprida e forte : era a do
bom tfr. de-Peyrolle8,' qus nao gracejava
uunca. Navailles tirOu, nao por saa' von-
tade, a espada do boin Sr.-do Peyrolles. -
Nao precisa derla, repeta Esopo II.
Cingiram-lhe a espada, gracejando.
Cocardasse e Passepoil no tara m perfeita-
mente que tocando nes copos a sua mo te-
ve como que um estremeciraento involun-
tario e alegre.
S Cocardasse e Passepoil notaramisso.
Quando collocaram a espada na cintura, o
Corcunda nao protestou mais. Mas aquella
arma que estava presa saa cintura deu-lhe
de repente um augmento de altivez.
Cumecou a caminhar erapertigando-se de
am modo tio burlesco que os risos coa-
ram de todos os lados.
Precipitaram-se sobre elle pra abracal-o,
voltaram-n'o como am bo-
coase-
quencia e com sangue fri quo reclamava
a catrastrophe.
A instancias de Roberto, delirante de
nquieticilo, sabio.
As emojo-'.s pungentes de Roberto Gui-
ri n duraram duas horas, soffrendo ell to
das as angustias da mais atroz tortura.
Esperava. .
Espera va... E Christiana talraz estives-
se morta...
Tendo ido de carro, Rival poda estar
de volta ao cabo de meia hora... Nao vol-
tava e tinbam passado duas horas .. As vi-
siles mais siostras, j lhe passavam pelo
cerebro... Estava-o vendo ao lado de
Christiana agonisante.
Da repente, pensou quo Rival, reconhe-
cido, suspeitado, estava preso... Tinha si-
do visto, esperando na ra como am cua-
plice... Depois de desastre, os dous fo
ram vistos fugindo.
Com esse engenho fatal, peculiar a todo
o allucinaio, Roberto Gurin camecou a
construir todo o drama que se repreaentava
longa delle... Rival, acabrunhado pelas
apparencias, compro.net'.ido, deshonrado...
Succumbindo ao seu desassoceg, tinha
deliberado arriscar tudo, indo elle mesmo
saber noticias.
Por felicidadi sojb a campanbia'., Era
Rival!... Subi a escada entrn.
Christiana ? fi a primaira palavra
de Roberto.
Vi !.. Mas corneja por acalmar-
te...
Jura que ella est viva ?
Juro!... E deves comprehender
que nao te uceulto nada, porque digo-te
desde j que nao partimos mais, pois nao
mais necesaario fugir para paiz estran-j
geiro. A nao ser, todava, para 8
coar a nossa civilisacao.
Tranquillisado pelas ultimas palavras,
Riberto respirou, alliviado, pelo menos, do
seu maior receio
Creio, tornou elle, mas, por Deus,
que houvo ?... qne t disse ella?
A narraco de Rival foi longa. minucio-
sa e at pittoresca. Tendo a ausencia de
todo o perigo lhe restituido as fatuidades
de impressiouista, ca era homem que dei-
xasse escapar um elTeiio surprendente nam
que eneurtasse o seu papel. Comecou do-
momento em que tinha deixado Roberto
sob o peso do sea verdadeiro desassocego,
Um carro passava pela avenida fel-o pa-
rar, tendo o cuidado Je tomar lhe o nume-
ro, na previso do que podesse acontcer.
Naturalista sincero, descreveu o cochero,
os cavallos, as almofadas poeirentas... o
sem esquecer o itinerario completo da via-
gom os omniius... o aspecto dos Campos
Elyseos... Afinal chegou. Tinha-se apea-
do antes de chegar esquina da ra Ga-
lilea. A' primeira vista verificou quo nao
havia peohuma agitaco. Nenhnm basba-
que olhava pora a casa. S meninos que
volta vam da escola, de cabellos arripiados
e [ivros amarrados em pacotes.
Mas ella ?... ella ?... perguntoa
Roberto palpitante.
Meu caro amigo eu te cont as cou-
sas por miudo porque s as minudencias
exteriores dio valor e accentuam a banali-
dade da acelo humana, respondeu Rival.
Mas tu me crucificas !...
Cbego Christiana !... Estou
porta... toco a campainha... passos no
interior... Mas ninguem vam... Tor-
no a puxar a campainha... Nada 1...
Finalmente, ouco abrir urna janella no pri-
meira andsr.. E' Gertrudes que me re-
conhece... diz-me que a senhora sabio...
Insisto.. Percebo que ella consulta e
que deliberara... Em Burama, responde
que vai des.ier. Urna vez com ella na an-
tecmara, interrogo-a, vejo que ella illa-
de... Ento digo lhe que estive comtigo,
que sei tudo, que preciso a todo o casto
qaeeu veja a sua ama para evitar as mais
terriveia desgranas... Com isso, ella dei-
xa-me... volta ao cabo de um instante
para dizer-me que a senhora espera-me...
Afinal exclamou Roberto.
Atravessamos a sala, ond9 tudo ain-
da est em desordem, e, pela escada do
camarim, Gertrudes leva-roe ao quarto de
dormir... V l so eu estava a meu gos-
to I Christiana vestida s pressas ue um
peigtoir, estava na sua cauasinba de me-
nina, com os cabellos era desorden, a ca-
beca realcanda sobre as almofadas... sua
tea clara do norte animada pela febre, os
olhos fundos com olheiras de um azui cla-
ro ; estava sentada, encostada a dous tra-
em urna attit'ide feroz... En-
Quando Roberto Gurin voltou a si esta
va na ra arrastado pel amigo Rival.
L^mbrava-se confusamente, do que lhe ti
nha acontecido .. Loucj de raiva, desvai-
rado, exasperado pe impassibili lade ter-
apertaram-n o,
naco. Teve um suceesso lauco I Deixava
tazar tudo ingenuamente. Cbegando diante
da masa, disse :
Nao me amorrotem. N2o se appro-
ximein tanto de minha mulher, peco-lhes;
dm-mo treguas, meas senhores, iujus ami-
gos, afim de que poseamos regularisar o
ooutracto.
O Sr. Grivaau ooutiouava sentado dien-
te da mesa. Consorvava a penna em posi-
co por cima do contracto.
Seus nome, queiram dizer-me aobre-
nomea, profiasio. lug.r do naa-imento ?...
O Corcunda deu mu pequmo pontap na
oadeira do tabelliio Eate voltou-se para
olhar.
- Asaigoou ? perguntou-lhe o Corcunda.
Sem duvida, respondeu o Sr. Griveau.
Eotao, v em paz, mea velho, disse
o Corcund.. empurrando-o para o lado.
Sentn-se gravemente no sea lagar. A
fez um signal coa os olhos tocando ao hom- ssembla r-se. Tudo quanto fazia o Cor-
cunda era, alm disso, materia para hila-
ridade.
Por que queras tu mesmo escrever o
teu nome ? perguotou Navailles.
Peyrolles con vena va em voz baixa oom
Gonzaga, que encolhia os hombros.
Peyrolles vio no que se passava um mo-
tivo de inquietadlo.
Gonzaga gracejava com elle e chamava-o
medroso.
Vao ver I responda, entretanto, c
Corcunda pergunta de Navailles.
E soltou am pequeo grunhido seoeo.
Vio ti car maito admirados ; vio ver,
vio ver; babara emquanto esperara.
Segairam o seu ooaselho.
Os copos encheram-se.
O Corcunda comecou a eneber os claros
cora urna mo firme.
Diabos levem a espada, disse elle,
tentando collocal-a em ama posiyao menos
iucoiumoda.
Nova gargalhada.
1 O Corcunda embaracava-ee cada vez
mais com v seu arnaz de guerra, a espada
pareca para etleum instrumento de tortora.
Eacreve 1 disseram. uns..
Nao eacreve 1 respondern os outros.
O Corcunda no cumulo da impaciencia
arranoou a espada da bainha e collocou-a
sobra a mesa ao lado delle.
Comecaram a rir. Cocardaase apeitou
o braco de Passepoil.
Com a breca 1 o arco est prorapto,
resmangou elle.
Cuidado com as rebecas I raurmurou
frei Passepoil.
O poateiro do relogio ia dar quatro horas.
Aasigue, miaba senhora, disse o Cor-
cunda, que estendea a penna a Aurora.
Ella hesitou ; olhoa para a penna.
Aasigne o bou verdadeiro nome, mur-
ro urou elle, visto que sabe.
Aurora inclinou-se para o pergaminbo
e assignou. Viram D. Cruz, inclinad
por cima do sea hombro, fazer am mo vi-
meato de sorpresa.
Est prompto ? est proapto ? per
guntaram os curiosos. .
O Corcunda uonteve-oa coa um gesto ;
pegoa na penna por seu tumo e assignou.
Est prompto I disse .He. Venbam
ver; Vio ficar admirado 1
Todos se precipitarara. O Corcunda ti-
uba deixado a peana para pegar negligen-
temente na espada.
Attenyio I muimurou Cocardsase J-
nior.
C estoa respondeu resolutamente
frei Passepoil.
Gonsaga e Peyrolles foram os primeiros
a chegar jante mesa e recuaram vendo o
principio do contracto.
O qne ha? O nome ? e nome ? gn-
- Nada I nada I respondeu vivamente,
Rival. Muito levemente ferida no braco...
Foi maior o sasto lo qae o mal... Ama-
nhl peder levantarse. E, quanto ao ne-
gocio,
Tu
tudo est abafado sem barulho.
a viste ?
tarara aquellos que estavam por traz
O Corcunda tinha proraettido cansar ad-
miracao a tolos. Cumpra a sua palavra.
Viram ueste momento as suas pernas ar-
queadas endireitarem-se da repente, o seu
tronco crescer, e a espada ficar-lhe firme na
mo.
Com a broca 1 resmangou Cosardas-
se ; o parisiense fazia militas outra deslo-
caces no pateo de Fontaines, qn-ndo era
pequeo!
O Corcunda, erguen lo-se, atirava com
os cabellos para traz. Sobre o corpo, al-
tivo, robusto, elegant', irradiava urna no-
bre e bella cabeca.
Venham lor este nome dase elle,
oercorrendo con o olhar penetrante a mu-
tidao estupefacta.
Ao mesmo tempo, a ponta da espada to-
cava na astignatura.
Todos os olhares acompanharam eate roo-
viraento Ura grande clamor produzido por
um nico no'ure joou na sala.
Lagrdre L*grdre 1
- Lagatdr, repetio est-, Lagardre;-
que nunca falta s entrevistas que d.
No priroeiro momento de; horror podena
ter atravessado talvez as fileiraa de seas
inimigos' em desordem. Mas nlo se mi-
na. Tinha em urna das ralos Aurora, tr-
mula, encostada ao sea peito; na outra
oonservava suspensa a sua espada. Co-
cardasse e Passepoil, que tnham ambos
deserabainhado as espada, conservavam-
se de p por traz delle. Gonzaga desem-
b inhou tambem por sua ves a espada.
Todos os seus alijados o imitaram.
D.Xruz quiz precipitarse entre ellas.
Peyrolles agarrou a e levou-a.
E' pieciso que este homem nlo tais
daqui, meas senhores, disse o principe com
a palli es nos labios, rangendo os dentes.
Para frente 1
Navailles, Noo, Choisy, Girouna e os
outros fidalgos avanjarara impetuoaameo-
te. Lagardre nlo tinha ao menos collo-
oado a mesa entre elle eos ssus ioimigos.
Sem abandonar Aurora, poz-se em uaria.
Cocardasse e Passepoil o auxiuavam A d-
reita o eaquerda.
Anda, direito, meu velho, diase o gas-
clo, estamos em jejuin ha mais de seis me-
ses' I
A^ui estou 1 gritou L*grdra, ati-
ra-lo o aeu priroeiro bote.
Depois de atguos minuto, os confiden-
te de Gonzaga recuaram.
Gironaa e Albret esuvam eatendidos no
oblo era uui mar de aau^uo. L gardre e
os dous bravo sera teriroento, imraoveis
como tres estatuas, esparavam o seguado
ataque.
Sr. da Gonsaga, disse Lagardre, quis
faser urna parodia de casamento. O casa-
vesseiros,
t re tanto, estendeu-me a ralo.
Ah I minha pobre Christiana, disse
eu, que desastre terrivel !... Ella abanou
cabeca eom ar de dasdra : E nio sabe
tudo, disse olla, ella bateu me! elle bateu-
me !... com o meu chicote!... Olhe, vejal
E fes Gertrudes puxar o seu peignoir um
pouco para traz para mostrar-me no hom- .
bro am verglo azulado, que ha de impe-
dil-a de se decotar durante oito dias. Mas
o sea ferimento ? perguatei. Ah tornou
ella em tom indifferente, a bala mal en-
trou no braco... o medico extrabio-a e pos
ama atadura...
(Continua)
ment valido ; tem a sua propria assig-
natura.
Para a frente para a frente I gritou
o principa no auge do furor.
Desta vez avancou na frente dos seus
confidentes. Quatro horas da madrugada
coarara no relogio. Ura grande ruido ou-
vio-se fra, e fortes pancadas repercutan
na porta, emquanto ama voz grita va:
Em nome do re !
Era um singular aspecto o da que He sa-
llo onde a orgia deixava por toda a parte
vostgios : A mesa estava ainda coberta
de pratos u de garsafas vasias. Os copos,
virados, tinbam deixado manchas de vi-
nhoa. No fundo, ao lado do gabinete ou-
de stivera, havia pouco, o vestuario da
noiva e que agora servia de asylo ao Sr.
Griveau, mais morto que vivo, o grupo
composto de Lagardre, de Aurora e dos
dous mastres de armas couservava-se si-
lencioso. No meio do sallo, Gonzaga e os
seus afilados, parados por aquello grito :
cem nome do rei, olhavam com horror
para a porta de entrada. Em todos os can
tos mullieres,-leucss.de terror, occaltavara-
Cae. _Eutre o dous grupos, dous cadveres
em um mar de sangue.
A gente que batia aquella hora da noite
na porta do Sr. principe de Gonzaga,
esperavara certamente que nlo lhe abris-
aoiu immediatamenta a porta.
Erara guardas franceses e offijiaes do
Chatelet que vimos suecessivamenta no pa-
teo do palacio do or. Lamoignon e no oe-
raiterio S iint-Magloire. A precaucftss ti-
nbam sido tomadas. Depiis de faZarem
tresiatira*y3ee, a porta fai arrorabada. No
sallo ouvio-se a marcha dos soldados.
Gonzaga teve fro at medula dos ossos.
Seria a justica que vinha para elle ?
! Maus senhores, disse elle, embainhan-
do a espada, nlo se resiste ao rei.
Mas accrescentou muito oaixo :
r At ver.
Baudon da Boisguier, capitlo dos guar-
das, appareceu na soleira a repetio :
Meus senhores, em nome do rei 1
Depois, curaprimentando o prinaipe de
Gonsaga, afastou-se para deixar entrar o
soldados. Os ofi -iaea penetraran por seu
turno no salao.
Sim, o que signifi;a isto ? perguntou
Gonsaga.
Boisguillor olhou para os dous cadve-
res que estavam estsndido no chlo, de-
pois para o grupo composto de Lagardre
e o dous bravos, que conservavam as es-
padas na iiilo.
' Com os diabos I murmuran elle ; po-
dia-se perfeitaueute disnr que era um al-
tivo soldado, principa, accresoenton elle,
rollando se para Gonsaga, estou esta noite
s ordons da Sra. princesa, sua mulher.

da
Au-
1,1____ML..-.L_________________________________________
Foi a prinsez* minha mulher ?....
comecou Gonzaga, furioso.
N3a concluio.
A viuva de Navers appareceu por seu
turno na porta. Estava vestida de loto.
Vendo aquellas liberes, aquellas pinturas
caractersticas que coloran a* paredes,
aquellos restos de orgia e de batalha, a
princeza abaixou o veo,
Nao venho aqu por sua causa, se-
nbor, disse ella, dirigindo se a seu marido.
Depois, approxiroando se de Lagardre :
As vinte e quatro horas passaram-
se, Sr. de Lagardre, cootinuou ella ; os
seus juizesesto reunidos, ntregue a sua
espada.
Esta mulher minha mu! balbuciou
Aurora, que cobrio o rosto cora as ralos.
Meus senhores, proseguio a prince-
sa, que se voltou para oa guardas, com-
prara cora o seu dever.
Lagardre atirou a sua espada aos pea
de Baudon de Boisgailler.
Gonzaga e os seus nlo faziam ura roo-
vinento, nlo pronuncisvam urna palavra.
Quando Bsudon de Boisgailler mostrea a
porta Lagardre, este approxmou-e
Sra. princesa de Gonzaga, trazar
rer pela mo. ,
Minha senhora, a arnsbar a miaba
vida para defender sua filha.
Minha filha I repetio a princesa, cuja
voz trema.
Mental disse Gonzaga.
Lagardre nlo levantou esta injuria.
Pedi vinte e quatro horas para en-
tregar-lhe a menina de Nevers, diase ello
lentamente, dominando oom a ana altiva
cabeca corteslos e soldados; as vinte e>
quatro horas soaram. Eis aqui a menina
de Naver*.
As mos fras da mli e da filha toca-
rara-ss. A princesa abri os bracea. Au-
rora abracou-a, chorando. Urna lagrima
rolou pela faces de Lagardre.
Proteja-a, rainba senhora, disse elle,
faseodo esforc para vencer a sua angus-
tia ; s tem a senhora.
Aarara fugio dos bracas de saa mli pa-
ra correr elle. Lagardre repellio-a mei-
gamente.
Adeus, Aurora, diase elle ; o nosso
noivado acaba aqui. Gaarde este contracto,
que a to* unha mulher diaute dos ho-
raeus, assim como diaote de Deas desde
houiein, A Sra. princesa lhe perdoar
eatacasamento desigual com um morto.
SBeijou pela ultima ves a mo da moca,
compriuieutou profundamente a princeza,
e sanio diseudo :
Conduza-me parante os mena jumes.
FIM DA QUINTA PA &_______
Tvp. do Diario ra Doesa*


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