Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18235


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Full Text
AMO LXIII---MMEBO 56
i
J;

4
i
ti

y
PARA A CAPITAL E LCARRI OSDE XXO K PAGA PORTE
Por tres raezea adiantados................ 6)5000
Por seis ditos dem........- ....... ii\J000
Por um anno dem................... 235000
Cada numero a valso, do mesmo dia. .......... ICO
DIARIO DE
1A-FEIBA 10 DE HABQO DI 1887
2
PARA DENTRO E PORA DA PROTHVCIA
Por seis meses adiantados............... < 13*50
Por nove ditos idem.................. 200000
Por um anno idem................. 27JC0O
Cada numero avulso, da das anteriores........... #100>
RNAMBUGO

>
praprfrafc fce Manotl .ti&ueira t>t Jnx\a i Silbos
Os Srs. Anede l'rloee it C
de Pars, iSiss nsssos agentes
exclusivos de anuncios e pu-
blicacfles na Irnnoa e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
s:2v;:: past::7la3 so subi'
RIO DE JANEIRO, 9 de Marco, s
2 horas e 55 minutos da tarde. (Recebido
s 4 horas da tarde, pelo cabo subnarino).
g. M. o irapirauur acba-se ena fran-
ca com ii'ocenru, e esta val seajruln-
do marcha ascendente.
(Especial para o Diario)
BUENOS AYRES, 9 de Marco.
Os Indigenas vlslnhos da colonia
Ocampo assassinaram grande parle
das colonos e saquearan* a mor par-
te das casas da colonia.
SANTIAGO DO CHILE, 9 de Marco.
aje. nqni foram asslg-aalados 3*
ahitos de cnolera-mornas.
De Valparaso dlsem lerem all ha-
visos casos novo e i bitos da epi-
demia.
BERLIM, 9 de Marco.
A (iA ZETA DA COLONIA atacon forte-
atente a Buasla a proposito das cjnel-
xas dos Jornaes ruspos relativamen-
te aos Insurgidos da Bulgaria.
CHICAGO, 9 de Msrco.
Honre aqu anta importante ren-
mo socialista.
Oh discursos preferidos pelos prla-
capaes membros da rennlao foram o
auai violentos jne poaslvel saaa-
srtaar.
ROUTSCHOUK, 9 de Marco.
Foram eondemnadOH anorte os
prlnclpaes autores da ultima lasar-
relcao.
BERLIM, 9 de Margo, tarde.
a Beicbnias na sua sessao de boje
toloo em segunda lellura o proje-
rto de le sobre o septennlo militar
por **S votos contra o.
Huuvc 83 abstencCes.
Agemia Hars, filial
9 de Marco de lM.
em Pernambuco,
IISTHCCiO POPULAR
1
(Eutrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
PARTE SEGUNDA
DSEXt'49 MEDICAS
(Conli nuafo)
va col na e vaccinaco
Sao de til eropreg), no periodo da secca, os ba-
uhos tepldct, nao como lunpesa, mas parque
evitam em parte os abeessos ta itas veses conse-
cutivos > varila. Para qaalqoer complicacio
deve alvir-ie o conselho do medico.
Anterior vaccinatfxo usou-se, como meio pro-
phyUc/ioo das bexigas, a inoculac&o ato ajin-
troducao debaixo da pelle (como huje ae taa lym-
pha vacciniea) do liquido qo existe dos b-jtoes da
varila.
Dis-ae que o uso da iooculacao fui iotroduxido
na Inglaterra em 1721 por Laily MonUgoe sendo
anteriormente milito conhecido du China, P< raa,
Qeorffia e Circassia.
A' inoculoslo do pos varilico guecedia-se febre
inicial e deaenvolvimento de pastlas varilicas ;
em nma pala vra, aobrevinham os pbenomenoa geraea
da varila. Bastantes veses esta pratica foi coros-
da pot bom xito,e Unto qu se tornos difficil
acabar com alta, qnando se descobrio a vaccina.
alaitiaaimaa vezet, porm, a iuoeulaco foi segui-
da de resaltados faneatos, provocando varila n-
teos e fatal.
A deacoberta da vaccina (como tantas outras)
foi, em parte, casual. Notara-se que as innlheres
que trata van de vaccaa, e as quaea ae pegava o Henrique Jos Lisboa Jnior.
eow pox (nome por que oa ingleses designavara
certa doeuca pustulosa naatetas das vaccas) eram
isentaa de bexigss. Anteriormente 4s primeiras
vaccinaedes praticadaa por Jeuner rm 17%, houve
um rendeiro de Qloceatersbiro que em 1774 iuocu-
lou o cow pox em sua familia como preservativo da
varila. 8e porm, Jenner nSo foi o primeiro des-
cobridor da vaccina, cabe-Ihe a gloria nao menor
de ter comprebendido a ana importancia e vulga-
risado o sen aso.
Referc-se que a primeira lympha vacciniea foi
iornecida a Jenner por ama rapariga a quem se
pegara o coto pox mungindo as vaccas. O coa pox
natural bastante raro. Nao est provado que o
coto pox seja a varila modificada no organismo da
vacca, parecendo at de ver acreditar-se que tal
nao Nao cabe neste logar entrar em longas dia -
cuasoes a este respsito, posto que o assumpto sej i
na reallidade de grande importancia.
O melhor proceseo da vaccinaco o que se faz
de bisco a braco, escolhendo com o mximo escr-
pulo a cranos da qual ae tira a vaccina. A ida-
de nao indiflerentepois que, sendo raro que a
syphilis hereditaria (ama das doen( se podem inocular coojanctamente cora a vaccina.)
se deaenvolva depois dos tres inezei de idade,
passado este periodo que a vaccinaco ae deve pra-
ticar de braco a braco.
Faltando a vaccinaco de braco a braco, pode
se empregar a que ae conserva em tobos oo entre
laminas; mas, deata forma, o viras perde poaco a
pooco as sosa propr.edaies e nem sempre se co-
nhece a proveniencia delle, o qoe um grave n-
conveoiente.
A vaccina deve recolhcr se sos 8 das depois da
inoculacao. acolhcsi-ae os botes qoe nao este-
jam excessivamente inflammados ; e da maior
conveniencia empregar para a vaccinaco smente
a lympha vacciniea e nao o pus, pois que este po-
der occasionar abeessos impertinentes.
Emprega-se ou urna lanceta eo a chamada agu-
lha de vaccinaco; prepara-se o botao vaccinieo,
tendo todo a cuidado em nao piodosir aangoe ; e,
distendida a pelle do logar em qoe se qoer inocu-
lar, fas se esta pequea operaco rpidamente, le-
vantando a epiderme e limpando o instrumento
dentro da peqoenina nco.
Em geral escolbida para a vaccinaco a regio
externa e superior dos bracos, pouco maia oo menos
no sitio correspondente ao masclo dtlloide. as
meninas, para evitar cicatrixes desagradaveis em
lagares que a moda obriga a ter descobertos, pde-
se fazer a inoculacao as pernas.
Quando se vaeciaam diversos individuos, con-
veniente mudar de laoceta oo pelo meos limpar-a
com todo o cuidado.
Dous oo tres diss depois da vaccinaco frma-
se no logar de cada picada orna pequea vescula,
cercada por um circulo avermelhado. Aos 8 diss,
pooco maia oo meos, as vcsicolas tranaiormam-se
em pstulas, e as arolas qoe as cercam tomam um
carcter inflammstoriomais pronunciado. As pos-
tulas rompein-se depois, formando croatas qoe caem
e se reprodasem s veses. A cicatriz primeiro
rosada ; mas com o tempo torna-se branca, e fica
iodelevel.
(Continua.)
MRTE OFFICU.
niaiMterio da Imperio
Por portara de SS de Fevereiro ultimo foi exo-
nerado Manoel Caetano Rodrigues Jnior do.lugar
de secretario da Inspectora de Sade do Porto,
da provincia do Para, visto ter sido nomeado para
emprego incompativel; e por portara da mesma
data ioi nomeado para o referido logar Bodolpho
Pereira Uoorado.
Foi xpedido o siguite aviso:
Ministerio dos Negocios do Imperio.2 directo-
ra.__Rio de Janeiro em 26 de Fevoreiro de 1887-
Em solucao da consalta feita por V. S. em ofi-
cio de 12 do corrate mes, relativamente inseri-
peo e exames nesaa facoldade, declaro-lhe :
Qoe os estodantes matriculados, os quaea nao
nha a congregxco admittido a completar, fra
do praso regol amentar, o pagamento da taxa para
o fim de preatarem exame na primeira, podero
inserever-se para faser acto extraordinario na mes-
ial poca oo na aegointe poca, satistasendo inte-
gralmente a taxa ;
Que aos estodantes matriculados ou nao matri-
culado qoe hoaverem iniciado a prova escripia, oo
aos que, tendo completado esta e comecado a oral,
a congregaco nao perinittir que facara ou cooclu-
am o exame, nao licito, vista do disposto no
art. 7 do decreto o. 4806 de 22 de Outubro de
1871, combinado cora o art. 20, 7* do decreto
n. 7247 de 19 de Abril de 1879, qoe se scha em
execoco nes teronos dos avisos de 21 de Maio do
mesmo anno e 28 de Novembro de 1885, ioscrever-
se novamente para prestar tal exame seoo na
poca sobseqoente aquella a qoe se roforir a deciso
da congregaco;
Qoe os examinados que nao satsfizercm oa pro-
va escripia, oa reprovados oo os que por qaalqoer
motivo legal perderem e exame realisado em algo-
ma das doas pocas em qoe se proceda a estes actos,
podero inscrever-se psra repetir o exame na :poca
seguinte, conforme o segundo dos mencionados sr-
tigos;
Finalmente declaro a V- S. qoe o adiamento da
abertura das aolaa depende de previa autorisaco
do goveroo, a quem compre sejtm sobmettidoj os
motivos qoe jostiSquem a providencia, a qosl fica
concedida quanto ao prximo anno lectivo, por nao
ser possivel qoe terminem antea de 15 de Marco,
seguudo inf rma V. 8., os differeates exames.
Recomujendo-lhe, porm, qoe, sem prejuiso da
regularidade do process> dos ditos exames, dili-
gencie a coucluso dos trabalbos a tempo de podc-
rem abrir ae as solas at ao di* 1* de Abril.
Deas guarde a V. 8.Bardo de Ma/nor.Sr.
Director interino da Facoldade de Direito do Re-
sat.
Mlami(erlo da Guerra
Por decreto de 26 do correte, foi transferido
do commanlo do 16* batalhe de infantaria para o
do 21* da mesma arma o coronel Frederico Chris-
tiauo Buya e do deate para o aquello o tenente-
coronei Caries Magno da Silva.
Ministerio da Mariana
Por decreto de 26 do crrante foi, conforme pe-
dia, demictide do servico da armada o Sr lente
G ve rno da Pro vi acia
FALLA que asseaTabla Legislatira Provincial de Peraambuco
a da de sua lastallaco S de Marea de 18I, diriga
a Em. Mr. presidente da provincia Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
(Conttnaa^'So)
ADMINISTRACAO DA JUSTINA
Na presidencia do Tribunal.ds RelacSo continua o conselheiro Quintn) Jos
de Miranda.
Por decretos de 27 de Novembro ultimo foram nomeados ministros no Sapre-
do Tribunal de Justica o Desembargadorea Conselheiros JoJo Antonio de Araujo
Freitas Henriquos e Silverio Fernandes de Araujo Jorgo.
Psra substituir o Io foi nomeado o juiz de direito da comarca de Olinda Her
mor genes Scrates Tavavea de Vaseoncellos, que asium'o o exercico em 20 de Dezembro
ultimo, e para o segando foi removido o Desembsrgador da Rolsclo do Para Delfino An-
gosto Oavslcante de Albuquerque, que est em exercico desde o dia 15 de Janeiro
este anno.
De conformidade com o disposto no art. 23 do Decreto n. 5618, de 2 de
Maio de 1874, designsi, por portarla de 13 de Desembro, o conselbeiro Luiz Corris
de Queiroz Barros para exercer o cargo de procurador da corda, soberana e fazen-
da nacional, em subatitiliclo ao conselheire Silverio Fernandos de Araujo Jorge.
NSo tendo o conselheiro Queiroz Barros aceitado a designacSo, substitui-o
em 18 do referido mez, pelo Desembsrgador Joaquina Pires Ooncalves da Silva, que
contina interinamente, visto que o Desembargsdor Francisco de Assis Oliveirs Maciel
nomeado, por decreto de 15 de Janeiro fndo, nSo solicitou o respectivo titulo.
JCIZES DE DIBEITO
Por decreto de 18 de Dezembro ultimo foi designada ao juiz de direito Jos
Antonio Correii da Silva a comarca de Olinda, da qaal assumio o exercicio em 31 do
referido mez.
Tendo sido removido por decreto de 24 de Desembre da comarca da Taca-
rst para a de Vigia na provincia do Para, o juiz de direito Jos Fiel de Jess Leite,
fos substituido por decreto de igual data, pelo bacharel Jos Novaes de Souza Carva-
iho, que assumio o exercicio em 13 do Janeiro.
Por decreto de 15 deste mez foi removido da de Timbauba para a de Breves,
o juiz de direito Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.
Para substituil-o foi nomeado, por decreto de igual data, o bacbarel Louren-
90 Bezerra Vieira de Mello, que ai o Ja nao assumio o exercicio de suas funccSes.
JUIZE8 MNICIPAES E SBSKlnOS
Em 16 de Dezembro assumio o respectivo exercicio o juiz municipal do ter-
mo de Serinbaem, bacharel Manoel de Mosquita Wanderley Lina, nomeado por decre-
to de 25 de Setembro do .anno findo.
Em 17 de d'aqueile mez assumiu o exercicio do cargo de juiz municipal do
termo de Carnar o Bacharel Antonio Pedro da Silva Marques, removido por decreto
de 2 de Outubro ultimo do termo de Soccorro, da provincia de Sergige.
Em 5 de Janeiro do corrente anno assumio o exercicio do cargo de juiz su-
bstituto da comarca de Olinda o bacharel Marcolino Dornellas Cmara Jnior para o
qualToi nomeado por decreto de 24 de Dezembro.
Em 28 de Janeiro terminou o quatriennio o. juiz municipal dos termos reuni-
dos de Bezerros e Gravat, bacharel Antonio Cosario Ribeiro.
Por decreto de 5 do corrente mez conceden o Governo Imperial a permuta
dos cargos, que solicitaram o juiz substituto da uomarea de Iguarass e o juiz municipal
do termo do Pilar, na provincia das Alagdas, baoharea Telesphoro Gomes de Araujo
e Jos Antunio de Oliveira Mendonca.
De conformidade oom os arta. 17 7, 210. 10, da le de 3 de Dezembro
de 1841 e Regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, designei a ordem pela qual
os juiz es municipaes deverSo substituir os respectivos juizes da direito no corrente
anno, conforme se v da portara que em seguida tratpBYevo :
2* Seceso- Palacio da Presidencia de Penumbueo, em 3 de Janeiro de
1887. -I
O presidenta da provinoia de conformidad^com os arta. 17 78 e 210,
10, da lei de 3 de Dezambro de 1841 e Regulamento 5 n. 120 de 31 de Jsneiro de
1842, resol ve designar a ordem psls qual os juizes musf cipses deverao substituir os res-
pectivos juiz es de direito, no corrente anno.
Comarca do Cabo
1. Juiz municipal do Cabo.
2.* Juiz municipal de Ipojuca. s
Comarca de Caruaru'
1." juiz municipal de Caruaru.
2. Juiz municipal de S Bento.
Comarca da Escoda ,
1.* Juiz Municipal da escada.
2." Juiz municipal de Gamelleira.
Comarca de Pao d'AJho
1.* Juiz municipal de Pao d'Alho.
2.* Juiz muicipsl da Gloria de Goyt.
Comarca do Rio FtoQtosv
1. Juiz municipal do Rio Fono oso.
2.' Ju'z municipal de Serinbaem.
Comarca de Ouricury
1. Juiz municipal de Granito e Exu'.
2." Juiz municipal de Ouricury.
Comacra de Salgueiro
1. Juiz municipal de Leopoldina.
2. Juiz municipal de Salgueiro.
Comarca de Villa Bella
1." Juiz municipal de Triumpho.
2.? Juiz municipal de Villa Bella.
Os sobredi tos juiz os municipaes em sena impedimentos ou faltas serSo sub-
stituidos pelos respectivos supplentes na forma da lei.
Os Juizes de Direito das conarcas de Barreiros, Bezerros, Bonito, Biejo,
Buique, Cabrob, Cimbres, Bom-Cooaelho, Flores, Floresta, Garanhuns, Goyanna,
Itamb, Iogazeirs, Bom-Jardim, Limoeiro, Nasaretb, Palmares, Panellas, Victoria,
Aguas-Bella 1, Boa-Vista, Tacarat, Petrolina, Taquareiinga e Timbauba serSo substi-
tuidos pelos respectivos Juizes Municipaes em suas faltas oa impedimentos pelos res-
pectivos supplentes.
SUPPLENTES DOS JUIZES MUNICIPAES
Em 11 de Fevereiro findo nomeei os cidarisos Domingos Cavslcante de
Souza L0S0, Jo2o Jos da Costa e Jo2o Mayriuk dos Santos Cavsloanti para os loga-
res de 1.*, 2. e 3.a supplentes do Juiz Municipal do termo de Ipojuca, que estavam
vagos, o primeiro, poi fallecimento de quem o oceupava, e os domis eos. vista do
Aviso n. 539 de 20 de Novembro de 1869, por nao terem os nomeados em 22 de Se-
tembro ultimo solicitado os respectivos ttulos.
Em 12 do corrente mez exonerei, a pedido, Francisco de Gouveia e Souza,
do cargo de 3. supplente do Juiz Municipal do termo do Rio Formoso, por ter opta-
do em vists do Aviso de 20 da Marco ultimo, pelo cargo de Vereador ds respectiva
Cmara Municipal. Pars substituil-o, nomeei Othon do Barros Wanlerley.
PBOMOTOBES PBLICOS E ADJUNTOS
Por portaras de 22 e 25 de Janeiro e 9 de Fevereiro exonerei, a pedido, os
promotores pblicos das comarcas de Villa-Bella, Panellas e Cimbres, hachareis Anto-
nio Candido Corris de Araojo, Jos da Cunha Libe ato de Mattos e Alfredo Sera-
pbico de Assis Carvalho.
Por outra de 22 de Janeiro remsvi os seguiutes promotores :
O da comarca de Itamb, bacharel Alfredo de Oliveira Fonieca, para a de
Floresta ; o d'esta comarca, bacharel Joao Landelindo Dornellas Cmara Jnior, para
s de Yuls-Bells ; o ds de Goyanna, bacharel Jlo Agoatinho Carneiro Bezerra Ca-
vsldsnte, para a de Itamb.
Em 4 de Dezembro, 22, 25 e 29 de Janeiro e 9 de Fevereiro ltimos no-
meei os bacharaes Pbiladelpbo Barroso da Silva, Nilo Rodrigues de Miranda, J0S0
Bsptista Corris de Oliveirs, Epithacio Lindolpho da SUva Pessoa e Joaquim Mauricio
Waoderley, promotores pblicos das comarcas de B6a-Vista, Goyanna, Panellss, Cabo
e Cimbres, na ordem em que estao collocados.
Em 26 de Fevereiro exonerei, por ter sido nomeado juiz municipal o bacha-
rel Asterio Mathias Pereira da Cosa do cargo de promotor publico da comarca de
Ouricury, nomeando para substituil-o o bacharel Luis Affonso de Oliveira Jardiin.
Por portara de 4 e 5 de Dezembro nomeei o bacharel Bento Jos Lamenha
Lins e o cidsdao Joao Soares Neiva adjuntes dos promotores das comarca do Rccife
e Buique, no termo da Pedra.
Aqui junto encontrareis um quadro demonstrativo dos juizes de direito, subs-
titutos, municipaes, promotores pblicos e adjuntos de tolas as comaress da provincia.
Comarca de Aguat-Bellat
Juiz de direito, Gaudino Eudoxo de firito.
Juiz municipal, bacharel Joao Alfredo de Medeiros.
Promotor pnblico, bacbarel Cicero Tercio Torres Tavares.
Comarca de Barreirvt
Juiz de direito, bacbarel Manoel Calda* Brrelo.
Juiz municipal, bacharel Joaquim Cordeiro Alvim da Silva.
Promotor publico, bacharel Manoel Henriques Warderb-y.
Adjunto, bacbarel Jos Bonifacio de S Pereira. _
, Comarca de Bom Jaralm
Juiz de direito, baohartl Francisco da Cunha Castello Branco.
Juiz municipal, bacbarel Vicente Pereira do Reg.
Promotor publico, bacharel Hersilio Lupercio de Souza.
Comarca de Bonito
Juiz de direito, bacharel Joaquim Moreirs Lima.
Juiz municipal, bacbarel, Jubilo Tenorio de Albuquerque.
Promotor publico, bacharel Luiz Barbaluo UcbSa Cavalcanti.
Comarca de Bezerro
Juiz de direito, bacharel Joaquim Guennes da Silva Mello.
Juiz municipal dos termos reunidos de Bezerros e Grsvst, bacbarel Jos
Francisco de Fara Salles.
Promotor publico, bacbarel Joaquim Manoel Vieira de Mello.
Adjunto, Tiburcio de Oliveira e Souza.
Comarca do Brejo
Juiz de direito, bachaiel Luiz da Silva GusmSo.
Juiz municipal, bacharel Eutropio Goncalves de Albuquerque Sirva-
Promotor Publico, bacharel Trajano Alipio Temporal de Mendoafa.
Comarca de Buiqm
Juiz de direito, Joao Carlos de Mendonca Vaseoncellos.
Juiz municipal dos termos reunidos de Buique e Pedra, bacharel Paale Cae-
tano de Albuquerque. "
Promotor publico, bacharel Jos da Costa Dourado.
Adjunto no termo de Buique, Antonio Ferreira Cavalvanti Badega.
Adjunto no termo da Pedra, Jo5o Soares Neiva.
Comarca de Bom-Conselho
Juiz de direito, bacharel Francisco de Castro Rebello.
Juiz municipal, bacbarel Miguel dos Anjos Barros.
Promotor publico, bacharel Augusto Cesar Pereira Caldas.
Comarca de Bda- Vista
Juiz de direito, bacbarel Agnello Jos Gcnzaga.
Juiz municipal, bacharel Per minio de Araujo Lima.
Promotor publico, bacharel Philadelpho Barroso da Silva.
Adjunto, Felippe Fernandes Coelho.
Comarca do Cabo
Juiz de direito, bacharel Francisco Teixeira de S.
Juiz municipal do termo do Cabo, bacharel Luiz Salazar da Veiga
Juiz municipal do termo de Ipojuca, bacharel Feliciano do Rega
Araujo.
Promotor publico, bacbarel Epithacio Lindolpho da Silva Pessoa.
Comarca de Caruaru'
Juiz de direito, bacharel Agostinho de Carvalho Dias Lima.
Juiz municipal do termo de Caruaru', bacharel Antonio Pedro ds
Silva
Marques.
Juiz municipal do termo de S. Bento, bacharel Joaquim Hornera de Safaeira
Cavalcante.
Promotor publico, bacharel Estevao Carneiro Cavalcante de ATbsisnrrfue
Lacerda.
Adjunto, Claudioo Augusto do Lago.
Adjunto do termo de S. Bento, Manoel Vicente ds Silva.
Comarca de Cimbres
Juiz de direito, bacharel Jos Juliao Bigneira Pinto de Souza.
Juiz municipal dos termos reunidos de Cimbres e Alagda de Baixo, lascar- i
Alfredo Serfico de Assis Carvalho.
Promotor publico, bacbarel Joaquim Mauricio Wanderley.
Adjunto, Germano Candido de Hollanda Cavalcante.
Comarca de Cabrob
Juiz de direito, bacharel Tiburtino Barbosa Nogueira.
Juiz municipal, ba.harel Manotl Paes Barreto Pereira dos Santos.
Promotor publico, bacharel Helvecio de Carvalho Gomes Guimsrass.
Adjunto, Leovigildo Soares de Mello Avellina.
Comarca da Estada
Juiz de direito, bacharel Jos Mara Mosco so da Veiga Pesaos.
Juiz municipal do termo da Escada, bacharel Henrique de Barros
Ssntos.
Juiz municipal do termo de Gamelleira, bacharel Joio Lopes
Promotor publico, bacharel Aquilino Gomes Porto.
Comarca de Flores
Juiz de direito, bacharel Francisco Domingos Ribeiro Vanos.
Juiz municipal, ^"hataj J s Franciac 1 Ribeiro Pessoa.
v Promotor publico, bacbarel J0S0 Quintilsno de Azevedo Silva.
Comarca de Floresta
Juiz de direito, bacharel Arooncio Pereira da Silva.
Juiz municipal, bacharel Jos Mauricio Borges Jnior.
Promotor publico, Alfredo de Oliveira Fonseoa.
Adjunto, Candido Ferraz Nogueira.
Comarca de Qoyanna
Juiz de direito, bacharel Geroncio Dias de Arruda FalcSo.
Juiz municipal, bacbarel Honorio Hermeto Correia de Brito.
Promotor publico, bacharel Nilo Rodrigues de Miranda.
Comarca de Garanhuns
Juiz de direito, Joaquim Cordeiro Colho Cintra.
Juiz municipal dos termos reunidos de Garanhuns e Correntes,
nsrdino Maranbao.
Promotor publico, bacbarel Lydio Mariano de Albuquerque.
Comarca de lguarassu'
Juiz de direito, bacharel Hisbello Florentino Correia de Mello.
Juiz substituto, bacharel Jos Antonio de Oliveira Mendonca.
Promotor publico, bacharel Francisco Xavier Paes Barreto.
Comarca de Itamb
Juiz de direito, bacharel Car o lino de Lima Santos.
Juiz municipal, bacbarel Augusto Quedes Correia Gondim.
Promotor publico, bacharel Joao Agostinho Carneiro Bezerra Gsvaksats.
Adjunto, Baldoino Amando Freir.
Comarca de lngazeira
Juiz de direito, bacharel Levino Vieira de Macedo Lima.
Juiz municipal dos termos reunidos de lngazeira e S. Jos do
charel Argemiro Martiniano da Cunha Galvao.
Promotor publico, Francisco Ferreira Cavalcante Los.
Comarca de Jboatao
Juiz de direito, bacharel Antonio Henriques de Almeida.
Juiz substituto, bacbarel Henrique Capitulino Pereira de Mello.
Promotor publico, bacharel Antonio Augusto Cardoso de Castro.
Comarca de Limoeiro
Juiz de de direito, bacharel Antonio Ferreira de Souza Pitanga.
Juiz municipal, bacharel Francisto Leopoldo Marinho de Souzar
Promotor publico, bacbarel Eduardo Correia da Silva.
Comarca de Nazareth
Juiz de direito, bacharel Carlos Augusto Vaz de Oliveira.
Juiz municipal, bacbarel Manoel Cabra! de Mello.
Promotor publico, bacharel Jo Soriano de Souza Filho..
Comarca de Olinda
Juiz de direito, bacbarel Jos Antonio Correia da Silva.
Juiz substituto, bacharal Marcolino Dornellas Cmara Jnior.
Promotor publico, Manoel Mara Tavares da Silva.
, Comarca de Ouricury
Juis de direito, baoliarel Joaquim Alcibiades Tavares de Hollanda,
Juiz municipal do termo de Ourioury, bacharel HercuJano de Obstara Ti
res Galndo.
Juiz municipal dos termos reunidos de Ex e Granito, hachase!
Frederico de Siquera Cavalcante.
Promotor publico, bacharel Luiz Affinso de Oliveira Jardiin.
A i junto no termo da Ouricury, Antonio Jos Modesto,
Adjunto do termo de Ex, Jos Arnaldo de Castro Feitosa.
Adjunto do termo de Granito, Antoliano Peixoto de Alencar.
Comarca de Pao d'Alho
Juiz de direito, bacharel Antonio Jos le Alencar,
Juiz municipal do termo de Pao d'Alho, bacbarel Elysio da Cuas Maraes
Pinheiro
Rangel.
Juiz municipal do termo de Gloria de Goyt, bacharel Jo&e Cera sin LeJs
Promotor publico, bacharel Joaquim Pedro Cavbante de Alb
Comarca de Palmarte
Prcfcr indasrei
Juiz de direito, bacharel Luis Ignacio du Mello Barreto,
Juiz municipal dos termes reunidos de Palmares e Agua
Francisco Pothier Rodrigues Lima
Promotor publico; bacharel Arthur da Silva Reg.
Adjunto, Franoisco de Barros Wanderley.
Comarca de Panell-js
Juiz de direito, bachirel Jjaqui n Ayre* de AlmaiU Freitas. ^^
Juiz municipal doa termos reun dos da Panellas e Quipapi, buhare* t>a
des Gonsalves da Silva.
Promotor publico, bacharel J.ao Biptista Coma de Oliveixs,-
^BSSBBBSaBBJBM^S^B^SBv


*>
Diari ik fernambocoQuinta--fcira 10 de Mar$<> de 1887
r

rrlay.
Contri rea. de Petrolina
Juiz de (iireilo, bacharel J0&0 Alvares Pereira da Lyra.
Juia aumcipil, bacbarel Rayuumlo Ignacio da Silva.
Pruieeaer publico, Antouio Maooel da Anori n.
Adpro\Sj Felippa Fernandos Coelho.
Comarca do Recife
Juiz de orphaos e ausentes, bacbarel Joaqun Correr de Oliveira Andrade.
Juiz dos feitoa da faaeoda, desembirgador Jtie Maooel de Fr*tas.
Juiz do civel, bachriJaquu da Coala Ribaro.
Juiz d^o*ri**e empella resatfat*, bcha*l Manoel da Saa R-*gov
Juiz dmsn*ne*uevo, backerd Tlro-naE ar-f Piweilioa Monteoag*,
JuiaabiBto, bichara! Alvaro Bib.Uto ffio.i Gavulcaoto* Juuiatfc.
Jui sm'#**o, bachera! Francisco O \\\>.m T**-r. s Lima.
Jui* saibatat, bacharei lira Flur-uttna Haartqu% de S a> i.
Juir. ti.itituto, bacliarel Aalonio Petira cUa Naves.
Juiz sustituto, bacbarel Lindelpho Hiablto(?orr de Ar^uja.
Prometer publica, bacbarel Joao Joaquim d Preitaa-Hnriqu
Promotor publico, Dr. Manoel Clernen-ino de liveira Escore!.
Adjunto, bacbarel Bonto Jos La meaba Lins.
Comarca de Rio Formato
Juiz de direito, bacbarel Manoel Joaquim dos Santos Patury.-
Jaiz municipal de Jfco Formes, bacbarel Thonaa* Galdaa Lns.
Jaiz municipal da tena de Seriobaeoa, baebarel Manoel de Mesquita Waa-
1.
2
3.o
4.
5."
l.o
2."
informaeao o nico motivo que priva de ser enca-
miabado o menciona lo recurso da graos,
Ao Or.juis de direito da comarca de Goyau
na.Recommendo a Vmc. que providencie para
que aeja enviad 4 saeretaria d'esta presidencia
a eertidao do proeesso de Graciano Ferreira de
Lima, qoe interp >a recurso de grana, impetr-ndo
commutacao da pena de 11 nnnog de priao sim-
lea, que lhe foi itnpoata em 12 de Setembro de
884, pelo jury do termo de Goyanna.
Ao director do Arsenal d Gtterr Mande
Vmc. jatiareznr o incluso pedido de artigas de far-
deunento qoe pac s-u uso fias o alfoces da com-
arabia da cavailana Leobildo Augusto de Mo-
rmm.Cjaiasiein n ao inapssloi da Tnesoura-
rtrade r'jsyda a* brigideiro eommaodanto da*
H'ni (<>' do eirpe de polica.Ao
rawlieM man le Vmc. apreasntar
Promotor publico, bacbarel Deemades Tbcodoro ua Costa.
Adjunto, La lisian Nery C-ssta o Silva*
Adjunto no termo de SerinhSea, Jos do Carneo e Souz
Comarca de Saigueiro
Juiz de direito, bacbarel Levino Lipes de Barros e Silva.
Juiz municipal do termo de S.ilgueiro, baebarel Augusto Abel Peixoto de
Miran ia.HenriquBa.
Jniz municipal do termo de Leopoldina, baebarel Mauoel erreixa esco-
bar Jnior.
Promotor publico, RjmSo Pereira Filgueira Sttnpaio.
Adjuntn, Joao Lenidas da Cruz.
Comarca de Iimbauba
Juiz de direito, bacharel Lourenco BeZtjrra Vieira de Meljo
Juiz municipal, bacbarel Bellarmino Quedes Oorreia Guadua.
Promotor publico, bacbarel Pedro da Cunba t'edroz.
Comarca di Taquaretinga
Juiz de direito, bacharel Jos Tavares da Cuota e Mello.
Juiz municipal, bacharel Manoel Tobas do Reg e Albuquerqu.
Promotor publico, bacbarel Vicente de Maraes Mello Jnior.
Comarca de lacaratu
Juiz de direito, bacharel Js* No vaca de Souza Carvalbo.
Juiz municipal, hachare! Francisco da Costa M*ia Filho.
Promotor publico, bacbarel Tito Celso Correia Cesar.
Comarca da Victoria
Juiz de dreito, bacharel Joao Bernardo de Magalhaes.
Juiz municipal, bacharel Antonia Sergio Lipes Lima.
Promotor publijo, bacharel Julo Vicente Ferreira Dutra.
Comirca de VUla Bella
Juiz de direito, bacharel Manoel Joaqun) Ferreira Estevas.
Juiz municipal do Urino de Villa Bella, bacharel Severiaoo do R-go Chaves


Pcixoto
toi.be.
-Juiz municipal do termo de Triumpho, bacharel
Francisco Jas Meira So-
Cmara Jnior.
Promotor publico, bacbarel Joao Lindelino DornelNs
OFFIC10S DE JSTIQA
Em 16 de Favereiro nomeei Joio Barboza da Souza para servir provisoria-
mente os oficios de escrivo do jury, execu^Ses crimiuses, tsbelliao do publico |u ii-
cial e notas e annexos da comarca Esto em coocurso < s segttintes oificios de justi^ i ;
I.0 Tabelliao- escrirao de orphaos e annexaa da termo de Palmares: esori-
vlo privativo do jury a execu(,i>-n crimioaes do t rmo do S. Beoto ; 2* Ubellio do
termo de Bom Couselho e eacrivao da arphiss e ausentes do da Nssareth.
( Continuar-te-ha )
EIPEDISKTE DO 01* 15 DS VBVTUaiBO DX 1887
Actos:
O presidente da provincia, attendeodo ao
que requeren o slferes do 14* batalhao de infan
taria, Pedio de Barroi Falcao e ten do em vista o
termo da inspece a qae foi aobmettido e a iator*
magaodatbriga4eirocommaadanle dua armas, de
12, ilii aasi i mi, so n. 78, resolve conccder-lhe li-
eenca por dona meses para tratar de sua saade.
O presidente da provincia de conformida
idade
som a proposta do Dr. chefe de polieia em oficio
a. 142 da 12 do cerrante mes, resolve por soasas
iencia do aervico publico, aupprimir o 3 di .trieto
policial do termo de Rio Farmoso, denominado Re-
ducto, passando o respectivo territorio a perten-
cer ao 1* districto.fomainnrcoe-ae ao Dr. chefe
de polica.
O presidente da provincia, attendendo ao
qne requereu o theaoureiro do Coagulad j Provin-
cial Antonio Augusto Perrerra Lima, resolve da
eonformidade com o diaposto no art. 40 da le a.
1810 de Junbo de 18t4, em vgjr, pjr forc* do
art. 3o da de n. 1860, de 11 de Agosto de 186,
promotor publico da comarca de Cimbres, nter-
rompido o exercicio de sea cargo, por raolesti.i, foi
pelo respectivo jui do direito u'nqoella datH, no-
meado poomoter nterin.) o bacharel Jeauiuo Claro
dos Santos e Silva, que no mesmo da prestou ju-
ramento e aasurnio a -zereicio.
A o aesso. Sirvu-so V. S. de devolver o
otro impresso dos que nip*nri-nm o meu offi
eio de 21 de Janeice ultimo, referente prodnecio
agrcola desta provincia.
Ao mesmo.Em aviso circular n. 13 de 29
de Janeiro ultiino, decUra o Eio. Sr. ministro da
agrieotswa, commercio e obraa publicas, qne o go-
verao imperial teoso maior empeuhoem-pateotear
Asscmb'a Qeral em sua prozima reunio, o im-
mediato effeito da lei a. 3,270 de V8 de Setembro
de 1885, qeanto i alturria dos antigs escravos
muiures de 60 aonos e dos que forem attinsindo a
eaaa idade pelo que reitere as reeommendacoea das
circulares de 23 de Uenuibru deste aano e 25 de
Novembro ultimo, ni parte relativa remesan das
relacoes n juimaes dos libertos, a que se baja feito
apphcaeel o beneficio da dita lei, aeerescentando
qne d'aquellas estayes que j b uverem rexetti-
eooceder ao peticionario 3 meses de licenca com o dos os dados relativas a exiaSaneta de taes liber-
respcctivo ordenado, afim da tratar de sua saode. j t05) ,jeV8 ^f exigida, com toda urgencia, as rea-
__O presidente da provincia, attendeodo ao qae
requereu Miguel Joaquim de Casvalao Seara, gaar-
da da Casa de Detencao e tendo em vista a infor-
macao do inspe :ior do Tbesonro Provincial de 17
de Janeiro altimo. n. 372 resolve, de conformidad*
cora o apeste ao art. 5* da-lei a. 1683- de 5 de
Maio de 1886 estabelecido pelo art. 1 da lei n.
1522 de 11 de Abril de 1881, coneeder ao peticio-
nario a gratificacao correspjndente terca part-
de sena actuaes vencimentos que dever ser tra-
tad* de 25 de Outabce de 1486, di* posterior na
(oes dos satino esciavos que, aps adata da re
aeasa tiverem attingtdo 4 idade de 6 ) anuos.
A vista dista sirva a; V. S. de providenciar con-
venieotemente a respeito.
Ao mesmo.Sen embargo de quaesquer in-
formaco /s que noe precos fizados baj im A ser
prestadas acerca dos varios servieos orgarrisades
em virtude da lei n. 2,040/ de 28 de Setembro de
1871, sirva-se V. S. em cumprimento do aviso cir-
cular d Ministerio da Arriaultura, Commercio e
Gira Pnblicas de 22de Janeiro ultimo, sob n. 16
em que comp'etou 30 aonos de servico, ex-vi da lei & enviar aStcretari* dasta Presidencia urna rea
s. 1682 de 21 de Jnobo de 1882.Commuoieou-se ^u soThesouro l'rovins al. cireomscripco, com alfurrias, arbtramenton, cus -
O presidente da provincia, attendeodo ae qu it, eIC
requereu Claudioa Nativa do O' Santos, proteasora I ^ d^, leUcio deve ser organisuda em duas di-
de ensino primario da 1 cadeira da frcguesia de yoe ama destinada ae numero de escravos eu-
8. Frei ledro Goocalvea do Rec.fe, e tendo em tM m despeas, uii sendo oeeessario descriminar
vista a ioformacao de inspector geral da Inttrn- '
ccao Publica de 18 de Janeiro Indi, s>b n. 17,
resolve conceder peticionaria, s contar de din
16 do mesmo mez, 30 das de licenca, com orde-
nado, para tratar de sua saudeonde lhe cenrier.
O presidect da provincia, attendeodo ao que
requereu Annun:iada de Mello Montenegro, profes-
ora de ensino primario do seio femnino de Ita-
pissami e tendo cm vista a nformaco do inspector
geral da Instrucc&o Pubica de 29 do Janeiro findo
escravos altorriados por conta de cada quota, nem
a despesa paga e da que estiver por pagar.
Em observucio geral ser indicada a totalida-
iv da quantra proveniente dos peculios com que
os escravos bouverem coocorrid para sua liber-
dade as differentes applioacdes do ni ludido
fondo.
id mesmo.Remntto a V. S., para encto
cumprimento, copia do aviso circular de 25 de Ja
sob n. 33, resolve prorogar por 4 mezea sem ven- neiro ultimo, sob n. 20, em que o Ezrn. Sr. minis-
eimentos, a licenca ltimamente concedida peti- tro da agricultura, commercio e obras publicas,
eionaria para tratar de sua saode onde lbe convier.'. recommenda que no praao improrogaval de 3 me-
O presidente da provincia resolve exonerar a sea, a costar do encerramento da nova matrcula
pedido, O Kvd. Deio Dr. Joaquim Francisco de
parias do cargo de regedor interino do Gymnasio
Pernambucano, e designar para snbstituil-o, pro-
Tisoriamente, o respectivo secretarlo, bacharel Cel-
io Tertuliano FernandeaQuintella. -Communicou-
te soThesouro Provincial, ao nomeado e ao exone-
rado e ao inspector geral da Instracco Pub'ica.
OfBcios :
Ao presidente da provincia do Cear. Eo-
vio s V. Exc, conforme solicita em officio sob n.
474, do 5 do correte, copia da novacao do coutrato
feito p b goveroo desta provnci.i com a compa-
nhia Rucife Dranage.
Ao conselheiro presidente de Tribunal da
R-.-laco do Recife. Sirva su V. Exc. de expedir
as convenientes ordene no sentido de ser apresen-
tada na secretaria desta presidencia, a eertidao do
proceseo do sentenciado Antonio Martina de Oli-
vera, que interpoz recurso de graca da pena de 8
annos de gales e multa de 20 '/o <* Talor roubado,
imposta pulo juiy cesta capital, em 15 de Outubro
de 1885.
__ Ao brigadero commandante das armas.
Deferindo os requerimentos dos soldados des 2* e
14 batalhes de infantaria Caetaoo Becerra dos
Santos e Manoel Jos da Coat, aotoriao V. Exc,
vista das suaa loformaces ns. 76 o 82, de 12 e
houiem datadas, a conceder Ibes b*ixa do eervico
do exercito, mediante substitutos.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.le,
feriado o requer nento do operario de 1* classe da
offieiua de carpios d'esse Arsenal, Praociseo Sil-
vestre da Silva, autoriso V. Exe, a vista de sua
informadlo n 9, de 22 de Janeiro findo, conce -
der-lbo licenca por dona meses, sem o respectivo
jorual para tratar de sua anude.
__ Ao Dr. chefe de polica.Approvo o contra-
to feito pelo delegado de Alagua de Raixo, com
Antonio Rufino dos Santos, de lqeaeao de urna ca-
sa terrea para servir de quartel e cadeia o'aqueile
termo, mediant'; o preco de 12J. Assim fica res-
pjnjiao sen offioio n. 66, de 24 de Janeiro fiado
Communicju-se uo Tbeaouro Provincial.
Ao insp?ctor da Thesouraria de Faaenda.
Commuoico a V. S. para os fina convenientes, qae
no da 9 do corrente, o promotor publico da co-
marca de Bom Jardim, bacharel H-rsilio Lupercii
de Sonsa, reassumio o ezereioso de sen cargo, re-
nunciando ao resto da liceoca com que se achava.
Ao mesmo.Commuuico a V. S. para as fias
eonvenientes, que tendo no dia f do correaje o
dos escravos e arrolamento des libertes sexagena-
rios lhe srja envalo por intermedio desta presi-
dincia o reanmo das retacos apr sentadas para
inseripcao d'aquelles e d'cstea, orgaaiaado segun-
do oa uodelos G. e U. annexos ao decreto n. 9 517
de 14 de Novembro da 1885.
Ao secretario da polica. Joaquim Francis-
co de Arroda.Tranamitto a Vmc. em solucao de
sen officio de 7 do corrate n. 610 a ioelus^ copia
da informacao do inspector do Tbesouro, referente
tocagao de um predio para servir de quartel
e cadeia em Bizarra no termo de Boj] Jardim.
Ao juis de direito da comarca de Palmares.
Sciente por officio do 7 do co rente, do ada-
ment da sesso do jury, cbaer .'o a Vmc. eutian-
to, que, com relaco s oceurreocias que declara
ter trasido ao meu conbecinento por officio de 3,
isto a mudanca de prisio de alguna dos pronun-
ciados, feita pelo delegado, provideuciei no mes o
dia do reeebiaento d'e831 officio, 4 do corrente,
tendo alm d'isao o Dr. chefe de polica, expedido
de ordem d'esta presidencia, telegramma para qae
o delegado recolhease cadeia o* presos que essa
antoridade hvia transferido para a sala das au
dienciae, dando explicaces de sea procedimento,
o qne se cumprio.
Portaoto, n&o devia este facto ser embanco
para o servico do jury, tendo em tempo desappa-
recido quando, como sabe Vmc. e tem sido julga-
do pelos tribonaes, nao se trinsfere o dia marcado
para sesso do jury sem motivo plausivel.
Ao Dr.juiz de direito da comarca do Bonito.
Coovem que Vmc. providencie dj sentido de ser
apreaentada na secretaria d'esta presidencia a
eertidao do proeesso de Manoel Costa do Nasci-
mento, que interpoz recurso de graca da pena
qoe lhe foi imposta pelo jury do termo do Bonito
em s tai o de 14 de Maio de 1886, por se acbar el-
le incurso no mximo das penas do art. 257 do c-
digo criminal.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Ouri-
cury.Riiter'o a requsicio feita em officios de
14 de Agosto e 29 de Novembro do sano proximj
findo, afim de Vmc, de conformidade com os avi-
sos do Ministerio da justica, de i8 de Junbo de
1885 e 22 de Outubro de 1886, sob ns. 287 e 22,
prestar cetu a pojsivel brevidale a informaoio, que
deve instruir o recurso de graca de Antonio Soa-
res de Queiros, condemnado a gales perpetuas
pelo jury do termo da Ouricury eu sesso de 5
de Junbo de 1861, visto ser a falta da referida
me consta que se tivesse dado na facto de same-
I han te naturexa o'easa eonoarca ; pertence -o do-
minio liberal, privilegio sea e f >i pratiado peto
j referido eoronel Vieira da Conha, na passoa do
honrado e lab -rioso Joo DannguesGomes. Pas-
sava elle pelo engeaho do Meio, pertencente ao
meamo coronel, de caminho para esta villa, onde
vinha vetar, quando receban vos de prsi, tendo
sido reeolhdo i casa de purgar do alludido en-
gento, all esteve desde 6 horas na saanh at
5 horas da tarde 1 !
Apeiar de j4 ter eseripto minaciosasaente ae
Diario do 1. do andante raes, o qne se swasn
entre mi o Dr. Telesotoro de Atujo na mi"} Jos Patricio Notare Manoel Prancisc) Mari,
quaes lhe disseram ser o Dr. Talesphsro, que este,
avistando- aabeodo d'elles que iam para a propriedade
Uiiuga, pedio-lhes qne indicaseem-lhe o caminho
do engeubo Cahet; qae elle respiudente e seu
companheiro proroetteram-lhe qae o ensinariam, e
rogando-lbe qoe oa acompanhasse com elle foram
at uouito porto d'aquelle engeaho onde chegando
apontaram lhe a estrada, deizaiao-n'o ficar e sa
fuiram para Utiaga; que depos dis'o elle res-
pindn te tem oovido diser qaao Dr. Telesphoro
aeixa-se qae fon presa de ordem do subdelegad*
_e Maricota, por alie me asno responden**, pelo cato
Vo i
Dr. atof.-
nhC, ao tsaia dU, na eaeultn de daas pnstjssU-lencia. is>7 hor^s da raann
11 fias ae bjiitir pnrs tw-mo da-Airaa Piet o panbadtr a> um outro indiviu".
criminoso Jos Felipp- Smtiago.Couimunicou-
se ao Dr. chefe de polica.
Portaras :
O Sr. gerente da Compsnhia Pernambucaoa
de Navegaco Vapor fact transportar nrovin-
a% d Cenr, p*a cuota tm Ministeo da o-tw,
na primeara oppirtuaidade, oito caixes mediado
quat.ro mil <* quinhentos e cincoenta decmetros
cbicos, conte.i !o varios artigos de fardaicento,
equipara- nto e utensilios ceta destn > ao 11* tota-
Ihao de infantera; e i provinci do Bao Grande
do Norte duas pedilas de canegar doentes com
quatro fcrqoilha* cada urna a trex; taboletas com
destino companhia de infantaria e Enfermara
Militar:Co:i>muuioou-8e o Arsenal de Guerra.
') Sr. superintendente da estrada de ferro do.
Recife ao S. Francisco mande transpira** em
earr> de 3* classe da estaco de Cinco Pintas at
a de Agua Preta por conta das passagens gra-
tuitas, a que o governo tem direito, a duas praoas
do corpo de polieia e um criminoso.
BXFBDIENTK DO SECBSTAnin
Offioios;
Ao agente da Companhia Brasileira de Na-
vegaco Vapor.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, acenso o receblmento do
officio, em que V. Exc pirtiipa qae o vapor Para
Chegoa dos portas do u >rte boje 4a 6 horas da
manan e seguir paro os do sul amaaba a 4 da
tarde.
Ao agente da Companhia Bahiana, De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, c
cato o recebiiarnto do offiei em qae V. S. parti-
cipa que o vapsr Strgipe chegot hoje do porto de
8.'Salvador e escala, e regressar n> da 18 do
coi rente, s 4 horas da tai de.
Ao l* secretario da Asstnbla Legisla'.v*
I'rovineial. -He ordem de *>. Bxe. o Sr. presidente
da provincia, transmuto n V. 8., afim Oe o^por-
timuraente ser submitti lo a cons'uUracio deass
Assembla, o balanco da receta e despexa do
exerciei de 1885 a 1886 da Cmara Municipal do
Brejo.
\o engenh'irocliefe da R-pirtioii das Obraa
Publicas O Eira. Sr. presidente da provincia fi-
cou inteirado pelo otVtu de bontem sob n. 32, de
ha ver V. S. mandado lavrar termo de recebimento
defiuitive da obra de reconitrueci d* cadeia de
Liinse-o, por ter terminado o praao de respaasa-
bilidade e achar-se ella em perfeito estado de cou-
ser vacio, passando -te o devidj cartifieado de pa-
gamento.
Ao dureetor do presidio de Fernaado de No-
roonn. -De ordena de S. Exc a Sr. presidente da
provincia, transmitto a V. S. em soluco de a -u
ofiicio n. 79 de 15 de Janeiro Gado, a incidan guia
do sentenciado Joo Jos do Nasefarento conhecido
poi Joao Thomaa.
Ao IJr. prometer publico da eomurca de T*-
carat O Eira. Sr. presidente da provincia man.
da declarar a V. S. que fica inteimdo d> as-
sumpto de seu ofefero de 28 Je Janeiro ffndi.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DU 8 DR
MARCO DE 1887
Augusta, viuva de Marcelino escravo.Informe
com urgencia a Junta Ciassificadora de eaeravoe
do municipio do Recife.
Ceceauo Jos Ribeiro de Vasconcellos.Sim.
Companbia The Great Western of Brazi IRailway
Compauy Limited.Deferido com o offiew desta
data d Thesouraria de F~xeada.
H. Burle Sl. CSim, median-v. recib.>.
Ire.audade do Sr. Bout Jess dos Pasaos da Ota-
ca da ci Jado de linda.Ao Sr. B. cnnmaadanter
das armas para attender, a vista da sua iuforma-
go ii. 124 de boutera datada.
Joaquim Tranquilino de L'mos D>tt. -iof ir-
.ne o Sr. inspector do Tnesouro Provindafc'
Jos da Silv* Loyo auiorNao cobvu! a Ad-
ministrac) o contracto que requer. A lei que o
autoriaa, entende-ae sempre facultativo, *
obrigatoro ; e nao opportuna a concessSo d
privilegie, atientas as rssoes de ordem publica e
jurdicas, constantes tos pareceres do eugenheiro
chefe da Repartcao daa Obraa Publicas de pro
curador fiscal do Tnesouro Provincial.
Dr. Jos de Miranda Curio.Forneca-sc.
Coronel Jos Thomaz Goocalves. Sejam coe-
oertados.
Joaquim Soares Pedroaa.Deferido com o-vffi-
eio ao Sr. B commandante das armas.
JuAa Climae> de Paula o Silva.-sa.
Juvrntude Florentino de Alencar.Deferido por
officio desta data ao Sr. inspector do Tnesouro
ProvmeiaL.
Julia Candida Uo Re je Barrero e Alvareaga.
Sim.
Lniz Numeriano Das da Cruz.Deferido com
officio ao Sr. B. commandante das armas.
Manoel Teixeira de Carvalho Ralalo.Neeta
data expeco ordem a Thesouraria de Faeenda no
sentido qu i requer o eupplicaote.
Vicente Nogueira Ramos.Tendo sido n obra
arrematada em Maio de 1884 nao pode mais ser
concedido o adamento requerida.
Se-retara da Presidencia de Pernaei-
buco, em 9 le Marco da 1887.
O porte ir o,
Francelino Chacn.
Secretaria da Polieia de Peroambuco. Em 5
de Marco de 1887. 1. secco.-N. 228lllm.
e Ezra. Sr Em ofiicio d* 26 de Fevereiro ulti-
mo, ordenou V. Exc. que esta cbifatara1 verificas-
te e informasse sobre a queixa do bacharel Te-
lesphoro Gomes de Ataajo, de ter sido detdo no
dia 25 de Fevereiro, s 7 horas da manh, em Ma-
ricota, pelos soldados do destacamento alli-esta-
cionado, Jos Patricio Nobre, Minoel Francisco
de Mara e Manoel Joaquim de Sauti Anna e por
ordem do subdelegado em exercicio Theotonio
Amanciq, de Sousa Cavalcaute.
Antes de recetor o oficio de V. Exc. j tinha
mandado ouvir aquelle subdelegado sobre o facto,
conforme tive a honra de communcar a V. Exc
e requiaitei do tenente-coronel commandante do
corpo de polica a apresentacio nesta repartcao
das pracas a que alinde o queixoso, afim de se.-em
interrogadas.
Pelo cffieio qne por copia envi a V. Exc. e os
autea de perguntai, em original, ver V. Exc. o
que se passoa, ficaado assim camprdo o qae por
V. Exc. me foi ordenado.
Deus guarde a V. Exc.lllm. e Exm. Sr. Dr.
P edro Vicente de Azevedo, presidente da pro-
vincia.O chefe de polieia, Antonio Domingos
Pinto.
Subdelegada de polica do districto de Marico-
ta, em Igaarast, 2 de Marco de 1^87lllm. Sr.
De poste do officio de V. S., datado de 26 do
mes prximo passsdo, em o qu il solicita de mim
nifurmacoes acerca de urna neticia dada p'la Pro-
vineia de 26 do mesmo mes, tenho a dizer-lhe o
eguint -. Antes de tudo consinta V. S. que eu
lamente a falta de seriedade J'aquelle jornal, aca-
tando sempre primeiras intormaeoes dadas contra
seus adversarios polticos, de qaalquer individuo,
por mais incompetentes que sejain para julgar de
actos alh.'ios.
Admira, lllm. Sr,, qoe teodo sido a Provinca
lo apressada em estampar em suas columnas ta-
lei^ram na e artigos inveridicos, se tivesse es que
eido de dizer logo 3 ciias depois, qae o coronel
Manoel do Nascimeotj Vieira da Cuuha, tt-delc-
Kadu de polica deste termo e irtrao do Barao de
Itapissuma, dirigndo Um grupo de desordeiros,
atacu, uo dia 27 do mes prximo passado, o quar-
tel de polica de Itapissuma, quebrando os movis
n'elle existen tea e um tronco, alli col locado na si-
tuaco paasada pelo capto Manoel L-urenco de
Selva Sobrinho !
Deixando curto desva do qaal peco desculpa a
V. S., entro no assumpto.
Ej falso que eu tivesse pi-it i e noar.c> a ijue o
Dr. Teleaoboro Gome* do Ariujo e outro indivi-
duo que agora sei chamar-se Lndgerj Magalhaes,
rotease na eleioo municipal que prooedeu-se nes-
U coaiaica no dia ib do mez fiudj. Al bija s
nbi do dia 3 do mez prximo pastado, daserip
cao para a qpal peco a attenoia a satis tasar a exig nela feita na WBn rntaatln
do officio.
No alsaaMo di t chegou catnrm'atra rea
snmi Dr nn-asp
p >r mua iterfi-
nhecido. p-dind'i-me em tom amist si e lina, sjsm
Iheentinasse o caminho para a cistdo
conservador traante Jos Matfaias da
residente e nroprietario -> engento Cahet !
Quem conheeer o Dr. Telesphoro sato tom de
soa fneilinds da* eanr mim Pewwutni.ine aa-tt-
nha negocio urgente como sobredto teneuts e elle
de pmmpto respuideu me qu- estava cabalando, e
que trasi omi cirtt de umita importancia par*
elle, afim de arrancar-lhe (palavra usada) o aato.
Ento disae-lhe en dHaois de rir me ootnmgo
n-smo de suaa meninices, qoe o teaente Joto M
thias mora v* a um quarto de legua mais >a mensa
de minha casa, mas que elle errara o caminho pir
ser muito cheio d desvio, aerescentanda que
n'aquella hora devia sabir us soldados par unta
delig ineia pilicial os quaes neceas iriraente teriam
d pistar pelo eng-iihi aue elle pr-.onrava e que
se. quisca p->dia aeomp innatos se. S. S. accelou o
meu alvitre e depois de se ter servido de usaa chi-
cara de caf e um trago de agurdenlo de eaana
segu o vias*em.
TjIq poaca rraiortaneialguei ao seu eomptntoi-
ro qne deixai de faser lhe a mea n > offereciment.
Mas tarde, fui para a villa de Iguarass e ao meio
dia pouoo mais ou menot onvi na nutria pw ocoa-
aiai de ser chara ida pelo nresidente da mesa o
aome do eleittr Telesphoro Gomes de \r*oj > ana
certa hilaridade, entre algons circumstantes era
cuj muen estava o 8r. Bar5> de Itapissama.
Pedi exoliesc > a alguns am'g >s presentes e pouco
depiit ohegou-001 ao conhecimento qne havia sup-
p>sipao de que o Dr. Telesphoro ficara detido em
caminhi. Suuho at que o Sr. Bario de Itapistu-
m* .conversan lo em presenct de diversas pesso'is
commentava graciosamente o facto. diijnd > qne
ella-e os seos mieos nada podiam dizer porque ja
tinham feito igual briucadeira. Declinarni nome,
se for precisa.
Div-rsas e-sen as conjeeturas, em tae.i caso?
noguetn poda afirmar o qua oee-wiera, s-n-'nte a
nuit. de velta a minha cana, verifique! qne o Dr.
Teleap'jero nao st tend> querido augeitar aeotn-
pandar a forc p--Io recro deqae aleum transente
o supp tsesses pr*so, de'l se afastnra prden lo-se
as maltas le Utinga o ide t6rt vitU, antes de
meio da, pir Udt individua, cuj) aomniii > conhe-
cido por mim Es tudo o que se deu.
De um facto natural, muitssitno natural e que
pr ivoca simptesroente o ris >, tiroa o Dr. Tlespto-
ro, hoirum de iinigiuacii viva fe-til argniavnto
para meibores temp >t encontrando um jornal qae
a prior i mo daridauen faxer-se ectodc saas m-
v-ndieas allegac'.
Terrainamlo, ro publicidad*o presante officio.
Aprceeuto a V. S. o* msus prote.tes de respei-
to e cousideraco.
Deus guarde a V. S. IUm. Sr. Dr. Antonio
Domingos Pinto, mrrito diga chefe r)e polieia de
Peniambateo. O sabdotegado- em exereacw, Theo-
tonio Amnelo de Sooca Cavalcaote.
Secretaria ii P ilicia de PernamSuc, 7 de Mar-
co de 1*187.C >nfere.Pel> secretario, Francia-
eo G. Silva Barroso.
Auto de prrgantas leitas ae cab > do eorpo de po-
lieia Jos Patricio Robre
Aot 4 diat do mez de Marco do auno lo Nas-
ciinentode Nosso Senlior Jess Chri.to de 1887,
nsata cid-de do Recife, euv a secretaria da poli-
eia, onde foi v.n 11 o Dr. Salustiano Jos de li-
veira, delegado de polieia do 2" districto da capi-
tal, coinmigo escrivij do sen cargo, preseote o
cabo do corpo de potista Jos Patricio Nobre, fo-
ram lhe ieiui as perguntas seguintes, dep lis que
diese ter 36 annos, casado, aiatuaal da'Babia, filho
de Jos Pran siseo Bahif cab do oerao de polica
destacado em Maneota, sabe ler o escrever.
Perguntado s coihece o Dr. Telesphoro Go-
mes de Arsaje ex-jaix- aabitituto da comarca de
Iguaraas-
Responden qae somante no dia 25 do mez de
Fevereiro prximo fiado, foi que tuve ecca-
so de vel-o a c-ontocel-o, quando, em cami-
nho pira unta diligencia uj engauno Utuga ou
propriedaJodeste nome, co n elle se encontrn e
talln, das 7 para 8 horas da manh daquelle
dia.
Perguntado se exe* qne eM responden te
uaquelle raesmi dia 25 era companhia das pracas'
de polica Manoel Joaquim de Saut'Auna e Ma-
noel Franciaeo Mara, encontrara-se as 7 horas e
meia da manh com o referido Dr. Telesphoro Gj-
me*> de Aranfe, que ai para a villa de Iguaraasu'
e o detivera at a t horas da- tarda do mesmo
dia, por ordem de Theotonio Amaneia de Souza
Cavalcaat, subdelegado em exercicio do districto
d Maricota ?
Respoadeu negatisament -, que facto qaa elle
respondente no dia e hora cima a^oinpanhado da
praea Maoeel Joaquim de -ant' Anna e nao tam-
bera da de nome Manoel Francisco Mara, qae es-
tava do ordena o aludido subdelegado e com es-
te tora para a villa de Iguarassu', encontrou-se
em caminh i para a propriedade Utinga, como
dase, com o Dr. Telesphoro Gomes de Araujo.
mas uio o dte ve, poia nao ti ver a ordem para ist >
nem o fizera por ai, qae o fallado doutor, naquelle
encostro com ell; respondente, indo aaompanhado
de um outro ">vco, que lembrou lhe seria bom qns
segtiissem cora elle responden-* e seu companhei-
ro, tirigie-saa elles e pedio-lhes depois qne se in
formn Ja direceo qoe levavam, que lhe indicas-
8-j o engeaho Cahet, por onde elle respondente
tinha de pastar; qaeelle respondente deboa von-
tade aathsfes o seu pedido e com ella dirigio-se
at as proximidades do engento Cahet, e indi-
c.ando-lbe a estrada por onde devia segair at l,
proaeguio na direceo em que i A, deixando-o ficar
no lugar indicad), isto das 11 toras para meio
dia, que e o Dr. Telesphoro nao ac rtou com o
engento que procura -a, ou se psrdeu-se ) meio
do caminho, elle respondente ignora, afirma, po-
rm, como verdade, que nao o deteve. --
Perguntado se e le respondente tem ouvilo fal
lar no facto de ter sido o Dr, Telesphoro preso oa
detdo no dia de que se trata, seudo elle urna das
pracas q^ie o detiveram ?
Responden que tem euvido fallar por muitas
vezes e por diversas pessoas, mas que tem sem
pre contestado etse facto como calumnioso e s
inventado paca prejndicar a quem quer qoe seja.
mais nao disse cem lho foi perguatado e lids
este auto por acbar conforme, assigna-o com o
Dr. delegado.
Dou f. Eu Joo Ferreira Dominguea Carueiro,
escrivo o escreri.Salustiano Jos de Oliveirs.
Jos Patricio Nobre.
Auto de perguntas feitas praca de polieia
Manoel Joaq'ui de Sanl'Aona
Em seguida presente a praca de polica Manoel
Joaquim de Sant'Anna, foram-lhe feitas as per-
guntas s guiutes, depois que diste ter 32 annos,
solteiro, netural desta provincia, filho de Joaquim
Jos de Sant'Anna, praca de polica, destacada
em Maricota, sabe assignar o nome.
Perguntado se conbece o Dr. Telesphoro Gemes
de Araujo, cx-juis substituto de Iguarassu ?
Responden que nao o conhece, que apenas em
um dos das do mee ultimo vio um meco que lhe
disseram ser o Dr. Telesph.-r.- que fra juiz subs-
tituto de Iguarassu
Perguntado se elle reponiente, o cabo Jos
Patricio Nobre o a praca Manoel Francisco Mara,
ao dia 25 do Fevereiro prximo pastado, s 7 1/2
horas da manh eucootr iram se com o Dr. Teles-
phoro Gomes de Araujo, qus segua para a villa
de Iguarassu e o detiveram por ordem do subdele
gado em exercicio do d3tric:o de Maricota?
Respondeu que tal farto se nao deu, que ee bem
recorda-se, no mesmo dia 25 ettaaio elle respon-
dente em sua casa almacando foi chamado pelo
cabo Jos Patricio Nobre, de ordem do subdele-
g do d3 Maricota, a cujo d< staoamento pertence
para acompanhar o referido cabo at a proprie-
dade Utinga, onde tinham de faser urna diligen-
cia com o respectivo inspector, que os havla re-
quesitado no subdelegsdo, qua elle respondente
sabio para aquella servios e ao ebegarem um
pouco adianto encontrarn) dout mocos um dos
aaie nem aequer os aoompaaaou pois esteva de
jardeas ao sublelegaio e com este haba do segair
daquelle dia para a villa de rgnarass, ciato de
tketo segua.
Perguatado quem diste a elle respondente qae
moco que encontrn qasndo ia em dilisjeeoia
pai a propriedade Utinga ora o DV. Telcs-
tfrara-f
Responieu que o proprio moc lhe disse cha-
nTstar^a Dr. Telesphoro Gomes de Araujo, que
tinha sido juiz substituto d'aquella comarca, e ists
mesmo ou vio diser por alguem mais, qne na occa-
i. estava proaeot, qtmdo o fallado Dr. Teles-
phoro p >.dio que ensiuasaem-lhe o caminho da en.
genho Cabete.
E mais nao disse uem lhe foi p rguatado a lido
este auto, por achar confoimeasaigna-o eos o Dr.
delegado
Dou f. Eu Joao Ferreira Dominguea Car-
aeiro, eacrivao o eaerevi. -Salustiano Jos de Oli
taira.Man >el Jo iquim de Sant'Anna.
Auto de pergun'as feitas praca de polieia
Manoel Francisco Mara
Em seguida anda, presente a praca Manoel
Fran -seo Mara, forwn-lhe fritas as perguntas se-
siotos, danais qae disse ter 40 annos, ser viar >,
natur >| da Parabyha, fiih) de Antonio Francisco
Mara, praaa de polica des aualphabeto.
Perganudoeut que servico esteve elle respon-
dente uo da 25 de Fevereiro ultimo, em qne tev.-
lugar a eleci pira uto vareador da Cmara Ma-
nioipil de I.-uarass (
lt spoiidu que luraute ess-i da estove de or
deus ao subdelgalo da Maricota, TheoUaio
Amancio de Sons Cavilen!, a qu-m acornca-
uhou para a asesma villa da Iguararsn, onde foi
votar, tendo salud de Marieota a 8 b>ras da
manh de m 'sm > dia e voltado de Ignarass s 4
horas da tarde.
Perguntado se e'.le respme te, o e*b) Joo
Patricio Sabr, e a trac Manse Junqaim de
Sant'Anna, n ref rid i dia per-nderao ae I)-.
Telesphoro Gome de Araujo, ec jui substituto
da comarca d ? lgnaraaa, n occasi t em qne o
oncoutraram (si-ie h >ras c m >ia da manhi em ca-
minho para a vil1 do nenni nime per o'd-aa do
sibdelgalo de Maneota ?
Respoadeu que eile respondente, nao sabe desta
facto, qu i n ia uo m-oo-t cu -eee de vitta ae Dr-.
Telesphoro e cim j disse, m da 25 ell r-snnn-
dente esteve d* ordem ae subleUgal de tfart
cota, d'oade sh> s 8 horas da ininh, acoaipa-
rhando-o para Iguarassu, s vltando s 4 hras
ia tarde.
Perguntau ae lie sib que o cabo Jos Patri-
cio Nobre e a praca Mau #el Joaquim se preuderitrn u i dia aciina indinado ao Dr. Teles
ph.ro ?
Raspouiea que nao sabe que os seos coaspa-
nheims do deatacam i'i innueronaijs, t.iveaaem preudid o Dr. Teles-
pharo, e muito ao conirarii o qae ouvio dizer polo
priprii cab> Patriis e pela praea Manoel Joa-
qun de Sant'Anna, foi qne elles tendo ida a anta
diligencia na propriedade Utinga, como eonf ef-
feto foram, e encontrandi cm eaeeian* o Dr. Te-
lesplioro en oujo nome apenas oa ve fallar, e pe-
diiido-lbe este lhe ensinastea o engento Cahet,
o fiz.-raat setn qus o preideseeas ou detivosseui
ctrao se dta.
Perguntado a qaa h iras foraaa a cato Jo
Palriaio Nobre e praea Un le Jowajuim de
.Saut'Aun* para a diligencia de que eile res-
ptanenta faltn eom quem tiaha ella de ser
feita
Responden que nao p le precisar a tora certa
qae o que pola dizer que elles sabiram um pouco
aat..-s delle respondente seguir para Iguarassu com
o sabfisgas)*, e qno-a>-dalagenein Mea- feita eos
o inspector do lugar Utinga, que fra quem reqai-
sara as pracas.
E mais nS-i dase nem lhe A perguntado e lido
por ach-ar oonf irme assigua m7 do respondente
M.noel Aajriorne da Cantil coas o Dr; dele-
rasVaa
Dea f. Ka Jo> Ferreira Domingaes Car
neiro, escrivo o escrevi.Salastiano Jos de Oli-
vaira. Manoel Agripin i da Uuaha.
DIARIO DE PERRAgBEgO
RECIFE, 40 DE MARgo DE 1887
noticias do vilI d Imperio
O paquete Cear, entrado hontem do sul, trou-
xe as seguintes noticias e as que constan das
rubricas /W OJieiot e Interior:
DaUa at 28 de Fevereiro :
8b 3 *li?raPh. S^cidio, diz o Dwrto de Com-
pina, ae W>:
i -?,a?B'' 7? 9- ho^, ^ *""**> meninos
alumno, do collegio Calva Seieacia, andando a
pasaao no Bou.evard do Baro de Itapura, deran
com uo haatem prostrado alli, e com espauto ve-
rifiearam que o homem estava morto
- De facto era um suicida. A* seu i*do via-
* pmtola. Tutha o crneo deapedacado por
- Estes nenia is deram parte do facto ao dire-
ctor, e este per sua vez partcpou-o autori-
dade.
A pocia mandou conduzr o cadver nara
cadeia. r- "
Aleixo Studer j nome do suicida. Centava
0 anuos de idade. Natural de K.ppenhein no
Grao Ducado de Badn.
Eacontrou-se em teu poder urna carta em
que d conta da sua triste retoluco nos seguintes
termas :
Perseguido pela m sorte estou caneado de
river, e anda que me valesse de toda a minha
philosophia nao encontr nenhum meio de salvar-
me. Nasei a 18 de Marco de 1817.
Na carteia havia 1*500 em tres notas e um
fragmento de papel em qoe est eseripto : O Sr.
M, Hoeuler, engenhro, ra dos Bambu's.
N'um lenco *e chita que lembem foi encon-
trado com o cadver, havia urna lata de plvora
ama caixa de espo'ctas e algumas moedas de co-
bre. >
- A mesma folha diz:
Ao meio dia de aute-hontem, deu-se urna sce-
oa de sangue ua fizoiida di Sr Luiz de Pontea
Barbosa, em Piratsunuoga.
Possuia as visiuhaucaa urna pequea pro-
priedade agrila o r. Francisco Btzerra, que
a aquella f.ia-nda tratava de ps de caf com 4
escravos que tinh i.
Nosabemo porque, dous dentre elles ag-
gredlram-no quan io se retirava para sua casa e
no caezal prostraram-no a pauladas e a olbo de
enzala, desp.'dacando-lhe o crneo.
Compireceuao lugar do delicto o inspector
de quarteirao, acompsuhido de varias pessoas,
sen lo o cadver conduzido para a casa onde resi-
da o inftlis assassinado.
0* escravos foram presos e confessaram e
te part cao da Hollcla
Seo^lA 2.*-}$. 239.Secretaria da Po
licia de Pemambuco, 1* da Martjo da
1837.-IUm. e Exm. Sr.- Participa a
V. Exc. qae foram bontem recolhidos
Gasa de Detencao oa aeguiates individuos :
A' minha ordem Francisco Antonio,-por
embriaguez.
A' ordem do subdelegado do 1* distric-
to de S. Jos, B.raardo Alves da >va.
Brasiliano da Silva, por embriagaos e dis-
turbios ; Abilio de Carvalbo Saldanba e
Mara Marganda da Conceico, par offen-
saa moral publica.
Commanicou me o subdelegado do 1
districto da Qrag* tm offioio de bontem
ter na mesma data feito remessa ao Dr.
jais de aireito do 4 districto eriminal dos
inqueritos poiiciaes procedidos contra Jos
Joaquim dos Santos e Antonio Cosme Jos
de Lima.
Anda na meama data partcipou-me o
subdelegado do 1' districto de S. Jos,
ter feito remessa so Dr. jais de direito
do 3a districto criminal do inquerito poli-
cial procedido contra Silvano Gomes da
Silva, polos crimes de tantativa de raort j e
resistencia.
O delegado do termo da Gloria de Gui-
ta, em offi :ie de' 7 do orrente, participou-
use que no dia 21 do mes findo, Manoel
Joaquim de Sint'Anna foi oasa de Clau-
dio* Maria da Vasconcellos, no lugar V-
racao daquelle termo, e agarrando-a trai
coeiramente apertoa-lhe a garganta, dei-1
tando-a em trra sem sentidos. Depois do
que, ateou fogo roupt da nfeliz que veio
a suecumbir dois dias depois.
O delegado respectivo toman lo co-
nhecimento do facto, abri o competente
inquerito qu^ teve o conveniente destino
no dia 25 do mesmo raeZ e prosegu em
diligencias para a captura do criminoso
que so evadi aps a perpetra-jilo do cri-
me, cujo movel ainda se ignora.
Deas ga<*rde a V. Exc. IUm. o Exm.
Sr. Dr. Pedrt) Vicente de Azevedo, muito
digna presidente da provincia. O chefe ep
polica, Antonio Domingos Pin'o.
Teu lo o Sr. Jos da Silva Machido despa-
ehalocomo encommeud* pela estrada de ferro
urna carta ao Sr. Dolivaes Nuu-s, na capital, con-
ta..do 130o, o destinatario recebeu-a nicamente
eom 100/ parecen lo primera vista que nojti-
nha aiio Vailada, mas verificndose depois visi-
v. ls sgnaes de violavilo.
ti de Janeiro
Datas at I de Maree:
Al ii do que consta da carta do nosso corres-
pon 1-nte, publicada na rubrica Interior, referem
as tolnas o = -quiote :
O Jornal do QmtwcU de 28 do Fevereiro, so-
bre o trespasso do conselheiro D. Fram-isc Bal
taazar da Silreira :
Fallecen hontem e ser sepultado h>je, as 5
hars da tarde, este antlgo servidor do estado,
racentemente aps-ntado no alto cargo de minis-
tro do Supremj Tribunal de Justica e que sempre
merecen, consideraca e respeito com magistrado
integnecom) prestante eidadd.
Natcdo na cidade di 8. Salvador da Baha
a '0 de Juuho de 1807, alli eatudou humanidades
e seguio para Coimbra, onde se matriculo*! no cur
so jurdico em 1826. Cursou os dous primeiros
aiinnae veio para o Brasil, pw se haver feebado
a U i ver s ida ie por oceaeao dos moviuseutoa poli-
ticos de D. Miguel. Edudou em Olinla os qua-
tro atine* e for concluir o curso em 8. Paula, onde
se baebarelou em 1832.
Entrando para a carrera da magistratura,
como juis de direito la comaarea do Urejo, em
1834, passou tola a saa vida como magistrado,
sendo aposentado com-i ministro do Supremo Tri-
bunal de Juttic i, por decreta de 20 de Novembro
de 183S, em virtude de contar mais de 75anoes
de idade e bi annos de serv? j.
Foi succetaivaroente juiz de direito do Brej,
de Quimaraes, da capital do Maranho, desem-
bargad >r de b. Luiz, do Recite e da Corte, presi-
dente das duas ultimas, procurador da corda na
Belaco da Corte e, finalmente, ministro do Su-
premo Tribunal de Justica.
Ezerceu cargos de eleico popular, depotado
provincial o presidente da Assembla Provinei!
do Maranho e deputado Assemblt Geral Le-
gislativa, de 183S a 185&
Quando estudiante do -Io anuo em linda, por
occasio dos movimeotos revolicionarios de 1831,
servio de commandante geral interino dos guardas
muoicipaes e depois commandante efiectivo da 3>
esquadra da freguezia de 8. Pedro Martyr da
cidade de linda.
Doraste a revelta coobecida por Balaiada foi
incumbido pelo presidente Manoel Felitardo de
Sonsa e Mello da creacao da 1* companhia de vo-
luntarias de D. Pedro II, a que se tgou; fes par-
te da eipedica; de Iaat, acompanhaado o presi-
dente da provincia.
Desde 1835, como juiz de direito de Brejo,
dedicou-se ao ensino da mocdade, sempre gratui-
tamente, ejdando lvros, papel, mappas, etc. Cvnti-
nuou a ensinar na capital do MaranhSo, ya Re-
cife e nesta Corte, bavendo ezercide na priaeira
destas cidades, aem rcmuneracSo alguma, o cargo
de inspsctsr da instruecao publica. Era membro
de vanas associaces litterariaa, sobresabiodo a
Socielade Amanta da Instruecao, onde foi dire-
ctor de aniat, e o Instituto Histrico e Geogra-
phico, de que era membro ha longos aonos.
Era gra cruz da ordem de Nosso Jess Chris-
to, official da da Rosa, commeadador da de Portu-
gal e da de S. Gregorio.
No seu testamento pedio que seja o seu
enterro o mais pobre possivel; nao hsja annancios
em jarnaes e nem convites de quatidade algama,
e o mesmo quauto a mssas; seja tudo comente em
familia.
O Monitor Campista de 24 :
Aote-bontem, 4 noite, deu-ee mais urna scena
de sangue nesta cidade, encuendo de pasma e de
terror toda a populacho.
> Ja nao ua ra, onde a fuga fcil e o cam-
po livre, p irin na salo de um hotel, cheio de gente,
no centro da cilade, ao lado da praca principal,
em ama noite cm que a maior parte da populacJo
so achava as ras par causa dos divertimentos
do carnaval, que se mata com tanto detassombro
como se o aseassina'o j deixasse de ser o maior
de todos os crimes.'para toroar-se um acto come-
eioho.
Tbesonro
DESPACHOS
DO DIA
de 1887
Provincial
9 DE MARCO
Pedro Barbosa de Souza.Registre-so e facam-
se os asaeutamentos.
Joao Jos Marques.Ao Contencioso para at-
tender, sendo depois remettido ao Consulado para
igual fim.
Mguel Tolentino Pires Falcad, Dr. juis dn di-
reito do Cabo, L >pes os C, Jed Baptista de li-
veira, Antonio Mariano de Senna e SenhorinhaM
de liveira Mello.Informe o 8r. contador.
Joao Cerdoso Arres.Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Simplicio de S. Coelho.A' vista das intorma-
oo3s, entregne-se mediante recibo e devidas notas.
Fr. Alberto de Santa Augusta Cabial de Vas-
concellos e J. Joaquim Samarcss.Ao Consulado
para attender.____
Na noite de ante hontem, s 9 horas, o Sr.
Antonio Eurica Cassalho foi assassinado no sala o
de jantar do Hotel Francs, por Joo Pranoisej
de Aranjo Osorlo, vulgo Joia Paulista, que foi alli
j com o designio do crme, como se pode ver dos
depoimentos que publicamos, tomados naquella
mesma n i te.
* arrojo i ir orisurainar tao brbaro criin
cm um saiSo de hotel, a tal hora, de grande con-
currencia, em tal dia e perodo uid guarda, es-
panta em vista da idade do assassino, que apenas
canta 19 anuos
Felizmente d-.'sta vez 0 assassino nao escapau
ou nao pode fugi-, etn razad do lugar em que com-
metteu o delicto.
A populajao da cidade vive sobresaltada, a
falta de garanta e, mais que uso, a falta de se-
guraoca material co.-r.eea a opprmir de mais a ci-
dade-; pois tem-sa visto que at o acaso ba con-
tribuido para torera ferdos aquelles que se con-
servam apartados das questes da actualidade ou
te abitis do tomar parte nellas.
* Nos j dissetnoa que nao ki seguranca na ci-
dade, hoje somos toreadas a dizer que nella em
toda a parte, h perigo de vida e se est exposto
a cahir ferido pela garrucha dos capangas e sica-
rios que carrpeara armados pelas ras.
< Na mesma noite do crme o Sr. delegado de
Solicia, Cruz Filho, mandando lavrar o auto de
igrante, interrogou as testemunhas do facto, que
estavam no hotel, e boutein o Sr. Dr. promotor
deu denuncia ao Sr. Dr. juiz municipal contra
Joo Francisco de Araujo sorio, como incurso
nos artigos 193 e 297 do cdigo criminal, reque-
rendo que pela gravidade do caso, dispensado o
inquerito previo, ex-i do artigo 4o da regulamen-
to de 22 de Novembro de 187, abrisse desde logo
o eummario, norcando curador aoro, interrogan-
do-o sem demora, antes de ser-lbe suggerdo qual-
quer recuisade defeza e nomeando peritos para
procederem -autopsia cadavrica.
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4
Diario de rernarabneoUaial^-fcira 10 de Mi de 1887
No mesrao dia foi o res interroga lo e sobre o
ficto resooudeu que ua noite de 22, das 8 para s
10 horas 4* norte, eatrou com Juea Rolim, coa-
vita deste par ir ter com Manuel Aris, ua Ho-
tel Francs, onde eete se aobava com Burico Cas-
satbo ', omecarem a tomar eerveja e querendo um
italiano que se achava forjar na moco do Club
dos Tenentes de PlutSo a tomar cognac, Cassalbo
disse : Deiza que elle um vetbo PlutSo.
O reo achara se sentado a urna mesa peque
na, encostado i em qoe eslava Cassalbo, e dase
para o italiano que d-.-irasse o moco, e Juca Ro-
lim metteu as mos no italiano, que hs tinha di
rgido contra o r > Que Manoel Xavier de Sou-
aa dilse ao reo que nao quera barulho alli, e tam-
bera Cassalbo veio ae levantando esa direccao ao
reo, que ae chava junto a Juea Rolim e Manoel
Xavier, alin de oatraa pessoas qne nio conbec,
perguntaodo o que era aquillo, e nessa occaaio
parti um tir >, clareando entre el les, pas sanio o
calor pelo ten roeto. Acharas se armados Cas-
salho, Manoel Aris c Juca Roiim, que Ihe hiviam
mostraJo as armas antes do fact, mas durants o
occomdo nao vio aru-as em nenhum, ameacando
porn: Manoel Ai 0 is puxar ama arm. Dsse qae
o revolver quo Ihe Coi presentado nao era seu, e
que nao eitava armado.
Pergnotado se elle nao tinha por habito ven -
der pao todos os das em casa da viuva Cassalho,
na ra Direita, e se nao era um pardo defeituoso,
de noca Carlos que recebia o pi, respondeu qus
aim, que elle como empregado da padaria Torres
a todos os dias a casa da viuva Cassalho lavar o
pi e que quem recebia era o pardo de nome Car-
los, que sen Jo-lhe apresentado neate acto reconhe-
ceu ser o propri j.
Perguntado com q'ie ioteresse porgautava
elle tod>s os dias ao dito Carlos por Cassalho, a
quom elle cbamava Res Cassalho, quando vinha
da roca, onda eatava e onde dormi i, atormente
quando te-'do elle j dito qne tinha relices com
Cassalho, qne era seu companheiro de troca, era
mais natural que do proprio C-issalbo syndicasse
dessa crcumatancia, respondeu trmulo e balbu-
cante como desde o principio, qao pergantava
porque Ibe disser i Manoel Ateas que andava meio
diferente com Cassalho, porque depois do baru-
lho dos abolicionistas, Cassilbo ora dizia qne era
abolicionista ora eseravocrata.
Perguntado como ha de elle explicar a con
tradiccao de dizer que era amigo de Cassalho e
entretanto es ejuiro ter provas de ser notorio
que do mesmo nunca foi amigo, respondeu que
Cassalbo foi Ihe apresentado por Mame I Aris e
qne coa el'e foi urna vez para o outro lado do rio
e outra ves casa da viuva Rolim.
Foram ouvidas diversas testemunhas e algu-
mas em segredo de jostra e nos depoimentos pu-
blicados todas as testemunhi>s asseguraram ter
silo Oaorio o assassiuo de Cassalho.
Os peritos na autopsia que fizeram, extrah-
ram a bala, que causara a morte, atravessaudo o
cora co. *
Eaplrllo Santo
Datas at 25 de Pevereiio :
riada referem as fulhas que mcrec mencao.
Babia
Datas at 5 de Marco :
Pmjeetava se urna manifestaco popular ao con-
aelheiro Bandeira de Mello, presidente da provu-
cis.
Diz o Jornal de utidas de i que a maioria con-
servadora da asscmola ia protestar contra o acto
de addiamento da sessao dessa corporaco.
L mos no Diario de Noticia* de 3 :
R gressoo hontem da Jacobina o Sr. Dr. Au-
gusto Lacerda, que, conforme n ti ciamos, para alli
seguir ha 2 meses, afim de proceder a estudos de-
finitivos as minas de ouro l existente, e das
(jases concessionirio o negociante da nn>sa pra-
ce Sr. Eduardo Dias de Moraes.
Desde tempos coloniaes si > estas minas co-
ubecidas ; os portngnezes lavraramsorceuteo ouro
de allavio, que se encontra n->a baixas da serra,
na carnada superficial, e edificaran) at urna casa
de moeda para a cnnhagem do ouro ; elies porm,
devido a falta de conhecimeot is scientlfieos e de
ai achn sinos, que s mu tos depois foram deseo
bertos, para a extraeco e rednecao do mineieo,
deixar intacta a maior riqnesa da serra, que se
acha nos veieiros.
Segundo nos c nsta o Dr. Lacerda Je opi
uio que dar resultados vantajosoa a erganisaco
de urna empresa para a minera ;ao em larga esca-
la dos veieros, cuja riqaesa nao pode ser posta
em duv Ja.
L se na oiesina iba :
De urna carta escripia de Sant'Aaue em 13
do paseado per um dos membros da commsso de
melhoramentos do Rio S. Francisco, extractamos
os seznintis tpicos.
A 25 do passado foro >s ao Riacho, distante
daqui 5 legnas na lancha a vpor em experiencia
com o carvio de Jurema
Erapreguou se separadament carvao e lenbn;
mas sao anda necesaarias cutras expcrivncas.para
bem se coohecer qual o combustivel que deva ar
preferido.
O commercio pelo rio continua em progressi-
vo desmvolviin-nt.i. At novemb.-o do auno finio
mais de 600 embarcacoesarrogadas frequentarara
o canal de Sobradinho, sem encontrar embaraco
algam us cachoeiras, notando se entre os gene-
ros de exportacao grande quantidade de borracha
de mangabeira, cuja ex'raejo tem tomado lti-
mamente conaideravel incremento.
Do Sobradinbo t nos falta muito ponca con-
4a para coocluir o proloogamento do tnolbe ; peu-
co dinheiro resta da verba, mas cese qae chega-
r para finalisar essa obra c dar por concluido
definitivamente o melhoramento deste trecho do
re.
Le se no Jornal de Noticia, de 4 :
Hoctm as 6 horas da tarde sarpou do aneo-
radonro e foi-se vella, sem a necassaria visita
da polica do porto, o ujar ingles Mary Cory
Essa fuga nao se dari i, certameute, se em ves
de desarmada coica est a fortalesa da Gamboa,
por ordem do ministerio da guerra, estivt ase ella
.m condicoes de faaer iff;ctnar as iaposic5es da
le como a' p;uco fiaera.
i' as urna vez que o Sr. ministro aasitn detsr-
minoa ua sua alta sabedoria, s> ja ieita a sua von-
ta e.
> Mesmo que issa de interesses de provincias
podem passar sem aiten^es era cuid&doa, visto
como d-j cousas mnimas uio curam os altos e sa
picncifsimos governadores do Estado.
AlagoA
Datas al 8 de Mire .
Sao destituidas de interese as noticia deata
provincia.
tocar officio da agona. A outra diaia : Asse-
veram-no* que ser herje asaaswrtado em despa-
cho imperial, a Sua flagestsde o Imperador, o
decreto que nomeia sinistro da grra o depu-
Udo Sr. Dr. Caries Frederico Caslrioto.
Para justificarem a prime ira espalbaraa, pa-
ridade, que deveodo ser apresentaia a'uqaelie
despacho a lista trplice por 8. Paule, o Imperador,
como sigoal de desagrado para com o Sr. Cote
gipa e seas collegas, guardara comaigo a mesma
lista e esperara a vinda de novo ministerio para
entSo r> solver sobre a escolha.
E como que pira confirmar cese boato, o es-
arptor <2o tpico*, dizia no mesmo dia, em toas
sybili io \<*e a meada eatava Uo nlacada qae,
aio podendo desatal-a, o ministerio esperara
3ue a espada de Alexandre oortasse o n gar-
io por oecasiio da escolha na luta senatorial
paulista e era essa a eapcaco que dayam os
ntimos da governane,*, da pansa on ret cenca que
ae notava na viravolta do ministerio. E em
s guida passava a recordar as praticas e theorias
do partido conservador, acerca da irresponaabili-
dade ministerial nos actos de poder moderador,
concluindo que, segundo os sabedores de segredoe
exclusivos, o ministerio esperava a escolha para
aahir depois della.
Ora, na) tendo-se realisado nenbuma daa hyoo-
theses annunciadas, oois qu i de nenbuma deltas
nem o Imperador, nem o Sr. Cotegipe baviam cogi-
tado, o Pai* tinha neeessidade de procurar urna
sabida, e foi bu sea I a em informacie*, pelas quaee
chegon a sabir que a confianca da corda fra ra-
tificada coas a escolha do Sr. Prado, escolha acerca
da qual, seja dito, nanea bouve duvida no animo
da gente qae rucara as cousas desprevenidamente.
Em todo caso fica agora ratificada pelo Pait a
opinio de que o etatti quo ministerial permanecer
a' a abertura das cmaras; cessando assim t do
e qualquer pretexto para novas cjojectnras e sap-
posifS.^s.
. -Mas qner ficasse ratificada a confianca da cor i,
quer nao, quem deve estar muito contenta o Sr.
Antonio Prado, tanto pelo tacto da escolha, que
alm de luto, alivia o dos aborrecimntos dos plei-
tos eleitoraes, como pelas mauifesUces de qne foi
objecto em Petropolis, onde se acha com a familia
Dassando a estacao calmosa, assim eomo o Sr. Be
lilario.
Terminado o despacho, para alli seguiram am
bes na barea das 4 horas, indo tomar o tretn da
serra no porto de Masa. Mas o telegrapho an-
tecpou a noticia, de modo qne na estacl) havia
grande aglomerado de gante com masica e fogue-
r.es, c o novo senador foi aclamado pelos seas ami-
gos e admiradores com entboaiasme. Hara tam-
bera grande numero de senhoras, cmas por costme
de virem a estacao ver quem chega, oatras po'
eerem amig.s da familia do Sr. Prado. E' es-
cusido diaer qne em todo aquillo entrn por muito
o espirito de folia e curiosidade. A' noite e no
dia seguate, anda continuaran! as manifestaces
na casa de residencia de 8. Exc, onde se acbava
apuracao e marcando dia para laso, mas para en- bello timbre e extensio, arraneando frenticas pal- snadtado o Dr. Loaren?', digno
trarem em exereicio o
da* conmmit* de f*e fam parte, e novamente
inarcou seaasVo para a apotario. E' nm seguad i
tabbal em represalia ao ontro t
Ei o estado a que tem chegado a cmara mu-
nicipal da corte Entretanto, qae papel, era qne
policio se aohaaa os ou* veread >res eleitos em 1-
acratinio, jo ramea lados e esaposaados, aoa qnaes
a aaestaVo de apuracao ulo aAsota e que nao ae
acnam privados on suspensos do exercicio do sea
cargo?
O Rio de Janeiro, emboca reconheca que as
reiategracoe* nao aio do jaatiea, deiconhece a
competencia do or asiduo te da cmara passada
para fazel-as, e a Gazeta de Noticia* de hoja, tra-
tando do facto e apreciando, estigmatisa-o coas
merecida s-sverii*de. Mas o qae est feto
boai prov iv^l q-to fique, porque afora a morali-
dade do eas, a reaeco tem um fiadi de jas-
ti^a.
A nsva maioria deps de constituida a cmara,
a pratiearia, at pirque, sendo aulla a apuracao,
segando a qual fia empossada a nova amara, aullo
devem ser considerados os actos por ella praticadoa
em exercicio Ilegitimo.
Por quanto tempo durar isto n.o sei. Disem-
me, entretanto, que o Sr. Lo^ea ficoa um pouco
encordoado com a eensara da Gnela e ais qne
vai tratar de aparar o os a maior brevidade.
REVISTA DIARIA
ssembla ProvincialNao bouve non
tem sessao por terem comparecido apenas 12 Srs.
diputados.
A reuuio foi presidida pelo Exm. Rvdm. Sr
vigario Augusto Franklin Morein da Silva.
O Sr. 1- secretario proceden a leitura do se-
guale expediente:
Tres offieiosdo secretario do governo commaoi-
cando terem ti i j o conveniente destino os pontos
dos eapregidos da secretaria deeta Assembla, re-
lativos aos mazes de Desembro do anuo prximo
fin Jo e de Janeiro e Fevereiro ltimos.Inteirada.
Outro do mesmo, dem, dem a reiscao dos Srs.
deputados qae comparecerem sessSo extraordi-
naria em Desembro lo auna prximo fiado.In-
teirada.
Outro do mesmo dvolven lo um exemplar da re
solncio aanceionada sib n. 1833. Iuteirada e a
archivar.
Oatro do mesmo devolvendo, informados, os do-
comentos quo acompanharam o oficio desta As
sembla, sob n. 191, de 10 de Desembro ultimo,
sobre a innovaco do contrato da illumiaaeSo a
gas do Reeife.A quera fez a reauisicao.
Deixaram de ser lidoa outros ofiicios e diversas
petico:'s por nao estarem anda eleitas as diversas
coramipses.
Em seguida foi diasolvda a reanao.
Proelaaao daa Paseos en Olinda
Hoje s 6 1/2 horas da tarJe ser trasladada em
charola, da igreja do Carmo para a Catbedral, a
imagem do Seobor Bom Jess dos Pasaos, donde
deixar de ir assocar-as as alegras da sabir em solemne procisso amanha, s 4 horas
da tarde, em regresso para o sea templo.
Conflicto de Jarladlccfto Era 7 do
c rrea te tai larrada pela presidencia da provincia
a segninte portara :
4f Secco = Palacio da presidencia de Per-
nambuco em 7 de Sfare,o de 1887. O presidente
da provincia, considerando qae nao procedem as
all~gat58 de Silva & C, nicos que as cJzerece
tambera o sea venerando pai, o Sr. Martinbo
Prado, nm dos mais opulentos faseudeiros e capi-
talistas de S. I'aulc, qae, estando presente na corte,
nao poda
familia.
Est, pois, o gabinete compaseo de cinco sena-
dores e nm depntado. Ha quem pense, como eu
j dsse, que ficarao os diros senadores, preen-
chendo-se a pasta da guerra com um depntado.
Pode ser, mas dnvido. Inclino me a erer que ha
de sabir algam dos senadores, e nao me admirare
que na pasta da guerra fique o Sr. Ribeiro da Luz,
sendo a pasta da jostica, qae poltica, confiada; ram no praso concedido s partes para deduzirem
a um deputado. Ha gilmente prevencao contra seu di'cito, na qu-stao do manuteocio de posse
os ministros da guerra mineiros, porque dizem que que os mesmos intentaran) no juiso do civil, por
INTERIOR
Correspondencia do Mario de
Peraambueo
1UO DE JANEIRO Corte, :?8 de Fe-
vereiro de 1887
ffnn : A escolha do Sr. A. Prado e a con-
fianca da corda latificada, segundo o
PaitAs noticias por este dadas e os
cominentarios dos tpico* Neeessidade
de uui ex^licaeau.As ivai0es na*-
bidas pelo Sr. I*rad> eui Pctrcpolia. --Os
ministros da gaerra mineiros.Conjec-
tura aobre o preeiichmeoto da falta da
pasta Ja guerra. Aind as questus d.
Cmara Mooicipal.oa f* ra de ju-
deaa- Caao o presidente da Cantara
tiau.acti entenid o fius par que foi
esta convocada.Censurado Bio de Ja-
neiro e Gazeta de Notician.
A escdlha do dr. Antonio Prado foi motive da
: guinte noticia do Pait de hoatera :
O Ministkbco. Segund > iutormacdss qne co
'.i ^uv>3, csta-i:oi q ie o Ministerio permanecer
at a prxima reuutao das cmaras, sem preeu-
Lh*r-se a pasta da guerra, qne continuar a ser
gerida iuterinam'mte pelo Sr aiiuietro da juattea.
A confianca cia cor como que se acha ratifi-
eoja pela facto da escolha do Sr. eunselheiro An
tomo Prado, desde hoje senador do imperio peU
ptovinti de S. Paub.
Paree? esqui*ito qoe, quando para toda gente
era tid.i eomo cousa cerW que o ilatu quo do ga-
buftta*, pos a retirada do 8r. Alfredo Chaves, nao
serla altera Jo s- nSo ao iibrirem-ae as cmaras,
aomente a^ora, eoni a ese.nln d .Sr. Prado, po-
diuau o Poi'z collier infunnac -a que o certificaras
ue para ningaem er novidado, salvo para un
asrtb grepo a'aqueHi jornal qne, de boa on de ui
omprazia-a* em andar nuaaeraudo a rvsjrada
do ibiuer 4
Mas a fiiha neutra teve su* razan para dar
ila noticia. Na 'espera, sebeado, havia ella
d .ao, em secces diversas do sua reduces, daas
'asros uetieme sobra o aasuapto, que ae ooaua-
Ayi!. Eos urna eautava-se qae o Sr. Mae D-
well asabava de telegraphar ao Sr. Siquoira Men-
tles, dizenio : Vamos para o despacho, mande
elles tem negacao para as cousas da guerra, tai-
ta-Ibes o espirito militar.
I as por sao mesmo que me parece qae presen-
temente o Sr. Ribeiro da Luz ser ara bom ministro
da guerra, e nao dnvido que elle aceite gostoso a
troca. A pasta da justica causa Ihe muitss abor-
rec meatos e d'abi vem o desojo por elle manifes-
tado j aos collegas, segn lo diz-se, de retirarse.
Mas laso nSo passa de coojeetnra, e, como sabe
o leitor, na nossa poltica as conjectaraa falham
aempre.
Fallemos era ponco de nossa enmara muni-
cipal, ua qual desdo muito nao me tenho oceupa-
do, espera de ver o que ficaria definitivamente.
Disse-lbes que o Sr. Wilkens de Mattoe, con-
aiderando-se eleito na ele cao, para pre->nehimento
de ama vaga, nio tinha concorrido ao2- escruti-
nio e que um amigo delle havia recorrido para o
juis do Jistrieto, contra a delib -raco da cmara
transacta qne havia feto a apuracao e considera-
do nio elfto nenhum dos doas candidatos.
Argumentava o recorrente, qae, tanto no preen-
t'bimento de vaga de vereader como de depntado,
provincial, devia-sa considerar eleito o mais vo
tado dos concurrentes, desde que obtiv-sae nume-
ro de votos correspondente ao qaociente nreciso
para a eleicao total isto ten do e Sr. Wiikens
de Mnttos, obtido cerca de 900 votos, tinha aleaa-
cado maior votacSo do qae os vereadores j elei-
tos q-ie o foram com dnaentos votos, quociente q e
o resultado da diviso do numero dos eleitores
que concorrersm i eleici) pelo numero total dos
vareadores que compoem a cmara.
E de facto sendo o lagar a preeacher nm, nm
nio divisor e nSo pJe dar qnociente
Entenden, porm, o jais, o Sr. Serafia Muniz
Barretto, que no caso de vaga deva, p>r analo-
ga, ncorrer-se regra estabe!ecida pela lei para
a eleicao de deputado gejjal -el icio singular, e
motivo de um contracto para collocacao de placas
e dpticos das ras, annallado por acto adminis
trativo, em grao de recuso contra a delibt-racao
da Cmara Municipal do Reeife, porque
1.a Atteata a nossa organisaco, nio ba su-
pi-rior logitiini aos presidentes de provincia para
reformar os seus actos, proferidos no exercicio da
jurisdecao contenciosa provincial ; sendo qae em
materia desta natureza o recurso da parte nao
outro senio o da almin'stracii mal informada
aimini traca) melhor informada p>r qualquer
modo (Videconsulta d Conselh) de Estado de
10 de Janeiro de 1874, no Aviso de 28 de Feve-
reiro do mesmo auno.)
Entretanto, nos casos do art. 73, di lei de 1
de Outubro de 1828, vistas as palavras I ao pr-
ndente* da provincia* e por este* ao governo, es
t incluida a attribuicio qu; tem o governo im-
perial de conhecer da deciso proferida sobre o
mesmo recurso (Aviso n. 49, de 22 do Fevereiro
de 1872,) de modo qu* > por qualquer d'estes
meios, voltando ao proprio presidente, ou se di-
rigindo ao govern imperial, pidiera Silva daC.
tornar de mnbum effeito o acto administrativo
de i de Maio de 1886 ;
2 a Nao tendo ellos procedido por esta f irosa,
o acto contiui v*lid>e tem de ser respailado,
quer pelo poder udiciarij, que jalga dos casos
qae, segundo a lei esta) sujaitosa sua junsdiecio,
quer pelo poder legislativo, que fas as leis e exa-
miua si sao executadas, cnas uio infirma nem in-
valida os actos dos ostros poderes. A divisio e
harmona des poderes preeeito constitucional
(art. 9* da Constituido) ; nenhum d js poderes de
ve invadir ou cmtrariar o oatro, exceiendo os l-
mites de sua compotencia ;
Se a resolucao da Cmara do R -jife, mesma
para um contracto autorisado por lei (art. 74 da
lei n. 1515) dependa de aa orovacSo do presiden
em que prevaleee principio da materia absoluta ; te d provincia (art. 97 da lei n. 1212), e an esta
e qne na teode nenhum dos candidatos obtido tal I aio foi concedida, e sutis expressaineute m-^ada
maioria, b -m havia procedido a cmara, mandan-1 com o acto de 8 J-; Maio, nao poda mais faaer
do os doas mais Volidos a 2' escrutisdo. A ringar aqaelle mesmo contracto nem a lei n. 1882,
Relacao eutendea de modo contrario ; e re- rt. 75, approvanJo o que legtimamente nioexs-
conbeceo a eleicio do Sr. Wilkens. Mas este tia, nem o poder juiiciario expedindo mandado de
ainda nao tomn assento, porque nanea mais manuteocio de posse por torca de am contracto,
houvu seasi-i, e uio ae imagina de quantas tricas | que uio ehegou a f 'er lei entre as partes con
indignas tem lancado mao a maioria, qae ehegou
a formar-se na cmara pela apuracao foita pela
cmara paseada ; e isto actualmente o que se
terna mais aggravaute e tesa indignado a gente
seria.
J refer o modo poique foi feita a nova apn-
racio do 2* escrutinio depiL da deciso dos tri-
bnnaes, mandando aparar a votacio da Lagi.
Contra rssa apuracao r.'clamaram os interessa-
dos, e o juis decidi que a cmara havia proce-
dido irr-gu'armente, limitndose a ajuntar oa
votos qne havia remido votacio qae jk tinha
sido contada c aio eioedad) dip orna ao eleito* :
que portento, procedase a nova apuracao do 2-
escrutiuio, contando os votes da Lagoa e expedindo
diploma a tantos dos mais votados quantos os
que tinham de ser eleitos.
Os vereadores que tinha a rt clamado, propoze-
rara na prtaeira sessio que se segaio que 4 vista
Ja decisio do jais, se convidasse a cmara para ir
tasar a apuracao.
O presidente declaroa que nio poda acceitar o
requerimento, porque, tenuo o juis appellado em-
officio para a Relacio, estava o negocio anda pen-
dente. E de ento p.r diint: nio bouve mais
numero para a cmara reuuir-se ; e como coa-
tume aqni delegar a cmara certas attribuicoes ao
presidente, a que chama o executivo, e as com-
missoes arrpgam-se tambcui a attribuicao de to-
mar delibtraca '. ain la inecn que importem des-
jw*, antes do vot> da cmara, cada um p.r seu
ado tem teito o qua tem eutenlido. Tem siJo
uina /eir dejudeut ; o presidente, p-ir sua p irte,
a dtunttir, a suspender e remover i increpados
para accouiinodar os so'js afilbados, ou aates, os
do Sr. H. arique tle Carvalbo qne quem est di
riindo os negtcioa ; e as commiases ar.silve-
rem as qaestoes que le io sabtncttidas e man-
dando fazer pagamentos.
Nem aeqner, por pudor, conliveram-se quando
virara o Aecordio da Relacao, confirmando a de-
c.sao do juis, sobendo alias qae feita a nova apu -
rac>o e constituida a cantara definitivamente, ou-
tra ser a maioria, e annallada a eieieio do prc-
si tente, at porque para ella concorren snpposto
vereador, qao agora fijar fra, ontro oceupar o
Irgar c outras serio as eummissoes. De ver i am
ver qae tado quanto estavam fsendo seria en-
laja* e considerado aullo por partir de origem
nulla. Mas foram por diante at i hira esa que
ehegou o Aceor lio e o presidente offieiuu ao pr s -
dente da cmara passada, convidando^) com os
seos oompaoheiioa para virem dar execuoli ao
Avcordio. isto faaer a aparaeio. Promptamente
aco-Ji o
nenhum dos seus couipanh^iroo comparec
Houve tambera ama outra trica combinada.
Tcmaudo-se posse do cargo e consideran ic-n'
a exercicio do executivo, c aso se ao tivease
silo chamado smente para faaer a apnrael, o
Sr. Lope i d.sfes todas >s actos do preaid nte que
considerou intruso e reintegran todos os empra
gados qae baviam sido demi'.tido, suspensos ou
transferidos dd uns para oa tros lagares, e:n nu -
mere d*> quat rze, mandaod i qae toasem pagos o
ord .-nados de qae ficaram privados, dea rdeas
par* qae- se procedes J ao pagiomlo dos juro
das a plices e oificioa aos c. mpaobeiros da cama
ra passada, cenvidando-os uio a irem fater a
tractaotes, tendo sido como se nuuca tiveasa exis-
tido, visto a competencia de cada poder nos actos
de snas attribuicoes :
< Resulve, em obediencia ao art. 26 do regala-
ment n. 124, de 5 de Fverero de 1842, declarar,
provisoriamente, administrativo este objecto, man-
dando que, por copia, suba este acto com ss leis
proviociaes ra que se funda e todos os mais do-
cumentos que Ibes sao relativos, Secretara de
Estado dos Negocios da Justica, para ser sujeito
a deciaio definitiva.Pedro Vicente de Azcvedo.
Theairo Santa Iaabeit Acompanhia
Despichla de sarsuellas deu ante-hontem em se-
gunda recita a bellissima producoio dos Srs. Di-
Franco y Mazst, denominada Campanone.
Poucas sao as co npanhias que team aqn can-
tado essa opereta, sendo urna Jas mais ponderosas
razdt-s a falta de boas artistas, captaos da pole-
r;m cai.tar as principa.-a partea da alludida com-
posicio; e nio foi sera reeoo de qae a companhia
ddsfizesse a boa imprselo cansad i na primeira
recita, quo fomoi ouvir Camparme.
O libreto da op reta a descripoio das scenas
intimas dos bastidores, onde fielmente ae retratara
os amargores por que passam es autores, regentes
de orchestra e empresarios de corapauhias ly ri -
cas.
A msica, apeiar de ligeira, pwla aaa ou*em
afasia se coiapletasMute da masioa das operetas
francesas, e se para alguos perde por nio ter a
vivacidade da msica de Lecoc-k, ffeubacb e o>i-
tres. ganba em h >ruionia, deixaa lo aiiun m- Iteres
e mais duradoaras impresses em quem a houve.
Era nossa opiui>i, pois, a nrasica do Camponone
das mais agrada veis que ooobecemos ns genere
em qae escripia.
Passtndo ao daaempeiiho das partes, diremos
que a Sra. J. Pi a pasar de ter cantado eora toda
arg-auca e arle a sua Darte de Corilla, nio nos
urpreheud-u, pjr^uej na recita anterior bavia-
inos tido o agrada val prenuncio de qua era essa
senhora urna tiple capaz de eatar nio s a Ms-
enla, como eptretas de miior folego, sen lo quo na
noite de ant-'-hoatem, ti vemos os?a confirmacao
pela cirreoc) com qae foi cantada a parte de Co-
rilla, s udo digno de menoio os duetos, aa arias
e o concertante.
O maestro Campanoae tere no Sr. Garrido um
excellcute interprete, quer na parte cantante,
quer na dramatK-i, pxienio agora se formar juizo
mais seguro da su* voa de tenor -cnico e de ar-
tista caprichoso e coobecedar de sua arte.
O Sr. Manso, qua na primeira noite, teve urna
parte ingrata para am artista qne se apresenta
Sr. L>p*s, o presidaato convidado, mas um publico e-traaho, mas, qae axu-aar disso nio
desagradou, f) de urna telicidade sem nome na
parte de Alberto, no espectculo de que nos oc-
cujamas.
Os primeiros trechos caut%do3 no primeira acto,
excepto o dueto com a Sra. Pi, fizeram receiar aoa
que ..iihaoiam opereta, pauja torca no referido
mntirparh desempenhar-s* da aria do terceiro
acto ; felizmente, p>rem, o Sr. Mnnso teve oaqael
le trecbi m perieiio suoeesao, bem romo, muito
agradou asta no etnato do primeiro teto, no con-
certante do segundo e no trio do tere-iro acto.
Mas onde, neo itestaval nente, o Sr. Manso, mos
trou qae nm vslenta tenor f Atao trio alludido, em
que sua vox ostentou todo a sua pujanca, o seu
despecharen o expediente? ms ao espectadores, qae acordes se ergueram
aadm narie. e nova-neo te para asada I-o.
Poneos tenar*, aqui ainda mea>ao os de com-
paubia italianas, teem tido a felicidade do Sr
Manso em idnticas circumstancias.
Ao 8r. J. Ramos coube o desempenho do papel
de O. Paofilo ; e se oto conseguio ser como can-
tor e qae em de desejar, foi sera duvida am per-
fato artista cmico, e como tal proclamado pelos
applaasos qae receben e gargalhadas qne pro -
ana,
A 8ra. A. Sacaaellas nio nos parecen ter gran-
de oateatacio de voz, apelar do agradar no trio
do teroeiro acto ; pido que m -Ihor n-s pronuncia-
remos a sen respi-rto dspois de nova exhibicio era
outra partitura.
Oa croa eativeram regalares; e a orchestra,
gruesa ao hbil regente qne t.tm, esteve sem
f.lU.
*. li. V,Para a Livrara Corazzi, no 1 rg>
da matriz de Santo Antonio, n. 4, ebegon o pri-
meiro vo'aia"- do romanee P. L. M de Xavier de
Montepin, veraao portagaesa,edicio Ilustrada com
lindos obramos da casa David Corazzi, de Lsb i.
Esee romanee, qae fes furor em Paris quando
foi alli publicado o mesrao qae publicamos em
folhetins com o uome de Angela. E* dividido em
tres partes }ne se iutitulam:Afonnosn Angsla,
Kigolo e O Mos de Ernma Rosa.
Tribunal do aurr do Reeife Fnnc
cionou bontem esto tribunal ao ju'g unento dos
reos Viceoje Coimbra da Silva e Manoel Jos Dio-
nizi), qne torasn abearvido*.
Achavam se proamociadoe, aquella no art. 207
este no art. 201 do cod. erim Tendo sido de-
fensores do primeiro a Dr. Argemiro Arxa. e do
ultimo o Dr. Corte Real.
Brbaro aaaaaalaaato No dia 21 do
mez prximo fiado e no lugar Viracao do termo
da Gloria de Goyt, Manoel Jonqnim de San-
t'Anna foi- casa de Clandina Mara de Vascon-
cellos, e agarrando a traioo-'ramente, aperton Ihe
a garganta, e derrabando-a por trra sem senti-
dos, ateou fogo roupa da infeliz, qae doas das
depois fallcceu.
Nio dis a parte policial qual o movel do crim;.
O delinquente evadi -se, e a respectiva autori-
dade policial deligenca captural-o.
O inqoerito fui j remettido ao juiso compo-
ten ".e.
Acsressi e ferimenlonHontem por
volt de 5 horas da tarde, cinco individuo, ar-
mados de faca e ccete, dirigiram se ao sitio onde
reside o Sr. coronel Theotonio da Santa Crua 01'-
veira, no lagar Estancia, diatricto policial da Ora-
ca, e iavadindo o mesmo sitio e arrombando e qne-
brando as portas e vi iracas d is janellas da casa
de vivenda, aggrediram ao mesmo Sr. coronel
Oliveira, ferindo-o levemente, bem orno a um ho-
rnera de nome Silvino Ignacio de Mello, que em
defeza do aggredido se apresentara.
Transmittida a noticia do facto delictuoso 1'
estacao da guarda cvica, o commandante ge ral
interino dessa guarda seguio incontinente para
alli acorapanhada de ama forca, e para all Um
bem foram os Srs. Dro. chefe de polica e delega-
do de 1' diatricto, e subdelegado da Graca.
Qaando, porm, alli ebegaram essas autor da
des e a torca, ji os criminosos se haviam evadido.
A polica poz cerco aos mates visinbos do sitio
conseguiodo prender ura dos aggressores de nome
Joio Baptista do -'accameoto, preto, maior de 25
anoos de idade.
A' hora em qae esercremos (7 1(2 da noite)
ainda proseguem as diligencias para a captura
dos demaisdetinqnentes.
Tgnora-se p O Sr. Oliveira senbor de engenho da provin-
cia das Alagdas.
sTaenldade de ireltoConc'nio se bon-
tem a i fesa de theaes di Sr. bacharel Henrique
de Albuqnerque Milet, o qual foi approvado.
Dr. Oeoaocrsie CavaleaatePortele-
g'amma qne ti vemos do Par, sabemos que alli
embarco i hontem, por doente, o Dr. Deioocrito
(.'valuante de A'bu juerque, procurador fiscal da
Theso'irara de Fazenda de Be-lm o qual vem
procarar alivio oeste provincia, sua trra natal.
Traga-o Deus em pas e a salvamento.
Laraplo*listes induat.-iosos, corc de 1
hora da manhi de honie-n, foram casa commer
eial do Sr. Justo Teixeira t C, roa da Penha
n. 29, e, consegnindo abrir urna das portas com
chave falsa, alli penetraram.
S'-ndo percebidos por um caixeiro que estava
acordado no andar superior do predio, e que dea
igual de alarma, doas de'-'es pozeram-re em fuga
inmediata, e ontres dona tiavaram luta com os
donos, caixeiroe e criados do estabelecmento que
todo ocendiram ao arraazein.
Deesa tota resalto t subir f erido o criado de" nome
Miguel, piudo-ae depois em fuga os dous ousados
gatunos, que nio foram couh-ic los, nem p ideram
ser presos nio obstante terem sido perseguidos.
A polica da parochia de Santo Antonio tomou
conbsciB'*nto do facto.
Casa de Delenco -Hoje, no Thero iro
Provincial, ra i praca o toroecimento da alimen-
ticio aos presos pobres da Casa de Detencao, re-
ferente ao trimestre prximo vindoaro de Abril a
Junho, serviodo de basa a diaria de 4-' ris.
tumpaniiln de aarsuetlaa Essa com-
panhia canta boje, no tbeatro Sauta Isabel, a -ope-
reta bufia El Hermano Baltasar, de Estremera e
Ja balero.
Cao hjdrophoblcs Recebemos hontem
a seguintecommunicacio :
< No Arraal, lado da liaba terrea do Lmoeiro,
pparecen am eio damnado, que mordeu quaxi to-
dos os cies da aircumviainhanca.
< Pede-se providencias autoridade competente
para esse facto, do qual podem resultar tristes
consequenciaa.
Ciis Cario fiooaea Reune-se boje, s 7
horas da noite, era sessio ordinaria, o conselbo
administrativo do Club Carlos Gomes.
Tasbystrapfcoa Chegaram hontem da
corte, no paquete Cetra, o JSrs. Dr. Annibal
Faleio e Jos J. ointbo do Silva Natividade, qae
veem stenographar os trabilhos da Assembia
Provincial.
Arabo si habis tacbrgraphoa da Cmara des
Deputados.
S-'jaui b-m viudos.
Olreotorla daa obras de eossaerca-
co daa purlosBoletim meteorolgico do
lia 8 d Marco de 1887 :
Hora"
6
9
12
3
&
24*2
28'1
29 >4
23*-9
7'-6
Barmetro
0
758'37
7.W-93
15973
75&a30
75330
T.aaio
do vapor
18.89
19.40
13.28
19 03
19.07
a
a
a
1
3
85
67
63
64
70
Temperatura mxima30*,25.
Dita uaima24*,2K
Evaporacao em 2i horas ao sol : 6,ml i soin
bra: 3,8
Chuvanulla.
Direceio do vento : E, tsdd o daa.
Velooidade media do vento : 2,m08 p >t segundo.
Nebulosidade media: 0,67.
Cora urca de TImbaba Kscreve.-ns
d'alli ein 7 do corrate :
Desde o da 1 que cbove copiosamente; os
agricultores estio animadsimos ; j ba bastante
lavoura naauida, os nossos campos esmaltam-se
de fl ires e tndo tende a mudar-se, a melhorar de
coudioes com a ebegada do htnetico luverno, cu-
ja f -Ita ji era bastante sensivel.
< N"esse mesmo dia (1 do correle) em qae se
di visa va cm todos os semblantes grande coir.ee-
tamcato em coaseqoencia das chavas torreneiaes
que regaram o solo timbaubense, deuse a f^li
coincidenoa de ter vindo de Itamb para esta a-
marea o nvsso juis de direito Dr. L ureuco, tendo
fe to sna i-ntrada aqni aiompanbado cor mais de
cem eavaheiros.
Foi o Dr. Lourenco reoobdo ao som da musi
oa e ao ribotnbar dos foguetes que atioavam aos
ares e se oonfandi&mcom o estampido dos trovoes
ua nfhuiospbera : era pirtaoto duplo o prazer de
que ento uoe a:havamas p.ajui Jos.
< p i da posse do estylo, seguio o Dr. Lou-
rene > cem os seas amigos para a residencia do
Revd. rigario Angosto Cabral, e ah Ibes foi ser-
vido am "piparo jantar, em cuja oecasiio foram
levantad.s calorosos brindes ao illnslre Dr. juis
de lireto, o Dr. juix mu ipsl, ao Revi, viga-
rio August", ao Dr. promofor publico, ao Revd
e neg Tranquillino e a diveisos cavalb:iroe alli
prese ule s,
O Di: uourenco ergu.-u um bonito brinda c.-n
nome J.-s amig'is da Itarr-b aos de Timbaba, a o
qual ti tribuio o Dr. promotor, Pedro Pedrosa,
iigradeceudo em nome dos amigos de Tirnbadba e
juiz de direito
da comarca : ambos foram mnito appiaudidos.
A' noite teve lugar o casamento do teoente
Alraeida com ama senhora de qusm j tiqha fi-
Ihos.
O teneute Almeida, amigo particular Jo Dr.
L .arenco, dota io de sentimantoa nobres e genoro
eos. ba muito mantinha o deaejo de legitimar os
seos filhos casando se; e, approximxndo-se o tem-
po de realisar esse seu desid.ratum, guardn o
da da posse 0o seu especial amigo, Dr. Lourenco,
oara faaer urna resta duplasulemnisar o ae o re-
ligioso que a praticar e uo mee i/> t--mp > eongra-
tular-se com o Dr. L inrenco por sua eutra la pa-
ra a magistratura brasl-ira.
Foi assim que na noite dasa mismo dia io-
nios eora a msica casa dos noivos e os acompa-
nbmns at i matriz, ond, depois de celebrado o
casamento o fclici'ados pelos eirrnmstantee, lea o
Dr. Laurneo duas eartas de iberdade que na-
qaeile momeot passava a doas eet-ravos cus,
muito mocos anda e sem onus algara, solemni-
s indo d'est'arte o casamento do tenante Almeida
e abracan io-o pala feliz resolucio que tomou, re-
solucao que aeabava da por em pratica eora ap
plausos g'-raes.
Proronrperam ainda eutbuMastieos vivas ae
Dr. Lourenco e terroiaou-se finalmente essa agra-
da vel festa cora g ral satistaoao sem notar-se o
menor desgasto, n oa tirabaub-inrs aobaram regs
trar e memora re dia 1 de Margo de 1887 cora
um dos maiores dias de sna historia.
aanreasaRecebemos bou tem da corte :
2, do 2o anao, da Revista do Observatorio,
cora este summario :
Novo cometa.Longilude de Punta-Arenas.
Relacao entre os elemantoe climatolgicos e a
saude humana.Oecnltacdes eclipses.Pboto-
graphia de relmpagos.Aspecto do co durante
o mez de Marco. Diario meteorolgico do mea
de Janeiro de 1887. Resumo das obaervacoes
meteorolgicas feitas no Imperial Observatorio no
mez de Janeiro de 1887. Revista climatologira
do mez de Janeiro de 1887.Oberv8Coes simul-
taneas no Rio de Janeiro e em Santa Crnz s 9
horas e 7 minutos do Rio de Janeiro orante o
mes di Janeiro de 1887. Resumo das observa-
coea meteorolgicas feitas no observatorio de San-
ta Cruz no mez de Janeiro de 1887.Nst'cias va-
rias.
N. 2, do 7 anoo, da Unido Medica, com es-
ta summario :
Pediatra.De l'tologie de la elrose en pla-
ques ches les enfants, at aotamraent de i'influence
pathognique de l'hrdo-sjphiHs, par M. le Dr.
Moneorvo, pag. 49.
Clnica ginecolgica. De l'amputation bous-
vaginale du col ntrin, par M. le profeiseur L.
G. Ricbelot, pag. 63.
Clnica medica.Obseivacao de um annrjsraa
da crossa da aorta, notavel pelo tananho do tu-
mor, pelo Sr. Dr. Tiberio L. d'Almeida, pag. 78.
Da uremia, pelo 8r. professor E. Lanceieanx,
pag. 81.Dos inconvenientes do rgimen lcteo
no tratamento daa molestias do estomago, pelo Sr.
Dr. Debov, pag. 86.
Revista interaacioaal.Quinina artificial, pag.
90 Propriedades hemostticas da ortiga, pag. 9!..
- Do emprego da iodoreto de sodio pjla va hy-
podrmica, pag. 91.Eovenenamenlo pelo clora-
to de potassi, pag. 92.
Therapeutica e formulario.Plalas da capsi-
cum annnam contra as fendas hemorrboidaes, pag.
92. Tratamento das metmrhagias, pag. 93.San-
tonato da atropina, pag. 94. Pillas hemostti-
cas, pag. 91.
Boletim bbliographieo, psg. 94.
N 4, de 88 de Fevereiro, d'A Estac&o, re
vista de modas, com figulino e folha de moldes.
- Ns. 31, 3 I e 33, d'A Vida Moderna, folba
6' manara, Ilustrada.
Parca da lileznnoia e da Franca
Como continasm ainda torvos os horisootes po-
lticos da Europa, nio dexa d; ter ioteresse o
e tado comparativo de forcas de toio o genero
com que mutuamente se ameacam Franca e Alie-
manha.
Em primeiro lugar o exercito francs saperior
em numero ao allemio, apesar da maior populacao
do imperio.
Em tempo de gaerra a Allemanba pode apre-
seutar em linha de batalha 1.562:000 horneas, eora
contar a landsturn orgaaisada e alguna corpos es-
peciaes, qua no total formara urna f ore i addicional
de 513:0j0 homens.
Mas a Fr.nc-t, em igaaes cireamstancias, pode
apresentar em primeira liaba de combata.......
1.887:000 homens, sem contar cora os 795:700 ho-
mens de ex -rcito territorial.
Quer diaer : a Franca exceda a Allemanhs em
325:000 combatentes de exercito activo e prima-
ras reservas, e em 282:700 de reservas sedenta-
rias.
Esplica-s j esta saperioridade numrica pela di-
versa propircio em qao se armara OS habitantes
de um e outro pai z, porque, emqoanto na Al lema-
a ha, em tempo de pas, corresponde a Cada 100 ha-
bitantes 0,19 de soldado, cm Franca ba 1,40 sol-
dalos por cada luO habitantes. E como as reser-
vas estio baseadas no exercito permanente, expli-
ca-te fcilmente a dfferenca a favor da Franca.
A superioridade ainda maior cora respailo
raariaha. A Alhmanha conta 187 navios de todas
as classes, cora 30:700 marinheiros, emqu-nto que
a Franca tem pira servico de guerra 507 navio,
com 120:000 marinheiros.
Para sustentar estes exercros, saperiores aos
mais numerosos que a historia e mesmo a f a bula
enoraera, a Allemanba gasta 26,04 por ceoto dos
recursos do seu orcamento, emqaanto qne a Fran-
ci se impoe o enorme sacrificio de consagrar ao
exercito e marinha 40,46 por cento das suasdes-
pesas totaes.
Estas representara para a Allemanha 529 mi-
lli 's de francos ananaes, e pua a Franca 852
milher.
E, comtudo, note-se bem, nio da Franca qne
partero as provocac?s da guerra. A Allemanba,
pelo seu lado, diz tambera que nio ella.
E possivel de facto qua assim aeja, limitndo-
se Bismarck a fs zer urna uova experiencia nos pro-
cessos eleitoraes.
A bygiane Interna daa caaaa lila
miaaii pela las elctrica O Dr.
Sambac, pharraaceatico i m chefe da marinha
franceza e professor da escola de medicina naval
de Toulon, commuaicou ao Jornal de Pharmacia
e de Chimica de Paria algumas interessautes ob-
aervacoes sobre a hygiene das casas, qae sao illu-
m.iadas pela luz elctrica.
A illuminayao elctrica, at agora limitada aos
grandes estabelecimentes on s roas publicas, ten-
de a penetrar as casas particulares, grecas s
facilidades offerreidas principalmente pela lampa-
da de incandescencia, 'qne nio exigem geradores
de electrioidade tio potentes como a las pelo arco
voltaico.
Com efieito. as machinas dioamo-eleetrcos, de
grande preco, podem substitair-se (quando se
tracta apenas de am peqaeno nomero de lampa-
das, o que se d as casas particalares) ou por
meio de accumnladores, on cem pilhas da eor-
rente continua, c un n condicio ae ss escolherem
entre as maia enrgicas as qne menos daino
causem acs moradores, isto as qne nio emittam
vapores perigosos para a respiraeio.
O fdneciunament) das pilhas depende gera I-
mente da diisolucao do zioco por meio do acido
sulfrico diluido, dissolucio qne va acompaabada
da ama prodcelo correlativa de gas bydrogenio.
Qaando o sinco paro oa bem amalgamado,
essa prodoecio limitada d gaz inoffensiva, por-
que a despolarsacio tem por fim fazer entrar o
hydrogenio n'oma combiuacio, que se oppoa a
que elle ss espalhe na atmospbera.
Porm, se o zinco impuro, eomo succede mni-
to gerulmente, o amalgama nio o preserva por
muito tempo. a nao ser que se teaha o cuidado de
deitar mercurio no liquido excitador.
Para evitar os grandes inconvenientes que ne -
cessanamente resultara de se respirarem as cor
remes de gaz hrdrogeaio, que escapara accio
da despolarsacio, aconaelha-Mr. Sarabac qae se
lorncm as st-guintes preeancSes :
1.* C mdemnar o emprego do vidro para as pi-
lhas, e preferir os vasos de poreellana ou gres,
fasendo >- mistura do acido solfurto e da agua
com antecipacio e deixanlu-a esfriar antes da
iramers.-io lo zinco.
2* Empregar elementos com compartimentos
separa es, para aue o agento despolarisador nio
s; misture com o liquido excitador, p r forma que
a Cafo ultimo ae p -ssa Adicionar o mercurio, ba
nhando a base do zinco para conservar o amal-
gama.
3.* Exigir que o zinco seja de boa qualidade,
esteja bem amalgamado e, sobretndo, nio coate
nha arsnico.
4-* Vigiar a inatcha da pilha, e einquanto se
prodoza ama effeiv ee-iicia pcreeplivcl vista ou
ao ortvido, parar Bosn a operaci) e deemontar a
p'iln, por uso qai t.a nbem se gastiria am prc-
vi.-ito aigum para a iiumiaacio.
5. Precaujo muilo mais radical seria colbcar.
a pilba fora dos logare habitados, no jardn mi
pateo, cstabeleceodo em la! caso as cmnmunea-
C5es exm groasos fios de rabie bem sola ios.
Mas, se por i-ste m-io ea obed.-c-s s leis da ay-
gi'ie, i.Xo se deve suppor que seja rtinpna '"l o
emprego do zinco de boa qoaliaWa ; por^ < a n
zinco d > commercio gasta ae inulto depressa e d
urna ins defeitnoss, e, como m-c-ssano substi-
tu l-o com freqaencia, sabe caro.
6.' Como ha lampadas, cujo zinco se gasta em
menos de meu hra, apesar de se seguirem ria-
e as instrnec'-s do ouiutructor, uio ser domis
acorese-ntar qne s djv-m aoeitar-se as que pro-
ct d.m de eaeas, cuja repataoto esteja bem etta-
balecida, ou entio exp rioientar oa apparoUia de
coostr ictnr 4eseouhecido.
O Usa do natind -0 fim de mondo terres-
tre, proiuzir se ha, parece, no cabo de des mi-
Ibeps de aonoa ex utos.
E' esteo termo fizad > par Goilherms Tompsom
o eminente physico inglez, professor ua Duvrid-
dade de Glasgow, e b-m conhecido de toda.it
gente pelo papel importante que desempenhou na
collocacio do 1 cabo transatlntico O Ilustra-
do profesa ir, em orna sessio do Real Instituto de
Londres, perante nm numeroso auditorio de sa-
bios, demonstrou quaea os motivos que o iuduzian*.
a semelhante aaacrcio.
Altirma, cotijunctaineute cun Hrlmholtz, qne o
sol nma vasta espbera, que teude a resfriar-se.
^uer dizer. a contrabir-se por efieito da grvida
de actuando na saa roaasa medida que u resfria-
ment se opera, mas de tal taods que a umnera-
tura permanece sensivelmeute couatante. O ei-
lor solar, accrescenta Tompson, igual ao que se-
ria preciso para desenvolver ama forc de 476.0J0
milhdes de inilbes de cava los de vapor, pouco
mais ou menos 78,000 por metro qua ira-i super-
ficial da ohotospbera.
Tio grandes como nos parecem estes aleara-
moB, a thaoria dymnamca do calor u.ostra, que
basta ao sol nraa retraecio dr 35 metros por au-
no, para continuar a emittir no espaco a mesma
quantidade de calrico. N'estas condicoes o raic
da photospbera diminuira um centmetro em per
to de 2,005 anoos.
Necee8ariameute, ha de ebegar o m nenio em
que a temperatura abaxar. -..' sobre clculos
precisos, que sj deve fixar em dez milboas d-- an-
uos o termo, em que esta temperatura se tornar
insntlcente para conservar a vida no glooo ter-
restre.
Os mesmos dados apphcados ai pass&do, de-
monstrara que o sol nao pode ter tido at ao pre
sent, duracio saperior a vinta milho s de annos,
quer seja tomada da sna origem, quer seja o re-
sultado do brilho de um mundo preexistente on o
da coudensacio de nebulosas anteriormente dif-
fusas.
Os gelogos e oa naturalistas, t tendencia a admittir para a trra urna antiguida-
de muito mais remota. Mas o physico, estabele-
cendo a qaeatii em dados maia rigorosos, e tra-
tando-a como um problema de medanica pura,
nio pode attingir outras conelosoee, segando diz
o erudito professor de Glasgow.
Hoje:
Pelo agente Gusmao, s 10 1/2 horas, na roa
do Mrquez de Olinda n. 35, do estabeleermeate
ah sito.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, em frente ao
armazem do Sr. Jos Luiz de Souza, de dous bi-
fes com seus pertences.
Peo agente Britto, s 10 1/2 horas, na roa
Imperial n. 7, do estabelecmento ah sito
Amanha :
Pelo agente Gusm&o, s 11 horas, ra do
Mrquez de Olinda n. 19, de ara garrote, piano e
movis.
Sabbado :
Pelo agen'e Pestaa, k \l horas, no arinazero
da ra do Vigario n. 12, de predios.
Pcio agente Pinto, s 11 horas, na travessa
do Corpo Santo n. 23, de fazenlas, miudezas e
orna Brmacio.
lii fnebre. -S'-rio celebradas :
Boje :
A's 7 1/2 horas, na ordem 3* de S. Francisco,
por alma de D. Rita Clara P..-reir Pinheiro.
Ainaobi :
Sexta-feira :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, p>r alosa
de D. Mara Philomena Moreira Bastos; s 8 bo-
tas, no convento do Carmo, por alma de D. Ma-
ra do Carmo Rodrigues de Siqoeira.
- Segunda-fe'ra :
A's 9 horas, no convento de Santo Antonio de
Ipojuca, por alma de D. Mara Anna do Reg Ca-
valcante de Albuqnerque.
PaaaagelroaChegados do sal no veper
oacional Cear :
Carlos A. Silveira, padre Antera, Dr. Thomaz
Coelbo >'obrinho, Honorio P. Teixeira Coimbra,
Virginia do Nascimento, Amelia R)dhi, Jos
Graca, Alfredo do Valle Cabral, 1 preso e 2 pra-
vas de polica, desembargado!- Marcos Antonio R.
de Souza, Florentino P. dos Santos, Anbal Fal-
eio, Jo> Jacintho da Suva Nobrega, Artbur
Francisco Vieira, Dr. Manoel de Cerqneira, Luza
e 1 filha, Jio Baptista dos Santos.
Sabidos para os portos do sal no vapor Ja-
guaribe :
Alice Cmara, Anna Caroll, Romualdo Gal vio,
Dr. Sevuriano Leite.
Sabidos para os portos do norte no vapor
Ipqjuca :
Antonio do Vasconcellos, Benjamim Frauklin,
Pedrosa, Francisco Petrocelli, Vicente Dalia, Al-
fonso Saraiva Fellin e saa senbora, Alfredo \u~
fasto Per eir, Jos Este vio Pereira, Adolphe
ugeuo Soares e 1 filho, Joio C. Pinheiro, Anto-
nio Pinto Lapa.
Operacoe clrurglcaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 9 do corrate, as
segu ntes:
Pelo Dr. Estevio :
Ampuiaeio da mama direita reclamada por
cancro ulcerado da mesma.
Pelo Dr. Malaquias:
Poetbotemia pelo processo de Ricord, reclamada
por kisto ceroso do prepucio, prodosindo phimo-
sis.
Pelo Dr. Pontnal :
Extirpacio com toraio de polypo fibro-mueoso
da toca nasal.
Urethrotomia interna pelo processo de Maisou-
neuve indicada por estreitamento da urethrs.
Casta de BeleneoMovimento dos pre-
sos do da 8 de Marco :
Existain presos 356, entraram 5, aahiram 12.
Existem 34*.
A saber :
Nacionacs 321, mulhares 7, estrangeiros 13, es-
cravo sentenciados 6, ditos de correojao 2To -
tal 319.
Arrscoados 3-'7, sendo: bons 315, daeatea 12
Total 327.
Movimento da enfermara:
Teve alta :
Euzebio do Espirito Santo.
Lotera da rorieA 203* lotera da cor-
te, pelo nov plano, cujo premio grande de.....
30:000i000 .era extrahida no dia ..de Mar-
eo.
Os bilbetos acham-se venda na prava da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro deMarco.
Lotera para o fondo de emanci
paciA 7 parta desta lotera cujo premio
grande de 6:000*000 ser extrahida boje 10
de Marco, s 2 horas Ja tarde.
Os bilhetes acham-se venda aa Roda da For
tuna roa Larga do Rosario n. 36.
IHDICAgOES TEIS
Medico
0 Dr. Lobo Moscoto, de vola de sua
viagera ao Rio de Janeiro, conatia do
oxercicio de sua profissio. Coneltaas da
10 a 12 horas da manha. EspeciuM des
eperajSes, parto e moleatias de, a-abocas e
mpninoa. Rui da Glorio n. 39.
l)r. Brralo amjraiij d cotisartaa de
tneio-ia s 3 horas no 1. aooar da casa
a ra Baro da Vu;tona, n. 51. ieai-
dencia ra Seto de Seterobro n. 34, en-
trada pe-la ra da Saudade n. 2o.
O Dr. Castro. Jess tero o seu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jess a. &,
suDrado.
Dr. Gama Lobo mdico operador > pi
teiro, residencia raa do Hospicio n. 2'v.
Consultorio : ra Larga do Rosario o. i A
I

;
m

Y

.
i


i

i

-: .

d>


Diario de Per Bambuco---(|ui -feira 10 de Mar^o de lo
o
s


das il horas da maahS as 2 da
tarde. Cayitii iiiliin0" : molestias e opera-
cica sisa argos genito-urinarios do hornero
Dr. Jtstfaim Loureiro medico e parteiro
Coaaasltario na ra do Cabug n. 14, 1..
dar, 12 s 2 da tarde ; residencia no
O ieriwnf Virginio Marques, encarrega-
aa de aneatSst oivis, comraerciaes, orimi-
naea e rphanologicas e difeza porante o
jury a'esta e das comarcas prozimas. Es-
aripterie ra 1. de Marco 18. 1. andar.
RenJeaoiara do Hospicio ?. 83.
Drogara
Manoel da Silva i de todas as especialidades pharmk
tas, drogas, productos chimio
itos homoeopaticos, ra do Mar-
ae* d Olinda n 23.'
Drogara
Fari* Sobrinho & C-, droguistas por at-
t toada, roa do Mrquez de Oliada a. 41
errarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisca dos Santos Maoedo, caes
de Capaban be n. 23. N'este grande esta
belectoaeato, o primeiro da provincia neste
genere, oorapra-se e vndese madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de eoata alheia, assim como se preparara
obras do carapina por machinas e por pre-
90 sea competencia Pernambuco.
MILIC.eDES A PEDIDO
Erratas
Na artiga publicada do Diario de Pernambuco,
de 8 do correte mex, sob a epigraphe Magistra-
turm krasiUira -derara-se os seguintes rrros:
Na 3* columna, Imha 23, onde se lconsc-
qitaals -lea eecoosequentemente.
Nimou colamos, liaha 77, onde se liinpu-
nirellea-seimpossivel.
Ka Bnmi columna, liaba 86, ou le l-seacon-
tecer lea seaconteceeae.
O violto considerado como sango* dos ve-
lhos. Ella desperta as forcas, anima o espirito, e,
quando bam esolhido, restitue aos velhos as il-
lusoas dos aoott pastados. O que urna vordade
para o viobo de boa qaalidade anda maior ver-
dad* quinto aos principios naturaes desta precio-
sa bebida aeha se ligada ama substancia capas
de actuar sobre o estomago e todos os ergios, ta-
sendo com que, depois de entraquecidos pela dada
e pelas fadigaa da vida, recuperea toda a activ-
dade. SSo estes os effeitos, quo prodas o Vinho
de lacto-phosphato'de coi de Oasart. Desde que elle
admnistrado, o estomago digere os alimentos
com facilidade, as forcas reapparecem, ama nova
existencia parece recomecar. Estes effeitos sao
mais pronunciados as pessoas idosas habituadas
a beber Um ealix de Vinho de Dusart, no fim da
comida, produz resoltados maravilhosot.
nolic'a para os que
sollrem
Nao soffre mais centestaco oa bous resaltados
da electricidade, e p >r isto bem autorisados ex po-
mos a venda com a maior confianca os bem co-
nhecidos aunis elctricos especiaes para nevralgias
e enxaqaecss, oa quaes vendem-se a 4(1000 os dou-
rados e a 2000 os nickeladoa.
Tambem as prodigiosas medalbas elctricas que
teem feito grande revoluco no mundo civilisado.
E para as innocentes eriancas um indispensavel
colar elctrico para facilitar a dentico. Realmente
um martyrio para as carinbosaa mies quando
veem as pobres eriancas estorcerem-se na mais
homvel dr das convulcoea. Deve-se prevenir o
mal anres d'elle vir.
Vendem-se na casa de confianza de Pedro
(alans fe C.
63 RA DO DUQUE DE CaXIAS 63
A drogado
Pao (1 AIlio
ODr. Joe Maris de Alouquerque Lima, toaba
a nada dr de rasponder-me as duas cartas que Ibe
aasli asare negocios.
Ueote, 9 de Marco de i 887.
Jos Antonio de Albuquerque Pedrotsi.
A?.gfo e professor de linguas
Oaaeaaret Eduardo Alfredo de Oliveira tem
b:rt> o sea escriptorio de advogadj a ra 1* de
Mate* a. 4, onde tambem psie ser procurado para
leeeaaaar ingles, francez e allemao, pratica e
taaoricaatoate, nos collegios e casas de familia.
Tasabas* para a eommcdidade dos cstudantes
e eaaaregadoe do commercio, resolveu abrir nm
aaetarao das ditas lioguas. A tratar no
referido.
COMERCIO
atea coinmerckal
COTA9OEB OFFICIAES DA JUNTA DOS OOB-
BECTOBE8
Eeafe 9 de afores de 1887
Apoljoea da divida publica de 6 0(0 do valor de
HJOOJOJO ao preco de 9dGA ca la urna.
Lebas ayntate anas do banco de crdito xeal de
Pernambuco da 2a serie, do valor de
100 a 921000
j\a bora da bolsa
Vaadcram-ee :
1 aataiaei da divida oublica de 1:000|.
44 letras aypitbecarias.
O presidente,?
Antonio Leonardo Rodrigues,
secretario,
Eduardo Dubeux.
ilmrnio bancario
BSCIFE, 9 DE MABCO DE 1887
cnantivtraui no balcao a taxa de 22
Londres, conforme as tabellas que
timos :
De Lmim Bank :
Sobre LoasVcn, 90 d/v 22 1/4 e vista 22.
Sotare Farsa, 90 d/v 426 e i visU 431.
lioete Hasabargo. 90 d/v 529 e a vista 534.
Sobre Partagal, 90 d/v 240 u vista 242.
S Jare Italia, vista 431.
Sobre Mee-York, vista 2*270.
O bacharel Julio do Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocacia ra Primei-
ro de Marco n. 1 atinar, ondo pode
acr encontrado drs 10 horas da rnanhl s
3 da tarde.
ISSHa'DBSIISIA
Patricio Moreira
(Ex discpulo de Frederlco Mala)
Consulta e operaces das 9 boras da manhS as
4 da Urde.
57-RA DUQUE DECAXIAS-57
N. 2. A Emulsao de Scott nao urna
remedio novo, pois ha longos annos que
est se usando na Enropa, nos Estados
Unidos e muitos outros paizes e tem sena-
pre dado os melhores resultados na tsica,
as molestias do peito e da garganta e as
bronchites ebronicas.
Clialca medico-clrnrca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de aenhoras e
eriancas.
Residencia Ra da Imperutris n.{4, segunde
andar.
L ae aoa Jomara de Pelotas (5)
Ndkca hocts coaiacM Urna pesssa muito
conccituada, moradora em Bag (Rio Grande do
Sul), achou-se gravemente doente do peito.
Pe cbamado para a tratar o Ilustre Dr. Peo-
na, e mais tarde tambem o Ilustre Dr. Albano.
O doente eada ves fcava peior ; a molestia,
tambando do tratamente medico, segoia sea fu-
nesto corso.
Uina pessoa da familia, tendo confianca no
Peitoral de Cmbala- descoberta do Sr. Alva-
res de S. Soares, de Pelotas, lembrou ao medico a
sua applicacSo r
Este, porm, que talvez nao conhecesse por ex-
periencia propria os effeitos de to soberano reme-
dio, recuaou-se a receital-o, contiouando com ou-
tras applicacoes.
Vendo-se que o doente nada aproveitava e que
a morte era inevitavel, maadou-se, em seguida,
demprar um vidro do dito peitoral no eatabeleci-
mento do honrado commerciante desta cidade, Sr.
Domingos Dame, que sempre o tem legitimo a
rueda.
O doente princlpiou a tomar o novo remedio e
a me borar, e no fim de algam tempe acbava-se
completamente restabelecido.
Nunca hoave coragem de declarar ao Ilustre
mo lico, que a cura realizada foi devida nica-
mente ao popular remedioPeitoral de Cam-
bar, do Sr. Alvares de S. Soares.
Um Baqrentt.
Aos portnguezes
A satisfae&o com que hoje vivo pela saude re-
cuperada, fas com que venba imprensa agrade-
cer aos cos, de vir encontrar o verdadeiro e un
co remedio quo curou-me da terrivel enfermidade
que ia me consumindo ha mais de 20 annos, em
Portugal, onde fui tratado com esmero o sempre
doente; vim p ira c em procura da saude, que
recuperei tomando os verdadeiros pos anti-he-
inorrh>idaroi do pharmaceutico Luis Carlos, e
que se vendem na corte, na drogara de Silva Go-
mes 4 C. \_
A mmbu terrivel doenf* era toda hetnorrhoidas
e fszenio esta publicacao, guiando os doentes para
verdadeiro remeds, creio ter cumprido um dever
da gratidio a Deus pela miaba saude recuperada,
Santa Rosa, 28 de Janeiro de 1886.
Jos Lopes Esteves.
D.-psito: francisco Manoel da Silva & C
droguistas i. roa Mrquez de Olinda n. 23.
MMB.
Profwora de canto
Tendo resolvido fizar residencia nesta
cidade, propSjse a dar iicoes do cantona
em casas particulares, promettenio esfur-
car-se o mais possivel pelo aprovoitamento
de suas discipulas, podendo ser procrala
ra do Imperador n. 44, 3. andar
ttencao
O abaizo assignado avisa ao repeitavel
pubico, que nmguera est autorisado a pe-
dir nem receber esmollas para os actos do
do Apostolado da Orayao que se eelebram
naigreja do Recolhimento de Nossa Senho-
ra da Conceiclo em Oiioda, porque asfesti
vidades do mesmo Apostolado sZo feitas
custa dos adso:iados entre si ; do mesmo
modo, que nioguem est autorisado a pe-
dir aera receber esmollas para o Mez Ma-
riano que se celebra na dita igreja, porque
agora ser o Mez Mariano feito custa da
mesma associacao do Apostatado, e as pes-
soas que sahiram na eleigilo do anno pas-
eado, querendo dar suas esmollas para o
Mez Mariano entreguom pessoalmente ao
abaizo assignaio, ou enviem em carta fe-
chada pelo correio.
Olinla, 28 de Feverejro de 1887.
Conego Manoel Joao Gomes, director
locil do Apostolado da Oracao em Olinda.
Medico
Dr. Antonio Cavalcante Pina abiio o sju con-
soltorio medico-eirurgico na cidade de Nasareth,
ra do Payasnd n. 5, onde pode ser procurado
pira os mistcres de sua profisso.
Curso ttieorico e uratico Ab allemao
DO COLLEGIO
Dr. GoelUo Leie
Os
Da Bmgtitk Bmnk:
Soase Loadree, 90 d/v 22 1/4 e vista 22.
Sobre Paria, 90 d/v 426 e vista 431.
Soase Italia, visto 431.
Sotare Uaasbargo, 90 d/v WS A vista 534.
Sotare New-York, vista 2*5270.
Sbra Lseaoa e Porto, 90 d/v 240 e vista 242.
-obre aa arieeipaea cidades de fortugal, visto
247.
S tare lia* dos Acores, vista 250.
i Ilaa da Madeira, i viato 247.
d* de aaancar c algodo
SUSCiFE, 9 DE MABCO os 1887
Astucar
Has-asa regalares as entradas.
Oa arepas, pagos a> agricultor, continuara fir-
wca asa alganimos aeguintes :
Xa boa, por 15 kilos, de 24000 a 21100.
j. reeeler, por 15 kilos, do 2/100 s 21200.
3.a aaa, aar 15 kilos, de 21200, 24300 e 2*400.
a* eaaerior, por 15 kilos, de 21500 a 21600.
Unan Ilias pulverizado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
S,aa, por 15 kilos, de 1460 J a 14700.
Maacavado, por 15 kilos, a 14200 a 14300.
HMSa p 15 kilos, de 14100 a 14200.
sTnfsana. por lo kilos, de 840 a 14000.
* O sai i isa > u minimo dos piecos sao obtido9
evaforaae e sorti meato.
Algodao
do algodn de Pernambuco e boas pro-
m trra, foi de 64300 por 15 kilos.
de atrancar e algedae
MCZ DB MASCO
i de ferro de (Jun-
de ......
Estrada de ferro de Ca-
Katrada de Ierro de S.
P *
Ierro de Li-
1 8
1 7
1 i 8
1 i 9
1 7
1 7
18.599
2.200
3.057
3.012
13.289
2 139
42.296
II
1.148
2.266
32
2.440
1.009
1.389
8.284
!itaa de Taeeoaro dilacerada*
O recotaioaeuto de notas dlaceradaa~Cst tendo
ftke aa Thesouraria de Fasenda, as terc-.s e
aextaa-feiraa, das 10 s 12 horas da manh.
IteSIIssIyitj de nota do Taeaonre
EetSl de Mareo vindouro termina o praao mar-
ala pata recolhimento, sem descont, das nstas
de 24000 da 5a estampa, 104000 da 6> e 54000
da 7.
A substituico est sendo feito na Thesouraria
de Faaenda, nos das uteis, das 10 s 12 boras da
manb.
Patucho pnrluguex Fannj
Seguio houtem com destino ao Para, levando a
seruiute carga :
900/2 barricas com assucar branco.
900/4 ditos com dito dito.
84 pipas com agurdente.
50 barris de quinio com dita.
1,750 caixas com sabio.
Barca nacional tiai innuinua
Sabio houtem, com a segunte carga, para Pe-
lotas : /
400 sacc ia-com assucar bran.
1,350 bxrricss com dito dito.
lO ,'4 ditas com dit i dito.
12 barricas com dito masca vado.
40 pipas C'-m aguarden'e.
Vapor nacional ipojuca
Sahio bontem pura os purtos do norte, condu-
sindo a seguinte carga :
Pira Natal :
15 barricas com farinha.
Para Camossm :
10 barricas com assucar branco.
5 sacos com dito dito.
1 barrica com farinha.
ttedico. parteiro e operador
Residencia ra Bardo da Victoria 15, t andar
Consultorio ra Duque de Caxias.n. 59.
D consultos das 11 horas da manna As 2 di-
tarde.
Atiende para os chamados a qualqner hor>
telephone n 449.
Pauta da ..llaudeza *
SKM-SA DX 7 A 12 DB MABCO DB 1887
Alcool (litro) 218
Algodo (kilo) 343
Assucar refinado (kilo) 151
Dito braoco (kilo) - 131
Dito matcavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 14263
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafrcstolbo (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Careos de alrodo (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardift (to i ) 164000
Coaros seceos e pichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilc) 500
Ditos verdea (kilo) 275
Farinha de mandioca (litro) 050
Pumo restolh) (kilo) 400
Uenebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Mlbo (kilo) 040
Taboados de amarello (dusia) 1004000
lin portar o
Vapor francs Filie de Pernambuco, entrado do
Havre e Lisboa, em 8 do correte, e coesigiudo a
Aoguste Labilie ; Manisffstou.
Carga do Havre
Arenques 2 caixas a Paiva Valente & C.
Amostras 6 volumes a diversos.
Agua mineral 4 canas, a Roaquayrol Freres, 5
ilanoel A. liarboza Suctssor. 1') a Francisco
Manoel da Silva C.
Agulhaa 1 caxa a ordem.
a Batatos 50 1/2 caixas a Una & Qaeiroz, 150
Sulxer Kiufiman & C. 400 ao consignatario, 50
a Joao Moreira & C, 100 a Paiva Valente & C
100 gigos a Paulino do Oliveira Maa.
Chapeos 3 caizoea a Raphael Jias s C, 3 a
Adolpho FerrSo.
Cbampanha 10 caixas a Ramos it C 12 a Alhci-
ro Uliveira 4 C.
Chapas de metal 1 caiza a Medeiro C. 1 a
Oliveira Goocalvea & C.
Conservas 3 caizat ordem.
Confeicoea 1 caixo, a J. Basto.
Ccrveja 10 birria a ordem, 6 a C. Playm fc C,
20 caizas a H. Nuescb 6t C.
Cimento 400 barricas a Vicente F. de Albuquer-
que Nascimento.
Calcado 2 caixoes a T. de Carvalho & C, 1 a
A. D. Caroeiro Vianna, 5 a ordem, 1 a A. Ra-
pbael, 1 a Albino Crus 4 C, 3 a Ferreira Barbo-
za C, l a Joo Becerra & C.
Couros 1 caiza a A. D. Caroeiro Vianna, 1 a
Braga A S, 1 W. Halliday A C, 1 a H. Nn-
eacb &. C.
Cartas para jogar 2 caixas a Msaoel Joaqaia
Ribeiro & C
Chiydtoes 1 caiza a O. Laporte a C.
Colla forte 1 caiza a Medtiros & rj.
Drogas 9 volumes a A. M. Veras, 5 a Bartbs-
lomeu a C, 5 a Roaquayrol Freres, 4 a Faria So-
brinho A C, 3 a Martina Viegas C, 6 a Fran-
cisco Manoel da Silva A C.
Ful tro 1 caiza a Diogo A. dos Res A C.
Ftrrageos 2 volumes a W, Halliday, 4 a Re-
s & Santos, 2 a Miranda A Sonsa, 2 a O-oaes de
Mattos Irmaot, 6 ordem, 1 a B- D. Campos a C.
5 a A. R. de Sonsa & .. t a Ferrfira Gnims-
raes & C, 4 a Jos dot Sautos Oliveira, 4 a P-
rente Vianna A C-
Impressoa 1 caiza a Albeiro Oliveira & C.
Libhas 1 caiza a H. Noeseh k C.
Livros 1 caiza a Medeiros & C, 2 a1!?. Lapor-
te & C, 1 a Joao W. de Medeiros.
Looca de barro 1 caiza a Silva Fernandes & G.
Laminas de chumbo 2 caixas a Bartholemeu & C.
Licores 18 caizas a C. Pluym & C.
Manteiga 30 barris Amcriin & C, 175 e 330 ordem 20 e 30 a Jas
de Macedo, 30 e 40 ao eonsigoatario, 5 e 5 a Fra-
SR.>cba & C, 25 e 40 a Joao F. de Almeda,
.* e 5) a Paiva Valente & C, 10 caixas ordem,
12 a Sana* Batto Amorim & C, 50 a Silva Gui-
marie* & C 9 a Paiva Valente. ,k *
Merendonas diversas 2 volumes ordem, 7 a
Salazir & C, 1 a Muoel da Cuaba Lobo, 1 Gui-
narct IcmKf t C, 5 a Gomes de Mattos Ir-
uiios, 4 a Guimari-'a Cardoao, 3 a E. G. lasca,
1 a G. Laporte & C, 4 a R. de Drusiaa & C. 1 a
A. D. Lima & C, 1 a A. J. Maa t C, 4 a Gui
maraes Perman, a F Lauria A C, 1 a F.
Pctrocetli, 5b H. Nueacb C, 1 a J. A. M..Qui
maraes, 4 a Nunfs Fonseca & C, 2 a Olinft) Jar-
dim t C, 2 a Oliveira Bastos A C, 4 a 1-areote
Vianna A C.
Movea 1 caixo ao Dr. Joao F. da Silva, 3 a
Guimaraes & Pennan, 1 a Silva Feroaedes & C.
Objectos para chapeos de sol 1 caiza a Leite
Bastos & C.
Picas para machina 1 caiza a Companhia de
Fiacao o Tvcd >.
rVaWS 1 caiza a H. Naesch & C.
I\i colana 1 ca;x a Manoel Joaqara Pereira, 1
a Deodato Torres & C.
Perfumaras 1 caix* Sal izar & C, 1 a A. Ra-
phael, 2 Joao Bezerra 4 C
Papel 6 tardos a Manoel J- de Miranda, 1 eaxa
a F. Mauoel da 8lva C, 2 a Joio W. de Me
deiros.
Q-ladrot de metal 1 caiza a M -deiros & C.
Ditos de madeira 1 caiza a A. Dusasble, 1 a Me-
deiros & C, 1 a Pert-ira Caroeiro A C.
Queijos 20 csizas a Jos J. Alves St C, 21 a
P.iva Valente ee'C, 13 ordem, 11 a Domingos
F. da Silva A C, 10 a Joaquira D. Simdes & C, 21
a Carvalbo A C, 10 a Sonsa Bas'os Amorim 6t C,
12 a Rosa A Queiroz, i e 2 fardos a T. Chris-
tiansen.
Roopa 1 caiza a Antonio Correa de Vascon-
celos.
Teeidoe diversos 4 volomee a Bernet^A C, 9 a
Luis Antonio Sequeira, 8 a D. P. Wildat C, 8 a
Rodrigues Limis; C, 1 a Mendonca Primo, 12
ordem, 2 a Machado A Pereira, 1 a Couto San-
tos & C, 4 a A. Santos C, 4 a A. Lopea oe C,
1 a Francisco Gurgel do Amaral t C, 1 a A. de
Britto oa C.
Tintas 6 caixas a G. Laporte & C, 15 barricas
a F. M. M. da Silva t C.
Velas 5 eaizss a Ramos & C, 4 oddcm.
Vidros 1 eaiza a Mauoel Joaqum Pereira, 4
B. Daarte Campos A C, 8 a Bartholomeu A C, 1
a Francisco Manoel da Silva t C. Ditos para
espelho 1 eaiza a Silva Fernandes A C.
Aseite 60 caizas a Domingos Crus & C, 60 a
Fraucisco Ribeiro Pinto Guimaraes t C, 50 a
Sousa Bastos. Amorim & C, 30 a Baltor Irmitos
ot C, 5 Siqueira Ferraa & C, 4 botijas a Ta-
vares de Mello, Genra.
Alpiste 5 barricas a Siqueira Ferraa A C.
Bsgas 1 barrica a Ferreira Rodrigues A C.
Ceblas 50 caizas a Ferreira Rodrigues 4 C,
25 a Paiva, Valente 4 C, 30 a Quimarat A Va-
lente, 20 a Jos B. de Carvalbo.
Carne em conserva 1 caiza a Antonio Roncal-
ves de Asevedo.
Cevada 5 barricas a Siqueira Ferras A C.
Courinbos 2 saceos aos meamos.
Folhas de louro 2 saceos a Joaquim Felippe A
Aguiar.
Impressos 1 eaiza a Andr Santos.
Palitos 4 caixoes a Joaquim da Silva Car-
oeiro.
Pslha de milho 3 caizas a Joaquim Bernardo
dos Res t- C.
Rolbas 7 taceos a Joaquim Felippe de Aguiar.
Toucinbo 5 barricas e 5 meios ditos sos mea-
mos.
Trigo 1 barrica a Ferreira Rodrigues t C.
Sardinhas 50 barricas a Juo Moreira A C, 40
a Araujo Castro t C.
Cimento 1 caiza a Tavares de Moli, Genro
AC.
Viuha 36 pipas e 25/5 a Fernandes da Costo A
C. 5 e 20/5 e 10/10 a Silva Guimaraes t C, 25
pipas a Pereira Caroeiro A C, 13, 65/5 e 30/l0 a
Scusa Basto. Amorim A C, 20 e 20/5 a Francis-
co Ribsiro Pinto Guimaraes A C 14 e 10/5 a
Joaquim Felippe Se Aguiar. 30/5 a Joaquim da
8 Iva Caroeiro, 30/5 a Raaos A Santos, 30/5 a
Al :erto A Silva, 25/5 a Antonio de Oliveira Maia,
1/5 a Alezsndre P. de Aguur, 6/4 e 4/10 Mon-
des Lima t C, 1/5 a Ferreira Rodrigues A C,
15/5 e 12 caizas a Cunha IrmJos A C.
Vapor nacional Otara, entrado dos por tos do
sul no dia 9 do corrate e consignado so visconde
de ltsqui Jo Norte, msuileatou :
do Rio de Janeiro
Carga

Caf 614 saceos ordem, 361 a Joaqun Fer-
reira de Carvalho t C, 110 a Paiva Valente A
C, 1.0 a 8oares do Amaral IrraSoa, 60 a Costa fe
Medeiros, 60 a Pertira de Carvalbo A C, 56 a
Alberto Kodrgoes Branco, 61 a Jos Jotqoim
A'vm & C, loa Domingos Cruz A C.
O director dcste estabelecimento, avisa ao pu-
blico, que, para propagar o gosto pelo estudo das
linguat, abra um corso de allemao, onde oa alum-
nos podero apprender esta liugua tanto pratica
como theoricamente.
A referida cadeira regida pelo Dr. Eduardo
de Oliveira, que tendo residido quatro annos
e meio no mu conbecido collegio BU El DES
STEIN, na Sulata, acba-se perfeltamente habili-
tado, para bem desempenhar essa incumbencia.
Aquelles que quiserem se matricular no dito
curso, queram entender se com o director do col-
legio, ou com o Dr. Eduarlo Alfredo do Oliveira,
na ra 1 de Marco n. 4.
Joti Ferreira da Crus Vieira.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando maia de 12 anuo<
de escrupulosa observacilo, reabre consaltorio osa-
ta cidade, roa do Bom Jetas (antier da Crus
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
Ds dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
us deinais horas da noite s.-rt ene nitrado ni
sitio traveasa dot Beinedos u. 7, primeiro por-
teo i esquerda, alm > portao do Dr. Cosme.
Fumo 148 voiumes ordem, 5 a Sodi da
Motta A Filho
Ferragent 12 volumes a Miranda A Sousa, 1
ordem.
Livros 1 caizio a J. N. de Souza.
Masaas alimenticias 3 caixo.-a a Joiio Morena
& C.
Mercaduras 4 volumes ordem.
Panno de algodao 22 fardos a A. Lopes A C.,
11 ordem, 7 a Baltor Irmos A 0.
Saceos 3 fardos a L. A. Siqueira.
Sola 3 rulos ordem.
Xarque 590 fardos a Aiuoriui Irmos A C.
Vtnho 1 pipae 10 barris ordem.
Vinagre 1 barris ordem.
Carg* da Babia
Charutos 2 caixoes ordem, 3 a Almeda Ma-
chado & C-, 1 a Costa Lima A C.
Colla 5 sacos a A. Lo .es A C.
Fio.de algodao 20 sacos a Ferreira A Irmao,
20 Duarte A C.
r*anno de algodao 60 fardos a ordem, 51 a Ma-
chado A Pcrci.-a, 8 a A. S-&t..j A C, 5 a A. Lo-
pes t C, 5 a Joaqun Agoatinbo, 57 a Luis A.
Siqueira, 23 a Ferreira A Irmo, 50 a Carlos
Lsurengo Gomes, 7 a Rodrigues Liuia A C, 7 a
Bastos A Amorim, 5 a Crainer Fn y t C
Pellea 52 amarrados a Jos Cavalcante, 43
ordem.
X -.rqu-j 300 fardos a Maia A Rezeude.
Hxport.:<'o
BBUITB 8 DB MABCO DE 1887
Para o exterior
No vapor ingles Annandale, carregaram :
Para Liverpool, a P. de Lcmos 100,000 kilos
de earoc/os de alg-ido.
Na barca noruegaense Ogir, carregaram :
Para New-York, F. C-uco t Filho 60 saceos
com 45,000 kilos de assucar mascavado ; M. J.
da R cha 301 saceos com 22,500 kilos de assucar
mascavado ; J. S. Liyo A Filbo '3 J taceos com
24,750 kilos de assucar mascavado.
Na barca inglesa Dunstaffnage, carrega-
ram :
Para Boston, J. Pater A O. 675,000 kiloa de assucar mascavado.
No patacho ingles S. Joseph, carregaram :
Para Montevideo, Amorim Ir mos A C. 365
barricas ctm 35,4(52 ki'os d Bdsncar braoco.
Na barca portuguesa Hersilia, carregoa :
Para Liatua, D. A. Matbeus 295 couros salga-
dos com 2,655 kilos.
Para o interior
No vspar francs Ville de Pernambuco, car-
regaram :
Para Santos, Amorim Irmos A C. 400 saceos
com 24,000 kilos de assucar branco e 650 ditos
com 39,000 ditos de dito mascavado. *
No vapor ingles Starlight, carregaram :
Para Santos, Amorim Irmaot & C. 970 saceos
com 58,200 kilos de assucar branco e 1,980 ditos
com 118,800 ditos de dito mascavado; H. Borle
AC. 1,200 saceos com 72,000 kilos de assucar
branco.
Para o Rio de Janeiro, V. T. Coimbra 1,000
saceos com 60,000 kilos de assucar hnuwn e 1,600
ditos com 96,000 ditos de dito mascavado ; S. G.
Brito 163 saceos com 9,780 kilos de assucar mas-
cavado e 137 ditos com 8,220 ditos de dito branco;
Burle A C. 686 saceos com 41,160 kilos de assu-
car mascavado e 400 ditos eom 24,000 ditos de
dito branco.
No patacho portugus Fanny, carregaram :
Para o Par, Amorim Irmos t C 25 pipas
com. 12,000 litros de agurdente e 500 barricas
com 32,060 kilos de assucar branco.
Ns vapor nacional Ceard, carregaram :
Para o Para, Amorim Irmos & C. 200 barricas
com 16,439 kilos de assucar branco ; Eduardo
Barbosa 30J barricas com 20,130 kilos de assucar
branco.
Para Muios, Amorim Irmios A C. 40 barris
com 3,840 litros de agurdente.
No hiato nacional Deus te Guie, carregoa :
Para Mosto J. L. dos Res Ferreira 500
saceos com farinba de mandioca.
No vapor nacional Ipojuca, carregaram :
Para Sobral, P. Alves t C. 10 barricas cam
1,072 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Jaguaribe, carregoa :
Para Maeei, M. T. do Amaral 3 barris com
240 litn i de alcool.
Preparatorios
O abaizo assignado, sntigo profsssor do colle-
Kb Boa Jess o maa acreditado de Alagoas,
cioua netta cidade em casas de particulares ou
na sua residencia. Pode ser procurado na roa da
Concordia n. 73.
L. Lavenre W-
:
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Baithazar da Silveira
p.
j fora
I
Especialidadesfebres, molestias das
mocas, dot orgot respiratorios e das
enboras.
Presta-se a qualquer chamado para
da capital.
aviso
Todoa r*s chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, roa da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
*3^
alista
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Oculista
1
Dr. Barreto Sampaie, medico ocu
luto, ez-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio da t
8 horas da tarde, no 1.a andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sctc de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Mello Gomes
Medico cinirglo parteiro
Ra de Paulino Cmara Cantiga 'la Gamboa
do formo n. 36), onde p le ser pro-
curado qualquer bora do dia o da noite.
Consultas :10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Especialidades ;Febres, molestias de peito e
das seohoras, eyphilis n soffrimentos fla uretbra.
Acode a qualquer chamado para fra da ca-
ptol.
Tambem pode ser procurado, de meio dia s 3
horas, na Pharmacia do Povo, i ra do Rangel
n 34.
m
Patacho ingles Wilhelmjd) Joseph, Montevideo.
Patacho nacional Marinho VI, Rio Grande do Sul.
Patacho dinamarqus J. P. Larsen, Rio Graude
do Sul.
Palhabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre.
Viipjr ingles Sturgtlt, Santos.
Xavlo descara;
Brigue allemao I. G. Fichte, farello.
Barca hespaubola Francisca Villa, carvo.
Barca norueguense Uperansa, carvo de pedra.
Barca dinamarquesa Julias Skrie, varios ge-
ner- s.
Barca norueguense Airo, carvo.
Barca norueguense Noatun, carvo.
Escuna norueguense Reform, zarque.
Escuna inglesa Bella Rosa, bacalho.
Hiate nacional Joao Valle, algodaj.
Hlate bratileiro Deus te Guarde, sal.
Hiato nacioual Flor do Jardim, sal.
Lg-r norueguense Airona, carvo.
Lugar ingles May, carvo.
Lugar noruegueuse Ideal, varios gneros.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
1 gar ingles Nelly, bacalho.
Lugar ingles Minnia, carvo.
Lugar ingles Luttie R. Wce, bacalho.
Patacho ingles Buda, carvo.
Vapor ingles Annandale, varios gneros.
Vapor nacional trincipe do Grao Har, varios
gneros.
Dissaselro
O vapor nacional Jaguaribe, levou para :
Maeei 20:0004000
Aracaj 17:064*000
O vapor nacional Ipojuca, tambem levou para :
Natal 2O.-O00JOOO
Mossor 10:000*000
Itemliiuenlos pblicos
MU DB MABOO
Alfandega
178:828*434
29:960*772
Renda geral
D la8
dem de 9
Renda provincial
Del a 8
dem de 9
35.267*142
5:652*341
208:789/206
40:9191483
De la3
dem te 9
Del a 8
dem d 9
Oe 1 a 8
Ideo dt 9
tecebedoria
Consulado Provincial
249:708/689
23:7(6*525
6:253*473
29:9684938
17.0*241
850>060
Recife Drainage
Mavvloa A carga
B-trca iorueguensa Vega, Bltico.
Barca norueguense Oqtr, Estados-Unidos,
Barca inglesa Dunsloffuage, Estados Unidos.
Brigue allemao Bruno & Mane, Hall.
Escuna sueca Loreley, Rio Grande do Sul.
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool.
Lugar nae onal Logo, Rio Grande do Sul.
Lu; ir nacional Tigre, Rio Grande do Su!.
Patacho ioglcz S. Joseph, Santos.
Pataeho dinnmarquei Amir, MonttviJo.
Patacho ioglt-s Ptymouth, Santos.
Patacho dinamarqus Merour, Rio Grande
Sul.
do
17.970*301
10:398*694
2:137*036
12:635*730
te
O movimento deste Mercado no dia 9 de Mar-
co foi osegainto:
Entraram :
35 bois pesando 4,416 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 15 ditos de 1.* qaalidade, 10
de 2* dito e 10 ditos particulares.
583 kilos de peize a 20 ris 114660
80 cargas de farinha a 200 ris 16*000
18 ditos de tractos diversas a 300 rs. 5*400
15 Uboleiros a 200 ris 3*000
18 Sainos a 200 ris 3*600
Foram oceupados :
21 columnas a 600 ris 144400
24 compartimentos de farinha a
500 ris. 12*000
20 ditos ds comida a 500 ris 10*000
771/2 ditos de legumes a 400 ris 84*000
18 ditos de tumo a 700 ris 12*600
11 ditos de Iressuras a 600 ris 6*600
10 tornos a 2* 20*000
4 ditos a 1* 4*000
A Oliveira Castro A C.:
54 talhot a li 54*000
2 talhot a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 8
Foi arrecadado liquido at naje
Preces do dia :
205*260
1:599*680
1:804*940
Dr. Joao Paulo
1ED1CO
Especialista em partos, molestias de senheras
de enancas, com pratica as princpaes materni-
dades e bospitoes de Paria e de Vieana d'Austria,
fas todas as operacoea obsttricas e cirurgicas
concernentes as anas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baro da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas ds tarde.
Telephone n. 467. .
Dr.
MEDICO
Tem o seu escriptorio ra Duque de Cazias
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sus residencia ra da Santa
Crus n. 10.
Especialidadesmolestias de senhoras e crian-
cas.Tolephone o. 326.
EBITIES
Idilal n. 11
O administrador do Consulado Piovincial fas
publico a quem interessar posas, que, em cumpri-
mento da ordem constante da portara n. 590, ex-
pedida em 23 do correte p-lo Illm. Sr. inspector
do Th=souro, fica prorgalo t 15 de Marco pro-
zimo vindouro a arrecadacao, livre de multa, das
annuidadea e mais seivics da Recife Drainage
Company, relativos ao primeiro semestre do ezer-
ccio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
Fevereiro de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
Edital n. 21
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector faco publico
que no da 10 do correte ir praf a o forneci-
mento da alimentaco aos presos pobres da Casa
de Detenco, i dativo ao trimestre prozimo indo
de Abril a Junbo, de accorde com aa tabellas em
vigor, e servodo de base a diaria de 420 ris.
Secretaria co Tbescuro Provincial de Pernam-
buco, em 4 de Marco de 1887.
Servindo de secretario,
Lindolpho Compeli.
O Dr. Tbomaz Garces Paraohos Montenegro,
commeodador da Imperial Ordem da Rasa e
juis de dircito especial do commercio desta ci-
dade do Si)_ife capital da provincia de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Fas saber aos quo o presento edital virem ou
delle noticia tivi-rem que por parte de D. Arceli-
na Xavier Carueiro Campello, Ibe foi dirigida a
petico do theor aegniute :
Illm. e Exm Sr Dr. juiz de direito especial do
commercio.D. Arculina Xavier Carneiro Cam-
pello, redora de Francisco Tuomaz de Barros
Campello, Antonio Xtver Rodrigues Campello e
Joaquim Ttiomaz de Barros Campello aceitantes
da letra junte na importancia de 500* ; e porque
esteja a preBcrevcr dit* letra qu-r a suppante
protestar par* uterromper a prescripeo toman-
do-se por termo o seu protesto, qu<> ser intimado
por edtaes aos suppcados visto se achar m em
lugar incerto c nao sabido. Requer portento a
V. Exc. que se digno de marcar da e hora para
Carne verde 320 a 480 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 res idem.
Sainos de 500 a 640 roa idem.
ritrmha de 160 a 240 ris a cuia.
Milho de 24'J a 320 ris idm.
Feijo de 640 a 14000 idem.
Maiadonro Publico
Foram abatidas ut Matadouro da Cabanga 85
reses para o consumo do dia <0 de Marco.
Sendo: 63 reses pertencentes a Oliveira Castro,
4c C, eii a diversos.
Das 63 reses pertencentes aos Srs. Oliveira Cas-
tro A C, 1 foi para a caldeira.
Vaporea e taavloa esperado*
, VAPORES
Turnarda Europa a 12.
Paraaaguds sul a 12.
Mondegodo sul a 14.
Financedo sul a 15.
Plato de Liverpool a 16.
Montevideo-de Hamburgo a 17.
Parado sul a 17.
Rosariode Hambnrgo a 1T.
Alliancade New-Port-News a 18.
Girondedo sal a 21.
Netada Eurcpa a 24.
Espirito Santodo tul a 26.
Bahado norte a 27.
HAVIOS
Amandade Hambnrgo.
Apotbeker Dirsende Santos.
Aricade Cardiff.
Aldwathde Terra Nora.
Ameliado Rio Graude do Sal.
Albansde Cardiff.
Bernardas Godelewutdo Rio Grande do SuL
Cometode Porto Alegre.
asuedo Rio Grande do Sul.
ristiani Scrivcrde Cardiff.
Caledoniado Re de Janeiro.
Cameliade Terra Nova.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettodo Rio Grande do Sal.
Erutode Hamburgo.
lite-de Tena Nova.
Eugeniade Terra Nova.
Evorado Rio Grande do Sal.
Frnchny-do Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa.
Glitnerde Liverpool.
Hapnusdo Rio Grande do Sul.
Helenede Hamburgo.
Jelantbede Santos.
Joaquinado Poito.
Jos Genebrade Liverpool.
Lidadorde Rio de Janeiro.
Linda Parckdo Ro Grande do Sai.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio G'ande do Sal.
Meta Sophiade Hamburgo.
Mariettodo Rio Grande do Sal.
Metede Hamburgo.
Malpode Bruoswick.
Marydo Ro Grande do Sul.
Moas Roesdo Rio de Janeiro.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Amode Cardiff.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Progre8sode Ncw-Port.
Rota Hilldo Rio Grande do Sal.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Sophiade Santos.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
Movimento do porto
Navios entrados no dia 9
Santos e escalaJdias, vapor frauoea Ville
de Bahia, de 1,005 toneladas, coraman-
dante A. Delieus, equipagera 36, carga
varios gneros ; a Augusto Labille.
Rio de Janeiro e escala8 das, vapor
nacional Cear, de 1,999 toneladas,
oommandante Guilherma Pacheco, equi-
pag 60, carga varios gneros ; ao Vis-
, conde de Itaqui do Norte.
Navios saludos no mesmo dia
Havre e escala Vapor francez Ville de
Bahia, oommandante A. Dolieus, carga
varios gneros.
Bahia e escalaVapor nacional Jaguari-
be, commandante Antonio Mara Fer-
reira Baptista, carga varios gneros.
Camossim e escalaVapor nacional Ipo-
juca, commandante Francisco Alves da
Costa, carga varios gneros.
Pelotas Barca nacional Marianninha, ca-
pillo Francisco Dias Cesta, carga va-
rios gneros.
ParahybaVapor inglez Marinf, com-
mandante Jones Newill, carga varios
gneros-



p
?
:
I

i-
I
I
I
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3
II

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f
Diario de PernaiubucoQuiuta~feira 10 de Marpo de 1887
justificar a ausencia dos supp'icidos e feiu a ci-
laco s>j* entrego a supplicnnte a letra Junta fi
eanda copia. Pede a V. Ero. deferimentoE R.
Me. Recite, 5 de Marco de 1887,-Jos Lago.
Sellada legalmente.
E' o que se continba em dita petico na qual
Ha-se o despacho seguinte :
Como pede, designando o escrivo da. Reci-
te, 7 de Marco de 1887.Montenegro.
Em virtude do despacho fr* frita a disfribui-
co do theor seguate :
A Eruesto Silva..iveira.
E' o que se coutinha em dita diitnbuicao aqu
r piad, depois vu-se o terme d: protesta do
theor seguate :
Aos 8 de Marc de 1887, em meu cartorio, pe-
rarite mim e as t'St*inunhi infr* assiguadas
eoraprecu a aupplcante por seu procurador Jo-
s Ligo e p>r eat'i fj dit) que redutia a termo
o protesto couitautd d* oetico retro, qu* oflere-
ciacini pirco diste, c:u que assigna. Ej, Er-
iest' Machai> Freir Parei.-a da Silva. Jote
Ignacio Pereira d) Lago.Autioio Birboia Cor-
Uiro.Iun}cen:io Sarcia Chavea.
E inais seuo co.itinba em dit) termo de pro-
testo, depois va-so que tendo a justificante pro
duaido suas testemunbas, que deoozerara cuove-
nieotemeute acerca do allegado ua potico aqu
transcripta; o respectivo escrivao tsenlo sellar
e preparar os autos me os fcl-os conclusos que
uelles via-se a sentenc 'guite :
Vistos H por justifica la a ausencia em lugar
incerto dos justificad )S < m mi que el le sejam
intimad is pu-editaos como prazo de 30 dias do
protesto de tolhss par interrapelo da prescrip-
co do titulo de tolhas. Custss pxcaus. Recife,
8 de Marco de 1887. Too naz (i-irces Paranhos
Montenegro.
E m lis senao cout'nha em dita se menea aqui
bem copiada. Envista da mjsini o-respectivo
3crivil) f -z plisar o presente e-li'al pelo qual e
seu th : >r cu uno, cito > hei por in'iinadps os jus-
tificad >s ausentes para que co-npirccm ante este
juixo dentro do praso de 3) dias, allegan lo e pro
vyndo tu Jo quinto f. a bs.n de seu dimito e j'JS-
lie*.
E para que chegne ao eonhecimento d<< todos
inandei passaro presente editalqui ser publica-
do pela impreosa e affix ilos nos lugares do eos
turne.
Dado e p ssado nesta cidade do Recife capital
da provincia de Pernambuco aos 8 dias do mez
de .Marc> de 1887.Subscrevo e assigm -Ernes-
to Machado Preire Peieira da Silva.
Thomaz Oarcez Paranhoi Montenegro.
Juizo dos feilos da fazenda
EscricSo Cintra
No dia 18 do corrente depcis da audiencia pu-
blica do Sr. Dr. juiz substituto da tazenda se ba
de arrematar a quem in-iia der.
Urna inobilia completa envrrnissda de pretu
cora 12 cdeiras de guarnicilo, 2 cngolos cora pe
dra, 1 sola, 2 cadeiras de braco existentes no
predio n. 20 ra das TriDcheiras, avaliada coi
lOOOO, penhorada para pagamento do que deve
a fazenda provincial o Dr. Balihssar da Silveira.
A cusa tema n. 81 ra de Ilortas, com 4 me-
tros de largura e 12 metros e 40 cent i metros de
fnnd<>, perta e janelia de trente, 2 salas, 2 quartos,
cos'nha fra, quintal com cacimba ineiira, avalia-
da em 800jlOUO para pagamento do que deve a
mesan fuz Boa-Vista
A casa terrea n. 3 a ra de Payssand, cora 9
metros c 84 ceutimefros de vao e 19 aetros e 96
centmetros de fundo, com 3 jane' las de freate, 2
portas no oito, 2 salas, 4 quartos, 1 saleta para
emgommsdo, eosinha 1 qusrt > interno, quiutal
grande todo murado, p rta > de madeira, jardim so
lado e algumas arveres de fructo, avaliada em
3:0004000, cujo predio penhorado para paga-
mento do que deve a mesma fazenda Maria Can-
dida de Oliveira.
Afogados
Os alngueis do predio a Estrada do Gcqui a
Jsboatio (Barro), avaliada em 8J000 mensaes para
paganaent i do que deve a mesma fazenda, Ignacio
Este ves Mm-ira da Coste.
A casa terrea u. 45 ra de Motocoiomb, de
taipa e tijullo, com 3 metros e 13 centmetros de
vio, 4 metros e 10 centmetros de fundo, com 2 sa
las, 2 quart s, porta e jsnella de frente, quintal
murado, cuja casa se acha bastante estragada e
avaliada em 50#U00, penhorado contra Jos da
Silva Santos.
Varzea
A casa terrea n. 4 Brum Varzea), eom 18 me-
tros e 40 centimetros.de frente, 12 metros e 93 cen-
tmetros de fundo, 3 portas, 4 jauella* de frente,
4 salas, eosinha interna, quiutal grande todo mu-
rado com porfi e gradeaoient* de ferro na frente,
e Jardim, avaliada em 6:000/2000, para pagamento
do que deve a mesma fazenda, Joo Pereira dos
Santos Farufa.
Mea
Os alugueis do predio n. 3, ra do Rio, ava-
>iads em lOOOO mensaes, para psgamento do qne
deve a mesma-fazenda, Jos Jacome Tasso.
S. Jos
Urna armacao de madeira de louro eom todos os
seus porteuces, avaliada em 150X'XJ0, cuja arma-
co existe no estabelecimento n. 37 rna da Pal-
ma, penhorada para pagamento do que deve a mes-
ma fazenda, Ji aquiui Coelho Netto.
Recite, 9 de Marco de 1887.
O solicitador da fazenda,
Luna Freir.
Alfandega dePcrnam-
buco
De ordem do Ilim. Sr. Dr. inspector, se fax
tiente a todos os 8rs. caixeiros-despacbantes
Jue, em face do art. 169 da consolidacao das leis
as alfacdegas e mesas de rendas, devem, no pra-
so mprorogavel de 15 d ae, a contar da data do
presente edita!, se apresentarem u'esta seccao,
aflm de renovarem suas flaneas, sob pena de su-
jeitarein-ae ao que dispe o art. 163 da citada
consolidacao.
3 seccao, 9 de marco de 1887.
Ochefe,
____________________Cicero B. de Mello.
Editaln.20
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faca pub
o qne no dia 11 do corrente, pelas 11 horas do
dia, ir de novo & praca peraute conselho de
eempras do corpo de polica, conforme ordenou o
Exm. cr. presidente da provincia em officio de 28
de Fevereiro ultimo, o fornecimento do tardamento
mannfacturado daquelle corpo, constante das pe-
cas segnintes : 850 bonete de panno asul, 1,700
blusas de brim pardo e 3,400 calcas do mesmo
panno, 800 calcas de panno azul e igual muero
de blusas do mesmo teci 1>.
Outrosim, os concurrentes deverao fazer as suas
prepostas, que serio entregara ao conseibo, acoro
panhadas das amostras que devero conter o 20a
da largura e abranger o da fazenda : e bem sssim
apresentar nm expropiar da peca manufacturada
para amostra da mi de obra.
0 foruetimente do mesmo tardamente deveri
ser realisado nos pra sos de 30, 60 e 90 dias, nos
termos do citado officio da presidencia.
Secretaria do Tbesouro Provincial de Pernam-
bnco, 3 de Mareo de 1387.
Servindo de secretario,
Lindo'pho Campello.
Re cebedria de Pernambuco
Matricula de esiravos
O ada inistradur da recebeJoiia faz publico que
finda-se no dia 80 do corrente in't o praso para
a nova matricula e i rrolamento dos escravos exis-
tentes neste municipio, derendo os donos e pos-
suidores dos mesmos apresentarem at aquello
dia as relacoes em duplicata contendo e nome do
escravo, naciooalidade, sexo, filiacio. oceupacio
oa ser vico em que fr empregado, ida de e valor,
alm do nmero da ordem da matricula anterior,
sendo o valor dado por extenso pelo senbor do es
cravo ou sea legitimo representante, nao exceden-
do o mximo regalada pela ijade do matriculando,
que ser tambera escripia por extenso conformo a
seguinte tabella :
Escravos meiiores de 30 annos 9C0J000
de 30 a 40 > 803*000
. de 40 a 50 600*000
do 00 a 55 400*000
de 55 a 60 200*000
O valor das escravas ser regulado pela mesma
tabe'la com o abatimento de 25 /, dos precos
nella eetabelecidos.
A iuscrirclo rara a nova matricula sera f.ita
a vista das lelaces, que servirio de base a ma-
tricula especial oa de averbacio effectuada de
conform dide eom a lei de 28 de Setembro de
1871, ou de certido da mesma macricula, ou a
vista io titulo de dominio quando contiver a ma-
tricula do escravo.
Nao serio dalos a matricula os escravos mino-
res de 6J annos, serio poim inscriptos em arro-
lamento especial.
Serio considralos libertos os escravos, que no
praso marcado nio tiverem sido dados a nova ma-
tricula.
Pela iuscripcio ou arr-lamento de cada escra-
vo p.agar-ae-ui 1 de emolumentos, cujaimpr-
tanci- ser destiuada aO fuudo de e i.uncip -Cao
depois do satisfeitaa as despesas da matncu'a.
Uecebedoria, 2 do Marco do 1887.
Alexandre de Souza fereira do Carino.
Banco de crdito real de Pernam-
buco
Em cumprimento dos gg 9 e 12 do art. 83 dos
estatutos e das disposices da lei n. 3,150 de 4 de
Novembro de 1882, convocamos os Srs. accionistas
a reuuir-se em assembla geral ordioaria, no dia
15 de Marco prximo viudouro, to meio da, f m
urna dan salas da A-sociacao Commercial Bene-
ficente, afim de lhea ser presente o relatorio das
operacS.-s do anuo bancario finio em 31 deDezem-
bro de 1886, acompanbado do paree-r da commis
sio fiscal e proceder se eleifio desla e bem as-
sim do presidente, vice-presidente, 1' e 2' secre-
tarios da assembla geral.
Recife, 28 do Fevereiro de 1887.
Os administradores,
Msnoel Joio de Ainorim.
Jas da Silva Loyo Jnior.
Luiz Doprat
uih Gasa ob lis'iicoiaii lo
IRMADADE
BSJ
X. S. da Luz
De ordem do irmio juis e de accordo com o art.
27 g lt convido aos irmos provectos a compa-
reeerem em nosso consistorio no domingo 13 ao
corrente, ao meio da, para em reuniio de mesa
provecta, deliberarmos sob assuroptos de ioteresse.
Secretaria da irmaodade de N. S. da Luz, 9 de
Marco do 1887.O secretario,
^^^^ Antonio Ignacio Brandao Jnior.
DECLARACES
Gremio dos professo-
res primarios
Teado assamido a direccio do Gremio dos Pro-
essores Primarios em virtude do disposto no art
59 de seas estatutos, convido a todos os associa
dea para se rtunirem em assembla geral no dia
10 do corrente ao meio dia, na sede da mesma
associac afim de se proceder a eleicio do novo
conselho que dever dirigir a mesma aociedade no
correte anuo. Recife, 1 de Marco de 1887.
Vicente de Mora s Mello.
Lotera de 4000 contos
agrande lotera de i-JvO coutos, em 8 aorteioa,
fies transferida oara o dia 14 de Maio vindooro,
iatpreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Tnesouraria das Loteras para o fondo de
eaiaocipacio e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Desembro de 1886. ,
O thesoureiro,
Francisco Qoocalvea Taire*.
Repartido das Obras Militares
De ordem do Illm. Sr. capitio de eogenbeiros
Dr. Gregorio Thaomaturgo de Axevedo, encarro-
ado das obras militares desta provincia, fugo pu-
blico que no dia 14 de Marco vindoure, s 10 ho-
ras da mauhi na Reparticio das Obras Militares,
no Palacio do Governo, se receber propostas em
cartas fechadas dos negociantes cu firmas cora-
merciaes desta pnica, que quzerem contractar no
coi rente auno o fornecimento s obras militares
dos materiaes constantes da relacao existente na
repartici", disposieio dos pretendentes, para
ser examiu da nos das uteis, durante o expe-
diente.
Reparticio das Obras Militares em Pernambuco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
uha, 2 cad-'te 2 sargento amanueuse.
Conip;iitiia pe nambucana
DE
.\-iTCgaeo costera por vapor
Pelo presente sio convidados oa ssnhorcs accio-
nistas a rtunirem se r.a sede da companhis, no
dia 2 j do carreute, ao meio dia, afim de Ibes sei-
apresentado o relatorio e bataneo do unno fiado, e
elegerem a commissii de exame de editas e con-
selho de direccio.
Rscite, 5 de Marco de 18o7.
Mnnoel Joio de Amorim.
P.P.Saunders Brothers i C.
Arthur B. Dallas.
____________W. W. Rob.lliard.___________
Club Concordia
' Fanftes Preiskegeln
Donnerttag den 10 Marx
Abends 8 uhr.
Das drectorium.
Compansaia anta lite reza em
presarla do abasteciiuento
ti asna e de luz eidade de
OUnda.
Asiembla geral
De ordem do Sr. presidente da assembla geral
e por nao tero Sr. secretario eleitoacceito o cargo,
convoco a assembla geral dos Srs. accionistas
para o dia 24 do correte, afim de ser lido o jul-
gado o i eU torio e o parecer fiscal e apreciadas as
contas do anuo fiudo, e submettda a cousideracio
dos Srs. accionistas urna mocio do Sr. presidente
da directora.
A sessn ser aborta uo meio dia n'um dos sa-
ldes do edificio da Aasociscdo Commercial, para
csse Sin delicadamente cedido.
Recife, 9 de Maro > de 1887.
O gerente,
A. Pereira Simoti.
COMPAMIl M MEZA
Abastecedora (Tagua e
gaz em Olinda
AVISO
Aos Srs. consum-
midores de agua e gaz
da com f>arihia, queem
seus pagamentos se a-
cham em atrazoa lem-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
provado pelo governo
a 11 de Agosto de
1873, e que se acha
^opiado no verso das
Por esta secretaria sio chamados os parantes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do correte apreseutal-as no collegio
das orphis, afim de seren ahi admittidas, visto
seren as primeiras inscriptas no respectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Augusto Manta.
2 Illuminats, filba de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
3 Lanrinda, filba de Sincletica Lius de Vas-
concellos Araujo.
4 Mara, filba la mesma.
5 Adeluide, filha de Mara Jos da Conceiciu.
G Mana, filha de Mara Jos da Eucarnacio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrvio,
Pedr Rodrigue* de Soma.
THEATRO
DE
EMPREZ4 ARTSTICA
OMPANHIA DE ZARZUELLftS
HESPANHOLA
Director de sceua
D. Valentn Garrido
MacBtro-d rector
D. Antonio M Vallo
Oiiiiilii-li'ira. 10 do crrenle
SCGESSO GARANTIDO
3.* Recita
PROGRAMMA
Subir scena a mu popular e applaadida ope-
reta cmico-bufia em 3 actos, criginal dos cele-
bras Eslremcra e tnbsllero, denominada:
IIERMWO B4LT4ZAR
OooipaM Jp SBgnros Filltt,
de Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
eguroa mariilmoa tertaaltas
Nestes ultimo a nica co-npinhia aeata praca
que concede aos Srs. scguradts isepfiode paga
ment de premio em cada attimo anao, o qae
equivale ao descont de cerca, da 15 por eeato
avor dos segurados.
_ COMPAMA DE SEGEOS
COXTIIA FOGO
Sorlh British k Mercantile
CAPITAL
tiooo.oo de libras sterllaaa
A GEN 1 ES
Adomson Howie & C.
ta don and Brasilian Ba
iJntlted
Ra do Commerc9 a. 32
Sacca por todos os vapores sabr as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n 75 No
Porto, ra dos Inglezea.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Per-
COMPAXHf A PRMUltA XA
DE
ffavegaco Costelra por Vapor
Fernando de Voronha
O vapor Giqui
Comandante Lobo
Segu no dia 10 de
Marco, pelas 14 llo-
ras da manhi.
Recebe cargaaat o
'dia 9.
Passagb.is at as 10 hars da manbi do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
raes da Cempaahla Pernsashu
cana n. 1*
HaiM-SiotarUsciie
Dampschintahrls-Gesellschat
O vapor Paranagu
' esperado dos por-
tes d j sul at o dia 12
de Marco e aagair de -
pois da demora neces-
aria para
Lisboa e liaiuhurgo
Para carga, pasagens, encommeudas, dinhoi-
ro e frete tracta-ae com os
CONSIGNATARIOS
O vapor Rosario
Leilo
De dous botes grandes, sendo um maior
com 4 remos, 1 vela a i mastro, e uta
menor com 4 remos, salvados da barca
iogleza Maggie Motre, incendiada em
hIo mar.
Quinta lera, i o do corrate
A's il Loras
Junto a guarda-mona da Alfandega, em frente
ao armaaem alfandegado do Sr. Jos Laiz de
Soasa.
0. L. Smitb, crpitio da barca inglesa Maggie
Mocre incendiada na sui ultima viagem em alto
mar, levar a lei lio os botes cima mencionados
salvados da mesma barca e exis'entes na guarda
mora da Alfandega, precedida a respectiva licenca
do Sr. Dr inspector da Alfandega, em presenca do
empregado da misma reparticio para o fim no-
meado e por intervencio do agente Pinto.
Leilo
Dd armacao cuvernizads, dita ingltza. mercado-
riaa, 1 importante cofre ingles do fabricante
Mners, secretara, carteiras, bancos, rilbos
de ferro, deposito para aga, fiteiros, prensa
para copiar, caizoes, mesa grande parafasen-
das e muitos outros objectos existentes na loja
do fasenda sita ra do Marques de Olinda n.
35.
Quinta-feira 10 do corrente
s 10 12 horas
Por intervencio do agente
Gusmo
Leilo
Companhia Pbenli
nambiicaaa
Ruado Commercio n.
8
coritas entregrues.
c O pagamento da
importancia da aguaou
gaz fornecido em cada
mez, se far naprimei-
meira quinzena do mez
seguinte e na sita falta
\poder a Companhia
interromper o respectivo
snpprimento.
Escriptorio do ge-
rente, Olinda 3 de
Marco de 1887
A. Pereira Simes.
"Coroio gwti
Malat a expedir-te hoje
Pelo vapor nacional Cear, esta, adaainistracio
expede malas para oa portos di norte, recebendo
impreasos e objectos a registrar at 2 horas da
tarde, cartas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2 com
porte duplo.
Administracio dos correios de Pernambu O, 10
de Marco de 1887. O administrador,
AfjOMQ d* Reg Barre*.
PERSONAGENS
D.Juan................. Srs. Pl.
Ignos................... 8ra. Sacanelles (M.)
Angustias-----........... 8ra. Sacanelles (A )
El corregidor............ Sr. Doran.
D. Braulio........... ... Sr. Ramos.
El Hermano Baltasar..... Sr. Manso.
El admnistrador del setni
nario................ Sr. Ramrez.
Um notario.............. Sr. Raz.
Um capitio.............. Sr. Snchez.
Um alquac............. Sr. Edua'do.
Um seminarista.......... Sra. Raa.
Outro idea.............. Sra. Estrella
Seminarista com becca.... Coro de senhoras.
Alguacila, homeos e mugeres del pueblo, ma-
damas, lechuguinos e coro general.
Sceua reinado de Carlos IV.
Os blhetes vendem se no tbeatro.
X'n 8 horas.
tV(stllavera trens para Apipucos e Olinda,
e bonds para todas ac liabas.
Sabbado, do corrente
4.a Recita
Grandioso espectculo
de gargalhadas
Subir scena a divertida e original zarsuella
cmica em 2 actos, letra do Sr. Olmio'e msica do
distincto maestro OsadrId. denominada :
EL
Postilln d$ la Rio ja
PERSONAGENS
La barcueza del Olmo, vie- *
ja e joven............. Sra. Pi.
Baptista, criado de........ Sr. Garrido.
D. Flix................. Sr. Manso.
El conde del Arco........ Sr. Ramrez.
El marques de Al varo,surdo Sr. Duran.
D. Rufo, maiordomo...... Sr. Rsmos.
Juana, posadera.......... 8ra. Sacanelles (A )
Un teniente.............. Sr. Ruis.
Un p adero surdo....... Sr. Jordn.
Un lacayo............... Sr. Monleon.
Ua aldeano.............. Sr. Gil.
Un notario............... Sr. Sanche.
Aldiis, aldedes, soldados, criados e oro geral.
cena no rcao de Fellppc V
Em seguida represtntar-so-ha a festiva e or-ig
narilissima fantochada lyrico-dramticamacar-
rnicaburla em 1 acto e 2 quadros, msica dos
mtaveis maestres Bellini, Meytrbeer, Qounod, e
arranjada pelo Sr. Mangiagxlli, infi'.alada :
X Gomicei Tronaly
Personagens
Antonias. .............. Sra. Fiaini
Rafael.................. Sr. Mansoini
Salvntore............... Sr. Garrido.
Bonifacio................ Sr. Duranini
El alcaide .............,. Sr. Ramos.
Silvestre................ Sr. Jordn.
PRECOS
Camarotes de Ia ordem 12000
dem de 2> 12*000
dem de 3* 8*000
dem de 4* 6*000
Galeras 8*000
Cadeiras de i* ordem 3*000
dem de 2 2*000
Plataa 1*000
Paraso *5C0
*' S borsi.
Haveri trens pa-a Apipucos e Olinda, e bonds
para todas aa linhas.
Domirgo, 16 de Marfo
Grandioso espectculo
Brevemente : As grandiosas zar-
zaellas Barberillo le Lavapies, Tempes-
tada o Duas Princesas.
COMPANHIA SEOUROS
NORTHERN
de tLOndrea e Aberdeesa
Foslcaennaiirelra (Deiembro 18SS)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accumulados 5.134,34d
Beceila aniumi i
Da premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John H- lioxwell
ni;* cohmebdocio .>". se i* vyihh
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em lsss
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At SI de dezembro de 18 84
Haramos..... .,110:000^000
Terrestres,- 510:0001000
"" 44Ra do Commercio -
Espera-se de HAMBUROO,
por LISBOA, at o dia 17 do
corrente, segnindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e din-
he i ro a frete tracta-secom os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
* andar
KOVAL HAIL STEAH PACKEf
COIPASV
0 paquete Tamar
E' esperado da Europa no di a
12 do corrente, seguinde
depois da demora necessa
apara
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
0 paquete Mondego
esperado
do sul no dia 14 de
corrente seguinlc
depois da demora
necessaria para
9. Vicente, Lisboa, vigo e 8ou
thampton
ReducgSo de passaqens
Ida Ida e volta
A Southampton 1* elasee 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracia-se u o
CONSIGNATARIOS
Adainson Howie & C.
De 1 garrote tourino, 1 piano de Pleyel, 1 dito de
Blondel, mobilias de Jacaranda e po-carga, ca-
mas pira casal e solteiro, aparador com pedra,
mpirlautes quadros, chapeos de sol, velas steari-
nas, toilettes, guarda louca, jarros, cemmodas e
muitos outros objectos, existentes no armazcm da
ra do Marqaez de Olinda n. 19.
Sexta-feira 11 lo corrente
A's 11 horas
Por intorvenro do agente
Gusmao
Leilo
de duas partes de urna casa terrea de pe-
dra e cal sita Estrada de Joao de
BarroB n. 6 J
SABBADO, 12 DO CORENTE
A's 11 horas em ponto
No atrmaatem da rna do Vlgai-lo a II
O agente Pestaa, competentemente autorisado
por mandado do Exm. Sr. Dr. juis de orphos e
ausentes, vender a quem mais dr, as duas par-
tes da casa terrea sita Estrada de Joio de Bar-
ros n. 6 J, peitencentes a dous orpbaos.
Leilo
do fazendas, roiudezas, uma armacao in-
gleza, dous tit'iros, mesas para fazen-
das, jarros o outres muitos movis
Sabbado 12 do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Traveasa do Corpo Santo n. 93
Agente Pestaa

Companhia
Jmperia i
DE
SEGUROS contra FOGO
E8T: 1803
Edificios e mereadoriai
Tazas baixas
Promplo pagamento de prejuizo
CAPITAL
fia. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. *> Ra do Commercio N. 5
SEGSB0S
CONTRA FOGO
fhe Liverpool k London k Globe
INSURANCE COMPANY
liied States Isi! Brasil 8.8. .
0 paquete Finanee
E* esperado dos portos do
sul ate o dia 15 de Maree,
necessaria
sspt
tc
depois da demora
seguir para
araoho, Para. Barbados. S.
Thomaz e ew-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
le com os
AGENTES
0 rapor Allianca
Espera-se de New-Port
X;-ve, at o da 18 de Mar-
99, o qual seguir depoie
da demora necessaria para a
Janeiro e Santos
MARTIMOS
(OnPi.MIIU DES HBSSACiB-
RIES HARITIHES
LINEA MENSAL
0 paquete Gironde
Commandanto Minier
E' esperado dos portos do
sul at o de 21 do corrente,
seguinde, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ee aoa aenhores passageiros de todas
as elasses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Fas-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garan 4 passagens inteiras.
Por excepeb os criados de familias que torna-
ren! bilfaetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postees s se das at a dia 19 pago
de contado.
Para carga, passagens, eucoinmendas e dinheir:
afrete: tracta-se com o v
AGENTE '
9
Angoste Labilie
RA DO COMMERCTO-9
Compaahia Bahlana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Baha
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segtie impreterivel -
mente para oa portos
cima no dia 10 de
Mareo, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
icmcnte at o l.S
dia do dia 10.
Para carga, passsgens, encommendas e dnbei-
ro a frete, trate-se na
AGENCIA
7Hua do Vtgario7
Domingos Alves Hatheas
Para carga, passagens, encommendas e dinheir j
a frete, tracta-ae com os
AGENTES
Henrv Forster ki.
N 8- RA
DC COMMERCIO -8
/. anda>
Hoje, 10, s 11 horas cm ponto, leilo de latas
esm aceite doce e fumo desdado, no trapiche Con-
ceicSo, na Alfandega. '
A's 11 1/1, na guarda-meria da Alfandega, o
de um salva-7da. lancha e mas objectos salva-
dos da barca ingleza Maggie Moor.
A's 11 lji horas, em contiauacao, o de 12 pe-
cas de lona avaradas.
Terca-foira, 1, o de differentes movis, no so-
brado da ra do Hospicio n. 10, c llegio de Nos-
sa Senhora das Victorias.
Sabbade Vi, o de fazeadas, miudezas e movis
no arrnasem da travessa do Corpo Santo n. 23.
" LEIL10
di 12 pef as de lona avaradas
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 84000 uo ceceo dos Cce-
(hos, junto de S. Goncalle : a tratar na ra da
Imperatris n. 5)5.
= Prccisa-se de uuj perftito cjsirheiro ; a tra
lar aa ra do Brum n. 35.
Precisa se de uma ain pra todo servioo
de casa de familia de tres pessoas ; no oitSo do
Crpo Santo u. 25.
Aluga-so o sobrado n. 21 a ma da UniSo
a entender-se na ra d.t Imperatris n. 19.
AMA no largo do Corpe Santo n. 19, 2 andar
precisa-se de uma ama boa cosinheira e que dur-
ma em casa.
Alaga-se o 2' andar do sobrado n. 20 rna
Direita, eom os commodos seguiutes : 2 salas, 3
quartos, eoto e quintal, pelo preco de 25 men-
saes : a tratsr na ra da Imperatris n. 14, ter-
ceiro andar, das 8 s 9 horas da manh, e desta
hora em dianle em palacio com o sjudanle de
ordem da ntesidencia.
Arrendase o sitio das Jaqueiras, com gran-
de casa de v.venda, todo cercado e mais tres pe-
queas no mesmo correr, servindo perfeitameute
para penso ou hotel : a tratar no mesmo sitio.
Jos Joaqun de Sant'Anna participa ao
reapi-iiavel publico e c.m especialidade a todas as
orea -as do seu eonhecimento, que tendo encentra-
do muirs pessoas com nomo igual ao seu, desta
data em diante assignar-seha par Jos Josquim
de .Morara.
' Quem quizer dar 2505 pela alforria de uma
escrava que lava, engomma e cosinhs, e que vai
trabalhar a quem lbe der essa quantia para pa-
gar ; atr.tar na ra do Marques do Herval n.
23, loja. Na mesma casa vende-se lindas pslmei-
ras e r de chrotons.
Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 5 da ra
do Padre Flonano, com bons cammodos, gas, sala,
e quartes Btucados ; pira ver, a chave est na
joja, e para tratar no taea do Ramos n. 26.
Chaves perdidas
Qaem achou uma argola com chaves, perdida
no bairro do Recife, querendo entregal-aa, aera
gratificado. No escriptono deste Diario se indi-
car quem aa perdeu.
Uma pessoa que por nece.-sidade tem de reti-
rar-se at o fim des te mez pura fra da provincia,
vende por 1:3004000 a casa terrea n 24 da rna
do scente, freguezia de S. Jos, com 3 quartos,
quintal, cacimba, eosinha fra, edificada a moder-
na, em bom estado, livre o desembarazada; a
tratar na ra do Caeirero n. 50, at as 8 horas
da manba ou depois das 4 da tarde, e lora destas
horas no cartorio do Porto Carreiro.
tiro
Na vaccaria da engenboca Henifica ra Real
da Torre n. 23, precisase de um habilitado.
Aluga-se uma casa em Apipucos com bastan-
tes commodos e por preco mdico : a tra'ar na
ra do Rangel n. 31-A.
Ama
Precisa se de uma ama que saiba cosinhar
lavar e engommar, para casa de homem solteiro :
a tratar das 4 horas da tarde s 6 da manh, na
Baia Verde; sitio n. 5._____________________
Aluo:a-se
a iaj.i do predio ra do Marques do Herval,
travesea do Pocinho n. 33, propria para estabele-
cimento commercial ou oflicna, per ser de esqui-
na ; a tratar no la*go do Corpo Santo n. 4, pri-
meiro andar.
10 de raarjo
A's 11 1{2 horas
Innto guarda-moria da Allaa-
dega
O agente Pinto levar a leilc, a requerimento
de C. C. C. Moreira & C, por autorisafSo do 8r.
consol de Franca, em presenca de seu delegado e
por canta e risco de quem pertencer, do fardo
marca CCCM4C.D, I, descarregado, rom ave-
ria, de bordo do vapor i runcha Ville do Cear, ca-
pitio Simonot, cutrado em 25 de Fevereiro prozi
mo paseado, em um ou tanis tetes, em frente ao
armazem do Sr. Jus Liiz de Souza, por occnsio
do leilo do salva vida, laucha e perteneas. ai-
vados da barca ingle?, i Maggie Moor, bem corao
fumo e astire doce
Leilo
Da armagao ateocilios e geueros do
estabelecimento fie ruolhadcs ra Imperial
n. 7.
Agente Britto
O ageniu iitidia dcvidaiaeute auterisudo i^var
leilo h armagSo utenciii: a e gcr.^j do referido
calabeleoimento em um ou tois lotes a vontade
doa Srs licitinien
fcaraMK'-ht- rasa
aiDfa-fesr* flO I rorreaedo rapeiujoru. SI, ^Q:i c centritar a quaoti-
A's 10 12 horas dadee preco.
Ahig-ft-se
o segundo andar do sobrad.) rna dn Guia n. 62
saisdo e pintado ; a tratar na loja. ^^^___
Leite puro

<4bKia precisar de leite puro e boa qui.iidade,
imite, queira apparecar rna


/
6
y?
/

r.O

^
.0 / litigase barato
rfua dos Guararapes n. 96.
Roa Visconde de Itaparica n. 4?, armazem.
Bu do Tambi d. 6.
Roa do Vitcondc de G< yanna n. 163, com agua
e gas.
Largo do Mercado o. 17, loja com gas.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2.* audar.
frata-se na na do Comtnercio n. 5, 1* andar
scrtptorio de Silva (luimares & C.
Aluga-se
i 2* andar do sobrado n. 35 traversa de S. Jos ;
o 1- e terreo do de n. 27 roa Vidal de Negrei-
ros ; o 1 do de n. 25 ra velha de Santa Rita
a 1 do de n. 34 ra eatreita co Rosario ;
lisnpoa : a tratar na rna do Hospicio n. 33.
todos

Aluga-se
i sobrado di aaulejo n. 82, no Caminbo Novo,
rauito fresco pela posicao, e tem eommodos bas-
tantes, est em estado de I i m pesa, que o preten-
dente nao precisa faser despeas para morar.
Alujase
a casa do largo da DeteocSo n 23, defronte da
nova esta cao da lioha frrea, cid grandes ac.oin-
raodacoes para familia, quintal, banheiro, etc. : a
.ratar na ra larga do Rosario n. 31, pharmacia.
Aluga-se
o segundo andar do sobrado n. 17 no largo do
Corpo Santo, muito treseo e com ommodos para
grande familia ; a tratr.r no 3- andar do mesmo.
Aluga-se
urna casa com commcdos para grande familia, s
litio arborisado ; na Ponte de Ucba n. 10.
Ama
Precisa-se de urna cosiobeira ; a ti atar no largo
doCoipo Santo n. 17, 3- andar.
Ama
Precisa-se du urna boa cosinbeira para casa de
pouca farrilia. preftre se escrava; oa ra do
Kiachuello n- 18.
Precisa-se dts nina ami'pui-
lavar, ea^ouuuar e faze raais
ul^uns servieaa le casa le fa-
milia : menos comprar e cozi-
nliar : na na do Iliaehnefo n
13. De ve dormir em casa.
Ana

Precisa-se de urna boa cosinheirx, para casa de
pf quena familia ; a tratar no Caes da Compaubia
n. 2. Prefere-se escrava edeve dormir fin casa.
Ama
Precisa se de urna para casa de familia, rna
do Cabuga n. 3, 3 andar.______________
Ama
Precisase de urna ama que cosinhe e engomo e ;
na roa do Rangel n. 44, 2 andar.______________
Ama
Precisa-se de urna ama para coeiobar, e de un
criado ; no arco da Cvneeico ns. 4 e 6, fabrica
de cigarros.
Amas
Precisase de duaa amas urna para cosinbar e
comprar, e entra para rngcmmar e facer mais
servicos domsticos de casa de ponca familia ; em
Feroandea Vieira n. 1.
Ama
Preciaa-ee de ama ama para cuidar de menino:
na Capuga, roa da Ventara n. 16.
Ama
Precisa-se de urna ama j idos, qne sirva para
urna casa de pouca familia ; na ra do Marques
do Herval, casa n. 182.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite, sadia e scro
filhos, paga-se bem ; a tratar na rna da Man-
gueira n. 16.
Sitio
A'.oga-se um sitio com cas, e ontra boa casa,
no Aterrinbo do Giqui ; a tratar na rna do Im-
perador n. 50, tereeiro andar.
Geographia
Uso acadmico aclisndo-se habilitado a leccio
nar geograpbia, acei a chaina^ s para entinar em
casas partcula i es, e pode ser procurado as hotel
oriental. ________________________
Chpreto superior
Recebiu o Curios Linden nova nnvssa do cha
p-eto snpe ivr, avisa ana seus fregueses que
v na ra do Bario da Victoria n. 48, para se
supprir,
Arrenda-seouvende-se
um sitio c >m alguna arvoredos de fruet", planta
d* capim e o'talices, ruu de B. Miguel n. 148 :
qnem quiser diij.i se i ra -Ja 1-., ratrir n. 13,
foja.
Ao eonmercio
Francitc Ceiba Gncalvs egcirr'ga se de
C brancas rci-t i prac* e fra deila ; a trstar na
rUK do Alecriin n. 10.
Pechincha
Mantciga dinair.aqne1 a 7Q0 i-, a *ta de
asna libra ; vei.de se 'ta cas d AutonlolDuiiPte
ra da Umao n. o4, Arlbur Macaca s rna da
Aarora r. 85, Paelo Ribeito & 0. a ra da Roda
o. 48, de primeira qaalidade.
("aixeiro
Precisa-se de nra caixt iro com pratica de ca-
verna, idade de 12 a 16 anuos; em Fernandos
Vieira n. 24.
Uian* e rttiamtoiu^-- Q,uiiii-leira 10 de Margo de 1887
Trieofero de Barry
Garante-se qne tu nas-
oareoreeoerocibelloaiDila
aoa rnais calvos, cura a
iinha e a caspa e reiuovs
todas as impurezas do cas-
co da caneca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir ou de mnranquo-
cer, e infallivclniento o
torna eapasso, niaeio, lus-
troso e abundante.
-Agua Honda de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1839. E' o nico perfume no mun-
do qne toni a opprornejio oficial de
un Govenio. Tm daos vezes
mais fragrancia qss qnalqner ontra
edui.i i dobru do lempo. 'inaito
mais rica, snave o delicio*.-, i'
muito mais fina e delicada. '
mai perranente e agntdavcl no
lenco. 3- 'las razas mais refres-
cante no bnnio e ac "najto do
doente. E' especifico contra a
frouxddio e debilidade. Cura as
done de cabana, os cansacos os
denmaios.
Xarope e Yiia te Renter No.
Mooeto oe PMrtttH^
As Dores de Estomago
Digeetem dif/leeU, CotwtipaQe, Acide
sXo hapidamkntb ouiiadas com o Eunsoo do
C AR VO,, D"BEL.LOC
Quer era PASTILHAS, qaer em P.
CAj?I>roTrado cela Academia de Medicina. 4* X>ao4ss1
0 A 1 MtTILHAI PO DI*
--------< !
Se rendes es rodas am Phmrmacitu.
FABRICACjtO
Em PARIZ am Casa da L FRERE
^OECOOEPASTUJ**9'""
AXIZSDKVBAI^a DIOISDESAL-*.
Cura positiva eradioal de todas as formas de
ssorofulas, Syphiiis, Feridaa Escrofulosas,
Affsccee, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas aa do-
snoasdoSangue^Figado, e Bina. Garante-se
qus purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o systema inteiro. 0 4
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian.
oas e para a cura das moles-
tias da pella de todas as especies
e un todos os periodos.
Deposito era l'ernambuco casa de
Franrisc Mar.oel da Silva & C.
EMULSO DE SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SOPA.
To agradavel ao paladar como o leite.
O grande remedio paxa a cura
radical da TSICA, ESCBOFULA,
ANEMIA, KACHITIS, DE-
BIUDADE EM GERAL e todas
as enermidades consumptivas,
tanto as criancas como nos
adultos.
Nenhnm medicamento, at hoje
descaberto, cura as molestias do
peito e vas respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a Emulsio de Scott.
A venda as prnctpaes botica*
drogara*.
Deposito em Pernsrnbnco ra rogara 'e Fnnris^o Manoel rl
& ti., ra di Manjnc. Oln^a n. 39.
Professora
Urna ceobora rompetentemento habilirada, pro
poe-se a leecionar e:n cellegios e casas partcula
res, as iPiruiiH-s materias : p rtigurz. francrz,
inuaica e piano ; a tratar na rna do Maiquea do
Herval n. 10.
-------------------------------------------->--------------------------------------------------
Jalrojili
Manipoeira
Etae taidicam- ato de urna eficacia r coi.becida
no beriberi e nutras molie'ias ero que predomina a
hydropesM, n ha-te modificado em sus pn para
cao, raca h uina uo\a formula de um distiocto
medico assigiia'io 1 f- hnhililado nara p:> paial-o demodo
a 111 lh tiar II"- u goslo e ih-iro, aesa todava alte
rar-lbeas |.r.i.riedd s m-cimentosas, que S--
conservsir c m "nn< art^vMndf, fe nao mairr
em fish nu uo.i yui a,ue elle lojerado pvl
est-mg'>.
I nir ilt-iKx.ilu
Na pbnrmaeih l!i-i,crica, ra do Marques de
Olind,. Il (1.
IH'erra de Mello
TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHO..S.JOHANNO
DO
'DOUTOR
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
BecommeBdao-ao nos casos que necessito tosteos para reconstituir e res-enerar
o organismo arruinado por molestias, excossos. natureza do clima. Anemia, Chloroats,
Amenoxrtiea, cacbazla, riuxo branco, que -tanto arruln&o a sauo asa mulherca.
Pobres de SangTie, Fraqueza farad, Debilidade, etc.
H. VivusxT, Droguista, 60, Boulevari le Strasbourg, em PAEIS
? *??''*

Cosinheira
20*C(X)
Paga-te 20000 por mez urna perfeita c si-
ub Ira, pra i-ai d> p- (iiena familie, prifinido
se de meia 1 laiie 1: que **} i de boa inora!, rna
do Paysan ti. 19, j-assando a piute do Chura-
meniuii : ipi.vn uiij n.ir^r eu condicoes eseusado
apreseutar-s .
Ao ewnmerco
Joao Kr- n ie d. Tures Handeira, tendo com
prado (i Mina ai s 4 ra du Marqu-z do II- rval
n. 161, livre e dt-si inbn fda de todo e quslquer
debito, ao Sr. Joaqit'in D-metri lelieira, se al-
gnem se julgir com d.r.iu 3 u.esma, apresente-se
no prasj de cinco ii.b Kecife, > de Marco de
1887.
Preparatorios
O abaixn aasigoaoo, ai.ti^o prefeesor do colle
10Boui Jesso mais acreditada) de Alagoas,
Qcciona nesta cidade cm casas de particulares ou
a sua resid ncia. Pode ser procurado ua ra do
Cummercio 11. 73.
L. Lavenre W.
^--------------=
Sabao de alcalrao
Acaba de receber neva remessa deete sabio
medicinal, cuja taita nest" mercado tem sido ta,o
sencivel ; i casa de 7eferiuo Martina A C-, (iraca
do Condt d't u a. 18.
hm Msiibar
tfrccis-sc de urna
ama para cosinhar,
mas que cosiiili- bciu;
no 3. andar do predio
11. 42 da ra Du<|u* de
Caxias, por cima da y-
po^raphia do Diario.
RUS 4 SANTOS, tendo obtido &gran dad' ras Machinas %anerlcasrns p->ra ^escaro^ar algmiS, 5m3d vetidendo
ver-
11*000
por serra, <-ain 14 u/, 'in d*a Rna do \\m\wn de Onda n
4
GRAGEAS
rORTIN
noeccAo*
Uyglenlf* e irestrtaar
deCop*hlba, Cubebt
Hatuhii 1 Farro. Bitmntko sv^r t iw m $etn causar
ilcatro, Tarebenthin, *' BsBH BKSXBMDBil cc/denle ilgum
As ORAOCAa ^pfV^ .orio as primairas que obtiveram approTacao da Acodtmim
de nOdictna (183"j {>taram-se nos Hospitaes. Curam aa moleataa secreta.
xnmi rsbelss. "> fatigar os estomagas maia delicada*.
A INJCCCAO F IRTIN .sjuipre rocommenrlada como o complemento da medie^cao.
' Ui-> ">am Fti-i- mfaieo : FBAN" M. 4a SILVA O*. naa prinol;
ir*.im -'<
>sai m 'a'i uquii ata :i,>-noda
in ,,n ,1 fu*i>! u> .\urujte de Suf da
tfel" 11 ,>'! ''
Sun ii.. niiifrj!./ In Sol r sil.. uiiprltmdadoe ; ixIrfoPA oHlcaalai
v.-rli.<-.iJ* ; !i.:-i';laar
le l'ail'. e woibius a \C 11 i. a Je u.otLeua de
FMr.ia o ulia os Palroaos, aronchltos, Irftr
Uifi do f olt- u da bartula.
2 c Suacompo3io>..euj,i liase o frucio do _..
to Arabio illiisciu esculontus de Linn)
quo relay.-iaaluuia tc>u cornosouiroa pcltoraes.
3r> Sobre as mitalyaem dos Srs Barui fx a
GiTF.REAU, chlnucos da Facuidade de Parla,
que demoosirao nao conter ero Opio, nem Jor-
ihina, nem codcina pelo que podem ser dados a
crlanqas cora xito e seguranca quando atacaa
de Xuase ou Toase convulsa,
pspc toosUtulosauUienUcoejjuereeoni
I ALO mendo a fmsHa e o Jftffm
Kmfi con nanea dos mdicos e do puDUco, tituloa
que nunca fora concedldosi peitoral algum antlgo
ou moderno.
Bt.4.V(;t'.VIEB, 53, ra Virltitot, PAUIM
s Mu m Kii|ui rkarasa*> 4 rartaatl kaaL
HISTORIA
o e;
VCTOR HUGO
y
Eisiiaanra
Preeisa-se de unta boa enaommadeira e que
eoaaboe lambem, para ca de p. quena familia :
a tratar no Caes da Compaubia n. 2. Prefere-se
esr>V4 < de ve? dormir em casi.
loa Pedro Roiirigui-a da Miln
Antonio Juvenc-io Rodrigu s da Silva e sua mu-
Iher, Dr. Mano'1 Juvi-nal li .drigueo da Silva e
sua uulher (nuaentef). I>r. Tristn Hemiques
Costa e sua mulh-r. c.rdialmente agiaJecrio
todss as pessoas que acompanbaram o cadver
de st u presado irmo e cimbado Jua Pedro
Boilr'aac* da Silva, sua ultima morada,
e de novo convidam aos seus parentes e amigos
para ouvirem as raissas que mandara resar no dia
14 do corrate, stimo do sea psssamento, s 7
horas da manba, na capella da povoaeiio do Bebe-
ribe, e aa 8 horas na matriz da Bea-Vista ; pelo
que desde j se confessam gratos aos que c.neor-
rerem a este acto de caridade.
[arla do (armo itodi'IfaaCt de
|Niqiicira
Ainda aob a DffaVi '* n is acttba dr e san
dad", eu e meus quiri^.-s tiihinhis prauteitiido a
morte da terna e \ irtu -.. capota, e da cariubosa
e desvelada n.aV llar i a 1I0 Carato Bedrl-
loea a*e Mi|laiira, aupplicamws a todos os
parentes e amigos pura que assistam s missas
que, pelo repens eteino de sua alma na Mansio
Celeste, sero celebradas, s 8 horas, no Convento
de ossa Seuhora de Csrmo, tc-xta feira, 11 do
correte, 1 anniversano de seu paasamento.
De todos, por mais < sse neto de caridade, conser-
varemos em nosses coiacoes o mais sincero reco
nhecimeuto,
Hermino Rudrtguea de Siqutira.
Criado
O Dr. Barros Carneiro, medico, residente rna
Duque de Caxias n. 88. 1' andar, precisa de um
criado para o seu consultorio e servicos de ra,
provando o eu comport nn> uto. Aproveits a oc-
ca3io para prevenir ao publico que deapedio desde
o dia 6 do contte o seu criado de niuie Sjrgio.
Ao eonimereio c s rc-
parti^oes publicas
Oabaixo assiguado declnra a quem intereasar
possa que mo *e repocsabilisa por qnalquer
cou.pra ou debito coLtmhido em uotne da firma
Tavarca Martina & C. a nao ser poi bilbete assig-
na lo ou por si propri >, e bem assim s o mismo
abano aaaignado poderA cobrar qualquer impor-
tancia devida meama firma, em qualquer repar-
tico publica.
Eecife, 8 de Marco de ;887.
M^noel Te vares da Costa Martina.
:;oos(oo
Mara Plallomena Horelra
Baaioa
Joaquim Olinto Bastos e seus filhos, mi, ir-
rxjos e sobrinbos, Jote Joiquim Moreira, sua
mu'her e filhos, curdii.lmente agradecidos todos
os seus pareles e amigos que se aasoeiaram
profunda dor que ibes causou a separaoo eterna
de sua praoteada esposa, filha, m,irma e ta, Ma-
ra Pbilomcna Moreira Bastos, vem de n-no regir
ibes o ctri loso favor de assistirem as tnissas que
serSo celebradas na matriz da Boa-Vicia, s 8
lloras da manh do dia 11 do corr nte, trigsimo
do seu paasamento.____________________________
t
p;
Professor
iaWaa
i>. Vlia Clara Parrara PiuUelro
Marcelina *%. Pereira, atas rmSoa, filhos e o-
brubos, convidam a t&drs 13 parentes e amigos
para aasistirem a missa que mandam reaar na
ordem trreeira de 8. Frailesco, juiota-feira 10
do eorrente, s 7 1|2 horas da munhi, stimo dia
do fallecimeoto de sua irm* e ta, D. Rita Clara
P. Pinheiro, antecipando seus agradeciwetitrg.
QHarla AmQv^o^Beg^cavalcauer
de Alltoqaerqae
Mara do Rogo Bar:es convida a todos os pa-
rentes e pessoas de sua aaiiaade para assistirem
a urna missa de stimo dia. que manda celebrar
por alma de sua parenta, comsdze e amig, Ma-
ra Anna do Reg Cavalcante de Albuquerqae, I
na igreja matriz da Boa-Vista, segunda-ter 14,1
s 8 horas ; e p r e&te acto de relig So e caridade
desde j se confesea grutu.
ajasaaiss, ,.... aaai ajBasaasjssaj i
Balanza decimal
na ra do Vigario
Compra-ee urna j s vida
n. 31, 1' andar.
SUSPENSORIO KrMLERET
Elas'.k, un lifladaras diiaixs lis coxal.
Para evi'ar aa ,t exigiraflriva ilui.eentor, ettompod
em eda tutpetttorio-
RZQISrRADO
FUNDAS DE TODOS 03 SYSTEMAS
...AS PARA VARI2ES
BimatT.LtCOinMC ucf-i-.r.Pr:s. 49. r. J.-J. RmasuSt,
J
DOMESTIC
Sao reconl'.i-i-i.ias ser as Uiaii
elcgaafes, s mala luraTel
cm todos oa sentidos.
AS leBBS
Para preces, e 1 r. alares cotu
iiluslra<;oi;s de lodos os eslvlo >'ir
jaiu ae
I)oni(!slic S^,nr Machine k (
NEW-YOB, t/. 8. A.
Tetephoie n. 1S8
KAfJANSA^oJAPAO
RIGAD & C*. PerttunlsUs
VA US. S, fo ViTiezur, 9, PAHI
Mxtraeto de gananga
Pr-r* daUeMM
perfuma para o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O sen delicado
aroma, da perais-
teacia sem egnal,
refresca o ar que
se respira, espar-
gindo ao mesmo
llempo ao relor da
'pusia que o usa,
.-i sitares cmanac.6es que revelam distincf o
e elegancia.
ylc/ia-A* Mend4}tmloda$a$ Perfumar*
aaaV^sllSs^^rV>rVas^a>a> - MARIANI
OE COCA DO PER
O vxwno marivvx que fol exuemuenUdo coy nospi_iac_Je Parla,
9 prcscrlpui dlftiiamcnle com cxlto para-wmbaier a Afith
BlceatAes mas. Molestias da arlo respira!
nsenSe do 1 rso vocal.
O Uedoot n commendam-ao dJ Bfiopi/raeo e delicada, twiai peta 1
ao Vetko t Criancas.
V o Reptraa da* rrtrbeeoi dlgattlr
S O rORTIFICAWTB por BXOEU.BrV01A
O VINHO MARIANI H EMCOIfTIU CU CASA DE
Ssr. ffASIfiKX, ti" Varis, 41, awletirJ lusauai; Vew-Tork, i >, bit, II, lusst
Ca PemtainfiUfa : Francisco M. da SILVA a C-.
la^s^aV^^^V^^r^rVr*J>JV>*vV^V^>^'
GRANULOS
INI
contitum o Tisapia
mais sfficir 9mpr*g>do p!i ttunmiti
ooDPAPILLAD
offlnoM
a com alto ha mea 4
30 ANNO
Ple couUurt), &prml0ima, m4M**v**r <
l por paa-re oa academia de medicina de pabe
do ferras-tnoaa
mtdoat com
Cot.tr* Anemia, Cliloratr (j
R.'.ATOHIO FAVORAVCL. POR PABTE OA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAI
Exljt-u ulm ca trisco o soma de JE. Moutnier Ar JU Papillaud.
Darosno uaxAi: Pxuurmai ;i*a GrlOOM', 86, roa CoasUlliara, VARII
W Pernwtwo ; PBAN> M. da BILVA O*.
JOSEPH RRAUSR t 0,
km de augmentar o sea j bem en!.efi mportante eslabelecimenlo na Io
de marfo n. 6 com mais
m salo na andar luxuosamenle prepa-
rad e prvido de tima txposi-
ji* 4 #ns de pnl do Porte ei*tifHlil*
des aiais afamadas fabricares do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e frepiezes a rtstoea
o sen eslabeleeinjonto. trn (te
apreciaren a grandeza bom gusto com que
nio obstante a grande
despeza, o adornaran!, em honra
r* desta provincia.
y AGH-8B ABBRTO DAS 1 A'S UA ME
COMVITIS
5
FERRO GIRARD
Approvada pala Academia da aTariicina de Paria.
Approvado pela Juncia Central de Hygiena publica do Brasil.
0 Proteaaor Hrard ancarref ado do Relatorio Academia demonstrla c que
fcilmente aceeito pelos doentes, bem tolerado pelo estomago, restaura as
forcas e cura a chloro-anemia; que o que distingue particularmente este
novo salde ferro, que nSo causa priso de ventr* a qual combate, e elevn-
dose a dse, obtm-se dejecedes numerosas.
O FERRO QIRARD cura anemia, eflres pallidas, caimbras de estomago,
empobreoimento do sangue; fortiflea os temperamentos racos, excita o
appetite, regulariza as regr-xs e combate a esterilidade.
Deposito em Paria. 8, ra Vivienne e na priacipaw Drc^riM Piraui:
H

juT
Quem liveresla quanlia c quizer dal-a a jaros,
mediante urna hypotheca de maior valor u boa
garanlia, appa'ec* na botica ao pateo do Cnrmo,
que l se dir quem qusr. _
Anta e criado
O Dr. Mello Guies precisa c'e urna ama para
cosinba, i- de um rapis de 11 a 18 anuos, para
mandados e per vico domestico ; na ma de Paulino
Cmara (antiga Cambo* do UtfflUr) n. 36, pri-
meiro andar.
Engommade.ra
Frecisa- se de urna b >a engt rr.madeira, que en-
saboc tumb'.ir, para eaoa de pouca familia, prefe-
re-se escrava ; na rna do li chuello n. 13.
Atten^o
Oramie e variado sortimento do ir ovis de jun-
co, ricas mobilias crin encost de palha, cadeiras
torneadas cen asiento de madtita e c> m palhiuba,
cadeiras para enanca jantar mesa e para escola,
todo vende-se mais barato do que em ontra qual-
quor parte : na ra estn ila do Rosario n. 23.
Pe tora 1 de Cambar
(*)
IREQOS
as agencias : frasco 2**500, 12 duaia 13(1 e
dnsia 4000.
as biiI) agencias : frasco 23800, 1(2 duzia
1134000 e duzia 8/0U0.
Agentes e depositarios gtrai.- em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva c C, ra do
Uarqnez de Onda n. ?3
Engoiiimadeira
que engomme bem, pura dnas pessoas ; na roa
' da Aurora n. 23.
V
Eosina portuguis, francs e inglez theorieo e
pratico, em casas psrtitu'ares e collegios na ci-
dade ou nos arrabaldes. Infui macesna livra-
ria Fluminense e no Atheue.u ;Brasileiro.
Cosinheira
Pn cisa-se de urna sma para coBiuhar e com-
prar ; na rn do Aragito n. 1-1.
A luga-se barato
a lojinha n. 117 da ra de Marcilio Oas ; a t-li-
tar na ra do Rosario u. 31, 1* andar.

i

*

>:'.

1
'

vp


Mario de Pernambnco- QuintaIcira 10 de Mar$o de 1887
y
)
j
)
, V
;

V

i
Finrdcao de sinos bronze
DE
LUIZ DA CRUZ MESQUTA
66Roa do Rarfto do Triumpho66
(Miga do Broin)
Neste est ibeleeimento encontrar*) os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam :
Machinas para fazcr espirito, de destil-
lar e restiPar, alambiques do antigo e no-
vo -jystemacom esquenta garapa, serpenti-
nas e carapucas, tachas, tachos, bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de espirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimensoes, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, rmelas e lenices de co-
bie, bombas con*muas, sinos de l libra at
110 arrobas, sola ng'cza c do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des ecom toda presteza cperfeieo apresos
mdicos
Tendem-se a prazo ou a dinheiro com
de se *nto.
Aencfto
Vcnde-e ou permutase urna casa terrea sita
na travesa do Falco n. 13, com 2 las, qnar-
tot, ceiinba tora, grande quintal e caeimba, por-
to dando sabida para a run dos Oasos ; a tratar
na mesma com a proprictaiia, ata tara t >do
negocio por ja- trr o despacho do juis, at para
total a em leilo. podendo apreseotar M decu-
Bientos aos permutadores, desbando tambem urna
por troca, anda queseja pequea, porm que es-
teja nova a bem construid. *
THESORARIA DAS LOTERAS
r
jP** Elixir,PeP^dentipiolos ^S,
~ RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOT73L.A.C (Gironde)
DOM MAOUELOrfNE, Prior
MeiWhawde Otiro : Bruxetlat 1880 Londns 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
INVENTADO
TCO AVNo
Pelo Prior
-Herr BaVUAV
O no nuotulimio ilo Elixir Dentilricio
ilos RR PP. Benedictino, com done de
atMasas eottar ruin apcia, preroai e enra a carie
Vas dente*, eniliranqiieceoe, fortale ii.tndi* as geupivH srfeitaureitte sniiixs.
Prstamo mu verdadeiro servieo, awiKixa-
l.indo aos naiaM leiton-s este antipo e utilit-
-iiiioj.p-psnidii. n melhor curativo e o nico
preservativo contra as AJiecofies den-
tarias.
SEGUIN
ClSUl FUJDIM II lis;
Agenta Oerl :
Achise em tos/a, at bou Perfumera, Phtrmtdtt s Srfrfaii.
Kne Huruerle, S
BORDEAUX
[
SAUDE PARA TODOS-
UNGENTO HOLLOWAY
1
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males da pemas e do peito tambem pura
as ftidas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheomatismo e para todas as enfermi-
dades de peito na* se reconhece agual
Para o males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros I
eootrahidoa e juactana recias, obra, como por encanto.
Catas medicinas sfto preparadas somante no Esubeleomento do Professor HoixeWAT,
78, HK W OXFORD 8TBKET (antea US, Oxford Mr**), LONDBES,
E venacnuc em toda as pharmadss do luveno.
a**/ Os compradores slo coni-idados nepekosamerite >aamiiiar os rotlos de cada oaiza e Pote, se nao teca
dtwccac, SJB, OxfardSasst, ato kilraaaai,
Ailencao
rUmi familia offence aga'alho e couimodos com-
pativeis a urna ou duas raparigas h se enearregarem dt enancas : a trstar na rtn
Duque de Caxias u. 'ti, luja.
Triada
- Offerece-v nina icono de i.: .le rrgular dan-
do fiarla d- sui c itidueN, par- HOOropanb-ir ni-
guma familia q .<- quena se retirar para qualqu r
provincia do Brasil, gratis por 6 mses, a tratar
na ruu do Horttt n- 48 1* andar, prefere-sc para
a Corte.
Caixeiro
Prct sa-ae de nrn tnenioo ppra caixeiro; na
raa da Florentina u- 32.
Cofres prova de ffo
O Cario Linden terr. duus novos em folba, e
vende muito barato por 8 rna do BarSo da Victoria n. 48.
Urgencia
Prei-lsa-se sem demora fallar com o Br. Anto-
nio Vctor de SA Barteto, roa dj Kangel nume-
ro 65.
Grande vanlagen. offerece o lalho
de carne verde de Novo Porto
do Carvo
BA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
O fregus qne completar o notecro de 3''.0 kilo-
grammas de carne, receber urna namerscSo para
corresponder eoai a msi^r lotera que entilo esti-
Tcr na circularlo d'eata oidade, e se couber a
aorta grande em dita nnmeraca>. o consnmidor,
tera, pelo espac > de 6 meses 5 kilos de carne dia-
rios ; os consumidores, de 5 1 k lo, s ttro o nu-
mero de kilos qui' d'autes consumism diariamente.
O conductor do feliz consumidor era lamben
gatificado com 50/OX).
N. B.Toda a carne sera eotregne uo talho aos
portadores des fretrueses.
Beeife, 27 de Fevereiro de 1887.
Solicitador
Jos Ferreira de Paulu, provieiona io pelo Tri-
bunal da Rrlicu de Peinaiubuco, cffeiec-- e a
qLt-m precisar de trebulbos inherentes mi i pro-
fitso na cidade de Pesqu. ira da comarca de Cim-
bres, onde fui sua resid neia, e tamben: trabalba
us esmarcas do Br. jo da Madre de Deus, Caraa-
r, S Brr-ti e Fscana.
TEHD1S
Vende-ee duas exeellentes casas na ci-iade
da Escada, fita ra do Commercio, bem c. ns-
truida de pedra e cal; a tratar nesta cidade do
Beeife casa A tunta !'rr> ira Lop ra do aIc-
crim n. 74, e ua eidadr d Escaca cora Alfredo
& Cotr.psrih'a.
Anuai; o
Vende se a armario da ra d.Rangel n. 10 ce
dendo-s." a casa o c.inpradcr.
A KevoluQo!
Resolvea vender os seguintes artigos com
30 / de menos do que em outra qual-
quer parte.
GuarnicSes de relludilbo bordado a vidri'ho para
vestidos, a 74000 urna.
Tafetaa de odres a 300 rls o corado
Cachi-mira bordada a 14500 o covaejo.
Ditas pretas a 14000, 14200, 1*400, 14600 e
14800 o covado.
Ditas de cores a de 900 ris n 14200 o dito.
Las ntescladas a 600 rea o dito.
Ditas com listriuhas a 560 ris o dito.
Ditas com belinbas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinbos a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 860 ris o dito.
Gorgurinas a 820 ris o dito.
Setim damaas a 320 ris o dito.
Dito Maca* a 800 ris e 14200 o dito.
Damass de seda a 14300 o dito.
Grsdenaples preto a 14800 e 2*000 o dito.
Gase com bollonas a 800 ris o dita.
Fuetao branoo a 400, 480, 560 e 800 ris o dito.
Velludilhos lisos e lavrsdos a 14000 e 14200 o
vado.
Dito bordado a retros a 24006 o dito.
Cambraia com salpicos a 64000 a peca.
Camisas para senhora a 304000 a duzia.
Ditas de meia para homem a 800 ris, 14000,
14200 e 145C0 urna.
Ficbs de 13 a 24, 34000, 44000 e 54000 um.
Ditos prateados a 24000 um.
Ditos de retros a 14000 um.
Linbos rscossezes a 200 e 240 ris o covado.
Collarinbos e punbos para senhora a 24000 um.
Ditos de cor, idem dem a 14000 um.
Cortes de casimra Anos de 34 a 54000 um.
Ditas de 12 e seda para collete a 64000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 204
um.
Cachemira de cor de 64 por 34000 o co.-ado
Damasco de cor a 710 ris o covado.
Panno da Costa a 14400 o dita
Cortinados bordtdos a 64000 e 74000 o par.
Colchas bordadas a 54, 64, e 74000 urna.
Crotones finos a 320, 360 a 400 rir. o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 300 ris o dito,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
Setinera cscossesa a 440 ris o dito.
Ditas de qnadrinhos a 320 rs. o dito.
Chales Je mirn a 14800 u Ditos estampados & 34006 e 44000 um.
Ditos de cachemira a 24, 24800 e 44500 um.
Cobertores de 12 a 44500 e 64500 um.
Eeguiao pardo e amareIIo a 500 ris o covado.
Brim de linho de cor a 14200 a vara.
Dito prateado de linho a 1 Colchas de crochet a 84000 urna.
Anquinbas a 14800 rs. orna.
0 48 n Dow He Gulas
Heniiqae da Silva Horelra
0 ruido 4
PARA
e eHnncipacnO e ingenuos
X3.A.
COLONIA ISABEL
i de Narco de 1887
Tendo o Exm. Sr. Ministro da Fazenda por acto de 7 de
Fevereiro ultimo, prohibido a extraeco de loteras por seres,
acha-se exposta venda a 7.a lotera para o Fundo de Emancipa-
cao, qne ser extrahida hoje 10 do corrente s 2 horas da tar-
de no consistorio da igreja da Conceipao dos Militares, sob o
segninte:
-
PLANO
fi
iveiro para passaros
Vcnde-se dona grandes e bonitos viveiros po
Siego eommodo, sendo o motivo da venda ter o
ono acabado com os passaros quepoasuia ; a ver
e tratar na ra do Imperador n. '2.
i
Sem competencia
5,ooo bilhetes a 45ooo
Imposto geral de 15
e porcentagem
o?
sello, beneficio
2o:ooo^oo
5:95oooo
1
1
1
1
premio de


8
16
53
916
14:o5oSooo
6:ooo|ooo
S a l:oooSooo
5oo#ooo
2ooSooo
looO00 5oo|ooo
So^ooo 4oo5ooo
2oooo 32o|ooo
tolooo 55oooo
5-Sooo 4:58o|ooo
1,00 \

Rna Dnqne de Uaxlas n. 5
Kecebea nm completo aortimenfo de taren das
para os actos da semana santa.
COMO SEJAM:
Gurgurffo de seda preta a 24000, 24500, 34000,
35500 c 44.
Setitw preto superior qnalidade a 14000, I42O0
14509 o 14803 o covado.
Merino preto com duas largaras a 700, 800, 14,
14200 e 14400 o covado.
Cachemira lisa e bordada a 940"0 e 24500 o
covado.
Renda preta hespanhola 44000, 54 e 64000 o
covado.
aanteletes de caemra, etamvne e renda, rica-
mente bordada a vidrilho.
Pelerinas ultima novidadc.
Capas de easimira bordadas a vidrilho.
Assim como um completo sortimento di guarni-
CO>s bordadas a vidrilho, para enfeites de vesti-
dos Unto de seda, como eas*mira e merino.
Leques a Joaaita a 500 rea usa. ____
Superior carne do serlao
Vende-se n-> armaren, de Franc'sco Cardos o aa
Silva Pinto, k ra da Imperatriz rs. 23 e3l, e
gt-neros dt- 1* quali isdt p ir prer^o mdico.
ATKINSON
PERFUMARA ingleza
afamada ha mais de am flcalo. excede todas
aa ou!rspelo seo perfame delicado eexquisito.
TM-Z MEDAI-HAS DF OORO
VARIZ 1878, CALCTTA 18M
pela extra-fina excellencia de sus qaalidade.
Perfnams moiemo de Atlinsoo
FAUSi CTHBDnJl
sao Je um raro e pecnliarperfumes, tendoido
registrado* ao poden, ser oMidos por intermedio
dos Itvantoref ou seus Agentes.
ucao n tnme ie atuhsoi
sen ritJ para fortsl--*r e embelertr os eibollet
Garantida inoffensir.
A6Dt nsan k mnNn
pcrfasie excepcional otra o lenco; distilUdo
di mais eiqnisitl escolht.
hmai u Ciu fc asa w tottiulti 1 htrient
i. E. ATKINSON
34, Od Bond Street, Londres.
t Marca de FabricaUrna Rosa branca
sobra nos Ljrt de Onro. "
Peciiinchas para acabar!
59 BuBip le Guias 59
Nansocs cores firmas a 160 e 190 rls o
do.
Cretones claros e escoros a 240 ris o dito.
Fustot-s com narminhas de cores a 249 ris o
te.
dildem branco finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de seda a 300 ris o
dito.
dem branca para Exinas. noivas a 500 ris o
dito.
8etinetas brancas bordadas a 500 ris o dito.
Setins de cores, branco, e preto Macj a 800 e
14 o dito.
Combraia de torro preta a 14800 peca.
EsguiOes de linho de 10 jardas a 44 o 44500 a
dita.
Madapolo pelle de ovo de 20 ditos a 64500 a
dita.
Algodoes superiores a 34500 e 44 a dita.
Brim de cores, lindos padroes a 400 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angols finas, cores firmes a 560 ris o dito.
Cambraia branca bordada a 54500 a pee.
dem Victoria fin a 34200 a dita.
Bramantes de algodo superiores a 900, 14200
14500 o metrt.
dem de linho paro, do melhor, a 24 o dito.
Lences de dito para cama de casal a 14800
um.
Colchas de ganga idem a 34 urna.
dem idem para sellei-os a 24500 urna-
Colcboes franceses, grandes, a 154 um.
Ceronlai de superior bramante a 124 c 164 a
dusia.
Meias inglesas, cruss, a 24300 e 34500 a dita.
Lencos brancos e de cores a 24 a dita.
Meias para enancas a 24500 a dita.
Gnsrdanapos bordados de linho a 24400 a dita.
Camisas francesas superiores a 36 a dita.
Cortes de meia casemira a 14800 e 24-
Idem de casemira Fuperiores a 34000, 44500 e
64000.
Para a quarcsnia
Merinos preto, sortimento sem competencia,
preces de 14000, 14200, 1430", 24000 e 24500 o
covado
Groa de aples, verdadeiro de Lioo, a 24500
e 24800 o covado.
Cachemiras prela com salpicos a 24000 o co-
vado.
Veludilhos lisos e bordados a 14000 a 14200 e
dito.
Mantilhas brasileira a 54 urna.
Fil de sede bordado a 24800 o metro.
Fichas, idem, grandes a 74 um.
Cheviots superiores a 24500 e -34000 o cova-
do.
Casemiras, pannos, Sedans, merinos e todos os
artigos para o uso domestico te encontra na acre-
ditada casa de
Ca neiro 4a Cunlia & C.
Vendas em grosso dans
deseontos
59 Ra Duque de Caxias 39
0 ihesuureir,
Francisco Goncalues Jorres.
14:o5o$000

a wmm
3*000
par.

I
Artigos para as exccllenlissimas senboras
Capa sde cachemiras com vidrilhos de diferentes precos.
Sedea preta, lisas auperiores, chegadas ltimamente 2*800, 2*200, 20400,
c 3*500 o covado.
Ditw lavradas a 3*200 e 3*800 o covado.
Setin pretos, lisos, a 1*000, 1*200, l500-e 2*000 o covado.
Etimine de seda, tecido aberto, a 24400 o covado.
Cachemiras bordadas a 1*800 o cavado.
Merinos, bem pretoa, a 800, .*200, 10500 e 2*000 o covado.
Dito assetinado a 1*200 o covado.
Setineta francesa, lisa, a 500 rs. o covado.
Lavas pretas, de seda, de 3, 4 e 6 botSes a 2*000, 2*500 e 3*000 o
Artigos para homens
Cheviots pretoa a 3*000, 4*000 e 4*500 o covado.
Casimiras diagonal de 2*300, 2*500 e 50000 o covado.
Panno fino de 2*500 a 60000 o covado. Aproveitem 1
V ra Primeiro de Marco n. 20
JU^TODOsLOUVRE
AMARAL & C.
los 1000:000^000
200:000*000
100:000^000
1MD! LITEIM
DE 3 SORTBIOS ,
Em favor dos ingenuo; da Colonia OrpbanologicaIsabel
DA
PROVINGi \ DE PERNIMBUGO
BxtiiCCSa a 14 Se Main ie 1887
0 thesourciro Praneisco Goncalves Torres
XAROPEftSEMUPIliHEiRO MARTIMO
de LAGASSE, Pharmacentco de Bordeanx
Appr'.vado pala Junta de Hygiona do Rio-de-Janatro
Os medios francezes mandlo para Arcachon, perto de Bordeanx, os
doentes fracos do peito, aflm de que respirem o ar embalsamado dos seas
'pinbeiros e bebao a seiva que ae extrahe do pinheiro martimo. Estes
tadmiraveiaprinoipios balsmicos aao os que o Sr Lagassk ooncentron ao
seu Zarope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Martimo, exeellentes
peitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resfriamentos,
os Catarrhoa, a Broiichite, a Rouquido, e ExtinocSo da tos.
Cttto (rsass Um a mtn$ dt fibrlu, s fras Hilo tul dt nout asar.
Deposito em PARS, 8, Roe Vivfanne, e as principase Pharsaasiss.
A' Florida
Boa Duque de Callas u. loa
Chama-te a atten(2o das Exmas. familias par
os precos seguiotes :
Cintos a 1/000.
Lavas de pellica por 2/500.
Lavas de seda cor araada a 24, 2/500 e 3#
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs o
metro.
Albug de 1/500, a/, 3/, ate 8.
Ramea- de florea finas a 1/500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1/ o par.
Porta-retrate a 500 rv, 1/, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquionas de 2/, 2/500 e 8/ urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4/500.
dem La Figurina a 5/000.
Pentes para coed com inscripcSo.
Enchovaes psra batizados a 8, 9, e 12/000
1 eaixa de papel e 100 cnvelopes por 800 ris
Capella e veas para noivas
Suspensorios americanos a 2/500
La para bordar a 2/800 a libra
M3o de papel de cores a 200 ris
Eslojos para crochel a ($000 rs.
Btco de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 8/000, 4/000 e 5/000 a peca
Para a qoaresaa
Leques para menina a 200 ris.
Licha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largara 600 ris,
3 dedos 806 ris, 4 dedos 1/200.
Cambraia tapada
Qslao de vidrilho metro lal.
Franjas de vedrilho al/,
Luvas pretas de seda e Escocia.
Franjas e galoes fios a 2/500, 3/e 4/ o metr
BARBOSA dt SANTOS
Oleo para machinas
Superior qnalidade, a 6/400 a lata em cinco
galoes-; vende-se na fabrica Apolle e de sen1
depsitos.
6on negocio
Vende-se umi casa de molbados, propria para
principiante por tr poneos fan-tos ; qnem preten-
der dirija-se refnaco da ra do Li-raa, em San-
to Amaro das Salinas. ___________
Cabriolets
Vende se doas cabriolets, sendo am deseobert>
e outro coberto, em perfeito estado, para um oo
doas cavaos; a tratar rna Duque de Caxias
o. 47;__________________________________________
Doce de caj secco
Em latas de duas e austro libras, assim cemo
latinbas com jalea e latas com doce de goiaba,
teas continuad.mente para vender a preco eommo-
do; na ra do Bom Jess n. 85, armasetn.
WHISKY
KOYAL BLEND marca V1AD
Este excellente Whisky Esceases 4 preter vi
so cognac ou aguardenje de canna, para fortifican
> corpo.
Vende-se a retwho nos au Ifaares armasen
oolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOcujotw-
me e emblema sao registrados para todo o Brac .
_______ BROWN8 dr. C, agentes___________
PdIio de Riga
MATHUE3 AUSTIN & C, receberam ultima-
monte um completo sortimento desta madeira,
como sejam: pranches e tabeaa para assoalho,
da mlhor qnalidade e de diversas dimensoes, e
que vendem por precos cimoiodoe, e redusdos,
couloruir os loto.) ; no armazem do caes do Apollo
a. 51, su i ra do Commcrcio n. 18, Ia andar,
J


8
Diario de PcrnambocoQuinta-fcira 10 de Marfo de 1857

SC1ENCIAS
de ; nlo eta
Arte a&Tal
OS TOBPEDCS AUTOMOVEIS
Nlo preciso ser augur em torpedos ;
tilo necessario ter estado em Fime e
oatros lugares que se distinguen! na arte
das machinas submarina, pata saber que
o torpedo automovel actual anda apenas
urna machina inrpe feita, cujos defeitos
alo numerosos.
Basta ter examinado um torpedo Whi-
tehead, basta trr assistdo a alguna lan-
basta ter ouvide conversar al-
guna
jue 24 oda (crea da
), e parece impoasi-
-nentar muito
essa


amentos, _...
guns officiaes especialistas para fiear-se
convencido que esse torpedo anda nlo toi
Bufficientemente estudado, o que importan-
tes modificares tm de ser-lhn fritas.
Conservar-se no modificar essa machina, contentar se em
ir ao estrangeiro comprar os tperfeicoa-
mentos feitos por outro?, seria querer dar
razio aos adversarias do torpedo autorao
vel.
Para convncelos, necessario mais do
que bellos raciocinios, mais da que phra-
ses bem aliuhidas ; slo necessarias muitas
experiencias e exercicios repetidoa.
S essae experiencias e esses exercicios
podem levar-nos a adoptar um torpedo au
tomovel pratizo, e conheoemos demasiado o
espirito de pesquisa o trabalho de todos os
nossos offciaes para nlo estarmos persua-
didos de que o torpedo automovel francez
seria em pouco tempo o primeiro da Eu-
roPa-
O novo ministro da marinna comprehen-
deu-o perfeitamente; acaba de instituir
urna directora de trpedos; de prescre-
ver experiencias de lan^amento da roaia
alta importancia; e, finalmente, decidi
que se construam fin Franga torpedos au-
tomoveis.
Vamos poder desde j estudar a iundo
essa machina do futuro ; o, sem qucrerroos
entrar em desenvolvimentos demasiado te-
chnicos, procuraremos mostrar os defeitos
dos torpedos actuaes, e indicaremos quaes
os meios a empregar, para sermos bem
succedidos.
As exprobracSiS que se fazem aos tor-
pedos Wbitehead podem ser capi uladas
as duas proposcSes seguintes :
1.a O torpedo Whitehead, que compra-
mos na Austria, pesado atravaneador;
sua celeridade nlo suficientemente
grande.
2.a Esse torpedo delicado, de diffi.'il
apresto e de difficil conservado para o
combate. O seu uso necessita, a bordo dos
navios onde eropregado, de pessoal es-
pecial.
Primeim prcposicSo
O torpedo Wbitehead, que Bervo a bordo
das torpedeiras, pesa 400 kilogramas ; sao
neceasaros. oito homens para manobral-o.
A relaclo do peso de eogenho carga
explosiva nicamente 1/1 ou 40 kilo-
grammas de carga.
O iorpedo Wbitehead das torpedeiras
representa um charuto com 5m75 de coro-
primento e 380 millimetros de dimetro ;
no centro tem um reservatorio do ar com
2m,29 de comprimento e urna capacidade
de 215 litros.
O peso desse reservatorio, coroprehen-
dido o ar centido na presslo do 70 atmos-
pheras, de cerca de 219 kilogrammas
ou am kil 'gramma por litro de ar.
O torpedo Whitehead das torpedeiras
'jomplicado; contm, realmente, alm do
apparelho motor, a cmara dos regulado-
res, o servo-motor, outros muitos mecha-
nismos, dos quaes s citaremos os princi-
paes apparelboa de marcha: chave de se-
granos, apparelho de imroobilisacaodo
leme horizontal, verificador de distancias,
apparelho de parada, vlvula de conserva-
jao de ar, etc.
O torpedo Whitehead daa torpodeiraB
5o tem urna celeridade demasiado gran-
12 metros por se,
vel conseguir se
marcha.
Vamos, deata ultima consideradlo, dedu-
zir ama modificarlo immediata da ma-
china.
Os 215 litros do ar do torpedo nao lhe
permittem marchar muito mais de 12 me-
tros por segundo ; mas elle pode marchar
50 segundos com essa veloc'dade, que pro-
curou-ss augmentar com a introdcelo,
isto o gasto de ar, roas foi improficua a
tentativa.
S a extenso do percurso dimnuio ;
bouve tilisac&o menor do trabalho arma-
zenado.
Si, em vez de ter um reservatorio de
215 litros pesando 215 kilogrammas, o
torpedo tivesse um reservatorio menor, de
150 litros de ar, por exemplo, pesara cer
ca de 150 kilogrammas ; o torpedo teria,
no mnimo, a mesina celeridade, a expe-
rar a
riencia provou-o. roas nlo conservara essa
marcha senlo durante 25 segundos, por
exemplo.
No primeiro caso, ella pode ir a 6C0
metros, a 21 n3, e pes* 400 kilogram
mas. No segundo, s pode ir a 300 me-
tros, a 24 nos : mas nao pesa sanio 335
kilogrammas. Existe a favor da primeira
a forca de manhl de 300 metros retri-
buida por um augmento de peso de 65 ki-
logrammas.
Ser necessaria essa forja de raaicha ?
Tal a quoatlo a resolver.
Urna torpedeira que ataca noite ma-
nobra menos de 100 metros: para os
combates nocturnos, portanto, o poder de
ir a 600 metros pois, intil.
Urna torpeieira que ataca de da pode
combater, ou cora um navio ancorado, ou
com uin navio cm marcha.
Se contra um navio ancorado pode ati-
grande distancia, o roeamo nlo
acontece com um nario em marcha.
Q aesquer que sejam as descobertas do
futuro, qualquer que seja o peso que se
d ao cavallo-vapor, quasi certo que o
torpedo automovel, que tem de inover-se
debxo da agua, jamis ter celeridade
bem muito grande era relaclo do navio que
se move no mesmo eraento. Pode-se at
dizer que actualmente n relaclo (torpedo a
vapor) das celeridades, vai dimnundo.
Ser sempre impoaaivel dar a um corpo
que se move debaizo d'agua velocidades
compara veis ss que se lhe podem dar no ar.
Para duplicar a celeridade do torpedo
automovel actual bastara, segundo as for-
mulas e a experiencia, urna forga interior
oito vezes maior que a que actaalraente
possue.
Sera preciso um reservntorio que nlo
pesasso mais que os reservatorios actuaes,
porem, capazos de supportar urna prsalo
de 500 atmospheras ; e s se alcancaria
urna celeridade de 24 metros, por se-
gundo.
un inimigo em marcha a mais de 300 me-
tros.
Peixamos de parte o caso do navio an-
corada, porque provavel que, estando
fundeado, o navio possa preservarse por
meio de redes collocadas verticalmente
n'agua e tambem porque nlo senlo um
caso particular do caso geraf.
Para indicar o caminho a seguir-se,
cutnpre encarar a questlo de molo eleva-
do e principalmente attender para o fu-
turo.
Pensamos, pois, que intil procurar
atirar a mais de 300 metros sobre um na
vio. Para que entao reservatorios to gran-
des, to pesados e to atravancadores t
Objectar-nos-hSo que esse comprimento
de reservatorio augmenta o comprimento
do torpedo e da-lhe maior estabilidade de
rota.
Responderemos que a julgar-se o com-
primento do torpedo necessario sob o poa
to de vista da estabilidade da rota, pre-
fervel ganhar um peso de carga explosi-
va antes do que ter ar inutilis&do; dir
mos que o torpedo actual demasiado pe-
sado para a carga que tem ; acreditamos
que se pode fazer com que leve cerca de
80 kilogrammas em vez de 10 kilogram-
mas.
Aocr.'scantaremos qua, se o comprimen-
to do torpedo bom sob o ponto de vista
da estabilidade de rota, mo sob o ponto
de vista da celeridade e que, por conse-
guinte, percorre-se um circulo vicioso. Te-
ro mos, pois, dous casos: ou o torpedo ca-
minha em linha recta, perdendo, porem,
parte da rapidez ; ou augmentando a ve-
locidade da marcha, afasta-se da linha
recta.
Os estrangeiros reconheeoram-o perfei-
tamente; os torpedos entregues pelo Sr.
Whitehead aos russos o aos dinamarque-
zjs em 2885 nlo erara to compridos, e
pesa vara muito menos que os nossos tor-
pedos do 6m,75, e, comtudo, levavam car-
gas maiores e andavam mais depressa,
pelo menos at 300 metros.
E' esta, pois, a primeira r-forma a fa-
zer-se, Compre diminuir o comprimento do
torpedo das torpedeiras, compre augmen-
tar sua carga e sua celeridade ; tres cou-
sas que ctmnham de par. Ora; s urna
objecdo pode se fazer a esta transforma-
cao ; e vem a ser : quando um pequeo
reservatorio soffre perda na sua presslo,
torna-se bem depressa impotente.
A objecgiU justa ; mas ha um meio
simples do remediar essa perda de pres-
slo ; consiste em apereicoar a vlvula de
mudanca de ar e principalmente permittir
que a torpedeira possa tornar a carregar
o seu torpedo quanlo for necessario. E'
motil adqoirir por om augmento, e por
urna diminuido de celeriuda, garanta
muitas vezes insuficiente.
A diminuido de comprimento do reser-
vatorio traz, alm disso, comsgo outra van
tagora: permiti diminuir o numero de rae-
Se a presslo do reservatorio desappa- regaladaifts, da modo quo toque com a ma-
recer, poder e-ha tornar earregar esse ohina o com oservo raoti..
reservatorio; mas, e o mecanismo do tor-
pedo oxydarera-se (o que certo), para
que servir elle? Tratar do desmontal-o e
limpal-j a bordo de navios minuscolos em
que elle se aobar, parece-nos urna utopia*
Segunda proposito
Esta proposito refrase poincipalmen-
te conservadlo da machina prestes a
ser. langada; nlo se trata aqoi de conser-
var as pacas bom asseiadas, bem luzidias,
mister eolio'ar a machina as condicl.s
da pratica, isto nos tubos das torpodei-
ras que navegara a iastallar os mecanis
mos i modo t*\ que os orglos nlo so
oxydera fcilmente e qoe o torpedo trne-
se efijiaz dnranta certo lapso, da tempo,
(oito dias por exemplo.)
E' nocess-.rio que es-3a machina posan
Mesmo com esta marcha nlo se poderia canismo do torpedo
atirar sobro om inimigo em movimento a! Este, tendo menos ar interior, pode'pres-
mais de 300 metros, porque para abrir ca-
minho, o torpedo gastoria 13 segondss, e
este lapso de tempo pode bastar ao navio
atacado para fazer variar da 6 a 8
nos soa celeridade de traoslac&o qoe leva-
va ao lancar-se o torpedo. Com effeito,
elle s tem de virar ao* maohina e por o
leme de modo a virlem cheio
atacante.
ciodr da caixa de parada (stoppage), por
qoe nanea ir at moito longe eo stoppage
s til para os exercioioa.
Deve-se tambem supprimir, o que j
est admittido, o ferrolho de seguranca, e
a vara de redouca de submerslo. i
Convira tambem substituir o mecanismo
dolado do de innobilisaclo actual por um mecanis-
mo automtico. Feito isto, o torpedo amo-
Demais a a ezperiencia mostra clara-
mente qoe, a partir da distancia de 300
metros, a trajectoria do torpedo automovel
muitas vezes cncrichosa.
Anda mais, a pratica faz ver qna m- Disaemos, com effeito, que o torpedo
amis do approximada aotomorel delicado, difBiil de manter.se
movel ficar menos pesado, menos com
plioado e soa celeridade augmentar.
Taes serlo os primeiros resoltados obti-
doa ; compre, porem, obter outros.
possivel al vejar
mente 5o com urna torpedeira.
Ora uor erro
c

c
de 5" a 100 os. di 8 ms de erro
200 > 16
300 21
400


FOLHETIM
0 OORCNDA
Eslas tres conBderagSes levara a pensar
que ser sempre imprudente atirar sobre
e conservar-se para o combate ; qoe a sua
mapobra necessita de um pessoal especial.
As modificares que acabamos de indi-
car melhoraro o torpedo sob o ponto da
vista de sua delicadeza e de soa conserva-
co para o combate, mas nlo farlo, por
exemplo, com que um torpedo qoe fique
oito dias em om tobo preste para atirar*se.
sor entregue tal como om obuz ; s cora
ust.-. condiclo se tornar pratica a bordo
das torpedeiras.
Si, com effito, ella exigase a bordo de
cada navio, onde erapregala, ora pessoal,
iateiramento especial, conviria renuaciar
armar muitas torpedeiras, porque nlo a
um operario ordinario qua se p Je confiar
o cuidado de desmontar da modo intelli-
gente um torpedo automovel; nlo se pie
at exigir do todos os com mandante de
torpedeiras quo cenh-jgara suficientemente
a machina, para fazel a desmontar e re-
montar.
Ha muito tempo que os estrangeiros tra-
balham nesta sentido: ha annos, o Sr.
Whitehead faz a experiencia seguinte : pre-
para torpedos para o combate, carrega os
realmente, e dixa-oe seis mzase umanno
no armazem : dapois lanca-os sem outra
forma de processo. Est experiencia d
bons resultados, mas nSo feita as con
dis3as da pratica; uno torpedo deteriora-se
de forma diversa nos tubos de urna torpe-
deira do que era um estaleiro.
Os alienles nlo ficaram atrs nesta ira-
portante quastlo : tendo o -servado a ra-
pidez da oxydaclo dos pegas de ac, pro-
curara e conseguiram tabriear torpedos
completamente de bronzo (phosporeo ou
outro). \ disposiglo interna das pegas
ideuti :a, adoptada pelo Sr. Whitehead ;
s o que diferente a mudan; do me
tal.
Esees torpedos de bronze serlo, porven-
tura, sob o ponto de vista da onsorvacio,
superiores aos torpedos da ac?
E' provavel, comquanto, como e ac/>, o
bronza se oxyde ; cobre-sa de verdete, que
nlo se derrete no oleo como o oxydo de
ferro.
Davem-sa anda fazer experiencias ;mas,
qoer o torpedo seja de bronza oo de a$o,
ha outra transformaclo, qoe tambara
necessaria.
Da todos os mecanismos do Whitehead,
o mais importante sem contestado, o
que o conserva na soa imraerslo; prin-
cipalmente este mecanismo qoe compre
soperintender.
Nos nossos torpedos a cmara dos regu-
ladores (pistn hydrostatico, pndulo) acba-
se na danteira do reservatorio, perto da
carga explosiva.
Os moviraentos do pistn hydrostatico e
do pndulo sao transmitidos ao servo-mo-
tor do leme horizontal do torpedo, por in-
termedio de urna longa haste concava que
atraveBsa um tobo-guia, o qual penetra
tambem no reservatorio
Para que o torpedo estoja em boas con-
dicCes, indispensavol que a baste concava
nlo tenha attrito, qoe nlo seja oxydada;
mister tambem qoe o servo-motor foraa-
cioae bem e seja gomm, como diz a gente
do offi-io.
Conservar orna baste ooneava demasiad
longa, conservar orna Boperficie oxyda-
vel moito grande ; ha interesse era restrin-
gil-a; o qoe se pode conseguir, diminuindo
o comprimento do reservatorio ; mas ha
um meio muito mais radical: supprimir
a haste concava e collocar a cmara dos
O Sr. hit'head ensaou-o; ollocou o
seu pistn hydrostatico da frente adianto
da machina, e o balaceo doa torpedos de
typo conservou-se indefinidamente. Infeliz-
mente, quando se langa o torpedo, o ar
que escapa daa juntas da machina e do
servo-motor vem contrariar o jogo do pis-
tn hy Irostfltico qua ae tem de tocar. E>ta
inoonveniente decidi urna commisslo fran-
cezs a rejeitar essa typo da torpedo; acha-
mos qua fez mal; era vez de rejeitar o]
torpedo, convinha procurar remediar o
inconvenientes.
Consegair-se- certamente supprimir as
fugas da machina, e si se fizer um com-
partimento aparte para o esjapamento do
ar do servomotor, conseguirse certa-
mente, supprimir sua a celo sobre o pis-
tn hydrostatico.
Como j tera sido por vezes repetido, o
servo-motor a almi do torpedo; elle
que transmita ao leme horizontal as sen-
sscSes da cmara doa reguladoras.
Si o servo-motor funecoaa mal, o tr-
pido nlo va'e nada; compra, portanto,
empregar cuidados particulares em relaglo
e esta orgo.
Installar no proprij torpedo urna peque-
a ba .lia cheia de oko na qual ficaria mer-
gulhado o servo motor nlo nos parece ri-
diculo.
Na occasilo lo lancameuto do torpedo,
o ar comprimido viria oxpellir o oleo, e
ter se a certeza de possuir um servo mo-
tor em boas con coes. r
Por que nlo sa ha de fazer essa mesmo
motor de nickel oudeprata? Isto augmen-
tara bam pouco o prego de 6,000 francos
que j custa a machina. -
Qoer tenhamos razio oo nlo sobre este
ponto, certo qoe devemos procurar obter
urna machina que d o mximo de effeito
pelo m ;nimo de peso e susceptiva de conser-
var se efficaj nos tubos de urna torpedeira
durante oito dios, pelo menos.
Emqoanto esta qoestlo alo for resol vida,
nlo haver o torpedo automovel pratico.
G. S. Nov
Profundo silencio reinou no s.llo.
Esta va all um bandido, cuj corac&o
__ Mas quum a instruio to bem, meni- desecoado nlo poda mais bater. O Sr. da
POR
fifis mil "
QUINTA PARTE
o cohibis as casamid
(Continuado do n. 55)
XI
llore, de Italia
As outras mulheres eacutavam e espe-
ravam.
As mulheres tem um inatincto superior
que parece urna segunda vista. Presen-
tan) nlo sei que drama lgubre sob aquella
farga que, apezar do eaforco do bistriao,
to dolorosamente se desenvolva. Aqoelles
senbores qoe sabism o qoe tnha a fazer,
fingiam-se legres. Maa alegra nlo vem
quando se quer. A alegra rebelde con-
servava-se rigorosa.
Quando o Corcunda iallava, a su i voz
aguda e aipera rritava os ervos de to-
tos. Quando o Corcunda ae callara, o si-
ten co era ainistro.
Entao, mena senbores, dase Gonza-
ga, por que nlo ae bebe mais ?
Os copos encherara-so vagarosamente.
Nicguem tnha sede.
__ Ouca-me, bella menina, dizia entre-
tanto o Corcunda, sem seu raaridinho, seu
amante, seu eacravo.
E' um aonho horrivel; diaae D.
Cruz ; eu prefera roorrer.
Gonzaga baten coro o p ; o seu olhar
aooeagava a sua protegida.
Principe, Hisse Aurora, com a calma
do desespero, nlo prolongue isto : aei que
o i-avalheiro Henrique ds Lagardre roor-
reu.
Pela segunda vez o Corcunda eatrame-
ceu como ae tiveaso recebido om choqua
ubito.
Nlo fallou mais.
na ? perguntou Gonzaga com urna grave
cortesa. _*
Nlo me interrogue, principe. Che-
gamos ao desenlace de tudo isto. Aceito-o,
desejo-o.
Gonzaga pareca hesitar. Nlo esperava
que lhe p dissem o ramo de Italia. A mo
de Aurora fez um movimento visivel para
as florea.
Gonzaga olhava para aquella rapariga
to ovan e tilo bella.
Prefera outro marido ? rourmurou
elle ao seu ouvdo.
Mandou-me dizer, prncipe, respon-
den Aurora, qo3 se recosasse, ficaria 1-
vre. Reclamo o comprimento da soa pa-
lavra.
E sabe? comecoo Gonzaga, sempre
em voz baixa.
Sei, interrompeu Aurora, que afinal
levantoo sobre elle o seo olhar de santa, e
espero que me offerega essas florea.
XII
influencia hyglenlea do eacaly-
ptas.
Por una grande quantidade de casos
colleccionados e comprovados por William
Tait, v sa qu i innegavel a influencia
salutar do euealyptua nos lugares spitos
a febres palastros. Eatre estes -conta-sj
o mosteiro do Trefaotane, povoaclo de Ro-
ma, era oatros lempos inhabitavel na esta-
do do verlo, em qoa as fabres dizimavara
qoem all viva. Aquello logar foi sanea-
do pelo eucalyptos, da que se fizeram
grandes plantacSaa, e agora habitado
durante todo o verlo pala colonia ecle-
sistica e seus criados.
Slo varias as hypotheses sobre o medus
operanii do cucalyptus no sanearaento das
torras. Alguna afirmara quo, em conse-
queacia da grande absorpelo de agua pelas
raizas do eucalyptus seccam os pantanos,
e, que, por isso, conveniente a sua plan-
taclo nesses terrenos. Nlo parece acen-
tuada esta opinilo. Ha muitas outras ar-
vorea que absorvem tambem grande quan-
tidade de agua pelas raizes, mas nlo con-
sta qoe sanaam era aeqoer os pantanos.
Pessoas qoe tm estado na Aostrala
afirmara que fls aguas dos pogos onde ca-
liera foi lias de eucalytus ae tornara negras.
Isso provavelmente causado pola acelo
do tannino contido as folhas e cascas da
arvore em contacto com agua ferruginosa.
O tannino exerce acelo antisptica, com
binando ae com os pequeos corpos albu-
minosos ; e fcil obaervar esta aceito be-
nfica nos vinhoa tanninoaoa, menos sojei-
tos aos pergos de fermeotaclo secunda-
ria. As folhas contera tambem essoncia
de eucalyptus chamada no commercio euca-
lyptol e empregado hoja na therapeutiea
como enrgico antisptico.
O Sr. C. T. Kingaett, na sua obra Hy-
giene da natureza, diz que na ilha Maur-
ca toi esta planta em pregada oom lo
bom result do no traUmanto das febres
palustres que as fulhas chegaram a ven-
der-se all a um franco cada urna.
O aroma balsmico, que se exhala do
euoalyptus, provm das folhaa. Alm d'a-
so, diz o Sr. Kmgzett, o oleo dov eucaly-
ptos absorve o oxygeno atmospheri-'o sob
a influencia da acolo do sol, dando ori-
gem a varios couipostoa oxydados, cujo
ponto de ebulido mais elevado do que
os dos hydrocirboneto3 originaes; esta
reacglo acompanbada pela formado da
hydrogeno, HS0J. Tendo esta solugao um.08
tomo maia de oxygeno do quo a agua /,p
tendo este segando tomo do oxygeno urna
acelo chiraica mais frac do quo o tomo
restante para os dous atoraos de hydroge-
no, separa-se fcilmente dos seus compa-
nheir^s e liga se a tomo de outras mol-
culas oxygenadoras.
A acco purifiaadora dos desinfectantes
resume so geralmente na oxyganaclo, como
por exemplo, sueuede com o per na uga na-
to do potassa. Supp3-se quo o aroma
que exhalam as folhas do eucalyptus oxy*
gena os corpos com qua est em contacto,
porque as molculas desses corpos esto
vidas de oxygeno e d'ahi provm o des*
infectal-es. As experiencias do Sr. King-
zett provam que os leos volateis, como o
do eucalyptus, formara nlo s o peroxydo
de hydrogeno, que om poderoso desinfc-
tente, mas tambera um acido camphorieo,
msgnifi ;o antisptico.
A. casca do eucalyptus contm oleo vo-
ltil e tannino, enja acelo peraervativa e
antisptica bem conhecida nos paizes
vincolas. A arvore desp ja-se gradual
o successivamente de carnadas exteriores
de casca o estas caliera no solo e natural-
mente exercem urna ac$lo parificado so-
bre a trra e as aguas. As folhas tam-
bem cahem no solo e contriboera para
produzir o mesmo phenoraeno. Todas as
arvores contera principios preservativos:
at a propria madeira os contm.
Pela analyse feta no tronco do eucaly-
tos glbulos por ordem do Bario von Mul-
lar, v-se qoe se lhe encontrara as seguin-
tes substancias : verraelhlo de eucalyptus,
acido xylogalico, acido eujalyptico, euca-
lyptol, 8liea, acido cucalypto-rotico, acido
eucalyptico-galico, acido eucalypto-tannico,
acido eocalyptico, gomma o substancia*
saccharinas. O Barfio vm Muller diz
tambem que, para a construcsao de casas
a madeira incorruptive).
Parece que habi'ar em ama flor?sla de
eucalyptus deve produzir effeito salutar s
pessoas affectadas de tyaica. O effeito do
oleo voltil do pinheiro muito aemelhan-
te ao do eucalyptos, e o Sr. KingZett iu-
ventoo om processo de fabricar muito eco-
nmicamente o peroxydo hydrogeno.
a raseioaf*
S nlo comprehendiam qoanto era ter-
rivel a situado, D. Croz e aa mulheres.
Todos os homens que all ae achavam, fi-
nanceiros e fidalgos, t'nhara calafrios.
Cocardasse e Passepoil fixavam es olhcs
no Corcunda como dous des que esprti-
tam.
Na preaenca daquellas mulheres admi-
radas, inquietas, e daqaelles homens abati-
dos pelo deagosto, mas que nlo tinham a
forja preiiaa para quebrar a sua cadeia,
Aurora eatava calma, meiga e radiante
de belleza, aquella tristeza profunda, mas
resignada, da aanta que soffreu a prova su-
prema nesta trra de maguas e que j v
o co.
A rolo de Gonzaga estendeu-ae. para
aa florea ; maa cabio. Esa situado o to-
mava de improviso. Esperava urna Iota
qualquer, em seguida qual aquellas fl
res dadas ostensivamente moca, sella-
ran! a compheidade dos seos allados. Mas
diante daquella linda e meiga creatura, a
perversdade de Gonzaga admrou-ae. O
qoe lhe restava de coraclo no tundo do
peito deapertou. O conde de Canozza era
om hornero.
O Corcunda fixava nelle o aeu olbar pe-
netrante. Tres horas da noite soaram no
relogio.
No meio do profundo silencio ama voz
ergueu ae por tras de Gonzaga.
Peyrolles disse ao aeu amo :
O tribunal de familia reunir-ae-ba
amanbl.
Gonzaga voltou a cabeca e ronrmuroo :
Faza o qoe qoizeiea.
Peyrolles pegoo immediamente no ramo
de flores, o mesmo de qoe Gonzaga tnha
revelado o destino.
D. Cruz, presa Rpor urna vaga crenja,
disse ao ouvdo de Aurora :
Qoe me disseste to dessas flores ?
Miaba aenhora, dizia naquelle mo-
mento Peyrolles, est livre. Todas estas
damas tiveram ramos, permita qae lhe of-
rec am.
Disse isto de am modo singular. Seu
rosto naquelle instante transpirara a infa-
mia.
Aurora, entretanto, estendeu a rolo para
pegar as flores.
Com a breca 1 diaae Cocardasse, que
enxugava a fronte ; aqu ha alguma cousa
diablica I
D. Cruz, que olhava para Peyrolles vi-
damente, precipitou-se por instincto ; roas
urna outra mo a tinha prevenido.
Peyrolles, repellido bruscamente, recuou
at a parede 1 O ramo cahio-lhe das rolos
a o Corcunda pisou-o aos ps framente.
Todos os peitos ficaram livres de om
farda.
O qae quer dizer isto ? exclamou
Peyrollea, qoe pegou na espada
Gonzaga olhou para o Corcunda descon-
fiado.
Nada de flores 1 diaae elle. Eu s,
alm disso tenho o direito de fazer desteB
presentes miaba noiva. Que diabo, es
to todos consternados como ae tivessena
visto cahir o raio. Cabio apenaa um ra-
mo de flores murenas. Tenho deixado ca-
minhar aa couaas para ter tolo o mrito
da victoria. Embainhe a espada amigo, e
depressa I
Dirgia-se a Peyrolles.
Alteza, continuou elle, ordene a este
cavalheiro da triste figura que nlo pertur-
be os prazeres. Meu Deus admiro o 1
largar a corda atraz do balde; desfaz a
negocio. Permitta-me nlo renunoiar to
depresaa.
Elle tem razio tem razio, gritara
do todos os lados.
Todos ae agarrarais a este meio para
sabir das trevaa.
A alegra nlo pide invadir o sallo de
Gonzaga naquella noite.
E' preoiao dizer que o proprio Gonzaga
nlo esperava cousa alguma da tentativa do
Corcunda.
Isto dava-lhe nicamente alguas mina
tos para rtfiectir. Era preciso.
Tenho razio bein sei, prosegaio
Esopo II. O quo lhe prometti ? Urna l-
elo de esgrim amorosa. E faz a3 coasas
sem mim 1 o deixa-rae mesmo sem dizer
urna palavra I Esta moca agrada-me ; quo-
ro-a, hei de t!-a.
Ora gracas disse Navalles ; isto
que fallar !
Vejamos, disse o gorJo agiota, veja-
mos se s to forte nos torneios de amor
como as Iotas bacchicas.
Seremos joizes, accrescentou Noce ;
enceta a batalha.
O Corcunda olhou para Aurora, depois
para o crcolo que o cercava.
Auroia, fatigada pelo supremo esforjo
qoe acabara de fazer, encostoo-se ao ora-
50 de D. Cruz. Cicardasse collocoa junto
della urna poltrona. Aurora dexou-sa ca-
hir.
As probabilidades nlo slo para este
pobre Esopo, mormuroo Noce.
Gomo Gonzaga nlo ae ra, conservavam-
se serios : as malheres nlo se oceupavam
senlo de Aurora, excepto Nivelle, que pon-
sava.
Tenho idea que este homnculo um
Cresos.
Alteza, uisse o Corean la, permitid-
me dirigr-lhe um pedide. Est moito al-
tamente colloaado de certo para querer gra-
cejar eomroigo. Se diasesaem a um ho-
mem : a Corra 1 era preciso que nlo co-
roecassem amarrando lhe aa duaa pernas.
A primeira condic3o do successo, a aoli-
dlo. Oole virara urna roulher enternecer
quando se vi cercada de olbares cariosos ?
Sejam justos, ato impossivcl.
Elle tem rsalo I disse ainda o c6ro
dos convivas.
Toda esta gente aterrorisa, continuou
Esopo II; eu mesmo, perco roetade dos
roeus meios, porqae o amor tamo, apaixo-
nado, est aeropre rouito periodo ridiculo.
Como encontrar eBses tons que enebriam
as mulherca fraoaa, na preaenfia de audito-
rio qoe graceja ?
E era na verdade divertido, aquello ho-
mnculo, pronunciando o aeu dacurao coro
um ar elegante e fatuo, com as ralos na
cintura, pegando no giblo. Se nlo fosse
o vento sinistro que soprava naqaella noite
na casa de Gonzaga, teria sido urna noite
de risos.
Nivelle disse a Gonzaga :
Conceda-lhe o que ped, Alteza.
Quaodo a essencia de therebentina ou a
do eucalyptus esto expostas acelo atmos-
pherica, aborvem oxygeno e dio origem a
um peroxydo orgnico que, dissolvido uo
oleo, lhe communica propriedades serae-
lbanteB s do ozone. Juntamente com
aquellos principaes productos, encontram-
se pequeas qaantidadea de cidos actico,
frmico e camphorieo.
Para a exploraclo industrial deste pro-
ducto fermou-so em Londres urna oompa-
nhia que tera distribuido muito bons divi-
dendos. Com os seus preparados fabr-
cam-se desinfectantes tm a vantagem da
alo estragar a roupa e de 8er baratos.
O eucalyptus deve cultivarse principal-
mente na* localidades sujeitas a febrea in-
termitientes. H. sua plantaglo tambara po-
de pro luzir grandes benefioios para a agri-
cultura, servindo de abrigo dos ventos do
norte, qae retardara moito O crescimeato
das plantas; seria, poia, conveniente qae,
para 0 aaneamento de tantos sitios panta-
nosos do nosso paiz, se tizessem em larga
escala plantacdes de euoalyptus.
O que quer elle ? disse Gonzaga,
sempre diatrahido e desconfiado.
Que nos dexaoi sos, minha nova e
eu, respsodeu o Corcunda ; pe$o apaas
cinco minutos para fazer oslar aa repug-
nancias desta encantadora crianca.
Gonzaga conservou-se silencioso.
O Corconda approximou-se dlle e dis-
se lhe ao ouvido :
Alteza, observam-n'o. Punira com
a roorte aquello quo o trahisse, como se
est trahndo a si proprio 1
Obrigado, amigo, respondeu o prin-
cipe, que mudou de rosto, o conseibo
bom. Teremos decididamente urna grande
conta a ajustar juntos, e julgo que sers
fidalgo antes de roorrer.
Depois, drigindo se aos outros :
Meus amigos continuou elle, pansava
nos senbores. G .olamos esta noite urna
partida terrivel. Aaanbl, segundo toda
a minha esperanca, finalisaremos os nossos
desgostos, mas preciso nlo encalbar quan-
do entramos no porto. PerdSem a minha
diatraedo o auompanhem-me.
Estava rsonho. Todas as pbysionomtas
se mostraram alegres.
Nlo vamos para muito longe, disse-
ram as mulheres; preciso que gosemos,
espiando.
Na galera I dase Noce, deixaremos
a porta entreaberta. .
Mos obra, Joas, tens o campo li-
vre.
Vence, Cercana I dar-te-beraos dea
minutos em lugar da cinco, de relogio na
mo.
Meus senhorea, disse Oriol, esto
abertas as portas.
Jogavam sobre tudo e a proposito de tu-
do.
O prego d.is apostas fot cotado de um
contra cem para Esopo II ou Joas.
Passand junto de Cocardasse e Passe-
poil, Gonzaga disse-lhes :
Com urna grande quantia -oltaram
para Hespanha ?
Fareroos tudo para obedecer a Sua
Alteza, replicaram os Nlo se affistem, d3se o prncipe, reu-
nindo-se multidlo dos seus allados.
Cocardasse e Passepoil nlo prestaram
attenclo.
Quando todos sahiram do sallo, o Cor-
ounda voltou-se para a porta da galera, por
traz da qual viara tres fileiras de caberas
curiosas.
Bem 1 disse elle com um ar folgazlo,
muito bem 1 como esto, nlo me incommo-
dam absolutamente. Nlo apostara muito
contra mim, e consolara os relogios. Es-
quecia-rae cousa, interrompeu elle atraves-
sando o sallo para se approximar da ga-
lera, onde est Sua Alteza ?
Aqu, respondeu Gonzaga. O que
ba?
Tem um tabellilo perto ? perguntott
o Corcunda, com am ar muito serio.
Naquelle momento ninguem pode con-
ter-se.
Ouvio-se urna grande gargalhada na ga-
Melhor rir o que nr por ultime 1
murmurou Esopo II.
Gonaaga replicou, fazendo um movimen-
to de impaciencia.
Vamos depressa, amigo, e nlo ta in-
quietes. Est um tabellilo real no meu
quarto.
O Oorcnnda curaprimentou e voltou para
junto das duaa mulheres.
D. Cruz olhava para elle com urna ea-
pece de terror. Aurora, con8erava oa
olhos baixos. O Corcunda veio collocar-
se de joelhos diante da poltrona de Au-
rora.
Gonzaga, em logar de ver o espectcu-
lo, que tinha tanto successo psra os seus al*
liados, affastava-se pelo brajo de Peyrolles.
Foram encostarse no fim da galera.
De Hespanha, dizia Peyrolles, podeoa
voltar.
Morre-se na Hespanha como sa mor-
ro em Pariz, murmurou Gonzaga.
Contiouou dopois de um cario silencio :
Aqu nlo temos occasilo. Aa mulhe-
res adivinhariam. D. Crua fallara.
__Chaveroy... comecoa o Sr, de Pey-
rolles.
_ Esse ba de calar, interrompeu C*on-
Trocaram um olhar e Peyrolles nlo pe-
dio mais explicacSes.
E' preciso, prosegoio Gonzaga, qua
ao sabir daqui ella esteja livre, absoluta-
mente livre, at ao voltar a ra.
Peyrollea inclnou-ae de repente para a
frente e prestou attenc.So.
E' a ronda que paaaa, dsae Gooza-
ga.
Um ruido de armaa ouvio-se fra. Maa
esse ruido auffocou-se com o grande mur-
murio que ae levantou de repanto u ga-
lera
__E' adroiravel 1 exclamaran! todos ;
prodigioso .
__Estaremos cegoa 1 que diabo Iba da-
se elle.
(Continuarse ha.)______
Typ do Diario ra Duque de Cmioa
>


a


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