Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18234


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Full Text
AMO L111 i N O M fi fi O 55
k
PARA A CAPITAL E Ll'SIRKM OXDE NAO SE PAGA PORTB
Por fres raczes adiantados............... 6(5000
Por seis ditos idem.......... ...... i^OOO
Por am anno idem................. 23*000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 100
DIARIO DE
A--FEIRA 9 DS HABQO Di 1887
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados.............
Por nove ditos idem................
Por am anno idem................
Cada numero avulso, de das anteriores..........
13J500
20*000
27,5000
0100
NAMBUGD
Propriefcte D* JRaiuel Jtgucira 1>* .tarta i S^b
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Os Srs. AmoJe l'rioee A C.
de Parla, ail os nossos agentes
exclusivos de auuunclos e pu-
blieae9es na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
:ss7i;o n imi\L bavas
(Especial para o Diario)
VALPARA1ZO, 8 de Marco.
Durante as ultimas 94 horas de-
ram-se aqu 9 casos novo e 5 bitos
de cholera morbu.
Em Santiago forana de 38 os bitos
hai-idos no meimo lapso de lempo.
PALERMO, 8 de MarSo.
O cholera leu ilcailo estacionario
em Csanla.
BERLIM, 8 de Marco.
O Relcnstat; volou em sellara, o
projeeto de le sobre o septennlo mi-
litar, apresentado pelo sroverno.
VIENNA, 8 de Marco.
Asdelegac5es austro-bnnt;aras en-
cerraran sua sesaao.
PARS, 8 de Marco.
Os Jornaes russoa manifestam
grande Indignacao contra as autori-
dades blgaras. proposito das me-
didas de repressfio empregadas con-
tra os autores da ultima Insurrel-
co.
Agencia flavas, filial em Pemamboco,
3 de Marca de 1887.
INSTRUCCiO POPULAR
(Extrahido) -
DA IiIBLIOTHECA DO POYO E DAS ESCOLAS
PARTE SEGUNDA
DaENCIS MEDICAS
(ConttnuacSo)
Varila oo bexlgas
Quando a varila segu a su* marcha regular,
depoia de 2 a 3 dias de supporaco, comees o perio-
do da secca ; o, salvas algumas complicacoea (in
felizmente moito frequentes), vera a convalescen-
ca que por veres demorada e lenta, e que de-
manda cuidados eapeciaes.
Posto que s ao medico incumba o tratamento
geral e local da variladevemos dizer aqu aos
nossos leitores qne todos os remedies tpicos em
pregados com o fm de evitar as cicatrizes das
bexigas, nem atingen o fim a qne se destinam ;
nem sao uteis, podendo mesmo alguna tornar-se
per i osos melhor portante nao os empregar.
O diagnostico da varila no principo como o
do sarampo,.s veses embarazoso. Qaando a eru
pc&o apparece fcil coohecel-a. Mnitas veres,
sendo a varila epidmica, o apparecimento dos
primeiros signaes fas de desde logo suspeitar esta
doenca, cujo diagnostico assim se facilita.
O tratamento da varila mni semelhante ao da
aarampo. O isolamento dos variolosos deve ser
rigoroso, pois que eminentemente contagiosa este
doenca. Nos hospitaes o servico dos variolosos
deveria ser completa e absolutamente separado
dos outros servicos, tanto em relacao so material
como ao pessoai. Intelismente estas coodicoes
nio se podem sempre realiaar, e a varila propa-
ga-se as vezes de um modo terrivel.
as casas particulares o isolamento impossi-
vel de obter, e tornara-ee inuteis todos os con-
selhos que deuemos a este respeito. Dizer que o
doente deve ficar isolado e nio poder ensinar aap-
plicaco do conselho tema-se nma banalidade ; por
estas razes, limitar-nos-bemos a dizer que, se as
bexigas apparecerm em urna casa onde haja muita
gente, o melhor ser que os nio atacados saiam
dell paia evitar o contagio.
A verdadeira propbylaxia da varila a vacci-
nacao cuja historia vamos exp6r moito em resnmo,
depois de eusinarmos ao leitor o tratamento dos
variolosos.
Decl irada a varila, sao (como ja disemos) inu-
teis os meios tendentes a atalhal-a ou a iuterrom-
per a so* marcha. O doente com bexigas deve
conservar-se de cama, em quarto arejado, media-
namente quente. Nio deve usar.excessivameote
das bebidas qnentes, e a abstencio des alimentos
de rigor no cornejo desta erupeo. D ;ve-se ter
todo o cuidado com a limpeza do doente, especial-
mente nos olhos. a mudaaca de roupa deve faser-
se com os maiores cuidados, evitndose os resfria
meatos que as veses trasera grsvissimas compli-
cacoea.
(Continua.)
jarte ornciAi
Governo da Provincia
FALLA qne & % sembl Legislativa Provincial de Pernambuco
no da de sua InsAallaeSo t de Mareo de 188, dirigi
o Ex.m. r. presidente da provincia Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
(Continuacao)
ADMINISTBAgO DA POLICA
Est cargo do Dr Antonio Domingos Pinto, que, com intelligencia e so-
licitude, con'n. no desempenho de seas importsntes deveres, prestndome effioaz
coadjavacao. TRANqUILLIDADE E SEGURANCA PUBLICA
Nao foi, por certo, dos mais lisonjeiros, durante o anno fiado, o estado de
tranquildade e seguranza publica nesta provincia.
Comqoanto em pequeo numero, todava os factos que de algama forma al-
teras a ordem em certas localidades, foram revestidos de taes circumatancias, que cau-
saran desagradavel impressao no espirito publico, nao s pela gravidade de sua na-
turezi, mas tambem e especialmente por suas lamentaveis eonsequencias.
A'm dos que occorroram por occasilo de ser assaltada, na noito de 26 de
Outubro, a 3 esticlo da guarda cvica, referidos pelo meu antecessor no relatono, com
que entregm-me a adroiniatraclo da provincia, consigno, com profundo pesar, os que se
deram no presidio de Fernando de Noronha, de que trato no artigo sob esse Mulo e os
que se praticaram no povoado Jatob, comarc de Tacarat, no da em que foi inva-
dida de sorprez-i e do modj brbaro a casa de residencia do tenente coronel Francisco
Cavaicante d Albuqaerque.
Os factos occorrdos em Jatob esto crcumstauoiadamente desenptos no re-
latorio annexo io Dr. ebefe de pocia, que submetto vossa apreciaclo, apreeatado,
quando a'alli regressou, depois de coocluida a diligencia de que o eacarreguei de pro-
ceder ao respectivo inquerito o demais proivdeucias recommendadas no oflicio em se-
guida transerspto : ooc v
Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 23 de Dezembro de 188o.Ve-
rificando-as pelas ultimas noticias oficiaos, relativas aos acontec nentos de Jatob, na
comarca de Tacarat, que a segurancia e tranqullidade publicas, continan all grave-
mente comprometidas pelos crirnes commetlidos e outros que se receiam inminentes,
desde o aaaaho de um bando de malfetores feto casa do tenente-coronel Drancisco
Cavbante de Albuquerque, que foi assassnado com outr s pessoas de sua familia ; e
requerendo a gravidade dos factos j conhecdos o outros que anda sepossam ter dado,
urna investgacao mais escrupuloss, activa, imparcial e intelligente, sendo anda que as
autoridades da comarca receiam embaracos na marcha regular e livre da ltSi Pel
numero e condisSes das pessoas envolvidas nos aoontocime tos, determine a V. o. que,
sem perda do tempo, siga para a comarca de Tacarat', onde necesaario a sua pre-
senca, para o fim de, nos termos do art. 6o do regulamento n. 120, de 31 de Janeiro
', de 1842 o art. 9o paragrapho nico da lei n. 2,033 de 20 de Setembro de 1871, lo-
" mar conhecmento das oceurrencias que alli a* tm dado, e esto por ventura conti-
nuando a darse, devendo processar e pronunciar os delinquentes, com os recursos
legaes, devendo de tudo dar-me conhecmento em minucioso relatorio.
Nesta data fago constar este acto as autoridades judioiarias da comarca, para
que o auxilien, determinaudo por telegrama, por intermedio do presidente das Ala-
goss, ao juia municipal, que susto o processo, aguardaudo a chegada do V. S., e ex-
peco ordem ao general commanJante das armss para que ponh disposiclo de V. a.
um ofiicial para o acompanhar e substituir ao que se acba no commando do desUca-
mento de liaba de Tacarat', para o qual j havia ordem de substituiclo, por motivo
de molestia, podendo V. S. faaer regressar essa forca assim que o entenda conve-
niente, porquanto vai encontrar em Jatob am destscamento de cincoenta pracas de
pocia, que para alli segaio em compnhia do delegado de polica e reunidas de outros
c Das conhecidas aplidoes e selo de V. S. pelo bou desempenho do servico
publico confia o resultsdo efficsz dost deligencia.
Alera de adoptar as providencias consignadas nesse officio, recommendei ao
iuia municipal e ao promotor de Tacarat', logo que tive conhecmento de tamaMhos
attentados, oue se transporUssem quelle povoado, no intuito de tjruar mais faoil e
prompta a aeclo da justija, afim de procedere.n s diligencias legaes para a descoberta
e paniclo dos culpados. T T ..
Iguaes diligencias ordenci ao jua de dreit. Josa Fiel de Jetas Leite, qae
tajgbem deveria aeguir para Jatob, se o jalgasse necessario.
Ao delegado de polca recommendei que procedesse de modo a ser prompta-
i roeUbelecda a ordem publica, devendo desde logo providenciar qaanto tor-
io da culpa e demais diligencias que lhe competissero, nos termos da le.
Sendo removido, por decreto de 24 de Deaembro, para a comarca de Viga,
Para, o juiz de direito Jos* Fiel dt Jeto Leite, ao teu substuto Jote Novses de
Souza Carvalho, atienta a conveniencia do servico publico, recommendei qae assu-
misse, quanto antes, o exercicio, mesmo sem titulo, que mais tarde lhe seria entregue.
Por essa occasiio dirigi-lbe o seguinte oflHo :
t Palacio da Presidencia do Pernambuco, em 29 de Dezembro de 1886.Ten-
do Vmc. sido nomeado juiz de direito da comarca de Tacarat', nesla provincia, e
convindo ah a sua presea ya em vista dos graves acontecimentos que bo deram no po-
voado de Jatob, determino lhe que tome posse e .suma o exercicio do seu cargo
quanto antes, independente de titulo, que receber depois. ,
f E' passivel que, ao chegr comarca, j l esteja o Dr. chefo de polica, a
quom, em data de hontem, determinei que segnisse sem perda de tempo.
c Sahindo Vine, do servico do meu gabinete, onde o encontrei e onde mereceu
por seu procodimenta, mnha estima e confiaoca/jau perfeitamente conhecodor dos
sentimentos de imparcialidade e justica, que animan a administraclo, plo que espero
ser Vmj. na comarca um perfeito magistrado, garanta para todos, elemento da or-
dem e tranqullidade, correspondendo assim coofianca com que acaba de ser honra-
do pelo governo imperial.
< Dando por feitas a si proprio todas as instruefoes j dadas s autoridades
da comarca, reaommendo-lbe que em ah ebegando officie rae, requistando quaeaqu.r
outras providencias que por ventura ainda sejam ou se t >rnem necessarias.
c Deus guarde a Vmc. Sr. bacbarcl Jos Novaes de Souza Carvalho.
Concluido o inquerito, foram pronunciados pelo Dr. chefe de polica os au-
tores e cumplices dos factos delictuosos, que tenho al ludid o, recorrendo esse
magistrado, nos termos do art. 9o da lei da reform judiciaria e art. 12 do respectivo
regulamento, para o presidente do TribanaT*da Relajeo.
Fazendo extrahir as copias necessarias das pecas do processo, relativo s
mortes pratcadas nos criminosos que, depois do assalto casa de residencia do tenen-
te-coronel Cavaicante, se refugiaran) na cachoeira Je Itaparica, o Dr. ebefe de pocia
mandou envial-as promotoria publica, afim de jproceder-sa nos termos da lei e ser
verificado no juizo competente se houve resistencia, opposta prislo ordenada contra
foi feita de conformidade com o
>asse a ordem publica na comarca
Sdade.
proposto no final do citado relatorio,
brscente povoado de Jatob.
acerca da ligaclo da linha tele-
Brem acertadas, segundo iuformei
raderacSes, que, a respeto dessa
os refugiados e tambem se a repulsa resisten
disposto no art. 182 do Cod. do Proc. Crim.
Nenhum outro facto occorreu, que pertu
de Tacarat, a tjuil mantm-se-em perfeita tranq
Ao vosso elevado criterio sujeito o alvtre
qaanto transferencia da sede da comarca para o
E' de presumir que o governo providenci
graphica de Piranhas cidade de Penedo, visto pa
ao xm. Sr. conselbeiro Ministro da Justica, as
medida, faz o doutor Chefe de Polica.
SEGURANQA INDIVIDUAL E *E PROPRIEDADE
Poucj satisfactorio foi no decurso do ann ha pouco rindo, o estado de se-
guranza individual e de propriedade, em vista de nio pequeo numero de crimes de
que teve conhecmento a repartidlo da polica, coa irme verificareis do seguinte qua-
dro demonstraiivo:
Tomada ou fuga de presos
Falsidade .
Moeda falsa .
Resistencia .
Falta de exacelo no cumprimento d| deveres.
Homicidio.
Tentativa de homicidio
Ferimentos ou offensas physicas .
Roubo
Tentativa do roubo
Furto
Estellionato
Defloramento
Rapto
Estupro -.
Infanticidio

5
1
7
9
1
54
10
133
32
6
31
2
9
6
2
6
314
tendo sido presos 233,
Estes crimes foram commettidos por 329 individuos,
evadindo-se os restantes.
Foram tambem capturados 308 reos, pronunciados como ocursos em penas
de diversos crimes, quer pblicos, quer particulares. Alm d'aquelles, apresentaram se
voluntariamente e foram recolbidos prislo 19, sendo 10 pronunciados por crime de
ferimentos, 5 por homicidio, 2 por crime de roubo e igual numero por tentativa de
mor te.
Cumpre mencionar, tambem, a prislo de li desertores, pertencentes 9 ao
exercito e 2 inarnha.
Tendo couhecmento de que na manhl ds 29 de Dezembro fOra desacatado
o juiz de direito da comarca de Palmares bacharel Luiz Ignacio de Mello Barretto,
em urna das ras d'esaa cidade, immediatamente tomei as providencias que o caso
exiga, nio s para serem descobertos os .utores do crime, cono para prevenir qual-
qner oceurrencia, que pudesse perturbar a ordem publica.
E, assim exonerando o delegado do termo, que alias estava lora do exercicio,
mas de quem se queixava o juiz effendido, fil-o substituir n'esse cargo pelo comman-
dante do corpo de polica, que a presen tou me o relatorio e extracto de inquerito, em
seguida transcriptos.
Delegacia de pocia do termo de Palmares, 5 de Janeiro de 1887.Illm. e
Exm. Sr.Tendo concluido o inquerito policial pelo attentado praticado no doutor
Luz Ignacio de Mello Barretto, submetto illustrada consderaclo de V. Exc. copia
da recapitulaclo, que fia do mesmo inquerito, por oocasilo de o remetter autoridade
judiciaria.
t Nao se fez corpo de decto, por se tratar de offensas physicas leves com
instrumento aviltante, com o fim de injuriar ao offendido, e nio quiz este se prestar
aquella diligencia.
t Me parece que a sutoria do facto est provada, bem como que bouve pra-
meditaclo e conluio entre mais de um individuo para a realisaclo do attentado.
Em vista do inquerito pejo permsslo V. Eso., para dizer que julgo ne-
nessara a substituiclo dos 2. e 3. su^plentes do delegado e as dos subdelegados e
si pplentes da subdelegada do 1. districto, contra quem recahem suspeitas de trm-
nalidade.
t A comarca est em paz e os nimos calmados com as promptas providen-
cias dadas por V. Exc, inmediatamente depcis do grave attentado, qae a todos
consternoa.
< Da accordo com as nstrucsSes de V. Exc proced com a mxima impar-
cialidade, ouvindo as pessoas mais concetuadas da loualidade sem dsiincelo de
poltica.
s As diUgencikS pociaes foram todas feitas com assistencia do Dr. promotor
publico, que muto me auxilioa.
c Deus guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo,
muito digno presidente da provincia. O delegado de polica Manoel Oon^alvei Pe-
reir Lima.
*
t D'esie inquerito est provado que no dia 29 de Dezembro prximo findo, s
7 horas mais ou menos, voRando do banho o Dr. juiz de direito Luiz Ignacio de Mello
Barretto em corop nhia de dous meuores, ao chegar parto de ama pequea casa, que
guarda a bomba, que fornece agua do rio para os depsitos da estrada de ferro, foi
inexperadamente, aggredido por um individuo de cor, que sroulava descancar em um
gradil existente ao lado da rawma casa, e de ltego em puoho desfechou-lhe tres ver-
gastadas que o offonderam, desapparecendo, immedatamente, s carreras. Posto que
ninguem tivesse presenciado o attentado, e nem fos3e o autor do crime reconhecido
pelo offendido, todava foi elle visto antes da pratica do delicio, e no mesmo lugar indi
cado pelo offendido, pela testemunha de fl. 32, e posteriormente pela do fl. 13, que
declara que vira ara cabra muito escuro, roocc alto e de corpo se^co, com urna pea na
mo apressadamente, parecendo vir amedrantado, e nessa carreira atravessou o no.
Esse individuo foi visto n'esaa oc-caslo por diverjas pessoas, quu reconheeeram ser
Silvestre de tal, tendo-se pinUdo cim p preto, para nio ser conhecido, sendo que no
acto da travessa do rio alguns meninos gritaran pelo norue d'elle, o Silvestre fazia
signaes pedindo que nio pronunciaasem seu nomo, testemunha de fl. 30. Esse indi
viduo, segundo dia a mesma testemunha, procurava o engenho Trombotas, e era de
sea conhecmento desde que elle morou as proximidades da ponte de Japaranduba,
sendo qae ltimamente ouvira dizer qae era morador nos eogenbos Santo Antonio ou
Poco. A testemunha de fl. 36 v. accrescenta qna Silvestre, dopois de crime f3ra en
centrado por Sebastlo Lsssa ao chegar porta da casa do um morador do engenho
Trombotaa, achando-se monUdo em um cavallo ruaso pedrez, que estava todo molhalo.
Sen lo interrogado Sebastlo Lassa (fl. 39) confirma essa circunstancia, declarando
mais que esse encontr tivera lugar no dia 29 de Dezembro, das 8 s 8 1/2 da m
ah, tendo lugar o enaontro em ama casa, que est situada alm da porteira do enge-
nbo, estando Silvestre em cotnpanhia de outro cabra. Dia ainda Sebastlo L-ssa que
fez lhe especie o estado em que se Jacha va o cavallo, em que estava montado Silves-
tre, parecendo ter chegado de ama Jorga viagem.
Consta ma3 do inquerito que o offendido nio tem desaffectos na comarca,
nem seus actos como juiz poderiam motivar o attentado de qae foi victima, pelo que
Silvestre, no dizer das testemunhas, simplesmentc mandatario. Geralmente rea-
peitado, dizem as trHemunhas, s slgumas autoridades pociaes submettidas a proces-
so de responsabilidade se queixavam do offendido, no que eram acompanhadas pelo Te-
nente-Coronel Austrclino, como elle o confessa no auto de perguntas de fls. 43, dizen-
do que rompeu suas relacos com o mesmo offendido, em vista das persoguiefes a seos
amigos, e por conhecer que em nada era attendido por elle! 1 O offendido attribue
ao Tenente-Coronel Austrclino e a cases seus amigos a autora do crime, como mandan-
tes, com o fm de arredal o da comarca, e accrescenta no auto de perguntas de fls.
3 que o plan) da sggresslo foi combinado sob inspiracoes do Dr Fiel Grangeiro, que
alias declarara que, so nio pudesse fazer abortar o plano, iria para a capital com ante-
cedencia, ausencia que de tacto fez, achando-se no Recfe quando se praticou o crime.
Os autos de perguntas de fls. 19 a fh. 21 v. confirman o juizo do offendido, o
accrescentam que antes do crime Manoel Antonio dos Santos, conhecido por Manoel
da Jaca, offi:ial de justica do loro, dissera perante muitas pessoas que Jlo Felippa
Nery Napolelo, por alcunha Jlo Senhor entrara no exercicio da subdelegada, para
desfeitear o offendido ; o qae sustentado pelo referido Manoel Antonio dos Santos
a fl. 35. Dizem mais que em casa do Dr. Manoel Falclo e na presenca de varias
pessoas, o segundo supplente do delegado, Capitlo Adolpho Firmo, declarara que na-
quees poneos dias o juiz de direito havia de apanhar de chicote no mesmo lng .r,
onde effectvamento se consummou o attentado.
Este facto igualmente confirmado pelo Dr. Falclo a fls. 40, e sendo con-
testado por Adolpho Firmo, o mesmo Dr. Falclo ro termo de eonfrontacao do fls. 4!,
de novo o sustentou. Feto assim o resumo do presente inquerito, seja elle remettdo
ao Dr. juiz municipal, para dar-lhe o conveniente destino.
Cidade de Palmares, 5 de Janeiro de 1887
(Assignado).O delegado de policia, Manoel Qonqalves Pereira Lima.

Tendo em attenclo estas informacoes ofn:iaes, demitti as autoridades odios-
das como Buspeitadas de tomarem parte no facto criminoso, substitu o destacamento, o
mandei para Palmares um otficial de polica, na qualidade de delegado, com instroccao,
no sentido de garantir a tranquillidade da comarca.
FACTOS NOTAVEIS E ACCIDENTES
Em igual perodo houve 9 incendios, 4 suicidios, 6 tentativas de suieidio, 11
mortes casuaes, 15 aspbyxias por submerslo, e 17 esmagamentos, tendo occorrido 6
na via frrea do Recua Caxang, 2 na de Olinda, 3 em engenho central, 2 na es-
trada de ferro do Recfe ao S. Francisco, 2 na do Limoeiro, 1 na Locomotora Peraam-
bucana e outro, finalmente, na companbia Ferro Carril.
ESTRANGEIROS
Do relatorio do Dr. chefe de pocia consta que, durante o anno findo, entra-
ran nesta provincia 736 e sahiram 446.
PRESIDIO DE FERNANDO DE NORONHA
Este estabeleciment, que actualmente dirigido pelo Capitlo Joaquim Agri-
pino Furtado de Mendonca, manteve-se em perfeita tranquillidade at o dia 3 de De-
zembro findo, quando travou-se um conflicto grave entre pracas da guarnalo e sen-
tenciados do qual resultou quatro mortes, diversos ferimentos e outros factoa de-
lictuosos.
Logo que tive conhecmento de to lamentaveis oceurrencias, fiz seguir para
all, em um dos vapores da Companbia Pernambucana, expressamente frotado para
esse fm, urna forca de otenta pracas de linha, sob o commando do major EstevSo Jos
Ferraz, a quem incumb de providenciar, de accordo com a directora, no intuito de
restabelecer-se a ordem. ... .
Alm dessa providencia, que produzio o desojado effeito, devido a prouptidao
e zelo que foram postos em pratica, adoptei outras que reclama va a importancia do caso.
Tambem de ordem do Governo Imperial foi estacionar no presidio, per algara tempe
o cruzador Imperial Marinheiro que entlo se achava no porto da Baha, ficando aJIreV
posiclo do director, a quem recommendei a riel observancia do Regulamento e destpli-
na aos seus subordinados, para que se alo reproduzam factos samelhantes ; devedo
reclamar sempre e com tempo as medidas preventivas, qna lhe parecerem convenien-
te* para a defeaa, pocia e segranos do Presideo.
Igualmente providencie! para qu<>, desde logo, fossem substituidas as pracas
que de qualqer modo se houvessem envolvido nos acontecimentos, e mesmo toda a
guarniclo, por nio convir que permaneca por dilatado tempo no Presidio, nem aeja
formada de pessoai de mais de um batalhlo.
Tambem ordenei ao director que procedesse a inquerito ou as indagac&s ne-
cessarias para se conhecer quaes os culpados dos assassinatos de duas pracas 9 dona
sentenciados, que falleceram em consequencia de ferimentos recebidos no conflicto,
afim de sorem entregues justica publica ; devendo ser submettidos a conselho os mi-
litares que tomaran parte mais activa no conflicto, como principies autores do novi-
mento e os demais, conjunctamente com os sentenciados em circumstanuias idnticas,
corrigidos deisciplinarmente.
Recebendo o inquerito, enviei-o ao Io promotor publico da comarca do Rec-
fe, para proceder a respeto nos termos da lei.
Ao Ministerio da Justica remetti copia dos relatnos e autos de perguntas
sobre os referidos acontecimentos que me foram apresentados pelo general commandanta
das armas e Dr. chefa de policia.
Em vista das nformacSes oontidas no ultimo relatorio do director, pole-as
afirmar que foi lisongeiro, durante o anno findo, o estado sanitario do Presidio^ tendo
sido feito cem regularidad*? o servjo a cargo do medico militar, all destacado, e tam-
bem o da enfermara e pharmacia.
A populaclo da ilha estimada em 2351 almas inclusive empregados, ofls-
eiaes e pracas da guarniclo e pessoas de suas familias.
Em cumpriment) de pena existen 1434 sentenciados, sendo 274 militares e
os demais civs.
Coforme a dstribuiclo proscripta pele Regulamento, 856 pertencem a 1*
cLsse, 178 a 2* e 400 a 3*. > ...
O director reclama como urgentes os reparos de que precisan varios edificios
destinados ao servico publico, bem como qua sa dm raelbores au:>oinmodag3e a outros.
especialmente ao denominado Alicia, que nio tem proporgoes para conter todos os
sentenciados, que devem ser al recolbidos.
A instrucclo primaria dada em tres aulas, sendo regidas, a do sexo mas-
culino, cuja matrcula de 33 alumnos, pelo capelllo do r'resdio, a do farainioo, cora
44 alumnas, por urna professora, finalmente a nocturna frequentada por 117 sen-
tenciados.
A prodcelo das plantacSas da ilba nio corresponde ae que se devera es-.
perar dos meios alli ezistentes.
Estou convicto de que com a appcaclo dos recursos disponiveL'', aob in-
telligente fiscasacao, outro e melhor ser o resultado at agora colhido. Para
isso contribuir o emprego de nio pequeo numero de sentenciados validos, sea pro-
juizo dos servicos a cargo do Arsenal, onde funocionam diariamente as officioss do
marcinara, carpintaria e outras do utilidad.) para o Presidio.
A despeza com o custep deste estabelecimanto foi, durante o anno Sodo Am
97-060)5079, ficando de saldo que passon ao corrente exercicio a imprtanos de-----a|
9:952*527.
(Continua)
ExmoiBirra do na 12 na ravaaaiao db 1887
Actos:
O presidente da provincia, atteadendo ao
que req^eieu Franciso de Qjuveia Soasa, resol ve
exoneral o do cargo da 3o supplente do juiz mu-
nicipal e de orph ja do termo de Rio P.jnnsso por
ter optado, em vista do viso de 20 do Marco ul-
timo, pelo cargo de vereador da Cmara Munici-
pal da mesma dmominacao, para para o qual foi
ha pouco eleita.
Outro sim, para substituil-o reso'.va nomear
Othon de Barros Wauderley, que prestar jura-
mento no praso de um mci.Commamcou-se a
Tbesouraria de Fzenda, ao jais de direito da co-
marca de Rio Formoso a ao exonerado.
O presidente da provincia dj conformidade
com a propoita do Dr. chefe de policia, em cfficio
n. 128, de 9 do corrente mes, resolve exonerar, a
pedido, o baubarvl Jo&o Severiano (Jarneiro da
C'uuha, do cargo de delegado de polica de S. Lju-
renij da Vlatta, o nomeitr pira substitu'-) o ac-
tual 2 eupplente tenente Tboodomiro Thomii
U* va lante Pesaos.
O presidenta da provincia, de conformidade
com a propoata do Dt. chefe da polica, em ofHcio
n. 129, da 9 do corrente mes. resolve exoasrar Lu-
cio Nones da Msgalhles do cargo de subdelegado
do 1* districto do termo de S. Jos do Egypto, por
baver mudado de residencia, e nomear para sab-
stituil-o Bernardo de Souza Sllveira.
O presidente da provincia, de confonatidaito
com a proposta do Dr. chefe de polieia n 129, &>
9 do corrente mez, resolve exonerar Antonio Go-
mes Correi* do cargo de 2 supplente do subdele-
gado do 1* districto do termo de 5> Jos do- Egy-
pto e nomear para iubstitul-0 Joaqnim Leopoldos
Leite da Silva.
O presidente da provincia, d-; confirmil'Klo
com a propotta do Dr. chefe de polica, tn ofiei*
n. 129, di 9 do corrente mez, resolve (xoamrmr,,m
pedid), Valentino Pereira de ArauJ, do car
1* supplente do subdelegado do districto *> B
i Pedro, do termo de S. Jo do Ejrypo.e mamwt
.para BUbitituil-o Manoel Al-xandre de Lima.
O presidente da provincia attendeaJej*****
requeren o tenente da companbia do 13* 'a-
Ihao de infaoUra do servioo activo da gu**
nacional da comarca da Victoria, Antonio ****
no das Merc* Proto, e ten lo en vista a lutscaas-
cio d oimmandanta superior da snesma gsaraa
nacional da comarca do R cife, de 5 do osissta,
sob n. 315, res .Ive designar o 2- baUlbiojto re-
ferido servico, para o supplic inte ficar a etls ag-
i
I
i i .

I*
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RTIUM


2
Diario de fernamhiicotyuarta--fcira 9 dt Marepu de 1887
. .' .. -. "
*doC >miiniaicjti-j > o .'.ninm1* .to
I
i
gregu
penor.
O pi-esiJ'.'u'a d* pnvinei* atiendan l > o qu.'
requereu Julia Ayces do Aiin.i.ia Freitas, prAet
sora do casino primirio cuj T.gipi e tend cin
vista a iufjrj*?I> u. 3i, di inspector geral di
instruya > publica parecer da junta medica pro-
vincial, rca.il ve cmciJcr peticionaria a cantar
de 16 de Janeiro finio, dous irieses de lcnoa coin
ordenad-', par.i tratar d> sua raudo oad' Iba con
ver.
O presidente da prjvi u, aala aa v'at
officio de 3 de Jsntu*> fia t*. Ja Cunar M laieijrd
de Ouricuiy, do qtal c > tsts <|e '^"'j J-***"
achia: em estad.) O art. 91 do reg'ilaiMut. a'lidj c ain a r>r
n. 8213 de 13 de Ajmi i*- t-8^1, aa; o* ele
da paroehiada S. Sai.-"". IsO irioury cr unt*
no paco Ja respectiva C\ar .Vluoieipal,laaaio
aaaim a;m effeit-a a putiri Batan ir ui pirre re-
lativa reumo dos atiiilii n i r. terida matriz.
__Bem;tteu si copia Cunara M iiucipal e no
juiz de direito di cun irea d Ourieury.
Offi ios .'
Ao preai lente da provincia d > Ceara.Roga
a V. Exc. que se digno de providenciar, no sen-
tido do ser trausmitlida secretaria desta presi-
dencia a certi-iito do procosso do reo Pu'io J >s
de Miranda que impetra do piier m> ierador co n-
BsntaQsa d; psai de ga's p--rpetu.ia, imposti em
18 A referida pelicodeve ser aconoanhada de in-
fera 19.1' do juiz da eonieoiiiacao, uu d*q lell
qu'> o auccedeu do carg), de c ufermidade can o
dis a uo aviso-circular do Mmiirerio da Justica.
n. 287. de 28 de Jucha de 1865.
__ A > general ommindante dis armas.Oj-
feri-.i i o r.''i'ier:n -ut 1 do sol lad 1 particular for
riel do U* b-dalbio di iuftu'arri Jao Vadeo
Cabral Netto, autora 1 V. Etc., a vi.-U da sua in
formar; "1) u-6*. d- 9 do corrate, a> conceder Ib
bais-t Jo servil,-, di ex-rcito, mediante anb-trato
Ai mesmo.'> feado o requerimento do
Cab > d 2* baulbao de taJasaSM Joaqun) (i -
nes de Albuqaerque autoras V. Exc, a vista da
na i if .rmacio u. 7, de ho tem datada, a co ice
der-llie Besan* p Itamb tratar de negocios su ulerease.
__ A. 1 m'm.Si va-n V. Eie. de providen-
ciar > aaa*&> d ser ap-eaenta l.i no da 14 do
HKiii uaa escolta na Cas* de Detencl", afina de
couduzir 3 sentn atalas que segu o pira o preai-
dh de Fen indo de or. ubi a bordo d> vapor Gi-
qui .
__ A) inspector di Aracnal de Mariuba Pro-
videncie V. Ese. no sentido do sarem transpor-
tados no d'a li do crvente da Caaa de !>vteocai
at a bordo do vapor Giqui, 3 sentenciados q-ie
8*trnem para o presidio de Fernando de Noronba.
Ai provedor da Santa Casi de Misericordia.
Ciinniuo a V. Eic para os devidoa ?ff-i."oo,
que, 110 requerimento do Dr. Joi Z^ferno Per-
reira Veiloi a que alinde o scu oSeio n. 166, d.-
19 de Janeiro findo, proteri o suguinte d^spf.-ho:
< Deferida, para que a Santa Casa de Miseri-
eordia cumpra o contracto de 25 de Maio de 1878,
entrv ella o o supplicante, na qmlidade de 2
substituto de dioica mediea do Hiapital Pedro II,
pajeando lbe, seropre qae houvrr de substituir qoal-
qaer dos mdicos effectivoa, OIOJO meosaes de
gratificas:!', com cxpreaao na clausula 1 do
mesmo contract >, que, como bem allega o suppli-
cante, nao foi, nem podia ser, revogada por leia
posteriores Q isesqoer que sejam as condicoas
novas di* licencas concedidas aoa emprega-ioa da
Santa Casa, nao affectam o contracto referido,
qne lo: entre as partes, no tendo, portaoto, a
decisao dest% Presidencia de 9 de D z uobro do
anno passado, nem s leis a que ella se refere, o
alcance de modificar contactos feitog eia virtude
de leis entao vigentes, e qae constituirlo direitos
adquerdes.
Ao inspector da T'.esouraria de Fasenda.
Remettendo a V. S et additamento ao man officio
de 23 de D.'sembr ultimo, co:as daa informaces
prestadas pelo jeito de orphaos do termo de l -
lerros, acerca do menor Mareolino, que figura em
6* logar na roUco, que acomaauhou aquello offi-
cio, coa ida de de 15 aoaoa, recommendo que mande
pagar ao interessado a importancia da libertado
do dito raanor, visto que das alludidae iniormacues
v-se que fui elle matriculado em 30 de Abril de
1872, tendo 1 anno de idade, e biptiaado ea 30 de
Agosto de 1871.Commuaieoo-se ao jais munici-
pal e de orpbaos do termo de Beaerro^.
Ao mesmo.Sirva se V. S. de providenciar
para que a 14 do correte sejam apresentados
nessa Thes -uraria a> Dr. jniz de direito do 2* dis-
tricto crimiaal os livros de escriptaracio da paga-
doria, aia de ter lu^ar o exime requerido por
Tito Cardiso de Uliveira ex-empregaJo de fa-
seudu, que est sendo processad 1 por denuncia do
1 promotor publico.Commuaicousc ao Dr. juiz
de direito do 2* districto criminal.
Ao mesmo.Traosmitto a V. S. para os flus
convenientes, copia da portara de bontem datada
pela qual resolv impar ao juiz de direito da
comarca de Bom Conselho, Francisco de Castro
Babello, a multa de 2004000, por ter proposital-
teate deixado de marcar da para reunalo da res-
pectiva juuta rcvia-ri de qualificaco de jurados
Ao mesmo.Recounmen lo a V. 8. para seu
coobecimento e nevidos fias, qae pouha diapisi-
50 do engenheiro i.ncarrcgaio das obras militares
o salio de 1:620475 de qne trata o seu oficio
n, 80, de 10 do corrate, nfin de continuar c.m as
obras do quartel do Hospicio.Communic u-se ao
engenheiro encarregado das obras militares.
Ao director do Arsenal de Guerra.Nesta
data autoriso ao commaadaote do Corpo de Polica,
eoaferuKS solicitan, a rem 'tter para essd arsenal,
afim de sereno concertadas, a lauca e baste da b wi-
deira do referido corpa.
O que coinmunico a Vme. para os fias conveni
ente*, deveudo a contada despeza comaquello ser-
vico ser opportunamente apresentada para a de-
viaa iudemniscao pelos oores proviuciaes.Com-
junicou-se ao Tnesouro Provincial e ao comman-
dant do Corpo de Pulicia.
Af inspector geral da Instruccao Publica.
Autoriso Vmc. a justificar as faltas de exercicios
escolar da profieaora Cordolina Amelia da Paz ai-
ludidas em seu officio n. 53 de bontem datado e
no requerimento qne devclvo.
Ao ceminaiiduute do cruzador Imperial
Marinheiro .De couforioidade com a ordem do
ministerio da mariuha em telegmmuia de bontem
datado, declaro a Vmc. que siga para a Corte com
o na no sob scu coinaiaudo.
Ao 1 promotor publico da comarca do Beci
fe.Transmiti a Vmc, para procede! conforme
for de direito, o inquerito aqui jacto relativo aos
fados criminosos que se deram no presidio de Per-
Bando de Noronba em 3 de Dezembro ultimo.
Communicou se ao director do presidio de Fernan-
do de Noroaba.
Ao director do presidio de Fernando de No-
fonha.Faca Vme. regressar para esta capital
canform-1 requesita o Dr. juiz de direito do 2 dis
tricto crim.nal o sentenciado Manoel Francisco de
Soasa afim de ser submettido a julgament> uo ter-
sao de S. Bento.
Ao mesmo.Receba Vmc nesse Presidio os
sentenciados Mano. I Teixeira de Caryalbo Kalalao,
Joao Rcis de Leaos Barros e Daniel Guinea da
Silva.
Ao juiz de direito, presidente da Junta Re-
visora de alistamento militar da comarca de Be-
erros.Devolvoa Vmc. o incluso alistamento que
yeio ann-xo ao seu officio de 31 de Janeiro findo,
afim de qne a Junta Revisora dessa comarca faca
corregir a irregularldade que se nota na numerario
de ordem do alistamento da paroebia de Qravata,
a qual comeca p,r 4 e 11a do alistamento acba-se
repetido o n. 15.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo do
Cabo. Declaro a Vmc. em soluco consulta con-
stante do seu officio de 8 do corrente, que deve ter
lugar a libertacao dos escravos sobre cajos valo-
res nao haja embaraca ; reservande-se da quota
desponivel o mximo das libertacocs d'aquelles,
cuja inportsncia dependa de decisao dos tribunacs
para ser a ellas appicada devidamente no tempo
opportuuo mensionando-se isso na relacio rta
pactiva.
Portria :
O Sr. agente da Compaahia Brazileira de na-
vegago a vapor mande dar passagens, a r, para
a Corte, por conta do ministerio da justica, ao
conselheiro Silveno Fernando de Aiaujo Jorge e a
seu filbo o bacharel Antonio Augusto de Aratijo
Jorge.
__ O Sr. gerente da Companbia Pernambucana
taca transportar provincia do Rio Grande do Nor-
te, por conta do ministerio da guerra, na primeira
opportanidade, eete caixoas viudos da Corte com
destino a pharmacia militar a'aquella provincia.
Uommunicou-se ao director do Arsenal de Guerra.
O Sr. gerente da Companbia Pernambucana
a nsvegaoao faca transportar para o presidio de
Fernando de-Norouha,a bordo do vapor Giqai
por conta da provincia, tres sentenciados e bem
aasim a respectiva escolta.Commuuicoa-se ao Dr.
: de direito das execuces eriminaet.
EXTiDiaara uo sbcketirio
O.H:oj :
Ao Dr. Jais do direiro do l- districto crimi-
na! d* cotnircn do Beeife.D? ordeoa di Exea
Sr. pressidente da provincia ommuoico a V. S.
que no seu officio de 10 do corrate mes profer 1-
se hoje o seguate despacao :
A> Sr. director do presidio de Fernando de
Noronba pira satisfazer a requiaico.
Ao Dr. juiz de direito do 2- districto crimi-
nal da oinirea di BjcifeDo ordem de S Exc.
o S.-. presuBaaae da provino* eo.ninuoico a V. S.
iioa > s'uoal:' >zv til de 9 di cirrenie m z pro-
f-rio-ie b 4 e A V. dic-t.r lo presid 1 di Pero 11 lo da
i.-j-Hi iiar* s ifl.fai / re |'jsic*>
axniaiaxre do ata 1 4 db revaaaiao be 1837
rSBM :
O p.-e*iJe iv di privineii di caafirmilalc
cum a pojwta 1> >>r vheta de pilieia em o*i:io
o 137 de 12 d > c .rr^iit -, asiidra ex wr, a p -li
do, J lajoiiai Sateui 1110 de Sojm, d) ci'gi de l-
suppleute di sublel-^ali do 1- diitr.e'o J > ter-
mo de Lago. de Gatos.Commuuieju-aeao D-.
ehefe de polica.
O presidente da provincia de onformidade
com a propatta do Dr. chsfe de polica em offiiio
n. 140, de 12 do c>: reate, resol ve nomiar os cidi-
dios Antonio Meuelio Cordeiro de G jimio > An-
touio Primo do Couto para os lugares d-i 2' e 3-
suoplentea di sab lelegado da Migl*l-na, em
subs'-ituiel 1 di Jos Aurelio de Oliveira 1 Anto-
nio Mendos da Ciaba Aleve lo que uii aceeiia-
ram a n imeac 1.
Offi :ioa :
A' Bngadeiro Commaadante Jas Armu.
Declaro a V. Bxe. em resposta ao seu offi:i > n 5,
de 29 de Janeiro findi, que eonvem suatar a do-
meai;:io de outro oficial pira cilCarrogar se da
oonaervacao da Fortalez 1 do Tanandir, at qu:
eja resolvida a incompatibilidad-*, que a C.imar-i
Mnnicipil do Rio Formoso ainda nao tr.iuxe ai
meu coobecimento, na confirmidade dos avisos
n. 164 do 14 de alaio de 1853, n. 367 de 12 d- Ju
lh> de 1879 e outroa. Sendo, qu", de mi3 dada
a incompilibildade, cabi ainl* ao funeeioniri 1 o
direito de opoln, silvoquando ell, par calculo,
nao quaira fazel-a.
Em todo o casi, di que hiuvsr, se diri ciube-
ciueuto a V, Exc. opp irtun imente.
__ Aa mesmo. Coinmuaioo a V Exe. para seu
conh icimeoto e direcvl > qu segn 11 c nst de
telegramma d 1 Ex ministro*, de 13 do corrent foi por decreto de l
deate mea exonerado, a pedi io, o ministro d guer-
ra e substituido intoriaamente pelo ministro di
Citica o Exm. conselheiro Joaquina Delfino Ri-
iro di Luz.
__ Mutatii mutandit ao Arsenal de G ierra e ao
engenheiro das obras militares.
Ao inspector da Tnesouraria de Paaenda. -
Dec'aro a V. 8., par oa devidos fias, que me-
eurao do negociante Joio Rodrigue! de Maura
inantenho os 10 0|() M mulU de que trata o meu
officio de 24 de Janeiro fiodo, ficsnlo reiemJii.
o contracto por ter sido regeitado do to lo o forne
cimento a que se obiigou pira eora o Arseual de
aerra. Communicou-se ao Arseual de Guerra..
__ Ao mesmo.Para os fias coavenientea. coin-
munico a V. S qu-, Jos Ccciliaua Bossouedc Al-
arida a sumi, uo dia 4 do corrente, o cxercieio
interino do cargo de promotor publico c imarca
dd Fanellas por nomeacao do respectivo juiz de
direito.
_ Ao m"s:no.Comnunieo a V. S. para oa
Sus convenientes, que o bacharel Joao Baptista
Correi de Oliveira assumio no di 1 8 do corrente
o exercicio do cargo de prom itor publico da 00
marea de Panellas.
__ Declaro ao Sr. Cohcn, cnsul le S. M. Bri-
tnica, em Pcruambuco, em respoeta ao seu offi;io
de hoje datado qne provideoeu-i, a fim de que o
inspector da auiie do Poito proceda nos termos
do regulameuto e ordena do governo imoeriai
qnauto no fornecitneuXo Je carvao ao navio Be-
tice.
Teobo a satisfacao de renovar ao Sr. cnsul os
meas protestos de estima e cousiJeracio
Ao inspector do Tnesouro Provincial. Por
officio de 5 do corrente, n. 412. Vmc. me doclarou
que a ultima lotera em favor do fundo de emanci-
pacao de capital d 80:000* rOO devidida em 4 se-
ries e considerada como 18* parte da concessa >,
foi eztrahiJa assim subpartiiamcnte nos dias 3,
10, 17 e 24 de Julho de 1885
Declarou-nce mais que dessa ultima data por
diaute nao bouv 1 mais estraecio dei.sa lotera, e
em deposito uio ha saldo algam pertencente aquel-
le destino, visto haver sido entregue a coaimiaso
redemptora todos os productos dos re>pectivis be
neficioa.
T nhoa diser Ihe, em retereneia ao asaumpto,
que cumpre-lbe uiaroai- praso pura o altudido
tbeaoureiro coutmuar a extracto de taesjloterias on
desistir d'ella sob a p.na em que tiver incorrido
ama vez que pas3aao mais de anno, sem que
tenba-se aportado com as tuneeiiea da sel carg.
Ao inspector geral da Iuatruceao r'ubca. -
Para os fius convenientes declaro a Vmc. que a
licenca concedida ltimamente ao professor Joyi-
u:ano Jos Simos deve decerrer de 16 de Janeiro
prximo passade.Assim fica respoidido sen ofi-
cio a. 51 de 11 do ca rente m z.
Igaal aa Thesooro:
A> gerente dos Trilhos Urbanos de. C-.xan-
g4.Proiogo a concessao fcita em 5 do carrfnte
sobre a art-racio da partida de um trem nessa
via frrea da coaformutude com o pelido de.Vmc.
desta data,Communicou-se ao fiscal da campa-
libia.
Portaras :
Recommendo a Cunan Municipal do Recife
qae envo a secretaria desta presidencia o> docu-
mentos eomprobatoi ios da dospeaa de que faz man-
cio o bal41150 annex) ao sen oficio n. 57 de 22
Dezembro do anno passado, conform 1 determina o
art. 81 da lei n. 1221 de 21 de Juuhode 1875 afim
de sercm opportunamente remettidos Asiembla
Legislativa Provincial.
O Sr. gerente da Companbia Pcnmmbuein.i,
fara transportar ao presidio de Fernando de Ns-
ronha, por contado Ministerio da Guerra, no vapor
Giqui, a cuba de esqaadra Jos Pereira da Silva
e os soldados Tiburtine Jos da Silva, Benedicto
dos Santos e Balbino Luis Tavares, oa quaes para
all destacam.Communicoa-se ao commandante
das armas.
O.Sr. uperintendente da Estrada de Ferro do
Recife ao S. Francisco, mando dar transporte da
eoticio do Pregui^as a de Cinco Ponas por c.nla
do'Ministerio da Guerra, em carro de 3* classe um
desertor do 9* batalbao de infaotaria e 2 pracas
que o acampanham.
Ao uiesmopor cunta do Ministerio da Ma-
riuha, em carro ,de 3* classe a 2 menores, com
destino a) escola de Aprendizes Marinhciroa
Communiccu-se ao Dr. che fe te polica.
O nV. superintendente da Estrada de Ferro do
Recife ao S. Francisco, mande dar transporte em
carro de 3a ciarse da estacao de Cinco Pontas at
a de Uua, por contadas pasaagena gratuitas a que
o goveino tem direito ao sargento do Corpa de Po-
lica Joao Baptista da Silva e a respectiva ba-
ga gem.
O Sr. encarregado da estacao de Palmares
do Prolongamento da Estrada de Ferro do Recife
ao S. Fraueisco, mande dar passagem era carro
de 3* classe da estacao de Palmares at a de Ca-
uh*tinh), por conta da 'provincia ao sargento do
Corno de Polica Joo Baptista da 3Uva e a res-
pectiva bagagem.
EXPEDIENTE DO SBCBKTABIO
Ao 1 secretario da Assembla Provincial.
De orden do Exm. Sr. presidente da provincia
transmitto a V. 8., para os fine convenientes, o
balance da receita e despeza do exercieio de 1885
1886 e oorcamento para o de 1887-1888 da
Cmara Municipal de Aguas Bellas.
Ao engenheiro militar.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda acensar recebido o
officio de V. 8. de 12 do corrente sob o. 108 part
cipaudo ter recolhido ao Arana] de Guerra as
madeiraa que d'alli retirara para as obras do quar-
tel do hospicio.
Ao promotor publico de Panellas. O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que fica inteirado do assumpt > de sea officio de
8 do corrente e reccmmenda-lhe que envi a esta
secretaria a certido de teu exercicio.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
Sua Exc o Sr. presidente da da provincia ficon
inteirado pelo cffi.-io d" bontem de qae esta
companhia expedir para os portes do sai at a
Bahia, no dia{18 do corrente, s 5 hsras da tarde
o vapor S. Franaco.
Ili/.iiio Rodrigues da Cruz e Manoel Francisco
doa SantasIufjrm o Sr. insoeotor da Tbesan-
nria Je Fazeada.
Castao Igaacio de Medeiras Reg. Informe o
Sr. Dr. ch-to de polica.
Cyrillo Alvos Praeira. Paise portara canee-
d >nd> a (cenca requerida.
Candido Goncilvca Ferrcira Cselo. Sim, pa-
gas 01 diroitos fiscaes e procedidas as diligencias
do estylo.
Eduarda Montero de Maura. Nlo ha que de
ferir. Se pr'tinte re.iaai do procesa) e nava
aentenc leiraliae **-' indina parante a inspectora
< I da isxtroeai ; iVca.
Pr*iBB> sla Pasta L'm de Carvalbo e Ana-
etat> Puass* sanarsca Carvalbo.Concedo, de
o-. 1 > as a 1 ifjrsn i.-l- da inspector geral da
BBBNI \\+ SISV'O k.
FariemsOV Olimtra *. Irma-s, J 1.3 Rafim do.
rsaBBtaa, Im 41 .a rsisa **" & C e R-U A Saai-
tea(1 o. c1 1* r-sav-eg* J e-ty'a.
Bichf-I l-.-ouU'ii San letra d-j Mello O m
pr.yiiii-i-.o ,0 preaent; rciroo, para nuHificr a
Isaiaa 1 J< Cmara, qom'j a cxcliuiii do 3
juiz do paz eleit do districto de TracaahSem,
ThoodilindoCavalcante da Albuqaerque, sob pre-
t-xti de ter esteeiJaitli servid 1 di a^nto do
orrcia, d-pais de cleito, tend, entretaito, se
exonera lo antes do dia marendo para juramento
e piaso. A> f necoa* le ju:s d '. paz sil 1 n:.npiti
veis com aa uo agenta d 1 correi 1, p -lo que aeceito
o cargo elec-ivo, acuelle cilaiai perdera ipso
fado o emprego so jA nao o tivesse deixado nn
tes, mas nem pir is'.o estara a Cimtra autorisada
a nclu-o da cargo de juiz d paz, qne obriga-
torio.
Cunare, poij, qio soja deferida ao dito cida
di) jarameiro y. pisse di lugar pira que f)i
eieito.
lji-iqw Pereira da Lucena. I iform1 s Sr.
iasp'Cti- d 1 Th isouraria de Fazen la.
JoioC elbi de Mello. -Eoeinvulii-te.
J >X 1 Baptista di Oveira e S.-nh aafea Mara
di O iveira M iilo.Infirme o Sr. inspector do
Th-isour 1 Provincial.
J i* francisco dos Santos.Sim, pagando as
como! iras.
Liiz Jos d.i Silveira.Informa o Sr. director
d 1 preai-iio de Feruan-i .
.Vlariali) Autonij Bittcncaurt.'isa, pagos os
diretes fisciua o proce Jilas as ueeessarias dili
enejas.
M.rii da N>tividide FerreiraJunte o ti-
tulo.
Se-retara, da PreaiJn::i de Peraam-
ba io, M 8 le Alargo -ie 1887.
O p irte ir a,
Francelino Chacn.
Repart cao d.i Polica
Sdcqlo 2.' -N. 233.Sexretaria da Po
oia de Pernambutio, 8 le Mirg- de
I8S7. Illin. e Ex.n. Sr. Partivipa *
V. Ex;, qui firan houtem ro^olliilos
(asa de D A' ordem d> Dr. juiz do Uireiro do 5 districto
cri.i.io-,1, J is Mirii da Sdva, como deuuciado n
art. 205 do cdigo criminal.
A' ordem do sublelegadi d 1 Kacife, Berthilina
L-nes de Souzi, por distar i s,
A' ordrut do de Santo Aatonio, Florencio Jote
das 8 .utos, Francisco de Souaa Ferraz. Mariano
Francisco da Costa, Man vi J laqnira de Saut'An-
na, Jjao Baynundi Njnita,Theophilo Benicio da
Cu iba, Jos Teixeira de Lima, Julio taseos vea
Pinto, par distarbios.
A' ordem do do l' districto da Boa-Vista, A'ito
oio Coma de Soua 1 e Migul Francisco Joaqui n
de Asis, por distarbios.
Cimmuni O'.i mi ti su">lel"gado do 1* districto
de S .! i-, qui ii >ntmi, pi. m idrugada, e na
catn n. (7 sita ra velna de Santa Rita, un io
reaidem os otciaoa do 2o hatalhao de intintina
capitao Policiano Xavier Freir Juuior e toneute
Mirianni Jos Pereira da -Uva, este que, dorm.1-
do na sala do detraz da meama casa e aquelle na
da frente, onde eatavain doHs babus abert ia, os
ladi :a, encontranlo aborta a porta da m 'sini ca
sa, conseguiram entrar, sem sere.n presentidos, e
80 apideraram dos seguutea objectos, avallados
em 403000:
l" 11 habito da Koift, urna m.-Jaiba da campanha
do faraguay, com passadar de prata como o. 5, e
umi oatra da reudn; 10 de Uroguayanna, todas
com auas competentes fitas ; um relogio e c-rrento
de ouro, o finalmente, urna pedra denomnala
onika, tendo na centro a lettra P. O sahlelega-
do, turnando coubecim-uto do facto, preaosrae cm
diligeucias pira duscoanr o autor ou aatoresues-
so crime.
Participou-me o delegado do termo d'Agua 1 re-
ta em officio de houtem, que oa dia 5* do corsete,
p-la4 horas da tarde, m engenho Ctox do Matta
do mesmo termo, o mestre d'assucar d'a^uelle eu-
g'iiiin, Manoel Clemente Lopes e sea sobnnb > Jo-
s Audoiiuha, ambos embriagados, travaram-se
de rasos, resaltando este assasaioar iquelle com
tres tacadas. O delinqucuto poz-se em fuga apea
o crime.
O subdelegado d'uqiello districto tomn eonhe-
cimeuto do facto, fez proceder competente visto-
ra e prosegue uos demais termos da lei.
Dous guarde a V. Exc. Illa, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, mui'o
digaa presidente da provincia. O cliefe ep
policio, Antonio Domingos I'in'o.
Thesooro Provincial
despachos do dia 8 de marco
de 1887
Virtuosa Mana da Costa.Iuforme o Sr. admi-
nistrador do Consulado.
Ji.s Elias de Oliveira e Joaquina Martins Mi-
randa Juo'or. Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
J0S0 Vieia da Fraga.Certifique-se. ,
Dr. J^io Mara Seve. Facam-ee as notas da
portaiia de licenoa.
Miguel Francisco da Kega.Prove o que allega
e junte c -uhecimeoto de dcima do ultima semes-
tre.
Companhia de Santa Tbereza.Informe o Sr.
contador.
Inspectora geral da Instrneco
Publica
DESPACHOS DO DIA 7 DE MABCO
Arana Carolina Cesar de Mello, proles-
sora publica. -Deferido com offijio ao in-
spector do Tnesouro.
Joao Jos Pereira, professor publico.
Encarainhe-se.
Eduardo Monteiro de Maura, piofesaor
publico. Justifico, era virtude de utorisa-
cilo da presidencia da provincia da 2 do
corrente muz, a colar do 4 de Novembn
do anno passado a 26 de Janeiro findo.
8 -
Ira Naguoira da Cunha L'aite, profes
sora contrastada.Cumpra-se e registre-se,
contando a licanga a datar do dia 25 de
Janeiro deste anuo, couforme a decisao da
presidencia da provincia,
Adolpbo Astolpho Lina de Albuquor
que, professor publico. Cuuipra-so o re-
gistre-se.
Ephigenia Mara de Almeida Gomes,
protessora publica. Cumpra se o regstre-
se, contada a licenca datada de 17 do
Janeiro prximo findo, conforma a decisao
da presidencia de 5 do corrente.
Cosme Augusto Pereira da Luz, profes-
sor publico. Cumpra-se e registre-.-e, con-
tada a licenca a datar d 29 de Janeiro,
conforma a deeiao da presidencia da pro-
vincia de 5 do corrente.
Secretaria da instruecio publica de Pcr-
uambuco, 8 da Marco de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DESPACHOS
7 DK
DA PEE8IDESCIA DO DIA
MABCO DE 1887
Abaixo assignado de moradores da Iba do Jar-
dim em Barreiros. Informe o Sr. inspector geral
da intrucco publica.
Amelia Josephina Nerv da Fonseca, Ja ven tina
Amelia Carneiro da Oliveira, Mara Januaria da
Conccicia Qaioaaraes.Apstale se.
DIARIO DE PERSAJuJitiCO
Hetrospecto poltico de 18e
POLTICA PARTICULAR DOS ESTADOS
EROPEUS
i Co* tinuac&o)
As cortes hespanboks foram suspensas poucos
dias aps o juramento da rainua regente. 0 mi-'
nisteno Sagasta foi obrigado a em pregar essa
medida mais cedo do que desejara. A dissoluco
da cmara era ineviiavel, mas a nova situaco
quera ficar desde logo provida de leis econ-
micas e financeiras indispensaveis. A maioria
conservadora nao lh as rocusava, nem legitima-
mente podia fazel-o, urna vez que tinia abando-
nado voluntariamente o poder api o falleci-
mento de Affonso XII. Cliegarara masmo a ser
approvada* sera discussfio diversas propostas
do ministre da (aseada. E sel-e-ia a qae an-
ctorisava a prj.o^acfio dos tradndoj de coai-
mcrcio esk^ntes cutre a HespusB e oatros pal-
zes da Earopu e da Araerica a an d.rpntaJo
republicano, pedindo a palavra \rrr.i ai scu ir o
projecto. nao lvesse hbilmente diva^.ih sobr
os ltimos acontecmentos da poltica nacional,
desde o memoravel incidente internacioual at
inortc do re c denu&so do ininislcno conser-
vador.
ttm discurso pro. )cou cxplicac5es c defe/.as
por parle dos Srs. Cnovas e Sivcla, ex-rmnistro
da justica. Disse este que o gabinete de que
fizera parte se havia demittido para servir a
causa da realeza, no intento de ver todos os ele-
mentos monarchicos acercados do throno arnea-
cado. Mas incidentemente falln do Sr. Romero
Robledo c alludio ao desacord d'este com o
ex-presidente do conselho. O chefe da dissi-
deecia conservadora tiuba prornettido ao Sr. Sa-
gasta qae nao abrira questo acerca dos moti-
vos d'aquellc desaccordo; c para nao faltar
promessa, tinha-sc abstido de ir a scssilo. Avi-
sado, porem, do que se passava, appareceu im-
medatamenle na cmara, para dizer que se con-
siderava desligado do compromisso que contra-
hira, e que ia rtugar todos os tot, iilo expli-
car as raaOes que o levaram a separar-se do Sr.
Cnovas del Castillo.
Entre dicho e hecho hay tundi trecho, diz o
proverbio, principalmente verdadeiro pelo que
respcita aos hespatilioes. Mis o Sr. Romero
Robledo rcalizou pontualm-'nte a amear;a. Com
efToito, os taes veos forarn rotos na scsso se-
guint. Entre multas cousas graves, disse o ex-
minitro do reino que o scu auhgo chefe havia
trahido o partido que diriga, abandonando sem
uecessidade o poder aos liberaos. Os debates
tornaram-se calorosos e apaiionados, com viva
satistacao dos diversos gruaos anli -coustitucio -
naes, par igual inlercssados c:n que se accen-
tuasse, cada vez mais profunda e irremcdiavel,
a desliar.nonia que se uranifestara com escn-
dalo entre defensores estrenuos as actuaos in
stituicOes do paiz.
0 ministerio Sagasla havia empregado os m-
ximos esforcos para evitar desabafos partidarios
no aa de urna cmara que eslava com os dias
cotila los, a que elle, n'aquelle momento dlcil
para a monarchia na Hespanha, apenas pedia
simples medidas urgentes de governo. Desde
que taes esforcos eram burlados, desde que a
poltica inlerua c externa comecara a ser objecto
de discusses inconvenientes e perigosas, achou
prudente suspender sem demora os trabalhos
parlamentares, aguardande-se para recomecal-
os em mellioivs coudices depois que a naco
fosse de novo consultada.
0 decreto de dissoluco foi publicado cm Mar-
co. Ja antes, porem, tinlia principiado o/ercel
oput eleitoral.
Os difterentes grapos republicanos tentaram
a formaco de urna liga que reciprocamente os
favorecesse no pleito que ia travar-se. A ten-
tativa abortou em parte. O chefe dos possibi-
lista?, aps algumas conferencias com Pi y Mar-
gal!, Salmern e Figuerola, deelarou pelo jornal
El Globo -que nao podia entrar na allianca
proyectada, porque somonte achava possivel a
repblica, sem os radicaes e conlra elles ; fra
dessas condi^Oes nao so lhe pareca difficil o
novo advento do governo republicano, mas a
propria consolidaco do rgimen democrtico
na Hespanha. A unio icou, entretanto, pre-
>alecendo entre zornllistas, progressislas c fe-
deralistas, accordes 110 seguiute programraa :
afGrmaco dos diroitos do hornera ; suffragio
universal : restabclecimento da repblica, ado-
pcao provisoria da constituieo de 1859; nova
consulta ao paiz; cortes con3tltuintes. Ficou,
porem, livre aos partidos colligados a defeza das
doutrinas particulares a cada um, sem prejuizo
das aspiracOcs communs. Dtziao art. 3.a d'cssa
convenco redigida e assignada em boa e devi-
da ferina, que a realisaco de (aes aspiracoes
seria promovida por meios legaes e mesmo pelos
processos extraordinarios que a opiniao publica
exigis3e, t! os quaes a justica saocciona, accres-
centava o contracto, sempre que os direitos indi-
viduaes sao calcados a ps e nao se presta ho-
menagem soberana do povo.
Ante essa ameaca revolucionaria como podia
o Sr. Castelar adherir a uuio para que o tiuham
convidado ? O republicanismo do grande orador
6, em theoria, puramente lamartiniano, potico
c elevado como a sua cloquencia, um ideal de
ordem, justica e liberdde incapaz de causar re-
ceios ao mais tmido dos conservadores : em
aeco, fecha-se no campo da legalidade consti-
tucional e parlamentar, e nao pensa 'bsol uta-
mente em traospr esses limites. Acha que a
lei 6 a expressao positiva de urna bella entidade
o direito,e que se deixam cahir n'um para-
doxo escandaloso os que em nome do direito
sacn Acara a lei aos seus intuitos pessoaes.
Nao obstante toda a raodcraco d'essa poltica
at certo ponto platnica, o possibilismo foi me-
nos feliz que os federalistas as eleices geraes
de 4 de Abril. Mas como acontece sempre na
Hespanha c em alguns outros paues, a grande
victoria das urnas coube indispensavelmente ao
governo, que ficou em a nova cmara com maioria
absoluta, ainda abstrahindo dos dous grupos li-
beraes que acompanham o ministerio, a saber :
os centralistas, cujos principaes chefes sio os
Srs. Martnez Campos, Alonzo Martnez e Vega
de Armijo ; os demcratas, que obedecem di-
receo dos Srs. Martos, Moret e Montero Ros.
O gabinete consentio em que a opposicao, em
todas as suas variantes, ficasse representada no
congresso. Foi nisso que consisti, ao que pa-
rece, a liberdade de voto tilo solemnemente pro-
mettida pelo presidente do conselho. Todava,
essa concesso, se a liouve, n.o trouxc dema-
siado incommodo ao Sr Sagasta, me soube per-
teitamente o qne fez. Os diversos elementos
oppostcionistas s5o mais contrarios uus aos ou-
tros que ao proprio ministerio. Admittida, com-
tudo, a hypothese gratuita de que todos se re-
unissem n'um s pensamento, e fossem secun-
dados pelas duas fraccOes menos importantes
da maioria. ainda assim nao constituiran* o
numero de votos de que o governo fica dispon-
do.
O conservatorisrao orthodoxo do Sr. Cnovas
del Castillo elegeu sessenta e tres deputados, o
que nao era decididamente excessivo, attenden-
do-se a que, pouco antes, tinha esse partido du-
sentos deputados, e a que governou o paiz, qua-
si ininterruptamente, desde a restanraco mo-
narebica at morte de Affonso XD. Quanto
ao Sr. Romero Robleds, aperar da allianca elei-
toral que liana realisado com o general Lpez
Domnguez, colheo mesquinhissimo resultado do
pleito, que alias nao foi mais favoravcl ao ebefe
da esqurda dynastica.
Ainda as cleicOcs senatoriaes de 85 de Abril
teve o governo grande maioria. Gomo sabido,
o senado hespanuol compOe-se de cento e oiten-
ta membros eleitos pelo systema indirecto ou de
dous graos, o outros tantos vitalicios em virtude
de direito proprio ou por nomeacao da corta.
0 Sr. Sagasta empre^on todos os esforcos para
que a parte electiva podesse o mais possivel
neutralizar a influencia da parte vitalicia qu;
eraquasi que exclusivamente constituida por
conservadores canovistas.
Se a prenonderancia parlamentar dos partidos
constucionaes fosse na patria dos pronuncia
m'entos urna garanta da manutencao do qual -
quer ordem de cousas eslabelecida, era o caso
le dizer que o nascimento do principe herdeiro
da cora hespanhola tinha sido brilhantemente
annunciado. Infelizmente para os" amigos da
dynastia, essa erianca, se a vida nao lhe faltar,
s d'aqui a muitos annos poder subir ao throno
que llic destinam. E quem seria capaz de prc-
dizcr a fortuna da regencia da rainha Christina
durante o longo periodo da raenoridade de seu
lilli 1. cm vista da ardente aspiraco republicana
c das prctences de D. Carlos, affirmadas n'um
manifest enrgico por occasiao do bom succes-
so da viuva de AfTonso XII ?
E' sobretudo necessario contar com as rivali-
dades militares n'um paiz era que as rcvohices
do quartel sfio to (requintes. Nao est ainda
esquecida a irapresso que as regies governa-
tivas causarara os discursos pronunciados pelo
general Lpez Domnguez, aps haver recusado
a dgndade de ministro hespanhel ora Pars, nos
banquetes a que assislio o immenso oslado
raaior da esqurda dynasticaura grupo part
dario do qual so pode dizer sera molapbora que
lera mais generaos do que soldados. Anda
quando 0111 Julho se discuta acadmicamente
na cmara dos deputados o projecto de resposta
mensagem real, aproveitou o sobrinbo c suc-
cessor de Serrano a occasiaoque se lhe offerecia
para mostrar-sc profundamente descon'ente, o
at ameacador, ante a especie de dictadura, disse
elle, que o marechal Campos eslava exercendo
cm relaco aos negocios do exercito, em pre-
juizo do orador e dos generaos seus amigos c 00-
rcligionarios. Aquello projecto foi, comludo,
approrado por notavel maioria.
Os trabalhos parlamentares teriam sido, no
priineiro periodo annual, suavissimos para o
ministerio, se nao fossem as viras dcmonstraccs
de desagrado dos deputados catalans relativa-
mente ao tractado de commercio com a Ingla-
terra.
Essa c outras queslcs de ordem econmica" e
financeira deram lugar a desintelhgencias no
scio do proprio gabinete e a de mis sao do Sr.
Camacbo, ministro da fazcnda,(cuja pasta passou
a ser oceupada pelo Sr. Puig-cervcr, dcpntado
do grupo demcrata dirigido pelo ex-republicano
Martos.
Mais grave do que esta foi por certo a crise
por que passou o ministerio bespanhol, cm con-
secuencia do perdao concedido ao general Villa-
campo, comprommettido na revolta militar de
Setcmbro, em Madrid. Esse pronunciamento
nao foi talvez mais grave do que o de Carlha-
gena, no principio do anno Todava, o gene-
ral foi condemnado morte. Deu-sc ento em
toda a Hespanha um grande moviraento da opi
nio em favor do condemnado. A pena foi com-
mutada pela regente, e tal acto de clemencia foi
gera monte applaudido- Mas nao ficaram satis-
feitos com elle o ministro da guerra, marechal
Jovellar, c o almirante Berenguer, ministro da
marinha. que pediram demisso immediatameale.
Os outros ministros acompanharam-n'os, de
modo que o Sr. Sagasta teve de organisar novo
gabinete, embora com boa parte do pessoal que
constitua o anterior.
( Continu'a)
^Res-lata Illoairada, Deste excellente
sem4nar o que publiea na Corte o Sr. Anelo
Agostiai, reo bemos hontem on. 461.
O lindaAcerca do que hontem dissemos sab
esta epigraphe recebemos a eeguinte carta :
IUm. Sr. redactorNo numero de hoje da lo-
lha qoe V. 8. redige, sob a rubrica Olinda, ac-
cusada a companhia Sania Tberesa de ter levan-
tado o calcamento da ra da Amparo e ah feto
esca vacos, sem que repozesse o solo ca al ludida
roa no seu anterior estado, pelo qae sao pedidas
providencias Edilidade da visioha cidade.
Effectivamente foram feitas eseavacoes e le-
vantadas algumas pedras do simulado calcamen-
to da ra questionada ; sendo exacto que e3sas,
a exigencias do fiscal e por medo do calceteiro
psra all ssandalopor ,Lm, faram todas assenta-
ds, nao para repor a ra no sea anterior estado,
aa* para no seu inicio datal-a de um calcsmento
qne nanea anheci lia ban.
E*t* carjumst .a me lovou a despedir o ofB-
ci'so Cilieteiro o a ra-i en'.euder com alguna ve-
rendorea, Ciin os quaes ebegue a accorda de cal-
car a custa da companhia os paotos complemeuta-
res p >r ondee passou a nova canilieacio, sob con-
dc2a de serem as pedras fornecidas pela munici-
palidade, qao de diverso lagares as pode tirar
na velna cidade.
Pelo quo me consta foi desse servico,foroe-
anr as pedras, enrarregado o fiscal, que to tiloso
se inasirou exigindo que o companhia, no seu di-
zer, rica, fizesse um sprvica a que nao estava
obngad, e qu i no cuitante agort parece nao ter
moita pressa, deixando-me a espera do material.
. Peco-lbe que d este eselarecimento peU sua
eusa Duina afim de que se canbeca a verda-
de. De V. 8. criado, obrigadoAntonio Peretra
oimoet.
Conrrarla de Kania Bita de Casal
U consola) administrativo disu coufraria, ten
do ob:ido, por despacho do Exm. e Rvm. Sr. his-
po desta diocese, de hontem datado, a necessnria
liccnc 1, Ni celebrar em sea ignjn os actos da
8emna santa.
Oirectoria tmm obran de conserva-
co don porioiBoletim raeteoroloeico do
du 7 d- Marco de 1837 :
u 0 -0
loras iP Barmetro a T. eso do vapor a 3
_ ; -x O a
; - s a

6 m. 229 758">ol 18.76 91
9 2V-9 7.a955 19.56 63
12 29a8 759"003 19.47 62
3 t. 30a 1 757>68 19.65 61
6 230-1 757m9l 19.24 68
KUviSTA DIARIA
fi. W. o ImperadorO Exm. Sr. presiden-
te da provincia rcoeben hontem o segumte tele-
gramma : *
Petropolis, 8 do Marco, As 12 horas e 40 mi-
nutos da tarde ;
S. M. o Imperudur tem passado muito satisfa-
cloriameute. Acba-se em pl-ma convalescenr;a.
Pieam suspensos os boletioe. Presidente do
conselho de ministros. >
-iNwenibla ProvinclnlNao boa ve hon-
tem sesc-ia par terem comparecido apenas 13 Srs.
d'pUtaduS.
A reuniao foi presidida polo Exm. Bvdm. Sr.
vicario Augusto Pranklin Moreira da Silva.
O Sr. i* secretarlo procedeu a leitura da se
gniute expedieute:
Uu, cfficio do Sr. depatado Dr. Pedro Otndiano
da Il'.tis e Silva communicando uao puder eomp -
recar sesso por incommodo de saude.Intei
rada. t
Em seguida foi dissolvila a reuniao.
Tribunal do Jury do Recife Furam
julgadoa b'jntem, neste tribunal, os reos Raymun-
do Aives 3aptisU o Jos Theadoro Carneiro da
Silva, prunaneiado, o primeiro no artigo 207 e o
segundo no artigo 201 do oodigj criminal.
jury absolveu orea Baptista, condemnando
Theodoro a 1 mes de priso c malta correspon-
dente a metade do temp 1.
Promoverain a delta* os Drs. Luis E. Radri-
gues Vianna e Luiz Drummond.
Kcsaco de babean corpasO sape-
riur Tribunal da Relaco em sesso do bontem ne-
gou ordem de habeas corpas ao Sr. Da Eduardo
de Barres Palco d^ Lacerda, thesoareiro da The-
soarari 1 de Fazenda.
Ansianninata Vs 4 horas da tarde de & do
corrente e no engei'ba. Cru da Malta, termo de
Agua-Preta, o mestre de engenbo Manoel Cle-
mente Lop"8 e seu sobrinbo Jos Aodoiioba, am-
bos embriagados, travaram-se de raides, resaltan-
do este assassinar qnelle com tres facadas.
O criminoso evadise aps o crim3 e a autori-
dade respectiva tomou coobecimento do occorrida,
na forma da I-i.
Vapor Jauunrlbe-F/i Iraisfenda para
hoje, s 5 horas di tarde, a sabida do vapor Ja-
guarbe pm os por tos do sul da sua escala.
Psmete Ce ara -Deve ehegar baje ao par-
to do Rec.fe, cm viagem para o norte, o paquete
Cera da Companbia Brasileir.i.
O PlebessDUtribaio-se bontem o 5' fasc-
culo do drama sub o ttulo cima, em nm prologo
e S actos, original do Sr. acadmico Ribeiro da
Silva.
A nica agencia para assigoataras na Livra-
ria Parisiense, ra do Crespo n. 7A.
Toinp.Tiura maxiin*30,75.
Dita iniaima2I",75.
Ev:i|urc.io em 24 birae-ac 30I : 5"i,6 : asom-
bra: 3,3
(."tiuvn niilla.
Directd 1I0 ffnto : E toda o dia.
Vetoeida-l media do vento : l,ml9 par segando.
N'-liuloMilsao media : 0,54
Bom Conseibo-Eserevem-nos m 1 do
oorri'nto :
tm cumpriineiito do nosso dever vamos boje
varrer a c.rteirn, basado h resenha d todos os
factoa ultunnmente accedidos, relativos a esta
localidad*, resenha qne por extensa, nao a inclu
na turna miseiva que Ibes enviamos.
0 mex d* Dezembro do anno findoarr sem-
pre para esta e as visinhss comarcas do Instes re-
et'idicons.
De diversos pantos ch'gavam-nos frequentes
noticias de mortes, ferimcntis, loubos de sorle
que quando um recem-vindo nao era portador de
urna nui noticia, dizia-se logo qae ello ,'inha de
alm-tiimulo.
Na ser oci .so relatar todos 03 casos que
entao ebegarsm o nosso eonhecimcnto, muiros, dos
quaes sao a pura expressua da verdade.
Na estrada que vai de Quobrangnlo para o
Riacho do Meio, loi neo .Irado o cadver de um
homer, j em estado adiantado do putrefacco.
Ignora-se o nome do assassinu, assim camo o movel
do crime.
Antonio Fructuoso, pronunciado neste termo,
assassioado par seus comparsas nao mmaiiacoes
do Poca do Veado, limites desta proviucia com a
das Aliig..as, do cuja morte, sabemos, nao existe o
menor vestigio nos c-artorios.
Antonio Henrique, morador nesta villa, ao
pacs ir pela Serra Grande, Bufas nm tiro de tocaia
o qual felisoiente o ferio do leve.
Na pcrteguieo que a polica de Quabrangulo
fyi ao atsassino, ara soldado mata outro, por mo-
tivos qne nos sao des?onhecidos.
Em Palmeira dos Indios, umamulher, por ciu-
11.ee, envin duas suao rivaes para a torra da ver-
dade. Ao mesmo tempo, em Pindoba Grande, hoa-
ve dous ssssssinatos, dous ainda na Branca, dous
mais no Cbapa de Palha, por causa de 160 ris, e
deas finalmente, no termo de Gsranhuns. Ao todo
11 assassinu tos o urna tentativa.
J progreeso II...
O rorto de cavallos tambem continua em grao
ascendente.
No dia 20 de Dezembro, em Taquary, foi pre-
so Mareolino Claudio de Soasa, par conduzir 2 ca-
vallos, le propriedade de Antonio Norberto do Es-
pirito Santo, morador no Traip, que logo veio
reclamal-os.
No dia 13 do passado, e no lugar Barra do
Breja, anda foi preso pelo subdelegado 3" suppleu-
te daqaelle districto o celebre Antonio de Soasa
Dias (vulgo Antsnio Bala), pronunciado no termo
da Palmeira dos Indios, o reconhecido ladrao de
cavallos ; indo neasa occasio condazindo 4 gordos
rossintntes.
Ainda no dia 17 do mes findu, o eleitor Phi-
lomeno de Hollanda de Albaquerque MaranbSo.
prendeu em Taquary aos typos de nome Firmino
de Mello Faleiro, e Manoel Menino do Nascimento,
os quaes levavau sob sua guarda 6 animaes de
alheia propriedade.
. Tambem em Taquary, e no dia 20, foi preso
o untigo crimineso Manoel Jos das Pucas, pelo
activo e enrgico subdelegado daquelle districto,
Custodio Pinang.
Mais urna pequea lista de crimes, commetidos
no decurso do mez de Janeiro :
Das 7 para as 8 horas da manha do da 3, no
Serrote Torto, Silvino Pereira intortou o costado
de Joao Tertuliano dos Santos, com urna boa duse
do pancadas, e isto quando o offendido j se acha-
va em seu rocado.
Joo Tertuliano ficoa cm estado grave. E'
corrente que o offendido, a p juco tempo, cortara
as erelhas de urnas cabras do oflenser, quo lhe
dainnificaram as lavouras.
Caras orelhas 1
No dia 7 no lagar Serrote (mas aem ser o tor-
to), Joaquim Gomes dos Santos, por mera bagatela,
serrn com urna faca um braco do Jos de Barros.
O offendido ficou em estado desesperador, e
ainda mais desesperado porque o offensor... anda
a tomar ares.
No dia 16 presenciamos um berrendo espect-
culo, um facto virgem nos annaes desta villa,a
suicidio do Gil Alves Feitosa.
Este inditoso moco, de quem j ti vemos occa-
sio de fallar era nossas anteriores missivas, era
perseguido por um terrvel horscopo por urna es-
trella fatal.
Espirito, intellig-ncia e sympatbia, taes eram
os dotes de que sobejamente dispunha, mas dos
quaes fez sempre o mais reprovado aso.
Sem officio nem emprego que lhe garantase
os precisos meios de subsistencia, viva Gil Fei-
tosa mere! de amigos, e dos fracos recursos de
quo dispe sot vslha mai.
.^ Estas liberalidades, porm, escassearam pro-
gressivamente, e nos seas ltimos das Gil vio se
nos maiores uparos pecuniarios.
Infelizmente, o infortanio tem a propriedade
do ar, entra por todos os poros ; e por is;o,
pobreza de Gil reana se urna irascibilidade pou-
co vulgar, e um amor inquebrantavel ao alca-.il.
Estes tres elementos combinados, apressaram
a sua morte.
Urna vez alcoolisado, baslava um leve grace-
jo pa elle ameaear enviar um desta para me-
lhor vida.
Todos, porji, .'ratavam de vi ver em paz com
elle, cortos de sua capacdado para comprir taes
piomessas.
m mez de ndela que fai condemnado pelo
uso de armas prohibidas, pareces a muitos tel-o
curado do tal mana, mas foi engao -, dias depois
reeonbeecu so qu8 elle triihnva a mesma seuds,
contiuaava nos meemos excessos.
No dia 14, ante-vespera do desfeebo fatal,
Juando a Cmara reunida trata va de adoptar me-
idaa preventivas cintra o cholera, elle qaiz de-
nunciar nm contraventor,o proprio fiscal, qae
possuia ama grande manada da porcos, contra ai
disposooes da Cmara ; mis faltando-lhe 200 ria
para sellar a petieis, pedio esta qaaotia a um cai-
P
t

1
/
^


W
Diario de Peraambuco-Ifuarta-
arco de 1887

' V.
i
-

4
7

xeiro de um seo amiga, ucgunio-so esto pe* r.i
sao do pitrij uSo cur era cas.
Firmal.) na intimidada que tiu'ia com o t :i
negociante, abri a gavtt* e tirou os 200 ri con-
tra o voto Jo caixeiro.
Eia que chega o patra sabe do facto. cha-
ma Gil, exprubra-lhe o procedimeato, e f ii ato
bstame par Gil protestar ligo : ou in lUr o ne-
gociante ou suicidar-se,
Para ato fabrieou balas, babea tolo o resto
do dm de sexts-feira, con'inuou a beber n> sab-
bado, sem tomar mais aliim-nto; alijuna, disem,
que espern bastauto o tal negociaute, mas feliz-
tnent" aera resultado, e, desengaado que nao O
matava, trat;u do cuuiprir a sua in.'oasidtral i
promesas.
No domogo. eatr* em cas, cu iuo* uir. i irm 1
e di* ihe :Marta chama o paIra pira meeon-
fessar, pois \ou matar-me. A irm orre espavo-
rida -i participar f.imila to aierrad ir* noticia
mas, quando es a acode, foi tarde : una graud*
detonacilo foi ouvida em toda a rua, o eorpo de
Gil esta va no chao, extorcendo-J naa vascas da
morte.
O padre chega, coufeasa-o, mas Gil apeoas
sobrevivo 13 horas, o bastante para roconheeer a
existencia de- Deua (do que duvidava) o arrepen
(ier-sn de seos erros.
Cjm cffeito, morreu contristo, arrependi.lj,
perdooaaos s*ua des .fa--tos, deixindo asna fa-
milia e affoicoaaos mergulhaios em copioso prau-
to!
A trra Ihe seja leve,
< No da 17, i no logar Jacar, Marcolino Jos
da Hora, ferio em m hora a Martinho Jos de
Sant'Aon, pois logo foi preso e j est proces-
sado.
N.di.a2l, e"> Lvieira Vermoln, lagar ja
celebre nos aunaes do crime, Jos Bernardo deu
duas tremendas facadas em Joaquina Sev;ro dos
Santos. O criminoso eradip-se.
A 25 de Dezembro, os cidados Joaquim Viei
ra de ..uaa e B-ruardo Lucas da Figueir lu,
prestaram juramento, este do cargo de 2> uppltn
to de subdelegado do Io diatricto, e acuelle de
subdelegad) effectivo do mesmo,entrando logo em
exercicio, para cujos earg)i foram ainbis nomea-
dos por portaria de 15 daqaelle mor.
Na da 2 de Ferereiro, Castidio Elsea de
Barros Pirang preatou juramento e assumio o
cargo de subdelegado effctivo do dsfricto de Ta
quarv, creado por pirtaria de 24 de Janeiro pro-
zimo passado.
No dia 5. o cidado Bollarmiao da Silva Cru-
velo tambera jurarr.entou se e assumio o cargo de
subdelegado da Barra do Rrejo, na qualidade di
3' supplente, districto creado na meaina data do
de Taquary.
No dia 27 da Desembro. Hygioo da Costa
Pereira alforr'ou sera onus alguna as auas duas
eseravas Joaquina a Thomasis, esta com 23, c
aquella com 41 anuos de idade.
No dia 7 de Janeiro, reunida a velha Cma-
ra Municipal, e em obediencia ao preceito regt-
menta!,deu posse aos novoa vercadores ejuizes
de paz, procedeudo logo em seguida eleicao do
novo preai lente e vice presidente, sendo r.-eleitos
os cidados Augusto Martiniano Soares Villela e
Fraociseo de Albuio-riao da Hrtlanda Caral-
cante, aa ordem em que esto conocidos. Esta
sesalo prolongou se at o di* 14 e foi tola conaa-
grala hygieae.
Entre aa medidas tomadas sobre.-ah-m o.....
varrimecto da casa da Cariara, mpeza das ras,
prohibido da lavagem de rjupa naa aguas d> Pa-
pacacinha, e desobatruccao de suas margena e por
ultimoguerra cruenta rae* auina.
De tacto, dir se-bia que os aoros reroadore*
erara verdadeiros musulmaoos, e que, em lugar de
Papacica, habitavamo* pleaa Turqua. Tal era o
odio < rancor contra os gorJo3 e magros suinos.
Oj miseros animaea qae aind* pastavam sol-
toa, os que j desejnfiados, eatavam pres >s im I i
r -speetivos cbiqaeir.w, e at os que. certos do pe- Imperial a. 7. da armacJo e mas ut^nios ah
menta ntontaJa e carpintera, apa*cria, reljjji-
ria e tamben de alfaiate.
Nt nmi cneiiui ari)tojr,ii:a se ciU olgnm
Templo d'esta mwmi affeici) i artea mi-
uuaes.
Aeatamil V*i uaiodo so outr* muito cor-
renta j era varios paixea, o eapacialinente noa
Esta) s-UoiJjJ, qu) coaiiite en ensinir aos fi-
las fimiiin r-cia M inais arut cra'iea um
offici) manual qae Ibes sirva dje r^creii e di-*trac-
?i>e qi'eaejiat un n-curao neste tedipiaem
SJMa -jitu.* t io e:;i laa:ca ter.-iveia. Tjjoj
o rapawi ciucvlis d'esta saaalra tutii 3: tor-
il ni 11 artiif. is vetJ il Mra:n td n:tiv-.-ia. M'iito
dellea m quizer-ra veo ler os movis, us jjravuraa,
os cryataej piutadoa, etc., que faiem, ubreriam a
sold (Je gcnerjl
Cois* rara uas oj-las; oite eapricho los ri-
Ca 1.111 i; pr rlurir un* r. form im;>)naot3iim 1
e til l mas nio piir ser uos sya'.emas d en-
inos.
Aa clasica medias, por imitacao da aristocra-
cia, qudrem tambam aprender otHis: o mivi-
meato vai iler.-amindo-ae, e, por ultimo, o Esta i j
de Neira-Yoik, apjderaiiJi-ai d* iii e vend qu-
til, tem diapistoqae ms esolaa piblieasjgra-
tuitas ee intro luz a ensiao obri.;itrio da Vi-
rios offiiij* en're ui q'i*<>a po I-ai optaros ra-
pase*
Us americanos, gente pratica, cjprehenJe-
rain quo o latin e mullas outrii couais qno se
eiijinain 11 *s escitas publico nlt serem absoluta
icentd para nada i:nm;nsa ota] ria Jja iu-:uiuoa
qae perdem o tempo estudando-as ; pilo que teem
suppriuido os estados inuteis para aquelles qae
nio teem de soguir c irr .ira Iliteraria e os tem sub-
stituido pelo ensinj pratico ao mesmo tempo qae
artstico de diversos ofEcios.
a rapates teem recebido com eathuaiaamo a
m woyl.
Qiasi todos prefirem 03 uteneilios d* arte de
ebanista, reloj liria, gravador, etc aos livros.
Aa horas consagrabas ao ensio da arto mana il
que esc ilberum sS) consideradas como do verda-
deiro recieio.
.Mu; s que n'ama officin* ordinaria nunca
teri tai pasiado de opsrarios toscos o da ultima
fila, promet- m ser artistas notaveis, gracas &
sat9fucao com que aprendem, e aos rudimentos
de arte e de seieneia que ge Ibes inculca o ais
modelos de Som gosto uom que se faz a sua edu-
eaeo.
Oa rapazes que nao sabem auas lices teem
pelo pei-ir do, castigos serem privados das duas
horas diarias do OiS:iua.
Como o aprender um otficio na escala obri
gatoiio, resulta que partir da geracao que
actualmente est se educando, todos haoitaotea
do Estalo de Nova-York suberiio um officio. E
eut.11 nao ser raro qae oda qaal faca a sua
roupa, ou seua sapatos, oa seu leo ou fabrique
seus movis; oa que qaando o sapateiro faca um
calcado malfeito, o fregus Ihe d urna glo de aa
putera.
A iunovaci tio b 1 qae nao tardar
em cruzar o ocano o em acliinvat-se Da Eu-
ropa.
Euto es n>sso8 iadustriaes porio as suas
facturas :
-- Pulano de talprofessor da escola pu-
blica de
E os noaaos adverados o n issos me Jicos scre-
verao em suas tarjetas :
O Dr. Mengano medico e sapateiro.
Com o qual acabaremoi por eacarregar um
par de bitas ao medico e por chamar ao sapateiro
para easinar ltiro, aos rapases da casa.
1,4-11 AenEfiectusr-se-ho :
Hoje:
Vdo agente Modeste Baplista, s 11 horas na
rua streita do Rosarie n. 35, de novis, 1 ou;a3.
vidros, etc.
Pelo agente Brillo, s 10 1/2 horas, na roa
o Se. deseinl.argador Pire Ferruira Adj
os 8ra. a mi-ib r-i Qjeirjj Birrjae deai'uibir
gndor Uiar.iu 1 Li ai.N -^i'J-ae provim oto, uai-
nimamen''-.
o Iog4'4 orr.-nts Ilaia) Cavalcaut
Aluqn :rqu reooratil o iuz. iolator o S.'.
dd;e.no .rgid ir Tava.-.u di Vasejncell )5. Aljaa-
to o Si-r. doiembirga l.rci Djlliai Uiv.l:*:ito
e Al ves ribiiro.Dea-se j>rovimearo ai rjo-irso,
unanimcaaeate.
Deaua *
De Jos i miga 1 d > A'na.al a outr.is contra o
no registro da nomeavlo de sea eaizeiro Sacua-
55dino Miiurki.Cerno pedem.
Dj PoMtcz Irmiis ft C, ptr* que so regiatro
a noneaco di seo; aaiairo Jmojaoi Mchalo
Peruandes Luna e se d h*x; noa registros das
d-s seus ereaixeiros, Jaeintln Auguito .Veves
pir ter sido disp;usad>. e Urbtii) Jos do Soasa
por h.ver falle id >.Na Khmm requeril*.
Di Marclioo Goicalves de Aaeredo, Aatmi*
Teixeira da Silv* Uais e Aat.mo Liis da Silv.i
Brandl, par* que soja archivad 1 o c infracto de
sociedad 1 i-m njmo cillectivo pira com os dous
biemr-'l T..l.'3p:i iro G un a de Arauj >, uiz saba- : pri-.neiros assicialoj e em cwnin-adita pr* com
i terciro, sob a firma de A Vasto 3c <-'., com o
capital do 47:730*592, .'eiii of.i-il. omejin-
minlit* de 8:228J971 p\n a ratufllyl 1 d.
boirj 'mrvn* i ^e-o ja ga n-aitj era dil'giacia oairaercio de imp>rtacJ) de morvadortaa,^ cimpri
l-timto da uodtwJl d-i 4g'iirt3s. R-l lir o Si.
nbirgaloi- u.'j Gi.ioaiv.. A juntos oa
Sr* dtansjbarzttares Pires Pumira e Alve R:
.!
4 C,
rijo que ts ameaciva, precararam refugio debaizo
da can do* douos, todos, todos foram levados a
ferro c a fogo, a uenhum foi dado escapar loria
doa cru is uxeculores.
A Cmara, p.rm, foi severameato castigada:
qaereado evitar a visita do cholera, attrahio a si
a colera de urna rae* potente e num-rosa como
a suina, o a vindicta n> se es esperar : o va'or
do touemho subi logo 5") "/ dl preco qae eutao
castava !
Com 1 em Garanhuna, f 'i aqui gecalmente sen-
tida morte lo or^ncl PeiXotn, chefe liberal d'a-
quella comarca, ocjirriJ* ni da 10 de Janeiro.
Este eminente cidadao, aparentado com a
principal e mas numerosa familia deete termo, rc-
comnejdava-se pelas alta* qualidade*, que sera -
pre o distinga ras entre os sen* conterrneo* e
prente*,a brandara e affabilidadc,e como po-
ltico soube empre conciliar o ju*to cora o hones-
to, centrado as destrrasoadas pretencas de al-
guna de eu correligionarios, o impeda i 1 que
urna s vkltncia fo*e pratie ida contra oj a-u
adversarios.
Elevado pelo seu partido ao lagar do chefe
d'aqaella comarca, maateve a m*ia severa disci-
plina entro o seas orrelignarioo, toroaodo se
ere dor da cera** .yujpatnUa ; todos sao concor-
des em affirm ir quo era elle o mais poderoso senio
o nico lo capas de dirigir e coutyrassar o grande
partido liberal garanharas*.
O merecido elogio qae j Ih fe* o nosao llas-
trado colleja de Garanbuaa, dispensa-nos de
aloagar-nos sobre esta lgubre assumpto.
No dia 13, o vclho Jos Clemente da Rjeha
Carapeb, reatsucaio o seu aufigo cargo da carce-
reiro da cadeia desta villa, cargo qie Ihe fra re
tirado em virtule do urna cmdemnacii qae Ihe fot
imp'sti pelo jais de direito da comiro, por ter
facilitado a faga de das criminoso*.
Foi u:n acto d inteir* juitio, pois o pobre
vclho ji ac:og-"n*rio, e era o seu cuiprrgo o ni-
co recurso que Iba restava pira ampiro do* s-'us
ultimis das, acereseondo que para a fuga de taes
criminoso] elle contribuio apenis com a ba boa
f.
N> d:a 7 do p**sl>, ao logar Papaeaciuaa,
suburbios desta villa, pirecrin afoga'as dna*
crianc*s. una de 3 e outra de 4 aunas de il-ide, fi
lli is de J >a P.-ito*.
Aa cranos, craos, ind> a primetra tomar
agua emuma c-ici aba, sita no quintal da easa pa-
terna, perdeu o equilibrio, tenanlo a segunda ^l-
val-a, quand) afioal sio cacan ciadas ambas era
vida !
c O alfers Pranoi*c> Aatonio Tayare* prectou
juramento e assamio no lia 14, o earg> de f ibri-
onero da matriz, para o qaal foi a.tasado per pro
viJo de 29 de Janeiro,
c Pelo resp-etivo juiz de direito foi marcada a
reaniio d* 1 sesso dojiry deste tbrmo para o
dia 21 do correte.
No dia 17 surgram tiesta villa c teaeute*-
coroneis Constantino de Albaqneiqan e Apolinaro
Maranhao, assim como o cooseIheim Loaren^.) i*
Alhuqaerque, que tanbj.n aqni ebegm ua mauba
d dia 18.
Foram h>speies do Dr. Bvnto Ramos a (W-
mora foi brevissima.
CompriranHando reapeitosumertte ao* illoatre
viajant s, il ajiuioa a S. Exea, prospero ro-
gress 1.
No da 27, p* ex escravoi Horuvie e P rtu
nato, eipancaraio horriTliaeiitd o iutnae qninqua-
genarii Luz O-nsaga Bibeiro, iin itixa-ljraiid*.
por motivos qu ignoramos.
R beiro persiste 110 proposito de uo q i^iz-.r
8! Miisfe.
Visitiram uos c acham s uitimaeaente entie
ni os papulares e sympitthico* actorw Jote v,r
tina do Olivtira e Franc-lm *V Oliv-ira, j m
tendo exhib.do ttisfactoriamente uaa di-** 13 e 28
do passado.
No da 13 trouxaram tecuaA victima d*
stluccio. drama em 3 acto, a c unedia Manda
tem pie, o coociuiram recitando a engranada
p jet laToio* beben. No dia 2G repr. s-'utaram o
drama em t aeros Jnli^a, por AUexaiv-lre Duina,
eomedia em ac actoSe'omenko, e terminando
ejoa outr* comedia eotaui ac .0Ladron emeasa..
O peqvrao tbealro regorgfava de eaptetad >-
r.', e todo e m>atrV*: SaUsfaitss do trabalho
a digno* aetores, (atisfacio pateuteada en nu-
iu(*MM itpplauao* qe snrgian de todo* a* lad -r,.
s-spre que elle apv->rt ca m era c ,'u*.
Au levir
Prttaeipea coa* UcIomTradtuimos de
nal Mbsa earraageir* :
Q ni toJoj uH I da familia Ilobea-
vAimu SiWrr BraHMU 'gim olficio manual
isuaa taau ajidui.Udo cono cu-Hjirem o) eua e
Vi.'ra militar- *.
O priaipn Werceiro u'Auatri 1 um g-.ande
.-i t-grrpb c p a-- un m arles uao menos
Naa :n*UkMJea d4* iDliOlsiiOs norto-ar
moa noa paUto* e cattell u da aristocracia cu-
r>pt*. sobretaioaa Ariniuli* e na Inglaterra,
ao raro encontrar jauto no quar'.o do e a biblioteca urna cticiaa completa e perfeta-
existentes.
Amanhl:
Pelo agente Gtumo, s 10 1/2 horas, na rua
do Marqu.z de linia n. 35, do estabeleciovnto
abi sito.
Peo avente Pinto, s 11 horas, em frente ao
armaxein do Sr. Jos Luis de Soasa, de dous bo-
tes com seus perteaces.
nin:i fnebre*-Sero cel bralas
oj* :
A'* 8 hiras, na igreja di Bom Jardim, por al-
ma de L andr Fraacisc > Borges ; s 8 h iras, na
matriz de Gamellcira, pjr alma de Jos Aires d
Costa.
Amanha :
A's 7 1/2 horas, na ordem S de S. Francisco,
p -r alma de D Rita Clara Preir Piobeiro.
Bexta-feir* :
A's 8 horas, n matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Mara Philomena Moreira Bastos; a 8 hi-
i, 110 convento do Caroso, por alma de D. Ma-
ri* do Carruo Rodrigues de Siqueir*.
Catstt* *c OeCeacoMovimfato dos pre-
sos do da 7 de Marco :
Exstiam presos 355, eutraram 12, sahirara 11
Exstem 356.
A saber :
Nacionae* 38, uwlhere 7, ewrsngeiroe 13, ee-
cravos sentenciado* 6, ditos de correceo 2To
UI 356.
Arracoados 326, sendo: boas 315, I)ents 11.
To-*il326.
Movimento da cuiermaria:
Tere baixa :
Cosme Florismundo.
L,uieri* al a rdrteA 201> lo'erik da cor-
ta, pelo niv plau i, cujo premio i^raale de.....
33:000; 000 ier extrahida o> dia .. de Mar-
ero-
Os bilhetes sch*rn-e renda na pract da In-
deoeudeucia 118. 37 e 39.
Tambera aeham-se rea la na Cas* da Por.
tina roa Priineiro de Marco.
Lotera para fondo de ezaanel-
pac *A7 parte deta lotera cajo premio
grande de 6:000*000 ser trahi Ja 11O dia 10
de Mares a 2 horas da tarie.
Os Maetes acham-se renda na Roda da Por
taoh rua Larga do R-isario n. l-i.
t'emllerlu pablino*Obituario do d a 7
de Marco :
Oeruude, frica, 90 nDO^ *olhfra, Boa-Vis
ta ; catb xia st-nil.
Pedro RUti de Barros, Rio Grande do Norte, 30
anuos, solteir >, Rcife ; ffecao pulmonar.
Jaouaria Perreira d Silva, r-eroambaco, 16 an-
a-s, solteira, Boa-VisU : tubrculos pulmonares.
Leoncio Soares de Britt". Pernamboc 19 an-
no, svluira, 8. Jos ; tubrculo* pulmonares.
Manuel, Peroambuo, 6 hora*, S. Jet; ttano.
Francisca Affoasi FerreirM, Pern imbaco,24 ho-
ra. Boa-Vista ; berib-ri.
Ano 1, Pernambaco, S. Jo ; tubrculos pulmo
liare.
Isabel Feliciana Garca, Pornam'ouco, 16 annos
sulteiru, S. JOi; tubrculos pulmonares. .
Um* erjanfa pela p (ca.
A 1 lallac crima
Di Rjtrf'A,i,i'lian; Auto a; 1 Pru3oj
i, u.-pilala a jutiji. l:!ator o Sr. oaa-;-
iheiro Qiir.z l irr is. la!{ a appcllacao, uuaiiim;m-,n-.e.
PAS3AGESS
Do Sr. desewbarcador Buarque Lima a> Sr.
deaembargador Totcano Barrito :
Appellac2o crima
D Rifp\pp-lia'ir. o jaizi, i..'p'.li> Jos
Antonio da M iru.
App:daroj3 civ;is
Da S. Jji)App-jllaute o collvcLw das realas
gerae?, appellalo Joaquim M irtiai de P*ri*.
D; Aulau Appsllaule o juizo, appellado
S itero, escrav de V-apaaiaao Lioei da Vaaeon-
cellos.
Do Sr. deaembargador Toscano Barreta ao Sr.
d^embargid ir Olirar Maci-1 :
AppellaQ* commercial
Dj Gar.inhuu*A ipe-lan'c Francisco Das d*
Richa. ippelU-l.ia Gones Maia S C.
Do Sr. desembargador Pires Perreira ao Sr.
desembarga J jr Montero de Andridd :
Appellacao com oercial
Dj RicifeApol(n'." Moreira Irmio
appella la companhia lu jemnisadora.
Dj Sr. desembargador Piras Gonca' r.-a ao Sr.
desembargador Alves Uibeiro :
AppellacSo crime
Do Recife Aipnllauto Sobel Henriqaes de
Miraada, appellada a justica
O Sr. deaembargador Pires G jacal ves como pro-
carador da cora e promotor da justica interino
den parecer nos segaintea feitos :
Appellacoes crimts
Do K'cifeAppellante Romana, pir seu cura-
dor, appella la Anua Fran.'ena daCunba.
De Cam-aragibe Appellaote o ja zo, appellado
Flix B.'serra Montenegro.
Da ludependanciaApp9daiita Joito Paulo Go-
mas Cabral, appellada a justica.
D.-AnadiaAppjtlantn Jote Pelro Cavalcan-
te, appeliad* a justica.
Do luga Vppcllante Pelismino Joaquim de
Araojo, appellada a justica.
Da B un JardimAppellante Jos de Saut'Au-
na do Nascimento, appellada a justica.
Do Catle do Roch* Appellante o promotor
publico, appellado Man>el Pedro do Nascimento.
Da CimbresAppl ante Antonio Gumalleira,
appellada a justica.
Appellacao commercial
Do RecifdAppeilant.a Luis Goucalves da Sil-
va & Pinto, apoellad > L vy Herr na.
Do Sr. desemb irgador Airea Uibeiro ao Sr.
desembargador '.'avures de Vassoacelha:
Appillacoss cria**
De Pitimb Ap leante o jnizo, appellado*
Antonio Flix e Joiqaim Jeroaym) do Espirito
Santo.
-MuricyAppellante o juiso, appellado An-
tonio Malaquias do Naseimeuto.
Ai Sr. eonselheiro Queiroz Barro* :
Embargos iufriagentes
Embargante J raqoim Monteiro Gaedea Goa-
dim, t-m ar.'iido Virginio Horacio de Preitas.
Embargaute Mari* Justi liana de Albuquerque
Montenegro, e nbarg-ido Isidoro da Cuaha Cval-
es u te.
Appellacao civel
Appellaote Marcelina Henriquet* da Conceicio,
appellado Maaoul, conhecido p>v Jos Moreira da
Silva.
DILIGENCIAS
Cam vista s partes :
Appellacao commercial
Do ReciteAppxllantes Phibouville Lany ii
C, appellada a companhia de seguros ludemni-
adora.
DISTRIBUICOES
Recursos enmes
Da IndependenciaRecrrante o juizo, recor-
ridos Manoel Porfirio do* Sautis o 011 tros.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do ReciteReeorrente o juizo, recorrido Prao-
ciaco C-irreia das Chagas
Ao Sr. desembarg id n Tsacaoo B irrto :
Do FloreaRecorren!.! o juizo, recorrido Fran-
cisca Joca de Siqueira Brito.
Ai Sr.deaembargador Delfiao Caralcante :
Do RecifeRecorrate o juizo, recorrido Jos
L'ouardo da Silra Pinheiro.
Ao Sr. desembargador Olireira Maciel ;
Dd AreiaRecorrente o juila, recorrido Jos
Alciz'i dos Santoi e outro.
Ao Sr. desembargador Pires Perreira :
Di RVeifoRecorrente o promotor publico, re-
corrido Nicanor Bandeira de Mello.
. v'oia de fura .*, fabrico e importado de ci:ar
ri* e charutos pir grajso c a retiib 1, :>.- 11
fu no datfi.-iJ1 e pical 1 u tr b *h M i mmmvmO -a
lythigrnpbieaj, n-sta prac, rua do P/Ud Ui. 3,
5 e 7 com deposito rra Daa.ua de Gaxiis n. 63.
RoconhuJilas as firmis dos irgoat.irioa -do pri-
meiro eontraetj ano -x 1, archive a?, n* forma d
le.
Nada mais haveado a despichar, o Illm. Sr.
commendador presidente encerrou a sessao s 10
hora' e 3/1 da manha. ,
PUBLICCOES 4 PEDIDO
i:vpi>s!(5o Mu Amerlcaua de
Berllm
Abaix. pnblieamus, par* conhecimonto doa in-
teressados, 8* cartas que nos dirigi, em 12 e 2i
de Janeiro ultimo, o Sr._ Dr. Pe tro Francisco Cor-
nia de Araujo, seretario da L-gici imperial do
Brazil, n'aqaella cijade.
R 'cebemos jautamente um 1 lista dos objet-tos
por ella remetti 1 os Siciedad; Internacional de
Estadas Brasileiros, de Pariz, com a qu.al formi-
lamia u**a lista doa objectos d'e3t* provincia, in-
cluidos na m"oa remesaa.
Berlim, 12 de Janeiro de 1887Illm. c Ex n
Sr.Tenho a honra da commanicar a V. Ezc- que
remetti Sooiedade Internacional de Eatudos
Brazileiroa, de Pars, 29 volum's canteado gran-
de parte dos objectos que a provincia da Parmra-
buco apresentou na Expsicla Sul-Americaaa de
Berlim, o que, dopois d encerrada a mesma ex -
po3ci>V reeeb do Dr. (anoasoh, autirisado pir 1 ,,
urna curta do Exm. Dr. Ignacio Joaquim de Sou- Ji, Di,n Para lampadas, o mesmo.
104 Gomma de batata rainhi.
10"> T-pioc.
106 ("arimm de mandioca.
110 r'ulha* de fumo de Geranhuns.
111 Cird :s de dito de dito.
112 Ditas de dito para cachimbo.
117 Amustias dd charutos da fabrica A. P. d*
Cunha, A. Pereira da Caoba.
118 Ditas de cigarros da fabrica Santos & C,
Santos & C.
119 Ditas de ditoa d.i f*b ica I. A. do* Santos,
I. A. d-sSantia.
I25 D.tas de borracha da mangabeira.
121 Leitc le mangabeira.
i/3 Um p.-daco de pi Bra;L
I34 Tatajub*.
12) Uma^caixa com 50 amostras de madeir a de
qua|i*dad para coiiitruccao e obra* d'.rte, o
Ara!!::! ite Marinha.
128 Vinlaiieo.
I9 Pin (tanto.
130 Caja catinga.
131 Jatob da f.lba miuda.
132 Angco (las amostra").
138 Pao de orelha.
139 Pao de cortica.
140 'angada (um model).
141 D:ta (dem).
142 Um vaso de sapucaia.
143 Urna cnix* de vinhatico com urna sobre;asa-
0* militar.
144 Urna caixa com um yatngou comblain.
I4i Urna dita ce ni urna fechadura patente.
145 Una dita com vaso torneado de madeira e
m rfim.
117 Urna jarjincira campestre da maleiro.
148 Urna dita de madeira.
149 Urna dita de dita.
150 Urna dita da amarello o catinga.
151 Urna dita d* dito e dito.
152 Um* dita e dito e dito.
153 Urna dita de dito e dito.
154 Um vaso do pao macaco cm forma de
frasca.
156 Cordai.
157 Cus ja de cajsaeira.
158 B mg.las de sipo de pao, japicanga e laran
gcir, Vera*.
162 Oleo de ricino.
163 Dito do dito, Bastos.
166 Dito de vhandiruba, Vera*.
167 Dito de dend.
168 Dito de coco.
I6< Dito especial para machinas, Bastos.
1 Ignacio Fernaiidc* da ftllva,!
resposta ao eapilio % billas
nnha Wallt-s. ao pn
z* Leo, do 1 de Outabro do anno prximo
(indo.
Ced ao museo permanente do Export-banc, em
nome da eimmissao presidida pjr V. Exc., urna
oarte dos objectos que figararam na seccao da
Pernambnco, certo da que ha para essa provincia
grande rantagem em ter alli amostras dos seas
priacipaes producto*. O Dr. Iannasch escreveri
a V. Exc. sobro este assumpto
Ao Illm. e Exm. Sr. Vi son le de L >yo, presi-
denta da commUsao eniarregad* de angariar pro-
ducto* na provincia de Pernambuco para a Expo-
sicao Sul-Americana de Berlim Durante o fem
pn cm que funecionou a Exposiclo, empenhei-me
o mais ponivel pela effieacia dos seu. resultados.
Sent qae as amostras do assacar de Pernambuco
nao me animassempor estarem todas mais ou
monos deterioradasa mandar proceder urna
analyse tendente a demonstrar a saperiondade
do assucar de canoa, comparado com o de beter-
raba. As melborea amostras de assucar que fi-
guraran na Exposicao foram da Usina Lorena, *
segundo assegarou me o Sr. Gorz, pessoa ituito
nompetinte, qui-m foram confiados os trabiibos
do julgara -uto das diversas amostras. O algodau
de Peroambocj toi geralmeute apreciado.
Nao pono por ora prerer qaaes as rautagans
qae offerecer a Erposicao ao dasenvolvimento do
commercio dos productos aprear-ntados por essa
provincia ; folgo, porm, acertado assagurar que
alguns d'e'l^s, como o al-odao, o cacao, a borra-
cha de ma-igabera, o cumar, etc., gaoharam em
toruar-ae mais conhecido* na Allemauha; e que
outro, como as fibra* do toenm e macahyba, a
jurubeba e certas madeiras t-ro ah grande im
portancia para o futuro, si dercm bons resultados
a* experiencias promcridas pela Sociedade Central
d-! Gaographia C ram rcial.
Antes da terminar, permita V. Exc. que me
congratule por ter tid 1 essa occasio da coocorrer
com o* raeus limitados eaforcis para o deienvolvi-
m 'nto das relacOas comm?rciiea do imperio.
Ligo q te forera publicados os trabaibos do ju
ry encarregado do juramento do* productos e da
diatriba'v*o do* premios, conferidos pela S cieda-
deCdlRral de Geographia Commercial, ieral-os-
hei ao conhecimento de V. Exc.
Son com a aiaior entim e coosideracS'De V.
Exe atti-uto veneralor criado, Pedro F. Correia
de Araujo.
Ao Sr. desembargador Mouteiro de Andrade : "P>* um* marco composta, por occasia
Do Areia-Recorrente o jai-o, recorrido Glice- *,? f 1 ? ExP"ao bul-Americana, pe
no Caralcante de Albuquerque.
Appellacoes crinics
AoSr. desembargador Aires Ribeiro :
De AtalaiaAppellante o juizo, appellado Jos
Placido da Costa.
Ao Sr. desembargador Tarares de Vasconcellos:
De Atalaia Appellante o juiso, appellado Lista do* producto* resiettidos pela provincia de
Jos F13r do Nascimento. Pernamboco que foram apreseutados na expo-
Ao Sr. eonselheiro Queiroz Barro* : sico aul-americana de Berlim por intermedio
Do Atalaia Appellaote Trajano Aires do* do Dr. Pelro P. Corr-da de Araujo, secretario
Birliro, 23 do Janeiro da 1887.Illm. Exm.
Sr. Visconde de Loyo.'Em additamento minha
communieaco da 12 do corrate, tenho a b >ura
de passar s maos de V. Exc. a lista aqu inclusa,
dos objectos que remetti Sociedade Internacio-
nal de Eatudos Brasileiros, de Pars. Rogo a V.
Exc que d conheoimento d'isso aos interessa-
dos.
Aproreto a occaslo para enriar a V. Exc. tres
exemplares de urna marcha composta, por occasio
o
de
Gaographia Commercial de Bs.-lim.
Sou com a maior estima e consideracloDe V.
Exc atteuto venerador criado, Pedro F. Corrtia
de Araujo.
Santos, appellada a justan.
Ao'Sr. desembargador iiuarquo Lima :
De PeaqueiraAppellante Antonio D.lmiro de
Queiroz, appellada a justica
Ao Sr. desembargador Toscano Barrete :
De S. J -3o Appellante o juiao, appellado Ben-
jamlia Baptiata dos Santos e antros.
Ao Sr. desembargador Delfino Caralcante :
De S. Beato Appellante o juiso, appellado
Lauriodo Jos de Frasca.
Ao Sr. desembargador Oliveir* Maciel :
Da Bom CooseihoAppeilaute Luis Aires Pe-
tosa, appellada a justica.
Ao Sr. desembargaaor Pires Ferreira :
Da Pao d'Alho Appellante Ignacio Leopold)
de Albuquerque Marauho. appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Mouteiro de Andrade :
Do Ing4 Appellanre Manovl CaetsAo dos San-
to*, appellada a justica.
Encerroa-se a sesso as 2 horas da tarde.
CHR0H1GA JHD1C1AR1A
Tribunal da Kelafo
*E8SO ORDINARIA EM 8 DE MARgO
DE 1887
RESIDENCIA OO EXM. SB. COKStSXlUUBO
QISTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A'* doras do costume, presente-i na Sr*. desean
bHrgadorea em nuate o legal, foi aborta a sesso,
Jopoi* de lid* c approrada a acta Ja antecedente.
i)i*tnbui ioi t p.s aloi oa f v>i de.-am-ea os
sa*gtrinte*
JULOAMENT
Uabeas Corpus
Paciente .
Dr. Eduardo de Barros Falciio d Laccrda.
O tribus*! couiderou-ae uuaaimem nte incomoe-
trutv pura d'c.dir sibre os motivos exposto* na
petico do paciente, por estar o meleno ujeiM a
jurilieca 1 do Supremo Tribunal d? Jastial.
Ba'uisis eleitoraes
a Besa'rrosRecurrente LibaniO Jos "Xui!-
des, re.-orrido o juiz i R lato* I Sr. desembir-
gador Alves Ribeiro N'-giu se prjviraento, un
ninn;u:ente.
De BeserroaRecorrente Viceitede Paula Fd-
licio Jo* San' *. recorr Ii o i -ti ti. Relator o Sr
desembirg idor l'ire GncnV'". Negou-ae pro-
rimento, coiiiia o ruto* doa Sra. d^sembirL.-
re Tarare ce Vateoncaflv n Delriuo C>val-
ente.
Do AreiaR corralo Pirraiuo Ji. Alves da
Costa, rccrnrto o faizo. R-lator t Sr. d'ernbir-
gator Tsvar** de Vaseoncall >s. S*gOU-ie pro-
rira uto, uaatriinemaaite.
Rezuraos cr
Do OoyaoaaRecorreua o julio, recrralo
Francisco Ribeiro Coat Vaacmcelloa. R.-lat.r
Junta Commercial da cidade de
tedie
ACTA DA SESSAO EM 3 DE MARCO
DE 1887
nssiDKciA 00 iu-m. sa. ooMHXuroixioa axtokio 00-
MES DE HIBANOA LEAL
Secretario, Dr. Julio GunarSet
A'a 10 hora* da inanh* deefarou-se abert* a
s'ssa 1 eatamo prereate* oa Sra. depot ido* Olinf. 1
Basts, commend--dor Lopes Machado, Beltrio Ju
nior e Hermano de Pigueircdo.
Lian, foi upprovada a acta da sessao anterior
e fes-se a lcitur* do sguinte :
axpBDnntTK
Offic'o* :
De 26 do passado, da Junta dos Correteros d- s-
ta praca, remullendo o bolcim da* coc>ces ofli
ciaea uo 21 a 26 do meamc mes.Arcbirc-se.
Dd 1 do corren'e, da mesma Juma, dando
sci-m-ia de numero de cotsce* effectuadas peles
corretores no mes de Jan-iro prximo pistado.
Soja archivado.
De 19 do mi-s fiudo, da Junta -Jommvical da
capital do imperio, remetbndo aa rolado- do*
commerciantt-s ma*neniado* e a Dosembro ultimo
e Janeiro prximo passado. R*p3nda-*e e ar-
chive-se.
Di-icios officiae* de di. 48 a 50.Para ar-
chivo.
r'oram dist.ibuiios i rubrica os seguintes B-
rro* :
Diario e copmaor da Diogo A. do* Rei, c pi-
fcr -ie Fraga ttoch* is C, dito de Silva Guiibh-
r>8 t C, 'tito le alaneel Forreir liarthjio &
C, 'liio Je Antonio Poreir* d* C.lnh*.
F i aasigiiad* 11 > dia 5f4 d 1 eorreiite a curta de
matricula do J<; Iuei> lo Wall, subdito he-
p.nhol, natural :a Po.lrtve 'r*. d- 53 anuo* de
ida le, d ,inie :i lo e catabcleetffo mj*ta praca *
r'abrica de carril > animal.
oasracHO
Petces :
De Paria, Sobriabo de C, pera que se d baixa
da legaelo imperial do Brasil em Berlim :
Ns.
5 Assucar candi, expositores Viura Barros 4
Pilbo.
6 Dto refinado, 1 sorte, os mesmos.
7 Dito dilo, 2 sorte, os meamos.
8 Dito dito, 3* sort**, o* mesmos.
9 Dito dito, 1* sor-e, Joaquim Sa'.gueiral Se C.
10 Dito dito, 2* sorte, os m-smos.
11 Dito dito, 3' sorte, os ra-suns.
l! Dito dif>, 1* sirte, Lima os Sampaio.
13 Dito airo, 2 sorte, os mesm-s.
14 Dito dito, 3 sort-, os mermo*.
15 Dito srroso, 3 orte boa, I Machado P. Por-
teda.
16 Dito smenos.
17 Dito raascarinho.
18 Dito mascavo.
19 Dito em rama.
20 Pardinho eoin algodio (arco de ferrr) 1 sor-
te, V Ne-seo.
21 Dito cvra dito (arco de sipo) 1 sorte, o m-s-
mo.
22 Dito com dito, diversas aorta* e qualidades, o
momo
23 Algodao sea Isln I de Pernaoiouco.
24 Dito de Peruambuci.
31 Tei-idoa fos de nl/odo da fab.ica da Mag-
dalena, a lucarna t ibrica.
41 Fibras d* inaealiybeira de Pornambuco.
46 Pico de gravut.
47 Barriga la.
l'J .Sumiuma.
53 Flecha de oanna.
64 Miedla.
65 Sambambaia.
->7 L'or.laa da diversas qualidade.-.
" 61 l'alha paia rassouras e piaas.Ta.
62 Timb (um esAps e urna ces'-iuha).
63 Barba do bde.
64 Palh da carnauba.
65 E.*paaalor<-s de palh* de uricary.
66 Cera de carn*>ba de 1* 3 rtr.
67 Dita dediti de 2- dita.
68 Dita de dita de 3 dita.
69 Cera de ab II1.1.
71 Resina de cajiuiro.
74 Polpa de tamariad s.
75 C.ueila.
76 Dita em l.
77 15 luniib 1.
80 Gcugiure br.inco eaia>r.-ib.
81 Cacao lavado.
o dea, furatentaio.
81 Cajai confaitadj.
86 Castauh i de Caj.
87 Nose* da sapucaia.
88 Auieiid. 11.
'.7 FuinUa d.i uianivca.
93 D.tt de wandi ica.
99 Dua epcial do corg*.
100 Gomaui de 11110 lioe*.
101 Maa*a de uiaadioc-a.
102 Aiarnta.
103 M.taraoa.
171 S-roeutea de gergelim.
174 Um coco de Pernambuco.
175 Vhandirobs.
177 Ricino.
178 Dito.
179 Dito.
180 Dito.
181 Cmara.
182 Vestirer (cupial decheiro).
183 Malra cheiro**.
184 Quina prcta.
197 lerva cidreira.
199 Castanhas solvagCQS.
200 Favas de carncula.
202 Ipccaquanh* branca.
203 Dita preta
204 Raize* de jurubeba.
206 Gomma de batata purgativa, Veras.
207 Sement* de batata purgativa, o meamo.
208 Pechorim.
209 Oiticica.
212 Caroba de folh* miuda.
213 Pinbo.
215 Pajamarioba.
216 Marfim vegetal.
217 Oerequi'r.
218 Com.
219 Malung (semeotes).
220 Cascas de mulung.
221 Sabonete.
222 Corda de frade,
224 Uruc.
225 Acafrd 1.
226 Dita em p
227 Frascos de conserra (4).
228 Tucupy.
229 Vinho de raerlha e jurubeba.
230 Manipueira.
231 Loito de a veloz. Veras.
232 Preparado de dito, N. Ponplio.
s'i'i Cajrubb.-i, fabrica Apollo.
231 Elixir de Mnuac, Bartholomeu A C.
235 Dito anti asthma'ico, os mesmo*.
236 Vinho de jurubeba, os meamos.
237 X -ropa de dita, os mesmo*.
238 Tintura de dita, o* mesmos.
239 Poma i 1 de dita, os mesmos.
240 Vioho de juca, Francisco Athclano.
241 Xarope de Sactuario, Lope*.
242 Elixir anti asthmato, o mesmo. .
243 Xarope vinoso de quina vermeiba, o mesma
244 P de hrareba.
245 lujeccio (Veras), Veras.
21/ Suco de rabo de tat.
247 Oleo de edeo.
24S Suco do jurubeba.
249 Vinho de dita.
250 X .rope de dita.
251 Elixir ca-minativo e tnico.
252 Fedegoao.
253 Tintura de cabeca de cegre.
254 Dita de carncula.
25o 44 fraseos de tintura do Dr. i. Netto, Dr.
A. Netto.
256 Tiutura purpurina.
2rt Viuagre de abacaxi, Veras.
253 Dito de Magalhes.
259 Dito de dito.
260 Di'o de caima.
261 L-V selecto de Viega, Viega*.
262 Lit.- de laranja madura de dito, 9 mesmo.
''63 Ccrveja de KrUSS.
261 Suco Je nbacaxi.
;65 Licdr de janipabo.
266 Janipabo d* (L-math).
267 Laranja selecta.
248 Mandarn.
269 MisVa brasilieme.
270 Liir de mesa, F;ancicc3 Alhelan.
271 Gi-ncbra de (Lanath).
372 Agurdente de cajd.
273 Dita de Janipabo.
274 Vioho de abacaxi.
275 Dito de caj, Amaral Riposa.
276 Dito de dito, Porto.
277 D to d* dito, Vicgas.
278 Laraugmha, o mesmo.
279 Aico.1, Veras.
280 Agurdente de c*uua.
281 Melsco.
282 Elixir den-.ilricio, Veras
283 Agua dentfrica de esmacan.
284 Tnico de camacan-
285 Agua fl rida do dito.
286 Dita de dito.
287 Dita de dito.
288 17 pelles de animaes, Stolsemback.
289 CarvSo animal, 1. s.rte.
2J0 Dito dito, 2.* dita.
291 Cal branca de Jaguaribe.
292 Dita prcta de Jaguaribe.
293 Al fina de Aiog-r.
2J4 Argla-
2'.'5 Biiha para agua, fabrica B.-.rbal'n.
302 Co'ii'a.s e busi.s.
303 Um galbos c^m passarot empalhado*.
30- Espaoador de p'urnas do ma.
31)6 Dito braiii-o de dita.
307 Oros de ma (21.
310 Q ladro de phatographia, Dacasble.
311 A'.bum de lith igraphias, Caris.
31 o Dito de msicas, l'reale.
313 Dito de ditas, Azevelo.
314 Dito 315 U'ii pa**aro feito de chifre.
310 Tai, A H nschcl,
3! 7 U.n ehipode couro.
313 Um bonet de dito.
3,9 Arreios de dito trancado.
320 Di 01 de crina franyada.
321 Penenas, coco para beber agua, etc.
32* Um p tito.
323 iiihau.e, batatas e productos agrcolas.
;4 M.II11, arma, trigo, etc.
5 It II las.
326 Paca pira cortar papel, e um canela de Ur- j
taruga, Castro Rius.
327 Carta ge.igraphic de Pernambuco.
3 8 C*r:a t-pograpbica do Recife,
39 K'.-lanrio da Associacilo Commercial Btinefi-
peata do Recife (1885).
330 Comarcas de Pernambuco, P. da Costa.
333 L;sta dos productos enviados pela provincia
le Peruambnea Exposigio Sul-Am-rcaua.
335 Am tra* de caf..
R;iC:, t de Mareo 1887.
blano d:i
folleo.
No da 24 do cuerate, public^a o cap
das, m. j.irnul Provincia am ai ligo, em o qual me
tasa de aut^ridade arbitraria e iolenta, que j
firmiu o coiiarito de homem que si'ffre de 1 -sao ou
d'-presao ui cerebro.
E^se seiibir, b.'m cbnhecido cm todo tcrieo de
Ip-juca, nao tem carwidade para aferir a nin-
guem b mb ou uaa qu-.li! .1, e por isao, foase quai
faass i> juizo que a ui-u npi-it* externatse, nao
mer eeria aa huirs de udiba CMitestacl\ e ni)
dtres.e iattrair o publico, e principalmente as au-
toridades sup-rions, p.ra que nao passe por ror-
dade a m- mira rauilus vise;* rep. t la.
No dia 16, tambera, do coirente mes, veio a
mmha preffoea, piphani", mirador no rngcnho
Socc 1, do ar. Manoel de 'Uta Medeiros, i nasa
peito i>o meu deiator, qneixar-se que um grupo aj
cgaoog istacionado na propriedadeV'-nn iio
uaasando 1 He na estrada*/ tomara a f.>rca o seu
cavado, daudo Ihe em troca um burro aleijado que
elle nao quizera reecber.
Ccnbecidos cono sao, os habites dos ti ,-aaos,
aui'itei a queixa, eutendendeu lo ser legitima a
minha interveucao, d:-sde que o sen objecto c-ns-
ttui, a meu ver, cm crime publico, cuja repro-
dcelo poda trazer grave* cousequer.ciis.
Ealo, sem pensar que o Sr. Ahdiis patrocin itse
vagabundos dV.quea ordem, ttBciei no c i.ui.n-
daute do deft.cament-, irdmando que fes-e t-in
companhia do queixoso 4 referida ir..prelado, e
conseguase a eauega do cavallo, dit-f ers.inlo o
grupo de ciga/ses, com toda moderacol".
Efectivamente, em cumprim- nto a'raaa oidcra,
O ci n a.andant-', levando c, insigo mais qu .tro pra-
cas, foi se ter com os cigaucs; mas, apenas Ibes
fes scutir a sua pr-tencao, armar .m-se immeaiata-
meute, e procurarara impedir ,que se trooxesse o
earallo.
N'cssas circumst'incias, se Ibes deu ordeno de
prisao; c quando se trata va de t-ffectual-a, cor-
reram para casa da Sr. Abdiaa, onde tudo term-
nou-se mmediatamente com a entrega do cavado.
E' c< rto que houvc contestaco, como seuiprc ha
em taes con di cues, anda ursino tr.taudo te de
factis os mais comes:los e ordinarias ; man nao
passou d'isto, como atteitam, o enpi'ai .loa > Ma
noel de Souza Moraes, collector das rendas g> res
de Ipojuca, e Epiphanio CVsar da Silva, test- mu-
nbas preseuciae?, e o diase sem querer, o m-u prc-
prio delator, afirmando que ot soldados tra-
ziam as armas engatilhadas e portanto sem ns
tereui aioda cesparado.
Nao se poder oppor mclhor contestaca a ver-
rina Iludida do _quc o seu proprio cuntr-xto, por-
n* t um cepiito altamente en'raquecido admit-
tir a pessibilidade deterem sido os ciganos
atacados de improviso a mdo armada, e fugindo
aterrados pelos si'iilos das balaso n m um
a'elies ter scdTrido uem um* ligeira escoriacao,
estando os assaltantes com as baionetas caladas,
as armas engatilhadas e sedent-.a d sangue !.'...
D'ahi chega-se irresiativelm-nte a conclusito de
qu: urna falsidade que se tivctse atirado los
ciganos, que procurarara a casa do Sr. Ablias
apenas para sa Ibes u 1 tomar o earallo, e nao
para evitar- m a morte.
Fe i justamente por Uto qae se despertaran! as
iras do famoso espitan!embanio-se que, outr'ora,
conserven em eua companhia at deixar o cargo
de subdelegado, a Pelippe, conhecido **>* Oi^a
Branca, e a Jos Antonio, tidos e bavidos p r ia-
dioe de c.ivailos, e hrje nem ao meno* poda con-
seguir que os ciganos cooservassem em seu podm-
um earallo, que reputara, em sua alta sabedora,
bem possuido!!
Sao voltns do mundo...
En,mandando entregar ao seu legitimo d/no o
cavaUo que se Ihe Un.-a tomado forca, e dispertar
um grupo de vagabundos, que vivem de espertezas,
a'timanlias e roubos, ou aquelles que, illudindo os
incautos, e entre muito Forinda, a quem subtrahi-
ram ouro em valor superior a 50:000sob a pro
messa de evitar, eom nacoes proprio, que sen ma-
rido se embriagaste ; qaal dos dous coramett> a um
acto rioleuto, e cap.'.z do hornera que s ffre leao
ou d-'preaaao do c-er< bio? O Sr. Abdiaa, calum-
niando imprudentemente, para patrocinar .q.ielle
gropj de salteadores, que, como a peste, Uiviata
todos os lugares cm que toca exercitoa umn ai-cao
louvarel, correcta e digna do hornera da i.lan >-
nerosa, c eapirito seguro e recto I !
O publico sensato que no jalgue...
Por miuha parte, renuncie a generosidade, a se*
gurnnea e a rectido de espirito eom que se ca-
recterisa o neu gratuito delatorcsufesaauie
o que, quando autoridade policial deixou de pren-
der crimioosos, por serem esc avo* da certa influ
enca conservadora ; assim como nao procedeu a
diligencias acerca d'uma denuncia que *e Ihe dera,
de pessuir meu irmo cavallos de procedoucia du-
vdosa porque, em ambos oa caaos, aquelles
sentimentos degenerara em baixesa, cuno o seu
acto importa prevarica cao, qua c xclue a dignidade
do funecionario publico.
Acreditando no b^ra senso de meu delator, pen-
s qae essa con6sso, apesar de envolver urna ia
tulticia, s foi feita para ametq liahar-ine : illmo
perfeiti.
Qualquer dos mous irmaos, a quem ttllz-jf uto
nao chega a poeira da estrada, nunca teve tutra
residencia que nao fosse no termo de Ip juca, o
alli um por todos afirmar que nada andaadque-
nu que nao foase por meios lcitos, exciuindu mes-
mo as espertes* que muites qualifieam, era nego-
cie*, de sibedoria : e seno declare o meu delator,
a qual dos meus rm sse refere, que eu Ihe obri-
go a conti-ssar que, se houre a denuncia a que al-
ludft, s 0S0 procedeu aa decencias sobro rila,
porque a sua propria consci'ncia a repelli* :
Seja ou nao rerdadeira essa minha afirmativa,
a contisso de meu deUcor, u me direiio de diser-
Ihe :Agradeeo-lhe profundamente ter-se distan-
ciado de mirn : O seu procedimento s pode ter
aqaelle que nao honra o cargo que oceupa. Eo,
apesar de ser muitisaimo rustico, regeito por dig-
nidade propria, as glorias que S. S. adqueriu no
exercicio do cargo que acabou de oceupar.
E' esta a minha ultima patarra, at que o Sr.
Abdias me conteste, quando pretendo d'zer-lha
verdades, que por ora devo calar.
Engenho Gamelleira 28 de Perereiro de 1887.
Ignacio ternandes da Silva.
Atten R"*ponde-se a 7;n interessado que por
tantas vi-zea se tem patenteado no Jornal
do R'-ci/e de*U cidade, que para cumprir
'Oin os s;u* dereres, a* biituridades jucli-
ciarias da Escuda, nao prcisam de suas
advertencia, nem ta pouco, que Ihe* es-
tjxai enainaudo cuio deram ella* proce-
der no inventario do finado Jo.- Luiz dr*
Silva Potic. Indubitavelioente esssa res-
peitaveia autoridades podero, em fteu tein-
po, diserimirjar o falso do verdadeiro, o
embuste qnern quer que seja.
Sa i-ste interessado taato se. infere sa
por aquello inventario, apresante se de vi-
zeira ergnid.i, assigne o stu noroe no car-
tea do seu desafo, mas nAo, corno o co
qno ladra la, ou o infa-no quo se oc^ul-f
ta do cscon-Jrijj iminund do anonyaja,
p*ra atrashlhar a quem nunca proceieu
como elle, pois, aiub -s, na esphern era que
girara, sao bustantemecitn conhecidos nao
s no Escada como na cidade do R*cife
Nao paitante com bravatas ou com as
Studas do vil covard'-, qno elle se des-
embarazar das tcias em que est emma-
ranlihdo.
lato llie affii-ina
O verdadeiro interessado.
Cilla Offlaiolofici Isaiol
N* ab.iixo assigiiados, impregados da Coloni
Orphancibgica Isabel, na podemos deixar de v.'
Jo -lto da prensa protestar contra aj Dieirosjia
inseitas eoi um communicado uxarado no j irn .
Prov'ntia, de lo do corrente, cm que aia-a r
urna maneir covarde a) nisso wttU re*>eiUr
dire-tor e os mais religiosos aqu exist.-i.te*.
Seria d' scoiihec.r a rvri da e n'vo ter o ui i ;
i-islumorc de s-ntim- ntoa o iu liridua que d-sioj
Andr Uxria Pinheiro. nheeendo talvcz u pos i caao qae occupi 11* s '
, ., de. reveat-i-ee da misera capa de anouymu
Mccr, tar.o da commiesSoi ogeaendora dos prc de;ram eaH c.|erd 3;bre aquellos qu-, vind
Uuctos dt'iU proi'inc:.
::n
m
-.
<\


Diario de PernambucoQuarta-feira 9 de Mar$o de 1'
J&4

I
I
pagas distantes, procurara lacutir no corado dos
KEes orphaos a instrucelo o o amir pelo traba-
M, cous esu que talves falte a? tal ansnjrmo
carpidor.
Palta a verdade o tal anonymo om tais qa anto
asserera em sea imhundo commuhicaoo.
O frade da fenAa (como Ib- chama) naaea
sead-ram o estado da Cjimia, Uto fariam elle
ae tomas do quilate do tal anonym) que chora
taire por urna teta, para melhsrar a su condi-
c5> precaria.
Continu, pois o aoonymo a gritar, qual ara
eia lalraudo h la, porque o ech> da sua vos re-
percutir sobre si inesioo, e nao ach ir entre os
horneas criteriosos o amij >s do progresso senlo o
desp-eso, que a recompensa que se d aos ca-
lamniadores interesseiros.
Nos, portan, eomo dissemos, protestamos enr-
gicamente contra tal insinuscio, propria smenti
de caraeter baizo e alma mesqainha, e desde j
declaramos que nao voltaremos a imprensa sobre
tal asnmpto, anda mesan que stjaonsescoucea-
dos pelo Sr. anmymo carpidor.
Sedeseja ser informarlo com exactidio do esta-
do da Colonia, dirija-se a ella qne ter peasoa
maito habiltala a dar-lhe todos os esclarecimeu-
tos que quiser, poi ndo-se at dar-lhe nocoes de
eivilidade sj tanto o exigir.
Quanto ao mais presenteamos-lhe com o nosso
desprezj e profundo silencio.
CotJ'iis Orphinlogica Isabel, 23 de Fevcreiro
de 1887.
Francisco Goocalvea Siqueira, secretsno.
Firmm J F- Barrlo e Silva, profesior.
Flix de Carvalho, professor.
J laquim Goncalves Lima, administrador.
Poasidonio O. Leite, amanuense da secretaria.
J. C. B. P. Lacena, mestre da alfaiate.
Jos Nunes Pereira, mestre carpios.
Joio Rodrigues Camello, mestre sapateiro.
Eduardo Cbauvim, mestre forreiro.
Antonio Gaadeaciu de Oiiyeira.
Candido Rodrigues Cordeira.
Luiz Grisiano da Costa.
Jos Cae tao de Sou xa.
Jos Nicomedes Marques.
Eliaa da Silva Costa.
Jad Mara Palacio.
Joio Leite Perreira Torres.
Anselmo Jos Perreira.
Colonia Isabel
No carcter da medico da Colonia Isabel venbo,
em abono da verdade, declarar que, lendo a cor-
respondencia de Rvm. Frei FidelisMaria de Pog-
nano, muito digno director da mesma Colonia, pu-
blicada no Diario de Pernambuco de 6 do
corrente em resposta a um artigo inserto na Pro-
vincia e de que sement agora tive conbecimen-
to pela leitura de dita correspondencia, verda-
de tudo quanto ella diz em contestacio s asser-
coes emittidas no alludido artigo d* Provincia
poiquanto seropre observei a melhor ordem oo es-
tabelecimento e constante disvelo pelo bem estar
dos colonos.
Reeife, 7 de Marco de 1887.
Dr. Joio Maria Seve.
Fre Caetane de Messina
Terminaram no dia 20 de Fevereiro as misioes
que em S. Paulo, com e fim de all edificar-se um
templo, eelebrou frei Caetano de Messinae eucom
quanto nao seja habitante duqnelle lugar, e seta
hsbilitacoes para manifestar os meus sentimentos,
nao posso snbtrahir-me ao dever de rxpaudir-me
sobre a reiigiosidade daquelle acto que dorante
iodo mez de Pevereiro e com a roaior solemnidade
foi praticada; pois, sou christao e com fervor ve-
nero aqut.lies apostlos da f, que, em favor da re-
ligo do Mestre Divino nao coohecem ncm barrei-
ranem impossivei.
Sim, frei Caetano urna das preciosas joias da
igreja, um verdadeiro e Uesinteressado spostolo
das verdades evaogelicas ; em quem veem os po-
bre* um pai desvelado por seus fbos, nm irmo
cajo amor a caridade.
All, em S. Paulo, pequea povenci erguida
sobre o Atlantic vemol-o (Prei Caetano) acerca
do de numerosa turba de peasoas que partera de
todos us pontos e que s buscam aquelle senario,
como aquellos famosos perigrinos que impellidos
por nobres c generosos sentimentos, dos diferen-
tes paizeg do globo vio em demanda do tumuls de
Nosio Senbor Jusus Christo.
A palavra do nissionario forte e suas exprs
toes tem algum tnto de maravilhoso, pelo qual
ae deixam lerar os lhos de Deus.
Horneas e mulberes, velhos e mocos, segaem
todos ao pastor como ovelbas de um t rebanho,
ob! santa religiio I quao sublime nosssa dou-
trina e com quauta brevidade se manifestara os
noeaoa milagrea ? !
En poneos das frei Caetano benze a pedra da
igreja e deixa o templo em estado de j sei co-
berto.
? Proseguir na apreeiaco dente facto seria por
demais diffuso, sendo, como tio geralmente co-
nhecido o nosso missionario, Prei Caetano de Mes
sina por snas virtudes e qnalidsdes pessoaes.
De miaha parto agradece a tio preclaro sacer-
dote as honras que nos tribatou, a mim, e
minha extremosa familia, sempre que en S. Paulo
concorremos a reeeber a imperacio de suas luzes.
No Ramalho onde vivo longo dos bclicios da so-
ciedade, Prei Caetano, o digno sucoessor do outro
Caetano o tio afamado apostlo da f nesta pro-
vincia, ter-me- ha sempre as suas ordens
Ramalho de Iguajass 2 de Marco de 1887.
Francisco Cotlho Teixeira de Acevedoe Silva.
Ao Sr. ertaeaesrlldo Coelbo da Sil-
va* eaefe da eoiaco das tinco
Pontaa.
S. S. sppareceu na imprensa nicamente para
cahir na mais desastrada contradiccio : affirma
que nunca freqnentou minha venda, o na linha se-
guinte confessa que eutroa nella, por diversas ve-
tes.
E' verdade que S S. nada me deve e disto nio
tratei em meu artigo.
Quanto ao mais qne S. S. escreveu so se deduz
urna cousa : os improperios que rre Uro dito e as
provocacoes que me tem feto, tem a sua origem e
explicacio nicamente nos engaos, que por ven-
tura e descado de algum eaixeiro laacasse em al-
guma conta de S. S., engaos que nio Ibe forano
prejadiciaes, como se v de sen proprio artigo.
Ora, por ah fique o publico sabendo que o Sr.
Hermenegildo ostuma dsfazer engaos de con
tas de venda pratcando arbitrariedades na le-
particio, em que chefe.
Bom ernpregado.
Recife, 8 de Marco de 1887.
Jos Lopes Ferreira Maia.
i
COMIERCIO
B i*a ciiiutncrol.il
COTAC^ES OFPICIAKS DA JUNTA DOS COR-
RECTORES
Recife 8 de Mar,, de 1881
Letras liypothecarias do banco de crdito real de
Pernambuco do valor de 100* da 1* se-
rie a 95*800 cada urna.
Dita* ditas da 2* serie a 92* cada urna.
.,im'im sobre Londres, a 9J d|V. 22 1|4 d. por 1/,
do banco.
wk> sobre Paria vista a 431 rs. o franco, do
banco.
Na hora da Uolsa
Vfinlerain-se :
fiC letras hypothecaria9 de 1* serie.
J56 ditas de 2* serie.
O presidente,'
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Hovlaento nanearlo
BECIFB, 8 OB MABCO DE 1887
Foi adoptada boje pelos bancos a taxa de 22 1/4
. sobre Londres.
As tabellas, perianto, que vigorara oneialmente
ao eetxs :
Do hondn Bank :
honre Londres, 90 d/v 22 1/ e vista 22.
SoOre Pars, 'JO d/v 426 c vista 431.
obre Hamburgo, 90 d/v 529 e k vista 534.
Sobre Portagat, 90 d/v 240 e vista 242.
twbre Italia, vista 431.
.S,u.-e New-York, vista 2270.
Uo Euglish Bank:
ribre Londres, 9ttd/v 22 1/4 e viata 22.
Sobre Paria, 90 .d/v 426 e vista 431.
rtcre Italia, i vista 431.
Sobre Hamburgo, 93 d/v 529 e vista 534.
Sobre New-York, 4 vista 2*270.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 240 o vista 242.
-i-bre as principae* cidades de Portugal, vista
247.
l bro liba dos Acores, visla 250.
Sobre Ilha da Madeira, vista 247.
Mercado de iicar c Igodo
BXCIVX, 8 DE MABCO DE 1887
Asrucar
A* entradas foram regulares.
Os precos, pagos ao agricultor, mantiverain-se
* algarismos stguintes :
i*, por 15 kiks, do 2*000 a 2*100.
regalar, por 15 kilos, de2l00 a 2*200.
' bo, por 15 kilos de 2*00. 24300 e 2*400.
iperior, por 15 kiles, de 2*500 a 2*600.
co turbina pulveiado, por lo kilos, de 2*300
a 2*100.
.os, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
wvado, por 15krte*. h 1*200 a 1*200.
por 15 k.l-, de U1U0 a 1*200.
mea, por fc> kikis, de 840 a 1*000.
Junxwno uu mnimo dos pieco si obtidos
forsse o aortimouto.
Algodio
ie Pernambuco e boas procedencias, em cer-
cou-se a 6*300 por 15 kilos. i
O abana asstgaado inda mais uron vez vom
tornar-pnbca a gratidio sempre crescente que
merecidamente dedica ao Ilustrado clnico Dr
JoSo Bastos de Mello Gomes, a oujos aturados e
generosos esforcos devo havr-se res'abelecido de
urna febro palustre que ltimamente o detve no
leito algons dias, e cujos effeitos nao attingirbm
proporces mais penosas, porque foram acertada e
vantajosamente combatidos por aquelle destiucto
doutor. Digne se, pois, o prestimosissmo amigo
aceitar as expressocs de meu sincero reconheci-
mento, em que se inc!u-m os agradecimentos de
minba familia, a quem peto mesmo tem sido mais
de urna ves trasida a consolado.
Recife. 3 de Marco de 1887.
Francisco Augit o da Fonieca e Silva.
O ar fri que se respira ao sabir dos theatros,
bailes e ootras reunioes, determina multas vezes
ama irritacao dos broncliios, que, sendo despre-
sada, pode dar lugar tsica palmonar. Para cu-
rar o mal e eviUr as consequencas, o nico re-
medio verdaderamente efficaz o Xarope do hy-
pophospbito de cal de Griumult & C, por que faz
deaapparecer a tosse, combate os resfriamentos e
as bronchites, e acaba com rs soorea nocturnos.
Os doentes coinecnm log) a ongordar e restabele
cem -se promptamenle.
AgradaYel nolic'a para os qne
sofrem
Nio soffre mais ecntcstaco os bons resultados
da eeetricidade, e p ir isto bem autorisados ezpo-
mos a venda com a maior confianza os bem co-
nbecidos anneis elctricos especiaes para nevralgias
e enxaquecas, os quaes vendem-se a 4*000 os dou-
rados e a 2*1)00 os nickelados.
Tambera as prodigiosas medalhas elctricas que
teem feto grande revolucio no mando civlisado.
E para as innocentes criancas umindspcnsavel
colar elctrico para facilitar a denticio. Realmente
um martyrio para as cannbosas mies quando
veem as pobres criancas estorcerem-se na mais
homvel dr das convul(oes. Deve-se prevenir o
mal antes "elle vir.
Vendem-se na casa de confian? de Pedro
Antiinc* (A C".
63 RA DO DUQUE DE CAXIAS 63
Advocado
O bacharel Julio do Mello Fiiho tem o
seu escriptorio de advocacia ra Pritnei-
ro.de Marjo a. Attencao
O abaixo assignado avisa ao repeitavel
pubico, que ninguem est autorsado a pe-
dir nem receber eamoas para os setos do
do Apostolado da Orar^So que se celebrara
na igreja do Rncolbimento de Nossa Sonho-
ra da Coneeicao era Olinda, porque as festi-
vidades do mesmo Apostolado sao feitas
custa dos assoeiados entre si ; do mesmo
modo, que oiogaem est autorsado a pe-
dir aem receber esmollas para o Mez Ma-
riano que se celebra na dita igreja, porque
agora ser o Mez Mariano feito custa da
mesma associagao do Apostatado, e as pes-
soas que sahiram na eleico do anno pas-
sado, quereodo dar suas esmollas para o
Mez Mariano entreguem pessoalmente ao
abaixo assignaio, ou envietn em carta fe-
chada pelo correio.
Olinda, 28 de Fevereiro de 1887.
Conego Manod Jodio Qomet, director
local do Apostolado da Oracao em Olinia.
Medico
Dr. Antonio Cavalcanto Pina abiio-o sou con-
sultorio medico-eirurgico na cidade de Nazaretb,
ra do Payssnd n. 5, onde pode ser procurado
pira os misteres de sua profissao.
DO COLLEGIO
3 da tarde.
10. horas da manhl a
ClS&Ii. DENTISTA
Patricio Horeira
(Ex dleclanlo de Fr^derlco Mala)
Consultas e operatoria das horas da mauh s
4 da tarde.
67-RA DUQUE DE CAXIAS-57
Es
de assucar e algodo
MKZ DE UUQO
Barcacas .
Estrada de ferro de Olin-
da ......
Estrada de ferro de Ca-
ruai .....
Animaes.....
Estrada de trro de 8.
Francisco .
Estrada de ferro de L-
O director deste estabelecimento, avisa ao pu-
blico, que, para propagar o gosto pelo cstudo das
linguas, abri um curso de allemo, onde os alum-
nos podero apprender esta lingua tanto pratca
como tbeoricamente. .
A referida cadeira regida pelo Dr. Eduardo
de Oliyera, que tendo residido quatro annos
e meio no mu conhecido collegio BREIOES"
STEIN', na Suissa, acha-se perfeitamente habili-
tado, para bem desempenhar essa incumbencia.
Aquelles quo quizerem se matricular no dito
curso, queirain entenderse com o director do col-
legio. ou com o Dr. Eduario Alfredo de Oliveira,
na ra Io de Mar?) n. 4.
Jott Ferreira da Crm Vieira.
Tremenda erafal earertaldade (4)
A t sae apparece fraca e passageira e o doente
despreza-a ; nao a cuida...
Di-pji, o enfraqnecimento do corpo, algumas
dores no peiioenas costas, vito segoindo essa tosse,
que augmenta, c par fim o doente v-se claramente
a bra?js com o grande flagello d i huinanidadca
tsica r.nlmooar !
Esta tremenda e fatal enfermidade ra sagaz,
que pira melhor conseguir seus funestos fins prin-
cipia disfarcando nos n'uma tese deapresiveM
Mas ella uSo reaiisar seus nefastos iutentos se
fr usado em temp) opportano o remedio principal
e e que tem cons^gaido curas reaes da tsica pul-
monar, qne o PEITORAL DE CAMBARA', im-
portante descoberta de Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
Os interessados poderSo encontrar no epuscolo
que acorapanba eada fraseo valiosos attestados de
curas obtidas em gravissimos casos, nao e de t-
sica como de bronehites, asthma, coqueluche c ou-
tras molestias do apparelho respiratorio.
nicos agentes e depositan js geraes em Per-
nambucoPranc8c> Manoel da Silva A C, ra
Marqui z de Olinda n. 23.
Preparatorios
O abaixo assignado, antigo profesor do colle-
gio-Bon Jess-o mais acreditado de Alagoas,
iecciooa nesta cidade em casas de particulares cu
na sua residencia. Pode ser procurado na ra da
('ncorJia n. 73.
L Lavenre W-
N. 1. E' maravilhosa a rapidez com qne
os tsicos, os anmicos, os escrofulosos, os da-
bais e os que padecer do peito e da gar-
ganta restabelecem-se depois de terem to-
mado a Em-uUSo de Scott.
lint. Sr. pkarmaeenllco Lula Carlas
de Arrnda Mendr*
S Carlos do Pinbal, 27 de Maio de 1883.
Presadissimo ssnhor.Acerca de 8 meies que a
minba senbora soffria de borriveis dores nos ou -
dos acompanhadas de corrmrnto, deduz que ia
deixando a surda, e a'm disto scffria d- feridas
na garganta que ja ae via obrig*da a alimentar-
se a caldos; passando noitvs sem dormir, e dias
sem poder cuidar dos interesses da casa. Todo
este tempo viveu ella sempre em dieta de rigoroso
tratamento, sem ooter sande.
Dcsaninada, couiecou com os seus (santos) pre-
parados, o Licor Antipsorico junto com os Pos De-
purativos, e logo a saude veio chegando, e boje
gracas Providencia, posso com todo o prazer
annunciar a V. 8. e a todo o mundo quo minha se-
nbora acha-se completamente boa dos ou vi dos e
da terrivel ferida de garganta, e antoriso V. S. a
publicar esta a beneficio dos que soffrem igual en-
fermidade.
Sou com estima. De V. S. amigo, venerador e
obrigado.Eduardo da Suca Tavare.
DepositariosPranciscj Manoel da Silva Se C.
droguistas, ra Mrquez de Olinda n. 23.
{}
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailhazar da Silveira
{}
Especialidadesfebres, molestias das
*> rian?as, dos orglos respiratorios e das
jenhoras.
Presta-se a qualqner chamado
fora da capital.
para
AVIAO
Todos s chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
BarSo da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
HHE.
Profrssora de canto
Tendo resolvido fixar residencia nesta
cidade, propSa-se a dar lic/tas de eantoria
em casas particulares, prometiendo esfor-
jar-ao o mais possivel pelo aproveitamento
de suas discipulas, podend ser procurada
ra do Imperador n. 44, 3. andar
Consultorio medico-
cirargico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacio, reabre consultorio nes-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crus
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 ia 8.
as demaia boras da noite ser encontrado nc
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tao esquerda, alm I? porco do Dr. Cosme.

timin
DO
^^
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l. andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos c dias smtibciidi's.
Residencia ra Sote de Se'embro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Mello Gomes
Medico clriirglao-partelro
Ra de Paulino Cmara (amiga la Camba
do Carino n. 36), onda p le ser pro-
curado qualquer horado dia e da noite.
Consultas :10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Espeetalidade* ;Pebres, molestias de peito o
das seohoras, syphilis e sotfrimentos da urethra.
Acode a qualquer chamado para fra da ca-
pital.
Tambera pode ser procurado, de meio dia s 3
hcrs, na Pharmacia do Povo, ra do Rangel
n 34.
Clnica medico-cirurca
00
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestas de senhoras e
cianeas.
Residencia Ra da Impera tr n.J4, segunde
andar.
Leonor Porto
Ra do Imperador n 4&
Primciro andar
Contina a executar os mais drficeis
figurinas recibidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicode costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
Dr. Joao Paulo
HBDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras
de crianzas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieana d'Austria,
fas todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do BarSo da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde.
Telepbone n. 467.
OTicina de escolplor e cnla
lliadtreniniadcira
85-RUA DO BOM-JaRDIM-
PORTO
-7
Dr, Virgilio T. de Oliveira
todos os dias de meio da s 3 horas
ra do Vtscoode de Inbauma o. 36
Consultas
da tarde,
l.o andar.
No mesmo consultorio far-se qualquer trabalho
da arte dentaria.
Nata* ao inmour dilaceradas
O recolbmento de notss dilaceradas est sendo
feito na Thesouraria de Fazenda, as tercas e
sextas-feiras, das 10 is 12 horas da manha.
SahstUuleao de nota* do Thesioiiro
Em 31 de Mirco vindouro termina o prxzo mar-
cado para recolhimento, sem descout', d .a natas
de 200J da 5a estampa, 104000 da 6* e 5*000
da7.
A snbstituicao est sendo feira na Thesouraria
de Fazenda, nos dias uteis, das 10 s 12 horas da
manha.
Pataclio dinamarqus Amor
Poi frotado para carregar assucar em barricas
com destino a Montevideo, a 7 1/2 reales por bar
rica.
litigar nacional Zequinha
Parte h je com a seguinte carga :
Para Rio de Janeiro :
2,621 saceos com assucar branco.
Para Rio Grande do Sul :
1,700 sacc3s com assucar branco.
201 barricas com dito dito.
Psnla da Airnndeffa
LH'NA DE 7 A 12 DE MASCO DI 1887
Aleool (litro) 218
Algodo (kilo) 343
Assucar refinado (kilo) 151
Dito branco (kilo) 131
Dito masca va do (kilo) 067
Borracha (kilo) 1#26S
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafrestolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Careos de alrodo (kilo) 014
CarvSo de pedra de Cardiff (-o i.) 16*000
Gouros seceos eipichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 275
Farinha de mandioca (litro) 050
Fumo restoho (kilo) 400
enebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Mliho (kilo) 040
Tabeados de amsrello (duxls) 100*000
iMportaeo
Lugar ingles Mary, entrado de New Port em 8
do frrente e consignado a J. Pater & C, ma-
nifcstou :
Carv.o de pedra 508 toneladas ordem.
Patacho ingles Buda, entrado de Cardiff em 8
do corrente econsignado a VVilsiu Sons as C mi-
nifestou :
CarvSo de pedra 512 toneladas ordem.
Barca norueguonse Ideal, chegada da Londres
uo dia 7 e consignada a Adamaou Howie &' C,
manifestou: t
Alcatrao 50 birria a Samuel P. Johnston & C.
Ac 7 barras R;cife Draiuag) Compaoy.
Carvao de pedra 50 toneladas a Wilson Sons 4
C.
Cimento 1018 barricas a ctulzer & Kaufiinano,
425 ordem, 30 Recife Drainage Compauv. i
Chumbo de muiico 60 barra a Prente Viaaaa
6 C.
Canos de chumbo 16 barricas Recife Drainage
CotnpaoT.
Cerveja ltX) caixas i ordem.
Djrmentes de seo 4502 a Tbe Manager of the
Brasil Railw.y Cjmpany.
Enxofre 10 barricas a Oliveira B stos & C.
Gis 6 barricas ordem.
Oleo de llnbaca 3 barris Recife Drainage Com-
paoy.
Objectos de estradt de ferro 20 volumes a es-
trada de ferro do Recife ao S. Francisco, 38 a
The Mainger of the Brasil R&ilway Company. Di-
tos para esgjto 1885 volumes e pecas Recife
Drainage Company.
Pedra hume t-i barricas ordem.
Polvoia 804 barris de 1/4 a Saunders Brothers
*C.
Salitre 100 barricas a Antonio Rodrigues de
Sousa A ;., 50 a Samuel P. Johnstou & C, 100
a W. Halliday & O, 50 a Oliveira Bastos & C,
50 a Gomes de Mattoa Irmi .s, 50 a H. Nuesch &
C, 90 a Prente Vianua & C, 50 a Ferreira Gui-
mares .t C.. 30 ordem.
Soda caustica 40 tamborea a Manoel dos Santos
Araujo.
Pinonta 12 barricas a Prente Vianna & O.
Tintas 107 barricas a Sannders Brothers 4 C,
7 aos consignatarios. Ditas e oleo 170 volumts
a Francisco Manoel da Silva 4 C.
Exportaco
BECIFG 7 DI MinCO DE 1887
Para o exterior
No vapor ingles Annandale, carregaram :
Para Liverpool, Andrade Lopes l C. 300,000
kilos de carones de algod&o.
Na barca norueguense Eikuridasund, carse-
garam :
Para o Bltico, Borstelmann 4 C. 500 fardos
com 96,206 kilos de algodo.
o vapor allemao Tijitca, carregaram
Para Hambargo, H. Lundgren 4t C. 3 saceos
com 190 kilos de oai.
Para Lisboa, Romo J. F. Ferraz 1 caixao com
50 abicsxis.
Para_ o interior
=- Na barca nacional iiarianninha, carrega-
ram :
Para Pelotas, Auiorim Irruios 4 C. 400 sacaos
com 30,000 kilos de assucar branco.
No lgu- nacional Zequinha, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Liyo 4 Filbo
201 barricas com 21,199 kilos de assucar branco.
Psra o Rio de Janeiro, J. S. L yo A Filho
2,621 saceos com 157,260 kilos de assucar branco.
No vapor ingles tarlight, carregaram
Para o Rio de Janeiro, Eduardo Barbosa 300
saceos coa 18,000 kilos de asucar mascavadoe

Dr. hito Leite
Uedico. parielro e operador
Heddencia ra Bardo da Victoria n. 5, / andar
Consultorio ra Ouque de Caxias'n. 59.
D consultas das 11 horas da manna s 2 da
tarde.
Attende para os chamados a qualqner hora
telephone u. 449.
500 ditos com 30,000 ditos de dito branco ; A. J
(Jomes 388 saccas com 31.276 kilos de algodo.
No vapar francs Ve de Pernambucu, car-
regaram :
Para Santos, Maia 4 Rczei.-de 400 sacos com
24,000 kilos de assucar branco.
No patacho ingles S. Joseph. carregarao:- :
Para Santrs, Maia 4 Rezende oO pipas com
28,800 litros de agurdente e 1,500 cucos, tructa.
Ni vapor nacional Cear, carregaram :
Para o Para, A. 14. da Costa 8 caixas com 190
kilos de doce ; H. Oliveira 10 pipas com 4,800
litros de agurdente e 100 barricas com 5,040
k los de assucar branco ; M. A. Senna 16 barri-
cas com 1,039 kilos de assucar refinado.
No hate nacional l. Jess, carregou :
Para o Natal, M. J. Petsoa 201 saces com
farinha de mandioca. ,
No hiate nacional D. Julio, carregar.m :
Pura Aracaty, P. Piuto 4 C. 2 barris com 180
litros de mel.
Na barca ca Senhora da Graca, earrega-
.-am :
Para Parabyba, Carvalho 4 C. 1 caira com
25 kilos de doce ; H. de Sonsa Pertira 4 U. 8uc-
eeesores 3 caixas elixir de cabeca de negro.
\avlo a carga
Barca nacional Atarianmnha, Rio Grande do Sul.
Barca norueguense Vega, Bltico.
Barca norueguense Oqir, Estados Uoidos.
Barca inglesa Dunstaffaage, Estados Unidos.
Brgue allemao Bruno & Marie, lln'l.
scuna sueca Lortg, Rio Graoae do Sul.
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool.
Lugar nac onal Loyo, Rio Grande do Sul.
Lugar nacional Ztquinha, Rio Grande do Sul.
Li ir nacional Tigre, Rio (Jraode do Sul.
Patacho ingles S. Joseph, Santos.
Pataeho dinamarqus Amir, MooUvideo.
Patacho ingles Plymout-h, Santos.
Patacho dinamarqus Uercur, Rio Grande do
Sul.
Patacho ingles Wilhelm & Joseph, Montevideo.
Patacho nacional Marinho VI, Rio Grande do Sol.
Patacho dinamarqus J. P. Larsen, Rio Grande
do Sul.
Patacho portugnes Fanny, Para.
Palhabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre.
Vapor ingles Stargth, Santos.
>avio m\ detcarca
Brie'ue allemao 1. G. Fichte, farello.
Barca bespauhola Francisca Villa, crvo.
Barca norueguense Speranta, carvilo de pedra.
Barca inglesa Lavmia, bacalhn.
Barca dinamarquesa Julius Skrihe, varios ge-
nere 8.
Barca norueguense Aino, esrv&o.
Barca norueguense Noatun, car van.
Escuna narueguense Reform, xarque,
Escuna inglesa Bella Rosa, bacalho.
Hiate nacional Joao Valle, algodfio.
Hlste brasileiro Deus te Guarde, sal.
Hate nacional Flor do Jardim, sal.
Lg-r norueguense Airona, carv&o.
i.gar ingles May, carvo.
Lugar norueguense Ideal, varios gneros.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
1 ligar ingles Nelly, bacalho.
Lugar ingles Afinmo, carvio.
Lugar ingles Lume R. Wcc, bacalho.
Patacho ingles Buda, carvo.
Vapor ingles AunandaU, varios gneros.
Vapor nacional Principe do Grao Para, varios
gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Vapor scional Jaguaribe, varios gneros.
Encarrega-se de todns aa imagens em
\qualquer tamanlio, altares, aancluarios, to-
Jcheiras, casiicaes, jarras e sacias, bem co-
mo tarimbas funerrias, figuras allegori-
cas o serpentinas, tudo perteocente s di-
tas artes. Tainbein se uacarrega de pintu-
ras e pratas para imagens.
Cirantfe depoaito de redoniaa e
liiauias para aa moraim
*\
vilisla
Dr. Kerrfeira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Advocado t professor de Hopas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
ab.'rto o seu eseriptorio de advogado ra 1 de
Marco n. 4, onde tambera pode ser procurado para
leccienar o ingles, fr*ncrz e allemao, pratica e
theoricamente, nos collfgios e casas de familia.
Tambera para a commedidade os cstudantes
e empregados do commercio, resolvea abrir nm
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
Rend me o tos pblicos
Renda gcral :
U Ii7
dem de 8
HEZ DE UABCO
Al]aniega
(54:3044363
24-524,071
Renda provincial :
De 1 a 7 27.763*184
dem de 8 7:503*958
178:828/434
35:2674142
le la 7
dem 'ie 8
llecehedoria
214:0954576
17:9034130
5:81243t
23.7i5,525
Consulado Provincial
Oe 1 a 7 13.9054849
Id in de 8 3:639429
Da a 7
Ide n de 8
Recije Drainage
17:5454078
7:6614983
2:8114677
10:4734659
Mercado Municipal de Jse
O moriniento deste Mercado no dia 8 de Mar-
co foi o seguinte:
Entraran :
411/2 bois pesando 5,853 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 18 e 1/2 de 1.a qualidade, 11
de 2* dita e 12 ditos particulares.
352 kilos de pene a 20 res 74040
10J cargas de farinha a 200 ria 20*400
11 ditas de fructas diversas a 300 rs. 34300
5 taboleiros a 200 ris 14000
12 Sainos a 200 ris 2*400
Foram ocenpados :
21 columnas a 600 ria 14*400
24 compartimentos de farinha a
500 ris. 12*000
21 ditos de comida a 500 ris 10*500
78 ditos de legumes a 400 ris 81*200
18 ditos de auino a 700 ria 12460C-
11 ditos de tressuras a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*000
7 ditos a 1* 7*000
A Oliveira Castro 4 C:
54 talhos a 1 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neste dia
a qnanuade 203*440
1:396*240
Collegio Meira
Este collegio abri suas aulas desde o
dia 15 de Janeiro prozimo findo.
Ensinam-se n'elle todas as materias quo
constituem o curso preparatorio as Facnl-
dades do Imperio, sendo o pessoal docente
o mais habilitado que se pode desojar.
Contina a fuoccionar a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filhas do
director, das quaes urna alumna do ter-
ceiro aDno da Faculdade de Direito do
Recife.
Do dia l.8 da Margo em diante abrirse
ba urna aula da liDgua sllemS, era que se
ensinar a traduzir e a fallar essa lingua.
O professor respectivo ser o Sr. Al-
ge rmon Sidney Scbiefler.
Os estudantes, que quizerem frequentar
esta aula, pagal-a-hao separadamente da
mensalidade do Collegio.
O director do COLLEGIO MEIRA-
espera o mais decidido apoio dos pais de
familia, que desejam o real aproveitamen-
to de seus filhos, pois que tem sempre
tido por programla dar aos alumnos, que
lhe-sDo confiados uma verdadeira inBtruc-
c3o a par de uma boa educacao moral.
O resultado dos eximes feitos no fim do
onno passado o eloquento attestado em
favor do COLLEGIO MEIRi\.
Dos DEZENOVE alumnos que foram su-
geitos exame, apenas dous foram mal
succedidos.
Recebera-se alumnos internos, meio pen-
sionistas, e externos.
Ra da Imperatriz n. 63. 2. andar.
Recife, 2rj de Fevereiro de 1887.
O director,
Ascencio Minervino Meira de Vasconcellos.
Dr. Carpir Lie
MEDICO
Tem o seu escriptorio ra Duque de Carias
n. 74, das 12 a 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua resideacia roa da Santa
Cruz n. 10.
Especialidadesmolestias de senhoras e crian-
cas. Tolephone <%. 326.
EDIIAES
O Dr. Joaquina 'orreia de Oliveira An-
drade, juiz do direito privativo de or-
pliios e ausentes, nesta comarca do Re-
cife seu termo, por Sua Magostarle Im-
perial o Constitucional o Senhor D. Pe-
dro II a quem Oeus Guarde, etc.
Paco saber nos qne o presente edital vircm ou
delle tiverem eonhecimento que no dia 15 do cor-
rente, tiva sal, ir a prHca paia ser arrematada por
quem mais der urna casa de taipa, sita a ra da
roariz de B-berbe, n. 36 do valor de 1:000*, que
servir de base ao preco da a rre n ataca o.
E vai a praca a reqoerimento de D. Theresa
Emilia di Scuza Gomes viuva do finado Eustaquio
Antonio Gomes.
E para que chegoe so cenhecimento de todos
mandei pasear o presente que ser publicado pela
imprensa e atusado no lagar do costume.
Dado e paesado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco aos 7 de Marco de
1887.
Eu, Manoel do Nascmento Pontes, escrivo o
subscrevi.
Joaquim Corris re Oliveira Audrade.
Edital n. 11
O administrador do Consulado Piovincial fas
publico a quem interessar possa, qne, em enmpri-
mento da ordem constante da portara n. 590, ex-
pedida em 23 do correte p-lo Illm. Sr. inspector
do Thisouro, fica proregaoo nt 15 de Marco pro-
zimo vindouro a arrecadacSo, livre de multa, das
aunndades e mais servicos da Recife Drainage
Company, relativos ao primciro semestre do ejer-
cicio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
Fevereiro de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
Vapore e navios esperados
1:599*680
Rendimento dos diss 1 a 7
Foi arrecadado lquido at boje
Precos do dia :
Carne verde 320 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Humos de 500 a 640 ris ideu.
rannba de 160 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijao de 640 a 1*000 idem.
aiadonro Publico
Foram abatidas no latadouro da Cabanga 75
reses para o consumo do dia J9 de Marco.
Sendo: 55 reses pertencentes a Oliveira Castro,
S C, e20 a diversos.
VAPOEKS
Ccarido sul hoje.
Tainarda Europa a 12.
Mondegodo sal a 14.
Finalicedo sol a 15.
Plato de Liverpool a 16.
Montevideode Hamburgo a 17.
Parado sul a 17.
Alliancade New-Port News a 18.
Nc vada Eun pa a 24.
Espirito Santodo sul a 26.
Babiado norte a 27.
NAVIOS
Amandade Hambnrgo.
Apotheker Dirsende Santos.
Aricade Cardiff,
Aldwathde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sal.
Albanade Cardiff.
Cometade Porto Alegre.
Cysncdo Rio Grande do Sul.
Cnristiani Scriverde Cardiff.
Caledoniado Rio de Janeiro.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Graude do Sul.
Erutede Hamburgo.
lite-de Tena Nova.
Eugeniade Terra Nova.
Frinchny-do Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa.
Gltnerde Liverpool.
Hapnusdo Rio Grande do Sal.
Helenede Hambnrgo.
Jolanthede Santos.
Joaquinado l'oito.
Jos Genebrade Liverpool.
Lidadorde Rio de Janeiro.
Linda Parckdo Rio Grande do Sai.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio G>ande do Sal.
Meta Sophiade Hambargo.
Mariettado Rio Grande do Sal.
Metede Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainodn Cardiff.
Our Aoniede Buenos-Ayres.
Progressode New-Port.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Ral anddo Rio de Janeiro.
Sophiade Santos.
Vasco da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hambargo.
Hoviincnto do parto
Navio entrados no dia 8
New-Port47 dias, lugar ingles May., de 295
toneladas, capito David Kerr, cquipagem 8,
carga carvilo de pedra ; ordem.
Havre e escalas19 dias, vapor francs Ville
de Pernambuco, de 1,595 toneladas, comman-
dantu A. Chanerel, equipagem 41, carga varios
gneros ; a Augnste Labille & C.
Sastoe e escalas15 e 1/2 dias, vapor ingles
Annandale, de 1,040 toneladas, commandaate
W. Liesk, carga varios gneros ; aBoxwell
4C.
Csrdiff-30 dias, patacho ingles Bada*, de 345
toneladas, capitn H. A. Ray, equipagem 8,
carga carvilo de pedra ; a Wilson Sons 4 C.
Cardifi29 dias, lugar norueguense Alrana,
de 396 toneladas, capito C. G. Olsen, equipa-
gem 10, carga carvao de pedra ; ordem.
Navio tahido no memo dia
Rio Grande do Norte Hiato nacional Bom
Jess, mestre Clementino Jos de Macado,
carga varios gneros.
(


} -
1?

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C-

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Diario de Pcrnarabuco(Juartn--feira 9 de Marco de 1887
5
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&-

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I
"BH"
^-
O Dr. Joaquim da Costa Ribsiro, juiz de
direito do civel desta cidacL do Reeife da
provincia de Pernambuco, jx>> Sua Ma-
gettade o Imperador, a quem Den
guarde, etc.
l?co labor nos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que por cite juizo, fiado* 01
das da le i, su ba de arrematar por venda a quem
rnais der e inaior Unco off^re.-er a 2 de Abril vin-
douro o seguate :
Urna typogrnphia com o teguinte : oitent* e
tres pare* de caix-ia e vinte e duas estantes cem o
seguinte : typos romano* de n. 5 a 16 com o com-
peteute itlico, dem de lettr* inaisculas de n. 16
a 88, typo normando de n. 8 a 24 com o eompa -
tente itlico; typo de fantasa n. 4 e 1/2, 6 e 1/2,
8. 9, 12, 14, 16 e 18, eatando cada eorpo em sua*
caixa* n. 20, quiltro caixa* n. 22, qjatro ditas
n. 24, tres ditas n. 32, quatr ditas n. 36, urna
dita n. 44, ama di a n. 45, duas ditas n. 58, urna
dita typo ornado de n*. 36, 55 e 66 em prquena
quantidade, existindo maior parte dos referidos ty-
pos embolados c seis pontos de manuscripto inu-
tiliaados, cento e seis emblema* de diversos Una-
nnos, doas ditos grandes, sendo um do Senbor dos
Passos e outro de Nossa Seiih ira da Graca, ama
caixa eom algumas linhaa e abracas de diversos
tamanhos, trinta c seis viabetas para rotlos, oito
diats para lctiras o quatro ornatos para ditas, urna
caixa com eiif-ite* de diverjas qualidades, qi
torze laminas de Hnhas para sombra, cinco com-
ponidorts sescnta e sete galeras pura ee bjtar
composico, nma caco va pira facer pro va*, diversos
cotassos em mo estado, um cortador de liabas
idem, um pequeo prelo n. 171 da fabrica Lanrent
& Deberny com as competentes ramas e deus rolor
velbos, urna pequea caldeira de cobre e a com-
petente forma para tundir rolo, um balde de f^-rro
para pjtassa, seis taboas pira Uvagem de forma,
ama armado francesa para r do, um jarran, qua-
tro mesas de louro cm mo estad?, urna carteira
volha, um armario fecha lo em mo estado, quatro
pratileiraa idem, um cabide idem e duas grades
para porta.
Avaliados os typos, prelo e todos os mais aten-
cilios cima, existentes no aroiasem do s ibrado da
ra das Trincbeiras n. 50; em 1:600000.
Penhorado por exocuco da Joaquim Manoel
Ferreira de r'ouza contra a viuva Mutber & C.
Pelo que toda a pesaoa que em ditos utencilios
quizer lancar poder fazer uos dias da prac*.
para que ebeguo ao conhecimento de todos
raandei paisa r o presente edital que ser publicado
pela imprenea e affixade no lugar do coatucie.
Dado e paseado uesta cidade do Reeife aos 3
dias do miz de Mari;) de 1887.
Eu Pedro Tertuliano da Cuoha, cseriviio, o sub-
crevi.
Joaquim da Costa Ribeiro
O De. Joaquim Correia de Oliveira Andrade, juix
de direito privativo de orpbaos e ausentes, nesta
c>marca do Reeife, por S. M Imperial, a quem
Deu guarde, etc.
Faoo saber ais qua o presente edital virem ou
delle tiverem nj'icia, que finda a nu liencia do
dia 22 de Marco do cof rente auno, a requerimeoto
do bachaiel Augusto Camriro Monteiro, iuve.it-
riante dos bens de sua fiuada inulber l). Isabel
Pirca Camriro Monteiro, ira 4 prC'i por venda a
casa de t-ipa sob n. 10, rom um pequeuo terreno,
na estrada para o engeuho Dous I raaos, limit.n-
do-se a referida casa ; ao nortj e leste, com a
estrada publica ; ao sul e coate com o sitio dos
herdeiros de Mauoel La ; sendo que, alo perten-
centes so casal mver.tarido duas tercas partes,
e urna terca parte a D. Carolina Carneiro Montei-
ro, que tambem requereu a venda da dita parte ;
sendo o valer da dita casa 750/.
para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa e afiliado no logar
do eos tumo.
Dado e rasssdo nesta cidade do Reeife, aos 3
de Marco de 1887.
E", Olavo Antonio Ferreira, esciivio, o subj-
crevi.
Joaquim Correia de Oveira Andrade.
Edital n. 21
De ordem do I Um. Sr. Dr. inspector faco publico
que no da 10 do corrente ir praca o forneci-
n.cnto da alimentadlo aos preso* pobres da Casa
de.Detenco, lelativo ao trimestre prximo findo
de Abril a Junbo, de accordo com a* tabellas em
vigor, e servindo de base a diaria de 420 lis.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, cm 4 de M arc/o de 1887.
Servindo de secretario,
Liniolpho Compeli.
A seceo do contencioso do Thesouro Pro-
vincial convida ao pro rietario da cs*a n. 10
ros de D. Mara Cesar, freguezia de S. Fre Pe
i.'ro GouQalves, pars. dentro do prase de oito dias*
contados da data da publicaco do presente, pa
gar a importancia de 166J233 pelos ei vicos fei-
toj pela compsnbia Reeife Draiuage na referida
casa.
Seeco do contencioso do Thesouro Provincial,
-4 de Marco de 1887.
O 1 ofiicial,
Manoel do Nascimento S. Bastos.
Edital n. 20
9e ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faca publi-
co que no dia 11 do corrente, pelas 11 horas do
dia, ir de novo A praca peraute e conseibo de
compras do corpo de polica, conforme ordenou o
Exm. Sr. presidente da provincia em oficio de 28
-de Fevereiro ultimo, o f-.rneeimento do tardamento
manufacturado daquelle corpo, constante das pe-
cas segointe* : 860 bonets de panno azul, 1,700
blusas de brim pardo e 3,400 calcas do messao
psnno, 800 calcas de panno azol e igual numero
de blusas do mesmo teci 1 >.
Oatrosim, os concurrentes deverao faser a* suas
prepostas, que serio entregues ao connelhb, acom
panbadas das amostras que deverao conter o 20"
de largara e abranger o da fasenda : e bem sssim
a presentar um exemplar da peca manufacturada
para amostra da niao de obra.
O foraecimento do mesmo fardameuto dever
ser realisado nos pra*>* de 30, 60 e 90 dias, nos
termos do citado ofScio da presidencia.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 3 de Marco de 1387.
Servindo de secretario,
Lioio'pho Can pe li.
T Edital n. M
Alfandega de Pernambuco
Por ordem da inepectoi i i se communica que no
dia 10 do corrente, s II horas, as portes do tra-
pichoConceicSosero vendidos em hasta pu-
blica es seguintea volumes:
Um sacco eontendo urna lata com dose litros de
azeite do e.
Um dito eontendo dose latas com oitenta kilos
de fumo d^efiado, nacional que foram, o primeiro
a ppre hendido em 17 de No ve rubro e o segundo em
18 de Desembro do auno paseado.
3* scelo, 5 de Marco de 1887.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
Recebedoria de Peruambuco
Matricula de eacrav i*
O adrt inistrador da recebedoria faz publico que
finda-se no dia 30 do corrente mz o praso para
a nova matricula e i rrolamento dos escravos exis-
tentes ueste municipio, devendo os dono* e pos-
auidore* dos mesmos apresentarera at aquelle
dia as relacoes em duplcate eontendo a noine do
eacrav i, nacionalidade, sexo, filiacio. occupnco
on servico em que (dr empregado, ida le e valor,
alm do numero da ordem da matriculs anterior,
sendo o valor dado por extenso pelo senhar do es-
cravo ou sea legitimo representante, nao exceden-
do o mximo regalado pela iiade do matriculando,
que ser tambem escripia por extenso conformo a
seguinte tabella :
Escravos mejores de 30 snnos 900JOOO
do 30 a 40 800*000
de 40 a 50 > 600<000
de 00 a 65 400*000
. de 55 a 60 > 200*000
O valor das escravaa ser regulado pela meama
tabe>la com o abatimento de 25 "/ os precos
nella rstabelecidos.
A inserir/ca i ara a nova matricula seis, (tita
a vista das lelacoe*, que ser virio de base a ma-
tricula especial ou de Sverbacio effectuada de
conform dide com a le de 28 de Setembro de
1871, ou da certid) da meama macricula, ou a
vista io titulo de dominio quando eontivcr a ma-
tricula do eacravo.
Nio serio dalos a matricula os escravos m.io-
res de 60 annos, serio poiin inscriptos em arro-
lamento especial.
serio cousiderados lib-.'rtos os escravos, que no
praxn marcado nio tiverem sido dados a nova ma-
tricula.
Pelit-inseripcio ou nrr>;laaieuto de cada escra-
vo pagar-se-bi 1* de emolumentos, cuja impor-
tancia ser destinada ao fundo de .ancipi^io
depois de satisfeitas as despezaa o~ matricu'a.
Itecebedoria, 2 de Marco d 1887.
Ali'xaudre de Soasa r'creira do Carioo. ^
Lotera de 4000 contos
A grande lotera de 4000 contos, em 3 sorteios,
ea transferida oara o dia 14 de M-.io viudouro,
impreteriveliiicnt-, nos termos do despacho de
Exm. Sr. presidente, de boje.
Tbe*ouraria das Loteras para o fundo de
emancipacio c ingenuos da Col. nia Isabel, 14 de
Derembro de 1886.
O tbesooreiro,
Francisco Gi>nvalves Tai re*
Banco de crdito real de Pernam-
buco
Em cumplimento dos 9 e 12 do art. 83 dos
estatutos e das disposices da lei n. 3,150 de 4 de
Novembro de 1862, convocamos os Srs. accionistas
a reunir-se em aaserobla geral ordinaria, no dia
15 de Marco prximo vindouro, ao meio da, cm
urna das alas da .-soeiacio Coramercial Bene-
ficente, afim de Ihes ser presento o relatorio das
operaces.do anno baneario findo em 31 de Desem-
bro de 1886, a'compaohado do parecer da comms
io fiscal e proceder se eleiyio desta e bem as-
sim do presidente, vice-presidente, 1- e 2' secre-
tario* da assemb'a geral.
Reeife, 28 de Fevereiro de 1887.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jas da Silla Lcyo Jnior.
Loiz Duprat.
Mi Casa os Hisricordi) de
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 1 *..-
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
.416 3i de dezembro de 1884
Maritioios..... 3,II0:000$000
crrestres,.. 316:000000
44Ra do Commerelo -
tniied Slates M\ Brasil S. C,
0 paquete Finance
COMPANHIA
Por esta secretaria sio chamados os prente* e
protectores das meuores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do corrente apresentel-as no collegio
das orphis, afim de serem abi admittidas, visto
sereno as primeiras inscriptas no respectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Angosto Manta.
2 Illovinata, filba de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
3 Laurinda, filba de Sincletca Lins da Vas-
concellos Araujo.
4 Mara, filba da mesina.
5 Adelaide, filha de Mara Jos da Conceiciu.
6 Maris, filha de Mara Jos da Eucarnacio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reeife, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrivio,
Pedro Rodrigue* de Souza.
PERIAI
DE
Repartido das Obras Militaras
De ordem do Illm. Sr. capitn de eogenbeiros
Dr. Gregorio Thaomaturg > de Azevedo, encarre-
gado das obras militares desta provincia, fago pu-
blico que no dia 14 de Marco vindoure, s 10 ho-
ra* da maiiba na Keparticao da* Obras Militares,
no Palacio do Governo, se reecber propoatas cm
cartas fechadas dos negociantes oa firmas com
mcrciaes desta praca, que quizerem contractar no
corrente anno o fornecimento s obras militares
dos materiaes constantes da rclacio existente na
reparticio, disposicio dos pretendeutes, para
ser examino da nos das uteis, durante o expe-
diente.
Bcparticio das Obra* Militares cm Pernambuco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
nta, 2* cad-'te 2* sargento amanuense.
Compela pe nambucana
DE
Xavegacao eoatelra por vapor
Pelo prearnte sio convidados oa senborcs accio-
nittas a reuuirem se i.a sede da companhia, no
dia 2i do corrente, ao meio dia, afim de Ibes ser
apresentad o relatorio e bataneo d anno findo, e
elrgerem a commirsio de exame de cents* e con-
celho de direccao.
Rtcit'*, 5 de Marco de 18o7.
Manuel Joo do Amorim.
P.P.Saundera Brothers it C.
Ario..r B. Dallas.
_____________W. VV. Robilliard._______________
Club Concordia
Funftts Prcik-g-ln
Donner.tag den 10 Mars
A oenda 8 ubr.
Das di rectorium.
lompanhia waota Thcreza em
presarla do abastecimiento
d'agaa e de luz cidade de
Ollnda.
Assembfa geral
De ordem do Sr. presidente da assembla geral
e por nao ter o Sr. secretario eleito acceito o cargo,
convoco a assembla geral dos Srs. accionistas
para o dia 24 do corrente, afim de ser lido o jul-
gado o i el itorio e o parecer fiscal e apreciada* a*
coutus do anuo findo, e submi ttida a cuusideracio
do* Sr*. accionistas urna mocio do Sr. presidente
da directora.
A s"se;lo ser berta uo meio dia n'um do* *a-
ldes do edificio da Associscio Commercial, para
csse fim delicadamente cedido.
Reeife, 9 de Marc > de 1887.
O gerente,
A. Pereira Simott.
THEATRO
DE
EHPREZA ARTSTICA
GRANDE C0MPANHI4 DE ZAfiZUELLAS
HESPANHGLA
Director de scena
D. Valentn Garrido
Mae8tro-d rector
D,
NEGUROS contra F060
EST: 1808
Edificio e meroadoriat
Taxat baixas
Prompio pagamento de prejuitot
CAPITAL
fts. 16,000:000^000
Agente
BROWNS ft C.
N. ftRa do CommercioN. 5
(OPIKHI4 Dt NECiUROS
NORTHERN
de EtOndres e Iherdecn
Psslcaefloancclra (X-i.-mhro 1885)
Capital oubsetipto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,34^
Itereifa nnminl i
Di premios contra fogo 577,330
Da. premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE
John. H- Boxwe
Hl A COUMEUDOCIO V. SO *\U til
CONTRA FOGO
The Liverpool & London k Globe
INSIRANCE GOUPANY
DECLARAC5ES
X. S. da Ctmccifo dos
Militares
lea gerai
De ordem do irmio vicepresidente, de novo
sio convidados todos o* nosro* innios para se
reunirem em meca geral no consistorio da nossa
igreja do da 9 de corrente (qearta teirs) afim de
ee proceder a eleicao para presidente e tbesoorei-
ro, em virtude dos t lei tos nio terem aceitado ;
pede-se o compreciment dos nossos irmos para
evitar as transferencias.
Recite. 5 de Marco de 1887.
Geroncio Santos Siqueira,
Secrefsrio.
Thesouraria deFa-
zenda
De ordfm do Illm. Sr. inspector, faco publico
que ficou transferida para o dia 10 do correte,
pelas 11 horas da manbi, a arrematSyio de al-
gn* artigo* para o presids de Fernando de
Moronhs.
Thesouraria de Fasenda de Pcroambaeo, 7 de
Marco da 1887.O secretario,
Luiz Emydi* P. da Cmara.
COMPANHIA SANTA THEREZA
Abastecedora (Tagua e
gaz em Olinda
AVISO
Aos Srs. consum-
midores de agua e gaz
da com mnhia, que em
seus pagamentos se a-
cham em atrazo, lem-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
provado peJo governo
a 11 de Agosto de
1873, e que se acha
copiado no verso das
contas entregues.
O pagamento da
importancia da agua ou
gaz fornecido em cada
tnez, se far naprimei-
meira quinzena do mez
seguinte e na sua falta
poder a Companhia
interromper o respeetivo
supprimento.
Escrip torio do ge-
rente, Olinda 3 de
Marco de 1887
A. Pereira Simoes.
Quinla-feira, 10 do corrente
UCCESSO GARANTIDO
3.* Recita
PR0GRAMMA
Subir i scena a mui popular e applandida ope-
reta cmico-bufia em 3 actos, original do* cele-
bres Kulremera e Caballera, denominada:
IIEB.HW0 BALTAZAR
PERSONAGENS
D.Juan................. Sr. Pl;i.
Ignus................... Se*. Sacanelles (M.)
Angustias............... Srs. Sacanellcs (A )
El corregidor............ Sr. Duran.
D. Braulio............... Sr. Rasaos.
El Hermano Baltasar..... Sr. Manso.
El admnistrador del semi-
nario................ Sr. Bamires.
Um notario.............. Sr. Ruis.
Um capitio.............. Sr. Sancbes.
Um alquacil............. Sr. Eduardo.
Um seminarista.......... Srs. Ruis.
Outro idem.............. Sra. Estrella.
Semiuaritta com becca.... Coro de aeohoras.
Alquacilis, horneas e mugeres del pueblo, ma-
damas, lechuguinos e coro general.
Wteua reinado de Carlos IV.
CSP"J"HP"?5S
11
DampfscliiMrls-GeselIschaft
O vapor Paranagu
E' esperado dos portos 4o
sul at o dia 15 de Marc-',
depois da demora necessaria
seguiri para
Haraaho, Para. Barbados, 8.
Thomaz e \cwYork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
e com os
AGENTES
0 nw Allianca
Espera-se de New-Port
News, a; o dia 18 de Mar-
eo, o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, enccinmondas edinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8- RA DO COMMERCIO -8
l.-anda
tOMIMMIIt l'KH.\*nHCl\i
DE
HaTegacSo Costelra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
otnmandante Costa
Segu no dia 9 do
corrente, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 8.
Encommendas passagens e dinheiros a fretc at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambw/iia
n. 12
Lcilao
De
(Ioub boteB grandes, acudo uto tcaior
com 4 remos, 1 vela e 1 aiastro, e um
menor com 4 remos, salvados da barca
ingleza Maggie Mocre, incendiada em
alto mar.
Quinta fera, lo do correte
A's 11 horas
Junto a guarda-mora da Alfandega, em frente
ao armazem alfandegado do Sr. Jos Luiz de
Sonsa.
L. Smith, crpilao da barca ingleza Maggie
Mocre incendiada na sua ultima viagem cm alto
mar, levar a Ifilio os botes aeima mencionados
salvados da inesma barca e ezis'entes na guarda
mora da Alfandega, precedida u respectiva licenca
do Sr. Dr inspector da Alfandega, em prsenos do
empregado da mesma reparticio para o fim no-
meado e por intervencio do agente Pinto.
Leilo
Da arraac.20 utencilios gneros do
eatabeleeimento dcmolhados ra Imperial
n. 7. K
Agente Britto
O agente cima devidamente auterisado levar
leilio a armacao utencilios e gneros do referido
cstabeleoimento em um ou mais lotes a vontade
dos Sis licitantes.
(arantc-se a casa
Qmnta-felra, IO do corrente
A's 10 12 horas
Leil
ao
Di armacao ruvernizads, dita ingkza. mercado-
ria*, 1 importante cofre ingles do fabricante
Milncrs, secretaria, carteiras, bancos, (rilhes
de ferro, deposito para agta. fiteiros, prensa
para copiar, caixoes, mesa grande parafazen-
das e rxiuitcs outros objectoa existentes na leja
35.
Quinta/eira 10 do corrente
s 10 12 horas
Por intervengo do agente
Gusmo
LE1LUE&
Lcilao
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. f>(>.
Precisa-se do um perfeito c;sirheiro ; a tra
tar aa ra do Brum n. 35.
Precisa se de nma ama pra todo servijo
de casa de famil a de Ires pessoas ; no oito do
Crpo Santo n. 25.
Aluga se o sobraJo n. 21 rua'da Uaiio
a entender-se na ra da Impcratris n. 19.
AMA no largo do Corpo Santo n. 19,
precisa-se de urna ama boa cosinheira e
ma em casa.
2 andar
que dur-
E' esperado dos por-
tos di sul at odia 12
de Marco e seguir de
poia da demora neces-
saria para
Lisboa e Ilambnrgo
Para carga, pasagens, encommendas, diahei-
ro e frete tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
O vapor Rosario
Esperase de HAMBURQO,
por LISBOA, at o dia 17 do
corrate, seguindo depois da
demora necessaria para
prfa;os
Camarotes de 1* ordem 12*000
dem de 2* 12*000
dem de '' 8*000
dem de 4 6*000
(alertas 2*000
Cadeiras de { ordem 3*000
dem de 2* 2*000
Plateas 1*000
Paraiso *5C0
Os bilbetes veodem se no tbeatro.
A'a 8 horas.
Nota Ha ver trens para Apipueoe e Olinds,
e bonds para todas as linhas.
A* zarzuclla*
Sabbado, 12 do corrente
zarzuclla*
Postilln 9 la Rioja
E
Comicci Tronaty
Brea/csente:As grandiosas zai-
zuellas -MaJgyarea e La Tempestad.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Pheoix Per-
nambucaua
Ruado Commercio u. 8
F
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-ecom os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
1* andar
coarAKHi i m&kmm Wi aa
DE
Xavcsacito Costelra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Comandan te Lo b~o
Segu no dia 10 de
Marco, pelas 12 bo-
-ras da manbi.
Recebe carga ateo
Pdia 9.
hars da manhi do dia da
Quarta-feira, 9 do correnta
A's 11 horas
No sobrado da roa Estrella do Rosario
n. 35.
Primeiro andar
Urna mobila de jacanrand, 1 piano, 1 sof, 12
cadeiras de amarello, 2 cadeiras de balanco, 2
consoles, 4 cadeiras de balanco de junco, 2 es-
prega icadeira*, 1 guarda roupa, 1 eommoda,
l cama francesa, 1 mesa elstica, 2 mesa* de
pinho, 12 cadeiras de junco, 1 guarda-louca,
1 guarda-comida, 2 aparadores, 1 quartinhei-
ra, 2 toilets, 1 esbde 6 quadros, 6 pares de
jarros. 3 pares de etagers, 2 cantareras, 1 ser-
pentina e candieirjs para kerosene.
Segando andar
Um ciobia de pao csrga, 1 eommoda, 1 banca
para escrever, 1 mesa redonda, 1 mesa grande de
pinho, 1 quartuheira, 2 rrmrquezoes, 1 cama de
armacio,'2 toilets de junco c de pao carga, 3 camas Jos Josquim de Sant'Anna participa ao
de ferio, 2 candiciros para kerosene, 4 quadros, 4 rcspeitavel publico e om especalidade o t das as
jarros, 2 espelbos grand almoco e para jantar, copos, clices, talherce, co- do muitas pessoas com nomo igual ao sen, desta
Hieres, trem de c sinha, etc. data em diante assiguar-se-ha por Jos Joaquim
O agente Modesto Baptista auterisado pela de Moraea.
Csoa que ia abrir uma hospedara no mesmo so-, ------QMm ;.... h. Saa------i7:~1-------
J e que por motivos independemos de sua ~ dar 250* pela alfana de uma
vontade deixou ae fazel-o, far leilo dos obiectos fin q Uv"* fW""0* e *>8>8. Q"e val
cima. oojectos traballiar a quem 1 he der essa quantia para pa
Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 20 ra
Direita, eom os cammodos eegnints : 2 salas, 3
quartos, soto e quintal, pelo preco de 25* men-
saes : a tratar ra ra da Imperatriz n. 14, ter-
cciro andar, das 8 s 9 horas da manhi, e desta
hora em diante em palacio com o sjudan'e de
ordem da presidencia.
Arrendare o sitio das Jaqueiras, cjm gran-
de casa de v.venda, todo cercado o mais tres pe-
queas no mesmo correr, servinde perfectamente
para pensio ou notel : a tratar no mesmo sitio.
Precisa-se de uma
ra Velha n. 79.
Jos
ama para cosinhar ; na
Ao eorrer do niarlello
erar ; a tretar na ra do Mrquez do Herval n.
23, loja. Na mesma casa vende-se lindas palmei-
ras e ps de chrotons.
WOLFF & C.
N. 4--BIJA DO GABGA'N. 4
Passag
partida.
,i at as
caca
uros
8 Lista
AGENTE
Migue! Jos Altes
N. 7RA DO BOM JESUS-N.
Sesuros ntarillnaod e terrestre.
Nestes ultimo a nica eoapanbia aests, praca
que concede sos Srs. seguradla iseapfSode paga
ment de premio em cada stimo asas, o jas
equivale ao descont de eer=ads 15 por oaato
avor dos segurados.
GOHPANHIA DE SEBBOS
CO.WR.l FOGO
i\ortb Rrltsh i Mercantile
CAPITAL
COOO.oOo de libras aterllnaa
A GEN 1 ES
A do ni son Howie & C.
L. don and Braslllan Ba
Uaaited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos oa vaporea sobro as ca-
sa do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, roa dos Capellistas n 75 No
Porto, roa dos Ingleses.
ESCRTORIO
da Companhia aPeraaaann
______cana n. t________
compaahla Bahiana de navega-
elo a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
Principe do Grao-Par
CommandanteJ. F. Teixeira
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 10 de
Marco, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
mica mente at o 1
dia do dia 10.
Para carga, paaaageni, encommendas c dinhei-
ro a fretc, trata-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario7
Domingos Alvcs Matheus
BOYAL MAiL STEAM PACKET
COMPADiY
0 paquete Tamar
' esperado daEuropa no dia
12 do corrate, seguinde
depois da demora necessa
riapara
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
0 paquete Mondego
esperado
do sul no dia 14de
corrente seguinlc
depois da demora
necessaria para
9. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
(hampton
ReducgSo de passaqens
Ida Ida e votia
A Soulluropt m 1> classe 28 42
Camarotea reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, frete, etc., tracta-se u o
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
Veste limito conhecld* estabeleclmen-
lo encsotriT o reapeliavel publico o mais
variada e eoavpleta sortimento de JOIAS
recebidas sesnprs* directamente das melko-
res fabricantes da Eurspa, e qu primam
pela pji aJo gotto da mundo elegante.
Ricas aderreos completas, lindas pulse!-
ras. alfinetes, voltas de aura ern vejadas con
brilhantes, ou peroias, anneis, caceleta*>,
botara e outro mnitos artigo* proprias
de.te genero.
ESPECALIDADE
Hu .relefios de uro, prata e nlckelados,
para horneas, senhoras e meninos das mais
acretaiEos fabricantes da Europa e Ame-
rica
Pam todos os artigos desta casa grau-
te-se a bao qualldade, assim como a modiei-
dade nos precos que silo sem eompetrncia.
iVestfa casa tambem con certa-se quoi-
quer obra de ouro oh prata e tambem r"Po-
gios ile qualquei* qualldade que soja.
4Ra do abug4
CAPSULAS
ll ATHEY- CAYLUS
Preparadas palo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas MatUay-Cayius com Envolucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e so recommcndada3 pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos ar.tigos ou recentes, a Oonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
da Collo, o Catarrlio e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
itst Um* tipliotcSo dtulhtda tcompanht ud fraseo.
Exigir as Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN MJBte de PAMS,
que se ach em casa dos Dreguistas e Pharmaeeutms.____,
mmf

^<


tf
i
*
> vas'

Aluga-sc barato
/ua dos Guararapes n. 96.
Kua Visconde de Itaparica o. 41, armazem.
Becco Campello n. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Lirgo do Corpo Santo u. 13, 2." andar.
rab-se na ra do Couimcrcio a. 5, 1* andar
siriptorio de Silva ftuimuraea &. C.____ ____
Alug
a-se
o 2 andar do sobrado u. 35 travesea de Jos ;
o I* e terreo di de n. 2? ra Vidal de Negrci-
ros; o 1 do, de n. 25 ra velha do Santa Rita ;
o 1* do do n. 34 ra cstreifa ci Rosario ; todos
limpos : a tratar na ra do Hospicio n. 33.
Alusa-se
o sobrado da azulejo d. 82, no Caminbo Novo,
muito fresco pe'a posicao, e tem commodos bas-
tantes, est em estado de limprzu, que o preten-
dentc nao precisa fazer dcspexa para morar.
Aliiga-se
a casa do lsrJ da Detencao u 23, d fronte da
uova estaco da linba frrea, cjm grandes ac.om-
modacoes pura familin, quista!, banheiro, etc. : B
.ratar na ra larpa do Rosario n. 31, phsrmacia.
Aluga-sc
o segundo andar do sobrado n 17 no largo do
Cirpo Santo, auto fresco e com cmmodos para
grande un lia ; a tratar no 3- andar domesmo.
Alra-se
urna casa com comm dos tan grande familia,
tilu aibjritado ; na Ponte de Ucha n. 10.
Ama
Precisa-se de urna cosiobeira ; a ti atar no largo
do Coi po Santo n. 17. 3~ andar.
Ama
Precisa-se de urna bos eosinbeira para casa de
pouca farr.ilia, prefere so escrava ; na ra do
Riachuello n. 13.
AMA
Precisa-se de urna amwpara
lavar, engomiuar e faze raais
al gu iis ser vico- lo casa Je la-
milla ; mcuu comprar e cozi-
nhar : na na 5 Riachuelo n
13. nev dormir em casa.
Ama
Precisa-se de una boa cosinheir", ara cas* de
pi quena familia ; a tratar no Caes da Compsnhia
u. 2. Prefero-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisa ce de urna pura casa de rain i i i, ma
do Cabug n. 3, 3* andar. ^__
Ama
Precisa-i* de urna ama que cosiube e engoma e ;
na ra do Kangel n. 44, 8- andar._______________
Km
Precisa-se de urna ama que cosinbe e compre :
na rtt do Imprador n. 42. ^^^^^
Amas
Na roa da Uniao n. 31, precisa-te de uaia ama
paracosinhar e inais servijis, e de outra para
andar ecm menino.
Ama
Precisase de usna ama para andar com tnra
criases : na ra do Deij Paria n. 40.
Ama
Precisase de urna ama para combar, e de un
criado ; no aro da Cuneeicao na. 4 e t, fabrica
de cigarros.
Amas
Precsate de dras urnas urna para eosinhar c
corxprar, e cutra para rngommar e fazer mais
pervico* domestico'} de caca de pouca familia ; em
Fernandes Vieirs n. 1.
Ama de Icite
Precias-se de urna ama de leite, aadia e sem
filbos, papa-ce bem ; a tratar na ra da Man-
gneira n. 16.
Sitio
Alagase um sirio eem ca, e outra boa casa,
no Aferr r.hi do Giqui ; a tintar aa roa do lui-
prrastor n. 50, lerceiri' andar.
Geflgraphia
Uns aeadi'tr.ico ai-liaudo-se habilitad') n Irceij
ii.1' gvograpln, ac-i chainH-ii a mru nsinsr em
casan p*rticul:ut-r e pie srr procurad.) no hotel
on rafal.
Cha prcto superior
lectbfu o Coiios Linden nova t p et superior, r avisa a>>s sena ire*ura*s que
vi uiu do Haiao da Victoria u. 48. para ce
siip-Krir,
rrenda-seoiivcndc-se
ta si'i) c.'in nlguv arvoredos defru.to, planta
do eapim e w salir**, a rn de 8. Jiignci n. 148 :
qnetn quizer ii j se n ra in Imp ratriz n. 13.
Ipja.
Ao conmercio
Fraaciso. Cela O i.c.lv.e rocmr, m d*
e-brancas resti prc fora tUKs j ratar na
iua d Alecrn: n. 10._______
i'aixeiro
Preaiaa-ee m prar t-
verna, idada ceii a 16-unos; cin Fernandez
Visir n 24.
Diario e l't-ruaiuiiui;|(iuarta"fcira 1) de Marfo de 1887
Tricofero de Barry
Gaiaate-se que faz nas-
cerecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cora a
tinha e a caspa e remoro
todas as impurezas do cas-
co da cabera- Positiva-
mente impele o cabello
de cabir ou de embranque-
oer, e iafailivclmcnte o
toma espefco, naci, lu3
iroso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada 6Cgnnda a formula
orip'nal usada pelo inventor era
1829. E' o nnicoperfumeriomuB-
do que tcm a approvaco oficial de
airi Govemo. Tem dnas vezes
mate fragronciaquo qnalqner ontra
o -\ ara o dobro do tempo. E' n:i!:; o
lacis rica, suavo o deliciosa. K*
iiiuto mais fina e ctelionda. I-
mii8 perrinente c agraiiavel aa
lenco. 2 ) cante no lian.-.o i c: '-nr.to do
lente. E' espeeifij-; contt:i a
rouxid.lo e debilidade. Curo as
dores de cabeca, os cansaros e os
desmaos.
arope Je Vida Je Eeiter No. 2.
*JtTES D rSAL-O. DIPOIS DE ITSAL-a,
Cora positiva e radical de todas as formas de
tecrofulas, Sypbiiis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas aa do-
encas do 8angueFigado, e Bins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro. a> i
SabaoCurativodeReater
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
Uaa da pella de todas as especies
a em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco cas de
Francisco Manoel da Sil va & C
Profcssora
'" Uona renbora competentemente habirnda, pro-
poe-se a Irccionsr em cellegios e csms parlic:la-
'es, as srquintcs mHterias : p- rtogurz. francez,
msica e pnno ; a Oatar na ra do Mniquca de
ervnl n. 10._______________________________________
Violto da Sourisca
Esec irrprrlarte vin^o de que nico
importador Jo5o Fem-ira da Costa;
puro de uva es-olhida a capricho, o pro-
prio para mesa, p?lu sen mcrecimento tem
obtido a rm Ihor twttagla n> s lugares para
onde te tido exportado: ada se ven-
drt a rrtallio no 'stabelee im< tito dos Srs. Po-
5BS, Men'lea & C.
Fregueziado Il^cifc
Alo>;-M' pe preea muito (AUlumlu m^tade do
1* surtir t. hr-iio Vi?c-de de Ita-
parir. miI'- .! Apollo n. "">, i o niim p-eeisa
se do un ntewNM qiresrji ti-l peta mnndades.
d-se ronpi < b m c-rlcaad'.
Jalroph
lanipoeira
E-sf- o>-4*ca!ii' i'e de iiipm erricacia r coi.Leeida
no benb ri : mlnte m"l ias ero que predomina a
aan^upesfii, ilmii- in>rtiricid<> em sua pr> para
c>:>, -ratOM :> mi' leave formula de um (.-rtinete
medie cle-U i-i-*ii>?i", uro qte fom-ii'e o abtiao
ass>gi>a'l? *ti ii la!VaaV :> i-< p-, !;!-> de modo
aan-lannr tn> g-*tk ** fc ir>, swb :.. i-.v;a alte
rar-lhc pr ii.'.1.-.i :o-l'i'iini n!i tus, que %r
conservarr i m a ir.- pir> icrivi.Ud-, te nilo inaiur
era v-sli Aj u .. 1 yut que # tolerado pe?
csttm>v i.
" !>'*. i<-{i<>; .>
Na pharrr.aci.' l'-i Dlimi.; u 61.
iwrra ue is-iin
Cosinheira
EIP
' Prealas nr de um boa en^ommadeira e qu>
enaaboe Wlfsi, per eaaa m poaeaa fcaiirW-
a tratar no Cae da Cernais a. 2. Pmttnm
:rava e'"
na*n
l'n!,'i-ff 'iflilti/. ; ; inoz urna reifit C il-
i.h ir i, p*ra casa !- p |iins fan ii>-, prrfenudo-
se de meia > nre o tjoe j i de boa ir.cr:!, .4 rna
do Paysanr r. 19, pHSrxndo a p. meniuu : qiMw aVe 'S'.ivrr esn condieocs estusado
Hpri'tciitsr-s '.
ovo Porto do Carvao
iStta do Mrquez do Nerval n. 27
JoIo Finza, avisa ee us tnjruees que ja se
acba aberto o s> o <-srab"! i-imento tiii* a (ffcrcciT t.1 misinai vantugciis j biineo-
nbecidas rto p:ihhco,e p< l barato preco de G40 ri
a bairici ; taaibcm levu 'i co. h cimei.to de redo
qee tem anrM verde e l> quslidade, perianto os
tregens prdiro faaer i-e seus pedidos, que serio
muito bem servidos, e ilen disto nao | agaii"o
fref.s.
Beeife, 20 d* P.-verei-o de 1SS7.
Joao T. ti'ta Lima.
h?n eosinhar
rt^csa-sc de nina
ama para eosinhar,
mas queeosinho bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra h\>\w de
CaxiaSe por cima day-
po^raphiado Diario.
Pechincha
Mnri 'e* dmwn^r^jnpia a 700 ru a sta de
urna hfcr ; v^r-^e-fr hh cusa tt ArjronnlDunr
irnitnli'v'o v. t. Anlwr Maenrs i. ruada
Aurora i. 8*, '-u!> R l'eiio C. I ra daJioda
h. i-"i, i e pt i'ri. :> i;ii-iuiade.
Pioli ik Riga
ATiiE- AV-iTlX .* C, rwU >ii nrriai-
Dtskte a amatola urtiiscnto t'.-a'* in>uiir,
cutnu ej.ra : priinches n tabuas pai msoalbe,
dn mi-Uv.r qui.dade e de diversas dimensws, e
roe veedem per preeoe commodos, t n-dnxtdaa,
conlorm". rrs i irVt.r ; no armazen do caes do Analto
u. 5f, xn nw j Oman'rcfo tr. 18, T* awrsr,
m***^**'i*9*w^w'**m*m*p^m****^*m^*****<*m990+9m
SABONETEdeALGATRAO
pama a Toiurrra, os banhos a cotdabos pm as oaiawcts
ate BAMOBMTM, mrtlastelra anrlo-ptl, o mal efflcax para a cura de oclas at
MOLESTIAS DA TCU.LE
SAPO CARBONIS DETERGENS
Lavai votsai Criancas com o SAFO CAHBOXI8 VE TES t JE AS aflm de protegelrot contra
o SARAMPO, ai VARILA ai rtiM ESCARLATINA
Sstes BABONETES sao recommeadados pelo Corpo incaico iteiro porque prevtnem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e te adaptao a quabjwtr clima
MARCA DE FABRICA NOS ESVOLUKBOS B OS PaES
Q DBposlto aaoraa : "W. "V. WRIGHT SC C, South-wark, LONDRES
Em Pernambuco : Fran^M^da, STXJ"V^. & sjk.
^.>^^^^^_^^^^^->^-^-^^^^^^^^^^_^^^^-^.^...f 1af|^
HISTORIA
D E
VCTOR HUGO
EMULSO DE SCOTT
de OLEO PURO
-DE- ,,,
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA,
To agradavel ao paladar como o hite.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, ESCKOFTJLA,
ANEMIA, EACHITIS, DE-
BILIDADE EM GEEAL e todas
as eiifermidades consumptivas,
tanto as criancas como nos
adultos.
Nenhum medicamento, at boje
descoberto, cura as molestias do
peito e vias respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a Emulsao de Scott.
A venda as princtpaes botica <
drogaviae.
Dep sito em P^rn mi,neo na Irog^ria de Fnn-isco Manoel d^ Silv
ce (.., ra di Maiquez Atten<;o
Orau.i c vi rindo s)rtioicuto do trovis de jun-
co, nena lOobilUs eum rnoeeta de pa^h?, cadeiras
torneailus cem as>ei>to de m idcira e cim pslbiuba,
cadeiras para crianca j-iii'.ki" SMS& e para escols,
todo Vtstde su u>:is batato do iine ein outra qnnl-
qcor parte : na ra Csir ira i!.> Botara n. '3.
Bacbarel Leandro l'rnnrluro iturjes
o dia 9 do corrente, lf nniversano di tulle-
cimento do bachari'l Leandro Francisco Borges,
ser celebrada, na nutriz de B ui Jsrdim, urna
missa em suffrrgio d sua alma.
GILBERT SEGU N
-A.x>i>ro"va MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de unm efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as JYebren,
c como Fortificante isas Vuiivuleseen^as, Debiliifatle do Sangue,
h'alta tle .Ueit.tfrtiaroo. Inaapetencia, lUgentes diflieeis,
Snfertnidades nervosa, Itebiliiitide.
Pharmacia G. SGCU1&, 378, ra Saint-Honor, PARS
PcpOSHflnoe Mri l'i-,Hi;ii."in : FBAH* M. da SILVA C.
lihIS & SANTU.">, c ni-, i-bit'iu 'giai.oe ress^nai n< presos das ver-
d.d.ires .Uachfnas .nic.-.jra .t.. e-:.,ar J;',2-, t;Bj vendendo a
P'ir sen-, ioiu i i '/0 ce Jes-wfjti'j
lina do Mrquez de Olimla n S6 A

SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, asm CordOes
Para evitar as Contratarse
Exigir a marea io Inrmtr imprimida
m cada iruj*ytiorto.
Xelma para Yiirize*
Teciios elMtieo !c*(li.> e seda.
FUNDAS MILLERET
.( Oaaa BClUeret rrcommenda ai
mu Wanda anatmica
ai Fundan inrimirrim, fan
eotter at hermiat e quebradura* as maU
VSSR,
CtlTURU PARA A BAHRMA E 0 DMBIGO
MTr.r.BBBT, ZjK GONIDEC, Successor. -#9, ra J.-f. Rouameau, F-AJUS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACTAS
Vmohi de Cambar
N>. iK*n-ihS : tr :* *. ''i-, l' 'l>i'*ii Ii e
duzi.1 -MiUiK).
Nns wssrwif : bata* -J!*W), !'-' dusia
15*U0t> iluzi 4. ()K>.
Ageuics aVa t : i"- "n t >d a pro
vinci'i fisnatesa W. '! M!>a .v C, h i na do
Marques de U islaa a. /''
Superior carae de mtIo
Vende-se no urmszem de Frsnc'sco Cardoso aa
Silva Pinto, ra da Irrperatriz rs. 23 e 34, e
generos de 1 qualidade por prevo mdico.
Engommadcira
qoe engcmme bim, pura duas ptsscss ; na rus
da Aurora u. 1 ''
Piloral ik Cambar (o)
Di'sovberta e prepsra*;?1) do Alvares de S.
So -r. >, d-i IMnUs
l,i KHrS Junta Oatcal de Hygie-
b-'iee,ai:ri wisa>in ;>elo ff-vrrao imperial, pre-
n.acro eoa i.s u.e4aKta ic uoro da Academia Na
"o Orisili'ira-AllemS d.-
ltJSl, e rodeado do ruiisOS' uttestados mdicos e
de n.uitoe outr, s do f> cs^as curadas du : toss' ?
s:h p'- ?. hfonehti'f, :-kthn:a, rooqtHttto1, *.isica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc
[r- v cus ag.r.cias : Frasee 2500, ireia
dusia 13/0tX) e dusia 24*000.
I'rejos as snb-sgeaatn :Prasc 2J8O0, meia
dusia 15*000 e dusi i 28*000.
Agentes e drpositarirs gerars nesta provincia
FKANCISCO MANOEL DA SILVA C,
ra Marques de Olinda n. 32____________________
RBfflBOIOS P Cilill!
Sem dicta esem modifi-
cafoes de costumes
Laboratorio central, ra do Vicondo d-
RQ-Brauco o. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
oaceutico Eugenio Marques
de llollanda
pprovados pelas juntas de hygiene da 03rte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir da mbiribina
Restabelece os dyspepticos, racilita as diges-
toes c premove as ejeceuus dilicies.
Vinho de anauaz ferrugino'.' e quiuado
Para os chloro-anmicos, debea a hj paemia
intertropical, n constitu! os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarop do flor da arueira o matamba
Muito reeommtndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas oo chronicas.
Oleo do testudus ferrugitioso o cascas de
lar.injas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
liii;), ua tysica.
Plalas ante peridicas, prcp tridas iom
pererina, quina ejaborandy
Cara radiealmcnte as febres "tirmittentes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.nbem far-
rtiginost, preparados em vinho da caj
Efficazes as ioflaumacoes do ti gado e bac
agudas ou chronicas.
Vinho tonics de capilaria e quina
Applicido as convalescencas das parturiente.'
re tico antefebri).
Francisco Manoel da Suva k C.
-RIJA MRQUEZ DEdLINDA-
Marla do Carao Rodrigues de
Siqueira
Anda sob a pressao da mais acerba dr e sau
dade, eu e meas queridos filhinhos pranteando a
morte da terna e virtuosa espots, e rbi carinhosa
e desvelada me Marn ilu Carino Rodri-
gueN do *ilqueirn, sujiplieamos a (idos os
parcutes e amigos para quu assistam as missas
Sjp, pelo repeuso eterno d-- sua alma na Mansito
eleste, serio celebradas, s 8 horas, no Convenio
de Noesa Hoijhora do Carino, sexta feira, 11 do
cerrente, 1* anniversano de sea pasaamentu.
De todoa, por mais ht acto de caridad, ennser
varamos en aosses coiacoes o raais sincer.i reco
nbreimento,
Hermino Budrigua At. Siqucira.
Criado
O Dr. Barros Curneiro, medico, resi lente rna
Boque de Casias n. 88. 1 andar, precisa de uui
criado para o seu eousultorio e servicos de ra,
provando o jeu comportarafno. Aprovei'a a oc-
oaiiao para preveuir ao publico que despidi d< sde
dia 6 do crtenle o seu criado de nomo Sjrgb.
Ama e criado
O Dr. Mello Gomes precisa de urna ama para
eosinha, a de um rapax de 11 a 18 annos, para
mandados e ervico domestico ; na ina de Paulino
Camaia (antiga Camb t do Carmo) n. 36, pri-
meiro aodar.
Ama

8
iVHSt VlCtlM
^:s
Este rariCAnrenTO ae na
Sviis ue .'.O anaos pciu-s moJiioies _
^a aa Ch-ta. Co-wto nuiwen.sr. trr:--=* c4ita. dMS Ts HUaama
,.,. *n n jf. a. ~ .r.aArr.aC ^^
rusto agradavel. adoptad* oora sraaee xito ha --n
atcllcos da Parlz. cura os Defl"*, *-". fi T-.
-i Sawm.
VERMIRUGE COLMET
CHOCOLATE oaxn. SAN TONINA
DTFULrm tsn Onorslr u LuHfiElGAS
btt Vermfugo ractmaohlailo
| sea uSor igridsTel e ottserriclt isdeBiida.
i/|r usinttura : / \J/ "t&
l rir JV* COLaTT-t'Hg. uirinubiii.fHlfa./tsn.T.t Sabito k olcalrlo
Acaba Wrtcearr i-ava nsorsaa ttcats saMo.
medicinal, cuja taita r.es mercado tem sido tSol
sencivel ; A casa de /eferine Martios & C-, prac>|
do Conde d'Eos. 1?.
Hara Pnllmnena Horelra
Dakios
Jcaquim Olioto Bastos e seus filhis, mai, ir-
mitos e sobriuhos, Jj' Jjtquim Moreira, sua
mu'her e filaos, coralluiente agradecidos todos
o* seos parentes e amgos que se associaram a
profunda dor qoe ih-s eauson a separacitn eterna
de ana pnuneada tpoa, filh, irmi a ti, Vacia
Phi.mcna Morvir Bastn, vera (fe nwo irgar
Ibes o ci-riloso favor de. nssistirem as inissas que
serio cclebradss d m-.'ri da Boa-Viata, as 8
horas da manb do dia 11 d. c rn-nte, trigfisime
de seu rassumint
w
'yr. :":-*
Prccisa-se de urna ama para cuidar de menino:
na Capunga, rus da Ventura n. 1G.
Ama
Precisa-se de urna ama j A idos, que sirva para
urna casa de p>ua familia ; na ra do Mrquez
do Herval, casa n. 132^____________________________
Ao commercio e sre-
partifdes publicas
O abaiso ussignado declara a quera inteieaaar
possa que nao se responsabiliza por qualquer
compra on debiti contrahido em nome da firma
Tavares Martina & C. a nao ser p h bilhete asgig-
ualo ou por si pmpn e bem assim s o mismo
abaixo ilssignado poder i cobrar qualquer impor-
tancia devida mosma firme, em qnilquer repar-
ticilo publica.
Itecife, 8 de Marco de 887.
Mtnoel Tevares da Costa Martin?.
Ao commercio
J_o Fr-a-isee de Torre Bandcira, teado com
prado a Uvcnsa si a ra do Maiquez do Herval
ix IGi, livie e desembaracada de todo e quslqaer
debito, so Sr. Joaqnim Dtmetri* leiz;rra, se al-
guvm se jolgar com dirtito mesma, apresente-se
m praej r/e cinco das Recifi, o de Mario de
1887
DAY&MARTIH
forrtciSoru de Su Htjtattdt a tabas Si IngltUrn,
0o Cnroita .-i HtrlUm SriUirloj.
C3AIXA briui&nte LIQUIDA
GRAIXAs-pastaUNCTUOSA
OLEO par AHEEI0S
(tsd ssi Ktuana ytn ntor't^ai cem
M toii s n Mrsm.
OEPO-ITO OSHAx. KM Lu ICSIS:
, II11.-r, I7a lUnm. WT
fia r-__*-t: nai" c* mu_*.
frtfmtotin
O h'>-:x t.s'unoi>, i.rij i pi; le.-oT eU> nl e |
K li.,n. .I-i; ni-'s x- r itir***'! (tioi.; ir-' >.'ie rn S r*' il |> .il-i i-l-: >
na ana nsidnei -. I !e r yr : i>:. : un i na <1 -.
Cj mmerc) n- 73.
I L ie. fr Vf.
CURA CERTA
iie todas *3 AjTecgdea palmomares
Todos aquelles que soffrem
I Jo psito, devem experimentar
. Capsulas io Dr. Fournier.
DapoettiVioS em Pimamtmc*:
FflANCiSOO M. da SILVA CA

?;

_i_3fcF.__"l__l!
I
Dya;
BULrraea,
SBW '.'-i
&
. op> l'enrinn
|
LI!A3 U,
\ UWM. r:_ ay's.34,entAjKHnasS_i.
:_:'i iuwmisw
-apacuu:sir>a
OWClr-O Ha tiZig,
:: o canal c astro.
tHHUai c orostats,
'\canutiicte As urites,
Arsiu ta orina, ate.
*W. nPsrmssStitwi-Ch'mlco,

i_iil_:
0c KiLLIOL t r*ILI.IOt.
osarAJITANSA pr a karka. J BOaxn_ tm. ar cjteiJor
U sa fi4ra, mo prapinfl* kroei
__tnm 1 soa C6r pralM
la)-IUpnl ea lNu-lsr FlX-JtOI.. 17, rm !ir,<(_, Pial
taMrta.-KA.e*i fbak h. _> ilv*. o.
~J3tm
uaaW-a
I. Rita Clara P<*r>ira l*inbeiro
Marcelm i A. l'exrirs, st-us irmos, filho* r ao-
b;iubos, convidad a t'idcs i s parcutes e amigos
para nssistirem a misen que inendam ns:;r na
ordem terceirt d S. Franc'sca, .oiiita-f'.ira 10
lo corrente, s 7 l| hura da manh, stimo da
do f-lleeimento de ra* irsni e tia, D. Rita Cl-ra
P. Ptnheiro, nnti'cipan'li sens aeradecimentrs.
Hara *nn lo Reno Cavairiinio de
Albnqucrqac
Guilhern no Jcaq'iim do Reg Barretto e sua
retinara nrandam celebrar urna missa no convento
de San "o Ante nio de Ipojuc, no di* 14 d) cr-
renle, s 0 hi-ras da inanhil, por alma de sua sem-
pre prantcada patente e amiga atii-i Ansa do
Ki-gu Cavhlci.nte d^ Albnqnerque, e convidam a
todos os parentes e amig: s a'aquella finada para
este p-eduso aCte dM i lrrl> e carrdadu.
500SW00
Queas ti ver esta quantia e quier dal-a a jaros,
mediante urna hypotbeea de maior val .-r cu boa
garanta, app-tref* na bitica do pateo do Cirmo.
qoe l se dir qnem qusr.
%*&
EXPOSITIOH JL UHnna1878
Maille iOr^^CrdiissCheTalier
les plus mures rcoupe^ScS
AQUA~DVINA
E. GOUDH A Y
DITA Fillk K lAUSf
PreconUadi para toucath, e*m> esssirraaas
consuntcae-e u t*M ik ssasnade,
preservando da peste e do cholera morsas.
Abtigos Recommenoados
\ PERFUMARA RE LACTEINA
Eceo_*nli pe CleirUides ledicai.
G0AS CONCENTRADAS para o lenco.
0LE0C0HE para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTISOS ACHAM-SE NA FABRICA
HARI& 13, roe d'Enghiea, 13 pars
Depsitos en toast as Perfumarias, Pbarmacias
e Cakellcrclros da America.
TEKStllN 11 C
N.44--Eu i do Brum--N. 44
4UNT0 \ EP CJA0 DOS B0NDS
Tem (.ara vender, por j^pe, mdicos, aa seguitlws firrogeus :
Tach.ii firiidiilaft, bmkwa ,v>!rl?ataru,
Crivat."cs de diversos t_aaahrs.
Rodas i! espora, idei.-i, v a ,
Ditas aigularea, itleiii, ido;n.
Bancos do farro co_ srra i;irti_r
iradeamen'-o para iarcm.
Varanda8 de frrro ftatUa.
Ditas do dito ron_ lo, do Ua_os codoo
Portasd fornalha.
Vapores de brea de 3, 4, 5, 6 a 8 cavaOoa
Moeadas do 10 a 40 polcgadas de paadora-.
Rodas d'agua, aystema L?atidro.
Encarrcgam-se de concertas, c assootamento do tnachinisaio e eowm nw-
trabalbo com perfeigao arestesa.
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Diario de Pcrnambnco- (tuarta-fcira 9 de Marco de 1887
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1
1
Fuodcao de sinos bronze
DE
LIZ M CRUZ MESQUTA
66Ra do Barao do Triumpho66
(Anliga do Brom)
Neste est*belecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e rastillar, alambiques do antigo e no-
vo systemacom esquenta garapa, serpenti-
nas e carapu^as, tachas, tachos, bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de espirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taannos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimensoes, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, arruclas e lences de co-
bie, bombas con*inuas, sinos de I libra at
110 arrobas, sola ing?cza C do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem-se concertos de todas as qualida-
des ecom toda presteza cpCrfei^o apresos
mdicos,
Vendem:se a prazo ou a dinheiro com
descinto.
IPILLAS DI6ESTIVAS DE PANCREATINA
de .
Pharmaceiitieo de i' Clatse, Fomecedor dos Hospitaes de Pans
A Pancreatina empregada nos hospilaes de Paris, o mais poderoso i
digestivo, que se conheca, visto como tem a propnedade de digerir ejj
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, masa
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, altera<;o, onj
ausencia de sueco gstrico, nflammaco, ou ulceraces do estomago, oul
_do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne dopois da co-i
33 mida, sempre atcancam os melhores resultados e sao por isi proscriptas J
pelos mdicos contra as seguintes affeccSes:
Falta de appetite.
Mas digestoea.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Ulceraces cancerosas.
Enfermidadsc do gado.
Eminagrecimcnto.
Anemia.
Diarrhea.
D y sent ra.
. Gastrit.es.
Somnolenciadepoisdecomer,6Vomitosqaeacompanham a rjrr.vidazj
ANCREATINA DEFRESNE cm frasquinhos com a duap de 0 a colhc-j
radazinhas depois da comida.
Em ca de DEFRESNE autor da Peptona, PARS, e' tej;: u Ihirniaciss?
Purgativo Julien
C0NFEIT0 VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hvgiene pubuca po Biiazil
fcste purgativo exclusivamente vegetal se aprsenla sob a forma de um confeito agra-
davel, que purga com suavidade sem o menor incommodo. E' admiravel contra as al,ecoes
do estomago e do figado, a ictericia, kilis, pituita, nauseas e ga:s. O seu effeito rpido
e benfico na enxaqueca, quando a tabeca est pescdtt, a hosca amatga, lingua suja,
falta o appetite e a comida repugna, as inchacoes de ventre causadas por inflammacao
intestinal, pois nao irrita os orgaos abdominaes. Emfim, as molestias de ptlle, usagre e
eouvulses da infancia. O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as
creancas que nao acceitam purgativo algn, pois o pedem como se fosse unta pastilha
de chocolate saluda de confeitaria.
Deposito em Pars, 8, Ra Vivienne, e as principaei Pliarmacias e Drogaras.
Ailencao
J1 Uma familia offerece agaalbo e cowmodos com-
petiveis a urna oa daas raparigas h mestas para
se encarrpgarem dt criminas : a tratar na rus
Duque de Caxiar d. f 6, loja. _______^^
Criada
Offeree< do fi .nca sa conducta, p:r-. acouipaiihar al -
gunvi familia que qaeia le retirar para qualquer
provincia do Brasil, gratis por 6 maes, tr.-itnr
na ra de Hortas n- 43 Io andar, prefere-se pura
Corte.
Caixeiro
Eigommadeira
AllOIifO
Vrude-se ou permuta-ae urna casa terrea sita
na travesa do Falco n. 12, coan 2 calxi, 3 quur-
to, coainba lora, grande quintal e cacimba, por-
to dando tbida para a ra dos saoa ; a tratar
na mesma com a proprictaiia, e esta tara tjdo
negocio por j ter o despacho da juiz, at para
bctal a em leo, podendo aprceentar os decu-
meati aos permutadores, detejasdo tambem urna
por troca, ainda que seja pequna, porm que es -
teja nova a bem constmida._______________^^
A lievoluQo!
Resolveu vender oa seguintes artigos com
30 o/ de meaos do que em outra qual
quer parte.
GuarnicVa de vclludilho bordado a vidii'bo para
veetid s, a 74000 uma.
Tutelas de cores a 300 rls o covade
Cacbemira bordada a 1*600 o covado.
Ditas pretaa a 1*000, 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o covado.
Ditas de corps a de 900 ris e 1*200 o dito.
L3a mescladaa a 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas a 560 ris o dito.
Ditas com bcliahas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 is o dito.
Oorgorinas a 32 ) ris o dito.
cktim damaat a 320 rit o dito.
Dito Macas a 800 ris t 1*200 o dito.
Damats do seda a 1*300 o dito.
Grsdenaples preto a 1*800 e 2*000 o dito.
Gase com bolinhas a 800 ris o dito.
FuBtSo braneo a 400, 480, 560 e 800 ris o dito.
Velludilbos liso e lavrados a 1*000 e 1*290 o
eeradb.
Dito bordado a retroa a 2*000 o dito.
Cambraia com salpicos a 6*000 a p< ca.
Camisas para eenbcra a 30*000 a duzia.
Ditas de mi ia para bomcm a 800 ris, 1*000,
1*200 e 1*5(0 uma.
Ficbs de la a 2*, 3*000, 4*000 e 5*000 um.
Ditos prateados 2*000 um.
Ditos de rctroaa 1*000 om.
Lioboa (seoseaes a H0 e 240 ris o covado.
Collarinbos e puohos para senhora a 2*000 um.
Ditos de cor, idem idem a 1*000 um
Cortes de casimra finos de 3* a 5*000 um.
- DitM de la e seda para cohete a 6*000 um.
Ditos da cachemira de cor para vestido por 20*
um.
Cachemira de cor de 6* por 3*000 o corado.
Damasco de cor a 700 ris o covade.
Panno da Custa a 1*400 o dito.
Cortinados bordados a 6*000 e 7*000 o par.
Colchas bordadas a 5*, 6*, e 7*000 uma.
Cretonos finos a 320, 360 e 4C0 rit o covado.
Cuitas finas a 210, 280 e 800 ris o dito,
Zephirba finos a 500 ris o dito.
etiaets etcossesa a 440 ris o dito.
Ditas de qnadrinhes a 320 rs o dito.
Chales Je minn a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000 e 4*000 um.
Ditoa de cache-aira a 2*, 2*800 e 4*500 um.
Cobertores de li a 4*500 c 6*500 nm,
Esguiao pardo e amarcllo a 600 i o covado.
Brim de lioho de cor a 1*200 a vara.
Dito prateado de linho a 1*00C a dita
Colchas de crochet a 8*000 uma.
Anquiilias a 1*800 rs. urna.
THESOURARIA DAS LOTERAS
0 48 ri
llcurlqnc da Silva Morclra
PARA
0 fundo de einuicipac.io e iogeuuos
oUvCA.
COLONIA ISABEL
2 de Marco de 1887
Tendo o Exm. Sr. Ministro da Fazenda por acto de 7 de
Fevereiro ultimo, prohibido a extraeco de loteras por series,
acha se exposta venda a 7.a loteria para o Fundo de Emancipa-
goy que ser extrahida no dia 10 do cor rente s 2 horas da tar-
de no consistorio da igreja da Conceico dos Militares, sob o
seguinte:
PLANO
5,ooo bilhetes a 4|ooo .
Imposto geral de 15 |0, sello, beneficio
e porcentagem.....
Precisa-se de urna boa engrmmadeira, que en-
sebo* tambem, para esas de pouca familia, prele-
re-se escrava : na roa di Kiichuello o. 13.
Solicitador
Jote Ferreira ii 1'uum, pion-iuuaio pul.' Tri-
bunal da Uel cao '<'. I''-ni n,l.i:.:o, tff--iee -e a
qcraa prreitu de tr>K.i!ios inlentes A m pro-
ntio D'a cidade de lVvqueir-i dK coinntc tic Cim-
brea, onde fci 6ua resid ocia, umbtic tn-balha
as enmarca do Brejo da Madre de Den, C>iroa-
i, S. Beut j e lascada. \
Preeisa-se de um menino pivra .caixeiro ; na
raa u Florentina n: 32.
Cofres pro va de fugo
O Carlos Linden tem dons novos em fotba, e
vende muito barato por str da taosignacio ; na
rna d> Bario da Victoria n. 48.
Urgencia
VENDAS
Vende te doa cxeellentes chsss na cidade
da Escada, sita rnn do Coranrcio, bem cons-
truida de p^ra c c! 5 >. trstar nesta cidaTe do
Rccife com Antonio Punir L^pes, ra do le-
crm u. 74, e na cidade d Esc&da eom Alfredo
& CiiO.p-.nhH
Anuae o
Pie.cif.-Je Sfm demora fallar com o Sr. Anto-
nio Vctor de S Barreta, rua do Rangel nume-
ro 65._______
Vende se a arrai.c3o da ra d^Rungel n. 10 ce-
' dendo-se n casa i>e ermprador.
Grande vantagem olerece o lalho
de carne verde de 3tow Porto
do Carvo
RA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
O fregus que completar o numero de 30 hdr
grammas de carne, receber orna nameracSo para
cerresponder com a maiur loteria que ento eati-
ver na circnlacio d'esta oidade, e ie conber a
aorto grande em dita numeracao, o consumidor,
t^ri, pelo espaeo de 6 meses 6 kilos de carne, dia-
yjo, ; oa consumidores, de 6 1 kilo, s tero o nu-
mero de kilos qued'sntea consamiam diariamente.
(j conductor do feliz consumidor ser tambem
mtificado com 50/000,
U_ B.Toda a carne ser entregue no talho aos
-rtrtiidore des fre^uezes.
'j^fe, 27 de Fevereiro de 1887.
VI'N-HO
m\mjmM
DoD.rVMi de pars'
Coatando om tras fermentos
da digeatao :
PfjtsM, DiaiUM Pucratin
recutado roa TODOS
OS MIDIOS, pira u DtrestOes
k tardas e laboriosas, Syspep-i
Isla, Cardalsla, lOastralgla, Oalmbraa da esto-"
f Dif, ?atnxtoa, Ooarsleaeeat-
! Untas, etc.
Deposito geral : B. VIVIEN
60, BonI' dBtrbonrg, m Parla;
aa taoaa u nuaaMua
Vivciro para passaros
Vende-se dous gi andes e bonitos viveiros po
Si eco commodo, sendo o motivo da venda ter o
ono acabado com os passaros quo possuia ; a ver
e tratar na roa do Imperado) o. 22.
Sem competencia
A Vrjm coabeci la loia flas estralas
Ra Duque de l axlas n. 5G
Becebea um completo sortimento de iaxendas
para os actos da semana santa.
COMO SEJAM:
G-irguro de teda pretaa 2*000, 2,1500, 3*000,
3J500 e 4.
Setina preto superior qualidade a 1*000, 1*200
1*509 e 1*800 o covado.
Merino preto com duas larguras a 700, 800, 1*,
1*200 e 1*400 o covado.
Cachemira lisa e bordada a 2*010 e 2*500 o
covado.
Renda preta bespanbola i 4*000, 5* e 6*000 o
covado.
Manteletes de caiemira, etamyne e renda, rica-
mente bordada a vidrilho.
Pelerinas ultima novidade.
Capas de casimira hardidas a viJrhi.
Assim cemo um completo sortimento d j guarni-
coea bordadas a vidrilho, para enfeites de vesti-
dos tanto de seda, como casimira e merino.
Lequea a Joanita a 500 ris nm.
Pechinchas para acabar!
59 Raa Dnp o Cniias 59
Nansocs corea firmas a 160 e 180 ris o cova-
do.
Crerones claros e escuroe a 240 ris o dito.
Fustes com oalminhas de cores a 240 ris o
te.
dildem braneo finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de seda a 300 ris o
dito.
dem branca para Exmas. noivas a 500 ris o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 5G0 ris o dito.
Setina de cores, braneo, e preto Macj a 800 e
1* o dito.
Combraia de forro preta a 1*200 peca.
Eaguies de linho de 10 jardas a 4* e 4*500 a
dita.
Madapol&o pclle de ovo de 20 ditos a 6*500 a
dita.
Algodes superiores a 3*500 e 4* a dita.
Brim de cores, lindos padiovs a 400 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ria o dito;
Angolas finas, cores firmes a 560 ria o dito.
Cambraia branca bordada a 5*500 a peca.
dem Victoria fina a 3*200 a dita.
Bramantes de algodo superiores a 900, 1*200
e 1*500 o metr<.
dem de linho puro, do melbor, a 2* o dito.
Lences de dito para cama de casal a 1*800
nm.
Colchas de ganga idem a 3* orna.
dem idem para sellei-oa a 2*500 orna-
Colchoea francezes, grandes, a 15* um.
Ceroula? de superior bramante a 12* e 16* a
dosis.
Meias inglezas, cruas, a 2*800 e 3*500 a dita.
Lencos branecs e de cores a 2* a dita.
Meias [ ara ciiancis a 2*500 a dita.
Guardanapos bordados de linho a 2*400 a dita.
Camisas francezs superiores a 86 v a dita.
Cortes de meia casemira a 1*800 e 2*.
dem de casemira mperiores a 3*000, 4*500 e
6*000.
Para a quaresma
Merinos preto, sortimento sem competencia,
preeos de 1*000, 1*200, 1*50^, 2*000 e 2*500 o
covado
Gis de paples, verdadeiro de Lioo, a 2*500
e 2*800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 2*000 o co-
vado.
Veludilhos lieos e bordados a 1*000 a 1*200 o
dito.
Mantilhas brasib ira a 5* uma.
Fil de sede bordado a 2*800 o metro.
Fichue, idem, grandes a 7* um.
Cheviots sorjeriorea a 2*500 e 3*000 o cova-
do.
Casemiras, pannos, Sedans, merinos e todos os
artigos para o uso domestico te encentra na acre
ditada cata de
(>,i neiro da Cunta k C.
vendas en grosso damos
descontos
S9 Rna Duque de Caxas 39

1 premio de .
1 ' a
1
1 .

' 8
16
55 > >
916 "
l.oo 4
Ioo3ooo
5oooo
2oSooo
lo^ooo
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0 thesonreiro,
Francisco Goncalves Torres.
2o:ooo^oo )
5:95oooo
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(>:ooo.ooo
l:ooo|ooo
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Soo^ooo
5oo5ooo
4oo^ooo
32oSooo
55oSooo
4:58o^ooo
l^:o5o$ooo
Artigos para as excellentissimas senhoras
para as excellentissimas senhoras
C*pa sde cachemiras com vidrilhos de differentes presos.
Sedas preUa, lisa, superiores, chegadas ltimamente a 2^800, 2#200, 2)H00,
8)J00O e 35500 o covado.
Ditos lavraa a 3^200 e 3^800 o oovsdo.
Setins pretos, lisos, a 1,5000, 1,5200, 1,5500 e 2K)00 o covado.
Etimine de seda, tecido aberto, a 24O0 o covado.
Cachemiras bordadas a 15800 0 covado.
MerinB, bem pretos, a 800, 1,5200, 1550O e 2,5000 o covado.
Dito assetinado a 15200 o covade.
Sctioeta fraueeza, lisa, a 500 rs. o covado.
Lavas pretas, de seda, de 3, 4 e 6 bolSos a 25000, 25500 e 3*000 o
par.
Artigos para homens
Cheviots pretos a 35000, 45000 e 45500 o covado.
CasBmiras diagonal de 20300, 25500 e 5000 o covado.
Panno fino de 25500 a 60000 o covado. Aproveitem !
A' ra Primeiro de Marco n. 20
AMARAL & C.
4os 1.000:000*000
200:000*000
100:0001000
I1R1ND1 LOTERA
DE 3 SORTBIOS
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanoiogiea|Isabel
DA
PR0VING1 i DE PERNAMBUGO
Ex raceu a 14 He H Hb 1887
0 thesonreiroFrancisco Goncalves Torres
A' Florida
Ra Duque de Caxas n O*
Chama-te a attencSo das Exmas. familias par-
os precos seguintes :'
Ciatos a 1^000.
Luvas de pellica por 2 j500.
Lnvas de seda cor granada a 24, 2J500 e 34
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 re o
metro.
Albuos de 14S00, 34, 34, at 84-
Ramcs de flores finas a 14500.
Lavas de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 14 o par.
Porta-retrato 500 r>, 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anqninhas de 24, 245CO e 34 uma.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs,
Bspartilho Boa Figura a 44500.
dem La Figurine a 54000.
Pentes para coco com ioscripcSo.
Enchovaes para batisados a 8, 9, e 134000
1 eaiza de papel e 100 envelopes por 800 ris
Capella a veas para noivas
Suspensorios americanos a 24500
La para bordar a 24800 a libra
M3o de pipel de cores a 200 ris
Estojos para crochel a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largara a 34000, 44000 e 54000 a peca
Para a paresia
Leques para menina a 200 ris.
Liiia para machina a 800 ris a duzia, (CB K)
Bordados com dois dedos de largara 600 ris,
3 dedos 808 ris, 4 dedos 14200
Cambraia tapada.
Galio de vidrilho metro 1.
Franjas da vedrllbo a 14,
Lavas pretaa de seda e Escoc'a.
Franjas e gal5es fios a 24500, 34e 44 o metr
BARBOSA & SANTOS
XAROPEd reinvillier
Laureado pela Academia de Medioina
la--. Caa/he/ro da LegiSo de Honra
^HATOdsCAL
O-ESXj-^-
r&#
0*
O Phospbato de ca a substancia mineral mais abundanf 3 do organismo e toda vea que sua
tanUdade normal dlmlnue resulta urna atecco orgnica grave. ___ .,.m.h-
Mais de cinco mil curas, a mor parte ita.lii.Vada Pelos Profjsores eMedlcos d ?aCTMad
torso obtidas ltimamente e flzerao com que o laropti do sV KeinvUller roMecia^ncaao
como o especifico ma~ ,'eguro couira a Tialea pulmonar, Brooebltii chroa*, AeU,
BarbUlamo, SrMlldade flo Or;:?nl.mo. 0 Tarop o V tteinxiluor administrado
dJarlameute as enancas facilita a dentlcao e o creaelmento: as maes e amas de IeRe toraa <
Tte melrior; impedo^ carie e queda dos dentc3 tao frequentea dejipls da prenne.
aiKllu : Pbarmaoia VX*SNQ1TH, 8, Plaoa da la lUgdaleina, M
Em i'ernambuco: FI1AX- Ht. dtt SIL VA C,i oss prlnolptst Phirmtcitis,
Vende se uma vacca nova, casteada, com ama
magnifica becerra tourina ; na ra do Dr. Joa-
qnim Nabnco n. 3, Ca panga.____________________
Oleo para machinas
Superior qaalidade, a 64400 a ltn
Saloes : vpnd-ae na
apositos.
a opivu a lat em cinco
vende-se na fabrica Apolle e de seu
Bom negocio
Vende-se ama casa de molhados, propria para
principiante por ter poneos fandos ; quem preten-
der dirija-se refinacSo da ra do Lima, em San-
ta Amaro das Salinas.____________________^_^
Cabriolets
Vende se deus cabriolets, sendo um deacoberU
e ontro cberto, em perfeito estado, para um ou
dona cavallos; a tratar ra Duque de Casias
n. 47.____________________________
Doce de caj secco
Em latas de duas e quatro libras, assim como
latinosa com jalea e latas com doce de goiaba,
tem conuuadamente para vender a preco commo-
do ; na ra do Bom Jess n. 35, armaiem.
WHISKY
BOYAL BLEND marea V1ADO
Este excellente Whisky Escessa preferivfc
so cognac ou aguarden* 5e canoa, para fortifica.
o cirpo.
Vendo-se a rctalho nos Ihsres armasen*
aMtbados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO oojo ai
me e emblema sao registrados para todo o Braat.
BEOWW8 & C, agentes


i '*
'"%


Diario de Pcriiambuco(uarta-icira 9 de Marfo de 1857
l
I
*

SCIBNCIAS
PHYSIOL.OIA
(Jtrtial do Commercio de Lisboa)
enlioa antes do nawclmenio
M. Preyer, o sabio physiologista allo-
mSo, cujos trabalhos sobre o desenvolvi-
mento dos sentaos "na trianga j demos
aqui a conhoeor, aenba de completar o scu
bello livro sobro esso issumpto com ara
outro sobre os sentidos da enanca antes
do nascer, sobre a psychologia lio enibryao.
M. Preyer investiga, tanto quanto possivel
o ponto de partida dos sentidos da recem-
nascido, em que poca, no bomem e no ani
mal, cada orgao dos sentido*'so torna ex
citavel.
!. Sensihlidade da pule
ae meimo totopo a deglutidlo ; no segn- deguliclo quando Ibes apresentamos cor- ovo, tem respirado pelos puloiois (?0 ras-
do caso a faca eontrahia-se, manifestando' pos volateiscoui churo caracterstico, como, I piraeSes por minuto em alguna casos), e
A sensibilidade superficial da pelle
foca no embryao, emquanto o fo da sua
existencia intra-ut?rina se nao aproxima.
Fazendo penetrar urna agulha no abdo-
men d'uma porquinha da India em estado
adiantado de gestacao at picar um dos
enibryo'es, \e-se pelas oscilagoes, s vezes
mnito rpidas, da agulha, que o embryao
picado se poz em grande roovimento.
Asimples paipigSo seguida de nume-
rosos movimentos de repoblo da parte do
feto, e urna forte pressao fez o ir.esmo ef-
teito quo urna picada.
A sensibilidade da pelle demonstra se
tambem nos cmbrySes do coclho rauito adi-
antados e imraedataraente depois da sua
extraegao rpida do tero.
N'uma das suas numerosas experiencias
nos Mol de coelhos, M. Preyer tirou de
urna coelha cinco quasi a termo, no capa
50 de cinco minutos. Emquanto se abra
o tero os embry3es estavam sem mov-
mento, mas com a apprehensao e a extrae-
cao, completa muitos dalles coroegarao a
-mover as patas. Depo3 de cortado o cor-
dSo, bastava aportar a qualquer dos cinco
ama pata, ou exeitar-lhe por meio da eloe-
tricidade um ponto qualquer da pelle, para
que elle se remexesoe com vivaedade. A
excitagSo dos ervos cutneos, por meio de
urna serie de fortes descargas de induecao,
j aem duvida muito dolorosa, porqnc
os snimaes davam gritos tao fortes duran;
te a excitabas, quo"era-para^su-rrrfar a
"forjTT sua os. Estes gritos fortes repe-
tiam-sa cada vez que se lhes picava a pelle
cora urna agulha, ou se lh'a queimava com
cidos mineraes enrgicos, ou com varetas
de vidro muito quentes; mas as outras
respostas reflexia s exctagSes cutneas
dolorosas eram completamente irregulares
e sem fim determinado.
Os movimen'os destes pequeos seres
ainda cegos eram na vordade vigorosos,
mas completamente incoordenados e rev-
tarara apaas que ellas sentiam a forte ex
citogao cutnea, traumtica, elctrica, ther-
roic, chimica.
Os movimentos destes emlrySes tug
menta vara at s convulsSes com urna cer-
ta elevagao do temperatura, emquanto que
o resfriameuto os entorpeca.
2. Sentido do gosto.
Foi Kussmaul qua deu a melhor prova
de qae um feto tem j, um ou doia roezes
antes de nascer, a taciddade de experi-
mentar a sensago o gosto.
Kussmaul fez as suas experiencias em
fetos recero-nascidos de sete e do oito me-
ses, a vio quo a maneira por que alies
reagem quando se lhes rega a lingua com
urna soluglo d;o (assucar), muito diffe
rente d'aquella por quo ellea reagem quan
do se emprega urna 6olucSo amarga (quii
no). No primeiro caso elles chupam a pon
t da lingua com eviJento prazer, fazendo
desagrado: com u.r>a solugao muito fraca
de quinino, soeote os msculos elevado-
res das narinas e do labio superior se cen-
trahiam; com urna solugao mas forte,
contrahiam-se tambem os msculos supra-
ciliares e os constrkt ires das palpebras,
e havia contracgSas convulsivas da pharin-
ga e esforga para vomitar.
Estas contrteles produzirao-so tois
ou menos em muitos fetos nao a termo,
do mcsiTio medo que no* fetos em maturi-
dade, particularoen.e n'um do .sexo mas
culino, qua tinha naacido no stimo mez,
cuja pelle vermelha estava ainda caberla de
ianugem, e cujas raaos eram azues o fras.
As experiencias de Ganzmer confirmam
as de Kussmaul. Geoz'raer constatou que
ba grandes differengaa individuaes no qua
respeita a vivaiidade da reagac, o que
deve necessariamente acontecer.
Historiando estas experiencias, mr. Pro
yer coocluo que nao permittido duv-
dar quo a via reflexa do nrvo do gesto,
ao menos das fibras nervosas sensiveis no
amargo e ao doce, existe e praticavel, j
dois raezes untes do nascimento, at aos
ervos nroteres do msculos faciaes, lin-
guaes, pbaoyngianos, massstjres.
Esta conclusao tem para mr. Preyer
tanto inais valor quanto certo que a oc-
caaiao de utilisar esta via reflexa, ou que
urna verdadeira sonsagao do gosto, dfficil-
mente sa presentar no otero. Mr.
Preyer nao acha que a agua do amnios,
engulida pelo feto, lha possa despertar
qualquer sanaagSo gostativa, a qua abi se
acha realisada a condicSo fundamental de
todas as exeitagoes nervosas e de todas as
sensagSes, isto a brusca transtaroagao
do meio ondo estao as.extremidades exci-
taveis dos ervos, a nao se pretender que
o feto seja capaz de distinguir se tem na
boc a agua do amnios que aspirou, ou o
liquido proprio da sua boca (muscus ou
saliva). Ora, ncm a agua de aranios, era
o mucus bucial tem um grande sabor, e as
criaogas recem naseidas mostram-se in-
diferentes a qualquer sabor que nao j>J8'-
duza urna sensago gostativa tortee
E' possivel, coratudo^-que urna ou outra
vez a agua d.ij-huios possa influir no pa-
ladar.,-4a'embryAo, pela ioteosidade da
solugao das substancias alcalinas ou
salgadas qua emtn, a tambem pelo addi-
por exemplo, acido propionico, ammoniaco ouve sa l de dentro a sua voz muitas ho-
lqudo, tintura de iodo, acido actico; elles
sacodem alguraas /ezes a cabega com ener-
ga, c veem bicar no vidro que contem a
substancia voltil.
Os fetos de coelho e de porcoa da India,
extrabidos do tero pouco antes de irem
nascer, apresentaratu no fim de urna hora
a Mr. Preyer signaes inequvocos da f*
culdade de cheirar : mas elles apresentam
tambem grandissimas differengss indivi-
duaes. Uns daitam a eabeg para traz
quando ob vapores do nitrito do amylo, do
acido propionico, do cliloroforjiio, estilo
misturados em pequea quantidade' ao ar
inspirado : outros, e.u seguida aquella im
pressSo inslita, gritara mesmo, acompa-
ohando os gritos com urna forte agitacSo ;
outros ainda s muitos segundos depois
reagem, e, m:srao em alguns casos, d'um
modj equvoco.
4o Sentido do ouvido
ras antes da sabida.
5" Sentido da vista
cionamento de um pouco
doce-amarga e acidula.
de urina feta
FOLHETIH
o. Sentido do olfacto
A condicao fundamental para que no
horneo se produza urna sensaco oltactiva,
em seguida a urna excitijao externa, a
inspiraco do corpos gazosos. Esta condi-
$ao falta inteiramente na vida embryona-
ra. Ainda mesmo que o embryao tivesse
a po8sibilidada de experimentar orna sen-
sajSo qualquer do ervo olfactivo, elle n5o
se acha em condicoas favoraveis para que
sonsacos de&sa natureza se produzam. No
futo, at ao nasjimento, as fossaa nazaes
nilo conteem absolutamenta oenbum ar;
como a cavidade bocal, ellas est2o comple-
tamente cheias da agua do amnios.
Mas e feto humano de oito raezes (naa-
cido antes do termo) tem a excitabilidade
do primeiro par de ervos eerebraes
Kussmaul observou que, neste caso, as
exbalagSes oVasaa-fUida ou de oleo-animal
de Dippel, penetrando no nariz, produziam
manifestacSes nequi socas de repugnancia.
Segundo esta experiencia, tfaoddade
do experimentar eensacoes olfactivas exis-
te antes do oascimaoto, a somante o que
lhe falta a oocaeiao de entrar emacejto.
Os pintos qae, antes de desiascarem,
respirara ar durante horas, terao mait pre-
maturamente e mais desenvolvido nas-
cecca o sentido do olfacto. Muitas vezes
elles fazem movimentos de repulsSo de
Emquanto que o sentido do olfacto e o
da vista, que examinaremos adianto, nao
podem ser postos em aotividade no feto por
nenhoma excitacSo adequada, ha numerosos
factos qae podem ser designados como
excitantes objectivos do sentido do ouvido.
Taes sao as pulsacoss da aorta e a bulha
coutinua do eoracao da mai, 01 ruidos do
tero e dos intestinos desta ultima, em vir-
tuda de desenvolv ment de gazes, ou de
movimentos peristlticos, o ruido mus-
cular e o do cordao umbilical, a bu-
lha do eoracao do proprio feto e a dos mo
vimentos deste, factos que nos podemos
constatar com o ouvido desarmado, ou por
meio do stethoscopio e do microphone; pode
ainda citar-se a inesma bulha da voz da
mae, do rocagar do3 vestidos, dos diversos
embates do corpo.
Pode suppor-se que o feto cheguo a re-
ceber a sensaco auditiva de algumas ou
de todas estas diversas, bullas que se
estao constante monta a produzir em volta
dos seus ouvidos; mas nao se pode affir
mar isto, refutando absolutamente a opi
ni2o de Portal, por exemplo, de qae elle
surdo.
Baseando-se em diversas experiencias
indirectas, entre outras que o recem-nas-
cido inaiffrente, dorante a primeira
hora qae so segu ao nascimento, aos mais
fortes raidos, M. Preyer conclue que o
feto humano nao pode experimentar antes
de uiscer nenhuma sensagao auditiva. Mas
este facto, de, durante a primeira hora
vida extra-aterioa, o feto nao oavir,
explicado por estar elle at all mergu-
lhado com todos os seus orgaos dos senti-
dos na agua do amnios e ser o ar um
pe'or conductor do som. Parece, pois, que
dentro do tero elle devia ter j ouvido ;
invertem, poreru, aqui am facto do obser-
vacSo directa, qae prova irrefatavel de
que o embryao surdo, oado qae, ao me-
nos, como acontece com o sentido do ol-
facto, ella nao tem possibilidade de por em
accSo o sentido da andicao : antes do nas-
cimento a caixa do tympano acha-se cheia
de ama massa resistente, oa de teoido ge-
latinoso, e mais tarde, d'um tecido con
janctivo molla, e isto de lal modo, qpo a
passagem da ondas sonoras deve jalgar sa
completamente impossivel.
Assiin qae se esUbelece a respiracSo
pulmonar nos fetos do porco da Iadij nas-
cidos antes do tdmpo, o reflaxo do ouvido
t3ina-se apreciavel, e angmenta rpida-
mente. Pelo contrario, os coelhos extrabi-
dos do atero pouco antes do termo, nio
respondom da modo nenbuui, darante mui-
tas horas, s excita$Ses auditivas.
Com as aves d-se o contrario. O pinto
muito pouco tempo depois de sabir do ovo
vai ao chamado da gallinba ; por um ou
dous das antes delle quebrar <* casca do
Os caes, os gaLs, os coelhos, os ratos e
os morcegos, todo3 os mamferos qua as-
cem com os olbos fechados, nao pondera,
bem entendido, ver senSo depois de terem
os olhos abertos.
Na especie humana, ao fim do sexto
mez da vida intra uterina as paipebraa
descerram-se; mas n^nbuma sensaco lu-
minosa se pode produzir anteB do nasci-
mento, se a vida ainda durante tres me-
zas vai continuar a ser deserapenbada
n'um meio oode reina ama escuridSo com-
pleta.
as aves nao deva isto dar-se, porque
as aves deixam passar fcilmente a laz
atrazez da casca, sobretudo se esta bran-
ca. Os ninhos, onde esses ovos sao cho-
chados, estao sompra mais oa menos ex-
postos luz e podem recebar mesmo di-
rectamente os raios solares nos instantes
em que a3 m2os emplumadas vo procu-
rar a propria subsistencia.
Mas, cora respeito aos mamferos, aia-
o facto que so d, em virtude da obscuri-
dade do tero, nao prova a nao existencia
da facnldada de perceber a sensacaj, ma
apenas a inactividaie do orgao por falta
das condicSes mais indispensaveis.. Ha
exemplos de fetos de sete raezes, qae,
vinte e qaatro horas depois da nascidos,
voltavam a cabeca para a luz cada vez
qae lh'a desviavam ; n'am feto de oito
mezes, logo depois de nasci lo, a viracho
das iopressSes luminosas proJazia a con-
traccao e a dilataco da pupila.
Os por.'os da India rocem-nascidos in-
commoda-os tanto a -luz forte, que se refu-
giam nos recaotos mais escaros.
Em summa, segando as numerosas en
periencias originaos e a cooplicacio de
M. Preyer, o embryao de urna certa dada
possae j mais ou menos todos os senti-
dos, e s lha faltam, em virtada do meio
especial qae habita, as coniicSes para 03
pdr em accao.
AbbdaJFRTADO.
9
VARIEDADES
A Embriaguez por anggesto
Um official do exercito federal america-
no, durante a guerra da successao, dera-
8B em pouco bebida. Concluida a paz,
fez-so bebedor d'agua. N'uma occasiSo,
em que, assim regenerado, como ella dizia,
jantou com alguns dosatus amigos com-
panheiros de armas, nam todos emendados
daqaelle habito, saccedea que muitos dal-
les se embriagaram a cahir. A' vista do
espectculo que elha lha dorara, o regene-
rado, sbitamente embriagado, levanta-as
titubeando, pronuncia um speecli muito
estapaturdio o caha quasi morto sobra urna
cadeira. Foi preciso leval-o para casa,
n'um trera, n'um estado de inconsciencia
absoluta. Nao beber senao agua. E'
um caso de bebadeira contagiosa.
Outro : esta nao foi militar; era um
funecionario publico. Teve, tambem, ha-
bito de intemperanca, rompou com elles
o, completamente liberto dessa degradante
escr-vdilo, assistio igualmente a um gran-
de jantar. Foi elle mesmo qnem o doa.
Alguns convivas beberam da mais. O
amphytrio fez qaanto pode para se con-
servar em sea juizo, o qua nao impedio
qae, d'ahi a poucos momentos, tivesse des-
odo ao nivel dos mais alcoolisados dos
seus convidados. No da seguinte, como
todo o bom bberrao, esto devoto da agua
pura, apenas tinha ama vaga lembransa
do que se passara. Termos do protoxdo
de hydrogenio.
Torjeiro caso. Ainda um alcoolieo do
outro tampo, em que a antiga intemperan-
ga fora substituida por urna sobriedade
exemplar avilavelmante observada du
rante dosa anuos. Era um mili'ar. Foi
n'u na expodicSo fronteira do sea paiz,
com cara aradas qae bebiam de veras ; elle,
qu) s babia limonadas, comecou a dar
bordos e ser considerado por todos como
bebado, apezar dos sous protestos indigna-
dos. S^opro a embriagues contagiosa
Ter a bsbedeira o sou microbio ?
Ultimo caso. Um cultivador, um teato-
tatler, isto um bebedor de cb. Este
hornea habitava em S. Luiz. O3 sous
concidadaos elegeram-no seu representante
no coJgra8so. Ou pela attraccao do3 con-
trarios, ou por qualquer outro motivo li-
gou-se ltimamente com um dessos legisla-
dores amigos da boa pinga, que nilo sZo
raros aos pases onde sa falla o inglez,
um Soln que nanea se deitava sem estar
completa.neata embriagado.
Algumas semanas depois de an^ar com
tal companheiro, o nosso cultivador nao
era mais do qua o duplicado do seu co-le-
gislador ; bebado todas as noites como elle
e da mesma maneira; mai se podendo
saster na3 pernas, disparatando e rindo
estapidamente, nao difteria do seu chafe
de fila senio na causa do estado ommum
dos dous, nao tendo mais consciencia do
seu estado do que a que tinha o seu mo-
delo. Nest; reviraraento da sua psrsona-
lidade s ama cousa oscapou : a resoluco
de nSo beber alcool. Nunca faltoa a ella.
Correa o boato de qua ello nao era mais
do qae am bebado incorrigivel, os proprio3
jornaes tiseram allusao a iaso ; desta vez,
porm, engaaavam-se; mas o seu erro era
humanamente nevitavel, o quo o explica.
A evidencia era tal coatra a victima,
que seria ama insensatez o pretender des
culparse. Todava, quando, Bob um pre-
texio qualquer, o aflastavam da desgrana-
da compaohia do sea amigo, toroava facil-
menta a ser senhor de si. Mas apenas se
encentrava com babados, volta va lhe o vo-
mito artificial.
As cousas foratn tao longe qua o cui-
dado pela sua boa reputacSo o obrigou a
tomar am partido. Resolveu fugir dos in-
di vi luos dados s bebidas e manteve-se
nesta resolucao, apezar dos inconvenientes
que d'ahi lhe resaltavam, porque, como
notoa ao jornal americano, vio se forjado
a nao comparacer nos jantaros officiaes 1
Nd Ha tanto microbio n'isto como
n'outras causas, em que moda metel o,
ainda que para isso seja preciso transfor-
mar o effeito em causa. E' pura sngges
tao, pelo exemplo, actuando sobre natura-
zas predispostas, antigos alsoolicos, nos
Tu es o perfume divino, encantado
Qu'exhala a rlornba assim ao nascer T
Eu bou o reflexo do sol qua s'esconde
Assim a tardinha querendo morrer !
Tu s lindo arroio, que corro fugaoe
Por entra campias, que folgam de ver-te !
Eu triste o gemido d'um vate saudoso,
Que lonije delyra s por conhecer-te '
Tu s linda imagera de virgom formosa
Qu'a la enamora risonha e fagueira .'
Eu bou triste louco por ti suspirando
Dasd'hora quo vi to formosa e faceira!
Tu s bella aurora d'um da d'estio '
Mais linda qu'estrella que brilha nos cos !
S iffrendo as privaocas d'um riso dos teus -
Tus diva altiva d'um mundo de fadas,
Que Helena mas bella, divina e loucS !
Oa astros s'humilham por ver-te forrooao
E Venas s'ufana cbamando-ts irma! !
Recifa 27 Fovereiro87.
Glandim.
tres primeiros casos, e, no ultimo, um bo-
mem predestinado para a demencia alcoo-
lica, com o revelou um exama muito de-
udo. Foi mesmo por causa dessa vocacSo
que li impdzera a si proprio a abstinen-
cia rigorosa, tao bam guardada.
Reconslliaeo
a' nemo
Se delyrando n'um soffrer som termo
Ousei uo da m'esqnecer d'araar-to
Buscando a solidao;
Se na loucara de te ver rendida
Em brayos d'outrem ta julguei infida.
Oh d-me o perdao !
Tu tens um paito abarto s sans virtudes,
Um teu sorrir tradusamor e graga
Asss fascinagao I
Em ti minh'alma de prazer despida .
A vida encontrar, e arrependida
A' luz da RedempcSo.
Aos teas olhares se m'acalmam magnas,
E am paro affecto teu somenta basta
Pr'a m'estngair a dor!
Tu s o sol que brilha anto mcus olhos,
A luz qae vera gaiar-me entre os escolaos,
O mea primeiro amor 1
Um dia despresastes os meus affeotos
E julguei-te, mulher, perdida, falsa
Cruel,sem corac&o
D'esse engao, porem, j convencido,
Eu venho te implorar, arrependido
Um riso de perdao '
Bam sabes quanto de [a indifferenca !
Amar Bem ser amado um s instante
Sem ter ama esperanca 1
Qual louco, no furor da desventura
Aspira ao melhor a. sepultura
Em taita de vioganca
Bem vs... amei-te muito, exiremooido
Votei-te os meas affactos, nSo fiagidos
Jamis deixei de amar-te
Se am dia, en raceioso de perder-te,
Estas formas curiosas da saggestao, tto Chegaei a enramar e maUvr- e,
Jamis pude odiar-te
proprias pira demonstrar que o seu cam-
po da aceito anda nilo est bam conhsci-
do e mais vasto do qae se snpponha,
sao publicados pelo Dr. Crothers, na re-
vista americana the Alient and Newolo-
ait.
m
O flORCUNM
POR
rL3 nni
QUINTA PARTE.
o :;si3Ai: n casamiq
(Cuntinua^ao do n. 54)
XI
Flore de llalla.
Sua Alteza explicou a historia do
conde Canozza ?
O principe collocou lhe a mao no hom-
bro.
No da sagainte ao nosso casamento,
proseguio o Carcunda, porque dei-lhe um
dia para reflectir e habituar-Be cam a roi-
oha giba. NSo pode.
entilo ?____disse Gonzaga, qae
olhava para elle attentamenta.
^O Corcanda pegn n'um copo que esta-
va em cima do aparador e 0000500 a olhar
para o principe, de frente.
Seus olhos chocaram-se. Oa do Cor-
canda exprimiram de repente ama furoci-
dade tao implacavel, qoo o principe mar-
ra aroa :
To joven, tao bella, nao tiveste
compaixao T
O Corcanda, com ato movmento con-
vulsivo, qoebroa o copo em cima do apa-
rador.
Quero que me amero disse elle com
um tora de verdadeira ferocidade. Taoto
peior para aquellas qae o nao podem I
Gonzaga ficou um instante silencioso ; o
Corcunda *nha readquirido a calma.
Meus senhorea, exclaroou o principe
de repente, qmpurnuido Cbaverny com o
p, levem este horneo.
O peito da Esopo II offegava. Fez nm
esforco para oceultar o seu triumpho. Na-
vailles, Not, Cboisy e todos os amigos do
rosto. As roulheres tiveram a caridade de
o beliscar at fazer sangue.
E todoi gritavam :
Acorda, Cbaverny, acorda : tiraram-
te a teta mulher I
E sers obrigado a restituir o dota !
accreseentoa Nivelle, sempre occapada com
pensara en tos solido.
Chaverny, Chaveroy, acorda I
Vaos esforcos I Cocardasse Janior e
Amable 'Passepoil carregaram o vencido
nos hombros o transportaran) n'o para as
trovas exteriores.
GonzUga fez-lhes um signal.
Quando passaram junto de Esopn II, cate
disse-lhes em voz muito baixa :
Nao Iho toquem u'ura cabello, pelas
suas vidas 1 e le vera a carta ao scu des-
tino.
Cocardasse e Passepoil sahiram com o
sea fardo.
Fizemos o que p ideos, disse Na-
vailles.
Fomos fiel amisade at o fim, ac
crescenloa Oriol.
Mas, definitivamente, p casamento do
Corcunda muito divertido, disse Noce.
Casemos o Corcunda 1 casemos o
Corcanda 1 gritaram as mulheres.
Esopo II saltn da um pulo para cima
da mesa.
Silencio I disseram de todos os la-
dos : Joas vai pronunciar um discurso.
Meus senhor es, minhas aen horas, dis
o Corcunda, gesticulando como um advo-
gado no jury, estou penhorado com o in-
teresse lisoogeiro que se dignaram dispen-
aar-me. Cortamente, a consciencia que te-
oho do roen pequeo mrito devia tornar-
me silencioso.
Muito bem didse Nivelle, falla co-
mo um livro.
Joas, disse Nivelle ; a sua modes-
tia torna ainda mais brilhaute o seu talento.
Bravo I Esopo H! bravo !
Obrigado, minhas senhoras e meus
senhores ; a vossa indulgencia d-me co
rsgem para procurar tornar-me digno, as
aira como a bondade do Ilustro principe a
quem deverei a minba corapanheira.
Muito bem I bravo, Esopo I um pou-
co mais alto.
- Alguns gestos com a mSo esquerd,
disse Nivelle-.
Urna copla o proposito gritn Des-
bois.
Um minuete I Urna giga sobre a
tcalha.
Se nao s am ingrato, Joas, disse
Noce com um tora com movido, declama a
marques qoiseram tentar am ultimo nfor-, ioena Q Achules e do Agamenn
favor. Sacudiram-n'o ; cha
go em sea
maram-n'o.
Oriol detou lhe nm copo com
Meus senhores, minlia* senhoras,
respondeu gravemente Esopo I, iaso alo
--rae. -
cha-1
reconhecimento com alguma causa melhor,
espero dar-vos a nova comedia, urna re-
presentscao 1
As obras de Joas I Bravissimo I
fez urna comedia !
Meus senhores, minhas senhoras, vou
pelo menos represental a ser um impro-
viso. Pretendo mostrar-vos como a arte
da seduccSo mais forte que a propria na
tureca...
Neste momento, 03 vidros do sali ran-
geraro, ouvio-se ama immensa acclama-
$80.
Vai dar-nos ama ligio da galante-
ra I
Gritaram: A arte de agradar, por
Esopo II, 00 Joas l
Tem no bolso a facha de Venus Os
gracejos, os risos, as gracas e as flachas
do joven Cupido!
Bravo, Corcunda I s soberbo 1
Curaprimentoa a assembla e coacluio
sorrndo :
Trsgam a minha joven esposa, e fa-
rei tudo quanto pudor para divertir a so-
ciedade.
A mulher do Corcunda 1 vocileravam
todos; tragao a mulher do Corean ia I
Naquella momento a porta abro-se e
Gonzaga reclamou silencio.
D. Cruz entrou amparando Aurora, que
cambaleava mais paluda que a morte. O
Sr. Peyrolles ac mpanbava-as.
Houve um longo murmurio de admira-
gao quando virara Aurora. No primeiro
momento, todos aquellos senhores esquece-
ram aquella alegra louca qoo acabavam
de mostrar.
O proprio Corcunda nao acboa :o quan-
do disse, com a luneta nos olhos e com um
tom cynico :
Com a breca. Minha mulher lia-
da "
No fundo daquelles coracSes antes entor-
pecidos do que perdidos, um sentimentode
compaixao despertou-se.
Por um instante, as proprias mulheres ti-
veram pena, tal era a dor profonda e a
melga resignacad qae se via naquelle ado-
ra ve 1 rosto de virgam.
Gonaaga fransio as sobrancelbas olhan-
do para os seus convivas. Taranne, Mon-
taubert, Albret, as almas dainadas, tive-
ram vergonha da sua emogao e disseram
t.' feliz o diabo do Corcunda I
Era a opinifto de frei Passepoil, quo vol-
tava em companhia de Cocardasse, bou no-
bra amigo.
Mas o seu primeiro mormento da inveja
deu lugar admiracao, quando reconhe-
ceu, assim como Cocardasse, as duas mogas
da ra de Chantre ; a moga qua o gascao
tinha visto pelo brago da Lagardra em
Barceliona, e a moca qae frei Passepoil
Diva
(A sillo pessanha
Tu s o ronxinol: en a rola qae se qadixa;
Ta'alma voi e canta; a miaba chora e
(desee;
Tu 3 o hyrano altivo ; cu singela endeixa;
Tu s o amor e o mando ; en, a saudade e
(prece!
{Ihomaz Ribeiro.)
vio pelo brago de Lagardra em Bruxel-
las.
Nem uo nem outro sabiam do segredo
da comedia : o que se ia passar era psra
elles um roysterio ; mas sabiam qae ia pas-
sar-se algara a coasa singular.
Fzeram signal um ao outro.
O olhar que trocaram quera dizer:
aAttengo 1 NSo tioham necessidade de
experimentar as espadas para saber qae
nao ficariam na bainha.
A um signal qae lhe fez o Corcaoda,
Cocardasse respondea com am ligeiro mo-
vimento de cabega. ,
E entao, resmangoa elle, dirigindo sa
a Passepoil, o Corcanda qaer saber se a
sua carta foi entregue; nao temos que cor-
rer muito.
D. Cruz procura va com os olhos Cba-
verny.
-- Tal vez o principe mudasse de opi-
ni5o, raurraurou ella no ouvido da sua
corapanheira. Nao vejo o Sr. marques.
Aurora nao levantou os olhos. Virara-n'a
'juicamente menear a cabega com tristeza.
Evidentemente, nao esperava compaixao.
Quando Gonzaga voltou-se para ella, D.
Cruz pegou lhe na mao e fl-a approxi-
mar-se.
Gonzaga eatava muito paludo, apezar de
affectar sorrir.
O Corcunda cooservavase a seu lado,
fazendo o que podia para temar urna atti-
tude elegante, endireitando o gib3o com
um ar vencedor. Os olhos de D. Cruz
encontraran! os seas. Quiz interrogar o sea
olhar ; o Corcanda conservoa-se impasBi-
vel.
- Minha querida filha, disse Gonzaga,
cuja vos pareceu a todos ligairamente al-
terada, a menina de Nevera dsse-lhe o que
esperavamos da senhora ?
Aurora rospondeu sem levantar os olhos,
mas com a cabeca altiva e a voz firme :
Eu que sou a menina de Nevis.
O Corcunda estremeceu tilo violenta-
mente, que a sua emogao foi notada no
meio da sorpresa geral.
Com mil bombas I exclamou elle do-
minando iomediatamento a sua perturba-
glo, minha mulher do boa familia.
Sua mulher, repeli D. Crus.
Todo faltaran am vos ba:xi de um la
do a outro do saino.
as mulheres nSo tinham pela reoem-
chegada a a^ersio iavejosa qu-i teatemu-
nhavara gitauita.
Sobre aquella cabega candida e encanta-
dora na sua altivas, o nome de Nevers pa-
reca ficar lhe perfeitamente.
Gonzaga voltou-se para D. Cruz e disse-
lhe com colera :
Foi a sonhora que insinaou esta
mentira no espirtti dest. pobre crianga ?
Esqueci o meu passado sem magia -
E nem'sequer um'hora, um s momento
Relembres meu soffrer!
E' 8na te adorar assim constante
E tu sers somante a minha amante
Feliz at morrer !
....... ....
......
Perdoa rodeado dos alguzes
Oprobrios mil soffrendo, rail horrores
Na a vil tan te Cruz,
A'qaellaa despreziveis creaturas
Da zimas tao corruptas, tao impuras
Perdoou Joans '
Recife 28-Fevereiro-87.
GlandiM,
Ah I disse o Corcunda desapernado ;
entao ama mentira ? tanto peior I gosta-
va de ligar-me familia de Nevera.
Ouviram-se gargalhadas. Peyrolles es-
tava pensativo.
NSo fui eu, replicou D. Cruz, a qaem
a colera do principe aterrorsava pouoo ;
mas se fosse verdada ?
Gonzaga eniolheu os hombros com des-
dora.
Onde est o marquez de Cbaverny ?
repeli a gitanita, e qao significara as pa-
lavras deste hornera ?
Mostrava o Corcanda, que se emperti-
gava no meio do grupo dos cortezos.
A menina da Nevera, respondea Gon-
zaga, o seu papel est terminado. Fe est
disposta a desistir dos seus direitos, eu es-
tou aqui, gragas a Deus para os salvaguar-
dar. Sou sea tutor; aquellos que nos cer-
cara pertencera ao conselho de familia que
se reuni hontara em mea palacio, qaasi
em maioria. Sa au tivesse ouvi lo a opi-
ni5o geral talvez me mostrasae compassivo
para com urna impostura ousads, insolente ;
mas julguei segundo a bondade de meu co-
ragao e tranquillos hbitos de minha vida.
Nao quiz dar um valor trgico a coasas
que estao no dominio da comedia.
Paroa. D. Cruz nao o comprohendia,
aquellas palavras eram para ella sons va-
gos. Talvez Aurora comprehendesse me-
lhor, porque um sonriso amargo acudio-lhe
aos labios. Gonzaga langou um olhar pala
assembla. Todos os olhos estavam bai-
vos, salvo os das mulheres que escutavam
cariosamente, e oa do Corcunda, qae pare-
ca esperar impacientemente o fim daqaella
homila.
Fallo deste modo nicamente por ai,
miaba srohora, disse Gonzaga dirigndo-se
a D. Craz, porque s a senhora aqu pre-
cisa ser convencida. Os meus honrados
amigos e conselbeiros partilbam da minha
opinio ; minha bocea exprime os meus
pensamentos.
Ninguem protestou ; Gonzaga prose-
guio :
O que diasa procedentemente sobre o
meu proiecto de afastar qualquer castigo
rauito severo explica a pnsenga dos nos-
sos queridos amigos. Se tratasse de urna
puuigao proporcional falta, elles nSo es-
tar ara aqu.
- Mas que falta? perguntou Nivelle.
Estamos sobra brazas, Alteza.
Qao talca 1 repetio Gonzaga, fingin-
do reprimir um movimento de indignaco ;
foi certamenta urna falta grave "a lei qua-
lifioa de crime o querer introdaair-se n'u-
uie familia Ilustre par preencher fraudu-
lentamente o vacuo cansado pela ausencia
ou pela morte.
Mas a pobre Aurora nao fez cou3a
alguma I quiz rxclamar D. Cruz.
Silencio 1 inteirompeu Gonzaga ;
preciso um correctivo e um freio para esta
aventareira. Deas teatemanha de que
nao lhe quero mal. Doa ama grande sotu-
rna para resolver alegremente a sua odys-
sa: caso-a.
Ora, gragas I disse Esopo II; eis a
conclusao.
E digo-lhe, continnoa Gonzaga, pe-
gando na mSo do Corcanda: eis ahi am
hornera honrado qae a ama, e qae aspira a
honra de ser sea esposo.
Mas enganoa-me, Alteza l exclamou
a gitanita, corada pela colera; n5o este I
Ser possivel que lia ja quem se case com
um eDte semelhante ?
Se tiver muitas azues, dase Nivelle.
Nao Hsonjeiro nao lisonjeiro 1
marmarou Esopo H ; mas espero qae essa
joven mudar em breve de opiniSo.
O senhor, disse D. Cruz, adivinbo.
Foi o senhor qaem ardi todos os fios desta
intriga. Foi o senhor, adiviabo-o agora,
que denuncion o lugar em quo estava Au-
rora.
Eh I eh disse o Corcnnda parecen-
do contente comsigo mesmo. Eh l eh eh 1
sou na verdade, muito capaz, Alteza, esto
rapariga tem o deleito de ser tsgarella ;
impedio minha mulher de responder.
Se ainda fosse o marquez de Cha-
verny, disse D. Cruz.
Deixa, minha irmS, disso Aurora
com o tom firme e calmo qae mostrava
desde o principio. Se fosse o Sr. mar-
quez de Chaveroy, recasaria como recoso
este.
O Corcunda nao parecen desconcertado,
Querido aojo, dase elle, nao a su
ultima palavra.
A gitanita collocouse entre elle e Au-
rora.
O sea auior desojo era bater-ss com al-
guem
O Sr. de Gonzaga readquirira o seu ar
altivo.
Nao responde ? disse o Corcanda,
avangando am passo, cora o chapeo de-
baixo do brago, e com a mo no gibad.
E' que nao me couheoe, minha bella ; sou
capaz de passar a vida intera a seus ps.
Quanto a isso deinais, disso Ni-
velle.
J Coninuar-e-Aa.)
Trp do Diario roa Duque de Caxias n. l'lt J

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