Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18233


This item is only available as the following downloads:


Full Text
)
AfO LIII IDIBIO 54
PARA A CAPITAL E MCARES OS DE Si A SE PACA PORTE
Por tres raezes achantados.....\.......... 6O0O
Por seis ditos Jera.......... ...... i:',$000
Por um nao idem................. 23)5000
Cada numero avulao, do mes-no dis.....*....... (jlO
DIARIO DE
IEEQA--FEE 8 DE ABQ DE 1887
PARA DEBfTRO E FOSA DA PROVESCIA
Por seis meses adiantados............... 13)9500
Por noye ditos idem................. 20fJ00O
Por um anno idem................. 27(5100
Cada numero avulso, de dias anteriores........... #100
NAMBUGO
iPxoyxit'bbt tft Jlatwel Jignora He -torta 4 Sfyog

&
Os Sra. imoile l'rlnee tt C.
de Pars, sil os nassos agentes
exclusivo de anu uncios e pu-
blicaciles na Franca e Ingla-
terra
-^^r
TELEGRMMAS
/
1
fl
I


ssav:: pasiiclab so subi
RIO DE JANEIRO, 7 de Marco, s
12 hora e 30 minutos da tarde. (Recebido
1 hora e 30 minutos, pelo cabo subma-
rino).
O estado de sade deS. M. o impe-
rador contina a melliorar.
Foram transferidos t
Do careo de che re do trafego da es-
trada de ferro do Beclfe ao S. Fran-
cisco para o de engenbelro residen-
te na de Cmara, o engenhelro Joo
fos Das de Farsas i
Bo cargo de engenbetro residente
da llnha de CarnarA para o de chefe
do trafego da llnha de S. Francisco,
o engenheiro fos Joaquina Rodri-
gues Saldanha.
ssBTi:: sa umiL satas
(Especial para o Diario)
BRUXELLAS, 6 de Marco.
Ebb Suaregnom deu-se urna espo
sao de fogo-grlsou.
Alm de Importantes damnos ma-
terlaes. ha a lamentar diversas vi-
ctimas.
BERLIM, 6 de Marco, tarde.
*> M. o imperador da Allemanha
esta melhor. e continua em suas oe-
capaeses.
A' despeito de urna fraquesa eres-
renie que sent desde alguns das
w. .tcu !*>t*1i sanwsi


SOFA, 6 de Marco.
Arepresso da Inaurreico militar
na Bulgaria est sent o felta tom lo
ezcessiva severidade que tem cau-
sado certa entorilo no estrangelro.
Foram presos as Srs. ZankotY e
Keravelon*. ex memoro* do coste-
liio de regencia*
ROMA, 7 de Marco, de man ha.
O antlgo minlsteilo Depretls retl-
rou o seu pedido de demlssao.
LISBOA, 7 de Margo, de manbS.
Estfto terminadas as elelcaes para
a Cmara dos.Oepuiados de Puriu

Os resultados da elclrocs no con-
tinente pi.ii. m ser assim reparti-
dos :
Eleltos :
ISO favoravels as goveraa.
38 da opposicoo.
3 republicanos.
VALPARA1Z0, 7 de Marco.
De hontem para hoje forana assl.
de
hoiera morhus.
Agencia Ilavas, filial en Pernambuco,
7 de Marco de 1887.
1HSTRCGI0 POPULAR

(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
PABTE~ SEGUNDA
dok.MAS MEDICAS
(Conti nuago)
Varila od hexlgas
Pode definir-se a varila ama febre eruptiva
contagiosa, caracterizada por empelo pustulos i ()
que se generaliza por todo o csrpo.
A vahla propaga-se pelo contagio (directo on
indirecto) e tambera inoculadlo (lato introduiin-
do aob a pelle o pos das vesculas varilicas).
Muitissimss veses a varila epidmica. Em ge-
ral ataca ama e ves : mas uto coiaa extrema-
mente rara ser acommettido, por mais de urna
ves desta doenca (especialmente dorante as gran-
des epidemias o endemias).
EviU-se a varila por meio da vaccinacio,
meio prophylatico de que diremos algnmas pata-
rras, qaando terminarmos adescripeo tiesta doen-
ca que ora estamos estudando.
Na v.rila, em geral, ha os periodos segui-tei:
iaeubacio febre inicial, erupfio, auprnrscSe, e
asesa.
A varila pode ser : discreta (ou com pequeo
numero de pstala) ; confluente (qasndo muito
basta ss pstalas) : verdadra (qaando as pasta-
las, ba maioria, supporam). Chama-se varioloide,
() Pstulas sao peqaenas borbtdkai oo botOes
de materia (pus) mais oo meaos salientes.
si as pstulas seccam antes de suppurar. Se a
variol-i na sua marcha regular interrompida por
complicRcea di vergas, diz-se complicada.
O periodo da incubacao em regra, de 8 a 10
dias.
A febre inicial dora em geral 3 dias cora a sua
maiima intensidade. Nao rr.ro neste periodo,
mrmente as creancas, apparecer algum delirio.
A erupcao varilica, na maior parte dos casis,
apparece ao Wceiro da de febre ; e em regra, faz
que esta decline omeca eo> geral pela face, testa
e naris. Primeirameote apparecem n'estaa regioes
peqaenas elevaces (ppulas) cor de rosa, que se
generalizam punco a pouco, paBsando ao pescoco,
ao tronco e aos membios. As ppulas convertem-
se em vesculas (isto em pequeos tumores com
liquido alvacento, de cor opica) e depois mndam
anda de aspecto tornando-se purulentas e umbili-
cadas (quer dizer. parecendo ter onteodo no centro
um ponto deprimido).
O periodo de suppurac&o vem logo apoz este
As vesculas tornam-se pstalas ; os tecidos tome
fazem-Be (especialmente na face), e a cara incha
consideravelmente. Os symptomas geraes, mr-
mente a febre, declioam.
Na varila a mucosa ocular, laryngia e bronchi-
ca, sao bastante vezes (seoo sempre) atacadas.
Especialmente as conjuntivas ocular e palpebras
sao frequentemente ioflammadas ; e deve haver
todo o cuidado em reparar por isso, pois que muitas
vezes a cegoeira consequencia da varila.
0 apparecimento de symptomas nervosos (como
delirio, agitacao, dyspna, etc.) dorante a erupcao
da varila de um gravissmo prognostico.
(Continua).
MRTE OFFICUi,
Ministerio do Imperio
Por carta imperial de 26 de Fevereiro
foi cscolhido senador do imperio pela pro-
vincia de S. Paulo o conselheiro Antonio
da Silva Prado.
Foram agraciados os ministros do Su
premo Tribunal de Justica, conselheiro Jo-
s Pereira da Graga com o titulo de BarSo
de Aracaty, o conselheiro Joao Baptista
Gonjalves Campos com o de Barao de
Jary.
Por despacho da mesma da'a concodeu-
se o foro de mogo fidalgo com exercicio
na Casa Imperial ao Sr. Jos Francisco
Bernardes.
Por decreto de 19 do mesmo mez fez-se
morc do titulo de conselho ao ministro do
Supremo Tribunal de Justica Luiz Jos
de Sampaio.
Foi nome; do o bacharel Olympio Diffe-
ring von Niemeyer para o cargo do secre-
tario da provincia do Amazonas, sendo
concedida a Jos Hermenelgido Magno aj
exonera(3o que pedio do mesmo cargo.
Foi concedida a exonerado que pedio
o Dr. Jos do Reg Raposo dos lagares
de inspector da saude prbTrca~B V p\n lo
na provincia de Santa Catharina.
Ministerio da rustica
Por decreto de 26 de Fevereiro fei remo-
vido o juiz de direito Salustiano Comes
da Silveira, a pedido, da comarca do Rio
Paran para a do Rio Maranhao, ambas
de 1* entrancia, na provincia de Goyaz.
Por decreto da mesma data foram des-
ignadas : a comarca do Rio Paran, de l2
entrancia de Goyaz, para nella ter exerci-
cio o juiz de direito Liberato Villar Bar
reto Coutinbo ; a vara civel da capital do
MaranhSo, de 3* entrancia, para nella ter
exercicio o juiz de direito Jos Mariano da
Costa.
Foram nomeados joizes municipaes e
de orpbSos p >r decretos da mesma data :
do termo de S. Vicenta Ferrer, na provin-
cia do MaranhSo, o bacharel Urbano San-
tos da Costa Araujo : do de Tatuhy, em
S. Paulo, o bacharel Aureliano Nobrega
de Vaaconcellcs.
Foram expedidos .s seguintes avi-
sos:
Copia.Ministerio dos Negocios da Jus
tica.3* seccSo. Rio do Janeiro, 19 de
Fevereiro de 1887.
Iilm. o Exm. hr.Pdr intermedio des-
sa presidencia suscitou o juiz de direito
da comarca de Taquaretinga as duvidas
seguintes :
1.a Si, independente do despacho do
juiz municipal, podem as queixas e denun-
cias ser dadas lirectamente "parante os
respectivos supplentes ;
2.a Si os meemos supplentes podem in-
staurar processo ex-cfficio nos casos em
quo os juizeB elfectivos o devem faaer.
Ouvida a Secco de Justiga do Cnsoe-
lbo de Estado, Sua Magostado o Impera-
dor houve por bem, em ResolucSo de 12
do correte, mandar declarar :
Quanto Ia duvida que vista do dis-
posto na le n. 2,033 de 20 de Setembro
de 1871, art. 8o, J Ia, e nos arts. 6a, |
3 e 4% e 15, 3# do regulamento n.
4,824 de 22 de Novembro do mesmo an-
no, combinados com os arta. 3a, % 2, 43 e
44 do citado regulamento, as queixas e
denuncias podem ser dadas directamente
perante os supplentes independente de
despacho do juiz municipal;
Quanto 2* que, desde que os suppl n-
tes podem receber queixas o denuncias,
independente de despacho do juiz munici-
pal, podem igualmente instaurar processo
exfficio nos casos em que as outras auto-
ridades judiciarias o devem fazer (art. 15
da referida 1* n. 2,033 e arts. 43, 48, %
I, 49 %% 1, 2 e 3- do alludido regula-
mento.)
Deus guarde a V. Exc Juaquim Del fi-
no Ribeiro da Luz.-Sr. presidente da
provincia de Pernambuco.
Ministerio dos Negocios da Justica.
4. seccSo. Rio de Janeiro, 19 de Fe-
vereiro do 1887.
Illm. e Exm. Sr. Convm que V. Exo.
no intuito de nao aerem extraviados os To-
tumes da legislscao enviados todos os an-
uos aos juizes e autoridades locaea, e coja
guarda est confiada aos escrives do ju-
ry faga com que s*ja rigorosa e fielmente
executada a circular de 18 de Agosto de
1881.
Deus gnarde a V. Exc. Jcaqutm Del-
fina Ribeiro da Luz. Sr. presidente da
provincia das Alaguas.
ministerio da Fazenda
Por decretos de 9 de Fevereiro findo fo
ram nomeados:
Para a Alfandega dj Para, conferente,
o 1.* escripturario Jos Bonifacio Pinhei-
ro da Cmara.
Primairo escripturario, o 2.- Felinto
Xavier) Pereira de Brito.
Segundo dito, o 3.* Ernestino Juliano
Toscano Damasceno-
Thesouraria de S. Paulo, 1.* escripturario,
o 2.' Jos do Alencar Toscano Barreto.
Foi concedida a aposentadoria que pe-
dio o I.* escripturario da mesma thesoura-
ria Antonio Rodrigues da Costa Chaves.
Foi demrttido Jos Peregrino Viriato de
Medeiros do lugar de tbesoureiro da Al-
fandega do Cear.
Por portara da mesma data foi nomea-
do Vicente Ootaviano Vctor Paulino para
o lugar de official de descarga da Alfande-
ga de Santos'
A Joaquim Lopes Maravalli.s foi con-
cedida a demiss&o, que pedio, do lugar de
pratioane da Thesouraria de Fazenda do
Paran.
0 1.* escripturario. desta thesouraria
Antonio Rodrigues da Costa Chaves foi de
mittiio a seu pedido pjr decreto de 19 do
corrate, e nao aposentado, como sabio
publicado no Diario O/ficial.
Por decretos de 26 foram nomeados
para a directeria geral dos correios : o
2.* official, Jo&o Jos Coitinho para o
cargo de 1.* o 3.' official, Augusto Cesar
da Cmara para o de 2.* ; e para o de 3.*
official, o praticante Francisco Genelicio
Lopes de Araujo.
Foi expedido o seguinte aviso:
Circular n. 1. Ministerio dos Negocios
da Fazenda. Rio de Janeiro, 17 de Fe-
vereiro de 1887.
Francisco Belisario Soares de Souza,
presidente do tribunal do Thesouro Nacio-
nal, declara aos Sra. inspectores das The-
sourarias de Fazenda, para seu conheci-
mento e o fazerem constar s repartieres
competentes, de conformidade com a deli-
berago do mesmo Tribunal, .tomada em
sesso de 22 de Oezembro ultimo :
1.' Qne a faculdade concedida aos che-
fes das repartieres fiscaes, de que trata a
circular n. 225 de 12 de Dezsmbro de
1884 Jpara a exoneraglo de divida prove-
niente da taxa de escravos, nos caso* pre-
vistos no3 arts. 22 e 23 do regulamento
annexo ao decreto n. 7536 de 15 de
Novembro de 1879, e extensiva a rc-
missSo da mesma divida por motivo de li
berdade gratuita, como permitte o art. 1.',
10, 2a parte, da lei n. 3270 de 28 de
Setembro de 1885;
2 Que a mesma faculdade, tanto em
um como em outro raso, rica tambe na am-
pliada aos eolhetorea e administradores das
mesas de rendas geraes, com recurso ex offi
ci na forma da legislago em vigor; ti-
cando revogada a 2' parte do n. 2 daquel-
l circular ;
3.a Que sement tom direito ao favor
do referido art. 1.-, 10, 2* parte, da lei
de Setembro, os que libertarem sem onus
ou condig&o de especie alguma os seus es-
cravos ; ,
4.' Que a concessSo da liberdade deve,
em regra, ser provada com a carta respec-
tiva ou documento equivalente; mas que
em falta della, e nSo sendo possivjl exbi-
bil a; poder ser dispensada, servindo
como tal a comnrinicayao que os senhores
fizerem para a baixa na matrcula; com-
tanto que, sendo caso da remisaSo de que
trata o numero antecedente, n3o baja pro-
va ou suspeita de que liberdade nSo foi
gratuita ou isenta de qualquer onus, e que
se d toda a publioidade a casas commu-
niiiajoea; passando-se as ortidSea que
dad inesmaa forera pedidas independente-
mente de qualquer despoza para os inte-
ressados. F. Bilisario Soares de Sonza
Ministerio da Agricultura
Foi expedido o seguinte aviso:
Ministerio dos Negocios da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas. Rio de
Janeiro, 19 de Fevereiro de 1887.
Illm. e Exm. Sr. Estatu o 1.* do
art. 7*. do regulamento approvado pelo
decreta n. 9517 de 14 de Novembro de
1885 que ao ex-escravo considerado liber-
to, na forma do % 1.-, art. 1.* da lei n
3270 de 28 de Setembro do mesmo anno,
por nao haver sido dado nova matricula,
ou a quem por elle requerer tornecer gra-
tuitamente o encarregado da mesma ma-
tricula certido negativa, que servir como
titulo de liberdade, e por tal ser aceito e
reconhecido para que produza todos os
seus jurdicos effeitos.
Muito importando garanta da liberda-
de por aquello modo adquirida a outorga
de titulo probatorio da nova condigo do
antigo eslavo, convm que V. Exo. cha-
me para este objecto a attengSo dos en-
carregados da matriculs, explicando lhes
que assim a certid&o como o roquerir&ento
sao isentos de sello e fazendo lhes sentir
que taes certiddea devjm ser dadas se.-n
nenhuma demora, alora da estrictamente
indispensavel ao exame da matricula e
verificagXo da identidade do escravo da
quem se tratar.
J ten o providenciado acerca da con-
cessao de ttulos declaratorios da liberda-
de dos libertos em raz&o da idade, espera
o goveroo imperial que os enoarregados da
matrculaporZo toda a solictale no desem-
penho da taretu nao remunerada que lhes
foi commettida pelo supracitado l.*, art.
7.* do regulamento del4 de Novembro de
1885.
i^Deus guarde a V. Exc. A. da Silva
Prado.- Sr. presidente da provincia de...
Ministerio da Guerra
Por decretos de 19 de Fevereiro :
Foi nomeado ministro adjuncto do Con
selho Supremo Militar Je Justiga o desem-
bargador Ovidio Fernando Trigo de Lou-
reiro.
Foi trasfi'rdo da 4a batera do 3o bata-
lh.to de artilharia para a 2a batera do 3a
regiment da mesma arma o capitao Ma-
noel Ferreira das Neves Jnior.
Foram nomeados o oapitto do 7o de
infantaria Joaquim Fernandos de Andrade
e Silva, tenente Antonio Laite Ribeiro J-
nior e alteres Antonio SebastiSo Basilio
Pyrrho, ambos do Io de" infantaria, para
sernrem na forga que tem de acompa-
nhar a comraisaao enoarregada de explo-
rar o territorio em litigio entre o Brasil e
a Repblica Argentina.
A forga da qual farSo parte os oficiaos
referidos compor-se-ha de 50 pragas dos
tres corpos de infantaria de guarnigao nos-
sa corte.
Por decretos de 26 de Fevereiro
conceden-se reforma de accordo com a
primeira parte do 1 do art. 9o da lei
n. 648 de 18 de Agosto de 1852, ao capi-
to aggregado arma do infantaria Bibia-
no Jos Teixeira Ras e ao tenente do 7
batalhao da mesma arma Hypolito da Cos-
ta Guimaraes, visto terom sido julgados
incapasea do servigo do exercito, em ins-
peegao de aade a que foram submettidos,
Foi transferido para a 2* classe do
exercito, de conformidade com a imperial
resolugSo de 1 de Abril de 1871, o capitao
do 4 batalhao de artilharia a p Herme-
negildo Alberto Carlos, usando aggregado
arma a que pertence, visto ter sido jul-
gado ineapaz do servigo do mesmo exer-
cito, em inspecgXo de sade a que foi sub
mettdo.
Ministerio da Marinha
Por decreto de 19 de Fevereiro foi foi
reformado, conforme pedio, o official de fa-
zenda da 2a classe da armada Francisco
Teixeira de Oliveira no posto e com o sold
de I* tenante, correspondento a official de
fazenUa da Ia classe por contar mais de 35
a anos do servigo.
Por titulo de 23 de Fevereiro foi
nomeado o guardiao Manoel das Cbagas
para exercer interinamente o lugar de pa-
trao mor da capitana do porto da provin
cia das Alagoas.
Foi nomeaio eommandante da rloti-
Iha do Amazonas o capitao de fragata Ma-
noel Lopes da Cruz.
Por decreto de 26 de Fevereiro foi
demettido do servigo da armada, como pe-
dio, o 2 tenante Henrique Jos L'sboa
Junio,r.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 5 DE
MAHgO DE 1887
Absixo assignado de proprietaros de diversas
Ubacanas. Informe a Cmara Municipal do Re-
cite.
Anacleto Mauricio de Senna.Informe o Rvd.
Sr. director da colonia Isdbel.
Augusto lieranger de Almeida Alcoforado.
Concedo.
Padre Francisco Adelioo de Brito Dantas.
Deferido com o officio desta data ao inspector da
Thesouraria de Fazenda.
Fielden Brothers. Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial.
Joaquim Candido Machado.Coacorra praca
qaando esta for annunciada.
Marcellino Santiago de Vasconcelos Leito de
Albuquerque. Informe o Rvd. Sr. director da
colon a Isabel,
O mesmo. J tendo ido entrogue ao peticio-
nario o menor a que "Ilude, nao ha que deferir.
Sabina Mana do Nascimento.dem.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 7 de Margo de 1887.
O porte iro,
Francelino Chacn.
Expediente do Blspado
PBOYIMEHTOS N
De 1 a 7 de Margo
Provisio de vigario por tempo de mais um anuo
paca a fregnesia de Patos, na Parabyba, a favor
do Rvmo. Joaquim Alves Machado.
dem, para a fre^ueiia do Lmoeiro, nesta pro-
vincia, a favor do Rvmo. Joaquim Antonio da Cos-
ta Pinto.
dem, para a fregueiia de Pa d'Alho, nesta
provincia, a favor do Rvmo. conego Augusto Adol-
pho Suares Kcrtw. tter.
dem, para a freguesi do Passo de Camaragibe,
em Alagoas, a favor do Rvmo. Joo da Virgem
Mara Almeida Costa.
dem, d-s coadjutor da freguesia do Principe, no
Rio Grande do Norte, a favor do Rvmo. Francisco
Raphael Fernandes.
dem, idem, da fogueis de S. Jos de Mipibu,
no Rio Oranda do Norte, a favor do Rvmo. Anto-
nio Xavier de Paiva.
dem, idem, de Taquaretinga,nesta provincia, a
favor lo Rvmo. Francisco Seabra de Andrade Li-
ma.
dem, idem, da Independencia, na Parabyba, a
favor do Rvmo. Ricardo Jos Brasileasc.
dem, de oso de ordene e de ejotessor, a tavor
do Rvmo. Abbade de S..liento de Olinda Frei Jos
de Santa Julia Botelbo.
dem, idem. idem, e de pregad r, a favor do
Rvmo. Joo Marques de Souza residente em Olin-
da.
dem, idem, idem, idom, a favor do Rvmo. Julio
Mara do Reg Barros, residente em Olinda.
Portara exonerando, a sea pedido, o Rvmo.
Francisco Virisaimo Bandeira, do cargo ds viga-
rio do Rio Formoeo, nesta provincia.
Repartlco da Polica
Seogao 2.1N. 229.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 7 de Mi=rgo de
1837.-Illm. e Exm. Sr.Participa a
V. Exc. que foram recolhidos Casa de
Detengao os seguintes indiviiuos :
No di 5:
m
A' miuha ordem, Joo Ferreira de Lima, co-
nhecide per Canario, vindo de Santo Antao como
pronunciado em Iguarass por crime de furto de
cavallos; e Joaquim Jos de Souza, remettido
pelo subdelegado de Tigipi como alienado, at
que tenha de6itno conveniente.
A' ord :m do subdelegado do Recife, Jo5o de
Souza Ferreira, por embriagues.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vista, Jos
Martina da Rocha, por disturbios.
Na dia 6:
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto da ca-
pital, Antonio Soares da Silva e Jo&o Bernardo
Ramos, conhecido por Perigo, por disturbios ; e
Cypriano de Sonsa Viegas, conhecido por Bexiga,
preso em flagrante, por crime de feriinento grave.
A' ordem do Dr. delegado do 2' districto, Sera-
pbm Angelo dos Santos, preso em flsgrante por
crime da tentativa de morte.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Carlos Uoraeio da Silva e Manoel Crrela Carnei-
ro, por disturbios.
A' ordem do do i districto de S. Jos, Delfno
Francisco de Paula, Francisco Vianna, Manoel
Antonio da Silva, Jos Vicente Jeronymo de Car-
valho, Jos Francisco da Silva c Miguel Archan-
jo, por disturbios.
Den-me parte o delegado do termo de Correntes,
em officio de 28 de Fevereiro, que no dia 26, tam-
bera d'aquelle mes, pelas 9 horas da noite, no lu-
gar Jac do mesmo termo, foi preso em flagrante
Manoel Francisco Villa Nova, por ter turtado
dona cavallos de propriedade de Manoel Joaquim
de Araujo. Sobre o iacto abrio-se o competente
inquerito e prosegue-se nos demais termos da
lei.
No lugar Jaqaeira, do districto de Pimentei-
ras do termo de Palmares, conforme communcou
o respectivo delegado em officio de 4 do corrente,
pelas 9 horas da noite do dia 28 domes passado, Ma-
noel Jos de tal assassioou co n tres facadas a sua
amasia Mara Francisca da Couceico. O cri-
minoso, aproveitando -se da cscurido da noite,
evadio-se. Abrio-se o competente inquerito so-
bre o facto e prosegue se as diligencias, afim de
capturar o criminoso.
Anda por officio da mesma data o referido dele-
gado commumcoa-ma que no lagar Mutuns,
d'aquelle termo, fra brbaramente espancado
Jos Alves da Costa, que veio a fallecer um dia
depois, por Francisco Jos do Nascimento, Joao
de tal e Pedro Pereira. Sobre o facto abrio-se o
competente inquerito policial e prasegue se em
diligencias para a captura dos criminosos, que se
evadir m.
Hontem pelas 9 1/2 horas da manb no largo
do Arsenal de Guerra, Cypriano de Sousa Viegas
Ohecido por Bexiga, aggredio e ferio ora um
com(>asso a Joao Pereira da Cunba.
O offensor foi preso em d igrante pelo gurrda c-
vico o. 36 Salostiano Correa Bastos que appre-
hendeo tambero o compasso anda tinto de sangoe
da victima.
O offendido foi vistorado pelo Dr. Jos Joaquim
de Sousa, que consderou grave o ferimento.
Communicou-m- o subdelegado do Recife em
officio desta data que pelas 6 horas da manlia de
hoje fallecea a bordo do hiate Bom Jeius do Na-
vegantes, Pedro de tal, que tinha tomado passa-
gem para a cidade de Maco.
Aquella autoridade tomoo conhecmento do facto
e manden proceder a vistura pelo Dr. Jos Joa-
quim de Souss, quo declarou ter sido a causa, da
morte urna affeccao pulmonar : sendo encontrado
na bagagdm do m rto a quantia de 1465003 que
ficou em poder do Dr. delegado do 1 districto da
capital, afim do ser entregue a quem de direito fr.
O subdelegado de S. Antonio partiei pou-me em
officio de 5 do crrente que na mesma data fizera
remessa ao Dr. juiz de direito do 2 districto cri-
minal do inquerito policial procedido contra Dioni-
sio Manoel Ferreira pelo crime previsto no art 201
do cdigo criminal.
Communcou-ma o subdelegado do 2 districto da
Boa Vista em officio de 5 do corrente ter feito re-
messa ao Dr. juiz de direito do 4 districto criminal
do inquerito policial procedido contra Isaas Dias
de Araujo, por crime de tentativa de .norte, contra
o subdito portugus Manoel Alves Lopes, facto
estoque teve lugar pelas 7 horas da noite de 1 do
corrente ^na roa deLuizdo Reg, da mesma fre-
guesia.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azavedo, muito
digne presidente da provincia. O chefe ep
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Pro vi acial
DESPACHOS DO DIA 7 DE JIARC.O
DE 1887
Officio do Dr. procurador dos feitos -
Volte ao Sr. contador.
Padre Manoel Pereira da Cruz, r-'gedor
do Gymnasij e Manoel Qongalves Agr.
Junte-se copia das informag5es.
Francisco Cypriano da Silva bantos.
Venba nos termos regulares da interposi-
g3o do recurso.
Fielden Brothers, Jos Antonio da Motta
Guimaraes, eommandante do corpo de po-
lica e Tiburcio Frmino da Silva Tavares.
Informe o Sr. contador.
Manoel Grongalves da Luz e Manoel
Medeiros.Certifique-9e*
Dr. Jos Hora'-o da Costa e Francisco
Correia Lima Sabrinho. Cumpra-se e fa-
gam se as notas da portara de licenga.
Manoel Vieira Neves. Riquera ao
Consulado-
Francisco Honorio Bezerra de Menezes
o Jos Augusto do Melb.Pague-se.
Bento Pereira Bastos.-J foi escriptu-
rado o seu crdito.
Bar3o de Petrolna, Iaabel Xavier Pei-
xoto de Albuquerquo. Satisfaga a exi-
gencia da contadura.
Elpidio Valeriau) Pereira de Oliveira e
Francisco Pereira Barboza. Entrpgue-se
pela porta.
Antonio Francisoo da Costa. Informe o
Sr. Or. administrador do Consulado.
Jos Francisco de Mello Reg e Apoli-
naria Caetsna de Barros L.-ite.H j* vis-
ta o Sr. Dr. proourador fiscal.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 4 DE MAKyO OE 1887
Antoni) Affonao SitoSas.Certifique-se
o que constar.
Mara Alves Montero Csrneiro. A' 1
secco para proceder de accordo com a
lei.
Bach .rol Pedro e Alcntara Pesaoa
Villa Nova.Certifique-sa o que constar.
Ribeiro & Aliucil Josepha Francisca de
Souza Lima e Joj Baptista Telles. In-
forme a Ia secg3o.
Soares (& C. e Ricardo Jos Correia Li-
ma.A' 1* saego para os devidos fias.
Manoel Joaquim Gomes Ferreira.A'
1* aecgSo para attenier.
_ 7 -
Mara Barral da Fon soca e ootros, Ri-
beiro & Almeida, Bellarmino Nones do
Andrade, procurador dos feitos e Cramer
Frey & OInforme a 1* secgSo.
Jos Marques Mondonga & C.Sella'o
o documento unto, ter despacho.
Manoel Francisco de Almeida.Junto
conhecmento de quitagSo do imposto re-
lativo ao 1 semestre do exercicio corrente.
Jos de Souza Almeida.Junte eouhe-
cimento de quitag3o ao imposto relativo ao
1 semestre do corrente exercicio.
Jos Lopes da Silva Campos.A' Ia
secgao para attender.
Gaspar da Cunha & C, Sousa Pon-
tes & G Decio Augusto Rodrigues &
C, e Rodrigo Carvalho & C. Indelerido,
em vista das informagSes.
Gaspar da Cunha & O.-Sin.
Mara Lucinda Ferreira da Cunba, In-
forma a Ia secgao.
DIARIO DE PERnABBuCO
RECIFE, 8 DE MARgO DE 1887
Mflelas do Pac! fleo, Rio da
Prata e snl do do imperan
Pelo vapor T'juca tivemos ante-bosteaa aa se-
guintes noticias do sul, e msis as que constara daa
rubricas Parte Official e Interior :
Pacifico
Datas telegraphicas at 14 de Fevereiro:
De Lima coinmanicaram que agitava-se de ao-
vo all a questao da ezpulsao dos jesoitaf.
Havia muita miseria motivada pelo fecsHBKBto
dos portes.
Houve em Arequipa movimentos subversivos
contra o governo. O pr efeito encareeras 52 ei-
dados compromettidos no movimento rtvolscio
nario e publicou urna proclamacao chamando o
povo ordem. O bispo pnblicou entra duenJo
que o presidente dos caree res esta va dosaini do
por macos infames.
nio da Pratst
Datas de Buenos- Ayres at 15 e de Monte video
at 18 do Fevereiro :
Na bolsa o as redas commerciaes de Bseoss-
Ayres o assumpto que preoecupava a atteneio
geral era o desastre da casa Carmioati.
Daquella capital escreveram, no dis 11, a mu
folha da repblica visinba:
> Circulara mil boatos acerca da aitnaco finas-
ceira desta casa poderosa.
Os Srs. Carminati & C. cumpriram at boje
mesmo todos os seu i compromissos, sosa aabe-ee
com certeza que sua posiclo est muito longo de
ser tao lisongeira como geralmente se sDppsuiha.
Os maiores credores desta casa, ajtapatoi-
sando com seu infortunio o conhecendo a perfcit
boa f do fundador da casa, mastraa-se
a contiuuar-llie sua proteccao e a ajodal a
?antar*. Tal c a opfaiio ooaoime so
co e na bolsa.''
Com efloito, ningoem, salvo peqoeoos
tantea, apresenton-se para retirar d jibe ro. tu
dos quintos se apresontaram foram embolsados.
Consta de modo indubitavel que, qosisdo o
Sr. Carrainati sahiu, ha cerca de um mea, poro a
Europa, uao tinha absolutamente idea de estar ar-
ruinado, porque at ltimamente soa cseriptsno-
cao estava muito imperfeita.
< O immenso crdito de que Carmioati gassvs
em todos os bancos e os grandes lucros qo* tcnli
sava mensalmente na bolsa permiUiaos-Aa viver
como um principe, sem calcular suas despeas. O
acoutecimento dado agora veio demonstrar
me popularidade de que gosava Carmioati.
Todos, at os mais prejudicadoe, nao te
nica patarra de censura e reonera os aso* afor-
eos para restituir a ejta casa o sea antigo crdi-
to, adquirido forca de tmbalho e d>e beneficio*
distribuidos a uirra infiaidade de indnetriaea aoje
ricos com o seu auxilio.
O couhecido e conoeitaado diario portiBSo lis
Nacin abri rude campanha cintra a iiaaioca-
iidade reinante no que concerne imnwgracoo s a
iocapacidade da direcca j da importante resarti-
co Jo Estado incumbida de semelaasts ser vi-
co. >
A polica da capital argentina, considerando o
estado sanitario, prohibi festejos no carnaval.
No dia 15 do corrate realisou se abertura
das sesso-s ordinarias do terceiro periodo Js '5*
legislatura da assembli geral do itrpabliea
Oriental do Uruguay.
A incnsagein presidencial, concebid en termas
moderados, assegara quo a pas publica aaa> aera
perturbada, u que hoja s:riam impotentes todos
os esforcos destinados a realizar am revjls-
c5o.
Na ordem econmica e financeira o goveroo li-
mita-se a dizer que, mediante as reduc^oes o eco-
nomas feitas no ur^iineuto da despeas, espera po-
der chegar ao fi>n do anno ecoooorieo ssss ^e
haja dficit e sem deis ir de satisfacer soso obri-
gacoes.
Nao alga que se devs tratar agora de faadar
grandes estabelecimentos de crdito. bao se
far depois, porque um vez rostabe>eeidM e con-
solidada na estabilidade da crdem inters, brots,-
r espontneamente o crdito, qirQ nio a-.-nio
confianes/das necessidadvs da vida eocruscrcixl,
combinadas om os estmulos Jo interesse rn Siv'-
daal.
El Siglo ooiicioa, nos termos segointos, s par-
tida do general Mximo Santos r Qnacdo as
notificoa ao general Santos a resolae&o do corpo
legislativo, declarou que eseolhia cobo posto de
residencia o Rio de Janeiro, e qoe para res,!
ene proposito toraari i o primeiro paqoeSb
partase cora tal des ino. Como at 16 oo 17 su
havia vapor para o dito porto, offijrfeeo-se Iba o
. Uaskelyne, que foi o mesmo qoa eoodoaio o
imperador do Brazil na bou ultima viagess i Ea-
ropa.
O general Santos responden ao ogerrtiasesto
manifestando a resolaco de ir pora o Kio de Jar
ni iro oo Hatteo Bruzzo, o qoe ero isjpanivel,
por ter oste vapor a bordo 791 paosageirso esaaia
de 2,500 toneladas de carga para Bu?nos-Ayres,
de maoeira que, se so Ihe fizesse a roota'ia, o
Maiteo Bruzzo > teria da regreasar faltaodo 4
escala de Buenos Arres e levando cargas ato psa-
sageiros, o que imporia ao goveroo mu dispeas
de 80.000 a lOo.OOO p:sos.
A recusa de aceitar o paquete roetes Msa-
kelyne collocou o goveroo na seguase iajaiiti-
va, que transmittio ao general Santos : oa tsss-
barca para o Rio no Masloilyne oo segoe j
no < Malteo Bruzzo para Buen oa-Ayroo.
Por tim o capitao-general ebegoo so Araxo
e hoatein passou se pira o' Mafk-lyae gtomle
parte da equipagem.
O desvio deste vapor atea IIha Gran* (Bra-
zil), sem outro fim senio dcixnr atti o SV. SatM
sua familia, custa ao esta Jo 500,00o1 rra aotti
linas. ,
Sabe-se qire esta noito partir aa *_
Flores o .Mik-iyue, vijiado aio CnboSsS-
t& Maris pela cinhoneira General Artesa.
Os organisadorea do Club Liberta., _
a seguinte declaiacJo : Qcidiid>safcar
signados adoptam couw baadeiro na atsra 1
I
' .'*




re de 1887
^

eleitoral o progrmala do partido colorado pro-
mu'gado cm Abril .'e !BS! com as s^ii-i-s am
pliaces que reclama o patriotismo oestes utomeu
tos:
1* Declaran! qae nao reeonhecismos nem
recouhecemos ao Sr. D. M .rimo Santos como che
fe do partido c Jorada.
3 Protestarais eni'rgicameote esotra a suppi-
aico de respousabiiisar o nosao agrupament) pol-
tico pelo governo pesso.al de D. Mximo Sau -
to*.
El S>g!o tr inscrerea 1 El Ejercito raquayo
a seguate noticia : Acaas se preso* as far
taleza do Cerro alga** ofa-.-taes da ex de caoa-
dores, por se achare c i.a-pitead is tos subversivos tenoVsKo a Ut a aetu.l ordem
nogaveroo. So se ree nb-our a culpabilidad
deites militares, nao po lavan as aixar d-s peii-
elles a respe^riv p u visto nao ser o exar-
para
caudilhos, noin

cito propriedade do um oa mus
repblica patrimonio de um horneas.
Os casos de insubordinaco esto indicados
DO cdigo militar e nao desejamos se n&o a appli-
eo justa e recta das penas oomminadas aos que
forem reeonhecidos culpados.
O gove no uruguayo, por proposta do e >nse.b o
de bygiene publica, resolveu que as medidas de
precancosanitaiia adoptadas Dar as proceden-
cias argentinas fieasseoa reiuzidas obaervaco
sanitaria durante -1S horas, e bem iiss aobs'rvseo sanitaria da tres dias imputa pro-
eedeuciVs do Paragnay.
Nos ruesm s termos, resolveu o governo deca -
far m livre pratica es navios prosedentes de Mat
tO-.-SO.
T-m'iem de accordo com o coaaelh > de bygiene,
foram prohibidos os feet-j)s do carnaval em Moo-
lavsMo.
Na tarde de 14, publou El Siglo a segunte
noticia:
Sabe-se telcgr'pacamente que decorreram 50
das S'ra dar-se nenbum caso novo de cholera-
norbus em C 'rumba.
A peala durou 25 dias e fez 166 victimas.
[aternou-se a 100 leguas, passanda para Sau-
ta Cruz de la Sierra (B .livia).
Q mi Jo ehegaram soccorros procedentes do
Rio de Janeiro, gosava s-, felraent*, de excellon-
te saude.
Bao tiran (I lo SHl
D,ms t 18 de Fevereiro:
O Tribunal da Relacao ngou ordem de habeat-
tarpus ao reo JoSo Tbeobalo Jaeger, autor dos
feTime:itos Jeitos no dono de um hotel, na capi-
tal.
No da 29 do passado, na barranca do rio Caby,
em frente villa de 8. Sebaato, ppireceram
dous cadveres, que pelo exame feto reconbeceu-
se serem do sapateiro Gustavo Fiesler, maior de
SO annos c morador naquella villa, e do preto
Ado de 22 annos da idade, marinheiro do vapor
Unido.
Das diligencias feitas verifieou-se que a morte
de ambs fui carnada por aspbyxia por snbmerso
nao ter havido crime.
O ir. B.injamin Villas-Bellas receben dous
ferimentoa, um no rosto e outro ua cabec*,em con-
tend! que teve com um grupo do cadetes. O Sr.
VUIas-B>as deu queixa coutra os aggressores.
Consta ao Jornal do Cominercio da capital,
qae no da 15 nao se ffiectuou a apareci do 2*
escrutinio da eleico provincial do 2o circulo.
O juix de direito da comarca de Crux Alia, o Sr.
Dr. Miguel Arehanj > de Figueireio, julgou-se o
acto e suspenden os trabalbos da Juuta de que
presidente porque, no acto de comecar a aparaco,
im numeroso grupo de cap ingas, sob instruccoes
do Sr. major Evaristo do Amural, intimou que
fossem expedidos diplomas ao mesmo Evaristo e a
Gervasio Annea, que se consideram eleitos em 1."
escrutinio.
__ Estiva exerceudo o cargo de procurador fis-
cal o Dr. Lacerda em substituic) ao Dr. Tra-
jauo de Medeiros, qte entrera no goso de urna
*eeilCW- n
A camraisso da praca do commercio de Pe
Iotas, composta dos Srs. L?opoldo Jeucl e Do
min .s Fernandas da Rocha, incumb la de collac-
eionar os documentos relativos ao renJmento e
aovimento da correspondencia do correio daquella
eidade, afim de requerer ao ministerio respectivo
a sua elevacao a Repartico de pnmeira clase",
exhibi bontem em sesso esses documentos, pelos
quai-s verificase que a agencia postal rende o
duplo da quantia reclamada pela lei para ser ele-
vada.
Esses documentos vio ser enviados ao governo
por intermedio d* representante daquelle circulo o
Ecm. Sr. iilva 'lavares.
__ Em Algrete, constava ter sido assassinado,
alenvdj paiso de Itaun, no Ibicuhy, o fraaicx Ber-
taoldo, genro do finado corsnel Vicente.
O pobre homem pernoitou em cas do Sr. Mi-
guel de tal e no Jia seguinte qnando dirigia-se
para urnas carreirss foi assassinado em eaminho.
Ocorf/O fji encostrado degolado e o rosto coberto
eoic a camisa.
Na meama eidade foi assassinado a punha
ladss mais um soldado do 10' batalbo de infan-
tera.
-A proposito diz a Razan :
m Se isto vai assim, daqui a piuco tempo nao
temos soldados para facer o servico do cordao sa-
aitario.
Disem os jirnaes da provincia que se ia crear
em D. Pedrito um do3 cinco corpoe de cavallara,
creados para auxiliar a forca de linha no cordao
sanitario, tendo sido convidados para commandan-
M e officaes di- ersos cidadlos do lugar.
,/__ Em Sant'Anna de Livramento, pelo guarda
Oava'heiro foi apprehendida urna carreta com ge
neios que, segundo consta, pareciam tor vindo do
Bailo. .
Constava a cirga de duas bordalezas de vinho,
o3 de massas e bolaeh'nhas (estes doua axti-
daa f ibricas de Montevideo.)
Saala Camarina
Datas at 20 de Fevereiro :
As noticias rao destiluidas de interesse.
Paran
Datas at 15 de Fevereiro :
No dia 13 cotnecaram as sessoes prepaiatorias
da Assembla Provincial.
__Fallecen na capital Angelo Braescher.
Nina Gerae
Datas at 24 de Fevereiro :
No municipio de Januara tentaram pela segunda
vez contra h vida do major Jos Ljpes da Kocha
e no pavoado de Catinha, municipio de Salina, de-
ran um tiro em Clemente de Souz Franco, em-
pregaedo se na cxa urna bala e varios carocos
de chumbo grosso e cinco na caneca de urna crc-
aoca que estava junto delie.
__ Fulleceu em Diamantina D. Mara Candida
Onofre, esposa de Jos Valentim Onofre.
S. I'aulo
Datas at 26 de Fevereiro :
L se no Municipio de Casa-Branca:
No dia 14 do correte, na visinha eidade do
Mocca, Sebastiio Joe de C*rvalbo receben do
bario de Monte Santo, servindo-se de urna carta
falsificada a quantia de 3:0004 em notinhas lim-
pas e cnxutas.
< Momentts depos, mandando o barao casa
do sacador, Antonio (Jarcia de Figueired, verifi-
eou que bavia sido vctima de um audaz larapio,
que vinha escaramucado da polica da eidade de
Bata taca.
Tratando o bario de prevenir incontinenti as
autoridades visinhas, reUisou o delegado de poli-
ca desta eidade, Joo Goncalves dos Santos, a
captura do tal sventureiro na estaco do Aterra-
dinbo.
Dada a competente busca no criminoso, foi en-
contrado em eeu poder o dinhsiro, com falta ape-
nas de cento e tantos mil red.
O criminoso quiz-se rppr prisao, mas os sol-
dados nao lhe deram tempo de faser aso da faca
qae trasia da qaal qirz servir-se.
Submettido a um auto de perguntas, confessou
o crime, rarecendo que ha mais algucm envolvido
aa especulado.
Per alguna dizeres do criminoso, parece que fas
parte de urna grande sociedade de ladrdes, que
andam por uhi disfarcados.
O dinheiro encontrado, cavallo e mais objectos
eatao depositados.
Diz o gatun i ser morador no Ro-Claro, desta
Movncis, e que tem a profissao de trancador. *
^^R) Sr. Nicolini Romaneli, negociante estaba
leer* com hotel e casa de fazandas, cm Mogy das
Crulir, foi victima, em a noite.de 18 para 19 do
Torrele de um grande roubo.
OlajatUQOS fizera-n urna enorme brecha u'uma
das patede e pjr ah entraram.
'icMabaram joias e dinheiro, em valor superior a
g5;OQHP)00.
lim Gome. Bacallar, proprietaro de
a no Largo ao General Osario, tomava
o seu visinbo Jos Lopes Fernandes,
oando de repeate ambos sentiram-se muito in-
eommodados. Chamado um medico, verificou que
rsti'iragnrij^ envenenados com trtaro, que de-
pos ae i acobrio existir no aasucar de que faziam
antes a-n aaebu tinha
onti phsronci* do la-
oso. Poucos momentos
i 11 e nnprai trtaro eos
gar.
O caixeiro dj-B tcettar tmbeos sentia-s hontem
muito inommodad >, e coasta que urna, menina do
L irgo sent as assmas dores e parece affsetad*
do mssmo mal.
Bacellar o F ornandes estio tora de perigo, e as
suspeitas do crime reeahem sobre dous meninos,
caixeirss dos meamos, os quaes alo muito maltra-
tados pe s pisrea.
Ums preta da cas* do pnmeiro diese a a I guaro
que aovir* a um 4e* menino* dizor qae ha te ni pos
prapmir i ao p \'.rX 8) ri* de trtaro e nada coa-
segai**, e qae w m-i-iairar-lhe ligo 203 ris afim
de vr s elle era epai J i resistir. E eam "ifsiti,
na m s n< bii.ci midit doas isenim* compraran
ni di l pela m*iM 210 r i de trtaro, tora-n
ve.udtd.is ha tem.>*, tnubns a dous ia:orio, 40
lis d'a 11 II i iMitnet.
N n-iite de 17 para 18 cabio ib S C-rloa
do Pinh i\ gran Je tuiapnrsa Una f ii trica matou oito nMM di tazenia Sr. Fran:is
co Domingues de Sampaio.
O promotor publico da comarca de Itapeti-
ninga denunciou ao liberto Antonio, escravo que
foi do finado Jos Bueno de Campos Buavao, pjr
haver all contrah Jo segundas nupcias, estando
viva sua primeira mulher, que residente n'esta
eidade, onde se essoa e trabillu pira sustontaclo
do fihos do ren cual.
Na segun la feira, 21, no ramal da Ituaaa, o
ajudante da trem Angelo Justiniano eabio entre
douswagms, titanio eMnp'etamente esmagado
Nj Rio ivo um tn>c> de 14 annss, de aocat
Joo Bm dicto, filbo de Theotonio Ridrisaes
Barbosa, achando se na cas* de um amigo, quiz
expcrimeniar qual das mm gari ochas, a que
traxia cinta o outr* qu: perteucia ao migo,
tinha o gatrho mis Furte, e com tanto desaso o
te qa", diepirando urna das garruehas, rejebea
toda a carga no estomago, fallecendo instantnea-
mente.
Ns lugar denominado Ria-Bonito, na estra-
da que Vai do capital a Santo Amaro, Franeisc)
Rjdngnes da Sdva dip>ruu um tiro em Joi)
Remberg, fenudi-o gravemente.
Estilo tomades qnasi tod\* aecas da compa-
nhia de Agua e Esgotos para Campias, cujo es
pitaJ de 2,5O0:0JJ*03O.
O Correio de Campia* de 24 diz qne o trera
mixto do Amparo descarrilhoa em urna curva. O
primeiro wagn de cargas foi arrestado a urna
distancia de cerca de 100 metro* antes que o trem
pudesse parar, aperar dos esforgis empregado
pelo machinista.
K Na Serra Negr, grande parte dos cafezaes
esto carregados Je 11 res extempiraneas. havtn-
do ja algumas tructas smadarecidas.
Em Pirassaounga grassa a varila, teodo-se
ji dado 30 casos dos quaes sete foram fataes.
MI* de Janeiro
Datas at 21 de Fevereiro:
Ginstam as principaes noticias da carta do nos-
so correspondente, publicada na rubrica Inte-
rior.
__S. M o imperador mandn pe i Sr. B.ir.i
Nogueira da Gama commuoiear commissao or
ganisadora do Asyto de Noasa Seohora dos Re-
medios que concorre eom a quantia de 2O0 para
o mesma Asylo.
Declarou-se ao director da estrada de rorro
do Recife Caxaogi, que, apesar dos termos claros
e precisos do aviso de 7 de Oatubro, sao anda
deficientes as iiiformaces que de novo prestou
acerca da conveniencia de ser eu nao continuada
a onstrucco do edificio para estacSo central e
suas dependencias, devendo, portanto, remetter
quants antes informaeab minuciosa e positiva a
tal respeito, bem c uno acerca da importancia do
material de qae ter ae ser ndemnisado o emprsi-
teiro da* ooras suspensas das offieioas.
Pur aviso de 21 de Fevereiro, e sobre pro-
posta do director geral dos correios, foi incumbido
de organisar um projecto de reform i dos nossos
correios o eoatador d'esaa repartico Antunio Jo-
s 4e Abreu, que desiguou para scus auxiliares os
empreg dos Franciseo Genelieio Lopes de Araujo
e Feliciauo Jos Neves Gonzaga.
Lsmos u j Jornal do Commercio:
Tendo a companhia ceasiooaria d'esta va-fer-
rea incluido nos aeus balancetes, por modo diver-
so do que propoz e foi estipulado, as qiotas que
devein pretaser a quantia de I03:000, destinada
a augmento do material rodante nos termos do
aviso de 5 de Junho de 1884, exigi do competen-
te fiscal o Ministerio da Agricultura que informe 83
as liquidacd.'S feitas pela eommissao de tomada
de contas t o sido contempladas quantia9 r /fe
rentes sobredita despesa e a quanto se lai ellas
elevado em cada semestre.
Acerca do mesroo objecto foi expedid i no Sr.
engenheiro A. A. Fernandes Pinheiro, a 19 do cor-
rente, o aviso seguinte:
Em resista ao sea offi:io n. 4,891 de 12 de Ja
neiro do corrente anuo, relativo ao mdo pero
ual a compvuha da estrada de ferro do Ricite a
r.moeiro tem laucado naa contas de cuateio as
quotas destinadas ao pagamento dos ltiO:000
que, ua forma do aviso n. 72 de 5 de Junho de
1881, foi autorisada a despender para augmento
do material rodante, remello a Vme., para os de-
vidos effeitos, copia da proposta da referida com-
paas, que motivouo supracitado aviso.
Por essa proposta ver Vmc. que de 200:0001,
a principiar de 30 do Junho de 1884, a quot* que
em cada semestre deve s*r admittida.
Quanto no aviso n. 52, de 5 de Jauho de 1884
j4 lhe foi remettido por copia eom os de 14 do No-
veiLbro o 13 de Julbo de 1885, nos quaes foram
especificadas as condicoes da autorisaco para a
despesa 'aquellea 103:000, cumprindo, porm,
que n'esse ultimo seja rectificada a parte refert n-
te aos termos da mencionada proposta, pois deve
ler-se 20:000 j onde all se trata de 40:000/.
Deus guarde a VmcA. da Suva Prado.
Espirita Sanio
Datas at 24 de Fevereiro:
No da 13, no districtodo Porto do Cachorro de
Santa Leopoldina, o individuo Sebastio, ex pra-
ca de linha, desfecbou um tiro de espingarda em
um italiano e depois de il-o morto, mata o gado
e cavallos, entra em casa, estraga tudo, acabando
por lancar fogo na mesma casa !
Consta ao informante que o monstro acha-se
preso e a autortdade local procede ao respectivo
inquerito policial.
No da 16, o lugar Geraldine, ao demandar
o ancoradouro da descarga, encalhou em frente
situacao Pedra a"Agua. O faci e pode ser at-
trbuido ignorancia completa da Babia, pois o
lugar onde deu-se a enealhacaa est muito arre-
dado do canal da navegacao.
O Geraldine consegaio safar no dia seguinte.
Sobre a Alfani'eg da Victoria, dis a Pro-
vincia do Espirito Santo o seguinte :
Nos ltimos annoa tem sido cata a renda da
nossa Alfandega:
18831884 142:161*284
18841885 139:207*742
18851886" 216:311*366
1886-1887
(1* semestre) 181:443*352
Como se t, a renda tem erescido extraordina-
riamente, ch' gando no ultimo ejercicio liquidado
quasi ao duplo do oreado (120.-030*.), para paga-
mento das porjenta^ens.
E', portanto, enorme o prejuuo qua a fasend*
publica tem tido nos dous annos ltimos pela
exageraco das porcentagens dos empregados. S
no segundo semestre de 1886, o prejoizo, despre-
zadas as traccoea, sabio a 8:470*, pois pela lota-
(;So os empregados da Alfandega devenam rece-
ber da quotas 4:200*, e no emtanto tiveram
12:670*, isto duas veaes mais do que o oreado
pelo Thesouro Nacional I
A Thesourana de Fasenda ha muito rec'amou
a rednecao das porcentagens de G para 4 %. O
Sr. ministro da faaaoda, porm, presecupado sem
duvida eom as suas altas operacos fioanceiras,
nao teve trmpo ainda de attender ao assumpto,
que alias presta-se para urna foffrivel economa,
sobretodo n esta quadra de de/lcit chronieos.
Falleceram: na capital, o empregado aposenta-
do do Thesouro Provincial, Manoel Ribeiro Pinto
Espindola e o continuo, tambem aposentado, da
secretaria do goveino, llanoel Innocancio Liuha-
res.
afela
Datas at 3 de Maro,:
Por acto da presidencia da provincia de 23 de
Fevereiro foi adiada para o 1. de Outubro vic-
douro a reuoio da Assembla Provincial, qne de-
via ter lugar 3 de Abril prximo.
A' 24 teve lugar a eleico da nova junta da
Associaco Commtrcial, qual ficou assim com-
posta :
Bario de Guaby, Augusto Silvestre de Faria'
Dr. Manoel de Asis Souza, coronel Augusto Fran-
cisco do Laccrds, Job Soarea Chaves, commeoda-
dor Jos da Costa Pinto, coronel Antono Jos Ro-
drigue*, coronel Aristides Novia, Dtto Bull, An-
tonio Francisco Brandio, Frederik Benn, coronel
Jos Jaciatho Rodriguea Teixeira.
Supplentes.Dr. Henrique de Almeida Costa,
Jos G incalves Belchior, Jt Frans Arknee.
Lsmos no Jornal d* Noticia de 36 de Ja-
neiro :
H.ije pelas 9 horas da maoh deu-ss na Al -
faudega urna exploao, que, a ni serem a hora e
as providencias promptas e enrgicas do adminis-
trador das capatazias, Sr. Rigociano Pires Tei-
xeira, auxiliado pir outros empregados, teria assu-
mido propircdes de lamentaveis consequencias.
< Acabara da ser desembarcada de urna al va-
renga, eoosada ao caes da rotunda da Alfandega,
lado esquerd'i, ama erando caixa com a marca
P B. ii 8, viuda de II miburg) peto vapor allemo
Argentina a eonsg'iali aos Srs. Gurtter Mundt
ItC, c nt-nli phasp'iir .s de Bengala, mas que
ilis vi'ihtm sob j ii'i de miudczis.
O.i Ic.1- 'o ma>i > vjIi oes que se acharara na al-
varo-i^a. -u d-' i lo n -.1411 .-n choqie oa attrit* ao
m uaent > de ser guia lada a caixa, un uaaaanm-M
de repea'e os p usphios e enclim-se tolo o odif-
fieio de fn;no, d 1 moto a f izer crer a quem pre-
enciava de tdra, que um grandj incendio vuiha
de lavrar na Alfandega.
' Immediatamente as igrejas de<-am o signa I de
fogo e o largo da Alfandega e immediscjs fica
ram atulhadoe de p >vo, que j calculava os enor-
mes prejuiaos m iteriaes que baria de causar 0
ineen lio.
Pomos a 1 1 ical onde se deu a explos).
> As cbammas que se despr.nderam da caixa
foram tao altas qus na parte inferior de soalho do
rotonda, deixaram viaiveis traeos.
Havi 1 prximo caixa muitas outras, mas o
Sr. Rigociaoo Teixeira fes guindar a iuflamraada
immediatamente c atiral-a ao mar, d 'pois de haver
mandado nfasiar a alvarenja, onda existan) ou-
tras caixas ideticas qu-, em lug^r da decUracao
infiamnavd, trazia a de miudezas-
Oitr- n2o fossem as providencias e-boj* re-
gistraramos urna grande desgraca.
Compareceram as bomb ia da companhia Al-
lianca algum* autoridades polieiaes.
Na feira de Saat'Anm, no lugar denominado
P di cmma, Nasario de tal, allucinado pelo ciume,
coseu a facadas, de um raido brutal o hsrriVel, a
ana aroaaia, que t >i recotfaida ai hospital em I*-
mentabi'issimo estado.
Nasario, aps a perpetr&v^o do crime, ingeriu
urna grande quintidade de rosalgar, vindoa falle-
cer momentos d os.
L~-se na Tribuna da villa de Santo Antonio
de Jess :
Ni lug.r denominado Gravat, no da 20,
I il) Franciseo da Ctfuha S ibrinho assassinou a
su proprii mi", Clara das Virgens da Jess, jo-
gando-a dnutro de um barranco qae existe 00
quintal de au 1 casa.
Aos gritos da pobre victima, acadiram acu
marido e os demiis filbos, que a tirar.im, j quasi
sem. vida do bar. Hnco.
Este filho desnatural), juntando o enismi
malvades, rodeou pilo la lo da c isa, e entrando
pela porta da ra, quiz prestar s ice utos i mori-
bunda, fiagindo ter che ado casa n'aque la oc-
cae o Sendo, pnen, repellido por seu pai e ir-
mos, que horroris*do3 affistivam-se d'ee, eva
dio se para os nsttis.
Ns sexw-f ira 25 de Fevereiro, foi es'e mons-
tro preso no lugar denominado Mutum, corea de
um qiarto de legua distante de ua casa, sendo
esta impor ante ciptora devid. aos esforeos do
inspector do qnarteiro, Joo Pereira de lasis,
coadjuradn pelos cidados Manoel Franeisc idos
Santos, Antonio Faustino Moreira, Joaquim Bisp)
dos Sanies, Jos Tranquilino do Naecimeoto e Li-
aaro Pereira Dis.
> Consta-nos qu: dera motivo a to revoltante
acto urna exigencia da parte doassassino sobre co-
mida. >
Noticias da Europa
O paqnete francez Gironde, entrado ante hontem
da Europa, trouxu datas que de Lisboa aleara a 23
de Fevereiro, adianiaudo dex dias as trasidas pelo
ingles Tagua.
Alm das do Portugal, constantes da carta de
norso correspondente de Lishd 1, publicada na ru
brca Exterior, eis as dermis noticias do qne foi
portador o referido paquete.
II c pan toa
Sobre este piis escreve o nosso alludido corres-
pondente em 23 de Fevereiro :
Nos circuios diplomticos polticos de Madrid
prevalecen] as raprestoes pessimistas sobre a situa-
cao gcral da Europa. Em conversa do correspon-
dente do Mitin com o Sr. Castelar, este, fallaado.
da p 'litica Jo Sr. Bism irek, dizia-lhe : Se Luiza
Micli 1 dirigisse a poltica Europea, o mundo nao
estarii mais pertarbidodo qae o est com pi
litica do chancellen A poca adj-ira or giver-
nos a aperceber s em vista das complicacS :s im-
minentes. As noticias que se recebiara de toda a
parte esta vara muito longe de serem tranquiliza-
doras, ed'ahi procede que ns transaccoes na bolsa
de Madrid se mantinham retradas.
Toda a imprensa liberal censura enrgicamente
os eeuado es e deputados conservadores e refor-
mistas (dominguistas e raueris'as) pelos ataques
dirigidos ao mininisterio cm riso da transferen-
cia do 9r. Willacampa e aeus companheiros, do
solo insalubre de Fernando P para os presidios da
frica, quaodo o governo declarou nobremente
n'uma das uitimas seseos parlamentares, por in-
termedio do ministro do fomento, Sr. Navarro y
Rodrigo, que, parte a piuca segranos que ofle
recia o ponto estabelecido em Fernanda P, e que
devia servir de priso aos deportados, havia urna
questo de humanidade, a qual aconselhara ao go-
verno essa transferencia, para nao converter em
burla o acto de clemencia praticado por sua ma-
gesttde a rainha regente.
Chegaram a Madrid os Srs. condes d'Eu com
scus filbos D. Pedro de Alcntara, D. Luiz Fe-
lippe e O. Antonio Gasta", e foram hoapadar-se
no rand Hotel de la Paz.
Retirara brevemente para Lisboa, afim de esta-
rem 14 por occasio do parto da Sra. duqueza de
Braganca. Foram visitados pela rainha regentee
pela infanta D. Isabel.
Tambem chegaram lord e lady Grevy, convida-
dos pe a Sra. condessa de Pars para passarem
algum tempo no sen magnfico castello de Wla-
manrique.
De passagem para Tnger esteva em Madrid o
caid Ahnedel Meekini, com um numeroso squito,
e ao qual acompanba o conde de Charagoac
J ae distribua ut) parlamento o Livro Encar-
nado.
Foi recebido no paco ha dias p >r sua magestade
a rainha regeste, com o ceremonial do costume, o
novo ministro da Turqua junto daquella corte, o
Sr. Tu; le su Bey, trucando se os mais cordeaes
discursos no acto 'a entrega das credenciaes pelo
distracto diplmala.
Em Nap les o almirante da escuadra hespauho
la visitn o comraandante do departamento ma-
rtimo a coovito para assistira recita de gala no
tbeatro do S. Carlos.
Acalmou-se fcilmente em Haspanha a commoQSo
prodnzida pelo rumor de qae se havia concluido o
tratado franco marroquino, inteirament tavoravel
Franca. Urna iaterpeHaca 1 da conde de Moreno
< m cortos proporciona occasio para que o minis-
tro dos negocios estrangeros deomentisse a espa-
cie. O que parece cert 1 que o Sr. Ferand, re-
presentante da republici francesa em Tnger, ne-
gocia como sulto de Marrocos e rectificaco das
frouteiras argeutinas de lado dos oasis, onde a
Franca tem interesse em estabeleeer para conter,
em respailo as tribus insubmssas do sudoeste ora
nez. Isto deprehende das esplcaces do Sr. Mo
ret, que alias julga o governo franela disposto a
respeitar os interesses e as aspiracas da H-'spa-
nha, com o tem feto at hoje.
Os ingleses, que tem sido os primeiros a alarmar
a opinio bespaubola, deitaudo p.egao de suppos-
tas tentativas francezas, volveram-se agora em
objecto das desconfianese da Hespanha. E' que
seu pedir, ou ao menos sem obter autorisaco do
soberano marroquino, acabam de laacar um cabo
telegraphico submarino entre Tnger e Gibraltar.
Note-se que o governo de Madrid projectava desde
ha muito estabeleeer um cabo entra Tnger e Al-
geseras e havia obtdo para essefim a autorisaco do
snlto. Damiram os hespanhoes em quanto a ini-
ciativa ingleza estava disperto. Em tod i o caso,
Z-enim agora valer a prioridade d.s seus direitoa
junto do soberano de Marrocos, o qual pro'estou
por sua conta propria, dirigindo urna nota -no go-
verno britnico. Este nao respondeu ainda, e
acaso mandn para faser diverso, propalar os
rumores de que nos vimos oceupando. Semelhao-
tes habilidadesobserva urna tolha estrangeira
alousuaes da parte do Foreign Office. Nem seoa-
pre fructifican!, corto, como no caso presente.
Franca
Em Franca o ministerio atravessou com mais
ou menos fortuna todo o debate do orcamento de
1887. A lei dos cereses, as reformas militares e
outras vo agora oecupar a attenoo da cantara.
No da em que terminava a discussao do orea-
da morte do Sr. Raoul Duval, um dos ornamen-
tos da tribuna francesa.
Anda ao comecar aquella debato no anni ultimo
o nolavel orador pronunciara um dos aeua discar
aoa que mais impreas) causara de urna direita re-
publicana, por modp que acabasaem da ves todos
os receos de novas mudanoas naa instituices que
a Franca adoptara.
O Ilustre presidente da cmara, o Be. Floquet
ao recebar a triste nova, commuuicou a logo a c-
mara, e fel-o em tormos tao levantados, que a sua
pilavr obteve os geraes applausos da cmara.
O pai de Raoul Duval qae dalorosam -nte impres-
sionado coimnunicira a noticia da morte desea
filho, deve ter experimentado no raeio da justa affli-
cio, um lenitivo ao saber como Sr. Plaquet inter-
pretara o aentmento da cmara, e como esta res
pondera a pilavras cloquearte* a sentidas do seu
Ilustre prest deu te.
Blgica
O Sr.Bernaeerr, ministra dafsswnli aprcsentia
cmara dos representantes um pi'ojeeto da lei
aiitorisanlo o Estado iudepen lente ,11 O i*M,
emitiir na Blgica um emprestim 1 com premios
sorteados.
talla
Como sabido, o rev.-z da expedais iuliiua
em Massoah d^a em resultado um* criie ministe-
rial, qua a votacito favoravel do g iverno nf*.* con-
seguio evitar. O niiiistro dos e.tran pairos, Sr.
Robilant, que su estrar.i si>b os melh-ires >aipi-
cios, antes do morticinio de Lu, faliou ua cama
ra dasdenhosaaente a respoito das forcas &e Ras
Alult. O revez scffrido pelos italianos_provou que
o miaistro se engaara, p-.r isso a aituaco delle
toruou-se rauita difficil perante a cmara. Al n
disso o Sr. Rjbilant estava em lesaecorlocom al-
guna dos aeus collegas, principa'maate com c mi-
nistro da guerra. O Sr. Robil mt pedio a demiaso
e ni cooaeguiado os aeus c-illegas morel-o do aeu
proposito, o Sr. Dapretis pedio a demisso de todo
o gabinete.
Foi ofiiialmente enearregado o Sr. Dapretis de
organisar o novo gabinete.
Na vspera do domingo de carnaval acaegura-
va se eatarem j asaentes os uoraes seguintes para
a combiuaco ministerial: ttobilaat, Magiiaui,
Saracco, que ficaria eom a pasta do interior, Gri-
msldi com a das obras publicas. Lazzatl ora a da
iastrucfo o o alrairanta Briu para a da marraba.
A f ir.n;ic'io do niv> gabinete encontrava aioda
diflkuldades.
A Abyssinia psde com mil th-ilers pe 1 res-
gata do engenheiro italiano Salimbeui e dos seus
comoauh aros.
Un corre-pon Jeutc de Roma enva pira um jor-
nal d.s Pars o seguinte:
Acabo da sssistir a. u:si cerem>uia cora no -
vent'.
Durante aa d incas d'esta noit-9 n > Qairinal,
um amigo preveniv-mc da qae esta msutil o re
Humberto e a rainha Margarida riam ao Sudario,
a igr.-j* nacinnal piemonteza, afim de assislirem
a uas olficio* f.iuebras m ludidos Celebrar por suas
raagestade.<, cm sunVagio da aJini dos 53.1 solda-
dos morios em Massuah.
A' hora mircada appareci 110 p qu-nin > tem-
plo. A ce.rcmmia teve um carcter inteiam^ntc
priva o. O re e a rainh 1 timiram lugar M tri-
buna do coro e vi-a de jielbis, duran:; toda a
missa.
A asistencia compunh i-sc exclasivameata le
pessoas ds corte em servico- Era eu o nico es-
traoho casa real. Ao meio da igreja lora l'van-
tado um catafalco, s.Ure o qual repousava una
urna fuucraria. <
Inglaterra
Na seas) de 17, o Sr. H.'ury Libsnchere, de-
putado gladstooiano, anounciou cmara dos
commuus qu', qaando ae tratasse do relatorio a 1-
bra a resposta ao discurso da cor 1, propsria urna
ementa declarando que as diligencias feitas pelo
goveruopara impelir a abdicaco do principe Ale-
Xandra de Battenberg foram iucotiatitucionaea e
perigosas pira a paz da Europa.
Na cmara dos lorda o Conde da Uunraven ex-
plicou 113 causas da sua demisso de secretario p 1
lit.ico do miuistem das colonias ; eensurou as leis
excepcioaacs pira a Irlanda, e declarou querer
economas, nao considerar am jaca Jos os interesse
britannios, e entender que a poltica estrangeira
da Gr Rretanha deve ser de nao iutervenco.
O Marques de Salisbury resp indeu-lbe que as
economas sao louvaveis, mas s ae economas ma-
daramente refl;cii las.
Na sesso seguinte o Sr. Libouchere explicou a
sua emenda relativamente .'; questo da Bulgaria.
Sir Jamos Fergusson, secretario politioo do un-
nisirrio dos negocios estrangeros, disse qae a In-
glaterra 11 o quiz nunca proceder eu Si-pirado du
demais pitcncias, e uegou qua o goveino ti ves se
apoiado o prncipe Alexandre da B ittenberg por
motivos dyuaaticoe. O Sr. William Smith, respon-
dendo ao Sr. James Bryce, g.'adstunano, desmn
tio a atfiruiativa d que a Inglaterra csteja inei -
tanda a Austria a perturbar a pas. A emenda
Labouchere ioi afinal rejeitada sem escrutinio, e a
cmara approvou o parecer di resposta ao discur-
so da cori.
Houve ha poucos dias urna larga entrevista
entre o Marques de Salisbury, o Conde de Hatz-
feld, embaixadorda Allemaaha e o Conde Cort, da
Italia. A este respeito corre o boato de que a Al-
lemaaha p'ocara induzir a Inglaterra e a Italia
consentireui n'um 1 oceupaco temporaria da B.li-
gara pela Russa e que o intuito principal da Al-
lemanha seria assegurar a neutralidade russa no
caso da guerra franco-allem, q 1er por gratldo
da Russa as estas negociacoes lograssem bou
xito, quer pela cjiltgiciio que d'ahij resultara se
ficassem mallogra las.
Em Inglaterra a situacao do governo contina a
ser ditEc e embaracias. Nao tuve anda de ceder
o lugar aoa adversarios, mas uo deixa da perce
ber que nao vera long) o momento em que ter de
tasel-o.
Parnell foi vencido na emenda qae propoz, mas
0 numero de votos qae ella reuni, mostra de so-
bej 1 que a questo irlandesa contina a sr de in-
teresse palpitante.
Os conservadores e os liberaes unionistas con-
gregaram-se para rejeitar a emenda proposta por
Parnell, mas ainda noappareceu soluco positiva
que podeaae eongrac,al-os. O Mrquez de Salis-
bury tem por iaso vivido de adiamanto, que pode
prolongar se, mas que ha de ter um termo fatal.
At agora o gabinete que prometiera urna sola-
cio para a qaealo irlandeza, ainda nao pode de*
emp:nhar-;e da ana promessa. Porgue ? Ser
qae ainda nao pode forra ir juizo seguro com res
peito questo, pira indicar a melhor soluco
que ella pode ter r
Sera que o embarac) provenh* da ser necessa-
rio obter a acquiescenci t dos liaeraes unionistas,
e ainda nao pode alcancar- se essa acquiescencia ?
Comprehende-se que ser granda o embaraco
dos conservadores, mas nao ser menor por certo
e dos liberaes.
- Do lado do Egypto tambem se levantara nnvens
fovoraveis -Inglaterra. De ves em qnando fal
la-sa com mais insistencia na evacua^o dos in-
gleses, mas o governo bntaunio tem tido sempre
artes para deixir as cousas n mesmo p.
Ao que se diz trata ella agora com ua Tur-
qua, para assentar nos meios de poder tornar-se
possivel a retirada das forcas ingtezae. Mas pa
ra que o caso se realise sao taes aa condicoes que
nao se v j prxima o da em que os ingleses to-
rio de abandonar aquelle pas.
Ocmais, a sua retirada falta sob a condico,
de que d. das certas'eventualidades, ulia de tacil
realiaaco, aa forcas inglesas voltaro a oecupar
aquelle territorio.
Dizem de Calcuta (Indias lngletas) que por oc-
casio do jubileu da rainha, sero restituidas
iiberdade 25:000 prisioneiros, isto um terco dos
individuos que actualmente estas cumprindo pe-
nas as diffarentes pri&Oss da India.
N'esse numero encontram-se cerca de 300 pri-
sioneiros por dividas inferiores a 100 rupias. O
governo pagar essas dividas.
Os jornaes russos commenttam vivamente o
Blue boik inglez, onde se manifesta a attitode
hostil da Ioglatenana qu.sto blgara.
Allemanba
A apr sentacao na cmara prussiana de um
projecto da emprestimo de 30 mlbes de marcos
para trabalbos de camnhos de ferro deu origem
a urna troca de explicacs acerca de poltica ge-
1 I, entre o deputido Zimvalle e o ministro das
obras pabcaa.
Diaae o deputado que considerava a apresenta-
co d'aquelle projecto como um symptoma indubi-
tavel da manutenco da paz. ministro res
pondeu que desejava que a paz co fosse alterada
mas nao poda conselhar a cmara que conside
rese a apresentaco do projecto como garanta se-
gura da eanservaco da paz : Se a pas fosse
perturbada, accrescentou o ministro, como muitoa
receiam e como nos devemos igualmente receiar, o
prejeco nao poderia ser levado execuco. *
A reserva d'estas palavras revela o cuidado
com que os membros do govsrno allemo evitam
ment rjeebia a camaia francesa a triste noticia' dar opinio acerca dos boatos belicosos doa lti-
mos dias, qne tem ido diminuindo agota de inten-
aidade.
A propria 6':seta da Cria, cujas inapiraces
conservadoras sao conhecdas, publicou um artigo
contestando que se dvase julgar a guerra imm-
nente. A Gazela, referindo-ss s Jisposices be-
licosas que a imprensa alletn attrhua Franca,
da opinio qua se nao podem considerar aunun-
eio de conflicto prximo as providencias militares
tomadas as duas fronteiras. O chamamanto de
72:003 horneas das reservas nao adiantaro nada
a mobiliaaco do exercito llemo, e a concentra-
cao aecreta de tropas francesas na fronteira ape-
nas demorara oonsideravelminte o pdr-se em p
da guerra o corpo de exercito a que. ellas porten-
cessem. A Gazeta da Cruz termina dizend > que
ama guerra eom a Franc nao poderia t ;r como
p.eludio mobiliawcas psrciass ou concentroslo de
tropas de diminutas (oreas.
a imprenaa alterna tem afrouxado muito nlt-
mamente o ardor belicoso o as discusses versara
principalmente acerca da attitude dos chefes do
pirtido do centra com reluco s cartas do cu--
deal Jacobini. As fulhas semi-officiaes nao occu!-
tam o seu despeito pela pequea iuflaencia que os
conselhos da Santa S tem exercido no proceii-
raento do Sr. Wiodttorst e dos seas amigos.
A Gazeta da AUemanha do Noric, orgo do Sr.
de Bismarck, censura que os chefes do parti io
catbolco nao comprehendessem o aleance das de-
claracoes do summo pontifica. As carias era que
o papa sa pronunciou em favor do septenato nao
tiveram por rio defender esta providencia legisla-
tiva, maa aira sustentar o piincpio de autoridade
da qua ella dimana e coatribue para a sustentaeo
do imperio allemo contra os ataques do centro
e contra os abusas que este partido tem feito di
noraed) summo pontfice. A interferencia d > pa-
pa em favor do septenato uo tem o caiacter de
nina complacencia momentnea, obti la pelas vas
diplomticas, maa de urna harmona d>s poderes
que t p>r obrigaclo defender oprincipio da au-
toridade.
Taes sai as explieacojs da Gaseta da Aliena-
nha do Norte, que apezar de tudo uo tem feito
grande mpreaao nos eathulicos adversarios do
septenato.
O que parece revelar-ae em tudo isto que o g i-
verno allemlo ae prcaecupa muito rara com 1 or-
ganisaclo do futuro pirlamonto do qa 1 oto as
qaestoea externna, qua provavelmente os boatos
e mesin) os terrores de gisrra team silo para al-
gans jora-ius allara.I :s expediente eleitoral.
que se nao p le, p irn, por em da vid 1, qae
a AUemanha a poteaaia, qae ratis s claras se
apercebe-para a luet.i, Os jornaes franezes tce.n
fingido a' ago:a acre litar que os preparativas
militares di Allemsuha siteitos para xcrcer
presso eleitoral, afim da sere.-n eleins depata-l >s
avoraveis a o s ..'tenado militar. Mas a propria
impreusa fr snceza comee 1 a mostrar qua nao p le
fingir par mais t-tnjo. Hi fictos de nma elo-
quencia irrespondivel.
Osj irues Paris e Teinpt piblicara inni alta
minuciosa das forcas acm.is, qae teem Matz c m '
quartel geaeral. Rasultt d'assa nota que o 15*
corpa do exercito allemo est em p de. ga-rra,
om todos os aeuo effeetivos e raaer/a, prtrapo
pira invadir a froateira, nao era pou^ia das mis
em poucaa horas.
Numerosas patrn'b isallemles percor'em a fron-
teira em todas as di i-ecces, com se rstivussem
j em campanha.
Estes factos sigaifieara nlgama uousa mais do
qua urna trica eleitoral.
Os franceses, pira tirarem quUqaer pretexto A
aggresso, e querenio deixsr AUeramh ia a res
pjnsabilidade dadeelaraco de guerra, absteem se,
ao uv*noa appareotemeate, de concentrar grandes
eff;ctvos uas fronteiras, parenlo que, ao menos
no primeiro assalto, prefe>em giardar a sit nielo
d fensiva.
Tuda isto, par n, silo estratagemas de dadustas,
que eseolhem paaiea, eoufarme os teus tempera-
meatos e csDveaieaaias, Bem que obsta a que den-
tro piuco se precipitem um, sobre o outro, at
um d'ellcs ficar prostrado
O maior perg> desta situacl > consista precisa-
menta nos pon iros resultantes de tantos aprestos
bellicos.
A declaraca de guerra p;nle talvez de uai fio:
da vidt d.i irnparador da Alleaaanha. E' natural,
que ello, tao abeirada do tmulo como ae acba,
oo queira que o sea cadver seja regado par am
mar de singue.
Infaliziasiite, esse o cada ves miis tenue :
as noticias recabidas dizam que o estado presario
da sauda do vdha imperador se aggravau onsi-
deravdmente nos ltimos da*.
Ns dia, om qua elle flechar os olbas, a faerra
eetta, se ainda antea na tiver rebantado.' S
am milagro, o poder impedir L
Contibia aeecutuar-ae a nota pressimista
pelos ataqusa continuos que os per dirigem contra a Franca.
U iraprebtoes.
N'esse telegramma diz-se qnp, em virtude das
ordena transmitidas pelo governa allemo, foram
cercadas pela polica algomas casas de Strafc-
burg 1, sobre, as quaes recaham suspeitas de par-
cialidade a favor da Franca.
Esta medida foi adeptada em onsequencia das
iiiformacoes que o governo de Berlim receben,
as quaes se dis qnu na Alsacia Lireua se tra-
bilna activamente no liga patritica francesa.
FaUa-se de um tratado secreto da allianc en-
tre a AUemanha e a China.
O tal tratado suppde-se firmado em Berlim, ha
meses, pelo marques de Tseng, e er-sc que o go-
verno de Pekn contrahio o compromisso de susci-
tar as provincias rassas da Asia, no Toukin, re-
gido sob o protectorado f/aocez, e na lo lia In-
gleza, complicacojs, obstculos e at msma ata-
ques desoo'tertos, qutndo conver AUemanha
distrahir as forcas militares de qualquer daa tres
grao des potencias.
Esta sapposico paree; exagerada, sobre todo
porque nao se diz que omp 'nssjoes a AUemanha
offereceu China, e evidente que a China nao
havia de pedir pauco, qaando Bismarck exiga
tanto.
Na AUemanha era msis que certo o triumpho
eleitoral do governo, e, portanto, a approvaco do
septennato.
Os deputados da centro citholico, que porten-
ce'am ao parlamento diasalvido, sustentara as suas
candidaturas ; mas dividir-se-ha depois de elei-
tos ; apoiaado uas os projectos do cbancelfer, e
votando oati 03 contra o septennato, com os liberaes
e socialistas.
Austria- Haufrta
As delegacoas austro-hngaras estavam coavoca-
das para Pesth no Io de Marco.
O governo vai pedir-Ibes um crdito supple-
mentar de 25 rcilhoes de flarns destinado ao equi-
para en to e armamento do iandsturui, de modo que
esta cathegoria da tropas possa, se fr necessano,
prestar servico de guarnioo e de escolta a lau-
dwahr, qae seria assim cuumada a tomar parte
com o exercito activo ao servico de campaoba.
Demais, o governo pedir outro crdito, prova-
velmente de 15 mlbes, que ficari diaposico
do minislro para ser empregado n'um caso im-
previsto, mas instante, e sob a responsabilidade di
gabinete
Ao mesmo tempo dosmente-sa que a Polonia
russa seja theatra de preparativos militares des
usados.
Na vespara da reunio do cerpo legislativo
commum das duas partes do imperio, deram-se aa
vida parlamentar, na Austria-Hungra, dous factos
de diversa importancia.
A crise latente, que exista no gabinete de Peat
resolveu-so pela retirada do conde Iaapary, mi-
aistro da fazenda, euja pasta sobraca interina-
mente o Sr. Tissa. A demisso deste ministro
pareeedevida susponao que sofireram aa nego-
ciacoes, entre as duas metades do imperio, para
renovsco do compromisso aduaneiro, acerca do
qual se torna urgente ara accordo definitivo. O
actual compromisso nao tardar a expirar, e an-
nuncia-se de Berlim que se reataro as prelimina-
res para o traotado de commerejo auatro-allemo,
assim que se abram as sesses do futuro re
chatag.
Em Venna, o ,-umro j con8ideraval de parti-
das parlamentare!} parece a camioba de augmen-
tar ainda. O club allemo, que se constituir, ha
dous annos, esm os membros mais turbulentos da
esquerda anida, e que, em vez de adoptar por pro-
gramla a defeza das iostitu'coes centralistas do
imperio contra as tentativas federalistas dos ala-
vos, se arvorara em palladino doa interesses par-
ticulares doa paizes allemes da monarchia, essa
club sciedio-se, depois de procelosos debates, em
dous grupos de forca quasi igual, de vinte mem-
bros cada um. Conta um d'elles sustentar os an
tigos principios de club allemo em unan com o
club allemo-austriaco ou com a esquerda unida,
ao passo que o outro, formado principalmente de
autisemistas, intenta continuar por sua conta o
risco a luta contra os conservadores, os capita-
listas e os slavos.
A commissao fioauceira da cmara dos deputa-
dos da Hungra votou por unanimidade o crdito
para o laud-sturm (as milicias).
O Sr. Tissa, recordando as suas deelaraeoes
ultimas, raanitesLu esperanoa na manutenco da
par. *"
Na sesso do 19 (segundo communicam de Bu-
da-Pst) a cmara approvou unnimemente os
creditoa pedidoa.
P ^r" T'"** primo os sena sentimentoa pa-
cificoa, dseado que nao se prepara por forma al-
gunas para a guerra, mas toma apenas preeau-
coes necessariaa para salva-guarda do pas.
Unala
O Standart pablicou ltimamente telegrammis
de S. Poteraburgo, disenda qae o processo instrui-
do pir motivo para.di maiir imp>rtancia.
Fii-a n pres 'S n'aquelia capital, segundo cons-
ta, muitas individuos da guarda imperial, que, em
vista das declaracas feitas, se acbavam compli-
ciiis ns cinspira;! 1.
_ Fo!lt-se igualinrate da algias ultoa faneciona-
ries, tanto do paco com1) do exercito, dos quaes se
suspeita o sobre cuja possivel cumplcidade se es-
ti taren lo activas investigacjs.
Paree! que o plano djs conspiradoras nao era
matar o imperador, mas sim apodei arem-se da sua
pessoa e de todos os membros da familia impe-
rial, e proel i mar una nava ordem de coaaas na
Russa.
Dizem de Berlim que em 8. Petraburgo ha
suspeitas de que alguos dos grao-duques ti-
vesse prestado o seu cansentim^nto c inspraco,
o que significara que sa tractava antes de urna
troca de soberano e de dar um regimsu constitu-
cional Russia do que de urna revolncSo essen-
cialmente social.
Q Standard considera mais numerosas as pro-
babilidades da guerra qus as do paz ; dis que o
conflicto uo est inminente, masque a AUema-
nha, rasis tarle ou mais ceda, ha da vr-se obri-
gada a renovar a guana ; uo acredita qua o-caar
6e compromotta jmais a permanecer neutral era
cso aemalhiate ; ci, porm, que, se a Prussia ae
empenhar na lula do O.-ieute, a AUemanha apro-
veitar a occasio.
O facto que os preparativos militares prose-
goem cora febril actividad?, desda as fronteiras
da China at aos Pyrineus. Porque tambim a
Chiua sa mostra dspista a entrar n'esta luta tre-
menda, qae atnaaoa aiirazar o muad intuir).
O governaior da ibaria oriental, o cmeI^oa-
tk-f, e o da provincia do Asnear, o birlo Karff,
foran pjr eua raativo chvna bs a 8. r'etTsbur-
go. Aquellas duas provincias 3a 1 limitraph-s di
China. S ni rega de Man leba ir j, provincias
de Qiring e de C.iailarn-Z an-.k, o governo de
Prkam tem creada col..nias militares, em circum3-
taneias i 1 po ieram fornecer 30 ),000 camb itentes,
senil; 10),03Jaratados europi. Os froneezes
apre idaram no To-ikim, a oacasta, qni estas tor-
cas te un um valor real En Giriug tesat sido
elevadas fortficaces importantes, para lutercep-
t-aram aos raisos o camin) entro o territoriida
Amoar o a psniasala d. Caru Por aeu la-lo, a
Russia tem j na mires da U)ra vinte navios
I' guana, aptos para ombite
Cxn o pr.-ti-at> da simples exereieias ds ns
trncr;la ti n -ido chamaias as armas as reservas
na Rusia ex-ijtamauta cama tom acoat.-eilo ulti-
ma 11 nte ni Austria, na Alle.Banha e ua Fanos.
O Stand-ird pabliou despul .3 da seu corres-
paulente em S. Petersburg, c infirmando as no-
ticias que tara corrida mutt di coaspiraco mi-
litar.
D< conjuato das dec'aracoa3 recib ias e das
inrestlgseoas a qua se proudeu resulta, que a
coaspiraco tinhi um cancter miis soaialista que
nihilista.
Parees averiguado qua 33 constituir ua Rus-
sia urna podaras sociedad a secreta, para propagar
eatre o exercit) e a miriuhi as doutriaas socia-
listas.
Insist>-se aaida de que o mavmento era oc-
ealtam-nte dirigido p>r un grunluque, e que es-
te prometiera colrojar-so a fusta da naca) e pro-
mulgar las inspiradas nss principios oiciilistas,
qnando rebantasse a asurreico e fosse destitu-
do o czir actual.
Oriente
D.sein de Constantinopla que em oana reunio
da govarno ottoatana cot 03 delegados blgaros,
se coneardau no raido do cora,)ir a regencia. Con-
forma este acord a regencia ficaria orgaaiaada
com o Sr. ScambmlotT, ZamkifFe um terceira par-
soaagein que sana absolutaaieate neatral e que
dapais aera eseolhiio. Aoeitoj-se ta abara em
principio a nomeaco de outro ministro da guerra.
E o quanto de Constantinopla raandam astas
que pureeera indicar a possib.lidade do accordo
na qu:sta oriental, escrevem da Venaa qaa nos
circuios paliticos d'aquella cidsde nio se er ua
eflieaca d.s diligencias pira harmansar o go-
verno turco cora os delegados blgaros.
Espera-3e a mo o ra intenta a nota da Porta
communieanda as grandes potencias 0 resultado
das negociacoes e nao se acrjditava que a Russa
ih;s desse a sua annueaeia, ainda mesm> qua o
Sr. Z mkol aceitiisse as bazos da acord.
Diz um despacho de Sofa pir3 o Times qua os
antigs otficiaes balgro3 e oa:ros emigrados mul-
tiplicara as foros para provaearem. urna agitaco
na Bulgaria.
Foram dirigidas aa Sr. Stamhaaloff cartas amea-
cadoras em que lhe dizem que bandaa de mante-
negrinos esto encarregados de aasassinar oa prin-
cipaes membros da governa.
A verdada que a quest) da Bu'garia ora se
d como rosolvda, ora ae aprsenla mais emba-
raco s.
Quanto mais as potencias ss mastram desinte-
ressadas d'essa questo, menos psreee qus se
avaaca na soluca d'ella. Nao falta quem se ar-
reoeie de ver surgir no Oriente a causa de urna
perturbaco da paz, que a impreosa allem pare-
ce empenhida mostrar panca firme do lado do
Occidente.
Daraais as disposices militares ltimamente
temadas pela Austria, mostrara b.'m que uo se
descuida o governo austro hngaro de preparar-se
Sara qaaesquer accidentes, pasto que os ministros
'esse governo continuem a assegurar o sea de-
sejo de conservaco da paz.
E' porque a Russia enbara dissimule, a naci
que mais julga servir os seus interesaos, pertur-
bando a paz, e nao ha de ir perturbal-a en oatra
parte seno na regio dos Balkans.
Em quanto por issa a questo blgara se con-
servar em soluco, podem mal bem surgir pretex-
tos, pira si operar um movimento ofFensivo por
parte da Russia.
Nao diremos que esteja ahi o verdadeiro inte-
resse do imperio moscovita, mas osgovernos veem
por vezes o sea interesse, onde nem sequer ha
sombra d'elle.
As ultimas noticias da Romana desmeatem os
boatos/postos en circulaclo ha dias, de que o
governo do re Carlos havia couprado muito ma-
terial de guerra.
Agora o que exacto ou parece-o, que ae
pr ijada por em p de guerra o exercito romaico.
Quanto as pretendidas negociacoes entre a Ro-
mana, a Servia e a Bulgaria para formular le
urna coafederaco do3 tres prizes, ellas sao igual-
mente desmentidas, pelo menos em relacao a Ro-
raania da coafederaco vinham de novo a baila,
como acontece peridicamente a cada eventuali-
dada de complcaces na pennsula balknica, a
Independance Belge expiicava que as divergencias
essenciaes de interesses dos tre3 paizes de que se
trata excluiam semelhante combinaco. Nao i
menos interessante registrar, comtude, que mes-
mo de Bucharest, oade se collocra o centro das
negociacoes ueste sentido, qua vera a negaco pe-
remptoria do facto.
Eatadoa-L'nldna
Tem havido tempestades muito violentas em
diversos pontos dos Estados-Unidos. Um furaco
fes descarrilhar varios combayos as vas frreas
de oeste, mas nao occorreu nenhum desastre pes-
soal.
Disse que o gaverno am- ricana est decidid
a tomar o Canad, 86 a Inglaterra se empenhar
n'uma guerra no Oriente.
EXTERIOR
Correapoudenclii do Diarlo de
Pe rn a 111 foiico
PORTUGAL Lisboa, 23 de Fevereiro
de. 1887
Corren o carnaval se incidentes nota veis.
Sem sabor lhe chaxnram uns, alegre outros.
Cada um falla da festa conforme lhe vo nella
Os nossos principes vo-se convencendo como e
principe de Gallos que a solido e espantadas etique
tas dos seas pacos tem occasioee em que chegam
a tornar-se insupportaveia.
< V;-'1
&
>
i

' 9 i
L
L U.:

t
|
fe




Diario de PernambocoTcrfa-fcira 8 de Marc> de 1887
3
.
f

j
t
Dieto dea documentos o Sr. infante U. Affonso,
que nos das de carnaval se hffoifou a percorrer
u'um dog-cart, na fiieira das oafra carruagens
de chapea btixo e t com o ku ajudante de or-
dens o Chiado e Ra N iva do Carrao onde fe jo-
gava o entrado furiosamente com tremoens e bis-
nagaa.
Intil diser que foi alvo d b tremoladas de to-
das as janellaa e fioou ensopado na agua de ebeiro
do centenar 'g de bisuagas de tolos os tamanhos
e fetios, com o que sua alteza parece ter f ligado
inmenso.
Os criados nao levavun a libr da easa real.
A familia real tem ido estas acates ao ihcatro
de 8. Carlos.
E' costutroe novo acompaubar os cantores no car-
naval com cris-cris, eochichos, benmbaua, e agir
com urnas trompas e trombones, de papello que
vieran de Franca a qu i produzco sons dos amia
grotescos : urna bex'gala finalmente.
Pelas ras p ueas r.lluses ou neubnmas :
O casamento Fernandes com a indispenaavel
ver>ama, -os bomens do tabaco armados do cha-
rutos monumentaes e disse.
O clab dos GKIcas apresenton urna luziJa ca-
valgada trea-feira.
Nos salos aristocrticos tem havi lo nesta qua-
dra do anno soires esplendidas.
NSo dir entretanto dos d rada ou remediada apenas.
Se h uv", nao se apoderou dolle a publicidade.
As festis bospedagens e gastos extraordinarios
de toaio de 1886 fizeram com que as familias que
da riqueza a teem as apparencias, se retrsbisaem
mais e assim que se explica a limitada concur-
rencia que, em toda esta epocba lyrica, se tem no -
tado no theatro de S. Carlos.
Cinco verdaieiras celebridades europeas tinham
abrilhantado na epocha anterior as solemnidades
masicaas daquelle theatro; nada menos que a
Sambrick, a Patti, a Dvns, o Massini e o Gayar-
re. Desta vez nao ha celebridades.
A Theodorni urna cantora de priraeira plana,
ms est longede gizar no mundo lyrico du fama
borsligne das artistas que d-ixo mencionadas.
O resultado daquellas opulencias que o espe-
ctador nao se eathusiasma por urna companhia vul
garmente constituida.
Acode s priraeir.is representacaoes em grande
f irca, e deixa quasi de todo vasta a casa as reci-
tas subsequentes.
Nao fallo dos asaignantes das pnmeiras ordens I
e frisas que esses van sempre porque para elles
o m :no3 o que se conta no palco.
Aquillo apenas uin pretexto para nos inter- '
vallos receberem as suas visitas, coquftearem,
fallar de tudo um pouco e cortar um poncoebinbo
das vidas alheias talvez.
A apparicodo adiviuhoinglez Cumberlaod, que
desorieotoa a alta roda do Madrid, e maravlhou
Paria e Londres ainda servo de them* a digres-
soes scientificas a folhetins mais ou m nos pban -
tasiosos e sobro talo aos commentarios das pes-
soas a quem mais de perto elle asnina de aasom-
bro 1,-ndo-lhes no pensamento comoem livro aber-
to, sern mais apparato do que o tocar-Ibes na mao
esquerda ou na regio temporal.
O que elle fez de prolig'os no paco logo no dia
se/amte ao da exhibilo publica de S. Carlos ex
ceden em correceo o mirob oante aprunto tudo
quanto oa vespera hav* presentado em nitidez
de sorpresas. Ainda Stuart CumberUnl nao bavia
transpisto a sala onde cstava el-rei, foi S. M. col
locar urna lapiseira dentro de ama uraa de prata
que se achava era eim do nm buff t". Entra o
bruxo, apresentHd < ao soberano e este declara
Ihe que desejaser o primeiro a ser adivinbado .
Um das seas ajudantes d'ordens venda os olhos de
Cumberlaud e tomando este, a mao esquerda de
el re o condux, sem hesitares urna que destapa,
e tirando o lapis lh'o entrega inmediatamente. A
rainha, nisto, segredoa ao Sr. infante D. AfFjnso
qae pozesse no pen3amento um retrato pbotop a-
phico da senhora iufanta D. Antonia sua ta, que
esteva, oitre outros dentro da gaveta de am con-
tador de bano collocado n'uma sala distante. No-
t;-je que o alivinho nanea tinha posto p no pico
da Ajuda. Excusado Ber dizer que. ocel-bre es
trangeiro atravessou algumas salas d'olhos venia-
i.a guiando pela mi a sua alteza, at pirar di-
aute do movelem questo. As gavetas eram umi-
tas, abra a que o principe Uaba no p uisaraento
Encontraio o masso do photographias, escolbea,
sem v-, dentro multas a da senhera D. Antonia
em que S M. a rainh* a seu filbo tinham pensado.
Ojiitto maitas mitras sirtes qne fes.
Meus amigJS, u'um esp.-ctaculj publico, a gran-
de maioria dos circumstantes sempre fi;a pensando
que na ass 'inbla ba compadre benvolos, que se
prstata a secundar o prestidigitador, oa o que
qaer que seja ao bom xito de seus prodigios. Mas
al!i ao paco, com as p?soas reaes ?...
Cumbor.and est no Porto onde depois de entra-
do tcnciona apresentar-se ao publico dos vexes
no palacio de crystel.
Ha p=ssnas que tudo explican) ou ju'gara cxpli
car e silo felizes realmeute *.s mais aeniatea,
ueste caso, duvidam e agaardam que a acieneia vi
correado am pouco mais os veas densos que ainda
encobren) a razio das rnaiiifestacoes do magnetis-
mo, o qual dgn-8e a verdade, sinda se enconCra
n i infancia.
Ch imam Ihe agora cumberlandismo. Se}* !
Urna circumsteHcia atien livel que tanto no
pico, como cm S. Carlos, as ultimas sortea (liga
mo3 assim como se se fallasse de um prestima-
uo, sem todas menos correctas do que as primei-
ras, oa fallecem de todo.
O adivnb), transpiran lo offe^ante, por todos o
poros, ji nao pede mais. A' supromt abatraccio a
que o se organismo recorre, como que o deixa ex-
tenuado, a sessia vae p:rdeodo gradualmente o
interesse. Ora, digam-me, se elle fosse apenas am
charlatSo vulgar ua> falhava nuica, nao se sen-
tiria exhaurido, fatgalo depois das aun mais tri-
Hnphantes experiencias. Se o cavalbeiro que pos
n i mente o numero de ordem de urna note do ban-
co de Fortugil que tinha na sua carteira o nao ti-
v3se esqueeidfl, tel-o-hia adivinhido, isto teria
tido ue pensamento d'elle aquelles algarismoa.
Succedea isto eom o Sr. marques de fronteira em
S. Carlas. E CamberUnd, exitaio sob a infl laneia
da sua nevrose singularissima, nao soabe couter-se,
denancioa enfado, talvez pouco urbano.
Um prestidigitador nunca te agasta diante de
gente e muito menos cora um marques. A verdade
este.
Baste de Camberland pov b-je. Assim elle
adivinhasse, ao menos para socego dos mil e am
candidatos qae palpitea) neste momento pelo bom
resultado das suas Bienios, quaes ser!) os venta-
r ^os. e quans oa lancados margem ao escrutinio
que deve abrir-se a 6 oNi Marga Mas Cumberlaud
nao adivinha o que est para suceeder, porque, i-
Hssim fosse estara des m-1 vexes millionano, j->-
cindo sempre as maioies loteras do ua"rso
i) que elle f l.- no pensamento alheio, logo que
se ponha en eoaucto com elle. Do quo lado est e
"ajsividadaniagnetiea ? Uus diaem que u'elloe
i.o xaspeasoas que seprestam s suas exponen-
cas; oatroa asseverain o contrario. Seja como
fir, muito extraordina' io aiaJ-i, embora digaan,
oimo eu Ibes repeti na miaba ultima, que, em Be--
ioj por es-pU), vate genero de adiviiibaco j in-
vada as salan e se despiu do tom iiiysterioto com
que asistim> aqai a ellas, para as reiieia* C'iuh (wssateinpo jovial.
__ A 15 deste met p Diario do Gooerm paoli-
ca o piano de orgauisacio do ensino industrial c
oj more i al, d^cretodo dicta t-oriaJmeute. emb ira os
l /upideranjoa do respectivo decreto eitem aa leis
qae autorisnn este reorganisaco importante.
Se'uudo e te plano,o ensino iudustri-.l ser pro-
t asido nos iuatitutns industrial s e comwerciaes
de Lisboa e Porto, as escolas ludus'ria-'s e uas de
detenho industrial, e divide-se cm dementar, desti-
nado a ministrar nocoes uteis aos operarios e eom
inii:i3 a t'idos os officlaes ou rspeciaes a alguna
u eil.s ; preparatorio, destinado a dar instruyese
pr.laminar os que se d'Stiuam aos cursos espo-
ciacs; especial, destinado a habilitar pernal te
efcaisn para detormiuadas especialidales da ludas-
t i a ou de servico do Estal\
O ensino pratieo ser ministra lo pelo Estado
eouf rme as necessidades oe cada especiaiidade
ctsn or2ciwss aonexas aos institutos na eeoolas io-
oatrises, nos estabelscimentos fabris dp Estado e
as fabricas particulares, atediante aecordo dos
|i prietarios com e givorno.
1" creado j tato do aiaistcrio das obras publicas
um conwio deiustruecao industrial e eommercial
presidido pelo ministro e cotnposto de aete vogaes
u irn s cetario cujas tuucv'oes serio gratuitas.
N .s matitatos iudusfriaese iinnmercives do Lis-
bn e Pi.rto havor as seguiutus eadeir-is:
1* Ku lMneiit.i te uMtbvmatiea.
$2* R i li.auutus do pbysica, do tbintiea s de elest-
tr; teeh*M
idwiontoo d-s mecfaaoica.
4' AritsHSHtica, algebra o geometra syMtto-
tia.
it> Geometra descriptiva, stersotonoia o topo .
grapni -.
6> Trigncmetria plana, principios de geometra
analytica, de algebra superior, d clcalo infiui-
tesimsl o doxnechaoica racional.
7 Pbysioa geral e sua* applicacojs io las-
tria.
8* Electro-technica, telegraphia e outras appli-
c-icoes da eleetricidade.
a Chimica mineral e orgnica.
10' Teehuologia chimica (eeramiea, tinturara,
estampara e outras spplicaco s da chimica) ; ma-
terias primas de origem mineral o suas transfor-
mados ; caracteres phyaieos e chimicos destas
mercaderas no sea valor eommercial, suas falsi-
ficacoO s e roeios praticos da as recoohacer.
11> Z lologia e botnica elemeutares.
18* Mecbaniea applicada s machinas.
13a M iteriaea de construeco. Resistencia de
materiaes e estabili lade de coastrueces.
14' Estradas. Camiohos de ferro, liios o ca ios.
Hortos.
15* Mineraloga e geologa.
16* Arte de minas e metallurgia.
17* Dosenho linear, de figura, ornato, paiza
gom do natural e modelacio.
18* Desenho de machinas, constraccao de pecas
elementares e respectiva techno'.ogia.
19a Desenho architeetonico e topograpiia. Cor-
te de plantas de minas.
20a Oeographia geral^historia elementar e geo-
grapbia eommercial.
I* E.-ononiia poltica, priocpios de drelo ad
minstrativo e legislac&o iudustrial.
22* Contabilidade geral e opcra;oes commer-
ciaes.
23 Lingua franceza.
24* Lingua inglosa.
25* Liugua allema.
No instituto de Lisboa haver, alm desta, aa
cadeiras complementares do corso de commercio,
a saber:
26* Materias primas de origem orgioca, suas
transformacoes e respectiva tecbnologia ; caracte-
res pbysicos e ebimie s destas mercadoriaa e seu
valor eommercial; falsificares e meics praticos
de as recoobecer : clatsificayo geral das merca-
dorias ; 1-gislacao aduaneira.
27 Uireito eommercial c martimo, principios
de direito internacional e legislacao consu'ar.
28* Operacoes fiasneeiras.
Parao ensino pratieo complementar deste en-
sino theorco haver nos institu'os :
1 Urna bibliothecs.
2 Um laboratorio chimieo.
' Un gabinete de pbysica.
4* Um laboratorio roecbanico.
5o Um muzeu, comprehendendo os modelos, ins-
trumentos, apparelhos, desenhos, productos, amos-
tras e materiaes necessarios para as demonstra
(des as nulas dos dift'erentea cursos e para as
experiencias de que trate o % i*.
6 Escola pratica de telegraphia e laboratorio
electroteoboico.
7* As p- quenas offi.inas de trabalhos de f rro
e madeira, tecelagera, etc., que forem necessunas
para o ensino pratieo dos alcenos.
Cada esdeira ter um lente oa professor vac-
tivo, baveado, alm d'isso, em cada instituto seis
lentes ou professores auxiliares, sendo :
Djs para as cadeiras 4*, 5* e 6 devendo nm
delles reger a Ia cadeira, qae nao ter lente ca-
thedratico.
Um para as cadeiras "*, 8, 9, 10a, e 11, di
vendo reger a 2 cadeira, que nao ter lente C3-
thedratico.
Um para as cadeiras 13*, 14a e 14, devendo
reger a 3* cadeira, que nao ter lente catiiedra -
tico.
Um para as cadeiras 17* e 19*.
Um para as cadeiras 23' e 24*.
Continua o curso superior de commercio olas
titulo de Lisboa, sealo, alm disso, ettabelecidos
all corsos epeciaes de verificadores de alfaniega
e de consoles. Parece que ultimo curso se pren
de com algum projeeto de reorganisaoso do sor-
vico consular e qu_ mira a ednaar pessoal a altu-
ra das exigencias iadustriaes e co-nmerciaes do
ervic* desses funcionarios.
No Instituto Industrial do Porto ser estable-
cido o curso elemeatar d eommercio ; o curso su
perior professade na academia po'ytechinica.
As nomeaeoes esto j publicadas no Diario do
Governo.
En "re os feotes nomeado de novo, figura o no-
me do Sr. Bairo, actual ministro da juatica, que
tinha feito concurso ha pou_os meses, sendo mi-
nistro, mediante a sua aossncia temporaria do
gabinete.
Effectaoo-ae, como Ihss tinha annuocado, a
elevaco do Sr. ooaselbeiro Prtdro Franco, phir-
maceutco em Belrn, ex-par do reino de eleicao
e presidente da junta do crdito publico, ele va-
ea i ao titulo de conde, em duas vidas. Conde da,,
Maia do Castello, diz o decreto em que el-rei se
dgnou agraciar este abasfad industrial, segura-
mente a primeira uflienoia eleitoral do antigo
conaelho de Belm que lioje o qaarto bairro de
Lsb.is, segando a ultima remodeiacao admiuis-
trativa, bairro oa conselho a qae, sem discasslo o
Sr. Pedro Franco tem prestado grandes servicos e
nelles te funda a concesso da uterir que o tes
de cbjfre as fileiras da granle aristocracia por-
tugueza, sem ter passado pelos degr os hiera-
chios de bario e visconde, que j hoje seengei-
ttm como graca de smenos importancia.
A espirituosa folbitinista do Jornal do Com-
mercio, Valentina de Lucsoa, pseudonyna que
occalta o nome laureado da ora. D. Mara Ama-
lia Va de Carvalb>, attribue a gracejo oa pee
de eatrudo ao Sr. ministro do reino este
conipromsios que tomara com Portugal, reeusiu-
do so a nomear um eommisaaiii para negociar
com o governador geral da Mort^mbique, coramis-
sario portugus, acerca das nossat reoiamaco's
relativas baha do Tunguo o ao Cabo Delgado,
deu causa a qae ate no.-so funecionario Ihe en
visase am uft'mi'um, que devia ser respondido em
SU horas DTcorndo este prazo sem resposia sa-
tisfactoria, foi arreada a bandeara p.rtuguea no
consulado deZimsibar, e retina se o cousal fi-
canio a protecoi' dos ditos portuguez.s entregue
ao cnsul di Allemanh*.
O governador geral de Mozambique, teado s
suas ordena o cruzador Affotuo de A Ib aqun/ ue e
as duas uanhoneiras Dmro o Rengo, parti logo
para a baha de Tangne a fien de aeompanhar
forja d'armi o territorio que perteoco a Por-
tu,'J.
Desta ci'rinssJo de servico receb.'u-se aqui
noticia lit trez das pelo telegramma seguate !
Londres, i'O, tardeA Agencia outer acaba
dv receb-r d i Mocambiojue o sgniut-; teiegram na
datado de h'je : O governador g>irl da provincia
de Mocambique tinha ido bsbia de Tangne
Eara oceupar aquella praca ; o sultao deZtoosi-
ar envin logo para alii um vapor com material,
mas foi tudo apprehendido pelo m:sm) (roverna-
dor, o vapor zawzbarita ebegou hontein a Mo-
cambique empregado pelos portugnesos cono
transporte.
Alm deste, outro tolegranama oIHeial, datado
de Tangue 18 pc'a maoha, refere que o sultao de
Ztmzibir, informado da marcha di expodicio
portuguesa, pira Tangue, enviou para all um
dos seas vaDores com muaicoes de guerra, afim de
abastecer o forte, quo elle catabelecera uo fundo
da baha e fos do rio Miniogueve.
Este vapor foi apresado pela pxpcdic&o portn-
guesa no dia 16, tendo ainda a bordo as muniedes
de guerra.
O governador geral, conselheiro Augusto de Caa-
tlho, guarneceu-o com marinhagem pirtuguea
e euviou-o a Mouambiqio para dar esta noticia o
chamar o cauhoneira Vouga con tropa portugneza,
afim de guarnecer o forte Zansibarita log que
fosse tomado polinossa expedicao.
No dia 18 devia comecar o bom lardeamenio do
forte Z .nzbarite pelos navios portuguezes
Os ltimos jornaes de Mocambique ehegados
Lisboa teem a data do 10 de Janeiro e j se
referem a esta qu 'sto.
O governador geral Uvera ord tai, do g.verno
para d'abi partir immediatemente pars Z msibar
3om todas,as forcas navaes disponiveis, conferenciar
com o sultii) e ir a Tungne delimitar o nosso ter-
ritorio, segundo acoavencaiultmam.'nte feita com
a Allemanba.
Os navios da di valo naval estavam todos no
sul, achando-se apenas no porto di capital da pro-
vincia o cruzador Afforuo de Albuquerque.
Fo-iam porem mandados recolher, segaindo de-
pois o Sr. conselheiro Augusto de Castilhi para
Zanzbar comaquelle navio e as cauhoneiras Diuro
e Benge. "A canhoneira Vouga ficai em Mozam-
bique. Veremos pois qual o resultado d'este acto
de energa do govern i portaguez.
O govoraadir geral de *I icambique qae nSo
homem paia deslustrar o nomeportugaez nodesem-
P' nli j]de to importante conomisso.
Porgante se agir.
Q tem estar por traz dosuItS) de Z uizibtr. .. .
A Inglaterra, con a sus tradiccitnal dobUs? A
propria Allemanha?
O futuro o dir.
O que parece certo que o lultaose oio sea ti a-
s as costas quantes, cao se mettia cm aventuras
d'aqu0ila ordem cqmnosco.
Para aquillo e para muito mais ainda temos
torcas martimas, e as nossas m irinhagens sao
valentes e disciplinadas.
.'unf irme as citacoes Ifieiaes, os fundos por-
tugueses ficaram no da 21 na bolsa de Londres a
53 7/16 e 52 9/16.
O Correio da Noite de 19 do correte approxi-
mava estas duas datas, ssm m \u commentarios:
Hile Fevereiro de 1886:
Divida externa, 45, 55.
Inscripces, 45, 75.
E a ameact d augmento de mpostos.
18 do Fevereiro de 1887:
Divida externa, 52, 51.
Itiscripco, 52, 07.
E a solufio do diffi;il problema ti isnceiro,
sem grvame dos impostes.
A Iludida solacio o exclusive dos tabac s
dado por concurso a umi empresa que garanta
ao governo, ado bem que prodaziam para o theaoa-
ro oa respectivos diroitoa mais do 1,600:00'OX)
(forte.-) anuaaespu mais ainda conforme o qae
der o concurso.
paoo de cinco meies^dentroe fora da provincia,
a illaminacio a gas da cdade do Recife e seus
suburbios, observando as seguttes clausulas :
Io O praso Jo contrato ser de 30 anuos, no
fin' dos quaes reverter pata a provincia todo o
material da empresa, sem aenh ima mlemnisar/ilo
ao contratante :
2* O servico da illamioacao teta lugar daraute
i parte escura das noites, correspoudeud o a media
de 6 horas por noite, oa 180 horas por mez de 30
dias podendo, entretanto, o raesm o servico ter
maior daraco as noites chuvosos, precedendo,
paia isso, ordem do presidente da provincia o ae-
cordo com o contratante ; (A)
3o A iitensidada di :uz sari equivalente a de.
velas de espermacete, das que queimun 7 gran
mas e 81 centigr-unmis por hin, correspondente
a 120 graos ; (13)
4 0 gas consumido, tanto na flnuiinaola pu-
blica como na particular, ser pago por metro cu-
bico, o o seu prec > nao exceder de 210 ris p ir
metro, send > rnetade da importancia devida paga
em tnoedi nacional, e metede ai cambio par ; fa-
zeudo-BO, porra, no todo urna reduccS) de 23%
para os estabelecimento3 da Santa Casa de Mise -
ricordia o os de instrucoao publica provincial
5o Correr por conta do contratante a indemni-
saco do valor que for fixado empresa existente,
nos termos da clausula 13 do respectivo contrato,
ievendo o arbitramentoquo ter lugar dentro
de um anno^ a center da data d^ste leiter por
base avaliacao detalhada, com dsseriminacao de
cada urna da? cinstracco '8 e material do servico
em d'positi, tendo-sc em attenclo, qaanto aquel
las, a disninuicao de valor eotre a eposha da ava-
liaclo e a da cnfiega, proveniente da ieterior. cao
que se teahi dado durante esne praso ; (D'i
6 Para a despeza com a fiscalisacJo, afericSo
dos reguladores e verficacao do material emprega-
do no servico d* illumnacili, oa fornecido aos
particulares, concorrer o coulratanta annualmenfe
com a qaantia de 4.-0O0 JOO, que ser recolhida
ao thesouro provincial em pres'acjs trimestrae3.
(E^ .'
Art. A fiscalisacao do servico da illumnaeao fi
cara a cargo da reparticao das obras publicas, na
qual haver ama scelo especialmente encarrega
da desse servido, subordinada ao respectivo direc
tor.
No regulamento que forexpedido para execuclo
deste artigo e garautia dt fiel observaucia do
contrato, poderi o presidente da provincia d ir
n ova orgaoisaco 4 mencionada repariijo, para o
fim de harmonisar o servico ora a seu cargo, com
o q'io ereado na presente lei; nabdavend, em
todo o cs>, a despera d'ahi resultante ser snpe
rior ao dobro di quita com que concorrer a em-
presa. (F)
Art. Ficam revocada* etc.
o com e insumo e na parta escura das noites, baja
contratante que conceda mais do que o d'aqni,
onde esso batimento do 20 */o mbra se es
tenda aos eatabeUjcimontos de iustreccao publica,
como indioo.
('')O 1 do substitutivo nao est de aecordo
eom a clausula 18* do coutracto que tem neces-
sariamente de ser obserr.tda.
Aquello diz que o presidente da provincia
mandar proceder a aviliacao da indemnisaco,
etc. etc., uom-'ande pessoas que eatjan M caso
te etc. Esta dispe que, no ea>o de nao ser
innovado o contract', pagar ) givern^ proviu-
eial aos emoresaros o valorla enpreza, io ifinne
avaliacio feita -por arbitro Arese- ain la que
na clausula 2* estipulou-se mi as questoes
aus-sitalas aeerea d i contracto si jam decid las sem
recurso por dotu arbitro* nomew.Ls pela parte, os
quaes, no caso de discordancia nomearo um des-
empatador, o se nao couvierem nesse desempatadur
ter elle nomeado pelo presidente do tribunal do
commercio.
V so, pois, qua por si ti nio p le o presidente
da provincia mandar faacr avaliacao por pettoa,
sem numero limitado, que estojara no caso etc. etc.
Por iato e miis para que fique bem claro que o
valor da empresa sor pago p3io novo contratante,
acho que aquello deve ter outra redaccao, como
indico.
E' bem possivei que os empresarios pretendan
que o pagamento do valor da e npresa seja feito
ao cambio par ; mas alin de uu.ihi.n direito as-
8sr-lh"s a isto, s "gando o contracto, que s falla
em piga-neuto em ooro qnando so refiro no prego
da Uluminacd-), esta umi qaeso que se pie
considerar ji res dvida, eom o que so deu aqui
com a companhia inglesa, da anterior empresa.
Tamb.m ella reclamou o pagamento do mtterial
e'ra ouro, e o negocio foi ao conselho de estado,
onde teve parecer contrario, com o qnal confor-
mou se a companhia recabendo o pagamento em
papel.
0_ que falta e ha de sor curioso, qae, tendo
a lei n. 1,713, no art. 43, reeoi>h;cido ao empre-
sario o direito de indemnixaclo pelos lampeos
excedentes do numero do contraer iircito sobre
qae tenho davidasIhe tivessem feito o pagamen-
to aocimbio par, e venha isto servir-lhss do ar-
gumento !
dito
Pars vera uoncorrer com a Emprcza Nacional c
sutros sindicantes que se pr. pera.
A imprensa da oppoiiciVo. salvo estes dias de
Claque jornalistica, proseguem bostilisaodo o Sr.
Marianno de Carvalli i, ministro Oa fazenda pur
ter iniciado este speracao.
Tanb :ui se fas ainda rijo tiroteio Com as pre-
tendes do chamado, dos portadores de ttulos
mprestimo de D. Miguel.
Agora dicem as folbas adversas ao gabinete,
que aos seus clamores e denuncias se deve o mal
logro daquella operarn qae asseguram ter estado
nao s projectada, mas combinada entre o mima*
tro da fazenda.
Os jornaes affect.s ao ministerio negara aos ps
juntos as aaserces da imprensa da opposicaVo e
dizem quo otalsujeito qu i.f-i a typogiaphia Lillo-
mand com o conde de Roillac um hospede do
(A) Esla claasula tal'ez posea ser modifLada,
conforme o prejo porqua for contratada a nova
iHuminacil >; nSo qun se deva esperar que em caso
algum o custeamento de cada lampeo annu l-
mente, com um servico de dez horas, possa descer
ao que actualmente despende a proviucii. Sendo
o servico de 6 horas por noite, cada combustor
consoma 0,mc56, e sendo de 10 horas o consumo
ser de U,393, o que di ama diflerenc i mnito
grande, que nao pod'er ser compaasada pela re-
duccSo do preco.
Nio valer, p irm, a p .-na que a provincia fc*
um sacrificio, se este nao for gran le, para ter um
s rvico csmpleto ?
Alm disto, quanto maior for o consumo da illu-
minacao publici, que certo e tende sempre a
crescer, maior ser a re lcelo que a futura em-
presa possa faser no pre^o do gaz, e com isto ga
nharo 9S particulares, cuj >a interesses nao podem
deixar de ser coasid.-rados em negocios de tal
ordem.
Presentemente a llurainacao da cidade do Re-
cife barata, nao ha duvida.
Cada combustor custa ahi 5 i 400 por mez de 30
dias, uando aqui, pelo novo contracto e ao preco
de 210 por metro cubico, preco muito favoravel,
custa 5855. Mas no tocants ao consumo pirti
cular, a d fi renca para mais l muito grande.
J tivo eccar'O de ootar que, o metro cubico ahi,
com a bise de 9 ris por p cubico, custa 317 ris,
o qua quer dizer que, o que aqui, ao cambio de
22 1'4, por exemplo, pagimw 232 rescon
tendo se 50 "/, em rola nacional, ah ptgam
381 ris, ou maia 152 ris.
Aasiro que l urna casa regular, que tenha um
consumo mensal de 20 metros cbicos, pagar
7'80, ao pasao quo aqu igual coasumo custa
4J640.
Resulta disto que, as con i ico-*s que acabo de
Diz-ie agora que o Coraploir o" Eicompte da Sguri:, o consumidor peruambucano paga por_
- aaoo 36J48U mais do que o da corte, sendo goal
a quantdaie de gaz fornecida a ambos.
Multiplique se essa difl'oreni;., supponhamos, por
tres mil consumidores, c tersaos 109:4104000 que
poderi am ter-Ibes sido poupados; e isto devido a
ser a lluminaco publica li citada 6 horas por
noite, raso de 30 ris por hora
Pela clausula 7a lo contracto, a actual emprcza
obrigava-se a redusr aquelle prec o a 25 ris, si o
tenopo da illumiuacao fosas elevado a 10 b iras.
O consamo particular seria de 16 % menos.
Este quostao, portento, precisa ser bem estu-
dada; e nao dou aqui clculos detalhados, para
nao aloagar-mo muito; e rnestno porque nao fal-
tar ahi, entre os auxiliares da administraco,
quem tenha a precisa idoneidade para melhor es-
clarecer a materia do que eu.
miuistro a o reino este espa-
veutosa noticia dada pelas Novidade, que um mesmo hotel, o de Braganca, parecido ni estatura
jornal uffecto poltica do governo. Termina e physiogremia com o Sr. Marianno de Carvalho;
assim a distiocta cscriptora, que s veieg sabe, que tora ello quem revira as provas do pr jecto
como ninguem ser mordaz
" S ihe taltou, para completar o ridiculo desta
pilberia .carnavalesca, em que ninguem acredita,
acci-escontar que o Ilustre lodusirial de Belem
de convenio eom o conde da Reillae, representante
do syndicanto dos portadores de ttulos do empres-
tisno de D. Miguel.
Excuso de Ihes diser que as folhas republicanas
comeca agora a vender oa productos da sua pb&r-' e regeneradoras dizem que isto fbula, que o Sr
snacU.....embrulhados as paginas dot Lutia
da t
E' de erer qae o retrato do novo fidalgo, que
figura nos rtulos dos seas frascos de Xarope
peitoral sjj-i agora substituido pela corda de
onde e pelo respectivo brazo d'armas como fa-
se n alguna vinicultores da aristocracia s suas
garrafas.
O PimpSo, folha homar a tica de que propie-
tario um dos redactores do Diario Popular, mi-
aisterialissimo, nao se oonteve que nao uo t'.esae
a bulha tambera esta meri honor tica.
As Navidades no seu numero do segunda-feira
gorda, temoem, dedicam algumas facecas ao Sr.
Pedro Franco. Qus fario os adversarios quando
m de easa taam isto !
Far novj exasoe, diaem, o Sr. coronel Jos
da Rosa, que no sea enano para general le bri-
gada, foi reprovado. Nao fasetn id* dos artigos
que se tem esenpto sobre o aasampto, seis do es-
eaadali produsido por aquel a inesperada repro
vaoix Vociferou-se das e das contra a iaco n
peteaeia dos tres geueraes que tormaram o jury,
e quo seja dito de passagem, nanea ao fez, quanto
jury eumposto daquelle*, ou de outro* gwoeraea,
approvava todos os coronis candidatos quelle
elevado posto.
F.z-se supposte demoastracao de qae o jury
eiercea ama vinganca de que foi apenas dcil
nstraiaeuto. As fillias rainisteriaea poz'.raui se
do lado do coronel ilota, e que prova assaz que o
aiiuietro da guerra estiva disposto a faser-lhe jua-
ti?a. E' agora que te falla ua r petijao deexam--.
Veremos em que p'a ente episodio.
Em todo o caso este invenco, que rrouxt a- re-
forma da organisacao militar de 1881, de subtnet-
te' a exime os corone, oat coiideosnada pia
opiniio dos eompetentca e do publico em geral.
Os coronis com mandara um regmeot>, em geral
iucouspleto no sea quadre. Lnval-os de um dia
para o outro, g.-m mais preparatorio pratieo a
coaniaandar no campo urna brigada urna exigen-
cia que pie compromettur a disciplina e, orna das
las : ou os exames falo de ser mera tormalidade
Como se tem feito sempre desde que cssa reforma
foi posta em execu-jao, cu a serem os jurys rig -
rosos, como parece ter sido o que reprovou o co-
ronel Rosa, alias oheio de servicos e de ua carac
ter irreprenensivel a todos os respeitoa, levantara
clamores fundados ni brandara dos nossoa cos-
tamer.
O proprio soiaistro da gaerra, o Sr. Viscondo
io 8. Januaro que coronel de engeuheiros, nao
poder ser promovido ao generalato sem passir
por aquella absurda fieira, te nao tratar de por
um remedio a este estado de cousis.
So iarh do Governo foi pubacadi urna
portera,oa U:w pelo ininUterio da justici, para
que sua eminencia o cardeal pitriarchs. Jo L sooa
ordene preces pro felici partn de S. A. U. a S-.
Duquesa de Braganca. que se ucuutra no ultiro
periodo do sus gravidez.
Urna quostdo c.louial importante preoecupa
aeste moaliito os nimos das psaaoas que anda
se ioteressam por estes sssamptua.
O sultn de Z imsibar. (Adu Oriental) Sedi
Borgasch tendo taUado joaniirniiinsistta aos
.Marianno de Carvalho bem cunbeoido e nao ge
poda confundir com o tai provinciano compa-
ahiuro de hotel do Sr. de Rsillac.
Urna bulhasuja, emfim era que todos procuram
despersuadir o publico.
As affirmacoos todava da imprensa officioia sao
p -altivas e a troca dos ltalos podres daquelle em-
prest i ni) sobre o qual, alera de tado pesara j a
preacripcao, ui se far nem a diuheiro de contado
ero por inscripcos sana.
L.
INTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
l'ernawbneo
RIO DE JANEIRO Cobtb, 26 de Fe-
vereiro de 1887
Scmmajuo : O coa proa aso tmalo peto corres-
pondente. O seu intento em relacao ao
substitutivo s-br* ocoatrato de iiluoii
o-co a gaaContingente quo o corree-
poudi-nt: ufiacece. Su batir a tivo do sub
stitutivo.Raso eom qae se justifican!
essas dispoai rs.Convenienea de es-
tuda r-sea queetao antes de determinar-se
o ouinero de horas do servico.Prejuizu
quo soffreo oa consi'jiidores da gas ein
Fernumbuce.O so-rio> da fiaoslioacSi.
O qu- se ortica aqu na corte u esse
resptuti. O correspondente reserva-se
para em outra ocoasiio prose.uir era ou-
tras c-ousidaraeods. _> carnaval ueste
anno.
Yin lo boje descuipenbur-me do cotnpromisso
que toraei, de ofiereeer algumas c-onsideraeeaso-
bre o novo coutrato de -iluminar,ao a gaa, que pre-
tende-se para a oidade do Recife, eoraeco p'.r pe-
dirnos honrados signatarios do substitutivo da que
tratei, em ou'ra ocesai i, que nao meattrbjatu
a pretencio de menospresar o seu Crabalho^e des-
OOuheC' r a boa intencao eom qua o formulnrain.
L rage disto, o ineu intentoi peco Ibes a devido.
licenoa que rae nao uegaiao como cavalbeit-osque
sao collaborar.coin elles para que se posta bce;
os me bores eondicosa possiveit um servido que
muito ioteressa a essa prorinoia, que tanto del-
les como miaba, e-a spta tanta como elles amo e
desejo podar anda ser til, asesino de 1 nge, e
ausente do campo em que so pleiteiam os seus
iu teres se.
Com relacao queststo de que se trate, conservo
iqnatilsi" s do estados e trabulios a que tive ue-
ces8ilad'.' de entregar-ese, ba triota auno* pasta-
dos, quando possuia f.oroas que h"jn rae taltam...
i vgicis Ixbim'.ur anni I
U p.-queno fr-eto da experiencia de entao o
oontingeute que ve.dio ofF.reser aos autores do
substitutivo, o qoal besa poderla srr tambera
aubstitodo pelonegninte,quefav > acompanbar de
aotas notas explicativas quo se lero adtante :
Art. Fica o presideuto da provincia aoti-nsado
para, contratar coas queui roelhores vantegans ofFe
recer, mediante concuirencia unnnnciada por e-
(B)O substitutivo dos Srs. Pitonga a Jaco
bina quer que a ntensidade da luz corresponda a
de 14 velas.
A luz do contracto actual equivalente a de 10
velas. Igual intensidade foi fixida no actual con-
trete da corte, e me parece surficiente. acres-
cirao que a em'uda consigna deve acarretar aug-
mento oerresp ondate do gaz que for queimado,
e portento maior despesa, quando parece que
pensamento d'aquelles honrados cavalheiros tor-
nar o servico da illuminac3> o mais econmico que
for possivei.
Sejara, p or o, 10,12, ou 14 velas, na pratica p le
o fim que se tem em viite nio ser attiagido, ltente
a difficaldade de raaater-se urna int-nsdade lumi-
nosa uniforme, in varia ve!, em todos 08 combas
torca, ainda mesmo que os bicoa destes sejam como
devem ser, de um s typo, eom capacidade deter-
minada. A forca Iluminativa da chamo*, se-
gundo a qual tem de ser filada a capaciiade do
bico, medida ou calculada por ineio do pbotome-
tr j, na oficina, ou em lugar proprio e preparad o
pana o fim. Essa operacao reclama mnito cuidad -
e pericia, o que so a pratica d, para evitarse o*
erros de apreciaco e determinar-se e momento
preciso foi que se deve fizar a intensidade lumi
ucsa, teado em attenca) a conhecida formula da
sua variac'i na raso inversa do qusdrado da
distancia. >
O instrumento empregado p le tambera inflair
na determinaban da forca da cliam ni. Ahi no Re-
cife foi ( mpregado o photometro Buusen, systema
all'.mio, que os proprio franeeses preterem ao
ph .tour.tro Domas et Kegnault. O que preciso,
nobretudo, pratica do servico, assduidade e vigi-
lancia por parta do fiscal do governo. Urna ou
duas V' 1 influencia no resultado, mxime ni se podendo
olho determinar a forca Iluminativa dachamma.
E fallando uo photoiuetro ahi empregado, occor-
re-rae que partencia ello a reparfiyao das Obras
Publicas e na i a Corapinh.i, embra tivesse silo
io irado in otfioina desta, onda se fizeram as ex-
periencias qusndo se in-.ugorou o servico da illu-
aiuac'o. Esse instrumento, que foi mandado vir
da Europ i, na presidencia do conselheiro Taques
pedido do cagenbeiro que entilo diriga as obras
publicas, ua i piule ser montado na reap c;:.o
repiric', por nlo hiver abi um compartir'.nto
que so prestases para urna cmara escura. Por
isso eoocordou se com a couapaubia em collocul-o
na officinae geralmente uas offieinas quo sa
montam taes appirelbosonde foi preparado um
quarto eui coudico's convenientes.
Nao se passou m lit i tempo quo o pessoal d'.a-
quella repartieo nao fosse alterado, e nao existe
nhi b je neubuui eugenheiro d'aqueila poca, como
tambara outro o cngenh?iro da Companhia pr<-
entcmente Por isso bem possivei qae, qaer
por urna, quer por outra parte se ignore que o
pbitoraetrusa que a udi existe, OU nao est C3
rragadopsxtence prov:nc';n-
(C)A base de 240 i:s para o prec dn metro
cubico ice parece nsoavel; a que-o governo lo
raou na c acurrencia quo abri para o actual ser
vic> da illumiunc/u da corte, conseguindo obtur o
coiitracto 210 ris, coran teuh i i'to. E' verdade
quo o servio i aqu de 10 hiras por noite, o pM o
querem por 6, o que ha de difiiaultar a rednccu
d > preoo.
Q lauto ao aba'iramto de 50 '/, para es estabe-
leciiueouia da Santa Casa, j diese qu i aeho-o ex
cessivo, a neta de suppr qus, tratando de illuiai
uaco ds usa* cii.de p< qu-.ua em relacao a corte,
i.E ) Nesta el amula se acho. iuoiuilo o queh
de essencial, e nio materia regulamentar nos
12, 13 e li do substitutivo ; mas preciso dar
algumas explicacoes a respeito.
A disposiclo des32s paragraphos fazem sappor
a existencia de ura servico bem montado para o
qual nao basta s um engeaheiro fiscal, que sem
os precisos elementos para 'xerccruuoa conveniente
fiscalisaeo hade, na pratiea, fazer coso os fis-
caes de bonds qae. em ultima sualyse, resu-
mem suis hncenos em andarem de graca nos
bonis e no primeiro do mea, sm que se tenha
mostrado duo mrcele sua, ircm estendar a mao
Companhia para recbcr a paga, como qualquer
ontro empregado d'ella, de quera alias elles sao
supiriores, por isso que fiscalistm o seu proced
meato na execoclo de un servico publico. Isto,
preciso confessar, avilte a dignidade do func-1
conario.
Aqu o governo acabnu cora o system de um
fiscal para cala liaba de boad, redutind os a u n
para todas as linhas, e jua receb os seus v nci-
mentis no Tbesouro, ao qual recolhem as compa-
nhiaa por trira'stre as quetas, que sao obriga-
das p ira a fiscslisacao. Deate) tira-oe o paga-
mento do fiscal, ficandn ain la sobra ; e o servico
fie 'U melhor.
Visto que deve haver uus servico de fiacalisa
cao, no qual tambera a empresa ioteressa la,
pir ser nm raeio de evitar ou resolver as questss
que poi-sam dar-se entre ella e os consumidores,
seja esse servico regular c sattsfatorio, e para elle
coucerra igualmente a rocan empresa.
Procurei neste ponto imitar o que se f-z aqui
na corte. Eis o que dix a clausula 32 a do con-
tracto que actualmente vigora :
Ao governo cabe expodir o regulamento ue-
cetsario para a liicalisaco das obras e do fabrico
do gaz, assim como de todas as domis obrigacocs
do presente contracto.
A metale da despsza eom a fiscalisaeo ser
paga polo contractente, para o que no principio
de cali trimestre reeolher ao Thosouro Nacional
o que ih i tocar, uto sendo superior a 20:0t0j a
importancia total da e lalribu fio aanual.
Aqui ua corte, com aa cuasia alo feitas
grande, ua forma do costme, cora ama reparti-
rn especial, c ileu'.ou-sa que seriara precisos.....
40:000/ para a fiscalisacao. Abi no Recite, pe-
rora, esse servico podo ser muito bem feito com
6:00Jf a 8:000/, dividindo se, como aqui, a des-
peza pela provincia o pela empresa, porque, como
disse, a ambas iotensia esse servico.
Ni redac;ao quo dei i e'ausula 6.a de que
tracto, deixri incluida a idea de se.- livre aos pro
prietarios obtrrem o material da llumlnacSo onde
quizerem, ou o recebaren) da compauhia.
A pratica ha de mostrar que ser mais vanta
jos o pira elles aceitaren) asegunda bysothese.
A companbit, collocando os encanamentos e ap
parelhos, tem obrigacab de eonserval-os limpos e
oecorrer a qualquer desmancbo gratuitamente,
desde que uo seja preciso substituir material
que na occasilo da colloeacio foi reconheeido como
bou). Por isso mesmo ella ter muito cuiiado na
colloeacio e forneciraento do material, cuidado
que uo ter o fornecidor particular.
A esse respeito resa a clausula 26 do conrrac-
to da corte :
< Todo o servico de desobstruccao e asseio dos
encanamentos de consumo particular, correr por
couta do contractante, sempre que taes encana-
mentos tenham tido por ello enllocados, devendo
sem p -rda de tempo providenciar sobre qualquer
reclamacan que Ihe tr dirigida, pagando os con-
sumidores as despeza* dos cooeertos se se laT-c-
tuarera, c bou? assim o servicio de desobstruecan,
quaudo causado por de/eito aos encanamentos eol
locadot per apparelhadores particulares.
era te de.ver recelar que a c mpanhia abuse
quanto ao poco dos artigis que tenha de forne-
cer, pirque para isso ha o remedio indicado na
clausula 28.a do citado contracto, assim concebi-
da, e qual se pie dar miis clareza :
H iver urna tarifa approrada pelo governo
para as obras que tivereas de ser pagas ac con-
tractante por servicos da illumihacao publica ou
partic llar, que nSo possam ser executadoe por
outros. *
-j i ni", por fio, permitti lo observar qae o
12 du substativo quasi inexequivel, oa parte
em qae permute qae os registros de gas sejam
fernecidos pelos proprietarios, sob a iuspeecao do
contractante e engenhein fiscal. Em pnra. iro
lugar nao razoavsl impar 4 companhia a ins
pecco e pame de artigas alheios, faseodoa res-
ponder pela boa quadade d'ellos, quiodo ella
obngada a forueccr artigo* a quem os reclamar
para o mesmo fim, respoosabilisando se por eUes ;
oem ha empresa que aceite semelliante condico.
Depois, cr-a-se pira O engenk iro fiscal un aug-
aeuto da trabalho e uraa rcspnuaaoilidade que nao
juatificaia.
O* reguladores, ou registr firnceidoa pela
conopaiihio, qu.nJo uo fuuccun ir n b -m, sern
concertados ou substituidos por ella. Se ua afe-
rc'i esoapar algum defaito do regatad ir, como
muito fcil, quem responder por elle ? O for-
nece lor, qU'i se es-usar com a inspeceX > a que
foi o apparelbo sub.netlid o ? O engeabeiro fis-
cal ? A companhia? ?
Pruciso resumir, e por isso nao spresentarei ou-
tras objec^.-s.
Uas de aras vex terms dito qae, par to
basteva que a polica quisesee; bi est tirada
a prova do nosso asterto, a pnlic'a qnif, e todos
pudemos transitar pacificara nte p lus isas
sem trrm^s brutalmente molhadm, em n* oer-
uios envolvidos era rolos e sceuas depn vdiia
provocadas pela protervia dos atiradore* do bolas
d agua.
E conseguio-se isto sem xeios violentas; boa
vn Iiberdale pira tudo, talo se permettio qaenan
i (Irania ao prximo.
A polica ahi cstava p r toda a parte proma-
te a proteger eem opptlnjir.
Divertio se por ssi menos o povo ?
Todo* o podem attetf.r : nanea se vio remar
mait alegrin ani-nacao n-sti s testes.
Favorecidas por u n tempo magnifico, nem
eol, ncra demasiado e I ir, i.s do ultim o dia cstive-
ram luzidos e brilhantes.
De fico, na terca-feir, que quando s "pie-
dades costomam sihir c un os seus carros de ideas
ou allusaes, o dia foi o mais propicio que se pona
desejar : aonuviado o com urna temperatura m-
xima de 35 centgrados. O domingo e a segun-
da veira estjveram quentes, econi chuvas iater
mittentes, embora fracas, mas bastantes para di-
minuir a consnrrencia. Para que se faca urna idea
do que foi esta, bas'a nttender ao movim.-nto de
passagelros as diversas linhas de b .nls, s na
terroa-feira.
A companhia de Villa Isabel transportou 24.67
passageiros; adojardim botnico, 45 923; a de S.
Christovio, 5S,42(!; as de Carris Urbano?, 61.021.
Nao cont o movimento nos trena de suburbi it da
estrada de ferro de D. Pedro II.
O que tambera digno de meneas qu-' a este-
tistica de que estraio esses dados, d que durante
os trez dias transitaran) u'aqueilas quatro linhas,
com nasses gratuitos, chamados de nteia eara.....
31,236 passageiros !
Foi a companhia de S. Christovio sobre quem
mais pesou fio escandaloso abuso. Forano 16,106
os individuos que com os bilbetes qoe as aut rida-
des recebem e distrbuem pelos que andam rm ser-
vico publeeo. que transitursm nos bonds dessa
companhia. A de Jardim Botnico teve seus....
10,345.
Voltando, porra, u carnaval, direi que honve
muito luto por parte das sociedades, e o seus
carros oram muito applaudidos, ssbreaahiudo- oa
ajlusivos a Sarah Bcmhirdt, s loteriag, s ques-
toes da cmara municipal, ao corda i sanitario, ao
duello di Ilha d'agua, dos Srs. Ferrcira de Araajo
e Reis Juuior, ao coUegio Abilio, cojo direetor
montado em urna enorme palmatoria e com um
chicote em punbo proclamava a necessidade de sea
metbodo de ensioo, etc., eti., e outras muitas allu-
soes a factoa menos conhacidos.
A pilcia da ci ade foi feita pela tropa de lioha
a quem o Sr. Ribero da Luz, mandou elogiar pelo
modo por que se houve.
PERNMBGO
Banco de Crdito Real de Per
na ai buco
FEVEREIRO DZ 1837
Activo
Accionistas: 400:OOC000
Emprestimos bypothecarios 864:0 )OiJO0
Valores hypothecados 1,766:10O'). 0
Letras hypothecarias 70:600^ OJ
Deposito d'adminstracaa e gerencia 16:000*000
Letras a receber :2 iOJOOO
Valores caucionados 9:700i000
Movis e utensilios l:7889b0
Diversas cuntas 10:10944
Caixa 2'o:67U87l

Ra. 3,172:2313806
Paaaivo
Capital 5Q0-.0MWQ
Fuudo de reserva 1:2704504
Lucros suspenses 1:434541
Emissli de letras hypothecarias 861:0JOJ'KX)
Garantas de hypothcas 1,766:101)5000
Caucan d'adatinistracao e gerencia 16 000*000
Ttulos em caucao 9:70u000
Dividendos lU:(K);iO 0
Letras hypothecarias Oorteadas. B90OJ0OLI
Juros de letras hypothecarias 4')3j500
Diversas coutas 2:33320O
Ra. 3,17>!:231>805
S. h. e O.
Pernambuco, 5 de Mareo de 1887,
Os administradores,
Manad Joao de Amorim.
Jos da Silva hoyo Jnior.
Lu* Dupral.
O gerente,
Jo&o Fernandes Lope.
fttviSTA DIARIA
(F) O que fie* dato sobre a clausula anterior
justifica esta.
Com indo alguma cousa fica-me, quo por hoje
oioitto para nlo sloogar este, cujas porpor^-ioes j
vo alera do que eu esperara.
Hai de voltar a qncsto talvez.
Cora quanto este tenba sido destinada a as-
bumpto especial, uo a terminare! sem dar urna li
g -ira noticia do carnaval, que este anno f. i de usa
espe U r lora do commum; aeud i s.bre tudo dig
uo de nota a complete ausencia do entrudo.
A esoe r-tspeo diz o Jornal do Commercio de 23
do crrente:
Carmval- Findoa oe testej o caruavleseos,
agradavel reoonhicer que, apeaar da enorme
mtssa de povo que pejava toaaa as roas, corre-
ntn elles u i ineio de uiaatraaquillidade a que ha
mullos annos nao estovamos hibiruadot.
era iIx>s era desordena, pelo menos cousa
que mereca ser referida, e sobreiu-Io nada de en-
trulo.
Frompta para censurar o q le digno de cen-
sura, to pouco deve a iuiprrnaa regatear louv.ires
Sis autoridades que euuipceati o s^a de ver, oestes
lempos era que cuirprit-o ji nao urna virtude.
a Con, ot mesraue h.Tatoa de que ditpunhim
os seas asteas res, u a a riaennutancias por ren n-
ri mait inclu liosas, o actual Sr. ebefo de polica
couseguio acabar cora o m-iUiuado entrudo.
8. H. o lmperailor-O Exm. Sr. pical-
dente da provincia recebeu ante-hontem a sjg lin-
te telegramma:
Petropolis, 6 de Marco, s 12 horas e 59 ro- 1
utos da t-rde.
Boletim do dia 6 as 12 1/2 horas do dia de
Petropolis.
S. M. o Iinpsrador passou a noite calmo e eot
aomoo reparador.
Sen estado geral excellente, e de esper.-r I
que a convalescenca nao sja perturbada.
Presidente do condho dt ministros.
i ratera S. Exc. receben este outro tele-
gramma :
i Petropolis, 7 de Marco s 12 horas dt tarde.
Boletim do dia 7 de Marco s 11 1/2 horas do
din :
a As melhoraa de S. M. o Imperador continuis
gradualmente.
O appetite ae desperte, os somnos sao calm>a
e reparadores ; o que faz crer que o periodo de
convalescenca ser prompto.
Presidente do conselho de mnistro*. *
Antenibia ProvincialNao houvehon-
tem sesso por terem comparecido apenas 15 Sr*.
deputados.
A reuna) foi presidida pelo Exm. Sr Dr. Josa
Manoel de Barros Wanderley.
Nao houve expediente.
Tueatro Sania Isabel.Conforme foi
anaunciado estruu ante-bontem nesse theatro a
companhia de zarauellaa hespiuh la e da qual sao
directores os Srs. Vuleu'.im Oarrido e Antonio
Valle.
Aaarsuella escolhida pela empresa para a com-
panhia fazer a sua spresentsco ao publica a
muito conhecida opereta a Mascota.
Nao tendo a companhia se feito preceder ao me-
nos d* opiuiao da empreusa dos lugares ondo aca-
ba va de trabalh ir, nao era dado prever qnal seria
o deaempenho que teria a referida opereta.
Urna companhia sempre que se aprsenla pela
primeira vez aun publico desconhecido, as seus
artistas experimentara um certo c natural receio,
pelo que nao se podo cem preciso julgar do oeu
merecmsnto.
A Mascota,porra, cantada na noite de domingo
pela co npaahia de que tratamos, foi to satisfa-
toriamen'e desemp-nluda quo Itlicamente dizj-
mos, excedeu a espectativn dn publico, que urna
das poucas vezes em que tera ouvido a opereta
complete.
Na distritouico das partos coabe s Sra. Joae-
pha Pl primeira tiple absoluta a da proiogonUta,
da qual sahiu-se galhardaraente.
Do voz segara, forte e doce a Sra. Pli uro)
boa tiple, teve p ir i so a fortuna de logo as pri-
racirat notas agradar ao publico qae du ento por
diaute nSo cess.u de uppluiI a, com palmas e
repetidas chamados a acea.
Fanotta, h filha di rei caipora foi desen.penla-
da pela Senborite Muaucla Sacanelles, tambera
tiple, qoe apeaar de una corta timidez que se Ihe 1
nota va, cantn a contento a sua parto e foi algu^
mas vezea applaudila merecidamente, pois, apez-ir
de sua voz nao ser du gruid, volume, cntretaOaH
suave e melodiosa.
A seuhoria Autonia Sacanelles na pO/ie
parte de Juanita, nio deu lugar a ae toiuiar jumo/
regalar de ana voz decMitrallo, pelo que uos
aguurdamoa para cutra occato.
Oa Sra. D> Jce Ramos e Cecilio Manso, aqu 1-
le l.'bauxo O e*te 1 tenor, peo modo por rjoj
cantaram as partes di L urenc* XV11 e de Prta
cipe Frittellini, ra.strarara que sao cantar.a de
boas vozes e que faci'menta vencem etrtas d ffi-
ealdades do e>nto
Sr. Jos Durara, 1. bartono, canten regu
larmrnre a parte de Bipp i, e sua voz nao u s : a-
reCuio da grande alcinoe, todava batante

-!




Diario de fernambucoTerfa-feir 8 de Marfo de 1387
segara, sendo applaudido em todo* 01 daetos qne
cantoa com Sra. PA.
U. Valestim Garrido, Io tenor cmico, mostrou-
M no papel de Julin um artsts tilo bom como
castor, qaanto como artista cmico, o qae lb va-
1 o applaaios que rocebeu.
Oa eoros, a julgar pelos da Mase ata, sao muito
i, ^. .in t pela afiacSo das vosas como pela
regolaridade.
Fiaalmsate a companhia no seo genero, a
c-oatmoar eomo na primeira recita, urna daa me-
laxes qae temos tido.
H -ja aeri cantada e bella aran ellaCampa-
none. ,
asentaor Plato de Campo Le-
moa mo Cissasereio dePorlugal de 15 de Feverei-
ro.
Uiaa carta de Roma, com data de 8 do cor-
rete, fallando deste nosso Ilustre amigo, diz o
aoguin'o:
Itoaaenhor Pinto de Campos estove maito mal-
Coaecoa a doenca por urna cjqs ti paci desoreza-
da, aegaindo-so asa pneumona aguda. Felizmen-
te eet. livre de perigo e vai muito inelhor. Na soa
idade realmente extraordinario escapar, nao
obstante ser de amt construccio robusta o ter ti-
do ee-npre urna vigorosa saudj. O invtrna aqu
nao tetn estado muito rigoroso este anua, mis tein
bavilo muitos incommodos pulmonares serios.
O Ojservatore Romano-, da mesma data da
c\rta a qoe cima nos referimos, em urna noticia
com a epigrapha Mousenhor Pinto de Campos,
diz:
A litteratura italiana e portuguesa correram
perigo de perder a vida preciosa deste Ilustre es-
crtptor brasleiro, que cabio enfermo com urna
grave pulmonite no da 3 do correte.
O eximio traductor da Divina Comedia* oi
traetado pelos Drs. Taussy e Baccelli, e, graeas
asa seas dedicados cuidados, temos a sa tu faci
de annanciar que o digno prelado est iotera-
mente livre de perigo. O biletim desta manha s
9 horas diaia:
A febie diminue gradualmente ; o entorno
comeca a ter appetite*.
Na noute de sabb'ado recbeu o Santo V.'atico,
que Ihe fui mialstrado pelo Rvd. parocho de San-
to Andr de Fratte, e no dia seguinte a banco do
Santo Padre, que lhe tronxe o seu querido anigo
o bario de Araguay. Fazemos votos sinceros pela
saude do insigne orador. Monsenhor est hospe-
dado no hotel d< Posta.
E' com o maior praxer que darn-.s oslas ex-
cellentea noticias, que sabemos aerem bem rece-
bidaa por grande numero dos nossos leitores, que
teco pelo Ilustre prelado brazleiro um i gran je
atimae a mibr considerarlo. Na idade de Mon-
aeahor, ama doenca como esta do que foi acommet-
tidj nao podia deixar de dar cuidado ios amigos
qae o cercavam e os mdicos que bc encarreg i-
ram de tractar. Felizmente todos viram bem com -
pensados seas esfoscos e atteadidos os se'us votos*.
Loars fe eawalioaA's 9 horas da
noite de 26 do mes passado e no lugar Jac do
termo de eorrentes foi preso em fl igrante Manoel
Francisco Villa Nova, p>r ter furt.do dous ca-
vallos de Manoel Joaquim de Arauj>.
E*t sendo aquerido.
la elaae-1'i 9 horas da noite de 28 do
mea lindo e no lugar Jaqaeira, districto de Pmen-
teras do termo de Palmares, Manoel Jas de tal
assaaainoa com tres tacadas a sua amasia, Mara
Francisca da Conceicio, evadindo-se aps a per-
petraco do crime.
A polica trata do captura)-o.
Esaaacamenlo-No lugar Mutuas do ter
mo de Palmares foi ha poucot das brbaramente
espancado Jos Alves da Costa, que 21 horas de-
nota fallece*. Francisco Jos do Nasciraento, Joao
d tal e Pedro Pereira, foram os espantadores e
evadiram se lodo apj a perpetrar) do crime.
rvrrilsatal do Jury do ReclfeNao La-
vendo comparecido juises de faeto em numero le-
gal deixoi de haver hontem julgamento.
Foram asaltados em 205 os que faltaram sendo
arreados saais os seguintes :
Recito
Baailio Maaoel de Jess.
Santo Antonio
Gyrio Podrosa.
Francisco de Paula Gomcs
8. Jo.
Ijtiz Eloy de Miranda Duro.
Antonij Coeiao de S.
Boa Vista
Francisco Jos da Costa Guimsrcs.
COMffiERMO
B Isa coiuincrrlal
COTAC^ES OFFICIAES DA JUSTA DOS COR-
EECT0BE8
Reaft 7 de Mari* de 1887
CbjsjMa sobre Lisboa, a 60 d[v. 141 0/0 de premio,
do banco, sabbado.
O presidente,'
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux-
uUmenlo baurarlo
BECIFE, 7 oa uabqo na 1S87
Os bancos continuaram a manter no balco a
taza de 22 1/8 d. sobre Londres.
Aa tabellas officaes sao estas :
Do Ijom&on Bank :
Sobro Londres, 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
Sobre Pana, 90 d/v 429 e vista 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e 4 vista 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e a vista 243.
Sjbre Italia, 4 vista 433.
S-bre New-York, 4 vista 2*290.
Do BngUth Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/3 e & vista 21 7/8.
Sobre Paria, 90 d/v 4 9 e 4 vista 433.
Stbre Italia, 4 vista 433.
Sobre Hacnbnrgo, 90 d/v 532 e 4 vista 538.
fwbre New-Yoik, 4 vista 2*290.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 240 e viste 243.
sobre as prncipaes cidades de Portugal, 4 vista
248.
Sibre liba dos Acores, 4 vista 251.
Sobre liba da Madeira, vista 248.
Mercado de asMucar e algod&o
BBCIFB, 7 DE MASCO DE 1887
Astucar
Fjram regalares as entradas de aitucar.
O procos codtinuam firmes aos algarismos se-
pnutea :
d. baixo, por 15 kihs, de 2*000 a 2*100.
3.a regalar, por 15 kilos, de 2* 100 a 2*200.
S.< boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
3 superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
(raneo turbina pulverizado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Sueos, por 15 kilos, de i*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
tirata, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Relames, por 16 kilos, de 840 a 1*000. _
O mximo ou mnimo dos piejos sao obtidos
canforae o sortimcnto.
Algodo ^
Este producto foi cotudo da razio de 6*300 por
15 kilos o de Pernambueo e boas procedencias,
m trra.
Entrada* de assacar e algodso
xas DE XABCO
Francisco de Paula Machado.
Jos Joaquim de Lima.
Dr. Miguel Jos de Almeida Perhambuco.
Ernesto Arcelino de B. Franco.
Augusto Jos Gimes de Miranda Ljal.
Edaardo Manoel Viegas.
Graca
Antonio Ceaario M. Das.
Afogados
Manee! Jos Martins.
FurtoNa madrugada de hontem encontran-
do os ladrOes aberta a porta do quintal da casa
n. 77 4 roa Velha de Santa Rita, do 1 districto
da freguezia de S. Jos, e onde residen] o capito
Feliciano Xavier Freir Jnior e tenente Marianno
Jos Pereira da Silva, do 2 batalho de infanta-
lia, os qaaes estavam a dormir, este na sala de
janttr e mais um cantarada e aquelle no quarto
da frente, onde tinha dous bahs abertos, pece-
traram na referida casa, que esqaadrinharam 4
vontade, e le varara a o habito da Rosa, urna me-
dalba da campanha do Paraguay com paseador de
prata, n. 5, e urna outra da rendico de Uru-
gnxyanna, todas com as competentes fitas.
A respectiva autoridad* policial trata de descu-
brir os ladrees, que se evadiram pela janella da
frente da referid;, casa.
EoloestdaAote-hontem 4s 10 horas da ma-
uha e na praca de Pedro II, e por occasiao de re -
gressarem da inissa os menores do Arsenal de
Guerra, que a tinham ido ouvir na igreja do Li-
vramento, precedidos de sua msica, Joo Pereira
da Canha, mero e pacifico espectador foi traicoeira-
mente ieridopor urna compasaada ao p do ouvidj
direito pelo capoeira Cyprianode Souza Viegas, co-
nbecido pelo cognome de Bexiga, horaem que tcm
cabide na Casa de Detengo e que preso agora cm
fl igrante foi para ella remettido pelo Sr. subdele-
gado da freguezia de Santo Antonio.
O ferimento de Joao Pereira foi considerado
grave pelo Sr Dr. J. J. de T'ouza.
Boa transito -O paquete Gironde lerou
ante hontem para o sul 152 passageiros, sendo 10
tomados em Pernambuco.
Cbegada De Alagoas chegou ante-hontcm,
com licenca, o nosso amigo Dr. Dario Cavaluante
io Reg Albuqaerque, actual director geral da in-
struccio publiea d'aquella provincia.
Veio 4 negocio, e por poucos dias, devendo re-
gressar brevemente.
Compr i ment am-.'l-c.
Obras de Julio VernePara a L vraria
Corazzi, ao largo de Saldanha Marinho (antig) da
matriz Je Santo Antonio) n. 4, acaba de chegar
o 12 volume das obras completas de Julio Veroe,
celebre escriptor francez, grande edicco popular,
feita em Lisboa.
O volme de que damos noticia o 1 das Vinte
mil legua sub-marin, Agua obra que foi premiada pela Academia de
Sciencias da Franct.
A Voa do CnrlataoRecebemos o numero
2, do 4 anno, dista revista portaeuse, com este
summario:
Provisio do Exm. e Rvdra. Sr. D. Antonio Ar-
cebispo Primaz.
A Bulla da Santa Cruzada, pelo Exm. e Bvdm.
Sr. bispo de Betbsaida.
A Tomada de Jope, pelo padre F. J. Patricio.
Os Pap .s por D. Antonio de Almeida.
Oratoria sagrada.
Seecio de consultas e legislarlo, por Albuquer-
que.
Revista dos jornaes, por Tbomas Anselmo.
Le tlreallTambem recebemos o numero
145, de 15 de Fevereiro fiudo, deste peridico pa -
nsiense. Eis o seu summar j :
Est-ce du protectionisme, A. F.Tclgrammes
du 5 au 15 courant.Ecboa de partout.Li pro-
pagande pour l'enseigncment, Alfredo Marc.
Cbronque parisienne, Adren Dasprez.Emigra-
tioa.Nouvelles des piovince^ (Rio de Janeiro,
Pernambnco, Amazonas, Rio Grande du Nord,
Baha, Rio Grande Ju 6a I).Nos livres.Revue
fiuancire, J. Gaf. Bevue commerciale, D. No'I.
Maisoos recommandes, etc.Avis aux naviga-
teursMou7em-ant maritime.Aunonces.
A AloradaCom i-eto notna e o subsidia-
rio de Hevitta militar e Iliteraria appareceu b li-
tera o prim-iro numero do um quinzenario, cujos
intuitos s:"io pugnar pelos interesses da classe mili-
tar, tiean lo sempre tora das quest.-s polticas, s
quaes se diz intenso.
E' do formato in folio, da 8 paginas, e est re-
gulrmete nrodigido.
Compr.mentando-o, desrjamos-lhe vida folgada
e proveitosa.
CoirlgcndaNa noticia da aomeacio de
autoridades polioiaes ante hontem publicada, deve
ler-se 1 2* supplentes do subdelegado de Ala-
g6* de Gatos e nao Alag do Carro, como sabio.
CaraarDizem-nos dsssa cidade qae de
27 pira 28 de Fevereirs houve all grande tempo-
ral, consistndo em chuvas, ventos, relmpagos e
troves.
Ni a primeira ves que allichove. O invern
tem all sido j regalar ; e por isso ha abundancia
de gneros, qao esto pjr procos regalares.
OlindaDizem-nos dessa cidade que, altima-
mente, a companbia Santa Theresa escavou
leito da ra do Amparo para aas ;ntar canos novos
do abastecimento d'agua, deixando o caleamento
da ra fra da sea lugar ; e que a enchurrada
produzida pelas ultimas ebuvas acarretou a trra,
deixando no lujar escavado um reg fundo, que
embaraca o transito.
Convm qae essa companha reponha as cousas
no sen antigo estado; e a isso devecoagl-a a C-
mara Municipal de Olinda.
Biltlloltaeca de tojanna- movimento
dessa bibliotbeca no mez de Fevereiro foi o se-
guate :
Frequentsrsm-n'a 275 socios e 17 visitantes.
Sabiram para leitura dos socios 159 volumes de
obras.
H-'Uveram as seguintes ofiertas :
Pelo socio Joaquim Pereira Marques, Julgamen-
to de 1886, revistinh i instantnea, 4 vol du Dia
ble, por Zutt, 1 folheto.
Pelas respectivas redaeces, os segointes jor-
naes e peridicos :
Diario de Pernambueo, Jornal do Recife, Diario
da Atagoa, Provincia, Imprenta Evangelicu e Ga-
zeta de Goyanna.
Club Recreativo EconomiceProce
deu-se no domingo 6 do correte 4 eleieSo d'este
club e ficou assira organisada :
PresidenteEuediuo Marques de Soasa.
Viee-presideneOlympio Marques de Souza.
1* secretarioDomingos Pereira Lidia.
2 secretarioUyases Pereira Canha.
OradorPaulo da Suva Rocha.
TiiesoureiroManoel Mua Tavares,
ProcuradorLeonel Cmara Lima.
Illreciorla das obras de romera
i'io dos p ortosBoletim meteorolgico do
dia 6 d- Marco de 1887 :
u m
6 "S o o
floras o a -o si- Barmetro a 0 Te asi do vapor a o I 3 M
6 m. 21'9 758-27 18.32 93
9 26a4 760">Ol 19.38 73
12 27->9 75918 19.08 67
3 t. 27'9 75752 18.76 67
6 270-2 7579l 18.74 70
Notas do Tbesouro dilaceradas
O recollimeuto de notas dilaceradns est sendo
feito na Thesoarara da Fazenda, as tercia e
seztaa-feiras, das 10 s 12 horas da manhi.
Subsllluicao de olas do Tbesouro
Em 31 de Hirco vndouro termina o prazo mar-
cado para recolbinenlo, sern descont, das notas
de 2*00J da 5* estampa, 10*000 da 6* e 5*000
da 7.
A snbetituicSo est sendo feita na Thesouraria
de Fazenda, nos dias uteis, das 10 4a 12 horas da
manb.
Tapar allemao Tijura
A carga que esto vapor, sahdo hontem, eondj-
zio, consisti no seguute :
Para Lisboa:
600 saceos com assucar.
155 tacca) com algod).
30 caixas com cajurubeba.
Para Hamburgo :
1,350 couros.
883 saceos com carnauba.
Patacbo dlnamarquc Expresa
Parti hontem para Montevideo, conduzindo o
seguinte csrregameuto :
1,230 barricas com ossucar branco.
25 >/2 ditas com dito dito.
250/4 ditas com dito dito.
10U ditas com dito mascavado.
Vapor nacional Vanaos
Sahio antehontem para os portoa do sul, cima
seguinte carga recebida aqui :
892 volumes com assncar branco.
14 fardos com algodlo.
10,000 coos seceos.
109 saceos com ditos ditos.
10 pipas com agurdente.
1 caxa com fazendas.
Lugar poriainei Temerario
Seguio antehontem para Santos, lavando :
3,70'J saceos com assucar branco.
2,100 ditos com dito mascavado.
150 pipas com agurdente.
500/5 com dita.
Temperatura mxima29,25.
Dita mnima21*,75.
Evaporacio cm 24 turas ao sol: 4a>)6 ; 4 som-
bra: 2,6
Chuvanulla.
D.rcccao do vento : ENE de meia noite at 3
horas c 43 minutes da Urde ; E at meia noite.
Veloiidade media do vento : l,n>4 por segundo.
Nebuloaidadenedia: 0,74
gOperacSen clraraicasForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 7 do corrate, as
seguintes :
Pelo Dr. Malaquas;
Posthotomia a bist r reclamada p:r paraphi-
ssoais.
ExtirpacSo de um kisto sebceo da regio au-
ricular posterior.
Proclamas de casamento -Na matria
da lio i-Vistn, no domiugj6 do correte, foram li-
dos os seguintes :
Joo Goncalves de Medeiros com Mara Gomes
da Silva.
Augusto Leopoldo de Araajo com Virgolna de
Almeida Cmara.
Ur. Carlos Uarneiro Montciro de Salles com
Caetau i C mdida da Costa.
i_,etlrtes Ed-jc-uar-se-hao:
Hoje:
Pelo ajenie Pinto, s 10 horas, na roa Vis-
conde de Alb iquerqui n. 25, de movis, loucas,
vidros, etc., etc.
feto agente Giumao, s 11 horas, na ra do
Marqu-z de Oiin 11 n. 19, de uuvois, inudezas,
etc., etc.
. e la5
Icen de 7
Itecebeduria
Consulado Provincial
I 13 305J536
4:5976i4
De 1
Id m
Do 1
Iden
a 5
ce
a 5
de 7
17:903*130
10.329*29
3:541,851
Recije Drainige
smuDia
Uareaeas.....
Eafrada de ferro de Olin-
da ......
Estrada de ferro de Ca-
ruata .....
Anisases.....
Estrada de trro de S.
Fraaciscj .
Letrada de ierro de Li-
saoeiro.....
.8
5

i


4
4
1
6.728
Pauta da
am-NA db 7 a 12
Airaudea
DB MASCO DB 1887
Alcool (litro) 218
Algodao (kilo) 343
Assucar refinado (kilo) k 151
Dito branco (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) G67
Borracha (kilo) 1*26S
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafreatolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Careos de alfodo (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardifi (toi.) 16*000
Coaros seceos etpiebados (kilo) 585
Ditos salgados (kilo) 500
uitos verdes (kilo) 275
Farinha de mandioca (liirt) 050
Fumo restolho (kilo) 400
Qenebra (litro) 200
Mel (litro) 040
M.lho (kilo) 040
Taboados de amtrello (dusla) 100*000
Reudimeatos pblicos
Renda geral
D la4
dem de 5
Renda provincial
De 1 a 4
dem de 5
IB DB MASCO
A\faniega
129:393146'.
24910*902
23.070*232
<69**952
154:304/363
27:7631184
182:067*547
13.871*080
fi:05*183
1:601#568
7:601*568
Importarn
Vapor francez GironU, entrado dos portos de Eu-
ropa, cm 6 do crrente e consignado a Augusto
Lib.lle, msniresttu :
Carga de Bordeaax
Amostras 1 volme ao Diario de Pernambueo.
Azeite 15 caixas a Rosa & Q iciroz.
Ameixas 5 caitas aos otesmoa, 11 a Jlo F.
de Almeida, 6 a Ramos 4 C, 10 a Jos Joaquim
Alves & C. 3 a Carvalhi & C.
Agua mineral 10 caixas a Mermes de Soasa Pe-
reira, 10 a J. F. Sib- iro & C.
Batatas 50/2 caixas a Joio F. de Almeida.
Bolnbos de chocolate 1 caxa s Carneiro & C.
Cognac 15 caixas a Carvalhc & C, 50 a Perei-
ra, Ferrtira & C, 5 a Jos Joaquim Alves fie C.
Chocolate 1 caira a Ramos & O.
Chapis 1 Ciixa a Manoel C. da Cunha.
Doces 1 caxa a Ramos se C.
Drogas 2 volumes a Rouqusyrol Freres.
l.npressos 4 caixas a J. F. Ribeiro & C.
Joias 2 caixas a Eugeae Goetschei
Licores 5 caixas a Ramos A C, 5 a Carvalho
A C, 2 a Charla Fluya fie C.
Manteigt 4 caixas aos meemos.
Macarr&o 1 caxa 4 ordem.
Massas aliraentcias 10 caixas a Carvalho & C,
G a Ramos 4 C, 3 ordem.
Objetos de piedude 1 caxa a rmZ Bernard.
Ditos pura chapees de sol 3 caixas a Francisco
Xavier Ferreira.
Papel 1 caxa a Ventara
Dito de embrulho 60 fardos
rim & C.
Queijos 155 caixas e 1 tina a Charla Pluym
iS C.
Roopa 1 caia a Eugeoe Goetschei.
Sardinhas 10 caixas a Souza Bastos Amoro)
&C.
Semen tes 1 caixa a H. Breuil.
Tecidos 1 caixa ordem, 1 ao Dr. A. F. da
Silva.
Vinagre 5 caixas a Carvalho A C
Vinho 60 caixas aos meamos, 45 a Ramos & C,
30 4 ordem, 6 barris a J. Hovre, 5 a J. Christia-
ni ft C, 7 a Ramos & C, 6 4 ordem, 1 a Charra, 1
a E. Migliorine.
Carga de Pars
Biscontos 1 caxa a Charla. Ploym A C.
C 'chimbos 1 caixa a Otto Bobies, Succeasor.
Livres 1 caixa a Maonel C d; Soasa Bandeira.
Miudt-zas 1 caixa a Otto Bjhres, Saecessor.
Objectos de piedade 1 caixa a irm Solvignal.
Porcelana 1 c>ixa a Manoel C. de Souza Ban-
deira.
Papel 1 caixa a Bartbolomeo A C.
Roopa e chapeos 1 caixa a Antonio Luis doa
Santos.
Secante 1 caixa a Otto Bohres, Successor.
Vidros 2 barricas a Manoel C. de soasa Ban-
deira.
Vinho 3 ban cas a J. Kraue A C.
Carga de Lisbn
Ceblas 50 extras a Silva Guiraares A C.
Barca hespanhola Franciica Vilo, | entrada de
Cardiffem 7 do correte e consignada a Jobos-
tos Pater A C, manifestou :
Peo agente Brilo. 4s 10 1(2 horas, ra de
Pedro Affjnso n. 43, de fazendss, miudezas e mo-
vis.
Amanhi:
Pelo agente Modeito Baptitta, s 11 horas na
ra estreita do Rosario a. 39, de novis, loacas,
vidros, etc.
Pelo agente Bruto, s 10 1/2 horas, na ra
Imperial o. 7. da armacio e mais ntencilios ahi
exiateates.
Mlsas runebres.Serio celebradas:
Hoje :
A'g 8 boras, no Espir.to Santo, por alma de
D. Mara de Figueiredo e Silva ; s 8 horas, na
ordem tercera de S. Franeisco, pjr al mi de D.
Therena J. da Costa Nogueira.
Amanhi:
A's 8 horas, na igreja de Bom Jardm, por al-
ma de Leandro Francisco Borgea ; s 8 h iras, na
matria de Gamellcira, por alma de Jos Alves da
Costa.
assa*elrosChegados da Europa no va
por fraicez Gir.nde :
Manoel Carneiro de Souza Btndeira e sua se-
nbora, Novelina Cmor, Erezi Luigi, Ereza Gui-
seppe, Manoel Cabo, Franciso Lipes, Henrique
da S'lva Ferreira e sua senhora, Comate Gon-
calves Netto, Anto.iio Carneiro das Neves, Aveli-
no Jos dos Santos, Jos da Silva Moraes, Jos
Antonio Tavare*, Dr. Antonio da 8ilva Ferreira
e tua senbora, Joaquim A. da Costa Faria, Manoel
Duarte Ferreira.
Sabidos para o sul no mesmo vapor :
Manoel Bastos do Ol reir, Bernicr, Blondel,
Negrne Gaetano, sua senhora e 5 filbos.
Chesados dos portos do sul no vapor nacio-
nal Principe do Grao Para :
Francelna C. do Carra >, Mara Francisca da
Coneeco, Mara R S. Gomes, l filha, 1 neta o 2
criados, Dr. Manoel Villas-Boas Patury, Tiburiio
Alves de Carvalho, Jos Alves de Carvalho, Dr.
Dario Cavalcante de Albuquerque.
Sihidos para o portos do .al no vapor na-
cional Manoz:
Rosa do Carino, Domingos Ribeiro, Fabio da
Silveira Barros, Franciso R. Civalcaote Filho,
Maria Emilia da Rocha Accoli, Dr. Francisc i de
Souza, Dr. Joio Carlos Junqueira, Ayres de Al-
meida, Nicolao Tolen'.ino da Costa, Jos de Si-
mas, Joio Jos de Oliveira Junqueira Filho, Vi-
cente L Pereira, Dr. Jos Jacintho de Souza,
Pedro Lessa, C. de Queiroz Barros, Pedro Tava-
res de Mello, senador Luz F de Souza L -io, Joio
Baptista de Carvalho, F. Carvalho de Sonza, D.\
Francisco L. Correia de Andrade e sna senbora,
Maria Amelia Cvale inte, Cbar T. Lihse, Fran-
cisco M. T. Cavalcante Sobrinbo, Francisco M.
do Reg Barroi, Francisco Liuria, Aflonso Junhi,
commendador Francisco Justinaoo de Castro Ra-
bello, Dr. Raphael C. de Oliveira, Dr. Jos H. da
Costa, Jos R. de Oliveira Cuita, Jotquim de
Soma L o, Francisca E. de Gusmio, Ridolpho
Pedrosa, Flix Vandesmit, W. I. Johnson, Severa
Rosa da Silva,'Manol Gomes, Fortunato Ansel-
mo, Antonio E. da Costa, rttiur Lopes de Oli
vers, Modesto Vieira, Cecilio, Manoel Gomes
Bello, Francisco I. dos Sanio i, Francisco C. do
Lima Sobrinhj, Caetano Ferreira di Silva, Josi-
no de Benevides Falcio, Jos,Hidrogenes c Fran-
cisca (criados), Narciso de Carvalho, Jos Alves
da Fonseca, soldado Daniel Ferreira Lima, Ma-
noel Eulalio (criado), 2 cadete Francisco de
Paula de Albuquerque Salles, voluntarios France-
lino Manoel da Triudade e Joio Marques da Sil-
va, Jeronyrao Tbeotouio da Silva Liureiro.
Chegados do sul no vapor allemio Tpica :
Dr. Aristides Galvao e sua familia, D.-. Gami
Lobo, 1 couhada e 1 criada, Dr. Nilo Pecanhx,
Lvino Pacheco, Pedro Lobije 1 illu, Antonio
Baptista e sua senhora, Mara Colleta, Maria Or-
uiinda, 2 filhas e 2 criadas, Maximiano, Jacob,
Antonia Mara.
Catan de npienroMovimento dos pre-
sos do da 6 de Marco :
Existiam presos 349, entraram 12, sabiram G
Exstem 355.
A saber :
Nacionaes 325, mulheres 8, estrangeiros 14, ec-
cravos sentenciados 6, dito de correccao 2To
tal 355.
Arracoados 38, sendo: bous 313, doeutes 15.
Total 328.
Movimento da enfermara:
Ti vera m alta :
Francisco Cyriaco Marques.
Lus Jos da Soledade.
Pereira Penas AC.
a Souza Bastos Amo-
Carvio da pedra 655 toneladas 4 ordem.
Vapor nacional Principe do Oram Para, entrado
da Babia e escala em 6 do correte e con-
signado a Domingos Alves Matheus, mani-
f sstou :
Aseitonas 5 caixas a Guimaraes Rocha A C.
Algodio 400 saceas a f-ereira Carneiro A G,
141 a Jos de 84 L-itio, 34 ao consignatario.
Assucar 4'X) saceos n Pereira. Carneiro A C,
T0 a Bailar Oliveira e C, 400 a Amorira Ir-
soi s & C.
Couros seceos salgados 448 a Pereira Carneiro
4 C, 329 ao consignatario.
Fuios 37 volumes a Jos Ribeiro Padiloa.
Mus de tomate 4 caixas a Guimaraes Ro-
cha & ti
Milho 300 saceos a Jote de Si Leitio.
Oleo 50 latas a*> cousiguat&rio.
Pedras du amollar 120 a Albino Silva f C.
Pelles 2 amarrados ao consignatario, 21 a Jos
Ribeiro Psdi'ha.
Peonas 4 volumes o mesmo.
Sola 85 amarrados a Ferreira Rjdrigues
AC '
Tamancos 4 fardos a Soares do Amara) Irmics
7 a Oliveir* Mello, 6 a H. Nusch 4 C.
l2\port-t;o
BECIFE 5 DB MAnCO DB 18S7
Para o exterior
No vap>r ingles Marner, carregon :
Para Liverpool, N. I. Lidstanu 20 loueladas de
ferro velho.
Na barca noruegaense Vega, carregaraoi:
Para Liverpool, Borstelmann &t C. 500 saceas
com 36,818 kilos de algodio.
Na galera inglesa Lorenzo, carregon :
Para Liverpool, J H. Bozwell 1,000siccis com
75,881 kilos de algodio.
No vx;-or allemao Tijuca, carregaiam
Para Hamburgo, A. L dos Santoj 1 caixa com
15 kilos de t'oee c 1 barrica com abacaxis.
Para Lisboa. J. daCuiha Vasconcelos 5 bar-
ricas com 401 kilos de assucar branco e 2 ditas
con 120 ditos de caf ; Paira Valeuto A C. 21
barris com 1,121 litros de aKairJente ; 2 barricas
com 180 kilos de a.sucar brauco e 1 dita com 00
ditos de caf.
No vapor francs Ville de Bahia, carre-
gon :
Para o Havre, J. Fueratenbcrg 8 kilos de ouro
velho e 10 ditos de prata velha.
Para o interior
No lugar nacional Zaguiika, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Azevedo 4 Mala
1,500 cocos, fructa ; J. S. Loyo & Filho 1,700
saceos com 127,500 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Mano. carregaram:
Para o Rio de Janeiro, Costa de Fernandes
5,000 cocos, trueta ; Baltar IrinSos A C. 20 pipas
e m 9,480 litr s de agurdente ; K. Pessoa 1,0 X)
saceos com 60,000 kilos de assacar branco \ D.
A. dos Res 350 meios de sola,
Na barcaca Lindo Paquete, carregaram :
Para Parabyba, H. de Soasa Pereira A C. Suc-
cessores 10 caixas com elixir de esbeca de negro.
Navios A carca
Barca nacional Marianninha, Rio Grande do Sul.
Barca noraeguense Vega, Bltico.
Barca norueguense Ogir, Estados Unidos.
Barca inglesa Dunttaffuage, Estados-Unidos.
Brigue ailemio Bruno & Mane, Hull.
lscuna sueca Lorel'y, Rio Graoae do Sul.
Galera iaglesa Lorenao, Liverpool.
Lugar nac onal Logo, Rio Grande do Sul.
Lugar nacional Ztauinha, Rio Grande do Sul.
Lir nacional Tigre, Rio Oraade do Sul.
Patacho ingles Plymouth, Santos.
Patacho diuamarquez Meraur, Rio Grande do
Sul.
Patacho ingles Wilhelm Patacho nacional Jart'nAo VI, Ro Grande do Sal.
Patacho dinamarqus J. P. Laen, Rio Grande
do Sul.
Patacho portugus Fanny, Par.
Palhabote nacional 8. Bartholomeu, Porto-Alcgre.
Vapor ingles Slurgth, Santos.
Manoel Francisco Cabral.
Manoel Francisco dos Santos.
Lotera da corteA 203* lotera da cor-
te, pelo nov plano, cajo premio grande de.....
33:000,000 era extrahida no dia .. de Mar-
co.
Os bilhetes scham-se 4 venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se 4 venda na Casa da For-
tana roa Primeiro deMarco.
Lotera do RioA 4 e ultima parte da
lotera n. 366, do nevo plano, do premio de.....
100:000*000, era extrahida boj; 8 de Marco.
Os bilhetes acham-se 4 venda na praca da Ioae-
pendencia ns. 37 e 39.
Tambem acbam-so 4 venda na Casa da Fortu-
na ra 1 de Marco n. 23 e na ra do Cabug
n. 2 C
Lotera para o rundo de emanel-
pacaoA7> parte desta lotera cuj > premio
grande de 6:000*000 ser extrahida no da 10
de Marco, s 2 boras da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Cemiterlo publico.Obituario do d a 5
de Marco :
Alexandre Cisme Dami), Pernambueo, 62 an-
uos, casado, Recife; amolecimonto cerebral.
Roiip.unda Rodrigues Beirio, Pernambueo, 32
anuos, casada, Graca; tubrculos pulmonares.
Antonia Maria da Conceicao, Parabyba, 22 an-
uos, soiteira, Bia-Vista ; diarrbi.
Matbildes Mara Francisca da Cooceieio, Per-
nambueo, 2? annos, sol'eira. Boa Vista, diarrhaa.
Anacleto Macoeel dos Santos, Maranhlo, 50 an-
nos, casado, Santo Antonio; elephantiases.
Felisardo Vicente das Neves, Parahyba, 28 an-
nos, solteiro, B >a- Vista ; repentinamente.
Mara d> Rosario, Pernambueo, 26 anus, soi-
teira, Boa-Vista; eplepsia. -
Manoel Placido da Costa, Pernambueo, 32 an-
nos, casado, B >a-Vista ; lesio orgnica.
Rita Clara Pereira Pinheiro, 45 annos, viuva
Santo Antonio; aneurisma.
Antonio Bernardo da Silveira, Pernambueo, 64
annos, casado, Sa uto-Antonio ; marasmo-senil.
Fortunata G ilhermna dos Santos, Pernambu-
eo, 21 annos, silteira, Afogados; insuffieiencia
mental.
Julieta, Pernambueo, 21 horas, 8anto-Antonio,
eclampsia.
Um feto do sex-i femeuiuo, pelo chefe de poli-
ca.
6
Joanna, Pernambueo, 9 mezes, Recife, gastro
eaterite. *
J<>-i, 7 inezes. Santo-Antonio ; enterre.
Maria Joaquina da Conceico, Pernambueo, 20
annos, soiteira, Bia-Vista; tuberoulos pulmo-
nares .
Maria, Graca ; ao nascer.
rUBLlCiCOES A PEDIDO
Migislralu a brasileira
Tema acjTipaalia lo cora a maior atten-
filo a discussao provocada, a proposito da
reunan, convocada por alguna magistra-
dos, p ira obtencfo de m nos repressivos das
violn'03 du qn: hiVo sido vi. timas muiti
poucos de 8"us collegas e, devenios com
franqiiczh diz ^r qua, at hnje, em nossa
humilde opiniiio, nio houve, entre tintos
habilitados, un s, qn, fosando m ponto
prineijial da questio, ensinasse prompto o
efBcaZ remedio para o grande mal, que
amosca enfraquecer a levar de vencida un
dos mais solidos cst :os de masa socieda-
de.
Diversos foram os paroceres, apresentt
dos na sobre.iiita reuno, on ie, segundo
com', reinou grande confusao ; figurando
entre elles, como mais acceitaveis, os de
6ereiO declirados pblicos, especiaos, prepa-
rados e julgados palos juizte. de direito das
comarcas vizinhas, com recurso e appella-
9S0 ex-offi :io pira o Tribunal Relacio, os
vanos
Barca norueguense Ano, carvo.
Barca norueguense Noatan, carvo.
Barcaca nacional Boa Nova, dem.
Escuna narueguensc Reform, xarque,
Escuna inglezii Bella Rita, bacalho.
Hiate nacional Joao Valle, algodio.
Il'ate brasileiro Den te Guarde, sal.
Hiate brasileiro Bom Jeta, algodio.
Hiate nacioual Flor do Jardn, sal.
Lugar noraeguense Ideal, varios gneros.
Lar ingles Anrtola, bacalho.
Lugar inglez Nelly, baeilho.
Lujar iuglez Minnia, carvio.
Logar ingles Ltutie R. Wilce, bacalho.
Patacho ingles S- Joteph, bacalho.
Vapor nacitnal Principe do Grao Para,
gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Vapor acional Jaguaribe, varios gneros.
Dinbelro
O vapor Mando trouxe do norte para :
Mendes C. 6:000*000
Maa 6 Resende 4:000*000
F. Pinto Guimaraes 3:000*000
Josrpb Krause 1:000*000
Fernandes & C. 900*000
Francisco Goncalves Torres 807*600
Braga & S 838*000
Gomes de Mattcs & Irmios 370*000
Pereira Pinto te C. 219*513
O mesmo vapor levou par :
Alseas 161:000*000
Babia 1:000*000
Ro de Janeiro 11:500*000
O vapor Tijuca trouxe do sul para :
London Bink 400:000*000
Englsh Bank 150;000* Mercado Municipal de 8. Jos
O movimento deste Mercado nos dias 6 e 7 de
Marco foi o seguinte:
Entraram :
84 bois pesando 12,227 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 50 de 1.* qualidade, 12 e
1/2 de 2* dita e 21 e 1/2 ditos particulares.
335 kilos de peixe a 20 res 6*700
80 cargas de farinha a 200 res 16*000
24 ditas de frnctas diversas a 300 rs. 7*200
14 taboleiros a 200 ris 2*800
40 Sainos a 200 ris 8*000
Foram oceupados :
48 columnas a 600 ris 28*800
48 compartimentos de farinha a
500 ris. 24*000
40 ditos de comida a 500 ris 20*000
1611/2 ditos de legumes a 400 ris 64*600
36 ditos de suioo a 700 ris 25*206
22 ditos de tressuras a 600 ris 13*200
20 talhos a 2* 40*000
12 ditos a 1* 12*900
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a lj 108*000
4 talhos a 500 ris 2*000
Oeve ter sido arrecadada ueste dia
s quantia de 378*500
1:017*740
1:396*240
Navios A descarta
Brigue ailemio I. O. Fichte, farello.
Barca hespanhola Prantca Villa, carvo.
Barca noraeguense Sperama, carvio de pedra.
Barca ingleza Lamina, bacalho.
Barca dinamarquesa Juliue Skrihe, varios ge-
ner s.
Rendimento dos dias 1 a 5
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde 280 a480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idetn.
Sainos-de 500 a 640 ris idem.
Farinha de 200 a 320 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Fejfto de 640 a 1*000 idem.
Matadouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 86
rezea para o consamo do dia 8 de Marco.
Sendo: 64 reses pertenceotes a Oliveira Castro,
dr. C, e22 a diversos.
Vaporea e navios esperadas
virosas
T&gusdo sal hoje.
Ville de Pernambueoda Europa hoje.
Ceardo sul amanhi.
Tamarda Europa a 12.
Mondegodo sal a 14.
Financedo sal a 15.
Montevideode Hamburgo a 17.
crimes perpetrados contra a magistratura
brasileira.
A' parte a odiosidade da excepeSo na
differenc de hornein-magistrado de qual-
quer outro simples mortal, principio que
nao encontra spoio nos silos principios da
razio; nos perguntaremos ais indicadoras
de scmelhante medida :
Tem, por ventara, servido de espatalho
aos assassinos o cadafalso?
A. causa da mullidlo enorme de horro-
rosos crimes, praticados no mundo n&o en-
contra explicarlo no vicio orgnico de nos-
sa siciedade ?
O individuo que tiv.ir deliberacSo forma-
da de desaffrontar-se de urna offensa que
Ibo for feita, eu que suppuz-r ter-lhe sido
feita por um magistrado, recuar ante o
perigo da puMicidade, especialisacao e mais
novidades de seu delicio ?
Nio, do certo ; e, poraoto, a indicacSe
nio torn o valor qu-i lhe quirsm dar os
seus autores, e tanto mais digna de repa-
ro, quanto pirte ella de homen3, mais ou
menos atTeitos ssioaoia de julgar, a mor
parlo vigorosa da talento e de illu3tracao.
A solucio dada, om conferencia,' palos
magistrados que ella compareceram fere,
incont"stavel;nent*, muito silutares princi-
pios do direito, nilo couvindo esquecor a
OJjpet^neia de foro que ellesjulgam cou-
sa de siDsnos mportmjia e que, entre-
tanto, f,-.z, alm de ludo, presuppr identi-
fieajiii de todos ou, pelo menos, do maior
numero dos habitantes de una comarca
con o autor ou autora da ura delicto, pra-
ticado contra qualquir memoro da magis-
tratura.
Depois, porque nao podem ser julgidos
os criminosos p-lo substituto da autoridade
judiciaria ofl[eadida? !
Sio iaealculave8 os males resultantes do
8-iinelhanto medida, que, temos certeza,
nli podo, uSo deve ser aceita pelos nossos
legisladores.
o tivessemo3 voto, ou no3 fo3a dado
fazer parte da alludida reuniilo, discutiria-
mos mais deti lamente cada um dos pontos,
de qu" nos vimos de occupir, embora a
nossa fraca voz nSo encantrasse eeho entre
os celh'gau, alii r-ti nidos.
Dito isto, seja-nos licito adduzir algu-
mas considerajoes sobre a questo, apon-
tan lo a causa oceasional de todas as infe-
licidades da nossa magistratura e indican-
do, ao mesmo tempu, o que nos parece
mais acertado para embaracar 03 desacatos
de que tem ella sido victimi.
c A escolhi dos homens e modo da con-
< do jurisconsulto Mirqu-z de Sao Viaen-
te, videra urna boa parte da instituica.
Nao ha quem seja capiz de contestar a
taita de escrpulo do nossogoverno as no-
meaco-s de juizas de direito, substitutos e
municipaes.
Nao sao os requisitos de que fulla a nos-
sa Constituicao Poltica, quem d a prefe-
rencia ditos lugares ;' o moco moral isa-
do, iatelligente c estudi >so marcar passo
toda sua vida e ser preterido por outro
caru qualidades inteiramente oppostas, se
nao fr paronto ou protegido de alguma al-
caide, se nao tiver alguma influencia em
poltica, por si, por algum intimo amigo, ou
pelo chefe da localidade, onde residir I
Oremos nSo inventar usando de taes pa-
Alliancade New-Port-News a 18.
K'evada Eurcpa a 24.
BIVIOS
Amandade Hamburgo.
Apotbeker Drsende Santos.
Aricade Caraiiff.
Aldwatbde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade CardiF.
Alranade Cardiff.
Budade Cardiff.
Cometade Porto Alegre.
Cysnedo Rio Grande do Sal.
Christiani Scriverde Cardiff.
Caledoniado Ris de Janeiro.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sal.
Erutede Hamburgo.
lite-de Tena Nova.
Eugeniade Terra Nova.
Frinchoy do Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa. *
Glitserde Liverpool.
Hapnusdo Rio Grande do Sal.
Hu'enede Hamburgo.
Julantbede Santos.
Joaquinado Porto.
Jos Ginebrade Liverpool.
Li dadorde Rio de Janeiro.
Liada Parckdo Rio Grande do Sai.
Maa Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio G Meta Sophiade Hamburgo.
Mariettado Rio Grande do Sul.
Metede Hamburgo.
Mayde Terra Ntva.
Malpoie Brunswick. 1
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainodo Cardiff.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Progressode New-Port
liosa Hilldo Rio Grande do Sal.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Sopbiade Santos.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Witbelmioede Hamburgo.
oTinento do porto
Navios entrados no dia 6
Bordeauz e escala 13 1(2 dias, vapor francez
t Gironde, de 2,023 toneladas, commandante
Minier Rene, equipagem 128, earg varios g-
neros; a Angoste Labille & C.
Bahic e escala8 lidias, vapor nacional Prin-
cipe do Grao-Para, do 508 toneladas, com-
mandante Jos Fernandes Teixeira, equipa-
gen: 28, carga varios gneros; a Domingos Al-
ves Matheus.
Santos e escala7 dias, vapor allemao Tijuca
de 1,562 toneladas, commandante Kier, equipa-
gem 4% carga varios gneros; a Borstelmann
C.
Navios sahidos no mesmo dia
SantosLugar portugus < Te-cerario, capi-
to Jos oucaives Casaca, carga assacar.
Rio de Janeiro e escalaVapor francea Giron-
de, commandante Menier Rene, carga varios
gneros.
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Ma-
ni?, commandante Guilberme Waddington,
earga varios gneros.
Navios entrados no dia 7
Cardiff-50 dias, barca hespanhola Francisca
Vila, de 426 toneladas, capito Antonio No-
vares, equipagem 11, carga carvo de pedra; 4
ordem.
Londres39 dias, lagar norueguense Ideal, a
de 323 toneladas, capito John Gyemer, equi-
pagem 9, carga varios gneros; Adamson
Howie & C.
Terra-Nova29 dias, patacho inglez Lilias,
de 146 toneladas, capito Richardo Mealey,
equipagem 9, carga bacalho; a Saunders Bro-
thers & C.
Navios sahidos no mesmo dia
BahiaPatacho ingles < Lilian, capito Ri-
chardo Mealey, carga bacalho.
Hamburgo e escalaVapor allemao Tijuca, 1
commandante Kier, carga varios gneros.
MontevideoEjcuua dinamarquesa Spress,
capito N. Hausen, carga assucar.
BahiaBrigue nacional Mariano 12, > capito
Jos Mana de Amerim, earga m.
;"
:- -.,-
-

%



'

Diario de PernanibucoTcr^a-feira 8 de Margo de 1887
%


larras e, portante, nJlo de eslranhar que
am juiz, pobre de rnoralidade, rico de exa-
gerados entiincntos politieoa e de ignoran-
cia, provoqus as iras daquellea a quero
procura indebitamente subyugar, resultaado
d'ahi os graves inconvenientes de que, pa.
ra nossc opprobio, temos sido, de certa
tempo esta parta, testeraunhas.
Sabemos que centra os desvos e des-
mandos de um juiz existo correctivo na
lei; mas perguntamos nos : Nao sao con-
stantes e repetidos os actos de escanla-
losi prevaricacSo praticadoa por juizes,
aera que tenhiin' ellas soffrido soquer um
padre nosso de penitencia ?
E' diffioil, rauito difficil entontrarmos
em nossos tribunaes superiores puoicao pa-
ra taes criminosos e do semslhanto iodiffj-
renja, que nao qualificaremos mal e que
antes attribuimos aos bondosos sentimantis
dos julgadoros, resultara dous males gra-
vissiioos e qua sSo : Io A impunidado dos
crirnosos c, consequente, o incentivo, a
animacao pratica de novas crimea : 2o
JV convicjao que gera-so no espirito dos
offepdidos de que tora da lei e nlo n'ella
encontrarlo recurso para as violencias e
arbitraridades do que sito victimas.
Nlo de raccnt83ma data o facto de
um juiz de direito prohibir aura promotor
publico a 1-itura das pe9as de uro proces-
so, dizendo-Ibe que ella rebaixava o tribu-
oai do jury com a sua presenta n'ella e
levando o seu arrjo ponto de dar apoia-
dos o bravos ao advogado da defoza? I
O faj'.o notorio, inuito publico e nos
autd e extra autos toi confirmado por rnui-
tas pessoas.
Nlo ficou elle impune ? !
Nao sabido que o criminoso nada sof-
"freu e qu;, entretanto, a victima, aquelle
que reagio, por digniJade propria, contra
aqualle inqualificavel acto de loucura, luta,
ha mais d< ura anno, uj louvavel intuito
de provar a tua innocencia, sem telo an-
da conseguido ?!
Airaciiito
O abano asstgnado alada inaia orna vez vem
torn*r pub'ica a gratido sempre cresceote que
merecidamente dedica ao Ilustrado clnico Dr
Joo Bastos de Mello Gome, a cujos aturados o
generoaoa esforcos deve havtr-se rea'abelecido de
orna tebro ptl.utre que ltimamente o defve do
leito siguas das, e cujos effeitoe uo attingiram
proporgo.-a mais penosas, porque f jram acertada e
vaotaj)samjnte combatidos por aquelle destnelo
doutor. Dgnese, pois, o preatiraoiissimo amigo
aceitar as expressoea de meu Bincero rconbeci-
mento, em que se ineluom os agradecimientos de
ininba familia, a quetn pelo mesuio tem sido mais
de urna ves IraiiJ a consoUc-'o.
Bccife. 3 de Marco do 1887.
Francisco \uqnt o da Fomcca e Silva.
Muitas senhoras e micas ronnnciam s pilu-
las e pos ferruginosos que lhes sio prescriptoa
contra a anemia, chloroae e empobrechneuto do
saogue por sentirem violentas dores do estomago
e sobretudo priao da vcntre. Com o Ferro Girard
nao ha que recear estes iucjnvenieotes ; o ni-
co ferruginoso quo nao causa prisSo de veiitrc e_
sua acco enioentemeute recocstituinte segura
e rpida.
Lcilao
Na
i
i
>
?
^A
E', poia, cora muita razao, que ura es-
pirituoso atvogado, residente nos sertSes
d'esta provincia, diz qua s conheca dous
poderes irresponsaveis-juiz de direito e
cobra casoavel!
Pertenceraos ao numero d'aquelles que
enteniera com muita raz2o que o governo
nSo deve politicar cora os cargos da ma-
gistratura ; mas digara-nos os entendidos
qual o roco do evitar urna luta entre as
autoridades juciarias de urna comarca e
os seus habitantes ?
NSo a meihor soluca'o, a maj coropa
iivcl cora a digoidade de um bom governo
evitar maior mal, retirando d'ella uii s
hornero, ainda que Beja necessario para
fizel-o, dar-lhe elevacio de cargo, passal o
a meihor entrancia ?
No estado actual de comas, viciada co-
mo se acha a instituicSa pelas razujsj
expendidas, nSo conhecemos outro recurso,
nao querer o governo contribuir podero-
samente para maiores e mais serias desgra-
nas.
uoncorJaraos com um notavel publicista,
cm que nlo se p le esperar liberdade
n'ura paiz onde a magistratura est as
maca do poder; mas, forcoso convr que
maito meihor prevenir o crime do quo
1el-o de punir.
Quando o juiz torna se irapunivel era
urna comarca, obrigal-o perdurar n'elU
ura erro imperdoavel, provocar urna
luta desigual, perigosa, da qual nao pode
resultar vantagem aguma para a nova eo-
ciedade.
E' opiniao nossa que o jais por canprir
a lei nio incorre no desagrado de seus ju-
risdicciop.ados.
Seo contrario a;ont vida que os desacatos magistratura se
riaru regra o nSo excepc3-s.
A questao est no modo de curoprir a
lei, sera odios, sera preven^Ses e sera os
commentarioB que, em particular, costu-
mam fazer os juizes do suas 8entenQ*B.
Porque ha-de o juiz querer impr-se em
urna, comarca pelo seu poderia, usando de
licguagem menos conveniente e servindo-
e de a meajas T
Que necess'dade tem elle de declarar-Be
poltico intransigente, separando-se dos
bjns, por 8erem seus adversarios, e eon-
vivendo com ob m' s, porque pertencem
ao seu proprio partido ?
P juiz pode ser poltico ?
CremoB ter do quantum satis na de-
monstracSo dos motivos que nos parecein
aotu r muito priniipalmente para o enfra-
-quecioaento e desmoralisacJlo do principio
autoritario entre nos.
Sejam ob noasos juizes verdadeiros sa-
cerdotes da lei, inspirem se nos bellos
exemplos forneoidos por rauitos roagistra-
dofl, entre os quaes apontaremoB os vene-
randos anciaos que corapsm o Tribunal
da RelacJU) d'esta provincia e os juizes de
direito Costa Ribeiro, Geroncio Dias e An-
dr Cavalcanti e tenhamos por certo que
a magistratura braBleira nio passar pelas
hurbilhasBes, que ha Bo ajeita, por
culpa d'aquelles quem incumbe a dis-
IribuicSo de seus cargos.
Recite, 7 de Marco de 1887.
Justas.
N. 1?. Atiesto ter eropregado cora van-
aiosoB resaltados em doentes de tubercu-
loso pulmonar, em minha casa de saude, a
Emufsao de Scott oleo de figado de baca-
iho com hypophosphitos de cal e soda.
O referido e veodado e o juro in fide me-
dici.
Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1884.
Thr. J. Tavano.
Inste I ote e pptaros
Venlem-se ssnlejos franeexes para casas, o que
ba de railbor, a
80(000 o milfaein
(o aae eusta geralmente 120*000)
* J. DEA. VEIGA&C,
H. 26 BA LARGA DO ROSAU- '7-6
Ao r. Jo Mala Tendelhlo
LARGO DAN CINOO POSTAS
Lendo neate jornsl um communlcado contra
nim, essignado pelo seohor, declaro- Ibe que nao
respondo aos seus insultos, os devolvo tactos,
direi ameate, que nanea freqoentei sus venda,
como dis, pois nio coatumo frequentar estas easa ;
maadava abi os mena pnrtadorea consprarem, e
moa otra vas que n'ella entrava, era para recla-
mar a mi qualidade dos gneros, que me anandava,
e mostrar ibe suas contae, que quaei sempre tra-
siam engaos e apesar d'isto as pagava immedia-
taaente e nada Ibe devo.
Secife. 7 de Marco de 1887.
Hermenegildo Coelho da SUca.
casa de residencia do Dr. Claudino da
Mello
II ije, a 10 boraa do dia, dever ter lugar o de
muito e variados movis de gosto, roobdia estu-
fada forrada de f la, coai frisos dourados. divn
o dnnkerqucs dourados, espelbia, jarros, vidroa de
Ilacarat, cristaes, colcha* de t la e crochets, cor-
usados de estopa crochet e de cambraia, laucas,
vidroa, cryataca, obj aetM de -lectro-plate, todos
de goato e novos e muitos movis de casa de fa-
milia que deixaram de ser mencionados no an-
nunci, para nao enfadar.
Asaim cerno tapetej, ea'.eiras, aleatifas do forro
da caaa.
Ra da nutriz da Bd%-\'ista n. 25
EDITAE
O
Dr. Joaquim da Costa Eibiiro, juiz de
direito do civel desta ciaade do Recife da
provincia de Pernambuco, yol Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
V ,cj saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que por cate juizo, findoa os
dias da lei, so ba do arrematar por venda a quem
mais der e maior lanco offreoer a 2 de Abril viu-
douro o segninte :
Urna rypographia com o aeguinte : oitenta
tre8 parea de caix aeguinte : lypoa rumanoa de n. 5 a 16 com o com-
petente itlico, idem de leraa maiscuias de n. 16
a 88, typo ncrotando de n. 8 a 24 com u compe-
tente it-lico ; typo de fantazia n. 4 e 1/2, 6 e 1/2,
8. 9, 12, 14, 16 e 18, eatando cada corpo em auaa
caixaa n. 20, quatro caixaa n. 22, qjatro ditas
n. 24, tres ditas n. 32, quatra ditas n. 36, nma
dita n. 44, nm* di a n. 45, duas ditas n. 58, urna
dita typo ornado de ns. 36, 53 e 66 em pequea
quantidade, exiatindo maior parte doa referidos ty-
pos embolados e aeis pontos de manuscripto inu-
tiliaados, cento e aeis emblemas de diversoa Ha-
nnos, dona ditoa grandes, sendo um do Senbor dos
Pasaos e outro de N'ossa Seohora da (iraca, orna
caixa com algumas linbas e abraces de diversos
tamanboa, trinta e seis vinhetas para rtulos, oito
diats par letiris o quatro ornatos para ditaa, urna
caixa com oof<-itea de diversas qualidadea, qua
torze laminas da nbaa para sombra, ciuco com-
pouidor. 8 aesaenta e aete galeras pura se botar
eompo6ico, nma escova pura facer pravas, diversos
cotassos em rao estado, um cortador de linhaa
idem, um pequeo prelo n. 171 da fabrica Laurent
& Deberny com aa competeotea ramas e dona rolos
velboa, urna pequea caldeira de cobre e a com-
petente forma para tundir rolo, um balda de ferro
para pjtasss, seia taboaa p-tia lavagem de forma,
urna armacao francesa para rilo, um jarrita, qna-
tro meaaa de louro em mo eatade*, urna carteira
Vclha, nm armario fachado ero mo estado, quatro
pratileiras idem, um cabida idem c duas grades
para porta.
Avaliados os typos prelo e todos os mais nten-
cilios cima, existentes no armazem do sobrado da
na dss Trincbeiras n. 50; em 1:GUOOOO.
Penborado por exocuc&o de Joaquim Manoel
Ferreira de Sonsa contra a viuva Mulber & C.
Pelo que toda a peasoa que em ditos ntencilios
quiser laucar poder taxer nos dias da praca.
E para que chegue ao conbecimento de todos
mandei pasaar o presente edital que ser publicado
pela imprenaa e aflixade no lagar do costme.
Dado e pasando neata cidada do Recife aos 3
dias do mes de Marco de 1887.
Ea Pedro Tertuliano da Cuuha, caerivSo, o sub-
crevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
O Dr. Joaquim Corrcia deOliveira Andrade, jais
de direito pnvati-'O da orphios e ausentes, nesta
comarca do Recife, por S. M Imperial, a qnea
Dea* guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle tiverem noticia, que fiuda a au iiencia do
dia 22 de Marco do correte anno, a requerimeato
do bachaiel Angosto Carneiro Monteiro, inventa-
rente dos bena de ana finada mulber D. laabel
Pires Carneiro Monteiro, ir prica por venda a
casa de tnipa sob n. 10, com um pequeo terreno,
na estrada para o engenbo Dous Irmios, limitin-
do-ae a referida casa ; ao norU e leste, com a
estrada publica ; ao sal e oeste com o sitio dos
nerdeiros de Manoel Lus ; sendo qae, sao pertea-
centes ao caaal inventariado duas tercas partes,
e ama terca psrta a D. Carolina Carneiro Montei-
ro, que tambem reqnereu a venda da dita parte ;
seddo o valor da dita casa "ibOf.
E para constar mandei pasaar o preaeuto, que
ser publicado pela imprensa e affiad > no lugar
do costume.
Dado e pasaado neata cidade do Recife, aos 3
de Marco de 1887. '
E", lavo Antooio Ferreira, eseiivao, o sobs-
crevi.
Joaquim Corris de Oiiveira Andrade.
2.a aeccao.Secretaria da presidencia de Pernam-
buco em 5 de Mnrco de 1887.
De ordena do Exm. 8r. piesidente da provincia
e cm observancia do artigo 167 do reculameoto
annexo ao decreto n. 9420, de 28 de Abril de 1885
faco publico que ao provimento doa officios de 2
tabelliao do pnblice judicial e notas, escrivo do
civel e annexoa do termo de Bom Censelbo con-
correram. no praao legal, Soares V'ilella e Ananias ligo da Cunba.
O secretario,
Pedro Francisco Corre i de Oliveirs.
Edital n. 11
O administrador do Consulado Piovincial fas
publico a quem interessar posea, qae, em cumpli-
mento da ordem constante da portara n. 590, ex-
pedida em 23 do correte pvlo Illm. Sr. inspector
do Thssoaro, fiea prorsgado t 15 de Marco pr-
ximo vindouro a arrecadacio, livre de multa, daa
annuidadea a mais servioos da Recife Drainsge
Company, relativos ao primeiro semestre do exer-
cicio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
Fevereiro de 1897.
F. A de Carvalho Moura.
Edital n. 20
\>e ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faco publi-
co que no dia 11 do correr.te, pelas 11 horas do
dia, ir de novo praca peraute conseibo de
compras do corpo de polica, conforme ordenou o
Exm. br. preaidente da provincia em officio de 28
de Fevcreiro ultimo, o fjrnecimento do fardamento
manufacturado daquelle corpo, constante das pe-
css seguintea : 850 bonete do panno azul, 1,700
blusas de brim pardo e 3,400 calcas do measno
panno, 800 calcas de panno axul e igual numero
de bluaaa do mesmo tecii).
Outrosim, os concurrentes deverSo faser aa suas
propostas, que aero entregues so conseibo, acoro-
panhadas das amoatraa que devero conter o 20"
de largura e abranger o da faz.'nda : e bem aaaim
apreaentar nm exemplar da peca manufacturada
para amostra da mo de obra.
O forncimento do raeatno fardamento dever
aer reahsado nos pras>s de 30, 60 a 90 diaa, nos
termoa do citado officio da presidencia.
Secretaria do Thesooro Provincial de Pernam-
buco, 3 de Marco de li87. -
Serviudo de secretario,
Lindo'pho Campello.
O juf0 dos feltos da fazenda
nacional
O Dr. Jos Mano; I Freitas desembargador
honorario ofHal da imperial ordem da
Rosa, o juiz privativo dos feitos da fa-
zenda desta provin ia de Pernambuco
eto etc.
Faco saber a todoa que o preaente virrm e delle
tiverem noticia qae a requerimento do Dr. procu-
rador fia -al dus teitoa da fazenda nacional me f-ji
requerido quo fosee citado por edital o Dr. Niculo
Rodrigues da Cunba para em vinte e quatro horas,
pagar a quantia de6/250 defio do terreno da ma-
rraba n. 25 J, a ra de J -So do Reg, desta cidade
do Reiife, do exercicio de 18831884. Vista como
acha-ac o meamo devedor em lugar uo sabido sob
pena de proceder-ae a penhora e oa demaia termoa
da accao executiva a sus revelia ; e em vista do
requerment mandei pasiar o preaente edital para
aer publicado e affixado n j lagar do costume.
Eu Jos Francisco do Recro Barroa, escrivo
eacrevi.
Jos Manoel de Freitas.
Edital n. 4
Aifandega de Pernambuco
Por ordem da inspectora se communica que no
dia 10 do corrente, a 11 horaa, as portas do tra-
picheCgneeicioaero vendidos em hasta pu-
blica os seguintea volumes:
Um sacco contendo urna lata com doze litros de
azeite dooe.
Um dito contendo doze latas com oitenta kilos
de fumo desfiado, nacional que toram, o primeiro
spprehendido em 17 de Novembro e o segundo em
18 de Desembro do auno passado.
3* seccao, 5 de Marco de 1887.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
DECLARACOES
Repartido das Obras Militares
De ordem do Illm. Sr. capttao de engenheiros
Dr. Gregorio ThaumsAnrgo de Azevedo, encarre-
gado das obraa militares desta provincia, faco pu-
blico qae no da 14 de Marco vindours, s 10 ho-
ras da manh na Repartico das Obras Militares,
no Palacio do Governo, ae receber propoataa em
cartas fechadas doa negociantes cu firmas com-
merciaea desta praca, que quizerem contractar no
corrente anno o fornecimento s obras militares
dos materiaes constantes da relacao existente na
repartico, diaposicao dos pretendentes, para
aer examinada noa dias uteis, durante o expe-
diente.
Repartico das Obras Militares em Pernambuco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
aba, 2 cadete 2 sargento amanuense.
C. C. E.
Club Commerelal Enterpe
ficientifico a todos os aenhores socios, qae foi
a imittido para continao o Sr. Jos Antonio Dias
de Figueiredo.
Secretaria do Club Cmcoercial Euterpe, 5 de
Marco de 1887.O- secretario,
F J. Amorim.
Comp?fflfiia pe nambocana
DE
Xa vegada eos te Ira por vapor
Pelo present sao convidados oa aenhorca accio-
nittas a reumrem se na sede da companhia, no
dia 23 do corrente, ao meio dia, afim de Ibes ser
apreacntado o relatorio e balando do anno findo, c
elegerem a commisso de exame de contaa e con-
aelbo de dreeco.
Rscife,-5 do Marco de 18o7.
Manoel Joo de Amorim.
P.P.Saundera Brothers & C
Artbnr B. Dallas.
W. W. Robllliard.________.
THEATRO
DE
BOYAL IAILSTEAN PACKET
COMPANY
0 paquete Tamar
EMPREZA ARTSTICA
GRANDE C0MPJHIHI4 DE ZABZUELLJLS
X. S. da Conccipo dos
Militares
esa ge ral
De ordem do irmo vice presidente, de novo
ao convidados todos os uoseos irmos para se
reunirem em mesa giral no consistorio da nossa
igreja no dia 9 do corren'e (qaarta feira) afim de
se proceder a eleicao para presidente e tbeaourei-
ro, em virtade doa eleitoa nao terem aceitado ;
pede-se o comp.reciment doa noesos irmos para
evitar as transferencias.
Recite, 5 de Marco de 1887.
Geroncio Santos Siqueira,
Secretario.
Banco de crdito real de Pernam-
buco
Em cumprimanto dos | 98 e 12 do art 83 dos
estatutos e das dispoaicoea da lei n. 3,150 de 4 de
Novembro de 1S82, convocamos os Srs. accionistas
a reanir-ae em asaembla geral ordinaria, no dia
15 da Marc0 prximo vindouro, ao meio da, em
urna das salas da a.tsociaco Commercial Bene-
fcente, afim da Ihea ser presente o relatorio das
opera c<"i -a do anno bancario findo em 31 de Desem-
bro de 1886, acompanhado do parecer da commia
sao fiscal e proceder se eleiflio desto e bem as-
aim do presidente, vico presidente, 1- e 2- seere-
tsrios da sssembla geral.
Recife, 28 de Fevereiro da 1887.
Os administradores,
Manoel Joo da Amorim.
Jas da Siha Loyo Jnior.
Luiz Doprat.
Correio geral
O administrador fas publico que do dia 6 do
corrente por diante, a expedico da corresponden-
cia para a cidade da Victoria e estaco de b.
Joo dos Pembos, ser feita diariamente alo pri-
meiro trem da manh da estrada de ferro de Ca-
ruar, sendo as malas fechadas n'esta repartico,
s 8 horas do dia da partida.
Administraco dos covreios de Pernasaboce, em
i fie Marco de 1887.
Afforuo do Reg Barros.
j Gasa m Misricorflia io
Por esta secretaria eo chamados os parantes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do corrente apresental-as no collegio
daa orphs, afim de serem ahi admittidss, visto
serem as primeiraa inscripUs no respectivo qna-
dro.
1 Carolina, protegida de Augusto Msnta.
2 IUuvinaU, filba de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
8 Laurinda, filha de Sincletica Lins de Yas-
concellos Araujo.
i Mara, filha aa mesma.
5 Adelaide, filha de Mara Jos da Coneeico.
6 Mara, filha de Mara Jos da Encarnaco.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrivo,
Pedro Bodr^ues de Sonta. __
Loteriadci" 4000 contos
A grande lotera da 4000 contos, em 3 sorteios,
fies transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impreterivelmente, noa termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Thesouraria das Loteras para o fundo de
emaocipaco e ingenuos ds Colonia Isabel, 14 de
Desembro de 1886.
O tbesonreiro,
Francisco Gon^alves Taires.
Edital n. 21
De ordem do Illm. 8r. Dr. inspector faco publico
que no da 10 do correnta ir praca o forneci-
mento da alimentaco aos presos pobres da Casa
de Detenco, lelativo ao trimestre prximo findo
de Abril a Janbo, de accorde com as tabellas em
vigor, e serviudo de base a diaria de 420 ris.
Secretaria o Thesooro Provincial de Pernam-
buco, em 4 de Marco de 1887.
Servindo de secretario,
Lindolpho CampeUo, _
A seceo do contencioao do Thesouro Pro.
vineial convida ao proprietario dawia n. 10
roa de D. Maria Cesar, fregueria de S. Fre Pe
dro Goncalvos, para dentro do praea de oito dias
contados da data da fjnblicaco do presente, pa
gar a importancia de 166*233 pelos servioos fei-
tos pela companhia Recife Drainsge na referida
easa. / ,
Seccao do contencioso do Thesooro Provincial,
4 de Marco ds 1887.
O 1* oficial,
Manoel do Naicimento S. Bastos.
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-d rector
D. Antonio H Valle
Ter^a-feira, 8 de Mar^o
9.a Reelta
PR0GRAMM
Subir scena a applaudidisiima opereta em 3
actos dos Srs. i-Franco y Masca, denomi-
nada : /
CAMPANONE
PERSONAGENS
Carilla (1 tiple)........ Sra. Pa (D. Josefa)
Violante (2 tiple)........ Srs. Saeanelles (A.)
Paquita................. Sta. Ruis.
El maestro Campanone. Sr. Garrido.
Alberto (1 temor)....... Sr. Manso.
D. Panfilo (poeta)........ Sr. Ramee.
D. Fastidio (empresario).. Sr. Duran.
D. Sandalio, (maestro de
coros)................. Sr. Jordn.
Coristas, aldeas, aldeoes e coro geral.
A'm 8 borno.
PRECOS
ordem
Camarotes de 1
dem de 2*
dem de 3'
dem de 4*
Galeras
Cadeiras de 1> ordem
dem de 2>
Plateas
Paraso
Os bilhetes vendem-se no theatro.
IVota Haver trem para Apipucos e bonds
para todas ai linbas.
12*000
12X.000
8*000
6*000
25000
3*000
2*000
1*000
*5C0
Oiiinla-f ira, 10 do corrente
(.ranillimn lariuclla
El Hermano Baltasar
Brevemente :La Tempestad, Pos-
tilln de la Rioja, I Comcci lrenaty.
MARTIMOS
Cal>o
Quartel do commando do bstalbo n. 12 da re-
aerva da guarda nacional do Cabo.Ordem do
dia.O tenente-coronel commandante fas constar
aos officiaes do batalho sob seo commando, que
por offi -io do caminando superior do 1." de Feve-
reiro di corrente sano, que acompaoha o aviso-
crealar de 30 de Desembro findo do Exm. Sr.
ministro da jastica, sao os meamos officiaes obri-
gadoa a se apresentarem fardados dentro dos pra
sos marcados no art. 90 do decreto n. 1,354 ds 7
de Abril de 1851, contados da data do citado
aviso, sob pena de serem privados dos respectivo
postas, nos termos do art 65 da lei n. 602 de 19
Fevereiro d- 1S87.
Cabo, 10 de Fevereiro de 1887.O teneate -co-
ronel commandante, Francisco Pedro Bonlaauitr
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordrm do Illm. Sr. inspector, faco publico
qae ficou transferida para o dia 18 do corrente,
pelas 11 horas da manh, a arrematado de al-
guos artigas para o presidie de Feraando de
oronbs.
Tbeaonraria de Fs senda de Pcroambueo, 7 de
Marco do 1887__O secretario,
Luis Emydio P. da Cmara.
COMFA*niA PEH.1iMBlT.ii1A
DE
\'avegaco Costelra por Vapor
Fernando de Noronlia
O vapor Giqui
Coroandante Lobo
Segu no dia 10 de
Marco, pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga ateo
_ Idia 9.
Paasag^.ie at as 10 horas da manh do da da
partida.
ESCRIPTORIO
C se. da mpanhla Pernaabn
cana u. !_________
t'oampaiBha Bahlaoa de navega-
co a Vapor
Macei, Villa Nova, Penado, Aracaj,
Estancia e Baha
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreterivel-
mente para os portoa
cima no da 10 de
-Marco, as 4 horas ds
Itarde. Recebe carga
Pnicamente at o 1 3
encorainendas e dinbei-
dia do dia 10.
Para carga, passagens,
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Mathens
E' esperado da Enropa no dia
11 do corrente, se guinde
depois da demora necesaa
ria para
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
0 paquete Mondego
esperado
do sol no dia 14 de
corrente seguinlo
depois da demora
neceaaaria para
S. Vicente, Lisboa. Vigo e Son
(hainpton
ReduccSo de passaqens
Ida Ida e volta
A Sonthampton 1* claaae 28 42
Camarotea reservados para oa passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., traer-se c> te os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
Unaed Slates M\ Brasil S. 8. C.
O paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 15 de Marco,
depois da demora neceaaaria
seguir para
Ifaranho, Para. Barbados, 8.
Thomaz e Xcw-York
Para carga, passagens, e enconunendas tracta-
ie com os
AGENTES
lindos espelbos doqrados, 1 piano forte, 6 eanefas
douradac, 2 quadros (pratos), tpete de carneiro,
escarradeiraa, jarros finos, l cadeira para piano,
1 lustre de crvatal, 6 tapetes, 1 alcatifa forro de
sala e pannes de crochet.
l. quarto
Urna carca francesa de Jacaranda, 1 mesa de
amarello, 1 lindo toilete, 1 commoda, cpula, cor-
tinados, 1 guarnico para lavatorio, enfeites de
mesa e 1 guarda-roupa.
2. quarto
Um marqueso, 1 cabide, 1 sof, 2 cadeiras,
jardineira, 1 transparente, cadeiras de balsnco,
meas, estante, lvros de direito o litteratura.
3.a quarto
Um toilete, 1 lavatorio, 1 cabide, 1 cama de
amarello, 2 conaolos, 2 mesas, 1 santuario, 1 guar-
da-vestido e 1 cama.
Sala de detrs-
Urna mobilia de junco, tapetes, qasdros, 1 re-
logio, ettagerea e eateira para sala e 1 secre-
taria.
TERgA-FEIRA, 8 DE MARgO
O Dr. Manoel Claudino de Mello, retirndose
com sua familia para o sul do imperio, fas leilo
por intervenco do agente Pinto dos movis e
mais objectos existentes em casa de sua residencia,
ra do Visconde de Albuqnerque n. 25, (outr'ora
matra da Boa-Viata).
O leilo principiar as 10 horas em ponto par
serem muitos os lotes.
Os referidos movis sao bons e bem conserva-
dos.
Leilo
Espera-s de New-Port
News, at o dia 18 de Mar-
co, o qual seguir depois
da demora neceaaaria para a
Baha, Bio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C
N 8- RA DO COMMERCIO -8
!. anda
lOlli'AMIll l'EUXAMHl'C.VV*
DE
Savegaco Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maedu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Commandante Costa
Segu no dia
corrente, s 5
da tarde,
carga at o
9 do
horas
Recebe
dia 8.
Encommendas passagens e dinheros a frete at
s 3 horas da taide do dia da saluda.
ESCRIPTORIO
Caes da Campanilla Pemambucana
n. 12
CHABGLW IIFIMS
Companhia Franeeza de navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lu-
tos, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santoa
0 vbvot Tille de Fermn
Commandante Cbancerel
E' esperado da Europa
at o dia 8 de Marco, se-
gumclo depois da iudispen-
savel demora para a Bs-
nia. Bao de Janeiro
e sanio
Roga-se aos Srs. importa dores de carga p 'los
vapores desta linha,quciram apreaentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng -.. vjiiI-
quer reclamacao concernente a volumes, que po-
vpntniatenham seguido para os portos do sul,afx
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
aa ras.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravos.
Para earga, patsagens, encommendas e dinheiro
frete: trata-se com o
AGENTE
Augusle Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
LElLE
Terca-fe ira 8, o de bons movis, crystaes, es-
petaos, qasdros e mais cbjectos da casa em que
resida o Sr. Dr. Manoel Claudino de Mello, ra
do Visconde de Albuqnerque n. 25-
Leilo
Agente Brtto
De fazendas, miudezas, 3 pianos, Bord, Tleij-1,
Silson, 1 carro de 4 rodas, 1 lustre de vidro para
gaz carbonice, 1 raobilia de pao carga nova, 1
cama de Jacaranda, cama, marquezoes, guarda-
loocas, guarda-veatidos, commodaa, aparadores, 1
cadeira de balan* > de Jacaranda, 1 secretaria,
jarros, qnadror, esteirao de sala, tapetes, toacas e
outros artigos.
Na ra de Pedro Alfonso n. 43
Terca-hira 8do corrente
As 11 Ifi horas
Leilo
MIMMII t PEBNaHlVCAIi
DB
avegacSo costelra por vapor
Macei, Fenedo e Aracaj
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 8 O*
Marco, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
a 7.
Encommendas, passagens e dinbeiros frete at
3 horas da tarde do dia 8.
ESCRD7TORIO
Ao Cae da Companhia Parrambucana
n. 12
s
De mobilias novaa de Jacaranda e pao carga
Luiz XV, comtampo depedra, 1 piano quasi novo de
Blondel & Vigues, 1 espelho oval, quadros moldu-
ra dourado. guarda-louca, camas novas e usadas
de Jacaranda e amarello, lindos etagerea doura-
do?, pecas de encerados finos para mesa, re'ogias
de parede, espreguicadeiras de junco, cantoneiras
com espclhos, diversas qualidades de miudezas,
chspos de sol para bomens e senboras e muitos
cutros objectos.
Terca-feira 8 do corrente
As 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por iiitcrvenrao do agente
(insumo
Leilo
Da armagUo ntencilios e gneros do
estabelecimento de molhados ra InJperial
n. 7.
Agente Britto
O agente cima devidamente auterissdo levar
leilo a armacao ntencilios e gneros do referido
calabeleoimento em am ou mais lotes a ventade
dos Srs licitantes.
Garante-s caaa
4|iirla-i'elra. 9 do corrente
A's 10 12 horas
Leilo
De -ons movis, finos crystaes, quadros,
espelho, objectos do clectro-plate, livros
e muitos ontroa movis.
A saber :
Andar Ierre
Sala de entrada -
Urna mobilia df Jacaranda com 1 sof, 2 con-
solos cem pedras. 2 cadeiras de bracos e \'J de
guarnico, 2 cadeiras da lislanco, 6 parea de cor-
tinados, jarros para flores, casticaes e mangas, 1
candieiio a gas, pannos de crechet, eacarradeiras,
tapetes, alcatifa forro do sala.
Saladejactar
Um gaarda-louca envidracado, I aparador gran-
de, 2 ditos torneados 1 mesa elstica,'12 cadeiras
de puarnicc, 1 relogio de parede. 1 apparelho
para cha, 1 dito para jantar, fructeiras. copas
clices, garrafas e globrs de vidro.
Objectos d electro-plate
Um apparelho para cha, cobertKj para pratos,
porta.biscoitoe, facas, garios e coloeres, paiiteiros,
salvas, galbeteiros. letreiros para garrafas e 1 li-
coreiro.
Vasos eom plantas, banbeiros, b.icias e trem de
cosiuna.
Um binculo. 1 gam.in, 1 goarda-vertido e 1
guarda-roupa.
Andar superior
; j^ Sala de visita
Unta mobilia de jscarsnd estafada forrada de se-
da, 2 duokerques dentados, com tampes de pedra, 2
Quarta-feira, 9 do corrente
A's 11 horas
No sobrado da ra Estreita do Rosario
n. 35.
Primeiro andar
Urna mobilia de jacanrand, 1 piano, 1 sof, 12
cadeiras de amarello, 2 cadeiras de balsnoo, 2
consoles, 4 cadeiras de balanco de junco, 2 es-
preguicadeirs8, 1 guarda-roupa, 1 commoda,
1 cama franceza, 1 mesa elstica, 3 mesas de
pinbo, 12 cadeiras de junco, 1 guarda-lonca,
1 guarda-comida, 2 aparadores, 1 quartinhei-
ra, 2 toilets, 1 cabide 6 quadros, 6 pares de
jarros. 3 pares de etagers, 2 cantareiras, 1 ser-
pentina e candieiros para kerosene.
Segando andar
Ursa mobilia de pao carga, 1 commoda, 1 banca
para escrever, 1 meaa redonda, 1 mesa grande de
pinbo, 1 qnartinheira, 2 marquezoes, 1 esma de
armacao,12 toile'.s de junco e de pao carga, 3 camas
de ferio, 2 candieiros para kerosene, 4 quadros, 4
jarros, 2 espclhos grandrs, 2 cobides, louca psra
almoco e para jantar, copoa, clices, talheres, eo-
lheres, trem de cesinha, etc.
O agente Modesto Baptista autorisado pela
pessoa que ia abrir urna hospedara no meamo so*
brado e qae por motivos independentcs de saa
ventado deixou de fazel-o, far leilo dos objectos
cima.
Ao correr do marlello
Leilo
Da armacao envernizada, dita ingltza. mercado-
us, 1 importante cofro ingles do fabricante
Muera, secretara, carteiraa, bancos, trilhoa
de ferro, deposito para agua, fiteiras, prensa
para copiar, caizoes, mesa grap.de para fazen-
das e muitos outros objeeto* eiistentes na loja
do fazenda sita rus do Marques de Olinda n.
35.
Quinta-feira 10 do corrente
s 10 lf horas
Por intervcncSo do agente
Gusmo
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 80G0 no becco dos Cce-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa da
fmperatrs n. 56. "--
= Precisa-se de um perfeito cjstheiro ; a tra
tar aa ra do Brum n. 35.
J2
Precisa-se de nma ama p^ra todo service
de casa do familia de tres pessoas ; no oito do
Crpo Santo n. 25.
Aluga-ao o sobrado n. 21 ra da Uoio
a entender-ae na ra da Impcratrix n. 19.
AMA no largo do Corpo Santo n. 19, 2 andar
preoisa-se de nma ama boa coainbeira e que dar-
ma em caaa.
Alnga-se o 2- andar do sobrado n. 20 roa
Direita, eom os commodos seguiates : 2 salas, 3
quartos, soto c quintal, pelo preco de 25 men-
eara : a tratar na ra da Imperatris n. 14, ter
cciro andar, das 8 s 9 horas da maoh, e desta
hora em diante cm palacio com e ajadanie de
ordem da presidencia. _____________
Offi-rece-ae urna senbora para engommados
ou governantc ; a tratar na traveaaa do Pocinho
num ro 5.
Arrenda-se o sitio das Jaqueras, com gran-
de casa de vivenda, tode cercado e mais tres pe-
quenas no mesmo correr, eervind* perfeitamente
para pensao on hotel : a tratar no mesmo sitio.
Precisa-se de urna
roa Velha n. 79.
ama psra cosinhar ; na
Jos Joaquim de Sant'Anna participa ao
reapeitavel publico e c >m especialidade a todas as
pessoas do seu conhecimento, que tendo encontra-
do muitas pessoas com nome igual ao seu, desta
data em diante aasignar-se ha por Jos Joaquim
de Moraes.
* Quem qnizer dar 250 pela alforria de urna
escrava que lava, engomma e cosina, e que vai
trabalhar a qnem lbederessa quantia para pa-
gar ; atn< tar na ra do Marques do Herval n.
23, loja. Na mesma casa vende-se lindas palme:-
ras e ps de chrorons.
Vende-se dnas ezcellentes casas ns cidade
da'Escada, sita tua do Commrrcio, bem cena-
fruida de podra e cal; a tratar nesta cidade do
Recife com Antonio Pereira Lopes, ra do ^le-
crim n. 74, e na cidade da Escada eom Alfredo
& Companhia.
TINTURA POMADA
NICA TNICA
Dt FIL.LIOL
ROSASAMnitrio!
DE FILLIOL.
naTAMTAinsafcntbuiM. { sosinHnir
M aTW k. rnr.rttS. t \ ^""**,
n urttB. I ana Cor primitiva
tSMtaitrtl a arta' nuxo&,il, ra W.hu, ?IM
r*::. msii" U. 4a 8ILVa i,
l
'A


^^^^^BbbbbbbbbbbbbI


- m
,

*L I
kA

r
Diario
Tfi\a- fcira 8

Tnico
Oriental.
-0
* 0 v#"*
Alaga se barato
ftna dos Gua rara pea o. 96.
Ba Visconde de Itaparica d. 43, armazem.
Becco Campello o. 1, 1 andar.
Largo do Mercado n. 17, loja coc gas.
Largo do Corpo Santo o. 13, 2." andar.
Prabt-se na rua do Commcrcio n. 5, 1' andar
'riptorio de Silva (uiraaraes fk. C.
Aiuga-se
o 2a andar do sobrado n. 35 traversa de S. Jos ;
o e terreo do de n. 27 4 rua Vidal de Negrei-
rot; 1- do de n. 25 rua velha de Santa Rita ;
o 1- do de n. 34 rua estreita do Rosario ; todos
uatpos : a tratar na rua do Hospicio n. 33.
Aluga-se
o sobrado de azulejo n. 82, no Caminbo Novo,
muito fresco pela posico, e tem commodos bas-
tantes, esta em estado de limpeza, que o preten-
derte nao precisa fazer despesa para morar.
Alug-a-se
a casa do largo da DetencSo n 23, defronte da
uova estacao da linba frrea, com grandes ac.om-
modacoes pnra familia, quBtal, b.nheiro, etc.: a
ratar na rua larga do Rosario n. 31, pbarmaeia.
Aluga-se barato
as casiohas do becco da rua da Palma u?. 10, 12,
14 e 18, pintadas e catadas ha pouco ; na rua do
Vigajio a. 31, 1 andar.
Alujase
o segundo andar do sobrado n. 17 no largo do
Corpo Santo, imito fresco e era commodos para
grsnde familia ; a tratar no 8* andar do mesmo.
Ama
Precia-se de tima coeiuheira ; a tiatar no largo
doCoipo Santo n. 17. 3- andar.
Tricofero de Barry
Garantes* que faz nas-
cerecrescvro cabello runda
aoa tnais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todos s impurezas do cas-
as) da cabera. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir ou de embranquo-
cer, e icfullivelmente o
torna eapesso, maeio, lu3
troso e abundante.
/.uurc
Agua Florida de Barry
_ Preparada segunda a formula
original usada palo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do mu: tem n approvacao oficia! de
Da Govemo. Tein dos vezes
mais fragrancia qna qualqner ontra
< dnraodobrodotenipo. E'muito
Btess rica, auave deliciosa, 'i'
niuilo laois fina e deii.nda. B'
'u ir pc-r~Miente e agrndavel no
11 neo. i i ja rezas mais refres-
cinte no bnn e nc -unrto do
doonte. E' especrfijc contra a
frouxidfto e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
denmaios.
lampe ie ViJa ie Renter So. I
rres ra trenzo, dskhb t>k usal-s.
Cura positiva e radical de todas as formas de
ssorofulae, Sypbis, Feridas Escrofulosas,
AffsocSes, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
ancas do Sangue^Figado, e Bins. Garante-a*
que purifica, enriquece e vitalisa o Songas
a restaura e renova o aystema inteiro. a> <
Sabao Cnrativo de Reuter
Ama
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas e para a cura das moles-
tias la pella de todas as especies
a mxn todos os periodos.
VERDADEIRO
LIXIR. D" GUILLIE
Tnico Anti-Catarrhnl c Anti-Bilioso
fnwmi w
MOLESTIAS
00 FI6AD0
DIGESTdtS
difficis
rheumatisma
ootta
PAUL. GAQE, pnancMlM Je lclaoe.
V PACi:i.I>Mll-. Iil? l'AI'.l*
UBICO PROPBIETABIO DE ESTE MED1CAMEKTO
PAEIS, 9,-rsa sruells-toiat-Ganuii, I, MIZ
Alais rfr sresefrta anuos re wcecsto lm provdo & eftcaeia
loconlestircl do Elixir de Oulii ; te utodicaioeolo o nui*
econmico e o niiu commodo par* er enpregMl* ipier romo ur-
Bt ou Depurativo
Urutuuflmr as falmifaeea
W o ItiHist Elixir ic Giilflt :n i ln> Pul SABE
Cada garrafa decc acr aceompauhada com o
TRATADO FOBKX A OQIOEM DO CATAHHIIO (PITCITAJ
ItrHluriu a Ptrnamlmco i Fl** .di Silva ti C. I
licenciado pela Inspectora Qeral de Hygne do Imperio do Braz.
Doren do Estmago, J>yspepsiat
Carde. Uta**
Premio '> "i 'i'IMl m ls>^ ..-._
de 16,600 fr. ^*^TOB a CUHO
em LAROCHE, PbarmaceuticoB-^,^ PARS, VIENNE, NICE, etc.
O Quina-Laroche mo i um qua'quer preparado, porin o resultado de nibnlbos que
grangenlo ao seo autor as mais altas recompensas do Estado. O mesmo ferruginoso-
rano, i a i, na Dronot, Ba> PhannacU*.
EMULSO DE SGOTT
Precisase de duas amas, urna para cosinbare
outra para lavar e eng^mmar ; La travessa dos
Pires n. 5 (Giriquity).
Ama
Preeisa-sp de urna bos coBinbeirx para casa de
poaca fatrilia, prefere se escrava ; na rua do
RiachueHo n. 13.
AMA
Prceisa-ae de utua umpan
UavaW, cii;oiMiuar e faze riuni
tlf^uns sicrv4*>9 de cusa de fa-
jnllia : tuenot comprar e cazi-
bar : na rua m ICiachoela a
13. lleve dormir em easa.
Ama
Precisa-sc de urna boa cosinbeire, para caa de
petprna familia ; a tratar no Caes da Companbia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisa se de urna psra cas.i de familia, rna
do Cabug n. 3, 8 andar.
Ama
Precisase de urna ama qne coainLe e rngomn e ;
rama do 'sngcl n. 44, 2* mdr.
Aiiii
Precisa te de usa ama que cosinbe e sompre :
na roa do Imp rador n. 42.
Amas
Na rua da Uuiao n. 31, precisa-se de orna ama
para cosinbar o mais servidas, e de outra para
andar com meninu.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinbar bem ;
na ma do Livmment n. 8, loja.
^ Ama de lete
Precisa- se de urna ama de leite, sadia e sem
filhos, paga-te bem ; a tratar na rna da Man-
guetra n. 16.
Siti
O
Aiuga se aro sitio con caes, e entra boa casa,
no Atcrrinbo do Oiqui ; a tratar na rea do Im-
perador n. 50, terceire andar.
Geographia
Um acadmico acbando-se habilitado a leecio-
Hr geograpbia, acei a cbamadrs para cnsinsrem
casas particulares, e pode aer procurado no hotel
oriental.
Cha preto superior
Receben o Gados Linden nova renvtsa do eba
|)-eto superior, c visa nos seos frecurses que
.vi na rua do Bario da Victoria n. 48, para se
snpfrir,
Arre ndft-seoii vende-se
Jim sitio Cira alguna arvoredos de capin e ortalieca, A rna de S. Miguel n. 148 :
qrem quizer ditiju-ae rua 4 Imp. ratriz n. 13,
hija.
Precisase de mna b)a tng. mir.adeir, qne ni-
sabOc tHinb !/, para casa de poiua familia, prt tu-
re-se f8crav.i ; na ru.i d> h itiiiiWl.i n. 13.
Cixciro
Precisa-s>' de mo menino de 12 a 14 naos de
(raticu ii>: uiullwdi >. a iratar rua de
trvain I'ir-s n. -JO.
Deposito em Pemambuco casa do
Francisco Manoel da Silva A C
Professora
Urna Eenbora coirpet-entcmente habilitada, pro-
poe-sc a 1< eciorar em eAl'cgios c csas pancula-
res, as segumles materias : p- rtoguer. francs,
msica e p no ; a tratar na rua do Mrquez do
llerval n. 10. ______________________________
Violto ila Mourisca
E8ic importante vinho de q'ip tnico
importador JoSa Ferreira da Costa ;
puro de uva escolhisla a capricho, e. pro-
prio para meso, pelo aeu merecimeoto tem
obttdo a melbor a:eitac3o ir 8 tugan 8 para
onde teto tido exportado: acha se ven-
da a retalho nn.rstabeleciipento dos Srs. Po-
yas, Mende & C.
Frcguezia do Rocife
Alugafc por (neo muito ermm"do roetade do
1- sndxr d.. s. hrarto da rsa do Viscade de Ita-
parica, ant'g" >1 > Apollo n StV, no mismo p-eeisa
se do um men>no quesejt rit-1 p irri mandadus.
d-se roupH r b m ordenado.
Jalropli
Vianipoeira
E-se m-dcaip-nto de mpa efiieacia r counecida
no beribiri e pelma ra>>h a fias ero que predomina a
hydropes'a, m-lra-ae modi'icido em sua pnpara
cao, 'tacas y urna no\ formula de um distincto
medien de> tu .ita'ie, s iirtn que ow-ute o absizc
ass'gtiHilo <-.; Ir.bili'adn D-'ia p^paial-o demodo
a u.-l'i :ni v gmrte p ih ir.i, s< m todava alte
rar-llie as pmptvfliad s m-lieamentrfas, que se
conservan- i m h ip- -m aetividade, te nao maior
em vista d-> n o-t i piar que elle tolerado pela
estr uir.g .
l^iira ti-potiiio
Na pharrcNcir. Um> iji -, rua do Mrquez de
<>!ii,d>. n Cl.
Hmrrra de 1I<-llo
de OLEO PURO
DE
&* as
FIGDO DE BACALHAO
COM
HYP0PH0SPH1T0S
DE CAL E SOPA.
To agradavel ao paladar como o h-ite.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, ESCEOFULA,
ANjEIIIA, EACHITIS, DE-
BILIDADE EM GEEAL e todas
enfermidades consumptivas,
tanto as criancag como nos
"adultos.
Nenhum medicamento, at iioje
descoberto, cura as molestias do
peito e vias respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a Emulaao de Scott
A venda as prlncipaes boticas e
drogaras.
Deposito em Pernambuco na drog^ria de Fr.ioi-isco M^noil da Silev
&\C, raa d. Mrquez -de Olindn n. i)9.
Cosiuheira
Ketalha-s
usB'Pxcp'lente terreno MMenii divoieas )"rnctel-
cuqneiroj e cacimba, A dirt da iinrida da
osan Oo Fitosa, t-.m lien'e para a iiuha do
ir.->, pre<;o cjmmodo : a fraiar no uiesm
Coemlieira
'-eciaa ae de nata perita d* 40 a 50 anuos de
' tasaada a crvir em eaaa ie tsalas,
esa Santo Amar das Salina*, porfo
oto a capella.
2o/roo
Paga-te 20JOO0 yr roer a ama perf-ita c si-
nh ira, p*ra tasa de pe inena faicili, prefermdo-
sc de meia i ia>!o o que t*-j* -ie boa mora!, rua
do Paysan n. 19, passando a putc do Chora-
meniao : quj-n nAo es!ver em condicoes escosado
a prese litar-s.
Novo Porto do Carvo
Rua do Mrquez do Nerval n. 27
JoSo Pinza, avisa nos sms fregueses que ja se
acba aberto o sen eslab"l< rmenlo de carvo, e cen-
tin a efferfcrr as mermas vantagens j bem co-
nbecidas do publico,* p' 11 barato preco de 640 ris
a barrica; tambem leva a co. h cuneLto de todos
que tem carne vvrde ie 1 quaiidadr, portanto os
treguezes p'deiia faser os seus pedido?, que sero
antto bem servidos, e alcui disto nao (agarao
fretes.
Reeife, 20 de FevoreL-o de 1887.
________JoSo T. Finta Urna.
fara cosiiiur
4 recisa-sc de una
ama para eosiiihar,
mas queeosinlie bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da rna Duque de
Casias, por cima da y
pogrnpitia do Diana.
Pechncha
Mantciga dinan-arqncia a 700 rs. a -ta de
urna lilrra ; v.-nre-se aa casa de AntonioDunrte
rua da tTniao n. 4. A'iswr Maca.es i rua da
Aurora r. 85, I'nUlo IMit-iio 4 C. rna da Roda
i. 43, 6 ^'e priKi-'ira ifiinlidda
INJECgAO DE GRIMAULT C
Preparad oom u tSbM* do Hatioo
Apprcrada pal* Jauta tTHygltiie do Rio-i*4utto.
Esta injeccao preparada com as folbas do Matico do Par para a cora
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna reputacao universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de ses adstringentes, que
se encontrao em outras em grande quantidade. Em poneos dias ella acaba
com os corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Casa*
Deposito em Pars. 8, Ru Vivienn, 8
> Imrm a marca da tubric*., a firma o aaZfo da notan ti
s>1aV^^V*^>%^Vsa^ayiila>^a^t%^>^^#^^^^^M^^|
DE ARROZ SIMN
Sa.toon.et Creme Simn
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : frescura, Mccidade e Macieza.
ttUSTKAL AS NUMSROSAS MITACOES.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
PRINCIPnES PHARsUCIAS, PcRFUtE*s ET LOJAS DE OBALLEREIROS.
aa^s^^a^s^^aVls^saiSi^sata^st^f^sv^^^^tAa^^
AL'.VNPATEliSO^ tt C
N.44--R i do Briim-N. 44
4BNT0 A E^ AfAO DOS BONDS
Tem para vender, por pra mdicos, aa aeguiatea feoragena :
Tachas fundidas, batidaa e caldeadas.
Crivac3es de diversos tamandoa.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados ai<*delaa
Portasd fornaUa.
Vapores de vorca de 3, 4, 5, 6 e 8 psWSusi
Mocadas de 10 a 40 poUcgadas de pana>iur*-
Kii'ias d'agua, syatema Leandro.
Encarregam-ae de conertfls, eaaeoctamento ei
trahallio ouaB perfeicio e presteza.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAYI
1
I
i
PbIio de W\p
Mtvrmm* aiwtw *c,rcc.be,mnin*-
nn ti um cwnplet'i s rliinento drs'n nu.lt ira,
como H'Uin : pranchCea e tabons pnra ssonlbo,
da ir.tlhor qoalidado e de diversas .dimeiiiti i, e
que vendern fim >r*CDS easaasatiat, t redosidos,
conforme os lotcj ; aosrnjazini do caes do Apollo
a. 51, ou roa do Uomaicrcio a. 18, 1' andar,
As Pllul8 puriflc&o o Sangos, corrigen? todat ae desordema de Estomago b i
003 intestinos. *
Fortalecen) a saude das constitucoes delicadas, e sao Sxm valor incrivel para toda? as eofennldades i
peculisres ao saxo feminino em tdas ss edades. Para es meninos as.im como tamben) para as |
pessoas de idade ava-.icada a sua efTicacia e incontestaveL
;'a medicinas i3o preparadas tmente no EstaSetemento do Professor Hollow/.v,
78, HBW OXFOE STREET (antas $33, Oxford Street), L0HDBB8,
C vendemse em todat n pharrfc:a do tmtvenio.
Cte caapr&dor^: fto aanvidad-^s peepeitaaesnirn*.? exaotirnv m rtulos de cade caiza e Pote ?e rAo teem e
direc -a*-^,u :-^rr- ni'saa stvaassjasjsszBzazaM '~*o- ssa^ ~ .1 n i n asi a III
V
Em causa da todos os Perfumistas e CaboUeireiroe
da Franca e do Extrangeirc

s ie &lrdt ttoz especial
PEBPA.BADO COM BISMUTHO
, Perfumista
TPaii, 9, P.ATCTB /
Cofres prova de fego
O Caitos Linden tere deas noves em folha, e
yen! muito barato por si r
rus do Barao da Victoria n. 48.
Urgencia
Precita-se sem iliwsoia fallar com o Sr. Anto-
nio Victcrde S L)riete, ruii do Rangel nume-
ro 65.
(ir;.nde vanlagem otTerece o falli
de carne verde de %m Port
do Carvo
RUA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
0 fregus que .empictar o numero de 3- 0 kilo
grsrrmas de curne, lecebcr um r.nmerac.io para
ctin spouder com a insi< r loteria que eotao esti-
ver na circulacao d'< ata cidade, e se coubcr a
sorta grande ter, pelo espaco de G mez> s 5 kilos de carne dia-
rios ; os consumidores, de 5 & 1 kilo, s t>:5o o nu-
mero de kilos que d'autes contamitm diariamente.
O conductor do feliz consumidor cfr li-mbem
gatificado com 50000. " N. B.Toda a carne ser entregue no talhe aos
poitadores des freguezes.
Ricifo, 27 de Fev.reiro de 1887.
4e commercio
Joo Fran 'seo de Turres Bandeira, tendo com-
prado a taverna si a rua do Marques do Herval
n. 167, livre e desembarscda de todo e quslqner
debito, ao Sr. Joaquim Drmetr'u leix-ira, ae al-
guem se julgar com direito meina, apresente.se
no praso de cinco dias Reeife, 5 de Marr,o J
1887.
L
de
Preciea-se de tima boa engommadeira e que
ensaboe tambem, pura caea de piqaena familia :
a tratar no Caes di Companbia n. 2. Prefere se
eserav r'ivfl dormir rm casa.
HISTORIA
Preparatorios
i
abaixo essignaao, antigo professor dv eolle-
gioBom Jesso mais acreditado de Alagse,
lecciona resta cidade em casas de particulares ou
na sua residenciH. Pode s:r procurado na rua do
Ci mmercio n. 73.
L. Lavenre W.
%
Aluga-se
i ma casa c im commedos psrt grande familia, a
: tio arborisado ; na Ponte de l'cha n. 10.

Ama
Precisa-se de uaa amr para cosinbar, e de um
criado ; no arco da Cmee.icao rs. 4 e 6, fubrica
de cigarros.

t'aixeiro
Precisa-se
verna, idade
Vieira n. 24.
d um cnixeiro c m pratica de ta-
de 12 a 16 annos : em Fernandes
D E
VCTOR HUGO
\ileiii;ao
7 Uhi familia offerece aga'albo e commodos com-
p>.tiveis a urna ou duas raparigas h neetas para
se eocairegarcm de erianeas : a trstar na rus
Duque de Ouxias n. 6, lija.
Criada
Offerece-se urna senhora de idade regular dan-
do Sanea de sun condncti, pan aeoinpanhAr al-
iiuma f-milin que queia se retirar para qualqner
provincia do Uruzii, jrratis por 0 m-zes, a trtar
na roa de Hortas n- 48 Io andar, prefere-se para
a Corte.
\o commercio
Francisc Ccelho Goncalves encarrega se de
cobrancas aesta praca e fra della ; a tratar na
rna do Alecrim n. 10.
CONTRA
Daflui-i3 Orlppe. Bronobitsa,
jTTitace3 do Peito,.. XAROPEcaPASTApeltoral |
deNAFdeDELANGRENIERsaodeumaeioaciaoBrta .
e verifleada por Mi'mbn* da Ac^'lrmiiule Mfliciiw da Franca. |
Bem 0*i>, Mor hia nein Cortua d>-e sem recelo
ertencM affectadas de Toase on Coqueluche.
~ rua Yirimne, *S, 1-ARIH
PARS,
Amas
Precisa -se de duas nm:s umi para cosidbar e
comprar, e outta psra >ngi>mmar e fazer tnais"~-
prrvcos domsticos de casa de p w-a familia ; em
FernandeB Vieira n. 1.
Attenco
Grande c variado sortimento do movis de jun-
C", ricas mobilias cen rncosto de palha, cadeiras
torneadas cena sssento de madeira e erm palh'nha,
cadeiras para crian;* jantar maca e para escola,
todo vende-se mais barato do que tm outra qual-
qner parte : na rna estn ita do Rosario n. 23.
Caixero
Precsa-se de um menino pxra caixero; na
raa da F'orentina n- 32.
\

DO MUNDO.
Peitoral de Cambar (3)
Deseoberta e preparaba) de Alvares de S.
Soarcs, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publca,auctorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ooro da Academia Na-
cional de Paria e Exposicao Brasiliira-Allem de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outrrs do pessoas curadas de : tosses
simples, bronchites, aathma, rouqui ts, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sanyue, ete.
Precos as agencias : Frasco 2J500, meis
dusia 13000 e dusia 24000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2800, meia
dusia 15*000 e dusi i 28*000.
Agentes e depositarins geracs nesta provincia
FRANCISCO MANOEL OA SILVA & C,
rua Mrquez de Onda n. 32_______
Sabao de alcalrlo
Acaba de receber nova remessa deste sabio
medicinal, cuja taita neste mercado tem sido tio
' sencivel ; i casa de 7eferino Martina Se C-, praca
; do Conde d'Eu n. 18.
fflf
O. Ttere* Antonio Baptista Nogueira convida a 'dos
os seus pirentes e amigo] p-ra assiarirera as mis
BSS que manda nssr na ordem 3" de S. Fran-
cisco, terca leira 8 do e>rr.nte, As 8 horas, tri-
gsimo dia do fallecimento de saa idolatrada
esposa, D. TVresn J da C sta Nogneira, anteci-
pando desde ja seo ogradecimepro e gratidSe.

Thertzii d'Assniapvo Pessoa
Wllsasal
Jr t dos Santos Seura e sus filhos, msndam
celebrar urna mus pilo rtescanc eterno de
Istia seinpre chorada < sposa, mili o madrasta,
Tat-reza d'Assumpcao Pessm e sssoa, na igreja
matriz de S. Jo-, terca-feira, 8 do orreute, s 7
horas da manda, te.'iino dia de S"U fall-cimeuto.
Para asanitir este acto d religio e caridade,
convidam a todos es pareufes e pessoas de sua
amzade, e^nfessaudu-se d-sle j eternamente
agradecidos.______________________________
Bflcliarc Lfandra i'iaiiei*ro Borjea
No dia 9 do correntf, 2o Mimiversario do tille
cimento do bacharel Issanllrn Francisco Borges,
eer celebrada, na asaflss de Bom Jardim, urna
missa em suffragio de su.i alma.
Hara de FJgaeiredo e Silva
Patricio da Silva Kin!io e ebh saulher te. do re-
cebido de Portug.l a inlau.ia notie do ter falle-
cido cus presada ui:ie e agr Mara de Fignei-
cedo e Silva convida e pedn a ee'is prenles e
ainig' s o obsequio de asiialirein as u issas que
timadam rezar no dia 8 do corr nte, s 7 horas da
manila, na igrej* do Diviin Eapirilo-Sinto trig-
simo dia de sen passmv-uto, p. lo que desde j sv
contestan) grat s.
Sem dieta esem modifi-
ea^oes de eostnmes
Laboratorio central, rua do Viconde dj
Bio-Branco n. H
Esquina da rua do Reqente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maceulico Eugenio Marques
de Holianda
Approvudos (telas juntas de hygiene da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imhiribina <
R.'stabeleee os dyspepticos, facilita aa digos-
toes e promove as ejeeves difiicies.
Vinho de artanaz ferruginoso c quinado
Para os chloro-anemicop, debea a hjpoemia
intertropical, ncouatitue os bydropicos c benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e matamba
Muitu recoma ndado na bronchte, na henwa-
tyse e as tosses agudas ou chraoieas. ~~~-
Oleo de testudus ferruginoso o cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Plul8 ante perio'Iicag, preparadas notn
pererina, quina e jaborandy
Cura radiealmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem far-
ruginoS', preparados em vinho de caj
Efficazes as ioflammacoes do figado e baor
agudas ou chronicas.
Vinho tonic3 do capuana e quina
Applicado naa convalescencas das parturientes
re tico ant.-febril.
Francisco flanoef da Silva &C
-RUA MRQUEZ DE LINDA
IMPORTANTE FABRICASE
para Vidreiros desoja um Agente. Exigem-sa
refenancias.
Escrever DE-W-A-EL
tmravlnce. n-163. ANTUERPIA(Belcica)
BrLS & SANTU.S, tendo obtido grande redu^yii ros preoos das wr-
dad<.ira8 Hr.ehinas imericasTas para desearocar algndao, eslao vendenio a
w&ooo
por 8erm, rom 14 % de descont, a
Rua do Mrquez ie Olnda n U 4

OPfRESSiO
osas
UTMs-SDini
ASTHMA
rsltt tlUUtt tSilt
aspiraras a toa>7 goe penetra no pette acalmaotgmptam, nervoso, facQUa

;*





Diario de Pcnmmlmc<>-- Terfa-feira 8 de Marco de 1887
'.
i-
i!

A
f
Mili!
Fiindcao de sinos bronze
DE
LUIZ M CRUZ MESQUTA
66Ra do Barao do Triumpho60
(Anliga do BromJ
Neste est ibelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restil'ar, alambiques do antigo e no-
vo systemacom esquenta garapa, serpenti-
nas e earapuc,as, tachas, tachos, bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de espirante e
de repuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenses, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, rmelas e lcnccs de co-
bie, bombas con*inuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ing'eza e do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazcm se concertos de todas as qualida-
des ecom toda presteza eperfei^o apresos
mdicos,
Vendem-se a prazo ou a dinheiro com
descinto.
AUeico
Vende-se oa permutase urna enea terrea eita
na travessa do Palco n. 12, cono 2 salas, 3 quar-
tos, cosinha tora, grande quintal e cacimba, por-
to dando sabida para a rna dos seos ; a tratar
na inesma com a proprietaa, e esta tara tjdo
negocio por j ter o despacho do jniz, at para
butal a em lcilo, podando aprese ntar oa docu-
mentos aos permutadores, desojando tambera urna
por troca, anda qne se ja peqaana, porm que es-
teja nova e bem construida.
THESORARIA DAS LOTERAS
A MELHOR PERFUMARA INGLEZA
PREMIADA COM SETE MEDALHAS
TANGLEWOOD, MATHIOLA, WH1TE-BOSE, OPOPONAX.
WHITE-HUOTROPE, Eas. BOUQUET,
CRAB APPLE BLOSSOMS, o mala novo Perfume.
psaano dos rbabqcihhos* di S on^ab,
OOX A TAPA DA COHOA.
Esset Perfumes sao os melhorts que existi, e to vendido
em vidros com tapa, patentada.
finest english, eau de cologne. a mais refrigerante em
vidros do 2, i e 8 oncas.
AGUA DE FLORIDA. Para o banho, qualidade extra.
OPALINC P DE TOILETTE. Inocua envisivcl.
cherrv tooth paste (Pasta para os dente*;. Conserva osdentes
etorna-ospcrfeitaniente brancos. -
O MELHOR sabXo INSLEZTRANSPARENTE. Scm ser perfumado,
ou com delicioso perfume, em lageas, bolas ou pao para a barba.
O MELHOR SABXo inolez. Com alfazema ouopala, em pao.
opalina SOAP. Sabo para a tez e a cor do rosto.
COAL TAR SOAP. Sabo de alcatrSo. Carbollc Soap, SabSss
superiores para a toilette. Deliciosamente perfumados, quali-
dade non plus-ultra. Od Brown Wlndsor.Honey, Eider Flower,
Rose, Glycerina e Amendao. Escovas da dentes afamadas da
Coria.
Todos os artlgos cima levao a nossa marca de fabrica aqu Junta,
e pdem ser procurados casa dos prlncipaes negociantes da
America do Sul e da America central, e tambero, pelo intermedio
de qualquer negociante Inglez.
O Catlogo illustraJo tmia-u gratuitamenti i qutm per
The CROWN PERFMERY C
177, Xeie-Bona Street, 177 LONDRES
olestias da garganta
PASTILHAS DE PALANQI
de Chlorato da Potasas e Alcatrao
Para as enfermidades da bocea, inflammacao da garganta, aphta, uleeraco daa
g-vigivas, seccra da linguaedo paladar, rouquidao,inchaco da* amygdalas, fcte,
no ba remedio mais efflcaz e rpido do que o chlorato de po'assa. Si se lhe junt.i
o alcatrao cuja? propriedades balsmicas e parificantes sao \"\ ersalmentereconhe-
cidas, accelera-se a cura-destas pequsnas enfermidades e o Sta-se sua repeticao,
dando ao mesmo tempe maior forca aosorgaos.
As Pastilhas de Palangi se dissolvem lentamente na bocea e obrao como gar-
garjo; passao, depois para o estomago e dalli para o sangee que se purifica sob a
benfica influencia do alcatrao.
Estas pastilhas sao muito usadas pelos Cantores. Advogados.Pregauores e todas
as pessoas que sao obrigadas faltar em publico.
Deposito em Pars, 8, Rna, Vivienne, e em todas as Pharmacas.
ELIXIR &VINH0
Digestivos
TROUETTE-PERRET
de PAPALNA (Pepsina vegetal)
sfio os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQOES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, M DIGESTAO, ETC., ETC.
UM CAUCE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS REBELDES
A venda as principaes Poarmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars TROUETTE-PERRET, ooulevard Voltaire, SU
Dne-si ixijir e Sello da UHIAO dos FABMCAITS sobre os Frascos para evitar as FalstflGaessa.
Depsitos em Pernamtiuco : FRAN" M. da SILVA e O- e as prlncipaes pharmacas.



Ama
>Precisa se de ama ama para andar com una
crianca : na ra do Deiaj Faria n. 49."]
A KevoluQo!
Resolveu vender os seguintes artigas com
30 <>/ de meaos do qu em oatra qaal-
qaer parte.
GuarnicSes de vellndilho bordado a vidiilho para
vestidos, a 7*000 urna.
Tafetas de cores a 300 rls o covade.
Cachemira bordada a 1*500 o covado.
Ditas pretaa a 1*000, 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o coyado.
Ditas de corea a de 900 ris e 1*200 o dito.
Las mescladas a 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurinas a 320 ris o dito.
Setim damuBi a 320 ris o dito.
Dito Maca a 800 ria t 1*200 o dito.
Dvuuue de seda a 1*300 o dito.
Grsdenaples preto a 1*800 e 2*000 o dito.
Gare com bolinhas a 800 ris o dito.
Fusto branco a 100, 480, 560 e 800 ris o dito.
Velludilbos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
ado.
Dito bordado a retroz a 2*00 o dito.
Cambraia com salpicos a 6*000 a peca.
Camisas para seniora a 30*000 a duzia.
Ditas de meia para' homem a 800 ris, 1*000,
1*200 e 1*500 urna.
Ficbs de la a 2*, 3*000, 4*000 e 5*090 um.
Ditos prateados a 2*000 um.
Ditos de retroza 1*000 um.
Linbos f seosozes a 200 e 240 ris o covado.
Collarinbos e punhos para senbora a 2*000 am.
Ditos de cor, dem idem a 1*000 um.
Cortes de casimra finos de 3* a 5*000 um.
Ditas de 12 e seda para colleto a 6*000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 20*
DO.
Cachemira de cor de 6* por 3*000 o co/ado.
Damasco de cor a 700 ris o covade.
Panno da Costa a 1*400 o dito.
Cortinados bordados a 6*000 e 7*000 o par.
Colchas bordadas a 5*, 6*, e 7*000 urna.
Crotones finos a 320, 360 e 400 rie o covado.
Chitas finas a 240, 280 e c'O ris o diu,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
Setineta escosseza a 440 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Chales de minu a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000 c 4*000 um.
Ditos de cachemira a 2*, 2*800 e 4*500 um.
Cobertores de 13 a 4*500 e 6*500 um.
Esguio pardo e amarello a 500 ris o covado.
Brim de linho de cor a 1*200 a vara.
Dito prateado de linho a 1*00C a dita
Colchas de crochet a 8*000 orna.
Anquinbas a 1*800 rs. urna.
fl 48 i n Dup de
Hcnrlqiie da Silva Morelra
PARA.
0 fundo de enDcipacito e ingenuos
73JL
COLONIA ISABEL
2 de Narco de 1887
Tendo o Exm. Sr. Ministro da Fazenda por acto de 7 de
Fevereiro ultimo, prohibido a extraccao de loteras por series,
acha-se exposta venda a 7.a lotera para o Fundo de Emancipa-
cao, que ser extrahida no dia 10 do corrnte s 2 horas da tar-
de no consistorio da igreja da Conceipo dos Militares, sob o
seguinte:
Vivcro para passaros
Vende-se dous gi andes e bonitos viveiros po
pieco commodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros que poesuia ; a ver
e tratar na ra do Imperador n. 22.
Sera competencia
A l'trin conH6c la loia flas estrellas
Ra Duque de Uaxlas n. Aft
Recebes um completo sortimento de iasendas
para oa actos da semana santa.
COMO SEJAM:
Gurgur'o de seda preta a 2*000, 2*500, 3*000,
35500 e 4.
Setins preto superior qualidade a 1*000, 1*200
1*509 e 1*800 o eovado.
Merino preto com duas larguras a 700, 800, 1*,
1*200 e 1*400 o covado.
Cachemira lisa e bordada a 2*010 e 2*500 o
covado.
Renda preta hespanhola 4*000, 5* e 6*000 o
covado.
Manteletes de casemira, etamyne e renda, rica-
mente bordada a vidrilho.
Pelerinas ultima novidade.
Capas de casimira bordadas a vidrilhj.
Assim como um completo sortimento d guarni-
coes bordadas a vidrilho, para enfeites de vesti-
dos tanto de seda, como casemira e merino.
Leques a Joanita a 500 ris um.
Solicitador
Jos Ferreira bunal daRfl.cao de Pein.'iri.bueo, cfiaiecc-e a
qupm precisar de trsbullios iuherentcs su& pro-
fiseSo na cidade de Pcsqm-ira da comarca de Cim
brea, or.de foi euh resid ncm,c t-mbrno trabalba
as comnreas do Br< jo da Madre de Ucus, Carua-
r. S lient) e Escaria
VENDAS
Arnuif. o
Vende se a armncSo da ra dtRungel n. 10 ce-
dendo-se a casa ao comprador. \
Pecliiiicliiis para acabar!
59 BiaDDPilGmiiH 59
Nansocs cores firmes a 160 e 180 rls o cova-
do.
Cretones claros e escuras a 240 ris e dito.
Fustdes com Dalmiuhai de cores a 240 ris o
te.
dildem branco finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelinas com listras de seda a 800 ris o
dito.
dem branca para Exmaa. noivas a 500 ris o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 500 ris o dito.
Stins de cores, branco, e preto Macj a 800 e
1* o dito.
Combraia de forro preta a 1*200 peca.
Esguies de linho de 10 jardas a 4* e 4*500 a
dita.
Madapol&o pelle de ovo de 20 ditos a 6*500 a
dita.
Algodoes superiores a 3*500 e 4* a dita.
Brim de cores, lindos padroes a 400 e 500 ris
covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito.
Cambraia branca bordada a 5*500 a peca.
dem Victoria fina a 3*200 a dita.
Bramantes de algodo superiores a 900, 1*200
e 1 500 o metn .
dem de linho paro, do melhor, a 2* o dito.
Lences de dito para cama de casal a 1*800
um.
Colchas de ganga idem a 3* urna.
dem idem para sellei-os a 2500 urna*
Colchos franceses, grandes, a 15* um.
Ceroulas de superior bramante a 12* e 16* a
dutia.
Meias inglezas, ernas, a 2*800 e 3*500 a dita.
Lencos brancos c de cores a 2* a dita.
Meias [.ara enancas a 2*500 a dita.
Guardanapos bordados de linho a 2*400 a dita.
Camisas franeczas superiores a 361 a dita.
Cortes de meia casemira a 1*800 e 2*.
dem de casemira superiores a 8*000, 4*500 fc
6*000.
Para a quarcsnia
Merm:) preto, sortimento 6em competencia,
precos de 1*009, 1*200, 1*500, 2*000 e 2*500 o
covado
Gis de aples, verdadeiro de Lion, a 2*500
e 2*800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 2*000 o co-
vado. '
Veludilhos lisos e bordados a 1*000 a 1*200 o
dito.
Mantilbas brasileira a 5* urna.
Fil de sede bordado a 2*800 o metro.
Fich?, idem, grandes a 7* nm.
Cheviots superiores a 2*500 e 3*000 o cova-
do.
Casemiras, pannos, Sedans, merinos e todos os
artigos para o nso domestico je encontra na acre-
ditada casa de
Ca iieiro da Cunta k C.
Vendas era grosso damos
descontos
59 Ra Duque de Caxas 39
5,ooo bilhetes a 45ooo
Imposto geral de 15
e porcentagem
PLANO
o?
sello, beneficio
2o:ooo^oo 3
5:95o|ooo
- 14:o5o5ooo
1 premio de....... 0:ooo3ooo
1 e l.ooo.Sooo
1 lee 5oo$ooo
1 > e 2ooSooo
D i. l00()00 5oooco
O , 50>000 4ooSooo
16 2o5ooo 32olooo
55 > > . loooo 55o^ooo
916 . . 5^ooo 4:58o|ooo
l,oo 4
0 Ibesoureiro,
Francisco Gongalves Jorres.
14:o5o$000
wmm
Artigos para as excellentissimas senhoras
Capas do cachemiras com vidrilhos de differentes pregos.
Sedas pretaS, lisas, superiores, chegadas ltimamente a 20800, 20200. 2|5400,
30000 e 30500 o covado.
Ditas lavradas a 30200 e 30800 o cavado.
Setins pretus, lisos, a 10000, 10200, 10500 e 20000 o covado.
Etimine de seda, tecido aborto, a 25400 o covado.
Cachemiras bordadas a 10800 o covado.
Merinos, bem pretos, a 800, 10200, 10500 e 20000 o covado.
Dito aBsetinado a 10200 o covado.
Setineta franceza, lisa, a 500 rs. o covado.
Lavas pretas, de seda, de 3, 4 e (5 botdes a 20000, 20500 e 30000 o
par.
Artigos para homens
Cheviots prc-tos a 30000, 40000 e 40500 o covado.
Casemiras diagonal do 20300, 20500 e 50000 o covado.
Panno fino do 20500 a 60000 o covado. Aproveitom !
4' ra Primeiro de Mareo n. 20
AMRAL & C.
Aos 1.000:000$000
200:000*000
100:000^000
GRANDE LOTERA
A' Florida
Rna Duque de Caxlas n lo
Chama se a attrocSo das Exmas. familias par-
os procos seguintes :
Cintos a 1*000.
Lnvas de pellica por 2*500.
Luyas de seda cor granada a 2*, 2*500 e S*
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 9 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Lnvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. nm.
Anqninhas de 2*, 2*500 e 3* urna
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Fignrine a 5*000.
Pentes para coco com inscripcao-
Enchovaes para batisados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 cnvelopes por 800 ris
Capelia e vens para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de ptpel de cores a 200 ria
Estojes para crochet a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qnaresia
Leones para menina a 200 ris.
Linha para machina a 800 ris a dnsia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largnra 600 ris,
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200. C
Cambraia tapada. %
Gal&o de vidrilho metro lt \ ^.
Franjas de vedrilho a 1/, ~V
Lnvas pretas de seda e Escocia.
Franjas e gales finos a 2*500, 3*e 4* o metr
BARBOSA & SANTOS
Vacca
DE 3
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica|lsabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extrace a 14 fie Maio 3e
0 tlicsonpciroFrancisco Goncalres Torres
VINO e GRAGEAS do VIVIEH
Extracto natural da Figado de BaoaUxio
PREMIADO COM MEDALHAS DE OURO PRATA
X>ela, Academia ITacaorLal
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Rusta, etc., etc.
Administrar so' forma mu laclle aeradavel todos os elemenlos curativos do oleo evitando
assim o chelro >. sabor nauseosos (Peste; alem d'lsso esta preciosa preparaco tem urna
superiorldade Inconteslavel sobre o Oleo porque pode ser usada durante os grandes calores
em ffuanto o uso daquelle lmposslvel, tal e o eminente servlco prestado pelo Dontar
VlVX\BUr i a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
r a firma do inventor H. vxvxaur em duas cores ao redor do gargalo de cada
com o Sello da Cnlao dos Fabrican!'
PARS SO, Roulevara de. Strasbourg, 50 P4JMS
Vende se ama vacca nova, casteada, com orna
magnifica bezerra tourina ; na ra do Dr. Joa-
qnim Nabuco n. 3, Capuoga.
Oleo para machinas
Superior qnalidade, a 6*400 a lata em cineo
gales; vende-se na fabrica Apolle e de sen
depsitos.
Bom negocio
Vende-se urna casa de molbados, propria para
principiante por ter poneos fundos ; quem preten-
der dirija-se refinacao da rna do Lina, em San-
to Amaro das Salinas.
Cabriolis
Vende-se dona cabriolis, sendo nm descobertc
e ontro coberto, em perfeito estado, para nm ou
dous cavallos: tratar i ra Duque de Caxias
n. 47. ^
Doce de cajo secco
Em latas de duas e auatro libras, assim como
latlnhas com jalea e latas com doce de goiaba,
tem continuadamente para vender a preco commo-
do; na rna do Bom Jess n. 35, armaaem.
WHISKY
BOYAL BLEND mares V1ADO
Este excellente Whisky Escesaea preieriv
ao cognac ou agurdenle de canna, .para fortificsf
j oorpo.
Vende-ae a retalho nos Iheres armarern
olhadoa.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo nj-
ae e emblema sao registrados para todo o Braat
_________BBOWN8 & O, agentes___________
Vende-se 1 junta de bois, grandes e gordos,
bons de carros e carnea, na Magdalena, sitia do
conunendador Barroca, fronte do cbafaris.
\ II \
a. v*



Diario de Pcrnambuco--*Tera--icfra 8 de Alargo de 1887
UTTERATUS
AMIGO DO MARIDO
POB
JULES MAR Y
-(*)-
(Condstlo)
XV
corpo de
A quinina
mais
' estranbo !
Era antes a alma do quo o
Catharinf, que estava enferma,
nada pedia fazer. Catharina ia enfraque-
cenio, de dia para dia. Taverney, cheio
de esperanjas a principio, franzia agora
as sobrancelhas. Appareciatn symptomas
inesperados, graves, que o adrniravam,
sem que pudesse explical os.
Do3de quo a joven senhora cabira da
cama, Mme. Barbarain e Thereza vinbam
visital-a todos os dias. Catharina rece-
cebia Thereza com indiffarenja. Sorria-lhe
at. Todo odio havia desepparecido. J
faltava lhe a coragem para odiar.
Estava mortalmeate prostrada.
Um dia eui que ficou b com Thereza,
disse-lhe :
Agora que vou raorrer i
sinto de mo no corceo,
amo a todos!
__Morrer!... Est louca, miuba po
bre Catharina... Deixe-se desaas ideas
negras... que acabariam por tornal-a se-
riamente doante.
__Ja o estou e mais seriamente do que
imagina !..
Lan$ou sobre a joven ura olbar singu-
lar, como se quizesso sondar-lhe o mais
profundo do coraj3o.
Acudira-lhe mente um pensaraento
odioso, insupportavel: Therez n3o es-
taa desejando sita morte? Thereza
nao abaixou os olhos. Nenhum embarajo
se lhe desenbou no rosto, sempre triste e
um pouco severo.
Catharina suspirou.
Thereza tel-a-hia comprehendido t
No dia seguinte veio Mme.
sosinha.
Pareca prcoecupada ; alias nao demo-
tou-m om dizer qual era a causa d'isao.
Poz-se a chorar assim que vio Holgan
e Catharina.
Meu Deus! o que que tem T per-
guntou a doente. Aconteceu alguna cou-
sa ? ,.
Thereza mudou de parecer, disse
Mme. Barbarain.
Como assim ? disso Holgan.
Tinhamos conseguido' convencel a de
de que se devia casar... Lembra-se,
Joao?... Ea senhora, Catharina?...
arabos inolinaram a cabeja.
nao
Catharina, se tivesse querido fallar
o teria podido.
Estava dominada por urna emoj3o pun-
gente. Meio erguida sobre a cama,
eBcutava com anciedade o que iam dizer.
Poia bem, dpoia de ter consentido
a principio, depois de ter-me declarado
at, que o Sr. du Montdoney nlo lhe des-
agradava, abandonou a resolujlo toma-
da.. .
NSo quer mais !... disse Catharina,
exprimindo se com diffiauldado.
N3o!
Ah n3o m3 enganav.i I pensou a
infeliz ; est esperando que eu morra para
casar-se com Jlo I.
E fez um gesto de colera impotente.
NSo, continuou Mme, Barbarain, en-
nuxando os olhos, n3o quer mais. Deu-
me hontem a saber bruscamente, sem que-
rer explicar se, dizendo apenas que o ca-
samento repugnava-lhe... que tinha-lhe
aversao... que seiiu? E com outras lou-
curas...
Com outras mentiras l
tbarina.
Holgan escutava, com a
gada.
__Mas nSo tudo ainda.
Se 6 880 1
__Que ha mais entSo T
Lembra-se Holgan do
pondeu-lhe quando o senhor fallou lhe ?..
Disse lhe que recus*va casar-se, porque
porque nao queria deixarme
fii isso ?
Foi, sim.
N3o dizia a verdade. A prova
quo vai deixar-me para sempre, nSo para
casarse... mas para entrar n'um con
vento I...
Holgan estremecen.
Catharina, eem forjns, deixou cahir a
cabera sobre o travesseiro.
__ Sim, em um convento, r-peta a
mH, coroprebendem isso!... Esta me-
" nina oceultou-me de certo um aegredo...
Ha na sua vida um roysterio que nSo pude
desvendar...
O claustro convra ao seu genio
scismador, disse Catharina com voz fra-
ce. Mas talvez volte ainda desta dec-
alo. ..
N2o cuso esperal-o, ai de mim !
Desta vez, est muito decidida ; como
eu lhe fizesse observares e no podesse
reter as lagrimas, respondeu me : NSo
chores, minha rofii, nao conseguirs enter-
necerme. NSo podes desejar a minha
desgrana ; pois bem, se eu nao f8r para o
convento, serei iafeliz toda a vida. E
ouvia-a murmurar : Smente l podo-
rei esquecer Smente l acharei o re-
pouso! O quo ten ella a esquecer ?
Sabe o, Catharina ?... Sabe-o, Jo3o ?...
Perguuteilh'o... Respondeu-me : A
morto de Gilberto. Mas engana-me,
sinto que me engaa I
E Mme. Barbarain lastimava-se. Catha-
rina fez lhe ura signal, cbamando-a e
doce ente, com um sorriso qua fca conso-
lava :
Diga a Thereza que preciso fallar -
lhe.
Quer disiuv.lil a ?
Quero, e talvez o cnaiga !
, A' tarde, veio Therejv
Thereza, porque que quer ir para
o convento ?
Deseja muito sab lo ? E porque o
deseja.
E' preciso que eu saiba... Tenho
tido pensamentos t2o horriveis !. .
Comprehendi esses pensamentos...
Eis porque torcei semelhaate resolugao.
N3o procure outras rszSoa, Catharina.
Esta toraou-lhe aa mos.
Thereza, preciso, entilo, que me
perdde mais urna vez?...
NSo encetarei minha nova vida
disse a joven lentamentere :usando-lhe o
perdo... ombora esteja convencida de
que nunca hei de soffrer tanto quanto tem-
mo feito soffrer, desde hontem, a suspeita
quo deu a conhecer, Catharina I...
Ficaram caladas.
Quando Thereza levantou-se para sabir.
Catharina disse lhe :
Thereza, consiiero a a mais nobre
e santa daa mnlheres. J que me perdoa,
porque nSo me d um beijo?...
i her Catharina aecrescentou :
Urna vez que rae perdoa, Thereza,
e que vou morrer t ..
Thereza, entSo, inclinou-se e tocou li-
geiramente com os labios fromentos, a
fronte da doente:
PerdSo-lhe, Catharina, porqua Deus
manda fazel-o... e pedir-lhe-bei que inspi-
re a Jo3o a mosma cousa...
Abaixou o veo, para oceultar a pallidez
que se lhe tinha espalhado pelo rosto. E
vendo-a sabir, trmula de emoj3o, Catha-
rina murmurava:
Quanto me superior Como me-
rece ser feliz 1
Catharina fiaou s no quarte. Um raio
do sol poente passava por entra as corti-
nas... do sol de Outubro, j sem calor.
sucar e o p... riaonba... segurando a
colber entre o polleg-r e o ndex, levan-
tando graciosamente oa outros dedos e ti-
zando os olhos sobre Holgan... depois,
depoaitou o copo sobre a mesa.,
Estou fatigada... Jo3o, d-me de
beber.
Jo2o prgou no copo onde haviam ainda
aluus granulos no fundo, mas nada vio e
approxiraou-o dos labios de Catharina.
Esta bebeu-a aos goles, at a ultima
gota.
Obrigada, disse ella sorrindo sem-
pre.
Meia hora depois seotio tremores tito
violentos o dolorosos que pareciam antes
convuls3es. O rosto inchou e tornou-se
de urna cor arnarellada e terrena. Os olhos
estavara njectados de sangue o mettdos
para dentro das rbitas. Ao roesmo tem-
po vioham lhe nauseas.
Holgan, inquieto sanio e mandn procu-
rar immediatamente o Dr. Taverney.
Catharina levantou-se a custo, e sem
forjas, arrestando-se pelo chao, foi atirar
ao fogo o que ainda restava do p do as-
sucareiro. Ao voltar para a cama, teve
um deamaio. Holgan encontreu-a, n'a-
quelle estado, ergueu-a nos brajos e tor
nou-a deital-a. Sobrevieram vmitos. Mas,
apesar de seu rosto contratado exprimir
um soffriraento atroz, nenhum gemido so
lhe escapava dos labios. Conservava todo
o sangue fro, procurando sorrir, quando
os vmitos, parando de repente, deixavana-
n'a um pouco mais socegada, mas quasi
morta.
E aiada tinha forja para murmurar:
Meu pobre Joao.... meu pobre
Jo3o I... como te pejo perd&o I... Como
isto te deve aborrecer I... Nao fiques ao
p_de mim, vai-te d'aqu... nuo me olhes,
n'este estado, 6 t3o feia, urna mulber
doente !....
Ella, ao contrario, esta va-a segurando :
a cabeja de Catharina repousava-lho so-
bre o brajo.
A doento conseivou-so um momento ca-
lada; depois disse :
Ah como estou bem assim 1... Pa-
rece que j estou boa.. Nao sinto mais
nada... Como s bom, nlo te indo om-
bora... Meu pobre Jo3o, um pouco de
paciencia, ficars logo livre de mira I...
Catharina, nao falle cssim... est
me afHigindo 1
Ah 1 verdade, fago mal cm dizer
isso. Anda na1 o dexei de ser m... Mor-
rerei como viv.
Voltaram-Ihes as convuls3ea. Estorba-
se na cama. Houve um momento em que
o soffrimento foi t2o forte que ella perdeu
a cabeya e, quasi de p, com as mos cris-
padas sobre o peito, exclamou :
Ah! horrivel... E' fogo!...
Eu nao a..bia...
E como Holgan a olhasse espantado, en-
trevendo, talvez, a cruel verdade que
quasi deixara de comprehender, ella ca-
lou-se, por um esforco aupremo da vonta-
de, e cahio agonisante sobre a cama.
Tarvernoy entrou. Catharina nao o vio.
Estava desmaiada, Holgan poz o dou-
tor ao corrente do que se hava passado
Bem dar a canhoccr que s? morre por von- me appareceste t5o differente do que at
tade 'entSo me tinhas parecido Ah' se eu ti-
O eol dc83amb*va para o hrisonte, ten- [ vase sido franja commigo mesraa !...
segunda
Um fogo vivo cbaramfjava no fogSo. .
Catharina, na cama, tiritava. Estava com Taverney abanou a cabeja. VoUavam lhe
fri. De repente, poz-se a escutar e, nada
ouvindo, levantou-se, com precaucao, foi
secretaria, abri a e de dentro de urna ga-
veta tirou um papel contendo p branco.
Despejou-o todo no assucareiro que estava
as vagas suspeitas, que tivera. Examinou
os olhos de Catharina, as manchas roxas
do peito, a cSr arnarellada das unhas...
depois lancou um olbar ao redor. Vio o
copo sobra a mesa, levantou-o e olbou-o
em cima da mesa de cabeceira, ae lado de contra a luz Tirou, coa a ponta do
peosava Ca-
fronio enru-
Ah I se fos-
que
ella res-
B... nao
um copo e de urna jarra de vidro, cheia
d'agua. O p branco misturcu-se com o
aasucar.
Catharina tornou a fechar a secretaria e
dcitoi.-se. Era tempo. Holgan entrou.
Este passava os dias junto d'ella, lendo-
lhe alguns livros, procurando distrahil-a,
imstraodo-se menos triste, consolando-a,
animando-a. Emquanto Holgan l estava,
Catharina nSo desviava d'elle os olbos.
Parocla querer recomegar a vida olhando-o
deste modo, e entregar-se completamente
s illusois de urna felicdade iropossivel.
N'aquelle momento estava com os olbos
mais brilhantes, o rosto mais animado.
Vai melbor, Catharina ? Logo po-
der levantar-ae. Paiencia !
Sm, ainto-me melhor, muito melbor.
Entretanto tenli < ainda muita febre, a ca-
bera em fogo, os ps gelados, e estou sem-
pre com s ie. Uina sede que nada pode
saciar. Prepare-me um copo d'agua com
as8U3i.r.
Joao dispunlia-se a obedecer... mu
Catharina deteve-se de sbito :
Nao, vou preparal o eu mesraa, obri-
gada... oh! j n8o estou tSo frca...
Hontem, nao teria, podido levantar oa bra-
cos... Hoje, porm, bou outra, veja...
Eocheu o copo de agua, ado$ou-a com
duas pedras da assucar e, aproveitando ura
momento em que Holgan estava distrabi-
do, deixou cahir dentro do copo duas co-
Iherada do p branco... Disse!veu o as-

FOLHETIM
O OOKCNDA
POR
?AL3 rSVAL
WMflB
QUINTA PARTE
O COIIBAIO DS CSAMEUTD
dedo, um *dos granulos que tinham fioado
no fundo e levou o lingua
Quasi em seguida agarrn vivamente o
bra$o do pescador.
Sr. Holgan... quem foi que pre-
parou este copo T...
Foi Catharina meama.
Tem certeza disso ? I
Diante de mim. E judei-a a beber
levando-lh'o aos labios.
Pois bem, tenha coragem Ajudou
sua mulher a envenenar-se. lato ars-
nico 1
Doutor, doutor, nSo possivel est
engaado... Ah 1 seria horrrivel... Meu
Deus I Mais o senhor pode enganar-ae !
Da certo... (mas duvido que assim
eja, desta vea. Demais, venha comigo.
E levou-o, amparando o, dirigmdo-o,
porque Holgan nada mais via, nada mais
onvia.
Catharina ficou mais de um quarto de
hora n'nma especie de lithargia, semelhan-
^te morte. Depois voltou a si. Pareca
soffrer menoa. Ergueu-se com difiijuldade,
e olhou para todos os lados.
Vendo-se s, abanou a cabeca.
Da certo' dorm... murmuren ella,
e elle retirou-se.
Ficou immovez, com o olhar perdido no
vacuo, scismando.
Quanto tenho soffrido 1! Como e
dfficil morrer! Morrer, principalmente
do quasi desapparecido, j abrazando o
co com os raios luminosos que, semelhan-
tes a flechas da ouro vermelbo, viaham es
bater-se nos vidros das jaoellas. Pouco o
pouco a luz foi tornando-se mais branca.
A aureola vermelha que acoropanha o p3r
do sol dimnnia, apagava-sa.
O qnarto de Catharina achou se n'uma
meia obscuridade. A doente levantou-se,
como o havia feito raeia hora an.es Anda
estava mais fraca o para chegar at se-
crotaria, arraatando-se, qu*e deitada, teve
de parar varias vezes. Emfim, conseguio
l chegar, teve a forja de pr-sa era p e
tiren da gaveta ura segundo papel conten-
do o raesrao p branco. uDesta vez, n8o
havia dvvida, tinha e morte as tunos '
O resto de vida que a anima va, tao aba-
lada j, n3o resistiria a urna
dse.
Voltou para a cama, lancou o arsnico
dentro do copo e deitou-se. Sentia-se des-
fallecer. Pssou-se algum tempo antes que
toroasse a si. Ouvia-se-lh) distinctamente
a respiracSo sibilante. Faltava-lha o nr.
Vamos, disso em voz alta, ainda
ura pouco da coragem !
Pegou na jarra de viJro com as maos
trmulas e encheu d'agua o copo. Derra-
mou agua por cima da masa, tilo frouxos
eetavain saus dlos.
Sou muito desazada! muraiurou ella.
Este novo esforc j tinha a prostrado.
Teve de descanyar. Ouviram-3e pasaos do
lado da porta e Holgan entrou. Um cra-
do trazia um lampeo, cuja luz coava-se
atravez de um batjour de rendas.
Jo3o approximou se da mulher. Seu
passo era incerto. Estava tao pallido como
Catharina. Sentou-so junto desta.
Qaanto soffreste, querida amiga,
disse elle com voz alterada.
Sim, anda ha pou2o alguma cousa,
por causados vmitos... Agora, acabou-
se. sin tome bem... mesmo muito
bem...
E sorria-ae com um eterno sorriso en-
ganadar mas um suor abundante banha-
va-Ihe a fronte e molhava o travesseiro...
- Veete-me, sim ? D-me urna toalha
molhada para refrescar o rosto. Arranja-
rae um pouco os cabellos... EstSo emba-
razados e fazem-me doer a cabeca... As
siui... obrigada '... Parejo te um pouco
menos feia 'i Traze-me nm espelbo...
quero ver- nao. Nao... nao... do
preciso... se eu me visse, estou certa de
que teria medo !
O doutor veio emquanto... dormas!
Escolente doutor .' como tem cuida-
do comigo .. E o que foi que disse ?
Que logo que estivesses boa, deve-
re levar te daqu... obriga te a viajar.
Que eu estiver boa ? Conta ento
curar-me ?
Tem a certeza disso... smente..
Smente?
E' preciso obedecer-lhe om tudo, se-
guir religiosamente e ao p da letra suas
prescripepes.
Mas nao fago outra cousa..
E' isso verdade ?
De certo Nao tena estado presen-
te ?... N3o tens o visto ?
Holgan nlo respondeu. Seguo-se um
momento de silencio. Olhavam nm para
outro. Como se a presenca do marido lhe
tivesse communicado novas forjas, pareca
mais calma. Ouvia-se-lhe menos a respi-
rac2o, e at o suor tinha cessado. Catha-
rina estendeu a cabe ja do lado de Holgan.
Este comprehendeu o que ella queria. Pas-
sou-lbe o brajo por baixo do pescojo. Ca-
tharina seltou um suspiro de satisfagan.
Obrigada, disse elje, s:nto me
liz I...
foi
Foi um tumulto geral, depois um grande
silencio.
Tinham deixado de amparar Chaverny.
O corpo comejou-lhe a cambaiear na pol-
trona, emquanto que as mSos sem forjas
tentavam em v3o agarrar n'um ponto de
apoio.
Nao
disseram que a
casa cahiria,
ser solida.
(Continnaclo do n.
X
53)
Triumpko do Ccrrunda
__Recomecem disseram os partidarios
di Chaverny.
O Corcunda offereceu amavelmente o seu
copo, que tornaram a enchar. Mas as
palpebras de Chaverny comejaram a ba:
ter coreo as azas daa borboletas martyres
qua aa cran jas piogam as tapejaras com
um alfinete.
Era o fim. .
Fraqneia, Chaverny. exclamou Onol.
- Chaverny, cambaleiaa ? Chaverny, j
ao tens forjas!
__Viva o homnculo viva Esopo II.
_ Leremoa o Corcunda em trumpho.
murmurou elle ; a casa pareca
Nao iogo !
Chaverny deu a fundo.
Chaverny ameaja ruina ; Cbaveroy
desapparecen f
Cbaveroy acabava de esgueirar-se para
baixo da mesa.
Um segundo viva ecoou
O Corcunda, triumpbante, levantou o
copo que acabavam do encher para o ven-
cido e bebeu, de p, em cima da toalha.
Estava firme como um fuso.
A sala esteve a ponfo de ir abaixo com
os applausos.
O que isto ? perguntou o principe
de Oonzaga, approximando-se.
Fsopo II saltou rpidamente para o
cbfto.
Sua Alteza entregou-me, disse elle.
Onde est Ohrverny ? disse Oon-
zaga.
O Corcunda empurren com o p as per-
naa do marqnez.
Eil-o, responden elle.
Gonzaga franzio as sobrancelhas e mur-
murou :
Completamente embriagado E' de
mais : precisava delle.
. Para o noirado, Alteza ? disse o Cor-
cunda, batendo no gib&o como um fidalgo,
e cu baixo do brajo.
Na meia obscuridade do quarto, na
sombra projectada palo cortinado, os olhos
de Catharina brlhavam com lampejos arden-
tes. E pareciam maiores, desmesurados...
O rosto emrnagrecido, desbotado pelo sof-
frimento, contrahido pelo trabalho inte-
rior., do veneno mortal... menor, como
que diminuido... fazia sobresahir ainda
mais os olhos...
Jo8o, disse ella com voz suave, ap
prxima-te, para que h*ja ainda maia in-
timidado entre n3.. Inclina o rosto...
Assim !... Escuta, Jo3o... e n2o me in-
terrompas .. Aino-te, meu amigo, amo-te
amo-te verdadeiramente... desde muito
tempo... talvea at ta baja amado sempre
Sabia o eu por ventura?.. Era cu capaz
de rrflactir, de 1er claramente o qua ae
passava no meu coracSo ?... Emfira, Jo3o,
quando vi quo
ta amava. foi no dia do
Sim, para o noivado, responden Gon-
zaga.
Com a breca disse Esopo II cora
um tom de devaaso, perde-se um e encon-
tra-so outro.
Aqu, como me v, Alteza, nao me zan-
gara em mudar de estado e offerejo-roe
para o seu negocio.
Urna gargalhada acolbeu esta proposta
inesperada.
Gonzaga olbava attentamente para o
Corcunda, que se tiuha collocado diante
delle, conservando sempre o copo na h>8o.
__Sabes o que preciso fazer para
substituir aquee que est all ? perguntou
Gonzaga, mostrando Chaverny.
fei, respondeu o Corcunda, sei o que
preciso iazer.
_ E 8 en tes te com forja ? oomejou o
principe.
Esopo II teve um sorriso orgulhoso e
cruel ao mosmo fempo.
__N3o me conbece, Alteza, disse elle ;
farei melbor do que isso.
XI
Flores de llalla
Rodearan, de novo a mesa. Comeja-
ram a beber.
Baa idea I disseram todos, casare-
moa o Corcunda em logar de Chaverny
E' mais divertido o Corcunda da-
r om marido aoberbo !
E como ficar, Chaverny, quando
acordar viuvo !
Oriol associara se com Amable Passe-
poil, por orden de Nivelle, que tomara
aquelfe estreante tmido sob a sua alta pro-
baptisrao do Bertha Catharina... Sim,
isto desperta-te crueis recordajSas... Jo2o,
u3o te vas embora NSo vs que vou
morrer ?... E que dSo quero morrer sem
que me tenhas perdoado ?.. Naquelle dia
E, desdo aquella moment), meu anor
augmentando.
Quantas vezes quiz atirar-me a teus ps
para confessar-to tudo '... Mas o medo,
o medo '... Oh / meu amigo, diza que me
acreditas... Nao tenho razSas para enga-
arte... Ara -te, verdade... Poderei
mentir quando digo-te que snto-me mor
rer ? Ahr quanto tenho sjfrido, Joao !...
tu tarobem... sim, fiz-te scffrer, a ti, tilo
bom, t3o dedicado, tao grande em tua
simplicidade, meu Joao!
Mas aos que vao morrer, perdoa-se
tudo... E tu has de perdoar, nao as-
sim?...
Joao estava calado... Apenas abaixa-
ra um momento a cabeja.
Assustada com este silencio, julgando
que recusava-lhe o perdo, que a recor-
dajSo do ultraje era ainda muito viva,
nSo obstante o espectculo do castigo,
sentiu urna ddr pungente, atroz, inau-
dita.
Morrer com o odio desse homem, a
quem amava... era demaia 1
Ergueu so sobre um brajo, para olhal-o
de mais perto; entilo viu que elle estava
com oa olbos cheios de lagrimas.
Ests chorando, disse ella, ests cho-
rando, JoSo ; n3o te escondas, deixa-me
ver tuas lagrimas.
Minha pobre Catharina 1... repeta
ello, n3o acbando outra cousa para dizer.
Tens pona de mim, causo-te com pai-
xo ; nada mais pojo, tudo quanto eu
desejava, estou contento, muito contente.
Me perdoas ?
Pardoo-te, o amo-te, Catharina... e
n3o quero que morras r Quando vi-te ao
lado de tua filha doente, sacrificando a sau-
de, sacrificando a vida, comprehendi que
eras mais do que urna mulher... que eras
mai___ Entao perdoei-te... Esquece
o passado, Catharina, como eu te promet-
to tudo esquecer. Sabiremos de Diep-
pe... da Franca... Sara um nova vida
que come jar... E nunca ou viras urna
censura... urna allus8o... Animo, Catha-
rina, tudo esquecerei !
Meu Dau8, que sonbo I que sonho !
Catbariaa fechou os olhos para ouvir
mol lio r o qua lhe dizia Holgan.
As palavra que lhe chegavam aos ouvi
dos eram como de urna outra vida, de um
outro mundo...
Para ella, era Joao Holgan quem estava
fallando, mas Joao Holgan sob a forma
de urna especie de fantasma areo, impal-
pa ve 1... um fantasma tanto mais cruel
que tinha toda a semelhanja com a realida-
de... e s torna va-so fantasma quando
ella queria too do.
Dizes que me amas, Joo, mas por
corapaixilo, ests de boa f Illudes-te a
ti proprio E's generoso e queros antes
que eu morra, dar-me urna suprema ale-
gra... Obrigada, Joao, amo te .. Ters si-
do grande e bom at o ultimo minuto...
Dize, verdade, que me amas?
Amo-te, responden elle com simplici-
dade.
E poderias esqueoer tudo'? Sel-o-hia
possivel J E se eu vivesae... viveria res-
petada. .. Nada mais haveria?... nem
o terror ?... nem a vergonha ?... Ah !
principalmente a vergonha... que sonho I
E abanou a cabeja..
E' demasiado tarde, demasiado tar-
de !!... Creio no ten pardSo, porque vou
morrer... mas, se vivesae... lembrarte-
hiaa sempre !... Sim comprehendo !...
Nao poderias deixar de te lembrar! Se
eu morrer, sentirs minha morte... E sou
feliz, Joo, folia aabendo que ters sauda-
te- de mim.
Mas nao has da morrer, Cathari-
na. .. por que este desejo, este pensamen-
to?
Porque?... Queres sabel-o... Fa-
ze3 empenho nisso?... Mas, disse-o ha
pouco : porque, morta, desapparece a fal-
ta... viva, seria sempre culpada... E n3o
tenho outro meio de resgatar a falta que
commetti... Sou feliz em morrer, JoSo,
porque assim provote o meu arrependi-
mento e o meu amor...
Entretanto, sa fioares boa...dese-
jo-o... Tenho disso certeza!
Sa ficar boa, Joo... disse ella de-
pois de um momento de silencio, que foi
quasi solemne, ser porque o proprio Deus,
em sua infinita bondade, ter ordenado
qua eu viva, para consagrar-me a ti,
minha filha... Nesse caso, submetter-me-
hei sua vontade... Mas Deus justo,
condemnon-me.
Holgan tinha-sa levantado e afistado do
leito.
Catharina, fatigada, voltava a ter a
a respirajSo opprassa e sibilante.
Cessava o periodo de calma.
Volveu os olhos lnguidos para o mari-
do :
Joo, estou com s le... d-me este
copo a'agua, do cima da mesa.
Holgan poz a colhr dentro do copo e
agitou o liquido. Tremia-lhe a m2o...
D oa, Joo, d c, dizia ella com
gesto febril.
Elle, porem, dominando a emoj3o, pro-
curando tornar firme a voz e sorrindo :
Catharina, ha de beber depois de
mim I... Deste modo, ficar sabendo meus
segredos ..
E com um movimento rpido levou o co-
po aos labios.
Catharina deu ura grito terrivel e atirou-
8e para fra da cama, com os brajoa para
diante... O copo projactado ao longe que-
brou se...
Infeliz., r disse Jlo, queria enva
nenar-sa
Catharina cahiu-lhe nos brajos, solujan-
do, com urna crise nervosa, repetinio, sam
cessar, a mesraa phrase :
Quero morrer !... Quero morrer !...
E eu, Catharina, ordeno lhe quo vi-
va. .. condomno-a a vi ver.
Transportou a para a cama, inanimada.
Taverney tinha entrado.
"' V que n3o me havia engaado, da-
se elle.
. E' verdade Mas julga que a pode-
r salvar ?
NSo sei. Farei tudo quanto depen-
der de mim, mas a sciencia quasi nada po-
der fazer. Sua mulher appellou, ha pouco
para o juizo de Deus. E' s Deus quem
ha de decidir !...
A quantidado de veneno abaorvida por
Catharina nSo tinha sido sufficiente para
matal-a, mas ocpasionara-lhe desordena
graves.
jFicou doente durante muitos mezes.
O que a salvou foi a esperanja
?_ Ella meama o dizia a Taverney, j de
posse daquelle doloroso segredo de fa-
milia.
Taverney respondia-lhe :
A esperanja, sejal... n5o centa
como medico... nem permitta rae que
lhe diga que a esperanja, na qualidade de
enfermeira, foi poderosamente ajudada por
MUe. Barbarain l...
De facto ; Thereza, como o teria feiti
por sua mSi ou por urna irma, nSo tinha
sahido de junto da cabeceira de Cathari-
na, que, quasi Berapre sem sentidos, mal
a havia visto, porque, logo que Taverney
declarou a fra da parigo, a- joven nao
voltou mais.
Qaando Catharina p3da sahir, a pnmei-
ra visita qua fez foi Thereza.
Esta estava nuito mudada, transfigura-
da. Um doce sorriso de bandada e de
infinita compaixao, brincava-lhe nos la-
bios. N3o so lhe notava nem tristeza,
nem ura pensaraento oceulto. Nada mais
do que a calma da vida de abnegajao, de
sacrificios que escolhera.
Thereza ia ser irraS do caridade.
Racebeu Catharina sem alegria,
sem dasprazer. Foi
mas
a primeira a esten-
Catharina sentio vontade
der-lhe a mio.
de beijar-lh'a.
Quanto a Holgan, conservou-se grava.
Tinham-se passado demasiados acontec-
montos dolorosos, cuja reoordaj3o recente
impedia aa doces confidencias de outr'ora.
Mme Barbarain alias nao poda disi-
mular o desespero que lhe causava a re-
solugao tomada pela filha.
Bem o havia dito, depois do accidente
acontecido a Regina : Tenho sido de-
masiado feliz at hoje. Qua desgostos ne
reservar o futuro ?
Na somma ignalmente repartida daa ale-
gras e pezares, estes s3o mais vivos e
tazara esquecer aquellas.
Quando Catharina e Holgan sahirem
do chalet e tomaram o caminho de Dep-
pe, Thereza e Mme. Barbarain seguiram-
nos, muito tempo, com os olhes.
Mme. Barbarain entrou, mas Thereza
ficou no mesmo lugar.
Olhava-os sempre. Ao longe, Cathari-
na e Holgan desappareceram. Thereza
continuava a olhar, mas desta vez, paia
dentro da si mesma, com os olhos fecha-
do, arrancando sem duvida, com urna
gotta de sangue do coraj3o, a ultimo raa
daquillo que tinha sido seu casto e imma-
terial amor.
"Depois, com o hombro encostado na
grade de madera que rodeava o chalet,
dirigi o olhar para o mar calmo, de on-
das verdes, murmurse e imponente.
FIM
tecj3o. N3o tinham j delicadezas ridicu-
las : Cocardasse Jnior beba com todos.
Achava tudo aquillo muito simples e es'a-
va mais altivo. Alli, como em toda a par-
te, Cocardasse Jnior comporta va se com
urna dignidade cima de todo o elogio.
O goido Oriol, querendo tratal-o por tu,
foi collocado severamente no sen posto.
O principe de Gonzaga e o Corcunda
estavam um pouco afastados.
O principe considerava sempre o homn-
culo com attenj3o e pareca investgar-
lhe o pensamento secreto atreves da mas
cara do gracejo que lha cobria o rosto.
Alteza, dase o Corcunda, que garan-
tas 83o precisas ?
Quero primeiro saber, responden Gon-
zaga, o quo adivinhaste.
Nao advinhei cousa aJguma, estava
alli. Ouvi a parbola do pecego, a his-
toria das flores e o panegyrico da Italia.
Goniaga acompanhou com os olhos o
dedo do Corcunda, que mostrava a poltro-
na onde as capas estavam ainda araontoa-
das.
Tens raz3o, murmurou elle, estavas
all; para qua foi esta comedia ?
Quma saber e nflactir. Este Cha-
verny nSo era o homem de que preci-
sava.
E' verdade, tinha um fraco por elle.
A franqueza sempre um mal, por-
que faz nasoer um perigo, Chaverny dor-
me neste momento ; mas ha do acordar.
Veremos murmurou Gonzaga ; mas
deixemos Chaverny. O que dizea da pa-
rbola do peoego ?
E' linda, mas muito forte para os
seus polt:3ei.
E da historia das flores t
Graciosa I mas tambem muito forte ;
teriam medo. _
NSo fallo dcstes senhores, disse Gon-
zaga ; conheco-os melhor do que tu.
Veremos l interrompeu o Corcunda
por seu turno.
Gonzaga comejou a sorrir olhando para
elle.
Responda por ti, continuou ella.
Tudo que vem da Italia me agrada,
disse Esopo H. Nunca ouvi contar urna
ancdota mais espirituosa do que a do
conde Canozza na quinta do Spoleto ; mas
a teria conta io a estes senhores.
Julga-te entao muito mais forte que
estes senhores ? perguntou Gonzaga.
Esopo II sorrio e n3o se dignou sequer
responder.
E entao, perguntou de longe Navail-
les, est tratado o casamento ?
Um gesto de Gonzaga impox lhe silen-
cio.
Nivelle disso:
- Deve ter muita azul, aquelle ho-
memsinho casava com ella com as m3os
ambas.
Queria ser a Sra: Esopo II! disse
Oriol contrariado.
A Sra. Joa 1 accrescentou Noe.
Ora essa I disse Nivelle,~ que mos-
trou com o dedo Cocardasse Jnior. Plu-
tua A o rei dos deuses. V aquelle ra-
paz ? Com um pouco de areia do Mssis-
sipi, encarregar-ma-hia da fazel-o^ prin-
cipe.
Cocardasse impertigou-se e disse a Pas-
sepoil, qua teve inveja :
Ola I a pequea tem bom gosto !
tympathisou commigo.
__ O que tens tu mais que Chaverny ?
perguntava neste momento Gonzaga.
Precedentes, respondeu o Corcunda ;
j fui casado.
Ah! disse Gonzaga, cujo olhar tor-
nou-se mais penetrante.
Esopo II acaricou o quaixo e nao abai-
xou olhos.
Fui casado, repetio ella e sou viuvo.
Ah 1 disse Gonzaga ; em que ta d
isso vantagem sobre Chaverny ?
O rosto do Corcunda tornou-se ligeira-
mente sombro.
Minha mulher era linda, dase elle
abaixando a voz ; muito linda.
E joven ? perguntou Gonzaga.
__Muito joven. Seu pai era pobre.
Comprehendo. GoBtavas della ?
At loucura. Mas a nossa uniSo
foi curta.
O rosto do Corcuda tornava s cada vez
maB sombro.
Quanto tempo estiveste casado ? in-
terrompea Gonzaga.
Um di e meio. respondeu Esopo H.
E' singular. Explioa-me.
O homnculo teve um riso forjado.
Para que tei de explicar-me, se me
comprehendeu. t
NSo fe comprehendi, disse o prin-
cipe.
O Corcunda abaixou os olhos e pareceu
hesitar.
E de mais, disse ella, talvea me tenba
engaado. Sui Alteza talvea-t njeesaite
de um Chaverny !
__Explca-te 1 repetio imperios)! nte
Gonzaga.
(.Continuar-se-ha.)
"Tvp. do Diario ra Duque de C*xiaa ;o. V%
-


c :


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETKEBYYHW_LF94W6 INGEST_TIME 2014-05-28T17:07:42Z PACKAGE AA00011611_18233
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES