Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18231


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Full Text
!SMv
HHEHBiwjsr^
iIC L'111 rMEBO 52
PARA A CAPITAL E LUCARBH OIVDE SAO NE PACA PORTE
Por (res raezes adiantados............... 6000
Por seis ditos dem,'............. 1^000
Por um anno idem. >................ 23)5000
Cada numero avulao, do mes-no dis............ 5100
DIARIO
PARA RESTIRO E FORA RA PROVESCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos idem................
'Por ura anno idem.................
Cada numero avulso, de dias anteriores. .......
130500
200000
27tOO
0100
|)n>pricira>* te Manoel ,/tgiirira t>* Jara i Sd\}os
O Srs. Ameila SVInse fik C.
de Pars, sil- os noaaoa agentes
exclusivos de annunelos epu-
blieaeSes na Franca c Ingla-
terra


-7 *
i
y

TELEGRAMAS
::s::;: ?h:ic?lab so siabio
PARAHYBA, 4 de Marco, s 12 ho-
ras e 55 minutos da tarde. (Recebido
s 3 Loras c 10 minutos, pela linha ter-
restre) .
Aqu ohegou Hoje o paquete MA-
NA'''S. procedente do norte.
Segoe a tarde pata Pcrnnmbnio.
.aviso sa mmi um
(Especial para o Diario)
MONTE VID E'O, 4 de Marco.
O ebolera-morbus deaappareceu
completamente desta eldade e da*
SANTIAGO DO CHILE, 4 de Marco.
A epidemia do cholera tende a de-
crescer.
Hoja forana apenas assignaladon
9 bitos.

VIENNA, 4 de Marco.
Corre o boato de se terem sable-
vado diversas guarnieses da Balea-
ria.
ROMA, 4 de Marco.
>' norte da Halla sentem-se dia-
riamente abalo de tremor de tr-
ra.
Ha recelo* de qse taes abalos se
rodusam tantbem em ostros pon-
tos do territorio.
CABOUL, 3 de Marco.
Corre o boalo de qse o Emir do tf
gbaulstan prepara aelualmeote a
proclamacao da guerra Sania.
LISBOA, 4 do Marco.
As tropas portuguesas oceuparam
a Babia de Tange (Zanzbar) a for-
taleza da eldade fol tomada pelas
tropas de B. M. el-rei.
LISBOA, 4 de Margo, tarde.
Acaba de ebegar aqai o Sr. Conde
de Pars.
Agenoia Flavas, filial am Pamambuco,
4 de Margo de 1887.
INSTRCgO POPULAR
'
(Extrahido)
DA BIBUOTHECA DO POYO B DAS ESCOLAS
PARTE SEGUNDA
(ContinuaeSo)
OOE.\C1S MEDICAS
Nesta 2* parte do nosso livri.ih taremos o esta-
do de algumas duendas medicas mui treqientes e
communs, pira comba ter as quae lodos derem e
podem esUr prevenidos, antes de recorrer aos cui-
dados do medico.
Priacipiaremas pelas.
ladlgestSes
Os alimentos, para so transformaren! em sub-
stancias assimilaveis (isto em substancias sas-
ceptiveis de serem sbsarTdas e poderem reparar
as perdas do organismo), precisara de certa demo-
ra no estomago (digeslao ettomaehal) e tambera nos
intestinos (digctt&o intestinal). A esta trabnlho
mu complexo, chanta se digett&o.
Qoando, ou por superabundancia dos alimentos
ingeridos, ou por sua ui qaaiidade, ou por outms
causas (quer physicas, quer maraes;, este acto se
nlo executa ou s nao t' que ha indigettao.
Os symptomas da indigesto alo diversos segan-
do as sosas e tambera segundo o periodo da di -
gesto cora que se perturba este acto.
Eai geral estes symptomas sla : peso e ddr na
regia epigstrica; eructacSes fregaentei, retidas
s vezes e im pronunciado cheiro a ovos chocos ;
anciedale, Bolacos, vmitos, espnguicamentos : as
vez s dyarrha ou soltara de venlre.
Xas creancas succede frequen temen te serem as
Bdgestes acjmpaobadis ou seguidas p>r convul-
ik primeira iudicacao a preencher n'uma indi-
tjtstao fase e7acaar o estomago, provocando os
vomites.
Consegue-sa isto pelo oso de certas substancias
denominadas emetieat, (como sao por exemplo o tr-
taro emettoo e a ipteaeuanhaj. Porm estas sub-
stancias s podem ser presen ptas pelo medico ; e
quando este nao esteja presenta, convam saber o
que se deve lser.
Provoea se o vomito, titilando a parte posterior
da bc-a oom s rama de urna peona os com o pro-
prio dedo, e tambera tasendo beber ao doeote pe-
quenas porces de agua moma.
Querendo ou podendo usar-se dd trtaro emiti
oa da ipecacuanha, deve eota ser admnistrada em
p na (lose de 1 gramola a 15 dccigraminas (em tres
daes), suspensa era agua inorua, dandi cada die
com um pequeo intervallo (de um quarto de hora,
por exemplo,) e facilitando os vmitos com agua
moma : o trtaro emtico applica-se em p na dose
de 5 centigramrnas em meio capo de agua morna.
Expellidos os alimentos nao digeridos, conve-
niente dar ao doente urna chavena de chi (preto
oa .erde), a que se polo addicionar foo se tratan-
do de crean,'as) am calix de rhum ou de genebra.
O iratamento ulterior, sendo preciso, s deve ser
dirigido por medico,devendo-so notar qae a in-
digesto pode, mal tratada, ser origem de graves
d-oencas intestinaes.
Evitam-se as'indigestes nao comendo em dema-
sa, mastigando bem os alimentos, no bebendo em
excesso, e nao fazendo exercicios violentos spoz as
reteicoes. Na alimentado das creancas deve ha-
ver cuidado extremo em evitar as indigestes (fre-
quentcs as priraeiras idades e inuitas veses ori-
gem de padecimentos serios c rebeldes).
Sarampo
O tarampo, a varila, e a escarlatina, formara
um grupo natural de doencas, ama como familia
pathologica ; e sao designadas conectivamente sob
o aome/ebres eruptiva.
Silo doencas miasmticas, caraeterisadas p >r
urna febre com marcha typica e por erupcoesge-
neralisadaa (Cantona pe'.le como as muscosas).
Pareccm ter sido dcsconhecidas estas doencas
na antigaidade, pois qae 03 antigos autores de
medicina nlo as descrevem. A varila ce 3' ter-
se vulgaris:>do na Eupo-a, durante o scculo VI da
nossa era ; mas esta va ja conhecida anteriormente
na China e na frica.
O tarampo urna febre contagiosa, caiacterisada
por ama erupeo cutnea formada de pequeas
manchas avermelhadas (rosadas) espal hadas em
toda a superficie de carpo, e por urna inflmmac>
em algnmas muscosas (por exemplo, na das fauces
e as conjanctivas).
as erraocas o sarampo muitissimaa vezes
epidmico. E' rara a creanca que nSo tenha al-
guma vez sarimpo ; e istu explica t-ilvez a immu-
nidade qae offer^cem os adultos para esta doenca.
pois que, nao sendo maito freqaente ter-se mais
de ama ves, fica se livre dola depois de ura pri-
meiro tuque.
Qaando o sarampo pela primeira vez assolar
am paz, estio todos arriscados igualmente (crean-
fas, adultos e velhos)
O sarampo contagioso no comee-, e no sea pe-
riodo estacionario. O esntagio pode faser-se a dis-
tancia pelas vas naturaes. A inoculadlo nlo tcm
dado provas positivas.
E' mais freqaente no invern e na primavera ;
e as epidemias de sarampo apresentam notavel
coincidencia com as das outras febres eruptivas.
Parece ter um periodo de acubaclu que dura 10
a 12 dias. Por incubado entende -se o espaco de-
corrijo desde o supposto contagio at a apparifo
desprimeiros symptomas da uoinci.
No sarampo regular oa lurmil ha dous periodos
(fra o da incubacio), qae sao o periodo de invaso
e o de erupeo.
Os primeiros sjmptoma3 do sarampo nao sao, em
geral, caracteriaticos. Apparece febre, cephalal-
gia, t le, filta de appetite,symptoo.as comrauns
nai s sout-as febres eruptivas, mas a muitissi-
m is outras doenfas. Nos adultos ha oeste perio-
do regularmente calefrios, e as creancas r>io
raro sobrevirem cotivuUoes.
(Continua).
JARTE OFFIClAi.
llovera la provlachi
KxrBDinm no da 10 de rcvcBBiao db 1886
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chtfe da polica, em ofEcio
n. 119, de 8 do corrente mes, resolve nomear o ci-
dadao Manoel de Brito Queiroz Barros 3." sup-
plcnte di delegado do termo de Palmares.
O presidente da provincia, de conformidade
coa a proposta do Dr. chefe de polica, em officio
n. 128 de hontem datado, resolve exonerar Miguel
Barbosa da Silva e Francisco de Lima Amorim
dos cargos de "i." e 3. suppleutes d j sublelegado
do 1.' districto do termo de Bezerros, e nomear
para sabctitail-os os cidadlos Manoal Francisco
de Amorim e Silvestre Corris da Silva.
O presidente da provincia resolve, de accor-
do com o exposto no officio do inspector do Tbe-
souro, do 7 do corrente, o. 420, exonerar Jos
Hercnlano da Assurapco Delgado do eargo de
collecior provincial do municipio de Busque, 4 no-
mear para subatituil-o Valencio S lares Vil'el.
Communicou-so ao inspect ir do Thrsouro Provin-
cial.
O presidente da provincia resolve, de ac-
cordo com o exposto no officio do inspector do
Th^soaro, de 7 da corr-ut.', n. 419, exonerar sfa-
noel Jt Cirvalho ilucedo do cargo de escrivilo
da collec'.oria do manicipia de Panillas, e nomear
para substitail-o Capitalino Pereira da Costa,
que exerce igual cargo na eollectoria g-ral.
Communicou-se ao inspector do Tbesouro Provin
cial.
Officios :
Ao inspestor da Thesoarara de Fazenda.
De accordo com a iaformaeao lessa Thcsoararia,
de 8 do corrente, n. 74, aatoriso a remeasa da
quantia de 7:538*132 ao almoxarifaio do presidia
de Fernando de Noronha, para oecorrer ao paga-
mento dos peculios pertenceules aos sentenciados
descriptos na inclusa relaclo e que possuem ca-
dernetas no mesm almoxarifado.
Ao mesmo.Nos termos da sua iutormscio
de 5 do corrente, n. 72, mande V. S. pagar ao Dr.
Francisco Jaciutho Pereira da Motta, 1.* eirur-
gilo do corpo de sade do exercito, a gratificarlo,
na importancia de 414666, qae Ihe compete por
baver exercido as funeces de eacarregado da en-
fermara do presidio de Fernando de Norpnoa,
durante o periodo decorrilo de 21 de Outubro a
21 de Nivembro do anno prximo passad >, em
que esteve licenciado o respectivo pharmaceutica.
Ao mesmo.alando V. S. ajustar contas ao
slferes Alolpho Fernandos Uonteiro, qae vai fa-
cer parte do destacamento existente no presidio
de Fernando de Norouba.
Ao mesmo.Nos tera>os do aviso de 30 de
Dezembro prximo passado, n. 1,883, expedido
pelo Ministerio da Marinh, mande V. S. pagar a
quautia de 550 ao pratico Antonio Francisco
Pestaa, o qual foi contractado para dirigir a na-
vegaco do transporte P*rk* at o Para, a qae
alinde essa inspectora, em officio de 4 deste mez,
O.C9.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Aa-
toriso Vrac. a mandar estregar ao thesoareiro
da commissao dos estuios da molestia da canna,
da qal traccou esse Theaouro em officio de 6 de
Desembro, n. 06, a quantia de 480, correudo a
despesa pelo g 26 do art. 1. di lu do orcauento
vigente.Communicou-ss ccinraisslo de estados
da molestia da canna.
Ao mesmo. vutorso Vmc. a mandar cele-
brar nvo contracto de arrendamento por seis as-
nos, do predio onde funeciona a Escela Normal,
mediante ai condico;s estipuladas no officio junto
por copia, dirigido ao inspector g-T.il aa instrac-
clo publica pelo director a mesma escola em 11
de Janeiro lindo, coa ai modificacocs por Vmc
indicadas em sua informa(lo n. 410, de 3 do cor
rente mes, isto : com a declararlo expressa no
final da clausula 7.*, de ser o pasameuto dos jaros
restricto ao lempo qnt faltar para 0 completo do
tempa da duraclo do contracto, reduziudo-e o
preso d arrendamento a 2:0002 annuaes.
As.-im Bcain tambem resooadidosos seas offi;ios
a 301 e 335 de 7 e 2o da Dezembro ultima. -
Reuiett.use capia ao inspector geral da Iostrucrlo
Publica e ao director da Escola Normal.
Ai commandante o Corpa da Polica.
Declaro a v'ma para sea conheeimento e fias con-
venientes, que, segundo inormou-me o inspector
da Thesouro Provincial em officio de 4 do corrente,
n. 413, que nos contractos, em vigor, de pedagio
de pontea e estrada* celebrados no mesmo Tbesou-
ro, nlo ha clausula consignada que obr'gue a pro-
vincia a prestar pracas s respectivas barreiras.
Portaras :
Decliro & Cmara Muni :ipl da Nazaretb
para seu conheeimento o devida execuclo que no
recurso do vereadar bacharel Uerculano liandeira
de Mello de qae trata a sua informadlo do 25 de
Janeiro findo profer o sequiote doipacbo :
Sendo obrigatorio o cargo de juiz de paz
inadmissvdl a escusa por negocios particulares,
estado de saude precaria que nlo molestia grave
e prolongada, e anda o facto de ter servido de
vareador no quatriennio finio, allegados polo 4a
juiz de pas eleito, oattendidos pela Cmara Moni-
pal de Nizarctli, dau provimeuto ao presente re
curso, tornando de nenhum effaito a escusa con-
cedida, cumprindii _mesma cmara dar posae e
juramento do cidadlb eleito, que para ene fim
ser convidado, sob pena de desobediencia, nos
termos do art 4o da lei de 15 de Outubro de 1827
e diversas avisos do governo imperia'. *
O cjncerto do muro e capaila do cemitero,
de qae trata a Cmara Municipal de Aguas Bellas
nlo pole ser feito peles cofres provinciaes, porque,
alem da nlo htver crdito no orcamento o servico
de naturcta municipal. Fie* assim respondido
o officio que a mesma cmara dirigio-me era 18 de
Janeiro ulti no.
Acenso o recebimeoto do oficio do 26 de
Janeiro findo Brejo declara terem os ^rematantes de imposto*
se negado prestarla da fnaca par meio da
deposito de qaantias pecunia)ias ou bypothcca,
conforme determinara esta presidencia era officio
de 29 de Novembro do anno passado, preferinda
elles a rescisao de seos contractos, a qual conside-
ra a cmara prejudicial aos seus interesses.
Em resposta faro constar lhe qae podem os
mesmos arrematantes continuar na arrecadarlo,
aBSumindo a cmara solidariamente, a responsabi-
lidad.) o ebrigando-se. pelos bena dos vereadores
na proaorraa das rendas arrematadas pela fiel
execuclo do eontracto, ex-v do qae dispe com
relaclo ao procarador o arr. 80 da lei ds 1 de Ou-
tubro da 1828 e aviso n. 457 de 11 de Outubro de
1869.
Declaro Cmara Municipal ds Ourcury
para os fias convenientes, qae attendendo repre-
sentarlo que me faz par officio de 3 de Janeiro
findo fica adiada para o dia 15 da Abril prximo
vi a J,uro a eleica para vereadores ejuizes de paz
que deveriu t:r lagar 15 do corrente nesse mu-
nicipio.Communicou-se ao juiz de direito da
comarca de Oaricary.
O Sr. gerente da Companha Pernambuca
mande dar transporte ao presidio de Fernando de
Noronha, por canta do Ministerio da Guerra, na
primeira oppartunidade, ao atieres AJolpho Fer-
nandes Monteiro, qae vai faser parte do destaca
ment alli existente, e bem assim sua ronlher, D.
Rito Candida Monteiro, sua filian Clotilde, com
dous annos, e um criado de nomo Francolino.
Commonicou-se ao general commaodante das ar-
mas.
O Sr. gerente da Companhia Peraambucana
fara transportar para o presidio de Fernando de
Noronha, por cauta de Ferreira de Oliveira & Ir-
mlos, os gneros constantes da inclusa relaclo.
Mutatit miitandit, com re irlo a Jlo Rufi-
no dos Santos.
Mutatit mulandis, coa relsclo s Jos Joa-
quina Alves A O
Mutatit matandis, com retarlo a R-Hs & San-
tos.
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
mande transportar, gratuitamente, com pasiagem
de proa, no vapor que segu para o para o presi-
dio de Fernando de Noronha, a 14 do correte, a
Valetudinaria Mara Joaquina do Nascimento,
mli do sentenciado Francisco Feliz de Agniar,
que alli se acba.Communicou se ao director do
presidio de Fernando de Norouba.
XXFBDIBBTB DO BCBBTABIO
Officios I
Ao general commandante das armas. Do
.rdem do Exra. Sr. presidente da provincia com-
raunica a V. Exc, qne autorisou-se o Arsenal de
Querr a satisfazer o pedido que acampanaos o
seu officio n. 67, de hontem datado.
Ao Io secretario da Asseaabla Legislativa
Provincial.De ordera do Exm. Sr. presidente da
provincia transmuto a V. 8., afim ds serem oppor-
tunamnnte eubmettidos considerarlo dessa As
aembli, o bnlanco da receita e despesa do exr-
ceio de 1885 a 1886 e oresmooto para o de 1887 a
1888 das Cmaras Municipios do Csbrob e Boa-
Vista, e b-m assim o orramentoda do Granito.
Ao commandante superior da gusrda naci
nal das comarcas de Barreiros e Palmares. De
orden do Exm. Sr. presidente da provincia com-
manico a V. S., para os fias convenientes, qae,
por despacho de boje, fot concedido ao aiferes da
' companhia, Antonio Jos da Silva o tenente da
7 companhia, Jalo de Barros Lins, do 31* bata-
llia) de infantaria do servica activo da guarda
nacional, sob sea commaado, o praso de 8 dias
para tirarem saas patentes.
Aos agentes da London & Brasilian Bank
Limited.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
man Ja aecusar o recebimento do officio de Vv. Ss.
da 5 do corrente, acompanhado de copia autbeo-
tica do bala :co das operac,os i-ffactuadas por essa
caixa filial, durante o mes de Janeiro ultimo.
Ao gerente da caixa filial do English Baik
of Rio de Janeiro Limited. S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda acensar o recebimento
do officio de V. S., de 7 do corrente, acompanha-
do do batanete das operacca da caixa filial do
English Bank sf Rio de Janeiro Lemited, cffec-
tuado no mes de Janeiro ultimo.
Ao gerente da sociedade Auxiliadora da
Agricultura de Pernambuca.Da ordera do Exm.
Sr. presidente da provincia remetto a V. S. 16
exemplares imaressos do plano de estabules para
os cstabelecimentos agrcolas, organisados peloen-
geuheiro fiscal do 3'districto de cngeuhos con-
traes e enviado pelo Ministerio da Agricultura,
Cooamercio e Obras publicas, urna circular de 25
da Janeiro ultimo, afim de serem por eesa socieda-
de distribuidos, mmo fr conveniente.
Relevo declarar a V. S. que o mesmo Exm. Sr.
nesta dota fes enviar um exemplar a cada urna
das Cmara* Municipses desta provincia
BXrBOIBBTB DO DIA 11 DE rSTEBEIRO de 1887
Actos :
O presidente da provincia resol7e nomear o ca-
piti) Josino Bezerra de Vascoucellos Torres para
exercer o cargo de delegado do districto luterano
de Uru{ merim.Communei/U-se ao inspector ge-
ral da iustracco publica.
O presidente da provineia, attendendo ao
que reqaereram as professorss Bellarmina Fran-
cisca Loba Barros u Amelia Mara da Concedi
Ramos, esta da cadeira de ensino primario de
Campos Fros e aquella de Pao Branco, e tonto
eiu vista a informarlo n. 48, de bwtem datada do
inspector geral da ins'rucrlo publica, resolve, d
accordo coa o art. 149 do Reglament > de 6 Fevereiro de 1815, permittir que as peticionaran
permutis as cadeisas em que actualmente leccia-
nam.
O presidente da provineia, attendendo aa
.que requereu Joaquim Pedro da Rocha Pereira,
professor da edera de ensino pronrb em Cim-
bres, teno em vista a informarlo n. 80 de 28 de
Janeiro fiado do inspector geral da instrucclo pu-
blica, resolve conceder ao peticionario a contar de
16 do referido mes, dous mezas de uceara com or-
denado para tratar de sua sade onde lbe con-
vler.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o juiz municipal e de orphloa do ter-
mo de Barreiros, bacharel Joaquina Cordeiro Al-
vim da SilWa, resolve conced r-lhe sesseata dias
de I cenca com os veocimentos a que tiver direito,
para tratar de sua snde, devendo o peticionario
entrar no gio da referida lit-enca, no praso de 20
dias.
O presidente da provincia, resolve nomear
Domingos Cavalcante de Souza Lelo, Jlo Jos
da Costa Jlo Mairink dos Santos Cavalcante
para OS lugares de l.o, 2. e 3." supplentes do juiz
municipal do termo de Ipojuca, que esto vagos,
o 1. por fallecimento de quem o oocupava e o 2
e 3.0 em rsta do aviso o. 539 de 20 de Novembro
de 1869, por nio terem os Horneados era 22 de Se-
tembro ultimo cidadlos Luiz Francisco Paes Bar-
reto e Guilhermo do Reg Barros solicitado os
respectivos ttulos.
Os supplentes boje nomeados deverlo prestar ju-
ramento uo praso de um mez.;
Fica assim sea effeito a portara de 31 de Ja-
neiro ultimo.Communicou-se ao juiz de direito
da comarca do Cabo e ao inspector da Thesoui li-
ria de Feseoda.
O presidiste da provincia, de conlormida le
com a propostffdo Dr. chefa de polica em cffieio
n. 131, de hontem datado, resolve exonerar, a pe-
dido, Antonio Leandro Pereira da Racha do cargo
de 1 supplante do subdelegado do 1 districto da
delegacia do 1 districto de Serinblem, e nomear
para substituil-o, Pedro Jos do Carma e Souza.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta da Dr. chefe do polica em officio
n. 132, de houtem datado, resolve nomear Manoel
Joaquim das Neves para o cargo de 2 sapplente
do su delegado do 2 districto do termo de Be-
zerros, em substituirlo de Joaquim Marcelino da
Silva Vieira, qae nao aceitn a nomesro.
Officios : _
Ao Dr. chete de polica.Recommendo a
V. S. que faca transferir da cadeia da cidade de
Goyanna para a Caja de Deteaclo o sentenciado
Antonio Apolinario, cuja pena dere ser cumprida
nesta capital.' Ao commandante do corpo de po-
lica expeco ordem para Ihe apresentar a escolta
precisa, com a possivel brevidade.
Ao juis de direito da comarca da Bonito.
Convm que Vmc. providencie no a- ntida de ser
transmittid Secretara desta Presidencia a cer-
tidao do proeesso de Manoel Antonio da Assump-
rlo, que oterpos recu-so de graga da pm de ga
li perpetuas, imposta em 9 de Abril de 1867, e-a
vrtudo de decido do jary do termo do Ba-
sto ;
A referida* ertidlo deve acompanhsr ioforma-
co do juiz da condemnarlo, ou d'aquello qae o
guecedeu no cargo, de conformidade com o aviso
circular do Misistario da Justira n. 287 d-s 28 do
Junho de 1865.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Sirva-se V. S. de mandar indemnisar ao interes-
sado o valor de um cs:ravo, constante da inclusa
relaclo, depois. de esgotado o praso do art. 44 do
regnlaraentc dJfeS do Nsvembro de 1872, liber-
tado uo municipio de Plores em audiencia do juiz
da orphlos, de 24 de Janeiro ultimo, por conta da
7' quota do fundo de eminciparlo.Comwuni-
coa-se ao juiz muuicin il e de orphlos do termo de
Flores.
Ao mesmo. Remetiendo a V. S., para pro-
videnciar convenientemente, copia do officio de 29
de Janeiro ultimo, em que o juiz municipal a da
orphlos de termo de Bam Cou*'ho expe o modo
improprio parque portoo se em audiencia o coltec-
tor das rendas geraes, a proposito do que esta
Presidencia determinoo, no iuteresse de nao ser
indemnisado o excessivo valor de 8004000, dado a
um cscravo libertado alli por centa da 7' qnota do
fundo de emanciparlo, recommendo-Ihe se sirva
de ordenar desde logo ao dito collector qae inter-
pon ha sempre os recursos legaes contra arbitra-
meutos exagerados e tora do consamo, dados aos
libertandos.
Releva ponderar qae, senda de 1:3114742 o
fondo disponivel, incluida o saldo da 6* quota, na
importancia de 84440, devem, qaando menos, ser
indeuuiisados por elle os valores de Fortunato, j
libertado, e de Hypoto, irmao deste e immediato
na claasifiearao.
Ao commandaute do corpo de polica.Ao
Dr. chefe de polica mande Vmc. apresentar, com
a possivel brevidade, urna escolta para condazir
com segurauca um criminoso importante, da ci-
dade de Goyanna at a Casa de Deteugao.
Ao jais municipal e de orphlos do teimo de
Bom-Conselho.Sciente do que Vmc. expos no
officio de 29 de Janeiro ultima, de el aro-1 ha que
remetto baja copia do dito officio ao inspector da
Thesouraria da Fazenda, afim de providenciar
convenienicmente, recommendando desde logo ao
collector das rendas geraes que interponha sempre
os recursos legaes contra os arbitrtmentos de pre-
cos exagralos e fra do commura, dados aos li-
bertandos por cauta do fundo de emanciparlo.
Joclar-iao dito inspector qu, sendo o tundo
disponivel da 1:3114742, indi-ida o saldo de 84140
da 6' quita, devem quaodo menos, ser indemai-
saaos por elle o, valores de Fortunato, j liberta-
do e da Hypohto, irmlo deste e inmediato na clas-
sificaco.
Portaras :
Declaro cmara maniciptl do Recite, era
respostn ao seu officio de 26 da Janeiro ultimo, n.
5,que, segundo iaformaeao do Dr. chefe de poli-
ca de 9 do- corrente, n. 127, ni se apreaentou
al essa data individuo algu-n a aiiudida chefatu-
ra para assigaar o terma de respaasabilidaJe do
que trata o nrt. 11 das ditposiros permanentes
da lei n. 1,862 de 31 de Agosto da 1885, de que
se oceupi o mencionado officio.
Recainuicudo a cmara muuicipil de Rio-
Formoso que ma informe onda resida o Bario de
danto Andr.
dem a cmara municipal de Barreiros.
O Sr. agente da Companha Brazileira facs
transportar a eorte, por coata do Ministerio ca
Marinlia, na primeira opportunidade, o capitla-to-^
nonto Joj Porfirio di Sausa Lab i, que para alli
segu par ordem do qo.artel -general da mari ha.
'Coinnuoicou-se ao commandante do traasporte
Purut.
O Sr. gerente da companhia peraambucana
mande dar paasagoas de r, na primeira opportu-
nidade, at a Parahyba, par conta das gratuitas
a que o gav.-rno tam direito, aa bacharel Candido
Vareliano da Silva Frmra e sua senbora ; e a pida
a dous criados.
O Sr. gerente da companhia pernambacana j
mande transportar gratuitamente, com passagens
de proa, para o presidio du Fernando de Norooha
a Francolina Cecilia da Silva, com tres albas rae
nort-s, inulber da sentenciado Francisco Jos Gui-
ndarles coohecido por Francisco Andr, logo que
este tenha de embarcar para o mesmo presidio.
O .immuaic ase ao commaodante do presidio.
EXrEPIESTE DO SBCBBTABIO
Officios
A inspector do Arsenal da Maiinha.S.
Exc. o 6r. presidente da provincia manda aecusar
recebido o officio n. 16, de houtem datado, em que.
V. Ezo-participa achfcr-se concertada omicb-
nismodo pharol da barra da parto desta ci-
dade.
Ao inspector da Tbesauro Provincial.O
Exm. Sr. presidente da provincia profer > boje o
seguate despacho no requermeuto de Fraucelina
Sabina do Monta, a que se refere o officis da V.
S-, de 5 do correte, sob n. 414 :
i>r. Pedro
formo o
nzenda.
Mar-
ra dej
br-
nfalva. -For-
utos.Iuforme o
Segando informou o inspector do Thesouro
Provincial, em 31 de Dezembro do anuo passado
determinou-sc a restituirlo da quantia de 984510
sapplicante e a irresponsabilidad^ das casas ns.
40 e 42 da ra do Soeego.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda cammuoicar a V. S. para os devi-
dog effeitos, que nesta data proferto o sc-gointe
despacho na peticlo de reeurso de R. de Drusina
& C, sobre a qual informou rase Theseuro em
officio n. 383 de 20 do Janeiro findo :
Confirmo a decalo do Thesouro por seus
fundamentos. O imposto em qucstlo tem ausento
no valor oficial da mercadoria despachad, ou
consignada que entra ou pissa pela Alfandega,
cons'itulndo o quantum do gyro presumido dos
estabelecimentos comuaerciaes, e nlo propriamen-
te o pagamento dos diretas geraes. Nlo im-
posto de importarlo ou consumo, mss de gyro, di-
recto e indirecto sobre gneros recebidos, expir-
tados o mesmo reexportados pelo commerciaote,
era qualaju r qaalidade, inclusive a de commissa-
rio ou consignatario no porto de baldearlo.
Todos estes actos avolamando as transacroos
mcrc4ntis, e deixaado lacro ao intermediario,
augmentara o seu o^/ro, e portsnto o imposto
equivalente.
O art. 11 da lei n. 1597 de 28 Junho de 1881
foi derogado pelo art. 2' | 12 a 16 da lei n. 1860
de 11 de Agosto de 1885, qae o que est em
vigor, nos termos da lei n. 1867 de 13 de Maio
do 1886 e regulamento respectivo de 14 do mesmo
mez c anno.
Ao collector geral do municipio de Ourcury.
S. Exc. o Sr. presdeme da provincia, ficou in-
teirado pelo BBcio da 19 de Janeiro ultimo de
ter V. S. datado de proceder ao arbitramento
do valor do 'escrava Simplicia, da Octavian;
Jos Correia pos ter accordado com o senhor da
dita rscf ava no preco de 3504.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
aecuso o recebimento do officio de hontem, no qual
V. S. participa que o vapor Pirapama seguir
para os portos do norte, at Camossim, no da 19
do correte, s 5 horas da tarde.
DESPACHOS DA PBE8IDBSCLA PO DIA 3 DE
MABgO DE\Ij&u
Antonio Fernardes da Slveira Carvallio.
Remettido a junta ras provincial a
quera o supplicante, sal presentara para
ser inspeccionado.
Constantino Alves da I
de Athayde Lobo Mos^
Sr. inspector da Thesour|
Delrairo Carneiro da
tinho de Oliveira o Marti
Oliveira.Deferid com offi
gadeiro commandante da
Eugenio Francisco de M kijo.
Com prova do qu3 allega, reqtB^ao
ministro da Marinba.
Bacharel Francisco Correia Lima
nho. Sim.
Coronel Jos Tbomas
necase.
Jos Francisco dos
Dr. chefe de polbi. /
Tibarcio Firmino ta Silva Tavares.
Informe o Sr. iospe/tor do Thesouro Pro-
vincial. I
Secretaria da -/residencia de Pernam-
buco, em 4 de Margo de 1887.
O porte iro,
Francelino Chacn.
Repartir5o da rllela
Scelo 2.'N. 220.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 4 de Margo de
1837.-Illm. e Exm. Sr.Participa a
V. Exc. que foram hontem recolhidos a
Casa de Detencjlo os seguintes individuos :
A' minha ordem Jos Lucio da Silva,
Manoel Bezerra Maciel e Antonio, esla-
vo de JoSo Limeira da Silva, por distur-
bios.
Antonio Gjncalves de Siqueira Granja,
Joaquim Izidro dos Santos Mello o Jos
Correia Brasil, vindos de Palmares como
sentenciados appellad03.
A' ordem do Dr. juiz de direito do 2o
districto criminal, Joao Ferreira ua Silva,
como pronunciado no ard 201 do Cod.
Criminal.
A' ordem do Dr. delegado do 2o dis-
tricto da capital, Manoel Pe 1ro Naoes da
Costa, Manoel Antonia da Silveira e Jus
tino dos Santos Gloria, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do R^cife, Ja-
cintho Jorg do Medeiros, oomo vagabun-
do.
A' ordem do de Santo Antonio, Joa-
quim Jos dos Santos, JoSo Antonio Ne-
pomuceno, Severo Jos Francisco e Tho-
mazia Mtria da Conceiclo, por embriaguez
e disturbios.
Participou-mo o subdelegado daVaiZ9a,
em offiiie desta data ter feito remeasa ao
Dr. jai do direito do 5o districto crimi-
nal, do inquerito policial procedido contra
Miguel Luiz de Oliveira.
Communicou-me o delegado do termo
do Brejo em offi jo de 26 do mez passado
que, no dia 24 daquelle mez' faz remesssa
ao Dr. promotor publico, por intermedio
do Dr. juiz muniaipal do inquerito policial
procedido contra Manoel de Barros Fcito-
sa, por ter ferido gravemente com urna
fouce, a JoSo Baptista do Oliveira, no lu
gar Maris Velba daquelle termo.
Deas guarde a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefo ep
polica, Antonio Domingos Pino.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 4 DE MABCO DE
1887
Qracilino Octavia da Crux Martina, Jos Pe-
reira Marques e Auna da Rosario Prudencia dos
Santos S.Ao Contencioso oara cumprir o des-
pacho da junta.
Padre Jo. Baptista de Araujo.Regiatre-se
e facaua se as notas.
Jos Avelino de Aimeiia e Mara dos Martyres
To vares dos Sancos.Entregua-sa pela porta.
Frrociso Jtaquin Kibeiro.Prove a desoecu-
puco.
Silveira le C.lulonna o Cuutenciosa.
Antouio Feruaudes de Carvalho.Eutregua-se
o deposito.
Ofrbio do cominanJante do corpo de polica,
Simplicio da Silva Coelho, Oratuliauo dos Santos
Vital, Manoel Jos Mus e Rodolpho Olympio
Gruedes de L.cerda.Informo o Sr. contador.
Dr. Pedro da Cunba Sonto Maor.Facam-ae as
notas ds portara de licenca.
Mara Francelina do Medeiros Cav-.Icante.
Satisf.-c a exigencia.
Contas dos collectores de Nazaretb e da Gkria
de Goit, padre Manoel Simplicio do Sacramento,
Marlinho Jos de Jess, Augusto Jctavano de
Souza e Maranna Augu. ta de Mello Rodrigues.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Inspectora geral da Instraeeo
Publica
DESPACHOS DO DIA '2 DE MARCO
Anglica Mara Roberto de Jess, protessora
publica.-Cumpra-se e registre-se.
Joaquim da Costa Quimares, professor poli i-
co.Cumpra-se e registre-se.
Francisca Arcelnu dos Santos, profese ara pu-
blica.Cumpra-se e registre-ac.
J. s Ooncalves das Santos, profi ssor publico.
- C'impra-se e registre-se.
Officio do delegado Litterario do Brejo.Jun-
te se aos papis sobre a reconducc&o do proLssor
de que se trata.
_ 4 _
Aureli.mo Augu-to de Vasconcellos, professor
publico.Note-se conforme o visto do delegado
litterario, que empassou o supplicante por occa-
sio de sua primeira nomeaco.
Secretaria da instruccSo publica de P> r-
nambuco, 4 de Margo de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
INTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Peraaaibuco (')
RIO DE JANEIRO Cobte, 19 de Fe-
vereiro de 1887
Scxmario :Os rnmores sobre erise ministerial. .-
O Paiz e nm telegramma do Sr. Co
tegipe.A questo militar no conceito
daquelle jornal.O fim a que este at-
tinge.SolucSo da questo sobre a
barca Alvington.As noticias das fo-
lhas triat da c6rte.Urna causa ce-
lebre perante o j .ry da corte.Um
telegramma de Porto-Alegre, coma n-
nicando que o presidente da provincia
pedir deaissc.Promesas docorres-
Dondente para o aeguiote vapar. Fes-
tejos do carnaval.
Deixo de parte a poltica, acerca da qual nao
acho que dizer de positivo, nao obstante os nroam^
res que nma parte da imprensa aGateta da Tar-
de e o Paiitem feito circular sobre crire minis-
terial. Anda no sen numero de li jn mostrou-sa
o segundo de muta mo humor por ier o Sr Cote- ,
gipe expedido telegramma aos presidentes de pro-
vincia, dizendo-lhes nao ser exacto, como sedisse.
qne o ministerio ett-ja em crise, nem que outro
ministro alm do qne se retiron, tivesse fallado
ero^leimr o gabinete.
No c'izer daquello jornal, que, dando se com
folha neutra, entretanto, uarnifado opposicio-
nista, melbordo que todos sabe o Sr. presiden-
te do conselho que nao ha, propriamtate tallan-
do, uem ministerio nem governo ; que o .-jue ahi
figura com esse aspecto apenas a agregado do
alguna homeos que oecupam os postas uterina-
mente, emquanto se resolve a crise governamen-
tal; quo, finalmente, perdida a forca moral e per-
dida a autoridad?, os ministros dciataram escapar
o poder e nlo podem mais pretender nem a con-
fianca da corda nem a consideracao publica.
Eu, pelo contrario, creio no telegramma do Sr.
Cotegipe e tenho como certo, salvo emergencia
impresvsta, que o ettitu quo permanecer at a I
abertura das cmaras ou prximamente.
Tatnbi m sobre a chamada questo militar nada
ha de novo, apezar de assim o nao entender o
mesmo Paiz, que como interprete do pensamen-
to dos representantes da nacao armada anda
hontem em um artigo em que c ncita os bros da
ciasse militar, acba que a situacaacada vez mais
se aggrava e que erradamente pensam aquel les
que eutendem que a demisso do Sr. Alfredo l ha-
ves resolveu o conflicto entre o poder civil e a
corparaco militar. E mais adianto vem com
esta tirada, reforindo-ae aos delegadoos e man.
datarios da nobre ciasse (ignoro quaes elles ^ i
sejam) 1 Antes de assumirem perante a histo-
ria e perante a sua propria consciencia, nerante
a nacao que os contempla e perante os seus pio-
prios companbeiroa que os s?guem com a sua
confianza e cam S':u valoroso enthusiasmo, a im- *
mensa responsabilidado que assumiram, cl'c3 m?-
diram bem o alcance das suas palavras e dos
seus actos, e de norte a sul, de leste a oeste, em
todo o Brasil, a vibraco da honra, o pundo-
nor da coherencia o que fa palpitar, em um bater
unisono, o cora cao de todos quantus tem o hon-
roso privilegio de vestir urna farda
Nao preciso ser muito atilado para ver ao
que atiiuge todo esso palavriado bombstico,
que, porventura, j u io impressiona. Passcinos
a outro assumpto.
A questo da barca Alvin ton parece que
leve urna soluco conveniente e a contento de
todos. O Dr. Nunes de Andrade, inspector da
saude do porto, reassumindo o exercieio, coma se
esperava, dirigi ao Sr. ministro do imperio urna
minuciosa exposico do occorrido com aquello na-
vio, mostrando com documentos da capitana do
porto de Montevideo e do nosso cnsul alli, que
elS> no seu regresso quelle porto nao communi-
cou com a trra e manttve-se solado durante as
40 horas que alli esteve, assim como qno o seu
earregamento todo di carnes velhas, ja. deposi-
tadas nos saltaderos quando apparceu o cholera
em Buenos-Ayrea ; pelo qu, o por varas outras
raioes, entenda que nenhum motivo afferente
a saude publica indica a necessidade de repellar-
se a barca Aivington, a qual nao estove, nrm est
contaminada e nao possue, consegaiutemente, con-
tagio algum e pode ser admtiida a livre pitica,
como j bavia sido determinado por aviso de 29
do passado.
A' vista disto, mandou o Sr. Mamor qie a
barca fosse admtiida, procedenda-se, porm, pre-
viamente k diligencias devidas, afim de verificar
si o canegamento da xarqno qae exist bordo
aa acha em estado de p:rfe,ita conservacao.
O Pas, que foi quem contou-nos a historia do
jilo cheiro que fes o commantante e sua mulher
retirarem-sa de bordo, disendo qu l nao voltariam,
*s3im como que o protesto por perdas e damuos
j se achava em vas diplomomatcas, o proprio
d a seguiute noticia :
O Sr. Dr. Ssrdiaha, por ordem do Sr. Dr. ins-
pector geral da saude dos partos, procedeu hon-
tem, s 2 horas da tarde, na occasio es que l*
c.-l*r era mais intenso, ao exame prslcininar d*
earne secca i xisteute a bordo da barca Aloington,
afim de verificar se tal genero exhalava cheno de
putrefaeco, e se o aspecto dos saceos indicava
detei-oraco do mesma.
O Sr. Dr. Sardinha vcrifkou que dentro dos
l#) A p eseate carta do nosso correspondente,
por d:poraVa dca.-uiJo do oorruio Ja cite, f^i
posta na malla da Parahyba, tr.aida pelo pa-
quete Ba'.ia; e all foi ti aa dia 1' Jo torrente ;
pelo que e na dia 3 pola ser dl i devolvida,
aqu cbeganla hontem ; como tulo consta dos ca-
rimbos das respectivas repartido-.
A RED.VCfAO.
!

'


Diario t fernaiubucoSabbado 5 de Bfarpo de 1887
poroa, ende demorou se_ muito tempo, cao t rolo
ka vi a a mnima exbalacao, cerno nmt os sancos
achavam pcrfeilamciite seceos.
. Mandante abrir alguos fcirdo*, ohrervoa que
era todes elles a carne esta va em bam estado de
c. ntervaco.
CDsU-no qne segunda fura eomecar o
txame, propriameilse dito, o qaal aera frito mina-
eiosamen'-e obre cada um dos iaceos, seguido re-
eoaimendacao do Sr. inspector gsral.
E fie-se um pobre correrpiudeote de josaal
provinciano as noticias dasfolbassrraada corsel
Hontem foi aati julfsda no jnry nasa ca
eelebre: e a decisUkse**unal.eiDbrn aao*-
nba causado admisajfe, parr aenos a
que se cspetava, teioaato criticad, nao na
imprensa, que nao aastatado juno^nnio 4.
costume em questojo de tal eVao, mas s pile-
tras e nos circulas pawaiutam ____
RefirO-me absolvi do ex-tbcsootewo s
Engli.h Bank, accuaado fer tato e dcwnciado
..'o promotor publico como utur de um desfalque
de cerca de 250:000*, verfieado no cofre do mes-
BM banco, no d.a 27 de Fevereiro do anno pas-
O ihesoureiro desappareceu, e sendo a polica
chamada assistir a ab irtura do cofre e ao exame
a que se proceden nelle, tomn tambera o2-
pre motor couheciinento dofacto, ac mpaolnnioas
deligeacias e requerecio as que Ihe parecern
aecessariaa, e por fim deu deonacia contra o tr>.e-
soureiro. .
Por urna parte, o banco, tendo por advo^do o
conselhiiro Ribas, apresentou queixa centra o sen
tx-empregado ; mas ojuii, obr. Venancio Lis-
boa, nao acceitou a queixa, pal entender que ella
no cab.i no caso, por ser o crime publico e sobre
elle ja naviT a deauncia do promotor, o pronun-
cioii ocitauo thcs-u.eiro como incurso no "'->*
3 4- do cdigo penal, combinado com o art. 1 |
3 da Usi n. 2033 de 1871.
O acensado deixou passar algn tempo, quan-
to bastou para passar a pnmeira impressao do
tacto, r ba couaa deduc meacs apreseutao-se vo-
luntariamente priaao.
No iury foramseus advogadns oe Srs. senadores
Ignacio Martina e Candido do Olivair. A seaeao
eutrou pela noute, teru.tnando as 2 horas da ma-
drugadn, pela absolvicao unnime do rea. O juiz,
que o Sr. Teixeira Coimbra, ix juiz de direito
lo Ra Grande, mnito conhecido pulo processo que
)h.' arranjaram na assembla provincial riogtan-
aense, e que h* poaeo foi removido para a corte,
sendo essa a priaeirasesso do ju-yque preside,
o juiz, digo, appellou da decisao, para o tribunal
da relacao.
Este mandar o aceusado a novo jury, com eer-
tes ; mas o resaltado sera o mesmoa.
O aceusado allegou que, por ter grande confi-
anca no gerente do bauco e nos aeus eoinpanbeiros,
nao conuva oe dinheiroa que delles recebia, e a
verificado diaria da eaias, era feita Bupeificial-
mente, contando se sement os macos do 10:000*
que r.ceb* das waos do gerente, sem examinar
se eftjctivam nte contiubam ellts tal quantia, que
em boa f escrituraba no livro caia.
Os advogados faniarain a dureza nesse allegado
falta de contagem, que disseram ser calculada pe-
los fjrr nte e outr para atirarem a culpa sobre
o acensado, e assim justificarem-se perante a di-
rectora, em Lendres, das fala, s por tiles con
Bellidas. A aecusaco da promotoiia foi vebe
mente e muito bem deduzida, mas diante daq el-
las allegatoee produzidas pela dfow, o juiy deci-
di se por esta. _
Tambera vai sendo muita criticado que pessoas
de posico to elevada como um senador do ape<
rio, se prestem a ir defender no jury cansas mal
acceitas pelo publico imparcial, como rasa e como
a de Fraucisca de Castro, coja defeza, seja dito
. 11, D"lignci*r que a fabricas onde s se
mpegarem trabalbadorts livre obtenbam dimi-
uuicao do mpottos de toda a nituroa.
19. Reunir todos os dados c&tatisticos sobre
a sroduccao nacional deste genero, coro indicacoes
tobre precos, qualidades e origons, fasendo o con
frouto da xpirtacio dos nanos anteriores como
ac:uil.
13. Collecciooar em um deposito technoli-gt-
co os typos de produccoes de assucar dos diver-
sos paizi-s, casa iatonnacfcs acbre os pToeesscs de
faorreo, quim*i*ria yraskraiaas, prados aos mer-
caiaa xparsadoasa nos de consaae. Esta c 1-
I(C5*serfnin9n.ada aos aasociadoa e servir
de kaae aoa nesaawmensas da inda lisia snecba-
rina do paic* a Ssansacves do coaami r.'io qae^
se dedicar ex paras cao deste genero,
A iisiociuca-j cunta innrto coa o npaio doi agri
cuitares e iatereasados aavamaersio -da assucar
do marte.
RIO GRANDE DO NORTE -Natal, 28
de Fevereiro de 1887
Contin i em seas trabalkos a aosta A asemillen
Provincial, q>ie at agora tam prooedido mais ou
menas regularmente.
Eat.e outras leis de manos importancia, j se
cou*ain difiiuitivamente adoptadas, a lei de foroa
publica, urna culra dando providencia para me-
Inorar o hospital de caridade, e oatra autorisanao
o presidenta da provine a, a in aovar o contracto
com o Caneo do Urasil.
O t>rcameuto da rec-:ta e despeza da provincia,
cotruu boje eoi 2 diecnssao, e como 6 sabido,
nes'a occasio que, se i-.bre espado vasto as discua-
ffs p'.litioas, c forca contaasar qne, at ugora
se tein estas naniilo de modo regalar.
O orcameuto, cuja l'itura assiatimus e que tive-J
mos mesmo occasio de examiuar, nao podia dei-
xar da ser elaborado como foi, e fas honra aos
exforc^s da tstaststo comraisso que procurou em
tudo conaultar os palpitun^es intereaseB da pro-
vincia, e sobretudo equilibrar a sua reeeita com a
despea. ....
Para ebegar a este resoltado, nao podn dcixar
de kncar niao de recurso extremo, eoa.o a crea-
gao de algosas poae^a iBpotos novos neo deaar-
ganisar o servico, cortar certas verbaj de despasas
ddiveis, faseudo ao mesmo tempo, alguTnas re-
duccoes do vencimentos ds funecionarios, sujei-
taado .utses a nm imposto, guardan lo mus ou
menea a igualdade entre todo. A.-im, eutendeu
a commissio (|ue devia einip:irar. os veneimeatos
dos protestles do A'ben), aos dos profesores
avuls^s, de latim francez, que teinM em aigumas
lucali lades mais importantes da provincia como
a Jos, Cear-mirim" e Principa, e qne ineont3
tavelmente prestam os mosaos, seudo mclhorcs
servivos, que os do Atber.4 ouda.a freqJuncia
pelo menas, uio corresponde aos saetlicios que fai
a provincia para a&atal-os
Era de esperar qae estas e outrai reduc;>JS de
despeza iuereces3eui todo o apoio da i Ilustre mi-
aori libera!, consoante ao sen modo de procedsr
?a sessao piasada, mas, infeliziosnte, vimos sea
sorpresa, que, rompand- o debat O Ilustro leader
da miaoria, Dr. Mi reir Brandao, f--i o priaeito a
bter eolas madida?, apreaeusanio 'res cien ius,
que aiigmeuain caasideravelmeatiJ a despezn !
Foi issi para todos sfsriadcira sorpr-za de sorte
que 6 preto por ter cao e preso por nao ter!!
O anoo yis*S> a Ilustre minora, so quera
lazer c.-rtes n-.s d.'pczis, e ag-im-esquecen lo com-
pletamente a cubsrencu, t qusf .uginental-as !

".)

de nssagem, desdo o inicio do processo at o final
iult;ameuto pe. jury, foi ajustoda, com inetade do
pagamento vista, per viute contos de ris.
0 ex-thesenreiro, Ignacio Gonvea, crcioquenao
ter dado Untn, mesmo porque o patrocinio da cau
sa l eve iugar perante o jury.
t or fallar cima do Sr. Rento, cabo squi dizer
que, segUBdo nm telegramma di Porto Alegre por
joranM daqui acaba elle de pedir d missao da pre-
sidencia do Ri > Graude, onde ha muito pouco-tem-
Sp> ge acbs, par ter se manifestado contra ellotoJu
a imprenta da provincia.
Sio diz, porm, o mesmo telegramma qual o mo-
tivo dest*onanima procedimento, quaodo oque
eonatou qnando elle aqm cheRon toi que propria
impieusa da oppoeiclo o recebara de modo lisoa-
geiro, rendendo justa homenagerr ao scu elevado
carcter e so duuc:i desmentido eosMrHo de que
sempre rosou, quer como administrador, qor- ii o
Md provincia d.Rio da Jwt'r-. q 'no
magistrado um dos mais.i^futsdos no Mro desta
capital, quer fiua rWc, como hoiLem pirticubr.
t'or emqauto p.sta em divida a racida:e
de semelliante noticia.
_ Como no Io do Marco dtvo ah abrir-sc a
MeSO ordinaria d.i nsscmbla provincial, em que
t-.m de resolvido o negocio sobie o novo con-
tiato da l.uminaco s gtz. c que ji um,i vez me
occupei. era minba rotnd) darnesta algumas in-
formacoes e apresentar alguns dados, que pode
t!> coucorrer p*ra esclarecimento da materia.
Mas, como o que tenho de dizer exige dceenvolvi
ment que por ti l constituira urna missiva es-
tensa, fal-o hii pe'-o segumto vnpor, amia que
para sso na-> trate do outr i assumpto.
_ Hontem (fectui.u se aqu urna reunan no
=a!ao do BiMO Ccn-.mrrcial Mercantil com o fim
de iustitui-se urna sociedade, qut .fiectivamente
ficoa constituida, sob o titulo do-Centro de In-
dustria e Commcrcio de aasucxr. O seu nm e :
Promover o descnvolvimento da niostna as
BUcareira, servindo de centro s associacoes cin-
een rts ii creadas e que se ewiwsj as provni
cas cin quo se cultiva a cauna ueassu'.-ar. Para
lata o ceuiro se dirigir s assoeiaco.-s comm-;r
ciacs e sociedades existentes mis diversas provin-
cias, p:r si e p -r i.itermedi) dos negociantes des
ta pras, pe lido a estos que reclaikem do Cen
tro as circulores pan r.mettcrem aos seas com-
mitteotes, enviando os pedides ao escriptorio do
Centro da Lavoura e Commcrcio, na Municipal
n. 11, generosamente oflerecido ao Centro da In-
austria e Commercio do Assucar, emquanto este
monta o sen escriptorio
Como socios e f.-.iendo parto do centro seao al-
mittidos os agricultores da canna, commissarios
negOJiantes, ergenheiros mechanicos e fabrican-
tes de sasucar-, ulcool e agurdente, administra-
dores c-cspitalistas de CKgenbos centraes, estabe-
leciroeutos bjucarios, proprittnncs de usinas
particulares, autores ou editores de livros e reJac
teres de jornaes que se occufem do as=U">pto.
Na circular que a ae30ciac3o vki dirigir s pro
vincias sasucareiraa do norte, e que boje vem pu-
blicada no Difiri de Noticias acham-se s>s bazts
sobre que ella devem trabalhar, e que sao:
. 1 Promover de parto dos poderes pnblicosa
extinecao ou consideravcl rtducco dos direitos de
exportscao geraes e provinciaes.
2 Solicitar a redueco das tarifas de trans
porte as estradas de ferro do esta di, as que tem
garantas de juro, 3 mesmo as de propriedade
particular, nao e para os productos da clna
como para a propria materia prima.
3o Crear premios para a produeco e exporta-
tviSTA DIARIA
Digam o eabiot da etariptnra,
Que segredo lio ettes da natura.
Ouvimos dar a este procedimento umts ratfaa
qne nos absu-mos de Ibes d-ir ctira-r, para nao sa-
turnios dos l.mitea de noisa luissiio de simples
noticiador.
Liuiitamp-ias nois a registrar o lacto, bastante
. riginal e earacterislico, de cuno sio as opp-iri-
Cl'S de nosao assemblas provinciaes.
A disansisao naturalmente se prolongar alguns
diit, e eutao veremos o resltalo da v.,tar;ao
Gr'cas os rsfjrc^s do zeloso e honrado pre-
sleule da pqavtneia, Ex-n. Dr. Perira de Uar-
val', st reconstruida nma lidi part- do noss.
qvartcl de liahsV d,< cujo servico nos temos oco.u-
,>ido de outraa Vyjonsios, o e:n que S. Exc. C'gi-
lava desde sua cheVada a esta provincia.
Effectivamentu cbntristavj ver estar se par-
deado materi.es ainti|a muitj aproveitareis e fi
cau Jo inutilisado um 'idos inxlboros edideios que
posauimos, ao p-.sso que o Estado pagva a uidii
casa particular para serkr de quartel, oudi mal
se acommodavam as praesfc.
O Esm. Dr. Pereira de C.iv.ili), era sua forc*
de vontade de beui servir a causa publica, c scu
reconhecido zelo, competeatemout- atstossasvdo >eo
Exin. ministro da guerra, etnpreh.-ndeu est obra,
cojo servir;) visitava diarioment -, e graca seus
esforcos, est concluida urna bi parte e const-
nos que amauUit ter lugar a mu anc;i das pra-
cas, da c-isa onde estavam aljales, pan tata
parte r< i-jnstruid-4.
Os militares, nproveitand > srj Ja coincidencia Je
ser unanli o asnrreraarso .11 eeadusio ai guerra
do Paraguay, pestetsdem soitmnisar MU mu lauca.
Com tina m tsa e festa eompuivel com toas forcs
o de que d remes n-tieii de out.-a o.-e-so, ou
mesmo agora se o rapar se demorar.
O honr*d=> administrador, deve estar jotamen-
te diS''ane6Cdo de ter pnatado Bai esp,e servico
proviuei, realisaiido uao pequen i rsjaoaots aos
coi res geraes, nao tomento aprovi-itaiido um pro-
prio nacional que, ao abandono orno se chava,
se estrajgaria complefameatc, como al'jauJo uiuit -
mais c> mmodamente as pracas d* linhn e dispen-
sando oaluguel de e-rca de 140' 00, que se pasi-
va a ama ctsa particular de ms aceojimoi i-
goes.
Por acto de 14 do correte, foi uomeiido pro-
motor pubi es d.i comarca de Maco, o hachare!
Joaquirc Goncalves Chaves Filh1-, que exercia o
cargo de ebefe da secretaria r!a preffjeoci, s;ndo
na mesraa data nomcado pura este nitimo cargo o
uidarJao Ameiieo V. Simoudte.
Na villa de Sant'Auna de Mittos,fbi ass.-.!-
tidoem sua propria casa, o major Jlo An'ono
le Souza. que amesr;ado vo-sa obligado a dar-
Ibci a quantia de 1:0004000, com qne se contcnta-
ram os assaltantes. Apenas teve eomiannieaca >
do facto pelo telegrapho, o zelosc ebefe de po-icia
Dr. Jeronymo Cmara, de accordo C7m a presi-
dencia, tomaram todas as previdencias que o curo
exiga, enviando u n certo numero de pracas suffi-
ciente para garanta naqurlla vilis. da crdeui e
tranquillidade publica.
Dizem une, que este assalto tem sua historia e
que nao foi mais do qne urna estitoicao que, pre-
tendia-se dever faser o inaj r Jc-ao Antoni.
Como quer qne seja, digno de severa punico,
semelhante un i e o honrado chefe de polica nao
tem r.cssado de fazer as mais instantes recommen-
daces, s respectivas autoridades.
Continua a d> ser muito lisougeiro o uosio
estado-sanitario, apparecendo alguns casod- i-
bres biliosas e remitientes, que fezmcn'C tem
ftto numero limitado de victima.
O Exm. Sr. presidente, sempre iufatigavel c
deligente, em tudo quanto intercsaao b-m publi-
co, nao tem deixado de tomar providencias preci-
sas para evitar qne o real tomo proporedea e assim
qua tendo conferenciando com os medios, segun-
do demos jioticia esa mpossibilididu de serem
feitos estes servidos pela Comara Municipal, quo
nao dispoe de reeursos, acabo d.' lanzar mo de
um erediro aberto ou autorisado pelo governo ge
ral, coa o quo isandou fazer o esgoto do chamado
Baldo, medida lembrada pelos mediara cono ama
das iadispensaveis, para melborar a salubridad
publica.
Em 2 Je Marco :
O vapor somante boje que tem do seguir e
portento anda podemos accrcsccntar que realisou-
se hontem, conforme dissemos, a mudanza das pra-
cas para o par.'e do quaTtel raconstroj I -.
O xm. padre Jeao Manuel celbrou urna misa
na capeila do quartel, a que as-sistiraia, o Exm.
Dr. Pereira de Carvalbo, Dr. Aminthas l.rros, o
presidente da Assembla Provincial e alguns de-
putados, inspector do Tbcsouro e outros funcelo
naro, alm da respectiva companbia de linba,
todos os oflciaes e Rvm. eapel!a> padre Constan-
tino.
Termmsda a ceremonia nligicss, os distinotos
militares cffereceram um lauto e profuso alinoco,
em que reinon a maicr satisfacao entre todos, tro-
cando se Baitoc e significativos brindes, nao so-
menteao Exm. Sr. presdeme da provincia, como
ao de atsucar^HHsWfeicoamcnto da cuitara da j ao exercito e armada nacionaes e s outros distin-
canna otos cavalheiroe que tomirum p rto no banquete.
o.
i Diligenciar que os poderes publ'cos obte-
nham tratad js das naces cm que o nos-o assucar
sobrecarregado de tir-itos, principalmente da-
quelles em que o consumo deste genero superior
ao que ellas podem produzir de lavoura propria.
5' Promover especialmente nm tratada teci
proco com os Estados Unidos, pelo qual se possa
alargar all o cooenmo do nosto assncar, pois
aquella repblica est as condicesde poder tor-
uar-sc o primeiro m reado deste genero.
6" Promover exposicao deste productos na
capital do imperio e as pracas estrangeirss, ou-
de couvenha introduzir o alargar o consumo, ob-
teudo se, tambem, por esta forma o confronto dos
pioductcse dos nielhorumentos successivameote
realisados
1' Impetrar de governo imperial as providen-
cias precisas para que os cnsules semestralmen-
te man'iem reiator03 indicando o jo:so formado
as diversas pracas eousumidoras sobre o uosso
assucar, e quaes os meios mais acertados para
augmentar lhe a aceitaco.
8o Obter favores espsciaes para os engenhes
eentraes montados sem garanta do juros e que
pela falta de rendas e consequente deprciacio
dos eapilaes nelles empregados estverea em dif-
ficuldade de se poderem manter.
. 9 Aksancar dos poderes pblicos a creacio
de um laboratorio ao alcance de todos es interes-
a io?, onde se estadera os progressos realisados
nol.c esefacam experiencias chimcas
tobre. os meios de obter a maior quantidade de
malejia sacchsria.
10 Crear i a agrcolas escolas prati-
cas para propW&fa pe^soal destinado fabrica-
*. M. o Imuerador O Exm. Br. presi-
dente da provincia reeebeu ante-hontem O doui
seguint's telegrammis, referentes ao estado de
saute ic S. M. o imperador :
Petrcpol, 3 de liarlo, $ 9 hora 80 m. da
manha :
S. M. passou bem o dia de hontem at as 3
boras 40 m, quando minfeston-se ontro accesso
febril de Badiana inteosidade, o qaal durou at s
6 horas da tarde. Passou a noite uin poueo agi-
tado ; mas aeha-se, actualmente, em boas eondi-
igSes e sea febre
AgraoVee o andado de V. El.- VUconde
it 'aranagu
. Rio t Janeiro., 3 de Marco, 1 hora 10 m.
da tarde.
< S. passou bem o da do htntaa at 2ko-
ras AD >a 4 t ire, quaote teve a acceaso fe-
bril de riwdian i iirtenriJsde, que fiaron at 6 "til-
ias. E-.i' actnalmeute sera febre c etn boas c>n-
di<,oes.C pretiden'e do anseUio de miwitros
II ttem o Exm. Br. Dr. Pedro Vicenta de
Azcvedo receben este outro telegramma :
Rio 4 de Marco 11 horas e 20 m da manki.
. listel i a do su 3, 9 Aom. kasa.
S. M. ach%-se em boas coudico a. TeBperatnr
ponco levada. Volume do figado maito reJuz-
do. Estvd) gnral siiisfactori i.C Ugipe
Astwetnbla Provljinlal Fuacconan
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Mano-l de Barros Wanderley, tendo comparecido
27 Srs. deputados.
Foi approvada a acta 4 reunio d-s 27 do miz
Sude, e lidns foram eem debate npprovadas as
actas dos sesso's preparatorias de 28 do mesmo
rnez c Io do corrent-', b'iii corno as da essa> de 2
e da reuna > de 3.
Drou pela oriem o Sr. Jos Maris.
Entrando-re na ordem do dia foi eleita a se-
gmole commiasai :
Polica d i ca-i
D.-. Jo Manoel de Bacros Waad.-rlry, presi*
dente.
Dr. Francisco de Assis Roa e Silva, Io secre-
tario.
Dr. Ignacio de B^rroi Barreto Jnior, 2- seere-
tario.
Foram tambora ele tos :
Dr. Antonio Goncalves Ferreira, Io vice presi-
dente.
Vigario Augusto Fia-ok'in Moreira da Silva, 2-
vicc- presidente.
Drs. Praxedea Gnnes da Bouz Pitonga e Jos
Mura de Alboquerque Mello, supp'entes dos se-
er -'a ios.
U--araB pela rdein os Srs. Joli du Oliveira e
Jos Mirii.
Fiearam ass'm ulcitas as seguiotes commis
s-.ies
C.'nstituic-a) e poderes
Srs. U-gueira Costa, Gomes Prente e Luis de
A-odra'la.
Fazenda e orcamento
Sn. Gonaalvea Ferreira, Gorn-s Prente e Coa-
Uin-tle Moraes.
loi) proceder-se eleicao da com'nissio de
cintas e dtfposat priviueiaes veo-Scoi-se nao ha-
ver .i'jier.i, a vista do qu? lovantou o Sr. presi-
dente a Jjeaal, lesionando a seguate ordem do
dia : eo'itinuacia di autecud.*n'.t) : ds-.-uss i do
par.-eerji. SO de I8i5 e 1" dj projecto n. 82 de
186.
HraelMHfteM Di igreja de N. S. do Lrvra-
monto siho amanha a percorrer diversas ruis da
parocha de .-"auti Autoaio, a procissaodo Seuhor
talo.
Pea madrugada haver mssa e expos imig ni quo tem de sahr cin proeissSo, e, ao re
colher de-ta, baver sermai pelo livi. padre M.-i-
aocl Moreira da Gama.
N i domingo de Uimn a Inmlale do Sa-
nhar Bom Jess das Cbagas far, como de costu-
me, a s'.leinu-- pr.'.-iis.io d-is pi'.-aas, a qual por
correr diversas ruis das parochias da Santo
Antouio e S. Jo3j.
Tnbuaal do Jury lo asAcife Foi
julgado ii 'nt--m nosto Tribunil o reo Nicolao Man-
des C j.-nei di Silvi Cascio, quo foi condemnado
no m'uimo das unas do art. 193 c mbiutdo com
<>s ras. o e49 Jo coi. crimiual e 29 i lei n.
2,033 de 20 de Setembro de 1871, 4 anuos e 8
mezes O.-cupiu ii cadeira da defeza a Dr. Liiz Emig-
dio It -Iri^oes Viaima.
U(o Ciramlo. do Kartc e Parabyba
O vapor Ipojua, da O'inpiuhi* ^rtiambuc-iu-i.
troux;"hour a noticias -io rtio tirando do Norte
at 2 e da Porahyb.i at 3 do corrate.
As do Rio Gr.indu do Norte vao comprehen-
did a na Carta do nasso correspondente, publicad
na rubrica 7'i'ersor. i
Na P.rabybi, o Sr. Dr. Cndido V. da Sil-
va Freir, u3sum: o ex-rcieio d> cargo de chafe
de p^cia no d:a l de Fevereiro.
A' ene prop;sit) oecroveu o Monitor :
i Na manha de 20 drjste mez ch'gou eu're s,
co n a sua Esma. familia, o nosio m-.i iliuiire
amigo Sr. Dr. Candido Valeriano da Silva Freir,
que f-jra noin:ido chefe de pdicuideata provincia,
di eujo eargo pr ttou juraincato e ussumio oex.'r-
cicio no da seguinte.
Temos uins sincera aatisfacJ) cm tornar
publico quo o partido conservador foi solicito em
abriltuntar tilo amavcl recepcao co u a sua pre-
senca, danto deste molo ao novo ch-efe do pilcii
urna nrova- -lo apret em que o tem
E nem era de operar procedimento menos
correcto desde que todos eonb-'cem.s o pissalode
tai iistincto cuvalhe.iro, que sempre se tem domi
ni lo, em rod w os actos da vida, pela? inspjrflcO s
U\ t, 1) la la da justic-.
Cumpruios, pois, gustoso dever no3unindo i
ulcgrii's dos no;sos amigos, que veetn om S. S.
urna prornessa segara para a tranquildade pubac-i
e bjuo estar de^ta i- rra, em cuja tarefa foi i loan-
sive! anllaborador o seu digno antec-stor, D/. Jjh-
quim Siines D.-iltro e Silva, tornando-so as ves-
peral di sua despeiida alvo de nvejaveis inani-
fesueo -s, algumas das quaes devem hear ro^istra-
h uva tanto de quem as reeebeu como
d'aqu'-lles que as promoveram.
O Dr. Miguel Pcixoto d- Vnseoacello3, juiz
dirctla da com arca de Souza, libertau A titulo gra
tuito os dous aicos eseravos qua porsuia, da no-
ines Rufino e Viccncia.
Serjsipe e Alag*a Hontem ti vemos tb-
Ihas de Sergipe at 23 da Fovereiro e di Alagoas
at 3 do .Marco eorrente
Em S.-rgip.- foi nomeado procurador fiscal inte
rio da tlresooTariade f^zeudii, o D.-. Francisco
Niihanit'l d Azcvedo BHsma,
As noticias (iu AtsgasJ o Jestit'jdas de iute-
resse.
FiIlt'cimenlo .'artas recebidas da Ca-
brob do-nos a infausta noticia do fsjsMmc-nto
do tencn'.e-coronel Jos Soares de Melt^Avillins,
prestrmoao chefe do partido conservador n'aquella
locatidade.
O finado exereeu diversos cargos de elsicio p0
pular, gozava de muita consideracao e est'ma por
Darle n'qnel!es que o couheiiam e eia dotado de
txcelleutes qualdades, que lhe grang-caram o res-
peito de qua era cercado o seu nome nao s em
Cabrob, tomo as demais localidades do alto ser
to desta provincia.
O seu fallecimeoto deixa om claro nss fileiras
do partido a que partencia.
A' sua respeitavel e numerosa familia spressn-
lainos nossos psames, e com especialidad aos
seus dignos filtros vigario Americo de Novaes A vil
lins c tenante Leovigildo Soares de Mello Aviilios
e bem assim ao seu genra Dr. Mano 1 Paea Bar-
retto Pereira dos .-autos.
rnaaeio militar e exei cielo de rogo
O Exm. Sr. general eommindaute d.s arma,
frente de urna brigada, composta do 2 batalhia
de iufantaria e da eompanhia de cavallaria, mar-
char do largo do Hospicio, amanh s 4 huras da
madrugada, em paaeeio militar para Bsberibe.
Depois do preciso descanco, eases carpos onvi-
ro miSi na igreja da povoacilo, faro exercicio
de tiro ao alvo, e tarde exercicio do f ;go.
J se aebam designados o cape lo militar que
tem de celebrar o santo sacrificio da misas, e o
cirurgiio do corpo de anude para o caso de ulga-
rr.a emergencia, que por ventara te possa dar, qne
entretant i nao de esperar.
Faculdade de DrreltoHojn terao lu-
gar os exames oraes do 4 anno, dos que fizernm
provas escripias (exame ordinaria) e oa que falta-
ram a oral em Novembto do snno p soado.
AdsnlnlNtrao&o dosi curreosA' par-
tir do amanha, I! do correte, a administrado} dos
correios expede a corresp ondenci para a cidsde
da Victoria e para a estaco de S. Joio dos Pom-
bns, diariamente, pelo primeiro trem da iqanhS, da
ferro via de Caru&r.
As mallas fecbar-se hSo s 8 hor^s de cada
dia.
{nformaeOfDamos em se. oda a intor-
macio que, a rcoMetim nto da 8r/ Dr. Oliveira
Escorel, 2* promotor publico, e por determnaoslo
do Sr. Dr. chefe de plida, deu o subdelegado do
1 distrieto da Boa-Vista sobre o fermeoto rece-
bido por Mara Amelia da Silva, conhecid por
Mara Dainada, no quadro do Padra Antonio :
N. 1,135.Secretaria da Po'icia de Pernain-
buco. Soccol.s Em 3 de ""arco do 1887.
Illm. 8r.Com as copias juntas dn ofcio do sub-
delegado do 1 distrieto da Boa-Vista e adminis-
trador da Casa de Deteocio, este datado da 28 de
Fevereiro ultimo e aquel e de 1 do corrale, dou
solno?.! ao requerimeoto da V. 8., relativamente a
presa Mara Amelia da Silva, conbsoida por Dam
nada.
Deas guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. Hiuoel
Clementiaode Oliveira Eicorel, 2 prom itor publi-
co da capital. O chefe ds polica, Antonio Do-
mingo Fruto.
S. 7. SublelegicU do Io distrieto palie*
ds Boa-Visto, em 1 de Marco de W87.fas eum-
primenSjssw despacho de V. -.cesnulo no ata-'
rmenlo que junto d^vo'.vo, 1 D-, pramo'or pu
blioo, tenh) a informar quo siu.n.u io em data do
hontom o exercicio desta subdelegada, uio liaba
conhecimento do facto relatado ao mesmo requer-
manta do Dr. promotor; porai cyadicand -me do
proprio subdelegado que entilo se achava em exer-
cicio, aetoi informado o seguate :
No dia 26 do mez fiado, s 5 boras da tarde,
apresentoo-se-lhe Alaria Amelia da Silva, conhaci-
da jsor alaria Daomada, co jj um ferimeato no hom-
bro eaqnrrdo, disando ella tar sido faito pir Anua
Mara da Concecao, itrualm^nie cin'irtcda pir
Mara Barata, esta residente no quadro do Padre
Antonio, ra do Socego dosta uiatric'.o o aquella
na fregueaia do Recife, visto por mais de urna vez
ter sido expulsa deste distrieto por incorrigivel.
Iinmcdistarnente o sublelo^ado man too vistonar
a offandida pelo 8r. Dr. C-rqueira L-!t-, que da-
clarou ser leve o ferimeuto, e chegando ao seu co-
nheeimeiito que a provocadora tinba sido a cffan-
diJa que conhecid como desordaira e achava-sv
completamente embriagada, raandou.a recolher
D t mcao, per distarbi.g, visto nao appareaer-lbe
nina teitemunhi qua presenciase o f-.iimenf j.
Horas dep iis do faoto dolictuoso foi presa a oifan-
sora, eut'nleu gualoieut i o sublela^iio maniar
recolher deteacio pelo m'smo disturbio, deixan-
do de fazer inquento por nao ter sido a m- presa em flagrante, .-'asaadss as 21 horas da I-i,
maudou o respectivo aubielegalo por ambas em
liberdada, deixando de m-r cumprid i sua ordora
cam reUcio ufleudiJa, em vista das razos aproo
sentadas pelo Sr. major administrador da Casa de
DetenColo, no offiio junto por copia quo remetto
a V. S. para rertifiear se da diffiauldsde com
q 1 lucta a KUlO-idade que deicji bara cumprir
seus deveres. Tendo assim curapriJo o daspacb i
de V. X, julgo t'r satisfeito a exigencia do Dr.
2 promotor publico. -
Deus Guarde a V. 8.Hlio. Sr. Dr. Antonio
Domingos Pinto, mu digno chefe de polica.O
subdelegado em exercicio,Joaquim de Gouoeia
Uordeiro.
. 273.Casa de Derenoao do R-aife, 28 de
Fevereiro de 183'/.Illm. Sr.Eit.iudo em tra-
i-.mn'o na enlerinaria desta Casa, do ferimeuto
com que aqu teve entrada a inulhcr de nome lia-
ra Aa-lia da Silva, conheci la por Mari i Damua-
da. deixo de cumprir a conselho malico deste
e8tabeloei.nento, a ord.'in da V. S. que mandn
por em bardada, continuando ella tolavia dis
iiosieao dessa subdeleg.cia at que se restabeieca,
o que oininunicoa V. S. u quom Deas Guarfe.
Iilin. Sr. capitao E-ysio Alberto Si ve ra, mu
dgni subdelegado do Io distrieto da lin-l'isti.
O adniuistrador, Leopo'do tiorget Galvao Uchi.
Ijiii!-s da coma do UrivaUas cos-
tas do Brasil ba os segumos phares, coiu cando
pelo no.*te :
No Amazonas l : o pharolete da Corientez-i,
->o 3' 30"' do latitude sul e 5943' 40" de Iougitu-le
oeste de GreeiiW.oh. Na margein esqierda do rio
Atnai-jiias Luz branca fis i. 6* ordem, dioptrijo.
A canee raiihas. Elievayo do fo.'O 6 metros.
No Para 10, se ido :
O daa .Sa>ina, 35' d-i lat. al o 47 18' 50" de
long. sata fe Qreenwich. Ni poata da Atalaia.
L'iz lixa, variada por 1 i.-nj -j ,s da 2 om 2 miiiu'os.
3a ordem dioptrico. Alcauce 15 milhas. Eleva
cii do foco 12,m2J.
O fluctuante do BraginOa, 26' e 9" de lat. sul
e 47* 51' 50" de loug. oeste do Greenwich. as
proximidades dos biixos de Braanc>. Luz bran-
cifii. 6* ordem, dioptra'. Alcance 8 milhas.
O pliarnlete do Chapas Vralo, 1 7' 4" de
laf. sul e43 23' 5 J" da loug. o as te da Greanwieh.
Na pouti do Catpo Virado, no rio Amazonas.
Luz b ii'ii ti ti. 6'ordem, diopi rico. Alcance
8 millias. Elevvao do bsa 8,>>.
O de Cotijuba, 1 16' Jo Ut sute 43' 3i' 50"
do I o ig 03Stc do Groenwicb. Ni llia de Cotijn-
,bi, rio Amazonas. Luz b.auca fixi. G ordem,
dioptrico. Alcance 7 milhas Elavacao do toco
7,m5l.
O da Barra, 1 22' 10" de lat. su! o 48 27'
20" da long. oesta de Grtcnw cb. Na fortaleza
di Barra, rio Amazonas. Luz branca fixi. C*
ji-.Ico, dioptrico. Alcance 7 inill.s.
O do Capim, Ia i' 83" da lat. sul e 49> 2' de
lon^. o;stc de Greoi-wicb. Na Iba do Capiw, rio
Amazouas. Liz branca fita. 6^ ordem doptnco.
Aleante 7 milhis-
' O da Panacuera, 1 44' 30" de lat. sul, c 49
1' 5" de long. oesta de Greenwich. Na f)3 do
rio Tocantiu?. Luz branca fiza. Ca oriem diop-
trico. Alcanc- 7 milhas.
O do Goib:l, 1 38' de lat. sul e 49 10' 60''
de long oeste do Greei>wicb. Ni pinta do Goi.-
btl, rio Amazonas. Li braucalixi. 6' o-daai
dioptrico. A'cauca 7 mtias. Eievacao do foco
8,u-.j1.
O de Jutaby, l 50' do lat. sul e 49 55' 5"
da long. oeste de Oree w'ch. Na Iba de Jutaby,
ri Aisiizonas. Lmz br n.e : lixa. 6" urJVtn dip-
trieo. Alcance 7 milliaf. UleyaflUil do foco S.ml
O : Guajar, l 47' 30" de lat. sul e 50 11'
5" de long. oesta da Greenwich. Na ilha Gui.jar,
rio Amazonas. L'iz branca fiza, fa ordem diop-
trieo. Alcance 7 milhai. Eievacao do foto 8,m5l.
No Marjnh&o 6, que sao :
O de S Joo, 1 i7' 40" da laf. sul, e 14 52'
40" do iong. oeste de Greenwich. Na iba 8.
eos, de 2 em 2 minutos. 4 ordem dioptrieo. Al-
Cm-Hl 12 millias.
O do Cabo da Santo A'istinho, 8 20'. 40".
de lat. sul, e 31" 56' 10" de long. oeste de Green.
Na poota do Cabo de Santo Agostiubo .Luz bran-
ca fixa. 1* ordam dioptrieo. Alcance 2b milhss.
Eievacao do foco48.",8.
O pharolete das Ricas, 3'. 52'da lat. sul, a
33 47'. 35". de long. oeste de Green. Na parte
noroeste do atoll. Luz branca fix i (provisoriamente)
6* ordem dioptrieo. Alcauc 9 milhas.
En Alagoas 1 : o lat sal, e 35* 43'. 50" de long- oeste da Green.
Na pona oeste d montanhi sobntnceir eidadu.
L'iz branca fixa, vanada pir iampejos. 3* ordeui
dioptrieo. Alcance 20 milha;.
Em Serqipe 3, que sao :
O de S. Fraoeiaa* do Nort-, 10' 30' 30" do lat
sol, e 3o 22'. 5'J". da Uag oeste da Groan. No
jsonUl sal da barra do Rio S Praaciaco do narte.
Liz branca fixa. 4arden dioptrieo. Alcaarce 10
milhas.
O pharolete da Cotin/ e 37* 4'J long Oott da Graeu. V* oirra da C<-
tinjaioaou Aracaj Lis branca fixa (proviso-
riamente). Linterna. Alcanca 8 milhas.
O atalaia-pharol do Rio Real, 11 25' 3j" de
lat. su', e 87" 82'. 20". da long orste de Green.
N* isoargum eaqnerda e fi il i It.o Real. Lus
branca fixa, 6* ordem dioptrieo. Aloance 10 mi-
lhas.
ATa Baha 7, que sai:
O da lupiau, 12" 5' da lat sul s 3o 21'. de
long. oaM da Groea. Ni ponta da Itapoao. La
branca fixa. 3' ordem dioptrieo. Alciuue 12 mi-
lhas.
O de Santo An'oaO da Birra, 4 13 o'. 45" de
lat. sul, e 4' 38'. 25". de long. ooata de Green. Na
fortaleza de S. Antoaio da Barra. Laz grame, de
2 lainp 'jos brancas e l voroielno, da minuto em
minuto. 1 ordem eatoptrico. Alc.beo 15 uiilb-s.
Ele vaco do foo l(i,25.
O pbaroleta de Santi M ira, 13 .>'. 2" de
lat. sul, e 38 32' de long. oesta de Green. No for
te de Santa Mara. L z varuialht o v^-rde, fixas.
ii ordem dioptrieo. Alcauaa 5 milhia. Elevacio
do f<5; i 8 ui'troa.
O sositfifliite di forte da ilar ( Marcello),
12 5-S' 15" de ln. sai, e 38" 3t' de 'ou.?. oeste de
Green. No forte do inir, Liz vermelha, fin, 0*
i'rJam, dioptrieo. A'oanca 4 iniihis. E --vaqio do
t i 3 metroi-
O d i iMf*>J d-i S. P..u!o, 13 >!'. 33 de lat.
su', e 33 5P. 2-J". No morro do S. Paulo, na ilha
daTinhar. Luz branca com lamp jos de minuto
sosa miuato. 1* ordem dioptriu i. Aicnue '_5 milbis
Bievacio do fio 24 metros.
Oatalaia-phar.il da Belmonle i 15" 5.1' de lat.
sul, c 33 33'. de loug. oeste de Greso. Na marem
tiroit. i e toz do ro J*quitnti mba Lu branca fixa
ti4 or-iera dioptra <. Alcino- (0 itnts.
O d -8 Ab.lii.s, 17 57' 3o" de kt. su!, e 3S
41'. 10". de Ion, oeste de Greau. Na ilha d San-
ta) Barbara, areliipelago dos Ab:!bo!<. Li bran-
ca Com lamp-jos de minuto em inmuto. 1 orJjin,
cifootreo. Aleauee 18 uniliis. Etuvaco Jo foo
tOn.fJO.
No Espirito Santo 2, que silo :
O do -Santa Lu'.U, 20 19' 30 i i lat. sul.
i'y 15' 3d". de long. oaste de Greca N i morro de
Santa Laz;a, :i i barra di Victoria Lizli.-mei
fixa. 4a ord-'in, dioitrieo. Aleuje 12 millua. Elo-
vacao do fao ll^.O.
O da Ilha 'o Francez, X iQ> ,=5i' 40" fe lat. sul,
e 401 45' da long. oeste de Green Luz branca
xa. 4 ordam dioptra ?. Alcauce 14 milhas. Eu-
vaca do foeo II, m 60.
-Vo Rio de Janeiro 6, oue sili:
O do Cab de S. Ta uio, 22 2' Je iat. sul, e
4 i' 59' 50" de long. oes'.o de Green. No Cabo de
S. Thami. Las girante, com Iampejos branco3 de
minuto cm minuto, e eclypses t -tac*. 1 "V.r.lem,
liep'aico. Alcance 19 mitins. Elovneo 15 me-
tros.
O le C;bo Fno, a 23i" 40" d- Lt. sul, o 41
53" 89" de lo g. oste da Green. Na 1 ha da Cabo
Fri. Las girauto com laino-j >a de SI.' um V0 se-
guradla eclipses de 45 segundos. 1 ordam ca-
toptrco. Alaauca 20 milhas. Ele vacio do foco
16 m, Vi.
O da liba Risn, 23 3' 40" da lat sul, e 43
8' 20" de. long. este Je Groan. N> Ilha Rasa.
Luz girante oqm d tos lamj-j is bnucos ana ver-
melo com doragi i de 3,75 sa^a-itis cii.uin, c
o< eclipj.'s da II, ;5 teganlos. 2 o.dcm dioptrii-o.
Alcance 24 miih-is,
O ph i roleta de Sauti Cruz. Ni fortalasa de
Siuta Cruz. Luz branca fixa. 6a ordam cotopriej.
Alcance 7 milhas.
O,pharolete de Wlegaiiuin. Na fortaleza dea-
so mine. Luz vermelaa fix*. 6 orden catopric>
A'cauec 8 milhas.
O do Claoiuc>. No poata di Araeoa! de Guer-
ra. Liz verinalha e verde, fixis. Elavaeio do fo-
co 2 m 50.
Em S. Paulo 2, qua sao :
O da Aloal, 24' 3' 5" da lat. sul, c 4-i 15'
35" de oog. oesta da Green. Na Iiha da Muela.
Luz branca fixa. 1" ordem catootrico. Aiaance 20
milhas. Eevae-Io do foco 8 metros.
_0 do Bom Abrigo, 25' 6' 40" da lat. sai, e
47 51' oa/'-de long. oesta de Green. Luz girante
c i a i -ou i l.iui.o'-j os brancas e um vermelho, co.u
iutarv'allo de 15 seguaJos. 6a irdem dioptrieo.
Alcance 14 milhas. Altura do foco I2,m25.
Xo Paran 2, que sao :
O pharolete da Fortaleza, 25 30' 55" da lat.
sul, o 48' 19' 30" de loo*;, oeste de Green- Na fur-
ralezi da Ilha lo Mel. Luz vermelha fixra. 6a or-
dem dioptrieo. Al.'.inca 6 milhas
O das Conchas, 4 25 32' 40" do lat sul, e 43
18' 15" de long. oesie de Green. No morro das
Concha, na Una do Mel. Luz branca fixa 3* or-
duul dioptrieo. Alcance 18 mitliis. E'.evaciio do
foco 17in,5J.
'dj Sania Catharina 4, qu; s-X>:
.O da Una do Arvoredo, 27 18' 0" da lat. sul,
a 4S" 22' 20" de long. eeste de Green. Na parte
sueste da lino do Arvorado. Luz branc fixa, al-
ternada por Iampejos brancos c vermclhos do 2 ero
2 minutos. 2a oriem dioptrieo. Alcanca 23 mi -
Iba*. E'evacao do fco 14,m7.
[Le
- bV
ceaa por (Leonardo Lima, 1 vol. ene.; Systema
mtrico por Carneiro Monteiro, 1 vol. ene.; No-
coes ae ggraphia e historia, por um pernambu-
esno, 1 vol. ene; Grammatiea francesa pelo pa-
dre Antonio Pereira, 1 vol. ene.
Pela Exma. Srn. D. Mana Miraudolina Freir,
carta geograpbiea do sul do imperio.
Pelas respectivas redaccOes, Diario de Pernam-
buco, Jornal do Recife, Provincia, EoAucdn t Re-
vista do Norte.
Va par Man Aoa-Saino hontem Urde
da Parabyba este vapor, que deve amanhecer
hoja u'este porto.
Oeuale saniae-Ha amaba as segum-
tea :
Dj lns'.ituta Litterario Olinden*1, consalho ad-
ministrativo, s horas e no lugar do costume.
Da Unio Commerciai Bonefiocute dos Merciei-
roa, ao maso da, para assumpto de ioteresse so-
sliaJ.
Dro Clob Litterario Ayres Gama, em sua sede,
na Escola Normal, s boras do costume.
sirecioria dn obras de ennserva-
ciii tos portoBoletim meteorolgico do
di i 3 de Marco de 1887:
lloras i Mi Barmetro a 0 TiBsO do vapoi o i -j a 33
6 in 9 12 3 t. 6 270 25'1 24'9 27a8 27o _3 75714 7581172 758ai70 757">32 757m6l 20.67 21.57 21.57 21.69 20.52 77 92 92 77 75
O d) Auhato-inirim, 27 25' 30" de lat. sul, e
Joilo. Luz' branca fixa. 3 ord-in, dioptrieo. Al- 48o 3' 25" de long. oeste da Oreen. Na fortaleza
jBsace 14 mdhi-. Jda Santa Cruz da Ilha da Anhato-mirim, na bar-
0 de Itacolomy, 2 10' 10" da lat. sul o 4IoIra do norte. Luz branca dxa. G ordem dioptrieo.
' 40" da long1 oaste de Gre nwich. N ponta Ale meo 12 milhas. ElevacSo do toco 8,in25.
24'
do Itacolomy. Luz branca fixa, com Iampejos de
2 em 2 minutos. 3 ordem dioptrieo. Alcance
18 milhas. Eievacao do foeo 17,m50.
O pharolete de Alcautira, 2 24' 50" de 1at.
sul, e 44 23' 55" de long. oeste do Greenwich.
Na cidade da Alcntara. Las branca fixa. 6" or
dem dioptrieo. Alcance 9 milhas. Elevaeo do
foco &>50.
O da Barra, 2 30' 20" de lat. sul e 441 17'
"50" de iong. oeste de Greeowich. Na fortaleza de
Santo Antonio, na Poata 'Areia. Luz branca e
vermelba. 6a orden dioptrieo. Alcance 7 militas.
O de 8. Maicos, 2 29' 20" da lat. sul. e 44
17' de long. oeste de Greenweh. N* fortaleza de
S. Marcos. Luz branca fixa. 4a ordem dioptri .-o.
Alcanca 15 milhas.
O de Saat'Auqa, 2 16' 20" da lat. sul o 43
36' 30" da long. oest; de Greenweh. Na ilha de
Sant'Anua. Lus girante, dous Iampejos braacos
e um vermelho, 80 segundros entre cada lamp-jo.
2a ordem dioptrieo. Alcance 20 milbas. El :va-
c4o do foco 45,ui6.
No Piauhy 1 : o da Padra do 8al, 2 49' de
lat. sul, e 41" 43' 30" detoug. oeste de Greenwich.
Na ponta da Padra -do SaL Luz branca tixa. 4"
irdetn dieptrico. Alcance Id milhas. Elevicio
do foco 12,m54.
No Cear 2, quo slo :
O de Macuripe, 3 42' 10" de lat. sul o 38
27' 30" do long. oesta da Greenwich. Na poata
de Macuripe. Luz branca com Iampejos de iniou
11 em minuto. 4* ordem dioptrieo. Alcanzo 12
milhas. Eievacao d i foco 9,m30
_ O Jo Aracaty, 4 21' 20" de lat. sul e 37 43'
50" de long. oeste da Greenwich. No ponta de
sotavento do rio Jiguanbe. Luz branca fizo. 5"
ordem dioptrieo. Alcance 40 milhas.
No Rio Grande do Norte 1 : o doi Reis Magos,
5 45' i", de lat. sul e 3> 11' 20" de long. oeste
da Grernwich. Na fortaleaa dos Reis Magos, na
barra do Rio Ora ida do Norte. Luz branca tos.
5a ordena iioptrico. Alcance lu milhas.
Na Parahyba 1 : o da Pedra ecea, 6 57'
o" de lat. sul, e 34 4-1' 50" de long. oeste de
Greenwich. No rochad Podra Secca, na barra
do rio Parahyba do Norte. La branca do eclip-
ses o Iampejos' de minuto em minuto. 4' ordem
dioptrieo. Alcmca 10 milhas. "
Em Pernambuoo 4, que sao :
O da Recife, 8 3'. 25". de lat. sal, e34 60*. 10".
do oag oeste de Green. N* extremidade norte do
Recife. Lus girante de dous Iampejos brancos e
um vermelho, ds minuto en minuto. Ia ordem
captoptrico. Alcance 15 milhas.
O de Olinda, 8 1'. 20". de lat. su!, e 3f 49'.
ng. oeste de Green. No forte de Moatetegro,
8 los Naufragados, 27 50* 30" de Ist. sul, e
48 31' 50" de loog. oesto de Green. Na poota dos
Naufngajs. Luz branca girante com Iampejos
le 4> em 45 segundos e ealipses. 3" ordem diop-
trieo. Alcance 16 milhas.
O pharolete do Imbituba, 23 16' 45" de lat.
aul, e 48 40" 20" da long. oeste de Green. Na ex-
tremidade do morro de Inbituba, no aneoradooro
deste nome. Luz branca fixa. 6a ordem dioptrieo.
Aleauee 10 milhas. Eievacao do foco 6,m50
No Rio-Grande do Sul 6, que sao:
O da Barra, 32 7' 15" de lat. sul, e 52 V 20"
de long. oeste de Green. No pontal da Barra.
Luz branca fix i, variada por lus sciutillante de
30 em 30 segundos. 2* ordem dioptrieo. Alcance
16 milhas. Eievacao do foco 29,m55.
O do Estreito, 31* 46' 33" de lat sul, e 51
56' W de loug. oeste de Greeu, No banco do es-
treito, da Lsgoa des Patos. Luz branca, fixa. 3a
ordem, dioptrieo. Alcance 8 milhas.
O do liujur, 31 35' 10" de lat. sul, r- 51* 35*
41" de Ifllig. o.-ste de Green. Na ponen do B?ju-
r, di Lago dos Patos. Lus branca fixa. 4 or-
dem catoptrica. Alcance 12 milhas.
O do Capao da Mirca, 31 18' 0" de lat sul,
e 51* 16' 41" de long. oesta do Green. No Caplo
da Marca, na Lagoa das Patos. Las branca, fixa.
4a ordem, dioptrieo. Alcance 12 milhas.
O de Christovao Pereira, 31 4' 0" de lat. aul,"
e 51 14' 40" de loog. oes de Green. Na ponta
da Christovo Pereira, lia Ligoa dos Patos. Luz
branca, fixa. 3' ordem, eatoptrieo. Alcance 12
milhas
O de Itapoan, 30 22' 24" de lal. sul, e 51
8' 40" de loog. o;ste de Green. Na poata de Ita-
posn. Luz braoca, fixa. 6a ordem eatoptrieo. Al
canee 12 milhas.
Sao ao todo 59 pliares, sndo : 1 ao Ama-
zonas, 10 no Para,' 6 no Maranbo, 1 no Pianhy, 2
no Cear, 1 no Rio-Grande do Norte, 1 na Para-
hyba, 4 em Pernambnco, 1 as Alagoas, 3, em
rtergipe, 7 na Baha, 2 no Espirito -Santo, 6 no
Rioole Jaueiro, 2 em 8. Paulo, 2 no Paran, 4 em
Santa-Catharina, e 6 no Rio Grande do Sul.
A eievacao do foco, qae cima so allude,
a altura cima de solo.
Club Marccllioo Cielo.O movimento
d i bibliotb"ca d'cste club no mes prximo findo
foi o seguinte:
Ooras sabidas, 43 em 74 volumes; obras entra-
das, 30 em 46 volomes.
OfiVtas :
Pela socia honoraria D. Mara Claadina Lima,
Magnum Lexicn 1 vol. euc. Atlas moderno de
And.-veau Gonjon, 1 vol. euc.; Geograpbia, do
oihz Poixpao, l vol. ene.; Pontos de geogra-
cm Olindi. Lis fixa, alternada por Iampejos brn- phia por Caneas, 1 vol. ene.; Grammatica fran-
Temperatura mxima28,75.
Dita mnima24%'25.
Evaporaco em 2i horas ao so! : 32 ; som-
bra: 3,2.
Chuva2,"3.
Direcco do vento : ENE do meia uote at 2
horas da maulla ; N'E a' 4 horas e 30" minutos da
manha; E e ENK alternados, predominando E
li meia Baste.
Veloeidade media do vento : 2,m47 por segunda-
Nebulosidade media: 1,0
sloMititAl Poiiuzue-O movimento das
enfermaras deste hospital na semana fiada foi o
seguate :
Existiam em tratamento...... 19
Entrarais durante u semana... 3
22
Sabio curads................ i
Ficam em tratamento........ 21
22
Contina de semana o Sr. inordemo Jos Maiar
da Sii va Fernandes.
TaojuarctmiraSserevom-aoa d'aSa loca-
dade em 28 do mez ultimo :
Poueas eo as noticias qua posso adiantar i
taiMiva anterior, pir s-rem as cee irreuei quasi
uanhu.n is : vista dos que all noticiei, seguinlo-se
inda 23 de Jmeiro a festa do mariyr S Se-
bistnii qi; esteve Hiiimad* e concorridi.
E ii o) ilae mez luuve, quasi que, ero toda
comrea a eeus arrelores, forte trovoada coji c-hu-
vae, ten lo une, en Jabui (Gravar.) onde o vento
toi extraordiuhrio, contou-se estraga ern casas,
i; uno arvores antigs roladas eem completos es-
tiihavis. Eitas secundarain o seu apparecimento
cm 0 do corrate, porm, co:n menos arrojo, fieando
quasi todss os a;utes com agua e sangrando a
in iior parto d. lies.
oj a'ahi para c nao se tornaesein exeassas
as chuva, podiam coatar com a Colheita d<-a que
plautarain as catingas, e o verde estara all im-
portante, haveudo trtara para o gado, queja vae
tendo o que camar. Aqui na serra nao sa talla, a
frescura immensa.
Hontem toinnrain-se nuvens de aguuceiras,
dando trovolas fort-s 6 leguas mais ou me es,
boje o dia amanheeeu prometiendo c'.iuvas, Dous a
mande.
O Ihsrmometro tem reguhdo de 16" a 22
ceut'gradjs, sendo o mximo de dia.
Cira a inconstancia do tempo apparecemm
f'bres c entras males proprios da estaco, porm,
sem casos (ataos, granas aoa recursos gratuitos
que aciuilmeiite ,i p-ipuiacao aqui encontra.
A nnssa E blidaoe acaba de melhorar a nnva
estrada qua de Vertcntes se^ua para esta villa,
podendo affirinar-sc qna nc.ibiram-se os receioa
i.i subida a aerra, pois a estrada aberta tao boa
qua podem desear cavallos empirelbadus em mar-
cha, acm ilsco algum pira os cav illcros.
O forum funccioini ilasdc o 1' do eorreote, e,
com .tanta animacao, que ninda nia appareceu mo-
tivo para dizer-sa que este auno ter boro para os
respectivas funecicnari is.
Em 10 do eorrente, Francisca Rodrigues Cha-
ves, que hava appeliado p>ra u Eelaeo, da sen-
tanv-i que o condemn:u no grao mximo do art.
257 to Col. Crm., cuja sentenoa foi confirmada,
f i ;,preseut-tdo pele seu fiador o rec-olhdo a eadcn
desr.i villa.
Eai 17 do currante, foi convocada a Ia setsaV
do jury do eorrente anno para 21 de Marco viu-
douro,
Com reluci a hetoa crmiuqao3 nada t-'uoos a
registrar ua presente, pois que aqui vai tudo na
paz do Seuhor.
O carnaval aqui na serra esteve soffrivel,
mascaras insulsos, seforesahindo nm maracat de
meninos que km (asaisaloa eregularmcnte trajados,
deserapenharam seus papis, t-.nio. no ultimo dia
havi.io cavalhad3S, terminando 03 brinqnedos
com dous jactares dados um na .caverna do mara-
cat pnlcis seus cneairegados e outro a'amjardim
improvisado em pleno retento, na ra principal da
villa, pelos dermis mascaras reinando ordem e har-
mona, locando a msica marcial.
At que afina! loi nomeado tabelllo e escri-
vao e mais annexos d^sta c-imarca o cidaao Joo
Barbosa de Sonsa.
> Esta noticia, Eenio rec bi a em 21 do cor-
rento com g'ral satisfa-cao, nao deixou de contra-
riar outros qne ao prxima nada desejam de
bem.
Tendo viudo sen 4itulo, inda nao pode t -
mar posse, apesar doa meios que tem empre-
gada.
Exercia este cargo interinamente o tenante
Guihermiuo Duque iiezerra. que, a par de suhs
b is qualdades peseoaes, com zelo e socitude ;
tendo de retirar-se^igo que entregar o cartorio,
deixou nos saudosos da sua convivencia.
luhumaram-se ao cemiterio desta villa, no
periodo de 13 de Janeiro at esta data, 2 prvulos
e 2 adultos sendo um de 90 annos c outro"de mais
de eem.
A' proposito deste bito que foi de DelphiLa
A!, da Concecao, rculisou-se quasi repentina-
mente, tanto que horas antes de dar-se, Delphinu
que t'abalhava e ccaservava todas as facuLlades
meuii-.es, catando cm casa de urna sua conhecida,
o prasentio, avisando do que so a dar ; viiam n'a
fallecer conforma prodissera.
Eis o que occorreu do mais importante.
Au reeoir.
Urna oplatlo reapcltavelNo meio
das contradictorias noticias que circulara res-
peito da poltica exterior, origem de o telegrapho
t ausmittir cada dia impressoes diversas, uvalta
certameate um receio fundado em todos os aninioa
e um temor nao oceulto da parte das personali-
dades que seguem com maior at.enclo e autoridad"
a mar aba das grandes naces.
O general Brialmout, justamente considerado
como urna das illastracoes militares, e a quem
deve' a Blgica aa maiores fortificacoes de Bru-
xe!ia8, celebron nnm interessante conferencia com
o coate Adriaaa Oaltremont sohre os assumptos
que tanto preacenpam aoa goveraos da Europa.
O llastre geaeral belga expoz em termos prc
cisos sua opiniao respeito da situacSo respectiva
da All manha e da Franca.
O general Brialmout teme que d'nm momento a
nm outro possa reb3nta: nma guerra decisiva en-
tre as duas nacoas.
Bageia a aua opiniao nis segantes_raa3es:
No seu conceito, impossivel que as grandes po-
tencias possaru supportar por muito tempo as car-
gas oppressoras do urna paz en oue augmentara
Cada da rivalidades que as obrigam a arniar-se
em competencia.
Os principaes exeretos voltaram aos tempos dos
exercitos innumeraveis de Xerxes e de Cyro ; e
isto debaixo do aspecto financi;iro nao pede man-
ter-se, e debaixo do militar estas exageradas tor-
cas acabar) por nao ser manejareis estrategi
menta.
A poltica da Allcmanba dirigida paia um fim
preconcebido.
No dia eai qae os exercitos se vejam novameute
fovorecidos pela victoria, a Allcmauhs, com se-
guranca, exigir um desarmameoto geral; n'esse
dia suas coudicoes scrao mais duras que as de
1871; mpora Franca um estado militar limi-
K
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1
i
Diario de PcrnarabncoSaWbatlo 5 de Ufare de 1887
3
tado, do qual nada t'nha que tener no futuro,
viudo a eatabeiecer s reeiproea do s^atadj do Til
Blt
No jaxo Jo Bnalmoat, este C o pensam.-ato que
desde ha ranito tempo va acariciaado Biamarck ;
suas eendicoes de hornera do Eatat.'o sao muito
graudei pira procurar que oaaae de dm* airuaco
que eegota as recursos da Allemauh.
A' respailo da Frincs,, iormulou opiniaj em
igual sentido, pois so bem sua riquna sej* su-
perior & da Aile-nauh, Um tamben scu limite, e
desde 17 anuos, s rern feito prodigios ein orga-
nlsHflo o aprestos m.litares, cjusj tiuibeui fibu-
losas 3>mmas-
"e a guerra rebentar o gneral Brialmont awe-
gura que a Franca eorsbater com urna energa
maior do que ein iS70, .'auto pir con'ar hoja com
tois recursos ae guerra, quinto pjrque est pene-
trada de qt a lusta ser decisiva para o seu
porvi;-.
Em ofual di conferencia, Brialioint nao occul-
du "eus temores respeito di Blgica, p>r s>ia
situacao geograpl'jca.
Se estes dona colossos, di elle, vierem s
ujibs, fcil imaginar os desastres de que nos
veramos am-acado- ante as provaveis contingen-
cias de ber invadido no*s> teriorio, cansan la-nos
desgrasas irreparavei*.
1,oiamEHectuar-ae-Uao:
Iioje :
i'do agente Otumao, s 11 horas, na ra do
Marques df Olinda u. 19, d>; movis, miudezas, v-
nho, louc,*s, ote. -
Pe!o agente Urilo, s 10 horas, a ru* do Pclro
Ari\.nso n.43, de faxendts, miudezas e mmis.
= Segunda-fera :
Pelo agente Unto, as 10 lf2 horas, ua ra da
lraperatriz n. 20 de uro piano e movis o um ca
bri'let smericano.
HUa faneftre. Serao celebradas:
Hoje :
A' S horas, n* matria da Boa-Viata, por alma
Je D. Mara Eugenia Uabello de Souai ; s 8
horas, na igreja do Paraizo por aliaa de D. Ma-
ra Cleraeatioa de Moraes sfattM.
Segunda-feira :
A' 8 horas, na capella do Urjc-mcim, por
aima do D. Enediua Augusta -'errano TraVassoa;
s 8 horas, no Corpo Santo, pe' alma de Custo-
dio Francisco Martina ; s 7 horas, na matriz da
Bja-Vista, por alma de D Eaeia* Augusta Ser-
raao Travaaaos.
Cana de Ueteueuo-Movinunto dos pre-
sos do da 3 de Mareo :
Existiaio presos 359, entraram 16, sahirain 11
Eiistcm 364.
A caber :
Nacionaes 333, muiheres 9, estrangeiroa 14, ec-
oravos sentenciados 6, dito de cor recelo 2To-
ta! 361.
Arracoados 331, sendo: bons 313, doentes 18,
Txal33l.
Movimeato di cntsruiaria:
Teve baixa :
Pedro Jos Goocalves.
Teve alta :
Maria Amelia da Silva, conheeida por llana
Damnada.
xyauuaua. # -------------
Lotera da cdrleA 20JJ lotera da cor- i justca ad h
.._:____- M_Br!ti A ra
De Naaareth S earrente o juiao, recorrido
Virgoltuo Flix dos Santo. RjUtor o Sr, das-
emoargador Tvarea de Vaaconcellos. Adjnntoi
os Sra. desembac,; adores Toacano Baireto e Pina
PerreiraDeu-ae provimeuto, eoatra o voto do
Sr. deaeanbargador Pires Ferreira.
Aggravo de peticao
Da RecifevAggravante Jos Corr- i 4 de Vaa
coacellos, aggravado o juiao de ausentes. Rda-
tor o Sr. desembargador Prea Perreira. Adjun-
tos os Sra deBembargadore Monteiro de Andra-
de e.DjIfino Civalcante.Dea-ae provimeot) ao
aggravj, uoauiueuiente.
Aggravo de ioatrumento
" De NazrethAggravante Francisco Joae da
Costa Gnnau), aggratado Thomaz Jo de Mel-
lo. Relator o Sr. deaembargador Pire* Goncal-
ves. Adjuntda oa Srs. desembargsdorea Prea
Perreira e conselheiro Qaeiroz Barros.N-'gou
se provmento, unnimemente.
Da Escada Aggravante Mano?l Pereira da
Silva Lina, aggravado o Baro de Petrolina. Re-
lator o Sr. deaembargador Alvea Ribeiro. Adfoa-
toa oa Sra desembargadores Tavsrea de Vaaeon
cellos e Boarque Lima.Oeu-se provimento, con-
tra o voto do tr. desemWgador Buirque Lima.
Frorogacio de inventario
Inventarame D. Emilia Marques da Silva
Coucedeu-se o prazo de 6 meses.
l'ASSAQENS
Do Sr. conselhero Queiroz Barros ao Sr. de3-
embargador Buarque Lima :
Appellaco cjmmercial
Do ReciteAppellante Joaquim Jos Rjdri-
gues da Costa, appellado Joaquim Dias de Al-
neida Costa.
Do Sr. deaembargador Buarque Lima ao Sr.
deaembargador Toicano Barreto :
Appellaco crime
De Alagda Niva -Appellante o juizo, appellado
Manoel Barbosa de Mana.
Appeacao civel
Do RecifeAppellante Dr. Manoel do Nasci-
msnto Poutes, appellado^ conselhero Slveno
Pernandes de Araujj Jorge e outroa.
Embargos infrjgentes
Do Reciff Embargante Dr Jos Angelo
Marcio da Silva e outros, embargados Joa Alves
da F^nseca e outros.
Do Sr. desembargad ir Mmteirj de Audrade ao
Sr. desembargadnr Alves Ribairu :
Appellacoea crmes
DsPitimbAppellautes o jaiso, appellados
Antonio Flix djs Santos e outro.
Dj MuricyAppellante o juizo, appellado An-
tonio Malaquiaa d> Nasciment).
O Sr. deaembargador Pires Goocalves como pro-
carador da cora e promotor da juatica iaterioo
deu parecer dos seguintes feitoa :
Appellacoe8 enmes
DeTraip Ap liante o juiao, appellado Ma-
noel Pereira da B*a.
De AlagaAppellante o juiao, appellado
Antonio Francisco de Lyra,
Da ParihybaAppellante o juizo, appellado
Jos Teixeira da Silva.
O mismo Sr. deaembargador Pires Goocalves
mandn meaa pedindo nomeacao de promotor da
a aedioamanto homcBopatieo, ni do M*r-
jties de Olinda a 23.
Uro cari a
Faria Sobrinko tayado, ra do Marque de Olinda a. 41
ertarta a Vaasr
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisca dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. Teste grande esta
beleiinento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-so e vende se rnadeiras
do todaa bs -, i.Jidades, serra-so rnadeiras
de conta alli-ia, assim coaio se preparam
obras de carapina por machinas e por pro-
co sera compatencia Pernambuco.
PIBLiaCOES A PEDIDO
Liberdade
te, pelo mv plsn', cojo premio grande de
33:iKW000 lera extrahiia n dia .. de Mar-
oo. _
Os bilhetes acham-se venda na praca da In-
deoeodencia ns. 37 e 39..
Tambera acbam-se venda na Casa da Por-
tioa ra Primeiro deMarco.
Appellacao crime
De Correptes A .mellante Jos Antonio Be-
cerra, appellada a jnstica.
Do Sr. desembwgador Alves Ribeiro ao Sr.
deaembargador Cavares de Vaaconcellos :
App .'llagues crimes
De Taqu~retiogaAppellante o juizo, appel-
' 3u;i ra rrimcirn ucwniyy. ~ .-^.-.0 "rr;-------
liiilerla do BoA 3* parte da lotera lado Jos Francisco dos Santos.
a. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida boje 5 de Marc >.
Os bilhetea acham se venda oa praca da Iaae
pandeoca ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venia na Casa da Fortu-
na ra 1 de Marco n. 23.
Lotera para o fundo de etaaaei-
parn-A 7 parte desta lotera cojo premio
grande de 6:000*000 ser extrahida no dia 10
de Marc*, s 2 horas da urie.
Os bilhetea acham-ee venda na Reda da For
tina na Larga do Rosario n. 36.
Cesnllerlo Publico Obituario do dia 3
de Marco : __
Gabriel Cabra! de Quena, Parahyba, 26 annos,
soiteiro, Boa Vista ; queimaduras.
Bueno Marcondea de Ahneida, Rio de J neiro.
30 annos, casado, Boa Vista ; tubrculos pulmo-
nares. _
Sererina, Pernambuco, 5 mszes. Graca ; con-
Severiuo, Pernambuco, 2 mezes, S. Antonio;
sypbilea.
PERMAHBQCO
i.ondun & Brazlllaa Bank Ll
mlted
Capital do Banco 1.000:000
do pago 500:000
Fundo de reserva 250:000
BALAKgO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 28 DE FEVEREIBO DE 18S7
Activo
Letraa descontadas
Letras a receber
Emprestimos, contas correates
outras
Garantas por contas correntes
diversos valores
Caixa em moeda corrente
160:707*700
626:763*010
3,545:815*310
1,036:461*530
434:891*090
5,804:638*640
Passivo
Depsitos :
Em conta corrente 595r32u030
Fixo e por aviso 2,120:620*340 2,715:945*370
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
1.677:539*060
1,401:122*940
10:031*270
5,804:638*640
S. E. &0. ,QO,
Pernambuco, 4 de Marco de 1887.
W. H. Bilton, manager.
Wm. JIl, acconntant
CBRONICA JlBICIARIA
Dj PlaneAppellante o juizo, appellado B^
uejicto Eduardo Moura.
Dj Sr. deaembargador Tavares de Vasconcel-
os ao Sr. conselhero Queiroz Barros :
Appellaci) crime
De CamaragibeAppellante Manoel Gomes dos
Santos ;nna, appellado Fiancisco Estevao da
Silva.
DILIGENCIAS
Com vista s partes :
Appellacao civel
Do RpcifeAppellante Dr. Arthur de Barroa
Falcio deLacerda, appelladoa Bento Manoel Car-
loa de Mello e outroa.
DISTBIBig5E8
Recursos elortoraes
Ao Sr. deaembargador Pire Goncalves :
De Becerros Recrreme Vicente ae Paula Fe-
licio dos Santos, recorrido o juiao.
Ao Sr. deaembargador Alvea Ribeiro :
De BsenosBecerrete Libanio Joa Xinw-
nea. recorrido o juio.
AoSr. deaembargador Tavares de Vaaconcellos :
D AreiaReeorrente Firmina Jos Alves da
Cesta, recorrido o juiao.
Recursos crimes
Ao Sr. conselhero Queiroz Barro :
Do PalmareaReeorrente o juiao, recorrido
o subdelegado Maooel de Souza Texeir,
Ao Sr. deaembargador Buarque Lima :
De Palmares R.-correne o juizo, recorrido
Manoel Francisco de Azevedo.
Ao Sr. deaembargador Tascauo Barreta :
De Tiababi Reeorrente o juiao, recorrido
Joao Francisco do Nasciment).
Ao Sr. deaembargador Delfioo Cavalcaute :
De NaaarelhR.-correnta o juizo, recorrido Ole
gario Francisco Das.
Ao Sr. deaembargador Oliveira Maciel :
De Paulo Ao naoRacorrente o juizo, recor-
rido Ionoceneio Anacleto doa Santos.
Ao Sr. deaembargador Pires Perreira :
De GoyannaRecrrante o jouo, recorrido o
escrivio FranciSJO Ribeiro da Costa.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De PanellasReeorrente o juiao, recorrido Ma-
noel Pedro Parahybani.
AoSr. desembargador Alves Ribeiro :
Do PenadoRecurrente o juio, recorrido Ao-
tooio Jos Pereira.
Ao Sr. deaembaraador Tavares do Vaacoacelloa :
Do logaReeorrente Idaiiuo Cavalcante de
Albuqaerque, recorrido o juizo. _
Aggravo de peti^o
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Reoife-Aggravante Jos Eanaly, aggrava-
dos Albino Amoriin Je C.
Appellacao civel
Ao Sr. deaembargador Alves Ribeiro :
De Palmares Appellantes Ernesto Argelino
de Barroa Franco e sua mulhe.-, appeilados Dr.
Pedro Affonao Perreira e eua mulher.
Eocerrou-se a scaaio aa 2 horas e um quarto
da tarde.
OFFERBCIDA B DEDICADA AO EXILADO
' TA GUSTAVO AD0LP80
Gustavo : 83 do co Toassse neo anjo
Para tras?r-te a victoria,
A toa pagioa de gloria
Mandada pelo nosso Deas;
Seria belo, sublime
O Deus da luz, da veriade
Nos mostrando a libariade,
Libertando os filbos ssus.
Se do co caliisse um aojo
Para dar livre passagam
Ao hornea de inais coragera
De sangue puro e gentil ;
Seria por oerto Gustavo
Qne lutando cora a hamanidade,
Pedindo a Deus Liberdade,
Ao Povo aqu do Brasil.
Se do co descesse um anjo
Altivo, lindo e formoso
Amavol. casto e mimoso
Para a liberdade te dar...
Seria por eerto um triumpho
Sera entilo urna glora
Os louros de urna victoria
Da tua prisao infernal.
Se do co fugisse um anj >
Soberba, ebeio de luz
Para roub.r-te da cruz
Da desditosa prisao.. .
Por certo seriam flores
Seram ruidosas p ilmas
Nas.idas de nossas almas,
Nascidas do cc-raeao.
Se do cea baizasse um anjo
Sorrindo, cheio de fljres
Mitigando as tuas dores
Para comtigo viver...
Por certo, seriam louros
Vindo do cea e6te ajo
Sublime, como um archanjo
A' amarte at morrer.
Se do c) falhsse um anj a
Ao povo desta nacSo
Curvando a fronte no chao
Para mostrar sua luz-..
Serias salvo, Gustavo,
Que preso estaes como escravo
Espera, pois, fiiho bravo
Di trra da S .ota Cruz.
l'OK
C'eatre Repnbliciin*
COMUEXORAClO DO 6 DE ARCO
A commiasj n-cutiva do Centro Republicano
oonvida a todos oa aeua eorreligiunariot e o-pu
blico, em geral, para asaia'ircm a eesej mngna
que ae realiaar domingo 6, no theatro Santo Ao
tomo, as ll horas da manha, com o fim de solem-
oar-so o 70* auno da gloriosa revulucio republi-
cana Je l817.
A sesti) aera ab.'rta pelo cdadSo Dr. Martina
Jnior, presidente da Commsao Extctiva, e em
seguida ter a palavra para conferenciar sobre o
objecto da eommemorucao o cidadao Dr. Albino
Meira.
E' admissivel n iuscripoSo para outros oradores.
Reservar b>;-1i i i.-amarotes pira as familins.
Argemiro Arxa,
Secretario.
IHUKUlllll
DO
Dr, Virgilio T. de Oliveira
Consultas
da tarde,
l. andar.
No mt'suio consultorio
da arte dentaria.
todos oa das de meio da s 3 horas
ra do Viscoude de lohauma a. 36
faz-s qualquer trabaibo
1887.
Julio Soares de Azevedo.
Quadras olTerecIda a S. Exc. Sr
presidente da provincia
Pedro apostlo de Josas
Primeiro papa do mundo,
Lamentou ver sobre u cruz
O sen mestre aem segundo.
Excelso nome de Pedro
Que tanto brilba no mundo ;
Noa deixou Pedro primeiro
Sen filho Pedio segundo.
Os que vivem dos qne jazem
Pur outra eorte nao ter,
Sempre e aempre estilo a margem
S Pedro oa pode valer.
Cabo.
B. Barreto, ( o do cemiterio.)
Tribunal da Rela?o
SESSO ORDINARIA EM i DE MAEQO
DE 1887
PBEsIDEilCIA DO EXM. SE. CON3ELHEIBO
QOINTIltO DE MIRASDA
Secretario Dr. Virgilio CoeUo
A'e horas do coatume, preaentes os Sra. desem
bargadorea em ame o legal, foi aberU a aesaao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Diatribaidot e pascados os feitos deraaa-ae os
seguiutes
JOLQAMEKTOS
Habeas corpas
Pacientoa. .
Joao Gomes doa Santos e Jos AotKiio rerrei-
ra Pilntrca.Foram iodeferidoa, anaoimBnte.
Francisco Antonio de Lkna. CoacadeB-ae a
soltura oontra os votos dos Sra. deaambargadores
Tavares de Vasconcellos, Prea Perreira, e Mon-
teiro de Andrade.
Ue-'ursjs elcitoraea
Do Cabo -Reeorrente Sebaatiio Miya* Pereira
de Carvalho, recorrido o juiz >. Relator o Sr. des-
embargador Prea Perreira. Neg-ju-a* provi-
mento, nnanimemeote.
Da EcadaReeorrente obacharel Jos Euge-
nio da Silva Ramos, r. corrido Joao Tiburcio do
rtego Barroa. Relator o Sr. Vaentbargadar Mon-
teiro de Aad'ade-cj-ae provimento ao recurso,
uoannnement >.
Do Catle do RochaRacorrente Nabor Mar-
tilla Torras, recorrido o juiao. Rrlator o Sr.
de^cinLrgsdor Buarque Liioa.Segou-ae provi-
lavnto, auatmemente.
Recuroa crimes
Do TeixeiraReeorrente o jaizi, recorr lo
ClandiDode Albuquerquo Meilo. ttelator o Sr.
dj.cmbargador Monteiro dt Andrade. Adjunto
o Ur. desemoargadores Boarque Lima e Toa
cano BarretoDea-ee prjvimtuto, unnimemen-
te.
Um BsateRasorrent^ o jaiz do 4* distnctc,
riMS*rr>doa Joao Tavares de 84 e Francelio Ma-
na da Hora. Relator o 8. *eenib*rgador Ta-
vares de Vascoiicelloa. Adjaatoa oa Sra. des-
embargadores Pires Ferrjira o Mooteiro de An-
drade.Den-se provimi.ato, unaolnieniente.
NDICAGES OTIS
edlooa
O Dr. Lobo Hoscoso, de volta de sua
viagem
ao Rio de Janeiro, conntia no
oxrcicio de sua profisso. Consltuas das
10 s 12 horas, da manha. Especialdades
eperasSes, parto e molestias do s-ohoras e
meninos. Roa da Gloria o. 39. I n'r7ornoctarno "das ditas lioguaa. A
Dr. Barreto Sampato rt consultas ae etcrptor0 ^[0,, referido,
meio-dia s 3 horas no 1.a anaar da casa
51. Resi-
Eneontraram oa sabios na mana total do
aa0gue do homcm trea grammaa de ferro, assim
que esta quantidade diminue, o appetite desappa-
reee, irritase o systema nervoso, debiltam-se aa
forcaa ao meamo tempo que a pillidez aubatitue
aa roseas cores da cotia recommendam os mdi-
cos logo que notase eatea aysaptomaa, muito fre
quintes as senhoras, o Ferro de Leras, qae re-
presenta a composicao do glbulo sanguneo, nao
cansa o estomago, "nem produa prisao de ventre,
excita o appetite, digerido fcilmente por aer so-
luvcl e aasmilavel e reeonatiUe no tempo devido
o aangue empobrecido reanimando todo o orga-
nismo.
idvogado
O hachare! Julio de Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocacia ra Primei-
ro de Margo n. 4, 1 annar, onde pode
aer encontrado drs 10 horas da manha >
3 da tarde.
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o seu eacriptorio de advogado roa 1* de
Marr;o n. 4, onde tambem pode aer procurado para
lecconar o inglez, franci-z e allemo, pratica e
theoricamente, noa collegioa e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estudantes
e empregados do- commercio, resolven abrir nm
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
eacripturio
Patricio oreira
(Ex (liaetpalo ele Frederlco Mala 1
Consultas e opera^oes das 9 h ras da manha s
4 da tarde.
57-RA DUQUE DE CAXIAS-57
Atten^ao
O abaizo assignado avisa ao repeitavel
publico, que ninguem est autorisado a pe-
dir nem reucbor esmollas para os actos do
do Apostolado da Oracao que 83 eelebram
na igreja do Rcolhimento de Nossa Sanho-
ra da Concederlo em Olinda, porque as festi-
vidades do roosino Apostolado sao fuitas
custa doa asssciados entre si ; do mes:no
modo, que aioguem est autorisado a pe-
dir aem receber esmollas para o Mea Ma-
riano que se celebr 1 na dita groja, porque
agora ser o M.z Mariano feito custa da
mesma associagao do Apostelado, e as pes-
soas que sahiram na eleiso do aono pas-
sado, quereodo dar suas esmollas para o
Mez Mariano entreguem pessoalmente ao
abaixo assignado, ou onviem em carta fe-
chada pelo correio.
Olinda, 28 de Fevereiro do 1887.
Conego Manoel Joo Gomes, director
local do Apostolado da Oragao em Olinda.
Agradavel nolic a para os que
soTrem
Nao aoffre mais c.ntestacao 03 bons resultados
da electricidado, c p>r sto bem autorisados expo-
mos a venda com a maior confianca os bem co-
nhecidos anneis elctricos especiaes para nevralgas
e enxaquccas, os qniea vendem-ae a 4O0O os don-
rados c a 2a' 00 os nickeladoe.
Tambem as prodigiosas medalbas elctricas que
teem teit) grande revolucao no mundo civlisado.
E para as innocentes craucaa um indiapnisavel
colar elctrico para facilitar a denti^io.^ Realmente
um martyrio para aa carinbosas mies quando
veem aa pobres crianza? eatorcerem-se na mais
horrivel dr das convultoea. Deve-se prevenir o
mal antes d'elle vir.
Vendem-ae na casa de coafi.nca de Pedro
Aoluoes A C.
63 RA DO DUQUiS DE CAXIAS t3
Medico
Dr. Antonio Cavaleante Pina abri o 3 u con
aoltorio medico-eirurgico na cidade de Nazareth,
roa do Pajaand n. 5, onde pode aer procurado
pira os mistere de sua profissao.
DO COLLEGIO
a roa 1 > Baro da Victoria, n.
dencia ra Sete de Seterubro n. 34, en-
trada pela roa da Saudade n. 2o.
O Dr. Castro Jess tem o seu coofiul-
toTio medico, ra do Bom-Jesas n- 23,
dubrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Cooaaltorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consakas das 11 horas da manba s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
epe dos orgos genito-urinarios da hornern
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loweiro medico parteiro
Consultorio na ra do Cabula n. 14, 1..
andar, de 12 s 2 da tarde; residencia no
Monteiro.
O bacharel Virginio Marques, encarrega-
se de questSes civis, commerciaes, erimi-
oaee orphanologicaa e d-fvaa parante o
jury d*esti. e das comarcas prximas. Es-
criptorio a ra 1. de M-irc^ 18. 1.a adar.
Residencia ra do Hospicio a. 83.
Orossfrla a
Francisco ALtmtel da 8ii*a 4b C. dspo
sitaiios de todas as ospeciaiidatoe phara
oeuticaa, tintas, drogas, productos chiaiot
}
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailhazar da Silveira
1 p.
for*
Especialidadesfebres, molestias daa
naneas, doa orgos respiratsrios e das
senhoras.
Presta-ae a qualquer chamado para
da capital.
AVISO
1
Todos os chamadla devem aer dirig
doa a paarraaela do Dr. Sabino, i ra da j
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
aua residencia.
O director deste estabelecimento, avisa ao pu-
blico, que, para propagar o gosto pelo eatado das
linguas, abriu um curso de allemao, onde oa alom-
noa podero apprender esta lingua tanto pratica
como theoricamente.
A referida cadera regida pelo Dr. Eduardo
de Oliveira, o qual tendo residido quatro annos
e meio no mu conhecido colle^io BBEIDES-
STEIM, na Su'ssa, o abaixo assignado garante,
achar-se perfeitamente habilitado, para bem des-
empeuhar essa incumbencia.
Aquellos quo quizerem se matricular no .dito
corso, queiram entender se com o director do eol-
lego, ou com o Dr. Eduarlo Alfredo do Oliveira,
na ra Io de Marc) n. 4.
Jos Ferreira da Crus Vieira.
Dr. Mello Gomes
Medico clrurgl parteiro
Ra de Paulino Cmara (antiga .la Camba
do Carmo n. 36), onda ple ser pro-
curado qualquer hora do dia e da noite.
Consultas :10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Especialidades ; Febres, molestias de peito e
das aenhoras, syphilis e aoffrimentos da urethra.
Acode a qualquer chamado para fra da ca-
pital.
Tambem pode ser procurado, de meio dia s 3
horaa, na Pharmacia do Povo, ra do Range!
n. 34.
Dr. Joao Paulo
u en ico
Eapecaliata em partoa, molestias de senhoras
de enancas, com pratica na* principaea matrrni-
dadea e hospitaea de Paria e de Vie.ma d'Auatria,
fas todas aa opara^oea obstetricaa e eirurgicac
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residenuia na ra do Barij u'a
Victoria (antiga roa Nova) n. 18, 1- andar.
Consultas das 12 s 3 tsariut Jo tarde.
Telephone u. 467.
Collegio Meira
Este collegio abri suas aulas desdo o
dia 15 de Jan.iro prximo fiodo.
Ensinam-se n'elle todas as materias quo
constituem o curso preparatorio as Facul-
dades do Imperio, sendo o pessonl docente
o mais habilita !o que se pode desejar.
vJrn'ini a fur.cciontr a aula primaria,
qne poder receber alumnos da rmis tenra
idade, pois dirigida por duis filhas do
director, das quaes urna alumna do ter-
ceiro ann> da Faculdade de Direito do
Recife.
Do dia 1. do Marco em diante abrir se
ha urna aula da lingua dilema, em quo se
ensimr a traduzir e a fallar essa lingaa.
O professor respectivo ser o Sr. Al-
g-rmon Siiney Schifler.
Os estudantes, que quizereoa fraquontar
sta aula, pagal-a-hao separadamente da
monsalidado do Collegio.
O director do COLLEGIO MEIRA-
espera o mais decidido apoio dos pas de
familia, quo desej iro o real aproveitamen-
to de seus jubos, pois que tem sempre
tido por programma dar aos alunos, qae
lbe-sao confiados urna verdadeira instruc-
cio a par de una boa educaco moral.
O resultado dos eaames feitos no fim do
anuo passado o cloquente attestado cm
favor do COLLEGIO MEIRA.
Dos DEZESOVE alumnos qu3 foram su-
geitos exame, apenas DOtJS foram mal
succedidos.
Recebem-s1^ alumnos internos, mcio-pen-
sionistis, o externos.
Rui da Iraperatriz n. 63, 2 sndar.
Baeife, 26 de Fevtreiro do 1887.
O director,
Ascencio Minervino Meira de Vasconcellos.
Preparatorios
O abaixo assignado, antigo prof^aaor do col'e-
gio-Boo .ksus-omais acreditado de Alagase,
leccioaa nena eidade em casas de particulares on
na ana residencia Pode ser procurado na ra da
Ctucordia a. 73.
L. La venere W-
Ao Sr. tiermenegdo Coelfio da
Sil\a
STAyO DAS CINCO PONTaS'
Nio dou rcapoata hoje s la aggressio de bon
tem, per nao ter a vida ociosa como S S porm
farei iirauuh.
Reeife, 5 de Marco de 1S87.
Jos Lopts Ferreira Mua.
EDITAR
Profesara de caoto
Tendo resolvido fixar residencia nesta
cidide, propoa-so a dar lijSes de cantoria
em casas particulares, promettenlo esfor-
tir se o mais possivel pelo aproveitaraento
de suas discipulas, podendo.ser procurada
ra do Imperador n. 44, 3. andar.
("onsultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando maia de 12 auno
ie escrupulosa observado, reabre consaitorio nes-
ta oidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
a. ', 1. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noto : das 7 s 8.
as dentis horas da noite ser encoutrado no
riti travessa dos ll"in-dioa n. 1, primeiro por-
fo esquerda, alm a porco do Dr. Cosme.
Leonor Porto
Rna do Imperador n 45
Primeiro andar
Cntiua n exeeatar oa mais drfficeis
figurioos reeebido8 de Londres, Pars,
Lisboa e Ro de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
Ividade, mod i cidade em precos e fino
gasto.
Clnica medico-clrnrca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoras e
criiBcas.
Reaileucia Ra da Lnperatriz n.,4, segunda
andar.
S^cr:
N. 10 Reeommenda-se
Scott aos doentes do peito,
dos pulraoes ; aos anmicos,
orofulosos, e todos os que
um bom reconstituate.
A Emu8ao nao tem igual para reparar
as^forjas dos debis e eofraquecidos.
a EmuLao de
da garganta e
debis e es-
precisem de
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oca-
lita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 61 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto noa domingos e diaa s mtifacados
Residencia ma Scte de Setembro -
34. Entrada pela ra da Saudade n
S
\
dos. ) I
Antoaio i'Almeia Est
COM
Offieina de esculptor e enla
Iliad< r em madeira
85-RUA DO BOM JaRDIM-87
PORTO
Encarrega-ae de todaa as imagens em
Uualquer Unwnho, altarea, aanctuarios, b>
cheiras, caatisaea, jarras e Bacas, bem co-
mo tarimbaa funerhriaa, figuras allegnri-
cas e serpentinas, tudo perteucente s di-
tas artes. Tambem se encarrega de pintu
ras e pratas para imagena.
Grande depitailio de redoma* e
planbaa para a meamaa
Di. Gemnaira Lete
MEDICO
Tem o aeu escriptorio roa Dotrne de Caxiaa
o. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante cm sua residoocia A roa da Santa
Croan. W.
Eapectalidadesmolestias de sonboraa e enan-
cas.Tolephone MiracaaloMS aasccco t (S)
Urna filha do Sr. Prmiao Francisco Machado,
faaendeiro no Ibcuhjr, Rio Grande do Sol, eslava
desengaada pelos mdicos que a declararam af-
fectada de a na fysica pulmonar cm estado bas
tar.te adiuntado.
A. awa familia, profundxm-nts consternada, teve
a felia leinbranea de expermKntar e PEITORAL
DE CAMBARA', descoberta e preparacao do br.
Alvares S. Soares, de Pelotas.
A'guns frascas d'este precioso medcaairnto as-
aeguraram aa methoras da doente, e o uso ooeti-
nnado opero asta cura radical!
Esse miraculoso aucceaso cura do uma tno
terrivel ntenmdade, referido em um curta im-
presj noa opsculos ue acompanham o medca-
melo.
Unios afales e depositarios gernes nesta pro-
viociaFraneiaeo Maooel da Silva ftC. rea
Mrquez de fiada n. 83.
Hotel Gibraltar
Praga da Bataiha, .08
(defronte do correio geral e estaqao
ttlegraphica)
Este hotel moito se recosamenda aos via-
jautes pelo local em que se acha,
perto dos Jardins THeatros e os precos
de bospedageot ao mais baratos
do que em outro qualqner, eom o meamo
tratamento
Proprii'Iarlos
FERNANDt &IRMAO
rOBTO
Dr.
Medico, parteiro e operador
Residencia ra Bardo da Victoria a. 15, i- andar
Couaultorio ra Duque de Caxias'n. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 d*
tarde.
Attende para- oa chamados a qualqner nor>
ttlephoae a. 449.
$grttsfi
Dr. Ferreira da Silva, eonsaltas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 rna Larga do
Rosario.
valor da anca em beneficio dos cotres aiani-
ei paes.
LGAEE3 DESIGNADOS PARA N'ELLES DEPO-
SITARLE O LIXO DA CI0ADE
Fregu ta de Santo Antonio.Praia de Santa
Rita.
Freguesa da Boa-Vista.Hospicio.
Freguena do Reeife,L.do da mar pequen ac
noite daforUlezadc Brum. 100 bragis distante.
FreguetU de 6. Jos. -Sos alagada o cscen-
te e o poeute da ra Imperial. (
RAS QCE DEVEM SER VARRIDAS ,\ SOITK
Becife.Mrquez de O.iuda, Bspo Sardinha.
Lnrgo d Alfindrg, Madre de Dos, Amonm
Travesea da Madre Deus, Bom Jess, Cammereic
Torres, Thom do Souza, Manate, Largo d>
Corpo Saato, Vigario, Abreu, Travesa do Corp.
Santo, Vwcoode de Itaparica, BarSo de PriumpriG
Caea do Appollo e Brum. -
B*Vi- Vista.Imperatri*> ronde d Eu, Lrg da
Santa Cm, Ra da Santa Crut, ConceiyS.), B^rao
de S. Borja, Viscoude de Pelotas, Viscand* d-j
*

Cmara Municipal de Recife
Umpeza publica da eidade
A Cmara Municipal desta eidade, em virtude
da le, que manda ser a liinpeza da cidade feita
por arrtmata^ao, recebe propoatas cm carta fe-
chada para o servici da referida limpoai, at o
dia 16 de Marco do corrente anno, aa qua-s d -
verao ser entrecues pelos iuteress-idos em seasSa
da mesma Car. SM do dia cima referido, do con
formidade com ta bases quo abaixo vo publica-
daa; chaman lose especialmente a attenco dos
concurrentes para a clausula XIV.
A arrenntacAo do fervc> da liinpeza publica
ser feita por proposta em carta fechada, nao
sendo permittido a nenhmn concurrente arrematar
mais de ama freguezia, servindo de base para
cala ama, a qaaatia de oit> contcs e quiuhentcs
mil ria aunuaes.
II
O arrematanti obriga se a executar o vani-
mento diario de todas as ras, pracas, bececs, tra-
vesis pintee, caes, rampas, emin, toda h fre-
gaezia quo arrsmatar; a remover para r-s lugares
abaixo determinados todo o lxo, materias orgni-
cas e inorgnicas, aniraaes merlos, qualquer quo
si-ia o tamanho, qae enterrar, sendo indemuiaado
pelos donofc d'aquelles que forem rrcoubeeidus, e
fiaalmente tudo quanto se comprebenda ua pala-
vra inmundicia. Obrlga-se anda o arcm>ttnte a
providenciar sobre a ebatruecao das vas de cotn-
municacSo da estagnacao e do escoamento das .
sgms pluviaes, quando for possivel.
III
O servico principiar ao mesmo tempo em cada
freguezia, meia noite, devendo terminar.a 6
horas da manha, isto cora rulacao s poutse, caes,
rampas e s ras designadas abaixo, pirtrn.l.i
porm, aer feito de dia quando aa noites forem
chnvosas. A limoeza das demain mas poder co-
mecur das 6 s 10 horas da manba.
IV
Todo o lixo ser r> movido em carroca puxada a
burro ou cavallo, e devem ser oobertas.
V
A ponte de Santa Isabel ser varrida pelo arre-
matante da fregufzia de Santo Autouio, as da
Boa ^isfa e Recife pelos respectivos arn untan-
tes.
VI
No servido da remocao dos objectos que obs-
truam as reas, prac.s, caes e rampas nao se esm-
prehendem aquellea que pertencerem a donos de
obras ou empreiteiros, a quem os fistaes obrigaie
a retirar, nem t) pouco a calica que da mesioa
forma aeri eoaduzida por ellea para oa Ingares
qne a Cmara iadicar.
4 VII
Obrigi-s ainda o arrematante a arrancar toda
a ve^etacao expontanea que nascer entre ou sobre
o calcamento e o passeio das mas, e bem arsim a
derrubar todo o matngal que existir na freguezia
que arrematar, sendo qne este -TV'po poder ser
feito de dia. .
vin r?/
Obrlga-se tambem o arrematante a limpar e a
deaiofeutar os mictorios e latrinas, lavando-oa
com prepsraces chimices, trazeodo-os st-mpre
aceiados interoa e externamente.
IX
O arremataotc sosapprir asna custa, de todos
os utencilos uecessaxiua para a boa execuca > d
servico.
O arrematante acorrer na malta de 10, sem-
pre que for encontrada sem indicio de ter sido
limpa, quulquer ma, travesaa, beco>, largo, patio
rampa, caes, mictorio e latrina, quo Ihe sera des-
contada no pagamento semanal.
O arremarante que hoaver incorrido em einca
multas, sem provimento de recurso ioturposto pe-
rante a Cmara, perder o contracto e o valor da
fianca sem direito ainda a ser ndemnisado de
qualquer intereBse ou perda, que piovier do mea- .
mo contracto.
XII
O servido da limpeza publica, alm da fiscali-
8a?ao a que est sujeito por parte do fiscal, a
quem corre o rigoroso de ver de velar pelo cuin-
primento restricto das preaeutes clausulas, ser ^j
tambem iaspecciooado pelo reapectivo eommissa-j
rio, que impor maltas ao arrematante pela falta i
de camprimento de dever, c :ro recurso para a Ca- 9
mar, nao pjleudo da deeiso desta recorrer
ar,-emitate para qualquer autendade admua-_
trativa ou iudiciara.
XIII
As reclamacoea contra o sf rvico da limpeaa pu-
blica deverao ser feas por escripto Cmara ou
a qualquer de "seus membroe.
44 XIV
O arrematante prestar ama fianca de um cont
de ris era dinheiro oa npoliees geraes oa provin-
ciaes, para garaotia deste cootracto, e a Cmara
s receber propostas daquelles qae hoaverem
depositado a quantia de 200 em dinheiro, em po-
der do procurador, o que provarSo com o respec-
tivo recibo, na occasiaa da entrega da proposta ;
aeudo qne perdero dita quantia, ae acceita sua
proposta nao vierem assignr o contracto dentro
do preso de 8 diaa. contados-da appro vaco do
pr- eidentu da provincia.
A urrematacao ser feita por anno finaneeiru
municipal, ato do 1- de Outubro a 30 de Se-
tembro ; sendo que o presente deve- vigorar da
data, em que for approvado pelo presidente da
da provincia, at 33 de Setembro da corrente
anuo.
XVI
A Cmara pagar ao arrematante, por semana
o aervioo de imp za na respectiva proporcSo da
importancia da arrematado anuuul.
XVII
As mas, qne nao forem calcadas, serao limpaa
a ancinhu.
XVIII
As propostas serio entregues pelos proponeo-
tes em sessao da (Jamara, designada para este
fim, sendo preferido quem melhorea vantagens of-
terecer, e qaem mais idoneidade tiver.
H XIX
Terminado tu interrenapido o praao do contrac-
to, nio ter a coatrsetante direito a ser ndem-
nisado de qualquer valor ou material, qne tiver
empregado no servico, cuja material find" o con-
tracto, perleucer ao coutractante.
XX
0 cantractaute nao pode abandona o serviet
qae tiver arreuiatado, salvo m caso de (orea
maior provada, a joao da. Cmara ; mas se o fi-
ser fra desta excepcao, uao s nao ter dreitc
iiidemnisacao algama, como tambem perder;'

BU ]
mmmmmsmmmsmmm^^*^~mTm


Diario de Pernambuco---Sabbado 5 de Marco de VX7
i *
Ooyana, Aurora, Viaconde de Albuqu irque, Hos-
picio, Cae* de Capibaribe, Pires, Formo, e Beceo
doa Ftrreiros.
Santo Antonioc Bar da Victoria, Cabug,
Praga da Independencia, Rosario (estrella), Rosa-
rio O*'?8) Imperador, Duque de Casias, Primeiro
de Margo, Livramen'o, Direita (parte), Penha,
Viaconde de Iahaoma, Pedro Alfonso, Caes do Ra-
mos, Cae22 de Noveuibru, Florentina, 8 Frau
cisco, So!, Mar tuezdi Herval (parte). Roda, Largo
do Paraso, Pedro II (largo), e Coronel Suassuna
(parte). -
S. Jo*e\Largo do Mercado, Ra Direita (par-
te), Imperial, Vidal de Negieiros, AssumpcJo, Lir-
go das Cinco Pontos, Marques do Herval (parte; e
Coronel Suasmrra (parte).
Paco da Cmara Municipal do Recife, 4 de Fe-
vereiro de 1887.
Presidente.
Dr. Prxedes Gomes de Souxa Pitonga,
Secretario.
Francisco de Assis Perzira Rocha.
O juico dos feltus da fazenda
nacional
O Dr. Jos Manoel Freitaa dasetnbargador
honorario offial da impeii.il orle n da
lian, e juiz privativo doa foitoa da fa-
z'n.ia desta provin -ii do Pernatubuco
eta etc.
F*eo saber a tolos que o presente virem o delle
tiv.'reui noticia que a rejuerimeato do Dr. procu-
rador fu al dos teitoa da fazenda nacional me foi
requerido quo fosse citado poredital o Dr. Nicolao
Radrigues da Cunha para em vinte e quatro horas,
pagar a quantia de 6*250 de l:o do terreno da un
rintu n. 25 J, a roa de Jeo do Reg, deata cidade
do Rife, do exercicio de 18831884. Visto como
achi-sc o mesxo deredor em lugar nao sabida sob
pon do proceder-se a penhora e oa demais termos
da accao executiva a sus revelia ; e em vista do
requerimento mandei pasiar o presente cdital para
ser publicado e affixado n> lagar do costume.
Eu Jos Francisco do Reg Barros, rscrivo o
cecrevi.
Jos Manoel de Freitas.
O mesmo, dito a.
O mesmo, dito n.
O assssaa, dito ii.
O mesmo, dito u.
O mesmo, diu> n.
O mesmo, dito n.
O mesmo, dito n.
O mesmo, dito n.
O mesmo, dito n.
O mesmo, dito n.
Edital n. 21
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector faco publico
que no da 10 do corrate ir 4 pruc i o fomeci-
ment da alimentacao aos presos pobres da Casa
de Detenc&o, lelativo ao trimestre prozimo fiado
de Abril a Junbo, do accordo com as tabellas em
vigor, e servindo de base a diana de 420 i.s.
Secretaria do Thesouro Provincia?! de Pernam-
bjeo, cm 4 de Margo de 1837.
Servindo de secretario,
Lindolpho Compeli.
A seceao do contencioso do Thesouro Pro
vincial convida ao propietario da cpsa n. 10
ra de D. Maria Cesar, freguezia de S. Frei Pe-
dro Goncalves, para deutro do prase de oito das,
contados da data da publicarlo do presente, pa
gar a importancia de 1664233 pelos seivcos fei-
oi pela companhia Recife Drainage na referida
casa.
Seccao do contencioso do Thesouro Provincial,
4 de Marco de 1887.
O 1 offi.-ial,
Manoel do Nascimento S. Bastos.
O procurador dos feitos da fazen la
provincial, teado rceebido do Tnesouro a
relacSo absizo transcripta, dos contribua-
les do imposto de 3 0[0 (tjyro), qne deiza-
rsm de pagar no tempo competente, de-
clara aos rnesrnoa contribuiotes que bes fi-
ca marcado o prazo de 30 das, a contar
da publicacSo do presento edital, para re-
colherem ao Consulado Provincial a impor-
tancia de seus dbitos, certos do -ju, fn
do este prazo, se proceder a ccbracic i ju-
dicialmente.
Recife, 1 de Marco de 1887.
_ Migue' Jos de Almeida Pernambuco
.^"cio dos devedores do imposto de 3 (1/0 (gyro)
y sobre o valor official das merendonas depacha-
das na Altandega em diverso* exerceios, da-as
e meses :
A'.fiedo Lipes & C, despacho n. 477 265913
Alfredo da Silva Guimares, dito n.
329 175*626
COMERCIO
Blsa rvwmerclal
CotacOes officiaes oajonta dos cob-
bectores
Recife 4 de Maris de 1887
Cenobio sobre Lisboa, a 60 d|v. 139 0/0 de premio
particular, hontem
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues,
secretario,
Eduardo Dnbeuz.
Muilmeuto bamnil.i
asciFK, 4 de subco dr 1887
A taza official dos bancos contina a ser a de
_23 1/8 d. sobre Londres, conforme as tabellas se-
tfuintcs':
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e a vista 21 7/8.
Sobre Pars, 90 d/v 429 e vista 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e 4 vista 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e vista 213.
S.bre Italia, i vista 433.
Sobre New-York, vista 2*290.
Do Engiish Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/3 e vista 21 7/8.
Sobre Paria, 90 d/v 49 e vista 433.
Sobre Italia, 4 vista 433.
Sobre Hambnrgo, 90 d/v 532 e vista 538.
Sobre New-York, i vista 2/290.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 240 e vista 243.
Sobre as prineipaes cidades de Portugal, a vista
Sobre liba dos Acores, vista 251.
Sobre liba da Madeira, 4 vista 248.
"ercado le anotar c alRoclo
asan, 4 de masco de 1887
Assucar
As entradas foram anda regulares.
Os precos, pagos so agricultor, continuam fir-
mes aos algarismos seguintes :
3LS baizo. por 15 kilis, de 2*000 a 2*100.
.' regular, por 15 kilos, do 2*100 a2*2u0.
3.' boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
' superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
rjraoco turbina pulverizado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Srcenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a I 00.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a l*-.-o.
Rtame*, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos ptecos sao obtidos
deforme o sortiinento.
Algodao
O de Pernambuco e boas procedeuc-ias, em tr-
ra, cota-te firme ao preco de 6*10 par 15 kilos.
Entradas ale Macar e algodao
MBS DE 1URC3
Alfredo Lopes fe C, dito n. 591 11*402
Albina Silva 4. C, dito n. 316 2*293
Os meamos, ditos ns. 1296 e 1297 33*818
Os meamos, dito n. 2226 11*354
Oa meemos, dito u. 432 24*153
Oa mesmo;, ditos na. 853 e 854 22*201
Oa mesmos, dito n. 998 711
Oj mesmos, ditos ns. 1760 c 1761 6*726
Os mesmos, ditos na. 172 e 173 2*43)
Os meamos, dito n. 994 4*8V)
Os mes nos, dito n. 1277 471
O meamos, dito o. 1381 16*4ti5
Os mesmos, dito n. 1852 2*494
Alberto Rodrigues Braceo, dito n. 868 2*831
Alezandre L,iberly ditj n. 1544 5*6/0
Antonio Pe reir da Cunha, dito n. 1028 4*521
O mesmo, dito n. 2295 31421
O mesmo, dito n. 2156 2*179
O mesmo, dito n. 2772 4*557
O mesmo, dito n. 1860 3*169
O mesmo, dito n. 591 2o*852
O mesmo, dito n. 2.21 7*779
O mesmo. dito n. 3048 22*680
3(j69 9*896
961 15*573
1364 31*148
1I42 25*684
2878 6*72
868 211
1285 3*024
46* 2*016
69 604
1610 26*112
Antonio do iiv-ira Maia A C, dito n.
1838 5*3*6
Os meamos, dito n. 712 10*873
Antonio Lipes de Ase vedo, ditos ns.
1355 e 1356 179*575
O mesnn, dito n. 1976 e 1977 74*566
O mesmo, dito n. 2675 e 2676 69*610
Ant-nio Ferreira de Carvalbo, dito n.
645 2.13
O mesmo, dito n. 1082 378
Antonio Jcaquim Gut.Jes, dito n. 370 1*360
O mesmo. dito n. 725 3*049
Antonio Jos Moreir, dito n 614 11*466
Arthur Desiderio, n. 1959 4*536
Barbosa & Santos, dito n. 1869 10*105
Os laesm-.-s. dito u. 916 7*868
Os mesmos, dito n. 1664 1S49J0
Bento M-chado & C dito n. 1044 3*344
Browus & C, ditos ns. 1574 e 1575 141*125
Oa mearas, dito u. 384 72*594
Oj mesmos, dito n. 1173 73*029
Oa mesmos, dito n. 1332 72*878
Csetauo Ramos & C, dito n. Gis 4*11(1
Os mesmos, dito n. 1670 8*038
Oamean -, dito n. 11 35*532
a net-mos, dito n. 2150 2*677
Oa metaos, ito n. 2325 16*414
Oa intgui'js, dio ri 2454 17*892
Oa meamos, dito n. 206 2*5*0
Cuetano Ramos & C. dito n. 403 453
>J mosteo, ditos oa. 1713 o 1714 38*348
Cardoso & Irmas, ditos ns. 1906 a 1908 5*044
Carvalho Cunha & C, ditos ns. 2607 e
2608 17*337
Cuaka Irmao & C, dito o. 1315 54*658
Oa mes-oos, dito u. 474 12* 199
Costa & Medeiros, dito n. 317 4*/32
Decio AugostuRo dr gura da Silva, di-
tos es. 127 a 129 15*09S
O mesmo. dito o. 687 5*228
O mes-no, ditos na. 1420 a 1431 85/059
O mesmo, dito n. 2208 23*511
O mesmo, ditos ns. J030 a 2064 28*077
Dcodato Torres & U., dito n. 1605 5*896
Oa mesmos, dito n. 2098 2*-V24
Enedtuo Sette, dito u. 1191 2*9.6
O n-csuio, dito n. 3131 664
Fortunato Jos de Olivcira Lima, dito
n. 2744 15*876
O mesmo. dito n. 305 274417
O mesinc, ditos ne. 487 a 488 26*200
O mesia-i, dito u. 1199 48*597
O mesmo, dito u. 30(8 43*2-9
O mesmo, dito n. 1039 48av.89
Fontes Irmos A O, dito n. 1811 3*824
Ferreira Csalo a Pilho, dito n. 717 3*118
O mesmo, dito u. 855 396
O im-uvi,dtoii 703 8ill8
Ferreira se Irmao, dito n. i094 302
Francisco Frederico Saboia, ditos ni.
8.'1 a 82/ 11*679
Guimsraes Fonceca ce C, ditos ns.
2726 a 2727 2>*857
O mc.mo, dito n. 1157 18*144
Henrique de S L-.-itao, dito u. 3039 2.'3
EKTADaS
Ijaiccss.....
Estrada de ferro de Cun-
da ......
Estrada de ferro de Ca-
uail.....
caes.....
da de ierro de S.
:UCC0 .
ida. de Ierro de Li-
"riro.....
-5
1 8
a 3
4
1 2
1*2
8
J5
7.585
1.694
1.440
3.841
1.658
15.313
as
s
m
682
4
152
279
523
1.640
Patacho portugus; Verlas
Est patacho, Enhilo anti Iiout 'in, alm da car-
ga que noticiamos ter levado para Lisboa, coudu
xto inais para o Porto a aeguinte :
40 taceos com a asnear blanco.
250 ditos com dito mscavado.
O algodao que couduzio, constante de 150 ae
cas, fot tambem para o Porto e nao para Lisboa.
Vapor Ingles .urg
Sa hoje para Halifaz com o segninte canega-
mento :
29,800 saceos com aaaucat maacavado
27 barricas com borracha de maugabeira.
FrctiinienloM
Do dia 12 de Fevereiro fiado at hontem, 4, ef-
fectunram-se oa seguiutea fritameutos :
Barca norneguense Vega, pata carregar aqu
algodao a razio de 1/2, com destino a Bltico.
Lugar ingles Bruno 4c iiarie, para carregar
aqui, cono destino a Hall, caroc-oa de algodao, a
22/6.
Patacho ingles Agenaria, para carregar aqui
assucar, com destino a Santos, a 140.
Patacho ingles Sant Jostph, para carregar aqui
varios gneros com destino a Santos, por 3:500*
coota ledonda.
Patacho ingles Plymou'h, para carregar aqui
asaucar, com destino a Santos, a 140 res.
Patacho diuamarques Mercur, para carregar
aqui assncar, com deatino a Pelotas, a 20J lia.
Patacho alletnao Wilhelm & Joseph, para carre-
gar aqui assucar, com destino a Montevideo, a 7
reales.
Patacho dinamarqus Expr.ss, para carregar
aqui assucar, com destino- a Montevideo, a 7 rea-
les.
Patacho alletnao BriUtante, para carregar aqui
assucar, com destino a Montevideo, a 7 reales.
Patacho americano Leonora, para carregar em
Maeei, assucar, com deatino aos Estados-Uuidos,
a 15/.
Barca noruegaensc Hid, gara carrear as.-Hir
em Maeei com destino aoa Eatadjg Cuid-s, a 15/
e 5 0/0.
Barca norueguense Fremad, para, carregar al-
godSo em Maeei, com destino a Bltico, a 1/2.
Barca norueguense Valkyrien, para carregar al-
goda" em Maeei, com destino a Bltico, a 1/2.
Brigue ingles Jfacf oj Glantotrn, p ira carregar
assucsr na Parabyba, com destino a Canal, a
27/6.
Barca norueguense Alexandra, para carregar na
Parabyba, com destino a Ilull, carolos de algo-
dao, a 25/
Patacho inglis Emeline, para carregar no Rio
Grande do Norte com destino aos Estados-Unidos,
assucar, a 19/.
Patacho ingles Willie, para carregar assucar
no Rio Grande do Norte, com destino aos Esta-
dos-Ujidos, a 20/.
Brigue noraeguense Vekin, para carregar assu-
car em Aracaj, cem destino aos Estados-Uoidcs,
a 82/6.
En (o Ja ni en tu*
Effectuaram-se os seguintes engajamentos do
dia 12 de Fevereiro ultimo a 4 do corrate :
Vapor ingles Uariner, para carregar aqu al-
gddo, com detiao a Liverpool, a 6/16 e 5 /,
Vapo.' ingles Aunndole, para carregar squi
algodao, com destino a Liverpool, a 1/4 o 5 "/,,
earocos de algodao a 22/6.
Companhia de Segaron Indcaanina-
dora
Esta companhia esta pagando dividendo de
suas aceites relativo ao ultimo semestre vencido
cm 31 de Dezembro prozimo passado, na rizo de
12*000 por accio ou 12 0/0 ao aono, sobre o capi-
tal tffectivo.
Nota* do Tnrsvun dilacerada*.
O recolbimento de notas dilaceradas est sendo
fcito ua Thesourara da Fasends, nss tercas e
seztas-feiras, das 10 as 12 horas da manhA.
Hermn Btolsetiback & C, ditos ns.
1666 a 1667 1*322
Marques Lima C., dito n. 320 8*616
Monbard Huber & C. dito n. 1824 906
Os mesmos, ditos ns. 1651 a 1652 147*294
Os meamos, dito n. 1760 32*801
Os meamos, dito n. 1108 32*118
Oa mesmos, dito o. 855 305*020
Oa mesmos ditos us. 1858 a 1860 109*594
Medeiros Si Soares, dito n. 155 224226
Mendes 4 O, dito n. 1513 12*096
Mendis Oliveira. dito n. 2521 > 11*340
O mes.no, uto n. 132 l*120
O mesmo, lito n. 371 9*072
O meemo, dito n. 10J1 11*024
O cesmo, dito n. 77 5*670
O mesmo, dito d. 321 18*20
Miguel Fontourn, dito u. 341 6^0
Miguel Joaqum Caries Gardos, diton.
1472 25J2C0
O mc-smo, dito u. 2095 19*617
Moreira c* Braga, dito n. 1916 705
Oliveira Bastos & C, dito n 749 27*109
Orales Travasso ce C, dito n. 1791 7*294
Oa mesmo?, ditos ns. 2099 a 2100 50*803
O mesmo, dito n. 609 3*250
0 mesmo. dito n. 924' 2*570
Paiva Valente ii C, ditos ns. 130,135,
133 160*904
Os mesmos, ditos ns. 146 a 148 61*336
Oa mesmos, ditos ns. 16a, 176,18!, 193,
197, 212 159*888
Oa meamos, ditos na. 257 a 258 37*239
Oa mesmos, ditos ns. 271, 275,283,297,
298, 300 e 301 160*909
Oa mesmos, di'os ns. 363, 364, 365 68*266
Oa mesmos, dito n. 372* 23*400
Os mesmos, ditos ns. 381, 382, 394, 396 150*161
Palmeira & C, dito u. 1424 3*945
Palmeira Ma i 4 C dito n. 1896 13*230
Pedro da Silva Gui narres, diton. 7084 1*360
Romuyldo da Silva Braga, dito n. 865 17*136
Soarea do Amaral & Irmos, dito n.
137 71*000
Os mesmos, dito n. 5 64*569
Oa meamos, ditos ns. 1371 cl41l 143*660
Oa mesmos, dito n. 1620 3*855
Oa mesmos, dito n. 1803 78*717
-everiuo Saraiva Andrade, dito n. 1847 302
Souza Bastos Amonm c O, dito n.
1802 34*146
Os mesmos, dito n. 1829 21*180
Theodoro ust, dito n. 1024 144*396
Seccao do Contencioso do Thesouro Provincial
28 de Fevereiro de 1887.
O 1 offieial
Manoel do Nascimento 6'. Bas'.os.
Edital n. 20
'.>e ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faco publi-
co que no dia 11 do correte, pelas 11 horas do
dia, ir de nov praca peraute a conselho de
compras do corpo de polica, conforme ordenou o
Ezm. f-r. preaidente da provincia em otficio de '28
du Fevereiro ultimo, o fornecimento do tardamente
matiiii-KtuiaJo daquelle corpo, constante das pe-
cas a. guintes : 850 b^nets de panno asul, 1,700
blusas de brim pardo e 3,400 calcas 66 mesmo
oanno, 800 calcas ce p-inno azul e igual naxero
de blusas do mesmo teciio.
Outroaim, os coi currentes devere faser aa suas
propostae, que serao entregues ao coasclho, acom-
panha!3 das ara ostras que dererSo couter o 20m
da la-gura e abranger o da fazenda : e bem assiui
presiitar nm e.:< rcplar da peca manufuctori'la
tir.i amostra da uto de obra.
O foro'cimento do mesmo iardameuto de ver
ser realieadi nos prusos de 30, 60 e 90 das, nos
termos do ctalo officio da presidencia.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 3 de Marco de 187.
Si rviudo de secretario,
Lin io'pho Campello.
Edtala. 11
O administrador do Consulado Piovineial faz
publico a q'iem nteressar possa, que, em cumpri-
inento da ordem constante da portara n. 690, es-
pedida em 23 do correte p -lo Illm. Sr. inspector
do Thsouro, Cea proragalo ..t 15 de Mare.i pro-
zimo vindouro a anveadacio, livre de multa, das
Hnnaidades a maia servidos da Recife Drainage
Company, relativos ao primeiro semestre do ejer-
cicio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
Ccvcreiro de 1837.
F. A. de Carvalho Moura.
Faculdade de Direlto
do Recife
De ordem do Ezm. Sr. conselheiro director in-
terino se tas publico que absoluta^ieatc prohibi-
da a quaesqut-r pessoa, a uo serem emp egados
da Faculdade, a entrada as talas de ezames du-
rante os trabalhos das provaa escripias e do julga-
mento das provas oraes.
Secretaria de. Faculdade de ircito do Reeife,
4 de Marco de 1887.
DECLARARES
Instilado sLltierarlo Olfndease
Domingo, 6 do correte, s horca e logar do
costume ha ver ses8o do Conselho Administrativo.
Secretaria do Instituto Litterarlo Olindense, 3
de Marco de 1887.O 1 secretario, tSamuei de
Lima Botelho.
Rerebedorla de Pernaiabuco
Matri(-u!a de eec-rav .3
O adnnistradLi- da ncebedoria faz publico que
finla-se no dia 30 do eorrente uva o prazo para
a nova matiicola e 1 rrolamento dos recravs czis-
teutes oeste municipio, devi ndo os donos e pss-
suidores dos meamos npreaentsrrin at aquello
dia aa relacoea em duplcala contend e neme do
escravo, nacionalidade, sezo, filiacao. cccupacao
ou sci vico cm que lr eutpregado, idade c valor,
alm do numero da ordem da matricula anterior,
sendo o valor dado por eztenso pelo senbor do es
cravo ou eiu egitinu lepresintaiite, nao eicci leu-
do o mazimo regalado pela iiade do matriculando,
que ser tambem escripia por extenso conforme a
seguinte tabella :
Escracos raedores Je 30 annos
de 30 a 40 .
* de 40 a 50
> de 50 a 55
de 55 a 60
O valor daa ese.ravaa ser regulado pela mesma
tabella com o abatimento de 25 "/. dos precos
nella estabelecidos.
A insciifcao jara a nova matricula seta ftita
a vala daa lelaces, que servirao de baso a ma-
trcula especial ou de averbacSo effectuada de
conformidade com a lei de 28 de Setmbro d-
1871, ou de ceitida da mesma macricuia, ou a
vista Jo titulo de dominio quando contiver a ma-
tricula do escravo.
Nao serSo dados a matrcula os escravos mi.o-
res de 60 annos, serio poim inscriptos em arro-
la ment especial.
8er3o considerados libertos os escravos, que no
praso marcado nao tvercm sido dados a nova ma-
tricula.
Pela inscripcilo ou urrolamento de cada escra-
vo pagar-se-bi 1* de emolumentos, cuja imp r-
tancia ser destiuada ao fundo de 1- meip ico
depos de aatisfeitas aa deapezas da matncu'a.
Recebedora, 2 de Mrco dn 1887.
Alezundre de Souza f creira do Canco.
icio das Obras Militares
9(0*000
800*000
G!0*000
400*000
200*000
abatilulcAo de ola* do Tbesoaro
Em 31 de Marco vindouro termina o praso mar-
cado para recolhimeato, eem descont, das notas
!e 2*o0J HJa 5- estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7
A rubstitucao eal sendo feta na Thesourara
de Fnaenda, nos das atis, das 10 s 12 boras da
maulla. *
Paula da Altandega
sbm ha de 28 oe fetbbbibo a 5 ds uuico
ds 1887
Alcoo! (tro) 218
Algalio (kilo) 343
A-auear refinatio (k'lo) 151
Dito branco (kilu) 131
Dito maacavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 1*26S
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 07
Caf botn (kilo) 460
Caf rcatolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Cara-os de alfodlo (kilo) 014
CarvaodepeJra deCardi (toi.) 16*(XX)
Couros seceos epichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilo) 500
> itos verdes (kilo) 275
Farinha de mandioca (litro) 050
Fumo reslolh) (kilo) 400
(ienehra (lio) 200
Md (litro) 04O
Milho (kilo) 040
Taboados de ama relio (dosla) 100*000
IuiportacSo
Vapor nacional Jagucribe, entrado da Babia
c escala cm 4 do correte e consignado a Compa-
nhia Pernamucaua, manifestou:
Apencar 1000 saceos a Pere ra Carneiro & C.
Algodao 183 aaccaa a Joaquim da Silva Carnei-
ro, 120 a Maia i Rerende, 40 a W. W. Robiliiard,
21 a H. Nuesch & C.
Coaros salgados seceos 837 a F. R. Pinto Gui-
marScs & C, 319 ordem, 130 a Maia de R-
sende.
Cateiraa 13 atados a Ferreira Ridrignes & C.
Fij lie algudo 3') tacOW ordem.
Mercadoriss 5 volumes ordem.
Pelles 155 atados erdem, 4 a H. Naesch
& C.
Paunos de algod i 60 fardos ordem.
Piassava 730 betas a Al sino Jo dos Santos.
Sabio 10 caizas a Gomes & remira.
Sola 400 meios a H. Nnes.h & C.
Vapor nacional lpojaca, entrado dos portos do
norte em 4do correte e couaigaadd a Qo mp.ub.ia
Pcrnambucans, manifestoc:
Algodao 12 seccas a Carneiro da Cunha & C,
92 a A. Lopes 4 O, 402 Borstelmam 4 O, 36
ordem, 229 a Luis Antonio Siqueira, 201 a Macha-
do & Pereira. 184 a Sousa Nogueira ti C, 171 a
Joo Vctor Alves Matheus ce C.
Couros salgados seceos 178 a Borstelmann & C
217 a H Nuesch & C.
Caf 2 sancos a Bailar Irralos oc C.
'.Gomma de mandioca 20 saceos a Gomes de
Mattos Irmo.
Peize 1 cazota a Jos Fej de Albuquerque.
- Pelles 83 amarrados a Abe Stein 4 C. 21 a H.
Nuesch 4 C., 1 ord.m.
Sola 300 meios a Luis Antonio Siqteira.
Vellas 19 caizas ordem.
Brigua norueguense Reforma, entrado do Rio
Grande do Sul, em 4 do eorrente, e consignado a
Baltar O.iveira 4 O- manifett n:
Xarque 121:110 kilst ordem.
Meeretaria da venerare! coni'r .-
ra de S. Benedicto, erecta ao
eouveno dos religiosos fea a
.cscanos do ueeife. 9 de Marco
de l*H3
De ordem da mesa regedora desta confraria
convido, a todos carissimoa irmaos a comparecer
em nosso consistorio ni da 6 de Marco, pelas 2
horas da tarde, e no da 18 de Marco pelas mes-
mas hiras, afira de encorporados acompanbaruns
as procissoes de Nossa Senhora da Soledade e do
Senhor Bom Jesna dos Mariyrios.
O aceretario,
Francisco Solano da Cesta.
Venervtl irmandade da Gl-
rioa Senhora Sant Annu da
igreja da Santa Cruz
'-De ordem da mesa regedora convido a todos os
iiostoa caros iimilos comparecerem em nosso
consistorio no domingo, 6 do correte, s 2 horas
e 1/2 da tarde, tfiuo. de cncorporadoa acoinpanha-
nbarmos a procisso do Senbor Atado, da igreja
do L vramento. para a qu-.l tivemoa convite.
Contistorio, i m 3 d Marco de 1887
Antonio liaphad Alves da Costa,
Secretario.
Para Lisboa. S. Guimaraes 4 C 1 eaix.t com
12 frascos de cajurobeba.
Para o Porto, J. Krause & C. 95 kilos do prata
ve! ha.
.Va barca norueguense Ogir, carrejaran):
Para New-York, F. Catcu t Filho 500 saceos
com 37,500 kilos <\ assucar maacavado ; P. Car-
neiro 4 C. 350 sasc-> a com 20,v50 kilos de assucar
mascav-adu ; Jalio 4 Irmo235 saceos com 17,625
kilos de assucar mascavado.
No patacbo diuainarqncz Express, carrega-
ram :
Para Moutrvdo, Auiorm rmos 4 C. 50
barricas com 33,556 kilos do assucar branco e 40
dirs com 1,817 ditos de dito mascavado.
De ordem do Illm. Sr. capilo de engenheiros
Dr. Gregorio Thaumaturgo de Asevedo, encarte-
gado das obras militares desta provincia, faco pu-
blico que no dia 14 de Marco vindouro, s 10 ho-
ras da uiaub na Repartico das Obras Militares,
no Palacio do Governo, se receber propostas em
cartas fechadas dos negociantes cu firmas com
merciaes desta praca, que quizerem contractar no
correute anno o fornecimento s obras militares
doa materaes constantes da rciacao existepte na
npartcao, dsposigo dos pretndanles, para
s'T examinada noa das uteis, durante o expe-
diente. |
Reparlco das Obras Militares em Pernambuco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
nha, 2o cad-te 2 sargento amanueSse.
Sociedade
Unio Commercial Be
neficente dosMer-
cieiros
ASSEMBLA GKRAL EXTRAORDI-
NARIA
D-" ordem do Iilm. Sr. presidente convi-
do os Srs. socios a comparecerem cm nos-
sa sede, domingo 6 do corrate, ao meio
dia, afim de se tratar da assumpto3 qn
scr3o presentes mesma assembl.i pela
directora, os quaes tnerecem o compareci-
meoto de todos, por aerara de grande in-
teresso para os assoiiados.
R-jcife, Mai-90 de 1887.
M. Capujo,
Secretario
Correio geral
O administrador faz publico que do dia 6 do
eorrente por diante, a cxpedicao da corresponden
ca para a cidade di Victoria e estacao de S.
J: ao dos Pinbi?, rer feta diariamente pelo pri-
meiro trem da mairba da estrada de ferro de C-
mara, sendo as malas fech idas n'esta reparlcao,
a 8 horas do da da partida.
Adov.aislracao dos eorreios de Pernambuco, eoi
4 de Marco de 1887.
Affonso do Reg Barros.
Confraria do S -muir llora Jc-aus da
Via Huera da ige-eja da Sania
Crass
De ordem do nosso irmao provedor, convido a
todos us tiosos cm ii3in>s irmaos confrades, p&ru,
paramentados de seus hbitos, comparecen m em
nosaa igrija domingo 6 do correte, pelas 2 horas
da tarde, afim de acompanharmos a procissiio de
N. S. da Soledade do Livraiaento, para o quo fo-
inos convid-.dos.
("onaiet >ri-.- do Senhor Uon Jess da Va Siera,
4 de Marco de I8f'i.
Adalberto Jos de Paiva,
EtCrivio.
Banco de crdito real de Pernam-
( buco
Em cumplimento dos | 9 e 12 do art. 83 dos
estatutos te das disposicoes da lei n. 3,150 de 4 de
Novembro de 1882, convocamos os Sre. accionistas
a reuuir-e em assembla gcral ordinaria, no dia
15 de MarcQ prximo vindouro, ao meio da, em
urna das salas da .'soeiaco Commercial Bene-
ficente, afiak de llics ser pieaente o relatorio dms
operac.-s do'ainno baiicario finio em 31 de Dezem-
bro de 1886, acMopanbado do paree, r da commis
silo fiscal e procedarse elecao desla e bem as-
sim do presidente, vrtSfl-presidente, 1- e 2- secre-
tarios da assembla gcnal-
Recife, 28 d- Fevc-reiri d 1887.
Os administrado res,
Manoel JoaStode Amorim.
Jos da Sil\a D&S Jnior.
Luiz Daprat.
Por esta, secretaria sao chamados os parantes e
protectores das meaorea abaixo declaradas, para
at o dia 28 do correte apiesental-aa no collegio
daa i rphs, afim de serem ahi admittidas, visto
8crein as primeiras inscriptas no respectivo qua-
uro.
1 Carolina, protegida de Augusto Manta.
2 Illnipuata, filba de Maria Florencia Buiboau
dos Santos.
3 Laurinda, filha de Sincletica Lins de Vas-
concellos Ara ujo.
4 Mara, filia da mesma.
5 Adclaide, filha d< Maria Jos da Couceico.
6 Mana, filha de Mara Jos da Eucarnacao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 8 do Fevereiro de 1887.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soma.
COMPANBIA SANTA THBREZA
Abastecedora d'apa e
gaz em Olinda
AVISO
Aos Srs. consum-
midores de aj^ua e g*az
da com panhia, que em
seus pagamentos se a-
rham em atrazo, lem-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
! pro va do pelo governo
a 11 de Agosto de
1873, e que se acha
*opiad6 no verso das
contas entregues.
O pagamento da
importancia da agua ou
gaz fornecido em cada
mez, se far naprimei-
meira quinzena do mez
seguinte e na sua falta
poder a Companhia
interromper o respeetivo
supprimento.
Escrip torio do ge-
rente, Olinda 3 de
Marco de 1887
A. Pereira Simes.
Renda geral
D<1 >3
dem de 4
Renda provincial
Dela3
dem de 4
Para o inter'u/r
No lugar nacional Tigre, carregaram :
Para o Uto Qrande da Sul, F. A de Axevedo
300 barricas com 26,60(1 kilos de assucar branco.
Para Pelotas, S Guimares & C. 7if duzias de
vassouras de carua >a.
= Na barca nacional iarianniuha, carrega-
ram :
Para Pelotas, Amorim Irmos 4 C. 300 barran
com 32,458 kilos do assncar branco e 125 ditas
com 14,129 ditos de dito mascavado.
No vapor ingles Starh'ght, carregaram :
Para Santos, B. Oliveira & C 1,100 saceos com
66,000 kilos de assucar branso e 900 ditos com
54,000 ditos de dito mascavado ; P. Pinto & C
30 pipas c >ui 14,4t>u litros de agurdente.
.\avio a carga
Barca nacional Marinho IX, Rio Qrande do Sai-
Barca nacional Marianninha, itioGrande dj Sul.
Barca norueguense Vega, Balt'co.
Barca norueguense Ogir, Estad.-.a .iidos.
Uirea inglesa Dimstuffuage, Estado-Unidos.
Brigue ailrmiu Bruno & Marte, i'..
Escuna ainamarquesa Express, Moutevido.
cuna sueca Lorcliy, Rio Grattde de Sul. De 1
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool. Id tu
Lugar nac onal Lo/o, Rio Grande do Sul.
Lugar nacional Ztguinha, Rio Grande do Sul.
Lf(ar nacional Tigre, Rio Crande do Sul.
Patacho ingles Plymoulh, Santos.
Patacho dinamarqus Mercur, Rio Grande do De 1 a 3
Sul. dem de 4
Patacbo ingles VJhclmjc Joseph, Montevideo.
Patacbo nacional Marinho VI, Rio Grande do Sul.
Patacho dinamarqves J. P, Larsen, Ro Grande
do Sul.
Patacho portugus Fanny, Para.
Palhaboto nacional T. Bartholomea, Porto-Alogre
Vapor ingles Sturgih, Santos.
Luis Antonio do Sique'ra 4:4104000
Prente Vianna & C. 2:918*910
Frei Alberto de S. A. e Vasconcellos 295*1000
De Mosor, para
Baltar Oliveira fe C. 2:149*500
De Maco, para
Comes de Mattos Irma.s 5:600*000
Cramer Frere 600*000
Da Natal, para:
Monhard Huber & C. 1:2001000
Jos Nogueira de Sousa 200*000
D,i Parufcybo, para
Machado Lipes C.
Vapor nacional
hontem:
De Penedo, para:
Francisco Manoel da Silva & C. 520*010
1:000*000
Jaguaribe trouxe tambem
llendiineatos pblicos
MEZ OE MKCO
Alfanitga
81:8671388
25:8274169
110.694*5:7
Matadooro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 6g
reses para o consumo do dia 4 de Marco.
Sendo: 44 reses perteuceutes a Oliveira Castro,
S C, e 18 a diversos.
Vaporeas c navio* esperados
16:577126
3:7914420
l'e la3
dem de 4
IJxparaco
Bien-a 2 db subco db 1887
Para o exterior
No vapor ingles Maurier, carregaram :
Para Liverpool, Almeida fe Filho 68,000 kilos
de earocos de algc-dao.
No v i or allemao Tejuca, carregaram :
Para Liverpool, M. Cmara lo fardos com 1,123
kilos de algodo.
Para Hanburgo, S. B. Amorim C. 450 saccas
com 36,845 kilo de algodao ; S. L. Johnston & C.
1,350 couros salgados com 16,300 kos.
Navio* descarga
Barca norueguense Speranta, carvao de pedrs.
Barca inglesa Launio, bacaiho.
Barca dinamarquesa Julias Skrihe, varios ge-
ncri s.
Barca norueguense Aino, carvSo.
Barca norueguense Noatan, carvao.
Uurcaca nacional Apresentaplo de Maria, gneros.
nacionaes.
Barcaca nacional Boa Nova, idem.
Escuna nerueguenac Re/orm, xarque.
Escuna ingleza Bella Rosa, bacaiho.
ltate nacional Joo Valle, algodao.
Ilate brasileiro Deus te Guarde, sal.
ltate brasleiro rotn Jess, algodao.
Hate nacional Tor do Jardim, sal.
Lugar ingles Aureola, bacaiho.
I gar ingles Nelly, bacaiho.
Lugar ingles Minnia, carvao.
Lugar norueguense Courier, farinha de mandioca
Lugar ingles Lunie R. Wce, bacaiho.
I'xtacho ingles S. Joseph, bacaiho.
Lar portugus Temerario, varios gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Vapor acional Jaguaribe, varios gneros.
Dinbelro
Vapor naeional Ipojuca trouxe hontem dos por-
tos do norte:
Do Acarah, para :
Fraucisco A. Monteiro 1:400*000
De Aracaty, para :
Rodrigues Lima ft C. 14:456*560
Gonoalves Irmo A C. 6:643*170
Gomes de Mattos 8:070*000
Recebedora
Consulado Provincial
Recife Drainage
Mercado Municipal de Jos
O movimento dcste Mercado no dia 4 de Mar-
co foi o seguinte: --
Eotraram :
30 bois pesando 3,313 kilos, sendo de Oi-
veira Castro, 15 de 1.a qualidade, 5 de
2* dita e 10 ditos particulares.
1713 kilos de peixe a 20 ris 34*260
39 cargas de farinha a 200 ris 7*800
14 ditas de fractas diversas a 300 rs. 4*900
5 taboleiros a 200 ccis 1*000
14 Suinos a 200 ris 2*800
Foram oceupados:
21 columnas a 600 ris 11*400
25 compartimentos do farinha a
500 ris. 12*500
21 ditos de comida a 500 ris 10*500
791/2 ditos do legumea a 400 ris 31*800
18 ditos de suino a 700 ris 12*606
11 ditos de tressnras a 600 ris 6*600
10 tainos a 2* 30*000
6 ditos a 1* 5*000
A Oliveira Castro C:
54 talhos a 1* 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de 218*460
Tagusdo sul boje.
Tijucado sul boje.
Manaesdo norte hoje.
Principe do Grao-Parada Bahia a 6.
Qirondeda Europa u 6.
Ville de Bahiado sul a 6.
Ceardo sul a 7.
Vlle de Pernambucoda Europa a 8.
Tainarda Europa a 12.
Mondegodo sul a 14.
Finalicedo sul a 15.
Montevideode Hambureo a 17.
Alliancade New-Port-ews a 18.
Nevada Eurcpa a 24.
avos
Amandade Hamburgo.
Apoiheker Dirsende Santos.
Aricade Cardff.
Aidwathde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardff.
20:3641516 AIranade Cardff.
Budade Cardff.
131:0634103 Cometade Porto Alegre.
Cvsnedo Rio Grande do Sol.
Christiani Scriverde Csrdiff.
8:170*777 Caledoniado Rio de Jaaeiro.
2:3724573 Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
10:5434347 Erutede Hamburgo.
lite-de Tena Nuva.
Eugeniade Terra Nova.
Frinchoydo Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa.
Glitnerde Liverpool.
Hapnusdo Rio Grande do Sul.
He'enede Hambnrgo.
Idealde Londres.
Jelanthede Santos.
J. G. Ficbtdo Ro de Janeiro.
Joaquinado Porto.
Jos Genebrade Liverpool.
Lidadorde Rio de Janeiro.
Liliande Terra Nova.
Linda Preledo Rio Graude do Sai.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio Gande do Sol.
Meta Sophiade Hambnrgo.
Mariettado Rio Grande do Sul.
Metede Hamburgo.
Mayde Terra Nevo.
Mapode Brunswick.
Nordsoende Liverpool. -
Noruega Ainoda Cardiff.
Our Anuiede Bueuos-Ayres.
Progressode New-Port.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Sopbiade Santos.
Vafeo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
3:071109
7:0791780
10.150*839
4:2914997
9004635
5:192*632
Rendimento do dia 1 a 3
Foi arrecadado liquido at baje
Precos do dia :
Carne verde 160 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 500 a 640 ris idem.
Farinha de 200 a 340 ris a caa.
Milbo de 260 a 320 ris idem.
Feijao de 640 a 1*000 idem.
609*960
828*420
Hovimeato do porto
Navios entrados no dia 4
Camossim e escalas14 li2 das, vapor nacional
Ip. juca, de 360 toneladas, commandante F.
A. da Costa, equipagem 30, carga varios gene
r03 ; Companhia Pcrnambucana.
Rio Grande do Sal26 das, escuna norueguense
Rvf jrm, de 107 toneladas, capito J. Lar-
sen, equipagem 6, carga xarque ; a Baltar Ir-
mSos & C.
Rio Grande do Sul30 das, patacho dinamar-
3ues Amor, de 160 toneladas, capito Ed.
ensn, equipagem 6, em lastro ; 4 ordem.
Bahia e escalas8 dias, vapor nacional Jagua-
ribe., de 413 toneladas, commandante Francisco
Alves da Costa, equipagem 29, carga varios ge-
neres ; i Compoubia Peraambaeana.
Observando
Nao houve sabidas.

-i
A.
9
1



Diario de PcrnarabcoSabbado 5 de Marpo de 1887
Club Concordia
Vierten Preik'geln.
Sountsg den 6 Mars 1887.
Nachmittags 2 Ubr.
Das Direclorium.
Cearrarladi' CbrUplm e H. Cnrla-
plniano no convento i o l'urmo
do Beelfe
De ordein do juia proredor convida a seos ca-
rssimos irmos confrades pura oo di* 6 de Margo
comparecerem em nosao consistorio p-iramentados
de hbitos para acompanhaiein a pruci-s) da So
ledade na igreja do Livrauvuto peas 2 horas da
Urde rm ponte.
Recite, 4 de Marco de 1887.
Elcy Murtiuiano Lopes Galvao,
seci tari .
t,^
Companhia Locomotora l'ernam-
bucana
Nj tendo se reunido DO dia 20 do JaDeiro em
assembla geral es Sra. Accionistas deaia Compa-
nhia, s.Io novarnente ecnvidad.s a se reuntrem uo
criptorio ra do Visecnde do Itapariea n. 7,
afim de ser presentad) s cjiims do auno findo,
o parecer da cominisso fiscal e o i dtono da
uomniatraco.
Em virtude da !>! a scsso [funcci.mar com
qnalqutr numero de accionista* que compa-
recer.
EscriDtorio da Companhia Locomotora l'ernam-
bucaiu,* 1 de Mareo de 1887.
S. Barros-Brrela^
Secretario la Hd'iii{i-acl'J.
Lotera do 4tM)0 eontos
A grande lotera de 4000 coutos, -m 3 sorteioe
fiea transferida par o dia 14 de M~io viudouri,
impretcrivclineote, nos tarta s do despacha de
Exm. Sr. presidente, dr hoje.
Thesouraria das Lcterias pira o fundo de
err.ancipaeao e ingenuos da Col na Isabo!, 14 de
Dezcmbri de 1886.
O thesoiir.-irn,
Francisco GcnealvcsToires
THE A TRO
DE
don and Braslllau Ba
Limited
Ra do Commercio n. 32*
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
as do mesmo banco era Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n 75 No
Porto, ra dos Inglezeo.
"lOMPlHAlSBGuir
CONTRA FOCO
\orlii British & Hercanliic
CAPITAL
1:000.00o de libras terIIna
A G EN 1 ES
Adomson Howie & C.
Companhia Halilana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia a Baha
Principe do Grao-Par
Commandante J. F. Teixeira
m?Ul\ ARTSTICA
HIHIIOE ZARZUELL4S
U
1
UIRECCAO DE
armo i
ELENCO
tiple
a

Primcirn tiple almo lula
D. JOSEFA PLA
Outrn l
Ha.MaiHe1"
Tiple comida contralto
Antonia Sacanelles
Tiple carat*r8tica
CAROLIK\auCLO$
Comprimarios
Stas. Consuelo RuizSra. Fuensanta Ca-
ballero Sra. Ccnstanza Estrella
PRIMEIBO TBNOR
L CECILIO MEO
PRIMEIBO TENOR CMICO
D. Valentn Garrido
ACTOR GESEBICO
SEOCS00 BAJO
D Rafael Snchez
PRIMEIBO BABITOSO
PBIME1R0 BAJO
D. JOS RAMOS
SEGUNDO BARTONO
D. Vicente Jordn
COMPRIMARIOS
D. GREGORIO GIL
D. i:\WiH! 1WAZ
iprvTAas:4
D. Dario Lpez, D Eliezer Pelil,
D. Augusto Gorro
14 coristas de ambos os sexos
Sastrera. Marina nucas.
ArchivoO. Rupert Soler.
Director de seeni O. Valentn tiarrlde.
Contador-secretarioD. low Duran.
Director d'orchestraO. Antonio del Valle
Cunta mail a expresa com um magnifico appa-
rato Mollera Luz Droumend para exhibir 800 sur-
prehendentei vistas.
^Repertorio
El Hermano Baltasar, La Tempestad, Campa
noae. El Anillo de Hierro, La Mi.se. tt., Catalina,
La doa Princesas, Barberillo de Lvapi.-, Marina,
Msica Clasaica, h% Tela di Aran. I Comieci
Tronati, Jugar con fuego, La Cola del Diablo, La
soire do Cachopn Robison, La Gallina ciega, La
Marselless, Li primera escaptoria (MU Niouche),
Loa Madgtares, La Lia de sao Biiaudrn, Basar
de Novias, Toros de Puntas, El I'anoelo de yer-
bas, Lis Novios de Dona Iaez, Li guerra sauta,
y otras muchas.
>ta A estii da companhia tr-r logar no
da 6 de Marco, segundo telegrama.
THEATRO
DA
Sabbado
Recita cm
o do corrente
beneficio da socie-
dade
Representarai-ha o apparatoeo drama em 4 ac-
tos origina' portugus, intitulad.)
O poiier do ouro
Dar 6m ao espeetaculo urna posia dramtica,
recitada por um dos socits.
Principiar s 8 1|2 horas.
O reato de bilhetes acbam-se desde ja a venda
_a seda social, no eaes de Capibaribe n. i').
SEGUROS
VIARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenlx Per-
nambucana
luado Coramercio u. 8
(Jompanhia
|mperiai
NIXIROK COSTRA l'OtO
EST: 180.1
Edificios e mereadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prej-tizoe
CAPITAL
Ka. 16,000:000,5000
Agentes
4BH0WNS & C.
N. aRa do Cf*mmercioN. f)
E' esperado dos txinop aci
ma at o dia 6 de Murco
e regressar para es mes-
mos, riepois da demora do eos
turne.
Para carg, passagens, ineommendas e dinbes-
ro a frete, trata-ae na
AGENCIA
7Rita do Vigario 7
Dominas Alves Matheus
COMPAWHH PKftKAMMlJC.>i4
DE
^avegaco Costelra or Vapitr
PRT08 DO NORTE
Paralit/ba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Ipojuca
Commandante Costa.
Segunda-feira 7, de ve fer logar o leillo dos
movis da casa de residencia do Dr. Bottas, ra
da Imperatris o. 20, bem assim um csbriolet ame-
ricano,! qaasi nove.
Terca-feira 8, o de bous movis, ciystaes, es-
pelhos, qaadros e mais cbjectos da casa em que
resida o Sr. Dr. Manoel Claudiuo do Mello, ra
do Viseonde de Albuquerque n. ''.
Leiliio
Se^ue uo dia
l do
horat
CONTRA FO
hc Liverpool k London & Globe
INSURANCE GOHPANY
Santo Mte k C.
iniuADOfii
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
BJg4abcl/c9i?n ch f"55
CAPITAL i.tHMhOOOj
StNfSTKi W i'A(;oS
Me 3 1 de dexembra tic i.S4
Mariliios.....
Terrestres..
* (i un d<>
.mcouosooo
:>1(i:000S00(}
< liimuerco -
(OuriMiit h: Minios
NORTHERN
de liOndreaj e Aberdeen
raalea dnancelra (Oesembru I88S)
Capital oubsetipto 3.000.000
Fundos accumulados 3.134,348
Kecellu nnnual s
D premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGESTE,
. John H- Boxvx.il
ERDOCIO ->. SO 1N04I
IUA COI
martimos
COHPAMHe DE MENSAtiB
RES HARITIMES
UNHA MENSAL
O paquete Gironde
Commandante Minler
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 6 de
Marco seguin-
do depois da de
mera do coetume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Baha
Lembra-se sos senhores passageiros de todas
as clasaes que ha lagares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que s se attender as recUmacoes por fal-
tas nos Tolumes que forem recoubecidas na occa-
sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendaa dinheirr
afrete: tract-se com o
AGENTE
4u 9 RA DO COMMERCIO-9
vo"np*.\iT PKBi Ttl c aa
DE
s'avegaco Costelra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
' wvmm
..s at as
Segu no dia 10 de
Marco, pelas 12 ho-
ras da man bu.
Recebe carga ateo
dia 9.
:>ras da iminhl do dia da
Passag
partida.
ESCRTORIO
Caes da Campanilla Pernambn
__________cana n. t>__________
BOYAL MIL STEAM PACKET
C01PANY
O paquete Tamar
E' esperado da Europa no dia
11 do corrente, seguinde
depois da demora necessa
rispara
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Mondego
E esperado
dosul no dia 14 d
corrente seguinic
is da demors
necessaria para
9. Vicente. Lisboa, Vigo e Son
thampton
ReduccSo de passaqens
Ida Ida e volta
A Southampton Ia clssse 28 42
Camarote reservados para os passageiros re
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se >- n> os
Consignatarios
Adamson Howie & C.
corrente, as
da tarde. Recebe
carga at o dia i.
HasaMasaT
Encommcndu3 passagens e dinheiros a frote at
as 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da n. 1
C MPAKUIA PERKiaiLCl'VA
DE
%aa/esaciM> costelra por vapor
Macei, Penedo e Aracaj
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 8 dt
Marco, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 7.
Encjmmendas, passagens e dinheiros frete at
4a 3 horas da tarde do dia 8.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
Compasiva ltra.< ifeira de Xavc
2C:"o a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos porros do su
ateo din 7 de Marc-, t
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portot
do norte at Man os.
Para carga, passagens, encommendaa valore;
traeta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante !
tenente Gruherme Wad'
dington
E' esperado dos _..rtos do
norte at o dia 5 de Mar
co e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir para
os f-tos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Cav
tharinn, Pelotas, Porto Alegre e Rio Qrande d>
Sul,frete modic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
IJnued States Mail Brasil N. 8- .
O paquete Finance
E' esperado dos porros dt
sul at o dia 15 de Maree,
depois da demora necessaria
seguir para
llaranho. Rara. Ilnrbados,
Thoina/. e Xcw Vorh
Para carga, passagens, i. eUcouitmiiilsis tr-.ivt-t
te cornos
AGENTES
O rapr Allianga
Espers-se de \ew-['.''rt
News, at o dia 18 de Msr-
co, o qoal seguir depois
a demora necessaria par* s
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eiioonirneiidas e dinbeir..
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forsler & i).
N 8- RA DO COMMERCIO 8
/. anda
CHAIIGEIRS CHIS
Companhia Franceza le aeca-
Cao a Vapor
Linha quiuzenal entre o Havre, La
ooa, Pernambuco, Bahia', Rio de Janeiro e
San toa
O vapor Ville de Bahia
Commandante Delios
Espera-se des Dorios do
sul at o dia 6 de Marco.
seguindo depois da indis
peusavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rapidi.
e offerece excellentcs commodos e ptimo passa-
dio.
As past agens poderlo ser tomadas de suttemin.
Recebe carga encommendas e passageiros psra
os quaes tem excelleutes accommodacoes.
O Fapor ille" de PernamtiQco
Commandante Chancerel
E' esperado da Europa
at o dia 8 de Marco, ae-
guindo depois da indispen
aavel demora para a Ba-
ha, lo de Janeiro
e Saoto.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p los
vapores desta tinha,queiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvarenga* |iiai-
quer reclamacao concernente a voluntes, que po-
ventuia tenbam seguido paraos pertos do sul.afirr
de ae poderem dar a tempo aa previdencias necea-
aariaa. .
Expirado o referido pras* a companhia nao se
reaponsabilisa por extravos.
Para earga, passagens, encommendas e dinheiro
frete: trata-se com o
AGENTE
Angoste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Da ama Tnda mobilia Luis XV, nova de Ja-
caranda, com tampo de pedra, 1 dita de pao carga
Luis XV, com tampo de pedm, 1 guarda-louca
novo de amarillo, camas francesas de Jacaranda e
amarello, novas e usadas, marqueses, berros, ca-
(li iras de balan?;', mesas, aparadores, quadros,
jarros, miudezas, vinho Bordcaox, velas stearinas
furadas e muitos outros objectos.'
Sabbado, do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por Inlervenco do agente
(iiismao______
Leilo
Agente Britto
De fazi-ndas, miudezas, 3 pianos de Bord, Pleyel,
Silson, 1 carro de 4 rodas, 1 lustre de vidro, de
gas carbnico, 1 mobilia de pao carga, novs, 1
caum da Jacaranda, camas, marquezoes, guarda-
louca, guarda-vestidos, aparadores, commodas,
cideiras de braco, 2cadeiias de bataneo, de Jaca-
randa, 1 secretaria, jarros, quadros, esteiras para
sala, tapates, louexs o outros ariigos.
No armazem ra de Pedro Alfonso n. 43
SABBADO, 5 DO CORRENTE
AS 10 HORAS
Alaga se o sobrado n. 21 roa da Uniao
a entendur-a-j na ra d.i Imperatris n. 19.
Urna senbora de conducta expropiar e apta
para o magisterio primario, offerece seus prestimos
para qualquer eng^ubo perto da estaco, cu casas
particulares : ra Imperial, junto ao n. 146.
AMA uo largo dj Corpo Santo n. 19, 2a andar
pre;isa-se de urna ama b->H cosinheira e que dar-
ma em casa.
A!oga-e o i- andar do sobrado n. 20 ra
Direita, eom os ejinmodos seguintes : 2 salas, 3
qaartos, cto e quintal, pelo proco de 25 men-
saes-: a trat-ir es ra da Imperatris n. 4, ti-r-
coiro andar, das 8 s 9 horas da manhS, e desta
hora em diante im palacio cora o ajudante de
ordein da piesidencia.
Offfiece-se urna stnbora para engommados
ou goveroante ; a tratar na travessa do Pocinbo
num ro 5.
Criada
Leilo
Offerece-se urna senbora de idade regular dan-
do t anca de eua cooduets, para acompanhar al
guma familia q;.e queia se retirar para qualquer
provincia do Brasil, gratis por 6 nvzes, a tratar
na ra de Hortas n- 43 Io andar, nnfere-sc para
a CSrte.
Grande vanlagem offerece o falbo
de carne verde do Novo Porto
do Carvo
RA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
O fregus que completar o numero e 3 0 kilo-
grammas de carne, reccbei urna numerasao para
corresponder com a insicr lotera quo eni-i esti*
ver na circulaco d'esta cidade, c se csuber a
aorta grande em dita numeraco, o consumidor,
ter, pelo espaco de 6 u.ezi-s 5 kilos de carne dia- .
rios ; os consumidores, de 5 1 k lo, e t>r3o nu-
mero de kilos que d'autes conaumisiD diarian aite.
O conductor do feliz cjusumidor'sir tambem
gstificado com 50/030.
N. B.Toda a carne ser entregue no tal' aos
portadores d;s fregueses.
Recife, 27 de Fevc-reiro de 1887.
Tendeti tame on *ollr'i% pello :[%
Usai o mi-lbor remedio, que o 1'filTiUtAL-DE
CAMBARA', e veris coran vofi s apparece. Vendc-ee ua drogara dos unicns acen-
tos e depositarios geraes na pruvincia, Francisco
Manoel da Silva C ra do Marqu- s de Olinda
n. 23
Arrenda-sc ou vende-sc
um sitio cirn alguna arvoredos de fructo, planta
de capim e ortalices, ra de S. Miguel n. 148 :
qnem qnizer dirij*-ee roa da Imp ratriz n. 13,
loja.
Engommadeira
Precisa-se de nina b)a eng mmadeira, que. en-
saboo tambam, para casa de pouca familia, prefe-
re-se escrava ; na ra do Uiichuello n. 13.
Cofres pro va de fogo
O Carlos Linden tem dous novos em folha, e
vende muito barato por ser da cansignaeao ; na
ra do Baro da Victoria n. 48.
16.
De 1 piano forte de Felippe rJmri Herz, Newn
A C-, 1 mobilia com 1 sof, 2 consolos com podrs,
4 cadeiras de bracos e 12 de guarnico, 1 cari, ira
de piano, 1 menepiana de caixa, 2 quadros a oleo,
jarros para flores, tapetes, escarradeiras, 1 cande-
labro, 2 cadeiras de balando e 2 quadros.
Urna cama franceza, 1 lavatorio, 1 espelh-, 1
sof, 1 mesa cora estante para livres e 2 cadeiras
de balando.
Urna mobilia de faia com tampoa de pedra, com
1 sof, 2 con sol os, 2 cadeiras de bracos e 12 de
guaruicao. ,; Prcciea-se
Urna mesa,elaftica, 1 guarda-comida, 2 apara- filhoa
doref, 1 relogio de parede, 2 quadros, 1 quarti-
nbeiro, trem de cosinha e mais accessorios de esa
de familia.
ftegunda-felra, 7 do corrente
No segundo andar do sobrado da ra da
I opcralriz n. 20
O Dr. Man ti Arvello Bottas, tendo de fazer
urna viagem, tas leilo por intervenidlo do agente
Pinto, de um excelleute piano, quasi'novo e nais
objectos da casa de sua residencia ra da Im-
neratriz n. 20.
Principiar s 10 e meia horas.
Leilo
De 1 cabriolet americano, coberto, com 4
rodas, lanternas, chicote e arreios para
um cavallo, e urna farda, tu/lo em pti-
mo estado
Megunda-felra, 9 do corrente
A' 1 hora da tarde
Em frente ao sobrado da ra da Imparatris n.
20, por eccasiao do leilo dos movis da casa do
residencia do Dr. Bottas.
Aluga-se
o segundo andar do sobrado n. 17 no largo do
Corpo Santo, muito fresco e com commodos para
grande familia ; a tratar no 3- andar do mesmo.
x Jam.i
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhsr bem ;
na ma do Livramento n. 8, loja.
Ama de leite
de urna ama de leite, sadia e sem
paga-se bem ; a tratar na ra da Man-
guen-a n
4a leilo definitivo
Da parte do engenho Brum da quantia de
12:559(5000 e urna terga parte da casa
ra de S. Francisco.
Agente Britto
O agrnte cima, a mandado do Illm. e Exm. Sr.
Dr. juia de direito da provedoria em ana presenca
e a requermento do inventariante don beus da
finada D. Tberesa Carneiro Lins de Miranda, le-
var leilo a parte do engenho BRUM, da quan-
tia de 12:559^000, servindo de base a bfferta de
7:5004 e a terca parte da casa terrea ra de S.
Francisco, servindo de base a offerta de 6001,
todo na freguezia da Varsea.
Seguada-felra, 1 do corrate
As 11 lj2 toras
Ra do Imperador n. 1G
Geograpiua
Um acadmico acbando-sa habilitado a leccio-
nsr geographia, acei'a chamados para ensinar em
casas particulares, e pode ser procurado no hotel
oriental.
Cha preto superior
Recebeu o Carlos Linden nova remesa do cha
preto superior, e avisa aos seus fregueses que
v na ra do Barao da Victoria n. 48, para se
supprir,
Retaia-se
um excellente terreno coaendo diversas fructei-
raa, coqueiros e cacimba, direita da entrada da
travessa do Feitosa, com frente para a linha do
Limoeiro, preco commodj : a tratar no mesmo
sitio.
Urgencia
Piecisa se sem demora fallar com o Sr. Anto-
nio Vctor de S Baneto, rua do Raofcl nume-
ro 65.
U'Ciro
Precisa-sc do um menino de 12 a 14 ar.nr-s de
idade eom pratica de uiclliad. s, a tratar roa de
Gervasio Pires n. 40.
Sitio
A'.uga-se um sitio com cas, e ontra boa casa,
no Aterrinho do Giqui ; a tiaUr na ra do Im-
perador n. 50, terceiie audar.
KANAN&ApoJAPO
RIGAUD A C'a, PerfumisUs
l'ARIS.-a, Roa Vrrlenna, S, PAH,'S
extracto de $ananra
.vr-f s delidast
perfuma para o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, espar-
gindo a mesmo
lempo ao redor da
US naves emanaedes que revelam distinecao
e elegancia.
Acha-tc venda em lodosas Perfumaras
^***AA>rtf***v^Ar**V>s%s>8><>8ll8;



Pinito de Riga
Cosinheira
Precisa-se de urna perita de 40 i CO anuos de
idade ac.turnada a sirvir tu; ca& de familia,
paga-se bsm, em Santo Amaro das Salines, portio
encarnado junto a cnp;lla.
3Cjg,;^araEgKrSgr'.^nrA:^
Leilo
P ons movis, fins cry.tae.->, quadros,
i-speltK, ohj-ctis fin i ledro piale, livros
inuit-js ouiros nov,i*.
A moer :
Vnu.u- terreo
Sal Oe iniH-lt
Urna mobilia d jacarauJ eom 1 sof, 2 con-
sulta com podras ttsA iras de brac-self de
guarnico, 2 e leiras de bataneo, 6 parea de cor-
tinados, jarro para fl ires. casticaes e mangas, 1
eanduno a gaz, paunos de eicehet, escarradeiras,
tapetes, blcnlita toiru de a a.
Sala di- j..i.ir
Um guarda-louca envidracidf, 1 aparador gran-
de, 2 d tos torneados, 1 mesa i-lastiea, 12 cadeiras
di; i. u-ii uic,ac, 1 re'o^ii 'le auete, 1 apparelho
para cli, 1 dito par* j wtar, fruvieiras, copos,
clices, garrafas e glub 8 de vidro.
Objectos d.< electro-piale
Um xpparelho para cha, cv-berus para pratos,
porta-bisco i tos, facas, r*fft* e etlneres, psliteiros,
salvas, gatheteiros, letreirjj pata garrafas e 1 li-
coreiro.
Vasos com plantas, bauh<-iros, bieias e trem de
cosinha-
Um binculo, 1 gama >, 1 guirJa-vertido e 1
guarda-roupa.
Andar superior
Sala de visita
Urca mobilia de Jacaranda estufada torrada de se-
da,2 dunkerques delirados, com taii'p e de pedra, 2
Inulta cspeibos dourados, 1 pmi.o forte, 6 sanefss
d'.-uradaf, 2 qutiius (piat-e), tapete de carneiro,
escarradeiras, jarros tinos, l cad -ira para piano,
1 lustre de cryetal, 6 tapates, 1 elsatifa forro de
sala e paunes de crochet.
i." quarto
Uma cax-a franceza de Jacaranda, 1 mesa de
amarel:o, 1 lido loilete, 1 cuinmeda, cpula, cor-
tinados, 1 guarnico para lavatorio, enfeites de
mesa e 1 guarda-roupa.
2 quarto
Um marquezo, 1 cabide, 1 sof, 2 cadeiras, 1
jardineir, 1 transparente, cadeiras de bataneo,
meua, estante, livros de direito c litter&tura.
3. quarto
Um toilete, 1 lavatorio, 1 cabide, 1 cama de
amarello, 2 consol?, i mesas, 1 santuario, 1 guar-
da-vestido e 1 cama.
Sala de detrs
Uma mobilia de junco, tapetes, quadros, 1 re-
logio, ettsgeres e es te ira para aala e 1 secre-
taria.
TERgA-FEIRA, 8 DE MARQO
O Dr. Manoel Clauiino de Mullo, retirando se
com sua familia para o sul do imperio, fas leilo
por intervenco do agente Pinto dos movis e
mais objectos existentes em casa de sua residencia,
ra do Viaconde de Albuquerque n. 23, (outr'ora
matriz da Boa Vista).
O leilo principiar as 10 horas em ponto por
eerem mnitos os lotes.
Os referidos movis sao bns e bem conserva-
dos.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 80G no becco dos Cce-
Ibos, junto de t. Goncatlo : a tratar na ra da
Imperatris n. 56.
>=- Precisa-se de um perfeito cssieheiro ; tra
tar aa ras do Brum n. 35.
Precisa se de uma am p-ra todo aervico
de casa de famil a de tres pessoas ; no oito do
Crpo Santo n. 26.
."' tSai/.-''.''

Kneilina tniiu^ta Serrano Tra-
rasans
0 major Marcelino de Soiiza Trovarsos e seus
filbos convidam a todos ou sen? prenles o amigos
a assistirem aa mistas que por alma de sua sem-
pre lembrada esp^a e mi, Enediua Augusta
Serrano Travaasos, man Um celebrar na matriz
da Boa-Vista, segunda teira 7 do corrente, s 7
horas da manh, trigsimo dia de eeu passamen-
to, antecipanlo desde j os eev.s agradecimientos
por este acto de religiao e caridade.
MATHUE-5 AUSTIN & C, rcccbeiam ultima-
ni -1, t um completo sortimento drsa madeira,
como st'jam : pranches e taboas pura assoatho,
da melbor qualidade e de diversas dimensO' s, e >lfc
que vendem por precos commodos, e redurjdos, y' J
conforme os lotea ; no aimazem do caes do Apollo
n. 51, on ra do Coromc:cio n. 18, t- andar,
Casas
Calada* e plnsn aluga-se a de n. 57 tua dos Gomara pee, tem
corredor independente, 2 satas, 4 quartos, roto
corrido. c;sinha ra, quintal cacimba, b^nheiro,
e preco eo ir re do.
MEIA-AGUi
Aluga-se a da travessa do Corpo Sanio n 17,
por preco commodo ; a tratar com Siqueira Fer-
rsz i C, 4 ra do Amciiin n. 66. _______
,..v*^._..:'":./~ -. tasag..'ns nua
......-.-ai;- -vil
IfiSIOS
Knelnn Viiiiu-Ii Serraaoo Traa
Francisco Deotade Lins, conservando a lembran-
ca de aua idolatrada o j mais raqueeida sp-s,
Genuiua Travasio Lias, manda sufra^nr ca
missaa e memento a alma de sua virtu .sissima cu-
nhada Enedina Augusta Serrano Travaeso, no dia
7 do corrente, na capella de Uruc-mirim s 8
horas, para esse piedoso exereicio convida a seus
paren tes e amigos, antecipaudo-lho seus cordiats
acradecimente.__________________
O. Mara Clementina de Woraesi
e Multo
JoSo de Moraes e Mattos, r. Jos Joaquim
Tavares Belfurt, sua muther, fiihoa e sogra. agr-
deeem da intimo d'nlma o cmparecimento dos
seus amigos ao enterre de sua cara esposa, ti ha.
irml e neta, D. Mara Clementina de .Moraes e Ma
tos, convidamos para tissi'' "3 missaa que por
sua alma mandara ssar ^reja do Paraisi,
sabbado, s 8 horas da nreirha.
Custodio Francisco Harlin
Mara Hcnoria Martina, seus filbos. mi, irmos
e genro, profuudunerite gratos a tods os seas
que aeompanharam os -estos Baortas de seu sem-
pre lembrado e chorado marido. pa, genro, cu-
nbsdo e sogro, de novo os COMidam pv asistir
a missa que por sua alma manuaiu rezar na
matrii do Corpo Santo, scgur.da-feira 7 de Marco
s 8 horas da manh, stimo dia de seu passa-
mento. Por este acto de religiao protesta, desde
j sua eterna gratido.
Hara Eugenia Rabelt.i de
Santa
Joaquim Ccrdeiro Coeibo Cintra, j:a espoajl e
filhoa convidam acs seus parentes t- pessoas de
aua amizade, para assistireta a missa que sor alma
de tua presada (unbada. mana <> ta, D. Mara
Eugenia Rabello de Sonza. man Um rasar rra rr-a
tris da Boa-Vnta. as S uoias da timno.-i do dia 5
do andante mez, stimo do w i pa.isamento^______
'.' a. t.: -i Av a -.'
Se IPIMA'JLT e C
!.j;rr;; -iceuticos em Pars.
.iiimliljda ua nora
p!:J:mAC0J& oiial de Franca.
Al'l'nOVAHO t'FI.A JfNTA CENTRAL DE
llVIMKNi; DO 11hA7.IL.
(Lista aspirar a fum.ica dos Cigarro*
< .-i-I I.-> -jaralazerdesappareceremcomple-
t icueiito os mais violentos ataques de
A s lana, a Tuss nervosa, Houquido,
Xriincc&o da vos. Neuralgia facial,
mwimi.i, o tambem combater a Tsica
larytvyetu ,
Cu-Ja atojo lava a marea da fabrica, a
"rra o o sallo da O mmat da.
- \BI9, 8, Ba ViTienne, 8
t n-. pm.-cciplis MAnACua.
Waxaajfj
-I
HISTORIA
VCTOR HUGO
Sitio
Alega te tu v nde-s-e >: o: o barato cm sitio
Com aua, leudo tineo jaDtlo.a .': trente, i a Pedra
M< I rn-i da t.-i; csS.tj :..vil; do Liiuo ; ou-
trn ci. i-'larpr- rfaigirji du Apipueoj u. 26 ;
Olra ti.c ti.. .Mno an. i'j e. na ra Nova r. 8, e
t'ius *err nos ni E'pi bouo, tcnfrou'i; ko i liaj
..'j Sr i-i.h--iro feitosa ; a '.ratar ira Cau.inho

EiiiiiUfa
Pieeiea-ae de ria boa ei-ommadtira ; que
eiiha'M.e fsnrb*!!*, i^ni c-a ce pi-quena funiiiia :
a tratar uo Une un Cim.ji-a.li a n. 2. Profeie-se
es-'rava c de ve d-.:m:r im cte-..

PASTIUtAS
De AH6ELIS & MENTRUZ
|
Si
as
as

3V
sai
3

set
Ai
^
0 Rimtdia man efficaz e
Jtfuro que se lew descoberto ole
*/ pra axpe'lir ,-,s Ion trigas.
ROQRIAM HIERES
i mam-..
BBsaBasVBVaalBMBBaB-sVsVs-s~s_al


k
Diario ^
,'*"

i-


<
Alaga-se barato
Ba Visconde de Itapmrica n. 43, armazem.
Becco Campello u. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja eom ga.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
rraU-se na ra do ommercio n 5, 1* andar
uriptorio de Silva fnimtraea & C. ^___
Alug
a-se
o ole terreo do de n. 27 ra Vidal de Negrei-
ros; o 1 do de n. 25 rus vclha de Santa Rita ;
o 1- do de n. 34 ra estreita do Roaario ; todo?
timos : a tratar na ra do Hospicio n. 33.
41uga-se
o sobrado de azulejo n. 82, no Caminho Novo,
muito fresco pela posicSo, e tem commodoi bas-
tantes, est em estado de limpea, que o preten-
derte nito precisa fazer drspeta para morar.
Alocase


a casa do largo da Detencao n 23, defronte da
nova estacao da liohtt frrea, oro grandes ac.-om-
inodacoes para familia, quintal, banbeiro, etc.: a
.rater na ra larsra do Rosario n. 34, pharroacia.
Alugra-se barato
as aainhas do becco da roa da Palma nt. 10, 12,
14 e 18, pintadas e catadas ha pouco ; na roa do
Vigajio n. 31, 1 andar.
Ama
Precia-se de tima eosinheira ; a tratar no largo
do Coi po Santo n. 17. 3- andar. ^__^_
Tricofero de Barry
Garante se que faz as-
eereorAscar o cabello anda
ai mais cal tos, cura a
tinha e a caspa e remore
Cotias as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir on de emblanque-
cer, e jnfallivclmento o
torna espesso, uacio, lus-
iroso e abundante.
'V/4iyftiv
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E" o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao officiol de
urj Governo. Tem dos vozes
i'uas fragrancia qne qualquer outrn
clnraodobrodo tempo. E'muito
ij8 rica, suave o deliciosa. P.'
nir,ito mais fina e delicada. E"
mais per ,'incnU e agmdavol no
lenco. ^ i .la* "rzaa mais refres-
caste Do banr s ce cuarto do
doente. E' esperance contra a
fronxidSo e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e oe
denmaios.
Jarope Je Viia Je Heiter No.
iVTES DE rSIr-O. SPOTS DESAIz-S.
Cura positiva e radical de todas as formas de
tscrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Alfecces, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo eom perda do Cabello, e de todas as do-
eneas do 8angne,Figado, e Bina. Gorante-sa
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o svstama inteiro. 0 -i
Sabao CnratiYO de Reuter
Ama
Na ra. da Uniao n. 13, precisa-se de nma ama
rara cosinhar.__________________________________
Ama
Precisa-ee de duas amas, urna para cosinbar e
outra para lavar e eng -miliar ; oa travessa dos
Pires n. 5 (Giriquity). _________
Para o Banho, Toilette, Crian.
gas e para a cura das moles-
tias da palle de todas as especies
a em todos os periodos.
Ama
1*
Precisa-se de orna ama par* todo servico de
casa de pouca tami.ia ; a ra da Palma n. 29.
Ama
I Precisa-se de urna boa eosinheira para casa de
pouca' familia, prefere se escrava ; na ra do
Riacbuello n. 13.
AMA
Prrcist-se de unta amanara
lavar, engoiuniar e faze raaa%[
al^uns servico de
casa de fh
Milla : menos comprar e coz
nbar : na rna do lliachnelo
13. Deve dormir em casa.
Deposito em Pernambuco casa do
Francisco Manoel da ____ & G.
Professora
"" Una se 11 hora conipe'entemente habilitada, pro-
C 'es, as guite* uterina : portugus, francs,
msica e piano; a trata na ra do Mrquez do
Herval n. 10. _________________ ._
Yin.0 da Monrisca
Esse iropnrtante vinho de que nnico
importador JoSo Ferreira da Costa;
puro de uva escolhida a capricho, e pro-
prio para irnsn, p-?lo seu merecimento tem
obtido
eitaco nos lugaris para
orlado: acha se ven
eatsbeleciroeDto doa Srs. Po-
la do Recife
m

Ama
Precisa-se de urna ama para coiinha ; na raa do
Dr. Joaquim Nabuco a. 3._______^^______
Ama
Precisa-sc de urna boa coaibbeir, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companbia
u. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisa se de urna psra casa de familia, ra
do Cabug n. 3, 3* andar.______________________
Ama
Precisa-se de urna ama que coinfce e engomae ;
na ra do Baagel n. 44, 2- andar._______________
\ma
Precisa-s* urna ama para engommar c ensa-
o* r ; a tratar na ra das Cruses n. 18, priuwiro
andar. Deve dormir rm e>sa e prefere-se escrava.
tratar
1 darmir
Ptewse de am asr para coaabar
na ra das Craari a* 18, 1
em aa* 1
t\* Alug fe pir^esibiuito cnmmndo metade do
1 i 1" andar do suspBjVva ni do Visoonde de lia-
I____ ^^."ir.. J^ ft __II.. ., rtT* -^ ... r-.~^ r.rr.r.\OI,
! parica. antig* m Apollo n. -?5. no mermo precisa
'almnPn'i que sej 1 fi'-l pir. nuindados.
d-se rcupi e b m ordenado.
Jalroph
Manipoeira
Ette mpficaminfo de urna eflicacia rrconhecida
no beriberl e outras molrsias cin q'ie predomina a
bydropesia, crha-se inodffie-tdo em sua prppnra-
ciio, ;raca n nina nova formula de um diatineto
medico deta cidade, s- nrto qao fomente o abaixo
&B9'glis49 fVtli IwWrTTa'do ptra pr^p^iafo aenwtlo
a mi Ihjrur Ibe o gnslo e fh iro, sim todava alte
rar-lbe aa pripriedad s mmlicamentoeas, que se
conservmn c ui a mesim ftetividade, Ee nao maioi
em vista do modo por que elle tolerado peb
estfmsg.>.
l'nlro lepoMilo
Na phsrmacis CVwiOi{t-, a ra do Marques d
Oliiido n til.
erra de Mella
Cosinheira
2*1 U
Psga-te 20'J0O por mrz a urna perfrita c;si-
nh- ira, para cas d>- peinen* familH, preferindo-
se de meia 1 larfe e qn ej 1 de boa mora!, 4 ra
do PavsandA n. {9, pxssaudo a potite do Chora-
menino : (jt nao cstivrr em condic&es escusado
spreseutar-so. ^^ ^^^^
4ma
Precisa-se de urna m jar eoarnuar lavar :
a ata* na roa de Pedro Aflbnao n. 58 (aatiga da
Pre). ______ ______
1 tt Precisa-se de nma, para cemprar
\ 14 \ e cosinhar para casa de peqnena
il.J'lLrl familia; a tratar na ra de Mar-
cilio Diaa n. 64, 2- andar.
AMA
Precisa-se de nma au.a pira o servico domes ti
co de peqnena Ismiin ; na rna do Hospicio 27
Tlosri iHiana
PARA TINOIR A
barba e os cabellos
tintura tinge a barbn e os cabellos ins-
tantneamente, daodo lhe orna bonita car
e natural, 6 inofensivo o sl-u uso simples e
rpido.
Vende -ee na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
<.-\RIA c'.n Ronqueyrol Fre-c#, successorea de A
CAORfi, ra do Hom-Jesus (antign da Qt
u. 22
MOLESTIAS
*
eORACAO
Asma, Catarro
con o tMV*mmo do*
'firanalos Astmomaes
ItilUrtf!
D-PAPILLAB
imsaiaisaiamM
MSMaJMiSIrgsMai
tittlr mtrt et4t fn
hrii.
irf
..MOtrsOTst l.isill-d
]. K>i!T ORKAL .
Advogado
Domingo* V. de Sonsa Lefio
Das 10 hcrxs da mar.li s 4 da tarde, ra
do Imperador o. 16,1' andar.
na roa da
Precisa-se de perfeitas uoatureiras
Aurora n. 39, anaW.
Anqninhas
Pelo diminuto piveo de 100, para senkoras a
meninas.
Completo toriim"nto o*, faxendas e roanas fei-
tas, p=,r presos baratisetmoa : na nra Duque de
Casias n 8)
M B 51 D O N C A ir C.
Novo Porto do Carca*
Ra do Mrquez do Herval n. 27
Joo Pinza, avisa aos Sfus ln puerca que ja se
acba abrro > seu esiabelccimento de carvo,e con-
tina a cften err as mesroaii vantagens ja bem co-
nbecidas do pubhco,o prl 1 barato proco de 640 ris
a barrica; tanrbem lev o co..h oimerito de rodo*
que tem car no verde de 1* qaalidnde, portento os
tregoezes prderio faier os ecus pedidos, que ecrSo
muito bem servido*, e alm disto nao pagarlo
iretts.
Becif', ?0 de Feverejro de 1887.
JoSo T. Fiuia Lima.
Para rosiolinr
f'rccisa-se ama para cosinhar,
mas que cosinhc bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra Duqw de
Caxias. por cima da ty-
pographia do Diario.
MARCA DE FABRICA
jsjMflM
EMULSAO DE SCOTT
de OLEO PURO
-DE- 4
FIGADO DE BAGALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SOPA.
Tdo agradavel ao paladar tumo o leile.
O grande remedio paia a cura
radicalda TSICA, ESCRFULA,
ANEMIA, RACHTTIS, DE-
BILIDADE EM GEEAL e todas
as enfermidades consnmptivas,
tanto lias criancas como nos
adultos.
Nenhum medicamento, at hoje
descoberto, cura as molestias do
peito e vias respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos eom tanta rapidez
como a Emulso de Scott.
A venda nos principaes boticas e
drogaras.
Deposito em Pernambuco na rogara de Frtocigco Manoel da Silva
& C, ra do Mrquez d- Olinda n. 39.
VHI M) fCMMCS(NM CA8MCSIM) UWrC-PHOSPHATEQCCHAX !
ltTitiquwHiiimar.naMEire8wcE5siifRKL
:PORTATionras.?a5rsasi
VINHO
DO
Br Gabanes
KfflArCAMNES
O viuho do J>' cabaaei, snbmettldo 4
approva;o da Aeadcmla de Medicina de
Parts, fi nconliecirto como um tonteo
eaenrloo;por encerrar os principios constl-
tr.tlvos do Siz,igue e (la Carne), que d ao
sanguc forcu, vigor c enerata.
Os Snr* D" Xronsseam, nrard e VeW
peau, professores da Paculdade de Medicina
de Pars, o re eitam todos os das eom o
melhor exito s mulheres enfraqtiecidas por
excessos de toda especie, rabalho.praeret,
menitruaco, edade critica e amamentacao
prolongada. ET extremamente cfflcaz contra
o Fastio. Ms dijestSes, Dyspepiiat, Gastritis,
Tonturas e Vertigens
D resultados niaravllhotos nos casos de Anemia. Chlorose, Pauperismo do sangue, F.tteri-
lidadedas mulUeres, Flores brancas, Perdas semiaes, Impotencia prematura, Emmagrecimento
geral. Vistea, pulmonar, Pebres tarcas, Zatarmittentes, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O Vinho do S' CataiM, pela energa de sua accao cordial, desenvolve as forcas, activa a
trculacao do sangue c c multo rcconimendaTel para as convaleacenpa.
Faz ces?ar os vmitos to frequentes durante a gravidez, augmenta a secrecao do lelte nos
nutrtzes e d extraordinario vigor as criancinUas de mama; gracas a influencia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos de Diabetes, A ITecco da medulla, Histeria, Epilepsia,
Rachltismo e em geral, em todos os casos em que c preciso recorrer a um tnico poderoso, que
i vigor e restaure as forras dos doentes.
Como aperitivo subslitue eom grande vautagem os lquidos perniciosos como absintbo,
vermouth, etc. ET um preservativo apreciado pelos viajantes e uiarinliciros, como unti-epide-
mlco e antidoto da febre amarella, Vomito o outras Molestias troplcaes.
Deposito geral: TROETTE-PERRET, 264. bouleyard Voitaire, PARS
Depsitos em Pernambuco :FRANM. da SILVAeC-e as principaes pharmaclas,
MOTA. Pan evitsr as contnfacctes, si se den
cceiiar a t'rr3,>* 1"' l">rm ncrusUdet no >:dro
u pa/arra : Vinho do D' Cabaoes, Pars, e
aofcre os rotulas, tiras de papel que ennlvtm
tarfilo a marca de fabric
a assinalura do Dr Ca-
banas e o sello de tarantia
da Uniao doe Fabricantes. ^f J
de papel que enroirem o
**#*
VERDADEIROS GRAOS ;eS AUDE do DTRAHCK
* LICKSCIADOS PELA INSPECTOMA GBRAL DE HTOIENE DO IMPERIO DO BRAZIL
* Aperientes, Estomachleos, Purgativos, Depurativos
* onlra a Palta de appetite, a Obstrnccao, a Enxaqurca, as Vertla-ei,
* as ConrcstSes, etc Dose ordinaria : 1, 1 a 3 graos.
Desconfiar a. MBfficacoc*. Exigir o rotulo junto Imprimido em francez
* cada^^^nfa^JiSte c 0 Sello da bo dos Fabricantes.
Em PASn, Pharmacia IBROT DepontM IB USWll iriocipjes Pturmatiat
riiu i
Fiiiiilicao de sinos bronze
DE
LUIZ DA CRUZ MESQU1TA
(K) lina do Barao do Trianipho66
(Antiga Ai) Bpiii)
Neste est ibelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam :
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restil'ar, alambiques do antigo e no-
vo jstemacom esquenta garapa, serpenti-
nas e carapulcas, tachas, tachos, bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de espirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenses, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, rmelas e lcn^cs de co-
bie, bombas con*inuas, sinos de l libra at
i 10 arrobas, sola ingeza c do Rio, cadi-
nhos patentes c de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des ecom toda presteza eperfei^o apresos
mdicos
Vcndem-se a orazo ou a dinheiro eom

descinto.
4os 1.000:000^000
200:000*000
100:0001000
mwt LOTERA
13 EIOS
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologca Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Bdmci a u ta Malo de 1881
0 thcsoiireiroFrancisco Goncalvcs Torres

:*

*
ALLAN PATEKSN Jt
N.44Eu i do Brum--N. 44
JUNTO A E!^ f APIO DOS BONDS
Tem para vender, por pra modicoa, aa seguintos ff.rragsn:
Tachas fundidas,, batidas e caldeada*.
Crirac;3e8 de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro eom erra circular
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados metalo*
Portaad fornalha.
Vaporee de forja de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Boendas de 10 a 40 poUcgadas de patiadura-,
Rodas d'agua, syBtema Leandro.
Encarregam-se deconcertee, e assentamonto da raacbinismo exeruta> qu-
trabeibo eom perfeicl e preste*.

._.

rligos para as excellentissimas senhoras
Capas de cachemiras eom vjdrilbos de differentes precoa.
Sedas prtas, lisas, superiores, chegadas ltimamente a 2&800, 2)5200, 2|J400,
3S0OO c 3(5500 o cavado.
Ditas lavradas a 30200 e 30800 o cevado.
Setiaa pretoa, Usos, a 1,500a, 1,$200, 500 e L^OOO ocovado.
Ettmioe de seda, tecido aberto, a 2400 o covado.
Cacberoiras bordadas a 1)5800 o covado.
Meriwk, bem pretos, a 800, 1,5200, 1^500 e 2^000 o covado.
Dito as&etinado a 1?>200 o covado.
Sctineta francesa, lisa, a 500 rs. o covado.
LuvaR pretas, do seda, de 3, i4 e 6 botSes a 2,5000, 2,5500 e 3^000 o
par.
Artigas para lioinens
Cheviots pretos a 3^000, 45000 e 4^500 o covado.
Cnsemiras disgonul de 25300, 2^500 e 5^000 o covado.
Panno tino de 2,5500 a 65O00 o covado. Aproveitem 1
A ra Primeiro de Marco n. 20
AMARAL & C.
ALCATRAO DE GUYOT
GODEON DE GFYOT
O Aleatr* le Gnyot serve para preparar ama ag6a de alcatraO, muito efflca e aajtdavel toa
mala delicados estmagos. Purifica o sangne, an^menta o apetite, levanto aa forjas e eficaz em todas as
doencas dos pubnoea, catarrhos da beiigoa e afieccoa das mucosas.
O Ateatro m Cuyes foi experimentado eom vantagem real, aos principaes hospitoes de Fxadga,
da Belgiea e Espanba. ,-, r in, h-_.
Durante os calores e em tempo epidmico nma bebida bygienic* e preBervadora. Lm M tidro Dsta
pvi preparar doze litros (Turna bebida salutarissima.
O Alcatro de Guyot Al TilITKO vendido flB Tdros trarond
o rotulo e eom trez cores a assignatura :
VesMla a varej* m m**r parte das PJmriiaa, Fabricaeao eas
> i Caaa L. FHBalE 1, rae Jacob, Parla.
j Pechincha
Manrcign dirniir.Hrqucza a 700 rs. n ta de
' wna lihrs ; v>)iile-ae rm caso de Antuni'.'Duir'.'
j raa da niao 4, Artbnr Maevw rna da
j Aurora n. 85, Pafo liheiro 4 C. 4 ra da Kgd
a. 48, de primeira tiuslalada.________
Aviso
O bscharel Eduardo Alfrfdo de Oliveira, tem
berto o sro efcriptorio deadi>gado 4 raa 1 d-'
Jlarco n. 4, ende tsmoem pode ser procurado para
lecci nir o ingle, francez o alterna-, pratiea e
tbecricamente, na eullfis n casa* dx fcmi'ia.
Combeiro
Precisa-se de nra eosiaheiro que aaba di^ii^
peobar a arte cuUurt* ; na rna larga do Rosa-
rio n. 5.
.J
i II.


Diario de PernambocoSabbado 5 de Mar$o de 1887
.

U
-
covado.
L
Bedutfo absoluta de preco
Alpaca de cores, lisas, de preco de 600 reta o cavado, por 280 o dito.
Ditas acoichoaas, de 800 rs., por 440.
Etaifcinea de 13, tocido rendado, do 1,5800 o covado, per 600 rs.
Dito* do algodSo, de nmito boro gosto, a 500 rs. o dito.
Creps do cores, de preco de 800 rs., por 360 o dito.
Coutelinca de rSrea, tecido diagonal, de preco de 800 ra., por 360 o dito.
Panams do cores, tejido acolclioado, de preco de 10200 o metro, por 440 o
Setinetas de cores, lindos padrSe, do 320, 400 e 440 o covado.
Zepbir, de quadrinhos, a 180 e 240 ra. o covado.
Batistes de cores, a 140, J60 e 280 ra. o dito.
Brilbantinas de cores, de preco de 700 ra. o covado, por 320 rs. o dito.
Merino preto, coro dnas larguras, a 800 ra o covado.
Atoalhado de liofio, Kvrado, a 1J300 o metro.
Dito da Costa, de quadros, a 10500 o covado.
Dito da Costa, de listras, a 10OO o dito.
Ptios dj. (6res, para caifa, a 260 o dito.
Dito pardo, liso, a 320 rs. o dito.
Esguilo, pardo, de linho, para vestuarios de enancas, a 4C0 n. o covado.
Cambraia branca, bordada, a 5fJ500 a peca.
Toilbas felpudas para rosto, de preco de 70000 por 50000 a duzia.
Ditas menores, a 3 Ditas grandes para bao Los, a 10500 urna.
CulchSes para cama, a 50000 utn.
Cortes de caaemira~de cores para calcas, a 30000 um.
Guarda-f de linho, para senhora, a 100000 um.
Dito de dito, para hornero, a-60000, 60000 e 80000 um.
Bramante de i-lgodao, lis?, cora 4 larguras, a 10000 o metro.
Dito do dito, trancado, a 10100 o dito.
Brira branco de linho, qualidada superior, n. 6, a 20400 o covado.
Casc.-niras de cores, para costumes, de preco de 30000 o covado, por 10800
Costumrs de banho de mar, para senhora, a 100000 um.
Ditos de ito, para homens, a 80000.
Ditos de dito, para meninos, a 50000.
Sapatos de baiihos, para bomens e seolioras, de differenfes precos.
Magnificas mallas americanas, para visgem, de 150, 200 e 250000 urna.
Saceos de lona p-ra roupa suja, de" differentes tamanhos, por barato prego.
Colchas brancas, de algodo, a 10900 um.
Completo 8ortimento de lindos cortes de casemira para calcas, casemira de
cores para cestumes, panno, brins de cores c rnnitos outroB artigos que sero lembrados
presenta d'aquellcs quo dos honrar rom suns visitas.
Na antiga e acreditada loja de fazendas
DE
AMARAL & C. *
ai3\ PftWfEUHO H^ MVIYCO IX. _L
(Junto do Louvrej
O dito.
tnsag:
asart
ao lacto-phqspVato o-cal
Approvados pela Junta d Hygieae do Rio-de-Janeiro.
O Lreio-Pkosphato ue enl, que eatra i.a eonipoMc/to do viNHO e do XATIOPE
lie DUSART, o medicamento tata poderoso que se cor.hece hoje para t^et^ra-
as torgas de certos docnte>.
Consolida e endireii.-. os ossos tla Braw.as Haonlieo, torna activos e vigorosos
os Adolescentes molles e lymphalicos e os ept* -s .chao latinados em consequeiicia
de rauio eresciineiito. Facilita a cicuUt.:<;o das cavernas do plsalo nos Tuncos.
Sendo administrado s muflieres durai'.e a gravidez ellas atravessao todo o periodo
da gestacao sem a menor fadiga, sem nauseas, sem vmitos, s dao a luz a; creangas
fortes e vigorosas".
O Lacto-Phosphato di cal admi-.istrado s urnas o &s rnaes que cnao o* nuio?.
torna o leite mais rico, mais nuicUvo, e preserva as creangas da diarrha e de outros
molestias, que se declaro do! inte o erescimento. A dentico opra-se sem fatigar a
creanga, sem que apparega* ionvulsOer.
O VINHO e o XAROPL de Lactc-Phosphato de cal de DUSART despertao o
ap-^etite e levantao as torcas dos convalescentcs f -levem ser_embregados eiu todos
os "casos em que o corpo hurrano se achar fn'.u)*^. ou exhaurido -e fcT *.
Deposito om Pa.-/. a, ra Vivlenne
Solicitador
Jos Ferreira de Paulo, provMonado pelo Tri-
bucol da Ktlaco de Pemar_buco, 2 cem precisar de trubalbos inherentes sua pro-
asiio na cidade de Pesqueira. da comarca de Cien
bree, onde foi sus, resid ucia, e tamben; trabalha
as ccimareas do Br< jo da Madre de Dcus, Carua-
j, S. Bento e Eecada. _______________
Cosioheira
Prccisa-se de urna cosinbeira
milia : na ra do Ara gao n. 14.
para
caa de ia-
Vendc-se a casa terrea n 13, & ra do Jas;
min, hoje Coronel Lameuba, eom bone ermmodos :
a tratar na roa da R>da, taverna n. 11, ou com
Frederico Chave, largo de Pedro II n. 75, e-
criptorio, 1 andar.________________
H Vtndc-se 1 junta de bsis, grandes e gordo,
bons de carros e carrrea, na Magdalena, sitia do
comoiendador Barroca, defronte do chafara.
Superior carne dos sertOes
Yende-ae nes armazens de Francisco Cardosa da
Silva Pinto, roa da Imperatriz ns. 23 c 34 e gene-
ros de primeira qualidade por preco mdico.
AXOJA
Das Listras Azues
A' EDA DUQUE DE CAXIAS N 61
Tclephone a. 8 !l
Rcebeu grandes pechinchas de fazerdas
Jias as quaes vende pelos seguintes presos
CAMBKAIA SUISSA mnito fio eom 9 palmos
de largara, a M o corte.
PEBCALINA le cores com bolinhas, iazenda
mnito lind, a 240 rs.
MERINOS prefos e do todas as core da melhor
qnalidade a 800 rs.
SETIM preto de Maco e de todas as cores a
11000.
BKIM esguio pardo eofestado para vettdes a
400 rs.
f.L.-^S esccstezai lindas crrs a 160 rs.
CHITAS escuras e claras, algamas cores finas
a 200 rs,
FUSTAO de cordSosinho fazenda fantasa cores
lindas e seguras a 200 rs.
CORTINADOS bordados a 6*000, 7 I0C0.
GRINALDAS com ricos votde Blond bardados
a8 COLXAS de Damasco com borlas par cssa-
rr.enro a 301000.
MEIA8 arrendadas fio de Escessia a 600 rs.
MADAPOLAO americano muto superior, Ja-
mifeiroa 6<00.
8ARGELIM fradcezquaiquer cor do melhor a
240 rs.
LEQUE3 a Joaoita cem esmalte ultima novi-
dade f.500 ra.
CASACOS pretos com vidrilh- o rendas finas
forrados i!e seda a 15/000 (estes cosacos veadem-
ae nss i utras casas per 3'J/0
E c-utras inuius fazcnJaa .iBtentes, que se
vende rouito barato.
As jixroas. 3ras. quo nio possam vir na loja
affi pedir amostras e listas dos precos.
M Loja das Lislras Azues
Vrnde-se ou permutase urna casa terrea sita
na travs do Falcao n. 12, com 2 salas, 3 quar-
toa, cosinha lr, grande quintal e cacimba, por-
to dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na mesma com a proprietaiia, e esta far t)do
negocia' por j tor o d-spacho do juiz, at para
botal a em leilo, podendo apresentar os dceu-
ment38 aos permutadores, desojando tambem orna
por troca, ainda quesi-ja pequvna, porm que es-
teja nova e bem constiuida.
Alleocao
Pechinchas para acabar!
59 Bm DDP10 Cali 59
Nansocs cores firmas a 160 e 180 res o cova-
do.
Cretbnes claros e escuros a 240 rfs o dito.
Fuitoes com Dalminba de cores a 240 ris o
to.
dildem branco finos a 320 e 400 ris o dito.
Popelina con listras de seda a 300 ris o
dito.
dem branca para Exoias. noivas a 500 ris o
diti.
Setinetas brancas bordadas a S0 ris o dita.
S.-tins de cores, branco, e preto Maca.) a 800 e
lo dito.
Combraia d forro preta a 14200 peca.
EsguiOes de linho de 10 jardas a 44 e 4.500 a
dita.
Madapolao pella de ovo de 20 ditos a 055D0 a
diM.
Algodes superiores a 35O0 e 43 a dita.
Brim de cores, lindos padioes a 400 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito.
Cambraia branca bardada a 5500 a peca.
I i u, Victoria fina a 3 200 a dita.
Bramantes de algodao superiores a 900, 1^200
e 1 500 o metr:.
Ideui de liubo paro, do melhor. a 2 o dit>.
Leuces de dito para cama de casal a 13800
una.
Colchas de ganga idem a 34 urna.
dem idem para sellemos a 24500 urna'
ColchO.- trapeases, grandes, a 154 um.
Cerculai de superior bramante a 124 e 164 a
duela.
Meias inglesas, cruas, a 24800 e 34500 a dita.
Lencos brancos e de cores a 24 a dita.
Meias [ara crianoas a 24500 a dita.
GnsrdaDspos bordados de linbs a 24400 a dita.
Camisas francesas superiores a 36 i a dita.
Cortes de meia casemira a 14800 e 24-
dem de casemira superiores a 34000, 44500 e
64000.
Para a quaresma
Merinos preto, sortimento em competencia,
precos de 14000, 14200,14500, 24000 e 24500 o
covado
Gis de aples, verdadeiro de Lion, a 24500
e 24800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 24000 o co-
vadi.
Veludilhos lisos e bordados a 14000 a 14200 e
dito.
Mantiibas brasilea a 54 urna.
Fil de sede bordado a 24800 o metro.
Fich.', idem, grandes a 74 um.
Cheviots auperiorrs a 24500 e 34000 o cova-
do.
Casemira, pannos, Sedao, merino e todos os
srtigos para o uso domestico e encontra na acre-
ditada caca de
Ca.iieiro da Cuoha & ti,
Vendas em grosso damos
descoB.os
i9 Ba Duque de Caxias 39
A Hevoluco!
Resolveu vender ob Beguintes artigos com
30 % de menos do que em outra qual
quer parte.
QuarnicoVs de vellndilbo bordado a vidri'bo para
vestidos, a 74000 urna.
Tafets de crrs a 300 ris o covade.
Cachemira bordada a 14500 o covadn.
Ditas pretas a 14000, 14200, 14400, 14600 e
14800 o covado.
Ditos de cores a de 900 ris e 14200 o dito.
Lis mcscladas a 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas a 560 ris o dito.
Ditas eom bcliahas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 400 tis o dito.
Linda alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurinas a 320 ris o dito.
8etim damsse a 320 ris o dito.
Dito Macis a 800 ris 14200 o dito.
Da ruaste de seda a 14300 o dito.
Grsdenaples preto a 14800 e 24000 o dito.
Gase com boiinha a 800 ris o dito.
Fueto branco a 400, 480, 560 e 800 ris o dito.
Vclludilbos lisos e l-.vrados a 14000 e 14200 o
;ovado.
Dito bordado a retroz a 24008 o dito.
Cambraia cem salpicos a 64000 peca.
Camisas para senhora a 304000 a duzia.
Ditas de meia para homem a 800 ris, 14000,
14200 e 14510 urna.
Fich de 12 a 24, 34000, 44000 e 54000 um.
Ditos prateados a 24000 um.
Ditos de retroza 14000 um.
Linhos e scorteze a 200 e 240 ris o covado.
Collarinhos e ponhos para senhora a 24000 nm.
Ditos de cor, idem idem a 14000 um.
Cortes de casinira finos de 34 a 54000 nm.
Ditai de 1J e seda para collete a 64000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 204
Cachemira de cor de 64 por 34000 o co .-ado.
Damasco de cor a 700 ris o covado.
Panno da Costa a 14400 o dito.
Cortinados bordfcdos a 64000 e 74000 o par.
Colchas bordadas a 54, 64, e 74000 urna.
Cretones finos a 320, 360 e 4(0 rie o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 00 ris o dito,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
Sctincta escoseeza a 440 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 ra. o dito.
Chales Je mirin a 14800 um.
Ditos estampados a 34000 e 44000 um.
DitOB de cachemira a 24, 24800 e 44500 um.
Cobertores de la a 44500 e 64500 um.
Esgni3o pardo e amare I lo a 600 ris o covado.
Brim de linho de cor a 14200 a vara.
Dito prateado do linho a 14"0C a dita.
Colchas de crochet a 84000 urna.
Anquinbas a 14800 rs. urna.
0 48 na
Hcnriqie da Silva Horeira
Viveiro para passaros
Vcnde-se dous gi andes e bonitos viveiros po
pieco coromodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passsros que possuia ; a ver
e tratar na ra do Imperadoi d. 22.___________
Sei competencia
i iin ratona
oia
Una Dnqne 4!e IJaxlas n. 5
Recebeu um completo sortimento de fazendas
para os actos da semana sapta.
COMO SEJAM:
Gjrguro de seda preta a 24000, 24500, 34000,
3J500 e 44.
Setins preto superior qualidade a 14000, laOO
14509 e 14800 o covado. -
Merino preto com duna larguras a 700, 800, 14,
14200 e 14400 o covado.
Cachemira lisa e bordada a 2*0 X) e 24500 o
covado.
Renda preta hespanbola 44000, 54 e 64000 o
covado.
Manteletes decairmira. etamyne e renda, rica-
mente bordada a vidrilho.
Pelerina ultima novidade.
Capas de easimira bordadas a vidrilhi.
Aesim como um eimpleto sortimento d.) guarni-
cib bordadas a vidrilbi, pira enfeiteB de vesti-
do tanto de seda, como cas-mira e merino.
Loques a Joanita a 500 ris um.
Boid i* godo
Vende-ae urna casa de molbadoe, piopria para
principiante por ter poucos fu:Wos ; quem srcten-
der~dr>jvse rtfinac,ao da ra do Lina, em San-
ta Amaro das Salinas.
Vende-se
urna reie de pescar viveiro, em bom estado, com
18 bracas de comprim nto e 4 de largura ; a tra-
tar na ra de Fernand. s Vieirn n. 68.
Cabriolets
Vende-se cus cabriolets, sendo om descoberto
e outro coberto, em perfeito estado, para om ou
dous cavallos; tratar a ra Duque de Caziai
o. 47.
Doce de caj secco
Em latas de duas e quatro libras, ossim como
latinbaa com jalea e latas com doce de goiaba,
tem continuadamente para vender a preco commo-
do; na ra do Bom Jess n. 35, armasem.
Vende-se
tpreteilem
Cabiiolet de qnatro rodas, em estado de traba
Ihar, por diminuto prego : a tratar na ra larga
do Rosario o. 14, V andar, da 9 horas as 3 da
tarde, e no pateo da Pa dos Afosados n. 86, so-
brado, das 6 s 8 horas da manba e das 4 s 8 da
noite; assim como tres vaccas criculas, sendo
duas selteiras e urna com cria, por diminuto
preso.
\deiicao
queiral
Armado
Vende se a armacio da ra d Rangel n. 10.
Uma familia offertce agaalho e commodos com
pativeis a uma ou duas raparigas hinesta para
se enoarrpgarem de criancas : a tratar na ru*
Duque de Caxias n. c 6, leja.
WHISKY
ttO_AL BLEND marca VtAJX
Esto, eicellpnte Whisky Eseasse .prerertvf
to cognac oo a^nardenoe de canna, papa fortifii >
j corpo.
Vende-se a retalbo DO >u theres (rmazenfc
soihados. '"
Pede KOVAL BLEND marca VIADOcujo n
_c c cnsblema sao reg_trHd.'S para toao o Brs;
liKOWNH C, agentes
MuStreslaTliroS e pniorlis
Ven '.em-ae azulej.s franceses para casas, o que
ha de milbor, a
80&OUO o iiiillieiio
(o que custa geralroentc 1204000)
J. DEA. VEIGA& C.
H. 26 KOA LARGA DO HOSABIO N. i 6
THESORARIA DAS LOTERAS
PARA
0 fundo de eiPiicipacao e ingenuos I
COLONIA ISABEL
2 de Narco de 1887
Tendo o Exm. Sr. Ministro da Fazenda por acto de 7 de
Fevereiro ultimo, prohibido a extraeco de loteras por seres,
acha se exposta venda a 7.a lotera para o Fundo de Emancipa-
co, que ser extrahida no dia 10 do corrente s 2 horas da tar-
de no consistorio da igreja da Conceicao dos Militares, sob o
seguinte:
PLANO
5,ooo bilhetes a 45ooo
Imposto geral de 15 |0, sello, beneficio
^ porcentagem .
2o:ooo~>oo i
5:95o Sooo
14:o5o^ooo
.1 premio de .


1
1 1 . s
5 .
8 > .
16 .
55
916 T> .
-
loolooo

*
1
5o|ooo
2o|ooo
lo000
Sooo
6:ooo|ooo
l.'OOO^OOO
5oo$ooo
2oo|ooo
5oo|ooo
4oo^ooo
32oSooo
55olooo
4:58o^ooo
l,oo 4

0 tbesonreiro,
Francisco Goncalves Jorres.
H:o5o$000
y>
200:000$OOOA
LOTERA Di PBDfllll N ft
EXTRACCiO DA H? PARTE DA T LOTERA
EM BENEFICIO Di AIT GASA DE MISBRIGOBDIA
Ouinta-feira de
AO MEIO DIA
Esta lotera, por olgum terrpo retirada di crcula_o, devirlo a grande guerra que
Ihe promoveram, omu do dominio publico, vetn novaracnte tomar o seu lugar de
urna das vantajosas loterfas do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico a sua benvola &tteac3.i} para o plano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado noa jornaes a impresa no ver-
eo dos respectivos bilhetes. <0 plano desta lotera o nico que em 50.000 nmeros
distribae
12.436 premios, ou qaasi a quarta parte
Ainda ma6 : esta a tnica lotera quo premia todas es nmeros cuj< s doua al
garismos finaes forcm iguacs aos dos
QUATRO PREVAOS MA10RES

A SABER:
100)5 a duas letras finaes do premio de.
60$ s duas letras finaes do premio do.
oO(5 as duas letras finaes do premio do.
40 a duas letras finaes do premio de.
200:000^000
40:000i$000
20:000,5000
10:000,5000
Tambem sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro priraeros
premios.
Alm destes, tem esta lotera grande quanuLde de outros premios de bastante
importancia. E' tambem esta a nica lotera quo garante qnem comprar 100 nme-
ros de terminas3es jiff. rentes 32 1/2 % independonte dos premioB avultados que
pOBEam sabir na estraceo.
TODOS OS PREMIOS SAO PAGOS SEM DESCONT
A's e_trac8es %o feitas em edificio, publico e sob mais severa fisealisaclo por
psrte das autoridades.
Os bilbetes acbam-se venda na agencia e em todas as casas, em bantos, bao
Paulo, Campias, Rio Grande, Babia, Cear, Maraah_o, Para, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto da Roha Mont$iro Sallo
Iruguayaa23
i

Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Paria. Premio Uontyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empreg5o-se
as Molestias, as de Cerebro e conkra as aflecefles seguintes:
Asthma, Insomnia, PalpitaQoes do Corago, Epilepsia, Hallucnasao,
Tontearas, Hemicrania, Affeccoes das va; urinarias et para calmar toda
c-pecie de excitagao.
lt3S Urna exQlicacjio detalhada aoompanhi tda Frueo.
I Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN Cu
V de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pkarmacsuticos.
A' Florida
ftaa Duque de Caxias n loa
Chama ce a attfn(o da Eimns, familias par-
es pn.foa seguintes ."
Cinto a 1*000.
Lava de peluca por 2/500.
L.UV4S de seda cor granada a 2f, 2/500 e 3t
o par.
Fita d veSl;do n. 9 a 600 ri, n. 5 a 400 ra o
metro.
Albuns de 1/500, 2/, 3/, at 8/,'
Humes de flores finas a 1/500.
Luvaa de Escossia para ir.euina, liis e borda-
da, a 800 el/ o par.
Porta-retrato a 900 n., 1/, 1/500 e 2/.
Pente de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinbas de 2/, 2/5C0 e 3/ uma.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra.
Eapartilbo Boa Figura a 4/500.
dem La Figorine a 5/000.
Pestes para coco com nscripcao-
Enchovaes para batizados a 8,9, e 13/000
1 eaiza de papel e 100 cnvelopes por 800 rit
Capelia e veus para noivas
Snspenforios americanos a 2/500
L3 para bordar a 2/800 a libra
MSo'de p*pel de cores a 200 lis
Estojos para crochel a .#000 rs-
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3/000, 4/000 e 5/000 a peca
Para a paresia
Leones para menina a 200 ris.
Licha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largara 600 ris,
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1/200.
Cambraia tapada.
Galio de vidrilho metro 1/.
Franjas de vedrilho al/,
Lavas pretas de seda e Eecoe>a.
Franjas e cales finos a 2/500, 3/e 4/ o meo
BARBOSA & SANTOS______
ovidade!
A fabrica Vendme, recebeu directamen
te de Havana, Cigarrilhos do la Bella Ha-
banera, em bocetinhas com 10 ditos cada
uma; chamamos aliencao dos fumantes
apreciadores da fumaca, e recoramenda-
mos tambem ss penboritas: venham ver
para comprar.
59Baro da Vctoria-39
Aos agricultores e cria-
dores
Vende-se o engenho denominado Palmeira, na'
comtrca de Bezerres, nos.limites da do Bonito,
com terrenos proprics para o cultivo de canoas e
plautacSa o"e caf, com mais de 500 ps j plan
lados e dando fructo em abundancia, pelo qne se
conbece a apropria(3o para este cultivo, com uou
grande cercado pira criacao de gado, indepen-
dent'' do cercado do engenho, o qual mede mil
bragas qu^drudu?, pouco m'ais ou menos, com-
prehendendo quatro grandes ncudes com verteu-
tes permanentes, abundantes de peixea, eom casri
de vivenda, alem de outras para moradores, ac
crescendo que ambos os cercados s3o feiws d.
Talados, tem matas para serventa do cnge'nh'c
Vende se por preco mdico, e quem pretender di-
rija-se ao Recife, rea Direita n. 1C6, ou ao Sr.
alferes Joaqnim ChristovSo Pesaoa do Mello, orr
Lage Grande, que cclber informaces.
Vaeca
Vtnde se uma vaeca nova, ca3tead.i. cera um
magnifica beaerra touiina ; na ra do Dr. Joa-
qnimLNabuco_a;_3!_Jap^oga:__________________;
leo para machinas
Superior qualidade, a 6/400 a lata em cinc.
galSe ; vende-e na fabrica Apcc e de eu
deposito.


f~~ ___MMHi_k_| SEgh-" ^|


8
Diario de Pcrnambuc--Sabbado 5 de Mar^o de 1887
l!TTRATtt&\


i.
?
o amigo do marido
_^ POB
JULES MA.RY
-()-
(CWimtacflo)
XII
Qucira fallar, disse Calbarina, a se-
nbora bem sabe quanto a t stiroaroos...
- E' verdade, minba filha, acbei urna
tegunda taroilia, junto de si o de saa ma
rido. E, so a senhori me estima, esteja
certa de quo nada lbe fico a dever... Eis
o que :oe*pre0CCUPa-- Nunca procuraran)
saber a razio por que Therez a no se tein
querido casar?
_ Com effrito, disse Catharina, coro
vivaciJade, Thereza est cora viute e dous
annos.
_ E nessa idade, a menos de querer
ser freir; juna moga deve pensar em to-
mar o estado. O que diz. a isto, Holgan i
O casamento uegocio muito seno,
responden Holgan, sem que nada lbe tra-
bisse i emocio, som a menor altera co na
voz ; toda a reflexao pouca. Entretanto
Thereza nao pode esperar raais te.npo. Be
nio quer ficar para tia... Sabe so gosta
de alguera ?
Eis a questo. Nio creio que seja
capaz de arcar, sem m'o dizer. Confio na
rectido e franqueza de seu carcter; jul-
go quo seu coraco, aiuda de criany >, est
deaoceupado... Em todo caso, quera sabe?
Desconfia de alguma cousa?
Vio ver. Ha um anno, Thereza }
fui pedida cm casamento duas vezes; a
primeira, por um joven advogado do foro
do Paris, que tinha-se encontrado com mi-
nha filha em varias r:uni3es, em Diep-
P8C;.nsultei Thereza... Era um partido
vant*joso, sob todos os pontos de vsta...
O Sr. de Montbrun era um bonito rapaz,
rico, bem educado e pertcncendo
excellente familia..-
querendo at ouvir tallar nisso...
as razSes que eu lhe apresentava respon-
da com urna obstinacao que me sorpren-
d u- Nao quero casar-rae.
Podo ser que o Sr. de Montbrun nao
lhe agradeBse.
Ao contrario, agradava lhe muito,
diss-meella.Eofira, nao quiz insistir, nem
iropor-lhe urna escolha feita por mira, e
nao se fallou mais em tal. Seis mezes de
pois quasi que me lembro da data-foi
. alguns dias antes do naufragio da Espe-
ranea-fui pedida, de novo, desta vez
por um amigo intimo de Gilberto, e enga-
nhir.coroo elle. Grande fortuna, noma
honroso. Therez, consultada, rocusou.
Gilberto insisti. Ella declarou que nao
se-casaria nem com este nem cora outro
qiftlquer. Iotcrroguc a. Fiz lhe muitas
perguntas. Mostrei-me severa.
S. ;<_ Gostas do alguem? Dize-rae se
N mas, 'se aquelle q> e teu coracio ti ver
escolhido foi digno de ti-e tenho disso
certezacasars com elle 1 Em lugar
de responder, comeeou a chorar. Z.n-
guei-mo um pouco. Thereza enxugou as
lagrimas e disse ma que pretende morrer
solteira. O que que pensa sobre tuda
isso, Catbarina ?
Pens que Ther,za no lhe disse a
verdade... Tero, com certeza, um se-
gredo quo no lhe quer confiar.
Ai de toim! creio que nao se eBga-
na... Mes no tudo .. Hontera, j
v que raais recente, hoitem o Sr. du
Muntdoney inandou-me pedir a mo de
Thereza por sen pai, que presidente do
nao asi que tribunal e muito considerado,
a una
acusou, nao
e a todas
deu o Sr. du Montdoooy,. que nos qusi
desconbecido, que s pode ter visto The-
reza urna ou outra vez e que nunaa procu-
rou nossa intimidad com o fito de fazer-
Ihe a crte.. Observei ao Sr. du Mont-
doney que tanto eu como minha filha esta-
vamos de luto pesado e que seu pedido,
comquanto nos tiournsse muito, nio deixa-
va de ser extemporneo. Desculpou se e
diste roe que se tinha-se feito interprete dos
te iiimentos do filho, fra porque esto aca-
bava de ser noroeado para outro cargo e
ia sabir de Dieppe. Meu filho, accres-
centou elle, paroce-me muito apaixonado
por Mlle. Barbarain e receio que urna re-
cusa cause lhe ura viro e profundo pez:.r.
Mrao. Barbarain calou sa un momento
e olhou alternativameuta para Catbarina c
Holgan; Catharina escutava-a com arden-
te curiosidade, procurando, por assira di-
zt, adivinbar o qua ella ia dizer ; Holgan
tambera estava attento, mas com os olhos
fechad o a...
Pois bem continuou Mine. Barba-
rain, pela teroeira vez Therez*, consulta
da, nada quiz ouvir.
E como eu iu&istisse, dizendo lhe que
tioha quasi um anno para fixar sua escolha
o lhe aconselhasse que rc-flectisse antes de
repelli'r este novo pretendente, tevo um
ataque de ervos e fui obrigada a le val-a
para a cama...
Comprebendo que se inos.'re exigiente.
Sou nuito ri a. Thereza, portanto, sel-o-
ha tambera uns dia. Por emquanto dou-
Ihe duzentos ou tresentis rail francos da
dote.
Mas miuha filha procede de caao pen
sado. NSo se quer casar. Portanto, de
duas urna... ou quer entrar para ura con-
vento... ou entilo ama alguem... Ora,
como, nio obstante ser mnito religiosa,
nunca manitestou-me a intencio de aban-
donar a sociedade, reata-me a segunda sup-
posicSo... Ama!... nao verdade?...
Nao ha duviia, disso Catharina, que
devora va H Igan cpm os olhos... Ama,
sim Mas a quem ?
Thereza affirma que nio. Enga-
me. Da certo, tem receio de mim. Tai-
vez seja mais franca com a senhora, Ca-
tharina. .. ou entilo, cora o senhor, Hol-
gan. .. Sao como irraios para ella... In-
terrogue mn'a... Facara-lhe ver que
preciso que se decida... digara-lhe o que
j lha disse sera resultado, que eu posso
faltar lbe... que bou velba o que morrena
muito inqueta se a deixasse sosinba, agora
principalmente que meu Gilberto no exis-
te. .. Promettem fazel o ?
Prometi lhe disse Catharina coro
lbou que lhe fallasse do modo por que vou
tazel-o.. .
Nao comprehendo suas reticencias.
Serei mais exphVta, JoSo e eu a es-
timamos muito e nos preoecuparaoa, tanto
como Mme. Barbarain, com sua felicidade.
Hontera contou nos ella que a senhora
tem recusado serapre todos os partidos que
so lhe tra presentado anda os mais
honrosos e brilhantos com estranha obs
ti naci.
Ah I minha m disse-lhe ?
Nada occultou nos.
E qual a missSo do que foi incum-
bida ?
Da nada fui encarregada, minha cara
Thereza; sua mai est muito penalisada
pelo que ella cha mi obstinaego sua. R'
ceia que a senhora tenba alguna segrado,
que lhe nio qu'ira confiar pelo respeito
que lha tem. Conta que, no bavendo
commigo as raesmas razSes, me abrir seu
oorac&o...
Ah foi a senhora que minha mai
escolbeu ?
Foi a mim. Sua ra.li no duvidada
affeicSo que lhe consagro. A quem pode
ra ella escolher, de preferencia a mim ?
Diga-me: verdade que a senhora nSo
franca com ella ? E' verdade que no se
atreve a confessar-lhe... digamos a pala
vra, que ama a alguem ?
Catharina exdamou a joven com
voz surda.
Catharina sorria-se... tinha entro as
m3os o coracao d'aquella crianca. Mor-
da o, cravava Iho as unhas, por assim di-
zer... Sentia-o palpitar, estremecer, sal-
tar, revcltado. Vingava-se, era ciuraenta,
era mulber.
Kesponda.me, querida amiga.
Houve alguma cousa em minha con-
ducta, deixei escapar urna palivra, um
olhar que pudesse motivar em minha mai
semelbante idea ?
No sei. Mas, embora tonha conse-
guido dominsr-se, a ponto de nunca tra-
hir-se, as mulhores s2o t2o perspicazes,
quando se trata destes segredos ntimos,
qua nSo so deve admirar de que Mme.
Barbarain desconfie do alguma affeijJo
roysteriosa...
Minha ro5i engaa-se, e, se a senho
ra peina o mesmo, engaa se igualmente,
Catharina.
Entilo nSo ama alguem ?
Nao.
Mas a calma de Thereza i rita va Catha-, soccorrec a Esperanza em perigo... quan-
rina. Esta sentia-se dominada, subjuga-/do elle, ao contrario, estava resolvido a
da. Por isso, augraentava-se-lhe
lera.
Percebia que a joven estava supportan-
do um soffrimento moral terrivel, mas nao
va esse soffrimento, nSo podi.i gozal-o...
Thereza mostrava-se desdenhosa... Ape-
nas os labios tinhain-se-lhe tornaJo um
pouco mais paludos.
Catbarina, fra de b, querendo a todo
custo abater-lho o orgulho, disse :
Therezs, se eu disse3se sua raSi
porque a senhora no se quer casar ?
A joven estremecen ligeiraraente, mais
seu olhar n3o se aniraou.
O que poieria dizer-lhe Catbarina?
Que a senhora tera ura amor no co-
rc2o e quo esse amr culposo .
Thereza deteve-a cora um gesto. F-
tou Catharina com o olhar calmo e altivo.
Que nobre sercnida'le n'aquello rosto tris-
tonlio de virgem Catbarina proeurou
sjstentar-lhe o olhar, mas teVe do abaixar
oe olhos. De sbito, Thereza pegou lhe
no brago e quiz leval-a para onde estava
Mme. Barbarain.
Venha Catharina, quero que diga-o
minha mai ; venha, venha depr 'asa I
Ha de repetil-o diante de mim, sim? E
como minha mai lhe pedit, sem duvida,
explicajSe?, ter que dizer o que suba so-
bre este amor culposo... Como toi que
tr.ihio-se... Como manitestou se !... Mi-
nha mai ha de duvidar, porque tem con-
fiaoca em sua filha... EntSo ser pre-
ciso fornecer-Ihe as provasl... Nao, j
nao digo provas. mas sraente indi-
cios... suspetas, por mais vagas que se-
jara... Venha, Catharina, venha, nSo
se demore... Sou pois, mais animosa do
que a senhora
Thereza, .fiz mal... fiz mal 1
A joven suspirou e fi::ou pensativa.
Sim, disse ella... melhor que mi-
nha mili nada saiba I I Mas ao menos acre-
dite na minha honestidade... e se nao te-
nho. .'nem sua amisade... nem sua com-
paixSo... cu que a lamento, a senhora
Catharina... nao se esqueca de que tezho
direiro a todo o seu respeito.
Catharina levantou os hombros.
Respeito 1 disse ella, exalando toda
a colera, Ah 1 pede-rae demasiado...
Entre nos, 6 escusado especificar
as cousas, comprehenderao-nos por meias
palavras... Pois bem, vou tirar-lhe urna
ao que parece
Havia muito tempo que
conheca as ntencSes dos dous primei
ros pretendemos e a viva ffeicao que con-
sagravam minha filha, roas oenfesso que
alegra cruel..
Joao, far
deaeiis, nSo
Sim, r
vimento de
Mme. Ba
tranquills, t
vencer a oh
Thereza tC
rae havia tri
E o senhor, tambero,
bter-lhe as confi-
Holgan eora um rao-
n fallar.
fio um pouco mais
guido auxilio para
filha.
Hcnfiado do que sua
Ko faeto que achou
differenteB p^ffWRw para nlo sahir de
casa alguns das. Mas Catharina estava
alerta e adivinjava o que se passava. Ven-
do que TheresU nSo a casa de Holgan,
Thereza.
o os deixou partir
rde, sobre os roche-
iar, diante do mar
ros clarSes do sol
o braco joven,
afastar se muito de
Mas Mme. Barba-
da a fazer suas con-
enciss, tomou p'or outro lado com Hol-
gan, e Catharina e a joen acharam-se sos.
Thereza, disse Catharina, sua frieza
para commigo entristece-me ; nao me de-
fendo, submetto, embora a mais infeliz de
nos duas seja a senhora. Sei que me odeia,
Thereza; commigo no tcontece outro
tanto a seu respeito.
Era qualquer outra cccasiJo no con-
sentira era ouvr-me. Entretanto hoje
nao deixar de escutsr-rae, quando lhe
Ah mais, se assm por que re-iillusSo. Sou mais eulpada do que a se-
nhora, seja!... mis a senhora tambera o
... Pois entSo no v que tudo em si
culpado... o olhar, quando o demora, mais
do que natural, sobre aquella em quem
est serapre pensando?... o peusamen-
to ? poda dominar seu ponsamento? impe-
dil-o que lhe represente a iraagem daquelle
que a senhora ama, que lhe tomou posse
do corasSo'l... E o sorriso ?... NSo exis-
to entre ambos urna communhao de ideas
qua os torna felizes, sera precisarem tro-
s2o hero singular... Sua m3i ineommo- car urna palavra ?... Culpada, que digo !
da-se com isso, minha cara menina... e A senhora culpada... nos desejos secre-
cusa todos os partidos que se lhe ofFere-
cera ?
Justamente porque no amo...
E, ainda mais, nao quer amar, som
duvida, porque procura sempre solar sa ?
Vive como raclusa... j nSo digo desdo
que est de luto, o que poderia explicar
seu retrabiraento, mas ha muito tempo?...
Pode ser que sim. Procedo por ins-
tincto ; aborrego a sociedad^...
r Tem contra o casamento urna aver-
fiquei rouitissimo admirada do passo que dsser que foi sua mai quem me aconse-
FOLHETIM
O OORCUNDA
nos tambero, porque, repito, a estimamos
muito, Joao e eu I Pretende, nesse caso,
morrer solteira ?
Qutro vivar jonto de minha mai;
nao deixal-a nunca...
Ura casamento n&o a separara
d'ella.
Um casamento crea urna nova fami-
lia, traz preoccupacSes, de veres no vos. A
meu pezar, deixaria de prestar-lhe todos
os cuidados. Minba mai idosa, doentia;
sei que a solidSo ser-lhe-ia penosa.
E' um engao, minba cara Thereza.
Pergunte-o a Mme Barbarain e illa lhe
dir que, casando-se, a senhora realsar
o mais caro e o mais ardente de seus de-
sejos.
Nunca me casarei.
Ambas calram-se. Esta conversado
tinha lugar em voz baixa, com phrases
contidas...
Adiviuhava-se, ouvindo-as, urna emocao
prestes a f zer explosSo... esforcos sobre-
humanos para oonservarem o sangue fri...
toB que taro de velo... culpada as ale
grias que sent quando se eneontra com
elle... culpada nos desgostos que soffra
quando nSo o v... culpada em toda par-
ta... culpada sempre... e apezar da tu-
do, apezar de si mesma, sente-se feliz, re-
conheco-o... e essa felicidades culpo-
sal E ainda exige respeito.'... Tem
graca I. .
Catharina, disso a jovem, fallando
cam esforyo; oale.sa, peco-lhe, nao me fa-
ga duvidar de mim mesmo !
Mme Holgan triumphava. Tinha nos
labios um sorriso cruel.
Thereza pegaulhe ero ambas as raaos e
apertou-as com forja :
Catharina, cale-sa e acredite-me...
porque, so nao me acreditassa, far-me-hia
arrepender de ter-jbe salvo, por duas ve-
zes, a vida...
A seliora ?
Sim, eu. A primeira vez, demoran-
do era casa aquello da quem estaraos fal-
lando; a segunia, fazendo com que fosse
POR
:: tti nm
QUINTA PARTE
O C0SKAI3 D2 CSffllO
(CuBtnaasao do n.1 51)
IX
A nona pancada
Os homens arrxados espalhados fr es-
tavam pagos para toda a noite. NSo cus-
tava cousa alguma deixal-os nos seus pos-
tos. Tanto maior foi o medo, quanto era
grande a slegria. Era o verdadeiro come-
cj da fsta. O appetite apparecia e a t
de tambem. A alegra reprimida fazia in-
vaso de todos os lados.
Na verdade os nessos filalgos n5o so
recordavam mais de ter tremido ; os nos-
sos finnneeiros tornavam-8e vlente como
Cesar. Entretanto, em todo o ridiculo co
roo era toda a fslta, preciso um bode ex-
piatorio.
O pobre Oriol tinha sido escolhido para
victima ; expiava a coDardia geral. Per-
seguiara-n'o ; todos os calafrios, a pallidez,
todas as fraqaeras estavam acumuladas
sobre a sua cabega. S Oriol tinha tido
medo ; isto ficou perfeitaroente convencio-
nado entre aquelles senhores. Elle deba-
ta-se como um pobre diabo, e propunha
duellos b todos.
- As mulhere 1 as mulhores 1 gnta-
raro, por que nSo manam vr as roulhe
res ? .
A um signal de Gonzaga, Noce to. abrir
a porta do gabinete. Foi como urna nu-
vem de pasearos, fugindo daa gaiolas. En-
traran), Miando todas ao mesmo tempo,
lastimando a loDga espera, rindo-se, gri-
tando, saltando.
Nivellc disse a Gonzaga, mostrando O
Cruz :
E' urna pequea muito curiosa ti-
rci-a dez vezs do buraco da fecbadura.
Meu Dcus 1 responden o principe in-
nocentemente, o que poderia ella ver ? Nos
as affa&tamos, roinhas bellas, no seu pro-
prio interesse. NSo gostam de discussSas.
Fomos chamados para alguma cousa ?
extiaraou Desbois.
E' finalmente o casamento? pergun-
tou Ftaury.
E Cidalise, pegando no quexo moreno
d3 Cocardasse Jnior com urna das mSos,
e com a outra na face corada de Amable
Passepoil, fez esta pergunta :
SSo da orchestra?
Com a breca I disse Cocardasse, alti-
vo, somos fidalgos, minha bella l
Frei Passepoil estromeccu dos ps ca-
beca, ao contacto daquella mSo raacia o
perfumada. Quiz fallar, a voz faltou-lhe.
Minhas seuhoras, dizia, entretanto,
Gonzaga, que beijava os dedos de D. Cruz,
nSo queremos ter segredos para as senho-
ras. So nos privamos um instante da sua
presenja foi para combinar os preliminares
dessa casamento, que devo ter lugar esta
noite.
E' entlo verdade exclamararn ao
mesmo tempo todas aquellas loucas ; ra-
mos ver urna comedia ?
Gonz9ga protestoa com um gesto.
Trata se de urna uoiao seria, disse
elle gravemente, como se o lugar em que
se acbavam e aquella companbia nSo fesse
um formal desmentido ; inclinou-se para D.
Ciuz e accretcentou :
E' tempo de ir prevenir a sua ami-
ga
a co-1 deixal-a morrer...
Pois fez isso ?
Catharina empallideceu. Aohava There-
za ainda mais admira vel. Estava aniqui-
lada. Curvou a cabaos, recuou nm passo
e disse com voz abafada, vendo tudo dos
moronar-se-lhe em redor:
Peco-lhe perdSo, Therezs, peco lhe
encarecidamente perdi !
Esta conversaga, apezr de ter sido r-
pida, havia fatgalo a Thereza. Por isso
tez sigoal de que desejavi ficar s, e Ca-
tharina, toda contusa, foi ter com Holgan
e Mme. Barbarain.
O quo ha ? perguntou esta ultima.
Enganamo-nos. A ninguem ama.
Nao foi mais babl do qua eu. Hol-
gan, experimente o senhor. Tenho notado
que Thereza obadece-lhe sempre. Suas pa-
lavras sao para ella verdadeiros onculos.
Nunca lhe contradiz. Esto sempre de ac
eordo. Se insistir um pouco, talvez consiga
saber a verdade.
Nao julgo ter semalhante influencia
sobro Tbereza... Nao siu eloquente... e se
a senhora e Catbarina nada conseguirn)...
no vtjo como poderei...
Quem sabe?ni mulheres emprega-
mos tantas subtilezas... Muitas vezes til-
vez seria melhor ir dreito ao fira...
Nao tenho bastante intimidado cora
sua filha para esperar que me confie um
segrado... sa qua o tera I...
Sa o tara, Jlo? Nao duvida disso!...
Venha, Catharina. Thereza approxima-sa.
Daixeraos Holgan s. e que seja raais
feliz uo que nos .. Occi Jamante, esta
menina d ma cuidado... Est sempre tris-
te... calada .. procurando asolidSo... eat
foga de mim...
Dez vezes tenbo-a visto ^com os olhos
vermelhos .. Aoabas de chorar, Thereza.
NSo miuha raile. Digo-lhe que ama!...
A quem ?... Eis a questao. Ah l es-
t seu marido conversando com ella f
E a boa senhora ac :reseantoa :
No ciuraenta, Catharina?
Jo5o tinha fijado, por alguns instantej,
indeciso, defronte de Tboreza. A emocjlo
embargava-lhe a voz, apartava-lhe a gar-
ganta e ella fizia inuteis esforcas para do-
minarse.
Catharina lanjou ura olhar para aqualle
lado...
Ah como desejaria poder oQvir o
qne esto dizandol... murmurou ella.
Holgan emfira p le fallar.
Thereza, sua ra3i, justamente inquie-
ta, preoecupa sa muito, vmdo-a trista ; re-
ceia que a senhora teobi um segrado o pe-
de lbe que Ih'o confia...
NJo tenho segredo algura, JoSo.
Saa ra3, Thsrez, vai-S9 tornando
velba,, santo que lhe dimiouem as forjas
e tem medo de sor arrebatada, de um mo-
mento para outro, ao sau amor filial..
Deseja morrer era puZ... e no morrena
tranquilla sa lhe na vissa o futuro garan-
tido. so nao saubessa qua teria ura brago
para amparal-a na vida e quo urna nova fa-
milia recobel-a-bia era seu seio...
Sira, j me disserara tudo isto; res-
poadeu ella cora desanimo.
. E a vocdale, Tberezi.
Mas, so en na quera casarme !
Porquo?
Therez i nSo respondeu. Nada ravelava
o que sa passava no pensaraento de am-
bos. Nada, qm dsse a entender quanto
sorTriam. Sraente, no levanta vara os
olhos, recelando comprehenderom-se pelo
olhar. E, por mais longa que estivesaem
de Mme. Barbarain e da Catharina, ainda
assim sentiam pesar sobra ellos a attanglo
desta ultima.
O silencio prolongava-s-, tornava-se em-
baracoso.
Thereza, haa vida, bem o sabe, de-
veres diffijeiB... a que nodemes e^qnivar-
nor sendo cobardes, ao "proprios olhos...
mas no desempenho dos quaes encontra-
mos serapra justa recorapansa do ura sa-
crificio penosoa paz do espirito, o soco
ga, at quo ra3 tarde vera o esquecinen-
to e depoia a felicidade.
Joao!
Julg>, Thereza, que tornaraja mil
infeliz, so r.ouusar-se, p>r mais teropo, a
acoeder ao desojo della...
Joao, o que qua mo pede ? perguu-
tou Therez", com ntzivel terror.
Aceito, se no lho desagradar rauito,
o marido qu< ella lha "escolher... Aceite-
o... Ama-o... B-'in sei quo nSo pode obr-
gar o cor.icaj a mar ou deixar do araar...
Entretanto, o amor de sau marido, con-
stante e dedcalo, acabar por conquistar-
Ule a affei jilo.. A senhora o amar tam-
bera, hcredite-o, Thoreza...
Ah 1 esta a sua opiniao, JoSo ?...
NJo, nilo dou copselhos. .. There-
za... no.. indico apenas pardSa se
Insisto sobra a palavra onde e3t o deverl
Lembra se, Thereza, da horrivel tempes-
tado durante a qual a sossubrar a Espe-
ranza f... Sira, n3o .. Lerabra-se bem
de todas as particularidades? Sin, tim-
bera?... Naquella noite ara morrer am-
bos... no meio da tormenta... a n-ortc
era certa... j cscripta talvez l em ci-
ma. ..
Quanto a mim rstava olha:do... e
hesitava era cumprir com o meu dever...
Entilo apparoceu a senhora... e dase-
me urna palavra... urna s. que
muitas vezes una palavra sublime : c E'
preciso Eu comprehendi-o Thereza.
Q JoSo, nSo tenho o direito de casar-
me... Nao posso levar a meu marido
ura corac3o que n8o est livre... seria um
crirao.
O crirae exte nesse proprie amor...
No casamento encontrar o esquecimen-
j. Quanto maior fr o sacrificio, raais
profundo ser o esquacimento...
Joao, nao sar melhor esperar?...
E' preciso esquacer, Thereza... 6
precisa... Lembre-sa da Esperanca 1
Thereza inclinou por duas vezes a fron-
te, apartando as mos.
Da subdito, recordou-se da resposta tSo
simples da Hilgan, quando ella opontou-
Ihe o abysrao onda ia afundar se a Espe-
ranza .
E disse o mesmo que lha havia dito o
pescador naquella occasio,
Po;s sira, Jlo, j qua preciso I...
E voltaram silenciosos, oppressos; ao
aproxiraarera si, procuraran! sorrir...
Como esto palli los I murmurou Ca-
tharina.
Holgn disse a Mme. Barbarain :
Fui mais eloquante do que i se-
nhora e mais persuasivo do que Cathari-
na... Fiz mal em duvidar do mim...
Consegu convencer Thereza.... E,
como v, nao foi demorado... nem dirfi-
cil..:
E' isso verdade, minha filha ? per-
guntou Mme. Barbar.au com alegra.
E' verdade, minha raSi...
em-
D. Cruz olhou para elle com um ar in-
quieto.
Fez-me um promessa, Alloza, mur-
murou ella.
Tudo quanto prometi, cumpro, res-
pondeu Gonzaga.
Depois, conduzindo D. Crnz para a por-
ta, < ccrescentou :
__ Pode recusar, nio me desdiga ; mas
por ella mesma e por outro, cu jo nome n&o
quero dizer, desejo que aceite.
D. Cruz ignorava a sorte de Lagardre,
e Gonzaga contava com isso.
D. Cruz nio podia aquilatar a profunda
hypocnsia daquelle tartufo pogflo Entre-
tanto parou sntes do transpor a porta.
Principa, disse ella, em tona de sap-
plica, nSo duvido que o eu procedimento
nos o nobres, mas desde hontera tera-se
passado aqu cousas extraordinarias.
Ettamo8 all duas pobres raparigas, e
nao temos a experiencia necessaria para
adivinbar enigmrs. Pel amizade que me
tero, principe, por compaixo aquella po-
bre cranga, que muito estimo, o que est
in.-onsolavel, diga-me urna palavra, urna
palavra que explique, urna uniea palavra
que possa esclarecer-me e servir do argu-
mento contra a resistencia que ella oppoa.
Estara forte bastante, se1 podesse dizer-
lhe em que esse casamento pode salva-
guardar a vida daquello que olla ama.
Gonzaga interrompeu-a.
No tem confianca em mim, D. Cruz,
disse ella em tora de censuro, o ella nSo
tem confianca em si ? Eu affirrao, a senho-
ra acredita ; affirme, que ella a acreditar.
E no se demore, disse elle, dando s suas
palavras um accento mais imperioso; es-
tou Ba espera.
Comprimentou, e D. Cruz retirou se.
Neste momento faziam um grande tumulto
no sali. Eram gritos alegres e gargalha-
das estridentes.
Bravo, Chaverny diziara uns.
O Corcunda valente gritavara ou-
tros.
O copo de Chaverny estava mais
chola.
No facam trapas i I E' um duelio
de me rte !
E as mulheres :
_~- Vio matarse Esto doudos !
Est9 Corcnnda o diabo I
Sa tem tantas accSes azues, como se
diz, murmurou Nivelle, devo declarar que
sempre tive nm fraco pelos corcandas.
Mas vejam o que absorvem !
So dous funis !
Dous odres l Bravo Chaverny.
Viva o Corcunda I
Era, apezar da sua elegancia *e da pe-
quana capacidade apparento do sen estoma-
go, uiutemivel bebedor. As suas proezas
j no tinham conta.
O Corcunla, pelo contrario, aprasentava
urna cor animada. Os olhos brilhavam-lhe
com um brilho extraordinario.
Agitava se, fallava : o que como to-
dos sabera, urna pessima condco. A ta-
garelice embriaga quasi tanto como o vi-
nho.
Cera pistolas a favor do Chaverny I
gritou Navailles : o Corcunda vai voltar pa-
ra debaixo das capas.
Aceito, replicn o Corcunda, camba-
leando na sua poltrona.
A minha carteira palo marquez 1 dis-
se Nivell-, quo vio aquillo.
Quanto ha na o:.rteira ? perguntou
Esopo H entre dous tragos.
Cinco acc3as azues... toda a minha
fortuna, infelizmente.
Aceito contra dez 1 exclamou o Cor-
cunla ; raais vinho !
Qual preterir ? murmurou Passepoil
ao ouvido do seu nobre amigo.
E olhava sucoessivaraento para Cidalise,
Nivelle, Fleury, Desbois o para as outras.
O picaro vai afogar-se 1 respondeu
Cocardasse Janior, que no desvisva 03
olhos do Corcunda. Nunca vi um hornera
beber assim.
Esopo II deixou a saa cadeira ; peusa-
ram que ia cahir. Mas sentou so galhar-
damenta era cima da toalba, passeiando em
torno de si um olhar cynico e motejador.
- J no tora copos grandes ? excla-
mou, atirando cora o sou para longe. Com
estas cascas de nozes Acaremos aqu at
araanha.
Estavam defronte um do outro, Esopo
II, por alunha Joas, o o marquez, cer-
cados de um circulo que cada vez augmen-
ta va mais.
Era a segunda vez que chegsvam s
mos.
A invaao dos costuraos inglezes. que
data dessa poca, tinha posto era moda es-
tes torneioa a garrafa.
Junto dalles urna duzia de garrafas va-
sias tosteraunhava valentea golpes trocados
ou antes ingeridos de parte a parte.
Chaverny estava lvido; os olhos j in-
jertados de sangue, pareoiam querer saltar-
lhe das rbitas. Elle, porm estava acos-
E quaes faram os argumentos
pregados por este hbil advogado ?
Thereza voltou-se para Holgan : "
Responda o aenhor mesmo, meu
amigo.
Oh I meu Dous, muito simples.
Thereza no quera casar-se para no sa-
hir de perto de sua mi o eu prometti lhe
que Mme. Barbarain ne se separara del-
la. Fiz bem ?
E era isso quo no quarias dizer ?...
Sacrificavas-te por mim, minba pobre fi-
lha ? Fioa socegada; imporeraos nossas.
condicfcs ao marido quo esoolbores.
Catharina, um pouco afastada. obser-
vava Joio e Thereza com olhar ar-
dente.
Como se amara pensavaella.
( Continuar-se-ha.)
seja inspirado nicamente por motivos dig- turnado aquellas justas
Triumpbo do Corcunda
Eitamos ainda naquelle quarto de pavi-
mento terreo onde vimos Aurora e D. Cruz,
as primoiras horas da cbia. Aurora es-
tava s, ajoelhada no cbo, mas no re-
sava.
A bulha que vjnha do prineiro andar
tinha augmentado no3 ltimos momentos.
Era o combate singular entre Chaverny e
o Corcunda. Aurora no lhe prestava at
tengo. S^iamava. Os seas bellos olhos,
fatigados pelas Ugrimas, perdiara-seno va
cuo. No deu attenco, to profunda era a
sua abstracco, ao ligeiro ruido que fez D.
Cruz entrando no quirto. A moca appro-
ximou-se as pontas dos ps e foi beijar-
lhe os cabellos. Aurora voltou a cabeja
lentamente. O coraeo da gitanita aper-
tou-se, vondo aquellas pobres faces paludas
e aquellos olhos j apagados pelas lagri-
mas.
Venho buscar-te, disse ella.
Estou prompta, respondeu Aurora.
D. Cruz no esperava por isto.
R'fljctsto ?
Resei. guando so resa, as cousas
obscuras toraam-se claras.
D. Cruz approximou-se vivsmente.
Dize-rae o que adivinhaste ? disse
ella.
Havia nesta pergunta mais interesse af-
fectuoso do que curiosidade.
Estou prompta, repeta Aurora ;
prompta para morrer.
M->s nioguem falla em morrer, que-
rida irmi.
Ha muito tempo, intarrompeu Auro-
ra, com ura tom de triste desanimo, que
tve esta idea pela primeira vez. Sou eu
que fago a desgrasa delle, eu que sou o.
perigo qie constantemente o ameaca, eu
que sou o mo anjo. So nio fosse eu,
elle estara livre, estara tranquillo e feliz I
D. Cruz ouvia-a e nio a comprehendia.
Por que, continuou Aurora, enxugan-
do urna lagrima, por que no fiz hontem o
que medito hoja? por qua nio fugi de .sua
casa ? por que nio raorri ?
Que ests dizendo ? exclamou a gi-
tanita.
Nio podes saber, Flor, minha queri-
da irm, a diffrenca que ha ent'e hoie e
hontem. Vi entreabrir-sa o paraizo para
mim. Urna vida inteira do doces alegras
e do santas delicias me appareceu. Elle
amava-mo, FISr.
S o sabes desde hontem ? pergun-
tou D. Cruz.
- Se o tivesse sabido mais cedo, s
Deus pode dizer se teriamos arrostado os
inuteis perigos desta viagem. Desconfiava,
tinha medo. Oh I como somos doidas, mi-
nha irm 1 Deviamos es'remeoer e no ex-
tasiar-nos, quando se nos offerecem essas
grandes alogrias qua fariam descer sobro a
trra as felicidades do co. E' mpo3S-
ael, vs; a Wicidade nio desta mundo.
Mas qua resolvesto ? interrompan a
gitanita, cuja voeaco nio dava para o
roystic8mo.
Obedecer, respondeu Aurora, para o
salvar.
D. Cruz levantou-sa encantada.
Partamos, exjlamou ella, partamos,
o principe espera-nos.
Depois, interrompendo-se, emquanto urna
nuvein lhe tol lava o sorrieo :
Sabes, disse ella, que passo a vida a
fazer herosmos comtigo ? Nio amo como
tu por certo, mas amo a meu modo, o en-
contr te sempre no meu carainho.
O olhar admirado de Aurora interroga-
va-a.
Nio ,te inquietes, proseguio D. Cruz,
sorriado, nio morro por isso, promotto-te.
Espero ainda amar assim mais de urna vez
antes de morrer, mas certo que, se nio
tosses tu, nio teria renunciado assim ao
re dos cavalheiros errantes, ao bello La-
gardre. E' ainda certo que depois do
bello Lagardre, o uniao 'homem que me
fez bater o corasio, foi aquelle estroin do
Chaverny.
Que disse Aurora.
Bem sei, bem sei, o seu procadiraen-
to pode parecer leviano ; mas que queres I
exaepco de Lagardre, detesto os san-
tos. Aquelle monstro do marquezinho da-
me volta cabeca.
Aurora pegou-lho na mo, sorrindo.
Minha irmi, dissa ella, o teu cora-
eo vale mais que as tuas palavras. E
porque ters essas delicadezas altivas das
rajas nobres ?
D. Cruz mordeu os labios.
Parece, murmurou ella, que no acre-
ditas no mea nobre nasciraento?
' E' que eu sou a menina de Nevers,
respondeu Aurora, com calma.
A gitanita abri os olhos. '
Lagardre disse t'o ? murmurou ella,
sem mesmo pensar em fazer objec5as.
Esta nio era ambiciosa.
No, respondeu Aurora, e essa a
nica falta que lhe posso censurar na mi-
nha vida. Se me tivesse dito...
Mas entio, disso D. Cruz, quem to
disse ?
Ninguem, sei, e quanto basta. Des-
de hontem os diversos aconteciraentos que
se pa8saram na minha infancia, tiveram
para mim urna nova signifioaco. Recor-
dei-rae, com o rei ; a consequencia tira-se j
por si mesma. A crianja que dorma no
fo8sas de Caylus, emquanto assassinavam
seu pai, era eu. Vejo ainda o olhar do
meu amigo quando visitamos aquelle lu-
gar fuoeato ; ora eu 1 Meu arajgo fez-roe
bejar o rosto de marmore de Naver3, no
coroiterio de Saint Magloire. E esse Gon-
zaga, cujo nome me persegue desde a mi-
nba infancia, esse Gonzaga, que. hoje vai
desfechar-me o ultimo golpe, nio o ma-
rido da viuva de Nevers ?
IContinuarse-ha.)
T/p. do Diario ma Duque de C*" P- **
/
\


M


Full Text
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