Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18228


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Full Text
~x~iy1.-^.*-
*!&Mnmwmr-*-

ASNO L X111 M D M fl B O 49
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PACA rOtW
Por tres meses adiantados............... 6t$000
Por seis ditos dem......... ...... i^OOO
Por am anno idem........'........ 23(5000
Cada numero avulso, do mes too da............ 10
DIARIO DE
f AfiTA-FEEA i DE H1HQ0 DE
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.......... .
Por nove ditos idem................
Por um auno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores......**
13*5001
20,5000
27,1000
*100
RNAMBCO
Priiprataibe Ir* Jtanoel fupiekoa. t>t Jara i Styos
\
Os Sra. Antede Prlnee ti C.
de Paria, mi as nanas agentes
exclusivas de animados e pu-
blicaeOe na Franca e Ingla-
terra

TELEGRMMAS
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Vr*>
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I
1/
SEBV.C0 FABTXC7LAS SO 23ZABIO
KIO DE JANEIRO, 1. de Margo,
1 hora e 38 minutos da tarde. (Receido
s 2 horas e 40 minutos, pelo cabo sub sa-
rino).
s. M. o Imperador eata mellior do
inrommodo de que fol aceomneltl-
do.
Seguirn no paquete nacional i
para o amazona* o prealdence uiti-
maaenie nomeada i para Pernam-
buru o tacnysrrapbo Dr. V ni bal Fu-
cilo e o Sr. \allvidadp.
HVm I- 1MSCI 2-7AS
[h'apecinl para o Diario)
LISBOA, 28 de Fevereiro.
O allo de Zanzbar reeKma a
paz. atimitiindo aa reelasaaeaea do
(overno portugus.
VIENNA, 23 de Fevereiro.
nireraoa eapieea.reconhecidoa por
offlclaea raaaoa, acabaa de aer pre-
aoa na Aaatrla.
BUENOS-AYRES, 1. de Marco.
Pranle aa alllntaa *4 horaa* ape-
na* bouve aqu ana eaao aovo e naa
bito de cholera-morbos.
SANTIAGO DO CI&LE, 1> de Marcof
Hje forana aqu aaalgaaladoa 53
obltoa de cholera morbus.
MONTEVIDEO, L de Marco.
Forana levantada aa quarentena
a que estavam sujelia* aa proceden-
cia de Bueno-Ayrea.
Todoa oa navios aao admitlldos a
llvre pratlca.
ROMA, l.8 de Marco.
S. M. o re Humberto confloa a for-
maro de na novo ministerio ao sjr.
Farlni. presidente da Cmara doo
Depatadoa.
NOVA 0RLEAN3, 1. de Marco.
a a loca Mu re a a acabaa de aer
deatraidaa por um Incendio.
t:0(o fardo de algodo forana de-
vorados pelas cbaaanaaa.
Agencia Havas, filial em Pemambuoo,
l. de Marco de 1887.
Doencas contagiosas sao pois as que se traasmit-
tem por contagio,o, em linguagcm volcar,
aqueilas que se pegam.
As doencas contagiosas apresentam no sea modo
de transmissio differencas importantes, segando
os prindpios morbficosqae Ihes serven, para
assiia dizer, de vehculo, sao viras (##), por
exemplo us bexigas varila e na raiva (hydro-
phobia), oa sao miasmas (**) espalbados na at-
mosphera, a qual ento serve de transmissor da
doenca.
Urna doenca contagiosa miasmtica produsida
por ama causa local, nao precisa para se transmit-
tir, para se propagar, de novas cansas locaes ; re -
prudux-se por si propra, trausmitte-se de indivi-
du a individuo, independeatemente, at certo pon-
to, daa coodicdes WMiphericas.
Se a doenca contagiosa se transmitte bavendo
alteraces atmosphericas, chama-se infecciosa. O
lagar onde se onginou a doenca, diz-se foco de
infeccio. Os individuos, os lugares atacados, for-
mara oatros tantos focos de infeccio. 0 typbo e
a febre typhoide constitaem d'isto exemplos.
Neste caso ba ama especie de contagio, porque
a doenca se communica de um individuo doente a
outros saos ; porm nao huuve oa pode nao ter ha-
vido contacto directo.
0 contagio chama-se algomas veaea vivo, quan-
do a traosmissSo afeita de individuo a individuo ;
o contagio immediato. E diz-se morto quando
a transmissio frita por intermedio oa pelo toa-
tacto dos effeitos provenientes do doente : o con-
tagio mediato.
ContracturaEstado de rigidez doe msculos
em geral, resultado lento e progressivo de certas
doencM (por exemplo, do rhenmatismo, de nevral-
giaa, de convalsoes, etc.)
ConvnlsesSao cotraccdees involuntarias e in-
stantneas dos mscalos, bastante forte para pro-
duzirem movimentos irregulares do tronco e dos
membros, com intervallos mais oa menos longos.
Cbamam-se tnica* quando a cootraccio per-
manente de modo que os mas ules se conservam
n'uma dada posicio por algum tempo: clnicas, se
as coatracco s to successivas e interrumpidas.
Al contraeces espasmdicas e dolorosas de alguns
msenlos, com especialidade dos da barriga da
perna, cbamam-se caimbra*.
CretinismoDoenca endmica de cortos valles
estreitos, baixoa e profundos do Tyrol, da Suisaa,
dos Pyrenetu, etc., caracterisaia pjr um incom-
pleto desenvolvimenfo do organismo e particular-
mente dos centros nervosos e mesmo da parte pe-
ripberica do systema nervoso, por forma que as
funcc5es correspondentes a este systema se faiem
de am modo imperfeito e incompleto.
Parece esta doenca, oa aatee, |esti causa geral
de doencas diversas as suas manifestacoes, devi-
da a am coajaacto de mas circunstancias locaes,
qoer diser, distenda de certos predominantes
na constituido do solo, t falta de iodo, e ao excel-
so de hnmidade.
0 bocio (desenvolvimento enorme e anormal da
glndula ou carpo thyroideu) anda quaii sempre
ligado ao cretinismo.
GranseCor asolada, escora, lvida, da pelle
em g 'ril attriboida mistura do sangue veno-
so com o arterial, causada por urna imperfeita cir-
calacao e respiracio.
A persistencia do buraco de Botal (banco de
communicaco inter-auricular, existente nos pri-
meiroo periodos da vidaj nao pode ser oaaaa npi
da eyanoW {atas eao aer chofera, par *xeinplo,
cyanoae, sem que a mistara dos dous sangues se
taca por meio deate buraco). Basta qae haja es-
tagnacio do sangue nos capillares para se dar a
cyanoae.
CystioercoEspecie de verme intestinal.
Cyitite Ioflammacio da bexiga orinara.
DesinteccioMeio pelo qual ae tiram ao ar, a
urna caa, ao vestuario, a divers is objectos emfim,
oa miasmas mephiticos com qae possam estar in-
feccionados.
Ai substancias ar >mticas, cheirosai, qae vul-
garmente se empregam com este fim, nao sio na
real i darle desinfectantes. Podem s rnente distar -
car mos cheiroi, porm nio destroem os miasmas;
algumai deataa substancias usadas, viciam ainda
sais o ar. Para destruir os miasmas e obter a pu-
rifioacio do ar, necessario empregar certos
agentes chimicos qae ataqaem os principios mias-
mticos decompondo-oa. O caloro am dos prin-
cipis e mais enrgicos meioa de destruir os mial-
mas. Ai fumigacoes com chloreto de cal, e todas
aquellas em que o resultado final o desenvol vi-
mento do chloro, sao geralmente empregadas com
aproveitamento.
A proposito de certas doencas em qae hayamos
de fallar, diremos o necessario sobre aa fumigacoes.
(Continua).
Repartir* da Polica
Scelo 2.'N. 203.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 1 de Marco de
1837.-Dlm. e Exm. Sr.Participo a
V. Ese. que foram^hontem recolhidos a
Casa de DetencSo os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jaciutho dos Santos Marques,
remettido polo delegado de Agua Preta, como
desertor do 9* bataiuo de infantaria ; Joo Cae
tao Moreira e Miguel doe Anjos Seraphim, com
destino Escola de Aprendizes Marinbeiros.
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto da
capital, Saturnino Faustino da Silva por crime de
fado.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Jos Felippe do Carmo, por disturbios ; Liberato
Francisco de Araujo e Maurino Francisco de Sou-
za Magalhaei, por furto.
A' ordem do de Belem, Jos Francisco dos San-
tos, como vagabundo.
Pelo subdelegado de Santo Antonio, foram re-
mettidas a esta reparticae, 9 facas de ponta, 3
compasaos, 1 punhal, 1 navalba e 1 caivete, ar-
mas estas apprebendidas diversos deaordeiroa
da fregu-zia.
O delegado do termo de Pao a'Alho em data
de bontem deu-me seiencia que no dia 20 daquelle
mes, prendeu o criminoso Jos Francisco Pereira,
pronunciado no termo de Bom-Jardim pelos crimes
de roubos de cavalloa e ferimentos graves, na
pesaoa de Theodoro Ferreira dos Santos.
Communicou-me o delegado do termo do Tri-
umpho em officio de 1S do mes passado, que na
mesma data prendeu e recolheu a cadea respe-
ctiva, o criminoso Antonio de Souza Ferrar, pro-
nunciado em crime de homicidio previsto no art.
193 do Cdigo Criminal no termo de Villa-Bella
daquella comarca.
Deus guarde a V. Exc Illm. o Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesooro Provincial
DESPACHOS DO DIA 1 DE H&RCO DE
1887
Jos Monis Teixeira Gomes, Nicas da Silva
Qusmao, Martioho Jos de Jess, commandante
do corpa de polica, contas do collector de Victo-
ria e padre Francisco Verissimo Bandeira.Haja
vista o Sr. Dr. procarador fiscal.
Dr. Felippe de Figueira Faria Eatregue-se.
Manoel Mara e Souza Guerra.Escripture-se
a divida.
Preta e folbas da guarda cvica e do corpo de
polica.Examinem- se.
Manr-el Gomes Ferreira.-Ao Sr. contador para
attender.
Pontos da Bibliothec, Consulado Provincial,
Escola Normal, Obras Publicas e guardas da il-
luminaoio.Ao Sr. pagador para os devidos fin.
JpB Ramos de Vasconcelos. Informe o Sr.
fiscal da collectoria de Aguas-Bellas.
Lvroa da Escola Normal, vigario Manoel Sim-
plicio do Sacramento e Marcolino Pereira Soares.
Informe o Sr. contador.
Prets e folhai da guarda cvica e do eorpo de
Juia.Pague-se. jf"r
__*? ---'
Inspectora geral da Instrncco
Publica
DESPACHOS DO DIA 1 DE KABCO
Francisco Pereira Lima, professor publico.
Nao ha que deferir.
Amelia Mara da Couceicao Ramos. Ao dele-
gado Ht.erario para attestar o exercicio da sup-
plicante na forma do regiment das escolas.
Secretaria da instrucclo publica de Per-
nambuco, 1 da Marco de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
porm a prodaceao no anno passado provoo ser em
excesso a demanda para consumo na Costa do Pa-
cifico, de sttrte que 15,000 toneladas foram embar-
cadas pasao Leste e desta qaantidaie cerca de
9,5 0 toneladas, derretidas pelos refinadores de
New-York, o resto sendo toa-ado por New-Or-
leans e S. Lois. Contando pois com a Costa do
Pacifico, total das importares de aasacar es-
trangeiro em todo o paiz durante o anno de IS86
elevou-se a, l,295,29i tonelada coutra 1.175,589
toneladas em 1885 on am augmento de 119,662
toneladas*,
Com o fim. de obter-se o total do assucar em bru-
to de todas ai descripces de ve se juntar ao di-
to total o producto obtido dos melacos estrangei-
ros as rpnacoes deste pais. A comparacSo com
os altimea.irez anuos como segu :
1886 1885 1881 1883
New-Yoralhtona. 22.374 19.526 18 932 16.535
Philadelpbia '47.798 2J.819 24.304 17.212
Baltimora 1.830 2.840
Bastn 4.920 3.914 3.327 2.459
Portland ^ .*21 1.607 1.676
Total tona. 72.613 47.259 50.000 40.722
A prodcela neste pais do assucar de bordo tem
consideravelmeate declinado, o total montando so-
mente a 18.000 tona, ou 7.000 toni. menos que em
1885. O contraro tem se dado com a do assucar
de beterraba que tem progredido ltimamente, a
sua produccio elevando-se a 1.688.258 lbs.
(planto ao aasacar de sorgo pouco ou nada se
ha adiaatado, em consequencia da difficaldade da
crystalisaco do sueco, o total do aeu melado en-
tretanto exeedendo ao dos dos Estados do Sul.
A tabella seguiute mostra as importad-oes e en-
tregas para consumo do assucar em bruto S.
Francisco no anno acabado em 31 de Dezenbro :
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EXTERIOR
() Virus ama substancia orgnica, modifica-
da de modo qae pode tranimittir a modificaco que
ella experimentar, sem que os seas caracteres pby-
ico-cbimicoi se alterem de modo apreciavel.
('**) Miasmas sao emanacSes que. posto qae
napreciaveis na maior parte, pelos procesaos de
physicae de ebimica, seespalham noar, e exercem
na economa animal influencias perniciosas.
IHSTRDCCO POPDLAR
MEDINA DOMESTICA
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOI^AS
PARTE PRIMEIRA
TKtU\OLOtli
( C o n t t n naca o)
CongestioEtymologicamente congetla a ac-
cumulacio de liquido em no orgao.
Ea medicina congeitao significa o affluxo de
sangue aoa vasos de um orgo qae se achava ato.
Na congestao ha portanto pertarbacSo na cironla-
i^o, permanente ou temporaria.
Os orgios mais vasculares, como os palmoes e
j cerebro, sao os maios sojeitos as congestoes.
A congesto freqacntissima nestas orgios, e
pode depender de causas-variadas.
ConjunctiviteIoflammacio da membrana coa-
janctiva ocular e palpebral. E' aguda, chroniea,
de cansa traumtica (*), escrophnlosa, pustulosa,
etc.
ConstitnicioEstado geral da organisacio par
tcular de cada individuo, do qual resalta o sea
grao maior oa menor de forca pbysica, a regala
ridade mais oa menos perfeita com que ae execa-
tam as suaa fanecoes, e tambem a resistencia que
que elle oppe s cansas morbitas, etc. Portanto
urna boa constitnicio ser aquella em que todos os
orgios e apparelhos bem conformados, regularmen
te equilibrados, trabalbem em p.rfeita harmona,
e execatem com perfeicio as suas funecoes.
ContagioTraasmissio de orna doenca de nos
individuos a outros, por effeito de contacto imme-
diato en mediato.
() Traumatismo o estado em que urna feida
grave pe o organismo. As causas accidentaes
qae provocam feridas ou anaesquer leses do orga
nismo, disea-se tranuafeas.
Bovcrno da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 28 DE
FEVEREIRO DE 1887
Almeida e Duarte.Apresentem-ie a concur-
rencia que vai ser aberta para o fornecimento.
Adolpho Astolpho Lins de Albuquerque.Sm.
com metade do ordenado-
Gaspar Angosto Soares Leite. Nio pede ser
aceito o escravo-
Bacbarel Joio Baptists Correia de Oliveira.
Sim, depos de notada na Secretaria do Governo,
remetta-se este requerimento ao Sr. inspector da
Thesourara de Fasenda, para os fins convenien-
tes.
Manoel Teixeira de Carvalho Ralalao,Infor-
me o Sr. inspector da Thesourara de Fazenda.
Mesa Regedora da Contraria de Nossa Senhora
do Amparo de 01 inda.Satis tac a a exigencia do
Tbesouro Provincial.
Orangel Leopoldo Accioly.-Sim, mediante re-
cibo.
Rodrigo Carvalho A Cdem.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 1. de Marco de 1887.
O porteiro,
Francelino CAacon.
N. 196.1* seccio.Secretaria de polica de
Pernambuc*, em 26 de Fevereiro de 1887.Illm.
e Exm. Sr Reapondendo o officio de V. Exe. de
boje datado, em que me recotnmeoda que informe
sobra a queixa, que a esaa presidencia fes o ba-
cbarel Thelespbora Gomes de Araujo. ex-juiz
substituto de Iguaras., de ter sid bontem de-
tide em caminho para aquella villa, desde sete e
meia horas da maohi at duas horas da Urde
pelas pracas Jos Patricio Nobre, Manoel Joa-
quim de Sant'Anna e Manoel Francisco Mara,
de ordem d subdelegado de Mariota, Tbeotonio
Anuncio de Sonsa Cavaloante tenho a diaer a
V. Exe. que vendo hoja a noticia dease facto no
Jornal do Red/e, mandei logo que aquelle subde-
legado informaise sobre elle, e requisitei do eoa-
maodaote de polica a apreaentacio neita repar-
tilo dar alludidas j*racas, afim de serem inter-
rogadas.
Deus guarde a V. Es*.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente de Aaevedo, presidente da provin-
cia.O chefe de polica, Anttnio Domino*
Pinto.
Aaaaear em ihso
(Da Revista Commercial Americana)
O anno justamente expirado nio pode ser inclui-
do no numero dos annos de prosperidade para a
industria assucareira do mundo, pois onde as tran-
sac;es nio tiveram par resultado urna perda ab-
soluta dos capitaes empregados, como se deu em
mutos casos, a margem dos lucros foi tilo insigni-
ficante a tornar a inversio inteiramente i nremu-
nerativa. Neste paiz o valor tanto do assucar em
bruto como do refinado deseen ao ponto mais bai-
xo que se conbece ba trinta annos e desde que se
estabeleceram os methodos actuaes de refioacio do
producto da canna.
Na Europa o valor do assucar de beterraba nio
declioou aos precos phenomenalmente baixos de
1884, quando as cotacoea de Londres na experien-
cia de 88, desceram a 9 s. 9 d., contra 10 s. 1 1/2
d. em Novembro de 1885, porm a mais baixa co-
tacio do assucar da canna foi de 9 d., inferior ao
preco mais mnimo em qualquer tempo em 1884.
Os resultados geraes tanto da industria da can-
na como da betterraba no mundo nio foram to
desastrosos como em 1884, methodos aperfeicoados
e economa mais perfeita nos diversos procesaos do
fabrico sendo redundo o custo da produccio; po-
rm isto ha sido entretanto inutisado pelo cons-
tante declinar dos valores, de maneira que em
mnitos casos o preco do mercado dificultosamente
ha coberto o costo da produccio do dono do enge
nho e do refinador.
As feices caractersticas do mercado durante
o anno ultimo ae dstinguem pelas importacoes
accrescidas, grande augmento de consamo e a bai-
xa escala de valores que regularam mais particu-
larmente na metade do anno passado.
Segundo aa tabellas que se segueta se v que
aa importacea de assucar estrangeiro nos portos
do Atlntico onde existe a industria da refinacao,
montaram a 1.193,097 toneladas, am augmento de
07.137 toneladas comparadas com o anno previo,
o qual foi quasi igualmente distribuido cutre os
tres principaes portos, New-York, Boston e Phi-
ladelphia, e pede ser qualificada como a maior im-
portacio de assucar que registra a historia deate
paiz. A ilba de Cuba tem continuado a mostrar ae
como a mais importante fonte de sapprimento, as
importacoes dall'. sendo maiores do que em ne-
uhum outro annoe abrangendo cerca de 43 p. c.
do total das importacoes nos portos do Atlntico.
Houve tambem um augmento consideravel nos
recebiments das ilhas Philippnas, sendo porm a
Demerara a nica das Indias Occidentaes cujos
carregamentos excederam aos de 18b5.
Quanto ao Brazil houve um importante declinar
em consequencia da pequenez da respectiva safra.
As importacoes da Europa foram augmentadas
por grandes importacoes de beterraba que mon-
taram a 140,838 tom-ladas nos citados tres portos
contra 96,125 toneladas no anno previo, e 85,000
toneladas em l&i. Urna pequea porcao da co-
Iheita de Java tambem foi recebida neste paiz os
carregamentos da China tendo sido moderados, po-
rm a porfi da qualidade inferior Jaggeri *
proveniente da India sendo muito pouco em ex-
cesso a da 1885.
Os reoebimentus na coat do Pacifico consta-
ran) principalmente dp producto das libas San-
dwich, cujas importacoes foram 37,35 p. c. maio-
res do que em 1885 e fixeram perceber o quanto a
industria assucareira naquellas ilhas se tem ex-
pandido e estimulado desle que foi posto em exe-
cufio o tratado reciproco com este pais. Sob as
coodicdes do dito tratado o assucar pioduzido naa
referidas ilhas admitlido aqu livrs de direitos,



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OD
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1
Igual a um augmento de 11,46 p. c. contra
urna dimnuicio de 1,55 p.tiuM previo, um
augmeuto de 8 66 p. c- eml884, 8,02 p. c em 1883
e 6,84 p. c. em 1882.
TABELLA DO ASdOCAB S8TKAJKJEIB0 POETADO EM
HKW-YOBJC
geiros
1886 1885
Total ton*. Total tons.
de 2240 lbs. de 3.240 Ib*.
De Cuba. .... 368.501 339.536
De Porto Rico . 7 880 17.015
De Demerara . 35.155 19.843
De Barbados . 14.076 19.758
De Santo Cruz. . 3.356 2.612
De Martinica e Guada-De Ilha Trindade, Ja- 6.975 9.715

maica e outras ao-
tilhas inglesas . 71.083 ^69.420
De outraa antilhas,
Per e Mxico . 23.859 28.480
Do Brasil .... 82.056 120.000
DeManilha . 86.514 49.477
Da China .... 2.595 ......
De Java .... 5.864 ' 3.370
De outras Indias
Orientaes 8.301 18.441
Da Europa de outros
portos estraogeiros. 132.373 98.600
Total das entradas
estrangeiraa directas. . 348.591 796.267
Add. s entradas de
Melado .... 1.279 1.002
Recebido de Texas . 849.870 797.269
Recebido de Louisis- \
.....( 11.427 6.74S
Recebido de outros /
portos oosteiros J
Total das entradas. 861.297 804.011
Add. existencia em
1 de Janeiro - 44.715 63.716
Hupprimento total .
Dedos, a exportacio
para portos estr&a-
906.012
867.727
Deduz. a exissencia em
31 de Desembro in-
das......
11.880
894.132
88.702
7.023
860.704
44.715
Tomado d'esle porto
para consumo em 805.430 815.989
Augmento em tons. 35.417 19.861
* Incluindo 123.116 tons. de beterraba.
-f- 9.472 tons. de asquear das Ilhas Sandwich em-
barcadas de S. Feancisco por trra.
tabella mostbabdo a impsbt co de assucab es-
tbanqeibo sos esta 08-b1dos em 1886 b 1885
(eicldindo obbooh b califobhia)
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KhvLSTA DIARIA
Aaaesnbla ProvincialAbri se bon-
tem a 2.* sessao preparatoria ao meio di*, sob a
presidencia do Exm. Sr. vigario Augusto Franklin
Moreira da Silva, presentes 18 Srs. deputadus.
Verificando-se haver numero para ser installada
a Assembla, o Sr. presidente declaron qae ia offi-
ciar-se ao Exm. Sr. Dr. presidente da provincia
afim de designar dia e hora para a installaoio e
saspendeu sessao at ebegar a resposta d S.
Exc.
A ama hora da tarde, reaberta a sessao pelo
Exat. Sr. Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley,
tendo comparecido mais 2 Srs. depntados, o Sr. 1.
secretario leu um officio do Dr. secretario do go-
verno communicando que S. Exc. designara o da
de boje, i 1 hora da tarde, para a abertura da ses-
sao e que providenciou afim de ser celebrada a
missa votiva do Espirito Santo, as 11 boras da
mauti, na greja matriz do Santissimo Sacramen-
to da Boa-Vista.
Em seguida levantou se a sessiio.
*; Tribunal da Jury do Beeife Por s
terem comparecido 27 juises de facto, ainda hon-
tem nao foi installada a 1' sessao deste tribunal
no correte anno.
Foram mais sorteados os seguintes jurados :
Freguezia do Recifo
Jos Jeronymo Ferreira Coelho.
Domingos Bruno.
Sydrouio Silvano Nunes Sette.
Freguezia de Santo Antonio
Ernesto de Vaseoncellos.
Dr. Octaviano da S'lv Ramos.
Jos Daciano Vieira de Amorim.
Frcgaezia de 8. Jos
Epiphanio da Rocha "fVanderley.
Joio Carlos Mendes. \
Julio Cesar Goncalves Lima.
Freguezia da Boa-Vista
Dr. Pedro Alfonso de MeMo.
Luiz Epiphanio de Souza.
Jos de Pinbo Borges.
Dr. Vicente Ferrer de B. W. Araujo.
Leoncio Leovigildo Padilna.
Joaquim Mena Carioso.
Joaqun Candido de Oliveira Marques.
Manoel Jos de Almeida Soares.
Jos Marques Ferreira.
Flavio Jos Bezerra Cavaloaote.
Freguezia do Poco
Joio da Silveira Borges Tavora.
Manoel Osmuodo da Cmara Pimental.
Continnam multados em 20*00(^08 jurados
seguintes:
Antonio UchSa Csrneiro Lei .
Bento Manoel de Castro Mello.
Dr. Bento los da Costa.
Jos Antonio Goncalves Pena Jnior.
Joio Vieira Cornelias Cmara.
Joaquim Gomes de Si Leitio.
Dr. Jos Francisco Goes Ca val can te.
Dr. Jos Joaquim Seabra.
Jos Monteiro de Castro Amoras.
Manoel Joaquim de Miranda Seve.
Antonio Sainico de Lyra e Mello.
Job Pereira Bastos.
Jos Goncalves de Barros.
Jos Joaquim Pereira do Reg.
Dr. Joio Vii ente da Silva Costa.
Dr. Carlos Eugenio Duarche Mavgnier.
Evaristo Mendes da Canba Azevede.
Dr. Heurique Augusto de A buquerque Milet.
Joio. Januario Pinto de Asevedo.
Jos Alves Barbosa Juuior. <
Joio Baptista de Moraes.
Joio Pinto de Mattos Lemos.
Joaquim Gomes de S.
Jos Francisco Borges.
Rodolpbo Pessoa.
Lydio Alerano Bandeira de Mello.
Dr. Fernando de Castro Paes Barreto.
Alfredo Jos Ferreira.
Benedicto Ferreira Jararaca. '
Odorico Soares Raposo da Cmara.
Victorino Luis Iunccencio Poggy.
Ignacio Pedro das Neves.
Manoel Januario d'Arruda.
Salustiano Francisco Martins.
Sebastiio Cava lean te de Albuqueique Lina.
Jos Isidoro Martins.
Joio Augusto da Fonseca.
Alfredo Monteiro.
Antonio Venancio da Silveira.
Dr. Ulysses Machado Pereira Vianna.
Manoel do Nascimento Paiva.
Iiapoatoa provinclaeaA arrecadscii,
lvre de multa, realisada pelo Consulado, dos im-
postes de repartieio, teraiaar impreterivelmen-
te, conforme o edital publicado, no dia 8 do cor-
rente.
Convem lembrar qar-, do dia 9 inclusive em
diante, at o ultimo d Setembro, a cobranca dos
referidos imposto ser feta com a muta de des
por cento e de Outubro a Dezembro mediante a
de vinte por cento nos termos do respectivo regu-
lamento.
Companbla de EdlOcac6eaReuni-
ram se non tem os accionistas dessa Companhia
em assembla geral ordinaria, representando maia
da metade do capital social.
Foram unnimemente approvadas as contas da
directora, bem como o parecer fiscal com restric-
coes.
Foram eleitos membros fiscaes os Srs. Dr. An-
tonio Carlos de Almeida Beltrio, Jos Bezerra de
Barro-- Cavalcante e Joio Rodrigues de Moura.
Cravoo e rosas.E' o titulo de urna valsa
para pianno, de H. Louel, e dictada pelo Sr. A. J.
de Azevedo, i ra do Bario da Victoria n. 13, on-
de se encentra i venda.
Cnsul da Blgica.Acha-se no exerci-
cio do cargo de cnsul da Blgica, em Pernambu-
co, o Sr. Joio Jos de Amorim.
Arsaaa apprenendldaaPelo subdele-
gado de Santo Antonio foram apprebendidas e re-
mecidas a Secretaria de Polica 9 laceas de pouta,
3 compasaos, 1 punhal, 1 navalba e 1 caivete,
armas que se achavam em poder de diversos dea-
ordeiros d'esta freguezia.
Cbanabary.0 individuo de nome Joaquim
Teixeira Gomes da Silva, bastante conhecido nesta
cidade como um dos mais aistinctos cfaefes dos su-
cios do Olho-Vivo e cognomlnado CAamoary, acaba
de faser urna das suas proezas na cidade de Be m,
capital da psovincia do Para, e alli foi preso.
Deu l o nome de Joaquim Guimaries da Sil-
va e acba-se pronunciado em crime de roubo.
Falleeimento. Com 20 annos de idade,
morreo no dia 27 do mez fiado, victima de eclam-
psia D. M na Ciernen tina Belfort de Moraes Mat-
tos, filha do Sr. Dr. Jos Joaquim Tavares Belfort
e esposa do Sr. Dr. Joio de Moraes Valtos.
I.inli'rnn Mgica.Distribaio-se hontem
o n. 181 deste peridico lvre e humorstico.
Relatorlo.Recebemos e agradecemos a of-
ferta qae nos fizeram de um exemplar do relatorio
da Fabrica de Fiacao e Tecidos, aprasentado ante-
hontem i assssnhln eral dos aeolnistas. V
FalleeimentoFalleceu em Pi d'Albo, no
dia 26 do eorrente, victima de padecimentos ebro-
nicos, o vigario d'aquetla freguezia, padre Jos
Rufino Gomes Pacheco.
Tioha o finado cerca de 80 annos de idade, e
era um sacerdote digno de todos os respertos e
credor da maior estima pelas suas virtudes e dotes
moraes.
Apresentamos sua llustre familia as nossas
condolenc>as.
Centro RepublicanoRealisa-se domin-
go, 6 do corren'e, no Theatro Santo Antonio, urna
sessao solemne para commemorar o anaiversario
do rompimento da revolucio pernambncana em
1817. .
A sessio, promovida pelo Centro RepuiKtcan,
ter principio s 11 horas do da e ser preen-
ehida por urna conferencia do Sr. Dr. Albino Meira
de Vaseoncellos sobre o objecto da commemora-
cio.
A entrada no Theatro ser franca, e reservar-se-
hio camarotes para as familias.
rerlsaentoa do qaadro do Padre
Antonio.Sobre esses ferimentos o Sr. Dt. Oli-
veira Escorel, 2o promotor publico dirigi bontem
ao Dr. chefe ua polica a peticio eegnintf:
Illm. Sr. Dr. chtte de polica. O 2 promo-
tor publico da comarca do Recife, tendo lido no
Diario de Pernambuco, de domingo ultimo a noti-
cia de ter sido ferida gravemente, no quadro do
Padre Antonio, Mara Damnada por Antonia Ma-
ria da Cnnceicao, conbeeida por Barata, que foi
presa em flagrante, conforme aflirmam nuitai tea
temunhas presencaes, e succedendo que no Diario
de boje, na parte que V. S. deuao xm. presidente
da provincia, figurara como presas por disturbios
a offensora e offendida, sendo que aquella j foi
posta em liberdade, vem o supplicante requere! a
V. S. se digne mandar que a autoridade que to-
mn conhejimento d'aquelle facto informe : 1., se
foi lavrado o auto de flagrancia; 2, se foi aberto
inquerito sobre aquelle tacto delictuoso, e no caso
negativo o motivo de tal procedimento ; 3, qual
a razio de ter sido presa em flagrante por feri-
mentos a offensora, e recoihida cadea por distur-
bios ; 4, a razio de ter sido posta em liberdade a
ofiensora, ficaado presa a offendida. Nestos ter-
mos pede a V. S. detrimento. E. R. Me.Reci-
fe, 1 de Marco de 1887 Dr. Manoel ClemenUno
de Oliveira Escorel.
Olinda.Communica-nos o Kvm. director lo-
cal do Apostolado da Or*cio na igreja do Beculhi-
mento de Nossa Senhora da Conceicio em Olinda,
oonego Manoel Joio Gomes, qae ninguem est an-
orisado a pedir era receber esmslas para osactes
e festividades do Apostolado na igreja da Concei-
cio, porque tod* estes actos e festividades sao
reitas casta dos associados entre si ; do mesmo
modo, qae ningaem est autorisado i pedir nem
receber esmolas para o Mez Mariano, que se cele-
bra na dita igreja, porque agora o Mez Mariano
ser fcito custa da associaco do Apostolado, e
as pessoas que sahiram na eleicio do anno passa-
do, querendo dar suas esmolas para o Mez Maria-
no, entrogoem pessoalmente ao mesmo director on
enviem a elle em carta fechada pelo eorrvio.
Cidade da Victoria.Recebemos bontem
folhas desta cidade at 26 do mez passado.
Celebra-a-se com a pompa do Oistume a tes-
ta do padroeiro Santo Antao.
_ O capitio Seraphico Wanderley, attendeDdo
aos grandes servicos prestados pel sua eserava
Rosalina, durante o periodo d i molestia de sea
fallecido sogro Joi) Jos Ferreira, passoa carta
de liberdade a dita eserava, sem onus algum.
Ralea Pallldoa.Comesse titulo acaba de
publicar o Sr. Am.ro Pessoa um livrn cootendo
muitas desusa liadas composicoes poticas.
Agradecemos Iba a offerta qae nos frz de um
exemplar. r.
Jornal daa Faialllaa.-Para a L.vrana
Fluminense 4 ra do Bario da Vietwia, Wio o
n. 195 deste expeliente qninzenano de molas.
Alm de um figurino colorido e nraa estampa de
moldes e bardados, fase nnoaro qae dol
do corrate mez, diversas gravaras intercaladas
McE Caraa-ieaco dea caiadorea
-A "va directora deste Club, a qual deve rer
empusada no prximo domingo, 6 di coircnr,, tl-
cqu aaaim compos'a :
'.

*






Preeideute Quirino Lope* Assuai piafo.
Vice-preeideuteManoel Jo: Ron*.
1 secretarioAprigio Alvaro de Almeid (rc-
leito)
S secretario.Aprigio Jnoinicio H. de Arroda.
ThoureircAaloao Apolimrio M. Wander-
Ant
rocra dores (Sarolino Jos Torre* e Joto
Heariqae de Oliveira.
Orador Numeriano J. H, de Arroda.
FiscalFi-hucisco Procopio D imriW.
Vogaes Basilio toa Virgena staanr,
Ribeiro. Militao Migando* Aspa Fil
8a otos. __
A bibliotheca dest acnedh*** foi da
Itimo frequenrada fiar 62 ms, que
39 obras cin 64 volvaan.
Sahiram pura raertio tor saeioa 5*
56 voluraes.
Foram off-rtada aa segniutcs obras :
Pelo socio di?tincto Dt. Ferrer: De l'esprit des
constitucin politique, por J. Aogilloo, 1 vol.
ene; Diretta cambial jortuguer, por Ferreira
Borges, l vol. eac. ; Histoire de Peuipbytoae,
paral. E. P. la Balleur, 1 vol. eoc. ; Page*
d'histjire de la revolatioo de Fevrier de 1848, por
Lois rWane, I- vol. en*. ; Mechoneo ctassiee Pe-
tical Wares ofsir, por Waltor Scott, 1 vol. ene. ;
Estatutos do collegio real de nohtva- da corte da
Lisbaa, -ndo 5 volume* de- 1765 a 1769 de 1770
a 1774, de 1775 a 1786, de 1787 a 1793, de 1794
a i7)8 todo* eoc. ; Qustro alnmnaeks de-alve*
as provincias do imperio- e doxe fblbetos di ver -
eos
Pelo-Sr. Dr. Manoel Jos oto: Gruta par
os visitantes, 1 voi. broeh.
Pela Exma. 8rs. D. Olympm F. Grote*: Can-
tos do esto por H. Viral 1 vol. ene.
Peta Exma. Sr*. D. Manad Fonsecr: Fuv
tos d gabinete portugus de leiturs, 1 vol. ene.;
Cantos tropicaes, por H. Mootetro, 1 val; broeh.
Pela Exma. Sr*_ O. Francisca da Ponseca :
O Estroioas de Pars, por Xavier de Montepo,
1 vol. ene. ; obras completas do Dr. Antonio
Ferreira, vol. enes.
Pelo Sr. Vctor Marque Santiago : Excorian
pelos dominios, pelo Dr. J. de Preitus, 1 vo*.
broeh.
PeloSr. Jos Brasiliano C. de Albuqaerqde:
Elucidario d'alm; 1 vol. brocb.
Pelo Sr. Manuel Jos de Saut'Ann Mato i
0 imperio do Brasil na exposicSo* universal, 1 voi
broeh. 5 A harpa do ceg, pclj padre M. Calda*.
1 vol em broeh. ; Boletim de la soeiete de geegra-
phie, 1 vol. broeh.
Pe'o socio Jos Oblaco Das : O Pai*.
Pelas rpeetivas redaccoas, Diario de Pemaav
6*00, Prenuncia, Provinciano, Boolue&o, Revista <*>
Norte. Joo Fernandes, Lanterna Mgica e Be~
oista Ilustrada.
rompan tita de flaeiio e leer* o ale
Pernamtiuco- Reunio-se no dia 28 de Feve-
reiro era sse bito gem desta companhia repre-
sen! and 1 mais de deu tercos do capital.
Foranr approvadas as contas apresenUda* pela
directora e o parecer da coinmisso fiscal.
Era seguida elegeo os novos membros da referi-
da commissao sendo elle* os Srs. Augusto OeU-
vianno de Isidoro Bastos Oliveire.
O presid'-nte da assembla geral po em diseoa-
aSo a seguinte proposta da d'rectora :
1* Elevar o capital da Companhia de 600:000?
conforme o art. 3 dos estatutos para 1,000:000#.
2" Anf orisar a directora o levanUmento da
nova fabrica, empregando par tal fin os m*ij*
mais econmicos e o* do progresao na indaatna
fabril.
3-Emittir accoes at prefaser a quantia de
8O0:O0O, inclusive as que se acham realisatoa.
A referida proposta fo approvad por unanim-
dade.
Que o mais breve posaivel possa^ a Campnula
levar a efferto Uto necessaria indnssria. propereo-
ande assim meio de vid a centeuas de familia,
cooi provetto da limpeza publica e particular, ato
os nossus votos.
al* C*No presente mes entran de
ervieo nos estabelecimentos a cargo dm Santa
Casa os segumtes mordomos :
No Asylo de Mendicidade o Dr. Antoata Joae
da Costa Ribeiro.
Na casa dos expostos, o Dr. Augusto Caria*
Vas de Ohveira.
No hospicio de alienados o Dr. Pedro Anoas
de Mello.
No collegio das orpbas o major> Jos Jaaqainj
Antones.
N hospital Pedro II o Dr. Prxedes Gjosas
de S )ua Piung*. ^^
ijoncinuara nos hospitaes: dos tasaroa, mordo-
mo Augusto Pereira da Cota, do de Santa Agne
da o tenente coronel Apollnario Florentino da Al-
buj'ier "]']' Maranbi.
2Ferro-;la de Olind-A'partir do corate
mes, at novo aviso, estosopprimidrs ni tevto-via
de Olinda oa ertraotdmarios que, nos dommgoa e
dias santificados, partan daa -stacoea da Aurora,
Olinda e BeOanbe as 10 1(2 boras da manh.
telatorto Recebemos e agradee too* om
exeoaplar impresso d relatorio apresentadobnot*
k assembla geral dos accionistasda Coinpanhiade
Elifieacoes.
latrertorla da oaras de e*tMier***
cao don portoBoletim raetaorologie d
di i 28 d* Fevereiro de 1887 :
de saar rtagens peTa- Americr fir^fin" etn riegante
Itt iJnd--n'i" 00* gaavora* e que ai mu llana*
sent appartcera era Nova-York, Londres, Ber-
lin e Pars.
Asylo de MeaaUeldade O movimento
(Teste estaberecimento' de' caridade no mez de
Fevereiro, foio seguinte :
iarHi fernambucoWuarta-fcira
Existiam
Entraran)
me
P.tatoiii
Entravaii:
Tireran alta
Fallecern)
Existem:
Naa enfermarlas
Noa dormitorios
meas 63 12 Mxheret 109 8
7B 13 117 5
83 s
91 M a
4
23 4 35 0
19 43 35 77
62
112
Hora n 1 ira 0 a s -a He Barmetro a 0 Teasto do vapor 9 0 a a
s? a
6 m. 25--1 75953 20.13 85
9 26'9 76013 20.82 78
12 2808 759"77 20.73 71
3 t. 28-9 757>->8 24.88 85
6 27-9 75732 17.80 63
Temperatura mxima30*,25-
Dita mraimit-2V,0.
Bvaporac*o em 24 boras ao sol: 5",6; 4
bra: 4,i:
Chovannlla.
DireccJo do vento : ENE de meia noite at 4
boras e 10 minutos da manha ; NE at 11 hora a
23 minutos; ENE at 12 horaa e 50 minutos da
Urde; E e ENE alternadamente at meia na-ite.
Velocidade medi do vento : 3,-Hl por aegoad,
om interrapcio de 3 boras de calmara.
Nebulosrdade media: 1,0.
BotatiMlea Mortaarla No Cemiterio
Publico do Santo Amaro foram sepultados
Fdvereiro :
De 1887 209 corpo
De 1886 241
De 1885 237
De 1884 870
De 1888 275 *
A media diaria dos enterramentos no prono
findo mez de Fevereiro foi de 7,46 corpoa.
Os das de mlor numero de enterramentoa fo-
ram : 18 em que bouve 15 ; 6. em que hoove 14;
e 3. 21 e 22 em quehouve 11.
. O* dias de menor numero de enterra mentas fo-
ram : 14, '.'4, 27 e 28 em que bouve 3 ; 7 em que
hoave4 ; e 11 e 13 em qne honve 5.
Frank Vteent. Jr.-a folha La Nadom,
que se publica na cidade de Bogot, de 24 de De-
zembro do anno prximo findo, traduzimos o se-
gante:
Frank Viceot, Jr. i o nome de un viajaste e
eseriptor norte-americano, que acaba de ebegar a
Bogot, procedente de Barraquilha. Ha des an-
uos que viaja p .r todas as partes do mundo. Tesa
elle percorrido urna distancia toul de 207,000 mi-
litas e publicad j vanos livroe, que teem ido tra-
dutidoa em allema> e franez. Fo o primeiro
bemem M fiz conhecer na America as aorpren-
dentea ruinas do Cambodia e a colonia francesa de
Cocbinchina, na Asa Oriental, ero uui magnifico
livro intitulado: A ierra do elephanle brwteo, do
qual si teem publicado nove edicoes. Por este
impoitinte tra'oalb) foi o Sr. Vicente premiado
cotn urna medaiba lia bonra, de onro, pelo re de
So, e condecorado p.-los reiu de Burmah e de
Cmbodi. A Academia Inda-China da Franca, a
Sociedade Authrop ilgica da Suissa, a Sociedade
Eth-ologica Americana e as sociedades geogra-
phicas de qiiasi todas as capitaes da Europa, teem
eito justica o seus mritos, admittindo-o como
sju socad li- Esce UiatiiK?. viajante acha-se no termo de
ana explor vasto contiuente, de que a Re
nablica da Uoluib: 1 forma parte tio interesaante.
O 8r. Vieeut.- J<- aeatei dous ultimo
anuos as principaes t-idades e porto sol-ameri-
0*ao, penetrado no iuterior quenas repblica e colonias, era urna extensio de
36>000 mi.has, passando p;>r logares pouco fre-
-pientai-jt p^>r. \ i jantes c tomaod'j nota de tudo
ananto oell*- eucontrou, digno de interesae.
O Sr. Vicente publicar A brevemente a retaeto
Total 174.
Escolas d instar co primaria no Asylo :
Foram freqneatadas por t alumnos, inclusive
4 na dos eegos.
Ma de Beait*-Escrevem-nos em 19
de Fevereiro:
Cm iucommodo imprevisto, destes que, sea*
sp-'SMr, acoosmnettem freqoeotecnenta a pHre
bst*n*nidade, desvioiatme do dever, que ote oipoz.
de dar Ibes noticias diste pedaainh de terr*, car-
eado da. rio-que ?nent correm 110 invern ; d*
campias immnsa*r ereatadas .".negra pelo ve-
rio; e que apesar de tud isto sustenta quasi 20
mil alma, > oode m'wtalid-de rotruU, termo-me-
dio; 3 1/2 Y b*e o naacimf ota* I
Se no lonoioipia d S- Bentoa jiutica fosss
ignal pra- todo ; se houvesee seguranea indivi-
dnal e da proprieda le ; se'a pest* negra davrii9a
os ladroae de cavall >s e de b ider; se-os sivisshab-
tanies svmassem a instrBec'io, a* beHa*>artes o 11
reiigiioprofessa.la por nosaos antepi asados ; seo
trabalh fosee coasiderad* como profhsi) nebro e
nao avilt*nte ; este pedacinb de tnr; cercado
de rio que sement corren pelo iaverao* de cam-
pias ereatada e negras pelo verao, aeria o pa-
raso terreal. daqn as s.igraias letr-.s !
5om duts povoacoes iaap irtantes, a> vil'4 pro-
prianvnte dita, ?om cerca de 200 babitaco* e a
povovo de Ciiih'itinhn, ocerca-de 300, com
ora eataco do prolon^amento da ierro-ra do
Recite ao S. Franciseo, o municipio^de S. Bento
coma anda s povoacoes.de Cacboeirinha,Calcado,
Lageiro e Jupy om suas espolias efJiras", cora
grande ommercio, a jxcepc.lo di Jpy, que s-
mente t-m rida dur. nte'o: festejji da Excelsa
Virgem d > Rjsario, os qaaes teem lagar na pri-
meira domioga do mez le Outubro.
a O terreno tao. pr 1 iuativ->, as catingas, que
os cer.'Mis. com relnct) s raittasy prod'ieem na
razio de um pira mil. cunta ito que.as pUataces
aejam banhidas com duas nutres trovoada* ; e as
ptaatacoiis, quani> uovas, esperam de 40 a 60 dis
novas e*sr','- sera fioarcm perdida* pafo sol, o-
dentc eoaao ns trras'altas de'uoss* pr ivlne'u,
ao pass. qP, na* maKa* de 2l) a 30 Jh de sl
sao sodscieotu* para-falerem de^apylr .-cer aa M
vas-plantscdes.
: Na diatricto de Qanbotinho, regiio destinad 1
agricnltura, ha importantes- ptaotafoea de cali-
nas inasdioc, o nao ahasttcem toldos os nwrca-
d dd moaieimo, pirque os aarKailtdre-, sea no-
ces eii#ae.- plautarem- a cam:*, laaBdioca, feijao e milbo, te-
traga>m os terreoonsoui-plante'is de algodao, as
quaei, n>s annos eseasso* *de ehuviij felicitasnio
plantador, e nos iuceraaejs traxem'.a sim ruina. 1
a A criaco di gados lupaatoialii Uio eri*
de anan, sendo o invern recular. p^-e"e n-'Mt'V-
tneale aos outros sertes, uina rez de dous anooe.
e teta havidj cxemplos de Jim cria abatido cotn
dad* dt um anno pesar 90 k:!os !
a Vlbte vaeea* eseUbidaa foruecera leitw para
sustento de ma f.T-lij.co'ipat* de 1 pessoas e
anda resta leite-p bricar queijoe, sempre muito proaraios, no valor
de 1:000*000.
Hn > m jnicipio amas otteota casa* de nege-
ejo eatre eata umis erneo em grcmso.
.Pasa o" preparo do algjda, h ni manicrplo
tres--nvrchinaa Vapor, montll eado e Canhotinho-e cerca dd-60 machios movi-
das nao, nssr-diei lateada, qaer agre+,
quer dd eriac.U.
a A sostruec^o publica- dada em cinco escolas
prov4oeiaes, por-ousada dissiaioafo da pipe-
Irc, os fasendeiros-que nie babitam na^illa-ou
oas povoaees onde ba escolas, coutraum mestres
particulares pira o costa) do Sinos, oaquaes,
comraraa excepodes, apeiras-jiemeainoj-ab m Itr
e eserever era poco o**-qatr prtaieiraa=espe;iei
da contas, seuimer, dtnnuoir, mnltipHcar e repar-
tir, riespedesa oe mestres.
1 Os produot* uiarer-e-vgetSic-buBd*m
oeste munieipia
. Entre os ltimos temos o HMM| o vinh-
tico, a aroiira c b^rana, o jipi, madeiras, a ex-
cepcJo do amaraJIo e vinhalii:o,.tao rijas com o
ferro.
Te.*os tambehr o balsamo, o ccdfo, a snpu-
cata, sieopira c o mar tira vegetal, canutos ouires,
coja nomenclatura oto p >r descrever.se em
onaa ;>)bf-' missiv.
H micas de pedra calcrea, de martnni-.: e
de jaspe, e o solo, relativamente a ossos das retes
qoc sao victimas da seeca ou uo machado dos car-
meiros, se cba juucda, edaria-uina boa fortuna
s qoeoB os exportasse brutos uu calcinado*.
A' par de tantas riquezas, porm, temos o
crolaUs horridut, e outios opbidico, e a temivsl
praga dos porcos, amiciciiapebini, a emporcalbarem
a agoas, lornanlo-aspestilenta, e d-vorando as
pastageu, quiudo nao invadem a casa do cidudio
pela poita d > quiatal a qoebram pauella, potes,
gamellas e louca eto.
Tfinos lambemos l;Jrt* de gadaj e tio su-
dases, que fiirtam publicamente, para urna com-
panbia immensa c que tea che fes tio prettimoiot,
qne o cSeudido, seguiodo as pegadas do ladia.
v eoo) 03 olhis o auiraal furtado e volt* com os
beioos com q.iemaioou;omo se diz vulgarmente !
Temos mais a juetica distribuida o:n parciali-
dade,passando como verdade o snuexira do Bailo
de Paruahybaqaem tem bens nao padece !
Temos finalmente nm repiquete de secca an-
imalmente, e nao havendo invern, o fasendeiro
que possoe tresentaa vaccas e por iato falla grotto
e vive sempre de pigarro na garganta, v, com
grande desgoeto, os seus gados morrerem, e de
tresentas vacess que contava, conta no fim da
secca 20 a 301
< Picamos descansados e contentes com a deci-
sao do Exm. presidente da provincia, decidindo
que correcta e assenta em lei, tuneciooarem, na
villas, qnatro vereudores, porque este numero con-
stitue maioria ; ma* nao podemos deixar de cen-
surar a cmara municipal desta villa, pelo modo
porque arrematou os concertos do acude desta
villa, ao dia 1 do correte mez, levsndo praea
os meamos concertos e mandando entregar o ramo
pela mesma quantia de 2:000*, em que foram ol-
eados e por ter affastado os ootro licitantes, exi-
gindo, priori, especialisaco e insenpeo de hy-
patheca, o que nao se deu com o arrematante, po-
dendo o preco d arremataclo deacer 7i0 fran-
co* oa 4 800 francos, e aind assim ganhava-se
dinheir 11
Convm que o Exm. presidette da provincia
bem examine o contracto qno pende de appro vacao
do mesmo Exm. Sr.
O arrematante preaente o mesmo do con-
tracto annullado, e anda nio entrou com os 400*,
que reeebea da prtmeira piestacao, como foi or-
denado, e parece que, desde que o mesmo nio ha-
via recolhido aquella nantia, nio podi licitar
perante urna cmara da qual era devedor. _^_
O arrematante, ou seos fiadores nio bypotbe-
earam bens, e as clausulas do contracto neohnma
malta ou respousabilidade impSem ao mesmo arre-
matante ou a seus fiadores para a boa execucio
das obras.
Contina o furt) de cavallo e da criacoes
miodas, e, em principios do crrente mez furtaram
do cercado de Antonio de Barros, na distancia de
3 k, om cavallo.
< Os ladroes sio acontados, e a polica nao os
prende porque trabalho perdido !
1 Entrados na cadeia ; sio logo soltos por meio
de nanea provisoria, prestad ante o jai da cul-
pa I
a As obras do mercado publico progndem cora
rpidos, e no fim do correte mez pretende o seo
eontractante levantar as madeiras da eiberta.
Os vveres vio encarecen do, apezar de gran-
de abundancia dos meemos, vendidos na reir.
Nao fia exagero- atrmaodo que mais de tre-
sentas cargas entre milho, feijio, farioha e rapa-
duras sio exportados d'aqui para o alto sertio.
-Se ti voseemos 41 m fiscal que coraste du in
teresses da populacio, nio coneentiria que toda
aqu"!la quantidade de gneros fosse atacada antes
da des horas db di !
O Una, qae banba-eita villa, deseen com urna
soffrivel cheis, mas doron .pnuco, porque, depois
das trovoada dos ltimos das de Janeiro, lti-
mamente Hndo, ceesaram as chavas, e reapparecea
o calor ftim aoHrintenaidftde pouco commjm.
t, O tiarde ceadato e at agora nio temos re-
os da eect'a-.ssjl^o'st" a qnaresma nao nos croa-
r chuvsat
> Nos entro popul isns, nos lugares onde ha
dan boa poiieta-mBuliipil, oe depsitos do plvora
atofcitosfnn daseHade, villa e pavoacoe3, eo
Uares a1ltaie6,-pra, no caso de explosiono*
onMder a* papulafo. Aqai, porm, onda a mMl-
crealld.list cuida do inttnstei /#Wre, a plvora se dpisit* e e vend has casas
de negocio e as fairs, com grande pengo para
a populacio.'
Em 1875 odifieju-se- urna cata para vento
da plvora; e em quanto o sen proprietario' Joio
Monso da Silva nao concluio a edificacio, a cama-
Y* d'etrttofnfto needer tleenta pata- -utuam'^
vendxr plvora a retalbo.
Beta ca, porm, om o rpido augmento da
babitac-s, fieou, pode-sa diter, no canto das
nnsaas e nao se presta mais para o fim. a que- foi
destinada.
Em nome da sal vacio pobKca padiaos-c-
mara quo nio conceda oais liccm; para vender
plvora, a quem nio tiver casa propeia, come or1
deoam as postaras manicipaes.
Antonia Piobeiro raptoa para-easamenlo, urna
fita de Jos Simoe* de Macedo* e foi deposital-a
na villa de Qoipap. em casa do capitao Jos
Lourenco da Silva Zusa, o qual, vista de um
mandado do Dr. jui municipal dft termo de Pa-
nillas, fiz entregue da mesm a sen digno pai.
*- A saluhridade nvejavel. e a popatacao nom-
iinu se lefi.br* do cboiera-otoroas! A nio ser a
quebradeira, a mais acabrunhadara que nos tem
vii tad 1, estAriames no melbsr dos mundos !
Ha o'meta no cu ? Ser* vi i ve I para-nos?
-Sora verdadeira ureuc 1 papular : sigal no cea
asstigo 11* trra ?
A' ontra vea-.
la nvioinliaa britatleira Tradusimos
do TU bit, d 8 de Janeiro ultirin, jornal que se
publica em Ii.ndres, urna carta que um brasileiro
escreveu. ao redactor de3se jornal, em resposta ao
que netl" ie disse a respeito das mocinhas brasi-
l-iras.
A dita carta vera pf^eeSiia das sgnintes pala-
vras da redaccio do Tilbil : Dirlgramnos a
cafta intra sobre est- assumpto, publieuinol a
como fii escripts, sem corrigir erfJ, porque o
pensaroento de qtl;m a escreveu est perfeitamete
claro em s"o enntefido, e os erros sio graciosfis e
IrJmoiisticcs, c convm melbor ao inreresse da
^art do que de oufr-a modo.
Eis a carta :
Aoreiactor do Cii-biis-Amigo e Sr.:Oigoe-
S0 V. 8. de pirmittir q'ie ea diga aiguma coosa
acerca di qu-i se em seu namero'-de 9 d Oatu-
bro de 1686, com referencia s raparigas brasilei-
rasaJ/irU).
para porem, qni, n- caso de publicar estas
Iinba.i, V. 8. se sirva de corrigir o erros-que en-
contrar no incainrxlez, rendo grande'cuidado
em nia tranjformar-lb< o sentido.
Disse V. .S. que urna rapariga orasileira nao
ple S'ihir, nem mesma pira gira, seoi acora
-pxuhada por alguem da familia oa per slgama se-
ohor*, OTdiuariaineiite matrona.
lato nio verdade. porque, como d-se constan-
temente (durante o da, sem duvida). vemol-a so-
sinh* pelas tojas. O que ni) se v. c ino di se
ua Inglaterra, urna rapnsiga ur a aiasaeio, so-
mente con o seu namoradn, de dia oo^le noite.
Diz tatnbenv qi|e as raparigas brasil, ira nio
nherii (".mi .nitros h im-ui a ni si-r srus irrniM ;
e o/ve a (ducaefi) d'ellas da mais pobre d-s-
crii'cio
Tamuaa ni.) verd*de t encontra-n-se aqoi,
como na Inglaterra, muitas rsparigas, cojos pas
nio sao ricos, bs qoaes nio teem elevada educa-
cio ; aeho, porm, que iito acontece em todo o
mundo. Si V. S. qataer etabelecer urna propw
ca .-quaoto educaiaaa das raparigt bmsneiras e
Ingnraasv- es'ou- certo que as pnmeiras ganhario.
Aqui emPorto-Ategrej pequea- cidade de 40
mil Habitantes, temos muitas, que fallam franeez,
alleroio e italiano, e que cantam e tocam piano
perfeitamente ; franeezsupponho qae a ma;or
parte d'eUaa fallam bm ; o qo/e nao-eonteeo na
lugiaterra.i emo vi d rante fies mese que ahi
estire cm 1884.
Disse VI S. ^nens milsjienine das exageradas
lembranca de alguer em diser qtte podem suas
(iihas gosar dos beneficios da edocacio etc ... !
Oh isto mostra apenas que qa^nr escreveo sto
passou muito pouco tempo na B*hia, e nio eonhe-
cendo a lingua portuguesa, ficou em algum hotel
e nio teve occaiiao de ser apresentade a gente de-
cente e bem educada d'alM ; e oenseguiotemente
na 1 falln com-experiencia.propria.
Disse inais \*. 3. que grande numero de rapari-
gas brasiteira n;io sabe.-n quem o imperador da
Atlemanha etc., etc. Alm de nio ser isto verda-
de, voo> faser urna bella compsracio : ha tempo
dias V. S. em se jornal qce Mendoza a capital
da Repblica Argentina quando estive oa
Inglaterra ouvi milita .gente perguntar : a capital
do Brasil Lisboa ou o Rio de Janeiro ''.
Disae aioda V- S qae quando ellas (as rapari-
gas brasiltiras) querera um pouco d'agua ou mu-
dar o sapatos, cbamam urna escrava para faser
este servido. Isto mais on menos verdade, mas
oio diz maito de sua educacio. Vi na Iaglaterra
muitas STjnoras que nada mais faziam do que to-
car .piano,- nio vesttam-ae senio com ama cria-
da 410 quinto para ajudai as. Na verdade, isto
depende de-tel-as.ou oio.
finalmente disse que, si ellas nio se casam na
idade em que devem brincar com bonecas, conti-
nuara a brincar do mesmo modo Isto poderia
ter tido lagar ha 30 ou 40 annos ; mas ag.ra
nao casta encontrar urna boneca as tojas, por-
que nao sio veudaveis aqu.
Pod.'ria-eu dizer muito mais e comparar as ra-
parigas bmsileiras com as ingleza ; mas nio
gusto de lizer muito sobre as senhoras, principal-
mente estraugeiras.
Conseguintemeote sou melhar educado do que o
seu carre*yondnte, que, tendo odo tslvez bem
recebido polos brasilen-os, como sempse se da, nio
te ve embara? > em eserever contra elles em seu
tio. apreciavcl jornal.
Son de V. S. etc.Om joven brasilero.
L,-11 '-Eflcctuar-se-hio:
Boje :
/-to agente Gutmao, s 11 horas, na roa Mar-
ques de Olinda n. 19, de moveit, bacas, vellas
etc., etc.
Anaanbi :
Pto agente Gtum&o, s 11 horas, na ra Mai-
qnes de Olinda o. 47, de armacio e mais fazeudas
abi sita.
Sexta-feira :
Pelo agente tepple, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 22 de predios.
Uxn raneare.Serio celebradas:
Hoje:
A' 7 1[2 horas, na ordem terceira de S. Fran-
cisco, por alma de Maooel Antonio Santiago
Lesea.
Amanhi :
A's 7 horas, no Espirito Santo, por alma de
Beato Jos da Silea; s 8 horas na matriz da
Boa-Vista por alma de Vicente Ferreira de Arro-
da FUfao.
t-aaangeiro Chegadoa dos porto do sol
no varor nacional Babia :
Frankliu Ferreira ampaio, Augusto Manoel
Teixeira, Pedro R. de Barros, Mano Antonio da
Costa, Jos Orareis, Joaquim Paes de Mello, Ma-
ra Francisca dos Prazeres, Antonio Francisco
dos Santos, Dr. Ernesto de Alencar, Henriqdeta
Cintra, 3 ex-pracas e 1 inulber, Joio Jos de Oii-
veira, Janqueira Jnior, Juvenal dos Santos Pin-
to, Virgilio G. Gaimari-.-s, Emilio Dedier, Dr.
Virgilio Barbosa, Dr. Antonio B. de Souza, Dr.
Benedicto N. de Almeida, Ildefonso e Julia, Ter-
tuliano da Rocha Bezerra, Jos Clarindo de Al-
muida, Dr. Lycargo Jos de Mello, sua seohora,
ana logra e um criado, Arthur C. da Racha, Go-
me Vinhafs, Luiz Zacaras de Waobsmano, Ma-
noel A. Deodato, Manoel Jos Gomes, Jos C. Pi-
nbeiro, Dr. Pacheco Mendes, Jos C. J. de Al-
meida, J. Goncalves Tourinho, Pedro Joaquim
dos Santos, E. P. Cosch, Franaisco da Silva, Ma-
noel A. da Silva, Joio da Vlatta Ramos Costa,
Dr. Propicio Barreta. Francisco Tavares e i cria-
do, Anizio Tolentino da Costa, Francisca da Ro-
cha Defalcante, Msria Barreto, Nicolao Tolenti-
no da Costa, Adelaida Tolentino da Coate, Fran-
cisco da Rocha Cavaloante Filbo, Mara E. da R.
Accioli, Virginia Cavaquinho, Azarias C. de U.
Gomes e Netto, Manoel Francisco de Oiireira Ca-
vaquiobo, Affinso Joni J. da Costa
Blanche e 1 gibo, OlivS Salvador Verdigal, Lua
Jos da Silveira, D. M.ria Magalnies da Silveira
e 3 menores.
Sahidos para os porto do norte no mesmo
vapor :
Jos Francisco M. Ferreira, Jos ntooio Moa-
teiro, Alberto Dayer, Gregorio S. Bastos, Mari
Carohoa, Joa-ioa Mana da' Conceicio, Antonio
Tavora, Elizia de Ovo-a, Julio Jos de Oiireira,
Rita Miranda, Joio Almeida, Mara Gome* da
Silva, Claudina, Dr. Antonio Gonoalves Tavares,
sua senbora, 5 filhos e J orlados, Paulo e Mari,
Eduardo Daniel, Eduardo Laoail, Manoel Salda*
nba, Rii d Silva, Agostlrrho L. Porto, padre
Fraaeiaeo 1-orres Brasil, Eohiaio Cunba, Jos
Lattao, Thetbaz Passini e 2 fila**, Job Ka,
Ernestina Augusta de Oilvesraf Jee Joaquim
Ouerreifc J de Barros? BerreleaV psr Jai
Paulinai#a*t-., Dr. Manoal R da.M)raega>.
<;a>*a*fer iieienrne toHaiMto d*j prtp-
aas do da 28 de Fevereiro :
Existiam presos 369, entraran) 8, sahiram 18
Existem 359.
A saber :
Nacionaes 32i, mulheres 11, eatrangeiroe 13, ee-
cravoa sentenciados 6, dito de correccio 1To
Wfltft
Arracoados 335, so-tno: bono- 321, doentei 14
To-.al336.
Movimento d* enfermara:
Ti vern' baixa :
JoioJo* da Silva. '
Mara de Barros e Silva.
Mana Evangelista dos Santos.
Tere alta :
'Antonio de Ofiveir Soares.
- Lotera de AlacoaTelegramma re
cebldo pela Casa Feliz :
Addinda 6> parte da 15 lotera, motivo circu-
lar de ministro, breve seta marcado o dia da
ext'accio.
Continuam os bitbetes a venda. >
' tlrsnile lotera d provinciaA 15,
e ultima-serio desta lotera em beneficio dos inge-
nuos J Colonia Isabel, cujo premio grande ....
240:000f ser extrahida no da 7 de Marco, s 4
hora* da tar le.
Os bilhetes achara-se venda aa Reda da For-
tuna ra Larga do Rosario- n. 36.
Latera do Cear A lotera desta
provino!, cajo premie grande 4 i0:0U)4000 ser
extrahida no dia 2 de Marco.
Os bilhetes acham-se venda n Roda da F;r
|tun* ra Larsa do Rosario n. 36.
; Tambera aebam-se venda na Casa Felii,
praea da Independencia ns 37 e 39.
i.olorla da corteA 203* lo'cria da cor-
te, pelo novo plano,.cujo premio grande de------
100:-0 000 ler extrahida no da .. de Mar-
ico- .. ,
Os bilhetes acbam-ee venda na praca da lu-
de o--ndencia ns. 37 e 39.
[ Tambera acbam-se venia na Casa da Fo-
tana ra Primero deMarco.
' 1.torn o aloA 3> parte da lotera
n. 366, do nevo plano, do premio de 100:000j000,
aera extrahida no dia > de Marca.
Os bilhetes aeKam-se'A venda na praca-da Iuae-
pendencia" ns. 3Te 39.
Tauh-m achara se vnda na Cas* da Fortu-
na ra l d Marco n. 28.
Cemiterio publico.Obituario do dia 28
de Fevereiro :
Jaio, Pem*inbuc9, 5 raz*s, 8- Jos; bronchite.
Mria Clemsntma Belfort de Monra Mattoe,
Pernambuco, 21 annos, casada, Boa Vista eclam-
Cecilia Valeriana de Je#us, Pernambuco, 7 me-
z-'s, Bea-Vista; entero colite.
Do Sr. desembtrgador Alves Ribeiro ao Sr.
di-sembargador ''avaras de Vaseoncellos :
Appellacio crime
De Jabo&tio ApacMante o-juis*, appetlado
Joio Capristano de Souaa.
De Quebraogulo App*illaotee os escraves Joio,
Francelma e Delfioa, appeilado Firmina Barbosa
da Silva.
DILIQESCUS
Mandon-se desear ae juizo a qu em diligen-
cia a
Appellacio crime
De PalmaresAppellante o juizo, appetlado
Antonio Jos do Nasciment .
DlSTMBigSE
Recorses eleitorae
Ao Sr. desembargador Oliveir Maciel :
De MaceiReeorrente JoviaX Moys do Rio
'Maoguaba, recorrido <$ jalao.
Ao Sr. desembargador Pires Ferris* :
: Do CabaRecrreme Sebastiftd Sfendet Pe-
reira, recorrido o juiao.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Da EscadaReeorrente o bacbarel Jos tuge
nie da Silva Ramos, recorrido Joio Tiburcio do
Be^o Barros.
Argravo de peaeie-
Ao Sr. desembargador Pire Ferreira :
Do ReciteAggrvant Jos Correi d Vas-
eoncellos, aggravado o juizo de ausentes.
Appellacoes commercmes
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do RecifeAppellante Thebooville Laay, ap-
pellado Antonio Jo de Azevedo.
Ae Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Da KecifeAppeliantes Pereira Feriuira ist C,
e Francisco de Paula P.ita, appsllados os mea-
mos.
Eacerrou-ae a a.-ssia as 3 horas da tarde.
aaaaiaaaaaaaaaaaai-aa.ai 11
INDICAIJOES UTEIS
sua
DO
CHRONICA JUBICIARIA
Trihiinal da itelafo
SESSA0 ORDINARIA EM 1 DE MARCO
DE 1887
PRKSIDKtCIA DO EXM. SR. OON8ELHEIRO
QnTnO DK MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coeliio
A's boras do costume, presentes os Srs. desem -
bargadores em nume .-o legal, foi aberta a sessao.
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e p tesados os feitos deram-se oe
seguales
JCLGAMENTOS
1 Habeas corpas
1 Paaientoa.
Manoel Joaquim dos Santos e H'enrq'ue Pereira
de Lucen,Mand iu-so otivlr o juiz de dimito do
2> dislriet* oriniua l
Jos Vicente de Lima.Vlaudou-s ouvir o juiz
municipal doBrejo da Madre de Deas.
Dr. Eduardo de Barre Palcao Oe Laoerd.
Mandn-se ouvir o juia de direito do. 8 districto
eeutra os votes dos Srs. desem bargadores DeIGno
Cavalcaute e Toscano Barreto.
Re"ursos eletoraes
De Atalaia Reeorrente Antonio Castro de
C irvalho, recorrido o'juizo. Relator o Sr. des-
embargador Deifino Cavicaate.Negou-se pro-
vimento, unnimemente.
D Catle do RoehaReeorrente Jos Tavares
Duimarie Cariri, reeorrido Joio Francisco de
Car val ho. Relator o Sr. desembarga i or Toscano
Barreto.Deu-se provimento ao recurso, nnani-
menente.
. De Campia (randeReeorrente o promotor
publico, recorrido o jaiso. Relator o Sr. desem-
i.argadur Tavares de Vaseoncellos.Mandan-so a
urna ditigeacia.
Recursos Crimea
Da RecifeRecrente o juizo do commercio,
recorridos Cae tao Ramas oi C. Relator o Sr.
derembargador Deifino Cavalcante. Adjunto os
Srs. desem bargadores Toscano Barreto e conse-
Iheiro Queiroz Barros. Deu se provimento ao
recurso, contra o voto do Sr. desembargador Tos-
cano Barreto para se prenunciar os fallidos no art.
821 do cdigo comraercial.
Medico*
0 Dr. Lobo Moscoso, de Votta de
viagera ao Ro de Janeiro, conotiua
oxercicio' de sua protiseao. Oonsltuas das
10 s' 12 horas da manhi. Kepecialdadcs
'eperar;8eS, parto e molestias de s-ohors e
metiinos. Ra da Gloria a. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da capa
a ra 11 Baraoda Victoria, n. 5t. Resi
deacia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada'pela ra da Saudade n. 25.
O Df. Castro Jess tetn o seta consul-
torio medico, ra do Bora-Jesus n. 'o,
sobrado.
Dr. Grima Lobo medico operador e p*r-
teiro, residencia na do Hospicio n. 20.
Uonsultorio : ra Larga do Rosi.rh) n. \ A.
Consultas das l hora da manha s 2 du
tarde. Eapecialidade : roolstias e opra-
1,068 doa-orgSos genito-urtawioe do5 homom
e da uiulher.
Dr. J.faqaim Ltureiro madiio o parteiro
Consultorio na na do Cabug ti. 14, 1..
andar, d 12 s 2 da-tarde; residencia no
Mouteiro.
O bacharel Virginio Marques, enuarr--ga
se de queatBss civis, oo.-nmerjiafw, crimi-
naes e orphanologicas e d"feza pjraote o
jury d-'est a das comarca.prximas. Es-
eriptorio a ra-1. de Mire 18. I*f andar.
Residenciara do Hospicio u. SS.
Kr-oirania
Francisco M'inoeJ. da Silva dt C daoo-
iitaiios de toda aa eapeuialidcuies pbarm
eauticaa, tintas, droga, produ-stoa uhimioi
e medicamentos hfnrno3op:vticos rn do Mar-
quen de Onda a 23.
Urngarla
Faria Sdbrinho & C-, droguiataa por at-
ta.jado, roa do Marques de Olinda- n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de oarapina
de Pranciac-i dos Santos Mao-ido, caes
da Cpibarrbe n. 28. N'eate grande esta
bel'v.-imento, o primeiro da provincia ueste
genero, compra-se e vwode-se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de cont:i .Ui-tia, assim como so preparara
obras de carapiaa por macliiaaei ei por pre-
co sem competencia Pernambaeo.
o esertpt
diier que o eofl|)tor confundi propositalmente
despezas do trafego com despezas de construc-
CM, para se ver qual o criterio da folha opposi-
cionista.
Ha oito arinos que funeciona a commissao de
que chefe o Dr. Anstides Galvo, e nunca fo-
ram publicadas na iraprensa diaria as contas de
despeza da construeco das ferro-vias supra-in-
dicadas. S depois da abertura do trafego do l.'
trecho frreo no Prolongamento da linha do S.
Fraocico, que tem sido publicada a renda res-
pectiva, o que se tem tambero praticado em re-
lacto liana de Caruaru', depois que foi aberto
o I. trecho que leva a Jaboatao.
Bem se v, pas, que, seguiodo a practica que
eucontrou, firmada pelos seus antecessores, o
Dr. Arislides Galvo nao teve, nem poda ter o
intuito de oceultar despezas, que alias constara
das folhas de pagamento e sao compendiadas e
discriminadas as contas que acompanham os
relatnos annuos da commissao directora da con-
strueco das Imitas.
Demais. para que oceultar despezas que nao
foram feilas 1. Se eu contesto in Imine a? asser-
ct5es da Provincia, que sao falsas, ralsissimas, i
que tica reduzida a aecusago feta ao Dr. Arts-
tides Galvo ?
Era, coaseguinternente. mais racional que, ao
concluir o ssu artigo, a Provincia dissesse, em
VeZ dO OABAHTI1IOS A VFRDADa OO PACTO, 3S Se*
guintes palavras, que loe ficam ao pintar: a -
KAN TIMOS A MKNTIHA DO FACTO.
Recife, 1 de Marco de 1887.
Felippe de Fgneiroa Faria
PlIBUCACOES A PEDIDO
r.OMMNICADOS
.ifals um escndalo
Se eu, desde milito tempo, nao Uvesse a pro-
funda conviccao da sem-cerimonia com que a
Provincia falta verdade, quando, para seus
fias, pretende aecusar alguem, gerar-se-me-hia
essa conviccao diante do qne escreveu hoje
aquella folha sob a epigraphe qne tomo para esta
resposta.
A Provincia, cujo receute odio ao honrado Dr.
Aristides Galvo,ongenheiro chefe do Prolon-
gamento da ferro-via S. Francisco e linha de Ca-
ruaru',nao perde occasio de manifestar-se ;
a Provincia, que a ninguem perdoa nao merecer-
Ihe as boas gracas, alirou-se, no artigo a que
do cdigo conunerciai l a||udo, contra aquelle ditiaclo fuuceioaario, e
Do KiicifeKeeorreote o juizaocammercio, re- n
Corrido J. G Levy 4 C Relator o Sr. dosesa-J para criegar a sso tomou-me por tabella, inven-
bargador Alve Ribeiro. Adjuntos os 8rs. des*|,an(j0 urna historia, de todo inexacta.
1 inbargadori s Monteiro. de Andrade e Pires Fer-
reira.Negou-se provimento, nnanimemente.
PA88AGKNS
o .Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
d-tembargador Ohveira Maciel :
Appellaco commercial
Do RecifeAppellantea D. Diua Candida dt
Canoa e outro, appellado os mesmos.
O Sr. desembargador Deifino Cavalcante soma
promotor da justica ad hoc deu parecer as
Appellacoes crimes
Do Catle do RachaAppellante Jas Pereira
Cabral, appellada a jnatiea.
Do RecifeAppellante Sobel Henrique de Mi-
randa, appellada a justica.
O Sr. desembargador Piras Goncalves como pro-
carador da corda e promotor da justica interino
dea parecer nos seguintee fritos :
Appellacoes cntsea
Do BonitoAppellante Francisca Zeferino Go-
mes, appellada a justica.
De Bom JardimAppellante o promotor publi-
co, appellado Antonio Henrique.
De BecerrosAppellante o juizo, appcllaoV) Po-
dro Gomes des Santos.
De Assembla-Appellante Pedro Pequeo Bar-
bosa, appellada a justica.
Da ParabybaAppellantea o jnisa, app'-ilado
Candido Pereira.
Da Palmares-Appellante Numeriano Francis-
ca de Oliveira, appellada a justica.
De CabrobA ppallantes Severiano Martina
de Oliveira e ootro, appellada a justica.
Appellacoes civeis
Do Recife Appellante Maaoel Silvestre Fer-
reira Bastos, appellada D. Josepha da Racba Pe-
reira.
Do RecifeAppellante o major Joaquim A-atu-
nes de Oliveira, appellado ojuiso de orphos.
Do RecifeAppellaates Antonio Jos da La-
mo e outrjg, appellado Antonio de Soma Braz
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellaco oivel
De AlagseAppel ante Dr. Manoel Victorino
da Costa Barros, appellado Jos de Barros Arau-
jo Ftlbo.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
Appellac&o commercial
Do ReorfeAppellante Antonio Ferreira de
Carvalbo, appellado D. Francolina Mara dos
Santos e seu filbo.
Ao Sr. desembargador Aires Ribeiro :
Appellacoes crimes
De Paulo Affonao Appellante' Jos De-lmiro
Pereira Frade, appellada a justica.
Do PianeAppellante o juno, appellado Be-
nedicto Eduardo de Oliveira.
Disse ella, ipsis ceriiis et cirgulit:
Sabemos que o Sr. PeHppc Pfgnriroa, qoe
tem um cunnado engaiheiro e que faz parte do
pessoal technico da estrada de Caruaru', acaba
de empregar nos irahalhos da estacao central,
que se est construindo. 7 eleitores do Xo dis-
tricto, que cooeorreraoi para eieval-o altura de
representante da naco.
Esses individuos foram alli introduzdos sob
o titulo de flscaes percebndo a diaria de oX)00,
o que prefaz a somma de 901008 diarios, e que
cquivalcm a bagatelfa de 1:650^003 que o the-
eouro Ibe paga mensaimente.
E' por isso que na publicaco do movimento
dessa estrada tem-se o cuidado de s publicar
o ealcolo d* rereita omitiindo-sc as despesas
desta natureza.
Garantimos a verdade do tacto cujo escn-
dalo tal, que nao poude escapar censura dos
proprios empregados, e appellam para o Sr. En-
genheiro fiscal das mesmas obras, que nao nos
podera contestar.
Tudo isso, affirmo eu sob patarra", inteira-
mente inexacto. Nunca tive, nem tenho cunha-
do algum engenheiro, e menos empregado na
ferro-via de Caruaru'. Tambem ne erapreguei
nos trabalhos da e.itaco central desss Imha fr-
rea 7 eleitores do :i. districto. vencendo a diaria
de iiOOO.
Ambas as asaerefies sao falsas, e a ultima at
revoltante, porque um s eleitor nao empreguei
n-aquellas obras recerttemente, como afBrnia a
Provincia dlzendo wjjm de empregar, e nem.
to pouco empreguei quera nao fosee eleitor.
Essas aflirmativas da Provincia tiveram por
lim abocanar a reputaco tfo Dr. Arislides
Galvo, ferindo-a com esta phrase: E' por
isso que na pubticacao do movimento dessa estra-
da tem-se o cwdado de s publicar o calculo da
receila onUindo se ae oVspVjas-dcsta natureza.
A' par* a ombrulhada quasi iricompreliensi-
vel desse treciij do artigo da Provincia, basta
A- Jamara Hitnjcipal e ao en-
genheiro das obras geraes
Pur mais de nma vez tem Vv. Ss. fallado na
grande quantidaCe de area^ cal e tijolo, qae de-
podlta-se dias e dias no caes da ra da Aurora e
no da ra do Sol ; e uao obtUute as reetamaces
de Vv. Ss, continuaran! os int-ressados n'aquelle
abaso, at que a digna Cmara mandn varrer o
priuM-irO.
Mas isso na bistan'e : preciso, nao s que
se'proceda do mes no modo quanto ao -"afs da ra
do Sa1, mas aioda que a respailo de ambos uao so
consulta em o d.-psito, e quando seja este per-
inittilo tenhain os donos rspera 03 vehculos de
conduelo e facam varrer os lujares sem atirar os
residuos ao rio, determinindo tambem que a areia
i->ja retirada das canoas em vasilbas proprias,
porque com > f-ito esae servieo, teremos breve-
mente no rio rampas do areia, que darao fcil
accesao aos caee.
Se .B8ui nao izer, teremos alm das nuvens de
p com que nos suffocam as diversas comianhias,
maia easu c.incurso de pareara e iminudicia,
lesultante de tties residuos.
Nao ha muito a Companhia de Beberbe com os
seus novos encanamentos, nos asphixiou d 1 poeira,
e-fallando os joraaes sobre isso,appareceraca unms
choclia ezplicaces procuraudo-se mostrar que a
areia laucada no calcameato era necessaria para
timarem-se as juntas das pedraf ; coma se o res-
puitavel pnblico eogulisse dessas pilulas.
Em outros lugares vemos lanear-se a reia para
esse fim ; mas o pessoal empregado no calcamen-
to passando a areia sabr s pedras e enchendo
ella pr.-cieamente as OM-iras, varre lugo o retatit"
para evitar esse mal eral.
Mas qne as companblas aqu pensam do mes*
mo modo e fazer o que querem- !
Agora mesmo acaba ella de tazer a janecuo de
encanamentos as extremidades da ponte da Boa
Vista, ali deixando grande quantidade da areia
para inartyrio de quem paisa ; e quando no D-
dennos mais com o p e algeem clamar, appare-
cer a pallida desculpa do costume.
Pro cora a (Jamara actual de accordb com o
digno Sr. engenheiro- das obras geraes, impedir
esses e outros abasos, no interesse de contervarem-
e lnnpos e em perfeito estada os caes e as ras,
a ser leavada e bendita, pelos' habitante* desta
cidade.
Concorra cada nm de nos para o aeeio publico
e coltieremos bona resultados.
Mande a C-amara ver quem de dia e de noite
manda atirar lixo ao rio do lado da rna da Aurora
onda quasi nao mqito preciso que passem ns car-
rocas da Companhia Recife Draynage.
Mande o Sr. engenheiro das obras publicas re-
parar o frade de pedra arrancado defronte da Po-
lica, sabstituir o que esf quebrado defronte de
estaca* da estradt de ferro de Olinda e collecar
ootro junto a ponte da inachabomba de Caxang
fronteira igreja dos Ingieres, onde existe p.-l
chao oa grande pedaco de correte.
Procnre-se conservar o que est feito e inte-
ressemo-nos todos pelo aceio e saneamento geral
porque nos mesmos gozare-nos do beneficio.
Se asaim se fizer muito se lucrar.
*
O eri me do Catuc
O Diario de Pernambuco de 16 do pas-
sado, noticiou em sua Revista Diaria o
assassinato de Tertuliano Riacho Tav.ires,
condecido por Tico, praticado por Joaquim
Ester- s na estrada do Catuc e junto ao
paotilhao da via-ferr ;a de Caruaru'.
A populacao daquellas paragens apouta
o manante desse crime,, alias bem coohe-
cido, mais, segundo dizem, a autoridade local
tenta iazer um inquerito geito, atira de
que mandante e mandatario tiquem paz
o salvamento.
O assassinato de Tico, foi pratieado em
plena luz do dia, a urna hora da tardp,
m s, no obstante, o seu autor conseguio
evadtr-sa, e, tatvez, muito em breve este-
ja campeando desassombradamente nesta
capital-A-faca dos autoridades prncipaes,
graoas a prota:eao dispensada ao seu co-
reo.
Entretanto oumpre as autoridades supe-
riores desta provincia empregar tado3 os
esforcos possiveis para que nao fique im-
pune um tilo audacioeo crime ; cumpre-lh"s
chamar a autorifale policial ao cumpri^
ment de seu dever, para que nao fiqae-
mos todos, expostos aos golpes do punhal
do sicario assalariado.
Nemo.
O abaixo aasignado avisa ao repeitavel
publico, que ninguem est autorisado a pe-
dir nem receber esmollas para os actos do
do Apostolado da Oracao que se .-elebram
na igreja do R^colbimesfo do Nossa Senbo-
ra da Oon3e9%o era Olinda, porque as festi-
vidades do mesmo Apostolado so fuitas
eusta dos assa,-iados entre si ; do mesmo
modo, que ninguem est autorisado a pe-
dir nem receb-T escollas para o Mez Ma-
riano que se celebn na dita igreja, porque
agora ser o Mez Mariana f ito, custa da
meama associacao do Apoatalado, e as pes-
soas que sabirata na eleicao d anno pas-
sado, queredo dar suas esmollas para o
Mez Mariano entreguen! pessoalmeiite ao
abaixo assignaio, ou enviara em carta fe-
diada pelo correio
Olinda., 28 de Fevereiro de 1887.
Conago Manoel Joao Gomes, director
loc.l do Apostolado da Oraeao em Olinda.
* *
J
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(





\
v



4
Diario 4e f ernambacotyuarta- feir 2 de Mareo de 1887

vi
i
i
V
1
o nosso cobre
na vintem
Companhia Fuirica de Segaros
Kesoltte&o
Accionistas ib 6 aanos que
est ardaado sern tenuios recebiiio
de dividendo.
Na bojea as sccoes lo vendida com 25 por
cento abaixo de par, e la d-ntro a quanto estar*
reduzido a capital ?
A vista de to bom resultado, deve-se propor
na prxima reunio da dissolucio aa cuja afim de
salvar daqudle incendio-naufragio tnuior prejui-
zo, poia que ja estamos cbetos de tantas infelici-
dades e de tantas esperaocas perdidas com que
no* teui eacbido as algibera. os fiacaes.
Recife, de Mareo de 1887.
Um accionista.
*
A na (reza 6 o melber cbimlro e
seus apparatos para nutrir o cabello, so^s.-rpren-
deotemente completos; porm suas fuoccoes estilo
interrompidas por cem motivos.
Na socn-dade ci vi Usada poucas retes se tem
plena liberdade, as modas veem estorvar a regu-
laridade de suas operaeoes.
As cabecas das senboras, por ezemplo se co-
brem algumas veses cora estofes qnentes, outrae
veces eil-as sem protecoo algama. Preqnentemen-
te as enchem e lubricara com composiees qu-
damoam ou destrom a vitalidade do cabello.
Um tonicj vegetal puro e suave que assiinila.-
com os fluidos animaes que dio cor e vigor n fi-
bras, o quauto se torua uecessario e se precisa.
O Tnico Oriental para o cabello preenche comple-
tamente estas neeeasidade, a preservar, fortalc
cera e dar brilbo e espessura aos cabellos, quan-
do todas as mais preparacoes nao produzem o ef-
fcito desejado.
Acha-se venda ein todas as boticas e lajas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Forster 4 C .
ra do Commercio n. 9.
r. Jilo f rio
jAUEaUCO
Especialista asa parua, solestias de senboras e
de orwncas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieona d'Austria,
fas todas as operaeoes obsttricas e eirorgicas
concexoantes s suas eapewalidadea.
OnuauHorio e residen na *us 4 Bario da
Victoria (antiga ra Nova) u. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde.
Telepbone n. 467.
Collegifl Meira
Desde que uin pharmaceutieo distincto de Paria
cuugeguia extrabir da polpa do tamarindo e da
rais da escamonea em sen grao mais puro, o pur-
gativo verdadeirameate vegetal que deuominou -
Fruta Julien,acbou-se o medicamento pur ex-
cedencia para a intaacia, pois tem o delicioso
sabor de um confeito e as crianzas o comem como
urna golodice. Alm disto, sua accao branda,
suave e refrigerante, couvm aos orgaos delicados
das criancas, to predipostos inflammacao intes-
tinal.
Escola particular
deinstrtcfo primaria
para o sexo mascu-
lino
CASA DE ENSINO MODERNO
dRa Velha
todava
O abaixo assigoado, participa ao illustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de mstraccao primaria para o sexo masculi-
no, roa Velha n. 36, (Boa Vista) onde esme-
radamente se dedica ao ensino de sens alumnos.
Educa e iustrue a infancia pelo melbor systeina
dos principaes collegios da corte do imperio, endo
por algum teuipo demorju-se a pasaeio, cujo pys
tema a delicadesa, a vocaco, a paciencia
intima para o ensino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminbo da intelligencia, da honra
e da dignidade com santos conselhos e ss licoes,
afim de que venham a aer o futuro sustentculo
da patria, da religiSo e da lei, e um verdadeiro
e i dadlo brasileiro.
Espera merecer a confianca e proteccao dos
paU e tutores das criancas que quenam aprovei-
tar um rpido adiantamento de seus filhos on tu-
telados, e em parficular tem f robusta em todos
os seus compatriotas peroambucanos.
Comquanto ousada seja esta tentativa,
espera que os seus incansaveis eaforcos, e os seus
puros desejos sejam coroados com a felis appro-
vaco de todos os filhos do imperio da Santa
Crnr.
Espera finalmente, que o respeitavel publico
saiba apreciar de p-rto o seu verdadeiro ensiuo
primario, onde rpidamente aa enancas abmeam
a amam de coracio aos livros, as sciencis as let-
:ras e as artes.
Igualmente tem urna aula de instrueco prima-
ria note para adultos, sendo das 7 s 10 horas.
Curso de portnguez e francez a qualquer hora.
Horario da escola para meninos, das 9 horas d
manha s 3 da tarde.
Menaalidadea
Primeiras lettras 21000
Francs |*0
Portuguez 3*000
Pagos adiantados no acto da matricula.
Recebe meninos internos, externos e meio pen-
sionistas, por mensalidades razoaveis.
Ba Velha n. 36.
Ju&o Soare de Asevedo-
tina remedio effleai (2)
RES NON VEKBA
Aos que soffrem do peito recommendamos a lei-
tura da seguate publicacSo do Sr. Jos Mara
Lopes, morador na liba dos Marinheiros, em frente
cidade do Rio Grande :
Ha quatro anuos que fui corado de ama
muito grave enfermidade, resultante de um res-
friado.
Senta dor agudissima do lado esquerdo do
peito, tosse secca e urna fraques excessira em
todo o corpo.
Em oito mezes de tratameiito com varios me-
dicamentos, nunca consegu obter allivio e cada
ves a molestia augmenta va a ponto de me julga-
rem perdido.
Encontrando-me com meu primo e amigo Rr.
Manoel Joaqum, residente m Povo Nv>, elle
aconselbou-me o uso de Peliwral ele Cansl-
bar. do Sr. Alvares de 8. Sosres, de Pelotas,
elogiaado-me muito este preparado e cora effeito.
em deus meses de seu uso constante, restabeieei-
me de urna molestia qjn me levava i sepultura !
O que digo verdade, e toda esta iltaa o pode
afirmar, pois nella vivo ha mais de trlnta aunes
onde tenho chcara- e familia.
__O leitor poder encentrar ontros muitos at-
testados nos folbet.is que acoaipaobam eada fras
co.
Deposito, nicos agentes e depositarios geraes
em PernambuceFrancisco Manoel da Silva fc
C., ra Marques de Olindan. 28.
Assalto aes cofres
Pede-se ao Eim. S. presidente a pVincfs,
quando tiver de comptar-Be furdamento para o
corpo de polica, mandar porm srremaucao o
fornecimento, pois ha quero o faca por menos qos-
renta por eento do preeo do anterior e perpetuo
f< Tnecedor.
Moralidad^.
A drogado
O bacharel Julio e Melle Filho tem o
6eu escriptorir de advocada rna Primi-
o de Hanjo n. i, 1 anoar, onde pede
er encontrado drs 10 horas da inanhi s
da tarde.
Advogado e professo de linguas
O bnehrel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o seu esirlptorib de avogado ra Io de
Marco a. 4, onde tambem pode Ber procurado para
leccionar o ingles, francez e allemio, pratica e
tlTeorica^eiite, nos Collegios e casas dw familia.
CatJ:DElIISA
Patricio Moreira
(Es disclpalo de Frr-aeHca alafc)
Oonsult \* e optrsfoM dM 9 horao da uiuaa
da tnrde.
t-RA DQUB DE CAXIAS-5Y
5. V. A ioulsao de Scott onielhor re
ldio at hoje descoberto para a cura da
tisica, bronchitea, escrjolaa, anemia, ra-
(itis e debilidade em gera ; tambem e
curatiTO infalTtel para os defluxos
aso chronica e affecjoas da) garganta.
Este collegio abri auas aulas desdo o
dia 15 de Janeiro prximo fiado.
Ensinamse n'elle todas as materias que
constituem o curso preparatorio as Fatui-
dades do Imperio, sendo o pessoal docente
o mais habilitado que ae pode deaejar.
v.'ontina a funecionir a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, poia dirigida por duas filhas do
director, das quaes ama alumaa do ter-
ceiro auno da Faculdade de Direito do
Recife.
Do dia 1." de Marco em diante abrir-se
ba urna aula da hogua allera, em que se
ensillar a traduzir e a fallar essa lingua.
O professor respectivo ser o Sr. Al-
germon Sidney Scbiefler.
Os estadantea, que quizerem freqaentar
cata aula, pagal-a-ho separadamente da
meoaalidade do Collegio.
O director do COLLEGIO MEIRA-
espera o mais decidido apoio dos pais de
familia, que desejam o real aproveitamen-
to de seus filhos, pois que tem sempre
tido por progrnmma dar aos alumnos, que
Ihe-so confiados urna verdadeira inalruc-
sSo a par de urna boa educacao moral.
O resultado dos exames feitos no fim do
anno passado o eloquente attestado em
favor do COLLEGIO MEIRA.
Dos dezenove alumnos que foram su-
geitos exame, apenas DOUS foram mal
succedidos.
Recebem-se alumnos internos, mcio pen-
sionistas, e externos.
Ra da Iraperatriz n. 63. 2." andar.
Recife, 26 de Feverairo de 1887.
O director,
Ascencio Minervino Meira de VaseoneeUo.
Dr. arpira Lie
hi:dico
Tem o sen escripiofio ra Duque de Casias
n. 74, das 12 as 2 hora* da tarde, e deate hora
em dianfn cu Ma reaidebeia ra da Santa
Crus n. 10.
Especialidades-molestias de senboras e crian-
?as.Tolepbone n. 326.
Ocalista
L>r. Brrelo Sampaio, medico oca-
litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, fk consultas de meio dia s
3 borus da tarde, no 1. andar da casa
n 51 ra do Bario da Victorin, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Seto de Setcmbro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
MEDICO HOMEOPATHA
l)r. Ballkizar da Silveira
HIB.
Profos^ora de caoto
Tendo resolvido fixar residencia neata
cidade, propoe-sa a dar liyoes de cantona
em casas particulares, prometiendo esfor-
car-se o mais possivel pelo aproveitamento
de suas discipulaa, podendo ser procurada
ra do Imperador n. 44, 3. andar.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anno
ie escrupulosa observaco, reabre consaltorio nes-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crus
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
De dia : das'11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado no
?itio travMsa dos Remedios n. 7, prrneiropor-
tao eaqnerda, alm I."* por cao do Dr. Cosme.
Leonor Porto
Ra do Imperador a. 4&
Primeiro andar
Contina a exeoaur os mais dimeeis
figurnos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em bre-
I vi dad a, modicidade em preoos e fino
[g osto.
:33S
Clnica medico elrurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Espeeralidade Partos, molestias de senhoras e
crianzas.
Residencia Ra da ImperuUis n- 4, segundo
andar. ,
\
i
Ofiieina de esculplor e enta
Ihadb r m raadeira
85-RA DO BOM JaRDM-*7
poaTd
Encarrega-se de todas as imagens em
qualquer tassanbo, altares, sancluarios, tu- ^
cheiras, castxjaes, jarras e sacias, besa co-
mo tarimbas funerarias, figuras allegori-
cas e serpentinas, tudo pertencente s di-
tas artes. Tambem se enearrega de pintu
ras e pratas para imaRens.
tranJe ae|"ttode r*ilma e
pianba para asi aaaB>an
Hotel Gibraltar
Praga da Batalha, 108
{defrorle So c'orrelo geral e estando
tel^iipkicaj
Este hotel muito se reeommenda aos via-
jantes pelo local em que se acta,
perto dos JardinB Tbeatros e os precos
de nospedageui ao u.ais baratos
do que em outro qualquer, com o mesmo
traiamento
roprletarlo
FERNANOES &IRMAO
POSTO
Di. GNlko Luto
Medico, parteiro e operador
Residencia rma Baro da Victoria n. 15, i andar
Oetasultorio ra Duque de Casias n. 59.
D consultas das 11 horas da manda s 2 d*
tarde.
Atiende para es chamado a qualquer cor
telef.hyma n 449.
elisia
Dr. Ferriru (ja Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
lis
I
I
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dtM orgaos roapiraurto e das
senhoras.
Prestase a qualquer chamado para
ora da capital.

*vio
Todos s chamados devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, i ra da
Baro da Victoria n. 43, onda se indicar
sua residencia.
Dr. Mello Gomes
}{

Medico clrarglo-partelro
Ra de Paulino Cmara (antiga da Csmboa
do Carmo n. 36), onde pode ser pro-
curado qualquer hora do dia e da noite.
Consultas :10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Especialidades ;Febres, molestias de peito e
das senhoras, sypbilis e soffrimentos da uretbra.
Acode a qualquer chamado para tora da ca-
pital.
Tambem pode ser procurado, de meio dia s 3
horas, na Pharmacia do Povo, ra do Rangel
a. 34.
EDITAES
Faeuldade de Direito
De ordem do Esm. Sr. cooselheiro director in-
terino, faco publico que a coogregacoo, em sesso
de boje, resolveu, sobre os actos requeridos que
comecem estes pela prova escripia, em turmas de
10 estudantes, no dia 4 do corrate, para o 1, 2o
e 4 anno ; e no dia 5 para os dos 3U e 5a anuos,
sendo chamados em primeiro lugar os de exames
ordinarios, e em segundo os de extraordinarios, ie
sendo para todos guardada a precedencia, de con-
fermidade com a ordem e o pagamento da tasa,
da petico ou da nscripcao.
A prova oral ser depois da escripia, em tur-
mas de seis em cada anno e quer urna, quer outra
se far, em cada dia no 1 e 4' anno ao meio dia,
no 2- e 3- s 9 horas e no 5- as 10 horas.
Para os refe> idos exames foram designados :
Ia anno
Conselheiros Silveira de Sousa e Pinto Junier
e Dr. Albino Meira.
2- anno
Cooselheiro Silveira de Sousa, e Drs. Seabra c
Augusto Vas.
3- auno
Drs. Joo Vieira, Barros Guimaraes e Tobas.
4- anno
Drs. Correia de Araujo, Joo Vieira e Vas.
5- auno
Drs. Belfort, JosHvgioo, Oorreia de Araujo e
Tobas.
Tambem se resolveu na mesma occasio sobre a
distribuidlo e horario das aulasdomodo seguinte :
1- auno
1* cade ira.Dr. Meira, das 10 s 11.
2* cadeira. Conselbeiro Pinto Jnior, de 11 ao
meio dia.
2 anno
1 cadeira.Conselheiro Silveira de Souza, de
las 2.
2* cadeira.Dr. Seabra de meio dia a 1 hora,
3- anno
1* cadeira.Dr. Correia de Araujo, de 10 s
11 horas.
2 cadeiraDr. Joo Vieira, das 11 ao meio
dia.
4- anno
1* caieira.Dr. Barros Gruimares das 10 as
11 horas.
2* cadeira.Dr. Vas, das 11 ao meio dia.
5* anno
1* cadeira. Dr. Tobas, da meio dia a 1 bora.
2* cadeira.Dr. Belfort, das 11 ao meio dia.
8* cadeira.Dr. Jos Hygino, das 10 as 11.
Declara-se mais finalmente que ao terceiro an-
no sero examinados no primeiro dia, os que nao
fizeram exame oral em N jvembro.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife
2 de Marco de 1887.
O secretario,
Jos Honorio B. de Meneaes.
a presidencia de Per
l de Feverelro de
1SST
Secretarla d
namliuo.
&s0tt .
5 scelo.
Por esta secretaria se declara ao Sr. Osear Des-
tbeaux, de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, que acha- se na mesma secretaria para lbe
serem entregues, os documentos, cuja devolucio
reqnereu em Novembro ultimo, e vieram com o
aviso do Ministeiio da Agricultura, Commercio e
Obras Publicas de 17 de Fevereiro cadente.
(Aasignad )
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
Edital. 11
O administrador do Consulado PiovinCisI faz
publico a qum interessar possa, que, em cumpri-
mento da ordem constante da portara n. 590, ex-
pedida em 23 do correte pelo Illra. Sr. inspector
do Thtsouro, ficft pror.aga.io ..t 15 de Marco pr-
ximo vindouro a arrecadacSo, livre de multa, das
annuidades a mais servicos da iiecife Drainagc
Company, relativos ao primeiro semestre do exer-
cio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
fevereiro de 1897.
F. A. de Carvalho Moura.
Cmara Municipal de Recife
Llnipeza publica da cidade
A Cmara Municipal desta cidade, em virtude
da le, que manda ser a fimpesa da cidade feita
por arremataoo, recebe propostas em carta fe-
chada para o servico da referida limpeas, ate o
dia 16 de Marco do correte anno, as quaes de-
verio ser entregues pelos interess'idos em seesSo
da mesma Cambra, do da aeima referido, de con
forrodade com as bases que abaixo vo publica
das ; chaman lo se especialmente a a'ttencao dos
concurrentes para a clausula XV.
A arrematacio do servico da limpeza publica
ser feita por proposta em carta fechada, nao
sendo permittido nenhum concurrente arrematar
mais de urna fieguezia, servindo de baee para
cala urna, a qoantia de oito coritos o quinieutcs
mil rete annuaes.
H
O arrematante obrga se a executar o varri-
meuto diario de todas as ras, pracxs, becece, tra-
vessis pontes, des, rampas, eindin, toda a fre-
goesia que arrematar; a remover para <>s lugares
abaixo determinados todo o Ix eas e inorgnicas, animaes mortos, qualquer que
seja o tamanho, que enterrar, sendo indemnisado
pelos dones d'aquefles que forem reconhecidos, e
finalmente todo quanto te comprehenda a pata-
rra imnMndie*. Obrlga-se arada o aremstunte a
prjviduociar sobre a abstroccito das vias de com-
municacao da estagnacio e do escuamento das
aguss pluviaes, quando for possivel.
ni
O servico principiar ao asasmo terapo em cada
ifreguesia, meia noite, devendo terminarlas 6
horas da manh, isto com salacao s pontse, caes,
rampas e s ras designadas abaixo, podendo
porm, ser feito de dia quando as noil.es forem
chnvosas. A limneza das demai rnas poder co-
mecsr das 6 s 10 horas da wauhi. .
IV
Todo o Hxo ser ri movido em carroca puxada .
burro ou cavallo, e devem ser co'ierfts.
V
A ponte de Santa Isabel ser varrida pelo arre-
matante da freguesia de Saut> Antonio, as da
Boa ^ista e Beoife pelos rerpectivoe arrematan-
tes.
TI
No servico da remoeo d<-s objectos que obs-
truam as ras, pracus, caes e rampas nao se esm
prebendea aquelleo que perteucerem a donos de
obras ou empreiteiros, a quein os fisiaes obrigarao
re'irsr, a nem to poueo a califa que da rnoemn
forma ser condusida por e'les para os lugares
que a Cmara indicar.
VII
Obriga-ae anda o arrematante a ve o calcamento e o paaseio das ras, e bem assim a
dertubar todo o matagal que existir na freguesia
que arrematar, senda que este servico poder ser
feito de da.
VIH
Obriga-se tambem o arrematante a limpar e a
desinfectar os mictorioa e latrinas, lavando-os
com preparagoes chimiess, tiazendo-os sempre
aceiados interna e externamente.
IX
O arrematante sosupprir suacusta, de todos
as utencilios necessaros para a boa execuc) dn
servico.
Banco 4etil real de Pernan-
O arrematante incorrer na multa de 10a, sem-
pre que fr encontrada sem indicio de ter sido
Umpa, qualquer ra, travessa, becco, largo, pateo
rampa, caes, mictorio e latrina, que he ser des-
contada no pagamento semanal.
XI
O arremarante que hoaver acorrido em cinco
multas, sem provimento de recurso interposto pe
rante a Cmara, perder o contracto e o valor da
Sanca sem direito anda a ser indemnisado de
qualquer interesse on perda, que piovier do mes-
mo contracto.
XII
O servico da limpeza publica, alm da fiscali-
saco a que est sujeito por parte do fiscal, a
qnem corre o rigoroso dever de velar pelo com-
primento restricto das presentes clausulas, ser
tambem inspeccionado pelo respectivo commissa-
rio, que impor maltas ao arrematante pela falta
de cumprimento de dever, oom recurso para a C-
mara, nao podendo da deeisao desta recorrer o
arrematante para qualquer autcridade adminis-
trativa on judicial ia.
XIII
As reclamados contra o servico da limpesa pu-
blica davero ser feitas por escripto Cmara ou
a qualquer deiseus membros.
XIV
O arrematante prestar orna fiunca de um cont
de ris em dinheiro ou apolces geraes ou provin
ciaes, para garaatia deste contracto, e a Cmara
so receber propostas daquelles que houverem
depositado aqusntia de 200 em dinheiro, em po-
der do procurador, o que provaro com o respec-
tivo recibo, na eccasia da entrega da propoata ;
sendo qne perdero dita quantia, se acceita sua
proposta nao vierem assigm r o contracto dentro
do praso de 8 dias. contados da approvacao do
presidente da provincia.
XV
A arromataco ser feita por anno financeiro
municipal, isto do 1- de Outubro a 30 de Se-
tcmbro ; sendo que o presente dever vigorar da
data, em que for approvadu pelo presidente da
da provincia, at 33 de Seteinbro do corrente
anno.
XVI
A Canjara pagar ao arrematante, por semana,
o servico de limpi-sa na respectiva proporcio da
importancia da arrematacio anuual.
XVII
As ras, que nao forem. calcadas, sero limpas
a ancinhu.
XVIII
As propostas serio entregues pelos proponen-
tes em sesso da Cmara, designada para este
fim, sendo preferido qnem melbores vantagens of-
ferecer, e quem mais idoneidade tiver.
XIX
Terminado ou interrempido o praso do contrac-
to,, nao ter a cootractante direito a ser indem-
nisado de qualquer valor ou material, que tiver
empregado no servico, cujo material findo o con-
tracto, pertencer ao contractante.
XX
O contractante nao pode abandonar o servico
que tiver arrematado, salvo em caso de fores
maior pruvada, a juiso da Cmara ; mas se o fi-
ser fra desta ezcepcao, alo s nao ter direitc
a indemnisaco algnma, como tambem perder;
o valor da tianoa em beneficio dos cotres muni-
cipaes.
LUGARES DESIGNADOS PARA N'ELLES DEPO
SITAR-SE O LIXO DA CIDADE
Fregt tia de Sanio Antonio.Praia de San
Rita.
Freguea da Boa-Vista.Hospicio.
Freguesia do Sed/e,Lado da mar pequea ao
noite da fortaleza do Brum, 100 bracas distantes.
Freguesia de Jos.Nos alagados ao nascen-
te e ao poeate da ra Imperial.
BAS QUE DEVEM SER VABBlDAS A' N'OITK
Recjfe.Marques de Olinda, .Bispo Sardinba,
Largo da Alfandega, Madre de Dens, Amorm,
Travessa da Madre Deus, Bom Jess, Commercio,
Torres, Tbom do Sonsa, Maacates, Largo do
Corpo Santo, Vigario, Abreu, Travessa do Corpo
Santo, Visconde deltaparlca, Baro de Triumpho,
Caes do Appollo e Brum.
Boa-Vista.Imperatris, Tonda d'u, Largo da
Santa Cruz, Rna da Santa Cruz, Conceico, Baro
de 8. Borja, Visconde de Pelotas, Viscoude de
Groyaua, Aurora, Visconde de Albuquerque, Hos-
picio, Caes de Capbarbe, Pires, Formosa, e Becco
dos Ferreiros.
Sonto AntontocBaro da Victoria, Cabug,
Praca da Independencia, Rosario (estreita), Rosa-
rio (larga), Imperador, Duque de Casias, Primeiro
de Marco, Livramenra, Direita (parte), Penha,
Visconde de Inbauma, Pedro Affonso, Caes do Ra-
mos, Caes 22 de Novembro, Florentina, S Fran
Cisco, Sol, Mar inezdoHerval (parte). Roda, Largo
do Paraso, Pedro II (largo), e Coronel Suassuna
(parte).
S. J*Largo do Mercado, Ra Direita (par-
te). Imperial, Vidalde Nfigrelros, Assumpcao, Lar-
go das Cinco Pontas, Marques doHrval (parte) e
CoTJnel Suassuna (parte).
Paco da Cmara Municipal do Recife, 4 de Fe-
vereiro de 1887.
Presidente.
Dr. Prxedes Gomes ie Souza Pilonga,
Secretario.
Francisco de Assis Penira Bocha.
DECLARACDS
Iraiandade de Kosa entmrn do Ro
ario la matriz do Corpo Manto
Mesa geral
Pelo presente convido a todos nossos irmos pa-
ra se reunir em nosso coasittono no dia 3 do cor-
rente pelas 5 horas da tarde afim de em mesa ge-
ral proceder-se a eleico para juiz e mais siguas
oargos vagos por nao terem aceitado os que foram
eleitps. <
Recife, 1- ie Mareo de 1887.
O escrvo interino,
.'os Miguel des Santos.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
De ordem do irmo dir.ctor, convido a todos os
iro03 a reuuirem-se *in aosa sede sexta-feira 4
do corrente, pelas 6 bors da tarde, afim de ter
lugar a aasem-bla geral di m-z prximo passado.
3uc deixou de funccionar por taita de uurceio,
evendo seta ter lugar com-o que comparecer.
Secretaria da Imperial oociedado dos Artistas
Mechaaicos e Liberaes de Pernambuco, em 1 de
argode 1S87. -01- secretato,
Jos Castor.
Ea, cumprirneuto dos 9 e 12 do art. 83ds
esumtos e das diapom^oas da lei n. 3.150 de 4 de
Novembro de 1882, convelamos os Srs. accionistas
a reunir-se em assembla g^ral ordinaria, no dia
15 de Marco prximo vindouro, ao meio dm, em
urna das salas da a-totiac'j ComBiercial Bene
tcente, afim da les ser fitessnte i rrUtorio das
'oemeo>8 do anno bancario find;> em 31 de D.-zn-
Iji'o de JS86, acompauhadu do patee r da cuiumis
silo fiscal e proceder se .clwiv&j desta e besa as-
sim do presitUsiite, vice presidente, 1- e 2 secre-
tarios da sseaibiea geral.
Recife, 28 ge Fevereiro d 1887.
Os adinnietradorea,
Uaaotd Joao de Amoriai.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luis Duprat.
Gremio dos professo-
res primarios
Tendo aonoido a direcco do Gremio dos Pro-
fcssores Primarios era virtsde do disposto ae art
59 de seus estatutos, convido a todos os assocta
dos para se nunirm em rjss-inbl gersl no dia
10 do corrente ao meio dia, na sude da mesma
associaco, afim de se proceder a eleicao do povo
onselbo que dever dirigir a mesma aeciedade no
corrente anno. Recife, 1 de Marco de 1887.
Vicente de Moris MeHo.
Companhia de Trhos Urbanos do
Recife i Olinda e Beberibe
A contar do presente mez finam supprfmidos os
trens extraordinarios queaog domingos e dias san-
tificados partiam das estscss da ra da Aurora,
Olinda e Beberibe s 10 i2 horas da Manha e da
noite.
Escriptorio do gerente, 1 de Mareo de 1887.
Antonio Peretra Simes.
Companhia de segaros viuphi
trlte
A direcco em cumprimento ao art. 33 dos es
Ututos d'esta companhia, coVida os Srs. accio-
nistas a reunirem-se em assembla geral, no sali
da Associaco Commercial Beneficente no dia 2
do prtximo Marco ao meio dia para ouvirem
seu relatorio e o parecer da cominissao fiscal.
Igualmente osoceder-se-ha a eleicao de qne tra-
ta o art. 40 dos mesmos estatutos.
Recife, 17 de Fevereiro de 1887.
Os directores
Antonio Marques de Amorm.
Manoel Jos da Silva Guimaraes
Josquim Lopes Machada
Milla DE
0 escriptorio d'esta
companhia acha-se
iui.ecionando no largo
de Pedro II, n. 77, 1.
anda;.
lniciiinbe-se median-
te contrato e a paga-
mento em prestares,
de construyos e re-
construyes de pre-
dios, cujos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No escriptorio se eo-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquary. tendo sem-
pre yenda: fijlos
massi(os de alvenaria,
ditos para ladrilhos,
diversos formatos, te-
lhas romanas, franee
zas, de capote com en-
caixe, de crista; canos
e curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e fijlos tura-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas e en-
comendase no escripto-
rio central.
C oinpanhla de EdiOeaei*
Assembla geral ordinaria
De accordo com o artigo 31 dos ertatutoe sao
convidados os Srs. accionistas da Companhia de
EdificRcao para se reunirem no dia 1 de Sarco,
ao meio dia, na sede da mesma Companhia, ao lar -
go de Pedro II n. 77, i" ander, afim de ouvirem
leitura do relatorio, balanco e apreciaren as can-
tas da directora, discutirem e approvarcm o pa-
recer fiscal, e ainda procederem eleco da aova
cboinvseSo fiscal, nos termos dos arts. 21 8, e 38
dos meamos estatutos.
Recife, 12 de Fevereiro de 1887.
Gustavo da Silva Antaaea,
Director secretario.
IRMANDADE
DB
N. & da Coneeifio eos
Militares
Mesa geaai
De ordem do vice-presiQVnti1, convido todos <*
nossos iruios para se reuuirem no ti 9-tor>o da
nossa igrrja em mesa gem no da 4 do carrearte
(eexta-teira) s 6 boros da larde, afim de se pro-
ceder a eleicio para presidente e tbejiureirj, esa
virtude dos eleitos nao ien.ua aceitado. Recite,
l'deM c(de 1887.
Gerenco dos Santts Teixeira,
Secretaria
E5HPREZA W tiz
Pede-se aos Senho^
res consumraidoi'es que
queiram fazer qualquer
coraumeacao ou reda-
maoa \ seja esta feita no
escriptorio desta empre-
za na do inperador n
29, oude tambem se re-
ceber? qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Seohores
Hermilo Francisco Ro-
drigues Freir e Muoe.
\ntonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
Sos Carvaiho.
Durante a auzencia
do abaixo assiguado na
Europa todos o i recibos
dessa empreza deve-
ro ser passados em t;i-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
George Windsor,

[ rierais

-
i
i
i
i
,
Por esta secretaria sao chamados os percutes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do corrente apresental-as no collegio
das orphas, afim de seren ahi admittidas, visto
seren as primeiras inscriptas no respectivo qoa-
dro.
1 Carolina, protegida de Angosto Manta.
2 Illuvinata, filba de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
3 Lanrinda, filha de Sincletica Lins de Vas-
eoncellos Araujo.
4 Mara, filba ja mesma.
5 Adelaide, filha de Mara Jos da Cooceicu.
6 Mara, filha de Mara Jos da Encarnacao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrivap,
Pedro Rodrigues de Sonta.
Lotera de 4000 contos
A grande lotera de 4000 contos, cm 3 sorteios,
fie transferida para o dia 14 de Maid vindouro,
impreterivelmente, nos termos do despacho ds
Exm. Sr. presidente, de hoje.
Thesouraria das Loteras para o fondo de
atancipacao e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Desembro de 1886.
O tbesoureirn,
Francisco Goncalves Taires.
Companhia de Segaros Phenix
Pernambacana
Os seohores accionistas, nos termos do art. 25
e par os efivitos do 1' do art. 27 dos estatutos,
wm convidados a reunirem-se cm assembla gera|
ordinaria no dia 3 de Marco prximo, ao meio da,
na sede da companhia.
Pernambuco, 16 de Fevereiro de 1887.
Os alministradores,
Luis Duprat.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Joao Jos Rodrigues Mendes.
Repartido das Obras Militares
De ordem do Illm. Sr. capito de engenbeirca
Dr. Gregorio Thaumaturgo de Asevedo, encarre-
gado das obras militares desta provincia, face pu-
blico qne no dia 14 de Mareo vindoure, s 10 ho-
ras da manha na Repartico das Obras Militares,
no Palacio do Governo, se receber propostas em
cartas fechadas dos negociantes ou firmas com
merciaes desta praca, que quizerem contractar no
carrate anno o fornecimento s obras militares
des materiaes constantes da relaco existente na
repartico, disposicao dos pretendentes, para
r examinada nos dias uteis, durante o expe-
diente.
Repartico das Obras Militares em Pernambuco
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu-
nas, 2 cadete 2 sargento amanneuse.
Compaohia do Beberibe
AbaNtecimcnio 'ncua
Previne-se ao publico de que cootinua-se a pro-
ceder a limpesa dos antigos eneanameatos e a
ligacao delles aos novo*, pelo que imprt-scindivel- -
mete haver frequintes, mas temporarias, nter
rnpeoes no fornecmen;o d'agua.
O pnbcb de ve estar certo de que se empregar*
toda a diligencia possivel para que o servico seja
sempre feito com rapidez ; e quan quer desastre ou houver desarranjo no servic?,
sero tomadas promptas providencias para o mais
breve reparo.
Nio deve pois baver o menor receio de qaal-
qoer interrupcao grande, desde qae s2o conbeci-
dha, como se tem annonciado, as causas.
Estes trabalhos sao para a eoccldso das obras
do aova abasteciiaento d'agoa a esta cidade.
Recife, 21 de Fevereiro de 1887.
CeclianO Mamede,
Director gerente.
*.

Colonia Isabel
f A 15. serie (ultima) da 24.* parte das loteras
em favor dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-se
exposta venda, para ser eztrahida no d>a 7 de
Marco vindouro, no legar do eos turne, a 4 bo-
s.
Tnescurhria das loteras para o Fundo deEman-
cipaeao e Ingenaos da Colonia Isabel, 26 de Fe-
vereiro de 1>87.
0 thesoureiro,
Francisco Gongalces Torres
Estrada de ferro do Ri-
beiro ao Bonito
P.r delrberaoao da diiet.ria sao cMvfAaHut os
Srs. acciuuistna a rvasarero no Loinl.n allrasi
lian Bank, no piaao <: <'0 dias, a contar a 4* entrada da JO o/. > l''-'" m'ual >fe sna
accVr, nos termos do nico do artigo 4 do
estatutos.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmiao Per eir de Mello.
J


Diario de Pcrnanibuco([uarta-l'eira 2 de Marco de
1887

ompantaia Locomotora Peraam-
bucana
Nao tendo se reunido no da 39 de Janeiro em
aasembla geral os Srs. Accionistas desU Comp-
sala sio novamente convidados a ie reuoirem no
da i do corrate, as 11 horai do dia no *ea es-
criptorio i ra do Viseonde de Itaparica n. 7,
afim de aer apreaeotado aa contas do anno fiado,
o parecer da commissao fiscal e o relatara da
adminstrac&o.
Em virtud* da lei a seaso frunecionara com
qualqner numero de acciooiataa que compa-
recer. _
Eicriptorio da Compauhia Locomotora Pernam-
bucans. 1 de Marco de 1887.
S, Barro Barrito,
Secretario da admiaistracio.
Matriz de Santo An-
tonio
VENERAVEL IRMANDADE DO SAN-
TISSIMO SACRAMENTO
Pelo presente convido aos irmos desta venera
vel irmandade, comparecerem no respectivo con-
sistorio s 6 horas da tarde do dia 2 de Marco do
corrente anno para o fim de tratarse de negocios
de interesse da mesma irmaodade.
Consistorio, 26 de Fevereiro de 1887.
O escrivao,
Henrique C. Brrelo de Almeida-
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N
euro marillaao
Nestes ultimo a nica eotnpMhia nesto praca
que concede aos 8rs. scguradts isempcio de paga
ment de premio em ead stimo anno, o qce
equivale ao descont de cerca, d 15 por canto e
avor dos segurados.
COnPAMHIA D SEGUROS
NORTHERN
de LOndrm e Aberdeen
rnuknOnanreira (Oexembro 1SSS)
Capital oubsciiptc 3.000,000
Fundos accumuJadoB 3.134,34j
Hecetta annual t
Dj premioB contra fogo 577,330
De premios sobre vida 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John H- BoxwtU
KfJA COMUEBDOCIO N. 1'X4H
COHHERCIO
B ilaa contmercial
COTACOES OFFICIAES DA JONTA DOS COB-
RECT0RE8
Recife 1 de Mor; de 1887
Anolices provinciaes de 7 0/0, valor de 1:0001,
ao par.
Ditos idem ae 500;, ao par.
Accoes da companbia do Beberibe do valor de
100* a 150* cada urna.
Accoes da companbia de edificaco e tecidos do
valor da 1,000* ao par.
Cimbio sobre Londres, a 90 d|V. 22 1|8 d. por 1*,
do banco.
Na hora da bolsa
Vendern* :
12 plices provinciaes de 1:000*.
li ditas de 500*.
115 accoes da comnanha do Beberibe.
2 ditas di fiaco e tecides.
(\ presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.

lovimenlo nanearlo
ai are, 1 de marco di 1887
Os bancos mantiveram hoje no balcao a taxa de
22 J/8 d. sobre Londres.
As Ubellaa que vigoram oficitlmente sao estas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e a visto 21 7/8.
Sobre Pan, 90 d/v 429 e a visto 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e visto 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e vista 243.
Sobre Italia, vista 433.
Sobre New-York, vista 2*290.
Do Englith Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 a vi-ta 21 7/8.
Sobre Paria, 90 d/v 4 9 e vista 433.
Sobre Italia, & visto 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e a vista 538.
Sbre New-York, vista 2*290.
Sobre Liaboa e Porto, 90 d/v 240 e a visto 243.
vobre as principaes cidades de Portugal, vista
248.
Sobre liba dos Acores, vista 251.
Sobre liba da Madeira, vista 248.
Mercad* de aucr e algodo
BBCIPC, 1 DE MARCi DE 1887
Attucar
O mercado de asaltear, cujas entradas foram
hoje regulares, nio aprsenlos alteraclo nos pre-
eos, os quaes sao reguladas pela seguinte ta-
bella :
3. baixo, por 15 kilos, de 2*000 a 2*100.
3 a recular, por 15 kilos, de2*100 a 2*200.
3! boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
3 superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Bianco turbina Usina Pinto, por 15 kilos, a
2*600.
Somenos turbina Usina Pinto, por 15 kilos, a
1*900.
franco turbina pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Baan, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Maecavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Broto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Retomes, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos piecos sao obtidos
cea forme o sorti ment.
Algodli
Tambem nao soffreu alteraco o preco deste
producto.
O de Pernambuco e boas procedencias, posto
em trra, contina a ser vendido na relo de
6*100 a 6*150 por 15 kilos.
Conapnnnia de Seguros Indemntsa-
dora
Esta eompanhia est pagando o dividendo de
suas accoes relativo ao ultimo semestre vencido
rn 81 de Dexembro prximo pasaado, na razio de
12*000 por ac?o ou 12 0/0 ao anno, sobre o capi-
tal effectivo.
Entrada de car e algodo
HEZ DB FXVEREIKO
BWBADAS
Bareseai .....
E,nada de ferro de Olin-
da......
Ks'rada de ferro de Ca-
ruar.....
caes.....
Lirada de trro de S.
francisco .
iia de ferro de Li-
!. don and Brasil!an Ba
I.laile!
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os Taporas sobre aa os-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capelliatas n 75 Nc
Porte, ra dos Ingleses.
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estafeelelda em t **53
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de de sembr de 181
Martimos..... 5,0:0OOSOO0
Terrestres,.. 3l6:0e0$00d
44Ra do i mmereio-
"^MMffiAlSEGlOu
COWTRA FOtO
Nortb British A Mercanle
CAPITAL
l:OOO.OOo de libras sterllnas
A O EN JES
Adomsoii Howie & C.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenl* i*er-
nambncana
Ruado Commercio n 8
sisones
CONTRA FOGO
rhe Liverpool i London & Globo
INSURANCE C0MP4NY
i a
\ota-. do Thesoaro dilaceradas
O recolhinsento de notas dilaceradas est sendo
feito na Tbesouraria de Fazenda, as terens e
sextas-feiras, das 10 s 12 horas da manh.
Suaatltuico de olas do Tbesonro
Em 31 de Marco vindouro termina o praso mar-
cado para recolbimeuto, sem descont, das notos
de 2*000 da 5* estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7.
A substituico est sendo ei'a na Thesouram
de Fusenda, nos das uteis, das 10 s 12 boras da
manha.
Patacho dinamarqus Mercar
Este patacho foi fretado para carrejar aqu as-
sucar com destino ao Rio Grande do Sul, a 200
res por 15 kilos.
Vapor nacional Bahin
Sabio para os pirte* do norte ante-houtem,
conduaindo n seguinte carga :
Para Cear :
1 caixa com calcados.
Para Maranho :
190 barricas com assucir branco.
90/2 ditas eom dito dito.
20/4 ditas com dito dito.
Para Para :
14 saceos eom farmba de m ;udioca.
50 pipas com agurdente.
350/5 com dita.
425 fardos com xarque.
25 barricas com assucar branca.
651/2 com dito dito.
795/4 com dito dito.
95 saceos com dito dito.
25 caxas com cajurobeba.
Para Manos :
115/2 barricas com assucar branco.
180/4 eom dito dito.
10 pipas com agurdente.
95/5 com dita.
Brisar oraesrnease Mira
Seguio ante-houtem com destino a um dos por-
tos da Russia, levando 1,414 saccas com algodo.
Escuna Inglesa Axeuoria
Parti h jte-bontem para Santos, coodusindo o
seguate carregamento :
1U0/5 de pipas com agurdente.
2, 2,475 ditos com dito mascavado.
rauta da Airandega
SkM Ni DE 28 DB TETERE 1BO A 5 DB M ARfO
DE 1887
Aleool (litro) 218
Algodio (kilo) 343
Assucar refinado (kilo) 151
Oito branco (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 1*26i
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Caf restolho (kilo) 3v.o
Carnauba (kilo) 3t
Careos de alrodSo (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardifi (toa.) 16*000
Couros seceos etpichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 27b
Farioha de mandioca (litro) 050
Fumo restolhj (kilo) 400
Genebra (litro) 200
Mel (tro) 040
Milho (kilo) 040
Taboados de amarello (duxia) 100*000
Importado
Vapor ng!ez Marinmr, entrado de Liverpool e
Lisboa em 28 de corrente e consignado a
Johnston Pater C, mHniiestou :
Carga de Liverpool
Alpiste 20 saceos ordem.
Ac 4 barras e 4 feixis a Antonio Bodrigues
de Sousa & C, 2 e 37 a Per reir GnimarSes & C.
Amostras 6 volotees ordem.
Agua mineral 1 eaixa a Haonders Brothers & C-
Arroz 175 saceos ordem, 50 a Fernaades &
Irmio, 30 a Jos J. Alves < C, 15 a JoSo F. da
Costo 4 C.
Barrilha 30 tambores a Feraandes da Costa
&C.
Batatas 59 caxas a Saanders Brothers & C.
Bigornas 10 a Ferreira GnimarSes de C.
Biseoutos 15 caxas a Fernandes A Irmo, 14
a Franciszo G. de Araujo, 1 ordem.
Botoes 1 caixa a Guimares Cardoso 4 C.
Barras de ferro 310 a Ferreira Gumares 4 C,
351 e 234 feixes a Autooto Rodrigues de Sousa
4 C, 60 e 70 a W. Halliday & C, 30 e 40 a Ro-
drigues 4 Santos, 821 feixes a 8. P. Johnston
4 C.
Chapas de ferro 20 a Antonio dos Santos Ol-
Canos de ferro 40 e 4 feixes a Miranda 4 Son-
es, 8 feixes a Ferreira Gaimares & C.
Cidra 50 caixas a Fernaades 4 Irmao, 80 a
Carvalhu & C, 15 s Joaquim Felippe Aguiar.
Cabos 20 rolos a Caetane C. da Costo Moreira.
Conservas 35 caixas* Fernandes de Irmao.
Cha 1 cesto a Samuel P. Johnston 4 C, 30 gra-
des i ordem, 8 a Joao Moreira 4 C.
Chumbo de municao 50 barris a A&tonio QOMPANHIA
MPERIAI
DB
NECIHOS CONTRA FOtO
EST: 1808
Edificio* e wteroadoriat
Taxa baixa
Prompio pagamento de prejuo*
CAPITAL
rts. 16,000:000*000
AgaUet
iBROWNS 4 C.
N. bRva do CommercioN. 5
MARTIMOS
Hamarg-SaBilameritaiilscB
DanipfschifTfahrls-GeselIschafl
0 vapor Tijnca
E' esperado dos por-
tos do sul at o dia 4
de Marco entrar no
porto saguindo depois
Ida demora necessaria
'para
Lisboa e Hamburgo
Para carga, pasagens, encommendas, dinbei-
ro e frete traeta-se com os
AGENTES
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
1* andar
CHARGEMS REUNS
Companhia Franeeza de Xavega-
^ao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lb-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santoa
0 vapor Ville de Baha
Commandante Delius
Espera-se des oortos do
sul at o dia 6 de Marco,
seguindo depois da india
pensavel demora para o Ha-
vre.
Condoz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dkk.
As p*sf agens poderao ser tomadas de sntemao.
Recebe carga encommendas e passafreiros para
os quaes tem excellentes aecommodacoes.
0 nw
?il!fi i Pem
lbico
Commandante Cbancerel
E' esperado da Europa
at o dia 8 de Marco, se-
guinde depois da indispen
savel demora para a B-
tala, alio de Janeiro
e Manto.
ftoga-se aos Srs. importadores de carga p >lot
vapores dcsta linhh,nuciram aprsenla.* dentro de 6
das a contar do da descarga das al vareng..
quer reclamacao concernen te a voluntes, que p-
ventni k tenham seguido para oa portea do 8ul,atiu,
de se poderem dar a tempo as previdencias neces
sanas.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passgens, encommendas e dinbeiro
frete: trato-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
COMPANHIE DES HENMAVe
RES 1IAK1T1.1I EN
LINHA MENSAL
O paquete Gironde
Commandante Minier
' ^ Espera-se da Eu-
tBJWSCV /M'^s. Marco seguin -
v9J A/ll^^^^do depois da de
^^P^5 H"iera do eostume
T^jSsb sls^t'^parao Rio de Ja
ro, tocando na
Baha
Li'iubm-ae aos senbores passageirot de todas
as ciasses que ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que so seattender as reclamaces por fal-
tos nos volumes que fbrem reconhecidas na occa-
aiao da descarga.
Para carga, passagena, encommendas e dinheir
* frete: tracto-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
Inaed Satos Miil Brasil S. % C.
0 paquete Finance
E' esperado dos portos de
sul at o dia 15 de Marco,
depois da demora necessaria
seguir para
HaraahSo, Para, Barbados, *
Thumaz e New-York
Para carga, passageas, e encommendas tracto-
Carn<-irn Vianna, 30 a Ferreira^Giriuiaraes & C,
14 a Antonio dos Santos Oliveira.'*
Campeche 6 barricas a Antonio J. Maia & C.
Calcado 8 ckxhs a P. de Carvalbo & C, 1 a M. ;
de Birros Cavalcante, 1 ordem, 1 a Joo Be- |
ierra.
Cofre de ferro 1 cnixa a W. Hallidahy & C.
Cxnella 5 caixas a Frnaodes Jt Irmio.
Chapeos 2 caixss a Augusto Fernandes & C
Canos de chumb 1^ rodas a Ferreira Guima-
ri s &. C.
Cognac 50 ctixas a H. Barle &l C.
Gtrveja 15 barricas e 15 caixas a Fernandes &
Irmo.
Cobre 82 volumes a M. Labella, 9 a Cardoso &
Irmao. a F. Guimares & C. _
Drogas 29 volumes a Francisco Manoel da Sil-
va de C, 7 a Manuel Alves Barbosa Successor, 3
Fana S brinho OS C.
Estaune 4 barrica a M. Isab-Ila, 13 Antonio
D. C Vianna, 30 a Samuel P. jobnstou & C.
Estopa 25 fardos a Luis Antonio Sequeira, 17
ord*m, 10 a Goiicalves Irmo & C.
UsIioo 1 caixa a Gimes de Mattca & Irmao*.
1 a Nuoea Fonseca & C.
Enxadas 30 barricas a Oliveira Basto & C, 3i)
a Ferreira Guimares i C, 45 a \V. Halliday
a C. 13 a Miranda & Sousa.
Fio 4 fardos a Oliveira Battos C, i a Fer-
reira Guimaraes & C.
Folbas de ferro 46 a Aitonio R. de Souza & C,
20 aos Herdeiros B.wmau.
Ferro.galvanisado 15 volumes a Reis < San-
tos.
Ferragens 6 volnmes 8 ti. Nuesch C, 5 a Sa-
muel P. J Imstou & C, 6 a Ferreira vnimaraes
4t C, 21 a Guinea de Mattos it Irmos, 43 a Car-
doso & Irmo, 19 a Antonio R. de Souza, 20 a Al-
bino Silva reut- Vianoa & C, 1 a Manoel l.ollaco & C, 2 a
Maia e Silva & C, 6 a Miranda & Sousa, 5 aos
Herdeiros Bowoiain, 2 a Antonio D. Carneiro
Vianna, 27 a Res Santos, 3 a Jos dos Santos
Oliveira, 3 a Nuues Fouseca & C, 4 a Oliveira
Bastos & C, 1 a Netto Campos 4 C
Fulhas defltaares 25 cunbetesa Albino Silva
& C, 00 a Samuel P. Johnston & C, 30 a Antonio
dos Sotos Oliveira.
Fariuha de milho 112 caxas a Saoniers Bro-
thers & C.
Formas para assucar 8 volumes a Cardoso4&
Iiiuao.
Graxa 3 banic-s a Jos J. Alves Se C--
Genebra 30 caixas a Rosa & Queiroz, 30 or-
dem.
Lona 5 fardos a Antonio O. Cirneiro Vianna, 2
a Samuel P. Jcboston & C.
Lmha 13 caixas a Oliveira Bastos & C, 4 a N.
Fonseca & C, 3 a Francisco Lauria & C, 15 a M.
Coliseo tC, 4 a Manoel Joaquim Ribero de C, 2
a Antonio D. C. Vianna, 3 a Francisco L mria
& C. 1 a Manoel V. Neves.
L'-uca 40 gigas a Gomes & Pereira, 39 a Fer-
nandes & Irmo, 28 e 12 barricas a B. D. Campos
5 C, 68 e 22 a Jos de Macedo, 44 e 9 ordem.
Mateiiaes para estrada de ferro 336 volumes e
pecas ao Prolongamento da Estrada de Ferro do
Recife a S. Francisco. Ditos para navios 20 volu-
mes a Caetano C. da Costa Moreira, 1 a J. A. S.
Santos. Ditos para esgoto 516 volumes e pecas a
Recife Drainage Company. Ditos para eocena-
men'o d'agua 513 volumes e pecas a Companbia
du I> bui be. Ditos .'>.ra gaz 21 volumes a Em-
presa.
Mercadorias diversas 1 caixa a Guimaraes Car-
doso & C, 3 ao Dr. Pinto Pessoa, 2 a H. Nuesch
6 O, 1 a Oliveira, Basto & C, 2 a Netto Campos
& C, 1 a Olto Bobres, 8ac2esaor, 46 ao Dr. H.'V,
Pederoeirai, 2 a Fabrica de Fia cao e Tecidos, 1 a
Nuii'-s Fonseca & C.
Oleo de linbaca 12 barris a David Stovier, 3 a
Ferreira Guimar&es & C, 5 -dem.
Objectos para chapeos de sol 2 caixas a Leite
Bastos 4 C Ditos para escriptorio 1 caixa aos
herdeires Browmann.
Pedras de fogo 3 barricas a Antonio Rodrigues
de Souza & C.
Papel 53 fardos ordem.
Ps de trro 3 feixes a Ferreira Guimaraes & C.
Presuntos 2 caixas ordem.
Pimeota 10 saceos a Domiogos Alves Matheus,
5 Fernandes & Irmo, 2 a Joao F. da Costo.
Queijos 6 caixas ordem.
Rodas de ferro 24 aos herdeiros Browmann.
Sapatos 1 eaixa a Gomes de Mattos Irmos.
Salitre 25 barricas a Francisco Manoel da Silva
&C
Soda 20 ba: ricas aos meamos.
Sellios 2 caixas a W. Halliday Taxas de ferro 23 aos herdeiros Browmann.
. Tcidos di versos 229 volumes ordem, 10 a A.
L. Gaimares, 8 a Andrade de Lopes de O, 22 a
Beruet C, 10 a Guaira & Fernandes, 197 a
Machado & Pereira, 6 a Albino Amorim & C, 9 a
Alves de Brittu & C, 7 a Rodriga de Carvalbo
4 C, 2 a Figueiredo e i, 144 a Luiz Antonio de
Siqueira, 9 a Loureiro Maia & C, 7 a Goncalves
Irmo 4 C, 2 a Souza Nogueira, 28 a Andrade
Maia 4 C, 28 .a Olinto Jardn fc C, 1 a A.
Vieira 4 C, 8 a Andrade Maia 4 C, 7 a Cocto
Santos 4 C, 4 a Francisco Lauria c C, 2 a Gui-
maraes Irmaos 4 O, 2 a Bastos 4 O, 10 a J. A.
Fernande, 1 a Francisco H. Ferreira, 1 a Mo-
nhard, Huber 4 C, 13 a Bernardino Maia 4 C, 6
a Joaquim Agostinho 4 C, 2 a Agostinho Santos
4C.
Tinto 1 barrica ordem. Tintas 30 barris a
Francisco Manoel da Silva 4 C.
Vinho 2 barris a Braailian Submaiine.Tele-
rrapb Company, 25 eaixas a Jos J. Alves 4 C
V.Jros 3 volumes a Francisco Maaoel da Silva
Kauifmann, 1 ordem
Whisky 6 caixas ordem.
Carga de Lisboa
Azeite 50 caixas a Francisco Ribeiro Pinto Gui-
maraes & C, 40 a Domingos Alves Matheus, 11 a
Joaquim Duarte Sondes 4 O, 50 e 15 harria a
Souza Bastos. Amorim 4 C-, 2 barris ordem.
Agna de Vidago 5 caixas a Guimaraes 4 Va-
lente, 10 a Francisco Manoel da Silva 4 C.
Alpiste 50 barrieas a Silva Guimaraes & O, 25
a Baltar Irmus & O, 6 a Carlos Alves Barbosa.
Bagas 1 caixa a Antonio Alves Lebrc Sobrinbc.
1 a Joaquim Duarte Simoes & O, 1 a Martins
ViegakC.
Cantona 60 volnmes a H. Velloso Pedemeras.
Cal 100 barris a Guimaraes & Valente, 50 a
Tavares de Mello & Geiiro, 25 a Joo da Cunba
Vasconcellos, 25 ordem, 25 a Bento de Freitas
Guimaraes.
Carae defumada urna caixa a Albino Jos da
Silva, 1 a Albino A. Maia.
Cavada 5 oarneas a Domingos P. da Sva
& C. -
Ceblas 30 caixofes as esmo, 25 ordem,
20 a Rosa 4 Queiroz, 15 a Araujo C*stro & C.
Cabos 6 pecas a J. A. S. Santos.
Cominbos 10 saceos a Silva Guimaraes & C.
Drogas 5 volumes a B rtholomeu S C.
Farello 150 saceos a Sousa Basto, Amorim 4
C, 100 a Ferreira Rodrigues & C.
Flores de sabugueiro 1 fardo a Joaquim D. Si-
ibocb & C.
Grao de bico 1 barrica a Abrantes & C.
Imsgens 1 caixa a Luis Pereira Vianna.
Linha urna caixa a Oliveira Bastos & C, 3 a
Francisco Lauria dt C, 2 ord>-m.
Lanternas 1 cixaa Manoel Rodrigues Tex,eira.
Llvros 1 eaixa a Andr Santos, 1 a G. Laport
4C.
Mercurio 2 caixas a Nunes Fonseca 4 C.
Passas 5 fardos a 8ilvHGuimarea4 C.
Pedras para moinho 400 a Rodrigues Santos,
400 a J. J. Narciso.
Tijollos 467 grades a Antoni Duarte Carneiro
Viauna.
Sement 1 caixa a Abrantes c C
Sardinhas 423 1/2 barricas a Silva Guimaraes
4 C, 60 a Giimaries Valento, 50 a Pava Va-
lente, 40 a A Castro & C 30 a Carlos A. Bar-
bosa, 25 a Siqueira Ferraz 4 C.
Vinho 4 pipas a Joaquim Ferreira de Carvalho
tC.,60 ditas, 120/5 e 110/10 a Domingos Cruz
4 C, 20/10, 55/5 e 40/10 a Souza Basto, Amor'm
4 G, 7 pipas e 5/5 a J. G. Ganche, 3 pipas,
6/5, e 12/10 a Joo C. Loureiro, 7 pipas 5/5 a
Abrantes dt C. 20 pipas e 25/5.a Francisco Ribeno
Pinto Guimaraes 4 C, 14 pipas, 21'5 e 20/10 a
Antonio Maia da Silva, 15/5 e 10/10 a Baltar Ir-
mo* & C, 10/10 a Guimaraes & Valente, 15/5 e
20/10 a Conha Carneiro 4 C. 10/5 ordem, KO/S
a Antonio de Oliveira Maia, 5/5 a Mendes Lima
4 C 9/5 a Antonio J. Ramos Sobrinho, 10/10 a
Rosa & Queiroa.
Xarope 10 caxas a Francisco Manoel da bilva
4 C.
Carga do Porto
Aseitona 1 barril a Manoel Joaquim Ribero
4 C.
Bacalhau 1 caixa a Jeo F. Ferreira.
Ferragens 16 caixas a Almeida Machado 4
C.
Linha 2 caixas a Guimaraes Fonseca 4 C.
Falha de milho 1 eaixa a Jos B. Pereira de
Sousa.
Pedra de sfiar 1 eaixa a W. Halliday & C.
Palbetas falsas l caixa a Manoel Joaquim Ri-
bero de C.
Rosarios de louca 1 caixa a Nunes Fonseca
de C.
Salpicoes 10 eaixas a Pereira Ferreira 4 C.
Vinho 3/4 a Manoel U. F. da Silva, 1/5 a A.
Maia & C, 2/5 a J. B Pereira de Souza, 20/5 a
Francisco G. de Araujo, 4/5 a Albino Jos da
Silva, 10/5 a Ferreira Rodrigues de C, 1/5 e 1/10
u P. Cbristiansen, 6/5 a |Antonio L. Magalhaes
Bastos, 3/5 e 10/10 a Antonio Jos F. Monteiro
30 caixas a Domigos Alvas Matheus, 5 ordem.
Exportacio
BEUin 28 DB VBVERBiao'.DE 1SS7
Pora o exterior
No vapor ingles Pifie Braneh, carregaram:
Para Liverpool, J. H. Boxwell 200 saccas com
23,831 kilos de algodo.
No vapor ingles Pleuty, carregaram :
Pars Liverpool, J. H. Boxwell 500 saceas coin
37,490 kilos de algodo ; Borstelmann C. 1,000
saccas com 73,509 kilos de algodo
No vapor ingles Gorje, carregaram :
Para Halifax, J. Pater 375,010 ki'os de assucar mascavado.
Na barca inglesa Dmttaffnaee, carrega-
ram :
Para Boston, J. Pater 4 C. 2,000 saceos com
150.000 kilos de assucar mascavado.
Na barca noruegnense Bex, carregaram :
Para New-York, P. Carneiro 4 C. 2,200 saceos
com 165,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca noruegnense Ogir, carregaram :
Para New York, J. 8. Loyo & Filbo 215 saceos
com 16,125 kilos de assucar mascavado.
No patacno dinamarqus Exprtts, carrega-
ram :
Para Montevideo, Amorim Irmos & C 650
barricas com 63,430 kilos do assucar branco e 60
ditas com 7,021 ditos de dito mascavado.
Para o interior
No lugar nacional Tigre, oarregou:
Para Pelotas, A. C. da Silva 60 barrica, eom
0 nw Allit-
Espera-se de New-Port
News, at o dia 18 de Mar-
co, o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinbeiro
a frete, tracto-se eom os
AGENTES
Hcnry Fopster k C.
N 8- RA DO COMMERCIO -8
l.-andat
Compctela Urasllelra de Xave
gSCo a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1* tenente Quilherme Pa-
checo
' esperado dos portos do su
ateo dia 7 de Mar? e
seguir depois da demora in-
d8pen8avel, para os porto*
do norte at Mantas.
Para carga, passagena, eucommendaa e valeres
tracto-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Ouherme Wad-
dington
E" esperado dos rtos do
norte at o da 5 de Mar
co e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os p'tos do sul.
Roccbe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande di
Sul,trete modic .
Para carga, passgena, encommendas e valores
trato-ae na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
Leilao
De 1 piano completamente novo, do fabricante
Blondel 4 Vignes, 1 cadeira pxra dito, camas no-
vas de Jacaranda, mobilias, marquerees, caixas
com velas sttarinas fura I e. lindas jarras para
sgua, diversas resmas du papel de cores, ber?os,
vistos do Ro de Janeiro, quadros, balan?as para
6.195 'kilos de assucar branco e 60 ditos com 6,718
ditos de dito matcavitdo.
Na barca nacional Marinho 91, carrega-
ram :
Para Pelotas, P. Carneiro & O 400 barricas com
41,610 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Bahia, carregaram :
Para Manos, P. A. de Azeveds 100 volumes
com 6, tOO kilos de assucar branco ; J. M. Das
15 volnmes com 795 kilos de assucar branco.
Para o Para, Amorim Irmos 4 C. 100 cascos
com 28.MW litros de agurdente e 980 volnoei
oin 61,74' lf2 kilos de assucar branco ; P. Alves
& O. 60 barricas com 2,715 kilos ds assucar refi
nado ; Bal'ar Irmos 4 C. 3 pipas com 2,400 litros
de agurdente ; M. J. Alves 6 barricas com 386
kilos de assujar refinado-
Para Marauho, J. A. da Costa Medeiros 45
barricas com :;,lll kilos de assucar branco ; 8.
Guimaraes & O 185 volumt-s com 18,375 1(2 kilos
de sssucar branco ; S G. Brito 150 volumes com
15,876 kilos de asssucar branco.
. No hiato uacion! B. Jess, carregou :
Para Maco, R Valente 100 sacos eom tari-
nba de mandioca.
O carregamento de assucar que foi despachado
or J. S. Loyo 4 Filbo eom d atino ao porto do
Itio Grande do Sul, foi transferido para o de Um
guayaaa pelo meamo navio, ato patacho allemo
Brhante.
\a\iuN a carca
Barca nacional Marinho IX, Ris Grande do Sul.
Barca nacional Marianninha, Kio Grande do Sal.
Barca norneguense Vega, Bltico.
Barca noruegnense Ogir, Estados-Unidos.
Barea inglesa Dinutoffage, Estados-Unidos.
Barca noruega Hez, New-York.
Brigue allemo Bruno & Marte, HHull.
Escuna aiuamarqueza Exprtts, Montevideo.
Escuna sueca LoreUy, Rio Grande do Sul.
Galera inglesa Lorenxo, Liverpool.
Lugar nac oual Loyo, Rio Grande do Sul.
Lugar nacional Z:quivJa. Rio Grande do Sul.
Lugar ingles Aforatn^ Srar, Santos.
L Patacho dinamarqus Uerettr, Rio Grande do
Sul.
Pataebo ingles Wltsem & ioteph, Montevideo.
Patacho nacional Maiinho VI, Rio Grande do Sul.
Patacho americano J. P Lamen, Rio Grande do
Sul.
Patacho portugus Fanny, Para.
Palbabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre
Patacho portugus Verita, Lisboa e Porto.
Vapor ingles Stargth, Santos.
Vapor Ingles Pletty, Liverpool.
Vapor ingles Gory, New-York.
Vapor ingles Pessy, Liverpool.
Vapor ingles Pine Branck, Liverpool.
Vapor ingles Gorje, Halifax.
\avlo & descarta
Barea noruegnense Ano, car vio.
Barca noruegnense Noatun, csrvo.
Barcaca nacional Apreentae3o de Maria,'gneros.
nacionaes.
Barca? nacional Sempretiva, idem.
Barcaca nacional Vxtoria Alagoanna, idem.
Barcaca nacional Boa Nova, idem.
Escuna ingleza Bella Rota, bacalho.
Escuna ingleza Perey, bacalho.
Hiato nacional Joao Valle, algodio.
Hiate brasileiro Deus te Guarde, sal.
Hiato brasileiro Bom Jetu, algodo.
Hiate nacioual Flor do Jardim, sal.
Lugar ingles Velly, bacalho.
Lugar ingles Minnia, carvo.
Lugar nornegueose Conrier, fariuha de mandioca,
Lugar inglez ueste R. Wilce, bacalho. J
Patacho inglez Plymouth, bacalho.
Patacho ingles S. Joeeph, bacalho.
Patache portugus Temerario, varios gneros.
tendimeatos pblicos
Renda geral :
Dl
MES DB KABSO
Alfaniega
25;2o3#242
Renda provincial :
De 1 7;284J106
Becebedoria
De 1 3:533*171
Conwaao Provincial
Del
Oe 1
Bedje Draimge
1:371*635
610/785
cima de balcao. ditas para armaaem de a asacar e
mu i tos outros objectos.
Qnarta feira, 8 do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por inlertenro do agente
Gusmao
Mercado Municipal le 9. Jos
O movmento deste Mercado no dia Io de Mar-
?o foi o seguinte:
Entraram : .
42 1/2 bois pesando 6,367 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 27 de l. quadade, 9 1/2*
de 2* dita e 12 ditos particulares.
440 kilos de peixe a 20 ris 8*800
76 cargas de farioha a 200 ris 15*200
17 ditos de fructas diversas a 300 rs. 5*100
11 taboleiros a 200) ris 2*200
14 Sainos a 200 ris s 2*800
Foram oceupados :
24 oolumnas a 600 res 14*400
24 compartimentos de farinha a
500 rfi.. 12#X)00
21 ditos de comida a 500 ris 10*500
Leilao
Da armaco, cofre inglez prova de fogo, carteira,
mercadorias existentes na loja de faxndas sita
ra do Mrquez de Olinda n. 47.
Cons'ando de casemra, chitas, setinetas, meri-
no, fl mella, cal?as, camisas, cobertores de l, pa-
letots de easemira, alpaca e flanella, espartilhos,
chales, luvss pretas de seda, ditas brancas, caixas
com Ares finas, Irques pmts e de cores, diversos
movis e muitos outros objectos.
Garante-se a cas ao comprador da armaco.
Quuinta feira 3 do corrente
A's 11 horas
Por interven?o do agente GUSMAO
Leilao
De 2 sobrados, senao um de 3 andares n.
25 ra do Livramento e oatro do 2
andares roa dos Martyrios n, 144.
Sexta-feira 4 do corrente
A's 11 boras
RUADOIMPEKADOR N. 22
O agente Stepple por mandado e assistencia du
Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de orphos
e ausentes a requeritreuto de Joo Goncalves de
Souza Beiro, pertencente ao espolio de Jos Ma-
ria Ferreira da Cunba levar a leilao o sobrado
de 3 andares n. 25 ra do Livramento em solo
foreiro, rendendo mensalmente 165*.
Em seguida o metmo vender umoutro de 2an-
dares n. 144 ra dos Martyrios, junto a igreja,
rendendo mensalment i 106*000, as chaves achara-
se ra Dircita n. 112 1 andar para qualqner
pretendente ir examinar.
Os pretendentes desde j podem examinar e
para qualquer informaco o mesmo gente dar.
Leilao da Barca "Grant"
Por conto e risco da quem pertencer, ir a lei-
lao, no dia 4 de Marco prximo, na cidade do Na-
tal, provincia do Rio Grande do Norte, em um s
lote, o casco, mastreaej, apparelbo, veame, so-
breselentes e maia pertences da barca norueguen-
se Grant, qne encalbra ao sahir a barra d'aquelle
porto, onde se acba presentemente ancorada.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no neceo dos Coe-
ihos, junto de S. Gon?allo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
79 ditos de legumes a 400 ris 31*600
18 ditos de suino a 700 res 12*600
11 ditos de tressuras a 600 ris 6*600
10 talbos a 2* 20*000
6 ditos a 1* 6*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 tainos a 1 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Oeve ter sido arrecadada oeste dia
a quantia de 202*800
Precos do dia :
Carne verde 160 a 480 ris o klc.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Soinoi de 500 a 640 ris idem.
rarinha de 200 a 320 ris a cuia.
Milho de 200 a 320 ris dem.
Feijo de 560 a 1*000 idem.
Matadouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 75
reres para o consumo do dia 2 de Marco.
tiendo: 55 rezes pectencentes a Oliveira Castro,
S. C. e 20 a diversos.
Das 20 de diversos 1 foi para a caldeira per-
tencente a M. Paulo.
Vaporea e navios esperado
VAPOBES
Legislatorde Liverpool hoje.
Supervisorde Liverpool hoje.
Tijucado sul a 4.
Manosdo norte a 5.
Girondeda Europa a 6.
Ville de Babiado sul a 6.
Ceardo. sul a 7.
Ville de Pernambucoda Europa a 8.
Tamarda Europa a 12.
Mondegodo sul a 14.
Financedo sul a 15.
Valparasoda Europa a 14.
Montevideo Je Hamburgo a 17.
Alliancade New-PortNews a 18.
Mevada Eurcpa a 24.
SAVIOS
Amandade Hamburgo.
Apotbeker Dirsende Santos.
Aricade Cardifi.
Aldwathde Terra Nova. >
Ameliado Rio Grande do Sul.
Auriolade Terra Nova.
Aibanade Cardiff.
Aironade Cardiff. '-*
Budade Cardiff.
Cometade Porto Alegre.
Cysnedo Rio Grande do Sul.
Christiani Scriverde Cardiff.
Diadado Ro Grande do Sul.
EnjetUdo Rio Grande do Sal.
Erutode Hamburgo.
litede Tena Nuva.
Eugeniade Terra Nova.
Friuchny do Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa.
Glitnerde Liverpool.
Hapnusdo Rio Grande do Sul.
Idealde Londres.
Jelanthe*de Santos.
J. G. Fichtdo Rio de Janeiro.
Julins Sk'rkede Genova.
Joaquinado Porto.
Jos Genebrade Liverpool.
Lidadorde Rio de Janeiro.
Liliande Terra Nova.
Laviniade Terra Nova.
Linda Parckdo Rio Grande do Sai.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio Glande do Sal.
Meta Sophiade Hamburgo.
Mariettado Rio Grande do Sul.
Metede Hamburgo.
Mayde Terra Nova.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Anode Cardiff.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Progressode New-Port.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Retormdo Rio Grande do Sul.
Speransade Cardjff.
Vareo da Gamado' Rio de Janeiro.
Witbelminede Hamburgo.
Hovlmento do porto
Navios sahidos no dia 1 de Marco
BarbadosLugar ingles Blanche, capiiao R.
Palfory. carga, em lastro.
BarbadosLogar ingles Nicanor, capitio J. F.
Wolf, carga, em lastro. "
BarbadosLugar ingl z Betretner, capito W.
H. Edmonds, carga, em lastro.
Ro Grande do Sul -Patacho hollandez /fauna.
J. H.Groth, assucar.
SantosPatacho sueco Nordbon, capito E. G.
Byorkinun, assucar.
Monte CristoBrigue sustriaco Fina, capito A.
Simnnicb, em iasteo.
New YorkLugar americano Eduardo Johnton,
capito David Warren, assucar.
Rio Grande do NorteBarca noruega Otra, capi-
to Gustav Ellessen, em lastro.
%

*"*


V
Obitroaco
Nio bouve entaida.



r



I


*

)

L
Diario de PernambueoCuarta--fira ? de Marpo de 1887
AMA Prceisa-sc do umi : par o servico
domestico de ama caaa de familia na tinturara
francesa, ra de Barao da Victoria n. 68.________
= Preciaa-8e~de uro perfritj csaisheir'o ; a tra
tar na ra do Brum d. 36.
Preciaa-se de urna ama para coaiubar ; na
ra Nova, pharmacia 51.
Prtcisa-ae de aira cuaiuheira pora cata de
pequea familia ; na ra Duque de Caxiaa nume
ro.54. luja. ________________________
FuodiCu de sinos bronze
Aluga- ae urna sala, um gabinete e uio quar-
to, em lugar muito ameno ; a pesao* que nao ti-
ver familia e que quixer pernoiiar fra da cidade,
sendo peaaoa idnea ou meamo estmogeira ; a tra-
tar no Camin) > Novo n. 128.
Aluga ae o aobrao n. 21 a ra da Uoio ;
a enteuder-ae na ra d Imporatri n. 19.
J Quem acbar Joo aemi-preto, de 5 tonos
om paletot de linbo azul, calca de algodaozinho
de lis tra azul e seui chapen, leve 0 a ra de S.
Jorse u. 74, poia perieu-se folgando bont.'in na
ra Imperial.
Vende-ae caaa terrea n 13, & ra do Jaa-
min, hoje Coronel Lamenha, com bona commodoa :
a tratar na ra da Kida, taverna n. 11, ou com
Frederico Chavea, largo de Pedro II n. 75, e8-
criptorio, 1 andar.
S Precisase de nma m-< p^ra todn aflftau
de caaa de famil a de trea peeaoaa ; no oiaj do
Crpo Santo n. 25.
Urna aenbora de conducta exrnplar e apta
para o magisterio primario, offerece aeua prestimos
para qua'quer engenho ppro da esNcao, aa casas
particularea : ra Imperial, junto ao n. i45.
Prectua-Nc, rom ursenria. de
perfellaai oiniureinn. para ae sal
ZlOffO diario*, na ra do Impera-
dor ii. SU. andar.
DE
Ao coinniereio
O abaixo aasigundo, declara an cominerio e ao
publico que neata data enmprou ao Sr. Joaquim
Martina dos Santos o estabelecimento de melhatios
sito ra de Paulino Cmara n. 41, |livre e desoa
barajado de todo e qualquer cnos.
Se alguein ae ju'gir c m o direito de protestar
queira fazei-o no praso de 3 dios, a contar d'esta
data.
Becife, 1." de Marco de 1887.
Franciso Ferrtira da Cost ,
lo coinniereio
t.
O abaixo asaignado declara que neata data ven-
de Paulino Cmara n. 44, livre e desembarazada
ra da Osta.
Becife, 1 de M reo .1- 1887.
Jcaouuim M..rtins dos Santos.
Sitio
Aluga se ou vende-ae muito barato um sitio
com casa, tendo cinco janelias de frente, na rVdra
Molle, perto da estacao, na volt* do Limao ; mi-
tra caaa no largo da 'greja de Api puco* n. 26 ;
outra casa nn Mamanzuape. na ra Nova n. 8, e
doua terrenos no Eapinbeiro, confronre ao chal
do Sr. engenheiro Feitosa ; a tratar no Caminho
Novo n. 7rf.
Arrenda-seonvendc-se
um sitio com alguna arvoredos de fructo, planta
de capin e ortalieea, ra de S. Miguel n. 148 :
qnem quizer dirija-se ra i* Iinperatriz n. 13,
loja.
Criada
Offerece-se urna sen8ora de idade regular dan-
do flanea de sua conducta, p.r. acompanhar al-
guma fnmilia que queia ae retirar para qualquer
provincia do Brazil, grates por G in- zea, u tratar
na ra de Hortas n- 43 Io andar, pnfere-ee para
a Corte.
A o coai rnercio
Oa abaixo aaaignados, unios solidarios reapin-
aveis da firma Araujo te Maia. que tem gyrado
em o estabelecimento de molhadoa A praca do
Conde d'Eu n. 15, participan ao reapeitavel corio
commercial e a quem intereasnr pos*::, que deata
data cm diante paaaar o meamo eatabelecimento
a gyrar aob a firma Araujo & Percira, ficando
esta solidariamente reapouaavel p*r todo o activo
e passivo d'aquella.
Recife, 1 de Marco de 1887.Joaquim Antonio
de Araujo.Agoatinbo Pereira Leal.
VERMIFUGE COLME!
CHOCOLATE oom SANTONINA
DT1LUTEL lUi teitriir u LOMBRICiS
lita Vermlftiio t rtummntUt |
sai atar ignUtel t coaiemfU indebida.
Eligir a tuinttur* : / \Jf 3. ,
rirli.f>uC01Jm-4,UaXhhruaiw.nitlral.l|iflin*t'
e dourudos a 25000.
dourados a 500 ris o
Leilura para senhoras
Broches nikelados
Bonitas grampos
mago.
Explendido sortiinento de galo -s de vidri-
lho.
Grande variedade de lequea de setim a
40000.
Frisadores americanos para cab-llo a 300
ris o ruaco.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita collecc3o de plisss a -O0 ris.
Brincos iraitacao de bnlh-nte a 500 ris.
Aventaes bordados para crearlas a 2jJ000.
Chapus de fustao e setim para crean- J
(as.
Sapatos de merino e setim para crean-
cas.
Meias brancas e de cores fio de Escocia.
Pomada de vozclina de diversas qualida-
des.
Sabonetes finos de vogalina e alfaee.
Extracto finos de Pinaad, Guerloin, e
Lubin.
Lindas bomas de coure e velludo.
Fichus de 1S para senhora a 10100.
Sapatos de casemira preta a 20000,
Thesouras para costura de 400 ris a
30000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade d* botSes phantasia.
E milbares de objectos proprios ptro ter-
nar ama senhora elegante, e muitcs eu
tros indispen8aveis para uso das familias
tuo por precos admirivelm(!cte m.idi-
coi
Na Graciosa
9-Ra do Crespo9
Duarte &C.
PANCREATINA DEFRE8NE
AitlUia officiulmente nci Boifitatt ie Parit
i na Jfariaaa Franena.
O mals poderoso d'entre todos os agesrtee
dlgesTos conbecidos, a Panereuttna Mtr.
frente emprega-se sempre com resulta-Jo
proTado contra i
Taarlo 1 Oa*trttB5
t dtceatSea OaatrmJct
riatalenclaa do estemave-o
wwoienrtai apoa M rafetcSea
?omito* Hetarmlnadaa pela. grVtS
anfermidadoa do rada
Tomada depols das refeices desperta e exefta
o appetl te dos conTalescentes. combate e delato
o emagreclmento dos tsicos.,
A Paner*atinm. Defretnm em p* e em
fuiat vende-ee em todas as pharmacUs.
aaMi.aiiww>aM. aaaa*amu>a* *a
LUIZ DA CRUZ MESQUITA
66Roa do Raro do Triumpho66
(4nliga do Bram)
Neste estibeleciraento enontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como- sejam :
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restiHar, alambiques do antigo e no-
vo sjstemacom esquenta g-arapa, serpenti-
nas e campusas, tachas, tachos, bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de espirante e
de rcpuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenses, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado, rmelas e lene,oes de co-
bre, bombas continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ing'cza c do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem-se concertos di, todas as qualida-
des ecom toda presteza e perfei^o apresos
mdicos
Vendem-se a rrazo ou a dinheiro com
A.
descmto.
OTERI
PARA
EDCACO DOS INGENUOS
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. fiheumatiemo.Cancros,Boba6,bnpt|rns r
> todanas molestias que tenho ena ortgem
ta impureza do ja/tge devida a syphibfi.
5
^IVm. p-taptvu: mw rf ,-v ctrm mc k+a-i o\+
rRAi Off BOOUCTOSilOICl
9 -*-Z
Laboratorio Vi
4 DA tORA BR A 3 i L ERA.
i^t Ruado Visconde do Rio Bra-noo
'-.-------HIO l)K JAXJEIHO-
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S-B
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Cw
1
O
a
as
l'Eehiqiar.
Fornocedor
prmlegiado da Casa Real d Espanha
e de S. jI. a Rainha de Italia.
Ozea Pi. .
Ozea Saehet.
Ozea Essencia.
Ozea Agaa de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para es dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilbantina.
Ozea Cold Cream.
Estas exquisitas preparaces sao aito apre-
ciadas na aais distineta cociedade pela deli-
cadeza do seu perfume.
W? RIECER'S
TRANSPARENT CBYST/LS8AP
(Sab transparente cristalino)
recouhecido como i maia perfeito V todos os sabaos de toilette pelas anas
propiedades higinicas, pelo oca arona o pela sua larga duracao.
A ffjalia : .i .rincij... Per-'umtrii, Farmacias, Ac.
COLONIA ISABEL
\.is 240:000p00
40:000S000
20:0008000
10:0008000
5:000*000
Esta lotera, cuja 15.a serie da 24.a parte, ser extrahida
na segunda-feira 7 de Marco, s 4 horas da tarde, no Consisto-
ro da igreja Conceico dos Militares, acha-se venda as se-
gantes casas:
Ba do Baro da Victoria ns. 40 e 43.
Cabuga' n. 2.
> Bangel n. 2.
Larga do Rosario ns. 24, 36 e 42.
lo mundo lotrico a nica que pelo seu plano mais vanta-
gens offerece aosjogadores, e no Brazil, at ho'e, anda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuico
dos premios, e para prova desta assercao pedimos a attenco dos jo-
gadores para a seguinte TABELLA comparativa dos referidos
premios distribuidos por esta lotera e as suas congeneres
LOTERA DO GRAO-PARA
D 70 f de premio do seu capital.
dem do mu
68 34 dem.
"dem be alargas
73 314 1 dem.
>.


Menos de 81
DEM DO PARAN
?

75
DEM da
Distribue em premios mais de 85 118
AtteiiQo
Na impossibilidade de encontrar, e eabendo que
j4 ha dias acba-ae nesta cidade o Dr. Lydio Ma-
rianno de Albuqaerque, p^de-se ao ncsoio aeohor
que apparec na ra dea Marlyrioa n. 148.
ISABEL


Aluga-sc
a casa terrea com 8 quartos e com penna d'agna,
toda reedificada, sita 4 ra de Santa Rita n. 89 :
a tratar na ra de Domingos Jos Martina nuinc-
ro|bO.
Cosinheira
Precisa ae de urna perita de 40 a 50 annos de
idade ac turnada a servir em casa de familia,
paga-se '.H'in. em Sant^ Amnro das Salinas, portao
encarnada junto a capilla.
Peitoral de Cambar (3)
Desooberta e preparayiU) de Alvares de S. i
Soares, de Pelota8
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie- ,
ne Publica.auctorisado pelo govemo imperial, pre- i
miado com as medalbas de ouro da Academia Na-!
cioual de Taris e Expoaic3o Braaileira-AllemS de!
1881, e rodeado do valiosos attestadoa mdicos e
de muitoe outros do pcasoas curadas de : tots- s
simples, bronchites, aatbma, rouqmdao, tsica pul- ;
monar, coqueluche, caearroa de sangne, etc.
Precos naa agencias : Frasee 250, meia
dusia 13*000 e dusia 24*000.
l'recos as sub-agencias :Frasco 24800, meia '
dusia 15J00O e dusii 28*000.
Agentes e depositarios geraes neata provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, ,
ra Marques de Olinda n. 32
HISTORIA
D E
*------------
o sobrado ds azulejo n. 82, no Caminho Nove,
muito freaoo pela posioa, e tem eommodos bas-
tantes, eat4 em eatHdo de limpria, que o preten-
dente n3o precisa fazer dtaprta para morar.
WOLFF & C.
N.4-11 DO CABOGA'-N.4
!k>^te milito > ouhecitio eslabelecimen-
to rnetntrr o reapeitavel publico o mais
var3ala e cooopleto sortimento de JOSA**
reeef>iaas sempre direetamente dos melho-
res fabricantes da Europa, e qu primam
pelo apurado $Mte do mundo elegante,
Meos aderreos completos, lindas pulsei-
ras. anttnetes. voltas de ouro cravejada com
brifihanes. o perolas. aunis, caeoleta*),
botoer* e outros muitos artigos proprios
deste genero.
ESPECIALIDADE
Em trelagios de euro, prata e nickclados.
para bomens. senboras e meninos dos inafc
aeredtados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
*ara todos os artigos desta casa gtran-
te-se a Ua qualidade, assim eomo a modiei-
dade jos precos que sao sem eornpetcuria.
Tesa casa tambem concertaje qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem rnlo-
g's de qualquer qualidade que seja.
4Rua do Cabug4

-
Wfnm
j
ai


s;
[ario de PermuiffuiMityiiarta--icira 2 de Marfo



s>
___________________^_
Aluga-se barato
ftua dos Guararapes n. 96.
Ra Visconde de Itapiriea n. 43, armaseis.
Kua Corredor do Bispo n. 18.
Becco Campello n. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja codo gat.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar,
frata-se na ra do Coinmercio n. 5, 1 andar
1|aoriptorio de Silva GuimarSe* & C.________'
Aluga-se
j 2* andar do sobrado n. 35 i travesea de S. Jos ;
ole terreo do de n. 2? rna Vidal de Negre-
ros; o 1 do de n. 25 ra velha de Santa Rita ;
o 1* do de n. 34 rna estreita co Rosario ; todos
limpos : a tratar na ra do Hospicio n. 33.

I


i
*
-1
i
%
mrmm m.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinnar e
lavar, para casa de pouca familia ; na ra da
Aurora n. 139.
Ama
1'reeisa-se de doas amas, urna para cosinbar e
nutra para lavar e eng-osmar ; na travesea dos
Pires n. 5 (Giriquity). _____
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servico de
casa de pouca tamiiia ; na ra da Palma n. 29.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servico de
urna pessoa : na ra Velha n. 95.
Ama
Precisa-aa de una bo cosinheira para casa de
pouca familia, prefere se escrava; na roa do
Riacbuello n. 13.
Ama
Precisa-sede urna de boa conducta para todo o
servico de casa de pequea familia : 4 ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 3.
AMA
Precisa-se de urna ama pura
lavar, engommar e fase raais
alguns servicos de casa de fa-
milia : menos comprar e cozi-
iiliar : na rna do Riachuelo n.
13. licve dormir ciu casa.
Ama
Tricofero de Barry
Garntese que faz as
eer eereecer o cabello ainda
ao* inaii calvos, ora a
tinha e a caspa e removo
todas as impsolas do caa-
ee> 4a oabeca. Positivo-
mente ianpedu o cabello
de eahixen de wnhnmqno-
er, e infallivalinente o
torna espeaso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Proparada segunda a formula
original usada pelo inventor era
1830. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao oficial de
u m Governo. Tem duas veces
mais fragrancia qno qoalqaer outra
e dar o dobro do tem po. amito
uus rica, suave e delictiva. I"
milito mais fina e delicada. '
taai permanente e agradovel no
lenco. S cante no baa* e ao aarto do
doente. especifico contra a
| fro-.nidSo e denudada. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
deimaios.
Xarope ie Tila le Mer Ni 2.
airrzsd usai^-o. dpois decsajx.
Cura positiva e radical de todas as formas de
ascrofulas, Syphiiis, Feridas Escrofulosas,
Affecoee, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo comperda do Cabello, e de todas as do-
encas do KangneJ?igado, e Bins. Garante-se
que purilsa, enriquece e vitalisa o Sango*
restaura e renova o systema inteiro. *> -i
Sabao CnratiTO de Renter
Precisa se de urna ama para cosinha ; na roa do
Dr. Joaquim Nabuco n. 3.________^_____^__
Ama
Preciaa-se de urna boa cosinheira, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companbia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisa se de urna para casa de familia, ra
do Cabug n. 3, 3o andar.
Ama
Precisase de urna ama que cosite e engoma e ;
na ra do Rangel n. 44, 2- andar.
Precisa-se de urna sma para eqgommar e ensa-
boar a tra-Ur na' rus das Cruaes n. 18, primeiro
andar. Deve dormir em casa e prefere-se escrava.
Ama
Precisa-se de urna ama para cueinbar ; a tratar
na ra das Cruaes n. 18, 2- andar. Deve dormir
em casa e prefere-se escrava._________________
Precua-se de urna ama que cosinbe e dunna em
casa : na ra da Imperatri n. 86, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar :
a tratar na rna de Pedro Alfonso n. 5S (anfiga da
Ama de leite
Precisa se de urna ; no sobrado da ra da Im-
peratriz n. 49, 3 apdar, para mamentar urna
enanca de menos de mez.________________
Engommadeira
Precisa-se de urna que engomme com perfeicao
ra do Marqne* do Herval n. 10.____________
PARA TINGIRA
barba eos cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, dan lo-Ibes urna bonita cor
e natura), inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de Rouqu CAORS, ra do oui-Jesus ,'antigu da Crui
o. 22.
Para o Banho, Toilette, Crian
gas a para a cura das moles-
tias da pella de todas as aspadas
a *m todos os periodos.
Deposito em Fernambueo casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Professora
QUma senbora competen/emente habilitada, pro-
pde-se a liccionar esi c&llegios e casas particula-
res, as seguiste* metera : p> rtogUPi. francez,
msica y'>!> ; a tratar na rna do Mrquez do
Herval n. 0.________________________
"300:0001)
Lotera de Aagis
EiraccfioTerfa feira
de I'everefro
Intransferivel
B',v>etes venca na csa feliz, Praga
da k: ~">endencia ns. 37 e 39.
Sitio no CsMrireiro
Arrenda-se animalmente am hora sitio ecm bas-
tantes ccimmodoo para grande familia, boa agua,
com arvoris frnctiferns e jardim, c com sabida
para o rio. por preica muito razoavel ; a tratar na
ra do LiviHm-nto n- 24.
Jairoph
ira
Etse medieam>n?o di> urna eficacia rceenbecida
no beriberi nutras mol sias em que predomina a
bjdropasia, hiU-h> uiofificido em ana prepara-
cao, 'ragas a nma nova formula de um distincto
medico desta cidadn, sonrio que tomante o bajo
assignado est habilitado para pri-paial-o de modo
a mclhorar lhn i> roslo e i h iro, iin tuinvia alte
rar-lbe m pr'p/i'-d^il a ai dicanirntoras, que se
conservan! c ni a mesrnn nctvidad, se 4o maior
em viaf do modo por ijjo elle tolerado pelj
aatiiafa,
l'ni<-:' rlepONO
Na pbarmacia Cono- i Olinda n. til.
Beierrn de Mello
Corwiheim
20*000
Paga-se 20000 por mez a urna perfeita csai-
nhiira, para casa de pequea familia, preferindo-
se de meia Hade e que teja de boa mora!, ra
do Pavsand n. 19, passando a poute do Chora-
menino : quam nao estiver em condicoes esenaado
npreseaUr-s<*.______________________
Advocado
DinlDtot F. de Sonta Leo
Das 10 horas da manhJ s 4 da tarde, ra
do Imperador u. 16,1- andar.
rgtBcie
Precisa-se de perteitas costoreiras ; na ra da
Aurora n. 33, andar.
Sitio

AUjga H' urc sitio com casa, e outra boa casa,
n Aerr.nhn do Giqui ; a tratar na ra do Im-
Jar n. 50, ren-eiri- andar.
SdoESTOMAG
. IGE8TOE3 DiPFICIIt
"Vyspepsias, Gastralgias, Anemia,
i Parda de Appetite, Vmitos, Diarrbea,
Debiliade das Cangas
CURA SEGURA B RPIDA P8L0
fLIXIRGREZ
ITONIC-DIQESTIVO
ofjr Quina, Coca < I'epsina
Adoptado em todos os Hoapitaes I
gEDALHAS IMS EP0SI#S
jMSj.UBrifn^iiml^MHittMa |
Aiiqninhas
Pelo diminuto preco de I 500, para senhoras a
meninas.
Ceroplefo eortiinento de. iazendas e roupas tei-
tas, p r precos br:ifissiinos : na ra Duque de
Caxias n ti ;
M 1. M ONQA S C.
Novo **orto do Carvo
Ra do Marquen do Herval n. 27
Jo.o Finza, avisa os 3--us trpguezes que ja se
acba aberto o seo eslabelf cimetuo de catvao, e con-
tioua a ofierecer as msioas vaiiUgens j beinc-o-
nhecidas do publico,o pilo barato preco de 640 ris
a barrica; tambem leva ao co.,h cimento de todos
que tem 'carne verde de 1 qualidode, portanto os
egnezes p< deraa f*tr os scus pedido, que sero
muito bem servidos, e alm disto nao pagm Jo
frites.
Becife, 20 de F^verei.-p de 1887
j" Jc3o T Fifia Lima.
Para cosinhar
rceisa-sc de urna
ama para cosinhar,
mas quecosinlie bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da raa Duqui de
Caxias, por cima da y-
pographia do Diario.
IPILLAS DIGESTIVAS DE P ANCHE ATINA i
de DEFRESNE
Pharmaceutico de i* Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Parts
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso 1
I digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de iiieiir es
tornar assimilaveis nao srhente a carne c os oorpos gordurosos, masj
tambam o pao, o araido e as fculas.
Qualquer que aeja a causa da intolerancia dos'alimento?, niteracno, 011!
lauseacia de suco gstrico, inflammacSo. ou leerarr-es do atoraags, oul
ido intestino, 3a 5 pilotas de Pancreatina de Peresae di-pois da o-n
I mida, sempre alcancam os melhores resuitados o ti^ por tu preduitptaej
[pelos mdicos contra as seguintcs affeccOes:
Falta de appetite.
'Ms digeBtoe3.
Vomito*.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
TJlccr^coo-. cc.r.r.n-
Eir>3mldndfl3 ere J.^icio.
Emraagrecimen-oo.
Anemia.
Diarrbea.
Dysenteria.
Gastrites.
> Somnolencia depoisdeconisr.e vmitos que acoJi>ur.h.,^: ~ javiuc
I PANCRETICA DEFRESHc em frasquiahos c>.u a ifesf de 4 c
radazinhas depois da comida.
|Em ^a de DEFRESNE, autor da Peptoaa, PARS, e :m teda ss rhirrjacias
"T71
C Mor ose, Anemia Catharro pulmonar,Bronchite chronica,
Gatharro da Bexiga, Phttslca, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palic.ez.
Pardas seminos, Catharros antigos e complicados, etc.
Boulevard Denaln, 7, em 0 na prlaclpae f barmaclas.
Preciaa-ae de uso boa enorao>a-ira e qoe
easaboe taaabem, para cana de pequea familia :
a tmtar no Caes da Companbia a. 2. Prefero se
escrHva e deve dormir eos cata.
triada
Precisa se de ub> criad* p-ra o eervicj domes-
tico de ciihh de tamiiia ; na ra do Miirquez co
Htrval n. 10.
Cnzinheiro
Precisa-se de m casinheiro que saibi desem-
pciihar a arte i uiioni 11 ; oa tua larga do Koaa-
rio n. 5.
VINHO
^EPEPTICO
/DoD0.rVia' de PARS
Contando oa trae teemontow
da digesto .-
Pepsina, Diastaii e Pucrestia
BBCUTASO 02 TOBOS
Criado
Precisase de um crindo ; na ra da Aurora
numero 10 '.
OS!
i tardas o laboro
IZOS, pan 11 ZMcaatSes
nyspep-
Ir C
ALLAN PATEKSO^
N.44-Ku t do rum--N. 44
.INT0 A E? A^AO DOS IWNDS
Tetu para vender, por pre< mdicos, as aeguinfr Iwra^ns
Tacha tundidas, batidas e caldeadas.
CrivacSoe de diverso tamanhoa.
Bodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bneos de ferro com serra eiroular
radeainento para jardim.
Varaadas de ferro batido.
Dttaa de dito fundido, At-. lindoa oiwlfii i<.
Portaad fornalha.
Vapores de 'orea de 3, 4, 5, t e 8 caraiioa
Moendas de 10 a 4U poegadaa de pim-ulura
Rodas d'agua, pystema Leandro.
Encarregam-se de cone.ertes, -aseciament de mahiniamo o ezecttcam qual-
trabaliio r-om perfeicio e prestes*.
8
vtnoB ?ictorii
Lste xmioaacsanra de wn
de 7.o sisa pelos melhores
la ftmimlwo
r.M.JiSilsaif*
. adoptad com grande xito ha
edlcos de Parlz, cura o Defliueo, tripe, Totee,
Eisto craSaael.
edlcos de ParL.
* m Oarta"- CoMrrw mimumer. Til !! sais, das Vieo urtaorta* 44 fiaafta.
^R
A
"7\


0
m W TT
JOSEPH KBAISE 8: C.
Acabam de augmentar o sen j bem cwilieeid
portante estabelecimento rna .
de niarj*o n. 6 com mais
om salAo oo i andar InxiDsamenle jirepa-
rado e prvido de una exposi-
\Ute im de prata o Prt# e?Jadrt-bi-
dos mais afamados fataicames k
mundo inteiro.
noYtda, pois, as Exmas. familiar, seiis uuu-
rosos amiios e fregnezes a visitaren
o seo estabeleeimento, aflm de
apreciaren a grandeza iiom gusta com y&
nao obstante a grande
despeza, o adornaran, em tionpa
desta provincia.
nGHA-SE BH8T0 DAS 1 A'S DA N8ITE
S
S


i
CCBMm^TR
SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, sem Corddes
. Para evitar as contrafase
Exigir a marea do Inventor imprimida
em cada luiprntorio.
Mr tan para Yarite*
DiposB Tecidot eJirticoi algodio e sed*.
MILLERET,
FUNDAS MILLERET
A Casa Mllleret r-rommmda na. Fundan anatmicas ti
mu Fundas inrietrea, jof
canter tu hernia, e quebradura, a, ma '
Hflcti,.
CUTORiS PIRA i IABEI61 E 0 DMBIM.
XJf GONIDEC, Succemeer, #, ra J.-J. Rousseau, PAFtlS
DEPSITOS EM TODAS AS PRISCIPAES PHARMACIAS
\os 1.000:000$000
200:00015000
100:0001000
LOTERA
Isla, Cardalgl, Oaatrodynla, |
I Oa trada. Colmbru de mito-1
' maso, Vmitos, ConTmlaacen-
cas lentas, etc.
Deposito geral : H. IVIEN
60, Boul4 da Straabourg, em Parla
a U TODAS AS mAMIAC1AS
EMSAQ
DE
SCOTT
DE OLEO PUEO DE
Fijado de bacallio
COM
Hjpophosphitos de cal e soda
4pprovada pela Jim (a de llj-
gicne e aiiiorisada pelo
governo
' o melbor remedio at boje dcscoberto para s
cintra bronciitic. enci-aaliuia ra-
rbitiM. anemia, ceblliaadc em geral.
defluxoM. loaae ckroalea e airec^oea
do pello e da snruaniu.
E' muito Bupcrior ao oleo simples de figado d(
aacalbo. porque, alm de ter ebeiro e sabor agra-
da veis, pssue todas as virtudes medicioaes e nu -
.ntivHS do oleo, alm das propredades tnicas
reconstituintcs dos hypophosphitos. A' venda na
f rogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Sillo
Aloga-se o importante sitio n. 36 ra do
Bemfica, na Passagcm da Mxgditlenu, caisdo e
pintado de novo, com sccommodacoes para grande
familia, teudo agna e gz encsnsda ; trata-se ns
ra Duque de Caxias n. 90, loja de farendas.
FdIio de Riga
MATHE3 AUSTIN & C, receberam ultims-
moote um completo sortimeato desta madeira,
como sejaaa: pranchoes >. rabeas para sssoalbo,
da melhor qualidadi- e de diversas dimenses, e
>jue vendem por precos cummodos, 6 reduzidos,
coutorae os bies ; oo armazem do caes do Apollo
o. 41, ou i. ra do Commcrcio o. 18, 1 andar,
Pastiihas vermifug-as
de Nf ring
.0 melbor especifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa de Paria Sobrioho Se C ra do Mr-
quez de Olinda n. 41.
Casas
Culadas pintada
Aluga-se a de n. 57 ra dos Guararapes, tem
eorredor iodependente, 2 sslas, 4 quirtos, sotao
orrio. ejsinha fra, quintal, cacimbH, banheiro,
e preco coatmdo.
MEIA-AGU4
Aloga-ss a da travesea do Corpo Sauto n 17,
por preco commodo ; a tratar com Siqueira Fer
raz & C ra do Amorim r>. 66.
Pechincha

Msriteiga dinao-.arqeza a 700 rs. a Ata de
urna libra ; vende-se na casa de AutoawlDuarJe
ra da TTolao n. S4. Arthur Mao.es ra da
Aurora n. 86, Paulo Kibeiro 4 C. ra da Roda
a. 48, de primeira qualidade.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas plalas, cuja preparacao puraaociite ve]
^etal, tet-m sid.) por mais de 20annos aproveitadai
com os melhores resultado mis seguintes moles-
tias : affecci>3 da '^elle e do Sgado, sypbilis, bou
boes, escroriilas, bagas iavetrradas, erisipelas e
gonorrbas.
Modo de wal-a*
Como purgativas: toinr-se de 3 a 6 por dia, he
oendo-se apos cada dae um psoco dragua aaoca
da, cha ou ealdn,
Cerno reguladoras : terhe-se um pilula aojantar
Estas pilulas, de invencao dos pharmaceuticot
Almeida Andrade it I-'iilios, tecm iw'dioum do>
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornande-
30 mais recommendaveis, por seren um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden ser
izadas em viseen,.
ACHAM-SE A' VENDA
^ia drosarla de Parla Wobriiiho di
*1 KUA DO MRQUEZ DE OLINDA 4J
isS PASTILHAS
Oe ANGEL & MENTRZ
ERADEL
TUDM MM
Precia-ad ile das* amas, para cas* d
familia e que 8fjain peritaa : tratar aa
ruado ViscorHi! de*Groyanna, sitio junt
ao Dr. Teixeira.
Cosinheira
Precsa-8e de urna cosinheira para casa de fa-
milia : na rna do Aragao n 14.
th preto superior
Receben o Carlos Linden nova remesaa do cha
preto superior, a avisa aos sena freeuezes que
v na ra do BarSo da Victoria n. 48, psra se
supprir,
S
^ MOLI^TIAS fc* YIAS ORISARIiS
Jqhoauom
Catorro ehromeo da bsxlga,
irrtta&o do canal de antro,
i Molestias da orosiata,
jj 'iconwidcla da Urlns,
Arela na urina, etc.
SWNN, PhaiTiaceutco-Chimlco,
\ -AiS, \\. aiu CAtfi;: att, It^PARlS^^Vg
Precisa-se
de alinhavadeiriis e machuiistas : na cair.isna
das estrellas ra Duque de Caxias a 58.
Cofres prova de fogo
@,0 Carlos Linden um dins novos em folba, e
vende muito burato por ser da cansignacao ; na
rna do Baro da Victoria n. 48.
tosinheira e criado
Precisa-se, na ra do Sebo n. 26.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira ; na rna do Im-
perador n. 42.
7AY& MARTIN
Forntcedoru de Sui Hijufde s Vates* da Intlenrrt,
ie CnroHo s t star/*** ritasnloa.
GAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXAu,ntmUNCTlJ0SA
OLEO para ABEEZ0S
EUooisjitsMHHrlo fiiimina'srde e**n
MstodaMlsraH.
DEPOSITO QKBAL KM LCNOHI:
7, Uigli nolborn, 7
raus- e. M awe.
Grande \antagem offerece o talho
de carne verde do Novo Porto
do Carvo
RA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
O fregus que completar o numero de 310 kilo-
grammas de carne, receber urna nnm'erscSo para
corresponder com a maor lotera que ento esti-
ver na circnlacao d'esta cidade, e se couber a
aorta grande em dita nomeracao, o consumidor,
tera, pelo espaoo de 6 meses 5 kilos de carne dia-
rios ; o* consumidores, de 5 1 kilo, s terao u nu-
mero de kilos que d'antes consuman diariamente.
O coudoctor do feliz cmsumidor ?er tambem
gatificado com 50/000.
N. B.Toda a carne sera entregue no talho aoa
portador** dos freenezes. *
Becife, 27 de Feveretro de 1887._________
Vinli da Monrisca
Esse importante vinbo du que udco
importador Joao Ferreir da Costa;
puro de uva eseolhida a caprictio, e pro-
prio para mesa, pelo seu mereeiiuento tera
obtido a melhor ajeitacSo ni.8 lugarts para
onde teiu sido exportada: a**** ven-
da m reaiho ro eitabeleeimeoto dos Srs. Po-
cas, Mendee d C.____________^_________
Doce de caj secco
Em lata* de duaa e quatro libras, assim como
latinhas coa* jalea e lata* com doce de goiaba,
tem cont!uuadt.mente para vender a preco commo-
do; na ra do,Boin Jess n. 35, armaaem.
Aiencio

Urna familia offerece agaalbo e commodos com-
pativeis a una on duas raparigas honestas para
se encarrpgarem dfc criancas : a tratar oa na
Duque de Caxias n. f6, loja. ______
TINTURAR POMADA
NICA TNICA
DE FILLIOL.
ROSADA puatar
brDCOi
DE FILLIOL
WSTAMTANEApara tarta.
araUTas anotanraj ea Parla; nXX.IOX.,7, roa Tititaas, PliOf
a fiernaaue. FKAM- ai atlLVAa
Caixeiro para taverna
Preciea-se de um caixeiro de 12 a 14 annos de
idade, que t.nha pratica de omlhiaos e d fiador
sua conduela, preferiudo-se brasileiro : na ra
Imperial n. 110. _______________________
esooo
Em favor dos ingenuos da Colonia OrpiaBologica lsae!
DA
PKOVING \ DK PERNAMBUCO
Wm t U ie Maio 981887
0 tbosuM|Pt^i^h"a^eiseo (jon^alves Torres
WP
VINHO cuert SEGU N
A_r>l>rovacao pela Academia de l^Eediaina de Franja
MAIS DE SES8ENTA ANNOS OE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Pebres.
e como Fortificante as Convalesixncam, DebiHmitfe to Sanaue.
folia de Memetruae. Inappeteneia, IHgenten difflcei*.
Enferm titulen nervosa*, JJebilielmde.
Pharmacia OU SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Depositarios em Ptrnambuco : FBAN' M. da SILVA C.
Aluga-se a casa n. F ra do Riashuello na
Boa-Visto, com 2 salas, 2 q> artos, cosinha e quin-
tal ; a chave ocha se junto n. E, e trata-se oa ra
da Guian. 62 (Recife).
f
Vicente Fers-elra de Arroda
Filbo
O pBdra Msnoel Ibato Carnero da Cunha ce-
lebrar urna missa qamta-feira 3 do corn-nte. a
8 horas da manba, na matriz da Boa-Vista, pela
alma de seu presado amigo, Vieeut* Ferreira de
Arruda Filho, para a qual convida todos os colle-
gas, parantes e amigos do finado.

Rento ***** da Stl*a
Julia Rameada il*a agradece do ntimo d1*!-
ma teda ae pesaan que se dgnaraov acompa-
nbar o corpo de sea *a*moso espoeo i** ultima
morada : e de novo a? convida para asaistrem as
missas que por sua alma manda reaar na igreja
do Divino Espirito Santo, na quiata-teira 3 de
Marv). s-7 hora* la manh, ficamra ssim osis
urna ea etemaaiene grata por easa-aetode reli-
gio e canklada. /___________________-__
^

1i

i


%
I
J HAMO I



Diario de Pernambacetyiartft-Ieira 2fe Marfo de 1887
i*
U B11.ITEI1IS
HH LIOIIDACAO i FMM1&
Reducto absoluta de preco
Alpaaas de corea, hsas, de preco de 600 ris o cavado, por 280 o dito.
Ditas acoichoadas, de 800 ., por 440.
Etas-iae de B, tceido rendado, do 10800 o covado, por 600 rs.
Ditos de algodaa, de maito boa goeto, a 500 rs. o dito.
Creps de core, de prrco de 800 rs., por 360 o dito.
Contelines de -Ore, teeido diagonal, de preco de 800 rs., por 360 o dito.
PaDama de> cores, te-ido acolchoado, de preeo de 10200 o metro, por 440 o
covado.

dito.
Setinetaa de corea, lindos padrSes, do 320, 400 e 440 a covado.
Zephir, de craadrinbos, a 180 e 240 rs. o covado.
Batistes de teres, a 140, 160 e 280 rs. o dito.
Brilbaatinas de cores, de prego de 700 rs. o covado, por 320 re. o dito.
Merino preto, cena daa larguras, a 800 rs o colado.
Atoalbado de hoho, lavrado, a 10300 o metro.
Dito da Costa, de quadroa, a 10500 o corado.
Dito da Costa, de listras, a 10200 o dito.
Brios de cores, para caiga, a 260 o dito.
Dit* pardo, liao, a 320 rs. o dito.
Eaguiao, pardo, de lioho, para vestuarios de criangas, a 400 rs. o covado.
Cambraia branca, bordada, a 50500 a pega.
Toallas felpudas para rosto, de prego de 70000 por 50000 a duaia.
Ditas menores, a 30600 a duzia.
Ditas grandes para banhos, a 10539 urna.
Colcboes para cama, a 50000 ata.
Cortes de casemira de cfires para caigas, a 30000 um.
Gaarda-p de Jinho, para senbora, a 100000 um.
Dito de dito, para homem, a 50000, 6,JO0Oe 80000 um.
Bramante de blgodao, liao, com 4 larguras, a 10000 o metro.
Dita de dito, trancado, a 10100 o dito.
Brim branco de linho, qualidade superior, n. 6, a 20400 e covado.
CasorairA* de cores, para costumes, de prego de 30000 o covado, por 10800

Costumrs Ditos de dito, para horneas, a 80000.
Ditos de dito, para meninos, a 50000.
Zapatos de banhos, para boroens e seoliorss, de diferentes pregos.
Magnificas mallas americanas, para viagem, de 150. 200 e 250000 urna.
Saceos de lona para roupa suja, de* diferente* lmannos, por barato prego.
Colchas brancas, de algodo, a 10900 urna.
Completo sortimento de lindos cortea de caeeroira para caigas, casemira de
cores para costumes, panno, brins de cores e muitos outros artigos que sarao lembrados
presenga d'aquelles que dos honrar com snas visitas.
Na antiga e acreditada loja de fazendas
DE
AMARAL & C.
(Junto do Loirrre)

llllllWWffffWfffWvWr?tftW
SABONETEoeALCATRAO
PARA A TOILETTB, OS BAHH08 E CUIDADO Dk* M CalAMCAS
Esto 8ABOXKTB, erTetr antiseptU, o mala effleaz para a cura de
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONlSDETERGENSj
lavai cestos crivnras com o sapo vahhonis MJMTEit&tNB anm ae protega-o* contra
o SRAMPO, VARILA FCBRE SOAIILATIflA^^^
Estas BABONXTBS sao recommendados pelo Oorpo medico lntelro porque prertnem m
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e te adapta* vuHqmr clima
MARCA DE PABMCA IOS K*VOLtrKB08 I HOB PZBS _________
onosdto gmrml i -W. "XT. WRIGHT Se O*, South warlt. LONDRES
Ero. :Eema,ro>-iico : BVaiaa. M. da SXIW.A. t \J*.
YfliT*------.....--..^^^^s^:
Engoromadetra
Precisa- se di ama bou engemmadeira, que en-
satan tambsm, para cas de pouca familia, prete-
re-se escrava ; na ra do Riacbuello n. 13.
Solicitador
Pefhinchas pura acabar?
59 Baa DnpB ile Gaxias 59
Jos Ferreira de Paula, provifionado pelo Tri-
bunal da Relacao de Pernambuco, offerece-*e a
quem precisar de trbalboa inherentes ana pro-
fisso na cidade de Pesqueira da comarca de Cim-
brea, onde foi sua resid ocia, e tamben: trabalha
as comarcas do Brejo da Madre de Deus, Carua-
r, S. Bento e Escada. ^^__^___
Ayso
O bacbarel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
abertn n scu escriptorio de aiivogado i ra 1 do
Marco n. 4, onde tambem pode ser procurado para
leccicnar o ingles, francs e allemao, pratica e
tbeorica-neirte, nos collegios e casas de familia.
VENDAS
A LUJA
Das listras azues
& roa naque de l'ail n.
TLEPHONE N. 211
Acaba de receber do lindo sortimento de fa-
zendas pretas para a quaresma e um bonito sorti-
mento de fazendas de odres, gostos novos, as
opaes vende por menos que em outra laja. As
Exilias, benheras que dest-jarem comprar fazrndas
lindas e mais baratas devem mandar ver primei-
ro na loja das Listras Azues as amostras e lista
dos precos de todas as farendas para certifica-
rem-se de que nao encentra fasendas too finas e
i.'io baratas.
Celluloid
CollarinboS e punhos
Para homens e senhoras e especiaes
para viajantes
Frequentadores de theatros e bailes, sao os col-
larinbos que nao se molham com o soor, nSo se
sajsm com poeira e dora sempre limpos para usar
de 4 a 6 meses.
Deposito da Gelluloide Novelty & C.
de New-Ysrk
oja das Listras Azuos
Baa Duque de Casias n. 61
TELEPHONE 211
CURA CERTA
de todas as Affectfes pulmonares
Todos aquelles que soffrem
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
lltaiios em f xaaa ...i
FRANCISCO M. da SILVA *f
Nansocs cores firmas a 160 e 180 rfs o cova-
do.
Cretonas claros e escaros a 240 ris e dito.
Fustes com nalminbas de cares a 240 ris o
to.
dildem branco fios a 320 e 400 ris o dita.
Popelinas com listras de seda a 300 ria o
dito.
dem branca para Exmas. noivas a 500 ris o
dito.
Setinetas brancas bordadas a 500 ris o dito.
Setins de cores, branco, e preto Maoaj a 800 e
lf o dito.
Combraia de forro preta a 1200 peca.
Eagaioes de linbo de 10 jardas a 4i e 44500 a
dita.
MadapolSo pe le de ovo de 20 ditos a t 500 a
dita.
Aljrod5e8 superiores a 3500 e 4 a dita.
Brim de cores, lindos padrees a 400 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angolas finas, cores firmes a 560 ris o dito.
Cambraia branca bordada a 52500 a peca.
dem Victoria fina a 34200 a dte.
Bramantes de algodSo superiores a 900, 14200
e 14500 o metre.
dem de liubo puro, do melhor, a 24 o dito.
Lences de dito para cama de casal a 14800
um.
Colchas de ganga idem a 34 orna.
dem idem para sellemos a 24500 urna-
Colcboes francezes, grandes, a 154 um.
Ceroula* de superior bramante a 124 e 164 a
duaia.
Meias inglezae, cruas, a 24800 c 34500 a dita.
Lencos brancoa e de cores a 24 a dita.
Meias [.ara enancas a 24500 a dita.
Guardanapos bordados de linho a 24400 a dita.
Camisas francezas superiores a 36 a dita.
Cortes de meia casemira a 14800 e 24-
dem de casemira superiores a 34000, 44500 e
64000.
Para a quaresma
Merinos preto, sortimento sero competencia,
precos de 14000, 14200, 14500, 24000 e 24500 o
covado
Oros de aples, verdadeiro de Lioo, a 24500
e 24&00 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 24000 o co-
vado.
Veludilhos lisos e bordados a 14000 a 14200 o
dito.
Mantilhas brasileira a 54 ama.
Fil de sede bordado a 24800 o metro.
Fiehus, idem, grandes a 74 o.
Cheviots superiores a 24500 e 34000 o ova-
do.
Casemiras, pannos, Sedana, nwTins e todos os
! artigos para o uso domestico e encentra na aere-
ditada casa de
ta.iipiro da Cunta & C.
Vendas em grosso damos
descontos
59 Ra Duque de Gaxias 59
Atleictt

Vend.e ou permota-se orna casa, terrea sita
na travessa do Falcio n. 12, com 2 salas, 3 quar-
tos, cosinba tora, grande quintal e cacimba, por-
tao dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na mesma com a proprietaiia, e esta tara todo
negocio por ja ter o despacho dojuiz, at para
be tal a em leilo. podendo apresentar os docu-
mentos aos permutadores, desejando tambem urna
por troca, ainda qne se ja peqnena, porm que es-
te ja nova e bem construida._________________
A MevoIuQo!
Resolveu vender oa aeguintes artigos com
30 /e de meaos do qne em outra qual-
quer parte.
Gaarnieoea de velludilbo bordado a vidri'ho para
vestidos, a 74000 nma.
Tafetas de cores a 300 ris o covado
Cachemira bordada a 14500o covado.
Ditas pretas a 14000, 14200, 14400, 14000 e
14800 o covado.
Ditas de cares a de 900 ris n 14200 o dito.
Las mescladas a 600 ris o dito.
Ditas com strinhas a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ria o dito.
Ditas de quadrinbos a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurinas a 320 ris o dito.
Setim damassC a 320 ria o dito.
Dito Maeao a 800 ris e 14200 o dito.
Damass de seda a 14300 o dito.
Orsdenaples preto a 14800 e 24000 o dito.
Gaie com holinhas a 800 ris o dita.
Fustlo branco a 400, 480, 560 e 800 ris o dito.
Velludilbos lisos e lavrados a 14000 e 14200 o
eavado.
Dito bordado a retroz a 24000 o dito.
Cambraia com salpicos a 64000 a peca.
Camisas para senbora a 304000 a dnzia.
Ditas de meia para homem a 800 res, 14000,
14200 e 14500 urna.
Ficfas de 1S a 24, 34000, 44000 e 54000 um.
Ditos prateados a 24000 um.
Ditos de retroz a 14000 do.
Linhos f scotseses a 200 s 240 ris o-covado.
Collarinbos e punhos para senbora a 24000 um.
Ditos de cor, idem idem a 14000 um.
Cortos de casimra finos de 34 a 54000 am.
Dita* de la e seda para eollete a 64000 um.
Ditos do cachemira de cor para ve nido por 204
um.
Cachemira de cor de 64 por 34000 o carado.
Damasco de cor a 700 ris o eovado.
Panno da Costa a 14400 o dito.
Cortinados bordados a 64000 e 74000 o par.
Colchas bordadas a 54, 64, e 74000 urna.
detones finos a 320, 360 e 400 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 500 ris o dito,
Zephiroe finos a 500 ris o dito.
Setiaeta escosseza a 440 ris o dito.
Ditas de quadrinbos a 320 rs. o dito.
Chales de mirin a 14800 um.
Ditos estampados & 34000 e 44000 uro.
Ditos de cachemira a 24, 24800 e 44500 um.
Cobertores de l a 44500 e 64500 um.
Esguiao pardo e amarello a 500 ris o covado.
Brim de linho de cor a 14200 a vara.
Dito prateado de linho a 1400C a dita.
Colchas de crochet a 84000 urna.
Anqninhas a 14800 rs. urna.
0 48 1 roa Dipe ao Gaxias
enrlqne da Silva M o reir
CORRE AMANHAA
LOTERA do ceara
400:000*000
LNfRASFERIVEL!
Corre quarta-feira 2 de Maro
Vid vigsimo (Tesla importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0

II ilLill IS:
240:000^000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
IXTRAXSFERIVEL!
Corre segunda-feira 7 de Marco

.




lotera de alagoas
3OO:O0O$OOO
Esta acreditada lotera corre segfunda-feira, 8 de Marco
Viveiro para passaros
Vende-se dous g> aades e bonitos viveiros po
pieco coDMBOdo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros quepossuia ; a ver
e tratar na ra do Imperador n. 22.
WHISKY


KOYAL BLEND marca VlAftO
Este excelleote Whisky Esceses preterivt
o cognac ou aguarden* de carina, para fortifica'
j eorpo.
Vendeae a retalbo no m Iheres armacens
nolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo tkr
me e emblema sao registrados para todo o Brasil
BROWNS & C, agenta
de
Importante sitio
Vende-se um grande sitio margem da Estrada
Nova do Casanga, freguesia de Afogadoe ; tendo o
mesmo nma casa grande de tijollo e cal, cacimba'
com exeellente agua potavel, diversos ps de eo-
queiro, dando frnctos e outras aivores as mesmas
condices, o qual ae acba cellocado muito proiimo
a estaco do Zumby (1 seccao da estrada de ferro
daVaraea). Trata-se na casa n. 20 da ra
Santa Thereza desta cidade.
Sem competencia
l \ cam conBCi m loia flas estrellas
llu;i lMi(|tic de l'axliis n. 5
Becebeu um completo sortimento de fazendas
para os actos da semana santa.
COMO SEJAM:
Gorguro de seda preto a 24000, 24500, 34000,
3(500 e 44.
Setins preto superior qualidade a 14000, 14200
14509 e 14800 o covado.
Merino preto coro dnas larguras a 700, 800, l,
14200 e 14400 o e-jvado.
Cachemira lisa e bordada a 20'X> e 24500 o
covado. ^^
Renda preta hespanhola 44000, 54 e 64000 o
covado.
Manteletes de casemira, etomyne e renda, rica-
mente bordada a vidrilbo.
Pelerinas ultima novidade.
Capas de casimira horddas a vidrilho.
Assim como um completo sortimento d guarni-
coes bordadas a vidrilho, pira enfeites de vesti-
dos tanto de seda, como cas-mira e merino.
Leques a Joanita a 500 ris um.
I\Ti\\NSYJ\\YEL
600:000$000
Esta seductora lotera corre eguada-feira 28 de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:000^000
f Os billietes dcstas acreditadas loteras acham-se venda
RODA DA FORTUNA
56-Rua Larga do Rosario36
Bernardino Lopes Alheiro.
WV

200:000$000
LBTF.RI \ DI mm\ DO Pili I

EXTIT4CC10 DA .Ia PARTE DA Ia LOTERA
EM BEUEM DA SANT GASA DE MISERMDIi
0iata-feira 24 de Fevereiro
A0 MEI0 DA
Esta lotera, por algum tempo retirada da circular^lo, devido a grande guerra que
Ibe proDJoveram, #ono do dt>ajioio publico, vem novamente tomar o seu lugar de
urna das vantajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico a sua benvola attenc&j para o plano das
IrOTERIAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado non joruaes e impresso no ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano desta lotera o nico que em 50:000 nmeros
distribue

f
12.436 premios, ou quasi a quarta parte
os nmeros cujos dous al-
Ainda mais: esta a nica lotera que premia todos
ganamos fnaes forem iguaes aos dos
V Florida
i
QUATKO PKEMIOS MAIORES
Arma; o
Vende-se a armi.cao da ra d* Rangel n. 10.
Engenta venda
Vende-se o engenbo Murici, con- safra oa sem
ell, situado na treguara da Escada, distaute da
respectiva estaco um quarto. de legoa, podendo
dar seis caminaos por da, mnenle e corrate,
tem doas casas grandes e 2 pequeas para mora-
da, e outra para tarinba com suas perteneas, tam-
bem se faz permuta por predios nesta praca : a
tratar na ra do Imperador n. 61, 2- andar.
DBCOBIITI
H0IHAIS,_________
P*** *LERY Vende-se em toda i pirt
lloiii negocio
Vende-se urna casa de molhados, propria para
principiante por ter poucos fuuHos ; quem preten-
der dirjase refinaefio da ra do Li-na, em San-
to Amaro das Salinas.
Vende-se
urna rede de pescar viveiro, em bom estado, com
18 bracas de comprimento e 4 de largura ; a tra-
tar ta ra de Fernandes Vieira n. G&___________
Taverna
Vende-se a taverna bem lealisada, sita ra
do Viaionde de Itaparicu n. 13 (Bccife), muito
afreguezada e propria para qualquer principiante,
6to em razao do sen proprietario querer retirar-
se para fra da provincia ; a tratar na mesma
casa-________________________________________
Cabriolets
Vende se dous cabriolis, sendo om descoberu
e outro coberto, em perteit estado, para um ou
dous cavallos: tratar ra Duque de Caxin
n. 47.
A SABER
I00d
eo
50,5
40,5
as duas
s duas
a duas
s duas
letras finaes
letras fnaes
letras fnaes
letras fnaes
do
do
do
do
premio
premio
premio
premio
de...
de...
de...
de..
200:000*000
40:0005000
20:0000000
10:0000000
Tambem sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premios.
Alm destes, tero esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tambem esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nume-
jO de tecroinacSes jiffrrentes 32 1/2 % independente dos premios avultados que
poseam sabir na extraecao.
TODOS OS PREMIOS SiO PAGOS SEI DESCOSTO
A's extfcic$3es sao feitas em edificio publico- e sob mais severa fiacalisacSo pat
parte das autoridades.
Os bilhetes acharo se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, SSo
Paulo, Campias, Rio Grande, Babia, Cear, Karatihao, Para, Amazonas e em Per-
nambnco 4ra Nova n. 40 CASA DO OURO.
0 agente no Bio de Janeiro
Augusto da Kocha Moateiro Sallo
23P j: Iruguay&na23
^.lirnenta.9a.o racional
das MES, cniANCAS, AMAS A CONVALESCENTM
Par uso di FHOSP7l.1T/.V.l Falil-re*.
PAJia, Aienue Victoria, 6, PARO.
kHdtsiios esi PtrnsmOuco : FRAN M. da SILVA a O.
XAROPEd reinvillier
O^ Laureado pela Academia de Medioina ciO
^***^-_- Cara/fcaro da Leg/Jo de Honra rr^CJ*"^
^0^HATOa.CAX OrS^-^^
ihato de ca & a substancia mineral mais abundanf i do organismo e toda ves qae sna
o Pho_,.
auanUdade normal dlmmuc resulta urna aTevcSo OTanica gra-re. d.~,m,^.
Mais dr, clncomil ciira>. a mor parle j-l.'adu pelos Profesores e Mdicos dMPacoMades
foraoobUdas ltimamente e lzeraoeomqueo Xarope do ^Ke4""'eJ'2f,^0lif2fw'
uro couira a Tislca pulmonar, Broncnito chronloa,lanentts,
Xaropr como o especifico ria
SKCbitlnno, Drrjlli-'.i.r ao f -.uilstno. O
diariamente a's enau-as facMta a dtintuab e o creacluionto: as mies e amas de lette torea
Wtemellior; lmpetie'a carie e queda dos dentcs.tao requentes depois da prenne.
Deria : Pbanr.acla VflttVSPfi, 8, Plac da la Magdaleine, PABZX.
Em Pernamoum: FttAK M, da SU. d-fM /> priMlpui Pharmaciu t PmtWf
liua Dnqnc de C axlu m. lOk
Chama-se a attencao das Exmas. familias par-
os preces segu otes :
Luvas de seda preta a 1(000 o par.
Ciatos a 1,1000.
Lavas de pellica por 2 5(K).
Lavas de seda cor granada a 2/, 2J500 e 3#
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuiis de 1*500, U, 3, at 8*.
Ramea de flores finas a 1/500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800e lf o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1, 1/500 e 2.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 800 rs. um.
Anquinhas de 1/560, 2/, 24500 e 8/ urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilno Boa Figura a 4/500.
dem La Fignrine a 5*000.
Pentes para coco com inscripoSo.
Babadores com pintara e insenpeoes a 200 ra
Enchovaes para baticados a 8, 9, e 13/000
1 eaizs de papel e 100 envelopes por 800 ris
Caadla e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*600 a libra
Mo de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a ($000
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 8*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qnarcsia
Galao de vidrilbo metro 1*.
Franjas de vedrilho a 1/,
Luvas pretas de seda e Escoca.
Franjas e gales finos a 2*500, 3*e 4* o metr
_ BARBOSA & 8A-NT0S______
TWdade!
A fabrica Vendme, recebeu directamen
te de Uavana, Cigarrilhos de la Bella Ha-
banera, em bocetinhas com 10 ditos cada
chamamos attencao dos fumantes
da fumaca. e reuommenda-
as senhoritas: venham ver
rs.
urna
apreciadores
tambem
mos
para comprar.
39Bario da Victoria3
Aos agricultores e cria-
dores
Vende-se o engenho denominado Paiincirs, tr*
comarca de Bezerros, no limites da do Bonito,
com' terrenos proprios para o cultivo de cannas e
plsnticSo de caf, com mais de 500 ps j piar.
tados e dando fructo em abundancia, pelo qae se
conbece a apropriaclo para este cultivo, con ute
prandi^ cercado pora crineio de gado, indip-:.-
deDte do cercado do engenbo, o qual mede m:
bracas quadradas, pouco mais ou menos,' son)
prchendendo quatro grandes anudes com verten-
tes permanentes, abundantes de peixes, cosa casa
de vi venda, alcm de outras para moradores, ac-
crescendo que ambos os cercados sao feilos de
?alados, tem matas para serventa do engenho.
Vende-se por preco mdico, e qsMm pretender di-
rija-se ao Becife, ra Direita n. 16, on ao Pr.
aferes Joaquim ChristovSo Peasoa de Mello, etr
Lage Grande, que colher informacoes.
Vacca
Vende se urna vacca nova, castoada, coa aau
magnifica bezerra toarina ; na ra da Dr. Jo-
oorm Sabuco n. 3, Cspooga.
Oleo para machinas
jSnperior qealidade, a 6/406 a lat
gales; vende-se na fabrica Apolle i
depsitos.
em einco
i de seo
S
?

:* '


'XM


8
Diario de'Pcrnamboc^^uarta-feira 2 de Maifo de 1SS7


SCIBNCIAS
dominio
ao homem
sea meio : a
A salubrldade los edificio* e
das cidades
(C N'este assonipto. senhores, a Fran-
9a retardando-se compromette-se: tal es-
tado de cousas nSo pode continuar ; cum-
pre reagir. Alguns homens autorisados
e algumas sociedades sabias expoem o pe-
rigo e dissertam sobre os roeios de ob-
val-o ; mas s protegem a sade publica
medidas que prejudicaoi e contraran a
iniciativa individual. Por salutares que se-
jam essas restrceoes, s podem, como j o
disse, ser autorisadas por leis, e as lea, s
fazem se, nos paiaes livres, quando a opi
niSo as tem concebido ou adoptado ; poca
a que, infelizmente, ainda nao chegamos.
E' preciso esclarecer a opiniSo, e em
primeiro lugar despertar-lhe o interesse. O
accrescimo de sade, a reducySo da mor-
Ulidade, a alta da existenci i media, o
augmento de energia de cada qual, tudo
que constitue o vigor da nacSo
da hygiene. A bygiene dita
seu rgimen e prepara-lhe
edi cacSo sanitaria do paiz, no concernen-
te ao rgimen, pertence ao medico ; edu-
carlo sanitaria do paiz, quanto ao meio,
cabe ao architecto ou ao engenheiro. E'
este o nosso verdadeiro earopj do respon-
Ppabilidade ; cumpre abi ver a prescripcao
sanitaria dos meios ou a conttituiccio da
talubridade. Nao ser, com effeito, a ni
que compete tratar desta scieucia, definir -
lhe a extensSo e classificar-lhe o assurap
to? Por ella ensinaremos a edificar habi-
tacoes salubres em cidades salubres, cir-
cumstancias que sempre contribueinpro-
va-o a experienciaassim para o augmen-
to de sade como para a durado da vida.
Pde-se afiirmar que, em um sitio salu-
bre, urna reuniSo de casas providae de
boa illamicSo natural, de franca renovaco
de ar, de sufiiciente aliinentacSo de calo-
rico, de abundante reserva de agua e de
exsuctorios capazes de absorver .s dejec-
c5es, constitue um meio favoravel saude.
Em taes condicSes pie-se, com seguran-
ca, enfrentar a lei da cvIbbcSo, que, da
a dia, augmenta as cidades. Esta obser
vacao lembr* urna mais geral que, parece-
me, to tpica como convincente: o J
des-
tam j de algumas dezenas de aonos e
podem notar-se algans e aprehendidos em
pequea escala a com xito.
Tem-se construido machinas em que,
em frente dos magnetos fixos e invariaveis,
havia electro-magnetes e poda mudarse
vontade a natureza do magnetismo destes
ltimos mudando a direejao da corrente
elctrica as suas espiras, de modo que o
polo norte se torna va polo sul e reciproca-
mente.
As forcea alternantes assim produzidas
serviam para fazer mover as machinas.
As machinas deste genero, construidas
em ponto pequeo, funecionavam o melhor
possivel.
Nao apresentavam o perigo das machi-
nas de vapor e nao deixavam nada a d-
se jar sob o ponto de vista da facilidad a de
as manejar. E' verdade que a sua con-
struccSo em ponto grande, por exerapio
as locomotivas ou motores de navios, fez
notar certos deteitos que prejudicavam a
rapidez de que se precisava. No entanto
era permittido esperar que estes defeios
fossem emendados de futuro pelos aperfei-
9oamentos de construccSo. Mas havia um
outro inconveniente inherente propria
natureza do motor, e nao poda remediar
se com simples tnelhoramentos de construc-
cSo.
Para produzir um effeito qualquer, liga-
do (segundo o termo consagrado) pro-
dcelo de energia mechanica, preciso
nece8sariamente ter recorrido propria
energia mechanica, que entilo utilisada.
Sabe-se que outr'ora se tinham ieito
profundas pesquisas numerosos ensaios,
para construir machinas que poderiam mo-
ver se sem que isso custasse perda alguma
da energia utilisada, e que produziriam
assim outros movimentos em vista do tra-
balhos mchameos ; nomeainos o movmen-
to continuo.
Urna machina deste genero seria origem
de inexgotaveis riquezas, e nao podemos
admirar nos que tenba, em t_.dos os tem-
pos, captivado alguns homens emprehende~
dores, que se entregaram a este descobri-
mento Ilusorio a ponto de lhe consagraren)
toda a sua forja intelleitual e todos os
seus reonrsos materiaes at ruina abso-
luta.
Mais rejentemente, conwguiram o esta-
belecer a base da sciencia mechanica so-
envolvimento das cidades operase com fa demonstr So da mp088bilidade do
hvres sao _..____*.__ r
Unto mais rapidez quanto mais
os povos. Ora, nao ha actualmente povo
mais livre que o povo francez; mas nao
esquejamos que a liberdade a responaa-
blidade. Com a elevacSo da mortalidade
em seus munipios, a Franja oceupa posi-
cao bem coropromettida em relacSo sa-
de publica; urgente que todos esfor
cernee por melhorar as condic^es e que
cada qual apreste-se a contribuir para as
medidas necessaras salubridade. Foi
esta idea salutar que levou-me a incluir
em meu curso o grande capitulo que de-
nominei Salubridad* dos edificios e das
cidades. A este ensino consagrarei o anao
lectivo; e, neSse proposito, me esforcarei
por determinar diante vos os perigos a
combater, as condicSes a realizar e as dis-
posicoes a que se poder recorrer para
assegurar a salubridade as habitaces e
as cidades.
E. Triat.
As forjas da natureza e sua ex-
plorado pelo homem
n
A rapidez das acees elctricas encon-
troa ha muito tempo na telegraphia urna
applicacSo importante : mas esta applica-
cSo nSo tem relacBes com as servcos que
se obtem do vapor, ao passo que ba urna
de que se torna rival do vapor, a oapa-
movimento perpetuo
D'onde deduzir-se o principio da conser-
vadlo da energia ? Ejte principio o so-
guinte : pode transformarse a energia me-
chanica, mas impossivel crear energia
sem nada, ou destruir aquella que existo.
Depois d'isto trata-se de saber quaes
sao as formas da energia de quo dispomos,
afim de applicar produceSo dos effeitos
mechanicos que se querem obtor.
uniSo com estas prnlu* igualmente urna
destruido de energia poteoetal que pode
transformar-se em energia actual.
Se levando em conta o principio da con-
servacSo da energa, compararnos sob o
ponto de vista da sua applicacSo pratica,
as machinas magneto-elctricas com as da
vapor, seremos obrigadea, para esta oom-
paracSo, a insistir, antes de tudo, sobre a
natureza das origens a que vai buscar se
a energia que apparoce nellas.
as machinas de vapor, a fonte da
energia, o carvSo, que, pela sua combus-
tSo, fornica calor ; este por sua vez, pro-
duz o vapor necessario para por em movi
ment a machina.
as machinas mgneto-electricas, a ori-
gem da energia a eorrente elctrica pro-
duzida pelas bateras galvanices; e, nes-
tas ultimas, o que essencialmente activo,
a oxydaco e a transformaclo interior
de um metal : o zinco.
ABsim, nestas duas especies de machi-
nas, o que primeiro comparavel, por
um lado, a destruicao do carvSo, por ou
tro, a do zinco e das diversas materias
contidas as bateras, substancias utdisa
das pela marcha das machinas.
Do mesmo modo se acha resolvida a du-
vida de saber qual o mais pratico dos
dous procesaos, porque o prego do zinco e
das outras substancias de tal modo ele-
vado em comparacao do do carvito quei-
mado, que nenhuma especie de concorren-
cia poda estabelecer-se entre as machinas
electro magnecticas e as machinas do va-
por, funecionando em grande escalla, at
na poca em que se julgava possivel o me-
lboramento das machinas alimentadas por
bateras:
Em consecuencia da despeza que neees-
sitavam, b com muito pouco zelo se tem
procurado aperfeijoar ais machnis, e os
ensaios d'este genero teem sido cada vez
mais abandonados.
Aconteceu entilo que o descobrimento de
urna outra face do assumpto den um im-
pulso mais forte ao sen estudo e imprimi-
me ao mesmo tempo outra direccao.
Nos primeros trinta annos d'este seculo,
Faraday, pbysico inglez, tinba operado
urna revoluclo nos dominios dos conheci-
mentos elctricos observando que, pelo
simples movimento d'um fio conductor na
proximidade do polo d'um magneto, pde-
se faser cir.'ular no conductor urna corren-
te elctrica; Faraday deu a esta corrente
o nome de corrente induzida. Descobrio
ao mesmo tempo qu esta corrente era
mais intensa, logo que se enrolava o fio
conductor ao redor d'um cylindro de ferro
mauio, que arrastado no seu movimento
e que se magnetisa sob a influencia do polo
do magneto.
Empregaram este descobrimento na pro
UTTEni
W
AMIGO DO MARIDO
POR
JULE3 MA.RY
-()-
{Cuiitinuaqdo)
XI
Revisiei-o, continuou ell
que lhe encontrei nos bolsos, na caiga,
e eis o
na
tas, mas
Deveraos-ecarda aqui, antes de tudo, i d<--0o de corrente elctricas sem elemen-
e energia chimca : logo que se diz que i *s galvnicos. Para esta effeito, construi-
dos corpos, eui virtude aa sua aflinidade fM machinas essencialmente anlogas
umparao outro, attrahem-se f00*f]ff_^LT^?!8S??,?2SC
entrar em combinacSo, isto significa que
antes da sua uniSo possuem urna certa
energia no estado latente, ou, dizendo de
outro modo, de energia potencial, que se
transformou em energia actual durante o
acto da combinac&o.
Se pozermos o carvao em contacto com
o oxygeno, e provocrmo8 a sua corabina-
cio aquecendo um ponto qualquer da sua
masa, a combioago continua por
que eram utilisadas d'um modo
inverso ; nao era a corrente elctrica que
movimento
da
era o
apparecimento
si mes
ma e oblemos assim a combustao ; entao
a energia potencial revate urna uutra for-
ma, a lo valor, que pode, por sua vez,
ser explorada pela producgSo dos effeitos
muitos variados.
Todos os combustiveis procedem do
mesmo modo, o os outros corpos, no inti-
mo, nao differem destes, senSe quando
cidade de exercer effeitos poderosos, va- produzein phenomenos exteriores differen-
riando cem grande rapidez. Em grande
escala tem-se explorado ha pouco.
Os ensaios feitos para a construccao de
machinas movidas pela electricidade da-
tes.
F0LHET1M

0 OOBCNM


POR
JAL3 FE7AL
**
Assim, por exemplo, os metaes possuem
urna aflinidade' chimca pita o oxygeno e
para outras substancias anlogas, e a sua
QINTjA PARTE
0 OSISAH BE kMim
(ContinuagSo do n. 48)
vn
Une luanr vaelo
Chegando porta do gabinete parou pa-
ra escutar.
Cbaverny disse com um tom indignado :
Prometteram-me ou nao deixar-me
explicar-Ibes a minha posicao ?
Nunca Chaverny abusa! Facam
sabir Cbaverny.
Decididamente, meus senhores, disse
Navailles, preciso dar o aBsalto ; a pe-
quena graceja comnosco.
D. Cruz aproveitou este momento para
abrir a porta. Appareceu na soleira, ale-
gre e sorrindo ; levantou o copo cima da
cabeca.
Houve um longo e ruidoso applauso.
Vames, meus senhores, disse ella es-
tendeado o copo vasio com um pouco de
enthusiasmo. Julgam que fazem barulho ?
Procuramos, disse Oriol.
bao pouco tagarellas, continuou D.
Cruz, quo baaeu de um trago ; ninguem
os ouve por detraz daquella porta I
Devoras 1 exclamara m os libertinos
bumilhados, pois julgavam-se de torca, de
nao deixarPariz dormir.
Cbaverny contemplava D. Cruz com ad-
mirado.
Deliciosa 1 murmurou elle, adora-
vel !
Oriol quiz repetir estas palavras, que
Um pareciam liadas, mas Nivelle levantpu-
se para o beliscar.
Calle a bocea i disse-lhe ella.
Sim, minha querida, responden ojo-
ven Oriol.
Te jton esquivar se ; mas a filha do Mis-
sissipi agarrou-o pela manga.
Est multado disse ella, urna azul.
Oriol tirou a carteira e deu-lhe urna ac-
cao nova, emqu nto Nvclle cantarolava :
Pos que a mulher pexe delicado
cnsta mais que urna de X
Em Pariz 1
D. Cruz, entretena, proourava com os
olhos o Corcunda.
O instincto dizia-lhe que, apezar das
suas repulti5s8, aquello homem era um al-
liado se-Teto. Mas nao estava all nin-
guem a quem dirigir urna pergunta. Disse
nicamente, para saber se o Corcunda ti-
nha acompanhado Oonzaga :
Onde est Sua Alteza ?
O seu carro j voltea, responden
Peyrolles, que entrava; Sua Alteza d al-
gumas ordens.
Para a erchestra, soui dnvida ? ac-
cresceotou Cidalise.
Vamos danc,ar ? exi-laroou a gitanita,
corando'de prazer.
Desbois e Fleury lanjaram-lhe um olhar
desdenboso.
Houve tempo, disse sentenciosamente
Nivelle, em que encontravamo sempre al-
guma cousa debaixo dos guardanpos quan-
do vnhamos aqui.
Levantou o gaardanapo e continuou :
Nada Nem am grao de milho !
Ah minbas queridas, a regencia est des-
cabindo !
A regencia envelhece affrmou Ci-
dalise.
A regencia gasta-se Se tivessemos
cada urna duas ou tres azues sobremesa,
Gonzaga ficaria por isso mais pobre ?
O que sao as azues ? perguutou D.
Cruz.
Que dizer para pintar a estupefacto ge-
ral ? Imaginem, nos nossos dias urna ceia
na Ma8on-Dore, urna ceia composta de
espertalhonas, e imaginem urna daquellas
mulheres ignorando o que o crdito agr-
cola. impossivel.
Pois bem a caudura de D. Cruz era
tambem cempletamente inverosmil.
Cbaverny procurou precipitamenta no
bolso onde estava o dote. Pegou em urna
dusta de ac(3es e eollocou-as as maos da
gitanita.
Obrigada, disse ella; o Sr. de Gon-
zaga as restituir.
Depois, espalhando as accSes dante de
Nivelle e dos outros, accrescentou com urna
graca encantadora :
Minhas senhoras, eis aqui a sobre
meas.
produzia o movimento,
que devia provocal-o
corrente.
Com tudo para o apparecimento de cor
rentes muito fortes, estas machinas nao
sao de uso pratico, porque nao se pode
dar a solidez necessaria aos magnetes de
ajo.
Os electro magnetes podem prestar ages-
te caso servidos muitos mais efficazes, por-
que podem fazer se mais solidos ; mas co
mo elles proprios exigem a presenca d'uma
corrente, poude suppor.se que deviam ser
excluidos, quando se trata precisamente da
prodcelo d'uma corrente.
Foi entlo que o engenheiro Werner Sie-
mens imaginou um p-ocesso que evitou
victoriosamente este inconveniente.
(Contina)
blus, no col te.
E espalbou em cima da raesi, diante do
juiz, um punhado de cobre, raoedas de
prata, de ouro, notas do Banco; emfim, um
porte monnaie de couro da Russia, em cujo
fecho estavam gravadas as duas iniciaeo :
G. B.
A descoberta era importante. O Sr. de
Montdoney mandn que lhe conduzissem
Chalopin ao gabinete.
O vagabundo entrou.
Era um homerozarrao, de largos hom-
bros, pescojo enorme, cujo vigor devia ser
extraordinario.
Ebrio e turbulento por habito, ja soffre-
ra duas condemnacoes por offensas physi-
fias e ferimentos. Ao entrar, saudou com
embarac., mas sem timidez..
Olhou de frente para Margerat e para o
juiz e disse, com* voz rouca :
O que que me querem ? Fz algum
rolo ? J n3o tem mais a gente o direito de
tomar ura pifio T
i Estas moedas, estas notas, este por-
te-monnaie, foratn encontrados em seu po-
der. Onde os foi buscar ?
Ja esperava por isto Porque Cha-
lopin tem quatro vintens, logo imagnam
roubou 03 !... Como so elle nao pudesse
ganhal-os, esses quatro vintens 1 Gomo se
nao lh'os pudessem ter dado, esses quatro
vintens 1 ..
Estab aqui mais de trezentos fran
eos...
Contou-os? Obrigado. Por conse-
quencia, foram dusentos francos que gas-
teil Mas tambem diverti-me... Ola se
divert-me I..
E Chalopin, com a boca rasgada at
s orelhas, ra se.
Reconbece, entao, que este porte-
monnaie, continba 500 francos ?
Reconheco. Nao sei 1er, mais sei
contar, fotavam dentro 600 francos quan-
do m'o deram.
Affirma que lhe deram 500 francos !
Boa duvida !
Quem ?
O homem...
Que homem t ,
O homem que me entregou urna
carta, urna noite, na estrada d'Arques, di-
zendo-me t Vai le val-a ao correio. Tens
filhos? >Assim, assim, assim, respond-
lhe eu. Toma, isto para elles. Deu-
me o porte monnaie, e foi-se erobora.
Abr a bolsa, risqaei alguns phosphoros e
vi o ouro e as notas do banco. Eis aqui
com que divertir-me disse eu. E deitei
a correr do lado de Dieppe, para por a
carta no correio...
A quem era enderezada ?
Quanto a isso nao sei 1...
Como ? Nao teve a curiosidade. .
. Ti ve, sim... Mas que nSo sei
ler...
Margerat e o juiz trocaram um olhar,
movendo a cabeca.
~ E foi, correndo, l^val-a ao cor-
reio T...
sim e nao...
N3o, nSo est mais conmigo.
O quo foi feto d'ella ?
Ni o sei... RJ se, nao acredita, nao
assim ?. Pois muito simples, vai
ver__ Chegando a Dieppe, como eu
tinba corrido durante um qaarto de hora,
estava com sede. Entro em um botequim
e bebo. Como ainda estava com sede,
torno a beber. Encontr uns amigos
vamos beber... elles pagam urna vez...
eu pago outra?... m.s nSo fallo sobre a
carta, porque rrfl^ctia que elles poderiam
tirar-m'a. Emfim, sahi do botequim...
a cab ca anda va roda.. tinha bebido
de mais... Tudo dansava, todo dansa-
va ; sabe ?... Entlo me lembrei: t Ama-
nha ser tempo p*ra oceupar-me da carta.
Encostei-me a urna parede e adormeci...
Quando acordei me de manba j cao tinha
a carta... Eis o que se passou... O
que fiz da carta ?... NSo sei Mas, fi-
cava-me o dinheiro...
Mentira, disse o juiz, vou dzer-lbe
e de
detes-
As mulheres pegaram as acces
clararam que aquella pequea era
tavel.
Vejamos, vejamos, proseguio D. Cruz,
preciso que Sua Alteza nao nos encontr
dormindo. A'saude do Sr. marques de
Chaverny 1 O seu copo, marqnez.
Este eateodeu o copo e soltou um pro-
fundo suspiro-
Se soubesse, murmurou ellle ; se po-
desse dizer lhe...
Bebeu, e, duranta esta tempo, Navailles
exclamon : ,
Tomenj cuidado I vai explicar-nos a
sua posicio.
Nao aos senhores, replicou Chaverny ;
s quero por auditorio a encantadora D.
Cruz. Os senhores nao sao dignos de com-
prehender-me.
E no emtanto muito simples, int.r-
rompeu Nivelle ; a sua posicSo a de um
bomem embriagado.
Todos soltaram urna gargalhada. Julga-
ram que o gordo Oriol ia ficar suffocado.
Irra 1 disse o marquez, quebrndolo
copo sobre a mesa, ba aqu alguem bas-
tante ousado para mangar com migo ? D.
Cruz, nao gracejo, est aqui como urna
estrella do co extraviada entre lampeos.
Ruidosa manifestacab das mulheres.
E' demais 1 demais! disse Oriol.
Calla-te, disse Chaverny ; a compa-
racao nao pode offender os lampeSes. E
aleen disso nSo lhes fallo, intimo o Sr. de
Peyrolles a parar com as suas indecentes
vociferacSes, e accrescento que s urna vez
na sua vida me sgradoa: foi quando esta-
va pendurado no cabido.
Tete um enternecimento involuntario, e
accrescentou com as lagrimas nos olhos :
Ah 1 Como estava bem I Mas vol-
tando minha posicSo...
Interrompen-se para pegar as mos de
D. Cruz.
Conheco-a na ponta do dedo, Sr. mar-
quez, disse a gitanita ; casa esta noite com
urna mulher encantadora.
Encantadora? ioterrogou o coro.
Encantadora, repetio D. Cruz, jo-
ven, espirituosa, boa e nao tendo a menor
das azues.
m epigramma ? disse Nivelle.
Tomar urna carroagem de posta,
continuou D. Cruz, dirigindo-se sempre a
Chrverny, e raptar sua mulher.
Ah interrompeu o marquez, se fos-
ees tu, adoravel crianca.
D. Cruz encheu-lhe o copo.
Meus senhores, disse Cbaverny antes
de beber. D. Cruz acaba de esclarecer a
minha posic&o ; eu nao o faria melhor. '
urna posicao romanesca.
Ah que est !
Explique-se.
Que corr, nao
lancei na caixa...
Ent3o, est em seu poder ?
ha duvida : mas nSo
a verdade... O senhor introduzio-se na
estalagem da Batalha d'Arques... Abi
cotsmetleu um crime... Assassinou Gil-
berto Barbarain... e roubou-o.. Con-
fesse-o de urna vez 1
Que eu bou um assassino ?... Tem
realmente muita graca I... E' a isso que
chama verdade ?... Mas entSo, men-
tira, que nome lhe d o senbor ?
Inventou esta historia da carta para
explicar o facto de estar de posse destes
objectos... Nada mais tem a dizer ?...
Tenho sim, tenho... disse Chalo-
pin. Accrescento que sinto muito ter per-
dido a carta... Urna commissao como
esta, tao bem paga !... Com mil raios 1...
So eu nao tivesse tido s le 1...
Nada mais ?
Nao.. espere... que dara de bes
vontade urna moeda de vinte francos a
tuero, me trouxesse a carta... e que,
alm disso, lhe pagara am gyro ou dous
pelos botequim) .. Eis meu modo de
pensar..
Chalopin foi levado para a prislo, ape-
zar de todos os protestos.
No da seguinte o Sr. du Montdoney in-
terrogou-o de novo, mais detidamente.
Chalopin nao se contradizia. Contava
que vinba do Tbport, onde havia traba-
lhado durante quinze dias, quando encon-
trou-se com Gilberto. A noite estava es-
cura, Gilberto estava com o chapeo enter-
rado at os olhos. O rosto estava cober-
to : Chalopin nada pudera ver. Ignora
va o que hav a feito da carta. Julgava
tcl a posto na algibeira- Alm disso, nao
tinha perdido s a carta... mas tambem
alguma roupa que lo va va debaixo do bra-
co... embrulhada em urna blusa azul. .
O vagabundo mostrava-se calmo, Bem o
menor receio pelo futuro. Sua nica preoo-
cupaco consista em rehaver o dinheiro,
ao sabir da prisao. Conformava-se alegre-
mente com a sorte.
Esto processo despertava grande inte-
resse em Dieppe. Em casa de Holgan e
dos Barbarain soube-se logo a prisao d'a-
quelle quo todos suppunbam toase o assas-
sino.
Catbarina olhara para o marido, cujo
rosto placido nao revelara a mnima emo-
cXo
Dissera apenos :
Ah Ah foi aquello tratante que
commetteu o crime !...
O horror de Catharina tinba augmentado
com esse dicto. Tanto sangue fri nSo era
o indicio de urna insensibilidade completa*
fassaram-se dous dias. Catharina disse a
Holg n :
Esse homem, por menos digno que
seja de compaix3o, nao deixa comtudo de
estar innocente do crime de que o acou-
sam...
Como que o sabe ?
Entao, se elle matou a Gilberto, foi
o senhor quem Iha aruoou o braco?...
Nada pretende fazer para aalval-o ?...
Beba, disse a gitanita, rindo-se.
Perdi. Ha muito tempo que nutro
urna idea...
Vejames I vejamos I a idea de Cha-
verny.
Levantou se e tomou urna attitude de
orador :
Moas senhores, disse elle, estSo aqu
moitas cadeiras vasias. Esta pertence a
meu primo Gonzaga, esta ao Corcunda ;
estiveram ambas oceapadas, mas esta 1
Mostrava urna poltrona collocada em
frente Gonzaga, e na qual effectivamen-
te desde o comeco da ceia, ninguem se
havia sentado.
E era minha idea, proseguio Cha-
verny, quero que esta cadeira seja oceu-
pada, quero que colloquem nella a noiva.
E' justo justo gritaram de todos
os lados.
A idea de Chaverny era razeavel.
A noiva 1 a noiva 1
D. Cruz quiz agarrar o brago do mar-
quez; mas nada foi capaz de o distrahir.
Que diabo I resmungou elle, ampa-
rando-se mesa, com o rosto inundado pe-
los cabellos, nao estou embriagado, com os
diabos 1
Beba e cale-se disse-lhe D. Cruz ao
ouvido.
Sim, quero beber, astro divino. Deus
testemunha de que quero beber muito,
mas nlo quero calar-me. A minha idea
razoavel, filha da minha posicao. Peco
a noiva ; porque oucam...
Oucara 1 oucam E' formoso como o
Deus da eloquencia.
Foi Nivelle que acordou para dizer isto.
Chaverny bateu com os punbos em ci-
ma da mesa e continuou a gritar mais
alto :
Digo que absurdo, absurdo..
Bravo, Chaverny 1 Soberbo, Chaver-
ny 1
Absurdo, repito, deixar um lugar va-
sio.
Magnifico I Magnifico 1 Bravo, Cha-
verny
Toda a assembla applaudia.
O marques fasia esforcos extravagantes
para seguir a sua idea.
Deixar um lugar vasio, concluio elle,
garrando-se toalba, nao se esperando
mais ninguem.
No momento em que urna salva de bra-
vos a acolher esta laboriosa concldsSo,
Gonzaga appareceu porta da galera, e
disse :
Engana-se, primo, espera-se alguem.
Nada J responden elle em tom sin-
gular.
Nesse mesmo dia Holgan obrigou-a a
sabir com elle. Que supplicio I Catha-
rina vestio-se. Quando se foi olbar ao
espelho teve medo. Havia emmagrecido,
as faces tinham-se cavado, os olhos, en-
terrados as rbitas, brunavam de febre...
Foram a p, pelas ras de Dieppe. No
porto, antes que o pudessem evitar, en-
contraram se inopinadamente com Mme.
Barbarain, abatida e fraquiasimtf, do bra-
co com Thereza.
Holgan tinha-se opresentado, duas ve-
zes, em casa dos Barbarain, depois da
morte de Gilberto.
E por duas vezes, por orden de The-
reza, os criados tinham-lhe responaido que
Mme. Barbarain, de cama, nao poda re-
ce bel-o-
Era, portante, a prmeira vez que viam-
se, desde a cstastrophe.
Mme. Barbarain de nada desconfiava.
Apertou a mito de Holgan e atirou-se cho-
rando aos bracos de Catharina.
Thereza, fra de si, fita va o pescador
com indizivel terror.
Estava informada da prisSo de Chalo- <
pin, mas para ella aquelle homem era in-
nocente o culpado era Holgan I ..
Este comprohendeu... aquelle rosto de
marmore pareceu animar-se... Os olhos
tornarara-so meigos... As rugas forma-
das pela incuravel tristeza apagaram-se de
sbito. .. NSo senta embaraco nem cons-
trangimento... E contemplava Thereza
com infinita compaxSo...
Ficaram um pouco afastados. Quanto
tempo?.. Um minnto, talvcz, euquanto
Catharina consolava Mme. B rbarain. Mas
foi quanto bastn para que Holgan podes-
ge dizer:
Thereza!... Thereza!!.-.
A joven fez um gesto de susto... O
horror transpareceu-lhe na physionomia.
E murmurou:
Infeliz .. Fu jal... NSo tente a
Deus!
Thereza, disse elle rpidamente, que
os outros o acreditem, pouco me impor-
ta. Mas a senhora, Thereza, nao o
quero, nao, nSo o quero !... Nao foi eu,
Thereza, nSo fui eu! I. .
Infeliz! Infeliz disse ellarecuando.
Ah! nao me acredita, Thereza ? Nao
fui eu !... juro-o Poderia eu atrever-me
a apparecer diante da senhora?... Ousa-
ria fallar com sua mai ?
Quem foi entlo ?... perguntou The-
reza sentiodo nascer urna esperanca...
qaerendo acreditar... e nao ousando fa-
zel-o... t>iido neceasidade, no meio das
trevas de seu coracao, de um raij de f...
de um pouco de sol, de um pouco de ca-
lor.
Nao sei, Thereza, nSo sei I Tive
intencjto dd fazel o, nao o neg... Quan-
do soube que ainda se tornavam a ver,
quiz matsl-os a ambos... e fui at essa
estalagetn maldita.
Ah! bem v que foi o senhor, des-
granado 1
NSo, quando entrei no pavilbao para
fazer justica
Entao ?... perguntou Thereza, offe-
gante. Entao, Jlo I
Justica estava feita Vi Gilberto es-
tendido no safa... morto... e sahi, dizen-
do commigo, que Deus tinha passado por
l
Isso nao verdade, JoSo, nSo pode
ser verdade...
Holgan ficou calado; depois, de repen-
te com toda simplicidade, fez o signa! da
cruz:
Pela Virgem. que nos protege, por
minha filha, minha Bertha querida, juro-
nao foi eu, Thereza, nao fui eu !
VIH
Un pet-ego e um rama
O rosto do Sr. principe de Gonzaga pa-
receu a todos severo a mesmo preoecupa-
do. '
Collocaram es copos em cima da mesa e
o sorriso desappareceu.
Primo, disse Chaverny, enterrado ne
fundo da sua poltrona, esperava-o para fal-
lar-lhe um pouco da minha posicao.
Gonzaga approximou-se da mesa e tirou-
lbe o oopo, que elle estava prestes a levar
aos labios.
Nao bebas mais disse seccamente.
Ora essa I protestou Chaverny.
Gonzaga atirou o copo pela janella e re-
petio :
NSo bebas mais.
Chaverny olhava para elle com o olhar
admirado.
Os convivas sentaram-se novamente. A
polidez tinha j substituido em mais de um
rosto as bellas cores da embriaguez inci-
piente.
Havia nm pensamento, qu; haviam pos-
to de parte desde o principio da festa, mas
que parava no ar.
O aspecto preoecupado de Gonzaga tra-
zia-o de novo.
Peyrolles procurou esgueirar-se at jun-
to de seu amo, mas D. Cruz precedeu-o.
Urna palavra, se faz favor, principe,
disse ella.
Gonzaga beijou lhe a mSo e acompa-
nhou-a.
Que quer dizer isto ? murmurou Ni-
velle.
Creio, accrescentou Cidalise, que nSo
teremos orchestra.
NSo urna banoarota, disse Desbois;
Gonzaga muito rico.
Vm-se cousas cousas tSo extraordi-
narias replicou Nivelle.
Os homens nSo se envolviam na conver-
sac&o. A maior parte tinha os olhos sobra
a mesa e pareciam reflectir.
Chaverny era o nico que cantava, e nSo
prestava attencSo aquella sombra inquie-
tado que acabava de invadir de repente o
8alSo.
Oriol reemungavs ao ouvido de Peyrol-
les :
Teremos ms noticias ?
O facttum voltou-lhe as costas.
Oriol disse Nivelle.
O gordo agiota acudi lhe immediata-
mente ordem, e a filha do Mississipi
disso :
Quando o principe terminar as suas
(Contina.)
m
m
contas com aquella pequea, v dizer-lhe
qua pedimos a orchestra.
Mas... quiz objectar Oriol.
Cale-se V, quero !
O principe nSo tinha acabado de con-
versar ; e, proporjSo que o silencio aug-
menta va a impiessSo de constrangiment e
de tristeza, tornava-se mais evidente.
NSo foi urna alegra franca a que reina- .
ra naquelle ensaio de orga. Se o leitor
pode acreditar que aquella gente se diver-
ta por seu gosto, toi porque nSo o conse-
guimos na nossa pintura. Fizeram o que
puderam. O vinho tinha feito subir o dia-
paso das vozes e corado os rostos; mas
a iuquiotacSo nSo cessara de existir um s
instante atravez das gargalhadas e daquella
alegra fingida. E, para tornar inspida
toda aquella alegra ficticia, bastava as so-
brancelbas franzidas de Gonzaga.
O que dissera o gordo Oriol, todos o
pensavam : havia ms noticias.
Gonzaga beijou segunda vez a mSo do
D. Cruz.
Tem confianca em mim ? disse lhe
elle com um tom paternal.
Cortamente, Alteza, responden a gi-
tanita, cujo olbar estava supplice ; mas a
minba nica amiga, minha irmS.
NSo sei recusar-te cousa alguma,
querida filha. Dentro de urna hora, acn-
tela o que acontecer, ella estar livre.
Ser verdade, Alteza 1 exclamou D.
Cruz, muito alegre ; deixe-me annueciar-
lhe esta grande felicidade.
NSo, agora nSo. Fique. Dsss-lhe
o meu desojo ? *
Esse casamento ? Sem duvida ; mas
Aurora sent vivas repugnancias.
Alteza, balbuciou Oriol, a quem um
signal imperioso da Nivelle tinha posto em
movimento, perdSo se o incommodo.
- Deixe-me disso Gonzaga, que o
afastou com a mSo.
Ha alguma cousa, murmurou Ni-
velle.
Gonzaga continuou pegando as mSo
de Cruz. .
S lhe disso urna palabra ; desojara
salvar aquelle a quem ella ama.
Mas, Alteza I exclamou D. Craz,
se quizesse explicar-me em que pode ser
til este casamento ao Sr. de Lsgardre,
transmittiria as suas palavras nobre Au-
rora.
(Coninuar-*e ha.)
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&Tjrp. do Otario roa Duque de Caxias n. t&0

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