Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18221


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Full Text
mctiusiio eo
M&K0S3L lOTIEe.& DI F&3X& & SILH0S
PB0PBISBA98 Bl
l NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
Por tres mezes aflautados.
Por seis mezes achantados.
or um anno adiantado
8S000
15^000
30$000
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGa'PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33&000
1100
200

Telegrammas
mW PARTCULAS SO BUS
Rio de Janeiro, 23 de Margo,
s 4 horas e 35 minutos da tarde (rece-
na estaco s 7 horas e 15 minutos da
nouteeenregue s 7 horas e 40 minutos
da noute).
O Thesouro Federal diminuio hoje a
sua conta corrente com o Bmco da Re-
publica cm 20,ooo contos de reis.
O saldo actual da caixa do Thesouro
c de lo,000 contos.
Hoje chegaram "do sul os batalhoes
Silva Telles e Frei Caneca.
Acha-se enfermo o ministro da
guerra, general Bernardo Vasques.
Parece que o eommando da forta-
leza da Santa Cruz ser confiaeo a um
general.
Taxa cambial 9 5/8.
Buouos-Ayrcs 23 de Marco.
Foi nomeado cnsul geral da Repu
blica no Brazil o Sr. Eduardo Levallc.
Lima, 22 de Mar^o.
O governo provisorio organisado pela
revolugo victoriosa compoe-sc do se-
guinte pessoal :
Manoel Candamo, presidente : Ricar-
do Espinoza, Luiz Villavan, Bustamante
Salazar e Elias Malpartida.
INS TKUCCAO POPULAR
os wmu DA SCZSSCIA
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO III
A EXPLORACaO DAS ALTAS RE-
GIES DA ATHM0SPHERA
PLANTADEBOTJRRITJACQUES BALMAT
BARTHOLOMEU LOURENCO DE GUS-
MOPILATRE DE ROZIERROMAIN
ZAMBE-CARI OLIVARI- SOPHIA
BLANCHAltD ARBANLA MOUNTAIN
CROCE-SPNINELLI THEODORO SI-
VEL. {
(Continuago)
N'aquella anciedale indizivel foi a Douvres
onde eslava Blanchard, c ao ver o mao estado
do balo, que deixava escapar o gaz por lodos
os lados, concebeu a esperauga de que elle nao
levara a elTeito a viagem.
, Pouco lerapo, porm, esteve livre de inquieta-
cues, e vollaiulo a Boulocne, ah deixou ltomain
e seu irmo, pariindo pa'ra Pars cheio de cui
dados.
HeMfl cntrementes. Blanchard e o doutor n-
glez J'ITnes lizerara uma ascengo, partindo do
caslello de Douvres, 7 de Janeiro de 1785.
Desceraiu a s.o e salvo s tres horas e meia da
Urde, na lloresti de Gines, nao seui terem cor-
rido grande risco.
Dspjis ile virein a Haudinghen, parliram Dar
Pan.-, onde Pilatre os acllieu com a rmior ahV
bilidade, raosirando-se-lhes muito agradavel,
,. aitgusliava-o a idea de que para sempre
liiH.. do renunciar prelengo de ser elle o pri-
11,1-ir" ,. alravessar o mar.
Ij.; ,, ado < omplciaraente, sohcilon que o
>era de fazer a viagem. O inspector
aceltou a renuncia de Piltre, m s
dicao de que elle restituirla da quan-
1 nnha sido entregue o que ainda nao
do gasto em fabricar o balo.
di-i' '
das Un
ce ni : 1
fia qn
tiv.
qu i^ntnva com o exilo do seucommeltiraento,
iitinh: i-posto d.esse dinbeiroe Assim, na
impj-i : l.rtade de salisfazer aquella imposigo,
pai.i" P Boulogne, dicidido acorrer os ris-
cos da audacioaa tenlaliva.
Pilare oceupou-se com os preparativos da par-
tida ti ram-se experienci-s com pegenos ba-
ldes perdidos, que os venios de oesle e noroeste
imnelliam consiantemente para o continente.
Reoetiram-se varias vezes aquellas experiencia-:
castou-'.: muito lerapo em todos esses prepara-
tivos e irabalhos, e, durante elle?, o balao, que
esta va numa cerca junto da rauralha, e exposlo
4s inmnas do lempo, damnificou-se multo, che-
randb al a ser roido pele ratos. A partir de
entao iquilla machina, cuja ennatruego lanos
cuida'ios merecer, foi-se deteriorando de da
Afinai. estando o tempo magnifico, e um ven
fo favo.avel, marcou-se para a partida o da 15
de Junho. Como fazia milito calor, comecaram
os preparativos ao romper do dia, e as srie ho
ras e meia ludo eslava prompto. Pilat-e de Ho-
zier subi para a galera com Romain. O mar-
oez de la Maisonfort quera seguil-o. mas Pi-
laire repellio-o brandamente, dizendo-lhes Nao
temos confiarla no tempo, nem no apparelho.
Uma salva de artilhena annunciou o momelo
da partida. A ascengo foi magestosa. O ba-
lao el"vou-se vertical raen te soa maior altura,
calculada "m seiscenlas toezas, dirigiodo-se de-
dos para o norte, a'. passar por cima dos pe-
inaseis la Crche, qnando uma corrente aas
regie-s superiores do ar, que os marinneiros
pralicus do estreilo j tinham previsto, o impel-
fo suavemente para o continente.
(Continua).
PARTE OFFICIAL
lTiiisterio da Industria
e Viacto
Poi r.o:re trida << ferro CiOtral do brsiil o engenbeiro
Him>eno Sa-ai Aniones.
__Foi rraimiuido 00 lagar de conferente da
mi estrada Antonio Torr 1.
Governo do IMailu de Pernaiu-
buco
HE.\'N ICEH ap resentada pelo
Evm. Sr. Governadar do Es-
tado, l>r. Alexunlre Jos
Karbnsa Lima, ao Coogresso
Legislativo no dia 33 de Mar-
co fie I S.
Srs. Membrus do Congresso Legislativo -Obedc-
cendo ao que preceita o art. 57 g b da Gonli-
tuigao do astado, cumpro o dever de, na mensa-
gem que ora tenh a honra de apresentar-vos,
dar-vos conta do estado era que se acham os di-
versos ramos do servigo publico e solicitar as
providencias qup rae par>:cem convenientes
boa marcha da ad.i.inirtraco
Inslallada a asamblea de que sois dignos
memhros, vinde por um termo a siluago ano-
mala em i|U'>, na dous aunos, se encontra o go-
veiuo u'esie lietado.
Iniciando os voseos trabilhos roslabelecei o
nleno dominio da Consiituigu, segundo a qua!
o governo do Eslad>> depende da constante col
laoragao dos poderes legislativo e execulivo
na adopeo das providencias que o publico ser-
vido exiye.
Sibeis que os ltimos represenlantes do po-
der legislaiivo e dos quaes sois os legtimos suc-
cessore?, profundameule divergidos do chefe do
poder exeeulivo, depois de haverem volido lu-
inulluariamente leis de re^pon^abildade visi-
velmenie adhomnem, desprusando as razOes de
nao sanctao com que demonlre ter sido fla-
granlemenle violada a 1 onsiituicao pelo sysie-
malico desconhecunento das garanas dos arts.
69 e 70 d'esse estatuto primor dial, instauraram
o processo do governador do Estado e o deca
rarara suspenso do exercicio, por forga da cere-
brina e apaixonada iulerpreiago quo haviam
emprestado s dsposigGes conslilucionaes.
o me conrormando com .semelhaue llega-
idade, eTidaotMBeOle comparavel a uma depo
sigo mal deofarcada, interpuz p.iru o Superior
Tribunal de Ju.-lica, nos Icrm >s do art. K da lei
n. 18 de i4 de Nivembro de 1891, recurso que
fundamentei prolestaudo conlra a inconsuiucio-
nalidade da suspensao, p>r sso que esta, s po-
den.10 ser decretada pelo tribunal especi.il de
20 juize's de dir le e como uma pena a ser com-
miuada na sentenca com que viesse a ser con-
demnado o goveruador do Estado, fra, entre-
tanto fulminada como consequencia do voto do
Senado, contrariamente ao svstema co sagrado
na Cons'.uigao de 7 de Jun o.
HaVi-ndo aquelle tribunal dalo provimento
ao recurso que inte puz, lendo pur fundamento a
nuidad de leis que rom contraras d Con*titdi
'i, nos termos do citado arl. ., cumpn u meu
dever maolendo-me no posia do qual s legtl-
mente rae podia deixar apeiar.
O governo federal, cuja ntervengao pedio o
CoHresso a que succedeis, recusou-1 termmaii-
temeute, conlmuando a reconhecer-.ne como le-
gitimo governador do Estado da Pernambuco.
O Congresso Federal lento de julgar da rali-
dade de eleigea procedidas n'este Estado, nao
lomando coohecimento da conlesiago baseada
na pretensa llegalidade que lora o luud.imento
do processo em que se me envnlveu, veio corro-
borar os effeitos do ares'.o do Superior Tribunal
e da resposta do Vice-tresidenle da Repblica.
Varias accoes intentadas conlra o governador
do Estado perante a justiga federal, baseadas
amia em aclos por esle praticados e qu; na
opinio da assembla esladoal eram oulros tan-
tos delielos, cahiram em todas as insUncias.
Ue par com esses recursos, que esgolaram, e
cada vez mus decididos a levar por diante o
seu plano de anniquillamento lile al do poder
exeeulivo, nao hesitaran] os apaixonados adver-
sarios d'esie g >verno em langar mo de oulros
mcios quo, anula com sacrificio da autonomia do
Estailo e das sua* gloriosas Iradiges, salistizes-
sera os seus deslierat.a
Conheceis o grotesco episodio Serra Marlins,
sobre o qual nao insislirei.
Conheceis tambera a ameaga iora concentra-
gao de forgas federaes, ordenada e realisada pelo
en o cominan lame do districio militar n'esta
capital, general Roberto Ferreir.t, que chegou a
lilegrapliar ao inini tro da mannlia que ludo
eslava prompto para a minha deposigao. (Ma-
nifes o uustodio Mello, Jornal do Red fe 6 de De
zemoro).
De par com eses preparativos eloquenleraen-
le sugge.slivos paro quem be:n conhecesse a
historia das deposiges de governadores, varios
otHciae3 envolvidos na poltica local, nem s
pregavam abertam cite a deposigo do gover-
nador, como anda, para precipital-a, fomen
lavara os mais deploraveis c inflictos entre pra-
gas do corpo de pohcia e pragas federaes.
Decidido resistir a premeditada aygressSo,
acaslellando-me na defensiva, apezar de barba
ramete assassinados varios soldados estadoaes
n'essas escaramugas indignas, apezar da inso-
lencia com que bandos de.pragas do 2o de nfan-
laria federal affotarara-se a vir espancar em
frente ao proprio palacio do governo a guaraigio
d'este devendo ser como foram repellidos vigo-
rosamenie, nao me fallou todava a prudencia
sobretudo o fervoroso desejo de evitar, em quanlo
a possivel, a guerra civil eos seus horrores em
Pernambuco.
Nao aceilei as provocagOes e nao poupei es-
forgos para impedir que os soldados estadoaes
tomassem o desforgo que Ihes esleve inuila vez
a pedir a impunidade em que Acarara os assas-
sinatos de varios dos seus camaradas.
Para defender a autoridade suprema de que
me achava legalraeute investido ; para manler a
autonoma do estado federado cujo governo nao
p le nem deve eslar raerc do primero ar-
ruaceiro que consiga o amparo das bayonelas
federaes, assim desviadas de sua .-.obre missao ;
para dehellar a desordera e a anarchia que se
procurava fomentar no interior e para fuer
sufficienleraente respeitado, porque lamido, o
governo constitucional de Pernambu o que se
procurava converter n'uma chancellara do mi
nlsleno da guerra, armei convenientemente a
fjrga policial e resist.
Hoje posso dizer-vos que temos a paz em
Pernambuco, mas que temol-a, nao a troco de
concesses e condescendencias que levassem
de envolta a digmdade do seu governo e o bn-
Iho de suas Iradiges, porque a conquistamos
repellindo todas as tentativas que se lizeram
para enlileirar Pernm.bucj enire os collabora-
dores submissos da perversao e do anniquila
ment da constituigao de 21 de Fevereiro.
As deposigOes dos governadores de Sergipe
e Alagas, os ensaios bem sigaificativos que
para esjual rtm se flzeram no Amazonas, Mara-
nhao, no Rio Grande do Norie e aqu dir-vas
nao que nao exagero quando, por esta forma
narro e profligo as perigosas investidas, que a
passivdade accomodaticia a dubiedade na
suprema direegao do paiz antorisaram pela pe-
rigosa applicago poltica brazileira, nos dias
iitticiiiuios que \em de atravessar. do co-
conh^cido conceilo economista lassez passer,
laisuzfalre com que contavam para sua impu-
nidad os agentes subalternos, empreiieiros de
deposigOes.
Nesla siiuago, o ministro que mais auxiliara
os planos tenebrosos cora que, pela segunda
vez, se procurou ensanguenlar o solo pernam-
bucano, o ministro que fomentara e animara as
enlativas de deposigo do^Governador de Per
nambuco, mandando, inclusive, estacioear aqui envolvidos ou nao na revoltanosEslados do Sul.
a cauhoneira Parnahyba, difosigo do fa er- "Foram horriveis excessos' oriundos da guerra
lado General Roberto Eerreira, com menos-
cabo da autoridade do honrado Contra-Almi-
rante eato Inspector do Arsenal de Mannhal;
jo ministro que tao activa parle lomara as
; deposiges des Governadores do Rio de Janei-
ro, Cear e Pe nambuco, contribuindo para o
I morticinio de 18 de Dezeinbro nesie ultimo ;
(o ministro solidario com 03 principaes actos
!do governo do Vice-Presidente da Repblica,
j ministro demissionario candidato presidencia
da Repblica, o eniao ontr'Almiratue Custodio
'Jos de Mello, imsleou no couragado Aqulda-
l) iii o pendo da revolta a 6 de Selembro de
1893.
O objeclvo dessa insurreigao era mais ume
deposigo -a do Vice-presideiite da Repblica ;
s ilegalidades de que o aecusavam, os insur-
gentes vinhim pre'endjr por um lerino cun
uma criminosa Hlegalidade. raaior, muilo mais
grave do que aquellas.
Havendo o ..ongresso Nacional regeitado por
extraordinaria maioria enuncia apresentada
con ra o Vice-presiiente da Repub ica, e ten
do approva lo os 'dos que este pralicara na
constancia do "alado de silio, enienderam o<
revoltosos de G de Selerabio que Ihes era licito
despresar esse inequvoco juramento do nico
poder competente para tomar coalas ao Cheff
da nag3o.
Arvorarara-se em juizes o ex-minislro que
nos coose los do Vice presidrnte tao podero-
sainenle influir para as deportayO**, re'onnas
e demisses que se.seuiram ao 10 de Ab'H, e
os fervorosos pariidanos do golpe de Estado
I de 3 de Novembro, figuras proerainentes na or-
[gia banuaria e no jogo le bolsa aqu se preten-
ideu dar iivre curso com a dissolugo do con-
gresso Nacional.
Esse pengoso pronunciamento explodio a ti
de Seiembao de 1893, ou sejam 6 mezes antes
da elec presidencial que, segundo consli-
luigao deveria ter lugar a 1 de Margo de 1891.
s partidarios desse levante, que s 'eve a
bandelra definida quando ih'a emprestarara os
restauradores da inonarchia, apregara que
aquella elego nao se tena realisado si nao se
houvesse dado o movuneolo revolucionario
1-raquissimi juslificago posthuma, a que se
procura apegar os ambiciosos desregrado^, os
especuladores desahumados e os sonliadores lao
deplo avelmenle embahidos por vas promessas
de faniasiica libertagao.
Os republicanos que lomaram parte na revo-
lugo de 23 le Novembro, cuja victoria resla-
beleceu o dominio da conslituigo, que se pre-
tender a 3 de Novembro substituir pela dicta-
dura bolsista, sabiara, como lodo mundo sabia
mulo antes desse da, qae o golpe de estado
eslava raramente, o que ia ser desfechado
contra o ongresso Nacional,
E todava, as varias reunios que antes de
3 da Novembro tiverain 03 congre.-sist'S amea-
gados, e ent e estas na mais solemne de todas,
era casa do Sonador Jos Smieao, em princi-
civil, mes que s poderiam ter sido praticados
pelos hordas invasoras nunca por quera se
apresentava como executor da Le e defensor
da Consliluigao.
Durante a luta fratecida que se feria no snl e
cujos effeilos se extenderam ate" esle Estado,
tiverarn lugar as eleiges de Presidente e Vice-
presidente da .Republica.de depulados e sena-
dores federaes, a 1 de Margo do anno prximo
Ando.
A inexplicavel demora p r parte do vicepre-
sidente da Repblica na rxpengo das inslruc-
eOei que leara de regular a eleigao presiden-
cial e que por sso devenara ser publicadas
com a antecedencia precisa para que podesse
chegar a todos os pontos do extensissimo territo-
rio brasileiro, levou ao espirito de ramios pa-
triotas o justo receio de que se pretendesse
adiar essa eleigao, como adiadas tinham sido
j por duas vezesi as eleiges de depulados e
senadores federaes, alias marcadas em le ordi-
naria.
Sci nte do que a esse respeito occorria na
Capital Federal dei-rae pressa era telegraphar
ao honrado pairioia.qne entao presidia ao Mi-
nisterio da Indu-tria e Viago, o Dr. Joo Felip-
pe lereira, significando-ihe que o governo de
Pernambuco em inteira harmona de visla cora
esse benemrito republicano nao concordara
com seraelhaute adiamento inconstiiucional.
Neste E-itado, o eleorado viria a 1 de Marco
escolber o presidente e o vice presidente da
Repblica para o 4- periodo a inicial-se a lo
de Novembro de 1891, qualquer que fosse a
deiiberagao do enio vice-presidenie em exer-
cicio.
Quanlo elego de depulados e senadores
federaes que t-ve lagar nessa occisiae bastar
que vos rdembre que, apesar do estado oe sitio
apenas suspenso por lias, correu o pleito n^ste
Eslado em Condig^'S que poderara ser elei-
los varios cidados enlo encancerados como
envolvidos na sedigo que convulsionava o paiz.
tenio a opposigao alcangado a victoria no 1
districlo.
Essa Imlia de conducta que adoptei, de alti-
va independencia |que jamis pedio ou aceilou
o santo e senha viudos das eminencias federaes,
acarretou Contra esle g >verno a maior antipalhia
e m voiitade da parle dos chefes do Itaina-
raiy.
Aps as victorias legalistas da 13 de Margo e
6d: Abril, intallado o Congresso Nacional li-
quidada a questo preliminar do adiumenlo das
su-is ses>em. comegou esle govrno a sentir de
modo nequivoco a presso no governo central
que toda sorte de embaragos suscilou a esta
adminslrago, inlarvindo de maneira a mais
formal e decidida em negocios de economia es-
ladual.
Cidados que haviam prestado os mais rele-
vantes servidos na represso dos sediciosos e
seus agentes nesti- Esta lo foram (lemillidos,
removidos, e alguns esbulhados llegalmenie
das suas patentes da Guarda Nacional depois
de haverem presta lu o compromisso da lei e
)ios de Outubro, nii'gu-'in pensou em aggred ir
depr o Presidente da Repblica alim de
impedir o alternado premeditado, seiio qno se
rjsolven em todas ellas que o movimenio s so haverem apresentado para o servigo durante
ae poderia dar, como urna reivmdicagao da
conslilugo, depois que esla livesse sido ef-
feciivaraenle postergada.
Assim a simples suspeita de que o Vice-pre-
sidenle preten lia impedir a elego de 1." de
Margo ou sophismar a conslilugo para se fa-
zer reeleger. nao justifica a ferocidade cora
que se sacrilioou a par, a iranquillidade e os
mais cuos interesses da Patria Brazileira.
Cora mel ores fundamentos se hereditaria
que, ao contrario de extinguir o militarismo,
vinha anles o ex-almirante Mello lortalecel-o
seno o inaugurar deveras, cora o tortuoso e
violento processp qu) imaginou para substituir
a eleigao del- de argo pela iraposigao dos
can Oes do Aquulaban, de modo que em vez
da escolba do Presidente da Repblica a ser
feila pelo eleilorado brasileiro nos termos da
eonsluuigo, teamos a Invest lura militar do
ex-almirante Mel o em chefe provisorio do Go-
verno Nacional em norae da revolugo.
E assira alcangana 03 seus fins o candidato
ue j nesse tempo adqninra a certera de sua
derrota infallivel no pleito de 1 de Margo.
A noticia do horrivel morticinio que ameagava
prolongar-se enluclando por longos mezes a
patria brazileira ; a furia inconcessa com que
a guerra eml oblitera os raelhores senlimznios
afogando em sangue os santos lagos de fami-
lia e os generosos elos de amisane ; a cruelda-
de que se ia revelando cada vez a mais as re-
vendidas dos vencedores de noje agulando a
ferocidade das represalias d'amanh ; o incen-
dio, o saque, a deslruigo, a raerle, o anuiqui-
lam'enlo de. familias e fnnilias que se desmem-
bravam pela discordia na lucia essa pnngen-
te perspectiva, desconhecida dos brazileiros,
gerou em muitos corages o ardenle desejo de
mflut coniribuir para a par.
Masah lamanha era j a cegueira e o fre-
nesi que forgoso foi, dentro em pouco, esses fantsticos que a quelle governo aceditava im-
ciamenlo nas feslas e ajuntam 'nt03 populares os
batalbes de linna em numero de 2, rresse lem-
po com um elfectivo de 899 hoiuens cada um, e
urna companhia de cavallara
Assim em 1872, 73, 71 a forga policial foi fi-
xad 1 era 899 pragas podendo ser elevada a
1.099, e em 1875-7 subi a 1.409 leis prov.
ns. 1120 e Hti9i; em 18TO o g vernaior, que
enlo exercia funeges legislativas, reslabel'ceu
a guarda local com um effecuvo total de 1451
pragas, poiendo ainda dispor do3 batalhoes fe-
deraes e do corpo de polica.
Amia mais, julgando iosulciente a forga pu-
blica ento composta da citada guarda local e
corpo de polica, com ti09 pragas, e mais 59 de
cavallaria, o Congresso Legislativo, dissolvido
pela revolucao de 18 de ezembro. promulgado
havia em 10 de Dezerabro de 1891 a lei n. 27
autorisando o governador do Eslado a organisar
a milicia civicu creada pela Conuiluigo do Es-
tado, podendo o mesmo governador abrir o c-e-
dit'i extraordinario quo fosse preciso.
Durante o anno prximo Ando nao funecio-
nou o Congresso Legislativo, cuja ultima sesso
annua termnou sem que tivesse havido numere
para eleger-se a mesa.
Divididos ni dous grupos polticos que des-
pendern! todo o lempo da sesso em M hosti-
lisarem reciprocamente, sgoiaram assim a le-
gislatura 8ijn qae livessom podido votar sequer
aa leis anr.uas.
Essa esien idade legislativa maior difficuld 1
de creou adminslrago do Estado, por sso
que j no anno anterior a sesso fra emprega-
da qua*i exclusivamente na votago e inmedia-
ta applicago das leis de responsabilidadc a
qm acuna referi-me.
Eleiio em 21 de Fevereiro de 1892 funecin-
nou durante os tres annos de 1892,18)3 e 1891
o Congreso Legislativo a que sucedis
Nao se considerou essa essa Assembla con-
tinuago do Congresso que fra dissolvido am
segunla a revolugo de 18 de Dezerabro.
Si tivesse vindo preeneber o lempo que falta-
va a este quando foi dissolvido haveria dado
por lindo o seu maudalo em 1893. por sso que
aquelle s uma sesso annua-a de 1891-linha
realisado, restando pois a este a3 duas1892
e 1813 para completar a legl-latura.
A imprensa adversa ao Cougresso Legislati-
vo a que succedeis, certo, que agitou essa
quesij e susientou a doulnna da lenr-inago
do mandato d'aquella assembla em 18)3 enca-
rando o assumpio como si se iratasse de uma
dissolugo constitucional.
Anda mais : o Dsc. que o Gove-nador Pro-
visorio cxpedio era 21 de Novembro de 1890
promu gando a Cousliuigo l'olitca do Estado
preceluou no seu art. 4o < o poder legislativo
delegado a uma camiru de depulados, composla de
tilma membros, cujo mandato durar DOUS an-
uos, e a ouira de senadores, composla de quinze
membros, cujo mndalo d-irara QU Al'RO annos,
e constiiuiro o Congresso Legislativo : e no
arl. 9.- das Disp l'ransil. accresceutou de mo-
do inequvoco : Os deputados e senadores se
reunirn para desempenhar as altribuiges do
precedente artigo ( approvar a Coosutuigo e
eleger governador e vice-governador,) fallo O
que se separaro para funccionar em suas res
pelivas casas era legislatura 01 diara e pdo
tempo canslitucional de suas sesses.
Ou modo que, ainda quando o Congresso
Consiituiule elevasse, como elevou, o tempo do
mandato respectivamente d dos equilro an-
nos a tres e seis unos, essa modificaco, licita-
mente, honestamente, s poderia approveilar ao
Csngresso qu; sucoejesse quille, na 2* legis-
latura, porianto.
Enirelant >, apesar dos protestos ds alguns dos
sens membros o Congresso Constituidle come-
coupor anplicaraos seas mandatos aquella 1110-
dilicago protrahindo-os por mais um e dous
ann >s, persuadidos provavelmeiite do assenti
ment lacilo 1I0 eleilorado, sendo lalvez de lou-
var-se que nao tivessem os dilatado nao por um
e dois anuos respeciivammle, mas por cinco e
dez, por axemplo.
Occorreu, porm, qne houvessem sido dissol-
vdos e que a 21 de.l'evereiro do 1892 fosse eleito
novo congresso. nos termos do doc. de 2J de
Dezeinbro d 1891 e portanto para os prasos
com sagrados na conslilugo j ento approvada
com a modificago acuna referida.
Isto posio, houve quera na imorensa susten-
tasse que o Oongresso eleito a 21 de Fevereiro
s deveria funccionar a cmara e a melada mais
inodern i do Senadoi Jurante o anuo de 1892 por
isso que vinba completar o lempo dos dissol-
vidos, o qual era de dous annos, nao valendo a
ampliago que esses lintiara feto.
Qualquer das duas solug:s aventadas, m-
, portara a meu ver em uma verdadeira di^solu-
a polica u no Estado |do Rio Grande do Norie.jCo do Congresso L;gislaivo, o qual s es-
crescia nesie Estado a ousadia da intervengoj ponianearaent:, por deliberago propina, po-
federal, absolutamente criminosa ejcondeinnavel. derla acceitar tae3 alvltres, nao rae cabendo
Assira qu", por ordera expressa do governo por forma alguma adoptal-os e os mpor seno
federal, era cercada a alfandega e ahi se proce-. que era raeu dever, e lealmente o cumpri. res-
dia a rigorosa busca para descobrir armamentos peitar e acatar a Independen ia do poder legis-
lo io tempo da revolta.
Outros, em compjiisago, q\i* foram francos
parlidanos desta uveram honras militares na
avalanche com que eslas vieram relembrar as
amigas ror.decoragas.
Varios orficiaes, conhecidos adversarios desle
governo, foram enviados para esla capital e no-
va concenirago de forgas federaes comegou-se
a fazer aqui, >u lo sem sciencia do honrado coi-
mandante" do districlo m-ssa poca.
Renovaram-se os conflictos entre pragas de
polica e de linlia, e lo longe foi aou*adia que
por occasio do desembarque nesta capital de
um dos encarcerados que mais atfronias e mais
injurias soffiera dos agentes do Vice-Presidenle
nos enrusiulos da Ilha das Cobras, o ministro da
guerra atrevia-se a teiegraphar ao commandante
de districlo recommendaudo-lh: qu a lodo transe
iinp-idisse pn-turbncoes di ordem publica e garau-
lsse as muftstaces qui se projectavam.
Irrisoria rojominendugo, lano mais nypocn-
ta quanlo sabido que os presos politices era
Pernambuco tiveram sempre o tratamenlo que
Ihes garanta a Conslilugo, nunca se lendo
dado neste E-tadoscenas que se assemelhassera
as monstruosas e abjeclas indignidades pralica-
d-is -ob as vistas doGoverno Federal e reala las
no Cong'-esso Federal pelas depulados Jos Ma-
riano e Lourengo de Sa..
An passo que eram deposlos com manifesia
inlervengo federal os governadores de Alagis
e Sergipe, aclos conlra os quaes proustei im-
raediatamente eraquanto se amiudavam e se
aggravavam os conflictos da forga de liona com
Affonso Duarte Barros, pedindo para inscre-
ver-se no coocurso de 3o oflicial da i* secgo da
Ia subJirectoria desta secretaria.-Inscreva-se.
O porleiro.
Arduas SI afra.
--------------^---------------
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DIA 21 DE MARCO DE
I895.
I-lonano Minervino de Souza, sentenciado,
nedndo por certido o Iheor de sua sentenga.
Ao Sr. Dr. Quesior Policial interino para man-
dar entregar ao peticionario a certido junta.
Manoel Ramos de Mana Gomes, solicitando
pagamento de vencimentos correspondentes ao
tempo em que exerceu o cargo de promotor
publico do Municipio de Alaga de Baixo, no
periodo de 19 fi do raez de Dezeinbro ul-
timo. -Deferido, com ofBco desla data ao Dr.
Secretario da Fazenda.
Marcelino Fonie & C, pedindo licenga para
embarcar gneros com destino ao Presidio de
Fernando de Noronha. -Como requerem.
Enrique Moya, pedindo o Thealro Santa Isa-
bel para dar um ou mais espectculos le presti-
Jigitaco e illuso. -Slm era das designados
pela Inspectora, paga a contribuico do es-
lylo.
Jos Bernardino Correia de Barros, pedindo
o Theatro Santa Isabel para realisar um espec-
tculo em seu beneficio, na noile de 3t do cor-
rente. -Sim, mediante a contribuigao do estylo.
Arcadia Dramtica Julio de Sanl'Anna, pe-
dindo O Theatro Santa Isabel para rcalinai lid
noite de 21 dj correnta o seu espectculo so-
cial.Deferido, mediante a conlnbuigo do es-
lylo.
Dia 22
Companhia Pernambucana de Navegago, so-
licitando o pagamento da quanlia de 2:U>9iod
proveniente de passagons concedidas por conla
do Eslado.Deferido, nosjtermos do olficiodesta
data ao Dr. Secretario da Fazenda.
Forriel David Gomes de Magalhes, solici-
tando o pagamento do forneciraenlo d'agua a
luz que fez ao destacamento do Municipio de
Cabrob quando commandanle, a contar de l
de Agosto do anno passado a S do Janeiro do
correle.Deferido, com oficio desta dala ao
Dr. Secretario da Fazenda.
Gustavo Alberto de. Brilo, pedindo prorogago
do prazo que I lie foi concedido para entrar em
exercicio do cargo de 1' escrivo do Commer-
co desta Capital. Como rtquer.
Jos da Hora Iiaracho, sentenciado, pedindo
perdo. Indefendo.
F. P. Boulitreau, solicitando o pagamento da
quanlia de 26700 relativo a diversos obj ecios
fornecidos Casa de Oelengo. Deferid.>, com
orRco desla dala ao Dr. Secretario da Fazenda.
Pedro Napoleo de Sobral Campos, senten-
ciado, pedindo perdo. Indeferido.
Pelo porleiro,
lcrmeneqildo de Siuueira.
mesraos, se coovencerem dequanto era Ilusorio
o irrealisavel o generoso plano.
Hesitar.Jseria dar ganho de causa aos sedi-
ciosos : que nao havia couverler os amigos
destes em obreiros da paz, porquanto para lies
ludo era trabalhar em proi da turba mulla hele-
r gene a de desencontrados inleresse que se
aninhavara no -Aquidaban.
Para logo, aranera, a neutralidade desfral-
dou a banieira resiauradora, que veio no tope
do navio reh :lde tornar menos vago, mais ela
ro e mais preciso, o prograinma dos sedicio-
sos.
Kloquenliss raa prova de vilaiidade deu en-
lo a Repu dica Urazileira 00 vigor e no xito
da heroica resistencia com que foi defendida.
Em torno do Marechal Floriano Peixoto, es-
quecidos os seus erros, os eus desvarios o os
seus excessos, congregaram-se tadasas forgas
vivas da Nago. era deleza da Repblica.
Adhesmstas que tanta pY^ssa tiveram em
converter-se Repblica victoriosa em 15 de
Novembro quanlo era desconverter-se quando
esta araeagado na sua existencia ; poliucantes
desabusados sera ideal nem credo a que se
houvesseru devolado na preoecupago do bem
da patria, procuraram arrastar l'ernambuco,
pouco se Ihes dando da paz e da Iranquilndade
dos nossos conterrneos, a envolverse na lucia
em favor dos sediciosos.
Enrgicas e prompias providencias que
ad>ptei jugularara no nascedouro a conspirago
que visava t deposigo do governadador do
Estado e. das principaes autoridades federaes,
infensas ao movimento sedicioso.
Gragas a essas medidas pude manter a paz
em Pernambuco e contribuir poderosamente,
seno de modo decisivo, para a victoria dalega-
lldade republicana contra a caudilnagem res-
tauradora.
^>A bravura inexcedlvel da mocidade republi-
cana, o seu fervoroso devotaraento Repblica
constituirn] o escudo indesirucvel em que
se ab' oquelou o vice-presidente Marechal Flo:
riano Peixoto, o qual, justiga dizel- >, sobre
pedestal que Ihe subministraran] os rebeldes
desorientados, soffregos e precipitados, assu-
raio proporces heroicas a que uo ha regatear
louvores pelo denodo e cilma, inflexibilidade
comiue resisti aggresso e salyou a Rep-
blica.
Pena que a victoria fosse deshonrada cora a
criminosa matanga era que eslupidame te sa-
crificou o brago legalista a tantos brazileiros
portados claudestmamenle pelo governador de
Pernambuco.
Eram transferidos para longinquos pontis of-
Aciaes conhecidos com infensos s deposiges
de governadores e, entre estes, o honrado com-
mandanle do 2. batalho, o patriota coronel
Manoel Thom Cordeiro.
Finalmeate, lo longe foi a pretengSo de su-
bordinarse o govaroo do Estado ao quartel ge-
neral, mao grado a conduela digna e correcta
de alguns dos chefes dessa reparugo, que por
occasio do desforgo tomado por alguns cida-
dos contra um obsceno e asqueroso pisquira,
ouscu o ento general commandante do districto
vir pessoalmente ao palacio do governo do Es-
lativo.
Assim, pois, o Congresso Legislativa a que
succedeis exerceu o seu man lalo duranie os
tres annos conslilucionaes sera cogitar por for-
ma alguma da existencia de um congresso an-
terior, firmando, portanto, a doutrinade que um
novo perodo poltico se iniciava aps a revo
lugao, sem a mnima ligago com o periodo
ainoualo ant.ror, revolucionariamente cancel-
lado.
Nesta* coddiges, o Congresso Legislativo
elegeu na sua sesso de 7 de Abril de 1892 go-
vernador e vce-governador para o quairenio,
que ento coraegava, para o poder exeeulivo,
nas mesraaa cohdges em que se iniciava o tnen-
no legislaivo, o qual leudo sido pjlo Con-
tadoiomar satisfagese araeagar ao governador I greso a que succedeis esgotado em tolos os
de pr-se frente das suas Iropas para prov- res annos que o compem firmou ue modo ir-
denciar como lile pareca acertado! reductvel o termino do mandato presidencial
Compreheodeis que para ropellir com a ne- na data de 7 de Abril de 1893, decorridos se-
cessana energa lo estultas qnanto injuriosas melhantemenle tolos os quairo annos que o
pretenge3, mantalo na devida altura o bro consumera, a contar da posse do vige-gover-
de nossa trra o a digmdade lo cargo em que nador (arl 45 da Conslitugo do Eslado) em 7
estou investido, foi imprescindivel que armasse!(je Abl de 1892.
convenentemenle as forgas do Estado, augraen- As cerebrinas interpretages era que se an
tando-as quanlo se fez preciso nas emergencias dam emraarannando pouco sisudos opposicio-
a que venho de referir- ne.
Das despezas que ento live de fazer, abrin lo
crditos extraordinarios e supplementares, dou-
vos ora rigorosa e minuciosa conta no bulanceie
que acompanlia a presante mensagem.
Veris que lambem contribuio para o augmen-
to de despezas com o accrescimo de pessuai. que
njotivou, o facto de nao lerem podido rautos
municipios organisar a sua guara local, tor-
nando-se necessario que o Thesouro do lisiado
eslipendiasse pequeos contingentes de paisa-
nos armados, prepostos a guara das cadeas e
subordinados aos prefeitos.
Essa providencia lornou-se tanto mais neces-
saria quanlo seria impossivel dar de forga poli-
cial, destacamentos para lodos os municipios,
sob pena de ficar o governo do Estado nas con-
diges em que se enconlraram os de Sergipe e
de Alagoas.
Em a mensagem que a 6 de Margo de 1893
aprsente! aos vossos antecessores demonstre
minuciosamente que esle Estado nao poderia
ser poiiciado apenas com 609 pragas, qne lal foi
o numero flxado oa respectiva lei de forgas.
Lembrei enlo que no extincto rgimen a
provincia tivera forga policial muito superior,
quando certo que podiara ser erapregados nos
servigos raais importantes, e consiantem-snle o
eram, em deslacamentos no interior e em pjli-
nslas, na sua maior parte cmplices impeni-
lute3 do golpo do Estado de 3 de Novembro. que
se rec sara a acceitar os off'.os de revolugo
de 21 de Novembro, estou que pela nanida.le
de argumentago e absoluta falta de apoo na
le mal vos merecer o passageiro reparo-
Estou certo de que cuidareis de confeccionar
com o criterio que de esperar, a le eleioral
que regule a escolha do meu successor, a qual
devendo ter lugar quatro mezes antes de fin-
dar-se o praso presidencial (art. 48 u lco da
1 onstt.) haver de ser marcado para 7 de De-
zembro do corrente anno.
Porso assegurar-vos de que nao pouparei ex-
forgos para a leal e severa execugao da le
que para esse fira des volar, de forma que a
verdade das urnas escrupulosamente respe -
ta.ia possa Iraluzr por modo inequvoco e n-
contestavel a vontade dos nossos conterrneas
na escolha 4 govaraador e vce-govcriador
para o periodo de 1893 -1909
(Contim).
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia, 22 de Marco de 1895
Joaquim Benevides Rapozo, pedindo a 1" di-
rectora aeutrega de documentos.-Sim.
DEPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DIA 19 DE MARCO DE 1895
. Sopeiinteudente da estrada de ferro do Re-
cife a S. Francisco, pedindo pagamento de pas-
sagens na importancia de 393St.O concedidas
durante o mez >'a Janeiro ultimo a di versos
funecionanos.Discriminadas as conlas requei-
ra secretaria competente,
O mesmo, pedindo pagamento da quanlia de
157170 de passagens concedidas a forga pu-
blica durante o mez de Janeiro ultimo.Diri-
ja-se ao Dr. Secretaiio da justiga e Negocio- Iu-
riores.
Manoel Dias Corre a, pedindo restituig) dos
documenmos cora que msiruio a peligo relati-
va a dispensa do mposio de declinada casa de
laipa n. 1 A, sita no lugar Sanl'Anna, do P050
da Panella Ao Sr. Dr. director geral.
Henry Forst-r & C, penindo certido de
una infonnacao prestada peio Dr. inspector
da Alfandtga sobre a restiluigo da quantia de
7:3395760 que pagavam, proveniente do mpos
lo de 30 ris por barrica de farinha de trigo e
2 / sobre o valor offlcial da tarifa.Informe o
Sr. Dr. director Geral.
Dia :0
Dr. Ferreira Leile & 1;., pedindo para set
encaminhado ao Exm. Sr. Dr. Gobernador do
Estado a peligo era que recorrem da deciso
proferida pelo Tribunal do Tnesouro -que negou
provimenlo ao recurso que inierpuzeram da de
ciso pela qual o Dr. inspector da Alfandegj
julgou procedente a apprehenso feila em 8ll0
saceos com assucar branco per:enctntes aos pe-
ticionarios c vnidos As Goyanna a boido da
Barcaga Nova II. Achando-se por diversas de
cises proferidas pelo Dr. Governador do Esla
do reconhecida, de accordo cora o regulamentos
existentes, a competencia 1I0 Dr. inspector da
Aufandega para julgar em 1* instancia dos pro-
cessoa de apprebensai e nao existmdo tambera
nenhum dos motivos allegados no art. 14 do
Itegularaenlo de 29 de Novembro do armo pas-
sado. os quaes podem dar lugar ao recurso all
estabelecido, e ainda mais sendo o recurso in-
lerposto em virtude de deciso proferida pelo
Tribunal do Thesouro, poder competente para
conli-iCer do processo de contrabando eoc ulti-
ma instancia, conforme o / art. 15 do citado
Regulamento, deixo de encaminhar o prsenle
recorso ao Exm. Sr. Dr. Gnvernado do Eslado.
SECRETARIA DA INDUSTRIA 2' DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Em23 de Margo de <8.*
Dr. Alvaro Telles de Metieses, pedindo exa-
minar, e approvar o seu preparado denomina-
do Xirope Vegetal PhosphataJo. -Satisfaga as
condigoes 6 e ti da Tabella.
Costa & Rocha, pe lindo para oxammar caf.
Ao Dr. Ajudante para examinar.
Secretaria da Inspectora de Hygiene do E--
(ado de Pernambuco, em 21 de Margo de 18t.
Apolinario A. Meira Heuriques,
Secretario.
EXFEDIENTE DO DR. SECRETARIO D 1
FAZENDA
Requeriment despachado em 21 de Marco de
1895
Antonio Joaquim Casco, pedin lo certido
de una peligo relativa as anur .'ades da casa
n. 25 da ra do Bom Jess.Informe o Sr. Dr.
Director Geral.
RECEBEDORlA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
$ Despachos do dia 22 de Marco de 1895
Antonio Caelano de Carvslno, Silva & C.
Amonio de Hollaada Cavalcanie, Joo Bapti (a
Ferreira. Informe a i secgo.
Manoel Freitas da Silva.i.erlifiqU'-se.
Magdalena Masulla.Informe a 1.* secgac.
Emilia Mana da Conceigo Informe a
secgo.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
I.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO EbTADO
Despachos do dia 22 de Mirc> de 1895
Alexan ir Alberto, Antonio Ferreira de Car-
valho, Aolonio Jo Moreira Gtm ', Antoaia
*.
I
-
.

*^m


^H

^
Izarlo de Pernambuco Domingo 94 do Har$o d II 8^5





-
Rodrigues Tavares, Bernardino Ignacio Gui-
maraes, Eduardo Caodido de .Oliveira, Igoacia
Mara de Jess Paula, Juliaua Pereira da Cos-
ta. Leonel Olegario dos Santos, Saota lasa de
Misericordia, Gabriel Dias Monteiro.-Informe
0 Sr. Dr. administrador da Racebeloria.
Cesario Barretto Carneiro -Campello.Certi-
ique-se.
Ignaca Josepha de Jess, Fielden BroUier
4 C, Jos de S Pereirn. Informe o Sr. Dr.
Sub-director da Contabilidad.
O protocolista.
Francsio Milina Frrreira.
*--------------
Que tura Policial
Secgo 2." -N. 61Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambucu, 22 de Margo
le I89>.
Ao Sr. coronal Dr. Julio de Mello Filho, mui-
:o digno secretario da Justiga e Negocios Inte-
"iores.
Pa.-ticipo-vos que hontem nao foi rocolliido
odividuo algum na Casa de Delenco.
Oinraunicou me o Dr. delega lo do 2. dis-
rislro da capital qu tirado seiencia, par nler-
nediO Jo subdelegado do districtro do Espi-
heiro, que naquelle lugar se dera um incenuio
io dia'iti do corrente, na casa de propriedade e
esi lencia sle tuna mulher condecida por Bella,
jue Ihe 'oi apresenmda pelo mesmo -ubdele-
jado, para, aln se dirigi na larda do mosmo
"lia a'tiin de verificar o Cacto e apurar a respeito
:oda a verdade.
L chegando: rateo do indagar como se dera
o incendio da casa era que morava a referida
nulher e iuqueriiido diversas Bessoaa, inclusive
Manoel Alvea de Oliveira, Jerema* de Azeve-
10 Helio, Arnulplio Souto Maior, Belchior da
lama Lobo, Manual. Borges Leal, rlonano Pes-
soa Valenga e Augusto Mendes foi por todas
das informado da que Bella mulher de mos
mstumes, mal vista e odiada por individuos de
jaixa coudu--i da loealilade, nao se podendo
aflirmar -e a incendio fui ou nao casual.
A pretina mulher nenlium esclarecimento
leo aquella autyridade de modo a nao se po
Jer verificar se a nlguem cabe responsabiliade
criminal.
Saude e raternidade.
O Questor,
Jos Feli;>>e Sery da Silvi Filho.
Secgo 2.>'. 65 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, era 21 de
Marco de 1893.
Ao S coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secret rio de listado das Negocios da Justiga e
.Negocios Interiores.
Participo vos que foram liontem recolhidos a
Casa de Detengo os seguiot es individuos :
A minia ordem, Uraciliano Queiroz do
Nascimento e Francisco dos Santos llocha re-
mettirtos como sentenciados, pelo Dr. Juiz de
Direito do municipio de Limoeiro ; e Antonio
Jos de Ailwyvla, por crime de. deilrainenlo,
remetti !o pefo tbdelegsdo do Recite.
A'ordem do subdelegad) da freguezia do
Recife, Jo-'o !'aulo de Sant'Atiiia, cuno gatuno.
A'ordem do subdelegado lo i." districto de
S. Jos, Amonio Francisco de Paula cuino de-
sorleiro.
Sobre a epigraphe Tentativa de as-=a sina-
to publica.!* na (bina A Ci lade datado de
21 do corrente, coinmunjcou-me o subdelegado.
do l.'districio da Boa Vista o seguale :
Subdegacia lo i. districto da Boa-Vista,
em 23 de Marco de 1SJ5. .
Ao Sr. Dr. Jos P lippe Nery da Silva li-
Ibo, M- D. Cuestor Policial do Estado.
Lendo a A Ctale de 21 do corrente, do
pa-ei. sol) a epigr plie Tentativa de as-assuia-
to cora a noiicia de ler sido aggrelido na ter-
ca-feira. t9, o Sr. commendador Maia, quando
vindo da ra da Imperatriz atravessava pelas
11 horas da nno'e, o becco dos Ferreiros em
companhia de S. Eima. familia.
Em abono da verdade venno informar-vos
O faci tal qu il se den :
Eslava en na refer la terca-feira polician-
1o com quatro prng is e um sargento as ras
deste d\slnct > e vin lo da ra Princesa Isabel
eocontrei-me na ra Sete de Siembro com um
companheiro de reparucSo, a seguindo com este
Mpraeasao chegaru esquina da casa d>
commendador Cuperlino si aproxmava de nos
o commendador Mala e eu, por con ;eeel-o, dis-
op ao ompaiih.Mro aili vem o commendador
Maia.
Nada maia se passou, seguiido o Sr. rom-
mendidor, para enjo criterio appello, o seu des-
tino e eucuiiliuiiei a policiar. Saude e frater
nidade. Assiguado) B. S. Wallace C. Meira
de Vasconcellos.
Saiide e Iraieriiidade.
O Questor,
fot Ftlippe Stnj da Silva Filho.
DESPACHOS DA l'REFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO Da 22 DE MARQO DE
1895.
Anto 10 da Cmara Braga, Firmmo Tavare
Mumz, Jos Lopes da Costa, Loyo & Amorim,
Ignacio Alejandrino Caneca. -Indeferido.
Malinas Gomes Fernandos, Manoel Alves d
Mene/es, D. Adelaida Mmervina de M. e Silva,
Joao Bapti*U da Silva Prxedes.Sim.
Derby 1 luo de i'ernambuco. Coiiio requer.
Severiuo Manoel Fernandes. Tendo proce-
dido ajusta, lednsido a termo de contracto, nao
pode Ser allelldl 10.
Januano Jos dos Santos Bernardes. -Defe-
rido, assigoando um termo que garanta a Mu-
nicipilidade.
Adao Joo dn Ohveira.Sim, observando
advertencia do Dr- eogentwiro.
Maior Uanueaeffildo E. It. Monteiro.-No
tem uaar o que requer. Mantelillo o despacho
anlenor.
Bachare! Joao Vivares Pereira de Lyra Fi-
lho.Sun. as- gnando um termo que garaula
is direilos da Municipalidade.
Eugenio A. Silva Olivaira.- Satisfaga a exi-
gencia do Br. engeobei o.
Manoel Jos Miiims. -Deferido, sujeitando-se
as r-xigencoS coudas no parecer do eogeobei-
."0 Municu.a1.
Ribeiro (iuimaraea & C.-Satisfaga a exigeu-
:ia do Dr. .'iigeilheiro.
Major Calixto J >s i.e SfeHo. -Indeferido, em
vista da informacao do Dr. engenheiro. O sup-
licante se quer fazer os reparos necessanos
Mgeiie-se as exi^e ciaa da le.
Adriano Campos. -Satisfaga a exigencia do
Merintendeute da Hv;ieiie Municipal.
Jos Anlouio Moreira Jnior. lodef rilo
pela informacao.
Zuimira Adelaida Bandeira de Mello.-Con-
sede-se em vista dos pareceres da Superinten-
icncia e Inspectora do llygiene, assignan lo a
peticionaria o leriuo indicado ao parecer do
MBBjerinten lente.
Salustiano da Silveira Lessa. Tent o sup-
ilicanle excedido a? dimenses da obra conve-
lida, pague a differeBO do Imposto pelo ac-
ONMimo de obra, ergnendo a mudigao indca-
la no paree r do engenheiro municipal.
Manoel Rodriguen Alves. Certitlque-se.
Antonio d > armo Almeida, Jos Raposo de
lliveira, Francisco Manoel da Silva, Figueiredo
c Mendonga. Deferido.
Antonio Fernn les Teixeira, Jos Carneiro
Plgueira, Joo Pereira do Nascimento e Silva.
-Sim, de accordo com as exigencias do Dr.
meenneiro.
Rjqu'Jo- Paos Barretto, Vicente Palermo
^ C, Hartins Cardos" ft C Como requer.
Joo Prancisco de Souza.H-se cerudo.
Servindo de porteiro.
Innocencia E. Maia.
ESTADA i)A ISLU*
CAPITAL FEDERAL
Datas ale 19 do correla.
No Jornal o CorntnarciOa, de 18 l se :
O geve-no yolngoez escolneu na llur dis
.ettraa e da uoiU'Ca do reino o r. presentante di-
alomaM'o que dea ?if ao Brasil eonuoaar a-
elagOea offiia its por alum t^ipo es'.ive
rm i.'.e"'' m.'' '-s eot*e os dona paites.
Nao ro ii o receb>r oaoicor p.-ova de satis-
faga) ce.m q e e^colflno alm mar o retiAbe
'eciTfn u o; harnouia, ennflaaca e reBpuo -.oe
empro fx':t' u entre onoos pjv^s ra o .
O conselh'.'ro Too ra Ribeiro 6 na nonn qae
-e pode <\:z-t > >I r no Brasil, cine c-megoa
4 aer con :- s >1p|c:u*.'& estropnes do
D. J.ytn U-poiB 10 eapoema publicado em
l8i, seo p m iroso livrode poesas Seis q-ii
i.assaB" paittro'j cu loJos os re.aaUs do Ujb?o
paii e raras aero hoje as cidades do ioterbr
onde-ao ae leaa uuvido recitar os cada ociados
tersos da Judian.
A Inhncia de Thomai Ribeiro passon-se ni
reftiao "ampeziaa de Pa*ad di Goota, na Heira
Alta, ora do pontos oais en:antado.-i da Por*
logai. Fji naqoela atmospnora baligoBa, eule-
vado pelo* varaos de Virgilio que comegou a
(armarse a alma artiatica do caaior de D.
Jayne.
Nocido ea 1 de Julbo de 1831, Tomiz Rt*
beiro dtixon pela pnruelra *e* aoa trra na^at
pira ir rt sa.iir em Vixo, onde devia concluir os
estndos preparadnos. Dab passoa a Coimnra e
eu-eton seo cu-so de dire:to o. Universidad''.
Soa v:da academ ca oa> (01 das mais cal as.
En 185, noave na valba cldade portogueza urna
jieno'ave insurreigao aecolaatica, em qne o
jeta s- vioeovolvido, na soliJarielade com os
-j i-gjs. Ni aooo 8egatnte rioalisiv. o' seas
e-uudes e vol(aa ella i Parada de Goma, dei-
xaaCo oas recordices da Facotdade e as fo-
i >s ac^micas as melb^res pruvas do sea mere-
imro'.o.
uois de t8r sido adaiinistrador. de um coa-
sel 10 viBinhj, oj eteitores de Tondelia proroo-
veram e cooasguiram elegel-o aepoiaio geral.
Seus dotes de orador loramrHvelisdos na cmara
por doas oragOes celebres, orna sobre as coogre-
ga08i relieisas e ootra x:iusivameote polti-
ca em respjsia ao scarsaua cor Fixado ex Lisbo---, ligado ao partido regenera-
dor, os grandes qualidade* e raro merecimeu-
to lugo ihe asaeuuraram es melncras pos:coes
oa poltica e na a immi'lragSo. A Aceaem:a
Keal de Scieocias aOrio-lne tamocm assoaa por-
tas.
Gjiernaior civil de Bragaoga, secretarlo ge>
ra do overno a 1 j \u fjram cargas de oicio
na carreira administrativa. Conot-lne depois
um lugar oas conselbos da corj. com a pa-ta
da jiannna. Qam 10 o visconde de Sania Mont-
ea ^(01 cbam** para precei t .r dus pr n:ipes,
l'uomaz H beiro ecceedeu-o na dueegao gerai
do mioiste 10 da jnsiigt.
Ms t'.rde p<*>maram-no goveroador civil do
Pono e em 1882 coobfl Ibe de novo, como mi-
istro ao reoo, ocn la^ar no abioe'.e;Portuguez
a qne aiod* volion em 1801, com a pasti aas
otras publicas, comuiercio e tudusTa.
Si;U8 encargos poliiicos e admiDisra'dvos d?i-
xaram-lfte sempre tsmpo pa'a o cultivo das tet-
ina e o doce onviv o das m03as Seas llvron:
Jornadas* (larragao de viagen), India a.
Festa e Cariaade (noeraets), A Delpoina jo
M)', 0. Jytie, Sons que pos m, Vesperas, Uis-
sunnci*4* (puolicagao eiu 1891), Hi tona da
Legisiago Lioera'* (em 3 voinme?; e o opu-
culo Miguel, sua reaieaa e o empreimo Au-
i:caaa JesnKet sj elementos primorosos Ai Ut-
teratara portotrueta-
Al o .ioj tnumpeos poeijcj e pclitico?, Tflo
maz Ribeiro tem IradicOes nonrosissiaa* no
fjro oode defeudeo doas cansas uuiu celebres
em pormgai Ocrim- di:ua Formosa o o c
alteres Mariobo da Cruz
uciei- ueste ..m-:iai. Taomaz P.ibeiro sus-
teatju qoe se Iraiava de um rresponsivel. de
uo) Ge*eueraio, mc^narjieoto na pralica do cr-
me. tra a primeira vez qoe om grade jury
soiemue se f.s\a em Portugal, urna expo.-ig
la.i oovas iQconas de direo crinoal.
Ji venj os leitores que o n vo Miniat'.o Po-
tagmz om oos jo ueus mais etDiaeutss de
sea piiz e 1 sua escoloa representa o alio opre-
co em que o seu geverua tem o estaDelcciutU
10 O mesma jornal addicljuoa:
t. Asiis Bftfzil. nomeado mir-ijtro do
rJrastl em Po tugal um eos Orailieiroi qu
DMib te lea dislmgaido na njva pnase p-liuc;
qne a'.ravesss o paii.
N,s;ea em 1857 na cidad^ de S. Gabriel, 00
Ro Graoae do *ol, provincia onde fez sens e:-
mdos preoaraiorios. Em 1878 matnculon-s
na F-i-nldade le Direito da S. Pao, receben
do cinco uaos maia tarde o grao d9 basnara'
em tctenelM jurdicas e soc.ats.
Sua vina acadmica ioi das mats notaveis em
seu lempo. Batanante sudo, retraindo, cou-
aerva o leaipo 'estaue de seus esiulos e--
ola'es a p-opatranda do3 iirloctplos republi
dius. Rtd gla a Evoiav.; e escreveu doql
litro* inier>-sanies. a Historia oa R>publica Rio
lirandeo-e e a Repuoiic Federal, qnd tee grao-
je vuiK^nsacOo.
v*oitauJo o Ku G-anle cjnie;aio sor eletto
, pn.uer dei-uiaio jirov'cidl repnb'icano, e o
u na anseiobiJ, onde t^ve de sustentar discus-
es no do :r. S;l e/a Martla?. Po- seo postigo o-
ire o corr.iK10ua.-rus pjlitcjs, fji ee-lo -e-
BreseoUate do yariido republicaoo rio-eranden-
s 00 Ciaaresao que em AOril de 1889 reuaij
se era S. Paum.
Pro-lana' a Rpnblicj, fji poico lempo de
pois boxeado costo ministro em 8aaos-Ay
e rna.s tarde eleito depoialo Constituiot-,
ju'.e licou memarare sua dec'a-ago de vo'o
dfn favo' do Sr. Pro (ente de Maraes para Chefe
,10 Estado, cootra o Marechal Deodoro, era elle amigo psssoal. Nes-e documenta a Sr.
I.bss Braz:i vaicmaria, que o marecbal seria
funesta a Repblica.
Para cornbier o golpe de Estado e tambem e
uoverno do S'. lalio de Castilnis, d" qaem
ettoba.iQ.pOr. Assis Braiii. toman parte aetir
o na revoiocao levaoada a 9 de Novembro de
1891 no 60 Grande do Sal.
Uooj a ic'.ona deese movimeito coube Ibc
am lugar na Jonta Governativa do Es'ado, que
rnais lar le deixou para que o ooder fosse cjq
:en rario naB maas da general Bsrreto Leu*-.
Foi de novo pira Buenos-Ayres nwno Mi''
tra, onrilrando, ba doos.auoos. o sea livro D;-
morjraca Rtpre?entatlva, qne fal tradnzida c
epaobo'.
go erna passada nomeira-o ministro na.
Chirift; sendo exiincia a MissSj Especial nato.
11 Celeste Ira nene, fieon o Sr. Ass's Brazil em
ii-pjrabilidade, aproveiiando sua esuda na
E'ar.jpa, onde ainua se acbava, para percor--.
em a^sseio, varias paizes do velbo mondo, S.
Site. esM Man na Fraoga, doole pirtiri, u
lempo, para LsDaa.
Na stssa e >!oningo ;7) no Institi,
Bietorlco e GeoraDb!CO Brasilelro, foi apresa,
ta 1 a .'iRoraie p-opo-ta, pelo Dr. Alfredo N -
cimen o, oradar da Instltaio, sendo ass!gnad<
ojr tod-a os 30Cios presante; :
C-oclm 10 nojs a mangar-cao dn nos^os
tr*ikeU*oa ato anoo coa a realissgao da faca
jltamenie jnlricativo na nossa historia no! 1
ci, cavo o retabelec.imenio das relagss di-
DiomatiCM entre a nossa patria e a soa amiga
netropaie, proromos qoe se registre nos noau?
anaa> o sentimento dejnbilo que tadas txue-
nmenihuo* este mamea'.o ao spertar de nova
1 (Da MaifEi que ai viciasiindes das lelas Ira-
- el IM fize-t:!i abandonar ; e bem assim qo^
Base a'ua seja rettemorado aceitama-se era
no-so cerni como socia banara*io do Iosttto*
te, esse que, na qoalHale de ministro do reina,
b nleira da paz.
O rau > de oliveira que Partaeal nos enva
auasi des5p:!are're no meio das coras ;le looro
rjne ornara aquellos qoe o vem coolusir, e o
lasutom dando ing- sso em seo recinto a esse
rnensageiro, presta bomenagem a um dos mals
ilustres representantes das latirs lazitiaas.
norqae a petria de Cmes aqai vem ser repre.
sent da n.messoa do emidente poeta o conse-
Ibeiro Tnomaz Ribetro, cuj nome basta para
iodo dlser. so'emoemonte firmando tsta pro*
past.
A Directo-ia da Benemrita Asso^iagSo
jycea Lit'.erano Portagner, em reaoiao reahsa-
da anie-inqiem, resolven ir iaccporsda receber
o aovo ministro ponozaez, eoaielnelro Tilomas
Rtoei'O, acjeado jonto ao Governo Brazileiro,
e que pela im; rensa fosse-m conviladas qso
cios do mesrto lyceo qae qoizerem tomar parte
na mantfeatagj com qae deafja pateotear po-
olicimenlep jobilo qoe aelma a mesuja asaacia-
5S0 ao ver de nova a frente da operario coloni,
po-tOi;oex'Um cnefe pres'.iioso e otaeio de se -
vigos aos ao Beaemerito Lycea de certo se associa-
ro todas as associages portogoezas desia oapi-
t-.l para o coudigoa recebirneum da aovo mi-
nistro portigoez, o illostre S% Taomaz Ribeiro.
__ A directora e o eonaeino deliberativo do
Gabinete Po'togoez de Leitara resolva'am ma-
nifestar o seu regosijo pela reeonetiiacao oip'.o
matici do Brazil e Portugal nom^aoda nma com-
miesao para compinen ar o Sr. presidente da
Re oalica e seos ministros o S'. consol porta
a-iz e o Sr. enraregado dos negocios de Iagh-
(erra ;. expedir telegraramas de congramlaco
ass Srs. ministro dos- negocios esiraogeiros de
di Portugal. Dr. Aists Bnzil e co'aelbeira Tba
maZ'Riforo.
A commis'a compasla do presidente e !
secretarlo da assocagio e de ora memoro do 12..6ii.0O) as convertidas
conseibo deliberativo den booiem, comeco d-c, ao jo.-o era onro, a !:18'JC00
execogao ao seo mandato, visiUado o 8r. mi- rana nma 22.i)o5|inl
nistro das relacea exiariore, e admo para b:>w Na-o eup-estimo de 1895 lOo.ouOiOil
a sua visa ao Sr. presdeme da Rspublica,. qae ---------------
nao deseen baotem de Peiropolis. ; Ah 'eno.', pois, o total de ou9.3d:9a()<
Depois qoe a commissao ttver tido a bonra p>; ne ui*i !a fundada, para cuja amortiiagia gra
B9r recebida por S.Exc, comprimeaiar iodo o dual o Gover.ao oeve tratar ; Externa de
miaiaterioe p-o :u>ari o S G. Greville.
Sao estes o telegrammaS expedidos pela Di-
rectora :
Ministro negoegocios eatrangeirosLisboa-
Gabinete Portagnez de Ljuura coogratcla-se
co 11 o Gaverno e a nagao pelo reslanelecimeo-
to das relagOes diplomticas entre portogai e o
tirazil.
Dr. Assis Brasil Legagao Brazileira
ParsGabiutie Porlnguez de Lellora sauda V.
Exc.
Gonselbei-o Tbaroai Lihelro Lisboa-r *
Gabinete Porlngnez d< I,-alara sania e felicita Iuterao
V. Exc.
O Sr. coi sol geral de Pcrmgal teleraphoij
oo da 18 ao seu Governo pedlodo para apre
sentar a el-r- as congratuiagOes da colonia por-
terneza pelo reataras ato oas relagoas diplomti-
cas entre Brazil e Portugal, nos termos em quB
lbe foram lsvaia; pela comnfseao do GaDioete
Paricgue de Leitnra.
O Sr. Dr. Carbjs deCarvalho, ministro das
relagOes exteriores, foi no da 18 comprmanla,
do em sua S -creuria per S. Exc. o Sr. general
Bernardo Vasqoes, ministro da guerra, por mo-
lino do restabe.ecimenio das relagOes diploma
ilca* eoire o Brazil e Portugal.
- Pela mesmo moiio comanmeniaram tambera
a S. Exc. na mesma Secre.Uria a Directora do
Gabioeie de L-itura Pjrtuguez, o Sr. cnsul
geral de Portugal e outraa pessoas.
m
Seguodo a laXd prescr.pia na le de 1827 deve-
na o T.'i"sonro Mluar a eesn lim a eomma ao-
nu;i de 5-09 :3DJ/. Nto serla em lempos mals
normaes non un minia pesada.
0; tres empreatixos eneros, ora vigentes, e
os erapresmo* internos ora ouro, exigem ai-
tiamit-nte a eegciiie amor'.'zagao, qne o Gover-
no tm fetta com reguitruada :
de
1893
1888
4 889
188
1379
Total
33>:010)
1.6i3:000)
La. sis.
43.99.1
62.973
99-180
215.000
\ aiuortisacao da divida pu-
blica
(Do Jornal do Commercio)
Em 11011803 artigos publicados nos dias 4, 5 e
6 do correte eremos ler mostrado qoe :
1." A Li de 15 de Nateobro de 1827, creand >
a divida uacioaal, invocada, comn estando em
vigor, pMo recennssimo Decreto do emprestim
de lO.COO.OOO deu providencias Dar a amo--
Ifsacao gralual da dmaa poolica, entretanto, de
1840 a esta parte, e sem itotivus juaticave
tem sido consideradas como obsoletas ; de mo 10
que de om total de apolices, em moeda curren e,
de 401.597:000* eraittilas st esle anno, s-----
3.1<00:0"O orara ;>m,risalas em irinae da le
vige .le ;
2. A amorizag5o, ent-etanto, tera-se enefiua-
do 860>pre regnUrmente oas apolices em our ,
quer as emitidas no extnnor, qu-r as dos era-
pre8timu8 internos de 1868 e 1879 ; fomeoie ar-
de 1889, que anda se cn^m uo mercado, Gao
tem sida reegatadas nem o referido erapre-neno
fo- j'tc-.u logado r.o coamado G nae Lsvro de
di 1 a
3.*Qe independentemente de ter a Lei de
1817 i>rl* -. tola dva eoMiotoa -BeptwMt*
Ci. foa'i-osigi/, reifltiva eo eancellameolo
granul da 'itiia iu e-na foud&da, na mais ea
i poltica coma o p-oario bv.m senso e o rao o
1 oteode a grande mao/la os Estados, inclusive
aqneile.s co.ias e-iugas s3o geriaas com mais
pm e !d(. S < Frauga nao amortisa regolar-
m o'e toja u tea divua, e se 'i p.mco nao o
a/, a Austria, e 8" as circomst3DCias da llalli
a> a i-ruil leui consignar lerD* org^m- uiari
p!-a esre tira, todas as dea)ai3 uacioaiida'i'-s e
g,-au les colonias modernas am-rtizam regola -
meuta saas dividas, comegaodo pela Gra- ireta-
uba e todas s depeoaencias ao <-ea graaie ira-
pr- io colonia'.. a:e a Velna P-USria e a Blgica.
Is.o poste, e tea 10 na mostrajo qoe tapien-
ii-a posioao ofto leiiam ase livosaerata caso*
pru ti riscj a Le de 1827 corap'e-nos cb-mar
a atiengo do President da RepoMica e do Coo-
gr i -o, para proseguir::? imm p-aiicas era io
ni llora abandonadas era 1840. J> no 1891 o
Sr. Or. Rny rlatbosa, en'ao luolsiro da (aseada
i-.nfDou aiteo(lo par a neeearfJades da amurti-
z.en.i ciloa varios escribi'ea americano! que
upinao q-ie ella da maior importancia pra
eanemia nis oespezas e na-a a sua justa Haca*
lieacj pelo poo que contribne para ellas. E
se li-ra qa o lloalrado Mnistru t.veiae propos-
10 ima fa^mi de an.oruz..goque te toroou ine-
xeqaivel bbi ficou o sen elotjaeote prol>-sta con-
tra o nostc euii8cuiar e culposo deleixa era
re eso a este assnmpto.
Bem diaae elle:
A poltica na perpetuida'e Ja divida de E -
lado pesa desastrosamente -obre o paiz, e es-
prCialmeato aubre as e. onornias das cas.es la-
Danesas, nao i esttrqaindo ao pcblico em ge-
ril muro mais do qce o Tnesooro receb, cona-
p-mndo forcadamente ce'tas classes d i parlo
"> prodar.io do seo trabalbo, em beneficio de
iu ras. Allegaem embora qn a disida publica
neoreseo nnnuaimeate pela deprecitgia grad"..!
no valer da unidad* monetiria, na qual se e::-
0 lujem as oongagOe--. Esia eonsiderago alio-
de a nma influencia demasiaaament I ma no
seos rer-uliados.
frirterro 'eai demonstradr) qae nmn dlrida
como par exempio. s das Estados U iido-, po-
defae uecresce- sen>iv<.'lm-,oie pela deprecia-
do valor da uaidide DBonetafia-, orna redn ga
de um d-cirao por ceulo ddicioaa la a s juros
annuaos da divida te la oa-iado, para exiragu r
o eaolial. Ou-os coutiara a exinrgia di Iiv da
nooli a ao gradnal deseavolv.menio da prosp--
ri a e oacioaol. Os en largos daqo^lla via-^e
dilninaj prapo-ciaraaimp iie n eyoan'Sa cr'-'-
cen e deata. Mis, para que o rariaclnto, as
locooteatavtl uos fastos em qoa se esirt&s, fos-
e iu-'ysiva na coaclaf.o, ne^ssario seria pr )-
va' qu: o pagamento da divida punltca tenJa
a retudar o deseivoViaieniondn-trial;do oovo.
Q:a, P'la contrajo, o ao-a a observagao, em 10-
da a parte, ev4dei la. qu^ a exuncgai da di-
vida i-So contrioue p.^ra empobrece' o pa-z, e
alrazar o seu aes-jovolvirneato mai?rial antee,
oelo contrario, a per.ie'.uagao dos mesmas la-
onlo* qaaoto aa pnaetpai, reunida ao poga-
mnta coaetanie dos joros GOrrosnoadeoiea d f-
HcBlta e :est-i..g3 a. capacidaile pro;uctora das
nacOw.
' de p*pernr qae ei su- rroxima sessao
posa o C ongre.-aa encar iuta.e iu 'Miclarar distiocimeote que ieco-
BStaUo c-eaodo ama divida perpetuatalve a
contenta de algaba capitistas -ico-ao qce
n:--x- sjmds oinar tambum para o futuro de nas-
so p.nz. l nenbuma occasiSa mais oppario
.a 1 que a prxima sessaa legislativa para se
lixar uraa poli.ica ria e definitiva sabr a am-i'
ticagaa grdaal da divid3 : o eraprestimo qua
fai b das coberto accresceata mais de 'o a
sojoma total das apolices resgaUtels em mot-
da correuie, e os mulos drniiivoa desse ca-
presuma b seraa entregaes aos snbscnpiores
00 tira ao anno. E', pa'S, de toda a convenan
ca que so pa3e em rev.sta lado este as. urap
ta e qae se determine alguna cousa que nao
sej laura mona, corno o ten sido a Le de 1827
Execotar-se rigoro-amente essa Le lo,*.a-se
naje ailScii.
j total das apolice3 de 386.595:i00 qae
ro ** d.i novo emprestimo so elevara a.*. ...
486,o95:4004. N-s-e mtal est incluida a sora-
ra 1 de i2'..6*2:000 de aponces convertidas ao
joro de 4 "/ em ouro, coran izera os ria'<*
rio3 oQl'.US, e sabr o resg-tj 'eeujo c.p-tai
ln ha vida lanas duvidas. A primeara pro*-
deocia que precisa ser osada poi acere>
i> priac.pal deaasa apolices e vista a coafa-
-a qae rema a este respailo entre o texto da
mi p urna der.l -ragio do MioiBlra da Fazenda
no Diario Offic-il qaando ee aanuaci-ivi con-
versao e coa.1 tarara o gaveroo a pronunciar e
oatheg'iesmeoie sobre a duvida evaniada.eate
pauta precisa fi;ar liqnidaao.
Oo o Esiado re-'.ouvirte as apolices canveri:-
dasajiuro de 4 / en oaro em apolices de
5 / papel, tapia or tanti; oo recouverte pa-
gando por tilas o seo iAir medio na merca
d<, digamos, no semestre antes do Decreto res-
ps;tno, oo necide que o caaitsl resgitave
em oore, e que o jura coutloaar a ser paga em
OO'O.
3Ses'e olt mo caso deva esta seriada apr-li-
Ces te.- ae:uzi>>a das ie papel
Pa'a nossa clcalo tomare uoi. o termo medio
de eoiside/oias re-gatav.is em apolices de 5 */,
papel, ao pregout-iw de 189, segundo as alga-
.N8'jio3 do o eso Retrospecto Canme'Ctal*
Hasta base noasa circoi^cao ue apoluei da 5 %
s-ra na tira Jesta auno
Emitid as e
A eres :i no
424.141
M-srao ao cambio de 18 d, ah esta os......
5.6j5:0S ?.asi'.^s rj.iUariienifi coa a .ao-iidi-
ta. da divua <"n our- (es.luidas as aaoli 0*
iii'e'n.13 ae 18-19), diviaa qoe 350.00a:0005 oaro. A issa tw-ee t\* de .ju tur
a aj:o tuagiodos i6.863:5J0 rtaqaelias poli
ees (jaroj .le IB89. lera o Brtado de-pagar
pela, pela ara^rtuagaa tie ao aiv'- fuaiaij
imerna e e.ieroa, cerca de U.CCOiOdJ pe-
lona.
Piefl'i-iamos ver enraprija Seinente a le, a
caati iuagao 1.0 actual rgimen qevoto a diud*
)n e'n.. Entretanto, leudo sido desposada ba
55 onos a ama tizaga, parece jns'.o jue 09o
nos BCb-'ecarffgaaoies em uirn aogeracau cam
o dever qj-* aa uuas geracoea passa-las nao qa>-
e-am cmprir.
Parece ce ioa a eqadsde que o Cioareav,
nni-o*misando i< tas ai asolices Internas-de S
/o hi>; Din po ty o decrete nnvi laxa aa aa ir -
-o pa'a c ei-olda;r) dellas no lata) a alin-
oiio d- cOO.(3:-.OaO. Tuda3 estes ltalos do-
dem ser fetos ao portidor e com cno n?
resga a*eia por /2 /. annoai de amai isa, -
i(; ,crDu juro ae o/oj ge|a e itrega ) BaRrad -
i-., .. u "1: c 'xa 'u i-ico.-iiz cao -efo raad <
fj-siemojo, e aim a Verta ne 2 aaOiO.O p>
armo, para a ajoal o Bslalo dovia (O- oe la .0
algoma das v-rbi.s ae re>iti, u;o tizara ''0-
ta la a musa dlviaa em I .-'40
Tamoem ottovirta tornr todas os apnlicei a
parador un todas registradas, qs era lodo o
ua>o urnaodo-as trocsvea amas por antra*,
so Q 1 em ra 1IO1 U;.-- Bata os roo lernas.
S; f.iera todas ao purta or permitiir-se-hia ai
portador i e um litlo oestes ir rnsicat-o nem-
ua'.iva i.ente, orneado por t-oca um ce-nrae,-.
em fO'">' ai spoiice, que Beja negeetavel cono
a p iK.e actual, pago ea toda o case*} i
p.-oiior.-.:.) i ; e.-a pi-cce-.ioa ser o meluor at-
ril e a adepta .
En todo o i-.as.j, oasenmpto rreree a mais
proiapu a.t-n aa doGoagreeea e da presi eni"
aa -"ib i a.
CHHOiXOLOGIA
sr^saiaas ?2a,i.r27crj;:3
COLLECCIONADAS POR
.\Iclehsedcch de Albuquerquc
Lima
Da 24
roo "embaen
do Recife com
1C33-0 coronel Lourengo
aconselii .do por Calabar, sabe
loda a sua trop, atravessi o Capibanbe e ataca
o Arrayal do Bom dess as 11 lloras da manha.
Como era quinta-teira santa, julgava encon-
trar, o cliefe hillandez, a gente de Maihias de
Altiuquerqoe entregue is praticas religiosas.
As.-im porm, nao snecedea e foram os iiollan-
dezes repollidus depois de seis ho as. de renlda
peleja lendo perto de 400 morios e feridos, 15
prisioneiros e Rimbach gravemente ferido.
0 noasos tiveram 25 mortos e 40 feridos.
IOS1? -E' concedida livre licenga para a
fundago do convento do Carmo.
1.SI7 -Paite para os Esiados Unidos, 'An-
in 10 (j-oncaives da Cruz Cabug, levando como
seu secretario Domingos Malaquias de Aguiar
Pires Porreara.
lmbarcaram-se a bordo do nivio Espada de
ferro e levaram a quantia lie 3 i:iH3000'J para
compra de armamentos. Dessa quantia.......
25:OuOOjO bem como o navio havia sido p-
senla felo ao governo por Gervazio Pires Fer-
reir.
Alera do objecto primarlo de que linha sido
incumbido,* islo o reco hecimenlo formal da
nova repblica, o governo provisorio em suag
instruc. Oes lile prescrevia que empenh-isse al-
gUUS offir.iaea francezes emigra los, a virem ser-
vir em Pernambuco, corapiasse armamento, e
petreclios da guerra, de qu muito se necsssitaa
c que Asease quanto antes transportar tu lo ao
porlo do Recife, ou aalgom oulro das provincias
Initrophes no caso d" bloqueio; e para que
mais expeditamente effectuaase a commissao
deu-lbe trinla conlos de ris.
Contemporaneara '.hu embarcava-se para In-
glaterra um certo Keaner, negocian e inglez es-
tabelecido no Recife; era honesto o seu carcter,
suas ideas ajustadas. Os membros do governo
provisorio o respeilavam e resolverara fazel-o
portador de desoachos para Hypolito Jo3 da
Oosta, brasileiro que ha muilos annos resida
em Londres e que consagrava a sua vida ao me-
Ihorainenio da especie humana, illummando-a
com seos escriptos scientificos. Domingos Jos
Martina all o conbecen e nao deixava jamis de
consultal-o e par'.icipar-llie o andamento do Bra-
sil-. Os patrilas Kovcrnaio-es escreveram-lhe
para que acoitasae o cargo que elles Ihe offere-
ciam, de ministro plenipotenciaria da repblica
junto a S M. Britnica e que por consequencia
a Irogasse a causa da insurreigao e dispuxease a
uago ingleza e o seu governo a favorecel-a. (1).
Da 35
l?!.? -O Rio Grande do Norte adhere a re-
volugo peinambucina.
E' mandado para Fernando de Norooha o
capitao Jos de Barros Falcao de Lacerda afim
de desarmar e desguarnecer aquella liba.
1847 -O presidente da provincia colloca a
primeira podra para edificago do Hospital Pe-
dro II no lugar denominado Coelhas, no bairro
da Ha-Vista.
A* 10 le Margo do anno seguinte comegou o
hospital a funecionar estando a construego do
edificio bastante adiantada.
1870 -Iostallacto do Asylo de Mendicidade
do Reil'e.
187S -Inslalla-se no salao de honra da Es-
cola Normal a sociedade Gremio dos Professo-
res Primarios de Pernambuco.
1 sii-Inauguragao da Estrada de Ferro do
Recife Limoeiro.
1883 -E" inaugurado o pharol do cabo de
Santo Asostinho.
(:) M- Tavares. Historia
18.7.
da revolugo de
aBVSTA diaria
a sua incumbencia, volta 4>ouco depois com a 1
mnssss #&**.*+*
sao da 3* legislatura do Congresso do Estado
Procede o Sr. < secretario a leiiura da man-
sagera -O congresso lica inteirado.
Sin seguida lavrou-se a acta dque, sendo lida
foi approvada sera debate.
Prestaram as ho ras militares o e 2- bata-
IhOes esladoaes, dando a fortaleza do Brum a
salva do e Sen nido de Permniibuco -Eil'-ctu 11-
se hontem a 1.a sessfia ordinaria sob a presi-
dencia do Exm. Sr. Dr. Luiz Salazar Mascoso
da Veiga Pessoa.
Estiveram presentes os Srs. Barao de Naza-
rein. Antonio Pernambuco, Salazar Moscoso,
Cooatancio Ponloal, Albino Meira, Teixeira de
S, Eduardo de Oliveira Regueira Costa.
Occupou a cadeira de 2.a secretario a convite
do Sr. Presidente, o Sr. E luardo de Oliveira.
Foi lida a acta da 11." seisao pelo Sr. Secre-
tario e submeiiida a discussao.
O Sr. Albino Meira pela ordera pade a pala-
bra para justificar um requerimenlo, deixando
de o apresentar por ler dado a hora.
O Sr. Preside te levanta a sesso designando
a segninta ordem do da 2o do corrente ; elei-
go da mesa.
a.uara da.i Dcpiitados -Funccionou
hontem sob a presidencia do Sr. coronel Pi-
nlieiro Ramos em '.' sessfio ie abertura, lendo
comparecido lo Srs. deputados.
Serviram de 1." e .- secretarios os Srs- Pe-
reira da Silva e Adlonio Vicente Jnior.
Deixou te ser lida a acta da 16 sesso pre-
paratoria por Tilta da numero para volar.
O Sr. presidente convida aos Srs- Estacie
Coimb'a, Jos Marcellino da Rosa e Silva -
Celso Florentino Heoriqoe de Souza para fa-
zerem promeasa do eslyio.
Nao bavendo Damero legal de Srs. deputados
para se pr > :der a eleicio da 111 :sa, o Sr. pre-
sdante lavanlou a sess.'io designando a seguin-
te ordem .10 d;a para lerca-feire 26 do correnta
eleigo da mesa e noraeurao dos domis com-
misBoesa
l"rorisi;ia> de praz -0 Sr. Dr. Se-
cretario da Justica, Negocios Interiores e In -
truccSo Publica, por Portara de 22 do crreme,
prorogon por t-'l das, o prasi marcada no De-
creto de 8 do mesmo mea, ao eidadao Gustavo
AlbartO de Rntlo, para assmnir o exercicio do
lugar de 2 Escrivao Privativo do commercio
d'sta Capital.
EstatutosFoi-nos offerecido um exatn-
plar dos Estatuios do Gabinete da Leitura de
Gamelleira
Agradecidos
lJiiia> FaiuU'itr Esa sociedade dan-
gante promove nma bonita fest afim de com-
inemorar n> prxima sabbado o anniversano
de sua fnndago.
N' -sse sentido llavera na respectiva s le urna
soasad Iliteraria a que se seguir um sarao
dang.inle.
Acreditamos qoe ser urna ooite cheia para
socios e convidados da estimivel sociedade
que tanto caprich'a para imper-se pelo merec-
menta real
I.?i'rja de S. Pedro llavera sermo
n'essa igreja na prxima quaria-feira, sendo
pregador o Rvm. conego Octavio Costa.
Unan TypotSfaatltiea. E' h je que
lein lugar nj-sa sociedade a grande leunio ha
das convocada para tratar de interesses con-
cernentes i classe a que ji livemos occasiao de
noticiar em nma das no--as edicgoea paseadas.
or. coclh Ciatra-0 Sr. Dr. Coelho
Cintra une segu para a Capital Federal, como
noticiamos em noasa e liceo de buotera, leve a
gentileza de enviar-nos um carto de despe-
dida,
(tratos, rlfsejamos-lhe fel'z viagem.
O espectculo da Sr. Hoya Im-
cumbe-iiie esse cavalheiro de apreseuiar, pela
transferencia do seu espectculo para terca-
felra prxima, as suas devidas desculpas ao pu-
blico.
Es.-a falta perfeilamente alheia sua von-
lade, cono ror lodos 6 testmunhada em pre-
senga d-. ti tice de hontem, aer-1 e-ha relevada,
lera a indemnida le que solicita, e disto haver
prova exuberante na 8.* exhibigo com urna con-
currencia "electa e endiente real. (
Era Suva-Dstrihuiu-se honlem o n 11.
Me pitssagrem -Acham-se beata cidade
e segoem 110 Brazil para o sul da Repblica
os acadmicas lente Newton Auauslo Rodri-
gues Campos, 3. annista da Faculdade de Me-
dicina do Rio de Janeiro.e .uiz Euf.lides Rodri-
gues Campos, alumno da Escola Polytechnica,
irmaos do Sr. Antonio Toleutino Rodrigues
Campos, l'r .curador dos Feilos da Fazenda
deste Estado
Desejamos-lhes feliz viagem.
a?oswe de irmandade(Iojj, pelas 11
horas da manha, ser irapossada a mesa rege-
dora da irmandade do granoso Santo Amaro
das Salinas, que tem de administrar a nv'snia
irmandade no anno compromissal da 1305 :
181I.
E' assim constituida a referida mesa :
Juiz Jos Rub-rto da Silva.
Escrivao-Heleodoro Jos da S'lva.
Thesoureiro -Alvaro Affonso d'O 'veira.
1." Procurador-Henrique Magallies da bilva.
DitaFernando Magalhes da Silva.
DiSuiJores
Jos Gomes d'Amonm.
Frederico Magalhes da Silva.
Joaquim Henfique d'Oliveira.
Francisco Maria de Soua Gouvea.
Lytlio Porpurano Santiago d'Oltveira.
Joo Valeniim da Silva Boa-Vista.
Alberto ires Galvo.
Bernardina l'almeira dos Santos.
Fraucisca Sraes d'Alm -ida.
Olympio Fran-isco de Mello e Silva.
Antonio Joaquim de Saot'Anoa Mello.
Rullu 1 Manoel da Crus Couceiro.
Bencao de sino -Amanh S5, tera lugar
nagreadeS. Miguel s 1 horas da larde a
benca do sino offereciJo dita igreja pe.J
Bxma. Sr. D. Anna Joaquina Carneiro Guima-
re*1
Lvceu de Artes e Offieios -Realisa-
se dinamia as 7 lloras da noiie, o benecio da
ezpoaicav zoolgica em lavor do Lyceu de Ar-
tes' e Oicios, afim de facilitar concorrencia a
referida oxpiisifio, a Directora d'esta nstitui-
gao (:z imprimir carles de 2S003, para familia
composta de 8 pessoas, e de 500 res, de u
s pessoa.
Os bilhetes acham-se venda no Lyceu
10 ts 3 horas da larde, e a Dofte no ediUcio das
ollicmas em que tem de funecionar exposi-
go.
Casamento civil 0 cscrivao de casa,
mentosque fu acciona nos districlos do Recife
Santo Antonio, S. Jos e Aogaaos afflxou na
repartico do registro, ra do Imperador n.
7a, i- andar, edital da proclamas de casa-
mento dos seguintes contrllenles.
Segunda publicgo
Jos Bernardino Marques de Oliveira, resi-
dente na freguezia Santo Antonio, cora Mana
do Carmo Rodrigues V'ianna, solteiros e resi-
dente na freguezia da Roa Vista.
Primeira publicacao
Jos Salgue 1 ro da Costa com Francisca da
Silva Tores. soltiero', naluraes deste Estado e
residentes a freguezia de S. Antonio.
Casa de Wetencao Moviuientes dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em ti de Margo de 189o :
Existiam.......
Entraram.......
Saliiram ,..-..
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
rcordia 4o Recife, no dia 22 de Margo, foi o se-
guinte :
Entraram .... 11
Sahirara..... 13
Falleceram .... 3
Existera..... 771
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 Ij2 da ma-
nha esahio s 7 1 /i.
Dr. Malaquias, entrou s 11 da rnanh e sa-
bio s 1/2.
Dr. Rerardo, entrou s 11 da manb e sabio
sl2 1/2.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 11 da ma-
nb e sabio s t2 1/2.
D.. Lopes Pessoa, entrou s 9 3|> da manh
e sabio s ir
Dr. Vieira da Ctirma, entrou s 10 3 4 da ma-
lta-i e sanio as 12 3/4.
Dr. Bastos de Jiiv-'-a. eatrou s 9 3|i da
tm in e san:o as 10 1/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 3 4 da ma-
nh e sabio s 11 l|2.
Pharmaceutico, entrou s 9 1/2 da manb e
sanio s 2 da tarde.
Ajulante do pharmae.euiieo, entrou s
8 da maulla e saino s i l|2 da tarde.
2." Ajudante do pliarmaceuMco enlrou s
6 3 4 da manila e sabio s 4 1/2 da tarda.
Assistente, entrou s 9 li2 da manh e sahio
s 10 3/4
Cezniterio Puhlieo-Foram sepultados
no Cemiteno Publico de Santo Amaro, no dia 20
os seguintes cadveres:
Alfredo Marcelino de Castro renteos, Per-
nanbuco, 46 annos, Pogo.
Tetiente coronel Jos Joaquim Coelho, Rio
Gr urea Mana da Coneeiio, Pernambuco, 26
annos, solleira, Santo Antonio.
Olmdina Vasques Telles, Pernambuco, 11 me-
zes, Recife,
Severna Mana da Conceic-So, Pernambuco,
69 anuos, viuva, Gruca.
Um lelo do sexo masculino, Pernambuco, na3-
cido niorto, S. Jos.
Emilia Bernarda'do Carina, Pernambuco, 1
atino, Boa Vista.
S-veruia, Pernambuco, 10 meses, S. Jos.
Estep.iania Sraall, Rio de Janeiro, 14 meszes,
S.Jos.
Vicencia .Mara das Naves, Pernambuco, Cl)
aa os, viuvo, i>oa Vista.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
naseju mirlo, Roa Vista.
llosa Maria de Jess, Rio Grande do Naife,
ti annos, solteira, Boa Vista.
Francisco Antonio dos Santos, Paralivbi,36
anuos, viuvo, B. V'isia.
Catun na Maria do Espirito Santo, Pernam-
buco, *3annos, solteira, B. Vista.
l-'ranceliii-> Honorata de S, Pernambuco, 50
annos, soileira, B. Vala.
Paulo Antonio dos Santos, Pernambuco, 60
annos, solteira Boa Vista.
Joao, Afica, ;0 annos, snlleiro, Roa Vista.
Maria Joaquina da Oonceigo, Pernambuco,
30anuos, solteiro, S. Jos.
Bernardo Lou annos, casado, B. Visla
Pia -21
'and.da Rosa Dias Fernn les. Pernambuco,
7i annos, viuva, P05 >.
Alexandrina afina da Lu, Brazil, 08 casada,
S. -los
Victoria Carlos, Pernambuco, 7 dias, Recife.
Otlla Gongnlves de Macelo, Pernambuco,
10 m-zes. S. Jos.
Um lelo do sexo masculino, Pernambuco, nas-
cido nwrto, Recife.
Um feto do sexo feminim 1, Pernambuco, as-
cido moto, Ciraga.i
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, nas-
Ctdo morlo, B. Visla.
Mana Delphrna rto Nascimento, Parabyba,
0 annos, ea*ado, B. Vista.
Manoel Alves Pereira dos Santos, Pernambuco,
solteiro, Graca
GALE
Lxoviviades
Novidades
de
416
8
6
Existera .
A saber:
Naclonaeti.
Mullieres .
Estranaeiws
Mullier. .
conjfresso do Estad > Realisou-se
hontem a insiallago do Gongres30 sob a presi-
dencia do Exm. Sr. M. Luiz Salazar Moscoso
da Veiga Pessoa, 1 hora da tarde, sendo oc-
cupadas as cadoiras de l- e 2- secretarios pelos
Srs Antonio Pernambuco e Pereira da Silva.
Estiveram presentes 03 Srs. Antonio Pernara
bu-o Tetxelra de S, Eduardo de Oliveira, Sala-
zar'Moscoso, Baro de Nazareth, Regueira Cos-
ta Jos Marcelino, Leopoldo Maranho, Pereira
da Silva, Gongalves da Rocha, Elpidiode Figuei-
redo, Celso de souza, Pinheiro Ramos, Alfonso
de Barros, Medeiros Furiado, Eslacio Coimbra,
Godofredo Moscoso, Azevedo Jardim e Bertholdo
Galvo.
Nao houve expediente.
O Sr. presidente nomeou urna commissao
composta dos Srs. Baro de Nazareth, Godofre-
do Moscoso, Celso de Souza. Regueira Costa, ManoelIMer Texo.
I ^^ ^T^Z^TXl^^m .oMMamaourorpub.ico aa uao
aoi CU8U de.?.! SamdesSrcommi.iK Pa?a dardesempenho para o consumo publico de hoje.
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes.......
Loucos........
Louca ...."..
Total ......
Movimenlo da enfermaria :
Tiveram baixa :
Manoel Jos .da tSilva coohecido por
Leandro.
451
416
8
27
0
451
410
391
22
1
416
Manoel
Publico -Foram abatidas
da Cabanga 106 reaes
AOS SRS. MDICOS
ii. Ilirth -Les localisations celbrales en
psyhologie (189o) t vol.
Pierre Bonnier De la necesvit de l'ex-
araen baclnologique pours, le diagnoslie des
angines diphterlques (H9), 1 vol.
Dr. I.. Ejfffcr -Elude clinique sur les
formes pseudo-pnymiques de la grippe, (t89i)
t vol.
Dr. 11. I.n^mitte -Des resultis loigns
de la cystostoraie sus-pubienoe, npratlon de
Doncel, elude critique basse e sur 63 observa. 1-
ons ('8941, l vol.
Dr. E. Thicreelin-De l'infection gastro-
intestinale che/, le nourrisson (palhi.guie et
trailement) iS9i, 1 vol.
Dr Dujiardin Beaumets Bolelim
geral de t erap utica menica, Cirurgica, obs-
ttrica e pharmaceutica, em assignatura.
A. Guilleaia n -La pratique des opra-
lions nouvelles en chirurgie, (1893), 1 vol-
Dr. G. ^iorstromFormulaire du Mas-
sage, (i89o), 1 vol.
ur. C- Fouraier-Anatoraie, piystologi
et patnologie, (1893), 1 vol.
-----):o:(-=
De la lillHotletiue medcale
Charcot-Debove :
Dr a. chaline-Immunil da s 13
adesinfectieusea, 1 vol. (1893).
avDr. E. Lesrain-Microscopie cliniquo
ec fO figures dans les teste, 1 vol.
Dr. L. Poisson-Adenopatliies tubercu-
leuses, vol. (893).
Ijr. E Pcrier-Hygiene .limentaire des
eufants, i vol. (>89a).
Dr. Comby L'smpyme pulsan le, l
vol. (t893). ,
Drs Charcot et Pitrss -fenlres mo-
leurs cortlcauz (hez l'homme, 1 vol. (I89).
A. Hcld-Les Alcaloides de l'opium,
1894) 1 vol. {De la bibliotlique de la clumie
ratiqueOLivRos jgcgucugOADOg
Eduardo arado-A illuso americana,
2." edic, l vol. tA primeira edigo oi sup-
primila e conscada por ordem do governo
brazileiro). ,,
Scinio Sihele-Foule cr.minelle, cs-
sav de psvchologie collective, 1 vol, ene.
B, tilimiu -Educalion et positivisme, 1
vol. ene.
E de Roberty-Agnosticismo, essai sur
quels tbeories pessimistes de la connaissance,
t vol. ene. .
Ed. Hartmann -Le darvmisme, ;cr
qu'il y a de vrai et de faux daus cette theo-
neTIi.X Ribot-Les ma!adies de la volon'e,
Th.eRibo -Psychologie de rattention, 1
VTb."aibot-Les maladies de la persona-
' Th.Ribot -La pbisophie de Sshopenba-
ner, vol- ene.
Tb. Ribo. Les maladies de la memoi-
re, 1 vol. ene. .. _.
W. Wundt-Hypnotisme et suggeslionl
H.'TMne-Pliilosophe de lart dan Paya-
Bas. 1 vol. ene ... _._
He Taino-L'idalsme anglais, elude sur
C CylLoUb'roz-l.'. utropologe criminelle
et ses recents progrs, avec 13 gures, i vol.
eG. Tarde Los ransformatins du droit
tude sociologique, l vol- ene. OApiaii,mft
t-aul Janet -Les origines du socialismo
coniemporain, l vol. ene
stuart-Hill-A-Uguste Crate
11 a'" Tarden ereminalit eomporcJ vol
eA Setaopenhaner-Le fondement
Ucn0ro.Uoso-Nouvelle3 recherebes
j Bsychiatrie et d'anlhropologie cnraineiie, t
iSj. Lubbock-Le bonhear de vvre,
. vols. ene.
et le po8i-
de
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Diario de Pornambn
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psyctiologie du
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libre
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AiTred Binet-La
sonneiuent, rectierchea
ltiyonolisTie, vol. ene.
i Scliopenhaoer -Essat snr le
nrhilre 1 vol. en' ,
U peneer=-lassiflcatioa des sciencas,
1 Jya -L pW*>pM" j9 IlJbbis, 1 vo
Cni* Bertrand-Lapjychologie de 1'eiTort
et les doctrines coulemporaiues, 1 vol. ene.
L vraria Escola do Povo
De la Btbliotheque des scicnces
onieanp<"'a*nes :
Eusne Veron-La morale.ivol. ene
ugene %'eron L'estlielique, i vol. ene.
Lcluuraeiu-La sociologa. 1 vol. ene.
A. LefereLa phi.soplue, 1 vol. ene.
Top>nardLanlhropologio, 1 vol. ene.
HovelaequeLa liDguistiriue, i vol- ene
Li'iiiurneau -Science et maler alame, 1
vol- ene.
Huxley-Lecens de physiologielmentai-
re, t vol. ene.
Letonrnean- Physiotogie des passions.
ALNUA RECEMCMELiALOS
llaeckel -Hisloire de la cralion natural-
le, t vol. ene e Ilustrado.
E. de Hoberty-Recherche de 1 uuit,
1 vol. t'nc. j i
A. Fouille-L'ida modeine du droit.l
vol. ene. .. .
Tb. Zlegler-La question soctale e t
une quesiion inrale, i vol- ene.
FonsesriveLa causalile efficient, 1
lG Greef-Les lois sociologiques, 1 vol.
A. Fouille-La morale, l'art et la reli
aion d'epres Guyan, I vol ene.
EmiIeD"kbein-De la divisin du I
algum.
E o engrando que a capa da dispo.
sico salvadora, alternam-se os cvallos
de s&ng-u no gozo do premio !
Hoje urna turma, amanha outra.
Ainda bem oue -chou-se essa vlvula
draconiana municipal. antes gato la
que morrtr.
m&mu jinneuBi&
Junta Coniinercjal do Recife
ACTA DA SESSAO DE U DE
MARCO DE 1895
Presidencia do Sr. deputado commendador
Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Joaquim Theotcnio Soares
de Avellar.
A's 10 horas da manh foi aberta a
sesso, estando presentes oa Srs. depu-
tpdos Figueiredo, Gurgel do Amara! e
Prente Vianna, faltando com participa-
co o Sr. deputado Oliveira Rabello.
Lida e approvada a acta da sesso an-
tecedente, tomou-se conhecimento do se.-
guinte
EXPEDIENTE
Officios :
Do Dr. director da Secretaria da Jus-
tica e Negocios Interiores do Estado, com
data de 12 do corrente, communicando,
deor-iem do Exra. Sr. Dr. secretario,
que pela secretaria da fazenda foram ex-
pedidas as necessarias ordena aBm de ser
vail social, etuU-, sur l'organisalion des socie- realizado o pagamento da quantia de...
tssup rnures, tvoi. ene. __________ 225SU00 despendida nos mezes de No-
vembro e D^zembro ultimo com o expe-
diento e asseio da casa em que funeciona
tsta JuntaInteirado.
Da Junta dos Correctores, de 12 do
corrente, remetiendo o boletira das cota-
c5"es effectuada? dorante a semana de 4
a 9Para o archivo.
Foram aprosentados rubrica os se-
gnintes livros :
Diario de Affonso Maia &c C.
dem de Fonseca Irmos &C.
Copiador de Oliveira Basto &, C.
Idunde Delmi o Gouveia.
Tiveram deipacho as seguintes
De Manod Tenorio Domingos Amo-
rim, Marcellino da Costa Neves e Ma-
noel Gomes da Costa, componentes.da fir-
ma Domingos Amorim ,&C para o re-
gistro, alias archivamento do seu distra-
cto socialSeja archivado.
De Alfredo dos Santos Almeida, 'a-
noel Ferreira da Costa e Pedro de Siquei-
ra Moura, componentes da firma Almei-
da, Ferreira & C para idntico trehi-
vamentoArchive-se.
Da Companhia de Servicos Martimos
.1 I.'Roquette-Homilas e sermes pa-
roeuiaM para torta* aa douiingas doanno, i vol.
ene
O Vinbula dos Propietarios ou as
cinco ordenada a chilectura por Moisy, 1 vol
Pl*
Manual do jardineiro e do nrbori
cultor ou arte oe corapor. dirigir e a lomar
.oda a qualidale de jardina, por J- Rossiguou,
1 vol. ene e com eslampas.
Manual do agrimensor por Castro
Freir, t vol. ene.
A'ov,> diccionario-Italia-o-portugOPi
e portugua -italiano por E. Raquera e de La
Fayette, i vola. ene.
De la Bibliotbeque mnibus II-
lustre : aSooreis o vol., na Li-
brara Escola do Povo.
Goeihe-W nter. Lungus Daplma el
Chlo *-re vostManon Lc-ean!. Contes
de La Fontaine. AdolL>e -Benjamn
Coi.-tunt. St ricrre-Paul et Vrgnie.
ra/.nl'e-Le diaDle araoureux Mate.
d Tenein- Amours tragiques du Lomte de
Con minga Melandri-Soi-ners Hedrnin
MoreauContes a ma soeur. Soulle-
Le lion amoureux. Milton-U paradla per-
du. Rene Sostft-La moni Venus, cap
naleux vrais amies- Melandri, Amou-
reux ile sa grand'mio.
Ashonue. Premier amour d une ]eune Hl-
La chatiinen'.e. E
|e 'i-'u'ic et MurPt Lie ciiiiiiiiicii .0. mu i i/ vuuimuui- v. ^ ..,--------.------
de Linilay, premier romn dune jeune fem- Cje pdrnambuco, para o archivs ment d
me. Muruofer, Conqule d'una fenme.l____i_n_ n._1 ...(...Jinm-m nalu
r. Iu Terra 1-, Les aventures d'un enfanl de
Pan-. Melandri, Madenioselle Colibr.
Verd'er, La reine de montinartre. Dar-
low, La mason des quilre aes. ighonic,
Le bouquel de Germaiue- Massou, Le com-
planle les deux rois.
Verdicr, La verge du moulin-roiige.
Ricbe. Les joiea d'aimer. Aglionne,
Pardonner n'est pas oublier. Melonri,
Crocler-Garou. felwall, Parole de soldal.
Aghonne. Une listore d'amour et de lar-
mes. Veraier, Saos reproche. Murdo
t ;r, La lampe d'aladtn. Biornsou, Un
i 'y C- Simn, Les drames de la Sibrie.
8. leval, L'enfant de la noro. Bos
seau. Amunureuses et jalouses. carran-
ce listore d'uo mort. oiobre, Dames
asolea, tantean, L'n faux pas. Born
son.Douce, lianci. X.. de ilontepm.
Les conquoles de Sarcsse mistral. B. du
Terrail Sous la lonelle- Ls chateau mys-
tereux. Le serment des homme.s rouges.
Le premier reudei-vous Masson, La fem-
me du refractare Alb^rt Clin, Hisiore
d'uo baiser. Aglionne, Mes rooerus d una
innocenti. X. de Monts-pin Jean le dia-
ble. Garches, fortraii de Maiquise. De-
rosne, Un chagrtu secret. a*. Feval, Ccu-
t-auxd'or. 11 M>net Jalouse. JKmli
fau Vcugeauce do femme.
erdier. Voyage autour du demimonde.
Mnet, Ebi-Eoa. Derosae, La sor-
cire des bruyres. Blas et alonet. Les
jonisseurs. Fr et sione, L medeeio
confesseur.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DE
iOUZi PAZ tt C.
81RUADO lrtkADOU-fei
Compra e vende livros novoa e d8adoe
SPORT
er*y-Club de Pernambuco
CORRIDA EXTRAORDINARIA
Amanha ha na raia doprado da Es-
tancia urna corrida extraordinaria.
Em favor dos empregados da casa das
apostas, estes correspoudendo protec5o
oue lhes prestar o publico, offertam
quatro importantsima prendas ao mesmo
publico por meio de sorteio.
As prendas sao :
1 Mil francos en. juro.
2.* Urna linda caixa de msicas com
trinta e seispe5as.
3.* Um notavel tinteiro com nma figu-
ra representando lindo cavallo sustido
por um indio.
4i* Um fin8Smo lbum para retratar.
Alm dessa attracao, a corrida convida
por si mesma a concurroncia : poia que
una programma bem confeccionado, junta
urna inser pfo excellente pelos parelhei-
ros de que te ella comp5e.
A festa ser brilhante em seu raovi-
mento, como na prenda Joffeiecida em
primeiro logar.
N'ella o ouro que luz.
PALPITES
Sao estes os nossos prognosticos :
1." pareoGood-morningDictador
Abvsmc.
2. pareo -Tenor 2. Vingador -
Timoneiro
3.- pareo GaUtte -PalhacO Bjija-
Flr2.-
4.* pao BalizaBathory Dicta-
dor.
5.* pareo-Triumpho Aventureiro
=Pluto.
S. pareoMaseotte Conaurstad-r
Tenor 2.
7.' p^reo-Feniano Beija-Flr 2.
Fumaca 2.'
8.' pareoRadams.
O PAREO MUNICIPAL
No 8. pareo provavel que n5o haja
apostas.
Obrigadas as sociedadea sportivas
inclusao desee pareo nos seas projectos,
Assembla Gdral extraordinaria, cele-
brada em 15 do mea passado, na qual
teva lo"ar % reforma de seus estatutos.
Deferida
De Manoel Francisco Pedrosa, estabe-
cido ra do Dr. Feitosa n. 10, para o
registro de sua firma eOfSmercialRe-
gistre-se.
De Jos Gomes d'-'.raujo, estabelecido
ra do Baro do Triumpho u. 63, para
idntico registro Como pede.
De Joaquim Augusto Rosad de Oli-
veira, para o re^istr e publicacao da es-
criptura ante-nupcial, junta em traslado
Registre-see publique-se.
D1 Domingos Besada i'inheiro, para o
registro das procuragSes que iunta, pelas
quaes D. Dacinda Martina Doral, vi uva
de Jos Ignacio Doval o constituio por
seu procurador.Rjgistrem-se.
De Manoel do Nascimento Cezar
Burlamarqui, agente de leilSes d'esta
prafa, para o registro do conhecimento
que junta e tom o qual pro va haver pago
o seu imposto, relativo ao 1.- semestre
do exercicio corrente.Ssja registrado.
De Jos Jacintho Silveira, agente de
leilOes desta praca, para o registro de
igual conaecimento. dem.
Da Antonio L-onardo Rodrigues, cor-
rector ger 1 d'esta praca, para o regis-
tro de idntico conhecimento.dem.
Da Eduardo Dub aux, corrector geral
d'esta praca, para o registro de idntico
conhecimentodem. i
De Braz, Silva rios da sociedadeem coramandita por ac-
^Oes, para archivamento do traslado da
escriptura publica do contracto e mais
documentos juntos, exigidos pela lai das
sociedades anonymasSeja archivado.
De P lydoro Bittencourt Juiior, Fran-
cisco da Costa Freir e a Companhia Cha-
pelaria Norte Industrial estabelecido na
cidade da Bahia, pedindo archivamento do
contracto alias mandato mercantil, con-
stando dos exemplares annexos Regis-
tre-se no livro avulso.
Foi lida urna carta official, firmada, em
8 do corrente pela mesa regedora da Ve-
neravel Irmandade do Senhor Bom Jeeus
dos Paseos da matriz do Corpo Santo,
pela qual convidava esta Junta para
acompsnhar aquella Sacrosanta Imagem
em sua trasladago par* o Couvento do
Carmo, acto qui ter logar s 6 da tarde
dodia 23 do mesmo corrente, bem como
em seu regresso, em solemne procisao
sede da referida matriz no dia seguinte,
pelas 3 horas da tarde.
Nada mais havendo tratar-se o Sr.
presidente encerrou a sesso s 12 horas
da manha.
faLISME! \ PBDIB0
Ma defensiva
Se as reminiscencias histricas nao prejud'tcam,
no dizer do apistonado esenptor d'A Provin-
cia, continuemos na dolorosa tarefa de provar,
saciedade, que bem avisados andamos nos em
dizer que Quem semea ventos, collie tempes-
tades .
0 povo, essa massa amorpha, de quem no di-
zer 00 Dr. Martins Jnior, era o infeliz Jos Ma-
m-falsa e jesuiticomenle fUho, eostuma, propo-
sito, dizer, em suas meias palavras, que nao se
forma eotre nos ra de talentes----
Mas antes de continuar ne3sas reminiscencias,
histricas, que tanto tm e com justa razao in-
commodado o orgao marianista, seja-nos.permit-
tido dizer esse orgao de maior circuladlo,
que... nem com tapia seie ao pote.
Capital Federal, e nao eremos nos embarace
esse noto sjstema de fazee poltica, ultimo ar-
ranco de quem v fugir-lhe a derradeira eape-
ranca, mas somos de opinao que os nossos ad-
versarios teriam muito lucrar, baixando al-
guna grao 'esse therraometro apistnado de ale-
vanlado calor.
Quando o vapor vai alm da cota, a explo-
sao infallivel...
Parece-nos, portanto, que \. Provincia nao
devu ir lao longe em suas llagues para o Sr.
Dellarmino Carneiro.
Voltaremo8 antes pala Paucam sed bene para-
um.
Faga se ameagada de morte; diga que em
frente sua redaego est urna metralhadora,
que pelo ouvido da passagem franca ao Dr-
Governadof do Estado ; retira o facto altamente
immorM de ler sido eucontrado oceulto no es
criptorio de sua redaegao, com caixa de plios
plioros no bolso, quasi querer incendiar a nr
15 de Novembro, o coronel Atraca, o maior ini-
migo de Jos Marianno ; mas, por Deus, nao
diga queo governo envida tolos os esforgos para
fazer disnppareccr todos os Indicios do crme;
que-o Dr. Jos Mara entrn s na 16* seceo
eltitoral;e quecontra Cintra e Magno ha in-
dijnaci, aliestada pela manifestaco do des-
preso publico.
K nao diga, porque os seus jproprio3 adeptos
o Jos Mariano mesmo, bao de rlr-se dessns
decabidas, indigno recurso de quem vi': esca-
par-iho, para sempre, o supremo goso do poder
com todas as suas proprisas !...
Se o governo pretendesse envidar os esfor-
Qos, de qne falla o orgo mariannista, nao loria
encarregaioo Dr. SegismundolGooca'.ves de fa-
zer todas as iiivestigaci'?, dando-llie plenos
poderes e offereccndo-lh.es toda coadjuvago,
por ter o maior empenbo na elucidario da
verdade.
0 honrado magistrado nao merece que A
Provincia trate-o to speramente. 0 seu pas-
saJo responde pelo seu futuro.
O Dr. Jos Mana entrou s na 16 seccao elei-
toral !...
Fere-se o orgao mariannista com suas pro-
prias armas
A oppcsicao nao tinha all, naquella secgo,
nem um rupo de seis ou oito eleitores ? !
8e tinba, forgoso concluir que o Dr. Jos
Mina nao polia deixar de entrar com a sua
brava gente no recinto, onde funecionava a
meza eleiloral, e, portanto, nao eslava s, e se
nao tinha, enl) o orgao marianista ha de con-
cordar comnosco em que o Ilustre morlo nada
tinha que ver n'aquella seccao, para obrigar>
para impora acceitago de um fiscal sU-
.Mas oto o orgo mariannista quem diz que
o infeliz Dr. Jo2 Mara, conhecendo o tenebro-
so plano da meza eleitoral. aconselhou os seus
AMIUS, ali presentes, a que fiaessera outra
maza, nao acceitassem aquella que eslava fnne-
cionar ? !...
Entao, cercado de amigos, de- eleitores, de
AMANCI05, o Dr. Jos Maria est s com o
portuguez I-'igueiredo ? I :
C'est trop fort I
Finalmente, nota o orgo marianista, que con-
tra o Dr. Cintra e Magno ha ndignaco, mani-
festada pelo despre;o publico /
Dizcmos Dr. Cintra, porque queremos suppo-
que os amantes da verdade, os Epaminondas,
referem se ao Ilustre depulalo federal Dr. Jo.-
Cupertino Coolno Cintra, pessja qu-, propo-
sito do acontecimento do dia 4, n&o vimos ain-
da citada por aquella iraca gente na folha oppo-
sicionista !
A" que vem, pois, o nome do Dr. Cintra nos
telegramraas do Pazl l
Ser porque tio do honrado Dr. Governador
do Estado, e, porlanto, participa da responsar
bilidada do facto, por urna deduego Je lgica
gerundiana '!
0 Agua clara, poco fundo; erg-piabas.
Mentiras para o canto, e vamos s reminiscen-
cias histricas, que nao prejudicam.
E' do redactor chefe Dr. Jnartin3 Jnior, o
SOLIDARIO COM 0 LUTO DA PATRIA, no
Jornal do Recife de !8 de Dezembro de
1891 :
1 Cahio covardemenle o medonho cabelletra !
Agora, j se pode respirar na cidade do
R;cife.
Caia implacavel sobre elle a acge da Jus-
tica.
Persiga-o eternamente a maldlgo da Pa-
tria.
Coronel Atraca .
Parece desnecessario diz^r que o Dr. Marlir.s
Jnior refena-38 ao bravo demcrata Dr. Jos
Maiia, de quera era desafecto pessoal, mas quem
nunra fez injustigas, porque o seu magnnimo
coraco de homem purissimo nao sabe fazel-as.
Agora, para concluir por hoje, o reverso da
medelha.isto 6. o final de um artigo do Dr. Jos
Maria, foito excesivamente de encommenda
para o Dr. Martins Jnior. '
O melhor que est no Jornal do Recife de
SI de Novembro de 18911...
Ah va:
Se nao o fizer, continuar ser o que tem
* sido at agora ; simplesmente um miseravel
calumniador, um infame, capaz de todos os
actos de torpezas, dos mais negros crimes .
Este eaimane apstonado do BRAVO DEMO-
CKATA Dr. Jos Maria.
E' urna reminiscencia histrica, gue^no preju-
dica...... -
Justus.
jotki j~..~ u 1 j.ivjm.u., a mentira em dus muito elevada nao produz
est lie reduzido s propones actuaes, efftit3 argumento ad homnem.
ejforjadaa as meamaa sociedadea a paga- 1 Minta 0 orgao marjanina, vootade, para a
ainda n*o seriara talvez aqueiles dous qur
assumissema direccaodos negocios polti-
cos d'aqni, e sim o capitao Brazileiro Fi-
Iho, tenenteJos Gnvidio e o capitao Igna-
cio Vespasiano Augusto Ferreira, que
nunca reouaram ; pelo contrariv> teea
arrastado com todas as difficuldades em
bem de seu partido.
O pequeo grupo do partido autonomis-
ta que acompanha aqueiles tres intem-
ratoa chefea, desapparecia para sempre se
visse confiado aqueiles dous hachareis
a direceo daquelle partido aqui, appel-
lo para o capito Brazileiro.
Oa poucas amigos que aqueiles hacha-
reis cuntavam com elle- esto filiados ao
grande partido federal, que tem como
chefo conselheiro Rosa e Silva, no qual
s conserva o autor destas linhas.
Ainda mais me convenco que os homens
perdercma cabeca, s eu com as caes bran
cas tenbo Juizo ; adimiro ver ua hornera
de estatura regular, cor morena, conser-
va ca' lignac, usa oculos verdes de tara
pha, nao se separa de um basto que o
traz na mo ; que hontem concorreu di-
rectamente para a deposifo do Exm. Ba-
ro do Contendas, e dopois de ser gover
no aqui ceusmava ocremente fallecido
Dr. Jos Maria, pelo facto daqueile ter
mandado para aqui, que voltaram de
Palmares, 100 pracas sob o commando
em chefe do Sr. capitao Ignacio Vespa-
siano Augusto Ferreira para bater os re-
voltosos, dizia este, dizia o partido violao
i u seu orgao, dizia a imprensa que Jos
Maria foi o nico que deu lugar aquella
hec&tombe do dia 18 ( preciso notar que
o capito Ignacio Vespaaiano tendo sido
convidado para fazer parte do movimen-
to revolucionario que se devia operar no
da 17, antes parti p&ra o Recife e foi
denunciar oa amigos ; d'ahi ihe veio o
appeliido de Calubar) admira-me ver o
homem de uculos, ex-delegado do gover-
no actual um dos prlmeiros conselheiros,
que se pronunciara centra o coagreaso fac-
cioso a favor do governador legal de
Pernambuco Dr. Barbosa Lima, escreven-
do cartas a redaeco d'A Provincia pafe-
ce-me um sonho, no quero acreditar, nao
fac isto, nao queira zembar dos queja
nao extstem, porn, como V. enxerga
poaco talvez Ihe levassem a carta para
aasignar dizendo que era algum termo
de arrematado da impostos raunicipaes.
Um homem que na questo do copito
Cmara matou um boi para sosten-
t tar 2C9 hjmem, gastou 5 garapha de
m em fazer caximbo para a compa-
nhia de pdaos, telegrou no cara-
cter de Jele.ado qu^ o foi ao gover-
no, foi em companhia do bacharel Se-
voriano PeixotD quando estj foi offerecer
S-3J8 servijos ao governo, e nao sendo
aceito porque all j era conhecido. e
encontrou o Gueiros Filbo, ento com,
missario de Quipap, que os embrulhou-
voltaram, e com promessa do hornera
do bastao para vir encaregar-sa da di-
re?o da poltica aqu, como foram am-
bos consultar ao Dr. Jul o de Mello, que
se achava em Garauhuus e disse-lhes
isto sao Vmcs. qnem resolvem, na dita
pretenco ainda foi aqu He bachar 1 cor-
tado pelo Furtadodizendo que por con-
aideracao nenhuma o aceitava como chefe,
ainda : &o desengaado :preseut u-se
candidato a prefeitura do municipio, e
n-io contando com nao contam com ele-
mento algum, recorreu ao capitulo Jos de
Barros, dizendo-lhes que lhes desse o ga-
nho da cansa, que dependia do Brejo,
onde aquella tem sua familia e i> fluen-
cia, que Ihe enarenara aqaelle districto
pela chave.
Coitado ainda perdndo esta pretengo,
passou a ser Custodista ; preso e recolhi-
du a cadeia dessa cidade pelo o Dr. Van-
derley, entao promotor publico de Aguas
Bellas, entregou-se d'ahi por diante,
aquellos que o soltara u da priso, nem
ma'B urna palavra, nem maia um voto ao
partido autonomista ficando o capitSa
Brazileiro e capitao Ignacio Vespasmo
e tenente Jos Ovidio sempre em campo.
Desent;anem-se os dous hachareis, e o
homem de cavr.gnac que por meio de de-
posico cae iro ao poder, para reunidos
compraren picaretas, e outros instru-
mentos para se anniquilar urna cidade to
linda como a do Recifs, felumenti temos
um Governador, que nao governado e
tambera Pernam^ucano, apezar que pode
ser trahido, porque te* homens do jaez
de Ignacio Calabar, empregado e ga-
nhando bom ordenado e trabalhando con-
tra o governo, como o fez na penltima
eleicfto para deputudos ao Congrosso Fe-
deral.
Garanhuns, 21 de Marco de 1896.
O vel/10 Dr. Oc/t.
LOTERI
DO
DE PE
Em todo o mondo nao ex ste lotera miis
seria do qae esta
Para attender constantes pedidos temos resolvido 110 mez de Ac ril, extrahir
3 loteras semanaes e brevemente serio fritas extraccoes diarias.
A boa acceitacao que tem tido esta importantissima lotera a maior
gloria que podamos desejar, pois tem sido preferida todas as outras loteras.
Chamamos a attenco do publico para ts dous novos e importantes planoa
de 12.0008000 D, e 24.0008000 B.
O publico pode exeminar as machinas e assistir as ex raccoes.
nica que jogara poneos bilhetes e offerece melhores vantagras, tanto ao
ogador como aos cambistas
Extracces do mez de Margo
Tersa frira 26......12 0KSO0O 2.a lotera D
Sexafeira 29 i .... 15 < 008 00 o.* u C
Lateras lo Estado
Hontem, a 2 horas da tarde, teve lugar a 1.a extracc3o da lotera deste
Estado.
A convite do illustre thesoureiro da refer la lotera, assistimos ao pro-
cesso empregado para a extracito e notamos toda a or-iem e meth do.
Pelo modo empregado, o que foi, para a extraccao, tudo deixaa conc'.uir-se
que grande confianca inspira a mencionada lotera.
Do Jornal do Recife.
Lot**ri Realisou-?e hontem no predio n. 45, ra do Imperador, a extraccao deatn
importante lotera, perante cr scido ame o de pess>as gradas e obs.-rvando-ae per-
feita correcijo no d senvolvimento do respectivo sorteio.
A fiscalisaso ejercida exclue qualquer posaibilidade de fraude no processo
da extraccao, sendo de tao tenra idaoie a orianca encangada de tirar os premios que
nao conhece ainda os pr-'ncipios elementares da leitura e da escripta.
Do Commcrcio de Pernambuco.
Assistimos correr a ultima lotera do Eatado, cujasr machinis Ficliet sao
reconhecidamente boas.
O svsthema rpido e licito.
D'A Cidade.
Lotera fio Estado
Hontem, s 2 horas da tarde, comecou a extraccao da Lotera do Estado 2 A^
Achavam-se presentes o fiscal das mesmas loteras Coronel Manoel Gon
calves Ferreira Costa, concessionario, agentes de loterias, quatro meninas, urna para
xtrahir os premios e as out as para moverem as machinas Fichet.
No salo do consistoiio da igreja do Rosario havia excessivo numero de
concurrentes.
Procedeu se en 3o a extraccio, eviden iando-se a exacta destrbuico dos
premios pelos nmeros indicados fatalmente pelas rodas da machina Fichet.
O processo da extraco inspira pfbna confianca e exclue a possibilidade
de fraude.
Tivemos occasio de assistir a toda a extraccao dos premios da Lotera do
Estado 2 A e podamos dar testemunho da perfeita reguiaridade da extraccao.
No-dia 22des'.e mez realisa-se a 3/ extracc o d^sta conceituada lotera.
Do Cuimercio de Pernambuco.
Hontem pelas 2 horas da tarde, no andar terreo do predio n. 4 ra 15
de Novembro, teve lugtr a extraccao da 61 Lotera A do Estado de Pernambuco.
Aasistiram-n'n repretentata'tes da, imprensa desta capital, o Dr. Secretario
da Fazenda do Est-do, o fiscai daa extracces, nomeado pelo governo, 08 concessio-
narios das Loterias e diveraoa cavalheiros, aim de grande numero de populares.
A Provincia enviou alli um seu redactor, a convite do Sr. Capitao Fe nan-
dea Vianna, um dos intereasados na Empreza Lotrica.
O servirlo da extrac$o f.orreu com reguiaridade por meio das machinas
do syathema Fichet, sendo escrupulosamente apregoados os numeroa e os respective
premios.
As espheras numeradas com os premios eram retiradas da urna por urna
crianca, oceupando-se tres outras na rodageax das mchicas, em quanto diversos
aavalheiros orgamsavam as listas, que combinadas, serviram para a inscripeo d*
ceta dos trabalhes em livro paraeate fim rubricado pelo fiscal.
D'A Provincia.
Lotera do Estado
Garankans
Nao podiam os hachareis Antonio Ba-
ptista e Severino Peixoto se c*n3ervarem
como estavam para nao me daremo traba-
lho de eBcrever estas linhag; s agora
que apparecem as columnas 'A Provin-
cia que j'nto te lembravam de si, com
cartas de condolencias; quando hontem o
partido mais precisava dos amigo porque
os seua chefea, uim esfava preso, outro fo-
ragido para que recuastes dianta das ur-
naa ? apresentaodo se smente ueste mu-
nicipio, no 1 distr cto, o capito Brazi-
leiro filho e o tenente Jos Ovidio Mu-
s FalcSo, como sabia o Dr. Jos Ma-
riano ; agora v se alimentando com a
idea que d'antes se nutriam, deque o bra-
vo marechal Floriano Peixoto. mandava
depor o Exm. Governador do Estado, para
alies infelicitarem esta parte do Estado ;
Despedida
Seo-uindo hoje para a Europa, sem ter
podido daspedir-me dos amig a, per-
ins desculp dessa falta involuntaria,
e a todos all offereco meu dimiuuto pres-
timo, durante minha ausencia que ser
curta.
Recie, 23 de Mar5o de 189o.
Dr. Francisco de Assis Rtsa e Silva.
Despedida
Joo Pinto Cavalcanti e sua filha Leo-
poldina, tendo de saguir hoje psra a
Capital Federal, vem por meio deste
despedir-se dos seus parentes e amigos,
offerecendo seus diminutos prestimos
naquella eapital ou aonde o destino o
possa conduzir, e com especialid de a
Exm a. Regente e mais directoras do
Recolhimento de Nossa Senhora da Gloria
da Boa-Vista.
Jcdo Pinto Cavalcanti.
Realnou-se hontem a extraeso dessa lo/gra, a qual asistimos em com-
panhia de divers s coll gas da imprensa, do Sr. .)r. Pedro Pernambuco, ministro
da justica, Dr. Carrilh?, Dr Affons da Mello, Dr.- Santos Moreira e outros cava-
lheiros, para isso convidados.
A extra cao dessa lotera nao pode ser mais regular.
Obteve o'premio grande o numero 5830, que foi vendido no Estado de
AlagSas. _
Do Jornal do Recife.
Lotera de Pernambuco
Effectucu-se hontem a extr ccao da 7" lotera A do Estado de Pernam-
buco, perante grande numero de pessoas gradas, e sob a fiscalisaco que redomi-
na sempre no desenvolvimento regular do sorteio.
Foi vendido pela casa do Sr. Malheiro iva do Cabug 2 A o Di-
lhete n. 14258 daLoteria do Estado, a qual obteve o premio de 12:0005.
Tambem a respectiva dezena e as aproximacoes foram vendidas na
mesma casa. ,
Dois te^os da sorta grande couberam a um estima vel com me ciante aa
ra Io de Marco.
Lotera de Estado
A extraccao da 6' Lotoria do Estado de Pernambuco realisou-se como no-
ticiamos e coma pontualidada de que tem dado provas.
No pavimento terreo do predio n. 45 da ra 15 de Novembro achavam-
se muitas pessoas do povo, os directores da extraccao Sr. Bernardi no Lopes
Alheiro conceituado commerciante desta, praca, Capito Francisco de Assis
Fernandes Vianna, Jos Gomes Ferreira Maia, o fiscal do governo Coronel Cos-
ta, e alguns conselheiros. -
A convite da commisso compareceram representantes das redaccoes
da Provincia e do Jornal do Recife.
Tambem foi convidada e fez-se representar esta redaeco
Comecou s 2 horas a extraccao que terminou, deixando em todos a
convieco de que nao ha possibilidade de fraude com osysthema adoptado, quf
devemos declarar por um dever de justica, a commisso poe em pratica co m
rigorosa exactido e honestidade exemplar.
Esto a salvo dos boatos da maledicencia as extracces das loteras do
Estado, tal o escrpulo que se observa na commisso respectiva. _
Somos insuspeitos em emittir esta opinio porque esposamos cpinio
contrara s loteras em geral.
Deu-se pela segunda vez a coincidencia de ser o premio de 12 contos
o ultimo a ser proclamado como succedeu na anterior extraccao.
O bilhete premiado com esta sorte foi vendido no Estado de Ala-
goas.
Do Commercio de Pernambuco
Ao commercio
Joaquim da Silva Ferreir a participa
ique comprou o estabelecimento sito ra
Visconde de Goyanna n. 191 C ao Sr.
Manoel Borgea Loa livre e desemb-ra-
cado de tedo a qualquero us.
Recife, 23 de Marco da 1895.
ioaqnim da Silva Ferreira.
Ildefonso de Axevcdo
PHARMACEUTICO
Avisa a seus amigos e a quem inte-
ressar, que se acha nos dias uteis, de
IO horas da manh.s 4 da tarde, ra
"Mrquez de Olinda, n. 38, i." andar.
Residencia ruaFormosa n. 5.
Imprtente planas
Extracces feitas com assistencia do fiscal do Governo, e perante nu-
meroso auditorio.
A machina FICHET para dar o numero tocada por meninas, assim
como os premios sao tirados por urna menina de 5 annos.
O contractante desta importante lotera entrou para os cofres p-
blicos com a avultada somma de I20:ooo$000 de impostos pagos ad antados, e
nanea.
Dillaetes venda as casas lotricas e na Taesourana
Kua Larg-a do Rosario n. 9, L andar
Os pedidos dever o-ser dirigidos ao encarregado da emisso
Tefcgrainin Allieiro.
Caixa do Crrelo
ti
196
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unan I
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"I"' ''

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4






Diario de Pernambnco Pomingo ^ I de Marco de l$S5

e embora o doente houvosse estado sof- approvada pela Ilustre inspectora de
fredo durante semanas inteiras d'uma Hygiene do Estado, com o parecer do
losse violenta ou d'uma constipaco for. lns}Sne ch",co Dr.Martins Costa.
tissima. este soberano remedio para todas y0s f^f]\% ul^s obt'dos Pel
as iofenr.idades pulmonares, os aliviaira ***?*'f0* Lohbclia *Hjlata' no ****
na iuiciiuiuouvo F toda Influenza podem ser attestados
curara ('entro do curto espaeo de unte |por centfnas deP ^^ da J^J^I
qualro horas. __ m # cepcao, residentes n'esta cidade.
4." AXNIVERSARIO
da
Umbelina A tigusta
Gajo de Miranda
Gomes Augusto Gajo de
Miranda e sua mulber, man-
dara rezar urna raissa por al-
ma de sua nunca esquerida
fllha, UMBELINA AUGUSTA
GAJO DE MIRANDA, na ca-
pella do Cemiterio de Sanio
Amaro, s 8 horas da maoha
do da 27 do andante mez.

t
D. Atina dos Anjos Correia de
Vra ii jo
A familia do Consclheiro Joaquim
Corroa d'Araujo manda celebrar missas
as 8 i [2 horas da manha do dia 2G do
corrente, na matriz da Boa-Vista, em
sulragio de D. Anna dos Anjos Cor-
reia d'Araujo e para assistii-as convida
a seus parentes e amigos.
0s nativos do Mxico conheciam per-
feilanienteas extraordinarias virtudes me-
dicinaos da arvore da quul se extrae es*
la maravilhosa ureparaco, e era o seu
grande remedio favorito em todas asen
fermidade da garganta e a dos pianitos.
U Peitoral de Anacakuita, nao tem
sou igual entre todos os pulmonicos da
materia medica, c por isso pode-se-lhe
chamar com toda propriedade e razo, o
un:co ie.ediu digno < o bo6.
COMO G:\UAM1.V contra as falsifica-
ces, observe-se bem que os uomes jMnman e Kemp vetaban eslamparlos em
latas transpaiente no pupul do livrinho
que serve de envoltorio a caila garrafa.
Acha-se \eudaem todas as boticas
e droaarias.
i^HHmiK^^^
Depsitos
Ra Mrquez de Olinda n. 38 i:- andar
Pharmacia Alfredo Ferreira
Pharmacia Ribeiro.
Pcrnaiubuco
o o a
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n
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< fsda
OJr- 2
-?? fo^--@7c?c3sa/yv^/a-
VINHO
MIVIEN
Mais cfllcaz ainda do
que o oleo cr de
Figado de bacalhau
De gosto to agradaoei
que as criancas
tomam-no com prazer.
f
H. Atina dos A jos Corada de
Araujo
D. Anna Lins Correia d'Araujo, man-
3a celebrar urna raissa na capella da Boa
Viagem s 7 horas d d a 26 do crrante,
em suffragio de sua finada cunhada D.
Anna dos Anjos Correia de Araujo e para
assistil-a conrida s pessoas de suus re-
'icoes e da finada.
Como sl Vine, da sua Csate!
Esla perguuta feila diariamente com
benflica solicilude milhares de pessdas
e noentanto muito melhor seria se os per
gaanles indicassem o meio de conseguir
um alivio immediato e seguro, recommerr
dando aosseus amigos enfermos, o Pe%ot-
"al de Anacakuita porque ainda mesmo
Stimo dia
TFN'ENTE-CORONELJOSE" JOAQUIM
OOELHl)
A v'uva^tlhos, genro, irm08, cunha-
dos, sobriabos e mais prente.--, presentes
e auseutes, feridos pelo passamento de
seu nunca esquecido marido, pae, sogro,
imio, cunhado e tio tenente-coronel Jos
Joaquim Coelho, mandsm celebrar mia-
sas por sua alma, na Conceicjto dos Mili-
tares no dia 26, s 8 huras da manha :
para este acto de religio e caridade, cor>
vidamjaos Darentes, amigos e companhei-
roa de cla6se do finado, manifestando des-
j seu i sinceros agradec men'os.
SSL
SB3B353J3535X :
Paralicns
A' u-nlil

M
Jarii
"ia Annunciuda de Al-
buqitcrque
Mil felicidades [ielu din de boje.
Recife, i'h de Mar.o de I8V5.
A. P. e y. M.
sm
mmum
Bol^a Commerclal de Pernau-
hmmm
l'C TAQUES OFVIC1ABS A JUNTA S C0RBETORR8
iraca i Kect/e, 23 de Alarg de :89o.
7(Se hcc?e cjia.o.
< presidente
Antonio Ma-qoes deAmorim.
eecretariu
iancel Gon^alves 4i Silva Piolo.
Cambio
Prac d Recife
0; Blocs abtram com a laxa d<> 9 3,8 sobre
Loidtes a 90 atar, iv-m ten^tocia frouxa.
D-larde o ai-rckuo tirmou-s- sjcj aro a 9 ll|<6
19 3,4 f leouo^e traosaccoes a esta oltiOM
laxa.'
Em papel P'irticoUr fizram-sa peqoeoa n;-
$0:108 a 9 3|4.
Coiace de genero
I"ara o agrian'or
innir
Jshas pe- 15 kilos. 5500 a 6nno
Sricl&Usad por 15 kilos 5*300 a r9j0
IrtKca, idtn.idem. 4*100 a Siino
iBlCEi-.oa, lie, dem 3500 a 38
laecavado. dem, dem. 24400 a 27o*
5?ato seceus iiem, dem 3ia a ?30
Srnto melado dem, dem l9o# a 2t0
Rtame, dem deiu i*t0 a i Sun
Algodo
Nao consten oegociu.
ftleool
Po: pipa de 480 litros 235* venia.
Agurdente
Fr pipa de 480 litros 135* venda.
Caaroi
Soceos salgados na base de 12 kilos 780 ri.-
cenda.
i Verdes a 480 ri?, nominal.
Carnauba
t:ola-6e de 15* a 28*090 por 15 kiios.
11 el
Por 100*000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DS AS-
SUAK E AL80DA
Mez de Marco
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacfo febril, bronc/io-pnemno-
nia, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculoso em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, as/una,
larangitc, molestias da garganta, instm-
ni/'s e losses suffocantes cedem immedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainflata
Etlner bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor jjtherapeutico'
Ce-aro raixaa a F. J. P. (jmmirae \
Cervej. 25 caizas a J. P oraem, 5 a uliveira tia.-.i- &, C.
Caooi de fer.o 36 a Cu.^..,.oa de Strrvigos
do-i Portoa.
Coapas para fogs 100 t A. le C*rvaih Droga* 1 ca'xa a Oo-nianb* de U o^'s, 6 F.
F. Leal, 6 a F*ria & S r.-mh
U
H
6
8
f
tu
Ao comiucrcio
Manoel Borges Leal previne que
vendeu seu esUbeleeimento, sito ra
Viseonde de Goyanna, n. 1 C ao Sr.
Joaqnin da Silva Ferreira, livre e de?-
embara5ado de todo e qualquer onus.
Caso baja slguein que se julgtie seu
credor queira Hpresentar su* reclamaco
no prszo de 3 das
Recife, '3 de Marco de 1^,15.
Mastool Borges Leal.
Pciterl de Cambar
Opiniito do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal c
tenho empregado nos doentes de bron-
' chites e affecces pulmonares com
' grande proveito, tanto mais por ser
' um expectorante suave e cfficaz ; o
que affirmo em fe de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. (Parahyba
do Norte.)
m-----------
O Cognac Brazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
a 88000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro/ um alimen-
to, mas ingerido com asessencias epy-
reumaticas que o acompanham, c um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Peitoral de Cambar
2:000>000
SZ^^Garr
fflM^ Duzi
Coqueluche
Curas do Peitoral de Casnbar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele- remette-se urna duzia de cognac* para
cidas com o uso do PEITORAL DE > qualquer ponto do Estado, por cami-
CAMBAR.rt., de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Manoel Joaquim Slo
xeira & C, do Rio de Janeiro.]
rrafa 2$50O
a 25*000
Na fabrica a dinheiro por e nho de ferro pu martimo, sem despe-
za.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
Do-se 2:ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porcm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
anda mais graves, dei-lhe entao o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e-
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Con.panhia de Drogas e
Productos C/iimicos
------------------- A coBqatsta meot'3
Em 510, Corl/, : co^i na pintado
de Lomees icb aeo oommardo, eonqniatoo
o ir perio inteiio Aateeai o Itesioo.
Toi iatu m^r va: 10? SIj, upeaai fac!
o o Uarat.
O poder e Mojte:uma c.iho por ti-rr
peraeto o naicr ecergia e < levad- c;v-
lisacSo do peqoeoo excreto bospachol
HW- itv:idio ki|uell<9 pas.
E j eri tea. o ; poii- d:irm- os poneos
aoooi qna preeadsrmn a C-i qaiatn, n*da
mecos que 23,000 vietsas hm-an. 8 r id
inm< l.daa boo alimenta o(;lri va nl:eres
dos fileoa dees-, s do Mes cu.
Mse, iu extela urna Eupers'i^ao pnda
mais c-.,i'i io que 9.ci\, u- .. d.'S'ruig'io
niHa rnif terriel e ioati) ?
Existo ; o deapusaio d.* donce*, es e
BBoettra ob|m pl istlo senn-adas do
cadoverei e da m.i.Oiudb era ludo os
rjoizez, e no uuneit tu' bl'i (ouodo
nr- lUblkduUrO.
Q:eajde fruir o teu dojsiaio iijferoal ?
Ni obdtacta ut si o>uB*gotk. O U-
cbBtneiito cbv3 tas partaa ''St coceen-
trda n'utn pequen te^a';- o .ico< do
p-.-dra e c-"l d> p=r.d-:a da pad e SOOt al,
e t oyiTeroH d-: doeofa yo e at.it ar-f- isob
ea'.u 'nuj s ponto, T!neinur p'r t>2am-
plu 11 aeguiota in'irj 8hi t-i ph8-;Hca :
Ctim dat di-. 13 d* D z abm oe 892:
l>tn Jjhn Ntto, unefa ra eoiacSo do o-
mch H< t*rro >-. b Graiil rey, i^ovu.oia >i>.
Puin<'fdrB, Eapai b eseiove, dianuno :
c Etn 12 de Maio d l^iT, nieu fi'h.
HUtioel m rru:i d bj -ropeaia em grande
;:gnUa nn id.ide l uZ aOOOF, dopuii ds
anii- doen^u do dote fli-a.
Nadn 8b deixnu de faaer para eoral-o,
o entre d'.ecga >. <> cr-itamut't mediuu
(in btu.-e rcmei*" Moneu irs.r;yr.
t C-rc di fi :h tren do .tiit>hsi8 fi ^*>8 eht.v.:to :m Firt -
re a, a i7 k'na,c:r '> denc povoav5'11 a( a"
d-- i .1 >:i ido pMi;.r al^"a dus com ul-
g:imas arci^'B buf'
c N4o lnijC'ooHi-am volti-r at o di h
de S-iembro, nins du-Sfl o c*ko avo no
da 2 e8^vrn toda 4 da rgBO. Vier^m
s irej pelo trem, e E.'oda, a mus nova
de Hete ancos de idade, n. / rersou dot
meema doenga que no aono anterior tioha
cansado a morte de aeu pobre irmac.
c Chamamca o medico, que no p. imeiro
dia reoei'ou um purgante, no secundo dia
-m eaetico e no terceiro um remed.oque
ela devia tomar o'e duas em data horas.
A btate reca 'a tomal o porque Ihe
. ffeufsva maitoo estoma-o.
i Recordando mu do que t'nna aconte^
ffdo ni cosco menino, fia que ella deixssBO
de tomar o dto remo.10 e decidi-me a
por em pratica om novo tratameato sob
minha propria resporaebdidsde.
Mandei om hornera g casa dDr.
A. (rn.o9 & C, 25 aaccos com 1875 klloj de
aaau.' u>aeb?aaj Sj5 unos uom i,i23 ditos
d OllO ir. !:i;j.
_ ti. D:rca rjdclooal Blma.. para Paran,
jr:i-^i.:.nn :
r-. u.iroeno Joia- ( ca xa a Couc-irug I :i r.
Lad-nno 8 volumas a Annur e D'sirier O.
L ug> i voiumr.g A <;. o* C u 1 vi- r .
y.!4',i 15 oarr'S e 15 io-io-i di o a (jOjcoI-
ve* Rusa e Fe-na 1 e> 3 ) a Joaj p e comp.. t5 e ?5a C. Leca e curnp., 10 e tu
a -. Aeuiar 'lo'np., 2'J 35 a Co-iu e KiH-OaJkilu oea-ascar Draoco.
15 e 15 a B. Ma a'naei e orno 120 210 a or- So vap.ir tiaclooal Italiba, para Porto
EetannoB 10 volomi-g a A. de Caraiba <* C. lea?, 40 e 40 a Fuu<-iredo Cj- a e en p., 15 e 1 Aterre, (a,teoa .
Eiopa M far os a o dem. (ja Un-< a ih" p i"i.[i. 5 e 10 a Garbi-j J. K. Marquen. 300 bairicas com 31,200 k'los
Ferro cus 3 vulume a H rente V anoa & C, ranee V'alente, 155 e 32'* Gompautia de K--. de assucar urajeo.
(iva, 5 e 20 Lope e Araojo, 10 e 5 a J. f. oe >. v.por oaoioaa'Caplbarioe, para Sjij-
AlC't-ii-, 15 casi.xa- a ordem., 1 aLopea A lidio to-, ca rt-Kit.u) :
a se-
car
Sarcaeas ....
Vapores ....
Ammai-8 ....
Bairada de Ferro Centrai.
dem de S. if^ancisco.
bem do LimPiro.
Scmma. .
18(069
Algo
dao
Saccar
l
30S7
80
10S5
11)21
4989
13402
Importafao
Liverpool e Lfboa, vapjr ioglez Vlarioer,
mirad j em 17 do correne e coosignaao a Bla-
ckoaru & C.
Ca-Ri de Liverpool
Am s'.r-jp 2 Tolam-a a ordem.
At-jz 10? saocos i ordem, 50 a Coeta & Ro-
sna.
AWaiade 1 birrica Great Weaiem of Brasil.
Armc68 para seilins 2 caixa a Domingoa
JoiFere'.ra.
Arcos de ferro 103 feixes a Miranda & Soasa.
AuHxa-' 16 caixa a P. Costa & C.
Bebida? 31 raixs a Solier Kauffjiaon & C.
Cba 9 voiaxej urdem, 5 a Figueireao Costa
*C.
Calcador 2 csix6s a Haooel B. Cavalcsote.
Cbaros 2 caixoes a Soares & C.
Cno^ de chambo 20 volomes a Hiraoa &
Sonta, 6 A. P. da Silva & C.
Cobre 10 vou Des a A. de Carvalbo & C, i a
J.do. Brr-e.
44 a fia:ua Cactro & C, 30 a Mir.i j.1.1 & Sou-
za, 42 a A. de CrvalQo & ., 104 a C. 11 -iiiday
& C, 88 a A. Silv. & C 45 a t\ da ilva &.
C, 6 a ordem.
Folbas do cbambo (0 rolos ordem.
Formas wn as?uar 3 volomes a ordem.
Folbaa de flaadres to eH a C. llalli >.y &
C, 65 i ordtm.
Fogsreiros 100 ordem.
Looca 63 g\a CompiObia de Estiva, 30 a
J. F. ae CirvdiQ. & _.., 9 gfjdea e 5 DariiCa a
ti i. fertira.
Mereaoo ^a 4 volomes a Braga & Cistro, 26
ordem, 5 a Naoes Foaai\;a ft C, 2 a G. Mulos 1 maos. aC Hniidry o C, 21 a 1S0-
uei< Fon-eca 4 C.
Maleriues 8 caixas a e-trada de ferro de Ca
sunga, 3 a CompiuOia Miuor:iora d Pnogpno
ro. 38 a Empreza ao liz, 6 a Grat W ol Brazil, 47 a u i'.ia Siu ojr .
Oleo -0 cairica8 a A. de C^rvalno & C 12 a
Greai SV -tero o Brasil.
Pipai 285 a ordem, 192 a Amo.-im Irmos
& C.
Pap^l d embralbo 30 fardos a Casta Lima &
C-, 00 Cfljpaunia Peneaces pu l-ilbos 45 'clamrs i ordem.
Peooas de co I taua a F. P. Booll reao.
1^8 de ferro 25 Hxe* a A. ue Carvalbo & C.
Trnod de ierro 850 i or:err.
T'iaos 8 volomes a A. M .la & C. 7 a Affja-
go Mala & C 3 a O 00 okcb l.o-lbo & So.rea,
<3 a J. Goncalves & C. 3 a A. Cruz & C, 3 a
M. Lopes M. Ha i a Ferreira 4 0-, 7 a Goncalves CuDba & (.'.,
55a Rodrigues ->ma & C, la D.as L.u ei ,
& C, 6 a B^nei & G, 2 a ordem, 11 a Micuado
ft Perera, 1 a A. Vieira 4c 1'.
T.-apos 2 fardos a C Ha huay Je C.
Vidros 3 volomes a Compaooia de Drrgas.
Carga Je LigRoa
A'.ete 5 'aixaj a Ferreira Rodriga.'* C, 40
3 Joaqoim Ferreira de Carvalbo & C, 50 a Ha-
mos & Gi-ppart.
Aguarden e 1 caixa a S. N. da Fonseca.
Baiaas 30 eaixaa a Ferreira R/Jrl,;aes & G.
CeooUa 10 eaixai a Sioos da Figaeira & C.
tjoiservas 8 ealxai a o dem.
Can e de po.-co 1 cnxa a a. barbosa & C, 1
a 1 ti. Ja Pooseca.
L'Vrus 1 jaixa a A. E r: na.
SardiLoS 1 caixa a Frrrera R)j:iaes& C,
16 a ordem, 5 a Aorar.iea & C.
Vmbo 30 narria a E. M. de Barros, 20 a O.
de Go.-rni', 5 a A. il nui-, 3 a ordem, 5 a A.
L).ie ft C. ti B Abrantis & C, 1 a A Ba'bu-
za, tO a J. G da Fomc 18 tipas Comp--
nt.ia de Eii'a, 9 e 70 1 J. F. de Almelaa, 35
Caix-S a J. N da F.bSiCa.
II ivre e Liabo-i. vap r frtn'"i Cjrdob. eo-
tra 10 e o 19 -o corrate e '.cajgaudo a t^eiix
Bandeara.
Ci'ga do Hiv.-e
Amostra-1 voinae-t a dlverMS.
Agua de fl i,vs 4 caixad a il. J. O impn.
Azi- 30aix 8 a J. F. de Almtila, 10 a An-
tonio .-oar*-8 e cump.
Batata-t 50 caixaa o-d.-m, 50 a Guiara A1- >
Vleme-100 a Sil*a Guim3raei ecomp-. 200
C< mpaubia de Estiva, 50 a Figce suj Cosu e
comp
Coaros 1 ca'xi a Raphael Dias ecomn., 1 a
Corapaonia de Cbpeo-, I f. R. di Silva.
Cornos I oaixao a Hraia e Si, 1 a FreJerio
e como-, 2 a Ramcs e Gepert
Coida uioriaarijo 2 caix-s a C. Feroaales e
com.
Caljados i raxo i C. Caxqig e comp., 1 a
M.noeljde Barres Cavalcaote, 1 a Albino Croz
e ermp-
Cbempagne 20 caixas a E. Kio'.b r-t.
Chocolate 1 caixa a A. de F-citas Irmos, 1 ;.
Silva Marques e como.
D-ogB 12 volomes a |. Rjuqaayol, 1 a A.
Meodooca, 7 a a. M. Veras, 7 oram, 7 a 0i-
velra e Irmios, 23 M. i. Camoos.
Fetragens 3 caixas a Fredenco e coup., 5 a
Albiao ailfa e c-mp., 6 a G. Ma.'tias.
e rnmp .
Mis-iS alimenticias 1 caxi a A. de Freas
(r tusos.
Mj-. ato'i 1- S tolom*? a Jis Ferreia ecomp.
I a D. P. Wl... 2 M. i. Ribeiro 1 a >iu>a
J. a. Diax. 1 a Franci.-co aivis e tomo., 1 a
C- H.lliday e i'omp-, 3 a C 3 It-is e a Encola F.ei Caieca. 4 a CiraorJei'Ci'dos3 e
comp., 4 a Manoel Coll-c o lo.np., 3 A F-
Acias, 1 a Pereira oe Faria-, 1 a F. f. Booii-
treaa. 1 a E. Pa va e comp., 1 a J. A M. Goi-
mai-ns, 1 a Rapnael D'ae a comp., 1 a i Je car exu :
a. Coima -o & C, 10 pipas cojj 5.4C0 Itr.s
ae Uodi.
P. ue oliveTj Maia, 30 pipas Con. 16, 0 1 litros
de ai :uUi, 400 MCCM u id 24,00.1 k lOn <.e acucai
raucc e IWJ diiut com 6,Uuu uiujs de uiio mas
Cavaoo.
J. T. dr eiro, 20 pipas com 9.00 litros ce
alcooi, o';0 >aecos coio 33 000 k im . btauoo e 200 ditos coji i2,00U ios de ult,
liaitrava IO-
Na vapor fraucez tCordoba, para Saatcs,
C. Piolo &, C, iS caixas C-Ui 13b luros de
cidra.
Na barcia T'eie de Mjo, p*ra StUl,
Carrei;ar:.m :
J. U.itir A C. 10 barricas com 80J k!!o de
i-a- G. Corroa & C, 1 barric: com 720 kilos ce
achurar relaiio.
G. oe MiiiiK I m&o, 4 c<.:xa3 com 0 tilos de
era m vi-Map.
Para M laDiba. ia'reaou :
G. dr. foai os l-mi>. caixas cam i5 kilos de
cera la vellas.
na barcada Sai.hoa. para Parahlna, ca:-
MCa a 11 :
K. IraaoB &. C, 200 caixas com 4,6.0 kilos
de sarao.
Na narcasa D. Siab, para flsul, cirre-
.ar^m :
uliveira & C, 11 barrica* com 761 kilos de
aseac r reuada.
PAUTA DA~AL1?ANDSA
Areers em Puy para qae me comprasae
om f-4BCO g avie do Xiropa Curativo da
Mi Sergel.
A p imotn doae admir-isfrida a doecto
fo: do 10 gvtMB, a aeguoda de 12 e, depois
la. Aosgund diu da tmalo a ftbre
aguda tioha desapparecido completamente
o a irflim>5G tieb d minuido.
t Na'.raliuants a mejina ScbavB.ge
muito frac-, mos c mo no lhe eiadfficil
tomar al menfo, recoper u f resa e hoje
aohi-Be do perfoita saue.
t Dasej;> t..:rc*cer>'er que quando mi-
nbasfilbaa vo;tarau da Fortoreos, como
fi-ia dito, ae&bavam.Ti de cir.
Mmba mulher Man venci o ea'aio
em qno se emontrava Elod a, f 1 t3o
grande o seu pesar e o seu raceio quo
tatebem perde.i o appetite a ca:.o diente.
O seu mal estar daroa qeatro d;aa, no
tim doj qaae riz lhe oa>tr o Xarope, o
quid a rbt t En lemb n oso e*to remoaio quaado
sinto al^niaa deaordita no eafomagj e o
re.comaieudo > tod-.B as passoas que 6tf-
frem.
O oerto quo o phararcentico Sr.
Ar.H-8 tera vendido maia fra^Cl8 djsde o
Io e 3tembro at bg^ri do que djrauta
Codo o kii 10.
i E' mioha teoyao ter aempra cm mi-
nha casa ese m ravihosu reo;elio, e:a
algoera raoi hr em c.er o quo reiato,
ei. roe bqui pas re.-p nder a rodas as per-
gur.tu" q^e qa serrn faSpr-iss.
'i.ia ''mes. pleoa librdade de pa-
bJioaros eios qae bc bo d relatar
tato caso nao exige commenturios, nem
t3o pooeo h. ijvidectd r.nqce;a e b5a t
q.ie carcterid.m ciri do Sr. Nieto.
Ao p eso que no alegramos com a cur*
da ana tiib-, seiiiiiuos naturalmente que
este rsmediu 0&..1 :ti
temp') upporton" pura que sea tlho Ma-
noel tivesae tirna> be.ued io dclle, pois
indub tavelmeot^ teria-ae salvado a sor.
v 11. igualmente.
A dc-.-sa que s Traram estas criaoQJS
foi ecilermidade d.s orgaoa dipescivos,
que desKiivolcei ooai toda a rapid^a om
vaoeou qne par 1jho jiridoiindo asaioj a hyiopesia, tyjjptoma
J.-nore je goao e coai treqoeaoia fatal.
Nu cibo de E'oHia, o X-rope exer^n
do ana pi.d.-roaa n.fluencia to">re os tutes-
ioia, o eatomaigo, es nna e a pelle, ex-
irpou o w-jieoo, n staurou aa liuc^ei
aatoraee e saivon au* vida.
ROEBHD'JHIA p') ESfAUU
*
O' da 1 a 21
iJem de i
RE
D> dia 1 a 21
IJem de 22
Somma letal
TR UnAiNAGE
Souim? totil
73:MMiS4
7:49Jal862
(tl:037)|S86
5i:fi3l5'i4
8*6 55:4.17*610
ifi. Go^calV!'8 Ca.-cao, 2 a M. .yue e como., 1
a CosC Campos a comp., 2 ordem, 8 a J. C.
do A do juo que Mello. 11 a G ae la.ios 1-mos
3 a A- O. Lma, I J. Pmheiro e oaif., 1
Asevedo e comp-, 1 a N. Poooecs e come-, 4 a
11. t. da Cosa e comp.. 1 a Villeh e comp-, 2
a Lene Basto? e conp., 3 a Julio Si va e c.-mc.
2 a Cce'tio e FeOiOd^s, 1 a Max D ecVle 3 a
Amorim Irmao-i e (orno 3 a 11 a^a e C-istro, 1
a Goima'es Lima e comp. f
Mioraes 9 o'aiaea ao naran de Saasouoa, 1
a E. E laoii, i2 Companbia I. a cucare tj, 7
ao eoveroador do Bulad
M 1 vi- s 3 c.ixas a 11. N. da l"n- c.
OOji-cioa para relogiot a ca xa a J. Tav?res.
Papel 1 caixa a SaoU Ca-a de Misericordia.
PdrlumanaH 2 caixas a R.d.-igues de Sotzi
Irmos, 2 i criem.
Porceliana 1 caixa a M. J. Preira.
Trciio 4 caixas a Maooel da Conha Lobo, 2
a Be-iiei e como. 1 F. de Aiev^du, 1 a>-
Londoi Bank. 2 a L. Cjotintio e comp., 1 a J.
H. de Vancoacellos, 1 a F. de CaOlalica, 3 a A.
de Bnt i|e C3mp 3 a A. Vie ra econo., 2 a
i. .. AUdrade, 3 a Ma.-tlaaoe Pereira, 3 a Frao-
.;.- o re. e IrmAos. 1 a o-de i, 1 a l) L rj-
reiro e comp., 1 a A. Lopes e comp., 2 a Medei
-oe 1 naj.-i. 1 a J. L-j'z Teixeira. la a. Ua-
llas, 1 a D. P. Wilo, 2 a M. L. M. Rimo'.
T.-liias de vidro 1 caixa a C- Feruaodes e
Onp
Velas 2 caixas a Gomares e Vleme.
Vilros 2 caixas a M. J. Pereira, 1 a J. A.
Vi-.ina e emp-, x a M. M- Bote;bo,it a a. K.
ca C. olifeira.
Cara de (Lisboa
Cal 59 barricas a N. Coimbra ecomp., 50 a
Miranda e 3"US*.
C-bolas 10 j. ix s a A. de Freilas IrrtaOF, 23
a Gaimsrsea e Valent:-.
Livros 1 Caixa a M. J yme e comp.
Papel 1 raixa 1 Parate Y,anna e comp.
Sardlnnas 3t0 fia.-riS a K-rrei-a Roligoeae
comp. 90 4 uompaobia de Balita, 50 a a. de
Prejian Irtr.Oil.
Vinrio 18 pipaa e 20 barris a Companhia ide
Eiiva 25 o 105 a Jjiqaim Ferreira de CarsalOo
e rotea-, e 7 a A Ma e Ro irufa 4 e 27 .-
Ramrs e Gioert. 10 e 109 1 F-rreir.i Rodiiaoes
e cou-p.. 40 a Paulino de Olivera Mai>. a
jorej Alaeiro etomp.,10 aN. Coimb a e
comp.
Wixporcacho
eclfe, 22 'e Margide 1895
Fara o exterior
Magdalena, para Aa-
41 cairas cim plantas
para Na-
No varor Ingle:
tne'pa. carreftou :
J. M. A. Oliveira,
VV'S.
rio vapor talimo Las Plamas.
pDie8. carretjoa :
t. Launa, 2 jacars embalsamado;.
Para o interior
Nj vaior fraoces Matapan, pata Uro-
(raayaua, carregaraij :
fjA. 1-maoa 4 C, 900 barricas com 9i,9i0 kilos
ue asquear braoco.
Nj gar ingiez Cjmrle, para Pelotas,
carreja esm :
M. S. Man, 2 pipas com 1194 litro 1 de alcool
Para llio de JiuelM, CTe^ariui :
Hr. '.a 1 & iloaieiro, 10. 0 saceos coin 60 (0j
a kilo d^ aosucar orauco.
F. oe K rilas, 2000 saceos com 12.0C0 ki.os
oe Mldr maeCavaUO.
r to=ta, 1UL saceos com C 000 kilos dr
acucar ..a- 'c .o.
Lima & jioraes, 1000 caceos com 60 000 kilo
de ai-ocaar Drcnco.
P. Caroelru 4 C, 100 suecas com 7,580 kilcs
de olKuuao
fla vapor nacional B asila, pura Rio de
Jatiei o, c .-ngaiam :
1. Ca ur iro &, C, 250 sacecs com 15,0^0 kilos
de as8u:ar bieco e 65 pipas com 32.5X0 I tros
de aleo l.
Luy., & Ino, 3010 eacco-" com 180.000 kilos
de aesocar braoco e 1000 anos com 60,000 uilos
de uno muscav.do.
No apor Uglts Sbafieabury, para Sau-
O* e- ... ru i. :
F. Leu:o & C, 1 0 Utas com oleo ecetal.
Pa a R o dr Jaueiro, carretjaram :
S. Guiuja.ars & lo pipi.8 eoui 8 iO litros
de uicooi e 77 uius euiu 3^.104 aitn ue agoat-
ueute.
C. lisportadora, 20 pipas com 9,200 litros de
alcool.
F. L-mos & C, 50 latas com oleo ?. getal.
1N0 vi'Hur aacioaal XardObo, para iL-
ri.io.1, nrraaiaraa) :
A. limua S ii, 40 Sarria com 3.520 litros de
asUiriieille.
No vapor nacional Rio Foru-O, para
Ja oiui, car.eeran :
F. Irmos a C-, 70 caixas com 1010 kilos de
*{bao.
i\o vapor inglez C. Priucr, paa o P-ra,
carrei'ram : .
L. J. S. Guimartea, 300 barricas com 13,900
ellos ue asxuiar oranco.
ojies &. Foeseci, 200 barricas com l,i00
koo de ai-sucar b'acco.
D. F. Puno Bailar, 100 taceos com 6),C00
kilos oe uilitio.
s. Rea & RoJr cues, 150 Barracas cem 11,650
kilos de te sacar brauco.
p. de OilVBira Mala, 10 pipa com 5,400 litros
de li'-ol.
,. BjiiarocC., 15J barricas com 11: C kilos
de atSBca* braoco.
j. G. de Amonm C, 20 iatat. iou. ol;o va-
geul.
rf A. Irmaos & C, 10 pipas com 5.101 litres de
alcool.
<;. de D'ocas, 67 calas com medi^^mi-otoB
T- Lh|h & C., 20 caixas com 16J litros de
geoeb-a e 20 ellas com 160 ditos d-' cognac.
No biate Deas te G.ie, para Aracaty,
carregou :
C. de Estiva, 1 barrica com SO kilos rteasso-
car retinado.
Para Camosslm. csrreraraiD :
J. S. doAmaral&C, 10caixas ceta 240 litros
decerveja.
Para Mossor, carregaram :
L. AiCt'iru & C. 4 barricas com 180 kil03 de
assocar hraoeo, 2 caixas com 56 litros de agur-
dente, 18 ditas com 126 ditos de genebra e 18
caixa. com 298 silos ce Babao.
No b aie Argeodua, para Mic, carre-
garam :
Oliveir. A C 11 barricca com 721 kilo- de
assacar reGaado.
VALOBBS
DAS M1BC.VO03IA SACIONXS
D1BKITOS Di EXPOSTAS-VO
BUIKITA
Semana de 18 a 2! dt xarqo ie 1895
Agurdenle, cacn^a litio.........
Dnaoe cao ta, turo. .............
:ta oe^tilada ou aitool-----........
Algodo em ram ,i>.ii...........
Arroz -oo canea, 111 .............
Assucar braucc.i em.............
Uito mascavacc i em.............
uu retinado. dem................
Bucos oe mamona, dem.........
Korracba de >*ie uiatiHaCeirn, Wein
Cacao, dem.....................
Caf b.ioj, oem...................
Dito escolBS oti restolbo, dem......
Dito moido, lea................
Dito ordinario, dem..............
Semeute de caroana, o kilo.......
Sabao, kilo......................
Sebo em ru.ia, kilo
Tataju'ia oaaseira, k lo .......
Taboa8 de aman iio, ou ..........
Cera em atiaB.aUlti.................
bita vriie.tal em oren, knu.......
Carocoa 00 seteeDie oeaigudat, iieui
Carrapateira iHemeflie............
Carnauba dem..................
Carvao ^e pe-ira. toaelaia .........
Couros seceos esotb;..ii)S, knog....
Ditos dito salsadoB. Ueiu.........
Ditos verces, de-u..............
Courinbo 00.....................
Cocoe em casca, ce -, c............
Farinba emsofllocs', sito..........
Graxa seb), kilo^....... .-.
Geoebra, litro.....................
Jaborandy ifuln;. iaem..........
Meiosae sola, valor nominal......
ilel oe taoqae ou uitlaco. litro......
Milbo ki:o Penes de cabra em cabelle, valor
do ceoto......................
dem de caroeiro en cabello, valor do
ceoto ........................
229
400
447
<40
120
3i3
112
360
130
USUO
900
1~0
l-l)i)
200
1 00
47
ar;o
666
20
160*000
uno
281 jS-H'
Qi
1*30^
lOJU'O
77i>
720
4K6
1750
SOOO
152
730
360
800
7.S00
135
110
2400U0
liOtl
Retiad rae seos panucos
Mes di Ma-fij de 1893
Alfandega
Renda geral
Do da 1 a 22
dem ae 23
1,167.3^87*5
3fi:\bO)72
I,02:803548
Renda do Estado :
Do dia la 22 307:316*7(7
Ijemde23 18 933l9
Somma total
te
326:349*036
1 529:152*58*
Peroambaco, 23
V sac.o da Al'-inle.'a
-e Marco de 1885.
O chefe d n?csio
L. F. uodecera. '
O Ibpocreiro
L. B. Rodrigae8Valenca.
UluTlssen o do> pono
Navios eotr-dos no 01a 23
Mjntpvid.'oee c.l'<4 na npo* logles Mi-
e'alena, de 30o looeatag, commanuaute
H. C Rigacd eq i- pem (39 i:arga \arics g-
neros; a A10 >m leinOi & C.
L!ver[iool e iscah20 dics, vapor leles Mer-
rhaot, de 40 louelad, coimandaote G.
Goniinan, equipagem 2t5, carga varios gneros;
a B'ackbar.-i 4 C.
C:ir 5S2 umcladiS, ai-iao 1. Stieloerr, eaoipa-
gem 11 carga carvao de pedra ; a Lopes Gui-
maaes I u.208.
Naiio cabido no mesm > da
3otnarpti.il e lcalaVaior Ingles Magd;li-
ra. rommandanle H. C. Rigaud ; carga va-
rios gneros.
Mercado lino .ioi des. los
O muviuiruio oesie imrcato ao da22 de Mar-
go '01 o fciuate "
En'rrrsm :
i" hois pesando 3.719 ki.os
8t>5 kilos oe pei*e a 20 rs.
10 compar, com manscosa 100 rs.
4 ditos com camarCes p 100 re.
28 1/2 columnas a 600 rs,
4 carga com calimbas a o00 rs.
10 cassoaes com ealliunas'a 3C0 rs.
1 cargas co:u rnilbo v.-r.ie a 300 rs.
2 cargas com macacbeiras a 3lK rs.
1 careas com melancia a 3C0 rs.
5 cargas com loucas a 300 rs.
5 carga com batatas a 300 rs.
8 cercas rom eenroooi- a 300 ip.
4 eara eoiia bananas a 300 rs.
2 cargis com laranjas a 300 ru.
1 cargas cora ceboiiabo a 300 rs.
7 cargt-8 com rfiver8>s a 300 rs.
19 cargan com farintia a 200 rs.
:i carggs com milho secco a 200 rs.
3 cargas com fi-ijSo a 200 rs.
6) tugares a 200 ra.
7 Suioos a 200 rs.
12 como, com uameiros a 1*000
9 como, com scinii'os a '00 re.
9 comp. cora fressorao a h. -s.
34 comp. com comidas a 700 rs.
70 como, com fazeodas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs
89 ecrojp. com farinna a 400 rs.
43 comp. f.c.Ti talt.f a 2*000
R edimento de 1 a 21
29il00
6.2l5*00
6.506*:00
Prscos do da :
Carne verde de 2)0 a I* rs. o kilo.
Saines de 900 a 1*200 dem.
Ca-neiro de 1*000 a 1*200 dem.
Faricba de 700 a 1*200 rs. a cala.
Milbo de 600 a 700 rs. a caia.
Feiiao ce 1*500 a 2*oU0 a cu.a.
Vapore nenerar
Mez de Marjo
Roma, do sol, ni je.
Urail, do Norte, noje.
Mi ipao, da E'ooa, neje.
ArgeotT.;. da Europa', a 25.
Haoom Adels'ec, ao i-al, a 27.
Maranbo, do sol, a 27.
Aiacoas. un n .re, a 27.
Coleridge*,do norte, a 27.
Rosario*, da Enropa, a 27.
Vapor< m sabir
Mez de Margo
Santos e esc, Haeou A"ei6itn, 24, as 4 boras.
untose eC, Rouia*. 24, 8 4 horas.
SBt08 e es". Sattsbory, 24, 4^ 4 horas.
Rio e esc, Df-xil.. 24'as 4 horas-
Santn e esc, Colerldee, 27. a 9 borus.
Sacos e eic, Rosario. 27, s 12 boras.
> -
>
<1
'i-
1
16*1 0
1*000
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16*800 -
2*000
3*000
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600
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3*800 .
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13*200
1*400
12*000 :
6*300
5*400
23*800 1
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14*700
35*600
85*000

1
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ifBBL 1
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H'
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T
i
Piarlo de Pernambnco Domin&tf $4 de Marco de 1SQ5
5
Podoriata escrever 6o veame acerca E par que chegue ao conhecimento
deate aasump-to vital, m>n s d remo a de todos mandei passar o presente edital,
neste roimnoto que quasi todas a cha que ser publicado pela imprensa e ou-
a4tsdencaa co h5j na i e->lidada mais tro de igual theor para ser afiliado na
do qif Fynjptoma* rt cipa i
<5 enein'da oyspepfi'', o nica vZ: Dado e passado nesta villa de S. Loh-
E> espedida
Refrescando para a Capital Federal, no
paquete Brasil, venbo por este meio pe-
dir a iodos os meus amigos que se dignem
dar-me suas ordens, e agradecer-ibes as
assi"-naladas provas de lta considera-
gao e (stimt cun que tanto me distin-
guirn).
a impossibilidade ae pessoalmente
prcural-os, devnlo ao pouco tempo de
que disponbo, peyo-lhea que aceitem meus
protestos de, anisada e reconheciraento.
Prevalecejdo-ma da opportnnidaJe
tributo aos dignos collegas e redactores
da Provincia a gentileza com que me
tero distinguido.
De to dignos cavalheirjs como soem
1895.
Eu Joao Benigno Pereira do Lago es
crivo o escrevi.
Luiz Salazar da Veiga Pessea,
a i'digt-btio
que teohaTua venad ests, tero urna con- rene da Matta, aos 20 dias de Marco de
seguido dominar a cor o o pad*cmeeto.
O fetos ji citadoi a cutio a,oa diaria-
mente cbg'itn o dosso conhecimento,
terdm a prover que a conquista da
doecca est prxima a tffjctuar-5e 6 qoo
a M2i S gol eS!a d-etinsda a s?r a le-
roica, e a, au-s artiga, o sou remedio
phecone*.*'-
\Immchivaa-ae 20.000 viotimaa cada
anco nos sitares de Moateaumft ; sdoenja
destroe 40.000 cada *iia.
O Xan-pe Our.. i<> da Mai Scigel est
venda ib todua e PiarcacitS.
faz a leitura de cada
pe'a ordem numrica
rubricando aquellas.
Os votos sao tou.ados por cada nm dos
professores.
urna das chapas i flompaahla d Servicos Mari
doa oficios e ir timos de Pernambuco
A directora da Companhia de Servicos
Martimos de Pernambuco declara para
gciencia dos interessados, que presentes
ser os meus honrados collegas de repre-
sentado, nao me era dado esperar senao
taes finezas.
Assegurando-lbes meus votos de esti-
ma e considerado, estarei sempre s
suas ordens, no Coiigreeso, ou em qual-
quer oiitro ponto onde por ventura o des
tino nos conduza
Enviando a todos minhas despedidas,
dirijo-lhes minhas mais sinceras sau-
dades.
Recife, 24-3-95.
Coclho Cintra.
DirecUria da Jaatigo 2.a Oeeoftaoeoro
taria da Jas 19, Negocios Ioteriors e
Iaatrucc&o Publica do Estado de Pr
naiobuco, en> 20 de Margo de 1895.
Edital
De crdem do Sr. Dr. Secretario da
Jnutica, f co p'-blico que fisa aberta por
eapseo do 5 d>?, u coatar de h currercia nfira de serem apreaantadus
propoates, dev.taneata reliada?, em carta
'echad?, ptr* o iornecimento, dur >nte os
meses da Abril, Maio Jacho do cor-
recta r.cao, de ratoes e dietas aos presos
pobres da Casa da Detenga mediante as
condigei abaixo tatipoladas.
1
for-
recimeoto cota ge eres sao, de bon qa-
Art. 8ogmente deixam-sede apurar os membrjs do Conselho Fiscal "e obser-
08 votos constantes de officio e chapas, vaias as precisas formalidades fo am
os quaes nao vierem assignados, ou que n9:e 80rteada as obrigacOes preferenciaes
contiverem emendas, ou recahirem em ( ebentures) ns 106," 141, 341, 433,
professores que n2o possam ser fo- 452i 524,546, 585, 663. 774, 979, 1109,
tad3- 130, 1616, 1791, 1862, 1879, 2199
Art. 9-Nao pode ser votado o pro- 220, 2234, 2365, 2479, 2494, 2688,
fessor que nao ostiver no caso do art 2o 2830i 287S, 2884, 2990, 3023, 3078,
a o que estiver suspenso do exercicio sm 3263, 3'87, 3356, 3411, 3431,
por sentenca judicial ou disciplinar. 3482, 3606, 3664, 3993, prefazeucio o
Art. 10Terminada a apurago, 6 de-
DERBY-CLUB
DE
O contractanta abriga so a f^ser o
eres sao,
d*rfe e era, mencio'Vi-oa eos tabellas
nf. 1 e 2, de ccordo c-.m o R^gula^ento
da C-81 da Uetsagao de 18 d-> Margo
de 1875.
2*
Tanto s ragris cemo as di;ta serlo
entr.-gusa ira porta i' estabulruiiicnlo a
um en'prfgado ou empregadi-F, encr-rre-
gados pe'o fdmioisii ador de as receber,
: j sndo pra>it'id H(scet>s re jjre-ent-.ctee ter iogroeso ns
est;:belecimecto.
3
O ,m cr das ragoVs e anas qoalidades
ier2<> esipidaB du coctractaute por maio
e uqj vail-j sefiigQdo pelo Administrador,
e das ditt.s por mciu de noz outro vlle
soleado l1j meaico.
4.a
As ragSes e cieta reciuadas pelo m>-
Jico, por sua m qualid^da aerao de
prompto cabstituidaa pelo oon'ractanta,
r-: o pena de i:m-i ru'.ta da cem mii rea
(1 01000), -tuanclo n2o o faga, sando nette
Cura (le tosse astil filtica c.su^tituioio teita 0 sua Ca.ta pBio
P. 4 i 1 Admia8trador do eatubelecimeato, e des-
C l t Or a I a e cenado o seu valor al#m da malta
^irtli U*.I ti O con(r- Jos Car- jiadep^edente de iod<-moiang5o, o brt-bante
a, que sof-niCeSttro pera f rmilar as ragS^s de
crne o bacfclho, t. iaior a moinho para
Pessa da familia do Sr
neiro da Silva Reg, da Bahia
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tarr.ento, curou-se com o Pciiora/ de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drngas
e Producios Ghimiccs.
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessoa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Gkimicos.
ELSX1K m OKATO
A ferida da ptrna que p>-r etp>go de
om aono me pr hiftw de trabalhar, a mo
fea vi-jr Un^i te o < tr s da mdicos
especH:U;aB, ia techar tomado o
grar.de remeda'iiixr M Morato.
Iit'j que verd> d .
cV.tbde do Rio Caro.
Sdve.tra Mis S-boposa.
DmocUo era Pe-'.-smOuco :
Coaapanhi e Droj-^a, ra Mirjatz
d'Olinda p. 24.
Ko lri.ro Oj umm u isiiob eil". c.(.
fraDcrzr8 uu n.'^e:.s a-ro gu-t-s, poriu jamis
8np^rillr^9 em raitaocla a 'gitE'i Au. ti rila
di Murn y d. Lhhci (', lecido psi, aleen "aso, a
VaDge-! ce qu sea pprume re? esc*, forlilica
e reai' m i, ao pasao aue os j rfferidos ex ia
tos p. r utln>dos qae sea n, em re'a ge.al ir-
ritam temprv os ervos e prudaztra v.naaoi e
dores de cabega.
Assim pus, a Aros Florida, no lengo e hy?ie
nica, bernnria ts ei**maif, anapi^uoo-se esye
culoien-e no uso de too .quellas pes^o^s d-1
orgaeltacao sens.vd e delicada e ue tosios re
fiiadic
A dtiracllidad de su rfenifito arrma i?',
qce matta* vez-s c.t'p.i^ de lmalo o lengo, an-
da subsisla tea suav sVimo prruai". 7

Rtcebedora do Estado
de Pernambuco
EDITaL N 6
0 a' m a-Ft'artoriaa t.nbiii-o, p-ra cor.h-'Circeo-
to de? intt-r f?- c?, n'e, pa' deir'tDtuagko do
D*. drc ur i "ral o ScercUrla ra Pzepd Dea
proro'. 'i(- o t 'a 3> do < orreo.e o pr^zo roo-
eeoido para pgm*nAo. tocca do cefr^, na
eooinboigao cura prfa frvidos da Recife
Dra)n:(e Comrijj, rHa^v^meole so echando
8emef!.-f io pxerr.i- it 189i.
Recebedo'n do Etiio ce fernaicboco, 20 de
Margo ce <895
AfToDSD dj A'rcquerq]. Hallo icinir*.
U Dr. Loiz Salazar da Veiga Pessoa.
juiz de direito do cjmraercio, ne-te
municipio de S. Loureugo da Malta,
em virtude da lei, etc.
Faco saber a qu?m interessar possa
que d'epois da aodiencia deste juizo, no
dia 27 do coirente, as 0 horas diraa-
nb, na sala das audiencias desta villa,
o porteiro dos auditorios tra. a pregao
de prrea publica, por venda, pels tercei-
ra vez e com o abatimento de maia dez
por cento sobre o p^ego da avaliacao os
bens sepuintes, a saber : urna parte de
trras no engenho TJtinga neste munici
pi, .na importancia de 8:761724 sobre
valor de 14:00S0OO, dado outr'ora ao
referido engenho ; todas as obras, bem-
feitorias, safra e mais dependencia do
metiO engenho ; avalladas uo s estas
como a mencionado parte de trras em
15:0GQ, cujas bens pertencentes a Jos
Carnciro da Cunha e Souza, sero encre-
gues a quem mais der, e caso nao haia
proco quo cubra o prego da avaliacao
com os abatimentos j feitos. sero en-
tregues pelo prego que encantrar, de ac
cordo com a artigo i 4, 1 do decreto
n. 169 A, para pagamento da aegio exe-
ca.
6.'
As ra^5;s e dietea dos presos pobres de
que ee irat, ra poderSo exceder de
Beiscetfjs rea (600) diariop, com fxcepgao
ds f'i r ii cid->8 so presos miliUres que
Bario pasos, de conformida^o com o ditpos*
t n<> bvitto di> Ministerio da Guerra de 2
de Maio de 1858.
7.
O cntraotuote tao pelar receber a
mp< rancia do rercec'men'o fii:ono mes
nteriir, sem qu? teuha pago o respectivo
ello.
Pia garanta daa multaa a da boa exe-
que ser asa'gnado
contar d'aquelle em
p opesta, o cootrae-
i'a-S,. do contracto,
dentro de 3 diae, a
i e for caita a aua
tao te recolher aos cofres do Eatado a quan
la d um cont de ri* (l .O0000O), om
iobe-.ro ou apolices da oivida publica fe-
ral ou estudoal.
O director,
Affooso-V. de Medeiroa.
Edtl ?
^taperutondeacia do Ensao
Publico Uiinicipal do Recife
t'i de Marco de 18f5.
Df cont rmidade com as instruegoes 12
de Margo correte, abaixo publicadas, e
para cumprimesto do art. 3o da Lei Mu-
nicipal n. 12 de 15 de Julbo de 1803,
convidado o magisterio primario munici-
pal a el"ger, no dia 4 de Abril vindouro
o meiubro do Conselho Consultivo que
deve representar a classe dos professores
e servir.Ihe de advogao, tudo de accordo
com as referidas inbtmcgGes.
Sebastio de Vasconcellos Galvdo.
Supeiintendente.
O ub-Prefeito do Municipio, de accordo
cora o officio n. 34 de ll do corrente
do Superintendente do ensino publico
municipal resolve approvar as instrue-
goes abaixo :
Sub-Prefeitura do Municipio, 12 de
Margo e 1895.
Jvs Marcelino da Rosa e Silva.
Sub-Prefeito.
Instruegoes para eleigo de um professor
que represente a classe erante o Conce-
>ho Consultivo, de accordo com o art. 3o
da Lei Municipal n. 12 de 1 de Julbo
de 1803
Art. Io No dia 4 de Abril se proce-
der a eleico de um professor que r^pre-
sonte a classe no Concelho Consultivo.
Art. 2" A eleigo deve recahir n'um
dos professores das 'reguezias de Sao
Frai Pedro Goncalves, Santo Aatonio,
Sao Jos e Boa-Vista.
Art. 3' Cada professor enviar a Su-
perinteudencia do Ensino, um officio e
em chapa inteiramente fechada, o nome
por extenso do candidato que escolher.
A11. 4oO officio deve trazor no ^n
derego e3ta declaraco :Para a eleico
de tan membro do Conccl/w Consultivo.
Os officios de,que trata o art. 3 sero
entregues ua Superintendencia do ensino
at o dia 26 de Margo.
Art. 50^=Procede a apurago urna com-
missao composta :
Do ^uperittendente do Ensino que
dalla o Presdante ;
Do inspector litterario do Io districto
da freguezia de Santo Antcnio ;
E dos tres professores pblicos muni-
ci) aes que regerem as primeiras cadeiras
das freguesias de Sao Frei Pedro Goncal-
ves, Santo Antonio e Boa-Vista.
Ar. 6No dia designado faz-se a
apuragSo podendo o Superintendente do
Ensino numear pessoas que aubatituam
os membros que, por qualquer causa, nao
comparegam.
Sao admittidos a asaistir ao acto, rasa
cutivaquecontra o mesmo Joffarneiro 8em ntervengo nelle, quaesquer pro-
) o major >o Carneiro Uitlo de fessor98 que 8e acbarem presentes.
Art. 7 O Superintendente do Ensino
Mello.
clarado elaito membro do Concelho Con
sultivo o professor que obtiver maioria
relativa de votos, e seu substituto o qu >
se ihe segur immediatamente na ordem
da votaco.
Art. 11As duvidas que se suscitarem
sero resolvidas pela commisso, cabendo
voto de desempate a seu presidente e
podendo este, conforme a gravidade do
caso, leval-o ao Conselho Consultivo que
receber a final.
Art. 12No caso de igualdade de vo-
tos, considera-se eleito o mais antigo dos
votados.
Art. 13-0 mais moderno dos profes.-
sores da commisso serve de secretario
d'ella e redige a acta respectiva, incluin-
do os nomes de todos os que votarar, eo
livro para este fim destinado.
Art. 14 -Lavrada a acta no mesmo
dia da apurago o Superintendente do
Ensino manda fazer as communicages
necessarias do resultado, e na primeira
conferencia do Conselho Consultivo, d
posse ao eleito.
Art. 15Senlo po" este recusado o
cargo, ou dando-se motivo ulterior que o
prive delle pas*a a efectivamente oceu-
par o logar o irnmeduto em votes, con-
siderando-s substituto deste o que seguir
se na ordem da votago.
Art. 16As presentes instruegoes s
tero vigor na eleigo para que foram
expedidas.
Superintendencia do Ensino Publico
Municipal, 10 de Marco de 189>.
O superintendente,
Sebastio de Vasconcellos tialvo.
De o-uem no llttn. Sr. Ur. luis r* dir^Ho do
cive, face pobllcii qoe do la 2 co c nenie, Sf
(2 lloras da [tai ', ter) li'^-- oa Bala des (
dieuciis, o exi me ue habiliuca para co'iclta-
der ne caosan regnerio p.'lo cid Jjhi5 B^zerra Csvali-aote.
Recife, 16 ae Ma-go ae 895.
y O escrivSo,
f..jci.firr." PERNAMBUCO
K -
i

Edifei
Secretaria da industria3.' di-
rectora
Pjo pabiieo qoH, oo dia 30 4o correte mez
s 2 hora* da tarde, sarao :e.:ebi r^Horia, proiKtias para o 'or. eclmeoio de f )r-
sgera ao ar.iuii.es dfei'Or.dos ao servigo des-
ti reparliga. pendo:
Choico, f'ize do mercado
Alfafa, k'iotf-amma.
Mntip, kilr^ramma.
Parelio. Mairas de 40 klopran;ms.
As p-op'igt'S d v-'D rer eelladas, enlregue
eco rartaa. f'.cha >a, cooteo'o :
1. O prego prlo qoal se proooflm a fornecer
S Os locis df sua-i reeilenciaa ;
3.a Provas de idonetdade precisa para ezeca-
tar-m o forneciaiento.
Haveodu dnas oo mais n-nnost' em i^ii^-l-
daoe da coo.1ic--a, sera preferido o concur-
rente que UieiQo.-es provas da uoaeidade apre-
sen'ar.
Nao serio aceitan as propo?tas que se re
xentireo tfal temiles faltas:
l.' As que uto f ivm orgioizadas de accor-
do com o preeote edital;
2.* As qu foreo fl'in das por npssoas que
adveren deixado de c-jroprlr cor tractos cele
orados com a exilela Rtpartico das Obras
PobUcas.
Neariuma propesta ser aceita, pem qoe o
p'upoDPDie aor^peaie recibo qae prove haver
erjn-itaio, n ih'oora'i de-ia leparUco, a
qoaona de <00i0' a qtai perder idusj de
eiu-a da st>ivna'0'a Radie, 22 de Mugo de 1895.
Jos Joaqun RoiriguS Saldanha Jnior,
De onem do Dr. Prefeito, se taz pnr>i ci qoe,
de accordo com o oisucMo no artigo 6 capitu
I.) 4- tnuio 3- da le n. 4 (ptura Pin vi^o') o->
propriturio da eaaaa, euifijaizs no perimtt'u
da cl-ia e, qoe dS' leoham reselos i u os it--
ooam epiragador, ticam obr cartn a cooflruil-o-
DD conrcial o ie o fira do irez de Abril pro-
xio-o vodouro, sf ndo este pranu improroeavel.
Secreiara da Pr^feitura Municipal to Recif-,
em 22 de Mrgo de 1895.
0 ecrplaMP,
Joaquim JVf Ferreira da Ro ba.__
Reccbedoria do Estado de
Pernambuco
EDITAL M. ?
O ad Imsirrdor faz puolico para roDhsciraen
to dos reapact'vot ci.oirlDo'otea que..mitro dn
trinta din ol iap'0-iBavfis coi.taits de 23
rto cunt-Gt>-. tP'So coorado- bocea do cofre us
imposto abaixoa declarados rtlat'WM ao i fe
mrst-e do exercic:<> tro vigor de 1895.
R*vbdnr'a do Eudu de Permbuco, 21 de
Marco de 4895.
Alfonso de Alrurjaerqae Mpo Jemor.
Irip.-sius a qop se refere o editi 1 sopra
Ciasiie 4 -Aro azees tfe baclLo.
i'iem 5" Arm;.ieo- ha o* tritre.
dem 8" Armazeos i!e vender madeiras e ser-
raba s.
Ideo 9*Loj-8de magame?.
;dem 5"Armazens ae drrgag e pbormaclas.
iiem 2i-Fabricas de eab&o.
drm l4*-Forka de oeailHafiao e restiligao
de aicoo'.
dem 25-Fahricaa de pi rolop a clgarroP.
W-m 26,-Fa!)ricns de -a'gidos nj cemprehen-
drta>* a-t o-inenas reina .
dem 28*L-ia .10 rlrpos.
idena 2S'Loja-i de c sp de ',
(tan 31Lijas dp-l.iu^,- o vidros.
Mem 3' ujas de cea.
dem 3i*L jad ce hvro3e paoeia inclusive en-
CarOenagOe-'. .
idem 35*L jas de piaDcr, moicas e lastra-
n 1 ril 5.
idem 36'Lojas re sellios e arreios.
dem 4-R'fiQc0e .
dem Uz'-R Poc-do ep.
ideal 443"-Ty)Oi'rapbi.j a iylhoeraphi.
numero de quarenta (40) qua assim tem
de ser resgatadas no dia 1 de Abr I pr-
ximo, nao vencendo juros d'ahi em diante.
Recife, 21 de Marco da 1895.
Francisco d'Assis Carioso.
Director secretario.
Companhia Manufactora
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas a
realisarem dentro de 30 dias, a contar |
da presente data, a decima entrada de' ...
suas prestagses, r zao de 5 % do a-,Programua da corrida extraordinaria em lavor
pital subscripto ou 10S000 por aegao, em
S5udo 1t8b=sourero' rua da Madre de dos empregados da casa das apostas,
^"oBaU QESEREALISARA'NO
""""* Dia 25 de Marco de 189S
Terminando as corridas s 5 horas da tarde
com a entrega dos premios que se se-
guem:
1. 1.000 (mil) francos em ouro.
2. Urna liada caixa de msicas com 36 pegas.
3. Um importante tinteiro com urna figura re-
presentando um lindo cavallo e um indio segurando-o,
4.a Um finissimo lbum para retratos.
Companhia Manufactora de
Phosphoros
Sao convidado' os-senheres accinotptas a
'eomrero-se >m ass*-ccbla geral crdi .a ia, no
din ii do co'rente n>ez, i i nora na tare, na
jaU na AssocrgSo Cmmerci'l Beneliceiile,afim
de lomarem cot'ecimmio do hi.laoco eroans
referentes ao anno prox mo Hado, ''o parecer
do confplho I^chI ; e i;>aibem para eleico du
oresiiente da as'-cDb'a geal e eletgaj do
m'rariros d-> conse h > (ir ai.
Recife, 11 de Man,o O diredor fecrelario
J. Ptb (iougalTes oa Silva..
roflp-!Bha 'e.HairibecHDa de
lh'wgt$i0
AsPrrohl^ tera1 ord'naria
Convido a<> seotnres acC'onlta a compsre-
cerrm 3a sene ras da ma' ha df 29 no co -eme, i ara ea rm-
niao da fserah* Reral ordinari--, asslsii^em a
lenura o.i relatlo, i "marem cooderim'rto das
coobfl do anno rindo e procederem a tlrio da
commi8a riscal.
cripurij d. Companhia, em ii le Uirgo d
1895.
0 gerpnle in'er DO
Sebastian Lnpf Gn.mwrfes
Nomea
s
e
i
Pellua
Natara
lid.
3
Cor da vesti-
menta
Proprletario
I. PareoAos Sportmen900 metrofAnlmaes de Pe'oamboco. Premios : 300 ao 1.",
60O0O ao 2." e 30tOO ao 3-.
O LO*DO? A KKAZIIJl.\i
Bl^k LIMITED, pelo presea-
te, declara a quem pos a inte,
ressar. que do dia 15 de Feve-
reiro corrente em dinnte, e at
segundo aviso, no abonar
mais juros, sobre dinheiros
depositados em contas corren-
tes de movimentos.
Recire, O de Fevereiro 1805
Gerente.
W. H. BILTN.
Abysmo....
Piaao......
Dictador
Gi-O'i- Mor
QIP 2......
P'elade.....
Nno.. ......
rraosport..
Mellado.....
laido......
I{.-S1IE0......
Alazo.....
Redado......
Mellado.....
Kodaao......
Peroamb..
50
Enca-cad..........
e branco..
Encarnado e azul......
Grenate preto........
Verde e ouro.........
Encarnado..........
e prelo
A. G.
PraoclscoG. Rez^nle
F. R. Ramos
J. i. Siotos Jonior.
A. Crato.
GoQdelaria Arraial.
PateoBeneflcio1.000
i.'
metrosAoimaes de P^rnambeco.
, GOOOO ao 1* e 30*000 ao 3.
Premios: 300OOO ao
Tenor 2......
Viogador...
F mooeiro ..
Peirnpol8 2o.
ea bory------
AlazSo......
Kolado......
Tordildo.....
R.idado.....
Mellado.....
Pernamb..
51
Aznl................
ocaroa.io ..........
Gacarnado e preto....
Socaioado............
Rosa 9 prelo.........
M. L. Machado.
Cood. Prtoense.
Cood. Arraya!.
M. Procopio.
oad. Nacional.
3.* Pareo2o de Harto-1.000 metrosAoimaps de Percmbuco. Premios: 3C0/0O
ao !.?, 60*000 ao 2. e cOOOO ao 3.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
Qo ou reclama^o, se-
jaesta feitano eserip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
55, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermiilo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos?
Ida.........
Halhaco.....
Beija-Flor 2.'
H rondelle...
allet.......
Rodado......
Castaorn-----
Rodado......
Castaobo... -
Rodado......
Pernamb..
31
Branco e preto........
Eo:ai-nado...........
Peta e amaieilo......
acamado...........
Eacaroado c brsoco.
Courf. Croxeiro.
F. M. G.
Canos Oliveira.
J. Neves.
Osear.
4 pareo-Gratiduo00 metro?Amaines de Pernambuco.
50* ao 2.' e 2o* ao 3,*
Premios : 250*100 ao 1.,
Satbory.....
baliza.......
Dictador....
Timoneiro.
PjtropoiiB 2.'
Talisfer......
Mellado.....
Hosiltio......

Tordilbo.....
R.ida Jo......
Pernamb.
50 iRosa e preto..........
Encarnadoe preto ...
Azul e encimado.....
Gouaruado e preto....
Encarnado...........
Encarnado b verde...
Cood. Nacin:!.
i. F.
P. C. Rflfe.
Cood. Arrayal.
M. Procupio.
T. 0.
5. PareoA' Directora do Derby Club2.000 metros. fandcap.-Animaes de
PeroauDucc.
FeDiano......
Camors......
rriampbo...-
Ploiao.......
Aventureiro..
Pernamb.. 45
Casiaobo.... c 45
Mellado..... 54
5>
Castanbo..... a 54
t lOd* so 2 e 5l)*U00 ao 3
Verde e rosa.........Goudela'ia Vital.
Azul................ \! L. M.rbado.
Encarnado e preto... Cood. Arrayal.
Encamado...........jCond. Nernudio.
Encarnado e preto... 'Osear.
6* PareoHippotfromo do Campo Grande-1.200 met'os. Aalmaes de Perobin-
ouco. fremiob : 300*uu ao i., 60*000 ao *. e 30*000 ao 3.*
Miscttie.....
Hirondelle...
I'nariseu.....
linQtiiB'ador.
Tenor 2....
^iBtaoho.... Jernamb.. 5)
Ca^taotio..... a
' a <(
a:Unhu...
a
Encarnado e preto...
Azol e Draoco.......
Azul e amarello......
ft sa e verde.........
Azul................
Cood, Monriscana.
J. Neves.
i. Motta.
U. Vnal.
M. L. Macbsdo.
7* PareoPrado Peroimburo -1.300 metros. Handcap.Animaes de Pernairbuco.
P.emics: 3l* ao L, 60* ao 2.' e 30*000 ao 3.
Ta^o-......
B-ija-llr 2.
HVIBOO.....
.. L.'-.......
Fumaba 2 ...
.Baio.........
'Rodado......
Ridado ....
Casiaobo.....
'Mel. rapozo..
PernstPb.
50
48
f4
ot
52
Vprdee amarpllo....
Pre o e amarello...
Rusa e veroe.......
\zol.............
Encarnado..........
J. Moraes.
.'arlos Oliveira.
Cood. Vital.
M. L. Macbado.
J. S. P.
8.
PareoTurf Pcrnambucano-1.609 metros. Anim.es de qualquer paiz. Pre-
mio? : 200*000 ao 1.



rao ser passados em
talo carimbado e r
mado pelo gerente
UE
u
Veneravel
sem o que
valor algum.
n-is terao
Samuel Jones.
Gerente.
ilRadamfs.....I
2 u.'V.tiuz. .-
|Zijo...
Castaobo....I
iS. PjuIo..
ol lEncaroado e braceo.. Cond. Paysan.
55 lEaCa uadoe verde...|C. Fraternlcaje.
8bs$ro$0$s
Confrarla do Senbor Bom Jeaus da
Vt a-Sacra
f>e ordem da mesa regadora, convido ; to-os
os nossoa ruiBos a comprese em em o noseo
consistorio >8 2 lior::s da tarde do da 24 do
crreme, !>' eoeorporaiM, acnmpanbarmos a
proci'sao doSeobor liom J .-fs das Dores ce H.
Goo>lo. para a qu-.' t'veitcs convite.
CcBtiorio, ti ae Ha-go ar 1895.
0 eecrivao
ioo lose ue F:cueireio.
ecebeoria do Esia-
de de Pernambuco
O abaixo aaMfioado?, pg-ntes cobradores,
avism le fer.horea -.oniriDuinies que acori-aa-
jj dos ivp'8'8 imoratOM ee'adOKes relativo* ao
execkio oe i894, e c>>nlribucao da Coo-paobia
Drainate corrceponcetita .o toada do I de Ahril prximo, median e s
malia ce 20 O/o e 9 O/o, loaotiae o nsp.cuvo
rerclamento.
0j qo qniterem, portanto. eatisfaxer o paga-
mento doa mencionados imoostoe, mediante as
multas de 6 e 10 0/0, deveai eatecde'-ae com
oa b.lxo assignados ate o ultimo dia Jo corren-
te mez.
Reclle, 19 de Marco de 189S.
J. Bernardo do Reg,v'ienc.
M. Vsle io .a Silva Caima ^a.
Tocindo a pesagem os snimae deverao estar jootos respectiva casa para 6erem mme-
(i.tam'C^e ensilbados e segoirem para o barracSo no centro da raa onde t poderao es;ar os
jockey* e os tratador ou criados os quaes d&o poderao ter communicacau com pesoa a!(uma
ante de rtaii*ar-se a corrida. .
CooUuuaai em vigor todas as resolucOes al boje adoot:das pelas sociedades fcyppicas
dseEsudo, coustante- dos seas cdigos de corri.B e iusiri.rcCes j publicadaos.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda das poules, nao e-a ingreaso
oes-oa alguma alem da directora, commisso riscal e empregados
' Os Srs uizes t tero Ingrefso na sala contigua a da ve->dz de pcnles.
Os Srs. empregados devem entrar oo Deroy Club s 9 horas da manba em ponto, sob
nena de dSo serem admii'.id.s no servlco. .
Coama-se a attsnco dos Srs. apostadores para o borario que ser restrictamente obser-
vado faenando o Io par?o s 12 oras em poato.
' O* iotk^ys qoe oo se ap'e6entarem conveoiebtemente trejadrs roa as cees adrptadss
oo procraxma por seos paitoeB. ofto -sero admittidos peBagem e sero moltado e aecurdo
com o art. 51 do cdigo ce corridas. .
Ob animaes iu-crlplos para o Io pareo deverao acbar se no ensilbamento s 9 1,2 boras
da maob^ ger3 recebdo8 at Eabbado 23 do corrate, s 3 borra da tarde, na Secre-
taria do Dfrpy-u|fg ^ ng() fo)pE p8gag nQ prad0 da Bgtancia no dia aa ...errida aetSo pagas
3 d,a8 dr^mSsSV8go?e48byoora8 depois da corrida d. Secretaria do Derb, Clab 4 raa
Doqoe de Caxlas o. 20, Io andar. _.., o h____
0 expediente para esta corrida encerra--se-a sabbado 23 do correte s 3 bcras
A directora chama a attencS) dos S.-8. proprietarioa e jockeys para o art 21 e setrs
o art. 46 qoe to refincumente etservados.
Sesretaria do Derby-Olub de Pernamboco, 20 de Marco de 1815.
O gerente,
A. A. Gomes
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Piarlo de Pernambnco Domingo ^ i de llardo de 105
;
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PRADO
Proj
jecto deinscripco
a a 13." corrida a realisar-se no domingo
31 de Marco de 1895
1. PAREOPrado Pernamfoacano1.609 metros, Hanccap. Animaei
da qualqner pas. PREMIOS: 300^000 o primeiro, i(j0#000 ao se-
gando e 40$000 ro terceiro.
peso__Qipby 80 kilos ; Dorothy 60 kilos, Gusyanaa e Petropolis 52 kilos
cada om, Radams e Apollo 45 kilos cada no, Douradilho 40 kilos.
2' PASEO Spprtaiail 1.4P0 metros. Haodcap = Ammaes da Pernarx
buco. Fbbmios 3005000 ao primeiro, iOiJOOO ao segando e 30SG00
so terceiro.
p>esO__Nababo, 60 kilos, Triampho 56 kiios, Aventureiro e Bismarck 2.' 54
kilos cada un, Piramon e PlatSo 52 kilos cada um Feniano e Camors
50 kilos cada om e os dentis 45 kilos cada cm.
3* PAREO__Procreas1.200 metrosanimaes do Pernambuco. premios:
250SOOO ao primeiro, 500(00 ao segundo e 25i5CCO ao terceiro.
rt# 5 __ Nababo, Triampho, Aventareiro, Bismarck, Pramuo, PlatSo, Fe-
niano e C*mors.
PAREO __ Ordem 1.100 metros. Animaes de Pernambuco. Premios:
250)5000 ao primeiro, 50S000 so sesando e 25#0CO ao terceiro.
ct, 5%.__')e do pireo Progreaso e mais Tudo Piylampo, Id, Furioso, Fu-
rioso. Palhaco, Beij-Flor 2 Hirondelle, Fumaca 2.* e Torco 2.*
PAREO__AnllBico 9C0 metros. Animaes de Paroambuco. PBBMIOI:
2505000 ao primeiro, 50^000 o segando e 25(5000 ao terceiro.
rt# 5.._Oa do pareo Ordem e reais Mante, Gllet, Galholeto, Iraiilodio,
Malaio, Patebonly, Mendigo c Conquistador.
6 o PAREOEstimulo 1.000 metros=Animses de Pernambaco Premio* :
250)5000 ao primeiro, 53(5000 ao segaado e 25)5000 ao terceiro.
Art. 5.-Os do pareo AoimsQSo e mais ViDgador, Cisgo Ybo, Aliy Stope;,
Pi~mtuj Maaiity, Tanor 2,,Baralho, Batory, Baliza Talispher e Berlim.
7. PAREOIjifof rdade850 metros. Animaes ce Pcrnsmbnca : Premios:
250/5000 au primeiro, 50(5000 ao segundo e 25(5000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.*Os do pareo Estimulo e mais Lsoifer, Pbnriseu, Doblio, Gerim-
peiro, Hognot, S^ns Souci, Gauno, Aby-mo, Tiberio, Maltnge, Pe-
tropolis 2.-, Vivar, Teimoso e Dictador.
8* PAREO Conclusa800 metros. Anidaos de Fernambrco qae nao te-
nbam ganho nos prados do Rtc-fe, contando ou nSo victoria at 28
de Fevereiro do corrente snno. Premios : 2508C00 ao primeiro
5050CO io segundo e 25/5000 ao teiceiro.
4.
5.
Obstro^ots
pas ser 40(5000 t
A inscripcSp fara o ptrao de animaes de qua.'qaer
pagarlo a inBcnpco os animaes qae obtiverem desaines cao.
Os proprietarios que mscrever seos at-imaes cojas propostas oram acompa-
nbada de respectiva importancia na raaSo de 10 por c-Jt.to sobra o premio, caso o
animal nSo obtenh* cla8ificao87, ter direito a restituios de 5 per cento sobre o
premio, ou metade da inscripgSo oom que entrja, e ter ireito a um bilaete de en-
trada numerado, por cada anima!, oue dar direito o premio de surteio de 21 de Abril.
Nenhum pareo ser considerado reolisado sem que se icscrevam pelo menos
4animaes de 3 proprietarios differentes e nanhom dos pare -a contar victoria.
A inscripcSo encerrar-se-ba terca-fiira 26 de Marco do corrente anno b
.6 li2 horas da larde na Secretaria do Prado, ra da Imperatri* n. 26, 1.' andar,
Secretaria do Prado Pernambucano, 21 -Je Marco de 1835.
SEKVINDO DE SECRETARIO,
C. de Abren
Companhia de Tecido Paulista
Em observancia do que prescreve o
art. 16 do decreto n. 16 4de 17 de Ja-
neiro ep 1890, achamse a disposicao dos
Srs. accionistas no escripterio provisorio
da Companhia rns do Bom Jess n. 1,
pavimento terreo, os seguintes documen-
tos para serem examinados:
Copia dos balancos.
Relacao dos accionistas.
Lista das transferencias de accoes du-
rante o anno.
Racife, 28 de Fevereiro de 1895.
jf. A' Saraiva Jnuior.
Director gerente.
lfandega
Aforamento de terreno ue marinha em
Venda Grande
De ordem do Illa). Sr. Dr. Inspector desta
reoartkao rica intimado Martiniano Jos Perei-a
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambn*
cana
BA DO COMMEBCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Compaabia Aortii Bretish & Sler
eantll c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000
Fundos accumulados 9,452,452,
EECE-.TA. ANNOAL
De premio contra
Fogo 1.495.418 10* S1
De premios sobre
divida 992.379
0* 0d
18d 5-
6' 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacc5es fei-
para no praio de oito dus, colados da pmN s > seRur0 sotre yl&3.
data, vira esta reparllcao apreeentar os docn-, V c \Vilson Sons & C
neotos eligidos por deapacno desta repart.cao, I Wilson, fcons ce u.
..> iof imrir. o alorainento do terreno d* ma-
nara ter logar o aloraaiento
rioba sito em Candelas do po?oado de Venda
Grande do municipio deMoribeca, ticando desJe
ia sciente de qoe nodo esse prato oai exnibmdo
o BOCDOiento pedido, ser concedido o mesmo
Urteoo por aforamento a qoem 0 pretender.
3 seccaa da Alfndea de Peruamouco, 1
de Jaicodel89S.-Ocbpfe.
v Ciito Valterino Pereira.
Insurance Company de Li-J
Terpool
CAPITAL OO.OOO
aks:es-?3slsau &c.
LRGO DA COMPANIHA N6>
SEGURO CONTRA FOGO
Corpo de avallara
En frente do qaartel deste rorpo eneetn^-se-
ba a arremaiaco de nove cavalios, as 10 doras
do da 27 do correte.
Qoariel na Prsca da Repblica, SI de Marjo
6 HermoBenes Cavalcante Cabral
Teneote secretario.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pornecimenlo de carne verde
De ordem da lUma. junta edmiuitrativa da
gama Casa de Misericordia do Recife. est de
novo em concurrencia o fjrnfcimeoto de carne
verde, cara ser decedido em sessaa de 26 do
corrente, as 3 horas da tarde, vis o Do o ter
tido Da seesao ultima de 19 do correte.
as proposta- deve^ao ser aposentadas ea>
carias, devidameote selladas, declarando os pro
ponentes <>ujeitareiB-*e a urna mnita co 5 O/o
gobre o valor do forneiimemo, te no prazo de
tres dias, oaa compareced-eco a esta secreta'la
pira assignar os respectivos coi.lratos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife. 20 de Marco de 1893.
O es nvc
Jof Honorio B. de M'Oftes
Agencia de emprestirnos
Sao couvidados os Srs. possuidores das
cau95es abaixo descrir-tas que por meu
intermedio recolheram jo as ao Banco
Popular a virem resgatal-as, ou refor-
mal-as, desta data a 30 dias, sob pena
de serem vendidas impreterivelmente,
conforme determinam as condicSea
aceitas pelos Srs. caucionadores.
Ns.
151, 220, 233, 243,
311, 314, 315, 878,
457, 461, 487, 501,
524, 587, 614, 675,
737, 745, 790, 792,
826, 833, 857, 867,
887, 890, 913, 914,
924, 929, 933, 934,
951, 952, 953, 958,
977, 992, 1072.
Recife, 6 de Marco 1895.
Luis Vernet.
267, 308,
428, 440,
502, 516,
705. 731,
815, 819,
868, 872,
917, 923,
940, 943,
960, 961,
Contraria
DE
S. Benedicto do Recife
ssembla geral
De ordem do oossa irrxao presideole, fSo
ceoTiados todos os ooifos irmaos para compa-
recerem etp nosso capnu'o na segonda-feira 25
do corrente, s 11 turas do da. para ass^mbla
feral, aflm de se tratar de negocios teodentes
nossa contraria.
Secretaria da veneravel confraria e?. Pptip-
dicto, erecta no convento dos religioso;- francis-
canos desta cldade, 23 de Marco de 1898.
O secretario
Manee i Genuino.
f
ins \mmi mmm n^m
ILUTES
DE^LONDRES
Estabelecida cm i 803
Capital i,f0,000
(Rs S4,000;000000)
SEQUEA EDIFICIOS E MEBCADOBIAS
CONTRA O FOGO
7 A/XAS BAIXAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PBEJUIZO
Sem descont
Agentes
UfMftWXS C.
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
NOHT&ERN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
Receita annual:
De premios contra fogo
De pieinios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Bxwell William &0
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.006
155.000
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIGABIO N. 1, 1. ANDA
Directores
Baro de Souza Le&o
Tbomaz Comber.
Julio Cesar 1 aes Barretto.
Rectbedoria do Estaio de
Pernambuco
De ordem do Illm- Sr. Dr. adm.Distraoor
scieotlfloo aos Srp. contribuales dos impo9tos
cUescs os. i e 23 da tabella aonexa ki uo
OTQimelo vigente, qu3 sa acbam collectado
pela forma coostant" das relagoes abaixo. que
nos termos do art. 33 das iastruccOes de 27 ilp
Julbo de 1881, Ibes fiea marcado o p.-su ae 13
oas improrogavels, a contar da data da poblica-
tao do preseete, para apreseotarem nesta re-
parll(3o unaesqoer reclamscoes ou recursos
para o Tbesooro do Estado, sob pena de nao se-
rem mais atiendi03 lora do referido prazo.
I" Seccao ila ReceDedona do Estado de Per.
cambujo, em 22 de Marjo de 1893.
0 chele,
Freierico C. da Silva Gnimares.
Classe n. iA'mazem oo tojas da fazenas em
frosso oo a re'.ah-iO.J OO
Con nbuirtes:
Jotqu'-- Aurelio Pessoa, roa Dlrel-
a n. 9i, l'divisao. mota
Miguel Bautista de Oliveira, Casa
forte r. 41, dem i.'em
Araojo & C, Monteiro n. 18, dem
dem
Aodrade Irmo & C, 89 2S5 A,
idem id-FD
Joaqutm SimO?s deFreitas, Viscon-
de de lobnoDa n. 21, id m dem
H. A. Lemos 6t C, dita o. 10, idem
idem
Manoel Antonio Esteves, di.a n. 8,
idem idem
S.-.il' s Menezes & C, dita n. 18, idem
idem
Joaiuim Modesto da Silva, dita o.
2, dem idem
Rodolpbo Cavalcacte de Alboquer-
que dii-i n. 28, idem idem
Jos Fernandes da Canoa, dita v.
41. Idem trtem .
Alvaro Jos Pereira & C, diti n. 17,
idem idem
Joviro A. Costa, dita n. 23, idem
Idem
Eduardo Dias A Farnandes, dita n.
25, idem idem
Carlos Ru-sell, dita n. 27, idem idem
Severino Beze-ra de Bruto, dita n.
29, dem idem
Barretto C, alta n. 31. idem idem
Coaiinho C, dua n. 31 A, idem
idem
Joaquim Aerantes Piobeiro, dita n.
35, idem idem
Cardoso & Soares, dita n 58, idem
dem
Francisco Antonio Areiao, dita n.
39. idt-m dem
Joao Crrela de Oliveira, dita n. 13
A, dem idem
Lima de ALdrade, dita n. 65, idem
Idem
Saraiva de Lemcs, dita n. 6, idem
idea i lem
Joao Jos Gomes, dita o. 12 A, idem
idem
J. C. Barbcza, dita o. 2!, idem
ioem
Artbor Silva fie C, Imperatriz n. 53
A, idem i tem
Joao Ribelro. dita o. 68. idem idem
Augusto Pinto Mira da, dita o. 4,
idem Pcn-i Janoll & C, dila n. 6, idem
idem
Cavalcante &, C, dila n. 17, idem
idem
Prpooia Irro&o & C, Cabug n. 2,
2* .ivit-ao, idem
Ferreira Iti&o, largo do Corpo
Sao'o u. 25, dem ioem
D. P. WHa, Marqcf z re Olicda r. 5,
otoi ltm
Freilerico A da Costa, d.ta r. 47,
idem idem
ADrarias Gor_3lv*8 Coimbra, dila
D. *9. tiiem dem
Marques & Lima, 1 de Marin. 12,
idem dem
Pereira & ti dita n. 20, dem idem
Manoel Moreira Reifc, una a. 10,
ioem id^m
Miarme Knbiet, Catuga r. 1 A,
>dW ltu
JiSCirlcs de oli'eira. Duque de
axis p. 75, idem idem
Mira'ia Olivtlra & C, iiperat is
o. 70. idem idem
Feneira A Braodao, dita n. 40 idem
idem
Santos Moreira & Droga, d la D. 24,
dem dem
Ben'o Kibeiro A C. Livr-mfnto a.
15, d-m dem
Julio Braodao & C, dita n. 29, idem
i em
J. C-valcaote Silva, Imperalriz n.
30. dem dem
Aotoolo Estanislao Affcnso, dita d.
36. dem dem
Joao Jos de Abren, Viscono'e de
lobanma o. 37. 3* divie&o dem
Campos David & C, Dimita n. 96,
dem dem
Costa & Salgado, Livrameoto o. 2,
idem idem
FilRueira 4b Carneiro, Duque de Ca-
nas ns. 85 e 87, dem dem
Figceir^do & C, la peratriz n. 64,
idem dem
Joao Goocalves Coimbra, Marques
de Olioda n. 15, idem idem
GoDQalvt-a Sanu s & C. Visconde de
Innanma n. 13, dem dem
L'ma Couiinbo s C., Duque de Ca-
sias o. 43. idem uem
Rodrigues amos & C, Livrameoto
d. 4. idem dem
Carvdlbo & Alrneida, Caboga ns. 8
e 10. idt-m ioem
Francieco Alvea & C. Duque de Ci-
llas n. 70, dem lde n
Jos Alves alazjr, una n. 49, idem
dem
Jol o & Azeveic. dita n. 51, idem
dem
Man el Anlomc dos Santos, dita n.
03, dem dem
Antonio Feroaudes de Assompao,
dita n. 55, me n idim
Ribeiro & Q., Livrameoto o. 30,
idea idem
Bernardioo Campos & C, de
Margo o. 1, dem idem
Domingos Jos Aotuaes GuirrarSes,
dita n. 17. idem dem
Be'oardioo & Az-wdo, Bardo da
Victoria o. 16, dem em
Carneiro da Caoba & Sonnnbo, t
de Marco n. 19, dem ideu
Vileila & C, Barfio da Victoria o.
41. idem i em
Fn.ueiredo & Irmo. Imperatnz o.
76, dem idem
Mancel Antooiu de Carvalbo n. 16,
dem idem
Francisco Petrocelll de Irmao, di-
ta n. 72, dem idem
Carvalbo & C, dita n. 38, Idem
dem
Oliveia Campo-' & C, i" de Marco
n. SI, i -'em idem
Moreira de Oliveira & C, Marques
de Olinda n. 13, 4' divisao quota
Simdes & Aodrade, Duque de Ca-
sias o. 48, ioem idem
Morelia & Axevedo, dita o. 60, dem
Uem
Gmloerme Porto & C dita o. 76,
jdem idem
Cereja Domtcgaes C, Livrameoto
o. 2"), dem ioem
Albino Moreira & C, dita n. 32,
idem dem
v*iuva Jos Augurio Dias, Duque de
Callas n. 61, Idem idem
Manoel Joaqulm de Andrade C ,
941S0
94(60
9i*lf0
94^160
94^160
9WI60
94160
916U
94 60
4*160
94*160
94*16)
94*160
94*160
94*;to
94*lf0
94*160
94>i:60
94*160
945160
4*160
9i*160
9.*i0
94*lO
94*160
94*160
94*160
94*160
94*160
4*160
94*160
14l*?40
141*2)0
141*240
141*240
141*240
li 1*210
141*240
l" de Karco, idem dem
Francisco de Ateveno & C Mar-
ques de Olioda o. 31, 5* dlviso
idem
A. Marine & C, Visconde de lubau-
ma n. 33, dem idem
ouza Nogueira e C, Mrquez de
Oliaaa n. 58, idem, dem
Manoel da Cunba L, b,, idem n. 3a,
dem, idem
Mndooca e Primo, Caxias n. 83,
irem, rt-m
M.rt.n Rodrigue- e C, d ta n. 50,
idem. dem
Joto Rodrigoes de Mt-ura, Livra-
meo o o. 34, idem, uem
Guitua es Umsioj e C., Barao da
Victoria o. 38, 'den-. dem
Francisco Gorgel e Irma,., 1- de
Margo o. 20 A, ideo?, dem
Guiuiarats L mu e C, dita n. 5,
Uno icem
J.aiiulm LoizTaixeira e C, Duque
de Casias os. S6,58, dem, idem
Fernando Suva t> C, unan. 73,
uem, dem
Domiogos Coelbo e Saare?, I rpera-
iris o. 56, dem, iaem
Affcnso M .la e C, M rque- de OQ-
da o. 33, 10 diviso, iex, i lem
Joaquina Gonsalres e C, dita o. 45,
dem, dem
Veatcra Maibens c C, Liv.-amento
n. 18, i Pereira eMag<es di '.a n. I9,i!em
idem
A'jdraue lala e C, Liv.amento D.
22, i em, dero
Si'veira e C. Duque de Caxics n.
44, id>?ja dem
Mauitl Lope M I :t ideo, dem
tcerra e Fernando, dila n. 47,
idem, idem
Malher e C, Mrquez de Olioda n.
31 A, IIa .iiv;.-a..', idem
Mat-oa Caminoa e C., dita o. 44,
dem, dem u
Dias Loorbiri; e C, Livrameoto o.
20, dem, dem
A^oatiofio Santos eC, !5deNo-
vembro n. 63, idem, dem
Albino Aiuonrn e C, Duque da
Caziis o. 94, dem, idea
Goncalves Cunna e C, Marqoez Ce
Onnoa D. 62, 15* divmao, iaem
nu o JarJiui e C, dita n. 16,
idem, idem
Aodrade Lo es e C, Dnqao de Ca-
sias n 5t, dem, dem
Loareiro Miia e C-, Liv.-amecto n.
8, dem dem
Naicieo Ma e C, dita n. 84, idem,
;dem
Rodrigo Carvalbo e C, Duque de
Casias n. 63, dem. uem
A. Vetrae C, Mrquez de Clioda
i G, uem, dem
Ales de Brito e C, Livrameoto n.
12, 21" diviso, dem
Cramer Fiey e C, Mrquez da
01 oda ua. 7,9, 2." uivisao,
Uem
Beriiei e C, Bom Jess o. 0, idem,
dem
ttodrigues Lima C, Mrquez da
Ulinua n. 20,22, dem, ioem
Macbado e Pereira, 15 de Novem-
bro o. 0, idem, dem
282*480
376*640
378*640
470*800
47*8000
470*800
470*800
470*803
470*800
470*800
470*800
470*8CO
470*800
470*800
847*440
847*440
847*440
847*440
647*440
847*140
847*440
847*440
941*600
941*SO0
941*600
941*600
941*600
1.318*240
1.318*240
1.318*210
1.318*240
1.318*240
1.318**40
1.318*240
1.888*200
2.259*840
2.259,840
2.259*810
2.260*8:0
EO.OOOOO
88*194
132*7,41
132*741
132*7*1
176*988
176*938
176*88
17t'*988
176*988
176*988
111*240
141*240
14l*f4^
141*210
141*2.0
14i*!40
141*240
141*240
141*240
141*240
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
185*320
118*320
188*320
188A3--0
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
188*320
18*320
188*320
282*480
282*480
282*1*0
282/480
282*480
282*480
282*480
Classe n. 83Fab;ca ue cerveja, limonadas
licores, geoebra e viobos5.000*
H- Foquecu, r. Jos zariano o.
12, 1* divisas
BorgeseC, Amorim ns. 60,62, Sa
dita, idem 1
Eug Dio Freir eC, dita n. 44, idem
idem
Br-iiou e Filbo, Marcilio Dus o.
71, ioem, idtm
Bamoa o C, Madre deDeus n. 4,
;* diviso, ioem
F. Oliveira e C Marcilio Dias n.
84, dem, idem
PioiueC.dK n. 8, idem. idem
Antoaio rranc'sco ca Costa, Fe-
nba n. 7, dem, idem
Joao Ferreir- da Cosa, Midredo
Deus n 10, idem, ioem
Vicente Cosa e C, dita d. 6, idea-,
Tavares Lapa e C, Amorim u. 1\5
4* divido, idem
C. A. Vaoo^rlioderj, D-. Jos M-
riaDo o. 42, idem, idem
JcSo Rodrigies Jao do Reg ns.
I [3, dem, idem
Vieira Anorace eC.dita n. 36,
idem, idem
Z. Costa e C, Pedro Affonso n. 29,
dem, idem
J. S. Amaral e C, Praca da As-
embia n. 2 idem, idem
Ce'bn Pin'o e C Caes do Apollo
n. F3, 5* divito, dem
Marilos Viegas eu., JiSo do Re
go ps. U|13, ideon, dem
A. A. Lemo8eC.,dlta n. 15,idem
Jr'em
J S. Amaral eC, dita na. 18J20,
idem, idem
S. Pmiioe C, Imperial 08. 200 A,
300 D., 6> uivito, idem
N&o precedendo esta formalidad i Compa*
nbia fica isenta de toda a re<

osabiIldade.
ESCRIPTORIO
No Case a Cocnpsokia Pcraambucaua
n. 12
Boyal M s nm mwi
O paquete
Clyde
Commandante A. E. Bell
E' esperado dos
por os do sol oo
da 39 do corre-
le, segnindo des
poie da Cenar-
odispeo?avc| para
8. Vicente, Lisboa, Vlgo e Soa
O paqae'.e
Elbe
E' esperado da
Euroca no d i a
l.o de Abril, s>-
guido depoia d
demora neressai'a para
Macei, Babia, Rio de Janei-
ro e Santos
O paquete
Thamesr
E' esperado da
Europa uo dle 4
de Abril, sc-guio-
1o deotis da de-
mora indlspensa-
vel para
Baha, Rio de Janeiro Mon-
tevideo e Buenos Ayres
N. B.Previne-fe aos Srs. recabedores de
fflercadorias, qae a Companhia Mala Real logi-
za, cooiracioo c^m aeccat Steam JiavegaoD
Compaaora servico ds vacores semaDaes qoe
partiDdo de Bordeaos, Cognac, Lbareale, devem
ebegar a Somnamoton a lempo de baldearem as
cargas destinadas America do Sal pars es va-
pores ciee'.a compaobia.
Esta compaobia acteita por prego3 razoaveis
para Valparaso al Abril, passaageiros com este
pestino por va de Buenos-Ayres e entrada (os
Andes.
Tamben acceita passageires para New-York
e Southamploo, por especial arraojo felto coa
a Compaobia Allessand Lloytl, podando Qemora-
rem-3e na Enroca cas > .-, deseiareni.
Ksducuao uoa preyes dnB paasaaees
Ida Ida $ volta
A Llsbo. 1* iasse 20 f ."0
k' Soatampton i' ciass 28 55
Camaro'8BrsErvsdo3 p:ra c-a paaageiror de
PerusEOboco.'
Para carga, pasaagens, encommendas e di-
Dbeiro a frete, tratas com os
AGENTES
Arnorim Jrmof & C
. 3^'aa do 2oat jbjmN 3.
Compaobia Pcrnsmbncana
Diavega^
Para Fernando de Noronha
e Rocas
O paquete Una
Commandacte Carvalbo
2(5*4(2
265*482
265*432
263*452
'.65*482
263*482
353*976
353*976
353*976
353*976
442*3:9
5.000*000
"U
ompanhia A. C. de Frei-
tas
O vapor allemSo
Roma
E' eeperado toa porloa
do ro o odia ** do cor-
rete, seguir pa aos por-
os do
Paranagn, Rio Qrande, Pelotas e Porto
Aleare
depois da demora necesEaria.
OS AGENTES
Pereira Carneiro & C.
Rna do Comm^rcio n. 6
1.andar
Frince Line of Steamers
James Kuott Xcwcasllc-ou-
Tync
LINHA REGULAK ENTRE OS
Estados Unidos e e Brazil Rio
da Prata
E' e^re-ado do sul at
o ma 5 de Abnl. e sabir
dtpole da dtmera neceesa-
na para o
Para e Hew*York
O VAPOR IXGLEZ
Indian Prioce
Para cargas e encommendas tra!a-B3 com 08
Consignatarios
Jobnston Pter $ O.
Roa do Cou.mercio n. 15
co.'tom
If^TZTlUO^
Boyal Hongarian b?a Navigation
Company Adria Limited
O vapor hngaro
Baross
E' esperaio de
Trieste al O a
SO co corrente,
-egaindo depola
Ja indisneosave
demora para 03 cortos da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, paseagerj?, encooemendas e d:-
- horro a frete, trata-se coui es
AGENTES
Heni-y Forster & G.
Ra do Cjmmercio o. 8
I- andar
Companhia Pernambecana de Na-
vegado
PORTOS DO SUL
Directo. Santos
Paquete
. Capibaribe
COMMANDANTE 1. TFNEN1E VERISb'IUO
COSA
Seg? no dia 25 co ccr-
rente as 4 horas da tarde.
Recebe carga, encoonmetidas, passapeos e di-
oheiro a frete at as 11 boras da mob& do da
da partida.
Segu do dt! 6 do cor
rente s 4 hora aa tefe
Recebe carga, passagejs at s II horas do
dia da tbida.
E83RIPTOR1G
Ao Caes da Companhia Peroanbacar.
O. 12
5?rince Line of Steamers
James Kuott New-Castle-on*
Tyue
LINHA REGULAR ENTRE CS
Estados-Unidos, Brazil e fiio da
Prata
E' esperad ee Kew-
York al e Abril e si-
kbir depois aa demora ne-
'cessaria para
Bahia, Rio ^le Janeiro e
Santos
O VAPOR IHGLEZ
Gracian Prinee
Para cargas trata-se c^m os
Consignatarios
Johnstun Balar e Comp.
Roa de Commeroio n. 15
Pacifico beans fevigation Com-
pany
STRAITS OF slAGELLAM LINE
O paquete Liguria
E3pera-se d a
Eorcpa at o dia
^ 3o oo corrente e
SSS>eKulr depois da
BaBBE^*"aemora de costo-
ru para Valnarm-i com escala por
Bahia, Rio de Janeiro e Mon-
tevido
O paquete Galicia
E.-pe'3-se da
Europa ai o da
so co correte,
- ruira depois
la rifDJora di
para Vlparaiao cem escah por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
. Para carga, pa?tagens, encommendas e dinhel-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Alisen, Sons 1 C, Limited
10RA DO COMMEtiCIO10
Io andar
Coknpaouia de Navegado Ca-
rioca
O vapor
Santelmo
Oommandante David Tomkinson
E' esperado ^os portos do
pul ai o da 97 do corren-
te, viando oepos oa de-
mora DecesBarla para oa
mesmoa portos.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
da tarde do dia da aabida, no trapicha Barbosa,
no caes da Companhia Pernambocana n. 4-
Para carga, paesageos e tnccaiiecdas trata
se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO COMMERCIO N. 6
1." andar
Lloyd Brazileiro
O vapor
O VAPOR
Maranho
CHARGEUBS REUNS
Companhia Fraaceza
DE
9fav-eg9?5o a vapor
Linba regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambaeo, Babia, Rio de Jaoeiro
e Santos.
O VAPOR
Parahyba
E' esperado do
porio do sol no
dia fa do cor-
rente, segnindo
no dia immediato
para os portos do
norte.
Aa Dccmmendas serao recebidas ate l hora
da tarde do dia da sabida, ne trapicoe Barbosa
Caes da Companhia Pernambacanan. 4.
Aos Srs, carreuadores pedimos a soa altengAo
p?ra a clansola 10a dos conbecimeotos qoe a
segotnte:
o caso de baver algoma reciamagao contra a
companhia por ataras on perdss, t6e ser teita
por escripto ao agen.e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de finali-
zada.
NSo precedendo esta fer jiaudade, a cospa
ob
As passpcenn sao (iradas no mesmo eaertpto-
rio, at as 2 1/3 horas ra tarde do da da sabida
du vapor.
Atten$ao
As pnssagoas pagss s bordo ooaam
iiais 15*/**
Chamarse a attencSo doa Srs. carregadorec | part rga, passagens; OTceoraiwiai tf valo-
para'a clansola 10* dos conbeclmenlos qoe a
seiotite :
No caso de baver algnma reClamacSo con
tra a Companhia, por avaria ou perda, deve ser
feita por escripto coagente respectivo no portj
da descarga, dentro de tres diae defois de fina-
Usada.
res t.-ata-se cornos
AGENTES
Pereira CarHeiro & G.
6RUAX DO COMMERCIO
1* andar
C0MMANDAN1ELUCE
E'.esperado da
Fu-opa at o da
* de Abril, e 8e-
guir cepois da
'neceB3aria demo-
ra para
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Roga-se aos Srs. Importadores de carja pelos
vapores desta linba, qoeiram apreeenlar den-
tro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qualqoer reciamagao concercente a vo-
nmes qoe por ventora tenham seaoido para os
portos do sal, aJm de se poderem da." a lempo
aslprovideccias necessarias.
Expirado o reierioo prazo acompela cao se
BD.Misabllisa por extravos.
Recebe carga : tratar com o
AG&NTE
Flix Bandeira
9__Boa do Comoercio 9
lEILOES
Qoarta fera, 27, oeve Itr logar o leiiao de
movis na casa da roa da Pilma o. 68.
Qaiola-telra, 28, o nos muvein e mais objec-
tos trasprtanos oa casa da roa da Ssledade o.
38 para o armasem da rna do B i^toa n 45.
Sexta-teira, 29, o ae vela?, cabos, 1 balieira e
1 ooirrgger, no trapiche Cmceicao, na lfan-
dega.________________________^___
Leilo
Agente Pinto
-*.
De mobtlias, 1 piano,; 1 r?alejo grande, 1
berco, cortinadas, Ian5a^, viUs em pnoo. lava-
iones de ferro, jarros, 1 bacia, qoad.oe, cbjec-
los de pdantaiia e mlodeas.
Quinta-feira, 28 do corrente
A's 1 f hars
A' ROA 1)0 BOM JESS N. 45
--
1





c_


MiMMl
*-r
rr
Diario de Pernamhnro -* Domingo S4 de Margo de 1995

r
I
f*
A
A *
/

Leilo
De l BObilia, espelbos, quadros, jarros para
flores a mus objecloa de casa de faa Hu
Quarta-feira 2T do con ente
A'S 11 H08AS
Agente Pinto
Casa da roa da Palma n. 68
Agente Silyeira
Leilo
De 40 dctiss de cbapoi de feltro e de massa,
avallados, vmdos no vapor AUgas
Quinta- feir, 28 do corrente
V8 M horas
So armazem roa '5 de 9o-
vembrfl n. 41
r.e e s v, ir, por mandado e com assis-
tencia du Ksc. Sr. D-. jtiiz de dueio seccional,
requmenlo de Joo Facundo de Castro e
Silva, ag'-nte de J. Cordeiro, fabricarte d cba
p08 no Rio de Jadciro, levara a leilo 40 do-
zlac ce ciapsa ce feltro e massa, em am 1a
mais lote?, s vontade dos Srs. pretenderles.
JLeilao
Da cdco paco'.es de velas espermarete, 4
pesos de ferro, podacos oa rolos ce Cbo. de
ltobo, 10 rroitOea e t e?cco com sola, ebjectos
perte^centes ;os salvados da barca sllema B>
co M biliario, ex:s!entes no trapiche Conceco,
Da Aifasdega.
Sexta-feira, 29 do corrente
AS 11 HORAS
Agente Pi uto
Precedi as fjnr.ada-e do fetvlo
Age ate Finta
Leilo
De om outrgger, 1 t-alieira, i vela e 6
moUO's
Sexta-feira, 29 Jo cbrente
Ao mel da
Em frente .o trapicas Cooeeic.ao, por cca-
siio d om ootro ietlao de velaf, cabos, mones
e outroB objecics.
AVISOS DIVERSOS
Ama para i'osibbar na roa da Palma nu-
mero 45.
Na ra para fura, sendo o pagamento adiantado, com
asseio e prcup icio. ________^____
E' aproveitar
Sedas preins lavradas fa*pnda de 4/OCO o <*o-
vado por 2000 na loja do Tnumpo ra Du-
que de Caxias D- 49.
Ama
Pre^iea-s de tma ama rara casa de urna f
peceoa, a Irairr a ipa do Livrameoto o. 34 leja.
(avallo de corridas
VI .N G A D 0 R
VtDde-se ; para ver e tratar no adro da Torre,
corbera ritl>?-n Q""^7.
f
TCanditfaHosia Olas Perinnde*
IgoacM Das FenMMkte, soa muiner tilnos.
Harnea D 8 Fe n.de- ? Man, D\ Framelino
D. yema;. e. sua muirse- e Sinos (^usent-t ),
Beflarmino D. Fernn-es C?c;lia M.
Joaquina Morera d* Coala, agradecer do iati-
mo d'alcca aa iiessoa- que edi-Darara levar a
ultima morad3 sea querida mal, nora, at e
jrm, CaoriiJa rto^a O as Femaadeti, e nova-
mente >8 coovidam p ra assiai tisi as misis
do 7* dia, na rrat-it da K a Vista, a 8 horas
da manh d te-ga-felra 26 do crreme.
o Ton ador
Os proprietarios deste muito acredt
tado estabeleciraento chamara a attea-
Co do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 O/O que outra qualquer casa. S
se vendo, c que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho i C.
Pernambnce
rseme-u
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissimos padroes
l$500 receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra 11 que de Cnxiim n. 43
AO TORRA 10R
Espartilhos finos esto venciendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho c C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira 'borda-
dos.]
Ao Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolo fino i$ooo. Pecas de
bramante com 37 jardas por 25$000
So ao Torrador
Lima Continiao *t C.
PHOSPHO-GLYCRATO DE CAL PURO
*
Oeblllade geral,
Er.xaquecas,
Neuralgias,
DepressSo doajstema. nernso.
NEURaSINE-XAROPe
NEUHOSINe-O^UNJUAO HEUROSINE-03REI
_____________ Esta
CpcrfU aanl : Chb'swo V VtotorU, Pi^ O^ctUm em Perntmbuco: I de DE064S & PBODDCIOS CHIMICOS em todu Yvmtciu.
preparacio que se pode tomar ?cm ncnhiim ^B^^^^Bffl*
>t>0, deu Ja resultados maravliosos como o certltlcam milharos de attestaooes.
Cal IIranea e Vir-
g^m de olasua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se enconli'am em
seuarmazein do caes do
Apollo n, 73= ^^

Gnados
Preclr a fp dn cma cosioheirade om criado e
de on a erar* pr ferrtco ocmest'.co; na roa
mpertir ; 1. 2i, anaar.
/Vviso
O Sr. Kaccel orreia dos San'os nao pode
effectofir a rotr.pra do estabeiecimeoto roa
BarSo do S. Bcrja n. 54, perttnceots aos Sre.
Saldacha SobriDbo 4 C. visto o mesmo esiabe-
lecimento acbar-ee arres'aco por Figipjredo
CoBtast C c-rterio ro esenvao rto coam-rclo
Candido Fro.ar. Recife, 24 de Marco de 1896
Horei a Es
S.hcitador.
Casas na Torre
Vende-so t pequeas casas
situadas na ra Real da Torre,
us. H% e 84, n'uiu terreno de
50 palmos de Trente e 300
palitios de fundo, cliiio pro-
pro.
Quena as pretender poder
ir vel-as; e para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capclla.
Para cstrahir
Um honrosa visita a casa de modas
Nova E.,'cri.r,g8as amaveis leitoras en<
ceir i'.lo um completo eortimeLto de
obiectos de nevidade e phantasia receba-
dos mensalmente das p c-jipaes pravas
da Eoropa o America os qa.-es aSo ven-
didos por raer:. 3 de que em outra rcal-
qaer casa e com descont psra as vendas
por atacado oa maior de 5('000.
Em re?amo destc reos aigau artigos
alem de muitc-o uutres.
FINOS E .LEGANTES
Esparthos c os especiaes para Sras.
qae criaw, novo aort;nentn
GRANDE KOVIDADE
Em bordados finos, cambrsj* brrnB e
do core' e madapo!2o, prejes rediizidos
para deaeonto.
FINAS RENDAS
De hubo erdadeiro, ^IgodSo e seda.
ELEGANTES CAPAS
!' pdTriri-.s para Srae. e mcoichsF.
Bonitas esmista brancas e no corea
para Srao. oara o d>a e para dormir.
LEQUES
Em tedo generu o que ha de melhor
em pluma, bu>L. ^,aze para aeahor&s e
mociofca-;.
BONITAS
Mantas para utissas.
bINOCULOS
De tcadreperola, maifim, couro da Rus-
sia e tartarnga para tbeatroa e viagens.
ESTJOS COMPLETOS
Com esc vas, muas com artigos paca
viagens, pstcj"8 para b->rb>>.
ALUaSERETRATOS
Crmpl^fo 8ortim"fo.
PEDRO ANTUNF.S & C.
Roa Duque de Caz as 03
SAUDE PARA TODOS.
iUNCUENTQ*MOLL0WAY
O Ungento de Holloway t um remedio infallivel pa, ^'es de pernos e do peito; tambem para as ferida
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o i. '^nio e para todas as enfennidades de peito sao
se reeoi:hc\.
Para os males de garganta, bronca resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle niio teem semelhante e para os membros contrahaiw e
junctuias tecias, obra como por encanto.
Ex! 1 ledicinas sio preparadas smenle no Estabelcimento 4o Profcssor HollowaT,
78, NEW OXFORD STEEET (antes 536, Oxford Street), L0NDEES,
vendemsc em todas as phannacias do universo.
gW O ccnprad*re sAo cosriiiados respe itoumen te aezamHar oa rotulo de cada '*"> e Pote se nlo leen: -a rfirecfao,
533, Oxford Street, Ao fakicacoes.
I CADE
'
las sem oiro medicam
PARS 7, Boulerard lenain, 7 PARS
Deoositos em toda* as princinaef Fha*maciaa e Tivc-XKtW1
|)FieB0 MARTfiALBGDSNwpi,
Gosto agrada-rel torna dar_com rapidez ao anntjur. sua riqueza e Corea. Nao da 1-3
priso de ventro nao ennegrece oa dentee n&o irrita o erntomiigo. /^4rl
r\ PAKIS, 50, rm Bailen. Deposito em Fernambuco : C* di DKOCAS rBODDCTOS CfllHICW. /S 9
mUMMIM^WMIiMH PREVINAM-SE COM AS IMITAQO'ES +t09**wyitMmVlfiM
ESS ORZA
Perfumes Suaves e Concentrados
surtidos em quaesquer cheiros
perfumara oriza
de L. LEGEA2TD
Inventor (o Producto VERDADEIRO e accrerJltado ORIZA-OI1-
1 1, Place do la Madeleine, 3E=ar-ie
ACHA-SK EM TODAS AS CASAS DE CONFIANQA
<00m1009WmW0mmtm>immm1mm^m^mm\M^MMB
**u-yJ-*t^ *n*c

-iizvua oa oaadiii ou asaioiH aa vihoj.03.iski v".a .i f "'f' '"^ '? \l 'mimvmi-tffits op tu' K
booo ap oquiA
siuTd oa ivj.a onsodia
CWSUIH3a 'S31IH3N0a8
'uvNowirid ffoisu
'3GVaniS30 'VIIM3NV
'SISOaOTHO
[SVS01fH0;:S3 S3Q5D3JJV
'0il3d 00 SWI1S310H
na
Yoms va a viNvai ra
bt sraox sod oarxiaoaH
IviiroH aa vmoidia
mmiiQ.
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0QV3IJ P 0310 0
"O/O
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oi>mu anb o 'eoiuin/tq e ooiuqi
osjjcdiv osd opcioajupiap 9
H3IHA3H3 0310 0
VUNOH 30 VHlVClSMf
VEBDADEiRAS P3LULA3 do 0" BLAUD
Empregam-M som ptimo uto ba mala ae se pela mator parte doa Facultati-
vos mncezes e Esirangelros para a cura da AMMMMA, csr.ouons (trt* pmtUm) e a
rurnxacto aa ttmi/.nam.
t, ascrco no uoto Cotx Pramee*, ontroalmofactodabaKr a JMwtfc d*Kyiin aWwm
Tarificado artcela d'estaa ruoiaa, utorisaaao'i&es a venda, acosa qualquer tncomls.
M mmmttum rm mtr a mh i* tuatH taUfa aarat a arta suata na* ana
OE8CONFXEM-BB BU X3SOXT4m.fBmy
B)OTA.. *i YtntdM'MM Pllulit tft Hlnnd am aa naam tio am rrttxt a f(t fra*Ml
H 00 a 100 PUjai, mu auca por mlatia.
FAJUS, SOA rATXHItK. DEPSITOS EM TOBAS AS PBJMCIPAES PIUBMACBAS
$LU{)
Costu reirs
Preda1 te para csroitana ; ta roa do Crespo
nomf'o 4.
Depurativo e Regenerador do Sangue
lo
Oovorno de S.
:do prtoPEaeoR
14:. 1 Rei d'Itaiin
A O IA
PrlTilegiado p
B 1 f 0
V5'.;."': -SI'. K CI.LS1 VAMENTE EM
>" apoles, -roipri)
A JASA Di: FLORENCA EST GUPi'RIMIDA. O S'fir. ERNESTO rlGL'iHO pottt
:,-.-- u n c/.'-s es: iros n miada Wanto Prcfes or J^HOTCYMO t> AGU ANO, um t/c
Sxiftir taOra j irasco e a caixa a marca d rubrica depositada conformemente a le.
t:~:- EUSflTO PAr-r.ivwo.
lOOS em Pci::s'iibneo: COSeVASrBZA fio D.'tOGS e PEfXHCXCS OHt;"COS
rj i p II i : I Rm vit. 1
Agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhes de ps de cafeeiros semea-
dos em leires cuos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do\
Rceife- _________
VINHO DO PORTOADRIANO"*
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COMAS IMITACES !
USIGOS RECEBEDORES
Guimaraes ti Valente
N. 6 Largo do Corpo Sant N. 6
Reguiador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja ehronometres de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, ocolos de
alcance, joias e todo e qaalqaer objectos
tendente a arte mechamca.
9Ra Larga do Rosario9
Padaria Nogueira
Caminho Vovo n. 91
Tekphone, 658
Prvido este eslabelecimento de um perito
coofeiteiro, tem acloalroente disposijo dos
eus freguzes em especial e do publico em ge
ral os mais deliciosos productos de cbnfeita-
ria.
Alii os consumidores encontrarlo:
Desde o mais bem feito
pao de lot, fainadas appe-
titosas e boliolias em pe-
queas formas, de tempero
e sabor deliciosos at os
bolinelos de differentes
qualidades e formas dis-
tinctas. crystalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servico do cb.
Todos esses productos sao de um tempen
que satisfaz ao paladar mais exigente e assim
ge recommendam ao uso das familias em suas
soircs c outras festas intimas ou solemnes.
A padaria Nogueira er, pois, prestar um ser
vico s familias pernambucanas; s qaaes pro-
porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
tosem casa, nao Iho custariam menos.______
Typographia
Vende ge orna (eqa^na lycograpbla em pti-
mo estado, cotrposta t"e boos typos e de nam
Mlner?a Aatericaoa, rom tres ramap e perico
ees ; trata-s na roa do Imperador n- KJ, Atelle
de Artes Grcpbicae.
ms\m \
mWmrwmj
?#?????#????????#?
??.{
GOTTA
RHEUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as d6res as
mais fortes. Acco prompta e certa em todos os periodos do accesso.
VCNDA POM
T. COMAR 4 Flltao. H. Bu* Sjini-Clina, PARS.
MIUOO. EM TODAS AS PHARMACIA8
E DROQAR
ARIA_______2
JtAASSASl
*wwwrwmrwmj
m
?

#p
Kola-Bh-Natton
lilGA. Eil OAF2INA, TIIEOBROJIINA, TANNINO, E MATERIA BNCAKMADA DA KOLA
T0HIC0 iSSEHCIALKENTE REGENERADORES
ESisclxr A. Vinlio Kola-Bn>]Vatton
Extractos fluidos, Pastilhss, Plalas, Essencia de Kola torrada
JJnie** productos experimentados com o maior xito nos hospitacs de Pars, desde 1884 pelos
Doutores Dujardin-Beaumetz. Hchard, Duriau, Hallbz, Monnp.t. etc., na Anemia, Oblorosla,
Convaleseenclaaiifmoradas dillic. Pebre (tjoydai, iBtermittentoj, laliilosai), Xtiarrnas pertlnaies.
)2>ysenterla, Diabetes, Albnmlnnrla. Phoaphaturla, Exceaao de trabalbo nyslc 01 Intellectual.
*HARMACIA4oBANQOGde rRAWCE. 25. rueCociaillive, Puri. Em Pcrnnnihuro: FRAN"M daSILVAtCu.
CURA CERTA
de odas as AffecQes pulmonares
Todos aquelles que soffrem
Ido peito, devem experimentar
[as Capsulas do Dr. Fournier.|
Depsitos em todas as principas Pharmaclas
do Hrazil.
Ao commeacio
Tenrfo rer g>do se miaba viagetn so no'te,
fic;m e DPObom effeito tonas as prorur {6e
nteriormrnte psRsa M.
Peroamoneo, 83 rte M^rco ile 189.).
Criado
p-P, fai-fp r|p Krjj criado ; a tratar ra oja das
Es:r..iUB, a mi Dcqae de tsxtas o. E6.
Ama
Veode-seum Milners
ra Nova n. 16.
Precj a-?e dp utna axa que paiba Jlavar e
p*fsar roupa a fe:r.>; u tratar ca rea da Santa
Cro'. 66.
Engenlio
Veode-se o engenho Seguranca a
margem do rio Tacuara, no municipio
de Quipapa, dista para a estacao de
Barra de Jangada urna e meia legoa.s
lem proporcoes para urna boa Usina,
tambem arrenda-se e vende-sc a safra.
Quera pretender cntenda-se com o dono
no mesmo engenho.
THEi.

on
9
Casa de commisses e repre-
sentages
EXPOSICAO
CATALOGrOS 36
DeSDS3NTX3COS
de innmeras fabicas de todos os p^izes da Europa e
das duas Americas, tola espacie de mercadorias, de
nachinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL CIM o melhor des
iaectante confcecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINAi do
Dr. H. Rirted.
Ra Lars;a do Rosario ns. 29, 31 e 33
DO MU
Ra I. de Marco -19
Reste acreditado estabelecimento vende-seLzendas
por menos 25 \ do que em outra qualquer parte.
E se nao vejara:
G'retonea com 2 barras para reposteiroa e chambres com 1 metro do largura a 800 r
o cevado.
Nansoks brancas com pintas e flores a 240 o covado.
Brim para roupa a 600 rs. e casineta a 500 o covado
Mantilhas de seda a 5$ orna.
Ditas de algodSo a 2c00 i.L-m.
MedapoISo americano mui'o largo com 24 jardas a 10$ a pca.
Cachemiras para teatidos, faaenda de 15 por 400 ra. o oovade.
Colchas de tastSo braooas e de cores a 5$, 8$, 150 e 200 urna. /
Epartilhoa de couraca a 80000 um, barato !!
Cortinados bordados para cama e janella a 100000 o par.
L'cdss capcllas com vea pf.ra noiva por 10$ e 120 urna.
Crotones claros e escaros a 400 rs. o covado.
Setim branoo Macan, para vestidos de noiva por 10500 o covado.
Tapetes avelludados e alcatifa, grandes e pequenss.
Atoalbado branco e de cor para mesa a 3000 o metro.
Luvasde teda para Benhora e para menina a 10500 o par.
Peitilbos liaos e com pregas para senbera a 10500 um.
Cerninas de cermir para homem e para senhura a 65 urna.
Setim cor de roza a 10 o covado.
Mene preto a 10, 1500 e 20 o covado.
Lencos de eambraia de 1 nho para senhora a 120 a dusi.
Meias de 1S e seda para homem a 40 o par.
Camisas de Malha de IS, para homem e pra senhora a 6$ urna.
Cortes en caitSo para vestido de 800 por 400 um.
Cortes ce casemira americana a 40000 um.
Ditos de casemira ingUza a 80 om.
Setinetss Haas, toda as cores a 600 rs. o covado.
Zephiros com qoadrinhos a ~40 ra. o covado.
Fianellas para vestidos e para caiieas a 360 rs
Linn com 2 largaras a 500 ra. o coado.
Sargelim branco e de todas as cores a 380 rs.
Vestuarios de Jersey para creancas a 150 om.
S'eacr.sde Jursey para senhoras a 5$ nm.
Eaxovies para huptsado.
Colx5*s franceses, moBqaiteiros americanos.
Cobretudo, ceroulas, meias, lencos e gravaos.
E muitos ou'.ros art'gos que se torna difficil mencionar
OJA DO POVO
o covado.
o covado.
i9-:e.Tjr.A. i* x3KxxjbJB.ga-i
Telephone 6!
tngear > venda
V^n-Je-a? o cugeabo Riiboziodo. sito no mu-
nicipio de Bonito, assim como a safra nelie
existente e retjs da co aaao aatsrior e m-
mate.
Esse engeoho edificada em trras proprias,
-om mais de 800 bracas de frente e 2.400 de
ondo, dema'caao juiolalmaote, movMO a
aaa, tendo excelleaies vaneas, moitas matas e
m.de'rpa rjar 4,000 pa-*s de assncar, e dieta tres legcse
da f Btaco de jaleod<", e tres legoaa da villa de
Booitc ; a tratar com o proprktano no secat>
DgtBDO.
Buhares
Vendem-8e daos navos e molernos, e don."
usados : para yer naiua do Vigano a., prl
meiro andaN______________.________._____
^"VESbE-SB urna peqoena carrosa com
preoaros de sorveteira, a que ulttmameme sibe
a rea, bem contecida c m o propno cavallo,
indo m b m estado, a caaca o dono te de se
retirar : a tratar no beccodas Bar/eiras, coc&ei
ra do Domingos._______________________
_ Compra-fe OL cas^ terrea que tenbe
sotao e commodos regulares, em qualquer das
freeuerias cesta cidade ; a tratar na roa rio Im-
perador n. 54, i- andar, escriptono do solicita-
dor campello.
Precisa-se de orna ama para casa ne pouca
miiia e que dorm em casa dos pairoes ; a
atar na ma da Sauta Gru n. 23.
aro...- -., -
tratar na ma da
Aocommereio
Saidanba Sobricho & C seoUrjcam ao p-bli-
co e ao coamerclo, que nesta data venderam ao
Sr. Manoel Corris ios Sanios o spu estsbdt-
cimento de mclnados sito roa BarSo de S.
Bo.'h n. 5i, livre e teiembaragauo de todo e
qualquer onos, e quem se julgar credor da mes
oV Orma qoeira aprfseataros seos ttulos para
serem verificados e pagos co prato de cioco
dtas, a cootar da data to presente, no mesxo
eslbcleciroeoio. innv
Racife, 23 ce Ma'co de 1895.
Saldanha Sobrlobo* C.
.A.XWX.A.
' PreciBa-se de orna ama qne o08lnne bem, para
casa.de pequea (imilla; a tratir^ia ra Duque
de Cuas v. 97.
Ao comniercio e ao publico
Mmoe! Correia dos Santos scien itica ao res-
pe.tavel corpj commerctal, que nesta data com-
prou aos Srs. Saidanba Sobrinho &C, o eeu
estaDelecimento de molbaiop, sito ra BarSo
ae 8. Bo'ja n.54, livre desembaracado de todoe
q alouer onoa; aa porem algurm se jul^ar coco
aireito .o meamo, queira aprefentar-se ao abal-
xo a8sicoado no mesmo estaDelecimento" no
pr;;zo de cinco dia?, a centar desta da'.a.
Recite. 23 de Margo de 1895.
Manoel Correia dos Sonioa.
Bom negocio
Ven Je se urna taveroa em um dos me H3res
arrabaUes dtsia cidade, collocada em muito
bom ponto e bem afreguezada, proprla para
pnicipianie ; a tratar na mesm? taverna, sita a
rea Real da Torre, esquina da entrada doToqae
Venda
Vende-se orna grande proprledade altuada no
municipio deGaranbuns. povoado de S. Joo,
grande casa de viveoda, terreno extenso, bem
aiborisado, com granrfe planta de cafeeiros.
A propried8de pela sua situasao, exteosao.
dependencias, arborifacio, etc., etc., presta-se a
orna fabrica oa a ootro q alquer m:s:er.
Oa preteudentes para melbores utormagoes,
nodem dirigir se Desta cidade ao Sr. Agripiao
Rodrigues iMOgoelra Lima._________________,
Ao coiumercio
Rrfiressaado do norte o meu chefe e amigo
S-. Da'ii F. Porto Bailar ficam de nechum effei-
to 'as procorscOes que tioha para gerir eeos ne-
gocios durante sua ausencia.
Recite, 23 de marco de 1893.
Joao A. Alves Rosa.
tinho-CLARETE ESPECIAL .
DE
Stuve Rocha Lefio t C.
Garantido puro e e*1^ E5{0
laboratorio municipal do POKl;
NICO VINHO QUE SE DEVt
UZAR AS REFEICES para se
obter urna digesto sadiae nutriente
Encontra-se as principaes mei
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GIHMAIUES& VALEXTE
6 LARGO DO C0RPfi*tNTQN. 6
Oosinheira
Pre("i88-se de orna cosinbeira ; a tratar
Parnameirim n.6, sitio do Dr. Goes Cavalcantej
*


i, 1.1. \ y. >. t,...."-.
a.
' J.:~\'-
l
. -:v:'':4-,-J:-'-


!?
I
H
Diario de Pcr^amBinco Domingo 4 de Miarlo de 189:*
'
Fiano
Vecdf-s cm rianoallemao, quasl novo; nt
ra da Santa Cruz d. 4.
PARA
N01VAD0S
E
Desejados por todos
Vende-se
NA LOJA J?APEBOLA
Ra da mperatriz
D0M1TOS FEBMDES
Garpinas
Preciea-pe de qoatro carpidas, na fabrica Per
nambac" P w ier Factory : a tratar n roa do
Commercio n. 6, escriptcrio.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de 'ule 5em Gibo ; a
tratar na ra da Concordia n. 10, paga-se bem
Cardozo St I
w

Ra doBarao de Triunripho ss. 109
e ra do ViscoiHe de liaparica r e
COMMUNICAM a seas nurrerusos reguez s qua tem em deposito e rece-
ben) regularmente oh Kuropa e Atoo iea todos os un.rhiruarroa e ferrugeDB prnoisu
i agricultura d'este Estado como at-jam
MACHINAS a vapor de torga do 4 10 eavaUoc.
CALDEIRA mnltitubulsres de tuoos os t&nicnn >s.
MOENDrtS as mia solidas do marcado e e d-Serentsi .amachos.
TA1XAS de turro batido e tundido.
RODAS D'AHA.
RODAS DENTADAS direitaa o angelare*.
CHIVACKS de trro fuDdio e batido.
BOMBAS d repucho de riiffert-ntes eviten ts.
LUC9MOVEIS de diversos tan.ar.hos.
MACHINAS de desc&roQar algodo.
CANOS de ferr.i t"V8DsadoB, piotudoa e de chumbo.
ENCABREQAM SE de qnalqo?r ooncerto p*rz o que tem suaa calcinas
bem mocUdas e cum bastacte pesaoal e dirigid-j por dous eogeoheiros bastante pra-
ticoa e cor>becidoB.
MANDAM vir da Ea^opa 3ncarregam~&o da montadero de Usinas e res
tilla^oes, garuLt-To sua ba qualidade e !o cjionamento co ..o provam coia a& diver
sas que te a nountadj.
VENDEM praao ou a dnhero com descosto e a prego i resumido;.
Contina a manter em seus depsitos completo sorltmento de utensilios paraausinas ven
dendo ?empre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de difieren tes sYstemas e tamanhos de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavados
CALDE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas er
nallias das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenha e bgacc
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, crav e caldeis.
ARADOS de diflerentes systemas, a a
CRIVACOES para lornalhas.
MACHINAS para desCarocar algodo de ii a 50 serras com al.mcctadores e empastadores
a vontade dos agricultores. i^
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. eneenneiro Augusto Clark, vantajosa-; I
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montanera de grande numero de I
Uzinas funecionando neste Estado, iceumbem-se de mandar vir e erigir garantiudo a produegao e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente a vapjr e a fogo n, para grande e
pe juenas fabrica.
52RITA BARIO DO TKIUMPH-
aascxF
28
Precisa e de orna ama qoe saiba cosinbar e
comprar ; n, ra da Jmperairiz o. 23. seguado
andar.
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HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao d seu hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia siti generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptidao e aceio do servigo culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posigo hj'gienica dojseu editicio.
BBiP&BTAMBHTOS
Depoia de innmeras transformagoes por que tem pausado este Hotel, conseguio
afinal o seu incancavel proprietario oiferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida peles illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagoatins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serta, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEdA
E'esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermcuth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos raais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finis8mos, que vende as raelhores condigoes do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaROAL
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F0LHETIM
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ODIO m MOA
TRADUCgO
PARTE SEGUNDA
II
(Continuaco)
Miss Lovel despejou o copo de um s
trago e accrescentou, baixando os oaos
de modo modesto e virginal :
Jste para provar.
Miss Ellen murmurou ao mesmo tem-
po :
__ Aqui est um rhum delicioso ; affir-
mo que Jamaica puro, e que nio est
engarrafado ha menos de vinte annos
__ Eu por mim julgo excel lente este
champagne, proseguio miss Lovel dando
um estalinho com a lingaa ; sem a mni-
ma duvida, supponho-o excellente, nao
obstante, nao me atrevera a pronunciar-
me lavianamente, porque anda nao fiz
mais do que proval-o.
E fazendo um signal ao criado, que se
approximou, tirou da bandeja segundo
copo de sillery gelado, e despejouo como
fizera as primeiro.
Querida miss Lovel, disse entao o
moyo Stewert, coma urna ou duas sandi-
wichs e ver como lhe sabe melhor o sil-
lery.
Deve ter razo, replicou miss Lo-
vel ; vou seguir inmediatamente o seu
conselho.
E dirigindo-se ao criado pedio-lhe san-
dwicbs.
II i
Neste momento um porteiro de calco e
meia, e corrente de prata, annunciou com
voz vibrante :
O rajah Doorghal-Sahib.
Foi enorme o movimento de curiosidade
que se operou entre os hospedes de lord
Singleton, que conheciam de reputaclo o
recem-chegado.
Meus senhores, disse o governador
aos convidados mais prximos, o rajah
Doorghal um dos mais civilisados e de
certo o mais rico dos principes bynds,
nossos alliados.
E deu alguns passos ao encontr do
principe, o qual, vestido oriental, com
um trajo deslumbrante de pedrarias, des-
da a grande escada, rodeado de numeroso
e brilhante squito.
Mary pegou no braco de Heva, e mur-
murou-lhe ao ouvido em voz baixa e tr-
mula :
Olha, mana, olha .. E' o homem a
quem encontramos sem cessar, o homem
cujo olhar, quando me fita, me queima as
palpebras, como urna chamma de fogo, e
que me faz corar mo grado meu H^-
va Heva !... Tenbo medo del le !..
Parece-me ser de mo agouro este he-
mem !
Heva apoiou os labies na fronte de Ma-
ry, e respondeu-lhe, sorrindo:
Eu na verdade, querida mana, nao
comprehendo nada do teu espanto 1 Se o
principe se acha por vezes no nosso cami-
nho, porque s o acaso determina taes
encontros...
Se olha para ti paraue s linda como
um unjo ; e por isso has" de permittir-me
que me nao admire de urna admiraejio de
que participo...
Accrescento que o principe encanta-
dor e que usa com incomparavel gra9a
dos mais sumptuosos trajos...
Alm disso o nosso tutor conhece-o, e
eu creio que lhe d at muita considera-
cao..... Deque podes, portanto, ter
nado!
Nao sei... murmurou Mary, estre-
meco mo grado meu... Sou tal vez mui-
to iraca e um tanto louca ; mas a culpa
nao minha... Ninguem pode dominar
os afcus presentimentos.
O rajah e lord SiDgleton tinham a este
tempo transposto a distancia que os sepa-
rava e tinham parado em face um do
outro. ,
Doorghal-Sahib, disse o governador,
bem vtndo seja a este palacio, que tarra
ingleziv! Sinto-me satisfeito e ufano por
contal-'j entre os meus hospedes.
Milord, respondeuo rajah, offereco-
lhe a minha mao, e sobre a mo o meu
coraejio .. Nlo temos a mesma patria, os
nossos denses o differentes, e nao ob-
stante somos irmos.
Nem poderia ser de outro modo,
disse lord Singleton, visto como a Ingla-
terra e a India sao irmas.
Doorghal avistara naquelle momento o
grupo encantador formado pelas duas jo-
vena.
Apressou-se, portanto, a approximar-se
dellas ; e Heva sentio a mo de Mary tre-
mer violentamente na sua.
Mas Mary, miss Heva, disse o prin-
cipe seb as formas do mais profundo ras-
paito ; cen8ntam que eu dobre o joalho
na sua presenca como ante as risonhas di-
vindades deste templo...
'l^'lllill.lliLIllU^OW
5'ri e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar pela quarta parte de seu
lor tod^s as mercaderas que se acha va m no Centro da
Moda.
A saber
Madapo!a 7371 r.civa a 44600 a peca.
Bramantes de linho de 10 palmos de largura a 3SO0O,
Cazemiras pretas e de cor a 3S500 e 4S0JO.
Bramante de algodo com 4 larguras a 1S20O.
Crotones francezes claros e escuros a 600 e 640 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores.
Cretones de 1.* qualidade para coherta a 800 rs.
Sedas escossezas e lavradas a 185'JO e 28000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 703 por 2'8000!!
Ditos andnesuk de 30S a 6S00O 11
tos todos de renda de gripure valnciane de 80$ a 123003 il
Cachemiras escuras de 35 a 800 rs. M
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de ouadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 40000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 30S0OO.
Calcas de casemira de 358 a 128 e 150000.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Colletes de casemira de 128 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cachemiras, cretones, 1 nons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami
lias em geral que se dignem visitar o nosso estabelsci
ment, afim de se convencer da grande reduccao de
precos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n. 210
- w
. .. '
'

.
-
-
!
Ib

E
iiii mmmm
CARDOSO &c 1RMAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro ra do Baro de Triumpho ns-
K.'O a 104, tendo comprado aos Srs. B. Martins
6c C o direito de venda de seus apparelhos privi-
leg ados pelo Gcverno da Repblica, por paten e
n. 1717 de 4 de Ju ho de 1894, denomioados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, nao s para
ess > Estado como nos de Alagoas, Parahyba, Rio
Grande o Nor;e e Coar, avisam aos seus nume-
rosos freguezes e amigos qae podero fornecer
ditos apparelhos e mandar sental-as com a maior
presteza, garantiodo augmento de 30 por cento
sobre a produeco de qualquer alambique, o qu-
est provado pelos diversos j assentes e traba-
lhando em engenhos d^sto Estado e de Alagoas,
pos quaes teem valiosos atiesados.
Sir Eduardo, accrescentou elle, dirigin-
do-se ao noivo de miss Heva, faco-lhe os
meus cumprimentos...
Nao verei esta noite sir John Malcolm,
seu pai ?
Ha de vel-o, porque o esperamos,
respondeu Eduardo.
Miss, proseguio Doorghal voltando-
8e para a joven ; esperarei a presenga im-
mediata do seu tutor, quasi seu pai, por-
que tenho urna graga a solicitar delle.
Urna graca, principe ? perguntou
Heva. O que ?
Permittir-me aue offereja a 'cs>da
urna das miss, retorquio o rajah, urna ba-
gatella das que muito agradam s jovens,
e cujo nico valor a meus olhos ser o
de lhes poder realyar a belleza.
Nao o comprehendo, principe.....
murmurou Mary," ao passo que Heva ex-
clamava curiosamente:
: O que ?
Um magnifico cinto de cachemira bor-
dado de ouro, cingia a cintura do rajah,
e lhe segurava os punhaes de punhos de
prata, cravejados de pedras preciosas.
Doorghal mergulhou a mo direita as
rugas ampias do cinto, e tirau delle dous
estojos de igual feitio, que apresentou s
jovens, dobrando levemente o joelho dian-
te dellas, segundo o uso oriental.
Mary, cujo adoravel rosto se purpuri-
sou de timidez e confuso e s asiendeu a
mao com visivel hesitaco, para recebar o
estojo que lhe era destinado.
Heva pelo contrario abri o seu no
mesmo instante, com ingenuidade e prom-
ptidao infantis, e fazendo um gesto de
assombro e de admirarn, exclamo a :
Que lindo Veja, milord Veja,
Eduardo Olha, mana I E' maravilhoao,
esplendido 1...
PermitU-me dizer-lhe, miss Hava,
que exagera 1 retorquio o principe ; nao
ha all nada que mereca taes louvores...
Sao apenas humildes diamantes extrahi-
dos das minhas minas de Golcanda, ro-
deados de perola3 coihidas pelos, meus
mergulhadores, as minhas pescaras de
Ceylo e cravadas em collares e bracele-
tes por um joalheiro de Calcuta, que tra-
balha s para mim !
Sei que um presente modestissimo...
O que ficaria bem nos seus hombros e nos
seus punhos, miss, seriam estrellas e nao
diamantes ; mas as estrellas brilham no
co, como os seus formosos olhos brilham
na trra, e eu nao achei meio de escalar
o ce para desprendel-as.
Se nao fra iss*... Se nao fura isso,
miss Mary e miss Heva, podem acredital-o
seriam braceletes e collares de estrellas, o
que teria agora deposto a seus ps.
-- Na verdade, rajah, disse lord Sin-
gleton sorrindo-se e tomando das mos de
Heva Burtell estojo aberto ; poderia dar
licoes de galanteio aos gentlemans mais
acreditados as salas de Pariz e Londres 1
E' ao mesmo tempo principe millionario
e poeta, e o principe artista acha meio de
fazer esquecer o nababo e a sua immensa
riqueza !
E' muito indulgente para commigo,
milord .. respondeu Doorghal.
Neg !... replicou vivamente lord
Singleton ; a que denomina indulgencia,
nao existe... eu sou apenas estrictamente
justo.
Muito bam, milord, seja entao ben-
volo. satisfaca um dos meus mais ar-
dentei votos.
Estou prompto, rajab, o que devo
fazer psra iso ?
__ O senhor o supremo representante
da Inglaterra neste palacio, que trra
ingleza, como me disse ha pouco, e ne-
nhum dos seas compatricios contestara
aqci a sua aatoridade...
Doorghal intewompeu'Be.
Copeira
Precisa-a* de una copeira ; ni roa Deque de
O'jxias o. 8G.
Criado
precisa se de
anos : a irat:ir
era crado at a idade de 18
ua ra no Cnmtnercio o. ii.
Cosinheira
P'pcirr.e de nma cosinheira, paga se
bem
na roa do K^neel n (9
Armado
Vende ee orua i-reacio nava, propria psra
n>iodez>8 ; na ra Mirqres fle O ioda n. i.
ngommadeira
f re. i a se urna ergommaitira ; na roa da
Canco'dia n. 10.
Fabrica de 2"eIo
Agcss e limonadas gasosss de
tsdiiS as qaaiitefcs
Seda water, ginger, ale, limo, sraeja,
curaco, sbacaxis, granadilla, roee.'las
franbots&s, baunilha, hrrela pimenta eto
X2=CAES DO CAPIBAR1BE 12A
Precisa-se de U" a ;
paga-ee botn ordenado.
Cosinheira
na ra do Rangeln. f |
Criado
Precisa-te dp_om criado para eervico d
tica : roa da concordia n. 128.
fa.
E entao ? perguntou lord Single-
ton.
Ento, supplico-lhe que autorise
miss Mary e miss Heva, como do seu
incontestavel direito na ausencia de sir
John Malcolm, tutor de ambas, a que nao
recusem a minha modesta offerenda, e se
a autorisaco nao basta, peco-lhe anda
que lh'o upplique.
Principe... balbuciou Mary, com vi-
sivel inquietaco, e poderiamos mesmo
di ser com angustia que lhe era mposi-
vel disfarcar.
Principe .. Estas joias sao boas de
mais para nos !.. disse vivamente Heva,
mil vezes boas de mais. Foram feitas
psra rainhas.
Ora 1 exclamou Doorghal calorosa-
mente, nao sao VV. Exc. rainhas!...
Nao cingem acaso a t riplice cora d
belleza, da mocidade e da graca ? Quan-
tos soberanos por toda a vastido do
mando trocariain alegremente o seu sce-
ptro de oiro pelo de VV. Exc. Bem
vem que mal julgo os pobres estojos di-
o-nos de lhes pertencer!
Creia, principe, disse Heva, que
enorme o nass recenheciment, mas
presentes taes, joias deto grande valor.,
nao os podemos acceitar...
Nao devemos, de certo, accrescentoH
miss Mary.
Pergunte a sir Eduardo, proseguio
Mary; tenho antecipada certeza de que
ser da nossa opiniao.
timado d'este modo para emittir opi-
niao, nao poude Eduardo deixar de res-
ponder, inas com tal ou qual embarago.
Com Sffeito, principe, parece-me que
teem raso estas seuhoras,
Typ. a ***> r. Ottiue de Caxiaa 4BS

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