Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18212


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Full Text


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QnBiita-feira 14 de llardo tic stpo
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w fLj5Hio eo
PE0PEIIB&BB BS &J&H6SX. flSf3fcR0& BE FABI-. & FI.LB.0S
PARA A CAPITAL E LUGARES OXDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8000
Por seis mezes adiantados. -^ i5$000
or um anno adiantado .... 301000
SAO NSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE fctJBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre G &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelir^
I
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ., 16&50C
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
33S000
|200
Telegrammas
bheo musum so siasz-3
*ai
"ARTE OFFICIAL
PAUTE OFFICIAL,
lector tle Olinda para fazer as respectivas notas
I e devolver.
Empreza Telephomca, Fiacrio de Oliveira
'Soma, Jos i1o Reg Cavalcante Silva, Guilhur-
jipino Ramos B. e Silva, Compantiia de Lumai-
Todos os habitantes desta dade^^ ^v-0 Ue ^ governo on0iohninildaco: ,'tod6 e..e.
ao tesiemun'jas de quo, depOlS (JOS Jos Correa de Araujo.-Inhume o Sr. Or. sub- curso, Mjpttamos-lhe a nossa estima e a nossa! Entretanto
Rio tic Janeiro, 13 de Marco, s s^0
5 horas e 3} minutos da tarde (receb-1 imprevistos e luctuosos acontecimcntOS !dlrector da contabiidade.
sem oalti/ norte a n5o ser quelle que in=idiOr l um abaixo-assignado ao Presidente sam nte te nos empresta. I blica ero prol da susnensio daquelle interdicto,
Sipa, aio era posslvel que em taesemergen- mo grado a reluctancia dos nos sprezasserxos, nos, que, ao pormos a narios e s pira dar expnsao ao nosso espiri-
do ja estaco s 6 horas e 38 minutos A {Q / seccao eleiloral, a ordem pu-
da tarde e entregue s 7 horas da blica foi minlidae nenhum incidente
noute). se tem dado qffe indique alteracao da
Adata de hoje passju sem commemo- .paz. de que tanto carecemos.
A* in lagar ao eos fados para a apre-
racao oilicial.
Apenas o Pai/., o Secuto e o Di^ciacao das responsabilidades dos imph- ,
rio de Noticia hastearam bandeirs e(Cadosno triste acolllecimcnlo, foi de
'-s.' promplo commettiia um juiz. que
LNSTKUCCAO POPULAR
OS Ii2ITSS3 DA SSISSCU-
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO III
A EXILORACAO DAS ALTAS RE-
GIOES DA ATIIMOSPHERA
Inspectora Gcral.de- Hygiene
Pelo Dr. coramissano dos 3- e districtos
Nenhum fado, por maior que seja a ^anuarios, ioi considerada era condisoes hvgie
Slia importancia, justifica a serie de nira? I>ara ser habitado o predio 11. d do becco
inverdaiJes coiitidas nos telegrammas MaooeV Airea dos Santos & C, reclamando
O Protocolista,
Francisco Militinn Ferretra.
---------I_?_----------.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do di J3-4e Mar guie 1805
Antonio Seraphira 'la Silva, 8*ltirin>> Antonio
de Sou/a, Antonio Martins do" Rtrr. Informe a
secgao.
O porteiro,
Cuslndio B. da Silva Guimares.
Daram< prumptu cummeuna a um juiz, que ---------------...----------------
Tambem o mesmo fizeram a Inten- nao pode Ser Slispeilado pelas trailicoes SECRETARIA DA INDUSTRIA 2" DIT
dencia e a Prelatura. |honrosas> d que dao irrecusavcl teste- rectora'
-O mareehal Floriano foi muito le- munho seus proprios adversarios.
licitado em telegrammas que lhe dirigi-
ra.n e em tal copia que a Estrada de
ferro teve de destacar c constituir pes-
soal para exclusivamente receber e tran-
smitir os telegrammas destinados a
Cambuquira.
O governo nao aceitou a demis-
so dada pelo mareehal Conrado Jacob
Niemeyer do cargo de aiudante general
do exercito.
Foi declarada sem cffeito a remoco
do engenheiro Arthur Pamphyro pata
para chele de trafego de estrada de ferro
Sul de Pernambuco.
E' grandemente contristador o as-
pecto da cidade de Campos, toda inun-
dada.
As casas vao desabando, principal-
mente as que iemoram ao lado do
norte.
Telegramma oflicial procedente de
Porto Alegre informa que a brigada mi-
litar do Estado vem acossando Appari-
cio Saraiva na direcqo de Bag, onde o
coronel Caries Tellesacha-se a espera.
A Provincia nao nos poupa ocn
piadas pelas inconcussas provas de se farta de doeslar-nos, ella que era lodosos
altenges que elle seropre nos dispen- lempos s tem recibido de nos pravas de de-
protes
a o" Wfp
passados para o Rio de Janeiro, sobre
alteracao de ordem publica e outros
inventos que so a imaginacao desvair-
da por urna poltica tao selvagem,
quinto aggressiva, ;pde conceber.
Pernambuco sabe por dolorosa expe-
riencia quanto csses agitadores sao au-
dazes no emprehendiinento c execuco
de seus planos.
Hontem preparavam a lula armada,
cujas funestas conseqaencias todos de-
ploramos, e boje buscam abrigo n>s
exploracoes intempestivas e na licencio-
sa linguagem com que diariamente
desacreditan] os foros de civilisacio de
que esta capital tanto se ufana.
O governo forte pela consciencia do
dever e inspirado as mais imperiosas
rasoes de ordem publica nao consenti-
r a menor tentativa de perturbacao da
paz, nem das garantas de que gozam
seus maiores adversarios, as quaes se-
ro mantidas com mximo empenho,
quaesquer que sejao os excessos da im-
prensa opposicionista.
Consciente do quanto deve si e
jseus administrados, o governo procura
as serenas regioes da juslga e mode-
rago agir com mximo cmp>;nlio na
apuracao da verdade.
contra um cano da Coituianhia Recife Dramagt-,
entre 0 quartel da cavallariaealadMl eo theatro
Santa Isabel.-Informe e Dr. Coinraissario do
1- dislricto.
Munoel Stares de Figueiredo, pedindo para
examinur as casas ns 9, H e 1.1 da ra Bella
Informe o r. commissario do 1- districto,
com relayo a casa n. examinando as de ns.
13 e 15.
Secretaria da Iaspectoria Geral de Hygiene
Publicado E,laaode Pernambuco, em il de
Marco de i89>
Apolinario A. Meira Henriqucs.
Secretario.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE
Auiust Octaviano de Souza.Dse a baixa
requerMa.
Lauriuno de Albuqui'rque Lioa Barros. Con-
ceue-se, liiiiilando-se ao trabaltio indicado.
Vctor Nessen. Cerliquc-se.
.lo.uiii'i Mara Ribeiru.Deferido de accordo
com o art. 30 g 1 e 2 da le n. i tit. 3o.
Lui/a dos Sanios Isabel.-Concede-se, limi-
tndose aa requerido.
Paulino de Oliveira Maic.-Ein vista do pire-
eer do e genheiro municipal, deferido de accot-
do cora o art. 44 da le fl. 4 til. 3o.
Senna & C. -Indeferido em vista da informa-
{o do fiscal e da Coniadona.
Jos l-'mncisco Doii.iugues. Pagando os im-
postos que est a dever, de-se a baixa reque-
rida.
Isabel de Araujo Fonseca.Satisfaga a ex-
igencia da Secretaria
llenrique Forster &C. Deferido em vista da
inf irroaco da Contadoria e. da Secretaria.
Sirac-es & C, M:deiros & CDeferido de ac-
cordo Com o parecer da Contadoria.
Jos Raposo de Oliveira, Augusto Pinto de
Miran la.Coucede-se, pagando o respectivo
imposto.
Vicente Ferreira da Costa, Francisco Negoei-
A' aeran ila lei se farA sentir eilmi ra Iruiao& C.-Concede-se. pagando o respecti-
1 vo emolumento e impostos do exercicio cor-
ren!!
Candido EudoxioMaciel Caldas, Maria Jos de
Jesu* Constante, Josephuia Santina M. Bran-
ido. Jos i. oulinho da Molla 1-erreira, Manoe!
PLANTADEBOU
RARTHOLOMEU LOURENCO
MOI'IEATRE DE ROZIER----ROMAIN
ZAMBErCARl OLIVARI SOPHIA
BLANCHARD ARBANLA MOUNTAIN
CROCE-SPNINELLI THEODORO SI-
VEL.
(Continuaco)
e serena, como 6 de inisler para que o
empenho do governo seji plenamente
satisfeito.
A Administradlo que tem tido 0**2^.T?U?!^THK?irf.i j.-ifc
> 1 | Secretaria da l'refeilura Municipal do Kecite,
maior mtervsse na manutencao da or- 13 de Marro oe 1893.
se vio durante o melindroso periodo que
a nacao atravessou, nunca se desviar
do justo e do honesto.
0 governo que apoiado pela opiniao
generosa das classes conservadoras da
sociedade pernambucana, conseguio que
o facho da revolucao fosse extincto
neste Estado e nao ateasse a chamma
devaslaiora da guerra civil, nao ser
jamis attngi lo pula coparticipaco
na responsabilidade do luctuoso acon-
lecimmto do dia 4 do corrente.
Sciente e consciente da moralidade e
justica, que fazem apaagio de sua al-
mioistracao, tem o maior empenlu em
nao se confundir com os governos, que
impassiveis assisliiam s becHtombes
da matriz de S. Jos e outros tristes
acontecimentos, que enlularam este he-
roico Estado e dos quaes foram prolo-
gonistas impunes muitos dos mesmos
cidadaos, que hoje tanto o invectivam.
Tregoas ao sentimentalismo e espe-
remos da aeco da justica o csclareci-
mento dos factos.
Poler talvez objeciar-se que existe urna
grande diereoca entre a macnina invenlaoa
pelo padre Bariholomeu de Gusmao e o aeros
lato mctgolfier; mas embora assim Boceada
Dem pr isao a gloria do invent > deixa de per-
tencer ao engenli030 bra/.ileiro. poi que foi elle
que abno o cainin.'io aog aperfeicoamentos, que
llenis s'iicccstos traballios lhe foram applican-
do, e neste. cuino em lodos os uuiros lvenlos,
longo o estadio pertorrido em aperleigoamen
tos e modificai,Ges ccinstantes.
Com effeito, que de melhoramenlos e que de
m!i< 3COC8 repcl-as nao em soffrido todos
os ii^ < tus buma. os, desiie o seu pnroeiro li-
nesmento at oettauo em que aciualmente se
en'ns:;..111 !
Ilav,.-!-;, por exemplo, somelhanca entre a pri-
miliva'n acbii.a de vapor applicada a navegacSo,
e as DmrluoiS que hoje Fazem mover os colos-
ga-* xntiiite-s que sulcam os mares ?
E, coiuiudo, a bpplieacfto do principio a me-
nia. iioiiilicages successivas foram me horan-
00 essa applicaeo al o estado em que boje a
vemos.
O padre Hnrtholnmeu Lourenqo de Gusmao
nasceu na cidade (enlo villa) de San'os, no ira-
peno co Brazi', no amo de 1680. (I). Seu pai
era o cirurgiao-rar, Francisco Lourenjo, irmo
de Aiex.ni'ire ile (jusm", celehre diplmala e
ministro de estado de el-rei D. Joao V.
Anda que as suas posses e rendimentos fos-
sem as da mediana, nao devemos, nao devemos
deixar de notar que nao poderla ser muito sol-
dente a infancia de roa uuraerosa prole, pols que
Francisco Lourengo liouvera de sua mulbcr,
Maria Alvares, nove fiUios, pelo menos.
Houve, porm, urna circumslancia que um
tanto o favoreceu na sua eslreiteza de meios.
Ex:slia no Brazile em grande crdito o jesuta
Padre Alexandre de Gusmao, e ou porque bou
vesse entre elies relag.-s de parentesco, ou por
OUtra qualquer circumslancia, entre o padre e
Francis'o Lourenco havia milita amisade.
Nao s se preslou a ser padrinho de seu filho
mais novo, que d'elie tomou o nome e foi depois
O celebre secretario e ministro de D. Jeito V,
mas anda aiimutio no seminario de Belem, que
havia fundado junto cidade da Babia, os ou-
tros ftihos de Francbco Lourenco, para Ibes mi-
nistrar a inslrucg&o necessana.
feDesde o seminario em que lora educado co-
mecou Bariholomeu Je Gusmao a dar provas do
seu elevado eiienho, applic.ando-se com inle-
resse aos trabaibos de physica e m-chauira.
A prmeira rnanifeL&o do seu engenho, foi
o macninismo que inveutou para fazer subir a
agua de qualquer rio, lago, hrejo, ou mesmo do
mar, aliura que se prelendesse.
Eslava o seminario edificado sobre um monte
rejado e airoso, mas fallava-lhe a agua para
alirneniaco e servico Ja casa, no que se dia bstame. Bariholomeu Lourenco, durante
O seu temp'J e estada all, esludou o assumplo
e conseguio por meio de um cano e macbinismo
fazer subir ao convento a agua de um brejo, que
fleava a alguuia distancia, e inferior ao convente
101 metros.
(ContnuaJ.
t) O Occidente, 1883. Art. do Sr. Brilo Re-
qello.
Servindo de porteiro,
/iinocficio Correa Mata.
Guvcrno da Estado e l'cruaiu
buc*
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCQO
PUBLICA DO ESTADO DE PERAMBUCO
DO DIA 12 DE MARCO DE 1895.
JoSo Carneiro da Cunta, sentenciado, pedin-
do perdo.AO Dr. Presidente do Superior Tri-
bunal de Justina para que se digne de mandar
cumprir o despacho cima, a vista do que in-
forma o Dr.juu direito do 2 distncto crimi-
nal.
Manoel Martins Campos, pedin lo providencias,
afim de ser-lhe paga a importancia de 750IX),
relativo a tres mezes de aluguel da casa que
serve de quartel a furca policial do 1* distncto
do Poco d.i Panella.-Informe o Dr. queslor.
Salustiano Lopes, pedindo o pagamento da
quanlia da 70i oe 14 volumes de guias para a Casa de Deteti-
cao. Informe o Dr. questor.
I)elmiro Sergio de Farias, pedindo a entrega
de documentos. Entr-gue-se mediante recibo.
Pelo porteiro,
Hermenegildo de Siqueira.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
Despecha de dia 13 de Marco de 1893
Jos Candido da Silva Pessoa, Joanna Emi-
lia de Moraes. Pereira e Rosahna Maria da Cun-
ceigao Ohveifa. Diga o Sr. Dr. fiscal.
Alhnno Jos do Carmo, Euzebio da Cunda
Beltrao, Antonio Lun de Araujo, Honorio Ro-
drigues Baracho e JoSo Francisco Leitc. Infor-
me o Sr. administrador da Rocebedoria.
Josepha Sophia de Lima Mendonca.Ao col-
DIARIO DE PERNAMBUCO
A Provincia
J nao nos dado mais sopitar as maguas
e reconcentrar os baldOes que nos eslo quoti-
dianamente a assacar aquelles que se consti-
tuiram nossos gratuitos inimigos.
Precisamos desabafar bera de nossa tran-
quilliJade psychica e em beneficio do nosso
carcter, para que nao paire sobre nos alguma
duvida no conceito d'aquelles que nao nos co-
nhecem.
A proposito do inaudito acontecimento deque
foi Iheatro a casa n. 33 a ra 24 de Maio,
A Provincia em suas ultimas edigis faz-nos
ferinas referencias de modo a incuiir no espi-
rito d'aquelles a quera somos estranhos, infun-
dadas suspeitas e desarazoados odios.
S a m vontade e a cegueira partidaria
podem justificar taes invectivas anleanossa
attilude em face do lamcntael incidente de
que foi victima o mallogrado Dr. Jo^ Maria de
Albuquerque Mello.
O nosso nico crime, o defeto nico que aquel-
es nossos gratuitos inimigos atlribuera nos ,
cerlamente, o de sermos sectarios do partido
federal; e s este nos pode rao imputar porque
ouiro k nossa consciencia nao nos dita que a
eonovie, que seja passivel de perturbar a nossa
paz d'alma, que tanto prezaraos e de que to
cios somos.
Mas, por ventura, isto ser um crirac
Cabe-nos por isto o labo de indignos ?
S o partidarismo infrene dil-o- que sim";
s os cegos da poltica aldea, que ainda sao
mais cegos que os da escriptura, nao quererao
'ver que nao vae n'ito o mnimo vislumbre de
defeito, a mais subtil quebra de dignidade,
porque para estes s ha urna poltica que a
sua e um s meio de discutir principios que a
injuria.
No somos exagerados assim nos externan-
do, nem ha mesmo quem o diga que o sejamos
desde que se tenha convivido coranosco, desde
que se tenha acompanhado par pasen a nossa
conducta no amargurado transe que justamente
punge o coraco do partido autonomista.
Presos pela gratidao ao Excm. Sr. Dr. Go-
vernador do Estado, nao, podamos, nem devia.
abandnalo no momento mais critico de sua
administragao, e, se tal o fizesseraos, razOes
sobejas dar-se-iam para que fossemos lomados
por uns especuladores vulgares, sera outra ban-
deira a nao ser a dos nossos interesses proprios,
gratidSi
apr.-Qi
sara.
,4m:Cus certus inre incert cernitur.
Se t-it o ti,abemos que recolhariamos si-
liciaata egJpoali.HiH ^hi csif.o, todos os
dias Ms jfarem encesto.
Felizmente elles nao nos attiogem" feliz-
mente para aquelles que nos conhefcem elles
nao pastam de etlas hervadas de paixOes par-
tidarias que han collimara o alvo, e'que se vao
perder indefinilivamente no rido espago da
calumnia onde as vao procurar para de novo re-
coltK'l-as as infamantes aljavas aquelles que as
expeairara.
S am altengao ao estrangeiro e aquelles que
sao alheios as lu'as polticas d'esle listado que
escreveraos ; para que elles nao supponbaai que
o nosso srrencio a sanegao tacita das gratui-
tas e malvolas referencias que nos faz aqutlle
orgao da imprensa diaria.
Para os outros, isto para aquelles que ti-
verara o ens-jo de seguir a nossa con lucia na
puogente tragedia de 4 do correte ; pira os
que conhecem dos nossos precedentes era todos
os momentos subversivos da ordem publica, em
que semprataconselhmos a paz, em que sem-
pre concitamos os inimigos da tranquillidade
commura a enveredaren! pela linha recta da
razo e do bom sonso; para essles nao linha-
raos mais Jo que submctler a sua apreciai.o
imparcial as noticias que sobre a trisle occor-
rencla inserimos em nossas columnas.
Helias uo na que se devassar affrontas tanto
mais quanto nao fomos te3temunhas visuaes do
facto, e colheraol-as p >r lerceiros informanles e
laes como nos foram prestadas assim publica-
mol-as.
Mas a cegueira partidaria nao o quiz cncher-
gar po'que nao convinlia fazel-o, deixaodo al
de ver representaoa esta redaegao nos funeiaes
do 1' dia do passamento da indilosa victima.
Tudo isto que traduzira o nosso real sen-
timenlo, la lo isio que significara um penhor
sincero do U.>sso pezar foi bem alto, escalado,
para someHte ver-se que eramos sectarios do
partid federa1, e s por isso capazes de levar
o riso s piorundezasdo tmulo que recolheu o
cadver de um desventurado pernambucano.
Nao; as temos alma ; ros temos corago.
Ainda qmndo o Dr. Jos Mara fosse nosso
inimigo pes- seria para nos-motivo de regosijo
. Se, politicos odenlos, que nao somos, resis-,
lissemos ao compungimento peranle o cadver,
crivado de balas, do hornera poltico, os nossos
ollios, certo, marcur-se-iam de lagrimas diante
do corpo exanime do chefe de familia estre-
mecido, do pai extremoso e sentido.
Nos temos familia, que prezamos, tambera
teraos ios que idolatramos.
E' pois, para doer, sobremodo para moles-
lar seraelh nte relribuigSo, tanto mais quanto
longe, bem longe estamos de acreditar qje, em
consciencia, naja qualquer dos nossos adver-
sarios que se atrevaa dizer que, politicos ou
simples particulares, seriamos capazes de nos
alegrar cora o pranto da crpliandade e com as
lagrimas sentidas de una familia mi'goada.
O facto de continuarmos a prestar os nossos
servigos ao Partido Federal, de modo algum
entibia a boa paz de nossa consciencia, por
isso que estarnas crentes de que era o Exm.
Sr. Dr. Governador do Estado, nem os directo-
res deste partido, de nenhum modo autorisaram
e muito menos conlribuiram para o desastroso
incidente da 'G.' secgj eleiloral.
Para que e seb que inluitos T
Nao tinha o Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima o
discernimenio preciso para prever-lhe as con-
sequencias?
Nao sabia que o desapparecimento do Dr.
Jos Mana do sceoario poltico, do qual era
elle um dos protogonislas ; do modo porque o
foi e quando determinado por S. Exc. nao en-
conlrtfi, uro s echo de approvagao no seio de
seus mais ntimos amigos?
Nao sabia ainda S. Exc. que assim sendo se-
ra isto bastante para oburabrar os brilhos do
seu governo a que s isto bastava para salpicar
de sangtie as ideas do seu partido ?
Nao ; nao acreditamos que S. Exc. o tvesse
aut irisado ; e se, por algo, nos pezasse a mente
lal aeia nos seriamos os primeiros a anathe-
raathisal-o, com essa mesma horripilancia com
que, feila luz da jusliga, anathematisare-
mos aquelle ou aquelles que banharam as mais
no sangue do seu semelhante.
Nem sempre a wx popull a v-jx Dei; e foi
por isso que nao nos deixamos levar pela im-
pressao do primeiro mommio para aps o ve-
redictum da justiga emitlirraos ento o nosso
juizo acerca do facto dilictuoso.
Remontando, porm, primeira parte deste
artigo, precisamos recordar aqui, aquelles que
nos votam tanta animosidade, certos factos que
iraduzem linha linha a nossa conducta pol-
tica e a nenhuma m vontade que nutrimos
contra os nossos adversarios que estao todos
s dias a nos estreitar no circulo dos doestos.
Qnando toi preso o Dr. Jos Marianno e in-
erdi'cta a publcagao 'A Provincia, nao trepi-
damos um momento em prestar a nossa fiwna
"r.
ferencias e colleguismo.
E" justamente isto que queremos deixar aqui
consignado, na*o para que ella corrija o seu
sempre desbaratado comportamenlp para com-
nosco, mas, para que aquelles que. nos lem
postura inferir do nosso procediminto e dize-
rera imparcial e fielmente de que lado est a
ma vontade, de onde emana este ceg) odio de
que somos victimas imbelles, e para que tambera
os demais collejas da imprensa daqui e de tolo
o orbe civilisado n&o nos possara nunca laxar
de desnalundos irmos por Gutteraberg.
Mas, nos temos um grande defeito: -nao
nos aproveilarmos da occnsio para fazer re-
clamos de Afeito e que nos meregam bengaos
e applauso, embora bastardo* e epliemeros.
O nosso pozar intimo; lilho da nossa ndole
e da nossa educago elle nao se coaduna com
as pompas e galas das exhibigGjs lonitruantes
que s f.tzem terebrar as falsas lamurias das
velhas carpideiras..
Mas se isto para muitos constitue um vicio
para nos uina virtude que s pode ser com -
prehendlda pjr aquelles qu2 a cullivam nos
inlimos recessos da consciencia sadia.
E resta-nos un consolo : nunca termos
tragado urna palavra que envergonlu a nossa
assignaiura.
INTERIOR
Antortizacaio da divida publica
(iJoraal do Commercio)
(Continuaco)
Temos oolado qoe, ns paites* vejes em que
se trm eitre tos faiadc aa necessidade ae rr-
dox.r a divida por aooirdsagao. tem se al'eyado,
quao 10 alguma coo se allega, qoe ha E'tadoi
cojas apulL-es de divida i^. perpetunf, e Ta-ie
louo couio exemplo* a fringa on a Inglaterra,
palies sobre qoe lemos maige coj'S llges ecc-
nomicas jolamos nfalli^s. Eutrrtaoto, nem
o exempio oa Franga oesie pomo digno de imi-
tagaj, nem lo pouen oo* aotori.-a o e lodo das
fioanguB iogletiS afseurr qo. a divida all
perpeioa. s porqoe nio se cogita, oor motivos
moito bons ma* e^p c ata < sua* circomstao-
cias, em cteai-je om luu-io rego'ar de tantos
po'Vento fofcre o captol da divida.
Comegaodo pela Fraog? : nsii ute-se ah em
17i2 a C isse de rembourfemen s tta 1744 a
Cusse des amorlisremenis, reurgaoisada do
tada viote anuos nepois. Com a exirsv gancia
do tempo, com os dffHts contiooos, aboho-?e
por si mesma. Em 180!) o Coosolaao a rstate-
I lecea aoUn^o-a cem dez mnhOes aoouaes e om
capnal de 70 ajilhSes. A 1813, qoando (o sos-
peasa, serv" aproas de cof'e reserva.o em qoe
que puobam maos nada escrorolosas as aoiori
dade*, sempre em aporos por falla de dinheiro
R'ergtnitada em 18l6com doiagao aocosl de
20 milues, elevad-i logo depois a 40 mdr.ep,
ramio cootnbuio 4 elevhgao 10 cr-duo publico.
Eoire 186 e 1815. diz Foyot, as rti% sobi-
am de 57.33 a 103 07. Neese periodo, em qoe
ae permiitio que C- xi foocciooasse, redozo
ella as 'entes po: 37 rnilbO**, reo'esentando
om capiul de 59 railtie*. E '31 os eioe-
coladores se quHxaram margamente que a Ca-
xa, com soas compras, lotervtona a tea capri-
cho na ala 00 baixa dos ttulos e po: cansa des
se8 especo'adores nnvcu-e a Fraoca Ce nma
msiiioigo qoe de 1816 a 1833 resgatira reo-
teE anuoat-s o valor de 66 1|3 milbfies repre-
sentando 1 262 miltOes de divida, oa digamos
500.000 louios era ooro,ce certo xcellente re-
rtltaoo pa'a dezecete anno* de exercicio. De
1833 a 1837, estanio as 'entes multo cima do
par. forauj-se accamotaodo os fondos oa UatXt,
uffsreiendo grand tenugao a extravagancia oc
guverno, e e:n 1837, fj'am elles appiicadts a
obra* pobllcas e a de^cits orgme.iiarios. ate
em 1848 a revolugao suspeodeu a Caixa. L'e'se
a 00 a 1866, qu-ntlo foi reorgar-isaaa pela le
ne II de Julho, a Caixa penco frz para a reduc-
gao da divida.
Aquella le delou-a, porm, com reoda oro-
pria, e ce^se mod (uoccionou at a le de 16 'e
Siembro de 1871, que sopprimio as contrihui-
g5es especiaes, e sosoeoden a amonsagao. As-
sim metmo, negses cin^o anuos em que a deixa
ram viver, retk-aloo 4 1|2 adbOes de rentes
renreseaiaido 59 1 3 mnn5es de capital. E em
tedos es-es conos periodos de so existencia
contribuio com 3.083 milbes para os tina g
raes do orcamanto. Dorante esse tempo, a mais
fondada aecusagao qoe boave contra a Clxi fii
que comproo Molas, para o resgate, a prego
mais elevado do aoe o que o oroprio goveruo
ohieve uelos ttulos qoe veodij nos empiesti-
mus. O erro, porm, *s8iai altriooido a Ctlst
oor grande pane d-i esenptores fraacezes, qoe
todo acham perlsio uo seo paiz, o erro re
seos legislado-es que desiam cuidar deede logo
de redutir oa juro* de suas renten, como alias
a Fraog tm le o tta vez>s oestes ltimos an-
00a: cetrai?, a psquena ciUereng que o Esta-
do perdn naj lena achado eqoiva'ea'.e bstan-
le na bruteza do seo crdito, promovido peas
compras oe utuloa ?
O fac'-u qu-i se na Franca a gradual aiaorti-
ssgSo da disida nnnea teva vida dilatada por
oSo o permlitirem os desmanaos do governo.
deixoo de si taes resoltado* que u&- Jusiihcaai
a sua re olsa por neobum ontro paiz. NIo
debilde que a aivida da Frangi val agora sem-
pre em augmento prodigioso e qoe, apezar ca
'norme industria e riqueza de seu povo, o seo
eo fatoro lioaaceiro se nos aprsenla com to-
rea tao sombr as.
A divida nacional da Fraoga tem augmentado
deste modo, em mlldOes de franco?:
capal nominal 714; joro
1800.
18 5. - * U;2;
1830. . c 4.426;
1848. < 5,9 3;
(N52. . C 9 5.516;
1871. . C 12,454;
1889. . T 2i.25l;
1*94. . 30,612;
36
74
19
244
239
386
739
1,298
Da eoxma de 1,298,000.000 franco^P'ea e ..
1893 para joros e aaoouiadef, 536,477 911 cu
mais de 40 / era em litlos re.-galveis ;
ie modo que, apeiar de ir aogmeo-ando a si a
divida, a Franga tem boa parle della sojeita a
aaio't sagao.
Vejamos agora o que se c' oa Inglaterra, lo
me:emcs pondo f:a de toda a uovida qoe a
, lr-'i-eacba nao amortiza a soa divida publica.
Os seguiatea alRar smos sao eloquecles.
Tj ai oa divida:
1816. .... 900 416 84">
835. .... 839139.0S3
1847..... 833,426.0 4
186'......' 819,677 8-2
187*..... 776 0i7,78i
1884..... 7>6 43 964
893..... 675,563,571
Desie a guerra da C-imea a GrS-B etmln
tem amortizado >30 miliio e-'.e-l. i j- oa 3 2
milhas por anoo. No de".en lo de 186I a 1871
redocgo da dv da reglo a m^i.oei ...
3,78 1.04 por anno, apezar dss despeas extraor
diaras do gjve eo com a coap-a dos Tele-
raphos e o eetnoelecwienlo de fc-i HcagOes
tudo subiwli.* msj. ae 13 000,0 0 No d-
ceonio sepoioip S^do em )89l, a raucgo m-
ela foi de 2 384,283 p..-r anuo, apegar de e
ter levntalo rtts dez an'-os 14 mi.bOts tara
m-lho an?nIos loia-s. 4 m Ib-^ea pa a as aegoes
do Caoal de Sues, 3 t/'i 11)1,(10 s paia extetisj
da rale lelegraphicai to qoa-i cuir:i tanto
da media oa leocga Ds lf81 a 1891 esta
media excedeu de 5 m lce1. uao faianlo da
redaegao da divida em 1888 pela cmiasj Ca
Lica Loniia S oik por 26 1/2 milh-s.
Em 1781 creou-ae um Snking Fu>id cu fun-
do de ..u, i-i zar; o, como ja uvemts o?ca.-iao
de mo.-iru- :'uri ,u qo s Cumegou a ope-ar em
1827. Nos 12 aunos segointe-foi a oivt. pj-
elle reauzda por 7,360,000, e em 18 9 a*
auuuuaies d a gootav^o mais elevada a qoe jim ii* attiogi-
ram esses ttulos. Di miaoa i7oi o piU,
empecbaoo em guerras contiooa>', aja iluo eno-.
memente i toa ji cesdda dvida. E o 1751
os diversos eran eburno- forain cou:-oi d ui-s
o'om s. de 17 701 324. A *.oerra eo n s
Fr3nga agraeo on mano e divida que ej 1763
sobia a i3i.287,910, a m de annu d des 1er-
minsve s. Velo d^pois a goerra am-'icaaa, e
depo s outra guerra frax:eza, uogentaodo
secrprp os eacaros e nat> rectnteujun.e a guer
ra na C'ioia.
i.6 em 1786 creon-se dt Caixa de Amor 1-
zagao e(uiar dotada eo-:. 1,0 O.Ci!'.) aoaoki-
":entp, e depols de 1829. c.om os ai 'O- do o -
cameoto. F.m 1875 creoo-se oui N w S.rking
Fond, ue:erminaodo-se certo en^.rg^ perm -
nenie da divida, do qua1. pagrs o- ja-os. o rer-
to Irla par iio-iiz.icno. ** somma seri-
"epois e 1876-7 de 28.000,00i po' aooo.
Foi oemonsto pe" que esie lundo assira ai -
pli ado at 1804 5 poda comur.r 19! .85 0W1
de ltalos consi.liaadoa. al'r, a 39 0 > 000
era aouoidaoesto ai 231 704 30o, !o-.a [-
pncaga.) do saldos oigameuiarioi qo 8j des-
sem. Em 1880. lodavia. a le oo org ism j
maodou tirar 6 000,<.0 desse fundo para as
despegas das goe.-ras rosso crea e zul, aog-
n eo|ann--se o Ion 10 a 28,8<0,000 por aono ;
e em 1886 lodo ta'Mnj fot vota >o para Boa
militare-. U governo, po>m, nao crs^a de
cooverier consolida lo* p-rp-ioos --.ii ,u'uu di -
de terminaveis. Em 1881 o Sr. Gla'Stoiic pro-
poz a conver^o oe 60,1'tOUOO re ts tito-
los e em 1885 creou-r 3,cOj,000 de rolliog
boiiuiue* p^ra amoruzngao. Ve-se. pots, que
a Ingla'erra lera dispsigdes bem clara* para
recorgao de sua divida qoe cara etl 1.0 a vai
re No mais recentn numero do E:on< tui.-t aqoi
recebldoa de 2 de F>ve eircucotaroos
orna prova tabal 00 respeiio e.i que (ido
pelas melhures aotoMdaoe* maleza* o uodo
de amonlzagao da divida. O T mes notara a
grande ccnveolrocia de comprar o governo
ltalos qu iii-io *e acb&m (0 a.tos : o ..looc-
u-lst proiesiou logo uoe, por i.ais incoiiveoise-
ie qoe seja a acqosigo desse- iulos, com-
pna exeeular se > le a ruca. Disse :
Moitos Jos leitores ae T me- devem ter
v.so com aisomi >orpreza orna a eergao que
appareceu oa paite cjm.u-r,.il Ce sabbado ul-
nmo:
O principal caraeserisco da Bol"afoi all ts
crip'otem sido orna grande biisa nos Con-
solidado, acopanbada de boaios que se nao
farao mais compras para o Fundo de Amcti
zegao < acioaes laxas elevadas de pregos. E'
qui-si de'ioecessario d;zer qoe eses boatos oa
f, ram conti-mados. e nao temes duvida de que
elles se orgaoizastem na opioiso o tu'hit-n-
ie alimntala por importante homeos de ne-
gocio de qoe semelbanies compras eram de
m polnica. Nao De:essa'lo, aoer em obe-
diencia lei. qoer-orno qcesto de convenien-
cia, qoe se ut lize o Fuodo de Amo'liiagaa de
um modo iao prodigo como a compra oe Coo-
soii-iaios to aciiia do par, como se :cratr.
Parecera, (diz o Eoiomsi) qoe oa opi-
mas do T.mes o Tbezouro iem a facnlrtad de
suspender as enmpras por cjn a dj Fundo de
AmortUcgao quao'o es Consolid api estiverem
cima do par. NS> lem, porm, eaimeote ee-
loeinale opgo. No esia catoralm nte obri-
gado a comprar CoQiOldsdrs. Pode preferir
comprar, seja ttulos oe2 1/2,,*,de Empres-
limos Locaea, on qoaesqoe- outros luuics do
mover e es olbera naturalmente os mais ba-
ratos. Estes ltalos, porm, acbampe tolos ac-
loaimen^e a pregjs to aitoi ooporcioaalmente
1 sua reoda, como os Coosolioados, e pelo qoe
diz respeiio eemomia nao ba muiu cousa a
gsnbar esculbenio uos de pr frene a a outros.
Seja como f', porero, persi te o fado que,
qualfaer oue Beja o prego 8 que estas fondos
poasam aitingir, o Taezoaro esta obrgado a
fazer 0X9 00 Foodo de Araoruzagao, pois que
elle se accumula t para rebate des-es fondos.
E' essa orna obrigago legal qoe nao pode ser
Uodida, e nuer qoe oo na le que cDigoea
qoe ee fagum compras muito cima do pjf n-
teiramente erroner.
jst. pelo que diz respeitc lei. Qu n'.o a
counnienciB. nao vemos de qoe modo, ee deve-
mos ier om Fuodo de Amortiragao pd-i elle ser
eirp-egido secn esse. P6lt-se dizer qoe o
orego elevado dos Consjliddaoa indua qua esti-
mes pagando maior laxa de joro sobre a divida
do que a necessarla. Ao oasso, purera, que isso
possa ser razao pa'a relozr-e a laxa de joro
oa primei-a opportuuidaie l-gi'.ima nio razio
pa-a reco?ar-se applicar a txuoc.o da divida o
"noeiro que o .-"ailameaio votao para esee
Bm.
ao n.efmo i?mpo Do venes por qce razio o
Governo sabio fa da eua nerma pa a faztr si-
Dir o prego des Consolidados em prejoizosea,
como inquesiionavelmenle o tez, .Oi{menao o
os limites dos depsitos ns Ciixua ec^aom:-
cas...
A divida do imperio allemo ain recente pa-a nos servir de guia, tanto mal*
3> anto o Tnesouro imperial -eni vari saudos
especiaes, orno o de 60 100:000* ( oe-ra ; lO-OOo-OOO* para casas do parlamen o ;
230.000:()10J para os invlidos da gier/a frat-
o-ahem, etc. E-tes fooio* foram prsiveis
com a ndemoizagio de goerra qoe a Franja pa-
goo ae 2.00 0'0 de co ce, qtasdo a .espeza
foi f de 310 000.01 O pra a Aliernaatia
A P obu, porm, a velba Prnasis .;tm ns suas
p-ovinciaa, de ao lodo 2,(90,000 c<>ct.si
r'i qoasi todo este capital sendo m r-g^do em
estradas de ferro qo* sao remonera!ita> e que
tornam aullo o joro da diviaa. Aezar Oso a
p,oaia dedica aoi calmete, perto de 11,000
contos em ooro Ou ce-ca de !|i 0o a a or izi
fio da sai disida asfi q enpregaa tao slida-
mente.
1

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Piarlo de Ioa Bambuco QniritafeiBa 13 de llardo de ilS!5

A divida da lulia oomegoa ecn 4839, coa) a
p ae VilUf-aa :a ; nnss a, uacesaidailes, a-
o i nao, rta bo pofJ;o o Europa, a quimapl'-
Cigones'es 35 aoaos. Bs a. claro a*, apea:
de ter o Govrrro aotaMnacao oir reatar anas
eutf, uao yo e o orga a,uia coasig ia- verba
para ieso.
A Austria u dos pro n paite -0|a diidi
nio renguavel par ne na ca oongagao para
t.l i cout'ahida n*b Erial) nern a m*i lam
papel, netu a era pru, n- n a rn oa otoda
ellas excdeod da ildOOO.003 O eaiyre-1-
uio de 5 0;0 d 1855, ua t4.6UO.PO0. te u t 0l()
da -marinadlo anoual. E n 18i8 em co !-
qaeucia das Slffl Soldado, eo que se v o o p1*
cot a toara aiieraS. o Gm-roo imo-.s boj a:)c"
iicaa naa Uia d 8 0,o, o H- *i-uaim "" 'J;
duzio o ju"o a pon o 03* s .1 4 O.p, E Q ^* '
AU'tia eoaver'.eo tuda a divida ex eroa em u ca
iQ.e-ai, cara a sede exclusiva en Vieana, ao
masao ternpo Bospealen a aaao uiacaa oe-l^
eap'es ltnoa pelo qoe o -S u k E*'>Bd0< *
Lo id.-es I* a oa uio'oa aa* r" d* --> lll'
offlnal. D.u; anas depii' a Haagna. q -r i
da mallo ucgaaar oai em ) e.maa ata. pigor
previamente o* eerUtteadoH da divida **
la Aastna a qual eo'.a. eo:tt'o rtlH"
.of.,t-, d8 uioo"* 11 i-i' rta P *'* ea'
i 437 adraes ae fbrius pra-d. D .."** a-
na a Austria un reno oj ra e n-Mi* ai i g
e -ene-. io 4 >;() tolas rreag la-s. '
j a Hangr. cao s-J sangoa aovo na rara. -
aa-ioal, IOtl-MlBIO O f****r*"
r "i de i-ip-> e""" eoovww i- IS:9 ia
a tolla i^ 59 200.000, na as ****** :,,'ta
iv.ru o Giv^ra. rescrvau-seo direno d ra-;
m.a uo ou'. eup- s.ijo e 52 auinas ae .11
-las, do masm.) aa s e-uoe e.ea se -o rsa
an-.-Ml par eaupra ou so t:io, a comecar d-
A KHfiea. qie eai Baa'C'S. c m0 ein "'*B
coasas ant**. 8-ifo;o o .'Xeuplo da rau';. tea><
tvu!as:s awMa V" "" f)|;,lu *e w
\\\' teo 'eti-
vidi, >-. al 863 aa ll a-a |S 0:0 aa ^W<,*fa
r^e fl-a. e ca eta A.aeaiisar.iel!|e.o r 389 mili--ac
f.aDCos ea'.a redoa'taa >,enia.le 2 Otilio
Nmaia enea es 59,500 000 tniaat tte3 0o
fS'o oole eta-Da^'Jos i' OO mi bo^.. O o..u
tjtal a divida da Be i.:, na)e rrp eieaUd
per ce^cj de 800.O(J0-0Jil em nirsfa aiae :a d
curo naa de 1830 a 18SJ o Est:;o ga^too ^
na compra e cnnrracsaj de eatoadaa oe fern.
ttada^neoot qne sti8ceutu-< rau coalas, uuio. es-
iratfurt que dito a reala liqui la a* mais e.au
cornos por aono. .._
A Diaaasrca que em 185a dev< UUn.lM
es'. boj>- coaa soa diviu red>;id.i a riu.OdU.uw
a 533 ib fon.io-te amo-lmii w oecr.u
^ar., p:ri-i .le!k. ( k t-m uai sene ( >5.' aa -
1S5-3 de ^rono ae initoj que oao o*Uer/ri-
ai. a r.'-gita-) ; e r.;g.is ..a'Jia-'i. a un fun-
-o de reaerv* qtji oasttwio, p.ra tywnaw,
e que ca -.893 acoua'n a pru d". 30 000 m
r .* de r-03sa-mj'"ta. en w'o. A cuis-o 'ir
iSi milnOss ue 'lraj da 3 t|2 00 proWd mi i
pava da;8 quatidaies u-Mulos, us utal 8 o
pirador, co-j coupii, e li cagjtv'-8 >ntja d
1895; e t tatos- r..-.i3v-.is. lauo-ia ao porta
cor e qoa d've.B s r cotn>r.i Jo. oa oruiad > a
razi) do 1 1|2 oailnao por aaac depai* de i900
Os pnraeiros POeOQ 8f coav; U-ixn e u titu o
inserir*, s, o T le.iourro djQio, em v>u luij.r.
aeriilicados de iosenpeaj.
As fiaaGvS' do E.ypto teeta esta lo a car)
Eoareiuio da I iaier.a, pan P'a'J-D Bi-to *>
saaapio, e por iso v,:taaa citar o qoe dein-m i -
ee aoi quan.o ao resuai*.? Toda as at-r.-a oj
seos litlos de- liviaa sao rers t>ei-. Os
25,7i3,COJ esle-liois ae iprei'tacu*, -o
* l0 aevem etex;iDeU)8.eBi- 63sujkw '.'".(,
lea' l|i *| de aaj;' izi-ii > annairl ; o 60 9)8 COO
droan..aCB.'.:baGi l|2 pa:a Bv-BeJiO, e IjI
apenas susaeDso no arrano .e 18S5 em cou-e-
qoeucia das circumt'iaD'.las deauperadaj em
aae s aiiav. o oa z- e qu^ lu"' J '" o
juro a' 7" 4 o- Os 8.L0J0J9 s'- 1 n -
de boi is nyaubi:Cjrio da mirona oMi>:,
eo0., eroittidos *-n 1878,-.ti b.-m, pjr coa
trac.o'especial oa 1880, uia lando e aujoriiia-
x-io de i\%u[ anootl,-i-, toda/.a. oo igoal-
tu'ole suspenda "buj 189 ; lera ea:etao:o*
rooriizaiiiio pri'Venie:.t ai vtnda das p-oan
aue.-. U- 9.52 0,0 sl-rl no- eo D.i Sanieh.
Ifta resyaiaveio coui o prodo;'lO di* ve. ci s ui-
(erias ti-rra oe SO-bdjqdicadas pi'a o lia :
,s 18,600 000 s erlni a otases 0>D3 ena---'i-
erns eo'ao tu> :irc.-.vo i-\^si I3.t0a,00 a
,ff-p'ig represer.v..uao a uio:.:' <:>> 0-
3 42U0W sterUnoa eai garanudo-. (3 ,.) <
1 u ue aroori7.'ir,a- anaaal ; kiootau
aoioriixave a olii.- i serie m 2 3H> '00 eaiioqa
r:*- tiial; a -je 4 |2'ioi-ix:tti-O em I8s8 falos
Rulhatbid a 93.
A d'vida 2, i 3 l 2 V.4e juro e de uoia pejuooa aert
.^ Sett*/. siaaa en pasamejto OeSaanolk.
'-f. O i t.l 8i>aj:;!, :ou!olm?nia, l.lJ
iailnoe* ae niUe^ (12 iiia-rs itu^i-
aera de 8'J0. eco oar., ou aataa* aoua-r.
v^ieniaS ao caaT'io ae iO d.). fois osui ,
-ie.4t h {892 a H4m eagatoa.......
-2 S.O.lOGO gattiefo a 560 t'J:0)#, ao*a-
D o MU, ae cUi tiviaa puull ai 1892 ell
pagon de oro- di divida 31,995,009 Mider-,
e de iinorliiaca' eiicaordi^rw d 2.723,0j2 ;
3i< s a. iaxi uouui: que lin pia pa/a o rta;("
uos eiaea a no- anienores oacilloo de 21J.UH)
a520'.0>0 (tailaers, e. recala d oafu d
3tu ae 1 /. au-.ioa!.
Vertaos egira como oaoi]am a.aoa difida
. os dos esludos scandinav s. A Soecia tfttB
aete ct-rca de 250 mil0w3 d< liro.o emnl
dos quasi tocos Da a aJftOqutSlfiao 0d vas fr.-
r -s, t m oflidalmeo. e quoia ioa oo men-aao d
Loa trns tres emp'-e-iimos do tot i de IL>. -t .
9 570.009 : o pr tn-1-', ds 4 % res Uv, l ea.
56 aoos e tea qootacaa ablua do p r cam
tem tambem o segua.-.e, que 6 resgu.ve par*
50 aooos ; e o lerceira |.:e se pano em qo I
quer lempo, 8
Alea deases ha nm fmn-'B'nia
.rroi'tldo em 1875 par 41,193 00 aarlu aitij-
mae? tie laiaaem de- ser amortiadu t-m tO
Ronce a Haraaga, de 18S7 a 1891. aogtae o
a saa divila fanaada par 94.400,000 Krooo ;
roas porotitro lado, racaB ao sbu, alus aiuj.-
ooio.-foiao-iia '-D.rl.z <,ao que, us eaarrsu
mus de 1886 e 1888 dee atoartiaar a i.da ( k
3 1|2*/j) "O 75 ona couseolo dimioo.-
total, uaquelli rueamo pe-ioio, p*W 85 :.UOO ;
ao passo que a su aivna alo r<-?' tas d 4
/, :u: eco 1385 ex;:rtii ae |n uaues d-: trj
Lu nana suo fAgadx ea 189J.
A rtossia teai UiaaamM e mrecido 02 mio
res e lao.ius pelo bj-n mm^-jo da soaa ri iaa, ~
qae, anroieuaado se umbetu aas coaplaoep e
iMapwtfV 'J,J muatiu raaoLZ, eiio noja ei.
boa f 'tii.o.
Nc ce JGelro da 189i dsvia 5,313.918,798
motos, euitii-ics de loooauoa mjdas a v.r.e
dides laaglBttew. S en Parn e Loe-
eram 'onie.Moa at harpoini aorpa lo oaic*
dvT808 emprestiroo?, aus.qases o prlo^ai-ai o--
od' t889, d- 4 V., por Iba. ais. 76,8O-,0iO oar.,
canvaraao de raQde parte da divida de 5 %.
Poie este empresilmo tem om modo da iu u
saeo qoe deveri resgata:-o eoi 85 aouo (jereu
aeliGde l'.o ao aaao.
Na recente emprestima de coeveraaa e J l|Z
lt, par \bi. 15,400.000, em 1 la fea poaco m^ib
de tre3 mtzcB, a Rossia oarigou 8a a amo-tiz.r
a divida.
PaasaDio agora ac8 Eslavos olda?, abi pao
b6 acredita-se qo- a uivida caaiaual deva uer
Nrw-Yoik o M i..a.viaas *m perlodoa canos, e nieto os se- coas(ieram a attea?ao como um 'pheno-
raeno principalmente motor, apoiam-se
sobretudo as estreitas reiases quo si
tam entre a morticidade e a intall'g^en-
cia. Rtbot oceupou-ae espe*}i*lmenta
dessa queatao, e asim ae expVime quauto
ao papel dos movimentos na atteaco :
Oa moimenoa da face, do carpo, dos
membros aas modificsacOaa respiratorias
que acompanham a atten$ao s"rao aim-
plsmente, como de oidinario ae ad nit-
te,>effditQB, aignaes?. Serio aa envez
di-so condicoes neceaaariaB, elementos
oonatitutio3, os factori ndiapensaveis
da attengSo ? Admittimoa- a segunda
asserjo aem hesitar. Si..se auppnnais-
ssm totalmente os movimentoi, suppri-
mir-se-bia totalmente a attncio. Lan
gA observou que, todas as vezes que pen-
ga era um circulo, seus olhos fazara os
mesmos movimentos que executam guan-
do contampla essa figura. Stricker in-
sista igualmente sobre a p?lavra interi r
de que nos servimos quando pensamos era
abstraccoC8 f. na teadencia qua temos d
pronunciar a palavra que a designa.
VI
asa
floeo oa demas
Excepto, algaos dos titulas de divida da lidia,
m rop?. e da nao daclanm qoanto >ao
amarlixav-is, a graaie massa dell3, m este -
linas oa em oaias, eapi-c d a qando e co 10
devem ssr pa^os ; e este lambo o caso qosa-
to a< inoosaeraa emissds do Ciaaa, de bous
jfjvitttiaa e dos d.veens govexno3 ua Aust';-
lia. Naaa a dalles le ooraf-a^-nia da envfir
e:np asimos aem pro?iieaciar para o sea gr
dual resgate.
D toia esta resenta se ddoi qns o Baxil se
a :na, a esia respaito, qaasi tsolaao, segoio o
urna piliti -a c^a. e -arregaada siore o seu fu-
toro um paso qo tnroar-e-hi inaopaoriavel, e
qa-s, eitrrtsato, oampre eos d sde j procurar
Hiviar.
TMSSCBIPC6ES
resgatada graJualmeate, maa 8ir,e-aa qoa
rovo impai-se fardo psalo pa-a rsgatl-i 0
O^is depreaaa possiv.l. G Americano tem im
ran8a f no foioro de ea pr., a nio qu r la-
gar-le om estada fioauceiro Ul que o pona-
ea embaracos no caso de circuaiaunciaa.etli-
cas. AsBim:
Djv;a a Uniao
Em 1866
" Em 1877
Em 1880
Em 1^84
Em 1890
Em 1894
Mis isto iacinsive
Dallara
2,773 236,173
3,505 3U1,229
2 110,415 370
1,830,628 923
l,55tl 42.205
1^67,923,000
dioheiro <-if cala do
Tb. ou'o que uo.l" z Jao;iro de 1894 ere
6S5,209O0O dola'. V^-ae. poii, qa- em 2. an
nos os Estad-as liados radtziram a sos di-da
pela |il iSlaisii Boiamade 1,209 milaOes de aol-
l.rs 00 seis oiHnO.-s de conloa de ris pela cam-
bio viente!
Ea doas ciaases prinsipaes apoce1 am 'i
carwB : ae de 4 l;2 ;. de 1876 e 1 s de 4 "|.
(647 milbdea de doiiar y: estas sao re^gitaveis
ad Hbitom do G.werao e aa ourm laoibenl
mas s deoois de 1891 oa 15 aanos depois ua
soa emlssSo.
.4 iittenca e sutil condicSes
physioas
(Da Diario Oficial)
Continuago
IV
Ha'.ler negava o bomem a liberdade
de a seu bal-prazer dirigir sua amenguo.
Sabemos com effaito que esta varia
mu tissimo, segundo o. individuos e os
momentos.
VeremGS mais tarde que nem seivpre
os -naiores esforyos de nossa vontade
oonseguem fisialisal-a.
as possoas fracase nervosas, princi-
palmsate entre as mulheres, a attenyo
prol-ngada-p-le detarnainar graves per-
turba5oes.
As pessoas qae com os olhos tapados
cooseguem lar o peusamento dos indivi-
duos cajas mos apertaiJ as suas,
obiearn esse resultado gra"cas s contrac-
coas fibrillares involuntarias que se pro-
duzem nos mesmos sujaitos,
O efFeito hypnotico de objectos por
longo tmpo con8derAdo. muito co-
nhecido.
Na igreja de Saint Daminjue de Sien-
na, ha ama tala de Sodotna r pres ntan
do Smta Catharina.
Nenhara artista j a3 represeatou t
submemente a atten?ao sob-ehumana de
urna santa cauteinpland) u.n objiCtd di-
vino.
Tal vez saja esta urna das mais niara-
vilaosas pinturas da esco.ha italiana.
Ea a vi h* salgaas annos, pjrmsua
impressa aiuda lio vivaz em minha
mamoria que se me afignra te'.-a contem-
plado hontem.
Tal vez o raeio me tenha preparado para
sentir irapreasfto to profunda.
Achava-:ae a sos na igreja ; era a tarj
dinha, o a luz frac* do crepsculo apenas
clareando a imm>*.isa nave mais contribua
oara a magestade do espectculo.
Tinha Visto a empella das estud^ntes
aUmiea, ooberU de numerosas inscrip-
$oas latinas, as i[uaes os jovens estu-
daute3 vindos para cursar as aulas da
uiversidade de St^nna e que tinham
morrnlj em-trra estrangeira, raandavain
de alen tmulo o darradeiro deus pa-
tr a, 1 pensamentos'melanclicos me h -
viaui transportado pra os tempos me-
dievaes.
Sbito, nassei em frente ao nltar da
Santa Catharina ahi est representada ejn
extusis, olhos fixosnoca, os traeos phy-
siagnoniieoB revelando eatupfac5ao, teu-
do o olhar perdido tudo de humano.
Apenas urna lagrima que sci' tilla as
palpebras recorda a trra ; a santa est
le joelhos, cornos bracos estendidos, as
mos postas.
Tudo indica um atarjue de hysteria de-
terminado pala iutensidale de um peu-
samento religioso.
Di outro lado do a'tar, Sinta Catha-
rina se acha em phase mais adiantad
do ataque, a do desmaio com relaxamen-
to de todos os membros ; as palpebras
estilo cerradas, o rosto exange.
O sentimanto de surpresa e dor das
duas seqtiazes da sauta, quando veem
tombar a companhe;ra, representado
cam exaatido admiravel.
A luz baga que illuraina a scena, a
brancura virginal dos vestuarios,a belle--
za qu* se percebe nos tratjos enthusias-
mados de Santa Catharina, o carcter
raytico de um incidente entretanto par-
fetaraente real, tuio respirava poesa in
flj.da.
V
E' sabido que a aeco de espreitar um
presa annulla a tal ponto as demais lunc-
ges, que os caladores aproveitait a occa-
sio para aproximar se do animal.
Cardano observava que a tensao de seu
espirito, sobre assumpto dade o tornaVa
insensvel dor.
Os physiologistas ere am explicar e.-se
phauomeno dizendo que ha iahiblso;
entretanto, porra, muitos factos de-
monstam que ha antes excitayo ex-
trema.
Em muitas pessoas nota-se mesmo
acompanlia.a nto de phenomenos moto-
res, como, por exemplo, a concloso de
todos os msculos da face na ocsasiSo de'
urna eraocao
Em outros, d-se ama excitabilidade
motora, que se torna incommoda.
Vi cirurgioes que, no momento diflicil
de urna operaco, tremiam com todos os
membros, com quanto nao tivessem medo.,
Observei frequantemente esse phenome-
no nos estudantes que visitam meu labo-
ratorio.
Si teem de manejar um instrumento
delicado, um contagottas por exemplo,
cuio numero de gottas devem flsealisar,
iminediatamente trema-lhes a mo ; outros^
cogam a eabeca oa fe^ham os olhos quan
do -se Ibes rec*vmmenda qua prestem muita
attengao ao que rato fazer.
Fechner descreveu urna sensagio de
tengao do crneo, principalmente no
acciput, qua experimentamos quando nos
entregamos a intenso trabalh a intellec-
tua' : um de meus amigos, que certa-
menta jamis ouvira fallar da sensaco
descripta por Eechnar, cantou-me a mes-
ma cousa.
Na attengao ha dous pheuomenos capi-
taes ; urna representacao mental reforga
da, e a parada de todas as ensagSes ex-
ternas que poderiarn perturbar a attenco.
E'-nos impossivel actualmente dar-lhes
explicado.
Cortamente os orgaos dos sentidos con
tinuam funecionar como de costme no
momento em que nos abstrahimos doi
mundo exterior. Trata-se, pois, de al*
Dios dos Estilo- mais adUotados di Uolia, gana cousa que se passa na parte mais
Attribua-sa iromensa impoftancia
circailago cerebral nos phensmenos de
afengo. Occupei-me com praiJUecco
dp~a quastao, e raostrei como dava-ee
afiiuxo de sangue durante esse phenorae-
no. Continuando as pescMizas que anda
nao publique!, posso dizar qae oa'pheno-
ma -os.circulatorios nao constiMiaft- aqui
o faoto fundam ntal ; a cellula ervos?
para supprir aos actos de conscieocia san
nrecisivr de modificago oarresponlante
no afljuo do sangue. Tem-se notado
em pessoas qua apresentam lacuna na ex-
tinso das paredes osseas do crneo o
phenorasno da attenco comesar ants
que se desse a menor attengo na circu-
lacao cerai-ral.
As mudancas na constituic;V> physic
do cerebro eonstituera fecto absolutamen-
te necessario durante a attenco, por-
quanto o que a.-ontacaria si todas os phe-
uomenos se pintassem na memoria com
igual inten-idade e si nao tives-emos
uieio de fazer utna selecgo ni recorda-
5"io de nossas sensag5es ? Nada podena-
raos conservar da mado dllradouro em
nossas recordacSes.
O crebro "compativel & glndulas
que sm-nte secretara de modo intermit-
iente. Ora, a.s glndulas salivar :s taam
aervos secretores, que as pem em ^cti-
vidde independenteraanta dos n-rvas va-
sodilatadores. E' pessivel que a cellula
cerebral, quando acta, soffra modifica
gSes materiaes, semelhantes s qne se
notam as cellulis epitheliaes oessas
glndulas, quando secretam. A -analo-
gia, que tamanha importancia tem na
explicaco do3 phenomenos, nos inclina a
a Imittil-o e nao conheco factos que se-
jam contrarios a essa idea. Como ha
ervos secretores, pr-vavel que haja
ervos destinados a activar a fia das
cellulas caiebraas, e si essa idea ver-
dadeira, dever-se-hia considerar a atten-
co como um phanomano reflsxo. Assim
tambem para o pranto, 0 temor, a s^cre-
gao da saliva, haveria urna modicago
reflexa. igualmente involuntaria na acti-
vidade das cellulas cerebraes em seguida
s aensagaa externas, sto igualmente,
explica porque o augmento exaggerado
do sangue no cerebro nao basta para mo-
dificar sua actividada o nitrito a amyla,
por exemplo, basta para hyperemiar y
cerebro, mas todos quantos o dkperimen-
tarem sabem que por essa causa o trr.ba-
Iho intellectual nio se torna mais activo.
Essa hyperemia devida a um phename-
no secundario. A civilisacio mais adian-
tad de certas ragas, a inergia intelle-
ctual mais consideravel da certos indivi-
duos proveem de qua o phenoineno refle-
xo da atterjgao mais intenso e mais ra-
p do do que em outros.
Ne<-se cerebro tanto mais potente
quanto mais rpidamente pode se restau-
rar depois da queimar-se. Si os ervos
excitadores da attengaD tivessem, como
os narvos s crotores o poder de apressar
as desintegragoas chimicas e dallas ob-
ter a energa que se transforma em pen-
samento, a attenco BerL um phenome-
no reflexo intermitiente de ponto seme-
lhante secragao, que s se deve produ-
zir em ce: toa instantes.
VII
O mecanismo material sobre o qual se
basea a attenco revela-se por muitas
circu-astancias. Das ha em que nos
impossivel fixar a attenco apezar da
todos os esforcos; ao contrario, qnanto
uaais nos cotitrangemas, tanto mais sen-
timos vivamente a necessidade de repou-
se. Assim coma uta brago qua por lon-
go tempo sus enta um peso, nosso cere-
bro, cam o correr do tempo, se fatiga
pela attengo continua. Galton estudou
os phenomenos que se produzem em um
auditorio caneado de ouvir urna lig4> poj
demais longa! A arte da ensinar con-
siste sobretudo na arte despertar e sus-
tentar a atte ico dos ouvintes. -
A influencia da fadiga na memora
muitissimo evidente. Por. duas vezes
subi ao monte Basa e urna ao monte Viso.
Minhas reminiscencias sobre a topogra-
phia dos logares e incidentes da ascenco
tornaram-se para mim-cada vez mais e n-
fessas medida que se referam a p mto
mais elevado da montanha. O esgo'a
ment da energa com effeilo m condi-
cao phyaica para o pensameato e para a
memoria. Os alpinistas que consulteiex-
perimentaram os mesmos effeitos O ad-
vogado Vaccarane, ascensionist s de ra-
no me, escriptor dos mais distinctos do
club alpino italiano, obrigado a tomar
notar durante suas ascensSes; san esta
precaugo de nada se lembraria. Ma3,
aps "lguns dias de repouso, muitos inci-
dentes que julgava forapletamente,'esqueci-
dos reapparecem pouco a pouco. A mcom-
patibilidade existente entre o trabalho
phyaico e o trabalho intellectual, os li-
mites que devem respeiiar os exercicios
phisicos para serem uteis e nao. nocivos
vida cerebral, convera que sejam se-
riamente estudados pelas passoas que se
oceupam de educago.. O professor Gi-
belli dizia-raa que, quando o catninbar
comega a fatigal-o em urna excurso bo-
tnica, elle n.ao se recorda mais dos
nomes das plantas mesmo das mais
communs.
Vlll
li'-s pheatomanoB mais caracteris-
ticoa do caniago da attengio o bocejar,
especie de expiracao prolongada: todo o
mundo conhece esse 8 ymptoma ; agora
limitar-me-hei ao que e refera di Bota-
mente ao meu a?aumpto. O bocejo
produzido por um estado ligeiroe momen-
tneo de anemia cerebral. Ha dilatago
dos vasos, e, por conseguintes eatase san-
gninea. O calor favorece essa dilataco
e essa estase, e por isso mesmo torna a
attengo mais penosa ; certas individuos
atacados de anemia cerebral ou de alte
racO-s similares bocejam continuamente
por assim dizer. E' um signal de entra-
-quecimento nervoso ; por essa raz.ao os
hystericos especialmente sito mais sujeitos
ao bocejo. Produz-so ao mesmo tempo
urna tendencia para .0 raovimento, par
exemplo o de espragu car-se, que aug-
menta a presso do singue a a actividade
cardiaca, o que fez desapparecar a causa'
boejo.
IX
Fabricau-se actualmente chronometros
qne marcara o milsimo de segundo. Um
dos mais procurados pela physioloristas
para suas medidas o deHipp de Neu-
chatel. Gracas ao contacto ou isolamen-
to de urna corrate eleetrica, pde.-se com
esse chronoraetro med r o tempo qua gasta
um p-ojectil a sahir de um caniio a o
que despende em percorrer certa distan-
cia, qualquer que seja sua velocida'de.
Com esse instrumento, podemos taaibem
media o tempo que medeia entre *! pro-
dueg da um som e o momento em que
ouvido.
A abreviacao do tempo de reaeco mus-
cular pelo eifjiitj da attango pode depen-
der de dous factores, isto1!, Ja facilitago
do m 'vimanto pelo espirito, ou do retra-
himanto dos p. enomenos de percepea..
A segunda ypotliesa a verdadaira.
A abreviacao do tempo de reacSo mus-
cular ser }..ois devida maior rapidez
dos prrces3os psycliicos. B'*conhecido o
dispositivo experimental erapregado para
medir essa reacclo. V-ae, por exemplo,
urna scentalha elctrica, e faz-se um ac-
cionado com a mito para mostrar que a
vimos E-se curta espago de tempo in-
dica a daracSo que preciso pa.a um
dos modos mais'simrles da parceogio.
Ora, encontra-se nassa experiencia a
masma diversidada entre os homens que
para a percapgiio era geral. A fadiga
exerce grande influenaia na dur^go da
reac.;o : assim, si sao precisos 134 mil-
simos de segundos antes qua um indivi-
duo tocado no p facs um signal com a
mao ; preciso, quando a attengo se as-
gota, de 809 a 2 >U millesimas de segun-
do. Segundo Obersteiner, os ruidos ex-
teriores assim com todas as outras d'.stra-
C33 dilatam o 'empo da reaego physio-
logica : o silencio faverece consid?ravel-
mente a diminuicto do tempo de reaeco.
U na experioncia de Obersteiner ev dencia
esse phenomeno: bate-se na mo esquer-
da de um individuo que ceve responder
cora a mao direita .
Sio precisos 100 millesimos de segun-
do em profundo silencio, 143 a 144 mil-
lesimos quando se ouve tocar um peque-
no orgo. Exner notou que o pheno-
Jos Maria, esta a ver ada cuja conteatacao 1 vs,a 0 ofTlcjo ..0 Dr. Questor. propongo a exo-
8alio, tentava na mesau fregui-zia em que so neraefio do capilao Antonio da Cosa Monteiro
mebo da attenco exaggera a secreco
sudoral. Meu irmo procedeu a urna
sarie de experiancias com a cocaina, e
notou que eesa alcaloide acta como o
caf e 1 a! ool, isto dim'nue o tempo
de reaego. Fechner achou que o en"ur-
tamento do tempo de reaeco nao depen-
da dos sentidos: os olhos cuntinuam a
ver com a mesma acuidade, porm a at-
tengo acta essencialraente sobre a reh-
gio cerebral em que assensacoas e traa-
sformam em ideas.
* X
Nos livros mais antigs de physiolo-
gia, por exemplo as obras de Aristteles
e de Gabiano, ass:gnalam-se j as diffe-
rencas qae existem no gonio dos diversos
povos : assim os meridionaes team o sen
tido mais vivo da msica e do colorido,
imaginagao mais ardente, reaego mus
cular mais rpida, excitabilidade uo sys
tema nervoso mais acentuada do que os
filhos do n rte.
A differenga mesmo tito consideravel
que, na maioria dos casos, diflicil con-
fundir o espirito do francez e o do hlle-
mo, ou o do iialiano e o do inglez : como
prova pode-se citar a esgrima, "na qual
os italianos e os francezes primam sebre
todos os povos. Ora, a esgrima pre^up-
poe um mximo da attenco. com um
i mnimo da duraco de reaccao physiolo-
!gca.
A. Mosso
CHROXOLOGIA
' 2?23S3I25S TSSMS7CAE:
COLLECCIONADAS POR
Melcliisedech de Albuquerajue
Lima
Dia 14
, 1830 -'abendo os bollandazes. qua.Malaiis
!de Albuquarqoe eslava forliflcando-se, mullo
prximo a e!le3, resolveram atacal-o, e fueram
Inartir urna forte columna sobo cammando do
trente coronel Van der Elst.
. Em Agua Fra (oram atacados pelos nossos
'que conitnandad >s pelo proprio lbuquerque
repel .rara os hoilandezeg.
1710 -Em ragresao do Paraguay, desm-
barca no Recife o 5J." de voluntarios sob o cora-
| mando do coronel Honorario do exercito Ale.
xanJra de Barros Albuquarque.
.
EVISTA DIARIA
Tele^rainiua olBeial-0 Sr. Dr. Go-
vernaior do Estado dirigi ao depilado federal
Modeiros o Albuquerque o seguinte talegrarama
pedindo desse-lbe publicidade na iraprensa da
Capital Federal:
epulado Medairos e Albuquerque.-Recife, 7
3-95. -Sicraiaria do Interior.
Doloroso episodio em que suecumbio Jos
Marra objeclo severa invesligacSo confiada
juiz direilo Dr. Sigismundo Gongalvea.
Repillo cora enargia exploraco meus adver-
sarios etnprestam-nva calumniosamente desi-
gnios da assassino, oaaando aecuaar-me man-
dante que premeditasse crime.
desai
celebrisou tao sinistramente, o vilenlo expe-
diente que era 1884 na matriz de S. Jos deu em
resultado iaorte m-ijor Esteves por alcuah a
Bode, um sobrinho dest?, feriaieaios graves em
outros meaarios cooiervadorea acabarara ga-
nhar el-ilcao.
Como sabis nesse dia granda massa popula-
ras capangagem armada tendo sua frente Jos
Marianoo e Jo Mana assallaram aquella ma-
triz, disalveram msaarioa, inutilisarum eleigo
e esfaquaarain Bode e outros.
Nao consta eases ferozes demagogos fessem
jamis punidos.
Jos Maria, da accordo Jo- Marianno, havia
declarado anharia elcigo fosse Como fosse.
Leda arligo Jos Marianno Jornal Comrnercio
7 Fjvereiro ameaga enviara Pru lente Maraes
ce: t.loes bitos sida los polica aoa quaes mis-
sao pacifica raanler liberdade elaitorai; como si
vida dosles n&o fosse lo respeitafal como Jos
Mara ; como si paior, mais f'.roz compressor li-
berdade eleitoral nao fosse Jos Marianno.
Cerlosena laalmante derrotado, Jos Mara,
frente numerosa malta capangagem arma la, em
gr'aria sediciosa, ja havia daban lado asarlos
1S* BOBCJao eleitoral.
D'alii dirigio-se mesmo ialuilo 16' e enfure-
cido, passasso, na ter consegaido masa accei-
tassa sua opinio convilou. agulou de revolver
em punho cipangagem expallis3ames:i qa3 co-
brio injurias.
Noticia conflicto ento travo-sc, atlrahio
dous cammnndanles corpos polica acompinha-
los su 13 ordenancas ; ao lodo sais homu-.
QajBprenande-se que nao serian) cases seis
agentes larga publica bastantes realisar plaao
exlermmio, qua se diz prem-'dado por mim ;
cr.tr mais de 53 homens rmalas, dispostos
tolo Iranse defender seu chele seis policiaes
ios quaes algaita s de espade na la poderiam.
Approximando-se indauar condicto procurar
ap.izigual-o firam recabi los tiros e injurias
vociferadas Jos Miria, sena asseclas.
Generalisand >-se raotim, foi no correr desle
victima Jos Mara, a fondo fiscal partido apoia
{overno.
Te-mina la na vericou-se Jos Miria 6ra
farido gravemente no conll.co qua accendora,
era vez da sahirem tracidadas, como em I.18* os
mesarios.
Comprahaildaie con r;n;in!a furia se reanimara
odias rebeldes e seus amigos qua aqu subjo-
uei. Peraambaeo est commig), que nem um
tiro se deu em favor chifejrevolta quando ;:qui
prosa ; nem um s municipio se levantou seu
favor.
Governo, maniendo ta lo traose ordem mate-
rial nao pd4e oem deve ceder deante ameacas
deraag -gas subverter paiz porque poder [nao
Ibes est as mos. Bata a mmht atlitole;
nunca 1 da r> e a de ca (rielo, qua se preten-
da ixpor-me.
D t>da publicdode este, sob respoi3ibil-
dade minha assi'jnatura.
Para puliliear Fai-noa remcllido pela
Seerutaria do Governo :
ReptriicJ Geral do T.legrapios. Itio I"
de Margo de 1895. -X. 292. -Ao Gobernador do
lisiado.-Considera lo. uspdtis todos portos
Rapub'.ica Uru^uaj-. Enibircices sahi las con-
tar sete corrale :uez direciamonte ou es#a!a so
sero r.'cebilas B at',1 depois quarenVna laza-
reto liba Grande aa qual devarao primsirameute
ir-gir-se.Ministra interior .
OJHei-sriu lr. Sacretario do Sc-
nokilu -Da secretaria do governo forara en-
viados para serem publicados os seguintis of-
licios : __m
Secretaria do Sanado do Estado de Per-
n.i;nbuc5, m 13 de Muga de lH9-n. 7.
Illiu. e Exra Sr -Commun'o a V. Bxc. que
em s isso de lio;a foi approvada a eleigo pro-
cedi la no da 10 de Janeiro ultimo para Sena-
dores Esladoaea, sen 1 reconhecidos e proclama
ios sana lores os Srs. Dr. Antonio Jos de Al-
icada Porniirabuco, Commendador Albinr Jos
da Silva, Drs. Herculano Bandeira de Mello,
Francisca Valxeira de Si, Constancio dos San-
loa Pontual, Eduardo Augusto de Oliveira, Luiz
Sala/.ar Moscoso da Veia Pessoa, Joo Baplis-
la Regueira Costa e coronel Silvno Guilher-
'me de Barros (Baro de Nazaretli): Compon-
do os sete prraeiros a 1." turma da senadores
e tendo sidoeleitos : o penltimo na vaga do
Visconde de Tabatinga e o ultima na do Dr.
Manoel Gomes de Mattos.
Ao Illro. e Exm. Sr. Dr. Alexandrn Jos
Barbosa Lima, M. D. Governador do Eslado.
0 1.* secretario, Antonio Jos da Almeida
Pernambuco.
c Sacrataria da 5nado do Eslado de Per-
nambuco, em 3 de Margo de 1895.N. 8.
lllm. e Exm. Sr. -Fago a V. Exc. nos termos
do arl. 3." di regulamento interno desle Sena-
do, a communicago da existencia aesla capi-
tal de tiumaro legal de Srs. senadores.
O Senado aguarda .as necesarias communi-
cai's da Cmara dos Sra. deputados para ser
eino designado o dia e local em que so ef-
leetuar a inslallagao solemne do Congresso
Estadual. __,,
lllm. o Exm. Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa
Lima, M. D. Governador do Eslado. -0 1 se-
cretario, Antonio Jos da Aimeida Pernambu-
co. _....
Prorogaca de ^pazo -Da b?cretana
do Governo foi-nos reineltldo para publicar :
Palacio do Governo do Estado de Pernam-
buco, em 12 de Margo de 1893.-0 Governador
do Estado, tendo em vista o que expoz o Jn-fa
da commissao central de estalistica, em oficio
de hoje datado, resolvo espagar al 15 de Abril
prximo vindouro o pra/.o de que trata o tnal
do art. 3." das iostrucgOas que baixaram com
o decrelo de. 7 da Fevereiro ultimo, para reco-
Ihimento dos boletins relativas ao recensea-
raenio da populago do municipio desla capi-
Dr Julio de Mello Filho, Secrat-irio da
Justiea, Negocios Interiores e Instrucgae Pu-
blica assim o tenha entendido e faga ex cular.
Alexandre Jos Barbosa Lima, Julio de
Mallo Filho. .
apuraco da elcico de Prereito
O Dr. Suo-Preeito resolveu, no intuito de
prevenir desordena, adoptar as seguintes pro-
videncias durante a apu aguo :
S j ser perraitli la a entrada na sala da apu-
rago aos membros da junta, aos candidatos
votados, imprensn, aos juizes. aos senadores
e deputados federaes e est.'doaea.
O mesmo Dr. Sub-prefeito requisltou da po-
lica do Est do as necessaras providencias para
que n&o seiao permitlidos ajuntamenios as
immediagei do edilicio em que tem de func-
eionar a junta.
Oeclaraco neeessarla -Para evitar
que continuem osjornaes opposicioms'.as a ex-
plorarem com o facto do pedido de deaaissao do
bacharel Kanoel Bernardino Vieira CValcante
Filbo do cargo de delegado do 2. distncto des-
ta capital, estamos autorisa los a declarar que o
referido pedido da demisso foi motivado por
facto qne se prenda poltica de Barreiros e
nao pelas razes a que alludem os rafando9
"'suodelesad do *V districto da
Boa-vistaA portara do Dr. Secretario da
Justiea, pela qual foi exonerado o capilao Anto-
nio da Costa Monteiro do lugar da i." supplente
de subdelegado do 1." districto da Boa-Vista,
do theor seguinte :
< O Secretario da Justiga, Negocios Interio-
res e ln8trucgao Publica do Estado, tendo em
do cargo de supplente do subdelegado do t.
districto da Boa-Vsia, resolve approvar a'refe-
rida proposla. declarando, portr, que essa exo-
oeragao determinada pelo facto rte ler o refe-
rido capuo, no exercicio da subdelegada, con-
sentido que pragas sob suas ordena invadissern,
i noute, a fabrica de alconl de propnedade do
ciihdo (ranees Emilio Billion .
Senado de i'ernasnhueo--E:!':"'u ju-=e
hontem a 7 s'-s-o preparatoria sob a presiden-
cia do Exm. Sr. Dr. Luiz Salazar da Veiga
Pessoa, es ti ver am presantes os Srs. Baro de
tftsareih, Regueira osla. Albulo Heira, Tei-
xeira de Sa, Herculano Bandeira, Albino e Sil-
va, Salazar Moscoso, Eduardo de Oliveira e
Amonio Pernambuco.
Foi lida sendo approva a sera debata a acta
da sesso antecedente.
Nao houve expe lienle.J
l'assou-sc a oideci do da.
Vutat, 1 do parecer n > doste anno da prl-
m-ira commis-o de vereafao de Poderes.
O Sr. Albino Mfira p-la ordem justitica o se-
grale requenmeato que posto em discus-
sao :
Requeiro que a vo!ag"io sob o parecer n. 1
seja dividida em 2 p.rles. vol.ui'o-sa i-m
primeiro logar sobre a eleigo dos ci lados
commendador Albino Jo> da mIva, Baro de
NazarethcDr. Constancio Pontual e em se-
gundo lugar sobre ys mais ridadins sobre que
versa o mesma parecer. Albmo Heira.
epois de orarein os Srs. ario (! Na zar
reh r Albino Mrira para urna explicago pes-
soal regaitado o requer inento.
Trava-ae um debate pela ordem, na occaio
que o Sr. Presidente declara quo ia voiar-se
o paiecer, debate em qua tomaran! parte os
Srs. Albtiyj Maira, qne pede que o Sr. Pre-
sidente coavide os s is s Dadores la que trata
o parecer n. i a absterem-se da volar, e Teixei-
ra o'e S.
O Sr. presidente consulta o Senado .sobro O
requerimento verbal qu llie fon fasto pelo Sr.
Albino Meira.
Oram ainda pela ordein oSr. Albino M-aira
duas vezas e para urna explicaco pnSSJoal o
Sr. Baro da Nezaretjta
O Sr. Ilarculaiio Bandeira reqtier e obtem
qne se vol por partes conclusio do p.rjcer.
Retira se do recinto o Sr. Albino Meira
l'roceile-sa a votngo sendo approvada a
eleigo de 1 de Janeiro alhmo para s na lores
e reconhecidos e proclamados s 'nado'es os
Srs Salazar M isco3o. onstancio Ponlual, Kdaar-
do da Oliveira, Hercu'ar.o rlandeira, Baro da
Na/.ar-ih e Albino silva (jue prestaran) o jura-
iu-iito do i-siylo excepto o Sr. onslancja Pon-
lual (i nao eeaoava pr sanie e ab&Veadoae
de vo'ar no seu proprie reconhecimenlo cada
nal dos Srs. Senadores snpra citados i.a parle
que liie .'.i/ia respeito.
Snbmette-sa a discusso o parecer n> 2
deeteanno da pvgonda eommisso^le v.rilica-
g6o de Poiler.-s, eneerranflo-80 depois de orar o
Sr. Baro d Nazarelli.
OSr. Herculano Han ; ira rique'OU e cbleve
rotaco dentici a do de n. I.
Fii approvado o paree r sendo reconhecidos
p. proclamados senadores os srs. Teixflra de
S, Aniomo Pemair.huc e Reguaira 'osla cada
um dos quaes absleve-s de l- mar parle na vola-
go da seu rcconheeimonio, prestando cu se-
guida a prameraa regimeolal.
O Sr. Presidente nos lormoa do ;irl 4 do
Reg melo diz que no ha malaria dn qua o
Senado continua a oceupar-se e que nao se
recen do cooimooicagSo i!a axslencia de
numero legal de Srs. deputados para que pos-
sa i slalhu-se o 1 ongress >, suspende as ses-
ses preparatorias aleo dia t6 do carrete era
que devero continuar para o recebimento da
referida communicago e em seguida levantou
a sesso.
Caaiara dos Dr petados"TcInou-
se liunlem a ,a sesso preparatoria.snb a pre-
sidencia do Sr. Apolinario Maranho tendo
comparecido iO Srs, deputados.
Serviram de se retarios os Srs. Leopol io Lins
e A/evedo Jardim.
l'oi lida e approvada sem debate a acia da
sesso antecedente.
Kui envalo a mesa o dip orna do Sr. Rodri-
gues Porto, in lo a commissao de verilicucao da
poderes.
Pede a palavra o Sr. Godov e foz considera
cues si bra a demora da apresentacao Cos pa-
Mceres qua lera de dar as respectlas corarais-
ses.
Orramos Sr?. LoorencoCavalcante c Affon-
so C<*la em juslilicago da alludida demora.
O Sr. Godoy, pela ordem faz rellexOas no
raemo sentido.
Nada mais havendo o Sr. presdeme levanta
a s-ssomant ndo a menina ordem do dia.
As puiiicdcs corpura'-s-Os grandes
e pquenos delinqueiites ;Do Seculo) de Mi-
lo):
(Walter). 0 nosso reverendo Guilherma Dou-
glas Mar-rison o capello d'unia priSSo londri-
na. E' joven sympaihico, profun lo conhace-
dor da vida carcefana, domo em anlhopologi-
co, fnlla-lor eloquente e ja as portas da pocieda-
de finura.
Elle diz que o antropoioi-o tem razio como o
socialista : o primeiro cuVque os criminosos
sejam um producto da oVgefleracto mental e
plivsica; o segn lo o resultado da condigno
econmica social. Mas ambos nao vraseno
um lado do problema.
O dalinquenles sao o producto dos feitos bio-
lgicos e das condigSas sociaes. Balas duas
sciencias nao podem ser reparadas porque uraa
completa a outra.
A delinquencia, perguntou-lha algurm, e em
proporgo igual, lauto no horaem como na mu-
"Ier ? .
Pelo contrario. A desproporgn e sentida
e devida ao.facto physiologico do sexo. Os ho-
mens sao mais facis a delinquir que as mu-
lheres. Na presente occasio, eraquanto vos
fallo, temos na priso 81 rapazas menores de 20
annos sobre cada 16 raparigas Nos nossos re-
formadores lem s 85 sobre 13 e as no?ras es-
colas industriaos 75 sobre 21.
Os reincidentes augmentara ou dimmuem ?
A estatistica *oa d a certeza que metade
da populaco dos edificios de punigoe compos-
ta d'old o/rendersreuiridentes, e que um seu
quinto da individuos qua Icio eslado era pri-
so mais .le dez vezas. Se o methodo da esta-
tistica fosse mais exacto, nos saberiames que os
od ofrenden sao iros quartos- delinquentis.
Isto demonstra que a priso dixa intactas as
causas qua a proluzem. Convem procurara
raiz.
Existo aiada a priso corporal?
A cr-les necessaria?
Pelo contrario. Em Irlanda nao existe. O
sentimento irlandez se revolta contra as barba-
ridades do ca c-minelas (especie de chbala
cora nove tiras de corda enlacados da nos).
A tendes visto trabalhar sobra o esprahago
d'algura delinquente?
Mais de urna vez. O cot-o-nme-tails para
03 adultos. 0 condemnado, digamos, a 36
acoules, eat no pateo na presenga dos uredo-
res dos carceres ou do penitenciario, do medico
e de muitos guardas.
Ordeuou-se que Ihe lirassem a camisa, e de-
pois o pozessera em urna eserda. Os guardas
depois o ligarara cora correas nos pulsos e ma-
lelas. Podis imaginar o resto.
Assim orno assisn a urna d estas eoeraces,
assim completo a scena palo leilor. () guarda
que tara este encargo nao tem nada de pulido t
roaseiro, forin como um bol, cora bigodes
que assustam e de maca que partera tu loaquil-
lo que apertaai. Dado o signal, os agoutes ca-
liera sobre o espinhago.
Sciach! sciach! A victima contorce, urla.'pe-
de perdo, blasphema, maldiz, ronca. Os gri-
tos parecem vigorar o brngj do penitenciario, o
qua com mais violencia vibra os agoutes. O
espinhago fica todo caberlo d'uma pga de san-
gue. Faltara anda dez agoutes. Sciach! Scia-
ch i Eu vi saltar no ar pedagos de carne e aa
pontas das cordas da chbala bater urna na ou-
ira salpicando gottas de sangue. Acabada *
oparago era langado no celia com um dorso do
polpa sanguinosa.
E o rancho de menores ? Tambem tem a sua
forma de castigo, como Taremos ver n'um outro
drproeissi do Sensor dos^Passos
-No dia 23 do corrente ser conduztda aa
igreja do Corpo Santo para a do Convento da
Carino a imagem do Senhor dos Pasaos
No da segm 'te ter lugar a prpfc' soem;
ne do mesmo Senhor, cuja imagem tornar ao




JM
apta
i ii

T
Piarlo de Pernambuco i&uinta-fi-ira 14 de Marco te 1S3I5

s

'


8eu templo com a p-*ropa que sempre I gafa a,
,"* acto de rrtipwM* e devocao catliolica.
Tbeulra na Isaliel-lom o pro-
rsbina ja ci bermoJbmM ro prximo
dcmiiir i7 rio crreme. o Ihealro Sania Isa-
bel a Malina, orgamsada pelo distinclo maes-
^pSpVocumdo bilHelesqoe tem havido, ^
*dewpernrqii ceja muio concornda encon-
trando se all urna selefta sociedade.
O nrosramma e rom posto de irec os de valor,
e eonsia-nos ertar muiio he-i: ensaiado, tomando
Del le parta rs runecidos artistas Bernabci
Oir-ofeiti e Scolari.
Flh *9 Carlos Gomes -Com esla-
y:t, luiKlu-.-e nV>ui ri hule niais urna
su,i,.', ,ie muMcal, cuja racin a seguin-
presidefiteJci Mauricio de Abreu.
Vice-dllo -Tlienlonto Mello.
Secretarios Joao Fuado Severino, M
Thesonreiro Jo Casemiro Visir.
"'Orador-.loaquim Rabello.
pro ur-dores-Alfredo Saldanha, PMnio Pin-
to Manoel ''o* Sanios, Jos Carljs Marinho.
Fiscal-J^ Sanios.
Qommisgao d<- Estatutos-Joao Mauricio de
Abrtu lo"1'' :-rlos Marinho, Alfredo Saldante,
Theotenio Mello, Joao Baado, Jos Santos,
Joaquuu Rahello, Jos Casemiro Vieira.
IteStre M' sir Sm.do.
Vice-dHo -Manoel B:>njeira Filho.
T, ansferenci de leilo 0 que de-
yia ter lug1" honteui pelo Agente Martina, a ra
Direita n. '*'* ,ur ncoiiunouo do referido Agen-
te, foi transferido para sexta-teira pioxima.
Tiveiri de carnificas -O cnrrasco de
Nan.-v, Spickci, tallecido ha pouco bastante ve-
Iho, nenencia a una familia .le jirm tices de
paea ri lio desde dous Sculos, d origem alsa-
ciaua.
Ora, o c:i*n de Spickel no esta isolado em
Alaaoa, m arrabalde daquella provincia te-
ve, desda lempo iininemorjvci a p;irtiiulinda-
de de remecer Franja os executuresdu altas
Obras.
0 manejo d.i machsdinha ah se perpetuara
como tredlccao de eerla familia.
A laindi 'tos uliimos Seahores de Paris
Heindrich e Desblor, pertence aquelle subur-
bio.
Par. ntorrer o mais tarde possi-
?el-Ciii jorual que se intitula* .raido da
Suude (Tlie Herald of Heath) reso veu o pro-
blera-i .la longividada.
Queris m jnerjmaia que decrepito ? Absten-
de-vos de lomar bebidas, de comer, peixe, car-
ne, gallinha ou ave de penna, alimento* salga-
dos e fermentados, fructas mnito maduras, bi-
Chosas e mi eral fructas verdes, alimentos fa-
bricados etc.
Nao .levis tamben) tomar vinagre, cha que
tonda mais de trea minutos de iofa*ao, caf
COin ou sem chicorea leite e auua nao frvida.
Absier-e tumben) do u*o do sal mineral, de
leile acido, de comidas conservadas em latas,
de pntenla etc.
O Arabio da Saude dever i a depois disto
indicar o que ti a ao genero humano para ali-
mentar-se, sem correr perigo de morrer antes
da telnu e.
O uiaior jorco do mundo -O salclii-
cheiro lanssnis de Itrss (Lunburgo) m.ilou um
porco que pesa va 5.7 kilogrammas.
Esta ptienomenal fomecedor de presunto?,
salame* e salcmchas,cetado por um moleiro de
Bocholi, iniha o ComprimeOto dea metros e 63
Centiaieio-i e o corpo urna circumferencia de 2
metro: c 'o centmetros.
Tribunal do Jury do Recife -Hon-
teni fot Mibmeltido a julgatnento ueste Tribunal
O r'0 JoDo Fn neisco de Oliveira, vulgo Sete
Boius, pronunciado como incurso ta? penas
dos irts. 303 e 1)4 S nico do Cdigo i enal por
lia ver na Ireguezia da Boa-Vista, 2 de Julho de
1893, ferido aos soldados de pohcia Jos i'Van-
cisco do [ascimenlo, Manoel Fauslino de Fiei-
tas, Antonio Alevandre > orreia e ao paisano
Joo Haptisia dos Sanios.
O Jury do smtenca compoz-se dos jurados
Antonio Vieirade Barros.
Jos Nicolau Ferreira Gomes.
Feicissinio Augusto da Cmara Piraenlel.
Joo Vicenta da Silva Costa Jnior.
Mano i Jos Ley
Joaqun] Monte ro deOliveira Guiraares.
Liban > Presio de Carvalho.
Antonio Ildefonso Vianna.
Eulagio Jos Rodrigues de Oiiveira.
Fea a aceosac&o o r. Manoel Nunes Correia
|. promotor pu >Ueo.
De accordo com as decisjs do conselho de
sentenca.o Ur Julio Regueira Pinto da Sjuza.
presidente do Triounai, condeinuou o reo no
grao'mximo ao artigo i g nico uo Cod.
Penal, a pena de quatro anoos de prisfio cel-
lular.
O Dr. i.uiz Emigdio Rodrigues Vianna, pa-
trono do reo appellou da deciso do Jury para
OiiupericrTribun.il de Justina.
Hoje sera julgaJo o reo Jos Garca Araujo.
Atheneu Musical Pernambucanu
Essa sociedade leve a tineza de commuoicar-
nos 'u; mudou a sua sede social para a ra
Marcilio Das n. 32.
Revista Moderna E t publicado on.
4 d'essa revista que traz o seguinle summa-
rio :
De Regresso, F. A- Fereira da Costa Flho -
De Pernambuco Sergipe, O ympio GalvSo
Esludos jurdicos, Luiz GomesGozo Final,
(soneto) Julio OlympioRevista das Revistas,
Tertius. Registro Bibliographico.
aargei insupportavel Dizem-nos
estar iiifupporiavcl a sargeta sita ra da Pe
nba, ao desembocir no pateo do Mercado, em
vista de ter sido incompleto o concert que foi
ba das effeciuudo u'eila.
E" uecessano, pois, urna providencia que pe-
dimos a ouem cumprir lmala.
Convento de S. Francisco Os
Pvdois. religiosos d'esse convento prcteodem
cooimeixorar com a mxima decencia os actos
da semana Santa.
N'este sentido app>:llam para os senlimentos
cathocos do p .\o pernambucano, atiin de que
MJSOl auxiliados u'essa nobillssima tarefa.
Casa de Detengo Movimento dos mo como ebefe de partido quil a minharespou-
presos da Casa de DetencSo do Recife, Estado / M ,
de Pernambuco, em 12 de Margo de 1895 : saoilidade em tao triste acontecimenlo.
3
'-,
Existiam
Entrarara.
Sahiram .
448
8
10
Existera .
A saber:
Naclonaet.
Mulheres .
Estrarmeiios
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doeotes .
Loucos. .
Louca .
446
409
10
7
0
44S
4<4
39
18
i
I
~414
Total ....
Mnvimento da enfermara :
Nao houve.
Lotera do Estado de Pernambu-
coA extraccao da 1 lotera D deste Estao
que te ve lugar anle-hoatem deu o seguinte re-
sultado :
1010......12:rO!)50CO I529....... 5000aa
26366 .... 3:900J000
78S3..... 1:500*00(1
481 ..... 1:0003000
Eslo premiados com lOOsSOGO os seguintes
nmeros:
1207 | 18712 | 31483 | 45V29
11349 | 27704 | 44783 | 4579
E-tu premalos com 50*000 os seguintes
nmeros:
7480 | 132*9 | 40938 I 31707
9469 | <9934 | 31634 | 33530
Esti preto ados cora oOOO os seguintes n-
meros :
11693 | 26404 33791 | 37914 | 42743
16041 i 30613 I 36921 j 39iOrt | 4774
18725 | 31770 | 37492 | 40239 | 47366
Esto premiados com 50*000 os seguintes n-
meros :
31021 : 31023 | 31025 | 31027 | 31029
3102 | 31024 | 31026 | 3t028 | .....
Esiao premiados com 40/000 os seguintes n-
meros :
2636' | 26363 | 26365 I 26368 | 26370
2662 | 26364 | 26367 | 263.9 | .....
Esto premiados com 20*000 os seguintes n-
meros :
7881 I 7883 | 7886 | 78=8 | 7890
788i | 7884 7887 | 7889 | ...
Esio premiados com 20*OCO os seguintes n-
meros :
482 | 44 | 4R6 i 488 | 490
483 | 48 | 487 | 489 j ...
Eslfto premiados com 10*)C0 os seguintes n-
meros :
154I B 154*3 I 1542a | 1547 | 15430
13422 | 15424 | 15426 | <548 | .....
APPROXIMACKS
310 9 60*000 | 7886
.,.(131 60*06i j 480
26365 (!0*00O I 482
26367 50*000 | 15^28
7884 4ti*0O0 | 15430
Os nmeros de 31001 3il0u esto premia
dus com 4*0)0 excepto o do pritneiro premio.
Os nmeros de 26301 6W0 esto premiados
cora 4*L00 excepto o do 2." premio.
"s nmeros de 7801 79M) esto premia-
dos cora 4*000 excepto o do 3." premio.
Os nmeros de 40. a 500 esio premiados
com 3*0 0 excapto o do i." premio
Os nmeros de 15401 5500 eslo premiados
com 3*0.0 excepto o do 5." premio.
ToJos os nmeros terminados em 30 esto
premiados co.n 4*';0'), excepto o do primeiro
premio.
Todos os nmeros terminados em 66 esto
premiados com 3*008 excepto o do segundo
premio.
Todos os nmeros terminados ein 0 e 6 esio
premiados com 2*0 0 excepto os terminados
em :-0 e 66.
A seguinte extracao ter lugar no dia 15 de
Marco com o plano de 24:i00* inte6raes.
Qual a palavra ou acto meu que pode tel-o de-
terminado ?
Poda eu prever e -prevenir o que occorreu na
16" seccao ?
Ninguera de boa f o affirraar.
A excilacao de nimos era at cerlo ponto na-
.lural, tralando se de urna eleigo fortexente
disputada por ambos os partidos.
Nao obstante, nica e exclusivamente por Ga-
sa facto, a liei rainha viagera para o vapor Ha-
gialena, j estando de pas-agem e malas prom-
ptas para embarcar no Sile, que aqu passou na
vespera da eleigo.
Surprendido pelo aconteciraento, o que podia
eu fazer?
NSo posso acceitar a theoria de que um chefe
de partido responde por actos em que no leve
parle, directa ou indirectamente. Assim o par-
jtido seria Urna asgrcmuco de seres irrespon-
7MH....... 2t'0*0"0'saveis e ninguem que se prezasse quererla de
}icerto ser esse c efe. Nao ha partido que se
coraponha s de eiementos saos.
Desde que entrei em poiitica considerei-rae o
nico rosponsavel por meus actos e por vezes
diverg da maioria do meu partido e at do che-
fe, o meu prezado amigo Conselheiro Joo Al-
fredo, sem que d'ahi resultasse para S. Exc. a
rcsponsabilidade das minbas resolucOes ou o
estremecimento de nossas relacOes.
A obrigaco de um chefe de partido dar-Ibe
a orientaco geral, intervir nos actos mais im-
portantes, sem immiscuir-se nos detaloes, o que
seria hurnanamsnte impossivel, e dados fac os
de certa gravidude aconselbar.enlo a sua de-
feza ou represso*
Se sou chefe de partido, o meu conselho est
dado e publicamente.
O que mais quer o Sr. Goncalves Maia?
Que me conslitua juiz ?
A elucidaco da verdade esl entregue a ma-
gistrado alegrrimo e imparcial, e nao posso
prejulgal-a.
S. Exc. mesmo me averbaria de suspeito ; ja
conhego o seu criterio.
Merc de Deus, sei o que cumpre-me fazer, e
s pego inspirages minhaconsciencia.
O que S. Exc. parece querer, aggreJindo-me,
explorar em favor de seu partido o deploravel
successo.
Mas, Sr. Dr. Gongalves Maia, ante o tmulo
que se abri, essa explorago n&o decente ,-
s deve fallar o sentimento de justiga.
Agrade ou desagrade a S. Ex'., o partido re-
publicano federal ha-Je manter-se de p, porm
nao no mjio de assassiuos, e sirn contra os as-
sassiuos e desordeiros.
Os insultos nao me desviarla do meu cami-
no : devolvo intactas as calumnias, certo de
que nao rae attingem.
J disse e repito: o meu erapenho que
apure-se a verdade, seja contra quein l'r. Aos
calumniadores no temo.
Recife, 13 de Margo de 1895.
Dr. F. A. liosa e Silva.
40*000
30*009
30*000
20*' 0'>
20*000
consultas de 1 s i horas no primeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Rjsideocia a ra Hospicio o. 46.
Teloohono n. Sb.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2.* teru consultorio k roa
10 Uom Jess n- 9. I*- andar Residen
-ia : ra Real da Torre n. 29. lelephuue
n. 366
Mdicos;
Dr. S Perenra. ra da Itnperalriz n
iy, d consultas medico-cirtir^icas todo1
das das 8 meio da, menos dg
dominaos e das santificados.
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
r-, consultorio ra do Oabug u. 14,
residencia na Uasa orle e, 5, CDsa dt
izuleio, defronti da igreja da Campiua.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas eu
tua can ra da Gloria n. 39 das 1(1
h iras da manh a 1 da tarde. Achato
!o-se fra du servico publico offerece-st-
para acudir a quiquer chamado co i
dromplidao para fora da cidade. Espe-
piidiade, operaces, paitos e molesliasc
de seuhoras e raninos.
Dr. Ar/iaro Wanderley, Mudou o
sousattorio para a ra Duque de Gaxias
a. 74 1. andar, onde d consultas de
11 horas, da manh 1 hora da tarde,
Resideneiattua Direita nv-4!
.ifogados.
O Dr. Pedro Pontiial,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem'sau con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Drogaras
Braga t$ Machado. Agencia de to-
las as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos eou-
trus,. medicamentos hoeopathico?, ra
Larga do Rosario o. 34.
(rumares Braga C. Depsitos
je Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades I'harmaceulicas, medicamen"
tos i.o .eopaiieus e tintas, leos, pin"
ceis ale., etc. Ra do Mrquez de Olio"
dan '.
Baria Sobrinho & C, droguistas por
arado, roa do Mrquez de Olinda n. t*4.
LOTERA
DO
ESTADO HE
Em todo o mando nao ex sta lotera miis
serla do que esta
Para attender constantes pedidos temos resolvido no mez de Abril, extrahir
3 loteras eemanaes e brevemente s>ro feitas extracyoeS diarias.
_ A boa acceitacao gloria que podamos desejar, pois tem sido preferida todas as outras loteras.
Chamamos a attengo do publico para os dous novos e importantes Danos
de 12.000S000 D, e 24.000SOO0 B.
O publico pode exnminar as machinas e assistir as exTac.:oas.
nica que jogam poucos bilhetes e ofierece melhores vantagens, tanto ao
ogador como aos cambistas
0
Extracees do mez de Marco
Sexta-feira
Terca-foira
Sextvfeira
Terga feira
Sex a feira
15......24.000800-')
19......12 (Oi)0O(K)
22......15 00U00
1.......12 0 tSOOO
15.CIPOS 00
29
1.a lotera B
12.' A
4.* C
2.a D
5. C
Estado.
PlBLUlfig! \ PIDIBI)
GALEPhNO
GOIIURIGiDOS
Apure-se a verdade
Digna ile lodo u apoio i resolugao dos dignos
religiosos qae se propOem a n'aijuelle convento
enaltecer os piedosos dCios da semana santa,
de esperar qae 11 este sentido nao lhes falle 1
CoadjUvacSo do puvo calholico d'esta cidade,
sempre prompto a prestar o seu concurso para
qualquer tentamea que vise robustecer e elevar
a suaert-nca religiosa.
p< los poitres-Remelteram-aos 10C9!)
para seren ui-tribuidoa por necessilados.
Chamamos a virem receber a sua quola as
>i
Pens que poderia dispensar-me de voltar
imprensa sobre os lamentaveis successos de 4
de Marco, desde que ao meu appello formal
acudi apenas o Sr. Goncalves Maia sem res-
ponsabilidade ou ?olidariedade da Redacg5o
A'A Provinci*, e urna vez que S Exc. mesmo,
apezar do empenlio que revela em aggredir me>
nenhuin fado pode articular que possa siquer
fazer pairar duvida a meu respeito no espirito
o menos criterioso.
Anda, porm, em attengao gravidade do
triste aeontecimento, qoo einceramente deploro,
dare rpida resposta sophistica argumenta-
go de S. Exc.
Desde j, entretanto, declaro, que nao estou
resolvido a manter polmica, que nao rae julgo
obrigado a discutir actos de tercero3, que teem
a precisa idooeiJade e independencia para res-
ponder por elles, e que n&o considero o mo-
mento opportuno para questiuoculas e retalia-
cues partidarias.
P, ra mim o ponto nico da questo o se-
guinle : Qual a responsabllidade que me cabe
no lamentavjl aeontecimento de 4 de Marco.
S. Exc. confessa que nunca honre entre mim
e o Dr. Jos Maria attntos pessoaes, pelo con-
trario ; e accrescenta referindo-se a mim :
Qu un foi que disse que S. Esc. mandara assas-
sinar o grande patriota e que tanto embarazo
constitua ao seu partido f
Mas foi esta exactamente a invectiva leviana
e perversa que se continha em seu primeiro
representa.as pelos carios :
(Fr^c^r^r^^ artigo e que eu julguei dever levantar. Mesmo
13S. 5. 59. 60, 64, 6i e 6ti.
jeleraiuiuas retidos -Ac arase re
tidos no L'elegrapbu NudosM os seguintes des
pa' los :
Pura Pedro Correia, Seminario Olinda, j nSo
mura all, de Pilar.
Manoel Martios Pires, de Fortaleza,
Liulias funccionam regulamente para cen-
tro, sul e uorte.
.'tmii'.ss- do Ule lhoraniento do
Portudo Ret feiiecile, i2 de Marco de
iofco.
Boletiai metereologico
floru. Tern ceni- Barmetro Tenido do Humi-
(a O") vapor dade-
6 tu.
9
li
3 t.
6
grado
-.,,7
H.-9
;,'h
:9.9
29a,5
7&D.-32
756,-40
755,-86
755,-58
756,-52
Temperatura mioima 25.5
des?briaailo ao meio dia.
Temperatura mxima 32,(30
82,fS-Prateado 4.-8.
Evaporuco em 24 horas ao sol 7,-5 som-
bra 4-4.
Cduvh nulja.
Di receso do veniu: NNE de meia nortate
30
m.
20,62 84
2i,?0 81
24.8 i
24,79 79
2*,4t 78
Thermometro
Eur.egrt rido
negando-a, S. Exc. insina ainda que o -Jr
Jos Maria constitua um embaraco ao meu
partido 1...
Ha ou nao ha perversidade n'essa insinua-
cao?
Eis porque entend dever salientar que, lon-
go de concorrer para a dirainuico de adversa-
rios, eu constitui-me quanto em mim caba urna
garanta para a vida de nao menos importan-
te chefe autonomista, em momento para S. Exc.
melindroso.
Pols bem, com a mesma franqueza e leal-
dade eu declaro: a morte do Dr. Jos Maria
nao foi uin embaraco removido, mas urna difH-
culdnde creada a um Darlido que se preza.
' Diz, porm, S. Exc. que cabe-me responsa-
bllidade como chefe do partido.
?renotarei que nunca tomei pnrte activa nos
pleitos do Io dislricto. Isso sabeu os meus
correligionarios, isso nSo podem desconhecer os
meus adversarios,
m.fia manh, N al i h.; SW at 9 h. 071 Observo, em segundo logar, que nao seu nem
F.. om lOlerrupces de ESE e ENE at 9
n. 26 m. da tarde"; E e E.N'E al ernados at
meia noiie.
Velocldade media do Tent 3*61 por se-
gando.
Nebuiosidade media 0,64.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
quero ser chefe de partido. S u, sim, um de
seus directores, e para as respectivas delibera-
cues teono at agora concorrido tao smente
com o meu voto e com a rainba opinio nem
sempre vencedora.
Mas para que no se presuma que procuro as-
XOVIDALES VINAS PELO CORREIO
Dr. Js Hara Velho da Silva-
Ilomens e lacios du hisiona patria, l vol......
:t Trovador braxileiro, ou novissimo
cantor de modinhas, nica edc. completa, 1
vol. StSooo.
I
A Estaeo-E-plendido jornal de modas
hra/.ilttiras, venda avulsa dos unimos nmeros
CDegados p ra a
Livrana Ecola o Povo
LIVROS RCEMCHEGADOS
Joaquim Nabuco 0 abolicionismo
reformas radicaes, 1 vol. liooo.
Joaquim \abueo-Campanha abolicio
nisia no Recle, discursos, 1 vol. broc.........
eSouo
Dr. Uria* da Silveira-Fon es de ri-
queza, l grosso vol ene. Cdiooo.
Tratada l'ratieu da labiicaco do quei-
jo e da maiiteiga, conlendo lodos os esclarec-
mritos e regras precisas para O aproveilum n-
lo do leite e sua applicacao eto, orado de
mullas gravuras, I Vol. ene. 4jooo
t larindo de Queiroz -Modernas ins-
truc0es para a nfaueria do exercito brazilei-
ro, I vol. 5(gooo.
Ral rompela-0 atheneu, ch-onicas
de saudades, 1 Vol. lrjooo.
castro Sor.inenlio A Guarda Nicio-
nal da Cap al Federal e a revoluco de 6 de
Setembro, i vol- lluslraao com retratos das
guras mais salientes na revolla, ^ouo.
a Parteira ou nog^s necessanas sobre
o nasciraenio do homem por r. Melillo, t vol
SiSouo.
^Uoenca e o remedio, molestias das mulhe-
res, I VOl. ltSoOO.
Livros allemtes (de um parti-
cular que nos pede para
vender barato) :
Dictionnaire Encyclopedique francais alie
mand el allemaad-fiancais, donnant. pour ees
deux langues la noraenilature d'apres les oic-
tionnaires Ai l'Acadraie el de Saoders ; les
termes les plus usits de la vie pratique, du
comnierce, de l'industrie, des arts el mtiers ,
dee sciences naturailes et des scieuces speciales;
les neologismes et mots 'raogers les oras
propres ; la Conjugaison de tous les verbas .
I'indicaiion de l'etymologie, des syoonymes.
dos horaonimes et des autonyraes les plus im
porlants ; nvec la pronunciation exacle de cha
que mot, figure par M. G. Laugeuscheidt
l'apres te systme phoniique de la methodo
Tcussaint L lugeusrheidt, por Charles Sachs, t
grossovol. bem encadernado.
Methode Toussaint Laugeu;cheidl,
iiiglez-allen-.uo, 2 vols. ene.
Methode Toussaint Laugeuscbeidt,
rallen' allcm&o. 2 vol ene.
Mais S voluiucs sobre ensenha
ria, es ripios era allemSo.
HaeckelHistoire de la creatiore, f vol.
I'jO!U. >
L.e Oeuvres completes de La pa
ce, 5 vols. 3Sdooo.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DE
SOD1A P1K f C.
81 RA DO ItTERADORci
Compra e venda livros novo e visados
~ NDIC1CES BTEIS ~
Tenente Coronel Domingos de Soo-
za Lean do Reso Barros
D. Anna Ferreira do Rago Barros, Senastio
Manoel do Rejo Barros, Dr. Joo Angosto do
Reg Barros, sua mu ber a filhos; Frederico do
Reg Barros, Amelia de Jesu^ do Reg Barro?,
Thereza de Jess do Reg Barros, Mara Anna
Cavalcanie-do Reg Barros, Evelina Augusia do
Rogo Barifls, Dr. Carlos de Moraes da Cosa
'ecreira,~Luiz da Costa Ferreira e sua mulher;
(ausentes) Jos de Moraes Gomes Ferreira, Fran-
cisco Jos da Cosa Ferreira e sua mulher; Al-
berto da Costa Ferreira, (ausente) Eugmio da
Costa Ferreira, Augusto da osla Ferreira, Joo
Pires Goncalves da Silva e sua mulher e Gabriel
Barboza da Silva e sua mulher, agradecen) do
intimo d'alma quelies que se dignaran) acotn-
panhar ultima morada os restos raortaes de
seu prezado esposo, IrmSo, cunhado e lio Do-
mingo de Souza Leo do Bego Barros, e convi-
da-os de novo e aos mais prenles e amigos
aasistirm as missas que maudam celebrar pela
alma do raorto na matriz da Boa-Visla, as 8 ho-
ras da manh do dia 16, stimo dia de seu falle-
cimenlo.
f
B. 12 de Mar5o II b. lOnr. da m, 0.-10 im fU8ir responsabilidade que como tal me
P. M. de Ib. 20 m. da t. 2 -65 aberia, admitto a hypo'.hese e pergunto : mes-
Occ"IsJas
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 i." andar.
Telephone n. 588.
Dr. Brrelo ampaio, occulista, d4
Mara Adelaide Rodrigues-(ausente) eseus fi-
Ihos, D. Clelia Augusta Leite, Dr. Augusto
':oelho Leite e sua mulher (ausentes), Dr. M.
Santos Moreira e sua mulher, Jorge Juugmann
e sua mulher, convidam os prenles e amigos
do seu extremoso esposo, pai, genro e cunhado
Francisco Jos d'Ohvelra Rodrigues, fallecido
em Lisboa, para assistirem s missas que por
sua alma mandara reznr sabbado, s 8 horas da
manh, na matriz de Sanio Antonio.
Ao publico e ao commercio
Jos Euzebio Smoes declara a quem
interessar p ssa que nesta data comprou
livre e desembarajado de qualquer onus
ao Sr. Manoel Saldanha a armacSa e
utensilios da casa n. 1 C, ra do Cabu-
g, e bem aasin, quem sejulg-ar prejudi-
cado com esta transaeco queira apresen-
tar sua reclamato no prazo de 3 di as
ra Duque de Caxiasn. 48, loja.
Recife. 9 de Marfo de 18P5.
Jos Euzebio Simoes.
Gabinete de cirurgia jjeral e
especial da bocea
Dr. Joo Rangelparticipa aos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i.- an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas-do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cir urga ge -
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros servicos logo qu
terminados.
----------1-------------^-----------------------
4o Exm. llinistroda Industria
e Viaeilo
Os engenheiros, auxiliares e operario da ex-
Estrada de Ferro Norte de Alagoas, nao tendo
at hoje recebdo seus vencimenlos do mez de
Dezembro, quando foi considerada extlncia
aquella estrada, api zar de lerem reclamado pe-
ranle o cSplado director da estrada Sul, pedem
a V.Exc. providenrias urgentes.
Recite, 9 de Marco de 19<.
Muitos prejujicodos.
Lotera 9 do Estado
Hontem, s 2 horas da tarde, te ve lugar a 1. extraccao da lotera deste
A convite do Ilustre thesoureiro da referMa lote.-3, assistimos ao pro-
cesso empregado para a extraQo e notamos toda a ' Pelo modo empregado, o que foi, para a extraccao, tudo deixaa concluir-se
que grande confianca inspira a mencionada lotera.
Do Jornal do Recife.
Lotria de Pernatnbuco
Realisou-pe hontem no predio n. 45, ra do Imperador, a extraccao dests
importante lotera, perante crecido numero de pessjas gradas e obsjrvando-se per-
feita correceo no d senvolv meuto do respectivo sorteio.
A fiscalisa9o ejercida exclue qualquer possibilidade de fraude no processo
da extracco, sendo de tao tenra idaae a crian? eucarregada de tirar os premios que
nao conhece ainda os principios elementares da leitura e da escripia.
Do Commercio de Pernambuco.
Assistimos correr a ultima lotera do Estado, cujas machina Fichet sao
reconhecidamente boas.
O systbema rpido e licito.
" }. D'A Cidade.
Lotera do Estado
Hontem, s 2 horas da tarde, Comeos a extraccao da Lotera do Estado 2 A.
Achavam-se presentes o fiscal das mesmas loteras Coronel Manoel Gon-
calves Ferreira Costa, coacessionario, agentes de loteras, quatro meninas, urna para
extrahir os premios e as out as para moverem as machinas L-'ichet.
Xo salao do consistoiio da groja do Rosario havia excessivo numero de
concurrentes.
Procedeu se en So a extraccao, evdenu'ando-se a exacta destribuicSo dos
premios pelos nmeros indicados fatalmente pelas rodas da machina Fichet.
O processo da extrago inspira plena confianca e exclua a possibilidade
de fraude.
Tivemos occasio de assistir a toda a extraccao dos premios da Lotera do
Estado 2 A e podemos dar testaraunho da perfeita regulardade da extraccao.
No dia 22 deste mez realisa-se a 3,* ext.-acc o d-sta conceituada lotera.
Do Commercio de Pernambuco.
Hontem pelas 2 horas da tarde, no andar terreo do predio "a. 4i ra 15
de Novembro, teve lugar a extraccao da 6" Lotera A do Estado de Pernambuco.
Aseistirara-n'a representantes da imprensa desta capital, o Dr. Secretario
da Fatenda do Estsdo, o fisoai das extracees, nomeado pelo governo, os concessio-
narios das Loteras e diversos cavalheiros, aim de grande numero de populares.
A Provincia enviou all um seu redactor, a convite do Sr. Capitao Fe nan-
des Vianna, um dos interessados na Empreza Lotrica.
O serv50 da extraccao f.orreu com regulardade por meio das machinas
^ systhema Fichet, sendo escrupulosamente apregoado6 os nmeros e os respectivoe
premios.
As espheras numeradas com os premios eram retiradas da urna por urna
crianca, oceupando-se tres outras na rodageo das mchicas, em quanto diversos
aavalheiros organisavam as listas, que. combinadas, serviram para a inscripeo di-
ceta dos trabalhcs em livro para este fim rubricado pelo fiscal.
D'A Provincia.
Lotera do Estado
Realisou-se hontem a extraccao densa) lotera, a qual assistimos em com-
panhia de divers s coll-gas da imprensa, do Sr. Dr. P^-dro Pernambuco, ministro
da justica, Dr. Carrilho, Dr. Affons > de Mello, Dr. Santos Moreira e outros cava-
lheiros, para isso convidados.
A extra cSo dessa lotera nao pode ser mais regular.
Obteve o premio grande o numero 5830, que f i vendido no Estado d6
Alagoas.
Do Jorual do Recife.
Lotera de Pernambuco' o
Efiectucu-se hontem a extr.ccao da 7* lotera A do Estado de Pernam-
buco, perante grande numero de pessoas gradas, e sob a fiscalisacao que redomi-
na sempre no desenvolvimento regalar do sorteio.
Foi vendido pela cas* do Sr. Malheiro r ;a do Cabng 2 A o bi-
lhete n. 14258 daLoteria do Estado, a qual obteve o premio de 12:0000.
Tambem a respectiva dezena e as aproximacoes foram vendidas na
mesma ca&a.
Dois teros da sorte grande couberara a um estimavel commerciante da
ra, Io de Marco.
Lotera do Estado
A. extraccao da 6' Lotoria do Estado de Pernambuco realisou-se como no-
ticiamos e com a pontuabdade de que tem dado provas.
No pavimento terreo do predio n 45 da ra 15 de Novembro*c avam-s
muitas pessoas do povo, os directores da ext accio Sr. Bernardino Lopes Alheiro
conceituado commerciante desta praca,. Capito Francisco de Assis Fernandes
Vianna, Jos Gomes Ferreira Maia, o fiscal do governo Coronel Costa, e algans
conselheiros.
A convite da comroissao comparecern) representantes das redaccoes da
Provincia e do Jornal do Recife.
Tambem Foi convidada e fez-se representar esta redaccSo.
Comecou as 2 horas a extraccao qus terminou,.deixando em todos a eo-
vieco de que nao ha possibilidade de fraude com o systhema adoptado, que de-
vemos declarar por um dever de iustica, a commissHo poa em pratica com rigorosa
exactidio e honestidade exemplar.
Estao a-salvo dos boatos d maledicencia as extraecCes das loteras do
Estado, tal o escrpulo que se observa na commisso respectiva.
Somos insuspeitos em emittir esta opinio p rque esposamos opiniSo contra-
ria as loteras em geral;
Deu-se pela segunda vez a coincidencia de ser o premio de 12 cantos o ul
timo a ser proclamado como succedeu na interior extraccao.
O bilhete premiado com esta sorte foi vendido no Estado de Alagoas.
Do Commercio de Pernambuco.
Importantes planos
ExtracgSes feitas com aesistencia do fi5*l do Gr>*arn, e parante mimar
auditorio.
A machina FICHET para dar o numero tocada por meninas, assim com&
os premios sao tirados p r urna n.enica da annos
I*' O contractante desta importante loteria entrou para os cofres pblicos com
a avultada somm de 120:0005000 de impostos pagos adiantados, e fi nca.
Bilhetes venda as casas lotricas na e Tbesouraria
Kua Largfa 4o Rosario 9, 1. andar
Os pedidos devero ser dirigidos ao encarregado da emiss&o
OS Drs. Francisoo Teixeira
de S* e Manoel Mues Correia
tem escriptorio de advog-acia a ra 15
de Novembro (antiga do Imperador n. 19
Io. andar.
Telcgramma Al&eiro.
C iivu do CoA'reio ItHl
PERNAMBUCO


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Diarlo de iPernamboco ^uirfta-foira 14 tle Mar^o fie 1^95
O BarXo de Taquaretinga cla-
mnndo por jusitea
No hfi de abandonar o campo da lula polo
ujeu direito, emquanlo Deus me conceder
cntinuaca i da vid.
Ja que loi sua vonlade que eu consumase
este resto de das ness* lida, cumpra-ss.
Si j soffri Unios prejuizos o espoliareis...
v o uiais, que adquiri por hnralo iraballi>
nunca prejudi-icanilo a tnngdein, lo que dou
por lestetnuntias os meus antig>s companheiros
de classe, para ao menos lomar mais dHBcil aos
idhus espoliadores o gozo da suas piezas.
Quem sabi I -polere talvez com isso prestar
grande servigo a rainha trra, combatendu pela
honorabilidad.: da administracao da jnslicn, se-
iam quaes forein os destroc*, que ticarem no
camoo da peleja, porque eslou disposio a esgo-
tar o ultimo alent oe.-se propositoa lula pelo
direito. ___,,
O publico vio ha dias o que expuz a respeiio
da causa de despejo que trago cora o Sr. mnj ir
Ferraz de Azovedo, a quem ced o meu engenho
Sete-Rancho* por arrendamiento. ?em lempo de-
elle aui;r continuar contra a
Despedida
O capnao de fragata Jos D. M.
qu;r
oha volitad.-, .lepois de mals de quatro anno*
mesroo engenho, negando ler relio
terminado, e que
mmha vnniai
de estada no
o negocio ccmigo por seu cunbado ole
mais o arren lamento que havw teilo
nao querer
e ora di-
zendo que nada linha que ver com a posse do
dito predio pois era simples cullor delta e pre-
posto de seu cunhado.ora que eslava l por sub-
locaco desle, mas sem apresenlar disso a mais
lieira prova e, ao contrario, julgad > contesso
emeomo tinh c-migo iratado novo atrenda-
raento, e do que dti oulras prova que constara
dos autos.
Na publicarlo que riza este respeilo, provo-
cado pelo major Ferraz disse, para mostrar a
minha boa f e que havia sido victima de outra
exploracao, no estado em que me achava, que
o arrendam-Milo que havia felo dos outros ineus
engenhos Fernandas e Jurassalsinho ao filho
do mesmo major Ferraz, o Sr. Marr.ionillo Fer-
raz, fra todo alterado poroccasrao de se pa-ear
a respectiva escriptura, em conluio com o ueu
procurador; acceitaodo esle condices que bas-
ta expr ou mencioaar para provar o faci.
Bespondeu-me o Sr. Marcionilio de Azevedo
pelo Jornal do Reeife, mas fomente sob su i hon-
rada palavra-que tal nao se dra,-que a es-
criptura nao conlinha condices contrarias ao
que havia sido estipulado o que constava de do-
cumentos que tinha em seu poder e que foram
em contiinca mostrados ao meu advogado era
Ipojuca Dr. Abdias Salles, e que foi por isso
que eu nao conlinuei a questao da nullidade do
arreadamento.j tendo al recebido rendas dos
engenhos nos termos da escriptura quando me
resolv a vendel-os ou fazel-oa vendidos.
Nao levanto Mtt torpe insinuago de vendas
simuladas que me faz o Sr. Marcionilio 1-erraz
pehmecessidade de defender meu carcter, que.
est muito cima do alcance de suas agsre -
ses pois que laes aggressOes dirigidas a miiii,
vollam outra vez para a hngua do Sr. Fer-
raz; seno pira mostrar al que ponto pega a
ingratidao desse senhor a quem beneftciei en-
tregamlo-lhe oarle de minha forlu a, dous en-
genhos dos quaes apressadamente sahi em razo
de rainha enferraidade,com oque tinhaem ca a,
trastes cofre, era plena confiancu, como filho
daquelle a quem eu lambem tinha entregado o
engenho Setle-Ranchos quasi do mesma modo
por convenco verbal.
O Sr. Marcionilio diz que a escriptura foi la-
vrada de accordo cora as condices que tralou
comigo.
Pois, bem, veja o publieo si eu polena assen-
lir a arrendar os meus engenhos ao Sr. Marcio-
cillo por nove annos cora a condico de qu<-
elle, a lodo lempo que quiz-sse, podesse rescin-
dir o contracto e enlregar-rae os engenhos livre
de toda e qualquer indemnisagao que por titulo
algura eu exigisse !
Isto est na escriptura que o meu procurador
assignou.
Ura arrendndolo pelo delatado prazo de nove
annos contraslado pela 'discricionaria condig.io
de poder o rendeiro entregar o predio quando
llie approuvesse e sem obrigagao de indemoisar
cousa alguina !
Nao fallo de outra coniicOes, inclusive a que
servio de base a seotenga que o Sr. Marcionilio
alardea ler oblido da jusliga de lpojuca reco-
nhecenlo a existencia de onu real de htbitacao
em ura contracto de locagao, sem que houv.-s*e
dado ao ra;u procurador poderes especiaes para
esse lira, como sena indispensavel, o que ludo
revela a abominavel traigao de que fui victima.
Ah!... E o >r. Marcionilio diz que corres-
poodeu fielmente, lealmente, nonradam nte ao
SlQISESn!
Boira Cummerelsl de Pcraau)-
huce
( CTACOKS OFF1CIAES D JUNTA DOS C0RRBTORRS
fraqa do Reeife, iideMarg de :895.
>ao hoave cutagao.
presidente
Amonio Marquen deAmurim.
U secretario
aooel Gonjaives da Silva Piolo.
Cambio
Praga de Ractfe
Oa estahel-'Ciceots bancanos Iniciaram h<>ie
snas t'apsacgOecj a 9 7^6 sobre L-oD'ires 90
das lie luauo 3" aleamos tran^acgO's a 9 l\t
tepis o mercado mosirju se wno rirae, oa -
xando para 9 3.8 e mais urde offe'eceram sac-
cara9 7|l6at 9 1|.
Em papel particnur e b8ocalnren8sado hou-
ve negocios regalares a 9 5|8 e 9 9jt6.
Cotafe* de generes
t"ara o aartcultr
Aseucar
Jsints pe: 15 kilos. 5i00 a 6^800
Orifitallsaii) por 15 kilos foo a '*3U0
Bronco, id(u dem. i*10 a :;*<>
&S3icno3, i lem, dem . 3500 a 3*7a
K&scavado dem, dem. . 24400 a S*6l)i'
Brolo secrws iiem. dem . 5Mk)J a ?2l-0
Broto melado dem, ideen . l*>ut> a 21t
R lame, dem MCfu UUM) a I#70
Algodo
Nao coi)8tu negocio.
Aleool
Por pipa de 480 Blrtl 235* ven.la.
*cciard^wie
Por pipa de 480 litros 138* venda.
Cooroi
Seceos salgados na Dase de ll kiios 780 r('.>,
7enda.
Verdes a 480 rls, ooxinsl.
Carnauba
Cott-se de 15 28*000 por 15 kiios.
Hel
Por 1004000 nominal.
TiEZLLA DAS ENTRADAS DE AS-
8UAR E ALQODaO
Mez de Marr^o
Bircagas.....
Vipores.....
Aoiuues.....
Esrar.a de Ferro Centra,
luera de S. Franqueo.
iai-m ao Limoeiro. .
meu proce limento de tratar com elle de psla-
vm no sei# da mais abandonada contianga as 1
condices m que se dcvia lavrar o contracto I O capiao de Trgala Jos D. M. Portella se-
s Hrs. Ferraz e seu filho leyaram-me para a guindo para o Rio de Janeiro a bordo do Pala-
imprensa e agora leiihara paciencia, nio cessa- gonia, despede-se dos prenles e amigos,
rei de nradar por josiiga e de protestar contra Arsenal de Marinha, 13 de Margo de 1893.
as espoliacps que lenta sofi'iido. I ------------------------
No I a injusliga, o capricho os raeos lor-! e perfame universal. pjr esle sv-n-
lusos empr^gados para a conculcago do meu P>'ni.;.> malo e n ije geraim-nie coniprid* a le
direito poiero leval-o de vencida, mas lenho "i Agja Florida d* Mur^y & Llaman, tai
anda meios de nao deixar que o escndalo re-' dver vale na enxurrada da depravago dos lempos. I Como perfume para o inco exqoui a e e-
Ki de dissecal-o em suas mais intima, fibras,'cherch. Cuno esmeu -.u ro tooci^-vr e nem
desvendar-lhe os mstenos, fazel-o correr mun-'rival p.ra fuivinar a cot-, f z^r jeappar>-fer
as roeas, fTialerer as geo*iva\ osado ^mo
do.
O Sr. Marcionilio confessa qu3 ficou com o
meu cofre, mas que nao lera dilliculiauo a en-
Irega d'elle t; apenas exige, c uno di/, em sua
publicacfto, que a entrega seja teila mediante
mandado judicial, cora as devidas precauges,
depois di- un exame externo do mesmo e in-
veniario de ludo quanto n'ellc fr encontrado
para evilar que mais larde venda eu ou alguera
pjr mim, a bsrr-lne inniignas i.isinuagOes.
E nao tenlio eu visia disso raaao em bradar
por justiga qnaiMo s^ m: du vista e face do
publico -ienlio e rete o o vosso cofre, est em
meu po ler es'.e objeelO alheio, cujo dono o re-
clama : mas nao o entreicu einquanio nio re-
quere'des mandado jud cial, diligencias de
exame e inventario que rae livrera de luturas
insinuagOes ? !
J se viu isio em alloma parlenao sendo na
Calabria :' -Pois si a Cufrj nao enirou no ar-
rendame'ito e a deixei n DgOOho para o Sr
Marcionilio m\> iv*l>lir, lal er
eriiifncio, e alliviar imm""i-iiam''niH ton irn-
>agao dos ervos ; como r>f iteraiie po oirb<
insooeravel para VttoM-ira coo#llta gSa cbiiCS-
ti pil fadija, a ue Hidai! 10 o caio-, para eo-
dorpeer as Cernes e tornar a i ella toave e vicia
C0"'0 o s?iim
*.lem U'sio, um vsli siss'roo cem nfeero de
viaxem para refrescar o CO'po, dlS:ipr a cfl'H-
da aring^j p-ncifer-sn cooira os ;nii s cheirue e
m'?*mas itletrios eevnar em mullos c-so< o
n i do mi-. TifK sao as vjrtaies qoe ine ho
tiHla a lisoog-:ra designago de per'ume bO-
verf3l. 17
Collegi) Paitheaon
deposilava em seo carcter; b! o Sr. MarconiMo
reconhece eslu nbngacSo ; para < umpril-a pre-
cisa de tomar caulellas que o livrera de futuras
insinuagOes,-ol!-por ventura hei de ser eu
que as promova para naver a que raeu?
Onde achou o Sr. Marcionilio esse modo de
reier o que alheio contra a vontade de seu
dono? Mas a razo ouira : elle sabe que eu
deixei no cofre no s dinheiro, minhas joias e
no minha mulher, anda documentas importa ri-
tes de que podia fazer U30 contra elle e contra
seu pai na questo do arren lamento do enge-
nho Sltc-Rin hos ; difflrulia a entrega do colre,
exige exame externo, feilo Id em lpojuca.......
(por ora abster-me-hei do referencias que vt-
uham aqu a proposito) para provar que o cofre
est intacto, inventario do que n'elle se adiar
etc.
Ja disse que para evilar quesles com o Sr.
Marcionilio fui lorgado a vender os ensjenlios
Fernandas e Jussaralsjnho mas o Sr. Marcio-
nilio, nao salisfeito, quer anda me amatar a
um novo pleito para liaver o meu cofre com o I
que nelle se contera 1 !
Tera razio Sr. Marcionilio, mas todo tem seu \
lempo. Continu l com o cofre intacto ; esse
negocio ficara para depois, quando eu liver na
quesio qua trago com seu pai a decisao que
espero da ntegridado dos juizes que tem de
Recif, 13 de Margo de 1895.
Bardo de Taquaretinga.
(Eslava sellado e recoiihecida a firma;.
---------------^---------------
Ildefonso de Azevedo
PHARMACEUTICO
Avisa a seus amigos e a quem inte-
ressar, que se acha nos dias uteis, de
10 horas da manha s 4 da tarde, ra
Mrquez de Olinda, n. 38, I.* andar.
Residencia ra Formosa n. 5e
Rna "o H i=p c'o n. 3
Este estabe eoim-oto e lasno gao pririiaria e
se-u'isaria a'mu-aiarrco' lote'oos, semi-in-
coofianga que ter _05 e ,xler ,05
O dire'-'cr
Backa:el undio Aves M.oaji.
Anacahuita Peitoral.
Ascufis protlu/.iilas pdn composi^ac
da Anaeahuitii peiloral, sao real-
muiil mitagrosv
Dod Cleniciito Silva, que resi !e di
ra do Eslaiiu. Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em lita cidade,
que havendo soflrido atrozmente Iconserva!-o por melbor rolhados que es-
t-'juui os frascos, nunca fcil saber ao
ja&to a use que toma o doente, porque
o ether evapora-se com grande rapidez.
Todos estes inconvenientes n2o existem,
mais actualmente depois que temos a
Perola- de ether do Dr. Clertan. O
Dr. Clertau censeguio enc-rrar e-te me
di^amentu, verdadeiro fugitivo, de
modo que se pode con;erv l-o indefenida
me:.te em doze< fixas e qce se toma
com a me ma faedidde como efo-e urna iitaKaii
pilula sem que e sinta asensco doloro- ^T sislf
que de qu-lqner outro modo produz o
ether na bocea. Eta- Pero;a- fabricam se
em pa a de L. Frre, A. ('himpigny e
C, Suc es., 19, rtia Jacob, em Pariz, e
veudem-se em toda- a< pharmacia'.
16
Poro, 17 de Abr' d 1886.
Illas. Sr. So tr e Bowio,
Dnil ro tus tv ho emp e a^o com
va >t gem m Emols > >e Sj t t rra do-
* u'il p* niipclmmte ni tberap9ti>-a
infantil pe'a faci!'dde p:la poqu noa aoeoto. Uom^ndo-se e
ole > de ri'i:doj de Oacahai e hypo^Lcs-
oh tos, consd BQ em grande ouae.'u d-
m> leseas, um n?e-iicn>ent til e a*
aci ar'pl!ca^5.o.
V. Fo-ite-,
Fac'HtVo r!o* Hospit&ea do S Autjci:i
e de S. F.-sncisoo.
----------------o---------------
O Cognac aTrazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
Ihma, peiu e>paco de mais de selle anuos i 2,9500 a garrafa.
?etn que medico algum jamis Ule ouves-i O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
1 ^ 1 cS '
c3 c8 O-3 O
k, 3 a *
rrt j O* H c
&> < 2 P9 es O (/l
0 en s i a O > -3 0 > O t o = r cj k> 7! >1 ----
O 9 m m O to 0 4- c3 O -4 O "o s ti c 4) t-t tN? .5 5.2 es _, 0 c 2 O 0 ce -0
"O 8S -i 0 5 5 0) 0 -a a 9 2 P5 w 3 tC as .5 a a "5 "3 5 - 3 0 0 5 0 a. 3-3 - 0 a t^ ^ '" 3 S 2 q.2
m '< <. s - 2 _5 Q
= No vapj' mgiei M.restow, pa-a New
Ya'k, tn-egaram :
A. Pniis. 45i wcos com 33 80 Kilos de
k-'os a-gu^ir ma'^wado.
B Vvi lams & G. 30J sac;os com 12,50) kilo
de Biica' onajCoVadj
Nji PiTio, carreaanm :
M. Lina *G, I7i sa-.cas com 17,921 kilo-
de -jigoCa.
P. l> uto &. C, l Darrici com 85 litros de la-
pian 'e maoilJCa, ti narris cot il50 dlt>S 'le
loel, 10 ditos .om 45 dtioa de agaadeute d 100
cocoa frucia.
Para o nlerior
o vapor iogle ellarea. para Saotos,
carregararj) :
L'ma 4 Miraes, 1000 saceos com 6O.CO0 kilos
de as'Dcar oranco.
No aporaltemiO'Pategania, para Saa'os,
c:rrei'araai :
C. d- Escv, O caceos com 0,000 k los de
asxocar uiaicivado e 500 diios com 30.OUO ditos
da ou. Oranco
P. deOli'eira Miia, 2;0saccJ3 cono 12,000
Kil-is e ..rsorar ui^scavaao.
B. Can n k 4 C, 100 saceos com 12 030 kilos
de a**s< a- branco.
P den e & C, iSi saicas com 13,968 k'.Ios
de a no .a.'.
Pa'a R o de Janeiro carregaram :
P. M-'irte & C, 200 aaaeaa com 15,575 kilos
de o IJ od d J -
A. Cos* & Flora, 800 saceos com 48.C03 IciIj
de*socar orauco e iOJ ditos com 12.000 dlton
l- iii o tascavs'io.
L. i.'osla, 10,000 cocos frocta.
J. L. Bar o-, 20 00 coc s frucia.
C. oe D uKas, HO ca xas com medicameulo.'.
Para Santo*, CrregOQ :
M. S. Ma a, 250 saceos com I5,u00 kilos de
asi maecavado.
o vapor francs Vllle de S. Nicols,
para Santos, carregaram :
QM. F. Lene & C. 310 sasejs com 19,200 :iios
de assucar brando.
L. A. da Cosa, 18,000 coos frnca
142,000 kilo
faxporcaco
lec:e 12 de Margo de 1885
Kra o exurlor
Arctiiiect, osra L ver-
kilos d-
So ragor ing'.ea
pt ol, cf.rrPk!ar>'n :
Joiio & <:.. 28J ecos com 21,075
assucar auscavaCo.
S. Goimaraes 4 U, 70o sac;os com
de asaa;ar Draoco.
M. S. Maia. 5-0 saccas Cim 30,000 kiios ue
JSrQi ar [oraOCO.
;j vapur ingle 3if, para Sintos. carre-
gou :
i T. Carreiro, 200 barrls com 17 OJO litros de
agoaa ente, 500 saceos con 30,000 kilos de
a.-ucar brancj eCOo diius cim 30,00J ditos de
dito iod8caado.
No vapor iogle Snclid, para Rio de J -
neiro, carreKoo: ,..
F. Oliveira, 500 saceos com 30.003 kilos de
assocar braoco.
^ No vapor ingles M. Prince, para Rio de
Janeiro, carregju :
Compaobia de M-lhoraraeoto, 393 sa:cos com
ii 40 kilos de ansocar braoco.
. No vapor aac oaal JaooaUo, para Leara,
carregaram : i',
M. A. de Sana 4 C, 8 saceos com 480 litros
de leijio.
P. AUes &. C 30 barricas com 3,135 kilos de
as8ocar braoco.
V. da Siiveira, 41 barrlca3 com 3,060 kiljs e
assocar branco.
J. M. Moreira, C0 barlcas cjm 6.210 kilos de
assoc. r branco e 60 di'aa com 3,600 daos de
dito refinado.
J. &. do Amaral 4 C, 2 barr3 com 180 litro9
de vio.o de tracas.
. de Estiva, 5 barris com 450 litros de aliool
Para Natal, carregaram :
I. Altes fc C-, 20 Daincas cora i 200 koj de
saseror refitado.
Par* Aracay carrpgarrr :
j. S. do An*r*l4C, 30 barra com 1200 lij
ros de finbo da ira; as e lo zuia cjm 00
,01 s dr cidra.
ta 8$000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
reumaticas
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
tem grande importancia
f<8 proporciouado o menor allivio ; docrdio
IU fialinefile em lomar da compusico
fi Anacahuila Peiloral, e depois do ha-
ver apenas lomado dous frascos, deseo
brio com sorpresa, que a graude copres-
sao do peilo havia quasi completaiueate
desaparecido. o eulanlo fji colM
miando a fazer aso delle e no fm de lies
tnezes se achou complelameule curado, j chimico.
com grande assombro e salisfaeao de lo- Este facto
dos os seus prenlos e amigos, os pitaes j tratando-se de crianzas e pessoas de
haviam perdido as esperaucas de jamis licadas.
?el-0 bom. Disse lambeta qua desde I A Imprensa j deu a sua approvacao
enlao esla parle o lem reccmmendado e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
uiii grande numero de seus couhecidos da do CoSnac Brazileiro.
que sotrriam de diferentes affecces pul- ^T Os^Garrafa 'SOO
monares lo requenles as costas do ma ^1"*^^ Duzia 25S000
Pacifico, na America do Sul, e que seus j Na fabrica a dinheiro por este preco
bons resultados lem sitio universaes. remette-se urna duzia de cognac para
Como garanta CODtra as falsilicaces, qualquer ponto do Estado, por cami-
observt;-se bem que os nomes do Zara- nho de ferro ou martimo, sem despe-
man tf Kemp venham estampados em j za
I a t
DE
, CECB S G.WCfi
( Grande depurativo do sanguo ). Approva-
do pela E\ma. junta de hygiene do Rio de Janei-
ro,_ premiado na e.xposico do Chicago e prepara-
do'por
JOAO D. SILVA SILVIRA
Ph?rmacemico diplomado, residente na cidadt
de Pololas, Estado do Rio Grande do Sul.
Nao se julgue que estas
duas palavras acham-so
reunidas t3o s para ar-
mar ao effeito. Sendo
ilis duasinimigas, pa-
recem entretanto a ca-
minharem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempro prompts a dar
eombate entre si, porque
asyphilis um dus ila-
lios da humanidade:
so poi* si, ella abra rige
dous tercos das molestias
clnicas, revestindo e
mascarando todas as en-
tidades do quadro neso-
Tends qualquer iiamfestay&u tuberculosa < Procurai a fundo della 9
reis encontrai-o na syphilr, se nao adquirido por vos, representando um
rise legado de voss:s antepasados. Tendea dores irradias as pomas,
jnos bracos, no tronco, em todas as articulagOes emfim ? Nao precisaos d'o
mais nada para ficardes convencidos do que tendes em vos o germen fatal da
syphilis. Cahem-to os cabellos, os pellos do r to, a pello se enruga, orna-se
furfuracoa, os unheiros manifestam-se em larga escala, e ficareis incerto
sobre a origem desses males : ac redi tai, porm, ainda a sypkilis a girado-
ra de todas essas manfesta(;0es. Nos combates do amor, sahises ferido;
nao perciis tempo : ainda a sypkilis a causadora do vosso mal presente e
futuro. Nem mesmo a innocente crianca escapa a essa pragauniveril:
ella acaba de nascer: apresenta maculas p.-lo corpo, que, asimples vista e
aos olhos prufanos, parecem casos do nonada ; pois bem : ainda urna ma-
nifestacao precoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre crianca nao
passa de urna heredi-sypJiilica. A syphilis finalmente, o Protheu, que, sob
todas as formas o as mais extravagantes, so manifesta e transforma, tra-
zendo a hnmanidado todo o seu cortejo de drese incommodos. Oque
curnpre, pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, quu s em condices
muito especiaes podemaproveitar: e s lancar mo dos depurativos vge-
taes associados ao iodo, unios agentes que sabeirt alliar a grande eilieacia
to, mas ingerido com as essencias epy-' de seus ell'eitos a iunocuidade relativa de seu uso e emprogo. No numero
que o acompanham, c um dos preparados emcuja confeceo entram estes agentes, oceupa inquestio-
navelmente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE.
Elixir da No*^ueira, Sal&j?, C a roba
^u'/yico iodr.rado
Eficazmenteeinpregado nassoguintes molestias: sjrpAt/isaob todas as suas
fu-mase inanit'ostacoos; escrophulas, fstulas, rheumatismo .empigens,
boubas, boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da palie, cancrosveuoreos,
rachitis.nos. lloros brancas, espinhos e darthros. E cujas propriedade tm
sido j preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entro nos o
por professores dos mais distinctos das nossas faculdades.
DEPSITOS:Companhia de Drogas do Guimardcs Braga & C.
____________PEftivA vi BUCO
Peitoral e Cb^oar
Parecer letras transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa,
Acha se de veuda em todas as boticas e
Pedidos de 10
descont.
duzias mais 5 0/0 de
drogaras.
Bronchite as th oa tica
Curad pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente
Poneos medicamentos ha to unnime
mente elogiados por sua utilidade e pro-
nriedades, como o ether para dissipar as ]
os atordoa- n Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
atormentava, j nao o dei
.-------b, .&. -------- _.. d dormir, com o uso do Peitoral de
vosos ou calmar os phenomenos hyateri- x*"uu "*"*
eos, os espasmos e as convul-.Ses em ge-1 Cambara, de Souza Soares
ral. Por caus, pora, da eitrema vola- I O agente Compan/ua de Drogas e \>ro-
O Peitoral
veira
de Cambar,
de Souza
a ncai;ao fia aa-'inouia hmd os casos j*ib eomhatr. ceno* :.'e qu-- m-ajui -ino ^
iftnoait>o8i{&oionoeHOM o*n o or.io-m; per
rmis fra:ii w *e>-i.
3!odo de niar
A*-1 Tisnra \e um auno tu gota* rtp 2 ere 2
Soares, um poderoso expectorante. bt,r!"pt15 um,. eoltr das rl ! Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res.
Dr Francisco Auguslj da Silvci-
ra (Reeife ]
enxaquecas, as vertigens e
mentos, para combater as caimbr s do
estomago, a? indigestoes e vi mitos ner- 8 meze?
tilidade do ether, alm de ser impoasivel
duftos Chimicos.
No hiaie AdellM, para Mossor. carrt-
g*t> '-
<".. d Bitiva, 1 barril com (0 litros de v-
oagre.
Na barcaa >D. lollt, para Arac ty. ca--
retiaram :
More 4 C. Saccessores, 6 caixas core 135 kilo-;
ds rap.
Nj hiate D. Aotoaia, para Aracaty, ear-
rc({a-au) :
1. deMr.toa I mos, 2 cai-as com 30 kilo de
relias.
Readlmeatua pablleoi
U-z e M-i-gj de 1893
Alfandega
Renda geral
0 j da i a 12
(aera ae 13
608.13319
5i:6Hi03l
Reada do Estado :
Do da 1 a 12 i50:054423
Uem de 13 t 85508
Somma total
662:7o7i50
175.7399W
838:517*378
Parnaaibco, 13
2* s?3c,Sj da Aitaodega de
de Margo de 18S3.
u ebefe da secgao
L. F. oodecera.
O tbMiurelro
L. M. Rodrigues Valeoga.
rei:ebedoria do estado
D) dia 1 a 12
dem de 13
Somma total
RE"TE DAtNAGE
Do da 1 a 12
dem da 13
Somm?. total
38 181*206
2:359*193
2 cargfs com c*roliotio a 300 rs.
5 carcas com dlersas a 300 rs.
5-i c*'Ka com fartona a ttHi rr.
6 ca/CM com railho seceii a 200 re.
5 rarcat com fei|ao a 200 re.
70 uigaics a !COfs.
8 Sol nos a 200 rs.
\t como. com.ounelroB a 1*000
9 cooip. com scia i o.- '00 rs.
8 comp. ct..'o fresaurn; n s.
3i comp. com comidas a 70o rs.
70 airnp. com fazeodas a 600 rs.
49 :omy. cora verduras a 3>0 '8
82 '.orno, com farir Qa a WV> '8.
4a mw.i. um tainos a 2*000
Rjodimeoto de 1 a 11
*6'0
*30"
iiiatmi
Ui'H
1/0 MI
U*HOO
lGi't'
12*000
6*3<
4*80H
23*800
4240 mi
14*700
32*800
93*000
294*50o
3.219*600
3.5*4* 0)
40 5i'*399
18:189*960
5:049*153
23:219*113
Molmcoio dojporto
"ti Navio, eoirado do ma 13
Macei6 iie, ba'e nactoal Deus te Goie.
a Mno Teixeirt Bortosi, carga varios geocro-; a
QBatDolomea Loo engo.
Na no- sabaos 00 mesmo dia
Vapor al.ea.aj Patagooia, capttao J. Holmee,
carga varius geoeros, para Sanios e esrata.
Vapor mg^ez Eacl d?, capitfto Roben W. Sre-
damao, ca^ga vanos geuero?, para o Rio ue
Jaoelro e escala.
Vapor iDKlez Uaristaw, capito J- C. Pront,
carga varKs geoeros, para No7a-Yj.k.
Hercado Uanieipai des. aos
O movtmeato deste mercado do dia 12 de Mar.
0 foi o segainie "
Enirrrm :
44 bois pesando 6.891 kilos
2:5 kilos de peize a 20 rs.
2 coropart. com manscosa 100 ""a.
2 ditos com camarfies 100 rs.
28 1/2 columnas a 600 rs.
5 carga com galllobas a 600 rs.
2 cassaaes com gal liabas a 300 rs.
1 cargas com mtlbo verde a 300 ra.
1 cargas com macacaeiras a 300 rs.
3 cargas com melaoeia a 300 rs.
1 cargas com loogas a 300 rs.
2 carga com batatas a 300 rs.
13 cargas com gerimuos a 300 rs.
1 carga com bananas a 300 ra.
1 cargas com laraojas a 300 ra.
4*5 0
*20'J
soo
16*800
2*500
*eoj
*300
*300
*900
4300
*600
3*900,
Prsjos do da:
Carne vetde de 2)0 a l* rs. o kilo.
Sdioos de 900 a 1*2 0 dem.
Ca'tieiro de 1*000 a 1*200 dem.
Fancha de 700 1*205 rs. a caa.
Mil lio de 600 x 700 rs. a caa,
b'eao ce 1*500 a 2*3' 0 a cuta.
SavSos esperados
De i"'t>lo!S8
Logar r.orueguenoe Eiawjld.
Pa'acno belga Erait'e.
Escona italiana adii-sim rto Rosario.
Loar portuguez M' 3II0 VIL
B rea noroegnense P*ro.
Lugar diaamarqacz H.l>uz.
|. CarditT
B?rca norueguense or.
Barca noniezuene Iir-e'itaoee.
Birca noru'-gofose Ventas.
Barca nn-u-zueise Trao-atlaotie.
Barca noroega V. da G-aa.
De Londres
Barca nomega K'onos.
Logar iogl? Fauny.
Harca uoruegoeosi; Gyda.
>je Terra Nova
Logar Ina^z Tyrse.
Lugar inglt-i Siel'^.
Lutar intlex Belle of tbe Ex.
Vapore* a entrar
Mez de Margo
Shuflsbury, do Ni, hoje.
Lelbcilz, do sal roje.
.Elbe>, oo sol. a 16
Boma, do sol, t6.
.Minaos, dosel. 17.
.Magdalena, do Mil, a 17.
Kspi'iio ssmo, do oorif, a 18.
Las Palmas, do tul, a 18.
Cordob?, "a Soropa, a 19.
.Habo-o Adels en, do su', a 20.
naoube, da ur. pa, a 20.
Crele Prince, do sul. a 21.
Marannao, 00'sol. 2?-
.Alaeoas, uo sal. ti 27.
.Stella, do sul, a 30.
Valores a at&lf
Mez de Marco
Victoria directo. Enrli hoi. 3 borai.
Santos e esc, o'', boj"- 4 H'8 .
Rio G-snle do Sul e esc, i'aoema, 13, as 4 c
Santos e fs'v, Sa'iBburj, 16, i' 4noras.
Sonth^iipU'i) < .-se., .M-gJaleos 17, a 1 Dora
Sul, .E'nirro Saoi, 18, 4 boras.
No Mmaus. '.8, as 4 bors.
LisDca e eso., Eibr, 1!>, as 4 roras.
Genova e en ., La- Palmas, 18, s 2boras.
Santos e b*c, Ha0"n A.ieoitn, 20, as 4 boras
solos e <"C Ro:a. 20, is 4 bnrag.
Buenos Ayres e esc, .Daonop, 20, as 12 horsF
Saolos e ese, Crdoba, 22 tu 3 boras.
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a Influ-
\ctisa, as Corysas (difluxos) acompanha-
1 das de reacr;o febril, broncho-pneumo-
I ma, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculoso em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangitc, molcsti.is da garganta, insom-
uias c ti'sscs sufocantes cedem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia nflala
Etlner broinudo
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xaropc do Lobclia nflala, no tratamen-
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maor ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos '
Ra Mrquez de Olinda n. 30 I.' andar
Pharmacia Alfredo Ferreira
Pharmacia Ribeiro.
Pcrnambuco
Elixir Ati-Febril Cardoso
''( um ? tres sbdof 15 K-.
D-' 3 > '0 anoo^ ero manta 40 t'Ottas etc.
Estis coses devem Rem,.;''H ser ap|!icL.:a8 em
agaa fra.
Cepositu.
Comp:.ntiia re bri-gar e Proluctcs '^b'UJ'CP
Hoeife, ra no larqcez de Olioda u. 3.
N^ciCai Pbar naca, ra Lar^a no Rosarle n.
35.
Pnarxana Crifn'.a!. roa Estreca r,o Horario
a 3
P.rujHcia Alfredo Fdrreira. rea do Bario da
Vi tor.a Q. !4
Poarmacia -.-ii-, tua Duque de Caxias n.
80.
Pbarmacia Rtheiro.a pruca Mai-iel Pioae'^o 22.
Hnarmiria VieioriHnw* di- Lniz Igoacm id au-
trade L'aa, uiiiado da Victoria
l*ara nu^iuii* icfo^mafio srrS epT:;t'ado 0
.f.'.or aa ra Estrena do Roeano n. 17.
Os nostoe frascos B*o cuadrados a oooia go-
fi. N'um lado eem grvaloBliyii inte f-ortl
'. no oairofctarK< Cardoso -Herr.^JiDuco. t lo-
1 >* n: r.ifM t"? &" m| :D>doa '' Manoel
Cardn Ja::ior, sendo falsos os que nao furem
asaiftoados.
Peitoral de Cambar
1:.*00&000
D-se esta quantia a quem i-rovar a
So authenticidade da declarar;ao infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
e um grave .bronchite, havendo dias
ie lancar mais de m^ia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
i logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a contnuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
jparecendo e hoje acho-me completa-
' mente restabelecido
SEGUNDO A FORMULA
de mente restabelecido Joo Jos Zj
.il'inOel CardOSO JUIJliOr k* rLavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro j
O agenteCompanhia de Drogas e
*300'Manaus e esc, .-annao. 28, as 4 boras
f 301 Norte, tAlagoas 28 as 4 boras.
App'o'ado ern 2 de Marco dp i8'0 patela i>ec-
in i 1 G-'3l Ca uigr.a Jauta de dy^leue do Rtc
f Ja"pirr.
E parado Heguit'l" a>i rearas barwa::-.-uuuas, a>uD-
,eibada8 elo' autores modernos e de recente-
ctda cid eidrrJe setent ca Loto ao paiz cea o
on extrangetro.
Eite Elixir o Dro neto n5n f do g-ande es.
ludo das a-s5t'8 priysiol< gleas aas -u:.-tr.ci k
romo tambem patolgica?, corno tambem o re-
soltado das irnineosa* appltcaies nos diversos
cassf de fsSns de f'ind" palustre.
A aplic?cao a< E-te.Ehxi' na grande epide-
mia d>- bexu'as de 1890 a 1891 mais urna vez
lemoos'ron a sna edicacia; pois no prjncitod"s
primeiros tyxptomas a bexiga abona, e tm ca-
yos Dial* a.naiitaaoa a bexi;a passa a er nro
loerja febril volear apreseutaodo pequrnas *to-
mef c0"s que com a conlin'cso do elixir dfsa-
i^.rectrm 3em totiavia apreEentar recen de pe-
r i ; o.
-' mutics attestados publicados no D:ariode
Peroambnco e tiazeta da larde* provdm o q,e
dl-mos.
Nos casos de iebre amarella o effeiio e admi
ravel,v.presen ando pbenomeoaa to maravilbo
mm> que nesta cidade do Reeife e no do Rio :ie
IiOtorcj psoco recelo causa a feb^ arasi-eli
nwanio estando o deente com vomito oretcs.
saugaloeooestea elimos oenodos ( eutao m-
ceatro a apniicaao em alta dose, desprezaado
tirilla inoesa
Btte Elixir ]A ccr,r;ecido do publico de ox
graude enmero dedgnos crji'dcos i aprpsentado
tira ronbaier o differen'.ts jncomiiTdos todoa
alien de carcter febril.
Por rooto tempo tivemos occasISo de 'azer a
appJicaso C3S !eb;?a eryaipellosas 6 com to
bc-:i realtsao que fictos admirados de to ai-
tos eSetXF.
Pela pratica ebegamos r conbecer qne nos
ataques de fcore erTsipdlosa ou erystpelta romo
alRMBnto.ie diz nect-sasrio o cao ue 10 e.\at
Iwt
Nos grandes incommodos das lenhoraa r
trasSo, gravides e bos sasos de p>.r o com f'.
ore ti >:e um resultado aia<> ce to e seni o o e
a roa cornposicao to sipleaque no off-raae
Tf,: o dr pplicaro El'Airtam mssmoem doies
supenorea as indicadas na tabella larra.
Pedimos aoa dlgnissimcs mdicos ene de
retn taxer nso deste E!nir em san ciioten ni
snjeitarec nessa prescripsao, mas sim tazer a
Pro lucios Chimicos.
Elixir
Ha 4 anuos que
32. s: orato
eslava intrevao Bem
' poder vir n^ roe neo cuidar aa rniuha
vid, com forte fho'jmatismo a que niu-
gueai dav remedio. T mei 6 frase;s de
Elixir M. Mt-rato e eslou completa
mecte curado. Ajud-do de Deus seja
quero descohrio eBte nbhi
Villa d LuQi<3.
Weace.l) Pereira BoD.lb.
Deposito em Peruaicbuce.
Companhia de Droga a Productos Chi-
micoa
Baro da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peitoral de
Camban!
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
ptalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestiasdo appa-
relho broncho-pulmonar.
----------------------------------------------
Terrivel tosse secca
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Joaquim Alves Ca^ alcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos do urna horrivel tosse secco com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar i, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
1
\
\*
%
'-'
4 W I


^^rt^
i *Hmmw
*

**i' i" g>it iai
nidrio de Pepas* mi* bico ifeuinta-fcira 1H de Marco de l$f>5
._- iim...... l --------------------------------------------,----------------------------------..... ..
t*l4or
iriso: Barbdfco.
Ih^r, iran'a(PTnap nn P
eante
Ia nai'eri>arfo
L" i. Cnaicaute e tua mu
alir. de sea
M^ e-cu-cito pi fO-t-. Salvado! Barbaiho
Ofti Cavulcatue. i" Diive-sano deseo maos-
lo pasamento, no di '6 o correte, 3 8 D-ras
da marba, na mat'ii da 3o-Vis econv:tm
aii. paren'e e arabos pa-a assuurem a esse
acto. '0"pear-n !o->- rtesrt. j f graieetdOS.
EDTAES
MVAUL
APURAgO DA ELEigXO DE PREFEITO
O r. Sob-Preteiio do Jtfu'iicipio
Beciit, ea> esero'cio, mr.nrla toser publico
One. cd cuoiprimer to ao disposto r.o ^T +
4* das iu.-trotc.5eB do Ucvrnador de E-
lado, de 16 de Ag-ato ultimo, coi.vida
11 jcenibrea do Cotc-lho d^ste muni ip;o
Den Ecb.'2sd Martina Ptrsir, Dr. Augoao da data
Gontt.', Job Xavi.-r C-rneiro do B rro
Compeli, Dr. A-o-nco Mara G'.noalv.J
de Castro Mii8ui.rei.biii, Coronel Francia-
00 Fej.i. Boulifreae, Dr. To'.m Fe.--
xeira fie. Carvuibu S^briiih, 'orn I Frun-
ciaco Fauatina de Brtic, .D.-. Fubio d.
SilWisa B-rr:;F, Airdo FaloS, Jos
FhupIbo Porto, U.inaelhc rt J^aquim
CurreJa de Araujo, F^rnicdo Pereira da
Sl'.vt, Jos P-ireota Viaooa, T-ioeate-C.-
rooe? Andr M*ria Fi beiro e Flix Pe-
reira e Sjoz o bos oidarifioa Joi V.cer.te
Fer/eira da Siva Junior, Dr. Fra> c seo
de Athayde aLrtioa KiCeiro, Dr. Beroar
do Jet i% Gk. L' a. Ter.ente-C- r.'cei
Hentet^rio Moitl cu Silva Joa^MOi Jos
e Abren, Auaclnto dn Silva Kanto. Ma
su) "Wsldcairio Soarre, Ernesto X*">or
des S-ntoe, afasoel Rodrigues Nogaeir
L>j.. J' S trado Xvier 4a Oras, Jote
Roberto Quien 0> ebo, Alfredo Gibsun,
Francisco (Jarlos da S.va r rugoso, Dr.
Cas'anri Anuir" Les e Dr. Afficso de
Barros C valcnti de Albuqa-rq-ie, presi-
des tea das aeocoe 2o. 3', 5', (5a, 9. 13,
U, 17, 18. 19. 20, 21. 25, 27 e 28 ae-
gHcdo a urdero numrica peles actas re-
metiCj-s, a compare eerem na ifila aa se-
cretaria dea' pufeiiure, no da 14 do
mote, a 11 huras rfa manhS, afim de
precedt-r-se h eptirfi^aV. gerBl dos wr.tce
obtiusn* eleie&o realiaada em 4 do flu-r-
t, p^rM Dreeaihinjecto da vaga do cr^O
t P ef i'o xhena pelo tallecmento do
Dr. Manoe! Piolo Doraaeo.
E para constar nandou paHioar o pre-
lente edisl q'e eu Joq im Iob F'ireira
da Rooba, eeoretano d* Preeitura eacievi
em J2 de Marco de 1895.
Joe Marcelino da Roaa e Silva
Siit)-Prefito
Criada ce%a'->qoeo bem dad ) em G-Dc;a re aciahvro e dtt-
fOioar. g^ao r lyio e qu I juer onos.
0 rreu.t&men.o cotn^gHra d" Maio do corren-
te aona e liu.ma em Mam ats t3 9, quii>d 1. r
to iea dopremu. entrejaauo u, ie-r^nia p.r.
1 "v.; piautio .1" Si'ra e'i, ai^i, de 1898.
E imh era 010 engei^o a reaJ.io a quera
mais oer e malo- lance ifTirecar, uo a a e i^ora
aona dlcaao?.
p-ra qr.e ctesoe so conhecimento de lodos
mando ao po t i;u <;o ju'y alh'e o arwmld dh
'0,-r aj cutttrtoe e qus pas^s a reapec ( a ce
tuo.
Ua<:o c pa^84''o 'esta via de Aia Pteta, em
8 de Ma-go ae 1895.
E, Prfjro Severo da C)it.i Lelte, escrt&j, o
eacev.
Mi oel Florenti o do A. M>"tecezro.
EtVd aellaaa com 60U ra., "lo t ve:D .
p- m-ii re cao cjutiuna ni dito auilal, que vai
fi-liutute copiado, e ai a ..
Aaa Prcia, 8 e Ma co e I89S.
0 eacrivo,
! e iro Seveo Ja Cosa L -i'c
pe
a
( Bir>arla oa Juanea, iNe^ocios lacnuibse
l3"a'{ii' Fonbca > E-taoo oe Pern-mbuco.
l."Qi:CCtorir.i.* S''Sai *m 7 de Margo de
EDITAL
De trlem do S-. Dr. Secretario da Ju?iir;a
Metu.1 1 le icres e Iort-otgao Pohlica. heo
prolj.'o que o provimento 00a i*tac'!se* pr|v; tlvo8 00 COQiterClu no llitin
or)o oVata C'-rita'. cnnrr.-re'am no p-aao letial
si Cldaoa r : Eurt-quio C-valcanie L'na Walc*
eer, B-tlarmino do- Santos fio co Pililo, Anteo
Osar de Aodraoe, (Jliis, imane Bia'qne ue
Macfdo. Jor do P..tn cinio Carao Rinein, Jo-6
Alia PereKa Lima, Vr.i nte Fe-reir She Pe
licra. Antonio Arguyo da Froia M 11 ze, Too.
mas fe Aqmr.o BarDot>a de S.ioza. Tbomaz Gas-
een, ftarbarel F.'anrelmo i Sileira Marhann.
Vke*:e Linnio da Costa Camr.el.o Abilio Cir-
menii- o Bnerrp, Saiornino Framiso ne .ooia
c S')a. Joao Barbosa de Sooza e Goslavo Aior.ru
*e Brille.
O dieclor,
ArToOSO V. de Menelro.
fcec: eiar.a da Busti^a, negocios
laieriortse iDslrnc^io Po
Mica d i:srdotie l'rrn'm
buco, iin 388 de Fcvcclro d
1895.
EDITAL
DIRECTORA DA JUSTICA
1.* SECglO
O Sr. Dr- Se^rejano da Juetiga, Me-
gociok loterirea e InstrucsSo Publica,
Banda ttzer publico, pra es devidos
effeiios e em observancia ao art. 25 do
reguixRiento expedido cm 23 de Janeiro
de 1893, para ixecucSn d Lei n. 15, de
14 de N >-rubro de 1891, que se acb-
vago o cargo de jui \ de direito do man
cipio de Salgoeiro, em consequencia da
reroepEo rio magia rd<> que o occa av,
bacbarel Thomas Suriano de Sooza para
o da Buique.
A vaga Je que e trata ser preenebida
pelo jais de direito nuis antigo dentre
oa qoo reqarerem remocSo no praa de
60 da, a contar da data da nublioaeo
do presente Sdiial ; ai nenhum a requerer
o provimento tei i< t > pela trm* deter
min.d." no art. 24 do Regalameuto citd.
b de ccordo r;om o acto e instraejoes de
12 de Agosto do mesmj anno.
O director,
Aflooao V. de Medeircs.
Secretaria de E-tano do- Ke^ocoa da l-
dnilria, em 9 de Mago de 1895.
! directora
F*co pnb'co, de croem do Dr. secretario, qoe
*n> J600 cirrente, p'iceJer'se-na nesia secreta-
ra de estado ao e.iororso para preencbimtrDio
da vaga de 3* offi-ial da I ecco da 1* su
d'reciora da 3' directora reupeetm.
Bese concorso constar de provas escripias e
O'ae ds se^oimea materias :
1 Caltigrapnia.
3a Grammatica Nacional.
3 R-daccac official.
4a AiUbmetica.
5 G?ometria c Algebra (oocej).
6a Francs.
7a Hutoria e Gcocrapbia no Brasil.
O lOod'dOlo" 4 tnscrirgo levero apr'seotGr
mas r>e!i(.6js tt o da 53, provndo ser maioref
os 18 annos de idade e ter moraildado reconbe-
cida e altestada poraotondecee p.iliciaes.
Poderaa, alem di.-ro, ajantar qaaesquer deeo-
mentos que favorecam o reu i' e 11*.
0 di'ector g.ral
Je lo Dmiz Hlnei'o :U Conh;.
O Dr. Manuel Flore itiu de A boqui-rque M m-
f terrgro, jniz de di-ero d monioipio de Agna
sP*i ti. virio*edi le> etc.
fago saber aoa qoe o r resente ediial vl-em,
tice do prazo da le, tem de ser arrend;>du
a tjiun mais der e mslor lance cffrecer, no da
S de Atril prximo futuro, em odicnct ei.e*
cal, a i hora da ta de, oa casa do Concelbo
Ma icipul oe-ta viila, o arrendamQ'o tnenoal
i'o eDgei;r,o F.escuniir". sito neete municipio, a
rtqBerimeo'o do con-entior tenole-corone! Sil-
i, vtano iorelra Cavalcanie. tea:o por ba" o '-
biiramenio procedo por perits, de 2:000/000
anuo") es'sienle no cartoMo do eec:ao que
ese esrreveo, e mais co'digoes seeoiotta :
I. O Uta atanie dar fi.ng. c.o,e., u5j s
peo prero do aivendamento inennal como pela
filel o*erwMicls das cansas segulnies :
1 H50 pOe' tirar as mtttas se ci as om-
deiras necefsarias aoeottsio do engenbo; >r
ecb titee rean. D8avel pela conten gao de todas
aaobra', feodo o Dropnetario3 recponsaveis
fomente pe'M beuf itorias a ees, sjlve caso de
a't'' "rienda-
3.* Para ser sc/i:a fl oca, tc^ti o arrerea-
tole, te a flacca cao for tm unbeiro, rxottrar
Ktcebedorsi do Estado
de Pernambuco
EDITAL
De ordem fio I.1U..0.. Dr. ^.itsioifirf-'o." scien
itico aja Sr con isDclOM. ios impj^tod de lo-
just' a e prottaaao, coiopri beodl ios ;as cas. e~
nr. 7, 3 21, da laoeila annexa 2 I-i 0 org..-
Uini.o na i.or, qoe so acnam coileciados pela
lurraa couai ..tr iiaa retafOes aoa-xo. e qo- oi
termos do ailig 33 das tnst acgOes de 27 ce
J itBu e 1883 lb- lie* macaaoo praso de
15 oa imprj'o.cveis, a Contar oa (Tita ua tu-
DliragSj ao pfestute., para aireseotarem tosa
repart) 3.0 quaerqoer ieei*BI*10aa ou recorai
para o Tiieou.o -o Balado, bou pena de nao ar.
rom uiaiB a tetninlo- lora 00 :tf:ridO prazj.
1.a Seccj da R-ceiedo:ia oaiuMSO tm 13 di Margj de 189o.
O Ctlefe.
Fredenco C. di Suca Gumaret
Ci.cse 7.-A'osazem > x*rqoe em grcs0 e a
reuib'iO:O0OMO.
Algonez Cibra! & C, o Po
drn Affjns^ n. 5t', 1* divinao,
qio a
Djoiuws Redruoes & C, d;ta n.
52, dem, qcota
Saivitio Luis fie Siquetra, dita o.
28. dem, quoia
Jo&o Bnon, dita n. 22 A, iem,
quoia
M.ia 4 Maga be?, dita n. 7, 2a
oivisj, qnjta
An-nruo da silva Ramos, dita n.
16,1 :eic, qooia
Lopes C, ana n. 74, dem,
qoo>a
Jo.-e Ravmoi.do Rjdrlgues Pais,
dita u. t ldeio, uo a
Anlcuio Jos Lepes B apa Soceei-
8J-es. dita u. 5, 2." divisan,
qaota
Fr.ucisco Jor de Millo Costa, dita
n. 26, ioem. qooia
Mamoel Fernandes Ramos, dita
d. 16, dem, quota
Amonio Soares Feruaodea d'v/li-
veira. til* o. 66, lem, qoota
Jo- na S ta Raxo-, di>a a. 18,
idem, qooia
g.wtu. ,.a fifeiieira & C, dita n.
80, idem. qooia
AuttD'o Fe'uannes Rmos, aita
o. 20 4* .iv.-ao quuta
Juao ttaptista Pmbeiro, aita n. 7,
idem, quo'.a
Jus Roanroes borres VillachS,
olla es. 5i e 56, dtm, qcota
A' ton o da silva terr-lre, Olla o.
8, mem. qooia
M.unel Domin^ues da Silva Glrio,
dita n. 26 A, idnr, qooia
Viova Coo, Genr^ & C, dita
o. 14, 5.a diviaao, qooia
Loureugo BlSoiro da (Jouba Oli-
*e:r?, dita n. 63. dem, qoo'a
Rodrigues & C, dita o. 70, Idcrr,
qooia
Finniuo Gomes Leal 4C. dita n.
12, dem, qoota
S Iva & Azevedc, dita n. 24, i tem,
8i03i
845032
84CJ
8U03i
126048
126/048
126/0.8
126/048
168/064
I68/U64
168/064
168/064
168/064
168}0C4
252/096
252/094
252/096
252/09^5
25?/096
336/128
336/128
336/128
336/ H
336/128
336/128
336/123
336/28
840/320
840/320
8;0/32)
840/320
810/320
-
O LOISiOI Ck UK.VZ1LIA.H
IMXK LIMITED, pelo presen,
te, deelara a quena pos a inte-
ressnr. que lo da 15 de Feve-
reiro corrente em diante, e at
segundo aviso, nffo abonar
naais juros, sobre dinheros
depositados em contas corren-
tes de naoviinentos.
Recife, 6 de Fevereiro 1SOS
Gerente.
_____________W. H. BILTON.
Coiipanhia Manufactora
de Phosphoros
Em observancia do que prescreve o
art. 16 do Decreto n. 164 de 17 de
Janeiro de 1890, acham-se disposi-
gao dos Srs. accionistas no escriptorio
da Companhia, ra da Companhia
Pernambucana n. 2, os seguintes docu-
mentos, para serem examinados :
Copias dos balanceos.
Relacro dos accionistas.
Lista das transferencias de acfes
durante o anno.
Recife, 21 de Fevereiro de 1895,
O director secretario,
Jorj'iint P. Goufalves da Silva
Companhia Indemni-
sadora
SSo convidadas es fenhores ""iom's'ss b ge
reoolr'BD em asserr.bla gerai coinana nodia
l'z do crrante ;o meto i)*, ni fJe tfa esma
i-.mpaobla, i roa do Cemmercto n. 44. para
ap eciarem O rtlatjffn e'as epe'afflea 00 anno
pr.xinio rasFarto, [>aec r ca rommirsio li.-cal r
proceder-ae lamh'in a eltigao oa tiesa, directo
ri" e rommseao Hsctl.
Re ile. 7 de Ma'Ci de (8(^1.
Jj qrjm aIvp n? Fnseca.
J -e Perrelri M qo ?.
Corpni: no c Aq^uin Fcnfeca
Companhia Foresta
Agrcola
Sao convidador ttulos de obrigaco desta'.'ompanbia a
receberem do thesoureiro Antlr Maria
Pinhei'o, de 1 de Marco prximo em
diante, no escriptorio de Souza Pinheiro
cSc C." a ra do Bom Jess n. 7, os juros
de 1G /i ao anno correspondente ao cou-
pon n. 3.
Recife, 28 de Fevereiro de 1895.
Jos Goncalves Pinto.
Presidente.
iiim mi m
Pede-se aos Senho-
res consummidore&
'ue queiram fazer
jualquer communica-
Qao ou reclama^o, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde fombem se re-
ceben* qualquer conta
qu queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os *Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermilo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
DERBY-CLUB
DE
PERNAMBUCO



J


uta ti*
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
quola
Pereira Carvalbo 4 C, dita d. 6.
dem, qooia
Domingos Goncalve V Ha, roa da
Madre de Dos n. 9, dem, qoota
Jos Saraiva &C. roa ae P^dro
AOo.so p. ti i'"-m. Qi"la'
Amo im Ianao- 4 C, roa do Bom
J-fQi o. 5 11. "ivisiO, qoota
Per. ira Carne.ro & C, 'a-go do
Corpn santo n. 17, dem quota
Sova Mila & C, roa do Vigano
Te-ono p. 19, idem, cuota
M. S. Mala, Olla n. 13, dem,
qoota
lo* baltar&C. largo do Corpo
Samo 0. 19, idea- qoo a
10 0 0,000
Classe I3.a-Armzem de compras e vendas de
ali-odao, denorenado preasa de aigodao
3-750/000.
Victor Neessen, 1." travesfa de re-
oro Affonso u. 2, ." oi'isao,
qooia
R.ymuodo Seias, N. ds Praia n.
2, ti.etn, qoota
Joaqom Derd er, dita n. 34, 4.
dlvtsao. qoota
Ado.pbo Martins do R 7.a divisao, qoo'a
Jos Podro de Lyra, dita n. 38,
idem, qoota
rnaHrOo Xavier dos Santos, dita
o. 30, 10." divuao, qoota
208/332
208/332
&!6/ri64
533/328
833/318
1:250/016
3:750/000
Clasce 2l."-FnndicSo a vapir-3:750/0jXJ
Alian Paterson Ai C roa ao Harao
do Tnu 1 pbo o. 44, 1.a ditisSc,
quota
Comoaobfa Servias io Portes,
N. fia Praia ns. 38 A e 42, idem,
qoute
David W. Bcwaianp, 'os ro Farao
do Trio pa os 42 e 52, 2a di-
vlsao, qoma
Cardlo & Irmio, dita ns. 100 a
104, idem, quoia
OfOOJ
7EO0OO
1:126/09
1:125/000
3:750/0 0
Thesouro do Estad?
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. dire-tor geral do
Tbssouro do Estado fao publico que no
dia 14 do corrente paga-se a clasae doa
professores em disponibilidade.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 13 de Marco de 189.
O escrivao da despeza,
Alfredo Gibson.
Derby Club de Per-
nambuco
Df conformidad com o Ar:. 147 | e 3
do Decr. n. 434 de 4 de Jolho de 189, -~-se
no escriptnno esta sociedade, 4 ro L rede
CaxiaB n. 20, copia do talangj, relai, isl
dt8 accoDisias elisia das traisN de
aceOs. todJ referen-e --io anno sjcii 1. .. ec
31 de Dezembrode 1%94.
P,r e"ia OCftrtto .J convidadcs as 8 s. .- -
rtunlctas par?, reunidos ero aasemnlea BOtal or.
dtraria 00 di? 30 do correte, ao meto da, na
de dev-ta etrpreza, aasistirem a leitn'a do r*-
laUMO, pa-ece' fiscal e approvagSo de eoota do
Temo anno, e precederem a.l':g> ^ comrr-.s.
sai nV! I, que tea de foocci par em 1895 a 189-
Secretaiia do Derby Clob de Pemacrjoaco, I9
le Marco de 1893.
O secretar o
Aotrnlo i. Rodrtgoe8 de Sonta.
Companhia
Phenv Pernambucana
So conviiladcs os senhores accionistns a reu
niretn-se em asspmblea geral ordinaria 110 dia
20 de Margo co-renle I bom da tarde no sa-
lao da Associagao Commercial Beneficcnte afim
de toinarem conlienmento do relatorio e contas
do anno rindo etn Dezembro passado e parecer
da commisso fistol.
Ao mesnio lempo procederem as eleiges do
presidente, vice predenie. I. e 2. secrelarios
da BRseinbln geral, da comraissao liscai e da
admiuisiracgao
Pernambuco, 7 de Margo de 1895.
Lu: Duprat.
M la S.Maia.
COMPANHIA ~
DE
Seguros Pheoix de Pernam-
buco
N s'e da C mpsnhi i roa do Commerclc
o. 46, ticam a 01.-1 oaigj dos seobarea accio
c;ft>s :
(^jDia dos bal?nges.
COcia na relagao nominal rtor accnnlstas.
Copia da lista das transferencias de acebes.
Peroartboco, 18 de Feve>eiro de 18'6.
O* aimin'8'iadores
Lmz Donrai.
ttzzzz ti :."7: Mi!
Companhia Industria de
Chapeos
De accordo com o que dispS a lei d-s
sociedades anonymas, fica a disposiyn
dos Srs. accionistas na sede da Compa-
nhia, a ra Mrquez de Olinda n 19 a
Copia do balanco, relagao n rainal d 8
accionistas, e lista de transferencia de
aceces, durante o tnnj social findo em
31 de De embro ultimo.
Recife, 28 de Fevereiro de 1895.
Jos Joaquim da Costa Maia.
Presidente
Companhia Usina Caosan^
c,ao de SiYin.bi
Acham se a disposico dos Srs. accio-
nistas no escriptorio desta Companhia
ra do Commercio i. 2& 2 andar, de
accordo com o dispos'.o no art. 16 do de-
creto de 17 de Janeiro de 1890, os docu-
mentos segnintes para serem exami
n; dos.
Copia dos balancos.
Relagio nominal dos accionistas.
Lista das trans erencias de aegoes du-
rante 0 anno.
Recife, 14 da Fevereirogde 1895.
Seo O. Galis.
Secretario
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIO ARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leo
Thomaz Comber.
Julio Ctsar i aes Barretto.
kepartic.o geral dos
Telegraphos
SSo ebrmado* a coa.' a-ecer no escriptorio do
districto teiett'apQiej de Pe-nameoco. no di^ 15
do corrente, as 11 horas d ru-inD aflm de en-
trar, m em co.'icorso oara dcoisao corto pratl-
canie, os seeoin!es tiadoa :
Anto io Luiz de Siqoeira Mello, Amare Car-
neiro Beier.-a Cavaieame, Aiotno Sin ej dos
Santoa Leal. Julio Ha os Alfredo Olimpio Ma-
mau. > Sonoei Jor P esoa Valeoga, Leonardo
Julio Grego Benine Goncalvea.
Recife, 12 de Ma gu de 1695.
O eugenhelro
A. Villano.
Insurance Couipany de Li-
verpool
CAPITAL 300,000
LAUtiO DA COMPANIHA N6-
SEGURO CONTRA FOGO
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 17 de Marco de 189
Terminando as 5 horas da tarde coma en-
dos premios
trega
fat
0
s
4
Pellu*
Natnrst
lid.
o

Cor da veeil-
meata
Proprletarlaa
1. PareeAnta 700 meircFAnltraes
nes pr ais do R?cife. Premios:
t" Pe'narrhuco que nao t^nba-r. tido cas flesgao
2'J/ ao 1., 40/OO ao 2." e 30/100 ao 3\
Zamoree.....
I ieai.......
u>mbio.....
iarmade....
Tip-top.....
Mlady......
Frigorfico...
Seragosa....
Rusilho.....
Alazao.....
Caslaobo ..
Baio.......
t.1 zao.....
Mellado____
1 1.125')......
Mellado.....
Pemamb..
51
Brancc.............
P-eto..............
Encarnado e bresco..
Azu e braceo.......
Encarnado e preto ..
Kncarnado e azul.....
P.etJ e b.'i.:-.cc.......
A. M. F.
J. H. K.
S. D.
J. Ferreira.
G. C. Ferreira.
(,oor. Filial.
/ C. V. de Mello.
A. Pimentel.
2.a Pateo Frud:> Pernambncano 1.200 tret-os Animae? de Pernambico.
Preu.kb: 2504000 ao 1.a, 50/000 ao 2.a e 25/000 ao .
Cingo......
loo.........
Vingaior,...
Locifer... .
Meudigo.....
Preto.......Pemamb..
Mellado.....
'Rodado.....
Castanbo-----
EO
Ouro.................
Encarnado e preto
Socainado............
Encarnadoe branco...
Amarello............
J. S. P.
J. Figusredo.
i.'ood. Portoense.
Cood. Cruzeiro.
D. M. Prccopio.
3.a Fareo A frica, 1.200 metrosAoimaes de Fernamtnco, que can tenbam ganbo nos
pmrjjs do Kecife < ornando co nao victoria. Piemios: 250/000 ao 1.a, 50/
co 2.a e 25/O0O ao 3.a
Companhia
ritimos e
de
Ma-
Seguro
Terrestres Am-
Ccmpanhia 1 entro
Cooimercial
2a cnamada de capital
De eonformnade com o A't. 5 des e8!atutos,
=> ct,,ivida"os es Sr.. ac innisias a realisrem
a 2a presizgj fle- 25 0/o. deitu do praso de
30 di 8. a cjatar desta uat3, no Banco de Pir
i 'I'.' f !'!.
Mac.i, 15 de Fe^reiro de 1895.
Os directores
Titorcio aIvp8 de Car>Hiu -
Boaveniora Amonm.
Ped'0 de Almei ia.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres c Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accuraulados 3.000.000
Receita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &0
pbitnte
De accordo rom o art. 16 do decreto
de 17 de Janeiro de 1899, ficam a dispe-
8i'eo dos c'r8. accionistas no escriptorio
de companhia Amphitrite, a ra do Com-
merecio n. 48, a copa dos balancos a
elaco nominal dos accionistas e a lista
,\s transfe"encas de aegoes duranteo
auno de 1894.
Recife, 19 de Fevereiro de 1895.
S8" Os directores,
Arthur Augusto de Almeida.
Jos Antonio Pinto.
Id?al......
Oivert'do. .
Seo bem...
^-tiqueiro.
Mlady.....
Z opiro------
seragesi. .
Majao......
'^isianno....
Preto.......
Aiazo......
Mellado.....
Castanbo.....
Pemamb..
51
Pelo................
Aiol................
An:arnado...........
Encarnado e preto...
Encarnado e azul......
lioiicu e pelo......
J. H. R.
T. Pessoa.
B. dos R>ii.
'-ood. Final.
G. H. Pimeatel.
pareo H i rapa drenas o do Caraapo Grande 900 meiroe Aoimaes de Peroam-
bu:o. Premios : 250/tOO ao Io, 50/ ao 2a e 25/ ao 3a.
Vivaz .....
T-iiifer.....
Talicier ....
-taos-Sooci..
Phanseo...
Lucifer.....
F mnoeiro ..
Pelropolis 2.
Castanho-----
Redado......
Mellado.....
a
Ca3ianho-----
Rodado......
Tordilfeo.....
Russo........
Pera3rab.. 51
* n

a

i
! i
Encamado.........
8 e preto..
e braoco.
i*
'.zul e toja.........
Eacarnado e braoco..
> e preto.. .
Amareo.............
'. Doria.
T. O.
H.^Campns.
A. C. M?tt08.
J. M.
C.iuj. Croieiro.
Cood. Arrayal.
D. A. P. i-
5.a PareoAraaericaf f09 metros. Handcap.*nimaes de Pernamboco. Premios:
350/ ao 1 *, 70* ao 2a e 35/00j ao 3 a
Aventoreiro..
Na nabo.. .
Triumpbo....
Pirantn.....
Camrs......
PIuij.......
Castanbo..... ^ernamb.. 54
c 58
Mellado..... :i
aelsnko.a c 48
Caalaobo..... 48
dodado...... 50
Encarnado e preto...
Encarnado e braoco..
Encarnado e preto...
Amarello e braoco...
Azol................
LlStradO...........
"arlos.
Coud. Crozeiro.
Cood. Arrayal.
Cood. Re!la- Vista.
M. L. Matbcdo.
Cooa. iteroLQio.
6.a Pareo
-Dcrbj
Club e Peroambiiro-1.100 roet-os. Aoimaes de Pernambuco.
Premios: 25j/ ao i.-. 50 ao 2.a e 25/000 ao 3.*
Agencia de emprestimos
Sao couvidados os Srs. possuidores das
cauge8 abaixo descrir-tas que por meu
intermedio recolheram jotas ao Banco
Popular a virem resga*al-as, oa refor-
mal-as, desta data a 30 das, sob pena
de serem vendidas impreterivelmente,
conforme determinara as condicSes
aceitas pelos Srs. caucionadores.
Ns.
151, 2?0, 233, 213, 2^7, 308,
311, 314, 315, 37', 428, 44 ,
457, 46 S?A, 587, 614, 675, 705. 731,
737, 745, 790, 792, 815, 819,
826, 83 , 857, 867, 868, 872,
887* 92 890, 913, 914, 917, 923,
929, 933, 934, 940, 943,
951, 952, 953, 958, 960, 961,
977. 992, 1072.
Recife, 6 de Marco 1895.
Luiz Vernet.
Companhia de Tocados Fatalista
Em observancia do que prescreve o
art. -16 do decreto n. 16 4de 17 de Ja-
neiro de 1890, acham-se a disposicSo dos
Srs. accionistas no escriptorio provisorio
da Companhia rnz do Bom Jess u. 1,
pavimecto terreo, os seguintes documen-
tos para serem examinados :
Copia dos balangos.
Relagao dos accionistas.
Lista das transferencias de accoes du-
rante o nnno.
Racife, 28 de Fevereiro de 1895.
J. A- Saraiva Jnuior.
Director gerente.
^SEGUROS MARTIMOS CONTRA
626.0000 FOGO
208.000 Companhia Plienix Pernambn-
155.0001 cana
I RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Gallet.......
Cmq-'is'ador
^"0 igo. ...
V.aeado'___
fi'DOOeiro...
Galiobeto.....
Rodado......
Castanho....
asiantij....
R^da'io.....
Tjrdilb,'.....
Zuo......
rVmimb.
50
Eicarnafo e pr^to...
li'.sa e verde.........
imare'.io............
Enramado...........
Encarnado e preto...
Sacaroado...........
^a-io.
M. J. G de Miranda.
D. M. P.
Cood. Portoense.
Cood. Arraya!.
Pedro Al-xaodrlno.
7.a Pareo Oceania1.LOO metros. Ar.imaes i*e Peroambnco. Premios: 300/000 ao
1.a, 60/000 ao i.a e 30/000 ao 3.a
CaatO'B.....
Tuo-.. ..
'i i.acn 2.'.
lia.........
Hiondelle...
Ca.tinho-----
liado.....
Z'iio.....,
Rodado.....
Castanbo.....
"e-aamb..
5) |Azul.................
SriCoado e verde..
Ouro................
Eic. e braoco......
Encarnado e azul..
M L. Micbado.
J. Moraes.
J. S P.
Coud. Cruzeiro.
J. Naves.
8.a PareoEuropa -1.609
metros. Handcap.Aniones de qualquer paiz. Premio?
17o/i 00 ao 1.
Gypsy.......
Ootoiby......
Alazao......Inglaterra.
Alaze......(Inglaterra
75 lEocarnado e brancctCond. Nova.
75 8raoco e preto......iCout. Cruzeiro.
&bsro*;tjs
Tocando a resae ro os animas* deverSo estar jo'itos respectiva casa pa-a serem imme-
diatarncc e eesilbide8 e s. goireD para o barracSo 00 centro da rala oode s6 poderao estaros
jockey e os tratado es ou criad jj o quaes nao podero ter commonicagao com pessoa aiguma
antes de rtainar-fe a corrida.
Cootinuam em vigor lodas ns resologOes a boje adoptadas pelas sorledsdes fcyppicas
des'e Es'ado, cooptantes dos seas cdigos d8 corrija e instroegOes j publicadaos.
Daotro da ca-a das apostas, na sala destinada a venda das pooles, nao e- ingresso
nes oa alsoma alem da directora, commissao fiscal e empregado?.
* Os Srs jozes rterao In^rerSo na sala contigoa a da veida de poo'es.
Os Srs. empreualos devem e-trar no Deroy Clnb s 9 horas da manhS em ponto, sob
nena de nao serem admif.id s no servlgo.
Coama-se a aitencao do- Srs. apostadores pura o bcrario que sera rfa'rktamente obser-
vado ferbatido o 1 pareo i* 12 uCps em posto.
' Os jotk^ys que nao se ap'e?entarem convenientemente trajadescou as ffl es ad:piadas
00 proeramma por reus paltes, nao sro admittidos a pesagem e serao multado.-, ae accordo
cora o art. 51 do cdigo oe corridas.
Os animaes in-.criptos paia o Io pareo deveao acbar se no ensilbameoto as 9 12 horas
04 ferfaits aero recebidos at saabado 16 do corrente, s 3 horrs da tarde, na S.-cre-
As poules que nSo forem pa^as no Prado da Eslanca no dia ca corrida t seras pagas
3 das denois na Sacreta'ia do D'-by.
Os p'emios serao pagos 48 eras depols da corrida na Secretaba do Derty ClDb a ra
Oooue de Castas D. 20. Ia aedar.
O expediente para eEta corrida f ncerra--se-ba no ola 16 do correle as 3 heras da tarde.
A directora ebama a attencS dos S s. proprietarlos e jotkvys para o art. 21 e iecs g, e
o art. 4600 sao re* rictamente cts-rvados.
Sea'etaria da Derby-Olub co Peraamboco, 13 de Margo de 1S5.
O gerentf
tfiL
A. A. Gomes S-V1
as
Companhia Amphi-
trite
Convidamos os senhores accionistas para s
reuniao da as.-eajuiea certl arotnirta, qoe de-
ver ter logar a 1 hora da laru. .u dia 19 di.
corrate, na AsscciC&oComoie'ri,,! BeueHceuie,
a qoal tere por tira ju par o relatorio das ope-a-
ces do anno lindo, parecer da commissao ba-
cal, a8gira como proceder fe a eleigao da rrtsa
da assembla geral, directores e cemaisao
Recife, 4 de Marco de 189o.
Armar Aoeusto de Almeida.
J0: ADIOOJO PlQlo.
Companhia Manufactora de
'ho^phoros
SSo ro-.vldado*- os ser.r.cres ccctonlla; a
reu^'rem-se *m secbla Keral erdi .aria, no
Jo ro-rente mez, a hora da tarie, na
sala de tomarrtD cooi ecim^oio do balaogo e refen 1.tes aj <"co proi mo 2o, e iio parecer
do con-elho fic >ente da asaeaib'a geal e eleicao dos
m'mhros do conseho Osrai.
Racife, 11 de fclan.o ne 1895.
O director .crotar
J. P.rts GcocalTei. da SlUa

^Jty**>a


H.V U .-
"'
\ -w


e
Diario de Pernambnco Untnta-foira B4de liarle de 1595
Bss \mmi znusjju mmi
uno
DE LONDRES
Estabelecida em 1803 }
Capital l,tO,M
(Bs 4,000;000d!000)
6EGBA EDIFICIOS B MERCADOKIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BA I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DB PBEJIZO
Sem descont
Agentes
UlUVVVNS C.
Companhia North Bretisli & Mor
cantil c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* O*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
BECEITA ANNDAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10*
De premios sobro
divida 992.379 6
S'
V
2.488.196. 12" lld
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, oto
se responsabilisa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
asASwsaecs
ricce Line of St^amers
James liiot Mew Casle-on-
Tyne
LINHA REGULAK ENTRE OS
Esfifos-Dasites, Brazil e Ei) da
i'rata
E' esperado de New-
Xcik a'. de Marco e s-
tira epcis da demora ne-
ceparia psra
Bahia, Victoria, Rio de Ja-
neiro e SaiatoR
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para cargas e rjafsaeeoc trata-se ccm os
Consignatarios
JohnsUm Pater e Comp.
Raa, do Commereio n. 15
Uwi Brazilelro
' O VAPOR
Alagoas
Coromandante Carneiro
E' esperado <*os po'-tos
do 8Dl do da do cor
rente, segla partos r0r
tos do cor e do da Ido
BMW -
O VAPOR
Espirito Santo
Commandante Florindo Dias
E' MJMretfo dos porto,
do norte no da BS d- cor-
rente, seguir para os portos
flo euI li da itEmedialoa
As encommendaR sero recebidas ale 1 bora
da tarde do da da sahida, no trapicbe Barbosa
Caes da Companhia Peroaaibacaoa o. 1.
Aos Srs, cnrregadores pedios a soa atleocSo
p'ra a caosla !' Jos cjobecirneclod qae 8
segoiaie:
No caso de baver alguma reciamacao contra a
compaobia por avanza oo perdas, deve ser fet'a
por eftrtp'o ao een e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depcts de finali-
sada.
Nao precelerdo esta formaiida-ie, a compa
nb'a tica iMVta de toda a r sp nsabiliCade.
As pas^eer* bSo tiradas no roesmo-escripto-
rio, at as 2 i/2 boras da Urde do da da sabida
do vapor.
Atiencao
r As passagens pagas a bordo custam
mais 15/o.
Para jarea, passagens, encommendas e Talo-
res trata-se coco os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-RA DO COMMERCIO- 6
1* andar
CflKi ftnaiiian U Na-
?ORTOS DO SUL
Macelo, Penedo e Aracaja
O paquete Beberibe
Commacdacte 1* tecente Fabio Rio
Sgoe co da 14 do cor
reate as 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendaB, passagens e da
Bbeiro trete at a* 11 i'ot.B da manba do di
da par'.ids.
Coama-fe a attencao dos Srs. carregadores
pars a r-iaaaula i do* ccaecimentos que a
aeguiotf:
,\o caso dfirbawr alecma reclamacio con-
|'aa Cjoc^ar.bia, por avaria oo pe-da, oeve ser
leita por escrinto o jente repectivo no pvl
de descarga, dentro de tres das depoia de floa-
lisada :
Nao precediendo esta formalidad, a Compa-
nbia Bca aecta de t*;< a respoosabidaae.
E3CRIPT RIO
Ao Cae da Comnanki/i Ptrnambucana
o. 12
Soyti li sm mm Misen
O paquete
Magdalena
Ccmroandnta H. C. Rigaud
Vapor allemo
Elbe
Espera-se dos
portos do enl at
o da 1S do cr-
rante, fegnin
do cepols ca de-
mora necesaria para
Lisboa ,e Hamburgo
Eoirari oo porto
Para carga, a tratar con os
Coniignatarioa
Borstelmann SfC
Roa do |CJommercio a. 18
1* andar
E'esperado rio
portes oo tal no
uta 1 co ror-
rele, secnioo
depoisda demora
indi s p e nsavel
ps'a
Lisboa, Vigo'e Southampton
O paquete
Danube
COMMANBANTE G. M. BICKS
E-p-ra ?r> da
Euroia codiaSO
do correte, se-
goiodo depuis da
dea.o:a neceesa*
ra para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres
N. B.Prevlne-e aos Sre. recebedores de
m-fadoria, (jae a Gocncarta Mita Real ingls-
ta, L-ca.rccoi! coco aCenu Steara Navegaiur
Gorotaoiom nersicoca vaporea temanaes ace
partinjo.de Bordracx, Cogaar, Uutreel, devem
coegar a Sonfh?initon a lempo ce baldesrem 6
iar-eas simadas Am-Tica co Sel para os va-
pores drs'.a comuanhia.
Esta cumpionia acemita por p'ecos rasoaveiE
pira Va., falPO a Abrrt, pafasaceiroa coro. Osle
peR:ir Anues.
Tacttiern acceits passaReiros para New York
Soutcampton, por especial rraejo !ejio coa.
a Cooipanbta A.'iernaDd Llcyd, poieuao demora-
rem-3e na Ecropa C"S i c (ieseiarero.
1 ivecnc-; aos presea a peisaera
Ida Ida e volta
\ LtaftOl 1* a?se 20 0
V'S:::i_,.,c:ii'c'ass 28 5 52
C?.2:arotor rass^ada para o passa^firo' de
PzrDi-nbnco.
Para carga, passagens, encomcoenas e di-
nbeiro a frete, crata-eeoom es
AGENTES
norim Jrraao e
i. 3Rut dBom eaeN 3.
Prince Liae o lemers
James Kuott, Newcatle-
cu-Tyne
Cinha regalar entra os Esta-
dos-Unidos, Brazil e o Ro da
Prata.
E' esperado do Bio de Ja
Leiro M o da SI da c-
rente e sabira depols da de
mora ae.essari* para o
Para e New York
O vapor inelez
Crele Prince
Tem ptimas ac3omodac;Se8 para paaba-
geiroa o luminbdo los elctrica.
Pars carga tra's se coco osjconsignatarios
Johnston Fater e Comp.
Ra do Commereio n. 15
Aracaty
Segoe para o porto cima o byaie D. JULIA-
Recebe carga.
A ir*tar: a roa da Madre de Deas o. 8.
Cear
Segoe para o porlo cima o bya'e OEUS E'
6BAHOE.
Rt-cebe carga.
a tratar: i roa da Malre de Det i fi. 8.
Camocim
^egne para o porto cima o bjate p. Ar.TC-
NIA.
Recebe carga. ,
A tratar: a roa daiMadre de D.us Q8.
companhia A. C. de Fre-
tas
O vapor allerco
Roma
E' esperado dos
por'ot oo sol no
da 16 do correo-
lie, e segnir para
os portos do
Rio de Janeiro e Santos
depois da demora necesparia.
OS AGENTES
Pereira. Carero & C.
Raa do Comrnrrcio n. 6
1.andar
CBAEGKaS REUNS
Companhia Fraaceza
DE
IVaregn^io a vapor
Licha regalar eotre o Havre, Lisboa,
Pcroambooo,' B.Jna, Rio de Jaceiro-
e Santos.
O VAPOR
Crdoba
Commnndane Thoroas
E' esperado da
F.nropa at o da
19 do ferreot,
, seguir depois
da rece sari de-
mora para
Maceio, Bahia, Rio He Janei-
ro e Santos
gjri>g->e aos Srs. importadoree de carza pelos
vapores desta linra, qoeiram apresentar den
iro de ddias, a cooiar do da descarga das al
varengus qaalqser reclamacao coDcemente a ?
lomee qe or veatora ienh<(E aegaido para oa
porios do-enl. aJm de se poderem dar eteopo
as previdencias necessarias.
Expirado o retenoo praxo acompanl: nio
rasposaMist por extravos.
Recebe carga: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rea do] Commereio-9
LEILOES
Bexta-fe'ra, 5, irilao re bons movis, loo-
ca e vidros, nos Af.gados, Cana im qoe morn o
Sr. Varrei'ii P nto.
Leilo
De l carror.So rr.cn 2 cav; los tc-nsos earrela-
So, 2 r-fcrroc 'Oj! e:-; oc. 2 .avaiios arre.a
Job fe'mais 2 ciitcs proprtoi para seu, aaoaLcc
te baixo a meio, etc.
Sexta-feira, 1S da correte
A' 11 hora
Na porta do aroiatem a roa do Imperador
n. 39
:0 ageot8 Olivetra 'aatetMd*, I vara a leila
as carne.s, ca?ro(4o, cavaiks, ate., cima rneu-
cionaflo
LEILO
De importantes move'1, e'pelhos, quadrot
e louyaa de pore?'ara
Constaooo Be ota -oid. ujooIi de jaca-
rauda de ene- ito e palb e roo? dooanerQue^
l tete a tee ( oav-.-rsaa*ir) oe Goocalo Vl.es
para reDtro ue ral?, 2 cra'd-s qcad es ole;
com moldaras den ada, 2 espeloos gratn e<
% cautoDeiru* (trandes i etaa^^es dua.-ado* 6
qaadros oleogt. pbi 2 cache-p.^r, tigorg ja-
pooezas, diverso- jarros, diversos doiios epe-
ciaes, 1 ea.er granne com orna cucaCj, 1 carra
tr"ceia couj colcha e copula.
U ii gucrna-loaca de oocueira escnlp'dc, de
Moreao, 1 importante mesa elstica e 6 taboas
de oogoeira tecDlpid?, a.iit:em ebra de'Morear,
BO.a solida moDilia >.e Jacaranda, I servici dr
oorrelaaa cotisada para j r ar, 1 grnc!e ton -
qneijo de niscnit, garatas oe- crys ai p^ra v:-
oBe, galbete;ro de metal, pratoa taavesaos, ditos
antinoa para parede, captas oe looc, forceas -te
I cea para pstim, cacbe-Jtt para flores e muto:
ni )e. ios de gesto.
Sesta-feira, 15 Je Fevereiro
AS 11 HORAS
No 2. andar do rob'ado u. JX da ra Direa
O geme Mani-s competente enie aniorisa
do fa' leilio dos importante movis e mi-
Objecios exieteaies do 2 aaaar no referido so-
brado, os quaes se '.oren^m ^ecornteodaveis po
existir ecre eltes objeelos o'ar.e ^^__^_
Cula.r*ae
3 da
Jo; da Suva La'nos Gu'ro*'a-s seas Bihos
canvidam i;0'atiieole hh seus parevttfl e amigos
par spsi.-trem as mielan o le por alma de saa
dol'-t-sdaerTO'a e mal. Alice dos Sjtttcs A-
vedo GuimaraeV: ruawaru re?ar. rja-saotei 16
o co*reO'.e, af 8 nor. j oa macb oa oaatrfx da

FinOro Ioh do Olv:i:i Ro-
drigue
Anicn'O Leonardo Uoangae*, i^nlo recebi'i
a inlau?(a ciotc oo fal^ecimeoto em Llcooa de
sata esiiiuado i-OJo Francisco J:>- de uiiv'ra
Rjdrigu s. coiviaa c seus parale- e am'gos e
os do O/oai p'ra tfBBtaMSCm a xi^sa i)- maod-
eelebrar nt U;reja uiaihi o- Sa :.i Antoaio. s 8
b.iras < manila do da id o eor-rvote, 7- du
de ^^B f*H ja i:rade:i!o a leaos que co^pareccem a esrt
acto eiarrt te.
t
Leilo
De ODOvet looga. v!dro3 e urna espingarda de
dous cacos, a eaber :
Sala de visita
Urna mobilia anetnaca composta de 1 Bofa, 2
consolos, & cadeiras de b'iCoS e 12 de guarn-
Cao, coa encost de palbinha ; 1 meia jardioei-
ra com pedra, 2 csteiras de balanco de JaDCo, 4
qoadres. 2 serpentinas, 7 jarres para flores, cor-
tinados, 2 canuieiros seDdo nm de sospensao, 2
escarradeiras, paoDos de crochet, 1 esteira para
forro de sal, 1 caixa ccm n nsicas, 1 tapete
pata scl e 1 espingarda Sala de jantar
Urna mesa elstica com seis tabeas. 1 guarda
louc}". 2 aparadores, 2 consolas, 1 sof, 6 eaiiu
de janeo. 13 ditas de aman lio, i lavatorios, i
qnariinbeira. 4 qoadros, 4 vasos para placas, i
mesas com gaveus, bandejas, 1 guarda comida,
louca e vidrcs, copos, garrafas, compoteiras,
gaif j, facas e colbeies.
Quarios
Urna cama fraoceza, camas de ferro, ditas
para meoioos, marqoeOes, coromodaa, 1 goarda
vestidos, 1 toilet, 1 lavatorio. 2 cabides, 1 ma-
cmna de costara, 1 gniroicao, 2 caodieiros a
gar, mesas e cadeiras.
Mes.s e treco ce cos'nba, flandres, bsciaa e
mais orjeet' s de casa de familia.
Sexta-feira, 15 do correte
Ageae Pinto
Na casa da roa Direita nos Afogados n. 64
A's 10 horas panir o bood dos Afogados que
dar paisagem gratis aos concurrfetes.
Agente Olireira
Leilo
De nm rar.de e impor'aot? sio bem arborl-
sado, com crande baixa de c.pieu. sito oa eotra-
da do Pego da Pacelia oa ru Real da-Caea Fnr-
e n. 3 A, jooto aj sitio do iilm. Sr. Gaibes, con
parte morado ca frente e o resto cercado, cor
casa terrea de vtvenda e mais 6 caalaaaa ae
lado do dKo sitio que em icras proprias e
est rtodeodo- aoDBamente i:!00tGOO.. (
Sexta-feira, 15 do co/rentc
A's [[ horas
No armszem a roa 15 de Novembro 0. 18
AwTIGA DO IKPERADOR. i
0 agente Oliteira compeieoteeceote aaioriss-
do peio p-oprietario, lev.ia a e :5o e amo e
casas cima de^cr ptas livre e desembarajadot.
Os Srs. compradores desde j podem exami-
ral-o. i
F/anclseo Son doOSivi ira 6o
' Ju!:o Nones da Siij e a. familia, rjnfidos
do mais pr-jfaado seotimeate p-ia bAMU j-
lleta do frllecimento tro e to. Kr.mc^SJO Jos de Olivutra ROdngncs,
roaaiu a se'? pareles e aogos o caldoso oc-
w.qo-0 de asisiirem a teisaa qoe pelo eterno
de, u-c) 14 u ureit*, 1' du dela> dote WB no'lcia,
plasp 8 Bora a m-ioba.. o toiri de Sn o
Aoioi lo, aoie'fpaods 8us m:u biocbfob ag;a
tTMimentoai po- eie c rd).o acto >e 'elieifc>
t
Francisco Jone de O:ve-ir* no-
drignes
M:'ria Clemsn'itia Uudrii usa da C-oz seos
lilhLS grinros, ien'1" ro bbibc itif^osia j'. tic a
io fallecmet.-i em Liebo se *n p-anteado oiho'
itrnao 8CBRbao, Prancisso Jo e de oliveira Bo-
Ir-gi e^ roavidaai os Bena p-r>-a e e amigos
eos o rioMio pra aaswilrera as rti^sas qo"1
ui;_,-i>rr. iwttUtrar na i^-'i* uiaini d* Santo An-
lonin, ia 8 Porus ca ui 'OBS do da 16 i.u corren-
te, 7- d sen faeemi^rtUj sntfcip.odo (.esBc
| a (o 'os seas agradpcimeo'-os.
Deutes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tere sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attes
tara a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Majoel da Sil-
va C., ra do Mrquez de Olindt
a. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita ao
Bo8arion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra qo
Ba 5o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopea,rua Larg
Rosario u. 31.___
"vinho-CLARETE ESPECIAL
DE
Stuve Rocha JLco ti C
Garantido puro e escolhido pele
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVI
UZAR AS REFEIQOES para si
obter urna digesto sacha e nutrientt
Encontra-so as principaes mei-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GUIMAR^ES& VALEXTE
6 LARGO DO GORPn at ITO N. 6
co
o
a
o
O
tu
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de urna molbur ur^ca para
caea ne ulu nomem 86, paga-se bm ; oa roa -de
Raogel o. E8.______________________________
g= Verde-1* 529 palmos de triaos de fe ro e
nm troille em bom e-taio ; ver do locar Bar-
ba-fio e a tratar na taveraa de Aatonij Lyra.em
Saol'Aaoa de fora.
Desea-se empegar, como goaraa-l yros
ele, om ioglea receoiioaenm ebegaoo, na cgdadb
oa fora, falia faneei, poriogotz e i< spa n 1 .-
para mais ioformai,-s dtnji-se a M. G. ua re
dacc&o deste loroii.
Precisa se ae m cosiaretro oa cosinbei-i
e de nm fetor ; a tratar o roa Marqoes o>
Ola ia n.-35._______________________________
Precisa-re de ama eogoaimaaeiia tomeDit'
para roapa de serbora, de orna ama para ao
di-.r com orna crianca ; a tratar na roa M .rqce;
de Olinila n 35.__________________________
Cnadofe
Preci8-s ra w t"r d Bsnn n-. J5.
i
Ao commereio <
Marcelfno da Costa Neves por moiivos ccm-
merciaes -resolveo alterar o sea neme coaD
Bbatxo asaiftna.
Reclfe. 6 de Marca de '.895.
Marcelino Oflmineon owe a-m^rim.
.------
Cosinheiro
Precisase de om pe-f-to cosinbelm; a tratar
to arassem n. 44. A joa do Commereio.
PARA
usinas imim:
Guimaes & Valente, continuare
a ter as mercadorias abaixo deecri i
minaeta8 propnas para Uzinas e E'
genhos qua vendem garantidas e o J
grecos sem competencia,
al nova de Lisbete.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubrincacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeita de coco.
Azeita de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas;
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extinc^f
da formiga sauva.
IV. Largo Corpo Haato IV.
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TI
*anoa
Pieci se conprar urna caroa para 1,800
njoii-8, man ou m-os ; a iraiar no escriptoric
ia P. raacohuco Pcwier Fac.ry a ra do Com-
mereio o. 6, Llagada.
Criado
Prensa-se de boj criado ; a tratar na loja das
BMBnlisB, a m:i Doou di Csx'ae p. 56 ,
Criado
Precisa-si de om criado; a tratar na roa Bom
Jeaos n 50
Ao publico
Piecisa se fallar ccm n S-. JuSo Hrculano da
Roctia. aaiu al do M-;r o" .-, a peas-se a qu-l-
qnr pr--oa que ocoobte. o ob: itfj-mat;6fs 9 .ua d aodar, pelo qoe ae bear multo agradecido.
Prcisa-se <-e tmaama qoe u osinbe bem, para
casa ce pequea laetllia; a trata- u* raa Duqoe
ir C xias 97.
Procisa-ee de wt ama para -niar com me-
nl-o ; oa toa rt H>* icio n. 46.
Amas
....... j
s na Torre
Vende-se 9- pequeas casas
situadas na ra Real da Torre,
ns. 8* e 84, n'una terreno de
50 palmos de frente e 300
palmos de fundo, chao pro-
prio.
Quena as pretender poder
ir vel-as: e para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capella.
lhem que nao se vendeu
A lavero tem a nova de Casanga n. 51, com pooco capital, pro
j-ia paraMjoalqoer p'incipiaate ; a tratar oe-
'ronie da'fsifcao to Ko da venda o sen dono retira -38 pin-
era do Estido.______________
Tavema
Vndese a bem afregoezada taveroa da ros
KmI da Torre D. 18, a qoal o pretndeme pone
ir ver o moviroento o negocio, o motiva de s-
vender o sen dono oSo estar a testa. Na mesma
preciase de oro bom caixeiro qoe garaota soa
conduca, dSb o Taiecdo eicasadv apreeeo-
arw
l*ara distrahir
Urna honrosa visita a casa dejgnodes
Nova Esperanceas amaveia lettorss en-
eocfrrSo nm completo eco-timecto de
objeet- 8 de novidade e pajintasi recebi-
doa arensalmeota daa p.-incipees pracas
da Eorepa a Amrica ca qo^ea aSo ven-
didtB por mea ida que em ostra coal-
qaer e&sa e com deucooto pr sa vendas
por atacado ou maior de 50j$000.
Em r.-nino dfcatac moa biguoa artigoa
alem de moitca jutroa.
FINOS E ELEGrANTES
Esparthos c os especiaes para Sras.
qoe criam, novo sortineDto.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados finosv cambrai brenca e
de cflrc e madtpo!2o, preg-.a rednzidoa
para descont.
FINAS RENO AS
De liebo erdadeiro, higodSo e aeda
ELEGANTES CAPAS
* pelierDa para SrhB. e mocichas.
Eoniiss esmisaa brancfa e ce corea
par. Sraa. oara o da e para dormir.
LEQUE3
Em tcdi. genero o que ha de melhor
em pluma, aoda. gaze pava tcahoras e
mocini-ai.
BONITAS
Msntaa para h>s8&b.
INOCULOS
De madreperolc, marfim, co^ro da Rus-
sia e tartaruga para tbeatroB e via^ens.
ESTOJOS COMPLETOS
Com esevas, malas com artigoa pira
viagena, etitejos para barba.
ALBUisS E RtTRATOS
Ccropleto sortimero.
PEDRO ANTUNES & O.
Raa Deque de 'JX''&8 C3
Licx depurativo vegetal ioado do me
dico Quintella
Este notabilissimo depurante que vem
precedido de lo grande fama, iofallveJ
ua cura de loda .:s doeucas sypiiliticas,
Precia-se de orna para eogommar eontra escrofulosas, rheumaticas e de pelle, CO-
roo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteotopas e nevralgicas, bleuorrogias
iludas e chronicas, caocro s syphiliticos,
inflammacoes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diaibricas,
{.assim como ca alopecia ou queda do ca-
bello, e ds desecas determinadas por sa-
luraco mercurial.
Dc- e gratis folhetos onde se encon-
irar numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
BARIA SOBRMHO & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. i
Preclsa-?e de duas amas, rtr.a para os^nnar e
ontra para lavar engotrirrar ; ;-a roa de Do
mingos Juf Martina c. O, i- a;dar, antiga
Senzala Veda.
Ama
P;e'isa-pe rte nm qoe r iba ro"inrar e coco-
prur; na roa a [mperalrtt o. 23, 2- aoriar
PrecisR-e i.e oca acus.-; a irat r na ra B-
'to da Victoria o. 54, oa antiga ageaoa de mo
vtis.
ma
Na ua do Araiao D. 0 prfcisa-sa de ama
anta p.-ra eogoeemar e ser!CJ t-imetico de
cata.
Amas
para coaklbor : no a-so do Paraiio n. 14.
grkmltar de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1S95 em diante, cerca de
tres milhoes de pes de cafeeiros semea-
dos em leiroes cuos precos, tamanhos
e qualidade, s encontrar no Jornal do
Rceife-
-

OFPIGINA DS CCTILBIRO
Ra Duque de Caxias n. 16
O MFC HAYU O
Benigno Jos de Figueiredo, avisa aos
seus amigos e freguezes que acabada
montar a sua oEcina ra Duque de
Caxias n. 16, continuando a oxecular
com perfeicSo e modicidade em presos os
trabalhos seguintes:
Faz e concerta instrumentos cirurgicos,
elctricos e musical; assenta e concerta
machinas a vapor, a gaz e a petrleo de
qualquer systema.
Arma e concerta m-chinas typogra
phicas de qualquer systema. Encarre-
ga-se de encaar g z,' agua e dos con-
certos respectivos. Executa com prom-
ptid&o obras de forja e fundidos; agsim
como, coacerta e-pingardas de repetico,
machinas de costuras, candieiros elctri-
cos, amla thesouras e navalhas, por fitn
faz todo e qualquer trabalho concernente
a sua arte.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 16
31a zsmisuiBKiisi sisme
a
m
liXJZ B
LONGBAH & MARTINE2,
NEW YORK.
Livre de Exploso, Fumaba : Mo Ch u-o
A venda em toe? /S os
armazems de seceos e mo
'miinriniei"
rcrt
RIWIaN
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios paraa usinas ven-
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de cflerentes svstemas e tamanhos de Robiuson e outros fabri-
cautes, e de 2 a 12 cavallos
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas er
nalhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenna e b gaco
RODAS para agna:
ROMRAS de motun-continno.'
MOENDAS e metas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldead 9.
ARADOS de differentes systemas,
CRIVACOES para ornaiha8.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 80 serras com alitnentadores e empastadores
a vontade dos agricultores. .
Faiendo parte da direcgo de sna lahrica o Sr. engenheiro Angosto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbcs de montagem de grande numero de
Uzinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantiodo a produeco e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISULLACOES completas para alcool e 'agurdente a vapor e a fogo nu, para grande e
pequeas fabrica.
O-l
52RITA BARAO DOTRIMPH
CARDOSO & iRMAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro ra do Baro de Triumpho ns.
ICO a 104, tendo comprado ios Srs. B- Martins
& C o direitOide venda de setra apparelhos privi-
leg ados palo G verno da Repblica, por paten'e
n. 1717 de 4 de Ju ho de 1894, denominados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, nSo s para
essi Estado como nos-de AlagSas, Parahyba, Rio
Grande do Nono e Cear, avisara aos seus nume-
rosos freguezes e amigr.s qae poderi fornecer
ditos apparelhos a mandar sental-cs com a maior
presteza, garantir do augmento de 30 por cento
sobre a produeco de qualquer alambique, o qus
est provado palos diversos j assentes e traba-
lhacdo em engenhos dtsto Estado a de Alagoas,
pos quaes teem valiosos attesados.
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^fittrtc^ile PernamlM&eo -* Quinta-ifira 14 de llardo dej|^5
>opeira
Precisa-" le urna topera ; na rea Dique de
3ixias n Jt-___________________________
Caixeiro
Prerisr.-se de um aaestDO de 10 1S anno*,
coro prauca to mochados ; a trata; na ra aoe
Gcara'pt-^ o 14-________________________
Foguista
No eaoripterta da P> roambneo Pj-wier Jf-'io y
a rea o) Cooj:-rcio n. 8, pre:iaa-.-e- Coufetar
golcmsa_________________
C osibera
Precisa ie familia ; na roa fclreita to Rosario i. 36, tti-
mero andar.
una
p.-p'i-a sedeen zan paa rosa I orna f
lOposfOa ; a testar u_ raa co Liu-im-nto o. 34,
loja.
Ai
Precisa-fe d un a p-ia Cata d<> oro hr mem
v:ov>> p s ro ti boa : a nter na iuj oe Aguas
Verdes n i(, ti-vrrra.____________________
Prp [ea-oe da : 'i Peir.! e erra ppptt.-
rr,;J ti .par reuotxa faattia : ca roa 4u 6ei
vaau ^ .r i D. 2.
:sinheira
Fre ie O n ; na ra do Rfigel n. if,
papa--" i "" "''' "' ''"
com Extracto dB Elixir Tnico Antiflegmoso do Dr Gulll
x>elo I3outor Paul GAGK I^illio, PUannaoeutioo d i
PAEI8 9, KUl DE GRENELLE-SA1NT-GEBMAIN, 9 PAKIB
O SI
MAIS DE TRES QUARTOS DE SECUL0 DE SUCCESS0
demontraram que o E3 L E ^S Z 1=2, do 33r CrUILLlB
era o merlior remedio contra as doencas do P3GA.DO, daPELLE, RHEUHATISIKO, GOTTA,
PEBRES EPIDMICAS, GRIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidades
causadas pela 3ilis e as Flegraas.
a. P9LULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
contm em pequeo volume todas as propriedades toni-purgativas do ELIXIR.
APPROVACO DA JUHTA DE HYQIENB DO RIO-DE-JANEIBO
- CE X3VCONTHAJIX V2SKDA BU TODAS AS PHARMACIAS ACREDITADAS.
| NAO Ha Mais Febres! I
*
*AS PEROLAS de SULFATO de QUININA, de BROMH7DRATO de
QUININA, de GHLORHTDRATO, VALERIANATO de QUININA, etc., do
lV IsR niCftTI coutem cada urna dez centirrammas (dois praos) de 6W de Qutntno
*JF D wLeRTAN clmicamente puro, de fahricacao franceza. e preparados por
A ura prooesso approvado pela Academia de Medicina de Fariz. Debarxoide un
envolucro pelatinoso, delirado, transparente e mu fcil de digerir,'a Quinina se con-
2jf- serva infinitamente em alterccflo, e se engate tan deixar o menor amargor najjocca.
Cada frasco contm trinta perolas equivalendo a tres praminas de Sal de Q9nina.
FABRICA E VENDA POR ATACADO !
Csn L. FRERE, A. Chumpigh. e C!
9, ra Jacob, Pariz
nico Successor dos
1P>Jl.I3,& 4, Msi ce VAhhaye,
CONTRA
Apoclexia
Cholera
Enjo do mar
*
*
*
Cada Tldro tem a marca: /-> p -ti
e em cada Peroia esto
impressas as palavras
Viertan, Paria. 30 '
Vende-te a rarej'o em quasi todas as Pharmaciat.
*
*
*************************** ***** ******************
fi3 uU
Respeitavel publico
LJe coui at et'Co ea e dosst sonun:." ^
"qoI vero o I nao i expieodido sortiaPPto no
DC8.H0 pf tabeC3>n,"- cieiPt-iamo^ o rpclau an
ee8titu'du8 la verr;a.% 6 aocDOciaaS o qut
teiOH em nosso estbelecitaeco e cprico; mea
ea beta servir ac rj;.sno 'fanqoeu, sin'ennaie e o grado de qnn lelw-
piiie ] sou.oe ccoIipckos. o obbo estabeieci-
Dtaolu rao coolc aioda ca aooo de vida, porem
I r-fla cM.ndp freposna que temes, pa-tce que j
coca on 20 senos de exetencia e isto dtvi c
temante a socerluade e --:ai:o qGe aramos para
I ci id todus. braDC/8 e pretor, ricos e pobres*
AsEsrellaeaa Americapfta oenoitivi.mi z-
; te Ma-PoDti8slma. lindo e explendldo o Sorti-
eo'o que mesio depois <;a fesia, lemes err
00*10 istHbeieciniealo e ja mats atora que re;e-
bi-Eos rrersalr: ente faseo-Xai de Parix, Ioglaier
ra p A.letrjarjba.
Crnvera i-.r a te-.cripgo Cb fazeoda* qoe
aetue:
S .a de corta. Pcrrarr.ba o ni: Pod
; Lr:ns com Iietraa de 6 a. Adela
i vado,
[Lene con lisras c;e tii", Bltira, 40C0 o cc-
vaJo
Dt PaD|a
la.de, i
00 o eo-
^^ Jm *4i3
C ar-m-elit as
4 e*.^es.jis
Flatos
Clicas
Indigestces
FoJre ama.ella, etc.
tr o crososc'o no quat lal entolvitlo
csa ridro.
Dere-aa -'--.- o lacratea torasoa
o teto, wn todo os vldros,
craal fr o -^.iconno.
a imwitwi i
do ITtwVarMVr
Desconnar
DAS
ffasifirarrs
e exigir a Assiynafira
da

-^v "WtM ai* BktHMBBMCS f
RA TODOS.
HOLL
As Tilulas purificao o Sapgue, corrigem todas as desordsms do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e silo d'um valor incrivel para tocas as e Xermidades peculiare
ao sexo feminmo eic todas as edades, l'ara os meninos assim come ambem para os pes^oas de idade avam
a sua eficacia e incontestr.vel.
Ess^s medicinal *ao preparadas sment: no Eslabelecimen'1.0 do Profesor Hollowat,
19, ITEV? OXFOHD STSEET (antes 533, Oxford Street), Z.0DEES,
E vendem>e em todas as pharmacias do universo.
4"JT O" compradores s*o convidados respeilosamcnle a examinar os rtulos de cada caixa e Pol se naj teem a direcsao,
533, Oxford Street, sao falsificacoes.
Licenciado pela Inspectora da Hftie'.e do Imparit do trvil. ^^
es SNDALO SITR
i*varesse
Preparaco alguma mais oicax oontra tu
MOLESTIAS SE3CK.BTA.S
do que tu famosat Capsulas univermalmenle recon*mendaaaa< pelot StrUieom.
TJm caiz* ,'cm inttruccOM complc! pin tniurnento) car ger&lmeiit* dentro de omi aaini.
BFan, SONS Je C; em LIVERPOOL. MTAMM, MCHH 1VBBB, em LONDRES.
DF.POer^Ot* EM TOPA A PMUCIFAgg FWAHMAClAa. ^^^^^
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r^tK^KS^ \',L UCUD0S FEIA INSPECTORA 3ERAI. DE HVOIENE DB RIO E3 SS3Ci
(iHAins > Aoer/cates, asomachico, Purgativos, UepuratiV03
. ^ c* re i gontra a Xtolta de appetite, a Obstrucco, a aaxaqa|a. as V65HC-
*' \ (''ii docteat /O Si Congestaes,etc. -/> ordinaria: 4, StZ^rMS
Dcceo~Car da& iaisiticac3es. Exigir o rotulo junto 1
hzszZQtS&iZZZ

80Cr He; de amar-le at-
, 3 ijopro airores
; jtle. 320 rea o co-
Verdadeira Agua de
VI OH Y
(FRANCA)
Exigir o nome da Fonte sobre o Letreiro
e sobre a Capsula.
C L E S TIN S. *&&?
GRANDE-GRILLE.-*1-*
H 0 PIT A L. Es' =mas
Ter o etiideao de designar a Fonte.
xcicuujjEiiet sdedio'inc] se 'spoi wa foj/redeo
r oavoviw uod
jaoJeinni s 33fl57T;- i cajOQ
'opunu op taopMi u so/ad
t)!j9}3Jd 9 iaKiu ..oasy
eaoMiena;
H
1 -.
:

Depsitos en Pernamhuco: AUG. LABILLE; MASA tt
S.VA JNIOR | ais iriuci;iis numdu c l)r .. BU.
gSw--?
03
.5 a
g|i
f* S ">
Ni3
X
Fabrica de srelo
Agcss e iimonadas gasosss de
M s as qualidadcs
Seda water, ginger, ale, !im!o. Laraois
caray", r.bacaxis, granadina, grosellas
raGboiaas, bitonilba, hortelS pimeuta ete
ft(2
125=CAE8 DO CAPIBARiBE 12A
VINHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTF.LLACOMAS IMITACES !
WCOS RECEBEDORES
Guimaraes t Valen te
N. 6 Largo do Corpo San N 6
Regulador da llbrinlia
Concerta-se relcgioa.de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometro8 de
icarinha, caixa do masica, apparelhos
elctricos, ocolos, binculos, ocaloe de
alcance, joiaa e todo e gualqner ebjectct
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
DemarcaQes de teHra
PrloengDbeiro C. C. Carl'a', eecrjptor,io dd
e-fa-'o da Vm.**-. fl roa Do R>o ". l.
CosiDlieira
Prt'lsa se de orna costobeira que d flanea de
lOiCJOfiocta ; na ua da Solodade n. 8a, n-qiit
i a da roa da Conquista, caea do D-. aues
oimbra.
iT*'*i"MmrmLs''' r

-,..

^ 6RAKULA00
^FRAUDIN
InfaUlvel contra
Dysp.ni.ia, Gastralgia,
riatuosidades, aysenteria,
XMarrbeas dea palzes quentes.
Preciosissimo para a antisepsia
do tubo digestivo aa
Pebre Amarella.
DOSE3 :
Z pan 6 collierailas (das par.
caf) por uia depois daa
.*
refoi^oes.
*= .- r *, 551
.t^
W
REMEDIOS
LE ROY
Populares em FroDcs, Amer.ca, Hespanh e
as colonia*, bo Braz, sonde estao autorixadoe
palo Conselno de Hygiena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empragado como prepa-
raco para o aso do Purgante.
Purgantes Le Roy
GriM cOtadM mhrai i Mii*.
Sao proprios para qualcroer doenoo.
Omt noticia etpUciirr. sntolti cada arrafa.
W 3 Le Roy
V5UQJ 30 \ ^
HA O HA
Kan 4
^Hj 0ipres:; ,
Catxns>. !.
Ooeve as mais a/(a rscoireet.i;.-., -
DCi-osito em todas as tta,..... _
VM
'\
71
ATKJNSOK'S
lilil SIUS.
O mil. siiaTc ce tdc3 os perfumes suaves
l original e n:iic-% esse-ncia wr-lrglerra
a de ATKlNSGN. Evitar as ccalraiaccOes.
ATKiNSON'S
AGUA le C ^LONIA
bem preparada nm dos perfumes dos
mai rofresuBiites. A de Atkjnsox, de
fabrica^ao inglcza rccciiecida como: j
a mais Cu :.
Yendem-se em toe'. a parte.
J. B. ^LT^i^SOW,
24, Od 3on Street, Xaoudroa.
(AVISO i-c?itimas someato com o rculo-
escodo azul ? amareo e s niarca de
iabnt- uma"RoKibn:nra'coai-
o completo enderevo.
|Lao8 tono haina de cia, &luri.k, 3:0i)o crj
i, -ado.
ICacMoiiraa tietdr-g. Ttnb cictcestle U,400
O C: '-. '0.
"Lana rom aelptcoe, A Te Kariaa, ?oOO j co-
fado.
S .:;, rairfs rjovea, A
ido.
iaa, tecirio , : r. r 6f UOU c
a beasl'a (ireta e ds t6*e*
t, Cuvado.
Coilas eacBrac, Sampaio
vido.
Chin 11, C i.' ''. rjo ii' o i,: ti eow
. is: B'ai, B t',", o). re.
fOiOtaile, N?o ibe i ui 8' O r*i i o t* io.
i>ie ooea, ii ir o baiit-, OJ :e3 o cavado
L'-'.dos p^drCta .e caaaaa ue coree, Lydia, 400 rs.
o eovade.
Iretonra, Satcpaio duro, 500 r!a o covado.
toa. Ciato d<- ti, 480 ris o cavado.
Duos, PaCBtd, 500 ris o rovaco.
Uno, 1 tacos de aruor, 400 rds o covado.
Dttoa, Hernaraa. tOO tis o covado.
Dito.-, R.g' nc:a, 480 ris o covado.
D toa, Piori.DO Peixoio, 3J0 ris o covado.
Uiu;s, Pradeote de Morana, b:0 ris o covado.
it.3 ci ai barra, Ceodoro da Foostca, 700 ris o
covado.
Oi'os, Republicanos, 7C0 ris o covado.
Hern.s preoe cara batios.
Dos cor Je cat p ra batica.
Gra.de sortim^ntu de meriLJ pretcs e de ccres,
lisos a lavtasos.
VelboUna fie tod.s s> cores.
Surab, completo sortimetito
Linrio e-on:iii- r.to de camtraias bordadas,
'otes de veB'idos bramos borlados.
Vestidos em caMes bordados a f da.
P&antaa, Beijos do amor, ioOU o covsdo.
Lru-o sonimeuio d ;hu3 para tenboras e me
oloas.
ExDleodldo poniaieoto ele fazendas prets DWI
a Semana Santa.
Capellas com veo para coivas,
r-riuinos oe Imoo, nzcs i Lordados.
> ai d.' fortimemode bljouterlas.
Pa Doa de crocbet pa:a eof e cadeira.
N vu eortimento de ravslas.
. rapie c siriimento de espartiibos.
CDisaa bordidOe para co.vu.
Cam sas para cernir.
Ponnos e eoilarlubor.
Csmisaa de liobo braocas e de cores p^ra bO-T:e^
y~tsiua ioa pata oaptisado.
B Isas oe mc, inglez8.
Hale pa a y.jfrBi.
T pc t -ti para sof e cema.
Sooretiii:o ce oiua c duas vistas.
Di:os oe oorracba para horneo.
Cansa e borracba para seobora.
Camis^a bratitas para neniaos.
f'eatosnoa ame.'icancs para meu-oa e maaij:s
CoambreB.
icrea p.
Flane.la lisa e ce lis'.ras.
nales prelos.
Coriieado8 de crocbet para cama.
Cortinados de crocbet para jaoella.
CtirtiDadus de cambria para cama,
nanulbas de seda pretas e de cores.
Ditas < Camtas oe 13 para borxem.
Gobenas, colchas e cobertoree.
Cobertores amencanoa. 2*601) am.
Bi '.a encaroaa e azul.
Cjrtinado8 oe cores pata cima,
Liados cortes do casemira.
:;aeeo,ira8 em pecas pre'.as e da corea.
Grande so-imecto oe roopaa fe:tas pare homerr.
<0Hpa (eitaa pur medida, perita lesoora
Jones'de fBt8o branco e de cores par- cutate.
.oalbadode litibo e de algodo.
i'anoos oa costa para mesa.
Sercalaa eiastlcaa.
Seroulas oe liobo e de algodo.
Lines p3d!6es de crep para coberias.
Botase de tapete.
Conem ver para crer.
Pacniobo lavado, 10 vra3, 4*500 a pega.
MeriDO pre'.c Use, t^COO o covado.
D to oreto lavraflo. 1*500 o covado.
Las com 8alpicos de teda, duas largnraB, lea-
nmba Verde, 3*500 o covado.
S-as de listas, Cartaval, 3*200 o covnda.
Palilcts de palba ce eda.
Cam 8as de meia com lrs-aa de cores.
IU E CiB&i S. U
chapeos le
Fazendas Unas, modas, coufeco~es e
alta iovidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas fina^
bordadas.
Espartilhos de todos os tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodo e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Vanado sortimento de guarnieses para vestidos.
Fitas, rendas, gales de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPr-OS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom osto escolhido por madame K03l*
Par.
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& II 3a: *i W& MI, t%W M-IBLW fe JJ *#
1 A. Ra do Cabug 1 A
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de inniirieras fabiicas de
d s duas Americas,
aacJbiDas e
lo los os p^izes da Europa e
lo la espacie de nercadorias. de
do
i atacado RE
>fa
prima.
v> o melhor des
afectante c ihecido.
D
r.
LpOSltO
H. Rirted.
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bem conhecida ODONTINA do
...
Estrellas VAmerk
ll-Rna l-de Mareo 1*
Antiga do Crespo
MARQUES LIMA
r-J dot Remedios liquido!.
mu ezfUfstivo uvolv cala Iruee.
Eetracl
O tranco do 100 pll. S> O (rateo de 35,1'BO
Acautelar-se das falsicacdes
RECUSAR
qoalqaer rodncto (M sil livir ende-
me 1> FktrsMcla COTTIB GNn U MT
en, Bu smsmi 61, i Parts.
pagoarros bm tosas as PHaatuciA*/
t
As-sezoe.-, febres interai?-
tentes, palust^s? reoiteDte,
dore^ de cabe^. nevra]cras
asmis rebeldea, sao cura-
das infail velmenre com ^s
plalas contra as sezoes do
Dr. Costa Le te.
UEPGS1IO
BOTICA FRANCEZA
H. Rouqua\rol
22 Ra da Cruz %%
Atten^ao
Precisa-se comprar ama casa, que
>( terina accommodacoes regulares, agua
i e gaz encanados e era boa ra, na Boa-
Vista. Quem tiver algama em taes
condigoes dirija-se ra Formosa n.
' 33, que achara com quera tratar.
Taiuhas eni cartelas
Cbegaram as de primeira qnaliri3rle pa-a o
armazem de xarqu9 ; na roa aa Midre de Dos
' numero-^__________________
Ra larga do I osario ns. 29, 31 e 33
i,' j cj ai nm w i v mj *-* i. IIM ki
58 e 58 Ra Duque de Gaxias 56 e 58
Resolvefam liquidar pela quarta parte de seu va-
Loi todss as mercirdorias qae se achavaii no Centro da
Vloda.
Madapolo para noiva a 4-^503 a pe^a.
Bramantes de linho de 10 palmos da largura a 3S0C0,
Cazemiras pretas e de cor a 3$5u e 4S0 )0.
Bramante de algodao com 1 larguras a 1S200.
Crotones francezes claros e escuros a 6G0 e G40 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores;
Cretones de 1.* qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escosse.ase lavradas a S500 e 2S00.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Pcrsia de 70J por 2 SOOO
Ditos &ndnesuk de 80f a 6S00O !!
itos todos de renda de gripure valenciane de 8v$ a 123003 .'.
Cachemiras escuras de 3$ a 800 rs. M
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de auadro para mesa a 2S00O.
Guardanapos duza a 3$ e 4f)000.
Capas e perrinas de seda e cachemira.
Chapeos de,sol, com renda de 90$ por 25S e 30SC00.
Calcas de casemira de 35S a 12$ e 15f$000.
Um completo sortimento de frak, de 100$ a 5$000.
Oolletes de casemira de ;2$ por 4$000.
Ditos de brim de 8$ por 2S500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, lSs, cachem'ras, cretones, ltnonS|
chitas, etc. etc.
Pede a todos es seus freguezes e as Exmas. fami-

lias em geral qae se digaem visit'r o nosso estabslsci^
ment, afim de se convencer da grande reduccao de
precos.
MA
Loj. das Ei
56 e 58 Usa Duque de C
Telophoe n
axias 56 e 58
XROPE BE RBUTER N. 2
Como remedio da Estacao calmosa, purifleador do saegue, digestivo
aperiente, uetinum outro" appulliado d^rratVO oc salsap^rrllba se appro-
ima aeqcer ao X^r pe de Heoter n. 2. Combioi qu3tro grandes propriena-
es em um s remedio, tperaaj a a ai lempo tobre oa orgoa digestivos, o
angue, os ria e os Intestinos.
AbfOlutameDlentutrsl:sa eexpuies peloe capaes intesimae?, nnj e
poros da pelle, os germens nocivos, que fluctuam no sangue, na rica e na
DEPOSITPJOS D3STSS PSOOUCrOi A Companhia de Drogas e Prodactol
OhimicosBa Merques de Olicda n. 24. ^^^^
0 MELHOR
FURIFiCADOR
PARA O
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figaa entorpecido cura-se posiUvmeoie com ettas puulas. Ellas
sao um remedio purg.tivo uvre de pengo para o bomem mais raco, tao bem
como bstanle f.c iva para o hornera mais fo-te, e nao ironstipam a-p:U; pela
acgo geral agrada a todos oue &a usam. [So as pilis? estn, arte oa pro-
dueso medica dos Estados-Unidos. Sao armenorta e mais aceis a tomar.
Quareota em cada Irasco
PARA
O
FIGADO
COFRE
Vende-seum Milners a
ra Nova n. 16.
SARAO CURATIVO DE REUTER
Oosinheira
Precisa se de urna cosichetra para casa de
a-ntHi: a tratar na rna Doqoe de Cixias n. 84,
loja.
Tumores, cravo, pello ver '>elba, spera e oleosa impedido ou curado
por o mais grande de tedos os-afirmoseadores da pelle, o Sabao Captivo oe
Renter. Prodoe a pelle formosa, branca e clara e mos brandas; absorta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparave! romo
Batao para a pelle bem como do toncado^ do baobo e do qnarto das enancas.
cii'TGL.t.- Nao genuino sena cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barcia? 4C. New-York.____________________________
MEDICINAL
PALIA
TOIUETK
TRICOFERO DE BAtfoRY
Urna preparaco elegante, extremamente perfumada, ramove tedas assi
impurezas do crneo, perservativo contra a calvicie e cabello cimento ; fai ofl PARA O
cabello crescer espesao, brando e formrso. lofallifel para curar eropsOi?8J| q^bLLO E A
doengaa da pelie, glandulaa e muEcelo, e ourarapidaxenle as cortaduras, quel-* pEUiB
maduriB, (eti'as. torce-uras, etc. J
caCTELA-Nao genuino sem cada frascr ter a marca registrada^
w
a
lltBB r
i
. i .^iSfcr


ifrario de Pernamiuico Qninta-feiim '14- de Sisip^ de
4
55
DO CEUCBBE
Or. Humphrsys e Ksra Tori
A Verdadeira Maravilla do Sectua
APPECVAD& E LICENCIABA
wla iaapcctoria Geral de K:
Imperio da Brasil.
A MaraUhttOnrntT* 1 rcm-^lor"
p.-n as Pisar
cedurr.s. Con
estanca rt nauj ,,. i ,.;.. .
a nchaao, -na.. Beacrcaiemo, c tusar
como por encanto.
A Maravillia Gavafclva ( pvo rrp3*.proe
oura rapi'ia para (jueliuaura ira. ti
Quetnaan* *o bol, superior aqu*lqu*irouuo
remeci.
A Hnravilha, CurnliTT 8 'mpngav:
Cris Pnhn^i (i.> Esto : ...--. >: .
A Mnimvllha i ir. -".-,>, prompM
para 1> *, Ue -uyq.,.., *" l-uc-.. 1li
t.% Faco e A Mnravlllia Curativa 5 c roerlo vrounXl
e i.rvc">o r.-.?z Dures rh-umau.-..' ieijtto, X---.ro
; nusJ uuuil ou t't-ruas.
V "Inri -<" Curativa fo Brande rea
RTra'Esqo m-iicia. AnftU < incfcauasoo
ltaminadas-semp-i' seguro, teaipre efflcax.
A llaravKha Cnra'ivr |4c .alto tjIot
como lujoo-Jo pars, o -iir"\ il ra ua
Flon-s Irauca-Se outi-os co.r.:..- 'J>'-s-
A ?-ravJlha Curnlivn In.raravpi pan
curar Clcsraa, Chacas antif "* rtttrl-
cioe, Calluj, Friein-s, Joauetti) c minores.
/ Mnravilha Curativa rcme<.'.> prompU"
paia M-srrtaea sinip'.t-s cnroals.
A Maravil! n fnraUva .xcelltnie nas
K-..:- .,..";.,,.-< avallai : ,1 ."iorcwlui-ja,D-r
Plsaduri.scEsfoladuras.Contosocs. Laeetagooi ve
Sstealiaass do Dr. Soaphrsj-s.
Ueibcdioa Ei.pecir.3H,
Ungento MnrrvLoio.
fti-medio* SypMlitlcos,
Remedio Veterinarios.
O Tamial do Dr. Homnfcrer) '-ti r-"7inas obre ae
Enfvrmtdadmc mmlodecural-essc(.asratls, pode.
je ao seu boticario ou
III MPHREYS' MEDICINE CO.,
-.09 faltos Street KEW YOBK.
UNIOS AGENTES
Para vendas ca grosso esa
'craaenbneo
FsrisSobrinbo C.
Padaria LNogueira
< aminlio \ovo n. O
Telephone, 658
Prvido este estabelecimento de um perito
confeiteiro, tem actualmente disposigao dos
eus frefiuezes em especial e do publico em ge
ral os mats deliciosos producios de confeita-
ria.
Ahi os consumidores enconlrarSo:
Desde o ma's bera feito
pao .le lot, folliadas appe-
titosas e bolinlias em pe-
queas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
bolinliolos de differentes
qualidades e formas dis-
unctas, crystalisados ou
nao. edr natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses productos sao de um tempen
que satisfaz ao paladar mais exigente e assim
te reeommendam ao u>o ds familias em suas
soires e outras festas intimas ou solemnes.
A padaria Nogueim er, pois, prestar um ser
vi<;o s familias peroambucanas; 3 quaes pro-
porciona assim aritsos indispensaveis, bem pro-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
eitosem casa, nao Ihe custariam menos.
triados
Preclfa-e de orna cosinheir, de om crisdo e
de o:ua criada p da IXFeratnz ii. 21, 1" ailar. _________
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22

GRANDE
HOTEL OOMMERGIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29, *\ e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direcelio d- sen hbil proprietario MA-
NUEL GARCA, auxiliares entendidos na materia b -5, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua archituctura e
pintura i.Bterna, j pela promptido e aceio do servigo culinario aduaneiro, ja tam-
bem pela posio bygienica do seu edificio.
Depoisde irnumeras transfornaaoes por que tem pausado este Hotel, coneeguio
afinal o seu incancavel proprietario olferecer hoje urna hoapedagem que deve ser
preferida peles illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou cotn familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados juntares e
banquetes, a contento dos Srs. pretenden tes.
APE&ESZ7GS
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiroa e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados coramittentcs da Europa.
Alm do que destinado ao comrnum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua mportacSo, principalmente vinbo Bordeaux era quartolas e cognacs
finissimos, que vende nas melhores condigoes do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMR01AL
ar^o
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t. cx-rj
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6.3
13
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Richas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfes applica-se ventosas seccas e
srajadas ; na ra das Larangeiras n. 41
41
Iv este acreditado estabelecimento vende-se i. zendas
por menos 25 \o do que em outra qualquer parte.
E se Do wjam:
C'retones com 2 barras para reposteiros e chambres com 1 metro de largura a 8C0 rs.
o cevado.
Naczoks brancas com petas e flores a 240 o covado.
Prim para roopaa 6C0rs. e jasincta a 500 o covado
Mantilbas do oaa a ~5 orna.
Ditaa de alg dSo a 2&tOO ii-m.
filedopolSo americano mnito largo com 24 jardas a 10$ a peja.
Ckchemiras para festidop, faaenda de 15 por 400 rs. o oovade.
Chichas de tualSo brancas i de cores a 5S, 8$, 15^ o 20|J urna.
Eapartilhos de cotraga a 80000 oo, barato !!
Corticadoa bordados para cama e junella a lOtJOCO o par.
Lindas capp|!as com vea p'ra noiva por 10$ e 120 urna.
Crelonea claros e eecuroa a 400 rs. o covado.
Setim branco MUcan, para vest dos de noiva por 10500 o covado.
Tapetes avelludados e alcatifa, grandes e pequeas.
Atoalbado branco e de cor para mesa a 3000 o metro.
Luf as de fea p ra senhora e para menina a 10500 o par.
Peitilbcs zos e com prega* para seobefa a 10500 um.
ilamieas de i t-rmir para bomem e para senhura a firS urna.
Setim cor de rosa a 10 o covado.
Meric preto a !0, l;f500 o 20 o covado.
Lengoa de cumbraia de 1 nho para senhora a 120 a duzia.
Meiaa de la e seda para boisem a 40 o par.
Osm:BBS de Malha de 15, pan hornero e p^ra senhora a ,63 urna.
Corlea a-u earto par vestido de 800 ptr 400 usn.
Cortes de caneroirs ameri;an a 4000 um.
Ditos de oogstaira iogl?za a 80 om.
Setinetss lisaf, toda as corea 6C0 rs. o covado.
Z-phi.'oe com ua.icnnb a 40 rs. o covado.
FianellaB para vestidos e pira oautzas 360 rs. o covado.
Linn com 2 larguras a 500 g. o colado.
Sargelim brnco e de tedas as corea a .'-60 rs. c covado.
Vestuarii.B dn Jt-rs-y para jreangis 155 ns.
Caaaces de Jartt-y pra senhoiaa a 55 un*.
Enxovses para bi-piiaado.
Cul8^s francezea, m sqaSeiros so i;n-s.
S'bretudo, ceroulas, meiai. lengoe e gravt.fh.8.
E muitos ou ros rt;.gos ijaa a torna difS^il meio'onar
S na
19-3R.TT.A. I' 3SXWXuV3rR.ga
Telephone 61
ODIO DE MOA
TRADCCO
PARTE PRMEIRA
XXV
(ContinuacSo)
Estas pilavras foram pronunciadas
n'um tom que nao poderia ser mais natu-
ral, e nao obstante causaram um arrepio
em Jorge Mal olm.
Este comtudo respondeu :
__ Terei essa honra, princeza.
__ Cont com is30, sir Jorge, e sa-
berei recordar-lh'o se a memoria lhe for
infiel- .
Ao longe, no meio da escundao, bn-
lhavam os archotes, quaes lucilas fugi-
tivas ; e o galope dos cavallos, langados
a toda a velocidade no caminbo de Be-
nars; tornava-se cada vez mais indis-
tincto.
Djelia, que ficra ssinha janella se-
gua com olhar vago aquellas luzes erran-
tes ; ouvia distradamente aquellas rui-
dos preste a extinguirem-se.
Ao vel-ja assim, muda, immovel, palu-
da, anda que de costume, o aeio agitado,
a respirado offegaDte, poder-se-hia con-
t
angustia a dominava, que profunda e do- j
lorosa ferida lhe causava passageiro anni-^
quilamento do corpo e da alma.
Esta crise foi alias de curta dura-
cao.
Djelia endireitou o flexivel corpo, pas-
sou ambas as mos pelo rosto, abanou a
cabega por duas ou tres vezes, como que
para repellr violentamente um pensa-
mento penoso, e afasiando-se da janella,
murmurou com voz qnasi indistincta:
O ultraje s mortal quando fica
impune! Que importa a grandeza do in-
sulto, quando a vinganca lhe nao seja
inferior?...
Desgranado de qnem [me despreza e me
calca aos ps 1 Desgragado de quem me
prefere ama rival! Ou hei de apagar a
manena, ou perder no intento o meu no-
me !
Raca maldita de europeus 1... 0 sosso
territorio e o nosso corago, tudo elles
calcam ros ps 1 Paciencia I... Breve
chegar o dia em que o seu poder exe-
crado na India nao ser mais do que urna
recordagao l
Dizendo o que precede, approximra-se
Djelia de nma mesa collocada no meio da
casa, e fazia soar ura timbre.
Acto continuo appareceu Sa'ugor com
as babituaes formulas de respeto, e es-
perou para fallar, que a princeza o inter-
rogasse.
J deixaram o palacio todos os in-
glezes at ao ultimo, amos e criados ? lhe
perguntou ella.
Sim, minha senhora, nao resta um
nico estranho no recinto do palacio, uem
nos j ardas.
Ests certo disso ?
Saugor fez um gesto affirmaivo. Djelia
continaou :
Os nossos irmaos, que trouxerarn as
flores de lodo diBseram-te alguma cousa?
'Sim, minha senhora.
D onde veem elles ?
Do Orinte, do Occidente, do Melo-
da e do Septentrio.
Sabes-lhes os nomes ? Viste-lb.es os
rostos ?
Ignoro-lhes os nomes, e os rosto
occultam-se-lhes sob denso veo. S na
presenca da minha senhora cahir aquelle
veo. Devo conduzil-os aqui ?
De ves ; estou prompta para os re-
ceber.
Saugor sabio.
Que noticias me trarao elles ? mur-
murou Djelia, ficando ssinha. Quaes se-
rlo as vont-des de Siva, do deus bravio?
Pedir saugue inglez ? Quaesquer que se-
jam as suas ordens, char-me-bo dcil...
Ah eil-os... vou sabel-o.
A porta abrio-se com effdito, e quatro
homens, guiados pelo Saugor. que se afas-
tava para os deixar paasar, effectuaram a
sua entrada no salao e iam prostrar-se aos
ps da princeza.
Compridos creps pretos, lngados pela
cabeca e cahindo-lbes at os hombros e
peitos, nao permittiam que lhes viasem o
rosto.
Djelia cumprimenton-os com o g9sto e
disse-lhes em tom solemne :
Os mensageiros do deus esto na
presenga da rainha dos phasingars e dos
thugs... nenhuns olhos curiosos os es-
preitam, nenhum ouvido indiscreto os es-
cuta. .. que fallem portante de rosto des-
coberto.
Os resem chegados, obedecendo mu -
lher, que sem duvida tinha sobre elles di-
reitos de commando absoluto, ergueram
s veos : e,Djelia nao pode comprimir um
movimento de sorpreza reconhecendo-os.
O fakir Souniacy ?.....exclamou
ella ; Azkbar I Djaal Holcar !...
O maiores depois de vos entre os
chefes dos thugs 1 respondeu o fakir, es-
pecie de gorilla repugnante, com o corpo
EMULSAO de SCOTT

flls. '* / ' fi^Ke\ '
^^^i
fflO n A'|LAi,|nui
flli s
mil a a ^"^
^B^^^fl
(MiiaWnlllWi

de OLEO PR0\
FIGAD0 DE BACALHAb
COM
HYP0PH0SPHIT#S
DE CAL E SODA.
TSo agradavel ao paladar como o Icitt,
Approvada pela Junta Central de Hy
giene Publica e autorlsada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANECIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto nas enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso.de Scott.
^ PRODUZ FORQASeE CRIA CARNES.
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A TOSSE E
PEITOEAL
DE
ANACAHUITA

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LANMAK E KEMP
NEW YORK
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TRIUMPMAOO EM MUITCS CA>"JS DE
PMTHI6.CA IN-IPENTE.
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A venda nas pri7icipaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWNE, B-A CHIMICOS.
NOVA YORK.
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CAMINARA E AjLFAIATABIA
m
15 wua do Viscon-te de Inhaiina 15
( Antiga do ra do Rangel)
Este novo estabelecimento acha.se sob a direegao de Alvaro Jos P^reira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pemambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praga, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
madapolSes, e^guioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa taraban se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e pregos seguintes :
Duzia de 1.* cla-se com punho ou sem punho 855000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 900000
Duzia de 2a classe com punh e sem punho 728000
, Duzia de 2.* classe com ollarinhos 780OCO
Duzia de 3." B com punco ou sem punho 60$000
Duzia de 3 a B com collarinhos 660OCO
Tuzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho 488000
Duzia de 3.a classe com collarinhos 540000
Duzia de 4.a classe com pnho e sem punho 425i!00
Duzia de 4 com collarinhoe 488000
s duzias fazem-se bons descontos
Linda exposigao de grava tas. lengos, punhos, collarinhos, meias de 12 a
algodao, para homens, senhoras n meninos; o que ha da mais fino em aberturas de
amisas. 'lizas e bordadas. s
A frente da officina de alfaiaaria !i i a a a. j-.-i; -i '.iiil *r;i sta
oTorrador
Os proprietarios deste muito acredJ
tado estabelecimento chamam a attea-
C5o do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos SO 0/0 que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tcidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 4J
Lima Coutinho k C
Pernambuco
Para a quaresma
Sedas pretas, lndissinios padres
i$500 receberam':
LIMA COUTINHO & C.
Ba Duque do Casias n. Vi
AO TORRAIlOR
Espartilhos finos esto venteado
Lima Coutinho & C, por presos sem
competencia !!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda-
dos.
Ao Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolao fino 12S000. Pe?as de
bramante com 37 jardas por 25$000
S ao Torrador
Lima Coutinho <& C.
Ra do BarSo de Triumpilo zas. 103 04
e ra do Viscon ie de 1 caparica r e
COMMUNIOAM a seas numerosos freguez a que tem ero desito e rece-
bem regolartcente c.-. t.uropa e Amtt ica todos os m^chiaismos e fern.; ens or^oisu
aericultura dV&te Patudo como sejam
* MACHIMAS a vapor de torga dn 4 10 cavallos.
CaLDIBA inut tubulares ae iodos os laa .r. ..
M'LND-iS (s m.iis solidas do mercado o e dilarautet 'araaohoa.
TA1XA8 do terru tatido e fundido.
RODAS D'AUA.
RODAS pfCNr.iDAS direi&M e angulares.
CrilVAQWS de rerr.> foadiia e batidn.
BOM PAS do repuoho de diffarQt3 Bysccm.is.
LOCOMOVKIS d=> dioersja lamaohj.
MACHINAS de d?3'j:irogar algoco.
LANO-i de ferro gMvaijiadj, Hutadol o de chumbo.
ENO&RBGAlf-SB de qoatquer cnoerte p*r* u que tem suas offioinae
bem monl>dbB o coa Oaatunte peaauui a dirigid >s pur dona engenheiroa bastante pra-
ticoa h ootjiouidoa.
.VIANaM vir d'j Encopa ^ncar ega/a-u- -xa mootagero de Usinas e res
tillagSes, go.ant-'m m& ba q-)a!idde e o OJiwoameBto co ..o pruvt.m com aa diver
sas que in n t: .: .
VEN DEM praeo ou a diiohero com descont e progoi rpaamidos.
cosinlieira
Inci.' t(e orna --osinbeira, pagase beta
aa roa co rUogel n. 19.
magro e cabelludo encimado por urna ca-
bega calva e hedionda.
Irmaos, prossguio a princeza, sede
bem vindos ao palacio da vossa rainha I
Gloria a Siva e a Bowhania, que vos trou-
xe junto de mim !
Envia3tes-me pelo Saugor flores de lo-
do, as flores rayateriosas e sagradas, que
para nos tem um sentido precioso e sub-
stituem longas mensageos ? Ameaca-nos
ento algum perigo ?
Ameaga.., respondeu Azkhar.
De onde vem ? *
De um inglez.
Quem esse inglez ?
Um civilian da Companhia das In-
dias... Um juiz supremo.
Um juiz supremo .. repetio a prin-
ceza. Explicai-vos, Azkhar ; estou espe-
rando.
Aquelle inglez fez um juramento...
disse ento e fakir Souniacy.
Que juramento 1
Jurou, ainda que isso lhe custe a
vida, descobrir todas as ramificagoes da
terrivel e mysteriosa associacao dos thugs,
e de anniquilar a obra dos filhos de B'-w-
hania ferindo-a no corago.
E desde que jurou, muimurou Djel-
ia, procura...
E fez um gesto desdenhoso.
Que nos importa ? replicou ella ;
que procure Nao achara nada !
J achou disse o fakir com urna
e3pecie de raiva.
fc E' impossivel 1
E' comtudo verdade !
Que sabe ento ?
Muitas cousas Houve falsos irmtos
que lhe reyelaram ou venderam pingosos
segredos... Achou a pista I... Est se-
nhor della; e o maldito rafeiro nao a per-
der mais !
Bastar que elle avance um pateo mais
e a nossa associago tchar-se-ha amea-
gada !
Os caminhos que elle percorre sao
ainda tenebrosos 1 disse Holcar. Nao sa-
ba um nome .. nao conbece um rosto ;
mas a luz est prestes a brotar, dissipan-
dj a sombra que nos envolve e nos oceulta
a seus olhos .'. -.
Amanha poder elle talvez saber tu-
do. .. Talvez que amanh nena a rainha,
nem os chefes se lhe conservem desconhe-
cidos.
Djelia bat-:u o p, as narnas dlata-
ram-se-lhe, os labios contrahiram-seihe,
dos olhos sahiram-lhe relmpagos bra-
vios.
Ka Inglaterra triumphar !... ex-
clamou ella com voz estridente, e nos
nada mais poderemos para emancipar a
India do seu maldito dominio Nao 1 cem
vezes nao Nao ser assim Juro-o pelos
meus antepassados, pelos nossos deuses...
Nao ser assim!
Princeza, murmurou o fakir ; sois
filha de Bowhan;a, e a deusa vossa mai
que vos dicta essa palavraa !
Fa-me ferver o sangue nas veas !
respondeu a Djelia ; inspira-me um santo
furor !
Conheceis j o perigo... proseguio
o fakir ; que ordenis ?
Djell mostrou recolher o espirito por
um movimento; depois, em vez de res-
ponder 4 pergunta cue lhe fra dirigida,
interrogou.
$ Fakir, disse ella sois querido do
deus Siva, e a sua sabedoria reside no
vosso espirito... No meu lugar o que fa-
rieis ?
Ferria repcou o Souniacy, 'sera
hesitar ; necessitamos da vida desse ho-
mdin !...
Sangue !.'.. murmurou a princeza ;
necessario langue?

Calilraucae Vir-
gem de Jagiia-
ribe
A Companbia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se neontramein
seoarmazgm do caesia
Apollo n, 73.
Sm.. sangue estrangeiro. san-
gre maldito... alias cm.breve correr em
r.os o dos nossos irmaos...
Tendes razio, fakir... Esse civilian
morrer...
Quando ?
Na noite de amanh.
Onde o iramoiaro ?
No valle dos mysterios... No ce-
miterio dos elephantes... Na preenca d
idolD de Siva...
Assim se far.
Agora, proseguio Djelia, agora que
esse homem est condemnado, dizei-me o
seu nome!
Foi Djaal quem respondeu :
Sir John Malcolin, civilian de Ba-
ares...
Djelia fez um movimento de susto, e
algumas gottas de um suor fri humede-
ceram-lhe de repente a raz dos cabellos.
__ John Malcolm murmurou ella com
involuntario terror... John Malcolm...
e seu pai l
A commogo da joven nao poda esca-
par a olhos tao perspicazes como os dos
quatro mensageiros.
O fakir Souniacy, usando dos privile-
gios que lhe dava a sua repuiagSo de in-
timo amigo do deus Siva, asaumio aspe-
cto quasi hostil.
Dir-se-hia, poder-se-hia julgar que
a princeza Djelia se perturba !... Ou que
hesita !... murmurou elle litando na nos-?
;a herona olhos phesphorescentes. Agor.
oue a princeza sabe o nome do aosso im-
placavel e perigoso inimigo, pensar,
acaso em poupal-o ?
{Contina.)
Typ. Vierte* f. Daie c** t-
1 WM h
V

i
X.


~i
h


Full Text
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