Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18200


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Full Text

AiY\0 L. MMEKO 122
*
*-
A *
PARA A CAPITAL E LUGABE9 O.liDB ,\iO HE PAGA PORTB.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem.....*<........... 12J>000
Por urn anno idem. ...............249000
SABBADO 30 DE MAIO DE 1874
PARA DSMTBO E FOB A DA PBO VINCI A.
Por tree mezes adioutados................
Por seis ditos idem ,................
Por Dove ditos idem.................
Por urn anno idem....... *...... ?
PROPRIEDADE DE HANOEL FIG0EIROA DE FARIA & 7ILK0S.
* Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos.no Pa:i; Connives d Pinto, no Marauhao; Joaquim ios& de Oliveira d Filho, no Quasi; Antonio de Lenaus Braga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Cioaves, uo Assd; Antonio Marques da Silta, no HataJ j Jos* Jostii
Persiri d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auiuucio Monteiro da Franca, na Parahvba ; Antonio Jose Gomes, ia Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Autio ; Domingos Jose da Costa Braaa, emSaxareta;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Jo3o Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Civerii9 A a ? '.\ in l'I.i.
SO Di EdVOBBM Di:
iecgAo.
187 i
hXl'i-ME.NTK DO DIA
/
Offlcios :
Ao Exm. hrigadeiro ;otilmaodaute tl.is annas.
Respnideudo ao effleio de V. Exc.de 16 do
dezembro ultimo, sob n 119 >, reforeule a reela-
macao do com nan laote do 9 bataihao do infaa-
taria, de nao ter sido enviadu da forte o f ardameu
to pedido para o mesmo bataihao, tenho a dizer
qne, segando const* de aviso do raiai-terio da
guerra. de 10 do correate, cjii referenda a in
formara > ia intendencia da guerra, parte d i dilo
fardamento sera remettido na primeira oaparltuii-
dale, deixando le vir couipleto porque aiuda na o
estaa promptifiead is 30.5 gorrus, 6') capas opara
os inc.- n is e 305' bla<:i- de ponuo, suudo que na-
quclladata se man 1 ai aelivar a mauufacturacao
destas pecas.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de uiandar
pdr em liberdade o recruta T MJOilino Bazilio
C, muss de Lyra, qne provou is u.;ao legal.
Ao inspector Jo arse :ai d i mirialu. -Duler-
uiioe V. S. ao Operario Faustina Printeiru, que
solicits na Iheso irana de f agenda para onde foi
reaie-Hido, afiui desereoi pigisos respective di-
reilos, o titulo pelo qual e ells nanealo para o
lugar de mandador da officida de catafates desse
arsenal.
Ao mesin a.Decla.-ando o Exm. Sr. miuistro
da marinha, no aviso de 10 do corrente, em sola
;ao ao requerimento dos empregados desse arse
ual, pedindo o sb no da poreentagein aulorisa I.
pela lei de 26 de abril d; 1871, que por ovasiao
da roforaia d >s arsenaes, a ijue se vai proceder,
era virtude do art. 4* % i* da citada lei, ?erao
ccovenientemen'.e elevaJo^ os vencimeutos, que
ora p?rcebem ditos empregad >s ; a-sim o e j nrau
nico a V. S. para o fazer eoosUr aos reque-
reatas.
Ao mesmx Visto que o m;aor Aiolptu,
nit) pode ser alistado na cjrupinliia d; ap-eaJi-
zea marinheiros por faltar-ltie a necessaria robus
tez. segond) eoasta do seu o!Bcio de 13 do cr
rente, sob n. 8Ji, pode V S. mind t lo por em li-
bcrdade.
Ao eapitao do porto. Ciminanico a V. S..
para seu conhecimento.ijue pelo mioisterio da ma
rinlia ja foi providenciado, segando consta de avi-
so de 10 do corrrtnt;, para qae sejam renwtti las 50
cbamines de vidro de sobresalaate para o pharol
ri; OliaJa, c )ino indeiDnisai;ao das que foram for-
uecidas por emprestim) aos |)hraoes da Parahyba
e do Cm ra.
Ao director do arsem! de -guerra. Tsuio
-.I) julgados acsitas peia couiinissao de co.npras
desse arsenal, seguodo coa-la de seu offl:io id II
do corrente. sjb n. 575, as propmas que junto
devolvo, para fufoeeimento de utensilios e objeclos
d? qne trata o art. 95 d > regulamenlo de 19 de
oatubro de 1872, autoriso V. S. a effectuaros res-
pectivos coatractos.
Ao mesmo. -Transmitlo a V. S., para seu
conbecimento e dovida exeenca;, copia do aviso
circular J > minislerio da guarra, de 27 de janairo
ultimo, deelarando as malerias eip que devem ser
examinados em concurso os pretendentes aos lu-
rn vagos de am inueascs desse arsenal
Ao commandanle do presidio de Feruanlo
de Noronha. -R^ceba V. S. opportunamente nesse
presidio, corao determina o aviso do ministorio da
guerra de 7 do corrente, a Joao G)mes Cibral,
couleraaal) a 20 annosde prisao com trabalho,
por ter oai) praca do exercito, assassiaalo a urn
seu camarada, estando di service na eafcimana
mll'tar da cidade do Rio I'.ird .."
2' tecfSo.
Actos :
0 presideote da provincia, a vi-ta do olHcio
do Dr. ciiefe de policia, c. 2i>, de 19 do orrea-
te, resolve exonerar do cargo de subdelegado do
2' district) da freguezia de .>. Jose desta c.dade, o
cidalat Amato Jose dos IVazeres.
0 presidente da provincia, de coaformiiade
com a proposta do Dr. chafe de policia, era o!B:io
de 19 do corrente, n. 2io, resolve nomear para o
cargo de subddegado do 2' dislricto da fregaczia
de S. Jose desta cidade, d ciiadaj Jose Francisco
do Soaza Lina.
0 presidente da provincia, at'.enlead) ao que
reqaerea Manoel Jose Diulas Junior, alferes d > 8'-
batalhao de intantana da guarda nacional deste
inuatcipio, a vista do parecer da junta medica,
que o julg)u incapaz do ser vie) activo, e informa-
Ca3 do respectivo commaadaute superior, de 16
do corrente, n. 10, resolve, de conformidade com o
disposto no art. 69 da lei h. 602, de 19 de setem-
bro de 1850, transferi-lo para o service da reserva,
ficando aggregado ao 2' bataihao desta manicipio.
0 presideote da provincia, attendmdo ao que
reauereu Jose Fernandes Moateiro, tenente aggre-
gado do 3* bataihao de reserva da guarda nacio-
nal deste municipio, e a iaformacao de 26 de do-
vembro proximo passado, do respectivo comman-
daate superior interino, resolve, de conformidade
com o disposto na 2a parte do art. 68 da lei n.
602, de 19 de setembro de 1830, reformar o dilo
teneate com um posto de acccsso.
0 presidente da provincia, altendciido ao que
rejuereu Joao Rodrigues de Moraes Campos, al-
feres porta estandarle do 4 esquadrao do 1 corpo
de cavallaria da gaarda nacional dos rnuaicipios
"de Flores e Villa-Bella, resolve conceder-lhe dis-
pensa do lapso de tempo, 6m que te.n iocorrido
para tirar a patente de teaente do 3 esqoadrio
do dtte corpo, ficando-lhe marcado o prazo de 43
dias para solicitaia da seereuria desta pre-i-
dencia.
0 presidente da provincia, de eoaformidade
com a proposta do Dr. chef: de policia, cm officio
de 19 do corrente, n. 246, resolve nameaf para
preencher o cargo de dslegado de Bezerros, que
se aclia vago o eapitao Franct .co Bezerra de Vas-
concellos Junior.
0 presidente da provincia, a vista do officio
d) Dr. chefe de policia, de 11 do corrente, n. 238,
rewire exonerar o teneate Jose Carlos Vidal do
cargo de delegado de policia do terrao de S.
Beato.
0 presidente da provineia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em officio
de 18 do corrente, n. 238, resolve nomear o te-
n-ate Antonio Francisco Cordeiro de Hello, para
o cargo de deleg a lo de policia do term) de S.
B*oto.
0 p/esidente da provincia, di conformidade
c 05 a proposta do Dr. chefe de poacla, em officio
de 19 do corrente, a. 246, resolve nomear para
preencher o cargo de delegado do tenno de Be-
Eerros, qae se ac!i.a va>jo, o eapitao PraneUea 1> -
scrra (I-: \',is:.m;i:i! i.. luiiior
0 presidente d; pr^viucTJ, a vi-ti do ofncio
do Dr. chefe de policia, oe 19 do c Treats, n. 246,
resolve exoasraf, a pedido, o cidad.Vo Laiz Beltrao
Jorge de Souza d > cargo de 3' suppleute do dele-
gado do termo da Bezerros.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em oflic.o
de Ift do corrente, n. 246, resolve nomear para o
c&rgo de 3" supplente do deiegalo do termo de
Bazerros o cidadao Manoel Soares de Hello.
bliefl da ref:rida eonsarea, no termo de Aguas-
BelUs.
0 presidente da provincia, allcodondo ao que
r |oereu o admiaislrador da c.asa de deten'.-ao
deata cidal-., bacharel Raliuo Auguslu de Almei-
da, resolve couceder the 3 mezes de licauca, sem
venciment)..
OlBcios :
Ao Dr. ehefe de policia. A' este acompa-
uham dous tubos com puz vaccioico, para serein
remetlidos ao dniegad) de Itambe, ficando assim
re-p nlido o officio de V. S., de 19 do corrente,
sob n. 249,
A) juiz de dire.to de Olinda.Sio tendoap-
i parecid i concarrente .aUom a arrematacao para
o f ornecimento do sustento dos presos pobres da
caieia dessa cidade, sentado inlormou a thesou-
ra-ia provincial, em officio de 17 do corrente, sob
n. 92. autoriso V. S. a contractar com pessoa ido-
nea, por trimestres, o alladido foraecimento, nos
terinos das iustruc;6es de 13 de setembro de 1873,
devtjnd) submetter o contraclo a appr.'Vaciio des-
ta presidencia.
3" secgfio.
OiBcios :
A > inspector da thesoararia de fazenda.
Srginlo com:nuaicou-me o vigario de Cabrobo,
eonego Antonio Jose Francisco de Novaes, em of-
fi -i i d i 3 do corrente, ne.-sa data seguio elle pa-
ra esta capital a tomar assento na assemblea pro-
vincial, deixandona regeneia da freguezia o res-
pectivo coadjuclor, padre .Maaoel Zicharias de
Hello.
Ao mesmo.Tondo nesta data, de eoaformi-
dade com a sua inf>r.nicio d: hontera datadi,
sob n 733, serie F, aut>i-isalo o director do arse-
1 nal de guerra a contract lr. a vista das propostas
i aceitas pel) respective coaselho de corapras, em
sessio do 10 d^ste mez, o forneeimento de varios
utensilios e objectos, com) preceitua o art. 96 do
regalanaento n. 5118, de 19 d-i oitubro do 1872 ;
assim o comnunico a V. S. para seu conheciraen-
to e execucao.
Ao in urn o. A' vista do alteslalo que re-
inett i iacluso, satisfapa V. S. a ardem desta presi-
deacia datada de 19 de dezombro proximo pas-
sado.
Ao ra)snoTran;mitlta V. S. para o fim
d<: ser*m pagu os reijeciivos direi os, a iuclusa
ponaria, con'.edondj li:ea-;i para residir nesta
provincia ao alferes reform ido do exercito, Manoel
Gra'.alves Queiroz de Albuquerque.
Ao mesii) -PJra os fias convenientes, tians-
roiU i a V. S o titulo d'* cidadao Benjamim Is-
mael Alvares dos StQlos, nomeado labelliiio do
publico, judicial e notas e escrivao das executes
civise crimes do termo de Barreiros.
Ao mesmo.Saeutifico a V. S.. p_ara os de-
vidos Has, de qae foi appnlvado pela verbasoc
corros publicosdo exercicio de 1873 a 1874, o
credito do 16)j00>, aborto sob a responsabilidide
dosta presidencia, atim de occorrer ao pagamento
de meJi;amenlos foroecidos nor Augusto Caors (l
C, para o tratamento do inligentes accommetti-
dos da variola om Muribeci e Ouricury, coafor-
nn com>nanicou o Exm. ministro do imperio, em
3 do corrente, n. 462.
Ao mesmo. Em aviso de 4 do corrente, sob
n. 463, commanicoa o Exm. ministro do impe-
rio, para fazer sc.ente a V. S, que foi approvada
a (1 '1 ill era; u qae tomou esta preridencia de maa-
dar pagar ao bacharel Francisco Teixelra de Sa,
presidents noanado para a provia;ia do Cear4,
a respectiva ajada de custo para despezas de via
gem do mesmo e das pessoas de sua familia, desde
este porto ate o da capital d'aquella provincia.
Segundo exige a ultima parte do referido aviso,
cumpre que V. S remetta uma dem >u3tracio da
despeza realisada, para se poder aonr o respective
credito.
Ao mesmo. -Transmuto a V. S., para os
tins convenientes, o incluso titulo nomeando a
Faastiao Primeira para exercer o emprego de
mandador da officina de ca'afates do arsenal de
marinha.
Ao mesmo. -Conslando de aviso do mioiste
rio da gueria, de 9 do corrente, haver-se naque'.la
data expedido as necessarias ordens para ser essa
thesouraria habilitada com a quantia de 3694440,
atim de occorrer ao pagamento da despeza auto-
risila sob respoasabilidade desta presidencia,
com a fdconstrucclo de urav parede do quartel
do Hospicio ; assim o coramuaico a V. S. para seu
conhecimento.
Ao raesnjo.Manle V. S. pagar ao thesou-
reim da Santal Casa de Misericerdia desta cidade
quantia de 451, em que importou a despeza feita
com o tratameiit) da praca do 2 bataihao de in-
fanteria de linha, de nom: Candido Pereira do
Rego, qae por ordem desta presidencia foi reco-
lhida ao hospicio de alienados a 1 de Janeiro
deste anno e teve alta a 15 do corrente, como
coasla da inclusa conla.
Ao inspestor da thesouraria provincial.
Transmitto a Vine, as inclusas contas da quautia
de 104/>019, proveniente das despezas feitas no
me; de Janeiro ultimo com o sustento dos presos
das provincias da Bahia, Maranhao, Espirito-
Sauto, Sergipe e Rio de Janeiro, bem como com
os militares que esliveram recolhidos na casa de
deteacao, para que mande pagar ao respectivo
foraecedor ; segundo solicit* o Dr. chefe de po-
licia em officio datalo de 18 do corrente, sob n.
237.
Ao mesmo.Mande Vmc. adiautarao thesou"
reiro da reparticao das obras publicas a impor-
tancia de 'iiij para occorrer as despezas com o
jardim do Campo das Priacezas, visto achar-se
esgotada igual quantia ultimamente adiaataia,
como consta (la conta qae incluso remetto..
Ao mesmo.A' vista dos inclusos prets que
remetto, mande Vmc. pagar a Joaquim Luiz Pe-
reira Junior, ou a qaem se raostrar competente-
raente habilitado a quantia de 141336), relativa
aos vencimentos das pracas de guarda nacional
destacadas na villa de Barreiros darante o mez
de Janeiro proximo findo ; na conformidade do
quo sniicilou o respectivo command3nte superior
era officio datado de 10 do corrente.
Ao mesmo.'Jommunico a Vmc. que nesta
data approvei o orcameato da pintura de diversas
gaates da estrada do norte, na imporlancia de
560A, e autorisei a tespectiva despeza.
Ao mesmo.Em resposta ao seu officio da-
tado de 17 do corrente, sob n. 92, em o qual
communica a est i presideucia que nao appareceu
concurrents algam a arrematacao para o forne
ciraento de sustento dos; presos pobres da cadaia
de Olinda, cabe-me declarar a Vmc qae nesta
data autorisei ao respective Dr. juiz de direito a
contratar com pessoa idonea e por ttimestre o
alludido foraecimento, nos term is das iostruceues
de 13 de setembro de 1873.
Ao mesmo.Tronjinilto a Vine, a relajlo c
soaia j mtis, ohm qae inando pigar :i .1 lio N':-
paumceu < do Sou:a ou ao seu pro;urador a quan-
tia de 222403), em qae im;i>rtoa oru-teoto dos
prints pobres da cadeia do termo de Buique,
relativo aos mezes do novembro o dezembro do
anno proximo passado, segundo sc.icitou o Dr.
chefe de policia em offlcio de 19 do correate, sob
a. 242.
4.' sectfio.
Ofticios:
Ao Exm. presidente da provincia do Rio de
Jaaeiro. Deferindo o incluso re jaerimento de
Ambrosia da Silva, soldado do 9> batalhao.de in-
fanlaria, rogo a V. Exc. sa sirva da remetter um
0 presideate da provincia, sob proposta do
juiz de direi'.o interino da comtrca do Bom Con-
selho, de 14 do corrente, resolve, de confermilade -
com 0 dispo-to no art. 7 da lei a. 2033 de Jdocumeato que prove a allegagio feita pelo refs
20 de setembro de 1871, nomear o cidadao Dame- Jrido soldado, da haver raarcaado dessa provincia
trio Cesar Villas-Boas adjaolo do proraotor pa-'para 3 camaaaha do Paraguay era t864, corao
voluatario da pa'.ria.
Ai Exm presidente da provincia do Mara-
uhao. Deferindo o incluso requerimeuto do sol-
dado do 9- li it il'i.i i d: in'anteria, Manoel Vir-
ginio da Gama, Dgo a V. Bxc se sirva de trans-
mittir-me um document comprobatorio da alle-
gacii feita pelo tof en d.iUad.>,,>*rl verm ar-
chado para a guerra d > Paraguay na qaalidade
de guarda nacional desigaado dessa provincia.
Ao Exm. presideate da provincia das Ala
goas.Attendea4o ao qae no requeriment > junto
pede o cab j de es piadrao 1 > 9* bataihao de in
fanteria, Manoel Ma.'tinha Bispo, rogo a V. Exc.
se sirva de obter e enviar-me a certidao do-qae
constar na eompanhia de infanteria dessa provin-
cia, na qnal allega o supplicante ter sido alist i io
como recru1.111 em dezembro de 1864.
Ao Dr. iospoctor da saiide" pablica.Remet-
ta V. S. com urgencia a secretaria desta presi-
dencia e com endereQ i a commlssao de soccorros
na fregaezia de Timbadba, os seguintes medica-
mentos homeopathicos: aconito, bella-dona, mer-
cuno vivo, arsenico, sulphur e lachesis; os qaaes
foram rcquesitados p:lo encarregado. do trata-
mento das variolas naqnella fregaezia
Ao regedor interino do Gymnasio Provin-
vincial.Approvo o contrato foilo p>r Vine, cam
o francez Emile Ui larie Maseron paxa servir de
repetidur da ling la franceza nosse Institute, fican
do assim fesponlid o seu officio de 17 do cor-
reate.
Porta ia:
A camara municipal da villa de Buique.
Com olli 'i) de 20 de Janeiro ultimo, remetieu-me
a.camara municipal da villa de Buique, copia do
contrato de aluguel de uma caa partencente ao
eapitao Dirindo da Canha Lima, mediants a men-
salidade de loiOOC), obrigaudo-so o proprietario a
fornecer 1 anaario, 3 mezas e 0 bancos, e poden-
do assim funccionarem alii nao so a camara, como
o tribunal do jury e as denials autoridaies. -R:s
pondeado, dou a approvacio pediii pela cam ira
a esse coatrato, visto como segando coaUa do re
ferido ofOcio, a antiga casa e u qae fuuecionava
essa corporaoao, in pelo estado de ruiaa em quo se acha.
5." secciio.
Odicios :
Ao engenheiro chefe da reparli.do das obras
publicas.-Coramuaico a Vai;. para seu conheci-
mento qae nesfa data fica approvado o orcammto
da pintura de diversas pontes da estrada do norte,
na imporlancia de 560 jOJO. ao qual se refere o
seu officio de 18 do corrente, sob n. 45; coaside-
rando-so Vm:. autonsado a fazer semalhante des-
pezi.
Ati cngenh'iro lls-.al da eompanhia Rtctfe
Drainage. 1'ara que Vne. de as precisas provi-
dencias, rcraetto-lhc copia de um olHcio do co; i-
mandante do corpo de policia, ropresentando con-
tra a constante falta d'agua nos apparelho* da
eompanhia Recife Drainage, colloialos no quartel
daquelle corpo.
nrKMBtrra IK! secrktario.
2." stccao.
Oillcios :
Ao Dr. chefe de policia. 0 Exm. Sr. presi-
deate da provincia manda transmittir a V. S. os
titubs inclusos de nomeaQao do delegado do termo
de Bizerros, e do respectivo 3# supplaote, de con-
formidade com a proposta d) V. S., em olficio de
19 do corrente, n. 246.
Ao mesmo. -0 Exm. Sr. presidonte da pro
vincia manda transmittir a V. S. o titulo incluso
ds nomeacjai do delegado do termo de S. Benlo,
de conformidade com a proposta de V. S., era offi-
cio de 18 do corrente, n. 328.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., que, segando soli-
citou era seu officio datad i de 18 do correate, i
dado o convenient-) destino as contas provenientes
do foraecimento para o sustento dos presos de on
tras provincias, c dos militares recolhidos a casa
de delengio dest i cidade.
Ao mesmo0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimenta do offlcio de
V. S. de 19 do corrente, commanicando a damis3ao
do gaarda da casa de detencao Francisco Xavier
do Carma, e a sub3titui^io deste por Antonio do
Rego Barros.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., que nesta data fo-
ram expedidas as necessarias ordens a thesouraria
provincial, no seatido de ser paga a despeza com
o foraecimento do sustento para 03 presos pobres
da cadeia do termo de Buique, a qua se relere o
offlcio de V. S. datado d;> 19 do corrente, sob n.
242.
Ao mesmo. -0 Exm. Sr. presidents da pro-
vincia manda transmittir a V. S. o titulo incluso
de nomeacao do subdelegado do 2' distriito da
freguezia de S. Jo3e desta cidade, de conformidade
com a proposta de V. S. em offlcio de 19 do cor-
rente, n. 245.
Ao commandants suforior do Recife.0 Exm.
Sr. presidente da provrncia manda communicar a
V. S., qua por portaria desta data transferio para
o servico da reserva, ficando aggregado ao 2* ba-
taihao "respectivo, o alferes do o' bataihao de in-
fantiiia da guarda nacioaal deste municipio, Ma-
noel fort Dantas Junior, de conformidade com a
informacao de V". S em offlcio de 16 do corrente,
n. 10.
6V sireeao.
sio :
o provedor da Saola Casa de Misericordia.
xc. o Sr. presidents da provi ucia ruaula de
a V. S que iienta data expedi as conve-
axu ordens a thesauraria de fazua.la no sentido
Frra'gaa-> th'fljndrelri" deT" WTita Casa a
-S.
clar
nie
de
imp Ttancia de 45i000 que foi despen lida com o
tratamento da praca di 2'bataihao de lima de
notne Canlilo Pereira Raro, a que allude V. S. em
sen officio datalo de 18 docorrsnte.
5.' seccfto.
0 lie:., :
Ao engenheiro e'aefe da rparticio das obras
publicas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
mm l,i cimmunicar a V. S. que em offi:io datado
dehoje mindiualiantar pela thesouraria provin-
cial ao thesoureiro dessa reoirticao a quantia de
o'DiOOO para occorrer as despeaas com o jardun
do Campo da> Prineetas; naeonformiJadedj que
V. S. solicitou em sea offtjio datado de 19 do cor-
rente, sob n. 47.
oi.a 28 os m.uo
D8SIMCH0S DA PauSIDKNCl.t, Du
de 1874.
, Antonio (gnacio de Torres Bandeira. Passe
[lortaria, c meedead> a liceaj i peJida, com orde-
nado na forma da lei.
Aagnslo C-sar de Albuquerque. Providencia-
do c oin o o.Ucu desta data a tbes~ouraria.de fa-
zenda.
Auguslo Ceaar do Albuq terqae. Providencia-
do com o olB io desta data a tJiesouraria do fa-
zeala.
Coiupaahia Ferro Carril de Pernambuco.
Inform j o Sr. inspect >r da thesouraria de fa-
zenda.
Hermeaegildi Eluardo Rego Monleiro. Sim.
Francisca Josep'aim Grego Gaimaraes. In-
firme o Sr. insp>;tor di thesouraria de fa-
zenda.
Raliao Manoel da Cruz Coass'eiro. Deferido
com o offlcio desta dita a thesouraria de fa-
zenda.
Paulo G lelph & C -Nego provimento M re-
curso inierposto pelo3 supplicantes era face dos
fun lameatos apreseotalos pelo inspector da the-
souraria provincial.
Teneate coronet Tuomaz de Aquino Cavalcante.
Conceda se a raoratoria nos termo3 do artigo
30 da lei provincial n. 1115 de 1873 e seja o sup-
plicants relevalo da multa no caso de pagar pon-
tualmente tolas as prestacoese juros correspon-
dents, no praso estipulado.
T.isso & Irmao.itemetlilo com o officio desta
da.a a thesouraria provincial, atim de ser effec-
tuido o p igam :at i da quantia a que tiverem li
reito os supplicantes.
DlAWODEPER'NiaiBUOU
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S., qae por porta-
ria desta data, foi reformado com um posto de
accesso, Jose Fernandes Moateiro, toaeate aggre-
gado ao 3 bataihao de reserva da guarda nacio-
nal sob o seu commando superior, de conformida-
de com a informacao de V. S., cm offlcio de 26 de
novembro proximo findo.
Ao commandante superior de Barreiros e
Agua PretaS. Exc. o Sr. presideate da provincia
manda declarar a V. S., que nesta data autorisou
a thesouraria provincial a pagar a impartancia dos
prets das pragas de guarda nacional de$tacado3 na
villa de Barreiros, duranto o mez de Janeiro pre-
ximo findo, sagundo V. S. solicitou em seu offlcio
datado de 10 do corrente.
Ao iaiz de direito interino do Bom Conselho
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S., que, por portaria desta data, foi
nomeado a ijunto do proraotor publico dessa co-
marca, no termo de Aguas Bellas, o cidadao De-
met io Cesar Villas Boas, de conformidade com a
proposta da V. S., em offlcio de 14 do corrente.
Ao commandante do corpo de policia.Com-
raunico a V. S., de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, o em resposta ao seu offlcio de 18 do
corrente, sob n. 81, que nesta data expediram-se
as precisas ordens, afim de que os apparelhos da
eompanhia Recife Drainage, collocados no quartel
do corp sob o sen commando, sejam reparados.
Ai Sr. Il.iaiaaiin Ismael Alvares do- Sa it is.
Por est i secretaria so wmmaniea a i Sr. B;uja-
min Iniiael Alvares dos Santos, que uesta data re-
mette-se para a thesouraria d>*. faienda o sen ti-
tulo de tabelliao do publico, judicial e notas, es-
crivao das executes civeis e crimes do termo de
Barreiros.
3.* jeccdo.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial. -De
ordem do Exm. Sr. pres deote da provincia, c om-
munico a V. S.- pjra sea coahecimento, qae foi
hoatem iemi'.tido o guarda da casa de detencao
Francisco Xavier do Carmo, e nomeado para 3a-
bstitui lo Aatoaio do Rego Barros, segaado parti-
cipacao do Dr. chefe de policia em offlcio de 19 do
corrente, a. 2i4,
-tfEfclFft, 30 DE MAIO DE 1874.
Noticing do sill d imperio.
Amanheceu h intern em iio3so porto o vapor in-
glcz Dniro, trazen lo datas: do Pacifico 6, do Pa-
raguay S, do Rio da Prata 16, ds S. Paulo 21, do
Rio de Janeiro 23, do Espirito Santo 16 e da Bahia
27 do coirente.
Dos jornaes e cart as c lhera >s o que segue :
RSTOBUGAS DO PACIFICO.
Sobre cstes paizes diz nosso corresponds ate
de Buenos-Ayres:
t No Chile, teve lugar na capital a recepcao of-
ficial do representante da'Republica Oriental D. Jo-
se Arrieta, que foi clevado a cathe^oria de minis-
tro residente.
t Em Santiago projeeta se a construceao de
uma nova linha de caminho de fsrro en'.re aqaella
cidade e a de Valparaiso, visto a que existe actual-
mente nlo satisfazer as necessidadss do tralieo.
Oscapities e a opiniao ceral secundain a idea.
Um Valparaizo, durante 3 dias derrubouse
gra laalmea'.e o monte da Concepcioa, abriado-se
granics grelas e cahindo enormes pslacos de
terra.
Variaseatss ficaram co opletamente destrui-
das, mas felizmente nao houve nenhuma victima
a laaoentar.
t Todo o corpo de engenheiros esta ao lugar
do sinislro. esludando a causa delle, qao eatiri-
buida a ma qualidade da terreno e as excavacoes
feitas no maim i para coastruccao de edificios.
Nas estradas de ferro chilenas aeram-se duas
grandes catastrophes, uma na linha de Concepciou
a Chilian e outra na de Santiago a Valpsraizo. -\a
primeira morreram 11 pessoas e ficaram fendas
40, e na seguada deram so tambem algumas inor-
tes o varios ferimentos.
t Era quanta os governos chileno e argentino
disputsm com calor a propriedade da Patagonia,
os habitantes della se matam entre si, sem qae
possam evita-lo nein chilenos nem argentinos.
Segundo noticias do Estreito de Magalhaesse
havia travado uaia encarnioa la luta entre as di-
versas tribus de indios que vivem no territorio pa-
tagonio, sendo grande a mortaadade de uraa e ou
tra parte.
No Peru nao realisou-se a negojiacao que o
governo tencioaava realisar com a casa Dreyfus,
por nao haver aqaelle acaitado as coadicoss oae-
rosas quo Hie imp inha esta.
Corriam romores mai desfavoraveis tanto para
o einprestimo como por consequeacia para o esta-
do monetario do paiz.
" Na Bolivia, iu-tallou-se ultimamente uma so-
ciedj.de que se denomma omphaticaraente defen-
sora d i integridade di territorio, e que tcm por
fim offerecer seus services ao governo da Bolivia
no dia em que se declare a guerra ao Chile.
' No aclo da iaauguracao fueram se discursos
com ameasas ridiculas contra o Chile e louvores
exaltados aos jornalistas do Peru, hualisanlo a
sessao com vivas a allianca.
' 0 Dr. Olilitas, que tinha sido proclamado pre-
sideate da republica pelo caudilho Santa Cruz, foi
posto em liberdade dehaixo de fianca.
" Falleceu o Sr. Johu T. Croxtoa, ministro ame-
ricano.
" No moate de Potosi descobrio-se uraa rica rai-
na de prata, da qual ja setem extrahilo grants
quantidade do dito metal
*' Havendo entre os rebeldes, que foram feilos
prisioneiros algnns officiaes do exercito paraguayo,
o governo ordenou qae se reuaisse nm conselho
de guerra cara julga-los, o que se effectuou, sen-
do todos elles condemnados a morte, pena esta
que foi depois com nntada pelo vice presideate da
republica em degradar.io do posto mililar, cn;o
acto se realisou na praga da Coastitaiclo peraate
toda a tropa formada.
" Foram presos como complices no movinento
revolacioniTio.es ciladaos C. Rivarola e G. Ma-
chain.
" 0 chefe Marias c eaaros rebeldes que. e eon-
seguiram evadir, erabreaharam se nos matios, e
ignora-se o cammho que 1-waram.
" A Liberlad de Assnmpcio.danlo conta d) re-
gres-o do general Mesqaita, cornmaadante das tro-
pas brasileiras que destrocaram 03 revolucionarios,
se expressa nos seguintes termos:
" Hoje 4s 10 horas da manha fez sua entrada
nesta cidada este importante chefe, a (rente das
tropas que tao effloaz concurso prestaram para a
Iran quill idade do paiz
" Saa ealr da foi saadada com demoastracdes
de agradecimehto ; os foguetes que fen liara os ares
anaunciava a eatrada de am vencedor. "
1 Nos jornaes da corte encontramos mais 0 se-
guinte :
" T (da a guarda mciooal da capital fora licea
ciala. Organisara-se um conselhi de gmrra para
julgar os paraguayos Avalos, Gomez, Cabal len,
Caadia, Car^sjnio. Garcia eCeapaTM. qaetomaram
parts n 1 ravolfcrcnpitan ada por Molas.
' Diz a Libert id de 7 :
" 0 conselho de guerra resolvsu 0 seguin'.e :
sentenciar a morte Avalos, G mez e CafuTioro ; a
i.residii Candia, Cidsinio e Garcia ; a dons me:es
de prisao a Ciaparro. "
RIO DA I'BATA.
De Baenos-Ayres escreve nosso correspon-
deate:
" Os ultimos aconlecimeotos do Paragyuay tem
occupado bas'.ante a attenca 1 da imprensa desta
cidade, qae ciaaii arrogan^emeate cratra a inter-
veacao brasil.ira e iosofla 0 govereo argeotino a
reclamir os seas Uireitos por int-rmedio dadi-
plomacia, e no casa ds nao ser attendido, a linear
mao das arm as para susteuta-1 is I
" 0 Nicionil,e.a um artig 1 e iitonal, assim se
exprime :
" 0 Paraguay abatido, aniquilado, geme na mais
espantosa anarchia, e sobre a ruina desse pov > de
heroes s levanta e imperio encaruando 0 espi ito
dc absorpca 1 e do con juisU.
lias, inla estamo* em tem 00 ; dispislosa lu-
ta, porque somos fortes para lutar se se nos pro-
voca a essa ultima cxtrdiiiidade, e necessario que
os homens que regem hoje os destines publicos e
os queestao charaalos a rege los amanha, encoa-
trein nas Unotraeoes do patriotismo uma conducta
digna e eircunspecta.
< Reclamemos nossos direitos na regiao paci-
fica da diplomacia ; procureinos a solucao das
graves complicacies que se vao produzindo ca la
ve/. antis, por todos aqu9lles meios que a sciencia
politica estabelece, e se por dasgraca, elles foreiu
impo"ten es e a guerra estalla-se, que ao meuos a
razao e a justica estejaui de nossa parte.
Pradeocia, dentro do respeito a dignidade e ao
decora da nac.ii.
1 Eis alii 0 que pedimos. >
Nao 6 so 0 Nacional que assim se exprime, a
Tribuna e a Republica, jornaes confidences do
Soverno, usam da mesma linguagera, nao perden-
0 0 eosejo para mimosear 0 Brasil com as araa-
bilidadas do costume.
E' bem natural essa celeuma da imprensa ar-
gentina, porque ainda mais uma vez se mallogra-
ram coapletameate os calculos aereos do governo
deste qoaiz, 0 qual fomentando continuas revola-
coes no Paraguay, so tem por fim elevar ao poder
daquella republic alguns individuos comprados,
para com elles alcanearem os desejados tratados
de limiles qne hoje nao podera coasegair da mv
neira porque Ihes convem.
A interveaeao das armas brasileiras contra os
rebeldes paraguayos tornou-se infelizmenle ne-
eessaria, desde o momenta em qae 0 gove'no do
&$. iMiUmmu -** -aafltoialmante. s seudft elia
a Bolivia
lle* es-
naca mo*
prestada como foi, praticaraos nao so am actoal-
tamente politic-' como tambem humanitario, pois
nao deviamoi consentir que contra os nossos
mais vivos interesses eslivasse sempre revolucio-
nado 0 Paraguay, e que fosse assaltada e saquea-
da impunemeote a ci Ja le de Assuraacao, Ja qual
a maior parte da populacao e hoje composta de
brasileiros.
a 0 Sr. Sarmieoto desceu do seu pedestal de
presideote da republica para vir a imprensa por
raeiode uma carta escripta ao Sr. Gregorio Le-
zama.
t Nessa carta, que tem sido muito com ncntada
e criticada pela imprensa, proraette 0 Sr. Sar-
inicnto que ba de garantir a ordem publica se
esta for ameacada, defende-sa ridiculamente de
certas accusacoss qua Ihe fizeram alguns jornaes,
invocando em um caso 0 testemunho de dous em-
pregados publicos e finalmente, fallando com
aerimonia da capital da republica, usa dos se
guiotes periodos :
Ao volltar das ilhas do Parana, oode procu-
re as vezes 0 reoouso que necessita 0 espirito,
subtrahindo-me a atmosphera escandescente que
aqui se respira.
Ficaria um facto que c de toda notorielade,
e e que ha uma granie cidade no mundo onde a
opiniao e tambem os aconlecimant03 sio dirigidos
pela calumaia e pela mentira do primeiro escre
vinhador que se dispoe a inventa-los : que ha um
paiz onde nao exist -m leis ou sio de todos des-
apreeiadas para evitar os males que podem surgir
de taes invencoes, aceitis sempre pelo publico a
quem submimstram diariaraente tal alimento.
" Nas aldeas 0 povo vive de contos e mexeri-
cos, aqui nossa politica sao calumnias e invencoes
odiosas que envergonhariam a um camponcz obs-
curo ; porera que faz 0 deleite de quem as lanca
era circnlacio e dos qae estio promptos a dar-
Ihes ouvido ".
Inventaram aquelias patranhas contando que
no estado em que se acha a opiniao pub ica de
Buenos-Ayres, nao ha vergoaha em sor embas-
teiro, porque da mentira re aliraantam todos ".
" So am povo republicaao sem brio, no meio
do qual a liberdade e uma chimera e 0 despotis-
mo uma realidide, pode supportar semelhantes in-
sultos escriptos e firmadas pelo chefe do estado.
Hoatem teve lugar nesta capital a abertura
solemn: do coagresso aacioaal, lead) 0 presidea-
te da republica a mensageao do costume, da qual
exlrahimos os seguintes trechos :
" Continuam inalteraveis as relacoes que culti-
vamos com outros nacoes, as quacsabundam or
tezraente em maoifestacoes especiaes, congratu-
lando 0 paiz polos seas progressos e solicitude em
cumprir os seus deveres para com 03 outros go-
vernos e povos.
Nao tends chegado a um desenlace definiti-
vo as negociacfies confiadas a uma missao espe-
cial junto ao Brasil a respeito das questSes do
Paraguay, continua a troca da propostas com a
legacSo"brasileira neste paiz, afira di satisfazer
todos os interesses compromeltidns.
" Com 0 Chile temos em discussao pantos in
teressantes a respeito de iimites, c ultimamente,
acreditando aquells governo bastaote illnstradas
as pretencoes da ambas a3 partes, propoz submet-
telas a arbitragem que pr tratados anteriores
deve terminar estas controversias.
Nao sendo uma mensagem documento para
estabelecer direitos, limito-rae a dizervos que
aqaelle governo nio tem sahido, na geslao dos ne
gocios dos termos aceitaveis, e que 0 nosso mi-
nistro tem sempre mereeld > a apprsvacAa qae 0
governo deve a sua moderacao, intelligencia e
recto procedimenlo.
" Nao obstante as boas relacdes exislentes e as
repetidas declaracoes de ambos os governos, per-
siste um rumor a respeito da probabilida-de e mes-
on da aproxima.'.V) de hostdidade entre 0 Bra
sit e a Republic i Argentina, que e men, dever
desaulorisar, a!im de dir ai commercioa confiaa-
ca que as suas opeiacoes reclamam
" E' possivsl que a opiniao publica d u paizes
inauencialos por habitos anligos, d)-confie da
sinceridade dos governos ou quo por oatras cau-
sa* enxergue motives da guerra no simples uso de
direitos.
Falla-se de armarnonto; maritimos e terrei-
treo formid iveis de parte a pane.
" Fallarei dos nossos,
" A guerra de quatro anno3 contra 0 antoera-
ta Lopes destruira os uonoi armamentos Sem es-
sa circnm e estio sutwtituiodo cs enstosissimos e extenHM
que possniam por novas armas de preeiaa ."ft
quella guerra, mostramos a nullidade das Maws
neios- navaes. _
" Recuaetada a pu pda republica. so 4tfa-U
le viabihdalc e de tanto< outros m-> -ilos inl*
poasaveis para 0 seu engrand'V'mienlo, 0 ron
gresso e 0 poder executivo, a-r-Jitaram necoMa-
rio reoovaro armamento c p.over as deGacnna-
da marinha.
" Os nossos vizmhos para ser f-lis ni< M
sitam precisamente que a Republica Arg*ntin
renuacic a qual pier meio de defeza.
" Quando 0 congresso brasileir > tMMM I
0 di-pcadi 1 de cinco milho's um arsend am V*t
to-Grosso, teriamos srin duvida preferido qnn fos-
se um eslaleiru naval ducretado para pr.over d-
meios de transporle aos productos da iadu-tria
mas nan pretendemos par esse mrtivo i>xphr ir -ai
sentido Instil o objecto daquolie dii>osito do ma-
terial de guerra |osto a cabe :eir dos nossa*
nos
Nsnhuina questao com o Brasil pode levar-ao*
a guerra, c com 0 Chile aos ligt 0 nonroso emp"
uho de eeonomisar reciprocam-mle dinheiro, saa
gue e tempo perdido, n.i 1 confiand 1 as oadas r
aos ventos do mar, oa a innericii de am geawral
terminar questoes que um juiz de pax he a inten-
cionado rcsolveria.
,: Nunca, desde 1866 em qm r splaad ceram
ao sol pela ptimeira vez as mmm annas foram
ellas offuscadas pela derrota. Nao nos faltaia I -
nheiro o credito, graras a leu-, para defender os
nossos direitos ; e ce.'n rail bracqs robu4s vein
em nosso auxilio cadi anno, que tomariam oara
do e continuariam o suleo, se obrigammis a
ah.ind.na I >., os nossos ConcidaJios, que tm si-
do sempre bans sallados, ao soar do rhrini qu<
chama a roorrer e a matar, cm defeza da palria.
Escolhoriamos, pore.11, ontro campo mai< gl'rio-
so onde veneer os nossos gratuito' ini nigos, e m
ria obrigi-los a coiscrvar a paz de qae Unto me-
ccssitam elies e nos.
" Da America do Norte partio 0 grande priori
pio da tol -rancia redgiosa qae 0 mundo, pot turn,
adoptou, c qae estincou o riacho de sangne qo* a
hurnanidadc derramou durante vinte secular. Por
que razao nao poleria partir da America do Sal a
suppressio da guerra nas relacoes reciprocas en
tre os est ados nascentes ?
" Os nossos tratados com 0 Chile c
estio baseados nesse grande principio.
tabelece-se que as qaesloes pendentes
levariara a guerra.
A Republica Argentina tem carecido sempn-
de politica exterior, como Cobden aconelliava a
Inglaterra e Gladstone poz cm pratica.
' As administracpes que acauam sio as men >
aptas para iniciar guerras, e 0 sen dever *
deixar complicacoes. Pelo que nos diz r speitc.
nnnca movi as armas, que a lei pOe a roinha db
posicao, scnao para evitar qne natros a
gnem 'era direito nem ant-oridade, e nesle*
mas dias dei disso provas. qae 0 paiz cte mm
pouparam escanialos e crimes a partidos, que
nao comol-tar in todavia a saa edracacao politica.
" Com a mensagem d 1 presidente t>i tamltem
diatribuido 0 relalnrio do ministro d rcla.-oes ex-
teriores Dr. Tejedor. 0 relalorio do Dr. T-.-jedor.
na parte relativa as relapies da H-pablica Argea
tina com 0 Paraguay, concl 1 assim
As nossas relacSt-s com 0 Paragu i> sio aaor-
maes. Nao estamos em paz, porque nao celrbra-
mos os trata lo- que deviam firma la Nao esta
mos tambem em guerra, porque spm ella piVde a
republica proteger tola a extensao d> ter iton >
que se declarou pcrlencer-lhe. Ni> desconhece"
governo os inconvenientes que de tal Mtaarin po-
dem originar so : mas nio sera certamente a re-
publica que os sentira com rnais for.a, c deveaws
esperar que.tenlo as licoes da experi raguay por si mesmo procure evita-los."
No senado foi eleito presidsnie pruvbotin o
Dr. Manuel Quintana, visto ter o Dr. Al-ina iastn-
tido cm nao comparecer as sessoes, por haver re-
nunciado anteriormante 0 cargo de vice pre*i4ea-
le da republica, de cuja renaucia se vai ocenpnr
breveraeate a dita camara
A nova assemblea provincial d^Ba-nos-Ayres,
se acha tambem instilladt. 0 acto sotemne da
abertura celebron-se no dia 12 do corrente, leain
ogovernador 0 respectivo rolalorio. qae so trata
de negocios Iscnaa.
" A apuracao das eleiroes procelidas no dia 12
do mez passado tem sido em todas as provincia*
faveraad ao parlido avellauedis ta, declarand" log
i elfitores em manifestos preparadus que vutara
unanimemente no Dr. Avellaneda.
" Nesta capital ignora-se ainda 0 resultado. p n-
quea apuracao foi adiada para amanhik, send > M 1
feito por tactica politica, pois era necessario saber
se antes a quem cabia 0 triurnpho nas provin-
cias.
'- Continua 0 armamento desta republica.
" Os diaries da semana passada annnncianai
qae 0 governo nacional acaba de receber As Nova
York 5,000 espingardas (riftesi de systems l>-
mington, tendo castado cadi uma 16 patac>>s
" Tem-se feito, ultimamente, varies exercicios
com um omnibus metralhador, que dizem ter nmo
inventado per am official da arlilheria argen-
tina.
" Consta-nos que se estio fabricod> no arse-
nal de Zirate, grande qnantidade de torpedoa,
achando-sc encarrega-lo desse servi^ 1 alguns ea-
genheirs americanos.
" Nj principio deste mez. t nlo-se.'nvilad >aiu
uma qusstao entre os nwabros da manicipali4a4i
e 0 governo provin -ial, da qaal as rauas s* -
titoid.is de iatercssr, tennioou eil reanaciani>
aquelies os sens cargo-.
" Aceita a renuncia pel 1 govern foram rtu
inados os respectivo* sup. qae tomarasn
posse e se acham fnnsciunando regalaraft', ten
da sido nomead > presidente o Dr. Laiz Saaenez
Boado.
'- Na maa.u do du 9 do correate, des.morooj
se parte do interior de uma casa qae se esta eon*
truindo na rua do Peru n. 2S c 30.
" Mais de 20 trabalhad >res ficaram d>bai). *
montao das paredas ds*abadas, e a policia pr
dendo depois a n ce>saria excavacio, euconw a J
mcrtos, 7 feridos gravement-' 0 os 9mttmmt*mU-
geiras C''n'.usijj.
' Communicant do interior -da republica *]&*
nos campos do sul t-m choviJo baslante nltima-
menle, e assim ja vao cessando por alii ps tm
veis MM da secca.
" As uoticias commerciaes da qninzeaa sao a-
si toJa; M mes.nas da neisa nltiim mifjin.
" Continua a scnlir-*e geraiowote fWOf* saovi-
men'.o nas tran-accoes mercanti-.
" 0 dinheiro se acha mats esM^w apta;i.
porque os capit ies se retrabem- O* bc--s le1
sido pircos nos seus desejnto*. e avts banqiern
l>articu lares so mnito loas flrmss cosnegueai i.
nheiro a t ., e I Iji 11
" Os cambios esliveram from h. t fram aaaisn
cotidos : snbre a laglaterra 49 19 If*. ** a
Franca e Aover- 5 -l a 521
' Quarto ao assnear as rVvnambaco. ni* ka
aniuiacio timhnma no aatfcaia, mmt irtta as mn
cara do dito gen-r 1
- Poucas von las se efioctoaraaa aos cr.TTvefa
raaatof cxistcntcs, regnlanda as precis do .-scuta-
te mod0 branco da I.' sorts 61 pe** a arroaa,
de 1* 59, samenos 55 c 36, e aascavaat It.
" Sao espcrados algnns caiianisw Ma. 1
mui difficil qne pojsam col
taaes,
I HjUT"


t
jfcrio do PernambuoQ t- Sabbado 20 de Maio de 1874.
Bo Estada-Ortental temos datas a'e han
teni.
,' A impreasa de Montevideo diseattw a qae**o
paraguaya, eendoaopiniao da maior pane das }or-
aes favoravai/fimlrvenciio brasileira.
" 0 vapor iDCloz Pttiw, depois de ter desemb'ar-
cado na ilha Flnres os passageires viados para e
Rio da Praia, aflm de alii fazerera qaarentcna,
qaatida sc poz em mareha para Valparaiso enca-
Ihou em um banco de pedras aanorte da dita ilha,
succe.-so esto devido ao forte nevoeiTe qua ha-
via.
" Tendo acudido ao lugar do sinistro e capitao
do porlo com tres vaporos e outras eiabare.igoes,
d?pais do longo e penoso trabalho, c ansegnio-se'
safar o vapor encalhado, que imraediatamente se-
gnio viagem para o Pacifico, nae tendo soffrida
nenhmna avaria.
" Esperava -se em Montevideo ama conpanhia
d/amalica brasileira, qaetrabalhara no theatra de
*". Felippe. 0 director della e o distincta artista
Furtada Coetho.
' No iuterior da repablica havhm sido presos
algans dos criminosos qae fugiram do Cerro.
S. TATJCO.
Nas eleigoes primarias da freguezia das La-
vrinhas haviam-se dado graves disturbios, feri-
mentos e um assassinate. Gorria conio certa que
fOra tada devido a intervencao directa do subtle-
legado Joaqutm Mend.-s da Cruz, que foi dias de-
pois demiii'do.
A variola come;ava a fazer es'.ragos em Sil-
veiras. No Rio-Claro 01 hospitaes e muilas easas
pari-enlares. regorgitivaro de variolentos.
No lazareid de Taubaie1 Kavfa cerea de Irinta
affeclados da mesma enfermidaJo e ainda appa-
ceciam oasos navos Em Pindamonhangaba, po-
ie u, considerava-se ex'inria a epiiemia.
Refere o Municipio. de Itape'.ininga, de 17:
" Moravam os portugnez^s Francisco Uodrignes
da Cosla e sua mulhor Rita Maria em uma ch aca-
ra distaule da cidade 3 kilumelrus, e do dia 2 do
corrente era dianto nao foram mais vislos. Sua
ea-a consemva se fechada.
" Forain esperados no dia 3 para assis'.irem a
fesla de Santa Cruz, que sj celebrava no Porlo, a
nao appareceram. Nao se soube a quo attribuir-
se a ausencia daqueiles que se comprometteram a
eoadjuvar os fesiejos.
" No dia 11 do currents, porem, chegou ao co-
nhecini'-nto da poiicia que dons cadaveres ja em
nuirefaeeao estavam em easa de Francisco Radn-
gues da Costa.
Dirigindi) se para alii a poiicia, e arrombando
a porta principal, encontrou o cadaver de Fran-
cisco Rodrigues, que fOra assassin.ado a facadas.
Junto do cadaver e>tava uma caneca, o quo faz
sappar-se que quern n assassmara, lhe pedira agua.
J jiiu a porta qae da para o <|uintal fji encontri-
do o cadaver de sua mulher, que, pelos rastos de
sang ao a pegadas deixadas nocha*, parece ter
querfdo ragfr e lutado antes de morrer, de que de-
pois I > mi ,i la fora arrastaJa para dentro.
* Oi peritos, procedendo a corpo de delicto, de--
claraiara ter eneontrado seis lac.iJas no cadaver
U:la Mina. PoJe se allirmar que foiani assassina-
'iispura Dubiri'in-liie* algum diulieiro e objeekM
lie ft'jro (in-; p(issoi;i:n, visto como una canastra e
uini caixa eslavam arro^nbaJas. rjupa e papeis
ei isiliados. Djaheiro e objectos do aura nao ap-
iaieccrain.
Kntraram no porlo de Santos os Bavins Pit-
Lai-igi't i, proeedenta de Antuerpin, com o segundo
.ii iv.uii-uto de trillios, e G. M. Jones, de Nova
Yiik, com duas locomolivas para a companhia
M igyana.
Durante o mcz passado a estradi de (ette
de Campiuaitra:nport-u 0,713 pas-ageiros e i,io2
iduela l is d.i mercadorias.
. Ld sen i I'indinm'.lianij.ibeiise de 16 :
' X i dia 2 de abril deo-se no dislrictu da Coi>
'.ic";j d i- 0 iros um desastre bem lamentavel. 0
laeea leirq Cn>t id: > d a Santos traz In muitos an-
ok uin questao de agua o:n a viava Amaro de
l>la e tir.iva a agua, eirta.iij um espigio, par am
r.-go de li pal nos de profunii'laJe," o tres, ape-
ii I-. dc largur*. Ja era uma eaUcumba em net*
pecliva.
S fatal dia 2, as 10 horas da manha.traba
liuvain no rcgo oj d.ius irm.ios Joaquim Pereira
obra, e a a-J niiiislrativa Joaquim Castodio das
Saatoe, filho do fazenleiro teimoso, todos Ires ca
aadei, quando desmoronoa a lal armadilba sepul-
laado .>) vi Ja, os tres infelizis I
' M ii< de 309 pas-=oas traballiarain tres dias.
t: a i: i terra em sarilhos e a cabeea, para no dia
26 dese ibrtrem os cadavcros, t.riroeiro dos irmaos
27 brain sepultados na freguezia do Ouros.
' Ila u;na eemcidencia : todas as ires viuvas
ciarnam-se Annas
IltO DE IANEIRO.
Ifa scssJo de 80, do seaado, foi lido o segnin-
le projecto :
A assemble* goral hgislativa decreta :
' An. 1 Todo aqoelle qae por vias de facto, ou
prr anieacas liver ivu-trangido ou impedido uma
ou its >is pessoas do exrcer qual.juer dos caltos
i rmittidos, de assktir ao eierciclo desse culto, de
i-elebfar as suas faslaa, de observar certos dias de
descan-o, e eonseqtieatemenie de abriroa fechar
;:ss:i.s nfllcinas, lojas ou arraazens, de fazer ou
deixar de /.ut cerlos trabaihos, sera punidoso por
'-i' fa -i i e mi uma multa do SOi a 30J e cjiii
!': i p ir 13 d as a donj masf.
' Ait 2" A .iii'lles .pie Urerem impedido, relar-
daiii, oa irr.-rr.iriiiiiJ os exercicios de um culto
if :;i;-i.) tie disturiiius ou desordens cau.sadas iu
tempi i,...: outre lagar deslinado, na servindo ac-
tual,u'n
uma in
q'latr.i nsezes.
ah .',- Ti'do aqaelleque porpalavras, ou ges
i i- liver ultraja io os object is de um culto n is Iu
gares ddslinados, ou qua actnalmento tervem pa
ra esse cxe;cicio, ou os mioislros desse culto nas
suas funcco s, sera panido com uma multa do
2 6t a 6o0i, e pri^ap par dous a si-is mazes.
Art. i Todo aqiialle quo de qualguer moio
eipancar oa ferir o ministro do um culto nas suas
fuoc.o
seaes.
enle p ra esses exercicios, serao puniJj.* com
multa de lOOi ate 100^ e prisao por u.n a
lc.o.'s sera puiiido com a degradai;ao civil.
' Art. '}- As disposicoes desia lei so se app:ica._
aos disturbios, ultrajes ou vias de facto, cuja na-
lareza ou circu.'nslancias nao dercin lugar a pe
tKcos, pois.tiie lOTettEMMe
f* t) tao (wnftrtws <:
SM-wm senia ^rwa dimoulwr a almimstrarsat.wj
tornar cadaver mais emharieesa p^siciu diwr-
nistro e.sevs, doiegados.
" 0) pre^dente da' proviac'ia da fialiia [disse o
tiobfe sesadnr) foi louvado pelo ministro do inrp-e-
rio, logo em seguida o governo exoaerouo; e S.
Exc. nao pode conciliar esses dons factos. Entra
tamo elles explieam-so perfeitawenie.
" O nobre ministro do imperio nao tratou senao
dos ados da administracao do presidente da Bahia;
n*o eutrou na apreciacao das palavras que se at-
iribuem ao presidente, e que ainguem pode alur-
niar que elle proferijse; nem se coBcebe que um
homem de idade, caracter e nosicao do Sr. Crm
Ma-.hado qualilicasse a maioria da assemblea pro-
vincial da Bahia como uma quadrilba de salteado-
res; 6 uma iojuria qae nao pode ser dirigida a
Mohuma assemblfia provincial do Brasil.
" 0 quo o nobre ministro do imperio disse foi qae
nao ha acto algum do presidento da Mihii que in-
co-rese no desagrado ou censura bd governo ;
ninguem condemna os actos de sua administracao.
0 nobre ministro, potr, so a esses actos se refe'rio,
e, fazendo justica ao caracter e < iatencoes do il-
lustre presidente da Bahia, nao desceu a julgar des-
sas nalavras, que forain attribuidas ao Sr. Cruz
Machado.
" Os succcssos da Rabia, em todo caso, nada
(em de extraordinario. pois ate na camara dos de-
putados tem havido manifestacoes imprudentes; e
nia ha motivo para tornar responsavel por erses
factos o presidenie da proviacia, que ale estava de
eama.
" Salia ao9 olh.?s que nenhum homem sensato
podia aulorisar lal desacato ; e o governo apies-
son-sc em recommendar o emprego de todas as
medidas neeessarias para quo a assemblea provin-
cial fosse mantida no re'ptito que Hie era de
vido. *
" Se o Sr desembargador Goes nao eontinuou na
presidencia da camara, foi que, por melindre, ven-
do sen lilho declarar se em opposicao, entendeu
Jever dar sua demissao.
" 0 presidente da Bahia nao podia continuar.
Aquella provincia nao esla em cirenmstancias ex-
traordinirias ; o Sr. Cruz Macho devia vir lomar
asscnto na camara dos deputados, ou no senado ;
ellemesmo desejava, por esse mo'.ivo sua exone-
ra>;a >. Foi-lhe, pois, annunciado que se liie daria
em Dreve successor.
Mas nao houve demlssao, porque o governo
mudassc do juizo a respeito da administracao do
oresidente da Bahia, nem porque os amlgosdo go-
verno o exigissem : era facto anterior, o mesmo
presidente a desejava, e o governo entendeu que
nao dejria deixar o governo da provincia da Balm
nas inaos de um administrador iaterino, nas cir-
cumstancias acluaes, que tanto se procura des-
virtuar.
" Pelo quo toca ao minisierio, ere ler dado as
explicates que o nobre senador desejava. 0 re-
qnerimeato pode passar, e o que eonstar Offleial-
meute a respeito desta queslao o governo se apres-
sara em enviar ao senaio. '
''Quanto ao uibre senador pela provtneia da
Bahia ( o Sr. barao da Cotegioe), de muito boa
vontailu fana a defeza de S. Etc., se nao o re-
pntasse muito aciina de lacs conjecturas e de laes
ImpntaeSes
'Se o nobre senador julgar opportuno e con-
vefiiente, dira o quo Iho partcer, mas nunca pdr-
qae se julgOf na necessidade de defender sua re-
putaeao e sens altos e merecidos creditos. .
Segunda telegramma recebido'a Bahia, essa
aiscassao proseguio na sessio de 2i, oraudo os
Srs. Cotegipe, Zirarias, Saraiva c Rio Branco.
Foi lidi e marrlad-i iaiprimiro seguinte projecto
dc respo-la a falla do throno :
" Seahor. 0 senado acolhou cam o devido
apreco o sentimento de jtibilo e de fundada espe-
ranci, quo a V. M. Imperial inspira sempre a
reuni.i) da assemblea geral.
" Continuanlo a empanhar lidos os seus es-
forces pela cau5a naci mal, pr enrara o senado
eorrespondcr a lao hoilrssa manifestacao.
Chid V. If. Imperial, rendo o senado grafas
a Divina Provideneia por haver se conservado
iaaoalavel a tranquillidade publica. E' principal
mente ao abrigo des.sa situa^ao, seahor, que pode
o Ifrasi! d.-s mvolver se e prosperar.
' Ouvio o seoaJo, com a mais iuiima satisfacao,
a grati cerieza do estado esperaneose da augusta
pnnceza imperial, a Sra. condassa' d'En, qae pro-
mette assignaiada garantia de e3labilidade as in-
stitnieSes qae dos regem.
" Efli presenca do parecer da autoridade; me-
dica, 'o senad) reconhece a proccdencia do
motivo 'que por ventura podera impedir a preen-
chimento da uma das condicSes do contrato main
monial do Sui Altezn, sera qua tola via deixe do
reconhecer tambem quant) fora para dese] r que
tai aus.'iicioso acontecimento livesse lugar uo
Brasil.
,: Pesa ao senado que, em muitis pontos do
Imperio, nao tenha sido salisfactoria o estaJo
sanitarlo ; mas serve he de leoitlvoa conrJtra-
i-ao de que os s'lffrimantos da povo teem sido at
tenuados pelos soccorros do estado e da earidade
particular
" As rel.teoes de amisade e boa inteIHgencia
c :m as potenciaa estraugei.-as, senlior, coaslituem
segarameMo uma das conlieSos do bem estar e
do progresso naeional.
" Com prazer, pois, ouvio o senado, ([tie nao
foram alleradas as jue cultivamo-, c que n go-
vern) procura cada vez mais estreilal-as pelos
vinculos da amisade e interesses reciprocos.
" 0 senado comparte a esperan<;a que Vossa
Magestade imperial nutre de que os ajusles defi-
nitivos de paz. da Republica Argentina com a do
Par guay, sejam pacifica e aaiig.avelraente can-
cluidos, tendo-se para esse lira prestado ao nosso
alliado a cooperacao, a que o imperio se obrig iu
pelo accontq de 19 de uovembro de 1871
' Pica o senado sciente de havcrem sido Iroca-
Jas as rali(Tcae5es de uma convencio consular
com a Gra Betranha, de um tralado de extra li-
cao com a Belgica e do uma convcu;ao postal
Senk^ I A crenca que todoss dias sere- -poliria. estando presente por prevenrSo n igreia
M,-nece, no brilhante fiituro 4* mn pairia. ti- de S. Pedro da cidade do Recife, no ifiaV dTia.
va^*Trferiaeact.v(dade4osotH-eir.w do pre- neiro d./corrente anno, recusoO-se hauler'o df-
senje, a .frentj do= quaes V. M, tmpeiial 1a%*o rcitp ,da associacan Uai.io Catholira Onhodoxa
IVTnanftncana. n-unida paciiieamente para ouvir
ma
um
E pi.r certo qae x melhor recompensa rl<>
' esn)ri;os flo todos, sera a real'mcto desse futuro^
para que o senado com todas as vcras procura
contribuir e pelo qual faz os mais ardentes e
sinceros votes.
" Sala das aassSes da senado, em 23 de maio do
187J. Harao de Cotrgipe. J. J. Teixeira Ju-
nior. Bario do Rio Grande.
Na camara dos deputados, no dia 20 da cor-
rente, logo depois de lido o expedieule, occorrcu
o seguinte :
*' 0 Sr. Araujo Goes (tendo pedido a palavra
em tempo) :Sr. presidente, nunca pen?ei clierar
a siiuacao em que hoje estou colloeado. Motives
poderosos, qae se prendera as occurrenclas hon-
tem havidas nesta casa, actuaram f iriemente so-
bre meu animo, e ohrigam-me a pedir muito res-
peilosamente a esla augtista camara qua digne-se
dispensar-me da elevada pasicao com que muito
immeritamente (muitos nao apoiados) fui honrado.
" E' esie o requenmenlo que linha a -fazer
(Muilo bem.)
" 0 Sr. Carlos Peixoto :E' urn procedimento
que muito honra a V. Exc. (Muitos apoiados.)
" OSr. Eufrasio Correia .--Muito bem. E'
procedimento honroso.
" 0 Sr. presidente : -A earaara ouyio o requeri-
mento do honrado deputado o Sr. Araujo Gees,
digno presideute d'ella.
" S. Exc. pode dispensa do honroso enca'gi?
com qae a camara o disiinguio. Vou, p'ortahto.
submetler o seu requenmenlo a voUcao.
" 0 Sr. Martinko Campos (pea ofdem) :-Sr.
presidente, desojo que V. Exc. me informe se
esto requerimenlo tem discu mento dispoe sobre a materia. t<
'* 0 Sr. Presidente : 0 regimenlo dispel no
arr. 132 : (Ld) '
' E no art. 133 : (I.e.)
' Ve, portanto, o nobre deputado qae nao ha
disposicao que permitta a discussao nesto caso ;
havendo ainJa o precedento muito recente de nm
do9 ultimos dias o nobre 3. vice presidenie o Sr
Panla Fonseca pedir dispensa desse lugar, e ser
inimediatameiite posto a votacao e sem discussao
o sou pedido. (Apoiada-.)
" Ha, pois, esse prccedente, ha a disposicao
terminante do regimenlo, a quo nao posso deixir
de obser.ar. (Muito bum.)
" Posta a vote? a dispensa pedida, 6 appro-
vada.
" OSr. Eunnpio Deiro : -Creh, Sr. presidente,
q ie nao mvo'-arei debalde os seniimentos de jus-
tip.i desla augusta assemble.!, pedindo que se con-
lgoe na acta dos seus trabaihos um voto da reca-
nhecimento pelo zelo, rectidao e intelligencia com
que o nob e presidente, que acaba de deixar esta
cadeira, nao so soube honra-la, mas tambem pro
sidir as nossas sessoes. (Apoiados ; muito bem;
muito bem.)
,; U Sr. presidente : -0 nobre deputado queira
mandar o seu nquerimento escripto.
" 0 Sr. Eunnpio Deiro : Sim, senhor.
" Vem a incsa, e lido, apoiado, entra era dis-
cussao e e sun debate approvado o seguinte re-
quenmenlo :
' I'roponho que se consigne na a<-ta dos traba-
ihos de.-U casa um voto de reconhecimenta pelo
zelo, rectidao e intelligencia com que se houve o
cx-iiresiiletite conselhoiro (anoeeneio Marques dc
Araujo Goes dorantd o tampo que presidio as
nossas ses>5e. Eunnpio Deird. "
0 Sr. presidente : -i)tvo informara samara que
mandel procedcr a am exame ca secretaria acerca
dos preceileotes na especie occiirrente ; e logo
que sej i t'sclarecido, declararei a camara, como
devo, quaes elles sejam. "
EutranJu na ordem do dia rejeitou em 3." dis
oasslo o projecto quo niandava admiliir a matri-
cula do l. anno da escula central Luis Machado
Bittencourt, sendo, porem, approvadas diversas
emen las, depois de r.igumjs observances dos Srs.
Escragnolle Taunay e Campos de Medeiros.
Depois approvou :
Em I." discassio o projecto que man.la receb'r
eeam vaiidos na escola central os exarnes feitos
com a Re, tihlic, Argentina.
..erto f!i nne pps^pc nr
^erto de quo r.esses actos inteniacionaes foi
conuiltada a justa recipreddaie, ve nelles o
senado mais um penhor das Doaa relagaes quo
procuramos mauler com a quell es esla Jos
" Senhor 0 senado Inmenla o conflicto sus-
itado pelos bispos das dioceses de Olinda e Para,
pe
nas mais fortes de confurmidade com oulras disoo-
siroes legaes
" Pa.-o do senado, 19 de maio de 1874. Jose
Martins da Cruz JMm. "
Na sessi) de Ji foi lido o seguinte parecer :
" A cornmissao de instrnccao publica examinou
a proposii-a) da camara dos" Srs. deputados que
concede aos cidadaos brasileiros, que forem douto-
re? cm medicina por faculdades estrangeiras, uma
vez que tenham prestado o exame de sufficiencia,
o poderem entrar em concurso para o provimento
dos lugares de oppositores e lentes das faculdades
do mediciua do Imperio.
' A commissao eutende, porem, que e sem du-
viJa conveniente attrahir o maior numero de pre-
! id'iites as cadeirasdas faculdades, comUnto que
tejaio as provas exigidas com o rig >r necessario,
para julgar-se com acerto.e admiltirem-se os mais
babeis para o ensino; e por isso a commissao con-
lorraa se com o pensamento da proposigao, com-
tanto que seja tirado o equivoco, a que pode dar
lugar o simples emprego das lugares opposilores
e lentes.
" Pe'os estatutos nao polem 03 dout ires filho?
das faculdades do paiz, ser lentes sem haverem si-
do primeiramente oppo.-itores ; os gradaados em
aeademias estrangeiras nao devem pois gozar do
privilegio de serom lentes antes de serem opposi-
tores, coma poder-jeha entender se nao for mais
clara a redaecao da prop.sijao, accrescentando se
as palavras -oppositores e lentes das faculdades
de medicina do Imperio as seguintes : na forma
dot estntntos da mesma faculdade.
" Com esta emenda e a commissao de parecer
que entre em discussao e seja approvada a reso
lucao. frica sobre a mesa para ser tomada em
c.nsideracao com a proposicao a que se reftre.
Na se.-sao de 23, tendo o Sr. Zacarias pedido
informacoes* sobre as ultimas occurrencias da Ba-
hia, o Sr. visconde do Rio Branco disse o seguiu
OSr. visconde do Bio Branco (presidente do eon-
selhoj paneo precisa dizer para responder as ob-
;ervaroas que fez o nobr senador pela Bahia, em
vista de simples presumpcSes que, como era ds
esperar de sen caracter, elle juesmo considera
1 ax?ela3'e GSPera ver desmenlidas.
"0 governo nao e. de eseolher enlre paloteiros e sedieia?os, assirn co-
ma nao esla nem eom uns nem com oulros. ,
-via examinou aindao contrato re'Iatko ao ser
IaLOianav?a0la0nrDp?o,^bia; e> Pois> nao *alntil4o qual, em grande paVie^deoenda a'VerJadoTo
apreciagao, nem-o moraouto 6 para J movimento regular de nossas instituicoes poli
i Reconhece o senado- a canvenlencia de uma
fci que, allendendo a organisa^ao da forca mili
Car, assim como as garantias da liberdade indivi-
dual, regulo de modo jasto o efllcaz o recruta-
mento, evilando ao mesmo tempo a in3ufll;i6ncia
e oi abusos do systenja actual. A este assuinpto
no respeito devido x constituicao e a leis.
" 0 apoio do senado, senhor, nio faltara ao
governo, sempre quo se tratar dc manter mesa a
soberannia naeional e de resguardar o^ direitos
dos cidadaos contra os excessos das autoridades
ecclesia>Hcas ; e o senado confia que, sem apar-
tar se da moderacao ate hoje empregada, consiga
o governo p6r termo a um conflicto tao nocivo a
ordem social, como aos verdadeiros interesses da
religiao.
" E' para sentir a dimiouijao que, ^n principio
do corrente exercicia, tiveram em algumas pro-
vincias as rendas pubiicas ; sendo, porem, lison-
geira a previsao do que seu resultado nao desi;a
da estimativa anterior e de qua nao obstante 'o
accrescima de despeza com os receuies melho.-a-
mentos autosisados e a renovagio de parte do ma
terial do exercito e da armada, esse exercicio e
0 a.nt,T'.or aPrc"entarao excesso de receila.
'" E' incontestavel. senhor, que a lavoura, iiossa
principal e abundante industrla, exige providen-
cias, que reraovam de prompto os inaiores em-
bara^os com que luta.
- 0 senado acud'ra pressnroso com o tcu con
curso para satisfazer lao insianle reclamo, teudo
sobretu Jo em vista a deflciencia de eslabelecimen-
tos de credito, que proporcionem aos lavradorts,
mediante condigoes menos onerosas, os capitaes de
que necessitam para aperfeicoar o desenvolver o
seu tral.alho : e considerando que o navo contrato
com o Bauca do Brasil nio aproveiia senao a pou-
cas provincias.
" Nao_ menos qua .do governo, a educacio e
lostruzeao popular comiouara a merecer a accu
rada solicitude do senado, compenetrado como
esla, de que e esse o mais fecundo elemento da
grandeza da nacao.
" Aguarda, portanto, osenad) para consideral-o
dev damente, o piano que ha de ser apresentado,
tendeale a dar systematic!) e mais vigoroso im-
pulso a esse progresso essencial, a que a inicialiva
particular presta o mais loavavel concurso.
"A reforma efeiioral e urgente e indeclinavel,
*e^"?c: A andemnajao da lei vigente, e a neces-
lidade imperiosa de que a urna exprima a gonui
na vontada naeional, nao permitlem que, por mats'
tempo, se demore a satisfacao desse alto interesse,
is=p propicio. Esla, parera, intimamente convea-
cido, pelo conhecimento que lera dos caracteres a
que se tem feito allusoes, que ounca esse conlrato
podera desairar seas amigos.
" Segunda e informado, nem mesmo este nego-
cw entrou era discussao na assemblea provincial:
i? acr> !ita e que n|o ha em tudo isto senao
iJa.e pelo 1." lenente da armada Magno Alexaudrino de
Uliveira Brito, si bra as material por elle j;i estuda-
d.K na esc-jla de unriuha, tendo feito diversas con
sideracHos os Srs. Escragnolle Tauaav o Pereira
dos Santas.
Em ['. dita o projecto que manda contar aos
leutes oppositores das escolas raedieas do'Imperro
a anliguidade desJa a data do excrcieio. -
Oraram sobre este assuinpto os Srs. Duque Es-
trada Teixeira e Teixeira da Kpaha.
Por ultimo occupon sc a camara com a I." dis-
cussao do projecto qua autorisa o giverna a orga
nisar o Imperial institutados meninos cegos.
Oraraa os Srs. Correia, GusmSa Lobo e Araujo
Lima, ficando a discussao encerrada.
Na ssfsao de 21 approva :
Em 1." discussao o prujecta que autorisa o gl
vcrno a dar nova organisacjao ao imperial institute
d is meninos cegos.
Em I." dita o projecto que manda igualar os
vencimentos do eontador da camara municipal da
corte aos da secretaria da dita camara.
Em uma unica dita o quo concede a Pedro Or-
andini a aposantadorTa uo lugar de meslre de es-
grima ilas escolas de marinba e militar.
Em 2'3 dita, o que manda contar o tempo de
antigui l.ule dos oppositores das faculdades de me-
dicina desda a data do exercicio, com a seguinte
emeuJa aJditiva, e depois de algumas observarOes
do Sr. Teixeira da Rocha.
,; Depois do art. 1." accrcscenle-se :
,; Paragraphs unica. Esta disposii.ao e aplica-
vcl aos lentes actuaes que tiverem silo opposi-
tores. Em 21 de maio de 1874. -Dr. A. Teixeira
da Rocha. "
Rejeitou o art. 2. do projecto qua dispensa por
20 aonos do imposts de decima urbana of. edificios
que coastrair a empreza encarregada da aberlu-
ra da nova rua de S. Francisco de Paula, ficando
tambem prejudicada a emenda do Sr. Pereira dos
Santos, Don tem publicada.
Oraram sobre este project) os Srs. Correia e
Pereira dos Santo?.
Approvou tambem :
Em uma s6 discussao o projecto que concede a
D. Maria Francisca Goncalves a pcusao meusal de
36J000.
Occupou-se depois com a I.' discussao do pro
jecto -di-pensando D. Maria da Gloria Barreto de
Albuquerque Pinto do pagamento do alcance que
I he 6 exigido pela Saata prestada por sen finada
marido como liador.de Estanislao Jo.-e de Freitas,
pagador da | agadoria central da Rio Grande do
Sul, sendo approvado o seguiule requerimenlo de
adiameuto, depois do diversas consideracSes dos
Srs Pereira dos Santos, Eufrasio, Correia e Luiz
Carlos.
" Hequciro c adiameuto por 48 horas, para que
a commissao de as explicates pedidas pelo no
bre deputado por Minas, o Sr. Pereira dos Santos
" Sala das sessees, 2i da maio de 1874. Eu
fr sio Correii. "
Em seguida o Sr. Araujo Goes Filho pedio a
palavra e obtevo nrgencia, afim de solicitar do Sr.
ministro do imperio algumas informacoes acerca
da presidencia da provincia da Bahia.
Tendo o Sr. ministro do imperio dado as infor-
macSes pedidas, o Sr. presidente considerou en-
cerrado o debate ; seguio-se entaa uma queslao
de ordem em que tomaram parte 03 Srs. Duque
Estrada Teixeira, Leandro Bezerra, Cardoso Ju-
nior, Ferreira Vianna, Araujo Goes, Martinho
Lartipos e presidente.
Par ultimo a cam'araoccupou-se com a discusao
dos seguintes arojectos, que nao foram votados
por falta de numero legal, tendo feito algumas ob-
servacdes sobre o primeiro os Srs. Correia e Cam
pos do Medeiros e sobre o segundo o Sr. Olympio
Galvao : n. 1 desto anno, creando mais um colle-
gio eleitoral na provincia do Maranhaa, que se re-
unira na villa de S. Bernardo ; n 519 de 1873
creando tambem na villa da Quebrangulo, provin-
cias das Alagoas, um eollogip eleitoral ; n 167 d*
1873, mandanda pagar a Caetano de Sauza Perei-
ra e oulros, a quaniia de 663/730 para indemni
sagaa de la saccas de algodio, que lhe foram to-
madas por occasiao da rebelliao de 1839, na pro-
Vincia de Minas.
Na sessao de 22, o Sr. Ferreira Vianna funda-
mentou os seguintes requerimenlo*, para cuja dis-
cussao foi vencida urgencia.
" Requeiro que se peca ao governo capia do
acto da presidencia do Para em data de 21 de
abril da corrente anna, negando sanccio por in-
Loas'titucional a r^solnclo da assembled d'anuella
provincia que a autorisava a pagar ao Dr. Anto-
nio Joaquim Gomes do Amaral, se'rvigos medicos
prestados em Saatarem ; e outrosim iuforroagao -
so a assemblea sustentou a cunstitucionafidade ou
se, pelo corilrario, recouheceu a cdnstitucionali-
dado d'aquella resolugao. Outrosim se o presi
dente foi demittido.
" Paco da camara dos deputados, 22 de maio
de 1874. Ferreira Vianna.
" Requeiro que se p'Sfa ao governo as seguin-
tes joformajfjes; i" A razao porque o chefe de
ini.-sa i! a conferencia religiosa de um de seus
.Tssociados ? 2 Se os bacoareis "Maiioel Barboza
de Araujo e Pedro Gaudiano de Ratis e Silva, to-
ramdemitlidos do seus eiupregos pela razio de
assignarem o protosto da associacaa Calholica?
Kflnalmcnte, quo se peca ao mesmi governo:
(spia do protesto da associacao Calholica, de 27
da Janeiro do corrente, e o despacho da presiden-
cia. Pago da camara dos deputados, 22 de maio
de 1874.Ferreira Vianna
Oraram sobre o primeiro os Srs. Gomes do Ama-
ral, m.nistro da justica, Fau-ta de Aguiar, Hera-
clita Graga, Duque Estrada Teixeira, ministro do
imperio e Ferreira Vianna, ficando a discussio
adiada pela hora.
Foi o seguinte o projecto de resposta a falla do
throno :
" Seahor.- A camara dos deputados tem no
mais alto apreco o jubilo e confianca quo a V. M.
imperial, Inspira a reuniao da assemblea geral.
A raanifestacao destes elevados sentimeBtos, ao
nesmo tempo qua deixa em relevo o amor de V.
M.Imperial pelas instituicoes que nos regem, afuan-
ga na harmonia dos podere3 politicos a primeira
coniigao de todo o desenvolvimento na vida de
um povo livre
" A estes seniimentos, Senhor, procurara a ca-
mara corresponder com o desvelo que devem a
nacio os seus representantes.
" Acmnpanhaudo a V. M. Imperial nas gragas
quo rende a Divina Provideneia pelo eslado im-
perlUrbavel da Iranquillidade publica, neste signi-
ficative facto, de que tanta honra vem aos nossos
costumes, reconhece a camara um grande bene-
ficio sob cuja influencia o Brasil evideutemento
prospers.
" Para a camara, como para a nacio, Senhor,
muito grata 6 a ccrteza de estar promettido a dy-
uastia imperial nm novo penhor de perpetuidade,
gra nas ao esperangoso estado cm qae se acha S.
A. a Princm Imperial, presada filha de V. M.
Imperial, Condesa d'Eu. Fazendo ardentes votos
para que esta chara esperanca seja coroada pelo
mais feliz resultado, a camara tem por muito jus-
tificado o motivo que talvez obrigue S. A. a Prin-
ceza Imperial, a n.lo empreheuder langa viagem
para satisfazer uma das condig5es do seu con-
trato matrimonial.
Lamentando 03 6jffrimentos causados a po-
pulagao de muitos pon".es do Imperio pelas alte-
ragoes da saude publica, a camara ouvio com
prazer que, aos soecorros dihgentemente prestados
pelo governa para attenuar a mal, se associaram
os da earidade particular nunca invocada debalde
a um povo generoso.
A solicitude com que o governo de V. M.
Imperial se empenha em estreitar as nossas inal-
teradas rchcoes internacionaes pelos vincalos da
amisade e dos"interesses recipro:os, traJuz intui-
tos de sabia poiitica que cofruita os legilimos in-
teresses da nagio.
Com V. M. Imperial espera a camara que os
ajustes d- linitivos de paz entre as Republicas Ar-
gentina e a do Paraguay ainda nao concluidos, o
sej.m amigavel e paciliaamente. Para e.-te fim
confia a camara que o governo de V. M. Imperial
continuant a prestar ao nosso alliado, com a leal-
dade a que nunca faltamos cm nossas rclacoes in-
ternacionaes, a cooperacaa a que n is oorigamos
pela accordo de 19 de novembro de 4872.
A troca de uma convengia consular com a
Gra-Bretan a, de um iratado de exiradicaa com
a Belgica e de nma convengao postal com a Re-
publica Argentina cinlribuira para estabeieeer
entre estes pa-zes e o Imperio novos la^os de
amisade.
a Senhoi I NSo meno3 que a V. M. Imperial
penalisa a camara que o pracedlmcnlo dos bispos
de Olinda e do Para tenha imposto ao governo a
dolorosa necessidade de os sujeiiar a julgamento
perante o supremo tribunal de jasfiea. Alas, de-
plorando profuudanente o coutliclo quo motived
este facto, a camara reconhece que a grave olfen-a
feita a eondtltaJeSo e as leis nao podia deixar de
provocar a intrveneaa do poder judicial.
Confiada em qae o govern) de V. M. Impe-
rial, sem se apartar da lonvavel moderagao ate
hoje e;npregada, sera firme no proposito da man-
ter illesa a soberania naeional e resguardar os
direitos dos cidadaos contra os excessos da auto-
ridade ecctesiostiea, a camara faz os mais since *os
votos para qae chegue a sen termo um conllicto
tao nocivo a.ordem social, como aos verdadeiros
interesses da religiao, que 6 a da quasi unanimi-
dade dos brasileiros.
_ Para resolver este grave problems, quo com
razao inquiela o espirito pubhea, a camara nao
recusara ao governo de V. M. Imperial o apoio de
que elle possa precisar.
E'agradavtl a camara, que, n5a ob^tantc o
decresciinento daj renJa3 pu'alicas do algumas
provincias do priiuipio do Corrente exercicio, haja
luudamento para prever qne o seu re-ultado nao
dascera da estimativa cahilada. 0 exqetsode
receita espe'ada do corrente e da anterior exer-
croii, em (jue melhoramentos autorisados e a
retiovacao de pane do material do exercito e ar
mada trouxeram augm'-nta de despeza, attesla o
quanto se podo conlur na expansao das forgas
product!vas do paiz.
A camara acredita, Sen'aor, quo para csle
resultado inflajrao efli-aznente as sabia* provi-
dencias ja indieadas pela governo de V. M. Im-
perial como as j|Ue, mais do prompto podem re-
mover os principles embaragos com que luta a
lavoura, nossa primeira iodustria.
" Na deGciencia de estabeleciment' s de credito,
que libcrtem os lavradoies das sereraS condi^Scs
com que, hoje em dia, podem difOcilmentc obter o
capital necessario para desenvolver e aperfeicoar
o seu trabalho, yd a camara uma causa de entor-
pecimento da indastrla agricola, a que cumpre
provdr de remedio.
" Benelico coma vai sendo em sua execugao,
nao podia bastar para, satisfazer esta grande ne-
cessidade o recente contrato celebrado cam o Ban-
co do Brasil, tanta pela insulBciencia Jos meiqs
de que dispoe este estahelecimento, como pela
circumscripeio a que se limitam as operacdes de
sua carteira hypolhecaria.
" A uistitnicao de estabelecimentos de credito
real, sob as bases e mediante os favores Iembra-
dos pelo governo do V. M. Imperial, a reduccao de
impostos sobre alguns generos que em productos
simiU res de oulras procedencias encontram po-
derosa competeh:ia nos mercados europeu-, ea
suppres-ao de outras imposicoes cdmpativei com
us provisoes da orcamenlo, parecem a camara
providencias adapladas a meliiorarem considera-
vtlmeute o estado da industna agricola.
" A estes e a oulras assumptos, quo de prefe-
rencia se recommendam a sua attengao, a camara,
delig..nciar;i provdr com as medidas reclamadas
pelo bem publico, correspandendo aos patriotieo.*
designios de V. M. Imperial em sua pro vada soli-
citude pelo prog_resso do paiz.
" A educagao e iestruccSo popular, Senhor,
tornaram-se em nosso tempo um assumpta de
empenho naeional.
" Muito grato como e a camara qae o governo
de V. M. Imperial tenha continnalo a fazer deste
ramo do serviga o objecto dos mats assiduas cui-
dados, ella aguarda a apresentacJo da piano que
deve trazer systemalico e mais vigoroso linpulso a
esse essential progresso, a qui a inicialiva parti-
cular tem prestado um inestimavel concurso.
" Altos interesses, qne se ligam ao movimento
regular das nossas instituigoas politicas, tornam
urgente a reforma eleitoral. Convencida coma
esta de qu o exercicio do sagrado dlreito do volo
deve ser amparado pelas mais robastas e efllca-
zes garantias, a camara nao se poupara a esforco
para levar a efTeita na presente sessaa a grande
reforma, que e uma verda leira aspiracaa na-
eional.
" A organisaga i da fbrga militar, assim como
as garantias -da liberdade, reclamam uma lei que
regule de modo justo e efllaaz o recrulamento,
evilando a iusulJlciencia e abusos do systema em
vigor.
A camara espera que esta necessidade esteja
dentro em pouca atlendida.
Senhor I A crenca, que todos os dias se
robustece no brilhante futuro de nossa patria, nao
e somente fartalecida pelos esplendidos dotes de
uma nalureza npulenta. A excellencia das nossas
instittuigSes, olTarecendo, no fecundo.consorcio da
ordem com a liberdade, a base de todos os pro
gressos, e a condioao de todos os tentarhens do
espirito emprehendedor, tem coMribuido e con
tribuira efllcaz ncnte par,^ prpmover a realisa;ao
dos grandes de-tin >s reservadOs ao Brasil, pensa-
mento constanle de V. M. Imperial, e a melhor
recompensa do incessaqte e patrlotioo Ostorjo com
3ue V. M. Imperial se vota ao engrandocimento
a patria.
Sola das corrmissoes, 22 de maio de 1871.
Francisco Xavitr Pinto Lima. Francisco Jose
Cardozo Junior. F. L. de Gumao Lob}.
No dia 23 nlo houve sessao por falta de nu-
mero.
0 C.'rreio Hoje (25) na camara dos deputados, o Sr. Dei
ro fundanfentou um re ineriincnto soare a conti
linicao do Sr. CruzMtdiada nossa provincia. e so
bre o encerramtnlo da assemblea provincial da
Bihia.
" Fallaram 03 Srs. Goes Junior e ministro do
imperio.
" 0 Sr. Gomes de Castro apresentou a seguinte
mocio :
" A camara, satisfeita com as explicacoes dadas
pelo governo a respeito dos negocios di Bahia.
passa a ordem do dia.
" A opposicio pede a palavra : o presidente a
nega. Grande agitagao. Vivas reclamacdfs dos
deputados e das galerias.
" 0 Sr. presidente levanla a sessao.
" Immenso povo enchia a rna e a camara. "
Minisierio da justica. Por decretos de 21 da
corrente mez :
Foram removidos os juizes de direito :
Bacbarel Con tentino Jose da Silva Braga, a seu
pedido, da comarca de Itapicuni-mirim, da segun-
da entrancia, na provincia do Maranhaa, para a de
Caninde, da mesma entrancia na provincia do
Ceara.
Bacharel Joaquim Jos6 de Oliveira Andrade, da
coinarca das Barras, de primeira entrancia, na
provincia do Piauhy, para a de Itapicuru mirim,
de segunda entrancia, na provincia do Maranhao.
Foram nomcados juizes de direilo
0 bacharel Antonio Joaquim de Maceda Soares,
da comarca de S. Jose e Campo Largo, na provin-
cia do Parana.
0 ba rharel Joio Paulo Gomes de Mattos, da co-
marca da Lavras, na provincia do Ceara.
0 bacharel Julio Cesar Games de Castro, da co-
marca de Tamhcril, na me.-ma provincia.
0 bacharel Vicente de Paula Cascaes Telies, da
comarca de Maria Pereira, na ma>ma provincia.
0 bacharel Carlos Jose Pereira Ba-tas, da comar-
ca das Barras, na provincia do Piauhy.
Foram nomeadas juizes muoicipaes e de or-
phaos:
0 bacharel Joaquim de Toledo Piza e Almeida,
do termo de Sorocabi, na provincia de S. Paulo.
0 bacharel Fernando Antonio de Barros, do ter
mo de S. Jaao do Rio Claro, na mesma provincia.
Foram concedid3s:
Ao bacharel Joio Baptista Guim iraes Cerne, a
demlssao que pedio do lugar de juiz municipal e
de orphaos dos termos reunidos de Porto Seguro,
Santa Cruz e Trancosa, na provincia da Bahia.
Foi reformada, a pedida :
Honorato Olympio da Cucha Rego Barros, ma-
jor ajndante de ordens do commando superior da
municipio de Goyanna, na provincia de Ptruarc.ba
co, no posto d a lenente -coronet.
Fez-se meree da serventia vilali.-ia do oflicio de
escrivio das feitos da fazenda da provincia de Per
nambuco, ao capitao Jose ''rancisca da fepgo Bar-
ros, nomeado pelo respeclivo presidente para tcr-
vir provisoriamente, na confarmidade da lei.
Por decreto de 21, foi reformado o capitao dc
fragata Antonio Carlos Radrigucs da Silva, no pis-
to e com o soldo de capitio de mar e goerra.
0 decreto n. -o,640 de 16 deste mez, crcoa o
lugar de juiz municipal e de orphos nos termos
reuni-.los de S. i>s6 e Campo Largo, ni provincia
do Parana.
0 decreto n. 3,643 de 16 do corrente, desan
nexr.u do termo do Icj o de Lavras, na provincia
do Ceara, e creou njste, reunido ao da Vargem-
Alegre, o lugar de ioii municipal e dc orphaos
0 decreto n. 5,643 de 16 do corrente, reuni i
ao termo de Maria Pereira o de Pedra Branca, e
ao de Caninde o Je Penlccasle, na provincia da
Ceara.
0 decreto n. S G"8 do 1C do corrente, decU-
ron de primeira entrancia a comarca de S. Jo.-e e
Campo Largo, da provincia do Parana, e o de n.
5,641 da mesma data, declarou tambem de primei-
ra entrlneia as eomarca! de Lavras, Tamberil e
Maria Pereira, e descgunla a de Caninde. na pro-
vincia do Ceara.
0 decreta n. 3,639 de 16 do conent", marcru
o vencirnento annual de 1:2005 ao promoter pu
blico da comarca de S. Jose c Campo Largo, na
provincia do Parana, u o de n. 5,fi'i2 da mesma da-
ta, o vencirnento do 1:4003 a"s das ccmircas de
Lavras, Tambaril, M.ria Pereira e Caninde, na
provincia Jo Ceara.
Por decreto de 2Ldo corrente, foi promovida
o encarregado de negocios Leone! Martinian'o de
Alencar, a ministro re.-idente na republica da Bo-
livia.
Por aviso de 19 do corrente, foi exonerada, a
pedido, do commando das forcas do Paraguay c
Matto Grosso, o chefe de esquadra barao de Igua-
ten.y, e nameado para o mesmo commando o che
fe barao da Passagem.
0 Banco do Commercio achase defloJUva-
mente incorporado, tendo ja si Io subscriptas 2<*a009
accdes das 3 1,090 da I emissao.
0 conselneiro A. N. Tolentino deu no dia 21
a sua deroissio de presidente da Monte Pie Geral.
Eis as noiicias commerciaes da ultima data :
" Foi hoje podco activo o moviment) do mer-
cado de carabio a 23 3;4 d. papel bancaria sobre
Lonlres.
" Negociaram-se pcqneoos 'otes dc soberaaN a
93670 e 93700 cada urn. a dinheiro.
" As apolices geraes do 6 PjO couscrvar.m sc
pouco animadas. elTectnando se transaegdes iusig
nilicautes a 1:0404 e I:0i3i, a dinheiro.
u No mercado do acgoes apenas nos camtou a
venda de pequenas lotes das da companhia Loco
raotora a 22()4 e da companhia Commercio e La-
voura a 40| cada uma, a dinheiro.
" NaJa se fez em cafe; as vendas de assucar
foram pequenas para consumo.
" Saluram tambem para consurno ccrca da........
40,000 kilogrammas de carno secca. As grandes
entradas desta genero que tem havido ultimamen
Ie depreciaram 1 :e os preges, qae regulam hoje da
seguinte muds : carnes do Rio-Grande 200 a 220
reis ; Rio da Praia, velhas, 140 a 160 reis ; novas,
200 a 280 reis, por kilogramma.
" Fretouse hoje um navia para o canal a or-
dem, cafe a 40 s. e um para Paranagua par i
1 j *\ \f
d^ cavallo nrtia senhera ; plc*n % i-f stt"ii
ii a istrada ; Bittearonri fani^-lti* s
prevenio-o para qae nao mau pasms't a-*
teat comtndo fni la vultai.
Coula chegou em rasa, pn-ivi! u
versos sujeiUis do lugar Caaeca #e h i, q e vm
fama de valent>>s; armada* lod->s eorUram a eer-
ca que havia Mdo feita, e da navo sa apr
ram em frer.te a casa de BiltencMrt. qur
ohaado ^methaalo procedimealo,
lhe com alguns tiros, am dos ajaars
par uma janclla, matara a nma aeirii.-ra
tendia fcrha-la. A' vista Iho a um eserava oisoararam no grapa, hisdi
mono o velho Oajla, t licando lenJa im m-
cravo,
0 Dr. jniz municipal proccden a >
mais diligencias neressuru*. Cipinrnda'ia
riano Jose do Conto, Francisco Felia da
BiUencoun c mais 4 escravos.*
0 Ariitta Naznreno, daul > notiria dcs*e
tecimento*, accrescent* :
Con-la nos qne alem dos dou*
que se deram, houve mais irinids 4a
um grupo de facionrcsos, e aVraw se
mcnt'.s graves, e tenlativa de murir.
C cambio sobre Londre* ngnlava 23 4.
A alfindega readeo de I a St do eef
406:849,1297.
\oiiciits. de Mcrsipc r |e %Ut-
f^MaV
Tambem Imntem aiMnhec. a em acesn patto a
vapor brasiein Puapama. trazendj Jatk*: de
Aracaju 22 e de Maceio 28 d > carreate.
SK'tumc
Encerraram-se os trabjlh..* da
vincial.
A pre-;.] a.; n eaean coaasafss9es aMstiri
paes para : vinrial.
Foram sanccktnad i* r m\ > I bc.j
os projecto? da a a.
o presidente da provincia a girant i d-
/ao anno s .liro a |"a:iii i ;u
cono.s dc reis a U 1
prestar capita.--1 ibre hypi thecas d
lades ruraes, na -a Ie Ja I .. 4V.
deerati r.guljin ,,tir n. :>47: a eia.lv aawtKe-
proriaeiaea a i jur i la I aw aayj aa an.. .
melh in-s condicues qa se posa bler. d
o primeiro prod ie o das u. pdtaaa serap-
plicado a amorti-a ;.io jurus da .;.
da pnviueia ; e creando a nna c mi
Real, compasta dos termn de Iubai.n. l-n-
(i -.
Citron m eserci -io da carg i
do governo 1 pnvincia a bachare. J
Carvalho Cm i.
Foram Domeal is ; r in t r ,
eomareas: da cajnul, baeharal Aal
Pioa Junior, < d- l^ran;;
Cesar da SHvetra San
u.\.,
Nada accoren digno Jc a ;
.'PS ..-.- i- adfQ


REVISTA DIAR1A.
Assein:l<-; provinri.tl. -I,* .
semblea funcri moa corn 30 Srs. a. :
a presidencia do Sr. c mstlhein, Ag

i-
i-

.. .;,r
r:-j
>i;i
paaaaa-
.11 M

A alfaudega rendcu de 1 a 23 do corrente
2,237.924363'.
RSl'iniTO SANTO.
No dia 26 da mez passado livera lngar, ua co-
Ionia do Rio-Novo, a bengla da capella callioi ca,
mandada conslruir pela minisierio das obras pu
blieas. Nessa mesmi occasiio veridcan-se lam-
bom a iaauguraglo da casa que se d.-siina para
a escola de instrdoojto publica.
0 Espirito S intense da a seguinte nolieia :
Na madrugada do dia 7 do corrente, na liigar
denominada Manteiga, da districto da vilh da
Vianna, foram assassinadas a queima roupa, o
commandanle da companhia de p.dicia capiua J)-e
Ribeiro da Silva Laranja e a praga da mesma om-
panhia Adeodato Francisco de Arauj>, p>rFeli-mi-
no Gongalves Coelho, lilho <-'e Firmiauo Jose de Al-
meida, quand > e;n diligcncia policial prelen !ia o
mesmo commandanle pren le-lo ; sendo feito nesta
capital o respectivo corpo de delicto, e seas corpm
levados a sepultura hontem as 9 horas da maaha,
tendo havido grande acampanharoento a is sous ca-
davt-res.
t 0 capitao Laranja era um militar dlstineto par
sua bravura, eeomo nrovou na guerra do Para-
guay, onde muito se distraguie, scuda elevaJo a
postos e condecorado par sens assigaalados servi
gas. Seus numerosos amigos, carreligionarios e o
paiz perdem nelle um desses bravos nao vulgares.
Morrea como militar, em seu posto dc honra, avan
gando para o sicario que Iho tirou a vida e a de
seu bravo companheiro.
.4 mesma folha refaro:
Retirou-se no papiete Ceara Joao Halssoraes-
tre, que,.viada para a colonla San'a Loopoldina em
I860, onde mentou una pequena lenda de ferrej-
ro, passados annos, tornou-se negociante, juntando
no prazode 14 annas, que alii eteve, uma fortuna
attestada de 130:0001 em moeda corrente. deixan-
do ainda uma casa de negocio na valor de.....
70:000$, seada 30 om dividas e 40 em generos.a
b m.v.
- Os estudanles do 1% 2* e 3* annos da Facul-
dade de Medi ina foram felicitar os lentes dessa
carparagao ultimamente ajraciados pela governo
imperial.
Lemos na Regeneradir, de Nazareth, de 23 :
Na freguezia de S. Miguel d'Aldda ni sabbado
10 do corrente, deu-se um lamentavel aeoaleci-
menta entre duas familias das principaes da lngar
o parentes. Na segunda-feira 12 saguia para alii
,o Dr. juiz mun cipal com uma forca de poiicia vol-
tando no s3bbado I".
0 conflicto dense pela forma seguinte :
, Felix rose do Couto, maior de 60 annos, c Fran-
cisco Felix de Souza Bittencourt questionatam por
causa da passagem em nma estrada paricular;
thtentou Couto accao judicial contra Bittencourt, e
tendo seutenga desfavoravel, appellou para a re-
lagaa, de dnde ainda peude a decisaa. Duraate
esse tempo tem havido denmie outra parte, que:
made eancetlas que fecham a estrada, cercas, etc.
Ul.timamen'e Gouto mandan passarem dous sujei-,
tos armados pela estrada ; encontrando Bittencourt
com elles os fez voltar; irritalo com isso Coato
pai, no sabbado 10, foi arma Jo, levando na ancal
Aporovada a a-ta
'.' aecretarw >; 111-.-. ai i baaar exi
Paasaado a ordam do dia, foram
approvadas i>m 2 di-cu-sia, as e:n
vadas "n ."{' ai pmjecto n. .'> isal
eleva a ridide a x,\U do Trr'o.p:. ,.
ellas os Srs. Mollo Regn, Arm ',.
Arruda e (, m Cavalc.ite.
Em cguidi f.i rejeilada a smmda .,
em 3" discu.-sit ao |
a ser m iitea la a c serai i
bj:co, dep'.is Je orar.-m >r- M ,
pio Marques, r.;iprovad
metlido ;. commisslo de redact**!
ncssa cccasiio o --r Ohrnpia Harm
tou^ contra a emenda.
Foram suec iTam< Ha approva 1
ladas tambem em 3" disc;:
que ndbrma a iastrcaeau puWk-a. a m:
o project) em 3' di-caaaia, desioM de ama
na queslao d ordem em ;
par de I)rummnd e B>g>, a a
reolvida pelo Sr. pre-i l-nf.
Foram mais diitali I a s a-vrarade* eni "
cussiia os s.-gai lies p: je
a cencessio de uma liceaca ,.
pilal IV roll cam diversas emenda .
concessi) de igual favor a d,\
publicos : oranJosoiire ella- i .-. bar-
ques, P.atis e Silva e Mell Rega, >endi rrl iSsdi I
que diz respeit, a jj |goel j4 s,lva Ra:,
dicada a de l. Franci.-ca S-t..,
valhi : n-. '.-; e :;n, rm debit*. ,
contar lasaaa para julalaglo 11 mi. padre Igaar. >
Francisco das Santos, pr.-i -- r .: .
aqaelie alterando o art. 68 da fc-i n. ST.i.
Aj m e^tes fur..m man appr n.-dos : ex mn cj
Jiscussao o projecto n. 27. qu- |
da camara municijal de
de n. (>>, quo approTa as pstun-
de Bezerros; em 3- o de n. 97 de 1872, aa
lorisa a eoastroeca i da aaaa :
>endo rejettada uma amaada ufetveiia
Tibnrcio da Mag tMrik s, depois dc ama acestla de
n em qne r >a o Sr. Fig
a. 39 de-ts anno, que c.acle um sax
lania I! nv.nala jara e.-t i lar u .
Bellas Aries eraaAj sobre etU aa Sr*.
Aniraie c ]\ r:-n.i, dispeasada da iaiar*'
requerimenlo de?la senhor.
Finalmenle f ram approvadas em J' ;.- a-
as rmendas aprern:adas em 3* ao project) aa ar-
gamento amsueaaaf, menos a de a. 4.1, awe i
rejeiiada, seado ad-ptado o pmjeeio em aV
cussaa.
E leadi dado a k ra,a ^r proid-ci-
a sessi-), depots de designar a seguinte t3$m
do dia : eoataaaaeia da aotecaJeate e y dtaew
sio da prcje,-t) n, 3tde*ai ann .
*.mona1l-* coral.'".oa tidt a rater-a
damns as tats n >ti-ias iafras sabra eeenrr
que sc diz. tiveram lugar aas doas casts de
oaaata krasflairo, par quanta a i
muito bem dar se alturaa exager.i
niencias poilieas, coma melhor se r n. rr*i;adi
ra pelos extractas q ie f ueia :
_ Senado.Hontem, canforne sa aspenra. a es
saa da senaio esteve important siaii
Um tafegraaam. parti -ular. qne reeH-em**.
diz o segninle :
Sabre os neg >cio* da (ialiii fallaram as Sn.
Cotegipe. Zich iria. Saraiva t It: i treat j.
Grande mulUiia enchia a* gal*rias I
Miitos dcputal i- e-tiv ram present*?,
t 0 Sr. hart > de Cotegipe raente o parti 1> canservadar d Baaia, e xalieaa
satWactariam'nte o nasso pr redimcni > ;,a iasa-
cao ao Sr. Cruz Ma* oa 11.
t E conclui) sen eloquent-' disenrso ae-'araad i
prcftrir que nas relempera*fc>m s aa apmatala.
aindi subind t as liberaes, a nao restaa^aeer-** a
forga mini I) aastaaartj w.
Grande liaprasata.
t (C \rrcio da Bahia de K)
Ifaje (26). na camara das depot .dos, o 9r. De.-
ro (andam^ntau nm r-;'i'riajenli sobre a cjsjaV
naacaa da Sr. Cruz Mich* la n- bre o cneerr.imenta da asscnsblca aroviaeialda
Bahia. Fall ,ram 0! Srs Go.< Janior e mmistra d>
imperio. 0 Sr. Osmss Cistro pr -seatou a -gam
le m cio :
A camara satisfeita com as exj
pelo governa a respoila das negwias da Bahia.
past! a ordem do dia.
A oppj-i.J) pel- a palavra, o presidente ae-
ga a. Grande agiticai. Vivas reetaaaaaSm m
JepuUdos c das galerias. 0 presides*; levaata a
sessaa. Immenso povo enchia a r
(I lean de 27.)
S'oticiaxii corle.Pot tHegraiami de
a tarde, c in ta qae o sena !a discatia m asgatm. a
na camara o Sr. Deiro apreseat-aa am re taart-
raeuto a respeito Ja pre.-iJeacia da Bahia e ; en-
cerramenla da assenblea; tend-> fallada a Ifeaar
o Sr. Goes Junior, e a Sr. ministro do mmerio eaa>
tra ; o Sr. Games de Castro propat aac sc p:saaa-
se a orJem Jo dia; pedio d-'p-J< a palavra am
m^mbro da opposigia, a se*io t>rnmse toaaat-
luosa, e foi suspeosa. (Jjrnil in Btkit de t7.(
Cima ver.ia >s leilores este jonrI """
4a gaverna provincial, nlo da graaJe
as occurrencias da camara dos aVaaKadts, e ft
isso, e me-mo pa-que o simples facto > ma aa>.
saa tumnltu >-a nao t prova bastante para uma
mudanca poiitica como s- quiz h a tem faser aa-
lar no animo publico, e moito c nveeiaate djaete
aguarde a chegada amanha da vaaar WtMrnrn*.
qae deve traz?r permenores desaa
que porao a limpo a rerdade.
Fabric* de Sara,* (rrlalaa Ana
-
r^ aff Li^BaB^^BBaaBaa aBeaaa^^BaMaa^aai
[_ ILWIR


EWario de Zemambwv 3? Saobado 20 da. Maid ife IK 4
.i


&

nha, ao raeio dia, effsiUar sa ha a inanguracao,
da labrica de thcSi e tec!dos, estabelceida ai
Passagem da Magdalua.
Nao havendo, quor na sala do'machiaisajo,
quer nas dos lecidos, espapo suflieiente a ad nis-
sio de mais do cem pessoas, pede-nos o res-
pootivo gerente, que facaraos consiar qua aos Sr3.
convidados sera franca a entrada ate as 2 boras
da tarde ; dependenlo o ingresso, dessa hora era
diante, debilhefe de almissao.
Em satisfacao a curiosidade pu'.lica o odifjcro
sera franqueado a quem o queira visitar, duranto
a semana seguinte, das 7 as 9 horas da manha
a das 4 as 6 da larJe, mediaate billiotes de ad-
missao on liccnca do entrada.
Saudamos este acoulecmento pela influicSo be-
nefiea com quo iia de coocorrer, tentativa tio
proraettedora, sob o ponto de vista de animacao
ao trabaliio industrial, para desenvolviraento da
vida economica desta provincia.
Dinheiro. -0 vapor Pirapama trouxe para:
Jose da Silva Loyo & Filho 1:8905000
Straeao Faro de Mendonca 150*0J0
Frei Antonio de S. Caraillo 100*000
0 vapqr Douro trouxe para :
Bank of Rio dc Janeiro 100:0005000
Dito dito 2,000
Maaoel Soares Pinheiro 4:00*000
Para m Riiropa. Cora 36 recebidos em
nosso porto, ievuu o Uiuro 309 passageiros.
HerrimacK.-Esta vapor, da companhia
araericana, sahio lionteia a tardo da Bahia para
o nosso porte. D8ve ajui chcgar domingo
H, Jane do Ribn-Har.-Nesta Igreja ter-
ininara na proxima, 2.* feira a devoeao do rnez Ma-
riano, por uina lada'raha cantada eora acompanha-
niento de orcbostra.
Me* Mariano. -Terraina amanha o exer
cicio do mez Mariano, eclebrando-se era algumas
igrejas desta e da cidade do Olinda a respectiva
festividade de madrugada, Te-Dewn cu Lalainha
a tarde o a noito, terminandu coin diversos canti-
oos a Maria Santissfma. Em outras, corao na do
semimrio e S. Pedro desta cidade a solcmnidade e
pelas 9 haras da nuah.l e Te Deum as 6 horas da
tirde
Na festividade do seminaro pregam ao evaage-
o R.\l. Dr. Francisco do Rego Maia; no Te Deum,
o respectivo rekor, padre Sebastiao Cinstanlino
de Medeiros.
Em S. Pedro pregaao Evangelho, o Rvd. Fr.
Joaquim do Espirito-Santo; no Te Benin o Rvd.
vigario Antonio Manoel d'Assumpcao. Offieia o
Sr. governader do bispado ; havendo pelas 7 horas
da manhi communhio geral.
Ti'i'*i'na. Depois deamaaha principiaa tre-
zein de Santo Antonio no respectivo conveuto
desta didade, e na igreja de S. Pedro
Tambem enccrrar-se-ha amanha, com solem-
Didade na inalriz da Graga sssa devoeao. Pela
manhi h>vera missa cantada, orandj Fr. Au-
gusto da Imraaculada Conceicio Alves; a noite,
ladainba cantada e pratica do RvJ. IJaliuo Fer-
nandes do Souza.
Cumi>anliia pirnnmuuoaua. Para
os 901*108 do snl com as escalas do costume ate
0 Aracajd, seguira no dia 15 de junho proximo, o
Jaguaribe, urn dos melhores vaporcs desta com-
paulna e qua acaba de reolher-se de Inglaterra.
A companhia tomiu e resolucio de expedir to-
dos os Inezes para a liniia do sul os melhore.; na-
vies de que actualmento dispoe, os quaes offerecem
bons commodosaos passageiros, e coraportam bas-
taate carga, e que navegam exclusivamente na li-
ana do none.
0 'Pirapama chegado hontera daquelle lado,
transportoa de Aracajd e Penedo 1,480 saccas de
aigoJao, 463 saccos de assucar o oulros geodros.
Sri:! i-r-j prova exuberan'e do bom acolhimento
qua teve do coramcrcio daquellas eldades, a reso-
roeao tomada pelacompaniiia.
Segundo soraos inr'ormados a companhia promo-
ve com actividade a acquisijao de outros vapores
igaaes, senao melhores, ao Jaguaribe, Ipojuca e
Pirapama, e acha se preparando o Oiquid, com
todo o a3scio.
Dassa sorte a companhia p 'rnarabucana flcari
'.inpljianientehabilitala adesempenhar n.vos en-
car gos para com o governo, e a contenio do com-
raercio desta e das provincias visinhas.
:"'" oanlada. -Alguns devotos da San
t.ssima Trindade, mandarao cantar amanhi uma
io:s-a era louvor da mesma, visto aehar-se inter-
dicta a respectiva irmandade,e nao poder por is'so
fazer este anno a fe-tadocostuiie.
Traiisrcrcncia. -A as3acia(;oo portugueza
de benelicencia dos empregados do commercio e
inJusiriasnesta provincia, transferio a reuniao de
saaa sessdes ordioarias psra as quinlasfeiras, as 8
boras da noite.
scienria e ProgresMo. -Quinta-feira, 28
docorreute, houve sesOo nesta sociedale, sob a
presidencia do Sr. Lobo Jurumenha.
Ordem do dia : Foi pelo Sr. Tavares de H.Ian-
da dcst-nvoivida a these: Qaal o pnncipio su-
premo dos deveres juridicos t
Em seguida foi sorleado o Sr. Martins Ribeiro,
que escolheu a seguinte these : Podemos com-
parar a civilisacio dos antigus e madernos pares
da Europa ?
CoiiKdho supremo mililar Ie jus-
tica.Nas sessoes de 20 o 23 do correate foram
julgados os seguintes processo3:
Exercito.
So dadot : Maximiano Correa dos Santas, Julio
Pereira Machado, Manoel da Silva Barbosa, Ma-
noel Jose de Souza, Manoel Rodrigues do Nasei-
mento, Albino Francisco Torres, Jose Francisco do
Rego, If moel Joao Francisco, Ludgero Angelo de
Jesus e Henrique Ananias Xavier, accusados do
crime do I." desercao simples econdemnado3 cada
um em ti mezes de prisao; foram confirmadas as
sentences.
Marcelino Jose Gomes, Eduardo Antonio Mar-
tins e Manoel Antonio Pereira Pimentel, accusa-
dos do crime de !.* desen.-ao simples, e condemna-
dos cada um em 2 mezes de prisao ; foram confir-
madas as sentengas.
Jos^ Cassiano de Souza e Joao Bento da Silva,
aecusado3 do crime de I." desercao simples; e con-
1 imnidos cada um em 4 mezes de prisao; foram
.onfirmadas as sentenca^.
Emiiiano Jos6 de Sant'Anna, accusado do crime
da l.1 desercao aggravada, o condemnado em um
anno de prisao; foi onlirmada a sentenca.
Luiz Alfredo deOliveira Campos, accusado do
tedt.* desercao simples, ecoademnadia 2
annos de prisao com trabalho; foi confirmada a
- Dtenea.
1 o Antonio da SiK-a e Severino Antonio de Je-
;;-, accusados do crime de 2." desercaa aggrava-
da. e condemnados em 4 annos de prisao cam tra-
baliio, cada um; foram ccnQrmadas as sentencas.
Anspecada Francisco Luiz Fernandes, accusado
do crime de homicidio e condemnado em 7 annos
de prisao simples; foi esta sentenca reformada,
para absolverera o rea por falta de provas.
Se'dados : Joao Henrique de Oliveira, accusado
do crime de ameacar o sen superior, e condemna
da a raorte; foi reformada a sentenca, para con-
demnarem o reo a 10 annos de prisao com traba-
lho ; Valentino Baptista Sobral, accusado do crime
do in'ubordinacao ecoudemnado nas penas dos ar-
tigos de guerra, 1." (I. e 2.' parte), 7.-, 10." a 1.6'
do regulamento de infanteria da 1763; foi esta
sentenca reformada, -para condemaarem o reo a 1
ann> de prisao com trabalho; Jose Felippe do
N isoluiento, accusado do crime de homicidio, con-
demnado ao carrinho perpetuo; foi esta sentenca
reforruida, para condemnarem o re"o a prisao per-
petua com trabalho ; Joao do Brito Mello, accusa-
do do crime de desercao em tempo de gurra,
coudemnado a*morte; foi reformada a sentenca
em 5 annos de prisao com trabalho; Joao de Oli-
veira do Espirito Santo, accusado do crime de I.'
desernio aggravada, condemnado em um anno de
prisio com trabalho; foi confirmada a sentence ;
Roberto Jise Romio e Joaquim Rodrigues dos
Santos, accusados do crime de 1." desercao sim-
ple, condemnado, cada um em 6 mezes de prisio;
foram confirmada* as sentenca?; Hercalano Al-
ves de Oliveira e Jesuino de Cassio Lustosa, ac-
cusados do crime de !. desergao simples, condem-
nados em 2 mezes de prisio cada um ; foram con-
iirmadas as sentencas.
^Armada.
Imperial marinheiro Manoel Cilio Ramos, accu-
sado do crime de 3.* desercao simples, condemna-
do em 1 anno de prisio; foi confirmada a sentenca.
Batalkao naval.
Soldado Rodrigo Francisco, accusado do crime
de iasnbordlnacao, condemnado em 1 anno de pri-
s& com trabalho; foi conlirmada a sen:cnca.
Proresso Ponlcn Vis^;neiro. Este
trocesso foi no dia 23 do corrente com vista ao
Sr. conselheiro promoter da justica, para di*er
no3 embargo? que o desembargador Jose Candrdo
de Pontas Visgueiro interpoz a sentenca do snpre-
mo tribunal de juai^a, com o flm de se Ihe desig-
liar outro lugar para cumprimento da rcferida sen-
t.mQa.
elacao do Bio fie Janeiro.Na ses-
- to desse tribunal, de 22 do corrente, foi lido um
ario do ministerio da justica, de 18, em que o go-
v.-rno imperial daclara ao Sr. desembargador
offlcio n. 118 da 9 da corrdnla, d^verj ter lugar-
nas^egundas e quinlas-feiras a reoniio do pre3i-
dente da relacao com os juiies sorteados para o-
nhecerem dos aggravos de peticio e de intrumen-
los e cartas teslemanhaveis.
0 Sr. presidente mandou^registrar e cumprir os
avisos,
Logo em seguida o Sr. desembargador Mattoso.
Camara peJio a palavra e disse que elle com o de-
vido respeito protastava contra a inaxequibiliJada
do nuvo regularaento na parte em que accumula-
va da novos encargos os deserabargadores, obri-
gando-os a comparacer am novos dias fora das
sessoes para eonhecer e julgar os aggravos com o
Sr. presidente.
Oisse que tanto elle corao seus collagas jue sio
membros do conselho supremo militar do justica
lieaui sem tempo para examinar e rever os pro-
cessos, porque nas quartas e sabbados sao obriga-
dos a comparccer no supremo conselho, nas tercas
e sextas-feiras na relacao, e agora pelo regularaon-
to nas segundas e quintas nas sessoes dos aggra-
vos, e portanto, pergunta : Quando e que ha de
examinar os feitos, cujo exame de certo demanda
attencao e socego de espirito ?
Diz mais que elle nem ao menos tera os domin-
gos para poder estudar 03 autos, pois como pro-
vedor do asylo de Santa Leopoldina era Nietherey,
onde reside, alii coraparece nos domiugos.
0 Sr. desembargador Almeida abundou nas
mesons ideas do Sr. Camara e mais membros pre-
sentcsi a excepelo dos Srs. Oampos, que achon
qae nao tinha cabimento algum lal proteslo, de-
clarando que nada se devia inserir na acta, e
Sayao Lobato que lambeni acbando assim, suslen-
tou todavia quo so inserisse na acta o indeferi-
mento.
0 Sr. presidente nao admUUo tal protesto e in-
deferio o raquerimento do Sr^ Mattoso Camara,
mas tornando-se a disoussao -calorosa por nao
3uerer o Sr. presidente que inserisse na acta a in-
eferinionto.do protesto como exigiaqa, com insis-
tancia os Srs. G jurea, Camara, Almeida o Tavares
Bastoa, S. Exc. consenlio, doclaraodo to lavia que
o regulamenlo nao era object i de disoussao e
simplesiuente de execucao, conforme elle ja man-
dara.
Bibllotlaefa narioaal da ctirie<
E-creve o Sr. Dr. Raraiz Galvao sobre este estabe-
lecimento :
Tempo ode revelar ao publico e sigmficar-
Iho todo o valor de alguns thesouros qus guarJa
este estabelecimentj, cm verdade inaito mais rico
do quo geralmente se cuida.
a 0 molivo desta noticia 6 o interessanlissimi
achado que fizemos ba dias de uma collecca) de
gravuras par tod is os titulos preciosa ; nada mais,
nada menos do quo a Pequena Paxao de Alberto
Dtirer, o farnoso pintor e gravador allsma) dos
primeiros dias do seculo XVI.
E' esta a oollec?iio de triota o seta graVuns em
madeira, que se publicou pela priinaira va cm
loll sob o titulo de Figaro: Passionis Domini Nos-
tri Jesu Christt, e quo no rne3rao anno teve segun-
da edicao com o tifilo de PanioChriili ab Alberto
Barer Nnremburgensi cfligiatu, etc.
A nossi cnlleccio nao tem rosto iropresso,
mas contem tolas as trinta e sete gravuras publi-
cadas, no que ieva vantagem a varies exemplares
existente; nas Kbliotaecas da Earopa, e entre ou-
tros ao da binliolheea de Arasterdam, era que fal-
ta o lumem de angiu'ias, primeira do nosso exem-
plar.
Trinta e quatro dentra ellas trazera o conhe-
cido m mogramma do mestre ; duas (o AdJ) e Era
e a expulsuo do Pjraizo) so a tabole|a sem m mo-
gramma o por kso as julgaraos primeiras provas;
emfim uma (a Ceia, qae em nosso exemplar e a
deciina) nem taboleta nen inonogramma. Poder-
se-ha d'aqui su authentica de Duror; mas todos os seus caracte-
risticos da compo>icai e desenho concordam per-
feitamente com os das demais, nem a auseneia do
assignatura e mativo por si suiDciente para duvi-
dar da authencidade de uma prova.
Esta curiosa collecjao teve nova edicao em
1612 segunlo nos referem : Graes.se (TrtSsor de li-
vre3 rares et precieux. Tamo i. p.ig. 433) Passa-
v mle (Le Peirflre-graveur tomo 3'pag. 159) e A.
Andrestn (Handbuch fur Kupfertichsammler. To-
mo 1 pag. 399.) Daniel Bissuccio houve as mios
em Veneza por essa epoca as chapas, e com ellas
preparou a edicao que appareceu com o titulo do
La Passioni di N. P. Giesu Christo etc.; Mais tar-
de, ja neste seculo, trinta e cinco dellas foram
compradas por um certo Jost que as -depOz na
bibliotheea do British Museum, e alii U. Col as ob-
teve para fazer a edicao ingleza que ?e publicou
com o titula de Tiw fssion of our Lord Jesus
Christ piurtrayed by Alb. Durer. London 1844.
Nenhuma destas reproduce^ p issue a bi-
bliotheca nacional, ao qae parece ; de semelhante
lacuna sobejaraente ni3 corapensa a passejjlas
fravuras priraitivas, muito raais nitidas, c conn e
aril de eomprehender muito mais preciosas por
quaiquer ladi que se considerem.
c A quem devemos e-ta joia bibliographica ? e
pergunta que naturalmento a mais de um ha de
occorrer.
Deveoio la ao zelo incansavel do bibliographo
portuguez nuncaassas louvado-o abbade Diogo
Barbosa Machado, que nao conlente do se haver
immortalisado com uma publieae.ao monumental,
juntou novos titulos a gratiJao'da posteridade,
reunindo collecfoes preciosissimas de livros, fo-
Ihet03 e gravuras, que por felicidade- aqui vieram
ter a nossa bibliotheca de envolta com outros livros
da Real Bibliotheca do Palacio da Ajuda.
0 volume em quo se achara encadernadas as
referidas gravuras esla desgragadamente bem da-
teriorado pelos vermes, porque. se quem as rea-
nio lhes conheeia o valor, os qua depois foram en-
carregados de as conservar esqueceram-n'o : toda-
via e ainda servivel, e demai.- nio foi grande o
damno causado as propria-' gravuras: so a3 dez
primeiras soffreram o insulto da tra^a.
o E-ta ligeira noticia devi'tra aqui fazer ponto
se nao fora o desajo que nos anima de publicar
tudo quanto de rare e curioso vamos descobrindo
nesteveneravel repositorio de antigualhas.
Nosso feliz achado nao parou ahi : incitado
pela curiosidade de quem devasse um mundo igno-
to a achado o primeiro elo da cadeia redobraraos
de investigacoe3, e qaal nio foi a nossa admiracao
ao ca!iirem-no3 debaixo dos olhos as mais bellas
gravuras dis escolas Iranjeza, italiana e Qarneoga,
qual o nosso espanto ao encontrarmos do mesmo
Durer uma de snas mais bellas e raras estampas
abertas a buril: Adao e Eca (19X23 cent.) capi-
talblatt como lhe chama and. Aadresen I
i Ahi esta ella, nao ha dnvidar, Eva, de pe, lo-
ma com a mao direita a maga que lha da a ser-
pente, e Adao faz mencao de receber; empoleira-
do na arvore, por detraz delle, percebe-se um pa-
pagaio e juuto deste suspensa a taboleta cam a
inseripcio : Albert us Durer noricus fuciebat. 1504
e o monogramma do farnoso gravador. (Duch.
aioe.)
a Encontramo-Ia collocada em um cuaderno, e
ao lado de gravuras extremamente simples de Ste-
fan) della Bella; quem alii a guardou de certo
Iti3 nio sabia o prego, para que ainda que ttra ne-
cessario um volume para guardar semelhante the-
souro, bem o merecia elle.
t Lembra-me ter visto na nquissima secgao de
estampas da bibliotheca. nacional de Paris esta
gravura exposta ao publieo em quadro, corao uma
das mais bellas provas do talento do celebre disci
pnlo de Wohlgemalh ; 6 a homenagem que pres-
tam ao genio os homens doutos e conhecerMres do
que guardara.
A bibliotheca nacional dacorte devera fazer
o mesmo assim que Ihe seja dado espaco sufflcien-
te para sea desenvolvimento, e assim qae'se inau-
gare o seu gabinete de estampas-iH'0 rjrial poi
sue desde ja, temo3 a fortuaa de fcsegara-lo ma-
goiftcos elementos.
t 0 tempo, os trabalhos de classificacSo, e um
exame minucioso de tudo quanto possne este es-
tabelecimento vira mostraado qae felizmijtfe so-
mos muito ricos em certos geaeros de publfcacSes,
e que de carlo elle nio e" o ultimo dentre os seus
irmaos.
A colleccio de opusculos e retratos do celebre
abbade de S. Sever e por si so uma preciosi Jade
como paucas bibliotheca3 no mundo possuera;
nao lhe faltam incunabulos nem as elicoes estima
das do3 Aides, Elzeviers e Estevaos ; seu gabine-
te de estampae agora apparece, seus manuscripts,
emfim, posto que ern peqoeno numero maltrata-
dos, sao de granda valia e constltuem um excel-
lente nuclei para aeqaisicdei futuras.
0 mais sao em geral, cousas que nio depen
dem senao de verba para as haver, e qae com o-
tempo se irSo rounindo e eompletaado.
De coragao congratulamo-nas com o pallico
ftuminense pela posse de semslhantes theaoaros,
e em particular felfcitamoj haje aoe sinceros ama-
dpres da arte pela existeaeia entre n63 das obrai
primas do farnoso mestre de Naremberg.
Vlollnlsta itoiavel Leraos no Dtttrio
dp GrSPard:
Carlos Ferminger, um dos maiores vidintstas
da actuaiidade, aoaba de chegar a esta cidade palo
vapor Merrimack, acompanhado de sua senhora,
aqui como em algumas oulras provincias deste
imperio.
" No intuito de informafmoa o puilico da no-
meada brilhante da que gozara no bxtertor esles
dou3 artistas, seja-nos permittido lanfar mae d'al-
guqs joruaes allo'naes, inglezes a amoricanjae, que
delles se tem occupailo.
" 0 A' w-York II raid, tratandp do primeirp, as
sim s'expressa : > Seu tocar 6 essencialmente bel-
lo e arrebatodor, fazendo-nos recordar do que Pa
ganini deveria tor sido. E' um perfeito conhece-
dor do insirumento. Jaraais ouvimos um tocar
raais bello e agradavel, escreve o Danbury News.o
" Sea violmo expressa lodas as amocdes de que
e capaz am ser humano. 0 riso, o pranto, o amor,
o o lio. os sentimentos d'alma, em lira, tudo nos
representa seu coramovente instrameoto.
" 0 Dxdey South Carolinian, escrevendo sobre
a se^unda, diz-nos : A Sra. Luiz possue uma voz
allamente doce e maviosa, e sua execujio nada
deixa a desejar; 6 uma perfeita rival do viwliuo
noi seus mais tamos trinado3, arpejos, staccatos,
etc., ale. A voz da Sra. Lutz, diz o Sehuberths :
(New-York) musical gazette, 6 agradavel o sua
execucao admiravel e perfeita. E' uma artista de
primeira ordem, diz o New-York Sun, predizerao-
Ihea os maiores successos em quaiquer parta *m
que elles se acham. >
CozuaoiMMwo de lianUeM ealro o
Brasil c o Peru. Le*-se no Diario Official
de 20 do corrente :
t Depots de apresentado ao corpa legislativo o
relatorw. da reparticaa dos negocios estrangeiraj,
o governo imperial recebeu a noticia de tar a com*
missao mixla demarcadora dos hmiies entre-o Bra-
sil e o Peru, chegado as nasceotes do rio JaVary
e ahi collocado o respective niareo,
Para conseguil-o, nio pouparam os comiuissa.
nos demarcadores esforco nem saoriflcio algum
inclusive o da propria saale.
u lalelizmenltf, porem, a deinarcaao dessa par-
te da nos*a froatetra custoa, tanto ao Brasil com >
ao Peni, mais de uma vida. Ainla depois de as-
sentado o marco do Javary, ultimo dos limitcs dos
dous paiza^, no regrosso para TabatiDg*,foi aecom
metlido de febres palastres e faflecea no dia 21
de marco o agrimensor da commissSo brasileira,
Carlos Guilherme von Hoonholtz que lio bons sej-
vicos ha via prestado.
Da commiasao' de limiles eora o Paraguay o go-
vern imperial teve tambem noticias satisfactorias
posteriores^ apresentacio do reiatorio do minis-
terio de estrangeiros. A 31 de marco aeiiava se
ella no salto das Sete Quedas, on la tinha chegado
por uma picada de mais da 36 leguas, aberta no
alto da sarra Maracajrt Dahi seguiria pelo Pa-
rana ate" a t'oz do Rio fguassu, exlremo da fron-
teira none sul entre o Imperio e a republica do
Paraguay, e e provavel que ja alii esteja, ficando
assiui coneluida a demarcacao.
(tiieatrio relisiosa. Le-se na NacSo,
orgao do partilo conservador da corte :
No L Osservatore Rmano de 27 do marco en-
contramos ura diseurso qua se diz dirigido pelo
summo pontifioe ao patriciado romano, em 13 do
mesmo mez, diseurso qae foi reprodozido pelo
Monde jornal de Paris, do dia 29.
Ha ura trecho que se refcro ao Brasil.
Eil-o :
Agora mesmo encarcerou se no impe io do
Brasil am bispo por haver condemnado 03 f anc
macana, muitas vczes condemnados por esta San-
ta 96. Mas, como entre os ministros que fo mam
aquelle governo, ha mac ins altameote collocados
na seila, quiz-se ferir o justo para sustentar os
sectaries, e sectaries que sao aspides veaenosas.
E tudo isto se operou contra a palavra dada por
parlo de "quern representava o governo.
Nao podemos ainda saber se um tal documento
e" aulhentico, e se tio injustas palavras e tao im-
prudentes conceitos puderam sahir dos labios do
santo padre.
Ha uetta eerie um represeniante da sua santi-
dado, a as declaracoes feitas ao enviado do Brasil
em Roma, publicadas ha tempos no Diario Ojfi
cial, nio foram ainda retirada3.
Devemos, pois, acreditar que ossas declaracues
subsistem, e que os sentimeatos do-papa e o juizo
que forma da questao roligiosa do Brasil, sao mui
differentes do que se poderia suppor, lendo essc
apaixonado e inconvenientissimo trecho do diseur-
so que Ihe e attribuido.
0 bispo de. Olinda nao foi condemnado a prisio
por haver condemnado os inacons, e porque no mi-
nisterio do Brasil ha masons.
Foi condemnado porque desrespeilou asleis que
ellejurara solemnemento cumprir; foi condem-
nodo por haver desattendido a ordens legaes do
poder executivo-e obstado a sua execuQao.
Nem e exacto tambem que o represeniante do
Brasil honvesse falta-io a palavra dada em ncme
do governo imperial.
Elle nio se- comprumetlpu, nenypodw^wnpro-
metter-se a suspender-o processo instaurado con-
tra o inexpenenm'prefttdo da diocese do Olinda.
Duvidamos ainda que taes palavras bouvessem
sido proferidas pelo chefe da igreja.
Gnllicia.Este vapor, da companhia do Pa-
cifico, que estava annunciado para chegar ao nos-
so porto no dia 7 de junho, deve aqni tocar no dia
2, visto ter sahido da Rio de Janeiro no dia 28 a
tarde.
Mutuca. Acaba de sahir a luz o n. 4 do
jornal humoristico assim denominad i.
Confllclos eut conseiiueacias. Ha
alguns dias, indo ura dos alumnos do Collegio das
Art;.-, beber agua no edificio da I-aculdade de Di-
reito, que fica conligno aquelle collegio, 03 alum
nos do 2. auoo de direito deragLihe o quo se cha-
ma em linguagom escolar -umWpateada.
Os collegas do pateado tomarara o negocio em
ponto de honra, e, reanindo-se em grupo, duran-
to alguns dias conseeutivos, foram a Faculdade
patear os alumnos do 2." anno
Esta procedimanto, poaco cordate, foi mal visto
pelos Srs. academic s, qae repellirara osaggres-
sores, origiaandose d'ahi, aa quarta feira ultima,
ura conflicto, que felizmente nenhum mal produ
zio.*
Hontem, voltando os estudantes doCollegii das
Artes ao procedar inlieado, foram igualraente re-
pellidos, trocando-se entre elles e os Sr3. asade-
micos alguns socos e bengaladas.
No conflicto, os Srs. academicos prenderam, a
ordem do Dr. chefe de poli;ia, dous dos.'esludanles
do Collegia das Art;s, e todos jnntos se dirigira n a
secretaria de policia. Alii chegando entenderam-
se com o Sr. Dr. 1." dalegado da capital, visto es-
tar ansente o Sr. Dr. chefe de policia.
Chegaulo depois, o Sr. Dr. chafe de policia,
consegoio accommodar a3 reclamagoes dos-estu-
dantes, pondo em liberdade os dous presos, e pe-
dindo a iodos que acabassera a qnerella.
Satisfeitos cim o Sr. Dr. chafe da policia, mas
nao assim com o Sr. D'. delegado, sahiram dalli
pa estadantes e trataram, segando nos itf ir-naai,
da lavrar um protesto contra a seganJa d'aquellas
autoridades, dando assim por terminados os cau-
Ilict03 liavidos entre si
Deus queira que os dignos Srs. academicos e
estudantes do Collegio das Arte3 cumpram tio m-
bre deliberajao, e assim mantenham lllesos os
honrosissimos precedentes da sua corporate
Loteria do Rio de JaneiroRsum:
da lista da i loteria (509.*) em beneficio da-
obras da igreja de Santa Luzia da curie, extrahida
a 22 do correate :
N- 212*...................... 2):0O,$O00
N. 447...................... 10:00:15000
N. 17i4..................... 4:0O0500U
N. 3401...................... 2:000^000
Ns. 1871 e 3153-1.000* a cada um.
Ns. 1530, 5013, 5516 e 5946-800J a cada um.
Ns. 1734, 2192, 2208, 26S0, 3017, 3677, 3688
3972, 4030 e 5560-200* a cada um.
Ns. 157, 312, 532, 677, 812, 1260, 1423, 1985,
2056, 2140, 29*3, 3166, 3330, 3717, 3837, 420V
4320, 4431, 5238 e 5887-100* a cada um.
Ns. 124, 193, 431, 478, 492, 641, 680. 753, 809,
904, 905, 983, 1090, 1161, 1262, 1302, 1322, 1429,
1438, 1447, 1550, 1621, 1668, 1681, 1637, 1722.
1764, 1897, 2017, 2223, 2449, 2591, 2991, 3231.
3254, 326J, 3392, 3401, 4035, 4060, 4222 43 i3,
4328, 4337, 4430, 4450, 4478, 4479, 4557, 480:,
4871, 3036, 3173, 5374, 3427, 5428, 5645, 3878,
3902 e 5949-405 a cada am.
Leilao'-rHoje effectua o agente Dias, o leilao
de moveis pertencente a uma farai ia que rnulou
da residencia, em o sobrado da rua Duqua de Ca-
Xias n. 77, entrada pela praca de Pedro H.
Casa de riete.nyao.Movimanto da casa
de detencao do dia 28 de maio de 1874.
Exriatiam presos 3.W, entraram 6, sahiram 4,
existem 339.
A saber :
Nacionaes 260, mnlheree ft, estrangeiros 24,
eaeravos 38, eaerayas 8. Total 338.
Alimentados a e'usta dos cofros pabIico3 283.
1 Movimento da enfermarla no dia 93 de maio de
IBTfc.
, Teve alta :
Jose Angelo da Soaza.
Passageiros Chegados do Araeajii
riei Augusto Accfol/ de Darros Pimentel,
Manoel Jose de Caslro AratyQ e 1 criado,
YtcetHe A. Gomes, Miguef lteiso, Domiogoa
Cherd, Estevao Agrnlli, Alfrodu Crespo.
Idem dos portos do sul no vepir in-
glez Douro :
Herman A. Brasch, A. Schermar, Maria
Rosa do Lncena, Donald lanig.
Sahidos para o sul no vapor naciona!
Da alas :
Constantino Tavares e 1 escravo, Clodoal-
do Josd da Cunha, Jose" Dias da CosU, Julio
de Assis Cavallio, Joso A. Baptista, Dr. Joao
Baptista Gitirana, Rom3o Jose dis Neves,
Jose Alto da Cruz Oliveira, Antonio Montei-
ro Rabell >, Frederico A. Ferreira de Novaes
e Autonio Alves da Silva.
Sahidos para o norte no vapor brasi-
leiro Ceard ;
Henrique Cdo, J. RuQno de S. Rangel,
Antonio Luiz Pereira, Raymundo A. Salazar
Junior, Caetano Le.al Salazar, ex-soldado
Leocadio F. Soares,
Sahidos para Luropa no vapor inglez
Douro :
Dr. A^ J. F. de. O'iveira e 1 sobriabo, F.
U. B. deArawjo, ManoeJ do Santos, e sua
rnulher, R. J. Shalders, mulher e 3 fiibos,
W. Hutchison, Lendenglon, sua mulher e
1 filho, padre M S. Utya. A Patersqn,
A- dc C. Pereira, Luiz Martins, A. M. La
meira e 1 filhe, Vicente I'ereirj, M. de itf.
Simas, M. D. Bapti=ta, T. B. da Medeiros,
Seraphim .la Rucha, R. del Aguila, A M.
Marinan^eli, Angelo Ghecni, Joao P. Duar-
te, M. dc Agiiior, Jo?e L Bourgard, David
Lery, J. J. G. de Barros, W. Otto, J. de
Jtsmpos, J. F. Cirdeiro, Thomaz Comber,
W. Snilte.
reRONici Ji maim
Trihunal ACTA DA SESSAO DE 28 DE MAIO DE
1874.
PRESIDENT.!* DO EX.M. SR. CONSELHBIBO A.NSBLMO
fUANCISP.O PERETTI.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. de-
potados secretario Olinto Bast03, Lope3 Machado,
Alves Guerra e supplente Sa Leitao, S. Exc. o
Sr. conselheiro presidente abrio a sse3sai.
Lida, foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedent?, coin a declaraijao d) quo o copiador que
se di-se pertencer a Jose Mendes de Freitas e do
loarao da Soledade, de quem e o mesmo Freitas
procurator.
EXPEDIENT!!.
Offlcios :
D i presidente da provincia, para informar so-
bre os pontos indicados no aviso do ministerio da
gricultura, dc 11 do corrente.-0 tribunal resol-
reu que a secretaria salisfftesse do modo pos-
ivel.
Offlcio do secretario do tribunal do commercio
da capital do imperio, communicando ter no dia
27 de ab il proximo passado assumida a presi-
dencia Inlerina do mesmo tribunal, cjmo deputado
raais antigo e mais volado, onforine o precedente
ja e;tabelecid ) em 185', resojueao esla qae foi
approva-ia pelo governo era aviso de 11 do cor-
ren'.e.-O tribunal inteirado, resolveu quo se ac-
cusasse a recepejio.
Foram ili.-iniiuiilns os seguintes livros :
Diario e opiador de Frandsco Victor de Carva-
Iho, diario de Monteiro& Silva.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Joaquim JoseGoncalve3 Beltrao & Filho, soli-
eltando baixa em a nomear;ao de seu caixeiro des-
pachante Leuiiel Lacerda Machado. Corao re-
querem.
Dos mesmos Reltrao & Filho, requerenlo o re-
gistro da nomoacao de seu caixeiro despaohante
Adclpho de lirilo Tavares Cordeira.-Proceda-se
ao regislro pedido.
De Taborda Santos & C, pedindo que se mande
lavrar terrao de responsabilid da para 03 suppli-
cantas, como administradores do trapiche Dantas,
ficando exonerado Antonio Bernardo Vaz de Car-
valli-i.Iuformo a secretaria.
De Guiruaraos Ribeiro 4 C, submettendo a re-
gislro a nomeacao de seu caixeiro despactiante
Antonio Feinaades da Silveira Carvalho.Na f r-
ma requerida.
De Aljjonez & Carvalho, apresentando para rc-
gistrar-se a procurajao anncxa.Seja registrada.
Da Fran ;isco Jos6 Silveira, corretir geral, para
quo se declare se a junta cos corretores poJe fa-
zer as exigencias constanles dos documents jun-
tos. Inf.jr.ne a secretaria, declarando se as exi-
gencias de <|ue fallam os docameotos jantos pelo
supplicante, tiveram lugar em virtule de ordem
deste tribunal.
Nada mais havendo a despaeliar, S. Exc. 0 Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao as 11 e
1/2 huras.
ttiL da enjo credito entretanto tem aido os mafe
eonsfjotes apregoadores. nS> ha de illadir 0 pa-
blico, aqui onde noj 0 elles somos tao bem conhc-
cWoa. ,
Es3e cscripto nio 6 a primeira, nem sera prova-
velmeute a ultima phase,;que os defraudadores da
nos a propriedade tem dado a qaestio presente.
0 primeiro alvitre, que lhes parecea bora adip-
lsi, logo que a policia, effeetuando nma bases no
estabeleciraento de Morcira & C. e desoohrio alii
mais de duas mil libras da rap falsiflcado com
o nosse nome e as marcas da nossa fabrica, 0 qaa
portanto, ftcoa evidenciadi a existencia do crime
praticado contra nos 0 a autoria delle, nio foi,
corao era natural, procurarem eximir a sua repu-
ta;ao a nodoa eom que esses factos pode-las-Uum
manchar.
Nao foi iSso, nao ; foi em primeiro lofar afflr-
m arem, alardearem ate 0 crima em que se acha-
vam indigitados e declararem qae 0 tinham com
mettido e continuariam a commette-lo, porque as
let's nao puniam essa lameotavel acfio.
Depois surgiram na imprensa soft 0 nrnne de
Especlro a zorubar, eolre gargalhadas e affrontas,
dos que 0 accusaram, dos qae verber.ram como
cruninoso um procedimento, que nenhum honiern
de bem hesitaria em rejeitar de si com indig
naclo.
Dahi pissaram a iisaltar, n'oulras pnblicacoes,
aqaelles que defendiam 0 direito, que, em nome
da lei, requeriam a pena raereci la para os autores
da franJe.
Pjra aliante deixarain esse caminho, logo que
se certiticaram da improGcuidade dessa-, duas cs-
pertezas ; e sob 0 pseud inymo de Jnstas pediram
a discussao juridica, qae, entre anto, havia muito
tempo se fazia ja jwr no^sa parte muito escrapu-
losalnente ; mas pediram-n'a s6 para desampara-
la irameliatamente, deixando ate hoja sem respos-
la a accasa^lo.
Vencidos assim nesto terreni, recorreram a io-
juria, a diffamacao que exerceram sera escrnpalos
contra'nomesconhecidos e respeitados.
Finatmente, csgolados lodos esses meios, rccor-
rem ao Roimnce, aessa narraliva, tecida exclasiva-
raenta de ir>Jignidsdes, ca la qual mais fhgrante,
contra n6s e contra aquellei que, do perto ou de
longe, tem andado nesta quest 10 em relacoes com
nosco. Eis oque e 0 Estudo Campu\itico.
Quanto a nos, ahi eslaoas gazetas da Bihia, on-
de a questao tera sido todos os dias aprofuadada
por lodos os'lado-1. Aquellesque a prcleoderem eo-
nhecer a fun Io, ahi os tem para se e^clarecerem.
Poliamos, em resposta a Justus, estamoar aqui
os depoimentos dos proprios re is, euj >s dpoi-
mentos os rednziriam, aiudasem eo:nm:ntario, as
snas verdadeiras proporcoes miraes.
Mas, corao 0 pleito acha-se perahte os trib inaes
limitar nos-hemos pir ora a esperar a solute
chaniaadv,entrelanto, a aliened) do paMieosen-
sat 1 para a natureia, a linguagem desse AetoaU-
vel escripto.
R.'flictam os fcomens dj bem, e a**im na de
veai fallar pessoas sobre qaem pesa tao tiiste ac-
cnsacSo.
Buhia, 23 de maio de 1874.
Meuron & C.
am m3m da am anni 14
e ale de 30 dias !
Ainda mais : do aseoril) fijaet
feverfiro
das compras
2ue janti a qno'ia da
e pejuenis crcljres,
somma 0 total de
porem sendo am Mtff > do valor de
m.msm
tape.
3
rvm.llri
%mmi,
Ao publico
Lendo hont;m uma publicacao em que 0 Sr Dr,
Fonceca defeadeu-se de uma injn-la accusa.fio.
que lha langou 0 Sr. Leonidas Loureiro, resolvi-
me a escrever estas duas linhas.
Nio servem de defeza ao Sr. Dr. Fonce;a. Elle
nao n'a preeisa. A nobreza de seu caraler, e a
imparcialidado com que cumpre 0 seu nobre ma-
gisterio, 0 poem a coberto de qualque malevola,
ou mal intencionada accasacSo.
Fai advo^ido de. Isabel, e por ella reqaeri ha-
beascorpus perante 0 Sr. Dr. Lacerda, que 0
concedeu por soffrer a paciente prisao ille-
gal, visto nao ter ella commetlido crime algum,
aa flagrancia do qua! fosse ella presa.
Depois de solla Isabel indagoei se peranle os
Srs. Drs. Lacerda e Maciel Pinheiro, jaizes com-
petentes, se tinha requerido coroo do delicto sa-
bre algum ferimento era 0 Sr. Leonidas, e soube
qaa nada a tal respeito se tinha requerido.
Para efitar quaiquer golpe inespsrado do Sr.
Loureiro, no 29* dia dos tae3 phaotasiados feri-
raentC' graces, requeri ao Sr. Dr. Lacerda exame
d8 saaidade no Sr. Leonidas. Este exame nao se
pa le efTectnar, porque 0 Sr. Leonidas achava se
!'jra desta cidade, como 0 certilicou 0 official Al-
bic?, segundo Hie dissera a senhora do Sr. Leo-
nidas.
Por e:te facto ve-se, qae 0 Sr. Leonida3 nio foi
gvnvemente ferido, se ferimentos houve.
0 Sr. Leonidas lalvez queira dizer que se acha-
va fora da cidade em tratamento. mas se tal se
desse era muito razoavel que levasse em sua com-
panhia a sua senhora, e alem de tudo no dia se-
guinte aos iae3 phantasiado3 ferimentos gnves
esteve 0 Sr. Leonidas na varaoda do seu sobrado
conversando sem demanstrar, que se achasse em
meliodrosb eslado de sua saiide e em perigo de
vida.
Se nSo houve flagrante delicto, se 03 ferimen-
tos (se hoove f'rimento) nai foram graves, se 0
Sr. Leonidas nao e miseravel como qaer qae
0 Sr. Dr. Fonceca de dennncia por am tal crime ?
Tenho dita quanto baste, e mais direi em occa-
siao opportnaa, e em tribaaal competente.
Rscife, 27 de m3io de 1874.
0 advogado, Corte-Real.
pi-esideate deste tribunal quo, emquanto nao pu-( qne tambem d ama cantora do grande merecimen-. P*fapama
d>r serremovido 0 embarar>o de que trata em sea] to, com 0 flm 4e dapem alguns coocertos, nao so
0 portQS interraedios no vapor nations!
Joaquim da Souza Pereira, tenente-coro-
Srs. rjdacloros da Bevista Diaria. Venho pc-
i*t a Vv. Ss. qne por meio da sua coneeituada
Revista, cbamem a atteneJo da aatoridade policial,
para 0 facto segolnte :
Hontem, pelas 4 1(2 horas da tarde, passando
eu pela rua do Duqae da Caxias, fui alvo da os-
tupidez dos moradores do seguado aodar do so-
brado n. 66, aa mesraa raa, qne se divertem, ati-
randi nos transouatea, cascas de fractas e ou-
tjras porcarias, sdmante propria de qaem nao
conhece, seqoer, am ceitil de educac^i. A mes-
ma sone teve um homem de cor parda, qae ia na
minha. frente (
Esses moradores teen esse procedimento depois
de jantar; $6 depois de s,e tar jantado, 6 admis'
aivel tal divertimento.
Com a pablicagao destas linha-s, prest crio Vv
S3, um ob3eqaio a
Capitulina Cesar Loutctr
Meuron t C, e Moreira Sr. redactor.-*0 atl'yiB, -ja com 0 titulo Etlu-
do Comparative fez transcraver bo Jomal do Re
oife, 0 Sr. Emiiiano Moreira acerca da questao cri-
minal, que so ngita np fdro da Bahia eatra a casa
Moreira & C e a nossa, esse daploraval teciJo de
indignas falsidades com que a defaza daquellas se-
ahbr:S prelenle desconceitaar am nom8-comm;r- 'o'qae somnu.
\o cor|ia do co'tautcrciu
As circumstaacias exlraordinarias qaa dJe
1870avassallam 0commercio desia cidaJe do Mi
manguape, e muito tem contrariado a vida com-
mercial nesta, e ua proviacia d.; Pernamliue.,
cuja capital e pre-cnteinenle viclinuda por succe<-
sivas qoebras, qae por econoraia. ate ma;:r.o de
tempo, tratam-se amigtvelmeate, o'origira 11-nie
requerer a alurtara de minha fotleoeia a 12 A- :'l-
vereiro ultimo do corrente anno.
Acostamado a cumprir 0 meu dever, honran 11
sempre os raeus compromissos, tendo par muitas
e muitas vezes pago os mous <-.ceit.s antes de seus
vencimeutos, quando falioa-me u numerario, ou 0
dinheiro para honrar uma lettra de 2:010>7I0 a
favor dos Srs. Goucalves, Irmaos & C, em 27 de
Janeiro, apressei-me requerer a abertara de mio'ia
fallencia, depois dc na cidade do Recife cnten tar-
me com aqaelles e outros meu- credares. E-tes
annuiram esperar para quaiquer aocordo ; aqael-
les porem, ao prioeipii condescendentes, torna-
ram-se intrausigautes de um momanto para ootro,
nio davidando requerer a minha deten<;ao pes-oal,
para 0 qae cxpeJio-se carta precat iria ao juizo
commercial desti cidade, e ftaalmente, depois de
variadas trop^lias, fui arraslado a imprensa no
Diario de Pern imbue i, aoude tambem exhibiram-
se os Srs. Ginjalves, Iraaos & C. a 18 dj mar.-a
ultimo.
Tendo guardado sileucio ate 0 presente deixando
correr a revelia, por minha parte, ou a raerce* de
a'gum amigo, o qne alguns- credores^scm melhor
toa fe, tendo contra mim poblicado, um mont'n
da inexac'idSes, iraproperios, injuries e calumnias,
que se me tem sacudido : tenho appellado para
em tempo opportune produzir a minha defeza, sem
que quebrasse 0 respeito a- decisoes do pider ju-
diciario, a quem estava affecta a minha fallencia.
Discutila largaraente a causa de raiaha fallencia.
snpportando ate acensacao illegal prr parte
daqaelles e oatros credores, a 12 do corrente mez
pelo Sr. juic do commerc 0 foi proferida a primei-
ra sentenca qualiiicando de casaal a minha fallen-
cia, t_a 18 coaDrmiu-a 0 diguo Sr. capilao Fran-
cisco Pulcherio Gimcalves de Ar.drade, servindj de
juiz de direito interino.
Agora, portanto, qae os tribunaes juLc.aes ja
reconheceram a miuha tao boa fe, enmpreme con-
tostar as acccasacues de que na inpreasa tenho
sido victiraa. Niio escravo para os mens accusa-
dures, pois appello para suas consciences ; p rem
para 0 corpo do commercio, a quem devo explicar
0 mea procedimealo.
Procurarei acompanhar os raeus accusadores, e
a elles mesmos demonstrar a minha boa fe, bam
como ao corpo do commercio e a opiniao pablica.
Nil podendo satishzer era dinheiro os rr.eu-
compromissos comraerciaes em marco de 1873, re
solvi ir a cidade do Recife entender me com raeus
credores e expor-lhes 0 estado de min':a casa ; as-
sim procedenlo, e reconhecidi pelos meus credo-
res a minha boa fe, obtive delles diversos abates e
novos prazas para os pagamenlos entio accord -
dos. Os prazos nao foran, em geral d? 9. Io e 21
mezes, e nem tambem 0 abate Je 4 3 /'. : e3tej e
aquelles variaram muito.
Na consciencia de mem cradire? esta a certeza
de seus abates e prazos, sendo certo qae se s Sri
Gon^alves, Irraios & C concaderam 0 abate so
40 /0, concederara 03 prazos de 3. 6, 9, 12, t'
18 mezes, sa:aado seis lettris de 3.82-5*192 cad.i
uma.
Tod is 03 meus credores assegararara-me coati
nuar com 0 fornecimento de faienias a minha casa
veadendo-ma carao anteriorm?nte ; porem se hoa-
ve quem cumprissa a sua palavra, oatros hauv
ram qae faziam as novas veadas a 30, a"60 e a 90
dias 1 e sempre em maito peqaeoa qaaatiiade.
De maaeira qae t >dos os mezes tinha iraportante
pagamento a'fazer, ora da Iettras vencidas daquel-
le accordo, ora das novas ven la-, e em maitos me
zes pagava lettras de ambas as procedencias.
Atravessei resignado e sempre campriodo 0 men
dever os mezes criticos de marr;o a seterabro; c
qmndo esperava raelhor foraecimenta de fizendas
para a safra, com difficalJades podia obter algama
peqaena remessa, e a peqaanos prazos Nestas
circumslancias conheji 0 meu sacrifleio; porem
entendi nao recuar senao qaandi nao podesse ef-
f.ctuar os meus pagaraeotos. Assim proceJt e a
uaica leltra que deixei de honrar em tempo foi a
27 de Janeiro do carrente anno, ni valor de
2:0104710, aceita a 27 de novembro de 1873, a
prazo de 60 dias, de fazenlas qua naqnella data
reraetteram-me 09 Srs. Goncalves, Irmaos & C
Maitos de meu- credores nio remetteram me
mais uma so peca da tazaala I.'
Quando em marco de 1873 retirei me da cidade
do Recife, dapois do ac:ordo coai os m:as credi-
res, lijaei-lhas a dever aquaatia de 8^: '76*880,
e por canla de dito accordo pagael ate 12 de feve
retro ultimo a quaalia de 40:171*834. quasi yd
Sor cento, e portaato muito mais da primeira pres
icao se effectivamente me (ossem c-ancedidos pir
krdo3 os meus credores oi prajos de 9, IS e 21
mezes, ds qne lants 58 tem fallal 1 Cerumen!*,
So estes prazos fossara realmau'.e os conwdidoa,
a penas tori a decorri lo 0 primeiro de 9 mazes, e os,
meus pagamenlos deveriara ser di terea parlo da-
quelle debito, ou.^da 28:438*333 ; ealretant) qae,
Jle^ra dasta, paramos mais a ciuantia da.....
1:712*941.
' Alem daquelle deaito comprei mais a quaoiia de
43:590*620 desla naarei da 1873 a djze.'nbco, ou
In um said 1 I
que esta c unproralo nao so <"-m a W#4 1
balaojo, com > com 0 juizo in ptrltoi fm >
nararo os mens livros.
Por um engano da ci. Caahi 4 C.
am mea aceito da 1:524*W>, n--l i a:>rJi it mv
co, veacea-so era dezembr.) A aan* pm
quando deveria vencer-se em mar; 1 *trr
anni; pois com aqoellei cradoro j. irtlam x >>i
um su prazo de 12 mezes, e 'tm rocefci aim
oota de sua propria lettra ; por' par eti?.n > 4i
casa. dita lettra hi sacada a metas. R
aviso dos Srs. Cunha & C daqaeX* v-ti
qua nio estava da 0onfirmtJiJe enm 9 m**a ac-
cordo os m-'us livros eserevi-fce- oatra a n *
cngana, c. nenhuma resporta Mies rseafti. pel >
quecmclni qna annnirra a mnn r' >
Entrelanto no cars > d > prte-*M da aaiabi f l *m
ciaaqi 1 >res apraaeitiram se a-* )-.-!
me pela falta da pafamenta de ftta tasara J-
1.524*350 !
Cumpre inc invocar aaicameat^ a cwKHaaa
dos Srs. Cunha & C. aobre a verdaJc > wt^i r-
curdo c.o marco; e sifalear-lhM ajae tmi' !>
me o sea .ij)aare:im*nti ea'r- aju
credores que sun^nte desejar.m r .
m.-i.- prouravam qo" a ^niahi '
qaalili -a ia cu'p sa e fraa lol-ata | aJii
con I'Miinajao &>mo bancar t-ir,,
Das lettras do a-cird-i de mar.-1 a aaaca a>v*
dcixou de ^er paga pela raaii all tii4.4. e 4
do* os mejs livro-i, 0 sea r etaiMiH mtm eaa
man; 1. r mformc aaaaaa ice >rJo. Tnlas a* 01-
tras veacidas paglai em d-v.di leaaai,
3 ax Srs. Gjn.alr.^. Irmiis 4 C. raUr 4-
11:5 "i-'iT'i wu M "I, d > seu err Mi caaa e <" do de mar; 1. Em dezerr.br. e |an-*r.> iia>e.
dejiois d su;i;i i-t 1 v 11 ri "il leiir I
n. Coaka \ C. piruei mu- de *"*, a Itf
sjs eraaWe*. eaaaa aaa -rs G .nc. >Itwi kmi C
aquanua da t 89%*8M a 15 oVju>
I!:conli :.'iido que na> pnlii honrar ;' :n:-- M f ''.-4-HHe r *
meu act.vj superior ao meu paaaraa. iti'iaf >
meu esta Jo dc poaca tauJ-, fui a nlade i> H--
cife e eal'odi ni 1 srs 1. Irraaw k
C, r outros, que p>r r :.\ nrn'riur ao i
a onde estava, nao p r a raa pela
mo meu estado de 1. rrnaaie
Cm wipe, r -te n:'-:ni du r t.rei-aae para r4*
cidade, daudi di-t sc'eacia a~< rr.
credores, a algun- do* qoae* |
aaaj bc c m oatros con .j;i?in
d i-me, cert is t I fieava
nbado 0 Sr caaitio
dak* ou anli'.s d rcceberas re
aecavia pvapart.
Coaaa dizer -e \: n; preotai
com receij de iii .: o- .*-
vts. Irrais A <'.. at.- eatai aaaa1
cida contra iiiini ajai!. l-tti.. ', i '!;
ca lettra qua liana de p i( ir. 1! !.. aa>
dos Srs. Caaba iV (-
marco i > correate ann 1; .
uma traosaeri 1.:, baaad a II I
1". :n d zer-se que 11-go
cafdes que des-javau aif-'.iu? de at*ak aaa-
dores f
1) baUn; 1 J'' -u -r-; !.- r .'; u .pi i.a nc'i -r
de jaaeiro de 1K7>: 1 balan^i de aajatajMr earn
oo;n::i '.eial vana.la :, I i-*r-
e va 1 .-IT [..!.. r.
ij.M iVinl 1 .
I; .:.:beni) 01 :i-in .relMM. 1
1. -.1 i i,:i. ji dividas aethraa
74.fK>0000, c teado ce:e*siilt de
effecluar granle- pagira.'n'.os. e
inuitos de mcas devel..res ato estaraai
dos lisongairo-. lit a aatae taarti na ,
0 alem disto s ,ffri diversos preja.xj*, coaw Hit*
oaeorwarfiiates, deata cilade, pelo ataa fHaJ.
da agri -ultura, lalrai circaraHaaciai aaait
nhecidas no commercio.
Tal 1 expliqaei a meas cred irw, e c in->
auto- de minha failencia, aaaaa ua-fiair.
apparec mento de W."OW*ijiO.da aaaai
dos bal inr;os de 1873 : 1874, djac
fallen .ia.
N 1 juizo di laataacai exhiuimo* a e-aata a>
cro* c perdas du ante 0 aa : 173. a
Dover :
t ak .
1 I !

!i 1 n
e.a U
Prejaiaa em taraa i*r
aig 1.
laros era 13 w
Prajajw c;n cscrav -
Abatiraento a diversos u . 1. ..-.
Prcjuizi em fazcnlas irarii 1 \- 1,
btiptua geraes e parti "alar**
-
Haver :
De.-coctos em div n -
Cimmissoes, etc.
Dirferenca havida cm 290
caraa
Abatimeuto de
Sal Jo qae passoa a c m;. 1 c
Capital em 31 de duembro m tS72
li .
Em quanto assim qi otro u ettado a>
casa, nio pole mererer fe illajaciii ,
lalaaVaafect,, I
I LtHjNi
U:3I.
:>,.-, -1
a r.-r-
Jates ate a abertara da fallaocia
este debito paguei 20:539vJO9).
Assim em marco de 1873.
Devia, depois do aacordo
Depois comprei mais
par, conta
35.376*680
43:599*820
0 que tudo somraa
Pelo aceordo paguei
a pelas eompras
128:W7*JO0
40:171*814
20:339*090
60:710*924
contraJi'.orias com a v r'. 1
iuiaaliii ravel absurd .Jerarteqae
lei-me furtiranuute com ma ft, aaaad >
ea v.nha para a casa de raiaha reaiitacia. para
j into do meu e-tabe!eriineat 1 c .awrk-rcml a>t
cilade de Mamaa^aape e d -ixava aa cida:
Recife um procaraier iacambiJ* le m"i- 1
cius, e disse a meu- credores que ret ra
pelo meu mao eslaio de saoie !
.1 usen! j-ih? dc atial 1 ; 1. de Jm a* / .
cia, quando venho para ella !
Aui.nto me fartirmmmU, qaanlo pa
te erabareo na cilade do Recife a bed 4 >
Cuiuripe, era viagem para a ininh 1 r .
cia !
Abandaao 0 meu .1
para e?ta cidade. aoada 0 tenho ab..
E occuiu me, quul 1 ap-?r 4e dr.;
apresanlar me a meus ere lores, e expor Ih-s a *-
t.i lo de miuba casa '.
Nao ha comraeutari: l.astante aaargico ejaira
sophismas lio grosseiros.
Eu 0 repito : aapaTlM a'.Ugatie? aio pole.a it
aceitas par vagas, e coatrawociaa eaa
dade dos factos.
Se nai fosse a falta de narairario. a a
estar di :ammer i) K irica!tara. 0 qaa pr
duzioa falu depagameato" di- ru-us jvl
certaraenti nil ha.vria ajaelle accord 1 Je 1-"
e menos eu Ealtaria a> pagaraeata d ama p -|:
na lettra de 2:OlO$?iO. c meoo- a;ada -
em nivo accordo, para conjarar attu aalaax'a
mais prejudial que qualqaer accord i raz
Nio tiaba cessado os men pagaaaataa : a,
su'pendi-os e fai logo mtealer-me cm at
credares da cidada do Recife E-perei coj:.
crise de minha caa. e fagir a aanrtaTj : i
ncia : d-pois dos sacrifleio* entio
no meu procodiment 1 anteri >r, qae eaaretaata a>
ahum valor mereceu para algans dos aaas
dors.
Chegando a esta cidade ao vapor Cam ip
de Janeiro, a 2 de fevereiro live lof* nat'ri-
mealo peb mesmi men coaludo 0 Sr. caaaav*
Sere, qae os Sr*. Goaeaiv**, Irm d cammercio di cidade do Recife kaviaa
rido a abertwa d; minha ftlirnci 1. O *. '
Sera teado avi>o da qae r*|erera:
meus credores a mimhi, jik*c>a {?** a aaaaha -
lenca-i pessoal! ) setai.i aa vapor cosiawao
a Parahyba e aqm chefoa a 2 da feverairo e
regrassod a cidade da Recife para examiaar *-
Ba or 0 one havaria, apreasar a conelaao 4o aajM
do penlente entre mim e meus erelarea. aMM
regressoa a 12do mtm*ra*i aqai rfeaaaali a 1
lepois de ter eu re joei-ido a Kbertafa 4e
fallencia.
Este fac'a sirra para pravar qae
chagoa 0 Sr. Saatis, socio dos in.
mios & C, sabia se qne elle aio af
lnten;oes sobre meas mstoeio* cimi
00 tambem certo qae mm taapaitan
|a eidada do Recife escreveu a a 11
ideate nesta cilade. asefaraa I
commercio do Recife aqae:
inoviam on a abertara 4a aaiaba fail?
didas qae maito me prja.5ariaai
aqui cacao* a 5 oa 6 4e tmreiro.
NSo pothudo wajorbr t absnara de aaa
.
a. in nr*-


Oiario dc Pemambuco Safcbado SO de Maio do 1874.
i_
lencia, devia eamprir o meu dever, requerendo-a,
conforme permitte o art. 803 do cod. do com-
mercio.
Foi o que Hz a 12 do fevereiro. Examimrei
agora a tenlal va dos Srs. Goncalves Irmaos, & C.
pan a minha detencao pessoal, felizmente mallo
gratia pela energia, mlependenisia e dignidade das
autoridadesjudieiarias desta cimarca, que raais
uma vez souborara defender o deposito sagrado
das leis e garanlir aliuerdade individual.
Negociante matriculado no raereilssimo tribu-
nal do comiuercio do necife, goio da proteocao
concedida pelo codigo do ommercio c esta decla-
da no art. 2* do deereto n. 1,59? do 1* de maio de
1835 ; e assim a minha detencao pessoal por juiz
competent';, samente p>dia ser decretada na con-
currencia das cirenuistaacias do 3 do art. 343
do regulaniento u. 787 de 23 de novemliro de 1838,
isto e se me lusenUsso furtivamente, abando-
nasse o meti estabeleciraento ou me occnltasse.
Porem os metis credores, os Srs. Goncalves, lr-
maos ft C, que reqaereTam a minha Jetencao, pelo
pagameulo de nma peqaena qoantia de i:O10f710,
cuia lettra veneea se a 27 da Janeiro ultimo, oc-
cultaram em sua peticao a minha qualidade de
negociante matriculado, e Torara procurer apoio
no a" do memo art. 343, que nao obrigava a
minha detancio nemseria decretada pei> Sr. Dr
juiz do comraereio se soubesse que eu era nego-
ciante matriculado.
Nao'vi es depoiraemos das teste nutfhas, porem
conscientemente nenhuma poderia Jurar que eu
contrakisse diviias t empenhos extraordinorios
com manifest a ma'ft em tempt proximo ao men
fallimento, ou rttirad i do lugar, ou commetUsse
t-utro qualqmer artificto fraudulent/), etc., etc
Ja flisse que foi em marco que ebtive um abate
e moratoria de mens credores, o tambem provei
como correram es meus negocios durante 1873 ate
a ahcrtura de minha fallencia. 'Carecia portanto
decausae de apoio juridico a deeretacao de mi-
aha detencao, que somente poderia ter lugar no*
casos do 3 dc citado artigo S43 do regulamento
de25de. novembro de 1830.
Obtida e expedida a carta precatoria, sem qae
oella fosse transsripto o depoimento das testenra-
nhas, e meson o ttieor da lettra, e sen Jo eu do-
miciliado nesta cidade, muflo jurilicoseria o des-
pacho que a nao mandasse cumprir : e mais ainda
estando ja reqaerida por mini mesmo a abertura
de miriha fallen-ia.
0 digno Sr. Dr. Juvenal da Silva nao entroa. era
seu depacho, na apreciacao da compeieneia do
jnizo deprecaute.com quanto o considerasse incom-
petente: funJamentou u seu despacho na preven-
$lode juris Jicca..' p if ter aberto a minha fallen.ia
e eu estar sob a proleecao do art. 823 do codigo
commercial, como disse o digno Sr. Dr. Victorino
do Rego Toscano Barreto, era sea despacho, ne-
gandoproviroento ao reeurso para elle interposto.
Se a carta precatoria, obtida 9em melhor boa
!>\ i i um attentado, a insirtencia para miaha de-
tencao era uma alfronta a dignidade das autorida-
des judieiarias desta comarca.
Por escrlptura publica, ou document quo te-
trba torca de escriptura publica, e que p6de-se
renunciar o foro do dimicilio, e substitui- lo pelo
do contrato, conforme os termos do mesmo con-
trato ; porem uma letra e ap nas assemelhada a
escriptura publica paraser demaudado o sen acei-
tante por accao de 10 dias : nao equivale a uma
escriptura publiea.
0 foro do domicilio e um direito, que sdmente
pode ser tenunciado por escriptura publica ; e
nenhuin apoio a opiniao contraria eucontra-se na
lei n. 46 de 30 de ago.'to de 1833, (a que referem-
se todas as letras dos Srs. Gon^ilves Irrnaos ft C )
pois ella regulou a* rtnuneiis dis fabricas de mi-
neracao, de as$uear e lacoura a eertos privitegios
que gozavam.
Neste e em outros foros teem sido repellldas
cartas precatorias semethantes, e para proceder-
se arresto.
0 juizo compstente para ser eu demandado era
este, e potlanto somente neste poderia ser requert-
da a minha detencao, na concurrencia unicamente
das hypotheses do 3.' do art. 313 do regulamento
de 23 de novembro de 1830, sem que possa apro-
veitar aque.'les meus credores o 6. do art. 319
do mesmo regulamento, nao so porque refere-se
aos | 3." e 4." do.'art. 313, e elles soccorreram se
do o., como porque presnppoe a detencio eflec-
tuada, e effectnada regular e juridlcamente, pois
o que e nutto nao prsdrz effeit)3 juridicos e nul-
los sao os actos praticados por juizes incempe-
tentes.
Preventa porem a juri-diccio pelo meu requeri-
mento para ser aberta a minha falleneia, somente
podia si-r pre3o Jepois de pronuneiado, salvo se
nao compareeesse toa actos .la mesma fallencia,
conforme o art. 82J do codigo do commercio.
A ititclligencia contraria nullillca aquella ga-
rantia, e a capncho de qual juer credor o fallido
sera arrastado a cadeia. A fallencia antes de ser
um crime & um facto da vida commercial, e nao
deve-se confundir o interesse da socicdade em
reprimir e punir os crimes com os interesses par-
ticulars dos ere lores s a lei neste assumpto oc-
cupa-se de inleresses bem distinctos,-os do fal-
lido, para garanti lo -, dos credores, para assegu-
rar os seus lireitos; e da sociedade pira punir a
fraude commettida. Depende portanto de minu-
cioso exame a vida smaercfal do fallido para ser
isto cousiderado eriminoso.
Como poderia ser decretada a minha detencao
sem yiolacao das minhas prerogativas de com-
merciante matriculado e principios de direito
aceitos na legislacao commercial f
0 fiel cumpriraento do dever levantou todas as
iras contra mlm, e o digno Sr. Dr. Manoel Juvenal
Hodngues da Silva, juiz commercial desta cidade,
porque este nao mandou-me deter, em cumpri
mento, nu antes em cega obediencia aquella inju-
ndlca carta precatoria 1
EnUo imaginou so um conliuo entre mini e aquat-
ic digno magistrado ; o para contirma-!o suppoz-
se que a carta precatoria Ihe fora apresentada
antes do meu requerimento para a abertura de
minha fallencia h que aqni nio sabia-se de que
na cidade do Recife promoviase actos juridicos
contra o meu direito !
0 nobre caracter daquellc magistrado repclle
qualquer conluio, c principrdmente com partes liti-
gantes ante eile, quando eu fosse capaz de conluio :
para_ defender os mens direitos nao receio a dis-
cussao conscienciosa.
Alem do quo Pica narrado para provar quo tinha
certeza de que no juizo do commercio da cidade do
Recife proraovia sa algum attentado contra mim,
chegando o Sr. Santos a esta cidade na manha de
11 de fevereiro, esperei que elle procurasseme
para algum accordo sobre o meu debito ao9 Srs.
Gongatves. Irmaos & C, e aguardava tambem o
resultado de minha proposta aos meos cre-
dores9 do Recife.
A 12, pela manha, chegou a esta cidade o Exm.
Sr._Dr. Klias Frederico de Almeida e Albuquerque;
e nao tendo o Sr. Santos procurado-me, e sabendo
que elle dissara em um hotel na cidade da Para-
hyba, que vinha derrotar m, procurei-o e offere-
cMhepagar-Ihe em bens aquella lettra, vistonio
poder faze lo cm dinheiro : ontiio com surpreia mi-
nha ouvi dizer-rae o Sr. Santos om norae dos Srs.
Goncalves, Irmios 4 C, que vinha a esta cidade
fazeitne folo mat possivel, ate abrir a minha fal-
lencia.
Esta nossa conversa passava-se as 9 horas da
manha", e o Sr. Santos, 1 bora depois ia procurar
o Sr. Dr. Elias, com quem nao poude fallar, se-
gundo Lfonnaram me.
Omen procedimenlo estava tracado:desdo
que o accordo que esperava nao se tinha de rea-
llsar, camprla-me requerer a abertura da minha
fallencia, e antes de raeio dia, mandei entregar
aquelle magigtrado a minha peticao para ser aber-
ta a minba fallencia.
Foi ao depois de 2 horas da tarde que o Sr. Dr.
Elias foiapresentar ao cumprasea carta precato-
ria para minha detencao, e nao immedtatamente
que aqui chegou. 0 Sr. Dr. Elias aqui chegou
com seu irmio o Sr. major Beliurio as 6 horas da
mannS e somente depois de 2 horas da tarde foi
que apresentou ao Sr. Dr. Juvenal da Silva a carta
precatoria.
Asrim ja aquelle magistrado estava na posse do
meu reqaerimento para a abertura de minha fal-
lencia, enlretanto no mesmo dia raandeu autua-la,
e proferio o despacbo de que deixava de mandala
eamprir, porque eu j.i bavia reqnerido a abertura
de minha fallencia.
Aonde o crime do Sr. Dr. Manoel Juvenal Ro-
drigaes la Silva !
E o seu acto foi conflrmado pelo integro Sr. Dr.
Victorino do Rego Toscano Barreto, juizde direito
desta comarca.
Eainda quando nlo estivesse preventa a jaris-
diccao, dita carta precatoria nao poderia ser cam-
prida, quer pela incompeten:ia do juizo deprecan-
te, cuja boa fe foi illaqaeada, quer porqne no con-
texto da mesraa carta precatoria nao estava trans-
cripto o th.eor da lettra qua se cobrava tao violen-
tameDte.
Nio lenbo conhejcimento da converja que se
passara entre os Drs. Elias e Juvenal sobre este
assumpn; porem a este nao corria o dever de
common i ear aquelle qua ea bavia reqnerido a
jninha fUlencia,- so 6 que |be aao fez munioacSo pela reciproca amizade qnewltretem.
Os factos occorreram como acabo de narrar, e
nao receio ser contestado como verdadm"; e invoco
o testemunhodn mesmo Sr. Santos para que de-
clare o assumpto de nossa conversa as 9 horas da
manhil de 12 de fevereiro em men eacripturio, nusia
cidade da Mamanguapo.
De outros factos a <*ie ffl^peilo tem-;e ainda
occupadoa imprensa ; porem iufelizmmte carece
deexactidao.
0 meu cunhado, o Sr. espitao Seva Filho, ]a
disse, a cunflrmo o, q nao aprsseutei- mt successor em mwlw caaa couimrrcial.
Podendo elle dispor da algnns recursos e a
xilio le parentes, desa cidade do Recife, poderia
Hear com a easa, se^a nao ma'accurda^e com os
meus credores, tes nisto MntieMem, si* a
responsabilidade in mesmo Sr. Save e de qaalquer
garante dessa (aca.
E' lamhem wexacto que rivasse crednres que
niio exisUam : os chamalos nnvo* cvderrs, em
auuiero de ciaco. sao os einpreg-dos'la minha
casa, que aada linhain qua var in qiwlquar ac-
cordo que itesse com at meus ere lores do R ci-
fe, e os seus creditos, todos juntos sowmam ape
nas 393*420.
Coma -credores tomaram pane aa elei'.ao do
depositario, qua rccahio ao Sr. Se*e, nao por in-
fluencia daqueilas votos (sovotaram i ) visto elle
ser elaito por 9 votos, estando prcsente a reuniao
11 ciwdores.
Deduzidos aquelles 1 votos, o depositario seria o
memo, por ser o que raerecea maior suffragio dos
credores.
ignoro ainda porque os outros credores nao
compareceram a reuniio. sendo eerto que o balanc
ja tinha sido apresentado em juizo tres dias antes
daquella reuniao, nio o -tendo logo ajuntado ao
meu requerimento do 12, pela ausencia do guarda
divros, cotno disse am dita peticio, protettando
logo apresental-o.
A eleigao corria sem nenhuma reclaraaci),
quando o procurador do Sr. Valentim Barroca pro-
lestou pela iniervenjao de um credor, men cai-
xeiro, manor da 21 a'nnos : attendido, correu novo
escrutinio, nao votando aqu-lie credor, que nao e
de 12 annos, como tern se dilo iaexactaraente. A
sua idade esta provaJa nos a-itosda fallencia.
O digno Sr. Dr. Jose Luiz Peixoto de Vascon-
cellos, curador de minha massa, tem sido tambem
injuriado, porque nao prestou-se a ser meu accu-
sador em vez de curador e fiscal da massa.
Felizmente o seu procediraento raostrau a seus
detractores a injuslica da suas accusacdas e a no-
bre ia de seu caraeter:. campridor de seu dever,
com zelo e dignidade, justitlcou a sua bem rae-
reclda nomeacao para curador que cerlamente
nao 6 o carrasco do fallido.
Nenhuma excepcao havia que tolhesse a sua
nomeacao : neon urn interesse tinha elle a meu
respeito, e o sou caracter de prom it >r publico da
comarca n.io tolheria sua escolha. Mesmo na ci-
dade do Recife us promotores publicos sio noinaa-
dos curadores fiscaes de raassas fallidas.
Nio foi o meu advogado, como surrateiramenta
quer se fazer acreditar : in;umbio-se de minha
dafeza o Dr. Benjamin Franklim d'Oliveira Uello.
Publicarei a sentenga qua qualificou de casual
a minha fallencia, nao fazendto agora para nao
alongar mais esta minha defeza, por demais exten-
sa, comquanto ainda deliciente, em vi*ta Ja? gra-
ves accusacoes, q :e se me tern sacudido ; enlre-
tanto aqui mesmo estamparei a seguinte sentenca
do juiz de direito interino, que a contlrmou :
Vistos estes autos, etc.Nego provimento a)
reeurso interposto para este juizo, para sustentar,
como susiento, a sentenca vencida, que qualifi-
cou casual a fallencia do commerciante matricu
lado Pedro Lopes de Mendonca, attento os seu-
fuudamentos com os quaes me conformo, e prin-
cipios de direito. Pague a massa as custas. 0
escrivao cumpra o seu requerimento. Cidade
de Maraanguape, 18 de maio de 1871. Fran-
cisco Pulcherio Goncalves de Andrade.
Os meus accusadores vem que nao sou o frau-
dulent e o commerciante de ma fe, como incon-
scientemente es:reverara .na imprensa, e ate
nos autos de minha fallen *ia.
Sempre raereci credito e rauito credito no cor-
po do commercio dessa praja, e sempre honrei
os meus pagamentos : alem dos mens credores,
muitos outros commerciantes, sempre offereccram-
se, ate a ultima bora vender-me suas (azendas.e
que nao aceitei pelo criti:o estado do commercio
desta cidade.
Si nao vim antes defender me das injustas e
menos djgnas accusacoes de jue fui victuna, fui
porque nao devia perturbar o processo judiciarirr;
hoje, porem, como a tranquillidadt do minha
consciencia e o juizo do poder competent?, venho
mostrar aos meus detractores que forara injus-
tas, e ao corpo do commercio o inea procedimenlo
para sor julgado p?los bomens insuspeitos e
conscientes de saus deveres.
Mamanguapo, 23 de maio de 1871.
Pedro Lr'pes de Mendonca.
O craneo (ortia-se mnittas vczes
esteril A cansa do descuido o
deleixo.
Uma analyse chimica nos fornece os constituin-
tes do cabello, e os eleraentos vegetaes do maravi-
Ihoso e incomparavel Tonico Oriental, se confor-
ma exactamente a elles. Esta valiosa preparacao
encerra em si as materias requeridas pela nature-
za, para forma: e aperfeicoar a cabelladura, for-
necendo e prodnzindo nos c asos onde faltam
completamente. 0 resultado e, que o craneo, o
mais unproductive e esteril, torna-se feenndo sob
sua admiiavel influencia, e um cabello basto, luzi-
dio e formoso, cobre promptamento a cabeca,
eo adorno ti com- pleto. Os vasos que nutrera o
cabello, requerera torn mi taes casos, e esta es-
sencial accao vigorosa, 6 proporcionada por esta
admiravel e impagavel preparacao vegetal.
carregaa : Jose Panlo 150 w,was Mm 3,307 kiloe
da atgeaao.
So vapor raelez Gladiator, |>Bra Liverpool,
carregon : E. J. da Motta 101 saccs eom TfiSi,
kites 4e algodao; P. Nee^en 4 C. S30 fardos -com
i*,$M ditos de djf>.
Na birea ingleza Eliza CimpMI, ,para Li-
verpool, carregou : J. Pater 4 C 126 sav,ras com
3a\"981 kilos de algodao.
Na pjla.a hesnanhola Jcrem 'EKza, para
Hareellona, carregou : P. Camniro-ft C 230 sac
cas com 17,412 kilos de alpo-iao.
No bpgne ingle.: Vfreu*, .para New Y* tk,
carregou : H. Forste- & C. )0 *aecos com 60,000
kilos de issues r mascavado.
Na barca fraacaca >'. Andri, %mr& o Havre,
carregou : E. A. Burle & 1,050 cmros saiga
dos com 12,6i!0 kilos.
*ara os portot do interior.
Para
publicado pela imprensa e affixado nos Itt-
garos do costume.
Cidade de Recife, 15 de maio de
1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, pcriv8n, osuhscrevi.
Sebatibida do Hego BaTostfe Laceria.
0 Dr. Francisco do R.go Bapti?ta, juiz sabstituto
da prrrvedoria de capeilas e resfinos nesta ci-
dade do Recife, capital da provincia de Pernara-
eo, etc.
Faoo saber que no dia sexta-feira, 3 de jnnho do
corrente anno Hnda a audicneia deste juizo, se
hao do arrematar os bens segnin'es : Um terreno
silo na freguezia da Boa-Vista no Inpar Santo
Amirn, tendo de frente 32 palmos e de fun do 296,
ci Jo t^rreno finali-a o fundo coin 25 palmos, sendo'
Companhia Fidelidade
Nefuroi mau4(laaoa e t>rrcaitra
A agenda desta companhia toma segnros roa-
ritimos e terrestres, a premios razoaveia, aando aos
ultimos o solo.livre, e o setimo anno gratnlto ao
segurado.
Peliciano Joee Gomes
.^ genie.
51 Rua do Apollo SI
> Para, an navin 'po_rMguaz Soherano. parte em alagado, avaliado a 10i!-00 o 'palmo,
ukfmftV ii rT b"rr'' ." Sl*'0O. Uma canoad enomioada RtpaldnrU
Kilos de assucar hr-faco^J. I de Mirau grande, aberta, avaliada em 24(K30. Uma dita
da iw d.tas c<-m '1,906 ditos dedito: Amoriui
Irmaos 4 C. .'i Para u Kio de lasniro, n<' pataclm p irtngin-z
Rnpn, carregou : Amoriiu Irmaos 4 C. GM tao
cos com 45,000 kilos de assnear bronco.
Para o io Grande do Sul, no Ingar brasi-
leiro Bio Branca, earregr.n : F. R. Pinto Guima-
raes 425 volumes com 34,821 kilos de assucar
bran co.
Para Macao, no hiate A. do* An/os, carre-
gou : J. da Silv- Moreira 14 barris com 1,410 li-
tres de aantrdente ; A. Cordeiro I caixa com 60
kilos de doee.
Para Macao, na torcaca Veronica, carre
gou : B. J. Pereira 4 Irmlo 9 barricas com 368
l|2 kilos de assucar branco.
Para Tabatiuga, na barcaca Flor do Bio,
carregou : B. F. Guimaries 1 barrica com 65
kilns de assucar ftranco.
CAPATAZIA DA ALFANOKGA ^endimento d dis 1 a 28. 16.099*792 4j do d>"? 29. 449/189 I651898L
VOLUMES SAH1DOS N.' dta 1 a 28 ...... Mo dia 29 Timeu-a porm..... >sguuda port*..... rrceira poru..... Juarta porta...... "Tipicha Ccacaicic . 29,509 154 95 1:3 339 30,U0
SERVICO MAR1T1MO
*i>ireng.is descarregadas no trapicl e da
alfandaca :
No dia I a 28..... 61
NO dia 29.......
*o tt-apicDe Jonceicio .
64
3KCEBEDORIA DE RENDAS 1NT1 RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUG
traditnento do dia 1 a 28. 54:871#268
lam do dia 29 3:131*290
58 022* 558
CONSULADO PROVINCIA,
dandimento do dia 1 a 28. .
iem do dis 29 ....
93:676*674
1:311*976
93.22U650
aheita, den;minida Cubru, avabada em ISO^OO').
Uni.i dta pe.;uena, de cam ira, avaliado em 80i,
as quaes sao pi rtenccn'as a Ji.-e Antonio da Co>ta,
ex -pruvedur da irniandade Ua Santa Cruz, dos
pretos canoeiros, e vao a praca a requerimento da
commissio administrativa da mesma irmandade,
e nao havendo lanca lor, se procelera na forma
da lei.
E pa ra qoe chegoe ao ronhecimento de todos,
mandei passar oditaes, qoe srrio pnblicados pela
imprensa e afflxados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pemambuco, aos 19 de maio de
1.874.
En, Domingos Nones Ferreira, eseriao, subs-
et evi.
Recife, 19 do maio de 1874.
"rancisco do Rego Baptist a.
mmSS BECURACOES.
Consulado provincial
Pela adrninistrpcio do consulado provincial se
faz publico aos respectivos contribointes, que do
I* de jnnho vindouro por diante comeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 2i
do regulamento de 16 de abrii de 1842 para a
cobranca a boeca do cofre. do i semestre dos im-
po*tos da decima nrbana, 5 0|0 sobre bens de mlo
morta, e (0 rs. por litro de aguardente consnmida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles "dos
contribnintes que o nao satisfizerem nesse prazo.
Tansulado provincial de Peroambuco, 27 de
maio de lfc7i.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Santia 1'hssh de Misiorica>rdiia
do Recife.
Nao podendo, por rircamstancia nao pjoaajMa,
eelcbrar-se h.je a missa cantada i>> las educandas
expostas por alma do finado commenlidor Anto-
nio Joaquim de Sou>a Riheiro, rasolven a Illma.
junta que fosse re-a'aa missa annnnciada para
hoje, transferido para ontro dia, qoe sera pre-
viamente annnnriado aqudle acto.
Sccretaria da Santa tjisa do Misericorda la R.>
cife, 26 de maio de 1874.
0 Inncudade do Saiilissiino Sacramento da
freguezia do Recife.
Segundc o disposlo do novo romproroissn, con-
vido a todos os nossos irmios a rennir-in ?e on
consistorio da nassa ir.-nand ide, na domingo 31
do eorrente, pelas 11 horas da manha, afim de se
proceder a eleicao da nova mesa rvgednra.
Consistorio da irmandade do Santissimo Sacra-
mento da freguezia do Recife, i6 de ma>o de 1874.
Josi da Silra L'-yo Sobrinho,
Esc n vao.
Irmandade do SS. Sacra-
mento da freguezia de
Santo Antonio.
Tendo de ser eleita a mesa regedcra da irman-
dade do SS. Sacramento da freguezia de Santo An
tonio desta cidade, para funccionar no anno de
IP74 a 1875, conforme dispde o art. 41 do respec-
tive compromisso, convido a todos os irmaos a
comparecerem as 9 horas da manha do dia 31 do
corrente, no consistorio da dita irmandade.
Recife, 27 de maio de 1874.
Alexandre Americo de Caldas Brandao
Escrivao.
RECIFE DRAINAGE.
lendimento do dia I a 28. .
do.ra do dia 29......
10:251*699
2:151*614
12:103*313
MJOVIMENTO m PORTS.
OOMMERCIO,
Navios entrados no dia 29.
Rio de Janeiro e Bahia6 dias, vapor in-
glez Douro, de 1685 toneladas, capitao
Thwaits, equipagern 116, carga diffe-
rentes generos ; a Adamson Howie & C,
Assu8 dias, hiatenacional Olinda.de 127
toneladas, capitao Frsncisco de Carvalho,
equipagern 9, carga sal a Beltrflo &
Flhos.
Navios sahidos no mesmo dia.
New YorkPatacho dinamarquez Katie,
commandante 0. S. Robinson, carga as-
surer.
Southampton e portos intermediarios Va-
por inglez Douro, commandante Thwaits,
carga a mesma que trouxe dos portos do
sul.
Rio da PrataPatacbo portuguez Martini,
capitao Thomaz I.ourengo, carga assucar
e outros generos.
EDITAEt

JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, 99 de maio
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotaq5ks officiaes.
Algodao de sorte 8/.00 por 15 kilos.
Assucar dc Maceio 1*890 por 15 kilos posto a
bordoa frete de 37(6 e 5 OjO, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 1|8 e 25
i|4, e do banco 24 7|8 d. por 1*000,
hontem.
Dito sobre dito a 60 d|v 24 7|8 d. por l000,
hontem.
Dito sobre dito a 90 d[v 25 l|8 d. por 1*000.
Cantbio sobre Lisboa e Porto a 90 djv. 110 0(0
de premio, hontem.
B. do Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretano.
tLFAMDKOA.
Ileadimenio do du I a 28. .
Idam do dia 29 .
0 Illm. Sr. inspector da thesooraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de junho
proximo vindouro perante a junta da mesma the-
souraria se ha de arrematar, a quem por menos
flzer, o fornecimento de medicamentos e utensis
precisos a enfermaria da casa de detencao por
tempo de um anno a contar do l. de julho do
corrente anno, a 30 dc junho de 1875, servindo de
base a licitaciio os precos conslantes das respecti-
vas tabellas.
_ As pessoas qoe se propozerem a esta arremata-
cao comparecam na sala das scssoes da referida
junta no dia acima indicado pelo meio dia.
E para constar ?e mandou fazer publico pelo
presente jorual.
Secretaria da thesouraria provincial, 13 de maio
de 1874.
0 official-major,
__________ iliguel Alfonso Ferreira.
V ice-consulado de Italia em
Pemambuco.
Os subdites italianos De Salva D. Francesco, e
Calafiorio Vicenzo, aguelle natural de Tramutola,
a aste do Diamante, ao convidados a comparece-
rem perante este vice consulado de Italia, a nego
cio que lhes diz respeito._______________
\sso cencla do Empregadoa do Com-
mercio c iniiii-triu cm Pemam-
buco.
De ordem doSr. vice director participo aos fe-
nhores membros de ta corporacao, que em sessa
da direct ria do dia 28 do eorrente foi tran3ferida
a r uniao das lessees '-rdinar'as para as quintas-
feiras as 8 horas da noite. Hecife, 28 de maio 'a
1874.
0 2 secret ro,
Jose Pmdencio dos Santos.
Irmauitnde lc \. S. da t'oiicei-
cAo dos tlilidt t-'s
A tresa regedora da referida irmandade preci-a
contratar as obf as do assoalho do pavimento terreo
do corpo da igreja, que devera ser de aroarel!*, de
primeira qualidade, e conforme o orcamento que
pa'a em poder do Sr. tenen'.e Manoel Januario de
Arruda, a raa do Barao da Victoria n. 41, com
qtum poderao os pretendentea. enteoder-se a res-
pei o, devendo as propostas serem ectregnes em
cartas fechadas, no consistor o da igreja, as. 7 ho-
r s da coite, no dia 5 de junho vindouro.
incite, 30 de maio d^ 1874.
0 secretario,
' __________ Leopoldo Uchoa.
Soeiedade Recreativa Bella
Harmonia
De orden do rim. Sr. vice presidente, convido
a todos os Srs. soeios a comparecerem a assem-
bled geral extraordinaria que deve ter Ingar no
domingo 31 do corrente as 4 horas da t-.rde, nos
saloes da mesraa sociedade afim de tratar-?e de
negocios de grande interesse para a mesma.
Recifo, 28 de maio de 1874.
0 I." secretario,
J. V. de Sam'Anna.
0 Illm. Sr. inspector da ilics'-uraria provin-
cial manda fazer publico qnc foi transfi rida para
o dia 3 da junho proximo vindouro a arremataci i
da obra dos reparos de que precisa a suhida d <
Barro, na e-irada da Victoria, avaliada em......
1:647*800.
Secretaria da thesonraria provincial de Pern ra-
buco, 28 de maio de 1874.
0 offiris' maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
COMPANHIA FERRO CARRIL BE
Do dia 1 de junho proximo, em diante, bbjm-
cara a vigorar o seguinte kerario para as partida'
dos cairos :
Linha da Magdiileua
Partidas da estacao da rua do Barao do Trium-
pho :
Dia i 18 9. 5.15- 5.30 g.tl- 6.
6.15- 6 30- 6.45- 7. 7.15- 7.30
7.45- 8. 8.15- 8.30- 8.45 9.
9 15- 9.30- 9.45- 10. 10.15- 10.30
10.45-11. 11.15 -11.30 11.13 |S.
12.15-12.30-12.45- I. -1.15 1.30
1.45- 2. 2.13 2.30-2.43 I.
3.15- 3.30- ?.45- h. 4.15 4 30
4.45- 5. 3.13- 3.30-5.45 6.
6.13- 6.30 6.45.
Voit. 7.
Arrematacao.
Segunda-feira, I* de jnaho, laaaia ia aaaVaria
do Exm. desembargador Jail e enaaos, vai a
praca do venda. mctade do sobrada m aaa aaiat
e sotio n. 78 da rna da Imperaaria, araaiiaVi aaa
I6:0H0#,araqoerin'"o domiiiniriaan **a htm
da flnada l. Koa Bxia do K*|mc* Saata : aa
p-' i-'iid-nu- p-^terrff.,-vamiaar a tserlfa a rd'^1
i"" ''*' e'n P"d.r I n>tro 4*n aaiaWtaa.
SAJIfA .*>> n HisfMHjJnlHK W>
MFCIFK.
A Illma. junta .1 ninitr;i 4* Smu Ca 4a
isnrlruNai ia It-cife manda hi-r anWie" mm
peranta si, em sas-a d i dia 3 e jnnti^ pr.,ia,
tm de ser arrernaada a re?! la ita aa-uprifJade
1'ha d-i NofU'-ir* com gran V e qu-nral a VtaaV
r. n> la -|uantia de 10 '*ii n^r aaati, niaiajaa
d-e< o arrarii.'itanta a fazer < raparn* d
|.reri>a n me iaa afarira ; aaaa o a^ie a>ret%a
examinar pr-viamenta.
SoCrp-sr a -la Santa Ca** -la WiM-rie^iiM
11 Mcif 29 Oraemlo
Pedro Rodrupte* de Sou;n.
"TmwTmsTHA AO DOS CORREIO* DR PF-
.NAMRIOt. 3') DE MAk) HE |74.
Main* m e*awillr aaa
Pelo vapor nacioaal Mandnhu, esta admini-tra-
f*n expede malas para Maceio, "eaaat e Aracaia.
h. je 3i.
rteeebm-e j rnaas. impre
trar, at<* i horas da lard*., ea?Us ordaaaria* aW 1
horas. e e 0 admini Aff< nso d<> Uraja Barm*
THEATRI
Santo Antonio
\r-:
Sahluid i dO df nm.
A pfdii1 em I ptologo e 4 a- t< s
0 NAUFRAGIO
F[iu.\TniEDia
Terminara n eroeclaculn caa a 3S.' r*a)rt>a-
tacio. a pedido, da c media aaa I ado .
I ma <'\|M*ripBcia
AS 8 l|t DA N
Domingo 31 do corrcnt<\
%'ia '* 11* horas da tmrdr-
0 mrsno cspci !*ml!> dc sa!;
Na proxinia samara, o graade drama
r^rni-iro VifcHi :
Dr.
i^rfSiKiig^ nw 631:373*912
17:326*140
698:702*052
Desearregam hoje 30 de. maio de 187V
Vapor nactonat Pirapama generos nacionacs
para o trapiche da companhia pcrnam-
bncana.
Pa'habote amerieano John Base kerosene
e breu para o trapiche Conceicao, para
despachar, e ker> sene para deposito nos
trapiches Barao do Livramento e Vieira.
Patacho hollandez Cornelia Abramina fari-
nha ja despachada para o caes do Apollo.
ImportacSo.
Vapor nacional Pirapama, entrado dos
portos do sul, em 29 do corrente e consig-
nado & companhia pernambucana de nave-
gnrao costeira por vapor, manifestou :
Algodao 192 saccas a Doroingos da Silva
Torres, 28 a M. J. Alves, 12 & ordem, 10 a
Castro & Lopes, assucar 474 saccas a D. da
S. Torres, 175 a M. J. Alves, 80 a JoSo
Ramos & Machado.
Couros seccos 81 a D. da S. Torres, di-
tos saigados 28 o mesmo.
Milho 21 saccos a Vicente A. Gomes.
Sola 2 arnarrados a 0. da S. Torres.
Hiate nacional Olinda, entrado do Assii
na mesma data e cons-gnado a Beltrao &
tilho, manifestou :
Sal 810 alqueires aos consignatarios.
0 lllra. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de junho
proximo vindouro, perante a junta da raosma the-
souraria, vai a praca para ser arrematado per
quern menos fizer o fornecimento da alimentacao a
dietas aos presos pebres da casa do detencao, n<
tricnestre de julho a selembro proximo vihdonro.
servindo de base a arrematacao os precos da? ta-
bellas aliaixo transcriptas.
DIETAS.
Numcro 1 380.
2 400.
3 640.
i 4' 0.
5-400.
Sera tambem fornecida aos presos caia, ua im-
P'irtancia de 120 rs., em quanto osta orada, o
almoco na mesma propor;ao
E para constar, se mandou fazer publico pelo
presente jornal.
Secretaria da thesouraria provincial, 13 do maio
de 1874.
0 official maior,
__________________Miguel Affonso Ferreira.
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros do Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio, nesta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pemambuco,
por S. M. I. o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber que no dia 30 do corrente niez de
maio, 4s onze horas da manha na, sala dos auJitu-
rios, devera ter lugar a reuotSo dos credores da
massa fallida de Pereira de.Me lo A C, para se ve-
hficarem os crt ditos e deliberar-se acerca da con-
cordata ou forraar-so o contrato de uniao, e no-
mear-se administrad^res a dita massa, eertos os
credores de que nao serio admittidos por procu-
rador sem qua este exhiba procuracao especial,
a qaal nao podera ser conferida a devedor dos fal-
lidos, nio podendo, outrosim, um so individuo re-
Eresentar pir dou3 diversos credores, e qoe sera
avido o credor qua nlo comparocer, como adhe-
rente as resolu;des que toraar a maioria dos votos
dos credores qua coraparecerera, com tanto qoe
para ser valida a concordata e necessano que seja
concedida por um namero tai de credores que re-
presente pelo menosa maioria defies em numoro
SANTA CASA DA MiSERICOKDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casa da
Uisericordia do Recife, manda fazer publico nut
aa sala de suas sessSes, no dia 21 de maio pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rita.
' Ciuco Ponlas.
asaterrea n. 114......36MS00
Rua da Virago
fdemn 74........241*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henriqucs.
idem n. 26........99*000
Rua do Vigario.
1.' andar do sobrado n, 27. 325*000
K"ja idem.........375*000
PATRIMONIO DOS OilPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Can terrea n. 16......
Becco das Boias.
Sobrado n. 18......
Rua da Cruz
sobrado n. 14 (fechado). .
IRua do Pilar.
Caia terrea n. 100.....
Bua do Ameriro.
Idem n. 34.......
Rua da Gnia.
Idem n. 29.......
Rna das Larangelras.
Lasa terrea n. 17.......MijOOf
Os pretendentes deverJo apresentar no acto d>
irreraatacao as suas Hancas, oa corapareceren
wompanhados dos respectivos fladores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quautia en
pie for seguro o predio qn contiver estabeleci
aento commercial, assira como o servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Ra
im, 17 de raarco o da 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Sauza,
209*00('
42U0OC
l:000*09(i
24!*00
122*000
201*000
10
tl.30-11.45.
I'artida do ponto (Sohrado Grande ):
Dia 5.29 5 44- 5.59- 0.14 6.29- 0.44
6.59- 7.14- 7.29- 7.44- 7.59- 8.14
8.29 8.11- 8.39- 9.14- 9.29- 9.44
9.59- 10.1-4 -10.29-10.44-10.39-11.14
11.29-11.44-11.39- 12.14-12.29-12.44
12.59- 1.14- 1.29- 1.14- 1.59- 2.14
2.29- 2.44- 2.59- 3.14- 3.29- 3.44
3.39 4.14- 4.;9- 4.44- 4.59 3.14
5.20 3.44- 5.39- 6.14 6.29- 6.44
i).39.
Noit. 7.14- 7.29 7.44- 7.50 8.14- 8.29
8.44- 8.59- 9.14- 9.29 9.44- 9.59
10.14-10.29-10.44-10.5911.14- 11 29
1I.44-1I.59-I2.14-J2.29.
Linha de Afegaiks
Partidas da estac.lo da rua do Barao do Triam
t.ho :
Dia 5. 5.24- 5.48- 6.12- 6.36- 7.
7 24- 7.36- 7.48- 8. 8. t2 8.24
8.36-8.48-9. 9.12-9.24-9.36
9.48- (0.12-10.36 -II. 11.24 11.'.8
12.1212.36 I. 1.24 I 48- 2 12
2.24- 2.36- 2.48- 3. 3.12 3.24
3.36- 3.i8- 4. 4.12 4.24- 4.36
4.48 5. 5.(2 5.24- 5.34- 3.48
6. 6.2i- 6'i8.
Noit. 7.127.36- 8. 8/24 8.43- 9.21
9.57-10.32-11.09.
Sahidas do ponto (Ponte de Afngados)
Dia 5.37- 6.01- 6.25 6.49- 7.!3 7 37
8.01- 8.138.25- 8.37- 8.49- 9.01
9.13 9.25- 9.37- 9.4910.01- 10.13
10.25-10.49-11.13-11.37-12.01-12 23
12.49- 1.13- 1.37- 2.01 2.25 2.49
3.01 3.13- 3.25- 3.37- .".49- 4.01
4.13- 4.25- 4.37- 4.49- 5.01- 5.13
5.25- 5.37- 5.49- 6.01- 6.13 6.2-5
637.
Noit. 7.01- 7.25- 7.49- 8.13- 8.37- 9 0"
9.22- 9.57-10.34-11.09-11.46.
Linha k Fernanda Vieira
Partidas da estacio da rua do Barao do Triuni-
pho:
Dia 3. 5.3>- 6. 6.30- 7. 7.|3
.7.30- 7.45- 8. 8.13- 8.30- 8.43
9. 9.'5- 9.30- 9.43-10. 10.30
II. -11.30-12. -U.30- 1. |.30
I. 2.30- 3. 3.15- 3.30- 3.45
4. 4.15- 4.30.- 4.45- 3. 5.13
3.30 5.45- 6.15- 6 43.
Noit. 7.13 7.43 8 13- 8.43 9.13- 9 45
10.15-10.43-11.1511.45.
Partidas do ponto ( Manguinho) :
Dia 5.30 6. 6.30- 7. 7.30- 7.45
8. 8.13 8.30- 8.45- 9. MS
9*00- 9.43-10. -10.13-10.30 H.
M."0-12. -12.30-!. 1.30-2.
2.30- 3. 3.30- 3.43- 4. 4.13
4.30- 4. IS 3. -3.13- S. 39 '<. 43
6. 6.15-6.43.
Noit. 7.15 7.458.15 8.43- 9.15- a.y
!0.13-10.43-11.15-11.43- IS.IS.
mrn'sdo com tolo o esmrro e raafict"
AO ll Iff l< O.
A empreza c, d par livirm pessoas para a mudan <
aaaadada, drrlira qua 4'ora avawie.
pre gramma pr-dera ser alterado, da f'r.a rr.aior.
THEATRO
nix mmm
.EMPREZA UMA PENAKTE
Sob a direr^io do actor
I'm 3k l|'4 linrna lia tr.ralr.
Ultima repres*ntflta do impepav: t
proltaja e 3 actot :
PiftBIH E\VEMIMi
Dar;i fim ao esr"t eolo a linli c^mrdia ft
ic'o, nroa la do mus' a :
I ma rriad.1 iwiw^irl
Torca rein '1 k jnh-..
Kn'p'.t dos aiti-tjs
m. Hoaa do Hello Ma>aalaaaca>
aael Primeira ropresaota;V' nesta th^aT". !
portanta drama em 3 act' s, oriaiaal aTaar
" M E. Oirarlin a A D-imaa Killw :
0 vfippljno di> fl'na milker.
M
D:.-:ribni:ao.
dc Santo Amaro
DHSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 28 DF ?e. doas ,e-5?s na,valor MAIO DE 1874. le,t09 ao9 *s "* concordata.
Para os portos do exterior. K para qua cbegue ao conhec'mcnlo de
No vapor inglez Douro, para Soaibamp'ony* todos, mandei passar o presente, que sera
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se far cerio qua e neste mez do maio que tem de
ser pago, sem multa, o imposto pessoal, relativo
ao 2. semestre do exercicio corrente do 1873 a
74, depois do que sera pago co n a multa de 6
pr cento.
Bccebedoria de Pemambuco, 7 do maio de 1874.
0 administrador,
___________Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Luso-Brasileira
A directoria desta assoc'aelo, a tomar C3nta da
alministra.^io, reconheceu quo a maioria dos se
ohores associados se acham bastante atrazados em
uensalidades e alguns em joias, e como seja esta
a fonte principal de prosperidade de uma associa-
cio beneficente, que mais concorro para se dis-
psnsar com pontualidade as beneficencias estipu-
fadas na lei fundamental, resolvea appellar para os
smtimentos philantropicos dos associados, pedindo
que so compenelrem dos fins sociaes e cumpram
com o dispi sto do artigo 13 dos estatotos, atim da
drectoria ter raeios de soccorrer sempre em dia a
ma numero elevado de soeios enfermos que per-
cehetn a beneficencia do artigo 68. Neste mesmo
sentido dirije a directoria uma circular a todos ps
assjeiad s incursos nos artigos 11 e 14, 2, espe-
r.inlo quo i-aoaeja improflcno o appello que faz.
ecHe, 2i de maio de 1874.
Rodn'gaea Gate.
/^
Partidas da islacao da rna do Barao do Tiiuiu-
pho:
Dia 5.10- 6.10- 0.40- 7.10- 7.30- 7.."
8.10- 8.:0- 8.50- 9.10- 9.43-IO.IO
10 40-11.10 -11.40-12.10 -12.40- 1.10
1.40- 2 10 2.40- 3.03- 3.25 3.45
4.03- 4.23- 4.45- 3.03- 5.23- 5.45
6.03- 6.35.
Noit. 7.03- 7.3S- 8.03- 8.35- 9.03 9.SS
10.0310.33-11.05.
Partidas do ponto (Largo de Santo Amaru);
Dia 5.40-6.40-7.10-7.40-8. 8.20
8.40-9. 9.20- 9.40-10.10-10.40
11.10-11.40-12.10 12.40- 1.10- 1.40
2.10 2.40- 3.10 1.38- 3.35- 4.15
4.35- 4.55- 3 13- 5.35- 3.33- 6.15
6.35.
Noit. 7.03 7.33- 8.03- 8.33- 9.03- I.S8
10.05-10.35-11.03-11.35-12.03.
Ramal da rua do Hospicio
ACADEMIA
Partidas da estacao da rua do Barao do Triu n-
pho:
Dia 7.34- 8.04- 8.34- 9.04 9.3410.04
iO.34-11.04-11.34-12.04 -12.34- 1.04
J.34- 2.04- 2.34- 3.04- 4.04- 5.04
Noit. 7.'i- 8.04 9.04 -10.4.
Partidas. do ponto (Academia):
[>ia 8.04 8.34- 9.04 9.34- 10.0410.34
H.04-U.34-12.04-12-34 1.04- 1.34
2.04- 2.34- 3.04- 3.34- 4.34- 3.34
6.04.
Noit. 7.34- 8.34- 0.34- 10.34.
Recife, 30 de maio da 1874.
0 gerente.
G. A. Schmidt.
Math'ld.- Daaaaj ,;
Sra. Larcey
Joanna
Dumont
Alvarea
I'm "Tifidc.
A aecaa pasa-M na Pan?.
T'niiin.ira o *r-*ctcnli
seatai^au da c mv4kt r-n | ta i
Proa'isa-sf Am* m\tor w*
0 P.csa.
D. Caata*.
Jorea Hoar,*.
Sr. MaafioB-.a.
Sr. rk-rnard"-
r Hr,?
riir.cira
viijir.
MB
n
Archibild i
l^nlair, profe-sor
Francisvi, eriadb
Mar piette, cflslnreira
Fel'cidade, mniher dV-^vubalaV
-r i.-n-'.:.
M-. Aj
U. Kim.
D. QMHa

Pr ocipiara as 8 1(2 hora*
IVISQ^ MAfilTIMHS
Aracatv em dfreitura.
Sahe impreterivelm ate Ba di* 4 la jut
h ate n...-.i nai I.et.nuia d" Crtiz, rapitfci e j.raaj ,,
MatiT:! 'aoU.no da Costa : para car^a e pa*a-
g^iros, tfala-sa com Aolcnio Albert'. 0* <.*
Aguiir, a raa d .imorim a. 60.
'OMPANHU PERy\MMiCA!U"'
DE
V*atc*lo cataj|ir m aaafaaax
MACEIO, RSCALAS, NQIttfo IMUCM
0 aaaaar Jtfnirihr. -v
mandani JuhV\ ?-vn-
ni pan w ponaa j itb
bo dia 15 d* juah aill horas dab
Recebc earaa at-'
13, eaccoaaaaaaa, aaaaa.
geiro? e diibeiro a frete ate .is 3 boras da -a-V
Jo dia da sahida : Krinloraa ao Fofc 4- "..i
loaa. II
0
Rio de Janeiro
i a***4*fe r> bajM
a.-
pretende segoir com i
cional faiW, tem i>irta
ajaao ; e para o rwio one Ire Ma. WiU se i_
o *ca couigaatario Antonio Late 4 Aaa-
vedn, rua do Bom ]e*a a



Dim> de Pernambuco Sabbado 30 de Maio de 1874.
vC~
i*'
..

Para.
I 0 inveotario qoe se acht em poder de referido
| agente, a roa do Marquei de Olinda n. 37, pri-
, meiro andar, pode desde ja ?er examinado.
Para o indicad* porto pretend segnir
com a possivel bTOYidade o pntacho portu- ;
guez Az'tranu, -p-ir lor a maior paite 4e seu '
carreg.imento eugaja lo <>. p ra o rreio ,y.ie
Ihe fl a trata age nom os cnn ifnJJtirina
Joaquim Jo-i fiwicalves BVltrai. 4 Filho !
A run Cotmitp-rrio tt. V
LEILAO
ENGOMADEIRA.
Lava-se, e rua lo Nogacira h. 18.
tUIM.\Ui.i BIltMLUIItA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
'Orion do Mill
>' 'ill i t- iunli.-. a- 11 !:. .t rt- .' .iisiih.i. Iniii.
llMit, Vi/iii ra?a tin it-oli'ir-.'- :i ;-) .> j |j, ,>.
de O'XiiiN n ^. f r mli l Ve Hi-j.. ,;> .-,,., nly Mm |u,*.
Ur* Icilaci ill,- |hi,Iii.|is cb>taiiitra iJas cautclas
abaixo declaradas, vencidas e uito
saber:
Cautelas.
E' esperado d.is portos .
do none ale o dia S do 6*6, x687, S691, 2695, J70O, 2705, 2712, 27l.<
jnobo, e seguira para "18, |7|4, J729, 2730, 2733, J73*. 2736, 2750
o do sol, depois da de- 222?' !760' *765- *:66> J77J- 2773. 2779. *78*>'
_ mora do costume. *793, 2797, 2807, 2820, 2822, 2828, 2833. 2812,
Para carga, encommendas, valores e passagens, **& 58 *859, 2861, 2861, 2865, 2869, 2872,
trata-se no escriptorio. 2890,
7- RUA DO VIGARIO 7 g
- Pereira Vianna dt C 7.
ft, IUM.RINSO HAR1TIHO DO PORTO
SX' 3016,
'3059,
9 fardos com
no
limprrza portaenae de navegaruo a q
vapor enire Portugal e o Brastl SIS'
O VAPOR e 747-
Command unte Con ten tc
Esperado do sul
em 8 on 9 do proxi-
mo mez de junho, do-
Sofa da indispensavel
eraora denlro deste
porto seguira para
Lisboa e Porto com escala por S. Tbiago.
Passagens e fretes de carga?, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTE5 "
B. R. Kahello ft C.
48 Rua do Commercio 48
Rio de Janeiro"
Para e indicado porto segae com poacos dias
de demora a barca portngueza Ftliz Untile por
ter a maior parte de sea carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata se com os con-
eignatarios Joaquim Jose toncalves Beltrao & Fi-
sho, a r''a do Commercio n. 5.______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegacfio costcira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CKARA, MAHDAHU, ACARACU* E GRANJA.
O vapor Pirapama
commandante Si va,
seguira para os por-
tos acima no dia 6
2894, 2896, 2899, 2900, 2i9, 2916, 2918
2936, 2937. 2954, 2959, 2909, 2955, 2972,
2978, 2373, 2P88, 2993, 2998, 3009, 3013,
3023, 3026, 3032, 3041, 3045, 3049, 305\
3050, 3065, 3084, 3087, 3099, 3101, 310*
3112, 3117, 3122, 3126, 3128, 3129, 3132,
3134, 3165, 3166, 3'68, 3171, 3176, 3033,
cujas cautelas podera ser reformadas on
In-e AlilniiM il:i '>>ta e
Silva, n>n< irJiiAiv, i-unha-
'li', ..,!.i in.if. i> lilftn*, 'fi
lirin que "|>i |-Iiiii(! >s i'1-i.i
>!0r ijui; !!.<;= jilata u ><>-
r-rju; n.io pudi in. ildxar,
hi mIh j.i ilf ilar ii ni.ii- >u
H.unbu du >ea prufuudu t< iieruo i!->
, a todas as pessoas que se dignaram
reformada?, a j D0 ',i;' *' ao corrente, assistir na eap< Ha do ce-
miterio. aos ullimos >uffragios e aeom,ianhrem a
sepultura o ..-.diver de sua preaadb-sima mai, .-o-
gra e avo D. Maiia Francises da lijnceicao e
Silva.
0:iiro sim, rog.im ainda scus pareutes e a to
das as pt'-snas de ami.-ade do charo objtcto que
saudohos iranteiam, o carideso obsequio de as-
sistirom as mi.-ws que pelo descanso eterno de
sua : de X. S. do Carmo, pelas 7 horas da manha de
sabbado 30 do presents mez, ror eujo 3ervico a
rel giao e a memoria da flnada, gravario mais
mn penhor a sua mais intima e cordial conside
racAq.
Scbasiiao
resgatadas ate o bater do roartello.
leilao
DE
fumo de 3.' sort<, vindos da Bahia
no ultimo paquete
Terca-fcirn do junho
armazem da companhia de paquetes,
largo do Corps Santo n. 25
as 11 horas cm ponto.
O preposto do agente Peslana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 9 fardos com
fumo da Bahia.
TerQa-feira 2 de junho
no armazem da companhia de paquetes, no largo
do Corpo Santo n. 23
_________A's 11 boras em ponto
Leilao
DE
fazendas avariailas
TERCA FEIRA 2 DE JUNHO
as lO l|f horas
O agente Pinto levara a leilio, por autorisacao
do Sr. consul da Belgica, e por conta e ri?co de
do proximo mez, as 3 quem pertencer, urn fardo com fazendas, mares
' horas da tarde. diamante G P, n. 93, avariado a bordo do vapor
Recebe carga ate o dia 5 do corrente, encoro- inglez Oberon ; as 11 hor2s do dia acima dito em
xendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 3 ho- o escriptorio do rererido agente, rua do Bom Zesus
ras da tarde do dia da sahida : tscrintorio n- 43-
Antonio de Albuqnerqne!nello^^ua
mnlher Francelina Maurina da Silva e Albuquer-
que convidam a todos os sens amigos e aos amigos
e collegas de seu flnado pai o sogro, o conselhairo
Antonio Joaquim de Albuquerque Mello, para as-
sistirem a uma missa resada pelo repouso eterno
de sua alma, no dia 1* de junho, no cdnvento de
N. 3. do Carmo, das 7 as 8 horas da manha.
no Porte do Mattos n. 11
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se dos portos do sul ate o dia 2 de junho
e seguira para Liverpool, tocando em Lisboa e Bor-
der, para onde recebera passageiros, encommen-
das, carga e dinheiro a frete.
If. B.Nio sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Bowe A C.
t4RUA DO COMMERCIO14
Rio Grande do Sul-
Seguira em poucos dias o patacho portuguez
Judith : para o resto da carga, trata se am Pe-
reira Vianna & C, a ru.i do Vigario b. 7.
Em continuaqao
vendera o mesmo agente outras fazendss inglezas
tambem avariadas.
Leill
ao
DE
uma mala com roupa oova e usada, perten-
cente ao espolio do subdito francez Lery
Simom
TERCA-FEIRA 2 DE JUNHO
.A's 11 horas
I Por autorisacao do gerente do consulado de Franca
Por intervencSo do agente Pinto
Em sen escriptorio, rua do Bom Jesus b. 43.
Libras cslerliiias.
^^endem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Libras esterlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
LEJLOES.
Agente Dias
LEILAO
DE
move's e diversos artigos, os quae3 perten-
em a nma familia que mudou de resi-
J:
dencia
as 10 1|2 boras da manha
Km o priraeiro andar do sobrado da rua Duque
de Caxias n. 77, entrada pelapraca de Pedro II,
com o mesma numero, por cima da loja da Es-
peranca.
0 agente Dias, eompetenteraen'.e outorisado por
uma familia que mudou de residencia, levara a
leilao, no dia e hora acima designados, os moveis
c mais artigos alii existeotes, a saber:
Um piano perfeitamente novo, 1 mobilia do ma-
deira preta, composta de 1 sofa, 2 consolos, 2 ca-
deiras de bracks, 2 ditas de balanco, 12 de guar-
nicao, 1 espelho, moldura dourada, 1 dito do mol-
dura preta, 1 cama de jacaranda, 1 guarda roupa,
1 marquezao de amarello, I guarda lour^a, 12 ca-
cadciras do amarello, 2 mesinhaa de amarello
arraario de pinho, 1 banca
i para advogado, 1 roap-
pa geographico do imperiodo Brasil, 1 pedra raar-
raore, propria para aparador, e muitos outros ar-
tigos que estariu patentes no dia do leilao.
Leilao
DE
19 barriscom postas de ca valla era salraou-
ra e i ditos de pargos, tndo em perfeito
stado
*ie;unda-felra 1 de junho
A'S 11 HORAS EM PONTO.
No armazom do Sr. Annes, defronte da al-
l'an ii ga.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 19 barris c >ra
postas de cavalla em salnoura ]e 4 ditos de par-
gos, tambein em salmoura.
0 iBOfino prtposto praVtse aos Srs. vendelhdes
que tudo esta cm perfeito estado.
Segunda-feira 1 de junho
A's 11 horas.
No .irmazem do Sr. Annes, defronte da al-
fmdega.
LEILAO
D4S
meicadorias p-rtencentesi massa lailida de
Thomaz Poroaodes da Cunha A C, exis-
tentes em u I'stabelecimcnto da rua. do
Marque* de Oiifidj n. 4i
TERCA-FSEtU 2 DE JUNHO
A's I I horas da manhu
0 agento Diaj, .ompetcnteraonte aatfrisado,
por roaaiado do Ill.n. Sr. Dr. juizespecial do com-
mercio de.3!. ci.lade, levara a leilio, no dia e ho-
ra a:ima designadiw, aarmacao, todas as ferra-
gens e mai? artifloa existontes em dito estabeteci-
msnto.
Agente Pestana
Grande e importante
Leilao
DE
moveis, lou$as, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta, brilhante, miudezas, perfumarias, fa-
zendas, 1 bilhar inglez e 1 cylindro pa-
ra padaria.
TERCA-FEIRA 2 DE JUNHO
A's 12 horas em ponto.
ao correr do martello
No armaicm de agenda de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agento Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 1 mobilia de
jacaranda, a Luiz XV, com tampos de pedra, 1
: dita de junco. lambem com tampo* de pedra, i
dita de faia nas mesmas condicoes, 1 guarda rou-
pa, 1 guarda louca, 1 toilette de jacaranda, 1 se-
cretaria do diu, 2 mirquezoes de amarello, camas
para casal, marquezas, cabide., quartinheiras, apa-
raaores, mesas elasticas de 3, 4 e 6 taboas, conso-
los, mesas redondas, e muitos outros artigos rela-
tivos a moveis, diveroas miudezas, como sejam :
cortes de vestidos, chapeos para raeninas, petas
de franja de seda, leques, contas, cartetras para
conductors, caixas de pecas de trancas, espelhos
demao, de crystal, 1 porcao de galheteiras e gar-
rafas, duzias de copos, ditas de calices, urna facta-
ra de ouro de uma loja que se acabou, e por
conta de sjus credores e seu dono, como sejam :
voltas, botdes para punho e abertura, cassole*tas,
correntes, pares de brincos, rosetas, anneis com
pedra e ditos de cabello, e muitos outros artigos
relativos a moveis, ouro, loufa, razendas miude-
zas, etc.
ao correr do martello
Pelo preposto do agente Pes-
tana.
AVISOS DVERSOS
Antonio i.'a Hoc ha Accioll bins, puogido de
dor pela inesperada morte de seu sempre lem
brado amigo e compadre Joio Cavalcante de Al-
buquerque, manda dizer algumas missas pelo re-
pouso eterno de sua alma, no dia 3 de junho, na
capella do Monteiro, as 7 horas da manha, tri-
gesimo dia de seu fallecimento na cidade de Pa-
ris. Para ese acto de caridade convidam os p> \
rentes e an igos do mesmo finado._________ I
Manooi nomiiiKiK-H da Sll-a.
D. Marianna de Jesus Vianna e
Silva, Manoel Domingues da Silva
Junior, Francelino Domingues da
Silva, Jose Domingues do Carmo
e Silva, Domigos Antonio da Silva,
Maria Thomazia de Azevedo Villa
rouco, Maria dos Prazeres Silva.
Delflno de Azevedo Villaroueo, Alexandrina Mar
ques de Amorim e Silva, Luzia Camilla Pogge
e Silva, Leocadia Thereza do Reis e Silva. nao
podem deixar desde ja de dar o mais solemne
testemuuho de seu profundo e eterno reconheci |
inento do intimo de seus coracSes a todos seus
pareBtes e amigos que se dignaram no dia 28 do
orrente, assistin-m na capella do cemiterio, os
ultimos sullrajios e acompanharem a sepultura o
cadaver de sea presadissimo esposo, pai e sogro
Manoel Domingues da Silva; de n.vo rogam ain-
da a tcdoa seus parentes e amigos o caridoso ob-
lequio de assistirem as missas do requiem que
pelo des anco eterno de sua alma mandam cele-
brar na igreja do conveato de S. Fr. ncisco, pe-
hi 7 horas da manha do dia terca feira 2 de
junho, pelo que desde ja se confessam summa-
mente gratos pr mias este acto de verdadeira
caridade e rtligiao,
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modellos, dos mais notaveis e bent co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse Bi
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C. : no Vapor
Francez, a rua do Baiiio da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. a precos muito commodos.
Mobilia de vime.
Cadeiras de balsnco. de bra$o, de guarnijoes,
sofa, jardineiras, mesas, conversadeiras e costu-
reiras, tr.do isto muito bom por serem foites e
leves, eos mais propriosmoveis para saletas e ga-
binetes de recreio.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM H. S2
(Passando o cha&fiz)
fHit.V ViS "ubi'^ <\* *m nn.i* mAx*** acrteitf i.r-, e. ^m^'-v"' '"* I- u
atBtaaiu t> toot de dud niU aieu e&tbeieci(uutu, pr verui u i. lOrtiu-tLii
onjr.let- qre abi tern; aeado todo aoperior em qoalidade e fortidJo; que cud m
Klo pess .al podeae verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNOigAo
^8.D0rflH fi rndftft d'ft.frnA. do8 mal8 mo;1erD08 Jstemai eem ta
r, OJ* roaas a a^ua maDb08 convenie,,,,., 'pari diverMj
trcaniBtanciaa dot lenhorei proprietarioa e pit* deacaro^ar algodio.
*fo6ndas dd canna ,le.t0<,0 **Una,nho>. inwiaorei qo .?n
Sodas dentadas para aailnae,-,gca flV8por-
Taizas de ferro fandido, batido a de cobre.
ilambiqnes e fundos de alambiqaes.
iTachillismnfl parl nDaD,li0C,l lgo ***o***v e pir, terr,r mi(jeir,- f ger njovidoa a m5o
ftombas a > ipor agD'' vapr'
VM(> de paleote, garanUdat........ |oa animaea.
Todas as maohinas 6 pe?a'd*qoe co*,am, ****
Pas qualquer concerto da m*chidi*aio ?rec "n retumido
?OrmaS de feiTO teal melhore' 6 m8i Dr*,s exiatentet do mer
SnC01T1iTlAn<1fta 'uenmbe-ae de aundar vir qaalqner maohiniamo tod
uoummrjuuas, ude do8 cliente|) lenjbr>ado.lhet, vaot de faMr .B
a compraa por mtermedio de peisoa euteodida, e qne em qnalqrjer nec-aaidide nod*
irades americanos e in,troDMn,M w^"-
. RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE & IRMAO
tfKMj.
%
IK In (.'flffai^fz^OliieU-M
Ks^ttfna ? hWrrs I.ai
Panic pa a sro* fngm?.? e ^R;ifa* nu, MSu .
o n cstabelicis-niic v n Uytn pma a um
rr.-i d. 24, otide r.n iitrrS> can grange iimwila
de rtl' gii de prtdr. *n:i rkrassa, r rin.a M U4>-
. alg.beira, de u'.u as qaabdi e, tab i
de uiro c mia dia.i-da, *|* tuis de onro. mfter, de?ru*Tt d >
fabucante?, csdeia He i ur... |.l.-,nit i.rai* tr
de t(.ds as qualnlades, tud., ntr irrcos a.:
rates. *
LW. DO PASSO
firdrw Mnioes k L
i-al>am do r.ol*r p*l v^jmit .W^rf/.r< ;
s*s li-

.!
Atteng
ao
0 aba xo assignado declara ao publico e com
especia idado ao respeitavel corps do commercio,
que rada deve nesta | raca e nem f6ra d- lla ; mas
se; Iguem se julgar seu cr sens titnlos oa rua do Bario de S. Borja o. 5i,
para serera verificadoj e pagos, isto no prazo de
tres di- s, a cont r da data deste, do contrar o nao
atttndera reclamacso nlguma depo s do prazo m; r-
cado ; assiro cono dcclara nao ter rrsponsai ilida-
de de qualidade alguma desde o 0ia 12 do corren
te em oianto, quer com o comprador ou com
qulquer pes'oa com quem livesse tr;nsaec5es em
referenda aos estabelecimentos s'tos a rua do
Gervasio Pires ns. 53 e 40. Recife, 29 de maio do
1874.
M noel Fiandsco Ferreira.
" ISA DA FORTIAT
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
I rua Primeiro de Harfo (outr'ora rua Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se avenda os felizes bilhetes garantidos
la 4* parte das loterias a beneflcio da igreja
de S. Pedro do Recife (102*), que se extrahira no
sabbado, 6 do mez vindouro.
PHEgoS,
Bilhete Inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
KM PORCiODI 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Casa terrea.
Alaga-se a rua de S. Joao defronta do por-
Uo do gaz, com 6 qnartos, cozinha fdra e grande
quintal : a tratar na rua de Pedro ArTono n. 8.
No armazem do Vapor Francez, rua do Bario
da Victoria n. 7. oo.tr oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de (Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de IitTerentes gostos c
pliantnzias.
Espelhos, leques, luvas, joiasd'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
diia'de couro, e cestinhas parabracosde meninas,
ohicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminates, machinas de
fazer cafe, espanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, o
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p5de desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a pregos mais resun idos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calpdo francez
A %
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinai
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e eom ilho-
zes a 9jjW00 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, ditlerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancoa,
pretos e de c6res differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de trarnja.
Para menilnas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidade;.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para lueniuos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda.ao,
A BOTINADOS o sapatdes, de bezerro, de deversas
qualidade?.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleiio e a Guilherme, peruir
meias perneiras para homens, e roeias perneiia
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
RUA
IMPERATRIZ
N. 82
!. ANDAB.
CABELLEIRE1R0S
Premiados naj exposicao de 1872
-K'tMio Vir: -
RUA
H.iui^.iiins .'Ttf* de rr?-ira<.
com fistrr.s arhan ik*ada.
Ditos de linho para vesiid... r. Met.4o cmi tut-
te, o noes ario para mm *uM, rcum sa
fraojas, trancas, lote., Mfe& I tr
Riquissimos chsp^V para senh-ra, uhirrainola,
a rua Prim, iro d> Marco a. 7 A
IMPERATRIZ
R. 82
!. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o'nas'melhores con-
iict;5es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete chienon
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabcllos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acba-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e Ggu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /. menos que outro qualquer, garantindo
perfeito no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcao e a retalho e todos os utensilios pertencentes A arte de cabelleireiro.
tQft
I
/2k
PHARMACI4 NORMAL
$
DE

JOSE ElilAS DE JUOURi & V
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira de N. lose.)
Acaba de ser aberta e acba-se a disposiQao ao respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sera excepcao de productos chiraicos e raedicamentos preparadrt no ciran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas quese dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serao constienciosamente servidas, nao so relativaraente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.

0'
0~"T "
Os abaixo assignados, adminisiradores da massa
fallida de Fiuza <& Irmio, convidam aos -:red"res
da mesma massa, a virem receber o unico divi-
dendo de 4 1|2 0/9, sob pena de ser o dinheiro ro-
colhido ao cofre geral. Mamanguape, 23 de maio
de 1874.
Os adminisiradores,
Manotl Seve Filho.
Jose Felix do Rego Barros.
Mobilias de aluguel
Aluga-se constantemeute m jbilias coropletas, ou
qualquer tra te sear*Jo, e t.rubem ie aluga
cadeiras, seja quil for a quaotiJade, para festejos
ou offlcios, e por preco comirodo : na ma d. Ba-
rao da Viet na, traiarena de mobilias, do Pinto,
ns. 57 e 58.
Tem seuma escrava p.waalugar ; na travessa
' do Caricca n. 7.
REDUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
PENHOBEf
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar. da-se
dinheiro sohre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Xa mesma casa
compra-se os mes-
mos metacsepedras.
f
i
DO
Irr. Vuri!f..
rua da m'z x ;r,. : andar.
Reccm-il!.;;,.. 4a FnriSI, iMit fre-
IMlBa a hwpjiatii >> r--i-- r I amitm,
pc-de ser pn nr^do a i;nal^3*T kora *o
dia on da noiti j.aa (bjecto d> na n-
BMl
C""'Duhas da? 6 horas dn >r.r I a> t a>
ras, e do me.o dia as iaa* da t.rde.
Gratis aos re f-res.
ESpEaALnxmes.
Molestias de seohoras. da poi> e it
crianfa.
-- Na roa larga do R. was eacranay aiias^ s cnaMMre^a-
grmmar ; e na mesma r ?.. ha j:ji ra7. joe *
pnr-Gc a ser criad>.
Xa rua estreita do Ho^srio
n. 28
Enc Mra-se um pmde >
tan!j cacioii .os convj e4r.ng*i(o.
IVJ
Graiirica se a qnein > vr nas itlnsu". e d-r
noticia certa uma trmixa 'le r npa me li Mil
pare?eu no dia 22 do c rrente. da estarSo da -
ledale.____________________
Praeiss>s Je um eaSaas aal pratica Uverna, qne seja prtagoez ia rna 4o Hjp:->
n. 2fl.
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
E S Q U I N A DA C A M B 0 A DO CARMO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarioa destes estabelecimentos participam ao rspeitarel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol do to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduccSo nos precos dos mesmos,
c acham-se era condicoes de poderera vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na F.uropa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a atten^So dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a"
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deixarSo de comprar.
3 Cobremse e concertam-se chape"os de sol de todas as qualidades, com promptidao
e a pre.jos modicos.
Conductor
f?A pessc-a qoe exeree ese lng*r ca aadiiji
bomba do Cachangn. e que para oerapa W pei, i
um dinheiro einpresiato ao priprio fM Nm ar-
ranjou o inipregn. haja de resUtui k>, se4o wv*
honrado, e lembramlo-se 'rue foi para esse pal-1 t
com que acda. Em caso catrari i puMirarem. *
o seu nomo, pcis nao sou sea pai e nem pos;--
sustentilo como cb^goo a .>;ippi.'ir.
Aluga-se
o -oirado de_nni aodar com Mam, site rua *>
Hospici .< n. 65, i'om bastantrs wr.m.Jii. a tra-
tar na rua do Vigario n. 31.

Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, otlicial de cabelleireiro e gerente da casa de Gustavo Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a henra de prevenir as Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisicSo de um perito ofllcin! vindo ba pouco de Paris, o qual f.ia" babilitado a desem-
penbar qualquer encommenda de sua arte, e se acba i disposicAo das pessoas que deseu
presiimo^se queiram otilisar. Oulro sim scientifica que em seu estabflecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleirtiros, onde se acham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para so'i-'.?, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas i \:el!entissimas senhoras, que rerebeo om completo
sortimento de coques, cachepaines, bandds, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo mencionalos:
Goque do cabtllo de' IS?*, 204 a 50^000.
Trancas de dito It'?*, 134 159 a 204010.
Cachepaine de dito 15?>, 204 a 304000.
Crescentes de dito 204, a 50^000.
Taaibera ercontrarSo um completo sortimento recebido ba pcuco, de cabellos de todas
as cores ecomprimento.
N. 51.Rua do Marquea de OlindaN. 51.
nuftERmio
i BAMMOGRAPHIA COMMERCIAL
DR
Miranda k lrnto
)H. 37Rua Duijuedf Cori<.* >. fjl
Neste estabelecimarto r-sderna-s
com toda presteza, nitklez a perfeirao
desde e mais sirr-ple* ate os maaari-
moro.-iw trab.nlho-; etime e vrllulo
Paula se e risca-sa papel pnra livros
> em nranc \ tanto para o eommtrciu, i own
pira repaitifdes puNk-as. numeral, li-
vros, executa-se tudo quaoto I re'aliv* a
gammographia.
Miranda 6t Irmio, nuni*> 4e haw
\ machinas, bons ariistaj e exriltalu a*
tcriaes, jnlgam te habdiudus para i
\ satisfactoriamente as peatoas qoe qoiu-
' rem traha!hn* tin mrfcitaf ecmo C
rem trabalhos tao pcrfeitos ccso os ^ar
vem >! estranfeiro.
Jaio Tavares C rdeiio lea4o a>
viagem a Lisboa, deixa por
radores: *n I* lugai a sea ar
Feraandes, e em z* a seu Uo
Fereandes Jon or. Pela b Bio leado trim o de aspeaV-a >
o fax pelo pr.-si-nte. waaa, t 4*
- Angusto F. da Othara teale 4a
para Europa, sem poder ter
se peaaoalmeote da maior parl
pessoas a qn*m dew tanas
mow do present* a ados ofleneo mm
to preoUa* aa jaalaaar parta
>.-
MBW


6
$R*ria de Fetnwnbueo Sabbado 30 de Maio de 1674.
Bom negocio.
Ver*?!? se ou nrren'a-se o gran-'e predio
de urn nnJar e sol3o, silo na rua do Dispo
Gestitiho, proximo da igreja da Mi-ericorctia,
aa cidade'de Olinda, tendo duas J.oas Salas
tie freitte, um salao no sotSo, seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonto d'agua, e
leadopaz canalisado. Achando-?e prepara-
do coin tocLs os moveis indispensavtis a*
uma grande familia, sera assim vendido ou
sera os moveis : a tratar nesta typographia
on na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
5*50 da assembles.
Escrava cozinheira
30P00
Precisa-se com
urgencia
de uma perita cozinheira
compradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia acima :
a tratar no pateo do Paraizo
b. 28, 1. 2. andares.
ALUGA-SE
a si la e alcova difrente d> primeiro andar do
scbrado n. 31, a rua de Pedro Allonso : a tratar
n> armazem.
Attencao.
A loja das scis portas em frenle do Livramento,
nao se esqueecndo dos seus freguezes, continua a
Tender barato : granadina do booitos padroes, co
vado a 140 rs., chitas para coberta a 240 a 280
rs., ditas p.ira vestidos a 240 e 280 rs, madapolao
fratice?, lino, com 20 v na a 6$o00, dito nao fran-
. "., -o. Oj e "$ a.peca.
Aloga-se uma boa casa com excillentes com"
lawios a rin do Coronel Suassuna n. 169 : a tra-
tar as me?ma rua n. 171______
Aluga-se a sala e alcova da (rente do ler-
t*iro and.T do sobrado n. 70, a rua Duque de La-
uas : a tratar na loja.
Nao se preslando o pequeno espaco do armazam
n. 10 A, a rna da Hadre de Deos, para am abaste-
cido deposilo das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto.outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rao os senbores freguezes dirigir-se, certos de
que, como ate aqui, acbarao sempre a par da mo-
dicidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Enlre as differentes marcas de fumo da Bahn e
Rio de Janeiro, que tern sido annunciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
abaixo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fora muito por evitar
qne tambem o? tenha com relacSo ao pequeno la-
cro que procurara obler da diia mercadoria.
Jose Doainguas do Carmo e Silva.
m BACHAREL MIGUEL AMORIM
:*5 Advogado
Rua do Imperador n, 71. jft,
Empreza do gaz
A empreza do gaz tern a honra de annuneiar ao
publico que receben ultimamente um esplendido
sortimenlo de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cnjas amostras estio no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, o serio vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possiveL
MOFINA
Esta encouracado!
m Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar, para easa de familia : a tratar
na rua do Hospicio n. 46, casa terrea
de bolas amarellas na cornija.
Precisa-se de uma ama para
engommar : a tratar na rua da
Uniao n. 33, confronte ao escrip-
torio da companhia dos trilhos urbanos de Olinda,
ou na praca da Independeneia n. 39.
AMA
Ama dp leite
Precisa se de uma ama de leite que seja caoca
e sadia : a tratar na thesouraria das lolerias, das
9 boras da manha as 3 da tarde._____________
Precisa se de uma ama para casa de ho-
mem solteiro, para cozinbar e comprar : na rua
da Praia n. 23.
O Sr. major Luiz Paulino Vieira de Mello,
escrivao do Limoeiro tenha a bondade de man-
car ou vir a rua do Cnbuga, realisar o negocio
qcs V. S. fez em confiauca.
Para a boa conservacao
VOSSO CABELLO

-.-
a*.
a '




F vm prnventivo seguro e certo contrj
slvice.
i restaura forga e sanidade a* pello dt

a queda prema
lustre aos ca-
desagrada-
: prompto faz cessar
n (!.:s cnbellf's.
-!;i grando riqueza de
r s.
ma e faz praservar <>s cabellos, ere
: i forma ou posigao que se dese-
. i'u n estado fonuoso, liso e niacio.
rescer os cabellos bastos o compri-
.'.
i eonserva a pello eo easco da cabec,*
i o l:\re de toda a especie de caspa.
previne oscabellos do se tornarem bran
eos.
E\. BOHserva a cabe^a n'um estado defres-
oura refrigeranto e /igradavel.
i (i demasiadamente oleoso, gordu-
waalo ou pegadiro.
f leixa o manor cheiro
.
b o melhor artigo para os cabellos das
''.'
i melhor e o mais aprasivel artigc
para s boa conservagSo e arranjo dos ca-
los '11-; seaboras.
let o unice artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
(HUM TOl'CADOR DE SENHORA SE
POUECONSIDERAK COMO COM-
PLETOSEMO
TONIGO. ORIENTAL
o ;'.!'.! preserva, limpa, fortifica e aformosea
CABELLO.
Acha-se u venda nos estabelecimentos dt
Porster & C, agentes. E em todas as
rir.cipaes lcja de perfumarias e boticas.
:' .' .. '- SSv-
CO^iSlLTOMO
Medico cirursico
Precisa-se de uma ama Cor-
ra ou escrava, para casa de
familia: a tratar na rua de
Horlas n. 13, ou na rua Duque de Caxias n. 111.
AMA
Precisa-se alugar uma
Ibo : rua da Alegria n.-36.
ana de leite sem fi-
Ama Precisa-se de uma ama que saiba cq-
rxuiai ziD|)ar : na rua di Livramento n. 1, loja.
Precisa-se de uma ama para comprar e co-
zinbar para uma pcouena iamilia eslrangeira : a
ma da (mperatriz n. 26, 1." andar.
Precisa-se de uma
rua da Viraf.io n. 33.
ama pan cozinha : na
JARBIM DAS PL4KTAS
A rua Alii se encoutram:
Larangciras celecla e de umbigo enxertadas a 3&
Sapotiseiros e sapoteiroa em vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com Bores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Abacali.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do prmcipe.
CondeQa.
Coragao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frucla pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim lar.inja.
Laranja da China.
Diia do ceo.
Ubaia e outras mvitas.
E outras plantas : na Capuoga
ura n. 23.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para
Diia brsnca.
Diia tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro
Palmeira imperial.
Parreiris.
Pinbeiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
ARua mule em petlru dura
Tan to da at* que a fura.
Roga-se ao mm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
iluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Qnsde dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou afevereiro e abril de 1872,e nada cumprio;
6 por este motivo 6 de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se devo lembrar que este negoeio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sou fllho se
achava nesia eidada.
i ALUGA=SE
o terceiro 6 quarto andares do predio da rua do
Uarai do Triumpho, antiga do Brum, n. 84.
Aluga se uma escrava para todo servico :
quern precisar dirija-se a rua larga do Rosario
d. 34.
Alaga-se a casa n. 113 da raa da Concordia,
com andar, pavimento terreo e quintal: a tratar
no Recife, rua da Caduia n. 3.
Precisa se
Aurora n. 80, 1
do ura encadernador
andar.
na rua da
os irmatens da travessa do3 Exposlos n. 18. e da
rua de Barreto de Menezes n. 8 (antiga rua da Ca-
cia.ba), e a casa da rua do Quiabo n. 3 : a tratar
com o rninistro da onlem terceira de S Francisco,
no consistorio da mesma ordem.
10|200
Nao sejavi lhaco por uma quantia tHo diminu-
ta, quem nao pode pagar champagne, nfioofferece.
A sombra da Paraen-e.
SAQUES
Canralho A Nogucira, na rua do Apollo
if. 20, accam sobie p Banco Commercial
de Vianna e sues agendas em todas as ci-
iades e villas de Po/tugal, a* vista e a prazo j
por todos os paquetes.
AGUAS MliNERAES N.VTUUAES !
DE
Vicby-disset
Prefci-i vois &m flc % i
  • por serem as unicas que conservam lodaa as soae
    propriedades depois de transporladas.
    Fonli S. Marie, e a mais elite Da anemia, na
    albuminarla, rla chlorosis, no empobrecimento d
    aangue, e nas febres intenoitteotes. Os resultados I
    obtidos nas diabetes sao muiu aotatsta.
    Fonte Elisabeth, nao se aJtera nunca e 4 a mais!
    rica das aguas di Kcliy em bicarbonatey de tito aeasao pa do apo do Sajito Antonio.
    em magnesia e recommendada peios senhores me-
    dicos pela sua elQcada nos engorg,itamentos do
    Ggado, do bnco, nas affacc5es do estomago, dos
    rins, da bexiga, nas areias e na goUa.
    EXIJASE
    o nomc da foutc na capsaln
    Vende-sc cm caixas e a retallio, no unico de-
    posito
    PUAUMACIA AllEJUCANA
    at
    Ferpcirn Mai Companliia
    ST-RUADUQTO DE CAXIAS-57
    Traspassi de casa.
    Traspassa-se at6 31 de agosto uma grande casa
    na povoaQao de Anipucos e com muitos commo-
    dos : a tratar no> 1* andar do sobrado da tra
    vessa da rua do vigario, n. 1, escriptorio.
    ALTA NOVIOADE
    Calcado para senhera e menina de Satim lure,
    enfeitado, com fivel!a e biqueira, chegado pelo
    ultimo vapor de Eoropa, e vendem baratissimo
    na loja da rua do Marquez de Olinda n. 40, a e
    les antes que se acabem.
    Cozinheira
    Precisa se de uma cozinheira para casa de fa-
    milia de duas pessoas: na rua da Uniao n. 67.
    COZIMIIIRO
    Quem liver um. bom coziqheird que seja de
    conducts, e queira negocia-lo para esta praca,
    5ode dirigir-se em caria a F. A. N., na loja de miu-
    ezas ao pa do apco do Santo Antonio, denomina-
    da Violeta.
    Preoisa'se de-um feilor qua seja casado-, e
    etileuda de silio, dando conheeimeuto de sua con
    diicta : a tratar na rua do Visconde de Goyanna
    n. 1OT.
    Atlcncili).
    Vendese uma casa terrea d. 17, a rua de S. Pe-
    dro Martyr, ou Ladeira da Ribeira, em Olinda,
    chao proprio, oitues dobrados, tcmlo 38 palmos de
    frente, 60 ditos de. fundo, qntctal em anerto, era
    forma triangular, a situarao e sufBcientemente
    vantajosa, para qualquer estabolecimento por ter
    tres freates : i^uem pretender pode pnv-urar em
    Olinda, na supracitada rua a Luiz Pinto, e no
    Recife a Anlenio Francisco, ua betk < da praca
    da Boa-Vteii* de Joaquim Ignacio Rib^r >, que di-
    rao quem se anha cornp iltectuar essa venda.
    ra ell
    Sal do Assti
    C4SA mm
    E
    Rio Tapado
    Alugam-se eslas propriedades, situadas passan-
    do Olinda, e antes de chegar ao Rio Doce : a Irao
    tar com o seu proprietario. o comijiendador Ta**
    sift' -.-ar w
    mr*
    a rua da Ven
    !:
    DO
    9k
    m
    m
    m
    MEDICO-CIRURGICO $
    L D0 if
    Dr. Pedro d'Alhayde L. Moscoso j
    PARTEIliO E OPEP.ADOR
    Rua do Visconde de Aluuquer-jv
    cjue n. a:. a
    ESPECIALIDADE a
    Slolestias de gcnlaoras e
    meninog. ^
    Consultas das 7 as 10 boras da ma- K
    nha, todos os dias. ^
    Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- jgi
    tas e sextas-feiras. ^*
    Os doentesque mandarem os seus cha- *tk
    mados por escripto at 10 boras da ma- 2ft
    nha seran visitados cm suas casas.
    ATTENCAO
    Prerisa-se comprar uma negrinha de 9 a
    10 annos de idade, que seja sadia e sem vi-
    cios: quem tiver e quizer vender dirija-se ao
    3. andar desla typographia para tratar.
    Ha para alugar, a rua da Aurora n. 6a, ura
    escravo, crioulo, moco, muito robusto e habilita-
    do para qualquer servigo.
    :#'QQISQCiv$Q i:S!Q(SSaiQ3i
    ft a
    J CoBSoltorio iiiedico-cirurgieo %
    DE
    A. B. da Silva Maia.
    Rua da Visconde de Albuquerque n.
    11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
    D. 11.
    Chamadcs : a qualquer hora.
    Consultas : Aos po.;es gratis, das 2 as
    4 horas da tarde.
    H
    i
    &
    %
    Tern para vender Joaquim Jnse Goncalvc-s Bel-
    trao & Filho, a bordo do hiate Rival; o para ira-
    tar, no sen escriptorio, a rua do Commr.rrio n. ;>.
    1 \
    ve,imi as mm
    Jiibolos?
    Jii fogos ? Jii sortes ?
    E' somente uraa preveocao para o proximo fu-
    ruto Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
    E' na confeitaria do Campos que se dove pro-
    curar tudo quanto 6 necessario para divertir-se o
    moral e confortar-?e o physico. Isto 6 :
    O e^pirito e a malcrin
    E senii)
    %
    ItY,
    Is:' Felix da C'milia Me-
    neiees.
    Medico operador.
    RUA E-TREITA DO ROSARIO H. 3.
    Ha consultas tcdos os dias da3 9 ho-
    rss da manhi as 4 da tarde, dessa hora
    acba-se prompto para qual-
    i-ado, em casa de sua residencia
    I'rinceza Isabel n. 4, junto a
    -\ eala'cao Ids trilhos de Olioda.
    Das 7 as 9 da manha da consultas gra-
    tis aos oohres.
    KSPECIALIDADES
    tfolestias svphiliticas, viadigestiva e fe-
    A bre*.
    ai
    Gra
    Em diante
    J a rua da F
    wmm?*m\
    nide fabrico demarmore
    de Hclvoys & Sarnpans
    (Jura) Franca
    Esta grande f.ibr.ca executa qualquer encom-
    !e genero, como sejam : oroamentos,
    ehainip. Is, baicdet e ladrilhos de qualquer natu-
    rer; e deseabo : os concurrentes deste genero po-
    d^iao vcr, precos correntes, explicacSes e dese-
    o c<::-lendas a tratar era casa de Kel-
    -a Jesus n. 53.
    Engenho
    Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
    viccia de Alagoas, comarca do Porto Caivo, a
    menos de uraa legoa distante do porto de msfr do
    Gamella, tem oxcellentes terras,' matas. e safreja
    regularmente 8,100 paes : a tratar na ru* do Vi-
    gario n. 31.
    S. CARLOS
    Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
    Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
    em psrfeito estado de conservacao, e maito bom
    d'agua : a tratar na Inmasa da rua Duque de Ca-
    xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Aatonio de Castro
    Quintaes.
    A' rua do Imperador n. 20, precisa-se de
    um encadernador.____________
    Perdeu-se uma pulseira de coral, com raola
    de ouro e quatro passadores pcqucnos, tambem
    de ouro : quem a liver achado, querendo resli-
    tuila, leve-a a raa Duqne de Caxias, n. 53, que
    recebera gratificagao.
    EMPREGADO PiRA NAVIO.
    Offerere sc uma pessoa que sabe ler, escrever e
    contar, para se empregar um algum navio, sendo
    estrangeiro da-se preferencia, a tratar na rua da
    Larangeiral n. 29, hotel._________________^^
    Aluga-se p 2 andar do sobrado sito a rua
    de Lomat Sralntinas n 86, com 6s cemmodes se-
    guintes : 2 &a!a> bastante grandea e frescas, 3
    quartos, cozinha fora, quintal com portao para a
    rua de Hortas e ?acimba earn boa agua; bem
    como o 2 andar do sobrado sito a rua dos Expos-
    es n. 28, com 2 salas, 1 alcova, cozinha fora e
    solao : qnem pretender, dirija-se a rua .Nova n
    17, que achara com quem tratar.
    Aluga-se uma boa casa com excellcntes com-
    modos, a rua do Coronel Suassuua n 169 : a tra -
    tar na mesma rua n. 171
    0 abaixo assignado declara aquellas pessoas
    coin quero tetn transaccdes, que as contas tiradas
    em sou nomo ou no de seu estabelecimento, so po-
    derao ser paga3 a quem raostrar-se autorisado por
    escrjpto seu, sellalo e reoonheeido, sob pena de
    nullidade, desta data em diante. Recife, 28 de
    maio de 187'.
    _________ Joaquim Juvencio da Silva.
    vqin
    Alem de termo3 tudo prompto para que qual-
    quer familia mande nas taes noites acima nomea-
    das alii comprar o necesssario para festejar
    tma nolle inleira.
    QTemos tambem accessorios para o fabrico das
    Siortes e dos boloM.
    A saber :
    Amendoas confeitadas. -
    Papeis picados com estalos.
    Folhas com versalhada nova.
    Massa flna, secca e aha, para boles.
    Duzentos mil ovos.
    Manteiga fina.
    Tudo isfo
    Na confeitaria do Campos
    8-4Ini|>erasIor 8-1
    .N. B.A confeitaria do Campos fornecera vasos
    gratis, a quem comprar pelo manos as amocdoas
    para as sortes.
    Rua L de Marco n. 23
    Aos 20:000^000.
    O abaixo assigualo tem sempre exposto a ven-
    la bilhetes da loteria do Rio, cuja extracgao an-
    aunciara pelos jornaes.
    Precos.
    Intciro 24^000
    Meio 12^000
    Quarto 6^000
    Manoel Martins Fiuza.
    ALERTA
    COM 0 BARATEIRO
    Sem rival.
    Confronte ao arco de Santo
    Antonio.
    Os proprielarios deste estabelecimento, tendo
    adoptado o systema (ainda nao eonhecido de ven-
    der barato para vender muito) participant a todos
    os seus freguezes em geral, que estao vendendo
    suas fazendas com 30 por cento menos que em
    ontra qualquer parte, por isso convida-os a uma
    experiencia.
    Cbapeos de sol.
    Grande sortimenlo do chapeos de sol de seda,
    cabo deiassn, Qngindo marfim, paja senhora, por
    3*000 !
    E grande pechincha, a el les antes que aca
    bem.
    Sortimenlo de chapeos de seda para homeni, su-
    periorcs, por 6*500, 7*500, 8* e 9i !
    Ditos de cabo de marlim, seda trancada ( Para-
    gom) snperiores, por 12^, fazenda que em qual-
    quer parte cusla 18i. So vindo ao barateiro I
    AleaMgfanas.
    Chegotj esta nova farenda para vestidos, o majs
    modefno que ha, tendo bojiiloi desenhos e cores
    lixas, a 400 rs. o CAvado.
    E' desenganar, so o barateiro I
    Coru-H do olclon.
    O mais moderno aesta fazenda, com barra, tem
    o barateiro e vende por 6* o corte, sempre cus
    tou 10*. Venham aoreciar.
    KorsiH'iio ide cores.
    Teraos bom sortimenlo desta fazenda, de todas as
    cores e de cordao ; assim como, popcMnas de co-
    res, fazenda que eusta em qualquer parte 2*800,
    nos vi ndemos por 1*^00 e 1*400 o covado ; nin-
    guera deixara de comprar um vestido de seda por
    tao pouco dlnheiro ; por certo que Mo t Venham
    a ellas.
    Metlns frnnrozp.N.
    Grande sortimenlo de melim, qneimaraos a 260,
    280, 300 e 320 rs. o covado.
    Cnitas claras e escnras.
    Grande p>rcio de chitas elans escuras a 240
    e 280 rs o covado I E' exacto f e, que eu vi.
    II rim pardo.
    E' boa qualidade e vendemos a 2G0 rs. o cova-
    do. Estao se acabando.
    Caamlsas franreias.
    Complete sortimeuto de camisas para 17*, '. 8*
    e 20* a duzia.
    I).tas de linho superiorcs qualiiades a 36|, 40*,
    44* e 50*, tendo uma porcao bordadas !
    Ditas de cretone superior por 30* a duzia, sem-
    pre custou 40*. Venham apreeiar o qnaima !
    Boiinas para seituoras.
    Temos grande porcao e offere:emos aos nossos
    freguezes por 4* e 5*. f h que pechinch* I es-
    tamos convictos de que ninguem deixari de com-
    prar em razSo de preco Jao resumido. A ellas I
    I.TiAiiilia-
    Para acabar, estamos vendendo por 220 rs. o
    covado, lenJo de bonitos gostos inteiramente esco
    cezes.
    Alem destes artigos temos bom sortimenW de
    fazend3s inglezas, suissas, francezas e allemaes,
    como sejam : baptistas com barras e raatizadas
    granadina, chitas, cretones, metins, alpacas, lasj
    marlpGza, etc. etc., tudo por pouco dinheiro.
    NA
    Rua l.de Marco d. 1.
    Pesos e medidas decimaes.
    C, raa
    Vendem-so no armazem de Hawkes &
    da Cruz n. 4.
    Popelina de seda a 1#200
    o covado
    TVa rua do (tueiitindo n. 13, Juulo a
    loja fla "i;ii;ju!i;i
    Popelinas de seda, padroes de furta cures a
    1*200 o covado ; so na loja do Guerra & Fer-
    nandes.
    Dao-se amostras com penhor.
    Granadine a 1G0 rs. o.co-
    vado
    Na rua do Oneioiado n. 43, junto a bja
    da Magnolia.
    Aproveitcm e acreditem.
    Grande sortimenlo de Granadine de listras, pa-
    droes muito boaites, praprios para vestidos. a 160
    rs. o covado.
    So se vendo I !...
    Dao-se amostras.
    AMenC'llo
    Na rua da Crespo n. 23, 1 andar, se dira quem
    vende tres propriedades de pedra e cal, nos arra-
    baldes'desta cidade, em um dos melhores lugarese
    perio da linha de Apipucos. Na mesrna casa se
    dira quem precisa.de 1:500,5, dando-so por garan-
    tia umi casa de dobrado valor, livre e desembara-
    cada.
    Cozinheira
    NSoha mais cabellos
    braoeos.
    mvmm japomeza,
    9ii acieaapprow^s pelas acadernias de
    , rec i h nada s pyjrior a toda. que
    &:) 'o ate hoje. Dspoaito priuci-
    Hadeia do. Recife, Ijoje Mar-
    paa il Olinda, n.-5t, >U andar, e em
    todas as boticas e easas de cabe>'

    CASA DO OURO
    Aos 4:000^000
    Bilhetes garantidos
    Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
    n. 63, e casa do costume.
    0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
    muito felize3 bilhetes a sorte de 200*000 em um
    treio bilhete de n. 3390 alem de outras sortes me-
    nores de 40*000 e 20*000 da loteria qoe se
    aeabou de extrahir (101'j ; convida aos possuido-
    res a virem receber, que promptamente serao
    pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeits
    vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
    prar os muito felizes bilhetcs,qus nao deixarao de
    tirar qualquer premio, como prova pelos me.'nx s
    annuncios
    Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
    'antidQ3 da 4" parte da loteria^a heneflcio da
    igreja de S. Pedn do Rscfe, que se extrahiri no
    dia 6 do mez de jonbo v.ndourv
    Precos
    Inteiro 4/00fi
    Meio 24000
    De lOO^OOO para cioiat.
    Inteiro, 34500
    Meio.' 1*750
    Recife, 29 de maio de 1874.
    Judo Joaquim da Costa Leite.
    Quem precisar de uma escrava cozinheira, dirl-
    ja-se a rua de Sauto Amaro n. 6, 2 andar.
    Feitor
    Casa |iar:i alugar
    Aluga f.e a casa terrea da roa Imperiai,n. 227
    com commudos para grande faraiHa, e a da rus
    "Jdo Nasrente que flea p acima roencionada
    da mesma
    a tralar na mama.
    a
    casa
    0 engenho Bonito, da comarca de Nazareth,
    precisa de um feitor que sjja portugnez e que te-
    nha habilitacoes para o dito emorego : quem pre-
    tender dirija-se ao escriptorio de-e.al & Irmao,
    a rua do Marquez de Olinda n. 5iB, ou com o pro-
    prietario a rua do Apollo n. 22.
    Aiuga-se para ama uma
    parda de mais de 40 annos.
    que.sahe engorarnar, lavar.
    cozinhar e comprar: na rua
    do Hospicio n. 33.
    Aluga-se o 1 andar do
    sobrado n. 47 da rua da Im-
    peratriz: a tratar no 2 an-
    dar do mesmo sobr, do.
    Precisa-.-e de uma carro^a, propria para
    carregar agua : quoin tiver dija-se a rua do Im-
    perador n. 27, cocheira.
    00?
    Precisa-se comprar Ions escravos, pedreiro e
    carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
    das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
    Compra-si um Vade-mecutn'Ao Dr. Sabino, em
    meio uso : nesta ivpographia se achara com
    quem tratar.
    tin sobrado
    Vcndo-sc um sobrado em caixao, sito a rua da
    Sole lade n. I : a tratar na mesma rua n. 54, das
    3 as 6 horas da tarde.
    Popelinas modernasa 800
    rs. e 1$ o covadi).
    Por oste preco so na loja da Ame-
    rica ji rua lo taliiiuii n. IO.
    Ui\o-M<* iinioHtia-
    E' barato.
    Um vestido branco de carabraia fina por 3*.
    Solas bordadas a 5* que valem 10*
    Alpacas de linho e la com listras de gase, boni-
    tas, por commodo preco.
    Maddpolao francez, superior, peca 0*.
    Bramante de 4 iarguras, muito bom para len-
    coes a 1 *600 a vara.
    Crelone francez para colcha?, lindos desenhos,
    cores garantidss, covado 400 rs., e fazenda de
    1*000.
    E' ver e comprar, na raa do Cabuga n. 10, loja
    da America.
    LiqHMatfo
    EM
    Grande escala
    S6 o n. 20
    A' rna do Crespo, loji dis 3 icrtis
    DE
    at. HI
    I
    SraWBaUfi-
    fi
    Juat 4 UJa 4m
    METLNS CHINEZES;
    Proprios para witifci, m matt ainiim,
    diraiouto preaa de MO rs. a oora*o, 4
    Dao-se amostras.
    ORGANDYS I)E C01ES.
    Fazenda fina e com boaitos piri
    nuto preco de 320 rs. o covado, *
    Dio to aaostm.
    CHITAS COM PANNO DK CftETOIfE.
    Fazenda finissima, com rMns poftSes, paa d
    minnto preco de 3!0 rs. o eonio. so te vaaaV
    e pechincha I Dao-se amostras.
    LAS ESCOCEZAS
    Cumpleto surUmtnlo de
    acabar sc vende a 210 rs. o
    Dao-se amostra:-.
    CASSA LA5E.
    Grande soriiajinto desla tazcoda, eoa o*
    Iwnitos padroea qoe teal rinio e tjoe vea4e-
    pelo diminulo preco de 200 rs. o oovato; t pe
    chincha Dio se amostras.
    CHITAS CLAHAS.
    Com boaitos padroes qne sa v.-aie a Mt as.
    covado 6 pecbiocba I Dao-se atamans.
    HOLUNDA.
    Orina HoUaada, liso, fM ha 4a aaati law, pro
    pno para costnmes de beokiM mmlmo "w
    tidot para seaboras, por ser taaito fa* a
    puro, e se ven !e pekt dinianw prat* de M
    o covado; & pecMoeha Dao se amostras.
    BRIMS 0E CORA>.
    Brins de cores, linho puro, cam boaitos
    droes e qua se vende pelo diminulo preco at
    rs. o covado ; 6 pecnincha I Dio-rc amottras
    CAMISAS DE CRETONE.
    Camisas da cretone, o qne ba de mais Gn
    com lindos padroes t qne ^e reade a 40*00C -
    duzia e 3*500 cada uma ; e pechincha ? to M
    vendo
    Assim como um deposito de mais fazendas qa-
    se vendem por menos do qoe em oatra qnaJqc .-
    parte, como sejam :
    Cortes de casemira de cores a 4* e ntrain
    cha !
    Idem de brim pardo lino a 1*500; idem.
    Colchas de fasiao com barra, mui:. graades a
    4* ; idem.
    Idem idem brancas, idem idem, a 3* ; iaaa)
    Cobertas de chita adamascada fina, idaia idee,
    a 3*500 ; idem.
    Lencoes de bramante, idem idem, a 2* ; iae-
    Toalhas akochoadas a 5*500% dnzii ; idaai
    Lencos de casa coai barra a 1*0:0 a aaab>
    idem.
    Idem idem idem bracejs abainbados a 2*00o
    idem.
    Idem cm caisinhas muito liadas a 3AWJ
    duzi.
    Seroulas te linho e algodio a (6* a dnzia.
    Camhraia Victoria flna a 3*800 a peca ; e j
    chincha.
    Algodio marca T largo a i500 c 5* a peat.
    Madapolao flno a 4*800 a ptca.
    Madapola-j francez muito flno a 6* a pt.
    Brim pardo muito lino a 400 rs u covad .
    pechincha.
    Carabraia transparent, o que ha de mat* leu
    a 6* a p( r.\.
    Baptistas de cores modernas e com lindos aa-
    droes a 'i00 rs. o covado e grande pechinch i
    Dao-se amostras.
    So o n. 20
    A* rua do Crespo, I ja das 5 ptrtas
    DE
    <-t II III kiii: A c.
    Junta A Inja dn eaqaaiai.
    O o-ialtelecimrnto n(*hn-*r ahoris
    dan ; iiarnn da munhn as 9
    bora* da oil.-
    m
    (joques de tranqa
    Augusto Porto recebeu am grande sortimento
    de lindos coques de tranga, dos mais modernos
    gostos, na rua Duque de Caxias n. 53._________
    Vende-se tambem a loja de funileiro, bem
    afreguezada, da rua da Imperatriz n. 79 : a tratar
    na mesma.
    Wilson Rowe & L. vendem no seu armaibn.
    rua de Commercio n. 14 :
    verdadeiro pan no de aigodao azul amencano.
    Excellente Bo de vela.
    Cognac de 1* qualidade
    Vinao de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades.
    Casa terrea,
    _ Aluga-se a da rua de S. Joao, defronte do por-
    tao do gaz, com 6 quartos, cozinha fora e grande
    quintal : a tralar a rua de Pedro Alfonso n a
    Oesta typographia o 2." l'olheto dos Quadros
    Historicos da guerra do Paraguay, con-
    tendo a vista da rendigSo de Uruguayans.
    Compra-se uma escrava quo saiba lavar e en-
    5ommar com per(ei;io : na rua do '.:respo n. 7
    , loja do Passo._________________________
    Heaumo de rhetorioa pelo padre
    Houorato
    Compra se um segunda mao : na raa de Santo
    Amaru n. G, 2' andar.
    Compra-.-e Diarios de Pernambuco a 160 rs.
    t libra : na mi do Coronel Suassuna n. 1. fabrica
    le cigairo?,
    vende-se alguns objectos do Bazar da Af-
    rica : a tratar na rua da Cruz.
    Sitio para alugar
    Aluga-se o sitio do commendador Rabello, no
    Caldeireiro : quem o pretender, dirija-se a rua do
    Commercio n. 48, 1 andar. ______
    Cozinhar e engommar.
    Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
    nhar e engommar ; e para easa de pequena fami-
    lia,: na rna do Vigario n. 16, andar.
    Da-sa gratuiiamente paramorar, mediante a
    pre3Uc5o de alguns servicog, um corredor em por-
    fa de rua, enxnto, com enmmodos no fundo, a
    pessoa qne more s6 ou tenha familia : a tratar na
    aui da Camaoa do Carmo n. 21 2 audar.
    CBOA
    DE
    CARi>AUBA.
    De qaalidade superior : na rna do Amorim n.
    37, armazem de Taso Irmaos 4 C.
    Salsa parrilha.
    Nova remessa, excellente qualidade
    na raa do Vigario n. 16, 1 andar.
    vende-se
    TACHAS TACHAS
    BATIDAS FUN-DID AS
    Qualidade super or
    Systema novo
    t
    Mais barato do quem em qualquer outra parte
    NA
    Fiinilirfti) da Aurora
    C. STARR & C, EM LIQUiDACAO.
    Mobilia
    VenJe-se uma linda raobilia^de jaearanda, mas-
    sico, entalbada, por mnito commodo preco : a
    tratar na tra vessa da matriz de Santo Antonio
    marcineria d* Joao Cancio.
    Carroca e boi.
    Vende se uma excellente carroca de duas rodas-
    a tratar em Sadto Amaro, travessa do Costa,
    venda.
    Bat-Mao de Moruega.
    cata de chezar um peiueno lote da eaiiasi V<
    esejado bai-alhio : no caes da alfiniea,|da, (
    ai do Tasso irmaos 4 C. Irua
    Vlnho
    Acaba de
    deste dese
    arms?e
    ie primolra qnalidadr
    No armazem de J. Domingus do Carmo e Sara
    rna do Amorim n. 41, veude-se em grosso *
    retalho o meHior korozene, da brm acred;;
    marca de Henry Porsler & C, garantindi-ea qua
    lidade e quantidad- cert* do liquid.) No m
    armazem tem para vender os deposilos com t :
    neirase muito asseiados, para casas de familia, [ -
    IA800 cada um.
    Engenho m Serinhaem.
    Vende-se dnas partes do
    engenho Novo, sito na fre-
    guezia de Serinhaem, distan
    te da esta^ao de Gamelleira
    3 leguas, moente e corrente.
    que safreja cerca de 3,000
    paes, com optimas terras I
    movido a agua e bem obra-
    do, por preco commodo : a
    tratar com Dr. Felix de Fi-
    gueiroa, a rua das Canada-
    n. 14, ou no arsenal de
    guerra.
    Engenhos em Mamam-
    guape.
    Vende-se os seguintes :
    Barra,
    Pregulca,
    e Patricia.
    A tratar com seus proprietams ne^ta cidad-
    e para informacoes com Joa-mlm Pinto de Me.
    relies Filho na mesma cidade d-j Mamamguar >
    __________________Tasso Innavs A C.
    Vende-se ou aluga-se a cata terrea em
    frente da matriz do Poco da Panella, em terrec
    proprio, dous lados murados, alguns arvoredos
    commodos para grande familia, sendo tres salas
    sete quartos, dous grandes terraces, cozinha (bra.
    e mais dous quartos para escravos : a tratar em
    Olmda, rua do Paco Caslelhan... c ni GaMiao T
    C de Vasconcellos.
    Frederico Sodre da Cunha
    Motta
    estabelecido com armazem de fumos, a roa Ac
    Mariz 4 Barros, ontro'ra Cordoniz n. 14, sob ana
    firma individual, olTerece aos sens fregnezea o-
    fnmos abaixo declarados, a saber :
    Goyaz, Rio Novo, Daniel, Miaas.
    Pomba, Descahrado, Barba Sec;,, Virgev
    Parahyba, S. Paulo, em rolos, eaa tolas
    Garante se as qualidades e a modicidade ao;
    precos.
    Especialidade
    particular, pnra e ;e-
    Miaa.
    Acaba de chegar ao mercado alfuns barrii d
    vinho do Alto Douro, especial e nnicameaai are-
    parado do extracto da nva e iaeato ae i
    confeccao, sendo muito mais braado aaa a
    gueira, o que o toraa recommenOavai aalo
    qne agrada ao paladar e preferivel a loans 01 oo-
    tros vinhos de pasto.
    Acha-se 4 venda nos arraaaeos de into ittk Re
    drignes Mcndes, Souza Basto A G. e Fnminlni da
    Costa & C.
    Armacao deamarello
    eadanaa ana armacao da aaarello. ea?iaYac-
    com balcio, por commodo preco : a tratar aa
    I rua do Crespo n. SO, loja das tres portaa.


    Diairio de FerflatoDiieo <* Sabbado o0 d T

    jr
    E
    fazendas finas
    Rua Primeiro doMargo n. 7 A
    DE
    Oordeiro Sim6es E" esta uma das casas qne noje pode com pri-
    oaaria offerecer aos seus fregueies nm variadissi-
    o csortimento de fazendas finas para frande toi-
    lette, e bem assim para uso ordinario de todas as
    classes, e por precos vantajosos, das quaes faz urn
    pequeno resdmo.
    Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
    para o qne tetti pessoal necessario, e dao amostras
    mediante penhor.
    Cortes de seda de findas c6res.
    Grosdenaples de todas as cores.
    Gorgurao branco, lizo, de listras, preto, etc.
    Setim Macao, preto c de cores.
    Grosdenaples preto.
    Veltado preto.
    Granadine de seda, preta e^de cores.
    Pepelinas de lindos padrSes.
    Filo de seda, branco e preto.
    Hicas basquioas de seda.
    "tsacos de merino de cores, la, etc.
    Santas brasfleiras.
    Cortes com carabraia braDca com lindos borda-
    Ricas capellas e mantas para noivas.
    Riquissimo sortimento de las com listras de
    eda.
    Cambraias de cflres.
    Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
    Nanzuques de liodos padroes.
    Baptistas, padroes deiicados.
    Percahra* d qaadros, pret03 e brancos, listras,
    etc., etc.
    Brins de linho de cdr, proprios nara vestidos,
    com barra e listras.
    Ricos cortes de vestido de linho. r eites da
    mesma cor, ultima mod?
    Ditos_de cambraia de cores.
    Fustao de lindas c6res.
    Saias bordadas para senhoras.
    Gamisas bordadas para senhoras, de linho e al-
    godao.
    Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
    Jouvid, para homens e senboras.
    Vestuax1 para menim-s.
    n'tof> para bapU^ado.
    Chapeos para atto.
    Toaihas e gaardanapos adamascados de linho de
    y.para mesa.
    Colchas de IS.
    Cortinados bordadjs.
    GRANADINAS
    Grsn'adirias'de seda pura, prc'ta com iistras
    d6 cOres e padroes ds mais bonitos (Joe tem
    vrrido ao mercado c que so veiide pelo di-
    triirJuto pre$o de 500 rs. o covado, por ter
    dm pequeno toque de mofo, e fazenda de
    29000 o covado ; e" pechincba. Dao se
    amostras.
    Brim branco
    Rrim branco muito fino, fazenda de
    29500 a vara, que se vende por 115400 a
    vara, por estar com um pequeno defeito ;
    pechincha.
    Melins francezes
    Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
    droes modernos, fazenda que jd so vendeu
    por 500 rs, a 300 rs. o covado ; e pecbin
    cba. Dao se amostras.
    Cretones de listr: s
    Cretonesde listras,fazenda acolchonda, pa-
    drdes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
    se amostras.
    Madapoloes
    Madapoloes com um pequeno toque de
    avaria, de 3(5500 a 59000 a pe^a ; e pe-
    chincha.
    CH1TAS PERCALES
    Chitas percales avanadas a 240 rs. o co-
    vado; e pechincba.
    , SO' 0
    IV. fcO da rua ilo Crcspo
    Loja" das 3 portas
    DE
    Golherne 4C.
    Junto a l|n da esquina
    Ce
    cervcja
    * .%
    rveia
    i
    VER
    I A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n. 63
    I apressa-se era convidar a seus freguezes, com es
    i peciaiidacje ao bello sexo a virem apreciar os se
    Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
    tmrdadas, para homens.
    Meias de cores para homens, meninos e meni-
    *
    Oitas escoceza.
    Oomn'sto sj.-iimeptu de chapeos de sol para ho-
    maca e saancras.
    Marine de cdle* part vestidos.
    Cito preto, trancado e dito de verao.
    'oilhado de linho e algodao para toal
    Atoalhado pardo.
    Damasco de la.
    Brins de linho, branco de cores e preto.
    Setim de lindas cures com listras.
    Chales de merino de cores o pretos.
    Ditos de easemira.
    Ditos de seda preta e de cores.
    Ditos de'touquim.
    Gamisas de ehita para homens.
    Ditas de flanella.
    Cereulas de linho e algodao.
    Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
    Lencos bordados e de labynntho.
    Colchas de crochet.
    Tarlatana de todas as cores.
    Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
    ara c6rles.
    f-, Espartilhos lisos, bordados.
    u Foulard de seda, liddas tores.
    fcj Meias de seda para senhoras e meninas.
    Ricas fachas de seda e la para senhoras.
    Rico sortimento de leques de madreperolas e |
    0350.
    Damasco de seda.
    Gasemira preta e de cores.
    Chitas, madapolao panno fino preto o azul, eol-
    (arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, In-
    rai de ilo de Escossia, rapetes de todos os tama-
    aho. bolsas de viagem, pcitos bordados para ho-
    mens, lenrps de linho branco e de cures, toaihas,
    guardanapos. etc., etc.
    guintes artigos expostos a vends e todos por precu
    commodos, como sejam:
    FINAS BONECAS mansas e choronas.
    | BONITAS E ENGRAgADAS vistas para sterios
    i copios.
    COMMODAS LATAS para guardar cha.
    , ELEGANTES ROLSAS para senhoras e menina*
    BONITOS VASOS com fina banha e cheirosof
    j extracto3, trazendo cada frasco um nome, uma ini
    cial on um distico.
    FINAS MEIAS D SEDA, vindo entre ellas coi
    de carne.
    Vende-se cerveja preta de superior qiialidadf,
    marc'a Barclay & C, e tmitie'm'bfahca, marca
    Bas?. ombas tindas d< Lon.lrej : na rua do Com-
    mercjo b. 2i. artnazem ibs Edward .Fenton. .
    Aluga-se
    umsegundo andar em rhnito boa ru.i, a nuehi p. -
    gar as bemfeitorias : a trtftr na rua laiga dc-g
    Rosario n 38. I
    Para as noites de Santo An-'
    tonio e S. Joao.
    Amarai, Nabnco & C. acabam de reccber com-
    plelo si riioiento de sorii-s frand-zas e ailemaes,
    para brinquedn das noiies do Sant i Antouio e S.
    Joao ; e o que se conhec^. de mais engrarado e
    apropria'do para briacar'se'nessas noites.
    Aos dignos masons
    Ainaral, Nabnco & G. tendo < m vi-ta a grande
    e pomposA (esta que fazem os dignos macons ao
    patlroeiro desta rcspeltavcl corporacSo na noite de
    S. Joao, participam aos mesmos Srs. mafons qua
    acabam de reccber insignias de diversos graos, e
    vendem no bazar Victoria, rua do Bario da Victo-
    ria n. 2.
    e casa
    \ende-se dn alug"a-.?c o sitto no Arraial, travessa
    do Afude n. Si, co
    famiha, e%catiamehfo deTlgriaparaaent'ro decasa,
    cacmna ebaBhent), e dittorsa* frrjcteiras; tortia-
    se recpromandavel.pela dlminula distancia dai
    estacoes do' porto de Agua,'Monleiro e Casa Ama-
    M\k : a tratar na fxxf Nova n. 23,'loja.
    Apolices a, juro de 8 0\0
    Vende se no escriptorio de Jose Augusto de
    Araujo, na obra do,mercado.
    rs
    BAZAR 09HVERSJ.L.
    a do ISarlio da Victoria o. 22.
    Para qnen gostar.
    A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias l
    63, acaba de receber te'ntos e caixas para o jogo d
    Voltarette.
    Para qneii] si ffre das pernas.
    A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
    63, acaba de receber as procuradas meias de bor
    racha para quem soffre das pernas.
    FLORES ARTIFICIAJES
    A Nova Esperanga, a rua Duque de Caxias
    | 63, acaba de receber um liudo e completo sorti
    mento de (lores artificiaes das melhores que terr
    vindo ao mercado
    A ellas antes que se acabem.
    Costumes para crianqa.
    A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
    I 63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
    e esta se vendendo por precos razoaveis.
    r
    barato.
    Vende-se um pequeno siiio perto da esta-
    >;ao do Salgadiidio, tendo de frente 150
    palmos, e do fundos mats de quatrocentos,
    i;orn uma elegante casa da taipa, acabada de
    proxim > e bem asseiada, tendo 2sal s, 2
    quartos ecoziiiha fdra. 0 terrcno e pro-
    prio o horn do plantagoes, tendo algumas
    arvores de iructo, agua de beber e todo cer-
    cado.
    Para ver e mais explieaQoes, no mesmo si-
    tio a'quaiquerhora a entender-se com Tris-
    tao Francisco Torres, e para tratar, na the-
    souraria d.;s loterias, rua 1." de Marco
    n. 6.
    A N)va Esperanr;a, a rua Duque de Caxias n
    63, recebeu um pequeno sortimento de anneis t
    pulseiras electricas, proprias para quem soffre do?
    nervos.
    em camisas de linho.
    Vende-se camisas inglezas de linho, muito fi-
    nas, para homem, pelo baratissimo preco de 35j
    a duzia ; quem duvidar venha ver e comprar :
    na rua do Duque de i axias n. 88, loja de De-
    metrio Bastos.
    Chapeos dc seda.
    Chapeos de seda para homem, proprios de pas-
    seios, formas modernas e bem armados, com um
    pequeno defeito a 22500 e 3000, e pechincha e
    esta se acabando : na roa do Crespo n. 20, loja
    das 3 portas, de Guilherrtie 4 C junto a loja da
    esquina._________________________________
    DE
    Garneiro Vianna.
    A' este grande estabelecimento tem che-
    gado um bom sortimento de machinas para
    costura, de todos os autores mais acredita-
    dos ultimarnentena Eufopa, cujas machinas
    s2o garantidas por um anno, c tendo nm
    perfeito artista para ensinar as mesmas, em
    qualquer parte desta cidade, como bem as-
    sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sera despendio algura do comprador.
    Seste estabelecimento tambem ha pertehr^as
    para as mesmas machinas e se suppre' qual-
    quer peca que seja necessario. Estas ma-
    chinas trabalham com toda a perfei^So' de
    urn e dous pospontos, franze e" borda toda
    qualquer costura por lira que seja, seus
    precos sao da seguihfe qualidade : para tra-
    balhar a mao de 309000, 40JC00, 455000
    e 5'OJfOOO, para trabalhar com o pe" s3o de
    05000, 905000, 1005000, 1105000,
    1205000, 1305000, 1505000,2005000 e
    2505000, emquanto aos autores nao ha al-
    tera(Go de prec.os, e os compradofes poderao
    visitar cste estabelecimento, quo muito de-
    verSo gostar pela variedade de objectoc quo
    ha sempri para vender, como sejam : cadei-
    ras para viegem, malas para viagem, cadei-
    ras para salas, ditas de balanco, ditas para
    crianga (altas), ditas para e'scolas, costurei-
    ras riquissimas, para senhora, despensaveis
    para Cricnf;as,de todas as qualidades, camas
    de ferro paxa homem e crlangas, capachos,
    espelhos dourados p8ra sal a, grarides e pe-
    quenos, ap'parelhos de metal pahi chi.Ta-
    queiros com cabo de metal e de marfim,
    ditos avulsos, colheres de metal fino, coridiei-
    ros para sala, jarros, guarda-co'midas de
    ararne, tampas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar salas, lavatories completos, ditos
    Simples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabelecimento
    que se aeha aberto desde as 6 boras da ma-
    nha ate as 9 horas da noute i
    Rua do Barao da Victoria n.
    22.
    Nao duvidem.
    So 0 43
    Rua do Qiicimndo n. 43, .Sefron
    te da pnu'u da Indepencta
    Venliam ver como tee queima
    Cambraia transparente, fina, a 2^500 a peca.
    Dita Victoria, fina, a 3$ idem.
    Baptistas de linho mnito larga a WO rs. 0 co-
    vado.
    Chitas prelas com salpicos a J00 rs. idem.
    Ditas de cores, bonilas, a 2i0rs idem
    Canibraias de cores, miudinhas, a 210 rs. Idem.
    BrltnphrdOilno'a 360 e 400 rs. idem.
    LeBcoes de bramante a 24 um.
    Cobertas de chita adamascadas a 3*500 e 4*000
    uma.
    Colchas de cores a 2* uma.
    Mussulina branca a 280 rs. 0 covado.
    Percales Unas do qnadris a ."20 rs idem.
    Madapolao liuo a 42 e 52 a pc.-a.
    Dito francez, fino, a 65 idem.
    Algedio T a 3*500 e 4*500 idem.
    E tambem ontros objectos, por precos que 'ad-
    mira, c para apurar dinheiro. Sa o"'*3.
    Machinas de descarogar
    algodao.
    Machinas de cortar fumo.
    Machinas a vapor.
    Machinas para limpar fa-
    cas.
    Deposito de ferro para
    garrafas.
    Macaco de estivar ou le-
    Ivantar pesos.
    Cemento Portland.
    Salitre.
    Limalha de ferro fran-
    ceza.
    Esses artigos vendem-se
    na rua da Cruz'n. 4, arma-
    |zem de Hawkes & C.
    | Aos Srs. fogrtetciros
    'Para os fogos de S. Antonio
    S. Joao e
    S. tedro.
    LimaK1 a de ico.
    Limalha de aco d'agulha.
    Limali a de ferro,
    Limalha de cobre.
    Limalha de zinco.
    Salitre relinado, barbante e enxofre.
    Artigos todos de primeira qualidade.
    Vende-se muito barato
    .1 -na
    Pliarciincin c drogaria
    DE
    BARTIIOLOMKU & C.
    31-Rua Larga do Rosario3i.
    Vendem
    Wilson, Rowe & 0.
    Em sen armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
    guinte:
    AlgodSo azul ameficano.
    Fio de vela.
    Carvao de pedra de todas as qualidades.
    Tudo muito barato.
    E muito barato
    Trancas de cabello, compridas, a
    Cachepaine idem idem, de 15* a
    Tupet frizado. idem idem
    Na Yua do Marquez de Olinda n. >l, primeiro
    andar.
    12*000
    20*000
    3*000
    Ar'n azem pintado de prcto
    confronte dalfandega
    Vende-se a retalho e a dinheiro, muito ba-
    rato, para liquidar.
    Fogo cninez'eom lindas vistas para qoeimar em
    saias.
    Caixas com 40 c rtas de traques supertores.
    Batatas por arroba.
    Caixas c< n. lalas de 5 galSes de gaz Devois.
    Manteiga fratice a P L G de 1874.
    Arroz, cafe, cha, e mais generos de primeira ne-
    cessidade, para os ricos e pobres, como ja indica-
    ram, fazendo censnra ao administrador Cr
    Asunicas verdadeiras
    Richas hamburgaezas qne vera a este mercado
    rnt Marouez de olinda n. 81
    Panno de algodao da Bahia.
    Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
    Faria : na rua do Amorim n. 33.
    Fumos
    Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa-
    a a, rua do Amorim n. 33__________________
    Magnolia
    Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias o.
    45, encontrara sempre o respeitavel publico um
    completo sortimento de perfumarias finas, objectos
    de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de nioda e
    miudezas finas, assim como modicidade nos pre-
    cos, agrado e sinctridade.
    Anneis electricos
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
    ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
    tricas, proprios para os nervosos.
    Meios adereqos
    A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu um completo sortimento de
    Meios aderecos de tarlaruga.
    Meios aderecos de madreperola.
    Meios aderecos de seda bordados, (nltima moda)
    e de muitas outras qualidades.
    Botoes de ago
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
    para vender os modernos botoes de aco, proprios
    para vesu'd-.s.
    Golinhas e punhos
    das mais modernas que ha no mercado ; a ellas:
    na'Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
    Lencos chinezes
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda
    chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda mtei-
    ramente nova.
    Leques
    Lindos leqnes 'de madreperola, de tartarnga, de
    marfim, de osso, e de ninitas outras qualidafles :
    recebeu a Magnolia, a rua Duque de'Caxias nu-
    mero 45.
    Attenc,ao.
    A loja da Magnolia, a rua Duqne de Caxias n.
    45, acaba de receber o seguintes artigos :
    Manual de madreperola, tartaruga c marfim.
    Ricos albumi com capa de madreperola, cha-
    gren, madeira, velludo, couro, etc.
    Lindas caixas com frausimas perfumarias.
    Ligas de seda, brancas e de cores.
    Voltas de madreperola.
    Pulseiras de madreperola.
    Ricas caixas para costura.
    Vestuarios para baptisado.
    Toncas e sapatinhos de setim.
    Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
    Lindos, port-bouqnets.
    Gravatinhas de velludo, etc etc.
    Cura das cslreilamento d'urclra
    pela ficil applicac.ao das
    SONDAS QL1VAES
    DE
    . GOMMA ELAST1CA
    As mais modernas e apeffeicoadas de todas
    as conhecidas
    Vendem-se
    NA
    PHARMACIA E DKOGARIA
    DE
    Bartholomeu & C.
    3i~* Rua larga do Rosario 3i
    Na rua do Marquez de Olinda n. 35, se di-
    ra quem, vende uma loja, muito Lem localisada,
    com uma armacao muito boa.
    Ultima moda.
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu um iindo sortimento de bicos de guipure
    de cores, apropriados aos vestidos chlques da ac
    taalidade.
    PREDILECfA
    A' ran do Cabugrst a.lA.
    Os proprietarios da Predilecu, no ioHtki
    conservar o bom conceito qne teem mswaiii >
    respeitavel publico, distinguindo o tea
    mento dos mais que negociam no mesa* |__
    eem scientificar aos seas bons frt-gn-zac 4B |
    ?eniram aos seus correspondentes nas #vem
    cas d'Europa para lhes enviarera pot ( juetes os objectos de luxo e stow frnato, i
    jam mais bem accitos pelas sociedddes
    laquelles paiies, visto aproximar te o 1
    festa, em que o bello sexo desta Hilda
    mais ostenta a riqueza dc suas loiiinttai
    mo ja rectbessera pele paquele franrec
    irtigos da ultima moda, veem pateatear
    J'entre elles que se tornam mais recoma
    esperando do respeitavel publico a
    :oncnrrencia.
    Aderecos de tartaruga os mais l\uia~ ;as m
    vindo ao mercado.
    Albuns com ricas capas de madreperola
    velludo, sendo diversos tamanbos e baraias p
    os
    Aderecos completos de borracba pr prio*pi
    Into, tambem se vendem meios aderecoa i
    nitos.
    Botoes de setim preto e de cores para i
    estidos de settlor* ; umbem tem para
    paliloL
    Bolsas para senhoras, existe am beUo .-<
    de seda, de paiha, de ehagrim, etc., etc,
    barato pre^o.
    Bonecas de todos os tamanhos, taoto it I
    como de eera, de borracha e de ma>-
    mos a aUencio das Exma-. Sras. parn i
    pois as vezes tomam-se as criancas um p<-*
    perlinenles por falta de am ubiectu fssi u >-
    tretenham.
    Camisas de linbo lisas e com peilo* -,*f-r
    ara homem, vendem-se por preco cormrwd*.
    Ceroulat de linho e de algodic, de dis
    cs.
    Caixinhas com musica, o qne ha de mait I
    com dislicos nas tampas e proprius para;
    te
    Cojues os mais modernos e de divor. r
    tos.
    Chapeos para senhora. Receberam u:u
    da ultima moda, lanto para senhora,
    menins?.
    Capellas simples e com veo para noivas.
    Calebs bordadas para menina*.
    Entremeios cstampados e borUad(s, ie
    tftjenhos.
    Escovas electricas para denies, tem a pnfnr
    4ade de evitar a carie dos denies.
    Franjas de seda prelas e de cures, esL-ie. >
    fande sortimento dc oivercas larguras inri
    prego.
    Fitas de saria. < j^rpirao, de setim e tt dm-
    plne, de diverMy lartrnras e boim cxt*.
    Fachas de gorgurao mnito lindas.
    Fi artificiaes. A Fredilecta prima eta em-
    ervar sempre um bello e pranlc > usauitt*-
    as fio cs, nao so para enfeile dos c.b Ikn, qmm
    tambem para orrato do vestido de noivas.
    Galoes de algodao, d > la e de seda, braaoaa,pi-
    tos e de divtrsas cores.
    Gravatas de seda para homem <>
    La cos dc cambraia e do seda do i
    para seonora.
    Ligas de Mia de cores e biancas I .rdsdi- sora
    aoiva.
    Livros para ouvir missa, com eava &* inkdre-
    perola, marfim, 6.--(> e veUodo, tudo que La t*
    bom.
    Rentes de tartaruga c marfim para alwar ^ n-
    bel os ; teem tarnl para t.r. r MML
    Port bouquet. Um bello aorliiner.t.i d<
    perola, niarlim, osso e doarado* per
    Perfumarias. Neete artigo e provida, nfio so em extractos, com. e
    banhas dos melhcres ffdores, do* rr
    fabricantes, Loabin, Pivcr, S
    Coudray, Gosuel c liimel
    i festa.
    Saias bordadas para
    preco.
    Sapatinhos de la e de setim bordai.-s .nara ba#-
    lisados.
    Tapctes. Recebeu a PrcdfMU um joaiut Mrt-
    aiento do diverso? taaMMbaa, MM para aanea
    no para entrada de salas.
    VmMiwHs pani, baptiaad i o qae k> i
    gosto e os mais DMMcnw i recahw Prediteeti
    de or ar to preco, para Scar ..ot' ixae
    jualquei boUa.
    Rua do Cahuofin. 1
    VENDE-SE
    uma casa na villa de Barreiros, M rua do dm-
    lercio, por pre^o modk-o : a tram c-m Ta*M
    'rmaos A C.
    Tinta preta para esc rover
    Vende-se tinta preta (ingleza) par ea
    potes grandes e pequeno<: na rua do Cvaavab
    n. 22, armazem.
    sao iiiU^p-.-js-. para
    senlK-ra, por
    Sal do ,;ssu
    A bordo do hiate Lronilii da C rmz,
    confronte ao trapiche Harbosa : a tralar com .
    piiao a bnrdo, ou cm Antonio Allwrto dV
    Aguiar a rua do Amorim n. 6

    DOS PREMIOS DA d PAR TE DAS LOTEP IAS CON CEDIDi IS POR I ,EI PROVINCIAL N. 557, A BENEFfCIO DA H'.REJA 1 )E S FRANCISCO DE SERINH.lEM, EXTRAHIDA EM 29 DE MAIO DE 18 7i.
    NS. PRfiMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS
    i;i 4,5 291 H 57G 45 782 45 1064 45 1308 45 1570 45 1808 45 2048 45 2281 45 2580 45 2837 45 3125 45 3325 45 3536 a* 3733 44
    18 95 82 88 69 11 76 19 69 84 82 39 31 26 37 45 M
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    42 54 705 6,5 7 61 13 45 67 36 *64 - 31 19 89 3 am+ 21 61 15 __
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    13 . 73 11 37 82 . _ 33 79 40 74 41 VV8 26 3009 30 36 _ 63 25 164
    49 81 14 40 '86 35 5 89 a5 43 77 - 51 5 28 17 ' 31 _ 40 68 28 14
    71 * 8-2 m 16 42 91 41 45 1703 45 45 87 58 45 60 22 65 38 44 _ 69 a5 40
    77 M 85 u 2-2 49 95 50 10 52 _ 99 69 62 23 49 40 54 71 45 46 _.
    78 90 23 JH !!50 97 w 51 17 55 65 3202 75 66 25 47 63 ^t 77 _ 49 __
    83 91 24 taa* 52 1219 57 21 62 45 3 - 78 72 27 50 66 5 84 54
    M i^i 92 *o^ 25 U '<7B "22 60 28 72 _ 5 m 83 75 33 58 ?65 70 45 90 ^ 65
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    in 17 4,5 36 u. 97 - 38 1510 67 91 ' 88 96 93 45 89 80 82 _ 99 74 SM
    17 21 42 1018 52 22 68 2000 40 2503 94 92 86 90 _ 3704 84
    23 33 52 33. 54 34 78 9 M 54 32 95 93 87 _ 91 6 87 .
    33 40 56 46 55 37 82 21 57 - 37 97 94 89 _ 94 10 88
    .11 44 64" 49 62 47 92 27 61 - 50 2804 3100 92 .^^ 98 ia5 12 ~ 90 mm
    \1 52 67 51 71 48 95 28 63 51 14 a5 8 3304 - 3503 f 30 97 mm
    40 GO 69 54 78 59 98 32 69 *. 67 19 45 9. 5 MM 10 33 99 .
    62 64 71 57 82 62 1805 33 79 68 24 --- 14 8 _ 35 39 4000 .
    6*1 ' ' G7 72 59 87 ~ 67 ia5 6 ~" 45 80 - 73 " 30 * 18
    C BH


    8
    Diario de Pemambuco Sabbari 30 de* Maio de 187i
    I
    JORiSPRDDEWCIA
    Processo Ponies Visgueire.
    ACCUSACAO E DEFEZA PKOFERIDAS NO SUPUE-
    MO TRIBUNAL DE JUSTI^A, NO DM 18 DO
    CORRBNTE.
    (Continuagao).
    Entrctonto o amor patorno n3o era bas-
    tante para saciar o coragao do Sr. desora-
    l.argador Pontes Visgueir>, se e queo cora
    g5o liamano p6 le j imais sen ir-se saciado.
    Oh I se a sua estrolla lb; livesse depirado
    uma esposa, uma mulher que soubcsse es-
    palhar ao reJor dell j t odos os encautos da
    torra, que lhe fosse araiga e consolheira,
    qua o sus'entasse no dosalento, quo o cao-
    solass) na aiTlicgSo, e que ate o guiassd nos
    seus desvios, quein sabe ? e muito prova-
    vel qua elle nio livesse amido a nenhu-
    roa outra mulher. Mas elle fji s.rnpre
    celibatario, -e eis a razao principal p >rque
    se inchnou a varias mulbores, e, finalm-m-
    te, a pssj, que o perdcu, a Maria da Con
    ceigio.
    Maria da Con:eigao, segunlo a opiniao
    dos poritos que a examinaran, era uma ra-
    pariga de 18 a 25 annos de Hade. Nio
    era formosa ; estava gasta e abatila pelos
    estragos de uma proslituigSo precoce. Na
    sua tenra i lade pedia mogas a mulber
    mais dissoluta. Era analpha'oeia, nao |ti-
    nba uma idea rel;giosa. Quando era me
    nina, vagava com sua mai pelas ruas da ci-
    dade do S. Luiz a esmjlar de porta em
    porta ; depois de moga, repartia com a
    mSi o prego de suas devassidOes, quo a
    mai mesmo favorecia.
    E foi & semclhanle mulher que se esera-
    visou o Sr. Pontes Visgueiro 1 Mais urn
    deiloravel exempho da fragilidade numa-
    na I...
    Sua* r.ahgrjes com essa mulher, q :e die
    havia conhecido a pedir esmolas, de 1804
    a 168, comegaram em fins de junho de
    1872, logo depois de ter ilo Maria da Con
    dSo foii corabatida devidamente, nSo p61e 1er, os ult tnos desregramentoa de sua vida,
    servir de escusa ao acto a que arrastou. sio outros tantos factos significativos, que
    Mas seraehante restricgio 6 insustentavel nio polem deixarde ser attendidos na apre-
    como contrarie i doutrina do direito c:i- ciacao do desarranjo moral, a que elle che-
    miual ieerci da iraputabilidale. gou. Devo. entretanto, occupar-me da pai
    A imputebilidade, como sabemos, e& res- xSo que doterrainou esse des rranjo.
    ponsebilidade criminal de um acto resolvi- A paixSo do Sr. desembargador Pontes
    doepraticalo na plenitude da liberdale Visgueiro, como todas as paix6es, p6 loser
    moral. 0 motivo, pois, licito ou reprova- considerada con relagSo aos tres periodos
    do de uma pauao, quando ella ab dio m)- de que nos faMam os ptysiologistas: o 1,
    mentaneamente a consciencia, nSo e" objec- em qne ellas ap nas soljeitam; o2\' em que
    to da al^ada da justiga social, a cuja sane- ji ex'gem ; o 3, em que coostrangem, sub-
    gSo Mei escapa Esse motivo refere-se ao j'igam.
    itoedemerito do inimduo, pertence Aos dous p-imeiros periodos, que, pareee,
    esclus'vamente ao loro intemo. Assim, se c.fundir.,m com rdagSo ao accasado,- animaes muares. que Ibe linhatn daJo de
    juanlo a paixSo supprime passigeiramonte pertencem os primeiros mezes de suas rela-
    a 1 berJade moral, a justify nSo tem que Qdes anorosas com Maria da C nceigSo.
    indagar qual a natureza dossa paixSo, e se Com > }& vinos essas rolacfijs co^egaram
    o individuo qua no paroximo della commet- em fim de junho do I87i. Maria da C incei-
    t'u um crime, a conbateu ou acolneu sem cwi desde aquella epocba pernoitava qiasi
    resistencia. Em tal ca--o, o que imp>rta toda > as noites em casa do desembirgad >r
    a justiga c sabar se o agente criminoso Pontes Visgueiro, depois de ter ceiaJo &-, dez
    obrou sciente e livremente, com imputabili- horas com elle, no meio de outras raparigas,
    dadj ; por outra, so elle possuia a possibili- que a acompanbavam.
    dad-) piychologica de madir tolo o alcance Algumas razes ta:nbem la* jantava.
    do sou depoiment >. ... I Assim um e outropareciam viver' con ten-
    Com a autori lade .la sciencia, pj:s, fi- tes quanto possivel. Elle a tratava bum;
    cam eslabekotdtis estes dous pom >s preli- r.)deava-a de tod is as attencois ; demais da'
    minares : que os paixoes podem determinar va-lhe dinheiro, casa pira morar, roup is e
    momentaneamente a suppressS > da vontade alfa'ias xigid s pelas neceisidades commuis
    ivre ; e quo. quando produzem este effeito,' e a e" pelo lux>; em Um, tudo qua ella dese-
    nao e hcito diante da medicina leg il apre- java. Ella pjr sua p3rte era assidua em
    ciar a moralidade da causa de que provie-Ihe prudigalsar favores, e se algimas vezes
    ram- llhe causava ciumes motivados, facil perdao
    Cumpro-me agora entrar no desenvo'vi-|promptamente fazia esquecer a f*lta com-
    mento da prova dj in^ulpabilidade do ac- mettida.
    .usado, mostrando qua a sua paixao pro- Mas nosse meio tempo redobra de vioLn-
    levou em sua comparibia a Guilbermino.
    Quern era este Ouilbermino? Um b mem
    rustico que tinha sidu solJado de policia na-
    quella provincia e ultimamente viria alii
    como estafeta. 0 accusado encontrou-o ca-
    sual-aente, conduiindo as malas do correio
    publico, da Paraiugua" para Tberezina, em
    uma fazenda do municipio de Jurumenha.
    Foi entSo qie o conheceu. Reuniado-se
    aos camaradas do accusado, Guilh rmino o
    acompanhou ate a capital do Piauhy. Ahi
    o Sr. desembargador Pontes Visgueiro ocon-
    tratou para o sou servij > puticular.
    Trouxcrj de Paranagud uma parelha de
    cia a paixlo do desjmbargad ir Pontes Vis
    gueiro. Ora, e.n sua cisa, alta noite, elle
    vela, em quanto Miria da ConceigSo d^orme ;
    e de vez em quan 1 j vai aj.>elhar lbe junto
    os couto.nos em
    ceiyao a* sua casa pelir-lhc um adjutcrio
    pocu.'iiario para certo fim. Essas relagoes
    prolongaramse ate agost) de 1873, e sabe-
    mos como terminaram, pelo bomicidio de
    Mpria da Conceiguo.
    Pois bem. 0 bomicidio de Maria da
    Conceigao, senbores, nSo p6ue ser attrlbui-
    dn A perversidadc do desembargador Pontes
    Visgueiro. A perversidade suppoo prat ca ba-
    bilu.il de crimes ; e os antecedentes do dos-
    ombargador Pontes Visgueiro como acabast 's
    do ver, sa> os mais bonrosos, extremes de
    qualquer crime. 0 bomicidio quo elle pra-
    ticou e um facto uuico e iso'.a lo cm toda
    sua vida.
    A es:e res^eito permitti-me ler a seguin-
    te passagem : 0 crime um facto iso
    lado, da vida do accusaJo, perguuta Cas-
    per, ou antes se devia contar com elle a
    vista do procedimauto antarior, e 6 ape-
    nns o resaltado de esperangas criminosas ?
    Esta ponto e importante a verificar, porque
    6 raro que um homem, que durante toda
    sua vida foi fiel & bonra, mude subitamen-
    te de proceder, salvo se e* impallido por
    circumstancias psjcbologicas, provenientes
    }& de u na molestia mental, ja" da uma
    violenta paixao; circumstancias que no
    momento em que elle c6mmette o cri-
    me, lue tiram mais ou menos a liberdade
    de escolha de proceder. ( Caspor, Trai-
    t6 pratique de uiMecine legate, traducgSo
    franceza de Biill-ere, 1862, pag. 259 )
    Nao se pod,-, portan'.o, procurar uma ex-
    plicagao natural para o bomicidio arguido
    ao Sr. desembargador Pontes Visgueiro se-
    nSo em um desarranjo mental, produzido
    pelt paixSo.
    A jurispruieucia e a medicina 1-gal estao
    accordes em qne as paixoes sSo uma das
    causas deterrninantes m>is communs de
    alicnagao mental ; entretanto apparece di-
    vergencia de pirte a parte, quando se con-
    sideram as paixoes em suas relagoes direc-
    tas com a culpabilidade.
    Sob este aspeclo nao f lta quern sustente
    que as paixoes nao p) lem excitar um des
    arranjo momontan'O da intclligancia ; e
    que ainda nos paroxismos das paixoes mais
    delirantes o bomem n5o deixa de ter a por-
    cepfSo do bem e do mai e de conhecer a
    natureza dos actos a que se en'.rega. A
    esta opiniao consoante com a que no mesmo
    sentido Rossi modernamente foi um' dos
    primeiros a emittir, seja-me licito coutrapor
    duas outras opinioos de autoridades mais
    competentes, [torque sSo de dous medicos
    legistas abalisados.
    (i: delles, Marc, diz : Na"o 6 duvido-
    50 que em muitos casos a vivacidade de
    cerias paixOes possa chegar ao grdo capaz
    de produzir uin verdadairo delirio que, por
    isso mesmo, pode passageiramente destruir
    o iaiperio da vontade. Esta verdade tem
    se tornado ale um dos melhores argumentos
    em fivor di aboligSo das penas irreparaveis,
    e sibretudo da pen? de morte. (Marc,
    Di hi folie comiddre'e dans ses rapports avec
    les questions medico-jucdiciaires, torn. i.
    png. 121.)
    Em seguida a este trecho Marc impugna
    francamente a opiniSo ha pouco citada,
    que e de Cbauveau e Helie ; e, estabelecen-
    do 'iillerenga entre paixoes innatas ou natu-
    raes a aiquiridasou ficticias, declara que
    as primeiras lbe parecem mais escusaveis
    qu-.- as segundas. Exemplificando aquellas,
    nle f lla d^amor, do ciurr.o, do odio, e
    <*.iz que qualquer destas paixOes quasi sem-
    pre liiminue, e muitas vezas exclue a cri-
    i inalidade dos actos que produz.
    0 outro medico legista a queen me referi
    r I) simret ; ougamo-lo : E' uma lei da
    ec momia que todo o orgSo que soffre se
    esforce emi diminuir a irritagSo ou a con-
    geslao que elle produz, reanwiando-as para
    as pi-tes con que symp.thisa mais. Nas
    p"4ixdes levadas ao mais alto grSo, a reac-
    i;"i i ns viceras thoraxicas e abdominaes tem
    lugir nrincipalmente sobre cf encephalo,
    que par seu turno, abalado por esse re-
    flex morbido, perturba notarelmeute a ra-
    zao a torna joguete das -hallucinates
    mai: fxtravagantes. Mais adiante : As-
    sim quer as paixoes reajam sobre o ce-
    rebr>, quero affectem primitivamente, 6
    cert) si\npre que ellas levam a imaginagao
    c os s. utidos a falsear momentaneamente a
    razao ; de sorte que se p6de dizer que ellas
    nio 'lid rem da loucura senSo pela dura-
    ao. (Descuret, La Midecine des Pas-
    sit%8_. t. 1. pag. 18 \ )
    Devo risponder ainda a outra objecgSo
    que se f,iz a proposito das paixoiS, enca a-
    das sob o aspecto medico judiciario.
    Muitos daquellas mesmos quo admiltem
    as paixoes cono causa dirimente de crimi-
    nal idade. nSo as aceitvn neste sentido se
    nSo veriiicada a legitimidade dos motivos de
    "laes jix6es. No conceito delles, se
    xSoe reprehensiYel por sua natutczi, o se]
    duz:o nelle tSo profunJo desarranjo moral,
    que sob sua influencia, elle ja nio tinha
    livre arbitrio, quando commetteu o homici-
    dio. Esta prova resultarS do estudo com-
    biaadu : 1, de cortas causas p red isp on antes ao leilo conternplar-lhe
    do desarranjo mencion'ado; 2", da c.usa de-]extasis voluptuoso.
    terninante do mesmo desarranjo ou da in- Ora, apparece e.n
    fluencia da paixio do accusado sobre o seu
    espirito; 31, emfim, de alguns actos caracte-
    risticos praticados pelo accusado oo ultimo
    periodo dessa paixaj e ainda depois da ca-
    tastrophe.
    0 Sr. desembargador Pontes Visgueiro
    estava predispisto por algumas causas i^tesTeolS e
    viduaes a expenmentar em toda sua inten-
    sidade os effeitos funeslos de uma paixio
    violenta no dia em que essa paixSo lite as-
    saltasse o espirito.
    A este respeito mencionarei a constitui-
    cao robusta e vigorosa do accuiado, a qual
    trahe nos primeiros momentos, aos olhos
    do observador, certa susceptibilidaie ner-
    vosa com pendor para a irascibilidade ; e
    qua do mais a mais rcvela que os annos
    nao apagaram nelle o ardor de uma imagi-
    mgao podorosa, nem lbe embotaram a san-
    sibilidade moral.
    Meocionarei, ainJasui iiale avangada,
    em que o amor tardio se convene no mais
    scioso e inquieto egoismo.
    Mencionarei alem disto,seu constanta esta-
    do de celibatario, que acabou por Ihefavnre-
    car nma vida irregular, acompanbada de
    exc ssos venereos, intemperauga nas bebidas
    alcoolicas, perda de appetite, insomnias re-
    rebeldes, concorrendo tulo para o enfra-
    quecimento da economia e a superexcitacio
    do cerebro.
    Mas de tolas essas causas predispanen-
    tes, devo fillar mais detidamente da sur-
    dez do Sr. desembargador Pontes Visguei-
    ro.
    Cohforme ella refere, nio ouvio nem fal-
    lou ate a idade de 5 annos, em onsequen-
    cia, segunlo suppoe, de uma febre malig-
    na, que o accomm3tteu quando tinht a ida-
    d de anno e meio.
    Depois, recobrou a auligao e o uso da
    voz; mas tornou a ensurdecer aos 15 an-
    nos, em seguida a um ataque de sarampos.
    Mais tarde ouvio uovamente, porem mai.
    Emfim, hi mais do 20 annos, ensurdeceu
    por uma vez.
    Para se tratar de sua enfermidide, faz
    uma viagem a Europa em 1859 ; e em Pa-
    c^sa da testamunha o
    Sr. Sabbas da Costa; bebo copiosamente
    cognac ; accende cigarros uns sobre outras ;
    e anda em varias dirocgdjs siioncioso, ou si-
    lencioso fica immovel, asseu alo em uma ca-
    deira.
    Ora, era pleno dia, diante dos transeua-
    de Maria da Conceigao
    ou corre atraz della pehs ruas da cilade
    de S. Luiz. Umas vezes a acompanha a
    reuniO.-s liceijciosas da infima rale. Outras
    vezes exp6a-soa ser doestado por ella n>
    m -io da rui ou apupado palos gaial >s, agu
    lalos por ella.
    Esses actos indecrroso3 nao conliziam
    com a pru lencia, com o pondunor, com os
    exteriores recatados que todos no Maranhao
    conheciara no Sr. desembargador Pontes
    Visgueiro ; de sorta que as testemunhas que
    os relatam, accrescentsm que os viram pra-
    ticar com a maior sorpreza e admiragio. E
    realmente elles eram estranhos; reve'avam
    profunda modificagio nos habitos do Sr.
    desembargador Pontes Visgueiro.
    Esses actos servem, pois, para assign ilar
    o comego do ultimo periodo de sua paiiSo,
    o peFiodo do dom nio tyrannico.
    Para fugir & sua paixSo, o Sr. desembsr-
    gador Pontes Visgueiro pedio uma licence
    de quatro mezes ; e no dia 8 de abril do
    anno passado parlio do MaranhSo em de-
    manda da comarca do Parjnagud, onde elle
    exercera a magislratura por tantos annos,
    e onde a araizada lhe franqueiaria um abri-
    go tranquillo no seio de uma familia bon-
    rada e feliz.
    Mas, incoherencia notavel I em quanta o
    Sr. desembargador Pontes Visgueiro procu-
    re libartar-se de sua paixSo, nSo rompe
    com a mulher que a alimentava ; peto con-
    trari >, acolhe-a em sua casa ate" a vespera
    da partida ; So se separa dos bragos della
    senio nos ultimos momentos ; e o que e"
    mais, ausentanlo-se, deixa-Jhe uma mesala
    e orJem para pagamento de aluguel de casa
    S mSi della.
    Prestes a terminar a sua licence, volta
    ello ao MaranhSo; era no dia 3ft de julho.
    Log) depois de sua chegada,
    riso notavel falcutativo, a quem consultou, 1^*^""
    do Instituto
    Mr. Menier. medico era chefe
    Imperial dos Surdos-Mu los, em um attesta-
    do que aqui estS, declarou que sui surdez
    era completa e incuravel.
    A surdez do Sr. desembargador Pontes
    Visgueiro de alguma sor.e o segregou do
    mundo extarior, produzindo funesta modi-
    ficagao em seu caracter. Qaem nSo sabe
    que do todos os nossos sentidos o ouvido e
    a vista sao os unicos que nos p6em em com-
    municagio immediata com tudo, que f6ra
    de n6s revesta fdnnas physicas ? Pelo ou-
    vido nos chagam ao espirito a voz humina,
    a poesia, a musica, tolas as harmonias da
    natureza ; pelos olnos, a luz, as cores, as
    f6rmas linaares, os primores das obras das
    artasde desenho. E quam nSo sabe da in-
    fluence s.ilutar qu; exercera sobre nosso
    animo as bellezas exteriores, sobre tudo
    aqiellas (pie nos sSotransmittidas por meio
    de ondulagoas sonoras? A musica,
    a da ConceigSo e pernoita com elle.
    Dacilidaraente nem aausencia, nem a dis-
    tancia, nem as distracgoes de viagoae, nem
    as exhortagojs benevolas que sera duvida
    elle terii ouvido no meio de suis confideu-
    cias, a" sombra daquelle tecto hospitaleiro,
    que procurara, nada pode fazer-lhe esque-
    cer os seus reprovados amores.
    Renovando o commercio desses amores e
    ao rcesmo tempo continuan lo a serio dos
    desvarios d'outrora, o desembargador Pon-
    tes Visgueiro, nSo ha duvida nenhuma, ja"
    nSo tinba forgas para refrear a sua paixao.
    A linguagem sedHCtora da concupisctncia
    havia sobrelevado as admoestagoes severas
    da consciencia; nos combates interiores
    que elle sustentara entre o devcr e o vicio,
    cabia a esta os mais decisivos triumphos ;
    a paixSo, que o encadeiava, envolvendo-ltie
    o espirito desfallecido em um turbilhio ver-
    tiginoso, arrastava-o, arrastava-o insensivel-
    presente, & Guilhormino foi hrmmbilode
    tratar desses animaes ate Mamn'iio. Eis
    aqui o fim verda leiro, para que foi assala-
    riado Ouilbermino.
    Os octros dous actos de premeditagao at-
    tribui los ao accu-aJo durante a sua ausen
    cia, sao a compra de u.na libra do chloro
    formio em uma pharmacia de Tberezina e a
    encoinmeuda da um;. caixa de madei a no
    estabelecimeutu do edveaados arliOws da-
    quelia cidade. D stes dous actos, como so
    v5 do processo, da noticii o chefe de policia
    do Piauhy. AceitO oS como provados, em-
    b ra nio o estoiam p^los tramites l-gnes,
    isto e, por meio de autos de perguntas ao
    propftetario daqu lla pharmacia o ao direc
    tor daquelle estabeleci.nenk>.
    Entretanto, observo com o depoiment.)
    de uma das lesl-munhas da defaza, depoi-
    mentooue ouvistes ler, do Sr. Dr. ^ffiuso
    Saul.iiiT, medico as istente do- accusado du-
    rante lougo period.), no Marawhao, observo
    quo o accusado usava do' chlorof irmio
    ht muit..s annos, como calmante ao seu sof-
    friraent i dos ouvidos.
    Portuito, a compra do chloroformio em
    Tberezina, nSo tem nada dejextraordinario ;
    nao 6 um facto designativo do prem ditagS ).
    Huho menos relagio tem com o desiguio
    criminuso a encommeuda da caiva noesta-
    beleciinento dos ^-ducaudos atitices. Esta
    caixa media cinco palnos d: compnmento,
    dous o meio de largura e dous d-5 profun-
    didade A'visBadesti circunstancia e de
    S3 achar o Sr. desembargador Pontes Vis
    gueiro em viagam, naturalmonte elli era
    destina la a acoulicionar objectos- accriS;i-
    dos em camiubo, que tivessem deser trans-
    portaJos ate o termo da mesraa vkigjsra
    Nio obs ante, ainda se poderia dizer : 0
    desembargador Pontes Visgueiro contratou
    a Ouilbermino para lbe prestar o seu con-
    curso na execufki do delicto; eonprda o
    chloroformio no supposto do que era meio
    indispensavel a essa execugio ; en:omraen-
    dou a caixa no intuito de que ella servisse
    de esquife S victima. Mas, s assim foi,
    cumpre qua nos recordemos da siluagio do
    Sr. desembargador Pontes Visgueiro e de
    Maria da Conct'ig.3o, quando elles sesepara-
    rara. Varias testemunhas fallam da harrao-
    nia que entao reinava entre elles.
    0 Dr. chefe de policia do MaranhSo, em
    um de seus relatorios, diz que a atmosphe-
    re da vida de arabos entSo era tranquilla;
    niotinha bavido realmente entre elles rixa
    nem dissengao. Sabemos, ao contrario,
    que ate" a vespora da pariida do accusado
    Maria da ConceigSo peruoitara em casa delle;
    sabemos ainda-que o accusado. lue deixou
    uma mosada e aluguel de casa pira a mai
    della. Ora, tolas estas circumstancias evi-
    dontoraente excluem um desigoio offensivo
    e muito menos desiguio homicide, da par-
    te do desembargador Pontes- Visgoeiro con-
    tra Maria da Conceigao. *
    E, so nao. obstaute se insiste em dizer que
    elle projectava matal-a desde aquelle epoce,
    ontSo o sea procedimeeto se afigura tao es-
    tranho, tao singular, quo e forgoso conclair
    que esse procedimento nao foi dictado por
    uma raaio si, mas por um espirito deli-
    rante. "
    quebraots 1 dm path*.
    E enUuseri occwite
    Escort 1 bora da t.rde, alraogari. alii ^ farmi Jaw,
    e nSo entrana eai Madnl snio*i3 ho as tenifca reb^dot
    da tirde. N'eita sopposigao estiva n os gr a'rendre-ae.
    priucipaes directores dos preparativos, por
    que contiuuavam a orJunar os trabalhos
    como quem tiaba tempo de 5)b jo para tor-
    mina-los. No eutretauto o duque de la
    Torre precipitou a sua entradi na villa e
    depois de uma ligeira r-ollagij no Escurial,
    mprehenleu a sua marcha para M.-
    drid, apezar dos pe.lilos que the fizaram
    para quedetivesse a Jornada, sera duvida
    para dar lugar a qua teriBinassem os- pre-
    paratives.
    0 duqae chegou A estagSo do Jt/.-te
    on le foi saudado com alguue vivas e sem
    deter se, poz-se a caminbo acompinbodo
    dos ministrjs, do eslad )-maior, municipi
    li lade o deputagao, espalhan lo-se por di-
    versos pont s Os outros funcciomrios que
    espi;ravam.
    Da estagio ate A praga do Orieote ou
    viram-se alguns vivas ao general Serrano e
    ao exercito. A Bmcurreacia, comoo>ta na
    mainr part- ifj cu-ioi,s, era uumerosa.
    Ao chegar a coaitiva A rui de Alcali
    e ao pissar pelo mioisterio dafazenia.fu
    ram langadas corfias, flares e porabos, ou-
    v ndo-s< vanos vivas ao duquc de li T>rre
    e a* liberdade.
    Observa o >s que os Srs. Castelar-e
    Caryajal preseneiaram a jassagam il co-
    mitive de uma jarelia do safe de Fornos.
    0 presiJente d) poder aiecatSvo entrou id
    seu palacio cora o estad novuor, os mi lis-
    cr>s e outros funccionarios. As tropas des-
    filarara por dkmtj dj mesm.> pahcio, em
    eolumna de bonra e pela ordem seguinlu :
    artdberia, eugeiiheir is; cidetes. gu.irla ci-
    vil, batalhSes de iufantr-ria e ca-vallerii.
    A recepio foi corlez e ceremoniosa,
    jio;em os prep rativos promattiam alguma
    cousa mais. As janelh< do palacio da pre-
    sideucia estavam abei.is de senhoras e cava-
    ibeiros, porem o presid-ute do poder exe
    ctitivo nao apparecvu n'ellas.
    E' para lastunar que o ma > tempo c a
    precipitagao com que o duque se apreseu-
    iou nSo tivessem d lo lugar a verem-se ter-
    minadus os arcose outros adornos.
    Examinemos agora quaes sSo os suppos-
    los actos de premeditac.ao praticados pelo
    Sr. desombargador Pontes Visgueiro depois
    de sua chDgada ao MaranhSo.
    (Conlinuar-se ha.)
    VARIEDADE
    ondulagojs sonorasT A musica, por jmente para o desconhecido, para oabysmo,
    exemplo, alem do prazer esthatico qie pro-.dentro do qual mais um passo em falso o
    duz, nao e remadio para graves affecgoes precipitaria. Sua paixio, portanto, attin-
    moraes? Qua direi do poder magico da gia ao ultimo grdo de violencia ; chegava
    voz humsna, de virtude secrete da palavra, [ao fim de sou ultimo periodo ; e sob e in-
    essa mensageira raysteriosa da alma, que,fluencia della, certamente a liberdade moral
    desperta em n6s, por meio de moiulagdes, do desembargador Pontes Visgueiro estava
    lavadas ate ao infinito, toda ordem de ideas ia" limitada do modo notavel.
    todas as gradacoss do sentimento ? Alguns actos praticados por elle entao,
    Assim, comprehan le-se que aquella parajsioconsiderados como constitutivos de pre-
    quem se fechou o caminho que leva ao es- msditagao criminosa. Mas o Sr. desembar-
    piritoa nogao des sons rouluplos da nature-1 gador Pontes Visgueiro nSo preraeditou o
    za eda arta, e uma creaturamutilede, 6 um delicto. E ainda quando se vislumbre na-
    enta meio morto no gremio da communhio, quelles actos desiguio culposo, elles nSo po-
    social. NSo admira, pois, que sua surdez (dem ser explicados senSo como effeito de
    seja uma causa predisponente, e muitas ve- um desarranjo moral,
    zes determinante de qualquer affacgio men-; Antes de entrar na ana'yse deste asserto,
    tal. cumpre-me fazer uma observagSo. Muitos
    Essa influenrii fum-sta da surdez sobre o entendem quo o facto de ter.alguem preme-
    cerecter do individuo eura facto bem ave-.ditado, bem ou mai, um delicto, suppoe
    riguado pelos pbysiol gistas, especialmente uecessariamente premeditagao criminosa;
    com relagio sos surdos-m.udos e aos cegos. 'e quo por consequencia este facto exclue a
    Assim, elles observam que os surdos e ce- possibilidade de qualquer alteragio mental,
    gos sSo orgulnosos, pertinazes e especial- E' urn erro que tem sidonotedo e combati
    mente desconfialos; com a difference de'do por diversos medicos legistas. Citarei,
    que os segos, cujo odio e passageiro, per- por exemplo, J. Briand e E. Chaude Uendo) \
    doim facilmenta, mas os surdos guardSo a a A quostSo de premeditagSo, deve ser ne-
    offensa por muito tempo, e della se vingam gativamente resolvida, como faz observer
    mais cedo ou mais tarde. "Oeorget, ainda em certos casos era que o
    Os cegos sio sobrios, castos, pacatos; os facto imputado nio tern sido precisamente
    surdos, ao contrario, sio rixosjs, entregam- o effeito de umasubita impulsio, porque o
    se facilmente aos inipotos da paixSo. De delirio das paixoos nio e sempre instanta-
    modo quese p61e dizer que os cegos vivem'neo, podedurar miutashoras, algumas vezes
    mais pela intelligencia e os surdos mais pato etc mais ; e 6 algumas vezes a esse delirio
    sentimento. 'enao a uma premeditagao reel quo se de-
    riual nente, s5o raros entre os cegos os vem attribuir designios culposos, form dos
    casos da alienacio nfenlal, mas frequentes antes alguns instantes, on certos meioa de
    entre os surdos. execugio que poleriam faz-.r crer era unra
    0 qua acibode dizer sera duvida tem in- esp3cie de proparagao. > J. Briand eE.
    toira applic .g.'lo A sul>? do S i]< s-.nibar- Chjude", Manuel'fiomplet deMedepine Lega-
    gador Pouts Vi g ,nr% a q i ,1 so rcmouta le, euigao de 1809, pag. 503.
    sua infill i>, c j i.oJH notei, e. (I pois de Quaes sao os acles dos quaes se induz
    .15 remit', neias, t)ii)uso lonqde- qna o Sr. desembargador Pontes Visgueiro
    la- premeditou o delicto ?
    Essa surda, sua cpurt'lhicio, sou ca.ee- De volta do Piauhy parao Maranhfto elle
    ENTRADA DE SERRANO EM MADRID
    -Le-se o seguinte na Epoca .*
    O ministario tinha resolvido dirigir.se
    & estagio do None, afim do receber o chefe
    doestado. A munbipalidade decilira 11-
    vantar dous arcos, um defronte da estagio
    do Norte e outro a" entrada da Porta do Sol,
    na rus do Arenal ; d'esta vindo pela de
    Bailen e continuando"pela de AlcalS, dirigir-
    se-hia o duque do la To.-re ao palacio da
    presidencia. 0 govemador civ.I, com uma
    cornmissSo da deputagao provincial, devia
    espera-lo no limite da provincia de Madrid,
    acompanhando essa cornmissSo o director
    do camiubo de farro do Norte. Outra
    cornmissSo da muoicipalidade, presidida
    pelo alcaide, recebe-lo-hia na estagao e de-
    pois iria cumprimenta-lo ao seu palacio.
    c Tudo isto se verificou, como dispunha
    o programma. Os trabalhos emprehendi-
    dos hontem a" noite para solemnisar a en-
    trada do chefe do esta lo continuavam hoje
    de raanhS com bastante precipitagao e nSo
    poderam concluir-se. A's onze horas da
    manhi nSo estavam ainda terminadas as
    obras, achando-se os esqueletos sem ador-
    nos e estes espalbados pelo chao p)r falta
    de tempo para screm collocados.
    Na esquina da rua de Sevilha levan-
    tou-se uma especie de arco triumphal, co-
    bartode ramegera, lendo-se n'elle as pala-
    vras Bilbao, Montallano, Avanto, Munhecas,
    S. Julian, etc. Este arco tambem nSo sa
    concluio.
    Na Porta do Sol, A entrada da rua do
    Arenal, apparecia outro arco triumphal
    por6"m em forma quadrilatera e com os
    iixesmos adornos do enterbr, isto 6, pro-
    fusSo de ramagens do toda a especie. No
    vertico via-seum graade melalhio no qual
    se lia em grossos caracteres : A munici-
    palidade de Madrid ao general Serrano,
    e dos lados que olhavam para a Porta do
    Sol e Arenal os nomes de Moriones, Wagon,
    Concha, Echague, Primo de Rivera, Tope-
    te, Lopez Dominguez, Loma e outros che-
    fes.
    b'estepoulo alo a estagao do caminho
    de ferro viam-se muitos mastros com escu-
    dos e bandeiras.
    Desde is 9 boras da manhi achava-se
    obslrui!) o Iran si to imraediato ao caminho
    de ferro do N irle. sendo a plata-forma oc-
    cupi-.iii palo minis erio, autoridades priuci
    paes da Madrid, municipio, deputagao pro-
    vincial, os empregaJos de toJas as depen-
    dencias do estado e muitos hoaiens pohti-
    cos conbecidos pelas suas ideas radiuaes e
    conservadoras.
    a A's 10 boras da manhi dizia-se na es-
    lejio, que o duque de la Torre chegaria ao
    E.ClSTELAR. Todos os jornves bee*
    MobdeS trazera uma notavel carta do Sr.
    Emilio C st lar, qfie damos era s guida :
    Madrid, 20 de abril de 187* -Sr.
    director do... Miitomeu seuhor e amigo :
    Deveres de patriotism.), superiores a- tudo
    em epocas taoadversas pira apitrii como
    a epoca preseute, i npuzum a minha voz a
    & miuba penna refiexivo silencio, que e u
    balde trataram de- qjubrar as cariohosas
    supplicas dos m :us amigos e as m-devolas
    tnsinuagois d)s meus-adversarios.
    Eu julgava, e conliniio julgan lo, que
    o meu partido nao devia suscitar nenbuma
    polemics ardente, eapaz de distrahir a opi-
    niao publica do unieo assumpto que ple e
    devedignameute occupa la : d'essa guerra
    do norte, a cujos empenhos e a cujos re-
    soltados se entreg.t hoje a sorte das nossas
    libordades ; que a obra de cem annos foi
    compromettida pelas loucuras de alguns
    asezes, e os esforcos- do partido liberal con-
    srastados pelos orros da uma deiaagogia,
    aumplice is vezes de proposito, e outras
    rezes sem o querer e sera o saber, do ab-
    solutismo.
    Alem d'isso, no verao passado, quando
    ape.ias se amontoavam esporengas nos nos
    sos horisontes, despedagada a nagio hes
    panhole era cem fragmeutos, incerta a sorte
    das armas, declarei com os olhos fit os na
    minha consciencia que nio tornaria nun ;a
    mais a perturbar a minha pa'.ria, e ni) a
    perturbarei ; que serviria a eausa] da or
    dem, a causa da paz com o mesmo empa-
    nho que tinlia posto durante dezoito annos
    em servir a cause da liberdade, a causa da
    democracia, e nao faltarei A minha pala-
    vra.
    c Calar-me-hia mais tempo, apezar da
    autorisagao concedida pela direita da ultima
    assemblea, para publicar um manifest i,
    que n'este periodo julgo iuopportuuo e im-
    procedente ; calar-me-hia mais tempo se
    soherbo repto nio livesse vindo combater
    a minha politic-) de reparagao e defender a
    polilica de Utopiasinverosimeis e deaventu-
    ras sangroutas, que teve metadeda liaspa-
    nhe cntregue A anarchia e outre raetadcao
    carlismo ; causa unica da reacgio que se
    engendrou nos animos mais exaltados e do
    perigo que correrara as instituigoes mais
    venerandas.
    Mas ao aperceber-me da controversia,
    acho-me com disposigSo superior que a
    probibe e vejo-me obrigado a forgoso e sen-
    ado silencio que interromperei em quanto
    dispozer da liberdade necessaria, porque
    uingucm tem o iuteresse que eu tenho era
    oppor conlucta politica, A conlucte polili-
    ca, programma a programma, propositos a
    propositos, a.'im da que veja priraeiro a
    patria quem servio cora maior erapenhoos
    sous interesses parmauentes, e depois o par-
    tido republiiano quora o afastou do turbi-
    lhio de horriveis extrevios e lhe descreveu
    caminho unico e seguro por onde sa pode
    chegar A consolidagio da repubhea.
    Se se tratasse de duas personali Ja 'es,
    eu nio discutiria, deixando a consciencia
    publica hoje e A historia amaubi a sentenga
    definitive i^rca de perti azas erros e a rec-
    tilicegio de iufundados juizos ; mas, tra-
    tando-se de dous systemas completa e ra-
    dicalraente contrarios, quero defender o
    meu, como inspiradora razao, cojbo com-
    provedo psla experiencia, como (iel i li-
    berdade, como barraon'co era tudo, como
    movimento da democracia modirua, como
    uuico que conduz a vcrdadeira e pruden
    tissi.ua republics.
    Sa a sorte das armas aliiviar a cons
    ciencia nacional dos so as actuaas Sntortu-
    nins, o partido republicauo historico diri-
    g ri o seu manifesto A uagao, a qual recor-
    de ainda com gratidio os esforgos empre-
    gados durante seis mezes por n6s em favor
    da paz publica. E alii diri que nio esti
    arrependiio duma politica, na qual deve
    insistir e perseverar pelas iuspiregdai da sua
    propria consciencia e pelos votos da opiniao;
    alii recordari cora orgulbo o mesmo que
    hoje se lanca ao seu rosto como aggravos,
    que cora empenho restaurou a iJe'a de
    autoridadejem cirae.co respeito e aobeJien-
    cie em baixo ; que com vigor tirou cin -
    coenta e tres mil homeus da reserve e com
    celeridade osequipou e ns amuu ; que com
    profundo conheciraentn reorganisou o di-
    solvido C'-rpo de aiulberia e distribuio ns
    conuiandos eutre os gmeraes do todos os
    parti Jos; qua com teoacidade restabaleceu
    a'disciplioa do exercito; que elavanlo-se
    aciraa de todos os interest raesquinhos,
    quiz uma railicia uacijnal, e nio uma*mi-
    licia de partido ; que servindo a patria des-
    honrada pelas piralerias canton4.es, encer-
    que as nossas cooriccdes.
    nencias, m nossas itimgmm
    dares e o pr >prio ex-raplo Am
    rapubli laoos, como a Sous* e os E Inidos dos obriga Q con \tmmt ami b*
    deira e uma politica cuja -rvibrj Mignlr,-m
    os anarchicos cantd s. e a U>*en far K
    publica p .ssivel, aqoella vrlal^ra
    Ira Ji ci.nal entre BOi, e qe
    nicioi.-ali lad-s como- organis
    j s orgaxH particulars nio potea
    por se iiera separar-se, ainda qua se
    porariatnente, sem [t-n.#t de moTkr ; a f-
    pda ante ti* lo e sobre tudo a ofcra aaaravi-
    Ibtisa d- dez s^cu'os, a ani lad-e a> wHngri
    lade da nos->a Haspanha.
    E c)n>iJcTJu4 j a repabliea, iWsaii
    imasa bin ieira, mm con.* ii iddr* da a
    tria ; nio como uoisa nbra. mas f>m> a
    obra de toJos o> parti Jo> hit nut ; aao
    Co no nosso p.itriaonio, aajc>A4 fa pa
    trim mho 1 esta revolu ;4o 4c sataaaW.*. trouxe a liberdade a nosso solo-, e qoe buj
    lou a face da Europi inters, tegwr-a h
    a tudo aquelle que a invofn*; apo-areas
    tolo aqatiUe qua a *rvir ; pudireaajs fo-
    verin.s V.1 aiapia c tecere I- sinccra l-g^lidade para affii
    cout-utir-uos-h -mos em con rr,T
    tarasaadaMvaH para qoe a repaUitaa s^a a
    a in pi .a formula de harmonta en ire a Ita*'-
    dnde e autoridade, entre a or! n e a 4e-
    mocracia, entre a estabilidaJ i e ajro-
    gr^sso, tutre os daus lor.aos fan I nmUmt
    sobre qiu d-.-scangato as SOCiedaJes m>
    dernas.
    O pnv.. besp ni'iol ni pjde dun dar
    da leal la li. d'aquelit-v q.ie eat boras M
    premas Ibe auuunciaraia as Catastrophes
    inevitaveis, fataluiente cooMas eaa a >-
    hliia d.a seita do i-^oism i, 4e tatfra -*i^-n
    cia-- Dolorosos successos lbe law BB-iajlraJa
    qce a sociedade nio se ref-inaa- sal as vie-
    leacias dos sectarios en arnas. Se nio peas
    virtude das ides- cm s:u paaifie > deseBvol-
    viia>-nto : e quo e ioapoassvel a refiubbca,
    a liberdade, a democracia seaa ordaos.
    Iguaes a Ivertencias de*. ia d:*T i
    conservadoras qH se fiM imp >ssivel
    a g?ragii presetrte no limit- dc in aao
    uarcbia restaurada, e qua por coanaf ai
    cia a ordera s6 s-j pode fun far solidamaale
    deutro da republic*. O p.rl no por so i vez 'ere retiuuciar a tol< a
    Utopia que Se propooiia a destier eaa u o
    dia a obra de seculos; a todo o ilesrts da
    que possa resu'.ur daano a uuidade Ja pa-
    tria, demoiistrando com suas ideas e actja
    que esti. cm sua conaiccao c em sea malo-
    resse o ser desde agora o mat* saaaata, o
    mais moderaio e o mais pru) nte da tola,
    os parti los hespanboes. So- aasaan prx)>
    ruinos salvar a liberdale, a aamacracaa a
    re publica. De V. atlento anai^u e sarvi k*.
    Emilio CasUlar *
    VAPORES PEKDIDOS. -O aVroi..Mta;pa
    blicou era um dos sms ultimo* namaria a
    estatistica dos sinistros que teem soffr.de as
    linhasa vapor do Allantirov date a saa
    creagio.
    Desle l8-0 ate biaje teamsiio desirw-
    dos 7) v a pores desle o PrrtulemU* smt
    aU-io esta hmsntavel listi, ale ao ?av;- ;.
    que a cilia dc naufragir.
    Durante estes 31 anuon, a coaxpaaoia
    inglcza Cunard, ap tar do sea. material eoa-
    sideravel, lem silo a mais fnorecida. poi-
    pordeu apanis dous vtpoem, o if' zmf
    Tripoli.
    A companhia Allan, que coola boje IC
    vapores. p=rdeu 7 desle 1832, e a comps-
    nhia Innan C desle 1831.
    A companhia americana Colin*., qua da
    rou de 1853 a 1857, pedea t vapares aos
    I quo possuia, o Mumboldt. e o From-
    Mm
    a A mala real iagleza, com %t aaoos d*
    cxistencia, perdau tS vapores.
    A companhia de Menag BMB, com CJ vapoaes, tem perdide l ha
    20 annos, quee desle quando fuoccioaa, e
    a conipaubia peral transatlant ca qua sao
    o lkirien, o YUU du Havre, o F- -
    e America.
    c As co.-npanhias allemaes de Haabajaaa
    e Bremen, estabal-cilas em 1*55 tea par-
    dido 4 vapores ; a companhia nacional 1.
    a companhia Anchor I ; a cxapenbia
    llui )n 2, desle 1868 ; a companhia Wait
    Star 1.
    E' preciso accresceuUr a estes nuaeros.
    cerca de 12 vapores pertencentes a cotapa-
    nhias de ordem inferior.
    Calcula-se que estas divers** cofaaa-
    nhias tem feito no Oceauo Athuiico oaaae
    N'esia lists accresceoU a Frmnce, aa
    ura erro o uma omissao.
    0 Ilumbolll e o Franklin nio parson
    ciam i linba Collins, mas si in i companhia
    Livingstone, conpoado estes dous navioa
    todo o Sou material.
    < uanto i liuha Collins, o sou servi^o
    corapunha so do < rtko, do Pacific* e M
    l//a/io.
    Destes tres nsvios o primeiro soMobroc
    cora 309 pissageiros era consequancia de
    uma abordagam que Gcou ceiVS.-c pelas
    suas consaquencias fuoastas; seguado
    desappareceu em uma viag->m, sem que
    nunca se soubasse cora i elle se per-
    deu.
    MOMMESTO A rUMUA0.0* miiaaa-
    zos pretenlem erigir uma etatua eqaaatra
    a Napoleio HI, em meraoria da saa entra-
    da n aquella cilade, in anno de 1839.
    quando a Austria teve de sbrir mao de tar-
    ritorio italiino que occupava, i ciraagja
    do Veneto.
    A estatua teri a alt ura de tres metres a
    meio, medindo do paaaa i testa do
    leiro: o pedestal mediri 4 metros e
    de modo que a altura total do moaei
    seri do oito metros.
    JURISCONSi:i.Tu ILLIST1E. I
    em Paris N. Paillard de Villenaave,
    consulto distinctn, advogado desle
    e redactor da tiazda don Trifonmm
    183..
    Foi muito eslimalo e resneiulo p le aaa-
    gistratura e advocacia. Muitos Junes e ad-
    vogado* aaompanh.i: m o illu->tro dgfaacto
    A sua ultima mor.d i; aia baava aoreai 4m-
    cursos, p >r q.-ieo t dlecid > i seu lest mea-
    to cspri'ssa nente ii prohb*. N. Paillard
    d: Vibeuuve b m sabia que is a\ies aafst-
    sas ap-eci go s das qialiJades das aiaadaJ,
    e as exageragdes, o mau goat) e a aapeeri-
    sia dos necrol gistas prejudicam a
    dos que deixam este mundo.
    i
    7

    TiP. 00. DIAxUO. -hUA DtiljL'a a*
    ILHW 1


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