Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18199


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Full Text
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*
m\o l. mmeko m '
>** A CAPITAL E LLG1RE9 OXDB XlLO BM PAOA POHTE.
Por tres rntizes adiautados. -............... 69000
Porseisditos idem. ............... 12JW00
Por urn anno idem..................14*000
Ctda. oumero avulso.................. 320

8EXTA FEIM 29 D MAiO DE 1874

P4BA DKVrHOK lOUt A PROU^CU
Por tre* meats adiautados...............
Por seis ditos idem.......T ...... .
Por nove ditos idem
Por um anno idem.
PR0PRIEDADE 0E MAN0EL FIGUEIROA DE FARIA ft FILH0S.
fc. Gerardo Antonio Alvead Filhoa, no Para; Gon$alve* A Pinto, no Maranhao; Joaqoim Jose de Oliveire d Filno, no Ceard; Antonio de Lea.,* Braga, no axacatj j Joio Maria Jolio Charea, no Aaad; Antonio Marque* da Silva, no SataJ ; Joae Ji
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoucio Monteiro da Franca, na Parahjrba ; Antonio Jose" Gomea,na Villa da Penia; Be'armino doi Santos BulcaO; em Santo Antio ; Domingot Jose da Co*u Braa, n Saiarota;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Go j anna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdaa; Aires d C, na Bank ; e Leite, Cerqainho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Govern* Am |roviieiu.
1874.
seccao-
EIP&D1ENT2 DU DIA. 16 Dfc. KEVBREIR0 DE
2 teccilo.
OiBcios :
Ao Dr. chefe de policia. -A' vista da informa-
; j-.i de V. S. em otHoii) de 16 da dezembro do anno
proximo passado, u. 2015, recorame ido Hie que
na primeira npportunidadu reinetla para o termo
do Brejo da Madro Deus o sentauciado Joaquim
Alves de Almeida, que se acha na ca.-a de deten-
gao, aOm de cumpnr naquelle termo, a pena a
que foi conderanado.
Ao commandante superior do Recife. Para
constitoir o tribunal da junta do Recife, que lem
de julgar o proeesso feit j ao sol la lo da 9* com-
panhia do corpo de policia, Vaienlim Hercuiauo da
Rocha, designe V. S. ires vogue* eotre os offlciaes
superiores da guarda uacional sob o sou comman-
do superior, deveiido riles couiparecer neste pala-
cioas 12 boras da manh.i, do dia 21 do eorrenie.
Ao juiz de direito da "2" vara crime da capi-
tal. Remelto a V. S. o proeesso Jo soldado do
corpo de pulieia, Valeumn Hercu'ano da Rocha,
aflm de, no dia 21, neste palacio, as 12 horas da
mauha, fazer o relatorio do estilo perante a junta
de justica, que ten) le julgar o dit > proeesso.
Ao juiz do commareio. Ruraeltendo, por no-
pia. a informacao de II do corrente, do procura-
dor da coroa, soberania e fazenda nacioual, a con
sulta de V. S, em ofBcio de .11 de dezembro pro-
ximo passad i, decliro-lhe que nesta data subinetto
a decisao do governo imperial as diias eon-ulta e
informacio.
Ao juiz municipal do Brejo da Madre Deus.
Para seu eonliecimenlo e iin- convenient.;* in-
chis j remetto, por copia, a esse juiz.i, a petieao do
pr icurador dos presos pobres, nesta capital, e a
guia do senteaciado Joaquim Alves de Almeila, cu-
ja remessa para esse termo acabo de recommendar
ao Or. chefe de policia
Ao commandante do corpo de policia. Re-
uiettendi-lhe, incluso por copia, o offlcio do dele-
gado de policia do termo de S. Ben'o, com. data
de 5 do corrente, teobo por fim recommeudar-
Ihe que, nos lermosda lei, proceda contra os sol-
dados do corpo sob o seu commando, Manoel Pra-
xedes de Melle e Francisco Xavier do Nascim mto,
pelos factos crimiuosos por elles praticados e cou-
-t-utes do dilo offlcio.
3
Actos :
0 presidente da provincia resolve coosiderar
.ii etTeito as portarias de 28 de jineiro findo e \
do correnle.Ja primeira exonerando Jose de Barros
e Silva do lugar de collector provincial do munici-
(j-.j de Garaa >uns,e a segunda nomeando Jose Pa-
rhaco Leite pira o mesmo Ingar, flcando em in-
teiro vigor a nomeajla do refarido Barros e Silra
para exerx lo, visto ter elle provado nao ser pa-
rente proximo do fiscal interino da mesma col-
lectoria.
0 prrsidenle da provincia, tendo a vista as
demonstracoes que vieram annexas ao offlcio do
inspector da thesouraria provincial, de 13 do cor-
rente, sob u. 88, resolve abrir diversos creditos
^upplcmentaros na importancia de 14:867$, para
a continuacaa das d^spezas decretadas pelo art.
'i* 6% art. 9* 3 e art. 14 da lei do orijameato
vigent-;, distribuidos da maneira seguinte :
\- art. 4 | 6" 2:860*000
9 | 3- 2:015*000
14 9:992*0C0
14:867*000
Odicios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Vitoriso V. S. a mandar mudar provisoriamente e
para o andar terreo do predio do Campo das Prin
eeias, m que funcciona a assembliia legislativa
provincial, a reparti^ao da recebedoria de readas
at i'.us, visto ler-se de proceder aos concertos
preoisos na casa onde se acha aquella reparti-
eio.
Ao mesmo. Para os tins coavanientes, com-
munico a V. S. que a 16 do corrente deixou, por
uioleslia, o seu cargo, o juiz substituto da vara de
,.'.:a .- desta comarca, o bacharel Jose Nicolao
r>.ieniino dc Carvalho.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a compannia
da -iraJa de ferro do Recife a S. Francisco, con-
i ji'ine solicita o respectivo gerente, em offlcio de
14 do : .rrente. a importancia c mstaute das con-
tas juntas, proveniente de Iransportes dados du-
ranta o mez de Janeiro Gado. por conta do minis-
terlo da mariana e guerra. Igual ao inspector da
ihesouraria provincial, declar^ndo se o transporte
por conta da provincia.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorisado o
conseltao de compras do arsenal u\. guerra a effe-
tuar os conlractos para o fornecimento de varios
artigos, de conformidada com as propostas por elle
aeeitta em sessao de 12 do corrente, como consta
.lo termo junto por copia ; assim o communico a
V 3. para os devidos effeilos.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a Joio Wal-
ttedo de Medeiros 4C.a quantia de 33*600, coii-
itanla da conta junta em duplicata, proveniente
le obiectos por elles fornecidos para o expediente
1.. delegacia do cirurgiao-mor do exercito, duran-
ie o corrente mez, conforme se ve do pedido tarn-
.:u junto.
Ao inspector da tbesourrria provincial.
Tran3mittu a V. S., para seu conhecimento e devi-
J : fins, copia do acto de taoje, pelo qual resolvi,
em vista das demonstrates annexas ao offlcio
de:sa thesouraria, de 13 do eorrenie, sob n. 83,
abrir diversos creditos supplementares na im-
portancia de 14:867*000, para continuacao das
iespezas decretadas pelos arts. 4* 6, 9 3* e
14 da lei do rcamento vigente.
Ao mesmo.Aos negocianles Costa Irn)a>s
i C,- mande Vmc. effectuaro pagamento da quan-
ta de; 141*230, constant-; da conta junta em dupli-
cata, proveniente de papel por elles fornecido pa-
ra j expedteote da secretaria desta presidencia.
Ao mesmo.Nos term >s da sua informacao
I; 10 do corrente, sob n 80, mande Vmc. pdr em
uasta publics, de conformidade com o orcamento,
janto por copia, a factura de uma oomba para o
povoado do Montes, no lugar da levada que na
. -tacao de Una divide o terreno da compannia da
via ferrea do Recife a S. Francisco da estrada
gent.
Ao mesmo. Mande Vmc. pagar a Joao
haptista dos Guimaraes Peixoto a quantia de...
63*300, coustante da relacao e comas juntas em
duplicata, proveniente da despeza feita no mez de
Janeiro ultimo, com o sustento dos presos pobres
da eadeia de Garanhuns, conforme solicita o Dr.
che de policia em ofJicio de liontem dstado. sdb n.
31
4.' necijuo.
Offlcio :
Ao juiz de paz mais votado da freguezia de
liarreiros.Em resposta ao offlcio qae Vmc. me
dtrigio em 31 de Janeiro Bndo, remettendo uma
relacio dos julgados de paz havidos nessa fregue-
;'.ia, me declaro que a circular desta presidencia,
da 28 de agosto do anno paasado, refer-se aos dis -
irictos da paz existentes nessa freguezia, com as -
pecificacao da data de sua creac.io e nao aos jul
gamentos havidos.
Port aria:
A' camara municipal da cidadefto Rio Formo-
w.Representona camara municipal da cidade
lo Rio Formoso contra o raodo porqae o respecti-
ve collector procedea ao laa;amento do imposto
da decima urbana, pedindi providencias no seuti
do de serein isentos do referido imposto as casas
de taipa, ila> na Praia dos Carneiros, as do litural
de Tdiuaudare, as do lugar denominado Proprie-
dade e as da p ivoacao de Una ; e sobre estu as-
sumpto cabe me dar seguinte soliioio :
Desde que a lei de 3 de outubro de 1834, de-
ciarou provincial o imposto da decima urbana, a
assemblea provincial compete altera-la como jul
gar convenient.', decretaido ou extinguindo isen-
coes a regulando a sua arrecadac&o.
Negar as assambleas provinciaes o direito de
extinguir ou modificar a isencao eslabelecida,
quandn esse imposto era renda geral, em favor
do proprietario de um unico pre lio, em que resi-
da, a euja renda annual nao seja arbitrada em
mais d.i 60*000, ou de poderem alterar o regula
mento n. fS2, do 16 de abril de 1842, baixado pa
ra arrecadacao desse imposto no municipio nau-
tro, iinportaria negar-lhes a faculdade conferida
pelo acto addicional, de legislarem sobre a iecre-
t ir.i i e arrecada^ao das rendas que constituent o
patrim min provincial, es.juicendo a camara qua
aquella nencaoso vigirou nesta provincia, quan-
do fni decretaia peia lei provincial o. 73i, que po-
dia ser revogaJa, como foi, pela lei do orcamento
vigente ; a esquecendo ainla que o regulamento
citado, cuja execucao nesta provincia dependauda
lei reslrictiva, n. 130, foi alteradn por leis poste-
riori ;s, que ast-ud.-ram o imposto aos predios si-
tuados em cert is e detarmiQades lugares, se ra de
pendencia das formali lades dos arts. 1*' do citado
regulamento e do decreto de 4 de junho I'ni "e I.'n lo o collector ao lancamentoda decima
urbana, de conformidade com o 18 do art. 13 da
lei do orcamento vigente, fe-lo competentemente
e regularmente, incluindo os predios que julguu
em condicoes compativeis, sera atteoder a renda
on povoacoes em que estejam situados, no que nao
houva reclaraacao, seguudo informa o fiscal da
collecloria.
Carecem, portauto, de fundamanto as razoes al-
legadas pela camara municipal do Rio Formoso
em sua representaclo, que fica assim respondida.
KXPKOIK.NTE DO S8CHBTARI0.
a." secQao.
Offlcics :
Ao Dr. chefe de policia. S. Exc. o Sr. pre
sidente da provincia manda communicar a V. S.,
era resposta ao seu offlcio de 16 do corrente, sob
n. 231, que nesta data se expadio ordem a t e-
souraria provincial para pagar a Joao Baptista dos
Guimaraes Peixoto a quantia de 634800, em que
i.tiportou a despeza feita no mez de Janeiro ul-
timo com o sustento dos presos pobres da cadeia
de Garanhuns.
Ao juiz de drreito da Escada.0 Exra. Sr.
presidente da provincia manda accusar o reoobi-
maoto do offlcio de V. S., de 12 do corrente, par-
ticipando ter o juiz municipal respectivo nomeado
para servir interinamente no termo de Gamelleira
deasa comarca, offlcio de escrivjo do crime e
cive| o cidadio Herculano Tbeotonio da Silva Gui-
maraes : e o ile orphans, capellas e residuos o
cidadao Arcenio Alfonso Pereira Borges, o pri-
meiro dos quaes a 6 do corrente foi por Vmc. no-
meado 1* tabelliao do judicial e notas, e osegundo
a 12 deste 2* tabelliao e escrivao do jury e execu-
tes criminal'-, sen lo que estes juraraentaram-se
na ultima'das referiJas datas.
Ao bacharel Jose Nicolao Tolentino de Car-
valho.0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimente do offlcio de V. S., de 16
do corrente, participando ter deixado, por motivo
de mo'estia, naquella data, o cargo de juiz sub-
stituto de orphans desta comarca.
3.' seccao.
Offlcios :
Ao inspector da tbesourarii provincial.
De onlem do Exm. Sr. presidente da provincia
communico a V. S., para seu conhecimento e lias
convenientes, que por acto de hoje foram decla-
rados sem elfeito os de 28 de j'ineiro findo e 4
do corrente, o exonerando Jose de Barros e
Silva do lugar de collector provincial de Gara-
nhuns, e o 2" nomeando para exerce-lo a Jose
Pacheco Leite, ficanlo era iateiro vigor a noraea
cao do referido Barros e Silva para aquelle lu-
gar, visto ter elle provado nao ser parente pro-
ximo do fiscal interino da mesma collecloria.
Ao mesmo.Communico a V. S., de ordem
do Exra. Sr. presidente da provincia, que a 22 de
novambro proximo passado reassumio o desembar-
gador Joao Antonio de Araujo Fredas Henrique;
o exercicio do cargo de procurador da coroa, so-
berania a fazenda nacional no tribunal da relaclo.
EXPEDIKNTE Do 01 \ 19 FEVEREIRO DE .87i.
2." secgao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve exonerar
do cargo de adjunto do promotor publico-da co-
marca de Palmares, o bacharel Francisco Manoel
Wanderlev Lins Junior, visto ter sido nomeado
delegado do term > de Gamelleira.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do juiz de d'reito interiuo da co-
marca de Palmares, em offlcio de 10 do corrente,
resolveu nomear para o cargo de adjuoto do pro-
motor publico da dita comarca, no termo do mes-
mo nome, ao bacharel Joaquim Ferreira Chaves
Junior.
3.' secQSo.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Autoriso V. S. a aceitar o lanco na importancia
de 302*, que ofTereceu o bacharel Jose Vicente
Duarte Brandao. peloi 10 cavallos inutilisados
pertenceotes a companhia de cavallaria, visto ser
elle d'entre os licitantes o que mais vantagem offe-
ree- a fazenda, seguudo consta do seu offlcio desta
data, sob n. 731, serie F, que fica assim respon-
ded o.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os de-
vidos fins, que nesta data nomeei o bacharel Joa-
quim Ferreira Chaves Junior, adjunto do promo-
tor publico da comarca de Palmares, termo do
mesmo nome.
Ao mesmo Manda V. S. pagar ao jrerente
da companhia pernambucana de navegacao cos-
teira, as subveucGes relativas aos mezes de ou-
tubro e novembro do anno passado, uma vez que
por qualquer meio prove a mesma companhia qua
os sens vapores Gzerara as viagens estipoladas no
referido contrato, e que foram satisfeitas as de-
aaais obngacoes nalle contidas.
Igual a thesouraria provincial.
Ao mesmo. -Nos termos do aviso do rainis-
terio da guerra, de 10 de novembro de 1848, man-
de V. S. abonar ao tenente da companhia de in-
fantaria da provincia das Alagoas, Francisco Mi
guel de Souza, addido ao 2* batalhlo da mesma
arma, tres mezes de soldo, por ter sido promovido
Aquelle pwto 9tn I" de outubro ultimo.
Ao MeoiBu. Ii iiismitt-) a V. 3 para os fins
onveni,u;.-, k- inlu.-aj Betas d> gat c itisamido
coa a illamioaca) Jos quart.-is e bospittl militar,
no mez de Janeiro ultimo.
Ao mesmo. -Em resposta ao sea offlcio de
16 do corrente, sob n. 712 serie F, tenho a di-
zer-lhe que flea autorisada a de.-peza de 1:393^300,
importancia de uma machina de fazer parafuso,
vinda da Europa por eneommenda feita a casa
commercial de Samuel Pow Johnston A C, pelo
inspector do arsenal de marinha, com deitino a
respective offlcina de machinas, em virtude de
autorisac^to desta presidencia de 18 de novembro
de 1872, sendo que nessa occasiao nao se fixou
preco em razao de nao se poder saber em quan-
to importaria o custo d mencionada machina.
Ao mesmoConforme solicita o Dr. chefe
de policia em offlcio de 16 do cerrente, sob n. 232,
mande V. S. pagar ao alferes Jose Francisco Soa-
res ou ao seu procurador a quantia da 19*300,
despandida nos raezis de novembro e dezembro
do anno passado e Janeiro ultimo, com o forueci-
meuto da iuz e agua para u quartet do deslaca-
mento da villa do Bouito.
Ao mesmo. -Ao vigario colado da freguezia
de Nossa Senhora da Cinceicao da jSerinnaem,
Rvd. Ganuino Gomes Pereira, mande V. S. pagar
a congrua relativa aos mezes de julho a dezem-
bro do anno passado, visto com do document.)
junto se venfica haver elle cumprido com os saus
deveres na respectiva matriz.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Nego proviinento ao recurso interposlo para esla
presidencia palo collector d.. municipio de Bezer-
rm Francisco Apoloaio Bezerra e Silva da pena
que Ihe que fora impost* pela junta dessa thesou-
raria por falta de recolhinicnto em tempo das
rendas arrecadidas no trimestre de julho a se-
tambro do aim i passado, e reco.nraenio a Vmc.
que providencie no sentido de serem restituidos
ao recorrenta os direitos que Ihe foram cobrados
na razao da porcantagem que passa a perder.
4.' secgao.
Acto:
0 presideute da provincia, attendendo ao que
requereu o professor de francez do gymnasio per-
nambucauo, Antonio Jose da Moraas Sarmento,
resolve coaceder-lhe 6 in;zes de licenga com or-
denado para tratar de sua Si.uJe onle Ihe con-
vier.
5* seccao.
Offlcios ;
Ao gerente interino da com unhia pernam-
bucana. Nao tendo essa companhia cumprido ate
asta data as clausulas 6' e 7* do contract) appro-
vado pelo decreto n. 4944, de 30 de abril da
1874, organisi Vmc. quanlo antes a tabeila de que
falla a primeira das referidas clausulas; satisfa-
zendo em primeiro lugar o que determina a ul-
tima.
BXPSDIEKTE DO SBCBBTAKIO.
/. seccAo.
Offlcio:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
raas. De orders do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia communico a V Exc que nesta data se
expediio ordem a thesouraria de fazenda, no sen
tido de serem abonados ao tenente Francisco Mi
guel de Souza os tres mezes da soldo, a que se
refere o offlcio de V. Exc, da 14 do corrente, sob
n. 134.
2 seccao.
Offlcio :
Ao Dr. chefe de policia.-De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
3ue nesta dab se exp:dio ordem a thesouraria
e fazenda para pagar ao alferes Jose Franoisco
aoares ou ao seu procurador, a importancia de
19*320, despendida net mazes de novembro a
dezembro do anno uusadj e Janeiro ultimo, coo
o fornecimento de Iuz a agua ao destacaraento
do Bonito, conforme solicitou V. S. em offlcio de
16 do corrente, sob n. 232.
5 seccao.
Offlcio :
Ao gerente interino da couipanhia pernam-
bucana. -De ordem da S. Exc. o Sr. presideute
da provincia, communico a V. S. que nesta data
foram autorisadas as thesourarias, de fazenda e
provincial, a pagar a importancia das subvencOes
a que essa companhia se jnlga com direito, cor-
respondentes aos mezes de outubro e novembro
fproximos passados; provando ella por qualquer
meio que fez as viagens a que esta obrigada.
uksi'achos oa pbesidkncia, do dia 27 oe maio
de 1874.
Antonio Guilherme Amaranto.Sim.
Antonio Guilherme Guimaraes. -Informs o Sr.
Dr. chefe de policia.
Antonia Francisca da Annunciacao. -Seja posto
em liberdade.
Felix Ramos Leutheiei.Osupplicante satisfaca
a exigencia da recebedoria, da cuja decisao po-
dera recorrer para a thesouraria de fazenda, a
quem compete resolver sobre a raateria reque
rida.
Francisca Monteiro Leoffler.Informe o Sr. pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.
Henrique Bernardo de Oliveira Junior. De-
ferido.
Irmandade do Apostolo S. Pedro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Padre Joao Vicente Guedes Pacheco. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joaquim da Silva Costa.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Leocadio Francelino Soares. Do* se-lhe a pas-
sagem requerida.
Manoel Leite Ferreira. Requeira o supplicante
a autoridade competente.
Bacharel Marcos Gorrea da Camara Tamariodo.
De se.
Padre Manoel Barroso Pereira. Deferido, com
o offlcio desta data a thesouraria provincial.
Manoel Jose Goncalves Braga."ndeferido, era
visto da informaclo da Illma. camara municipal e
do Dr. inspector da saude puplica.
Wilson Juntd. Nao pode ser acella a proposta
do supplicante.
Vicente Coimbra da Silva. Indeferido.
Vicente Coimbra da Silva.Concedo o praso de
8 dias.
remettidos a esta repartieao, Bernardo Compante
e Francisco Compante, criminosos de morte no
termo de Igaarassu, os quaes se achara recolhi-
dos a casa la> deteucao, a dispisigio do juiz de
direito respectivo
Deus guard.-, a V. ExcIllra. e Exm. Sr. com-
neodaJor Henri-jus Pereira da Lucent, digno pre-
sidente da provincia. 0 chefe da policia, Anto-
nio Francisco C-irreia de Araujo.
rnmm.
Commando das arataas.
iDAKTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
E PERSAMBUCO, EM 28 DE MAIO DE
1874.
Ordem do dia n. 822.
0 brigadeiro commandante das arraas deter-
raina que no dia I* do mez de junho vindouro,
pela manhii, se passe revista de mostra em sens
respectivos quarteis aos dous batalhSes da infan-
lena, ao deposito de recrutas e as companhias
isoladas, na ordem que se segue :
A's 6 horas a companhia de operarios milita-
res ; as ii e meia ao 2' batalhao. as 7 a compa-
nhia de cavallaria, as 7 e meia ao 9 batalhao, e
flnalmente as 8 ao deposito.
0 mesmo brigadeiro faz publico, para os fins
necessanos, que no dia 13 do corrente, se apresea-
tou no quartel general o Sr. tenente da com-
panhia da infanteria da provincia do Rio Grande
do Nurte Emj'gdio Francisco de SouiaMagalhaes,
3ne por portaria do ministerio da guerra, de 11
" abril ultimo, obteve 40 dias de licenca para
tratar de negocios de seu particular interesse
nesta provincia.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Unr.
Conforme. 0 major /o HfcrmtMdtf, .ljuJaiili) de or-ien^ eiicarregado do
detifhe.
RepartlfSa da policia.
2.' seccao__Secretaria de policia da Pernambuco,
29 de maio da 1874.
X. 663.-Illra. e Exm. Sr.-Participo a T. Exc.
que foram hontera recolhidos a casa de detencao,
03 seguintes individuos:
A' minha ordem, Maria, escrava da Manoel
Alexandra Tavares dos Santos, e Rosaria, escra-
va de Lourenco da tal, por andarem fugidas.
A' orlem do Dr. juiz de direito da r vara,
Luiz Francisco de Paula Ramos, por falta de cum-
pritnonto dos deveres de fie I depositario.
Palo d?legado de Oliada foram c^pturad,0' 9
Kxtractos do relatorio do raimsie
rlo dttrnxi>min,iido na camara dos
deputados.
OagAMENTODA RECEITA.
A renda publica apresentou, como sabeis, no ul-
timo decannio. con- apenas o exercicio da 18701871, em que, ex-
cluido o product i dos novis impistos creados nos
aanos de 1867 a 1859, seria ella inferior a do an-
no financeiro anlacedente.
Esse cresciment i prograssivo foi interrompido
no primeiro semestre do exerticio actual; a, pelo
que se ve das tabell is ns. 1 e i, nlo e de e p -rar
qua a renda do mesmo exercicio iguale a do In-
terior.
Cumpre, poiem, notar que, se em 1872 -1873 a
receila clevou-se a so.nma de 108,830:06ii, a
raaior |ue se ten arrecadado, coirorren para isso
a eobrancada quantia de 2,374 27:,*, saldo dos era-
prestimos feitos pelo imperio a Republic a Argenti-
na em 1886' I8S6, e por ella aunrtisados. De
duzida esta importmcia la referida :omma, a ren-
da prupriameute dita desse exercicio pouco exce-
de de 106.400:000*.
A tabelia n. 2, dando para o actial carca de
103,000:060*, contiruia a estimativa ta lei de or-
camento vigente mas, posto qua o proeesso de
seu Salcnlo seja em geral o mais segcro, e mister
coosiderar qua a sua regra de proporcionalidada
falhara, se duranle o rcsto da arrecadicao cessa
rem ou altenuarem-se, as causas qut actuaram
nos priineiros mezes.
A taballa n. I. comoarando a renda Ao primeiro
senieslre de 1872 -1873 com a de igual pcriodo
do corrente exercicio, demonstra que, nente a re-
ceita deeresceu em algamiu provincias do norte,
a na do rio da Janeiro, sendo mais notavel a dif-
ferent nas da Bahia, Pernambuco e Para ; a
saber :
1872-1873
1873 -1874
Differen-
ces para
menos
23, 8 /.
S6.73 /.
24 /.
11,3 /
Rio .!.; Jau-ir i 694:122* 314:0684
Bahia 3.916.369* 1.333:382*
Pernamb t co 7.761:186* 5.900:293*
Para 2.101:881* 1.83V: 1333
Entrstant), a tabeila n. 2, que compre'hende
maior nnmer.j, de ba ancos, aprteenta o exercicio
actual sob o a 1* que as condicoes ordinarias da receila. na pro-
vincia do Rio de Janeiro, por exemplo, restabele-
ceram-se ainda no primeiro semestre, sendo que a
arrecadacau de Janeiro e fevereiro do corrente an-
no, pertencente quasi toxla a esse periodo, a ele-
vou a 912:939*, somini superior a dos oito pri-
mtiros mezes de 1872 -1873 ; 2 que em Pernam-
buco, a r.-ii'la produzio, ate ao referido mez'de fe-
vereiro, a importancia de 7,973:364*, a qual com-
parada com a da 10,277:064* do exercicio ante-
rior, mostra um decrescimento menor, que nao
excede de 22,4 /
Sagundo as informacoes, ainda incompletas, re-
cebidas das reparticoes competentes, a diminuicao
e devida a excesso de importa.ao nos dous annos
anteriores, a excassez de safra era alguns distric-
ts e principalmente a baixa dos precos do assucar
a do algodao.
A primeira causa desapparecera logo que, esgo-
tado o suppriraento superior as necessidadss do
con.-u ii,., eatre o mercado em seu estado nor-
mal ; as outras dependent de reraedios que virao
do tempo, dos inteliigentes esforcos da proprK
lasoura c da continuacao dos auxilios indirectos
do estado
A diiter-.uc.i, qua o notado declinio da renda
dc>to exercicio pode produzir ate ao semestre ad-
dicional, creio que sera compensada, em parte, pe-
lo augmento da rrecadacao da cOrte e de outras
provincias, onde pode-se dizer que o progresso na-
tural da receita nao soffreu abalo.
Consegulntemente, cstimo com segaranca a mes-
ma renda na somina de 104,000:600* ; e esta
deve ser a base da avaliacao da receita do futuro
anno financeiro de 1873 -1876.
Se nos regulassemos pelo termo medio da arre-
cadacao dos tres ultimos exercicias encerrados, o
resultado s ria uma receita de 102,121:128*, con-
forme a demonstracAo da tabeila n. 3.
Abatendo-se, porem, as sommas provenientes
dos paeamentos da divida argentina, realisados
nos mesmos exercicios, e a das differences de
cam bio resultantes dos saques feitos por conta do
empreslimo externo de 1871, o dito termo medio
pouco excederia de 100,300:008*.
E' evideote que esta base dista muito da sora-
ma com que razoavelmente se pode cootar no
exercicio corrente, a mesmo da que se calcula pe-
la tabelia n. 2, supposta a influencia das causas
acima indicadas. Portanto. nao convem, ainda
desta vez, adoptar aquelle systema de calculo, de-
termmado pela lei n. 317 de 21 de outubro de
1843.
No relatorio de maio de 1872 observe! que o
ministerio a men cargo, embora cumprisse sem-
pre o preceito da sobredita lei, apresantando a ta-
balla do termo m&dio dos tres ultimos exercicios,
deixava mnitas vezes de cingir-se a este elemen-
to, adoptando, na avaliacao da futura receita, os
dados fornecidos pelo exercicio corrente ou pelo
anterior.
Nan tenho motivo para afastar-me de uma nor-
ma confinaada pela experiencia, 9 qne assenta na
razao irrecusavel de nao preponderarem no exer-
cicio corrente as mesraas causas dos exercicios
anteriores.
Com etTeito, a seguinte tabeila demonstra que,
no de'ennio findo em 1872 -1873, a arrecadacao
efteetuada foi quasi serapre muito alem do resal-
tad) obtido pelo calculo do termo medio.
sss
I I I i i I i I
oooootODgpooapgooogo
j *i vi vj 3; a a. & ?y. zr.
MW-SloajMal:"-
3S2aS^S23i5
I
8
iccS
Termo medio da renda
dos tres ultimo exer-
cios.
*- -x, xa y. -c ^ j
S> M -J V. 3-Ji|
s-;nJ;-i5tix5!
>lta0.0>l><(>O>tta9..
w3iyal> Calculo proporcional da
ua*-a*Mf9s renda do exercicio.
S 5>>o a o 5
82g32S5g3jJS5
SSIS^ksbsiSS Arrecadacao e(
.. tr.*?.?.*???.7rr segundoos'pal
jS3og^^Ss;as
effectuada
ancoj.
Exceptuados os exercicios de 18 kI-1864 e
1863 -1866, nos quaes o calculo proporcional da
renda deu resultado inferior ou igual ao do termo
me jV sen lo ambus excedidos pel i fact i da arre-
cadacao, em todos os outros approximou-te ella
do prim-in, especialmente nos annos em qu<* na >
houva im por (antes alterajois no systema iribu-
tario.
I 1873-1876 a somina da 104.000.0JO*, igual a
renda qua o corrente anno financeiro ha de pro
vavelmente produzir, orcei-a na 1e 106,000.000*
pelas razfias que vou sujeitar ao vosso eselaraci-
do criteno.
No ultimo relatorio, reforinJo me a reforma da
tarifa das alfandegas e a reduccao do imposto de
ancoragem, declarei que esta apenas traria, se
gundo cabulos b-.-m fundados, uma pequana di
minuicao da renda a a nova tarifa nao prejulica
ria sensivelmente o progresso annual da receita,
porque alem da recahirem as suas alteracues so-
bre mercadorias de mais' facil contrabindo e so
bre as de primeira necessiJade ou de consumo
mais goral, a reedlSeacao dos valores ofOciaes e
aporcent\gem sobro os direitos urifados cora-
pensariam a dimintii.-V) que proviessc da alguns
artigos.
A reduccao da ancoragem nao contrariou ainda
o progresso da receita na corta e am varias pro-
vincias; e, em imanto a nova tarifa, promuigada
pelo decreto n. 5,380 de 31 de mar.o proxira
passado, podemos julgar ate cert.) ponto de seus
elTeitos pelo decreto n. 5,455 de 5 de novembra de
1873, cujasdispisi.S's provisorias, em vigor desde
Janeiro nltirai, assentaram sobra bases equiva-
lent-, e nao tem prnduzido diminuiQio na renda
de importacao. 0 rendimento Ja alfaode;a do Rio
de Janeiro, no 1* trim sstre do corrente anno, foi
maior do qua no ultimo trimestre de 1873.
Nao se devenlo receiar, por esse laJo, seusivel
diminuicao de renda, tarabera nao ha m tivo para
leme la pela escassez ou baixa do nosso principal
artigo da exportacao. o cafe, pois espara-se que
a collieita deste auno seja abundante, e os precos,
ainda que com alternativas em sua eleva;ao, ex-
cedem aos dos annos anteriores a 1873.
A lei do orcamento do corrente exercicio, no
art. 2*, paragraph,) unico, n 3, dastina a despeza
do iuro a araorlisacao do emprestinoo qua for con-
trahido, para a construe?io de um novo matadou
ro no municipio da oirte, o imposto geral do gado
de consnmo. Este desfalque ficara compensado
pela renda qia passou a ser de novo arrecadada
Sor conta do estado. em eonsequeocia da rescisao
os contratos feitos com a companhia da doca da
alfandega do Rio de Janeiro, institnida em 1869.
Bam que a citada lei desse ao referido imposto
aquelle destino especial, nao o exclni da proposta,
para evitar questoes acerea de sua eobraaca, no
caso de qne nao se realise ate o exercicio de
1X73 -187* a despeza a (fa* lew 4e ser apoli-
cado.
Por todas estas consideracoes, nao i provavel
que a receita de 18751876 seja inferior a do cor
rente exercicio, ja diminnida das quotas do impos-
to pessoal e do sello e emolumentos das patentes
da guarda nacional, mandadas applicar pela lei n.
2.395 de 10 de setembro do anno passado, a des-
peza com a forca policial nas provincias ; ou a do
proximo futuro exercicio de 18741875, que tarn
hem p6de ser estimada em 104.000:000*, preve-
nindo se a hypothese mais desfavoravel de perdu
rarem ate o seu encerramento as causas que antes
indiquci.
Orcei-a,porem, nasomma de 106.000:000*, em-
bora algumas dessas causas ainda conlrariem o
seu mo vi men to ascendents nos priineiros mazes
da arrecadacao, por contar com o progresso an
nual, avaliado em 2.300:000*, no mini mo, seguu-
do o calculo do relatorio de dezembro de 1872.
Pondo aqui termo ao que me curapria dizcr-vos
sobre a receita orcada na proposta, chamo vossa
attencao para a tabeila n. 4, pela qual se conbece
o progresso da renda publica desde o exercicio de
18 )1 1832, no largo periodo da 22 annos.
Orcamento da despeza.
Nas tabellas"do orcamento, que brevemente vos
serao presentes, explicam-se com minuciosidade
as alteracoes feitas nas quantias votadas pela lei
era vigor.
A de n. 5, que desde ja offereco a vossa consi-
deracao, trata especialmente da despeza do minis
terio'da fazenda ; mas, como ahi so se jusliflcam
as differencas que ha. para mais ou para menos,
entre o peJido actual e a importan -h votada, con-
forme a pratica astabelecida, pare.-e-uie conve-
niente exporvos os motivos por que nao foram
alteradas as consignacdes da algumas verbas.
Tendo a lei vigente contemplado na rubrica
juros, amortisacao e mais despezas da divida ex-
terna tundada -o servico do ultimo empreslimo
levantado em Londres, nao ha necessidade de
raaior consignacao do qne a votada.
A dotacio da verba -juros da divida inscripla
ja foi reduzida pela referida lei ao que era ra
zoavel.
Slo sio susceptiveis de diminuicao asdas*rubri-
cas-Ajudas de custo-e-Gratificacues por ser
vices temporarios e extraordinarios a vista do
que se tern despendido em exercicios anteriores:
e nem convem qne sejara augmentadas.
A da rubneaGratificacdes por trabalhos (ora
das horas do expedientetem o limite marcado
no art. 5.'do decreto da ultima reforna do the-
souro. ^
Em quanto a verba Eventuaas -, tal vex se
observe que, dando o termo medio do carabio no
irimeiro trimestre do corrente anno, a cotacao de
6, sagundo as transactors do papel bancario, esta
devia ser a base do calculo das differencas de
carabio incluidas na mesma verba.
Como, porem, o carabio tem oscillado, ha tem
pos, entre essa taxa e a de 23, e fallecem elemen-
tos.para supper que, no exercicio da nova lei,
suba alem de 26, aconselha a prudencia o ine-mo
calculo da lei em vigor, que adopt ou a cotacao de
25, a flm de evitar a abertura de urn credito sup-
plemental
Apezar de presumir-se que ne corrente exerci-
cio a consignacao de 800:000*, destinada ao pa-
gamento de exercicios findos sej3 insufficient,
nao alteron-ss na proposta o algarismo desta ver-
ba, ja por nao possuir o thesouro dados que o ha-
bilitem para julga-la carecedora de augmento no
de 18751876, ja pela consideracao de que, con-
forme a imperial resolucao de consulta de 19 de
novembro ultimo, admitte ella o transporte de to-
bras, meio de que o governo lancara mao, no caso
de veriQcar se deficiencia de credito.
Finalmen'e, conservou-se a mesma dotacio dada
a verbaadiantamento da garantia provincial de
2 0 o as estradas de (erro da Bahia, Pernambuco
e S. Paulo, nio obstante ter augmentado a ren-
da da ultima, porque a lei vigente ji redutira a
consignacao. Uma nova reduccao sera justinca
vel, quando se reconhecer que essa renda nio sof
fre mais alternativa.
A daspeza dos sete ministerio- a orcada pela se-
guinte forma
Imperio 7.555.324*261
Justica 3.73:990*516
Estrangeiros t.l'3:561*fiS6
Marinha 115^9:806*312
Guerra 15.734:595*030
Fazenda 43.122:413*000
Agricultura 17.699:164*630
Da tabeila n 6, ve se o aagmeato da *Mp *
publica desde o exercicio de 1851 -1832.
ORCAMK.NTl) ftj Ft NDO DE KM KT^iJUt^l-
A tabeila a 7, moatra qaMo m arrwad'X
exercicios 1871 1872 e 1872 -1873. par ecat.
das quotas destinadas a iiberucao d-a eseraw*
bem c tmo a importancia qua ja pioiwaT
exercicio corrente A wmiu t Hal e 3,243: '?*-1 -
sujeita as despeus de arrecadacao.
A mmraa tabeila manifesta qae a c fbra; a*
agora realisada nio olTerace ain la base pare or -
far se o product,) \o* legal(, diacdw eatra
rendas eventnact, salvo as moltes, qae f-jraa ia
clnidas na proposta actual
Avalia se, pois, para 1873 -187* am......
1,133:070*. na falta da dados mail u Mill Tin, a
renda esp-cial da que trata. Naaa cakal > na >
alteroa-se a impirtancia l. b*tMli-ij da< loMria-
Iivres de intpostos, prlooceu;.-> ao fao t da aaw
cipacao, apezar d. di,u-i> at art. II. i 12. d.
lei do orcamento em vigor, por nao tar reitv 4
o novo pi too c pro !ev da aua extracfaV.
\ Alguns estu lo- ja p -lio fait ts. e, deaew de **m
apiociado os difT'-rentes proje'to-*, o goverai adop
tara qua Ihe parecer pManval, coaetkaal i
beneli :o pensameato la lei c on a coavoaiearia 4>
nao aggravar os maos eOailos das Manas. Oak
qua sera inaihor applicar depotso asMi plan> a
todas, reduzindo-ae o ten aaaaert, vtao aaa ha
meio de toroar a rxtracoao nun rapida, e par i
unifnrmidade uaas nao prejudieario a- outra-
E sendo a receita avaliada am
Havera o saldo de
102.634:055*635
106.000:000*000
3,365 944*365
ASSEMBLEA PROYINCUL
SESSAOORDtN'ARU EM 4 DE MM >
hh-:mdf>,:ia d>i sr rEiRRniA nn mui.
Ao meio dia, feita a chamada e aehaado-aearo-
sentes os Srs. Lacerda, Joaqoim Baraala*, J. MtoM->
Rego, Tolentino de Carvalho, Sooia Leiaa. *>
Costa, Firmlno de Navaes, Manoa. do R*go, Gmt
calves Ferreira, Ratis e Silva. Feappe > Pfcjaria.
Tibur-io de Magalhaes, Pertti. Agniar. CaakaCa
valcante, Soares, Camboiia. Plato Peswta. tt Caa
dim, Gomes Parente. Antonio Pan I int. X. PartaMa.
Olyinpio Maraaes, D-oming.ts Plato r Dario Ca<-al
cante, faltaado os Srs. Arcoacio, T.io. Am: da
Oliveira Andrade. Travasso de Arrada, L'ekoa '.a
vatcanta, Vieira de MHIo, Amaral. Goaa Car ate an-
te e Gaspar de Druraiaond. abre-ae a teaaae
E' lida e approvals a aria da aaane aatrc<- -
dente.
0 Sr. aecreurio da eoata do saaaM*
EXrCMKNTR :
I'm* peticao da irmaadade de S. Crisaua -
CrisDiniano, oediado a coacessio de aata lotrria
A' commissao da paaaiaa.
E lido, jolgado objaeto de deiiberacao t vw .
iniprimir o Mfrriota project..
A assemblea legislativa proviaeial de far
nambuco res \v :
Art. I.* E proaiaiao aesu proriacu a asu-
belacimento de agenda* fiscaes de oatra aaaaaa*;
e autorisado o presidents da proriana a aapanaar
as qne por forea do art. da lei a 1.W6! de I
de junho de 1872 foram crala ns proraaaa* h-
mitrophes.
< Art. 2* A'sagaaeias. qua pnr eaa < da it<-
sidencia da prnvinm cham-~e natta >-!?'. r.
das, lica marcado o impr irogavel prai de a<
mezes para a ,-ua coinpleta extiaccao.
Art. 3.* O praz<> marcado pelo arUpo aater-
dente sera conlado da data da paMkcaca* daare-
senta lei.
Art. 4.* Ficam revogadas a* ajaywirii
contrario.
Paooda ass fill, .-a provinrial de Peraasaaao'.
4 de maio de 1874.Tul^ntmt He Cmirmtm*.
Mr. Tiiirailaa ale (analaa itn,
demi reqner qne, dispeasada a imprassao epaa*
cado o protect) no jornal da eaaa, seja dadaptr>
ordem do dia segumte.
Cousultada a assemblei. le r.-la -triaa
liva.
oaai: i. kia.
Priwtena parte.
Entrant em unica diseussio as eiasadas, appn-
vadas em larceira, ao avatMai n 21 lest* aaaa.
approvando o contrsto feit.i rmn Or. Mania* Ja*-
da Costa para a con-lrur \ \ I'-rro da Victoria aCaruaru.
O Wr.lieaiea Pareaie fas alguata* eaa-
siderac'V*
Mr. s. *> WL***m da a razao par aa-
apresentou a emend a, qne aao foi ootra eaaa aal-
locar a estrada do Limoeiro em coaaicdM 4a pa-
der aceitar a novacao do eootrato, Seaada eat
condicoes iguaes a de Jaboatao. .\in adaaaat aav
elevada a tarifa a 12 O/o. a garantia da jaaaa >
7 possa continnar. e aem acrediu qae a aaaara-
tante da estrada do Limoeirt, depots de tor a am
contraU) leiio, com garantia la nronnii ja eir
pe de execucio. ae sujaite a um aovo i.uliM,
para estreilar o bilola a perder tal vet eaa r*
material ja encommendado.
Nao Ihe importa aae a casa re jaMe a ana
emenda.
Wr. r*Umm+ air rtamearaa. Sr. pre-
sidente, quando apreseatei paragrapao adaa v
a emenda do men collega de awlriclii, e Sr. Or. Ma
nod do Rego, coocerncnte a aurali de ton a
Limoe'ro, proenrei jaslifica-la, a |
xado patentes as vaatafeas
qoer para a provincia, oner para o i
dessa estrada. na redaeca-i dabitola
de 1 metro t 4i ceniime'ir... para 1
trilhos, qae e a bitola da via ferrea
para a Victoria e Caraam
E" consa hoje perfaiUmente asseate t
mente dcmoosirada qae a bitola e*treita '
a outra inoameras vantagea*.
A prejferencia qae Ihe cstao dando a*
ros e linanreins de tod < o maado torn saa ratai
da ser na eoorrae ac-n >mia de earca a> 1 'i
desjieza qne d'tnanla ama ria
larga era identic** cireamunrlas, qnfr aaaato a
construccao quanto a conservacii e exploraeao.
1st i i facto tao eonheeian, Uo explicada, |
bem descnv ilvido pelos economista- e
ros, que me custa crer qae haja sjaw
duvida a sua procedearia.
Oahi, St. presidente, bem sa pode rar. *a*
grande esforeo mtellactaal, ipuata aadaaam rr
sulu para o contrataate da estrada 1 > Lm
em rednzir a bitula da ua lintia fira I
qnanto isto faciliu a obuni.-ao a> cap*
essa empreza de Unl,. interesse, de tie graaar at-
canca para a provincia ,
E realmente, sem contar earn a rrdaBtaa n-
Sastos da consenaovo da tanB e da laaaari
os transport's, e iatnitiro aaa as eaaataaa
rio mais farilmente para ama estrada eaaa
traooao mais barata lo quo para ama rnmm
desde que elles torn a cerlesa de qne**n mm
casos A nnmero dos passageiros tiipa. Jas
cadorias a tran.-portar sera o mesmo, fit M
se ha de achar a via farraa do Limoeir*.
Sogundo eston informado a eapittl j
para essa e-trada d; Irta e ae 7 mil
reK ao passo qu?, dvealo tor a lin>.a e-re >
100 kilometr is, e sndo a gnraatia de }aro^ da a
contos de reis no maxima pe: klametro. f
pital apenas eoaara a garantia de 7 0 0
5 mil contos de teis.
Ess? facto pod; e tolrez seja
fultar a obten^io le capiues bMaW a

nr^


*T8f M (HAi M frff MKH f.T/^H*5o de Pemambuoo Sexta feira 29 de Maio de 1874. |C-1 i,jf .If \f //A
i
a
i
-

dida Aue proponho solva lor pAM'VMMl'fSfllMNMNl'titiawftV tf. Wfr ###
Ac modo a dar IS p>r centra de 1u:ro,
a'agenta "os agricoltortis, do m\neita a'
fern' pop ells os- sens gencros, eu mesmo qiWH4
a biiol.t, red
gisus da coi
o capital em
fica da gara
Portanto,
dp cfl.ca $e tl;n terco os
o conseqaenlemente, lo'lo
ftlcara sob a Mflueucia" beav-
rovincia.
ensoae da minbj. emenda
podem resullar para o coatralante, caso eMe che-
gue a um accordo com^j^aimirainistragao, sio pa
tentes, e penso qne
Tor outro lado, la
bera auferc vanlai
realise a reducc&a
0 9ft. ]. Well*]
v.-.ntage'ns, que ql
cfies de poder set
0 Sr. Felippe Bf-2
6 sabido, a bi/ols^ i
la al-
so se
(".onto j4 ditse
i Victoria e
DIARIA. -
.Wftciohtta provincial. Honteta a
**** tJMfcdWrfoii com 30 Sr*. deputes, &fc
RESIST A
safra-seja pequeoa ; o qua aeaotecera i I'or mass ^prrBiasiustiTeoi'Sr. conseJheiro Agoiar.
que ae i)eve. essa tarifa,. jamais ,se nodera cflBoti afcftttli\lr 1*f ta da se^s i i anucaoenta?
" : locro. Ora, nlo so podea TI* seeivtano declare
da
Utol
to:
for a
Uisada,
via-ferrea da
Carnaru e d^Huetfe eiitrMriiti.*, e a biiola hoje
consideraua dWtiial pita a estrada* Uclarro, .' a
ftitula que sahio victoriosa do grande oertame
! avi Jo eatre os seus defeirsores e os propugnado-
Tesdasvias ferreas largas.
Essa bitota e hoje empregada de prcFerencia a
outras, nw cinco partas-du mundo ; e os
qae mais reluctaranvem adniiltil-a, oemo a In-
gialerra, hoje a certain na, e, ds confoTiaidade
com ella, desenvolvem as suas redes de viacio
feriwk-
A commissao, dc que faca parte, dewudo'emil-
lir parecer acercadas oltimaa aiteraceoa faius,
em vista da lei, m; contrato da estrada de ferro dj
Limoeiro, e sabedara de que a de Caiuani tiuha
on devia ter um met o de bitrtla, tiBha em inente,
qiiandtt apresewtaso o 9*5 pafecer, projecto que iravia furmulir, aiit)risai;4o a.admi-
nistrar^io'jiara etrtrar em accord* com o contra
lante daqtrefth esHrada, so6re,a reduefio'da bltola
[referida tto-ewrrfrkto prim1lit.
0 art a*tivp do ttfcu cfcltega de flisfrieto, a
cme ja me Teferi, em pane eJtpressoB a idea da
commisiaj'; mas, rra^o tetido ferto uo todo, jal-
guei dever comptetat e com ar.nal esflo deaceofdi os-ootrpstnenrbros
da mesma commisao.
Do nccordo com a cBtwrnis-fio lambem esta o
illuJtrc director das nbras puMiea* da profineia,
cuja opiuiao, sabija e puMtcada pela imprensa, e
qoe so adoptc umv bitou Btiforme para todas as
vias ferreas do coucessio proviacia!, maxlme para
aqucfllas que, flndfts os rwpectivos nfi'ilegius,
devam reverter ao donwaio da provinwa.
As vantapens que da vmifurinidade da bitolaxe
sultam para a provlncia ^ao de rtmples iotuiiio,
q-ie.- ^e encare as vias ferreas pelo fdo cimmpr-
i;i..l. qaerse- rs eonsidwe pero1 l.irto esirategico,
qaw ainlfl'pelo lado indu-strial, lie 9uBtid* das
mduslrias tnannfactafeira, fabril e eta!urgica,
ujo estabeliinent'.< r put i titjffia quesiao de
tempo.
Por-etiiro lado a questao da largwa das holms
inierfsa d-i perto a provincw, msiine ao quo
diz respcito as estradas gaiantfdas, MitB comi- 6
object* de grairde alcaHce ecunoiBico. que os
governos d^em sempre ter ern vista, ccH-tmir
.>in um Jad<* eapHsrt e maior nom*ro pessivel de
kihliMHttoi de'via^ao.fcrrea
UirtjiUo. a iv.ii"nii,ijtfi;iw.4a,iU.Piai'ftii,') wtno
disse, e Je aaU^oui ^ara aoalos as paries con-
iratantes ; e, pots.lbcni v8 o hibre depatad) pelo
i districtu qtte,-seado asiim, as coasas se podem
coneiUar muito faeifmente. sem q baja mwter
lie ~ 'rein, alioradas outras cond^Jjs Uj cmtrato
: a\o as r.^ii}Se b'ciini.eas.
I' >r i c (l.p'esid'eifte fl) pnivrncia fica amorisado a
omliinar Com' > contrataute da Estrada de terro
d Liuiioi;a a reducgao da bitola da mesma es-
iriia de fir Ola a igaala la n da via rerrea di
Vu-ioria c Ciraaru, ro'ul.mJ) as demais condi-
fi'iii iechnica> de accordo com es#a bitola.
Estaj alternj5es serai executadas inlepea-
deajemente da approv.i.ai da ,is Choi se v, reRaH-iire alii sonant as coudi^oes
technlfti?, e isto <^ CMiprefieute, porqrje redur.i'da
a bit I.-i, devem ?r re luziilas a largarn do leito
i)3 e-trada, as dimenro-s e peso do trem roiante,
.is dirneasofl-'e afistaiftebt) dds a'Tisente', alar-
pura das eatre -via-, gjustoioSHrWtos; e pollem
se.n inciinvenient? sftr a:ter7Khs os liniites fttftftJ-
dd< para os Taio-; da eurvtis e para os dedlves
"U fiend ires, sem eontar que as mesmas obras
e'arie, com* poutes, viaductos e oatra-, podem e
ale devem ser modlficato?" tendose em vista a
Eenir largcra da linha e o menor pezo dos
trem.
O ?e. J. If BLi.i Rego : Sobro isio nao faijo
qucsiio; 6 quero que ft nobre fleputado me diga
a ratio por que niose ha de dar nma autorisa-
cao franca para se jioder effeciMir a modificacao
dj eoDtracto.
0 Sn. Fblippe de Figuewoa : A razao esta
na mesma emenda do nobre flepntado, quecoDsig-
na a idea de serem feitas ado Limoeiro concesso^s
qae oliteve a estrada de Caraaru.
Se o regiment) nao veda-se, n**ta ultima dis-
cussao, a apresentacio de ernendas, eu aceitaria
a do noLre JeputadS, addicionando-lhe ulna re-
stricr-ao, isto e, qae, wna vez igoaladas as condi-
ro^s das duas estradas e os fa-vores concedidos,
desapparecesM a garebtla de juros, dada a do
Linioein, e Be qnc aurio mao o contrataute' da de
CaruarH.
0 Sa. '. Kbxo Re(; i : Esta subenteDdido.
O Sa. VRiitcR !>e Fioifirca : K5o se depre-
hende teso da eraenta d<> nobre deputado. Essa
emenda diz.: ( le^) depois da* patavras re-
gula&do as demais c >nJi(;"ies techuieas de accordo
-"in essa MlM* diga-se e tm\ -vautagens do
coMrati da mesma estrada da Victoria.
Bern V-" ,i iii?re deputado que alii aao se falla
da? iraotazeos que tem a estrada do Limoeiro.
0 Sr. .1 Meilo Rego di um a pane.
0 SB. Fkj.iii'i. de FigueiroX : A miiiba emen-
da n.io falla em nenhuina vantagem.; apecas se
refere as condi>SS technicas ; e como ja disse,
a moddica.,\io destas, de accordo com a reduce o
la biiola, importa em um grande 'favor feito ao
conlratante.
Causou estranheza ao nolire deputado que so
hoje eu fallasse contra a sua emeada o nao o
-.izesse na ultima s*in; qoando foi ella apre^n
lada. SUlo nadi ha de extraordisario, porque
devftndo ler lugar outra dhcoSslo, que"e a rrrsSea-
:e, flcava-me tempo para reflectir, e foi o que
eu til.
seguir 12 por ceatro do
do conseguir os 12 por cento nem mesmo os 7 ga
raBlMbH, on Jo ira bcar esUs 7 ? bt-'gover.
cerfMiite.
OSn. J. Mem.) RBQO:-Onore OfytUaJo e;
argpmentando inteiramente fora At qoeitao :
plique esta argumeatae^o a estrada de Jaboatai
0 Sa. TiRURCin de MAHAiaxr.s : Eu ap,
tanibeni a ella ; o quA diga 4 applicaval taw
a ma com i i outra. Mas qtantti a aatrad i da
uria a Caruara, se houvei prejuito, os sius
n: tco garantia e.juro; .ealremuo qaeMJri-"
^ oatra estrada, assim aao acontecera.
Se a estrada de r*nu d^ V'nl*'<% i* *MP os 7
por ceiuo de garantia, paraqie puia7esta&tori
sacao f A hypothecs* 'rfSe eSdwBcif pod^wuit
paizei bejadar.-ae, ouraieatenos pxitaeiros aaposi_te.raps.
o exeraplo da estrada de ferro de S. Francisu, que
percorre uma tona de mais de 300 engeahos, cu-
ja renda e inferior 4 0|0.
Supponliamc* que deutro dos 10 priiueiros an-
nos, por mais qae a companhia clew as suas ta-
riffs, e o goverao coocorde nesse augmeiMo, r4o
tenha um lucro nem de 5 por cento; o que ason
tecera ? E' qae baveado ailoia- d'sa#s. va.nU80fts.
mais a garantia de juros, a differenca para com
pU'tar os 7 i>r cento deveri er pajta pelo governj.
0 Sa J. SIallo- Rego : Mas nao se admiue a
coocessao siuiultaaea dos dous favores; ou um,
ou dotro.
0 Sr, Tbubcio de Magalttaes : Este rietisa-
raento nao esta claro e nem con da. Portatito, aoxtotheu voto a efla, fazeado-se
uma ootra emenda.
Vozbs :A'gora e taTde.
0 Sr, Tidurcio db Magaluaes :Pois entio vo-
to contra.
Sao esta as razSes-quetertho para firm,ar o mcu
voto.
Ninguem mais peqlndo a patavra, encerra-se a
dlscossao, e procedendo-se a YotafJo 6 approvada
a emenda do Sr. Figueiroa, sendo rejeltada a do
Sr. J. Mello Rego.
E' sem debate rejeftaio, em I." discussao, o pro
jecto n 48 deste anno, mafcando os limites da fre-
guezia de CiitiDres com os de Pesqueira.
(Ccritinfn.)
qu
nao haver eipediente.
Carvalho, pda ordem,
ouj. parecewft
cootratos feito?
Oanhantenio do*
o, \y
liladtiu
ilemen
Confinpagdo das emendas approvaias em 2 dis-
citssSo do orcamento provincial.
N. 120. Apresentamos como addltivos as dis-
posicSes perm ineotes o projects n. 36 do corrtnta
anno. Tolentino de^Cartalho. Pirmino de No-
caes. Dr. Mnnoel do Rego. Jaaqut'm de Ar
ruda PintoJunior. .t/(p vex Ferrerra. G'uedes Gondim. HI. da Silpa.
S.'lSf. Artigo additfvo. Fica o predidente
da prffvincia autorfeado a eontwtar c;>m,qr^em
melaores valltagens e garantfas offerecer a con
clusao das obras aiccssoftas do theatre de Sapta
fzatel e sua erploragjo,- e hem assim a eonstrae-
:'\) de bosque!ej jardins, cafe 4 sala de refreseos
e btlhar, no esparto comprehendido eniro a firce
svtl do referido tt\eatro e a rua de Santa Isabel,
c.ointanto que o coutratante se sujeiteas seguintes
condifoes :
I* Ornamentar a f whada principal do tbeatro,
segundo os pianos da dlrectoria de obras (iu-
bhcas ;
2* Con'truir e assentar os machinismos neces
sarios a quaesquer repr'esentae6>s !yri;as, drama-
tic.! s e mag teas;
3* Orgariisar e exeeutar a< indi racSes da ?i^e? eomtodas as suas pertenvas ;
if Prover detodo o neee;sario o goarda roupa
do theatro e o amoblliamento seenieo;
3* Completar as decorate* dos saWes do espec
taculo e do passehJ, que nao se acharem inclai
das no contrato da reconstruct) do theatro ;
toria das<>bras publisas, um edidcio aproprindp
aos misteres d cafe, rasa.de refreseos, restau-
rant c btlhar, com os respectivos bosquete* e jar-
dins, ludo cercado por urn gradil artistico, no
terreno que fica entre a face sul da theatro e a
rtia Santa Izabel;
7* Fraaquear ao publico o n-ferido edificio e
a'a por d
consta que s
amanuerfr h:
Ponle
Devo, porem, assegurar. an nobre deputado que
g; anterior discussso, cotto ja o disse em aparfe,
vttti contra a sua emtnda,'pf)rqne desde logo pra-J
vi a possibilidade de ser modificatlo o contrato da
estrada do Limoeiro, dando se-lhe as rnesmas van-
ragen9 de qae gota o c'o'ntrstante da de Caruarrj,
Bern entretanto sopprimir se a garantia de juros.
Isto seria o que naiplirase vhlgar se chama um
puo com dous pedacos, e e justamente o que etoten-
do (|ueuao devemos Concedtr
O Sr. Tiinir< io de MagallaaeR,; -Sr
presidente, etftetffo'qoe a emenda apVeserrtaaa es-
iibe!e*eado a ntesipa bitola, e muito otil, nJo so
a ambas estrada*, como ao goverflo, debareo itoes-
rn > do ponta d vista esiraregico. Qaando por-
ventofa se r;ueira ligar as drias ctradas, nao serA
faci! e eonveniente que os cbmrjoios de dma linha
percorram a oatra, desde que as bitolas for-em as
mesons f
Cerumente qua sim. Torna.-se, portaato, ques-
tio de muita importancia a igualdaJe das hitoUs.
Esta coacejsao^a e um fafcr, quanta maiiapre-
sentanlo ^s aidea do toruar :. dxtecsiva a- mes-
mas vanfagens da estrada da Victoria ado Li-
moeiro, por isso pademui befaacontecer que esta
* .iir.uia, que ja tem* por ceato de garantia de j.
ros, venlia ler as mesmas viatacens que obteve a
outra, cenjo, por exemplj, a de e'evar a tari/a.
0 Sa. J. MetLo Reco : Como essa estrada ha
.de cuntinuar a ter a garaatia de juros de 7 uor
cento, se com aelevajaj Ja tarifa tera am lu.-rs
de 12J I to e um contra senib.
0 Sr. Tibcbwo DEMACit-utes : Vou mostrar
;ao uobie Joputado que nao ba coutra senso.
6 contratante da estrada de Jerr<> da Victoria
ateio inao da garantia de'jiu-as de 7 ;>ar centa, e
pudi.. que a sua tarifa fosse elevada ate dar o fu
croie 12 por cento. A estriJa de fewo do'Li-
uioeiw alem deja ter a garaalU de juros, aiida
ijaer hoje que s<; Ihe concedam iguaes favores
^jue m0 a outra estrada.
0 Sa. J. BRllo Res >: -Quem iiiz qae ei!a quer?
Nada requerea.
0 Sn. Tidurcio dea Mgalhaks :O nobre depu
iado pede.
Q in. 1. Ulluj Reo :Pois eu sou proeara-
dpr da estrada de ferro do Limoeiro 1
0 Sa. TiBtBCi.' de MaC.uha:s : -Oh I desde qua
a nobre depataJo apresentou esta sub-emenda,
peJij o uvor; aao sei.qoe dlfferenija ha; se niio
?, antorisoose agora pfutuxador.
O 5a. Ma.noel do Rsiw : 0 nobre depuUio,
marebco di camm\tAo, rol uem se auto/iiou pro-
^urador.
OSn. Pblippe de Fjuuejroa : Autorisei-nw
proc trador da provjneia.
0 Sr. J. Mbluo Rego : -E eii lambem acompa-
nhei-o no interesse da pfovincia para tarnar e
coatrato exe-juivel.
0 Sr. Tiborcio de Magalhaes :E eu mostra-
rei qae sao por demais os favores que se qaerem
tazer a estrada de ferro do Limoeiro.
seus saloes, sem comtudo uelles aimittir flenhum
senero de e^peaacnlo;
8* Dar no theatro, em epaehas prefixalas, es-
peetaeulos lyricos, dramaticos, ou de magi a, me-
dianle precos previameate e>Ubelcidjs para os
respectivos lugares;
9' Prestar lian;a idonea para garantia do thea-
tro em casos de iaceadio, obrigando-se mais, a
estos casos a recoastruir o mesmo theatro on a
pa/ar as despezas neoessarias para isso ;
| I* PoT tddo esse servico gozara o contratante
o ineatro e os annexes que constrotr, pelo tempo
nunca maior de trinta ann is, dorante os quae-
somente elle podera dar espectacuios no theatro
de Santa Izabel e nelle introduzir, como forneci-
mento aes espectadores, osgenerosexpostjs a ven-
da nos annexos.
f 2- Logo que se acharem em exploracao ;o
theairo e os annexos, seria prohibidos em torno
do mesmo theatro e no Campo das I'rincezas
(juaesqucr outros estabelccimeniossemelhantes ou
casas em qoe se demi espectaaulos.
3' Kmd.i que seja o prazo do contrato, rever
terao lodas as obras ao dominio da pruvincia, sem
nenhuma indemnisa^ie por parte desta, e en
perfeito estado de conservarjao.
4 Ao contratante e garantido o direiti de des
apropriar na forma da lei osupra mencionado ter-
reap qne tlca entre a fase sal do theatro e a rua
de Santa Izabel. S. R. Feiippe de Figueiroa.
Tiburcio de Magalhaes. Antonio Paulino.
Vieira de Mello.
S. 122. Art. additivo as disposicoas perraa
names. Os proprietaries nesta cidade gozarao da
faculdade de construir os passeios ou calfadas de
seus predios, segund.i a piano adoplado pela re-
particao das obras uablieas, ficindo sujeitos a
multa de 100^090 se os nio lizerem dentra do
prazo de 4 mezes, a e intar do dia em qoe for
acabado o cal^amenio da rua respeativa : stndo
neste caso as cal.ada* feitas pela reparlica) rele-
rlda i ensta dos mesmos proprietariOs. S. R.
36* Gnoakante.
X. 123. Offere-o como addilivos os projoctos
de ns. 42, 53 e i deste anno. Dr. Mamel do
Heoo.
R. 123. Ao projecto sobre agenda* fis^acs
apresentado como addiiivo Quer no substitutiv >.
quer no projecto, em-m-lese a parte em qoe trata
do prazo-por esta formaum prazo de seis roe
zet, qae podera ser renovado por mais seis mezes
iraprorogaveiS. -S. R. -/. Meilo Ry/Q.
N. 116 Ollere^o como additivo o projecto n.
79 de I87l..-Ra H. 127 Pica o p rest dan te da pravincia auta-
risado a mandar pagar ao major Sebastiao Anto-
nio do R go Gavilcante, o qae se Ihe estiver a
dever, provenieote dos alngileis venciJos da
casa que serve de quartel ao d-.siacament./ di
villa de Pao d'Alho.S. R. -Olicein Atiirade.
1874.-Projecto n. 65.
A commissao daexnme de posiuras, a quern foi
presente o projecto de poetoras addicionaes que
a cainara municipal da villa da Bozerros, sutim.'t
teu a apredaeao e homolagaeie desta assemblea,
tendo IIda aiteuianieate ditu projecto, achou o di-
fn > da approvacao solicitada, e par.isso e de-pa-,
rseer qoe se adopte a seguinte retohicio :
A assemblea legislativa provincial de Peraambuco
resolve :
Art. unico Fieam approvsdM, salva a roda
ea', as posturas addicionaes eoofecionadas pol
eamara municipal da vifli de Beze'rro-1, em' 8) d6
correote met de maio.
Sala da corrfmlss5es, 27 d^ raaia de 1871. -
Amaral. Dario Cacplcante.
Postoras addieij>nae.
Art. 1.* Na Tregoezia de #raat4, a divisao
eatre os terreoos de planta^Ses e os de eriacao,
priaeipiara da sefra deaominada Buraeo, e'ser
gpfri pe'3 do Jaca, Esiblra d'Agoa, a eacantra-
no travessio que vem da Oitisadga, epir este
contirtuara aleoflii dafregaetla, fteando o^.lade
do sul para plaotagoe* e do ndrte para cria-^ao.
Art. 2 A ohrigacJo de qoe'trata o art. da
lei o. 1,131 de 30 de abril do correote dnno, e
tlo somertte'exteosiva na'diWsa^ comprabeadida
no art. 66 da predita lei; orrestlo e-ta ohrlgagio
p)fem, aos proprietario? por onde passar a Jioha
divis-jrja,
Nas opjras divisas dos arts. Ci e 1" destas oos;
tura's addicionaes, terao .-dioente essa obri'gajfei
aqael'os dj.s plantadares que fizerem rocakjol
annrcos a Jinlia divisoria.
PS jo
"U
10,
m
a .]*....
Sri. PiatoPi
ndo rejeii
anterioroente, ficando a
ndeate 4e ima optra dis-
BimAd.
a o*icow* o pMjMtMl
38 deste anno, reformando o eosbo pubheo, fo-
ram offerecidas diversas emenda;, das quaes al-
gumas foram atofcvftdJBctW 0 ^fSCto, jgftpofs
de sobre a matinaT'orarenS oWrsTnanoel dTRe"go
e I\au> # ^lvaf ncaadftK^s, reterid^a. omendaa>su-J
jeitas a segunda discussao.
Faentit.eetrji MRjeafeira- Uecassao a pro
jecto de orcameato municipal, o qjal foi approva-
do &amdivof*a|Z|rnpBdas;oraaJo os Sr*. Olympic
Marques, Kalis e SiTva, Manoel doRegO e "Rlenti-
na Je Canutiio, Itgaada tafflbem as.emendas su-
jeitas a segunda di^cus*ao.
B estaijdo a'hora adlantada, o"Sr. prpiJnnte le
Vantou a sessao, desighando para ordem do dia'de
hpje, a cantinuaoao da" ahtecedeote.
iin.> i.!.(i-s poilctaoH.'-l'or portarias
da presiden,cia da prpvincia, de 27d9Correj>w,
fdi'aerontido o alferes Bellaraiino Piaitj PalVa,;do
cargo de subdet^gado da freguezla de AlagOa de
Baixu, do terino de GimVes; e nome'ido: part
sucpadeio em ul cargo o alferes Francisiro Pefel-
ra Lagos. t
Pat telejrainma da liahia
"*o.nisso porto no dia
b vjppr ioglez TJmto. Deve
_ .&4ri*tn. No p.rfnfl-pro.' do
mez deve comecax o tralallio da'd%mo'ltc#)'3'ac-
tual ponte da JBoa-Vista para collocacao da opva,
segundo nos intounam.
L.ibert|a que de prosenTe reside em Lisboa, acaba de eo
viar para aqui as carus de Jiberdade qoe espon-
taneo e graluit'aineut. passou aos seas escra^o*,
mulatos, Aotooio e R-ocdpla, de 33 a 40 anoos de
idade.
tnuiveriui.>.-Hoje 6 o dia annrrersario
da quedi do impeno romano do Ofieote, pela b-
mada de Constaitiuopla, p^or Mahorriet II me
1U3
Cmki^so L.iti('i-ario. Rennio-ee hon
tern esla socieda4e em>sessao ordfnaria, sob a pre-
sidencia do Sr. TUeodoro Pacheco.
Flodo o expeJie'nte, passou se a primein patrte da
orJeth do dia. continua em discussao a these se-
guinte: .
Qaal a uielhor forma de clefcao^ a direeta, mm-
recta ou o saltragi6 universal t Orara os Sfg.
Moreira Al>s, (2), Rjsa/5 Sifva, (2), SiWa Mar-
ques e Vicla da Sifva.
Passar^Jo a'2.* parte o Sr. Theodore Paelrtco, da
o desenvoVimento da these: 0 qoe sera mais
racional uma magistratora nomeada pelo pader
executivo, on oma magistratora electiva ?
Sortea'd* o Sr: Tieira da Silva, escolhe a segom-
te these":
Foi o ehssjsmo um.empacilho para o progress-!-
vo desenvolvimeoto das lioguas?
Marcada a ordem do dia, o Sr. presidente levan-
ta a sessao as S l\-.
Mitisa fiizichrc. -N'o dia !. de junho pro-
ximo, celebrar-se'ha oo convento de Nossa Seoho-
ra do Carina,'das 7 para as 8 horas da raanha,
uma missa resada pelo repouso eterno da alma da
conselheiro Aototuo-Joaqoim tfA^buqner^ue Mel-
lo, a mondado de seu filho e nora Sebastiao Anto-
nio d'Albuquerque Mello e D Francisca [Maurioa
da Silva Albuquerque.
' Diiiiefr O vapor Dmtas, levou de oossa
a veriflcar, se elle existoHl 1K1*I A*fitil&ti&deH>i6i 9ittii*mrm,.tt.-opn=eu
desta sala n ittuae: parquo a lot aga;
i hem (jus a
ya e deixa 6
completa escuridaa.
r >oe se ser este um WUtttMi subterra-
ue duraote as suas missiijm|zeram os ;e.
Confcrcncias popularcs. -No
iartotArikur llasclj,
) BfeiroHBibun^Bs
idl:ia|a
dia 17
Vafai-
1D
d)
presci
ra nas d
colonias
gundo
Dr. C:
Rio de
lares.
suas judjriajas obsrv4c5es s ibre
IMC effednn a tmtrurfio do jolt*
do vagoAunio t
dje ligeiio, mas im-
ilitadros atwesbooa-
assadai, i-mridercia as
filho do prol
orador, dep
trospecto) d
onides atle
las sob tMos os aspen
H, ISt'
se-
os da mesmo autor intitnlad m Regra* di prara e
Repr.tdet s'obre o cjmm'id> Hot i*g*t ..
t E'f-s trabalhos de reeanlwcilo nwrito. em
que a eii deutrina & expsU-ca.n> melliado e dare
za. em .classica Jinguagem, s}o procedidas de aiRU
mas palavras ao leitor e de uma introduccao, de-
vidos a penna da erulito editor.
No prolog OH>3is de dar a? r.izoes fieom-
loza
duzirara a fanr es eJieao, descrere o Sr. aaoa-
dor Cindida Mendas, eni largos iracos. a tonga e
tao util a MbreaMQV: preeocliiJa existeacia de
Jose da Silr* Lisbda, diga* de vtaaracaA pelos
seus vastot eonliecrflaatzos, por sua? virludes pu
blicas e privadas.
A intnMMccao 6 am exoelleale resumo da
historia do commercio entre ted s os piv desde
os tempos primitivos ale a nossa epoca Nao se
prac>i para;
Maceid
lOOiOOOfOOO
27:000^000
Ceard levoo para *Earahyba-----
' Pjjo da c-tmara municipal de Bezerros, ldf
rpafo *e 1874. Cmforme.- 0 secr^tario,'tM-
qnim Venaock> Caldeira.J iao Francisco de Vtte^
(ToBcairos. P- daCaraara. Guilherraioo Tavares
de Sfe^eiroj. Jose" Fioreucio de Lima. Joip
Francisco da V3scodt*Mos Bfa^nBr. itertonio
Fffrelfa da Curraa e Silva. Francjsco Joso Pe-
reira.
Penedo
0 vapor
3:307*000.
Ponies ViMguciro. Abiimis espa;o hoje
em nossa 8.* pagina aos debates havidos, no su-
premo tribunal de justir^a, por occajiao do julga-
rrrbnto do desembargador .'ontes Visgueiro. Cha-
munos para is-o aattenc/ao dos leitores.
ImpoKtoM proTlnclaei*. No l. dejo-
nh i pj"oxirao camera a correr o prazo Je 30 liias
uteis para o pagamento, livrc de multa, dos impos-
es da decima ul4)aaa, a *i sobre bens de corpo
rac"i" de rriao marta, e de 60 rs. por litro de aguar-
dmte jonsortllda na provincia, correspondente ao
2.* semestre do exercicio de 1873 -1874.
Klci<;ex de i r in a ii I a l-. Domingo (31)
as irrhandades do SS. Sacramento das matrtzes das
fregoezias de Santo Antonio e do Recite, procedem
a clcieao de saaS mesas regedoras para o anno
compromissal de 1873187i.
KevUta Juridica. Corresp mdentas aos
mezes de julfto a dezeiribro de 1873, acaba de sa-
liir a luz no Rio de Janeiro o 13.e'tomo da iinpor
tante Revisla Juridica, jornal de doutrioa, legisla-
cao, jnrisprodencia e blbliographia, redigido pelo
dr. Dr. Jose da Silva Costa, distincto advogado
naqnelle foro.
Agradecendo a remessa do tomo, recommenda-
mos essa Revista aos nossos leitores qae desejarem
ter om repertorio minucioso d) decisoes, taoto do
goveroo, coino dos tribiinaes do paiz em materias
de momenloso interesse.
l'.iisii< de ittiiiti-ttjMtioKia. -Sob es3a
den oiiiuaeao acaba o Sr. Dr. Gouto de Magalhaes
de publicar, no Ria de Janeiro, uma mtmaria so-
bre o homem indigena debaixo do ponto da vista
physica e moral, e como elemento de rlqneza e au-
xiliar para acclimataclo do braDco nos climas in-
tertropicaes.
E'obra muito apreciavel, e que muito honra \
nossa Rtteratura.
Agradeceinos o exemplar que nos foi remet-
tido
Gazcin Jfiii-itlira. A:abam de chegar tresj
namerbs desta importante revista, contendo :
0 n. 67.Direito crim nal. Theoria de cam-
pUcidvk. -Jurisdicgio civil.Jaiw divis^rio -di-
vidas do cabe^ja do casal -indemnisaeao compe-
lentH&.Juriidicc&'t commercial. Simulacao de
contrato. Jurisdiccao franceza.
0 n. 68 Phces'so criminal, recurso de revista.
Jurisdicgao civil, dO*joes a concubiua. Simuiaclo
em fraude, da ex1*cttcab, carapetencia, appella^SO
em arbitiy-nento, eXseafivo, midaWja- de Jomi
cilio.
On 69. Direito publico, recurso de gr^Qa.
JarisiiccHo civil, (jdestla possessona, *accSo de
escravfdSo, testa merito. Juritdiccao commercial,
appellacio, credor de dpmiuif>, e.vecuijao. .Innsdic
ccio criminal, qaebra. Jnrisprudencia franceza.
'anas mtnerai-N.-l'i>r S. Exc. o Sr. cirri-
menrf.i'dor presidente da provincia, fomos obsfe-
quiado com um relitorio da analyse quantitativa e
qualiacativa das aguas mineraes de RaependV e
di Cimpanha, na provincia de Winas-Geraes, apre-
sentada'pela respectiva commissao.
Ii6tioth,opa diai* ramilias. Os Srs.
F. Feffeira A C, do Rio de Janeiro, emprehendr-
ram a publicaeaa de romances, contos, viageos,
biographias, etc., criginaes e traduzidos, para dif-
fan !ir o go'std peja feituri, pondo-a ao alcance de
tooaVas fonabas.
A publicaQao edivididi j|rrj cadefnetas seraa-
naes de 16 paginas cm qaari^raada, e na luas
'iLinroas. sendo distribuidas tadas os sabba-
doS. r
0 escriptia daemprezve na roa de D. Job*
o. 73.
0 prec. > de cada caderneta e 300 riis- para a
ciirte e 400 para as provinces.
A assignatura para as provincias 6 de oilo mil
riiis por semestre e quinze par anno..
Eocetap a publicacao o rom^noe0 Sr. de Sato
Roch, do afamada Emiji > GaSoriio,d > qu^l-.j^pfS.
ra'n dadas as ires cadrnetv..
tbfriura.-La -- no Kspirite Santtne :
t Existe na provincia d > Rio Grande d i Sul, ao
in itto Ac. S. Dirja, uma abertura de ami profun-
diJade apparatosa. Far-se-ba_de saa gnnloiapiaa
idea, dizendi, que lan'.anda-Ms uiaa 'padra.gasO
35 sttgupdos z\&. chegar ao |asd% .iaodaa*> b-s*o
rmervallo resarrse vagarosameaw a feilre: JPi
s > e win itve Stms.
a Entretanto ua abertura, e ,%?eg-jo;s? irn
pouca, porque ella i.ein escadas, ou u;na es??;ie
Je degrais, cliegase a uma especie da s ila, onde
se acha nma pedra de granite ditBeosfl-jjk pare^a
jua.si.toJa enlerrada no ?olo. Ksta near a
ffravaias-as seg^titts lettra?: ja*asaaa Tfjmplg
veis : rf. i. p. t. g. c. qae auaogjujej doiij'aiv
deste modci,(/e6ai"xo desta peitntUB'JgitMifT&st_.
haja ou nio alii um tnesouroi-o i799*een->,^ qrii
pot causa do latnano? da pedra. aioda pinguem
47,26'*
207,709
18,126
103,093
2a,35-
19,220
66.499
14,172
6.C86
17,899
I7.S91
45.421
i3,693
996
82,843
8,012
1064!
83,760
208,103
1,81<>
tyO
numa
ncia hisjofica, a differenVa tie van* Umita o illusfntda aacriplor a acjapanlor o de-
tagens para as naQdes que possuem os mais acre- senvolvimento commercial das diversos povos nas
dos niodfUa wlpnueaa finaUuento n*.,*yl'i i'ViiUt'\>^^ORCyktVM''VK" "v|""^ someate
atisti3i4iaeelquMlMMnlertt|Blem ms iiH-lus facias; ialaga das cau6as, e\poj os elTeitos
os toi tUViaitatftv dasaag beMiM ceilfcW %Wowlj"lMra* Mlysta respectiva legisla-
Qaa commercial e maritima e, compilanda varios
autares, offereca aos estudiosos abundante fmte
de utilissimas inforraac5es.
t Na reproduccaa da obra de Jose da Silva Lis-
Iwa nao se iimitou o Sr. seoador CanJido Mesde*
a dar nos o texto integral e correcto, dos preciosos
traiados eleineotares : addicionou a cada um del-
les a legislacao referenle partugueza e brasileira,
fa-'.ililwilo asini aas cult >res da jurisprudencia
commercial o estudo comparativo das duas legis-
lates autiga e maJerna. e linaluienle em name
rasas noias acciaroa a ioleiligcncia da tcxlo dos
traiados.
KMcravaiara no BratUI. Diz o Sr. mi-
nistra da fazenda, no seu relatorio 1 assemblea
geral, que pode se avaliar pela mitricula geral
conhe^ida no thesoaro, que ha no Rrasil .
1,002,240. e'cravos, de arahos os sexos c de todas
as ida-les, assim distribuidos :
UuQiclpio da cone
Provincias:
Riode Janeiro
Espu"ito Sauto
Bahla
Sergipe
Aingoag
Peraanjbuco
Paratiyba
Rio Grande do None
Ceara
Piabny
Marantraa
Para
Amazonas
S. Paolo
Parana
Santa Galharina
S. Pedro tlo Rio Grande do Sul
Mtnat-Geraes
Gayat
Matto-Gro'so
Passagem tie voitijs. Lemas
correspondeneia de Londres:
a Os mais iraportantes goveraas da Baropa cs-
:ao avire/aoas com di5pendioo5 preparativos t
expedrriJes r'o ipglez indubiuyelmente e o primei-
ro d'entre erles), atin de .ibservarem no prineipta
de dezambro, a passagera do planeta Venus por
aiaure- do sol e determinar por esta niraa, cam
exactidio, a distancia.dj centrr. do sal, facto e^te
qoe hadc resolver grande numero de problemas,
nao so praticos como scienttlko*. e naqaellas ob-
servacoes prevalecera o svstema de Deslrte sobre o
de II iker.
0 nosso astronomo real Carev, eseolheu cinco
pontis principaes e cinco subsidiaTios para o d-
so quinhao na tarefa. Hanalila, ha de ser o
priacipal pont) para obcrva?ao da passagem ac-
celerada e sera auxil ado par e>tac6js secundarias
em doas outros pontas, provavelment? Hawao e
Atooi, nas ilhas-Sandwich.
A passagem sera observada na ilha de Ro-
driguez, pertvi de Mtarilms e em Port^ Natal, na
ilha de Kerifuelea ,(por alguns denominada IHiaia
Desolacao), no Oeeano So!; cam oma estacao ao-
xiluir a ultima, em algum nntro pmto da meema
Ima. Por ultimo, em Chrtstchurch ( Nova Z Ian-
dia) e na,Alexan,lria observar.lo juntainente a sa-
hTda, auxiliados pelas observaeSes q ie serao feitas
independeotemmte das outra*, na Australia e no
nbrte da India, "ftjdas estas estates sie Uo boas
como as de Deslile.
c Para o methodo de Hattey, Kerguelen e o sea
satellite, comquanto nao sejam de primeira qoa
lidade, sao b >as, e provavelmenle as mai proprias
das estariJes meridionaes; Christchnrch e Rodri-
guez, sao inferiores a este respeito ; o resto dellas
e excluido, nao sendo todo o transito visivel neWas.
Enviar-se-hii) para as cinca differentes esuc/ies
varios g'upos, consistindo cada um delles em-nm
astronomo em ohefe, ao raeoos de um phoiogra-
p'ia solar e de um a tres ou quatro ajudantes
astronoraos.
i D^tem que a Franja, mandara observadores
para as ilhas de S. Paulo, de Amsterdam, de
Campbell, para as Marquezas, no hemtspherio me-
ridional, e para Pekin e Yokohama, no none, en-
viando lambem profissionaes para algumas esta-
coes secundarias em uma ou duas de suas co-
lonias.
A AHemanhi, prop5e-se occupar a ilha de
Auckland, a de Hacdanall, o porto de Bluff ( na
Njva Zelandia ) e Mauritius no_ sul, e no norte
uma estacao na China ou no Japan, e_ uma estacao
photographica na Persia, na direjeao do telegra-
pho ihdfano.
' Sobre os planas dos Americanos, poueo sa
sabe ainda; mas elles lomarao provavetmente o
esiabelecimento de tres ou quatro estariaes, uma
da3 quaes na ilha de Macdonald, no bemispherio
meridional, e outras tantas ao norte.
E a Russia,, forte por possnir a vantagem de
ler um immenso pedaco de seu proprie territorio
adjacente que 6 tavoravel as observapoes da pas-
sagem, preparara, com quanta em escala mas mo-
desta do que, os ontros paizes, nio menos de 27
estacSes entre Odessa e o Japao, IB das qaaes,
dlstnbuidas "pela Siberia occidental e a Russia
Oriental, e em torno dos mares Negro e Ca*pio ;
estio bem apropriadas para as observaeoes da
sanida, ao passo que o lesto sao estacCes de
l&Iie'y, sifaidas principalmente na Siberia Orien-
tal e na' Tirana.
Hecorre.r,-se:ha em todas ellas a photographia
para aiixillar a ssien'cia. No todo havera pelo
menos 70 a 80 estacfles, espallradas pel lado il-
lamluado da lerra, fonde, entre 1 '/ e 6 V2 ho-
ras, merldiaoo de Greenwich, na manna do dia 9
de,navembro, um pequeno exercito de asironoinos
estara exafnfnandj, anciosamente medindo e pho-
toorapbando os m 'Vimentos do pequeno potto ne-
gro Vob're a face do sol. mo vimentos esses qae nos
darao a solucio de um das mais sublimes pro-
blemas do Universo.
0 fim que se tem em vista nesta empreza
combinada pata invcstigacjia da distarrcia do sol,
ou parafallar' mais teennicamente, sua parallaxe
equatorial horisontal que quer direr na terniinuio-
gia de um aslro.noma o maior angnlo forraado
pelo raio equatorial e um observadar na distan -ia
do centfo da sol, qualquer que seja a distancia
irabalbo em prol da infancia desvalida.
"Dando preferencia a coloaia Mettray, que foi
ftpbjjfjb priujp>l de aeu djiawso, o Dr. Busch Va-
tefrav sem rentiai, iu Umitfir os bons influxes
4a HaUaniatda, Bel^*aua Russia, da Austria, da
Prnssia, da tnglalerra e da Suissa, provou em
cnw osso-OMgniuco ejtabeleciraeato I'raocez, crea
do pela iniciativa de Oemelz e"Courseilles e sod a
dtrueglo do caude Ja#parin, teen darescido e *ug;
racntado, represenlando assim, de dia para dia, nm
planma contra as gpitnpffl''* da. crime, e da ig-
norancia, um.cenlro patriarchal em que se rospira
ao hieiino "tempo o perfume resiaorader do traba-
Iho, da 'moral;dan ttureza, sem o peso de mura-
Ikas ou rigor dos:cast1gos de u-na p mitenciaria
qae is votes Qao al'eanca corrigir os maae instinc-
icrs o'rwtitulr a fJignidade.
Par.a coniirmar os innumeros bereflei',5'do *ST'
la agricplaMettraj' dest'arte apresental-o como es
pejha a a virtttasos seetarios da nobllita^a-) do tra-
oalfio:af6 pelo cofiljnrto do IhftrnAs catnadasso-
ciacs, o confereaciaxlor mostroucotno n'rnn perlo-
d,a de 12 aono$ o sobre 1,679 eolonas, foram de
proligiosa cfnfeacia os resuludospromslonaes, pois
que de 1,040 individuos sahidos do estibeleeimen
to, couberam a agricaltara til, as artes, 301, ao
exercito 349, a marinha 89.
Trataado Snalrrtente do efe'menta religiosa como
anxiliariodispensavet doe progresses da escola, ao
mesmo tempo tme recoaheceu a sobreexcelleneia
to puras affsicoes e das ideas mrratas aoompa-
nliaodo sempre esse etemeuto-nasi v^etorfa* do en-
ensino> o, Sr; Dr. Buscli'Varflia terminou pedindo
a jni.ciativa. particular ou; quan-16 esta aao possa,
aos aftos poaeres do estado ultra-tentatlva aO me*
nos com qhe, n'um paii taoopotentis. ooroo o nos-
so, se procure imitar a' bfcflas disposicoes da colo-
pia -Mettcay cm prol da regeneravao des joveos n
mmosjs.'-vasatur/dos e engeita^os
Qaintai-feirat as 6 boras da tarde, o professor
tacharetTlieaphilo das Neves LeSa, fava a qainta
conferencia do curst) de que se enearregou e tra-
ta ra do nosso planeta.
|iicMtao religiosa. -0 correspondente de
Londres para o Jornal do Commercio, do Rio de
Janeiro, diz o seguinte :
Por um telegramina pubheado no Times de 14
rJe atrril eoffbetnos qae em Paris-eorria o boato de
b,aver o imperador perdpado o-btapo do Olinda.
at4 o'momento em que e-screvo esta nao cfce-
gou o Neva; nem tao peace foi oonllrajada a noti-
ci a eni Londres.
Ha razao para acredilar qao cVaiieano Beoa
sorpreoJido e triste ao saber da scntenca e priaao
do bispo, pois esperava, ao qne parsee, que as or-
dens exuedidas para favoga teriam posto termo ao processo, ignorando prova-
velmcrjte que o governa imperial nio tem poder
sobre a marcfta da justica depete A haver o su-
premo tribunal tornado confiecintent? da accuaa-
cjp, e qae nesse case nao havia, oara solu^ao se-
tao a aosbrvicao ou a eoBdeoMia^aa.
Como nas inslruoc/des dadas a missio especial
se deixoii'ver quit-era a AJposicib da lei brasilei-
ra, a id6a de que as ordens do papa, dadas ao bis-
po, podessem ter sidb object de qualquer condi-
cao desta nalureza ii uma puerilidade que se evi-
dencia do racto de tersMoa carta do cardual-An-
tonelli enti*egae*eprelado semiespera. nem ob-
Jccq'So por pane do goveroo imperial, mas sim-
plesmeute ein obedieacia as ordens iaqaailfieaveis
do cardeal.
Existe ainda outro mot vo e mais grave, pelo
qual as ordons do papa nao padiam, por sua parte,
ter sido objecta de um-ajusle diploma'Uco.
a OJ interdictos langales pelo bispo privaram
pane dos seculares de Ina dioeese, do culio-pa-
blica, das ceremanias, sacramentos e privileges
da igreja, em summa daquillo que a igreja oatho-
lica coosiJera instrumentas de graica cmeios-de
ohter a salvalrJa). 0 papa ordanou qae as igrejaa
fasjem d' navo aberr.i, e qae se concedasse a to-
do', indislirrctamenle, oa dioce, os ditos in.-tru-
mentos e meios; pofqde a santo padre diase aos
Brasiieiros qae 0 bispo havia comprehendido mat
a sua carta, que seas interJicto; eram injustos, e
que elle havia arremessado a sedc em um lamen-
tavel confli tb por caiisa de considerac5es ei?pi-
rituaes.
Ordens semelhantes a e^tM, que visam uma
restriccao de privileglbs" chrlstaas, niio podiam ser
causa do uni compromisso, nem objeclo ii uma
transaccao ; porquanloequivaleria isso a ler-seen-
volvido assumplos sagrados e sanlos de um vator
immenso para as almas ; com o julgamento de um
individuo leria sido fazer com que actos religio-
sos e sagrada* fossem regateados e vendidos, e ob-
jeclo de sacriioga tfoca e a juste.
A:6m disso, a missao especial do Brasil havia
de provavelmenle ter recebido ordem para nao
entrar nessa transaceio.
< 0 seu appellb ao papa nao foi por causa do
pro;esso, mas sim pela destituicao das immunida
des espirituaes do bispo e pelas cansoquencias
dossa destituicao. E, a vista de tal appello, o papa,
depois de ter consultado uma congregaeao de car-
deaes, resblveu ordenar, sem condi^ao previa de
qaaiiJaJe arguma, o levaniamenta dos interdictos
e a volta.a lUrerdade espintaal.
TenJb procedide par esta fftrtna, o prolooga-
mento da.priva;5o dos meios de gra^a dovia ser
espiritualmente intoleravel a Santa Se. Do outro
modo os pasiores cessario de alimentar os seus re-
badh'os. 0 bispo das oispos licara a merce" 'da in-
sisteucia de seus subordiuadas, E o supremo pon
tlflce ver-se ha ein uma bem triste collfeale.
t Neslas circamitancias continua se a direr qne
internuucio naoflcara' mullo tempo uo Rio, e
o in...
acredila-se'que sera reimovrdo psra a Europa, sob
prete.xto de promocao. Nem tao p^ueo e de-anp
pof qae se deixe por mailo tempo a legaeao ro-
oana no Brasil sera um.internoncio.
i" 0 que se deve esper'ai' e qae o novo represen-
tante do papa toaaara mais a peito aoara das almas
do que as pretences db episcopado.
Vaporcs tran*ataiHe. Lerpos
n'uma correspondeneia de Londres:
Em consequencia"as haver a Pacific Sleam
Ship Compthy reflation a metade onumerode
suas viageus reJonJas pela estreat a de Migalhies,
fica sendci excessiva a quant!dade de vapores qde
possue. Por isso dizem-que ella veudeu nao me-
nos de quatro de seus lindos vapores ja construi
dos e em via de coat trucgio.
0 contrato que tem cam o geverno ingle* a
Raya! Mail Steam Ship Cethva4y, a qua! o Brasjl
toulo deve, esta para exu>ar, DeJo que. caucluio
Ua nova ajuste com o Post Office para contiauar o
sarvico depois do termo fatal.
< Saber-se-ha btevemente.qnaes saa os termos
deste cautrato, logo qu? ell* for ar^resen^alo a ea-
mara dos icommuqs para, ser apprpvad^o,
Em todo casa e carta queriJp caatiniia a sun-
vencao pecaniaria estajjolecida no-, cautraid, que
esta a terminar ; sabstitue se eUa-palo pagaraeota
da imp^rtanaia ds re:nes*as qae .o correio fizer
em cadjn viagem. IsD ii upa^aaca dura para -ma
eompaahiai, que .duranto to/Jo a tempo d sua oxis-
jeneia pc6jl ju tio boba sarvicos, com admiraval
seguranc* e infa\iivel p.uuualidade.
Mas padem os Brasitoiros fliar cert v. da que
asto fQto fara cam que a direclaria da ompannia
epvide os maiores estorjos, afim de canirakilafljjr
o projaua pecuniar; \ que d'aUi result*, por iiieia
da superiaridade, regularidaae e seguranga de
seas aavios augmentandp deste modo sua popu
laridale na Rio da Praia e nj Brasil. E' incontos-
ta'vel que naa e coatacto cam estes paUfii*. que mais mereca sua
protecQaajeanxilio. .
CairttrVfflO ttk iAWs.^^SODKe artfva-publica-
$W m*a m fewa, plnf- eetbi sarAor. ionwa na Jor.
n d daCommeroio do Rio de JadeW):
O'Sr swd,*-' CaodiJo Mesadas de Almilda
actfw de' preBtarmais-utw-sejirtco 4-laltrnpatria#
e de fazer .mais uma valiotadJdd'rviaos qad^Ocda-
dl'am'a I'ooiifmercii a mersattM^ publicir:Ji nmvedinao ds trabalhos _
jurHWeo-.ejnmerciaw do vanerarido Jvse da Silva da terra,
MsMa.'Viafcpdff-d* Ga)6., ? i it louar. o
i- Eo*fetieft elenentarAs^que o viscoudo de Cayru-puMieou de
1798 a'180V,'soa o HlUyPrincipiosde-diMito mer-
cant I e leii de ngrinha, para mo i% mcidade
que se possa tomar.
a' Sem cottttr 6s bito ou dez valores desta paral-
laxe solar, qae foram obtides pelos .stronomos
modernos, por meto de srjtrtis e^ requintadasex-
perieocias de theorias, observacao e etperrencias,
sjra bastante dtzef'que as sdlucSes mais dignas de
fe, dlo uma media de cerca de 8,92 sec. para o
angnlo da parallaxe, correspondente a a I pumas
Hi,48O,(K'.0 milhas para a disuncia do si 1, com
uma dnvida de U,'l sec., ou, em algarismos com
muni 300,(W'J milhas.
a A passagem .do planate Veaus, pode nao aiia-
rar esu qnantiaade ( 842 sec. ) exlraurdmaria
menie, maa sera do maior utilidade comoprava
dot resultadas anieriores, sen I j a unica solncao
geomelrica direala do proMema. Toioaado em
linha de conta todos os erros provaveis de. longi-
tude, tempo local, de observa.ym do eonlaclo e
da photographia,nao so pole presumir, por um cai-
ul a rapido. qua a incerteaa existeate ucara radu-
zida a um tercj de sua quautit.de actual, ma
o,l sec. ; pacaoa, porem, pro ravel que o reals dw
erro nao sera maior do qao a raetade da ultima
quantidade, isto e, a nossa distancia do sal ha de
ser provavelmenle lixada dentro das 30.OJ0 mi-
Inas, ou cerca de 1-1,800' paries da soiuma
tout
Nio pre:isamos fallar das vaolagaas tcien-
tihaas de um tal re*alud >. Mas para conheci-
nwntc das passoas que desejarem sabar qual a
saa utilidade pralica imaiediala, coavem ex^liiiar
qua tonaa-se assesciai o coniecimaat a da disua-
aa do sol para apanfatvoauieiilo das tahsas luua-
roa.e planelariaa, e, oon-.-gniuteawBto, para a
a:iaaoia da. uavegac/io, biin como para outras
ajsuuiato; de utilidade pratica, taes como aehir
averdadcira mgitule d '
que depaaoo da
a ajtda^l U* If 4* h* gxisliaft. onatof JM enlaaKua I. wli.r.
xis'ein :! ;7.
A saber :
Naeionans j.i. miiHiu^" 9. trif iii It
ecraws :K> enccacas t. fatal Ml.
Alunenudos a easU dos oafraa foMtoea W
Movimento da eafermaria ao dsa 17 > aura 4e
1871.
Tiveraui baixa:
Jose Marques 4a Siiva, tr.i
Doming s (escravu) seaiend
Aotoaio (esor?a)
Tev.- alia :
Jose Candida Fernara da Sfva.
FsuiaacotnMi. Sdkidos pan o sat B". va-
por brastleiro Cmiem 4 Sul:
Isabel Theresa Miraad* e 1 Mss, Dr Joao I^ms
Cavalcanto de AMwqmraaa, sfaasa Pasv-ra \<
Otiba A. de Smza Surnno, Joio GualMrt" C I
to, J i.i i Joaquim de KigiunrH Join t. Aupai .
Lessa, J aquim Feraandes Moretra, Pain- M.
Maury e sua familia, in* Francis.-, aa <;la r
&ua ienhors. "'iritii^ IWariiiUT lisraarsW sVs Ob-
veira Fiiho e I cscravo, laaga dt- M.-d--ir h.*irs
Manacl Rezendo, Elvira de J^-ns e I filba J -
dos Sanlos Barros, Jose Gailhenn*' d.- S him saa
>enhora, Viceale Karrewa, susdadu Am.*. 4> a*
Souza, 7 recrulas, J-se Jacintho TViiaai
familia, Maa id Jos* 4a Cau > -ua laiasha e escravos a eutregar.
C'esaitori* sssslsltcss.-OLotu.an do da fJ
de mam de 1">71 :
Maria Tft^reta, preta, Pffiiwber. W >a>.
solieira, .J*e; Aimikm.
Clara, braoca, PeMaaisaco, XI mtiv. S. Joa*-.
convul-aVs.
Maria, brines. Rio de iarn-iro, R rhrars, h*n>'
convulsues.
Maria, brane.i. P. rnambneo, S l|I aim -aat
Antonio; coavuisdes.
Senhonnha Maria da Coweirto, branca. i r
nambuca, IS annos, solieira, itecifc qaesaMd;-
ras.
Maria, parda, PerBasal.oc >, 7 aosxs, liaa-v i-ia
Tarinlas
loa\ pardo, Peraambaco, l l|i aan.s, I Jwr
colite aguda.
b
jsucacks nmt
m t
Am ralsatsaum* sle
Tit* l.anrrlVs*
motor publics sfla>
Log-< n i dia imaediala aquelle. em qae f
ndo o Sr. LsooiJa* Tito Luureiro, ou no iswsailasa
aquelle, em que os jonues noiiciaraa na:
mail*, proi'iuoji-ine o Sr. Dr. G ones Pararit: e
dise ine, Hue o sabdcWgaJa da fregu
Jsi inantU.-lava desejas de nil proeliar a
genciaa Ivgaas, tanio qae nada liana av "Bt*
feito.
ImmiialamemU. c na presence do Sr. !>.-.
t'arnt>', e.-crevi uma carta ao Sr Dr. rVf.r dr
policia, UiienJo-liie qual me iuf rnsa*aej **t i
pruccJiiseuto de seu subaltern i send > que r.
me pareci:: CMBunuuicar liar isto, para eVe 4m-
pertalo, di qu* r..|a"PT a) propri > *u>'.
procedense ao laquerito (re jaeruiKut > qoe aa
vioir.a a Jeiaura, e ainda menos a ssa vos
Entreguei e-U carta ao men roBaga e am* >
Dr. Gomes Pareate ique nio e saaae>
Leonidas), e pouco depois recebi a i<-,
sonlido de que eu CcmuuUia uuta fraude ii'ja*-
lica contra o solidrlegadu o qual deatorars^a ra
faatr o corpo de delict > por esUr dotaU
crivao, mas la faze-lo sera deraora.
Cqn^landl^na. poucos dtas dep.as, que
do corp> de deiicto nio esUva festo, pr- cur.
Sr. Dr. Al.eadi Silva, juia substiiato d.
tricto criminal ; e raustrei me bastant* d-
de qua eHe mesmo fizesse aqaeBa dillgeaci
Nio reqiiert como juvatu/oi u occa-ii'
eo lugar teriam improprioM, padi cota>aaif.
0 Sr. Dr. juia -ubsutut. '
vao, e o Sr. Dr. i'itanga so laaritMa d !T
o qual nao coa^rnlio em sr cxauiiik>d# Ti
grande era a boa vontode do difao jou, aac
sdBtio ein lavrar-ae oanti segaml um.
raa^Oes escripUs pela medico d prupn >
dido.
Procurci svgonda vez o Sr. Dr. Alves, i
iaformuu-me do qoe acabo de dizer, e anntr-h
ossaroso pela desalteBcio.-a recu-a do Sr. Letai
das ; assim cmno incliaado a roavkfM sV mr
eram leves os ferimentos; raaio prla qsnJ o Fr
LeoniJas nio se pre.-Uraao exaate.
Tornado desta conviccao, e recoobereado a
gali.lade io supposlo auto do corpo de del:.
Sr. Dr. Alves dea Iba o raarecido dt-slin i .
ea soube algooi tempo dep da, eui viriuJ-' I
gaintc peUpao iniaba:
Dim. Sr. Dr. juiz sub-titut.. do > diir. .
0 1* prom.itor publico da cmnarea. Use coa-
lando ter V. S. feito proceder a um exasne maCto
em Leonidas Tito LoureiM, por m-.-a-ii '
mentas qne este rec lien, ha paaea trmpo. reaaar
a V. S. se digne de mandar q'le o rr*u:ta
mesmo exaine Ihe seja remettido (a ell* -
can'.e). Peile, tlc.
Esta petie*o mostra a men einpeafca em
mover a panirto do rnme, nao oi laaH jas-
tas f>aderarfte*, qoe o Sr. Dr Alv sae Isaha
feito pessoalmeiHe.
A peticao foi-me devolvida com o s f maw- +
cio :
Juizo substilul > do 3* districto crimwa
de feveresro de 187a.
c lUm. Sr.
Devcdveodo a peti'.ao qae par V. S. m-
enderecada, pernnlia faz-r the as stgaiatet roa>
Waaafaa,
Sabendo quo Leonidas Tito Loarssra, havia
sido (arido, e qae o subdelegado nao kaaia laao a
respeciivo ccpo de dclicio, dirigi-me a saa casa,
afim de faze io, pwss o smjmo Lttmmiut mm pta
mmmmmr-m a ser esoammmmdo, TaATsisao-ssc
NCI DFXK.ADAMBSTB. A VttU dlSSO, fui
gado a fazer o coapo de deJscto par infor*..*-
da Dr. Cysneiro de Albuqaarwtt, asadsaa ssaia-
lente do ferido, pela astr ssMaari-o aara cbiil.tt
Deua auarde a V. S.-ltlin. Sr. Dr. Jaav
qumi de Oliveira Fooceca, digasssiaao I
tor da comarca do Hreife. O jau
Prtmcisce A let* 4a Silva .a
dedatV
safoaaraV
\T-
agares na suji
exaotilio da the aria
:h\ a von Ja e a 101.*,
S. Fraueisco da Seri-
LodwcastA quo se ;
a hanouirio da igreja do
nhaein, a qaal com hojo.
Casa de rje-tenpAo.Movimeato da casa
Esta provado :
! que eu procures obter o coraa
qual liaha nolicia, afiia de proreder
Ureiio;
2* qua o nio recobi, porque elle foi julfad.
procedenie, coaso ers jasto.
V'ejaraos a gara a caUimaia d.> Sr. 1-eoasJas
0 resultado do corpo de.deiicto lai inetu feriasealoa nao so eram graves, reaae ibbs-
bem nx'Tlaes.
Este corpo de delicti foi reiaettsde cosa mm
rol de ItMemunhu ao Dr. I* proatotar
desse a danuncia ctnira a iniaba
o Sr. Dr. praaaasor nao so aao dea a iatiwslT
como era4a aaa rsfaroaa aVrvar, raasa bttl
si o corpo 4e ataaeta, it mmtm asst, siaana aa aa
NIIAS INSTA.N.:lS COlSBfABTBa, Xi "'! Ol !
Tvta parmpu t* poiettt immmfrarmr-mt cam i
lei.jd f< ajaslifa pmkUea por $tm arpia mi
faziB.
Se eu aaa ratabi o aato do coiao 4* ds*
que se rafara a St. Leonidas, e asaaa asaaaa rat
4a tesiesaanliaa, tomo paaetia saaaartar MM ssv-
ta*r O-Sr. Lcoaidaa iasiste aa catasaasa aaaaao du
Pois baas; provoco o Sr Dr. praaaalnr |ara
qoe pubUaaa o corpo de drlicto faaa aalaa Srs
sirs. Pttaaga e Cysaasre, a o Bias Sr _
o publico verao eat qne raaos se acba a
blica
AinJa uma vez o -r. Leonidas
mando :
-----parque razia o Sr. Dr. proiaetsf ate
tiiuio o corpo de deiicto e o
0U LHE REJiETTFJ 0 DB. JTIt
Tornou a insisnr o Sr. Leeatdas l
(ia em uma ralumnia i e aki :
Pubiquc oSr. Dr. pw>itH>t bcto, e to assim S. S. pn>ara que saae eaemr
n;.ortanlisimo rargo de qoe se a^tia
Aiada nao e todo, o Sr. Leonidas
esias. pafavrw :
Se.S. ST? am homm str aaara.
Dirai deaJe Ji : e o Sr. Leoaiaaa
6 -omem de honra, assamt If.,
gal 1) seu artifo ; asire, roafc ea
|.onahi!idad* Wste. qne
Mas conthinemas.
Em prinripio de fevereV 1 o Sr. I
presidanci* uiata peiiiQ. fjMaaa^
de aiira, e do Sir. wr. Alves
7') Tenao safttto cam
este anlffi, h"}* o repicdnz^-*.
sP-
Ml
rd dasMStsssas
sfnsTrraafT
i iBR

I


I
\
&M<*ti*^miM*v*i Sex& 1&&33 'dz^cJ&fim
4ii/farenca na represser Jo.erjmi queeUd
OWoittioa ; maa acasa peticao elle oat lUnra-
r oduehojoatfBrma c*im'ailm *d,e es-
IMadwaMHa'davite mtla.
sainmnutums, o Sr. fcooridn* rsrtnw si
sa oas,*i>a fWc ao-Sr. Dr. Jkli.es ; dianhoje
q-9- jnis sttbstitnlo do 3* distr eto, nflo so fs ad
auto de corpo dedelicto, corao remetteu m'o asora-
panhado de unrrot'de lestemeuha*.
No mesmo momebto. era aue reeetll para InfoT-
mar a peti^io do iir/, Ifep'f 3 feita ao Exm. Sr.
president*:) da pilMbH.'.jBJforaiei extensamoa-i
t6. Mas, quando dei essa informapiio, ainda ca
ignorava que o Sr. Dr. Alves tiaha julgado impro-
cedeete o auto, iq*t procodeia.; ig-aoranio oulru
aim que o Sr. Leonidas alinal pra.-tara se a ser
exarainado peranle oDr delegado,' julgatafo-Se le-
ves as otlensas nello praticadas. Ignorando tam-
fcemaitaianfrcn^tlhciat'-.'O ft. ptlwrtaifci acora-.
mendou-rae, r|ae deMaia-denoiwiav exiginJ > da au-
tjridade poli.cial os esclareciujpntos nece-sarjos.
AJem do requerimeato suprairanscrlptos, Cz
um ao subdelegado d\r2' distrrcto de S Jose, en
termos muit inUaWes. Era p ossivel cjueos" escla-
Weimeiitos p4r este wtfliidos tlveasem sido remMii-
doiia&'Sr. Dr. adjrjr**- 0-e.ual, sem impedimento
de lualquer dQs promotOree, (em 'Hwebido varios
inquefRoVe teei-deautfetodo, na forma da lei.
Eis o ineu requerimento :
I i>
film. Sr. "aJjdntoggi-T|dj treguezia de S. Jose.:
0 l'.pramolor jjublico daeoraarca, tendo cbe-
gtdo ao seil conhecfrnento, que ainda rtSo fi re
mettido por V. S., e prOvavelmente nao foi con-
cluiJo, o inquen|o pelicia^ pelo^ ferimento feito por
T-eiro, nao obs-
1. S. se digae
Jeado com ur-
aes ( no caso de o nao ten
iinistnr ao supplicante,
l(#Jj)el#'is pAn.v sg
uma raulher e
tante o tempo
de remelte lo
;kni:i\ as diligencias
ainda feito J afim de
pelo m>'no*4fJQindFde _
b>.r k rbniiw.h. 7 iar n'li/ii-v aefftnihls para ser pergunlado sobre
tM-DNVXnufcuMKaj d > crime, as ptssois que sobxe
el'epi)tiindepoi-,elc; enriando desde logo ao sup-
pi icanle o ritpeetivo auto.Pede, etc- *
Recebi em respo;ta> o aegointe offleio :
a Sib*elegaei do 2 districto de S. Joee, !6 de
fevereiro e 1874.
Illra. St.
< Tafldo V. S. requerido a esta sub4elegcia
rwnessa nrgente de inquerito'por eHa procedido
contra uma mulher que ferira Leonidas Tite
Loareiro, pas30 a rnieirar a V. S. do oucorrido,
pela torma seguiote :
a T'.'ivio vindo a minha presen9a Isabel de tal,
a 4ual fora prpsa, ml rua Augusia, com a roupa
manehada de sanfae, e confessaiJo ter ferido a
Laonidas Tuo de Loun'iro, mandu-a recolber a
casa de dcioucao, e imiaedialamanie dirigi-nw a
casftdo offendido. afim de toaar eonhecimento do
facto.
c 1.1 -ehegando, fai informado de que a raferi-
da Isabel, estando aoservici de criada em casa
de Leonidas, e por tnotwos qua do foram rewla-
rfos, o ferira em tres patf^j com ttma tesoura,e se
poiera incontineute ep liga. ;
c Offlciei aosmfctfmsldhpililia para que vies-
seiu proceder ao corpo fle^lelrcK) no offendido, e
nao sendo estes eneontrados, voltei a casa do
offendido e pedi a sua mulher que, na oecasiao
de virem os medicos encarregados do tratamento,
mo avi^asse para, corp. ellcs, qu? linham observa-
do o ferimento. fc^o -qL*>Me seders," preceder
ao corpo de delict* ; mat esta tenlwra responden-
ts que sen marido estava prohibid) de fallar, e
OL'B EM SL.V CASA NVJ PHECISAVA UV. POL1CIA.
a Ainda no ontro dia mandPi intlmar as pes-
soas que moram com Leonidas, para deporem
corao testemunhas, visto ter-se dado o facto no
interior desua casa ; estas nao se qulzeram pre?-
tar, dizendo que nada tabiam e que portanto nao
vinham.
c Nestis clrcumstancia?, tendo Isabel sido solla
em virtude de ordem do habeas corpus requerida
ao Sr. Dr. juiz de dirajto, e o offendido requerido
ao Dr. delegado que proizedesse am sua pessoa a
exame de sanidade, t tendo este julgado leves os
fertmentos w pessoa dc Leonidds; entenji nao
proseguir mais, visto nao ter sido Isabel presa
em flagranie, leremsidn os ferimentos leves, e nao
ser o offendido pessoa raiseravel.
t .Vests' data requisite! ao Dr. delegado cop|a
do referido exame, o qua!, logo que me chegue as
mlos, remetterv-i a V. S.
* Reitero a V. S. os protestos de minha estima
e distincta consideracao.
Deus guarde a V. S. Him. Sr. Dr. Jose Joa-
quim de Oliveira Ponifeca, dignissiino t." promo-
tor pnhlico da capita'.0 subdelegado, AmaroJose
i 4 I'razeres.
Devo ponderar que o escrivao do subdelegado
afflrnioume, e ainda hoje affirm?, a veraeidade
de todo esle officio.
Todavia nao julguei, qne era bastante ludo o
que eu tinha feito ; fui fallar (creio que duas
veces) ao Sr. Dr. Costa, entao delegado, para que
ordenasse me losse reia^Hjdo o auto do corps de
leliclo feito com sua Jssistencia, a requerimento
do Sr. Leonidas. Soube entiio, que este nao pro-
enrara recebel-o (poi>niio llie faiiaconta) nem pa-
g3-a as respeclivas custas.
Afinal recebi o referido auto feito com assis-
tencta do Sr. Dr. Costa, e delle consta, que o Sr.
beowdas fdra levemente ferido.
tiio trans;revo este exame (lo qual nem falla
o ?r. Leonidas) porque esta publicacao ja esta de-
masiadamente longa, mas reproduzirei a conclusao,
qne o assira :
... respondem aos quesitos pela forma se-
gainte : ao l. sim ; ao 2." nao ; ao 3.' perfurau-
te; ao 4", 5, 6, 7. e 8." niio ; ao 9. lambent
nao. por bastarem mais oito dias, para o seu in0
teiro e completo estabelecimento, visto a lesao da
coxa nao se achar na todo curada. >
Os peritos foram os Srs Drs. Jose Joaquim de
Souza, e Joaquim J"se Alves de Altuquerque.
A mulher que, com uma tesoura, ferira leve-
mente (por motivos que ignoro) o Sr. Leonidas,
tiaha sido posta em liberdade, por julgar o digno
juiz, que ordenou a soltuta, ser illegal a prisao ;
<*t*v provado que os ferirnentos eram leves ; e o
Sr. Leonidas o priraeiro a diser que nio e um
miseravei, corao se ve deste trecn de seu ar-
tigo :
(i Nao sou um miseravei.; e pfWendo ainda
om a lei me desagravar...
Reuni enlao todos os documentos existentes em
men poder, e fui peesoalmcnte aprcsenial-os ao
Excj. Sr. presidente, aum de inostraT que eu nao
tiaht nada mais a fazer.
Fui prompto a obedecer a autoridada, se esta
entendesse que eu devia dar uma denuncia apezar
de ludo (e ate sem testemunhas, pois nunca recebi
aoxes de pessoas, que podessem depor nesta
questao) ; mas fui, ao mesmo tempo, cerlo de que
am tnagistrado inlelligente e illustrado nlo havia
>le fazer scmelhante exigeneia. Nao enganei-me.
Laatimo que uma provocacao insolita me obri-
gasse a uma discussao tao ropugnante ao meu
0NBCO.
Creio ter destruido e pulverisado as calumnias
do t. Leonidas Tito Loureiro.
Recife, S6de maio do 1874.
Oliveira Fonceca..
O Baraa ie Traeanbttcui
ao pnhlico.
Vendo faltarenw o meu direito as garantiasle-
gae!>, victims de uma gravissima injustlga do tri-
bunal da relacao desta cidade, que fecbou me to-
las as avenidas para defender-me de um piano
rinutraso, posto em pratlca afim de usurpar-se
oart-3 da heranca de um meu fllho men:r, na par
tilha dos bens de seu finado avo, o commendador
Paulo de Amorim Salgado, recorro a imprensa,
prof'jndamente ferido, com o espirito em triste des-
itluslo, procurando, ao raenos, desaggravo peran-
te o tribanal da opiniao publica.
Tendo men finado sogro, o commendador Pauro
da Amorim Salgado, feito um teslamenlo, abrio-o
depois no intuito, que reve'ou, di inutilisal-o ; po-
rem, imXizraente, nlo teve a caulela de rasgal-o
por nio Jalgaristo preciso ; o quedeu lugar a que
tieaoii de sua raorte alguem lornando a fechar os-
-e ieslamentOk o apresentasse para ser cumprido
su:cedesse que de facto fossem suas disposic-oes
atteodidas aas partilhas dos bens do mesmo com-
mendador.
#* qaerendo de modo alguet eatbaraear
artilhas, deixei que ellas se concluiasam para
pois tratar da aJ|da4 a"p- prinodila testamento,
:ato mais qninio la *rtparando os meios de
prova. ^^r
Ha testemunhas one onriram dft mesmo meu
s>gro a declarable io qua tinha Inatilisado o sett
iestaaento e qne declararam que n'verara eni suas-
maot esie mesmo testamento ja aberto e o leram.
Rcqueri.anfe? logo do lulg'meBte das partilbas,
aa Dr. juiz municipal de Barroiros, am exame ju-
dicial em dtto testamento, afim de verincar-se o
facts de ter s,do Blip teehado. 4e,pois deser aberto
pdo testador.
Ordenoo o'Rr.-Jniz rrfbnWpaf esSe^xaWe, e*de4
pt>isde dwtrsas TKnnear^de^r**/HredIWilno-|
te os nwnwdwa pre^f^-te-ifiW-W^ad'SonL;'
promelterem se frtfra'Tceft'OTrtafW' 'i*i de1 ttW-
rim Sa^aado, 93joapatUmsa eiprepqfo'e na loca-j
lidade. foi o exame, a Qpato, procedfdo por peritosj
pM SttrfePrWdo 3
faete-^twee tratava'ifc'vefi'fibBi'-. s I ?
Jfesla^OJron'm'taoaias requeri ao mesmo^r. juiz
matnctpal qoe hoavewe de depri
juixde ilPCf) d4 vara desta
afoi prooedido o exame, j
cidads peritos habilHaios
dependencia, e ja por ser
present* ao exame o Sr. ta'
o que era no caso nao so neceasarlu oooveniente
como ainda indispensavul, porqae-foi este o tbel-
Ii.~f i que fechou o referido testamento. -'
i, Expedk) q r. jaw >injci^>v^ef(eitajUM-
quenii, mas deixaado, li^o.^M4..ptmwfihW
soiisiiUudo poraim si4pi4aot leia^flue,(i^eflia-
mente, a requerimento dq major Paulo de Amorim
Salgado, son ajnigo, e_sem aJieBacaa,alguma que
o justinca*,JBa^WumVsfegaii>recatoria re-
vogaad^ a.pfiroeira, p^adaam m Uy^^elugan
o exame e voltasse o testamento.
Nao queriac maj-r Paulo d'Amorim /Salgado;
que se procidessc a um tal gfiap fjra-dfc Barrel
ros, e pYovou prtr rai-tos^uaflfF-gffi i si
voniade- JRaii
Che^Jm/pbis qufc >-
do Dr. julz'do jllreito Brf' iihImU
precatorft'ojatzd fcantctpal'eclB1
serrtl&'ds oppostos '' -*'1-
Embargjuo advogajn do'"fna}or:PMik> tie Wn
rim Salgado a j^imeMftwrtfe precatorias, e o meu|
la afc.r-*e aidMcatmao duaBesrtnaj3a*g nos ter-i
bh legaes ; o que traria~erp resnttauO sei^ auiauoi
o exame deq*wjjnt;is4i{a^|c(Brgeneia._
Nestas circumstancias, ap-tranjn^o a questao do!
enrndtimento tin na"o enmpiimedtrj'rhts'pree'atorias
e eofwderajitid tpfe 09* podia b~ Dr jtiiz def'dfrelta
da l"vara, n'egarura exa.me em am documeinto
publicb exisfente crn'ffiU jutzo, fazenflo-'se rjftt he-
cessarto Data garantla de direitos de .afgbeffi.'Sfen-
do em tal caso escusadb discllffr o' nrolrVo porqtte
esse facto 1/ijVexisJtoAt daptesalMito era sej
jnizo) se davfr rtqfreriB min idvogHo ura exame
judicial no referido tesiamento, era a.ito apartado,
para fins nenbum interessado a somente con^.assisiencia do
Dr. promoter publlcq.
N2o obstante, ordenado o exame na orjca'siJo' etn
que la ter lugar, apresentou-se o advogado do'HM-
jor Patlrode Amorim-Saiga Jo, esem ter sido'cita-
do, on o seu consiituinle, nem se daclarar que
com este tinha relacao o esante, oppra se a que o
exame fosse feito, allegabdo que depois da segun-
da precaloria tinha o juizo deprecaao as maos at:i-
das para" todo e qualquer procedimenlo.
' Depois da discuss3o em qu6 ouvio ambas as
paries nao aceitando o illustrado Dr. juiz de lirei-
to uma seraelhante theoria que s por um kido re-
iluzia a posicao du juiz deprecado a de ran auto
mato, como nio quiz a lei; poirouhw4tjb 4avn
em resultado negar am doeumento qtae sagpaten-
dia paragarantir direiBa.ou ulvw desoobrir um
crime, desattendeu a ]ireMa- opposicao e mandon
proceder ao exame, visto como o testamento, em
quQQto nio fossem decididos os embangos as duas
precatorias, era ura doeumento qae 36 aehava em
seu juizo e sob sua jurisdiccao para actos como o
de que se tratava.
Esta deeisaoera tante mais razoayel qnanlo na-
da justificava a segunda precatoria revogando a
primeira, pois os rnetivos quedeiyjm lugar a expe-
difao desta primeira precatoria pcTmaneciam : -a
existencia de peritos independentes e habililados,
e do tabelliao Porto Carrairo nesta eidade, razdo
porque, alem de outras, apresentou o man ad
vogado emuargos de ineptidao a segunda precato-
ria e, nos lermos de direito, dessa especic de em
bargos conhece o juizo deprecado.
Alem disto na segunda precator.a pedia-se a
remessa de uns autos de aegtio de nullidaie do
testamento do commendador Paulo de Amorim
Salgado, e taes autcs nao existiam no juizo nem
fora delle.
Dessa decisao foi interpostp acgravo para o tri-
bunal da relacao qae nio aemenk decidio que nao
podia ser feito ease exaime,.e qlie menos regular-
mente procedera o juiz de Barreiros deprecando
ura tal exame fora do termo de sua jurisdiccao,
como foi mais adiante, fez o que o aggravante nao
ousara pedir, mandando que fosse in continente
remettido o testamento para Bawwos, prejudican-
do assim a marcha legal dos embargos as duas
precatorias, e prejulgando-os apezar de nem ao
menoslhe teremsido presentes os dons autos em
que corriam esses embargos !
Houvesse ou nao perito habilitado em Barreiros,
existisse la ou nao o tabelliao que fechara o testa-
mento, nao devia proceder-se a exame fora de la ;
eis o rigorismo do accordSo I
Nos tecflios da lei os embargos as precatorias
teas stir, marcha estabelacida ; o juiz depreoado
devolve-os depois ao deprecante ou toma de'les
eonhecimento conforme e o caso de uma m ouira
cousa ; e a relacaq sem ailender a mais considera-
c8es manda devolver in continenti, o testamento e
portanto as precatorias qu; com este vierara.
E se os embargos ainda nao estivessem discuti-
dos, como nao estavara ?
E se fossem da especie daquelles que sio deci-
didos pelo juizo deprecado ?
A nada quiz alien Lr o tribunal.
Tao inadmissivel isto pareceu ao Dr. juiz a quo,
qne tratando-se de execucao de accordao decidio
quo seria o testamento devolvido depois de discu-
iido3 os embargos as precatorias ejuuetamente com
estas, porque de outro modo nio podia ser razoa-
velmento inicrpretado o raesmo accooda|, e tem
ate agora mantido sua juridica decisao, apezar de
Ihe ter por mais de unm vez ordetaade o Sr. presi-
dente da relacao que remetta in continenti o tes-
tantento.
Nio ve o Exm. presidente da relacSo que so-
mente ao tribunal cabeexplicar o seu accordao e
decidir se foi ou nao bem interpretado pelo juiz a
quo.
Por outro lado n3o era inadmissivel a, aggravo
intcrposta? Com qua direito se onpouhj ao exa-
me requerido (quenao tj o deprecado),o major Pau-
lo de Amorim Salgado, que para elh nio fora ci-
tado. e com quoin nio se declarava de modo algum
que tivesse relacao o mesmo exame ?
No vigor do direito nao podia ser admittido
aquelle major a oppor se ao exame e nem ser
aceito o seu aggravo.
Depois do accordao e da insistencia do Sr. presi-
dente da relacao, afim de ser devolvido quanto
antes o testamento, dirigi-me por peticao ao Exm.
Sr. presidente da provincia, referindolhe o'occor
rido, pedinlo provindencias em prol do meu direi-
to, e denunciando-que iam desapparecer todos os
vestigios de am graviaskno e escandalose crime
de fal-idade ou estellionato, pois tanto importava
impedir-se-me por todo o modo um exame do tes-
tamento em questao, nesta cidade e fora do termo
de Barreiros.
E isto assim era e e porque somente nesta cida-
de poderiam ser eneontrados peritos capazes e in-
dependentes, e porque somente nesta cidade sera
possivel assistir aO exame o tabelliao que fechou o
testamento.
Pretendia conseguir senao garantia ao meu di-
reito ao menos o desaggravo da lei offendida pelo
crime.
S. Exc. o fir. presidente da proviacia deu o se-
guinte despacho a minha peticio :
Ao Sr. Dr. juiz de direito da I' vara civel para
mandar proceder o exame requerido, entregando
original deste ao supplicante e remettendo-me co-
pia de tudo, inclusive desta peticao. a
Depois disto, porem, dando-lhe o presidente da
relacao eonhecimento do accordao, retirou S. Exc.
sua ordem ao Dr. juiz de direito da t* vara.
Mas com o respeito e alta coosideraeio que nos
raerece o Exm. Sr. presidente provincia, ser.-nos-
ha licito iadagar se uma decisao do tribunal da re-
lacio a respeito de,materra civel, poderia impsdir
um exame de natureza criminal.
Eis o estado em que parara as cousas.
Volta o testa(n*ntoia Barreiros ; la, onde 6 juiz
municipal aquelle rrrlsmo qtte expedio a segunda
precatoria de qhe" se trata, repola Inutil requerer
novos exames, e tudo esta ditc.
Como explicar se, porem, essa tenaddade com
qne procura-se de todo a. modo impedir um exame
em um testamento, comecando-se deade a obtencao
de am juiz leigo e amigo daquetla segunda preca-
toria revogando a do juiz effectivo ?
Dacida depois de exposlo o tribunal da opiniio
publica.
Recife, i6 de maio de-1874.
flaroo ds Tracunkaem.
*--*e
niAl
!.fern razio Joaquiavf ,B' ,valida a nomea
cao feita por M8"rla? '
J.-*rjna%oeprMr->^di juimmm ar tu
tor as aaaawres ? ,
i
Por inortr da. mai, e. o pai -lagitimo administra-
tar a aaafrudttario-do* beaa-das-Alhos, am o sMverfltn>-job. aeu poder; ^ tae^fcea-ftdav* a
juiz de orphaos deixar-em poier do pai, daoa* do
inverUario e paruiha. Ord. do L. I', ,-fftkMt 1 6
T. da SVeite*. Ctns. dos L. oiv^ art..34. < >
0 pai e tutor nato da sous Hlhos manoraa iaile-
pendente de qualquor uomeacao, nao ancwdendJ
o mesmo com a mii ou avo j -qua, poate,, aejam
competentes para serea* tutoras dos rneaores, to-
davia d.'pendem de noraaafao a sio obrigadaA-a
twaatar nanca, oao tendo bens da raia eufQcieaies
para seguranca dos orphaos. Ord. do L. i, Tit.
A expressaoem quaMb estiverem sob seu po-
der -a^e^dfrsa^m^quaato^ ny j'o^n^ema^ipa-
Ora ; se a Ord. do L.1% Tit. 88, 6, e lao ex-
irjssa.que.jiap permitto qae se deiutpr pu c*ra-
3raos fttffoa merjiffis, se nio TO ttasofde 'alMna-
aoa mffraentetrnidsde #) pai qltela'impossibi-
iite de-regtr oi bans dasi^ibot, Intel OQitMndor
asjtw^rta^.sp^reeBle-oaaa, B..adoM0^p
'qtaeiafcSieifr'neWlUrh ese, ateWndrJiS* Vlvd jB^iaaiipdae-iiameariemfMMncnto^uttT' *sfl.
laoe, o 4ue)e*ia,(mr^Uvida,.)'ajM)tH*''BWs*0
na ordem natural aas couias^nprqr^e i inconlro-
verso que o pai, primando pelo mxo, e" o cnefp e
dntt^tlt* caVal, e'de;sini "admUfttracic- BA^f.6de
ser privado, senao pelo meio Itgd de nan saated-
ca 4e interdiccao qua o torne incapaz de reger
admioistrar os mesiuos bens.
Entendo, pois, qua Joaquim cum todo direito e
sobeja Aaae, poflb e4ip6r>a'tButla>aiBiat#o que,
seado .baiajparrMana,. v a- n^o aodia f*er,.nao
d.-saljda. .
Netu-tBesow.podwa o.'jokz aos nwoories ftibos-de Joarjuiai, desJe quo se nao
ven8car,igtt.de3 ro sao^y iwdamso ,q#e irapossibiljte o mino
Joaquim de l>era ri^gei;- aadminUlrar os teas de
seu*fllhos. Cit. Ord. L.-l, TH m, i 6. -iXfine*
radaJ'aaiaa, Coos., arts. 177, 178 e 10-1 lo|, *
da Si adie. ;c, a
Em eonclusio.Tfspondo
Ao lquesito.
Jpaquim tem razao. A nomeaiciio feila por Ma-
ria nao 6 v^lida. q.||, ,'
. Ao-2-quesito,,.-^ .m (,
0 juiz nao poJe noawar tutor aos rajoaraej se-
nao nos easos acima provL-tos.
B' este owu parecer, qae, submeuo. ao joko'dos
doutos.
Goyanna, U.4e-mif> de 1874.
i bydi* .Varianno de Albuquerque.
CeMiatt*.
Maria, mulher de Joaquim, vivia separada deste
eem que fosse pelos meW legaes de um (Hvofelo :
rslteebu; e, tefldb felfo testanwnto, nomeou Ambro
sfotfatbr de seasfllbos rowtofesManoele Anfero.
Joaquim, opp5e-se a exBCOMjio desta pane do tas-
tamento de Matla, dizendo qtt*, esta nao podia fa-
zer nomeaeSo de tutor a seas frlhrs, estando eJle
Ao Mr. Juiz municipal clc Haman-
Ktiapc.
0 Sr. Manoel al veio i/iformar o publico de que, charaados a juizo
ns proprietaiios Ueste Mario uaraiexhibirem A
iutojr^illoi le, ^ossos artigof, kfrfekAJaiTa
reSpo*n?abilidade^le^al ffrmada por an rercflrb. '
0 Dr. deuJiarrigada |
Todo o bflbqW la-brio, naando Katacada sua
lionra c.j no emprigad'o publico, imltti.n4o-se-lhe
os factoa qile coiBfJTovam a accuaaclft) anfts de
tudo procura mostrar que taes factos nio exis
tem ou exnUea-os tie modo a excluir a interpre-
tacio quettilhoi Dai E' cobardia exfgir prova
legal de factos, a respeito dos quaes tal prova e
impossivel.
Assim o Sr. liftpaa,!. p.arece axjgir flue do aju^-
te d) coaJmo eatre elle |uiz e o^fallido Pe-
dro Lopes, apresen'temos lestdinunha presencial
ou doeumento pajsadj qnlre os dous I
Nao, nfea charo S. ; essle/coaiuio.'ebsa pro-
teccao criroinosa a 6' conhfeci'd* senao por in-
duccao dos actos pralicados por V. S. como juiz,
vertti J/rali(L adjnitUr que em uma reufljioi de
credorls Bj9eura menfcr,lrecBsar-sa a feafsar
a detengio qua lha foi depreahdi d u|x dve-
dor reconhecido por uma sontenga como. frauJu-
lento sob o prelexto de. haver o. mesmo requeri-
do a abertura de sua fallencia, etc, etc.
Pod3 o Sf- Juvenal cliaaiar-aos a rcsponsabi-
lidade quantas yezes quizer, contiuuareraos a
communicar ao publico o resultado desse proces-
so, e o governo imperial de tudo sera conveniente-
mente inforraado.
Agora mesmo somos inforraados de que a fal-
lencia de que se trata foi julgada casual por
ura juiz suppieute quo e ou'.ro commerciante fal-
lido Deste ii ^ nao so esta consuranulo o rou-
bo, como assegurada a sua irapunidade ; e o Sr.
juiz municipal, tendo reparado as cousas, poz-se
ao fresco, veio para esta cidade, peusando ter as-
sim salvado sua responsabilidade. Mas, eagana
se S. S. ; bem sentimos que da defraudacao pra-
ticada contra nos u S. S. o priraeiro resp^nsavel,
e por iiso cadtribalreinos quanto e^tiver a oo3So
(cance parab lim de livrar a sociedade da des-
graga de continuar a ter corao juiz um homera
do quilate de S. S.
Breve voltaremos.
Alguns credores.
Saucle publica.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da sadde pu-
blica, commendador Dr. Pedro de Attahyda Lobo
Moscoso, faz .-o nublico que o mesmo senhor exa-
minou a phlraiicla normal, sita no largo do raer-
cado publico, eat S. Joso-, pertencente ao pharma-
ceatico Jose^Wiis-fle Iora, *-'aou-ai provida de
medicamcatos novos e de superior qualidade, as-
sim como de todos os utencilios necessaries para
o bora desempenho de son ?ervico. Do qfie para
constar annuncio.
Inspecciio da saude pnWica de Pernambuco, em
6 de maio da 1874.
Oesrrevente,
Jos6 Eduardo de Souzi Landim.
AcciSo iiteritui'i.i.
Tendo {allecido msu presado pai Manoel Theor
doro Rodrigues Pinto, no dia 19 do corronie, e
dirigindo-me ao Sr. Agra para tratar do enterra-
raento, este com a philantropia de que sao ador-
nadosos coracoes bem formados, ao oavir^sie d--
cl.ir ,'U qae maudava para cmduzir o cadiver de
meu presado pai o carro que eu havia escolhido.
mediante simpiesmeate a paga do imposto muni-
cipal. E corao actos desta ordera n|o devem Hear
nas trevas, vefcHo latnA^la pabficcJ; tendo assim
mais uma occasuo de agradecer aprovar ao^Sj
4gaa-meuj Qfeul mmAfuaenlf aefpi "
culpa se porvintura* com esta* mi
offendi sua modestia.
Recife, 28 d maio de 1874.
Custodio Manoel Thecdoro
cao
Oloo pnro medicinal de liuailo de
l>a< Illi:><>. le I.anniMii A. kciap.
A opiniao unanime d>s medicos da todos os pai-
zes, e que o oleo de figado de bacalhao, e o re-
medio mais poderoso que ate agora se descobrio
para todas a*enltermidades dos pulmoes e da gar-
ganta. 0 fallecido Sr. Benjamin Brodie, dizia:
Quando tudo cr mais 6 inutil, este salva a miudo
a vida do=ioante; porem, deve ser puro. Ku-
treos typos mail linos d'este generi sobresah* pbr
sua pnrezi-o oleo da flgado de bicaihao de^an-
man & Kemp, elaborado com os flgados sldsldo*
peixes apaoriattoh da- fresco, e ouja consefvacao
em todos' o* paizes aa garante. N America do
sul, nasAntilhas, no Mexico e Australia, 6 elle li-
do como artigo de primeira classe, e na Inglaterra,
onde rec^ntemente foi inrcoduzido, sea consjdera
superior a todos o; mais peos de figado da vf^i-
Ihao,-que existem no me'reaao.' Para a tosse,
pneumonia, pleurisia, phthysica, bronchites, tra-
ctates, affeccao de figado e debiliJade geral, cr se
que e realmeate o laedioamenlo ptgis mil, de que
a materia. medica se pede moslrar dfana.
'PlWMMtO.
A -P. dei*raos

OOMMfftCBT
m:
Eijoaes

tabftAtPRCA
Rcodlhldwo fli* dl *a17. .. 648:176^78')
nrfftT"Q0"iril8 ,33:iW-II3J
'.(: ,- y< i c[t (77*
Descarregafff hofa iwae maio ift
Patacho allemSo -^ftfmimh- (WfffVV mer"'
cadorias para afrahaegaT _
PWha*ote ixnmci.no fdtin K3K kerosene
para o trapiche Coneeiv'SO.' para de^p*-
char, e depbslto nos trtpfthes' Barao do
Liv-ratnento e Vieira.
Patatho hollatidez Cornelia .ibrtminrt -^ fart-
nha ja despacnada para o eaes no'ApWIo..
Barca aostriaca Due fratelti farjnha j* *<
pachada para o'cles do Apollo.
Ba'fta portugdeza AraMta cjrvao ja despa
chado para o caes do Apollo.
ifiz. *- machipismo e ferro fe
haflbS para o caes do Apollo.
DB
> lkub-ittwmvi ttmw.
-Ho brigue tr&hczt'Intrepide (Tofie, 0ara Li-
verpool, earregou : 'G. :a>5totto3 IrqvloV 3 coa-
ros salgados com 4,668 kHw.
*V|Na.barca frapcttza. S, lind/v, para o/Hawre,
earregou : E. A. BurfcdVJljSOO couros salgados
qora 10,300 kilos. **
'" "No vapdr'li^re^'Cfa-KaWi'.-Para Liverpool,
WrreW : P. Nee,en-*C. raVdos com 33 310
kilos dealgfldio.
l.U ^a-ind^-h
- pi fiflitiefltelcV it**/*". ?* on : J. Pater i C. 6fl saccos*clrm i(5,7*o'WWs Celorico de Ba*o.
(3b asucar 'masiraVado.
. No briguQ uq Gfidq, para o Rio'dst P>ata,
carregvju : AhYonm rrmSo'sa'C. 321 barncas com
3.5,182Ikibs da^sSucar bYariftfjf.1',
Ho vapor inglcz DoiXro. oara Lisboa, carre-
|qu,.:l.ebre & RmsI fotffmr'com ,2,300 cha-
. Na barca porfifgfleza'tftfrmo/ucL para o Por-
to, earregou : M. Gragprja 4..(J-^saccas cdm
Costa 1 dita com
'6 kiUu de algodio;
Iit6s de dito.
Para os poHos do Interior..
-3 Para o Rio Grande do iaL. nff oitacho por-
tuguez. JudifS; earregou : OTiVefra fltlos A C. 350
barricas com 27,8'i3 hilcilos da assncar'Dranco;
j;vVianna & C. 400 dfta* com 3V,0o7 djtos de dito.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
cio.ral Elueiges, f^rregoa : J. B. Moreira Junior
10 barris com 960 litros do alcnol.
Para a Banfa, rft Yapor 'na'cional Dantas,
carftgou J..C. do B;eg,c Ponte,s 20 Darrfs oom
1.P20 litros de aghardente.
-3 Para o Rio de Janei
7neiro, no vapor nacional
Cruzeiro do Sul, caTregdrj : A, de Barros k Fer-
reirS 2 volumes c. ui 264 .kilcrs'de doie.
jjj Para o Maranbao, no vapor nacional Ceard,
caKftgou : J Ramos & MachadB 2o Barneas com
2,204.kilos de assnear branco.
"Para o Aracaty, no hiate .nacional fJtorHlla,
earregou : F. J. da SHva lO'pipas com 4,800 litros
de agiurdenta.
Para Macao, nohiatn A. dis Anjos, earre-
gou : J. J. da Rosa o barricas com "385 kilos1 de
assacar branco.
CAPATAZIA
ildadimanto o>/ dia
itn.o do dia 28
\ OA ALPANDEGA
I. a 27. lo..G68U0.6
N -Jia I a 27
Mo dia 28
"rnnelra pona
Jcganda p^ria
Tftrceira porta
Juarta p-Vta .
'fiapiche Ccaceiciio
VOLUMSS SaHIDOS
. .
.

431*706
16:099*792
28,406
102
72
33
896
29,509
S'ERV'lyO MAltiTlMO
\,i>rdii{ii descAiregalas no trapi
tlfandeifa :
No dia 1 a 27 i .
Mo dia 28.......
it trapiebs ^aaeaieM .
iLe da
62
1
1
6i
KSCSBEDORIA DE R&MDA5 INTERN AS GE-
RAES DS PERNAMBUCC
nadimento do dia la 27. 63:878*858
34:871*268
CONSULADO PROVINCIAL
rlauiimen'.o do ilia 1 a 27.
!dora do dis 28
89:418*153
4:438*521
93:876*674
RECIFE DRAINAGE,
tendiratnto do dia 1 a 27 8:389*q99
dorado dia 28..... 1:862*00)
10:251*699
GOMPASHIA AUIANGA
iguros raaritimos e terrea-
tres estabelecida na Bahi?
era 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiM
oara dentro e f6ra do imperio, assim comt
-ontra fogo sob re preAos, generoa e i
-ondas.
Agente : Joaquim ios6 Gornjalves Beltrao
m do Comiriercio n. 5, l'andar.
_
SEGUROS
lltKITIllOS

E
AS 3 HORAS DA TARDB-
COTAg5KS OFTTC1ABS.
Algodao da { sorte 8*^00 por 15 kilos.
Algodao sem iaspecc.ab 7#iO0 oor 15
hontera.
tilos,
Carabio sobre Londres a 90 div. 21 7i8 d. por
't*06t dc btoao, bootem.
Cambio sobre Paris a 3 div. 386 rs. o franco,
do banco, hontem.
Gambia sobre lisboa a Pocio a 90 d|v. 110 OiO
oft pfefnto, hontem.
tt dfc'Vaaconwatoa
0OSW.A: O FO(JO
A companhia Indemnisadwa, estabelecid*
jesta praca, toma seguros maritimos sobrt
aavios e seus carregamentos e cootra fogc
jm edificios, mercadorias e mobilias: m
rua do Vigario n. 4, pavimeuto terreo.

.Ingnsto y. d Oliveira & C.
A caw commercial ebancaria d&Augusto
j d'Oliveira & C, a rua do Co:nraercio ns
+2, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de prododos e de todos o-
trrtis negocios.de cdmmfesSo, qu'er corhmet'
ciaes, quer banfearibs.
Decouta leltras, e toma di'tiheiro- 'a pre-
mio, compra cambiaes, e saCa & vista'ft a
jaao, & vontade db torrtador, sobre as se-
guintes pra^as estrangeiFas e nacionaes :
I,ondrcs. Sobre o union BARK o*
UWJWN, O LONDON At>. gANSEATIG ANI,
LfMiTED, e vartas casas de 1 .* classe.
Paris. Sobre os banqueiros FOlTbB
4 C, MARCUARD A.NDRE & C. 6 A. BLaCQVE,
V1GNAL & C.
Hamburg*. Sobre os Srs. joAo
scnu back & rtLl^s.
lisboa. Sobre os Srs. fonsegas,
SANTOS JO&E B
ABREU.
Porto. Sobre-o banco ufco-do po*to
0 Sr. JOAQWM PINTO Bit rOKSBCA.
Para. Sbbre o BANCO coarMERCtA-
;Df para, e os Srs* ntANGiseo AUDilhto *
'COSTA &1UJB.9&'.
ipurairtitto. ^^UbFJre-o Sr. mt-Vni
HtRAr DA SlLtA JONIOR.
Ceara. Sabre os Srs. i. s. bc tab-
GONCELLOS A SONS.
Bnbla. Sobre os Srs. mabinikm d c.
Wf.;it Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERGANTIL, BANCO NACIONAL e
aMUQlIE BR\Ml.lEtfME FRANCA ME.
COMPANHIA
Phenii? Peraftrahrlicana.
Toma riscos IbaritimOs em mercadorias
.retes, dinheiro a risco e finalmeute de qual
aer natureza, em vapores, navios vi ela :.
barcaoas, a prefflios muito modicos.
RUA 1)0 COMMERCIO N. 34.
Bineo do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Baitro & Filho sacarm
twr todw oa vapores sobre
Aoaqia.
Afflatt.
Aveiro.
Haja.
.Ghaves,
Elvaa.
.Aaiarad((fi.
Gnimaraes.
CovilhS.
Melgaco.
PortalOgre.
ETora.
Fate.
Faro.
Guarda.
Leiria.
Barcellos.
Coimbra.
Miraodella.
Petfatlel
lionsao.
Otar.
Porto.
Tavira.
CaminhA
ianguaide.
j*aiile' do Limi.
Fovo'a (
vueo.
Figueira.
Lamego.
Esurrila
Valenca
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
GasteUO'Branco.
Espoiende.
Oliveira de Aiemeis.
Pdvoa de Varzira.
de LanTlOsa. tianna do Castello.
VdlalbvadePortimJo. Villa Xova de Famalicao.
Villa do Conde.
Ham ilk am.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
SegBW crtra-fogo
THE LIVERPOOL d LONDON 4 GLO
INSURANCE COMPANY
Agenten
SAUNDERS RROTHERSid C.
11Gorpo Snto11
NORTHERN.
aintnl.
'undo
. 20,00O:Ot*OOOi
de reserva. 8,0O0:09OO(
Agsirtes,
Mills Latham & C
RUABA CRUZ N. 38.
BANCO COMMERG AL DE BRAGA
Jorge Tasso
N. 3* Rua do Amorim W.
Saca Dor todos os v^pores qualquer qaantia a
prazo ou a visti sobre esse Banco, i>o sua? res-
peclivas agendas nas seguintes cidales, villas dc
Portugal e ilhas adjaceutes Hespanha.
A saber :
Portugal e tiling.
Agnida. Famalicio.
Araarante. Faro.
Anadia. Figueira.
Arcos. Couvca.
Arco de Baulheim. Guarda.
Aveira. GuimarSes.
Barca. Lagos.
BarceCos. Laciego.
Beja. Lishoa.
Bragaoca. Louie.
Cabeceiras de Basto. Mealhada.
Caminha. Chaves. Melgaco. Miraodella.
Coimbra. Moncao.
Coura. Oliveira de Aiemeis-
Covilha. Ovaz.
EWas. Peoanel.
Extremoz. Pinhel.
Evora. Ponte do Lima.
Fafe. Povca de Lanhoso.
Punchal. Port'Alegre.
Faval. Portimio.
Porto. Povoa de Varzim.
Begoa. Silves.
Tavira. Tboinaz
Torres Novas. Valenca.
Vianna. Villa do Conde.
Villa da Feira. Villa (teal.
Villa Beal de 5. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar.
Vinhaes. Vizeu
Villa Nova da Cerveira.
HottfianliA.
Madrid. Barcelona.
Vego Cadiz.
gfltiMtWTp DO ?CKTS
Ndbio enlrado no dia 2S.
Bahia13 dias, brigae francez Solidon, de 230
toneladas, capita) .Seven, eqnipagem 10, em
lastro; a Lidstone Bobilliard & C
jVauios 'sahidos no mesmo dia.
Portos do norte Vapor nacional Ceard, comman-
dante Alcoforado, earga differentes generos.
New-York -Patacho inglez Azalia,, cap i tao Ri-
chard Prior, carga assocar.
PortoBarca purtugueza Harmonia, capitao A. J.
da Cruz, carga assucar e out ros gene-os.
Bahia e portos intt-rraedios Vapor nacional
Dantas, commandante Peres, carga varies ge-
neros.
tCITAEl
0 procurador fiscal da thesourariaprovincial,
de Pernambuco declara aos contribuintes do im-
posto de 5S000 sobro estabelecimentoi, no ezer-
cicio de 1873 a 1873, a cargo, do consulado
provincial, que.Hies flea marcado o prazo impro-
rogavel de 30 dias a cootar da publicajao deste na
conformidade da lei n. 891, art 53, para soticita-
rem da seccao do conteneioso as rospeetivas guias
para pagamento de seus debitos, certos de que se
nio o fizerem dentro do prazo marcado, proce-
derse-ha a eobranca jadtealmente, publican lose
para isto a relacao dos devedores abaixo trans-
cripta.
Seccao do conteneioso provincial de Pernambu-
co, 16 de maio de 1874.
0 procurador fiscal,
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Relacao dos devedores do imposto de 5^i)00 por
astabelecimentos commerciaes, que deixaram da
pagar seus debitos no ezercicio de 1872 a 1873.
Rua do atarqaez do Herval n. 48.
Alfredo Garcia dc IrmSo 3*450
Dita n. 5. Antonio Lopes Rodri-
guas J 3*450
.Dita n. 37. Augusto Cesar d A-
breu 5*430
Dita n. 47. Antonio Gomes da Cu-
nha e Silva 5*430
Bom Jesus n. 24. Antonio Fran-
cisco Neves 5*450
. Thome de Souzan. 12. Antonio
Pereira Dias 5*450
Vigario Tenorio n. 18. Antonio
Joao Gomes 5*430
Traveasa da Madre de Deus n. 16.
Antonio Manias Leite & C. 5*430
Bispo Sardinha n. 3. Antonio Ig-
nacio Martins 5*450
Vigario Tenorio- n. 25. Antonio
Jose de Souza do Brasil
Travessa da Madre de Deus n. 23.
Idem 10*900
Moeda n: 39. Antonio Alves de
Miranda Sobrinho 5*450
Tuyuty n. 3. Anlonio Pereira de
Almeida 5*450
Madre de Deus n. 16. Antonio
Fernanda Vellqso e Suva 5*450
Dita n. 90. Antonio JpsS Gomes- 5*450
S. Jorge a 111 Alexandre Gil-
bert 5*4*0
Barto do Triampho n. 68, An-
toeio da Crw Pires 5*WS0
Dita n>M. Antenio Macbodo Go-
mel da srw mm
Dita n. 86 e 88. AaoiiB at Car-
5*450
za Re!*
Dita n. 83. AMveio ft Vaia
Caes 22 de Bereaabro a. E.
nio Joe dot Ma
Pnmeir > do Marco ft.
de Hello
Dito n. 7 B. AnJre Detaar
Dupue de Caitat m. t$.
Sonra Oliveiri
Sita n. 21. Aadr.- Rat
"bugi n. 2 C Al mo Dj
goes dr I. mii
ario di Victoria n M. \rmi-
oio At C.
BiU n. 52 A. Aotoaio
demon!
Larga do Rosario a 31 A.
to de Barros Correia
Etreia d.) Rosario a. 43. Ales
too & Eustaqai*
Bocco do Calabooee o. 40. Adha-
no da Rocha Pereara
Saoto Amaro a. 3. AaaaaJo Joe*
qnjm Geraldo
Aotonkt Doatiafoea
n
AgoMinM
Altottaerroe
a :.
I.
linperador n. 48. Aatoatia Soa-
ftta
Pinto
Pat n. 44.
do Rosario
Mathias da
Antonio BemafcM tyaaMr*
fcivra raento n. 29. Aai
Cruz Ribeiro
1Mb n. 2">. Idem
Visconde de
tore de Mes<|aiU
Dita n. 38. AfMoai) !faow
Drta n. 19. A. Joaqnira I
Bezerra Monte-Nrfgro
1* Iravessa da Praia a. 7
Cordeiro Cxlbe>CM*rk
Pedro Alf.n'o n. 2!. Antonio *-
se Maia Junior
RRa n 28. Antonio Jaeiaet> Ce-
sar
Dita n. 51. Antonio Domiogur*
de Almeida I'oeas
Nava da Praia n. 20.
Dita n. 40 C Antonio e>
Rego
Dtt. n. 7. Autonio Joaooim d.-
Astride
Dita n. 33. Anlonio 1 ] >
Campos A; C
Dita n 59. Antonio J m- l*ow*ia
Dha n. 73. Adolpho Bernardo (Jum-
teiro
fcrti n. 98. Adelino Augusto Pe-
reira de Alburrnenjee
Pal ma n. 133. Antouio Pereira
dus Santos
Largo da Praceta n. 3. Agosiiaax<
Pereira
Vidal de Negtwrc* n. 62. Aaaaajo
Ribeiro de Andrade
Dita n. OH. Antonio Esopo de
Lima
Dita n. 21. Amorim iV S -uza
Dita n. 71. Antonio J"f \rm-
Nova de Santa Rita n. 37. Ange-
lo Dia- da Silva Cardeal
Dita a. 49 Avila Irmi d C
Dita n. 31. Idem
Imperial n. 102 Antonio Joa
quim Tertuiiano de SMI
InpiTial n 162. Aotonio de Mi-
randa C is .ello Branco
Dita n. 233. Ago?lin o Antonio
dc Sou'.a .
Cabanga n. 74. Ilerdein dc Aa-
t >nio Moreira de Mendonc. i
S. loaj n. 83. Aut nio Pedrosa
de Lima
Imperatriz n. 26. Aran
i C.
Dua n. Mi. Ar.iuj) raga A C
Dita n. 3. Antonij Aug
Meuezes
Dita n. 41.
Costa
Dita n. C7
Sam Anna
Soeego n.
da Costa
Dita n. 31.
telho
Lu '. do Rego n. 40. An- mJm Ba>
poso de Albernaes Junior
Attraccio n. 3 A. \ntinii im
de Castro
Uaiioo. 32. antoaioJoai Braga
CoaJe d^ B->a Vi-ti n. h;. Anii-
4iio Gjines de M-'nd -n. i
Marque; de Oinda n. 42 BaHat
& Silva
Ditan. 30 A BernarJino de Ai>-
vedo Pereira Maia
Bom Jesus n 21. B.-iz J.tnnin'
Ferreira \ C.
DiU n. 51. Bast 01 nan C
Largo d Corpo Santo n. 6. Bd-
trlo Oliveira A C.
Vigario Tenorio n. in A. Braao
4 Gyro
Aaorim n. 6. Brito A Rat >-
Tuyuty ns. 13 c 14 Braga A. ^*u
MaJre de Deus u. 12. Basto* \
Lima
Dita n. 31 Bernardino Alves Bar
bosa
Dii-jue de Caxias n. W A. Beat"
da Silva & C.
Cabuga n. 8. Bento Macnaon
k C.
Barii da Victoria n 'H A. Be
zcrra k Irmao
Conce c,ao u 9. ViuvaR^sti-
Barao da Victoria n 33. Braga a
Pimenti'l
Trincheira'' n. 16 Bernardino
Alves i'Arena
Larga do Hosario a. 24. B mim & Irra*o
Estreita do Rosario n. 16- Be-
uedicto Leal
Visconde de Inhauma n. 23. Bei
raot C.
Gedro Aff.nso a. 41. A. Batanaa
!*ova da Praia n 6 Brito Freir*
*C.
Dita n. 2*. Bonifacio Max.;nin d-
Mattos
Marcilio Dias n. 8-3 Bellarmin.
SilfaM de Miranda
linperador a. 169. Brasiliano It.
da Cunba Cavaleanle de ANraquer
quo
imperatriz u. 68. BeroarJino P
reira Maia de ArruJa
Visconde de Goyanna a. M Ber-
nardo Fernandes k C
Marqaec de Olinda n. 24 A Car-
valbo Guimarao* & C
Dita n. 52. Costa a Irmi t
Commerci > n, n Carrol 4 C
DiU n. 8. Idem
Becco do Abreu n. 2 Caadido I r
sulino do Barros
Vigario Thenorio n. 12. Correa &
Costa
Burgos n. 29. Cruz Nogaeira \
Anton: <'<
AnOuio Jjajuun d<:
62. Antonio G
Antonio Soare R.
C.
OI
Duquo de Caxias n. 89 A.
das ai;.
Dita n. 63. Idem
Barao da Victoria n. 53.
Nnnes Pachoco
Dita n. 61. Castodio Jose
EstreiU do Rosario n. 2 A. Coeino
i Gomes
DiU n. 10. Costa & Rocha
DiU n. 11. Coeino ft Gomes
Visconde de luhauma n. 56. Cy
priano Vasqaes
Primeira Trave-sa da Praia n. 2V
Clemente do Santos Lenaos Cirne
Pedro Affvnso n. 37. Qtstoaro d>
Piuho Peix.it i
Marcilio Dias n. 127. Castro A C.
Vidal de Negreh-os n. 30. Caanano
Jose Lefte ft C
DiU n. 97. Companhia da etrada
de ferro de S. Franciseo
Imperial a 211. Oaalw Dabeara
Imperatriz n. 3. Castro ft Ant*
DCS
Nova da Praia n. 16. Daarto Bx-
ges da Silva
Traressa do CzmnaUo n.
miagas Bibeiro de Olivoira
Donvngos lose Martina n. 70.
arte ft Irmio
eat. Jaaos a. 54. Inem
Maranao OU* a. 56. D>miag>-
JoodBanatre Selaa
VnW dnNogrtiroa m. 14. Domin
rasas Barros
a 27. Do
I. Ot
Ma
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Dfario de Pernambuco Sext* feira 29 de Maio d 1S74
I
Durrilto &
n. 26.
8 o
da Cost* Guiraaraes
Imperatriz n. 39.
Gwfa
Campanhia Pernambucana
Eduardo de Lemo* Si'jufira
Piaca da Independencia n.s.
10. Eiesbio Joaquim Dias
Pedro Affoaso n. 30. Eduardo
Marquee Vooleiro
Vidal de Negreiros n. 19. Euge-
nio Jose Pinto
Iaiperalrix n. 53. E. 11 Burs-
gen
Joio Pernandes vieira n. 27. Edu-
ardo Chouvin
Marquez de Olimla n. 12. Fran-
cisco Manuel da Sirva
Dita n. 43. Francisco Antonio Pe-
reira C
Mariz e Barros n. 10. Faustina
Pires
Travessa da Madre de Deus a. 12L
Farias & Filno
Amorim n. 2 A. Fraacisco Rodri-
gues Moutinho
Paeo da Assemblea o. 17. Fran-
cisco Augusto de Aranjo
Madre da Deus n. 36. Ferreira
Almeida dt C.
Visconde de Itaparica n. 8. Fran-
cisco de Assis Brito
Caes do Apollo n. 5. Francisco-
Felix Goncalves
Imperador a. 39. Francisco Maia
Cortes
Dita o. 63. Francisco Jose Coelbo
4C.
Caes 22 de novembro d. 2 A.
Francisco Caodido de Medeiras
Praca de Pedro II n. I. Fraaeis-
CO Jose Moreira
Duque de Caxia* n. 62. Francis-
co Pereira de Ueudonca
Duque tie Caxias n. 86 A. Ferreira
Gomes & C
Traversa das I'ruzesn. 12: Fran-
cisco Gabriel das Chagas
Praca da Inlepencia n. 7 e 9i
Francisco Jose Goncalves de Si-
queira
Dita ns. 31 e 33. Idem
Barao da Victoria n. SI. Francis-
co Jose Germano
Larga do Rosario n. 6. Francisco
Nones de Paula
Dtta n. 38. Ferreira Lima Irroao
fc.
Dita n. I. Francisco Albino de
Souza Pinto & C.
Dita Estreita n. 28. Francisco
Rodrigues da Silva
Dita n. 1. Ferreira & Martins
Visconde de Inbauina n. 22. Fran-
cisco Joaquim Correa Esteves
Dita a. 53 Idem
Pedro Affonso n. 50. Francico
Xunes Pires
Dita n. 55. Firniino Alves Fer-
reira
Nova da Praia n. 22. Francisco
Luiz Gomes Guimaraes
Marcilio Dias n. 7i. Francisco de
Araujo Cesar
Dita n. 3. Francisco Antonio das
Chagas
Ditan. II. Fransc:sco Ferreira
da Silva
Dita n. 102 Francisco das Cbagas
de Jesus Monteiro
Dita n. 104. Fernando Jose Cor-
rea
Dita n. 109. Idem
Largo de S. Pedro n. A. Fortu-
nate Jos6 Thome
Imperial n. 106. Francisco Paes
Barreto
Dita n. 250. Firmino de Farias
Barros & C.
Dita n. .. Francelino Ferreira da
Fonceca
Cabuga n. 34. Felippe Pomau
Frances
Imperatriz n. 12. Francisco de
Assis Castro e Silva
Dita n. 20. Farias A Lessa
Visconde de Goyanna n. 123.
Francisco XavLr Ferreira
Ponte dUcboa n. 57.. Francisco
Pinto Moreira
Dita n. 57 A. Idem
Imperador n. 55. G. Rigosse
Primeiro de Marco n. 7 A. floi-
niaraes Pontes 4 C.
Largo do Paraizo n. II. Gomes
Augusto Miranda & C.
M. de Albuquerque n. 33. Germa-
no Pinto de Magalhaes
Pedro Affonso n. 3-2. Guimaraes
& Azevedo
Marcilio Dias n I. Guilharme Se-
liastiao do t/rmo
Imperatriz n. 69 e 71. Goncalves
Fialho & C.
Marquez de Olinda n. 60. H. H.
st 4C.
HiBom Jesus n. 6S. H. Leger
Domingos Jose Marlins n. 138 A.
fferculano de Hollands Cavalcante
Harao da Victoria n. 16. Hermino
Fernandes Alves de Lima
Dita n. 13. Hypolilo Jose Ro-
berto
Penha n. 3. Herculano Jacob de
Medeiros
Marcilio Dias n. 6
Pereira
Duque de Caxias
terio Maciel da Silva
Praca Pedro II n.
Foster & C.
Caes 22 de Novembro n. 42.
cio Jose Cabral
Pedro AiTonso n 61. Ignacio de
Freitas Ribeiro
Praca Conde d'Eu n. 21. Ignacio
da Silva Pessoa
Arco da Conceicao n. 2. Jose da
Conceicao Oliveira Figueiredo
Estreita do Rosario n. 10 A Idem
Imperatriz n. 59. Idem
Travessa do Queimado n. 7. Joa-
qoim Ennoeencto de Espirilo Santo
Henrique Jose
n. 58. Heme-
& C.
26. Henrique
Igoa-
*JU0
'-)*430
3*430
5*4oO
5*430
'SJ430
5*450
5*430
5*45(1
5*451
5*45J
5*459
5*450
5*438
3*458
5*459
5*459
5*459
5*459
a/M
5*459
3*430
5*459
5*459
" 4
10*900
5*450
5*450
5*450
5*450
5*450
5*450
I
10*900
5*450
5*450
5*450
5*450
3*450
5*450
5*450
*
10*900
3*450
5*450
5*450
5*450
5*450
5*450
5*450
3*450
*
10*900
5*450
1430
5*450
5*450
5*480
3*450
3*450
5*450
5*450
3*450
5*450
3*450
5*450
5*450
5*459
5*450
5*450
5*450
5*450
/
praca .pela qnantiade It24300, viito coaaetendo
ido pela quanta de 150*, nao appareceu lanca-
dor A qual i nertencerrtea massa fallida de Ma-
noel -de Souza Caruetre Pimpao, e seven*dito
escravo em poder de Manoel Joaquim Atea.
K para que ehegue ao conhecimento -de todos,
mandei passar 0 presente, que sera puMicado pela
imprensa e afflxado nos lugares do eostame.
ftecife, 27 de abWI -de 1874.
Bo, Manoel Maria Rodrigues do Na-cimente,
escrivao, o subscrei.
Recife, 27 deabrH.de 1874
Sebistjjo.itlo Rego Barros dt Lacerda.
Editai n. 167
Pela inspect iria da alfandr-ga de fernjmbueo
se fax phlilico. que aeaandu-se as mt-rcadorias con-
lidas no* volumes abaixo niencinnadnsi, no caso rff
.rein arremaude* para consmno, ties termos do
cap. 6- do tit. 3do regulamento de 19 de seUiui
bio du i860, o seus dooos uu ennsigaatarios dev
rao despaclia-las>no prazo de 30 dias, sot) pena de,
findo elle, serein vendidas por mu ennta, sem que
Ihes fiqne competindo ailegar cootra o> tlfeitos
desta venda :
tVaplehe Conceicao.
Marca J M ns i ,28 28 gig-as > Inuca, vindas
de Liverpool nenavio ioglez Edniird Herbert, des-
carregadas em -6 de agosto de 1873, consignauas
a ordem. -
Idem circule 8 J C M 50 caixas, Lindas de Li
verpool no brigue sueco Olland, descarregadae em
6 de setcmbre de 1873, e eonsignadas a ordem.
Alfaod ga ie Fernambuco, 27 de maio
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Curvulho lieis.
1874, inoorrendo oa mnlta de 6 0/fl dquelles
Izerem nesseipr _.
provincial de Peroawbuea, 27.de
se ,"* Armasens da companhia per
Caaaaiado
maio de 174.
0 administi ador,
Antonio Carneiro Machado'Ries.
Irmandadc do SS. Sacra-
mento da freguezm de
Santo Antonio.
Tmd.i de ser eleiu a mesa wged.-.Fa da irmae-
dade do SS. Saeramentu dafreguozu de Santo An
tonia desta cidade, para fnneoionar no anno de
tS74 -a 1875, conforme dhfwe o art. 43 do respec-
tive jcomproiuisao. ennwdo a -i.idi.s w irmaos a
cmn^recerem is 9 boras da nianhS de dia 31 do
cofreav, u<> amM-l fteoKe, 27 de maio de #874
Ale.vainlr.: AwriiM de CaldjK Brandao
J3-cva.>.
Edital n. 168
Pela inspectocia da alfandega se fazipublico que
as 11 horas da manha de 1* de junho vindouro, se
ha de arrematar, a porta desta reparticao, livree
de direitos e sojettos ao imposto da capatazia, as
mercadonas abaixo declaradas, annnuciadas a
consumo por edital n. 142, e que deixaram de ser
despachadas dentro do prazo aarcade.
Armazem n. 6.
Marca A S M *% >'. 2 caixas ns.
6,134 e 6,122. vioda; de Bordeaux,
no vapor francex Mendoxa, dscar>
regadas em 12 de marco de 1873,
onsignadas a i)" 4. Sodxe da Motta,
contendo 21 gair.fas com cognac,
medindo de aleooi puro oito litros,
avaliadas nor 18*720
Idem POL D 3 ditas ns. 300/302,
vindas do Havre no vapor francez
Sard, descarregadas em 12 de
maio de 1873, e eonsignadas a F.
G. de Oliveira Sobrinho, contendo
690 kilos, peso bruto nos envolto-.
rios de cartas para jogar, avalia-
das por 1:794*000
Idem quadrado 1 caixa n. 2,200,"
vinda do Havre no vapor francez
Ville de Bahin, de?carregaJa em
23 de maio de 1873, e eonsignada
a Elmo A. da Silveira, contendo
200 kilos, peso liquido legal de
lupulo, avaliada por 224*1)00
Idem diamante II N C H I barril
vasio, vindo de Bordeaux no vapor
francez Rio Grande, descarregado
em 7 de junho de 1873, e consig-
nado' a D. P. Wild & C, ava-
liado por 2*333
Idem J S N A L 20 caixas de n.
1/20 idem idem em 10 de marco
de 1873, e eonsignadas a Silva Ne-
ves & wfa, contendo 20 duzias de
frascos com doces em calda, pe-
sando nos frascos 320 kilos, ava-
liados por 373*333
Idem idem 6 ditas de n. 1/6 idem
idem idem, contendo 120 frascos
com mostarda em conservas, pe-
sando liquido legal 124 kilos,
avaliados por 143*713
Alfandega de Pernambuco, 27 de maio de 1874.
0 inspector,
Fabio A de Carvalho Reis.
\ ioe-con8ula Pernatubuca.
Os-suMitns iuliraostte Salva D.Francesco, e
CalaiiorM Vicenca, aqtielle natural de Tramutola,
e este de Diamante, 1 convidados a eomparece-
rem #eranle este vice osusolado delluiia, a nego-
io queibes diz reepeilo
SANTA CASA DA M1SERICUKLIA DO
RfiCfFE.
A Hliua. junta adminisvaiiva aa aanta casa d*
Kisericordia do Recife, nanda fazer fmblico qu
aa sala de suas sessoe?, no dia 24 de maio pe-
te 3 horae da tarde, lem, de ser anemaiadas i
faem mate vantagens offerecer, pelo tempo de urn
i ires anuee, as rendas doe predios em segutda
iedarados.
ESTABELECIMEOTO DE CARWADE.
Travessa de S. Jos.
Caaaletrean. 11.......201*000
Ruade Santa Rita.
Idem D. ........ 250*000
Cmco Pontas.
asaterrean. 114......362A500
Rua da Viracao
Mem a 74.......?*4I*000
Ponte Velba.
Idem a 3L w. 156*000
Itaa de Autonio Henriqnes.
idem n. 16........99*000
Baa do Vigario.
I.* andar do eobrado n, 27. 323iOO0
Eoiaideni....... 375*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzaila velha.
i>sa terrea n. Id.......209*000
Beceo das Boias.
Sobrado o. 18.......421*001
Boa da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*091
iRua do Pilar
Caia terrea n 100......S4i*00<
Rua do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua d is Larangeiras.
Casa terrea n. 17.....36i*O0C
Ob pretendentes dever-io apresentar no ado d
irramatacao as suas fiancas, on compareceren
icoinpanhados dos respectivos Hadores, devendc
jagar aiem da renda, o premio da quantia en
jue for seguro o predio que contiver estabeleci \
aento commercial, assjm como o service da liii j
jeza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do H-
:ife, 17 de Baity) o dj 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
nambucana.
B*atra fee*
A comnanhia pernambneaaa, dispondo de ex
celleotes vastoa armazens en sen predio ao for
i do Maltos, offerece-os ao eenmerelo em geral
paradeposito de generos, garamtado a maior coa-
v*ymjs das mercadorias deposiudas, serviet
proaspM, precoa modicos, etc..
VaiMem reeolhara, mediantc previo accordn, ex-
caiswamente o generos de ama so pessoa.
Bftee arraarens, alem de arejados e commodos.
sio hMeiramtnte novos e aspbaltados, isentos dt
cuf in, ratos, etc., etc.
Ae peenoas one quizereiB utillsar-se desies ar-
BMieaa, nederao dihgir-oe ao eti riptiino da com-
oaatiia pern^mhucann. (tvt acharao com qnem
a-atar.
COMPANHIA
Mi
BBERIBE
0 Illm. Sr. inspector da thesouraiia provin-
cial manda fazer publico, quo em comprimento
da ordem do Exm. 5r presidente da provincia,
de 28 de abril proximo passado, perante a junta
desta thesouraria se ha de arrenatar no dia 28
do corrente, a obra dos reparos de que precisa a
ponte do Trapiche, orcados em 1:650* como de-
clarant as clausulas abaixo moncionadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata
cao, eomparecam na sala d s sessfies da referida
junta no dia acima indicado, pelo meio dia.
E para constar, ?e mandou publicar o presenle
pelo jornal.
0 offlcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas espejiaes para a arremata-.io.dos re-
paros urgentes da ponte do Trapiche :
I.*
Os reparos da ponte do Trapiche, s?rao exeeu-
tados de conformidade com as prescripeSet do
respeclivo orcamento, na iraportancia do 1:650*.
2.'
0 arremaunte dara comeco as obras no prazo
de oito dias e as concluira no de urn mez mez, a
eontar da data d assignatura do contrato.
3.'
0 pagamento sera effecluado em tres prestacoes
ignaes, e na proporcao do servico ex/cutado.
4."
Em tudo o niais que nao estiver especificado
nas presentes clausulas. se observara o qae dis-
16*350
*
*
(Continuar-se-ha).
5*450
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de junbo
proximo vindouro perante a junta da mesma the-
souraria se ha de arrematar, a quera por menos
lizer, o fornecimento de medicainentos c utensis
precisos a enfermaria da casa de detencao por
tempo de urn anno a eontar do 1. de julho do
corrente anno, a 30 de junho de 1873, servindo de
base a licitacao os precos constantes das respecti -
vas tabellas.
As pessoas qne se propazerem a esta arremata
cio comparegam na sala das sesades da referida
junta no dia acima indicado pelo meio dia.
E para constar se mandou fazer pnblico pelo
presente jorual.
Secretaria da thesouraria provincial, 15 de maio
de!874. '
0 offlcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de junho
proximo vindouro, perante a junta da mesma the-
souraria, vai a praca para ser arrematado per
quern menos tizer o fornecimento da alimentacao e
dietas aos presos pobres da casa de detencSo, nc
trimestre de julho a setembro proximo vindouro,
servindo de base a arrematacao os precis dac ta-
bellas abaixo transcriptas.
DIETAS.
Numero 1 380.
2 400.
3 640.
4 4' 0.
5-400.
Sera tambem fornecida aos presos eei, na im-
portancia de 120 rs., em guanto esta or.ada, o
almoco na mesma proporcao
E para constar, se mandou fazer publico pelo
presente jornal.
Secretaria da thesouraria provincial, 13 demaio
de 1874.
0 official maior,
Miguel Affonso Ferreira.
0 Dr. Sebastian do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do commercio nesta cidade
do Recife de Pernambuco. prr s'ua Magestade
imperial e :oustituciona), etc., etc
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que dentro do prazo de 30
dias, :ontados da publica;ao deste. recebera este
iuizo propostas por cartas feebadas, para arrema-
tacao por venda da parte do escravo de some Je-
fUlao, cSrparda, avaliada por 200*, qne vai a
p5e o regulamento de 23
anno.
de fevereiro do corrente
Victor Fournie,
Enge'heiro chefe.
Conforme,
Miguel A. Ferreira.
0 Dr. Alexanlre de Souu Pereira do Carmo Ju-
nior, juiz substitute dos feitos da fazenda nacio-
nal desta provincia de Pernambuco, etc.
Faco saber a todos que este virem. que no dia
29 do corrente. na sala das audieneias, pelas II
horas do dia, se vendera em praca publica, a ca
sa terrea n 70, sita a rua da Impratriz, com 3
metros e 10 centimetros de largura e 22 metros e
90 centimeiros do comprimento, 'avaliada por ..
4:0U0*, e penhorada a Francisco Maia Cortes, pa
ra pagamento do que deve a fazenda nacional.
E para que cbegue ao conbecimento de
todos. mandei passar o presente que sera
publicado pela imprensa e affixado nos lu
gares do costume.
Recife, 4 de maio de 1874.
Eu, Jo6 Francisco do Rego Barros, escrevi.
snbscrevi.
Pereira do Carmo Junior.
0 Dr. Francisco do Rego Baptista, juiz substitute
da provedoria de capellas e resijuos nesta ci-
dade do Recife, capital Ja provincia de Pernam-
co, etc.
Faco saber que no dia sexta-feira, 5 de junho ao
corrente anno finda a aadiencia deste juizo, se
hao de arrematar os bens seRnintes : Urn terreno
sito na freguezia da Boa-Vista no lugar Santo
Amaro, tendo de frente 32 palraos e de fundo296,
cujo terreno finali-a o fundo com 25 palmos, sendo
parte em alagado, avaliado a 10^000 o palmo,
320*000. Uma canoad enomioada Espaldarle
grande, aberta, avaliada em 200*000. Uma dita
aberta, denoniinida Cabra, avaliada em 130*000.
Uma dita pequena, de carrt-ira, avaliado em 80*,
as quaes sao perteneentes a Jose Antonio da Costa,
ex-provedor da irmandade da Santa Cruz, dos
pretos canoeiros, e vao a praca a reqnerimento da
commissao administrativa da mesma irmandade,
e nao havendo lanrador, se procelera na forma
da lei.
E para quechegue ao conbecimente de todos,
mandei passar editaes, que serao publicados pela
imprensa e afflxados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 19 de maio de
1S74.
Eu, Domingos Nunes Ferreira, escrivao, subs-
crevi.
Recife, 19deraaiode 1874.
Prancisco do Rego Baptista.
:&imuj.. a ilu.-upi
reciASACOfS.
"^.t'aai.o-*
Consulado provincial
Pela adraioHtrpcio do consulado provincial se
faz publico aos re*peclivo9 contribnintes, que do
! de jnnho vindouro por diante comeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo it
do regulamento de 16 de abril de i842 para a
cobranca a bocca do cofre. do 2* semestre doa im-
postos da decima urbana, 5 0(0 sobre bens de mao
morta, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, do cerrente exercrcio de 1873 a
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se far certe qne e neste mez de maio que tem de
ser pa go. sem multa, o imposto pessoal, relaU'vo
ao 2.' semestre do exerciclo corrente de 1873 a
74, depois do que sera pago con a multa de 6
por cento.
Recebedoria de Pernanibnco, 7 de maio de 1874.
0 administrador,
Manoel Carneiro de Snuza Lacerda.
Companhia Fidelidade
Keguroa ttiaritlmoe e terrestres
. A agencia desta companhia toma segnros ma-
ritiraos e terrestres, a preraio9 razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o sctimi anno gratnlto ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo ol
Wanta Caxa de Hisericordia
do Recife.
Nao podendo, por cirenmstancia nao prevista,
celebrar-se h"je a missa canlada p^Ias educandas
expostas por aima do linado commendidor Anto-
nio Joaquim de Sou:a Ribeiro, resolveu a Illma.
junta que fosse resada a missa annunciada para
hoje, transferido para outro dia, que sera prc-
viamente annunciado a |uelle acto.
Secretaria da Sinla Casa do Misericordia do Re
cife, 26 de maio de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rjdngues de Sd.
Luso-Brasileira
A directoria desta associa^ao, a tomar conta da
administracao, reconbeceu que a maioria dos se
nhor.'S associados se acliam bastante atraz.idos em
mensalidades e alguns em joias, e como seja esta
a fonte principal de prosperidade de uma associa-
.ao beneficente, qne mais concorre para se dis-
pensar com pontualidade as beneficencias estipu-
ladas na lei fundamental, resolveu appellar para os
sentimentos philantropicos dos associados, pedind.p
que se compenetrcm dos fins sociais e cumpram
com o disp. sto do artigo 13 dos estatutos, afim da
directoria ter meios de soccorrer serapre em dia a
urn numero elevado de socios enfermos que per-
cebem a beneficencia do artigo 08. Neste mesmo
sentido dirije a directoria uma circular a todos os
associad s incursos no3 artigos 11 e 14, 2", espe-
rando que ao seja improlicuo o appello que faz.
Recife, 24 de maio de 1874.
Rodrigues Cate.
Irmendade tio Suntissimo Sacramento da
freguezia do Recite.
Segundc o disposto do novo compromisso, con-
vido a todos os nossos irmaos a reunirem-se no
consisterio da nessa irniandiile, no domingo 31
do corrente, pelas 11 boras da manha. afim dc se
proceder i eleicao da nova mesa regedora.
Consisterio da irmandade do Santissimo Sacra-
mento da fregutezia do Recife, iti de maio de 1874.
Jose da Silva Is-yo Sobrinho,
Escrivao.
O caixa dpsta compinbia o Sr. Corbe-
niaoo d'.Vquino Fonseca, acha-se autorisado
a ftagar no sea escriptori i a rua do Vigario
Tfaenorio n. 19, das 10 boras as 3 da tarde
o 32 dividendo desta companhia, findo em
30 de abril do corrente anno, na proporcio
de 3^000 por apolice: previne-se aos Sr$.
acctonistas que o pagamento se a realisado
em moodade cobre
Escriptono da companhia do Beberibe,
15 de maio de 1874.
O sec re ta no,
Luiz Manoel Rodrigues Valenpa.
Thcsuur-Mria de fazcudu
Dedara-se, para conhecimenlo dos interessados,
que em cumpnmento da portaria do Illm. Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda desta provincia,
firmada em data de 22 do corrente, de hoje em
diante, oe attestados de vinvez, a vista dos quaes
se fazem os pagamentos de meio soldo, nao devem
mais ser passados pelas antoridades policiaea, e
sim pelos paroehos em exercicio legal e juizes de
paz, conforme a circular do miuisterio da fazenda
n. 132 de 'Ml de maio de 1835, citada na referida
portaria ; sendo apenas permittido aos inspectores
de quarteirao passar attestados de vida, preceden-
do despacho do subdelegado respeclivo, em face
da disp s:cao coBtida no aviso de 22 de maio de
I860, sem que por esta ultima disposicao tiquera
inhibidos de os passar tambem os parbchos e jui-
zes de paz, como declara a citada portaria.
Pairadoria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 23 de maio de 1874.
0 escrivao,
Cyriaco Antonio dos Santos e Silva.
TBEATRO
Santo Antonio
SHPBKXA
E^ry,.
S!ihi!il 51) de maio.
i ate nacional Ltonilia da Cruz, capitio e pratiso
ainoel Caelano da Costa : para carga e paaea
>> ros, irata-ae com Antonio Alberto de Sooza
a%toiar, a rua do Amorim n. 60._____________
COMPANHIA PERNAMBLCASA
DS
Mmve>$*Qmm emmtetrm m vap*r.
MACEld, F.SCAI.AS, PBNEDO F. ARACAJO'.
0 vapor Mr.Hdaku, oom
mandarile Mariobo, segui
ra para os portos acima
no dia 30 do eomaie a-
5 horas da tarde.
Recebe earn ate o dia
29, encommendas, passa-
geiros e di.ibeiro a frete ati as 2 horas d-i tarde
do dia da sahida : escriptono no Forte do Mat
tof a. 12._____________________________
PROttRRftWO MARlTlHOnOPORTO
Emprrra prta-nfi- d- imtriiirn*
'lr mlrf Portasnl n Kr:iil
O VAPOR
U'lAtt IUMI
('rumnnilanlc i'nntr-ntr-
Esperado do sol
en< 8 on 9 do prnxi
nto mez de juobo, de
deirai de bra^r., S **** da Uaae, 12 a*
ni;io, 1 etpelto, auiMara aVarada I dHa da
dura arela, I raau dajbcaraaaa, I .
I nurtinezio dc aanareHo, I awarda leara, M aa-
cadeiras de anarello. 2 ati-aataa dc laaaraaa I
araurio de aaaho, I haaea pan aOaaaaa. I aaap
pa aeographiro d mi|xTifl4n ttnail, laedra aaat-
iDore, propna para af araaar, e aaaiV*
tigos que e-tariu al*tef a dta da tofl
Lrito
f
P-is da indispensavel
C< raora dentro dote
porto seguira para
Lisboa e Porto com escala por S. Tbiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com oe
AGENTES
E. R. RtahrlU C.
48 Kua do Commercio 40
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz UtuS por
ter a maior parte de sen carregamento engajado,
s para o resto que Ibe falta, trata se com o* coo
eignatariot Joaquim Jose < oncaives Oeltrao A- !
sno, a r"a do Commercio n. f.
A
em 1
Soeiedade Recreativa Bella
Harnionia
De orden do Elm. Sr. vice presidente, couvido
a todos. os Srs. socios a comparecerem a assem-
bled geral extraordinaria que deve ter lugar no
domingo 31 do corrente as 4 Horas da t-irde, nos
sa!5es da mesma soeiedade alim de tratar-e de
negocios de grande interesse para a mesma.
Recife, 28 de maio de 1874.
0 !. secrelario,
J. F. de Sam-Anna.
INSPECQAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publico que em data de 28 do corrente
foi vistoriado o vapor M'tad-iUa.d* companhia per-
nambucana de navegacao costeira, e a commissao
julgou-o em estado de poder continuar no ervico
em que se emprega.
Inipeccio do anenal de marinha a- Pernambu-
co, 28 de maio de !87i.
Francisco Jose Coeiho Netto,
In^oector inter ino.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que foi transferida para
o dia 3 de junho proximo vindouro a arrematacao
da obra dos reparos de que precisa a subida do
Barro, na estrada da Victoria, avaliada em......
1:647*800.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 28 de maio de 1874.
0 offlcial-maior,
Miguel Affonso -Ferreira. -
Arrematacao.
Segunda-feira, de junho, depois da a;d:ncia
do Exm. desembargador ju:z de orphan, vai a
praca de venda, meted*, do sobrado de am andar
e sotao n. 78 da rua da Imperatriz, avaliada em
16:000*, a requerimento do lnveoiariante dos bens
da finada D. Rosa Maria do Espirite Santo : os
pretendentes poderao eraminar o escripto e edital
que e'tlo em poder do portein dot aaaitor!?^.
*mn succssso!
pedido, o importantissimo drama-marilimo
prologo e I actos :
0 NAUPRAGIO
FRAGATA MEDiZA
Terminara o espectaculo com a 35." rpresen-
tacao, a pedido, da comedia em 1 acto :
lm experiencia
A'S 8 l|2 DA N01TE.
Domingo 31 do corrente.
4'*> 5 t[' boras da inrde
0 iiicsiin especbeob de sMmk.
Na proxima semana, o grande drama do Dr.
Carneiro Vilella :
Os mactins e os jesuilas
montado com lodo o esmero e capricho.
A-O I'lltlKO
A erapreza cedendo ao pedido que lhe foi feito
por divcrsas pessoas para a mudanca da comedia
annuciada, declara que d'ora avanle, uenhum
programma podera ser alterado, senao por motivo
de forca maior.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
Grande nsividade! -
Para sabbado e d.mingo, 30 e 31 do corrente,
prepara-se uma grande novidade para o 4.* acto
da Fragata Meduza, durante a festa da pas
sagem da linha.
' A grande novidad< sera annunciada em avul-
sos, qne se se distribuirio no sabbado.
E cousa importante 1
THEATRO
Santo Antonio
0 actor Babia fara sta beneiicio ua quaria-fei-
ra 3 de junho, e recebe desde ja encommendas de
bilbetes.
0 espectaculo sera attrahente e.o programma
aublicado em tempo.
THEATRO
0
Rio de Janeiro
pretende seguir com mnita brevidade o brigne na-
cional Isabel, tern parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que Re falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. 57.__________
COMPANHIA PER.NAMBICANA
DE
%vcgacfli costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', AACa-
TT, CF.ARA, MANRAHIT, AOAR.YCl' E tiRANJA-
0 vapor Pirnpnna
commandante Si va,
segnira para os por-
vis acima no dia 6
do proximo met, a* 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 5 do corrente. eticom
mendas, dinheiro a free e passagens. ite as 3 bo-
ras da tarde do dia da sahida : escriptnrio
no Forte do Mattes o. 12.___________
Heal cotiipanhin de |W|iie(es in
jlezes a vap?ir.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
snl o vapor inglez Douro, commandante Tbevailes,
o qual depois da demora do costume seguira
Southampton, tocando nos portos de S. Vic
Lisboa.
Para passagens, frdes, etc.
rua do Commercio n. 40.
AVISO
Pelos vaporee desta companhia Jio
1* classe para o Havre e Cherbourg
H
19 barrisenn postas de cava la eat aaanvi
ra e 4 ditos de pargos, lc l'i eta awrk-i'. j
es*ado
H*'~nn4m-tr1rm I dr Jaaaaa
ASM HOK4>KM IhiMii.
No armiztmi 4a Sr. Amih-s. defrante da !-
iMaVaja.
Oprepo-t) ill tfna- IV-tiMa bra l^ilin. (-a-
cunu e lisco de quem perteaeer, a> l batris t aa
|K>sta de ravalla em aalaaia V 4 dila aa aar-
go. l.-.nibffri em -:.ho-ira.
o n.e-ii.o pn-fx -to iaa?iaii ana Sr*. aaadaatOe*
|ne tudo Sogunda-fesra I d* junbo
\m ft laaraa.
No armawm do Sr. Arnica, dafrona* 4a al-
___________ taodrga.
LEILAO
DE
No dia 2 a> jnnho, a< it h- r da i
Izaar, com ea-a de peannrrs a travawa
de c.-ixia- a. 2, pnr hMer*fariw de aaaa
fara leiUo dos peehor^ cailaasti aa* aaaaataa
abaixo di-clarada*. imrrim e i5n r>ff>naada< a
\
saber
Ns.
1896,
223*.
2.T.I7.
2609.
26fi.
2718,
2752.
2793.
28S3.
289H.
2927,
2975.
3016.
3059.
3108,
3I2
1502, 1503,
1925, I9.T6,
2569, 23R2,
2i48, 2454,
2612, 2614,
Caarttfl
I56S, l0%, 1673.
ow. jrcm. ttfA
2.HKI. 2313, .
24M. 25.W
2617, 27.
2687, 1691, HW, J7WI.
2724, 27, r.tn, ny\
2760. 2765. K6S, 277t,
2797. 2807. 2820. 1822
2858, 2859, 2*l, 2K6V.
2894, 28tW, 2>99,
2936. 2937. 2954.
Ml
t:r.
27.
2734,
S77S,
2828, 2833
2WW, 2W,
2WB, tim, 2t.
2939. 2909, tKXi
r.-m. nn, nm, xm,
3032. 3041, mM, SH9,
*4. mm. mm, aaaa,
3122, 3126, 3128. 3129
1*4, 1*05.
2191 ,
2-1*2, --.
26M, flVT,
sam trx,
tit*, TV;
2736, rO.
9779, *7-
wm,
2C2.
*m.
2J72,
2978. 2373, f.W. 2993. 2998, J009, Mi,
3023, *i2ti 3031, *HI, .9H5. 3049, Xf.
nm, ma. *#%. mm. mm, mm, mtc,
3112, 3117, 3122, 3126, 3128, 3129. Hit,
3134, 3165, 3166. 3<69. 3171. 3176. WU,
e 747. <-njas rantelas podrm ser r4mnd- >
raajatada* ate n baler do martflio
para
ente e
trau-se na agencia.
Icilao
de 30.
e bilbetes de
pelo arapa
Para.
Para o indicado porto rretaoda seguit
com a posstfd brevidade o patscho portu
guez Az'irara, pur ter a maior paita deseu
tarrogamento engajado e p ra n resto qne
lhe fal a trata-se com -is i;onignatario
Joaquim Jose Got.c,alves Beltrin V Filho
A rua do Commercio n. 5.
i'aciilc Stettfn \Hvigaii^ii \m
ROYAL MAIL* STEAMER
(>i.[i;in\
Espera-se dos portos do snl at6 o dia "de junho
e seguira para Li verpool, tocando em Lisboa e B or-
deos, para onoe acebera passag das, carga < dinheiro frete.
S. B.Nao sahira autes das ires hvas da tar
de do dia da fua chegada.
OS AC.r.NTLS
Wilson Howe a C.
14RUA IJO COMMER'lOn_____
Rio Grande do Sul
Seguira em poucos dias o patacho pirtuguez
Judith : para o resto dacaiga. Irala-sa cm Pe-
reira Vianna & C, a tua do Vigario u. 7.
he
9 hnioi coin funvi de 3. sort*, viado.- da ILi.a
u Trrru-rrira 9 aW jaMaho
n I.trgn du C..rj. Santo n. 15
as f f ham* rta panlo.
Uprpootlo do agrit.- Pi.-taaa fara WM |*
eaata e risco .! qarui |'rien er. dc 9 far-iu* "a
fumo da Caliia.
TT<; l-ira 2 -ie junbo
no arnutea da eaaa*aaaai de painrie-.
* Gaaaa SaMi" a. 15
4's 11 horas n a
Leil
ao
lF.
I'azendas avariaihs
Tl.lr.\ KE'Ri i: in. Ji PUDi
aa IO lit l;
0 ageaia Pir>t.> ;. aani a !ii .
do Sr. c-iasal da IWIfica, c por
quem perienc-r. un fardo cim
diamanie C P, n. 93, -.v.-iria l.i .
iuglcz ii'mi.u ; as II hor.-s do >! I anma 4Mb,
a <&r ;t.irio In rfend > ^g ni- ra i -1
n. It.
Em continuacao
i;rra f*zead
p r aataisa
;nu r raaaae
faieata*. aa- .
ii rd-i d- raj.
J
venJeia o m-=:n i ag-ati
tamb*m avariadas.
n
LeiE
ao
.EMPREZA LIMA PENANTE
Sob a direcgio do actor
Libra- esterliiias.
Vendom Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do C'immercio o i.
lw'
Libras
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio o. 6.
Uslrttd e Piirl-i
Vai sahir com brevidade a vel-ira liarca /.
Recebe carga o passageiros: .i iratar con
Livio Snares, rua do Torres n. 20.
hoa.
Tilo
LtlLOES.
S5S>
DE
uma mala com naaai m*m e asa-U. pe.-'ci.
:ent>' m c-|.olin siilvlit'i francez laVj
^imoni
TKHC.A -FKIKA
As il
Por auf iri-*c.io do gerem-'
Por iiitorviri'.an
2 Dr JI'Mfat
iioras
1 -ulad i iW- -
do Jiif^i4e I'urtj
Em sen esi-riptorio. rna do Rom J--n a ;
DE
moveis, iougas, vidros, piano e daaafaaa
miudezas
lltKI IS
as 11 horas em pottta
0 agenle Uia-i lara leiiao, por amla iis^< de
qnem pertencer, de 1 mobia de aoMnHa, com
tampos de pedra, I dita de faia, iv ateanaa n-
dicoes, camas francezas pat a ca'.;t, :0mmo marquezoes, man|uezas, mesas i',^-*tira. araas
redondas, santuari is de JaoaMaaa e amaivllo.
candiewos a gaz. I toilette de mognu, 1 peca de
esteiras para sala, e muitis oatr >s ije.-tos One
estarao patc-ntes no acto do leil: >; do armazem
da rua do Rom Jesus n. 68, aniiga ruadaCrnz.
1j
As & 1|< horas da tarde
Ultima representarac
prologo e 5 actos :
do importante drama em I
'.ui.iil.
linda comedia em nm
Dara ftm ao espectacnlo j
acto, ornada de masica .
hiia criada impagavel
Aracaty em direitura.
Sihe i-nprelerivelmpnte no dia 4 de jacho o
Agente Dias
LEILAO
DE
moves a diversos artigos. os joaoi perteu-
cero a uma lamilia que inud-i i de rosi-
dencia
Sabbado 30 do corrente
as 10 t|2 boras da mauai
Era o primeiro andar do sobrado C rua Duque
de Caxias n. 77, entraJa pelo praca de Pedro II,
com o mesma i;amero, .por cana"da ioja da Es-
peranQa
0 agente Dias, competentemen e ouiorisado por
uma familia que mulou de residencii, levara a
leiiao, no dia e hu-a acima designados, os moveis
e mais artigos alii exislentes, a aber
Cm piano perfeitamente novo. I raobilia da ma-
deira prcla, cooposta de I sofa, I cousolct. 5 ca
a*IS3', QY ^0$ _
i:m;o.maif.ik4.
l.a\.i-so. p easjaaaa-aa, com iktS-m.-Vi a
rua do Mogurira n. 18.__________
Ffrin Augusto de Ca?tro Pag-i- a aaa
esaosa Caeiana Port" de Castro P-
aw. punvid-M do mais d>dore< i
rntinienio f rr haTerem rtcehats) >
noiu-ia de ter fallerido na OOa-.
do Aracart, ma II dn ri-rrtatp. ; a
presada sotra e inai Floraaa da
Siiva P- r'.o, n an laiu rexar uma missa sesta fair a
29 do corrente. p< las 8 h ra< da manha, ea a
igreja do rrcolhiinento da Gloria, para ?si.ajreaa-
a este. a-*H coiivi.iain ao* m-im par-tiles a ia aa-
aoas de sna aaWtadr, aalui Jaiaaaa deade ja o *3
e'erno reconlK-cimrnlo.
JoseAnuaii^^SI
'si'va, sen* irmaos.
ln, scbriatHw e till
ii-ni qne .qiprimidn* aala
QTfl
5*
TfYA,
=?
*-. .
ib'tr que !l:e csdnta a eo-
raeaa, nao aadaai deisa-
u-6e ja de dar o raai-
laaf icstemunlio de sen proiundo e ram
nheciiiu'aio, a : d,is as | no dia 2-t uo correnl*. ateMr aa raprBa da f-
m'lerio. aos altimns -uOragio< r a<*mpaBharaai a
sepultura o cadaver at u. prcsadissina aaii. -
gra e avo D. Matia Kraocisca daOaceteia a
Silva.
Outro sim, rogam ainda ? sous parcales e a ; -
das as pefsoas d" ami-ade d<> cbaru '*Jre* ejaa
saudo!"S pril<-ia:o. 0 arfdtso ot>*e(inin de a-
sistireo. as mbaas quo j'tJ-i dcxcausi eteraa da
sua aluia ma dam calebar na igreja do c. avaa:
de N. S. do Cirmo. pc|as 7 horas da laaahi da
sabbado 30 do presente mez, i-wr csja sarrl{"
religiao e i mem >ria da finada, gravarta aur
urn penhor a sua mais mtiiaa e coidial raasiaV
racAo.
S<-b.i;iiao Antoaio de Albnqaerqae
mulher Francelina Maurina d* Silva e a
que c nvidam a tod u o mtis anug.
e collegas de sen fina pii < *to o i
Antonio Joaqnim de Alrrnqmrque No,
sistiiem a nma missa resada mrhi rep a
de sna alma, no dia I* 4e jnnho, ao eoavento do
N. S. do Carmo, das 7 as f hcas da
'

'(
Hamangua|ic.
Os abaixo asaignados, adminiuraaara da miitr
fallida de Fiuza & Irmao, roaflaaai aa fi Ta*
da mesma massa. a virta reraher o aairc. dr>-
deodo de 4 l|z 0/H, sob pena de ser o diobeir re-
colhido s. cAfr. trial. HamaaaaMt. 13 Ta**
de ran.
Os adaaaiatraJ
Maa.l Saw FlaW.
Jo^ Fife .lofletc. Bvr
-A
r
i


I
Diario \ FUNDICAO DE FERRO
I ma CARDOSO IMAO
\ -
Attengao.
A lo;;i f portas em frent M*ramenio,
. uau : esqfl' *rQ.!ij rt ,& sens fregjeies, cjuiini'ia a
I\tiii1*i t'-.int- ; '..taOMlitu bhiiitj* padriifc*, co
v*4na f 2W>
i Vs., Ci'-s JW, vesi'4cs a. T.U1 ISO rs.. Madf&fro
i Trui de*, fin s O'lw 20 vr 6oU0, Uiio nao flap
ccj^ka. .1*. 6A c }'4Ai^ca.____________.
ft
;
, A\ "iSaM ao$ senhores de etigvniios e outros fgricuh rt?*x to publico om g^rnl quv
contjauam a receber de Inglaterra, Seance e America, todas-'es ferragens e, uiacbina s ne-
cessarias aos eatsbeleeiraentos agricolas, as mais mode nas e melhor obra qne tern viwlo
_jgft_mercado.
V JfcpOreS de forr-a de 4, 8, 8e 10 cavallos, os melhores que tem vindo m mrraio
^ aldeiraS ^ ae sobresalente para vapores.
JKPenUaS lllteiras e mei**. aocadea, obre como nanca aqui veio.
TaixaS (ftindidaS e batidas, doa melhores fabricentee.
: Rodaa d'agua com cubejeifc ferro, fortes e bem acabadaa.
^ I RodaS dentadaS de todo* i tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos p^ spores. ->f
BombaS de ferro, derepecfao.
AradOS dediTenaa^tielidade^
FormaS para aSSl*Car,grande e pqoenai.
VaiandaS defeiTO fiindido, franceias de diversos e bonitos gostes.
FVjgoes franceaes
. Ditos ditos imn gax.
Jacroe de ferro fiindido
Fes de ferro
Ifachina
Yalvnlas
Correiasiriglezas para m8C-hinrsme,
15anOOS "SOtaS com tiwrs de madeira, pare jardrm,
ConoertOS concert*m com promptidio qualquer obra ou machine, para e qae tees
saa fabrica bem montada, oem grande efcom pessoal.
EnCOOKFiendaS man^am v'r Por encoromenda da Europa, qualquer machinismo,
para o qaese correspondent com i: ma respeitavel case de Londres
ooaa um des melhores engenheiros de Inglaterra ; rncumbem-se de msndar assentar
fitac machmss, e se respoeaabilisam pelo bom trabalbo das mesmas..
Rua^floBarao do Triumpho(raado Bram) ns. 1^0 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & I R I i O.
para lenha e earYlo, bra superior.
pare ardim.
para mesa e banco.
para gelar agua.
para bomba e banfcwre.
',-
Tirtt'VU
Ja bolos ?
Ja %s ? Ja sorles ?
Nio.
E" <6mente uma preveoglo para o proximo fu-
ruiu Sat.to Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Sim....
E' oa confeitaria do Campos que se deve pro
cnrar tndo quanto e necessario para divertir se o
moral e confor!ar-se o physico. Into e :
O esplrito e at malcria
E senai) vejam
Alem de termos tado prompto para que qual-
quer familu mande nas laes noites acima nomea-
das alii eomprar o necesssario para festejar
. I ma node inleira.
CTemos tambem aceessorio* para o fabrico das
Moi'leii doit boloK.
A saber :
Amendoas confeitadas.
Papeis picados com estaloa.
Folhas com versalhada nova.
Massa flna, secca e alva, para bolos.
Duzentos mil ovos.
Manleiga fina.
Tad* 1st*
Na confeitana do Campos.
* 4 1 ii pern dor* 4____
FUNDICAO DO
MIA BO BM1
BOWMAN
. 52
(iTjgRaiido o chafariz)
PKiiEM A'f. f*Ub gt' I tin-a, o emj r->t i' >< u
AiQismo o faVs>r de oma vimu imi ealekKittifnu, >*.'* crem o u-*. aortimenn
ompletj qne abi tem; aendo todo icperior en qoalidade lorlidiy; o qoe c-.>m a in
cclo pasaoal pode-ae veriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAK DE SUA FUNDICAO
/annrftq a rnrifi.a H'turna. do" m1- "Jrno yM u
? apurvs O lUUtta U OgUlt maoooa convenientea para at diveraas
tfcamataaciaa dot aenhorei proprietarioa e pare deacarocar algodlo.
ttoendas de canna de.lod0, *umanhos' **>^t(* qoa aqo.
aodas dentadas p5~^>i~*p-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiques e fandos de alambiques.
Kachinismoe
Bomba*

H>0
para maodioca e algodao.l Podeudo todoa
e para terrar madeira, fser movidoe a mao
/per agaa, vapor,
de pateote, gareatidu........ ] oa auimaea.
fodat as maoblnaa pi*M *,De"C08loaM pr6Ci'M-
prece ami wT.ido.
nv mer-
, uil
Constructor t afinador de pianos
31Rua do Imperador
33
Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pieyel & Herz, e antigo director das offici-
w easa Alphoase Bbodel.
Tem a hoora de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto sna easa de
oncertes e afina$6es de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A raesma easa-aoaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
?e Pans, como Rrard Pieyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sahidos da ca*a
,-ibibaat sao garaotidos.
Compra-e e reeebe-se em troea os pianos usado.
49 iua do lnperador #
^^r.
-fPWfc<-.->^>t
Ha neste estabelecimento o roelhor sortimento de pianos dos mais afmades autores
como. aio : Herz, Pieyel, Plap, riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pienos s6 encostrarao nesta cesa.
.Recebem-so pianos usados em troca.
Cancertam-se ee/inam-se piaoos.
iTacibem ayi6fl-se aos Srs.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modello?, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse Bi
donel, Henry Hers e Pieyel Wolff 4 C. : no Vapor I
Francez, a rua do Barao da Victoria, oulr'ora No-1
va n. 7. a prejos muito commodos.
Mobilia de vime.
Cadeiras de bab.nco, de braco, de guarnigoes,
sofas, jardineiras, mesas, conversadeiras c costu
reiras, tr.do isto muito bom por serem fortes e
leves, eos mais proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreio.
No armazem do Vapor Francez, rua do BarSo
Ja Victoria n. 7. outr oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
Titice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, ll.>rida, lavande, pos de arruz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigodelicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sorlidas c garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
ArtIjs;s phantnzias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
caniyetes, caixinlias de costura, albuns, quadros,
e caixmhas para retratos, bolsinhas de velludo,
ditajde couro, e cestinhas parabragosde meninas,
chicotes, bengafas, eculo, pencinez, ponteiras para
charotos e cigarros, eacovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapele para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papol para illuiniEacoes, machinas de
Fazer caie, espauadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinlios, e berets para criancas, >
outras niuitas quinquilharias.
Pai quaJquer concerto *<>
Form as da ferro lem M nMUM>rM e maia b,r,u* exiateme*
KflAnrnmaiifloa Ineambe^e de Bender vir qoalqoer maebiDiaao i toq-
auvuiUlUOliltOB* Ude dot clieatet, lembrando-ttea a vanugem de faierem
aaa compraa por intermedio de peaaoa enteodida, e qoe en qoalqoer neceatidade p6de
preaur auxilio.
lri|do8 americanos e iD,lronMnto ricoM
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
r* jue:ba-sempre o rr,k
?%ao: cepos, folba
imarfira, etc., etc.
coneertadores de pianos
complcto-sortimento de rrwrteriaes para
cone'jrtar pianos, como
pora cs mesmos, cravelbos, paratusos, castor, camursa, corda,
4 RUA DUIMPBRARm 49
!*5BV
1&
***0*o Wc^V

#ai_:
IAS6PE PBITORAL JAMES
OPSIIO REMEDIO CONTRA
TOSSES, MOLESTIAS me PEITO e PHTYSICAS
eneaido e approvado nos bospitaes de Lisboa,
legalment* aoctorisade pelo Coaeelbo de Sadde Publica,
aactoriea^ao que ae acha reconhecida pelo
CoBsul gw) do Imperio do Brazil.
mm
i?
EAICO UFPOMIO EM
JElxaa lar*g-& do
I'l'R^AlWBL'CO
BARTHOLOMEU et C*
PharmaoeuticoB premiados em di versa a expodicoes
n
Brinquedos para, meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes paries
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precis mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Cafcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam do cheear grandes jacturas de botinai
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqneira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 94080 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aenhora.
BOTINAS prctas, brancas e de cdres. diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para nieninas.
BOTINAS prelas, brancas e de cores differentes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tran^a portuguezes.
Para uicnino.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
t BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidade?.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen.-
meias perneiras para homens, e meias j>em-ir a
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
ODILON' DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposi^ao de 1872
K|uinaa 4 Iwrra Lara*
Participa a sens In gu z c aaaifaa aw an*
sen eaUbck-triiiifiiio de reinjucro aanaaaaaaM
oa n. 24, code mroLtraiao uaa fraaMla oartiaMMo
Ue rtlogiis de pande, aBiehcaawf, t cm* de *-
sa, dos n-elhoref c(*\t e aoaHdaita, rakfiea a>
algibeira, de t.da*-** qnaMa aa, mtimt mm-.
de naro c prata denrada, fotoado (fAimtt*, rrf
fiioa de onro. ingles, d. vubertn, dot awfaor**
abricanles, cadeia de i dm, ptaevH e prata. Nmk: -
deioda as qoa I dades, tudopor pre^oa bi i<
ratos.
UMA DO PtiiSO
0 rdriro SiwoVs k L
Acabam do recebr ftlo t,|ir Me4tKH
RiquistiiiKis r.rt< d> ( rfurio de seda baes -
com Irstras achanakiladas.
Ditoa de linho para vestidr.s, coBleado eada cor
te, o riccei-ano para tt-a nlcite,
franja?. traacas. i otoe-, fiv lu, -le.
Riqui?simo chari- para "iWNca,
a rua Prim-iro de Haroa n. 7 A.
ultima : ,:.
RUA
IMPERATRIZ
! ANDAR.
RL'A
TA
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANf'AR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o'nas"melhores con-
dicc^des possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a*s F.imas. Sras. n'a-
quillo que for tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimenw acha-se provido do que ba de melhor nos mercados estran
geiros, recebe dircctamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porgSo esa retalho e todos os utensilios pertencentes A arte de cabelleireiro.
ww&9919 mmmmm999
PH4RMACI4 NORMAL
_ DE
alOSe ELMS BE MDIIR % & C
17Largo do Mercado Publico-1-! 7
(AntiSa ribeira de S. .Ion>,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposi^ao do respeitavel publico esta eowa Phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento desaa na-
tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos preparados no estn*
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receius dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria alidade
I e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que compde a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a na confun-
ca, podern estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao so relativanK-ot* ao
que pedirem, como tambem a modicidade do? precos.

&
B
m
REDUCCAO DE PRE(0S
FABRICAS DE GHAPEOS DE SOL
PENHOEES
Na iravessa da rua
das Grazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinlieiro sobre pe-
nhores de onro, pra-
ta e brilharites. seja
qual fora quantia.
Na mesma easa
compra-se op mes-
mos motaesepedras.
2 CrD$uIlrio nicdic 0 i
9 n -5
d br. NurilU. >
Jf RUA DA OilZ N. S. J ANDAR d
it Recem ch.+aJo di F.urepa, undo trr- V
O qnentou os hospita*- k Pan Lirdre. C
ti pode ser preerrado a qnalqnw fcora do 5
dia on da nuiie pa*a bjMlo de rea \.n>-
fissao.
Consultas da? 6 horai da i.-achi as 8 h -
rat, e do meio dia as iaaa da tard>.
Gratis ao: Mbfaa.
ESIECI.'.L'.L.WZ-
jj Moiestias de seth ra, da ;.-!if e de
*ixsaX>cs>s?o I rvxv 0000 5
Na rua larpa do Roario n Id atoajaa -*
duas escravas, parda*, que ^b^m eorinhar
gommar ; e na mesma caa t.a um rapaz q;
prop'ie a ser criado.
Na rua estreita do Rosin-*
n. 28
Fncontra-se om grande wrtimenio dV n. ma,
tan!o nacn.nae- coiuu t-trng<>iro.
~A!?8*'? nma r;,?a ,m**' 0T. pnC'
pio da EM.-ada nova, ma>to p^rt) do boals : a
tratar no roesmo Inrar. prrmeiro 'itio a
depois da primeira b"!!:ha.
ita
AVISO
DE
an SAIVG
PLUS DE
COPAHU
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
4NTI-ASTHMATIC0 N
r^K
4 //^>
ESPECIALIOAOE
I Novo traumeaw da Aithmo, tout, cowniJaa. dtflueo catankaet, e todat at motestiat doe vulmm,
\ qua tea feito mportantae caraa, qua 6 hoje 0 unico acceito pelos melhores Medico*.
PBPOtrro a\4X. W, ma larg* do Ho$ario, PBRlf AMBXTCO
Parie, 38, Rua Vivienne, ty
ih:m;w dicim mmi
u mfEsciDAD.-a oaa laxuaaa, u amopoaa
r,\ Tl\p >- M.TlACOa M 8AD1.
H 30,000 curas das imptu-
I gem.pmslultu, ktrpt$,
sarna, comixou, acri-
monim, aUercoet, vi-
\ciosas do tangut, vi-
rus, e alleiatoes do tangue. (Xarope vegetal
sem raertario).epar !! t|cui
* aaiKKMAEs touuo-se dons por
atmana, seguindo 0 tractamenio Depurativo: d
emprejado nas mesmas molestiai.
I Este Xaroa* Oiracto da
ferro da CH ABLE, cura
I immediatamente qual-
quer purgarao, rtla-
\xofao, e debiiidade,
a ifuaunente os jtuxos Ooret brancas da
mnlneres.- Esta iuieccao aanigna empreaassa
torn 0 Xarope de Citraeto dt/irro.
MrrMaaPomada que as cura ems diaa.
m POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nas ajfectoes eutaruas comixoti.
. PILUI.AS VEGETAES OEPURATIVAt
de > chahie, eada fraseo vral aeeompaliada
da oa folaeto. ^
AYI80 AOS 8R8. ME0IG08.
Cora ctarrkM, mtst
cequtluci*,, irriaapdat
run/etas sat da* sram-
ekiot s Udat at dstrnfot
*r*J** ******
ama colhe rehdea datto xarapa IP Foacav.
Dr. CBASUI ta> Paris, ram VlTlcaae, 99,
Depbsito botca Franceza
22 Rna da Cruz 22
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
E S Q U I N A DA CANBOA DO C A R N 0
E
Gralifica so.a qn-rn Irar nas inVma*,
noticia certa )e nma trouxa 6> rouna .roe 4-.
pareseu do dia ii A aamwa, Oa eaciV
ledade.
| a
ea
Precisa-se de am caixoiro c-jo pi
taveraa, que seja p.nnpnez nt rna do
n. 29.
aa
e a scus
Sirop du
d^FORGET
Aliened'
>;. rua do Crespo n. 23, i andar, se dira quen
Yende tres propriedades de pedra e cal, nos arra-
baldes ds(a cidade, em um flos melhores Iugarw 6
perlo da imhi ie Apipocos. Na mesmi ca se
diri quern preoisa de (;v'J0i, dando-se por garac-
tia umi easa i del'Tadn valor, livro e ijoaemhara-
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarioa destes estabelecimentos participant ao rspeitavel publico,
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chape'os de soi de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduccao nos precos dos mesmos,
e acham-se era condic^es de poderem vender mais barato que em oulra qualquer parte]
visto receberem todos oe sens artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,'
percorrendo as principaes fabrica?.
Chamam a attengdo dos senhores logistas para visitarem seus estabe)e;imentos, e a
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, n3o deixarao de eomprar.
C3 ^-obrem-se e concertam-se chapeos de sol de todasas qualidades. <
e a precos modicos.
C Desappareceu ha doze d nm cao rnraw n
cam os signaes segointes : graades malhas v*-m
mas e brancas por todo o oorr-n. r>hm farmh
e nrelhas vermelho*, e pious pr^us sobre as aa.-
lhas branca?. quem n tiver achado delle aouber, dinja ae a rua l)ayi de j
tiga do Queimado. loja de faacpda* a IW
grlilicado.
qualidades, core promptiddo
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
E\CAI)ER\tttO
GAMMOGRAPH-A COMMERCIAL
i
1. ANDAR.
sbel-

.Pedro Routier, otficiai do o,ai;?lleireiro e gerente da easa de Custavc Bervelio
leireiio francez; tem a houra de prevenir as Exms. Srs. familias que acaba do few* a ac-
quisicao de um perito oflici.il vindo ha pouco de Paris,- o qual esta" habilitado r dosem-
pennar qualquer encomraenda de sua arts, e se acha i disposijSo das pessoas que fa sea
preslimo^se queirara utilisar. Outr? sim scienliBca que em seu estabelecimento encun-
trarao sempre a Monitor <>o; cabe!k:-:iros, ondeseacham descriptos edesonhados Mos 3A peasoa a
os peiueados modernos. para sot s, casamentos, bailes etc. bomba do Cacnaaga, a one para oajapa U a*di>
Finalmente previne as mesmas u-lellentissimas senhora*, que recebeu uir -omr-letn am,dinbe'ro wnPreta9 &y* ejaHa--
sarttmentode coques, c.chepaines, band*,, crescent, et,., eVnde tudo nclo??$ i^
| i-oni que anda. Em^caso coa'-raria poati
N. 37Im Dnqifik Cn 7S \. 3
Neste eatabelerimeato oradaru-*'
com toda presleza, nitidez a r'lfcaiia,
desde e mais sirpl^ tr.na.'l>o ale aa
mais primoroMi.- tral>a!tio- d nisnr ve-l
ludo.
Pauta-se e ri em bran.*.... Uc; 1 pan j eawaareio ,-an
psra repartico.* puMfcat, nj:iirra<^ b-
vroa, exfeuta se tudo qnamo ere-atiro a
Rammoarapaia.
Miranda dt Irmao, nmntdos de baa
machinas, bons arustas e exceiltU-< ma
1 tenaes, julgam-sehabilitadi* para aoralr 1
/ satisfactoiiamente as p&aum qm* fin '
rem trabalho? tao perfoaa eat va ae>
vem do eslraageiro.
Conductor
ao prey
abaixp tntnci^-jaiios:
Coque" de cabell-?
Traojas de dito.
Cachepaine de dito
Creecflotes de dito
de
oOf>000.
i_ iiJET
.10?, 126 J5? a 20#000.
U9, 20-5 a 30^000.
, 20*. a 50rOW.
- lambem encontrarlo um completo sortimento recebido ha pouco, de cebflllee oe to hn
as cores e comprfmento.
>'. 51.Rua do Marquez de Olinda>'. 41.
0 sen nom, pois nao ion sen pai e
snsienta-io eomo
-opp-r
Aloga-se
0 sobrado de am andar sea eatio, *te
Hospicio n. 65, coa bauai'
tar na roa do Vigarie a. Jl.
air-





*
M*Ao fie FfiMaAbitt^ .."Searta ieira ^'^bM Bom negftcio. f ]
Yaafle-se ou arren^a-se -o gran la-predio
do am aadar e aotao, sito -na f ua do Bispo
Coutinho, proximo da igreja da .Miiericordia,
na cidade de Olinda, ten do duas loas salas
de (rente, urn salao no solao, seis quartos
espagosos e frescos, unaa grando cQcbeira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
teado gai canalisado. Acbando-se prepara-
do" com tod 'S os moveis indispenmeis A
nma graade familia, sard essim vendido ou
sens os ntoveis : a tratar fecsta typographic
u na rua da'Uniao n. 497sobrado, atraz do
pn?o da assembles.
bcma cwtnheira
30*000 .
Preeisa-se com urgencia
de uma perita coeinheira e
eompjadeira para easa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia aeima :
a tratar no pateo do Paraizo
n. 28, lioS,* andareg.
,
ALUGA-SE
a 3ala e alcova dn fronte d > priraeiro aodar do
jtbrado n. 31, a raa de Pedro Affunso : a tratar
no armaieia.
Wk U mm
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20^0000e.
O abaixo assignado tera-sempre exposto a fen-
i.-> hilhetes da loteria do Rio, euja extraceao an-
aasciara polos jornaes.
Precs*.
Inleiro 24*000
Held 12*000
Quarto 6*000
Manoel Martins Fiuza.
ILECTA
U
(i
o mimm *
Eski^hcQiwiwdo!!
Nao se presfcfida-e pequefltespaco
d. 10 A, a rna 4a lladre de mp, parafvti ibfe]
cido deposito das dTversas marcas de Anno, Tfui
abaixo assignado almcjava ter, aeha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de nj I.
4rmazem da fBiM*
A' rua do Amorira n. 4d
o terceiro e quarto andares do predio da raa do
,Bar> do Triumpho, antiga do Brum, n. 84.
\ Aluga se uuia eserava para todo servico :
quern precisar dirija-se a ma larga do Rosario
a 34. ________________________-
Melli j It Jose Leopoldo Bourgard vai a Kuropa, nada
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia, _eve e n&o se responsahillsa, por dividas feitas era
favbr 46 vir a rtla Duque de Caxias n. 36. a con-' seu norae ou por passoa pela qual seja respon-
iluir aqaelle negorfo qaeSS. 8. se eomproffietteu sayel.
reel war, pela tereeira oaaroada.tlesta jornal pm
Qns de dexembro de 1871, c depots para
passori a fevereiro e abril da 1872. e nada j
e por este rnMrto: e de novo cjrardadb r>
am, pois S. & 9e dtva lenitfrar qua est
*1 tavpolaS. & ^ewtti lenwrar ^aa-tste negocio "ct-"c ,ua;uar:ywn in___________
m* MSUUKi TrtafeTftW *. Ca$tellar-,0 Dens do Valicjino.
JUULBv
qne Cambem os
cro que procnrar4 obl^r-ds, i
a dura
_ fura.
gnacio Vieira de
ft' 'dMl&dA&&rJ*J Lfcirdia,
com andar, pajrlinent-
no Recife, rua" da
terrfo e quintal
a tratar
HE
>*o* lofal aa prupor^oea deaadB, *rfe
rao os senhores faagaeoea- dHigieoa^aar
qne, como ate aqni, aohwao gempre a ja djjno-
dicidade dos precps, maror sinceridade posaiwl.
Erltre' as dilferenter-inaTcas de frnno du Bama
Rio de Janeiro, que tem sido annunciadas, aariM '"
de chegar uma encommenda isaarlaa, qoB raaaa wt <96>) a
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o je Vianna
0 BACIIAREU WUfiL AMO
rapreza dogaz .OBgS^KMUit
A empreza do gaz tem imu de ainmmaar
publieo que recebeu ultiraameate um esplend*
sortimento de lustres d"e vidro, candjeiros, ar>o- Joule _
detas e globos, enjas amosrras esfio no esWiptOTW fOfSSf a&Vf&$chftfo *##*<#)!,O^M"
a rua do Imperador n. 3H, e seric vendidoa aos ^n" firronia e recommendada peTos senhores md-
secs frefoezes,pclo preg nais raioevaianavet, pela sua #gf| jf^fTOWftmtfir*
rins, dabexjga,'a*3,|jas' es.fi*]Wfqar'.- ma
o iioiik' fa fonte n* *rp\rt
Ve^^eaw^^^al^
BajCAKA
orador hespanhol Emili*)-astellar.
.'P 0 nome do autor ailjlstante para assegurar a
ial iniporlancia da ui.r.i, que e uai brado eloquente
cj- e oflsado ciintta a Hydra oV jesiiltismo.
AssigQ*aise em easa doS'editores Silva Cardoso
& Pessoa.
S9 Rua Nova 59
Prero MQSO.
*"*}'{IV l> I-' -Ail"..........
Aluga-soljorapi'meosaes
viaifRS)Taa^naetoa* saa1 taaa^aawaBis.
I"mU Eliytbeth, aio se ajtera nunca e e amp*
-
, a casa no alinha-
mento da Jua.db ilrjque^do'Herval, confronte ao
viveiro do Hunu : a tptar ha'xua do
n.29. fllBf llfcll > T
PVecrsase tfe'Umen:tlerMaJWr:
Precisase comprar dous escrawos,
carapma, paga se been : a tratar na
pedreiro e
thesauraria
das lotenan, a rua Primerro de Marco n. 6.
_________!_____u-------------------------r
Compra s; um Vnie intcuin do Dr. Sabinp, em
meio uso : aes/a (lyfograplpa sf 4cnar* icom
quem tratar.
nesti tvpograpbia o 2." lolbeto dos Quadios
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendo a vista da rendigao de Uruguayana.
Preclsa-se comprar nm jogo de diccionario
francez, autor Roquett: a traUr na rua estreita
do Rosario n. 17,1" andar, das 10 horas da mi-
nha as 2 da tarde.
Lscrava.
- i.
Compra-se uma cscrava que saiba lavar e en
gommar com perfeijio : na rua do -.raspo a. 7
A, loja do Passo._______________
lo Nogueira
fkama. v^K,'}*t afldgr.
nk fua da
Ataga-se por prero raRvel,l<5Ja do aobra-
d n.4l da rua do liangel, a qat lem arraacio 9
presta se para qualquer nrgocio : a tratar no 2.
andar do mesmo.______ _____^^
- Piecisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e engommar: a tratar na praga do Corpo Santo
n. 17, 3 andar._________.________
Preci?a-se die wna ama para cort-
nhar, para easa #e famil* r a Water
na rua do Hospicio-n. 46, casa terrea
4e bo*a aaiarelias na c-iraija. d~\
Ama de leite
na rua do Gua-
Precisa-se de uma, sem filho
rarapes n. 48.
AM-A.3
A' rua do CaiMisra n. t A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito de
conservar o bom concetto que teem merecido dc
raspeitavel pidilico, di. asento d^s mais qua negociam no mesmo genere
Teem scienUficar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aoa sens correspondentes nas diversaspar-
cas d'Europa para lhes enviarerr. por todos os pa
qnetas os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam maid Insm accitos pelas sociedades elegante?
4an- s paiijs, visto aproximar e e tempo de
testa, ttii que o bello sexo desta linda Venezs
Eiai- osteata a riqueza de puas toillettee ; e co
mo j\ reeebessem pela paquete francee diverso
irtig i da ultima moda, veem patentear alguns
e elles quo se tornam mais recommendaveis.
ado do respeitavel |>ublico a costumada
rencia.
ago;- dp tartaruga os mais lindos que teem
o mercadd.
. ans com ricas capas de madreperola e de
1 >. sendo diversos tamanbos e baratos pre-
Ml popiptetas d.s borracha pr prios para
DDem -' rendem meios aierecos muito ao-
s da seani preM e-de cores para ornato df
- (". r.hi.ra ; tambem torn para collete
lii !.
as paia senhorjs, existe nm bello sortimen-
i-" -eda, '.' i lilia, de chagrim. etc, etc., por
i preco.
Itonecas rle todos os tamanhes, tanto de kWpj
de rtra, horraeha e de massa ; chama-
- ; a i da? Exrfias. Sras. para este artigo.
- as vezes tornaro-se /is eriancas um pouco im-
98 por ralta de um obiecto que as en-
.iii^m.
as de linho lisas e com peitos bordados
I ara homem, vendem-se por prcco commodo.
Ceroulai de liaho e de algoduo, de diversos pre-
.as com musiea, o que ha de mais Undo,
. i, r.icos nas tatnpa- e proprios para presen

Qoques os mais raodernns e de diversos forma
Chapeos para senhora. Receberara um sortimento
i moda, tanto para senhora, como para
lias simples e com v6o para noivas.
-.. bordadas para meajnas.
Entrer.ieios e?tampados e bordados, de lindoi
Sseovas elfctricas para dentes, tem a proprie
(vil r a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
tde Borttoento de divercas larguras e barafc
preco.
Fito.3 de saria. dA ^-rgi'rao. de setim e de cha-
mio'e, de diverts larguras e, bonitas cores.
Faehas de gorgurao mnito lindas.
Pi j artificiaes. A Predilecta prima em con-
arvai s^mpre i;m bello e grande sortimento des-
as floes, nao so para enfeite dos c^bellos, como
lambcm para ornato de vestido de noivas.
RsJoea de algodao, de H e de seda, brancos, pre
de diversas cores.
i .. s de -i'da para homem e senhoras.
c :.:tira;a e de seda do diversas cores
para ,r Ligas de Sc ia de cores e brancas bordadas para
to>iva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
fiiroia, marfim, os'o e velludo, tudo que ha dt
" m.
Pentes de t.iMaruea e marfin) para ahsar os ca
battta ; teem tanibem para tirar caspas.
Port booqaet. Um hello sortimento de madre-
5roIa, marlim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfamanas. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractos, come em oleos e
J>anhas dos melhores odoros, dos mais afamados
'Sbricr-ntes, Loubin. Piver, ,Sociedade Hygienic*.
Couaray, Gosnel e R"imel ; sao indisp.ensaveis part
afestt."
Saias t'ordadas para senhora. por commode
preco.
Sapatinhos de la e de 3etira bcrdadpi ,paxa bap-
I ados.
Tapete?. Recebeu a Prodilecta um bonito st.r
to de Iiversos tamanhos, tanto para sofac,
bio para entraflsj de salas.
Vasjimemas para, baplisado o que ha de melhoi
josto e os mais modernc s recebeu a Predilecta
de jr ar to preco, para Bear ao aleance
lalquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
- Riga se o Sr. Joaquim Pereira Ramos, que
tenba a bondade de coraparecer a rua de Marciho
0:as n. 43, das 6 as 9 horas da manha, ou a see
retfria da ^anta casa de misei icordia, a negocio-
p seu i'nteresse.
Precisa-se de uma ama para
001^ : a trtlar nai ria db
ajn a. 85, confronte ao e*cip-
torio da companhls &,is trflhos urnincs de Olinda,
ou na praca da Independencia n. 39.
A Af A Preeisa-se de nmaauift para o #ari-
x\.Jl.l\. po interno e ex turns de nma ca*d8
pequena farailia : a tratar na rua de Pedro AfTah-
so n. 47, 2" anda?.
Ama (If leite
Precisase de nma ama de leite qne seja moea
e sadia : a-tratar na thesouraria das loterias, das
9 hora< da manha is 3 da tardo.
Precisa se de nma ama para casa de ho-
mem solteiro, para cozinhar e comprar : na rua
da Praia n. 23.
Precisa-se de nma-ama for-
ra ou esjrava, para casa de
familia: a tratar na rua de
Hortas n. 15, ou na rua Duque de Caxias n. 1H.
AMA
Precisase alugar uma ana de leite sem fi-
Iho : rua da Alegria n. 36._________________
Ama Precisa se de uma ama quo saiba co-
J\lLkd> jjuhar 1 na rua do Livramento n. 1, loja.
Precisa se de uma ama para comprar e co
zinhar para uma peaueua lamilia estrangeira : a
ma da Imperatiiz n. 26, 1." andar.
A rna da Veninra n. 5 (Capanga)
Ahi seencontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 31
Sapoliseiros e sapoteiros em tasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com (lores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato c de fructo por
prego muito commodo.
Laranja cravo.
Dila de doce do Para
os armazens da Iravessa dos Expc-stos n. 18, e.da
rna de Barreto de Menses n. 8 (aBtifa rua da Ca-
! cimba), e a casa da .rua do Quiabo n. 3 : a tratar
com 0 ministro da drdem'lefceirj de S. Francisco,
no eonsistorio da mesma ordem.
.Rd


peelPUti
mm ^^MARMAJp
Fei-reita
57- RUA DL'
mpaiiliia
TAXfAS-sr
10*200
Nij leja-vtlhaco por uraa quanlia tao- dirniaii-
la, qpeS%afl pote pagWr ehamvagne, nao oftereee.
I tobA-*mt>fA a Paraeiys.
Traspassa-se ate 31 do acosto uma. granda casa
na povoaeao de Apipuces e com muitos-commoi
dos :.a tratar no. 1* atria* aa sobrado- da tra
tessa da ALT,
BADE
Qttem trver nm bom coz'rabeiro q seja? de-
eonducta, e- qttelra negocia.16. para t 11 pr.ic.a-,
pode diritlr!-eti em c*rjaa P. A. N., naloj.i de rotu
dezas ao p6 db- arco.de Santo /atonic, d ikitnjaa-
db Violet*.
Galcao)-p*ra aentera e nnviina de S*iH:n lure,
Jenf|itaio, com BVAl e biqueira, chegado pelq
ultimo vapor de Earopa, a vendem baratissimd
na loja da rua do Harques'4e Olinda n. 40;.a el-
las antes qaa-se wabdmi. _____
mk mm <
r B ;
A4qgaa-aa'ealM propriedades, aituSdas passsn-
do OlirJda.'e anlNr-de chegar ao RioJJoce : a trao
tar com oseu-pfo prietario. 0sarornendadbr Ta-Mr
ATTENCAO
Prerisa-se comprar uma npgrinba de 9'a
10 snnos de idade, qne spjp sadin e sem vi>
eios: quem tiver e quizer vender dirija-se &o
3. andar desta typograpbia- paca tratar.
a rua da. Aurora n. 65, um.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a p6.
Cauella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Con d 05a.
Cora';ao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ce"o.
Ubaia e outras mvitas.
E outras plantas : na Oapuoga
ura n. 25.
I C0NS0LT0RI0 *
1 MEDIC0-C1RURGIC0 1
# DO
^ Dr. Pedro d'Alhaytle L. Moscoso
;.;\ PARTEI 0 B OP ERA DOR
; mm do Viiroii Dita branca.
Dila laiigii iu;i.
Limj da Persia.
u.i de umbigo.
Limio francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreir^s.
Pinheiras
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
a ma d a Ven
0
m
i
0
qne il. SO.
ESPECrALIDADE
nioleatias dc senhoras e
menlno8.
Consultas das 7 as 10- hprps da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- MLi
tas e sextas-feiras. ^?*
Os doentesque mandargm os seus. cha- fig
j mados por e3crjwt > ,&\ ID l/)ras da; maj% tt
"* nh2 scrao visiiados em abas casas. sr.
W ^WJ* Aiuga-sHiima'boa c
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar ; e para casa de pequena farnj-
lia : na rua do Vigario n., 16, 1. andar.
Engenho
Ha para alugar,
escrato, crioulo, mo^o, muito robusto e habilita-
o para qualquer ser?ieo.
% CoasulI<:":
9
heira
Precita^a^Vnllarcoaraaaiia #ara|fcaa- dw fa-
milia de duas pesspas : na rua da Uniio n. 87.
(.! >-il
COZINBEIBO
- Precisa-se de um feitor quo seja easado, e
eatenda da silio; dando conhecttntnlo de sua con
dueta
aiK7.
a tratar na rna do Visconde de Gjyanna'
A .cmeni corrvpetir
A viuva e herdeiros do finado commerciante
desta prara loio Tavares Cordeiro, vendo publi-
eado co liitirio Pemambuco, de 9 do oorrente
met; am anouncio,- no aual declara-se ser o easal
da-]uehe fipado aiada eavedor de 22:437*766 a
massa fallida, em liqotdacao, de Bastos 4 Lemos,
veem oelo pTesente deelarar que dito-easal cousa
alauma deve a refarida massa, com ;: qual acha-se
alifes qoites por efteko da conveneSo- coin a men-
ciunada lirnia Bst' 6> Lemos, em 29 de maio de
1862, sendo que por eeta, ficando o credito redu-
zido a 78 0|Q. este valor na importaaota de......
3:102*252, foi pagn em novembro e dezembro
tiaauftUe anno, e port neaoMaasnt i a* deposito pu
tilii-o, que foi ievanta pelos ja entao admioistradores da pradita massa
de Bastos & Lemos, Francisco- Joao de Barros 6
Manoel do Nascimento da Costa Monteiro, o que
consta de documentos em poder dos abaixo assig-
nados. Recife, 26 de maio de 1874.
Delfina S&rinba Tavares Cardeiro.
Joao Tavares Cordeiro.
Maria llonoria C. Martins.
Adolpho B. T. Curdeiro.
Jose Lauriano T. Cordeiro.
Reaunia de rhotarica pclo pdre
ITonorato
Compra-se nm segunda raao : na rua de Santo
Amaro n. 6, 2* andar._________________
mm.
Carroca e bui.
Vende se- unta expeffente carroca de dnas redas:
a tratar em Sadto Amaro, travessa do Cosia,
venda.__________________________________
: Vende-se uma riqvissima mobilia de jaca-
randa, obra nova e dc apuradissimo gosto, pelo
diminulo pre^o de 700* : a tratar na travessa da
matriz de Santo Antonio n. 20.
m HieJlico-ciriirgico |
a
Chamados : a quaiquer bora.
Consultas: Aos po jes gratis, das 2 as.,
ijl 4 horas da fcsrdj.
-t A' rua do Imperadorn. 20, precisase- de
um encadercadur._________________________
Perdeuse uma.pulscira d.e eoral, com aiola
de ouro e quatra passadores pequenos, tambem
de ouro : q'leiu a liver, achado, querendo resti-
tui-la, leve-a a raa Duque de Caxias, n. 53, que
recebera graliiea^ao.
EiWREtiADO P>RA NAV10.
Offerecese uiua pessoa quo sabe ler, escrevar e
contar, para se emptegar em algum uavi, ?endo
estrangeiro da-sa preft;rencia, a tcatar na raa da
Larangeira n. 29, hotel.
Carta
0 Sr. Antonio. Tojseitt dp ^sueiredo Junior
ten) uma cai ta vinda, de Li^iioa pelo vapor AViv/ ,-
na raa larga do Rosario n. 10, bottea.
Aluga se o 2 andar do sobrado sito a rua
deLom%sValentinas.n. 86, cqm s cpmmodos se-
guintes : 2 sala3 tfastante granie^ e frescas, 3
quartos,, cozjnha fora, quintal com r*r6 para a
rua de Hortas e caciraba cam boa agua; bem
como o 2 andar do sobrado sito a rua dos Expos-
tosjj. 28, comf salas, 1 alcoRa, eotinha fora o
solao: quem protend'?, dirija-se* i.rua Nova n
IjMBe acha|i, cetui quem trajna
mesma rua n. 171
excellentes com-
na n 169 : a tra -
. f- Ha para alugar, a rua da Aurora n. 65, um
escravo, crioulo, morjo, muito robusto e habilitado
oara qualque Mf7ico
Terdeu-se no dia 26 do eorrente
da nie, no trem deApipacos ate a rua Formosa,
,, ;.: :.i, ;e de coral com perolas : quem o tiver
- tiado-e qdeira renitair, tenha a bondade de if,
. Jo Huspicio n. 81.
Vende-se o engenho S. Pedro, situade na pro-
viocia.de Alagoas,. cpmar,ca do,.Poi'to Caivu, a
menos de uma legoa distanle do porto de maT do
Pamella, tem oxcellentes terras, ma tas, e safreja
regularinente 2,( 00 paes : a tratar na' rua do Vi-
gario n. 31.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e eorrente, com todaa as.obcas
em psrfeito estado de.coBsertajao, e hiuiap bora
d'agua : a tratar ha travessa da rna Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Aoy>nio de Castrp
Quintaes. ______'_________________'
Aluga-se uma boa casa com excellentes com"
is 8 horaa-1 modos a rua do Coronel Soassuna n. 169 : a tra"
tar na mesma rua n. 171. ____
0 anaixu as?iguailo de^lara, aquellaa pessoas
com querb te:h fransaccoes, que as contas tiradas
em sen nome ou no da sea estabelecimento, sopo-
derao ser pagas a quem mostrar-se aulovisado pot
escijpto seu, fieik lo e recqahoeid^, sob peaa de
nullidade, di'^ta data iiu diaiiU. Recife, 28 de
lltn
L'lrtit
Jia mais cabelTos
Aluga-se um escravo de idade de 17 annos,
p?ra cnado.ou para servico domestico ; o escravo
e fiel : quem precisar, dirya-se aa se^undo andar.
J/Jo sobrado n. 12. sito a rua de Marcilio Dias, on-
tr'ora Direita. _____________'
AlDgase a sala e alcova da frente*' flo ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rua Daqae de Ca-
xias : a iratar na loja.
TiRTVINM JiPONEZi.
ex ......,, npprovAda pelas academias d%
aeiencia?, reefmheeida s parior a toda qa
lem appafftdrlO at^ boje. peposito princi-
sal i rua da Cadfjaj io. ftejeffe, boje Mar-
qnci de Olinda, i. 8*, t. andar, e era
% t!*1
Casa para alugar
Aluga-se a casa terrea da roa Imperial n. 227,
com commodos para grande familia, e a da rua
do Nascente que flea por detraz da mesma casa
aeima mencionada : a tratar na nvesma.______
Da-se gratuitamente pari morar, mediante a
prestacio de alguns servicos, am coiredor em por-
ta de roa, eaxuto, eoM coawodps- no. fundo, a
pesioa que more sd ou tenha familia : a tratar ns
apj da Camhoa do Carmo q. 21 2 aadar.
maio de 1874.
Joaquira Juvewio da Silva.
Gozirnkeira
Allencao.
Vende-se uma casa terrea n. 17, a rua de S. Pe-
dro-Baity rr ou Laueira da Ribeira. em Otioda,
cbao proprio, oiioes dobrados, tendo 36 palmos de
frente, 50 ditos de fundo, quintal em aberto, em
forma triangular, a situacao e sufflcientemente
vantajosa, para qualqner e'tabelecimento por ter
tres frentes : quem pretender pode proeurar em
Olinda, na supracitada rua a Luiz Pinto, e no
Recife a Antonio Francisco, na botica da prai;a
da Boa-Vista de Joa*iiiim J^tacio Ribeiro, que di-
rao quem se^asbaaontp^ienlemente habilitado pa-
ra effectuar essa venda.
a
Perdido.
Perdeo-se um meio bilheto da loteria 101" a
qual corre boje, e cujo numero e 3,622, com o
norae da Caitiro no iavorso do mesmo, e outro
dito riscado : por isjo pede-se ao Sr. thesoureiro
e..ao Sr. Fiuza, quo caso saia algum preraio, o fa-
vor de o apprebeuder e nia pagar a pcs3oa que
nao a presenter pjrovas.
SURTIMENTO
M i i) i CI N A
Preparado poi
Laiiman & Kernd
para tbisiaca
ioda a qualidade
de doeiiQas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oloo ne banco
da Terra Nova
purilicadochimi-
cabiiente, e suas
valuaveis propri-
^dades conserva-
da* com todo c
cuidftcJo.emtO'iV
o frasco se garan-
te p erf ek acme a-
te puro.
Este oleo ten
Ma auiiiniMfcfci
a.itfixdmefaui-
chimico de mais
tas9n*g da ga-
verno htapmho!
era -Cba o foi
prwitiHCtauu poi
alia a coaler
M)HAO B-101^*
do que outno q^Iquer. oleo, q4j* eJle tem
a mi ii ado- -
IODJW: B'fIOr>M ALV4t>0ft.
Em toifo o oleo de ffgado de bacaJfcaav a oa-
quelle najt*^toqapm .iar acrfj&D dcatf
invaluavel prQprfetfacfe, e o uaiicOXeio j^sa
curar todas,4s Ok-aaftas, dfc'
GAR**iyM? PBW^, frUPi. IWAWV,
PbtysiipA, btuuehistes, mlkam* aaabarrh*.
toss*-, resfriaaientos, &to.
l!ns pOucrJs' fbascos dd c.".rnes ao muitc
magro que seja, clarda a vista, e da" vigor
a todo ? corps, Nenhim cra^rp artigo co-
nbecido na. meaiclna ou scieneia, d4 tante
nutimento ao systoraotaMnoornmodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja orgaoisagao tem. sido desh
truida pelas affBotjoea daa
BSCROFULAr OB ftlBUMATISMO
: quem o pSSr^W^
Quem precisar de uma escrava oozinheira, diri-
ja-se a rua de Santo Amaro n, ti, 2* andar.
Feitor
0 engenho ?oito, da acoqjarca4de Nazareth,
preci.-a db um feifop fife faja portipuez e que te-
nha habintacoes para o uifo emprego : quem pre-
tender dirija-se ao csenptorio ,de Leal & Irmao,
a. rua do Marquez de Oliqdaji ,56, ou com o pro-
prietary a rua do Apollo n. H.
Aiuga-se para ama uma
parda de mais dc 40 annos,
que sabe engommar, lavar,
eofcinhar e comprar: na rua
do,Hospicion. 33.
Aluga-se o 1 andar do
sobrado n. 47 da rua da, Im-
peratriz: a tratar no an-
dar do mesmo sobr. do.
Sitio para. aUigar
Aluga-se o sloo da
ildeireiro : quem
Commercio n, 48, andar.
ALERTa
COM 0 BARATMO
Sent rival.
Confronte ao arco de Santo
Antonio.
Os proprietaries desta estabelecimento, teado
adoptado o sy3tfema f a*inda nao eonflecido de ven-
der barato para vender muKo Jpartcipam a todos
os seus fregueaes em geral, que estao vendendo
suas fazendas com 30 por eento raenos qae eao
outra qualquer parte, por isso convida-os a um*
experiencia.
cttap^oa de sol.
Grande sortjflienlo da caapeos de sol de seda,
cabo de ossn,.fingjodo inarftia, para sanhcra, por
3*000 1
E granJefiechiaflha, a elles antes sue se aca-
bem. '*
Sortimento de cnapeos de seda para homem, su-'
periores, por 6*500, 7*500, 8* e 9* !
Ditos de cabo de marlim, seda trancada ( Para-
gom) soperiores, por 12*, Jacenda ijua em qual-
quer parte custa 18$. 36 vibrio ao barasiro I
Al-u*!jiiHM.
Ciiegou esta nova fazenda para vestidoe, o mais
pwderao que ha, teudo booitos desouhos e cores
Bias, a WBrs.- o cavadt.
E.'.'desenganar, so o barateiro I
Cortes- Ee cleaon.
O mais moderno ne3ta fazenda, com barra, tem
o barateiro e veqde por 6* o corte, sempre cus
tou 19$. Venham apreciar.
Ciorgorao^ de cores.
Tamos bom sortimento desta fazenda, de todas as
cores-e de cordao ; assim como, popelinas de co-
res, fazenda que custa em qualguer parta 2*800,
nos vendemos por I*i00 e 1*400 o covado; nin-
guem deixara de comprar um vestido de seda por
tao pouco dinheiro ; por certo que nao I Venham
a ellas.
Meting fTanrezes.
Grande sortimento de metim, queimamci- a 260,
280, 300 o MO n. o covado.
Cnitna rlara e esouras.
Grande p rcao de chita- claras e escura* a liO
e 280 rs o covado I E* exacio ? e, qne eu vi.
rim-, pardo.
E' boa qualidade e vendemos a 260 rs. o cova-
do. Bstao se acabando.
< ami-as rranrezas.
Completo sortimeuto de camisas para 17^, 8*
e 20* a duzia.
Ditas da linho superioaas qnalidades a 33*, 40*,
44* a 50*, tendo uma por^So bordadas t
Diuis da cretone superior por 30* a duzia, sem-
pre custou 40*. Venham apreciar o queima !
lioliiias jv:ra HeiilloritH
Temos grande porcao e offereiemos aos nossos
fregaezes por 4* e 5*. < b I que pechincha es-
tamos convictos de que ninguem deixara de com-
prar em razio de preeo ta i resumido. A ellas !
l.aHiiIia*
Para acahar, estamos vendendo por 220 rs. o
covado, tendo de bonitos gostos inteiraraente esco-
cezes.
Alem destes artigr* temos bom sortimento de
faaendas inglezas, suissas, francezas e alienees,
como sejam : baplisias com barras a matizadas,
gcanalina, chitas, cretones, metins, alpacas, las,
raaripoza, etc. etc., tudo pur pouco dinheiro.
Rua 1. do Marco n. 1.
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-se no armazera de Hawkes & C, raa
da Cruz n. 4.
EM
Grande escala
A' rua do Creaft. Inji das 3 wrlas
DE
Jnarta a UJa
fdETTIfS cjiwEres7
Proprios para vestido?, os mais saa
diminuto preco de 280 rs. o covado, ,
Mo-se amoitrss.
ORGANDYS !E COIfig.
Fazvnda fina e com boniias padr
nuto preco de 320 n. aoiado, e
Dan s amostras.
CHITAS COM RAJfrd ilC ttaWME.
Fazedda tinissima, com lindos Deatoei, aeto <
raiauto prefo me 3to rs. aav
6 pechincha f D5o-se ansostra
MA
Completo sortimento ae las escoceas, t j*i
acatar m veaae a 0>rs. o covado taaMattia
Dio-se amostras.
CA*S.V LaNC.
Grande sortimento desta Ureas*, aaaaaa aa
bonitos paiMts ana teas viado t aue reaa> -
pelo diminoiQ, jcego de iOO u. u wvaaa-i at
chieeha t l>*o*m ataosWas.
Com bonlros padrftes, que se reads a %W rs.
cov.do 6 pechincha I.Oaa-st aaa>iaa>.
BOI.!.AM)A.
Rrim Hollands, lisp, o qae lia aaais asa. pv
pno para c.jsturaes d* homens e naeataas va
lilos para auaaaau, anr spt tmato 6ea a lea
puro. a se ven 'e aeki diminuto preco ea IM
o covado, e pectiiacha I so aaa
BIUH3 Iff. COKLS.
Brins dc cores, liaao para, coan
droes e que se venda pelo diminnto paeco de 119
rs. o eovaao ; e pciaaieaa I Baoae aaaestw
CAMISAS B CRETOSE.
Caiatsa? da cretone, a aae rn de mais flax*
com hnlos padrdes b qae e veade a aiMOW
duzia e 3*Stt caaa ana; e pethincha ? tt> ee
vendo
Assim como um deposito de mais faraaftw qn-
se vendem por raenos do qae em cntra qualqacr
parte, eamo sefam !
Cortes de caseraire de cores a if t pechic
cha I
Idem de brim pardo fine a I *500; iaaaa.
Colchas dc fuftao com barra, maito grandea a
4* ; idem.
Idem idem brancas, idem idem, a 3V ; ideas
Cobernts de chita adamaseada 6aa. item ia>m.
a 3*500 ; idem.
Lencoes de bramante, idem idem, a 2* idem
Toalbas atcoehoadas a 3*"W k dntia >dem
Lenaos da eaaa earn harra a ^000 a iaaa
idem.
dent i4era1ea anneoa abaine^dos a 2*000
idkm. I
1 Idea am cai*las aoiio laadas a 3*460
dnzia.
Seroulas le linho e algodio a 18* a dutia
Cambrai* Victoria Gna a 3*890 a peca e pe-
ehineha.
Algodao marra 1 larta a 50 e 5* a pr;
Madapolao fmo a 4*800 a SMa,
Madapolio francez muiu too a 6* a per*.
Brim patfo muito fine a WO rs o cored j
pechincha.
Carabraia traesparenle, o qne ha de mais 0e\
a ft* a peca.
Uaplistas de cores modernas e earn lind- pa-
dr5as a 400 rs. 0 covado e grands peetrincha
Daa-se amostras.
So o n. 20
4* raa do imp, I ji d prnlr
K
(.IKHERWi: f .
Junta i loja da eMjeaiaa.
O rMtanelorimrnto ea#a-r abrrd
duo c iiorn* eta uaeaaae* mm O
horaaa ala aasdar
I pletamente desarranjada, devem tomar
Pepelin* de seia a 1|200
o covado
>n run dA Qiaeiniado n. 13. junto a
loja da MiiKnolia.
Popelinas de seda, padrdes de furta cores a
1*200 0 covado ; so na loja do Guerra & Fer-
nandas.
Dao-se amostras com penhor.
Granadine a 160
t\Z
! pri-TM-ir
rio armazem de J. I)m
rua do Amorim n. 41
retakao o melli .r keroteoe.
m.irca de Henry Forstpr A C., garantiadn-se a qas
lidade e quantidadr certa do liqoido Jlo nw.in
araatem lem para veeder os deposites coai i r
neiras e muito asseiados, para casas !* faeaBia, por
l&'jOO c.ida um.
Engenho em Serinbaem.
Vende-se duas partes do
engenho Novo, &ito na fre-
guezia deSerinhacm, dlstan
te da estacao de Gamolleira
3 leguas, moente e eorrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terra,
movido a agua e bem obra-
do, por prec.o commodo : a
tratar com Dr. Felix de Pi-
d rua das Calcadts
14. ou no aFsenal He
guerra. ^
gueiroa,
n.
rs, o co-
vado
Narua do Queimado u. 43, junto i loja
da Magnolia.
*, Ajpreteitam e acreditera.
Srande lortir/iento de Granadine de listras, pa-
drer? muito bonitos, proprios para vestidos. a 160
rs. a covado.
So se vendo II...
Wo se amostras.
Baroai^a Rosa Cruz
a^pde-se- a aareaca Rosa Cruz, bem construi-
da e de prim*iia a'agem, pegs ciiko mil arrobas-
dejarga. Veejde-se inaii Uuaa bandas de bar-
caavde madeirk amareflp, 150 caforos de matta
e irversas madnraa de amarailo e sicupira ; a
bateaxa apba>sa ae caes do Ramos : quem pre
t.-iidar ilaafase a eeta i)'pegra(khia-qua acbaai
com quem tratar.
"m sobrado
Vende-se um sobrado em caixao, sito a rua da
Sole lade n. 1 : a tratar na mesma rua n. 34, das Goyaz.
3 as a frrm da, tanfe. _______^^__^
Popelinas mtetWM a 800
rs. e \$ a cwijlo.
Por este prcco s6 na lajav dia
rica a rua do Cahaaa if. r
asaostras.
r.
Engenhos em Mamam-
guape.
Veadeae os efguintes :
Barra.
Precision.
e ratririea.
A aatar com seas propeietarlia aetta cidaJe.
e pare eifonnacoes ceea Joaqeira PM14 de aas-
relies Filho na mesma cidade da Maaaeaaapae
________________Tasfo Irmios AC. ^.7
Vende-se ou aluga-se a can terrea
(rente da rrranlt do Porn da PaaMa, ea
proprio, dons ladee noredos. altaai arvori
commodos para grande familia, afsao tre-
sets quartos, dous grande- t. rra^ea, eotaaaa
e mais dous onartos para escraese : a ir
frtin'ta. rua do I'aco Castelhan-. toa
C. d^-Paa-eataiits/ _
Frederieo Sodre d4 Cu
Mett
F barato.
Urnjratido branco de cambraia _na.iuj: aA.
S.iif| pordadas a 5*_qne valerajfefr
. cuet aaaaaa ea aaaas, a
anz Barros, outro ra Cofdonii n 14, sofTsna
firma individual, offerece aos seus fregsaaa
fumes abaixo declarados, a saber :
Rio Novo, Daniel, Mass,
tPojjiha, DescsfvaqX rrarfta *b, ^"aja,
Perahtha, Si Baaia. em rates, ea latae.
Garante se as qaalidades e a aodjridae> aaa
precos.
EspejoiAtfcWe
Acatja,d* chajar ao marnado alcuns karris de)
vtnha de Alto BOAre, espepiaVe nnicaneale pre*
parado do extracto da nva c iseoto de qoalaaee)
para- len-
Aiiseaea.aaae.eaVaw iistnieisaa, oaaV
tas, porcommodo preco.
Ma&ipolao francez, superjar, peWMt
Braaianle de 4 largurasajbuito nrjm*
(Cpet ail*600 a vara.
: Cresne francez para col
cores 'ga,;ap.lidfs, conado ^"" x\)k. t fltataeaiat
l_r>UU(\
E' ver p comprar, aa.N*>do. Ca*ew a. WJ, lo>.
da America.
confeecio, sendo nraito mais
ffos vSnSos de pasto.
Acha
drigues Mendes
LCnau4C.
nos an
Souza Basto
ipea dasapoaea de
tUttmmtmmX o>t>QS|a\ 1 _
rua do Hospicio B. 75.
T^d9|H

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OmtiaulA'iflfrinfeLlttcxK^ ge*& bfc Mulmltti&btoLWU.
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5 tVHl
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attas
Rtt^W^odeM^ n. 7 A
k)rdeiuoibSirnoes c& C.
B' essa-urna d*s oaeas q maziJuoJfereoernJO* aeus frtiBataus. am variadissi-
ucsorfimeuta.de fazandas Unas para grande toi.
eite, e bera ass'uTi para uso.ordinafrio de to,das ai.
classes; e pbr pre*'os vafltajosos', da? quaes fas am
?emieBorewo.
Mandana. faasndas as catas dos preteodantas,
para o qae (em pessoal necesgario, e dSo aawslras
uediante peDhor.
{fortes de secra de lindas cores.
ixrosdeaapWs d todas as eires.
Jorgurao braaco, lizo. de litfras,.preto, etc
SetimiMa>o, .preto e de coras.
Gro^eoaoles preto,
Velltrao prefo.
ijrauadme de seda, preta e*de cores.
Papelinaa tie. liados padroes. 11
Filo de seda, branc. preto.
^casbasquinas de seda.
Cisacos ae merino de cures, la, etc.
lantas brasilelras.
Coitosicom eambrafa branc* com liados borda-
Kicas capelUs-e manias pa/a noivas.
Riquissupo sortirneato de las com lisjraa de
teda.
Cambraias de tores.
Ditas maripetas, bratwas, liaas e bordadas.
Naazuques de limbf padroes.
Raptistas, padroes deiicados.
Percalira* da quadros, pretos e brancos, listras,
etc, etc.
Brim de linbo de cor, proorios oara vestidos,
>m barra e lislras.
1'iivos curies de yestido de.Iiako, c eites da
aiesma cor, ullima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Kustiio de lindas cores.
Saias bordada* para, saaaoras.
Camisas bordadas para-seulioras, de Imlm e al-
godan.
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de
iiiuvin, para "homefls e seoltoras.
Vegttmr1 pjra it* nin,,*.
''ii.)j para Im/I^.u. .
Qiapeos f.ura qjiq.
Toamas e goardanapos adaraa?cados de linho de
. para mesa.
'Oolcbas de. li.
Cortiflttdps. Dordadus..
Grande sortimento de camisas de iti.bo, iizas e
rordad.is, para h'omens.
Meias de cores para homens, menhios e menr-
a*
Urtas a#eocesa.
JoiBni.cto so. timepUi it chapeos de sol *ara ho-
rofas & settrtc'ras.
SJericJ d* <*fo< para vestidbs.
Dito n*e!s, ittutmo* e dito de verao.
"*la*do deJiulio ealjodio para toaJ
'tfuaihadu pa'do.
Damaseo de la.
Brfns de tinim, branco de cdres e preto.
Setimde liovfes cores eoi*lismas.
Shales de merino de cores o pretoa.
Ditos de casemira.
Dijos dq.seiia preta e 4e cores.
Ditos deioriqnim.
GamJs de elifta pvir homens.'
Ditas de flinellaj
Cereulas de liaho e nlgodao.
Panpos de crochet para sofa, cadeiras c conso-
Lenros b'ordados e de labyritttbo.
t3olchas de crochet.
rarlataua de toda* as coru.
Ricoa cortes de westidos de tarlatana bcrdados
ara cartes,
Espartilfms lisos, bordados.
Poulard de seaa, !fdtt*9 cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas faclias deiedaie la p^ra senhoras.
Rico sortimeDto de leques de madwperolas e
JSSO.
Damasco-de ?eda:
Casemii* preta- e d#cdres.
Chitas, madapolao panno flno preto e azal, col-
arinhos, puafcos delinbo e algodao, gravaias, lu-
vas de fio de Escossia, 'apetes de todos os taraa-
aho. bolsas dc vra^e*, peitos bordados para bo-
idms, leneos de linho -franco e de c paardaiMB>oa..eta, etc.-
E'kra(#.
Vendese tun pequencsitio perto da esta-
-fio Jo.SalgfldiiifaQ, teado de freirte 150
pslmos, e de fudos roais de qaatroceatos,
;om ana elegante casa de taipa,' acabada de
proximo e bean as&eiada, tendo isal s, 3
quartos eoozinha fAra. 0 terreno e pro-
;i"io o bonvdo pJantaopesy tenuo aJgumffl
srvores de srueto, agua de beber e todo cer-
;ado.
Para vor e mais orplrca^oes, no mesrao si-
.10 a quainuer hoTa'a-enteHdori-se'Cora Tris-
tao Fraocisoo Torres, e para tratar, na the-
sounari*. d*s loterias, rua 1." de Marco
d. 6.
Sitio
e casa

DAS BA'
a
SA
da Imperatriz
PARA LIQUIDAR
u m-mn
Cranadlna preta a 5M rm. o
covndo.
0 Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato prc^o de BOO rs o cova'do.
MttdHpolno enfjestnd > n 3* a pc<'.
O'Favao vende pe^as de madapolAo en-
festado, pelo barato preco de 3MHN peca.
Ditas sera ser enfestado, com 20 jardas, a
5^000. Ditas com 34 janLs tnuito boa
fazenda, a 09000, 6J500 e 79OO0.
ALPACAS PRETA8 A 900, 640 E 00 RS.
O-.Pa-yio tern urn grande sertimento de
alpacas-pretts, qo-vendea 500, 640 e 800
rs. o coTadx), assim como i grande sorti-
mento de cantces, bembarints, prirtcexas
pretes, merinos, e ootras muitas faeenda
proprias para lute.
St diullu* a iv^lOO
OPavlQ vende sedas com listrinhas de
cores a L$.GQ0 o covado. Ditas com pal-
minhas a 25000. Ditas com toque de mofo
I a 1000 e 1J400.
CAMBRAIA VICTORIA A i000, 4550O,
025000 E 7*000.
0 Pavao vende urn grande sortimento de
camkraia Victoria e transparente com
JS 1/2 varascadapeQa, pelos ba rates pretos
de 45000, 4^.500,. 5&000, 69000 e 7c 000
peca, assim como, ditas de sulpico bran*
co, a T-5000, e" pechincba.
NOVA'S LAZIMHAS |A 560 RS.
0 Pav5o recebeu pelo ultimo vapor um
elegante s,rtmento das mais lindaslaiznhas
para vestidos, sendo transparentes.com as
mais delica^as cores, e modern*ssimos pa-
droes, quo vende pelo. barato prejo de 560
rs. o covado, & rua da Imperatriz ,n 60.
LIQUIDACAQ DEROUPA PARA KOilEMS.
0 Pavao vende urn grande sortimento de
roupas para bomens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tan to de casemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como,urn avul-
tado sortimento da caJgas de caemirapreta,
de. cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo. tambem um bom: sortimento de
camisas iuglozas e francezas ; assim como
de ceroulas de linho e do algodao, e vende
todas as roupas acima menoionadas pelo ba-
ratissimopreco, por querer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz n. 60, deFelii Perei-
ra da SHva.
CAMISAS l-'HANCEZ'AS Ai^OOO,
3000 E 3?cV00.
0 Pavfto vende imd bonito sui-tinienio
camisas franeeias com peito-de algd*o,
'2WJ0O-P 93. tMlis comiptito de-liwtip
de "JCOOOb 09000. Ditas bordadas rnuiK
fiiiH.s de 690(0 a 10^000: assim c<*hv:
grande sortimento de ceroulds de linho e d*
algodao, por procos baratos, e tambem tern
completo sortimento de punhose collarmhof
tanto de linbo como de. algodao, porprecoi
em conta.
lO^pa. (ill...-, ii *-A0. 490UO c
0 Pavao vende um bonita sortimento dt
espartilbos modemos a- 395(, 4 5J000, as9im comotim 'bonito sorfrmeiHo
desaias brancas, bordadas, a 5900* e'6900O,
e ditfls de lasinha de cores a 39000': e pet
chinch a.
CORTINA DOS' BORDA-DOS PARA CAMA h
JAM:i.LAS, DS 79'ATE' 259000 OPABi
0 Pavao vende urn grande sortimento dt
cdrtinados bordados; proprios para cama
janfflas.pelo barato preco de 790b0,'8*000,
IOjJOOO-ate 259000; assim como : colxai
^e damaseo de la muito fina de 109O0O
189000 cadauma.
BBAMANTES A 19SO0, 2900O E 25500
0 Pavao vende bramantes pai>a leic/ies, ,
tendo 10 palmos do Iargura, sendo o dt
algodao a 19800 e 2CUUW a vara, e de Imbt
a 25*00, 25800 e 33000 a vara: e pectin
eha.
Grande p^chincha a 4^000
e 5*
CORTES DECA&EU RA.
MJiNDES GWMftABS & IRMAOB
Acabam de ftzer um grande abalimento nos pregos de suas fzend8s atteu-
dendo a grandefa'lta que ba hoje de dinjjeiro^ por isso crejo qu? o preo que vai men-
cionado Jigradard ap respeitavel publico.
' parente a 39, 49, e 59, dita Victoria tapada
.'CftOQ CHAPEOS DE SOL' RJJ SEDA A 49000. a 39, 49, c 55-
Vende-se chapeos de sol de seda para se- 'TROCHES A 19500.
nhoras e menifjas a ,49, ditos de alpaca ft- Vende-se croches para cadeiras a 10500
* |nos * duas cores a (19; ditos de seda para homeml
1.AZI5HAS A 200 REIS.
a 69, dir6s inglezes com 12 aslcs a 89e 99. [ Vende se Iazinbas para vestido a 200,
BfclM PARDO A'iOO'rs. '32<>, 400, e 500 rs. o covado.
Vende-se brfm pardo escuro a 40t rs. o ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
covado., dito dd cores com quadnnhos a, Vende se alpacas de cores a 500, 640, J|
500 rs. o cqvado, 800 rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA A 59. GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49-
Vende-_je cortes de casemira de cores para j Vende se grande sortimento detapetes para
todosos tamanhos a 49. 49500, 59, e 69
cads um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROLPA FEITA
NACIONAL.
Callcas de riscado para traba'ho a 1^000
15400,
Calcas de brim pardo a 19000,29, 25500.
Calc/s de brim de Angola de cores a 29
35.
Calcas Uc casemira de cores a 9500, 69
75.
Calcas de casemira preta a 39500, 55500
75.
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 25.
Paletots de a paca preta a 35, 39o00, 49
59-
calc-a. a ,59, e 69, ditos de dita preta para
ealc* a 49, 59, 69. e 79.
BRIM m ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se coites de brim de Angola para[
cal^a a 29, dilo fnuito flhos a -39.
ARERTURAS PARA CAMISAS A 200 BEIS e
Vende-se 8berturas para camisas a 200 rs, |
ditas mais finas a 400 e SOU rs. ditas de,
esguiao.a 19, ditas bordadas a ,29". !e
I
CUITAS A-240.
Vende-se chitas para vestidos a 240i 280 ] e
e 320 rs o covado, tern escuras e clar?s.
MADAPOLAO A 35.
Vehdorse ue^as de mad polao enfestado a
39. ditas de, dito' inglez a 45500. 55, e 69
ditas de,dito francez fiflo a 79 79a00, 89
95000.
CASSAS A 35.
A"ende-se cortes de cassa para vestidos a
35000.
CHITAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se. chita para roberla a 280 e 300
rs. o covado.
ALGODAOZmflO A 39.
Vende-se pecas'de algodaozinho a 39000,
3?5C0, 49, 45500,' 59.
BRAMANTE A 19600.
^ Vende-se-. bramante com 10 palmos da
largura a 1^600 o metro, dito de linho fino
0 Pavao recebeu uma grande poreao de -a 2*. JJ. ,e ^..t
cortes de casimeras de cor pwa caicasy a -| .AU*0^O LNFLSTADD a 900 Rtlb.
vende pelo barato preo do i9000ie 390OO Md"tf 8 8*da "ff0,*,?0 "V
eada corte, na-ruada Imperatriz n. 60, loja ^' gwvatasprelasa 400 e 500 rs. cada
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.-
uma.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais (legantes esmeraldioas cmh listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais-
novas que tern vindo ao mercado,' proprias
para vestidos, o vende pelo baratissimoprc- 4
i,o de 800 rs. o covado, a rua da Imperatriz
in. 60.
Acha-se constantement abarto
.is6 de noite.
4 ,, -Uti11, lit -i i i liif
( cufcantt do PAVAO, das 6 boras da meoba i COI.CUAS DE CORES A 29.
Vende-se colchas de cores para cam
, I ,____U____-" >!
Vende'se on alugase o sitio no Arraial, travessa
do Acude n. 52, casa com comtrkd*s para'gTatHle
familia, encanamfotode agua paradentro de casa,
oacimba e banheiro.e divrjas froetevras ; toraa-
se recommendftvel peja diminuta, di>laacia das
estac5es do'porto de Ajua, Monteiro e Casa Ama-
rella : afratar ra rua mm n. ^3, loia.________
AimaQao deamarello
Vide-.-.e omaarmapao dt amaretlo envidraya-
da, com baicao, por commedo preco : a tratar na
rua do Cresoo n. 20. loja das tns portas.
Vigor do GabeUo
DO
Dr. Myer.
Para a renovacao do ca-
bello, restittricio de wa cor
e vitah'dade prfmitlva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello e" uma iaepai*cSo. ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efBfcaz paca
conservar o cabello. Por meio do seu usoio
cabello m^or grimlbb, o c^firaquecido, deatro de
j-ouoo tempo rew)lv k cor quo lh e natural e
primitive e adquire oJwriUio e a freecixra. &o
cubello da juvontada; o cWl tain ae torna
.'.enso e a calvicie iquitae. veze^, .posto que nfio
.m todqs os caeos e neutraViaada.
Nao ba nada que pode reformar o cabellp
?lepois dos folliculoJ esteretn desfruidos/ e as
glandes cansadas e Idas, mais 8 amd restarem
algams podem ser salvadan e utilizadas pela
applicaoao do Vigor. Libre de esaaa substaneias
deJeterias qiw tom*ni nwifcas prepaiaooesde ate
geareiam uowiva. deatcuctwas aocabeUo, o
Vigor sdmente lhe e beneficial. Em vq^ de
sujar o cabello e :o iazfix^pega^so, o copser?*
limoo e fort^,embUjzandop, lmpedindo a quefia.
e o tpmar-se ruco, e por (:ons^quijd1 previne a
calvicie.
Para uso da toilette iflfc> ha nada mais it deae-
jar; nao con tendo cdeo nem tintura, nao pode
maaebar mesmo p mais alvo k-nco de cambraia;
perdura no cabello, lhe 4a' um lustre Inxnrioao^
< um perfume maito agradavel.
Pqm reformar a cor da barba, e neeesaario
mais tempo de que com o cabello, porem ae pode
appressar o effcito, envolvendo a barba de noite
joui um lenoo molliado no Vigor.
PBKPABAOO PO
Dr. J, C. AYER & CA., LoweU, Mass.,
Eetados XJnidoe,
ChimUct Practical e Analytical,
L VBNDB SE fOR
GRANADINAS I
Granadinas de seda pura^ preta com Hstfas
de cOres e padroes os mais bonhos que tem j
vindo ao mercado e que se vende pelo di-|
minuto prego de 500 rs. o covado, por ter
am pequeno toque de mofo, e fazenda de
29000 o" covado ; e pechincha. Dao se
amostras.
I'l'im Kpqiioa pritneiro' andar, acaba de receber uicompteto'
IM I Ul dliCO sortimento d catcados estrangeiroe para homen
sesliora, vindo. entre elles um lindo sortimento de
elegantes chiquitos, sapatinbos e botjnas para
criancas, qne tddb vende por pretos raKoateh'.
esl^ngeiro,
Paris n'America, d rua Dtt-
que de- Garxiae n. o9
C3ALES DELAA 800 REIS.
Vende se cbales de la de qundrb&'a 800
rs, ditcs de. merino a 29, 39, 19. 59'-
COBERtXS DT-'CnlfA A 19800.
Vende.se couer as feilavde'sbita a.19800,
29, e 49. .
CORTINADOS TARA lANEtl A A 79.'
. Vcude-se' corlinadcs para janella a 70 e
89 opar.
29, e 393)00, ditas de croxe a G9-
CGRTiSADOS, FARA CAMA A 14$.
Vend-set3ortkiad6s bordados para caina
a 149,' 1C9 e 2r>.
COBERTORES DE PELLO A 19200.
Vende-se cobertores.de peJh a 19200,
ditos siiperiores a lSSC'O-
CAMRRAIA BkANCA A 39".
Vende-se peg as de cambraia branca tran&-
Rrim braneo muito fino, fazenda- de
29500 a vara, que se vende por 19400 a
vara, por estarcom um pequeno defeito ;
pechincha.
MetiHs fmmm
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fazenda qoe ja se vendeu
por 500 rs, a 30 rs. o covado ; e pechin-
cha. Dao se amostras.
Cretones de listrc s
Cretones de listras, fazenda acolchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
se amostras.,
Madapoldes
Madapoloes com om pequeno toque de
araTra, de 30HQQ a 59000 ape^a ; e pe"
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avariddas a 240 rs. o co-,
vado; e pechincba^
SO' 0
.V SO da rua do Creaipo
Loja das 3 portas
DE:
Ulherme iC.
Junto a Uja 4a en|uina
Patetpts.de panno petto a oj, 69,89, e
109000.
Pah tots de casemira de cores sem defeito
a 49.,
Ceroulas de algodao a 19, ditas de bra-
maul? a 19500.
Camisas de ch.ta de cores a 16280, e
1^400. .
- Ditas brancas com peito de cores a 29. -
Ditas brancas finas a 2p, 29500, 39 e #9.
DiUs finas de riscadinbo francez a 39.
Ditas de cretone a 39500.
Colletes de casemira de cores a 29, 29500,
39e49-
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRANCO A 19.
Vende-se In in. branco a 19 a vara, dito
lino a 19400 e 29.
ESGUIAO FINO A 29.
Vende-se esguiao de liuh) fino a 29000,
25G0 e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LLTO.
Merino preto fino a 2-3500 o covado.
Bombazina preta Una a 19600 e 29 o
coKado.
La preta fina a 500 rs. o covado.
Cjiita preta lisa e com (lores a 2*0 e 320
rs.Jo covado.
Alpaca preta a 500, 640 e 800 rs. o
vado.
Cantto preto para luto a 192'Oo covado.
Sarja de la preta propria para calcas a
640, 800 e 1 ->200 o covado.
Outras muitasfazendas pretas queseven-
dem barato. no Bazar Nacicnal, rua da Im-
peratriz n. 72.
Efla do MU. da Victoria w: 22.
OE
Carneiro Viaiiua.
A Nova Esperanca, a rua Du'jue de Caxias n. 6i
spressa-se emconvrnaT a seus freguejes, com ea
peeialMade'aa belto s9xo a-virem apreciaroase
guinies artigos expostoi a veadwe toaos per precoi
comraedos, como sejam:
FUvAS BOKECAS mansas e choronas.
BOWtTAS t'-BiNSrVAf ADAS visus para sterioa ,
copies. .
COilMODAS LATAS .para goardar eha.
ELEGAjp'KSjBOLSiAS para senhoras e menum
BONITOS VASOS coot fina banha e cliairosoi
extracto?, trarebdo eada frasco um nome, Dma ihi
eial on am-4ii(.
FhNAS.-MSIAS D SEDA, vindo ealre ellv coi
de- carne.
Para quem goslar.
A* Nova ESperanca a rna Duqne de Caxiipni
63, acaba de rcceber tentose caixae para o jop':d<
Voltarette.
Kara A Nova Esperanca, a rua Dnaoe de Caxias
68, acaba de recebe-ras procuraa.Ts meias de tor
racha para qaera soffre das pernas.
FLORES ARTiFlIABS
A Nova Efperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber 6m lindo e completo sorti'
mnU de .lores artiflciaas das melbofe6 qoe tea,
vindo ao mercado
A ellas antes qae se acabem.
Costumes para crian^a.
A Nova. Esperanca, a rua Duqne de Caxias a
64, acaba de receber bonnes costumes para criang*
e es|a,se. vendendo por precos razoaveis.
MB 1ERVOSOS
A WJva Esperaaei, a rna DtHjae ^e Caxias n
63, recebeu um pequeno soMuneoto de aooeis t
pUlseiras electricas, propria' ."ara gaero s^ffre do?
nervop.
A.' tste grande estabelecimento tern ehe-
gado um bom sortimento de machines para
costura,, de todos os autofes mais acredita-
dos ultimamente na Europa,'cojas machinas
say garantidas por um anno, & tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmaS,' em
cmalqaer parte .desta cidade, eomo bem *-
sim. concerta-Jas pelo tompp tambem d'om!
aaoo sem..de,sj>eudiO algum do compradxrr.
Neste estabelecimento bmbem ha perten^as
para as mesmas machinas e se supore qual-
quer.peca que. sej,a,tiecessariO. Ejtas ma-
objnas trabalham com toda a um,e dous .posporrtos, franze e.borda .todtt
qualquer cost,ura por fifia que seja, sens
precossao.d&.seguintequalidade : par*' tra-
baityr. a mao de 30900O, 409t00, 45C0O0'
e 509QQO,. para trabalhar com o pe sfio, de
809000n 909JPQ0, 1009000, U09B00,
1209000, i309tioo, 1X09000, aoousooa*
2509000, emquanto aos autores nSo ha al-
teTa0O'd*'precoiB, e os oempradores podertp I
visifar este est^eleeimeftto, quenwito de-
vefao gostw pela Tte-iedadedetobjector que
ha semprepwaVender, como sejam-; cadei-
ras para vte^em; mala* para vmgenoy a4ei-
ras para sias, dita defljWUnco, Atoa-pTa-l
crif-nca {&kas\; ditas p* eacoila, oeatarei''
Magnplfa
Na loia. d^ Magnolia, a rua Duqne .de Caiias o. j
i8, etoconiratS sernRre"b're's^reita^'el publico um!
compfeto'sortlmefito'de perfbtftartas flnss, objectos
de phantasia, luvas de Jouvin, artifos de moda e
miudezas finas, assim como modioidade nos pre-
cos, agrado e sinctridade..
AnneiS' electricoB
A Magfiolia^a-rna Daqtie- de Caxias n. 43, aca-
lia dp receber os verdadeiros asneis e voltas elee-
iricas, ptoptios para os nervosos.
Meies adere^os
AMainoHa'.a rua.Dinmei^e.Caxiis n. 43, re-
cebeu um compJ-'to sortimento de
Meios adefefes da tarlarqea.
Meios aderefos de1 midreperoia.
Mfeit* adefe^os d! seda bdnlados; (iritiraaimodh)
e de muitas ourtrfts craalidjHes:
Batoes A Magnolia, a ma Dnqtie de Caxias n. 43, torn
para vender osi moderuos tt3es-tlftafo, proprios
pata.veiiidfs.
tiMinhas e punhos
das mkis modernas qne ha ao mprcado ; a eHae :
na Magnolia, a rna Duque de Caxiaa- m. A5.
Lenders chinezeB
A.Magnolia, a rua .Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade' 66 leticos desada
chineies, com llndisslmoe 116360*08, fszeoda mrei-
ranmnu! nova.
Leqnes
Lindos leqws de madivperola, de tartaruga, de
martftt. de ospo, e'de-nraitas outras. qaalidaflas :
MMteaM Maaoolia, a Una Duqne de Caxias qu-
mero 45.
Attwviarfi
A4o)a d!*agDoha, a ruw DnqaB-ide Caxias a.
iS/acate dei receber osi segnintes artigos :
Manual de madreperolat tanarqga e mar-flm. i
Ricos albqns com capa de maareperola, cba-
,gren, madeira, ve!ratio, cobra, etc.
Linda? caixa? cam finiisiqus pwfumarras.
Ligasde seda, bmqeas ede-cores.
A'oUasdfi.madreperqla.
Pu'seiras de madreperdla.
Ricas caixas para co.-tura.
Vestaarios para baptiiadt. i-j
Tiincas.eisapatiohos de seiim.
Modernc* chaoaos de.sol de.seda para senboeas.
Na
Lindos pqrt- bouquets.
Gravatinha^ de teRudo, etc., ete:
mm
uma.CAA*11*- villa de Barreiros, na ma do Cqni'
tercio, por. preco modic'o : a tratar. eofl&" Taeae
'rmHos i]C_________________________^_^_.
Tiata preta paxsi/escreiyef
Va4eiaejHnia;.preta.^inl^K0)paa esyvar, ea
ir?!' -poUs.grand'es.e^equeBOs.- aa.ruafle. Commerrio
ras nqwssjmas, para senhow, des^)iMTeiS1bk..22, arouizero.
panr de-ftrYo pata homtm> cmnraa,' ca^acfaos,
espelhos doui'ados pata sala, grandesepe-
qttenos, apparelhofl do metal para chi, fa-
Ju;iroi com oabo demetaJ e de marfinY,
itos avulsos, colb>res %a metal flBOveoudtei-
fot para- sa|a, jarro*, gwanlH-coniidaa de
araMe, tampas ^ara cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatories completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todoa
que visitarem este grande estabcleeiraento
qae se acha aberto d^esde. as 6 boras nha ate" as 9 horps 8 noute i
Rua do 5ajaO:(Ja VlotOxia. n.
22.
marca Bnctay cViC>- jb ^mbep branca, marca
Bass. amMlfiMlSicMliOjidres : na rua do Com-
mercio n.4i, armatem de Edward Feplon.
Aluga^se
um segunda ..ndar em muito boa. rua, a quem pa,-
gar as bfjrafeitorias : a tratar na raalargado
Rssartatt W.
ide ttan^a
Aufusto Porto- rteebeu um- grande sortimento
de lindos-coquas de tramja, dos m3is modernos
gostos, na rua Duque de Caxias n. 53,
ao duvidem.
So 0 r>
Rua do (jnoiniudo n. 43. delron
le d priira la Indrpenda
Venham ver como se queima
Cambraia-transparente, fina, a 2500 a pc^a.
Dita Victoria, hn, a74>idem.
Ba^tistasde linhtt maito larga a \00 rs. o co-
vado.
Chitas pretas com salpicos a 200 rs. idem.
Ditas de cores, bc-nitas. a 2'i0 rs idem
Camhraias de cores, miudinhas, a 2i0 rs. idem.
Bfitn pardo flno a 360 e 400 rs. idem.
Lencees de bramante a 2| um.
Cobettas de chila adamaecadas a 3*500 e 4*000
nra*.
Colpbas de cores a 2* uma.
Mussdlinabrattea at80rs. o covado.
Percales finas de qnadr^s a ,'20 rs idem.
Madapolao fioo a 4* e 5* a peca.
Dito francez, fino, a 6* idem.
.Algoiiao T a 3*500 e 4*3C0 idem.
E tambem outros obiecfes, por pre?os que ad-
toira, fepgra apnrar dinhwro Sa o 43._____
At) Bataleire!!!
Grande liquidacio de camisas inglezas, france-
zas, suissas. de todas as qualidades e gostos a 15*,
175, i$| a dnzia R" para admirsr.
SortimeDto completo de camisa9 de liaho com
Dequeues defeites por tao pouco dinheiro fas
mister virein apreciar o grande queima ; a ellas
a ellas.
Chapeos de sol de setfa para seahora a 3*000 t
dar-.'e ha o easo qne nao acrtditom !
Melini francezes, eseuros, trancados a 2i0 rs. o
covado, estamo? ac.baado, estamos faxendo grande
abatimento.
S6 na rna tYimeiro de Mar^o n. 1..No Bara-
eiro.
-t^-------------rt------------------------------------' '
Am azem pintado d prtto
confroiate a alikiidega
Vende-se a retalho e a dinheiro, muito ba-
rato, para liquidar.
Prgo chmea com liadss vista* 9n queimar am
saias.
Caixas com 40 c rtjs de traques superlores.
Batataj per arrob*.
Cajxas ctm lalas d ogaloes da gas Devois.
Manteiga- trance a PL G de 1874.
Atcoz, care, cba, e mats generos de primeira e-
cessidade", para os ricos e pobres, como ja indiea-
ram, faiendoi ceasura ao admiafctrBdcr- C
xVsmiicas verdadeiras
i Bwtes aataburgueaaA unr ,em a e^te mecado
" "W HyqtW* dfl;uTmda.n..'ii
Famio de afigodao da Bahia.
Vende de todas as qnalidades Joao Rodrigaes df
Faria : naraa do Amorim a. 33t
Fumos
Da Bah a e do Rio veade Joao Rodrigues de Fa
a a, rua do Amorim a. 33
i*rec tsiiiiiiM'do.
Vettde-se uma cabra com uma cabrmha, vindas
'de Fernando de Noronha: a tratar ao pateo do
Terco n. 83. ________i
Sal do Assti
Tem para vender Joaquim Jos* Goacalves Bci-
i-Io &FiIho, a bordo do hiate Rtonl; e para tra-
tra
tar, no
senescriptorio, a rua do Commercio n. 9.
Caapeosdf seda.
U*a(*a tedmfux M* nm** fc m-
seios, format moJernat e*bem armido*, earn
peqaeno d.Wrts x i**li e 3J00O. yoclii^fc
ra tc acabando : a rna do Cimii* a Si. l<4a
i 3 portas, de Guilherroe k 0 jaala a loja a
esqoJaa.___________________________________
Wll-oa Rowe 4 C veaden as
ra* da Comnwrelo i; U :
verdadeiro paaao de algodao arat
Excelleate fio de vela.
Cognac de I' cnalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao d Fedra de todas as qati*ai
ma mm
em camisas de linho.
Venae-sa camisss inglezas de linko, mtttt i-
nas, para honaetn, p-4o baratisarmo arw 4m M$
a duzia ; qnem duvidar venba ver roa
na rua do Duque de '"axias n. 88, loja i
metrio Itastos.
Sf da!
i
Chapeus de sol de sia, calo d* mar*m.
para senhoras e nwaisas, a 2*500 e 3* aw .
aproveitem que estao se aeabsaa* : ts a* I-h **-
pecbincbas, na rua de Queimadi u. 43, svfroaa*
da oraca da InJepeadenna.
Ver^dem
Wilson, Rowe & (X
Frti seu arrn.ir.em a rua do Trapirlie n U.
gninte:
Algodio azul americano.
Fio de vela.
Carvaa de pdra de todas as qua!id:id.
Tudo muito barato.
Ultima mota.
A Magnolia, a ma Duqne do Caxia* a IS, ra-
cebea um lindo sorlimfnto d<- I ,c ; M
de cores, apropri.\dns aos vestidos rhnaes as ar-
lualidade.
Aos Srs. fagueleirns
Para os togorvdeS. Antcnki
S. Joao c
S. Pedio.
Limal'a df ac>.
Laaalba de .k; d'agulha.
Liauit-a de ferro.
Liiu.llia de iflbra.
Limalba de 2ioe*.
?alitre rcfinado, barbante t eas< fre.
Arligos todos de primeira i|uaitdaa>.
Vende-se maito barato
na
I*hai-iMri e d rot aria
BAI1TII l.U.MKl i (.
31 Rua Larga do It .rlo X.
Sal do fhG
A bordo do hiale Isoml-: confror.te ao trapirhe Ba:lios* : a rrMar cm a-
piiaoa aordu, oaciBi ADiuBio Albert aiu
Afiuiar a rua do Amorim u. 6 '.______________
Machinas de descanyar

algodao.
Machinas de cottar fiimo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fl-
eas.
Deposito tie feiro pttft
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento lortland.
Salitre.
Limalha de feiro fraa-
ceza.
Esses artigos vendeui-se
na rua da Cruz n. 4. aima-
zem de Hawkes & C._____
Curt (Its oslMltHirM d'vrin
pela fnil appl.cacao das
SONDAS QL1VAES
DC
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e perfeic.oacas tic
as tonbectdas
Vwdeiii-se
Ra
IHARMAflA K DROG\RT>.
DE
Bartholomeu & C.
34- Uua larjja do Bosarii 34
- Na rna do Haraaes ae Okada a. I*\
ra quem vende uma lnja, muite l-em lor-* <
com uma armacio maito boa.
Veade se uma eaenra p;eta, c nn d;u-
tendo mais uma Glha livrc, nascidi de,
de 28 de setembro sabe r.irinlnr > --
e muito disposu pare o servi< i : quem
dar, dtrija-se a rua PrimeNM ae Mir^? a l". ua.
VsaaV-se nnu casa ae Uiaa, aaa*. aan S
salas, 2 quarto*, cozinba (nra, e taai:> m* a~
que serve para negorio, edificida do -iti > Jaaiiaa
aado Faseada. na erarada acre J ra ,
tarna e rtcmnwidavH por ser na D-iri aa
trada : a tratar row Igaaeio Ba|4i-ta Fj
no mesmo lugar.
Vende-se tambem a loja ae faaiieir<, t+n
afregueaads, da rua da Imperatriz a. 79 : a
aa mesma._____________________________
K muito baralo
TmosaadeaoeU<*, conaviaas, a 124
Cachepaine idem idem, de 15* a SO***
Tupet frizado idem idem 3**aa
Na raa do Marqnez de CNiaaa a. H, asiakaa
aadar.________________________________
Salsa parrilha.
Nova ramessa, excelleate qualiaaia ; veaov
oa rqs do vigario a. 16, I* aadar.
Apolioe6 a juro de8 OjO
Vends se ao pseriptorio a> Jaaa '
Aranjo, aa obra do mercado.
Caaa terroa.
Alnga-se a da rna de S. Jole JeftraV di aar-
lia do gar, mm 6 quartos, roam** ** pmrn
quiatal a tratar a made rdro Aw* a 8
Para as noites de Santo An-
tonioe-B- Joao.
Amarai, Nabuco k '.. acahan
pleto uriimeatode sorles ri
para bria^oedo das aoites de ^
Joio ; e o que se eoaheee le ..
apnpriado para brincar-^ ae.-
\oa dignos j .icpas
Amarai, Nabueo A um-: ia visas a
e pomposa testa que laxem Jtaas aaaaai
adrosiro desU re>ptovel c >*?a ** ** *
J. Joao, participam aos me?'; i Sra. { a^a
acabam de rectber instgata1 d* drvatsas *^**
vendaro ao baxar Vtatoria, :uado aaated* Victo-
ria n. 2.


8
aJMicude FernMabOcdfe Sexta feira ti.Ja Maio dc Iff*
JORISPRODEReiA
Processo Pontes Visgaeir<>.
ACCl/SAgAO E BEFfcZA PROFtRlDAS NO SUPRE-
MO IIMRIAL OK il'STKA, NO DIA 18 DO
CORRENTE.
ACCOSAgiO.
daj*jia"n ***** {pronotor
E' bem dura a minha posigao !. .
live de aecusar. tenho da sustentar a
minha accusagio 0 reo que esuJ so
men companheiro e rau.to rela^onado commig .. Entretanfo
odover dura dogma, e hei de abaixar a ca-
bers a este dogma.
I'or ora nao farei roais do one ler o ultimo
parecer que dei, e o qual supponho ainda
nao foi destruido pela contrariedade do r6o
mas esperemos pelo qrje tern a dixer o seu i
nobre advogado, e e tao verei o quo tenho I
a responder. [U. diver so < topicol]
Pit emquanto limito-me a
(iando a defeza.
crime extraordmano, de urn crime com- quo e ahi digno director ; o que tudo me
mem Jo sob a influ*>cia de uma paixio vio- tern feito com razao comiderar a V. S. como
lenla, e que, antes de tudo. cumpre mda-um dos mais habeis, illustradoj e probos
gar se o accusado praUcou-o na plenitude magistrados da provincia. V
de sua Ifoerd.de moral, ou antes ao knpeto A par desta frasca e si near* expressio
cegode umatrleaberragaodoespif,toT-.do meu recon'ieci.nento. rogo-Ihe queira
Este ponto, de cujo resutado deper.de a aceitar a do minha pe-feita eltira, e consi-
>orte do meu cliente. constltue. bem se ve, deracflo a pessoa de V. S., a quern Deus
a questao vital do processo ; incumbe die, guarde. 4
pois, discutil a tao amplaraente como em PaUHo do governo da provincia
rnn^.er- i a L-''l iPUuh>" 2idedezembr.de lite-Anulmo
Lonmegarei pelos antecedeutes do Sr. des-' Francisco Peretti.
embargador Pontes Visgueiro. Se os ante- E1 ainda um aftestalo do Sr
ceden es de um indiriJuo devem ser exa- conselii.i.o Saraiva, tambom
rnmados attentamente, quando pesa sobre de presidente do Piauhy.
ma accusag.io grave, com superiorida
na
senador,
qaalidade
Cornwall!*, em Yorktuwn,
del781.
UM BELLO LEGADO. 0 cavalheiro
Stephen Mitchell, ha pouco tempo fallecido
em resultado de um desaatre, consignou no
testam-mto qua deixou, o hgado de
200:000 francos, applicado i creagao de
uma b.bliotbeca publica em Glosgow.
isto, aguar
Defeza.
0 Sr. Franklin Doria : Senhores, des-
de o comego dnste dot ;roso drama judicia-
rio as mais desfavoraveis revengd-s se *c-
cumularam sobre acab-ca do accusado pre-
sento o Sr. desembargador Jose Cmdido de
Pontes Visgueiro Descoherto o homicidio
da viclima. a indignacao popular, quasi
sempre tio nobre nos sens impolsos, mas
n3o raro;.paixona 'a em .>us desabafos, pro
rompeu em excessos contra o accusado na
cidade d-a S. f.uiz Por duas vpzps, graa-
des bandos de gent* assaltaram-lhe a casa e
a apedrejaram, arromessando projectis para
o interior da habitac5o e despedacaudo as
vidracas dasjanellas.
Esses imjietos violentos chegaram a tal
oonto, que foi preciso contel-os com a for-
publicj.
Depoi's,
ue ae razao euwipre rastrea-1 >s quando elles admiiiistraeio o Sr Dr. Pontes Visgueiro,
serve* nao sopaia deseuhar o caracter nao- juiz de Jir<-ito de Paranagrt, p rtou-w eom
rai ao accusado, mas tambera para auxilrar 8 inaior e a joji. louvaver imparcialidaile e
e venacar o seu estado mental naepoca do inteire?*m administracao da justica, eairai-
.lc ." r ,, .lioupjjiroiamen e a admini&tracao e o go-
A educacSo moral e religiose do Sr. des-, Terno imperial no c-imprimento de su.s or-
Visgueira, que aasceu,dbnse na repressAo do crime. Thereziuar
t de iBn;o de ISM.Jos6 Antonio Sarai-
va. a
K uma carta dir^n'da pelo Sr. Visc de Nitheroy, quando rainistro da justica,
explwsindo ao accusado o m>ti vo- de sua re-
os rumores que se levaotarim a
re oeito do acontwnmonto cresceram, cres-
cei un, repetidoi de bocca em bocca, de jor-
nai >m jornal, e por fun pareceram conver-
ter-:- em um reclamo onisino, quese pode-
ra tomar por um grito sabido da conscien-
cia publica : esse reclamo .-ra a condemna-
<;;io do accusa'lo com toda a severidade da
lei.
Alcm desta* demon*tragoes prematuras.
desses juizos precipitados, uma autoridade
superior, o chefo de policia do MaranhSo,
tao joven como distweto magistrado, quan-
do apenas acabava de proceder a am inaue
rito policial ; quando ainda era'n incomple-
tos e obscuros os elemeotos de prova colli-
gidos, nao duvilou votar solemnemente o
accusado ao patibulo. Asim felle escreveu
era um dos relatorios que dirigio- ao presi-
dente do Maranhao :
A populacao vera um velho magistrado
encanei ido na sciencia de ju'gar, com asson-
to no mais alto degra*o da gerarcoia d* ma-
gistratura, subir ao patibulo e com o seu
proprio sangue lavar a toga miculada com
o sangue da victima.
Essas prevengd-s tenazes e intolerantessei
i>em quederivam de um sentimento digno,
que eu, que todos nos devemos respeitar -
0 sentimento de horror e reprovacio ao cri-
me. Nao as onsuro pois ; mas, como
dvogado dodesembargad'.r Pontes Visguei-
ro, eu, collocado fntre o tu-nuto das pai
\ U'Aguesseau, tenho o direito de esperarque
essas prevents morrerao la* f6ra, nao su-
hirao ate os degrilos do v->sso throno.
Acima dos faceis juizos muudanos, acima
das murmuracGes envenena tas da meledi-
c^ncia paira a verdade judiciaria, que la" f6-
ra pode ter sido ignorada ou imperfeita
mente conhecida, mas que aqui, neste re-
cinto, que e uma especie desantuario, de-
ve brilharem toda a sua pureza e servos
guia seguro na vossa decisao.
Atci hoje o Sr. desembargador Ponies Vis-
gueiro n5o iem tido senSo accusadores. ["o-
ra iniquo, frt a cruel condemnal-o previa-
mente sem ouvil-o. B' ch^gado o momento
de se erguer em favor delle uma voz que,
ja tendo-o consolado no (undo de seu car-
cere, vem agora, inspirada na verdade judi-
ciaria, dizer-vos: St-nhores este homem
nao e o monstro que a sociedade pintou
Nao ; elle nao sahio do mundo sombrio dos
malfeitores, com o coracSo empedernido pelo
vicio o pelo crime. Nao ; o desembargador
i'ontes Visgueiro e um desgracado, cuja
honra foi posta a prova duranto uma longa
existencia de 62 annos, e que no ocaso da
vida, de um momento para outro, succura-
bio a uma paixao impetuosa e tyrannicaque
Ihe eclipsou essa luz divina que irradia o
espirito do homem, e se cbama consciencia.
Conreocfdo disto, nao Juvidei aceitar-Ihe
a defeza. Incumbido della juntamente com
<< Sr. senador conselheiro Octaviano, uma
das nossas glorias forenses, agora acho-me
s6; e sinto duplamente a ausencia do meu
preclaro companheiro, n3o s6 pelo motivo
de molestia que a determinou ; mas tara-
bem porque o meu cliente ficou privado de
um patrono, cuja lllustracao, traduzida sem-
pre, tanto no fdro como na tribuna parla-
mentar e na imprensa, por uma palavra e-
loquente e magica, suppriria as lacunas e
imperfeicoes do meu arrazoado.
Essa ausencia, coraprehendo, encarece a
minha responsabiliddde, ja" de si tamanha
em um processo que os annaes judiciarios
liio de recolher com uma das'causas mais
Retires; e nesta difficil conjuactura eu des-
mara, se nao fdra sustentado pelo nobre
-;inulo que suscita em todos n6s o culto
' dever.
Crocurarei, pois, cumprir o meu dever
:ao puder ; mas confesso que nio posso
; mioar a comraoeao que experimento, di-
ri Indo-me pela primeira vez ao supremo
tribunal^ de meu paiz, composto de juzes
meritos, depositaries dos mais preciosos
sagrados interesses, e em quem contem-
reverente a expressao mais elevada da
ju?tica social.
Kntretanto, tenho uecessidade de calma,
de concentragao de espirito; e sei que nio
a;- pa lerei conseguir sem a vossa attencae.
Essa attenc&o eu vo-la peco ; e ao mesmo
ten pu vos supplico me ougais com a cotu-
. sua paciencia, considerando, alem do
mais, que venho aqui, no exercicio do meu
to miuisterio, dtsputar a cabeca de um
homem ao algoz.
0 h.nrado Sr. conselheiro procurador
da corda, soberania e fazenda national, cu-
jos taientos e virtudes civicas e do.nestieas
-'.uu acostumado a respeitar de longa data,
-us'entando o libello accusatorio, concluio
pela ondemnacao do accusado i peua de
marie E' que nao vio no accusado senSo
o autor do homicidio que Ihe 6 arguido.
a basta que o accusido tenha cotnmet-
jids este homicidio para incorrer nos ulti-
em Maceid em outubro de 1811," foi exclu-
sivamvnte dirigila porseus pais, ja^ fclleci-
dos, ao lado de mais tres irmios. Sen pai,
o Sr. Manoel do N'dscimenSO Pontes, fei um
vraior tbastado, e depoi* tbesoureiro da
thesouraria de fazenda das Alagoas mtritos
auuos. Ila nesta cidade, h neste tribunal
mesmo, in is de uma pessoa que otivesse
coohecido, a sim como a mai db' Sr. deseia-
bargador I'ontes Visgueiro.
Refiro-me com to Ja Sfguranga- ao concei
to que essas pessoas formavam respeito de
semelhante par. Ellas que digani se pai e
mai nao ruuniam as virtudes espeeiaes qua
do o fjujjmento iuabalavel da familia e o
attraciivo pereuue da uniSo conjugal; ellas
que digam su o pai nao era talhado a des-
empeuhar seu sublime papel junto dos Q-
Ihos ; se a mSi nib possuia a bondade, a
pureza angelica, a santa paciencia, adedica-
cSo pruvidencial, que todos n6s, que tive-
mos a felicidade ce conhec t uma tni, en-
contramos nella.
Iniciailo nos principios do d-ver por tao
venorada matron?, e fortalecido nelles- por
v.rao tao respeitavel, o desembargador Pon-
tes Visgueiro nao podia deixar de ter tido.
como teve, uma educac,ao esmerada ecom-
pbta. Sob os auspicios desta educ0oat^
tingio elle a adolescencia na casapeteroa.
Mas em 1828, seus pais, que o destina-
vam ao estudo ecclesiastico, mandaram-no
estudar no seminario de Oliuda. Entao,
separando-se o desembargador Pontes Vis-
gueiro pela primeira vez dos seus, eentran-
do no mundo, levava firmemente esbo^ado
o seu caracter.
As lijoos e os exemplos daternos, a pure-
za dos affect os que ello cultivara no seiO' da
familia, a influ.-ncia benefica que a familia
produz, ainda nos espiritos amadureeidos,
tu lo concorria para gravar na sua alma ten-
ra o typo do homem honrado e plantar-Ihe
no coraedo todos os gergens da virtude.
Em 1830, porem, a verdadeira vocicao
do Sr. desembargador Pontes Visgueiro o
attrahio para os estudos sociaes e juridios :
e obtido o consentimento paterno, deixou o
seminario de Olinda e matriculou-se na
academia, que naquella cidade ha pouco
tempo se tinha fundado.
Frenquontou essa academia ate 1832, seu
terceiro anno ; mas, por m rtivo particular,
de que depois me occuparei, e em virtude
de determinagao de seu pai, teve de con-
cluir o seu curso juridico na academia de
S. Paulo, onde se formou no anno de 1834.
Voltando a sua provincia natal em prin-
cipios do anno seguinte, elle occupou logo
uma cadeir.i de deputado & asserablea legis-
late da mesma provincia, teudo sido eleito
quando ainda era estudante, e reeleito de-
pois.
Nesse meio tempo servio como juiz mu-
nicipal de Maceio, e em 1837 ascendeu a
magi-tratura vitalicia como juiz de direito
naquella cidade.
Foi deputado geral cm duas das mais me-
moraveis legislnturas, na de 1838 a 1841 e
na ile 18i2 a 1844, reduzi h na sua dura-
gao legal, e .i virtude de uma dissolucao da
camera ternporaria.
Ni tribuna o Sr. desembargador Pontes
Visgueiro oppoz-se a" lei da interpetracao ao
acto addicionl ; votou pela maioridade de
S. M. o Imperador, e evitou dar seu voto &
lei ile 3 de dezerabro de 1841. Taes s3o
os tracos mais salientes de sua vida parla-
mentar.
No inluito de melhorar da surdezquesof-
fre, experimenUudo os ares do sertao, o
Sr. desembarg dor Pontes Visgueiro reque-
reu a remocao da sua comarca para outra
do interior, e em consequeucia foi-lhe im-
prev stamente designada a camarca de Para-
nagua, no Piauhx ,a qual elleaceitou. pezar
de remote.
Nessa comarca exerceu jurisdicvao desde
1848 ate 1857, quando foi despachado des-
embargador para n rela^ao do Maranhao.
Daquelle tribunal fo em 1861 reraovido
para o tribunal do commercio da mesma
provincia, na qualidade de fiscal e sljunto.
Tal era ultimamente a posicao social do ac-
cusado.
Eis aqui, senhores, todo o homem publi-
co e todo o homem particular.
Sob este duplo aspecto p6de-se
que o Sr desembargador Pontes
nao desraentio a educagio que
antes a confirmou constantemente
procediment >.
A este respeito t'allaui eloquentemente
guns docuraentos qne aqui tenho.
E' um attestado do director da acade-
mia de Olinda, relative i epocha em que o
Sr. desembargador Pontes Visgueiro teve de
mudar de academia
Attest, pelo conhecimento pessoal quo
tenho do supplicante desdeo tempoquefoise
minarista, que sempre o conheci applicado
e de bons costumes; o que igualraente tenho
presenciado depois que tivea honra de ser eu -
carregadoda directoria do curso juridico de
Olinda; e por isto esta" muito nas circums-
tancias de poder ser admittido & matricula
no curso de S. Paulo. Olinda, 2 de novem-
brode 1832. Manoel Jgnacio de Carva-
Iho.
E' um officio do Sr. desembargador Pe-
retti, por occasiao de deixar a presidencia
do Piauhy.
Tendo de entregar amanha a presiden-
cia, e de deixar rnuito brevemente esta pro-
* nffirmar
Visgueiro
recebera,
pelo seu
al-
mogao- da relajao do Maranhao para o tri-
bunal do coinmercto- da mes.m.r provin-
cia.
llfea. e Exitk St. desembargaiibr Jose
Candido de Pontes- Visgweiro. Sabendo dos
embaracos que V. Hire, sente na discussao
dos fei tos-4a relacJn,. por causa da sord-z
de que tesi de conciliar essa dfeolorawd circumstancia
om o serv jo da admiuistracao da jjlitiga,
propondo a sua oonaeagao' pira o lugar de
Incal do tritanal do commercio dessa> prn-
viocia, on lo, me pareee; o bons servi^os
de V. Exc. podein sen" aptroveitalos sem a
mesma diHic^dade i|raeexpidmoata na- re
laeie
Commumcandd a V. Exe. ete act >> que
o governo imperial acatii dfe decretar, e a
razao que o dictou (acto que concilia,
como-e passive!; o servigo pblico com o
bem-estar de en^digno magistrado), ettire-
novo- os protestos de eslinia e considetagao
com que sou de Y. Ex. a-migo, colldga e
attento criado.
C6rte, 3 de novembro d 1861. Fran-
cisco-de Paula Jt Negreirot Say do hoba-
to.
E' ftnalmente' um attestado-do senhor dos-
erabargadbr Cepqpeira Pinto, piesideato do
tribunal do commercio do-Maranhao.
Atlesto que o supplkaote exerce bam e
pontaalniente o seu emprego, quer como
fiscal, quer como adjunto-do- tribunate ate
c m distincoio, por ser magistrado intelli-
gonte-e probo; a quanto ai surdez parece-me
ser a mesma desde 1851:.
Maranhao, 29'de dezembro de 1871.
Manoel de Cerrjueira Pinto. #
Estes documentos, passados por cawalhei-
ros de elevada gerarchia. e nao menos de
elevado. caracter, quando o Sr. desembarga-
dor Pontes V&gueiro estava longe de supv
por que teria de os exbibir perante- este tri-
bunal, honram sobreuaneira sua neputacao,
encifecem os- merecimentos do magistrado<
de 1* e 2* inetancia, e-ainda 3io ravoraveia
a faina do homem particular.
A taes docuraentos devem-se neunir os dw-
poimentos das testnaunhas, quo aqui depu-
aeram na ultima auli ncia.
Essas tesiemunhas, fidediguae por todos
os titulos, referiram-se a diversas epoehas
da vida do accusado, desde os sens tempos
escolasticos ; vos as ouvistes unanimemente
elogiar a juiz, e ao mesmo tempo fallar da
moralidade de costumes e nobreza de sen-
t mentos do cidadao ; v6s as ouvistes unani-
memente afflrmir que nunca o Sr. desem-
bargador Pontes Visgueiro se maculou com
uma vileza ; nunca praticou uma atrocida-
de ; nunca foi indiciado em um crime.
Alem disto, as testeraunhas da defeaa,
ouvidas na cidade de S. Luiz, tarabem maio-
res de toda excepySo, certiftcam que o des
embargador Pontes Visgueiro, quer como
magistrado quer como cidadao, gozava do
mais vantajnso conceito naquella cidade,
onder esidira cerci de 15 annos.
To-los esses depoimentos, de mais a mais,
sao um desm'-ntido formal a essas imputa-
cdes de n3o sei que vicios e attentados es-
palhadas A meia voz contra o Sr. desembar-
gador Pontes Visgueiro, depois que cahio
em desgraca ; a essas anecdotas adubadas de
escandalos e maldades, que ninguem sabe
d'onde vieram. que nem vagamente cons-
tam do processo.
Entretanto, senhores, n8o pretendo escu-
recer que o Sr. desembargador Pontes Vis-
gueiro tivesse commettido faltas; sem duvi-
da elle as teve. todos as temos; e ate sou
obrigado a assignalar uma especie, que f6r-
ma contratc com seus antecedentes Re-
firo-mo a sua inclinagao is mulheres.
Mas desde logo observo que elle nunca
polluio o thalamo da esposa, nem fiolou o
leito da virgem.
0 seu primeir i amor foi uma dama le
familia illustre de Vlacei6; fdrma um episo-
dio das suas ferias do 2 anno juridico em
1831, naquella cidade.
Elle quiz desposar essa senhora, mas seu
pai a isto se oppoz, u mil terminou elle o
3 ann*1 em Olinda em 1832, o afastou para
a academia de S. Paulo, a conselho de al-
guem.
Desse primeiro amor teve o Sr. desem-
bargador Pontes Visgueiro uma filha, a quem
se dedicou como a um idolo ; educou-a com
priraor, ate a recolhou a um collegio desta
cdrte, segundo outro dia ouvimos a uma das
testemunhas, em uma das vezes que veio
aqu> como deputado geral. Concluida a
educac.ao dessa filha. teve-a sob sua guarda
tutelar por muitos annos, em varios luga-
res. nao exceptuando a longiqua comarca
de Paranagui.
Assim o desembargador Pontes Visgueiro
viveu longo tempo por essa filha estremeci-
da, e afinal nao se separou della senio para
a entregar como esposa, em 1863, ao Sr.
desembargador Basilio Torreao.
i
A TEMPERATLIU EM PARIS.- A pro-
pojito dos calores prematur s que torn feito
em Paris, a Presse publica os seguintes pre-
cede!) tes= ;
No anno du 1172, a primavera come-
50a no nez de fevereiro, e 05 c ilores- foram
tax> precoces que os pa*t os liz ra.u niiiho,
etirerarn a s*a reproduci;ao nos pri/neiros
dias de marco,
Era 12t*9"r venderam-ae em Paris vio-
letas e lilazes am ultima qwun j de feve-
reiro '. no mez uV abril os- calores foram
to forles. e de t* longa dttragao que as
aguas Jo Sena baaraiu u-.oa- toeza.
Em 8421. a* arvores If >resceram no
mez de uiargo e as yinhas no mez de abrrt.
West.- ultimo mez uouve ameiaas e cerejas-.-
jNoco-ue^u'de inaryo- esUvam as uvas ma>-
iduras.
En iffFi, as arvores cobriram-se de fo-
Ibas no merde fevereiro.
Os cafenes do mez de abril foram tao-
fortea Itmimmem 18. que desde o di
5 segundo*diz um velho d'aqjuelle tem-
po-, coinec ram- os bai>hos-no rio.
0inesmo' aconteceu. pouco mais ou
meuos, nos aanos de 1585, 1607r 1009 e
lftoOi De-de entao, dve,a citar-sw tam-
bem as priaaaveras de 1609 e 1846, en
qj o thermometro subi->\ durante o \wu de
abrH. a 26 e 28 J de outubro do que pela sua iubumai;So.
0 Jubale que sa seguio deu proris
sobejas da sioceridadu dos parti larios do
novo methoJo. Propoz se uma resolucio
pela qual a incineraoa> st tornaria obriga-
toria para todoi os mambros do meeting.
Porem julgou-se que isto era exigir muito.
Foi preciso, pois, renunciar a esta coo-
di^ao. A promessa de dispor os saus res-
tos inortaes de um certo moio seria am
singular titulo de admissah> em qualquer
genera de soeieJade
Praap, m cooti
EABRICA(;.\0 DE PHOSPBOROS. Na
Oinamarca foi declarada illegal a sojeita a
castqo a fabricagao de nhosphoros que pos-
sum uflammar-se ao fricaouar por qual-
quer superficie que uo s- ja uma-eapressa-
mentpfeila para esse fun.
Esta medida tern pur fim garanfir a se
gurauga dos phospberus no seotido de iin
pedir muitos incenJios-.
AOS INDUSTRIAES-^ EM OBRAK- DE
FKR-HO. A tempera ib>aco execula-se,
coneo geralmeuie e sabido; poulo einbrasa
o ferrn, mergolhando-o logo ew- agua
fria ;: opefla^ao segue-se 0 prooesso de recozer,
que 6 mais ou. menos intetuo segttedo o
grab- de riqueza-e de elasticidade que se
quen dar ao metal.
A. n-speito d'esta pratieo^ seguida-em to-
das a> forjas, eacontrjoos no anauano
scinntiljco do Sr. Figuieo as seguintes ob-
ser*a4&.s, quejjalgamos %nas de atba^ao
dos nossos industriaes :
A experiencia tern mostra lo que da
teiapara em agua fria result 1 um- grave
im.owveniente ;..e 0 proJaair len ias Sreqaen-
tes vezes, ou oavidadezinhas que akeram a
resisteocia das- pecas de Berro. 9>-recozi-
mento nao um desappareeer intetramente
esses-defeitos t porque uaais tar la > fan Jas
augmentam, daterminando a ru.tara do
metal ; e por esta razao-que se preferu dar-
Ibe uma tempera menus dura, a-recoze-lo
maisfra ja:ne:*te depoi* ; as cavidades a que
no* referimos sao eotao mem.*- para te-
mer
MONUMEHTO A NAP&LEAO III. A
subscripgao berta o anuo passado pela
Pvrseveranc-t de Mila para arigir um mu-
iiuiaento a Napoleao, III prodazio 120,000
fraeeos ou Sl:600S00O' da uossa moe-
*la e a comrussao encarregada da sub-
!cripco rasolvja conGar esecu^ao do
.mouuiMBUto ao esculptor Bttrzaglel. 9
jprajecto queja .ui aceito, represeuta o im-
perador Napoioae a cavallo,- no momento( M -
em que,.eutrando em Milao, levava a niao
iao- kepi para responder d dfttbusiasticas
acclamaejes do poo. 0 mx>Rmento teri
(oito-iuetros de altura e seri collocado ua
iprnca que-ha defronta du palacio real onde
se hospedbo Napoleab III em 1869.
e 0 eufraqudaBto da
ouar a alliancl do Ma
igreja, condema.dai iiiaviural morte.
Nao m date, diz 9 aator, traaHjir
K'jnta, porque e hapoMvel aom aila ajm.
quer traosa cio bonrosa a util. Ok ular.-
montauos nao coohecota aeai 1 mtchimvekt-
mi. EiMre elles nao ha lealdade da eapi-
rOo, a ainda menos loaldade da eaciuo-
cia. Aatucia, sempre astucia, e para 4km
o synomiao de honra. Nioguaoi peda a#-
perar que e jesoitas renunuem at dootri
nas que sao a coustaote tradicio da sea
or leut. E ufnguera pd le tatnba a aaperar
que a igreja uitramo;iatia ae liberte da in-
lluencia dos jesuita>.
Para 0 iiuperador MnxMiiliaao, diz aiada
o padre Micbaud, 0 ultramontiaia f >i o
fuzilamento de OjtaereUro, e a loiaaacaa da
imperatriz Carlota ; para a Austria foi 9a-
dowa ; para a Fran.a'Se Ian ; para a Heapa-
nha, a tli.sa guerra civil qpe amaac< de
vir a ser a agonia uesta nacao; a aa a itafta
se levanta da sua longa proatraigaoe porqae
tern sabido repri.ni-i*nergi aaaeaM.
Urn dos principae* segrelos da sea tatiea,
prosegue u aator, eonsiste am fard.f
prufuudo jflencio sobre-tudo qoe Haas pada
ser no.-ivo iublica-seum livro serio qoe
refuta as mas doutri.ias ? dumax.i 1 as
suas iuirigas-r Silencio. tomaMMa-ae es-
can lalos r.-itre os seus e o.n sua prapaia ca-
Sileneto.
O'OIRO DOS A3HANTEES. Leseo
swgointe ita- Times :
Os Sfs. Garrard1; joalheiroa. de Hay-
aaarkat, tortwram-se senhores dos objeotos
deouro e prata conqtnstidos peto-exercito
aos ashaotees. Estes objectos fazem parte
das lo00 amps de oro mandadoa pelo
rerlLoffee I conta da ra.temnisa;aa quede-
t, veudo-se por elles com que pressa fo-
rao expedWos pelo rer, parecendo tifem
siaV'escollidos ao acase.
<* Entre a*- maiores peijas menciona-remos
BUCALVrtTlS UU>M;M S. -tiaauuua
no astrangeiro e eni diveraos peuaaa- aa-
nenmento l<>s terrcnos p*lttdo*js, pr m&u
l< Eucalypitua globulu*. Cada vea aa vai
coftilrmau'iu mais qua a bvgiena a a acn
cuKnra ganbata muito co* a
, e acbam-se de tal mo-
Mas 0 Sr.Uron, um dos mais. distmctos- do ciuzelades que um ourives earopeu mal
[Cinlinuar-ae-ha. I
ebimicos Jo deposito.de artilheria franceza,
assenlan-lo.que n8o era necessacio endure-
aar desmudidamente 0 aco para, abranda-lo
depois, procurou a, mancira de temperar,
euja brandura afastasse o perigo das cavi-
da les e fendas, e que producis-', n'aina,s6
operacao*. os effeitos da tempera e do reco-
zimento combiuados.
E a questao lei por elle mui simples-
menteresolvidaK aquecendo a agua em que
0 ferra em braaa se imraerge As molas
das espiugard.i de agulha merguliiadas em
agua na temperature deiJ^grios, tomaram
a eListicidade- e a resisteocia correspnden-
tes.A melhortempera a qpe se costama dar
depois um recozimento apropriado
Ao ago que contera ilous a quaaro raile-
simos de earbonio a tempera era. agua a fer-
ver augmonta-lhe a conslsHeneia e 0 elas-
terio, sem alterar-lhe- a brandura ou a flo-
xibilidade.
0 lugar por onda quebram certas pegas
de ferro apresenta ordmariamente uma tex-
ture crystalina que nao e devida & inlluen-
cia do trio, nem a das vihragous prolonga-
das, como acontece com os eixos das car-
ruagous: preexiste no metal ante de ser
pos.o em servico. Este ponto importante
foi demonstrado pelo Sr. Caron, fazendo
observar que a texture crystaiina das taes
pegas tinha por origera 0 processo imper-
feito de forjar, que deixa queimado, ou
crystalino e friavel 0 metal.
Mas e possivel, sem recorrer a" nova mar-
tellagera, rostituir ao ferro deteriorado a
textura nervosa ou a cousistencia que devia
ter se fosse bem forjado. 0 Sr. Caron, tra-
tando de regenerar 0 ferro queimado, em-
prega tambem o liquido quente para tem-
pera do metal posto en braza. 0 illustre
chimico, ern presenga de muitas pessoas
technicas, demonstrou a efGcacia do seu
processo n'uma barra redonda de ferro, de
Berry, com tres ceatimetros do diametro e
podendo facilmente dobrar se a frio, sem
fracture, fenda ou racha. A barra foi quei-
mada, e incandescida de maneira que pdde
parti-la a frio sem dobra-la j feito isto, a
fracture apreseutava facetas brilhantes.
Para restitui la ao estado ordinario, 0
Sr. Caron tinha a ferver agua saturada de
sal marinho ; e pondo em braza um bocado
da barra queimada, mergulhou-o no liqui-
do ate 0 metal adquirir a teraporatura do
banho, que era de 110 grSos. Depois des-
ta tempera, 0 ferro pdde ser dobrado a
frio, absolutameote como se dobra qual-
quer barra nao queimada.
0 Sr. Figuier conclue dizendo que sera
de grande interesse para a arte 0 fazer pas-
sax por esta op>ragao todas as pecas de
forjas terrainadas, e bem trabalhadas.
'!*sse abengoadft vegetal.
Uma arvore qoe cresce com inertvel ra
f.*li;i, que esgata do solo sets vazea- o aau
peso i'agua. era vinte a qaatru kwmav -
que espalha na alraosphera emanagew cam
pbitradas, aoti -st-pticas, dwia tarnar-se am
pj leros-i agenta na malhoraneoto- daa kai
renos miasmatiooa. Assiia lam ecoatacado.
As condigons cliraatericaa das comaiaa do
('..-ao de Boa Esperanga, esti) boje ialeira
mena dilferer.tes do qua ma nos tempo-
psjs-nlos ; os- inl^z-:s mudaram o asoeulu
umacabegade homem, de ouro maasico, das~r^ioes msahjbres das saas poaamaaaT
pasando de 5 a 60 oafas e qtve paroca E ar^\inos ^^pMhan lo eucalyeita. a*
reprasentar a c-bega de uma v.ctima daea- Afriaa SmeamTmm obti-le taes raaaltado.
p*lan um 3cnricio. Afora o peso, oca
raeter d'este- ob^cto seria mais proprio para
aJornar ura- murzeu do ojoe qualqner eol-
Iseeio particular. Gryphos do mesmo me-
tal foram arraneados dos bragos do throno
de rei, beanncomo duas- enurmes- laininas
de ospada, asseates cada uma em- quatro
'Ji*las de ouro, que eranaeonduz>la adian-
te do rei nas grandes ceremoniis.
Ha tarabem di versa* ehapas destimdas
la serera lavades- no cinturao pelos- persona-
bees distiaetas. Otrabelbo d'esta6- cbapas,
bem coraio-o de todos os objectos, e- verda-
dei ra raonte -nota vel,
VARIEDADE
incia, faltaria a um sagrado dever, se a V.
S. nao dirigisse 0 presente, para agradecer-
lhe a maneira pqrqna V. .<. ha procadido
no desempenho -h s us deveres
miQv.a
ioteliigencia, zelo c probidad
Jurat
MEOALHA PRECIOSA.-Oseu. lor Sum-
ner, fallecido ha pouco boa Estados Luidos,
deixou no seu e?p o'io 0 exemplar unico de
uma me lalba de ouro, que foi offerecida
"te a; por George Washington a Lafayette, de-
piuistrjcao, dusenvolvenJo a niaior pois da batalba de Yorktown, em 1781.
cliamandt* os Tom a raodafca esta inscripgio : G. Was-
ampregados ; :blicos Jessa remota comaf-Jhiogton a Gilbert Mortier de Lafayette, em
ca ao ottmpriuwalo de suas obtigagOes, ins- ommemoragao da capitulagao de lord
A INCINERAgAO DOS CADA VERES.
Le-se 0 seguinte na Independencia Belga :
Os jornaes inglezes occupam-se ha
tempos da substituigio do enterramento dos
cadaveres pela sua iucin>ragao. A idea ja
fez caminho para a America, diz 0 Globe.
Como era de esperar a questao alii foi tra-
tada com uma cert 1 originalidade. Tud-->
leva a crer que 0 novo systema nio e re-
commendado senio na intengio de economi-
sarterreno. Em um meeting que houve
recentemente em Nova Tork leram-se sobre
0 assumpto diversas cartas de gentlemen
ausemes por causa inevitavel. I'm d'elles,
escrevia que faz pou-a honra & civilisagao
modernn empregar-se qualquer superficie
terra.:trtt para crear ccmiterios. lira outro,
aucoal'aiio, fazuuJo diversas consi-Jeragoes
acerci da dispersao da populagao pelo ter-
rit^rio americano, sustenti que n5o haveria
grande embaragio em se encontrarem tao-
tos cemiterios quantos fossem precisos para
enterrar 03 mortos duren'.e 10 seculos.
0 mesmo individuo declare que so tn-
teressa mais pelo ncim?Qt) J"s gates
poderia iguala-l S.
Ve-se- por isto que os ashantees parece
lerem pare- este rarao uma grande babili-
dade na vartedada e figure dos-modelos.
in AIl-uI: u'estas graudes ehapas, que pe-
sam cada ua*a algu.nas. ongas do ouro, ha
barretas de idolos ornados debordados da
ouroem. relevo, cabos. da guarda sdes.de
ouro. bastiies de commando, leous grutes-
cos para, os scoptros, queixadas, femurs e
craneos.de ouro, e ura-grande nuraero daj
objectos difficeis de descrever, e que tinhara
uma. parte importante nas superstigoes dos-
ashanteos.
Ha Umbeiu uma iniinidada de objectos de-
grande merito artistico, taes como brace-
letesdeum peso enorme eoutros de uma
dulicadoza immensa.; collares e cadeias,
brincos e broches, e aimeis de uma focma
phautastica e elegante. 0 quo ha de mais
notavel 6 o talento de iraitagao, deseuvol-
vido pelos joaloeiros ashaitees.
Tudo 0 que cahia uas suas maos, pro-
cedente dos europous e que Ihe parecesse
estranho ou curioso, era immeiliatamente
raproduzido em ouro, que a julgar pelo
que vimos, parece ser tio abuudante alii
como o cobra entre n6s.
Assim pois, ha cadeias, llvelas e cara-
painhas de ouro, bem como soberbas imi-
tagoos de chaves de relogios eu um pai*.
onde 0 relogio c desconhecido.
Em um periodo da sua historia, de
viam ter estado em relagoes com missio-
naries catholicos, porque entre os objectos
mandados para Londres aguram muitas
copias de relicarios, reproduzidos com uma
verdade e uma delicadeza que faria inveja
aos chinezes.
PIEDOSA ESPOSA. 0 Sr. X., antigo
nogociante retirado do commercio. com
uma linda fortuna, nio sacrifica ao luxo e
viva, com a simplicidade do sabio. Bam
que passua alguns armarios e bufetes com
bastante prata, 0 Sr. X. serve-se erdina
riamente com p6 de pedra, a de talheres
d'osso ; s6 em occasioes solemnes os pratos,
os fructeiros, e mais utensilios de prata
sahem a luz do dia.
Aqui ha tempos, proporciona-se-lhe um
jantar de bodas. la casar sua filha mais
nova. 0 Sr. X. recoromenda i esposa que
nao se poupe a incommodos, e sobretudo
que enfeite com toda a prata a mesa do
banquete. A Sra. X. quer fazer algumas
observagOes ; 0 marido, por^m, insiste por
tal forma, que ella nada pdde objectar.
. Aproxima-se a bora tao desejada ; e 0
nosso antigo negociante, antes de fazer en-
trar cs convivas, vai deitar uma vista de
olhos d casa de jantar. Mas qual e 0 seu
espanto, quando ve que as suas determina-
gde: nio foram cumpriJas, pois os pratos e
talheres de prata nao figuravam na mesa I
0 Sr. X. charaa a esposa, e interroga-a ;
esta perturba-se, e uio sabe que responder.
Finalmente, depois de muito instada, con-
fess que nio pdde tirar da gaveta os ta-
lheres, porque li nao estao.
Mas 0 que fizeste d'elles ? exclamou 0
marido, estupecto.
! Pego-te que me perdoes, responde
toda cotnmovida a Sra. X. ; dei-os ao
men.,. confessor.
ca
que o director do- jardira beUmco da Argel
prepare se para ctMquisU-, com pitagaas
dessa arvore, eo.*mes tratas de tarren.is in-
te ire mente paRtmaosos, ioade saaem a
usior parte daa epidamaae que iafuatmi
aqueUas regaies.
M1ERS.No-da 3 da corream. ama
depotagio dos fraacezes raaiiaatas- no Ghila.
dirigio se a residancia de- Mr. Tbiers para
Ihe entregarem. am album magmicammu-
enaadernado, e cujas paganas estaam eo-
baftas du asMguaturas.
Xa primeira pagina lia-sa o
to dos franceaesresidenawem S.
pital do Chile, os seus aMos sanuepa
dos i Fracfa. como preaidanta do ma 0
varne.
Com este album ioi rmlrapu. a Mi.
Fbiers am raliosa laadalha de aura ex
cellentoiaeate gravad 1,. oade se vu iaaerip
taa data, da lihertagae-do tarrmjriu fran-
oez.
Ao diaearso c>'M ihe dirigio Mr. Pra, ea
nome desta commissao, qoaadu (be entre
gava oa presentes. Mr. Thiers raapoodau
era ua discurso, oade se learn as seguinte.
passagens:- Nao e inteirmaante exacto.
disse o orador, que eu foam minca ad versa
rio do governo republicano, porqae, baoi
ponderado, o que e uma raooarchia cooati
tucbnal bem organisad*, senio uma repu
bltca discretamente onlaoada ?
N 'outro poato, Mr. Ihiers refere que mi
respera de ai de maio Uk= hayam parfmi
tado se elle se obrigava a favore :ar uma
restauragie monaremca 1 Se os- treta-
dos ( para a evacuacao do territorio, nao
estivessem. bem se$uros, diz elle, tal vez qu>-
eu tivesso- hesita lo, e aliad > a lainba ras
posta, e na minha porplexidade me dispo
zesse a iazer algumas concessoas. momenta
neas ; m-is, gragas a Dens, nao estavamo^
nessascircunistancias. Recusei catbegorica-
raente a adherir as propostaa qua me forati
dirigidas, a do dia seguinte ailinnei aa tri-
buna mais uma vez que a repnblica e a
unica forma do governo, que hoje po.le re-
generar a Franca.
< Prepareva assim a minha q.eJa, baa:
o s bia eu, mas entao ji pouco me import*
va porque a minha obra esti quasi cou
oluida, e se por algum* tempo essa boora
me havia de ser ncgada, a historia vaoi
sempre para dizer a verdade, a ainda que
nunca alcangasse que me fizessem jusaiga,
bastar me-hia ter feito 0 meu dever.
Finalmente. depois de notar com louver
o bom sens > politico que os francezes taa*.
raostrado, .Alrinando sempre traaquilla
legalmente a republica conscrvadors e mo-
derada, Mr. Thiers conclue que a amem
blea reconhecendo a sua impeteocia para 0
bem, tratari de se dissolver, a qaa e con
veniente instigala ura pouco uesae sen-
tido.
Na seguinte assemble, os partidot oxtre
mos, entende Mr. Thiers, terao poucoa re
presentantes, a grande maioriaseri de repu-
blicanos couservadores, como raflaxo de
naioria do paiz, e entao, mas so eutio.
nos teremos a republica moderada qua a
Franca deseja.
MOVIVIENTO CONTEMPORANEO DAg
IGREJAS.0 pidre francez Mr. Michaud,
doutor em theologia, publicou recentemente
um livro, cuji titulo e 0 movimcnlo enn-
t'.mporaneo das iyrtj is. Neste livro, 0 pi-
Jre Michau I kantai provar que a prep ;n I -
rancia das doatrtnas ultramontauas cora-
p.ndiaias no Syllabus e consagradas pela
proclamagio do dogma da infallibilidade,
conduz logicamente as seguintes consequen
cias : A primeira, reli
na da igreja romana
0 TUNNEL SOB A MANCHA.O relate
rio acerca do tunnel entre a Franga a a
loglaterra foi apresentado ao conselho ge-
ral do depart amen to do Pas de Calais. Fo-
ram approvadas as suas canclusoes. Cess.
ram todas as difficuldades diplomatics com
respeito a esta empreza.
0 capital paraostrabalbos prelimineres se-
ra ministrado pela companhia do none am
Franga, e pea do sueste en luglaterre, na
razao de 40:000 libras cada uma, sob
dicao que ellas serio prefendas na e
da empreza.
A extensio do tunnel e de 50 kilometroa.
30 dos quaes por baixo do estreito. A
peza i razio de 4:000 francos por metro eie-
va-se a 200 milhoes.
.igtpsa, e future rui
a seganda, p"!i!i:
ROUBO AO PAPA.0 Sour Mist di
uma noticia qua necesstriimenta ha da
f-izer impressio, a verificai-se a sua veraci-
dade.
Bia-*a que n thesoureiro do capitulo da
S. Pe-lro de Roma fugira levando comstfo
uma somma de 40,000 francos.
I .HI
:-.-
I'd. -itVA OvgUE DE uA\aam
I llttml



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