Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18193


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Full Text
ANNO L. NUMERO Ho
PARA A CAPITAL B LUGAttES OUDE "%.tO SE PAOA PORTE.
Por tres mazes adiantados................ 6900*
Por seis ditos idem..................liaooo
Por urn anno idem..................*4$000
Cad*, numero avulso................. 9320
-

SEXTA fJffltA 22 BE UNO DE 1874
PARA RKVTRO E PRRA RA PROVLVCBA.
Bor tres mazes adiantados..............
Bor seis ditos idem I
Bor nove ditos idem
Bor am anao idem.

a a
DIARIO DE PERMMBUCO.
PR0PR1EDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS.
8rs. Gerardo Antonio Alvea d Filhos, no Par*; Goncalvea d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de Oliveira d Filho, no Gear*; Antonio de Letnuo Braga, no Aracatj j Joao Maria Jolie Chares, no Assd; Antonio Marqoea da SUva, no Hatai Jeta
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Peaha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Cost* Braga, em Jaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar da* Alagdas ; Aires d C, na Bank; e Leite, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Cioverno da provincia.
0BSPACHOS DA PB8SIDBNCJA, DO D1A 20 DR MAIO
DE l87i.
Abaixo assigiuio-, moradores no povoado Porto
da Madeira, em Beberibe. A' camara municipal
da cidade de Olio Ja para providenciar como achar
conveniente.
Aorelio dos Santos Coimbra e Abreu da Silva
Leal. -Iuforme o Sr. engenheiro ch fe da reparti-
cio das ohras publieas.
Antonio Jose Ribeiro de Horaes. Encaminhe-so.
Antonio Ignacio de Tirres Banleira. -Informe o
Sr. inspector da thesouraria p ovincial.
Companhia de seguros inaritimos e terrestres -
Iademnisadora. E-icaminhe-se.
Felix Ramos Lieuthier. In forme o Sr. inspector
da thesouraria de f tzenda.
Henriqaeta Carolina Alves Viar.na.Informe o
Sr. provedor da santa casa de misericordia.
Josepha Maria da Coasaieao. -Inleferido.
Jos6 Ribeiro de Vascon -llos. Nesta data re-
commando ao Sr. inspector da thasonraria de fa-
zsnda que faca contar a iicn;a do supplicante da
data em que lha foi coucedida.
Luiz Manoel Rodrignes Valonca Junior.-Inie-
ferido.
Manoel Anacleto da Silva. -Informs o Sr. Dr
chefs de policia.
D. Othilia Arcalina Mtreira da Silva Bezerra.
Certifiqae-se.
Rep*trti-4lo da poltcla.
S.* seccio__Secretana de policia de Pernambuco,
SI de maio de 1874.
N. 638. -Him. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que forara bontem recolbidos a casa de detencio
os segutntes individual:
A* minha ordem, Manoel Francisco do Nasci-
mento, como criminoso de morte, a disposicio do
.Dr. juiz de direito do 5.* districta criminal; Bru-
no de Hello Cesar, de quem iratei em minha par-
ts diaria de hontera, como criminoso de morte na
provincia da Parahyba, e Maria, eserava de Elias
Emeriano Ramos, para ser entregue a seu senhor.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio,
escravo de Francisco Alexandre Dutn, a requari
inento deste.
Dens gnarde a V. Exc. illin. e Exm. Sr. com-
raendador Henrique Pereira da Lucena, digno pre-
5ideate da proviucia. 0 chafe de policia, Anto-
nio Francisco C treia de A raujo.
PERMMBUCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 27 DE ABRIL.
PRESIDENCY DO SR. FERR8IRA DE AMUR.
Conclasao.
ORDEM DO DIA.
E'sem debate approvado em 3.' discussio o vai
remettido a commissao de redaegao o substitutivo
adoptado em 2.*, do projeeto n S3 deste anno, re-
vogando a lei n. 603 de 13 de maio de 186k.
E' tambem sem debate approvado em S.' dis-
cussio o art. 2." do projeeto u. 25 deste anno, auto-
risando o presidente da pruvincia a relevar a multa
inposla aos contratantes da estrada de Goyanna, e
iprorogandj o prazj para a conelusao da mesma
estrada.
Seguese a discusslio do an. 2.*,o qual e appro-
vado com a seguinle emenda :
Em vez de-fica prorogado, diga-seFica
o presidente autorisado a prorogu ate ; o mais
Cjino no ar igo. Balis e Silva.
0 projeeto, assim afltaadodo, e approvado para
passar a 3.' discussio.
Continda a 2.* diseussao do art. 9.* do projeeto
n. 38 deste anno, estabeleeendo bases para a re-
t rma da instruccao publica.
O ttr. I iiioa Cavalcante : Sr. presi
d >ute. de modo algum preteudo protelar a dis-
cussio deste projects, e e^pero que no interess*
mais ou menos pronunciado que revelar durante
alia, nio se tenle descobnr o mais ligeiro resenti-
manto da minha partj.j
0 Sr. Ratis e Silt?. : Nao ha raiao para
isto.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Nio mostro-me,
nem mostrar-me-bei resentido, pela reforma que
se pretende fazer na lei votada o anno passado,
autorisando o presidente da provincia a reorga-
msar a instruccao, e apresenlada por uma com-
missio, da qual au era o mais obscure membro.
(Nao apoiados.)
N'unca tive a velleidade de sup por aquelle tra-
balho isento de deleii..- e imperfeicoes, o que to-
davia na i remove a sorpraza de que me acho pos-
auido, vendo hoje promover-se a reforma de uma
lai votada e sanccionada o anno passado, sem que
tivesse ainda tido execucao, e esta por sua vez
viesse mostrar os defaitos ou impei feicoes da
mesma lei, que se prccura reformar.
0 Sr. Gasfar Drumuond : Isto vai em carta
lechada a quem pedio a reforma.
0 Sr. Uchoa Caval :ajite : -Nso, senhor; ex-
fendo e expenderei o meu pensamenlo com a li-
erdade qua julgar conveniente.
Feita esta ligeira observaclo, procurarei res-
ponder as consideracGes, que em resposta a mim,
ten o nobre deputad-j pelo i." districto, distincto
membro da commissau de instruccao publica, com
o um de impugnar urn suhstiluliyo ao art. 9., qua
tive a honra de offerecor a apreciacao da casa.
Sr. presidente, na ultima sessao tive Ovcasiao
de impugnar o; rtigo ora submettido a discussio ;
entao fiz v.;r a casa que a commitsao de instruc-
(ao publica se tern mostrado demasiadamenle se-
Tera para com os professores publicos. Esta
proposicao, que naqnella occasiio emitti, nio en-
cerra uma cansara a mesma commissao. A pro-
m do que dipse eotio, se a;ha no projaclo que se
discnte.
Lendo-se o projeeto, depara-se com uma serie
as faltas, as on issues, os crimes e os attentados
dos professcres publicos ; entretanto que nio se
enconlra um so artigo, em que fussem attendidos
os servicos relevantes, que porventura esta classe
tenha prestado e cootinuara a prestar a socie-
dade.
Assim, n6s vemos qne o projeeto nos arts. 7.' e
8." com todos os sens paragraphos define as faltas
e omissiids destes funccionarios ; procura estaoe-
lecer a forma do processo e os meios de repres-
sioda.- nn-siiiM falias, wn 'ius-.to que nao .e en-
coatra uma *o At suas diap.isicoej em qaa fossein
coas!dtraJs n servyos d'i prufe^ur public).
Portant o projeeto ne di^se, e dema^iadameDte severo para com esta
classe de funccionarios. Se, a proporcao que a
coiamissao, tralando de invesligar e reprimir as
{alias do professor, procuraue ao mesmo tempo
distinguir aquelles que teem nobilitado a sua pro-
flsaao recompensando-09 melhor....
0 Sn. Caspar Drummond :Augmentando-lhes
o cxdenado ; mas esta bypothese esta preveaida
0 Sr. Uchoa Cavalcadte : .... mantendo-
lhes as vanUgens, em posse das quaes teem elles
estado, Bada articularia contra o projeeto, porque
a par da mais rigorosa severidade, via nelfe tam-
bem am geaeroso intuito da commissio, nao es-
qaocendo os altos int presses do magisterio.
Para at6 certo pinto, pois. attenuar essa seve-
ridade, e que aprosentei en o artigo substitutivo,
que se acha em discussio. 0 artigo do projeeto
acaba com a jubilacao dos professores publicos,
concedida nos tennos do art. 29 da lei n. 369 de
li de maio da 18j3, desconhece a jubilacao, que
aquella lai concedia ao professor qne contain daz
annos da servic^t, mostrando-se impossibilitado
para continual* no^magisterio. Probibe ainda que
se coraputam ua jubilacao dos professores aquel-
la* gratificacoes, que em virlude da lagislacao an-
terior pram nella incluidos.
0 .Sr. Gomes Parents : Se apezar desses favo-
res, elles cumprem mil os seus deveres, fa(a i lea
se tal nio fosse.
0 Sa Uchoa Cavalcante : Elles tambem cum-
prem satisfactoriamente muilo bem os seus deve-
res ; e o qua o nobre deputado dii, e uma verda
deira exeepcao.
0 Sr. Ratis b Silva : 0 que se da era relacl >
aos professores, tambem da-se em relagao a todos
os empregadjs publicjs.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Sr. presidente, na
occasiao ens que aprasentei o substitutivo, fiz li-
geiras coo venieocia de sua approvaclo. Estas observjeoes
raereceran a resposta do no:>re deputado a que a
me tenho refer do. 0 nobre deputado impugoou
o substitutivo, eonsiderando que a jubilacio con-
cedida nos term js da lei em vigor, era um raal,
um onus para os cofres publicos; que a jubilacao,
emflin, era um inceativo, um estimate para a
ociosidade, para a desiiia do profess or.
Neste p jnto acho-me em completa divergencia
com a nob e commissai de instruccao publica : eu
pelo cjnlrario, considero a jubilacao como um
grande Imiefici >. A jnb'lacao nSo 6 mais do que
umagarantia para o futuro do professor, que en-
canejeu no service do nngisUrio. Nao considero
a jubilacao como um onus para os cofres publicos,
porque onus nao se pode chamar a retnbuicao do-
vida por servicos prestados ; nio considero tam-
bem a jubilacao como um incentivo para a ocio-
sidade, porque nella ainda vejo um estimate para
o professor curaprir bem e com assiduidade a al-
ta missao de que se acha incumbido ; (apoiados)
nio cousidero finalmente a jubilacaj como um
favor.
Ajubilac.il, quantoa mim, e uma consequencia
da vitaliciedade do car Sublieo ; e uma ju.-ta retribuicao da exiguidade
os vencimentos dados aquelle fun:cionari) em-
qnanlo pode bem prestar os seus servicos.
O Sr. Pinto Pessoa :Isto si in ; pode ser.
0 Sr. Gomes Parent* : Mas o projeeto nio
prohibe a jubilacio.
0 Sr. Gaspar Drummond : Nao, pelo contrario,
garante a jubilacio nessas coridic8es.
0 Sr. Uchoa Cavalcant* : Eu demon*trarei
qua o projeeto consigna idea difTerente daquella
que consagra o substitutivo qne apresentai.
Segundo o art. 29 da lei n. 369 a que me tenho
referido e que regula presenteroente a instruccao
publica, o professor tam direito a aposentadoria
depois de vinte e cinco annos do effective exereicio
com ordenado por ioteiro e depois de trinta e cin-
co annos com o mesmo ordenado e mais a gratifi-
cacio. Portanlo, re o *aobre deputado que, segun-
do os lerraos e as eondicdas da lei a que alludo,
a jubilacio e garantida ao professor, desde qne elU
tem preenchido o tern jo alii exigido, esteja ou nao
impossibilitado phys'camente de continuarno exer-
eicio do magisterio
Sabem os nobres daputados qua, segundo a nos-
sa legislacao, a nomeacao dj professor publico
nao pode recahir sen io sobre individuos maiores
de vinte e um annos, ee uma excepcio a nomea-
cao de algum professor nesta idade. *
Sendo, pois, o professor nomeado nessa idade, e
exercendo o magisterio por mais vinte cinco an-
nos, qnando, fiudo esle tempo, nao estoja impossi-
bilitado physicamente de continuar no magisterio
publico, parece que pracisa descancar, que o seu
espirito nccessita de repouso.
O Sr. Gaspar Drummond :Ha muitos que de-
pois de jubilados vao ensinar particularmente.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : So uma organisa-
cao excepcional podera resistir a trabalno tio atu-
rado, como e o do professor publico ainda depois
de vinte e cinco annos de exereicio effectivo
Sr. presidente, nao e a lei a que me refiro, e
que.se pretende reformar hoje, que temaggrava-
do os cofres publicos, e antes a execucao defeitue
sa que ella tem tido.
0 Sr. Olympio Marques. Isto e verdade.
0 Sr. Gaspar Drummond : Vai era carta fe-
chada a direcloria da instrucgao publica.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Nio me refiro a
pessoa determinada.
0 Sa. Gaspar Drummond : A' directoria em
geral ; nao ha referenda a pessoas.
O Sr. Uchoa Cavalcante : Jnstaraente.
Seas iubilagoes fossera concedidas nos terraos
do art. 29 da lei n. 369, posso afflancar aos nobres
deputados que o numero dos jubilados nio attin-
giria a metade daquelles que hoje oneram 03 co-
fres publicos A lei exige vinte e cinco annos de
effectivo servico ; entretanto que se tem quasi sem-
pre contado para a jubihcao dos professores pu-
blicos, nao so o tempo que estiveram lieenciados,
como todo ajuelle que, sem causa justificada, es-
tiveram fora do magisterio.
0 Sr Gaspar Drumm >nd : Era consequencia
da lei existente.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : -A lei n. 369 de 1851
emprega as seguintes expressdes : o professor
poblico que tiver contado vinte e cinco annos de
SMrvMe effectivo, tera direito a jubilacio.
0 Sr. Gaspar Drummond : -Nio e deste princi-
pio que se lira a conclusio que V. Exc. quer.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : -Logo nio e o tem-
po de vinte e cinco annos de magisterio que da di-
reito a jubilacao, mas o exereicio effectivo do ein-
prego por esta espaco de annos.
Ate mesmo, Sr. presidente, tem-se mandado dis-
pensar o tempo exigido para a jubilacao. Profes-
sores que nio contain vinte e cinco annos de ma-'
gistario, teem tentado a sua jubilacio, e esta lhe
tem sido concedida com dispeusa do prazo que a
lei ha flxado.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Essas e qne
sio as jubilacpes por favor.
0 Sa. Uchoa Cavalcante : Isto e que 6 nm
verdadeiro onus para os cofres publicos; mas se
as jubilacdes fossem dadas nos terraos e condicSes
em que a lei se expressa, havendo esTupalo na
concessio deltas, posso afflancar aos nobres depu-
tados qne o numero dos jubilados nao subiria ao
elevado algarismo a que tem attingido.
Portanto, Sr. presidente, ve" a nobre commissao
que, por todas estas consideracdes, nio posso dar o
meu voto ao artigo qne se acha em discussio,
quando somente permitle a jubilacao aos profes-
sores qne se moslrarem impossibilitadns physiea-
raeute de cniiinuar a exereer as foncedas de que
sa acham iucumbidic.
Koto ainda que este artigo nat permitle que se
compute nas jubilacdes a gratifieacao, que concede
o art. 28 da lei a. 369.
Sr. presidente, pela naturexa dessa gratificacao,
nio pode ser ella excluida das jubilacdes concedi-
das aos professores publicos.
Ha duas gratificagdes deflnidas pela lei, as quaes
tem o professor direito : uma que lhe e concedida
por servicos distinclos, prestados no exereicio do
ensino ; outra qua lhe e concelida pelo exereicio
postsrior aos S3 annos, isto e, se continuam no
magisterio, podendo jubilar-se.
' 0 Sit Gaspar Drummond : Am6as ellas sio
pro labore.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Nio sendo por-
Into aquella gratiflcacao pro labore, mas por d s-
tnc^ao de servico*, parece-me que o professor
nao pode ser delta privado na sua jubilacao.
Tem bavido faciiidade, e exacto n concessio
dassa gratificacao.
0 Sr. Olympio Marqius : Faeilidada nil;
abuso.
0 Sa. Uchoa Cav\Lc\ntk : Abuso mesmo*
A distinecao. de oue falta a lei n. 369, se acha de-
fiuida na lai n. 598, que creou a eacola normal, e
comisteella no creicilo numero de alumnos hi-
bilitados pelo professor publico, na tradutcio da
obras utais a instruccao, na publiccao da cora-
pendios ap.-opriados as eseilas, e em outros mui-
tos servicos, que nio esta> ao alcance da qual-
quer professor prasta-los.
Cmcadidas as gratificacdes nastas pondicoes. e
havendo escrupulo no exaraa da distineoii. de
que fall a a lai, toroar-se hio as mas nas gratifica-
caes raras, e uij enerario taoti aos cofres pu-
blicos, com) present unaata acoatece.
Na qualidade de m.-m'jro do conielho director
da instruccao public a, e em muitas oceasioas te-
nho sido ouvido sobre a concessio dassas gratifi-
cacoas, e a ellas me tenho sampre opposto, nun:a
julgando provados os servicos que requer a lei
paraa c incessao de semelhante distinecao.
I'll professor mnitas vezes julga-se com direito
a essa gralifisaca, por terhabilitad i dez ou d >ia
alumnos na sna escola, sendo essa habilitacao pro-
vadi peraote o director da instruccao publica, ou
seus dalegaios. Niaguera dira p ire n que isto no
exereicio continuado dj magisterio, dnrante 15
annos, constitda um servico distinct); eutreta.it j,
pela habilitacao de tO ou II alumnos, se temconce-
diJo aquella gratificacao, que a lei nuada dar so-
mente aos professores que se distinguem e se
tornam notaveis no magisterio.
Haja, portanto, escrupulo oa concessio da gra-
tificacao, que ella corresponded as vistas, que
teve o legislador estabelecen-lo-a, isto- e, sera sem-
pre um in '.entivo para o profssor pablico ..
0 Sa. Olympio Marhuss : Apoiadj.
0 Sr. Uchoa CWALOAirri:.. .sera um estima-
te para que elle procure distiiguirse nocumpri-
manto de seus deveres, e se esforce para ser mil
ao magisterio, de que se acha incumbid..
Entendo, portanto, que esta gratidcacio, que a
lei concede por murecimento do professor, nio
pode ser excluida da sua jubilacao.
Quanto a oulra, porera, entendo que nio pdia
nem deve ser computada na mesma jubilacio,
eomo ten ja succedido.
A lei, Sr. presidente, que sa pretende reformar,
no art 31 da uma gratiflcagio eouivalente a quar-
ta parte dos ordenados do professor, qua, tendo
concluido o prazo de 23 annos, quizer conti mar
no magisterio, gratificacao esta qua fora elevala
pelo art. 24 da lei provincial n. 598. E visto qne,
segunloos termos da lei, e a cantinuacio no ma-
gisterio uma condicao para a parcepc/io desta gra-
tificacao, e claro que dasde qne cessa o execercicio,
teve cessar tambem a mesma gratiflcacao. Nio
obstante, isto, porera, ja foi concedida a jubilacao a
um professor, manlandose nella computaressa
mesma gratificacao, qua a lei lhe concede pela sua
continua^ao no magisterio, depois de S5annoi de
servico.
Se nao rae engano foi concelida esta jubilacio a
um professor publico de instruccio elementar
desta capital.
0 Sr. Gaspar Drummond : E a muitos outros.
0 Sr Uchoa Cavalcante : -Sobre a peticio
deste professor foi ouvido o conselho director da
instruccao e pelo mesmo conselho foi approvado
um parecer, no qual se mostrava que a mesma pe-
tiyao assentava em falsos fundamento* o nio podia
ser conseguinteraente attendida. Nao ebstante,
porem, esse parecer, mandou-se coraputar essa
gratiflcacao na jubilagao requerida.
0 Sr. Tolentino de Carvalho :Foi a assem-
blea que mandou.
(Haeutros apartes.)
0 Sn. Uchoa Cavalcante : Portanto, vdem os
nobres deputados que nio e a jubilacao, nem as
gratificacoes concedidas nos termos e condicSes da
lei, o que grava os cofres publicos, mas sira os
abusos e a falta de escrnpulo, que ha na conces -
sio dessas juoilafoes e dessas gratifl:ac5es.
(?\0 Sr. Gaspar Drummond : Mas conv%m evi-
tar que haja occasiio de se corametter abusos.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : A jubilacio sendo
eoncedida nos termos do art. 9, quo se acha era
discussio, pode tambem dar lugar a abusos :
pode so considarar impossibilitado physicamente
para continnar no magisterio quem nio tem im-
possibilidade nenhuma, quem esta em perfeito
gozo de suas faculdadas, e dispoe de uma com-
pleta robustez.
0 Sr. Gaspar Drummond : Isto seria abuso, e
nio serve de razao.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Bem; se o abuso
nao serve de razao para revogar a lei, entao como
se pretende revogar a lei a que roe tenho referido,
por causa de abusos, que se tem dado na sua
execucao t
0 Sr. Gaspar Drummond : Nao creio que a
razio seja esta, mas sim por ser a lei inconve-
niente.
0 Sr Uch5a Cavalcante :Qual 6 a inconve-
niencia ?
0 Sr. Gaspar Drummond : Ser computada na
jubilacio gratiflcacoes pro labore.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Mas se ou ja de-
monstrei que nio s io concedidas pro labtre I
A lei diz que os professores publicos, que se
distinguirem no ensino por mais de 15 annos, terio
direito a uma gratiflcacao; e a lei posterior, que
creou a escola normal, mostra em qne consists
esta distinccie. Ora, se o raotivo legal da grati-
flcacao e a dislinccio dos servicos do professor,
e o seu merecimento, como diz o nobre deputado
que e ella dada pro labore, quando a lai nao exige
para sua concessio j exereicio, nem a continua-
cio-do profsssor no magisterio ?
0 Sr. Pintj Pessoa : E na concessio dassa
gratificacao nio pode haver abusos ?
0 Sa. Uchoa Cavalcante : Se e por causa de
abusos que os nobres deputados querem revogar
a lei a. 369, entio desde ja deviamos tratar de
revogar esta lei que estamos discutindo, porque
abusos tambem se podem dar na sua execucio.
A questio e saber se o principio coosagrado uo
art. 31 da lei n. 369 e, ou nio, jus to. E' isto o
quese de^e exaruinar, e nio tratar-se de revo-
gar uma lei por causa de abusos, que tem havido
na sua execucao.
Sr. presidente, eu vejo que, entre nos, de certo
modo se pretende abater a classe dos professores
publicos. deprimir o mestre escola.
0 Sr. Olympio Marques :Apoiado.
0 Sa. Gomes Parente: Nao apoiado.
0 Sb Uchoa Cavalcante : -0 magisterio en-
tre nos e ma I ennsiderado.
0 Sj. Ratis r Silva : \p >iado ; e em muito
ponca cmla se leiu o professor.
0 Sw. Uchoa Cavalcante: Ouve ?e a cada
canto dizer com certo menosprezo que, se nio
serve aos professores publieoso vencimeuto actual,
elles que deixem o magisterio, porque nio faltara
quem o exerca. Mas, Sr. presidente, creio que
quem assim se exprime, falta a uma certa con
venieneia, desattenda a consideracdes de ordem
muito superior.
Para exereer o magisterio priraario, alem da
instruccao, da vocacao, da moralilade, se dave
ver ao mastre a indepandeneia neces3iria para
bem cumprir o seu sagrado sacerdocio.
Conseguintemente nio se pode por a cadaira publi-
ca em leilao para quem por m;nos fixer o ensino :
6 preciso que o professor giraota o exereicio do
magisterio, e preciso qua corresponda a con-
fianoa dos pais de familia que inandam seus fillio-
frequentar a escola.
0 Sr. Pinto Pessoa : As jubilac5es concor-
ram para o abatimenlo do proiassor.
OSr. Ughi>a i^avalcante : -A proflssio do pro-
fessor & tni'desU, e verdade, ma< n .ito nobre pela
alta missao qua elle tera de coraprir (\p >iados).
0 professor publico e um dapjsitario da couflauija
dos pais da familia.
0 sr Ratis e Silva : E' quasi um segunij
pai-
0 Sa. Uchoa Cavalcante : 0 professor pu-
blic mll.ie direct tm.-Mite soore o des:inj ta.npo-
rario e eterno dos alumn is que o cercara. 0
professor publico ainda pode ser oara a s i-
eiadade, segundo o modo p>rque diffandir o en
sino, cimi diz D>liga-ilt, un iustruinrato p)le-
roso da civilisacio a prosperidada, ou enlio, um
flagellj d^struilor, qie samaii pjr toda -parta
germens da corru j;ao e da m irla.
Ora, se o professor tem u na alta missio a
cumprir, sa nao pode negar se a imp iftaaota dos
servicos p>relle prestados a micidade, aos aos-
I sos concidadaos, p.trees q te davaajs ser geae-
rosos, recompensando taes servicos, daalo ao
professor umi ratribuioao ctrrespoudente a raissio
da que se aeha encarregado.
0 Sr. Gjmss PARENr*: Mas os profasseres ja
a tem, e, apezar disso, nao sa tam obtido aa la.
0 Sn. Uchoa Cavalcante : 0 nobre deputado
nio pod* avancar esta.proposicio, porque os pro-
fessores publicos da instruecio primaria sijgaral-
m mie unl retribaidos. Sio poucas as gratifica-
coes que se lues con^edaro. E itratanto a nobre
cora.nissi i da instruccao publica, naultiplican lo-
Ihas as faltas e omissdjs, torumte-se intaira-
mante sevara na repr ssio deltas, n.io so doixa
de augmeuiar as vantageos do migislerio com i
ate lenta tirar todas a juellas que lhas sio con-
cedidas por lais anteriores.
0 Sr. Ratis b Si.va : As poucis que elles
teem.
0 Sr. Gomes Parents : En geral nio me-
recem favores da asse.nblea.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Agora chatnarei a
attencio do uobre daputad j a quem ma tenho re-
ferido, e tentarei mostrar que o art. 9*. que pro-
cure substiluir, e mais gravoso aos cofres publi-
cos do que a lei que se pretende reformar.
Polandi o professor publico jubilar se, depois
de 25 annos, com o ordenado somente, e depois de
35 annos, com lodos os vencimentos, e coaceden-
do-llie o art. 2i de lai n. 398 a faculdade da coa-
linuar no exereicio, una vez que convenha o ser-
vico publico, insdi.iuta mais metade dos vancimen-
tos, havera para o professor interessa em nio ju
bilar-se, prefarindo continuar no exereicio do ma-
gisterio.
Se o fuuecioaari i nessas coadieoas, conliuuaudo
a exereer o magi -terio depois dos 2a annos. tain
direito a mais metade dos vencimentos, esta claro
que nao sa dara a jubilacio, e conseguintemente
nao havera vaga na caleira p>r elle regida; ao
pass., qua, negandj-?e ao professor essa faculdade
de continuar no ensino, deiuis do tempo nacessa-
no para a sua jubilacao, dar sa-ha a vaga na sua
cadaira, e um novo proviraento, o que imports
umajdespeza correspondenta ao ordeuadj e grati-
lica.-a i que sa da ao prof-jssor publico.
0 Sn. G imes Pareitk : Mas 6 forcado pslo
projeeto ?
0 Sr. Uchoa Cavalcante : -Segundo o projec
to que se discute, o professor ha de ser nocessaria-
raeute jubilado, logo que se mostre impossibiUtaito
de eontiuuar no injgisterio.
0 Sr. Pinto Pessoa : -Nio ; tera o direito, co
rao corresponde da parte do governo o dever da
jubilar, sa elle sa acha impossibilitado.
0 Sa. Uchoa Cavalcante : N.io ; a jubilacao
no caso do art. 9 qua sa discute e necessaria, e
forcada; e no caso do art. 29, que sa pro:ura re
vogar, e voluntaria, e faeultativa; da-se quando
o professor a prefere.
0 S.t. Pinto Pessoa : -Pelo art. 9> nio e forca-
da, e voluntaria.
0 Sr Uchoa i'avalcantb : 0 artigo di/.:
(le.)
0 Sn. Pinto PeS'O.v : E' forcada pela impossi-
bilidade do professor.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Logo e neces-
saria.
0 Sr. Pinto Pessoa da um aparte.
0 Sr Uchoa Cavalcante :Ve-se, pois, que a
lei que se tenta revogar consagra uma disposicao
justa e mais conveniente do que aquella qua con
tem o art. 9' do projeeto. Com o art. 21 da lsia.
598, as jubilacdes tornam-se raras, porque o pro-
fessor tem um incentivo, um interesse para conti-
nuar no magisterio.
Ainda ha um outro ponto era qua nio toquei, e
sobre que procurei rasponder ao nobre deputado.
Nao vejo razao nenhuraa para que se negue ao
professor, depois de 10 annos da servico, e quando
impossibilitado a jubilacao com veaciraento pro-
porcional ao tempo que tiver servido, uma vez que
nao possa continuar no magisterio. A nobre com
missao da instruecio publi-.-a acaba com esta ju-
bilacio, oe modo que o professor, que tiver no
magisterio 10 annos, e nao poder continuar, volta-
ra para casa sem recursos para tratar de sua en-
fermidade e tenUr o seu restabelecimento ; sem
meiss de manter-se mesmo durante os poucos
dias que poder sobreviver. Vejo nisto uma seve-
ridade tal da commissao, que nao dossq de mi do
algum suppdr, que ella, na occasiio de confeccio-
nar o artigo, medisse bem as consequeacias do
principio que elle consagra.
0 prazo, que pela lei em vigor, esta fixado em
10 annos de servico effectivo, a commissao elavou
a 1$ annos. So depois dos 15 annos tera o pro-
fessor direito a ser jubilado com o ordenado pro-
portional, nio podealo continnar no magisterio.
Ja veara, portanto, os nobres deputados, que
ainda neste ponto a lei que se quer adoptar e mais
savera do qua aquella que se procura reformar.
Has, Sr. presidente, se o argument) em que se
flrmou a nobre commissio de instruccao publica
foi da eeonomia dos dinheiros publicos, se pro-
curou difficuitar as jubllacSes por seram onerosas
aos cofres da provincia, eu ponder rei que o
dinheiro despendido com a instruecio publica
ntrnca e gasto improficuarnente....
0 Sa. Ratis e Silva: E' uma despeza pro-
ductiva.
0 Sa. Uchia Cavalcante : ... qua a despe
sa qne se vota para a instruecio publica 6 sera
pre necessaria e productiva.
So pela instruccao poderemos obter formar bons
cidadaos, e so nestes poderemos encontrar o ver-
dadeiro patriotismo, que e a garaotia mais estavel
da prosperidada e desenvolvimento dos estados.
Tenho coneluido. (- Muito bem )
ar. Naacioaeato Porlellas (Nio
devrtlven s^u discurso.)
Ninguem mais pedinlo a palavra, encerra-se a
discuss.io, c proce leatlo-se a vita;io, e approvado
o artigo, seudo rejeitada a emenda
E" sem debate approvado o art. 10.
Eotra finalmente em discussio o art. 11.
O Sr. JPerettl > Sr. presidente, o artigo
II dispde que poderao ser nomeados para regerera
escolas do saxo raasculino professoras qne se ha-
jam habilitado na forma do art. 14,4.6' da lei
n. 1,124.
Sr. presidente, eu nio rejaito a dontrioa do ar-
tigo 11 aqua alludo,| porque reconheco haver
alguma vanlagem em serein regidas por senhoras
as escolas para o sexo niascullno, comtanto que
os alumnos tenhim de ? para 10 annos.
As mulbares qua sio mais cirinhosas para as
tcrianeas, podem veneer as natorezas mais refrac-
a rias ao ensino, as indoles mais liiaidas e acanha-
das qua naturalmente tera > de expaodir-se li ante
de senUsrias, em qie julgario encoatrar o bom
tratamanto. e os disvelos da unn mii; e assim
podem as profasso as daspartar em garal nos seus
alumnos amir aos livros e mater applicacao ao
estudo.
Porem, Sr. presidente, seguado se ve do pro-
jeeto as escolas di iexi masculino podem ser
fraquentadas pir alumn>s da 7 a 15 ann is.
Q.iero pensar qua esta disposicio teoha o seu
apoio no qua veritica-se em outros paizas, onde
para a frequencia das escolas esta mareada ate a
idade it io annos. Mis cumpra atiender para
as nossas eircumstancias.
Entre nos ha raeninos de um desenvilvimanto
muito precoce : um rapaz da li on (5 annas e
muitas vezes um li im-.m faito ; e devendo-se re-
conaecar est faeto, que ni> se da rarammte e
ueces-ario proce lar-w cjm tento e rauita pro -
dancia.
Em asiurapto tio dalieado eu nio posso abun-
dar em largas consider coes, tanto mais qua nio
escapara a perspieacia, nio se esc-mdera ao bom
senso de pessoa alguma que em escolas, nas quaes
existam alumnos de 14 ou 15 annos naquellas
eonlivdas e qua sejam regidas pjr professoras
moeas, possa formar-se certa sympathia, prejudi-
cial a boi discipline dis aulas e ate .ffensiva da
moralidade.
Assim, pois, eu teria de apresentar uma eniii-
da ao art. 11 a que rae estou refarind>, aflm da
que se declare que essas escola* so poderao ser
fre.juentadas por meninos da 7 ate 10, e quando
muito ate 12 annos.
Eu iasejava, entretanto, ouvir alguns dos mem-
bros da com nissii, qua eiaborou o projeeto, qua
se discute sobre est; ponto, porque pode ter que
rae convenga de qu) is ininhas obsarvag5es nao
team fundament) e apenas denotam chinerico
receio de minha parta.
Adlitivo ao art. 11 :
c Nestas escolas ni> poderao ser admit!idos
alnmnos maiores de 12 annos.
E lido, apjiado e entra conjunctamente era
discussio o seguinle
a AJditivo. Nastas escolas ni> pjleri) ser
admittidos alumnos maiores de 12 annos. T.
Peretti.
Reeonheca-se nio haver casa e Q:a a discussio
adiada.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia seguin
te c tevanta a sessi.
BeumSi em 28 de abril.
PlIESIOENCIA DO S:l. FKIIRKIR l DK AGUIAR.
Vinte minutes depois da maio dia, feita a cha-
mala, achando se presentes os Srs. Lacerda, Ma
noel do Rojo, Tolentin) de Carvalhi, Uchoi Ca-
valcante, Cunha Civalcanta, Tiburcio da Maga-
Ihies, Souza Leite, Ratis e Silva, Soares, Cam-
boim, Peretti, J. Hallo Rego. Caspar Drummond,
Aguiar, Gomes Parente, Oliveira Andrade, Firmi
no de Novaes, Dario Cavalcante, e Vieira de Hell ,
faltando os Srs. Arconcio, Portella, Olympio Har-
<|uas, Alipio Costa. G. Gondim. Araaral, Pinto
Pessoa, Domiogos Pinto, Joao Barbalho, Tito, Tra-
vass) de Arruda. Falippe de Figminu, Antonio
Paulino, Goas Cavalcante e Goncalves Farreira, o
Sr. presidente daclara nio haver sessio por falta
de numero.
SESSAO ORDINARIA EH 29 DR ABRIL
PRESIDENCIA DO S3. PBRREIRA DE AGUIAR.
Ao mai i dia. feita a chamada e achando-se pre
suites os Srs. Tolentino de Carvalho, Lacerda, Sou
za Leite, Ratis e Silva, Soares, Vieira de Hello,
Camboim, Peretti, Oliveira Andrada, Joij Barba-
lho, I. Mello Rego. i'iburcio de Hagalhies, Go s
Cavalcante, Travasso de Arruda, Cunha Caval-
cante, Firraino de Nova?s, Domingos Pinto, Uchoi
Cavalcante, Aguiar, Goncalves Farreira, Tito, Go-
mes Parente, Pinto Pessoa, Gaspar Drummond,
Naseimento Portella e Olympio Marques, faltando
os Srs. Arcjneio, G. Gondim, Alipio Costa, Afna-
ral, Joaquim 'de Arruda, Felippa de Figueiroa,
Antonio Paulino c Dario Cavalcante, abre-se a
sessio.
Sio lidas e approvadas as actas da sessio de
27 e da reuniio de 28 do eorrente'.
0 Sr. 1 secretario da conta do seguiote
EXPEDIBNTB \
OIBcios:
Do secretario do governo da provincia, reraet-
tendo por copia o offlcio que a e ioura munici-
pal de Jaboatao enderecpu ao Exm. Sr. presidente
da provincia e o orcamento da receita e despeza
da mesma camara. A' commissao de orcamento
municipal.
Do mesmo, remettendo um projeeto de posturas
da camara municipal da cidade da Victoria. A'
commissio de posturas.
Do mesmo, transmittiddo a informacio pad ida a
junta adinistrativa da Santa Casa de Misencordia,
acerca da pelipio do coronel Agostinho Bezerra
da Silva Cavalcante. A quem fez a requisi-
cao.
Peliedes :
De E. Dumas, vice consul de Franca, re;laraan-
do a restituicio de impostos qae pagaram diversos
subditos francezes. A' commissao de orcamento
provincial.
De Franeisco Jose Silveira e Henrique Guilher-
me Stepple, corretores geraes da praca, recla-
mando contra a imposicio de 1:000*000, sobre
caixeiros de corretor. A' commissao de orca
mento provincial.
De Pedro Allaim e David Hayen. pedinio a
isencio do pagaraento de 1:00010 0 por ter
pago qnantia igual ao consulado provincial da
irapostos sobre s joalheiros. A' commissao de
orcament) provincial.
Sio sem debate approvadas as redaecoes dos
projectos n*. 9 e S3 deste anno.
E' lido, approvado, posto em discussio e sem
debata approvado o seguinle parecer :
< A commissio de peticSes. tendo examinado a
da Imperial Sociedade dos Artistas Mechanicos e
Liberaei, em que pedem pagaraento pelo excesso
de trabalho havido na factura dos forros das salas
da Escola Hodelo, de cuja constrnccao foi eacar-
regada aquella associacio, e eonsiderando qae
e mister a verificaijio de excesso de obra, fora da
contratada, e das plantas que foram dadas por
occasiio do eontrato, e dep )is do comeco da obra,
e de parecer qua seja a peticio e docuuentos
annex os remettidos a nobre commissao de obras
publicas para sobre elles dar sen parecer.
Sala das commissoes, 28 de abril de 1874.
Domingos Pinto. Padre Tito de Barros
O Sr. Tolentino de Carvalh* i -(pela
ordem) Sr. presidente, vou fazer uma reclamacio
a V. Exc.
A casa decidio no dia 17 do eorrente raex, por
occasiio de se discntir o projeeto, que approvava
as posturas da camara municipal de Cimbres, one
fossem ellas impressas para ter lugar depois a dis-
cussao.
0 Sr. Hanoel do Rego -. Impressas no jornal
da casa para maior brevidade.
0 Sr, Tolentino de Carvalho : Este requari-
mento foi depois modiflcado por am dos nobres de-
putados no sentido do ter a impressao feita no jor-
nal da casa.
No dia 31 do eorrente, foram entregues a typo-
graphia os respectivos aotographos. Do protocol-
lo, que tenho em mao (mostra am livro), se ve
que os contratantes recebiram e riscaram aid o as-
sento da reiaessa, coma se tivessem cumprido a
oDrigacio.
Nio sei se os contratantes tens ofcripeia 4a pa-
bliear ne jornal da casa qualqoer asataria por 4a-
liberscio especial desta assemblea.
0 Sa. Manoel do hbgo : Parece me ft smb.
0 Sa. ToL'NTmo dr Carvalho : -Se team, ate
parece qae deve ser eatnprida a obrigaeio ; at aa
teem, a assemblea provincial nio deve eattr a raer -
ed de favores, qae serio feitos aval le os eoatra
taBtes bem quizerem.
Sao decorridos quasi 13 dias; as asataras tie
imineosai ; e necessario toeaar nnsa prstideaeia a
este respeito.
Foi para este fim qne pedi a palavra.
0 Sn. Prrsidenti: A mes
deu qua lodos os trabalbos 4a easa
hlicados no jornal official, e pmvMaaeiara a r
peilo da reclamacio feita pelo nobre depaudo
ORDEM DO MA
Entra em 1* dis :ussao o projeeto a. Wi
autorisando o presidente da pruvioria a
jubilacio do padre Ignacio Francisco dos Saaaaa,*
tempo que regen gratuitamente a eadeira de gram
matica nn-ional no aotigo lyesa.
O Mr. fcie Pareale fat algaaue o**r-
vacoes.
O Mr. OlraniB)!* MarraMs i -Sr. preiiaea
te, como membro da oramissao, qae coalircwaoa
o projeeto, devo resposta ao nobre depatado, qae
o impngnon.
0 padre Ignacio Francisco dos Saates
a esta assemblea qae lhe mandasse eonur
aposentadoria dous annos qae, sagaaaVi aHeg >a
exerceu pratuitamente o lugar de professor 4e f tuguez no ant i go lyeea de-la a Jade. Se ka al-
gum cas), em que nm individuo leaha > 4n*eia> a
benevolenci* da assemblea, e este. (A|Mu4ee)
T.ata-se de um professor, qae prestm ervicos
gratuitamenle ; peile elle qae se leva am i
sua aposentadoria o tempo, ea qae prattoa
servicos.
It lativamente ao padre Ignacio. a qae se retire
o projeeto, razio muito espeaial lhe da direito a es-
ta banevolencia. Sabe-se qua e am honwa ve-
Iho, qae esta h'^je iropossibiliiaao 4a eaaaataar a
prestar os bons servicos, qae tern prsmis a* aaa -
gist erio....
0 Sr. Joao Barbalho : E qae e am distiaeie
professor
0 Sr. Oltmmo Marqcks : .... paraae esta
laasi eego.
Alem disto, o padre Ignacio e am hoawaa, qae
tem prestado os melhores serriees a murmerio
publica de Pernambuco (apoiados). e semare nW-
desUmente. Se nm homem nestas eoa4kj4as nao
tem direito a am acto de equidade desta atseaa-
blri, outro nenhum tera.
Accresce que o projeeto, nos termos, em qae es-
ta confeceionado, nio da ao padre Ignacio, pleaa
direito ao favor, qae pede, e qae Sea depsaderae
ainda da prova, que elle liter peraale a aotonda-
de competente de como regea por dons aaaos gra-
tuilamente a eadeira.
0 Sr. Tolentino oa Carvalho Amia vai
provar isto I
0 Sr. Oltnpni Mar^i-es : -Ainda provara.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Pareceme ape
a commis-io nao podia dar o parecer aaa o aeti-
4e
lipek,ara-
M retea.es-
cionario ter provado o que aUega.
0 Sr. Olympio MaruI'es :Fica
executor da lei verilicar se o padre
tuitajnente rcgeu, on nio a eadeira.
ta satisfeita a disposicao da lei.
Um Sa. Deputado : E' uma eoadicto do pare-
cer.
0 Sr Olympio Mabqces : Sim; e ami coadi-
cao do parecer. A lei esta redigida de mo4o aaa
o pelicionario tera de provar seraate o exeeator da
mesma lei o que allegoo na sua peticio.
0 Sr Goes Cavalcante :Elle provoa aaaa aa
document is, que apreseutou, qne foi aooaeaao,
nao foi substituido por outro.
O Mr. tanpar Draaaaaaaa : |Ni i 4a-
volveu o seu discurso).
o Sr. Olyoaatto Maiajawa : Sr. arari-
denle levanto me apenas para fazer s^atir ao a >-
bre deputado que acaboa de (altar, que esta em
perfeito engano, qnando desconhece a romaclm
cia que tem a assemblea para lagi-dar am
taes. (Apoiados.) Se a asaaaabwa teas, a
testavelmente nio pode deixar de ter, a >
teneia para legislar sobre a apoiaaUdwia i
pregados provinciaes, necessariameate tem para
legislar sobre a aposentadoria de tal oa anal faac-
cionario; isto e coasa que se nio pode but aaa 4a-
vida.
Se e assim, eomo aegar qae a assemblea aasaa,
raUlivameate ao padre Ignacio Franeisco dos Saa
las, attender a servicos por elle graluilan
tados ao ensino a qae se dediea eoaw
Se um professor, oa qualqoer oatr*
rio, lem direito a aaaa aposentadoria 4apais d
certo tempo de servico, no qual raeaaea rtaraiai
cio pecuniaria, mais ratio tern aaaaffa aaa gra-
tuitamenle prestoa esses servicos. (Aaamaea.) Sa
ha caso em que a equtdad*. a bfaevolaacia. sae-
corra, am pa re a preteacao 4e ant easpregaaa pa-
blico este.
0 Sr. VieiBA de Mello :Nao favor, e aaa
acto de jnsiica.
0 Sa. Olympio Masques B* aaaa laarBMaae
por servicos prestados grataaanteate, earn aaa:
festa vaniaaem pare o oohbo paMiea.
0 Sr. Joao Babbalho : Beta eoadi eies
mais favoraveis do qae os professores aas oseela
nocturnas, cujo tempo de servico aa coots pela
quarts parte.
0 Sa. Olympio Marqcks : Diato o aoare depu-
tado qae se nio pode eontar aos eaajaaaaaea pro-
vinciaes o tempo em qae regoram aaaa calaira 4e
ensino publico Esta engaaaao qualqoer aaapre-
gado publico, tendo exoreido o log ar 4o prafaiiir,
lem direito a ser o respecuvo
sua aposenudoria. Se, pois, aaa se 4a a
dos denials' empregaaoe proviaciaes qae
prestado servicos em smpragas 4a aivereas aala-
rezas, nio se pods estraaaar aaa mesmo so a>
am relacio a emprei
da mesma natareca.
Creio qae tenho jastiaeado a parecer 4a i
missao. (Muito bem)
0 Sa. Viuba db Mello : PerieOaraeoie.
Ningaem mais pediodo a palavra eaeerra-se a
discussio, e, proeedea4o-ae a votaek*. e |
approvado.
Eotra em S" discussio o .
anno, approvando o eontrato"eet
Bento Jose da Costt para a
via ferrea do Recife a Caruarn.
Vem a mesa, e lido e apoiaao a
tivo :
E' igualments approvado a i
em 30 de julho do anno pa
te da provin :ia e o aario 4a Siladtda, para faa
de ser conslruida oma aatrafa 4a fa
a villa do Brejo da Madre 4a Deos, c
para a villa do Bom Jardios, caaai
cados os coatratoa de 16 de jalao do 1970 e U 4e
julho de 187% paraa faMara 4a vta aaraa 4o He
cife a Liraoeiro. -S. R. -Dr. Jfeaoaf 4 a>go. >
Ninguem pediodo a palavra eaearra-so a >
sis, e, procedenlo-se 4 votacio,
artigo do projeeto.
Entrando 4apois om discaasi
igualments approvado.
0 projeeto assim omoadado, t
passar a 3* discussio.
E* sem debate approvado em S* life
jeeto n. 79 de 1871, satnrimadii a
provincia a mandar coastruir oma estrada 4a
dagem do Rio Forrooso a Gameaaira.
friaafaaaj
*
ra-



frT8f 3(1 010. % ii
f.
A Cfmmiifsao especial encvTegada il
i
f ecrr sobre o projecto n. S3 de
desemp%nbar nftiiiiubeBcw.
PropSe o projatfaaaje oe.U capital, seja, .Te#rto
urn Banco com*3|amide protege? a lavonra da
pronncia, /actMuanStf metos (ante pan* nse/Ao
mr os instrumAXU**prodattos' agricotat, como
para adquerir cotmos, devendo ter o capital de
ires mil contos de reis e^aofipldade -daemittir
vale* on bitketes nM aijMloHa capital yi>e
em caixa.
Prescindiado de entrar na apreciacio de cada
urn dos artigos do projecto, edeteado a sua aaten-
coto sobre a natareca la...project*da insti taiga*,
Banco de Emi9sie -, a eammisaab encon n aa le-
gislajio gerail formal oppaticao aereacao proposta,
objecto da competency do poder legislative' geral.
E tao conlitcida e a legfclaeao a reapeita da ma-
teria que a commbaao jajga-se dispoataJa de ci
tal-a. ^mJ*
Eiilretauto, se nab so por esu como por outras
consideraeees nao pode opinar no sefflldo de ser
adoptado o projecto, entende a commissao quo de-
ve indica-r alguma provideocia qae com prompti
dab HteiCTa~pt>S8srfaTorecer a agricttltura, tan-
to mais quanta outro nao foi o fim desta assera
bl6a ao *ubmetler o projecio a sua apreciacao, co-
mo bem se rnanifesla da discussant eutao bavida.
O (mt do projecto foi proporeieaar a sgricuLu-
Ti celonos e capitaes.
Se a respeito de -clonas nada ha quemes-
tre usafruir a pro/incia uma parte, por minima
qne seja, dos benefl:ios resultanies das avultadas
quattiaadespaaaidas pefog eotre* geraes para ob-
teivjKoda clonisacao es'lrangeira, nao tendo havi-
do.-*eua fiacas.ienlativaa. qua,uao vale a pena
meneionar, a eommissao, liasrta-ee ,a faier votoa
para que o Dr. Bento Jcae. da Costa possa execa-
i^ir^mM^m^^m?^^iMiu i
de Pemambuco ~- Sexta feira 22 Ul OJIlillJ/. J 0/7A
das segu iates tiurneros il) Diario de
that ec-dollars, a quo t^m tgies.os ^elhotMaluili>a^aw.ftr^i loame* sciencp mpdenu tern o^tMwJn^ STSSS^^
oe-*.pdle *H*dua7r iWloaela^aajSn agr
Snif nnT*?r.2Ta i** "U "MeS d^ ^***9^'-tracer da commis ko de
;engno0nrp^de ^\g^uSVci ^ ^^ ^ b*h^ 8egU"lte =
PcraHw'ja^ p(fl

ur,4 caoir^ta que fex com o goverao imperial, in-
trqdtiziqdaj&ila prdvjjwj* colono* em numero
cottKuwa.inado, jaqua-a assocvi^att paw- o mesmo
nm organwada uesla capiulba-iKwiuo ouU d dous
.ninjiS-eJ*..quall muito havia qua esporar, nao
pole, timcaionar, sendolbe recusaijos.os favures e
gajaijitiaftcojAjqfle coatava.,
liiV^-ar no, esenpto e feito no liradl com rererenciaa colojii-
ac*o para iadwc provideacias .que uao esUo ao
ali- tnc.doj cotton prQviociaes, sexia ter a conwjis.-
*ao^i,iB4|qrw irabalho d niuUo couliecido.e sabido e dc. proper o irreali-
savel.
Folga, porem, e"m coftsigoa/ que apezar da fal-
ta dj braijo estrangeiro, que too favoravel poderia
ser a agrkmllura, e.apezajf da notavel diminuijio
d i bracp aervil, o aujipeaio de producrio do.as-
su.'ar e Jo ;.l^ouao na proviacia atteUa* quanto o
trabaiho livre do naciouai g^ranje 'o lutmo da 1p-
v u: a
A respeito, porcm, de capitaes e tao tensive] a
fatta (|ue..dell te^ aila*'4ur[.q1ur par n>uito que
dia^e^ca commissao, nao expuria com exactidio
as dilli-ulJa4iJ,da situayao.
FT avultad a debito dos agricultores da canoa
e excessi-vo o juro que venceT
A liajxa do preco d> assucar na^ ullimas safras
p a pr. bai.iliJalti de sua pennanuci, attenta a
cjinpeteacia doproducto similar de outras p'roca
di-o-iins turna a posi^ap do agricultor merecedora
da, irwis seria atteni0 da parte. do poder pu-
biico.
Jiiiii.ital-o a suivtfr,de pcompto os sous eo::ipro-
tiiijs.'-, contrabiuJo novos a jurj modico.e a n'ra-
/ s I,.ugo., e necqf^ijade palpUanto na actuali-
I'oi maia que, deseje e en seu iatoresse esteja
meJUowr as.cu Jiijoes de sua, iodustrii, proveado-
f de rnsiru::i :U I aperfeiV-oados para a cultura
i ra-jiia.ede mac.aiuw apropriadas para obtei
iiry.lav-'. i melhor e eai piaior quantidade, uada po
d- r* fazer seat capitaes.
E a o-k-s aiflja m^is ?e Ihe diucullam com a
-.i-L' |, irqoe ' - ii vir cm seu auxiiio o poder .publico dando.
Ihe T'l.is operipdes do credito agic-jla, meios para
..- i ir.
L'-tiilira, pois, a commissao e propoe que. a as-
s :'iI..'im i.i'jviueial.roproseme aos poderes geraes,
p-.-jj i lo i|ua so estepd.aio a esla provincia as.opa-
ra.OiM do credito agricola,, qaer pelo Banco do
trail qaer por outros, a qua para ,ul fi.n sejam
conce liuys us mesmos favorea que aqudjes. foram
ouUrgaios para auxiliar os agricultores da pro-
viaeia do Rio de Janeiro.
pnde
aug-
fxitn.-ivo as provincias,.e certa de que aliamente
interesfa ao Brasil que a lavoura de-tas encontre
no credito, agricola, elemeojo ppderpso para, ven-
Mtido as diQculdades presentes, habilitar sea me-
Ihor futnro, a coro.raissao nntfe a esperanga de que
nao sera infrnctifero o ju^to. reclapio da assem-
b!ea provincial, tanto mais quamo na faJU impe-
rial com qqe acaba de ser aberto o parlamento foi
lembrada a conveniencia de cstender as deroais
provinchs aquelle bene8ii',,
E nao obstanteo rauito que por este meio pode-
ra ser favorecida a agricultura, a commissao en-
tenda, q e por outro, eabora nao ao amj.lo e ex-
t--nsivo a toda a cla?>e, mas limitado a certo nn-
niero, con vein providenciar.
A prande lei da divi.-ao do trabaiho nao
deixar de ser coijdaetada como efflcaz no
mcn-o e perfeifio da producgio do assucar.
Ate hoje ne?ta provincia a cultara da canna e o
fabncc do assucar sSo opracoes que apezar de
m .iio di.-tinctas'est5ff'a CargVdos senhores de en-
genho.
U'h'.u resulta quo amboj deixara de Ko mes-
mo desea olvimento e perfeicao que teriam se
a earw cstive-sem de. ageaies differentes.
EroqUaoto a aiiehc^o do ag/jcultura e?ta presa
a cultura da canna nao o esta menos ao-fabrico
do assucar ; o trabaiho que einprega neste nem
?empre se.haiuionisa com o disppndido naqnella.
Separar a cultura do fabrico. poh1o-se a cargo
de agent-is dilTerentes, t de, manifesta convenien-
cia.
A cultura da canna sera feita em malar escala,
e a fabricacao do assucar sera melhor; e como con
sequeu.cia havera augmento na prodaccao e per-'
feicao do prodncto.
E nao ha qne receiar o augmento no cnsto da
produce*) e diminuijao nos lucros que actualmen
Over i-'.ranno: de 6xMS toneiadas c j) aagEMB fin-
dou aorarara-fo 5,3 toneladat de assucar, o
que equi*a*e cerca de? 3|i .p, Em aard ultimo a
compathi' apu:ion o pri(^iro divktendo de
24 ,r\
Por tHres termes, tai realisado ura laero liqui-
do 181.6SS libra* do fabrico da 8,383 toaeladas de
assucar, e IK1.-788 ,'raldes de caaca.
Estea resultados colaidos no -grande cngenha
central attestama pnjficuidadaiosystema, quan-
d > compTovada ji nao estirese* pelos restados
obtidos aos demais engenhos centraes. E' assim
que accrescent a o citadrjornal
Fazendas qne anlae sa ackavam individadas,
estao hoje, para assim dizer em urn p6 tlofescente,
e oatras qae tkiliam quasi aban-tnaado o ciUUvo,
estao actualmente fazendo excellentes colhei
tas.
Os engenhoscentraes-contara o mais alto
favor poptflar. O capital assim lecal camo da
Franca, para o dm de est.belecer novas usMes
em larga e extenaa escaJa/ 6 subseripw livre-.
mcnle.
Promover a tatroduer*ao dessc grande -methora-
meato na provincia, paracc a.couiJiL'aao. ser de
alta conveniencia n5o ;o particular como social e
linanceira.
Se da a.-sociacao do capital eom a indusUia mer-
carHil recebe esta ele nento poderoso para o seu
desenvolviinento, a associacao do capital com a /a-
dustria agricola nio deixara le pro iuzir igual re-
sultado, dasenvolvendo a agricultura, tornand^a:
floresceote.
' Respeitando a liberdade, condiQaoe>sencial pagal
a I irmaijio das associate-, quizera a coni!iiis=au
aoliar-se nabililada para in licar as bases ra i|iie
c i.'iv.'in que assente a asseciagao,do capital com a
terra, do I'abricanie com o agricultor: faliecem-sc,
porep, estudos especiaes e inCorinacOes indispen-
saveis para lazel-o
Ooidliida em que a idea que,propoa sera aco|lu'T
da por aquelles a quem mai#. direetainepte.inte-
ressa, d de que para-a sua realisa^ao nao se.das-,.
euiJarao elles das garantias inii^pensaveU,. julga
entretahto impreseiudivel alguma inlerferancia po
govenio provincial, uma vez que propfie.gari.ntir
a provincia os juros do capital a erapregar, como
meio de facilitar a incorporaeao das associagues.
distinada) a montar os engenhos cenlragf.;
Sente a commissao. nao poder tornar extensivo
aos senhores de angenho em todos os munieipias o
benefieio proposto : e preciso comecac, e nem por
que se nao possa promover o benelicio ,da toda a
classe agricola, sa deve recuar ante a idea de fa-
vorecer uma parte delii, tanto mais quanto,e as-
sno ;.[[]' lido o bem geral di provincia.
Nao reie'a a commissao o onus que prqpSe.seja
tornado pela provincia, certa de que os lucro-, qua,
hao de ter os engenries.centraes, o torpar^) pura-
mente nominal, tal e a fertilidade do. sol) perhani-
bucaao, tal a actividade e esforgos dos agriculto-
res.
Limitando se ao que fica exposto sobre um-ob-
jecto, quo por sua nalureza presta-se a maior
desenvolviinento, a comniissio pede e espera des
culpa para a iinperfeicio de seu trabaiho, senijo a
primeira a reeonhecer que nao e completo, raa6 o
resultado ao muilo que deseja offerecer a assent-
blea abre Ihe occasiao para dar uma prova do pa-
iriotiimo, que a domina, fazendo em bem da lavou-
ra aquillo que esta emsuas [or?as.
E arsim e d-? parecer que a bem.da represent*-
';-a). de que aciina lallou, seja adoptado o seguin'.e
project*:
A asseraUdi kgislajiva provincial resolve:
Art. I." 0 presidenle da provincia, colhepdo as
precisas iQfjnua5oe.s..sobre os engenhos centraes
oxistenles nas ilhas francezas da M.irlinica e Gua-
dalupe, e tornanJo-as conhecidas especialmeuto
dos agricultores da provincia, fica autorisado a :
!j I.* Promover a fundagao de iguaes estabe-
lecimi-ntis n-s raunicipios.de.Jaboat.io, Cibo, Ipo-
juca, Serinhaem, Bseada, Uarreiros, Agua-Preta,
Iguarassii, Goyanna, Rio Formoso e Santo Antao,
garantindo juros ate 7 "[. aos capitaes emprega
gados e por prazo nao excedente de 20 an-
nos.
2.* A preferir aquelle dos muuicipios en) que
primeiro se ino.-trem os senhores deengen o as-
sociados em numero qae, segundo a produc.ao or-
dinaria das respectivas propriedades, autorisar
possa a existeacia do engenho central pelo forne
ciraento de canna em quantidade correspondente a
forea que deve elle ter.
ArL 2. Cada enganho central para ter a garan
tia de juros ao capital devera ter a forca precisa
para preparar annualmente pelo menos 300 tonela-
das inglezas deassnear.
Art. 30." Somente em vista do juizo de uma
commissao de cinco meaibros, de qua devera la
zer paite uo* agricultor, um negociante e urn em
pregado da faienda provincial, sobre as.condicoes
da contrato enlre os capitalistas c os agricultores'
poder* ser coneedida a garanlia de juro;.
Art. 4.* Nos cinco primeiros an nos, a contar da
data da presenle lei, aao podera ser coneedida essa
garanlia a mais de seis engenhos centraes e nem
a cada um por quanlia superior a 300 coutos de
reis.
Ficam revegadas as disppsi.5;s em contrario.
Sala das commissoes, en\. 19 de maio de 1874.
Dr. Na'scimeiUo Portella. -Felippe de Figueroa.
Dr. Munoel do Rago.Tiburcio de Magalhaes. Joao
Barbnlho.
4 Trimestre.
Janeiro a uiarco.
Receita :
Joias de soojos
SalrvencJo
Sallo em 31 de dezembro
Saldo contjaa caixa
' 'K/l
103|0
130/lM.
1401355
l3flM
Despeia.
Expediente -
Ordenado do amanuense
Dito do contiauo
Festa auaivorsaria
83U9#
186/910
60*000
2lOdM'JU
_ liiiiio
vem-+gaaimeoe-a ea,-e vat a iinprioiir-o sa
guinie projecto de orca,raUo para o anno acade-
mico de 1874 a 18|fr
Receita.
HeuJimento da revisl?
Joias de socios
Subvencao
5i000
2I8J0O0
1:200*000
Despeza.
Expediente Ordenado-d > arnanuensa. 246*415-300*0,H)
Dito do porteiro 24^*000
Impressao da- revista 800*000
Divide passiva (deficit do anno
Undo.) 1:36*335<
1:423*000
taaaaC
lmo# pessoAl -E no o*rA#>-M,a
pago. livre de innlta,Ctoa>asij pei-
ndente ao 2" semestmi4aier:icio
873-1874. '
Hliia I*rTiiitin!>ii<;Hiia. Ter
,'e o prazo para a realisac4oy*yfagameno
da seganda prestacao de 20 0/o das apolices desU
companhia, da nova emissao
rooie.-Na thesouraria
incia con ioi'n o tr*eo d
ente erf oirc
dia.
y^^Jim-Mtm^mmrmx^

vll. Sob a rubrjea, Jitrupru-\
hoje em DO*Va.8 pagma o de-:
25 de abril nltimo, maadanJo
menlo para exeeu;4o do art. 2*
de seterafro dOfi870, naparte
que estabeloca o jegistro civil dos naoimeatas ca-
samenlos e obKoo.
Vapores eaperados.A 23 do corrente,
o braaleiro^aai^ d BalM^peiaa-aecalas; a i4
der,
ereto n. a,i
observar o
da lei n. 1,82
CiMAJM HUMCJPAJL
SliSSAO EXriUPRDINARIA EM i^DE ABRIL
DE 1874. '
PBESIDBNCU DO B. RECJ E ALBUQliERQUK.
meio dii, namates os Sn. Lovo Juaior,
odoroSilvajjBgo Barros tDr. Mosooaa, abt*>.
sessao, e i;.lida^apprada a acta da an-
pdente.
teu-se o segpiate
KXPKDIKNTK :
"Cm offlcio dp Exm. presidenle da praiacia, au-
tofftsando a esla eamart a maodar fazer os eon
cert os de que necessita a cobefta da caaa em qae
fanccimia esta camara.Mandou-se qae se tizes-
sa os concertos nas forcas do oreamento approvado
pela presidencia.
Outj;D,do,
mespiq, remettenilo por copia o termo
o in^fz Lutitania.'a a 23 oIngles Nti'a~, aiaiiiie C0>tPH celebwdo com Ballarmino do Rego
da Earopa ; a 26,' o" brasileiro Cruzeiro do SiiTio' Ba"*.- da *'va Loja Joe Joaquim Antu-
Para-pelaa- eeealas; a 27. a braeilairo CeiriL do*. "e3, .Dara assentamento de carris de ferro dentro
te aufere o agricultor fexercendo cumulatiraraente
as operai;5es do cultivo e da f3h.nca<-ao.
Sabe-sii quanto avulta a de&peza qae annual
pienle faz.o senhor de eogenoo. com material precisos para o fanrieo.do assucar e qua
nao e paqaeno o capital empregadp en e]iQcios,raa-
criinas, appare!ho9 e instrumenlo3 in3ispeasv.ei8
.o fabrico, purgacaoedeeeeocaeao do assnrar.
Sao forcas e capitaes que, concentralos na cul-
lura da canna, nao poiem deixar de duplica' a,
toraando melhor aproveitanas os terrenos dos en
genhos, ja nao faHand* dai iimnens* vaojagem da;
ji-l.) melhor tratamantoda canaa augmentar-se Ihe
a parte eaceariaa.
Accresce que para a cohort* da-' canna tern os
agricultores nos moradores de seqs engermos po
deroso sopprlmento de bracos-;-nao se prfestando
com tanta facilidade e nem-jom a mesm* effiSacia
para- a perWsa operafto do fabrico do assn
car.
Sabe-se quanto hoje, pela dtmiuuieio dos braeos
escr/vos 5 lnterroropida e irregular a operarao do-
fabrico do assacar, dando em-resurtado prodneto
imperfeito e ainda mais imperfefto do qua era de
esperar dos appareihos- e maehinas emprega-
dos.
Toias estas consideracoe^, justilleando a cmre-
nienc(a da senaracao de taodislirlctas orj-rajiies,
nao'deixam de mostrar rjtle hSo~sera maur o cus
to da pniduccao e nem menos o lucro do. agrieal-
jor, desde que suas relacoes com o fabrican'e fo-
rem assentes em bases regulares.
E a da scparacio da coltura da canna eda, manufac-
tura ou fabrico do assucar, a exe'mpfo do que com
felit jesultado se lera adoptado na. ilVa's da ifarti-
nica e Gnadalupe com.os engenhos- centraes.
i-ste systema, diz o .UoMh'jl Report of the De-
rirlment or ngiirulture, de Janeiro da l873,e
ubstJtutivo do methodo por mmto tempo poslo em
pratic,a por alguxsindividuos na* plantaioes, onde
v-anria ejcaltivadi 0 fun e separar a agricultura
Turn provadp bem a experieocia feila em grande,
escala duratlte" uma serie C6 anno?, poT* $e tern1
igualmen&CHnQo a.furjae vigor d tal priu-
cpio. pi ftrfgellhos cenlrius ou uunies, como
sio chamado^, sai;de propriedade de compauhi'as
cim capitaes reunldos, pelas'quaes .d ree'ei
canna dos. Javradares e.levada, aos^epije'ftfto-
caminho ''ferro-/rtfta nstrtfldos pelas
ditas comDanliia.'ssendo coneedida a"6 lavrador uma
certa pdrcentagem do valor &Tcanna, regnlando
o preco pelo do meraado em Point d-Pitri -, ao
tempo em jjue. a canna e entregue. 0 systema pa-
rece ter siilo.betn succedido,. pols diipeasa ao in-
teresie' maauTactureiro um be"llo riicro, deixa ao
REVISTA DIARIA.
A.ssemlilea tn-itviitcial Hontem a
assernblea fbnecionon com 30 Sra. deputados, sob.
a presidencia do Sr. Dr. Aguiar..
Appruvada a acta da sassao antecedente, o Sr.
1* secretario leu o seguinte expediente :
Um offlcio do secretarip. do goveroo da provia-
cia, remettendo p-jr copia a iufjrmagao do juiz
de direito de Buique, sobre a inconv'eniencia de
traos.'erir o Arraial de Santa Clara e dahi a Aguas
Bellas.-A' quem fez a requisijaa
Do mesmo, remettendo o quadra- da.divida.
passiva da provincia.A', cpnqrnissa) deorjamento
praviuciaL
Do mesmo, tran-miiunJo a ioformacao do admi-
nistrador do consulado pr nmcial, sobre a entrada
de 150 faccasde algodao, coma procedente9 de-
Alagoas, declarando o conductor serem ellas desla
provincia.-A quem fez a requisicao.
Uma peticao de Anna Igaez da Silva Ramos,
pro'essor* public* de Panellas, pedindo um anno
de'licent;a com lodos os seus venciraentaaA'-
oommiMio de! peli?5e*.
0' Sr. presidenle fei aignraas observacoes
acerca do projecto n. 7 do anno passado' e uma
representacSo da companhia Ferro Cartil,' decla-
rando aiiual que tpdo sido o projecto e a re
presenlacao subraettidos a apreciacjao da commis-
sao de obras pubneas, esta ainda nio ded pare-
cer.
Passando a ordem do dia, coDtinuou a 2" dis-
cussio do projecto n. 35, (oreamento provincial)
vefsanlo a disc'ussao' sobre o art. 21 e emendas
a elle offerecidas, Oraram acerca da matena os
Sri. Portella, Pinto I'essoa e Alipio Costa; d"'pois
do que foi apresmtado e apoiado um substitutivo
ao paragraphs additlyo do mesmo arigo pelo Sr.
Manoel do Rego, qae tomou o n. de 90. Or6d
ainda o Sr. Pinto*. PeSscta e levantou se a sessao por
estar a hob adiantada, flcando' o Sr; Fig"ueiroa
o-om a palavra e a discussal adlada.
A ordem do.dia para'bdje e a cont'mua;ao da
anteced-^nle.
lUMiiiuio lrclieolOi.-i< o c Ccgr'a-
J'**"> Rs'unio-se homelp.'stib a oresideOi-ia
o Exm con-'etheiru jnonSeflbdV Mdniz Tavares c
eom a--i-tencia dosSr.-. Drs. Paula Sales, Jacii
till de Sfwpayo e o Srs. coronal Lea!, conego
Lino, T 'rreS Bafldeffa, Augusts CeYar' e major Sa'.'
varior JJenricfni.'
E* li'da e'apOTSyMffacia i.i ankSce-Jabte .
. 0 Sr: segundo .iecretari > rhiijer* SalvarfSr flenri-
liue^obteal) a .pulavra, daclara, que a coram&s'jio
induranila da visilar ao Sr. secretario perneiuo'e
de inanifestar-l!ie-os seu= sentimenios pela.eatastro-
phe delirue fJi" victitna; cumpri.) o seuideVereinfor-
itfji ao instituto'que aquelle senhor moito agrade
cidb se mostrou a sejnellnnte pr.jvu de cinsidera-
eae. -Inteiradd.
9 mesmo seguoda secfeiarj.vrn-iniifjaa o segujp-
tee.spedie.ute :
-) doSr. *nlrc Perraira de Almeida,
agnadecendo a i^feffih de' ?oei; oltftlivo'. In -
tiiaado.;
Oulrb di Sr. intonio AQl zendo, idenlica communicagid. Inteirado.
Odtro do Sr. Dr. Carlos. Augusto Moncorvo de
Figueii-edo, offerecendo um.opusculo contendo.os
Sao lidas e remeltidas a coinmusaa respectiva
dua? propostas para.admisiio deBooios.
0 Sr. Dr. Sampayo manda a mesa duas propo3-
tas : uma aveanmio de ereaj samnie,aJ(njailos,
ao gremio do instituto pessoas qu; possuaai titu-
los scieaUflcos on, se teaaam feilo nouveis por
esses escrialos, eoitra..para, que se deiigne dia.
para:ter lagar.a aessap funebre, por bonjaa mej-
moria do veneraudo. soq honorario commenda-
dor-Antouio Joaquiiu de MeJIo, pr^posta pelo ora-
dor da casa,
A primeira destas proposes e reraetlidaa com-
missao.de reforma de astalatos, e a seguada aiia-,
da para a sessa'J em.que comparecer o oral jr.
0 Sr. Dr. Paula Sal#s obteado a necessaijia per-
oafssao) 1<5 uma. carta que | Ihe dirjgira o Sr. Dr.
Jo.-e Avelino, na o,ual. pede-ilhe .para i em sea,no
me uhVlacaQ.institutu uma copia do regjstro do
uma carta do governador de Peroambuco D. Lop.
renco de Almeida aos oflkiaes, da/samara muni-
cipal ido Ceari e que raandon registrar, o capitao-
mor DomUgos Siaxws Jurdiio,
Em seguida depoe.sobre,a ip3a o docum'nte, e
o Sr..presidenle o autorisa fl.significat ao.Sr.Dr.J
Jose Avelino a gratidao do. ioslitulo.
E depois approvado. uw- parecer da, commis-
sao deaimissao de socios e em seguida eleiios so-
ciasx-uirespond .ntes os Srs. Drs. Puio Jose deOli-
veira, Augusta deSouaa Leao e lenenia-coconel
L-uiz.Frnciseo deBarrws Jlego.
0 Sr. presidenle da para ordem do dia da pro
xima sessao, que devera ter lugar a 11 dejuiujo;
(rabalhos a pareeeres de comini*soes,
Levantase a sessao.
Telogramtun comanereial, II mtem
veio do Itio de Janeiro telegrainma.dizenda ;
Cambiu Sobre Loudres, Z'-7,8 a 23 d, banca-.
rio frouro.
iJC'M'sia aiigUeana. Pela secretaria da
prosidea:ia da irovincia, nos foi remetti&j o se-
guinte :
Secf-ao 4 Secretaria da presidencia de Per-
narnbuco, em 21 de maio de 1874. Por esta se
cretaria se faz public.), de contormidade cum o
aviso di ministerio do imperio n. 3->, de 10 de fe-
verei-o de 1864, que, segundo o disposto nos arti.
52 e 33 do decreton. 3069 de 17 de abril de 1836.
registr ju o seu titulo de nomeacio de ministro da
igreia presbyteriana o subdito americano John
lti\li>, titulo esse que foi apresentado ao consul
u;..;ueiro em Baltimore, Charles Mackal, que at
testou a respeito. 0 secretario, Joao Diniz Hi-
beiro da Canna.
IniiMTiul Soiieiliule aon Vrii-fUH
ti.'clianiioH < i.iitcrucM. -Ha sessao ex-
traordiaaria as 6 e meia horas da tarde, para
tratar-se de interesse geral da classe.
Coadjutor..Por prqvisao de 18 deste, foi
nomeadu o padre Mathias Manoel de Mello coad
jutor da freguezia de S. Miguel de Campos, nas
Alagoas, e por tempo de um anno.
* ma to.* oleoH. Tendo chegado do Rio de
faneiro os santos oleos para esta diocese, e que
alb foram sagrajos pelo respeclivo bispo, podein.
os Rvrns. parochos prover se, recorrendo para esse
lira ao lugar do costume,
DimitiBoriaa para preabytero. -De.
o'dem tin Exm. Sr. bispi diocesano, foram expe-
didas ais Rvds. duconos Joao. Marques da Sou-
za, natural de Iguarassu desla provincia, Antonio
Manoel de Castilho Brandao, de Pao de Assucar,
nas Alagoas, e Joao da Costa Bezerrade Carvalln,
de Mamaoguape, na Parahyba ; deixand j de se-
10 ao.Rvd. diacono Taemistocles Goncalves de An
drade, por faltar-lhe a idade canonica.
Seguiram no vapor Para para serem ordenados
no bispado do Ceara.
i.iaiiimor. Chegou hontem este vapor in-
glez da lintia de Liverpool, nada adiantando em.
noticias, por ter sabido de Lisboa no dia. 5, ves-
pera da partida da- Ville de Balua, aqui chegado
ante-hontem.
Admlnialracao do eorreio. Come-
qou hontem o concurso. para provimeato de um
lugar da praticaote. Concorreram os Srs. Joao
Baptista Goncalves Ferreira, Domingos Lynch do
Araaral e Mello, JoAo Carneiro Lius Soriano Filbo,
Augasto da Costa Gomes e Manoel Smosthnes.Po.
Em vista das provas .do concurso, so foi appro-
vado o ultimo.
Amor aojBstudo. -Havera hoje sessao, as
11 horas da manha*, no lugar do costume. Defen-
derao. theses os Srs. A. e Silva e Casino Villela.
i.unolliaMileira. -Com pumposa solem-.
nidada, effectuou esta .. sooiedade benefieenle, no
domingo ultimo, o acta de posse de sua nova ad-
ininisiracao. Proferiram discursos analogos a i'os-
ta o Exm. Sr-; Dr. Machado Portella e os Scs. Dr.
Vieira de Amorim. commendador Lima Bairao,
Calos Mnlhert, Paub Reis, Rodrigues da Costa,
Jose da Silva Rodrigues, Dr. Lopes Uma, Gon;al-
ve Pereira e Souza Mrra.
Rerlodaaaa.'-Recebemos os ns. 3 do Echo
W&fttrtQ e 40 da Luz; agradecemos as remes-
sas.
Descrtorea.Foram caplurados os seguin-
tes: Francisco Matooel de Lima, Antonio Pinto de
Souza, Martiniano Francisco Cabral e Damiio
Vieira da Silva ; sendo este ultimo do 9., e os
J demais do 2 batalhao de infanteria.
Koriiard. -Este Tapor da-linha de Liverpool
cnegod hontem a tardo de Maceio, aflm de rece-
ber ordehs, e seguib ponco- depois para Liverpool,
Nada adiantou em noticias.
Xaufrngto aa HCdnzii. Na noite de
ante-hontem f20) foi levafld- a scena, apparatosa-
manie montaao, o drama franeez de costume? ma-
ritlmos desse litalo.
Desembenhado no geral como a companhia do
theatro Santo Antonio s6e desempenhar, merecem
especial nien;ao pelo trabaiho dramatico os Srs.
Bahia, Thomaz e D. Emilia Camara, pela natura-
lidade que empregarara nas'primeiras scenas do !.
acto, o resto da compahWra camlnhou regular
menie, sahtndo-se nrtffto bem o Sr -SaatM,'-na sce-
na'do 3.. acto, qnando insultado por Pedro. -
No| enxertos da passagem da linha sobresahfb a
artista D. Otympla Valladas, pela grafa e perfetj
cio com qae dancou o solo inglez, esse Tossil co-
reographeo sempre applandido qaandd bem exe
outadb, OT(ixi"n# era uma poca em qne se chama-
dahca um passeio cadenriadb feito ao sora da mu-
sica.
0 scenario do 3.* acto repre^entando o convez
de uma fragati 3e puerra eo do*,.* tl(Wt"-).ingiffl*
vogando si in rumo e seat governo em alto mar,
sio de effeilo sorprehendente, rauito recommen-
dam o habi! scenographo, o Sr. Chapellin.
Drama de pouco merito litterario, ainda que,
einbora baseado em um facto bistorico, qaal o do
Sanfr.auio su -cedido nos primeiros dias \ie julrw
e Imo, seu enretio*.fosse tirado, ertr grattae parte,
dn Important romance Jo Sue, a Salamandra; o
j. m s do sul do im,perip; e a 29, o inglez Douro,
do Rw da Prata._aseala.
Vapor a Miiiilr, No dio30 do corrente sahe
para o Aracajd pel* escalaa, o vapor braailairo
Jf'>ndaajt.
Om camtnh rt<> forra no Japaa.r-
Transmiitem-se-nos informacfies muito|exactas so-
1:42**00 bre-atu(jaoi9seamlihia da feTo ijue exisiem,
ou e.sLij em prujucto no Japao.
Na aciuairdad-, n5o exlstem em todo aquelle
paiz senaa. dau* tracados.de.caminhos da fecro
completamaota cuacluidos; o primeiro .liga.Yeddo
a Y'.koiiama, e o sagando liga Kobi a O.-ata.
A eoao' comprahaulida eon Y'eddo e Yokjo-.
hsma e a unlca quo esta completameotpexplorada,
A rede, que. .se. esteade. de KJipi lO^aka,. nao
obslante estar ultimada, ainda nao foi entregue a
circulacao=publiea,
:J, A lima de Yaduo-a.Yukohanu tarn um cotu-
prunealo toial,d,*8^milttai, ou M kilomotflus,
torneando.a bahia do ad*a; atravesaa. joaretudo
no seu trajeoUi nm. paiz.. piano, paalamso, e cer-
cadode arroaaes.; conta quajra esla^wes.intecme-.
dias. Aa -primeiro aspaoto, e ea* coasaqueaoi i da
propria patareza da tarjeno que atraves-a aquella
via-ferrea, parece que a constfUOjgao da liutu ni^
caracou.de aenjium: '.ralaalho dispoadio-j ou.dilli-
cil;-naa se encentra.effeotivamaote. nenhom tuael
nemobrad'artej qualqueiGque sejaa suaimpor
tan ia, a parte talvez a ponle.de lerro que atraves
sa fi rio de Kawasaki..
0 custo porem fiii relativameale considoravel, e
cakuia^seeui 50:ftJ0. piasiras pelo.mepos o kijo,-
metro ;o trabaihoa-.-que se.fo* obriga.do1a faaer
para atravessar os inaumoraveis cauags de-irri-
gacao, d is armzaes, conlfibuirani para, ele van., o
custo a uma parcella -tao importante.
Segundo. as.e>taiislieas pul'li.-ad as pela admi-
nistrac5u.dos carainbos-de ferro,.a linaa-de.Yeddo
a Yok ihama transporteu i desde, 16 do., outubco de
I87i ate. 20 de oovembio de 1873 22'k:9Q6via.
jaates. prodazindo um i rendiaiealo da 84,262
piastras.
0 transp irte das maroadorias, qua poderia aujf .
nvmi companhia, e Jesgraoadaineate quasi ual as mer.'adoriisdese.iibarwda-ein Yokohama, com
destino a Yeddo, segnem> para aquella capital ,em
barcos.. A e.ova$aa .das tarifas- do camiulio do
ferro, e as restrw^oes mppressoras, que; ;impoam,
pro luztram esUj resuludn. A adinini.~trac.io pro-
poe-se modilicar u:n estado de. cousa* .tao canlra-.
ria aos seus v-rJadeiros iuterw*sea, e penr.a seria
moot Mon alt-Tar .>s tar*Us. Uma vez toiuala esta
mediia,e, mais qua provavel quo as mercadprias,
para cliegarem a Yedd*, so sigam por .-via de terra,;
majs regular e man rapiJameote. da aiua a .na^a-
gacao Iluviil-
o tr,,i;id., do K.ii'i a Osaka, qua esta, completa
ma.ole t;rmioado, mis que ainda ,*j nao. aclia,
coma aissemos, entcegaeao publiop, tem. am cona-i
pritneoto total de 23. rni.Uiai; uma parte di linha.
tem uma via dupla A' saliida. Jo Kobi, cootorua
collinas muilo elavada-, passa pgr 3 tuaeis e alra-
ve--ai rioseia soberbas .pontes.da ferro, e dirigi-
se para O.-aka quasi parall.-lamente a casla. No
seu trajoct-i, a viaferreaatraxessa oiaHas.cila'les
assaz populosas; Kansaki, especialmente, muito
importante pelas commanica^oes qua sustenta com
os cenlros populosos ,do extreioo do. imperio.
Ao sahir de Osaka, o camiuii >, seguido para o
ourie, dingi-se para Kioto, antiga capital.do Japaq.
Naquella parle da linha, os trab..,h s e-tio ap.'.nas
"ui-eados, u iiiesiiu acoiikoo no tracado qae de
Kioto se encawinha. para Tsurjuga. Segundo o pro-
jects, da companhia a liaha. ferrea uao devia sus-
pender na^uella ultima cidade; tratava se da a
prolongar quanto fosse possivel ate Yokohama, ou
atravessando o interior do> paizj oa alpogauJo>se
pelas. costas do Pacifieo.
Uma empreza tao importante e que exige capi-
taes tao impiirlanles, tao oasider^yeis, apres-.-nta
graod.es diiiiculdades na t-xeeueao ; Dao se p ideria,
pois prever a ejwqa em quo a companhia nodera
realisar semejhaote projecto. Ate. agora, os dous
traead-js de Yeddo Yokohama, e da Kobe-Osaka
s.io os upicajem qua sa poleduer que lia verda-
deiros servt^lA,. A linha de Kobi. deve ter um
grande futuToj.e espera-se qae dara bellos read,t-
mentos a comjgnhia concessionaria.
I^oteria-^* qae sa acpa a veada-^e.a 101.*,
a benelicio da igreja de S. Francisco de Seri-
nhaem, a qual corre no dia 29.
iiiM'ia do Bio. A que carre e a i3')9i.
Caaa de delencao.Movimeuio da casa
de deteneao do dia 20 de maio de 1874.
Eustiam presos 338, entraram 4, sahiram 5,
exis:em 339. r
A saber -:
Nacionaet 261, raulhares 9, estraugetros 24,
aacravos 40, escravas 5. Total 339.
Aliinentadoa a casta dos cou-es.publkcos 271.
Mftviinento da enfermaria no dia 20 de maio de
1874.
Tiveram baixa :
Franeisco Antopio de Barros, febre.
Jos6Ang*lo deSouea, pleurodynia,..
Teve alta;
Antonio Alves Feitosa Netto.
/avrador a ljberdade de dedicar se a sua pecaliarfse^'rimeii-osdVcumentoTdahWoTia s^Br^Y
ao, j tnbem ccntribae pjra qae lenha gran- | ot&rado, sendo recebida a offerta com agradb.'
de tncrementoecnltivoda canna.'
____-------_,-------,--------
0 mesrao fegnn^Q fecretario da igualraente con<
piche, orcados enl"i:630,*0b0; ea 3 tte jrinho-'pt'o-.
ximo, o foruecimento de alimentacaoe oieris, eda"
jnedicamcBtQi pten Ndufi'agto drUeduza 6 digno de' ser visto, prin-
cfpalmente paa variedade de scenas, lances dra
maticos, ,e I am ensaiados dancados da festa doi
deus da linha.
ArremalarSes provlnciacs.Perante
a junta da tliesoiiraria provincial vad a praca : no-Fgundo o disposto ho aYt. 12 'do referido1 decreto'
ilia 28'do cdfrenle, os reparos da ponte do Tra- tem de1 sertir de lls&l peratrtft este tribunal, os
papeis' em que o mtsmb Sr* prqearadbr-ds corda
leoha de inlerpor o ton parecftr na qualidade de
fiscal.
t HROKlf A JYWmH-.
Tribunal Io coiuiuercio.
AGTA DA SESSAO DE 18 DE MAiODE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CO.NSELHEIRO ANSEtWO
fRAMCISCO PBiETTI.
A's 10 horas da manna, presentes osSrs.de-
pulados, secretario Olinto Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e o Sr.-sappleoie SaLeUao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente abrio a ssessao. Lida,
foi depoia approvada a acUiida..sessao, prece-.
dente.
EXPEniEHTa.-
Offlcio do presilaate e secretario da junta dos
corretores, remettendo o boleiim das cotagoes offl/
ciaes- da semam de II a 1(5 do corrente. Foi
mandado para o archWo.
Foram distrlbuidos 09 seguiotes livroS'-:
Diario e copiador de Affonso Guimarae? & C,
copiador de Pedro M.'Mtury.
DB6FACHOR
Requerimentos :
De Lttcio da Stlva Antanes, pedindo que se Ihe
entregue a sua certidao deklade, que se acha
junta a petijao de Jose Maria Parmeira.Oeferi-
do, nao havendb inconveniente.
De Duarte Antoufo de MWandr, solicilando b&U
xa em a nomeacao de sea ex-oaixetra Francisco
Jose Dias Pereira e registro da- nomeacao junia.
Deferidb.
De Avitt e R >lim, apreientando par* registrar
se a nomeacao annexa. -RegMre se.
De M^rcelino1 Jo*e de-Brito e Jose Joaquim da
Silva Gomes, submMtebdo a registro o contrato
sosial annexo. Vista ao Sr. desembargador
fiseal.
Autos de moratoria de Domingos Joseda Canbas
Lages. NSb constando haver-sido aceita por
Mendes Looo 4 C. a nomearSp que delles hi o
tribunal para' syndieantes rteki moratOria, nao'
pbdem ter andamedto os presentes aulos; como^
resolveu o mesrtio tribunal.
COM 0 PARECEh FlSlCAL
Petigoes :
De Almeida Duarta & C, registro do contrato
que eelebraram satlsfeito o parecer fiscal, volte
a peticfto.
Ds- Mbreira Holiday & C, registro do-sea-con-'
trato social. -Reglstre-se o cc ntrato,' nos termos
do decreto n. 4,394.
1 0 tribunal do commercio r'esoiveu que se ofll
cte ao Exm. -
qne se sirva
aqui exeeUCao "o decreto' n. 15,918 de 2 de maio
conente, aura de qntpossaWi ser'enviadas ao Exm.
Sr. desembargador prftcarador da cdroa', que, se
da cidade do Recife, destinados ao transports de
generos.Ao archivo.
Oatro do mesmo, remettendo a plaata approva-
da dqs kiosqaes quotum de ser eslabelecidos neata
cidade pelo Dr. Manoel Figueiroa dc Faria, afim
dacaajaradar.-il.eo destino conveaieata-Intel-
rada.
Oulro do miismajfdiijendo que em vista das ra-
zoes expostas pelo barao da Soledade, contratante
da estrada do (erro para Limoeico, no requerimento
que infarmou esla camara em data de ,16 de mar-
Sa proximo Undo, tem resolvido, qne para logra
riurp publico seja re'servado a extrema norle de
terrenOj qne ao mestpo bar,ao foi concedido por
aforaui^nto, de con/ormidade com o aviso do mi-
nisterio da guerxa de 11 de marcodoanno passa-
do, Qcando aquella deliberacao de'pendente da ao-
provagio da governo imperial.loteirada!
Outro dp .! secretario da assernblea ^provincial,
com despacno do Ex,m presidenle da provincia,
mandahdo a esta camara informar relativamente
aq pagaraento de custas judiciaes. Ao conta-
dor.
Oatrq da camara municipal de Belem, solicitando
desta camara cdpias da plant'a, piano e oreamento
do eili.flcjo em,gup runcciona. o maladoaro pabbc,
desta.cidade.-tjoe se,responds que nio havendo
ainda seraelhante plaata, piano e oreamento, em
[tempo opportuho Ihe seraoTemettidos.
Dua.s laforma^oes do cngenheiro cordoador, acer-
ca das peticoes de Manoel iose Dmtas e Jose
Ferreira Cimpos. A' commissao de edificacao.
Oatra Jo mesmo, sobre as. e^enpturas de com .
pra de terrenos.apresentad.js por Jus6 Carneiro da
Cunh^i. A conimissao de edlllcacao.
U.n offlcjo. do vereaddr Jose Pedro das Neves,
em que communjea qae, teadq de seguir para a
Enrppa, por incprnmodos de saude, deixa par isso
de .continua.r no exercicio de suas funccoes em
quaut) durar seu i:ubedimento. -Inteirada.
Oulro do. procurador, remettendo a conta das
dcipezas feitas com a desapropriacao da casa da
rua de Antonio Henrique, epad? Ihe seja levada em
coata.na.yerpa compeiente.-Ao cootador.
Outro dobscal da rregaezia de S. Frei Pedro
Goncalves, participaado. qiie existindo na traressa
de JUpi? e Bai.ros, um terreno com caixao de casa,
perteacente 4 yiava de Jo^c Alves da Silva Gaima-
rlas^e oulro perteacente a Tasso Irmaos, na ira-
vessa do ApoJ|o,.os quae,s se acham sem portas,
danda i^to lugaq a que. J'alli se faja deposilo de
"iinmundiiiase se pratiqttem scenas de obcenida-
de, e pede provjdencias ; visto que os proprieta-
rios.de seuielhantes terrenos,. que estando elles em
quesllo, uao podt-m tomar deliberacao alguma a
semelhanta respejto, -Ao mosmo fiscal para pro-
ceder.de conformidade com as poslura.
' Outro d) fiscal da fregueziade Santo Antonio, en-
vian 11 uma relaeao das pessoas que foram mulla-
dasjios dij.s 18, .23; 20, 27 e 2-3 de raargo. ullime,
na irappr.taacia de 4765Q00, que se recolhea ao co-
fre manicipal :
Antonio J) e Candido de Soaza, cafe falsificado,
maltado em 8i000-
Clemeuta Nones Pacheco, idem 8^000.-
Joao Pereira dos Santos, cafe, manteiga e louci-
nhoarrulnado, 24A03(J.
Jose Ignacia A Vila), cafe falsitiCado, 8^000.
Rellarmino Gomes de Andrade Lima, idatn 8|..
Barbosa Cordeiro & C, cafe' falsificado e man-
teiga arruinada, 165')00..
Joao Felix, da Rosa, manteiga e toucinho arrai-
nado, cale fal.-ificado c balanca suja, 29J>000.
Abel da Rocha Pereira, vinho falsificado, 8f000.
Bernardo Jose da Costa Valente, balaooas e ca-
sas sujas, 8*000.
Antonio Alves Lebre, cafe falsificado, 8*000.
Azevedo Pires & C, idem. 8i000.
Bernardo Jos6 Correia, idem, 8*000.
Araaral & Valente, cafe fakilieado, bacalhao ar-
minado, daps pesos sem afericao e balanca suja,
24,5000.
Manoel da Costa Campos, manteiga arruinada,
8*003.
Joao do RegoBoracs, cafe falsificado, 8*000.
Joao Martins dos Santos, idem, 8*00)..
Joaquim da Silva Costa, dous pesos falsificados,
60*000.
Antonio Soares Fertiaades le Oliveira, queijo ar
rainado, 8IQ00. |
Maxiraiano da. Silva, vinho e cafe falsificados,
16*000.
Jose Rodrigues da Silva, millio arrninado, 8*.
Jose Tavares de Gouveia, figos e camaroes ar-
ruinados, 8*000.
Rodrigues Pires, toucinho e milho arruinada e
ires pesos sem afericao, 22*000.
Antonio Gomes da Silva, vinho falsificado, 8*.
Santos, 4 Sobrinho, manteiga arruinada, 8*000.
Joaquim Torres Pita, bacalhao arrumado, 8*OK).
Manuel Soares de Almeida, cafe falsificado, 8*.
Boa-vealura Jose Coelho, am peso sem estar
aferido, 2/VO0-.
Francisco do Couto Guimaraes, dons pesos sem
estarem aferidoa.e generp> pendurados, 8*000.
Antonio Jose Vicjra, cafe e nm peso falsificado,
38*000.
Josdjjopes de-Ajevedo, balanca falsificada30*...
Joao de Almeida, dous pesos sem afericao, 4.
Rabellp & Jrmao, idem, 2*0)0.
Jase Goncalves Loarenco, cafe falsificado, 8*.
Fraacisco Jose de Azevedo Braga., queijo e cafe
arruiuado, i 62000.
Joao Machado Evangelho, cafe falsificado a am
peso aem afericao, 10*000.
FranciscoXavier de.Mello, cafe falsificado, 8*.
Antonio Carneiro Lei to, dous pesos sem aferi-
cao, 4*000.
Jose Tavares.Carreiro, daus pesos sem afericao,
4*000.
Oatro do ;iseal da Jregaezia de Nossa Seahora
da Graca, remettendo umarelacio das. maltas im-
postaea divemos, deade o dia, 22 a 29 do corre me,
Joaquim Ramos Machado e Silvio a da Stlva Coelho,
como infractores do art 187 da. lei provincial,n.
1129 de 26.de.junJioda 1873. Ao procurador.
A camara reaakea que se.ordenasae ao eager
nbeiro qae examine, sa as obras qua executa o
barao.do Livramento, na caalinaafao da. rua do
cats do Apollo, estai de coaformklade- com-as
postaras em vigor e de conlormidade com a plaa-
ta da cidade, informando igualraente era que esta-
do se ae I ia m di tas obras.
Pela camraissao de policia foi apresentado o se-
guinte parecer :
A commissao de policia, a quem foi presenle
o baiancete da receita e despeza da camara raoei-
cipal, leiativainenta ao met de marco proximo
lindo, tendo-o examinado. achou-o conforme,
existindo um saldo de 16:606*991, pelo que e aa
parecer quosede quuaoaaao respeclivo praeura-.
dor.
' < Paooda camara mua.ei|alr 29 de abril de
1874. Tbeedoro M*ct.ado Fieire Pereira da Silva.
Jos* da Silva J-.yo Junior.Approvada
Foram sobmeilidos a cocsideraQao da camara
os requerimeutoa segumieo ;
Rt-queiro quao enfpnbeirG desta caaaara infor-
nin em qiiaulo avaiiou os grampos de ferro, que
no art. 2 da descriycao do inercado, desorevcu
elle. para as padras serem iortemente ligadas aos
alicerces di alveiuna, e a razao porqua julgaado-
os aecessarios no seu plan ,, nao exigio que fos-
sem empregado-, e por ord-m de quem os dis-
pensou
poaaya de podn*.
as pareaes dv rrer-
e*r? t.-m'ebnT'Hfc'rW a'fw*w 4V rm cemime-
u-os mcdiai, e>no caaaaaaanv>-eai aaaoto imp >r
t.i a difiVpm.a en(rava groviwa or.#a e a qae
trouxeran. as pedras q.ue o arreouunle treoie.
Paco da camara Mriaieipat da RecHfc 4' abri!
de 1874. -Dr. Lobo Hoseoso
Reaawro qua o rinarnhciroJaiU camara infor-
me, s.-, foram curajaadas as preatiaeoe* da nlli
ma pate do art. 13 da d anfrcioa arcameato di
mercajh de S Josa, fuaota ao naaaafa qw devr
ser dado ao empraMro para os haMes.
'team, ae foram apratenaaaai 04 atsenh is in lie*-
dos ao art. 14.
Iteaa, se foram aywuldai 0- aanahas 6> na
traU 0 art. 13 a reapeito da parte aesUoada a
acotpaa.
Item, se esla caaaara coneadea-lae aut r--*^io
para modificar 0 systema das insullacoe* pelo m -
do que se acha descriplo no art. 16.
Item, se foram apreseolados os deenh'. daa
chafarize3 indicados no art 17.
Item, se teve ordem da camara para diq.eaar
qualqncr desses desenhos, e te nao teve, a rvSK)
porque nan deu parte a camara.
Paco da camara municipal do Recife, 29 d aMI
de 1874.-Dr. Lobo Moscoso.
Reqaeiro que 0 Sr. Dr. scretari > desU ea-
ma, informe a ratio porque tendo tUo ortknao
na sesslo de 4 de fevereiro do correate aonn, qua
fossem_ publicados na jora.il, qne cotilrata ; -
blicacoes das sessoes desta camara, a descripcao
e or;arpento do inercado de S. Jose ; a parecer do engenheiro Wautluer, aid agora aao lem
>ido ellas pubhoatis e se hwuve ordem ta c atra
rio data por esu camara.
< Paco da. camara municipal do Recife, em 29 dc
abcil de 1874.Dr. L'.lw Moscoso.
A continua c pestilenU exhalaHio, qoe 9* es-
envoWedo apparelho da latrma fotliada yU
empreaa-Recife Draynage. rm am d.s apeat
desta camara, cm que" ale ha nem miaea huaaa-
agua, e que apezar de Mai at eaaVlla, qae tea
tido esta camara, em vez de c mmod-i, >(i |. at
servido para estorvar, muitas vezes o scrvico dos
en>|)regad.). obigando-fH a afa*tarem-e d
proximas a latrina, para irem procurar ar
ravel nas outras salas, e nio fieareirt a com os gates toepaitieaa, que se di-ypreaaem di
pulnda cloaca, e -endo p.-rto, qua es<
affecta nao so aos veroa fores e eo-no a t 'd* a*
pessoas, que se 'lirim a camara a qnaltaer nc-
gociu ; e que a companhia. sejant faaei form as
reclamac<>#8 que se Ihe faca, aao da a meoor jiro-
vijncia, porque Ihe 6 piysicanenle impnm-itt
fazel-o sem que relorme cornpliaaeHe svji^aa
que adoptoo, 0 qail ta t 'in tido por lira caiaaiai
cer em cada casa am foeo de infecr.> e de insa-
lubridade ; requeiro, que se ofBeie ao Exm
presidenle da provincia, pedindo aotirisrir, p*ra
que esta camara rnande desiiMnebar a sea rusa
maldito apparelhu, qua a rompanhia cellneoa,
afim de se livrar da ?xhala.tu pjlnda, qae etta
condemnada a suppo:tar.
t A companhia ourigou-se pelo seu enatrata a
ccllocar appareihos nodarose iguaes aos m-ltonre*
de. Londres, providos de abundaate snpprtmeato
d'agna : os apparelho que a companhia lem r ..-
locado, saoda m.ii inliaia qualidade c a maxima
parte delles-na j renebe apaa csojaiqwaw aaim
as distaucias, a companhia nem se abala, oeaa e
move : aoenas de vea em quaudo apparecei:
seus etigeitlntros para vcnficarjoi, que com tff*ta
nao ha agu 1.
Paco da camara municipal da Recife, em J'l de
abril de 1874. Dr. Lobo Mitraai 1
Reqaeiro que se dicija ana peli^aa a a-sem-
blija provincial sil.citaadt.-se puraqaaaa para aua
camara prafor orgamsar uma corapaabia u na>-
nadaguarJa nuiaicipal -cm substituicii a is ac-
tuaes guardas fiscaes, devendo seu refulameata
ser coufeccionado par esta camara e appn..ado
pela presidencia ; e igualmente near esta camara
aulorisada a defpender com dila coiapaahia a
quantia que for necossaria. tirad.i do salJo das
verbas, quando a organisacao darla ea-apanlua
liver de Uzer pane das orcainaaios ja inarcauys.
Paco da camara municipal do Recife, 23 de
abril de 187i.-Jose da Silva Lovo Junior.') -Ap-
provado.
A camara reaolveu que se pedie ao Eirm. Sr.
presidenle da provincia a designacao de uuii -n
genheiro que padia ser am da repartiri > da obras
pubheas, para com 0 engenheiro Chrv-sohtoCh ,v,
examinar as obras do mercado de S. Jose.
Igualmente resolveu a camara qua s ivdeaasse
ao engenbeiro cordeadon, que exaoune te as abtas
da dtua doUarao do Livramento em cjatmuacie
da rua do Caes do Apall), esiao de conformidade
com as pasturas e plaau da cidade e inJarme em
que estado se acham essas obras.
Foi apresentado o seguiote pareter :
A commissao do maladoun, a quem foi pat -
sente a pn.posla de Augaslo Cesar Feraaade Et-
ras e Evaiisto Juluoo de Sa, e de parecer que
ella e de vauUgem para a municipaJiaaJe, f raae
sendo execulada oa proporcao do qae elfo* pn-
meiu.'in, luerar-st-ba basunte corn os meih*.r-
meutos, que sua boa execucao Iran aa* gadut.
< Importaodo essa proposta a creacao de impot-
tos, e uao sendo da competeocia da camara de-
liberar sobre semelhaote materia, mai* um ca
assernblea provincial ; i a comminao de parecer
que seja levada a proposta ao coaaecimeni > da
assernblea com as seguiotes alleracoe* :
Aoait. 1 accresceoie-e -e entregar-lb a. la-
da em perfeito estado dt coBsenracao.
Ao art. 2* as pa I vans tanqoes provtsarios
accrescenle-se e caldairas a vapor.
Ao art. 3*,a palavra medico accresceate-teu.>-
meado pela camara.
mi nistrador ua razao da 1:4(10*000, e 1
:anra 0 capataz dos magarefes,
raenle.
Ao art. C, accresceole-ae nao
execucaoo contnlo einquanloaaoeiivara4iiaa*td
logradouro 0 qual aao sera mais dit'sali aVt ei-
dada, qae 0 ga Jo aao possa faaar a viagem em
seis horas.
Ao an. 8; em vez dei:0oO*0au,-d4f j se-
6.00O*D88l. O arremataate fica obritjaao a pagar
a caman mniacipal, na occasiao de aitignir 0 coa-
trau a quantia de 2.003*000 em moada crreote.
qae serao applicados a arborieacio daa ruas da
cidade ; e a dopoaiur nos cofrai da caaaara a
quantia de 5:000*000 em apolices da divtda pa-
blica geral ou provincial, camo garaaba ao con
irate-, nao poiaado retira-las, aaaaa aa faa iataa,
a Paco da. camara muoictpal da ReeaV/em It
de abril de 18H Dr. Lobo Mosoata. .-Appro-
vado. .
Foram-despacaadas a pelicOea segaiates : Aa-
tbnia Ignacio Heitor, Aatoaw Joaqaim da Silva,
irmandade do S lnlatimo SaaraaaeMO de Saaaa
Antaeio, ordem tereeira da S. Fraacts, Braja 4
Piraentel, Domingos Josd da Conba Lag**, Fraa-
cisco Severiaoo da Costa, Febppt Baamaa Rodri-
gues, Juse Joaquim da Silva, Jose Gnacaltes Fer-
reira Costa, Joao Jacintbo dt Medeiri Kataida,
I Juvenal Francisco SoOral, Jannario Aaiooie de la-
"111 a, Jo-h Carneiro da Cuoha, Jose Lopes Dias, Joio
da Silva Leite, Jose G mcalves da Silva Freire,
Maria Renedicta Gomes de Souza, Lnii Eiuarat
de Hollands, Rnfina Dolores, Maria Caadida, Rita
Francisca da Paixao, Ricardo Pantileao da Caau-
1 a, Silva Cardoso dc Pessoa e Vicente Hartal.
Nada mais tavendo, 0 Sr. presidente eaaarraa
a sessio as 2 e meia horas da tarde.
Eu, Francisco Augusto da Costa,
escrevi. Stanoel Joaquim do Rego AI
presidente Tkeodoro Machado Freirr /Vrriro
Silca.BetlarmiHO do Rego Barros. Jerrmymo a*
Souzn Ledo. -Jado da Canha Soara Gmimaries.
Jose Maria Freire Gameiro.
KfflTEPOUnCA

PABIIBO COi8ERVIDR
RECIFE. 22 DE MAIO DE 1874.
Item, se ja verificou 0 peso das chapas de ferro-
supplementares qne 0 errrpreiteiro collocoa debai-
xo das eoltrmnas-e' ratio porqtre nao estando
ellas descciptas no oreamento, ccmsentio qne ellas
fossem mprr*gada?i sa 'deU parle- disfso a ca
mara.
Item, qual foi a base eu preco corrente, pelo
n. president da TetilieaO; pedindo Ihe qal,se-gu%tf'p*lfraWrj'o prepjV-das- pedraa'de*!
?a participar quando principiar a ter ^etrfrla deLfsbOa, dab drversas quali
T,. n Ararat* r. KXIQ Aa *___Ik i___________
tdades- qae
de ere veu.
Item, qual a razSo porqde den 0 elfevsdo preoe
de 23al06'-'a cad* pcdril de' 6ff centimetres deW!-
gurae I metro nuando desses' lama'nhos terrt-lio vendide'nesta ei--
dade e a retalho ao e 6*000, havendo. porbmlo,
so nesse artlgo uma dflBJerfja. de mais de set*
cantos de.reis*.
ILtaH 1
0 PAKtAMKllTd BRASKMaa.
Esla aberio 0 parlaiaea o braaMre.
De-ioaas as qaeamea a mala grave qua se tea
de resolver e sem duvida a reforma elefcaral.
0 parlameoto que, com loavavel atariabtais,
nr.xima sabeloria, decreton no aaoo nade, a reitr-
ina da gaarla aaciooal, a creacaa *t aavoa trikm
naesde 2'lnalaaala, emalbuiaaiaaH'aa raabaiada
iifnagaaadoparte da-divtda agrlttta, desaavei-
vimaata do atnicp talegraphict e davaafefatia. a
fftnaaa itpampwiin aa.ila. da4arra,
rtmdidM aVakaaee, aao
resolver 0 grave prublata da
A f^Hddaakrano-toio qua Wabertt a 3'
cu la talafaul reclamada oq.
um paatiiniitoaanomu uma aspincio
A oeceasidaae e argeaaa de dour -se 0 aaix da
um bom mtaraa eleitoral, aao aecasafta aaaba da
demonstnVao ; e o aat-iollco aaaljlaria am 7 de
marco que tem dado sofocio at mail tariaa gra
ves quetoe, qae ahi eslavam a dispntar prima-
rarave
I


&t*ffb n\rtra*Unfti^*l"ta 4etMN>atals*ln det*>74


m


'de atttiva mR#veoelO'iia ^ u&MSP% Md^ttdro.Mtf d Sr. Dr. Ca>.
-**!'* *)'!< **!' iiiim^aaaW'ipi-
nomeacaadftteJnfiP> vrnMhuMmui f Uta on
peJimento simii/.'aAiwoio promotor effectivo
18V
tia-tfuma aetiv* compdleneia', trala^qn de res-
tabelecer 0 befJnWb rfcpre*WpirTBthebre:Wm Wgi-
tima base, eercdnilo'a "
aspossrVewgaranltas
Aivo3Mso, eel* dtrVlmv "tew-SWiSt6iillillirtSM*w(^ liinha primeira cjf-
e para quem e 8 nap,
rSjfaS
rmmquerinio da potlll
onde a activiijaue eocial foi brussa mente interrom
pida em suas justas aspiraeSes.
Resta-pof Ifcje, e*mo eomplemento a condigao
de todas astourr*3, a reforms eleitval.
jPtiis bem; ura projielo sintefamente liberal,
em que as mats adiantada ideas do nosso tempo
sio eonsagradas, vai agora occapar a attengao da
assemble* goral legislativa.
0 autor desse projeclo, o illustrado e patriota
pernambucano a cujos cuidados estao confiados a
pasta do imperio, procura resolver o graade pro-
blema do modo o mais liel, justo verdadeiro.
A idea da represenlagao das minorias, que vai
fazendo seu oarainho por toda a Europa civiltsada,
e a base, o largo.principio urn ouo repousa o pro-
jecto do honrado rainislro.
Dm escriptor notevei diz :
a 0 priucipio-da representacio proporcional das
minorias eaiuu obra dej4tca, de Uberdade, de
vardade, do paz e de pobtica.
c Obra da iusiiga porque a lyranuia brutal do
aumero nio deapojara viulantaBWnle o cidadao de
seus direitos.
. 0 direito.do cidadao a ser reoresacudo nao
tera uiais outro limite sauao a needSsiaaJe -lgual-
mer.it-; iinposta.pela razao e pela logica dos factos
da ser exercioo por urn grupo um lautomume-
roso de voutades :
c Obra de paz, parque a divisao do paiz -em
duas hord s, que se combatam e detestem, nao
tern ma is razao de .-or. .Nao mais se seutira) em
presenea um de outro iuimigos -qua se cnoquem,
vencadoreaque triumpherae veucidos quese auiqui-
lem ; mas sim cida-laos quo, paciflcamente, ami-
gavelmente, bem que conorrantemeate, exercem
oada um por aua coola um direito sagraio e ira-
presiriptivel;
c Obra de libepdade, porque o eleitor aao se
vera obrigadb a escolher entree ablicacab com-
pleta e o saerllieio da soas preference*; elle nao
sentira mais a neoessidade, para existir, de collo-
car-se ao lado do mais forte com o sacrificio da
suas convicgoe3 e sympathias, baslando-lhe en*
contrar um eerto nuoaero do vontades que se
ceuciliem com a sua, elle pode votar, na integri-
dade de sua cousciencia e do sua liberdade, polo
homem de saa opiniao, de sua escolba, dc sua
confianca;
Obra de verdade, porque d'ora avante o elei-
tor podera nomear o mandatario quo mais Ihe
agrade e nao o qua menos Hie dasa^rade, o o de-
putado nao sera mais o rasultaii heterogeneo de
eleraentos coatradictorios e violentamente amalga-
raados, m livre> vonlades da frae^ao que representa
mente o subsfilua, qiier uos Irap'dimantai geraes
on absotulosrquer uas faltas oa infidimentos re<
lativos, awtdittaes, e^ par lusim lirai, momenta-
neos. Com^dizer-se, qua nas comatcas de um
a6 termo o adjuaolo e mutil J
Em uma comarca Aa dous tarraos, uual juar >|u
seja a exlencao de cda um, eatttre3is4ancia das
respectivas seda, havera s>m'3nte (segunlo eaten-
de o illastfo arliealisU) um adjanele,-/&< re-
sidencia do prowutor. Qaandp 6UB pir suspeito,
nao poaer assl-tir a forroaQao'da>ea(pa, sera pre-
ciso chamar-se o adjuneto (a quern compete a subs
tituicio) 10, 20, ou 30 leguas disUnte I E o mes-
mo adjuneto, (jue tera, no lermj ttb-sua resMen-
cia, o inteiro exeraicio das attribuiQJis da promi-
toria relativas a fo#rai;ao -da snlpa, sera forgado
a abandenar esse oxercioio I
E diz o ar-ttcoJista, marca, a iitsliiaigiio do adjuneto? ueirameAtt
nulla.e uma c* anMtffcir!
Sa o idjUhclo, no" terino de sha" ^OTuencia, nlo
estando preaeute o promoti tem inteiro exer-
ofcio das uribuicoeida proaiotoWa raraHvas a
form^cao da culpa,o5o 6 obrigado a communioar
ao promotor a denuncia qua tiver dado ; o promo-
tor nio pflJe,addUaJ,a,,nett excluir o mesmo ad
juncto de assistir a fonnacao da- culpa. PorUnto,
csa ammuoiea^lo, e suas possiwie eopsaquen-
aiaisao cabiveis unicamente quaifdo o aJ|Hnato e
oiprouiotor titao no mHmo fen/**.- l^go,* per-
manencia destes dous funccionarioS tm umitteimi
Itrmo e presuoposta pel) 'Reg. em ^kgmas de
suas disposicjoes (arts. e'flf >!. )
Ainda quando o inteiro exercioio eonwido ao
adjuneto, fera da residencia' do premotor, nfto
excluisse a intervencao deste na ;fofmaeao-da cul-
pa, seria inadmtssivel que" o mesmo promotor
abandonasse a sede da comarca, e o termo do sua
residencia, para ir a um outro lermo proseguir
ua formaQao da culpa. :
0 au:tor do arligo suppoa uma difflculdade que
nao exUt-s ou antes, Taz uma objecQao assas im-
procedette, diiendo :
Quanlo o art. 21 ejUMIeoe.que : Os
proraotores publicos on seasadjunctos sio obri-
Sados, sob as penas comrainadas no aft..45 3
a lei, a apre.>entar a denuncia e promover
a accao eriimual, eta. como se combinara na
sede das c5marcas espaciaes esses dous funccio-
narios, psra cumprir esse dever que atai se
tecaa umlativo 1 -onde acham eilas regra
para se nao atropelarem ?
Respondo: nos arts. 21 e 23 do Reg., cujas
disposiciies icabo de analysar.
Passarei a outro ponto, aflm de eritir a exces-
o dora da re
Razlo porq
respondeicia,
m
Ufa
'cbs.-'q
tomia 1
OsSrs., quatido"esfao cu'rando um doente, aao
sabna.arnndMto, nem apodf viojparar cam
aiuP mmo;- e *io~fb3i!tol#ar, quando
ouco os lenhores dizerem aos pais do lilho assassi-
nado -pelos aenhores, | e ao marido que pierde a
miilher : -console tie com a votrtade de Oeus, que
?Jlte simi fol-ervMo. Porqae no dtom'rfwer
dade, dizendo: sennortvefr nle sei curar, porque
nao nasci para a medicina, por i reote morrei. E assim nam outros, a ponto de estar a cidade com graade
pane de desenganados, afora o grando numero de
pessoas que os senhores daspnganam e mandam
para a Europa a para o sertao. E como eu uz
grandes descaoertas para curar esses infelizes,
vou curar e salva-tos da- morte, os senhores dizera
nao pode curar, porque nao tem oarta de autori-
.sa.;.io paawto, e-o difliw-Sr/poaloior lnu; co-
ahaciraanto deltas factos, que eslao em pena de
laes e taes artigos, que nunca vi tantos ar-
tigos I
Entio querera que "o pfjvo tpdo moxra ? Coaw
ao malvados
E o
norantea, e ^teni'pensem que e crime curar ias
pessoas julgadas defunlaspelos senhores.
Aproveito o ansejo para responder ao protesto do
Sr. Cotias: dizenao-lho qiie o Sr. seu sogro foi
quem me disse que S. S. tinha sido nomeado pelos
medieos para examioar os-m'eus reniedios, entao
eu fuj q"ue iulerpretei, 'dizendo que elles mediooff
andavam om os meus reiirieiHos pela phatmaeia
de S. S., porque e questao -elles trazerem na
sua casa, ou 5.S. tr sa 9ynagoga'delles ver o re-
raedio ; por cemiegulnte nao precisa mais pream-
bulos, basta do resposta.
Peco a todas as pesssoas doemes e deseogawadas
pelos medico.% quo-iio -se iiwportera com esta his-
toria de processos, e po'dem vir, quando qu'rtcfem,
se curar do3 seu3 males, visto eu curar 03 desen-
ganados pelos medicos, porautorisacao do Exm.
Sr. presideote da praidncia, e estou proraplo para
o^receber, tanto os rico3corao os pobre* ; e po-
dem me proonrar oa minha ca9a ate as 10 horas
da manha, e das a bbras da tarde por diant*,
a quaiquer bora ; e aindi mro na inssuv. casa
na Biixa-Verde, defronte da estaiuo do Mangui-
nho, qoe por tratantada de um proprietario dei-
xei de me mudar para a rua das Parnambucanas,
eorno tinha avisado.
Recife, 21 de roaio de 1874.
Doming)! dt-Souza Barros
^tbio sbbre o Peto ftipfjMlpHW'O^d^ire-
mlo.
/B."deVW*nwiros
"Seferelarlo.
laivaaos i
35 sanhpraj.oensam que as autoridades poll-.
sao^IlMiii^tfPFl N*oT|ejam tao ig-
ALPANDKOA
Readiiasra 'dim 4o> ft* 21.
920:1UJ13I
J0.106J1U
5W:250>i't2
sutfragios se contain e -nao se pesam, hoje que a
onda popular tem o inviolavel direito de inuadar
as urnas eleit'iraes, todos sentem o perigo da ab-
sorp'.ao da >BteWgencia pelo oumero. Sa o direito
do maior oumero e o unico a ser consagrado, 6
inevitavel que a multidao ignorante e inconsciente
sa fara omuipotente em quanto as minorias as-
clareeidas senlir-se-hao esmagadas.
Um outro escriptor, Einile Lavelleye na sua obra
Ensaio sobre as forraas de governo nas socie-
dades modernas, diz;
Uma oulra questao se prende a do suffragio,
v a representacr.o das minorias. Ella tem viva-
mente occupado a Inglaterra durante esses ulti-
mosannos, a differentes refor^iastem sido ja in-
troduzidas e applicadas.
Na Franca este problema nao tem attrahido
ainda sulDcieniamenta a atlancao puhlica, posto
que muitos pubheistas teoham "assignalado a sua
importancia, especialmeiita Provo^t-Paradol na
Frauce nouvetlc, Dupont, White em seu prelacio
a traduecao do livro de Stuart Mill e Aubry Vilet
aa Reoista dos Dous Mundos.
t 0 systema actual falsea o systema represen-
tativo.
So as maiorias sao reprasenladas. As mino-
rias sao tratadas como senao exislissem. Acontece
mesmo muitas vezes que a maioria nas camaras
e nomeada pela minona dos eleilores, ou que uma
resolucao tomada pela maioria no parlamento
seja contraria aos votos da grande maioria dos
eleilores.
Os vicios do syslema ekiioral actual sao tao
grandes, tio incontestaveis, tao funestos a todos
os partidos e a todos os paizes, que basta as?igna-
l.i-ls para o condemnar.
Para chegar a uma equitativa representajio das
minorias, diversos processos se tem apresentado;
mas todos elles se podem elassiliear e reunir em
duas classes : a dos systemas empiricos e dos sys-
temas racioaaas
Os primeiros procuram estabelecer a represen-
tacio das minorias, sera se preoccupar do caracier
proporcional desta representacao.
Os segundoi, os systemas racionaes, nao procu-
ram somenle concader uma representai.-ao as mi-
Brias, mas estabelecer, de uma maneira certa, a
representacao proporcional.
Os syslomas empiricos sao em numero do ires :
voto cumulativ >, voto limitado, e pluralidada
simples.
Tam-se geralmente reconhecido que o systema
da pluralidade simples, proposto ha muitos annos
em Franca por E. Gerardin, preconisado por M.
Andre, pa Dinamarca, por Hare na Ingralerra
e sustenlado de novo na Franca, com grande la-
lento por Aubry Vilet. e o de mais simples me-
cauismo e conseguintemeute o de pratica mais
facil.
Foi este o systema adoptado pelo illustrado Sr.
ministro do imperio, no projecto apresentado ao
parlamento no anno Undo.
Pallando deste systema E. de Lavelleye em sua
ja cilada obra, diz o seguinte :
3 Elle da em resultado, a cada opiniao, um nu-
mero de representantes proporcional ao numero
do3 seus parlidarios : o que e verdadeiramenia o
ideal do governo representative.
(Continua).
Descarregam hoje 28 de rftaio de 1874.
Patacho allemao Sieolans mercaaorias para
alfande^a.
Patacho allemao Calharina mercadorias pa-
ra altandega,
Brigue Inglez D~mle bacalhao ja despachado
para o trapiche Conceleio.
Patacho inglezAzalia -bacalhao ja despachado
para o trapiche Conceicio.
Patacho inglez Nereus banha pan o trapiche
Conceicao, e farinha ja despachada para
o caes do Apollo.
Patacho inglez Guyettne favmna para o
caes do Apollo, para despachar.
Patacho ainamarquez Katie kerosene para o
trapiche Conceicao, para despachar, e
deposito aosirapwhes Vieira e-Barao do
Livrameato.
Barea iogltza Zayda ^raacainwao e 'Brro Ja
'despaabados para o eas do Apollo.
Vapor inglez >6ktMator mercadorias para
alfaodega e trapicbe ConceiQao.
carregou : feista & C.
assnear br
1 batficas tfom'Sld kilos de
-'Para Wamanguape, na barcaca Providentia,
carregou : Costa 4 C. i barrica com 60 kilos de
a'oacar rennado.
UAPATAZIA
rtaadimento d^ dia I
;d*Ji do dia 21- .
DAALFANDSGA
a 20. 117771606
StSjSOO
13:3754806
VOLUMES SAHIUOS
No dia 1 a 20.....
No dia 21
Pruneira porta.....
ieganda porta.....
rerceira porta.....
(Jaarta porta......
fupiche Ccflceicao .
19,497
76
158
85
709
20,525
SERV1CO MARifiMO
vi>arangao descarregadas no trapiebe da
alianama :
No dia 1 a 20. ....
No dia 21.......
34
1
3
38
Obra da poiitica, erafim, porque boje, quo o* -siva minuciostilade, pw*qaal muitas -**a-Hito
me propender.
0 art. 8 3' do'.Reg. nao estabelece, como pare-
eeu ao nobre articulista, o ,caso uuico, em teve o legislador em vista crear -um tdjimeto, tem
set em te< mo fora da residencia dos promotores.
Se o art. 8 i 3." simplesmente dissesse : na
corte havera um adj*nclo> commetteriauma redun-
dancia; bem que perdoavel, pois a corte nio e
um termo aemo outro aualquer. Nao faltara
quem entenda que istoena antas uma explicacao
conveniente, do que uma exL'Usada redund^ncia.
0 art. 8 3' nao teve so por Om essa declara
cio ; raas prineipalmente a ooosignacao destas
duas especialidades: ier o adjunct) na corte uma
gratilicac/io de oJOWOO ; e accumular o cargo de
curadur garal de orphaos da 2" vara. 0 Reg: nao
teve por fun, nesta parte, fazer uma excepcao ao
supposto principio de que so e nomeado adjuneto
em termo fora da residencia do promotor.
Deltas palavras: na corte havera um adjune-
to.....para substituir w qualquer dos promotores
em seus impedimenlos.....; ionclua o articu-
lista que alii o adjuneto nao coopera, somenle
substitue.
Sena notaval, que o unico aljuocto dispensado
de toda e qualquer coepsracio ( o unico, em todo o
Imperio ) fosse justamente o uuico, a quem o
Reg. desda logo, directa e .especificadamente, con-
cedesse uma gratificacao, o maxima da gratifica-
rao permiltida em relacao a alguns outros ; alem
de eoncader a curadoria geral da orphaos da 2'
vara.
Ao passo que aos .adjunctos, que exercera todas
as altribuicoes da prorautoria relativa3 a fonnacao
da culpa, nem sempre se concede uma gratiQca-
cio qualquer ( e nao me consta que algum a te-
nha ubtido ); ao passo que aos outros adjunctos,
os quaes dao queixa's e denuueias, o assistein a
(ormn.ao da culpa, c prohibido conceder-se uma
graiilicafio ; ua corte o adjuneto, que nao coopera
( sogundo a opiuiao quo contosto ),merecia tanto
favorecimento Nao e po3sivel.
0 art. 1. 1." da L. diz :
I'ara substttuicuo do3 juizes da direito nas
dilas comarcas hxvotk juizes substitutos, cujo ou
mero nao etcderaaosdjs./uiies effectivos; sendo
nomeados, etc.
Segue-se que os jnizes stibstitatos foram insti-
tuidos soraente para a sub.-titu^ao ? Nao; este
nao foi o unico, nem o principal m-tivo da insti
tuicao. Assim tambein as palavras para substi
tuir do art. 8 3. do Reg. nao dizem, que o ad-
juneto na corte ti excluido de toda e qualquer
cooperacao.
E' pos3ivel, que o Reg. nio tenha sido executado
assim como entendo; m?s nao posso enteoiel-o
de outro modo.
Aos priucipios cstabelecidos a respeito dos ad
junetos nao fez o Reg. lioiitacao alguma quanto
ao caso do ter uma comarca dous promotores-.
Se ha dous promotort.3 em uma comarca de'
dous termos deve cada um destes constituir um
distriuto especial, e ti preciso que tenha cada um
dos promotores, quem promptaraente o substitiia
em seu districto. Se a comarca tem nm so termo,
e 6 tal a superabundance de servijo, que foi ne-
cessaria a creacao de uma segunda proraotoria ;
convera que cada um dos promotores exerca as
attributes relativas ao seu districto especial, e
jamais accumule todas essa* func^oes, ja conside-
radas excessivas para um so funscionario.
0 articulista nao admitte, que os dous promoto-
res desta comarca sejant substitutos reciprocos;
sustenta, porem, que funccionam cumulauvamen-
le, e d'ain deduz a desnece9sidade do adjuneto, e
a caducidade de sua aomeacio. 3a demonstrei no
artigo anterior que os promotores publicos nao
3io substitutos reciprocos. Voltar a esta demons-
tracao seria exensado, e enfadonho.
Tenho dito sobre o assumpto quanto me parecia
necessario.
Recife, 21 de maio de 1874.
Oliteira Fonceca.
Jab
Para se ver a iraprocelencia da accusa^io que
n>) Jornal do Recife -der-lfi.do irrente,mez% pro-
positalmante se fez ao Dr. Amaro Joaquim Fonce-
ca de Albuquerque, como ddjegado de policia des-
ta villa, ba asensirel faRads;pUbHcrSi da por-
tari* baixada e a leRUra do docuraento abaixo
traHiscripto.
A nenda da -earrrara nuioa foi o recabimento
unico de 120 reis-por cmdtemntutK, por quanto a lei
63tabelece como receita pmnicipal-190 eis por
cada cn-ga de'farinha, Mltho, etc., e por cada car-
ga> defeixe, came stem, etc., 320 reis. E sa renda
sempre foi e e afrecadaaa aqui pelo respectivo
procurador. Sendo que no dia 29 do mez proximo
Sndo, por nao estar ainda afflancado o procurador
Manoel Martin ano Leife e o fiscal supplente, entio
procurador interino, pedido sua demissio o snbda-
legado, de accordo com o delegado que lambem
sao vereadores, rasolveu sandar proceder a arre-
cadagao por-maa.praca da polieta ate quo mais
tarde a oatnara raunila delibarasse.
Coin^affeito. renniila a camara ao mc-io dia, sob
a presidencia do Rlra. Sr. tenenta coronal Jose
Thomaz Piras Michado Portella, nio so approvou
o zelo da autoridade como ate louvou o rendi nen-
toque aquella praca exhlhio em mesa e perante a
verea^ao.
0 delegado de Jaboatio exeree o cargo com a
maior integridade possivel seu procedimento civil
e moral so pode merejer oensura por iujustiaa e
vingan^a de algum desaffecto gratuito. Se assim
nio fosse, apresentar-3e-hiam factos ppovados de
modo que nio podessem seffrer a mais cabal con-
testacao. E' assim que oblendo do Exm. Sr. prtsi-
dente uma licenca para tratar de seus nogocios de
interesse particnlares, nos quaes bem p:dia entrar
a adrocacia, sua prolhsao, elle aao so constituio
advogado do proprietario do engenhoForlaleza
e advogado nessa questao o lllm. Sr. Dr. Manoel
Jose Pereira de Mello. 0 delegado de Jaboalao
comprehende anecesstdade de adquirir como que
se compram os meldes mediante porem a mais se-
vora probidade.
O tineiro da matriz.
0 tenente Miguel Germano dos Santos Pereira de
Bastos, seeretario da camara municipal da villa
de Jaboatao, em virtude da lei, etc
Certifico, por me ser pedido, que a correicao
havida nesta villa, de apprenensio dos animaes sol-
U.s, fof em virtude de mti3 de uma deliberacio
desta caraara ; seudo que para sua devida execu-
cio, fui prastado, pela policia, o necessario auxilio.
0 que tudo consta das actas lavradas no corape-
tente .livro, ao qual me reporto. Em fe de ver-
dade. Secretaria da camara municipal da Jaboa-
tao, 21 de maio de 1874.-0 seeretario, Miguel
Germano dos Sanloi Pereira de Bastos.
iJSHCACOES A PEDIDC
1 stubstitul^fto los prouaotores
uiihlicux.
IK
F, .1 CVD.V TEBMO, SEM EXCKPg.lO, DEVE HAVER
UM ADJUNCTO.
Gibe agora occupar-me das consideracoes feitas
no Jornal do Recife de 13 do corrente, sobro este
assumpto.
Alii pretendeu-se mostrar espeeialmante :
!. Que no termo da residencia do promoter
publico e inadmissivel a nomeacao de um adjuneto.
2." Qjo a ereagao e nomeacao de um 2 pro-
m )tor puWico para esta comarca daterrainam por
si sos, a extioccio do lugar de adjun;to ; dado
mesmo que a n^mea^ao do aJjuncto fosse legitima.
A primeira these e offansiva do principio de di-
reito ubi tex non dittinguit, nee nos distinguire
debemas. Dz terrainantemente a L. de 20 da se-
te.nbro de 1871, art. 1 % 7 :
-( Havera em cada termo nm adjuneto do pro-
motor pablico, proposto pelo juir de direito da res-
paitiva comarca 3 approvado pelo prasidente da
proviocia.
Os adjunct)? foram, portanto, instituidjs para
todos oi termos, sera disttasoio. V4 se isto mes-
ir. i no art. 8 do Rag. n. 48x4 :
c Havera em cada termo um adjua:to do pro-
motor publico, etc
| !. Para osadiunjtn no3 termjs de maior
importancia e fdra da residencia dos promotores,
podera o governo, sendo recrahecida a nesessida-
da, em attaacio ao servico, deeretar gralili;ac5es
Ate 5004000. >
Logo aao se ooaeele graiifica;io aos adjun.'tos
os lenmos, era que resvdem os promotores. Logo
o Reg. presuppwe a tegitima existencia da adjune-
tos nestes mesmos termos.
Nio me pareca josla a limi'.acao feita pelo Keg.,
mas ella funda se talvez em ser mais limitada em
uma das hypotheses a woperacao d >s adjunctos.
Em uns termos elles teem o iateiro exercisio das
aUribuiooes daproraotoria relativas a formacao da
culpa ; era quanto aos outros apeoa3 dao queixas
ou daouacias, quando as-autoridadeslhe reraetttra
as provas de algum crime ; e assistem a formacao
da culpa, se os profoatores nao additam as m is-
mas queixas oa aanaowas.
Julgou-se talvez.qae o adjaacto, ao termo da
residencia do prjniotjr,,ricariacompeuado com a
preferencta, que deve ter na3 snbstituicoes; em
agumas das quaes-tera direito ao OFdeaado.
Se, como nten'Je o'iliustre articulista, a quem
agora reapondo, nio ba que nonwar-se adjuBCto
bis comarcas deura ;6 termo ; quem substitafra
promotor em snas fafta3 on hnpaflKneptos *
Nio ha de ser am proantor rattsfino^porque a
A. Illustracile PeruHiubuoaua*
E' hoje publicada dehai xo dos auspicios o pro-
teccao da sociedade Auxiliadora Illu=traQio Per-
nambucana,, cuja direotoria e composta dos se-
guintes Srs. :
PresidenteDr. Aprigio Justiniano da Silva Gui-
maraes.
Vice-presidente. -Clorindo Ferreira Catiio.
1. seeretario. Dr. Joao Vicente Pereira Dutra.
2." dito.Joaquim Salvador Pessoa da Siqueira
Cavalcante.
Thesoureiro Flavio Ferreira '3atao.
Iua|irttuo.
Iliateaacional Rival, eatrado da Macao em '20
dp coweate e aonsiguado a Beltrao & Filho, mia-
atfestou :
Sal 448. alqueirea aos consignalarios.
Patacho inglez Belle, entrado de Terra Nova em
21 do oorreuto e cunsiguado a Johnston Pater & C,
manifestou:
Bacalhao 2,700 barricas aos consignalarios.
Palhabote americano John Roze, entrado de Nova
York econsignado a Henry Forster 4 C., niani-
leslou:
Banha 200 barris a Fernandes da Costa & C,
100 a Sonza Baslos & C, 50 a Leao Rocha & C,
100 a Lebra & Reis, 100 a Luiz Jose da Costa
Amorim & G. Breu 100 barris a ordem, 100 a
Fernandes da Costa &
Cartas 1 calxaans consignalarios.
Drogas 21 caixas a'PI Maurer & C.
Foge da" China 24 caixas a Lflbfe Si Rois, 50 a
T. C. S. Codk. Farinba rhilholOO caixas a Lebre
& Reis. Farinha de trigo 600 barricas aos
consignatarios. Fazendas 50 caixas a Penna Ju-
nior & G. Ferragens 3 caixas a Hawkes & C.
Gaz 1,800 caixas aos consignatorios, 300 a Souza
Bastos & C., 500 a Lebre & Reis, 200 a L. J. da
Costa Amorim & C. Graxa 5 barricas a Lebre
& Reis.
Larapeoes 1 barrica aos c msignatarios.
Macbinas 2 eaixas a Penna Junior & C. Mer-
cearias 100 caixas a Bourgard & C, 5 a ordem, 2
a D. A. Gaors.
Oleo 2 barre aos consignatarios.
Papel 500 volumes aos consignatarios.
Vapor inglez Gladialor, tntrado dos portosda
Europa e consignado a Johnston Pater & C, .ma-
nifestou :
Carga de Lisboa.
Azeite doce 10 quinlosa Mendonca Correa Azaitauas 50 aneoretas aos mesmos, 9 caixas a
Lima Bairio.
Batatas 300 melas caixas a ordem, 50 a Men-
lonca Correa & C., 50 a Cardoso & Martins, 100 a
F. Guedesde Araujo, 50 a Antonio Ferreira de"
Carvalho, 50 a Francisco Jose da Silva Guiraaraes,
100 a Beltrao & Filho, 03 a Silva Guiraaraes, 156
a Monleiro Juiiior & Fernandes, 14 a Constantino
R. Me ml as. Bauha 5 barris a Meodon;a Correa
& u Berco 1 a Marcelino F. da Las.
Camisas *1 caixa a Joao B. Rodrigue>. Cevada
10 barrieas aMendonQa Correia A C, 2 a Joao da
Silva Ramos. Cebolas 20 caixas a Mendonca Cor-
rea & C, 30 a Cardoso & Martins, 50 a Silva Gui-
maries & C, 25 a Monleiro Junior & Fernande3i
50 a Constantino Rodrigues Mcndes. Cominhos 5
libra3 a T. da Aquino Fonceca & C. Cera 5 bar-
ricas e 6 fardos a F. Jose dos Passos Guimaraes, 1J
barricas a Casimiro. Jose da Silva. Cal:ado do
lran.;a 1 caixa a Moroira Halliday & C. Chinel-
las de ourallo 2 caixas a A. de Paiva, 1 a Netto
Campos i C, 1 a Manoel N. da Fonceca & C, 1
a Manoel Joaquim Ribeiro & C. Capsulas de chum-
bo 1 caixa a L. J. Gomes & C.
Drogas 3 volumes z Manoel Alves Barbosa. De-
graos de pedra 4 a Marcelino Jose Gonc.alves da
Fonte.
Farello 12 saccos a Mauoel Alves Barbosa. Fer-
ragens 12 caixas a Moreira Halliday & C. Fructa
1 caixa a Mendonca Correa & C. Figos 2 cai-
xas a Pereira Vjanna & C.
Livros 1 caixa a Goncalves Ferreira & G, la
De Lailhacar & C. Luvas de pcllica 1 caixa a Pa-
poula & C.
Massas 10 caixas a Mendonga Correa & G. Me-
dijaraeutos 5 volumes a Silva" Faria & C, 3 a A.
Caon, 1 caixa a Santa Casa de Miesricordia. "
Obj-ctos diversos 3 volumes a Manoel Jose ii
Silva Guimaraes.
Prezuntos 2 barricas a ordem. Paios 4 caixas
a ordem. Papel 11 caixas a Jose Maria Palmeira.
Passas 23 fardos a L. J. da Cosia Amorim 4 C, 7
a Manoel Thomas da Costa.
Roupa branca 1 caixa a Domingos Manoel Alves.
Semeas 4 libras a Manoel Alves Barbosa.
Toucinho i00/2 barris a ordem, 50 a E. R. Ra-
bello & C, 5 a Mendonca Correa & C, 15 a Leio
Rocha 4; G.
Vellas de cira 45 caixas a Silva Junior & C.
Vinho 16 caixas a J. Bento Rodrigues, 1 a P. Bar-
bosa 4 C, 10|) e 10|t0 a Caetano C. da 0. Cirrei-
ra, oio e 8 eaixas a Amorim & Irmios, 15)5 a
Baltrao & Filho, 2)5 a Joio Jose da Amorim 10|5
a Rodrigues <$ Marlins, 2|5 a J. Bernardino Bote-
Iho, 1 barril a ordjm, 30'pipas e 10'J[5 a Silva
Guimaraes & C.
ftECEBEDORlA DE R8NDA8 INT. RNAS OE-
RAES DE PBWWfcMBUC
tendimento do dia'la-fO. 36.694*206
lam do dia 21 .... 1:832*695
38:5t6l01
CONSULAIH) MOVSMMu
Rendimento do dia 1 a 20. 69:112*407
idem do dia 21 .... 2:308*616
71-.421J0>3
este juizo Antonio Goncalves de Moraev .
Dado e passado naaa freguezia, em IS oe naio
de 1874.Subscrevo aaatao.
O csenvio, Goriohino 00 Abrte-
Aitcnio SaWinrii Qwtyih*.
Edital a. 163.
Pdla iopectori* da ajbaian mja*>au, a> eoa-
formidade com o art 559 do regalameoio das al
fanJegas, a Antonio Jose Danias, doao de a>z
barris da marca A J D n. 133/144, coatendo var-
niz, vindos de Liverpool aa barca ingleza Dora,
entrada em 6 de dezembro do anno pauado, para
vir retira-Ios desta repartifao no prazo de oilo a .
sob pena de, findo elle, se proceder nos tenant do
referido artigo.
Alfaodega de Peroambuco, 21 de maio So 1874
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis
RECIFE DRATNAGE.
tendimento do dia 1 a 20 .
'dem do dia 21......
4:904*418
318*500
5:222*918
MuwlMENTQ DP PORTO.
Navios entrados no dia 2/.
Liverpool por Lisboa-21 dia3 do primeiro porto,
16 do segundo, vapor inglez Gladiator, de 459
toneladas, commandantc G. Jeffrey, equipagem
29, carga fazendas e outros generos; a Johns-
ton Pater & C.
Uaceio-14 horas, vapor iiglez Bernard, de 577
tonaladas. commandante Pontel, equipagem 27,
carga assucar e algodio ; a Saunders Brothers
& C. Veio receber ordens e seguio para Li-
verpool.
Hamburg?45 dias, patacho allemao Catharina,
de 144 tonelada3, capiiao H. Drayer, equipa
gem 7, carga differentes generos ; a Brown
Thomson & C.
New-York-30 dias, hiate americano John Rose,
de 212 toneladas, capitao Howell, equipagem
7, carga farinha da trigo e outre s generos ; a
lienrv Forster & C.
Terra-Nova -29 dias, patacho inglez Belie, de 261
toneladas, capilio W. Mulcahy equipagem 9,
carga bacalhao ; a Johnston Pater & C.
Navios sahiios no mesmo dia.
Rio Grande do SulBrigue escuna nacional Cj/j-
ne, capitao Jose Monleiro de Almeida, carga jas-
sucar.
Santos pelo Rio de Janeiro e Bahia, -Vapor fran-
eez Ville de Bahia, commandante Roberto, car-
ga part) da quo trouxe da Europa, e assucar
que recebeu neste porto.
0 lllm. Sr. inspector dah*woawaia-provin-
cial maoda faaer puMieo qua ao da 1 aw jamb.
proximo viadooro, perante a Junta da nmm the-
souraria, vai a praca para ser arremalado p-.r
quera menos flzer o fomeeimento da allmeaaacao e
dietasaos presos pobresdateaaa de-rfeteat**, ao
trimestre de julho a setemhro proximo viadoaro.
servindo de base a arrematmcao os preens das ta-
bellas abaixo tnnscripus.
DIETAS.
Numero 1 380.
2-400.
3 640.
4 4i-o.
r 5-400.
Sera tambem fornecida aos presos eeis. na im
porlancia de 120 rs., em quanto esta or.ada, n
almocp na mesma proporcao
para cooslar, se maadon fazer pablico pelo
presente jornal.
Secretaria da tbeeouraria provincial, 13 oaataio
de 1874.
O official maior,
jtigael Aff-mso Ferreira.
Antonio Gomes Leal, conmiendador da ordenM d
Christo, official da imperial ardent da Rasa, ca-
valheiro da de S. Bento de Ariz, eoadecorado
cam a medalha do exereito cooperador da Baa
Ordem e com a da campanha do Paraguay, ea-
ronel do estado maior de *" elatse e comman-
dant- superior da guarda nacional do maaicipio
do Recife, por S. M. o Imparador, etc, etc.
Faco saber qne. de conformidade com a lei a.
2395, de 10 de sete.nbro do anno proximo passado.
e disoosicoes posieriores, rennir-se ha o aaaaelho
de revisit da guarda nacional deste municiph, n >
dia 24 do corrente mez, pelas 9 boras da anobi,
no pai;.i da camara municipal
E para que chegne ao conheciateato de Udo*.
mandei fazer o presente edital, qut sera pabacado
nos jornaes desta cidade.
"Joartel do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, 15 de maio de 1874.
Antonio Gomes Leal._______
0 lllm. Sr. inspector da thesooraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de jonho
proximo vindouro perante a junta da mesma the-
souraria se ha de arrenutar, a qutm por menos
flzer, o fornecimento de medieamentos c ntensis
precisos a enfermaria da casa de deicneio por
tempo de um anuo a contar do I.* de jnrao do
corrente anno, a 30 de junho de 1875, servindo de
base a licilacao os precos consianles das respecti -
vas tabellas. ____
As pessoas qne se propnerem a esta arremata-
cao comparegam na sala das sessoes da rcfanda
junta no dia acima indicado pe'.o meio dia.
E para concur se mandou fazer pnWico pelo
presente jorual.
Secretaria da ihesouraria provincial, 15 de maio
da 1874.
0 offlci il maior,
Miguel Affonso Ferreira.
EMTAEt.
o
Aos Srs. uielico..
Quem e esse casaco cOr de c'ma! que me raor-
de de furto, com tauta forca na sua injusta denun-
cia no Jornal do Recife.
Sera um homem qua ha poucos dias encontrei na
ponte do Recife, vestido com roupa de cOr cinzen-
la, que tinha traeis physionomios de assassino,
cobarde e ambicioso ? nao, aid pode ser, porque
aquelle homem nao me conhece e muito menos
esta em luta comigo; isto 6 algum bicho chamado
medico, em combinacao com os outros, que 6 a
mesma cousa em qualidades, como indicou a phy-
sionomia do homem que eu vi; e como nio posso
estar enganado, que quera me falla e medics e esse
da qualidades pessimas ; por isto vou dar mais
uma vulta no parafuso, ate qua toque-lhe na me-
dulla dorsal, que elle grite e diga o seu norae pro-
prio.
Por conseguinlj, vou resolver o enigma, d'eu cu-
rar os defuntos (os dessnganados pelos medicos),
e os Srs. medicos nao euraram os vivos, que por
modestia nao quiz dizar todas as rerdades na mi-
nha correspondencia.
E' porqne a medicina que esta escripta e por
onde os senhores seguiam, ti uma burla, e incerta,
6 linalmente mentirosa; e vou mathematicamente
provar eJtas verdades.
E' incerta, porque nao tem um so ospecifico,
que e o que se chama remadio (porque cura com
certeza), e diz nas suas regras; em tal molestia
applica tal medicamento, e se este nao flzer ceder
o mal applica taes, taes e taes medieamentos, como
quera diz, vai por paos e por pedras, ate Ver se
salva o doente on the aproxiraa a morte.
E' mentirosa, porqua o que um medico diz, ou-
trem desapprova, e sevierem cem medicos ver um
doente, cada um dii uma cousa em opposf?ao a
ontra, sendo todos formados em uma so facul-
dade.
Nio e arle e nem sciencia, por nio tericer|ea
de cura e porque a medicina verdadeira 6"naluTal,j
ei-obra da natureia divina a nio dos homens; tan-i
to assim que, nm iadio corioso cttra melhoT do,
qua o melhor medico das cidades.
Ha medicina no muudo com toda certeza, e logo
hade erjftrar no corihecjmeilto dos homens, de-'
mmstrada-por aqnelte homem qoe'Deuf me Her'
Olee> pin- > luodicinal do "^'-
du de bncalhao, de Lauiuan <&
MLeuip.Quvir-se essa losse secca, cor-
tada e metalica qne 6 symptomstica l'uns
pulmoss enfermos, aos inclinamos a c 6r
que nao ha remedio. Poie ser d.miouida,
mitigada e fmalrnente completameiite extir-
pada mediante o uso do oleo puro medici-
nal de figado de bacalhdo de Lanman
& Kemp Especificamos a preparaQiio de
Lanroan & Kemp, porque e lira artigo puro
e legitimo, elaborado com os ftgados frescaes
do melhor peixe, e a cujo grao de excellen-
cia, n5o p6de chegar nenlium outro oleo de
figado de bacalhdo no mercado. Por estra-
nha que se nos figare e^ta -assergar} ..as sete
oitavas partos dos taes suppostos o'eos de fi-
gado da bacalbao, sao adulterados, o al-
guns d'elles, nSo contem uma so pinga que
seja do Quido cujo nome usarpio. A lode
que existe no verdadeiro remedio, nao se
encontri em nenhumas daquellas falsifica-
coes e imitagoes despresiveis, e por essa
mesma razaj sao inteiramente looteis. Em
quinto que neste outro se achao grande
antidoto para a phtysica, broncbites, e todas
as entarroidades dos puhnoes o do i't**ado, e
isto n'um estado o mais puro e na forma a
mais agradavel era que a sciencia pdde a-
presental-o ao enfermo. Nao tem nenhum
cheiro desagradavel, e conerva-se penfeito
em todos os climas.
MM
mtmrnm.
JUNTA DOS ^ORIETORES
Praca do Veelle, %l de maio
de 1894.
A3 8 HORAS DA T4RDE.
OOTAOOES OrWClAKS.
Aigodao de 1 orto*O0O por 15 kilos, hontem
e hoje-
Algodio de Maoei6 1" sorte 8*600 por IS kilos
posto a bordo a frere de 7(8 e 5 0]0,
bontsm.
Algodao-de Maceio mediano -8*100.por 15-kilos
-posto a -bordo a frete de ?i8 e 3 OrO
*n*tB).
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 1|8 d. pot
A 4000,' banco, hontem e hoje.
Cambio sobre Paris a**) ttfv. 378 rs. o franco)
banco.
DiiPAGHOS UE EXPORTACAO NO DIA 20 DB
IA10 DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na barca franceza 6'. Andre, para o Havre,
carregou : E. A. Burle & G. 2,000 couros verdes
eom 12,000 kilo.
No brigue hespanhol Bareelo, para Barcelo-
na, carregou : Amorim Irmaos 4 C. 112 saccas
com 8,387 kilos de algoda >.
No brigue sua;o Gerda, para o Rio da Prata,
carregou : Amorim Irmaos & C. 430 barricas com
54,074 1(2 kilos de assucar branco e 100 dilas
com 12,148 ditos de dito mascavado.
No lugar hcllandez Jeame, para o Rio da
Prata, carregou : B. Oliveira St C. 330 barricas
com 40,734 kilos de assucar branco.
No patacbo portuguez Martial, para Buenos-
Ayres, carregou : L. J. da Silva 40 pipas com
19,200 litros-de'agnardenle ; M. Goncalves Telles
3,000 cocos (fructa).
No navio portuguez Azurara, para o Rio da
Prata, carregou : A. Cordeiro 350 barricas com
32,612 kilos de assucar branco.
Na barca porlugueza yovo Silencio, para
o Porto, carregou : M. J. Gomes de Amorim 60
saccas com 4,5j55 kilos de aigodao.
Na barca porlugueza Alegria, para o Porto,
carregou : M. L. Paes Barreto 100 sjccos com
7,500 kilos 'de assucar branco.
Na barca porlugueza Harmoma, para o Por-
to, carregou : M. Gregorio & G. 143 saccas com
13,801 kllo3 de aigodao.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no vapor francez Ville
de Bahia, carregou : J. C. Goncalves '500 saccos
com 37,500 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
cio.ial Edaviges, carregou: P. Vianna & C. 500
barricas com 40,305 1(2 kilos de assucar branco ;
l. G. Gonealves 600 dilas com 49,939 lj2 ditos de
dito.
Para o Rio Grande do Sul, na escuna brasi-
leira Cysne, carregou : J. M. de Almeida 14 bar-
ricas com 3l7'kilos de assucar branco.
Para o Ceara, no vapor nacional Ipojuca,
carregou : J. i. da Rosa '3frbarricas com 1,524
f(2'mlos de assucar branco ; Gosta & C. 60 ditas-
com 4,500 ditos de dito ; A. F. Vieira 30 dilas
com 1,824 1)2 ditos de dito : para o Aearacd, J.
R; mos A Machado 6 ditas com '372 ditos de dito
reiinado, e 5'bafris 'com 480 litros de aguardente ;
Fernandas 4 Irttiao 7 cascos com 1^8i ditos da
dita : .para Macao, A. C. de Vao6ac#es I volume
com 30 Jtilos de asiucar reenado.
fWa'AUgOas, ttafbtfeaca gof-OtrPHrahyba;
carregou : Carpiotdrro Filho'4"9lbrinho 20 barri-.
cas corn. 1^00 kites pe-asanaar braaeo.
*- Pan Maracaiad, na barcaca Vemnica, car
regon: (aawmia^OiaaJa pip karat aaros Ms
Para Macao, na bareaga Rainha dos Anjos,
Dr. Sebastiao do llego Barros de Laterda,
juizde direito especial do commercio nes-
ta cidade do Recite e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constitucienal o Sr. D
Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber que no dia 30 do corrente mez de
maio, a3 11 horas da manha, na sala dos au lit >
rios, devera ter lugar a reuniio dos credores da
massa fallida de Pereira de Mello & G, para se
veriflearem 03 creditos, deliberar-se acerea da
concoidata, ou forraar-se o contrato de uniao, e
nomear-se admlnistradores a dita massa, cerlos os
credores de que nio serao admettidospor procu-
rador sem que este exhiba procuracao especial,
a qual nao podera ser conferida a devedor dos
fallidos, nao podendo, outro sim, um so indi-
viduo representar por dous diversos c^dores, e
que sera havido o credor que nao comparecer,
como adherente as resolucoes que lomar a maio-
ria dos votos dos credores que comparecerem, com
tanto que para ser valida a concordata e neces-
sario que seja coneediJa por um numero tal de
credores que represontem pelo a maioria delles
menos em numero de dous tercps no valor de to-
dos os creditos sujeitos aos effeitos da concordata.
E para que chegue ao conbecimento de todos,
mandei passar o presente, qne sera publicado pela
imprrns.i e affixado nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 15 de maio de 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, o
subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 310 rs.V. S. S. ex causa.
Barros de Lacerda.
0 Dr. alexanlre de Sousa Pereira do Garmo Ju-
nior, juiz substituto dos feilos da fazenda nacio-
nal desta provincia de Pernambuco, etc.
Faco saber a todos que este virera. que no dia
29 do corrente. na sala das audiencias, pelas 11
horas do dia, se venlera em praca publica, a ca-
sa terrea n 70, sita a rua da Impratriz, com 3
metros e 10 centimetros de largura e 22 raetros e
90 centimeiros de coraprimento, avaliada por ..
4:000$, e penhorada a Francisco Maia Cortes, pa
ra pagameuto do que deve a fazenda nacional.
E para que chegue ao conheciraento de
todos, mandei passar o presente que sera
publicado pela imprensa e affixado rios lu-
gares do costume.
Recife, 4 de maio de 1874.
Eu, Jose Francisco do Rego Barros, escrevi.
snbscrevi. .
Pereira do Carmo Junior.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria, em vir-
tude das disposicpes em vigor, manda fazer pu-
blico, que tem marcado o dia 15 de junho proximo
vindouro para o concurso que lem de abrir entre
os pralicantes, para preenchimento das vagas de
terceiros escripturarios, existentes nesta thesoura-
ria e na recebedoria. Versara o exarae sobre as
seguintes materias :
Theoria e escripturacSe mercaatil por partidas
simples e dobradas e suas applicagoes ao commer-
cio e ao thesouro ; traduecao correeta das linguas
ingleza e frauceza, prineipalmente da ultima; prin-
cipios de geographia e historia do Brasil; algebra
ate equ; ?5es do 2 grao ; arithmeticae suas appli-
cagoes ao commercio, com especialldade a reduc-
gao de raoedas, pesos e medidas, juros simples e
compoetos, theoria dooambios e suas applicacSes ;
e fiaalmente pratica do servico da repartieao em
que serviram.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 15 de maio de 1874.
0 3 escriptnrario, servindo de seeretario,
Pedro Roginaldo Taixeira.
0 lllm. Sr. inspector da thesoarai ia provin-
cial manda faaer publico, quo eat rumprmeaCo
da ordem do Exm. ir presidenle da prorneia,
de 28 de abril proximo passado, perante a jaaU
desta thesooraria se ha de rrematar na au 28
do corrent-i, a obra dos reparos de qae precisa a
ponte do Trapiche, or^ados em 1:630* como ae-
claram as clausulas abaixo menclonada'.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala dss sessdes da referida
junu no dia acima indicado. pelo meio dia.
E para constar, se mandou publicar o present*
pelo jornal.
0 official-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a airematacao dos re-
paros urgentes da ponte do Trapiche :
Os reparos da ponte do Trapiche, serao exacn-
tados de conformidade com as prescripgoas do
respectivo orcamento, na importancia de 1:530*.
0 arreraatante dara coraecp as obras no praz
de oilo dias e as concluira no de um mez mez, a
contar da data d assignatura do contrato.
3.'
0 pagamentO sera effecluado em Um prpsta.-dVs
iguaes, e na proporcao do servico executado.
Era tudo o mais que nio Oliver especillrad
na3 presentes clausulas. sc cbservara o qae dis-
pute o regulamento de 23 de faverciro do Qartaata
anno.
Victor Fourn e,
Enge- heiro caefe.
Coaaarme,
Miguel A. Ferreira.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se fax cer'.o que e nesle mez de maio que lea de
ser pago, sem multa, o imposio pessoal, relate >
ao 2.* semestre do exerciclo corrente de 1973 a
74, depois do que sera pago co a a multa de ti
por cento.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de maio de 187*.
0 adiniaistrador,
Manoel Cirneiro de Soasa Lacerda.
Companhia perna ubucana
de navega^ao costeira a
vapor.
De ordem do eonselbo da dirercao, cnvidc a <
Srs. aeeioaittas da nova emissao de acciSe* desu
companhia, que somenle realisaram a prime ri
prestacio de SO *|. sobre o valor snbschpt->. a f-
ter segunda entrada a mesma razio, den;r
prazo de 30 dias, a contar de boje, no esariaaorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1874.
Jhomas M. Coaaan.
Gerenie interioo.
Hospital militar
0 major Antonio Bernardo Quinteiro, juiz de pax
da freguezia de Santo Antonio da cidade do Re-
cife de Pernambuco, em virtude da lei, etc.
Faco saber a quem coovier que vao aer arre-
matados por venda, lindos os dez dias da lei, por
quem mais der, os bens seguintes :
50 ehapeos de sol, sortfdos, de al-
paca e aigodao, a if cada um; todos
na importancia de
30 ditos inntilisados, a 600 rs., to-
dos na importancia de
21 armacoes de ditos, a 460 rs.,
4odas na importancia de
1 arraacaoenvidragada, naimpor-
Hawa de
1 .amnrie -peqaatto mao es-
tado
100*000
*000
3*510
4
173*3>
Os preditas bens foram. panhorades Jas6au-
ddux, por execur^T) que contra este move por
0 hospital militar desta proviaeia eoatrata, cm
quem raelhore* vantageas eawrecsr a fawala aa-
cional, para o trimestre qoe tem de ftndar em I
da jonho do corrente aaao, os generos alii.'
cios abaixo meacionados, para dietas dosdawatcs
e racoes de seus empregados :
Aleiria, kilos
Ararnta, idem.
Arroz do Maranhio, idem.
Assucar reflndo, idem.
batatas ingieias, idea.
Bolachas, idem.
Biscoutos, idem.
Cafe em carogo, idem.
Dito moido, idem.
Carne verde, idem.
Dita secca. Mem.
Dita de porco, idem.
Cha perola, idem.
Dace de goiaba, idem.
Farinha de mandtoca, litro.
Feijio preto ou mulatinho, idem.
Gallinha, uma.
Lenha, achas grandes ou loroa.
Leite, litro.
Manteiga ingleza, kilo.
Macarrao, idem.
Marmelada, idem.
Ovo, um.
Pies, kilos.
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilos.
Toucwbo da tisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, li tro
Jjabo do Porto, liiro.
s pessoas que quisaraoa laser dito fc*-r
to apresantem anas nroposlas. na ni.
dito hospital no dia S3 do correa**, pelas-M h> t\*
a> miaha, adrirtindo se qne attai deaaa bora
nhuraa proposu sera mais aceila, qae led'
jo anew devem aer de pnaaetn aaaawwde,
nalmente qoe no peso da cacac qae aa ped
deve corner mais da qulata pane em asios.


Diario de Perambuoo Seasta feir* 22 de Maio tk 1874.
Hospital imWttr de Pernambaeo, r de maio de o Brasil
187 4.
0 escrivao 'taterino,
loaquim Pint3 le Almeida lunior.
Arraaaensda compankia per
nambncan*.
PleAiii'vs contra Cojro
A eirapanhia pernamhueana, dispondo de ex
eellentes e'vastos armar.ens em sen |iredio ao fur
la do Matlos, offereceos ao commercio em geral
para deposiio de jrcneros, g.tranttodo a major cou
serra^lo da mereidorias denositadas, servic/
prompto, .precus modicos, etc.
Tamtam recolhert, medtante prwwo accord", ex
ClusiVdUioiiie i'.i generos de lima 6 pessoa.
Estes artnaieas, Iem de arejados e commodo*.
sao inteicamente nofos e aspliatlados, iscntos d.
cupim, ratos, etc., etc.
As passoas que qaizerera utillsar-ae destes ar
mazens, pederao dirigirse ao escriptono da com-
panhia pwnarabucana, que acharaa com queri
tratar.
Vice-eoasulad > de Italia em
Pemambuco.
Os snhdites italianos B<- ^ !ra D. Francesco, e
Calatioriu Vicenzo, aqaelle u-.aral tie Tramutola,
e este de Diamante, i-ao convi i i-los a comparece-
rem peraote eate vice consult*.. la Italia, a nego-
cio que Ibes die respeito.
SANTA CASA DA MISElUiwRDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta adininistrativa da sani i casa di
Misericordia do Recife, manda fazer publico qnt
aa sala de sua* sessoes, no dia 31 de raaio pe-
las 3 boras da tarde, tem, de ser arrcmatadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
a tres annos, as readas dos predios em seguida
ieclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARrDADE.
Travesea de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rita.
idem n. 32 ....... 150*000
Jdemn 34 ......900*000
Ciuco Pontas.
asa terrea n. HI......3620oOO
Rua da Alegria.
den n. 31 371*000
Ponte Vetoa.
Idea a 31.........150*000
Rua de Antonio Henriques.
idem n. 26........99*0OC
Hua do Vigario.
1.* andar do sobrado n, 27. 325*000
Eojaideu.'........375*000
PATRIMONIO DOS OBPHAOS.
Hua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*00(
Becco das Boias.
Sobrado n. IB.......421*001.
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (techado).....1:000 JOtt-
|Rna do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*001
Rua do Amerim.
Idem n. 34........122*00;
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua Sat Larangeiras.
Casa terrea n. 17......36l*00(
Os pretendentes deverSo apresentar do acto d;
arrematacao as suas fiancas, ou comparecereiT
acorn panfiados dos respectivos fladores, devendi
pagar alera da renda, o premio da quantia en
que for seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da lir
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Bo
eife,17 de raarco o As 1874.
O escrivao
Pedro Rodrigttet de Souza.
'M
'430
'330
"90
.450
-31M
Impressos e amostras de fa-
aendas do Bwsil..........
Servia :
Cartas franqaeadas do Brasil.
Cai-tas nao franqueadas para
o .Brasil.................
Imnressos e amostras de fa-
zendas do Brasil......n...
"fiuecia :
Carta.fraoqKea-Jas do nrwil. SMW
Cartas -oao frauqueadas para
o.-Brasil............... 30
Impressos e amostra< de fa-
zendas-dn Brasil........ .400
Sois-a :
Cartas franqm-adas go Krasil.
Cartes n4o^franqueailas para w
Itrasil.......
(lUprnwHa r ,hii.tras de fa-
jK'iiilas rio llrasil.
Tuiauii.
A. Coitstantinopla :
Ortas firanqueadas do Brasil.
Cartas naofranqneadas para o
Brasil.....
Impressos e amostras de fa-
rendas do Brasil. .
B Andrinopla, Antevare, Bey-
routh, Burga-, Caifa, Can-
dia, Canea, Cavalla, Cesme,
(C'.io.) Czenawada, Darda-
nello-, Dede-Agat^ch, Du-
razzo, Gallipoli, loebol', Jaf-
fa, JaDiaa, Jerusalem, K-
ras-unde, Kastendie, Lagos,
Laroaka, MeleJim, Phelepo-
poli, Perveza, Beliroo, Rho-
des, Rotilrhouk, Salonina,
Samsnm, Santa Onovanta,
Seres, Smyrna, Sophia, Su-
tina, Tultecha, Tenedos, Tre-
besonda, Valooa, Valo.Wid-
din :
Cartas franqaeadas do Brasil.
Cartas nao Wanqueadas para o
Brasil. ...
Impressos e amostras de fa-
zendasd > Brasil. .
C. Outras localidados da
Ttrquia :
Cartas franqaeadas do Brasil.
obrigateria.
facultattva.
ohrigatona.
facultatira.
rbrigatoria.
facult.itiva.
90 olirigatoria.
480 facultativa.
00
400
obrigatoria.
3(M facultativa
m
100 obrigatoria.
dos
< otirwiiii
trilhos urbanos do Recife
a Olinda e Beberibe.
Nao havendo-se reunido a
acsemblea geral dos Srs. ac-
cionistas, convocada para o
dia 8 do corrente, afim d
proeeder se a eleicao de um
membro da commhsao de
contas em subslituicao de eu-
ro que pedio sua exoneracao ; sao de novo con-
vidados os mesraos Srs. accionistas a se reunir
no dia 23 do corrente ao meio dia, no lugar do
costume, para o referido fim ; e na falta, proce
der-se-ha nos termos do art. II dos e3tatutos ;
isto e, funoionara a assemblea com qualquernu-
mero dos presentes.
Recife, 13 de maio de 1874.
O secretario,
Luiz Lopes Castello-Branco,
Administrac-Ho d-s eorreios de
IVriiaiidiiico.
<'ou\ciii'uo postal entre o BraMil <
o Iniperio alleniiio.
Faco publico que se acha em execncSo a con-
vencao postal celei rada entre o imperio do Brasil
e o imperio allemao em 30 de setembro de 1873.
Este correio expedira malas pelus paquetes
francezes e britanicos para o correio ambulante
de Metz a Bingerbruck.
As taxas de porte convencionadas para os objec-
tos dirigidos para o imperio allemao, monarchia
Austro-Hungaro e Luxemburg.?, sao as seguintes
ate ao destino dos mesmos objectos :
Cartas ordinarias por 15 grammas ou fraccao de
15 gramu os, 4C0 rs.
Amostras de fazendas, jornaes, gazetas, obras
periodisas, livros brochados ou encadernados, pa-
peis de musica, catalogos, prospectos, annuncios
e avisos diversos quer sejam impressos, eravados.
iitbographad.os ou authographados, gravuras, litho,
graphias e photographias, papeis de commercio
prova* de imprensa com is correcgSes feitas a
mao e manuscriptos, por 50 grammas ou fraccao
de 50 grammos 70 rs.
Nio so as cartas como os outros objeotos podem
regislrar-semediante o premio de 200 rs. alem
do porte correspondente ao seu peso, e, se o re-
mettente de qualquer objecto registrado exigir re-
cibo do destinatario, pagara mais 100 rs. por esse
recibo.
0 previo pagamento do porte e facultativo so-
mente para as cartas ordinarias e obrigatorio pa-
ra as eaita- registradas e demais objectos.
As correspondencias iujuflScientemente fran-
queadas serao taxadas como cartas nao franqaea-
das, levanlo-se em conu a importancia dos scl-
los afiBxados pelo remettente.
As cartas ordinarias nao franqueadas da Alle-
manha, monarchia AHstro-Hungara e Luxembur
go pagarao no Brasil por 13 grammas ou frac
5ao de 15 grammas, 330 rs., quando vierem pMos
baquetes Ailemaes, ou 300 rs. quando conduzidas
pelos outros paquetas.
As taxas de porte das correspondencias dirigi-
daspara paizes estrangeiros a ,|ae o correio al-
lemao serve de intermedio, sao as menclonadas
na seguinte tabella, em qae tambem se mencio-
nam as taxas das cartas nao franqueadas origina-
rias dos mesmos paizes :
Caitas nao franqueadas para
o Brasil.....500
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil.... 70
Efrypto (Via Brendeti)
A. Alexandria :
Car!a3 franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o Brasil ...
Impressos e amostras de fa-
zendas do Hrasil. e .
B. 0 resto do Egypto :
400/ Obrigatoria
late a frontei-
ra de sahida
Austria.
)ra
cooaeoiBMBto-de.qnem interessar peasa,que opra-
ro matcado para a substituicao das -notas de dous
e cioooenta rail reid 4.* esumpa, valor por va-
lor, foi prrog*4o ate 31 de dezewbro do corrente
anno, comecando -do 1.* de Janeiro vindouro em
diaute,-o descoato de <0 0|O no priraeiro mez, de
20no-segundo,.e.assim successi-aoierrte ale a ex--
tioccdo do-valor.
Secretaria da thesourarla de fatenda de Per-
nanibuco, 10 le.maio de 1874.
D 2" wcrijMuraiio servindo de secretario,
tCarlos Joao de SttaaHoruea.
Dr onlem do ll.cn. Sr inspeclar da ihesou-
rarta de>faz*nda se lai public qtie, uos termos
das inslnu-cwi's do tritmual do llusimro na.Monal
de l de outnt.ro de i"2. conti *a aberto nefta
l.esouraria.a troco da nioe.la de bronze pela do
<, fere, aciualinente em circulavau.
Secretiria tit tnnsuiirari-i de fada de Per-
OMrtbuco, 10 ie maio do 1874.
0 ^'wci-.piiiririo servinds de secretario.
iCui los Joan de Souza Can ra.
-*
Cartas franqueadas para o
Brasil. .
Cartas nao franqueadas para
o Brasil......830
520 facultativa.
680
110 obrigatoria.
Facultativa
para o Egyp-
to inferior e
590 obrigatoria
paia o Egyp-
to superior.
/ Re gislra dos
Impresses e amostras de fa-
zendas do Brasil. .
so sao aJmi-
siveis cartas
para o Egyp-
to inferior a
110 Egypto cen-
tral.
Das correspondencias para os paizes estrangei-
ros a que serve do intermedio o correio allemao.
so podem ser registradas as cattas, m.'diante o
premio fixo de 200 is., alcm do respective porte.
Quand estraviar-so alguma earta registrada,
pagar-se-ha ao remettente uma indemnisacao de
20*000, se a reclamacio for feita dentro do prazo
de seis mezes. A perda de mala, devida a acci-
dente de forca maior, nao da direito a indemnisa
..-ao alguma.
As amostras de fazendas, os jornaes e livros,
etc, os papeis do commercio e os manuscriptos,
para goza.-em do porte reduzido que Ihes e appli
cado, devem estar cintados de modo que seja facil
reconhece los e nao conler palavra ou signal al
gum em manuscripto alem do nome e residence
do destinatario, a assignatura do remettente, e
quant.i as amostras a marca de fabrica ou de
commercio, os numeros de ordem e d03 preces.
Nenhum maco de amostras deveia ter valor
commercial e exceder o peso de 250 grammas.
Os macos de jornaes e outros impre.-sos, assim
como os de papeis de commercio e manuscriptos,
n3o deverSo txceder o peso de um kiligramma.
Serao considerados e taxados como cartas rs
objectos a;ima referidos quanJo deixarem de ser
observadas as conriicSes declaradas ou quando nao
tierem sido franqueados ate ao sea destino.
A correspondencia relativa ao servico postal e a
unica que nao es>a sujeita a porte algum.
Recife, 15 le maio e 1874.
0 alministrador,
A/Jonso de Reijo Uarros.
Companhia Fidelidade
flegurog niariti mo8 e terreetres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultiraos o solo livre, e o setimo anno gratutto a'1
egnrado.
Feljciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
Imperial Sociedade dos Ai -
tiatas Mechanieos e Libe-
raea.
Por ordem do director convido aos membros
effeclivos desta sociedade a coroparccerem a ses-
sao extraordioaria, que deve ter lugar no dia H
do corrente, pelas6 1|2 hoi as da tarde, aflra de
tratar-se de lagociot de summa importancia.
0 1" secrotario,
_______________P. P. dos Santos.
Commando dan armag
A i;'ra. D. \naunciada Maria de Almeida Fortn-
na, viuva do Sr. capitao, eommissionado major,
Tlieotonio Joaqawn de Almeida Fortnna, queira
comparecer no qaartel general para se Ihe entre-
gar papeis que dizem respeito a pensao que ao
governo imperial reqnereu,. afim de satisfazer as
exigencias do Sr. eonselheiro procarador da corda,
ou autorisar pessoa que venha reoeber taes pa-
peis, e passe o uompetente recibo.
Secretaria do commando das armas de Pemam-
buco, em 21 de maio de 1874.
0 tenente-coronel secretario,
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Por ordem do Sr. Dr. juiz do commercio, a
arrematarao da loja de Antonio de Souza Oliveira,
por execucao de Von Schosten & C, tera lugar no
dia 23 do corrente, ao meio dia, na mesma loj?, a
rua Duque de 'axias.
Irmandade do SS. SS. da
Matriz da Boa-Vista.
Em virtude do disposto nos art. 24 e 39 do
coropromisso, convido a todes os membros desta
irmandade a se reunirem em mesa^eral, no dis
24 do corrente, pelas 9 horas da manha, no lu-
gar do costume, afim de se eieger a mesa rege-
dora, que tem de dirigir a irmandade no anno
compromissal de 1874 a 1S75.
0 escrivao.
Simp icio da Cruz Bibeiro.
ADMLNISTRAi AO 003 COBREIOS DK PEHNAM-
BUCO. 22 DE MAIO DE 1874.
Malaa a expedtr-se
Pelo vapor nacional [pujuca, esta administracao
expede malas para os portpa do norte ate a Crania,
hoje (22). ^
necebem-se jornaes, impre-sps c cartas a regis-
trar, ate 2 horas da tarde., cartas ordinarias ate 3
horas, e estas ate 3 1|2, pagando porte dnplo.
0 admmistrador
Affonso do Rego Barros.
Santo Antonio
WICI^I^XE.
SaiilKKb :>3 de maio.
ULTRA IMrpOTMftl
portante drama maritirao em 1 pro-
THE4TR0
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
V1CKHTB
Domingo 24 do corrente.
BeaivArio do ttaiirarino hespanhot
Jow- IVni
i
Programme.
"f." parte.
Conwdia em um acto :
A S0IR4HBU1A
%.' parte.
Bellezas de la CalSta
ciado.
3.* parte.
Comedia em 1 acto:
Os dous sunk

4.* parte.
0 beberrao
Seena-comica pelo actor Camara.
5.' parte.
A pedido. a comedia em 1 acto, pela 35.' vez :
liiia experieaeia
Principiara a< 8 Ii2 horas.
0 beneficiado pede a proleccao do illustrado pu-
blico desta capital.
Em um dos intemllos ira aos caraarotes agra-
decer nos seas protectores.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\H\eacilo eooteiraa vapor.
MACEI6, F.SCAI.AS, PENEDO E ARACAJU*.
0 vapor Mandahii, com-
mandante Marinho, 9egni-
ra para os portos acima
no dia 30 do corrente as
5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia
29, encommendas, passa-
a frete ate as 2 horas da tarde
escriptorio no Forte do Mat-
geiros e diiheiro
do dia da sahida
toi n. 12.
0
ear-
Rio de Janeiro
preteode secuir com nxiiu bravidade 0 brigue na-
cioaal ttabel, ten parte de sen carregamento en-
fajado ; e para o resto que Ihe falta, trata-se com
0 aeu consignalario Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vado, raa do Bnm Jesus n. 57. ___________
PARA LIKM.i "
Deve seguir em uoncos dias a ccuna portn-
gueza Agtiia ; para a carga que Ihe falta, traia se
com E. R. Rabello AC* rua do Commercio n.
48;_______________________________^___
Libra^ eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli- Sabbado 23 do corrente
veira & 0. .
de escarradeiras, 1 iaitre de 3 lose* pan f
bonico, 1 upete graode, 1 dilo peaoaii. I
cama franceza de jacaranda, coa a competeoie ca-
poia, 1 meia comrooda de anurello, 1 Uvalono
de dilo e suas pertencas, I meaa elaatiea os aow-
raUo, 12cadeiras de dtto, I aparadorea o oM*.
1 qaartinheira e 12 quartinhas para a BOMM, 1
oleado pa-a mesa, 3 glohos, e outros aoitos arti-
gos peMencentesa casa de fn>Uia.
Agente Dias
Novo leilao
DE
urn oplimo predio e sitio murado em Santo
Amaro cujo silio foi do fhllocido commendador
Jose Can li.l.j de Barros
Rua 'in Commercio n ii.
Libras eslerlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
PAR! 0 PORTO.
Seguira brevemente a barca portugueza Alegrin
por ter engajada a maior parte do seu carrega-
raento. Para o resto e passageiros, trata-se com
E. R. Rabello 4 C, a rua do Commercio n. 48,
ou cam o capitao.
Lisbosi e Porto
Vai sahir con. brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. ?0.
Para o Rio-Grande do SnI
Pretende sahir brevemente a patacho portoguez.
Martial, por ter ccntralada grande parte da sua
carga ; para o restante trata se com E. R. Rabe
lo & It, a rna do Commercio n. 48.
COMPANHIA ICIt 4Nil I | It \
DE
\AVEGACAOAVAPOR
Portoa do anl
CHI^ZEIRO DO S13L.
Commandante Guilheriue Wa-
dlngton.
E' esperado dos porto.-
do norte ate o dia 26 d-
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Porto* do norte
a noite, do i
logo e I ?ct s
Dinamarca :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o Brasil................. 600
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil.........
Grecia (via Triestre) :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o 8rasil................
Impre.-sos e amostras de fa-
zendas do Brasil.......... HO
Italia :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueados para
o Brasil............... 630
Impressos e amostras de fa.
zendas do Brasil.........
Jioruega :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o Brasil.................
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil..........
Reumania :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o. Brasil...-..............
Impressos e amostras de fa-
zenda do Brasil .........
Russia:
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqaeadas para
Franquia.
430 facultativa.
600
100 obrigatoria.
530 facultativa.
680
110 obrigatoria.
470 facultativa.
630
90 obrigatoria.
480 facultativa.
650
100 obrigateria.
4f facultativa.
51)0
M) obrigatoria.
480 facultativa.
Obras militares
A 22 do corrente, pelas H boras da manha, tera
lugar na reparticao das obras publicas, onde se
acha o oreamento, a arrf matacao dos concertos
precise nas forjas do arsenal de guerra, orcados
em 32->880. '.'s concorrontes apresentem-se com
suas propostas em cartas fechadas.
Becife, 16 de maio de 1874.
Chrysfoliio F. de Castro Chaves,
_________Engenheiro das obras militares.
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Pemambuco
Nao se tendo no domingo proximo passado, por
falta de nuniero legal, constituido a assemblea ge
ral aos socios deste hospital, sao de novo'convida-
dos a comparecerem no mesmo edifyio, no do-
mingo 24 do corrente, as ii hcras da manha. para,
com o numero presente, >e proeeder a eleiQio dos
mordom s em substituicao aos que declioaram de
suas noinea<;oes, e serem lidos, o relatorio do anio
proximo passado e o parecer da commissao de
eX'.me de contas.
Em seguida, e com a solemnidade do costume
tomarSo posse de sens cargos os membros da jun-
ta administrativa que tem de funccionar no cor-
rente a- no.
Hospital Portuguez de Benelkencia em Pernam
but'o, 19 de maio de 1874.
Luiz Duprat,
Secretario.
0 NAUFRAGIO
DA
FRAfiATA MEBDIA
Terminara o espectacnk) com a primeira repre
sentacao da comedia en um acto ornada de mu-
sica :
P< r mm de m\\ rinrfnio.
DOMINGO
A's horas da tarde
Miiiiia
represeuta^ie do impr.rtanti'simo dramamsritimo:
0 NAUFRAGIO
DA
E' esperadc dos portos do i ul ale o dia 27 do cor
rente e seguira para os do norte depois da de-
mo ra do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens.
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO- 7
Pereira Vianna 4 C.
Companhia de navegiicao a va-
por Imhiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajti e Bahia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 23 do
corrente o vapor Dantas,
o qual sabira para os
portos acima no dia se-
guinte ao da sua cbe-
gada.
i-se carga, passageiros e diaheiro a frete
Agentes.
Antoiio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________57Rua do BomJesus-57_________
Rio de Janeiro
I'ara e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Fi-
sho, a rna do Commercio n. 5.
I'atacho Arroyo-Grande*.
Para este navio. recebe se carga a frete para o
Riode Janeiro e Rio Grande do'Sul Tran-se com
Silva & Cascio. a rua do Marqnezde Olinda n. 60.
LEILK*.
Fragata Deduza.
A"s 5 horas em ponto para terminar as
noite.
8 da
COMPANHIA
DO
BEBEKIBE
0 caixa dosta compnnhiA o Sr. Corbe-
niano d'Aquino Fonseca, acha-se aulorisado
a pagar no seu escriptorij A rua do Vigario
Tbenorio n. 19, das 10 hor*s as 3 da tarde
o 52 "dividendo d.-sla companhia, finuV.i em
30 de abril do corrente anno, na proporgSo
de 3)9000 por a police : previne-se aos Srs.
.iccionistas que o pagamento sera" realisado
em moedade cobre
Escriptono da companhia dp Beberibe,
15 de maio de 1874.
0 secretario,
Luiz Marioel Rodri<;nex Valen$a.
THEATRO
m r
' .EMPREZA J.IMA PENANTE
Sabbado 23 do corrente.
ESTRK.4
do actor
e da actriz
Cecilia Augusta.
Primeira representacao, neste thsatro, do excel
lente drama em 1 prologo e 5 actos, representado
outr'ora com grande successo no theatro Santa
ls.be] :
o wim
Sahira" com brevidade o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompta ; para a que lbe falta e passagei-
tos, trata-se com E. R. Rabello <& C-, a
rua do Commercio n. 48.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo
.Nao podendo ter lugar domingo, 24 do corrente,
a festividade do nosso Divmu Padreeiro, em con-
seuuencia de .a^har-se interdicta a nossa igreja,
todavia a n,esa reg_idora desta irmandade expSe
nease dia a veneracao dos fieis sea templo, tendo a
igreja aberta das 6 horas da manha as a da tarde,
e das 6 da tarde as 9 boras da noite, com ladainha
cantada pela orchestra.
O escrivao,
Genurao Jose da Rosa.
De ordem do lllm. Sr. impector da thesoa-
raria de fazenda desta provincia, se declara, para
Dtl JlIIUHVIV.lU/llfl
Original do Exm. eonselheiro Jose da Silva Men-
des Leal Junior.
Persooagens.
Jeronymo Guerreiro
Antonio Guerreiro
Jose Silvestre
Fernando de Villar
Joao Bodrigues
P/ ocopio
0 prior
Francisco
Um official do governo civil
Um viandanle
Um saloio
D. Luiza Guerreiro
D. Amelia Guerreiro
D. Hortencia Rodrigues
Anna
Seraphim.
A accio do prclogo passa-te na Figueira em
1840, e a da peca em Lisboa, 15' annos depois.
A'S 8 i\t DA NOITE.
------
Domingo 24 do corrente,
.4's ft 1|9 horas da tarde.
2.' representa$ao.
do drama em 1 prologo e 5 aclos :
4 pobreza envergonhada.
Adores.
Sr. Augusto.
Idem.
Sr. Julio.
Sr. Theopbilo.
Sr. Correia.
Sr. Penante.
Sr. Carvalho.
Sr. Aycosa.
Sr. Braga.
Sr. Silva.
Sr. Lima.
D. Isabel.
D. Dorothea.
D. Cecilia.
D. M. Carolina.
D. Octilia.
Real iMMiipanhia de paquetes in
gJezes a vapor.
No dia 15 do corrente espera-se da Enropa
o vapor inglez Neca, commandante G. Parkes, o
qual depois da demora do costume seguira para
Buenos Ayres, tocando nos portos da Bahia, Bio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante Tbevaites,
o qual depois da demora do costume seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia.
rua do Commercio n. 40.
AVISO
Pelos vapores desta companhia dao sebilhetes de
1* classepara o Hi.re e Cherbourg pelo preco
de30.
raeilic Steam [Umgation Onipan}
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se da Euro-
pa ate o dia 24 docor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se-
guira para Bahia, Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, Buenos Ayres, Valparaiso, Arica, Islay 9
Callao, pars onde recebera Rassageiros, encom-
mendas f dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
Pelo prepos'to do agente IVn-
tana
Grande e importante
Leilao
Em continuacao
DE
moveis, loU';as, viJros, crysties, ouro, pra-
ta, brilhaulu, miudezas, perfumarias, fa-
zendas, vinho Xerez, Madeira, Bordeaux,
F'orto, Run, licores, etc.
Hoje
sis I I horas da manhA
No l. radar da rua do Vigario The:io-io
n II.
0 preposto do agente Pestaoa fara leilao, por
conta e risen de quem pertencer, de 1 mobilia de
jacaranda, a Luiz XV, com tampos de pedra, 1
rico piano de ja'-aranda, 1 mobilia de amarello, I
ilita de faia, I dita de mogno, 1 toilette de jacaran-
da, 1 espelho oval, I gcarda roupa, 1 guarda-lou-
;a dc amarello, I carteira, 1 secretaria, 1 mesa
elastica de 8 taboas. 1 dita de 4 taboas, marque-
zas, cabides, quartinheiras, meias c .mm .das, com-
modas, consolos, duzias de cadeiras de junco
branco e preto, diversas ditas am-ricanas, etc, 3
duzias de chapeo? para meninos e menina, 2 cai-
xas cimppcas de franjn de seda, peijas de tranca
de algodSo e linho, papel amizade, botoes de mar-
llm, leqnes de sandalo, grosas de botdes de ma-
dreperola, diversas correntes dc plaque e euro,
cassoletas de dito, brincos de dito, pares de botoes
de dito, e muitos outros objectos que estarao pa-
tentee no acto do leilao aos concurrentes.
Bern como na mesma nccasiao vondera diverso?
objectos de ouro, prata e brilliant*;-, como ?cjara :
correntes, voltas, pares de brincos, casaoteta*, an-
neis de cabdlo, ditos de brilhanle, ditoa ccin di-
versas qualidades de pedras, rosdtas de brilhantes
e muitos outros at tig's de ouro.
Sexta-feira 28 do corrente.
. as it h ras tia niiinha
NO l. ANDAR [)\ UUA DO VIOARIO THE-
NORIO N. 11.
Pelo preposto do agente Pes-
tana.
As 10 horas em ponto
No primeiro andar d sobrado da rn do Mlioani
de Olinda n. 37
O .i^ente Dias, comnetentrmeote intonta*',
pur desparho do Exm. desembargador juiz de or-
phaos, de 19 do corrente, levara novameatea lei-
lao, no dia e hora acima designados, o nreilio
mencionsdo, o qual contem andar terrao e'aoMn,
2 frentes e janellas era ambos os oitdes, 2 graniea
salas e 5 quartos, e com o ar-abamento do assoa-
Iho na sotea lira esta com accommodacoea de did
andar, cozinha fora e qnartos para eriados, eicim-
ba, gatlinheiro, etc., etc
O Mtio if in viv.iros, difTerenles arrores frncti-
feras e e t >1 > murado, tem dons port5es, sendo
um de ferro.
Esta casa torna-se reeommendaYfl per ter aido
solidamente c<>nstruida e ter a Yantagem da ter
agua perlo, e pararem os bonds proximo a ell*
Os pr.-tennViiti's |odem desde ja examina la e
para oiialquir informario a rna do Marqnet de
Olinda n 37, escriptorio do agente, onte lera hj-
gar o referido leilao.
LEILAO
DE
duas grandt-s casas terreas na iMgflfli
Apipucos (reedificadas ha pouco tempo)
Uma casa n. 19, com 32 palmos de frente '.:.
ditos de fnndo, com a seguintes commodidadai:
2 salas grandes, I t, rraco. '> quartos, I cozinha, i
quartos fora, marada, com [i"rtio para o rio, e ca-
nalisada a gaz.
Cma outra n. 7, com 32 palmos de frente a M
de fundo, ccm a ?egointes commodidade* : 2 sa-
las, 6 quartos, quarto^ fora, t dito, c murada, com portio para
rio.
TERC.A IK IM iG DO CORHENTK
An uido dia
Por interveneao do ajfrote Pinko
' Borjcen
Em sen eswiptirio. a rua do Bom Jesus n. .">-!.
Os Srs. preten Jentes podem desde ja eximi:..-
minar as re.Vridas '**i<. c al^un- i'-rlarccimezi-
t)s o agente esla sut.-risaJo a dar.
AVISOS UVtRSOS
Agente Dias
uma loja de chapels de sol ou de chova
A'S 11 HORAS DA HANhv
Em o estabele.imento da rua Estreua do
Rosaaio n. 4 A.
0 agente Dias, competeatemente autorisado, le
vara a leilao, no dia e bora acima designados, a
armacao, chapeos de sol ou de chuva, eanoa e ca-
pas p:-ra os mesmos, e todos os mais artigoi esla-
tentes em o mesmo eMabelecimrnto.
Esta casa que fica ben collocada para aatt qualquer outro ramo de negocio, se garante p-^r
arrendamento a qualquer dos Sn prctendente*, e
pode licar com mahres accomirodacoes do qae as
que possue actualmente.
0 balanco acha-se em mao do agento
Rua do Marquez de Olinla n. 37, primeiro andar,
onde desde ja pode ser cxaminado
Sr ii'datlor in /?<-((>/1 IHaria. Em ten
Diarlo de 19 do ruff into noicia Vroc. aos leitc-
res achar-me si:>;>i'ns.. do cxereieio e vencimes-
tos por dous mezo- ptc deiiberacio do conselt..i
superior da in-tru-.a i poMka de 16 do corrente
o qne tambem p. r sua vez declaron o wrretario
d.i.|ueila reparti a orlem do director inlenni
adduzii'do os U 1 a 2.* do art. 9%, comhinad)
com o art. 94, MOM da lei n. 3f.9 de 14 de mail
do 1855.
E" mais uma .>em raiao e iuiqnidada do dire:-
tor intenno, que me eaaanM ostensivamente sera
o meno; m< tivo plans: vel !
M"liidi] luuiu I'.iar.aii.euie pelo director eBecii-
vo por pTtaria de 25 de fcvereiro no corrente an-
no por faltas nA'. aaoMOrtNOM, onoa provei com
a maior eridencu mi recmn, OM inlerpux para
o Exm. Sr. presi lento, .le qn-tn am.ta p<-nde de-
cirio dinnitiva ila replica, que endererei ao m- -
mo Exm. com';, i, .id r. nio podia ainda com es-
se ac/idamento ter eaoionaoii pa* deliberaca
do conselho director de lt> do mez audante a n-
pewio eomo ip"nro nos paragraphos, em
nio posso estar inpr.-h.miido, senao corn a nuu
itijosti.a e raiqaidaw It... Vejamos:
Art. 96. A ptua de u-pen'io sera impoatt: I.*
Na reincideiKia de actos pelos quaes o profeaanr
tenha sido militate. 2.* Quando o profesaor d n aos exempli, on in.-ulcar mios principtof ao*
alumnos.
Ora, se eu prov. i authiiitiramenle que o oitc-
tormaltbumr .- -.vi.- nitre> invrntadas
aeewaco?; fa i i. ,. d,. homens dies-
HaoraHsado', mu creiitu e nem tidolidade, enjas
provas nao foram eontntaiM pelo director mi
rino, que apenas satis fez-se em dizer qne a mu.-
la era jnsii, e achineallar m., cmo se a de-
moraiiaa;io c arma e nn que poasa e deva jofai
quem tem leoso, e ie tem em &ota de exim.i
Uiterato !
On le esta, ,-.-is, reincideccia de mens act^s
pelos qu.i-s son condemnado 1 Se fni falsaman-
te accu'ado de e nprngar os alumnos a tirar
molas pwa a coadjuvacao de missas, qne eele-
brava na capeila do Bi' Duce, como agora o con
selh direch r eugendron aais esla nova esoe.ie
de acciisacao falsa e a *intosa f Horretca rt '
rens !... Vcde rc'.n '....
0 Fr. Franco de Sa d^ve comprehender o..*
ainla ha hi; n ; i, quo punem indistinctaaaeD-
le a qut-m quT ; I- ,-.metta esses e ontroa lae-
tos criminoso?.
.Na s-ja tan ancg... -le censnrir os ontroa, e de
jact,n-e -!e jostlcetra e recto ; porqne quea pra-
tica taos act.is, (.il'-ri'i-e na sua chronica dados a
censara e a aaoJcao.
A^ana de si, official, eoaa que *e a'. herta, e vcoba com arma
iguae? dii'T sens 1< -aforos pela imprensa, e vera
se e, ou nao convenciJo no tribunal cotopetaat*.
por crime de caiumnia e injoria ; e anaiomisado
ignalmtnto ; p>rque seu orgulhj nao eatt na i-
be ?. Aceite o repto, >c tem eoragem.
De Vmc, Sr. redactor, coottacte leitor e aasig-
nante.
Padre Frtncite* Veriuimo Hindeira.
Bio-D.>ce, 21 de mai > k' 1874. _______^^
I'r.-ffraHiMia
Espera-se dos portos do sal atdo dia 7de juuho,
e seguira para Liverpool, tocando em Lisboa e Boi-
deos, para onde recebera passageiros, encommen-
das, carga e dinheiro a frete.
S. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A. C.
14RUA DO COMMERCIO14
LEILAO
DE
0 leilao annunciado para o dia 15 do corrente.
deixon de ter lugar a pedido de alguns mutu.irios,
flcand'i de novo marcado o di 2 de jnnho p*o-
ximo.
Fii-arao isentos do leilao as cantelas qne refr.r-
marem o prazo da transacc,io,;pagando o premie
que deverem.
Casa de pennon", a travcsa da rua Dujae Je,
Chxias.
Agents Dias
Leilao
Para.
o indicado
Para o indicado porto preteade seguit
com a possivel brevidade o patacho portu-
guez Azurara, por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e ptra o rasto nue
Ihe fal'a trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose Gongalves Beltrdo Filho.
& rua do Commercio n. 5.
Rio Grande do Sul
Seguira em poacis dias o patacho portuguez
Juditk : para o resto da carga, trata-se ccm Pe-
reira Vianna & C, a rua do Vijarjo a, 7.
DE
Moveis e outros artigos de casa de I'a-
milia.
Sabbado 23 do corrente
is II hor.is da inanhft
Em o 2 andar do sobrado Ja rna do Barip iL
Victoria n. 26, entrada pelo becco do Caju
n. II.
0 agente Diaj cuiapetectemeste autorisado por
omafamilia que rauda de resMencia part o >ul
do imperio, levara a hilao uo dia e bora acima
designados, os moveis e mais artigos como abaixo
se declaram, os quaes se acham em perfeito es'ado
e qae pode hi ?er considerades ni>vo?, a saber :
1 piano e.m perfeito estado, 1 banca e I e.-trado
para o mesmo, 1 uova]mobilia de jacaranda com
posta de 1 sofi, 2 consolos, t jardineira, tampos de
pedra, 2 cadelrai do braco?, 2 ditas de balanco a
2 ditas de guarni^ao, 2 e^pelhos'granJes, com e
moldura dourada, 1 ptr de jarros para fleres, 2
pares de lanternas, com casticaes de crystal, 1 par
%ana-
raniha. no aotoada SaaMo %*
ro dao Saliauiai.
No sabbado 23, ao meio dia, diversas gyraou -
las dc foguetes, uonanciarao aos amanlrsao ates-
mo santo. qua e cli.gad o dia em qoa tera :-
mcco sna festindaoa. As i boras da tarde bec-
>er-se ha a nova bandera e um sino, nuooad
i.z.r a e.-forro- .la commissao ; taoa act.'
deslilara o prestilo e um sem numero da
e menina* irio hastear o cstandartc d
santo. Em continaacJo entrara as veaperas ; fio-
da a qnal 'ivr-ss crvrandolas de fognetaa e ba-
I in I ii' ai Km conclaslo de loda earc
m ni,i.. i taaaal do dia t\, nan sa
va de. 21 iir ~ i. signal de regorijo do* Orvotoe.
A's ii h.irai da uma* entrara a festa, oraada
ai Evang isigM pregtdor Leuaava*Jain
Grvuo, ja b-n coah^cido na tribona aagrada .
liodaaq in g.u :u batan anidr* ana are*.
Km > i.ei.i- nla a feata, das %
diantedar se h principo a todoa oa dii
los qae i ojrmi'tid'i ao grande proaaetor 4a ia-
v.-r;imle. I's 1 hora da ae entrara o IV-
Denm ; tirar ---ha o e>tandarte. qne-
m..nd se oesa occatajio an beoa etagaoM fov:.
de aiiilicio. sendo este exeentado peto oMo..'.;.
.i'.i ;i j-si Alvs da silva Monteira A eooiaai -
sao nfo -e ten ponnado a Bair;ii para q.
scja' br.lhante este acto, e pede aea aanaata*
iin'smo sant) a concorrencis.
Alu:.i >a o segnndo andar
rua de Hortas n. 12, uma casa i
peito ua eta-io, -om rauitoa
so taint em 10 eaixai de antareho
tas, para repaiiimenfffde casas ;
predio de air andar. cAm quintal, an <
Iraperatria, General Victorian, on Ann ra ;
tambem se dira qnem di WaWaMNO, aat> t
theca : ta'Jo a tratar no pHawaa aainr o s -
brade da raa de H rtas n.'It, dos an II hor,
da manha.
Aluga- e a casa da rna do L
vai, qae flea defronte '.3 rhafarii daa ijnco Pin-
ts?, torna-aa boa our ter boa vista aor awiw
tan boat coomoone : alritar m
rua do Rggucira i. M.


SJarfo de Peraaftibuco Sexta feira 22 de Maio de 1874.
"1
OC10.
Vende-se ou arren^se o gr'n'c predio
da unk ndjW $ sotao, silo na rtie^Q Bilpu
Coutinho, proximo da igreja da ili-fiicop'i,
aa cidade >le Olinda, i> ilo duas oas sln&
de frenta, urn sl&o no sotao, seis quartos
espagcaos e fros*.>s, tmij, grand cochvsira,
quintal trtdo cercatta de Virrvo, e sos arvorodus, uma boa fonto d'sgua, t
lendo ttaz ctmaiisado. Achando-?e prepara-
do mm tod is 08 movers mdisperrsav. is a
uma graade familia, sera" assim vendido ou
sera os rnoveis : a tratar riesta typographia
ou na ma da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
paco da assembleav
'
Aluga-se
o sobrado de am andar com sotto, sito a ma do
ilospicio n. tar na ma do Vigario n. 31.
Na rua do Imperador.
Aluga-se urn excellent* armazem, piatado de
nora e fun- preco
meswairoa n. 28.
maito coramodo : a tratar na
Engenho
/Vende-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
vincia de Uagoas, oomarca do Porto Calvo, a
-nwnos de tuna Tegoa distante do porto de mat do
Garoella, tem oxceftentes terras, matas, e safreja
regalarmente a,CO pies : a tratar na rua do Vi-
'gario a. U.______________________________
Aloga-ge a sala e alcova da (rente do terr
ceiro andaT do sobrado n. 70, a roa Duque de La-
xws : a tratar aa loja.
A pessoa qua hontem entmn no escriptorio
do Sr. Joao lido Marques, a uma hora da tarde,
pouco mais ou menos que levou por engarw am
chapeo de sol, qneira ter a bondade de o botar no
lugar Onde achoo, do eontrario vera o sen nome
por trxtenso oeste jornal. Recife, 20 de maio de
mm. -Christovao Januario Vteira dc Barros.
traspasso de casa.
Traspas?*-se ate 31 de agosto uma grande casa
'na'povoagao de Apipueos e com muitos commo
dos : a tratar ne 1* andar do sobrado da tra
'yssa da rua do vigario, b. 1, escriptorio.
Os uradore fiseaes da massa fallida de Ja-
eintbo Simoes de Almeida convidam aos respecti-
ve^ credores para que no prazo de 8 dias, enn-
tados da data des'te, apresenlem seus titulos na
roa estreita do Rosario n. 23, primeiro andar, das
10 boras da manna as 3 da tarde, a lira de serem
devidamente conferidos.
Recife, IS de maio de I87i.
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira para casa de fa-
in ]|a_d^_4oaspesoas^naruadaUniaon. 67.
Aluga-se o armazem da rua da Cadeia, boje
Marqnee de Olinda n. 8 : a tratar na mesma rua
n. 68_____________' ___________________
C4S4 CAIADA
Ri
io
E
laDado
apa<
Alugam-se estas propriedades, situadas passan-
do Olinda, e antes de chegar ao Rio Doce : a tra-
tar com o seu proprietary, o commendador Tasso.
OlTerece-se uma boa engomrnadelra, que lava c
engomma por preco comraodo e com perfeicao : a
tratar na raa do Visconde de Goyanna n. 33.
Aluga-se uma lojinha no becCu tapado da
;triz de Santo Antonio, proprla para pequena
niMa aa para dormida de c.iixeiro.
~ NURTIMENTO
M E I) LCIN A
Preparado poi
Lanman & Kemrj
para thi siaca
toda a qualidack
de doen^as, quer
seja na garganta.
peito ou bofes.
Expressamenfc
escolhidodosme-
lhoresfigadosdes
quaes se extraht
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente, e suas
valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodf
ofrascosegaran-
teperfeitamen-
te purou -
Este oleo tern
sido submettido
aumexamemui-
to severe, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno beepanbo)
m Cufca e foi
pronunciado por
Ue a cod ter
MAIOR PORCAQ D'iODOA
do flue outro qualquer oleo, que olle tem
xaiBi'Jiado
IOftlNO E UMPODER SALVADOR.
;Jim todo o oleo de figado de banalbdo, e aa-
quelle no qual contem a rnaior porgao deeta
,avaluael propriedade, & o unico meio para
jrar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pbtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
t06se, resfriameDtos, etc.
Uns pouco6 frascos \k carnes ao muito
nagro que seja, clarea a vista, e d& vigor
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento aosystema e inr.ommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organissclo tem sido des-
.raida pelag nBwadefi Jas
.SCROFULAS 0(1 RHEUMATISMO
e tadM aquellas, cuja digestao se acha com-
jientedesarranjada, devcm tomar
iOLEO DEFTGADO DEBAG.4J.HAe
DE
LA.NMAN & KEMP
40 hso de Alluiqucrqne
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
on jadicialmen:', assim coiiitf de ontros negecioa
coB:eraemes a :na proilssao, nos Ingarea proxi-
mcf a linha f rr a, e nos outros termos" pioximog
a eta cidade; para cujo auxilio tem a annun-
ciante sotfeitadores babilitados e probos, /espon-
no entanto pela boa gestao e conta
urgcncia'
Escrata
30P00
Ptecisa-so com
de uma pcrita cozinheira q\
compradeira para oata de,
uma poqueua fam'liiv, iv-i
gando-ise a quantia acima
__________DO BOWMAN
RUADO BRUM H. 52
?N
ff$*\
a'assando o ehafariy;)
PFDPM A05 *nhre it nig nby t '!*">* gf.:.,#} .rrjOffd^re ] id j
ii>aJ0 o fjvor da uma visita a seo estabeiecim.ru.., pr. ir<.ui n uu\o lortimenu
ooipiet' qte shitem; aeado tudo superior em qrtalidade e 'ortidiSo; o que com im
j a tratar no pateo do raraizo rs,ei:ial attencAoaonbmkroe. LiGar d*. si;a Fundiuao
"f .. j" J~' ,io* ni,!< mo prni>8 aptem.i* 6 em U
/apG'8* 6 rOdaS d'ag-a macb(Jg convenieoles- pin it divenai
ireom^toonai Jo lenhorei pr .prittarioi e pan descarorjar ilgodSo.
de todoi oi tamanhoi, ai|melfcorei qoe aqni
ezistem.
i

>\ < 'Mil
n. 28, 1. 2, andares.
Aluga-se para a ma uma
parda.de mais de 40 annos,
quesabe engommar, lavar,
cozinhar e comprar: na rua
doHospicion. 33.
Aluga-se o 1 andar do
sobrado n. 47 da rua da Im-
peratriz: a tratar no 2 an-
dar do mesmo sobr ;do.
So en das de oanna
aodas ^entad^s f^mi!T99V^'
Taixas is ferro fuadido, batido e de cobre.
il:mbiqne8 e ftmdos de alambiqnes.
Wo pViiniamna Par* mandioci e algodlo.l Podendo; tpdoi
wui/UXlilSillUo epirarerrarmideiri. Tier mwidos a mio
Rornhfta i*0* !! vapor*
wmutta de piteate, gariDUdas........ ^onammaes.
Todas as machinas ie^ *>"* ".
Fa qualqn^r concerto dc as,chidi8mo'a pf6 mai rMnmi<10
?OmtaR fin fArm letn naemdr6' e aa'' ^"atas exiatentet no mer
Sncomraendas.
cado.
Incombe-ae tie mamUr vir qaaiqaer macbioiimo 4 tod
tada diii clieniei, lembrundo-lhes a vautagetn de fizereni
aw compris por telermed'o de peisoa eateudida, a qae em qailqoer neasiidide p6de
3m pre?tir MJii'io.
irmdoft amerioanoa ****** ^i*^-'
RUA DO BRUM N.
lASSANDO O CHAFARIZ
Casa para alugar
A jnnta admfnfctrativa do Hospital Portnguez
de benetlcencia em Pernamboco, aluga o predio
da rua do Goraraercio n. 17, qae acaba de reedi-
i3cr.
Prefere-se quern -aluga* o predio todo. Na fal-
ta alnga parcialmente o armazem, o primeiro an-
dar e o segando andar, destes na Ta4ta de loca-
ls rio para o todo dos aadares, alnga separados os ]
pavimeatos da ma de Coramercio e os do lado j
do mar.
Os praleodentes obterao esclareeinrentos para;
as snas propostas, lo provedor. na ra Primeiro
ile Marco n. 13, on do secretario, na rua do Com-1
mercio n. 34.
As propostas serao entregues ao provedor ate j
27 do corrente ao meio dia, quando serao aber-'
tas na refer ids casa n. 17 da rua ^o Commercio.
Hospital Portoguez de Benefieencia, !'J de maio
def8.
Luiz Dnprat,
Secretario.
C0MLT0RI0
Medico eirurgico
DO
Dr, Jose Felix 4a Cunhn Mc-
noics.
Medico operador.
UA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
sA Da consnltas tcdos os dias das 9 ho-
r@ ras da manhi as 4 da tarde, dessa hora
'{M em diante acha-se prompto para qual-
=| qner chamado, em casa de sua residencia
^3 ,a rua da Princeza'Isabel n. 4, junto a
pii estacao dos trilhos de ^Olinda.
^ Das 7 as 9 da manha da consultas gra-
^} tis aos pobres.
m ESPECIALIRADES
^ Molestias syphilitica^, viadigestiva e fe-
^retx. ___ ** Acarmm de reformar o seu estabolecimento, collocando-o nas melhores con-
SKllFi**- ;^i' \^M( '^'^'^^ ^icedtfs possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
- 0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes que 6 caixeiro. huilk) q06 fdr *'dente i arte de cabelleireiro.
a raaDuque de Caxias, 6 convidado pela ^egunda, t Fazem-se cabelleiras tanto para bomenscomo para senhoras, tupete, chignon,
vez a vir a confeitaria do Campos tratar de nego- f coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
cio.de too interesse, visto que nio se sabe sua.. .writes, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
_ | 0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melbor nos mercados estran-
'-^oiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
i rinos de modae, e por isso pode vender 20 #/0 menos que outro qualquer, garantindo
0 abaixo assignado, achando se legalmente au- \ l*^ n" ***>'>. grado, smceridade e pre^o razoavcl.
torisado a receber as dividas da massa fallida de IV;,ieam senhoras, tanto no estabelectmento como fora ; vende-se cabellos em
Bernardino Pinto Coelho, scientiiica pelo presente, ipor^lo e a rotaiho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
aos devedores da referida massa, moradores fora i
desta praca, aflm de mandarem pagar quanto an- |'^^|^S^0S###^S # ###@P
24-Roa do Marqnez do Oliuda-M
Iv><|iiliia do beeco Lnrjo
Participa a seus fn-guezes e amigos que mudon
o sen estabelecimento de relojoc ro para a mesma
rna n. 24, onde encontrario urn grande tortimenlo
de relogios de parede, amerioanns. e cima de me
sa, dos melhores gostos e qnalidades, relogios de
algibeira, de todas as qnalida es, patente suisso,
de ouro e prala donrada, foleado (plaqnet), reb-
!;ios de onro, inglez, deseuberto, dos melhon-s
ibricantes, cadeia de onro, plnquet e prata. Innet: s
de tort's as qaalidades, tndo por pre^os maito ha-
ratos.
I
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados nav exposicao de 1872
m.
Si.liA
DA
VKriiRATRW
N. 82
t,- ANDAR.
RUA
DA

IMPERATRTZ
S. 82
l. ANDAR.
LOJA DO PASSO
Cordciro Simoes k G.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortrs de gtrgurao de seda li?os e
com Tistras achamalotarias.
Ditoi de linho para veslidos, contendo cada cor-
te, o necessario para sen enfeite, como seja :
franjas, trancas, I otoe?, fivellas, etc.
Riquissimos ehapeos para senhora, ultima moda.
a rua Primeiro de M
larco n. 7 A.
Ao
commercio.
Uma pessoa babilitada propoe-se a cootratar
essriptas commerciaes, quer por parlidas dobra-
das ou simples, garantindo toda perfeicao e promp-
tidao : quern de sens ;ervicos se qneira utili.-ar.
dirija-se em carta fechada ccm as iniciacs S. J. S.
a loja do Passo, rua do Crespo n. 7 A.
flp
residencia domestica.
ATTENCAO
tes, a rua estreita do Rosario n. 5, a importancia-1
de seus debitos, no prazo de 30 dias, depois do.'
que serio chamados judicialmente.
Recife, 19 de maio de 1874
Jeronymo Salgado de C. Guiraaraes.
Precisa-se
-')
m
IHAMAOA NORMAL
DE
de um criado para todo ?ervic/>: a tratar no ho-
tel de Bordeaux.
Boa casa n.
Aluga-se nos Coelhos, confronts ao lio>pita!
Pedro II, cum exrollentes commodos, grande quin-
tal murado, quartos para criados, cocheira, ba-
Dbos salgadof, porto de embarque, independente
de outras ; (inlim e uma bella casa de campo
para quern quer estar livre Jo rebolico dos car-
rot, print*lp.ilinente dos pestilentos* apnarelhos
Drainage : a tratar no mesmo lugar em uma ta-
verna defronte do" dito hospital.

17Largo do Mercado Publico17
(Ai-ji ribelra de S. .Ins.- )
Acaba de ser aberta e acha se a disposicao do respeitave! publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem exi-epcao de productos chimicos e melicamentos preparados no estran-
trangeiro, tndo novo e o melhor possivel.
A Fecitas dos Srs. medicos serao sem pre despachadas com a mais seria attencao
e seapre sob as vistas do pharmaeeutico que compSe a nossa firma social
As pessoas qne-se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento coni a-sua confian-
?a, y.dero star certasde ue pedirem, como tambem a modicidade dos prcos.
PENHORES
Na rravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia,
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaescpedras.
PIANOS.
Acabam fa .! gar niniio bow pfaMM torVs e 4e
leganles amMfis dos a m>A*rm t %--m eo-
ohorid<>< labi:ciiUs-; c*m ojani: Alf*-e fc-
i n I. limn !! r e PVvl \V Iff Jt C. : n >T
K, ;.-.,. :.:! i, OBtr'flfa 5o-
... J. 7 I .. ..
M^bitia 'i j i-! : -. iriiri r-4nw t e**H
leiras, t..l'iit: imitu pr rfi fartM
kiwa,ax mall 1.1 ;i: k *nto para v.lctas ef*-
Lisafe it r ::
So armaaua l> <*ua Fraacft, ru 4* IW>*
la TfctorU n. 7. ontr nu **,
Perfumariaa.
Rn* eitrirtM. ba- has, ati pottn-
triflce, sgn-. *e fl- r fa Uranja. apa fa Mli%
livinn, IfTifa. larandr, fm rt* arr-M, tt^ty^N
crosmeiiros, muitos artigo dcli< ad pn*r-
ria para prvn-.ti* -m frw le extractm, eaixi-
nha< sorti las r garrafos Jr d fT-Tntes lawatt *
I'agua de Cnfc^aa, tnrto fa prniiHra ^nal !>
dos tw:i r Dhccifaa f:.l.ri:an' s r*iv>-r e (>n*.**s
No armaiem At Vaj>m Prarccr, a roa do Bm>
da Victoria,'.uir'.ra N .va n. 7.
Quinquilharias.
Irll^o* Espelh's, kjwa* lua. ,".ia^d'er.-. texwr'***',
canivi-fe*, caixinha* d<: iura, alt>naa,.la'"*"*'
e raixinlms para ril-r. '-**1*
lita de ci.iir<>, c et'liwfcai pirabr^cosfa r.r:***,
'hicutes, Icng.ila-i, -eul"!, p-nin-z. fiH^r pr
i-h.rut"- cigatrin, >spuvs, j.eate*. cartfliTiHM *
n.iidreperola, la.'iil^ [ii* iasti'-rna". mala*, t-4-as
Je viaRvii4, venes-nii is paia janella*, i
ps, lanti rnas in .gira,C"''1>"r-"n**. jofus <* ',
le damas. fa ttag:e':.. quadr com p.. r
glob'j? de p' rarer eafe, etpan. III lib4iin. ii i in i Ik-';- para crin4*s *
utras mu las quii;'|iniliaria.
Brinquedos j a ra meninos.
A maior (MWaii fM H t ".!- fafl|ir fa 1"
dos os krta^M4* fa4 io*--- 'in diff. ri* |tfV^
d.. Eui' pa, ; ara i:tritia -Tiatus-. tfa
l precus mais r<-.-un i I s p< --jvrt '. *
maiem do Va-^T FiaiiO z. Ml -
toria ouircra Nova r. 7.
Gal(ad>> irancez
A M
Botinas pi*r;t homem
Acabam de thent trm I i i
it banw, fa enrfa vao, imrtm
cfm biqn<"ira. de hrtatr ""' Hh-v
tes a 9^000 (a eaeiiHt) r i-r .
quantidad-* j'T c nta e :n dos filtfriRir ;
M MMMa -Ii. V. M ]' .' a ru fa. ftu><>4c
Victoria (uutr"ora >'. \; ,i n 7
Para nottttorn
UOTIXAS pr.tas. kraWM eat
h-a. it', in b
SAPATINHOS de j hat.t. -> f in a"..
brdm ii
SAPATOS d i.i
I'nrn i;t-:ilr.
!."TIN.\': | n -
Kim, n .
AUOTiNAC '.'-
SAPATOS de II..IK.A | MrUttfk-sef
I'arn nt(M>iiiM.
UOTIXAS de bezerro, hnta ii r id
HOTIXADOS tip '"-. d- itU'.it : r.*i.*
quai SAPATOS h Botas do montai
BuUs a Nap.fajj a '. i .ni.\ p.. -
muias p rn<'ira pan e r
para Bflva.-.
N ii M i -1 i
da Victoria 'i J.
I r
I
'
^u Uf.0AI
mxxs
Fururam da casa dos arcos U"S Rtinedios /-\i ______,i /i
no dia 11 para 12 do corr.nto, uma trouxa ddOhraS COIIipletaS 00 ]'
roupa lavada, a qual cootinha dlversas peris pa- j t-i ;rt ^ LV-^i*><
ra homem e senhora, beiu como toalhas, len^ s, rrailClSCO
etc. As ditas pecas tem a marca M. A. Gaima-
raes: quern della der noticia dirija-se a diia case
que sera gratillcado generosamente.
A
VISII
Desappareceu hontem, das 6 para 7 horas da
noite, da casa n. 28 da Uaixa-Verde da Capunga, |
uma pardinha livre, de nome Francisca, com idade
de 11 para 12 annos, natural das Alagoas: quern
della der noticia alii, ou a levar a dita casa, sera
recompensado. .
* COMSULTORIO *
I MEDIGO-CIRURGICO I
ak DO a
5 Dr. Pedro d'Atiiayde L. Moscoso 5
jE PARTEIP.O E OPERADOR
Bua do Vlsronde de Albuqner-
fi que ii. 39.
ESPECIALIDADE
Molestias .de senhoras e
jffi. meniflon.
2 Consultas das 7 as 10 horas da ma-
j& nha. todos os dias.
a Daf 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
^ las e sextas-feiras.
9. Os doentesque mandarem os seus chs-
a> mados por escripto at H) horas da ma-
5 niia serao visitados em suas casas.
***** ******-**
REDUCCAO DE PRE(!0S
MBRICAS DE CHAPEOS DE SOL
A casa n. 18, do becco do Pocinho, acha-se hy-
pothecada ha um anno mais ou menos. cuja hy-
poiheca foi assignada pelos sens proprietarios,
Evaristo Salgauo e sua mulher Francisca Salgado,
bem assim seu Clho Liberato Salgado, sendo que
os 2 1." falleceram, ha dias mais ca menos : cuja
hypotheca foi feila lao somonte para liberu^ao de
seu filho Rufo Salgado ; aconteceu porem, que
o seu filho Liberato, resebendo dito dinheiro pa-
ra libertacao de sea irmio, extravioa dita imp-ir-
tancia; agora porem, pretende vender occulta-
meote dita casa, sem conenrso do hypothecario e
nem de seu irmao Rufo Salgado; faz-se pois este
aviso, paja quenraguem a negocie.
Recife, 18 de maio de 1874.
Dar-
DE
MANUEL & MAESTRALI
Una do Barao da Victoria n. 25
E S 0 U I N A DA CAMBOA DO C A R M 0
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
j Os proprietarios destes estabeleciruentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freezes, que teem sempre um cornpleto e variado*ortimento de ehapeos de sol de to-
; das as qualidades e tamanhos ; iendo resolvido fazer reduccSo nos precos dos mesmos,
je aotoam-se em condigdes de poderem vender mais baralo que em outra quarquer parte
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e acbar-se um dos socios na Europa,
, percorrendo as principaes fabricas.
Na rua estreita do Rosario- ?araam a 8*^n50 doswnlwres logislM para visitarem seus estabelecimentos, e i
i,)^ta dQS PreS0S e boas qualidades dos artigo, nao deixarao de comprar.
Ac <>)brem-se e coneertam-.-o ehapeos de sol de todas as aualidadps. com promptidao
1
Consoltorio indico
DO
Dr. llurillu.
RCA DA CRUZ N. t6, ANDAR.
Reoem-chegado da Eurepa, (,nde fre-
quentoct os hospitaes de Paris e l.ondres.
pode ser proenrado a qualquer hora do
dia o4a noite para objeeto de sua pro-
fissao.
Conscrtas das 6 horas da manhi as 8 ho-
ras, e do meio dia as daas da tarde.
Gratii aos pobres.
ESPECIALIDADES.
Molestfiaa de senhoras, da pelte t> de
crianca.

1
- comprar
n. LB IQ WMMB8BM* e concertam-.-f ehapeos de sol de todas as qualidades,
Encontra-se um grande sortimanto de mowpis, ie a PreCos niodicos.
junto nacionaes como eitrangeiros.-------------- ______
- ---------------> i
CASA DO OURO
sabilisando-s
do me Ihe. for contisdo.
Mediaote modico hr.norario acode aos chmao'os
para diligencia? ou consultas fdra da cidade e do
termo e incumb^-se o tribonal da relacio. P6de sr prccurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
i, rua do Dnque de Caxias n 37,
A Bilhetes garantidos
Bon do Bar Ho Aa Victoria (outr'org, Nova
n, 63, e casa do costume,
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muilo felizes bilhetes a sorte de 700/000 em ;im
bilhete inteirode n. 183 e um meio de n. ,'5->l9
com a eorte de iy.oi, Aem de outras sorte? aie- i
nores d* 10/000 e 20/000 da loteria que =e
acabon de trahir (100'j.; onvida aos pounido-'
res a vfreffl receber, quo promptamente serao j
pagos. ,
0 mesmo abaixo assignado convida ao resp,.iu-
vel publico para vir ao geu estabelecimento com-
prar os muito felizes birueles,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, corao prova pelos me. mr s
annnncios
Acnam-se a venda o? muito /clizes bilhetes ga-
antidos da 2* parte da Joleria a bene/icio da
igreja de S. Francisco de Serinbaern, queaefix'ra-
hira no dia 29 do corrente mez.
Prefoa
liiteiro I 4/000
Meio 2/000
Ue IOO;"00 parti cim*.
Inteiro 3l?OQ
Meio 1/730
p.9Q>fc,21 de maio de W'\.
Jour JoafHf in C^ttif Uitc.
PASTILHAS PEITORAES
DE SUCCO OE ALFACE e LOURO CEREJA
"** **IHIAUIiT e C51", phnrniareutieos em PARIS
que todas as outras e nao exeroem accao nenhumairritante naa ttSSSti neS wmSSS^
do?& ^ilSTV c1'icIuche.1.a1,088e- osdefluxos, d SaSg?JS82o22tSStooSei
ao peito, a fait* de respiraoao, e aliviam a asthma e as rouquidoes, unsoef
FERR0B18GIRARD
Manoel Cavalcante deSail-
buquerque
Roga-e a este senbor, rrorador no engenho Ta-
batinga, provincia da Parahyba, o obsequio de vir
ao escriptorio de Francisco da Costa Mai-i. a rua
da Cruz a. 36, andar.
reto.
Y5 tinalmen'.e : i .1 i idas obra.- i
pletis (prosa e verso) destefraBk ttent* r
nambucano. rnt r lleraria r
cumscreve tomentc a -" palm.
A illustre asfeml k'a ir :
quanto vai de pi rta m I' 11.. .i ro, i a |
carao dos vari<>: i c imj ..'
nitavel hum. m I id *-
sidio de 2:<00*0f0 I r .: r; -.i'.i pMi
que r,in-:a i uma ;: v
mi d dignos legist J r<~- | n itccn .
0 Ext. Sr. c :
Lacent, mm difno | r
sempr'' MM it" mi fi i .r t m |
cer.cheio*.'patriot:m i ',
nhou-se dipnaT>.'C r | n! Ii<-..cj Mcamgoa os Sr-. Carlos KIut.!" Until*rt A ,
proprietarii* di t\p ^ra;d.a Mereaitil
Os uJilores tin t r.d eni vista a gary orv
intTesse, e sim ipi '.ir-ni uwa c4icio r rr?-"
pwiMH i hrpnrlir-'n l< l xt, e ao
oiaiii numero. res r.i i ^
padre Barreto em 2 s -i* d> l"> \w ''/"
com o retrato du au'er. pHo cunim 1 I
S/OHO cada eremplar. ytf* na enlreg? fr p-
meiro volume, par; asign:ini*s, c R*0(^> pr-
que o nio fem
XIn podendo > tdiiires pelo
nosso commercio > industria, e rre-rno ( ron-.-
recur.-opecupari' d> qae di poem, empslir rrj .
de capital, deliberaam iT.primir om Wmmm
mitado de exemplirc- o e*ti irtamente ur -n^rto
para eobrir as dc-nezas; o qne >crvira **
as pessoas que quizrrem p> -sir as de~>jc4i
imporuntes ebras do illustre escrip!*r p-'i \r. -
caao, afirn de qc = ; -- m m *? t
Subscrevese em t >d^ a livrarias, c tx# v
pograpbia
________________________Q-j editor. >.
Grande fabrico demarmoro
deBelvoys (.lnr) Fran-a
Esta grande fabr ca execuu qualquer
Pede-e aos Srs. Joao Sizenando Peretli e
Mananno do Espirito Santo, e eus herdeiros ou
successores no aforamento de terras nos alagados
de Santo Amaro das Salinas desta cidade, que se
sirvam entender-se com o Sr engeaheiro Manoel
Leurenco de Mattos, ( o qna! ordkiariamente te
encontra as 9 horas da manha dos dias i
armazem da rua do Imperador n. 51) aim
a vista dos titulos do ditos aforamentos
vantada a planta dos terrenos de Santo
para pod9rem ser deacriptas no inventario,
se esu procedendo pelo falle?imenlo do
Joaqqim do Rego Barros.
Ama e criado.
Na rna do Corredor do Bispo n. 17, precisa se*
de uma area e de nm criado para manJados.
menda de-te genero.
chamines, balcoes
MM.
coao ssj^n,
fjdrifhos d- (male
reza e desenho : os cccurrentes deUei
derao ver, precos corrente?, e*plicaeow
nhos e as encomm^da. a tr.ur em cVa '
ler A C, roa do Bom Jesus u.K.
V<-
MT. P?r**'ugar, arnTda Aorora o 6" on
escravo, enoalo, moco. maito rooaslo e bluftb.
do para qualquer ser/ico. ''
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA PE PARIS
recehco a sua approvii.':io. .
JJevemlogos.MYii icv ilhuUscoiO lodiiabi
d^t^na^^oT5r^ig1S SLLTSBS^Lit^* ti^ti polo loutor Oirard o
dar pri.ao & venire, o sen* ,|ul. f ,-nill?Co m^ ^ 'ln\ a Pf'Priedade do'nio
caj..i. nte em dopes de 10 a 20 'cenfc1 .liM X?Sl Pl08 doenteR; "adl-
tod. as p feccSao.-,'""' ->.....------^- anas, a .nioroso, ;i anpmia n hvaiAric,,^ =
s avaro de recommend -
Pie nenhum medicamento- novo
ibcnevolon,:... peloe Senhorej meJicos .-s prepara.
o, extrahindo
Na raa larga do Rosario n. 16 alugam.se
duas escravas, pardas, que sabem cozinhar e en.
gommar ; e na mesma casa ha am raraz one se
propoe a ser criado.

!
Chamado?
Consultas: ..
horas da tarde
a quaiqner bora
tas
venire, o sendo Ixia
so, a anemta, o hysterismo e
| noa^val*^^^ daaforcasperdidas
1 ^i^L'rKSf^V d^S^' m'< fr ~ BARB02A, e
nas prui-
r -^^ da nraia Carne de Vacca, pertneente
a fregaezla de S fonrengo de Tijncupapo, o preto
Miguel, de idade de 30 annos, cri .ulo, baiv, gtos
so, pes vrandes e eHffo. p-nra barba, e o melhor
signal o, que sendo qneimado era pequenn. fifon-
lhe no queixo umaexcresct.neia,e tem sobre o peito
uma marca bransa que nunca ompretecea, prove-
n.ente da mesma oueimadura : qem 0 oeg.p le-
ye-oaditapraia de Carne de vieci tnuim
Joaq flibiro oompua Va,coucelios, fenb..r do
mesmo
es^ravo. qie satis/ara ao conuuetof; ad
Recife, ao Dr. Dlodoro Ulp.ano Coelho CaUnho: e
em Goyanna aa negociante Manoel Barbosa Cor
deiro, que todos e=tao incambidos de fazer o
mc pagamento.
KSoha mais nklks
braocos.
nirtllUM JAP0NEZA.
mes
Arrenda-seo armazem n. U, sito a roa no-
va ae Santa Rita, o qnal por sua extensio offcrece
commodos para o que se qmzer fazer: a tratar
na rua da Caraboa do Carmo j. 7.
S6e anica approvada peUs irho u 4t
aciencias. reconbectda surwr.r.r a toda m
tein apparecido atd hvy. Dnpoart*
pal i -na da Cadeia do Karat, b<>
qaex ae OlinJa, o. Si, I a dar am
touas as joticat ^ .--i ikm-
6ITO.
-


* '
iJh^tatfS^nto&i^^ Ajxt* fetfat^a^xiMStooHeoiiS&.
Koa 1 de Marco n. 23
Aos 20:000^0.
-.^jSf"0 J58!^1110 'em sempre exposlo a ven
mes (la loteria do Rio, euja extraccao an
pelos jornaes.
Precos.
Inteiic 24*000
Meio 12*000
Quarto 6*000
^^^^ Manoel Martins Fima.
PREDILECTA
A* run d Cabuga a. I A.
Qi propnetarios da Predilecta, no intnilo d.
**f' P11^"00' distinguJndo o sea estabeleci-
sos mais quo negociam no mesmo generc
en sejentiflcar aos seus bons fregueees que pre
arsm aosseus eorrespondentes nas diversas par-
as aSbxopa paratlhes enviarera por todos os pa-
lpates ts objectos de luxo e bom gosto, qne se-
Paais beai aceitos pelas sociedade* elegante?
amalluj paizes, visto aproximar se o tempo de
fata, em que o bello sexo desta Jinda Veneza
mais esienta a riqueza de suas toillettes ; e co
aaja recebessera pels paqnete francez dwerso
ntfsa da ultima moda, Teem -patentear alguiir
fabt tiles que se tornam mafs reeommendaveis.
saerando do respeitavel pubiico a costumads
SBMarrencia.
Adwwcos de- tartaruga os mais lindee qne teem
mate to i.: ere ado.
Ufcons- com ricas capas de raadreperola e d
aamdo, sendo diverse* tamanbos e baratos pre-
ss
adereeos completes de borracha prrprios para
ate, tambem se vendem meios adereeos muito bo-
xritaa
BetSes de sctim preto e de cores para ornato de
its&los de sechora ; tambem tem para collete
ezSftrt.
Balsas para senhoras, existe um bello surtiraet-
de seda, de palha, de chagrim. etc., etc- por
laraiDpreeo.
Boaecas de todo9 os tamanbos, tanto de long*
craw de e e>a, de borracha e de maesa ; chama-
mot a atteaeao das Exmas. Sras. para este artigo,
poes as vezes tornara-se as criangas um pouco im-
ptrtmentes pur falta de um objeelo que as en-
r*ieaaara.
Camtsas de linho lisas e com peitos bordado?
?joi fcomein, vendera-se por preco commodo.
Ceroulai de liuho e de algodao, de diversos pre
a.
Caixmhns com musica, o que ha de mais lindo.
~*a distiees n.u tampas e proprios para presen
Coques 03 mais modernos b de diversos forma
ifc>- '
Chapeos para senhora. Beceberam um sortimento
da uiuiua moda, tanto para senhora, como para
aenioas.
Oaptsllas simples e com v,5o para noivas.
Caioas bordadas para meninas.
Eahcineios estanipados e bordados, de lindoi
JWinfios.
fceovas electricas para deuies, tem a proprie
3a*?e de evitar a carie dos dentes.
- Franjas de seda pretas e de cores, exbte um
jrsade sortimento de divercas larguras e baratc
Pitas :!e saria. <* g'.rgurSo. de setim e de cha
a*k#a1 Faetij: de gorgurao nmilo liudas.
?V >b> artificuMc. A Predilecta prima em con-
aenrnro um bello e grande sortimento des-
to es, nao so para enfeite dos cbellos, come
._; l para ornato dc vestido de noivas.
WSea ue aigoilao, dc li e de seda, brancos, pre
* -1 ie diversas etires.
iias do seda para homem e senhoras.
u;; oimbraia e de seda de diversas core?
' ;>ra.
is de seda de cores e trancas bordadas pars
.
para ouvir missa, c.m capas de madre
rliin, Os 0 e velludo, tudo que ha dt
tartaraga e marfim para alisar os ca-
':! tambem para tirar caspas.
ret. Um bello sortimento de madre~
I fiarlim, ftsao e doorados pnr barato pregu.
arias. Keate artigo e-ta a Predilecta bero
1 i em extractos, como em oleos
'res odorea, dos mais afamado-
: i:>, Pi'ttr, Sociedade Hygienici
ay, I e Rimel ; silo indispensaveis para
..
' ordadas para senhora, por commode
'" '.
ipatinhos de la e de setim bordados,para bap-
' ad .
. ben a Predilecta um Bonito sorti-
livcrsos tamanbos, tanto para sofa co-
. la de salas.
: tss para,baptisado 0 que ha de raelhoi
e s mats rooderac s recebcu a Predilecta
Je or ar. to preco, para Hear ao alcance
f bo! .
Rua do Cabii^an. 1

AVISO.
Nao se preslando o pequeno espaeo do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para nm abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro eslabelecin.ento sob a mesma
denominagao de
Armazem do fume
A' rua do Amorim n. 41
t /, wmsk i
EstdrtQBCoumcad^ 1
com todas as proporgdee desejadas, e onde pode-
rao os wflhores fregaezes dirigir-se, certos de
qae, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos pregos, a maior sinceridade possivel. I
Entre as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tem sido annunciadap, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negoeio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem o; tenha com relacao ao pequeno lu-
cro que procurara obter da dita mereadoria.
jwe Donipgeei do Carno Sitva.
Aj,-ua malt- em pedru dnra
Tanto da ate Oe a fara.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
ascrivio na cidade de Nazareth desta. provineia,
favor de vir a rua Dnqne de Caxias n. 36, a con-
cluir aqnelle negoeio qne S. S. se eomprometteu a
raaJisar, pela tereeira chamada deste iornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro
pasaou a.fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
por este motivo e de novo chamado para dito
dm, pois 8. S. se deve lembrar que e9le negoeio
de mais de oito acnos, e quando o 8r. seu fllho se
acoava nesu cidade.

S1^ ArtVAguiIo
Rua do Friiperador b. 7i.
Bmpreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra d aaaaacnr ao
pubiico que recebeu uliimamente um espiendido
sortimento de lustres de vdrek eandieiroa, aran-
delas e globos, cujas amostraa estao no escriptofro
a rua do Imperador n. 31, e serio vendidor aos
sens freguezes pelo preco mak raaaavel possrreh
SA'QUES
CarTalhu & Nogueira, na rua do Apollo
b. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dados e villas de Portugal, i vista e a prazo
por todos os paquetes.
*
*
*
m
m
m
AGUAS
ie
BAKBEIRO
Gteteve, cabelieirejro, a tua da Marquez oV
Olinda n. 51, primeiK) andar, precisa de um habit
official debarbeiro; paga-se bem.
Sobrado da rua do Marquez 4c
OKnifa n. 9ft
As pessoas que teem proenrado arrendar o
predio acima. onde foi esubelecimento d leoca
do finado Manoel'Antunes ViBira,queh*am apresin-
tar suas propostas em cartas fechada?, no dia 9 de
maio proximo, ao meio dia, no armazem da rua
do eommercio n 8, onde serao abertas ditas pro-
postas em presenga de tod^s" os rntereSsadoS. O
arrendamento e de todo o predio (armazem, deus
andares e sotao) ; os sehnores pretendentes, po-
rem, podem fazer tambem propostas de-patte, se
melhor Ihes eonvier, indieando os sees ftadores.
Recife, 30 de abril de 1871.
MINEUAES NATlfKAES
DE
licby-Cusset
frefoiir^ln sin .de Vk-Yi, i,>
por serem as unkras que conserram todas as suas
propriedades depciis de transportadas.
Fonte S. mrft, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaria, na cWorosis, no empobreeimento do
sangue, e nas febres mterraittentes. Os resnltados
obtidos nas diabetes sio mnitj notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altcra nunca tea mais
rica das agtns de Vidhf em bicarbonate ie sida
em magnesia e recommendada pelo9 seahores me-
dicos peia sua eftleacia nos engorgilamenlos do
figado, do bagoi nas affeecoes do estomago-, dos LimaNia de ac^.
rins, da bexiga, nas areia9 e na gotta.
EXIJASB
o nome da fontcraa capsulav
Vende-se em caixas e a reuibo, no unno de
posito
PHARMACIA AMEAiCARA
Ferreira If aiu rt f ontpaiiliiit
57-RUADU$UE DE CAXIAS57
I
Para o riao e para o pobre
Optimo* terrcun* para
ediOcaeAo
coin 400 paliuos de fuado
a l *ooo e soo rs.
Reulbam-se os grandes terrenos que
c^rcuradam a estacao da Boa Via gem ;
sao terrenos proprios, desembaracanos e'
cortados por tres estrdas : a real, a de
ferro e a qae segue da estagao para a
Boa-Viagem, e fleam mui proximos ao
rio Jordao.
A commodidade do preco, a facllidade
do transporte de materiaes pela via Ter-
rea, a proxiraidado de madeiras e, sobre
tudo, o pririlegio de viajar gratis no va-
Sor pelo espaeo dBift) anuos.'a qoem edi-
car proximo a esta estagao, tudo istoe de
ioeonteetavJl vamageBS e deve animar
os preiendente, os qnaes desde ja se po-
dem dirigir, noadias utei?, a rua do Im-
perador n. 58, e aos domingos e dias
^aantus, na eslajjao da Boa Viagem, onde
eneontrarao com Tristao francisco
m
0
*
*
Terre*, encarregado
fazer qualquer negoeio'.
proprietarro a
Aos Srs. fogueleiros
Fara os fagosdeS. Antonio
S. Joao e
S. Pedro.
Atoga-se por preco razoavel, a W)a do sobra-
do n. 11 da rua do Rangel, a qua1! tem armaeio a
pres-ta se para qualquer negoeio : a tratar no 2.
andar do mesmo.
- Piecisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e enjrornmar: a tratar na praga do Corpo Santo
n. 17, 3 nndar. ______________
Preci.-a-se de uma ama para cozinlww para
uma fdiuilia, cnmpnsta de duas pessoas: a tralar
no pateo d.t Paiaizo n. 28, 2 andar.
Precisa se de uma ama
para andar com uma erianga
-*-- e para o mais servigo domes-
tico de pcquena familia : trata se no Passeio n.
60, ou oa rua da Uniao n. 67.
k
OoEinhar e engommar.
Precisa-se alugar gim escrava que saiba cozi-
ntr -e enfommsr ; e para easa de peqnena fam
lia : na rua do Vigario-D. 16, !. andar.
-.
IMA
Precisa se de
ea n. 2 B.
um: a riia do Eabu-
M:
-.!ja- fail'ir ao jr. Joao da Silveira, para
i ha uma carta vinda do Rio de Janeiro.: na
li>ja 3. 35, da rua do Barqaea de OliDda.
10^200
Sao sejajr< lhaco por uma qnantia tao diminu-
m o&q pode pagar ch.nipngne, nao offerece.
____________A sornbra la Paraen-e.
Roga se so Sr. Joaquim I'ereira Ramos, que
" i a bondade de comparecer a rua de Marcilio
a n. i-'i, das 6 as 9 liuras da manha, ou a see
ria da santa ca.-a de misei icordia, a negocio-
teresse
"rccisa-te
-. .'. 8P, 1'
de um oncadernador : na rua da
andar.
Epgi mma sj com perfei';ao roupa de homem
* I* muiner : na rua da Aurora n. 39.
Na rua Jc Livramento n. 28,
ta-ae e hi se coslu'ras de
*!..m solteiro.
loja, lava se,
alfaiate, para
\tteneao.
i
S*5^pparcceu no dia 6 do novembro do anno
fussily o e-?cravo Benedicto, pertencente ao abai-
ignado, com os signaes seguinles : cabra,
:m, 37 annos de idade, falta de alguns dentes
aa fren'.e, falla baixo e compassado, tem um dos
dfedbs pollegares sem carapuga, olhos pequenas,
ra e nu iz regulares, 6 natural da cidade de
i, provuicia da Parahyba, foi comprado a
i ite Maria de Moraes.em 1862; pede-
sa> as autorjdades policiaes e capitaes de campo
jrthe:Hao do dito escravo. gratiflcando-se ge-
itfoaamenie a quem u levar em Olinda a rua 27
tt Janeiro, outr'ora Pago CaMolhano n. 9.
Barao da Tacaruna.
Precisa-se de uma ama para eoiin
ahar, para easa de familia : a Iralar
na rua do Hospicio n. i6, easa terrea
de boliis amarellas na cornija.
Preeisa-se de uma ama para compnr e co-
zinhar para uma pcqnena* familia estrangeira : na
rua da rmpemlriz n. 26, J andar.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e coro-
na rua do Livramento n 38, armazem do
prar :
Baliza.
Ama (1p leite
Precisa-se de uma ama de leite que seja moga
e sadia : a tratar na thesouraria das loterias, das
9 hora. da manha as 3 da tarJe.
Ama Precisa s i do uma ama para o servi-
jn.iua> co jmerno e externo de uma easa de
pequena familia : a tratar a rua de Pedro Affonso
n. 47, 2. andar.
Aluga se u "vende-se a easa terrta da rua
dos Prazeren..28 : a ttatar na rua do Bom Je-
sus n. 31, 1 andar.___________
Ricas bandeijas-
Para asamentos, bailes e baptisado*.
Quem quizer obter uma- bandeija ricamento en-
feitada, dirija-se a Confeitaria do Campes
Ja mandandOvOU ladb eiKduunendar, i ccm-
pranio alii todos os emeites, censtando i!fsegain-
te :
Bolos fino9 para enfeitar.
Doces saborosissimos para- enfeitar.
Figuras allegoricss para enfeitar.
Papeis arrendados para entoiiar.
Bouquets para noivos.
Alii <
Encontra-se sempre o seguinle :
Fiambres inglezes.
Budins >
lioJes
Pies de 16 tino3.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em profusao.
Filhos (sonhes de mak ma).
Doces em Qalda, ralado e seeco.
Bolachinbas de mil qualidades.
(Sugar Waffers vanilla) para dietas.
Gelea de mocoto, desinfectada.
Amendoas, eoufeitos, etc.
Cha verdadeiro das Caravacat.
Cafe de Java fcerd deiro).
Tudo isto na
CO-NFEITARIA DO CAMPOS.
Laaalha de ago d'agutha.
Limalha de ferro.
Limalha de cobre.
Limalba de zinco.
Salilre rSnaxto, barJjante- e enxo/re.
Arligos todos de primeira qualidade.
Tende-se murto bar8to
NA
Pharmacia e
DE
BARTHOLOMEW 34SuaLarga do Rosario34.
drogaria
Nltlii 8! ffall
Vender tiio barato eomo na rna Da-
que de. Caxias u. OO, loja de Al-
meida Duarte A C.
Os donos deste estabelecimento, estaudo resolvi-
dos a chamar-em a attencao do pubiico. com espc-
cialidade as donas de easa e pais de familia para
economisarem, teem resolvido vender todas as pe-
chinchas pelo custo, o que so se vendo pode se
acreditar.
Cambraia transjarcnto fina, com 8 1|2 varas,
pelo baratissimo preco de 2*800.
Cretone, o mais moderuo qae tem vindo ao mer-
cado, a 3C0 rs. o covado.
Chita trangada, fareoda nraito fina com 4 pal-
mos de largura, a 340 re. o covado.
Mao e barato, madapolao fraacez per 5*300 e
H a pega t
Cambraia de cores, padruee-mederaps, a 240 e
260 rs. o covado.
.Oigamsanlo e.krali#np, lAzmlia^ itoderaas,
fazenda de gosto e de Ja pura.a 3d0 rs. o covato?
Ijeqaos de liaho, flzenda^na,,, em uon linda
caixinha, a M.
Algodicziohe de :3<400 e 4* a pe^a.
Chapeos de sol de seda trancada com cabo de
marllm de bona
^6*. por 12*.
. Mefipsclacos, fafena>,SUpBru,r e de Modus pa-
drfies, a 260 rs. o covado.
thiias Jioae; a Hf, 2fQte 28-rv o covado.
Camprais 4berta, maito Unas e boaitas, a 7*
~ MM
Grande escala
a | eega.
Bapfistasfinas e de gostos, a 320 rs. o covado.
Quem nao vnrj cooprarrf
Camisas inglozas, peitd de linho, qne nunca ven-
da-ge por meooa de fuj, veademoa por 38A.
Metins e.sguao3 de listfas a 300 rs. o cavado.
Coniidaraes^ urqa Mperienea-
Dao-se atnostras de todas, estas fazeadas. e man-
daavse n&s.casae.
Vaadfl-ga ixma prela de 3i) anuos. w qua}'en
zinba bem, lava> 6 boa quitanleira e mnito sadia,
aoptra,perfciu*ngommadeir a cozif i bem-o
diario de uma-easa, da 20 andes-de id,^;.;, e uma
oulra de 20 anaos cpm iuma Siha livr... mni:o
possante e de tode o servigo or innrio, p.r 6'0
uma negrota de 13 annos por 6Ct), touilo preja
ebonita (igura : na rua de Hortas n. I 0.
Aluga-
se
urasegundo andar em muito boa rua, a quem pa-
gar as bemfeitorias-: a tratar na rua larga do
Rosarion 38.
Furto.
Allen^o.
Preyine se aos interessados no esp Jio do finado
Antonio Marlins Carvalho de Azevedo, que, nao
p.ngoem qnantia alguma, salvo 'ao abaixo assig-
nado ou a pess. a autorisada p:lo mesmo abaixo
assignado e por Daniel Tavares CojHio, devendo
neste ultimo caso ter a autcrisacao d.ida pot este
e por mim. Recife, 19 de maio de 1874.
Francisco Joaquim Gomes da Silva.
Francisco Joaqnim Gomes da Silva previne ao
eommercio que nesta data dissolveu a sociedade
que tinha com Manoel Franci?co Ferreira na ta-
verna da rua do Gervasio Pires n. 53, ficando a
cargo d i abaixo aisignado o activo e passivo da
refcr'uia laverna, sahindo o mesmo Ferreira pago
de seu capital e lucros.
R> cife, 12 de maio de 1874.
__________Francisco Joaquim dm s da Silva.
Aluga ie uma boa easa am excellentes com-
modos, a rua do Coronel Suassuna n 169 : a tra -
tar na rncsma rua n. 171
JANKJ HAS PLAWAS
A rua da Ventura n. *5 (Capunga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecla e de uii/bigo euxertadas a 3$
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes planta3 de ornato e de fructo por
prego muito commodo.
Pede-se a-pessoa a quem for offerecida nraa la-
ta de manteiga com 28 libras, o favor de appre-
hende-la e leva-la a Santo Amaro das Salinas a
taverna de Joaquim Barbosa de Oliveira, que se-
ra gratiGcado, por dita lata ser roubada de um
carro que a conduzia no dia II do correay as 7
horas da noite;
AVISO
Precisa-sa comprar ioh escrlvos, pedneiro e
carapina, p.iga sa bem : a tratar na thesouraria
das lotenaf, a rua Primeiro de Margo n. 8.
Cofflpra-se um Vade meomn do Dr. Sabino, em
m-:io uso : nesta lypugrapliia se achara com
quem tratar.
KOVIDADE
firuiide Hquidacai) de
Rua do riTrnmcnto n-.30.
Lazinhas de bonilos padroes de 160a 240 rs.;
alpacas de todas as ceres e boa fazenda a 40 e 400
rs. o covado; chitas eseuras e claras a 2'tO rs ;
baptistas modernas a 280 rs.; precales .loas a 320
rs.; metins de todas-as cores e de boa qualidade
a 2i0, 280 e 320 rs.;. cambraia de cores a 2i0 rs.
o covado ; chapeos de-vellu lo e palha para senho-
ra a 'hi I veslidos para menino se bapti.-ar a 55 1
musceliua de c6r muito boa fazenda a 280 rs.;
cbilas roxis a 200 rs.;-ditas pretas a 200 rs.; ma-
dapolao a 4, 3^500,- 55800 eCM peca; dito
francez a 3$, 63 e 6jtf00; algodao a 2*500, 4i,
1480% 5& e 5^500 a peca; loalhas para rosto a
360 rs. ou 4< a duzia ;: dilas felpudas Anas a 800
rs. cada uma; cortes de casemira a 4^500; ditos
de brim branco e de cores a 800 rs., lit s- IgZOO ;
ditos de brim de Koho brancos e de cores a 23;
algoJao azul a 5f a pera, com 41 e 42 jardas! I
damasco de la comduas largnra? a 13 0 eovado I
leneps de eassa petiuenos a 700 rs. a duzia '.! du-
zia de lengos' de liuho, com uma bonita caixinha
per 2*50011 cambria branca lina a 33, 43 e
43500 a pega ; hamburgo- proprio para toalhas,
lencoes e ceroulas a 360 rs. a vara aigodao azul
e m ;sclado proprio r.ara escravos a 160 rs. 0 co-
vado ; coktes de oasemirapreta e de cor a 23500 I
ditos de brim de cor a"" 23; lencos brancos a
13600 a duzia ; meias finas para senhora a 43 ;
cniutros muitos artigos a vontade do comprador.
antes que se acabe.
S6 o n. 20
A' rna de Crespo. loja das 3 Mrtas
DK
CWIldMKmW c.
Junta a laja W
METINS CHNEZES;
Proprios para vetfidor, os nan aadeaw, ado
diminute preco de 280 rs. o covade, i pecJaacka '
Dao-se amestras.
ORGARDYS DE C01ES.
Fazenda fina e con bonita* padree, pew daw-
nuto prego da 3%) r*. o eotado, e peeehineka
Dao se amostrw.
CHITAS COM PtiHW) D CRETOU.
Fazenda finissima, coa Jindos podroea,
minuto preco de 310 rs. a eovado, so se'
g9ps, fluo geralmoBta *:aina a k PwAincha I Do. tawiw
US CgUWtBU^.
Cpmpleto soflimento de Ha escoceaa, epara
aeabar se vepde a 2W rs. o condo ; i riffcnaii
Dao-se amoslras.
CASSA LAO&V
Grande sorfmento desta faxendjaacoa aan
honitoMtadtja ,:q|e |Fj|n|o eifM *ed>-
pelo dirMvAo- prego *v*90-r eovado : e pe
eaincba I Dao se amoslras.
CJWTAS CLAJU*.
Com, bpnitos ^(JrCes, que se v^mV a MO m. o
covado ; e.pechiodia t DAo-se arnotJras.
Brim Hollanda, ligo, o qne ha de raats Jaa, pro-
pno- para costumes de homens e meaJaai e ves-
lidos para senhoras, por aer muito ho Ipko
puro, s se ven Ie peH> diminnto prego de jKri
o covado e pec! incba I Dao-se laoatn.
BftlN DE CORES.
Brine de cures, linho puro, com boaaha
drdes e que se vendo pelo dimmuto preeo de
rs. o covido ; < peeomeha Dao-se VLosint
aMISAS E CREfOSE?
Camisa? de cretooe, o que ha de aais h*.--
com linlos padroes b qae >e veade a MfMO a
duzia e 33500 ada uma ; e pechiocha rH
vendo
Assim eomo um deposito de mais fazeaHa qae
se vendem por menos do qae em oain qatlquf
parte, como sejam :
Cortes de casemira de oorea a 41 ; e
Silva (Jwrjwaes <& C^
Praca do Cerpo Santo aa>
Tfem para vender ea seu-eeriptorio o see
uinte:
Vinhos linos do Porto em aneoretaa e caixas de
uma duzia.
Dito- muscatel do Douro, ea caixas.
Dilo> Malvazia idem.
Dito Garcavellos braoeo, i a caixas.
Cera em velas e bugias.
Pregos do" Rorto.
Fechadnras de broca e lisas.
Cbapeos de seda.
Chapeos de seda para homem, i roprios de pae-
seios, formes modernas e bem armados, com cm
pequeno defeito a 23500 e 33000; e pechincha e
esta se acaiJando : na rua do Crespo n. 20, loja
das 3 portas, de Guilherme k C junto a loja da
squina.
}
Che^iicui
C
i '
lb
msta typographia o a.a folheto ilos-Quadros
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendo a visjp d:i radii;ao de Uruguay aha..
OIMS,
- asa e si^|q.
Vende-se uma easa bem con.-truida, em terrene
proprio, na rua da Hora na estrada de Joao de
Barros : a iralar na rua da Imperatriz n. loia
funileiro.
G4S4 BA FORTDM.
.AOS 4:000j?000.
ilLJIETES GAIUiMIDOS.
-*' rua Primeiro de MarfO (outr'ora rua dt
Cre";io] n. 23 e casas do costume.
abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
5-3 MHiet<*3 um inteiro n. 3978 com 2003, um
aeio n. 3519 com 1003, e outras sortes de 403 e
!*. 'h loteria que se acabou de extrahir (100,)
aos p s-jidores a virem receber na con-
natdade i}> r i.-tume sem desconto algum.
..ii...m-.o a venda os feiizes bilhetes garantidos
- partn das lotarias a beneflcio da igreja
P~r*nctseo de Serinhaem (101*), quese extra-
ifi na sexta-feira, 29 do corrapte mez.
PREGOS,
Biil.ete infeiro 43000
Meio bjlhete 2/0O0
%:a Poi-.giOftg'iOOfOOOPARAClMA.
Bilhete! inteiro fr300
Meio bilhete 13750
________Manoel Martins Fiuza.
- Precisa-e* de 2:0t03 a 3:0003, dando-se por
cvaotia um sifio com easa do pedra e eal. perto
aar tsta transacgao, dirija-se a rua da Imnera-
*2x70. r
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condega.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frucla-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim larania.
Laranja da China.
Dita do ceo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para
Dita brsnea.
Dita tangerina.
Lima da Pe-rsia.
Dita de ufnbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxerlado.
Oiticord.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinhciras.
Bomeiras.
Rozeiras.
Itozeda.
Ubaia.
Cbaia e ootras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua d a Ven
ura n. 25.
fli^]:el ant
D. Luiza 7oaqufna Pereira de
GufmSo, tendo de rhandar resar
uma missa por alma de Miguel "de
Ararojo Dantas, fallecido e'm 1.6^
corrente, em a igreja matriz dos
Afogados, no dia 23 do andante, as
7 horas da manha, convjda as pes-
soas de sua amjzadee aos amigos do liuado a assls-
tirera a mesma, pelo que desde ja antecipa o sen
de
Vendo-se tambem a loja de funileiro, bem
afreguezada, da rua da Imperatriz n. .79 : a tratar
na iru'iitl'l
na mesma.
? f
Chapeos de sol de seda, cabo de marfim, sendo
para senhoras e meniuas, a 23500 e 33 um ;
aproveitem que estao se adabando : so na leja das
pechinchas, na rua de Queimado n. 43, deCroate
da praga da Infependencia.
Sitio
e easa
Vende-se ou aluga-se o sitio no Arraial, travessa
do Agude n. 52, easa com comm> d;s para g;rande
familia, encariaraento de a'gua para dentro de easa,
cacimba e banheiro, e diversas fructeiras ; torna-
se recommendavel pela diminuta distancia das
estagSes do porto de Agua, Monteiro e Casa Ama-
rella : a tratar na rua Nova n. 23, loja.
depos tado
Antonio Affonso Alojei-
ra' Junior e sua irma e
irmao's couvidatft' os seus
pareotes e arqJiios para
as-istirera ao enterro dp
seu pai, cujo cadaver se
na capella'Uo eemiferto''npbtico
desta cidade, onde, pelas 8 horas da' mahnJ; se.r'io
|*ados ao seu ultimo jazigo os seus rest, ante-
cipando desde ji os sens agradeclmentos1' as 'pes-
soas que se dignem acompanha-'.os neste doloroso
transe. ,- _____
'jOHHP
fi Precisa se de um CQzinheiro : a tratar na loia,
n,-00,;no caes 2* de Novembro. m' *
ra. com wixiniia. do autor
iai n. :-:
Ven
do Duque
, ewrava^oca e sadia : na rua
FrederiC0 Sdfll^:-flfl (Dufrha **W>'Su3 ll*n* recWnS|eydave|qSelo muit'
vuaiuw ntlA ATAikl !>fl nalwlor A taMttaaaWar trwnrvo t\e mi
Nao duvidem.
St) o 43
Him do ^iieiuiado n. 3S.deIron
to da praca da liidcpencia
Vefllia^^ereorao se a^ueima
Cajobraia, tcinsnarente, fina, a 23500 a peca.
Dfta VicJnrTa, fina, a 34 idem.
Baptistas de linho muito larga a 400 rs. o-ao-
vado.
Chitas pretas com, salpicos a JOOrs. idem.
Ditas ile cores, bonilas, a 2i0rs idem
Cambr^ias de cores, miudinbas, a 240 rs. idem.
Biiin pardo lino a 369 e 400 rs. idem.
Lengdes de bramante a 23 um.
Cobertas de chita adamascadas a 33500 & 43000
uma.
Olehasde cores a 23 uma.
Mussulina branca a 280 rs. o covado.
Percales finas de .|:iadr/>s a ; 20 rs. idam.
3(adapolao fuio a 4 3, e 53 a pega.
Dito francez, flno, a 63 idem..
Algodao 'P a 33500 e 435UO idem.
E tambem outros objectos, por pregos que ad-
mira. e para apnrar dinheiro Se 0 43.______
Vende-se na ilha 'de S. Miguel 22 alqueires
deterrenp 0 uma parte em um sobrado : a tratar
na rua Imperial n. 128.
erca4c
As Ulricas verdadeiras
Bjchas hairjburgu.eza.'i qrie vent, a e-te^m
' fur Warqqez de ul}nda n. 51
Armacao deamarello
Vende-se uma armacao de amarello, envidraca
da, com balcao, por commodo prego : a tratar na
rm do Crespo n, 20, loja das tres .nortas
iUERTA
m rival.
Confront- ao areo d^ Santo
Antonio.
Oi proprietaries deste estabelecimento, tendo
ado'ptado 0 systema (ainda nao cpnhecido de ven-
dar barato para vender muito) participam a todos
os seus fregu'ezes atngeral, que estao vendendo
suas fazendas com 3f> por cento menos que em
outra qualquer parte, por isso convida-os a uma
exoeriencia.
CAajieos de sol.
Grande sortimenfo de chapdos de sol de seda,
cabo de 6, 3'3O00 I
B' grande pechdecha, a elles antes que se aca-
bem.
Sortimento de ehapeoa de seda para homem, su-
periors, por 63500, 73S0O, 83 e 93 I'
Ditos de cabo de marfim, seda trancada I Para-
gon*) superipres, por 12a, fazenda que em qual-
quer parte custa is5. So vindo ao barateiro !
A^c;i..s.iiiuas
Ghegou esta nova fazenda para vesiidos, o mais
moderuo que ha, teado bonitos desenlios e cores
fixas, a 400 rs. 0 covado.
ET deseagamr, so 0 bara'.eiro !
Cur*e de cleloii.
0 mais moderno pa^jta fazenda, com barra, lem
0 baratt-iro e veude por 63 0 corte, sempre eus
tou 103. Yenham aoreciar.
Uorsor^o d)e cores*.
Temos bom sortimento de'sla fazenda, de todas as
oores e de cordao ; assim eomo, popelinas de co-
res, fozenda que custa em qualquer parte 23800,
nos vmdemos por IA'-00 e 13400 0 covado ; nin-
goem deixara de comprar um vestido de seda por
tao pouco dinheiro ; por certo que nao t Yenham
a eliss.
Uilin* (rancexea.
Grande sortimento de melim, queimamos a 260,
0, 300 0 3?0 rs. 0 covado.
Chita?*, claras e escuros.
Grande p rgao de chitas claras e eseuras a 240
e 280 rs 0 covado I E' exacto ? t>, que eu vi.
Briiu pardo.
E' boa qualidade e vendemos a 260 rs. 0 cova-
do. Estao se acabando.
C-a mi* as rraiieesox.
Completo sortimeutd de camisas para 173, -83
e 203 a duzia.
Ditas do linho superiores qualidades a 363, 403,
443-e 0O3, lendo uma porgao bordadas !
Ditas de cretone superior por 303 a duzia, sem-
pre cu-tou 403. Venham apreciar 0 queiraa I
Ouliaas |iar:i M,-ili.>r.-.
Temos grande porgao e'6ffere;emos aos nossoj
fregue;s. por if 9.5'3, (hi que pechiqcha es-
tamos eonvictos de qiie niriguem deixara de com-
prar em, razio de preco tao resumido. A ellas I
l^ziuaag.
Para aeabar, estamos venaendo por 220 rs. 0
covado,. tendo de bpnitos gostos mteiramente esco-
cezes. "" '
Alem destes artigos temos bom sorlimento.de
fazeadas inglezas, suissas, francezas e alletaaes,
cha
idem de brim pardo fine a 13300; idem.
Culchas ue fustao com barra, muito graade
43 ; Idem.
Idem idem branca*. idem rdem, a 33 ; idem
Cobertas de chita adama;eada fina, idem id*~
a 33500 ; idem.
Lencoes de bramante, idem idem, a V ; mete
Toalhas alcoehoadas a 50uBO a dazia idam
Lengos de ;a:sa com barra a I3OOO a dazia
idem.
Idem idem idem brancos ahainhados
idem.
Idem em catxiahas muilo liadas
Joiia.
Seroulas ie 'Jaho c algodao a 18/ a datia.
Cambraia Vi-^ria fina a 33800 a pe<-a : e r
ohtBeba.
Algodao marea T largo a itfiH e S3 a pega.
Madapolao lino a 43800 a peja.
iU) fino a 1
a 2300"
mm
1 3 a pega.
a 40-3 rs o cvad .
lades Pa-
ecfeiachi
Madapolio francez mm
Brim pardo u.u.to fipo
pechincha.
Cambraia transpareote, 0 qae ha da mais fie?,
a >3 apeca.
Baptistas de coae modarnas e
dries a 400 rs. 0 covado e grande
lXw-se amoatras.
So o n. 20
rna do (j^^o, lija i 3 pwlas
1.1 II III it HI at c.
Junto a Uja 1a rmalar
elabclectaaen(o aeaa-te aaen*
das e hora* da maaB|d da 9
a
\
Panno de algodao da Bahia.
Veade de tolas as qualidades Joao ltcdrig<;
Fjria : na rua do Amorim n. 33.
Fmnos
I>a Bah a e do I\io, vendeJiao-nndngnei de t
a., rua do Amorim n. 33
GAZ
de ar:anr4ra amaiMade.
rfo armazem de J. Doming-s do (jrao e Silva
raa do Amorim n. 41, vezute-se cm gTosso *
rataUio o melhor kemzene, da bem acredilad
ntarca de Henry Forster & f Tirmiaai n j qua
hdade e quantidade ceru do hqnida. So rr.f-ir.
armazem tem para vender ea (taaosna com i
neiras e muilo asseiados, paracasaa it- familia
I 43t:0 cada um.
r-
i
i4>o
Especialidade
-
Acaba de ohegar ao mercadr .alguns barrjs de
vinho do Alto Dpufo, eipecial o u^icamente pre-
parado do extracto da ova e isento'de rfnalquer
:Eolte
uito
- .(.flWft^WV WV *,BWMf9i>a Wfcs os ou-
lros\inho3 dc pasto.
I AcHa'-se a venda nos armazens.dp JpioJasi.Bo-
estabelecgo. cam armazem de fumos, a rua de drlgu'es Mendel'Sohza WoTfcC^a Jtonauaes da
Hani & Barros, outro'ra Cordonuf h." 4. sOb sua Co'Aa"S'C ,,^*^,*M
firma indreldual, bfRreee a"6s" seiis fieigkezei os ''
fumos abaixo declarados, a saber : ^^^^
Goyaz, ~ rRxg- MV6't -"-KinieJ,
Pomba, JJasealvado, Barba-Sena
Parahyba, v. Biulo, em rpros. aofE
Garantefe ^s'gualidades e a inodiqiqV-
pregns. w "TTaT
como sejam : baptistas com harfas e matizadas,
granadina, chitas, cfetonfis, metins, alpaca, las'
maBipoza, etc. etc., tudo por, potlco dinheiro.
.HA
Rua 1. de Marco n. 1.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Sa_
Para as noites de Santo An-
tonio e S. Jpao.
Amaral, Nabuco 4 C. acabam de receber com-
pjeto sortimento de sorter francezas e allemaes,
para bnriqnedo das noites de. Santo Antonio e S.
Joao ; e o que se cqphiBce de mais engragado e
apropriado para brinbair-se nessas noites.
Aos dignos maopns
'AmaraL Nabuco & r\ tendo rm visu a grande
e pomnqsa testa que faxem os digaos magons ao
padroeiro desta respeitayel corporagao na noite de
S. Joao, participam aos. mesmos Srs. magons que
acabam de receber iftsignias de diersos graos, e
vendem no bazar Victoria, rua do BarAo da Victo-
ria n. 2.
Vende-se
Piie de sapotas de todos os liainanr, de aani i
jualidade, o tempo e proprio-pa'a paaU-ks: ta
rna do Hospicio n. 75.
Eogeolu) m teri&m.
Vende-se d^as partes do
engenho Novo^ &ito na fie
guezia de SeriBbhaem, distan
te daestaqao de (iapellcira
3 legaas, moentee corrente,
que safreja ceroa de 3.00(
paes^ com optpaas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo. a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueiroav a rua das Caleadas
n. 14, qu no arsenal de
guerra.
-- Pacheoo & Azeveao tdrn para vender tapio-
ca de araruta, qualidade especial, em seu armazem
na rua Dnqne de Caxias n. 29.
Casa terrea.
a 240 rs. o eovado.
So na rua do Queimado n. U, dedreaii da pn$j.
da Indepeadenria.
So aa Jaia daa aoaaiaeaaa.
Chitas pretas e de cores ccra salpico* de &rti,
seodo muilo boa, a 240 rs. o covado.J
Aprpveitan fregneaes.
yende-w qma o,pjlecgao de einco trjmestres dos-
TprjAdico : na rpa.Du'flufl de Caxias n. it, 1.
Fazendas baratas para
. .acabar.
Cambraia Victoria, fina, a 33 a peca.
Dita transparente. a 23800 a pega.
Algodao marta T, largo, a 43 a pega.
Baptistas de lindos padroes a 280 rs. o covado.
Chitas clara*,ra^4Q. ^0 e 320 rs. o covado.
Metins de"pres, a, 280, 300 e 320 rs." t> covado.
Cambraia, de/.c^ej elinlos padroes, a 240 fe. o
covado.
Dlo-se as amostras na rua do Crespo n. 26' A,,'
loja de Ramos 4 Irmao, esqujua da rua do Quei-
. parrilha.
Nuva remessa, excellente qualidade; vende-se
na rua do Vigario n. 16, 1 andar.
Vende-se o hotel da rna I.ornas \'a^ntipas
n. 46, livte e defembarajado de qnnlaUbr Qflus : a
tratar na rua da..ganto Amaro n.tQ.
pado.
ma
Vende-se cerveja.preta de.sJQperior qualidade,
marea,.Barclay &'C,'e Umbam branca, fflaftS
s. amius vindas de Lon^res : na rnadoCOm-
clo n. 22, armvem de. Edward Featon.
Aluga-se a da rua.de S. Joao, defronte do por-
tao do gaz, com 6 quartos, cozinha fora e grapde
quintal : a tratar a rna de Pedro Affonso n. 8.
- Vende-se uma arraa^o de amarello, inver-
nisada e envidra;ada, propria.para alguma, loja de
charutos ou cigarros, por barato nreco: 'quant,
a pretender. d|rSa-se a ru da Flor^nlina n. 80.
- Venda se o hotel fiuas iNacdes Alliadas, da
travessa do Livramento n. 28, proprio para win-
cipiante : a traur no metmo.
- Vende-se duas casas de pedra e eal, no Tu-
gar dos Milagres, em Olinda perto dos banhos
salgados; e bem assim,' 6i alleerces cue Ihes fl-
cam contiguos. Quem preafsir, dirija-se ao Sr.
Joao Jose da Silvalca, residente na raa do Vara-
aouro. da mesma cidade, que dira quem vende.
ffiano
Vende-se um piano da armario, da Cpllard A>
Collard, inglez : na rua do Areal do Brum. oitao
'dare|a do Pilar n. 14. ""
Engenhqs em Mamam-
gape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
Progulea,
e falrleia.
A tratar com seju proprieta/tes aestajhdaJs.
e para mformagBes cf>m Joaqnim Pinto de aa
relies Filho na mesrna cidade de W-mgnaai
__^________lasso Irmaos a C
Vende-se on aluga-se a casa term em
frente da matriz do Pdco da Pauella, em lernso
proprio, dous'lados murados, alguns arvoredos
commodoi para grapde familia, seudo tra miaa,
sete qnartos, dous grandes te?racos, cctafea Urti
e mais dous qnartos para ecra,vos : a tralar aa
Olinda. rua do Pago Cutelbalo, com GaJJao T.
C i"j Vasconcellos.
. ",i i .i rfi-
S^l dossil
A bqrdp do.kiate UmiLi aa C raa,
coafeaateao tpapioha anoosa : a tratar jam
puio a bordo, ou com anltnin Alberto fa
Aguiar a rua do Amorim a 60.
io ea
-
TTT


Oit&P rfl


I
t
I
9'-'

r^
'ara
: mtM&W Paranoivas.
ae-eorese pnr*s-frtia6 btmlfc* due'Wm misas fronhas/de labyrinth e bordadas, capeUa
para ca-
E' eil* uua dicjaai qie hoja pode-compri-.
ii osorumsnto, de fajeudas fmas para -grande toi-
lette, e bem assrm para trso ordraarfo de lodas as
class*, e p* fte$& vawajdsos, das quits faz urn
pt quw r3no.
Mandam fazendas is casas dos pretendenjaa,
;.,ira o que torn pessoal aecesnario, e dao ampslraj
median te'peahoic.
Cortes Ae'sefla'de rlnda? cdrtes.
Gresdetoples de lodas a* cAn*.
'iorgurao branco, lizo, de listras,.pr.elo, M.
SiinvMacao, pfleto a de 6re$.
Grosdewplfls pre to.
VelTtido preto.
Granadlne drseda, preta t^de cares.
Popellrjag deltndospadroes.
Filo de soda, branco e preo.
*icas basquiuas de se4a.
0,saco de morind.de'cures, la, etc.
tfantas-'brasflflfras.
Coites com cambraia braoca com 'lindos borda-
Kicas *jaifcis, manias par*, noivas. I
Iliquissimo sortimiaiio de las com listras de
seda.
Cambraias de cores.
1 'itas maripozas, branca, lira? e bordadas.
Nauroques do .Kudos padreea.
liaptistas, padroui deiicados.
PereaL'oa* d quadras, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brfhs de linho de cdr, proi>rin Bara vestidos,
iom, barra e bstras^
iii.'os corlea.da vestido de linho. c eites da
aiesraa cor, ultima rood?
Dito9 de camnraia de cores.
Fustae de lindaS eoYes.
Saias'bordadas para scshoras.
Camisas- bordadas para senheeas, do linho e al-
godan.
S'irtimento de'IuVas da verdadelra fahrica de
Jouvki, para- horoen* e senhoras.
Vestaa* wb menim*.
>w ara baptiiadrv
Chapeos para. ano.
ToaiDas e gaardanapos adamascados de linho de
y.para mesa.
Cofchas'doli.
'.'ortinadoi bordados.
Grande sortimento de camisas de liiiho, lizas e
bordadas, para homens.
Mefas de cores para homens, menirros e mcni-1

I'i'.is escoceza*.
l ideus 6 seancras.
Mericc de tAfO para resfidos.
C'ito preto, traa$ado e dito de verio.
^Ihado de linho o algodao para ioaJ
i>toaihado pa-do.
Damaseo de la.
Brins de linho, branco de c8res e preto.
Setim de lindas cores com 4sr8.
1 .'hale* de memo- de cores 6 pretoa.
I" itos de caseraira.
C'ilos de seda preta e de cores.
Eiios de touqulm.'
Carataa* dechrta para homens.
L itas. de flanelta.
Cerealas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lencos bordadds e de labyrinfho.
<:olcnas de crochet.
Tarlatana de-.todas as cures,
Ricos cortes de vestidos de larlalana bordadoa
arj. cortes.
Eipartilhos lisos, bordados.
Funlard de seda, Jlddas cores.
Meias de seda parv ceohonas- e maninas.
Fl cas facbas de seda e IS para senhorae.
R co sortimento de leques de madreperolas e
05S0.
Damaseo de seda.
Gasemira prela 6 d>e6reB.-
Chitas, madapelao panno fine preto ami, col-
iarinhos, pnnhos delinbo e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, fapetes de todos os tama-
nhos, bolsas de" Tiagem, peitos bordados para he
mem, lencos de linho branco e de cores, toalnas,
guardanapos. etc., etc.
R\ia
KA
n
Oranutliiia preta a
cofftefd.
O'P&tStf vender grauiarJitrt 'preta a lavrada
pelo barato prrir^o de S00 t-s o covado.
ladapolAo enfewtndo ft I^OOO
a pe^a.
0 Pffvao vehde' per;as de madapolfl') en-
festado, pelo-barato pre^ode 39000 pega.
Ditas aem s^ enfestado, e'errt 20jarira5/a
5?W00. Ditas cora-v8t jardas murtc' boa
fazenda,.a000, 6JMJ00 e 7JW00.
ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
|. 0 PavSo tem am grande ,sortrfnente de
alpacas pretas, que vendea 8 90;'040 e 800
r. o covadtf, assim como grande sorti-
mento de1 cantOes, bombizinas, ptmceza's
pretas, merin6s, e outras muttas fazendas
proprias para lute.
Sedlukas n i?00
0 Pavao vende sedas com. listrinhas de
cores, a 15G00 o covado. Ditas com pal-
minbas a 25}tfOO. Ditas com toque de mofo
a 13S0O0 e i$400.
cambraia Victoria a 49000, 49500,
05000 E 79000.
0 Pav3o vende urn grande sortimento de
cambraia Victoria e transpareote com
8 1/2 varas cada pega, pelos baralos pretos
de 45O00, 43?500j 59000,. 69000 o 7:000
a peca, assim come, ditas de salpico bran-
co, a 7j5u00, e peehiticba.
NbVAS LAZINHAS .A 560 RS.
0 Pavao recebeu peloulfimo vapor un
elegante sirtmento das. mais lindas laiznbas
para vestidos, sendo transparentes com as
mais delicadas cores,, e modern'ssimos pa-
drdes, que vende peio barato prego de 560
rs. o covado; a rua da Imperatriz n 60.
L1QUIDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto de casemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avul
tado sortimento da calgas de casemirapreta,
de cor, de brim de cor e branco, e um.
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambera. um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
de ceroulas de linbo e de algodao, e vende
todas as roupas auima mencionadas pelo ba-
ratissimoprego, porquerer hquidar, na loja
da rrta da Imperatriz a. 60, de Felix Perei-
ra da Sika.
Acha-se constantem ent aberto]
&s6 de noite.
da laiwepat liz
PAfiA LIQUID A R
500 vr. a C\If 18AS I'RA'Nif.ZliS' A 2^000,
Sjlodft't '3#5d0'.
?.
}Jndo ao m*ttdijcr rid* -sd &&<$' |efo -rii-' fie lSfing^ra/coie'ha "d'e seda e,de crochet, c
minuto prego derW^s*.' A 'Covado porter naWs paW carha te Iettr^os hofda'dbs, tudo prtipri^ trnalea A-C
6tojWj*o bfrWnitA/, enrzfriria de parae**in*,0f J
^9ow;d co^Vu pecfeh'a. kdse; Insigfrias ma^omc^a.
AmaralNabuco & C. vtndem insignas maconi-
eas dtfidiirereWes' grWbs: ho bazaf Vtetorii, raa
do BirSonla Vktorft) m. 1:
i.
oma easa na villa de Bafrtirdi, na I
modico : a tratar earn
:J50'0'
0-PaVJO'vetfdrjd'r* BAhHo*'sortittanto d
cami#s fraYtfceza8-com"pen6'de;,'alg1<(lab, i
23KN)0-e 29500'.J DlttrsH ctirh pf ito *dtf finKl
de: 39000 a GJJOUO. Ditas borthdas^ muit<
firws de 69O00 a 109*00^ assim 'com*'
grande sortimento de ceroulas de lioho e d>
rilgoiiao, por pregos baratos, e tambem ten
ctompk-to soTtimento'de'punnose collarinbos
tanto de linbo como de algodao, por pregos
em conta.
Bap B rli ill os a 3C500. J?4>M> r
0 PaVSo- vende um bdriito sortimento d
espartilhos modernos a 3950c, 4^1000' t
5$00O, assim como-um bonito sortmentc
desaias bfancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de iSiinh'tf de cdres a 35600: 6 pe-'
cbinchs.
CORTIN.UIOS BORDADOS: PARA CAM A' t
JANE1.LAS, [IF 79 ATE'25900.0 0 PAR
0 PavSo vende u;ri'grahdi; sortimento <1.
cortinados bordados, proprios para cama f
janellds, pelo barato prego de 79000, 89000".
10)5000 ate" 259000, assim como : colxa;
de dimasco de lS'muito fma de 109OO0
1-^9000 cada Uina.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para lengdes
tendo 10 palmos de largnra, sendo o d
algodao a 19800 e 2?OOOa vafa-.e de lirrtu
a^9VO0,- 29800 e 39000 a vara: e pechin -
cba.
CASKMiRAS A 890eO\ 6900O E 79000
0 Pavfio vende cdrtes de casemiras par^'
calgas, send< padroes modernos, pek) ba+a
to prego de 59000, 69000 e 79000 o c6rtn
assim como : pannos pretos dos melboWi
que tem vindo an mereado, de 49000, 891*
109000.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao'recebeu um bonito sortimeirtu
das mais elegantes esmeraidinas com listraf
de seda, sendo era core6 e padroes as mais
novas que tem vindo ao meroado, propriaf
para vestidos, vende pelo baratissiro pro-
go del800 rs. o cowdo, a rua'-Wa Imperatri?'
n. 60.
(cimen'o do PAVAO, das 6 tinras-da mwl^
iitrosli'jrs.
Hwim tanto
Rrihi brahce--nibitO' firfO, fazehda d6
liMP a va Par que -Se^ vende pdr"i9400 a
flora, por estar com um pequeno drfeiW ;
rwcitineh*.
Mellns francezes
liklill
de
pe
Mrtine friflceMs,:fzrrd MMfl flna; pi'-
drops' modertioei, fazind* *qtre jd"se vdn por500a-s,ta3<30)..o.eovad^ pechin- 18*^
chas- Do se aimats.
Cretonesdeirstras,fazenda acL^cboada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dSo-
se amostras.-
Madctpol&es
Madapoldes com um pequeno toque
ffvaria, de 3*500 a SriOOO-a pec* ; e*
chincha.
K CHITAS PERCALES
(.liitas percales avariddas a 240 rs. o
vado; e pttcliincba.
SO' 0:
.X. '-CO da riiii do Creaipo
Loja^ das 3 portas
DE
(illHltl'IBft o C.
Magnolia
8^-HUA DO BARAO DA VICTORIAg-
VcmicmUra 4 Vianna os seguintes eal-
cados : .. ,. _u
Sapatos de transa marca ccbavec, Gnos, duzia
16*000.
Ditos de dita, idem, Idem, idem pAr 1/500.
Ditos de easimira preta,' para homem, duzia
CO-
DUos de dita', idem, idem, idein, par 1*800.
Focpfde'cores para meolnos, Ms 31, par 2# e
WSOtt '
Rouses enrdovao de Polalo, para homem a 10*.
lli'as de1 bezerro Hem, idem, idem 10*.
Unas de vaqueta para menino a "it e 6*.
Dirafi'IrniTcz'as, idem, idem,' 5* e 6*.
UrtOs'gaspiadbA para sebbora 4* e 5*.
Chiquitns inglezes para crianca a S* e 2*500.
^TttoB Howe & L. vend em no sdu armazen
i rua d-i Commereio u. li :
( verdadeiro panao de algodao azul am erica no.
ExceOehte flo de >ela.
Cognac de'l" quarfdafle
Vmho de Bordeaux.
! (^u-vip|de Pedra de todas as qualidades
VER
Na I Ja da Magnolia, a rua Uiupe do Caaia? n.
45, encoolrara .-eiii|,re o respetUvel, pui'lico um
A Nfi^a Esperanga, a rua Duquede Caxias n. 63
apressa-se em convidar a sous fregiifzes. com- es
perialldtidBttti beltosexo a virem apreciar os se
gniniep arti^os exposlris a venda e todos por precoi
comrpodos, .cumn 'sejam:
F1NA? TOWECAS rhansas e choronas.
BONITAS E ENGRAgADAS vistas para sterios
copio* -
COMMODA8 LATAS para guardar cha.
ELEGANTES BOLSAS parasenboras e raeninai
comuleto soriimenloi"de perfuinarias liiias. ebjdqtos BON ITOS V A SOS com fina banha e cheiroso*
de pnantasla, lavas de Juuv'm, artigos de moda e exlraVto^tr.'rzendocada'frasco um nome, oma ini
miudezft lina?, assim como 'modicidaie nos pre-1 cfa' ou um disiico.
tos,a^radoe6iDceridad. | FIKAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cm
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber* os wrdadeims- anneis e voltas elec-^
iricas, proprios para os nervososj .
Mfeios1 ad^re^os
A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu um completer sortinterrlo de
Metos adereeosde taiiaroga.
Meios aderegos de madreperola.
Meios adcrecus de seda bordados, (ultima moda)
e de muilas outras qualidades.
Bbtoes de acjo
A Magnolia, a rua Duque deCaxiaB n. 43, tem
de carne.
Para qnem goslar.
A' Nova Esppranca a rua Duque de Caxias d
6.%'acaba de receber tentos e caixas para o joge d
Voltamiej
YmwinS'lTre(fas permts.
A Nova Esperan;a, a rua Duque de Caxias
63, acaba de recebet a? proenradas meias de hor
racha.par*quern soffredas pernas.
FLORES' ARTIFICIAES
A Nova Esperan^a, a rua Duque de Caxias
vindo ao meroado -
A ellas ante* que se acahem.
M*
E barato.
em de jaya
0 unico verdadeiro Yen-,
de-se na confeitaria do
Campos
% Imperador 24
Vende-se um pequeno silio perto da esta-
r.ao do Salgadinho, tendo de frente 150 pfvh*-^cca
palmos, e de fundos ma.s de quatrocentos, ICe06 86-HQVa rei
corn uma elegante casa d*taipa, acabada ^e'-n Aii nrvrrrw
proximi e Item asseiada-, tendo 2 sal s, 2 .' ^vo
50 por cento me cos
do valor
Frederico Pinto & C, tendo acabado com a offl-
t cina de alfaiate, tem um grande sortimento de
' calcas de casemira de cur, brim branco n 6, e de
For tOflOR OS' VanOreS rP- lJnto d* f?r' eoltetes^e oasemira, gorgorao, brim
uuuua U \ ttpui Cb 1 e brineo e de ^r.fraqBe. de panno, calemira, nw-
i rino e alpacao ; tudo obras de encommenda, as
; quaes vendem a dinheiro com 50 por 0i9 menos
; do cuslo: na rua do Marquez de OWnda n. 40,
quarlos e cozirdia f6'ra. 0 terreno C" pro-
prio o bom de plaWScdes, tendo algumas Da TOeHK)r qualjda(le no arttaziin de: /arinha4
sr\ores de -ructo, agua de beber e toda cer-1 U irigo.de Tasso Irmaos Millao pequeno j
cado.
Para ver e mais eiplicar;5es, no mesmo si-
tio a qualquer bora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tratar, na the-
souraria das loterias, rua 1/ de Marco
n. 6.
do Apollo.
Cambraia a 3# a pe^a,
unto a loja da
So na rua do Qneimado n. 43,
HimHai
Cambraia Victoria, fina e transpareote, a
pe^a- Aproveitem.
3* a
llffA MBiMA
em1 camisaB' de linho.
Vende'se camisas inglezas de linho, muito C-
nas, para homem, p41o baratissimo prrcT de 35*
a duzia ; quem duvidar veoha ver e cotfjprar :
na rua do Duque de Caxias n. 88, loja de De-
metrio Bastos.
para vettidos.
Golinbas e punhos
das raaiBitnedernas quo ha no mereado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua ttuqur* de G^xi.is n. 45, re-
cebeu umaipt-ipienaquantraaile do leay>s deseda
chinaaes, com lindis.-iim** dosnliost (azeuda intei-
ramenle nova.
Leques
I.ir.dos-lcqnes de madr. pen:la. de tarlarnga, de
marlim, d o>so, c de muilas outras. qualidafles :
recebeu a Magnolia, a rna Duque de taxias nu-
mero 45.
Atteii($o.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaha de receber os segnintes artigos :
Manual de madreperola. tanaruga e m&rfim.
Ricos albuus com capa de madreperola," cha-
gran, madeira, vellud&,oaro,'*tc.
Llndas carsaR com fini Ligasde eedaybrancaj e de cores.
Voltas de madreperola.
Pri'seiras de madreperola.
Rieas'caixJrg'pat-a costura:
' Vestuarios para baptisado.
Tontas e sapatinbos de setim.
Modernos cnapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de vellQdo, etc etc.
Costumes para crianca.
A NoVa Esperanca, ft rua Duque de Caxias n
63, aeaba de-reoeber bonitos costumes para crianca
e esta se vendendo por pretos razoaveis.
A N iva Esperaeca, ft rna Duque de Caxias n
63, recebeu um pequeno sortimento de anneis e
pulseiras electrical, proprias para quem soffre do
nervos.
i M ---------1 i-T l i
Tinta preta para escrever
Vende-se linta preta (ingleza) para escrever, en
poles grandes e pequent*: na rua do Commercio
n. 22, armazem.
-------------^^.~-.I. .i ... ... ii-
Cliapi'Mis para sonliora.
A loja do Passo a rna Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paqtieie,' um rlco sorti-
mento de chapeos para'senhora, ultima moda'e
vende por preto- commodo.
cslrangeii'o.
Paris n'America, A rua Du-
que de Caxias n. 5D
primeiro andar, acaba de receber um completo
sortimento de calcados estrangeiros para homem e
senhora,' vitdo enlre eHes nm Undo sortimento de
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas para
criancas, que tudo vende por precos razoaveis.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um Undo sortimento de bicos de guipure
de cores', aproprixdos aos vestidos cbiques da ac-
tualrdade-.
GHA
Verde e preto superior.
Preto a 3*000 o 1/2 kifo.
Verde a 3*500 o 1/2 kilo.
Na rua do Marquez de Olinda n. 20
antiga da Cadela
5.
BAZAR liuiimu
Sea do Bara^i da Vkloria a. 21
DE
Garneiro Vianna.
A' cste grande estabelecimento torn eb-
gado um bom sortimento de tuachintt
costura, de todos os autores mats v
j dos ukimamentf na lluropa, cujas
' slo garantidas por um anno, t Vadi
perfeito artista para ciisinar as merrnjt. em
qualquer parto desta cidade, como :-
[sim concerta-las pelo tempo tambem
; anno sera despeudio algutn do comprador.
i Neste estabelecimento Umbem ha j>ort.*iy
' para as mesmas macbinas e se sup;rre qmi-
quer per,a que seja necessario. Esiac %
chinas trabalbam com toda a pcrfeijta cW
um e dous pospontos, fraroe e Lord>
qualquer costura por fir; que s<3,
pretos sao da stguinte qualidade : para fra-
balhar a mao de 3OC000, 40JC00, iTIIW
[e 509000, para trabalhar com o pe sao ie
'809000, 909000, 1009000, I1090M,
1209000, 1309000, 1509000, 2009MO
2505000, emqu.tnlo aos autores OaO ha !-
tera^o d pretos, e os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que miia Ac-
Verio gostar pela variedade de objected fat
ha sempr? para vender, como sejn.m: eiri
ras para viagem, malas para viagem, c4tt
ras para slas, ditas de balanco, dita pcra
crianca (altas), ditas para escolas, cosiurei-
ras riquissimas, para senhora, dtspeosflva?
para crianrns, dc todas as qualHadit, rtiaa
de ferro para homem e criancas, wpieaoi,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cbi. Ca-
queiros com cabo de metal e da rruriatr
ditos avulsos, colberes de metal fino.coadiri-
ros para sala, jarros, gr.arJa-crradji 4e
arame, tampas para cobrir pratos, eJekm
para forrar salas, lavatorios cor .pin?. diftos
simples, objeclos para toilette, e octroi av
tos artigos que muito devemagrfdsr t Sjd*
que visitarem este grande estai)c'h?ciBrJc
que se acha abtrto desde as 6 boras 4* ma-
nlia ate as 9 horas da noute i
Kua do Barao da Victoria, n.
22.
Ao Baraleiro!!!
Grande liqaidacAo de camisas ingleza?, I ixze-
zas.suissas. dtf lodas as q;iali a l2f,
17*, 18* a duzia E' para admir r.
Sortimento completo de camisas de huh i tm
pequenos deffeitos pf.r tao pouco dinhnru' Uz
mister virem apreciar o grande qaeima; ft eflM
a ellas.
Chapeos de sol de seda para senhora a '> J030 I
dar-se ha o caso que nao acreditcm I
Metins francezes, escuros, trancadns a 2i0 s. 9
covado, estamo- ac baado, estamos faien 1 i graai*
abatimento.
Sonarua Primeiro de Marco a. I.No &ara-
eiro._________________________________
Vendem
Wilson, Rowe & 0.
Era sen armaiem a rua do Trapicbe n. 14. >
guinte :
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carva.i de pedra de todas as qoalidades.
Tudo muito barato.
100
a
DOS PREM10S DA U. PARTE DAS LOTERIAS COxNCEDIDAS POR LEI.PROVINCIAL N. 472, A BENBF1CIO DA HIREJA DO TERCO DO RECIFE, EXTRAMDA EM 21 DE MAIO DE 1874.
iSS. PREMS. NS. PREMS.KS. PREMS. XS. PRBM6. NS. PREMS. NS. PREMS. N8. PRBMS: NS. PRBMS. NS: PRESS. N& PREMS. NS. PREMS.1NS PREMS.iNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
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4f




8
Qiwio de Pernambuoo Sexta feira 22 de ibi* de 16*
Ikecreto n.
5M de 15 de
1*H I,
Abril de
Man Jo obscrvar o reguLmento desta data
para execogSo do art. 2' da lei n. 1829,
de 9 de seterabro do 1870, na parle em
que estabelecp o rogi tro civil dos aasci-
meatos, casamenlos e obitos.
Hei por bem mandar que, para execugao
do art. 2 da lei n.1S29 do 9 do setembro
de 1870, na parte em quo estabeleca o re-
gistro civil dos nasciineir.os, casamentos e
obitos, se observe o regu'.am. ntn quo com
este baixa, assignado pelo Pr. Joao Aifredo
Correa de Oliveira, do meu couselbo, mini -
tro e secretari de eslalo dos negocios do
imperio, que assim o tenha eiileodi lo e faga
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em
25 de abril do 1874, 53. da inlepeodeneia
edoiraperio.Com a rubrica de S M. o
Imperador.Joao Alfredo Corrta de OH-
veiro.
TITCLO I
DISPOSigOES CtKAtS.
CAPITULO I
Do registro em geral.
Art. 1." 0 registro civil ooinprehe.. le nos
seus assentos as declarago;s especiGcadas
nesle regulamento, para certified a existen-
cia do tres fac.os : o nascimento, o casa-
mento e a morte.
Art. 2/ E' encarregadodos assentos, no-
tas e averbafojs do registro civil, on cada
jaizadoHe p;z, o escrivao resp ctivo, sob a
Unmettfflta direcgao e inspjegdo do juiz de
pat, a quern cabe docidir admiuistritivamen-
tequ'flsjuer duvidas que occorrerem, em
quanto os Iivros do registro 3) conservarem
no si u juizo.
As ootas, averbagoes o certiddes fl sari > a
cargo do secretario da cunara miuicipal
respecliva, depois quo, flnlos 03 Iivros, fo-
re;n remettidos para o archiro daqueiia
cornoragdo.
Art. 3.' Os assentos do regis'.ro civil serao
exarados em Iivros, para esSw Gin eopecial-
roe-ite d.slinados, sendo un para o registro
dos nascimeutos, outro para o doscasamen-
tos, o outro para o dos obitos.
Art. 4.* Estes Iivros serao fornecidos pc-
las camaras raunLipaes resp^ctivas, cujos
pre de abertdra e encerrament >, e numerar e
rubricnr as foilias.
Art. 5." Os empregados do registro civil
nao devem iuserir nos ass,-iitos, quo lavra-
rem, ou nas respedivas ootas e averbagdes,
sendo aquillo que os interessados deelarareni,
do accorab con as disposigoes deste regula-
incnt i.
Art. 6." Nas colonias estabelecidas em
lugares onde nao estojam ainda creado; os
ernp-egados de que trata o art. 2% e quo G-
carera muito distantes dellcS, serao incum-
bidos dos livros do registro civil, sob a im-
mediata direccdo e inspecrdo dos directores
das nosmas coUmias, os o opregaJos quo os
presidentes das provincias designarem.
Quando so puzer em exeaugao o presente
regulamento, deelarar-se-ha logo quaes sdo
as colonias s ijeitas a osta disposicao.
Art. 7." Os factos coucernentes ao regis-
tro civil, que se derem a bordo dos navios
de gusrra e mercautes em viagem, no ex-*r-
cito em Campanha, e em territorio estran
geiro, serao comruunicados em tempo oppor-
tune aos respoclivos min sterios, aGm de
qufl pelo do imperio se ordene o langamen-
to, nota ou averbagdo nos Iivros corupetentes
dos districtos 3 que pertencerom os indivi-
duos a quern se reforirem, ou suas familias.
CAPITULO II
Da escripturacdo dos Iivros do regis
civil.
Art. 8. Os livrospara a escripturagao do
registro civil sera-) preparados da f6rma se-
guinte:
t. Terao 200 folhas com '0 centime-
tros do altura e 27 da largura.
2." Na parte esquerda de cada uina
das pagioas, e deixado & margem um espaco
em bianco de 3 os assentos pela ordem chronologica em que
forem solicitados, declarando so o dia, mez
e anno do lancamento, e nao bavendo entre
elles sebio o intervalio de uma linha, que
sera coberta por um trago horizontal. (Mo-
delo n. 1).
3.* Na parte direita, e salva a margem
da pagina de 35 millimetros, licara um es-
pago om branco de 7 centimetros, separado
dos assentos por um traco vertical, para abi
se fazerem, em frente de cada assento, as
notas e averbagoes que lbt> forem relativas.
Art. 9. A escr.pturacao dos assentos se
fara -seguidamente, sem abreviaturas nem
aig.irisioos; e no Gm de cada assento e an-
tes da subscripgao e assignaturas, se resalva-
:ao as omendas, entrelinhas ou qnaesquer
outras circumstancias que possam occasiona
duvidas.
Art. 10. 'As partes ou seus procuradores
assignarao estes assentos com seus nomes por
inteiro, e assim tambem as testemuohas nos
:asos em que sao necessarias.
Se comtudo alguma destas pessoas nao
pader escrever por qualquer circumstancia,
iar-se-ba declaracao disto no assento, assig-
nando a rogo outra pessoa.
Art. 11. Antes da assignatura dos assen-
tamentos, notas ou averbagoes, serao estes
lidos a* partes, ou procuradores deltas, e 4s
">stemunhas; do que se fard men^ao, como
>^ pratica nasescripturas publicas.
Art. 12. As testemunhas para os assentos
do registro civil deverao ser, sempre que
for possivel, var6os, livres e maiores de 21
aooos. Em nenhum caso se admittirao
como testemunhas os escravos e os menores
de ti annos.
Art. 13. Tendo havido algum erro ou
omissao no acto do langamento do assento,
de inodo que seja necessario fazer-se algu-
ma emenda ou addicao, esta se reservard
para o Gm do ?&sento, procedendo-se como
no cast do art. 9."
Art. 14. Depois de concluido e assignado
o ;'.- -nto, se em acto successivo e presentes
ein I.; .is partes e testemunhas, se reconhe-
cer n necessidade de alguma rectiGcacfio,
farse-ha ella'por declaracao escripta em se-
guida ao mesmo assento, e como este sub-
scripta o assignada pelas mesmas pessoas.
Art. ;,j. F6ra dos casos previstos nos ar-
tigos pr.'-odentes, nenhuma rectiGcajIo se
podera f.izer senfio i vista e por virtude de
decisao do poder jud.cial, em devidos kr-
mos, aqual Gcardarcbivada.
Art. 16. A rectiGcsgao, do que trata o ar-
tigo antecedente, resultanto de decisao judi-
cial, se fara* por meio de um novo assento,
escripto em seguida ao ultimo que houver
no livro respectivo ; e em frente daqoelle e
edo assento primitiro selanjarSo notas re-
missivas, com a necessaria clareza, de mo lo
que toine conhecida a relacio eotre os dous as leis do paiz em que foram passados, ou
ass?n,tos- !' *; 'que tenham sido paaBados nos consulados
Art 17. Serao consideradas nao existen- brasileiros, nos termos dopieaonte regula-
tes e sem effeitjs juridicos quaesquer emen- me.ito, do decreto u.'4,968 de 24 maio de
dase alteragoes posteriores, ou no resalva-, 1872, e mais legislacio respectiva.
das ii >s termos deste rogulameuto; o os em- CAPITULO IV.
preg-dos do registro que as tiverem feito, Dos emolummtos penalidades e recursos.
Gcsrao sujejtos i rosponsabilidade erimmal, Art. 38. Os escrivaes de paz e secr^ta
e a einl, que no caso coubor. rios das camaras municipaes cobrarao os se-
Art. 18. A mesma respjnsjbilidade.fica- guintes emolumentos:
rajsujeitos os individuos, que. nao sendo 1. Pelos registrosv 500 r^is ;
ompregiios do registro, praticarem ossas al- 2. Pela an otacao ou averbamento do
toracdes eiemondas. qualquer assento, na forma dos arts. 25 e
Art. 19. Depois de escriptos e assignados 26, 200 reis ;
os assentos, os araprogados do registro so os 3. Pelas cerlidoas, 400 reis por lauda
l.oderao a.motar ou averbarnos casos e pela de 3J linhas contenJo cada linha 30 letras
tOrma determinada uesto regulamento. pelo muiios;
CAPITULO III I 4.- Pelas buscas, 200 rs. Por anno,
naannolacaoeaverbacuodosasse/Uos. jcontados os annos do so^undo em diaute,
Art. 20 Para ter lugar a annotacio de depois da data do assento. Em nenhum
qualquer asse.to do registro civil pelo escri-'caso, poivm se cobrari, a titulo do busca,
vao do juiz de paz, nos Iivros correntes, e|mais de ojI'JOD, nem se cobrara" mais de 500
pelo secretario da cunara municipal nos Ii-' rs., se a parte iadicar o dia, mez e anno
vros Gndos, e necessario mandado do juiz do assento.
municipal do termo respectivo, ou do juiz Art. 39. A depeza do registro das senten-
ce d reito nas comarcas especiaes, designan-(cas, certidoas e documentos, f.itos verbo ad
do o assen o que dove ser annotado e a nota verbum, sera" calcula !a do conformidade
quo se deve fazer. jCom o disposto no 3." do artigo antoce-
Art. 21. O juiz municipal, ou o dedi-.dente.
roilo nas com areas osp,jciaos, e competent*1 Art. 40. Nao se cobrara emolumento al-
para admildr 8S partes a justiGcarem peran- gum pelos registros, annotac/)es e averba-
quelle, se o recemniscido ja fdr biplisado. tiluio, e oeste caso iulicacJo da licenca
_ '". ..odo1?. 8er ?0"ltidas, com o do respecfivp parocho ; e se os coujagos fo
rem ac tholtcos, o nomo da pessaa campc-
tonto, peranle a qual celebrou-se o casa-
tempo fazo-lo
nao se deula-
este expressa -
contiver algum orm, engano on inexactidao,
ou em que S5 tivor dado omi-sao de facto
ou circumitincia essencial.
Provados juridicamerite os factos allega-
dos, o juiz julgar^ a justiGcagfto por senten-
ga, or ienando nesta que se passe mandado
de rec.iGcacao do registro, com ospeciGcada
para
ainda pelas certidoas qae soliciiarem
defeza de seus direitos.
E' sulli iento para provar pobreza uoto-
ria, quando impugnada, a declarac/icr dos
respectivos.parocuos,juizes depaz ou sub-
delogados de po'icia.
Art. 41. Se os empregados do registro
ieciara$ao dos factos que fazom o objecto da J civil recusarem fazer o demorarem qu-al-
rectificagao.
Art. 22 Das'!item;a, quejulgar, ou nSo,
procelente a justiGcacao, poderio a> partes
nit ressa las e o promotor publico appelfsr,
no prazo de 10 dias, coulado da intimacao
da senlenga.
Art. 23. EstasappellagdosserSo interpos-
tas para ojuiz de direito, quando a sentenga
for do juiz municipal, ou para a relagao,
quando fdr de juiz de direito nas comareas
especiaes, e serao recebidas nos> effeitos ro-
gulares.
Art. 24. Para ter lugar a averbagao de
algum assento, e necessario que as partes
apresente u ao empregado do regi#ro sen-
tenga, man la io, certidao ou documonto le-
gal e autlfentico, d'omle eonste a mudanga
de estado civil das pessoas, a que o assento
disser respeito.
Art. 25. Apresentados os mandad6, de
quo trata o art. 20, o empregado do- regis-
tro lancara*, em conformidade do que nelles
se determi:,..!............ rnpetentes a co-
lumna om branco, em frente dos assentos
rectiGcandos, com declaracao dos mandedos
e datas destes; e conchnra as notas pela
sua assignatura.
Art. 26. Apresentadas at sentengas, eerti*
does ou documeutos de que trata o art. 24,
ainda que se retiran a pessos, cujos asseatos
se aebcin em Iivros Gndos e recolhidos ao
archivo municipal, e escrivao de paz regis-
trar;! essa pega no livro correote, a far* em
frente a osse registro o do assento primitive
{ se este se acbar no mesmo livro ) as notas
remissivas de que trata o art. 16.
Art. 27. Se o assento, a que a seatenca,
certidao oa documento se referir, estiver em
livro Gndo, no arcbivo municipal, o escri-
vao, depois de concluido o novo registro no
livro corrente, passard certidao desse regis- J
tro, afim do ser feita pelo secretario da ca-
mara municipal a averbagao competente,
como acima Gcou dito.
Art. 28. Os registros das sentengas, eer-
tidoe.- ou documentos, d'oude cotlstar a mu-
danga do estado civil das pessoas, cujos nas-
cimentos e casamentos jd estiverem registra-
dos, far-se-uao por extracto do que nelles
houver de substancial, sempre que essas pe-
gas forem tao extensas que as custas do lan-
gamonto verbo ad verbum excedem a
55000.
Art. 29. Os oserivaes dos juizes de paz,
quauto aos assentos, notas e averbagoes dos
Iivros correntes, e os secretarios das cama-
ras municipaes, quanto ds notas e averba-
goes d's Iivros Gndos, guardarao sob sua
responsabilidade, convenientemente em-
massados e rotulados, com os numeros de
ordem correspondintas aos assentos, os docu-
mentos que Ihes forem relativos.
Art. 30. No caso provisto no art. 27, o
langamento ou registro da certidao nao se
poderd demorar por mais de quarenta e
oito horas, depois de apresentada pela parte,
ou remettida ex-oflicio pelo juiz de paz ou
pelo presidente da rsspectiva municipalida-
do, quando por qualquer circumstancia as-
sim se faga necessario,
Art. 31. Os documentos e procuragdes, a
que se referem os ars. 10 e 11, que forem
apresentados para se lavrarem os assentos
nos registros, serdo ruhricados pelo apre-
sentante, e emmassados e rotulados do modo
prescripto no art. 29 ; acompanharao os
Iivros Gndos para o archivo da camara mu-
nicipal, onde se conservardo pelo tempo
que se guardam nos cartorios dos tabellides
de notas os documentos referentes a escrip-
turas.
Art. 32. 0 extravio destes papeis sujeita
a responsabilidade cicil e criminal os seus
guardas ou depositaries.
Art. 33. Ndo existindo registro, ou ten-
do se perdido, a prova do nassimento casa-
mento ou obito, serd s6m:-nte admissivel nos
ter .aos do art. 21.
Art. 34. Se a perda resultar de incendio,
alagameuto ou outro caso fortuito, a refor-
ma dos Iivros do registro se fard d custa do
cofre da respectiva municipalidade. Se re-
sultar, porem, de negligencia ou culpa dos
quer regtstro, averbamento, annotatd >, o
certidao, as panes prejridicadas poderac
queixar-so ao juiz de paz ou ao municipal
ou ao juiz do direito nae- comareas espe-
ciaes, conforme a recusa ou' demora lor do
escrivdo de paz ou d* s-creflario da camara.
O juiz, Ottviado o empregado,. decidird' com
a maior breyidade.
Art. 42. Sendo injusta a recusa ou injus-
tificavel a dmora, o juiz que- toraar conbe-
cimento do fecto poderd irapor ao emprega-
do- do registrar mulla de 20d00.;a 50^000;
e ordenard, sob pena de prisdo correccionai
que-no prazo improrogavel de 24 horas seja
feito o registro; annotacio, averbamento ou<
certidao.
Art. 43. Os proraotores pubtreos, sob-
pena de responsabi^dade, inspecoionarao,
um* vez pelo inenos ein cada trimestre, os
Iivros-de registro civil, denunciaado os es- \
cricnes- de par ou secretarios das-camaras
municipaes, quo no desempenbo- das qbri-
gagoes, que lhes sao cotnmettidas por este re-
gulamento, forem negligentes ou prevarica-
dores.
Doresultado dessa kispecgao darao logo
parte ao presidente da provincia.
Art. 44 Os Junes de direito, nas correi-
goes queabrirem, examinarao tambem esses
livros> e provario a respeito deMes, como
for Lonveuie.'ite.
Art. 45. Das deoisoes dos juizes-de paz e
dos municipaes ou de direito, em materia
de regislro civil, eaber* ds partes interessa-
das o recurso de appellagdo nos termos do
art. 2&
Art. 46. Toda a- pessoa, nacional ou es-
trangeira, que tendo obrigngdo de dar a re-
gistro algum nascimento, vasamoBto u obi-
to, ndo Gzer as declaraoes conipeteutesden-
tro dos prazos marcados noste regulamento,
incorrerd na multa de 53JMKX) a 2t$000, ele-
vada ao.duplo no caso de reincidencia, alem
deser a conderanagao publicada por editaes
e pela imprensa, onde a houver.
Art. 47. Incorrem nas penas- do crime
de falsidade os que praticarem os actos es-
peciGcados nos arts. 17 e 18.
Os que commetterem o crime- previsto no
art. 32 Gcam sujeitos ds penas do art. 26Si
do codigo criminal.
TITULO II.
DA8 D1VERSA.S- ESPECIES DE IVEGISTRO.
a reforma se fard d custa dos
CAPITULO 1.
Do registro dos nascunentos.
Art. 48- Todo o recem-nascido, Gib* de
nacional ou estrangeiro, deverd ser apresen-
tado, denrro dos 30 primeiros dias depois
do nascimento, ao escrivdo de paz do dis-
tricto em que resiiir sua familia, afim de
fazer o registro competente. Se o escrivao
residira nnis de unw legua de distancia do
lugar em que fdr dado d luz o recem-nas-
cido, a apresentagdo serd feita ao inspector
do quarteirdo do lugar, obrigado este d ir d
do recem-nascido, quando for chamado, e
com a sua declaragao fard o esorivda o.'re-
gistro.
O prazo aqui marcado poderd ser proro-
gado ate tres mezes pelo juiz de paz.
Art. 49. No caso de ter a crianga nascido
morta, e de ter morrido na occasido do par-
to, ou dentro dos trinta dias, bastard fazer
uma declaragdo assignada pelo pai ou'iudi
da crianga fallecida, ou por quem suas ve-
zes Gzer, e por duas testemunhas presen-
ciaes.
Art. 50. 0 nascimento serd communica-
do pelo pai, e na falta delle pelos medicos,
cirurgiOes, parteiras ou outras pessoas, que
tenham assistido ao parto ; e, quando a mai
do recemnascido tiver dado a luz fora de
sua residencia, por pessoa idonea da casa
em que o parto se tiver dado, a qual, se
estiver presente, assignard tambem o as-
sento.
Art. 51. O assento do nascimento deverd
conter :
1. O dia, mez, anno e lugar do nasci-
mento, e a hora certa ou aproximada, sen-
do possivel determina-la ;
2.* O sexo do recemnascido ;
3. 0 facto de ser gemeo, quando assim
nome das mais oudos aais, oil do uns e de
oulros, se dahi resultar escanlalo, quaes-
quer deolaragoes do artigo antojelente, que
Gzerem conhecida a aliagdo, observaodo-se
a este respeito as reservag estabelecidas para
os assentos de baptismo na coustituigao ec-
Clesiastica n. 71.
Art. 53. Sendo exposto, declarar-se-ha o
dia, mez e annj, e o lugar om que foi ex
poslo ; a hora em que foi en'contrado, a
sua id deapparente e o envoltorio, roupas
e quaesquer outros ODJeclos e signaes quo
tiver, eque possam a tolo
reconhecer.
Art. 51. SenJo illegitimo,
rard o nome do pai sem que
mente o autorise e comparega, por si ou
por prbcurador especial, para as9ign.tr, ou
uao sabendo ou ndo podeudo, mandaras
signar a sou rogo o respectivo assento, co n
duas tvstemuubas.
Art. 55. Sendo gemeo, declarar-se-ha
no ass'iito so uasceu em primeiro ou se-
gunlo lugar.
Os gomeos, que tiverem o primeiro uo-
me igjal, deverao ser inscriptos com dous
ou man nomes de modo que se pjssam
distingair um do outro j e a respeito de
cada Bin so lavrard assmto especial.
Art. 56. Os asientos de nascimento no
mar a bordo de navios brasileiros, serao
lavrjdo^ (logo q io o facto se realise) do
modoeslabdiecido no art. 117 do rogula-
meuto consular da 24 do maio de 1872 e
nelles scobservardj tod-as- as disposigOos
doste re^oFamento, qu j Ihes forem relati-
vas, e p i lerem ser observadas.
Art. 57. No primeiro porlo a quo c'tegar
o navio, e dentro das primeiras 2i horas,
o co nmandante depositary duas copias-au-
thenticas do aeto do nascimwnto ua- capita-
nit do porto, o, onle a ndo- houvor, nas
m&>3 do juiz municipal do lugar, oujuiz
tte direito em eomaroa especial, se for em
porto Jo iuiperio, e no coasulado ou na
legagdo b-asileira-, se for em porto estrau-
geiro.
Um destas copias se cooservard no-ar-
chivo'da capitania do porto, a> cartorio do
escrivao do juiz municipal oi> de direito,
u uo'- msulado ou legagdo jrasileira ; a
outra '-ra remettida- em seguranga e pelos
meios regulares ao ministerio do imperio,
que a encaminhard). para ser langada- no
livro respectivo, aoempregaJo do registro
civil do lugar da resideucia do- pai do- re*
vemnascido, ou da mai, so aquelle lor in-
cognito.
Art. 58S Se o assento, do qLH.-trata.u-os-
arts. 56e-57, nao menetonar o nome do*
pais do nascido a bor-Jo, nem o lugar de
sua resideneia, por se dar o caso previsto
no art. 5*2; a copia remettida ao ministe
rio do imperio serd por este en-v-iada ao es-
crivao do> .'juiz de paz-do 1 em do un-ico
districto la capital da proviaeia, a que
pertencer a euibarc gao, e ahi se effectuard
oregisti-.'. Desta mesma forcaa. se prati-
cara corn os assentos^.feitos & bordo, de
tilaos de estrangeiros,. que nao tiverem re-
sidencia uo imperio.
Nas ca;-;taos da provincia qiue tiverem
mais de u.aa parocbia, serd enviada, a go-
ipi* ao escrivao do primeiro ou do uui-co
dijtricto da-parocbia mais an-tiga.
Art. 59i Alem das- duas copias, deque
trata o art. 57, e a reqperimeaio do paioo
mai donaeeido a bordo, ou de pessoa-.in-
teroesada,. poderd e&trahir-se um tereeira
copia do assento para ser eatregue ao re-
queronte.. Essa copia, conterida e rubri-
cada palo> eapitdo do porto, pelo juiz muni-
cipal ou de direito^ pelo cbefe da legagao
ou pelo consul, a quem forem eolregues
as-duas outras poderd ser registrada pelo
empregado do registro civil, ao qual Wr
apresentada para til Gm.
Art. 60. Os assentos de nascimento de
Glhos do brasileiros om campanha, dentro
ou fora- do imperio, serao langados, na
forma deste regulamento, pelos secretarios
dos corpos a que pertecerem os- pais, em
livro especial, que para essa Gm deverd
exisur na socretaria dos corpos-aberto, nu-
merauo, rubrtcado e encerrado- pelos res-
pective* commandaoaes.
Se os nascklos em campanha- forem til bos
de paisauos, como ctiados, negociantes,
fornecedores do exercito, vivandeiras e ujais
pessoas que, nao sendo militares, acompa-
nham o exercito ; ou de militares que nao
pertengam ou ndo estejam addidos ou ag-
gregados a algum bata'hao ou cocpo axri-
gimentado, os assentos de nascimento se fa
rdo em livro que doverd existir para esse
Gm na secretana do commando do eiercito,
do corpo de exercito da divisdo, brigada
ou batalhio, observadas, no que lhes fo-
rem applicaveis, as disposicoes da primei-
ra parte deste artigo.
Art. 61. Dos assentos que se forem lan-
gando nos Iivros, de quo trata o artigo au-
tecedente, se extrahirdo copias authenticas,
conferidas e rubricadas pelos respectivos
commandantes, as quaes serdo na primeira
opportunidade, remettidas ao ministerio do
imperio, para a respeito dellas obse.var
empregados,
mesmos e na falta d custa da muuicipali- *"*"*" -V""VCT"U" ?
(ja^e_ *.' A declaragdo de ser legitimo, ulegiti-
Art. 35. Os escrivaes de paz e secretrrios'mo ou "Pos^ .
das camaras municipaes poderdo dar ds par-1 5.* A declaragdo de ser Glho de mulher
tes, sem dependencia de petigio e de despa- livre ou escrava, e sendo de escrava, o no-
cho, certiddo dos as-entos, notas e averba-, me do sonhor desta ;
goes do registro ; e deverao, sob pena de' 6. Os nomes, no caso do jd ser bapti-
responsabilidade, transcrever nas certiddes, sado ;
que passarem dos assentos, as notas e aver-j 7." A declaragdo de que nasceu morto,
bagdes que lhes forem relativas, ainda que ou morreu do acto ou logo depois do parto;
ndo sejam pedidas. j 8." Se ha ou se jd houve oatros irmios
Art 36. Estas certiddes fardo fe em juizo do mesmo nome e a sua ordem de filiagSo;
somente para provar os facUs conslantes do' 9. Os noises, sobrenomes e appo lidos
registro, de conformidade com o disposto nos dos pais ; sua naturalida le, con ligao e
captulos 1., 2. e 3.* do titulo 2/ deste proGssdo ; a parochia onde casaram a o do-
regulamento. 'micilio ou residencia actual;
Art 37. Para que os assentos de nasci- 10. Os nomes, sobrenomes e appellidos
mentos, casamento: ou obit>> de brasileiros deseusavos pateruos e maternos ;
em paiz pstr.ingei o s-jam considerados au- 11. Os nomes, sobrenomes, appellidos,
thenticos e produzam os effeitos juriJios domicilio ou residencia actual do padrinho,
civil do imperio, 4 da madrinba e de duas testemunhas pelo
sido feito segundo menos, assim como a proGssdo des as e da-
dos assentos do registro
necassaru que tenham
mesmo que ejtd disposto nos arts. 57 e
58
Quando nesses assentos se ndo declara-
rem os nomes e a residencia, ou someute a
residencia dos pais, o registro serd fiito
pelo escrivdo do juizo de paz do primeiro
districto da freguezia do Santissimo Sacra-
mento do municipio da corte.
CAPITULO II.
Do registo dos casamentos.
Art. 62. Dentro de trinta dias da cele-
bragdo de um casamento no territorio do im-
perio, os esposos por si, ou nor seus procu-
radores especiaes, sdoobrigados, quer sajam
nacionaes, quer estrangeiros, a fazerT la-
vrar o assento respectivo no cartorio dq es-
crivdo de piz do districto desua residencia,
d vista de certiddo ou declaragdo do cele-
brante, seja qual for a sua comraunhdo re-
ligiosa, revogada nesta parte a disposigdo do
art. 19 do decreto n. 3,069 de 17 de a,bril
de 1863.
Art. 63. 0 assento de casamento deve-
rd conter necessariamente:
1/ .0 dia, mez e anno em que for la-
vrado;
3. 0 dia, mez e anno, e tambem a
hora, ao menos aproximadamente, em que
o casamento se celebrou ;
3." Indicagao da matriz, igreja, cupel-
la ou outdo lugar e.n que se celebrou ; e
da p.-ovisdode licenga, se o casamento for
do catuoHttttfe tiver-se effo tuado f6ra da
matr z;
4.* Os nomes,.sobrenomes, appellidos,
Gliagio, idade, esfldo, naluralidade, pro-
Gssdo e residencia dos" esposos ;
5." 0 nome do parocho que assistio *o
casamento ou do ecclesiastico que o subs-
men to
6." A condigdo dos eonjuges : Se ingo-
genuos, libertos, on escravos, e nesto caso o
nomo do senior, e a declaragao do seu
conseutimento ;
7/ Djclaragao de dispensa do parenles-
co ou outro impedimento canonico, assim
como de todas ou do algumas das ddoiui-
ciagoes c .nonicas ;
8." No caso do menoridade de um ou d
ambos os conjug.is, declaragdo do cousenti
meiKo dos suponores legitimos, que o po-
dem dar;
9. Declaragdo do uumoro, nomes e
idale dos Glhos, luvid s autes do casimen-
to.o quo Goam pjr olios legitima-los ;
10. Declargdo do regimen matrimo-
ulal ; se o casamento foi feito seguudo
costume do imperio, ou sffboufe escnptu-
ras antenu pciaes ; e nesto caso, a sua data,
o lugar em que foram celebradas, o label-
iido qua as lavrou, e a substanwa dellas
qua.ito ao regimen dos beus ;
If. Se algum ou ambos os eoojuge; so
casaram por procuragdo, os oomes, 11 ide-
e domieilio ou residencia actual do procu-
rador 9d dos procuradores ;
12. Os nomes, Made, proli.-sao e do-
mieilio ou residencia actual de duas das
testemunhas que assistivam ao casamonto.
e que devem assignar o assento ;
Art. 64. Na Ueclaragao da Glia^ao dos
conjuges, de- que trata o u. 4 do artig-i an
tbcedento, deverd dizer-s^- se os conjuges
s-m Glhos legittmos, oa nattraes, e ueste
caeo os nomes- dos pais com as res.rrcgdos
dos arts 52 e- 54, ou se saode pais i.icog-
niRi ou expostos.
Na declaragdo- do estado- dbs conjuges,
dequetratt o ci'.ado n. 4 do artigo anib--
codente. s; algum ou ambos- os conjuges
forem viuvos, deverao inenciooar-se os no
mes las pessoas- com qu :m foram casados^
e o teupo e lugar em que falieceram.
N i- byoothese- da menoridade de um ou
de ambos os conjuges, o assento f >rd gdo do cons^nlitcni) dos paisj tutorei ou
curadores, e da< natureza do- documento
que o-prova; bom -assim do alvard de b>
cenga do juiz de orphaos, nos casos ear
que e-preciso. 0' conseutimento por es-
cripto dos pais, tutores, ou curadores nao
e necessario, vstando- elles presentes e as-
signable- assento"
Art. OS. Os assentos de tsasamentos de
ac ithoheos serao feiU nos termos dos art*.
63 e 64-, excluidas- tao somente as declara-
goesquese referem propr a exclusiva-^
rnente as ceremomas e formalidados do
igreja eatbohca.
Art. 6G. Si o casamento do-pdssoas qae
residem, ou que vierem residrr no impe-
rio, tiver sido contra-bido em paiz estraa-
geiro, o- facto do casamento serd- notification
pelos conjuges, dentro de trinta-dias de sua
cbegada ao imperio, ao empregado do re-
gistro do districto de paz de sua residencia,
apresentando certidao authentica do acto
celebrad conforme a legisla^ao do paiz
era que se deu o casamento, ou na confor-
midade deste regulamento e leis do impe-
rio; si o acto do casamento tiver sido la-
vrado ao consnlado brasiletro, e sem em-
bargo da cemmusieaglo que a este incumbe
pelo art. 7.
Si ocasamonto jd estiver regislrado par
virtude da disp*>6ii^So do art. 7*, o ompre-
gado do registro.se limita/d a fazer nota da
apresentagao do documento em freule do
respectivo assento ; si ainda. nao estiver re-
gistrado, fara o- registro e a nota.
OAPITULO m.
Do registro dos obitos.
Art. 07. Nenhum enterraniento so-fara
sem. certidao do escrivdo de paz do distric-
to em que so tiver dado o falleciraen'.o.
Essa certiddo- serd expodida sem despacbo
( art 35.),. depois de ter lavrad) o respec-
tivo assento-do obito era vista de altestado
de medico ou cirurgiao, si o houver no
lugar do fallecimento,. e, se o uao houver,
de duas pessoas qualificadas, que teuham
presenciado^u verificadoo obito.
i Art. 68. Fora das povoagoes, em luga-
res que distem mais.de uma legua do car-
torio do escrivdo de paz do respectivo dis-
tricto, os enterramentos se poderdo fazer
sem esta previa formalidade, mas com a
aujMizagao dos iaspectores de- quarteirdo ;
o a commuuiogao e o assetito do obito
^estas circumstancias se fard no termo de
quatro dias.
Art. 69. Sao obrigados a fazer a commu-
aicagdo do obito :
) 1." 0 chefe de familia a respeito de sua
mulher, Glhos, hospedes, aggregados, cria-
dose escravos;
2. A viuva a respeito de seu raarido e
de cada uma das outras pessoas indicauas no
nUraero antecedente;
3. 0 Glho a respeito do pai ou da mdi, o
irniao a respeito do irmdo, e das mais pos-
sess da casa, iudicadas em o n. 1.;
'4. 0 administrador, director ou gerente
de qualquer estabelecimento a respeito das
pessoas que alii fallecerem, quer o estabele-
cimento pertenga ao estado, quor pertenga
a alguma associagdo ou corporagdo, civil ou
religiosa, quer seja puramente particu-
lar ;
5. Na falta das pessoas compreheadidas
nos numeros antecedentes, aquella que ti-
ver assistido aos ultimos momentos do lina-
do, o parocho ou sacerdote que lhe tiver
ministrado os soccorros espirituaes, ou o
vizinho que do fallecmento houver noti-
cia :
6)* A autoridade- pdicial a respeito das
pessoas eucontradas mortas.
Aft. 70. 0 assento de obito devdra con-
ter :
1.* 0 dia e se for possivel a hora, o mez
e anno do fallecimento.
2.' 0 lugar deste, com indicagdo do dis-
tricto e parochia a que pertencer o mor-
to :
3.* 0 nomo, sobrenome, appellidos, sexo,
idade, estado, condigdo, proGssdo, nalurali-
dade e domieilio ou residencia.
4. Se era casado, o nome do conjuge
sobrevirente; sa era viuvo, o nome do con-
juge predefunto ; se era escravo o nome do
senbor;
5. A declaragdo de que era Glho legiti-
mo, natural ou de papeis incognitos, on ex
posto.
6.* Os nomes, sobrenomes, appellidos,
proGssdo, laturalidade e residencia dos
paii ;
7." So o falleceu cjm ou sem testamen-
to;
8. Se deixou Glhos legitimos ou natu-
raes reconhecidos, quan'os e os seus nomes
e id-ide;
9' Se a morte foi natural ou
a causa conhecida;
10. 0 lugar am que m vai sepultar, oa
tbi sopultado (arts. 67 e 68 e,
jazigo fdra de cemiterio publico, a
da autoridade competente.
Art 71. Sendo o Goado pessoa
cida, o assento deverd tambem
claragdo da estatura, cor, sigoaef pp.ren-
tes, idads presumida, vestuario, equilqaer
outra in licacao que possa auxiliar defutu o
o seu reconiieeirneiito ; e, no caso de tar si-
do em -outra io morto, se mencionara aata
circu -nstaucta e o lugar em que foi oocaai
tralo.
Art, 72. 0 assento deverd ser assigaado
pela po$soa que Gzer a oouimanicacdo, oa
por alguma a sou rogo, se nao souber oa
ndo puder assignar.
Na hypofhese do art. 68, faltaado attai-
tado de ficultatiuo, ou de du pessoas qua-
hticadas, asstgoa do com a pessoa que G
zor a coin nowcagdo, duas tcstcmaabas,
quo tenham assistido ao fallecimento, oa ao
enterro, e possarn attestar, por conbeciii
to proprio, ou p>x informagdo qus
coibido a ident dado do cadaver.
Art. 73. Os assentos de obitos da
fallrcidas a bordo de navios brmilmra* eta
viagem de mar serao crganisados do oon-
fornida-le com o dispost Mi arts. 56 e S"
dcercados nascimeotos occorridos a b/rdo,
em UaJb n que p >ssa ser appticavel.
Art. 7-1. Os as eotos de obito de brasilfi
ros em campanha serao feitos ein conforoH-
da le do-disposto neste capitu'.o, e aos arts
60 e Wvni que Ihes ter appticavel.
Art. 7 ;-. Os obitos que se derea em bata
lii is a ombates, e quo p >r isso- aio possam
ser cmsiv'nados no registro doseerpos a do
coraraan-io em chefe, serio inscriptos no
registro civH, pelas -irden- do cito, que deverao ser re.notti 1 aaiaiste-
rio do imperio, e acompmbadas da> relacio
do mortos, contendo seus n-jines> idade.
naluralidade, estado e desigrragio- daa cor
pis a que pertencia.n, para- d-visU datlas sa
fazerem os-assenta.-aentos na confermi-lade
do que ares>eit>de na-cimiitos esii dis-
posto no art. 61.
Art. 76. Do assentamento de obito occor-
riio em hooKal, p-i-ao ou qaalqu^r autrc
estabeleciroento publico, e do qae fur relati-
vo a pessoa encontrada accidental on violeu-
taioente mortas, e eojo domrtitio sej* conhe-
ckto, remetterd o escrivio de paz ex offlcio
uma copia authentica ao escrtvae do- domi-
eilio do Gnede.
Se o domieilio for descoaaeci lo, ma.-
hoover conheounento da provineia a- que
pertencia o Knado, remetter-sadia essa- eapta
ao escrivdo da freguezia mais antaja daaaa-
nieipio da capital da provincia, ou ao do 1*
d-istrito da freguezia do Sauuesioio Saara-
mento do rauuicipi > da cOrt*, se o auado a
a e>te pertencia..
Se tambem se igoorar a provimcia. a co-
pia mencionada serd remettada ao escrivao
do 1.* districto da dita freguezia do SantaaM-
rao Sacramento.
Art. 77. Os escrivaes d>crime, qae as
sisurem a execucdo da senleoga de pena ca-
pital, sdo ebrigados a en via*, n*-preaoda
24 horas. ao eserivio de pai do district:
em que se exectitou a pena. todos o escla-
ro.-iineutos iiidi^peusaveis de aocorio coat c
art. 70, pelo que deve constar do-aualo a>
qualilicagdo dos interrogatories a de outras
quaesquer pegas do prouesso.
Art. 78.. No caso de morte uas prisoes.
ou em viriudn ik- execugao de soH^uga, ne
nhuma declaracao se fard desta cKcuostan
cia nos respecUvos assentos de obito do re-
gistro civil.
Palacio 4o Rio de Janeiro em 25.de abril
de 1874. Joao Alfredo Corrto ie Ok-
veira.
YARIEDADE
mrnii
Os^jornaes de Marselh* noticiam tar
o Sr. Barrelly desccberto uo observatorio
daquellacidide um novo cooteta telescopiao.
que estd actualmenla na constelU'.a > i
Aquvirio.
Esta actualineiiUi exposto em BraxH
las, como ja o esteve em Paris, o volume
eui imitagdo de oaro amoedado dos i.%^,
milhoes pagos ptla Frauga d Prussia depou
da guerra do 1870. Este volume compaa
to de rolos de 2.50J pecas de 20 fraaaaa
e de um total de 2-iO milboes da pecas
torma um cubo de 150 metr.s a pezaria
se fosse de euro verdadeiro, l,6tfe903 ki-
logrammas.
Estd se organisando e-n kiel ama ex -
pedigdo raaritimi a lema, para axplorar
as profuudiilades do ocean ). A expedi.au
parUrd out juoho proximo e comecara a-
suas operagoes sonJaado uma parte do ml
do Atlaatico.
Os perio licos de .Milao noticiam i
morte de um amigo intimo de Maxini.
Gaspar Stampa, o qual tiuba tornado uum
parte mais ou menos activa am todas >
conspira.oes organisadas pelo celebre afita
dor. Havia rauitos annos annos que sa ti-
nha retirado para uma propnadada aaaa
falleceu.
0 bispo da seita dos velbos cathoii-
cos de Alemanha, o Sr Reinkeas, pedio
ao goveruo da Baviera autorisagao para
exercer alii o seu ministerio. 0 govarnc-
de Munich pedio o parecer da uma coca-
missdo de juriscousultos, uomeada ad hat,
e esta declarou que o Sr. Reiokeos nao pa-
dona ser conbecido, segundo a legislagao
vigeote, sen lo preciso para isso ataa let
especial.
A Gazeta Official da Serbia aanaarn
que o imperador da Allemaoba coBtarie a
ordem de Luiza, de primeira classe, d pria
ceza de Galles e d duqueza de Edimburgo.
Estd gra vemente eufermo Ledre Rai-
lio, tendo-se com plica do a alacgii ao ca-
ragdo de que padece ba muito* aaaos ease
uma doenga do Ggado. Taabaat tesa aata
do bastaute doente o Sr. Guisot.
A academ a haspanbola, para caieaaar
o auniversario da morte da Mujual Ccrvaa-
tes, assistio a uma -nissa de reqmUn*, pat
alma do referido eacriptor.
lem causado profuoda iaaaraaaia aa
Roma o desapparaciBaento da aaa dos a>aa-
dros mais notaveis da Rapbati, o Toaa-
dor de rebecs a. aata quadra, qae faaia
parte da galeria Seiarrs, fora vissdiaa aw aa-
trangeiro pelo sou proprieta io, contra
dispoein as leis pontificias da outubro I
1802 e abril de 1820, ainda em fi
suaes probibem a sabida de qualoaar
de arte. Unto das galenas yaaiaaai i
dos muzeus particulares.
T77^^) O'AP'.O.-Rl'A :i"y'- ^E f.SJ.4
1
I

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