Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18190


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Full Text
I



A\i\0 L. MJMERO 112 "
PARA A CAPITAL B LUG IRES \I>E N 0 SB PAG A PORTE.
for tree mezes adiantados............... 69009
|or seis ditos idem.....'...,.......... 129000
for umaauoidem.................. 349000
'
'+>
'V^r
' TERfM FEIRA 19 DE 1HAI0 DE 1874
PARA DGMRO E I Oil 1 DA PROVI1CIA.
Por tres mezes adiantadoe...............
Por seis ditos idem.................
Por nore ditos idem-.................
Por urn anno idem. ..............17JKJ00
PR0PRIEDADE DE HAN0EL FIGUEIROA DE FARIA & FILH0S.
t Sn. Gerardo Antonio Aires d Filhos, no Para; Goncalrea d Pinto, no Maranhio; Joaqaim Jose de Oliveira d Filho, no Ceari; Antonio de Lemuf Braga, no Aracatj ; Joao liiria J-olio Chares, no Assd; Antonio Marques da Silra, no BataJ; Jose Justiae
Pereira d'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahybe,; Antonio Jose Gomes, na Villa da Penha; Be'armino do* Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingo* Jose da Costa Braga, emHaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna ; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alag6ai;
______________________________ *-----------------------------------
Aires d C, na Bahia; e Lehe, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PAKTE OFFICIAL
Governo da provincia.
MSPACHOS DA PBE5IDSNCU, DO 01A "16 OB MAIO
DE 1874.
Amelia Carolina da Silva Ramos.-Passe porta
ria concedendo a licenc* podiJa, com ordenado, e
seja nomeada a iodicada pela supplicante, para
substftui-la com a gaiificaci) a que tern direito.
Antonio Salgado de Castro WaoJerUv.Info/me
o Sr. inspector da tuesouraria de fazeula, ouvindo
o collector.
Franciseo Lins Wanderley. -Deferido com o oln-
cio desta a loesoararia provincial.
Francisco de Borja do Niscimjato Feitosa.In-
deferido, em vista da inforuncio do inspector da
thesourana de fazenda.
Francisco Xivier doTNasciuwnto e Manoel Pra-
xedes de Mello. Inferrae o Sr. commandante do
corpo de poiieia, advertinJo aos supplicanlos nio
poderem requerer directameuie a esta presidencia,
mas sira ios termos do regul&mento.
Joanna Maria da Conceigao. Cracedo qu'raze
Joaqaim Elviro Pereira Majjalhies. -Inieferido,
em rista da informacSo do inspector da thesoura-
ria de fazenda.
Joio Marcelmo Pinto.lodeierido.
Jose Francisco Xtrier.fnforme o Sr. iaspictor
da tbesouraria de fazenda.
Jose Mathias da Fuuceoa. Passe portaria con-
cedendo. ...
Joio Moreira de Mendonca. -Sim, pag)3 os dirai-
tos nacionaes e satisfeitas as demais formalidades
legate.
Luiza Maria Agostinha dos Prazere3. Coneelo
o prazo de oil) dias.
Luiz Manoel Rodrigaes Valenca Junior. -Infor-
ms o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Bacnarel Manoel Henrique Cardim. -Deferido
com offlcio desta data ao provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Manoel Toomaz dos Santos.-Infor.ne o Sr. ins-
pector da tbesouraria de fazeula.
Maria Emilia Paz -Deferido quaato a menor
Felicidade, com offlcio desta data ao provedor da
Santa Casa de Misericordia, indeferid> quaato ao
menor Arthur, pjr nio ter elle a idade da lei.
Zeferino Aureliano de Figueiredo Mello. lafor-
rae o Sr. inspector da tbesouraria de fazenda. *
Commando dus ariuas.
QCARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM IS DE MAIO DE
1874.
Ordem do dia n. 819.
0 brigadeiro commaniaite das armas faz certo
para os onveoientes fins, qae o Sr 2* cirurgiio
do corpo de saiide do exercito, Dr. Francisco Jaeio-
ttio Pereira da Motta, que a 7 d) corrente seguio
para 0 presidio de Fernando, issurLio alii, no dia
10, a direccio da referi lagenfermarla militar, re
eolheado se* a esta capital no dia 13 o Sr. 2' ci-
rurgiao dj mesmo corpo Dr. Jose Pereira dos Saa-
toa Portella, que so achava incunbilo da referida
eafermaria, e que tambem regress >u daquelle pre-
sidio no indicado dia o Sr. alferes Felippe da Silva
Santiago de Albuquerque e se recoiheu ao seu ba-
Ulhio i de infanteria.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme. 0 major Josf B aiifacio dos Santos
Mergulkao, ajulanto de ordens oncarregado do
detalhe.
Madrid, 28. -Affirm >-se que a junta suoremi
carlist.t trausferio-sa de Valraaseda para detraz de
S. Pedro Abanto. 0- voluhtaribs mjbilisalos pro-
vinciaes d; Santander sorprenderam e dissolveram
am posto de gairdas da alfandega carlista em -a-
banhas Verlus. Continilta guardar-se segradd
absoluto acerca do novo piano de operacois no
norle. Os carabineiros de Tudela foram desar-
malos em con diaacio. >
t Lonlres 23. -0 conde Arnim dirigio ao co-
nego Doellingir ami carta criticanio a p"olitica
ecclesiastica d> governo da Allemanba.
Paris 23. Os accionistas da companhia do ca-
nal de Suez, foram convocadis e 216 sustentaram
calorosameate o procedimento de L^sseps.
a Berlim, 28. -0- jornaes officiaas censuram a
publicacio da carta do coade Arnim, nao aceitan-
do a politica do Bisraark em nagocios de religiio.
Grande sensa;ao. >
a Bayonna, 28. -Os carlistas receberam armas
e munifojs, recentemjnte desembircadas'em Beri-
mes.
Milrid, 29 pela manhi. A Gazeta pu-
blica urn telegranmt de Serrano, datado de S.
Martini as 9 e m;ia horas.da noite de hontem,
annunciaQlo que se romperam as bostilidales.
0 cbrpo commindado por Concha tomou as posi-
c3es Munecas. 0 corpo commands!) por Serra-
no tomou divenas posit; >es, especialmente Cortes
e Monte Abanto, para apoiar esse m jvimeato. 0
Togo cessou a noite, e deva come^ar amanhi. >
t Vienna, 29. -A camira djs deputados appro-
vou a emenda a lei dos :onventos, declaraad) ne-
cessaria a lei espocial para eslabelecer commaai-
dades. 0 eevernoTejeitou a emenda.
Madrid, 29, a tarde. 0 bando Aznar foi ba-
tido na prorincia de Valencia. Primo de Rivera
contimia rajlhjranlo, tendo minifestado inteu-
cao de voltar a campanba em fins do maio. A
batallia recome^)u hoje ao norte as 4 e meia bo-
ras da maoha.
Em Portugal a opiniai pablici occapara-se
com ?s proximn eleicoes.
ann os a bem da ordem, da seguranca, da traa-
auillidade publics, a bem da proprledade e SmfVm
dos dtreitos do cidadio ?
0 Sr. Olivhira Anorad ; : Se fossem emprj-
galos publicos, nao bavia duvida.
1---0 Sr. Olympio Marquks : -Pois sera porque sfo^
engajados, segunlo ooc> dizer, e parece-me qae e
a razao qae dao os nobres membros da commiss3>
de forca policial ?
0 Sr. Oliveira Axoraok : -Esta claro.
0 Sn. Olymi-io Marques: Em que se funds a
nobfe commiss&o para considerar os soldados da
corpo de policia puramente engajados e nlo em-
pregados publicos, e os offlciaes empregados pu-
blicos e nao engajado? ?
0 Sr. Gonqalvcs Ferriira : Sao nomeados e
pagam direitos.
0 Sa. Olympio Marquss .Mas que imports t
0 que ia direito, qaanto a mlm, a aposentalorla
do empregado publicb, qaalquer quo seja a sua
catbegoria, 6 o valor do serrico que elle presta.
0 Sn.'Go.rgvLVES Fbrrbira :Nao, nio e isso
nao.
0 Sr. Olympio Marquss : 0 soldado do corpo
de policia 6 um funccionario, e um agente da se-
guranca publica, 6 um indivtduoqae ep5e a sua
vida no serrico da provincia. ,-
0 Sr. Gonqalvss Ferrkisa:Que serve ms-
dian.le um central) por tempo deUrminsdo.
0 Sr. Olympio Marqu :Pode ser, nns isW
tambem se da relativamente a; pracas do exercito;
aii sao empregados publicjs, sio individuos ed
gajados para o service da defeza da honra ns-
cional..
0 Sb. Gon;alvs Ferreira : -E qxe argumento
tira dabi o nobre depatado?
0 Sr Olympio Marques : -Tiro am argumento
de paridad: a mais completa e perfeita. Se os
01 dados de linhi nij sio empregados publicos,
mas quan lo prestam b ins" servigos e p )r am certj
numero de annos teem direito a saa reforma com
soldo, porque razao o soldado do corpo de policia.
DIARIOUEPER&riMBUCU
RECIFE, 19 DE MAIO DE 1874.
\oticiu* da Eisropa.
Amanheceu hontem em nosso porto o vapor-
portuguez Julio Diniz, sahid) do Porto no dia 30
do passado.
Nao tendo recebido jorines aem cartas, deve-
mos a> obsejuio de um pessigeiro os ns. do Com-
mercio do Porto de 28 e 29 e d j Primtiro de Janei-
ro de 30 de abril, dos quaes extrahimos os seguin-
tes telegrammas:
Londres, 25. Disraeli, rjjpmdendo a inler-
pellaQto sobre a troca de vistas das potencias, na
questao d) canal de Suez, diz jue communicara a
decislo.
a Madrid, 26 A Gazela nada diz de novo.
Primo de Rivera chegou a Madrid hontem as 4
horas da tarde. Teve uma recepcao entbusiastica.
Desmenle-se que haja em Madrid 16 sacerdoles
presos como conspiradores carlistas. So um esta
neste caso. Elbojen teve bontem uma conferen-
ce com o ministro das uaan<;as. >
c Madrid, 26. -Um telegrarnma de Sorromostro,
desta manha, diz qae nao ha nada de novo. Hou-
ve bontem uma forte tempeslade. Continuam as
melhoras de Primo de Rivera. Corre o boato de
qaeCastellar fara brevemente nma viagem a Por-
tugal.
Paris, 25. Umgrupo de eleilores de Niza in-
timou o deputaJo Pieoni a dar a demissao. A
questao Le3seps esta em via de arranjo, era conse-
queucla da interveicSo das potencias.
Madrid, 27.A Gazeta annancia que os tele-
grammas rccebidos no mininerio da gaerra nao
contem nenhuma noticia inleressante relativa a
guerra. 0 Imparcial diz que Castellar e esperado
amanha em Madrid. Eolraram 4* feira em Chel-
\.\s 4 a 5,030 carlistas commandados por Pala-
i5iis, Valles e outro cnefe, e deram libirdade a 52
soldados.
a Berlim, 26. Encerrou-se o reicb.stag._ 0 dis-
earso do imperador, agradecendo a votacao da lei
militar, sustenta qae a forca e a direccli politica
da Allemanha garantem a paz da Europa. 0 tri
bunal de Sarerne condemnou o bispo de Nancy a
2 mezes de prisao n'uraa foruleza.
c Paris, 27.-Lesseps consentio em applicar a
tarifa da commissio internacional, mas deixando
a resolacao definitira do sssumpto a assembl6a
dos accioniitas do canal defcaez, qua sera breva.
inaaje conrocala. >
t Madrid, 27.Torna a reinar bom tempo no
norte. Os grandes preparativos bellieos presa-
giam nma batalha proxima. Sanies esta em Chel-
va. Cutellar regressaraaminba a Madrid. Aug-
jr.satam as melhoras dos genere3 Lotna e Primo
publicadapela Union, de Paris, de que 5 soldados
do exercito de Serrano passaram para os carlistas
na intenfao de assassinar D. Carlos. Corre o
boato de qae os carlistas fuzilaram 26 voluntaries
do Alfurja.
Loadres, 27. -Hour anuuncia quao prinsipe
Affonsa de B >urb)0 vira brevemenSs a- lagtaterra
freqaeetar a escola de artilberia de Woolwich.
a Madril. 28.A Gazeta diz que nada ha de
noro no norte. Serrano bouieui, ao ineio dia, foi a
Castro, aim de ter uma couferencla com Concha.
Foram batidas diversas guerrilhas carlistas nas
prorincias de Burgos, Castella-Velha e Galliza.
Primo de Rivera vai me her. Affirma-se qae
Ruiz Zorrilha nao pensa etr vir a Madrid por em-
quanto, apezar das instancias dos seas ami-
gos.
Paris, 27.0 Khediva occupou militarmente o
canal de Suez. Lesseps cedea entio. 0 governo
italiano, por occasiao do incidents Pieoni, infor-
mou a Franra de que considera a cessao de Niza
como facto cousumado e irrevogavel.
PERNAMBUCa
ASSEMBLED PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 24 DE ABRIL
. PRBSIOENCIt DO SB. FERRSIRA DE AGUIAR.
Vinte minutes depois de raeio dia. achando-se
presentes os Srs. Antonio Paulino, Ritis e Silva,
I'uulia Cavalcante, Manoel do Rego, Camboim,
Goncalves Ferreira, Firmino de Novaes, Soares,
Amaral, Gdes Cavalcante, Domingos Pinto, Peratti,
Vieira de Mello, Aguiar, Tolentino de Carvalko,
Gomes Parente, Travasso de Arrada, Nascimento
Portella, Uchoa Ctvalcaote, Dario Cavalcante, Oli
veira Andrade, Oiynpio Marqnes, Pinto Pessoa,
Joao Barbalbo e J. Mello Rego, faltando os Srs.
Arconcio, Souza Leiie, Laccrda, Alipio Costa, G.
Uodim, Felippe de Figueirut, Tiburcio da Maga-
Ihaes. Gaspar Brummond, Arruda, e Tito, abre-se
a sessao.
E' lida e approvada a acta da sessao antece-
dent e.
0 Sr. 1" secrelario da conta do seguinte
EXPEDIENTS I
Officios :
Do secrelario do governo da provincia, remet-
tendo 40 exemplar**, impressos da falla com que
o Exm. Sr. presidente da provincia abrio a pre-
sente sessJo da assembi^a provincial. Dislri-
buase.
Do mesmo, reraeltendo um artigo de postura da
camara municipal dacidade da Escada.A' com-
missao de posturas
Do rnesmo, transmittindo o reiatorio, balance e
orcamento da raceita e despeza da camara munici-
pal da Escada.A' commissao de orcamento mu-
nicipal.
Petifoes :
De Joao Pereira de Araujo Cardoso e J. W.
Lindsey, contratantes da estrada de ferro de Pal-
marei a Bebedouro, pedindo a garantia dejuro de
7 "/ gara o capital que for empregado na cons-
trucfao da estrada A's commissiies de obras pu-
blicas e orcamento provin;ial.
De Domingos Maria Goncalves, subdito portu-
guez e consul da mesraa nacao, pedindo am em-
prestimo de 12:OOOJ para a fundacao de am eolle
gio destinado a educagao de indios.A' commissao
de peticoes.
De Joaquim Lucillo de Siqueira VarejSo, 2 offi-
cial do contencioso provincial, pedindo para ser
elevado a calhegoria de 1" official, com os venci-
raentos correspondentes. A' commissao de pe-
ticoes.
E' lido, apoiado, posto em discassao e sem de-
bate approvado o seguinte parecer:
t A commissAo de legislacao examinando a re-
presenta^o que contra o projecto n. 7 do anno
passado dirigio a esta assemblea a oompanhia
Ferro Carril de Parnambuco e bem assim o pare-
cer do engenheiro fiscal da mesraa companhia, que
por copia Ihe Wra reraettido, e julgando attendi-
veis entre outras alguma3 consideracSes contidas
na mestna representacao, pelas razdes que em
sea bem elaborado parecer desenrolvea o illastra-
do engenheiro fiscal da referida companhia, 6 de
parecer qae com todos os papeis qae Ihe
estao annexos, e com o projecto, qae diz re-peit > a
materia sujaita, seja a representacao remettida a
comlssSo da obras publicas, visto ser o objecto da
mesma representacao de sua competencia.Dario
Cavalcante.-Travasso de Arrudi.-UchSa Ca-
valcante.
E' tambem lido, julgado obejecto de deliberaQio
e vai a'imprimlr o seguinte projecto :
a A assemblea provincial de Pernambuco re-
solve :
Art. 1*. Ficam pertencendo ao municipio de
tambem ser reforinado ?
0 Sr. Gonqalvbs Ferreiia : Quanto ao sol
dada de linha e porque esta disposto por lei geral.
0 Sr. Olympio Marques : Bern, mas nos tam-
bem dispozemos assim; e esta lei e que os nobres
deputados querem revogar.
Nis temos alguns soldados do corpo de policia
apisentalos, muito poueos; e uma despeza que
nio avulta, nem pode avultar contra os cofres pro-
vinciaes, e e um estimulo para se ter bom pessoal
de agentes de policia. -
0 Sr. Gomes Parente :Nio 6 til estimalo.
0 Sr Olympio Maiiquss : Um iadividuo da
classe pobre que se emprega no service do corpo
de policia e que presta bons servicos duraut-; id
annos com sacrificio de sua vida, de seus comnra-
dos, abandonando assim umaoutra profissao a que
se poderia entreger e di qual pode-'la tirar um lu-
cre mais vantajoso, nao tera direito a uma recom
pensa ?
0 que vai fazer um soldado depois de 25 annos
de bon' servicos? No que se podera occupar ?
tados pode veriflcar; procurei-a e nio a pude en-| ridas q-uanto a 2".
contrar; creio entretanto que ajuella lei e defec- Na 1'parle diz elle : (le)
tiva sobre o assampto, de que raeocxipo.
0 Sr. Joao Barbalh) : Eu referi-mo a lei do
anno passado e ao projecto em discussao.
0 Sa. Manoel bo Rego : Nada vejo nem na lei
do anno passado nem no projecto em discussao,
qae possa ter applicacio a hypothese a aue me
rofiro,e para prov<-lo, basta ler ao nobre depula-
jauma das tres portarias expedidas pelo actual
presidente, pfiv.ndo dirr caleiras, para que ha-
viam sido nomealas as professoras de Salgueiro,
Granilo e Petrolina:
c Palacio di presidencia de Pernambuco, 30 de
dezembro de 1873. 0 presidente da provincia,
considerando que F., noraeada professora publica
da villa do Salgueiro em 2 de abril do corrente
anno, que em edit il Je 8 de maio, foi-lhe marcado
o prao' de 3 mezes para eatrar no re;pectivo
exerefcio etc. etc., e que tendo-se expirado o ulti-
mo prazo a 19 do corrente, nao entron em exerci-
cio etc.. e tendo en vista a portaria de 6 de jnnho
de 18'0, onde esta providencia to sobre o caso rer-
tente, resolve declarar de nenhum effeito a nomea-
qSo da referida profes.-ora, etc.
Ora, ve-se cliramente que o presidente da pro-
vincia, funlamentand) o seu acto, referio-se a
uma portaria de 6 de junho de 1870, creio qae ax-
pedda na administraclo d) finado vice presidente
fdesembargador Assis Rocha ; o que deve onven-
cer ao nobre depatado de que ell; nao encontrou
na legislate em vigor um apoio para o acto qae
praficira, taoto que F)i basear-se^ n'uraa simples
portiria Eu lerei ao nobre director da instrac-
cio pablica as dnas outras portirias expedidas a
14 de Janeiro do corrente anno.
0 Sr Joao Barbvlho :Posso poupar-lhe es-
\\q trabalbo, dizendo qae me referi a lei do anno
passid) e do projecto que se discute.
0 Sr..Manoel d> Rego :Bam, mas a primeira
p)riaria'e de 30 de dezembro, e sendo a lei do anno
passado de 17 do juoh), se Bella podesse a presi-
Concordo com esta idei, com este pensamento
acho o justo e razoivel.
Mas quanto a 2' parte, qae assim se exprime :
Dac'aro a illnstrada commissao, qae dei tratos
a minha imaginacao, mas nio pude comprahen-
der este periodo ; nao sei se por renlora ha al -
Suraa falti, erro, ou eogia^o de impressao : acre-
ito que sim.
0 Sr. Manoel dj Reoo : Falta de attencao,
talvez.
0 Sr. Ratis e Silva : -Falta de attencao, nio ;
eu vejo aqui o segainte: (14, f izendo accentaa-
eao).
0 Sr. Mano-il do Rico :Eatre os da 2' para
concorrer a 3* ; e.rta claro.
0 Sr. Ratis b Silva : E' assim i Pois bem ;
mesmo sendo assim, eu nao posso concordar
com este pensamento. Me parece mais con-
venienta, miis justo que a mesraa concurrencia,
que se da no pravimento das cadeiras de 1* en-
trancia, se ai cora relacao a e 3* entrancias,
porque, a ser cotno quer o | 2*, parece me que
ha difflculdades no provimento, porjuanto aqui
na) se diz quem o deve fazer. Na 1' parte diz o
paragrapho : (14).
Mas na 2 parte nao se diz quera ha de prover
effas cadeiras
0 Sr. Joao Barbalho : -Esta entenlido que e
o presidente.
0 Sb. Ratis r Silva : Nao esta entendido ;
e necessario que se declare is to na lei para nao
haver ambigui iade.
Eu entenJo que se deve fazer es'.e provimento
do mesmo modo, nma vez que concorrer mais de
um individuo a ella, porque concorrendo um so
ndividuo tem lugar a disposicao de ser elle yro-
que presta servico de igual natureza, nao hi de. deutia encontrarap).o para o seu acto, nao se te:
Palraares os engenhos Ousadia e Pao d'Oleb, do
tarmo do Bonito. Revogadas as disposio5es em
contrario. Paco da assembles provincial, 24 de
abril de 1874. -Uchda Cavalcante.Ratis e Silva.
Soares,^Vieira de Mello.
ORDEM DO DIA.
Eoiram em unica discassao as emeadas -appro-
vadas na 3* do projecto n. 9 deste anno, fuapdo a
forca policial para o anno financeiro de 187i a
1875.
O Sr. Olympio Marques : Sr. pre-
sidente, entre as emendas que se ach&m em dis-
cussao, ba nma qae exclae as pracas do corpo de
policia do direito de serera aposentadas, quando,
depois de 25 annos de bons servicos se acuarem
impossibilitadas de continaar a presta-los. A lei
caja revogacao se pede na emenda que se discute,
favorececora o direito a apoiwentadoria, nio s6 os
oflkiaos d > wrpo de policia, como as pragas de
aret, 03 soldados; e MB pareae i|ue es'.a lei e fua
dida em boas razees 0 ratoes de alia conve-
nience.
Se em geral os empregados publicos, depois de
am cei to period) de bons servicos, teem direito a
serera apo3entados e passarem sua velhice ao
abrigo das necessidades, percebendo uma retribui-
(ao pelos bons servicos prestados ao estado on a
provincia, e deste favor gozam todos os emprega-
dos prorinciaes, inclusive os offlciaes do corpo de
policia, porque razao serio excluidis as pracas do
mesmo corpo.....
0 Sr. Tolentino db Carvalho : Porque nao
gio nomeadas.
0 Sa. Olympio Marqubs :.....que 0 mere-
cerem, prestando bons servicos por espa^o de 25
Em cousa algama.
de a esle individuo 0 direito de aposentadoPia ?
Creio que sim
0 Sr. Goncalves Ferreiiu : Ma3 0 nobre de-
putado esta fallanlo sd em 25 annos; nio sabe
que a aposentadoria se pode dar ate depois de 10
annos ? Veja os inconvenientes que isso pode
trazer.
0 Sn. Olympio Masques:Quae3 sao os incon-
venientes se a aposentad)ria 6 proporcional ? Qual
0 inconveniente que 0 nobre deputado acha em
aposentar-se qaalquer outro empregado publico
depois de 10 annos ? Nenhum absolutameate. Es-
tes caso? sio puramente exeepeknaes, que nao
dao direito ao empregado publico aposentac-se se-
nao em virtude de lei especial e quando ha raoti -
vo qae 0 impede de continuar a prestar seas ser-
vices.
Se esta u a razao, estabeleca-se um prazo dentro
do qualou depois do qnal o- soldado de policia te-
nha direito a saa aposentadoria-; mas exclui-lo
deste direito, quando delle estio de posse todos os
empregados proviaciaes, nao vejo raiao para isso.
Considero esta emenda, restringindo aos offlciaes o
direito de aposentadoria, com oxclusao dos solda-
dos, odiosa e iuconveniente. Por esta razao voto
contra ella.
O Mr. i;onfiilvi- Fiirtirii faz alguraas
observacoes.
Ninguem mais pedindo a palavra, encerra-se
a discussao e, procedendo-se a rta?io, sio appro-
vadas todas as emendas.
Adoptado am 3* discussao o proj cto assim
emendado, e remettido a commissao de redaccao.
Continuaa 2* discussao do art. 3 do projecto
n. 38 deste'anno, estabelecendo bases pira a refor-
ma da itistruivao publica.
E' lido, apoiado e eotra conjanctameale em dis-
cussio 0 segainte substitutivo ao 2* :
t 0 provimenio das de 2' e 3' entrancia sera
por aree-so na ordem da antiguidade dos profes-
sores : bavendo mais de um em ideuticas cir-
cunstancias, bavera concurso na forma do K
Ratis e Silva.
Sr. Manoel do Re^a : Sr. presiden-
ts', noto que na legislacao em vigor, relativa a
iastruccao pablica, existe uma grave lacuna, tanto
na lei n. 369 de 1855, como na de n 1,124 do anno
passado, e no project) actual; neste sentido pro-
porei uma emenda, quo julgo poder ser collocada
neste artigo.
Com effeito, a legislacao vigante nao marca um
prazo dentro do qual os professoros devam toraar
posse das cadeiras para qae sao nomeados; entre-
tanto me parece isto indispensavel.
Vejo que a legislacao e omissa neste pon'.o, e
isto deraonstra evideuleinente 0 que diz a res-
peito.era seu reiatorio, o actual presidente da pro-
vincia.
E' sabido geralmente que muitos iadividuos
concorrem a qaalqaer cideira vaga ao proposito de
obterem nomeaQao de professor, e depois protelam
0 mais possivel'o tempo marcado para irem tomar
conta de saa cadeira, no intuito de consegairem
umaremojio para oatra mais. proxima. Tenho
bem presente um facto qae se deu aqui, na admi-
nistracao ds um dos antecessores do actual presi-
dente da prorincia.
Tendo-lhe requerido am desses professores, para
ser removido para outra cadeira, teve am despa-
cho qae nao deixa de ter algura espirito : f raova-
se orimeiro para depois ser remorido, ( Bilm-
dade.)
Com effeito 0 professor, que ainda nao tinha to
mado posse de sua cadeira, e achava-se nesta ca
pital, pedia para ser removido para outra cadeira,
0 que certamente nio se deve almittir.
O Sa. Tolbntino ds Carvalho :Mas tem se
dad> m'.iit)3 cisos destes.
0 Sn. Manoel d> Rkq.i : -2' exact), mis b*.
iiiolia opiiiao e u n abujo que :ii) deve court-
nuar. Acho qne a lei actual e defeclwa nsste pon-
in, e conrem que tomem"S uma providencia .1
respeito.
0 Sa. Joao Barbalho :Nao senhor, nio 6 de-
fectiva, tanto qae impoe a pena a quem abandons
a cadeira por mais de um mei.
0 Sr. Manoel do Rbgo : Se comraetto am
erro, assim pensando, 6 de accordo com 0 reiato-
rio do presidente da provincia. 0 nobre deputado
actual, director .da iastruccao pablica, deve ter
raelhor conhecimento disto.
A lei da instruccao publica, faz parte da collec-
;ao de 1855, qae e presentemente muito rara e
ate nao existe > na secretaria desta assemblea am
exemplar delta, como rjualiuer dos nobres depu-
ria baseado era uma simples poriaria, como ja
rdisse.
0 Sr. Joao Barbalho :A lei nao estava em
exeeucio.
0 Sr. Man el do Rsco : Ja estava sancciona-
da e publicada, e portanto em execucao, como
posso demonstral 0.
0 nobre deputado, como director da instruccao
pablica, deve saber que os alumnos do gymnasio
ja pagam actualmento 100*000 por quartel, de ac-
cordo com 0 art. 37 da lei n. 1,124 db anno pas-
sado, logo esti em vigor esta lei; e parece-me que
sa ella podesse autorbar o acto prattcado pela
presidencia era relacao as 3 prolessoras, a que rae
referi, nao teria esta baseado um acto tao impor-
tant'; 711! 0 de privar professoras das cadeiras,
que obliveram pair meio de concurso, em uma
portaria expejid* por um presidente, quo parece-
me nao tinha para isso ompetencia.
0 Sr. Pinto Pessoa : Isto nao tem nala cora
0 projecto.
0 Sn. Manoel d> Rbijo :Tenho provado que
E nao sera de justica qoe se tfnto a legislacao vigente, como 0 actual projecto
e fleffictivo neste ponto.
0 Sr. Pinto Pessoa .Tanto nao e, qae depois
de mil raez 0 professor perde a cadeira, se a aban-
donar.
"0 Sr. Joao Barbalho : -Ea responderci ao n)-
bre dipntado.
0 Sr. Manoel do Rego :Nio tem razao 0no-
bre deputado pelo i* district), pois so pode aban-
douara cadeira aquelle que ja esta de posse della ;
vg, pois, quo 0 projecto nao trata da hypothe-
se de nao ter 0 professor tornado posse-da cadeira.
Nio tenho a integra da portaria de 6 de junho de
1870, mas parece-me pelas consideraijoes feitas na
portaria do actual presidente da provincia, de 30
de dezembro de 1873, que aquclla concedia a direc-
toria de instruccao publica a faeuldade de marcar
u:n prazo ao professor nomeado para assamir 0
exerclcio de sua cadeira, 0 qual era prorogado
discricionariamente.
Ora, isto e muito lato, e eu eniendo que nos de-
vemos marcar am prazo, que nio se deva exceder ;
com isto mesmo livraremo3 de embaracos ao di-
rector da instruccao publica e ao presidente da
provincia, porque saberaos que as vezes sao tantos
os pedidos, que qualquer desse3 empregados ve-se
era collisoes, em difflculdades para tomar uma re-
soiucjio. Existindo um prazo flxo na lei, 0 qual
nao possa ser excedido, nao p idem haver abusos
nem injusticas, como actualmeate, segundo se
ve mesmo das 3 portarias, poi3 ao passo que a
professora nomeada para Salgueiro, obteve 0 pra-
zo de 3 mezes, a depois mais i mezes e 10 dias de
prorogacao, a de Granito obteve 3 mezes e mais 4
de prorogacao, e a de Petrolina 3 mezes e apenas 2
de prorogacao. Havendo disposigao expressa na lei,
10 professor nomeado ja sabe que nio pode exce-
der 0 prazo legal, e nao pode procurar pretextos
para dcixar de toraar posse neste prazo, da cadeira
que Ihe pertencer.
Alem disto me parece de just^a marcar-ae esse
prazo em lei, e nio deixal-o ao alvitre do director
da instruccao publica, como actualmente se acha,
e isto era virtude de uma portaria, expedida
nio sei em conforraidade de que lei.
Enteulo que nos procaderemos comacerto nxan-
do um prazo de 60 dias, dontro dos quaes 0 pro-
fessor nomealo devera toraar posse do sua cadeira,
podendo-se levar era conta tambem 0 tempo que
elle tiver de gastar na viagem do lugar onde mo-
ra para aquelle em que esliver a cadeira para que
fdr nomeado, calculaodose sais leguas por dia, e
facultando-se ao presidente da provincia prorogar
e3te prazo por mais 60 dias. Assim ficam 4 mezes,
exceptuado 0 tempo de viagem, e penso que esse
prazo e muito razoavel.
Como disse, acho isto necessario : a legislacao
actual e defectiva naste ponto, como tenho prova-
do ; eu ao menos nada vejo que possa ter appli-
cacio ao caso de nio ter 0 professor tornado posse
da cadeira, para que foi nomeada.
Entendo que nao podemos deixar de providen-
ciar a respsito, e neste sentido manlarei a mesa
um additive.
Sao tambem lida*, apoiadas e outran comuncta-
mente em discassao as seguinles emendas :
8 additive. -Os professores nomeados deverao
solicitar 0 tituto e tomar posse do lugar no prazo
de 60 dias, a conlar da data da nomeacao, exca-
ptuados os dias que tiverera de gastar era viagem
aquellos que forera nomeados para as cadeiras dis-
tantes das localidades de suas moradas, calcalaa-
do se na razio de seis leguas por dia^
Os que excederem deste prazo, sao considera-
dos como tendo renunciada 0 lugar, salvoseobh
rerera prorogrcio, que nao podera exceder ae ou
dias.Dr, Manoel do Rego.*
Depois das pala'vras -presidente da provincia
-accrescente-se, d'entre os professores da escola
normal. Uchda Cavalcante.^
O S*r. Rntls e llv J Sr. presidente,
maadei uni emenli sub'tduttva no 2* do art.
3% e cuitpre me iustifi-a-la.
Concorde perfeitamente, Sr. presidente, com as
diposicSss do art. 3., quo dispoa qua as cadeiras
de instroccio primaria, qaer de um, qaer de ou-
tro sexo, sejara clas3iftcadas era tres entrancias,
attendemio se a importancia das localidades e as
distancias. .. .. ,
Concordo tambora com a disposicio do % !, 0
qual diz quj 0 provimento das caaeiras ae 1
entranda sera feflo por um conenrso, nomeados
os exarainadores pelo pnesidenta da provincia,
salvos os casos do art. 5.* ai-4. ._ a..
Qaanto, porem, ao 2', que se divide emduas
panes, eoncordo 005 a I' parte
vido tendo 36 somento attencao a sua antigut
dade; masse por ventura concorrem dous ou
tres, que estejam era identicas circumsiaueias,
como se ha de fazer este provimento senao por
meio de concurso .'
0 Sr. Manoil do Rego:-A lei previneisto:
por concurso.
0 Sr. Ratis e Silva : Entretanto este para-
grapho resente-se desta lacuna, isto e, nio diz
quem e que na de" prover essa cadeira.
0 Sr. Manoel do Rego :Esta subentendido.
0 Sr. Ratis e Silva : Entendo que nio. Foi
por esta razao qne eu, desejando qne a lei seja
bastantemente clira, desejando evitar todas as dif-
flculdades que possam ser encontradas na sua
exeeucio, mandei este artigo substitutivo.
Se a assemblea entender que ella tem algum
valor e deve ser approvado, 0 approvara ; aocon
trario, Ihe negara 0 seu voto.
O Sr. Olympio MarqueM < Sr. presi-
dente, tenho duvidas quanto ao artigo em discus-
sao, e desejara que algum dos nobres deputados,
autores do projecto, me esclarecesse a respeito da
intelligencia do I* do art. 3*.
Diz este paragrapho que 0 provimento das ca-
deiras de 1* entrancia sera feito por coacurso,
nomeados os examinadores pelo presidente da pro-
vincia.
Ora, eu nao sei, porque nio posso ler agora
todo 0 projecto, se em outra parte delle ha al
guma dispisici) restrictive desta disposicio.
Pergunto : este concurso at6 onde vai, on, por
outra, qual e o pessoal que deve ser admittido a
este concurso ? Sera aquelle individuo qae re-
querer para ser admittido t
0 Sr. Jjao Barbalho : 0 nobre deputado at-
tenda para 0 penultimo artigo do projecto ; ahi
se faz mencio do artigo da lei do anno passado,
que regula 0 provimento das cadeiras.
0 Sr. Olympio Marques : -Eutive em rista 0
artigo t4 que tem immediata relacao com este pa-
ragrapho.
0 Sn. Manoel do Rego : Menos 0 final.
0 Sr. Olympio Marques : Menos 0 tlaal. Se
0 Qnal deste art. i4 diz : (16).
Esta e a parte que. flea excluida '
0 Sr. Joao Barbalho : Sim.
0 Sb. Olympio Marques :Nio acho razio nisto.
Se eu nio tivesse sido, como agora fui, esclare-
cidca respeito desta providencia do projecto, es-
tava resolvi lo a offerecer uma emenda restabele-
cendo a disposicio do art. 14 di lei do anno pas-
sado, mas em toda a sua inlegridade.
0 Sr. Presidente Entao 0 nobre deputado
deve guardar-se para quando eatrar em discus-
sao e3se artigo.
0 Sr. Olympio Marques :Sim ; parece-me que
6 mais curial. Ficario, pois, as observacoes que
tenho de fazer relativam nte a exclusio que a
commi3'io faz. ^>ara occasiio opportunna
O Sr. Joao Barbalho t Tendo em raaos
as emendas apresentadas pelos nobres deputados
pelo 1* e 3* districtos, tratarei, Sr. presidente, de
apreciar brevemente cada uma deltas e de mani-
testar a opiniao di commissao a respeito das ideas
ahi consagradas.
Uma dessas emendas diz : (Id)
Segundo 0 projecto, 0 provimento das cadeiras
de instruccio primaria de am e de oatro sexo de-
vera ser feito por esta forma :para as da primei-
ra entrancia, por concurso ; para as da segunda, por
accesso na ordem de antiguidade dos professores
da primeira; e para as da terceira por antiguida-
de ou por concurso, quando este for requerido por
professores da segunda entrancia.
Procurou assim a commissao, quanto ao preen-
chiraento das cadeiras da terceira entrancia, com-
Dinar os dous principles da antiguidade e do me
recimento, e com isso teve em rista qua a mais
iraportante das tres entrancias riesse a ser a mais
bem provida e reunisse em seus professores a maior
somma possival de habilitacpes, talento e pratica do
ensino.
Aquelles que quixerera se dedicar ao magisteno
publico, terao de iniciar S3as trabalhos na primei-
ra entrancia, em cadeiras de cathegoria inferior.
Habilitado3 com os conhecimento3 qae possai-
rem, e a pratica e exercicio das funceSes qua lhes
incumbe, durante 0 tempo que estiverem na pri-
meira entrancia, terao, depois, de passar para a
segunda, na ordem da antiguidade.
Vencido 0 tempo do noviciado, provadas as vo-
eacSes, adqairida a ritalieiedade, 0 accesso, no ca-
so de vaga na segunda entrancia, dar se-ha ao que
tiver mais tempo de servico.
Tratando-se, porem, de cadeiras da terceira en-
trancia, a entrancia superior, a mais iraportante e
de mais vantagens para 0 professor, aotendeu a
commissio qae aqai Jevia deixar ao mento a fa-
euldade de competir com a antiguidade, creando
assim noros estimulos entre os professores da se-
gunda entrancia e abrindo a porta para a terceira
aos qae se mostrem mais habilitados, mais qualifi
cado3 pelo sea awrito e distinccio. _
Isto dara lagar a que 0 mestre nao conne so na
sua antiguidade, nao tenha que appellar so para 0
tempo, mas se esforce para tornar-se distincto en-
tre seus companheiros pela sua lllustracao e sa-
her
Desta maneira, aI6m do incentivo e mesmo par
causa delle, teri mais a ganhar a instruccao publi-
cs do que se so pelo accesso na ordem da anti-
- cadeiras da terceira entrancia 0 projecto estabele
*ee, como viraos, 0 accesso on pela ordem da anti-
guidade ou por concurso facultatiro, e abi ri
comprehendida a hypothese flgurada no substitu-
tivo do nobre depatado : ou se dara 0 concurso,
se algum dos professores da segunda entrancia n
requerer, on no caso contrtrio, tera de ser remo-
vido para a cadeira de terceira entrancia 0 pro-
fessor mais antigo dos da segunda, e se a aatigai-
dade de dous ou mais delles for a mesraa....
UM sr. ueputado am looo o caso (era de ba-
rer concurso.
0 Sr. Joao Barbalho :___derera ser prefe-
rido (a isto e materia regulamentir) aquelle qoe
meloores servicos tiver prestado. o qae maior nu-
mero de alumnos tiver habililado, 0 qoe mais se
houver distingaido por saa assidui lade, por seas
talentos, etc.
0 Sr. Olympio Marques :Isso e da lei do anao
passado.
0 Sr. Joao Barbalho : -E, sendo este 0 pensa
mento da commissio pode sir passada para o pro-
ject) a disposicio da lei do anno passado, a qoe se
re fere 0 nobre deputado, combinada com 0 qae
prescrave 0 projecto. Mas isso sao delalhes qae
devem ser reservados para o regulamento da lei.
Creio, pois, qae bem avisada union a commis-
sio forraulando 0 artigo pelo modo porqae 0 fez e
que 0 substitutivo nio esta no caso de ser aceito.
A emenda ao g 1*, offcrecida pelo oatro aafcre
deputado pelo 3* district >, diz : (le)
Entendo 0 nobre deputado que os.cxaminalores
nos concursos devem ser tira los de entre os lentes
da escola normal.
Sr. presi lente, a nomeacao dos profess, res qae
teem ae examinar os concurrentes ao preeneni
mento de cadeiras vagas pertence, segnodo a lei
rigente ao director da escola normal, e esta assim
a directoria geral da instruccao publica era condi-
cio de inferioridade neste ponto cora relacao a di-
reclo ia da escola nornal, que e estabalecimetto
snbord'nado aquella.
0 director da instruccio pnblica, por isso mes-
mo qae 0 e, deve tor tola ingareocia bos concur
so?, porque curapre ihe relar em qne os conr-
rentes exhibam proras sufflcientes para abooar
suas habilitates, que sejam deridamente exami-
nados, etc., e nestas condijOes parece me, a ell<* >
preferencia dereria caber a attribuicao de nomear
os examinadores.
I'ma ut attribuicao nao pode, portanto, coati-
nuar a pertencer ao director da escola normal.
Parecen, porem, a commissao que a nom<*ac>>
dos examinadores dereria aetes ser deixada ao
presidente da prorincia, qae e laem pror* as ca-
deiras de instraccao publica e qua por isso deye
sera duvida interrir no concurso pela nomeacao
dos examinadores.
Eis porque le-se no artigo aqnellas palavras
nomeados os examinadores pelo presidente da pro-
vincia.
A emenda do nobre depatado accrescenta 4e
entre os professores da e%cola normal.
E' certo, Sr. presidente, qoe 03 professores 4a
escola normal estio em muito boas eondi.o** >
ser aproreiudos para os c ocarsos, sio para 1-- >
inttiirammie corapetentes, pelas suas habilita
pela pratica de exames no eurso normal todos 0*
annos, estio inleiramenle aw caso de ser o exa-
minadores, melhor ulrez que qaaesqoer outros
professoras.
0 Sn. Olympic Marqubs : -Sem darlda.
0 Sr Uchoa Cavalcante :E alem disso tem
uma responsabilidade que nao tera qaalqaer oatro
individuo qua seja nomeado examiaador.
0 Sr. Joao Barbalho : -Como, porem, a aoi
cio, sendo restriela aos lentes da escola 1
mas- tenho du-
firi'a de certo modo cercear attribai>nes do presi-
dente com relacao a instraccao pablica, tiraado-
Iha a ampla liberdade que dere ter aa escolha dos
examinadores, a commissao nio quit fazer a limi-
upa 1 que propoe 0 nobre depatado.
Verificado que a idea consiguadi na mnia <
es.-encial para melhor gatantr 0 preeochsmeaM)
das cadeiras de instraccao elementar por pes*>a
devidamente habilitadas, nao barena davida em
ser aceita ; mas nio parece razoarel qae a eaea
da so perraitta a eseolha dos lentes da escola awr
mal, quando, par exeraplo, os do grmnisio acham -
se tambem no caso de merece-ia, e poderia eMa
ainda recahir em oalros professores qaa merecam
a confianca da directoria da ie-trucrio publira e
da presidencia da prorincia.
0 Sa. Oltmmo Mapqces : Parece mais corial
que sejam os da escola normal.
0 Sr. Joao Barbalho :Estio, de certo, no caso
de ser preferidos por quem Urer de fater a* ao-
raeacoes.
Passarei agora, Sr. presidente. a occupar mo do
additivo do n >bre depatado pelo 1* district): (Mi
0 nobre depatado quer providanciar sobre o ca-
so do professor nao tomar posse da cadeira, e pre-
poe a fixaeao de am prazo para assumir a regea
cia della, e a comminacio da perda da me mm, se
elle nio a for exercer.
Jastilicando sea alditiro, fez diversas oaadf-
racSes no sentido de mostrar a necessidade qae
tem tido a presidencia da prorincia, nas adnnab-
tracoes transactas e na actual, de por saa propna
autoridade.fixar esse prazo, ama vez que a let
nio fet.
Dizendo-o, citou ama portaria do finado deteaa-
bargador Assis Rocha quando riee-presieeaf
portaria que hi respeitada por sens successore*
na administracao da prorincia e que nao estt a<>
caso de mereeer a censura que Ihe fez 0 aobre
deputado.
O Sr. Oltmpio Marqibs : Elle nio eeasarea,
apenas mostroa a neeessidade de legislar se a raa-
poiU>. --
0 Sa. Manoel do Rf&o : Acho qae nao t.aba
competencia para faze lo, a compeiencia e aeesa.
OSr. Joao Barbalho:A lei n. M9 de 11 >
maio de 1855, Sr. presidente. lei raaito minadaa-
ciosa e qae procurou tratar de cad* uma das aw-
eassidades do ensino publico cora 0 maximo deta-
lhe possirel, como sabe V. Exc nao poAaaia tretanto ser casoistica, consagrou aatorisaeta, qaer
a p esidencia, qaer a directoria da instraccie pa-
Mica, pira' toraarera posieriormmu* moaas mam-
das que nio occorreram aos autores da mwa mm
ou qae nio poderam ser preristas.
E' aaim qae ahi se dispoz, que ao Sirectar aea-
ra a attribaicio de exnedir mediants approraaa*
da presidencia da prorincia tn-araceoes para talu
0 que fosse concerneote a boa execacio da 1* a
exercer quaesquer foaccoas de que com relaria
ao serrico do ensiao publico Ihe incumbisse pre-
sidente.
Assim, essa p .ruria de que falloa 0 aobre dapa-
tado, esta p*lo menos no espirito da law a w.
quando nio esteja como sappoabo, aos bsraaas aa-
pressos della. ...
Dito isto, Sr. presidente, dirai. aaiato a jatrao
do nobre deputado, qoe a coaamwaie 1
art 81, em que tratou de pN "TTt^
claio 0 caso de abaadono della por mem ae -
dias sem raotiro altendirel e jasuaeaao.
0 Sr. Manoel 00 Rjmo : *^AT^1^
professor abandons a c
Koidade passassem os professores da segunda para Lda. Nao tem applicacio.
I terceira entrancia. 0 Sr !% 15*"*"0.; -iSSaT su
Foi conduzida por estas consideracoas que a
commissio chegou a estabelecer no seu projecto 0
que ahi sa Id no art. 3' 2', ao qual foi apresen-
tado 0 substitatiro do nobre depatado pelo 3* dis-
tricto.
0 Sr. Ratis k Silva : Mas acha inconremente
a segunda pane do suhstitatiro ?
0 Sr. Joao Barbalho :-Para 0 provimento oas
,ue tendo 0 feit... estara eateaaiai TZ**lfZ
uecessario alem disso commjaar pena da perda a
cadeira ao professor qae aao a Coma regar ae
perda a por abandonala por man de iriau eras.
perda a se passar ease praxo tea eatrar ae eaar-
cieio dalla. .
Entreunto, pois qae a emaaaa do noora ae
tad) tende a toroar e3te ob;e:to mats artaraetaa,

^
UEaft


f
-
frTH W jti&ufo Pernambuco Terga feira 19 de Maio de. 1874. < u f\.
*T*-
nao hi inconvenienie em ser aceita
cat, pVem, do ser loialisada em
odJe tor iUnmOfib art 81,
"prenjle.
V*r\ i
ao qail mcloor iw
pass >a ,/<"*.$( Icnte do n.linear nulra. <)ii3lquer
assembler, decide pela afflrma-
! pro-
lira-
Nao ostou corriata* nos eslylos da casa, e po'r
is*i nao sei ttJHfM? ser' relirada' a emenda
adja-h a occaW^fcrtuift...'. "<*
0 Sn. Olympio Marquss : Hi de -,.,..,.
para entrar en Jhcussjw deoois. requerer
a,.0?'1, i0ni?T,Vn: -^Te1u,iro.flqQ0
rAnS.TpaiA- -rt ^Wtad) peloprimeiro
d-stric o para entra^ ^ diseiBll) com ,: go do
project*.
-%'; assim manifestado o psnsomento da com-
tnls-ao relativameote a cajn uma das emendas
propostas, nada por agora me cumpre accrescen-
tar o aqui terrauio. (luito bem)
O tfr. irMa Cavntcaute reqaer a reti-
rada da emend* que a-presentou, afiiu do substi-
tui-la por oatra.
Consultada a
tiva.
E't pois> lida, apoiada e entra tarabem em dis-
BBaiBB BBBBjJBla SMBjSaJia. *
Depois das palavras -presidente da proviaeia,
digase:sendo prefendospara o exame os pro-
fessores da escola normal. S. R. Uchoi Caval-
ca*U. '
O He. r......iiino presidente. ao ouvir a leitura da primeira emenda
do nobre deputado, digno director da eseela nor-
mal, me pareecu que el!a ticha necessidade do
uma.justitkacao por sua parte. Eu a achava in
ctmeutente p>rduas-ratdes, o esperava, portanto,
que o nobre deputado a justiflcasse.
Mas nm dos nobrcs membros da commissao de
Iqstruccio publica, impugnanlo es ctrto ponto, eoncordoit em adCiittila, accrescen-
tanJo o sea aator a incluslo dos prefessores do
gyranash provincial, flue ease digno membroda
com-clssilo ennsidera na raesma cathegoria dos
pmfe-sores d"a fesoolaformal.
Eutretanto o nobre sigqittario da primeira emen-
da sttrba rts substftai-la por uma ontra, que na
minlu oniniao content vtattaracnte a mesma
Idea.
Sa urlmaira djzia o nobre deputado : os
fcsjote? n miea-los para examioadorcs serSo
d s dos 111 cseola normal.
Rntenrtia ou, que isto era coaretar um pouco a
litierdado do prcsiente da provincia n.a escolha do
pessoal de que deviam ser tirados os (xamitiado-
res para os concursos; e entepdia tambem que
o< profe^'ores da esCOla normal Hcavam eomo que
obngados por forca desla disposicao a aceitar a
n xnea^ao do presidente da provirt :ia.
AI4m. disto. n.vo querendo conteslar as habilita
con de que dispocm I idbs os protss la n irmal, me pareje que nio s3o clles os unicos
quo pide:;i ser n mieados eXaminadores.
0 n'-mfe membro da comrrtissiio mnito bem an-
dou quando dcclarou qne a essa emenda se de-
viam tambem, accresi'entar bs^rofessores do gym-
nasia. SlaS rno *en lo esta We i aeeila, jomo"me
parec^, pelo n>bre signatario ih mesma emenda,
estabeleceu el.e ao substitwii'to ! D;gase: seiilo preferidos para o exaine os
pro'e--, res da esc&la normal.
U. Sn DeruTAnu : Logo nao excluio os
outros.
r>'Sfl Tole.n'tito vr. GaitvatHO :4fcil e?ta pre-
fere;icia tolhe o prosilento da provincia de nomear
::r> {tialqner, porrjne, e erte tiwr por eonve-
ni'nte nomear, por exenmlo, om professor do gym
nasi i, .alii csta a lei que da lirefereiwia aos da es-
cola normal, co presideuto nio |>odera faze-lo, sob
pena de infriigi-la.
Rnieodo, pjrtant\ que o nobre deputado nSo
.-illor.iu eoersa alguma, ou por outra apresentou
um su!)-iitu!ivoque equivale a I" emenda. Iper-
min-";!)do na minha opiniio duvidas sobre o
siib-lili.livo apro-,on'.a'lo, sem qii-3 o nobre depula-
t-. me >li- as rktfles do proeedencia Je tat di. <;i), nio pofarei votarpor ella.
Ja !i/. v,.r as duas razoes do inconveniencia :
a V u .1 r.'!riei;ao que so faz ao presideate da pro-
vi.'ieia fttt es-oiha dos exawinadores; e a 2J a
' !'."i:in-i di que nao se pods ilvrar o professor
da l'.-*v.|,i normal, de ir fempre txaminar quaodo
t;r_'s-,))hido pelo presidenle da provincia.
S ai:!ii,i per accid'.'ns posso di/erque, sendo no-
rsoadus constautement^ os profe;isores da escola
normal para examinadores dos concursos de pro
fessores de primeiras leitras, isto pode prejadicar
fi Ci;r>o daquelle e-Iabclecimento, porque elles vao
oeeaptr-se em service e?tranho, e nao poderao
eixa.- ehainar.
0 Sn Uoiioa Cavai.cantr : Os unicos, nao.
0 Sn. Thi,ent!>co de Cmivaj,hc : A emenda
Hi prefcrMot os da esc'la ntnml, ? preferencia
exciuo nutro qualquer.
Sio eslas as consideraf'oes pslas quaes ao posso
votar pela emenda, sem que jttstiliquem a sua
proco.ienoia.
O *r. I'cbua siJcnte, eu nao pretendia toraar ]>arte nesta dis-
cus;5o. Apresentei a emenda, entendendo-me
previamenie com a corhmisrao que apresentou o
projeclo, e corao vj que ella nio teve escrapulos
de aeettat a mesma emenda, entendi dever oflere-
ce-la. Entretanto, tendo o nobre deputado de al-
guma forma impugnado a emenda, devo proenrar
justifica la, coimo pud^r.
Des dente, sao os seas profes?ores nomoados para exa-
miaadores nos concursos para provimentos de oa-
dciras de rastrnceio publica, e o trabalho dos
niosm 'S concursos tern corrido com alguma regu-
laritnde; havendo sempr* imparcia'idade no jul-
gainento das habilitacoes dos coocorreBles.
Nio qnero dizer que sejam os professores da
escola normal os nnicos habiTitados para exami-
nar; cotttesso que out os professores tern habilita-
Coes iguac, como os do gvmnasii, o outros de
instruccSo primaria, de-la capital.
Solo, porera, que ha via este precedente. Vejp
que a lei organ ca da escola normal conferia ate
cer'o pon'o essa preferencia ao sm corpo cathe-
dratico, e noslascondi.Ses paVeceti-na que dovia
minter tal prerogaiiva. Foi esu, portanto, uma
das raioes que me levaram a offerecer a era que mereceu a impugna.-ao do nobre deputado.
0 Sn. Tolextino de Carvalho :Era por dis-
posifao de lei ?
0J=n. Uchoa Cavalcante :Artigo 17 da lei
d. ;>98 de 1861.
Em segundo lugar vejo que ha conveniencia a
utilidade publica na desighafao dos proressores de
escala normal para oxamiaadores nesses concar-
sos, Os professoresdi escola norma: eso mais
ou menos identificados com os inieresses da ins-
tracgao publica na provincia; sio professores de
um eurso normal em que se preparam os futuros
mestres da infancia. Por conseqaeneia parcce que
ess^s funccioaarios tem uma maior responsabili-
dade : elles de algum modo respoudem pela re
gularidade do servijo e*co!ar em toda a pro-
vincia.
Um Sr. DEruTADo:Responsabilidade moral.
0 Sr. Uchoa Cavalcaxtb : -Elem; e a princi-
pal responsabilidade 6 a moral. Corre raesrao, ati
certo poato, a esses professpres o de/ex de manter
illesos 03 foros da escola normal, e portanto elles
serao sem duvida mais escrupulosos ao julga-
mento.das provas dos coaCar'reales, do que qual-
quer um outro professor ou particular, queae-
nhuma responsabilidada teana ha dillusao da ins-
truccao publiea.
j T ,-ara fftcfliarife dessestonirurjos*; c quan
' .tt'i c doprvhend:t il oa*avr.s da omeiKJii,
* foi, que apresentqi-a para substiluir a primeira,
que parscu consagrar esta exclosao.
Na primeira estava ate certo ponto o presiden-
te na obrigacio de escolber entre o professoru*
da escola normal os examhaderes, na segunda,
porem, consagra se apenas uma preTerehcia.
Portanto n5o e relrifjtiva como a primeira.
0 Sr. Toi.wrrix) db Carvalho : TiuU^ni quo-
tum.
0 Sa.UcuoA Cavalcante :Sao tsWu as consi-
deracSes qae offeree/) a censideracao da tasa e do
nobre deputado. Se em vista deltas entenJcr que
ainda devc negar o sou voto 4 emenda que con-
torn uma idea que o anno passado mereceu o seu
apoio, nem por isso encorrera em minha Centura
[Continnar-se-lia.}
sossao orJinaria, prc.-idiJa pelo
CoQ,
^=zr
Sr. R )(lrjtt da
mstnWi'^S'l'paitc d.i or.lcm do .fi*. apie- Movi-flghw da euformaria
seorfcAo iv4lii>{js-a') it parecer da
ao orca
Hmendxs apresentall'is ettl 2.' dlscussffo
...... mjJMxtii lu'/imn/iin/
N. 72.Ao art. to Ao substitulivo apresenta'
do ao 16, accrescente-se : Boande abolido o ar-
rolamento ou matricula e escripto de renda, crea-
dos no regnlamento respectivo.-Dr. Mmmlitk
Rego.
IS. 73.Ao art. 45A emenda proposla ao art.
46, em vez dena razao de dobro, diga-se na ra-
zao de 50 por cento mais.Dr: Mfiitoeldo Reg*-
N. 71.A) art. i,'i $ 31. A' iniulia emtnoj sob
n. 61 accrcscente se: e por agente iiuHiar ao
commercio, intitulado graluito. Marqxtts Jd Siioa.
N. 73.Accrescente-se ao 57 : ex^epto as dc
caminho de ftrro, abaslecimeuio d'agua poiavel e
illuminacao publica. -Murqaes da SUva.
N. 76 Substitulivo a minha emenda ao 19
do art. 13 : em lugar de : nas cidades e villas, ate
o Inn, diga-se : nas cidades e villas, e nas povoa-
coes dos oonstruidos de tijolo e cotoertos de tulha.
i HlieiM da SUva.
N. 77Ao art. 15 18 :Dizimo do gado vao.
cum no3 muaicipios ondo a cobraui^a dos imposlos
fdr feita por arromatacao, ou a dttcima parte de
cada bezerro, quando nio completar o numero do
Hi, sendo naquelles, em que existeran collocto-
rias, snbstituido este imposlo por 800 rs. por ca
beca de bezerro, cobrado na 6poca das pariillias nas
-fazendas de criaijao : abolido o ferro decretado no
respectivo regula uento.
N.J8.-A0 $ ii, accrescante se : cootinuandc a
isengao decretada na k-i n. 769, em favor do pro-
prietary de nm ou mars predios om que resida e
cuja renda annual nio exceda de 60^000.
N. 79.-Ao %), easn seja approvada a minha
emenda sob n. 23, em lugar de-neste caso diga-
se : nastes dons nltimos casos.
N. 80.-Ao 32 accrescente-se :-20*000 por
inculcador de venda de escravos.
N. 8l.Ao 12. A' minha omenda *ob d. 67
accresctnte-se : sendo este impjsto cobrado por
arrematacao. Marques da Sitoa.
Ewend 1$ ao orgamento municipal em 2' dVscwsoa
.N. 13. Ao 31 do art. 3-em lugar de 1005
diga se 3004000.Ratis e Siloa.
!i. 16.- Substitulivo ao
reis por palmo le terrenj nio numerado, denlro
das quatro freguezias de Si*o Frei Pedro Guncal-
ves, Sanio \ntonio, S. Joso e Boa-Vista. S. R
9. 17. Additivo ao artigo 31. com applica-
c&a ao ccrcado ou iravessao que a camara se
propoz fater na serra de Ororoba, para conservar
as plantaroes da mesma serra ao abrigo das in-
vasdes do ga Jo, ficando' exiin;to 0 mesino imposto
logo que seja noucluido este servico. Marques da
Silcn.
N. 18.- Ao art. 33. em vez de dizer se fiica
o presideato da provincia aulnrisado, diga-se.
fica autorisado a camara uuwjcipal: e 0 mais
cumo e-ta no artigo.-S. R.-Goes Cavalcante.
N. 19. Ao ; rt. 36. diga-se -casas de merca
do e matadouros c era vezde freguezia, diga-se :
povoado. Dr. Manoel do Rcgo.
N. 20. Adiuivo as disppsijoes geraes.A ca
mara municipal de Oiinda contiauara a cobrar os
foros dos ti'-rrenps que po^ssue no municipio do
Recife.S. R. Gows Parente.
S. 21. Fica a camara municipal de EscaJa
auiorisada a pagar a (goacio. Eerreira Lins 0 que
se Jhe dever de custas judiciaes.-S. R.G. Drum-
mond.
N. 22. Fica a camara municipal do Cabo au-
torisada a pagar ao escrivio do jury 0 quo se
lhe dever de custas.3. R.-G. Drumnund.
.Ui'llU
ucraves 39, escrava' 3. ToUi 337r: *
1 li.niyue.dos a custa dos cofres. JIJ-X. 7s
MovisSftto la eufermaria no^iI*!Ta7T,i:i';
REVISTA DIARIA.
Assemblea provincial. Hontem a
assemblea funccionou cojn 26 Srs. deputados^sob
a presideaciado Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessao atitecedente, 0 Sr.
1* secretario leu 0 segaiute expediente :
Uma peticao de diversos proprietarios e mora-
dores da Capunga, pedindo qae seja desapropria-
da a parte de um sitio em freote a rua da Graga.
A' commissao de petiroes.
Outro de Ignacio Ferrcira Lins, pedindo 0 pag;i-
mento de 105*750, que lhe deve a camara muni-
cipal da Escada. -A commissao de or^ameuto mu-
nicipal.
Outro de Lourengo Xavier da Fonceea, pedindo
pagamento da qu'antia de 144*600, proveniente
de alimentos fornecidos aos presos pobres da ca
deia de Bom fardim.A' commissao de oreaueu-
to provincial.
EatranJo na ordem do dia, continuou a 2' dis-
cussio do orcamenlo municipal, 0 qual foi appro-
vado coin djvorsas emendas, oranlo sobre a ma-
te:ia os Srs. Otympio Marques, Goes Cavalcante e
FigueirOa.
Coniinuando a 2" disenssao do orcamento pro-
vincial, versando ella ainda sobre 0 art. 13, era
ram os Srs. Manocl do Rego e Olympio Marques
e sendo offerecidas diversas emendas, foram apoia-
das, deixando-se de voiar, por verihear-se nao ha-
ver, numero, em virtade do que foi levantada a
sessio, designando 0 Sr. presidente para ordem
do dia a contiquagao da aatecedente.
H.'iiain.ii.. dak iiiu'ii- publicas
Por portana da presidencia da provincia, de 15
do corrente, foi nouieado conductor dessa repar
ticao FranciscoAmerico.de Aragiio Rabello.
InHtrucciio publica. Por portar-ia da
presidencia da provincia, de 16 do corrente, foi
nomeada Maria Flora do Oliveira Maciel, para
reger interiaamente a cadeira elemeutar de S.
Pedro Martyr da cidaJe de Oiinda.
I'roimxndura U lamtrucctlo Publi-
ca. Cominuam a funccionar as aulas de pri-
meiras lettras e tiagua fraoeeza, creadas pelo
wnselho parochial de S. Jose.
A primeira e regida ptlo professor Moraes
Carvalho, situada aa rua de 24 do Maio, outr'ora
Praia do Caldeiretro n. 21 ; a segunda 6 regila
interinamonte pek) academico Levino Chacoa,
sita na rua Imperial n. 19.
A raatricala e gralis, e os interessados podem
duigir-se ou aosrespectivos professoies, ou aqual-
qner dos membros daquelle conseiao.
(iiiicnrho.-Ni dia 15de junho proximo de-
ve haver, na thesoarana de faeenda desu provin-
cia, exame dos coacurrentes aos lugares vagos de
terceiros escriBtnrarios,
. tanto dessa reparticao
Qoanto a restcicQao one o nobre deputado nota corao da recebedoria de readas.
b attribai^ao do presidente da provincia, a quem ci>*b ile rovimu. No dia 24 do
cumpre nomear os examiaadores, nao vejo que ahi | corepte .(dotningo) deve eomecar a funccionar o
se possa eacontrar incoaveoiencia tal qwe justili-1 cooselho de revista da guard* naciaaal do muni-
qae a impugnagao de miaoa ernaida. M sabei P'Jdo Recife, no paco da camara municipal res
mos perfeitamente que toda* as veies que compa-
reee em umconcurao qualquer pessoa alheia aos
interesses da'instruceio para examiner os concor-
ronies, nio sao convenientemeote acautelados os
inicressea desse ramo de servicij publieo, pela be-
nevoiencia, ou condesceadencia quo se tenta fazer
valer nesse acto. Xao coatinuaio ao ezoruicio
oe uma funccio publiea, porque exereem uma
commissao de momento, nao offerecera ties pes-
s >as as mesmas garantias que se encontram em
proressores de um imnortante estabeieciraento de
la-truc.-io, como i 0 da escola aornial.
0 Sr. Tolentivo de Cartaum :Neste caso a
responsabilidade do professor da e-cola aormal e
a mesma de outro quaiquer examinador.
0 Sr. UcnoA Cavai.. ,.\rE : Jj. roostrei qae nio
e peh p*lcao peculiar do corpo cathedratico da
escola normal; Ja moslrei ao nobre deputado que
este co-po esta identificado al6 certo ponto com 0
progresso da instrdecio pnbliea ; e portanto v^o
nobre deputado one a responsabilidade nao e a
mesma, que a responsaWKdade
defioida.
0 Sn. Towntrto dbCarvalho:Son mnito con-
trarto areStricjoes de qualqnsr naUireza.
o sr. uchoa Cavalcante : Alem disto a
emenda, como esta fedigida, nao endue a namea-
qio-de outro qnalqner professor para examinado-
res nos concursos para provimento das cadeiras
de inatruccao puWiea; apenas ahi
preferencia.
0 Sr. Tolentino de Carvalho l
se consigns a
F quantum]
pectivo, a praca das Prineewe.
irrcmU(-("p provinciate*. -Per?nte
a junta da ihesouraria provincial, vap a.ajfaca ao
dia 3 de junho proximo : o f.fneciiHento de ali-
meotacao e dtetas, a. de medieameatos e ulansis
precisos a-ea*4 dedeieaeio; e a ponte sobM o
rio Serinhiem, oo lugar Pao Sangu, oreada em
9.370*000,
_WL^vitmm4^ecebemos o.n. 4 da da assoMa-
cao dos Guaria-Livros do Rio de Janeiro^ cowo
sempre, e ligna de leitura.
AHiiiuat*. Segundo aos couimuaica-
ram da povoacaa de6ao Vicenl% foi alii assajsi-
oado um ex-voluatario da pairu. coniiccido sob 0
nome de Jose Coco, por um tal Ghico Ignacio, Uo-
mem de maos ptecedeales, o.qae cooseguio eva-
dir-se. 1
Kugpeniiao #le oxorrirlo. Por d*li-
beraoao do coaselho suaeior da Instruccla Pu
blica, del6 do eexrente, foi suspenso de exorcjcio
e venciaientos por dous mezes, 0 professor pur
Rio Ddce,- padre
di'lles esta mais blico da cadeira elemeutar do
Francisco VerissimoBandeira.
Dinbclro. 0 vapor l*asileirQ Para, lewu
ae nosso porto para:
Para
Maranhao
Parahyba
Cruzeiro
da tarde, sahie
lib* reviswv im/|icand 1 os cstaluios, f ,i aapi
do 0. aj(t. i'A uwpuJo pane 11a discuss.lo ifr jrs
Juvenlind, Espendiio, Arocha, Costa e Magalhaes.
Foi adiada a disenssao dos demais artigos.
l'assaaJo-sa a 2* pane da ordem do dia, dis-
cussao dja these: 1 unidads religiosa serd um
dos meias mais podetJtot para a prosperidade e
felicidadv de uma nacao f Or.ram os Srs. Maga-
lhaes 0 Silva, Bsperidiao Pimentel, Rodrigues da
Costa, P*z forella c Juveotiao Lima. Adiou-se a
di?cussa.o,por a hora estar adiantada.
Sahio em seguida sorteado 0 Sr. Diegnes Jo .
nior, para discuss jo de these.
tin 11 LttK-rai'io. -. No dia 22 do co^nja
havera sessio desla sociedade, no lugar tt noras
do costume.
Asjio aw ttii 1- 111KI0*. D".,mos hflje^n
nossa 8.' pagina 0 parecer do Sr. "^ ^^ Mosco.
se,- o*m a teconveniencia da ,, ao Nogaeira
para se.r ahi collocado 0 povq ediflcio para asylo
doalieaados, pira cujo traijalho chamamos a at-
tencao dos leitares.
E tranu'lto.A bordo do vapor portuguez
Julie Dtnii achain-se Jl3 passageiros para 0 sul
do imperio.
i.iroH amoa, A' hvraria da B. L. Gsr-
nier, rua do Ouvidor 11. 69, acaba de publicar os
livros seyuinies, dos quaes recebemos nm exem-
plar :
V. Hugo. Nooenta e ties, 1 gross v. in-8
de 448 paginas, enc. 4*CO0, brochado 3*000.
D'eolre todas as brilhanles manife*CacSe3 do
fertil engcuho do grande poota. francez, cuja re-
putacao cache 0 mundo civill&ado, 0 ultimo ro-
mance que acaba de ser pubficado quasi ao mes-
mo tempo em onzelingua3 divcrsas, e que agora
acaba do editar 0 Sr. B. L. Garnier, e por ventura
a sua mclhof produccad.
Espinto amadurecido e observador, imaginacis
ainda ardente e eailnisiastica, aos 72 aunos Jt
idada, enltega aos seusJeitores de maio seculo
uma obra d'arte. em que nao e facil saber 0 que
mais se dove admirar, se 0 fu'ndo philosophioo
.da narragao dramatioa era que 0 seu genio reve-
la-su em todas as suas galas e magniiicencias, se
a forma eminenlemonte artisttca, que sejreaa 0
privilegio do seu engooho sora rival.
Offerecer. ao publico tal romance, per tqda
parte espcrado com anciedade e acolhido com
fervor, e pruporcionar ao leitor um dos naiores
gozos que pode ler 0 espirilo.
A traducoao da obra de taraanha impo tancia
wi confiada a penna do Sr. Salvador de Maodonca.
Joinaldas Pamilias, numero de maio co-rente.
0 numero do raez de maio desta tao papular
quao interessantc publicacao, corresponde ligna-
meote a reput*ao que goza entre nos. Este jor-
nal, unico no seu geaero escripto en lingua por-
tugueza, proseguindo sem desmerecer em sua
linlhante tarefa, e, pode-se dizer, 0 vadenucumA
da* familias, porque nolle encontram as se'nboru
nao sumente Dgoriaos da moda a mais ipoderna,
moldes de vestnarios que ponnam a despeza de
costureiras, desslihos para boruados, mas lanibem
utejs nreceitos, de economia domestica, e agrada-
veis escrlptos de litteratura amena, das mais bem
coiiceiiuadas peppas brasileiras. Demais e ainda
esta publicacjo a mais barata de todos osjomaes
de niodas, sou prejo sendo de 12*000 por snao.
Btgimenlo dasrelarues, annotado e seguilo das
leis a disposicoes concernentes, ate apresente data,
por um advqgado ftumlnEnse. 1 v. in-4 brocaado
Como todas as leis e regulamentos geraes, 0 no-
vo regnlamento das relacSes preefsara de araa
edicao explicada que poupasse as pessoas doutas
0 trabalho de interpret;-!> e as indoutas e.-clare-
cesse satisfact irjamente os pontos mais obscuros
de modo a dissipar a menor duvida. Esta lacuna
acaba foliimente, de ser preenchida com 0 livro
editado pela livraria do Sr. B. L. Garnier, cujo an-
tor, sob 0 ^seudonymo de-Ura advogado tlu:ni-
ncuso-, re vela desse pequeno estudo prbfundos
conheciiaeutos de um abalisado jurisconsulto.
V. Renault, syslema metrico. 1 v. in-12 cartona-
do 1*000.
A adopcao do novo systema de pesos e medidas
germinou, orao era natural, a publieagia de m-
numeros tratados explicativos de mais ou menos
merito. Entre elles occupa, sem duvida, c pri-
111.irj lugar 0 de Victor Renault, que pela saa
clareza, methodo de exposicao, grandemente aaxi-
liado pelo dosenho das figuras, tornou se 0 nais
popular e bem aceito de todos, como provam exu-
berantcraenie tres successivas edi^oes de avulia-
dissimo numero de exemplares. Inutil, pois, seria
recommeudar mais um tao precioso livrinho se a
4' edicao, que acaba do sahir a luz na livraria
Garnier, nao reunisse as vantagens do commojo
prtco a nitidez e eorreecao do impresso.
iiez Mariunno, seguido do Mez deS. Jose, 3' edi
?ao. 1 v. encadernado de 448 paginas com duas
linJas estampas 2*000.
Aiada que nio seja uma publicacao nova este
piedoso livrinho, e sempre tao digno de rccommen-
Jaglo, que julgamos nJo ser fora de proposito
aponta-lo mais uma vez como leitura digna das al-
mas religion as i puras que buscam na oraclo 0
conselo para as magoas e 0 refugio para as seduc
cocs terrenas. Extrahido das ssntas obras do Rvd.
padre Mancel Bernardes e ad4icionado com 0 Mez
de S. Jose, este livro, coordenado por alguns pa-
dres do seminario episcopal de Marianna e 0 mais
completo dos que ate agora tern sido publicados, e
0 mais apropriado aos catholicos brasileiro3.
Prociaiuas. Foram lidos na iareja do Ro-
sario, que serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, no domingo 17 de maio, os seguin-
tes:
1.' dennnciacao.
Estevio Jose Coelho, com Amelia Francisca
Alves.
Francisco Capdido do Amaral, com Pautilia
Augusta Fernandes Barros.
Jose Joaquim de Sant'Anna Lobo, com Anna
Floriuda da Silva Medeiros.
Antonio Francisco dos Santos, com Catharina
Maria da Conceicio.
Sabino Baptista da Fonceea, com Liberata Maria
da llonceioao.
Jose Caetano de Oliveira, com Isabel Alexan-
drina de Santiago Ferreira.
Alexandrino Ayres da Silva Beroger, com
Emilia Joaquina Jaymes.
Manoel Joaquim da Costa, com Maria Adelaide
de Sonza.
2.* dennnciacao.
Major Guilhermino Paes Barreto, com Marcolina
Gailhecraiua de Souza Ca?tro.
Angusto Castro Monteiro, oobi Maria Siqueira
Castro Monteiro.
Martiaiano Isidoro da Trindade, com Clarinda
Carolina Gnedes.
Manoel Martins Gomes, com Maria Jose de Jesus
Sobreira.
Raphael Archanjo Rodrigues e Silva, com Can-
dida Bernardiua Evangelisla,
Augosto Francisco dos Reis, com Gu.lhermina
da i.onceu;ao Baptista.
Semiap Joaquim do Oliveira, africano livre,
com Hermina Maria dos Prazeres.
3.' deounciaoao.
Manoel Virgioio da Gama, com Joanna Theo-
dora de Saut'Aona.
Jose Antonio Cedrim, com Maria Joaquina do
Espirito Santo.
Jaceb Antjnio Vieira, com Rosa Ignacia Fran-
eisca Pereira.
Antonio Jose de Me3quita, aom Alexandrioa
XIana da Conceicao.
Joao Leopoldino do Rego, com Maria Crispiniana
Kibeiro.
Agostinho Luiz Al.es de Brito, com Petronilla
Maria- de Albuquerque Mello.
Octaviaao Augusto de Figueiredo, com Joaquina
Flora. Vte]g*s.
Dr. Joio Augusto do Rego Barros, com Benerae-
rita da Silveira Lias.
1 George Canoll, com Clara Carolina da Fon-
ceea.
; Jeio Perr* da Silva, com Petronilla Soares de
Bnto.
Emygdia 1 Celeslioo de 'Mor.aes com losepha de
Lima.
de m
I': 1874.
TeveJTaixa :
J'.a,pin Marlius G> --,
ftve alia : s"
Polycarpo, e^.ravo fc Manoe, da Rocha Fa.
I iric. ^ ^ ^
3 t^fip'*tal p"< H0 movimento deate
^S* 'cmonto, de ii 40 dia 17 de maio foi 0 se-
8**jP'.e :
r.xistiam 383, entraram 31, sahiram 44, falls-
c'Ut 14, existem 376, sendo :
Hjme7js>t57 e mulheres >19.
,,^jji Adverteneia.
Foram vkHtdas as enfermaruw nostes dias:
As 10 l/J, 8, 8 1|2, pelo Dr.Beltrao ; is 1 1/1,
12 1|2. 12.il, 1 li2, pelo Dr. Sarmen'.o ; as 10,
12 l|2, 9, 10 1|2, 8, 8, pelo Dr Malaquias; 33 8
t|2, 9 1[3, 9, 9, 9, 9, pelo Dr. R. Vianna.
PalUeidos.
Lfhrin*5 ; variolas codfrwhtes.
Severino Francisco da Silva ; raarasmo.
Luizaj variolas.
fBsoGbncalras da Pafitao :phtysica pulmonar.
oao Severino Soares da Suva ; erysipela gaBgre-
nosa.
Quintiliano dos Santos ; peritonite.
Emilia ; lesto organica do coracio.
Benedicto Maltos ; lesao organica do coragao.
Minguy Francois ; fanre amaroila.
Olle Olseu ; febre amarella.
Manoel Jose da Out ; variola* oonfluentes.
Clara Francisca de Lima ; tubercuios, nnlmonares.
Maria Joso da Conceicao ; chorea senil.
lose Bernarrmo do N'ascimentoj variolas con-
tlueules.
iMwsam-iroH.- Chegados no vapor portu-
guez Julio Diniz :
Antonio Fernandes, Thome Amaro, Bernardo C.
de Oliveira, Frederico C de Almeida Gomes, Is-
mael Goncalves, Adolpho F. da Silva, Doiuragos
F. da Silva, Bernardino da Silva, Jose dos Santos
Barros, Antonio Jose de Farias, Bernardino Fer-
ruira Maia. Jose Pereira,^Loureogo Fernandes,
Felisbino Joao A. Correia dc Barros.
Sahidos no vapor brasilciro Paid :
Jose Joaquim Dias do Rego Junior, tenente
Maurino G. Alves Pereira, D. Anna Senhorinha
Ferreira, Alfredo de Souza Leao, Joao Baptista de
Carvalhot padre Antonio Manoel de Castilha B.
padre Joao Marques do Souza, padre Joio Bezerra
de Carvalho, Francisco Barrozo,(Antonio Frederico
de Freitas, Dr. Antonio C Rodrigues c urn criado,
Manoel Jose Pereira, Antonio Muniz, soldado An-
tonio Marcolino dos Reis e 13 pracas.
Ccnaitcrio vublico. -Obitoario do dia 16
de maio de 1874 :
Jose Antonio da Rocha, pardo, Peraambuco, 42
annos, viuvo, S. Jose; hepato p'nlmonite chro-
nica
Luiza, parda, Pernambuco, 2 annos, Boa-vista;
enlerite.
Manoel Gomes Loureiro, braqco, Portugal, 46
anuos, casido, Recife; enJo cardlte.
Jose Francisco Salles, pardo, Pernambuco, 30
annos, so'teiro, S.-Jose; tetano traumatico.
Amaro, branco, Perparabuco, 3 raezes, S. Jose ;
gastro enterite.
Manoel, pardo, Pernambu:o, 16 mezes, Santo
Antonio; denticao.
Maria, escrava, parda, Peraambuco, 44 annos,
soiteira, Graca; hepalit?.
Maria Manoel do' Nascimcnto, parda, Pernam-
buco, 70 annos, viuva, Santo Antonio; estu-
por.
Francisca Maria da Canceicao, parda, Pernam-
buco, 73 anaos, viuva, Graga; enterite chro-
nico.
Amelia Argemira Albuquerque Sobreira, bran-
ca, Pernambuco, 28 annos, soiteira, Santo Anto-
nio ; tuoerculo3 pulmonares.
Apolinano, preto, Pernambuco, 1 anno, S. Jos6 ;
bexiga..
Uma crianga encontrada na porta da igreja da
Santa Cruz, mandada pela policia ; falleceu de en-
terite.
17 -
Manoel, pardo, Pernambuco, 8 dias, S. Jose;
convulsSes.
Jose Vieira de Mello, pardo, PernamDuco, 3 an-
nos, Boa Vista; queimidura.
Jose, branco, Pernambuco, 18 mezes, Recife ;
variolas.
Jose Bernardino do Nascimento, preto, Pernam-
buco, 21 annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro
11; variolas.
Thereza de Jesus, preta, Africa, 80 annos, soi-
teira, Bda-Vista; congestio cerebral.
Antonio, branco, t'^mambuco, 8 dias, S. Joso ;
espasmo.
Maria, preta, Pernambuco, 6 raezes. Recife ; va-
riolas.
Hldelbrando Cardoso Suzano, preto, Rio de Ja-
neiro, 18 anuos, militar; tubcrcnlos pulmona-
res.
Joaquim Caetano Pereira, branco, Portugal, 2i
annos, solteiro, Boa-Vista; febre amarella.
Jose Csrapello ae Albuquerque Galvao.
A--ir-:i hi-.sj dia par 1 0 julgameut) dos seguin
tes feitos :
Appellacoes crimes.
De fpojuci.Appellante Felieiana Maria aa R-
cha, appellado Jose Joaquim Ricardo.
Do SobraLAppellante Antonio Dionizio Perei-
ra de Mattos, appellada a jostica.
Da Auadia.-Appellante Pedro da Barros Cas-
tro Mello, appellado a Juiao.
De Pao d*Alho. -Appellante Jose de Sotua Leal,
appellada a jostica.
Do Recife Appellants Jose Soares da Silva,
appellada a jostica.
De Souza.Appellanta 0 juizo, appellado Pedro
Fernandes do Rego.
Appellacdes civeis.
Do Recife.Appellante Jose Dias Guimaries,
appellado bacharel J0J0 Ferreira da Silva Guima-
ries.
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellante Vicente Alves Machado,
appellado Jose Maria Sodre da Motta.
Encerrou-se a sessio ao meio dia.
Tribunal da commercio.
ACTA DA SESSAO DE 15 DE MAIO DE
1874.
prksidencta no kxh. sn. coxselheibo akselmo
fRANCISCO PBRKTTI.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. de-
putados, secretario Olinto Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e 0 Sr. suppleate Sa Leitao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente abrio a ssesao. '.ida
foi depois approvada a acta da sessao de 11 do
corrente.
CHRONIC! JHWrARIL
-, 4:000*000
609*000
3:000*000
io m. Htratem, as 3 horas
este vapor do porto de Bei'eJ, no
Para, para 0 nosso, pelas eseaUs.
Xavo Afbeneo. No sabbado ultimo (16) v
1 a 6 horas da tarde, reunio-se esta sociedade em I
L.eiiauHoje effrelua 0 agente Plonose-
gundo-aadar do 8ebj-a>Jp da riia do Bom Jesus n.
4a, o leiHo de raoveis e muitos outros obje'etos de
casa de familia.
- AmauaJ effectuara 0 mesmo agente 0 debi-
Ihares e oulroi objectps pertensentes a sala de bi-
Ihar, a rua de Santo Amaro n. 42.
Ainaolia effactua 0 agente Martins, 0 leilad
le hid graeae sorjiojento degeneros da taverna
da rua Imperial, n. 113, as 11 horas do dia.
I,i>tcru A que se acha a venda e a' 100.'
a ljeneQeii0a igreja daNossa Senhora do Tercodo
Ro:iia, a qiul corre no dia 21 do corrente.
Casa de deteacao.-Movimento da caga
de detencSo do dia 17 de maio do .1871.
Existiam presos 336, entraram 2, sahio.I, exJs-
t tem 337.
A saber :
Nacionaes 260, njnlheres 9, estrangeiroa 2'*,lpel!ada ajuVtica.
I Itlltl \ \l DA III I \< \0
SESSaO DE 16 DE MAIO DE 18%.
I'litSIDENCIA DO EXM. SR. COMSELHEIRO CAE-
TANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Motta,. procura lor da eoroa interim, Accioli,
Domingues Silva e Souza Leao, deixando de cora-
parecer 0 S.-. desemoargador Almeida Albuquer-
que, por presidifo iury do Recife, a^rio se a ses-
sao.
JULGAM8NTOS.
Carta lettemuahaveL
De Campina GranJe.Aggravante Joio Joso de
Sant'Anna. Juizes os Srs. desembargadores Lw-
renco Santiago, Accioli e Souza Leao. Deu-se
provimento.
Appellacao commercial.
Do Aracaty.Appellante Aquihno Bezerra de
Menezes, appellado Jose Cavalcanti de Aibuquar-
que.Coanrmada a seatenca.
Appellacdes civas.
De Maceio. Appellante Cesar Augusto Zanoie,
ppelelado Dr. Roberto Calheiros de Mello. Des-
rapzaoos os embafgos.
Do Limoeiro.Appellante Joao Gomes de Oli-
veira Coelho, appellado Jose Francisco do Arruda.
Reformada a seatenca.
Do Recife.Appellante a companhia de trilhos
urbanos do -Recife a Cnxabgj, appeiad^s Joao
Francisco de Carvalho e oatros.Beclarou se que
a rppellante devia pagar todas as custas.
Appellants Gatdino, por sea curailor. appellado
Antonio Machado Pereira Vianoa. Ao curador
geral,
PASS A GENS. I
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Aeeioli.
AppellacOes crimes.
D'Agua Preta.Appellante Joio de Queiroz, ap
pellada a justica.
De Alagoa Nova.Appellante Francisco Pereira
da Silva, appellada a juslica.
Appellacao civel.
Do Recife.Appellante Joanna, aor seu cura-
dor, appellado Polyoarpo Jose Layme.
Do Cabo.Appellante Moooel Francisco da Cos-
ta, appellado Manoel Marques dos Santos.
Do Recife.Appellante Fernandina.por seu cu-
rador, appellado Jose da Costa.
Revista civel.
Recorrente U. Francisca Maria do Espirito San
to, recorrido Joaquim Pereira Victoria
Do Recife. Appellante herdeiros de Domin
gos Jose Marques, appellada Cecilia, por sen cu-
rador.
Do Sr. desembargador Accioli ao 3r. desombar
gador Domingues Silva:
Do Recife.Appellante Antonio Jose da Silva do
Brasil e outros, appellada a coproannia do Bebe
ribe.
Appellate* crimes.
De Pesqu-.-ira.-Appellante 0 juizo, appellalo
Joao Alexandre de uarvalho.
DoBrejo.-Appellante Joaquim Ferreira Lima,
apeilado 0 juizo.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli :
AppeVacao civel.
De Garanhuns. Appellantes Joao .Paulo da.
Motta e outros, appeUados Joaquim Salgado de,
BXTEDIETTE.
Foram distribaidos os livros ?egnintes :
Diario e copiador de Joio Dias Martins A; C. ;
diario de Adamson Howie & C, dito de Penna Ju-
nior & C.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Antonio Ferreira da Cunha Lagos, pedind-
permissao para escriptnrar nos livros qoe servio
rara a extincta llrma de Cunha Lagos 4 Magalhaes.
Como rcqtftr.
De Pedro Barbosa da Silva Netto, tambem pe-
dindo permissao para usar do livro qne servio a
lirma Bezerra & Temporal. Deferido,
De Cardoso 4 Irmao, reqnerendo certidao da
data em que foi concedida moratoria a Joaquim
da Silva Costa, e da qua'ntia dos creditos do sup-
plicante. De-se a certidao requerida.
De Marcolino Pedro de Souza Braga, Jose Braz
da Silva e Joao Pereira da"Silv, apresentando pa
ra registrar-so 0 seu contrato social. Vista ao
Sr. aesembargador fiscal.
De Almeida Duarte 0 sen contrato social junto. Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
De Maooel de Mesquita Cardoso e Joaquim Rde
fonso da Motta Silveira trazendo para registrar se
0 seu distrato annexo. Visia ao Sr. desembar-
gador fiscal.
De Francisco Ribeiro Pinto Guim?ries, reqne-
rendo que se registre 0 additamenlo que fez em a
procurajao que r.presenta. Na forma pedidi.
De Moreira Halliday 4 C, apresenUndo para
registrar-se 0 contrato social que celebraram.
Vista ao Sr. desembargador liscal. Funccionou
com) secretario ad hoc 0 Sr. deputado Lopes Ma-
chado attento 0 impedimento do Sr. secretario
Olinto Bastos.
Infitrmayafl do aaflaaifl da moratoria de Domia-
gos Jose da Cunha Lages, declarando que 0 credor
nomeado syndicanto do balanoo do in ;smo Lages
nao accitoo. a uormacao. 0 tribunal resolveu
nomear os credores Meodos Lobo 4 C. para svn-
dicaates em lugar do credor barao do Livramento
que eseuion se do aceitar a noraeacad qua delle
iizera 0 mesmo tribunal, quo, ouirosim, resolveu
que se fizessem as uecessarias communtcacoes.
OOM PARECER FISCAL.
Petiroes :
De brancisco Jose Leite e Antonio Goncalves da
Silva, registro do seu contrato. Registre se 0
contrato juoto nos terraos do decreto n. 4.394.
De Cuoha 4 Maota, registro de seu distrato an-
nexo. Seja regisirado 0 distrato junto segundo
0 disposlo no decreto n. 4,394.
De Joaquim Paeheeo da Silva e Luiz Gonzaga de
Menezes, registro do contrato da firma Paeheeo &
Gontaga. Proceda-se ao registro pedido.
De Joaquim Paeheeo da Silva, Andre Joaquim
de Azevelo, Antonio Paeheeo da Silva Fraoeo-
lino Quintino dos Santos, registro do sea contrato.
Proceda-se ao registro de conformidade com 0
decreto n. 4.394.
Autos da moratoria de Domingos Jose da Cunha
Lages com uma duvida do Dr. juiz de direrto es-
pecial do commercio. O tribunal resolveu que
ticasse adiado ate que haja quem aceite a syudi-
cancia.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao ao
meio dia.
Co**.*.'*}, dmfc.ra, os d
nxJi (U dakeaa
Wrnrmria a critar
m4r de .
aj pivj*
siasin0 !
Assim ifotrinado, por lacs pelagofjas p litieo*
esse mesmo pn^W far Hie^-lra jiMtir.i ..li.ni
do-os na hora ettr ftue Ifco pettraa devotacoes.
A Pronncia faz nos lembrar 0 coavencionista,
Pelion, sob 0 regimem republicano promettendo
a argons olirefros tudo qnanto se pn raette a
mat-as em epocas de illasoes e fcsvi-js.
Mas 0 povo que tem melhor aenso do qne a
genl* da Province ha de responler-lhes como
soKltua.) rcspondtrio osobrairas-O n>*f po-
int tont cela qu'il now faut ; e'est in Intnl.
du pain tt de la tranquillilr.
PUBLICACOES A EDIDO.
s di-
brem
-it-i. i
Vascon cellos e ohtfos.
Do Sr. desembargador Domingues Sil ra ao Sr.,
desembargador Souza LeSo ;
Appellac 0 dvel.
De S. Joao -Appellante 0 juizo eJpanna Baptista,
Maria de Qaeiroz, appeHados Joio,. Jose e Do Sr. desembargador Souza Leao ao'Srv-des-
embargadorgilva Guimaraes :
Appelfaeoes crimes.
Appellante a juizo, appellado Manoftl Caatano
Ribeiro ; appel'.Wte Manoel Joaqniaj de Lime, ag.
PARTE POLITICA
PARTIDO COVSKRVIOO
RECIFE, 18 DE MAIO DE 1874.
F. moda inveslir contra as insluicoees. Nao
ha quem nao queira atirar a sua pedra.
E is.0, entendem os thugs politicos, nm meio
regular e legifimo de opposicao.
E como 0 espirito de fae;ao imprime-lhes 0 mo
vimento, nao ha que recnar diaate dos meios qne
podem ser uteis aos seus calculos.
A epposicao, bem se comprehende, e 0 exerci-
cio de um direito sagrado, mas para se lo ella
tem necessidade'de ser conscienciosa.
E' neste caso, diz Colombel, a liberdade dc cons-
ciencia applicada ao.exame dos negocios do es-
tudo.
Desejar que a opposicao conscienciosa nnnca
se manifesto-e desejar a morte dosgovernos.
A regra do eminente publicista e repellida
pela gente da Provincia, que prefere a de Corme-
nin :- nao tern ciracter, principio, influencia, flm nem
raesmo nome...
E e sob a inlaencia de principio tao impolitico
quaoto immoral que a Provincial atira-se enrai-
vecida contra tolas as institutes do paiz.
Nada ha escapade ao camirtello do; demolido-
res provincianis.
Nem mesmo a reputacao do? iniivijaos pou-
pad* !
Tranquilise-se 0 orgao liberal ; nao procurare-
mps imita-lo :temos fe aas instituicSes, e aca-
tamos as iadividualidades.
Anda agora a Provincia muito aprehensiva
pelo futuro do paiz, e em torn dc conviceao atfra
a todos os ventos estas palavras sybillinas :
Estamos a heira do abysmo, e 0 gabinete Rio
Branco escarnece porque nao teme 0 empurrao da
opiuiio.a,
t 0 que pode sahir do Sr. Rjo Branco ?j
E' muito escarnecer da opiniao I
0 patriolico gabinete -7 de raargo nao calma
ao empurrao com qua 0 ameaca a burlesca pro-
phecia dt.Prooincia.
Os iraraensos beneflcms de que se acha dotado
0 oaiz attestam 0 seu'caracler emiaentemente na
cional ; eo patrio ismo que anima a cada nm
dos seus membros 6 a mellior garautia de ordem,
de liberdade sem ljeenca e de verdadeiro pro-
gresso.
A lei de emancipacao. a reforma ju,diciaia e
a da.;guSrda nacimal sio passos avantajados no
caminho da regerreracao politica do Brasil, e se-
guros penhores do muik) que devemos esperar
do.inclyto e|prieUeo gabinete de 7 de milrcp.
0 largo caminho percorriio pela situafio con-
servadora, [jue tautos titulos assigna!ara como
um periodo da mais fecuoda actividade,* nao lhe
quebrantam a forca e josto prestigio. -Aos longos
serVijos que a traiem cecoramendada a confianca
nacional ella propoe-so juotar outros que robus
tecendo essa conlianca, rasguem a actividade de
um grande povo horissBtes verdaleiramente
novos.
a falla Com que 8. M. 0 Imperador abrio a
35 sessaa da 13' legislalura e a melhor gsrantia
ios gwndes beiTtllrics qne sgtiarJim WJos o?
ramos (h progress 1 e desrnvorim?nt0 do psiz.
'mternaclonaes ; qieslao religiosa :
Relates
educacaoe msfruc^ao popular ;"reforj ek-rtoral
estabeleeimentos de-feto agricola ; reforma do
actual systems do-reerutamento : sao estes os i-
portaotes assnraptes para os quaes 6 convidada de
preferencfaaattedjSo do corpo legislative.
- E',3 ,*nh aae P6lle *anir do oarlamento, #oi
5ac peaosahir1'do Sr.- RiffBranco.
A expec|ativa da coroa sera corapletameote' sa-.
Msfelta.
A opiniao, tn-m\ por si 0 gab-aete de 7 de
TOar<>.
A subMliiaicao proanttrr.
publiroH.
II
OS PBOMiiToUES PLULICOS NAO *AO WUTlTVTl. Mi.u-
1'iiocos, nem poHDCMna oauiiwMi.
0 Reg. n. ISO de 31 de Janeiro de 1842, que
tantos e tao merecidos louvores :em re Lidu desde
sua puhlharao, assim dispoe no art 215:
Quando hoover doas promolores. os j 1
denies nas provincias poderai aarear-Mm iistric-
tos, nos qoaes cxercerao as suas aitrittuitoes, sem
que, lodavia, fique cada um inli/h dn I- n; vm i r
0* crimes e pnouovER a phisvo dos rrrminmos qie
possam crislii no outio dislrictv, qnand 1 che-
gupm ao s^a coahecimento, quer <*' 1!
Holicin ao ovtrv premotor. f*r dirigiado->
rec:amente as autoridade- comptteni
Estas palavras estabeleeem a ma r--gra, e ;
unva exCepcro ; a regra e que fnacrioni
proiHOtor em sen rrtprctieo district; ; a excepcao
e qne pode qualqmr del lea denuticiar cs n
e promocer a prisno dos rriin'mms exittentet im
outro district!.
Nem a lei de 20 de setembro de 1871. nem 0
Reg. n. 4,824 prejudicaram esU dispo-i-S' ; ao
contrario, adopuram uma dispnsigin analr>:a, re-
lativa a jurisdicrao criminal dos putn de i.rr :
das comarcas especiaes.
No an. 29 3* in fine diz a lei:
... Todos exerce ao cumutatitiuientc a jnii'-
diccao civel, a excepcac dos jnize? de varaspnv--
tlvas ; e confonct.iment'* com estes a juris Jiccao
criminal na mesma comarca cemfounr U dr'erm,-
nar em Regnlamento.
. A jnrisdicfio civel seria exercida ewnnlatrra
mente, nao assim a Jurisdiccao criminal; que bo
R-p. tinha de ser otabetecida deste mrd >
o Todos este? jtiizes de direito, ainda < da
varas privativas, extrcerdo a jnrisdicrH trrm'nul
em dislrictos c*prciaes da tespectira com
Hies forem de>ignados pelo foverno na
peln? presidentes nas provinrias, nodenao p'-r^m
indistmctamenlc ordenar as prisoes, e toda? a>
diligencias cm qnalqner parte da contarr*.
Ahi estao cm nm sentido determinaao a ;
vras prifiifs e diligencias. 0 jnia de Ore.-
qnalquer distrirto criminal, tomanlo rrh -,m*n
tff'Jo uincrime nolle coinaaettido, aia wmma da
intervenyio do* juizes do outros distnrtos rara
ecasegnir a prisao do delinqucnte, e praeedcr a
qualquer outra diligenci 1 Elle pnle, em qual [*
ponto da conarca, or l--nar quaesquer CtafeMii
relaiivas ao procsso que lhe compi-te julgar
_Ei< a prova de nue a prisio de am criiii
nao pode ser ordenada pelo juiz de d r
qualquer district-!, indiafnrtmmmk :
A cxeepcao do flaprante delicti, a praio alto*
da cul(>a formada so p6Ja ter lagar not erin>*
inaUlancaveis, por mandado eicripl-.. dojmi: r-
pelente para a fortnacai da eulpi ou a sua r-
quisirdo Lei r,t. u 1.13 % 2?
Vo se portanto, que a lei e 0 Rg rfiMi
disposi.ao cooleem que possa, ainda indimta-
raente e por mduccoes.dostruir < \a- \ rscc taa o
Reg. n. 129, quaado fixa as n rpirnriai da di-
visao de uma coicarca tin doas districtos trtm-
ciaes.
O decreto n. S.4M de 1 de outirbra de iT
creando n<*ta capital am togar de segaaao pro-
motor, seguio a mesma redaccao das aeer*-! a.
4,883 do 1- de fevereiro de 1872, relative i
nicipio da cine; e n. 5,183 de 20 d: dez-mb:
mesmo anno, relative a capital da laUa. 1
elle :
Art. 2.' Esia comarca sera din li la ^ I >
d[strictos especines, para o exereich das attr
cues dos respectivos promotores, comprcheadea**:
t 0 do l' premotor.........e 0 do 2*.......
Art, 3* A din!f
n'.o inhibira os prom -lores de praiicar *a*t it
sua competencia em qualquer dos di-t itto" iod:-
tinctament'V
0 decreto n. 3,430 nio revogou > art. SI" do
Reg. n. 120, qnanto ao effeitos da divisao *r.
trictos ; antes com elle se eonmrma. Poder rada
um dos promolores praticar em qualquer /> rto 4m
comma, os ados qne forem de sua camptt-i
nao e ter competencia para funccionar em Mdo
e qualquer processo, para exerwr toda e qnmiqmei
acto da promnforia.
Se 0 an. 3* conUvesse esta indi>;.n-
unftuao ; se elle disseste : <>* dous prtmohrr-
exrrceruo indistinctamtnte at funeues di pn-m*-
toria; 0 Dec. seria incoherent**, e al> ceotra-
dictorio.
Vein aqui muito a ponto am ar^UDMBto de
analofria.
Quaiquer prisao, quaesquer d.ligenclas nao sio
ordenados rndistinet.mente por qaal roer juiz de
direito, mas por aquelle, a quem incuiabe o pro-
cesso e 0 julgamanto. Por outra, nenham juiz a
direito pode ordenar quaesqaer pftola e dd-peti-
cias indtstinclamenle, sim aqoellai > meatf, qat
dieem respeiio aos processes de sua coaraatoncia.
Mas qnalqner juiz de direito pode ordenar w
prisoes e as diligencias de sua competencia in
ui'alql'er DisTiiicTo, indistinct'im ute.
Clarissimo 6 0 senlido destas palavras do Reg.
... podendo porem indistinctaraenle onleaar
as prudes, e tolas at diligencias em mumh/mer
parte da comarca.
A competencia e distincta, mas 0 jniz praiiea
aclos de saa competencia em qualquer parte da
comarca inaistinctamente. E' assim qua todos eg
juizs de-direito desta capital dio audieocia aa
freguezia de Saato Antonio. E assim aae qaai-
qner delles pode, na mesma freguezia, proee-^tr a
exames, buscas, etc.
Facamos ap Mfcacao disto, e salwm 0 De:r
3i30 da ruim pecha de ineoherente e cootrad:'--
torio.
Diz elle, quo os doas promolores nil ficam w-
hibidos de praticar actos aa sua oimpcvbrcia im
qualquer das dislrictos mdittinetanuutr.
Esta disposicio nio tem por Im ovfioir qnae*
sio os actos da competencia da cada am dos pre -
mot ores ; nao diz qoe pole cada um Jeiles pra-
ticar indistmcUMMn'e as tanrfiies da praoKHoris,
q a-it quer que seja m residemcia do rfo ,
qu Uqner que seja 0 lugar do crime :
quatquer que seja 0 jniz formadvr da culpm, tic.
O qne sigoifica a art 3* do desreto I 0 aagain-
te : cada pro notor exerce, em qualquer pa Mo aa
criTiarca, os actos de sni c impel enc ia : mini x>m->
oada jniz de direito exerce, em iraal jaer pattto da
comarca, os actos de sua ompet-nria.
A wmpet.'ncia exclusiva de cada um dot promo-
tores para fonccieaar nos procesaaa jtaaanntfii' 1 ai
sen r.'S|i'Ttivo district > (por ter o lagar da eatoa,
ou 0 da Mtidencia doreo) ainda melhor ae aarv-
fesU no art. SIO do reg. n. ISO. E1I-0 :
0 promolor aeompanhara 0 jun ae diaaito
quando for presidir os jurados, e aas eafceifoVs
qae fizer, para exercer Bellas as attribaicdes
lhe sin incunilii las. Quamdn hourer mais as mm
promotor, cada tun 0 accompamhard no sen dis-
tricto.
Supponhamos, que ha dons prom, tore*
uma comarca geral de dous lermns, coasti
cada um destes an districto especial. O
tor de cada nm dos damma e f
compeiente oar* promover a a-cntacia, aas pre-
oessos alii insuurados ; e para acompaaaar 1
juiz de direito, que for, em carrei'.uo, maainit n
mesmos -.rocessos, e os ontros antes, lima e pa
pels judiciacs do distrirto
Como esta comarca so tem um lecow. vao ao
mesmo tribunal do jury proces os la aakos ea
lis!ri?tos, e sio julgados siinullaneamente, aa atos-
im sessao judieiaria ; segnnlo a prioridads da
pr nuncia, ou antes, a antigaidade da priiia. Se-
ria ml regular, que cada nm dos prooMtoau ac-
tusasJH oi rdol do hu d'ili'cto; aqaeJha cooua
qu^m dan a denuncia, pedio a nroaoaaia, aSere-
oeu o- IHmUo. .em uaim* aqaellea, cntm proce%-
sot piwrnxn. Mas prevalax-u 0 exempto a
te, e 0 dewja de refniariear e divtdir nHar o
servico, coBvidaado-se cada um das MWHipl'
para faacciooar daraate uma se-sao jaaiciaria.
Ainda que baseada em ties mn vo, qne sio aa-
Imees, nio derxa esu solucio de ser araitraria.
Vm das arganentos do men illustre r 111 radii 1
e assim dadnztdn :
a A lei diiidio as aoaarcas e-peciaes aa *-
trictos cnmiaaes para 0 exaracto Am jatoia-la di-
reito e sabsUtutos. Ora, ae para 0 julrnnenlo Ios
em
L-.lSB


Diiri* afcftammfoicor.t S^i kktoLMt'mmWMfoitlM



I delireito 36 substituam
i*i Arifica-se i.iconlasta-
proeessos crimes o:
reciprocamenle,
velmeale a respeito^WJ'prWnotores, que tem at
tribuigoescy.uiu.Utiv.as, o fnaecioaara canjuncta-
meflte na mesma circamseripgi":) torrit)rlal,^ra-
5Ms por lei. .
E' am argumento-de manor para roaiar. Adiffe-'
rengienlre cm dous termos da eompara;io e esta :
Os jiiizst tit iirt'do funccionam em dislrictos
a-imituus; isto e, cad:1, w,i no xei+ districto ;
ao pnsso qnt os p'roirn'ores fuhcchMm na mes-'
ma circumsoriprfio territorial; isto 4, onjancta-
mente, cumtlatmamtnte.
Esta essereap e inteiramente contraria aos arts.
215 e 380 do teg. n. 12), ao art. 1'dofiec. n
'iMi, ao ail. i do Dec. a. 5,183, e ao art. 2- da
Dec. n. 5,433. Se uiiia conjarta e dividida cm
dlstrictos especial? :Bhra 0 exercicio das attribui-
g5es dos retpecticos proraofores, segue-se qao o
exercicio das attribuigo'es da cada urn destes tem
cabimento em sea rcpeclivo district! ; Kir oaira,
e limileao aos negoeios do districto, qae'lbefoi
designado ^aindaque dalles poisa tratar em qual-
quer parte da cooiarea.)
Faltando, por inexacto um dos jermos da com-
paracitf, Wmr* oitureza, quo seria improcedonte, ainda qaando a
inexaeiidSa uao existis** AdoiittMido-so por Tim
mo men to, nov os dom aromotecei funccionam cu-
nralalivanierMe em twM mama eircum^cripeio
territorial, e nao em districto* especiaes; *ogoe-se
qne sie tubstititt-os rec procos i 'Mnilissimi. ao
contrario, a eubstitnicao reotproea tornar-se-Me,
em ta! oaso, ab*o4taen:e impos*rvo1.
Se quaesguer actos da tiromotona podara aer
indistioctaaieate praticadas i*i aaakiuer dos pro-
motores ; se (<% opt/as oafevpaj cada um destes.
tarn oomaptoiipia para praticar todo e quaiqoer
acto da promoleria, seguase que, na filtidkum
pmo$rj uma cmnpeiafiwa nova ; io aigmen* e-circulo
de suas attribuigSes nao passa a exercer func-
pdes albeias ; em sumni nao substitue; cantinua
a fimccjoaar *e jM>ejtraprio.
A substitu>rao Ya:iprooa, o exercicio eumulartfo
e indistincto, e a dottrina da que 0 adiuncto naq
" pode daf uma qoetxa ou rtemineie, seifco por in-
'crutsdio do promotor (como acontece ass inli-
geote* ), fariam do eargo de-adjuneto nesta caai-
tal uuw completa iuutiiidade, uma excresc ridica.
Teatando evitir esta comequeacia, 0 Sr. Dr.
uom*s Parente ki uma dirtino^Io -arbitraria ; a
sauar : quando u impadimento e" absolute calio a
9ttb-Kitui^j ao adjuuoto ; qoani') 6 aciidsmai 03
proiiiotores se subitjlueui rejiar,oi:a/naDJs ; fiorqua
refit tfHaes attribnicoes.
Pfpva d-oiais osla razio, pois subsiste ejp am-
bt5 os casos d) impedtmeato.
Aieui Ji-so 11 "11 me pai < cf be rente que, tendo
cada inn. dm promot->rcs cimp^teneia p: os actos praticados por s.20 eompanneiro, ^6 poss
jabstiHii-Jo pas peqntnit falias, qnero diser, nos
iuiptuiimcitfas accifci^aet; ao passp ,que asubsli-
tuleao plena partenpe' ab adfuneio, jue neajiuma
j^io^oteacia tem, qiuudo estij eto exerticio ara-
"b^ 0? promotores.
Ainia accresce um reparo ; guem podo 0 mais,
pole o-menos ; se 0 adjunoto pole substituir um
dds pr.iuwtores oju toils a- que two podera sabstituilo cm algumis *
N 1 ani^ >, a |ue uspondo, wem ciudo una accor-
duo do Tribunal da Relacao desta provineia, 0 qua!
auujilou um julgameato, aleai de oulras razoes,
pw t-T 0 adjuaclo assistido ao sorteio, estariflo eai
axercicio 0 promotor pu'-ilnu.
(mpre.;sionou-m3 Mm citacao. B?.-taote firme
era ahulia convic^io para resistir ao imperio rao re-peitavl antjridade ; mas nai 9eria fao fir-
jac a ;j!!ii5 im quaes por ella se deixaria:n levar mnito
paturalmenle.
S'jppuz ter a Relajio decididi, q.i', eslando um
Jos proiuJtores fora do eiercicio, cabo 40 outro, e
nao ao adjuncto, assistir ao sorteh.
L'locurei 0 accordao citado (0 qual por ser mui-
t> eWeBso deixiu da ser iranscripto iutegraloienti!)
e. 0:11 rauita satisfajao niiutia, veriGquei a impror
c-dencia da-eitaf.io.
Na coijarca da Imparatriz da proviujia das Ala-
-. t'oram proces?ad .s 1 adfogado Lueio Soares
de Albuquerque Eusta juio, 0 vigario i'urcza,
t nuns E' uma comarci geral, e tem Ions ter>
mo-, 0 da laioeratriz eo de Murissy; senJo, porem,
mstaurad'j o process a) primeiro, onde reside 0
promu'.jr. Estava eue om exer-cicio, quando 0
adjaacto dotermo da Inqxratriz-assUtu ao sorteio.
Ettando 0 pro Tutor em exercicio, e nio tendo im-
pedimento, nao podia 0 .'.djuacto praticar a jhl-119
acto.
As altrib iieoe< iieviliares ao adjunct 1, quer no
termo da residancia do promotor, quer nos outros,
fora n no arligo aritsceiente miadamanto ex-
post a-.
Ja >: ve, (|U b<>m dacidio 0Tribunal da Pielacao,
mas a decisao nenbuna applica.-a) tein ao nosso
casb.
N> ui:i p-mvt p'llilievd) e:a i io correata
lee:n-se estas VafV
n;.i i-Hie 0 adjunct) sabstitue 1 qualquer dos
promotores em sas imp^Jimentos ( lleg. de 22 de
novembro de i71, art. 3 3). Ulle nao e ad-
juncto de um 56, was de ambos, nao e substituto
immediat0 do um so, mas de ambos, isto e, de cada
um dellcs.
ilav.jnlo agira nesta capital doas promotores
publicos, e tendo estes dous promotores um adjunc-
to, Ja-se 0 luasmo que i.a corte. a
i-'oi dito em coalrario, que 0 art. 8' 3' do Reg.
nlj tiaha applieacSo eatre nos por aor uma as-
pecialidadc.
Ha especulidades no art. 8 3', sem 0 qua se-
m Miaa -taittmltmm; tul* eoiMMtom iA"4m ter
.I adjuncto, na corte, uma gratifi:a;V) de 503i,
nao ubstaate a disn isi'.a.i do ^ t" diqaeile nusmo
?rtigo ; 2 na accumulacSo do sargo de fiurador
geral de orphans da scgunla vara aovaiasata
creaJa.
Njo.ee pade sappOr qjia no Iteg. 3eas!abl*caiso
!', que parejeu 111:1 s conveuiente, do funceio-
nar 0 adjuncto, fo~sem rtiguladas as suas altrjbui-
cues, e entretanto se abr.sso desde logo uma ex-
capca 1 relativamenta a'curte. Que jastiticatjSo po-
Jeria ter smelhanto oxcepgio ? Xenhuma.
Grew ter mostrado a improcedeneia ds todas as
jiiijeraeees opistas.a minUa publicacao de 2 do
eorreale, nao obsjaote r. prollciencia de quern as
oppi'it, 0 distincto Dr. 2" promotor publico desta
conurca.
"vj.-te, e no anterior a'tigo se enconlrara a re*-
posta de algumas d.as ob-ervacoes feitas em um re-
cente e bom elaoorado escripto do Jornal d) Recife
sobre esta questao ; tods via prelendo oceuparme
delta em especial, ainda que muito resuaiiJam.mte,
para uao repisar, em niande parte, 0 que tenho
dito.
Recife, 18 de maio de 187i.
Qliveira Fonceca.
Ao publico.
Nio pretendia rslpondar a Provineia, mas nio
deveaJj ficar sem reparo 0 que tem ella, dito a
respaKo do iibdeltjado do 1 districto deste ter-
mo, 0 ciiadiio Manoil de Barros Wanderley, 0
qual foi por miur toroposto, e posso afflrmar qie
acha-se em condi^pes dos ma s habililados desta
localidade para esercer 0 dito cargo, e tendo 0
Sr. Dr. chefe do policja, confiando na proposta,
aprosentado 0 aeu 00me ao Exm. Sr. pre-iiJente
da proviacia, venho a imprensa exp3r ao pu-
co, nio conhocedor dos negoeios desta looalidado,
a verdade de* factos.
0 cidadao Manoel de: Barrros Wanderley foi
mandado demittir de eserivao da subdelegacia, que
hoje exerca em conseqtnncia de calumnias de li-
beraes desta localidade, os quaes prevalecendo-se
de um pobre miseravel ) conduziram a prasenca
do Exm. Sr. presidenta la provineia, 0 qual as
ouvjo e maodott q/ie 6e apresentassem ao Dr. chefe
de policiaije entao, a de facto foi elle demittido e
proceasado ; atm^a, pof Tinganjas foi elle envolvi-
do no processb, que por crime de sedulas falsas
ss insfaurou nesia loealidale contra 0 sabdele-
gado entao em exerclcio; mas innocente, como
era 0 actuil subdelegaAo t*nto em am, como em
outro processo foi despronanciado antes de ser
proposio a nanwftdo, ej e a Provinci* nao quer
ignorar is(o, recorra ao cartorio do escrivio
Da n ueaa-oj na eidide da. B^cada, e vara nos
respectivqs aut03 as desjironuncia; pelo dignissi-
mo juiz de direito da comarca 0 Sr. Dr. Caetano
Estellita Cavaleanie Pe-sja, caja iategridade e in-
dependencia mada oao lo/arn postas am duvida.
Respondam ajjura os senbores da Provineia, am
lixnen nestaa condicdas sera reo de policia ?....
Fai pmposio e nomaado am reo de policia para
fixereax cargo da aoliaa I
Nam tanto cynisau s^qhores da Provineia.
Kogenao Bom.Sueeeas, 16 de maio de 1874.
Pr**cw Mamori Wanderley Lint Junior.
0 abaixo as tr*a.pbiicaciftfeita pel* Sr. Daminges de Sau-
za BwMfl, lOMNfeao Mario it Pmrnamkue* da
16 do corrente, qaando diz que os medicos an
dtmcomseus rm^ftf iflM f>'<" pel* sa dif
pharmaceutico lastimomesmo.gae o* BafrojIU'eMe eflvolto
meu nome n'um. aamfcua^ado qme nao o bonra,
maxima send^djs|kif of aojkun|o da verdade.
Recife', 18 de maio de 1874.
0 pharmaceuticOji^ajuim Rodrigues Colhs,
Saude publica.
Por ordemdiiTUm. $r. inspector da satida pu
blioa, commendador Ur. Padro do' Attahvd} Lobo
Moscoso, fazsa pnblico qae 0 masmo seahor xa-
minou a pharraaeia normal, sita no largo d mer-
cado publico, em S. Jose, pertenceate ao pharma-
ceutico Jose Elias da Moara, e aehon-a provida de
medicamentos novos e de roperior qoatidade, as-
sira como da todos os atencilios necessarios para
0 bom desempeubo da sea servic*. Do qae para
constar annancio.
Inspecgao da saude pubflca de Pernarabuco, em
6 de maio da 187*. 't + i
Oeacrevente,
Jose Eduardo da pouzi Landim.
DA
Siinlissima Trindade.

Mamti*fa^'.femiMbr}MmW 8ra,c;
jw com 4X000 ikdos de assucar branco ; Lar-
Jleste erta*eecinienlo de mstfaetSa a edacarao 'yalho-4 Motoeira 330 ditos 0*01 26J50fditos dp
' ~AXfi* a m de Jaico. o.naaor -maclonal
de meniftas, sob a direetarift w M: Sra.'l),
Philomena Jersey, a suas Exmas. irmis D. Lande-
lina Jersey e Da Oli*din Jersey, admittem-se edu-
candas mediaitf I pens* nenskl de 40i, sent
mais outra de5pejB,.a apjeodpn: lingua nacional.
inglez, francez e italiaaen fallar, escrever e tradu*
zjr ; gajjgfajibja, aritqine^CA, Jiistpria, piaeo, dap-
ca( musica e desenh >; toda a especie de bor'dados,
e os melhores principios da religiao christa. No
interior do estabaleeimento fulla^se 8i)aotte fran-
cez, a e incompativel 0 prflffessorato do sexo mas;
cnlino. "r<^'*
I I Mil
JUNTA DOS C011RETORES
lruc do Recife, IS de iu-10
de H'S -A.
AS 3 HORAS DA fikiRttE.
___________ COTAQOES OFFICIAKS.
AlgodSo do Macei6 V sorte 8^700 por. 15 kilos
posto a berle a frete de 7(8 d. e 5 0|Q,
sabhado. ,. _
Algodao-de Maceio aiediano 83200 por 15 kilos,
posto a bordo'a-ftite de 7(8 d. e 5 0]0,
sabbado.
Assucar bruto baixo 1400 por 15 kilos, saw-
bado.
Anolicis da dividapublioa de 0(0 .S Ui OjO
de premio, inclusive 0 jure vencido.
Gambio soiire Londres ,a 90 dav. 25 3|S J. por
um, sjt>ba4o. mm
Descopto de letr,a$ 9 OiO aa^nno.
U. de 7ascontetI03
i*reideate.
A P. de Lemos
jjecretario.
El
Raadimeoto do
iwoi do iia 18
4FANWOA.
i)l 1 a 16. -
a
448:2i2ii60
32:iii4489
480.636i9.19
Descacregam boja 19 de maio de 1871.
Patacbo allemao SicoUus mercadorias para
alfandega.
Patacbo dinaraarque* Katie farinha ja despa-
chada para 0 5 pooto.
Patacbo americauo -Water Wicili farinha ja des-
pacliada para 0 5> puuto.
Barca ingleza Zayda machjnismo ja despa-
chado para 0 caes do Apollo.
Barca franceza Santo Andre telhas e lljalas
para 0 trapiche Gonoeigao, parade-pa-
char.
Brigue inglez Dante basalhao ja despachado
para 0 trapiche ConceLeao.
Patacho Inglez.iifltia -bacaJhao ja despachado
para 0 traiioha Cooeeifio.
Patacho i^gkz flereus farinha ja d/spachada
pajao cjes do ApoUo.
VLTElUgAO NA PADTA DOS PREgOS DOS OKHKBOf
SL'/EITOS A D1REIT0S DE EXPORTAQAO, NA SEMANA
DB 18 A 23 DB MAIO DB 1874.
Algodao em raraa ou la 512 rs. o kilo.
Garvao de pedra eslrangeir.o, tonelada metrica
.^000.
Garoco de algodao 20 rs. o.kilo.
Crina-animal em ftrute 300 rs. o kilo.
Alfa{lega de Peraarabuco,l6 de aiaio Je 1874,
0 1 conferpnte -J. Ribeiro da Cunha.
0 I" cc.nfarente-A. C. de Pmlho Borges.
Appro?* Alfandega de fernaaibuco, 16 de
maw de 1874.
0 inspector
Fabio.A. d? Carvalho lids.
4 Silva. Eleio 4
Encalyptus 6 pes
Livia Soares, 3 a
& G.
Guima-
liii jortucio.
Brigue nacional Galgo, cntrado do Rio-Grande
do Sul em 17 do corrente, a coasiguado a Fran-
cisco R. Pinto Guimaraes, manifestou :
Xarque 217,o6i) kilos a ordem.

Vapor portugaez Julio Diniz, entrado do Porto
era 18 do corwnte e consignado a E. R. flabcllo
& C., manifestou .
Agua mineral 6 caixas a J. A. da Cnnha Porto,
2 a J. Antonio Ma a &: Silva. Ameadoas 1 bari-
ca a J rge Tasse. Azehe 1 carxa a^rbHo F. Lopes.
Azeitonas 6 ancoreta*1 a Francisco Guede3 de
Aranjo.
Ghinellos de liga 1 eaixa a Jorge Ta-si, 1 a M.
S. Pinlwiro, I a Rodrigues Irmao i G. Gordas o
rolos no* consignatarios. Capachos 2 fardas a J.
Antonio Maia Silva. Ghocolrte 1 caixa ia Men-
donija Corre'a & C. Cha 20 caixas a Thomaz de
Aquino Fonseca & Successores. Gonservas I cai-
xa a J. da S. Regadas.
Escovas 2 a J. Antopto Maia
fardos a Rodr^iM|4rJiipA. C.
a Jose da Silvf lh$o*ct Bihar
Fechaduras 6 caixas a Tito
Carvalho & Noguoira, *R Parente Vianna
lmagens e perloncas 3 caixas a Silva
ries & C.
Lampreias deescabechc 1 caixa a Francisco
Guedes de Araujo. Livro3 1 caixa a M. J. G. Car-
doso, 2 a De Lailbacar & C. Linda 1 caixa a D.
T. Bastes. Lavas da pellica 1 caixa a Cunha Ir-
maos & C.
Objectos de cbumbo 1 caixa a J. Antonio Maia
& Silva. Obras de palhe"ta falsa 1 caixa a D. T.
Bastos. *
Pomada 5 caixas a J. Antonio Maia & Silva, 20
a D. T. Bastos. Pentea 1 caixa a i. Antonio Miia
& Silva. Pentes ^fJWrW I caixa a M. J. Ribei-
ro A C. Pregos ll'ltnsja.|ilva Guimarae3 & C.
Presunto 1 ca;xa a B. Daarte Campos.
Roupa 1 pa'cotea J. D. das Neves, 1 caixa a F.
B. M- Dias. Retro^ 1 caixa a M. J. Ribeiro A C
Sapatw eaixa A Domiogos T. Bastos, S a M.
N. da Fonseca & C Sanluario e perteaca 1 caixa
a II. C. Soares. Sanluario, imageas a uulros ar-
tigos, 3 caixas a M. J. da Cunha Porto. Sabone-
tes 1 caixa a Sooaa Sa Si C Salpicoas 4 lalas a
M. Giiveira Maia, 1 a J. da S. Regadas, 2 caixas a
M. Correa & C., 2 a Antooio J. Maia A lrmio, 1 a
Parente Vianna & G., 1 aJ. J. Mandon^a.
Tamancos 1 caixa a A. de Paiva Ferratra.
Vinagre 1 barril de 2 almodas a J. F. Lopes.
Vinho S5|5 e 100 caixas aos conngnarios, 50| 10
e 5|5 a Beltrao & F.lho, 20(10 a Thomaz de Aqui-
no Fonceca & Successores, 18 caixas o 22|10 a
Oliveira Filhos A C, 25(5 a J. J. R. Contento, *4|5
a J. J. R. Mendes, *0|10 a D. P. da Freita3, 4i5, a
Simpson A C, 1|5 a M. J. Pnrto, l)g a 6. de C.
Quintal, l|t a Silva Guimaraes A C, 1(4 a Ferrei
ra Guimaraes A C, 1(4 a Mandonca Correa & C,
2|4 ao Barao do Livraraento. 3 caixas a J. F. M.
Guimaraes, 2(2 pipas a M. Farreirada Silva, 2(5 e
1(10 a A. dos Santas Coimbra, 1|10, 1(4 e 1|8 a A.
Paiva Ferreira, 1(8 a A. J. F. Monteiro.
Patacho inglez tfereus, entrado de Baltimore na
mesma data a consignado a Jobnst an Pater A C-.
manifestou:
Banba 200 barris a Souza Bastos- A C, 100 a
Magalhaes & Irmao.
Farinha de trigo-,2S0 barricas inteiras e- 200
meias ditas aos consignatarios.
D5SPACH03 DE EXPORTACAO NO DfA 16 DB
MAIO DE 1874.
Para s tWrtM do. extirior.
verpool, cafregdn : J.F. Ferreira 100 saccaseom
9,184>(2'kiloda algodap.
^ No brifue hespanhot Barcelij, paraBarcoIlo-
na, carregoo : P. A. Moirteiro 3S>saccas com 2,361
kilos de algoda).
Na barca fraoceaa S, Andre, para o Havre,
ca rregou : E. A Burle 4/ C. 146 saecas eoayf
11,065 kilo? de *W*if r I
Na barca* pvti%aeia Awgria, para Llsboa.
carregoo : M. L. Paea Barreto 400 saccos coif
ItUos da asMiear branco e 100 drtas com
datus da 4'to mascayado ; A. Lovo 40Q4ito
com 30,030 ditos de 'dito branco : para o forto,
S. GdimarSas AC. 500" dilos com 37,500 cHtos de
dito.
Na barca portagaeza Novo SiUncio, para
0 Porto, carregou : 4. Coideiro. 23 barriquin^as.
com 866'kilos de assucar Dranco
No navio pormgaez Azvrara, para 0 Rio da
Prata, carregooj A.Gordeiro500 pipas $ora 48,000.
Ittrosde/maffofeT ,t>in\
i*>rpBlll -odtigaez torttal, ?iara 0 Rio
da Prata, carregou : P. Carneiro & G. 50 pipas
cam 21,000 litros de agaardente.
Para os portoi do interior.
Parao RIoGraade doSul, no patacho na-
cional Africano, carregou : A. F. Balthar Sobri-
nho 210 barrica* com 14,329 kHo de assucar
braneo.
-r Baca-oU* 6an4 do S^ a ecaoa i/rfi-
leira t-'yafi*. carregou : Aworim Irmaos A C 580
barricas com 33,793. J*i, lulo* de assucar brance p
20 ditas m^tAVf Af^'^ii^it0 Jiwscavado.
ParaVxmeida- JaMln,iia> iavio national
Bajfe v
Cteot.
Coimbra
CoyflW
El fas
Extremoz
Famaiicao
Faro
Figueir*
Guarda
Guimaraes
Lagos
La me go
PoalsdoLmia
PoMa^oao
Porto
Povoa de Vaxajm
e&
Vianna
Villa do Gonde
Villa Baal
Vinhaes
Voeu
Vi||a N. da Carxaira
Funchal
JtfrncAs c#m27.1 m
Para oTara, no
Anadia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvaa,
Amaraato.
Gtrimaraei.
Covilha.
Melgaeo.
rortjJegre.
Ara*s .de val de vez.
.Celorioo de Basto.
"Camlnna.
Mangualde.
Wref "PoteWdo'Lima.
sou : E. A. Burle & C ^0 barripas corn flOOtytfos wvaa de LaBhoaa.
de assucar tfraneb. 'VJla-HoTa de BorMrto.
tendifpen'
'dam do dia

tANB*GA
. 10:608*52*
48 ..... 933*633
No dia 18 '^,OR rth
rYimaira poajy 'Sfth JW' '** J -''*
*
Sic^CcBceicao '. !
-
"M
877
Mi
i
SEBVJCO MAR1TWO
\l>/.rfiiigivt desi^rTe^aiia8 do trapiclie da
adea :
No
No
So t

alfand
.rapicha t^ceica, ^
O
29
-HECESEDORlA DB
.RA^S aE
iendiinaktt Midi
dem dofdi
RENnAS. ItrTrJiNAS GE-
PF.MAMBUCAt
16.].U-I II
7:170*279

h*
GODJSOLADO PROVWCfaAi.
Randimento do dia 1 a 16. 55:357*241
fdem do diad* "i"^-"^". Im m 6:38U9oI>

.


V" "" d-----------------------------------
Navios entrados no dia 18.
Z:IKS.*"**'***- tt ** TP* **az
Julio Uiniz, da k*80 Umeiadas, connnandanta
Gonteute, eqitipagtm 47, carja varios generos ;
a E. llanhael Rabeilo SC.
Montevideo.18 dias, barca ingleza Wuhsaleh, de
njfladap, capitjb l'eljr (Jra>i^iiL etpipa-
t m ele*>|r|; Jordef I I M Z A
Baltimore. 46 dias, patacho inglez Nereus, de
210 loniadw, lUpiUo U D. Al%s, equipagem
8, carga vaxio>eaeros; a J. l'afcr v\ G.
31:272*366
-1......
61:939*106
RECIFE DRAINAGE,
clendimento do dia 1 a 15. .
!dem dodi3 18..... .
6:326*748
i
6:328*743
SEGU80S
IHMTBIOS
3.*l,
A companhia Tndemnisadora, estabelecid;
aesla, praga, torpa seguroa niaritimps sobr
a.ivios e s-'us carrogamefltos e contra fo.;
am edificins, 1imiariiff mobilias: u>
raa do Vigario 11. 4, parviaiento terreo.
AngiBlof. d'^tlveira & .
A case commercial e bancaria deAugusto
j d'OIiweira&C, a rua do Co-nmercio ns
42, encarrega-se de execur;.ao de ordens
para embarque de prodjetos e de todos o-
naais negoeios de eomraissao, juer commer
craes, qner bancarios.
Detfonta lettras, e toma dinhoiro a pre-
mie), compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, a voatade do tomador, sobre as se-
guintos pragas estrangeiras e aacioajes :
Londres. Sobre 0 OKiori gA!^K of
LONDON, 0 LONDON ASH HANSEATIC BASK,
limited, e varias casas de 4.' classe.
I'ttrix. Sobre m banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE ik C. 6 A. BLUCQUE,
VIGNML A C.
Ilatuburgo. Sobre os Srs. joJLo
SCUU B4CIv l.lshx.M. S*r os Srs. fn*as,
S^ljbs A VIANNA, 0 SEBASTftC J0S DE
1BRBU.
Pwrto. g- Sobre 0 banco cmiQ.Do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o^bang^ commercia-
DO PARA, 6 OS Sr^ FRANCISCO GAUDENCIO DA
COSTA & FIUKOS.
llarauhiio. Sobre 0 Sr. Josi Fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
C'cara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS- t 1 -
Bahia. Sobre 01 Srs. mariniios & c.
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AjentM
SAU^DEJIS BROTHERS 11Corpo Santo--14
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fwote ie feaerva.
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Agfltes,
MQI! ttfttam d C
UL'A PA CHXIZ K. S8.
00 WffiTd
Jfld^ps sj^Jos ye jnwrm Rio da Praia. Brigue portoguez W/e/^seapitao
Jo.-e Francisco Galvao, carga assucar e aguar-
deule-
Porto's do sul.- Vapor portuguer. Jnlio Uiniz,
comniandaule JoaquiHi JoseR) Irigues Coutente,
carga parte da aue ireuxe io.Rarto.
0iTftES,
Antonio Gomes Leal, commendador da otdda de
Chrism, oflcjll da impeml ordem da Rosa, ca-
valheiro da de S. Benlo de Avis, condecorado
ccm a nedalha do exercito cooperador da Boa
Ordem a com a da campaoha do Paraguay, co-
ronet do eslado maior de 2' elasse e comman-
dant* sopierfcr da gnarda aacional do mankipio
do Recife, par S. M- o looperador, etc., etc.
Faco saber que, de cooforroidade com a lei n.
2J95, de 10 desetejibro do anno proximo passado,
Sdiaoosicoes posterioras, reunir-sa ha o conaeiho
e re vista da guarda nacional aeate municipio, no
dia 24 do corrente mez, pelaa 9 boras da maoba,
no pago da camara municipal.
E para que ehegue ao conibecimento de todoj,
mandei iaier o presente edital, que sera pnblicado
nos jornaes desta cidade.
Quartet do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, 15 de maio de 1871.
_________________Antonio Gomes Leal.
0 IIIih. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 3 de junto
proximo vindouro, peranta a junta da.mesma the-
souraria, vai a praca para ser arraroaudo par
(|ueiii menus fizer o fornecimeoto da almienUcao e
dietas aos presos pobrei da caea da doteuclo, nc
trimestre de julbo a aeJembro proximo vindouro,
servindo da base a arrematacan os pregos du ta-
IjbIUs abaixo trwcriptfs,
DIKJAi
NM A -~ 380,
2 400.
2 Gin.
4 400.
8-400.
Sara taiajxai fornaciJa aos presos ceia, na im-
portanCia lie ISO rs., em gtranto esta orcada, o
almoco na mesma proporfao.
E para constar, se inandou fazer publico pelo
pfaseate jornal.
Secretaria da tbaaouraria provincial, 15 demaio
de 1374.
0 official-maior,
_________________'Miguel AAiebu Forreira.
0 eapitao ioao;Fr?ncisco Amnnes, juiz de pat do
1* districto da fragnczia da Boa-Vista daeidade
do Recife de Pernambaco, em virtude da lei, etc.
Faco saber, qae par pane de Jovino Baadeira,
me foi feita uma pedeao, pela qual me pedia que
o admitlisse aJustiQcar a an send a e incerteza do
lugar de residencia de Antonio daCoslaeJi, e
justrficando quanto lhe bastasse, mandasse pasiar
carta de e titoa para ser eitado, onde qner que elle
se ache, afim de vir a pnmeira audienda deste
juizo que se fizer, passados os 30 dias, para se
eonclliar com o supplicante acerca do pagamento
da qaantia de 18 600^000, qae com sua mulher
D. Idalina de Siqueira da Costa Menezes, sio de-
vedores ao jusBficante, resultado da garantia de
duas hypothecas, sendo a 1* de 5:0O0, vendda
em |0 de agosto do anno proximo passado, eat'
de I3r600i, vencida em 26 de fevereiro do cor-
rente anno ; e bem assim dos juros vencidos e
vencendo.
E pprope jusliQcou o deduzido em sua peticao,
lhe iiiandei passar a presente carta de editos, pe-
ta qttal cito, chamo e requeiro ao dito Antonio da
Costa e Sa, afim de que venba a primeira audien-
cia deste juizo, que se fizer Undo dito termo, senJo
as audieueias as tercas' e. sextas feiras, na sala da
casa do juiz de paz, a rua do fl-spicio.
E para que-ciiegue a noticia de todos, mandei
passar a presente, que sera atflxada nos Ingares
do costume.
Juizo de paz da frepuezia da Boa-Vista, em 1 i
de maio 4e 1174. Kz escrever, sirt:revo e as-
signo. ecrivao. Alvaro Paulo JoJato.
Juap t'rancisco Animus.
J?t-Ia t :esoajrarja pcovincud se faz publico que
foi toansftrida para o dia 3 de joalio sraaimo via-
doui* a arrdnialacib da obrt da ponte sobre o
rio Scrinhaem, no lugar denominado Pao-Sangue,
prcada em 9:570*.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
narobneo, 16 de maio de 1874.
0 official maior,
M.guel Affoasi Ferreira.
9 Mm. Sr. iiiacettor Ja thesouraria provin-
cial manda fazer publico, qne em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. prdsidente da provineia de 6
di maio, pcranteajuiita desta tlMsoararia, se ha
lie asreilalar a dia -21 dp eonenio a obra dos
rparos da estrada e einpeai":)ento da siibWa da
ladeira do Barro, oreado. eua l:6i7^800, debaixo
das cojidiioas abaixo duclaradas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata
gao .coiuparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia aciina indicado, ao meio dia.
E para constar se mauiuii pj.b.icar o presente
pelo jornal.
Secretaria da th^ouraria provincial, 13 de maio
Dioffcial^Uor
Miguel Alfonso Ferreira.1
Clausulas espedaes para a arrematac&o dos re^pa
ros urgentes da esirada e do empedramwata da
subiaa do Barro, na estrada da Victoria.
1> Os i^|)uiJVl dVistrada c eWirameQto us
subida da lailfsca do Barro, stfio executados de
confjrmiaaio com o organwnlo, na importancia
deal:647#8CO.
1' 0jgFamJtaiito dAa conpecoft ftlya nojxdzo
de iki dias, e a|qji^jfuira iotlo-daus fi*s.
3* 0 pagamento sera cffectiiado em duas pres-
tacees igttae*; a I" quando liver executado a
metade fla obra, e a f na oorn'tntao da mesma,
que sera recebiaa deCnitivament.
i* Para tudp maie que nao vai especificado nas
presentes clansalas, oaservar-se'ha o que dfcpoe o
regulamentode 24 de fevereiro do anno corrente.
Conforme.-Miguel Affonso Ferreira.
0 errgenheiro chefe
0 major" Antonio Rernardo (jiiinteiro, juiz de paz
da freijuezia de Santo Antonio da cidade do He-
cife de Pernambuco, em virtude da lei, etc.
Faco saber a quem convier que vao ser arre-
matados por venda, tin Jos os dez dias da lei, pof
quem mail Jer, o bens stguintcs :
50 chapEos de gel, sofJidtj.s, de al-
paca e algodao, a -ft* c*da dm, todos
na imporlaocia.de
30 ditos inutilisados, a 600 rs., to-
dos na importauoia de
22 armncoeS de alMs, a 160 rs.,
todas na importancia da
1 armagao envidragada, na impor-
tancia de
1 arraario pequeno em mao es-
tado
iO0#C00
134000
35510
iaOaOOO
5*000
WZ>V'tnt5%)
Pheiiix rernamoueana.
Tomariscos maritimos em mercadorias.
fretes, dinheiro a risco e liaalmeute de qual-
foer natureza, em tapores, navios va dia od
barcagas, a premios mnito modicOs.
RUA DO COMMERCro.^,34.
mWM m
Stooa sobra e9e banco a snss-awwiat nasse-
gwntet cidades a villas-: "a-75t^ '
Porwgdf.
AmSradta ''LlittbA
fflffi*' ; SUSSk
Aretae Mmtto
Bansa rV&a-flal
BMtattaa flohel
Os preditos bens fbrain penhorados a Jose Bau-
doux, por execugao que contra este move por
estajuito Aniynio G^a^akas d# MAras. ^
TJado e passado nesta freguezra, errT Iz de maio
de 1874.Subscrevo e assigoo.
0 esetivSb. Coriolano de Abieo. f
Antonio Bernerta Quintejio.
0 t)r. AlexanJre de.Sgiita^WJt^.
nior, juiz substituto JMfsitea da fazan
nal desta provineia de Pernambueo, OTi
Fago saber a todos (JtTtreste vfrem, qua no dia
W do'cqrfante, nasafa djts andrencias, pe\is 11
boras do..dia, se vfendera em praga publics, a ca
si tcrrea n 70, sita a rua da rapratriz, com 3
metros e 10 eenlimfU'oi ie largtvra a 22 metres e
90 centimeiros de comprimento, avaliada por ..
4:0J0i,. e penhorada a Fxaucisco Maia Carles, pa-
ra pagamento do que deve a fazenda tia'ciohai.
E para que coegue ao conhecimento de
(Odds'i mandei passar o presente qua sera"
pu'blicado pela imprensa e affixado ribs lu-
gares do costume. r~Jll>*'
Recife, i de maio da 1874.
Eu, Joui Francisco do Rego Barros, escreti.
subscrev*.
Pereira da- Canao Junior.
O'llhh: Sr. inspeator da thesouraria, em vir-
tude das disposicdes em vigor, manda fazer pu-
blico, que tem marcado odia 15 de jnnho proximo
vindouro para o concurso qae tem de abrir entre
os praticantes, para preenchimente das vagas de
terceiros escriptnrarios, existentes nesta thesoura-
ria e na recebedoria. Versara o exame sobre as
segulnies materiaa:
, TnaoVia a escripturaeia mercaotil por partidas
simples e dobradas a suas appiioacoes ao eaouier-
cio a ao thesouro ; tradacgae correcta das linguas
ingleza e fraueeza, principalmente da ultima; prin-
icipios da geographia dlisloria do Bratil; Bl
ate equ;.gos do 2" grU; aMimetjca a suas
jcagSes ao commereio, ebm eipeciaiidajde a re*
icio de moodas, pesos e mtdlda?, jurcs slrnpl
Icompogtos. theona de cTtmbios e sffaS applicai"
^Bllftdeitte pwtfea dft-sWVfgfl' drf^aft^iff em
Sacfetariia.da;tBaeouraria da fazenda da Pemanv
0 cYqVfd>ado, setvidflb de sectetario,
Pedrff Re^ns?f6 Tefim.
0 IUoi. Sr. inspector da UKssouraria provin
eial manda fazer pubheo que no dia 3 de juaho
proximo vindouro perante a junta da mesma the-
souraria se ha de arrematar, a qtitm por menos
(izer, o fornedmento de roedicamentoa e niensis
precisos a enfermaria da casa do delungao por
tempo de um anno a conlar do I. de julho do
corrente anno, a 30 de junho de 1875, servindo de
base a licitacao os precus constantes das respecti-
va- tabellas'.
As pesso'as que se propozerem a esta arremata
ciio comparecam na sala das sossodfl da referida
junta no dia acima kiJ.cado pe;orueio dia.
E para constar se manJou faaer publico pelo
presente jornal.
Secretaria da thesouraria provincial, 15 de maio
de 1874.
0 ofllcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Secgao 2' Secretaria da pre>iJeucia de Per-
nambuco, ia 18 de maio do I87'i.
PCir esta secretaria sa faz public*, de conformi
dadc com o 3 do art. 1 do decreto n. 4668, de
5 da Janeiro de 1871, que por portaria desta data
foram nomeados para servir provisjriamente os
oflicios de i tabelliao do "publico, judicial e notas,
e-crivao deorjiliaos e mais annexos a Joao Baptis-
ts da P.ocha Baixa Lins; de^ 2 tabelliao do pu-
blico ju-icial o notas, escdvao do crinu. civel e
maia annexos a Herculano Tueot nio da Silva Gui-
maraes ; de partidor a distqbuidor a Manoel Fran
Cisco Wanderley ; ao partidor e contador a Sla-
o .el M .i ia Meudes da Silva Junior, todos do termo
de Gamelleira.
0 secrelario,
_________Joao Diniz Ribeiro da. Cunha.
0 (Um. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, quo em cumprimento
da ordem do Exm. 3r. presidenta da provineia,
de 28 da abril proximo passado, perante a junta
desta thesouraria so ha de'arrematar no dia 28
do correhf, a onra dos raparos de qae preefsa a
ponte do Trapiche, orgados em 1:650* como de-
elaram as clausulas abaixo menclonadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cio, comparegam na sala.dus sessoes da referida
junta do dia "acima indicado, pel* ineio dia.
E paTa constar, se mandoti publicar o presente
pelo jornal.
^ ofllcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Ctausnlas especiaes-para a arrematafJo dos re-
paros urgentes da ponte do Trapiche :
1.'
Os Spares da ponte do Trapiche, sario exeeu-
tados de eonformidade oora as preseripgoas do
respective orcamento, na importancia de 1:650*.
%f
0 arrematanle dara oomeco as obras no prazo
de oito dias e as coneluira no da am mez mei, a
contar da data d assignatura do contrito.
3.
em tres prestacdes
servico exaeutado.
4.
Em tado o mais ijae nio stiver especiftcado
nas presentes clausulas. se observara o qae dis-
pSe o regulamento at 23 de fevereiro do corrente
anno.
Victor* Feurnie,
Enge'hdro chefe.
Conforme,
Mtgnel A. Ferreira.
I nil 'I.LW
BECU8A0OES
... > ~ i. ,^
Capitania do poriu dePeraambnco,
IX de maio de 18*4.
Por esta capitania se faz constar aos Srs. pro-
prietaries de alvarengas que se empregam na
carga e descarga do^ ftavias, qua sqmente pelo
arco central da ponte .Sate de Setembro poderao
passar as raesmas alvarengas e que de modo al-
gum Ihes sera permitttdo amarrarem espias a
referida ponte.
0 secrelario.
^Eiecio. de Aquino Fonceca.
:.0 pagamento sera effeetuado ei
IgdaeJ, e na proporcae do service
Pela recebedoria da rendas internas geraes
se fax certo que a nesta max de maio qua tem de
ser pago, sem multa, o iraposto peaaoal, reUlivo
ao 1* semestre do axerckio eorrente de 1873 a
74, depois do que sera pago can a multa da 6
por cento.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de saaie de 1874.
0 adminialrador,
Mdoeal GtmaiPorM Sonaa Uaceuda...
i Pordrdftmdo 8>t. presWetile do conserno fiscal,
e b rnestno eohvoeadb pata rttihir-se no dia'21 o
porrtote. as* e tnera ifciifa W raraa. para eW
t*Jfeftrftb 9n 9 isdo art. 8f'dbs estituias.
- wir>, \9 dft tflalli tt 1OT4.
j 0 secrelario,
ptoinb AnM* SOMmfhr Ropon.
Juizo de auaentes
Napr.-vaisto
asnisrtada de
Previaa-aa titta
do Baa. Sr. *
> eacraflofwda eosn-
achario asm po
manda
aa sala de suas sessoes, no dia 7
las 3 horas da tarde, tem, da ser
ordem do I
de orpr aos a ausenles desta 1
precatoria dirifida a aaie |aif%
do termo de Agua Preta, eoatai
paseada a raaneriosanio im I
tista, icataaassteiro a
fallecido Manoel Jad \mm*, i
fare do decreto n. 1695 de IS de
um escravo pertenceatea>e
de nome Faustina, crioate, de It wmm de I
solteiro.agrieultor, natural Asm anwsnei*, m*
liado por t:t00*.
Em virtodedo qoe sio coovMada*
soas que pnaleadanjsii triei tu> a
rem suas proooslas dentro da eraao da St date,
eoour da data deste, devaad* rafartsssV testa-
menleiro, que e morador aa hit saw da-KteaV-
de Deos n. 18, aprestata-lo aos lieiualaa, atiatdr
4e possam basear suas propaetas. Racist, M da
maio de 1874.0 eserivao
Joao Tibttrcio 4
Companhia peraa ubucaaa
dc nav^gaoao ooekira a
vapor.
Daordtmdo conselbo da direc;ia, eaavidr m
Srs. acckmistas da nova emisao de aecdVs deda
companhia, qne somense realisaram a pnatem
prestacao de 20 *|. sobre o ralgr sutisrripto, a fa-
zer segtmda eatrada a mesma rarK di-n.'m do
prazo de 30 dias, a eoatar de hoje, ro ctc'idon.
do Forte do lottos.
itecife. 23 de abril 1874.
Jh _____________________Gerente m'ris>>._______
A.rmazens da companhia per -
naramcana.
Hegutr^m centra fa>x*
A companWa pernaakbneaaa, dssslo> de x-
:ellent'es e vastos arancens eai en predioao tor
le do Malios, aSerece-os ao coniraanle asa gt-ral
para deposilo de gaaeros, gineassdj a iesic ean-
servaeao das mercadorias inpseiHiM, aervigo
prompto, precot modieos, etc. \
Taarbwii roeoihera, soediaote prenoactyidn,x
clusivamente os geaeros da uma sd peseue. '
Estes armaieos, aleoi de arejados. ^cesaModos
sao inieiraratnte novos e asadalladsW-Msssst de
cupim, mos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utihsar-ee dajta) ar-
mazeas, pederao dirigir-se ao
panhia pernambucaaa, que
tratar.
" SAJSTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE.
A aima. junu adminislrativa da aastta casa da
Misericordia do Recife, manda fazer naMse* aae
da Mae pe-
arwaladu a
quem mais vantagens offeree ;T, peso teaaao da um
i tres annos, as rendas dos predios em eafuidi
ieciarados.
ESTABELECiMENTO DE CARttd.DE.
Travessa de S. J.se.
Casa terrea n. 11.......
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........
Idem n 34........
Cinco Pontas.
asa terrea n. Hi......
Rua da Alegria.
dem n. 31........
Ponte Vellia.
Idem a. 31.........
Rua de Antonio tienriques.
idem n. 26........
Rua do Vigario.
l.'andar do sobrado o, 27. .
Eojaidem.........
PATRIMONIO DOS OHPHAUS.
Raa da Senzaiia vdha.
Casa terrea n. 16......
Becco das Bcias.
Sobrado n. 18 ......
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado). .
IRua.do Pilar.
Caia terrea n. 100.....
Rua do Amerim.
Idem n. 34.......
Rua da Guia.
Idem n. 29........501*000
Rua das Larangetras.
Casa terrea n. 17.......MajMT
Os pretendenles deverao apresantar ao acto da
urematacao as suas (Ungas, ou comparecer^-m
wompanhados dos raanectivos nadorea, slswenJ
pagar alem da renda. o premio da quanta em
a.ue for seguro o preuio qiis contrver esubaleei
cnenlo commercial, asshn como o servico da lim-
peza e pregos dos apparelhos.
Secretaria da santa rasa da raisericordia do Ro
:ife, 17 de margo o d* 1874.
0 eserivao
Pedro Rtdritixe* 4f -S-ilfZ
""*" tOMIA\IIIl
(rillios iirbmio.a do Ueeifi*
tk Mttdn e ItebrriHr-
Nao havendo-se reuni J a
a-eemfcWa geral dos Sr. rc-
cionistas, convorsda para >
dia 8 do corrente, f.fira d
prdceder se a eldgar d nm
m'emnro da ciwimi<*ft <\
contasem nb*tKaigaodeiu-
tro que pedio sua exonerarjb : 5 de novo eon-
vidados os mesmos Srs. acrionistas a se renmr
no dia 23 do corrente ao mew dia, no Ingar dp
costume, para o referido ftm ; e na falts, nreee
der-9e-ha nos termns do art. 41 dos eratut"* ;
isto e, funcionara a assembiea com qualquer ca-
mero dos presentes.
Recife, 13 de maio ds 187*.
0 secrelario,
Luiz Lopes Ca-tello Brattto.
%n$no
UOdOOO
ZJUdOUO
KSfloOll
37UOOO
1S6A0GII
ttdouo
313*000
373*000
NMOOO
421*000
1:000*090
24i*O0-J
1SS*000
dos
Olinda
FinJo o prazo legal se ha de arrematar em ha--
ta pnblica do juizo da orphans da comarca de Otiri-
da, por venda, uma casa terrea de pedra e c.il -'
n. 1, sita no lira do paleo de S. Francisco dest i
cidade, com (rente para o poente. 3 salas, 3 quar
tos, coziuha interna, eslribaria e loja, com 3i pal-
Oios de largura e 83 de fuudo, assente em um ter-
raoo plantado de diversos arracedos fruetiieros.
pertenceate ao espoliu do fmado Uanafacii de Je-
sus da Silva e outros, a*aliado em 3:400*. -Eseri-
vao, Dr. Francisco Lins C*ldas.
Obras militares
A 21 do corrente, pclas 11 horas da manna, tera
lugar na reparti.-ao das obras publics^ Made
acha o ornament), a arrematacao dne cc*cer; >
precisos nas forjas do arsenal dc goerra, orcado-
em 325*880. Os coneorrentes apresentem-se coei
suas propostas em cartas fechada*.
Recife, 10 de main de 1874.
ChryssoHto F. da Castro Cttaves.
_________Engenhdro das obras ssdsstaTM.
0 Dr. director geral interim mand rice 11
rar qae por deliberacao do consetho dir:e;
instrucgao pnblica, tomada em sessio de 16 .i
correrite mei, foi condemnado a saspeasao dv
exercicio e vencimentos por dons mezes, c..m
incurso nos %$ l'e 2' do art. 96 couibiaido c
art. 91, todos da lei n. 369 de 11 de maio de 18V>.
o professor publico da cadura elementar do Rio
Doce, padre Francisco Verissimo Bandeir i.
Secretaria da instracjao publica de Pernambu-
co, 18 de maio de 1874.
0 secretario,
Joaquim Pareira da Silva Gairaaries.
Adniittislraoao iig eorrciis de
PerKiiiilw^.

o JBriuelt <*
Faco pnblico qua se acha em oxecutii; a coo
vencao postal ceiebrad* eatre o imperio do Brasil
e o imperio allemio em 30 de setembro de I
Este correio expedira malas pelos paqaaVs
francezes e britaaicos para o correio ambulau
de Meu a Binferbruc^
As taxas de porte codvedcionadas dara
ros diritntfaf para o Imperio altearao,
Austro-nanjpro e Luxemborira, *> a^< -
ate ao destino dos mesmos obfedo :
Cartai ordinaries por !5 grammas on Iraecio in
13 gT*fanios,lCOrs.
Aaroslras de fateadas, jornaes, gazetav obra*
per-iodlcas, Uvros broehafes on encatfernal -
ipels de mdslca, caudofbt, prospectos, an an:
e avisos diversos, qdwsqam impresses, t.rara*
HEdHl



Diarie Ute Bmiamtaioo Terc* teira 19 de Maio da. 1874
aVamais'
430 faotf l;iva.
obrigatoria.
(aonltativa.
Obrigatoria..
facultativa.
lithographado* ou auteograpbados, grlvuras, htho-
graphias e photograjmias, pspeis dc commcrcio,
prova- de imprensa com as :orreee3es feitas a
mao e manQscriptns, por 50 grammas ou fuc;ao
de 50 gramraos 70 n.
Nio >ii s oarlas comn os outros objectos podem
registrarse mediante o pranio de 200 rs. alem
do perte correspoadente ao sea peso, e, se o re-
metteate de laatquer obfecto registrado exigir re-
el bo do deMisa'ano, pa^ira mais 100 rs. por ease
racrbo.
0 pravio pagaraenta do port.; c facultative so-
Bwnte para as carias vrdinarias e obrigatorio pa-
ra as cartas registradas e demais objectos.
As correspondencas iusutl.ctenteinente Trati-
mea.U soraoiaxadus como cartas nio fraaauea*
las, leva* lo-sr m conta a iinporUncia dos sel-
Jos aSaados pelo retneiteate.
As cams ordiaarias nao fi-anquuaJas da Alle-
maaka, monarch Anstro-Hungara Laxembnr-
o pagario nofcrasil por 15 grammas ou frac
cas de 15 gramma*, 350 rs., quando vierera p< los
ftaauetes Ailemies, ou 500 rs. quande conduzidas
polos outros paquetes.
As taxas de porte das correspondeams diriRi-
-das para paiaes estrangeiros a que a .-r-reie lemao serve de inlermedio, siio as um ilraaihn
na segaiotetabella, em qae tamben mencio-
nam as tanas das cartas nao fcaagaeadas ufWM
rias uos mesmos paizes :
- |
Dinaraerca :
'Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para
o Brasil................. Impressos e araostras de fa-
zendas do Brasil......... 100
Greeia (via Triestre) :
Cartas franqaeadas do Brasil. -559
Cartas nao franqueadas para
o Brasil................ 80
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil.......... 110
Italia :
Cartas franqaeadas do Brasil. 470
Cartas nao fraaqueados para
o Brasil............... 690
-Impressos e amostras de fa.
zendas do Brasil......... 90
Noruega :
Cartas franqaeadas do Brasil. 480
Cartas nao franqaeadas para
o Brasil................. 650
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil.......... 100
Reumania :
Cartas franqaeadas do Brasil. 450
Carias nao franqueadas para
o. Brasil................. 590
Impressos e amostras do fa-
zenda do Brasil......... 90
Russia :
Cartas franqueadas do Brasil. 480]
Cartas nao fran jueadas para
o Brasil................. 630
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil.......... 90
Servia :
Cartas franqueadas djBrasil. 430
Cartas nao franqueadas para
o Brasil................. 550
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil......n... 90
Suecia :
Cartas franqueadas do Brasil. 480
Cartas nao franqueadas para
o Brasil................. 630
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil......... 100
Snissa :
Cartas franqueadas do Brasil. 450
Cartas nao franqueadas para o
Brasil.......590
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil. ... 90
Torquia.
A. Constantinopla :
Cartas franqueadas do Brasil. 480
Cartas nao franqueadas para o
Brasil.......600
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil. .
B. Andrinopla, Anlevare, Bey-
routh, Burgas, Caifa, Can-
dia, Canea, Cavalla, Cesme,
(Chio) Czenawada, Darda-
nelles, Dede-Agatsch, Du-
razzo, Gallipoli, Ineboli, Jaf-
fa, Janina, Jerusalem, Ke-
rassunde, Kustendie, Lagos,
Larnaka, Meteiim, Phelepo-
poli, Perveza, Betimo, Rho-
des, Rotitchouk, Salonica,
Samsuni, Santa Onovanta,
Seres, Smyrna, Sophia, Su-
lina, Tullscha, Tenedos, Tre-
besonda, Valona, Valo, Wid-
din :
Cartas franqueadas do Brasil.
Cartas nao franqueadas para o
Brasil. ...
Impressos e amostras dc fa-
zendas do Brasil. .
C Ouiras localidades da
Tirquia :
Cartas franqaeadas do Brasil.
obrigaloria.:
facultativa.
obrigaton*.
facultativa.
obrigaloria.
SJfacuItativa.
obrigaloria.
facultativa.
obrigatoria.
facultativa..
obrigaloria.
facultativa.
dads.
Secretaria de
maio de 1874.
policia de Pernarabuco, 13 de
Pelo secretarfo, i
Francisco G. da Silva Barreso.
ompanhia Recife Drainage.
0 gereote nan pedendo tomar conhecimi'nts de
aecusacoes quo sao feitas a companhia, enrsenti-
do genertao, pede a todos aquellcs que Hverem
qne(xa< contra os empregados, da cmifratitwa. que
uirijam-se ao escriptorio da empreza,"slto a rua
do Imperador n. 36, para serem atteudides Ou-
trosim, faz pubtico que a companhia sn-i-obrifjada
a remover os reaMuos le cotiiha e'lrxo das casas
a8de fanccienam os seus apparelnns e uada
nie
ft g"rete,
AsVniWrtiiirf.
Companhia Recife ikainage.
Tendo.-se dado inuits eases de petsta* qut. o
dizera erapregadas desta empreut, terem ingrss<>
nas casas fiarticalares onde a prctexto de cenoer-
tarem os apparelnos desmancham e os inatiltsafn.;
constants igaalmente -que -selem dado nestas -oc-
casioes alguns furies, o gerente previae ao pu-
blico tfue todos os seas empregados se acfiaan
munides de am cartao com a sua assignatwa, -e
que-portanto toda e qualqueir pessoa que se apre-
sentar nas casas seas o eompetente cartao,nio vai -a
service da empreca.
0 gereote,
Johan BUmmU
obrigatoria.
facultativa.
100 obrigatoria.
liee-consutaito de Kspaiia cm
Pemimbnco.
Kq el vice-coosulada de Espana, esta aibierta
a suscricion ea fevw de los hertdos swerfanosiy
viudas de la gaerra civil que existe acsuahnente
n Espana.
En vista noes del espuesto se ruega a loe cinda-
danos espanoles residentes en esta proWaoia, para
cada uno a su vz y segun sus recarsos, contn-
tbuiren para aiiviar las penalidades, deaqaelles ia-
feltses que coa la mayor abnegaeioa acuden al
campo de la bataHa, derramaudo su caagve >en
defensa de la iibertad.
Ciudadanos viva Espana, viva la Iibertad, ao
permitaes que seyamos lidos imibo heteregeneos,
bijos de nuestra ara patria, ayaderaos para aii-
viar la suerte de aquellos desdtcbados hermaaos
que hoy se bates, abonando eon su sangre genero-
so y con sus preciosos huesos los campos de Ja\ba-
talla, deyamos uaa prueba a la nation y al mundo
entero qne se bieu estamos tan distantes, no esta-
mo olvidados de auestros deberes, yo espero que
cada an dejara bien puesto el nombre que pose**,
emitamos el ejemplo de nuestros compatriot's de
la Peninsula y del extrangero que generalmente
han concorrido con sus donativos, aliviaodo .por
esta manera, el dolor que oprime aqnelles comba-
tenles.
Me bantecipo en agradecer en nombre de aquel-
los infelises, a todas las personas que se dignarem
concorir con sus donativos sin perjuicios de ba-
cerlo opurtauamente quien ccrrespouda.
Los nombres de los suscritores y el impcrte de
sas donativos seran publicados en ocasion opnrtu-
na en este periodico.
Pernambuco, 13 de mayo de 1874.
Vice-consul.
Juan Biison.
'AfOMio /unfair* Oe MeRo Tamborim, apiOo daj
fragata.-Goafcnne.-S. B. Passe, director geraT1
tostruccfles para aanandar a barra vefba de Igaa-
rassd, na prpvmcia de Piatthy, avutando-se o
pharol a feftw do Sal.
0 pharol da t-edra da Sal, de tea fixa, eefloea
do na nwflmalieuie da Ilha Gratrde erttre a barra
velha k Iguarassii e das C.anarta<, na becca do
rio Panrtiyba, e visive| de 10 a ll milhaa de dis>
tancia. e preine da existeurla do Tochedn i'edra
do Sal qae<<3rre ao NVE magwrtfeo de^sa poma
oa drJtmei* de uma mill)*.
Acha-sc por 2-48,- 5o"'e'IrftituaVs S. e i
IT 3':, 'iAo longitude E. dn Rio rie Xeneiro.
Devein_ Antapraaw, tu tiarra veUta 1e ilKuapas.-u couser-
vr se a liarlavento do paattll. em disiancia de 5
itlh tproxiniaineoRca, arcando-o do NO \0 a
9SO iwiynetici. fimdear m fi-brac.as de a.'ua,
*reia-ctlodo, a esperar prwico.
'CanbonMra Ar0UH-y. to-lie ouiobro Je 1K73.-
Antotm Juoqnim. *? ,4>eh f'Hntnnim. -CspHati di
frapsu.- Coiiiorate. S.B.fVMim, director gera!.
Ceu.onne.-OseurelaTio da capilauia,
Oedo lie Aquino Fotueea.
4DMIMSTa.4.C0 DOS COBREIOS iE PEH-
NAalBOCO, 18 DE MAIO DE 1874
HelflcSo da oorrespondunoia registrada (sem
'valor) reoebtcU de diversas procedencias
ate esta data, e que nao tern sido entre-
gue por ignorar se as resideDcias dos des-
tiaaUrios.
Angeio Bibeiro Seares, Amancio Olympio de
Andrade 6am*, Sraz Csraardiao de Loureiro Ta-
^ares, Cassiano Telles de Argollo, Francisco Per-
reira Vianoa Baadeira. Fruciuoso Gonralves Tei-
xeira, Francisco Luiz Ozorio, Genoveva Franeisca
dos Keis, Henrique daCuaha Rodrigues. Jose lit-
doro Pereira dos Reis, Joaquim Francisco de Vas-
coBcellos Junior, Joao Tertuliaao Ferreira de Ma-
galhies, Joao de Barros Silva, Jose Cruz, Joaoj
Nepomuceuo Torres, Jose Antonio de Souza, Josef
Antonio da Foasoca e Silva, Jo.-6 Pereira dos Saa-
tos, Jose Gomes Neves, Jose Joaquim Goocalvts B?slos, Joao Fran-
cisco de Arruda Falcto, Jos6 Pereira dos Santos
Portella, Laiz Frederiee de Barros Rago, Laduvina
Felisarda Marques, Maaoel Alvea Gnerra Junior,
Manoel Francisco Teiaeira, Manoel Julio da Silva,
Manoel Luiz Falc^o Benevides. Manoel Francisco
de Arruda Falcao, Pshcarpo Jorge de Campoe,
Salvador Antonio Munis de Aragao.
0 official -encarregado do registro,
______________Jose Candido de Barros
ADM1NISTRA' AO DOS CORREIOS DR PERNAM-
BUCO, 19 DE MAIO DE 1874.
- Malax expellr-se
Pelo vapor nacional Cururipe, esu administra
^ao expede malas para Mam-.nguape, hoje (19).
iiecebera-se jomaes, impressos e cartas a regis
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ate 3
boras, e estas ate 3 tjz, pagando porte dnplo.
Q adrainistrador
Alfonso do Rego Barros.
Para.
Para 6 indfeado port pretende seguii
torn a possirel brevidade o patacho portu-
guoz Axurara, ,por ter-a>etaior parte de seu
carfegametito engajado e p-.ra o resto que
Ihe fal a trata'se -com -ns consignatarios
Joaquim )o*4 Gont}ahes Beltrio & Filho,
a rua do oromeroio n. 5.
Libras eslerlioas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Una do Commercio u. 42.
r Ml-UKSSOUVHliUKIiKM'ORTO
Kn.rcnDlHiMip do nnvrcnrno a
%mpor t>lr* Poiriimii Brasil
O VAPOR
f ommasdnnte I ontcntr
E' esperado da Eu-
ropaem 15 do cor-
rente, e depois da de-
mora do costume den-
tro deste porto segui-
ra para Babta e Rio
de Janeiro.
Passagens e fretes de cargas, encomraendas e
valores, :iratara-se com os
AGENTES
R. It. Rabello ft C.
48 Rua do Commercio 48
1 OMI>4MIIA HltiNII.IIHA ~
DE
VAVEGACAOA VAPOR
Horios do norte
LEILOES.
Leli
ao
DE
mox-ers do casa de familia e de escriptorio, e um
presepe
CONSTANDO DE :
Ora piano, I mobilii de jacaranda, jarros para
(lores, 1 magniOco lavatorio de jacaranda para
duas setsoas, com pedra e deposito para agna, I
cauia frauceza de jacaranda, 1 guarda-vestido, 2
marqut5es e I eommoda.
Doas aparadoies de armario, cadeiras, mar-
qwezas, sofas, raetas, e muitos outros objectos de
-casa de familia.
Hoje
Vs tti lj liorns.
No segundo amlar do sol>ra Bom Jpsiis n. 43.
0 ageate Pintu fara leilao, por conU e ordem
de uma femilia que mudiu de residenria, dos mo-
veis e mais objectos aeima menrionados, existen-
tes no segundo andar do sobrado da ma do Bom
Jesus n. 43.
Em continaacio vendera o mesmo ageate 4 le
tras no valor de 1:309*000.
LEILAO
can-
ho-
l omraandnnie Carlos Gomes
E' esperado dos portos do ul ale o dia 16 do cor-
rente e seguira para os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUADO VIGARIO-7
_____ Pereira Vianna 4 C.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
0 caixa desta companhia o Sr. Corbe-
ruano' d'Aquino Fonseca, acha-se autorisado
a pagar no seu escriptorio & rua do Vigario
Thenorio n. 19, das 10 horas o 52 "dividendo d^sU companhia, findo em
30 de abril do corrente anno, na proporgao
do 3<>000 por a police : previne-se aos Srs.
accionistas que o pagamento sera" roalisado
em moedade cobre
Escriptorio da companhia do Beberibe,
15 de maio de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
THEATRD
Santo Antonio
KHPAXZJL
.'."0 facultativa.
800
100 obrigatoria.
400/ Obrigatoria
I ate a frontei-
ira de sahida
Id"
Cartas franqaeadas para o
Brasil.......
Cartas nao franqueadas para
o Brasil......
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil. .
590
I'Austria.
830
110
facultativa.
110 obrigatoria.
Cartas nao franqueadas para
o Brasil.....500
Impressos e amostras de fa-
zendas do Brasil. ... 70
Egypto. (Via Brendesi)
A. Alexandria :
Cartas franqueadas do Brasil. 520
Cartas nao franqueadas para
o Brasil......6&0
'Impresses e araostras de fa-
zendas do Brasil. e .
B. 0 resto do Egypto :
Facultativa
para o Egyp-
to inferior e
obrigatoria
para o Egyp-
to superior.
Re gjstra dos
so sao admis
siveis cartas
para o Egyp-
to inferior e
Egypto cen-
tral.
Das correspondencias para os paizes estrangei-
ros a quo serve do intermedio o correio allemao,
so pedem ser registradas as cartas, mediante o
premio fixo de 200 rs., alem do respectivo porte.
Quand > estraviar-se alguma carta registrada,
pagar-se-ha ao remettente uma indemnisacao de
20^000, se a reclamacio for feita dentro do prazo j
de seis mezes. A perda de mala, devida a acci-
dents de forca maior, nao da dlreico a indemnisa
;ao alguma.
As amostras de fazendas, os jornses e livros,
etc., os papeis do commercio e os raanuscriptos,
para gozarem do porte reduzido qne Ihes e appli
cado, devem estar cintados de mode que seja facil
reconhece los e nao center palavra ou signal al-
Jum em manuscripto alem do nome e residencia
a destinatario, a assignatura do remettente, e
quanto as amostras a marca de fabrica ou de
commcrcio, os numeros de ordem e dos precos.
Nenbum maco de amostras devera ter valor
commercial e exceder o peso de 250 grammas.
Os macos de jornaes e outros impressos, assim
como os de papeis de commercio e mannscriptos,
nao deverlo txceder o peso de um kihgramma.
Serao considerados e taxados como carias os
objectos acima referMos quando deixarem de ser
observadas as condi^oes declaradas ou quaDdo nao
tiverem sido franqueados ate ao seu destino.
A correspondencia relativa ao servigo postal e a
uoica que nao esta sujeita a porte algum.
Recife, 15 dc maio e 1874.
0 administrador,
A/fonso de Rego Barros.
Capitani* do porto de Pernam-
MN, do maio de 1894.
Para seiencia dos navegantes, manda esta capi-
tania publicar os seguiDles avisos :
Minislerio da marinha, aviso aos navegantes.
Pela secretaria de estado dos negocios da mari-
nha se publicam as seguintes instructs, organi-
?ad pelo capitao de fragata n. Tamborim, a bor-
do da canhoneira Araguary, em cumprimento do
aviso n. 1,635 de 30 de julho de 1873.
Imuruecdes para demandar o porto da Babia, na
provincia do mesmo nome, avistando se o pharol
ltapoa.
Os navios que, indo do largo e do N. demanda-
rem o porto da Bahia e avistarem o pnarol de Ita-
po5, luz fixa, cor natural, situado por 12<>, 17'. 30"
de latitude sul e 4, 46', 30" de fongifude E. do
Rio de Janeiro, visivel de t5 milhas de distancia :
navegarao de modo a marca-lo per 56* NE. ma-
gneiico, e puxando depois para a barra ate
que tenham o pharol da ponta de Santo Antonio
por 72, NO, seguirao sobre elle, conservando a
luz um ponco aberta por EB, por dentro da amu
ra ; a passar bordando as pedras dessa ponta e
tendo o cuidado de nao se aparlarem muito deltas,
se a mare f6r de vasante para nao serem levados
sobre o cabeco N. do banco.
Montada a ponta de Santo Antonio navegarao
convenientemente para o ancoradouro.
Os que tiverem de passar ao sul do banco tra-
tarao de conservar o pnarol de ltapoa de 50* NE:
N, e uma vez demorando o de Santo Antonio por
22* NE magnetico navegarao sobre elle.
Canhoneira Araguary, 10 de setembro de 1878.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim, capitao de
fragata. Conforme.S. E. Pessoa, directc r ge-
ral.
lastruccoes para demandar o porto de S.Francis-
co, na provincia das alagoas, avistando-se o
pharcl de S. Francisco.
0 pharol do rio S. Francisco, de luz fixa, collo-
cado no pontal do norte da barra por 10% 29', 30"
de latitude sul e 6, 45', 52" de longitude E do Rio
de Janeiro e visivel em tempo claro de 10 a 12
milhas de distancia.
Os navios que demandarem essa barra devera-
Icgo que avistarem o pharol, navegar de modo a
marca-lo pelo N 4 NO e NNO magnetico, e consero
vando-o a esse rumo por uma onda de 6 e 7 bra-
cas, areia ; esperar alii o pratico.
Canhoneira Araguary, 14 de setembro de 1873.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim, capitao de
fragata. Conforme.S. E. Pessoa, director ge-
ral.
Quarta-feira 20 de maio.
s-mss svecssso'
Primeira represeutacao, nesta epocha, do appa-
ratoso e importante drama maritimo em 1 prolo-
go e 4 act's :
0 NAUPRAGIO
DA
nmn iheduza
Grandes melhoramentos e reform as no pessal
roapas maebinismo e movimt nto da peca.
As pessoas que desejarem ver ainda este impor-
lante drama, aproveitem a oecasiao, pois o sceaa-
rio tem de ser todo desroontado para preparar-se
o primeiro e o mais importante drama-sacro, que
tem visto o publico desta capital:
Os sele Passos
original brasileiro do intelligente dramaturgo Dr.
Carneiru Vilella.
Libras esterlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
PARA UM
Deve segoir em poucos dias a escuna portn-
gueza Aguim ; para a carga que Ihe falta, trata-se
~l R. Rabello or C. I rua do Commercio a.
com
48.
0
Rio de Janeiro
pretende segnir com muita brevidade o brigue na-
cional Isabel, tern parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que lbe falta, trata-se com
o seu eonsignatario Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus a. 57.
THEATRO .
Santo Antonio
EMPREZiWICENTE.
Quinta-feira 21 de maio.
Recita extraordinaria.
Em beneficio da actriz
BERI1RDI1VA
4 II 4 lt(. I I Its It I I MS
COMPANHIA FRINCEZA DE NAVE-
GACAOA VAPOR
LI MIA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisbon, Pernambucn, Rio dc
Janeiro, (Santos, somente na vol
la ) Montevideo, BuenosAyres.
(com baldeacao para oRosartol
STEAMER
VUJLa HE, H VH1V
Cominniulnnfe. P. Robert.
E' esperado da Eq-
ropa ate 24 do cor-
rente, seguindo de-
pois da demora preci-
sa para os portos do
sul de sua escala ate
encommendas e passa-
o Rio da Praia.
Relativamente a fretes
geiros, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. DOLIVEIRA a C.
4iRua do CommercioEntrada pela rn#
do Torres.
O muito importante
dros :
drama em 5 actos e 6 qua-
Terminara o espectaculo com a jocosa scena-
comica pelo actor Camara :
0 beberrao.
Principiara as 8 1|2 horas
A beneiiciada pede a protecgao do hospitaleiro
publico desta capital, e desde ja manifesta a sua
gratidao.
AVISOS MARITIMOS.
Companhia Fidelidade
Segnrog marltlmos e ferreKtres
A agcacia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e tcrrestres, a premios razoaveis, aando nos
ultimos o solo livre, e o setrmo anno gratulto ao
segnrado.
Feliciano Jos6 Gomes
A genie.
51 Rua do Apollo 51
Por esta reparticao se laz publico, para quem
interessar possa, que pelo Dr. chefe de policia da
provincia das AJagdas, foi alii entregue ao respec-
tivo depositario, o negociante Joao Francisco Fer-
reira da Silva Braga, o pardo Enasnio, escravo
de Maria Joaquina dos Santos, em nrtude de re-
quisicio do Dr. juiz mnnicipal e de orphaos da
capital da mesma provincia afim de que possa
jefendo escravo u-atar Uvremente de sua liber-
Instruc?Ses para demandar o porto do PernamLu-
co, na provincia do mesmo nome, avistando-se
o pharol de Olinda.
0 pharol de Olinda, girante, do lampejos, situa-
dopor 8*, 1', 36" de latitudes, 8- 16'. V de longi-
tude E do Rio do Janeiro e por 46 SO magnetico
da ponta de Pao Araarello 6 visivel, em tempo cla
ro de 10 a 12 milhas de distancia,
Os navios que vindos do N. demandarem o porto
dePernarabuco, avistando ease pharol devem seguir
ao sul por uma sonda do 7 e 8 bracas ale marca-
lo a O 4 N 0, o navegando depois ao S 4 S 0 e
S S 0, a ter o pharol do Picao do 0 N 0 ao N 0,
correr sobre elle para fundear no lamarao em 5
ou 7 brajas d'agua, quando o pharol de Olinda
estiver ao N 4 NE magnetico.
Vindo do sul sera o pnarol do Olinda, marcado
por N 4 N E para se fnndear no lamarao, lendo o
pharol do Picao de0 N 0: NO.
Canhoneira Araguary, 22 de setembn de 1873.
Antonio Joaquim de Meilo Tamborim capitao de
fragata. Conforme. S. E. Pessoa, director ge-
ral.
o porto da Parahyba,
nome, avistando-se o
lostruccoes para demandar
na provincia do mesmo
pharol da Pedra Secca.
O pharol da Pedra Secca na barra do rio Para-
hyba do Norte, de eclipse, edr natural, colloeado
por 20* NO magnetleo do extremo norte da restin-
ga do ("abedello, e NS com os baixos de Lucena,
e visivel de 10 a 12 milhas em tempo claro.
Acha-se por -So"-30" de latitude aul e8*
17'48" de longitude E. do Rio de Janeiro.
Os navios que tiverem de demaadar aqnella
barra deverao navegar de modo a marcar o pha-
rol de 0:OSO; e nessa posicao, cm sonda de 5 li2
a 7 bracas, areia e lama, fundeando ou pairando,
esperarao pratico.
Canhoneira Araguary, 5 de ontubro de 1873.--
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^(av egacrto costelra a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe,
commaadante Santos,
seguira para o por-
to acima no dia 19
do corrente, as 5 bo-
ras da tarde.
Recebe carga, encomueadas, passageiros e di-
nbeiro a frete ale* as 2 boras da tarde do dia da
sahida ; : esiriptorio no Forts do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\avcgartto eoateira a vapor.
fARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', A1UCA-
TT, CFARX, MANDAHC, acaracu' E GRANJA.
0 vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente, as B
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 21 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a frete e passagens, ate as i ho-
ras da tarde do dia da sahida : 'escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
Conipanhia de navegaeae a va-
por bahiana, linaitada
Maeeid, Peuedo, Aracaju e Babia
E' esperado dos portos
do sal ate o dia 23 do
corrente o vapor Dantas,
o qual sabira para os
portos acima no dia se-
guinte ao da sua che-
gada.
Hecebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua do Bom Jesus57
DOS
moteis, louca, armario dos quartos,
dieiros e mais perten$as do extincto
tel que foi denominado de Londres .
Hoje
as 10 1(2 boras da manha
No sobrado da rua do Commercio n. 7.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le
vara a leilao, no dia e bora acima designados, os
moreis e todas as mais pertencas acima mencio-
nados.
Garante-se a casa, que e vasta e muito fresca, e
possue todas as commodidades necessarias ao mes-
mo genero de negoeio, on para qoalqucr outro
mister.
Grande e importante
Leilao
DE
moveis, loucas, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta, brilbaute, miudezas, perfumarias, -fa
zemjas e i apparelbo ie electro plate
HOolE
;is 11 horas da manha
No 1. andar da rua do Vigario Thenorio
n 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem perieneer, de i mobilia de
jacaranda, a Luiz XV, com tampos de pedra, I
piano de jacaranda, 1 gaarda ronpa de amarello,
l guarda-loaca, 1 cama de jacaranda para casal,
diversas duzias de cadeiras avulsas, diversos apa-
radores, com tampos de pedra e sem elles, cabi-
des, quartinheiras, carteiras, secretarias, mesas
elasticas de 3 e 6 taboas, uma factura de miude-
zas e fazendas, como sejam : leqnes, lenco, vol-
tas, anneis de ouro e brilhante, duzias de cerou
las, papel amizade em caixas, cortes de vestidos,
ricas cadeias de plaque" e platina, espelhos de
mao, chapeos de diversas qualidades, pares de
Jnartinhas hambarguezas, pecas de franjas de se-
a, grozas de botoes para calcas, pecas de tranca
de algodao, e muitos outros objectos que estarao
patentes no acto do leilao
Tcrea-feira f 9 do corrente
AS 11 HORAS DA MANBA
__________no referido primeiro andar.
Segundo e
ultimo leilao
DO
sobrado com frente de azulejo, sito i rua
de S. Jorge n. lr.
Quarta-feira 20 do corrente
A's 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
Escriptorio do agente Dias,
que, competentemente autorisado, levara a leilao,
no dia e hora acima designados, o referido sobra
do com os seguintes commodes:
Duas salas, 3 quartos, sotao com janellas para
as duas frentes e loja com 3 salas, quintal mu-
rado e planlado, cacimha, o portao deita para o
lado do nascente, e lem uma frente levantada e
sufflciente espaco para ser ahi levantada uma casa.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
a casa, e para qualquer esclareeimento, no es-
criptorio do agente, onde tera lugar o referido
leilao.
Leilao
Do sobrado e sitio que foi da faHecida D.
Florinda, e em que moron o Sr. Albu-
querque, com i .000 pahnos de frente c
2,000 defundo. era frente do qual pas-
fa ra breve Mtrirltrtf da linha dos bonds
OIINTA-FEIUA il DO CORRENTE
is 11 iK.ras da manbi.
I'or interv. n\;ao do ng'-nte I'inlo.
Rua d;t Bom Jesus i. 41
LEILAO
ri>s
generos, MaMfto e mais uteosilios da Uver-
xnasila a rua I np.rml n. 153
QUINTA-FKIKA It DO CORRENTE
unprt-u riveuuente
a* ft horas east ssssssl
0 preposto do agente I'. -Una fara leilao par
conta e risco de quem perteacer, da armacao, ga-
neros e mais uteasilkis da taveraa sita a rua Im-
perial d. 153, em am ou mais lutes, a voatade aos
com pr ad ores.
0 mesmo preposto faz ver aos Srs. preteodeMss.
que sem duvida neubuma effectnara o leilao nc
dia 21 do corrente, pois ja se acha em sna mie i
ebave da mesma taveraa.
0UINTA-FEIRA21 DO CORRENTE
_____________ao 11 horaao.
Grande feira
DE
pianos de varios feitios e au-
tores,guardalou<;a, guar-
da roupa, mesas para jan-
tar, commodas, lavatorior7,
1 fogao de ferror espelhos,
2 bancas de marcineiro,
com ferramenta, relogios
de pareder ditos de algi-
beira, de ouro e prata,
crystaes, fiteiros para lo-
jas, uma armacao de ama-
rello, carteiras paraescrip-
torio, guarda comidas, 1
porcao de passaros canta-
dores, objectos de ouro e
prata, santuarios, uma lin-
da secretaria de mogno,
com tampo de pedra, crys-
taes, candieiros agaz, ca-
mas francczas, um silhao,
e i nfi nidade de objectos do
uso domes'ico, que serao
vendidos por conta de di-
versos (ainda que chova)
ao correr do marteUo
Oniiifa fcini 21 do comnlc
A's 11 horas
NA
FEIRA NEMAN YL
MIm in Imperador ~\$
4RMAZEM.
pelo agente Martins.
cz=>
PARA 0 PORTO.
Seguira brevemeate a barca portugueza Alegria,
por ter engajada a maior parle do seu carrega-
v eS,0'n Para rest0 e Passa8ei'os* trata-se com
E. R. Rabello & C, a rua do Commereio n. 48,
ou com o capitao.
Lisbon e Purlo
Vai sabir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. 20.
arrnacjio, generose pertenfas da taverna da
rua Imperial n. 115.
QUARTA-FEIRA 20 DO CORRENTE.
0 agente Martins fara leilao, com autorisacao,
da laverna acima, era lotes, & vontade dos com-
pradores.
Principiando as 11 boras em ponto.
LEILAO
HE
-a_^^
O ieilio amiuneiati.. para o dia 15 ao enrrenu.
deixou de ter lugar a pedido de alguas mntuarios,
ficando de novo marcado o dn 2 dejunho pro-
ximo.
Ficarao i-eotos do leilaS as eantelas que rafor-
marem o praz; da transapc*fi,Jpagando o prennc
que deverem.
Casa de penhores. a travessa da rua Dniue de
Caxias.
AVISOS CVERSOS
Leilao
PARA'
0 brigoe portugoez Sobci.,:-) segue para o in-
dicado porto, tendo ja parto da carga engajada ; e
para o resto que lhe falta, trata-se com os consig-
natarios Amorim Irraaos 4 C, rua do Bom Jesus
numero 3.
Pwilic Steam Navigation taipam
ROYAL MAIL STEAMER
iASSlTAlXIA
Espera-se da Euro-
pa at^o dia Sidocor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se-
guira para Babia, Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres, Valparaiso, Arica, Islay e
Callao, para onde recebera passageiros, encom-
mendas e dinheiro a frete.
Nao sahirt antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
DE
dous bilhares e suas pertencas, quadros, mesas,
com'pedra, 1 grande mesa de ferradura, 1 guar-
da louca, 1 relogio de parede. mocbos e mais
objectos da sala de bilhar da rua de Saoto
Amaro n. 12.
Em lotes, A vontade dos compradorcs
QUARTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
Por intervened do agente Pinto
Na referida casa da rua dc Santo Amaro.
0 leilao principiara' ,1s 10 l|2ho>as.
Bom
negoeio,
Leilao
Vende-se oo arren-'a-se o grande predio
de um andar e sotio, sito na rua do Bisro
Sardinha, proximo da igreja da Mijericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas boas salas
de frente, um salao no sotao. seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocbeira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz caualisado. Achando-se prepara-
do com tod s os moveis indispensavei? a
uma grande familia, sera assim veodido oa
sem os moveis : a tratar nesta typography
49, sobrado, atra7 ilo
ou na rua da Unite n.
pa<;o da assembiea.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poncos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado
s para o resto que lhe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose Goncalves Beltrio & Pi-
sho, a rna do Commercio a. o.
I
Sahira com brevidade o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompta; para a que lhe falta e passagei-
ros, trata-se com E. R. Rabello & C, a
rua do Commercio n. 48.
Espera-se dos portos do sut ale o dia 7 do junho,
e seguira para Liverpool, tocando em Lisboa e Bor-
deos, para onde recebera passageiros, encommen-
das, carga t dinheiro a frete.
a. B.Nao sahira antes daa ires horas da tar-
de do dia da-sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rove A C.
14RUA DO COMMERCIO14
Para o Rio-Grande do Sol
Pretende sahir brevemente a patacho portuguez,
Marcial, por ter contratada grande parte da sua
carga ; para o restante trata se com E. R. Rabel-
lo $. C, 4 rna do Commereio n. 48.
Patacho Arroyo-Grande*.
Para este navio, recebe-se carga a frete para o
Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Trata-se com
Silva & Cascao. a rua do Marquez de Olinda n. 60.1
DE
moveis, loucas e cristaes
Uma mobilia de jacaranda, com tampos de pe-
dra, 1 dita de faia, I mesa elastica, 1 guarda ves
tido, 1 guarda- roupa e 1 cemmoda, tudode ama-
rello, e muito bem acabado, 1 lavatorio, com pe
dra e espelho. 1 eommoda de mogno, I cama fran-
ceza para casal, 12 cadeiras proprias para sala de
jantar, 1 excellcote toilette de mogno, 2 marque-
zas usadas, 1 jo go de malas, 1 e.-pelho, 2 pares
de lanternas, diversos quadros coin ricas gravu-
ras, 1 machina para costnra, diversas cadeirssde
jacaranda, 1 cadeira privada, 1 par de cadeiras de
balanco, 1 lavatorio e uma pen-So de papel de
embrulho
Quinta-feira 21 do corrente
(J agente Dias, competentemente autorisado, fa-
ra leilao, por conta e risco do uma pessoa que se
retira desta provincia, dos moveis e mais objectos
reiaciooados, os quaes serao transportados para o
armarem da rua do-Bom Jesus fauiiga rua da
Cruz n. 68)
A's 11 horas em ponto.
ao correr do martetto
Agente Pestana
LEILAO
DE
fazendas avarladas
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
as 10 1 [2 horas em ponto
Por intervencao do agente Pinto
RUA DO BOM JESUS N. 43.
Escrava cozinheira
StpNt
Precisa-se com urgencia
de uma pcrita cozinheira e
compradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia acima :
a tratar no pateo do Paraizo
n. 28, 1." 2. andares.
Aiuga-.so para ama uma
parda de mais de 40 annos,
que sabe engommar, lavar,
cozinhare comprar: na rua
doHospicion. 33.
Aluga-se o 1 andar do
sobrado n. -47 da rua da Im-
peratriz: a tratar no 2 an-
dar do mesmo sobr do.
Bernardo Jose da Costt Vatesaa raHra
teroporai,iamrnte para Portugal a tratar da saa
sadde, julga nada .lever nesta praca eeas 6ra del-
la, porera sc algnem sua conU no prazo de tres dias, que sando Ispal,
sera paga ; declare mais qne nio less toora Bam
qualqner outro titi lo de credito assigBado pelo
(ssq proprio punho, ; por isso todo a pilssjn qas
apparecer e falso ; assim como, nio as bWbob-
sahilisa por qnalquir aabMo eoasrabido ana
nome.
T





m


D:ario de Fernambuou Terca feira ID Jo Maio de 1874.
FUNBICAO DO B0WANf^*S8iSS?aiS
RDA DO BRUIH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM A.OS semorea de engenho e ootros *grica\\ot*, etmpr*9**U-ft m
lAiimmo o favor de ami vuiuasea estaheieeitnuoio, par*. v*reni o 6*i *. ompleto qae ahi tem; sendo tudo luperior em qoahdade e (ortidio; o qne com a ins
wccio pessoal pode-ie verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
V apores e rodas d'asma d08 ?*'* B,oderno *y"*m \m
w-j*wa, v v a vum u, a.g ua manhos convemeotes para as diverts*
arcamstanciaa dot aenhorei proprietary* e par* deacarocar algodlo.
SloeildaS dl OEIlIia de.lodo8 0I tanoanhos, asjneluorea qae aqo
ftodas dentadas pr> >*" "i0"*^-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiques e fandos de alambiques.
lachinismos
Bombas

17Largo do Merea ( lutitfM rilseira Janc)
Ar.ila i!i) sir MliefU eacha *e a tbsp.aicjio &, r^pntavi i iiil.br.. c-ia u.iva [Jur-
fSfyl uiacia i; drogaria,complete mente provida do indispen.avel a uin tslaUlecimeuto dessa na-
**~ tureta, sem exeepcao de productos chimicos e melicanuntos prepaiados no eslran-
ijfln iraogeiro, tudo novo e o melhor poisivel.
As reeeiUs dog Srs. medicos serao sempre dospachadas com a mais seria altenclo,
dM) e ?eo pre sob as vistas do pharmaceutics-qne eumpde a nossa firma social.
Af pessoas quese dignaiem de honrar o nosso esatbelccimento com a sua cutifian-
ca, i odem f ue jitdiieni, corao lauiberna modicidade dos precos.
xa- 9
Devedores.
Os proprieurios da ConfaUarm do Camp s. a
rna do Imperador n. 24, pedum aos seusdevedores
qne tem sido remlssos, o favor de vin-m pagars us
uebitos ale n avisam aos mesmos qae se ale aquclla data nao e e
tivflfjrm nMnr. ***> snis n >nv* nest* jarna?-
fill ill>lilil-,%iu dr pes.< ia ntlKlfatftt

PIANOS.
%
para maodioca e algodSo.J
pira cerrar madeira.
Podeodo^ todoa
faer movidoa a mio
'por agrja, vapor,
da pateote, garantidai........ | on aoimaea.
Todas as machinas p6**1 di qM *coe,DIB, preciMr
Fai qnalqner concerto de m,chiai,,D0' v*0 mDi rMomldo
Form ft ft do fflrro lem neU>orM e m*il b*riU* exiatentea no mer-
RflPHTTimonrlq a Iocombe-ee de maodar vir qaalqaer macbinismo i von-
ouvuiulUOUIUW. U(fc dol C|j6tea, lembrando-Jhea a vantagem de faierem
aai eomprai por intenoedio de peitoa entendida, e qoe em qnalqoer oeceaaidade p6d
bea prestar aoxilio.
Irados americanos fl iMlra"nl0> k*riC0,M-
RUA DO BRUH N.
PASSANDO O CHAFARIZ
REDUCE DE PREfOS
FABRIGAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
FUNDICAO DE FERRO
4 rna do Bario do Trinmpho (rna do Brim) ns. .00 a f 04
CARDOSO IRMAO
AY1SAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral qne
continaam a receber de Irjglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessaries aos estabelecimentos agricolas, as mais modernas e melhor obra qoe tem Tindo
ao mercado.
V aporeS de for^a de 4, 6, 8 e 10 cayallos, os ntelhores que tem vindo ao merado
OalaeiraS de sobresalente para yapores.
alOenaaS lnteiraS e meiaa moendas, obra como nonca aqni yeio.
TakaS (fundidaS e batidas, dos melhores abricantes.
OOdaS d aglia com cnbaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadas de todos os tamanhos e qnalidadea.
Relogios e apitos para vapere8.
BombaS de ferro, de repucho.
AjadOS de ditersas qnalidades.
FormaS para aS8UCar,grandes e pqnenas.
Yarandas de ferro fundido, franceias de di versos e bonitos gostes.
b OgOeS francezeS para lenha e carvao, obra superior.
DitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido para jardim.
Pesde ferro para raeM e banco.
Macrnna para g,iar ,gua
V alVUlaS para bomba e banheiro.
CorreiasiDglezaS para machinismo.
BanCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam cora promptidio qualquer obra on machina, para o que teenc
sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man(*am Tir Pr encommenda da EuroPa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assenta?
aitas machinas, e se responsabilisam Delo bom trabalho das raesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. il
ESQUIHA DA CAMBOA DO CARMO
E
Rua Duque de* Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participant ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um cornpleto e tariado sortimento de chape"os de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; teinio resolvido fazer reduc^ao nos pre^os dos mesmos,
e acham-se em condiroes de poderoin vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artiges em direitura, e acbar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attencdo dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a*
vi.-ta dos precos e boas qualidades dos artigo, ndo deixario de comprar.
f/"j Cobrom-se e conccrtam-se chapeos de sol de todas as qu: lidadc-s, com promptiddo
e a precis modi cos.
AVISO
A casa n. 18, do beceo do Poeinho, acha-se hy-
pothecada ha um anno mais ou menos, cuja hy-
potheca foi assignada pelos seus proprieurios,
Evaristo Salgado e sua mulher Francisca Salgado,
bem assim sea filho Liberate Salgado, sendo que
os 2 1.'* falleceram, ba dias mais on menos : eaia
hypotheca foi feita tao soraente para, libertacao de
seu filho Rnfo Salgado; acooteceu porem, que
o seu filho Liberate, recebendo dito dinhelro pa-
ra libertacio de seu irmao, eitravioa dita impor-
taocia; agora porem, pretende vender occulta-
me te dita casa, sem concurso do hypothecario e
nem de seu irmao Rufo Salgado ; fat-se pois este
aviso, paja qne ninguem a negocie.
Recife, 18 de maio de 1874.
Quern prectsar de um criado, pardo, paralo
servico domestico, chegado no ultimo paquete vin-
do do Porto, dirija se a rua Velha (Ponte-velha),
entre os ns. 6 e 8. Prefere se casa estrangeira.
Aluga-se
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados nagexposicao de 1872
RUA
DA
IMPERATRIZ
t.* AND4R.
RUA
DA
IMrERATRIZ
N. 82
1. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabeleciroento, collocando-o'nas'melhores con*
Jiccfies possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
^uillo que fdr tendente a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
oques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
nulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
^eiros, recebe directamente por todos os vaporcs da Europa, as suas encommendas e figu-
rjnos de modas, e por isso fjode vender 20 '/0 meuos que outro qualquer, garantindo
;erfeic3ono trabalho, agrado, sinceridade e Pre50 razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; yende-se cabellos em
porcAo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a* arte de cabelleireiro.
PREDILECTA
X' rua do Cabuga n. 1 A.
Os proprietaries da PredilecU, no intuito dt
conservar o bom conceito qne teem merecido do
respeiUvel publico, distiuguindo o sea esubeleci-
aienlo dot mais que negociam no mesmo genero
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aos seas eorrespondentes nas diversas par-
cas d'Earopa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objector de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar te o tempo de
fi'sta, em que o bello sexo desu linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pels paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algnns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecps de UrUruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreprola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha prrprios para
loto, umbem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Botdes de setim preto e de cores para ornato de
vestidos de senhora ; Umbem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello s*rtimen-
de seda, de pal ha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, unto de louca
como de cra, de borracha e de massa ; chama-
mos a atteni;io das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouoo im-
pertinentes por falu de um objecto qae as en-
tretenhara.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para bomem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodio, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musics, o qne ha de mais Undo,
Tim disticos nas tampas e proprios para presea-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberam nm sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Ca pellas simples e com veo para noivas.
Caicas bordadas para meninas.
Eniremeios esUmpados e bordados, de lindoi
esenhos.
Escovas electricas para denies, tem a proprie-
dade de eviur a carie dos dentes.
Franjas de seda preUa e de cores, existe um
g-ande sortimento de divercas larguras e barato
pre^o.
Fitas dc saria. d<> g~rgur5o, de setim e de cba-
'*>p)"'e, de diversas larguras e bonius cores.
Fachas de gorgurao muito lindaa.
FL artificiaes. A PredilecU prima em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeite dos cbellos, como
umbem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores .
para sennora. | e um Preventivo seguro
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para j a calvice.
nojTa- : Elle da* e restaura forca e sanidade a* pelle d
Livros para ouvir missa, com capas de madre- rhp^
perola, marflm, 6so e velludo, tudo que ha de _., a"eva-
bom. I t-'le de prompto faz cessar
Pentes de UrUruga e raarfim para ahsar os ca-1 tura dos cabelles.
bellos ; teem tambem para tirar caspas. fi]e da* grande riqueza de
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-; hPiino
perola, marrim, 6sso e dourados por barato preco. ,, ,
Perfumarias. Neste artigo esU a PredilecU bem tile doma e faz preservar
provida, nao s6 em extractos, como em oleos t'
banhas dos melhores odores, dos mais afamados'
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,'
Coudray, Gosnel e Rimel; sao indispensaveis para
a fesU.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco. |
Sapatiohos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
24--BM do Mar4|uez de Olinda-24
Ksqulna do beeco I.urso
Participa a seus frrgnezes e amigos que mudou
o eu estabelecimento de relejoe:ro para a mesma
rua n. 24, onde encontrario um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualidai.es, patent* suisso,
de ouro e prata dourada, foieado (plaqnet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, InneUs
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
LOJA DO PASSO
DE
Gordciro Simdes k C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquisimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com fislras achamaloudas.
Ditoa de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seia :
franjas, trancas, botdes, fivellas, etc
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
o sobrado de am andar com sotio, sito a rua do
Hospicio n. 65, com basUntes commodos : a tra-
tar na rua do Vigario n. 31.___________________
AO PUBLICO
Quern arrematar as dividas da massa fallida de
Bastos& Lemos, attenda Recebemos os 1161260,
saldo desta conU. Recife, 18 de junho de 1864.
AssignadoFrancisco Joio de Barros, adrainistra-
dor da massa fallida de Basins & Lemos.
A' vista, pois, do exposto, o abaixo assignado
protesu nada mais pagar e bem assim pelo tres-
dobro.
__________________Manoel Pereira Lemos.
Desappareceu hontem, das 6 para 7 boras da
noite, da casa n. 28 da Baixa-Verde da Capunga,
uma pardinha livre, de nome Francisca, com idade
de 11 para 12 annos, natural das Alagoas : quem
dellader noticia alii, ou a levar a dita casa, sera
recompensado._______________________________
IVa rua do Imperador.
Aluga-se u m exceliente armazem, pinudo de
novo e por preco
mesma rua n. 28.
muito commodo: a tratar na
Para aboaconservacao
DE
VOSSO CABELLO
^4!
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, sitaado na pro-
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvp, a
menos de uma Tegoa disUnte do porto de mxr do
Gamella, tem oxcellenles terras, matas. e safreja
regularmente 2.C00 pies : a traUr na rna do Vi-
gario n. 31. _______________
Aluga-se a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rua Duque de La-
xias : a tratar na loja.
m rnNRiiiTnRin *
*
e certo contra
49 Rna do Imperador 49<
is? -1
a queda prema-
lustre aos ca-
ft
os cabellos, em
qualquer forma ou DOsic,ao que se dese-
i je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle conserva a pelle e o casco dacabe^a
! limpo e livre de toda a especie de caspa.
, Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
I cos.
Elle conserva a cabec^i n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle n8o e" demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadiro.
Elle n8o deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabellos das
criancjas.
Elle d o melhor e o mais aprasivel artigo
mento dos impostos geraes, a saber: pessoal, in- J para a boa conservacAo e arranio dos ca-
dustnas e profissoes, e decima das corporacoes hellos rlas flnhnra<;
! de tnao morta, tm de percorrcr as segnintes mas: I _,, e"os aa? seonoras.
Barao da Victoria, S. Francisco, Bella, Florentlna, Elle e o unico artigo proprio para o pentea-
1 Santa Isabel, larga do Rosario, Larangeiras e lar- j do dos cabellos e barbas dos senhores.
[go doParaizo; e faz seieme que, de conformida-! JJENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
I SSyj^^o^^ S i P^E CONSIDERAR COMO COM-
j vista dos mesmos se possa Gxar o imposto,; FLMOSLMl
com que os locatarios e inouilinos dos predios,;
' sitos nas mencionadas ruas, teem de contribuir no
exercicio de 1874 a 1875.
Tapetes. Recebeu a PredilecU um bonito sorti-
mento de diversos Umanhos, Unto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimenus para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno f recebeu a PredilecU
de or arcto preco, para Bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
O abaixo assignado, proseguindo, na fregue-
zia de Santo Antonio, desta cidade, ao lanca-
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como sSo : Here, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadnres dos
bons pianos sd encontrarSo nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se eafinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ba sempre o mais comploto sortimento de rnateriaes para ooncertar piauus, como
sSo: cepos, folba para os mesmos, cravelboa, parafusos, castor, camursa. cordas,
marflm, etc., etc.
49 iu v ioimi:itiron 4
Recebedoria
1874.
de Pernambuco, 18 de maio de)
O lancador,
Manoel Jose Soares de Avellar.
Casa e sitio.
Carlos Eduardo Riedel, aluga a sua casa : si-
tio no Chacon ; faz frente ecm a campina da Ca-
sa-Forta ; as chaves estlo em poder ao feitor no
mesmo sitio: e para traur na rua da Aurora n.
n. 75.___________________________________
Alugam-se dous grandes -xrmazens asphalta-
dos, proprios para recolher ; a rua da Domingos
Jose Marlins ns. 112 e 114, a traUr no Largo do
Corpo Santc n. 2, 2 andar.
Aluga-se a casa n. 33
Seara (antiga do Jasmim):
a 39.
TOMCO. ORIENTAL
o ;u.'il preserva, limpa, fortifica e aformosea
O ADTOGAUO
AflbnsQ de Alhuquepque Hello
incumbe-se de promover cobraucis ; igavel
ou jadicialmente, assim como de outi>< aegecios
conceraentes a sua profis5ot nos log,.res proxi-
ir:s a linha ferrea, e no9 outros termos proximos
a esU cidade; para cujo auxilio tem u annun-
ciatiie 9olicitadores habilludos e probos, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e ccnta
do que Ihe for conSado.
Mediante niodieo honorario acode aos chmados
para dHigencias on eonsultas fdra da cidade e do
termo e inc jmbe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da reiacSo. Pode scr procurado de
a traur Ba mesma rua! raeio dia is 3 horaa da ttrde em seu escriptorio
a rua do Duque de Caxias a.37.
I MEDIC0-CIRURGIC0
DO
~ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
S PARTEIRO E "OPERADOR
j^Rua do Vlnoondc de llltuquer-JP
ML qae n. S9. A
ESPEC1ALIDADE
Wt XolestlM detenhoraa e 9>
Ai mcnlnoM. &
55 ConsnlUs das 7 as 10 boras da ma- J
f9t nha, todos os dias. w
Mk Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
S Ia3 e sextas-feiras.
i9t Os doentesqne mandarem os seus cha- 9
jaK mados por escripto at 10 horas da ma- mt
55 nha" ser5o visitados em suas casas.
mmmw* ***^ **
CASA DA ,w.w
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTID0S.
i' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d<
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 5* parte das lotehas a benellcio da igreja
do Terco do Recife (100*), que se exlrabira na
qninta-feira, 21 do corrente mez.
PREQOS,
Bilhete inteiro 44000
Meio bilhete 2*000
IN PORgiO DE 1009000 PARA cima.
Bilhete inteiro 3*900
Meio bilhete 1*750
____________Manoel Martins Fiuza.
Na rua estreita do Rosario
n. 28
Eucouira-se um grande sortimento de movcis,
Unto nacionaes como e-trangeiros.
Acabam chejrar mnito I piaoot lories e 4e
eleg^nti-s mudellu>, dus ma s ooUveis e b. ro >-
nhecido* labricante* ; com" .-jam : Alpb"*** K-
d..n-I, ll.'nr> Hers c Wr\i>! \V 'T :, C : no \*p,t
Frar.r-y, a \:.t 4>l Raffui .1. Vi.-*--n i, < Utr'ora 5'h
'.i ii. 7. .': j.' ; r :, u.i r. r.i"u -..'or.
Mjiiilia tie vima,
.': 'cr\. ,.- I;.' ;:;-,.. I-'-..-, ,i.- f U3I lC*V-,
I m j uin.. i^-. :..-, !.v.-ra.i.-ira* f (MH-
irir.i?, l ..|... trim wail'i he i ,. r M-rt in foftet ?.
leves,eo< mus 11 ,um,:(..... 'ta* c g*-
bir.eip. de ncrci...
N.i mum -lu Vapor Fran?**, rua do Baxto
da Victoria n. 7. outroaa .Not,
Perfumarias.
Finos extractos, banba<. b* -. < nm e pin itm-
irilire, .-.goa de flor de lar^:.:.:. ..- :a de trakfo,
divina, llorida, livable, \** (.< arrw, saboavHef,
crosmeticos, mtttm artigo deli ad em perteou-
ria para prospnt*s em lrai- le extractos, e.:xi-
nbas sortiJas e girrafas d.; niiTereutes UtMntn*
d'agua de Oitngne. tnJo ile pi imeira qoalnl.de
dos l.eui euaheodos (abrtcaalra Piver e Coairay,
So armazem d ^'apor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outrV-ra Noa n. 7
Quinquilharias.
4i*tl;a de ililTrrrntrs gmmtmm m
pUitntHTtmm.
Espelhrs, leques, lnvas,}nusd'oaro. tenwhukw.
canivete*, caixinhas d> eostura, albuns. qm>'#o%
e caixinhas para retratu*, twhintas de vHi do,
diialde cour<>, e cestmhas para bracosde kk u<,
chicotes, lieng:ila>, ..culo, it. ,n> i. pootrins \rt
charutos e cigarro, escovas, pentes. carteinadi' da
madreperola, Uuele para temeraas, maias, h !sas
de viagens venesianas para janeilai, iHwlnre-
pos, lanternas magica-.cosmoranias, jogos da gloria,
de damas, de bagatelia. qrudr s cosa pai;..g^ns
globos de papel para illutniaa^><. macniars de
fazer cafe, t-.'panadui s & BaMuMi, r*al?jo* de >*,
accordaos, ci-rriabos, e berets f^r* criacas
outras muiUs qninquilharia*.
Brinquedos para rr.eninos.
A maior variedade qoe se pode detejar de la
dos os brinquedo* fabricados .m difTernte* |>rt*5
da Europa, para entretimeafs da rriancas, ic4j
i precos mais resurr iles <]-.< i.'*ivH : < ar-
mazem do Vapor Francrz, rua do r.-rao da Vi-
loria outr'ora Nova a. 7.
Calcado francez
A 9^>
Botiuas para homem
Acabam de cheear grander ;a turas de btia*s
de bezerro.de cordavio, de p-'ica. de dorqce
com biqneira, de beiern cu\ tntoe*. e eooi nn>
zes a 9^000 (a escolher) p< r ter vindo rr?nd<
quantidade tar coatt e ordim dos fabricantes.
ao armazem do Vapor Frarcez. a rua do BarSo St
Victoria (outr'ora Nova) a 7.
P*rs srnhnra
BOTINAS pretas, brancas e dt r'rf-. diflercatcs
lisas, CDl-itada herd
SAP.VFI.NHOS de pkaMnda am aahe, braacoa,
pretos e taedrv* diff rer.ies. I^rdad.-.*,
SAPATOS d. tap.t<*. .-hail, t, r-.;..r t de tranca.
Para mcnisir*..
BOTINAS prelas, Brancas rte riu d.tTereatf*,
lisas, -iudas e tnrdd<.
ABOTINADOS dc drreMN ajaakd -
SAPATOS de tranca fx.rtutii.z.-
Para mrninss.
BOTINAS de bezerro, lutre e de corda ic.
> BOTINADOS e qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
BuUs a Napoleao e a liuiilicrme, p,rw-.>
meias pern, ira? para he men-, e meias peraera
para meniii.is.
No armaiem do Wmm Fraac?. a rua do BiJm*
da Victoria n. 7.
PROSPECTO
Obras completas do padre
Francisco Ferreira Bar-
reto.
Vao finalmente -er publicadas as obras rr-a-
pleUs (prosa e verso) deste gran Je escnal nambneano. cuja reputacio litteraru aao se cif-
cumscreve someale a sua patria.
A illustre assemblea provincial, eoahereado
quanto vai de gloria para P< roand uo, na aaWt-
carao dos variados e imp-.rtantes escripius Ue ta
notavei homem de lettras, acaba de votar mf-
sidio de 2'(00*000 para a ffenda pobiicacaV;. <
que constit le uma pruva do acryaolado pa trio:
in.', dos dignos legi>.l.d res pern^mbac;aos.
O Exm. Sr. commendador HenriqLe Pen-ira de
Lucent, mm digno presidente do-U provjK^,
sempre solicito em elevar a terra qoe o vio aa>-
cer, cheio de patriotim'. e amor a* Iff.ras eaape-
nhon-se dignamente nessa pablkac* \ da qiid
encatregou os Srs. Carlo* Eduardo Muhltrl A C,
pr.ipri- urios Ja typ graplna llerraiiti!
Os editores nao Wad > em vista a ganaacia t o
inleresse, e sim aprescnUrem uiaa ecicao c rras-
pondente a importancia do aaBBa. I ao alcaace do
maior numero, resolveram public-r as obras da
padre Barreto em 2 volumes de .Tt pagiaas. e
com 0 retrato do autor, pelo e .moioJo preea da
5*000 cada exemplar, pagos na cr.rrefa do pr -
meiro volume, para assign^nles. e 8*010 para m
qae o nio fort m
Nio podendo o* editores pelo etado preorio di
nosso commercio e industria, e rr-m-i prto sou'.'
reenrso pecunario de qoe di*ndcm, empaur gra>
de capital, deliberaram imnrimir nm aosaero
miudo de exemplares- o estrieUmeate Decewar :
para cobrir as despeza*; o qoe servira de aviso
as pessoas qne quizrrem po*sair as dsaajada* e
importanles obras do illu.-tro ocriptor pertiamt _-
caoo, afim de que se apressem cm sLbsereve la.
Subscreve-se em Maa as livi r.rias, e
pographia.
s editor, t.
aeu :j-
da rua do General
C0\SILT0RI0
Medico cirurgico
O Dr. Jose Felix da Cunha Menezes da eonsul-
tas todos os dias das 9 horas da manha as 4 da
Urde, temporariamente, na pharroacia dos Srs.
bartholomeu & C, dessa bora em diante acha-se
sempre prompto para qaalquer chamado, em ca
sa de sua residencia a rua da Princeza Isabel n.
4, junto a estacao dos trilhos de Olinda.
Das 7 as 9 da manhS da consulu todos os dias
em sua casa gratis aos pobres.
ESPECIALIOADES
Molestias syphiliticas, viadigestiva e febres.
Agradecimento.
0 abaixo assignado vem fazer ralioso o sea
agradecimento a todas as pessoas que o ajudaram
e aceiuram bilhetes para seu beneicio no Phenix
Dr*matieo no dia 9 do correnU-,. own especialida-
de ao seu digno collega Rodolpho Maroede do
Amaral, que tao generosamente se preslou a ga-
ianlir a quantia de 448* para consegnir a reili-
sar^So do mesmo beneficio
Jose Maria AcciolL
Grande fabrico demarmore
de Belvoys it Sampans
(Jura) I'rsiica
Esu grande fabr ca execuu snalqner lanciir-
menda deste genero, MBH sejam : frnair*sr!7,
chamines, balcoes e ladrilnos de qnalqner aasc-
reza e desenho : os concurrentes dest>' geaer
derao ver, precos eorrentes, explie: ;oes e dee-
nhos, e as ereommenda^ a tratar em casa de Ke:-
ler A C, rna do Bom lesas a. 5-S._____________
Ha para alugar, a rua da Aurora n. 65. cat
escravo, crioalo, nsoco. muito robusto e habshu-
do para qualquer serrioo.
pi Gonsnttorio n:edif c-cinrpff J
* UE
A. B. da Silva Maia.
Rua i.. faaeoait de Ao-inqu rqaa a.
II, outr'ora rua da uulriz da Boa-Vista
n. II.
Gbamados : a qoalqver aora.
Consultas: Aos po'jas grati.-. das f a*
4 horas *a urde.
3
I
Nao ha mais cabellos
brancos.
IiraJMJ JAPONEZA.
So e unica fcpnrovada pelas aeaoVmatw 6
aiencia, reconhecidt superior a toda ajaw
tem afpaireosdo ate boje. Deposhc mbbmk
pal i rua da Odeia do Recaaa, hoje .*>.
qoec de Olicda, a. II, 1.* aatdar, earn
todaa as Notices e "asaa 1*- -sVOai-
6iro.

l_ lUGtVEl


6


Benvtailv fegfc.
No dia 21 do corrente ftigio o escravo
acima, tcndo os signals seguintcs : idade 23
atiuos m.iis ou rrenos, cdt fuia, cebellos
carapiuhos e ura pouco crescidos, cabega
chata, estatura regular, uia tanto magro, e
tern no rosto bastantes signses de besigas,
usa de chapeo de couro, e lev^u cal$as e
.eamisa de 8lgodaozinho : roga sc a todas as
autoridades e capitals de can- po, queiram
appreheuder dito escravo, e levl-o 5 rua da
Madrede Deus n. 5, 1. andar, das 9 a"s 4
horas da tarde, ou & rua da Imperarnz n.
4, i. andar, que serao recotripensados.
CASA DA FORTIA
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000$000.
Q abaixo ?ssignado tem sampre exposto a ven-
da bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an
onnciara pelos jornaes.
PMCOi
lffi filoBo l*i* !
Qaarto 6*000
Manuel Marlins Fivua.
PVeejsahM de um bora official
rua da Imperatriz n. 82.
ro : na
Prolesto
Conslando-me, agora mesmo, qua o uegociante
da prai.a de Fernambuco Joaquim Jose Ramos, ao
fugir para a Europa, descontara lelras falsas de
diversos fazendeiros daquella e dosta provincra, e
enlre ellas uma aceila por mini, da qusntia de...
3:2175380 ; venbo pela imprensa protegtar contra
este acto criminoso, e fazer publieo que nao aeei-
tei letra alguraa era favor do mesrao Ramqs, e
portanto, falsa 6 a meneiooada lelra, ou ontra
qualquer que ppareca aceita por mim em favor do
rnesmo senhor.
Alagdax engenho S. Salvador, 2o de abril da
1874
Rozendo Cesar de Goes.
Stfrio ;J4e Femanlbifco -*h:Wmt& feka 19. ifab-ftfai* ,1*1*.
.iM'
Nao so prestando d pequeno espaco do armazem
a. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cidq deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estat-elecimento sob a mesma
denominaeao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezes dtrigip-Be, cert03 da
3ue, como ale aqni, acoario sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Knire as differentes marcas de fano da-Bahia e
Kio-.de Janeiro, quo tem de chegar nraa eneoromenda especial, e qua mnito
deve convir aos senhores freguezes. Consaente q
abaatp asslgaado de qne neste genero de negociq
nao esta sem comnelidores, fara muitu por evilar
qne tambea os tenna com relacao ao pequeno lu-
cro que procurara obler da data mercadcria.
Jose Dozuingues do Carxno e Silva.
A BACHAREL MH3PEL AMORIM
Advnada
W. Kua do Imperader n. 71.
OOOOOOO*0*
Empreza do gaz
A empreza do gat tem a honra de araoaciar ao
publieo que recebeu ulthnamente ura esplendido
sortimeulo da lustres dt vidro, can4iAiwn| aran-
delas e globos, cujas amoslras estao do escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao veadidos ao
gens freguezes pelo preco mais razoavel 'passive!.
Gustave, cabelleireiro, a cua do Marcpaz. do
Olinda n. 31, pnmeiro andar, precisa de ana habil
official de barbeiro; paga-se bem.
z de

Vttencao.
Desapparcrcu no dia 0 de novembro do anno
passado, 0 escravo Benedict), perlencente. ao abai-
xo .v ignado, com ns signaes seguinles : cabra,
:.Ho. 37 annos de idade, falta de alguaa denies
na tcenfa, faila baixo e compassado, tem um dos
dedos poiUgares sem carapuga, olhos pequenos,
bocca e nari* regularcs, e natnral da cidade de
Souza. provmeia da Parahybn, foi comprado a
Antonio Leite Maria de Uoraes ea 1852: pede-.
se- as autoridaaes policiaes e capitaes de campo'
a apprehensao do dito escravo. gratificando-se ge-
nerosau.onte a quem u leva: em Olinda a rua 27
de Janeiro, (.utr'ora Pago Caslelhano n. 9.
Barao da Tacaruna.
.^ohrado da rua 4a
Olintla n. 8ft
As pessoas que teem procorado arrendar o
predio. acima, onde foi esti.baleciaienlo de louga,
do Cnado Manoel Aa!unes-Vieira,queiram apres-n-,
tar suas propostas em cartas fechada?, bo alia 9 de1
maio proxtrho, aorneicudia, no .-.rmazem da ruai
do commercio n 8, onde serao abertis ditas pro
postas em presenca de todjs. os iiK^resiados. O!
arrendamen e de todo 0 predio (armarem, dous;
andares e sotao); os seahores pretendentes, po-
rem, podein fazer tanbenii proposta* de parte, .-e
melbor Ihes convier, indicando os sera (adores.
Recife, 30 de abrtl de 1874.
Estd encoura^a
e occasid .f
Para 0 iico e para 0 pobre '^K
', & Mliinos Icrreuos para
:j cdlflcat-ito
|M< com 400 palnios de luudo
J. a 14000 e soo i-h.
clnir aquelle negocio que S. S. se compromettefla"'* S _._R?^,i,^!)'se ?s..8/and.es Lerre.n.os 1Be
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Sob de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a.fevereiro e abril de 1875, e nada cuBiprio;
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieir* de Mel I
aerivao na cidade de Nazareth detta proviacla,
tovor de vir a rua Dnque de Caxiaa n. .36, a coa-
por este motive e de novo chamado para dito
?p, pols S. S. se deve lembrar qne este negocio
1 mais de oito annos, e quando 0 Sr. sen fllho se
achava negta e idade.
*^- Aluga-se 0 !at
Alugase 0 1* andar e 0 armazem do sobcdo
da ruadoa-Burgos (^cMaJ a. 11 : a tratar na rua
da Praia 20, cemrJose Fefcciano Nazareth.
Calcado recentemenfe chegado, .de bezerro e
cordotea: n rtil d Mar^qe de"
loja d* Predferico pfcfc & C
6 bstharo Jbaquirrl Fe
Junior, advogado no fdro
Palmares.VicffmJke
Cas amiga^L I comarca.
Carvalho p. 20, accam sobre 0 Banco Cornmerciali
de Vianna e suas agenoias em todas as ci-#
dades e rillas de Porftgiil, avTistzV' a-prdzo
por todosos paquetes-.
VIGOtt DO CiBELLO
'<
;
DE
*.
Aluga-se por preco razoavel, a loja do s&bra-
do n. 'il da rua do Range!, a qnai tern armajSo 9
presia so para qualquer negocio : a tratar no 2.*
andar do mesmo.
Ao publieo.
A reflnaoao sila na rua de S. Sebasliao n. 18,
cidade de Olinda, quo foi do fallecido'Joao Ma-
noel Alves Gnndim, hoje pcrienca a Antonio Jose
Gaspar de Azavedo.
OMn-'a. r" maio de 187i.
iii* 1U.HII1VI

Di ssjarsp, falhr ao 3r. Joao da Silveira, para
1 ha li.na cart 1 vinda do Rio de Janeiro : na
31, ds rna do Miru :ez d-^ Olinda.
10j?200
-,; '
I
f|U0r [
Nao zeja v< lliaco por uma qnaotia Wo diminu-
la, quern taopode pagar ehampagne, nao offerece.
A soinbra da Paraen-e.
Vs. OiympM de Alimiiucrtfeic .tBarliiiM
Affonso de Albirqutrqne Martins
Pereira. sen ir:i:ao, tio? e primos
convidam ao9 sens parenles e ami-
gos, para assistiretn divers mis-
sas, que tem de rezar-A) pela aim..
I de sua sempre cliorada irma, so-
^^ brinha e prima, Olyiupia de A'.Lu-
Martns Pereira, pelas 7 horas da manha
do dia I'1 do corrente, no couveulo da Gloria ;
desde |a cen! ssam-saeternamenta piato;.
Pf,.!e-se aos Srs. J ao Sizt-cando Peretti e
'!.".i ijjpitd do E-pirito Santo, e sens h rdeiros ou
succq.-s rea ro aforamento de terras nog alagados
de Saul' Amaro das Salinas desta cidade, que se
sirv in entfJiJer-se com 0 Sr. encenheiro Manoel
Lourenco de Mattos, ( 0 qual nrdiiiarianiente se
enccntra as 9 horas da m.ioh.t dos dias uteis no
armazem da rna do Imperad..r n. .51) afun de que
a vista d03 titulos de ditOs aforamentcs, srja le-
vantadn a planta dos terrenes de Santo Amaro,
para po lereni -er descriptas no iiu-entario, a qoe
se esta procedendopelo fajleclmeolo do major J056
Joaqaini do llego Barros.
A crpi) (Id ooiniaeitL!)
Os abaixo assifaMts declaram aa illustre corpo
do commerci) e a quem interessar possa, que or-
ganisar?m nma sociedade no armazem e odicina
dc moveis ns. 28 e 33, sob a firma de Rodrigaes
S Lopes, cnja sociedade teve ;.riocipio em 28 de
novembro do anno proximo lindj.
Recife, 13 da maio do 1874.
Francisco R.drijues 4a Silva.
Hermene'ldo da Silva Lnprg.
i o no dia 3 do corrente uma preta dc
nonie .. -, chute, bem preta e bera parecida,
alia, re,,. ita !cr 32 aunos de idade, tem sido
vista na Capunga e id Recife, 0 que tomou 0 ca-
rr.intio de G?:.:'.nga, consta qne foi seduzida porum
pardo escravo, morad. r no Recife : roga-se a po-
licia c cap.taos de campo a suaapprehensao, e re-
mette la para a Recife, a casa n. 1 da rua da Ca-
deia-vcllia, quo sa gralificara.
Ama e criado.
Na raa do Corredor do Bispj a. 17, precisa se
de um 1 ama e de um criado para mandados.
Respondo
ao nroleste da Sr. Dr. Rozendo Cesar, ou Lucio
de Qo | le nao existfl lellra alguuia de scu acei-
te, a favor de Joaquim Jose Ramos e. descontada
pelo me-ijfl >, pelo que nao dev ter receio de pa-
gar n qu* mio deve : 6 V. S. devedor de .......
1:0885038, como da eonta corrente que the re-
metii pe!a harcaca Uniao do Brasil, e desejo que
0 pagamentj dense saldo nao lique para safras
vind i:i-;..=.
Reef.', Lo de maio de 1874.
Go mo procuraJor de Joaquim Jose Ramoa,
___________Joaquim Francisco Basics.
Precisa-sa de um caixeiro que tenha pra-
tica do inolhados, desaea roesmos arrumados qne
([uer"!.-! p issar a socio e com pouco tempo ficar
com a ci3.i, por sen dono so qcerer retirar por
doanle : largo dc S. l'edro n. n
0 Sr. Antonio Ribeifo Ponies que e caiseiro
a raa Du/nie de Caxiaa, e eonvidado pela segunda
vez a vi' a confeitaria do Carajws tratar do nego-
cio de mulno interesse, visto que nio se sabe sua
residenoia djraestica.
3008060.
Precisa-so da quantia de 300*000 a juros razoa-
?eis, e pai? ?er indemniiada dttra,ote 0 periodo de
3 mezes 0 a razao de 1004 meneilmente. Qaem
quizer fazor e3te negocio deixe carta fechada nes-
ta typ ,r hi* com as iniciaes A. T., deelarando
":a afinx de ser procurado, e iesta oc-
casiao sei Ihe ha explicada"a especie da transac-
ggp.
Aluga se uma casa, 'sita a raa Augusta : a
' '- ^ Tasso trmlios it C.
Rog.i-se ao Sr. Joaquim Peroira Ramos^ qoe
tenha a iumdad* de eomparecer a rna de Mareilio
Dias n 45, das 4 as 9'horea da uanba, ou a sea
retaria da santa casa de misenco-rdia, a negoeio-
dc seu in'>'resse.
- Piecisa-se de uma ama que saiba coziabar
eenffomroar: a tratar na pra?a do Corpo Santo
u. 17, 3 andar.
Pre.cisa-sp. de nma ama para eoziupar para-
uma familia, con^posta, de duas possoas : a tratar
no pateo <\.i Parairo n. 28, 2 andar.
Precisa se de uma ama-
para andar com uma crianca
*--^---- e para 0 niais.servico doraes-
tico de pcqncna farailia : trata se no Passeia n.
GO, ou na rua da Uniao n. 67.
I
AMA
A 1\ 1" \ Preciea-se de nma
AMA ga n.2ft
a rua do
Gab^
A AT A Precisa-so de uma que coziojie e
-a-OJ-il-coin pre : na rua Nova u. 6, casa de
homem soltciro.
Ama
Pi-ecBa.-se de uma para cozinhar : na
ma de Pedro Affonso u. 3,
Ama
Preci?a-se de nma ama que seja diligente,
paia casa de pewa familia, para r-ozinhar en-
saboar : na rua de Commercio n. t%, se diriij
Precisatse na rua iijs Gu ararapes n
10, para pouca familia.
1 a Preci^a-se de uma ama para eaii-
\ !W| A nhar, para ea?a de familia ; a tratar
fliLil'l. na ma do Ho.-picio n. 4ft, casa terrea
de bolas amarellas na cornija.
Precisa-se de n
aibfliieiiicoiinbar
ca-a
rua de Pedro Affonso ns. I
Praia.
Air Precisa-se de nraa
i".E I\ r ca-a de liomcn s
ama que'
_omprarpa-
lnnie-n solteiro: na
c 13, antiga rua da
Precisa-se de uma ama para compr.r e co-
zinhar para uma peijofina familia estrangeira : na
rna da Imperatriz n.*26-, 1" andar.
Aluga-se
0 tercciro andar do sobrado da rua do Vigario n.
5, coin bons cummodos para familia, e agua po-
tavel : n tratar nojarmazem da travessa do'Cofpo
Ssmto n. 23. <|
Uma senhora perfeita engommadeira offerece-
se para esse servijo env sua casa, incambiodo-se
de mandar buscar e levar a roupa em casa de
sens donos, assim como tambem- lava; n raa
Impi.Tial n. 26, pas.aajad'yo.vivt'iro._____________
Qaem liver achado um reqoerimento emnp-
me de Manoel Felix, da Silva, despachalo pela sa-
mara municipal, fara ura> obsaiguio ao mesmo, se
0 entregar no cartorio do escrivao Barrelo do Al-
meida a rua da Cruz, ou ao porleiro das audien-
CASA DO OURO
Asm 4:0009000 a ^
Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria, (outr'orp. Nova
n. 63, e casa do costumt.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilheies a sorte de 4:000*000 em um
meiu billiQta de u. 36i9. e um raeio de n. 1378
com a sorte de 100*, ajem de ontras sortes me-
nores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acabon de extrahir (99*; ; convida aos possuidores
a virem reeeber, qne promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel pnblico para vir ao seu eslabelecimento com-
prar os muito felizes bilheies.qus nao deixarao de
tinr qualquer [remio, como prova pelos mejmcs
annuncios
Acham-se a venda os muito felises bilhetes ga-
'antido3 da 5* parte da loteria a beneflcio da
igreja de N. S. do Ter^o do Recife, qae s*axtra-
hira no dia 21 do corrente mez,
Prejaw
mtairo 4*000
Meio 2*000
I> IOOrOM> para ciina.
Inteiro 3^500
Meio 1*730
Recife, 9 de maio da 1874.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Precisa-se d&um. caixeiro de 16 0 20 annos
de idade, que teoia pratica de taverna : na rna
de S. Jorge n^ 131
t ^

b ,*
iwro e
mo *,. b
n Jiaiir'jij' RESTAORADOR E WMm
PtM: 0 CHELL0
Concom: para um sdlu1. per-
feilo jneeleivvlo
Torna os cab-.-Ilos macios, brando:; e lu-
sidios, perfumando-os com vwn aroma do-
especial delieaUwa,. que iio apur(li tern
sido*
Eaconitt-ee senpra 0 seguinte:
Fiambres ingleaes,
Dudin3
Bold^
Paes de 16 does.
Fatias de dilo para parturieotes.
Pasteis em profusSo.
Filhos (sonkes de male ma).
Doces em earda, ralado e serco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waflm-vwiiMMf f
Gelea de niocolo, idesicSoted.
Amendoaa, eonfeilt>s. etc
Gha verdsdfiro das Caravana.
Cafe de Java, (on&dtin}. a.s -/
Tuclo into an
CONFEITARIA DO GAMPOS.
CoosflHorio medico
selecta e (Je umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros-
e sapetairos de 1* pakno (em vasos), e de todo?
os iaiaanbos e i.reros nis commt|fQ (fie dan-
tes ; atsira eonio a segmntea outran plantas
fructa e de ornato :
Abacati.
Aeacia.
Anticura a pe.
Ganalla.
Casuarina.
Carolina do principe.
Gondeca.
Cora^ao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frueta-pio.
IngidoPara.
Jauibo.
Jasmim larr.nja.
Laraaja da China.
Dila do ceo.
E efttras piam*f v
ura n. 25.
1
da
Laranja cravo.
Dita de docs do Para.
I) 1 la hn-nea.
Dita tangerina.
Lima, da Persia.
Dila de umbigo.
Limao franeez.
Dito doce, enxertado.
Oi*ior6.
Palmejra imperial.
Parfiin=.
Pinbeiras.
Rumejra-;.
Rozeir^s.
Kozeda:
Ubaia.
na Gapuoga a-rua d a.Ven-
A.GUAS
MtXEUAES X\TURAES
DE
YJiAj-Cussd
^referivel* as por serem as.i:%ica-qna cons.-rvaHa.todas as suas
propriedadts d*?oi^df ttaiupofladef.
Fonte S. Mark, e a mais elBca/: na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no ergpobrecimento do
sangue, e nas febres interjnittentes. Os rasultados
obiidos nas diabetes sao rauit) notayeis.
Fonte Elisabeth, qiflSi: alien nunca eel mail
rica das ayius it, Pjc/ty em biearbonato ile soda
em magnesia e.recominfpdada. pelos senhores me-
dicos pela sua.ei*V;a:ia rws engorgilainSfitos do
figado, do bagh nas ajfecgdes do Jstomago, dos
rins, da bexiga, nas aroias o na gotla.
KXUA-SJS
o njuBi Venae-se em caixas e a retafrfe,' no unico de-
nasito
PHARMAGIA AMERICANA.
DI
I'"erreira Mai a li C ompn nhia
57-RUADUQUE DE GAXtAS52
cironmdam a eMa.ao da Boa-Viagem ; <*L
m sao terrtnos proprios, desembararados e ^
eartados por ires ettradas : a real, a de
ferro c a qoe segoe da estacao para a.
Boa-Viagem, e tlrjam mm proximos ao _
rio Jordan jjt
A commodidade do preco, a facilidade f
do tranport8 de maleriaes pela via fer- SZ
rea, a proximldado de madeiras e, sobre Jkx
todo, 0 prlvilegio de viajar gratis no va- mL
por pefo eapaea de 10 annos, a qtwm'-edi- K
dear proximo a esla estacao, tudo isto6 de
" nta|l|*iihvpmitfsji ei de ja se po- 5^
rua do lm fm
gos e dias &
vntovoa eslacao a> Roa Yiaaem, onde
mi
1 ankonlrarab jtotnl trfefidPranciseo ,.
Bsl enca/reaado pelo injflrisiarioi a K
'aualqubifwifciBK). m

W
KOl
Para^*samentos, baiWae baptisados.
? JTli V,rWr^se>AConf*ttMdo Campos
Ja mandandooa iudo encommendar, ja com-
pTairdo am todds os enfeltee", eonstando do seguin-
te :
Bolos. Jinos.-nBra enfsiiBr.
Doecs'sabflresissiBTOS-imra enfeitar.
Figuraa aUegprkut. para enfeilar.
Papeis arrendados para enleinr.
Boaijaets para nohms.
AUi.


en
to

DO
Or. Murilk*.
KUA DA CrW2 N. 26, i.r ANDAR.
5( Recem-chegadoda Eurepa, onde fre- 'g
y quentou os hospiRies de Paris e Londres, Q
Q pode er proewado a qualquer hora do Q
IT] dia ou da noite para objecto de sua pro-
n fissio.
W\ Con9ultas das^'horas da macaa as 8 ho-
fk ras, e do meio dia as duas da tarde.
s. Gratis aos pobres.
% KSPECMLIDADES. ~g)
~g Molestias de senhoras, da pefte e de W
O crianca. Q
Manoel Cavaleante ds-SaAj-
buqmerque
Roga-se a este senhor, rrorador no engenho Ta-
batinga, proviacia da Parahyba, 0 obsequio da vir
ao escriptorid-de Francisco da Costa*Maia, arua
da Cruz'n. 56, andar.
Vender ttfo Itnrnto coma ha rii* OA-
qnc dc, Caxiaa n. 00, loja de ai
meida Daa>r^ A C.t
Os donos deste eatabeiecimarto, estaodo resolvt-
dos a chamareu. 4 alencao.dp Bublico. com eipa-
cialidade as donas dc casa e pais de familia para
economisarem, teem resolvido vender todas as pe-
chin^bas pelo ensto, 0 que sd se vendo pode se
acreditar.
Cambraia transparent fina, com 8 i|2 varas,
pelo baratissimo preco de 2*800.
Crefone, 0 mais raoderdo que tem vindo ao mer-
cado, a 3C0 rs. 0 covadn.
Chita trancada, fazehda moito flna com 4 pal
mo?, de largura, a 340 rs. 0 corado.
Nao 6 barato, madapolao franeez por 5*o0# e
6* a peQa 7
Cambraia de cores, padr5es moflernos, a 240 e
150 rs. a co'Wdo.
Digam se nio 6 baratissimo, Uzinhas modernas,
fazenda de goslo e de la pura a 300 rs. 0 covado?
Lengos de linho, fazenda flna, em urrra linda
caixinha, a 4*.
Algsdiozioho de 3M00 e i* eca
Clfifceos de so de seda trnda com cane da
marfim de bons goslos, que-geralmcnte-vendem*
16*, por 12*.
Metins claros, flzenda superior e de lindos pa-
droes, a 260 rs. a covido.
Chitas linas a 240, J60 e 280 n 0 eova.lo.
Cambrais abertas, muito fiaas e bofiitas, a 7*
a peca.
Baptistas finas e de gosto*, a Jfffts.' 0 covado.
Quem nao vlra comprar t
Gamisas inglezas, peito de linho, que nunea ven-
deu-sii par menos de 60*, vendemos por 38*.
Metfns escarrjs de rrstras a 300 rs. 0 cavado.
Convidamos a nma experiencia.
l*i-se -amastras de todaa esaas uaeadas. e nun-
dam se nas casas.
Apolices de juro de oito por
sMq etsfciaasw Cefi.%0.
Vf nde se nas obras do mercado publieo : a tra-
tar com Jose Augusto de Ar&ujc.
Silva Guimaraes & C.
A Praia do C'orpo Manlo aK-
Tem para vender em se* e?criptorl* 0 stg-
uinte :
Viands tiaos do Port* em ancoRMs e caixas de
' l^trFnTOsRtdr^do- Dotfro, em catxa*. k-^
Dito Malvazia iderr.
Bito*r)arcaveHos'. bianco,- rnrcaixas/-
Cera em velas e bugias.
gas do I'ortj-
hadaaas de broea e lisaa.
F
Cliapeosde se
rfa.
Chapeos de seda para hornen, troprio's de paa-
seios, formas modernas e bem armados, com urn
pequeno defeito a-2*500 e 3i0fO, e peehineba
esta.se acabando': na.rua da Gresao n. 2s>, loja
das 3 portas, da duilharrae it G jdnto a I >ja d
esquina. ________________________________
No dia .. do oorreftto mez, furtaram da por-
t principal da casa n. So da rua da Aurora, um
banco de amarello, pintado dc encarnado escnro,
eaomassento pata ires pessoas : quem delle sou-
ber on Ihe houver side ulferefido, lenha a bonda-
de mandar participar a dita casa, onde, alecn de
rnuiasse Hie agradecer.se dara uina-relribuic,an.
Na praga do Corpo Santo
dar,
das.
precisa-se fallar c6m 0 Sr.
. G, segundo an-
Jos^- Maria Men-
Ahigani-sc
o 3, 4 andar e sotao (a vontade) do sobrado n. 14,
a rua do Torres, bairro do Uecife, e tambem a
casa do Monteiro n. 65 : tratar na livraria janto
ao-arco de Santo Antonio.
AffENCAO
ConsJapdi) aos abaixo. asskna,do achar-se neg-
ta _praci 0 Sr. Manoel Fernanires de Garvalbo, ren-
ders dos engenhos Barra 0 Pregui^a, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veera rogar ao
mesmo. 0 oh^qqin de, vir entooder-rsa com 03
abaixo assignados immediatamenle sobre negociq
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37; escriptorio. '
Tasso Irmaos & G.
i
Cozinhar e ehgommar.
Precisa-sa aiugar- uma. escrava qua saiba cozi-
nhar e engonifljar"; 6 para casa de peqii'ena fami-
lia : na ma doTigaTio n. 16, !. andar. "
- Aftig'ase'ou ven'4e"8a"a"cas'a terrea da rua
dos Prazeres n. 26
sus n. 31, If andar.
a tralar. ua
do Bom Je-
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
napovoacao deApipucos e com ranitos. commo-
dos : a tratar no 1* andar do sobradp da tra-
vessa da rua do vigariov n. 1, escriptorio.
PreiB\-se d *);O00i a juros, dando se por
garantia predio. oesta eidade : nesla typographia
alguem informara ao pretepd^nte.
Consta aos,abaixo asaigaados aebar-se nesta
ptaca o Sr. Manoel Pernandes de Carvalho.
___________________Tasso Irmaos & C._______
Ao commeroia
Uma pessoa habilitada propoe-se a coptratar
es;riptas eommerciaes, quer por partidas dobra-
as ou simples.garantrndo todaperfeiao e prdmp-
(idSo : qnem de sen. services se queira qtilisar.
dirija-se em carta fechada com as iniefaes'5. J.-S.
a loja do Passo, raa do Crenpo n. 7 A.,_________
Furtaram tfa casa dos arcos nci Remedies
no dia 11 para i 3 do corrente, aara troixxa de
roupa lavada, a qua! cootinha diversas pecas pa-
ra bomem e sf bora, bem eetio tealhas, leneos,
ete. As ditas pecas tem a marca M, A. Guima-
raa: qnaai delta der noticfa dfrija-sa a dita case
qua sera gratificado generosamente.
^adernador: naria'da
Precisa-se
Aurora n. 20,1'
de um enca
andac
* Precisa, se de um caixeiro com prau^a de ta-
verna, com 12 a. 14 annos, de ^dade; a traur na
travessa,da rna do Prtucipe n-, 9, (^vernadenomi-
pada rorte Principal. Phga-se bom ordenado
agradando.
Os curadores flscaes da massa f.a}lida. oVJa-
cintho Simfles de Almeida convraam aos respeeti-
vos credores para qne no prazo de 8 dias enn-
tados da data deste, apresentem sens titulos na
rna eslraita do Rosario n. 23, prinjeiro andar, das
10 hora da manha \s 3 da tarde, alim de serem
Bernardo Jos,e da,Costa Valente rettra-se
tempprariamente para Portugal e deixa, por sens
procuradores seus B)hos"e seu genro :. em primei-
ro Ibgaf, Bernardo Jose da Costa Valente Junior,]
sm segundo Zefennq iose da Costa Valente, e em
terceiro Candido de Carvalho Neves.
Ba:^edores
Precisa-se na refinacao da rua D. Maria CesaH
air'ora Seasala-rjov*) n. 30
?,
&
AVISO
Precisa-se comprar dous e^cravos, pedreiro e
earapina, paga-se-bem: a tratar ha thesonnasia
das loterias, A rua Primeiro de Marco n. 6.
I Trastes. f
tK, Gompi'a.se e vndo-satratasaavoA
e usados no armazem da rua o- lm.;
perador n. 48.
Nao dtiYtdem.
So 1-6
Bua do Qifeiuiatlo n. -13>7 Jefroai
to da praca da Indepcncia
Tenbam ver como se- queima
Cambraia transparente, fina, a 25500 a pera.
Dita Victoria, Una, a 36 idem.
Baptistas de linho muito larga a 'tOO rs. 0 co-
vado..
Chitas pretas com salpicos a 200 rs. idem.
Ditas de cores, bonilas, a 2V0 rs idem
Cambraias de cores, miudinhas, a 240 rs. idem.
BiiTi pardo fluo a 360 e 400 rs. idem.
Lencoes de bramante a 2* um.
Gobertas dechita adaraascadas a 3iiO0 e 4^000
ama.
Colclias de cores a 23 uma.
Mussulina branca- a 280 rs. 0 covado.
Percales Una? de .joadr^s- a 20 rs-. idem.
Madapolao finn a 53 e "y& a pei.-a.
Dito franeez, lino, a 63 idem.
AlgodaoT a 3*3C0 e 4*3uO'idem.
E tambem outros objectos, por precos que ad-
mira, e para apurar dinheiro S4 0 43.
Armaca/) de amarello
Vende-se uma areaacao de amarello, envidraca-
da-, coin balcSo, por commodo preco : a tratar na
rai do Crespo n. 20; loja das ties pcrtas
ALERTA
0
Sem rival
Confronte ao arco (Je Santo
. Autonio.
Compca.-so pe j de Iknoeiro para cerca: queni
liver anuuncie.
vmw
Liquida^ao de moveis
Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e
caaeiras de guarnicao : vended) Cunba & Mania,
a rua do Marquez de Olinda n. 23.
Vende-ae 0 hotel, da r-ua l^pmaa Valentinas
n. 46, livre e de-embara.Mdo da quajjufcr onus : a
iratar na rua de sahto Amaro n. 40.
de(biBiente coniecidos.
Recife, 16 de maio dt
1 W74.
AO
Ns abaixo as>ignads dedararaos ao, publieo, e
om especialidade ao corpo de commercio, qua
esta data compramos ao Sr, Manoel Pereira Ra-
080-a sua Javerna sila a ma dos Acoguinbos n.
0, livre e desembaracada da Vodo e qualquer de-
i|o aa B*a appatecer ; e se aiguem se julgar
oqp dieaita a mesma. qoaira apreaentar sea. titu-
los as prazo de dias, a oont*r da data deste.
Recife, 15 de maio dp 4874.
Hanpel tjegaira da Qola. .
AatoBio i%arte Simoaa,
Cfeguem a pechincha
Panamade lindps padrpes, fazenda intcixamente
nova o que se vende. a 700 rs. 0 covado, a 440 ra.
ua rua do. Crespo n. 25 A, loja da esqnjna.
Fuend9 e rowps itjujio baratas,
Na loja de J Porto a rua Nova n. 14, troca-se
por cobre (ou rnesmo par seduias) beas faiendas e
roapas feitas sera se oibar a lucro, soroeuto para
se vender muito.
Aos economjstas
Aoanu'ao e bem conhecido armazem -UahUde
rua do Visconde de Inhanma, outr'ora do Han
gel n. 48 chegaram excellent** Cebolas do Rio
Grande do Sul, em resteas as quae3 se vendem por
preco comraoda.
C'orram a alias I
-
Eepecialidade
Vhilao particular, |>ura
Acaba da phegar ao mercado alguns bajris de
vinno do Alto Douro, especial o'unicamen'te pre-
parado do extracto da uvaeisentode qualquer
confecjao, sendb muito inais'brando que 0 da Fi-
gueira, 0 que 0 tdrha recotnmpodavel pelo muito
qae agrada ao pala'rJar e preferts'el a todos os ou-
tfos vinhos de pasto.
Asba-se a venda nos armazane da Joao J,ose" Ro-
drigues Meades, Sonia Basto & G 0 Fernaalss da
Costa A C.
Os proprietaries dest9 estabe'.ecimento, tendo
adoptado 0 systeraa (ainaa nao'conhecido de ven-
der barato para Tender muito) partieipam a lod's
os seus freguezes em.geral, que estao vendeudc
suas fazeudaa eoq| 30 por, cenio menos qae em
outra qualquer pa/le, por fsjo cenvida os a uma
experiencia. ''
tbapeos %i
Grande sortiraento de chapees de sol de seua,
cabo de 6sso, fiagindo marfimf aaia senhora, poi
35000 !
E' grande peehincha, a eftea a*es qne se aca*
bera.
Sortimentc- de chapeos de seda para homem, sn-
periores, por 6*500, 7*500, 84 e 9A 1
Ditos de cabo de marlim, seda trancada ( Para-
gom) superiores, por 123, fazenda queenvqual-
quer parte 3usta 18*. So vindo ao barateiro!
M<;i..imai'
Giegou esta nova fazenda para v,estidos, 0 mais
moderuo que ha, tendo bonitos desenhos a cares
fixas, a 400 rs. 0 covado.
E' desenganar, so 0 barateiro !
tones de (irtnu.
0 mats moderno nesta fazenda, com barra, tem
0 barateiro 0 vende por 6| 0 corte, sampre cus
tou lOi. Venham apreciar.
Ciorgortio de cores.
Teraos bom 3ortimento desta fazenda, de todas as
cores e de cordao ; assim como, popelinas de co -
res, Lzemla que custa era qualquer parte 2^800,
nos vendemos por 13200 e 1*400 0 covado; nin-
guem deixara de comprar um vesijdo de seda por
tad pouco dinheiro'; p6r certo qne'bio t Venham
a ellas.
HeltBH rraiiccxcie*.
Grande sortimento de metim, qucimaraos a 260,
280, 303 e 310 rs. 0 covado:
(HIIns elaran r- orai.
Grande porgao de chitas eiaras e escuras a 240
e 280 rs 0 covado I E' exaclo t e, qne eu vi.
Brim |innl.
E' boa qualidade e vendemos a 260 rs. 0 cova-
do. Estio so acabando.
Camisas traaeeasas.
Completo sortimeuto de camisas para 17*, !8*
e 20* a dazia.
D.tas de linho superiores qualidadas a 36*, 40*,
44* e 50*, tendo nma porcao bordadas !
Ditas de cretone superior por 30* aduaia, sem-
pre custou 40*. VenhMi. apreciar. 0 qneiraa 1
etinas dafa s^ukoraa
Temos grande porcao e offerecemos aos nossos
freguezes par 4* e 5*. Oh I qae pechincha es-
tamos oonvictos de qae ninguem deixarA de com-
prar em razio de preco tao resuraido. A ellas 1
I,azinbHM
Para acabar, eatamos voadandp por 220 rs. 0
covado, tenlo de boaitoj gostoS inteiramenle esco-
cezes.
Alem destes artigos temos bom sortimento de
fazendas inglezas, snissas, francezas e allemaes,
como sejam : baptistas com barras e matizadas
granadina, chitas, cretones, metins, alpacas, lisj
maripoza, etc. etc., tudo por pouco dioheiro.
NA
Rua 1. d Marco b. 1.
0 AW"
Grande escala
So o n. 20
A' raa do Crest*, l*ja to 3 putis
i iihi;rmr c.
Junta a NJa da
MEtim CHWKZF5T
Propriee para vwtide?, os mais aaa
dirainnto pre^e de 280 rs. o evjrada, #
Dao-se amostras. _._ _.._ __,
ORC,ANDYS DE COfcES.
Fazeada fiaa e cam booh n adraas, pela dfcai-
nrjto preco de 320 rs. o covado, e peccbiDcba '
DSo e amosina.
aiiTAs^^rtrtWH* ctuttm.
Fazenda finissuna. caan Iradaa pediva*, M.C
aaaou praco de 3 rt. o onaado. dbaV..
6 pechincha .' Dao-se amostra-.
LAf rJUOCKIaft
Completo sortimento dc fas^ esceceus, e Ufa
aeabar se vetde a iWn.* carada ; a aatbaaabi
Dio-ae aarastras.
CASSA LANE.
Grande sortimeuto desta fazenia, eoaa o> ami
bonitos padrfies qrre tem rmdo e qne veode-se
pdo daMBiate prec* a. zWO ra. rwai*; 4 >-
chinctn Dte-s aimidwa
CtilTAS CLARAS. _^M
Com bcaates padrdea, aaa se vaaa a Ma
covado ; e pechincha I Dio-sc amo>tra-
UOLLaMDA.
Hrim Hollands, liso, o qne ha de mais fino, pro
prio para costume, de bosaaas-a maatau-a >-
tidoa para seahorse, fmr aer- meh. flan e Ha*br
poro, e ae ven !e pelo diniaalo prec. de Mt rt
o Covado; e pectTncha Din fe amostras.
BIUNS DE TORE5.
Brim de auras, laate pera, ceaa boaina m-
droes e qne se vende pplo dlmttiuto prpco d> W>
rs. a covaaa ; pecfiinah.l Uaa-se arc'o*tras
CASISAS DE CRBfO.M-:.
Camisa* daaretonev a ajac ha de mais fi?.
com lmJos nadroes e qae ?e veade a 40*000 a
duzia e 3*C0f cada uma e aecbsncha~< sa a>
vend*
Assim como dm deposito dp mais fazeaise aa*
se vendem por menus do qne eat ouira qaaJ4Mr
parte, como sejam :
Cortes de casaotira .de cores a t> peehta-
flia I
Man ae brim patslo ana a am, ienft
Cokbas de fusus casa Oa-sa, aauito peindee a
4* ; idem.
Idem idem brancas, idem idem, a it; ideal.
Gobertas de .-hate adaraaseada lea, Maa ia>m.
a 3*50f); idem.
Leu-.-'i.'s de bramaaae, idra id---rn a 2* ; idem
Taalbas alocrk. adas a**309a duzia ; ieeaa.
L*er,o*. de cassa torn barra 1 j,<> -O a daua
idem.
Idem ilem idem brancos abaiahados a %J0C<
idem.
Idem em calxiebs-< mnito Iradas 3ft(t*
dotia.
Seronlas le linho e algodao a 11*. dasia.
Cambraia Victoria Una a 3*808 a peca ; e pe-
ebiaeha.
Atgodao marca T largo a 4*300 e 5*. a pera.
Madapolao lino a 4*400 a *;.
Madapollo franeez muito fino a 6* a peca.
Brim pardo mui to See a 400 rs o cvsaao -
peshiacha.
Cambraja transparent*, o qne ha de mais da.
a 3* a prca.
IlapJistas de cores reudemas e raa Isados pa-
drjw a 400 rs. o covido 6 graode pechincha
Duu-se auuslras.
S6 o n. 20
V raa do Crespo, Ija da*n*ria>
DC
<-l ll.HKRMK aa e.
Jimla a laja da aajaii.
ft 9Si>al>elc<-imc*aia nrUn-*+ ebon.
o*n iMM'u* dak aaaa. ate 9
hora tin no4ta
Panno de algodao da Bahia.
Veade de tola? as quaiidades Joio endrign" I
Faria : na rua do Araorim n. 33.
Piimos
9a Bah.a e dr.Uio, vaade J lo Ti>drifmei d^ F -
ai, rca do Amorim n. S3
-----:-----------
iaz
dp prin:elra i;i:> tUnilr
.lo annaze-n de J. Doaiogi. do GanaoeShe.
raa do Am .rim n. 41, veude m gros^
retalho .i melbor keruzeea da. betn acraditaar
marca de Flenry F> r.-!rr A, C .qarsntindo-sca rua
lidade e qttaniidadr certa do iiqaido. Na '
armazem lent para render- < eVpositoa t
neiras e muito asseiadta, para cr^ai de familia, p r
l >!( 0 cada um.
"Vende-3e
pes de sapotas de todo< cs BrimiIh
uialidad. oUrupo a pjoprio Pjeja ptaala-los : tu
raz do Hospicio n. 75.
Eogenhu cm Sf riohana.
Vende-ae dn^e partes do
engenho Novo.. &ito na fre-
guezia do Serinhaem. distan-
ce dft esMcao de Gamdleim.
^ legnag, moentc e corrente
que. sa^freja eerca de 3,000
paes* com optimas terras,
movifo ;* a^ua e bem obra-
do. pot preqo commodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
guoir6a, a rua das Canadas
n. 14. ou no arsenal de
guerra.
--- .--------------------:---------aa--------------
a 240 rs. o covado.
So na rua do Qaeimad-i a 13, d*fiwrt da praca
da ladepeaaaacia.
S* aa loja aa a*aaaarsiaa.
Chjtas preias e de cores enm saipi.v* de cores,
sendo muito boa, a 240 rs. o cmdo.J
AproVeilem fregoeses.
Engenhos em jfnmam-
Vende-se os seauioles !

-^Vende-se uma arnra'jSK de airJiti'eiro-,"!nv#'-
nisada e envidracada, propria para alguma loja de
charutos jju cigarrof. pap barata, prco :
ta preteaw, 4trija-sel rua da Plopenthta n.
A tratar com s<"us pr,
Xa informacdes com
Filho na mesma 04
-_____________raw byaga > c
Veade-se ou alugase a casa
frente da matrix do Poco, da Panella,
proprio, aons lados murados, alguns 1
coramodos p'ira grande faaaaa, seada
sele quartos, dons
e mais dous quart* para esccavfs
Windju-na 4^o Castelhaao, com
Sal 4p A ?S*
A bordo do hiate Leoniliu de Cruz,
confronte ao trapiche Bar boss : a tratar 1
3K.


Ll

Dmk> Je TrE
fazendas finas
Rua Primeirp de-Jfcxrco
a. 7A

E' esta uma das c!'aS W>. 'Irsjt! t^dg compri-
maiia offeteeer ao* sett* Tregueze's urn vWralmsi-
d osortineate de fateodas fmas para grande 'toi-
lette, e ban assim para so ordinario de tudas a*
classes, e jPpr .precos vantajosos, das quaes faz am
peqneno resumo.
Mandara tsnefOfhs as casa-i dos pretendentes,
para oue tent peseoal neefe&sariD, dao amostras
mediaate: nemhor.
Cor tea da seda de lindas cores.
Grosfleoaples de todas as d5r~&:
GorgtirSo brance, tizo, de liitras, preto, etc
Setim Macao, preto e de coves.
lirosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta evle cCres.
PopeKnas fle llndos padrdes.
File ite sada, branca e preto.
*icas basquiuas de seda.
'Usacos de merino de cores, ia, etc.
Manias brasUeiras.
Cortes toin eatribfala bnrbca com lindos borda-
tUeaa capellas e mantas.para noivas.
ltiquissimo sortimento de las com listras de
ada.
<;airtbratas de cores.
Ditas maripoWw, bi-aftcas, lira's %ordadas.
N;t;!7.ui|urs de. lin.i padifit?.
Baplistas, padroes deiioado*.
IVrcal.Ta* d quadros, pretvs e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho dc cor, proprias oara vestidos,
com terra e listras.
Ricos cortes de vestido de linho. c nites da
aesrna cor, ultima rood*
Ditos de cambraia de cores.
Fustao de l infos 3re.
Sates bordadas sara senlioras.
Camisas borJeias para sebtoras, de linbo e al-
KudAit.
Scrtimeuto 5- lavas da ve Madeira fabrica de
iuuvin, para homens e seDhoras.
Ve?'.ua*! vsruiwniaiis.
ftt9i para teptiiid*.
Chapeos .fara nno.
Toamas r guardanapos adiiroasctdos de linbo de
tsUrt. ttesa.
Cotchas *e la.
CortHiados bordados.
Grande sortimentq de aanr.'sas de linho, lizas e
ix-rdadrc, para homens.
Meias de cures para heisess, menrnos e meni-
al
t liloe Ofttocvtu*.
ijoam'atj so. umenU" de cfeapcos de sol nara -
oieas t aaancras.
Merino de cdres para vestiios.
Dito preto, fnncado e dito de verao.
'oilhado de linho e 4!godao para toaJ
'A.toaluado pardo.
Oaraaseo de lit.
Hrins de liriTio, branco de i*Sres e preto.
Setirfl de Rndas (fires com listras.
inhales de merino e cores o pretos.
Ditos de caseraka.
Ditos ,ds seda pi etc e de cores.
Ditos detoui'piiiu.
Camtam "de chirr, para homens.
Ditas de nanella.
Ceroulaa de links o algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeirat conso-
Lengos bordados e de labjrintho.
Colcrras de croctiet.
Tarlatona de fo Ricos cortes de vestidos de tar'atacs bordados
para cortes.
Espartilhos Rsos, bordados.
Poulard de seda, liddas cores.
Meias de seda par* aeuhoras e meniEas.
Rica8 fjvehas de seda e la para setrboras.
Rii'o sorUiuei:"io de Jeques de mtirfperolas a
OS50.
Damasco de eeda.
Casemira ppeta e de cores.
Chitas, madapoiae pauno lino [ire'.a e azul, eol-
aritln ?, I'unlins deliubo e a^odao, gravatas, lu-
vas de no do Escossia, 'apeles de tooos os taro-
nhos, bolf^s de \"iagem, peitos bordados para ho-
mens, renews d piiardanaeos. etc., etc.
E' krato
UlU
Rua da
ratriz n. o
PARA LIQUIDAR
a 500 rs. o CYMSAS FUA^CtZAS A 2W0,
3JJ00OE 3?500.
JT500
Grauadina prela
oovado.
0 PayJo vande granadioa prcta c lavraik
tpelo barato pre^o de 500 rs o covado.
MadapolSo cnfestailo u 3"00
a pcca.
0 Pavfio vende pe^as de madapblSo en-
festado, pelo barato prejo de 35000 a pe$a. grando sortimento de ceroulas de linho e de
0 Pavao vende urn bdnito sonimento de
camisas francezas'com peito delg?d5o,
25000 e 2^500. Lfitos com ptito de linhc
de 35000 a t5JNXK). Ditas bordadas muito
finas de 65JOCO a 108*000: assim como
Ditas sera ser enfestadO, com 20 Jardas, a
5JS000. Ditas com 24 jardas muito boa
fazenda, a 65JOOO, 6&500e 7JJ000.
ALPACVS PRETAS A 500, 040 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
alpaca6 pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantdes, bombazinas, princezas
pretas, merinos, e otftras muitas fazendas
proprias para luto.
Scdinhas a l?600.
0 PavSo vande seda* com listrinhas de
cores a llMiOO o oovado. Ditas com pal-
algodao, por preccs baratos, e tambem tern
complcto sortimento de punbos e collarinhos
tanto de linho como de algodao, por pre^os
em corlta.
Espartrtlios i 3?aOO, 40O0 e
5 5000
0 PavSo vende um bonito sortimento d*
espartilhos modernos a 39500, 4|5000 e
5^000, assim como um bonito sortimento
desaias brancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de Usinha de cOres a 39000 : e" pe-
chincha.
minbas a 2909D. Dftas com toque de mofo
\m 19000 e 49400.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
09000 I. 79000.
0 PavSo vende um grande sortimento de
-cambraia Victoria e iransparente cem
-6 1/2 varas cada peca, petos baratos precos
de 4a*0, 49MW, &9000, 69000 e MMI
a pe^a, 8ssim corho, drtas dfl salpico bran-
c, a 7^000, 6 pechiocha.
NOVA8 LAilWIAS [A 560 RS.
-0 Pavao rcoebea pelo ultimo vapor ub
elegante sjrt mento das raais hnrdas laiznhns
para Testntos, inodo mais delica Jas cores, e modernissimos pa-
droes, q \nda polo barato preco de 560
rs. 0 covado, a" ma da hnperatrh: n 60.
LlQUIDAf-A-O MROCPA PARA HOMCRS.
0 Pav*'o vende hi grattde sortimento de
roupas para homens, sendo palitot6 saccos,
ditos frks, tanto docasemira prfeta e de co-
res, como d patitio ; assim oemo am avul-
tado sortimento da calfcas de caemira preta, }05000.
de cot, .da brim de cor e hrranco, UM
grande sortitrrcnto de colletos de todas as
qnalidades.
. Tendo tambem um bom sortimento de
camisas ingle2as e francezas; assim como
de cerotflas de linhoe de aigodao, 0 vende
todas as roupas adma-mencionadas pelo ba-
ratissimo prejo, por querer liquidar, na loja
da rna da Imperatrizn.^O, de Felix Perei-
ra da Silva.
Acha-se constantem-ent aberte f
4s 6 de noite.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
IARELLaS. DE 79 ATE' 259000 0 PAR
0 Pavao vende ura.gn.ndo sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
janellas.pelo barato prego de 79000,89000,
lOf&OttO ate 259000, a-sim como : colxat
c!e damasco de la muito fina de 109000
129000 cada uina.
BRAMA1STES A 19800, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para lenjoes,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
algodSo a 19800 e 2?000 a vara, e delinht
a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pecbin
cba.
CASEMfRAS A 59000, 69000 79P00
0 Pavao vende cortes de casemiras pa*r*
calgas, sendo padrSes modernos, pelo bara-
to preco de 59000, 69000 e 79000 0 c6r>e,
assim como : pannos protos dos methbrei
que tem viudo ao mercado, de 490OJ0, 89 e
I OliA^AM^AS
Granadin^s, de seda pura, preta com listras
do cores e padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e quo se vciide pelo dl-
iLinuto prc^o o*e S6u r's. 0 covado, pof ter
r'u'm J^q'uftio toque de mufo, e fazenda, di
!'290CO 0 covado ; e pecliincba. Dao se
[aUostras.
Hriiii 'branch
iWm brtrreo muito fino, fazenda de
295G0 a vara, que se vende por 19400 a
j vara, por estar eom um pequeno defoito ; d
: pechincha'.
Meflns franeeies
Metina fracezes, faainda muito 6n, pa^
droes modernos, faxonda que ja se vendeu
[>or 500 rs, a 3li0 rs. 0 covado ; e pechin-
cha. Dao so amostras.
Cretoues cle listr- s
Cretonesdelistras,fazenda acckhoada,pa-
droos muito lipdos a 4.QQ rs. 0 covado.;, dao-
S3 amostras.
Madapoloes
Madapoldes com um pequeno toque de
avaria, de 35 chincba.
GHiTAS PERCALES
Chitas peifcales avanadjas. a 244 rs. 0 co-
vado; pecliincba.
SO' 0
N. *0 da r*uk4* Cresp,a
Loja da 3-portas
DE
(.iiIlH-rme tC.
Junta a loj-a da rstprina
Para neivas,
DA BOA-VIS. Rua da Imperatriz n. 72
DE
MENDES GUIMARAES Acabam de fazer um grande abatimento nos prec,osde suas fa/.u'la* allM
dendo a grande falta que ha hoje de. dinbeiro,^ por isso creio qu o pre^o que vsi tmm-
ciopado agradard ao respeitsvel publico.
CHAPEOS DESOL DE SEDA A 49000.
Vende-se chapeos de sol do seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca fi-
nos com 12 astes a 49, ditos de merin6 de
dqas cores a 59, ditos de seda para bomem j
a 69, ditos inglezes com 12 astes a 89 e 99.1
parcnte a 39, 49, e 59, dila Victoria lapM*
a 39, 49, e59.
TROCHES A 19500.
Vende-se croches para cadeiras a 1^500
wda um. .
LAZ1MIASA300KEIS.
Vende-se lazinbas para vestido a 200,
BRIM PARDO A 400 rs. 320, 400, e 500 rs. o covado.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. of ALPACAS DE
dito de cores com quadnnhos a
covado,
500 rs: o covado
CORTES DE C4.SEMIRA A 59.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calca a 59, e 69, ditos de dita preta para
calj'a a 49; 59, 69. e 79.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29- (hto muito finos a 39- I
ARERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vendelse aberturas para camisas a 200 rs,;
ditas mais- finas a 400 e 500 rs. ditas de
Araaral Nabue & C. vendem leque*. ligas,
nissiroas aberturas de esguiao de boho para ca- 09000.
j misas, frontaa, de labyriattje e b<>r4Jas, capellas
de larangajlra, oolcba de seda a de eivcbet, corn-
; nados par* cama eleases- 1>er4ado?,- tudo proprio
paracasameoios.
Me& mariaano.
Amaral Nabuco & G. vendem pastilhas proprias
para inceitsar santiKiris laflainba do mez ma-
riaoo : no bajar -Victoria, raaidnBarao da Victo-
ria n. 1
Insignias ma^onicas.
Araaral flaboco & C: veodem insiRtiaa mafani-
cas de diifereoies graos : no bazar Victoria, rua,
do Barao da Victepa o. 1-_____________,. (
esguiao a 19, ditas bordads a 29- e
CHITAS A 240.
Vcnde-se chitas para vestidos a 2'0, 280 e
e 320 rs o covado, tem cscuras e clar^s.
MAUiPOLAOA 39. e
Vende-se pe^as de mad polao enfestado a
|33fe. ditas de dito inglez a 49500. 5$, e 69,
.' ditas de. dito i'ranccz fino a 79, "9-00, 89,
REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640. \
800 rs. o covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TAl'lTIS A 49.
Vende-se grande sortimeuto do Up'-tfs part
todosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE Hot PA FE1TA
NACIONAL.
Calgas de riscado j>ara traba.bo a 1^C<0#
e 19400.
Calcas de brim pardo a 19900,2* 295M.
Calgts de Lrim de Angola de | res a 29
e 39.
Calcas de casemira de cores a j'CiOO, 69
iv.
t.iOO
49
CASSAS A 39.
Vende-se cortes de cass3 para vestidos a
39000.
CHITAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se chita para coberta a 280 e 360
rs. o covado.
ALGODAOZINHO A 39.
Vende-se pecas de algodaozinbo a 39000,
3?5C0, 49, 49500, 59-
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramaute com 10 palmos de
lacgura a 1^600 o metro, dito de linho fino
EBMERALD1RA A 800 RS.
0 Pavio recebeu um bonito sortimento
das maistipgantes esmcrahlmas com listras
de seda, sen.do em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, o vende pelo baratissimo pre-
co de 800 rs. o covado, & rua da Imp^ratriz
n. 60.
< ..;;.en o do PAVAO, das 6 horas d-a manbi
Vende-se tim pequeno suio perto sla esta-
jao As Sadgadiiiho, tendo de frente 150
palmos,-e de fnndos mats tie -quatroeentos,
eon tima Hegonte casa dj 'aipa, acabada de
proxim e bft.ii assoiad.i, tend'i 2 sal s, 2
quartos e ccinha fdra. 0 terrcno e pro-
prio ii bom <'e|t(lantn{ues, tendo algmi6
arvores de 'ructo, agua de bflber e todo cer-
cado.
i*ara vor e mais expiicacoes, no mesmo si-
lio a qaalquer hora a enteinier-se com Tris-
tao Francisco Torres, e jrara tratar, n the-
sooraria d s lotersas, rua 1.' de Marco
"CALCADO
cslran^iro.
Paris n'America, a reaDu-"
que de Caxias d. 59
primeiro andar, acaba de recefceraim eomfile'to
s irtimento de calcados estrargeiros para iioiucu) e
SiDbora, vindo enlre elles urn linlo sorliirer.io de
elegantes ebiqnrtns, sapatinhos e botinas para
criancas. que tudo vesde por precos razown.
Pillulas Cathartics*
de Ayer.
Para todos oa effeitos d
am remedio laskMB.
><"io ha ?cguramcritc, not
WJnedlo-tam inlTersalmeut*
jirocurado como mn QBthar-
':ico on pnrgante, nenhnm
>ntro tem ?Ido lio usftdo em
todos oe yaiztt eportodas as olweo, omo e PZLd.U-
LAS, suaves mas effieaies. A razao 6 evidente, tormao
nm remedio muito mah oerto e ffica2 -^ne nenhum outro.
Aquelles que os teem ensaiadc sabem que se teem curado
pelo sen nso, os que nao osnsaiario sabem que sens am%os
e visinhos re teem enrado, e todos conheeem que o veealtEia
lirado urns vez.ee titara todas as yeaes, e que as PJl.LU-
ZAS minoa falhSo por consequencia de erro ou negligeari
na -na composicao.
Temos m^hares sabre milboK s.de certificailoe teferentes a*
VENHAM VER
A Nova Esperanca, aTiianffn'de-raTias n. C3.
apressa-ee^m convidar a seas fregueies. com es-
peeialidade ao bello seso a virem apreciar os se
i;uinu>s artigos expostos a venda e todos por preoo
cammodos, como sejam:
FINAS -BONECAS immsas e choronirs.
KONITAS E ENGRA^ADAS viaas para $terio-
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cba.
ELEGANTES BOLSAS parasenhoras e meoina*
BONITGS VASOS own fina banha e cherrose.
estractos, trazendo cada frascu um name, uma ini-
oial oil um distico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre eilas co?
de carne.
Para queoi gosiar.
A' Nova Esperanca a rna Duc/ue de Caxiae a
63, acaba de jeeeber leetos e caixas para o jogo d
Volurelte.
Fara qnem M'ffiv A Nova Esperanca, i rua Buque de Caxias
63, acaba de raceber as procnrailas meias de 'bor
racba para quern sofTre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, arua'Duque de Caxias
*3, acaba de recebernm Undo e completo sorti-
meoto de (lores arltfieiaes das melbores qne ten
vindo ao mercado
A ellas antes que se acahem.
Costtnnes para crian^a.
A Nova Esperanja, a rua Duque de Caxias n
-y, acaba de receber bonitos costumes para crixoca
e sta se vendeado por pKeos razoaveis.
km HEEYOSOS
A Niva Eaperanqa, a rua Duque de Caas n
3, raoebeu am pequeno sortimento de anneis t
pulseiras elecrricas, proprias para quern soffre dot
nervos.
Vendem
Wilson, Eowe & C.
Em seu annazem a rua do Tr.ipicfee a. Ifc, o se-
g.ui&te: 0
AigodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao d^e pedra de todas as quaKdades.
Tudo muito barato.
America illuslrada.
Vende-se uma collec^ao de cieco trimestres des-
na rua Duque de Caxias n. 41, !
^e periodico
a TODADE
Grande Ikjnidacao dc
Itna do Uvnunenla ii. IM.
Lazinbas dc bonitos padroes de WO a ^40 rs.;
alpacas de todas as cerese boa fazenda a 24-0 e 400
rs. o covado ; chitas escuras e claras a 240 rs ;
bap'tistas moderaas a-SPO rs.; precdles -flrras a 320
rs.; metins de todas as cores e de boa quaJidade
a'240,380 e 330 fs.; eambrala de-coies/a 240 rs.
o rovado ; chapeo6 de velludo.e pdlba para senbo-
i ra a 4/ I vastidos para meniuo le baptisar a Si !
'?L^n2L35e ^ eli^'d0 ^2LPillSl2i'^as m^'*";|rriu?celina de cor tnurto'boa fazenda a 180 rs.;
etiilas rexis-a 400 rs.; ditas.putas a 200 rs.; ma-
dapniao a U, ^,5500, 3$800 e 6J a peca; dito
fraucez.a M, $1 e 6^600; algQdao a ^600, ki,
iiSOO, 5* e 5S500 a peca; toalhas para-rosto a'
360 rs. ou 4J a duzia ; ditas felpudas finas a 800
rs. eada nma ; cortes do casemira a &*&O0 diioe
tint qne em eejguida menoionaaes, poMm sendo ftaes curas
copbecidas em toda a parte aondis teem pepetrado, des .neees-
sario < pnblica I-os aqnl. AAapSftdaS & todas u idades e k
todas as condi^oee, em todas as oltcoasv nao contendo calom-
(laiio nem outra qualquer droja detetej-ia, llas podem ser
tomadae por qualquer pesooa com toda segnraaoa. Sua
capa d'asucnr aBC0B*er>a iemi>ro freecas, e as tern^jjOBto-
as ao paHadar, sendo fiunbem pnramente vegetaes,
dem resnltar effeitos prejudieiae i se por acaso fonm tenc
m qoje Jeimasiada. O papei que serve de coberta para
sada vTdrd leva direccoes minuciosas com relacSo as secajn-
tes molestias que as PJLLUZ./18 CATBAJtTICAM Ttpif
plicencia, TxK*o*id*z, Falti de Appetite, dVve
-, ~ &*, Col
ico BUloeo, e Febrea BilfoaaA, qe^em se ton^ar. tam#ei
Bioderadamente em c*do casd; \yax% oofreger a, ace&o vkiads
ou remover o obstaculos qne a t.ausSo.
Para a Dyaenlrrld oa Diarrhea, i geralmente bastanto
o do
ser
uma dose prgnW,
Para Bheumatlsmo, Gotta, Arrcias, V
Coracao, Dove* nao ilhargao ou coital,
tomadas continnadaraente, au alterur a ac^io doe orgaw
disregulados, de sorte que a mol Para a Mydropetla e inchatfa Vydropieao, 6 preciso ]
toma-U fiijuentemeDte e em poro&s aaas Maudes para |
produair o efleito de um purealivo drastico. Como IMgei- \
Uvo para iantar od eomlda, toma-se nma ou'duas para |
promover a digest&o e ajudar o iistomago. Uma ou duas to- '
adas de ver em quando, estimuISo ou estomago a obrar sau-
davelmente.
Qualqner que se acha regnlsjinente bom, tomando nma
u duas *eetBs pfll '
lente mfJhor, por n
apparelho digeetivo.
de brimiwanco e,de c6 a 800 r9.,,U e W-bO;
4i^os de brim de linho .buncos e de eores a 1h_;
.algo-iao azul a SS a peca, com 41 e 42 jardas !-f
rJamasco de la eom duas larguras a ii q eovado
encos de caasa pjujuenoa a 7W> rs. aduajal 1 da-
com uma fcvpil* eaixinha
brap.ca fipa a 3 jo prViprib para toalhas,
reDcoes e wronlas'd'MO rs. a 3ra t argodio azal
e ni isctado piopiio para escravos a 160 rs. p cc
vejko; culfje* de casern^ creia e de m^m I,
ditos de brim de cor a M; lenc^s francos a
J^GOO a duzia ; meias finas para senhora a $3 ;
e outros mnitos artigos a vant&de do oomprado|'.
< Ii4-;u>ni Bte< afiae o acabe.
Farinha de mandinca
DE
ou duas 4'eetas pillulas seacbara, muitas vezes, decidida-
e milhor, por razao que ellas puriflcam e restaurflo a
f\
PEEPAJllIlii |>OB
J. Of Ayer & Ca., Lowell, Idags-i E,V*
*V
De superior qualidade e muito nova, ehegada
, pelo ultimo navjo :v vende-se a rua do Brurn a. 93,
armazea) de asiucar.
up
fina do Barao da Tictoria n. 22.
DE
Carneiro ViaoHa.
A' te grande estabelecimeoto .tem cb-
gado um bom sortimento de machinas para-j^cu^^^quenTq^uUdade de lea cos deseda
.costuia, de todos os autores mais acreoita- > chjnezes, com Jindissimos desenho-
dos nltimamentena Europa, ciyas machinas jiamente nova.
8 WM BO BARAO lA .VICTORIA-*
it-adeiM Lyra & Vianua os 'uiutes cA-
gados ;
Sapatos de transa marca ,ehave), finos, duzia
16 Jww.
Triiee de-di'a,. .dem, idem, idem par IJ^fOO.
Ditos de casioiira preta, para bomem, duzia
18^' 00- rf
DLlos de dita, Idem, i*m, idem, par 1^800.
Focos tie cores- para mcrime?,- 20 a 3fj par tl e
Botinas cordovao de I'uUt, para, .homanva IM
Ditas-de Uezerjo iiem, idtm, id-ra 10*.
Ditas de vaquetk para menino a "3 e 6J.
Dftas'lnglPzs, idem, idt-m. Hi e ff.
Ditos-gaspiBdiis para ,enli(.ra ii .- ."ij.
Cdiftitos inglazespara-eiittttca a ij> e 2^500.
Wll-on Rowe & "C venaett ao sett armaxeit
rna de Oc*mercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao muI amencano.
Excelleute flo de vela.
Cognac de 1* qualulade
Viabo' He Bwdeiax.
Carvao de Pedra de todas ae quaiidadea.
VENDE-SE
uma cata na villa de Barreiros, na rua do Com-
iercio, por pre^o modico : a tratar com Tasao
frmans* C,
Magnolia
Na loja da Magnolia,a rua,Duque de Caxias a.
43, eacootrara serapre o respeiuvel publico um
completo sertimento de serfumarias finas, objectoe
de pbantaaa, luvas de lonvin, artigos de moda e
miodezas finas, assim oomo modtcidade nos pre-
;os, agnado e sinceridade.
Aneifi eieetrioB
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, aca-
ba de rec*er os vcrHolciros anneis e voltas elee-
tricas, proprios para-ee nervosos.
Mefos adiei>e^os
A Magnolia, a rua uque de Caxias n. 45, re-
cebeu am -completo *ortmento de
Meiosadereces.de tartaruga.
Meias aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas ohtras qaarlidades.
Botoes de aoo
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 49, tem
para vender os modernes bot5es de ajo, proprios
para vestidos.
$oliiiha6 o punhos"
das mais modernas qu,e ba no mercado ; a.ellas :
pa Magn LeBA}og dbinezes
A Magnolia, a rua Duq^e de Caxias o. .43, i
ia 2t'600 o metra.^ __-____ -
ALGODAO ENFESTADO a 900 RMS.
Vende?se a'godao enf- stado a 900 rs. o
roelro,. gra.vatas pretas a 400 e 500 rs. cada
uma.
CHALES DE LA A 800 REIS.
Vende-sq chales de la de quadros a 800
rs, ditos de. merin6 a 2& 3??, 4JJ. 5J>.
CQBERTAS DE CHITA A i800.
Vende-se cobertas feitas de chita a 1U800,
3, e 49.
CQRTL.NADOS PAR.\ IANELLA A 7.
Vondfcse cor.Unados para janella a 74 e
b'JJ o par.
COLCHAS DE CORES A 29.
Vende-se colcbas de cores para cama a
29, e 3^800, ditas de croxe a 69.
COOTWADOS PARA CAMA A 14^.
Vende-se cortinados bordados para cama
a 149, 169 e 209.
(OBHITORES DE PELLO A 19200.
Vende-sc cobertores de pello a l#9D0,
ditos superioresa l.->t>uO.
CAMBllAIA BRANCA A 39.
Calcas de casemira preta a :j-r"').),
e 75?.
Palitots de ri-cado a 1^.
I'alt tots de alpaca de cores a --?.
Paleti ts de paca prtla a 3-T, 3? 00,
e -i-r.
Paletots de panno preto a J>, 0?, 8Sf,
105O0O.
Pal tots de tascmira dc cores srin def.-ito
a 49.
CerouliS de algodao a lv, ditss de ..ra-
tnant- a 1J50O.
Camisas de cli la de cores a 1-3283, c
1*400.
Ditas brancas com peilo de ct, i a 19.
Ditas brancas linas a I|,ll50l 19 e V9.
Ditas finas de riscadinbo rran<< / n 3?.
Ditas de cretone a 35500.
Coik^5 de C8serhira decoresai?, iri- 0,
39 e 49.
Toda e3ta roupa se vende a
para liquidar.
BRIM BH\>CO A U.
Vendc-se brim branco a 15 I var;:, iitt
fino a 15400 e 25.
ESGLIAO FISO A 99.
Vende-se esguiao de linh.t fino a KoOi.
2^500 c 35 a vara.
FAZENDAS PRETAS PAB\ !' TO.
Merino preto lino a 2;JKC0 o
| SorulioZiiia preta lina a 19G0O V J
covado.
IA preU fina a 500 rs. o covr :o.
Chita preta lisa e com (lore-; ;. 2!.: c -20
rs.Co covado.
Alpaca preta a 500, 640 e IM rs. o
vado.
Cantio preto para luto a 152*"C cova4.
Sarja de IS preU propria ptia ..1-.-5 a
640, 800 e 1*200 o covado.
Outras muitas faieudas prttas q; <-
d^m barato, no Bazar Nacional, rua da im-
Vnde-se pecas de cambraia branca trans-i peratriz n. 72.
CAFE' DE JAVA
0 unico verdadeiro ven-
de-se na confeitaria do
Campos
U luiperailor ii
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa._____
Ultima moda.
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, re- j
cebeu um Undo sortimento de bicos de guipure
de cores, apropriados aos vestidos chiques da ac-;
tualidade.
S. CARLOS
Vende-se ouarrenda-se o engenli<. v l-ados,*!!
Ipoiuca, moente e correate, tout t-ua as c*r*
em'pirfeito csUdo de conserva^ao. muao bom
d'agua : a traur na travessa da ru.. 'uque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Ait-
Quintaes.____________________
:> do Caam
0 INEXMGUIVEL
50 por cento menos
do valor
A eclcbre a^M
HE
JNURPAY M LA.VH > >".
Fr^derico Pinto & C, tendo acabado com a offl-1 Uma Pura. distillacio das ma
cina 4o alfaiate, tem um grande sortimento de j rta dos ttopicos. Contem, par.
calcas de casemira dec6r, brim branco n. 6, e de xer, quasi o oddr odorifero its lore*
.-
I
linho 4e odr, colletes de caseuura, gorgorao, brim tropjeo da America, esi.a [ra......
.branco ede cyr, fraques de panno, casemira, me- _li_.__.. .
'.a^inoealnacao; tudo obras de encommenda, as uioxhausta ainda_ merino nor i
sao garantidas por um anno, e tendo nm
perfeito artista para ensinar as mesmas, pm
qualquer parle ae6ta eidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'um
anno *em despendio algutn dp comprador.
fifttta estabelecimento tambem ha pertenifas
]para.as mesmas machinas e se suwire qual-
qner pe?a que seja necessario. Eslas ma-
chinas trabalham com toda a perfeiijao de
.urn e dons pospontos, frao?e e borda toda
qualquer costura por fica que seja, seus
precbs.aao.da seauinte qu.dlidade : para 'Ira-
balhar fiinio de 30900D, 409000, 459Q00
e 5d90i00, para trajjalhar eom o pe-sao. rle
805OQ0, Q09000, 1009000, IIO90OO,
4209OO.O, 13990O.O, 1509000, 200900P e
45J39OPO, emquaqtp aos autores n8o haial-
terecJio.de.,precos, eos compradores poijerio
visitar.este ea&belecimento", que muito jde-
verSQ^os^rjjela variedade de objector que
ha ^epjpr^ para vender, comp sejam: cadei-
ras para viagem, ma las para via'gem, cadei-
ras para salas, ditas de balanra, ditas para
cnanca (alias), ditas para egcolas, posturei-
rjts.riquissirnas, para senhora, despensayeis
nara crianrjas, detodias as qualidades, caaaae
'deferro par? homtm e eriar.^as, capachdS,
gspelhos dourados para sala, grandes e pe-
dj^etios, apparelhos de metal para chi, fa-
queiros com cabo de metal e de marram,
cfitos atriIsos,.co'iheres de meta! fino, corkhei-
ros.para sala, jarros, guarda-comidas, de j mento de chapeos parti'serifiora,' ultTma moda e
.arame, tampas para cobrir pratos, esteiras, vende per preco commado._____________
para forrar Salas, lavatorios completes, ditos P.Qml-irnin t\ ISL n ran
simples, obiectos para toilette, e on tro mui- s ^amDr^ia a 6fiJ, pe^,
tos arises aue muito devemagradar a todos J&M.r^ V*1?*0 u" ^3']nnt0 a ]o
Leques
lindos Ieqnee defliadrt'nerpla, de tartaruaa, de
martini, de osso, e de muitas outras qtaafidafles :
recebeu a* Magnolia, a ruaDuque de Caxias nu-
mero 43. ;
jytenqao.
A Joja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber os seguiates artigos :
Manual de madreperala, tariaruga e marfim.
4ueiw .albqps com cajia.de ma^reperpla, cha-
,grea, wadejp, velludo, cojiro, elc.
" Lindas caixas com onunmae perfumanas.
Ligas de seda, brancas e de core?.
Voitaa da madreperola.
iPntsei^ae de madreperola.
Rica, caixas p,ara costura.
Vestuarios para -bapttsado.
Toncas e sapatianos de setim.
Modernos ohapeos de sol de seda para sennoras.
.Uados pen-hp^pe^s.
qr^Ya^inh,as de v^jludo, etc., etc.
intei- q^s ^dem a yinheir~o"com"50 por Of menos ] /aporacio e diffusio. Wme .: e
doeuste: na rna do Marquez de Olinda n. 40, 1 icomparavel a quatyuer l-..:.
qne ha dc venda para :
-r
f apellp 110vo e
Milho pequeno
^)a .?ft9rttor.,a_nalidade BO,armazem de farinna
|rico,de Ja'aso Irm^os *.C., na pra;a do caes
W-
MOF O.
E peohincha.
E Brim pardo ^no, com peaueno mofo a360 e 400 %>n tera conservado sua in.', .j 11
rs. 0 covado : na rua do Queiroado n. 43, defron-
te da praca da Independencia.
HA
Verfe e pieip superior.
;Preto a 3*000 0 1/? kilo.
Verde a 3^300 0 '1/1 kilo.
Na rua do.Marquez de Olinda n. 20
antiga da Cadtia .
LtfSMAIOS, ATAOLES SERVOiu.-, OR
DE C4BECA, DEBIL1DAM. E
HYSTERICOS.
& um certo e ligeiro allivio. Cum 0 bom
para
As unicas verdadeiras
Bichai hjmburgueza?-qne vem a estc mercado
em camisas ae
Vende-se camisas inglezas de linbo, muito fi
nas, para bomem, pelo baratissimo preco de 354
a duzia ; quern dfuadar venba ver e comprar : |
I na ru^a do Duque de Caxias n. 88, loja de De-1
metrio Bastos.
Chapeos para smiiiora.
A
7 A
A loja do Passp a rua Primeiro de Marco n.
A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
Ao Baraleiro!!!
devemagradar a todos ,,"_
tos arhgos que
que y.isitarem este grande estabelacimento;
que se acba aberio aesde as 6 horas da ma- pe
nbi ate as 9 horas da noute} "Mnta preia toa egcrever
Jfcia do Baf aO da VietWja O. vende-se iL 31 $Sm) Pa escrever, e n
potes grandes opequenos, na rua do Coma: ere io
n- 22, armazem.
imbraia Victoria, fina e iransparente, a
. Aproveit'em. .
.T'n~
Grande liquidacao de camisas inglezas, france-
ja9,>Bissas,-cWtpds as qualidades e gostos a 134,
174,1&4 a'duzia 1 E para admirar.
Sortimento cumplctoae camisas de liubo com
pequenos dtiTeitol por tao pouco dinheiro I I faz
mifter virem apreciar o grande queima ; a ellas
a ellas.
Chapeos de sol de seda para senhora a 34000 I
jdar-se-ba o caso que nao acreditum I
loja da Matins francezes, escuros, trancados a MO re. o
[ covado, estamo; ac bando, estanios fasendo grande
22.
a 34 a'1 abatimento.
So na rua Primeiro de Marco n. 1.No Bara-
1 teiro. __________________^^
Salsa parrilha.
Nova remessa, exccllente qualidade ; vende-se
na rua do Vigario n. 16, andar.
cima de vinte e cinco aouos sobif tojoil Of
perfumes, nas Indias Occidental, Cuba,
Mexico, America Ceutral, e do Sal e n4c
com toda a couuauca o rcuriimcrjdaoc
como tun artigo, pelo seu aroma muito de-
Ikado, riqueza dc uioreperiuaii.mia, nao
node ser igualado. Tambem faz remover
da pelle :
ASfERE^S, EMP01.AS,
QUEIMADLRAS DO SOI.,
SARDAS, E RORBLLHAS.
Seodo reduzida com agua, se turna uma
excellente mistura para banbar a pelle,
dando um aroscado e cdr tiara a coaiplei-
cio nublada, sendo applicada depots d
barbear, evita a irritajio que geralmealt
occorre, assim como tambem gr.rganteando-
se, o cbeiro do cigarro desapparcce, e me-
Ihora a condicie dos dentcs gengivas.
Como ha muitas imitagdes, as qi
possuem nenhumas d'estas propr
deve-se tomar cuidado e contar somente
o famoso perfume t ooamelico do sal 4a
America, cham
AfiU FLORIDA
DE
MIRBAVAIttUtV
Sj acba i venda em todos o-Jrogu
pwfumari as da moda.
Vende-se qma eacrava a*KaTpraria fan
casa de familia : uuem preteader dinja-ac if*
das Trincheiris n. i, segundo andar, qua r J
com qqem traiar.____________________
. Vcnde-se na iltu de S. Wf^
d eterreno e nma pirie em nm
na rua Imperial a IM.
L


8
Direlt* fteiml.
Diario de Pernambuoo Ter^a feira 19 de Maio de i&fi
COMHRlTAgW M r-F.IU.
Qual t a peua qu deve ser
* a;ipiicar
ae Jl aanos e ao maior de 60.
*e. ftreir esciavos etivereineom-
inettido crimes para qne esteja
IfeoretjuU a peua de gales?
A solnfao da prvseoto queatdo Jep' de estudo sobro os arb. 45 e (JO do codigo
criminal, cujas disposigoes vamo traris-
crever.
IITTERATIIRA.
Awylo de alicnadaa
8 imeg.nar ; 6 um erro sacrifjcar a bonda-| Suppre coin industria e arte as diffioul
deveni sei" dotados os grandes edificios a*
condigao unh> de em um certo lugar afor-
parecer ao sr. dr. lobo Moscoso sobre A mosearem a cidadfl.
ilha do nogueira, local desighado rara ?& 'omb<"nca dedi verses pessoas tenho
o asylo de ALMiNADOs. fallaio a V. Exc. varias vezesno grandesitio
Mm. e Exra. Sr. c mmeaiador Br. Hen- ds Temrioeira perleocante d Santa Casa de
rique Pereira de Lucena.-Manda V. Esc. Misericordia, V. Esc. respondeu-me que
em sua carta de 8 do correnle raez ouvir- tencionava alii fundar u.na colonia para os
me aobre a conveniencia da ilha do No- orphios, pois era de muilo urgente necessi-
gueira. para nella ser coustruido o asylo de dadetiral-os da casa em que se achavam, a
t
P
qi
metti io crimes para que esteja
estabelecida esti.jiena, serao condemnalas
pelo mesmo tempo a" pris.io em lugar e com
serviga analogo ao seu sexo.
Si 2." Aos meuores de 21 annos e
maiores de 60, aos quaos se substituira esta
. jaeoa pela de prisdo com trabalho pelo mes-
jno tempo.
. Ouando o condernnado a gales, estando
W .cumprimento da pena, c'aegar a idade de
*Q annos, ser-lbe-ha esl] substituida pela de
risSo com trabalho por outro tanto tempo
iii') ainda lhe faltar para cumprir.
Art. CO. So o rco lor escravo, e incor-
m pena que nao seja a capital ou de
fe, sera condcniuado aa de agoutes e de-
dxi os sotfrer, sera1 entregue a seu se-
, qua seobrigird a tra:c-lo com um
oeio tempo e maueira que o juiz de-
rer
gall
POis
nhor,
ferro j
signar.
0
sentence,
dia mais
Em face
tendem uns
que dove ser
trabalho.
Outros, por
ser imposta a [
Fundament
Em materia ci
se applicant aos I.
aos escravos, quan
lor nao faz ex ^ *
que forem escravos, o
uumero de acoutes sera* fixado na
e o cscravo nao poderd 1 jvar por
ie 30.
das disposigoes transcriptas en-
, em cujo numero nos achamos,
applicada a pena de prisao com
em, sao de opiniao que deve
win de agoutes.
103 a primeira opiniao.
iminal, as disposigdes qae
'.vies, applicam-se tambem
do a respei.o destes o k-
decl-ra que a pena de
wsta lij mulheres, aos
e uaiores de 60, aos
a pena de prisa j com
em crioie pa-a que
gislad
Sem excepluar os
legnlador no art. 45
gales nunca sera" \m\
tnenores de 21 anuos
quat-s manda app'.icar
trabalho se incorrerem
est.ia estabelecida a pen J g. qual
tambem naoconti.mara i >ffrer aqu,llo que
no cumprimeuto delU so Kp&zr 60 annos,
.sofffes^em-stibstitu cao, ^ pnsjo com
trabalho pelo tempo que ai. "^ ^ Wtar.
Portanto, quersetrate dL ^> V.se
trate de escravos, a 4>ena de 8a>es, nas by
pothe.es do art. 45, deve Sfc r substituida
pela de prisao com trabalho.
Em relacao aos escravos essa nao seria a
couclusao, se no art. 45, na part e quo man-
da substituir a pena de gales pel. ** pnsao
-t.slb.0, eitivessem aspalavr.t>sendo
COIU --.Unlw;.
ijvr,,s_ou outias equia......-
Alum disso, nao sei como sera* pca em
nratica a opiniao contraria na hypese
Jreviata n. ultima parte do rj*jj*j-
Tal conimuticao em acoutes nao pOdcser
feita pelo juiz das executes, porqoe a lei
nao declara qual o numero de acoutes cot-
respondente a um anno de gales eoju
ecuta naop6deter o arbitno que pelo
ta vez na mesma confpnnidade e co a mais rao s'1'0' ^- Kxc respondeu-me que a9 in-
razao paranSoincorrer na pacha de coii^a- forma^Oes que loe davam e-am de ser elle
dictorio. paotanoso. Corao os orphSos teem do ser
Eim. Sr., como V. Exc. pode tercoftrido transportados para a colonia de Pimento
de oulras miubala informag5ejf ndo me pos*- r5S* pweire que dSo ha razao para ao me-
so restringir d esphera minima do preseate inos se* 3o examinar o sitio da Tamari-
que encerra o espirito em um limitadd es-!ne'ra-
paco, e'sacrifica todas as concepedes : es- ^a uittilas oulras loealidades perto desta
tendo a vista para o fixuro e pensando na c'^de", iwfadas de edrfica^des que podem
'Xuberancia de vida e retursos que por to- ser aproveitadas para uma excelleote cons-
dos os lados se mostram nesta provincia, ^ncuio, e se qwizer-se procurar lonje d'a-
os quaes lhe dio vigoroso e rapido cresci- *&* nSo Mtma sitiiacoes magnificas eom
mento, como esta nos a ver, penso que de- todas' a8 proporjoes que a mtis phantaoia-
vemos considerar o qu>3 seri Pernambuco ^ora imaginaeao' poder exigir.
daqui a quarenta ou cincotnta annos, para Entretsntopwa-fallar com franqueza-do
calcularmoj pelo miqimo as obfasque hou- costume,-devo jwdir a V. Exe,,. que espc-
vermos de emprebendor na actualidade. J rando-se a cada inst&nte da Europa um en-
Exm. senhor, nesta terra todos fallam em' genbeiro' de graode fama, ser* de muit*
melhoramento do porto, ep3nsam que delle consequencia aguardara sua cbegada, afnrt
nasceri uma lorrente de ouro : julgo tao ^e wse com sens-conhecimentos de que
hem que mui grandes vantagens uostrarSo se na P0^9 prescinmV env materi* de seme-
toJas as melhoras que obtiver o porto de, l^ante nturza, V. Bic. obtem inelhor e
Pernambuoo, e, posso cstar onganado, logo'> fuodamentado parecer.
que algumas dellas se realisem, a liha do' Esta ea minha bamilde opiniao-, e esp'
Nogueira tera" um grande futuro, porque,ro de v- Exc: a necesearia-desculpa.
servira" para nella se construirem grandes1 r Sou-com todo respeito e eonsiderafao de
armazens para deposito de mercadonas, ou ?xc. muilo aiitencioso venerador criado
para se fundar uma ci Jade unida a esta, por o^rigadovPidrode Alba-yd* Lobo M!b$cos9.
uma lavoura aperfei^oada o rica.
Outro tanto no suecede entro n6;, e a
conseq'iencia da* rolina e" a pobreza geral
da oossa lavoura e o aenhum valor dos es-
labelecimentos ; e 6 por mo que nao po-
damos aconselbar outras meli las senSo a
da reform a compleU da cultura, para dar
valor a* i terras e a* aggregagfio "do pequenos
proprietarios, junto dos estabelecimentoS
para perpotuar-liies o trabalho e garantir-
Ihea o futuro.
Para conseguirmos a primeira, lingare-
raos mao dos mestres de trabalho, que des-
tocando, alqjeiranio e expurgandj das
hervas ruins as nossas terras construindo
estabolos, redes e estrutneiras, parS aug-
eo machado ( uJo5 in pait] para prin-
cipiar a pir as terra? am cultura ; mis as
lavouras subsequentos no mesmo terreno se
far!) pel) arroteamonto i pi, i euchada ou
com o artrdo.
Ar. 6.* Por n3o esUrem ao primeiro an
uo fimiliarisadoa os colonos cjm o nosso
svstemi de lavoura, o propriet^rio enipresta-
ra" sua g^nte para os ensinar a rogar e der-
rabar e proparar as prim jiras rojas, rece-
benlo em compinsSo dos colonos iguaf nu-
mero de dias de servigo. 0 proprietario
firnece gratuitamen** e por uma Tez s6*-
mente, foices, lnichados, pis e encbadas, e
por emprestimo arados e grades, emquaato
ocolopiuaoos tiver de sui proprieda Ie.
Art. 7.*Pagas integra'meato as dividas,
e logo que o c Jtono tivar de3toc*dos, d-M-
mentar-lbes a fertilida Jo, comprando ragOes bravados e em cultura roamlar tres acres
riBDII f\ il-i In rln a_..' _________... & 1 1 I > -M m
para o gado de servico, augmentando-lhes
o vigor, e para o gado de engorda, dupli
cando Ibes o valor, n^s pori em estado de
gozarmos de um bem star ainda nfto ex-
periuu-utodo pela nossa lavoora ; e para o
sagwadw, com o colon--, p&.> nos pezara a
diiliculdade de bragos para as colheitas.
Aelorinada a cultura, Sea limrtado o pes"
soal Lotorno Jot eitabelecimentos a {>
poucos eniprogailog que podem despender -
se salario* avultaKJos-, para atvrirem se os-
de raelhor quali JauV. Hi Europa, granjas
que exploram toO, 200 hectaros (20, 40
quadras, e os t-m em coltura -constante, e
que alir-ientam e engordatir 30*, 100) ca-
begas dj animaes de toda a especie, irao
empregam mais de 12' trabalhadores
effectivos, Jani.ando mao para as- colheitas
dos jorit'deiros das povog<>, que ltes ficam-
convisit.-1 ms, e, no que podem, erDpregam
quo ex..
art. GO tern o juiz que coniemna.
0 iuiz que conderana tambem nao pOae
fazer tal commutagao, porque a commuta-
Cao em acoutes faz-se na propria sentenca
condemnatoria, como declara o art. bU, e
nessa occasiao nao se p6do fazer a de que so
trata por mandar o art. 45, na ultima parte,
aue seia feita quando o condernnado, no
cumprimento da pena de gales, completar
60 annoj. ,
Seguinlo se, porem, a opiniao que adopto,
as dilliculdades desappirecem : o juiz das
execuco-s criminaes 6 que faz a commuta-
cin qua estd declarada na lei, l to e, cada
anno de gales que faltar e substituido por
um de prisSo com trabalho e cumpre-se
tambem o art. 45, ultima parte, que manda
fazer a commutaalo .quanioo condernnado
completa GO annos. .
Vejamos agora os fundamentos da opiniao
coniraria.
Dizem que a substituigiio deve ser leita
por agoutcs em virtude do art. 60, que nao
faz disbnecio em ser o reo escravo manor
de 21 annos, ou maior de 60, ou escrava.
Tal argumento nao me parece procedente.
0 art. 60 refere-se a pena originaria e
nao a que a substitue que, sendo um favor
deferido ao sexo e a idade, nao deve dege-
nerar em mal o prejuizo seu. (P. Malheiro,
A escraviddo no Brasil, parte f, cap. 2s
Tal argumento prova de mais, porque
pr>va ate que ds mulheres, aos menores de
21 annos e maiores de 60,que forem escra-
vos e que tenham commettido crimes para
que esteja decretada a puna de gales, devem
soffrer esta pena que o art. 60 nSo manda
commutar em ac/mtes.
Entender que a taes reos se devo applicar
o art. 45 somente na parte que prohibe a
imposicao da pena de gates, deixando de
applicar-se o art. 60 ; e que nio se deve
applicar o art 45 na parte em que manda
substituir a pena de gales pela de prisao
torn trabalho, applicando-se entioo art. 60,
& fazer distincgoes arbitrarias. 0 legislador
no art. 45 n&o distingue, nem quando pro-
hibe a imposicao da pens de gales, nera
quan lo manda substituir esta pela de prisSo
c )m trabalbo.
Allegam tambem que a razao que levou o
legislador no art. 60 a mandar commutar
em acoutes a pena de prisSo com trabalho e
quo Li a inefficacia desta pena para escra-
vos, milita tambem nas hypotheses do art.
43, c, portanto, a mesma commutacSo deve
ter I i'gar.
F.ne argumento e tambem improcedente,
porque, quando se trata de imposigio da
pena, nSo e admissivel interpretagao exten-
siva 0 ampliativa.
Sobre a materia ha o aviso n. 219 de 24
de maio de 1865.
T< rminando, naodeixode reconhecer que
na np: -llagao n. 5509 em que foram appel-
laotes'Carlos Joaquim da Silva e JoJo Jose
Ferreir i, senhores das oscravas CathariBa,
Anna e Joaquina, e appel ada a justiga, jul-
gada em 29 de novembro de 1867 ; e na
appellarao n. 7512 em que foi appellants a
justiga e appellada Eulalia, escrava de Jose"
Joiquim daCarvalho, julgada e conlirmada
a sentenga en 31 de outubro de 1872, a
rolagao da cflrte decidio quo deve ser con-
vertida em agoutes a pena de gales em que
incorrer a escrava.
" Corte, abril de 1874.
Dr. Antonio Ferreira Franca.
(Da Ga'zeta Juriiko).
pontes que na i serao muito extensas.
Ou o governo g Tal reconhecendo a ne-
cessidade de obt;r esse terreno, com o qual
jd km gasto avultada somma de cipitaes na
factura desse iuterrainavel caes de podrasec-
ca, em cujos concertos e remendos se con-
so nem diariamente grandes quantias de di-
nheiro, qu> melhor toria sido tel-o feito des-
de o seu principio com argaraassa e segu-
ranga, indemnisard a Santa Casa de Miseri-
cordia de sou valor, ou esta continuard a
possuil-o, como melhor lhe convier, porque
incontestavelmente, e pode-se affirmal-o
com seguranga, a ilha tera: para o futuro
mui subido valor.
Passarei a fazer algumas considerag6es a
respeito das qualilades da ilha do Nogueira
como ponto de construcg3o do um grande
estabeleci.nento que exige circumstancias es-
pecialissimas de hygiene publica : e lem-
brarei a V. Exc. que uo parecer que em fe-
vereiro do anno passado apresenton a V.
Exc. a commissao nomeada para examinar
o convento do carmo em Olinda, ou outra
ocalidade propria d edificagao do asylo de
alienados, de cujo parecer fui eu o relator,
foram rainuciosamente descriptas as quah-
dades que devera de possuir o terreno que
para isso se escolhessa ; e sa V. Exe. tiver a
bon-la Ie de Jer esse parecer com facilidade
se convencerd quefalta na ilha do Nogueira,
a maior parte dos requisitos exigido pela
sciencia.
A mais notavel de todas as faltas e a
falta d'agua potavel, e em minha fraca opi-
niao e ella de tal natureza que por si s6
bastava para se rejeitar o terreno.
Faliam n'um lago ou afude quo na ilha
existe formado pela estrada aue s construio
para facilitar as communicagdes do lazare-
to do Pina, onde se ajuntam as aguas da
chuva, que sdo aproveitadas por alguns pou-
os habitantes da ilha para lavarem sua
roupa. Se se comegar a lava* a roupa do
trezentos ou quatrocentos doentes nesse lago,
a agua em pouco tempo fioara saturada de
saboes e sujo, e se converterd em um f6co
de miasmas; se so tirar a agua, o que ate
agora se nao torn feito, para lavar essa im-
mensa quantidade de roupa f6w do lago,
para n3o inutilisal-o completamente, este
em poucos dias ficard secco, e as materias
animaes e vegetaes depositadas em seu fun-
do, expostas aos ardentes raios solares, de-
pressa se descoroporao, e em ambos os
dous casos o lago serd prejudicialissimo d
saude.
Em minha humilde opiniao, portanto, se
na ilha do Nogueira se houvesse de cons-
truir um hospital, a primeira coasa a fazer
era aterrar esse lago e a camboa de que ell
se originou em toda sua extensSo.
Dizem tambem que as cacimbas cav-adas
em qualquer parte da ilha ddo muita agua:
e verdade, fallando-se de agua para uma ou
outra pessoa, mas quando houver uma po-
pulagao de seiscentas ou oitocentas pessoas,
essa agua pesada e carregada deacido sul-
phidrice ndo chegard para as menores ne-
cessidades, quanto mais para repetidos ba-
nhos e lavageus dos doentes e da casa, pois
que o asseio e deabsoluta e indeclinavel ne-
cessidade, e sem o mais apurado asseio ndo
se pode acreditar na existencia de um esta-
belecimento de tal natureza, por que a scien-
cia e a humauidade o exigem.
0 Sr. Dr. Jose Tiburcio Pereira deMaga-
lhles, director das obras publicas, diz que
e muito facil oencanamento das aguis do
Beberibe para a ilha atravez da agua do
mar: eu nao contesto essa facilidade, acho
porem, mais faceis os desarranjos quotidia-
nos desse encanamento e as repetidas e con-
sequentes faltas d'agua, com que muito terd
de soffrer o hospital. Alem disso podere
Recife, !5'de Janeiro- de 1*74-.
AGB1GDLT0RA.
ReflexCe sobi -e a Ebtourn da
vinria do Hmnta&o.
1
(CoBlinu agdo don. 105).
Com taes-salaries, realm inte nao stuacre-
ditamos nas i.nm ensas vantagens, quotira
o Sr. Mocite-Negm como estamos persua-
didos quo-tanto a .lavourade cannaj como a
de algodao, Mtfa p-rovincia) podem aianter-
se, deixaado iucro.; razoaveis.
Tiram-scerea de 12 barricas d'assucar
por cada trabalbador util ompregado n s
engenh mais bm montados, e 409 kilo
grammos- de algodlao em pluma, nas-la-
vouras que se oecu[ >am desse genero accres-
cendo grande porgd o degeneros, alimenti-
cios, qu s podem plantar conjuoctameate
com o algodooiro daduzidos os salarios
na proporgao dos que receba o colooo na
Nova Lousa, e as despezas adventicias, po-
der-se-hiaemprehendiir, com.certeza de lu-
cros razoaveis, occiltivo-de qualquer destes
generoa-de nossa produce^e.
Mas cemo os^alarios-, que geralmente se
pagam nesta provincia,,.sao muito-maisele-
vados. a dinTcaldado de arranjar eolonos,
em identicas circumstancias. dos-da Nova
LousS^ nao 6" pequena, n5o creraos- possi-
vel empregar tal systems, sem a rtfurma da.
lavoura.
E', pois, fora de toda. a duvida que o
unioo meio, que temos, para tirar esta pro*
vincia da decadencia elivra-la. da. ruinate
a refortna radical completa de sua lavou-
ra6 o emprego do arado no. campo e de
todos os mais processes, que a lavoura
aperfeigoada sancciona com; a sua senapre
constants prosper!dade, ev como prova,
basta langarmos- os olhos para a Inglaterra,
nacao fabril por excellcncta, que sem em-
bargo colhe da lavoura quasi as tres. quin-
tas paries do seu rendimento.
Parecerd estranho, senSo sorprendente, a.
um lavradcw nosso saber que na Inglaterra
Escocia sobe a reuda d terra, a 2,000
francos psr hectaro, nas proxinudades das
grandes aidades, quan lo em goral o ppego
da nossa legua quadrada em naattas, repu-
tadas de primeira qualidado, nao sob a
mais de 4 contosde reis 1
Mas a nossa lavoura ainda tera raeios
para salvar-se a vir a gozar de um bem es-
d suas terras de l.tvoura, cess* o fOro do
qua trata o art. 3"e passa-se ao respectivo
colooo o tltulo legal do de posse e proprieda
dedelodas as terras qua (he foram conceli-
das, sem .mis osus, nem obngagao1 para
com o proprietario.
Ar. 8.*-O colooo p^Je crear gados e
animaes e tern o diroito de o> fazer pastar
Fivremente nos ca-.npos e nos retiros dj pro
proprie.tario-; porem nas terras de lavoura
do engenbo e formalmente probibil.i a pas--
tagem, solta devendo ser recoibidos e trata--
dos todos os ani naes pelo svstamj de esti-
bulg8o.
Art. 9.Sempre que-houver necessida-
de de traballiadores para o engenbo, serio-
preferidos os colooos ; e dUranti as safras
o proprietario garante aos colonos1 trabalho
consUnte e regularou de lavoura, ou de
moagemmediant* salario,- uo por om-
que s-rvlrant dos toopos priaaitiraa 4a
Ionia 3 facbo e o machado a
a o abauJono: riquaaaa
trui las em on mo.aeota
radts.
Qjuanto contrisU o coragao
rem-aa nssos fronlosos lioaqaaa,
madeiras de tola a espaoie, ir
vamente desappiraoeaJe uns apo* otro
diante do machado devasta lor 1
Eotrotanto ji era tempo de tariao* aoJf-
dcado a n>ssa lavoura 9 mmm cavafc
gSo, d; ha muito, nos tertt impollido i
si.se o cancro roedor da escravidfto not
mk> troux-issj agrMb tados a rotini.
E' por isso qu; torn is vivido, cj*>
prm ;i|io. sen ternaos feito ua cultar a
menor modificagia ; devastando tolas m
dias as hosms terras, e, beluiaos de D)*
especie, mudando de hiar todos oa dias
em busca de novas in j lias, para axm* 4ar-
ribadas e novas queiaus, sam eooontra
as-machtnas de sementeiras e ceifa. !: 6 preitida de antema-r ajust :d3.
por isso que pod% a lavoura da Eu-opa
pagar to-rjo o possoal, de que care;e,. ren-
da-d s-terras, que nlo raro- e superior ao
rendimeott>liquido dos reodeiros, o* im-
postos; qo sfio exorbitautes,. e aind* lhe
lica um reodimento liquido d 19'a lpor
cento do capital da exportagdo.
Si I'actaa-estes que1 se encoatram coaftr-
ma ios in todos os autores e ojornaes-de
agricultura os reprodozem no relatorios.j
que publican*,, dos coneursos agrieolas. Ein
David Low, n<> sabio e- profundo GaspariB,
em Rspail'a-Leonsede-Lavergne-,.se achata
am[iam>intft disculidas estas maLeiias, cujsa
conclusoes damos.
Mas-n%Earopa os pevoados- rueticos oaJ
aldeias esta* creados por toda parte, e,.
alem disso,. nos tempos- das colseitas he
emigragljes de jorualeiro* de uma para1!
outwslavousafreinbuscaiiieservigc-in6s,
ainda, pr-ecksamos crear esses p-v/oados e
ndo podemos- contar coiai eS)S emigjragoes,
e eatretantt* serd a parts-dk> nosso trabalho
que- maiar rekiclancia iraicausar,n-spirito-
dos-nossos kvradores, a> em:que aeonse-
Iharaos que cedamu.ua pequena poi^ao de
Art 10v -O proprietari.i empresta sem
J3ros aos eoloaos a quantiis qu forem
precisas: l.'para osw engajimento, arran-
jos-de embarque, frsto e traasparta- ate o
enjenho ; 2." para a eonstrucgan da suas
casas ; 3. para sua* alimentag&o- at a
primeira colheita de geoeros alimenticios.
Serd'ern benfcftcio dos colonos todo o auxi-
lioe-tavor qtie com relagaodcotonrsae,* o
proprietJrioreceber da Sociedade Maranhen-
se Protectora da Colouisae.4o, como paosa-
gens gratuitas-. etc.
Arti 11.O* pagamea<> dest eraprasti-
mo serd feito en prestagoes anauaea do
i')\ da quaHb adiantada a cada famifia,
tend logar a primeira prestagao no fun do
2. anno da colonia, e n* falta de pagamen-
to no devido teaapo conegard a prestagao
relativa a venco? j,uros iguaes aos jaros dos
banco;-da praga do Maranhao. Deve-se en-
tender por primeira anno do colono todo-o
tempo-quo decorrer desd a sua cbegada a
engenh ate deasmbro immediatamente
forga mesmo das circumstimcias, serao se-
gliros auxiiiares dos nossos trabalhos*
Mas se retlectissem, aaxiliados apenas do
horn senso, qu meia legua- de terra&om
posterior ao primeiro Janeiro que colooo
passar na colonia ; o 2.' anno e os mais
aerdo conta dos da- j inei ro a dezembco..
terras e funden* uellas povoados de-peque- | Art.. 12.A alimentag&o pade vartar
nos propcietarios e colonos4vres, qua, pela dentro d certos lirnites d-vontade do co-
Jonoo-proprietario, porem obriga-se a
fomecer-a ca-ia familia da quatro cioco
membr.os, ou a qaantia de-459000, raen-
saesmoeda do Ikasileu o sea equiva-
unaa de fundo, posse geral de nossos fazon- Lenle em geueroo, pouco- mais oik menus
(li'Ur."\* lid' -v..~ l\m .li.'i -" ,!.- .-.> < r i i .- nnn ------------- _._ ____. Itl
deiros depcis da divisao das sesmarias? con-
tent 450 quadras, OU 2,178* hsctarr-Sv que
divididosem lavonras d 290 diectiros, co-
mo s5o em g>ral as grandes granj,^ da
Europa,. daria para mais. de 10 grandes
propried;:d"s, que. essa aorme porgao de
terras nio-lbes dd renda. alguma, que,
veniidos 2ju 3 hectaros. de terras-a ca.da
Camilla de colouos, s6 prccisanam dispor da
decima.part de suas terras para ter uma j 1; alqaeire de sal
populagdo nunca inferior & 300 almas, en-jl? garrafa do azeite doc
como segueppr- mez :
4*alq. de arroz em casca
4alq. do farinha secca
3>arrebas de carne frescv
l/2'.arr<>ba de cafe
8 libras de toucinho
1/2 arroba de assucar
tao ficamosquese convenceriam dautilidade
da medida, e da necessidade em que eslao
d langar mio della,, como verdadeira sal-
vagao."
Yen lido o hectaro- a 5^000, cerca do ds-
ouplo porque gerabaeate se avaliam as nos-
sas terras, faria o, lavrador, s6da decima
partdas suas, um. conto de reis, e cada fa
miliajde colono teria apenas de despendor
de 10 a 15$00Ov Julgamos rasoaveises
tes pregos, pois- que as terras da Australia
foram a principio cedidas as emigrantos
por 15 francos, o bectaro, e na America do
Norte, Cioadd, 12, 50 fr^ posto. hoje te-
nham um valor muito maior.
Emprehenda, pois, o nosso agricultor,
tar seguro. uma vez qu so lane no ver- com fe n0,3 Pncipios, da sciaooia e es-
dadeiro caminho do progresso, aproveitan- r
do o servigo barato do seu escravo para o
destocamento de suas terras, e desde jd
ensaiando o emprego do arado : ha um
esforgo geral da nossa sociedada para sal-
var a nagao do cataclysmo que a ameaga,
comegam-se a fundar bancos hypothecarios,
e o governo, posto incorto em suas medi-
das, mostra-se desejoso de auxiliar a la--
voura. *
E' pois tempo de esclarecer a lavoura e
combater o panic mal fundado dos culti-
vadores de algoddo, que, julgando encon-
trar a salvagdo na cultura da canna, aban-
donam os seus estabelecimentos, sem re-
flectirem nas difficuldades do novo traba-
lho, que vdo emprehender, do norm ca-
pital a despender e que so na reforma do
seu systema existe a seguranga do futuro,
e que abandonado o (acho e o machado
pelo arado, e empreheudida uma cultura
intensive, triplicar-se-hao os productos de
um mesmo espago de terreno, e os lucros
sedam enormes, sendo a maior oonsequen-
cia o valor que virao a ter nossas fazendas,
ate h >je sem prego, quando desacompanha-
das de escravos.
lit.
499
-. 189
kit.
4.4,054
7,3i2t
3,!712
7,3424
lit.
47,25
0,7
1.4
3,53
Como a industria, entre n6s, se vive pelo
mos n6s ter certeza de que em pouco tem- industrioso que a cria e sustenta, e, morto
ps a companhia do Beberibe poderd levar este, acaba-se como por encanto, assiaa
agua alii e na quantidade indispensavel, succede ds nossas fazendas : uma mu-
quando sabemos que actualmente e muito
difficil nos mezes de verSo que a agua che-
danga ou um abandono e assignalada por
uma taper a, terras perdidas e rep u tad as
gue d lua imperial? E que somma de di- extenuadas, quando estao mui longe disso,
nheiro l8o exigird a companhia por esse se nellas empregarmos o arado, que as re-
fornecimento que terd telvez igual ao de to-
da esta cidade ?
Ha muitas outras razdes pelas quaes pen-
so que se ndo pode nem deve toraar a ilha
do Nogueira para semelhante censlrucgto ;
e sdo ellas a sua proximidade do mar, a com-
volve, af6fa, esmiuga e limpa, expondo-as
ds beneacas influencias atmosphericas, po-
dendo ainda dar por largos annos abun-
dantes colheitas, mesmo sem o emprego de
estrumes.
Nos E-tados-Unidos, posto estejam, sobre
pleta exposigio, as fortes rajadas do vento, a formagdo arenosa do terreno, sua mobili- da Inglaterra, Belgica e mesmo da parte
dade e pouco prestimo para a lavoura, a(da Franct, eoutro o proceder do immi-
necessidade da construcgio de uma ponte granle.
para commun'car com este cidade ; e. ainda j Investe o colono essas mattas seculares,
algumas outras do somenos valor foleriam aproveitando as madeiras de cons'.rucgao,
ser allegdas para provar a imprestabilida-Jreduz a cinzas ramos e folbaseextrahe del-
de daquella situagdo. les a potassa, que envia ao mercado co:no
Como V. Exc. terdvisto em todos os meus'segundo producto de sua mdustriv; d-
relatorios e pAreceres, tenho clamado sem- pois fabrics arados loves, posto imperfeitos
pre contra a pre lilecgao que so t--m dado para uma lavoura regular, e, dosviando
nesta terra d edWcagJo dos mais imp rtan- aqui e alii os tocos, que resistiram d acgdo
tes estabel eimeoiosem alagadps insalubres, da cliamma, revolve a terra e em poucos
que por lira tomam aqudles inf-ctos e pre- annos a reduz a campos limpos, onde em-
judiciaes: aqui n5o ha falta. de ex.eHentes prega todas as muchinas de sementeira e
lerrenos para a aiaior das construcgdes que ceifa.
peranga bem fundada nos resuimdos, que
ella promette, a reforma de sua lavoura
circunde seu estabelecimeoto do populagao
bastante, laboriosa mprahsada, e o iutu-
ro estard garantido.
Entao, ao sulcar o arado as nossas terras,
ao percorrerem valozes assemeadeiras, e em
um s6 dia abater-se quadra de arroz diante
dos cufadeiros, apparecerd a alegria m
nossos campos e risonha e feliz serd a vida
do lavrador,
Eis as bases de um contrato, organisado
por um dos nossos mais activos e em pre-
hendedores agricultores, cujas op'nioes,
neste ponto, muito se aproximam das uos-
sas, e por isso o damos por modelo e para
estudo.
Piano da colonisa^ao.
Art. 1'i colonia Lincoln constard so-
mente de families agricolas escolhidas com
o maior esmero nos districtos puramente
agricolas da Escocia : cceteris partibus, sao
preferidas asfamilias de menor numero de
filhosde 2 ate )J til bos quan Jo muito.
Art. 20 6m d ;sta colonia e estabelecer
junto do engenho Lincoln um nucleo de
populagao livre, composta de familias de
pequenos proprietarios lavradores.
Art. 3.Sdo concedidos a cada familia,
devidamente demarcados, e d sua escolha
dentro da zona do tarreno reservado para
esta colonisagao, e me diante o fdro annual
de quinhentos reis moada do Brasilpor
acre (um acre 6 igual d 49,47 ares) 1%
24 acres das melboros terras da lavoura do
engenho 2, 2 acres para casa quintal e hor-
ta no lugar da povoagao da colonia.
Art. 4.E' completamente livre e inde-
pendente a lavoura dos colonos quer quan-
to d sua extensSo, quer quanto aos generos
de cultura : se cultivarem a canna de assu-
car, e a lavoura mais rendosa do paiz, a
moageru serd feita no engenho do proprie-
tario, que se obriga a raoer toda a canna
que o colono conduzir para o said) do en-
genho : e neste caso o colono receberd, a
sua escolha, ou a m-iale do assucar, que
suas cum ;s produzirem, ou em dinbeiro o
valor Ajiisfao de cala carraija decanna, se-
gun Jo sua quali lada e paso. Pica enten li-
do que ua partilua do assucar s6 se com-
prehende o assucar de primeiro lango, isto
e, o que provem direcHmente da garapa da
nanna,
i> garrafas do vinagre
2; frascos de aguardente
alem do producto da horta do oolono e do
leile de uma vacca do. paiz.
Art. 13.Dado, o titulo do-posse, e o-
brigado o colono. aencerrar a suas terras-
por meio de vallados e sebes.
Art. 14.Estando cultivada a terra com-
pleta pode o. colono, se precisar, obter do
proprietario mais terras mediante arrenJa-
mento a prazos longos e outnts coudijoos
ajustadasconforme convenham ao colono.
Art. 45.-Sea colonia prosperar, estabe-
leeer-se-ha nella uma eseola de intruccao
primaria, segundo o systema amcricaa-o, re-
gida por uma professora, ficando a cargo
da familia a instrucgdo. religiose.
0; proprietario coacorre com a raetade
dasdespv.as animaes da eseola; mas torn
ipso. facto o direito de faz-;r adiaittir nwlla
meninos e meninas bresileiros.
II
Prezada desd a mais remote antigoida
de, estimada dos sabios, protegida pelos
governos, foi sempre a agricultura objecto
de acurada attengdo e tide como base e
fundemeoto de riqueze publica e da felici-
dade dos povos.
E' ella, com razao, considerade hoje
uma sciencia pelos principles solidos em
que assenta, pelos preceitos que estebeleca
e pelas regras garaes que desenvolve, e o
seu assumpto elevou-a ao nivel das scien-
cias e a tornou uma das mais bellas e de
mais vesta comprehensao : em seu seio
abrange o complexo das sciencies naturaes
e entenda com e legislagao, a historie e a
economie political com cujo auxilio deter-
mine suas relegOes com o commercio, e in-
dustria, as leis e as instituigdes politicas
dos povos.
Passou do dominio .puramente experi-
mental, que lhe grangeeve progresses len-
tos e tardios, pare o vastocampo da
sciencie, que lhe estabelece preceitos e de
ante-mao lhe assignala os resultados ; ha-
bilitou o lavrador a colour louros sob to-
dos-os climes, a combater e modificar a na-
tureza por toda a parte, a dasobrir-lhe os
segredos e a vence-la mesmo na vegeta*-
gdo.
Para o homem que vive para a natureza
e pela natureza ndo ha sciencia que lba
derrame mais consolacao no enthusiasta
coragao, nem outra que lhe occupe a atten-
gdo com mais calma e sujeigao.
Nos paizes mais civilisados e a agricultu-
ra de preferencia estudada pela moeidade,
que encontra no seu| vasto dominio o
Conjuncto das s'iencias naturaeso conhe-
cimento da natureza ; e aquellas que q a
mocidede seguiram as industries e as artes
liberaes, na vida do campo proouram u so-
cego e e trenquille indepeadeacie, que so
ella di.
Descobri pera qualquer erte princip'os
racionaes e ptqilowjnicos, que a
e dessnvolvam, qu^ 3 enriquegam uireg.
e e subn-ittam'o raciocinio, e terois pro-
selitismo./0 ella serd e arabigio da mui-
Srotajtua
) rear as
tos.
Art. 5*.Pelo que'^toca ao systeOia de uma arte na "iufanciae i
culture s6mente serao permittidos o facbo'gem. Empregamos hoje os mesmos m8io?
Para o6s, pore"m, ainda a agricultura e
uiu
nunca o marco railiario de afadigisa Jor-
nada, e antepondo entre dim e a iruieilaii
a solidioe que ndo dd*ej uaus qa-i mm-
sos filhos venbem partilher covanaco tm-
sa vida erranle, au>m{MuhaJ de t-jdaa aa
chagas, que a escravidao espalba no moral,
no intellect e no corpo.
Mis a causa de toda essa daionftaia oco-
oonica e sjeial, posto teuha sua prioMira
oritrem in aaeravidio, e a ignorancia aa
,qu-; estd in ;rgn!h la a lavoura que deve-
mos a m6r parte do msl, que ora mm afli-
g* e ameagi sossobrar a iolustri iateira
do paiz.
Basta para coabecer-se de iapoitaucu
desta v-jrdale a contra prova qua tiveram
os agricultures francezes que iuiuifraruaa
pera Arg-sl e so levaram coamgo ami I fa
pratica, sem fazer cab^dal da sciencia rare
pregredbo e foi-ih precis a to Jos cbimir
em seu auxilio o* principio que a sciaooa
oieree.
B-:n demarcadoa e extreaaados estd buje
os afazeres queocrupam a a-tividada da
geate ruutica.0 a^ricultor 6 ua vurdadri-
ro agrooomo, o administrator o hauaai
da pratica, que fax eaacutar os utecMtos di
sciencia pelo operano, que sea esesu-
tor, ou a force empregada.
I?ahi decorre adifisio qi:e for.un d
ensiao agricola :para o agncukar eataba-
lecem-se os cursoa supdrtores da aynaali*-
tura. para onde correoi os iiaoa dos agn
cultjres ricos, qaa arabicio ,am rida iade-
pemiente e feliz paaa seus filaos, apartau-
do-os do burburiaho da poliuaa ada vida
das cidades, toda ebaorvida aa bufatalas
passatempos; para o admisiaarador, a-
Escolas regionaes, aa quaas rauuaaa bastaa-
te sciencia a grand* pvatisa. pra as ape-
rarioscontra-me.Lre as Grenyoa eacuMt,
ou faoeOdas molelos. onde sa apreaae a
pratica de todos os aervigos e o naaaejo das
machines miis aperfetgoa las.
O agncultor e \xm agronoaaov e it na-
mem de scieacia : administraJar e o iu-
termediar.o, que comprehends oa principioa
scientiheos e fa exaoutar as oidaaa do chaft
da sploragio, oo. pod* por si mesmo diri-
gil-a, aconselhando-aa nas]diScuUads <-
os agrouomos.
Na Europa, ter.do-se comprehaadido **
que ponto influ na produeg&o a bom tur
das nagdes os conheciuientos agricolas, a-
cham-se estabaltcidas escolas para todos os
grdosdo ensino agricola e put toda a par.e.
A GranjaajaaJJkjI.* grao daiiistrL..^ j
agrteola e uma verdadeira aaacina de *-
prandizagem : uma exploragto rural adaii-
nistrada com intelligence e lucro, e na qual
o discipulo xecota todos os trabalho*. Sau
lim e duplo :1.* apresaaUr boos axata
plos aos agricultores do pail por raato da
uma cultura lucrative a bam antendida ; 2.
or mar pralicos habeis, capazes Jde sarea
boos sjudantes dos chefes de expluravao.
Todos os riscos da eapreza ccrraaa por
conte dedirector o estado tome a seu car-
go a pensao annusl dos aprendizaa, dan Jo
em retribuigao ao director uma datermmada
quabua para as despezaa.
As. despszas com do professor*, sio Ua. -
bem feito pelo estado Em geral eompr*bnde
o professoradoo direct jr; am cheh pra-
tico qua ensina a xucugao da todas. as ope-
ragoes de culture ; um perfeko, eacarraft-
do da escripturagao dos livros, do eauuao
desta e da pratica. da cubagem, d > nirela.
meuto e da agrUnensura: om vetennari>.
que trata dos aaimaes e dd au> apreniizes
as mais indispansaveU nogoes de su> arte .
um hortelao viverista, fioalmente alguns
chefes de servigos espociaes, os quaes vanara
segundo as regioes am que sio estabeiacidas
as escolss, taes como pastor, queijeiros.
etc.
A admissao, que so se permitle antes dos
16 annos, tem por preliminar um exaaoe
de sufficiencia.
0 director e obrigedo a ter sua escrip-
turagao em dia, dar um inveutano annuil
e belancetes de dous em dous mez^s, pu-
bliear todos os annos uma nwaioria sob-*
os resultados da exploragio e obter am pro-
ducto liquilo pelo meaas igual ao das la-
vouras vizmhas.
A eseola regionaltegundt grdo-i um
estabelicimento que tem por fim favoreoer
os progressos da agriculture polo eiuino,
forman lo agricultores esclarecidos, e pelo
exemplo, exeoutando cultures aperfeigoada*
e progressives, e fszendo ensaios e tenteU-
vas para melhorar e industria rural.
A sua missao especial q occupar se d. .
especulagoas agricolas caracteristica do can
juncto daregido, em que estao estabelecidas.
A eseola corapde-s-j de duas psrtes dis-
tinctesestebelecimento propriamente dito
como ensino, ea granja com as cultures.
A instrucgao e ao mesmo tempo theoriese
pratica. A theorica e" limitadi ds nujim
geraes e dede pelos saguintes S profeuoras:
1. um professor de chimica, phitic*, oaa-
logia e meteorologia, applicvt* a aariemt-
tnra ;
2.* um professor de botamica e aflvicaj/-
tura;
3. um professor de ^enharia rural
[wngofdes, u>nstruc^,t ruroes, agrimm-
sura).
4. um professor de agriculturm ;
5. urn professor de zoAoyia e jttttcki,
tti'ci, ou economia do gado;
6.* um professor de economia e legisim-
pao rural.
Alem disto o agents aucarregado da cou-
tebiUdede axplica aos discipulos, theorica
e praticements, os principios da contabib-
dade e cada discipulo c oncarrug.do da
escripturario de algumas contas.
Continuar-se-km.
TYP. DO. DIARK). -HUA DCgUi. US
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ML
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