Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18189


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Full Text
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ANNO L. NIMEltO 111
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PARA A CAPITAL B LLGARBS O.VDG KlO IIBPAGA POBTE
for tres mflw adiautados..............I .. 6*000
Por seis ditos idem...................IJ|W00
Por umanooidem.................. 84*H)00
Cada numeio arqlso.................. ( 9330
DIARIO
Por tres meze f
Por seis ditos
Por nove dito 1
Por urn anno
DOMINGO 17 DE MHO DE 1874
PARA K\IBOE FORA DA a>KOVI\CIA
adiantados...............
CPTM
Mem.
mm
BUCO.
______________________________PROPRIEDADE DE MAXOEL flCUEIROA DE FAR1A FILHOS,__________________________
> Srs. Gerardo Antonio Aires d Filhos, do Para; Goagaives d Pioto, do Maranhao; Joaquim Jose de OUveira d Filhu, bo Ceaai; ADtouio de Leiuus Braga, no Aracatj ; Joao M*na Julio Chares, do Aasd; Antonio Marqaes da Silva, no flatal; Joee Ji
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxeucio Mouleiro da Franca, ua Parahjba ; Autuoio Joed Gomes, na Villa da Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Sauto AqUo ; Domiogos Jose da Costa Braga, em5axareth;
Autooio Ferreira de Aguiar.em Goyaiina ; Joao Aotooio Machaeo, no Pilar du Alagoas ; AItos d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. do Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ministerio do ituporio.
Foram naturalisados os snbditos Portugue-
ses Antonio Joaquini Freire Figueira, Antonio Tt-
veira Junior, Belmiro Jo>e da Silva N-ttto, Kran-
Cisco .ose Monteiro, Joao Pereira Vaz, Josi5 Perei-
ra, Manoel de B:tstos. Manoel I'mi de C imp is
Junior, Miguel Correia d- araojo Braga, padre
Simao Moreira da Rochi, Francisco de Souza,
uieslre lei' classe to corpi de offlsiaes miriohei-
res da armada nacional, e o cidalao fraucez Joao
Pedro Garde"*.
Ministerio da jutlica.
0 decreto n. 5,640 de 2 d > corrente creou o
lugar de juiz municipal e de orphaos no termo
de Monte Alto, na proviacia da Bahia.
6 decreto n. 3,611 de 2 de.sle mez reanio ao
termo de Cartohiutu o Jo Rio das Egi i, na pro
viocia da B ibia.
0 decreto n. 3,619 de 2 d) corrente drier-
minou qae os juize- subsiilutos sirvara run conse-
{hot de re vista di guvda mcional, sel> I ssig-
nados os qie devem servir, na corle e em outros
lugares im-J-s hiiiver man de um iuir subslila:>,
pelo governo ou pelo presi lent* 11 provincia.
Por decreto do 6 do corrente, foram removjdos
a pedido : o desembargador eonselhein Tri-ifu de
Alencar Araripe, da relacao de S. Paulo para a da
Ciirte, de eonformidade com o art. 2' 2' do dec.
n 2,342 I-1 6 de ag..st> I > anno passado ; o des-
embargad.ir Joaquim Pedro Villafa, da relacao de
Ouro Preto para a de S. Paulo ; o juiz de direito
Jos6 Maria Moscow da Veiga Pess >a, da comarca
de Teixeira, de (' entrancia, na provincia da Pa-
rahytia, para a do Bui<|ue, da me^ma entrancia,
na proviacia de Pernaiibuco
For^am nomoados : o deseiibirgador da relacao
de S. Paulo, Jose Norberti dos Santos, pira o iu-
gar de presidente da mssma relacao ; o bacharel
Mmoel do Nascimento Teixeira para o lugar de
juiz de direilo da comarca de Lavras Diamantinas,
na provincia da Bahia ; c bacharel Uonorio Fiel
de Sigmaringa Vaz Curado, para o lugar de juiz
de direilo da comarca do Teixeira, na provincia da
Parahyba ; o bacarel Pelr* Jorge de S-juza,
para o lugar de jaiz municipal e de orphaos do
termo de Floras, na provincia de Pernambueo.
Por portaria da mesina data :
Prorogaram se, por tr-js mezes, m licengas com
que se aehara os de>erabargadores das relagoes
da Fort.ileza e S. Luiz, Manoel Justi da Silva Neiva
<; Maaoel de Cerqueira Pinto, sen Jo a daquelle
com ordeoado.
Hiaisteri* du r*senda.
Por tilulos de 1 do corrente foram nomeados
'.i' escripturarios da alfandega do Bio de Janeiro o
I' da do Kio-Gjaade do Norte, Joao Rodrigues
J^iai, e o 1* da" 'faesouraria d Sacu Caioarioa
Joao Carlos Galdinode Souza.
Miiiistopio di ngrictiHura
Foi concedido a Diogo Francisco Cardoso o
titulo de agrimensor.
Miaisterio da guerra.
Por decreto de 25 de abrtl foram classitica-
dos nosdilTerentes curpos de arma de artilheria, de
eonformidade com o art. 11 do plapo approvado
pelo decreto n. 5,590 de 18 daquelle mez, os
sei-'uintes offlciaes da me>ma arma :
i regimento. Cipitaes: Cesario de Almeida
Nobre de Gusmao, para a i' bateria ; Amarillio
Olinda de Vasconcello-, para a 3* dita ; Nicolao
lgnacio Carneiro >k\ Fuutoura, para a 4' dita ;
Joao Carlos Lobo Bjtelho, para a 5' dita ; Joao
Vicente Leite de Castro, para a 61 dita.
2 regimento. tapitaes : Francisco Antonio
Rodrigues de Sail'.- para a I' bateria; Saturnine
Ribeiro da Costa Junior, para a 1' dita ; Luiz Fe-
lippe de S juza Rego, para a 3" dita.
3 regimento. Major graduaio Felinto Gomes
de Araojo, para a 21 bateria. Capitaes : Francisco
da Rocha Callado, para a I* dita ; Antonio da
Rocha Bezerra Cavaicaule, para a 3* dita ; Juao
Luiz Gomes, para a i' dita
t* batalhao. Cipita^s : Jorge Diuiz de San-
tiago, pira a 1* bateria ; Diogo Ferreira de Al-
meida, para a t'dita ; Honorio Jo;e Teixeira, para
a 3* diti ; Juliano Jose d-: Amorim Gomes, para
a i' dita; Autouio i mto I'nneulei, para a 6'
dita.
^' batalhao. Major graduado Joa> de Oliveira
Mello, para a 3*'bateria. Capiiaes: Joaquim Pin-
to Guedes, para a 1- dita ; BeatO Joje Fernaudes
Junior, para a i' dita; Leonidio Luiz Manoel de
Jesus, para a 4* diia ; Francisco de Paula Pereira
Fortes, pira a 5' dita ; Tto Luiz Manoel de Jesus,
para a 6' dita.
3 batalhao. Capiiaes : Erico itodrigue? da
Costa, para a 1' bateria; Antonio Joaquim da
Costa Guimaraes, para a 2' dita ; Benjamin
Franklin de Albuquerque Lima, para a 3* dita ;
Feliciano Antonio Beujamiu, para a l dita ; An-
tonio Olimpio da Silva: para a 5' dita ; Jose Pinto
de Araojo Rabello, para a 6' dita.
4.0 batalhao.Capiiaes : Francisco Raymundo
Evforton Qaadros, para a 1/ .batsria; Joaquim
Alvaro Pereira, para a 2." dita; Francisco Cle-
iuentino de Santiago Dantas. para a 3.1 dita.
Por decretos de 2 do corrente :
Foram promoviilos a capities da arma de arti-
lheria, de eonformidade com o decreto n. 3,168 de
2!) de ontubro de 18Gi, os I." tenentes da mesma
arma Luiz Gomes Caldeira cle Andrade e Luiz Ra-
beilo de VasconcellOa, e-te para a 2.' bateria do
i.J regiment:) a cavallo, e aquello para a 6.' do
4.* batalhao a pe.
Foi nomeado 2.* cirurgiao do corpu de saude do
exercito 0 Dr. Jose Lopes da Silva Juuior.
Foram transferidos, para a 8.* companhia do 1."
regimento de cavailaiia ligeir* o capitao do 2. da
uiesma arma Manoal Jjs-> de Araujo, e para a 4."
companhia deste regimento o capitao Ja^uelle,
Sebastiao Ualicio Carneiro da Fontiura.
Passaram a aggregadus:
A' anna a |ue pertencem, de comormidade com
a imperial resolurau Je 20 de julho de 1870, to-
mada sobre consnf'a do consolno supremo militar,
o capitao do 7. balalhj do iufanteria, Eusebio Ga-
mes de Atgollo Ferrao.
A' arma de cavallaris, por exceder do respecti-
vo qaadro, o capitao do 3.* regiraeuto de cavalla-
r.a ligeira, Francisco de Carvalbo e Silva.
Mandou-se revener a 1." classe do exercito, sen-
do classificado na 4.* coinpauhia do 3." regiaiento
de cavallaria ligeira, o capitao aggregado a mesina
arma, Germano Julio da Silva, visto ter side julga-
do prompto na fnspeccao do sadde a (j*ie foi sub-
niuttido nesta corle ; 2i do dril ultimo.
Maodou so rev'!!': .. I.'class: d> exercito o
l.'fenenlu Juad u- I.* batalhao de arthheria
a p6, Francisco Rodriguei de Lima, visto ter siJo
julgado prompti na iuspe:c.lo de saude a que foi
submettido nesia corte a 30 de marco ultimo^
Foi concedida ao 2." leneute do 3. batalhao de
artilheria a pe, Feliciano Mtmdes de Mesquita Bar-
ros, a demissao qoe pedio do servico do exer-
cito.
Foram reformados:
O major graduado do 21." batalhao de infante-
ria, Augusto Cesar de Bittencourt, o major aggre-
gado ao corpo de engenheiros, Antonio da Costa
Barros Velloso, e o capitao aggregado a arma de
infanteria Manoel Joaqoim Telles, visto soffrerem
molestias incuraveis que os tornam incapaies do
3erco do exercito.
Em atten^ao aos bons servicos prestados na
'aliiji.ma i do Paraguay concedeu-se aos individuos
a.batxo mencionados At honra* dos s^gaintes postos
militarus d i exmcilo :
De 'eneiile curonel: ao lenente roformado do
exercito e teuente-oronel em coramissao com-
iniudauu* do extiooto 2o. corpo de volontarios da
patna, Joao Beruardiao de /asconcellos Coim-
bra.
1): capitao : ao capitao da guirda nacional da
proviu:ia de Peruaoibu:o, Francisco Luiz Vi-
raes.
De alferes em commissio : do extincto 32. or
no de voluntanos da patria, Ly-.:ur Pmheiro di Lemos e do tambem extincto 1.* de
guardas naci.>uaes da provincia da Mitto-Grosso,
Biaveutura Jo Foi perdoado ao sold.ido do batalhai de enge-
nheiros, Ejgenio Augusto Loureiro de Andra le o
criiu ; de deser^ao que com.netteu.
Foram trainferidos:
- Por portaria de 23 de abril:
Para o 17.' batiih.io de infanteria o alferes do
21.* da mesma arma Diogo Garcez Palha ; e deste
para ajuelle batalhao o alieres Joaquim Affonso
dos Suit ^ Lages.
Do 7." batalhao di infanteria paramo 16. da mas-
mi arma, o alferes Jermnias de Souza Costa, e
deste para aquelle batalhao o alferes Hyppolito da
Costa Guimaraes.
Por portarias de 1, 2 e, 4 do corrente :
G.ncedeu se ao enfermeiro do hospital militai
proviuru do Andaraiiy, Basilio Garcia Gonijal es,
vinte dias de lieeaea para (ratir de soa sau-
de.
Foram nomeados :
Manoel Jose doi R-;is Motta para o lugar, que ja
exercia iuterinameute, de escrijlurario da escola
militar.
Jose Augusto da Silva Maia para o lugar de fiel
da 1.* sec;ao do almoxarifado da intendencia da
guerra.
CSaverno da provincia.
I'.XI'KD1-:>'TK DO D1A 10 DR FgveREtnO DE.1874.
5 secqao.
0 presideate da provincia, de accordo com o
bacharel Bento Jos6 da Costa, contraclante da es
trada deferro do Recife a Caroarti, resolve inno-
var o contracto celelebrado em 4 de setembro de
1871, de eonformidade com o art.. 31 da lei n.
1,115, de 17 de juntn do anni proximo passado,
raediante as segumtes clausulas:
Art 1 0 contractante obriga se, por si ou por
meio de uma companhia a construir uma estrada
de ferro, servida por locomotivas, que, partindo
desta cidide termine na de Caruarti.
Art. 2. 0 trace geral da estrada ate a cidade
da Victoria sera o que se acha indicado nas plao-
tas ja approvadas pelo governo, devendo o ponto
de partida, nesta cidade, ser fixado de aeordo com
o governo.
| I." A empreza podera collocar os trilhos nas
estradas de roiagem, ruas e pontes, que se con-
struirem ou reconstruirem para o futuro, e se
prestarem a este flm, com tanto que nao prejudi-
quem a passagem simultanea de dous vehiculos
ordinarios, que nao demandem mais de 4,50,
contados do eix > dos trilhos exteriore* parao trau-
sito publico, exceplo nas ruas, bombas ou' ponti-
Iboes.
2. E' perraittido a empreza desviar-se de
qnalquer das citadas estradas, suas bombas ou
pontilhoes, bem como rebaixa-las, altera-las ou
segui-las parallelamente, conforme for mais con-
veniente a dinvvi > da linha, com tanto qoe as
obras destroidas sejam substituidas por outras per-
feitamente identica), e todas as despezas corram
por conta da empreza.
3." So, durante a execucao da linha ou em
todo o tempo de sou servico for alterada a direc-
cIo ou local das estradas, ruas e pontes onde to-
tem collocados os trilhos, a empreza Oca reserva
do o direito de remove-los na antiga direcgao, in-
depetidentc de qualquer indemnisaQAo ; perceDrn-
do-a, porem, no caso de taes alteracpes prejudica-
rem as obras ou transito da via f errea.
Arl. 3. A referida e>trada pidera entroncar-se
em qualquer das estradas de ferro existentes ou
projectadas, prec^dendo approvacao do governo e
aeordo com as respectivas companhias.
Art. 4." 0 traco geral da estrada, ja approvado,
podera ser moliticado, se assim for jujgado ne-
cessario, precedendo sempre autorisacao^ do go-
verno.
Art. 5. Sera subnettida a approvacao do go-
verno, antes da execucao, a planta das estacdes
e das pontes de vao superior a 18 metros.
Art. 6." Todas as constructs serao feitas com
materiaes de boa qualidade e snjeitas a todas as
regras d'arte e condicoes de perfeita solidez.
Art. 7. Aos lado3 do leito da estrada de ferro
construir-se-hao vallados necessarios ao esgoto das
aguas, com tanto que nao seja prejudiofda a es-
trada poblica, sendo as obras, para tal tim neies-
sarias, executadas a custa da empreza o tendose
o preciso cuidado para que nlo seja prejudicada
a estrada publica.
Art 8." Nas passages ao nivel havera guacdas
ou vigias nas proximidades das cidades ou dos
centros populosos, podeodo nos outros lugares de
raenos circulacao estahelecer-se simplesmente guar-
da-gados.
Art. 9." Alem dos vigias necessarios, a estrada
sera provida de todos os meios mais aperfeicoados
de signaes adoptados para evitar sinistros e facili-
tar o servico dos trens.
Art. 10. As estacSes serao construidas com ca-
pacidade sufllciente para abrigar comraodamente
passagtiros e carga, e com os desvios aecessarios
para seguraug* e regularidade do servico. As
offlcioas deverao ser sparadas das estacdes.
Art. 11. Nos pontos de parada do* trens, onde
nao hoover estacdes, far-se-hao teheiros para
abrigo dos passageiro;.
Art. 12. A estrada de ferro nao impedira o li-
vre transito pelas estradas actuaes, ou I que se
abrirem para commodidade publica ; nao tendo
a empreza direito a qualquer taxa pels passagem
nos pontos de inter seccao.
Art. 13. A estradas publicas Je qualquer espe-
cie, que se conslruirem para o futuro, ou os des-
vios das actuaes, poderao atravessar a linha pro-
jeetada em qualquer nivel, com laulo que nao
prejudiquem a livre passagem e segurauc.* dos
trens; sendo as obras d'arte necessarias para
taes crosameutos, construidas por conta de taes
estradas.
Art. 14. ?Ta construccao da estrada se observa-
rao as seguint;s prescripcoes technicas :
1." Us declives iongitudinaes da linnha, nas
distancias inferiore* a 300 metros, poderSo attiogir
a 3 por cento
% 1." As cur.as nao tfrio raiu inferior a 103
uieiro.-, oM-.o|it.i nas proximiiales das ettacoes e
uor.tos de parada, onde p.ilerau ter ale 50 metros.
Qaando dins curvas forem em senlido inverso,
serao separadas por urn alinhamento recto de 50
metros.
- 3. Os trilhos de systema Vign .lie ou de ootro
mais aperfeicoado, terao o peso de 20 kilogram-
mas por metro, e serao ligaloi por talas de con-
nexao.
g 4.* A bitola ou distancia entre os trilhos sera
de am metro em alinhamento recto.
5. 0 maximo da distancia entre os dormentes
sera de urn metro de centro a centra.
g 6.* A estrada de ferro i era de linha singela,
tendo os desvios e linhas aoxtliares necessarias pa*
ra e servico dos trens.
| 7.* A largara total do leito da estrada nos
terrenos em boas eondipfias de solidez nao excede-lverllicar-se-ha, quer esteja ou nao amertizado o
ra de 4m a V\.o. capital da empreza.
Art. 15. As locomotivas terao pesosoperior a ll j Art. 36. A empreza gosara do privilegio de uma
toneladas metricas, dous ou tres eixos e serao &#, son a de cinco kilometros para cada am dos lalos
da directnz da estrada, nao sendo permitlino d :n-
tro da referida zona estabelecer-se trilhos de fer-
tu ou de madeira, pra o transp rle publico de
pas^ageiros ou de mercadorias ua direec4j da li-
ma eontraetada.
Art. 37. 0 privilegio nio impdiiira as estradas
de ferro que, atravessaudo a linha projectada, nao
tomem passageiros nem earga d-mtro da zona pri-
vilegada, a qua! ni) comprehen lera os pontw de
urtili e extremos de outras estradas ou ramies,
e beo. assim a ptrle desta cidade que tor provida
por ultras linhas.
Art 38. A ntoca presUda na thesouraria pro-
vincial continuara a vigorar ate completa e del
execucaa d' tolas as clausulas do presents con-
tracto.
Art. .''.. Ate oito rne'.es imnrorogaveis, contados
da data 1 > preseate contracto, serao principiada3
as obras da estrada, e coneloid.is at6 Jaboatli den-
tro de dius aaa-M, e at6 a Victoria, dentr de cin-
eo, sob leni, no primeiro caso, de pagamento de
uma miita de cinco contisde re is, e em qualquer
djs dous ultimos, de dez com os de ris.
An 43. Dous ann is depots dd concluida a li-
nha ate a Victoria deverao ser apreseatados os
estuJos do proloiiga.nento ate Caruaru. As obras
deite turao comeci dentro de dous aaoos, e serao
coociuid.u Jeulro de seis. ;
Art. 41. Se nao forem apresentados os estudos,1
e a> obras principiadas e concluidas dentro do
praio eslipulado, ale n da paga: multas. perde-
ra o contraclante o direito a esse probngameuto ;
ficandoo privdegij redazido nesle caso a GOannos'
ate a Victoria, e a estrada, plantas e estodos tot-
tos passarao a perleiicer ao governo sem indeinni-
sa;ao alguoia.
Art. 42. is regulameatos pablicados pelo go-
verno se estipulario as condic;5ss de segurauca
do servico e boa exeouc.ao das clausulas do pre-
scnte contracto, podmdo sir unpostas tnultas ate
a quintia de 50 'JO00.
Art. 43. 0 presente contracto podera ser tran-
sferido com previa autorisa?4o e approvacao do go-
vern!, pagos previamente os respectivos direitos
conforme as leis vigentes, cessando, depois de effe-
ctoida a transferencia, a responsabililidade do
contraclante, que passara aos cessionarios, d'ahi
em diante subrogados em todos os direitos e obri-
gacoes do cedente.
Ait. 44. Ficam revogados o contracto e altera-
V-6es anterionnente effectoados em todas as suas
partes.
art. 45. Fica dependente da approvacao da as-
-iT;lilea legislativa provincial o presente contracto.
Ofllcios .
Ao presidente da sociedado patriotica Doze
de Setembro. Dandu cumprimento ao aviso do
ministerio da agncultura, comtnereio e obras pu-
Wt-ras, de26 do met proximo paseado; n. W,-de-
claro a V. S (joe o g-xrerno imperial louva o pa-
iriolismo da soaiedade patriotica Doze de Setem-
bro, da qua! e V. S. presidtnte, pelos esforcos que
ttra emuregado na promogSo de meios tendentes i
desenvolver a industria nacioaal, e assegura aos
cUaditos que coucorreram para a exposigao ja reali-
sala, bem como aos que hoaverem de concorrer
para as Tuturas que tomara na devida considera
gau o servigo prestado por este modo a principal
inJustria do paix
0 governo imperial mania declarar igualmen-
td a essa associacao que ordens vao ser expedidas
atim de que o presidio militar dd Fernando deNo-
renha se faea representar coin os seus productos
has futuras festas.
Neste sentido lambem expefia ordens as cama-
r;w municipaes, atim de prestarem o seu auxilio
ms exposicoos quo tiverem it ser feitas.
-Ao eugenheiro chef j da reparlicao das obras
publicas. TenJo-se em breve de dar comedo as
obras de construccao da nova pbnte da Boa-Vista
sobre o rio Cipibaribe, mande Vmc. quanto antes
mircar. de cada lado da velha ponte qie tern de
ser substituida, urn espa^o sofneiente de terreno
para construccao do o'Jicinas c armazens provi-
sorias dos contraclautes.
Aomesmu.Entregue Vmc ao engenheiro
fiical da companhia Locomotora as plantas apre-
senladas pela referida companhia. ou copia das
mesmas.
Ao mesmo. Necessilando de concerto as cla-
raboias da casa do detencao, segundo informa o
Dr. shafe de policia em oftlcio de 9 do corrente
n. 186, mande Vmc fazer com urgencia o rcspe-
ctivo orgaraento
A' coinraiisio censitaria da freguezia de Ss.
Cosine e Damiao. -Reitero a Vmes. as exigencias
ji feitas em diversas circulare3, recommendando o
immediato cumprimento da disposi(So do art. 9' g
8' do regulamento, de 30 ae dezembro de 1871 ;
devendo lembrar lhes que sao os trabalhis dessa
cammissao os unicos que ainda nio foram apre
sentados a esta presidency.
Portaria :
0 Sr. gereate da cimpanhia pernamboca-
n faca receber e couiuzir para o Rio Grande do
Norte por conta do ministerio da mariuha, no va
por Pirapama, que segue para alii no dia 14 d)
corrente, os objectos consumes das copias jun-
tas, os quaes serao remettidos para bordo pelo
czpitao do porto.
EXPEDIE.VTE DO SKCR8TXRI0.
1.' StCtflO.
Offlcio : K
ao capitao do porto.De ordem de S. bxc.
0 Sr. presidente da provincia declare a V. S. em
resposta ao seu oflliio desta data, sob n. 23, que
fi:a expedida a conventente ordem ao gerente da
companhia pernambucana, para receber e tran-
sportar ao seu de3tino os objectos de que trata oj
citado offlcio.
2.' secgao.
OIBcios :
Ao Dr. chefe de policia.-O Exm. Sr. presi-j
dente da provincia manda accusar o recebimentc
do offlcio de V. S. de hontem datado, sob n. 189
ao qual acotnpanha, por copia, o do delegado dc
termo d'Aguas Bellas coramunioands que no dia
! do corrente mandou dissolver o destacaraentc
de guardas nacionaes alii exislente.
Ao misrao.-De ordem do Exm. Sr. presi-j
dente da provincia, communico a V. S., para sec
conhecimento e Qos convenientes, que nesta dau
se expedio ordem a thesouraria provincial no sen-
tido de ser inderanisado o cofre dessa reparli.ac
da quantia de 7*680, em queimportou o forneci-
mento de sustento feito aos crimiaosos Ricard
Roberto de Lima e Francisco.Jose de Lima, qoej
foram para os lermos de Floras e Triumpho res
ponder ao jory, conforme declnrou V. S. err
nfflch de 9 do corrente, sob a. 191.
A) mesm.i 5. Exc. o Sr. presidente da pro
vi-icia man la commninc.ir a V. S. qne nesta data
expedio ordem ao rtirecUr do arsenal do gaerr*
para cntregar ao administrador da casa de deten-i
cao os tubos e tinas de que trata V. 3. em sea
offlcio de 9 do corrente.
Ao coramandante superior de Serinhaem.'
Da ordem do Exm. Sr presidente da provincia,
1 communico a V. S., para seu conhecimento e flns;
convenienlos qoe nesta data se expede ordem a,
thesouraria provincial no sentido de serera pa-
gos, a quem se mostrar autorisado os vencimen-
tos das pracas destacadas nessa villa, conforme so-,
liciton V. S. em offlcio de 7 do corrente sob
n. 8.
modelos mais aperfeicoados.
g 1. As locomotivas doverao ser examinalas
por um mac linista on engenneiro nomeado peio
governo antes de strem empregadas. Deverao
conter tn.los as. utensilios e sobresaienies necessa-
rios para os accidentes e reparos de occasiao.
g 2 Nenhum machinista sera almittido, sem
que seja previamente examinado, excepto se apra-
sentar attestado de haver exercido satisfactoria-
mente soa profissao por ious annos pelo menos.
S 3 Sera organisado u.-n regulamento approva-
do pelo governo, detinindo os deveres dos maehi-
nistas, indicando as providencias a tomar nos ca-
sos de accideite, e bem assim o psso iiie cada lo-
comotiva podera rebocar.
Art 16. Os carros de passageiros serao de tres
classes, devendo ser, juntamante com os carros
para merealorias, do mjdelo mais convemenle
para os paizes quentes.
Art. 17. A estrada sera dividida pin tres sec-
edes, as quaes serao enlregues ao transito publi-
co a propordao que forem construidas.
Art. 18. 0 tram rodante de tola a linha. ate a
cidade da Victoria, se compora pelo menos de 6
locomotivas, 30 carros de passageiros das diffe-
rentes classes e 60 carros de mercadorias, baga-
gens e animaes.
SI* Nenhuma seccao da estrada sera aberla ao
transito publico, sem que pelo menos exista prom-
pta a terca parte desse tram.
' 2 0 trera rodante sera anjmentado a medida
qne o traGco e a commoiidade publica exigirera.
Art. 19. Em toda a extensao da estrada havera
uma linha telegraphica, cjoe devera estar prom-
pts em cada seccao que tor aberla ao transito :
g !. Poder* a linha telegrapbica ser franquea-
da ao publico, sem detriments dw servico da em-
preza, mediante pre-^) da tarifas, approvadas pelo
governo.
g 2 0 governo podera utilisar-se dos postal
para colloeaeao da fios telegraphic^ e ler nas res-
pectivas e-tar/oas os apP*re|hos e tetegraphistas
necessarios.
_g 3.# Se convier ao governo, antes da colloea-
eao de taes fi >s e apparelhos, poderao ser expedi-
dos gratuitamente os telezrammas dos agantes e
empregad03 publicos, relatives ao servico pu-
b ico.
Art. 20. Os precos depasiagens e freles de mer-
cadorias serao regulados por tarifas i rganisadas pe-
la empreza de aeordo com o governo, de modo a
darem depois de dedutidas as despezas necessarias
com o custeio, conservacao, renovacao e aogmen-
to do material Axo, rodante e estaco;*, um lucre
liquido de 12 o/o a anno, correspoodente ao pre-
mio do capital da smpreza, que nao excedera a
4,00:OOOiOOO aid a cidade da Victoria.
. Art. 21. 0 capital da empreza sera augmentado
de aeordo com o governo em proporcio 4 en-
s5o e prolongamento ate Caruarii, lendo so en
vista as difflculdades do terreno.
Arl. 22. Podera o governo rever as tarifas de
cinco em cinca annos, logo que os lucres liquidos
da capital de 4,000:030*030 exceJerem de doze
por cento ao anno.
Art 23. A empreza se obriga a foruecer regu-
larmente ao presidente da provin ia, sempre que
o pedir, todos os dados relatives a receita, despe-
za e movimeoto da estrada.
Art. 24. As despezas cam o engenheiro fiscal
serao feitas pela empreza, para o que ella destina-
ra annualmente a quantia de 2:400*003, que sera
recolhida por trimeslre adiaotado a thesouraria
provincial.
Art. 25. 0 governo polora resgatar a e:ii|)reza
dez annos antes do Gndar-se o privilegio, sob as
segujjites bases :
1.* 0 resgate sera feito pelo valor que for ar-
hitrado por peritos nomea los por uma e outra par
te ; e quando nao se acordarem estes, por um
desempatador que se a sorteado dentre outros tres
que cada uma das parte3 contract antes nomear.
5 2." Nessa avaliagao se attendant ao termo me-
dio dos lucres da empreza nos ultimos cinco an-
nos anteriores ao resgate e ao estado de conserva-
?ao do material Sxn e rodante, estacoes e mais
obras da empreza.
3.J Do praco do resgate que sera feito em di-
nheiro, se deduzira o fundo de amortisacao que a
empreza houver estabelecido.
Art. 26. 0 governo tern direilo ao iransporte
gratuito de quatro passageiros o de cera kilogram-
mos de carga em cada trem.
1. Os soccorros publicos, malas do correio e
seds agentes, colonos e suas bagagens, serao trau-
sportados gratuitamente.
2.* Serao transportados com abate de cincoen-
la por cento 30bre os pre;os das tarifas as pessoas
que viajarem a servico publico, tropa, presos e
todo o trem ou material de guerra ou outra qual-
quer carga pertencente ao governo.
g 3." Nos casos urgentes de grandes transposes
de tropa e material de guerra, o governo tera o
direito de servir-se de todo o material ou trem ro-
dante da linha ou seus ramaes, com o ineimo
abatimento de cincoenta por cento.
Art. 27. A empreza tera preferencia em iden-
tidade de condicoes para o prolongamento da li-
nha eontraetada e construccao de ramaes.
Art. 28. Se a empreza for levada a effeito com
capiiaes estrangeiros sera obrigada a tar na pro-
vincia uma direccio ou representante, com pode-
res suffleientes para tratar com o governo e res-
ponder perante os tribunaes do paiz por todas as
obrigac5es contrahidas ou que sobrevierem ; po-
dendo solver todas as questoes iuJepead'.-ntamonie
de novos poderes.
Art 29. A empreza. para construjijao da linha
e de todas as obras d'arte, estacoes, offlcioas, de
pendeucias, etc., fica suhrogada no direito de des-
apropriacao por utilidade publica prov ncial, na
eonformidade das leis n. 9 de 10 de junho de 1835,
n 129 de 2 de maio de l8i4 o 509 da 29 de maio
de 1861, e bem assim em todas as garantias das
obras publicas provmciaes.
Art. 30. A empreza obtera por aforamento, e
na eonformidade das leis que regem a emphyteu-
sis, a concessao dos terrenos de marinha, qoe fo
rem necessarios para con-true; jo da linha, seus
ramaes, estacdes, dependencias, obras d'arte, etc.
Art. 31. As estacoes, armazens, escriptorio, etc,
serao isentos de qualquer imposto provincial ou
municipal, que porvenlura for creado, especial-
mente sobre taes dependencias.
Art. 32. A empreza podera solicitar do gover-
no imperial a isencao de direitos e de expediente
para seu material e objectos da consume, alem
do que ja se acba concedido ; e bem assim a dis
pensa do servico da guarda nacional e racruta-
me.ito p.iaa .'pus tr.ibalhadnres e emiregados.
' An. 31 A ii:iip)v/.a ronuneii a Mibvenoan -de
JiizoiUus c.mtos de rdw ooucaliJa pclalai n. 911
de 2 de junho de 1870.
Art. 34. A empreza expedtra para o servico in
terno e policial da estrada regulamentos, qoe so
poderao ter execucao depois de approvados pelo
governo.
Art. 35. Fica concedido a empreza o privilegio
por noventa annos par* toda a estrada ate Caroa
rii, contados do dia em que for entregue ao transi
to publico.
g 1. Findo o privilegio de noventa annos, a es-
trada, com todas as suas obras, dependencias, ma-
terial fixo rodante, estacdes, offlcinas, etc., passa-
ra a pertencer a provincia sem indemnisac&o al-
guma.
g 2. A disposicao do paragraphs antecedente
>KS PACWM DA
DIA 15 OK M\*>
PBESIDSNaA, DO
DB 1874.
Alferes Antonio Floriano de Mello. Prejudi-
cado.
Adolpho Teixeira Lopes.Sim, pagos os direitos
Bacionaes e observadas as prescripcoes legaes.
Anna Ignez da Silva Ramos.(imcedo a pro o-
ga(ao pedida por dous metes, sem vencimentos.
Augusto Pater Cesar.-Passeportaria
Padre Autonio Jiaiuim Soares. -Deferido, com
o offlcio desta data a thesouraria provincial.
Arsenio Affonso Pereira Borges.-Prejudicado.
Padre Christovao do Rego Barros.Nesta data
offlcio a thesouraria provincial, para pagar ao
supplicante sua congrua de coadjutor da Kscada,
a contar de outubre a 2 de fevereiro ultimo, dia
em que cassaram as suas respectivas funccoes,
segundo a provisao registrada na secretaria desta
presidencia.
Francisco Americo de Aragao Rabello. Pasne
portaria, nomeando o supolicane conductor ef-
feclivo.
Alferes Felippe Santiago de Carvalho.Pre-
judicado.
HercuUno Theotmio da Silva Guimaraes.
Seja provisoriamente uomeado para o offlcio de
2" tabelliao do publico judicial e nolas, escrivao
do civel e mais annexos.
Irmandide de Nossa Senhora da Concei?ao dos
Monies da villa de Palmares.informe o Sr. the-
ooreiro das loterias.
Jose Fernandes Lima.Entregue-se. medianie
recibo.
Jos6 Pereira Monteiro Pessoa.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
J.juina -Alexandrina de Carvalho Pedrosa.
Informe o Sr. Dr. director geral inlerino da in-
struc;ao publi -a.
Joao Jose da Silva. Aguarde o o resaltido di
appellacao interposta pira o tribunal da re-
laaU).
Joao de Barros de Oliveira.Concedo o praso de
15 dias.
Brcharel Jose de Carvalho Cesar. Aguarde o
supplicante o resultado da lotar;5o de seu emprego
e decisao do governo imperial a respeito.
Joseuh Maria da Conceicao.Concedo o praso
de 15 dias.
Joao Egydio Castro de Jesus.Exhiba o sup-
plicante sua guia a thesouraria de fazenda para
poJer ser pago.
Jeronymo Barreiros RangeLPrejudicado.
Joao Baptisla da Rocba Baixa Lins. Seja no-
meado provisoriamente para o offlcio de 1* tabel-
liao do publico judicial e nolas, escrivao de or
phaos e mais -annexos.
Da Lailhacar & C.-Sim, mediante recibo.
Laurentino Lopes da- Silva.Aguarde o resol-
lado da appellacao interposta para o tr.bunal da
relacao.
Manoel Francisco Wanderley. Seja nomeado
para servir provisoriamente os offlcios da parttdor
e destribuidor.
Manoel Maria Men Jos da Silva Junior. Seja
nomeado para servir provisoriamente os offlcios
de contad'T e partidor.
Manoel Eloy Jlendes.Prejudicado.
Trajano Alipio de Carvalho Mendonca. For-
neca-se.
Roparti^Ao da policia.
2.' seccao__Secretaria de policia de Pernambueo,
16 de maio de 1874.
N. 6i2.-Illm. e Exm. Sr.Parlicipo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a detencao os
seguintes individuos :
A' minha orJem, Jose, escravo de Joaquim
iKn^cio de Carvalho, e Manoel, escrrvo de Joaquim
Vieira, como sentonciados vindos do presidio de
Fernando.
Daus guarde a V. Exc Illm. e Exm. Sr. com-
oiendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Coireiu Ae Araujo.
: -y >_-*!*- --_3Ag5t iwmB ^n^
DIARIO UEPER^iMBUg:
RECIFK. n DE MAIO DE 1874.
iloticias doul lo imperio.
Chegoo hontem pela manhi o vapor brasileiro
Parti, trazendo datas : do Rio da Praia l., do
Rio Grande do Sul 3, do Parana 2, de Santa Ca-
tharina 5, de S Paulo 7, do Rio de Janeiro 10, da
Bahia 13 e das Alagoas 15 do corrente.
Dos jornaes o cartas colhenios o qoe vai sob a
rubrica Parte Official e mais o que segue :
BIO DA PBATA.
Da Republica Argentina nao ha noticias noli-
ticas de importancia.
Fdra flnalmente desembarcado em Zarate o pri-
meiro dos faraosos canhoes comprados na Arae
rica do Norte. Reunidas ao custo destes canhoes,
diz La Pampa, todas as despezas feitas ccm a soa
condnccao e desembarqoe licaram el las a Repu-
blica Argentina por 219,000 pesos fortes, e, collo-
cadas em Z irate, nenhum servico poderao prestar.
0 banco da provinci3, em Buenos-Ay res, sa-
cara sobre Londres 200,000 libras esterlinas, das
qoaes 150,000 foram tomadas pelo governo.
Noticiaram todas as folhas que em Eotre-Rios
tinham sido assassinados 20 individaos, que tomt-
ram parte na revolta de Lopez Jordan.
No EsUdo-Oriental continoava a crise finan-
ceira., 0 governo, como se sabe, converter o pa-
pel moeda : o ouro, proveniente da conversao,
tern sido incessantemente retirado do paiz, por isso
que a importagao excede muito a exporu^o ; a
Coosequencia e oma grande escassez de meio cir-
culate, a difficuldaJe de descontos e paralysa;ao
docommercioe industria. Do erapresiimo ijue
se tentou levantar na praca de londres nao ha
por emquanto noticias favoraveis. Nestas cir
cumstancias cada qual apresentava um especifico
para salvar as lioaucas. Ate a ultima data ne-
nhum do3 projectos apresentados para este fira
f Jra ainda adoptado.
0 Dr. Juan Carlos Gimes renuncisra a cadeira
de senador^ que Ihe fdra dada pelo collegio de
Colonia.
Da cadeia do Cerro tinham se evadido 70 pre
sos; alguns foram apprehendidos : os restantes
espalharam se pela campanha onde praticaram
numerosas tropelias.
Por via de Corrientes haviara sido recebidas no-
ticias do Paraguay, cuja veracidade as folhas que
as publicaram uao garantiram.
Dizia-se que as tropas do governo tinham sa-
hido de Assumpcao com o Cm de baler os revjl
tosns acampados em Paraguary.
Comraandados por Morlas cahiram elles sobre
as tropas legae-, derrotaram nas, fazendo grande
numero de prisioneiros e apoderaram-se das pecis
que elles baviam levalo.
Em seguida Morlas com a sua gente encami
nhou-e para Assumpcao.
Entao, accresceuta se, o exercito brasileiro
sahio a campo e os revoltosos retiraram se sem
disparar um tire. Nestas circumstan:ias nao pv
rece provavel que os brasileires os perseguissem
com) se inculca nas referidas noticias.
Martinez, redactor do Diario Official, foi morlo
no Combate.
Todas ai'forcas argentinas achavam se noCbaco.
RIO GRANDE DO SUL,
FOra ultimamente apresentado a assemblea pro-
vincial um requerimento, solicitando privilegio
por 50 annos para o eslabelecimento de oma es
trada de ferro entre Porto Alegre e a fragaeaia
das Torres.
Achava-se em Bage, desde II do pamtir. a
ala do batalhao de engenheiros, coal
major Vaiqaes, que a ompanha a &:
lilar de engenheiros. bevia marcbar i
para a fronteira.
Os jornaes da capital occopavam-se bmhso cob
as discussoes fiavidas na assemblea por causa
dos contratos relati vos a c mstracca) do caes do
Rio Grande e a abertura do Saagradooro.
As cominissdes reunidas de urcamealo. de fa-
zenda e commsrcio. e de industria e obrz- p j
blicas apresealaram pareceres dasa^pruvaato am
bos o contratos, e nesse ?enlido voloo a asean-
blea a 28 do passado.
Inangnraram na.capital as trabalhos 4a com
panbia Centro Ae exportacdi it kerra matte e ja
esiava funccionando a sua fabric* a vapor, sot a
direccio do Sr. Joao Pinto Ritwir >.
A companhia HyIrimlirt Rio Grandttue m>
mecara a asseotar o seu enranam-nto gent, fdra
das trincbeiras, proximo a Vendinha
Pelo juiz de direll i raspectivo tora reform* la
a pronuacia pioferida pelo juiz do commerao,
i' supplenle, para julgar frandulenla a ybra
do negocianle da praca do Rio Grande, Haaoel
Jose da Costa Braga.
Ja se havia expedido mandado de pnsao eoatra
o fallido.
Ecreveram de Jaguarao commnnicando foe
no Cerro Largo achavam se deiidos tres esera-
vos, que haviam fugido da xarqueada de Joa-
quim do Nascimento Alves Nobrega, em Santa
Isabel, e que faaiam parta da genie de Palmar e
Berg*re.
Cartas de Santa Victoria do Palmar, da-. Ja
de 26, referent o segniote :
0 sobdelegado mandou, as 8 boras da aoiu
de 2i, bus car na casa do sacristan as chaves
da iitrej i para dar n > sino o toque df silenc.o
0 sacrislao responden qne as chaves estavam
em poder do vigario. Este deciarou qua as nio
podia dar, por ser o umco rarpon faias e mais objectos de valor deposUaJ is aa
igreja.
A resposta, e de soppOr, nao agradou ao snb-
ielegado, qua mandou am c*bo dp tropa de linha
(do contingeole da fronteira, que se acha a saa
disposicao) buscar preso o vigario e o s-chhstie.
os qoaes. sem opporem a menor resisteacta, acaai-
paniaram o cabo.
< Na esquina da casa de eommercio do Sr. Ray-
mundo Farias Va-ques encootraram-se os presos
com o subdelegad >. e todos eatraram para a refe-
rida casa. Ahi o subdelegado nio se podeaao cca-
ter, prorompen em palavras menos coavaaiM ef
contra o vigario, terminando por dizer-lhe qie
nao o manda va para a cadeia por eertas eoaside-
racoes, mas que se coaservatse presi ordem le
delegado desta cidade!
a 0 vigario perfoulou Ibe, se estando preso, IB*
era prohibido dizer as misas de obrigacie e Coar-
cionar no sea mister quando assim fosse preci-o
A resposta do subdelegado a essa pergunu parec*
mais jocosa do que seria; o sabdeiegado respoa
deu que o vigario nao podia dizer missas aem
funcciooar em acto algum religioso !
c Apos este incidents, o vigario retireu se pre-
so para a sua casa, e o sachristio segaio preso
para a cadeia! Passando um quarto de bora, o
sabdeiegado mandou por em liberdade o sacan*-
tin, indtvidoo qoe em toda a coalenda pareee tar
apenas o crime de dizer que as chaves estavam
em poder do vigario.
No dia 12, pelas 4 boras da tarde, dera-se ao
primeiro districto do Triampho, no lugar deaoai-
nado Serra do Rincao, um assassioato horrorow
A mulber de Joao Izidoro da Silva e uma filba de
12 ?nnos foram horrivelmenle assassinadas a ra-
cete, em oma picada distante da casa daas oa Ires
quadras.
Segondo a ultima estalistica exi-tara na provia-
cia K4.487 escravos. sendo: do sexo masculiao
44,446 e do feminino 39,971.
Cartas vindas de S. Gabriel, dizetn qoe a eom-
missao explo adora da linha ferrea do norte achi-
va-se a 15 de cmtro lado do \ acca-ahy, de onde
ia segoir para Alegrtte.
Segondo refere o Jomal do Commercio de Pio-
l.itas, fugira para a Bands Oriental, abandonaado
casa e familia, Antonio Jose Chaves, aegeciaate
no Xasqueiro Aberla faliencia, calcala-se o
prejoito em mais de 30:000*000.
0 Diario da mesma cilade, noticia qne na mi-
nha de 21 dn passado, appareeeram arrombados
no theatro todos os ramarins das arlislas da com-
panhia dramatica. O gatuno oa gaiaaos roaba-
ram as joias e dinheiro que encontrarara, deix;n-
do intacta toda a roupa.
Relatao Artist a de 19
a Em uma folha de Porto Alegre oaiutras
a segainte de-cripcio do modo por jue o delegalo
de policia da capital procedera a vista das dec.a-
rar^oes feitas pelo preto, que assassinara sea se-
nhor Bento Velloso.
Como e sabido, esse escravo declarara qoe
havia praticado o crime em defeza propria, por
isso qoe Velloso, que ia bavia assassinado quatr
escravos seas, pretendia fazer-lhe o mesmo. Es
o qae a tal respeito escrere a cilada loiha :
t Terca-feira, a tarde, regresson o Sr. delegad <
da- diligencia que fora fazer as ilhas. Compre aa-
tes de todo, advertir qua o preto prew declarara
que sea senhor maura quatro escravos, mas obn-
gara-se somenle a mostrar o Ingar qae havia sido
enterrado um delles, por lerem lido m ootros 4es-
tino diverse.
< Os escravos assassinados chamavam se, Be*i-
sario, Adio, Domingo* e Vieeata. Belisario
rea na ilha, era cooseqaencia de barharos i
e sen corpn foi rezido por Bento Velloso *
um poncho de bichara e remettido para esta cida-
de, dando-se-lhe sepaltnra no cemileria, era vista
de ora attesUdo do respecti vo inspector de qnar-
teirao, que era amigo e dependenie de Bent >. e
par isso se prestoa a occultar o crime.
Adao, foi tambem morto por Bento Velloso, qae
le^ou o sea corpo para aim ilha do rio dos Siao.
onde o sepulioa.
< Ante-huniero, o delegado condazio o prsv.
preso ao lugar indicado, e alii efferiivaraenw fo-
ram achados os ossos da victim*. Esse lugar a
cinco leguas da casa de Velloso.
a 0 preto Domingas foi morlo em oma viac<* era canoa, esmagando-lhe Bento Velloso o craaw
com uma pancada de remo. e atirando o cadaver
ao mar. Esse cadaver foi dar a Ponta das Pa dia".
onde o recolheram soldados de artilheria am
aquartelados.
a Os perilos attribainda a fractara a aljrtiT*
panrsda de encontro as pedras, deram aasphix-a
por sobmersio coin) causa da morte. Pesaaj**
me ha leslemunbas de vista e outras aue cer
cam a idenlidade do caJaver.
a
mente
fore
Fioilmente o escravo Vicente foi hormel-
nte castigado por Bento Velloso, qae depois ea-
,oicou-o. Deu se e*a* morto na capeda do ia-
mao segunlo d>claram os oalros es;ravo, s<-ii*>
Beut'o auxiliado por um inJividn) de nome *
da Costa, qua hi de ser inlerrogado pela p-
a Emfim. acaba de faUeeer ha dons d'ss, a*
Santa Casa de Missricordia, oatro escravo In Pen-
to, de nome Lino, que Ti>ri recolhido doeaaa,
cuja morie tambem suppoe-se motivada por
baros castigos.
o Os dous escravos restantes da Bant
ambos sexagenartos, apreseatam tamaem signMi
de excessivos castigos.

jpp9HM



^_____________________________.______________
3l%rio Parece, poTs, Bra de duvid i, que Bento Vel-
lo-o solTria dc uma ospecie do madLIUattKitfa.
E' por isso adajfeWttu argumealo de, delpfa apro-
sentailo pelo ** o assissiuou.
Falleceram : no Rig. Grande d ps6priario Ml-
noel Lope.- Tewelnr, t era -Bage- o wdele do ter-
ceiro regimenton"*" malaria .\zUonio M, r a. Cruz
Jobim, li ho do senaJor do iraperio Jose M. da
Cruz Jobim.
paih.sa.
Diz o Dezenore de Dezcm'irc, m data de 18 do
passado :
0 Dr. engeuheire ii pcbviqcia concluio hen-
tem a comraissio da qoe fora ttieumbido pelaf re-
si Jenei i. da avivootaeJo des lotos da.'ft-jcesta
daquella colonta.
Cremes que com essa raedida cessnaa para
sempre as contestaooes qua ba pouco -sargiram
entre os colonos quaoto a posse daqaellesprazos.
Ilaviam chegado a Patauagua 42 colonos frau-
cezes, qr>e soguiam'paca o Assiiugay.
*. PAULO.
A variola continuava na capital -e em Santos, e
liem assim a febre amarclla nesta -ultima cidade.
.No Rio Qato exam ituiuaiexavcis. us tsstragoa fcilos
por aquefla enfermidade.
Lose >no Diarit'de S. Paulo :
< No domingo (3), pelas to boras da nianha,
compapeceu o St presidente da pfoviucia ua esta-
cao da Suz, afim de assistir a-experiencia de tiraa1
Us tres loconuftivas S. C*to, S. Rqgui s Soroca-
ba, que ja se acham armadas^ e as tO e 23 minu-
los embarcaram S. Exc e seu ajudante de or-
dens, engenheiro liscal, I'into Goncalves, Espetzlor,
e m.iis pessoaa gradas da'Capital, que quizeram
assistir a extern neia, segoiado o irem com 8 wa-
gfles de (astro, cm que lam cerca de4fl pc9soa.
kilomejrqs.
t'<\ parte da estrada -pcrcortida aio esia l*s-
troada amda, motive por que na ida aao se deu
major fo'rea a machtoa ; poiem na volta, da'ndo-*o
mais fprja, cunhecau-sc nao so aperieicao dos
trabalhos Ua estrada, qne bem demoostra o euida-
' 11 tsmero com que tern sldo-feita, fracas a soli-
i-.itude de seus engenheiros e a leadtade dos em
pr^it'.-iro!!, eoadjuvaios pela mcansavW dedieacao
de sua patriottoa Jitoetoris, represi>etala por seu
dteno presidente'o Sr. Maylasky, coiHoa'Boa qui-
li la I db machiba, que nada deixa a desejar." A
que Cjiidilzi'i o tremfoi a SococdAa,fort-e elegan-
te. co!i.iruida na Uelgica.
<( I'nr essa experiencia, flcawos man convictos
d i que por varias vezes temos d'to : que a esua-
da Sorocabaua, em *eu genero, nao tora rival oa
pruviticia.
* S. Exc Hcju eatisfeito com a experiencia, a
que assi>iio. Quanto a nos, que (ainkein la esti-
veinos, com prazer cumprimentamqs aos intel-
11^;"iites enyrnheiros da estrada -Soroeabana, a s'ua
muii- digni directoria, e, finalmente, aquvlle que,
com Mos os sacrificios, tern sabido reaiisar o seu
pensam.nto.
0 Diiwio de Smtos, de 7, cmiiniri a neiiaja que
demo*, vinda pur um telegramma, de nao ba*er
ehegado aqaella cidade o trem oruinario da estra-
il.i de.furro, o que produzio al^uina inquietacao.
Oirtia que houvera um desastre nos pianos im-li-
n..i!ns, mas ignorava-se o mal resultaate. 0 su-
periiiteii'lonlo par.ira iminediatameatc.
Falk-oera em Campinas o fazeiideiro capilao Aq-
tonin de Souza Mello.
-a r'Ci'ita e dvspeza da estrada de ferro de Jan-
diali\ a Campinas, no iiit-z de inarr. > uI'i.iij, dao
os seeuiales resultados : rcceila 73.03.1 S760, das-
peza .)': iG.'oii'O, saldo liquido J:288l(jO, dito
ilof iii-res de Janeiro e fevereiroti:0u9^oio : !
tal dos tres mezes m:i3.
A rci-t'ita e despeza da estrada de ferro de San-
tos a Jutidiany, no mez de fevereiro, foj : rcctita
;) i:S325i>' 'e de peza -8i:78oi320; saldo....
3! OG6J920. Relaeao da despesa para a receita
21, ti 0/o H-reita kilometrica i:lW4l83, despeta
kiiiiinetrma >!)53s9, satdo kilumetrico l:.ia7i-39i.
A receita di-tribui) se assim : pa^saguns.....
i'.i 9i7i770 ; cncoinmcndas e liagap-ns,......
J:ti'Ji5:i80.: meiv.i.l irias, 230::t2ii()iO ; aiiimqe^
c f.irr.i--,^i2i70v) ; tel^raplio, SiG^liO ; div,-r-
*as, :J39jHU: A despeza proveio das seguiutes
lun!e : snperintonJeneia e adinioislra^ogeral,
1:377Mill : e.intadoria e caixa, l:9%\j:^0 ; Ira-
!igp, li.'089f*W i aliiMxariiado, 1:1W850 ; le-
legraplio, 1:329*999.; cinservaeao da linha.....
H:267<570; mate; ial rodante e Iraecao,......
i3:tt7iOO') ; diversa-, titlSiiiiO.
MINAS-flKUA S
Foi demillido, a seu pedido, o bacharel Leo-
pold.no Cabral de Me'.lo, de proc'arador fiscal da
thesonr.iria provincial.
Ld-se no Pharol, do Jaiz de Fora de 7 do
correnle:
> Devemos as iaformafoes do nosso correspon-
d^nte do Regittro da Parabybuna as seguinles
liniias :
I'ela primeira mi, no domingo 3 do correnle,
eaegoa a iocomotiva da estrada de ferro D. Pedro
II, a estaela dette lugar, que se acba construida
em frente a pome do rio P;iraJij buna.
0 bwo, precedido pela soeiedade de musica
Uofltserrale, deu mais uma prova de seu amor ao
pregresso do paiz, Um des a^sibtentes pronunciou
uiu Ji-curso.
Em >eguida rompen o hynino nacional, as
g.ramlulas subiram ai ar, e a banda dc mus'ca
itesfnou cm conlinencia a keomoo'va ; o chefe do
trnn. t imando a palacra, agradeccu a man<'ira
(ii-ti:i-t.i coil que hi via sido recebido ; pronun
ciando tauibem um discur.-o o Sr. Ur. Jorge.
Hmbwcaram uo trem algamas pessoas do
;i v i, .i fueidade Muutserrate, e deram um passeio
ate alem do tuuel do Pa'rahjbuna, digoamlo-se o
Sr. cnefe dj trem fazer voltar a locomoiiva a e>ta-
cao. c nde se apearam todos.
i'.ir no-.-a parte damos os parabens a.is habi-
tants .In Parahybuna, que sem;jre se destacaram
1 entre as deouia povoaro.'S vizinhas p-lo inodo
por qae saoem acoltier, e mesmo promover todos
os melhnrauu-ntos ao tta alcaice.
RJ > DE JA.NE1H0
A acta da sessaij solemne da aberlura do
; ilainc-nto brasileiro e a segumte :
Ao meio dii, achando-sn prcseutes no pago do
senado us senhores depulados e senadores, (oram
nomeadas as seguintes deputacoes.
a Para recebe: S. M. o Imperador : depulados,
os Srs. Pereira Franco, Bahia, Araujo Goes, He-
beli.i, Diogo Velbo, Aletkar Araripe, Uenriques,
BalSino da Cunha, Caraeiro da limha, Cardozo
Junior, Hollanda Cavalcante, Pmheiro Guimaraes.
l|aranhos, Teixeira da Rocha, Angelo do Amaral,
Fau?io de Aair, Gusmao Lobo, Ferreira de Aguiar,
lojes Chaves, Deltino Cintra, Oliveira Borges,
Tarquinio Amaraniho. Cunha Leitao e Salathiel;
-fr.adores, os Srs. Visconde de Jaguarv, Barao de
Ootegipe, Visconde de Nitnerouy,' Aiitao, Gqdov,
Jaguaribe, Diniz, Candido Mebdes, Barros Barfeiu.,
Barao de Camargos, Conde de Biependv e Mar-
quez de S. Viceme.
Para receber S. M a Imperalriz: deputador,
os Srs. Machado Portella, Freitas Heatiqnea,
Araujo Goes Junior e Pereira dos Santos; senado-
res, os Srs. Visconde de Camara^ibe e Visconde
ue 1! 'm Rttiro.
A' uma hnra da tarde, ann:in;iaodo-se a che
gadide SS. MM. Iroperiaes, sahira n'as deputacoes
a recebel-osa porta do ediflcio, e, eatrando S. M.
o Imperador no safio, foi alii recebido pelos Srs.
presidente e secretarios que, reunindo-se aos roem-
bros da respective depatacto, acompaaaaram o
mesoio augusto senhor ate o throao
Logo que S. M. o Imperador tumou a;ento, e
mandoii assectarera se os Srs. dejiutados e sena-
dores, Itia a-segu'infe fa'la ':
Augustos < dignissimos 6rs. represemantes
da na;ao. Vossa retiniab e semore para mi.n mo-
tivo de jubilo e de fundada confianja.
Gracas a Divina Providencia,-a tranquillidade
puftlica conferva se iaabalavel, e o Brasil prospe-
ia sob a influencia deste grande fceneficio.
As ultimas noticias qoe live da minha presada
Una, a pnnceza imperial, Conde.^a d'Eu, trouxe-
ra-M-rae a grata ceiteza de que achava-se de e9-
peranew. Em taes circamstancias devia regres
tf ao Brasil para satisfazer uma das condiroe
do contrato matrimonial; mas talvez se ceia (dirt
?ada a evitar tao longi viagem, segumdo o pare-
cer de autoridades medicas
0 estado saniiario nao tern sido satisfaetorio
em muitos pontos do Imperio, mas do povo sio atlenuados pelos soccorros do Estado
e da caridade particular,
N'ossas reJafdes internacionaes nao'foram al-
teradas, e o governo procura estreital-as e3da
vez mais pelos vinculo3 da amisade e dos inte-
resses reciprooos.
Os ajustes deCaitivos de paz da Repubjiea
Argentina com a do Paraguay, nao esiao ainda con-
cluidos; e, porem, de espera'r que o seiam pacifl-
cao amigavelmente. Para eato fim temog pres-
nosso alliado a cooperaelo a que nos
tamos pelo accordo de 19 do novembro de
*ara, snjjrtoii-os ao hVg&mento do supremo tr> 1 enBu na s'aft"; oTerido lovanlan 11 i b'waliiKiiirUcja. la* > ia iwala*csto. taes* fendfr-se, mas, cego, naopiJia teur lonfa t-m'.o
H|M -camu/ia .que ji o Vkasse .imputw lao jj^va .soaj,^ ft :y^c^w,jijfl$jiarara o tir.s fazendn-a e.u lie
(Jeasuntniado es.te altetuado, vdloii-sa owmi-
tro para a mulker do S-. Itarroso, qe eahir* de%-
maiada, teiido nos bracos uma fillwiha do desoito
mM, e seiiam ellas tambem viotimas do desal-
ado iepao iulerviesse um escravo da caw
Em acta sttcoessivo apresentouse oassassin*
ao Sr. Jo^e Joaquiw de Ofiveira, qoe ouvindo dal-
le proprio a arracfo do crime, preudeu-o e loi
em soccorro de Sojica Lima. Respirava ele aa-
da, mas fatlecan tivs horas *epois, deixamlo viu-
va e seis (Mho?.
< 0 asassino ii escravo to Marroso.
Honjem,'anBrversarlo do fallecimeuto do Uvm.
Bispo de Chrysopolis. Suas Magesttdes Imperiaesi
anterior apfescuUrae eicesso de re- foram ttvmr ir^issa-na igr^ja dos religiososearme-'
litas. Fiodo oacto ajoelliarara se e fizeram ora-
'> juMo sepuUura de sou mestre e amtfo.
Os reuyiafos cantaram um Ubm-ame per at-J
Domingo 17 ftc Maio de 1874.
>
kM'JIf I
1 -I
tado ao
obriga
1872.
a Soazi Lima achava-se em casj de ieu cunha-
do Ricardo Jose Barroso (que estava apseiite u"es-
tWarim c de Princfplo do ioe'z couversando com a senhora
ao conr,l Jt ri; Da?:Jl3Kde iinu conven- *****> filna do fallettdo Dr- Jos6 Tavares de Mello
^SaZ'. nlr,a"Brelaniai da nra lra,ad0 1aand0 To Drocedfmnnm'if I'^a nr ^ r08SO liah *' lhe '* "to e duL
a u procedinwnw dos btspos dp Oitnda e do I baviam Ibe vasado os olhos. 0 assassioo penetrou
effeiwa a con.Mituicaoe'as lei
* Pirtne uo' prjposAo tfo manter Rle.-a a soWtr-
Tama iiacionat, e de resguardar os direftiK dos
cidadaos contra os excesses da aalcridade ecdcr
-stastica, o governo conta com o vasso apoie, e, sem
apartar-seda moderacao ate boje empregada, ha
de eonsegttir per torrao a um conflicts tao preju-
dicial a erdra social conio aes veriadeiros inte-
rests da reMgiao.
s rendias publicas di!nfauiram provincias noprincipio do corrente exercicio, nao
se prevemlo, \oda\h, que ?ea resultodo desca da
estiraativa anterior. Nao obstante o accrescinw
de despeza om os reewtes melhocamentos aule-
risados, e a reaovacao dc parte do material do
exereito -e da armada, caicula-se que esse exer
cicio o
ceita.
' A tavoara, nos-a principal* abundante cadus-
tria, e'xige de vossas lazes providenciaa qae mais
promptainente rcnwvam os matores embaraQos
cum qua lota. Subrctudo, cia de estabetccimentos de crcdito que propor-
. jcionem aos lavraderes, mediante condic/5es raenos
oaerosas, os capitaos de que necessdam para
aaetfeii;oar e descuvaiver o seu tcabatao. 0
novo contrato com o Banco do Brasil, vai sendo
henelko, mas a circumscripcao deste nao com-
prehende toias as provincias, nem seus meios
siriam sulfictentes para tanlo.
v'arus e imporunles resulucoes aJoptastes o
auno tiassado; Estou eerto de qae ^irosegaireis,
i;oii.-iderap4 ) na presence ses^aa eutcos projector
que se recommendam d^ preferescia a vossa
solicitude poU bom publico.
A educacao e iustruccio popular contiouam
a ser o ot^ecto dps mais assiduos cuidados do
governo, e ser-vosha apa-jeoudo um piano,
teiidente a dar systemalico e mais vigorpso im-
puiw a es; i>ragresso 'essencial, a que a inii-ia
tiva particular presta o mais ioiiyavel coa-
curw -
A re&iriiia eleitoral e urgenle, e copQo que a
levaceis a effeilo este anqo, alt adcudo a;sim aos
altos interessej que se Iqzam ao iupvimen.to re-
gular de nossas iuililuifoes pulilieas.
A organisafaa' da forca mjlitar, asstm coi.no"
as paraulias da liberJadu individual, pedem ios-
tanlementc uma lei que rcgule de inoJo ju-lo e
cllicaz o recrulamento, evitando ao mesmo tempo
a insutBciencia e os abusos do eystema actual.
Augustus e tiignissimos Srs. repfesentautes
da n;^a'.
t Todos os dias se robustece a crenca no bri-
Ibaule futuro de nossa patria. Saa realisa^o sera
a melhor recompensa de nossos iaccssantes esfor-
cos.
u K-ti aberta a sessao. o
Teiniinalo este acto, retiraram-se S-. MM.
Imperiaes., com o mesmo ceremonial com que
foram recebidi>s,c imuje lialameate o Sr. presidep-
te Uvau;ou a .-'.-s.Id. >
.Vo sen ido, tendo sido elcito presidente o
Sr. .-L-ii.-i J- r Visconde de Auaete, pedio e obteye
dispeiua do mandato, sendo em seu lugar eleila o
Sr. senador Vi.-eonde de Jaguary, e em scgu da
Wee president..', Visconde de Camaragibe, por 2o"
votos.
As commissoes desta cantata ficaram assim
eoropostas :
Respo-U a falla do tbrono:-o? Srs. Barao de
Cotegip.% por 31 e Teixeira Junior por 19. Tendo
ba v, i i empate entre os Srs. Cunha Figueiredo e
Silveira da Aloita, foi eleito por so'rle. o ;r. Conb.t
Fuueirelo.
C-*ustiUii;ao e diplomacia: os Srs. Maiquez de
Sapucahy, por 29 votos: Barao de Cotegipe, por
2'i, e visconde de Abaeie, por 20.
Fazetisja : us Srs. v.seoudc d* Inhomerim por
29 votos', visconde do Sjuza Franco por 28 e lero-
nymo Jose Teixeira Junior por 2'i.
Legisla^ i: os Srs. uarau de Pirapama por 29
vutos, Zi>anas de G6es c Vasconcellos por 26,
e Antonio Rodrijtues l*\ruandes Braga por 20.
Manjjqa e'guerra : os Srs. Duque de Caxias por
;)3 v. los, visconde de Muritiba por 33, e Domingos
Juse Nogaetra Jaguaribc por 27.
Commissao de agriciiltura, industria e artes : os
3rs. Joao Lins Vieira Cansansao As Sitrtmbiiqwr
3'.| votos, visconde de Carojrgos por 26, e Jbapnjn
Fluriano de Cod. y por 21.
Emprezas privilegiadas e obras publi:as : os Srs.
Cehuaca Caval ante por 23 votos, barao de Ma
roim pyr lo,e Barfos Rarreto por ii.
Iustruceao ptiblica e negocios ecclesiasticos : os
Srs. Cunha Figueiredo por :2 votos, visconde de
Camaragibe por 21, e Jobim por 20.
Saude pnbjica : os Srs. Jobim por 28 votos, Go
doy e Cbichorro por 2 j.
Redaccao das feis: os Srs. Marquez de Sapucahy
por 30 votos. Marquez de S. Vicente por 28 c Krr-
tiiino por 27.
Eslatislica, catechese e culonisacao :-os Srs.
Visccnde do Bom Retiro por 27 votos, CanJido
Meddes de Almeida p ir 26, e conde de Baependv,
por 22.
Assembleas provinciaes:-os Srs. Jose Antonio
Saraiva por 2i votos, visconde do Bom Retire por
ti. e Barao do Rio Grande por 12.
Orcamento: os Srs. Marquez de S. Vicente por
32 votos, Joao Lustosa da Cunha Paranagua por
3*, Barao de Cotigipe por 31, Joaqnim J. Firnan-
des da Cunha por 31, Viscoude de Souza Franco
por 31, Joaquim Antao Fernandes Leao por 30 e
Visccnde de Inhomerim por 29.
Pensoes e ordenados: os Srs. Luiz Antmio
Vieirada Silva por 16 vctos, Ambroiio Leitao da
Cuulu por II e Yiieonde de Nitheroy por II.
Tendo pedido exoneracao o Sr. Cunha e Figuei-
redo, da commis-ao de re-posta a falla do throno,
foi nomeaJo para o substituir o Sr. Bar o do Rio
Grande.
Na sessao do dia 9 do correnle foi approvado em
3* discuasao com a ernenda do Sr. Candido Men-
des, e remettida .i comrnisiao de redaccao, a pro
posicao da camara des Srs. deputados, creandu um
CoBegiq i-leitoral na villa de S. Bernardo, da (iro-
vincia do Maranhao.
Na camara tdos deputaJos, no dia 7 do our-
rente, procedeu-fe a eleicao da mesa e das com-
missoes, e sahiram elvites :
Presidente (67 cedulas, 9 em branco).
0 Sr. Ianocencio Marques de Araujo Goes, 31
votos, seguindo-se os Srs. Thfodoro da Silva cpm
2, Portella e Rocha Leao com I.
1 vice-presidente (73 cedulas, 6 era bramv).
0 St. Antonio Jo e Heuirques 60 votos, seguin-
do-seosPrs. Araujo Lima e Jose Calmon com 2,
Pereira Franco, Alsoforado e Portella com I.
2 vice-presUente (d9 cedulas, 10 em brann.)-
0 Sr. Joaquim Piies Machadu Portella 33 votos,
seguindo-se os Srs. Correia, barao da Villa da Bar-
ra, Bandeira de Mello e Luiz Carlos com 1.
3" vice-presides*) (7*. cedujas, 12 era branco)
0 Sr. Antonio Gabriel.de Paula Fonceca 33 vo-
tos, seguipdo.-se os Srs, Tarquinio de *.uza^jm
2, Pereira Fraqco, Luiz Carlos, Pereira da Silva,
Alencar Araripe e barao,da Villa da Barra com 1.
! seeretario (71 cedulas, 3 em branco).
0 Sr. Dr. Joaq im Jose de Campos da Costa Mo-
deiros e Albuquerque 37 votos, seguindo-se os Srs.
Jose Calmon com 23, barao da Villa da Barra,
Tarquinio de Souza, Cunha Figueiredo Junior e
rerreira de Agniarcom 1.
2 seeretario (6i cedulas, 9 em branco).
0 Sr. Marlinho deFreit.s Vieira de Mello 31 vo-
tos, seguindo se os Srs. Jise Calmon, Olvmpio
Galvao, Carlos Peixoto o Cunha Leitio com i.
3- e4 secretarios (63 cedulas, 11 em braaco).
Os Srs. Joao Jnvencio Ferreira de Aguiar com
4S votos, Carlos Peixoto de Mello coin 42 ; sup-
plentes: os Srs. Escragnolle Taunay com JJ e
Araujo Goes Junior com i.
Besposta a falto do throno (69 eedulas, 2 em
branco).
Os Srs. Pinto Lima com 39 votos, Cardoso Ju-
nior com 38, Gusmao Lobo com 37, seguindo-se
os Srs.JEunapio Oeiro com 30, Paula Foneeea com
29, barao da Villa da Barra com 16, Aranjo Goes
Junior com 4, Correia com 2, Portella. Cunha Lei
tao, Bitiencourt Cotrim, Salathiel e Sobral eom 1.
fifos dias 6, 8 e 9 nai houve se-sao.
Em 29 de abril foi privado do po*to, p >r nao
ter solieitado patente no praso.legal :
0 capilao seeretario geral* do commando supe
rior dos municipios de Pompal e annexos, d,i pro-
vincia da Parahyba, Maaoel Pedro de Souza Bar-
bos a.
l.eraos m Jornal do Commercio :
^ Lommnnieaui-nos da freguezia do Espirito
Santo do Einpossado, ua I.eopoldioa, provincia de
Mraas, que na hollo de 27 do passado foi alii as-
saSi-'Ina.io o tenente Joao Jose da Souza Lima, fa-
zendeiro aba9tado e umlam-nos o lamentavel caso do segoitite mo-
de wis d qu'v -i Sr. "Maiuel to Rsg-v
ez um r'-^i'.etHmetf'.o.'h qual u.'u s-ei
Cl i part \Ofr:f>iwh',r a or lorn dft dia,* Sr. pre-i-
duuu^.c'aiai Ao poitr a.-eiui^ e fqr.llcaadi-
s-; :av navoi iir.i- numcro para MU. fo levant"-
daa.-*esi .
*.o*rde.u o dia para hoje e : emtuma^n da
lesignada.para o dfa 13 do corrcirto e 2.a discus-
sao to projecto n. 3i desto : nno.
Luarda. mnt-iunal.-ror portaria da ptc
sidencia d prpvin^ia, do 13 do orrente, resolvaa
S. E(C.,j. vista do parecer do ron ellio de iuves-
bgacao, qBpftonsiderou ir.;nr-o no art. 63, t.
iladei a. OJt de 19 d,; M.'tiinhro de 1830, os tenan-
les Alxaudr Pereira do Freitas e Joao Manoel
Pereira i'Abraji, e a!feres Jojo da Silva Pessoa de
Siqueira, do Mtalhao n. it da guarda nacional do
municipio IHfojuca, priar taes offleiaes dos reg-
pectivos poatot.
onicioN Je Jiihiia. Por portaria da
presidencia da povincia.de 13 do corrente, foi
uomeado Manoel Franciscj Wandedoy, de oonfor-
jifCide com o | 2 do art. L* do decreto n. 4,068
Au!,ia a .) tirle-4t
weak) os oUicios do parlidor e distribuidor do ter-
ao de Gamelleira.
- P.o [i rtarias da raoania data, foi nomeado
Manoel Maiia Mendes da Siva Junior para servir
iJrovisoriarnenie os eMoios de pariido" e contador
do terrao do Gamelleira.
Por portaria da mesraa data foi nomeado
Joao Baptista da Rocha Baixa Lins; para servir in
terinamente os oHJetos de 1 tabclliao do publico,
judicial e notas, cscrivio de orpuios e mus anae-
xos d i termo de Gamelleira.
Pur j>rtaria da raesiua data, foi nomeado
Herculmo Theot nioda Silva Guimaraes, para W-
vrpravisorimenteps pWetos de 2' ubeliiao do pa
bUco, iudicial e npt.v, escrivao do eivel, crime e
ma is annexos do termo de GaraelteUa.
. <**Nry (* tt#fc*|e. Presenter 41 juizes de
TacP\ fii s rtaadj o conselho dasealeu^a, rjue u\-
coucumposto dos seguia'.es senhores:
ma do seu' digno conpanheiro, que tanto ill us- Be S de'")aneiro do r871, para servir provisoria-
tcou a ordem carmeliuaa,
.Vssistirafli a mjjsfc, alem de varias pessoas
uistiactas, os pamtes do finado biapa
Eis as noticias commerciaes da ultima data :
< Moslrou-se hnje o mercado de catnliie regu-
lannente activo e lirme. Alguns baueus enceta-
ram trasacj;(>es sobre Londres a 23 d, e o papel
da praca foi negociado a 23 1/8 d.
Os soberanoe trceram algum movimeato, ma
seus pre^os conservaram .-e frouxos em conse-
queecia d* estado do cambio. Negociaram-sc lo-
tesjwgulares, a 9^700 e 9 9/o60 para o dia 20 de-junlio pjo^imo ju*uro.
. A* apolices geraes de .6 por .cento codtiaua-
raia a apreseataf lirroasa seuaivel aos precos de
l:0l2i e L&il caJa u/qa, a Jmboiro.
Uas do cuipjestuno aacional de 18^8, negocwu-
se um pecpieno tote a l:070i, a diuiieiro,
0 mqreadp. 4e accoes teve. hoje algum raovj-
mento, si*retudo para as da segunda emi.-sao da
ooiiijanhia das miuas de ojro e cotire. do ^ul do
Brasil iSie 10,5 de premip. .
Traaspiroa larabem a venda de pequenos lo-
tes de accees da CompaaJjia Loconioiora a 2105,
eda Companlna de Carris de Fcnu de 8. ChrWo
v*o a_3704.ca4a)uma,a dJalieiro.
u Nada se fez hoje em cafe ; as veoias q\j as-
suear focam regulares pira eonsumo.
0 iqes^ado d rassu.-ar, oa scuiana Q,ad>, teve
m'ovimento regular, sobretado em assuiaroranco
de Pemamboco, de que se vendiTam cerca de
o.O^O saccos. 0 do M*cei regular, seody vendidos cerca de 2,200 saccps.
Pa*' o assucar ouscavo bom e see*] ba ompxa
dures francos, ao pjsso que us -regajafes, baixo e
liumido, so podeaj ser veadidos com mui.a len
lulau e por precqs reduzidps
Nao aos cunslou fretamento al^um.!)
A a faudega da curie run lou le i a
0 do corrente 98i:il8JJ778.
liVlIIA.
Foi publicada a lei n. 1385 de 4 do
maio, autorisanlo o governo a garantirjU
rosde7 "/. sobre o eapiinl de 1:500,OuW
aocidadao Joaquim Fernandes Ribeiro, ou
a quern melhoros v.inlagen; offerecer, para
p asseiitamuntode trcsfabricas de moer ean-
nas e preparar assucar, dtm bricasCentraesque tenba n a fn;a precisa
para prepararem pelg inenp', oO toneli-
das inglezas de assucar por auno, sendo os
appirelhos semelhantesaos mais aperfeiipa-
doseque estdo em uso e faticcionando nas
tlnas francezis de rtarlinica e Gua Vlupc ;
devundo ser funJadas, uma no termo da
lidrtde de Nazareth, outra na cidado de San-
to Amaru, e n toreeira no da villa deS.
Francisco ou t;rmo da eapiul ; e devendo
ser preferido aquelle dos propouetites que
provar ter pteviamente contrnla lo ou se
associado a um terto numero de lavradores
]ue garantam o supprimmit i de ca uias quo
porfam dar, pelo menos, a quantidade de
assucar estipulodo.
A alfandfga rendeu de 1 a 1-2 do cor-
rente l'.)4:20741a90
0 cambio subre Londr*s regulava
?5i/4a 35 1/2 d.
ALAGOAS
Le aos no Diario das AlagOas :
Ctrca de 8 horas da uoite do 12 do cor-
renti. a barca^a Nova-Lembranca, de qus
era mestre e proprietario Antonio Joaquim
Soares Ceboja, estando dq .partidi desto
para o de Coruripe, na occasiaj de ievanUr
a anc>rd, foi irrojad j pelas vagas e fort-ts
veutos do sul sobre a pon e de desembaque
que soffreu grandes estragos, perdendotodo
o palamardo lado direito e partindo-se duat
eolumnas de ferro das que e.-teiavam a ex-
tremi lade da mesma potite. Esta abates
na distancia de trinta palraos proximamente,
pudendo se enttetanto trausitar ainda sobre
eila.
A barcaca ftcou toda mergulhada por
baixo da.ponte, d'onde mais tarde despren-
deu-se e foi atirada a costa.
Pela capitania do porto foi dado sem
demorao signal de soccorro, ao qual reunin-
do se os matriculados, tendo na frente o
Sr. capilao do porto, acudio logo do sinistro e pelo mesmo capitao do porto
foram immediatamente expedi las as mai<
promptas providencias, fornecendo aos nan-
frag s lanchas, ferns, viradouros e fazendo
tudo quo era possivel pratiear-se e"m uma
noiteescura e tempestuosacomo foi aquella.
A barcaca Campo Verde garrou nessa
occasiao, e teria o mesmo deslmo da outra,
pois ja se achava muito proximo da ponte,
se ria'o fosse a tempo soccorrida p--l lanchs
da capitania, que forneceu lhe um vira Jouro
e urn anoorote.
Ante-hontem ao manhecer tratou logo
Sr. capital)'do porto de proceder a* arre-
so
za
lin. Marques, 6e.gi.np ftjrreira de Carvalh i, Vi-
cente Teixeifa Coimbra, Joaquim Cardqso Ayres,
JoseLuu Saigado Acojoli, Jo& Goncalves Ferreira
da -ilva e ^pdido Jose Lisboa.
Foi julgado o reo fjer.odes B^pbeu, subl'iio d
uamarqaez, proni*u4aao no art. 20j do codigo
criminal, teado pvr adyogjdo o Dr. E. L Rjdri-
gues Viann i, e por interprele o Sr. Jose Faustiuo
Porto.
Era vista da decisao .do jury, fui absolvido, pas-
saoito-se-Uiaem seguida o atvara do soltura.
uiiiliciro. -u vapor Para trou.se para :
Oliveira Filbos 4 C. 10:000*000
Joao Pedro de Mdlo 2:6'J9*:J00
Joaquim Antuaes de Oliveira l:D00i00)
Miuopl G. da Silva Papoula i 171110
0 vapor BiMiia levou de u Bania 1:472*970
Rio de Janeiro 3:925*000
< tun pmiliin desta cgojjanbia acha-su aaivrisado a pagaro 32
dividepdo na razio de 3*000 por apdice, relativo
ao semeslre liado em 30 de abril ultun \ tsuio o
pagamenU' ft-itoem eobre, na rua do Vignrio Tnu-
norio u, 19, das 10 horas da maaha a* 3 da
taj-de.
Ui'ciitracao ec*ssar*i*-Por engano
de paginacao saljio nonlem em possa 8' pagina
collocado no lim da 2* eolumna o titub do Reta-
Urio dt cominiisdo. do liulialo Aiclieologico, que
devia ser coll.icado na %' eolumna Imlia 63' qua
comeca Xa fessio, etc.
Idiniiiisliiiian (Iom cuiTeio.i.-Se-
gundo o annuaciopublicadp no lugar competeate,
a admistracao dos correios d sta provincia expi.-
dira tnalas, pelos vapores francezes e inglezes, para
o correio ambnlanje euUe iletz e Bingerbruck, de
accordo cora a co|iveo;ao pusul ueLrbrada em 30
de st senior) de 1873.
Recife llt-uiua^e. -Pola gqren:ia lesU
empreza e declarado que so altenJerias r clam*-
cues que fcrem dirigidas ao respeciivo escriptorio
j rua do Iiuperador u 26;eque, para evitar a
repeticao de f%cU)soccorridos,.resulveu ilar a cad3
um de seus empregados, encarregados dos reparos
e exaraes dos app^rellns, um cartau com a assig
nalurado gerente, o qual serviia Je titulp. para a
adsnissao nas ca,sas em qua fu:icciona,re.n os a|i-
parel'ios
i:* iranciaico. Esta via de cominunicacao no
proxim* findc me* do abril :
Kendeu 73:622*890
Despenleu 34:214*688
da garactia
38.403*202
receita foi de...
cad,aca')esalYar;ao dos depijos do sinistro,
espaluados pela costa, desambaracando lara-
bem algumas traves de madeira, que ainda
aineagavamda/aniucar a pontp.
0 mestre e proprietsrio da i\ova Lem-
braiica e mais um tripolan e ficaram grave-
me.i.ite. contusos, e correra peri^o de viga.
A barcaca naufragada achava-so quasi,
vazia ; p is conduzia apenas uma pequenal
cargad: m.intimentos p ra Coruripe.
-SRMAiBlfua
REyiSTA DIARIA.
do
Vssemljlea provincial. Hontem a
assdnblea fuoccionou com 29 Srs'. deputados sob
a presidencia do Sr. Dr. Aguiir.
Lida e approvada a acta da sessao autecedente
o Sr. |. seeretario lea o seguinte expedieote :
Uma petiQAo de Jorge Ferreira de Enojosa, offl
ci.tl d>; jostica, pedindo que se lhe mande paaar a
quantia de 179*188, que Ibe deveacaraarai muni
cipal da Eseada.A' eoramissao de orcamento mu-
nicipal.
Outra de diversos moradores do povoado de Ja
gtiaribe, pedindo a crea';5o de nraa cadeira de las-
trucja-o primaria para o sexo masculino. -A' com-
mi.-sao de insiruccao publica.
I?oi lida e approvada a redaccao to projecto n
67 de 1872.
0 Sr. Tolentino de Carvalho, oltendo a palavra
pi l.i ardent, requereu pedindo que corn argeneia
iuforme o consulado provincial a respeito da. ea-
traJa do 130 saceas de algodio, que teve lugar no
dia 16 cio correntej como procedeotes. de AlagOas,
quando por declarajao'di) respective: conductor sao
alia* desta provincia, enjo reqaerjment) foi appro-
v.ido.
Passandoa {.' parte da ordem do dia, con i-
D'tou em discassao-o art. 13 do orcamento pro via-
c'ial e sobre elle orou o Sr. Mello R servindo-Ihe o Sr. presidente estar finda a hora,
requercu urgencia para contiouacao da discussao.
Vencida a urgencia, conrinuoa a orar o mesmo
jsenbor, e apoj este o Sr. Tiburcio de ifagalhoo-,
Dando de sal Jo a favor
de juros
A relacao ontre a despeza e a
37,11 0|0.
Uuraote o mez trausitarara na uuha 18,731 1|2
passageiros, e foram transportados 3,313 volumes
de bigagem, pesando 66,005 kilogrammo?.......
5.616,088 kilogrammos de mercadorias e371ani-
maes.
.Nas mercadorias estao corapr^hendidas 1,703
saceas de algodao, pesando 136.371 kilogrammos,
e 47,870 saccos de assucar pesando 3.64 j,825 ki-
logrammos.
RcaiiuaUc.- Esta loja macoaica, fara noje,
a noite, exposieao de seu templo, a rua do Barao
da Victoria n. 30, terceiro andar.
ReiacoeN. Por decrelo n. 5.618 de 2 do
corrente deu-se novo regularaento as ivlacoss do
imperio.
(tompete as rela.fies:
I. Jutgar como tribunaes de-seguuJa e ultima
instancia:
1. Os recursos, aggravos e apnellacues enmi-
naes, e os aggravos, cartas testeinunbaveis e ap-
p:llaeojs civeis" iolerpostas dos Juizes de direito
nos termos da legislafio em vigor.
2." As appellacoes iuterpostas das senlengas lio-
raologadas dos juizes ar.bitro.% nas causas do va-
lor xcedente a 500^000.
3.1 As appellacSes interpostas dos couselhos rau-
nicipaes de recursa sobre qualificacao de vjtan-
tes.
4. As revistas concedidas pelo- supremo tribu-
nal dejustica.
II. Jugar como tribunaes de primeira e unica
instancia:
I.' Os crimes commons e de responsabilidade
dos juizes de direito. e oliefe de policia ; e os de.
responsabilidade dos commandantes militares
2. Os conflictos de jurisdicjao entre as autori
uades judiciarias do district.*.
3. A reforma de autos que se perderem nas re
la;des.
4. As habilitacDes em autos p:n5entes pi-raaie
ellas.
3.* As suspeicoes postas aos desembargaJores.
III. C^nced'ir ordem de habeascrpus, noseasos
e pela forma estibelecida na logislacao em vigor.
IV. Conceder prurogacao do prazo ale seis me-
zes para se proceder a inventario.
V Censurar ou aiverlir nos accordaos os juizes
inferiores e malu los ou condemna-los nas custasi
seguudo as disposicoes vigentes.
VI. Adverlir os advogados e solicitadores, aio.l-
ta los nas ta:as legaes e suspende-los d) exercil-io
de suas funccoes ate seis mezes.
V1L Proceder na forma do art. 157 do codigo
do processo criminal, quando om autos e papeis,
do que liver de cunnecer, deseubrir crime de
responsabilidade, ou crime comraum em que te
nba lugar a accJ-) official.
A a!;.;oadas relagoes contimii- a ser ds 2.:00 :*
para as causas civeis e de 5:000* para as causa;
commerciaes.
\<*o Hiiiido.-a' respeclivaagencia, livra-
ria fraaceza, rua Pnraeiro de Marco n. 9, acaba de
ebegar o o. 43 do jornal JVooo Mando, conteudo
as materias que vao raencionadas n'outro lu-
gar.
lacencaH aM ailvuitadox itrovisio-
uada> -A' presidencia da relacjio do Para ex"
pedio o^mioisterio da justica, era 2 deste mez, o
seguin te aviso:
g'iai le.a V. S. -.l/iai.7 Ankm > .June-4: 4;e.
oedo. i) -
Calonos. -O lecrelo n. 5,524 d 7 dj Janei-
ro d i aureate auno autorisou a'novacao do con
trato celebrado com o bacharel Bento Jose da Cos
ta para introduccao e estabelecimento de colonos,
obriganlo se o masmo bacharel por si oapjr :ueio
de uma comuM ia que organi anno, a iraporar para as provincias do n >rle do
imperio, a partir de Alagoas inchi-ivo, e denlro do
prazo deciaC) annos, ate 15,003 immigrantes agn
cultores e trabal Ii adores ruraes de proeedencia eu
ropea, sendo ao prinjeiro anno pelo menos 1,000 e
a estabelecer uma on mais eolooias agricol.as e m-
ustriaes na provincia Je Peraambuco e ontras.
Obriga-se ainda o emprezario a estabelecer estes
immigrantes on como trabalhadores. ou cosno so-
cros pelo systema de parceria nas fazendas e esta
belecimentos agricolas, on como pequenos proprie
tanos era torras. que para esse llm a i.mirir, junto
on nas proximidades ate duas legu ,s das estradas
Je ferro, dos grande3 mercadus, ou de oulros lu
gares em que o governo designar o-approvar.
Aos colonos que quizerem ser proprietary, o mes-
mo emprezano obriga-se, mediante jussa indemni-
KfSLoa sem ella f veada um lote de terras coin
12,000 metros s
colonos, e om 62,003 in sr.s, tambem quadradf
quando forem chefes de familia; e a consiruir ura i
casa pro .isoria em que soj.im recolbido', com as
accomodaeoes precisas ao numero de pessoas de
familia ; dara tambem lnbilac.li e suslento, ate
qoe sojim empregalis, aos colonos (|uo fore.n c.n-
sidi-rados como parceiros e trabailndores.
Decttioca eleiiorae.s. -|- i ministerio d->
iraoern foram expelidos avisos:
Em 28 do abril ao presidente de Pernamba-o
llinMe Exm. Sr. -Conslan to das aclas e mais
papeis annexos ao olfiiio do V. Ex. de 17 do me*
llato, que dis duas elei.oes feius em novembro
ultimo, na villa de S Bento correu regularmcnie a
que se reilisou na igreja muriz sob a presidencia
dojiuz de paz mais voud) Joio da Pomuncula
VaJenga, a viciara a outra as circumstanciw de ter
sido effictuada ioc impetentemeote na casa d.i ca-
mara municipal, ede have-la presidido ojuiz de
paz votalo em 2' lugar, Joaquim Soares da Rtaha,
resolv,juo gjverno iraa^rid appr.iv.ir o acto pelo
qoal V. Exc. annalhu pro.'isorkuneute a 2* da- re-
feridas eUi.-ovs a liter n ma q ie tonawaa p mm
os cidadios i-toit-is fail primeira. 0 que declare
a V. Exc. em reiptsta ;n sou dit> olBoio. Deus
guarde a V. Etc. -Jo't) Alfiel-J Crreia de Oh
tetra.
Em 1 di c rrenle
Santo :
a Illra. a Exm. Sr.-Jlerecu a approval) d..
governo imperial o acto ds V. Exc que innullon
os tfabalnos di junta de qualilicacao de v.untes
da freguezia de S. M iliious, sendo do-igna lo o di.
24 do corrente mez pan a reuoii > do nova junta
a vista da seguiale razti em quo fundou-se : tar
sidoadita junta orginisala por eloitores e sup-
pinnies, cuja eleicio nao foi ainda approvada pel"
pder competent*', contra a disposigao do art. 2-do
docr.ti n. 1,812 de 23 de agoslo de 1836.-0 qoe
declare a V. Exc. em solucao do sea olTtoio do 9
do mez Undo. Dens guardo a V. Exc-JoSo Al-
fredo Correia de Olioeira.
Jucis Jiccau de iuizes (i|>|lcntc*.-
t-'.-i expadido ao presidente di Peraambuco o sc-
guinte aviso :
Ministerio dos n^goci di justiea.Rio d;
Juieiro, 6 de in.i i do 187*. Mm. o Em. Sr
Com o oWeio n 33 le 20 de abril do ann) passado
V. Etc. remetteo, pir copii, a consulta fjit.i pelo
ijuiz suO-tiluti da oo.Hirca dicaptal de*-si pro-
vincia, e o parecer, que V. Exc. adoptou, d. pro-
curador da conn da relacao do districto, sobre a
ao presidj.iw d) Espirit
EinoiBcio de 28 de mar^o ultimo, V. ?. con-
sultou se e imperatifta a disposi^ao do .art. 7', 5
! parte do regulamento do 3 de Janeiro de 18J3.
de modo que, veriflcando se nao haver no lugar
falta de bachareis formados, se dava negar a con
liaaacao de iicenca para o exercicio da advocacia
aos que nao tiverera o grao scientifico. Segundo
consts do mesmo ofScio e papeis junto*, foi esta
cousuRa motivada por uma represeatacao, que V.
S. nao aitendeu, de cinco adv >g.dos, bac larei.",
>obre o facto d-i ooatinuarem aexereer a advoca-
alguns io 1
cia na eapita
ob.-tinle liftver abi 27 bachareis queadvogara effec-
tivamenle. Declare a.V. S. tjue a attribuicaa con-
ferida aos preiideatfci ua.relacao pel).art 71, ^ >
do citado regulamento, e depeud-.-nte da coudigl *
de falta de baciiareis e cb eonveaiencia do servf-
(0 Ja a Jmiaistracaj da justica, confonria doeidid o
aviso u. 320 de 13 ds novenbro de (870 ; e por-
tanto se ha na capital dessa provincia bachareis
em numero sulDciente para o anJamento regular
dos negocios forensei, nao devem ser dadag novas
lieeneas aos advogados proviiijnados, permittiado-
duviJa do poderem os supplentes dos juizes, exer-
C'rosactos de juris Ii :c.lo pircial d.-s juizes de
direito, no caso do art. 4 l- do decreto n. 4.824
do 22 de imembro d) 1871. D;cliro a V. Exc
que a duv; la csU res >lvid p.'lo art. 4" 3- do
citado, decreto, o qual csLib/tocen a su!sntuiclo
ren;irocx dos juizes s.ibstitutos sdmeme para o
exercicio da jurisdiceao plena dos juizes do direito;
e portaato 03 actcs da eompetencia dos juizes sub
miutos, assim. na hypothese do art. 3 2. como
na do art. 4" 3 1 do menciopado decreto, poJem
sec oxercidos pelos seus supplentes, quando os
respectivos jqjzes substiiutos estiveren com a ju-
lisdlccao plena da vara de direito, ou de quiliqer
mod) impedidq. Deus guarde a V. Exc. Man cl
AiUonn Duarte ne Azecedo. n
(".annuios e oIiiiom.- Fui publieado
0 decreto n. o,60i de 23 de abril. dando regula-
mento para execuc^o ao art. 2." da lei n. 1,829
de 9 de seterabrq de 1870, na parte que estabelece
0 registro civil dos nasciroentos, casamentos e
obilos
Vr^euacH Up mavinUa. 0 decreto n.
5,623, de 2 do corrente, manlou executar 0 novo
regolamento para os arsenaes de maiinha
Ti9s\H seauaf#r, -Par telagramma recebido
na capital da Bahia, d;z 0 Jornal, que foi escolhi
do seaador pela provincia de Min:is-Geraes,o Exm.
Sr. comraendador Cruz Machado.
Logo que a noiicia foi espalbada naquella ci la-
de, grande numero de pessoas firam cumprimen-
tar S. Exc, e a noite offereceram-lhe uma sereaa-
ta e um >erao dansante.
Su< icuaiic Propagaaora ii'uccao Publica.Sao convidados os mera
bros do conselho parochial de Santo Adtonio, para
uma reuniaq extraordioaria hoje segunda-feira
(l8> as 6 horas da tarde, no ediflcio da escola nor-
mal.
Coaitelbo SaprcmO Miliiac-X > dia
C do corrente houve sessao deste tribunal e foram
julgados os seguintes processos :
SolJados Tbomaz ltoJrigues dos Santos, tendo
silo pelo conselho de guerra condsmnado a seis
me es de pri:-ao com trabalho, pelo crime de aban-
doiur a guarda, foi esta sentenca con.'irraada.
Jose Antonio Ribeiro, Francelino Mendes Macha-
do, Amaro Juslo dos Santos e Eluardo Antonio,
sen to acensados pelo crime de primeira desercio
simples: foram conderanados pelo conselh) dc
guerra a 6 mezes de presao, cada u:n, esta- sen-
ten;as foram conQrmadas.
Joaptim Sebastiao Ferreira e Luiz Correa R i-
drigues, tendo sido pelo conselho de guerra con-
demnados a dons mezes de prisao, cada um, pelo
crinie.de primeira degeroao simples: fjram ustas
senteicas coafirra.ida3.
Joa?) Aatonio Fernandes dos S m os, sonJo ac-
cusado pelo crime de segunda dasercaa simples :
foi cohJemnado pelo conselho do g,aerra a dous
anaos de trabalhos publicos, esta sentenca foi coa-
Brmada.
Maii-1 Bernardo Salustiano do Oiiveira, tendo
sido pelo conselh) 1e guerra cjademnido a oita
mezes.de pfisai), pelo crime de prime.ra desercao
agaravada, foi esta Seotenja conflrmada.
Joajuim Antonio de Jesus, tendo .'idj conlera
nado pelo conselho do guerra a ser arcabusado,
pdo cr ime-4e ter deserUdo em temp) de guerra,
foi.essi sontcaca reforma la, para oalemaaroiU 0
re) a inco annos do prisao com trabalho.
er eeo I'ontei Vi*Sac-ira>. -Eis 0-
trabalJj|)s do suaremo tribunal SJostiQi, do 9 do
corrente, s-_i-e -esta* pro :esso :
Con.-luiuQ 0 expedieote, 0 Sr. presidente orde
oou |up lrouxes-em a barra do tribunal 0 reo d-s-
embargador J.-se Candido Ponies Visgueiro, cujo
pcacesso estava previamenle designaJo para entrar
em julgamento hoje, achandose presente 0 Exm.
Sr. proourador da corOi como prorajt-jr da jus-
lica.
Comp.arece 0 reo. aompanhajo de seu defeu^.
sor 0 Sx. Dr. Francklin Aneri;o de M.mezes
Doria.
a ((ramc-nsa raultid.to de tspoctalirej encne as
gaerias do.tribunal e en suas avjaiJa- e mesmo
dentro do sarSo inujtas pessoas distin -tas assisteifi
a sessto-)
Occupanlo 0 defflasrtf a su 1 cadeira in defeza
e preseuleo reo, mtnd)U S. Exc. 0 Sr. oasejb,*-
ro Simoes da Silva.ju.iz ie!.itor, fazer pelo Sr. Dr.
seeretario, a leitara de todo 0 proces-o da forma-
Cio da culpa.
\n:es (juo comegasse a loitura o Sr. Dr. de-
KQSjOr pedio a palavra pela ordem, e dissc que
apresentava para se ajuntar ao procasso a inqaw
caodas teslemanhu, ultima-nento fe.ta n> Mara
nhao. pir part) da defezi de seu eliente.
0 Sr. conselheiro relatos, mandou jaaiar, para
ler-se aa occasiao competente.
Seguio-se a ioquiricio das cioo tesiemanhas
moradoras nesta corse :
0 Exm. presidente do tribunal declarouquo
eram dosempodiJws jnizs paca jutgar a causa os
M*::isa fwmwa, cn*lh|ir J*wo .1. N i.-imi-
t' Suva, It :!>*rg.iJ r lionorario 1-a pin .'os*
I'acii !: c n de-onlnrpador Fernan I -
< Uiii'iiad.i a ifiqn>rra'>, 0 Sr. piWidfMe der'a
rou que na s-g'imie mhjm eaatmnaria I'i^ati
a cnuhecei dj|iroc!.->>4>afa jul|i-lo, na i-imafc
lei e decreto d 20 de outubro de l*, rnj- a:ti
go S. Kxc. |,mi .
*ciclMUs lidcrari* Mr ao e*
ludo. A miaka. as I: Iwtm do di. bam;.
sossio de-ta soeiad de t lianr 4o do c>lmme.
I)efendera-i ihe*c os Sn. AnrkMa e Silva : Ba:-
r. lode Vascoi.eelloj.
Vapor innro. Deve partir do Rio de Ja-
neiro para u nosw pjrto pelo da Bab a, no dia 2i
do corr iit', as8 boras da miaha
Loterla
da li.-u da I 3." loteria, era Iieoeflcio d 1 M mte h
G-;ral dos servi.Jores do F-udo, exUahida a 6 do
corrente :
.\. 1861......................
N. 3754......................
N. 2648.....................
N. 3971.....................
Xs. 719 e 3519 1:005* a cada nm.
Ms. 668, 1791, 2767 e 4262 -Sol* a cada nm
.Vs. 618, 839, 1414. :6H0, 3:iw, ',wi.
3402, 5932 e 5987-200* a cada uiu.
Vs. 88, 199, 241, 269. 1043, I9.H, 1951. 2II4.
2490, 2511, 252.5, 2539, 253f.. M69, 3731. i>"
4713, 4839, t9l e 4987- IftU a cida an.
Vs. 90, 173, 178, 370, 5-2, W, 61', 691 714,
981, 1016, UK UM, liii'i i.TW. UW1. I"
xm
r
|l'.MI'*'n
i:'(!i"0"
1744, 1821, ttKW. 215 i, 2215, 2116.
2)12. 2755, 27>0. 2921, It'". :i.
airj
:is;.
356 i.
Mi:
4S...
arem a exereer a
ividuos provisionaJos, nio Srs. cunselliBiros: Veig^ OariniaitTftiuajfi"?^
ia de Leao, Co-la Pinto, Cerjueira Leite, aVju-
3257, :'.!, 3413. 3514. 3177 171
33.6, 4128, 4132, 442', 44U, 4 .*.
5234, St4. 32Vi. 3:1*1 :,,is, 5K7,
5781 a 5933 40* a ea U n-n
Kuriirac:tl< Bakia. F.i n >-11
ciiioundante desta va'tor 0 Sr. ra ata 1 '. ti!"
Joaquim Autiini 1 C ml jvil M.inntv.
Faculdatle de naediciiia at labia.
Di cadern-ta, qu.: maataa tenlt a relacao u is estulante. m .1 1 -.!,<
f-iculJa-ie J* m-iJicma MumMSMn f
que a t itali I kdfl da- mttricu a< at Una? a flu, j^--
do : 75 d) |" an'i medico. 5i do 2 it I 1
do 4*, 3! I.. 5 32 d 6". 34 do 1- anno phar iu-
ceuli-o. 2S d) 1 a 9 do 3*.
D I" anno unlico, sii Da liibia 5i, dc :
;*e 4, d:; Alaguas 3, de P. rnamtnK > 1
nhao 3, di Para 2. le Unii Iwwi i. o
Grande do Vme I, da ParaiMia I. I > Oars I
de Portugal I, e 1 sem naturaiids*- asrlara l
2' ann> Da Itahia 35, d* Pernimbiv-.. 7, 4
Rto Grand-) do ffmu 2. la 1'arahvt.a 2, !* -fi-
pe 2, di Piaubv I, do Ceara I e do Para I.
3' ami(i Da Bahia 31, de Pornamt.u .
Ceara 2. > Alagi'ias I, de Sergipe I, it III
de do Sul I e do Maranhao I.
4* ana i Da Itahia W, *+ Sergipe ,
iihio I, di .\l.igo.is I e ilc Pernarabai o |.
5* anno Da llahia 27, do Marwhio ?, i
JancM-i I e do Pira I.
6" anno Di Bahia 28, de S?rgips 2. 'e A a-
goas I c do Maranhao I.
I* ami t ifcarn im ulieoDa Habia t<, I r?
pe 8,,!,; Pernambico 7, ill "ara 3. dr !>ra|-l
I, de Amizonn I, d i E laauim 1. in Ceara I. de Ataata let *** v
luralidade declarada.
2-* anno Da Itahia IS. de Sergip* '. de i'rr-
namhnco 2, do C-ara I, de Al.goas 2 f 4* "Jia-
Granaje do Sol I.
9 ann i Da Rahia S, do Para t e di P*iaTi
buco 2.
tbjorarao, Cm este litnlo da a CKin i
llelijioxn da Bahia, a segninte n -ticia :
P.ir ordem le S. Exc. Rvma. n Sr. rtrr.-bHj*.
conde de S. Salvador, puldicamo* e sepninf
En. Dr. Guilherme Pereira R ila >
que reiiuncio a macmaria, por er sirnhibi "a
igreja catholica reiiiana de qne tna lilli ji r.
to ao rnysterio da Smtissima MainV, sab iet
me a todas as derli4ei da me Bahia, 1 de miio de 1874. -Dr Guilkermr rri
Rebell<>. Promote* Ribeiro Tianma JMrMa-
Ihrrme Pereira ReMRt Junior.
Com-" t.'-t-monhas : Dr Ant mo Fnr;
Casts IMrelles e Seha
Reoonhero as tres liimas do It. Gartbi-rn
Pereira Rebello, do Dr. .\nl mio Franco d .
Meirelles e do haehan-l S*liao rnl > C.
lh-. acima e*crip-.a. Kahia. II 4e mai > Antonio Joaquim Dam no. BMava ira> I u-
blico.
C^ceia jriUea.- hefaa a. <*m-
tendo:
Direito Penal. Commniarao da pena.
Jarisdtcfao civil : najwi de libtnlaat. Mm*
dicacao de hens dotaes. Apfiellacao 4e tfeeo
Embargix ao execalivo. Appettagao or. de-
cendio.
Direila /jcnz" : Acoao executiva.
Jarisdicrao comutei cial: llo.nologaca > 1 ""-
cordata.
Jnrisdi vi/o criminal : Prisao por deli-
Mercado de Kaadrea* -Lento* a .
respondencia Je Londres para o Jornal .' oa-
mercio, da corle :
Na reuniio da Brazil tarn SI reel Roil* i<,
o presidente declarou que a oinm,.fc-ao u 11
ra ura augraealo r-pentino da sna reuda,
augmento annual, e que suppun!ia pode.- r a i-ar
uma economia de S.OiO por anno nas d -peaas
e que se haviara empregaJo l)4as m mei >
irapedir o descaininho do dinheiros |ir ;
seus empregados em Pernauburo i\ta acoat-
centar que outras directorias de compaa' < no
Brasil te queixara de iguaes abu-os.
Or direclores do Sew London and Braz.t .>
Bank (Limited), declararara um divideno i
sori'i de 3 sh. por accao (pagavel n > dia 10 do pre-
ximo mez.) sen to :i nzao de 5 0,o por ann <*'
semestre que liidou em 31 de jan-iro. O
denJo correspondento do anno pa-sto (bi ifaai
a este.
ic.idemia Imperial de Medici aa. -
.Va sessao dc 27 de abril, depots do expedieale
passou se a:
a Ordem do dia. Occujam a primeira parte.
coaraunicajjOes verbaes e por cscnptn, os Srs. Drs.
Rogo Cesar e Piragibe; o primeiro coaamunicando
uma jbservacao d um =eu d >ente, vicuna de cana
forte contusao da in u an fractura d metacar-
pjanos, curado pelo apparelho vertical de suspen-
sao de Fulknune, e o segunlo dand > o-ata
  • caso obserra to por elle o seas coilega* d.. ias..-
    tuto vaccinioo, deum iniividuo de sexo du-iJoa,
    mas que lhe parecia am bypt.spadias.
    Esta ooservao*'sutciUia loaga discus-i >. r.a
    qual uimarara parte os Srs. eon-elbeiro Parana
    Itego, Bruin, Saboia e Mme. Durocher, finda .. -iu-l
    a academia pedio ao Sr. Dr. Piragibe para aprcivn-
    ta-lo na primeira reuniao.
    0 Sr. presii-nte, qu^ tanbam mesmo iudividuo, enc invgyj-se do sati-(*z-.'r a >
    desej) da acadomi*.
    t Paa.-an-lo-se a 2* parte Ja i-rden do d*a, 01*-
    tidjde- di adupcaa da aymnatticn no emimo pri-
    mula, fallain sibre a mUeria. proaunciando se
    favoravelmeate os Srs. Drs. Rego Ce-ar. Piragibe,
    Pereira Rego^ FUho, coaselheiro Pereira Rego e
    iia.jti-u dos Santos, o qual teimiaou sea aiscarso
    pr,p into a nomeai.i) de uma ci.aiaisaao eacar-
    regada de formular um relatorio snre a aaalrn i
    era discussao, servindo eaiao ette quanto, em seu pensar. para se coiihecer delaiti-
    vameuie a opiuiao aeadeiaica, inrlhur coaviaba
    que as ideas se achas-e n c irdeaaJaa.
    Abuudando nas considrraroea io Sr. Dr.
    Baptista dos Santos, o Sr. It. IVretra Rego Filbc
    e de opiniao que eta medida se torae exleasiva
    a todas as questoes de impwrtaocia wieotiaca.
    para que assim ie possa precisar qua! a oaaaMo
    academi'ia. e uao como da-se actuaJmeBte, esa apt
    as opmioi* poden ser consider*!** peculiarea a
    cada. soeio e nao coito douTia* -cademica.
    Cousultalaa tea Ionia, pronnociou se eila ta-
    voravelraeule a proposta, be.u coma ao aJiita-
    maatn, seaio nomeados para a c ranis.-i) os 3rs.
    Drs. Baptista dos Saiit a, Pereira Rego Filbo c
    Rego Cesar.
    ane iiaabiuaa Sob esU, epigraph* re
    fere o Meicantil de Porto Abgre :
    Maria i-'rancisca e uma para^aaya bonila, fir-
    11 isa, e que a primeira vista parece aar umapon-
    binka sem fel. As apparenciis, porem, eag;
    e isao licou ainda uma vez provado, paTfW
    mamenle J*cobho-M qne Maria Fraaciaea
    que anoit-'.ia traasformiva-*s corapletaneate
    Vet a-se com trajos de sul-laJ >, e, aora Aaia-
    zo i ,s .le espala en punli", .-aliia pelo* b fteqiim
    da ci la Ju a fazer awtarbws e prow.car desordaa*.
    ctietgandea pooti Jo quer.-r uiu note desta* dat
    Ifcce* ie )i
    . arm-ram slfcee* depoUCi*,
    juerque, Manaui. ^ e ti- s.--m- so i f-1 rilnanailo, i
    U.'cJaro* mi S, Exc. que a lei penaittia, ao o Sr. delogal) de policia,.sibealj do f^eto, tralaa
    r :l his juizes e ao Sr desambar^dor I de coster os imp -lo.- g jerreiros da raids aa-
    1 litaMTO,
    promotor di jusl'ca uat.
    E-to teabor declarou qusuio fazia reja>acao
    alguma.
    A inosm.1 dd'i.vagaofezo-ieo.
    Coraejou alcitm'a do pro^ssa as lie termi-
    nou as, 2 horas da tare.?-
    Coa3alu3iro Paiva Teixeira, ueserabargadof
    raguaja. Maria Fraucisca, a &uQ A
    sigaou tetmj de bem viver
    Tc;uudo do o\iradicN. JaV
    poadasKia do L mdrus |> ira J anal do.d
    do Rio to Janeiro, lemus :
    Foi aprese.tad) ao parlamealaa
    extralic.5) c-?acluido outre a ing^aterra e o
    JL

    )
    i


    -




    Dizrtb fofhfiSSOMl ~ '&*&>&> 17 de Maio
    t O actual otameeHat mor d-> fehulord Cairns
    * aio so uo iHigsiraJj raaito emineate, co
    o Umbem am abalisalu reformadar, apezar
    de ser em algans panto* pqlittao ratrograda, e co-
    mo refarandor liaate prafelineajejr a ser am
    conspii".i# nwmbro Jo gaNa-'ta.
    r Estiroos tndos ae jc.jrd), indepajJeate nen-
    te de partidos, sobra a necessidade de aaelhorar
    ainia miis a forma djs noisis litulos legaes e iih-
    si system di taspasso d-? prapriaii le, ua intuit),
    de simpliftcar a radazir a despezi, para o one sa
    tern fait) nuiilos preparativos p)r nuia da estuli
    previo do assumpto.
    Apraveitaudo so desse estudi, o chanceller-
    mor da reino jaapresenviu aa caoura dos lord*
    uma nmdila crean^o o registro dastitulos da ter-
    ras, voluiitanamanie par espaco de tres aaaps, a
    datar da sua promulgacao, depois disso obngato
    riaraent e, para o quo ja' esia funccionando uma
    repariic "to para registro da terras, o qua ate agjra
    nio tiaha pa lid) ser levadi a effeita.
    Propoe tambem quo a eita repirtic;"to se an-
    crescento outros registres noi lugarasonla a im-
    portancia da rend.i ;ejh su!n;ieaTe para susten-
    ta-las.
    De mo lo q-ie no llm da tras annas qaem tiver
    de vender uma propriedade rural, ba do ser obri
    ejado a registrar o t.tulo, e no caso qua emitta essa
    formilidade o comprador oito lera urn lituli pcr-
    - foitamente legal emquanto nao o registrar.
    c E pir esta forma e ia osperar qua, gradual-
    raente, udos os tltrjlos d*i pr.iprle.lade* ruraes (i-
    quem registradas e assrm ha de Mr facil o barata
    o sea traspasso.
    A medida tambem abraigo o parioda denlro
    ds tjual se devem propor as accijes sobre lerras o
    facilila as relates entre compradares a vendado-
    res.
    t Nist) se vdainda tuaa prova experimental do
    mei) de que dos ser vim. m la Inglatarri para levar
    a effeito os melbaramentos legislativos. >
    Tialainculo tla ililj sica. Tea 1I sa-
    bido com algous erros esseociaes a seguinte noti-
    cia, repetimol-a.
    A acadeuiia da medicina de Pan*, re'ero o
    Temps, racebeu oa sua se.sia da 2i da inirca, a
    seguinte cammunicacaa:
    Dius me lie is da ilha de Syra, os Srs. Zilloni
    e Paraschava*, c mveaciJo* da qua a phtysica e
    uma ii )?:i }*, i>dc irarara o antilo'.o eatra os agen-
    t's antiwpti'; >s.
    I D-piis ft env\io da num;ro*a3 substaacins ft
    caram sarprehendilos cm os rasultalos qua da o
    . erapceg) da sulfatoda sodi Fiaram p)is dalle urn
    ensaio especial.
    () ra<;il!als 3arpreliaadaM;.~ qua obtiveram
    estio otiiigaalos en um relal.rio dirigid) por
    elie- a s>cielals Madica da Atheaas :
    u f j mm >s, diiem %'hu, lri.it* e daus djeutas,
    caj H *!T?3 < latavam de 't a 9 m szat Dazeao-
    re dastas plilysios eram da primeiro gri) e os
    rui los respirat)ri< estavim circumscriplos aos
    labul >s iupariir e malio, s)bre as duas suiiarli-
    cias d) palmto esauerd). N)s oatros doeotas era
    segual. gr,ii, a ausculiajioindiaava uma les\o oa
    paria antarior d) ptilmi sonenta a excep;!) de
    3natra individuosj qua tinham as duts saperncies
    os lobuios saaariw a nielio alaeados por dianle
    e por Jeir.z. Eia ken iadividuMdo larceiro grao,
    os sy.nptamas cram mad mhas, e alam disso urn
    dellas tiaha luberanlos de primeiro grao na supar-
    ticte posterior do puluia .
    ToJtt cstes d)aitas foraai tratad)S pel) salfi
    to da soli, |i>r maiadj do-es varimJo entre me-
    nd; o no qu:irt> do dr>cli'a grego (de 1 a 2
    gram hi-) lis> -Ivid is em i oai;a> da aguc maddi-
    i;ao da mill mia onci da xaropa aronalicj. L'un
    cilliar da Inra e;u bora.
    N i llm de oit) diis, e sobra tula da qdinze, a
    ,)j-c. e as expaitaraco'.s tiulu n d minuid') const-
    der.iv-.'lmaula, br tnliam djirakid) tambea, a raspiraeio era
    mais (acil e o appetite voltava. A? malhiras eram
    inai- ou menas rapidis segootoa alTac^ai era
    mi!- hi menOi racania Oi djgntot di priniMro
    gfao faram corad09e.ii doas mazei Oi da se-
    gnaiograo, que tinham os djus puiraois affeati-
    ii ;s. expirim MiUram m:lhiras ao cib) d; tras
    seminis ; e depars da n n fatiminta d^ tra m;-
    zaj. mis dearim caralas e outr>s entr.inm em
    convaleseen*a. U n ds dientes ds tercein grao
    deixoa-nos 0 dius oatros e-tD ah-li em tra-
    tui'ito. 0 se i i'-ta I) tern rndbiral) miito.
    P.ira as crianea, a doia davara ser de 10,
    lo | 2) grias. I- a lolo- o< casos, dap>is d) lo
    ii'i- da traiam n!-., can"e n suspinlal-o darant;
    i o-f i dia=<, pura o eontinaar dt-pois.
    ti Ties sii os facias: as garaaiia< da saber
    ull t 'cidas pahs o!)STvai)ras, a livulgi;iio laal
    qae-ftzen do sea ra-niiio, pare:aii n>s da nata-
    reza a provoear a wriiieaiji) das Inmeas ompe-
    taalas. A-^i^rnlni sa ta n'nm as elleilis excel-
    lea'.as .ihiid >s o trauunent > da phiysiea p)r um va-
    geia(fricam. a srftt'ii, qaa so eo-Toalra ni Tu-
    nezia e na Algarra, p >re. l falt*tn-D)s a este rssp^i-
    to indican.ies preias e >'ardadairamaate s;ientirl
    cas.
    o'icia Trajan n. Leroos no Jarnal do
    Commerdo, da corte, de 10 do corrento :
    t Realisouse hcntem com resultado satisfaeto-
    rio, a lerceira experiencia preliminar da machina
    d '<' importanie vasoda nossa marinhadeguern.
    t Como dm doas priioeiras experieaoias, aiida
    nio so coasegoio rjesta vex dasenvolver tada a for-
    ca d i motor, por varias causas inhereates a tod as
    as niaehinas nov^s; mas a mareha de 14 rriilhas
    por liora, promettida pelo constructor, foi hontem
    obtila n*s CoadicSes que passamos a narrar, a
    vista das informafoes quenos forara dadas por um
    official superior da arm la que M achava a bordo.
    Com b'a libras da pressao nas caldairas, 2i
    pollega las de vacua ei)i rotagfas do propalsor at-
    tingiosc a valocidada acbna referida, devendo ob-
    servar-se aun, palo eomrato celebrado com o fa-
    bricania da mac'iina, deve esta dar HO rotates
    com "0 libras de pressao e 2S poltagadas de va-
    cao.
    Na opiniio dos profissionaes, dadas as dimen-
    soes da Tmj.ino, ainda niuguein ale hoje canse-
    guio mareha cam a ota com o deslocamento q ia
    mede este navio.
    Accrescentamos que o mar estava um pouo
    agitad > fora Ja barra e ime a corve^a, apreseotan-
    da-lha alteroadamanta a proa e o lado, deu excel-
    leate; provas de sua esubilidade.
    jano achavam-se a bard) os Srs. cliefe da estagao
    naval da corte, capitno de mar e guerra Silveira
    da M"tla, eapttao-tenenie Maurily, Traiana e Con
    ceica >. director ds obras das offleioas domachinas
    do arsenal de marinlu.
    Qoando se obtave a velocidade da Ii milhas por
    hora, luuve a bordo um raomanto de verdadeiro
    pnthu lasma e tod)s felicitaram o distincto cons-
    trurior o Sr. Trajano. j.
    vapor Para. Leinas aa me.m) jarnal, do
    dia 7 :
    o Hjntem, pouco dept.is do meio-dia, largou do
    ancoraijoaro, aa fiamboa, este pequale, perteacente
    a campianhia fcras'rteira de navegaeAo, e dirfgio-se
    a Ilha Kasa.
    0 Para e' um dostres vaooresmandadoscons-
    truir pela administraeaa antiga, e que liveram de
    interromper as viagens por se terem qaebrado os
    cyliadro? dasseus machini-raos.
    o A diroctoria actual inandoa vir da Europa cy-
    lindros novas para os tre3, e o Para foi o nltirao
    sahido das offlcmas dos Srs. Maylor 4 C, comple-
    tameute restaurado. A macbioa fancciona satis
    factoriamente, dando da 2 a 26 ratacoes por mi-
    nuto, com 40 ;i 50 librat de preao, prodazindo
    uma volocidaie mclia d; 12 milhas por hora.
    t 0 Para tern camarotes cspagosos e ventilados,
    communicando-se centralmente uns com os oulros.
    Tado a bordo esta com o devido asseio.
    c Para es'.a experiencia, a directana convidoa
    os aocionlsta*, suas fahlflias e algnns cavaHeiros
    distinclos e oHereeeu-lhes um profusoopo d'agaa.
    Achando-.se a bordo ban Ja de musica do 1 re-
    gimento da cavallaria, algumas senhoras e cavaHei-
    ros danjaram qaadrilhaj e walsas.
    t Pouco depois da's 3 horas da tarde, comecou
    o lunch, lerzalando-se n -II.; di versos brindes leilos
    pelos Srs. visconde da S. Salvador de Mattozinlns,
    Dr. Bnsch Varella, Dr. Almeida Bastos, M-altos e
    oatros senhores. Os membros da direct>rij, o ge-
    rente e o commandante do vapor, que e o Sr. Car-
    los Gimes, esmeraram-so em obseqoiar os seus
    convidados. >
    l.otcrla do Rio. A que corre amanha,
    e a (200).
    I.oterta A que ae< acba a vend* e a 10#.'
    a benjfflei) da Igreja da Mossa Senhora do Terjo I;
    Re:ife, a qual corre no dia 8! do correnie.
    LeHaet.-Amanha, 48, elfectda oafeale Piato
    o leilao de 36 fardos com papel de embralho,** H
    horas, na poria do irapiche Conceigao.
    TerQa-feira, 19, vendera o rueatuo agentt
    ditTereatei moveis de caiia de familia, asshn coitto
    objectos de e-criptorio a dividas, no aobrado da
    rua do Bom Jesas n. 43, 1 e V andares.
    Qaartafeira, 20, vendera o mesmo agente,
    aa correr do martallo, bilhares, suas pertences
    e mais ebjectos da sala da billiar da raa de
    Santo Amaro, conforme asla annnhciado.
    Qainta-feira, 21, havera leilao de raiwndas"
    do
    SraHadis no escriptorio da ageote PJoto, rua
    Bam Josus, n. 43.
    Em .coatinuaclo o ao meio tfial vaadera o-
    raasmo ageote um bam sitio. comcaia de vivendai,
    oa C.ipanga, 'rua das Crioulas
    Caj^ dfe 4#teM^.~3I)vioqianto da, caas
    da detenjao do dia 15 de maio 06^1874.
    Sxistiarn presos 328. entraram 15, sahio 1, exis-
    tem 342
    A saber :
    Nacionaes 262, oiatheres 9, estraageiros la,
    escravos 42, escravas 4. -Total 342.
    \L.uentado3 a casta dos cofres pablicos 261.
    Movimento da enfermaria no dia 15 de maio de
    1974.
    Teve baixa :
    Antonio Alvej Feit03a Netlo, febre.
    Teve alta :
    Franci3i;o das Cttagas do Monte.
    Passagclroi, Chegados dos portos do sul
    na vaaor nacional Pard :
    D. Maria K. da Silva Carvalho, Rayraondo G do
    A. Valenle, PrecilianoA. Valente, M.. Carvalho, An-
    tonia .aj'ereira da Silva, D. Balbina da I Pereira
    e s'na i~a, Antonio de M. Rilim, Caro3 B Blira,
    J. B Smith, A. C. Walson, ex pr cas Joaquira Maia
    e Constancio.
    Cejnlterro pnblico. Obituario do dia 15
    de maio de 1ST! :
    Dirio, bianco, Pernambuco, i annosi, Recife;
    variolas.
    Antoaio, parda, Pernambaco, 36 dias, Baa Vis-
    ta ; uksras.
    Maria, pardi, I'arnambuco, 9 mazes, Saato An-
    tonio ; nrirasma.
    Miria, recem nascida, parda. Baa Vista ; ao
    nascrr.
    Maria Jase da Conceicaa, parda, Pernaoabaca,
    78 anaos, Baa-Vista, hispiul Palra il ; charea-
    seart.
    Clara Francisca de Lima, parda, Pernambuoo,
    27 annis, casala, Baa-Vista, hospital Pedro II;
    laberaolos palmaaares.
    Marcolina do Rosario, preu. Pirnambuco, 50
    annos, solteira, B)a-Vista, asylo ; e3pas no.
    Gartrudas Maria Vieira, branca, Pernambaco,
    80 amis, vrttva, S J>s6 ; diarrhea.
    Um parvulo, ignir,;-se tula mais.
    tivo Reg, J^ranj publicados oito hayia, altn J*
    cm-It, nma oomarca^ am que funceionassem doas
    proiuotores...
    Deve-se ler : a atkm da airle t d-i capitii do
    Rio Grande do Sal, etc.
    Tan to eram duas as comareas nessas condigoas,
    |aue eu disse urn pouco adiaote :
    t 0 Reg. davia estabelecar os prjncipios geraet
    reguUdares da substituicao, e foi a que fez no art.
    21. N'io se^ pode 3upr>r que eile lenna nesla
    parte o aleijao de nao provideaciar para a quasi
    lotalidaJe das comareas, referindose exclusiwi-
    mente ds daas, em qua havia dous promoleres, e
    as jue porvealura viessem depois a Hear nas
    inesnias condicoes. Demais, em relacio a cdrie
    ( que era uma des>i$ ) recoaheceu-se etc.
    .Vio me consta, qae em alguma oatra comarea
    funceionassem dous promotores, quando f)i pu*
    blicada a lei da 20 de setembro de 1871.
    Recife, 16 do maio de 1874.
    Olioeira Fonceca
    PARTE POLITKA
    RECIFE 17 DE MAIO DE 1874.
    A FALLA PftESlDENCIAL.
    Os prwincimos transcrevendo as seguinte* pa-
    lavras do distinct) adaiuist-alor Cortar por to-
    das as verbas suaerfluas e par toias aquellas qua,
    embara realamadas palo servnjo public.), possam
    ser adiilis sera graades mcoavenieutas e pox oa-
    tro la lo abrir novas foates da renla sera prejoiza
    das existeutes, tal deve ser, seguada ma pacece, o
    vassa proceler prodazera o seguinta pedacinho
    que bera revala a supra i ignorancia dos taes /i-
    nuiceiros rabiscalares di Proetaeia. t Tada d f-
    liciillide so esta em apontar quaes sao essas ver
    bas suparBuas, goaes essas despezas que padem
    ser adialas sen grandes inconvenioules, e quaes
    alias navas (antes derendas, que pidem ser ab;r-
    las sera prejuiza das-cxistentes.
    Kste achid)in prooiacianos passana iacolumo,
    e a ignarincia d; uos ocriptores seria supparta-
    da com paciencia, senia fora o deslemperoque
    passanus a trausere'er : a Dasde qua iste na^ se
    fn. uidasa lera dito sena) phrasas triviaes, -fi-
    canlo se em teas geoarahdades. >
    Qaeoaas gcnaralidaies si) essas, Srs. provin.
    cianas ?
    Igiorais oor venturaqae a missaa do adminis-
    tralir nai e de-coasiderar a asseaiblea prov.n-
    eial ?
    As as3e:nl)leis provimriaes nio sao escalas do
    meninos, on la o almiuistradar va ensioar o ba,
    ba, hi, etc., e nem este adminislrador e pedagago.
    0 ai.ii'nistrad.ir noticia o estada da provincia,
    apmu genaralisaado a3 provideacias que convem
    t am ar e os rep rasentantes provinciaes, que naiu-
    ralminle sia homens illastrados e conliacedores
    praticos do que se chain i legis'.ar, recebenda a
    expisicii pracurari) estudar os maios proprios
    para cambatar o mil qua Hies foi revelad),
    Ora, dasda qua o president! fuse a assemMea
    ensinaraas dapnlalas coin a coastUai(ao o de-
    lermina, qoaei sa) as pro i Jencias a tom.ar para o
    malhoraraento da provineia, a'.em disso dizer d.-.e
    era qua cansiste essa providencia, nao so conver-
    tia a assembled em reaniao de finaneeiro3 e esta-
    di-^ias dosses qus sa eacanlramii duna? pelas es-
    qainis, aiaJa excaiia os liraites onstitucionaes.
    S. E. par tolas as verbas saperflias, etc. aponta as
    provi I sneias qua conviwn tomar-se para nielli irar
    ojtsuda lioaaaeiro da provineia; a assemblea
    proviaaisl cimp-te discutir e dar os meios da ob-
    tarera-se ossas pr-ividenaias.
    Oide fjrara os procincinnos baber esja mva
    ihairia d)3 presileates enjiaaram as assembltias
    quaesas meios prat.eos da oilerem-se as provi-
    dancias de qae, c mforaia a constituicaa, devem ser
    instruidas as mesraas asscmbleas ?
    Esta doatrina 6 caracteristica dos pu'ilicistas
    proeincianof qae acampanham o progresso das
    ideas, agarrados aa stn da Sr. Nabuco, dan-
    do um pass) para frame e oatra para traz.
    (Juera tiver liio todoxelatorio de S. Esc. o Sr.
    Dr. L'KenaenMnlrara em eada miteria qbe cons-
    tilue uma ;ecao, enumeradei c di-eatilos com
    clareza e illantra.ao os diversos mellioramentos
    que devem ser iot-odazsilos aa provin a. c os
    quaes remotaou proximafnente'iiiliiie no augiuen
    to da saas forcas fiaaaceiran, e ""estiginalizara o
    cavalleiro pracednnanto dos cilebres protiacian
    Assim quer S. Exc. cam refesraocia ao panto
    agricultura, comiaercio c narvegaca > > mencioaa
    os divereoj defeilos qne reclamam serias atten-
    joes dos u ass as homens publicos, e esses defeitos
    e.'iiendj.m-ie cam au^uunto das randas da pro-
    vtneia.
    Qaeriam. Dorem, os provineianss quo S. Exc.
    dissesse : em ta! parte exisie um unnte de di-
    nheiro, ou uma minadebrilhantes.vio recolhe-los
    aos cofres para malharar as nissas flnan;as.
    Por outro lado o lllastre admmistrador tem
    provado cam faetos. o sea-genio emprehendedor.
    Se os redact ares da Prooincia antendem que o
    que S. Exc tem feito nada vale ; que a sua opi-
    nia) nao passa de phrases triviaes, deem-lhe o
    quinao : apailem 03 meios de melhorar o nosso
    estado finaneeiro.
    Emjaanto isto naa for leito, terem os os provin-
    cimos em conta de eslaiistatv financeiros, qae
    .'6 sabem parlar nas esjuinas e cafes, e rabiscar
    papeluchis.
    Admiramse os prckinoianss da expressaa d;
    S. Exc o Corlar por despezas superuuas.
    Perguntam elles : pois fazem-se laes despezas
    na provineia ?
    Que ingenuidade I
    Mas adiante dizem o5 mesmos provincianes :
    a cortar por despezas supeiflms nao pode ser
    uma melida teale.ite a rerie*r uma situaefti
    financeira, assusiadjira* antrtial.
    Nanca vimos sopftisma \&4 grosseiro como esse
    dos provincianos I
    Pois ignoram os povincianos qne a superflui-
    d.i lee ftlba das cireumstancias do tempo, do la-
    gar, etc t
    Pois nao sSbem os Srs. provincianos rrae hoje
    uma cousa pode ser neces3aria e amanha snper-
    IIia, attenta a passibilidade de adial-a.
    Todas as daspazas assentam sobre uma neces-
    sidade, saja qual for ella ; mas desde que essa
    necessidade nao e argedte e que pode ser adiada,
    em virtude de circum3tan:ias da occasiao, ssm
    grandes inconvenieotes para e necessitado, con-
    tinuar a gastar com tal necessidade, e fazer des-
    peza superflua.
    Por exemplo : e de necessidade que todas as
    praeas da cidade sejam aiardmadas ; mas atten-
    ta o nosso estada Inaoceire, ajar dinar actualumn-
    te urns praet e g i.ff saperflaamente.
    Do mesrraa modo sao'despezas superflaas as
    creacoes de eiapregos, iodamaisacoes concedidas
    a contratanlef da obra, el;.
    Os procineiaAos se tivessem Q9o. o rejalorio do
    distincto admai-irador, veriam qua S. Bxc. aeon-
    se:ha a sapressao do art. 3 aa lei n. 576 de abril
    de 185k, por consignar despeza superflua.
    No estado critico de nossas flnnpas, S. Bxc. o
    Sr. Dr. Lucena fez o qae faria qualquer finaneeiro
    dos mais notavei*: sobstaaciem o seupensamento,
    attendenla prin:ipataMate a qae em flnancas
    a quanta mais forem reduzidas as deapezas tanlo
    mais aogoiantani a recaita. .
    a
    I Litlera/o./1 : y&f-f" DOyas publicjeocs nccbi
    C^-S da aoJuc."1^ Evangelina-de Lot gfel-
    por Kelle'.' Leuzingar.
    Memoria hisU>'.r-iC;da veneravt. orJem
    mo por B. J. .I)- Serzedello,
    Curiosidades Aniai.',aic*s' e^-
    da
    Car-
    Sciencia : Receates irab^lb* arrl8ric* Geologia do norte do Am.itoaas. J
    Os Paeoieios no Brasil e a in&c?jpsr*> que so dik ler
    achado. Carta do Dr. Ladislao Nello, director
    do museu nacional.
    As minas de csmeraldas na Colombia.
    f UBttCACOES 4 PtDIDfi
    A HahMUnlcaa don jpranaotoves
    paaliooM.
    OTBATOll
    No artigo hoje publicado, sob esta epigraphe,
    16-se o ssgumte :
    t Quando*a M de de setemWa, e o fe*pet-
    Ablllui. r. capilao Frcderico .in-
    guato rv;ia. pela Hi-nli(liHiiua
    luoric lc seu (Ntimaao lillio e men
    amlgo Busenio An-guMta de Kaaja-
    lliaca .>eia.
    Amigo. a idea da raorts, nio devia aterrar-no-,
    por ser a lei natal e natural a quo tados learns de
    curvar nas, e. porque signiliaa a aaasageto feliz
    deste valde iniserias e contrariedades para a mo-
    raaa eterna, junto aa Creador; mas embora sai-
    baaws qua aoanw Mlos sajeiWs a essa beri>a?a da
    hunaoidade, embora proseBciemos diariamenle o
    aniquilamento de nossos anBOtbaates; nao pony-
    mos habituar-nos e assistir impaa-iveis a fliorte
    aaqueiles qua nos s'.o ckaros; os fa$M do saafoe,
    os da amizade, a intimidade, a adrniraeio das vir-
    tu Jes di ente que deixou-nos, faz-oos esquecer da
    que somos sujaiios a me.-ma lei, desperta-nos a
    produz no corac&o diiret la > pungenies, que u
    homem, o ente forto da creagio, para aiitigar as
    ddre, chora I I
    Hoje pago tributo a memoria do amigo, e venh >
    unir as minhas Ugrimas as do nai aillicto, da es-
    posa inconsolavel e dos jnnucentei fllhiuhos e com
    elles prantearrooi um ente a qae todo amavamos.
    Pobres orphaosiilhos, qua nem seqoer saberaa
    o valor da paiavra pai t
    Pubre esposa que nao easinara aos ftlbinhos a
    dizerpapai-para naodespertar as dores amon-
    toadas no intimo d'abna, e aao ve-los cliorar, vea
    do as Uigriinas que the borbulharao nos olhos!
    Pobre pai I Que doloroso golpe para teu cara-
    (i i paleroo I Talvez anciosa esperasses boas no-
    vas do filho, que separou-se de teus !fectos e
    privou-se de reus carinhos para ir a plagas dis-
    tanles mendigar saiide. qnando veinte a nova fa-
    tal eterrivel, qae cobria de lato tai cor.ir.io pa-
    terno.
    Oa I que dolowso traasel Qae hora angustia
    da Sa ao menos tivesses podido afagar o flllio,
    aquece-lo a tea seio paterae ale qae exhalasse o
    ultimo suspiro ; se Ibe tivesses prestido todos es
    cuidad-).* e desvelos ate ao inomanls supremo ;m
    que sua alma se desprendeu do euvolucro terres-
    tre, e voou ao ceo ; mas aaa : a sorte crael arre-
    batou-t! prematuraBaenlrt e fe *o morrer nas pla-
    gas estranhas, que em sea de saiide, deram-ihe a
    morte longe da teus cariohos I
    Sirvam te de lenilivo a dar, a Umtranca de qua
    este que prantaiamas, foi bam lilho, bom csposo,
    bom amigo e bom ciladio ; foi jaslo e virtuoso,
    e que para o justo e o virtuoso, ha sempre lugar
    junta ae eternb throno.
    Choremos I 0 son* plaagente dos sinas do cam-
    panario que trista genii ao louqe, despertam-n .s
    u'alma saudade e dorcs I.
    Chorem. s Foi mats nm amigo sincero que
    perdemos e qae neste wuado vario deixou-nos
    um vacuo no eora;ao I
    Choremos 1 Mas cni cnfianr;a na bondade in-
    finita e na juslica inlloxivel c recta de Deus, que
    nao premeia o mao e nem rastiga o justo t
    Recife, 13 de maia de 1874
    B. M.
    0> abaixo assignados, reeonhecidos ao'modo
    urbaaa e tralo dtdicado, que com elles di.-pei -
    sou os Exms. Srs. ddsembargadores Custodio M.
    11 Silva Guim.arSe3 a AfTanso Arthur de Almeida
    e Albuquerque, presidentes do jury na prcSente
    sessao, proiestam lhss o mais subida respeito, es-
    lima e gratidiio.
    Recife, 10 de maio de 1874.
    Joaquim dc Gusmao Coelho.
    Augusta Jose Maur.cio Wanderley.
    Jose Anlouio de Soaza.
    Caudid) J S. Gnimaracs.
    Antonio Jovina da I'anceca
    Ulysses da Costa Sioiwla.
    Joaquim de Soiiza M.ntJiro,
    Antjnio Maia Cortes.
    Jose Goncalvea Keiraira.
    Jose Joao de Amorim Junior.
    ManoelJose Dj.ningues Goieceira.
    Carlos Augusta Luis do Sonza.
    J. Z. Rangel de S. Paio.
    Thomaz Garret.
    Jose Evaogalista da Silva.
    Sebastian Jose Games Peuna.
    Vicente Teixeira Coimbra.
    J.jaquim Cardoso Ayres,
    Ragino Ferreira de Carvslho.
    J. Lull Salgado Accioli.
    Joao Gancalves Ferreira e Silva.
    Candido Jose Lisboa.
    Dr. Harmiro Coulinho.
    Ucimo Pinto Mraml'i i.
    J. Antonio Fer.aandes B.
    Carlos Joao de Souza Correa.
    Joao Paulino Marques.
    Luiz Rmygdio Radrigaes Vianna,
    Adv.igado dos presos pobres.
    ANew York Tribune e sea aovo edificio.
    k guerra das duas Rasas.
    A Syria.
    New York e Brooklyn : a grande ponte eatre as
    daas cidades.
    Wagner e aMusica do Future
    Criapio do gallinhas c seas lucros.
    As iliias Baleares e seas habimntes.
    0 Dr. Aprigio J. S. GnimarSes-
    Machina* de voir.
    A gerarchia catholica.
    Os jornaes rllastrados do Rio e suas earicaturas.
    ?folas sobre educaciSo : Novos estudantes
    leiros uos Esta'dos Uoidos.
    0 autor da publicacaa a pedida, iascrida na
    Diariodo hoje, sob a epigraphe -Ainda Boabtb -
    malignainente a-signau-se A. d'A.: e querendo
    mais ctaramenle dar-me a pateruidade de seu as-
    cripto, fallou em ura bloro eaor.ne de Boabab,
    que, diz, ter rigor-ado na exposicai de Yieana.
    Para evitar palem cas paeris, que nao desejo,
    e nam a ;eitarei, deelaro que nioaou o aulor da
    qoella publica.io, como naa sou lamb am dos ar-
    lig)3 que sob a epigraphe metttoramentos da
    procinciise tem publicado sab as mesmai ini-
    ciaes.
    Desde junho de 1872 que naa escrevo para os
    jornaes desla capital, excepijao faita de uioas Ii-
    geiras e nul eseripUS correspondancias que, do
    Vienna d'Austria, dirigi a um dos digraos redaclo-
    res deste jarnal, meu particular amigo.
    Recife, 16 de maio de 1874.
    Rufino Angusto d'Almeida
    asi-
    A eseola agricofa do Massapbusetts.
    7t educajao pnbllca no lapao: progresso a mi-
    ravej.
    As senhoras como membros da directoria da
    truc.ao publica
    Magnificas doa^es de parti'cuTares a InstrrJc^ao
    publica dos Estados.Unidos era 1873.
    Eduna^au compuisiva no Illinois.
    Estradas de ferro. A bitola eslreita nos Eslbdos
    Unidos.
    A bitola estreita na Georgia.
    Estradas de fefro-de urn so triUio.
    Os grandes tuaneis.
    0 poflio mais etevado do mundo.
    Estrada de Madeira e Mamore.
    Estradas baratas.
    A maior (abrioa de locomolivas.
    Estalistica das estradas ainericanas.
    Uma graade estajao.
    A maior ponte do maodo.
    Estradas na Belgica.
    Accideutes nos Estados Uoidos e Canada.
    Locomolivas inglezas e americanas.
    Assenios de palhinba.
    Dormentes.
    0 lunuel do H-aosac. <
    Trilbos d'ago.
    Carros-palacio, de t*allann.
    Um importante canal.
    0 caroeo de algodso.
    Valor de moedas estran^eiras.
    0 supprimeniode algodao.
    0 cafe na rnglaterra.
    PrlvBegios de invencao.
    A queslao religiosa no Brasil.
    ius-
    e a
    a3.
    da
    Gravuras.
    A grande ponte entre New Yorke e Brooklyn1
    tdafaqda Pulton Ferry em New York.
    Aves premiadaa n'uma eftpdsifia da gallinac
    Habitantes das ilhas Baleares.
    Eslaeao de uma carav..na na Syria.
    Wagner e a musica do futuro : Seen;
    opera Tiinnhauser.
    0.- lilbos das selvas: dasenhodeBodraer.
    A Inglaterra : Episadio da guerra das Haas
    rosas
    Rctralo do Sr. Dr. Aprigio Jastiniana da Silva|Gui-
    maraes, de Pernambuco.
    MAshina de a'oar.
    0 edifi:io da New York Tribune. ~
    Inscripno plienicia, que se diz ler aehadp no
    Brasil.
    ecclejiastica no Brasil : ( cal-ica-
    quastao
    tura).
    Assignatura annual
    io^ooo
    livuauja i-11ancf.z\.
    Saude publica.
    Par ordem d) Llira. Sr. inspector da saiid
    bbca, commealador Dr. Padco de Allahyda
    Moscoso, faz-?e publico que o mesmo senhor|
    minuu a pharmacia normal, sila no largo do
    cado publico, em S. Jose, pertencenle ao phairma-
    ceutico Jas6 Klias de Maura, e achou-a provi la de
    raedicamtratos novo.- e de superior qualidad
    sim como de t idas os utencilios necessarios
    o bom desempenho de seu ^ervi5). Do qae
    con-tar annuncio.
    Inspeccao da saude publica de Pernambu: >, em
    6 de maia de 1874.
    0 escrevente,
    Jose Eduarda de Sonzi Land m.
    pu-
    Labo
    exa-
    mer-
    ;, as
    para
    para
    C*
    Livros 2 cajxas aa inspector d'alfandoga
    de-Pernambuco, 1 a De Ltilhacir & C.*
    Milho para cangica 5 saccos a J. J. I\.
    Mendes. 2 a Fraga e & Rocba. Male 1 sac-
    co a Fraga & Rocha.
    Peixe salgado 27 caixas, 19 barris e 4 bar-
    . i a Antonio L. 0 Azevedo.
    I^,,. 1 em 1 ciixi ao inspector d'al-
    fandegadoPar.. ,, Bahja
    Carga u.
    Charutos 8 caixas a orot.
    res, 2 a A. P. Barbosi. Cbapo*.
    alpaca 2 caixas a MHIs Latham & %..
    E. A. Burle AC."
    Fazendas 18 volumes a Okel, Biudloss A
    C.\ 4 caixas a ManliarJ Metller & C.4. 3
    a Simpson & C*
    3 a Otto Boh-
    *M de so! de
    2 a
    Brigue dinamarquez afllie, enlrado de
    Nova-York em 16 do andante e coosignado
    a Henry Forster <& C* manifestou :
    Banna 200 barris a ordem, 20 a J. S.
    Carneiro da Cunha. Breu 100 Uarricas a
    Fernaodes da Costa & GV Brim azul 10 cai
    xas a ordem. Bolaxinbas 100 barris a J.
    9. Carneira da Cunha 50 a Soares do Ama-
    ral 4 C>
    Farinua de trigo 700 barricas aos ronsi);-
    aalarios. 200 a ordem. Fazenda d'alpadao
    2 caixas a Browa Thompson & C*
    tiaz 1,000 caixas aos consignatarios, 509
    a Cunlia & Manta, 50 a Alfredo Frisco Bar-
    liuza, 200 a Rosa 4 irmaos, 250 a Antonio
    Francisco Corga, 250 a Soares do Amarai C.,* 500 a ordem. Gomma 50 caixas a J.
    S. Carpeiro da Cunha
    I'nnenta 10 saccos a J. S. Carneiro da
    Cunha.
    Rodas de ferro 4 a Jo3o do Rego Lima tV
    C. 40 aos consigaatarios.
    Tecidos 1 fiirdo e 9 caixas a keller & C,
    4 volumes a Frederick Werbst Turbenti-
    na 10 caixas a Alfredo P isco Barlviza.
    D MAIO DE 1874.
    Para os portos do exterior.
    No brigue francez .Wines Soiunich, para Li-
    verpool, earregou : R. SchmraelUu & C 250 sac-
    cas com 10,310 1|1 kilos de aljcodl*.
    No patacbo he.-panbol /.'.>pn m;.'i, para Bar-
    celona, carregan : P. Carneiro & C. 171 saccas
    coin 12,561 kilos de algodao.
    No patacbo portuguex hdndgr, para o Porto,
    earregou : P Carneiro & C 150 couros espichados
    com 1,050 kilos ; M. L. Paes Barren 400 saecos
    com 30,000 dilos de assnear branco e 100 dilos
    com 7.80J dilos de dito mascav.do.
    Nabarca portugueza Hnimonn, para o Por-
    to, earregou : T. A. Fonseca & C. Soecessores
    iiOO sacc- s com 37,500 kilos de assnear branco.
    Na lugar hollandez Jeame, para o Rio da
    Prata, earregou : B. Oliveira & C. i00 saccos com
    63,651 kilcs de assucar branco.
    No brigue portugiiez Cotete, paraoRiada
    Prata, earregou: J. E. Ribeiro 2 barris com 2,000
    litros de mel.
    Na barca portugneza Soro SHeacto, para
    Lisboa. earregou : A. ii)rdpiro 1O0 Plain de sola
    com 630 kilos ; J. J. Radrigaes Mettles 100saccas
    com 7,631 ditos de algodao.
    Para os portos do infrvw.
    Para o Pio de Janeiro, no navio na*i mal
    Emit a, earregou : A. Cordeiro 400 saccos cam
    30,000 kilos de assucar branco : J. C. G n?alw3
    300 ditos com 22,500 dilos de d.n.
    Para o Rio de Janeiro, na vapor nacional
    Bu/(ia,j:arreg.)U : J. M. de Carvalho 2,000 cocos
    (frucla) j A. F. Santiago 2,000 ditos ; J. B. Moreira
    Jonior 1,500 dilo3 ; A. J. da Silva 1,000 ditos.
    Para o Rio Grande do Sal, na escuna brasi
    leira Cysne, earregou : Amorim Irmaos i C 433
    barricas com 45,982 kilos de assucar branco.
    da S
    e|t*>
    fciMtttlMlfi.
    JDSTA
    Praca do
    AS 3
    IX)S COHRETORES
    Recife, IS dc maio
    dc 1S94.
    HORAS DA TARDE
    COTAIJOES OFPIODma.
    AlgiadSo de sorte 8*300 e 8*400 par IS jilos
    Algodao ao Aracaji sen in.*peccao 7i5tft
    15 kilos.
    Cambio sobre Londres a 90 djv. 23 1|4
    3|8 d. nor U000, hontem.
    Oesconto de latras 10 0|0 ao anno, binteni
    B. de Vaaconceilos
    por
    e 25
    Salva da tuiuba.
    Oca4oraais grave da noli me tangere (litera-
    raente, nio me toques). Molestia terrivel e asque-
    rosa do nariz, a qual foi observada pelos medicos,
    foi curada com a salsaparrilha de Bristol.
    0 Sr. H. N. Walker, cidadao emioenente do es-
    tado de Nova York, foi um martyr duranta quatro
    annos desla esoaalosa envroulade. A aaokastia
    operoa como am causlico sobre o organ nasal,
    iavadifido as faeroes immediatas e progredindo
    paulatioaroente ate o eereteo. Todos os roraedios
    coo'aecidos so serviam para exesperar mais a mo-
    lestia, ate qae o Sr. Walker priacipiou a tomar
    este irresisiivel antiseptic.) Ueiilio d) poucos
    meze* estava extirpada a molestia, curadas as cha-
    gat, e sao o enferoio.
    Considere-se a alegria e regisija daquelle que
    pouco antes, peaava sem esperaoca I a cura
    aseiat como todas eiieciaada* por esta maravilbosa
    camposipao foi perraaneote. Os periodicos teem
    publicado pelo esparje de 30 annos caasecotivos,
    annuncios de resuliadcs nao mono* uaaravilhosos,
    aieanoaJos pelo mesmo poderoso agenie. Ne-
    nbuma moles'ja exterior por mais terrivel a 4es-
    truidora que eila aeja, nods resisitr-lha; pois iirapa
    o saogue de todas as iiupuerezas e elenieatos cor-
    raplos e irritanles.
    liio 13 .Ie maia.
    Cont'inii) 23 firme -Bancario.
    ALFAVDRwA
    Readiraenio a di I a 13.
    im do du iii .
    417:9)4*1 )6
    30.S87J ti'i
    448:242a 60
    0 novo miui'lo.
    Periodic* Brasflcirj*, i>ullicado
    iueuMaiieii4e em VwVoik
    CONTEWBO DO N. 48.
    Trxfe.
    Est3ios-Uoidos : Retrospecto m*trssl.
    America Hespaohola : Os nTtimos snecessos.
    A qoestao ecclesiastica bp Brasil : o que significa
    o perdao do brsmo de PerHambuco.
    Emigragao pottagttega para c^Brasil e a carta de
    A. HftfCulirie.
    A igreja e o estado : O dinheira da S. Pedro : 0
    Brasil manda 600 cantos por ar.n >.
    Opiuiao dos dous imp3radores, da Allemanha e da
    Austria, sofife a p.ilitica dos ullraoiontaaos.
    Os satholicos nos Estado3-Uaidos.
    Proesas ultram'oiitanas no Mexico
    Moeda cunhada no Brasil : ooticia pelo conselhei
    ro Dr. C. de Azeredo Cootihho, provedor da casa
    da moeda do Brasil.
    Descarregaan bojn 18 de maio de 1874.
    l'alaelio allemao Sicolaus mereadorias pjira
    alfandega.
    Patacbo inglezAzaUa~bacalhao ja despach^do
    para o trapiche doncei^ao.
    Brigue inglez Dante bacalhao ja despach do
    para o irapiche Conceicaa.
    H*rca ingltza Zayda nachinisrao para*
    piche Conceicilo, para despanaar
    Barca franceza Santo Andre lelhas e tijnlos
    para o trapiche Conceicaa, para des pa
    char.
    Patacbo americano Wafer WicfA farinhaja
    pacha da para o 5' panto.
    Brigue porluguez Soberano -vinuo, azeite
    nagre para depisita no irapiche Barbpsa.
    Hiate partuguez Diligente geaeros nacioi aes
    para o trapiche Dias.
    Vapor porluguez Julio Uiniz (esparada) i
    cadorias para alfaudega.
    ra-
    i Ba-
    rt-
    ;r-
    CAPATAZlA rtaodiniBnto d" di 1 dAj) do dia 16 . OA ALP^N1 a 15. * FXiA 9:80i*568 803A936
    10:608/1524
    VOLC.V5K N 4i. 1 a lb Ho dia 16 Pruneira poru 5egunda par's rtjrcoHra porta Juarta portt Pi apiche Ccncei'ia' S taJMHOf 13,303 112 83 12 29
    13,541
    SERVI go MAitlTIMn
    Maaraagns descarrtgadas c trp'cl4a
    altaiaO'"-ga :
    No dia 1 a 15. ...
    .\'o d>a 16.......
    J" trapiche Lk>Dceiy.io
    2
    1
    26
    GE
    RtCESEDORIA DE RKNDAS lNTiRNA-
    RAW? F* P1?RN'MW -
    ^andimento do dia 1 a 15 26.036 >419
    JfD in diz 16 1:045/6G8
    17:102*08:
    0ON8ULAIiO PROVINClAi,
    Retdimeato do dia I a 15 5I:**037
    Idem >lo dia 16 4:071/184
    53 357*241
    RECIFE
    -lendimento do dia 1 a
    fdem do dia 16. .
    DRAINAGE
    15 .
    3:382*087
    2:080X081
    5:662*163
    ILTERACAO NA f.WTA DOS PaapOS^ DOS GBNUROj
    SVSE1TOS A DIREITOS DE BXPODTAQAO, KA SEKn*
    \sk 18 A 23 dt. M.ua de 1874.
    Algodaoem rama ou la 5l2 aa. o kilo.
    Carrii *- de pedra estrangeiro, tanoiada metHca
    20*000.
    Carsriode algodao 20 rs. o kilo.
    Crloa animal era brulo 300 rs kHo.
    Alfimdega de Pernambaco,15 de asato de 18711.
    0 1cmferent. -J. RabeirodaCiaaba. ;
    0 c Approvo Alfandega de Pernambuco, 16: de
    maio de 1874. ;
    0 inspector
    Fabio A. de Carvalho Rm. .
    IniportacSa.
    Vapor nacional Pard, entrado dos portos
    do sul cm t6 dr corrente e coosignado a
    Pereira Vianna & .", marrifestou:
    Qarga do Rio de Janeiro.
    Cafe 100 saccos a Jose" M. da Rosa &
    fhos, 30 a Costa Cunha (4C.-\85a Jose M.
    Pa,lnieira. Cliarutos 3 caixas a Antonio Affon-
    so Moreira Junior.
    Fazendas 3 caixas a J. J. da Costa l.eitn.
    FAlfflnrj 230 pacotmbosje 40 rolos a J. M.
    J-Palmeira, 128 latas, 54 ditaj rtieiss e 58 ro-
    los a Beltrao & Finos, 3 eacapados, 1 cai-
    xa a Bourgard & C*
    Impressos 1 crixa a Pbr*nt Vianna &
    Ifavios cnlrados no dia 1G.
    Portos do sul.5 diase 20 horas, vapor bra-
    sileiro Pard, de 1,999 toneladas, com-
    mandante Anreliano Rodrigaes, eqaipa-
    gem 57, carga varios generos; a Pereira
    Viaonrdc C/
    New-York ^47 dias patacbo dinamarquez
    Katie, de 207 toneladas, capitio 0. S.
    Robinson, equipagem 8, carga diversos
    generos; a Henry Foster & C-1
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Portos do salVapor nacional Bahia, com-
    mandante Teixeira, carga varios generos.
    Rio Grande do Sol.Patacho brasileiro
    Marinho II, capitlo Valente, carga as-
    sucar.
    Rio da Praia.Patacho brasHeiro Para-
    guassa, capttfa JosTei*eira deAz^vedo,
    carga aguardente.
    rciT/lES-
    H 0 procarador fiscal 4a thasaararia pro-
    vincial, deciara, aos conlribuintes do impasto
    de 60 reis aor litre de aguardente, na exer-
    eicio de 187i a 1873, a cargo do consolado
    provincial, qae Ihes flea marcado o prate impro-
    rogavel de 30 dias a coat*r da pabucacao desie na
    conformidade da lei a. 981, art. S3, para sobciu-
    rem da secQao do contencioso as respecti vas gaias
    para pagameato de seus debilos, certos de que se
    nio o fizerem deatro do prazo marcado, proce-
    der-se ha a cobranca jumcaimente, prrblicxndo-sc
    para isto a relacio dis develores abaixo tfaas-
    eripta.
    ^ccio do contencioso provincial de Pernambu-
    co, 7 de maio de 187.
    0 procul'ador flscal,
    Cypriano Fenelin G. Alcoforado.
    Relar^ao dos devedores |o imposto de 60 reis por
    litro de agaardenle consumida pa provineia,
    quo deixartm ds pagat1 seas debilos no exerci-
    cio de 1872 a 1873.
    Ruas.
    Conde da Boa-Vista 1.87.
    Gomes de Mend on ca
    Madre Dru? n. 114. AaMoio Jose
    Pereira di Cunha
    ViUl de Negreiros a. 68 Aatoaio
    Esoupo de Lima
    Dila n 1. Anloi.ii Ferreira da CosU
    Dita n. 21. Amorim Suza
    Dila n. 93 Anaa Maria da C
    cei^ai
    Imperial n. 102. Ant mio Joaanim
    Teruliano oa Mello
    DiU n. 262. Antonio da MtrMnH
    Caslello Branca
    DiUin. 253. Agostinho Antoaio a
    Silv
    'liao n 3.-Antonio Joa Bragt
    2 bev"0 ,r,*Te,f? Prlax^e a. a.
    Aatomo .>e.^e S'nza CarnHro
    LnidoRegoO.%. Aatoaw Raa
    Albinas Jsnior
    Socego a. 51. Aataaio SoW^' *o-
    lelho
    Attraccio n. :i A. Antoaio io.-e aV
    Castro
    Direila n. 20. Aetna* Perreira
    Netlo
    Ma n. 80. Antjnio J'>aqairn L-ipe<
    de Carvalho
    Poco n. 20. Anionio Caetaaa Ta-
    vares
    Encannmenio n. 23. Antonio Val
    oVviriii chis Santas
    Casa Kerie n. S3. Viuva d> Kiarm
    Manor! Teixeira
    Dila Anil.- ViJal Alvf<
    Estrada Nora. Am. nio i iolo 4c
    Lei.)
    Caxanga, Antoaio Crdo*o a> Ann-
    rim
    Caes dc S. Joio. Aatoniu <"...rn-ta a>
    Lourciro
    Estrada de Jobnatao. Afripiao Re
    drigues da Triodadc
    P. de Jahoatao. AMnaio Jaaeana
    Rabell i Balos
    lotaaribeira. Antoaio Joaquim Pe-
    reira
    Caxangi. Ambrosio Rib-iro
    Largo do Corpe Santa n. 6. I!
    Oliveira A C
    Coronel Suassuna n. I2."> Barbo A Silva
    Imperial n. 10* itrasiliano II da
    Cunha Cavalvante d> Albn pi-rq
    G. JabaUo. Iternard-i J nd da <>-^a
    Pateo do me.-nan. BeraareV) Uiaral-
    ves do* Santus
    Coatatercio n. 8. Carrl A fi.
    Vieario Tlnmorio n. 12. CarMhiA C
    liarao da Victoria n. S3. Qeoaaate
    Xunes Pacheco
    Dita n. 61. QbMbbbbb ho Pereira
    \ iscnode de Inhauma n. il Car-
    valho k Mello
    Viul dc Negreiros c 30 Caetaaa
    Jose Lean & C
    Estrada Nova OV-lho A Pialo
    Paleo de Jaboatao. Canoto 5rrfi>
    de Faria*
    rtiio. Caetsao Loatvaca e> i:
    Caeaaiaa Graata. Carlita Mariuha
    da It icba Falrao
    B..a Vi again. Chrvso-lrtnii Dan N
    de A::n il.a
    Largo do It .-aria a. 23. Delfm I.
    Des da Cruz
    Santa Ocilia n. 27. I naiar-n da
    Ceata (ioimirSc"
    Comnwrcie n. 2i. FJuard i Tuain
    Viscande de Inbaiini i u. "> 1. Fraa-
    cisco Joaquim Frrwra KleTa
    Marcilia Dias n. "a. Fraari c d
    Ari'iw Cesar
    'inperial n. 106. Fraacisca P*e*
    Banate
    Visconde de G n auna n. 121. Frin-
    Cisco Xavier Ferreira
    Eacananaent.. u Fran
    halves Bastos c ?a
    Apipucos n. i2. Francisco '.i ,r
    da atlva Mendes.
    Travessa da Lade;r a n. 1 ''
    Estrada Nova. Francisco Mm
    Oliveira
    Dila Felippe Correia G M de
    Mello
    Pal-' de Santa Cruz n. i. ii,iue; e
    Silva Br.t.
    Visctnde de Geytoaa n. 97. Gioril-
    tea v Prim i
    n.-m:. -a n. il. lioaie* J, Ira
    Paleo de JaboaU). Galdm J a miw
    Cavalcanle
    E. S. iuia. Henrique I'ere 'a da
    Silva
    Pate) de Jaboatao. Il-rmeuoda F
    aria aa Carmo
    E-traJa para o en^enha Id :.-
    d is Reis Gomes
    Gequia a laboalav Igoacio Ferrei
    ra dos Santos
    Vigarii Tlienorion. IX. Mb) Alexan-
    dre Vi.ira
    Gmipanhia Peraiaatbaeaaa n. 24.
    Jose Gonralves Rg-ff
    Travessa da Cruacs n. S J m 4'
    Iteao P.icheco
    Saato Amaro n. I. J>st- 1 I 'Ana*
    Paulina Caaiara n. 3. Jsc Miguel
    Barb sa llamo-
    Lanat di Paata n 21 Jj Lait
    G n.alves l'.-iini
    Largo de S. Pedro u. 1 J laqaiin
    de Crito Vascuiicellus
    Lamas \aleotinas a. 78. Joio d<-
    Deus (ihveiraSaotJi
    (jtda nova n. 1. J.-aquun F. aV
    Gosmao
    Vital de Negreiros a St. Jjaqurra
    Felippe da >eiga
    Dila n. 151. J ae M-ll, Tr:ii I. I-
    Travessa de S. Jose a. 22. Jose Joa
    quim de Souza
    laaperial n. 122. Joio Adnaao as
    Mello Dutra
    Viseon te Ae Albuquerque n. 5i. Jos**
    Carpioteiro da Sil v i
    I'.mie Velha a. 87. Jiciatba Farnaa
    des da Silva
    Paleo de Santa Cruz n. 12. Jeao
    Marques Fernanies
    Plres n. I. Jaaquim Dxniogaet
    Fernandes
    Lima n. 10. Jose Jactalbe dc Car-
    valho
    Soeego n. 53. Joio Dias Martia-
    Estrada de Joao de Karros a C
    -Joaaoha Pereira de Smu
    AlTlicios a. 9. Joao Ferrtira aa.'
    Santos
    IVrnambucana n. 2i. Jaaqaim Jo*'-
    Dias Pereira
    Amisade n. 26. Joaaaa Fraacisca
    de Birros
    Direrta n. 60. Jose Ribeiro de Le-
    mos Doarte
    Dita a. 8i. Joao Francisco Bajjii
    baaa
    S. Vicael n. 1*8. Jos.- Mar.aao aV
    HolMarla Falafto
    Dila n. 71 A. Joviao de Carvaiao
    Cavalcanle
    Estrada ae SaaU Aaaa a. I i.
    blendes da Silva
    Paleo do Moateiro n. 1. Ji-ae
    ae Oliveira e Silva
    Caxanga. Jose Paeaeco dt Foaeeca
    Barreiros. Joaqoiaa Marques da
    Cunha
    Torre. Jose Rodrigaes Caaaoto
    Matanca. Jose Macario aos Pra-
    zeres
    Gequia a Jabaatio. J ise Esteres Mo-
    reira da CosU
    DiU. Joaquim da Silva dm i
    Dila. Jose Anionio Tiaoco
    DiU Joio Maorieio
    DiU. Joio Danjinfoes dos Passe*
    DiU Jose Maaoel do EspJmo Saato
    Ponte de-Jaboatio. Jose JoaqoKi >
    SanU Anna
    DiU. Jose Figueredo
    Diu. Joao Ribeiro Pessoa
    Sio Lonrenco- Joio Maria Paacbe
    Veoda Grande. Joio Bernardo Di-
    nlz
    Munbeca. Joio Xavier de Mello
    Bario do Triumpho n. OS. Lop*
    4 Andrads
    Visconde de Inhauma. n 77. Lia-
    rindo Gnrcraao ia SJrrs
    Marqaez do Herval a. It Loan* &
    Oliveira
    Canal de RiaChaela a. 17. Loeas
    I
    W0U
    IMiftt
    3#7.2
    31*7 f
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    Duurio de Pernambuoo Domingo 17 ^rj Maio d& 1874,
    Antonio Evangelista 6*54
    Estrada do Arraial n. St. Lain An-
    tonio Fragozo tO*:
    Barreiras. Luit Calmon Cordville 17*398
    Gequia a Jab >atao. Lniz Antonio
    de Souza
    6*932
    Conle da Boa-Vista n. 53. Maria
    Candida Ribeiro 26f>l
    Visconde de Itaparica n. 6. .Manoel
    Jose Pereira 63*100
    Guararaves n. 61. Mano*l Gome;
    de Farias 85*020
    Largo da Penh a n. 8. Mai a & Mon-
    des ISJMQ6
    Vidal de Negretros a 137. Miguel
    Jose da Cart* Meira 65**00
    DUa n. lil. Marcolino Martins da
    Lnz 434780
    Imperial n. 130. Manoel Antonio
    Francises 96*160
    Dita n. 137. "Manoel Antonio dos
    Santos fftj t0
    Imperatriz n. 2*. Martins 4 Irnio 65**00
    Visconde de Pelotas n. 6. Miguel
    Antonio Coelbo de Almeida 87*047
    Ponte Velha n. 77. Manoel Jose
    Ferreira 98*100
    Condeda Boa-Vista n. 79. Manoel
    Ferreira Coelbo 53*00
    Coronel Seara n. 31. Maximlano
    Jose Ferreira 6*540
    Lois do Rego n. 48. Manoel Bene-
    dict dos Santos 13*897
    Pombal n II. Maria Vicenci* do
    Oliveira 6*082
    Direita n. 22. Mafra & Ribeiro 26*160
    Sao Miguel n. 150. Matronio da Cruz
    Metlo 20^862
    DiU n. 23. Manoel Jose Snares 13*080
    Casa Forte n. 17. Manoel Joaquim
    Carneiro Monteiro 13*864
    Estrada para o engenho n. 7. Mar-
    colino Neves de Farias 33*392
    Estrada Nova. Marcolino Francisco
    da Silva 3*466
    Gequia a Jaboatao. Maria Ernes-
    neslina de Castro Azevedo t7*396
    Dita. Maxiraiano Jose Bezerra 14*322
    Dita. Manoel Renovato da Fonceca 10*498
    S. Lourenco. Manoel Antonio do
    Na>eimento 8*G98
    Boa-Viagem. Manoel Felix da Sil-
    va 13*038
    Marcilio Dias n. 16. Neves Qusiroz
    & C 65*400
    Plimeira travessa de 8. Joan Barros.
    Nicolao Tolentino do Sacramento 134080
    B. Sardinban. 11. Oliveira Miran-
    da & C. 81*750
    Maria Cezar n. 22. Oliveira f ruz
    _ C. 40*873
    Coronet Lament*a n. 18. Pereira &
    Irmao 24*160
    G. Jaboatao. Paulino Antonio da
    Silva Ayres '9*810
    imperial n. 146. Ricardo Moreira da
    Cuoha 26*160
    P. de Jaboatao. Ricardo Carlos Pe-
    reira da Silva 17*396
    G. Jaboatao. Rosalina Maria da Con-
    ceicao 8*396
    L. Rosario. 3L Santos & Aranjo 45*780
    Travessa do Livrameuto n. 28. Sil-
    va Leite 32-S700
    Marcilio ias n. 72. Sebastian Jose
    Bezerra Cavalcante. 58*360
    Imperial n. 148. Severino Tavares
    deOlivsira 26*160
    Estrada para o engenbo Silvino dos
    Heis Gomes 204862
    Varzea. Silve.-ire Francisco Alves 27*795
    Imperial 203. Traiano Jose Pereira 32*700
    Ouiabo n. 23 A. Vicente Torres de
    Sal es Menezes 8*692
    Seccao do contencioso provincial de Pernambo-
    co, 7 de maio de 1874.
    0 1 official,
    ________Horacio Walfrido Pereorino da Silva.
    0 Dr. Del lino Augusto Cavalcante de Albuquer-
    que, official da ordem da Rosa, jaiz de direito
    e provedor de residuos e capellas da comarca
    de Olinda, por S. M. I. e C, que Deus guarde,
    etc
    Faco saber aos qne o presente edital virem,
    que navendo sido posto a minha disposicao o es
    cravo Manoel, cabra, que diz perttneer a Manoel
    da Silva, casado com U. Rosa Maria da Trindade,
    por nao haver, apezar das deligencias que fiz, ap-
    parecido quem seja sen senhor, sao de novo cha
    mados com o pr-zo de 60 dias, aqueilas pessoas,
    que com direito ao referido escravo se fizer, para
    que venham peranle mim fazer valer o seu direi-
    to, procedendo, findo o dito prazo, na forma da lei.
    E para que cbegue a noticia a todos, mandei
    passar o presente, que sera aflbauo no lugar do
    costume e publicado pela imprensa.
    Dado e passado nesta cidade de Olinda, comarca
    do mesmo noine, da provincia de Pernambuco, aos
    6 dias Jo mez de maio de 1874.
    Eu, bacharel Francisco Lins Caldas, eserlvio, o
    subscrevi.
    Del/iiv) Augusto Cavalcante de Albuquerque
    0 lllm. Sr. inspector da thesouraria'provin-
    cial manda fazer publico, que em cumprimento da
    ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 6
    de maio, perante a junta desta tbesouraria, se ha
    _j arrematar no dia 21 do corrente a obra dos
    reparos da estrada e emn*_r;,__i,i0 ladeira do Barro, orcada- em 1:647*800, debaixo
    das condicdes abaixo declaradas.
    As pessoas que se propozerem a esta arremata-
    cao comparecam na sala das sessoes da mesma
    junta, no dia acima indicado, ab meio dia.
    E para constar se mandou publicar o presente
    pelo jornal.
    Secretaria da thesouraria provincial, 13 de maio
    de 1874.
    0 official maior
    Miguel Alfonso Ferreira.'
    Qausulas especiaes para a arrematacao dos repa-
    ros urgentes da esirada o do erapedraraente da
    subiaa do Barro, na estrada da Victoria.
    1* Os reparos da estrada e empedramento ua
    subida da ladeira do Barro, serao executados de
    conformidade com o orcamento, na importancia
    de 1:617*810.
    2* 0 arrematante dara comeco a obra no prazo
    de oito dias, e as concluira no de dous mezes.
    3" 0 pagamento sera effectnado em duas pres-
    tacoes iguaes; a 1' quando tiver executado a
    metade da obra, e a 2* na conciusao da mesma,
    que sera recebida definitivamente.
    <} Dr. Alexanire de Souta Pereira do Carrao Ju-
    nior, jniz snbstituto dos feitos da fazenda nacio-
    nal desta provincia de Pernambuco, etc.
    Faco saber a todos que este virem, qne no dia
    29 do corrente. na sala das audiencias, pelas It
    horas do dia, se vendera era praca public, a ea
    sa terrea n 70, *sita a rua da Impratriz, com 3
    metros e 10 cenlinietros de largura e 22 metro* e
    90 centimeiros de cotnprimentu, avaliada por ..
    4:000*, e penhorada a Francisco Maia Cortes, pa
    ra pagaineuto do que deve a fazeuda uaciunal.
    L para qu-r cheque ao coiiheoiineino de
    tod is, maudti passar o present') que sor-a
    publicado pela imprensa e atlixalo uosvdu-
    gares do costume.
    Recife, 4 de maio d 1874.
    Eu, Jose Francisco do Rego Barro*. escrevi.
    subscrevi.
    Pereira da Canno Junior.
    a qu*m interessar possa, qne j.or
    n. Sr. '
    4 Para tudo mais qne nao vai especifieado nas
    presentes clausulas, observar-se ha o que dispSe o
    regulamento de 24 de fevereiro do anno corrente.-L 0 Mm. Sr. inspector
    Con forme.Miguel Affonso Ferreira.
    0 engenheiro chefe
    Victor Fouroie.
    0 lllm. Sr. inspector da thesouraria, em vir-
    tude das dispasiooes em vigor, manda fazor pu-
    blico, que tem mareado o dia to uc junho proriswt
    vindouro para o coaeurso que tem de abrir eutre
    os praticantes, para preenchimento das vagas de
    terceiros escriptnrarioB, existentes nesta thesoiua-
    ria e na recebedoria. Versara o exame* sobre as
    seguinles materias:
    Tneoria e escripturacae mercantil por pantidas
    simples e dobcadas e suas apphcacoes ae commer-
    cio e ao thesonro; traduccao correcta das linguas
    ingleza e frauceza, principaimente da ultima; prin-
    cipios de geographia e historia do Brasil; algebra
    ate eqa; Qoes do 2* grao ; arithmetica e suas appli-
    cacoes ao comroercio, com especialidade a rednc-
    gao de moedaa, pesos e medidas, juros simples e
    compostos, tbeeru de cambios e suas applica^es;
    e flnalmente praiica do servico da reparticao em
    que serviram.
    Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
    buco, 15 de maio de 1874.
    0 3* escripturario, servindo de secretario,
    ______________Pedro Reginaldo Teixeira.
    Antonio Gomes Leal, commendador da ordem de
    Christo, official da imperial ordem da Rosa, ea-
    valhairo da de S. beuto de A viz. conaecorado
    com a medalha do exercito cooperador da Boa
    Ordem e com a da campanha do Paraguay co-
    ronel do estado maior de 2* classe e comman
    dante superior da guarda nacional do municipio
    do Recife, por S. M. o Imperador, etc., etc.
    Faco saber que, de conformidade com a lei n.
    2395, de 10 de sete.nbro do anno proximo passado,
    e disposicoes posteriores, rennir-se ha o conselho
    de revisu da guarda nacional deste municipio, no
    dia 24 do corrente mez, pelas 9 horas da man ha,
    no paco da camara municipal.
    E para que chegue ao conhecimento de todos,
    mandei fazer o presente edital, qnt sera pnblicado
    no jornaes desta cidade.
    Quartet do commando superior da guarda na-
    cional do municipio do Recife, 15 de maio de 1874.
    _________________Antonio Gomes Leal.________
    0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
    cial manda fazer publico que no dia 3 de junbo
    proximo vindouro, perante a junta da mesma the-
    souraria, vai a prara para ser arrematado per
    quem menos fizer o fornecimeDto da alimentacao e
    dietas aos presos pobres da casa de detencao, ni'
    trimestre de juiho a selembro proximo vindouro,
    servindo de base a arrematacao os' preens das ta-
    bellas abaixo transcriptas.
    DIETAS.
    -Numero 1 380.
    2 400.
    3 640.
    a 4 400.
    5 400.
    Sera tarabera fornecida aos presos ceia, na im-
    portancia de 120 rs., em quanto esta orcada, o
    almoco na mesma propori;ao
    E para constar, se mandou fazer publico pelo
    presente jornal.
    Secretaria da thesouraria provincial, 15 demaio
    de 1874.
    0 official maior,
    __________________Miguel Affonso Ferreira.
    0 capitao Joao Francisco Antunes, juiz de paz do
    I* districto da fr;gnezia da Boa- Vista da cidade
    do Recife de Pernambuco, em virtude da lei, etc.
    Facu saber, que por parte de Jovino Bandeira,
    me foi feita uma peticjio, pela qual me pedia que
    o admittisse a jnstificar a ausencia e incerteza do
    lugar de residencia de \ntonlo da Costa era, e
    justifkando quanto Hie bastasse, mandasse passar
    carta de e iuos para ser eitado, onde quer que die
    se ache, afim de vir a primeira audiencia deste
    juizo que se fizer, passados os 30 dias, para se
    conciliar com u supplicante acerca do pagamento
    da quantia de 18 6uO*000, que eom sua mulher
    D. Idalina de Siqueira da Costa Menezes, sao de-
    vedores ao justificante, resultado da garantia de
    duas hypothecas, sendo a I" de 5.000*, vencida
    em 10 de agosto do anno proximo passado, e a 2'
    de 13:600*, vencida em 26 dd fevereiro do cor-
    rente anno ; e bem assim dos juros vencidos e
    vencendo.
    E porque justifkou o doduzido em sua peticao,
    the mandei passar a presente carta de editos, pe-
    la qual cito, chamo e requeiro ao dito Antonio da
    Costa e Sa, afim de que venha a primeira audien
    cia deste juizo, que se fize: findo dito termo, sen In
    as andiencias as terras e sextas feiras, na sala da
    casa do juiz de paz, a rua do Hospicio.
    E para que chegue a noticia de todos, mandei
    passar a presente, que sera afflxada nos lugares
    do costume.
    Juizo de paz da freguezia da Boa-Vista, em 12
    de maio de 1874. Fiz escrever, subscrevo e as-
    signo.O escrivio, Alvaro Paulo Noblato.
    _______________Jagg t'raiuisoo Antunes._____
    De ordem do director geral interino se faz
    publico que por acto da presidencia, de 12 deste
    mez, foi declarada de nenhum efleito a portana
    de 1 de abril do anno passado, na parte em que
    nomeou Rita Franeisca dos Anjos Chacon, profes
    sora da cadeira de Santa Maria da Boa-Vista, e
    Waldetrudes Primitiva da Fonseca Telles, da de
    Cabrobo.
    Secretaria da instruccao publica de Pernambu-
    co, 16 de maio de 1874.
    0 secretario,
    Joaquim I'ereira da Silva Guimaraes.
    Previne-se
    ordem do Exm. Sr. desembarsador juiz p'ri.vativo
    de orpi aos e auseotes desta cidade, em vj,f tde de
    preratoria dirigida a este jnizo, pelo ^ie ausentes
    Ao termo de Agua Preta, comarca de Pain ares,
    passada a requerimento de Joao Peruan4es Bap-
    tisla, testamenteiro e inventarvaiite dos bens do
    fallecido Manoel Jose Viannj, sera arremaUdo t-re
    face do decretn n. Itivo de 13 de setembro de 1*69
    nm escravo pertenceiita9espolio da^uelle liuado,
    de nome Faustino, crk-ofo. de 19 anoet de idade,
    solleiro, agriculb r. natural desta provincia, ava-
    liado por 1:200*.
    Em virtude do qne sao convidadas (odas as pes-
    soas que pretenderem arremata-la. a apreseeita-
    retii suas pronostas dentro do prazo de 30 dias, a
    coutar da data deste, devendo o eferindo ttwta-
    tnenteiro, que e morador na travessa da Madr
    de Deos n. 18, aprest nU-di aos lioitanles, aGin d<-
    que possani bas:>r $iu> propostas. Recife, tl de
    maio de 1874.I) escrivao inieraw,
    Jaa Titwrciti da Silri Giiimnraes.
    Juizo de ausentes
    tc,s dirigidos para o Imperio allemJo, menaTchia Por esta reparticao se faz publico, para auem
    AnstroHnngaro e Luxemburg*, sao as segnintes ----------
    Companiiia perna ubucaiiu.
    de navega^ao costeira a
    vapor.
    De ordem do conselho da direccilo, cenvidc aos
    Srs. accionistas da nova emissio de acjoes desta
    companMa, que somente realisaram a primeira
    presucao de 20 *|. sobre o valor subscripto, a fa-
    zer segunda entrada a mesma razao, dentro do
    prazo de 30 dias, a contar de hoje, no escriptorio
    do Forte do Mattos.
    Recife. 23 de abril 1874.
    Jhomas M. Connan,
    Gerente interino.
    Pela thesouraria provincial se faz publico que
    foi transferida para o dia 3 de junho proximo vin-
    douro a arrematacao da obr> da ponte sobre o
    rio Serinhaem, no lugar denominado Pao-Sangue.
    orcada em 9:570*.
    Secretaria da thesouraria provincial de Per-
    nambuco, 16 de maio de 1874.
    0 official-maior,
    ________________Miguel Affonso Ferreira.
    Armazens da companhia per
    nambucana.
    Neguro* contra fogo
    A companhia pernambucana, dispondo de ex
    fellentes e vastos armazens em seu predio ao for
    te do Mattos, oUerece-os ao commercio em geral
    para deposito de generos, garantindo a maior con-
    servacao das merculorias depositadas, service
    prompto, precos medicos, etc.
    Tambem recoihera, mediante previo accord", ex
    clusivamenle os generos de uma so pessoa.
    _ Estes armazens, alem de arejados e eommodos.
    cupim, ratos, etc., etc.
    As pessoas gue quizerem ntillsar-se destes ar
    mazens, pederao dirigir-se ao escriotono da com-
    panhia pernambucana. que acharao com quen
    '.Tatar.__________________
    SANTA CASA DA MISER1CORLIA DO
    RECIFE.
    A HI ma. junta administrativa da santa casa d;
    Misericordia do Recife, manda fazer publico qu*
    ta sala de suas sessdes, no dia 7 de maio pe
    las 3 horas da tarde, tem. de ser arrematadas a
    ruern mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
    4 tr<'s annos, as rendas dos predios em seguida
    l^clarados.
    ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
    Travessa de S. Jose.
    Casa terrea n. 11.......201*000
    Rua de Santa Rita.
    Idem n. 32........250*000
    Idem n 34........200*000
    Cinco Pontas.
    asa terrea n. 114......362IT500
    Rua da Alegria.
    dera n. 31........371*000
    Ponte Velha.
    Idem n. 31. -......156*000
    Rua de Antonio Henriqnes.
    idem n. 26 :.....99*000
    Rua do Vigario.
    I.'andar do sobrado n, 27. 325*000
    Eojaidem.........375*000
    PATRIMONIO DOS ORPrlAOS.
    Rua da Senzalla velha.
    Gasa terrea n. 16.......J09*00b
    Becco das Boias.
    -obrado n. 18.......421*000
    Rua da Cruz
    iobrado n. 14 (fechado).....l:000JO9(i
    'Rua do Pilar.
    Caia terrea n 100......141*00('
    Rua do Ameriin.
    Idem n. 34........122*000
    Rua da Gnia.
    Idem n. 29........201 #000
    Rna dis Larangeiras. .
    Casa terrea n. 17. 361*000
    Os pretendentes deverSo apresentar no acto dj
    irrematacao as suas flancas, on compareceren
    icompanhados dos respectivos fladores. devendc
    pagar alem da renda, o premio da quantia en
    rae for seguro o predio que contiver estabeleci
    nento commercial, assim como o servijo da lira
    peza o prejos dos apparelhos.
    Secretaria da santa casa da raiserioordia do IU
    rife, 17 de marco o d? !874.
    0 escrivao
    Pedro Rodriguet de Sauza,
    ate ao destino dos wesraos objectos .
    Cartas ordinarias, por 15 grammas on Traecao de
    15 grammes, ICO rs.
    Amostras de fazendas, jornaes, gasetas, obras
    periodieas, Mvros brochados ou eneaderaados, pa-
    peis de musica, catalogos, prospectos, aenuncios
    e avisos diversos, quer sejan impressos, cravados,
    lithograjAndos ou anthographado.s gravuras, htho-
    graphias photographias, papeis de commercio,
    pr iwao e mHiscripl"s, por 30 grammas ou fraccao
    de 30 grxmmos 70 rs.
    Nle *d .'s cartas como os ontros objectos podem
    registrar-se mediante o premio de 200 rs. alem
    do porie correspondente ao seu peso, e, se o re-
    tnettente de qualqiu-r objecto registrado exigir re-
    dbo do destinaiarin, pagara mais 100 rs. por esse
    recibn.
    0 previo pagamento do porte e facultalivo so-
    meie para as cartas ordinarias e obrigatorio pa-
    ra as cartas registrada? e deiruis objectos.
    As correspoudfneias insiifficientemente fran
    imi-adas sera<> taxadas como cartas nao franqoea-
    das, ievaaio-se em conu a importancia dos sel-
    los afflxados pelo remettente.
    As cartas ordinarias nao franqueadas da Alle-
    manha, monarchia Austro-Hungara e Luxembur-
    go pagarao no Brasil por 15 grammas ou frac
    cao de IS grammas, 350 rs., quando viereni ptlos
    baquetes Allemaes, on 500 rs. quando conduzidas
    pelos outros paquetes
    As Uxas de porte das correspondencias dirigi-
    das para paizes estrangeiros a o,ne o correio al-
    lemao serve de intermedio, sao as mencionadas
    na seguinte tabella, em que tambem se mencio-
    nam as taxas das cartas nao franqueadas origina-
    rias dos mesmos paizes :

    Franquia.
    480i
    630
    90
    430
    < onsiiladii dc Portugal,
    Os credores de Joao Manoel Alves Gondim, sub-
    dito portnguez, fallecido em 22 de abril do pro-
    ximo passado, apresentem suas contas dentro do
    prazo de 8 dias.________________^^
    Companiiia dos trillion urbauos
    do Recife a Olinda e Bebc-
    ribe.
    Tendo concluido esta com
    panhia o assentamento da li
    nha telegraphica da estacaoda
    Aurora a Encrnzilhada e ci-
    dade de Olinda, franqneia ao
    publico a mesma companhia
    accordo com os artigos 53,
    de outubro de 1872,
    Dinamarca :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil................. 600
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil......... 100
    Grecia (via Trieatre) :
    Cartas franqneadas do Brasil. 550
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil................ 680
    Impre-sos e amostras de fa-
    zendas do Brasil.......... 110
    Italia :
    Cartas franqueadas do Brasil. 470
    Cartas nao franqueados para
    o Brasil............... 630
    Impressos e amostras de fa.
    zendas do Brasil......... 90
    Nornega :
    Cartas franqneadas do Brasil. 480
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil................. 650
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil.......... 100
    Renmania :
    Cartas franqueadas do Brasil. 450
    Cartas nao franqueadas para
    o. Brasil................. 590
    Impressos e amostras de fa-
    zenda do Brasil......... 90
    Russia:
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao fran jueadas para
    o Brasil.................
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil..........
    Servia :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas na i franqueadas para
    o Brasil................. 550
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil......n... 90
    Suecia :
    Cartas franqueadas do Brasil. 480
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil................. 630
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil.........
    Suissa :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para o
    Brasil.......
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil. .
    Terquta.
    A. Constantinr pla :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para o
    Brasil.......600
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil. .
    B Andrinopla, Antevare, Bey
    routh, Burgas, Caifa, Can-
    dia, Canea, Cavalia, Cesme,
    (Cbki) Czenawada, Oarda-
    nellos, Dede-Agat-eh, Du-
    razzo, Gallipoli, Inebolk Jaf-
    fa, Janina, Jerusalem, Ke-
    rns-undo. Kustendie, Lagos,
    Larnaka, Metelim, Phelepo-
    poli, Perveza, Retimo, Rho-
    des, Rotitchouk, Salonica,
    Samsum, Santa Onovanta,
    Seres, Smyrna, Sophia, Su-
    lina, Tultscha, Tenedos, Tre-
    besonda, Valooa, Valo.Wid-
    din :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para o
    Brasil......
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil. .
    C. Oulras localidadcs da
    Tirquia :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    450 facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    100
    450
    590
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    obrigatoria.
    facultativa.
    tnteressar possa, qne pelo Dr. chefe de policia da
    provincia das Alagdas, foi alii entregue ao respec
    tivo depositario, o negociante Joao Francisco Fer-
    reira da Silva Braga, o pardo Eugenio, escravo
    de Maria Joaquina dos Santos, em virtude de re-
    quisicao do Dr. juiz municipal e de orphaos da
    capital da mesma provincia afim de que possa
    reforido escravo tratar livreuiente de sua liber-
    dado.
    Secretaria de policia de Peruambuco, Li rfe
    maio de 1874.
    Pelo ecretario.
    _______________Francisco G. da SiN.i Rarroso..
    Companhia Recite Drainage.
    0 gerente accusacdes que sao leita a companhia, em si-nti
    do generico, pede a tf>d.s aquelles qne liverem
    3neixa* contra os empregados iri|am-se ao escript.rio da empreza, sito a rua
    do Imperador n. 26, para wn-in ittwiilidng Ou-
    trosim, faz publico que a coui|iaiit.i.i so e ..lirijjada
    a remover os ri-siduos 1 nttiuha k lixr. jas casa
    aondo
    mais.
    At pes--nas one (!e*ejamn vcr ainda este
    tante drama, aproveiien a orcaaiio, pan
    rio tem de ser todu dwmontado para
    o pr meiro e o mais important*' 4r
    tem visto o publico desta capital
    Os s le
    original brasiletro d..
    CartM-irii \i|.IU.
    Passw
    mi- iligeote dramarurgo Dr.
    C da.-
    fuucciouaiu us seus apparelhoP* e nada
    0 gerente,
    Joknn Mount.
    90 obrigatoria.
    480 facultativa.
    100 obrigatoria.
    Companhia Recife Drainage.
    Tendo-se dado muitos casos de pessoas que se
    dizem empregadas desta empreza, terem ingresso
    nas casas particuiares onde a pretexto de concer-
    tarem os apparelhos desmancham e os iuutilisam;
    constando igualmente que se tern dado nestas oe-
    casiSes alguns furtos, o gerente previne ao pu-
    blico que todos os seus empregados se acham
    munidos de nm cartao com a sua assignatura, e
    que portanto toda e qnalquer pessoa one se apre-
    sentar.nas casas sem o competente cartao, nao vai a
    servico da empreza.
    0 gerente.
    ________________________Jokan Mount.______
    Arremntacito.
    Segunda-reira, 18 do corrente, depois da au-
    diencia do Exm. Sr. desembargador juiz privativo
    de orphans tera lugar a venda da metade da casa
    de sobrado n. 42, sita a rna da Imperatriz, avalia-
    da em 6:0005, pertencente ao espolio do linado
    Joao Martins Ribeiro, para pagamento dos credo-
    res deste, cujo escripto se acha era pbder do por-
    teiro do juizo.
    Yice-ciiisulado tie Esp.ua em
    PernambDco.
    En el vice-consulado de Espaiia, esta abierta
    una suscricion en favor de los heridos huerfanosy
    viudas de la guerra civil que existe actualmente
    en Espana.
    En vista pnes del espnesto se ruega a los cinda
    danos espanoles residenies en esta provincia, para
    eada nno a su vez y segnn su< recursos, contri
    buiren para aliviar las penalidades, de aquelles in-
    felises que con la mayor abnegacion acuden at
    campo de la batalla, derramando su sangre en
    defensa de la libertad.
    Cindadanos viva Espana, viva la liberud, no
    permitaes que seyamos tidos como heterogeneos,
    hijo> de uueslia" cara palria, ayudemos para ali
    viar i.i *uer!e le aquollos desdichados hermanns
    qae hoy se baten, ahonando con su sangre gen- ra-
    sp y con sus preciosos hnesos Ins campus de la ba-
    talla, iteyamos una prueba a la nation y al in undo
    entr.ro que se bien estamos tan di-taiit.-s. no esta
    nos olvidados de nuestros deberes yo espero que
    cada un dejara bien puesto el nombre que posee,
    emitamos el ejemido de nuestros compatriot-s de
    la Peninsula y del extrangero que generalmente
    ban concorrido con sus donativos, alivianJo por
    esta manera, el dolor que oprime aquelles comba
    tenles.
    Me hantecipo en agiadecer en nombre de aquel-
    los infelises. a todas las personas que se diguarem
    conoorir con su donativos sin perjuicios de ha-
    cerlo opurtunamente quien ccrresponda.
    Los pombres de los suscritores y el impcrte de
    sus donativos seran publicados en ocasion opurtu-
    na en este periodico.
    Pernambucj, 13 de mayo de 1874.
    Vice-consul.
    Juan Buson.
    ^SO* MAi..IiM0t
    COMPANHIA I'KH > i.M|)( CA>A
    UK
    V r-gnv&o eosstriraa \i
    I'mwin
    <) vapor Ctmrif*,
    DMMN
    puira para o por-
    -i:iu no dia 19
    ^ correaw, to 5 to-
    ns da tarde.
    Recebe carga, eocom n-oia, pasiagaros e di-
    nheiro a freu a te as 2 boras da tarde Sa dia da
    saliida : : *s-riniorio no l>.r- Mattos a. 12.
    COMPANHIA PEll>: \ MBLCAHA
    DE
    .%a vr ^af *o costrira a Tap or.
    4R*nYBA, NATAL, MACAO, MOSSOKO', AUCA-
    TV, CKARl, MUMUM, ACARACO* E CRA^JA.
    0 rajpor Iwytrm,
    comiiuadaow Boor a,
    segmri pan os pa*-
    t<>s aenna no do eucriiatti, to 5
    horas da tarde.
    Recebe carga ate o dia 21 do corrente, eoeoa-
    nendas, dinbeim a fr- < pasasm<, ale ae 2 to-
    ras da tarde do dia da hxt ncrlptorlo
    no Forte to Mattos n. 12.
    Rio de Janeiro
    Para e indicado porto segue com pnoeos dia*
    de demora a barca portogueza Mk Vmim pnr
    ter a maior parte de >rregain*nto cngajad ,
    s para o resto que the falta, trata se nun m eta-
    eignatarios Joaqnim Jose oncaivrs Heltra.. A F:-
    sho, a r-a do Cominercio n. I
    Para.
    Para o indicailn porto r ivtende seguir
    com a pnssivel hrevidade o patacbo porto-
    guoz Azurara, por tr a maior parte de eu
    carregamento engaja-lo e p-ra o resto qae
    Use fal a tratn-se con os coniRiiatarios
    Joaquim Jo-e Goncalves Beltrao d Filbo,
    i rua do Commercio n. S.
    Libra eslcrlinas.
    Vendem Augusto F. d'Oli-
    veira ft CX
    Rua do Coinuitrcio n li.
    COMPANHIA
    DO
    300
    600
    facultativa.
    100 obrigatoria.
    400/ Obrigatoria
    1 ate a frontei-
    jra de sahida
    0 Dr: Delphiao Augusto Cavalcante de Albu-
    querque, official da ordem da Rosa, e
    juiz de direito, orphajs e ausentes, daj
    comarca de Olinda, por S. M. o Impera-
    dor, a quem Deos guarde etc.
    Faco saber aos que o presente edital virem, que
    por este juizo foram arrecadados os bens perten-
    centes ao espolio do flnado Bellarmino Pereira
    Beringner ; e assim, a requerimento do Dr. cu-
    rador do mesmo espolio, e de conformidade com
    o regulamento de 13 de junbo de 1859, mandei
    afflxar editaes nos lugares do costume, e pnblica-
    los pela imprensa, pelos quaes s;to chamados os
    herdeiros e successores do dito iinado a virem
    babilitar-se na forma do eitado regulamonto.
    Olinda, 7 de maio do !874. E eu, ba:harel
    Francisco Lins Caldas, escrivao, o escrevi
    Delphino Augusto Cavalcante de Albuquerqae.
    0 major Antonio Bernardo Quinteiro, juiz de paz
    da freguezia de Santo Antonio da cidade do Re-
    cife de Pernambuco, em virtnde da lei, etc.
    Faco saber a quem convier que vao ser arre-
    matados por venda, flndos os dez dias da lei, por
    quem mais der, os bens segnintes :
    30 chapeos de sol, sortidos, de al-
    paca e algodao, a 2# cada am, todos
    na importancia de
    30 ditos inntilisados, a 500 rs., to-
    dos na importancia de
    22 armacoes de ditos, a 160 rs.,
    todas na importancia de
    1 armacao envidrajada, na impof-
    taacia de
    i armario pequeno em mao es-
    tado
    da thesouraria provin-
    cial manda fazer publico que no dia 3 de jnnbo
    proximo vindouro perante a junta da mesma the-
    souraria se ha de arrematar, a quem por menos
    rizer, o fornecimento de medicamentos e utensis
    precisos a enfermaria da casa de detencao por
    tempo de om anno a contar do L de julho do
    corrente anno, a 30 de junho de 1873, servindo de
    base a licitacao os precos consumes das respectl
    vas tabellas.
    As pessoas que se propozerem a esta arremata
    cao comparecam na sala das sesioes da referida
    junta no dia acima indicado pelo meio dia.
    E para constar se mandou fazer publico pelo
    presente jorual.
    Secretaria da thesouraria provincial, 15 de maio
    de 1874.
    0 official-maior,
    Miguel Affonso Ferreira.
    .1. .PISJUR!!!
    "Mi aw
    100/000
    15/000
    . 3/320
    150/4)00
    5/000
    273/520
    Os preditos bens foram penhorados a Jose Bau-
    doux, por execucao que contra este move por
    este juizo Antonio Goocalves. de Monies.
    Dado e passado nesta freguezia, em 12 de maio
    de 1874.Subscrevo e assigno.
    0 escrivSo, Coriolano de Abreo
    Antonio Bernardo Quinteito. *
    DECLARACOES.
    Vice-consalado de Italia em
    Pernambuco
    Os snbditos italianos De Salva, D. Francisco e
    Calaflori Vicenzo, aqnelle natural de Tramutola, e
    este de Diamante, sao eonvidados a comparecer
    perante este vice-consulado de Italia, a negocio
    que Ibes diz respeito.
    os seus services, de
    34 e 53 do regulamento de 11
    abaixe transcriptos :
    Art. 63. Que pela expedicao dos telegrammas
    particuiares, cobrara a companhia os seguintes
    precos : .,
    | l. De qualquer extremo da linha ate: a En- '
    cruzilhada 300 rs. pelas 20 primeiras palavras, ou
    fraccao dellas, e 300 rs. por cada 10 palavras ou
    fraccio das mesmas, que accrescer.
    2.* De qualquer extremo ao outro ( endereco
    comprehendido) 503 rs. pelas 20 primeiras pala-
    vras ou fraccao das mesmas, e 300 rs. pr cada
    10 palavras ou fraccao que accrescer.
    Art 54. A companhia para entregar os tele-
    grammas no domicilio das pessoas a que forem
    destinados, cobrara o pagamento de 500. rs. para
    o portador, uma vez que o dito domicilio se ache
    dentro dos limites da cidade do Recife, de Olinda,
    e povoado de Beberibe, e nos mais pontos dentro
    do circulo tracado com o raio de urn kilometro,
    tendo como centro a estajao destinataria do tele-
    gramma.
    Ar. 55. No caso de que o domicilio do destina-
    tario se ache fora dos limites tracados no art. an-
    tecedente, nao e a companhia obrigada a trans
    mittir os telegrammas, e so o fara mediante a pa-
    ga que convencionar com o expedicionario.
    Escriptorio desta companhia, 9 de maio de 1874.
    Laurentino Jose de Miranda,
    i Gerente.
    Cnpitiinia do porto dePeraamburo,
    de maio de IS*4.
    Por esta capitania se faz constar aos Sr;. pro-
    prietary de alvarengas que se empregam na
    carga e descarga dos navias, que lomente pelo
    arco central da ponte Sete de Setembro poderao
    passar as mesmas alvarengas e qne de modo al-
    gnra Ihes sera permittido amarrarem espiu a
    referida ponte.
    0 secretario,
    _______ Decio de Aquino Fonceca.
    Pela recebedoria de rendas internas geraes
    se faz cerio que e neste mez de maio que tera de
    ser page, sera multa, o imposto pessoal, relative
    ao is semestre do exerciclo corrente de 1873 a
    74, depois do que sera pago con a multa de 6
    por cento.
    Recebedoria de Pernambuco, 7 de maio de 1874.
    < 0 administrador,
    Manoel Carneiro de Sonza Lacerda.
    COMPANHIA
    dog trilhos urbanos do Recife
    a Olinda e Beberibe.
    Nao havendo-se reunido a
    assemblea geral dos Srs. ac-
    cionistas, convocada para o
    dia 8 do corrente, afim de
    proceder-se a eleicao de urn
    membro da commissio de
    contas em substitnicao de ou-
    tro que pedio sua exoneracao; sao de novo eon-
    vidados os mesmos Srs. accionistas a se reunir
    no dia 23 do corrente ao meio dia, no lugar do
    costume, para o referido nm ; e na falta, proce
    der-se-ha nos termos do art. II dos estatutos ;
    isto e, fqncionara a assemblea com qualquer nu-
    mero dos presentes.
    Recife, 13 de maio de 1874.
    O secretario,
    _____________Lniz Lopes Castello-Branco,
    Cartas franqueadas para o
    Brasil. ...
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil ....'..
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil. .
    110
    facultativa.
    110 obrigatoria.
    590
    8301
    Adininislracao ds correios de
    Pernaiiilmco.
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil.....5001 d'Austria.
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil. ... 70
    Egypto. (Via BrendesiJ
    A. Alexandria:
    Cartas franqueadas do Brasil. 520
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil......680
    e amostras de fa-
    zendas do Brasil. fi .
    B. 0 resto do Egypto :?
    Facultativa
    para o Egyp-
    to inferior e
    obrigatoria
    para o Egyp-
    to superior.
    Re gjstra dos
    so sao admis
    siveis cartas
    para o Egyp-
    to inferior e
    Egvpto cen-
    tral.
    Das correspondencias para os paizes estrangei-
    ros a que serve do intermedio o correio allemao,
    so podem ser registradas as cartas, mediante o
    premio fixo de 200 rs., alem do respectivo porte.
    Quand i estraviar-se alguma carta registrada,
    pagar-se-ha ao remettente uma indemnisacio de
    203000, se a reclamacao for feita dentro do prazo
    de seis mezes. A perda de mala, devida a acci
    dente de forca maior, nao da direito a indemmsa
    cao alguma.
    As amostras de fazendas, os jornaes e livros,
    etc, os papeis do commercio e os manuscriptos.
    para gozatera do porte reduzido que Ihes e appli
    cado, devem estar cintados de modo que seja faeil
    reconhece los e nao corner palavra ou signal al-
    Stim em manuscripto alem do nome e residencia
    d destinatario, a assignatura do remettente, e
    quanto as amostras a marca de fabrica ou de
    commercio, os numeros de ordem e dos preces.
    Nenhum maco de amostras devera ter valor
    commercial e exceder b peso de 250 grammas.
    Os macos de jornaes e outros impressos, assim
    eomo os de papeis de commercio e manuscriptos,
    naodeverao ixceder o peso de um kibgramma.
    Serao considerados e taxados como cartas os
    objectos acima referido? qnando deixarem do ser
    observadas as condicoes declaradas ou quando nao
    tiverem sido franqueados ate ao seu destino.
    A correspondencia relativa ao servico postal e a
    unica que nao esta sujeita a porte algum.
    Recife, 15 de maio e 1874.
    0 administrador,
    Affonso de Rego Barros.
    bi]bs:ribe
    0 caixa d.-sta companhia o Sr. Corbe-
    maiio d'Aquiuu Funsoca, aciia-se aulurisado
    pagar no sen escriptorio & ru do Vigario
    Thenorio n. 19, -las 10 horas ds 3 da tarde
    o 52 dividendo d'-sta companhia, Undo em
    30 de abril do corrente anno, ua proporcao
    dc 3.J000 por a police : previne-se aos Srs.
    accionistas que o pagamento sera" roalisado
    em moeda de cobre
    Escriptorio da companiiia do Beberibe,
    15 de maio de I8?4.
    0 secretario,
    Luiz Manoel Rodrigues Valenfa.
    ADMINISTRAQAO DOS CORREIOS DE PER-
    NAMBUCO, 17 BE MAIO DE 1874.
    Malas a expedlr-se
    Pelo vapor nacional Para, esta administracao
    expede malas para os ponos do norte, hoje 17.
    Recebem-se jornaes, impressos e cartas a regis-
    trar, ate i horas da tarde, cartas ordinarias ate 3
    boras, e estas ate 3 1)2, pagando porte dnplo.
    0 administrador,
    Affonso do Rego Barros.
    F RIKRISMI H IRITIMO aO P4R1
    Kmpresxa ponuciiHc de swtefarae a
    vapor enlrp Portugal e !!
    O vaPOK
    &\'\M\ WM/,
    Command ante < 'oat rate
    E* esprrado da Eu-
    ro|iaem IS do cor-
    rente, t depois da de-
    mora do costume 4>e-
    tro ote porto segni-
    ra para Bahia e Rio
    de Janeiro.
    Passagens e fretes de carga-, encommmd*- e
    valores, tratam-se com >
    AGBNT8S
    E. R. Rabello 48 Rua dVi Comrirei. i kg
    CtlUIMVIIlt RatMMIIIt
    DE
    MAVEliACAOA VAPOR
    rVrft do norte
    THUATRO
    .EMPREZA LIMA PENANTE
    Sob a direccAo do antnr
    JlL8\lVIKa
    Domingo 17 do corrente,
    \'m & 1| boras Representar-se-ha o importante drama em 4 ac
    1os original brasileiro do Exm. conselheirti Alen-
    car :
    < omman.-t.intc CarlooGoaaea
    E' esperade dosportosdo ulaie o dia Ifido
    rente e seguira para os do none d<-pois da o-
    mora do "ostume.
    Para carga. encommendas, valores e pa-at i
    trata-se no escriptorio.
    7-RUA DTi V|<;aMO-7
    IVriira Viaim ('.
    Libras eslerlinas
    Vendem Pereira Carneiro
    & C.
    _______Rua do Commercio n. 6.
    PARA L!A
    Deve seguir em poucos dias a r-cnn pbrui-
    gueza Aguia ; para a carga qne the falta. traia- -
    com E. R. Rabello & C. 1 rua do C-minercio t.
    48
    K-
    MAI
    Seguindo-se a repre entacio
    dida scena conuea :
    da muilo appbu-
    FERRO E FOGO
    pelo actor Penante.
    Terminara o espeetaculo com a exhibicao da co-
    meJia era 1 acto :
    0 caixciro da tavern;!.
    As 5 l|2 horas da tarde.
    Rio de Janeiro
    pretende cional Isabel, tem pklte de reu carregamento *c-
    gajado ; e para o retto qae I he falta, trau-se com
    o seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira Ara-
    vedo, rua do Bom Jesus n. 57._________________
    I lltm.ll UN REI\M
    COMPiSHIi FRiSCEZA HE SA\
    CACAO A VAPOR
    LIXHa ME.NS.tL ENTRE 0
    Havre, Lisbon, Pern it at
    Janeiro, (Sanlos,
    ta | Montevideo, Bag a on Aitsaa,
    (eom haldracaii para oRoasirtoi
    STKAMEH
    w\x\. x*\ \\\\\\\
    Couamstadante. P. Robert.
    E* rsperado da
    ropa ate 24 A c -
    rente, seguindo de-
    piisda demora pre'i-
    sa para os portos on
    sul de sua cscnla Mi
    o Rio da Praia.
    Helativamenie a freies encommendas e pa-a-
    goinw, trals-e com
    OS CO.NSIC.NATAIUWS
    AUGUSTO F. I> ul.l VKIRA 4 C.
    iRua doConmorrioEntrada pela *
    dit Torres.
    ,ca po.,a. entr* Bra*., e Companhia Fidelidade
    o iniiierio allemao. seguroH marttimosj e terrcstres
    Faco publico que se acha em execuvJo a eon- A agenda desta companhia toma segoros ma-
    vencao posUl celebrada entre o imperio do Brasil ritimos e terrestres, a premios raZDaveis, dando nos
    e o imperio allemio em 30 de setembro 8e 1873. oltimos o solo livre, e c setimo anno gralalto ao
    Este correio expedira malas pelos paqurtes segurado. "
    franceaes e britanieos para o corralo ambulante Feliciane Jose Gome*
    de Mete a Bingerbruck. Ageote.
    Astaxas dejMrteittov.euciaMdas paraos objec-' 51 Rti8 do Apollo 51
    San to Antonio
    KMPBKZA
    Qnarta-feira 20 de maio.
    mm nccssso !
    Primeira representaQao, nesta epocha, do appa-
    ratoso e importante drama maritimo em 1 prolo-
    go e 4 actus : .
    a-
    0 NAUFRAGIO
    DA
    FRAfiATA MEDl'ZA
    Grsades melhoramentos e reformas no pessoa],
    roupas, aiachinismo e raoviowntoda peca.
    Companhin lr nnvegtele a
    por bahiana. limitada
    Macei6, Peiiedo, >racajd e Bahia
    E* esperado dos porios
    d" pl ate o dia 23 do
    c rrente o vapor I>a>
    >t qua I sahira para
    portos a<*ima no dia se-
    guinte ao da su:. c -
    gada.
    Recebe-se carga, passageiros e diabeiro a fr e.
    Agentcs.
    AnU>oio-Luiz ue Oliveira Azevedo
    57- Rna do B^m Jesus57
    PIP 0 POKTO.
    Seguira brevemente a barca portogueta Alef i.
    por ter engajadaa miior pane do sea earrev-i-
    aenlo. Para o resto -1 pa?apeiros, rrata
    E. B. Rabello C. a rua do Commereio n
    ou cam n capitao.
    Msb;i P i'iilto
    Vai sahir eom brbvida-le & veleira barca LuU i-
    Reebe carga e passageiros: a traur com
    Livio Soa/est^roa 4a Torres a. ?U.
    L


    >... -
    f

    iiir-gafai
    5iario de PernambiicO Domingo 17 de Maio.de 1874.
    PARA I PftRTO.
    Sahira" com bre% iia'Ji f> palacbo portu
    guez Lidador, por t*r ounsi toji a cargi
    prompta ; para a quo Ihfi falta e passagei-
    ros, trata-se com E. U. Rabcllo & C. 4
    rua do Comrourcin n. 48.
    PARV
    0 brifUe portuguez Soberann segue para o in-
    dicado porto, tendo ja pane da carga engajada > e
    para o reslo quo the falta, trata-se com os consign
    natartos Amorim Irmao s 4 C, rua do Bom Jesus
    wmcro 3.
    Picilic Steam Navigation Coiiman\
    ROYAL MAIL STEAMER
    IXSYIANIA
    E pa ate oa 21 docor-
    renie, e depois da de-
    raora do costume, se-
    Sira para Babia, Bio
    Janeiro, Montevi-
    deo, Bnenos-Ayres, Valparaiso, Arica, Islav e
    Calao, par* code reoabera passageiros, encom-
    mendai a dinheiro a frete.
    tfao abjra antes 'das tres horas da tarde do dia
    da sua cheeada.
    Epera-se dosportos do sol art o dia 7#e jaaho,
    e seguira para Liverpool, 'tecar.do em Lisboa eBor-
    deos, para cade recebera passageiros, eatcommen-
    das, carga e dttbeiro a frete.
    >'. B..Nao sahira antes das tres heras da tar-
    de do dia da-sua chegada.
    OS AGENTES
    Wilson Howe A C.
    ttBUA DO COMMERCIO14
    Pan Rio-Gramlc do Sul
    Pretenrfe sahir brcvemente a patacho portuguez,
    MmrcM, por ter contratada grande pane da sua
    carga-; para o restante trau so-com E. R.'Rabel-
    io & a, a ma do' Commercio a. 18.
    mo getero de hegocio, ou para qaalquer outro marem o praco da transaccao,|pagando o premie
    mister. que deverem.
    Casa de penhores, a travessa da rna Du |iie de
    Grande e importante
    1 Caxias.
    '\
    T)E
    I
    tnov is, luucys, viiros, crvslflns, ouro. pra-
    ta, b:iili y.cmlase I ittpan-lao le ilmtn \A- TtiHr.A-i-LiH v i oo oiii;i..yii;
    as k 1 horas da m;iiiha
    No i. audar da rua do Vigario Thonortn
    n II.
    0 preposto do agente Pcstana far* Wild, por
    conta e risco de ,uem perlencei, do I mdbili* de
    jacaranda, a Lute XV, com tampos de pcata, I
    piano de jacaraada, I gaarda-roupa de jftaarello,
    1 guarda Jouca, 1 cama
    diversas duzu
    radores, com
    des, quartfaheiras", carleiras, aeCrettrias, mesas
    elasticas de 3 e 6 taboas, uma factura de miude
    as c fazendas, como sejam ; leque-, lencos, vol
    Us, arraejs de ouro e brithaate, dttrias de cerou 'cWade de Olinda, <\nz foi do faltecldo Joao Ma
    las, .papel araizade em caixas, coTtes de vestido*, ao*! Alves Gondim, lioie pertence a Antonio Jose
    ricas oadeias de plague pldtina, espelhos de -Saspar de Azevedo.
    WOaS irf.T.BQS
    Ao commercio.
    lima tifi.ua ItahiMi oc-->} -i ctintf*lii i
    es t t t.t? coinuierciaes, quer por parti-las dobra-
    dasou simples, garantindo toda p^rfeir.ao k promp-
    ttAio : quern de seus services se qn'eim utilisar,
    dirijase em carta l^chada com as intafaes S. J. S.
    a loja do Pa-so, rua do Crwpn n. 7 A.
    r'urtarawi da casa dos arcos nos M> medtos
    no d a It pxra 12 lo comnlH, Uma iiouxa de
    rou|ia tsT;./.*. a q^al coMiinha divi-rsas pecas pa''
    ra homtfT o seuliora, bem como loalhas, len^os.
    etc. As dflas peras tem a tnarca M. A. Garma-
    case
    . 1 cama de jacaranda ,paTa casal, *" Jf?" ,em. """ w \Z*
    ias de cadeiras nSsnt, diversos aPa-'raM-15 ( ?'la der noUca *"* a d*
    S tampos de pedra e sera dies, cabi-. 1|lfl. v^a <"-ifldo generosamente.
    iflAir^O ("irlit-a BA^PjilrMtAp m/iDMD 111*
    W publico.
    K reilnacao sita na rua de S. Sehasrfto n. 18,
    toSo, chapeos de diversas qnahdades, pares de
    quaitinbas hamburgaezas, pe?M de franja* de sw-
    da, grozas de botoes para caljas, pecas de tranja
    de godao, e muilos eutros dbjectos qua esiaraa
    pdtentes no acto do failio
    Terca-feira 149 4.o carrente
    A'S II HORAS -DA MANBA
    ______ no rdferido primeiro andar.
    LEILOES.
    BE
    -^6 balas 4etpapel de mbrulho, "eom ava-
    ria d'agua-salgada
    SEGUNDA-FEIRA U DO CORRENTE
    as 11 horas
    0 agente'Pinto fara Jeilaa, comaotorisacio do
    ' Sr. consul deFranca, em-presenca deseu chan-
    celler, e por- conta e riseo 36 balas de papel de -embixilho, marca S A, ava-
    das d'agua do mar, a bordo da barca franceza
    " Sanfo Hmrti o leilio-sera effectuado^no dia e flo-
    ra acima mencionados, no porta da irapicne Coo
    ceicao.
    Segusdo e
    ultimo leilao
    sobrado -eom freflte de azulejo, Ho i raa
    de S.-tlorge n. 17.
    Qua-rfea-feira 20 do corrente
    A's 11 horas da madha
    No so^ndo da raa do Marqoez de Olinda
    n. 37,, primeiro an Jar.
    1 Escriptorio do ageate 'Bias,
    ^e, "coanpetenteineete autorisado, -4evara a leilio,
    o dia bora acima designados, o rWerido sobra-
    do con os segtuales commodos:
    Buas salas/3 ncrtos, sotio com janellas pant
    as duas frentes #!oja com 3 salas, quintal nra-
    Tado e plantado, c<:iinba, o portao deita panto
    lado -do nascenle, tem uoaa freafe levantada e
    sufBcioiite eseacu^para ser aW levantada uma casa.
    Os Srs. prelendantes podem desde ja examioar
    a aasa, e para qualquer esdareeimento, no es~
    ciiptorio do ageote, onde (era kigar o referide
    Mfit.
    Olinda, IC da areto de 1874.
    ATTENGR
    Deseia-se, TdlUr ao Sr. Joao 'da Silveira, para
    quern ha uma "carta vinda do Rio de Janeiro : na
    loja n. -it, da'rua do Marqjo7.de Olinda.
    Bom negocio.
    Vende--se ou arren/a-se o grandc predk)
    de urn andar e sotao, -sito na rua do Bpo
    Sardinia, proximo daigreja da Mi9ericordia,
    na citlf.de de Olinda, 'tendo duas boas sains
    de freifte, um salao 'ao sotao, sets qusrtus
    espaccsos e frescos, qumiel todo cecoado de novo, ecem ihver-
    sus arvoredos, own boa fonle d'agua, e
    t'>ndo gaz canattsado. Achando-so prfpara-
    do-com todus os'moveis iiniespensa-vcis a
    Bma grande fawiftta, serf assioa vendtdo ou
    s-.ra os raoveis : a'tratar nesta typographia-
    ou aa rua da Unieen. 49, sobrado,-atraz do
    ipa^o da assemblea.____________^___
    Esw coziakeira
    :80#000
    Precisa*se com vngenxm
    \xie umvaiiperita cozirikeira ^compradeira para casa de
    uma pequena familia-, pa-
    raia5aorgoneroseperten?asda tavernad* gando-Se A quaatia ^tcima ::
    m Imperial n..tI5. 'a ,_
    quarta-feira 20 do^grrente. I [a trat*r pateo do rarauso
    LEILAO
    0 agente Martins fara leaHa. eam autorisacao^|
    da taverna aoinia, em lotes, a voctade dos com- H.
    pradores.
    Principtando as 11 horas em oonto._______
    ^as casas teireas
    i 'ma a rua Velha n. 102, -com as seguintes commo-
    didades : 2 salas, i quartos grandes, cozinha,
    sotao, ouintal plantado e cacimba.
    Outra na mesma rua n.-3i, com salas, 3 quartos.
    cozinha f,Sra, quintal, cacimba e 1 quarto, estio
    livrese desembaracadas de qualquer onus.
    SEGKNBA-FEIRA i!8 DO CORRENTE
    Ac mm dia
    No escriptorio & rua do Rom Jesus, n 53,
    primeiro andar
    0 agarrte Pinho Barges vendera as casas acima
    por conta e risco de auem pertonoer.
    Qualqaer esclaredmento relativo adits casas
    o mesmo agente esta autorisado a dar.-Os Srs. pre-
    tendenes pederao CHwilnar._________
    28, r 2. andares.
    iLeilao
    loffm
    >'ao aeja>vf lhca por uma qnaatta Uo diaaimv
    ta, quean nao p*nte pagar chsmpague, nao oflEaveea.
    A soaabca da Paraense.
    DE D. Ol>atpin a*- AllDqorqu> n
    dous bilhares -esuas pertencas,-quadros, mesas,' _____ iere*ri .
    com;pedra, t grande mesa-de ferradura, 1 guar-- an Alfonso de Albuquerque Martins
    da-louca, 1- relogio de parede, moehos e man-j| Br^jl ;^**re'ra **" 'irmao, tios e primc3
    objectos da sala de bilhar da rua de Santoi; P^E9M|II canvidam aos seus parentes ami -
    Amaro n. J2.
    Em lotes, a vontade dos -ocmpradores
    QUARTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
    Por intorvencao do agente Pinto
    Na referida casa da rua de Santo Amaro.
    0 leilao principiard is tD. 1[2 boras.
    Leilas
    DE
    uma grande casa terrea e sotao, 4 rua do
    Rangel .n. 46. (em ch5o proprio), com
    duas frentes, eslil kvre e desombaracada
    de todo equalquer onus
    SI-GUSiDA.FEIRA.W DO CORRE.NTE
    Ao lueio dia
    No escriptorio a* rua do Rom Je6us a. 53,
    primeiro andar
    0 ageate >PiBho Borges -vendera a casa acima
    inencionada, por -conta e risco de quern pertencer.
    Os pretendeniei podem desde ja examinar a re-
    ferida casa.
    w
    moveis^krtKjas e ccristaes
    L'ma mobilia de jacaranda, om tampos de pe-
    dra, 1 dita de faia, 1 mesa elastica, 1 guarda-ves--!
    tido, i guarda-roupa e 1 commoda, tudo de ama-
    rello, e motto bem acabado, 1 UvaKrio, com pe-
    dra e espelho, I commoda de tnqgno, 1 cama fran-1r icerem.
    ceza para casal, 12 cadeiras proprias para sala d.
    jantar, 1 excelksote toilette de mogno, 2 marque-
    zas usadas, 1 jego de malas, i ataelho, 2 pares
    de laoternas, diwersos quadros com ricas gravn-
    ras, 1 machina para cottura, diversas cadeiras de
    jacaranda, 1 cadeiu>. privada, 1 par de cadeiras de
    balanco, 1 lavatorio e uma porcao de papel de
    embrawo
    go?, para assisttreoi diversas mis-
    sac, que tem.de recar-se pelaalma
    de sua sempM chorada irraa, so-
    hninha e prime, Olympia de A!bu-
    auerque Martins ^ereira, |>ela 1 horas da mmhl
    o dia 19 do oorrente, ao aonvento da Gloria ;
    ;' desde ja -confesiam-se eternamente gcatos.
    r i nr a^p ----------r
    tr D. AHtonia Uabel do 'Joule, Francisco Hodri-
    5 guesdM Santos e Claudtno Rodegues dos San-
    It to*, iraaa e filbos do falleoido Joeo Bodrigues doe
    i Santos, eoavidam a todo.s os seue aaaigos o do fal
    j lecido Joee iBodcigues que quiierem aesistir a mis-
    I sa do seiimo di?, :nandxda oeiebaar por oil* 04
    igreja de Ceberibe, quaru-faira 40 do correate,
    as 7 hora da manka, e na % dada celebrar pelos fllhot do finado, e desde ja
    se confessam ^ratos a todo* aqaelres que compa-1
    Jiac caixa com 100 duzias de sapatos de
    . cbarlote, cum-sallos e em saltos,.para
    homens e senboras, e sapatos de casemi-
    ra.preta e de oaarroquim
    \ SfitL'NDA-FEIRA 18, DO CORRENTE
    A's 11 horas
    No eweriptorio d rua do Bom Jesus n.53,
    primeiro andar,
    0 MNte Pinho Borges levara a leilao os sapa-
    tos aci/aa mencionados, por conta a risco de quern
    pertencw.
    Pel* jM*epoito do ageoto le-
    tai
    Leilao
    DE
    raoreia de casa de familia e de escriptorio, e urn
    presepe
    C0NSTANDO DE :
    ir. piano, 1 mabilh de jacaranda, jarros para
    tlores, 1 magnifies lavatorio de jacaranda para
    duas pessoas, com jtedra e deposito para agoa, i
    cama franceza de jacaranda, 1 guarda-vestido, 2
    marquezdee e 1 commoda.
    Dous aparadores de armario, cadeiras, mar-
    quezas, sous, mesas, e muilos outros objeotos de
    casa de familia.
    f ERCA-FEIRA i9 DO CORRENTE
    ' A lo 113 horas.
    No segundo andar do sobrado da rua do
    Bom /losnsu. 43.
    O agente Pinto fara Jeilao, por conta e ordem
    de uma familia que mud vj de residencia, dos mo-
    veise mais objectos acima menejonados, exi-i-n-
    tes no segundo andar do mbradn da rua do Bom
    Jesus c. 43.
    Em oontinua^ao v.ndera o mesmo ageole 4 le
    iras no valor de 1:309*000.
    Quintarfeira 21 do-eorrente
    0 agaate Oias, competentemeaie autorisado, fae
    ra leilao, por conta risco de tuna pe-ssoa que se
    retira deca proviuria, dos moven a mais objectos
    relaciooados, os quaes serao transportados para o
    armazem da rua da Bom Jesus (auliga rua da
    Cruz n. JS8)
    A's 11 horas em ponto.
    aocorrer do marteUo
    AgenteJPestima
    LEILAO
    DE
    fazeidas arariadas
    QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
    is 10 1|2 horas em ponto
    Por iotarvencao do agente Pinto
    RUA DO BOM JESUS N. 43.
    Pede-se aoa -firs. Joao fiEanando Peretti
    Marianno do 'Espirito Santo, e seus herdeiros ou
    successores .no aforcmento de terras nos alagiidos
    de Santo Amaro das Salinas deata cidade, que se
    jiirvam eaieBderac com o Sr. .eqgenheiro. ManoeJ
    uUeurenco de Jrtattos, ( o qua) ovdinarjaaiente se
    encontra as 0 boras da manha .dos dias uteis no
    armazem da raa da iaperadar n. 51) alin: de que
    a vista dos limlos do ditos aferanaentos, seja le-
    vantada a piaota dos terrenos de Santo Amaro,
    part, poderecn ser descriptas ao in-veniario, a que
    so esta sroeedeado pelc fallecimento do major Jose
    Joaq.iim do Bego Barras.
    A mp it emmmk
    0$ abaixo aseienades declarant ao iiUu8tre do coiamercio e a quern inierestar .posaa, que or-
    i'auisaram uma saciedade no armazem e oUciua
    de moveis ns. 28 33, aofe a lirma de Bodrifaes
    * Lopes, cuja sociedade.teve priaeipio am 28 de
    aovempfo do anno proximo findo.
    iRecife, 13 de maio de A S7i.
    Franeaco Rodngues dt-Silva.
    litrinetiegildo da Silva .types.
    Leilao
    LEILAO
    DOS
    raoveii, Io\)f;8. Armae,ao dos quartos, can-
    dieiros e mais pertencas do extincto ho-
    tel que foi denominado de F.ondres
    Terca-ieira 19 do corrente
    ds 10 1[2 horas da manha
    Na sobrado da rua do Commercio n. 7.
    0 ageote Dias, competentemenu autorisado, le
    vara a leilao, no dia e bora acima designados, os
    moreis e tod as as m3is pertencas acima mencio-
    oados.
    Do .sobrado e sitio.que foi da fallecida D.
    Flnrinda, e em .que morou o Sr. Albu-
    querque, com 1^000 palmos de frente c
    ;i,000 de fundo, .em frente do qual pas-
    5ara breve os trilfaos da linha dos bonds
    QUINTA-FEIBA 21 DO CORRENTE
    as 11 horas da manha.
    Por intervencao do agente fijnto.
    ftiia .do Until Jesus n. i>.
    LEILAO
    DOS
    generos, armacao emais uteoailios da tayer-
    naeila d rua Imperial u. 153
    QUINTA-TEIRA 21 DO CORRENTE
    impreterivelmente
    as 11 laora em ponto
    .Fugio no dia 3 do corrente uma preta de
    | nosne Luiza, crioula, bem ,prcta e bem parecida,
    ; alia, xepresenta ter 32 annos de idade, wa sida
    | vista iu Capunga e na Recife, e que tomau o ca-
    i minh,: de Cacanga, consta que foi seduzida por um
    : pard escravo, morad, r ao Recife : roga-sea po-
    | licia e .capilaes de campo a sua apprehensao, e re-
    mette-ta para e Recife, a casa a. 1 da rua da Ca-
    [ deia-v Ama e eriado.
    Xa rna do Cocredor do Bkpo n. 17, preeisa-se
    i.de uma ama e de um eriado para man dados.
    PREDILECIA
    X' rua do C'si tMipa n. I A.
    th proprielarios da Predilecta, no Intnito di
    ^nservar o bom ronceito quo tCeiu mere'id'. d<
    m^t- ita-.v] pi-!)!!.-.,, distine iin '.o < wsa etlaboleci
    tii. "itr ilo m is quo t.. goccS' no mcMno gen-'re
    flCi sf.ip-.'.inoa, ao' sens'>.>n. fr-tjiif-xcs quo pit-
    i iiiratu '-,.hj p.,rrcsp',r ;.*nt"> n* ill versa p*i
    c.s d"!-.r)ii jia,a \bri cavlaieiii por lodue osp*
    juetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
    jam mais bem aceitos pelas sociedades elegante!
    Haqnelles paiaes, visto aproximar e o tempo d
    festa, em que i, hello sexo desla linda venen.
    mais ostenia a riqueza de suas toilleltes ; ,e cc
    mo ja recebessem pels paquele (taucez diverso
    irtigos da ultima mode, veem patentear algtuu
    d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
    esperando do respeiuvel publico a costumada
    concurrencia.
    Aderacos de tartaruga os mais lindos que teem
    vindo ao mercado.
    Albuos com ricas oapas de madreperola e d*
    velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pra-
    os
    Aderecos completes de borracha pfTfrtn par*
    icto, tanmem se veadem meios aderecos murto bc-
    Qt0S.
    BotSes de setim -preto e de cores para oraato dt
    veslidos de sedhora ; tambem tem para collete
    pandt
    Brjteas para ronhoras, extste um bello 3rtimen-
    8e eda, de palha, de chagrim, Uta^ c, por
    barato preco.
    Bonecas de todos os tamanbes, tanto de louca
    csmo de cda, de borracha e 4e massa ; chama-
    mos a atteuySo das Exmas. 9ras. para este artigo,
    pois as vects tornam-se as cnaacas'uin pouco im-
    pertinentes por falu de a objecta que as en-
    tretenham.
    Oamisas de linho liaas a com .paitos bordados
    para homem, vendem-se per preco -commodo.
    Cerouiai de linho e de adgodocyde di versos pre-
    cos.
    Caitinhas com music a, o que-ba de mais liado,
    com 'iisticos nas tampas-e prsprios para presee-
    ta
    Coques os mais nodernos-e de diversos feme
    tos.
    U'aapeos para seafhopa. Recebwam um sortiaaentc
    da ultima moda, larfto para-senhora, como pars:
    aisninas.
    Oapellas simples -e c-orr. veo ipara ooivas.
    Calcas bordadas ^para mentnas.
    Entremeios es>tampados e bordados, dto lindci
    *sflnhos.
    Escovas eteotrioas para dentes, tem a proprro
    4ade de evitar a oarie dos'Centes.
    Pranjas de seda pretas-e de cores, existe tUD
    B-ande sorttmeuto de divercas larguias e 'baratc
    pre^o.
    Pitas de -saria. g^rgnran. de setim edecba-
    alne, de drverMA largoras e boaitas cores.
    Fachas de goegurao mnito lindas.
    Fl. rms wtifiniaes. A: Predilecta |>rima -em ron-
    srrar sewpream hello e grande sortmemo des-
    as flores, nao *6 para* enfeite dos cJ>ellos, como
    tambem para ornato dc vestido de aoivas.
    (aides de algodao, de 14 e de seda, bramises, pre-
    tos e de diversas cores.
    Gravatas de -seda para homem e senhorts.
    Lacos de cambraia c de seda da diversas cores
    para soanora.
    Ligasde seda de cores e branoas bordadas para
    noiva.
    Livros para ouvir-rissa, com capasde -madre-
    perola, roarftm, 6s'o- velludo, tudo qnc-aa do
    bom.
    Pentes detutrtaroga e marfim para altsar os ca-
    bellos ; teem tambem para tirar caspas.
    Port bouquet. I'm bello sortimyato de madre-
    perola, marfim, dsso e dourados por bar-aso preco.
    Permouniae. Neste artigo esta a Predikecu bem
    provide. Bio so -em extractos, como am oleos *
    banhas dos roelhores odores, dos mais afamados
    fabricanies, iLoubin, Piver, Saciedade ygieniea,
    Coudray, 'Gosael e Rinel ; sao mdispeasaveis para
    a festa.
    Saias boTdadas -para senbora, por -commodo
    preco.
    Sapatinhoe-de Ja e de setim bordadocpara bap-
    usados.
    Tapetes.'Reoebeu a Predilecta um bonito sopti-
    mento de diversos tamanhos, Unto twra sofa co-
    mo para entrada de salas.
    Veatiaaentas para, baptisado- o que ha de melhor
    gosto e 06nail moderao s reeebeu a .pwdilecu
    de or'arjto preea, para ocar ao j lea nee .
    .-nalqner botee.
    Rua -do Cabuga n. 1
    O vtortiinio a quo todos souths igualmente
    sujeitos, e a pedra de toque por oode se provam
    ainda algons -sentimemos de huaiaaidade ; possa
    cada um deaos attingir mais ou taenos ao senti
    do destas palavras e c coracio vrdadek-ameD
    to bem tornado -so e aquelle que h iternisando
    se compensa ipor mutuas seDsasdes, quando in-
    duz a restituir um achado que muita *ez pertence
    por a'.i a algum pobre, e bom pai de familia, snb
    -trahiudolhe asaim as. amargaras; dirigido pela
    (renca seja mais .um grito -talvez desses softos em
    vao. Nestes termes -vem o annunoiartle rogar a
    uuem pode apanhar hontem, 15 do corrente,
    uma nota de qu'nbentos mil reis. que Ihe cahio
    da bolso na rua da Imperat riz ate aloja de ci-
    garros Bazar Aeademico, HJM' se algum sentimen-
    to de caridade o ara'ma queina restituir essa quan-
    tia ao sen dono, para o use c levera aaaunciar, on
    dirigir-se ao sobrado n. 28, contiguo aojardim da
    ordem terceira do Carmo, que tera abi boas alvi-
    earas por entre um abraco do eterno reconheci-
    rnenlo______________________
    AgradeeinK^nto.
    0 abaixo assignado vem fazer ralioeo o seu
    agradeeimento a todas as pessoas- que o ajndaram
    e aeeitaram bilhetes para sen 'beueficio ooPbenix
    f)r:iinaHico no dia 9 do correate, com especjalida-
    de ao seu digno coltega Rodoipbo llamede do
    Amaral, que tao geoerosameute se prt rantir a qeantia de 44j( para consegnir a jeili-
    sa^ao dOiffiesmo beneficio.
    Jose Maria Accioli.
    Devedores.
    Os proprielarios da Confailavia do Crimp t a
    rua do Impirador n. 24, pede'm aos scusdevedMfe*
    que tem sido remissos, o favor de vlrcm pag.trs us
    iiebitos aleo dia 8 de abril proximo viadowni
    avisara aos mesmos qne se *ttj aquella data ado e e
    'Jverrm allns. fiia.jt^ noun-, nc-t j".*i.t<
    sem 'ii>ti!n-i;io .ie .-so^ ;-.lmii-,.
    PIANOS.
    Acahtut d- chijiar nmit.
    elegantes modrthtf, do? n
    nlurid'is labriranle!; c i -
    l..n-L II. iin Ran i* \ '
    ' rai /. .'. -: Jo 11. :: I I
    :i> piaDM fortr-s e de
    r -.ta' ^i- e Id'HI c-
    i^ii, Alpaoa-e B
    : i>.' Vi
    -. u'rfa N
    . i"
    I
    V. iiiHu
    i&

    ^

    r-.
    |-...:h
    ix aa
    . .i'

    . ; .
    1 I
    1- '
    :. -,
    i I
    ft-
    r
    i n in forks -
    :r.. *alr1M ega-
    i-.-Ihia do Mai qiiez de Olinda -24
    Bvquina do beeco largo
    Partkipa a seus tnguezes e amigos que mudcu
    o seu estabelecimento du relojoero para a mesma
    rna 7i. 24, onde encontrarao um grande sortimento
    derelogios de parede, americanos, e cima de me-
    sa, dos melhores gostos e qualidad's, relogios de
    algfceira, de todas as qualida' es, patente snisso,
    deonro e prata dourada, foleado (plaquel), relo
    -gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
    'fabricantes, cadeia de ouro, plaqnet e prata, lunet.-.s
    detod's as qualidades, tudo por precos mnito ba-
    ratos.
    LOJA DO PASSO
    Cordeiro Sinioes k ('..
    Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
    Riqaissimos cortes de gorgnrao de seda lisos e
    com listras achamalotadas.
    'Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
    te, o necessario para seu enfeite, como seja :
    franjas, trancas, botoes, fivellas, etc.
    Rtqnissimos chapeos para senhora, ultima moda,
    a ma Primeiro de Marco n. 7 A. ________
    Arrcnda-se oengenho, Saltinho da frc-
    guezia de Una, moente e corrente. Dito
    eogenho e bom d'agua, dtsta duas leguas dos
    portos de Tamandare e Rio Form'"so, e tem
    terras para safrejar 1,600 a 2,000 pies
    onnuaes: a tratar no mesmo engenho com
    o consenhor Henrique Augtrsto Milet, ou no
    'Recife com Leal & Irmao, rua do Marquez
    de Olinda n. oO.
    Escravo fugido
    Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
    rente, do eogenho Serigi, comarca de Goyanua, o
    seravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
    tendo os signaes seguintes: cd>ra, idade de 30
    annos pouco mais ou menos, boa figura, nm tanto
    gTosso e espadaudo, sendo o signal mais visivei 1
    igomma na junta do pe esquerdo : rogase a todos
    as autoridades e capitaes de campo, querram ap-
    -prenender dito escravo e leval-o ao rcferido enge-
    nho, ou nesta praca a Olivetra Filbos a C, largo
    do Corpo Santo a. 19, qi>e erao gencrosamente
    reeompensados.
    !:r
    j..!-'::. ra.-. .,. > -
    , l...|.) i-1 i "i:
    !"vcs. enmak |.i.>,>iio-
    WBetet de ncrri.'.
    .\u ariuazviii I. \apor Fr..nn t. pia do liara-i
    Ja Victoria n. 7. ontr".M N a,
    Perfumarias.
    Flaw eaaTsjclaa, lianlus, siewt. apiata e pos dea-
    Irilicp, agua da 11--r dc larao|a, asna de tntlete,
    Jivjna, dorida, lavaaaV, |h ii .-.'r / *IkbH<,
    rrosmelicos, muito ..rl p 11<< p-rfMna-
    ria para present's rro ira-ris '. >\;.-.n-ios, raixi-
    nhas sorti las e g.irr-(as d : ddkrlei umsohos
    d'agua de I'.of.^'ne, mli J. ptiavnra qoabdade
    dos bem c<>nlieci.|.>s Maicaahj l'iv.r e 0>odray,
    No armazem do fanf Krai rn. it i ja d j Bari >
    da Victoria, oiitr'nra Nua i>. 7.
    Quinouilhr.rias.
    .irtigos lc tlaalVrenles f^mmimm c*
    phantnxlaai.
    Espelh-s, leques, In .'as, j i'wo le^onrinhas^
    canivetes, raixinhas de c.jstura, alhuns qaadr-*^
    e caixinh.is para r.-trat"-, t>l-ifii.- le reitaj
    ditalde conr<\ e cesiinlir.s para bracos de meoiava,
    chicotes, Ix-rigalas, ocul". |"-n. in> z. prntfira* par 4
    charntns cagamH, escovas, i .;n:c-. eafl drkssba ^
    madreperola, tapeie paia laritrrna*. iraas, Mr ,-..
    Je viagens, venesiauas par* jaacifan, eaawir ^r,.
    pos, lauternas m.-.gira-.f(# raatas, i (Of da gl riS.
    dedamas.de bngitel!-. foadr-i pals* j^,
    globes de papel p:.r.t illnmiK..;". feiacwv s *V
    fazer cafe, espanadure* a>pala<. rraltja? d Vc;-.
    accordaos, carrinhos, e l-r<; pan criar 1-l,i -
    outras muitas quim|iii!liarias.
    Brinquedo.s para montf jos.
    A niaior variedade fssa pad" p r de to
    dos os brinqtiedu? fatuirados da Europa, para nMreMawr.' da- 'i; ;(J. .^
    a precos i:..tis roMiu.iJos qn i ';' ii ar
    mazem do Vapor Kranctz, rn* d l';>ri fa vy.
    Boria ontr'ora Nova n. 7.
    Calcado franc n
    A9S
    Botinas para honiem
    Acabam de cherar grandes ja-turrs de bntjaa*
    de bczerro, de crdava... .^ pelira. de doraaaii
    com biqueira. de bfzerro cor n ^r^, e tom Mfci>.
    zesa 9^000 (a escolher) f m ,,r vindfl fnrAr.
    quantidade por conU e .r)jrm dos fahrican:~-
    ao armazem do Vapor Yr ,,r,rf7 ,., do atrio ^
    Victoria (outr'ora Nova) a. 7.
    Para 9 en horn
    BOTINAS prelas, bran* P de r,.ref! iifiereek
    hsas, enVif ,|as ii..rdada>.
    SAPATIXHOS de |di- .ntasia pr-m sate, tmmtm
    rdweaV rdrwdiWirta*.' Imdadii
    SAPATOS d tat'l*3 cbarlot, raster e de fill.
    Par i mrninaia.
    BOTINAS pretas,b' anc;.s e AatdMa d.fTereal*".
    Ksas.er.ifi jiadi a t>rdds.
    ABOTINADOSdf) diversas qualsdadt-s,
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    r ura weninns,
    BOTINAS de'jezerro, lustre e de rordaao,
    >B0TIXADO3 e sapalocs, de bezerro. de dever;a
    fuMadas.
    SAPATOS c traoca.
    Botas de montaria.
    Rotas a Napoleao
    meias |emeiras para
    para oteninos.
    No armazem do Vapor France7. a ru? do Barao
    da Victoria n. 7.
    ea Guilherme, pen. homens, c meias perneira
    PENHORES
    Na travessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de.ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    oompra-se os mes-
    ; mos metaesepedras.
    Respondo
    <;o iprotesto da Sr. Dr. Bozendo Cesar, ou Lucio
    de-Goes que nao existe leltra algumade seu acei-
    te, .a favor de Joaquim Jose Ramos e descontada
    pe.'o fliesmj, pelo que n5o deve ter receio de pa-
    gar o .que nao deve : e V. S. deve 1:088*038, como da conta corrente que lbe re-
    , metti pela barcaea Vniao-do Brattl, e desejo que
    ] o pagaraent> dessg saldo nao liquc para safras
    I vindi uras.
    Recife, d5 de malo d? I>874.
    Como procurador de Joaquim Jose Ramos,
    i_____________________Joaquim Francisco Bastosl
    Precisa-se de um caixeiro que tenl.a pra*
    tica de mQlhados, desses roesmos arrumados que
    querem passar a socio e com pouco tempo fiear
    com a caaa, por seu douo se querer retirar' por
    doente : largo de S. Pedro n. 14.
    0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes que e caixeiro
    0 pfposto do ajjeiite Pestana fara leilao por a rna Duque de fiaxias, e eonvidado pela segunda
    conta e rid> de -\netn ,porieneer, da armacao, ge- vet a vir a confeitaria do Compos tratar de neeo-
    Beros e mais utensibos da laverua sita a rua On- cio de mutuo intereste, visto que nao se sabe sua
    penal o. 53, eiii um ou mais lotes, a vontade dos residencia domestics'.
    compradores. .i-----------------------------._____________
    0 mesmo preposto /a/ ver aos Srs. pretendentes,
    que sent duvida nenliuma effecluara o leili.> no
    dia 21 do corrente, poij ja se acba em sua m:. -. a
    cbave da mesma taverna.
    QUINTA-FEIRA 21 DO COBRENTE
    as li hnruw.
    ,1008000,
    LEILAO
    DE
    Precisa-se da quantia de 3004000 a juros razoa-
    veis, o para ser Indemnisada durante o periodo de
    3 mazes e a razao de 100* mensalmente. Quem
    quizer fazer este negocio deixe carta fechada nes-
    ta typographia com as iniciaes A. T., declarando
    , sua moradia aCm de ser procurado, e nesta oe-
    eanaa aer-lheha expHcada a especie da iransac-
    ;ao.__________ ______
    Aluga-se uma oasa, sita a rua Augusta : a
    Iratar^coiff Tasso Irroaos & C.
    Rogase ao Sr. Joaquim Pereira Ramo=, que
    GOlaSbLTiBW
    Medico cirwgico
    0 Dr. Jose Eebx da Cunba Menezes da consut-
    tas todos os dias das 9 boras da manha as 4 da
    tarde. temporaciamente, na pharmaeia dos Srs.
    bartholomeu a C, dessa bora em diaate aclia-se
    sempre prompto.para qualquer chamado, em ca
    sa de aua residencia a rua da Princeza Isabel n.
    .4, junto a estacao dos trilhos de Olinda.
    Das "7 as 9 da manha da consulta todas es dias
    em sua casa gratis aos pobres.
    ESPSOALmADES
    Molestiai syphilitieafi, viadigestiva e fabres.
    -j- 0 abaixo assignado, nroseguindo, ua fregue-
    zia de Santa Antouio, aesta cidade, ao lanca-
    merrto dos impostos gerae,' a saber: pessoal, ia-
    dustrias e prulissoes, e decima das corporacoee
    de mSo morta, tm de percorrer as seguintes ruas:
    BarSo da Victoris, S. Francisco, Bella, Florentine,
    Santa Isabel, larga do Rosario,, Larangeiras e iar-|
    So do Paraizo ; e faz sciente que, de conformida-1
    e eom o respeclivo regulamento, lbe devem ser
    apresentados os contratos e recibos, para que em
    vista dos roesmos pe possa fixar o imposto, j
    com que os loeaiario* e inouilines dos predios,
    sitos nas meueionadas ruas, teem de .contribuir no
    exercicio de 1874 a |873.
    Recebedoria de Pernambuco, IS de maio de
    1874.
    0 lancador,
    Manoel Josi Soared de Avellar.
    Pecia-se de
    rna Dnreiia n. 10.
    batedores : na refinacao da
    0 leilao annunciado para o dia 15 do corrente.
    deixou de ter lugar a pedido de alguns muluarios, teuha a oondade de cotr.pareeer a rua de"Ma'rc'iito
    Ilicando de novo marcado o dia 2 de janho pro- Dias n. 40, das 6" a* 9 boras da manha, ou a se-
    iimo. cretaria da santa c'^sa c!e miseocordia, a aepoco
    FicarSo isento-' do leiU3 as cautelas ^ue refor- de seu interease
    <
    iiuyiiii
    Os abaixo assignados declaram ao publico e com
    especialidade ao commercio desta praca que com
    praram ao Sr. Jose Antonio Ribeiro a taverna
    sita a rua da Imperalriz n. 22, livre e desemba-
    racada de todo e qualquer onus ; portanto, se al
    guem se julgar com direito a mesma, apresente-
    se no pr. zo de tres dias, a con!ar da data deste,
    findo os quaes nao se responsabilisam in.r cnuza
    alguma.
    Recife, 16 de maio de 1871.
    Manoel Lopes Alheiro.
    ________________Joaquim Lopes Cancella.
    Engenho
    Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
    vince de Alagoas, comarca do Porto Calvp, a
    manos de uma Jegoa disUnte do porto de mar do
    Gamella, teoo oxcellentes terras, matas, e safreja
    regularmente 4,C00 paes : a tratar na rua do Vi-
    jano n. 31.___________
    Aluga-se a sala e alcova da frente do ter-
    celro .andar do sobrado n. 70, a rua Duque de La-
    xias : a tratar aa -loja.
    *#* ***-* *
    S C0OLTII0 *
    i MEDICO-CIRIJRGICO %
    m oo 5
    S Dr. Ifedro d'Alliayde L. Moscoso \
    PARTEIRO E OPERADOR
    VUaiA do ViNCondede 4Ibtiqucr-flf
    m que n. X
    ESPECIALIDADE g
    W. MaleautJas de seadboras e ?
    AC meiiiiioK, W
    K. Coosultas das 7 as 10 horas da ma- 2
    W. nha, todos os dias. 1$
    m Das 6 as 8 da soite, nas seguneas, quar- Mk
    ffi tas e sextas-feiras. 2
    Wt Os doentesque mandarem os seua cha- 0
    ML mados por escripto at 10 horas da ma- A%
    E eha serao visilados em suas casas.
    nmm
    Obras completas do padre
    Francisco Ferreira Bar-
    reto.
    Vao finalmente ser publicadas ns obras coir,
    pletas fprosa e fcrao] desie granle escript nambucano. cu.a repotacao litter.tria nao se ear-
    eumscreve somente a sua patria.
    A illnstre .issemMca provineial. conhec^nc
    quanto vai de gloria para Pernambuco, na paid
    cacao dos variados e imporUntes escripto* o> iT.
    notavei homem de l:ttras, arala de votar o --al-
    sidio de2:f00i000 :ara a referida pnblicacao, c
    que constuue uma prova Jo acrysolado patriot
    mo dos dignos legislador^s pernambuon a
    0 Exm. Sr. commendador Henrique Pen ira A
    Lucena, mui dignc presidente d-u pMttaaja,
    sempre solicitc em elevar a terra qoe a ri. aa
    cer, cheio de patriotimo e amor as leltras, eaape-
    nhon-se dignamente ne< pnblicacao, da qua
    encairegou os Srs. Carlos Edaardo lliiiikrt C,
    proprieUrios la_typographia Mercantil
    Os editores nao tendo em vista a ganancia e >
    interesse, esim apre :ntarem uma edicao crres-
    pondentc a importan -i? do texfc>, e ao alcaare d->
    maicr numero, resol-eram publicar as obras 6i
    padre Barreto em I volumes de 300 paginal, t
    j com o retralo do auiir, pelo ^otmacJu preco dv
    5*t)00 cada exemp^r. pagos na enlrega do pr-
    meiro volume, para assignantes, e 8*000 para
    que o nao forem
    Nao podendo o? editores pelo esta.to precario d*
    nosso commercio < industria, e mefiM> pelo poor-
    rccurso pecunario df qnedi-pdetn, empaur arar
    de capital, deliberaram imprimir nm numero I
    mitado de exemplar^- o estrietamente aeceasari i
    para cobrir as dei-peras o qoe servira de aa as pessoas que quiz, rem possuir as ilesejsda-
    importantes obras dr illustre escriptor pernaribo-
    caao, afim de que s* apressem em snbsrrrve la*
    Subscrevese em todas as livraria*. e nesta ty-
    pographia
    Os editores.
    Grande fab/ico demarmon
    deBelvoys (Jiir*> IVunca
    Esu grande 'tbr.ca xe?ata qnalqner encorr
    menda deste eenero. como sejam .roamrato
    charaines, balcoes e Udrilhos d qualquer natn-'
    reza e deseoho os concarrentes deste teertf ao-
    derao ver, precos correntes. explicitfe* e dpV-
    nhos, e as encommendas a tratar em ra.-a de k>
    ler & C, rna do Bom Jesus n 53.
    :.- Ha para alugar, a rna da Aurora n. S n>-
    escravo, crioulo, moco, muilo robusto e lialrtli',
    dopara qualquer serrico.
    Casa e sitio.
    Carlos Eduardo Riedel, aluga a sua casa e si-
    tio- no Chacon ; faz frente ccm a camnina da Ca-
    sa-Forte ; as chaves estio em poder uo feitor no
    mesmo sitio: e para tratar pa rua da Aurora n.
    D, 75.
    an DA FORTIM.
    AOS 4:000^000.
    BILHETES GARANTIDOS.
    1 nzo Prtmeiro de Marpo (outr'ora rua d>
    Crespo) n. 23 e ccuas do costume.
    Aeham-se a venda os felizas bilhetes garantidos
    la 5' parte' das lotenas a beneficio da igreja
    do Terco do Recife (10>), qua se extrahira na
    quintafeira, 21 do corrente mez.
    PREgOS,
    Bilhete infeiro 4t000
    Meio bilbtte 2^000
    Ml PORgAO DE 100*000 PARA CIMA-
    Bilhete inteiro 3*500
    Meio bilheie 1*1750
    ___^__ Manoel Martins Fiuxa.
    I Consollorio R!e<(ico-cinjrjTJc |
    A. B. da Silva Maia.
    3
    %
    Na rua^ estreita do Rosario
    n. 28
    Encontra-ae um grande sortimentq de moveis,
    tanto nacionaes como eurangeiros.
    ^ Rua do Viscoi.de de Alboquerona a M
    * 11, ontr ore rua da malriz da Boa-Vtatn
    * n. fl.
    g Chamados : a quaiquer hora
    / J-nsultas : Aos no ies grans, das 2 a* >
    y 4 horas da ttrde. ^
    Ndo ha mais calellts
    brancos.
    TIMTURARiA JAPONEZA.
    Sde unicaapprcvada pelas academic dd
    sciencias, reconhetida superior a toJa |M
    tem apparecido ati hcje. Def>cito p- >-
    pal i rua da Cade a do Rc.ife, Luje ar-
    qu do Olinda, l. 61, i. an-lar. t en
    todas is boticas e casas vie cab
    eiro.


    5
    9Mi titteikti&km -" Jtemmg9 4 MT\) h jlff.iS
    ^3*1 iflflO'S a-ft *a W qm na cida-le : se dira qaem da
    raar, da Impenitriz n. 38, loia, oa Imperial
    5.
    Bemvlnili) lugio.
    3E dia 21 do cnrrente fugio o eseravo
    ea, tendo os signacs seguintes : idade 25
    *"? f1813 ou menns, cdr fula, cabellos
    b^ho1ios e urn pouco crescidos, cabefa
    i-Aala, estatura regular, um tanto magro, e
    jffl. *o rosto bastantes signaes de bexigas,
    mm ie ehftpdo de couro, e lev.u calcas e
    ttoBBSa do algodaozinho : roga se a todas as
    sc?'3ridades e capitaes decarrpo, queirarn
    - jjjsr&eudur dko eseravo, e leval-o a ruada
    !"'.'' l,eus n. 5, 1. andar, das 9 as 4
    ^ores da ttrde. ou 6 rua da Imperarnz n.
    3* 1.* andar, quo sorflo recompensados.
    tm ja num.
    "Sua 1. de Marco n. 23
    Aos 20:000$QM.
    C a-baixo jr-signado tern sempre exposto a ven
    a*Wftete3 da loteria do Rio, cuia extraccao an
    "aBacay-a pelos jornaes.
    Precos.
    Inteiro 242000
    Meio 12*000
    Quarto 6*000
    Manoel Martins Fiuza.
    i---------------------------------------------._______________
    BE Hi 11
    S5raowa-.-3 da um bom o(li.:iaI
    rws. da Imperatriz n. 82.
    de b
    ro : na
    Profeslo
    jCoastando-mi, agora mesmo, que o negneiante
    U t.iaca de I'crnamhnco Joaquim Jose Ramos, ao
    pan a Europa, descontara letras fa has de
    -er-ss fazendciroa daquella a desta provincia, e
    wellas unia aceita pur prim, da quantia de...
    217*380 ; vuiho pela itnprensa protestar contra
    art-i rrimiuoso, e farer publico que nao acei-
    j ietraatguma em favor do mesmo Ramos, e
    2&aa.nu>, l,ls:i 6 a mend ma Ja Ictra, ou outra
    K|aerqud ppareca aceita por mim em favor do
    neeme senhor.
    }Jagoas, engenhb S. Salvador, 2a de abril de
    ll"Z,->uk' Cesar de Goes.
    Nao se pnutando o pequeno espaco do armazem
    n. 10 A, a ma da Madre de Deos, para um abaste-
    cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
    abaixo assignado almejava ier, acha se d'ora em
    diante aberto outro estabelecimento sob a mesuw
    deuominacao de
    Armazem do fumo
    A' rua do Amorim n.,41
    com todas as proposes deseiadas, e onde pode-
    r3o os senhores freguezes dirigir-se, cerlos de
    que como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
    dicidade dos precos, maior sinceridade possiveJ.
    kntre as differentes marcas de fnmo da Bahia e
    Rio de Janeiro, que tem jido annnnciadas, acaba
    de chegar uma encommenda especial, e quo muilo
    deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
    aba xo assignado de que neste genero de negocio
    nao esta sem compelidores, fara muito por evitar
    qne tambem os tenba eom relapao ao pequeno lu-
    cro que procurara pbter da dita mercadoria.
    Jose Domingues do Carmo Silva.
    m BACHAREL MIGUEL AMORIM jfe
    X Advogado ^
    W. Rua do Imperador n, 71. W
    Empreza do gaz
    A empreza do gaz tem a honra de annnncrar ao
    publico que recebeu oltimaraente um esplendido
    sortimento de lustres de *idro, candieiros, aran-
    delas e globos, cujas amoctras estao no escripiorio
    a rua do Imperador n. 31, e erao vendido* aos
    sens freguezes pelo preco mats razoavel paisivef.
    MjM
    ,Betd encourarjado !!
    Agun mole cm pedra dura
    Tanto da ate que a fura.
    Roga-se ao lllm. Sr. lgnacio Vieira de
    wcrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
    duir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada deste jorna!, em
    8ns de dezembro de 1871, e depots para Janeiro
    passou a.fevereiro e abril de 187*, e nada cumprio;
    i por este motivo e de novo chamado para dito
    am, pois S. S. se deve leinbrar que esto negocio
    le mais dc oito annos, e quando o Sr. sen nlho se
    jcbava nesta cidade.
    I Lvcellente occasia
    iW Para o tico e para o pobre
    0 Optimo* terrenes para
    ^ edificacao
    a com 400 puliuos de I'uu do
    a isooo e soo i*.
    Retalbam se os grandes terrenes que
    ^ circumdam a e=|acao da Boa Viagem ;
    ^. sao lerrenos proprios, desembaracados e
    Jg^ cortadoz p.i ires estridas : a real, a de
    <& err0...e a 'I110 *ue da eslac,ao para a
    Boa- \ lagem, u fleam mui proximos ao
    no Jordao
    Q A commodidade do preco, a facilidade
    22 w transporte de materiaes pela via fer-
    rca, a proximidade de madeiras e, sobfe
    0
    zmmmmE i w^w^b
    no va-
    ui i--iu cr|i*a ue iu annos, a quem edi-
    Ilcar proximo a esta e.-tagao, tudo itoe de
    0 inconteslavel vnntagens e deve animar
    2 os pretendeMe?, os quaes da.-de ja se po-
    ^ dim duigir, not dias uteis, a roa do Im-
    perador n. 48, e aos domingos e dias
    .aaatus, na i*H0oda Boa Viagem, onde
    se euceotrar.V) com Tstao Francisco
    1
    0
    0
    m
    m
    m
    m
    m
    &
    m
    1R Comp>seTJB>a ma qe sefa Koa nui-
    laodeira, e coziuhe alguma eousa : a trSUr n*
    largo do Parafzo n. IB, tavcrna.
    CiiMPRA-SE"
    um par de fnsnhas grandes de labyrintho e um
    outro pequeno, que seja Dno e bjm feito, em es-
    guiao : ni rua da Visconde de Albuquerque d. 39.
    Compra-se uma escrava que sirva para todo
    jervic.0 : a tratar na rua dos Pescadores n. 31.
    Caleado recentemente chegado, de bezerro e
    cordovao : na jua do ilarouez de Olinda a. 40,:
    loia de Frederico Pinr. & C. '-^ -.--------------- w,
    --------n u-^L__i .-------i----r,-----;-----=------- I fif Torres, encarregado pelo proprietary a K
    U nacnarel Jooqotm Fcrreira Craves'2 er 1ualauer'negocio. W
    Junior, advogado no ffiro da comarca de'*_____________________ &
    I'almares, iucurobe-se de.promo.ver eobran-
    Cas amigayel, ou judicialments ua mesma
    comarca.
    Precisa-se de aaia rnocauiba para o eervifo
    jnlerno de uma pequsaa farnilia : na rua do Ba-
    rao da Victoria n. 44, jegando andar, entrada pela
    rua do Caiti.
    Precisa >e lie am eitcadanutdor : na rua da
    -.Aurora n. 20, 1 andar.
    */<*lit:::t;u do |>ortu de Pernnau-
    i'!i:-), 9lej;!io de 1S94
    Vara srieneia dos nnvegautes. manda esta capi-
    ^na aabitcar os geguiatesi avisos :
    Wmuterio da marinha, avis> not nncegnntes.
    aTa*>eretaria de cstado dos negocios da mari-
    o*asi; publicam as seguintes instraecdes, organi-
    I eapitao de Iragata Tamborim, a bor-
    - i eatrtjoneira .1 ragmnj; tin cumpnmento do
    isk^o n. 1,6:15 de 30 de inllio de 1873.
    "/'< para demandaT o pofto da Bahia. Ba
    provincia ao mrsmo Dome, .-ivisiando se o pharol
    ipoa.
    >i navips que, in lo do larg.: e do N. demanda-
    - i o porlo eta Bahia e avistarem o pnar.d de Ita-
    !z tea. pfir natural, situado por i!, 17' 30"
    iiidfl snl e i, 6*, 30" de longitoda E do
    ..:'. vMvel de ,.; milhas d"i distanria :
    rSo 8e niodn a m.irea to pi r i>6 .\E. ma-
    i.. e pniando depots para a barra ate
    I i.l-ani a pharol da pon'a de ?anto Antonio
    '. a i. seguirao sobro elle, consi rvando a
    . | : aberta por El!, por dentro da amu
    passar bordando as petfaas dessa ponta e
    uuidada de oaoae ai mard fur de vasaule para nao serein levados
    b go N. do h.-noo.
    ids a ponta de Santo Antonio navegarao
    Eem 'Bte para o anc-oradouro.
    Uverem da peaaar ao sul do banco tra
    * ue conservar r> pharol de ltapoa de 50- NE :
    t u na vez demorando o de Santo Antonio por
    - \E magnelico navrgarao sobre tile.
    !:: Aragtmj, 10 de se'tembro do 1878.
    Mlonio Joaquim dc Hello Tamborim, eapitao de
    -Coaforme.-S.fi. Pessoa, direcur ge-
    Gustave, cabelleireiro, a ma do Marauez de
    Olinda n. 51, primeiro andar, precisa de um habil
    official de barbeiro; paga-se bem.
    Sobrado da rua de- Mfcrquez de
    Oliula n. %&
    As pessoas que teem procurado arrendar o
    predio acima, onde foi estabelecimento de louca
    do finado Manoel Autunes Vieira,qneiram apres n-
    tar suas proposUs em cartas fechadas,- no dia 9 de
    maio proximo, ao ineiu dia, no armazem da rua
    do commercio n 8, onde serao abertis ditas pro-
    postas em presence de tud )8 os interessados. O
    arrendamento e de todo o predio (armazem, dons
    andares e solao) ; os senhores preteadent-j, po-
    rem, podem fazer tambem proposlas departe ge
    melbor Hies convier, indicando os sens fladores
    Recife, 30 de abril de I87i.
    A!nga-se por preco razoavel, a loia do *obra-
    don.4l da rua do Rangel, a qual tem aFmaeao a
    presla-se para qnalquer negocio : a tratar no *
    aodar do mesmo.
    ------
    Gatvaibo <& Noguoiro, iw roa do Apollo
    c. 20, accam sobre o Banco Commercial
    de Vianna' e suas agendas em todas as.ci-
    dades e TiHas de Portugal, a* vista e a prazo
    .por todos os paquetes.
    VI60K U CUtELLO
    DE
    m^X3&mmSS28L
    m*m mmmm ^
    Pracjsa-e de nm para todo o servico doraes-
    tico e de qomfal : trata-se an Passeio n. 60, o**
    na rua da llaiao n. 67. "
    Precisa-sed? uma escrava para cozinbar e
    comprar : a tr.tar na rua Primeiro de Mar?o n
    - Pieeisa-sede uma ama que saiba CMinhar
    eenjwiiiiriar: a tratar na praca do Corpo Santo
    n. -17, 3 an jar.
    Aluga se uma
    escrava para todo sernro de
    casa : na rua do Imperadoi n. 50,3' andar. "
    Precna-sc de uma ama para cozinbar para
    uma faniiha, composta de dnas pcssnas : a tratar
    no patoo d, I'araizo n. 28, 2 andar.
    Precisa se de uma ama
    para andar com uma crianoa
    e para o mais servico dooies-
    lico do .pequena familia : trata se no PasSeio n.
    60, ou oa rua da UuiSo n. 67.
    A
    AMA
    Precisa se de
    ga n. 2 I!
    uma : a rua do Cabu-
    Precisa-se de uma atna li-
    vre ou fisorava, boa coiinhei-
    ia : na fabrica a vapor de
    qgitrros, a rua larga do Rosarm n. 21.
    Na rua Imperial n. 114 =8
    dira quem precisa do uma
    para comprar e cosinhar para
    dues pessoas.
    AMA
    ira denandar o pcrto de SFrancis-
    . provincia das Aiagoa*, avistando se o
    a >a; le S. Francisco.
    -O pltarcl do rio S. Francisco, de lu/. fixa, coll >
    | ntal do none da barra par 10, 29', 30"
    1 e 0*, VT. 52" de longitude E do Itio
    icciro e visivel em tempo claro de 10 a 12
    ws de dlstancia.
    qtl 1 .iir.ndarem essa barra devera-
    |uc avistarem o pharol. navegar de modo a
    lo i lo 9 4 NO e NiNO niaguetico, c cunsero
    . : esse rnmo por uma ooda de 6 e 7 bra-
    ^aSj-areia ; esperar ahi o pratico.
    ira Aragwnv, 14 do setembro da 1873.
    vtonio Joaqjum de Hello Tamborm, capitio de
    sata. Confurme.S. E. Pessoa, director ge-
    ;
    aarucco.s nara demandar o porlo do PernamLu-
    . i r:a provincia do raesm i nome, avistandose
    r pltarol -dc Olinda.
    v i de Oiioda, girant,', da lampejos, situa-
    >r 8" f, 3D" de latitudes, 8' 16'. 5" de longi-
    Bio de Janeiro e por 10 SO magnetico
    . Pao Amar<:l!o e vis vel, em tempo cla
    \-2 milhas de dishneia.
    que vindosdo ^'. demandareui o porto
    ieF*rnambuco, avistando ease pharol devem scguir
    : uma sonda de 7 e 8 br.^as ate marca-
    >;a > i .N 0, e navegando deyols ao S 4 S 0 e
    I >, a ler o pharol do Picao do 0 H 0 ao N 0,
    Bairn' sobre elle para fund :ar n i lamarao em 5
    bracks d'agua, quand o pharol de Ohada
    ; ao N i .NE magnetic,
    i do sul sera o pharol dd Oiinda, marcado
    a E para se funJ^sr nj ItDUrfto, tendo o
    i i Picao deO N 0: N 0.
    mil neira Aragnary, It de setembr de 1873.
    Ajttomo Joatmim AsMeiLxTainbariM capita) de
    :a. Conforme.S. K. iessoa, director.ge-
    Precisa-se deuma ama pa>-a o servico inter-
    no de peqnena familia : na rua Imperial n. 102.
    Araa
    trilhos urbanos d- Olinda.
    AlVfv\ Preci aJAn- compre : na rua Nova n. 6, casa da
    bomem solteiro,
    Precita-se de uma ama para cozinhar:
    na rua da Dniao n. 35, confronte ac*
    S&gisro e adnsiravel
    RESTAURAHOR ETONICO
    nn a rat no
    Concorrc pnrainn mw ppr-
    lite f wrtiitt
    Torna o& ixb-\[os raaeios-, brandos e lu-^
    sidios, permai>cio-os eom um aroma de
    especial deb>adez8, qe tao porado tem
    sido.
    fin
    seleeta e (le um-bigo
    (Enxertaf-as)
    S&potizeiros
    e sapoteiros de ti paimos (em vases) e de todos
    es-lamanhos e pracos mais coramodue que dan-
    tes r assira como as seguintes onlras plaMas de
    Ama
    Precisa-se de uma para cozinhar : na
    rua de Pedro Alfonso n. 3.
    Precfca-se de uma ama que scja diligeatp,
    paia casa de popra familia, para cozinhar e en-
    lommercio n. 26, se dira
    saboar : na rua do
    Ami Predsa-se na rua d,s Guararapes-n
    xxuia (U) |l;ira pl)UC-l familia.
    ALUGA=SE
    o sobrado de dous audares e sotao, site a roa do
    Visconde de Albuqnerque n. IS, com gfafides eom-
    modus para familia e bom quintal: na mesma rua
    n. 16, se dira quem aluga.
    A hi;
    ga-se
    o lerceiro andar do sobrado da ma do Vigirio n.
    5, com bons cooimodos para famrfia, e agua po-
    tavel : a tratar no armazem da travessa do Corpo
    Santo n. 25.
    frueta e de oraiwo :
    Abacati.
    Acacia.
    Ariticum a pe.
    Canella.
    Casuarina.
    Carolina do prcnoicih.
    Conde^a.
    Coragao da India.,
    Figueira.
    Ramboyant..
    Fructa-pao.
    Inga do Para.
    lambo.
    Jasmim laranja.
    Laranja da Chi::;*
    Dita do ceo.
    E outras plantar :
    ura n. 25.
    Laranja cravo.
    Dita de doce -Jo Para.
    Ditabr^nca.
    Dita tangerina.
    Lima da Persia,
    t'ita de umbigo.
    LiraSo francez.
    Dito doce, enxertado.
    Oitieord.
    Pafmeira imperial.
    Parreiras.
    I'inl'.-.'iras
    Komeiras.
    I! izekss
    Roaeda.
    Ubaia.
    na Capuoga a rua d a Ven-
    luslrai Qfies para deraSndar o poato da Parahjiia,
    aa provincia do mesmo nine, avistando se o
    rol da Pedra Secca,
    pharol da Pedra Secca na barra do rio Para-
    j;bs do Norte, de eclipse, cor natural, collocado
    -')' NO magnetico do extrerno norte da restio-
    : >) Cabedeflo, e NS com os baixos de Lucena,
    b visivel d t 10 a 12 milha? em tempo claro.
    Acha se por 6'-56"-30" d'. latitude sul e8
    17*45" do longitude E. do'ftio de Janeiro.
    Os navioa qua tivercm de demaodar aqoella
    .xrra deverao navegar de modo a marcar o pba-
    jnidfl O-OiO ; e nessa poslcao, em sondi de 5 Iji
    i 7 bracas, areia e lama, fund?ando ou jjairando,
    sjerarad pratico.
    Cachoneira ^roowary, 5 de cutubro de 1873. -
    A&cnio Joaquim de Hell) Tamborim, eapitao da
    fragala.Confurme.-S. E.-Pessia, director geral.
    Ha para- a!ug;ir, mais uma eserava,
    mulata : na rua 'arga do llosario, antiga
    dos Quartets n. 10, 1." andar.
    ATTENC&O.
    Cina senhora perieita engomraadeira offerece-
    se paraesse servico am sua casa, inc-ambindo-se
    de mandar buscar e levar a roupa -em casa de
    ecus dunos, assim omo tambem lava;: na rua
    Imperial n. 23, pa^sando o viveiro.
    AGI.AS ^KH4i;S- NhTUKAKS

    ereitori H-i4 a porserem aiiiai quo conservani tolas as suas
    propriedides Fonte S. K**, e a mais efflcaz na anemia, na
    albuminaria. na chlorosis, no empibreeimento do
    sangne, e nta-HMnvs intOmktenles. Os resultados
    oblidos na* rtiaheios'sao muiti aotaveis.
    Fonte Elizabeth, nao se alters" imnca e e a mais
    rica das a$>.tns de Vichy em bicarbonaio de suda
    etn magnesia a reconjmen'dada perns senhores me-
    dicos pela. sna efflcacia nos engergitamentos do
    figado, do-baco, nas affeccoes do estomago, dos
    rins, da be: E3ftJA.SE
    o wne da Gonio na eapxnla
    Vende-s em caixas- e a reulho, no unico d-
    posito
    PllARMAfA AMEnXANA
    in
    FoMirtitBtoia aClHaOMriihin
    sr-infA-OtTQUE DE CaX!a3-57
    Kicas bandetjas
    Para a3entos, bailes e baptisados.
    _Qoem fluizer cfcter uma baudeiii ricamente en-
    !eitada, dfrija'-se a Confettaria' do Campos
    Ja rnartrJando ou* Indo encommendar, ja com-
    praodo alii Ma o enfeite?, coustando do segnra-
    le '.
    Ublos linos para ecfeitar.
    Doces saborosissimo3 para enfeitar.
    Pf^uras allegoric.-s para eDfeilar.
    Papeis arreadadoe para entei ar.
    Bouquets para npivos.
    All
    Encomra-se sempre o se^ainto :
    Fiambpes mglezeB.
    Budins
    Bolos >
    pSes de lo linos.
    Fatias de dito para parturiersre*.
    Pasteis.em profusao.
    Filbos {$omo ite malemn).
    Doces em caWa, ralaflo e seccc:-
    Bolachinhas de mil qualidadcs.
    (Sugar Waffers vanilla) para di^aa.
    Gelea de mocoto, desinfectada.
    'Amoodoas, confeiios, etc.
    Cha verdadeiro das Caravanas.
    Cafe de Java faerd den-o).
    Tudo isto eu
    CONFEITARIA DO CASH'CS.
    | Attencao.
    I: Desappareceu no dia 6 de novembro do anno
    ; passado, o eseravo Beaediet, pertencente-aoabai-
    m awrgnado, com os signaes seguintes :' cabra.
    ilto 37 annos de )Jader falu de alguns denies
    aa frente, fa!U bairo e compassado, tem urn dos
    dodos pollegares sem- carapuga, olhos pequenos,
    oocca e nariz regulars, e natural da cidade de
    fcouza, proviacia da Parahvba, fui comprado a
    ntooi> Leite Maria de -Sfdraes em 18U2 : pede-
    se- as autoridades i:iiius e capitaes de campo
    a'ai)prehensau do dito eseravo. gratilicando-se ge-
    aerosameate a quem u leva- em Oltada a rua 27
    da-Janeiro, ontr'ora Pa^o Castelbano n. 9.
    &>rao da Tacaruna.
    AdTOgado. Sr
    A. J. da Costa Rttieifo mudou sua re--wtL
    - sideocia para a rna> di baudade; mas, **-
    ^ jontmua a ter escriptorio a rua do Imps- '"
    :4-, radorn. 54. E
    mmumt n nm n *mmm
    V!MD*S.
    Liquida^ao de moveis
    Por precos mni reduzidos, diversas mobilias e
    cadeiras de nuarnicio : vendem Cunha & Manta,
    a rua do Marquez de Olinda n. 23.
    Venae se uma eauoa propna nara oapini : a
    tratar na taverna defronte da nialriz do Burro.
    Bafcao
    \ endem se dous de amareHo, envernisados, con.
    pouco aeo, proprios para loja-de fazendas, raiude-
    sag ou omro qualquer negocio : para ver na rua
    da Imperatriz, fabrica- de eigarros do 9r. Ulysses
    & Irmao e tratar com Pfjcas 4 C, rua Estreita do
    Roaatio n. 9.
    - Vende-se nm terreno com eaixao ediflcado
    tendo 2S8 1/2 paimos de fuado e de Trente, no
    lugar Camiuho 5ovo n. 76, tem alguns arvore-
    dos: a pessoa qc quizer compra-lo dirija-se a
    gaa do Mondego n. 33 qae achara o vendedor
    se m

    v-K*<-r in<> itm-.-tfA wn mix grant l>n
    qire (ic,(a\ia melda Dnarte A < .
    Os doaos deste esubelecimenlo, estaodo resolvi-
    dos a chamarem a atlencao do publico, com espc-
    cialidade as donas de casa e pais de familia para
    economisarem, teem resolvitJo teider todas as pe-
    chinchas pela custo, o que so se vendo pode se
    rcreditar.
    Cambraia iransparente finar eom 8 li2 varas-
    pelo baratissimo preco de 2J80&
    Cretone, o nis moderno que-iem vindo ao mer-
    cado, a 360 rs. covado.
    Chita tran^ada, fazenda moito-na com 4 p|.
    mos de largura, a 3i0 rs. o covado.
    Nao e barato, madapolao francez por 5*500 e
    6 a peca ?
    1 Cambraia de corss, padroes modwnos, a 210 e
    360 rs. o Covado.
    Digam se nio e baratissimo, Uzinfew moderaas.
    fazenda de gosto ) de 14 pura.a 3O0rs. o covdo?
    Leocos de linho, ftzenda flna, era- uma linda
    caixinha, a 42.
    Algodaozinho de 33*00 e 4$ a peca-.
    Chapeos de sol de seda tran^ada com cabo de
    marflm de bons gostos> que geralmente vendem a
    162, por 12$.
    Metins claros, fazenda superior e de lindos pa-
    droes, a 260 rs. o covado.
    Chitas Unas a 2i0, 2'iO-e 280 rs o covado.
    Cambrais abertas, moiro finas e bost^ts, a 7J
    a peca.
    Bap:l>tas finas e dc gostos, a 329 rs. o covado.
    Qoem nao vira comprar?
    Camisas ioglezas, peito de linho, deu-si- por menos de 6"/, vendemos por 38$.
    Metins escoros de listras a- 300 rs. o cavado.
    Convidamos a uma expenencia.
    Daa-se amiiras de todas estas fazendas. 9 man
    dam se Eas casas.
    Liqiiidafiio
    KM
    Grande escala
    So 0 n. 20
    A'ruaddCrespoJiijadiSdwrtas
    DE r
    (niniiiiRMi: c.
    Junto a loja da csMgaiMa
    METINS CHINEZKS,
    Proprios para vestido-, os mais moiemas \*\
    diminuto preco de 280 rs. 0 cor ado, e pecMada
    Dao-se amostras.
    OKtiAJHlVS ."IE COHES.
    FazenJa fi.ia e com bonitos pidroes, pelo aim.
    nnto preco Ue 320 rs. 0 eovado, e pecchincha '
    Da 1 e am' stras.
    CillTAl WA*mt) W. CRETONE.
    Fazenda finissMna, com lindo* pcdiiVs, n,.\,, 4,
    iHiiauto pre^o d* 3/0 r. 0 covado, so ic ven*..
    a.necbiocha I Dao-se amestrsv.
    LAS KSCO.CIJUS
    Ci'mpteto sorinnento de Ba escoceaaa, e pr>
    acabar e vends a 2i0 Ti. o cot#o : e neehm*-!
    DM USm\ LANE.
    Grands sirt.mento desta ftzctafa. com 09 3.1
    bonitos padrfjes que ten vindo e aja vend*- e
    pelo diminato pre;o de 200 rs. 0 cm4o ; a*
    chincha Dio-se amostras.
    CHITAS claims.
    Com bonitos- padroes, <*ue se vcade 3 20 r-
    covado ; e paefrtoeba 1 Uao-se anw.ttv.
    HOLLA NBA.
    Orim IlolUod?, !iso, 0 qoe ha de mais ftao, pro
    pHo para costumes de homes? e meomos e ves-
    tilos para senhoras, por ser muito tno e frnh'
    puro, e se ven 'e peK> diminwo preco de 5W n
    0 covado; e peo iacfta 1 Unit aali.stras.
    BRIrKr DE CORES.
    teins dc corea, linao puro, asm bonitos pa
    drtes c qae ?e veade pelo-dimiaalu priga de *
    rs. o eovadn ; pesninsha-! n&rvse amostra*
    CAMISAS DE CRETONE.
    Camrta- de cretone, 0 qo ha de mais lm
    com linlos padroes t qaa .-e veade a 4O\U0i>..
    3^300 cada ama-;. e pechiacha s-
    ConsaJti>Fi} medico
    DO
    Dr. Xfuratle.
    RUA DA CRU2 :,-, i6) ANDAR.
    1
    i
    Recem-chegado da Eurepa, onde ire- y
    . mnlou os hospitaes-de Paris e Londres,,. fL
    ;oi)de ser procurado a-qualquer hora do &
    quenlou os hospitaes-de Paris e Londres,,. *
    pt)de ser proeurado a qualquer hora do
    wa cm da noite para objeeto de sua pre-
    I
    ja> er** w (ovvumdv ci ^oaKpid lltlld UJ
    ^. dia ou da noite para objeeto de sua pre- f?j
    ^1, Coasultas das 6 heras da manni as 8 he->JK
    a| ?asy e do meio dia as duas da tarde.
    ff Gratis aos pobres.
    r ESPECSA4.1DA-DES. .
    W Moiestias de sealioras, da pelie e da-
    w eria-nga.
    Manoel Cavaloauie de S4 A[*
    buquerque
    Roga se a este'senhor, n orador no engenSo Ta-
    b*-tagat prwiacia da Pgrahwba, 0 ob>equii) de vir
    ao escripiorio ra*
    do-Croa n. 36, | andar;
    Veade-sa, on troea-se por casas na Boa-vista
    ou aluga n. 20, com 156- paimos de fren'.s e mais de 300 de
    fundo, com boa easa, cacimba, coeheira, estribaria,
    etc., todo mwado, com portao d) ferro na freote :
    a tratar na roa Velha n. 102.
    Cfc.'ijtfos para sunborii.
    A loja do- Paaso 4 ma Prirosiro de Marp n.
    7 A, recebea felo nhiaw paquets-, nm rico sorti-
    mento de chapeos para senhora, ultima mods e
    vende por pre^o commodo
    Apolicesde juro do oito por
    centa
    Viude se so* obrasdo mereado publico ; % ten
    tar c Silva Gninraraes fe C.
    I
    C Priw-ft >*. Corpo Hans* u. .:
    Tem para vender wa seu escriptOTio o sen
    oinip :
    Vinlms frnos do Porto em aneoretas e caixas- da
    ama dozia.
    Dito muscats! do Doaro, em Wllla
    Ma Halvmsa iderr.
    Dto Carcavellos bnmco, 1 rn ralrn
    Cera em veias- e bop**.
    Pregos do Pi*rt<\
    Fecfiaduras de broea- e hsas.
    duzia e
    vendo
    Awtm eomo nm diposlte de mais fazendas qu
    se vendem por ineaoa do que em ou:ra qnaJqu r
    parte, como sejam :
    eortes d* casemira de cms a is ; e pecatB-
    cha !
    Hem de brim pardo Ine a 1 #500; idem.
    Colchas de Ihslio eon ban, maito grande-
    4 ; idem.
    latn idem brancas, idem idem, a 3i il^rr
    CcberUis de cbiia adauas,-ua fioa, idua iden
    a 3i"00 ; idem.
    Leu-. o*s de bramante, idem iiem, a 22 id
    Toalhas alcoclieSKlas a |pMf>a duzia j idem
    Lencos de ca>sa eom barra a 1^0,0 a duzia
    idem.
    Mem ilom idem aMBM a!)tiz*a< s a IpiOO
    idem.
    Idem em eafxinlws nroito Ihidas a 3&m
    MMa.
    Seroui i<>. linho s algdio a IH a duzia
    Camhras* Victoria tna a 3|00 a peca ; e-r.-
    ehincha.
    Algouao marca T hrpo a i2'>00 e jjs pej
    Madapobo Oho a i 5S00 a ;i-ra.
    Madajioiio franoez raost^ tu'< a 62 a pera
    Rrim parda muilo liao a 4Ci rs
    pechincha
    Camlraia !r'.n;parente, o que ha Je mi.
    a 63 a prca.
    Raptislas dc cores niodemas e etna litiC
    ilrot^ a 100 r< o cova-> p granie pech-;
    Dao-se amostnw.
    So P 11. 20
    V rn-i 4io Cres^4. l->ji 4as 3-p-i
    M
    Junto n lojsaala r.*s|iilat.
    r-i;ii)ii..[B,1.Bl sarmar-oe' mn 1
    Ja* O hovflK da mrtnln'i in
    _________haraa -tsi tll<-
    Panuo do algodao daBuhi: .
    Vecde de to!*: a< qualtdaies Jo&o R:dMsC' -
    ram : ua rua 5o Ainoria n. 33.
    PiaaWB
    Da Bah a e Jt i'.sn \naJsa naJritaaj i
    a a, rua do .Mkoem n, :>A
    (M
    Qjem liver acbado.uin requerimeato ern no-
    me de Manoel Felix da Silva, dosrucJiado pela aa-
    mara municipal, fara um obseqaioao mesmo, se
    0 entregar no cartorio do e:i-rivao Bacreto de Al-
    meida a rua da Cruz, ou ao porteiro. das audien-
    cias.
    n
    ASA DO OURO
    lastrncyo:.- para demandar a barra velha de Igua-
    rasrj, na provincia de Piauhv, avisundo-se 0
    pharol da Pedra do Sal.
    O pharol da Pedra do Sal, de lai fixa, colloca-
    aa oa ponta saliente da Ilha Grande c-ntre a barra
    xalha le Ignora-su. e das Canarias, na bscca do
    I'arahyba, 6 visivel de 10 a 14 milhas de di3-
    ~^acia, e pre-'ine da existen^la do rochedo Pedra
    dn ftal qoe corre ao NVE magnetico rjessa ponta
    xa distancia de uma milha.
    Acha-.-ie por 2-i8'-o5" flu latitude S. e l
    ? -3', 3 de longitude E. do Ri) de Janeiro.
    Severn 03 navws qae demar.larem a barra da
    ataBarra^ao, ou barra velha de Iguarassu conser-
    rar se a barlavento do pharol, em distancia de 5
    znilhss proximamente, 0 marcandoo do \040 a
    ONQ magnetico fundear em B bracas de ajua,
    ireia e lodo, a eaperar P^tico
    C. Araguary, 30 de ou.ubro de H73.
    -~tmtonio Joaquim de Hello Timlorim. -Capitao de
    rraEata. Conforme.S. E. Pessoa, director geral.
    Conforme.0 secretary da c^.pitania,
    Deci' de AgutM Fonseca.
    Bilhetes garantidos
    Rua do Bardo da Victoria (outr'oru, !\'oan
    n. 63, e casa do cosUime,.
    0 abaixo assignado aeaba de vender nos 3eaa
    nuito talizos bilhetes a sort de 4:0002000 em, um
    meio bilhete de n. 3649 e um meio de a. 1378
    com a sorte d. Mo*, alem de outras sorlas me-
    nores de 10*0i)u e 2o*000 da loteria que se
    acabou de extrahir (99^, ; convida aos po3aidores
    a virem receber, que promptamente serau pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ar> respeiu
    vel publico para xir ao seu estabeleeiaieato com
    prar os muito felaes bilhetes,qu9 nao deixarao de
    tir*r qualquer tireoaio, como prova paios mejmcs
    annuncios
    Acbam-se a veada os maito feline bKhetes ga-
    -auiidos da 3- parte da loteria a baaefleio da
    igreja de X. S. do Terco d| Recife-, qoe se extra-
    hira no dia 21 do corrente.mcz.
    Preyoa
    Inteiro 4*000
    Vleio 2*000
    tae IOOJOOO para cima.
    Inteiro 3*500
    Meio 1*750
    Recif-,, 9 de maio de 1874
    .________Joao Joaquim da Costa LeiU.
    at
    .
    lEI^AO
    Goastando aos-abaixo as*lgnad achar-se bos-
    U praca 0 Sr. Manoel Feraandes.de Carvalho, aea-
    dsiro dos engeahos Harra e Praguica, em Ma-
    manguape, pro-sweia da Parahyha, veem rogar-ao
    mesmo 0 obz. juio de vin enieader-se corn os
    ahaixoassigmido&.immediatameote sobre negocio
    tendente aos referidos eaganhos. Rua do Amorim
    37, escripiorio.
    > _______ Tasso Irmans 4 C.
    Cozinhar e- engommar.
    Precisase alugar uma escrava que saiba cozi-
    nbar e oagommar ; e para casa da pequsaa fami-
    Iia : na raa do Vigario n. 16, 1. andar.
    - JMoga so on vende se a casa terraa. da rua
    dos Prazeres n. H : & iratar na rua do Bum Je-
    sus n.31, 1 andar.
    frolcslo,
    Manoel Aiye.- Babosa, tnnd visto ananneiada
    5ue aa^eguiida-frira i8-dotcfirrente, irao a praca
    por venda, e depnis da audieaeta do Sr. desembftr-
    gador jteu de brphfiesy dous te-rrenos de It'O' pal^
    mos ead. am, na i.-ampina de Santo Amaro, a te-
    qaerimHitxto rnventariant;- *>s beb dos tinados
    major Manoel do Kasaimento di Costa Monteiro-e
    sua nntlher. Vem por oste rftwio protestar contra
    dita aneMfttacao, por qaaato esses terrenes sao
    de sua proprii'daife, visto ja te-los comprado por
    escriplura pnblica em 111 |e rwvembro de 1872; fl
    caudo sciente quem. quw qae os arremate de
    que 0 abaixo assipadu fara effectivo opportuina-
    mente 0 set! direita
    Recife, 15 de siaif.de *87i.
    Hitnoci Aires Barboz-.a.
    ti> Tnitn<-lra aalii!>
    Hj arrosze r> a--1 Df^)ii>g a I 'aMM 1
    roa do Aiao.-iii: n. 41, \m>--e <"n gres-
    retalho o mtihor karu n.-, ,ia basa .credaf .
    mande Henry Former iC.-feraotind*. sea nV
    hdade e quan'idade cera dn hqnidn. ."? rr.. -i
    armaaem tem ;*ra v.ndtr 1- .1 |
    neiras e muito asseiados para rasas d^ .5r.t;w 1 r
    1*319 cada vun
    Espeeialidade
    Vlnho pai^eialar. pare e .*
    aarfw.
    Attba de ohegsr aa mifcado al?un* barris de
    viafco do Al9> Dnrv especial e rmieamente pre-
    parado do extract', da uva e iscsto de qualjaer
    cenfcecau, ?e?tdo muito mais brando rjne 0 da Ft
    gueira, 0 qae 0 torn* recommendave! pelo roeiio
    que agrada. ao paladar a areferlve! a Jcdos os-ou-
    tros vinhos da pasto.
    Acha-se a Venda nos armazens d iio Jose Ro-
    ^ue^fendes,sonaaBasto&csriesda Vende-se doas p?.rfe d(
    Feaade-sc
    p de sapota* ae t<.Jo> os usntxK
    4aaJ*de, o tvuipo e p,-opr>> ^a 1
    raa do Hospiac n. 75.
    Eiigeiho cm Scrinlueui.
    d ptM
    ska
    - Vende-se ou alo^a-se um arr- de qaatro ;eni?enho NoVO. JvilO IW frp-
    rodas, quasi novo, aara boi, por preco eomm.-iio
    na rua drs-Agoa--Terdes a. 34.
    No dia .. do correme mez, furfarash da" por-
    ta principal da casa ruCCda rua ca Aarona, um
    banco de am.-iruHo. piAt.idti de eBc^frad < c e eom asse' to para Um pe : :juem iVIle sou-
    ber ou llio bouwr akkt efferedic,teuha a bonda-
    ue mandar panicipar a di;a casa, onde, alem de
    muito se Um* agrdetrer, se dara. uma retribUi?ao.
    Clkipeosde seda.
    guezia de Serinliacm. distan
    jte daestaoao de Gamelle r .
    ,3 leguas, moente c eorrente
    Chapejs de sedn para homerc, rropridS de pas- I Z
    seios, foimu modernas e bem araados, coot um Qlie SalrOia CrCa de 3 flllli
    pequeno dMto a 22300 e 3*000, e pechinsha e1
    esta se acabando : na rua do Crespo n. 20, loja
    das 3 ports, de Suilherme 4 C joato a loia da
    esquina.
    Veade se uma esyava aoca, propria para
    casa oe familia quem preteador dirija-sea raa
    das Trincheiras n. i, sagUoda. andar, qaa achiri
    com qoem traiaj-.
    Na praca do Corpo Santo nr6, segundo an-
    dar, precisa-se fallar como Sr;. Josii- Maria Men-
    des.
    Alngam-scj
    Tnspasso de casa.
    Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
    aa povoacao de Apipneos e com muitos commo-
    des : a tratar no 1' andar do sobrado da tra
    vessa da rua do vigario, n. l,escfiptoric
    Precisa-se da um caixeira de 16 0 20 annos
    de idade, que tenha pratica de taverna : na rua
    de S. Jorge n. 131.
    Precisa-e de IftdOOj a Jnros, dando se por{
    garantfa pre lios noeta cidade : nesta typographta
    aljtu-'n) informara ao pretgndonte.______
    Consta aos abaixoaa^ignados achar-se nes.la!
    praca 0 Sr. Manoel Fernandes de Carvalho.
    Tasso irmao: k C,
    * Precisa se de um caixeiro com pratica de ta-
    verna, com 12 a 14 annos de idade : a tratar da
    travessa da roa do Principe- n. 9, taverna denomi-
    nada Forle Principal. P-ga-se torn ordenado
    agradando.
    o 3, 4 andar e sotao (a vontade) do. sobrado n. 14
    a rua do. Torres, baino d.j Recife, e tambem a
    casa da Monteiro n. 63 : a tratar aa livraria junvs
    ao arco.de Santo Antonio.
    America iltarjitla.
    Vaodese unia colleocao de cinco triraestre des-
    se penodico : na roa TJuqoe de Caxias a. 41. 1
    andar.
    Vende-se na.ilha de- S. Mignl i*. al|0eires
    de-terreno a uma pirto era um sobrado : a tratar
    na raa lapeml n. 118.
    pae, com optimas torn:>
    movido a agua c bem obra
    do, por peco commodo l
    tratar com I>r. Felix dc Fi
    gaeiroa. a rua dts Calcada -
    n. 14. ou no arsonal d<
    guerra.
    AVISal
    Praeisa-se comprar ioas. eseravos, pedsairo e
    aarapina, paga so aam : a iratar na tbasouraria
    das lotenas, a rca Prtmeiro de Marco n, &.
    Pricisa-se de um menino para caix-ira a tra-
    tar aa padaria da ma Direita n. 8i.
    . Os curadores Bscaes da ma=sa fallida de Ja-
    cintho Sim5es de Almeida convdam aos respecti-
    vos credores- para que no prazo de 8 fJras, enn-
    tados da data deste, apresentem seus titulos na
    roa estreita do Hosario n. .13, primeiro andar, das
    10 horas da manha as 3 da tarde, aflra de serem
    davidamente eonfef idba:
    Rpcife, Id de maio do 1874.
    Batadores
    x rsstGS*
    Compra se e vedde-setrastesnovos
    Bsados ao armazem da rua 0 Im-
    parador n. 48.
    Pfeelsa-se na refiaa?atr ia tnia p, Uar|a C?st ~*P ^T- Sabino, jd er>i.lo
    ftUlr'oraSeosala-nova; q. 30. '*hd?r desta typographia,
    Attencao
    Compra-so um Vademeoutn Homeopatlja,
    a tratar no 1
    Nao duvidein.
    Sii 0 il -
    Rua ao Queiatailo n 13. defvan
    __ to An |raM da Indrpencia
    Venliam ver como se queima
    Cambraia transparentev fina, a 2*30d a peca.
    Dita Victoria; Una, a 3*ilero.
    Baptistas de linho ruuito larga a \00 rs 0 co-
    vado.
    Chitas pretas com salpicos a 1D0 rs. idem.
    Ditas de cores, bonitas, a 2i0rs idem
    Cambraias de cores, miudinhas, a 110 rs idem
    Bri n pardo fluo a 360 e 400 rs. idem.
    Lengoes de bramante a 2* um.
    Cohertas dechita ilaraacadas s 3*50i) e 4*800
    uma.
    Colchas de cores a 2* nma.
    Mus*ulina branca a,l80 rs. 0 covato
    Percales finas da aiadns ) r rs. ik-m.
    Madapolao lino a 4* e 5* a pe,-a.
    Dito francei, fin'o, a"6* Idem
    Algodao T a 32301 e 1*JSU0 idem.
    R tamb.'in outras oajectas, por pracos que ad-
    mtra, epara apurar dinhelro Sa 0 43.
    Armacao deamarello
    Vende-se nma armacSo de amarello. envidraca
    aa, com balcao, por commodo preco : a tratar na
    fur, do Cresao n, 20, loja das tres portas.
    ln\
    a 240 rs. o cf>vada
    Si. dx rua do Quotas j,- r alt da paa^a
    da lnilc|endt>n--'a
    * mm aaja aaa rrraisirsaaa
    Chila* pretas e do c.n-cs c m a'pico* de
    seoii muito boa. a HO r. o .-ivMoj
    Apmvaitam rrrgnetas.
    Engenhos em Maaam-
    guape.
    Vende-se os. seguintes :
    Vcgiii^a.
    e Patricia
    A tratar com sans proprvtari aesu citad->.
    e para inJbrmacoai com Joaasaa sSsan de %>
    relies F1U10 na mesma cidade t Maraaacaaa-
    Tassa kmami G.
    VsvH aa
    se a rasa
    Vende-se on alaga
    frente da matriz do Puco da
    ploprio, does lados morado*, .qruaa 1
    cammodos para grand* faeaiha, seaaa sre* sala*
    sale nartos, doas graaaea arraaa, eoaMa Max
    e mais dons quartos para escravoe .- a IrataT aa
    (ilinda, roa do P*qo Castelfiaan. c CMHia* T
    C d* Vasconcellos.
    Sri do Assu
    A bordo do hiala Leonilia 4a Cnu,
    coafroata aa traaichs iarhoaa a aaaar
    pite a boria, aaaaa Aataaie AJbarw
    Aguiar a rua do Amorim a. V
    Ptf
    1


    1..
    '
    n
    *.


    .
    i
    \> '

    Ifittfiooaei^llnattibuieo Mmino-o 17 de Maio de 1444
    XmnMMm:
    tltoi
    Rua Prinyyn do Marco n. 7 A
    DK
    Gordeifo Siuioes<& C.
    E' eate oral 4m cisas- qne r>o}e pedc cmn 'pri-
    mazia .offencer ao* sous fra-netas: urn vacia*Bsi-
    o osorlirn|o dc laaendasi Unas paw grande toi^
    ieite^e qem assim par*;U?o ordinario de todas as
    Masses, e por precos vaotajosos, das qnaes faz ura
    jeqaeao tesmno.
    Mandam fazendas as rasas doe paetendentes,
    para o que.Jem pessQ.il ntcestario, adau anustrai
    mediant* penhor.
    Cortes'de seda de lind.v c3res.
    '}rodenapies'de todas as cores.
    'Jorfurto brano>, Bio. de Iwlras; preto, etc.
    SeiimMaeao, pteto e de-eire*.
    Orosdenaples pnto.
    Velludo protn.
    Grr.nadine #8 seda, preta e^de cftres.
    PiipelinaS'de lindos padrdes.
    Filo de seda, bfaqro e preto.
    ^icas hasquina; ile setn.
    " isacos do merino de Cures, la, etc.
    Mantas br;i=rleirss.
    ''. irts com camtw.-W* branca com findos borda-
    Ricas c.-.pcllas e manias para noivts.
    i!k(uiisiiPo sortiruento de. liis com listras de
    ?eda.
    Camtorsias de? cores.
    PiUs maripozas, l".rari\s, l Nanzuqpcs de. lindos padrfus.
    ftaptistas, padnW Oewca flits.
    Pereairr** do qtndros, prews e hrancos, listras,
    C, etc
    Rrias de Harm de cr, crowds oara veatidos,
    com ban a e lislrss.
    Rieos cortes linho. < ite4a
    siesrna cor, nlirrna mod*
    I'itas de eaiwt-raia de oSrm.
    FuMiio de linda? cores.
    Saias bordadaa para mhoras.
    Gambia (wr-Jadas ptra senhora*, de linfcc'eal-
    SMlnaatt dMVMt d? v*ri1adwa fjArira de
    Juvi para h"mir.3 pflintHs
    Vefua*-' {>-* i-.K-nhb-s.
    ";it .para napii.-.adu.
    '"-hdpens [.fir.i air*.
    Taaftui gwmlimap'1* a darn road w de Uphove
    l p2-a mesa.
    Ajichas de 14.
    lortmados bordados.
    (jrande forMjnewtn de camisas de lir'ho, Una
    i. -rlart-es. para humea*.
    Meias de cores para hauiena, mcninos-e moai-
    a<
    oils? esoooezR'",
    ooiBn'ct.i .-ij.Kmectp df chapeos de sol na*-* ho-
    oic.is whfl.tr*>.
    rteriBo de*vF para vestmos.
    Di'o preto,-tram/ado..e ilito de "?enao.
    rrtlhadq (', liuho e al^o-Jio para toal .
    ^toaihnjo pa' do.
    i)arm iirins de linh-i, branco de r('res e preto.
    >"iiin dfi.lio.1as cori's com listras.
    Chales de raerino de cures e pretc*.
    Dims de ca^emira.
    Ditos de Nda preta e de c6r*e.
    Diios detooqnim.
    oami&as do chua jara honwas.
    Ditas de flsnella.
    OroulM de linho e algodao.
    Paruios de crochet para,soft, caderra* e. codso-
    i.earos'fenr'lado* e de lab-yrwubo.
    Colcbaede crochet.
    ['..rl.-c.-i'is de tolas as-yfiffB.
    Kicos cortes de ve>tidns dj tarlatar.a bordados
    papa c6res.
    R"partiKio lisos, bordado?.
    r': ulard de seda, liddas edna.
    . Meias de seda para seihi>ris e moarnas.
    Ric-as Ifachas de seda e la para seffhoras.
    It. o-m."..i:ien!u de leqaas de ntadreperolas e
    .-o.
    Damasco de seda.
    Cisemira oreta e de eAreg.
    Chitas, madapolao paano fmo [ireto e azul, col-
    annhos, punhoa deiinho e atjoriao, cravatas, In-
    vas de 'P.o de E-cowia, lapeios de lodos os tamft-
    nhos, bokas meos. Ion j is de, linho bra nco e de cores, toal has,
    ^!'.ardar!iio. etc. pic.
    re
    K baratii.
    i
    is WE
    DO 'PA.VAO
    GrandJlrlfls de s'fjda pura, preta com listras
    do cfirese padroes os Tna>is lionitos que t'tn
    [vin'dd'afi inereado c que se ve.ide pelo di-
    J mifiuto prcrn 4e 500 rs. o covmlo, por ter
    ' urti rjequo'rfj loq'ie de mofu, e fasenda de
    coy ado ; e pochincha. DSo se
    I
    llua
    NA
    da limieratnz
    I
    n.
    8*000 !: XitLM.
    PAM LIQUID A U
    Craiaadina preta a 500 rs. o C\MS.V.S 1'iiAMCCXlS A :>.;<;0'J,
    covado.
    0 Pavap vende grttiiaJina preta e lavrada
    pelo barato prc^o'de K00 rs r rovado.
    lladapolao enlbstado a 3^900
    a peca.
    C&Oo
    0 f*vao rele um bonrto sm'inionto iA
    xnnisas frauOexivs Cora peito de alg',ilaO,
    2? de :<3?00' 6*00(f. Uitn bonl.tdas miu
    0 Pavio> vend pcr;as d mad,)pol4j -cn-jfiaas d CfOlki a 103000: assim nt*
    festado, pelo barato prer;o r!t3-3r000 a p v>it.is sera scr enfestadfc, cam 20 jardas, a
    530*04. Ditas com 2V jartkis muito boa
    fatenda, a WOOO, -69S80 q 7JJO00.
    ALPACASPRETAS A 500, 010 E 800 RS.
    O Pavio tern um grande sortrmetito de
    alpacas pretas, que vendea 5 0. 6iO o 800
    Its. o covado. assim como granie sorti-
    mento do cantdes, bornbazinas, princeza
    ' pretas, merinrjs, outras murtas fazends
    j proprios para Into.
    Sc
    G I'avao veade sedas com listriuhas de
    Ciires a ICG0.3 o covado. (Mas com pal-
    , riKtinas a 2*000. DiUs coin toque de mofo
    a 1JJ00O v. |?40Q.
    ! CA.M15R.UA VICTORIA A i* 00, 43500,
    08000 E 7^000.
    (I Pavao vciide- un grande sort-kuentu de
    '(.-a rvLbcaU Victoria e transparente com
    '8 1)2 vt;is oada pei;^, pelo* l>.artoi pre^os
    d ijpoi.u. 43S0>'. MSOOO. 03000 7f000
    a peva. iissim cunte, (tolas de slpieo bran-
    o,.a 75000, e peciiincha.
    SOVAS. LUl^HAS A 560 RS.
    0 Pavao recebe pelo ultiato vapor u-n
    elegante s rt ineiito das mais lialaslaiznbr.s
    para vestilos, tendo trausparentes com as
    mats delica'ias cores, e modernssiinos ipa-
    drees, quo. vende.pelo barato prego de SCO
    rs. o cov&do, a* rua da Imperatriz a 60.
    Ll-OUIBACAO DEROLTA PARA UOMENS.
    0 PavJo vende um grande sortimetito de
    rotipas para bomens, sendo palitots 3accos,
    dttos fraks, tanto de casemira preta e de co-
    res, comodetpanno ; a?sim como um avul-
    tado sortimento dacalgas de ca>emira preta,
    de cor, do brim de cer e braoeo, e um
    grande sortunento de colletes de todas as
    qualidades.
    Tendo tambem um bom sortimento de
    camisas iugiezas e francezas; assim como
    de ceroulas de liuho e de algodao, e \eude
    totlas as roupas a.ima mencionadas pelo-ba-
    ratissimo preco, por quecer liquidar, ua loja
    aJgo-i*t>, por prec completo sortimetito de-punbos e collarinhoi
    tanto de iHibo como de dgodao, por prec/
    em eon la.
    Efparliihus it IScAOO, 4c< k
    0 Pav*o vende um bonito sortimento de
    espa-rtiiltos mederitos a 8&50^', 4^000
    58000, assim como wn boaitu sott ment(.
    dessias braneas. bordads,'aSJ5000 e 0*000.
    e ditas de liUurht chincSia.
    | amostras.
    Bwi kaneo
    Rrim br.-nto mu?to fino, fr-zettda de'
    !2r^.%0 a vara,"q*0e se vrn le por' 1?4'00
    vara-, por'e.tar com um pequcno defeito ;
    puclHiitha.
    Melifls fwiweics
    Mctins francezes, fazenda iruit^ fina, pa--
    drdes modernos, faz nda t^ue jd se vendeii
    prir'560 rs, aSbOis. o Covada; e pecbin-
    Chn. tlfiO'S^ amdslras.
    Cretdn^s '-de -Ifetrr s
    Cretonesde lisiras, fazenda ac lchoadipa-
    drdes muito lindos a 400 TS; o covado ; d*o-
    S3 'amoatras.
    BARil'EIRO DA BOA-
    Rua da Imperatriz n. 72
    IMA
    K
    MENDES GUIMARAES & 1UMA0S
    Acaba.n do fazer um grande abatimento oos pMf dc sims r>/eail
    d*ndo a graude falta que ba hoje de dinheiro,', por isso en*to qn o ptrci q.
    cionado agradara ao respeil-.vel publico.
    Madapoloes
    bides
    de
    GOTINADOS HCrNOllfKX PARA '.'.AMA
    JAiNELLaK, Wi^ ATK' 26^00 PAK
    0 Pa\pSo vende w.ii grande sdrtimcnt'i osrtiiiados bor ladiis, pftqw^ra phra cama >i
    janflllas. pelo barato pre?o d7W)(i, Wt9tt*,
    t(JOuo ate npMNt: ff'snw como f+Mtttt
    i'c dnmasco rte VipnMI ca'bi uma.
    BRAMASTES A 13^00, 253000 t mma
    0 Pavao veniie bramiKKi's para ItngAfs.
    tendo 10 fpalmns do lat^ura, sendo o d-
    algodaoa *^>800 v 2c0#0 a vara, ede'linho
    a 5t*00, CS0 e 3C06O a vara: e f>ecain-
    cba.
    s com um pequeii'i toque
    iavana, de 3(?5'00 a o-;000 a p(i;a ; e.
    cliincbfls
    CHITAS PERGAIES
    Cbitas percafes avarradas a 240 rs. o clo-
    (vadoS <0' 0
    .\. *(> da rua !n Oro.tpo
    Loja das Sportas
    Junto t kjit *. Nitiin
    CASEMIRAS A 5200*. fcflOQO K73D00
    0 Pavio vende cortes de casemrnas par*
    cal^as, seodo padroes modernos, pokt bara-
    to preco de 55000, OtfOOO e 7*000 o cdrte. j
    assim como: pannes pretos dos *im<>i>e>. j
    que tem vindo ao mercado, de i*0o0,> S*^
    10*000.
    ESMERALWNA A 800 aS.
    CUAPEOS t)E SOL l)E SEDA A i000.
    Vende-se cbfpeos do sol de seda para se-,
    nboras e men mas A *, ditcs de alpaca 6- [
    nos com 12 astes a 49, ditos de xerino de
    duas cores a 5*. ditos de seda para bone in
    a 0*, ditos ingleus com 12 astes a 8* e 9*.
    BRIM PARDO A 400 rs.
    Vend- -se brim pardo cscuro a 400 rs. o
    covado, dito do cores com quadnnbos a
    500 rs. o covado
    CORTES UK C SEMIRA A 5*.
    Vendc-so cortes de casemira de cores para
    cale.-i a oD, e G*. ditos de dita preta para
    cid<;a a 4*. 5*. <>*, e 7*.
    BRIM DE ANC.OI.A A 2* 0 CORTE.
    Vende so co tes de brim de Angola para
    cal^a a 2*, dito muito linos a 3*.
    AfiERfCRAS PARA CAMISAS A 20) REIS
    Vende-se ebertoras para can.isas a 200 rs,
    ditas m'ais Gnas a ioo c 30'.I is. ditas le
    esguiao a 1*, ditas b. rdaJ s a 2*.
    LUITAS A 2\ Vciido-se cbilas para vesli los a 20. 280
    e ;52o is o covado, tern tsturas e clar. s.
    MAbiTOLAOA 3*.
    Vende-se pecas de mad pidao euf-stado a
    3*, ditas de did) iflgU-B a il.*i!,'0. 5J, C 6*,
    ditas de dito franeiz lino a 7* 7* 00, 85, j
    9*l00.
    CASSAS A 3*.
    VoiiJe-se cortes de cassa para vestidos a
    a-rooo.
    LHITAS PARA COBERTA A 280.
    Vendc-so otvit.t para > oberia a 280 c 360
    ' rs. o eovado-
    ALGUiiAOZlMlO A 3?.
    Yende-se pe<\is de algodauikdie a 3*000,
    [&&,49, 4C500, :>*.
    BRAMAMi: A I?GC0.
    Vende-se bramaulc com 10 palmos de
    lacgura a l^COO o metro, dito de linho Cno
    a 2J500 o metro.
    Al.GODAO EM-'ESTADO a 900 R IS.
    Vende-s a godao enf stado a 900 rs. o
    '8- RUA DO-BARAO HA V CTORIA8 !mstto. gwatas pretas a 400 e 500 rs. cda
    parente a 3*, '.*, e 5*, dita Vtf
    a 3, 49, eW.
    MKM8 A U
    Vende-se crocbes para cb ra a *jW
    crda urn.
    I.A/JM1ASA 100 HI
    Vcndc sc lazifibas part MriM a
    tin, *00, e 500 it. n n.v.lo.
    ALPACAS 11 i(Hl> A ,i
    Vende se alpMH d- core* a M%\ # J
    800 rs. o tov. do.
    C.KAMKS4TlMENTi lK TAPI.TIMMK
    Wnde H1 grande ftrt'irwntodeU} rsfr
    t'disos tamanbos I 4*. *930t, *T *-
    rada um. ____
    (1BAMU. SORHMEMO HE l(ft i t flTl
    WllnNAI. ^^
    Calc.as dc iis.aiio |ara tr bt l a .MM
    e l^SOO.
    Cnlras de brim jar li a I-T900, W. JP**
    t"a\$. s de brim d- Angola .ft i 9
    e 3*.
    Oil-is ile rasi-uiin iscmira pteta *"-.'.
    ui iteivas.
    Amoral .Ve!..vc,i^- C. Tr-Jcm 1' nissiiii.iv SMNura' >!fi <*,uiao Oo l.utiu jjifii ci-
    niis.i.'.. muMas*, rt.- lai*>.-rt*ilivi hr>riEMhil,''MQ)MlM
    tie larangciiii, colelia w&ettfj e t.u tK <-tVoi, cui ti
    li::tl^--|'.-.Kir i-;.!!i;i BlOfi^BCrjhoKMwllH^ tllic para cinnaiiios.
    Mea marianno.
    AraaTf.l Mabucr>4 C vendem p^-i,i!iftS'prepria;
    para iavarfsar KHHario e ladaiafca do-rnez ma-
    riand : ao baiar VidKria, rua ria d. S.
    Insigru&s maeonioas.
    Amaral Naboco ^; C Vtndem insijra? rnaf>ni-
    ca? de-.1ilTercu(es-h"au< :ao kezar ViiU-jria, rua
    'do5B*Hio da Victoria n. i'._____________i:_______
    mm wn.
    0 Pavao recebeu um bonito sonijnenti
    das mais i bgantes esmeraldinas cum listra.'- ,
    deseda, sendo em cores e padroes as maif- i
    novas qye tem vip.do ao mereadn, propnaj^ .,
    da rna da Imperatriz e. 60, de Febi Perei- co de 800 rs. o covado, d rua da Imperatriz; 1
    ra da Silva, !n. 60.
    ra da Silva,
    Acba-se constantement aberto^
    ds6 de noite.
    - <
    para vcitido, c vende pelo baratissi ro pre- f..i#.'00.
    Bulioa* cnrrlavao de t'^ihii, para it'.>mem a 10^.
    Ditas te-boatrro iicrei.^'iitn. idi-ni '104.
    nua?4e'\-a^!leta para-ianiino a".".i e 6i.
    Bila? twa'lvzsi'. idem, i&**,'ti$ cCi.
    IHtaApBiaMoS iiaruifOtx'ra.4i riflff.
    riiiqJ>ifcglezts |paH|swiMf^3l Q-i&KHi.
    & Vinatoa os sugaiutes c;l- oma.
    CHALFS DE LA A 800 REIS.
    Vende se chales de la de quadros a 800
    rs, ditos de meriu6 a 2*, 3*, 4*. 5*.
    COBtHTAS DE CHITA A 1*800.
    185' Oi. Vende se cober as ftitas de cbita a 1*800,
    Dito* dc: C0RT1.N vDOS PARA IANELLV A 7*.
    veiidi-m fcwra
    L*caio8 .
    ! Fartotos jJ*.ei*OO0.
    Ditos do. Dilos 6* oatsnira pret:-. para bomerO, duzia
    FV)ciw4e-cores pAira Rwnay.",-fOa-'SJl, par ti
    60.
    en o do PAVAO.
    das G hor-ss da manliK
    1
    J
    Venr}^-sc nm ppqii'-nn si io porto da e?ta-
    #ao dc Saiga -linho, teri'lo jialrniv, e do fr/nrJos mais t quatrocentos,
    com i:iaa '-li-gante >asa d-:'aipa, acabada de
    rroxim e b*in assi-iada, t*rtn isal s, 2
    quartos p enuntra fora. 0 -*erreno e pro-
    prii -. Jom '< plaiiticoos. t'tilo atgQittta
    arvofes de ini.to, agwa de bei*r e todo cer-
    cado.
    Para *r <> maij erpWcnroea, no mesmo st-
    tio a qualquerlinra a entnv!r-se com Tris-
    tao P-raacisco Torres, eparairatar, nn the-
    sourana d a 1 'terins, ma i." de Marco
    "CALCAWI
    p^franj'eirii
    Paris n'Araerica, A ruaDu-
    que d*3 Taxias n. 59
    pr.meiri andaF,, at-atia da reeeber um coniplea
    sortiBBenij de ualcadus eslramifiru* para- borpem e
    senhora, viodo enire files cm linlo soriimeiUo de
    rlepanie- rbiqalto^. >;paiinhos w buttnan para
    rranfas i|iie mdii vi-nep. per pre;i< raz-iavi-.
    Pillulas Catharticas
    de Ayer.
    I'ara todos os effeitoa d
    um remedio laxante.
    Nan ha segoramente, un
    remedio tarn tmiverwlmctit*
    procurado como um oathu-
    tico ou purgante, e nsnhnni'
    outro tem sido tio usado em
    todos os paizes e por Jodas a9 classes, como estas eiu.v-
    IAS, *uaves mas elficazes. A razao 6 cvidente, formSo
    um remedio muito mais certo ifficaz que nenhum outro.
    Aquelles que os, Utem eusaiad<> ssbem que se teem curado
    pelo sen uso, os que uao os ensiiario sabem que sens amlgos
    e visinhes se teem curado, e todos-oonheeem.que o peaultado
    tirado uma vez.se tirara todas Wyases, e que as riLLU-
    ZAB nunea falnao por consequencla jia sua composicao.
    Temos milhares sobre milharei de certificados refereotes as
    distinctas curas que liao effeetuado estas pillulas, nas moles-
    tiae que em -scgnida msscionamss, poism seado taas curas
    cocbecidas em toda a parteftoode teem peoetrado, des neces-
    fcario t publioa 1-os aqui. Adaptadas a todaa as idades e x
    to-Jas as coodioCef, em todaa as climas, uao contando calom-
    t-lano nem outre qualquer droja deleteria, ellas podem sar
    toaiadas por qualquer pessoa eom toda ssgnranfa. Sua
    enpa ifassucar as conserva sempre frescas, e as torn* gosto-
    fas ao palladaijseodo tambem ;)uramen(e vegetaes, ufto po-
    dcra resultar efiaitos prejudioiaei se por aoaso forem tomadas
    em qoze desmasuds. O pope) qua se^ve do cobarta para
    a dlrec^oes minucioeu com rela(&o as secuin-
    A Nova Esperanca, a rua Dumiede Caxias n. $3
    apreesa-se-em convidar a seus fregueaes, com e-
    pecialidade. ao bello seso a virem apreciar ot> se
    guiotes angos expostos a venda c. todos por preQoi
    cornmodos, como sejam :
    FIXAS aOXECAS maosa&e choronas.
    BONlTAS E ENGRAQADAS vistas para sterio*-
    copios.
    C0MM9DAS LATAS para guardar chi.
    ELEGANTES BOLSAS para senhoras e menina*
    BOXifGS VASOS com firm banha e cheiroso!
    uxiraetos, trazeudo cada frasco um Dome, uma ifli-.
    cial ou um dislico.
    P1NAS MEIA-S DS SEDA, vindo enlre ellas coi
    de came.
    Para qitfffl gosiar.
    A' Nova Esperanca a rua Duqne de Caxias d
    63, acaba de receber tentos e caixas para o jogo d<
    Voliarette.
    Para qnem s< ffre das pernas.
    A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias
    63, acaba de receber as procoradas meias de bor
    racha para quem soffre das pernas.
    FLORES ARTIFIOIAES
    A Nova Eaperanca, a ma Dnqne de Caxias
    63, acaba de receber um lindo e completo sorti
    merrto de Hores artificiaes das me mores que teir;
    vindo ao mercado
    A ellas anted que se acabem.
    Costumes para crian^a.
    A Nova Esperanca, a ma uque de Caxias a
    Ci, acaba de receber bomtos costumes pan criaac:
    e t-;ia re vendendo por precos raaoavei^.
    A N>va Esperao^a, a ma Duque de Caxias n
    63, recebeu um pequeno pukeiras electricaa, proprias para quern soffre dot
    IQWOai
    Vendem
    Wilson, R^we fe (\
    Em seu armazem a rua do Trapkrhe n. It, o
    gumte :
    A Fio de vela.
    Carvao de pedra de todas as qnaWade?.
    Tado muito tiaralo.
    , ;*, uma taaa.n villa deSirrreiros, na rra do Com-
    nma irnia-apna.na rua de v;lba de Santa Ri*a itvi'
    Wi<*Bowfe dr <-. *endrn i-.i.-^en arruaietn
    i rua rf-C-iiwni'rrio ti. .'.-: :
    ? verdadeiro p^nno dt^gdiio azul mricano.
    I Excelite 6 > de vela,
    j Cognac de i* qualidafiy
    1 i Vtahe 4'0*teaux.
    11...rvio de-fsdrade nui>.-. as quxi.c.,;: .s
    VEDE^SE
    Vende-se coitinados para janel'.a a 7(5 e
    ftp o.par.
    COhCltAS DE CORES A 2?.
    Vende-se cokhas de cores para cama a
    5JS, e 335500, dilas de croxe a 6*5.
    CORThNADOS PARA CAMA A I4|
    Vende-se cortinados bordados para cama
    -* 140, ie#er 20*.
    j COBtRTORES DE PELLO A 1C200.
    Vende-se cobertrres de pelh a l?200,
    ditos superiores a 1^610.
    C\MBRAIA BRANCA A 3?.
    IV-
    ('..lb;.
    c 7?.
    Palitots de riiwlw a 1^.
    I'.-!tot? le ;i'p^: a i- re* a 9.
    PalitftS'!' .. para prvtaa : _. '-':''.
    e 33.
    Paletots <1: panno pr I'hl tots a \9.
    CeroulhS de al/mlao a 1^ )
    man', a lltttO.
    Omisas oe ektl de <<--a 1'
    ItfUt,
    Pitas bran as r m pfito do t
    Dim branc. s linas a f>6.1
    I).'as finas de risradiiibo frai
    Pitas de rretonea ??50n.
    Colktes do (MHMN Am*41
    3Te4?.
    Toda Sfta roup.i se IW :<-
    para liquidar
    PRIM MA900 A If
    Vende^e Ma brMM I "
    lino a Wm c 2r.
    ESGVI.VO FIBO -
    Vende-se esguiio deKnli.
    2>o00 c 3C a ><.ra.
    FAZEMiAS I'PETAS \ I
    Merin6 prrfci lino a 2->.V '' .
    Bomb 7.!ii.i \m '.'xat a P* :>
    covado.
    F.a preta f.i.a a oOO rs. o i
    Chita preta li-a e coin fl' -
    rs.If) covado
    Alpaca preta a ">0#, GVo < <
    vado.
    CanUo preto para Into a !* > *0t
    IMl de In i r< la j.ro-.ria para
    6V0, H00 e IWWJ o covado.
    Outras muitafizcii dpm barato. no l^zar >"ecunai. rna.afK-
    Vende-se.pe^as de cambraia branca trans-! peratm n. "i.
    9G, f* I a quaniia de TOOi, que rt-cde 10* .manaaaa:
    a tratar na rua do Socego n. 32.
    sada vi.lro leva
    les molestias^que as mz.Vt.4MCA.TOAXTI damente cuao. I'ara a Dytp^piUt ou liuUgctl&a, DU-
    /.lirritria, lMguidt, Falta de Appetite, dercm ser
    tomadas em dsa* moderada a firi.de esUmoiai. o eatomago e
    rtstablecer suasfiincciosaaudaieis.
    Para as Doeiiems do JFlgado c suas diverean Bymptoraas
    JEtxagueea* Kilioimi, D*r tie Cmiecm, leterida., Col-
    ia> BUios*, e Febret BLlionai, devem sc tomar tambem
    iiioderadamente em cado caso, para copreger a aecso viciad*
    > a ruoover o obataculos que a ci.usio.
    Para a Dytnteria on Diarrhea, 6 geralmeute bastaot*
    umu. dose peqnffla.
    Para M+eummtUm; Gotta, Arrtia: 1'alpiUtc^do
    CoracSo, Dores not ilhargai ou costat, devem ser
    tomadas eontioaadamente, aW alterar a acoBo do or^oa
    disregulado*. dfleorte que a molcstia di^ippareea. .
    rara a Hydropetia e InehaeSes It toma-1-as frequaotemente e em poroSes assas grandes para |
    prodiuir o efleito de um purgativo drastico. Como Digit- I
    tltso para o Jantar ou comida, toma-se uma OU duas para
    promoyer a digest&o e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
    adas de vez em quando, estimuliio ou estomago a obrar sau- '
    davelmente.
    Qualquer que se acha reguJarmeDte bom, tomaudo uma
    ou duas d'estas pillulas se ach.ira, muitas v&zee, decidida-
    mente milbor, por razao que ellas purificam e rcstaurao o j
    apparelho digestive j
    lereio, portpntfi
    'rm5f. C.
    modioo : a trxter com Tasao
    i
    ia
    Miestica
    CAFE' DE JAVA
    0 unico verdadeiro ven-
    <3e-se oa confeitaria do
    Campos
    l\ lmperador H
    um
    te#o-Rifftl
    - Na MM Primeiro de Marco*. 1. Z>^~ 4-A~~ ~~ ~~^~*r, ~
    j Confroute ao arco d- :>. Antt*i, loja def r Or tOOOS OS VapOreS ie-
    \. AfMlirte Ferreira -da Silva Leai.i& C. i Laazinb*,rf<'lo %jc*tz, padroes te:rmente *^
    j-aovos, pelo dkninuto pre^o de 100, 2M)260 rfiis
    o covado.
    Baptist** l4*Hs, finss, e de cores a 3S0, 400 e
    iAO Chapels *le-*^il de fedar (paragon) e ctan 12 bastes, .pelt preco de-i e 9*,
    faienda *su ^ue sempre -euskm lit, >o para
    acabaV.
    a roa Primeiro de Marco b. i.
    .[ja do barateiro.
    mm
    t
    NOVIDADE
    Grande liquitlaclo de
    Rua do l.ivrauiento n 30.
    Lazinhas dc bonilos padrCes de 160 a 240 rs.;
    alpacas de todas as cs res e boa fazenda a 240 e 400
    r?. o covado 4 chitas ef curas e claras a 240 rs ;
    baptistas modcrnas a280 rs..; precales fioas a 320
    re.; meiins de todas as coree e de boa qualidade
    a 210, 280 e 350 rs.: cambraia de cores a 240 rs.
    o covado ; chap^os de velludo e palba para eenho-
    ra a 4$ I ve*iidos para menino se baptisara oi I
    m.'celina de cOr muito boa fazenda a MQ rs.;
    ctiilas roxig a 200 rs.; ditas pretas a 200 re.; ma-
    dapolio a 4*. 5*S00,. 5#800 e H a peca; dito
    franeez a 5J, 61 e 6*100 ; algodao a 2*500, 4/,
    4*500, 5* e 5J5G0 a peca; loaltaas para rosto a
    360 re. ou 4* a docia ; diiac nl|iudas linns a 800
    rs. cada uma ; cortea de casemira a 4*iOU ; ditba
    de brim branco e da cfireaa 800 rs., I* e l*rO0 ;
    ditos de brim de linho brancos e de cores a 2*;
    algoilo azul a 5* a pe dama.-co de IS com duai larcura? a I* o covado!
    lencos de caaaa pejjneaoaa,>0 rs. a duzia!) du-
    zia de.lenco* de fiolio, com uma bonlta caixioba
    por 2*500 f! cambria-branea fina a 3*. 4* e
    4*300 a peca; hambuigo proprio para loalhae,
    lencoes e ceroulas a 360 rs. a vara I a godao azul
    eni'sclado proprio para-e'crevosa ICO n. o cc
    vadu j.culttes da catem^fa preu e de cor a 2*500 !
    ditos de trim de c6r a 2*; lenc.os brancos a
    1*600 a duzia ; meias firias para stnhora a 4* ;
    e i uircs mniios artiges a voniade do cimprador.
    ' <:ii*$Heiai ante* ijtae se aenbe.
    PBXPASASSS POB
    if, C> Ayer & Co., Lowell, nfase., E,V.
    vsnDB'es por
    Farinha de mandioea
    I'C
    porto mm
    mt\w ViiiHoa.
    A' este grande estabeJecimento ni cae-
    gado am i>om sortimento de machmaB |dr'
    costtrra, de todos os auteres mais aorodita-
    dos artima?p.entena Europa, cujas maobiaas!
    sao gafantidas por um anno, e teedo nra j
    perfeito artisia para ensicsr as mesmas, t>si j
    Magnolia
    Na coja
  • i-j, escoutrara aempre orespeitavel publico Em
    comskto sortimeriio de perfuir.arias fihas, objeclos
    depBafitasia. luvac de Jonvin, artigfls de moda<
    awudeeas flnas, assim r<.mo rr.odieidade nos pre-
    ;w,ayrado e sint*idacte. ,
    Antteis 'eleetricos
    A Slatnolra. a rua Duque de Caxias o. <5,aca-
    ba de re8e4u*r8 verdadeiros anneis e voltag elec-
    irieaf, proprios para os nervosos.
    Meios aderecos
    A Magnulia, a rua Duque de Ca^as n. 45, re-
    qualquer parte desta cidade, como bem oe- \ eetee'n um cowpteio sortimento de
    2m conceru-hs pelo tempo ijmbJ d'um | Meios g de umrjj^
    anno sern despeudio algum do comprador.! Meios ad^rejos de seda bonjados (oyima moda)H
    lieste estabeieciaiento tambem ba pertentas .de muitas outras aualiflades.
    _________________...k:_.. -_..>l ....i v r i %
    Ultima mod'a.
    A -"Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re>
    eebea um lindo sortimento de bicos de gn ,are
    de ctfes, apropriadws aos vestidos chiqaes ai ac-
    tual idade.
    S. CARLOS
    Vende-se ou arronda-c o eng. tjkfi i srt -
    Ipoiura, moeute e eatlMf, n I 4as- i ia9t
    em ptrfeito estado d-? omv-nrarin, aicft>taat
    d'agua : a tratar na rrare?sa d.< i i. "ua Jfe '*
    xiasB. 3, 1* andar. r n <..
    Quinlaes. ____
    SMTSAPAllMlAlS:
    D..
    ISTOL

    X

    ^0 por eeato n.enos
    do valor
    Frederico Pinto & C, tendo acabado com a offl-
    cina de alfaiate, t*m um grande sortimento de
    ealcas de atemira de ear, brim branco n 6, e de
    Jinno de cAr, colletes de casemjra, gorgorao, brim
    branco e de c6r, fraque^ de pahno, casemira, me-
    rino e alpadao; ludo obras de encommenda, as
    quaes vendem a dntbefro eom 50 por 0|0 menos
    do custo: na rua do Marqoea de Olinda n. 40,
    .loja- _____________________
    para as mesmas machinas e se soppre qual-
    qjuer pe^a que seja necessario. Estas nW"
    Botoes de ago
    A Magnolia, a rua Duque d chicas trabalham om toda a .perfeito dlpaxa vender 08aH.dernos botoes de aco, proprios
    um e dous pospontos, Tranze e borda tada j para vesiid s.
    qualquer costura por fira que teja, seuf
    pregossSo da seguinte quahdade : para tr**
    balhar a m3o de 305*300, 4050^0, 459000
    e 505-000, para trabadiiar com o pe1 sac de
    Golijihas e punhos
    das mais moderns que ha no mercado ; a ellas:
    na Magaolia, a rua Dnqne de Caxias n. 45.
    Leacos chinezes
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    celjeu uma pequena.'Uiapiidade de leases deseda
    chinezes, com JladiSslmde desenhos, fazenda ihtei-
    Leques
    808000, 908000, 100^000, HOtQOO,
    120JWJOO, 1305000, ISOjfOOO, 200WWI
    250J<)CQ, emquanto aos autores oJo ba al-
    terajSo dprer;os, eoscompradorespodeiiio' rameiite'oo*a.,
    visitar este estabelecimento, quo muho de-!
    verSo Rcstar pe!a variedatie de objeotos qae1
    . B *^ i ? i Lindos leques de rnadr. peroia, de tariarugaL m
    ha sempts para vender, como sejauj: cadet- Bwrtlm. de osso, e de moins ouira? qualidaffes:
    ras para viagem, malas para Ttagem, cadei- receben a Msgttolia, a rta Duqne de Caxfas nu-
    ra para salas, ditas de ba!ano, ditas paf ** 45.
    crianQa Jaltas), ditas pra escolaS, costiirei* AtteilC^O.
    ras riquissimas,, para senhora, despensaveis, A lo;a da Magnolia, a rua Duqoe de Caxias n.
    para f riangas, de todas as qualidades, cafnaiJ 45, acaba de receiver o? s^gutartea ariigVif :
    MOFO.
    E pechincha,
    f Brim oardo lino, com pequeno mofo a 360 e 400
    ra. o.coasal0 : na rua do Queimado n. 43, defroo-
    le da praca da Icdependencia.
    CHA'
    Verde e preto superior.
    Preto a 3*000 o 1/2 kilo.
    Verde a 3*500 o 1/2 kilo.
    Na rna do Marquez de Olinda n. 20
    antiga da Cadeia .
    Grande pechincha
    ""Be'fnperior qualidade e muito nova, chrgadaj
    I pelo u'lirr.o navf.' : Vcpde se a rua (Jo Brum n. 92,
    , armazem de as.-uear.
    de ferro para homem e crianr^ss, caparcbo*,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    quenos, apparelhos de metal para cha\ fdj
    queiros com cabo de metal e de marfino,
    ditos amlsos, eolheresde metal flno, condier*
    ros para sala, jarros, guarda-comirras d:
    arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar salas, lavatories completes, ditos;
    simples, objectos para toilette, e outros mm- j
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que vi6itarem este grande etabclecimento '
    qae se acha afcerto desde as 6 horas da ma- r1 areldO nOVO e
    oha at^ as how d noute < j m^ pequeno
    itlia 00 rSaraO dH y ICtOn* II. \ Da meihor qualiftada no- armazem de farinha
    99 de trigo 4e TsJ0 IrnW'TS &. C. na rrara do caes
    "A' $o Apollo.
    Manual de readrpperola, tarliraga e laorflm.
    Ricns albnn eom capa de madfeperok, cha-
    gren, maieiri, vellfldo, cburo, etc.
    Lindas caixas corti fini'Simag perfomarias.
    Ligas de seda, branca? e de coreo.
    Voltas de madreperola.
    lu'seiras' de-madrepea-ola.
    Ricas caixas para co-tnra.
    Vestuarios para baptlsado.
    Toucas e sapatinhos de setim.
    Modernos chapeos de sol d seda para senhoras.
    lindo? port-bouqnets.
    Gravatinhas de vtltad"-, etc, etc.
    a 40.0 reis o covado.
    Baptista, fazenda muito ri a e larga de lmdas
    cores, gostos e escocezes, peki baratiisimo preco de
    400 rj : quem duvidar venha ver e comprar, na
    rua Duque de Caxias n. 88 loja de Demctrio
    Bastof.________________________________
    Cambraia a 3^ a pe^a,
    SO na rua do Qneimado n. 43, junto a loja da
    Magnolia.
    Cambraia Victoria, Una e transparente, a 34 a
    peca. ApVorejtem.
    lWiaK.
    em camisas de
    Vende-se camisas inglezas de
    !!
    linho.
    inho, muito fi-
    nas, para homem, pelo baratissimo preco de 35*
    a duzia ; quem dnvldar venha ver comprar :
    ua rua do Duque de '"alias n. 88, loja de De-
    metrio Battos.
    cura os asos mais desks rn
    A SAFSArAHHILHA DEDIiI.>TOL p--
    fica a massa do sangue, expeiie- para Ar
    todas as materias e ft-zes vicio-gis e iisp
    regula todas as secrofdes, da* vitauj-lwia-^
    energia a todos os orgios a Ji f>n..'
    gor ao systema abin de podcr inelb :
    tir a todos os ataques da en;.Tiui<:i
    pois este um remedio comitlitiona.. r -
    nunca distroe afim dc pudvr eurar
    constantemente atsiste a nalurtza. l\
    em todas as doeooas rontifu< ioman
    das as tnGintUis locoes dependent* <
    tado vicioso e imperfeilo do systema ** .
    ral, achar-se-ha qae a Salsa Pi
    Bristol e um remedio segoru i
    mo, possuindo inestimaveis c iaeonteMa**:
    vrtudes.
    As curas milagrosas de
    liscrofulax.
    Llcertta,
    ChagaBsaali^ui,
    F> FERMI DA DES SYl'lUI l.n^k
    ERYSIPELAS.
    ItHEEMATISMO.
    NKflALGIAS,
    ESCORBETO,
    ETC., ETC., ETC.,
    que tem grangeado e dado oalto hk-
    Salsaparrilha de Bristf!
    por todas as partes do universo, sao iio*
    meute devidas 4
    I'NICa. LEG1TIMA E ORIT.I5AL
    Salsaparrilha ile BtbteL
    PHARMACIA CENTRAL

    YEiNDE-PE
    caroco do alg dJ* die la 3,000 a*roba, a *
    tregar no Recife, ensarcado, ou em Pn. a grata*!
    trata-ie na rna da Cror, armazem a. KV
    Tinta preta para escrevr
    Vende-se linla preta (wglcaaj |>ara
    potes grandes e pequenos Ha ma do
    n. IS, armazem.

    Alii 1.00
    Precisa-se de ura caixeird com pratica de pada-
    ria: na rua do Barao de S. Borja fi. S5 ; prefe-
    rindo-se o <]e. idade de 15 a 18 anaos.
    Asimicas rerdtideinw
    Richas hamburgueza qw va -<*mmi
    rat Marqnex de .l:nda n. M
    Salsa parriTha.
    Neva remeaaa, excellent- qnalidala ;
    ba rua do Vifario a". 1*, andar.


    \
    I -
    8
    Diario de Pernambuoo Domingo 17 de Maio de 187i
    '
    YABIEDABE
    A atlmlu'straoSa aa (.r-l-BreUnha.
    (Coil' lusao)
    Quanto a n6s, ndo ha senao um ponto
    era que o .systema continental se avantaja
    ao mglez: 6" rfas cartas seguradas, para as
    quies a aimiiicstraga > ingl-za ndo tern fi:i-
    to senao protnetter o, angment-i de cuidado
    na traosmissdo son garantir no caso de
    perda, o p.iga,nent de um valor declare-
    do, ou, corau *e fa/, em outros paizes, no
    easo iio nao I claragdo, de um minimum
    fixo do valor. Todavia isto e" apenas um
    ponnenor quo na pratica e" menos serio do
    que parece eon tbeona : ha 21 aunos que
    tear us quotidiauameuto que fazer na a mi-
    nis'.ragdo dos correios, e n5o temos visto
    nem-ouvido fal'ar de nenlium exemplo da
    perda do uma rarla segura-Ja.
    A nlavanca, por assim dizer, de toda esti
    serie oe reformas quo tiveram uma inllueu-
    cia diilicil, de exagorar era a igualdade dos
    portes das cartes em todo u Reino Unido,
    isto e, em toda a extensao da Inglatcrra, do
    paiz do Galles, da Escocia, da Irian la e das
    ilhas adjacentes. Nao era este o unico dos
    nielhoi'amentos que propel sir entao Mr.
    RowtandQ Hill, na sua celebro brochura
    de 1873 e que lhe foi dado exeeutar ou
    vfir executar Mas era o qm feria mais a
    im.igiusgdo o que o espinto de rotiua to-
    ve mais didicullade on aceitar. Adoptado
    este melhoramento, est va u ciminho aber-
    to par t to los os outros.
    Dgurrroi de passage n que e singular que
    ums uagao, cujos cidadaos tizenra uma es-
    pecie co evangolbo, muitas vezes sem peso
    em inudida, do principio da igu ldade.n
    levasse Unto tempo a aceitar essa reforma
    emi.i"i:'o.nerite igunlitaria. E' da Franga
    que f illo a a explicagao do enigma estii i-m
    uma observsglo paradoxal d primeira vista,
    mas que nos parece verdadeira \- e que o es-
    pirilo puhlico em Franca nao ti menus roti-
    neiro que revo'ucionario. Pertence a repu-
    bliea de 1818 o merito de ter imilalo am
    parte a system* que a lnglaterra liiiha in-
    trodu.'.i io oito annos antes, mas ella offeu-
    deu o principio igualitario adoptaudo diffe-
    rentes portes para muitas zonas.
    Se e-lamos, como julgamos, bem infor-
    naados, nao foi principalineate o sentimento
    de igual lade que decidio sir Rowland Hill
    a propur a uniformidade de porte decartas :
    levou a i inteirarnente commercial. Elle disse comsi-
    go que as desp-zas que fazia a administra-
    gio (Jos correios dividiam-se sobre tado e:n
    tres capitulos: colleegdo, remessa e dislri-
    buigao ; e nao teve dilliculdade, fundando
    se em dados iinauceiros, de se convencer,
    e de demunstiar ao publico que a primeira
    e a ultima destss tres partes de despeza ex-
    cediam muito a segunda ; que, quando se
    tratava dos milboes de cartas a transportar,
    o exCedeoto das desp zas para uma carta
    de Loudres a E limburgo, comparado com a
    dc- 'ransporte de Londres d mais proxima
    al.it.i dos arredor<.s da capital, e de tal mo-
    do mi'-imo para cada carta, que nao vale a
    pena dar um valor pratico a esta fraccao
    quasi imperceptivel de um penny,~ao p isso
    que as dcspezas de collecgSo e distribuigdo
    sdo absolutameuto as mesma;, qualquer que
    seja a distancia entre o escriptor e odestioa-
    tario ile uma carta.
    Seguia se desta demonstracao arithmetica
    qu' Sd commettia uma injustiga, fazendo pa-
    gar ao hsbitante de Ediraburgo pelo preco
    de am scheiling um servico que o estado
    pre.-tava a outro contribuinte, unicamente
    por dous pencfs.
    E como a maior parte das injustigas, es-
    ta dava ao Estado o devido castigo, porque
    nao so fazia diminuir o numero das cartas
    que lbrnecem uma parte da receita publica,
    mas, pela coroplicagao de calculos que im-
    puiih.i aos empregados, augmentava consi-
    deravelmente, sem necessidade, as despezas
    da administragao.
    prega los um certo numero de cartas sem abplido nos Esta nenhuma direcgSo. syitema dos vales do correio, medida ex-
    Nao foi uoicamente neete pont) em que celle.ite, que facilita a muita gente a remes
    sir Rowland Hill modifi.ou pr.fundamente sa de sommas pequenas e ate grandes, e
    os costumes do pubiicov. Ella previo que pela qual o correio se torna o banqueiro de
    a sua reforma multipli aria infinitameute todo .
    o contrato entre os indiyiduos e i socieda- Este systema, estabelecido primeirameHta
    des ; que a affeicJo e o interesse aproveita- na lnglaterra, estendeu-se depoi3 per meio
    naui igualmente c m ella ; que o commer- de successivas convengdes postaes, a outros
    c.o e a industrii so desanvolveriam ; que a. paizes, passan lo assim a tomar o caracter
    lilt ratura e as artes seguiriam este movi- deinternacional. Por este methodo podem-se
    aaent) ; que augment..riim os uogocios de remett r som nas para a Allemanba, Italia,
    todo ogenero; que, finalmente, a perda Belgica, HolanJa, Turquia e aid o Japao,
    mojjentanei nas receitas da adminstrac^o assim como recebel-as destes paizes. Nao
    dos correios se trocaria brevemente, pelo se acha incluida nesta lista a Franga, que
    augmento n i numero d,s tranaj,6es po;- neste pont) e em outros re'.ativos a nego-
    t ss, em uma receita consideraVel e direc- cios praticos, se "cha bastan e atrazada.
    ta, sem ter mesmo em con'.a um aug.nento Portugal e Hespnha nio figuram tambe.n
    de renJimcut) dos impostos directos e in na lista.
    A6RIC0LTD8A.
    d rectos por causi do maio.- movimenfo
    commercial o indust ial quo a reform de-
    via produzir.
    Os meus calculos justilicaram-se sob to"
    dos .isles pontos de vista ; e as previsoes,
    ate apparantemeute nnis extravagautes, que
    faziam o entbusiastas pela ruforma, foram
    i.xeedidas.
    Tbdaviadeu-se un phenomeno littera-
    Ms, alem de todos estes mnlhoramentos,
    e de outros, como o da reducc,ao successive
    do porte de cartas, jornae* impressos e
    amostras destinadas aos outros paizes, do
    augmento do peso p >rmittido e de muitos
    outros para facilitar a collecijao e distribui-
    qio das cartas, as mediias mais importantts
    q e teem sido adoptadas pela administragao
    puguinuouu until rt- i --------
    rio, proluzido pelas refurmas de sir Row- d.? Portos c0slst9m "a methodo estabele
    land Hill, que este provavelmente nao pre- C,(i) para sua ,m,mensa organ sacii e do seu
    vj0 r numeroso pesson e n certos ramos de acti
    Este phenomeno e a perda do antigo es- viJade social qua nao dependem a pri Leira
    tylo epistolar. Quando o porte das eartas "S[* de "'.''"-^or de correios.
    custava seis oa doze vezesmais do que hole A$ r Parl,M correis tornaram-sa
    o era preciso eVperar a partida de um ami- u^vasto banco de economias, onde toda a
    goqueseencarregava de levar uma cana feute Pode dePoslt-r qua-squer sommas.
    para p ,upar o porte, uessa epoca a effusao te.ndo %" gnua todos os fundos da adni-
    opistolar era uma cousa seria e que exigia nist"a ^ Port>s e em ultimo caso o
    premeditacao rendimento da nacao. que pela sua parte,
    Pouca gente podia escrever a cada mo- u.MProT" J(*tas sommas entregues i sua
    mento ; era muito cusloso. | Vlg Iancm-
    Era preciso. pois, aproveitar um bom en- Au5 me?mo Q segarj) S(lhre vj(la ^ pode
    'v,' ,. hoje fazer na lnglaterra, na administracSo
    Era entao que se toman com o ma.or -dos correi(JS CQ J 8S rendas vit,,icias qVu
    cu.dado grande nu aero de ap mtamentos, alii se podem comprar : notando-se que oS
    que se fazia ddueneia por nao MjMsr MgarwCiTeeta uma nraotia dMoluuTqaa
    oada que se faz.am exord.os e perorac6es,' estao muito longe deencuntrar nas institui-
    que se cultivavam todas as gracas do es- Q08S puramente commerciaes de agendas,
    a"s quaes se entrega sempre a gereticia doS
    tylo.
    Era o le npo da cortezia ou da profundi-! funai05
    iescala.
    que Ihes sao conliados em grande
    dade.
    Era o bom tempo.
    Era entao quo florescia, segundo oca-j Finalmente, uma outra reforma veio tor-
    racter individual dos correspondentes, a nar a admiuistracao dos correios na liigla-
    douta dissertacao, o fervente dithyrambo, terra ainda mais extensa e util. Ha dous
    a graciosa loquacidade. yue e feito de;annas o servico telegraphico esta* a cargo
    tulo i so ? Perdoar-nos-has tu, sombra de.do govern jr. Nao se realisou isto, sem que
    Mine, de Sevigne ? jse temesso que o exercito de empregados
    Hoje, quando nos acode ao espirito al- que deste modo ficavara* dependentes does
    Outra reforma, apparentemente s6 finan-
    ceira e que estava na suaorigetu, mas que
    produzio uma mud'anQa consideravel nos
    costumes do publico : o Sr. Rowland, con-
    tinuaiido nos seus calculos, achou que os
    empregados do correio pojeriam gastar
    menos tempo se as catas fossem fraoquea-
    das pelo expeiidor, em lugar de ser pago
    o seu porte pelo destinatario. Por tan to
    elle estaboleceu para a carta nao fr^nquea-
    da o duplo da taxa Qxada para a quo o nao
    era.
    0 resultado foi que o publico habituou-
    se iascjsivelmente a franquear todas as car-
    tas e este habito tomou-se, passados 20 an-
    -nos de tal modo universal, que actualmeo-
    te nao passa pelas maos dos empregados se-
    n8o um limitadissimo numero de cartas nao
    franqiieidas. E ainda a causa destss excep-
    roes da regra 6 simp'esmente um esqueci-
    mento momentaneo, semelhante ao quo
    faz passar annU'lmente pelas m5os dos era-
    guma cousa que queremos communicara
    um amigo que reside na rua visiiiha ou
    nessa ultima Thule, que foi 0 Norte da
    Escocia, enviaraos-lhe uma liana. Se
    aoi.iiiha temos mais alguraa cousa a dizer-
    Ihe, onviam s-llie outra. E elle paga-uos
    na mesma moeda.
    Nestas condi^oes, adeus estylo, graca e
    profundidade. Ainda apparece as vezes al-
    guma dissertacao politica, mas e destioada
    a ser impressa ; tambem apparecem algu- j namentos da cidade de Loudrei, nao bastava
    mas vezes dithyrainbos e have-los-ha em |para as exigencias deste grande e ampliado
    quanto houver amantes ; mas tudo isto e seryigo, apezar da sua \t stidao.
    tado veuha um dia a ser perigoso, se as cir-
    cumstancias levarem o governo inglez a se-
    guir as tendencias bureaucraticas, tSo com-
    muns nos outros paizes da Europe.
    Todas estas reformas exigiam naturalmeo-
    te um grande edificio destinado a uma tao
    ampla admiuistracao.
    A antiga casa dos correios, edificada no
    principio deste seculo e que e um dos or-
    iUCfiS:il 333SIA
    1e satanaz
    POR
    O. Hauoel Fernandez y Gonzalez
    QUINTA PARTE
    LEONOR
    \XI
    BM (JOE LUCRECU SOUBE AF1SAL QUE SC\
    FILHA V1VIA.
    (Continuagao do n. 117.)
    Michelotto mandou immmediatamente
    quo fossem adiante os seus esbirros com as
    bag.igens.
    Pela tarde senti os passos de Michelotto
    qu; se dirigia para a porta da quinta, en8o
    sei porque, uma idea sinistra me opprirnio
    o eoragpo
    Cora 6 porta, e quando cheguei a ella,
    vi qiio'Michelotto-e Andrea Spata, a caval-
    lo, s I'.istavam a galope na direcg3o de
    Ferrara.
    Abandonada I exclameieu j mas n3o,
    nao p6 le ser ; nSo p6do chegar a tanto a
    ferocidade d'aquelle homom. Que mal lhe
    fiz eu ?
    Eu ficara s6 em casa, e toda a noite cs-
    perei em vao o regresso ie Michelotto.
    N) dia seguinte apresenteu se o dono da
    quinta e disse-me com ar cheio de commi-
    seragao :
    Leia esta carta que rccebi.do seu es-
    poso, minha senhora.
    Li a carta e o seu conU'iido era tereirel.
    faro e os dithyrarcbos amorosos, ao menos
    aqueiles que veem a publico por causa de
    processos, resentem-se um pouco de porte
    de um penny.
    A intro luc.ao das cartas postaes augmen-
    tou o mal. I)iiem-se as cjusas no menor
    numero de palavras possivel, em um estylo
    que o nao e. Em uma palavra, desappa-
    receu o mimo da linguagem epistolar, ou,
    so ainda resta algu ma cousa delle, e preciso
    procura-lo em alguns homens raros, e so-
    bretudo nas eternas depositarias do que e
    hello : as mulheres. Para tHas o triumpho
    estd na razao directa do augmento do difTi-
    culdadesque offerece a atmospbera geral.
    As mulberes neste particular, como em
    outros, sao uma excepgao que difficilmente
    se consegue combater.
    Ellas sao, alem de conquistadoras, supe-
    riors ale is reformas que se fazem ; pelo
    que respeita, porem, aos homens, quantum
    mutatus ab illo.
    Dir-se-ha que nao sou um bom exemplo
    da minha theoria, e que esta missiva tem
    a extensao de uma carta anti-diluviana,
    isto e, do periodo anterioi e era de sir Row-
    dand Hill; advertirei quo nio ha absoluta-
    mente razSo para este reparo, porque os cor-
    respondentes dos jornaes sao uma excepgao
    cl regra, no que toca a brevidade ; elles es-
    crevem para o publico e para o fabricante
    de papel. E', portant >, um caso excepcio-
    nal, que, segundo o antigo adagio, so serve
    para provar a regra.
    Valtando porem & questao dos correios,
    mencionarei ainda outras reformas que teem
    ido effectuadas. L'ma deltas refore-se &
    medida t5o commoda e hoje geralmente
    adoptada e que ha 35 ar/nos era geralmente
    lesconbecida : o u^'o das estampilhas ; de-
    pois a aboiteau j0 pnvilegio de franquia,'
    concdido outr'ora aos membros do parla-
    ra8Ul. o a outras pessoas officialmente col-
    j'oadas, privilegio este que ainda nao foj
    Annunciava ao dono da quinta que era eu
    a unica cousa sua que alii havia, e como
    me deixara unicamente com a roupa que
    tinha no corpo, me etitregasse, paraeu po-
    dor viver algura tempo, a importancia da
    renda da quinta ate ao dia em que estava
    paga adiantada.
    Perdi os sentidos. 0 dono da quinta e
    um criado que o acompanhava, fizeram-me
    tornar a oiim, e trouxeram-me para Fer-
    rara onde me deixaram n'uma hospedaria,
    sem mais recursos do que cincoenta duca-
    dos do prata, que me entregou o dono da
    quinta.
    Com esse dinheiro vivi ate que te encon-
    trei, economisanlo quanto pude, de um
    modo miseravel, e, se te nSo encontrasse
    ou morreria de fome ou me teria visto
    obrigada a mendigar.
    Ab 1 minha pobre mSi I exclamou
    Astolpho.
    Succederam alguns momentos de silen-
    cio.
    Tonetta proseguio :
    E' necessario que a gra-duqueza sai-
    ba que a sua filha vive ; se a ama, vira"
    ver-me. Bu'ca um meio de dares esta no-
    ticia & gra-duqueza, e avia-te porque sinto
    que se me acaba a vida.
    Astolpho dirigio-se ao palacio ducal e
    ptrguntou por Francisco Buotli, segundo
    as indicagoes que lhe dera Tonetta.
    Depoi^de ouvir o quo Astolpho tinha a
    dizer-lhe, Buotli dirigio-se a" cannra da gra-
    duqueza
    Oi;; ? ili s i.uerecia com impa-
    Ciencia.
    A aoticia que trago a vosso alteza en-
    louquecc me ..
    No principio foram collocadas algumas
    repartigues em differentes ponto&da cidade,
    ate que o governo fez constrnir novo pala-
    cio que foi inaugurado no principio deste
    anno, e que pode couter todos os raraos da
    actual admiuistracao.
    O actual edificio esta* collocado em freate
    do antigo, com o qual, separado 'por uma
    larga rua, forma um conjuncto imponente.
    Tem elle 300 pes de compriraento sobre
    90 de largura e forma am extenso paralelo-
    grammo, tendo no centra dous grandes pa-
    teos, que fornecem ar e hiz a todo o esta-
    belecimento.
    No exterior apresenta elle uma bella fa-
    cbada, ornada de columnas e de c 'rnjas no
    estylo da renascence.
    0 material empregado nesta grandiosa
    construcgao foi o granite e a pedra do Por-
    tland ; o primeira servio para construir os
    alicerces e & parte baiva, e a segunda para
    o resto do edificio.
    E' dividido em espaepsas salas ; uma del-
    las destinada ao servico da telegraphia, tem
    uma superficie de 20,000 pes quadrados.
    Foi feito debaixo da direccSo do architec-
    to Williams, e custou ao governo 4oOuOO
    libras; so a acquisieao do terreno, que
    nesta parte da cidade se vende por pregos
    etevadissimoss ci*6tou dous tergos. desta
    somma.
    Este hello edificio, onde hoje funcciona
    uma das mais amplas administragoes, que
    forma, porassim dizer, um segundo gover-
    no, merece ser visitado, e so o grande mo-
    vimento qoe nelle se observa podera dar
    uma idea verdadeira dosconaplfcados e nu-
    merosos trabalhos que estio sujeitos d admi-
    uistracao dos correios, e da importante mis-
    sao que ella hojo desempenba na lngla-
    terra.
    Acaba... disse Lucrecia empallide-
    cendo,
    Alexandrina...
    0 que 1 encontraste-a ? exclamou
    Lucrecia.
    Valor, minha senhora, valor para a
    alegria, assim como o teve para a do:, disse
    Buotti.
    Pois bem, onde estd minha Glha ?
    Nao sei, mas no meu quarto estd um
    archeiro do rei de Franca que veio dizer-me
    gue uma mulher a quern tem por mSi, e
    estd moribunda, pode dar-lhe noticias de
    uma joven muito formosa, que tem viute
    annos e se chama Alexandrina.
    E essa mulher estd moribunda ?
    Sim, segundo diz o archeiro.
    Oh I e a tarde e* longa ainda, disse
    Lucrecia. Nao importa, n3o espero... mas,
    o grdo-duque estd desconfudo... Olha,
    dize a esse mancebo que espere junto do
    postigo da torre de Hercules I, ao escu-
    recer.
    Pois que, minha senhora, vai fiar-se
    de um desconhecido ? Quern sabe se esta
    ! mensagem e" um lago de Michelotto T
    Nao, Buotti, nao ; Michelotto ndo
    ' quer matar-me com um punhal, nem eu
    nasci para morrer ds maos de um assvssino.
    ' Esse joven que espere junto do postigo da
    torre de Hercules ao anoilecer.
    j Buotti sahio munnurando :
    Farei com que a sigaui, si;m quo
    ella o saiba, oito dos esbirros mais va-
    lentes.
    | XX
    EM QUE 0 AUTOR KPILOGA ALGUNS SUGCESSOS.
    1 l.ucreeia foi^d casa'de Tonetta, da qual
    recebeu uma revelagao compl ti dcerca do
    Ueflvxtfea aobre alavoura da pro-
    vlnrla do Maranhio.
    I
    (ContinuagAo don. 104).
    Emprehendida a reforma da lavoura pelo
    a rr .tea men to das terr.s mais proxiinas dos
    estabdiecimnitin, devendo-se seguir nas mat-
    tas as cuhuras pelo systema ac.tpal para a
    alimentagao dos reditos da lavoura, e em
    quanto udo abre o arado o sulco no campo,
    recrescerd, augmenta sidado de bragns, e a degarantira manuten*
    gao das lavour.is e da reuda do grande capil
    tal, quo vai depositado na terra, e, comq
    nao e, cortamente, com o nosso home n li
    vre, que polfiuus contar para laes servigos
    duvemos conjunutamente tratar de circum
    dar-uos de pupulagao basta ito, utilisando a
    immeiisas terras dovolutas, fundando uucleo:
    auxili tres ile populagAo agricula colono
    livrcs e pequenos pr.iprielarios.
    Sa .. pore a, muitas rJ upmiues sobre
    imp itante assumpti da colonisagdo, divi
    duido-^e (s conseliios e extremaiido-ae o
    pareu res colonos parciirios colonos <
    salario e alguns ,6 julgam de cunveniencia
    a emigragao esponianea.
    Veuli.nu us colonos e sejant quaes foren
    os conlratos que os ailiciom. serao sempr*
    bem viinlos e uteis d um paiz. quo tanto ca-.-
    rece en^eef em bragos ; mas entre estas onty
    niOiS, julgamos a unica razoavel e itiais fe-
    cunda .in ueiiericos resultadus a que susten-
    tamoscoIoikw livres e pequetws proprie-
    tarioi.
    Nao julgamos razoavel acreditar, por a^o-
    ra pelu menus, com a emigragao espontt-
    noa, para o norte do imperio. Se para os
    Estadus-L'iiidos, que pela vatidau o fertiii-
    dade d seu s61o; pela sua industria manu-
    fact.urcira, que s4 encuntra superior ua da
    Inglateira ; pelo seu cuminereiocjue rivalisa
    com ) daquelia ; pelus altos salarios, que
    pckle pagar; pela facilida-le com que so p6-
    de ain dispor dos bens, quer moveis, quer
    imroov.Ms ; pela liberdade individual e reli-
    giosa ; pelii perfeila i<7U.ddade politica doci-
    dadau, a emigragao e uma realidade e sua
    populacao augmenta de anno para anno-
    n6s, que s6 liie podemos ufferecer.terras fer-
    tilissimas e por ceoteuas de legu^s-, mas nao
    podemos aprosentar qyadro tao li .ungeiro, e
    que temos ainda contra n6s a escraviddo, a
    ausencia quasi conpl.-ia de vias ile commiK-
    nicagau, em climi abrasador e uma religiao
    de estado, nao se estauelecera, desde jji.,
    como fora para desejar a emigragao espun-
    taeea.
    E ella iucontestavelmente o desideratum
    de todo o paiz, como observa o autor citado,
    e para chegarmos ate 14 6 quo devemos e^
    vidar t dos os nossos esforgos, pois qua en*
    tao virao com os bragos, os capitaes, a ri
    queza jd creada, como acontece-nos Estados-
    Unidos-.
    Emquanto, pois, se nao estabelecer uma
    corrente- ile emigragao espoiitanea,. emquan-
    to nao" alcanga a nossa lavoura passar a crise
    que I be estd immiuente, e prouura reuniros
    elementos para domina-Ia, s6. podemos
    appellar para a colonisagdo.
    Nao estabelecemos-preferenoia entre raeas,
    posto nos devamos- dirigir neste assumpto
    pela experiencia jd adquirida e langarmos d
    balauga o grdo de adiantamentoagricolados]
    povos.
    Serd de utilidade real o d vantagem para
    0 futuro da uoosa lavoura o oolono parceiro ?
    Os contratos de parcena com que foi ini-
    ciada no imperio a colonisacio estrangeira,
    afastando se da legislagdo vigente (Ord. I.
    IV, t. 45) trouxe "novidada d questao, por
    isso que a exeaugao dt-iles era baseada,
    como muito bem observa- o Dr. C. de Mo-
    raes^ na divisSo do trabnibo e n8o na da
    propriedade, produzindo em poucos annos-
    fructos tao pouco sazonados, que i*or algum
    tempo esteve ameagada. a colonisogdo de S.
    Paulo, e a nao terem ahegado as partes a
    um accordc* mais razoavel e que de futuro
    garantia melhor o interesse de ambus, sub<-
    mettendo stus contratos ds leis- que regem
    no imperio a locagao de servigo, nao pode-
    ria hoje essa provincia apresentar quadra
    tao lisofigeiro.
    E' opiniau nossae funda-se nao sd no bem
    elaborado relatorid do Dr. J. P. C. de Mo-
    res, aprestntado ao ministario d'agricultura
    1870, corno. em um poqueno opusculo de
    um fazendeiro da provincia de S. Paulo,
    proprietario da colonia Nova-Lousa, que as
    queixas que entao se levantaram naquella
    provincia e repercutiram na Eurnpa, des-
    acreditando a emigracio para o Brasil, fr-
    ram antes consequencias da raa escolha do
    pessoal, pola maior parte engajado d'entre
    as populagoes urbanas'sem os habitosda vi-
    da do campo, que da falsa posigdo quo os
    contratos tenham tornado perante a lei e da
    md fe" dos esforgados agricultores daquelia
    provincia, posto se n5o possatti isentarcom-
    pletamente da culpa, quando e facto, segun-
    do o Sr. Monte-Negro, ndo haver igual par-
    tilha nos cafeciros 0 prestirem, em geral, [fl aeera ^ esUbekKttmtM modekM tia
    pouca consideragao aos colonos, o que se avuluda partilba nio Inrt fica.de
    deduz das condigoes pouco decorosas exara-
    das em alguns contraios. (Appenso ao rela-
    torio citadon. 5).
    A parceria entendida, segnndo os princi-
    pios de economia rural, e uma verdadeira
    associagao e deve nesse sentido ser redigido
    o contrato. 0 proprietario entra, afora a
    intelligencia directora, com as terras e aietv
    de do capital de cxp oragao ; o parceiro
    com os bragos e a outra melade do cipital.
    E' uma.sociedade em que nao ba predo-
    minio propriamente dito do proprietariu,
    teudo apenas o direito da escolha da cultura
    e dos processes que devem nella empregar.
    Mas adm.tlida a parceria, como 6 enten-
    lida entre n6s, e fun iada uma colonia sob
    taes bas-.s, uma vez que concorram de uma
    parte a boa fe e lisura nas partilhas das ter-
    ras e fructos, e da outra o bom babito do
    trabalbo do campo e raoralidad, nJo vemos
    como se possam levantar conflietos, como
    apparecerom queixas ; so o que de ante-
    mlo se pole e dove prever para nm paiz,
    co no ooosso, em que a populagao e rara e
    as terras immensas e desocoupadas pela la-
    voura e quasi sem prego, e que, acabado o
    tempo do contrato e possuiudo o eolono
    parceiro algumas sobras de seus ganhos, elle
    se afastard da colonia, procurando estabele-
    cer-se como proprietario, o que, alid, e
    ainda a ambigao do trabilhador de campo
    na Europa, tendo, por esse faeto, oproprw-
    tario de renov.w despezas e soffrer novas
    usperiencias de outros parceiro*, nio tendoy
    pur outro lado, su s terras cultivadas pelo*
    arado e com centuplieado valor r -a parce-
    ria inJica, s6 por si, atrazo on modo da
    cohura, falta de e nbecimentos ospeciaes e
    boa vontide do proprietario.
    A parceria tem- outros inconvenientes,
    como- observa Rabelio da Silva nocompen-
    dio de Economia rural, posto fosse tdo lou-
    vada por Sismondir que os exercplos da
    Tuscan* l-avinn Seduudo, pois queencerra
    na base ovicioradical, notado por A. Smith,
    sendo e-seu maior mconveniente a l'6rma
    porque-se realisa a-partilha do rendimento
    iruto v e, com vistas- mais largas de econo-
    mista eagronomodistinctissimo, o cendede
    Gasparin-accrescent* qne a parceria repre-
    sent.! a tiwfeigao da cultura servil para as
    oulturaa-de arrendamento. Para esta' pro-
    vincia semelhantes contratos nao saonovi-
    dade e,. ba muito, que sao empregados na
    cultura da canua d'.issacar, e mesmo $ da
    Europe nos turn vindb colonos por contra-
    tos de parceria:
    Por mais calculos que f-gamos, e infor-
    magoes que toraemosi.n&u eromos powiwl
    quo a lavoura do algodao, tratada pelo sys-
    tema actual, comporte com vantagem a co-
    lonisagao estrangeira, sob a base da parce-
    ria. E rero culhennos- mais de 400'kiio-
    grammos de algodao- en pluma por cada
    trahalhador, empregr.do-no- campo, e esta
    mesma producgau estd-suj,eita a mil ineerte-
    zas, inberentes a esta cultura, e embora se
    possam-cultivarconjunctaraeotecom o-algo-
    dao as-plantas alimeBlieias, ndo daoos re-
    ditos para as despezas da- uma familia de
    colonos>. que comeca com-'um debito cresci-
    do e daseja formar um peeulio.
    Esta-cultura naochamara, de certo, par-
    ceiros da Europa^, e lauito menos poderd
    pagap-Qoloaios a sslark).
    Resta-4he o emprego do arado e das ma-
    china* para o preparo da- campo e samente-
    reira, utilbando para as- eollieitas dos servi-
    gos goJodos livres com que se circumdar.
    A.cultura da sanna d'assucar, p-j-le, po-
    rem,. por algum. tempo offerecer vantagens
    reaes a ambos ospareeirosproprietario o
    colono.
    Nao e certamente de grande futuro esse
    unico meio : aa-terras acabam-se nas visi-
    uhangas dos engenbos e as dilSculdades
    augmentam por maravilha, apparecendo
    com ellas os desgostos e o successive aban-
    don') dos parceirus.
    A maior de todas as difliculdades nos ea-
    genhos sao- as. conducg5es e a uossa cultura
    devastadoBa. augmenta de dia- para dia as
    distanc as, diminuindo os lucros, na se
    mudam engenhos de uma para outra parte
    em bus'.a- de mattas.
    Por outro lado surgem as difliculdades
    na diiisao dos productos. e a descoafianga
    apparece.
    A melhor maneira de procoder nestas
    circurastancias, que seriam mocrem so se-
    parads as cannes de cada colono e corre-
    rem separados todos os outros processos
    ate o completo enxugo do assucar, traz
    grandes embarages na pratica a atropello ao
    se-xvigo.
    Acceitar, como faz as Unmet cenlmles
    das ilhas da Reunido e Bourbon, a eaoua
    pelo peso, dando o assucar 5 por cento do
    peso total da canna recebida, uao o podem
    fazer os nossos engenhos, onde faItam todos
    os apparelhos mais apergoados estandoofa-
    brico eutregue ao systema primitivo ou
    jamaiquino, e onde se mistura mais de 4 a
    4,5 por cento do peso da canna. Einbo-
    a elles o .tro tanto, com qoe
    as despezas d. fabric*, juro* aim* UtegJo
    do enorme capital, ficando-lbas aMi laero
    razoavel da empreza ; pois teaa de attaa-
    der-se a mil circumstancias diTeraas, fM
    influem no producto saccbarioo 4tum jm
    dado de caunas qualidade do tarreno
    araanho que soffreu, o systeau da
    e epoca em que foi feito, aa i "
    meiereologicas tudo isto, inloe da ana
    molo p.'Sitivo m qualidade e na qqiofida-
    le do producto. E alem d >sta circuns-
    tancias o facto de se elevar a me lia do pro-
    duct dos engenhos maisbem esportados da
    Cuba, cuja prosperidade para cultuia da
    canna e ferlilidade do solo uao teaaa acba-
    do rival, apenas de 8 a 10 por cato prjfa
    por si st'i battante contra a exorbitante par-
    tilba que dau o lismes-Ontrales.
    Em I'ernambueo, cuja po&igao e tarreno-
    sao os mais proprws no BrasM para a ean-
    na, nao se cousegoe, por falta do
    de machines aperfeigoadai, quwr no
    cjucr na fabrica, mats do 4, 5 por
    apfosiinadamente do peso da cana, segundo
    0 Sr. Leandro Eavaleau'e Jornil do R>-
    Cife\.
    A nussa provincia nio fica a quna deste
    result*lo e jd ha engenhos que tin de 6 a
    7 por cento, cm o emprego do Yacvo.
    Vandal, po-tanto, uimto os pro Inclose
    a livisaro' torna-se diffkil' enfa os parc*i-
    ros ;a- so a probidad*'. b't* voctadff a
    prudenciT poderio veneer tantai dMeal-
    dades.
    Mas tornado qualquer dest**s raeios para
    a partilha do- producto, vs)amos pratica
    mente a op-ragao a f izer-se com a intro-
    ducgao do colono.
    Po lose contar q e cada familia de colo-
    nos de 3 a 0 pessoas nao fica ettabelecida
    no lo al da colonia con lotkn os arranjos
    para a viagem, engajamento, passagens e
    ilimentacao, a neros alimentioios com quantia saperior a
    6i)(lo0.
    Dando para o t" anno do c-dono 18 me-
    zes-,.por isso que deveadi ch^-jar em julho
    ou a gusto do urn anno, sd em deiembro do
    > seguinte realisa os primeira* renli-
    mentos, e calcalando o mini do de terns,
    que cada familia pole tratar pdo no*o
    systema l|i Je quadra para a cultura <1e
    plaatas alimentictas para o proprio onsu-
    mo deHes e l(i para iinnaviaes, tereraos, na
    hypotbese de bnstar para a aliaa^ntagao o
    terreno. que cakularoos. n > fita dc 5 1 (1
    tnnosde c-.l:u7a e dando so 3-aiiri >s pira
    a eiistencia de cada cannavial, cbegade ao
    seguinte resultada, que nio dista muita da
    verdade, segundo julgamos :
    1 ud 0,3U de quadra SO barr. d'as*ue 10 parte ao
    eolono
    * 0,75 40 >
    3 0,75 to
    4 ? 0,75 0 30
    5 0,75 G0 30
    Xal pode ser a.eolheit i de cada familia de
    colonos no tim da5 a 6 annos- de estada
    na eolonia, e esta dare ser a operagao pira
    o pagamento de-seu debito.
    Aaoo*. Capital. A(aortic-ao. Jura*. Pagan*-!-
    It 600*000 1 \*i-m i#CO<'
    * isoaooo i*)*aort 8468 J08*60i
    li 3600.oO 30*000 38jaU0 WmW*
    1 iioaooo tSO^nnci SH*ft:U U8*Mo
    1 li.).iooo 1*1*000 I9I0 l**H
    1 1 isoaooo 9*Sui> mw*t
    Alexandrina ; somente aquella ndo lhe sou-
    bo dizer onde ella parava.
    Lucrecia voltou desesperada, acompa-
    nhada por Astolpho.
    Sua filha e o iilho de Uenebra, isto e, os
    dous irmaos amavam-se.
    Lucrecia escrcveu um extenso relatorio,
    e enviou o nor Buotti a Ariosto, aQm de
    que este revelasse a Paulo o seu estreito pa-
    rentesco com Leonor.
    Durante esse tempo, Tonetta entregara a
    alma a Deus.
    Buotti voltara com a carta de Lucrecia e
    disse :
    Ninguem e entende n'aquella casa,
    e seria uma irnpr ideacia deixar alii a car-
    ta ; o grSo-duqu-! e seu irmao 0 car leal
    Hyppolito d'E'sts estao ao lado do leitode
    Ariosto. ,
    Entdo estd elle a expirar ?
    Assim parece, alteza ; creio que o
    rnatamosenviando-!he o fllho.
    Pois bem, m.inda observar a casa de
    Ariosto, ate que o g.-do-duque e o cardeal
    saiam depois de terem cerralo os olhos ao
    grande poet a.
    Buotli sahio.
    Em casa de Ariosto era tudo conster-
    nagdo e dflr. 0 grdo-duque e o cardeal
    d'E'ste ndo se apar;avara da cabeceira do
    illustreenfr-io.
    Ariosto inorreu n'essa noite.
    0 ju.jue is sou irmao sahiram da cisado
    [i i.ia, e i'auju peroiauoceu encrrado no
    seuo-conderij >.
    0 maucebo passan lirgas horas de so-
    lodado, de abandono e do dor ; afinal com-^
    prehendeu pelo rumor que ouia na casa
    que seu pai deixara de existir...
    Paulo pnrmaneceu n'uma agonia impos-
    sivel de descrever ate d bora em que os pa-
    rentes de Ariosto sahiram da casa, na qual
    ficous6 Gabriel, a pretexto de quo ndo
    queria deixa-la abandonada.
    Gabriel dirigio-se ao sotao onde estava
    Paulo, encontrou-o ds escuras, e por mais
    que chamasse, ninguem respondeu.
    Oh 1 exclamou, terem >s aqui um ou-
    tro cadaver.
    E, iudo buscar luz, encontrou Paulo des-
    maiado sobre o Ieito.
    Gabriel succu'io-o com forga o couse-
    guio fize-Io despeitar d'aquelle entorpeci-
    m-nto.
    Paulo olhou vagamenteem torno'de si, e
    de repute poz-se em pe espavorido como
    se tivesse visto um espectro.
    Sou eu, meu filho, disse Gabriel;
    tranquillisa-te, ndo temas.
    Ah I tive um sonbo terrivel, murmu
    rou Paulo tremendo ainda e pallido como
    um cadaver. Sonhei que me apertavam
    a garganta, que me matavam. Oh I foi
    terriveH
    Vam comigo, disse Gabriel pegaudo-
    Ihe n'um brago. Para dissipar as visoes
    sinislas de um sonho mdo, ndo ha nada
    como a luz do sol.
    E levou-o no quarto moriuario de seu
    pai, conduzindo-o em seguida ao pequeno
    jardim, onde resplandecia o sol ardente do
    um dia dejuiiho.
    Ate d noite Gahriel aai abandonou um
    so momeiito P ulo ; mas era necessario to-
    nnr algum aliment-).
    Em casa nao havia nads e era necessario
    ir comprar corniia lora. Gabriel saliio
    doixandu I'aulo no jardim.
    Paulo, codendo a uma especie do delirio
    quo so npodorara d'elle, comegou a passeir
    600*000 I9if00 7W*O0t-
    Destes calculos se evidencia que nao e
    pequena a vr.ntagem do colono e que pode
    | o proprietario do engenho pagar buns lu -
    ; eras, empregando o colono parceiro.
    Mas qual o futuro bem fundadoda um es-
    tabelecimanto servido par colonos parcei-
    ros, que, find o prazo do contrato,. e feito
    algum peeulio, se ausentarao pela maior
    parte, sendo na totalidade I
    E' uma renovagao|incessante de parceiros.
    e um estabelecimento sempre no mesmo pe
    do tr..halho, sempre diminuindo de valor
    pela devastagdo de suas matas, e o nosst
    modo actual de cultura perpetua lo,
    propriedade russa sera valor, e o la-vrador
    sem sciencia.
    E se, nao offerece- este systema de colon
    sagao vantagens reaes para o futuro agriola
    desta provincia, ndo cremos possiv.-l arcar a
    nossa lavoura cam a colonisacao a salaiio,
    sem a reforma curapleta dos trabalb.s dc
    campu.
    0 digno e esfor^ado proprietario da co-
    lonia Nova l.ousa, na provincia de S. Paul>>.
    o Sr. Monte-Negro esf'orga-se, no opuscub
    que escreveu sobre a sua colonia1872 .
    por demonstrar as vsntas;<>ns do seu syste-
    ma, e jd possue 81> colons de todas aa
    idades, pagando um salario medio de I l?*XK>
    por mez corrido. forneeendo a naais ali-
    mentagao substantial.
    fiontinuarse-lta.:
    agitado, e oncontrando uma pequena p >ru
    abrio-a sahio para a rua.
    Apenas Paulo comegara caminhar, ou-
    vio-se um silvo, e urn vulto comegou a se-
    guir o nuncebo.
    Pouco dep.us appareceu urn outro vulto
    que foi collocir-se ao lado do primeira.
    E' elle I disse um dos vultos, cuja voz
    dava a cochecer ser a de Michelotto.
    Sim, capitdo, respondeu o outro vul-
    to no qual S3 poderia reconhecer l.azaro
    Casca, e vai tao depressa como alma qoe o
    diabo leva.
    Pois segue-o, proseguio Michelotto,
    alcanga-o, falla-lhe de Leonor, e verds que
    te acompanhard quando lhe disseres qje
    ella o espera. Entretanto vou eu a outra
    sitio. Adeus.
    E deitou a correr na direcgao do palacio
    ducal ; mas antes de alii chegar entrou em
    uma taverns da via Longa e pe-Jio vinho.
    papel e tinta.
    Em seguida escreveu com mao treoaula
    pela alegria :
    Lucrecia.Os dous irmaos eatao jun-
    tos, amam-se, e ignoram o vinculo que o-.
    une. Acode, vai gozar com a desespa-
    ragao de tua filha e do filho da Ariosto Es-
    quecia-me, porem, dizer-te Onde poles eu-
    contra-los. Junto da torre da igreja de
    Santa Mnrin in Vado, ha uma casa dra, com uma jane la e varanda de karra j
    >' i'hi quo pries estao. Agradece a teu ir-
    mdu Ceiar Btrgii, u eu enlrcgar-te afiual a
    tua lilha.Mich 'olio.
    Conttnuar-ae-hm.
    TYP. L-(J. DIA/.IO. -;TA PClil-S IE CAXUJ

    *
    -m^


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