Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18188


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Full Text
V
AMVO L. M1HERO MO *rSx ''^ & =i ^ : ^: !r/;,:^T .' oiu gABBADO 16 DE MAIO DE 1874
PAIl.l A CAPITALS IMJCrlBES ODE VlO 8EP461 NBTI:
For tres mi'zes adianlados................ 69000
Por i* ditos idem.......* ....... f, ;
For um anno idem. ...... .-. ... flfln>M _______
0* J ^K *Ik^
^^H ';. i .! Til "TV*
" ;' // >i lor -

Pofclreimezes
For ej6 ditos
PARA OliVTBOE VMM DA PHOVIWCIA.
kdiantado*...............
HP*'.......* : .-
Por note ditos dean.....ftr : *'- *.........
Por am aniio ilem. ,..............
as
Sn. -GertfdoAntonio Ahra* d Filhos, no Par*; Gonjalve* d Pinto, no Maranhio ;
I
Jose" de Oliveira d Filho, do Ceara; Antonio de Lentm Braga, no Aracat y ;

Joio Maria Julio CJaaves, no Atari; Antonio Marque* da Silva,
twain d'Almeida, tin Mamauguape ; Carlos Auxencio Monteiro da PrarJc7 aa Parahrba ; Antonio Joee Gomes, na Villa da Penba; Ba'armino dos Santo* Bu do, em Santo Antao ; Domingoa Joea da Coata Brag a,
Antonio Ferrari de Aguiar, em Goyanna ; Joao Antonio Machaeo, no Pilar daa Alagoaa ; Alvet d C, na Bahia j e Leite,
Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTS OFTICIAL
Sne
da ||>r 13 oi
DIA
MAIO
0B8PACHOS DA PRBSIuBNt'.IA, DO
DE 1871.
Alfredo Alvea Paebeco. Hequeira o supplicante
(juando for publicado o regulamento re-pectivu.
Conrado Jose de Lorena e Sa. beferido, cum
offlcio desla data dirigido a thesouraria de fa-
xenda
Compannia Recife Drainage. lnforme o Sr. in-
spector da tliesooraria provincial.
Francisco Sancho R beiro.Sim, medianle re-
cibo.
Padre Francisco Verissirao Bandeira. -Indeferi-
do, em vista da informacao do director iDterino da
instruecao publics.
Baeharel Jnse Juliao R gueira Pinto de Souza.
Passe portaria na forma da lei
Padre Joaqaim Antouio da Costa Pinto. Defe
rido, com o offlcio desu data a tbeaouraria pro-
vincia.
Bacharel Joaquim TheotoDio Soares de Avellar.
Deferido, com e offlcio desta data a thesouraria
provincial.
Lniza Maria Agostinha dos Prazeres. Prove a
supplicante com certidao eiu como e viuva e ore-
crutado seu til ho.
Han Ml da Silva Lopes. lnforme o Sr. fiscal da
da eompaania.
Martraiano Jose da Costa. 0 supplicante ja foi
mandado por era liberdade.
Zeferiao Aureliano de Figueiredo e Mello.
lnforme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
leuda.
t>
pistola, empre-
no referido An-
imiii; li itatneiite
Ilt-imrti^Ao lt polieia.
seecao__Secrelaria de polieia de Pernambuco,
15 de maid de 1874.
N. 619. -Mm. e Ezm. Sr.Participo a V. Exc
que foram bontem reeolhidos a detencao os
seguintes individoos :
No dia 13 do corrente. a miaba ordem,
Poiycarpio escravo de Manuel da 11 >cha
Farias, para ser eutregue a seu dito senhor.
A' ordem do subdelegalo do I'oro da l'a-
nella, Cielano, escravo de Francisco .Ma-
ioede de Almeida, a requerimento deste.
No dia 14, a" ordem do subdelegad j da
Mjgdul'ina, Luciano, escravo de .Manuel li-
ves Barboza, por andar fugi ;o.
Por ollicio de 4 deste mez, cotnmunicou-
rae o delegado de Itarnbe que, no dia 1.",
no lugar Pa ova, daquelle termo, Jose ll<>-
gerio, fora a casa de Antonio Victor e, en-
tregando-lhe uma pistola, pcdio-lbe que a
descarregasse, ao que rocusou-se este, en-
tregando-a por sua vez e para o mesmo
lien a Belisario de tal.
Disparando Belizario a
gou-se casualmente a carga
tonio Victor, que cabio
ruorto, evadindo-se Rogerio e Belisario.
Accrescenta o mesmo delegado que sobre
este facto procedeu a vistoriaeinquerito po
licial, o qual tave logo o couveiiieate des-
tioo.
Segundo communicou-an o delegado de
Caruaru, por ollicio de 10, assets boras da
tarJe do dia anterior, na leira daquella eida-
dade, ManoelJoao da Silva, c mbecido por
Manoel Velho, depois de uma pequetia al-
tercacan com Manoel Vieira da Siva e Fran-
cisco Antonio da Silva, fjrio mortahnente a
ambos coin uma faca, sendo em seguiJa
preso pelo capitao Franeis ;o RoJrigues Port-
to, alii residente.
Fez se o competante in juerita policial que
foi logo remettido ao n-spectivo Dr. juiz
municipal.
Em data de 12, com:nuuicou-ine o sub-
delegado da Varzea qu>\ .-!-> 2 boras da tarJe
do mesmo dia apparccera s >bro as aguas
do rio Capibaribe, jel em estado de putre-
fac^ao, o cadaver do pardo Domi gos, escra-
vo do Esm. Sr. barSo dc Muribeca, e sendo
tirado do rio e feita a cu;upetente vistoria,
declararam os peritos haver sido a morte o
resultado de asphyxia por submersSo.
Deus guarde a V. Exc -111m. e Exra. Sr. coin-
mendaJor Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da proviacia 0 ciiefe de polieia, Anto-
nio Francisco Correia de Aroujo.
de mateira para mareenaria, 6 couros de onca e
1 de lontra. O.valor official desses generos ede
*8:
  • PARA.
    Sobre a prisao do Jiocosano le:nos no Diarb
    do Giurn-Paid :
    c Esta preso desde hontem pela manna (28) no
    arsenal de raarioua, o Rvm. Sr. I). Antonio de Ma-
    cedo Costa, pronunciado pelo supremo tribanal de
    justica no crime previsto no art. 96 do eodigo
    criminal. A's 9 hora- da manha apresentou-se-lbe
    no paco episcopal o Sr. Dr. juiz de diraiio da 1*
    vara, Joao F. Haira de Vasconcdloi, acoiiipaulialu
    pelo Sr. escrivao Marcelino Vlarques de Luna, e
    intiiiiuu liie o mandado do supremo tribunal, que
    viera da corte no vapor Parana. 0 preladu pa-
    raense, recebendo a intiroacao, disse que se e.i-
    tregava a prisao, mas sob protesto, e pedio per-
    raissio para escreve-lo. Concedeu Ib'a o Sr.joit i
    no entanto, n.a torres da cat edral fajia se uiu
    signal convenoi>nado e reunia-se do pago episo
    pal urn crescido numero de padres. Em quant) ?
    Rvm. oispo redigia o protesto o Rvm. Sr. conego
    J. T. Guedel as Mourao comecou a ler urn docu
    mento em que o cabiJo da Se paraense protestava
    contra a prisao de seu prelado, leitura que foi in
    terroinpida por ordem do Sr. Dr. juii de direito,
    que ronsiderou o&eosiva para o govern3 imperial
    e para a lei, de que era executor, a forma da-
    quelle documeoto. A's 1 ) boras saiiio o Rvm.
    bispo do seu patacio, acompanbad > pelo Sr. chefe
    de divisao PeJro da Cunha a pelo Sr. escrivao Li
    ma, e metteu-se n'uma carrugaem que os levou ao
    arsenal de manuha.
    t A justica iuflexivel, segue seu curso e a
    lei tern nova sancoao no cullo que Ibe prestaru
    lodos, mesmo os que no carapo da doutrina com-
    batein Ihe a appbea<;ao no caso vertente. A pri-
    sao populacao. Lieao daautoridade moral da lei, im-
    poz-se a todas as consciencias como urn exemplo.
    0 espirilo publico, affeito a acatar esla soberauia,
    aceitou o facto consnmmado, como deyia, e nem
    sequer notou-se aqui a agitacao que se previa,
    quanJo se disculia as probabiliJades deste acoute-
    raento.
    c 0 Rvm. Sr. bispo D. Antonio fica custodiado
    no arsenal de inanniia, ale que chegue o uavio de
    guerra que se ospera para traosporta-Io ao Rio
    de Janeiro.
    i Em seguida publicamos o mandado de pri-
    sao, expedido pelo supremo tribunal de justica e
    o protesto que apresentou o prelado dioeesano na
    'jceasiao em que recebeu a respectiva intimaclo :
    J'ja.nim Mai-celino de Brilj, do conselho de Sua
    Magestade o lraper.dor, ridalgo da imperial ca-
    sa, gran-cruz dt ordem de Christo, comm nda-
    dor desla e da Rosa e presidente do supremo
    tribunal de justica.
    < Ten Jo sido pronunciado pelo supremo tribu'
    de ju.-ii.a, por deouneia do coaselbeiro pro-


    rUUHT.

    DlALiiODEPR^\BU0O
    RECIFE, 16 DE MAIO DE 1874.
    fVoticiss da norse do inipori*.
    Amanheceu hontem era nosao porto o vapor bra-
    s..eiro Sobia, trazeudo'data* : do Para 7, do Ma
    ranhao 9, do Ceara 11, do Rio Grande 13 e da Pa-
    rahyba 15 do corrente. D is jornaes' e cartas re
    oebidos, colhemos o seguinte. que, reunido ao que
    hontem demos, completa a seric de nolicias da
    quinzena :
    AMAZO.NAS.
    Pelo presidente da pnvineia di Amazonas
    In sanccionada em 11 de abril a lei n. 823, ap
    provando o acto da mesma pretidencia de 16 de
    margo deste anno, tran-ferin! > todos 03 contratos
    que tinha com aquella provincia a eompanhia flu-
    vial do alto A-nazona, para The Amason Steam
    JSavigation Company Limited, e- autorisado a al
    t;rar ou innovaros ditos *,onlrt05 quanJo julgue
    necessario.
    Com a instrnccio publica da provincia foi
    R\stani exercicia de 1872-1871 a quantia de
    {i>:600z:l37 Os doaativos feitis por paniculares
    para desenvolvimonto da instruct"u nnatam a
    41:800*733. Ha 33 escolas de instruecao prima-
    ria na provincia, 1 lycen e 1 sominirio para a ins-
    truecao seemdaria.
    De Tabaiinga haviam chegado a Mauac-J no
    dia 22 duas I inchas a vapor que estavam ao ser-
    vim da c ", o::ii l.> d .m inn; < ] :; nit-s entre
    n Imperiu r u fern.
    t Segu-il isrirusq ier.'0bf.-ii >s cio do Amntnis, o di^no Sr b.rio do Teffe con
    tinuava grav3;iiiiutc eurermi a paaid de cessario para mover se de uin lado para outro ser
    araparado por duas pess>as.
    A presidencia da provimia nomeoa o Sr.
    Francisco Carlos DeWuque ajudinte intorino do
    estabelecimento dog cducanios artifices
    oal
    motir da justica, a prisao e livrameato, como in
    curso no art. 96 do codigo criminal, o Rvm bispo
    do Para, D. Antonio de Macedo Costa, em execu-
    cao da senten^a e de ordem do mesmo tribunal,
    mando que seja preso o dito bispo, na forma da lei,
    e remettido para esta eorle opportuna e conve-
    nientemenle para defender-se e assistir ao pro
    cesso de julgamento ; o que se cumprira. Rio de
    Janeiro, G de abril de 1874. Eu, secretario, Joao
    Pedreira de Couto Ferraz, a escrevi.Joaquim Mar-
    celino de Brito.
    Cumpra-se. Para, 28 do abril de 1874.
    Meira de Vasconcellos.*
    Accedendo a forga e entregando-rae a prisao,
    devo, como cidadau e como bispo, levantar um
    protesto solemne contra esta violencia, que e rnais
    uma viola.-ao da constituicao e das leis deste paiz,
    rnais uma oAtnsa da liberdade das almas, mais
    urn golpe Juloroso, que ira ferir atravez do ocea-
    no o coracao ja tio magoado do santo padre Pio
    (X e de todos os catbohcos do mundo.
    Declarp perante meus diocesanos, perante
    ininha patria, perante a igreja, e sobretudo pe-
    raute Deus, que ha de julgar as justicas da terra,
    que nao tenho commeltido a minima infraccao
    das leis do meu paiz, que so procurei ser fiel as
    da santa igreja catbolica apostolica romana, a que
    piTtenco, e pcrtencerei, m.rcC de Deus, ate o ul-
    mo suspiro da ininha vida.
    Declaro mais, que sou arrancado contra a mi-
    nha vontade e por viva forca a este caro rebanho,
    de i|ue sou o legitimo pastor.
    Perdoo de tod a o meu corac-io os que deram
    causa a estas tribulacoes, por que esta passando
    a igreja no Brasil, e nesta hora solemne de minha
    vida du do fundo d'alma minhas affectuosas ben-
    cios a todos os nossos queridos diocesanos, a este
    povo fiel do Para e do Amazonas, a quem rogo
    que fique sempre liel em suas crencas, sempre
    unido ao seu legitimo bispo, que continua a se-lo,
    ainla no carcere ou no degredo, e principal mente
    ao nosso augusto pontifice Pio IX, vigario gftral
    de Jesus Christo. Dado no paco episcopal ao 28
    de abril de 1874. -+ Antonio, bispo do Para.
    Em seguida assign aram os Srs. : chant re Dr.
    Joao Talentioo Guedelhas Mourao, conego Joao
    Ferreira de Andrade Muniz,' conego Jose Pinto
    Marques, conego Lazaro Pinto Moreira Lessa, co
    nego Luiz Barroso de BastOs, conego Dr. Antonio
    Jose Beates, conego Luic Martinho de Azevedo
    Couto, conego Clementino Jos6. Pinheiro, padre
    Raymunio Amancio de Miranda, padre Joao Ro-
    drigues d'Assumpcao, Fr. Joao de Santa Cruz, co-
    nego Eugeaio Antonio de Oliveira Pantoja, padre
    Augusto Joao Maria Cullere, conego Jeronymo Jo-
    se Fernandes Cameiro, padre Hcrraenegildo Domi-
    ciano Cardoso Perdigao, padre Jose Serapiao Ri
    beiro.
    No mez de abril arrecadou a alfandega....
    374:2634998, que confrontado coma de. ....
    510:329*470 que rendeu em igual mez do anno
    de 1873, apresenta uma differenca para menos de
    136:273l'i 88.
    MAKAMIAO.
    No dia 6 do corrente teve lugar a abertura
    solemne da assemblea provincial, cuja mesa ficou
    assim composta : presidente. Dr. Marliniano Men-
    des Pereiri; iecretarios. Dr. Emiliano Jo-e Ro-
    drigues e major Joio da Malta de Moraes Rego.
    Nesseaclo o vice presidente da provincia leu a
    seguinte falls :
    a Srx. tnem'iros da assemble* legislativa provin-
    cial.'Havendo assumido no dia 18 de abril ulti
    mo, a a Irmni-tracao desta pro'incia, na qualidnde
    de 3 vice presidente, vislo haver partido para a
    cone o Ex.il. Sr. presidente Dr. Augusto Olyrapio
    Gomes de Oi-irn, ali n de lomar assento na cama-
    ra temporaria, cabe me a bonra de comparecer
    ante v6?, em obediencia ao art. 8" do acto adli-
    cional, para informar-vos do estado em que se
    acbam os negocios, publicos.
    _ Coma, porem, uoucas dia. so -tenham desde
    ratSo leeorri! >. aop.'v'iv.o v,-< _o rHaWrh ii nre-
    in pc- d''"ii ao passar-mo as n'd'.is do govenn*,
    e del.'e c-lh-ir :v ns eo'lare-iniHnt/li que vw f>-
    roin iiece-sirios parao bom de>einpefilio*ta honro
    sa mi<*jjlo .|.ie v is esta conftada como legishiores.
    Entrelanto, podeis flcar certos dos bons de-
    sejos que me aniniarn de auxiljar-vos quanto em
    mim courier, e assim me achareis sempre prompto
    a ministrar vos as mais amplas raforraacfos, nao
    s6 acerca daquilh que de h -je em diante for oc-
    0 primeiro navio tstrangeiro qae condnz di- ^orrenlo, cuno tambem a respeiti de tudo o que
    rectamente carga do Amazonns parao ultramar,o entenderdes que pode ser denlilidade a esta pro-
    brigue dioamarquez Familiem Haab, que ha dias .vtneia. qui para seu desenvolvhrento e prosueri-
    desferrou do nosso porto, embarcou em Manaosldade muito eonfia era vossasluzese patriotisrao.
    para a Europa 128.200 kilogrammas de castanha.JPalacio do governo do Maraohao, ode maio de
    4,721 de horracha flna, 1,386.le sernamby, 250 del 1874 -Joti Francisco de Vioeiiot.*
    salsa, 2,600 de piassava, 340 de oleode cupahvba,] A alfnlega rendeu no mez de abril......
    590 de cacaj e 36 de conros de veado, 142 metros! 138:879*429.
    -"No dia 23 de abril ctiegou i ttieresina e
    assuraio as redeas da alministragao da proviacia
    o Bxin. Sr. Dr. Adolpho Ltmeaha L'ns.
    Aceres d i seu aaiecessor Jiz o Pals':
    0 Bxm. Sr. Qr. Girvasio Ciaero de Albuquer-
    que Mello, seu. antecessor, admioistrou aquella
    provincia com rara habiliiade. Alii, nle nao ha
    completa toleranpia, po itica, onde rauitas vexes a
    oppusiijio desvaira-se < crea estorvos a mareba do
    governo, seube o Sr. Dr. Gervasio manter-se em
    opposicao sobranceira e governar desirnjelila-
    mente.
    < Se a provincia na> he flou devendo aelho-
    ramentos que perpetuern o seu n-iro, nlT Ox
    porque o seu esjirito nao os eoncebesse e nan n'>
    vesse S. Exc. o m dor desej> de realisal-os.. B)4-
    ve for^a superior a sua vontade a falta abso-
    luta de recursos pecunianos. Pobre e en li vida la,
    precisa aquella proviacia prineiro que se d6 vida
    aos elemenlos de riqueza que ella eaeerra, nio
    aproveilados; e para isto e necessario muitn es-
    tud >, maito trabalho, muito tempo ; e e-te faltoa
    ao Sr. Dr. Gorvasio.
    Deixou S. Exc. o governo com a reputicao
    de justicelro, economico e atilad).
    Lfi-se nas folhas de Tnerezlna *
    c Casa it mstruccda. Nao foi debalde qua
    assegurauios que a gravidade e circumspeegX) do
    nosso illu Rego Monteiro, nos garantia a proxima realisacio
    da i lea de levantar nesta ciiale um estabeleci
    mento para a instruecao publica.
    t Com effeito, apeoas foi-lhe forneeida a planta
    que pedio ao Exra. Sr. Dr. Gervasio, metteu incon-
    tinenti maos a ebra, de modi nue em menos d*
    10 dias ja ergueu todos os alicerces e fechou to-
    dos os arcos do-froalespicio do estabelecimento.
    Assi 0, era alguns raezes mais estara a praja
    do Saraiva, desta ciJade, ornada com mais este
    util e elegante ediQcio, e o thesouro provincial
    alliviado da deepeza de alugueis de duas ens is
    para aulas primarias.
    Servicos taes sai dignos de todo encomio e
    louvor e uunca assax remunerados, pois so o
    patrbtismo os pode tor inspirido, e aquelle nosso
    amigo tem dado sobejas provas de que nao
    cede o passo aos melhores patriota", toda vez
    que se faz mi raantos.
    Quand.i elevou-sa a catheg^ri| de villa a
    Uniao, aquelle nosso aiiigo 'den" a provincia
    meia legna de terras para assentimemo t\
    nasma villa, e fornecen por espajo de 10 tnans
    casas para quartel, cadeia, cmara e tribona!
    do jury.
    t Felicitamos ainda uma vez ao nosso ami go
    por sua feli: idea e fazemos votos para que o sea
    eivismo encontre imitadOres entre os nossos dig-
    nos paincios, pois, servijos taes, al6m da sHisfa
    cio imraensa que resulta para quem os praticn,
    na* podem deixar de ser coqsiderados pela muni-
    tkencia imperial.
    Estabelecimento rural. Conforme nos com
    municam de Amarante, o Dr. ParentoJ acha-se
    no empeaho do seu contrato com o governo im
    perial
    t Chpgaudo ao seu destino em dias de Janeiro
    ultimo recebeu immediatamente as 5 fazendas na-
    cionaes, qne em virtude do mesrao contrato devem
    flcar sr* sua administracao, ben a^sim os liberto-
    exislentes no departarnento de Nazareth, adian 'o
    para mais logo o recebiraento dos que pertencem
    ao departamento do Piauhy.
    0 atrazo consideravel era que consta achara
    a |ueIIas fazendas, devid; a causas qia nio nos
    cabe aqui examinar, bem demonstra <|ue o go
    verno imperial foi inspirado na autorisacio rle
    que se trata, aproveitanlo um tmeo dedicado e
    perseverante na ftindacao daquelle estabelecimen
    to, e ao mesmo tempo proporcionand > raeios de
    arrancar de s lo Uo uberrimo as riquezas que
    elle encerra.
    A' excepclo rla fazenda Serrinba, 6 lamenta-
    vel referir-se a prog-re ami as ontras.
    Consta qne o Dr. Parente tem ja iniciado
    alguns pequenos melhoramentos, preserevenlo
    certas praticas e systema de pensar o gado, per-
    niciosas ao seu progresso.
    Esta aclualraentc no e.npenho d; abnr as
    estradas e vaqueijadores, ao meamo tempo que
    trata de reunir o material preciso para a edirfca-
    cao dos predios, dando assim ja occupacao u'.il a,os
    liberios recebidos, que se raostram doceis o
    salisfeitos com o seu director.
    Fazemos votos para que o Dr. Parente erga
    em breve tao promettedor estal>eleeiraento, de
    que hlo de porvir beneficios e fecunlos resulta-
    dos para esta provincia.
    Segunlo o juizo do mesmo Dr. Parente ?6 a
    fazenda Guaribas tera espa^o e uberdade sutflcien-
    te para entreter sem o concurso de eslrnme,
    durante 13 annos, a 300 colonos na lavpura d
    canna, aigodao e cereaes de toda especie.
    AcabaraQs de ver uma canna ainda verd >, pr i
    ducto do terreno daquella fazea .a, com 22 gom s,
    tendo de circuraferencia 15 centimetros, e outro
    tante de cumpnmento cada urn, espig'as de milbo
    de quasi ura e meio palmo, granadas de uma ex-
    tremidade a outra, o que prova a uberdade con-
    sideravel do solo.
    0 Junqueira. Depois de uma ausencia de
    41 dias, achou-se de volta ancorado no porto des-
    ta cidade o vapor Junqueira, que havia subido o
    Parnahyba com destino a villa dc Santa Philo-
    mena ; infelizmente, porem, apenas navegou ate
    0 lugar Emparedado, aciraa do Museu, isto e
    faltando ainda (segundo os calcn'os do comman-
    dante Tavares) cerca de 50 leguas para chegar
    a villa de Santa Philomena.
    t Ja nao havia inverno alii ; pelo que as aguas
    estavam escacas no leito do jio de modi que
    apparedam as p:>nUs agucalas das pedras que
    Ihe erricaru o fundo, naqaella paragem ; por este
    motivo na"o pode ir alem o referido vapor, apezar
    dos bons desejos do intelligent) e intrepido eora-
    mandante, cuio relatorio nos consta qu e sera
    publicado em forbeto.
    Como quer que seja, o Parnahybaj a foina-
    vegado a vapor por espaco de 230 legua*. 0
    Junqueira esteve a 90 leguas das nasceutes do
    rio ; depois de ter passaio, da feraga para cima.
    8 cachoeiras sendo *uas tao trabalhosas que,
    para passal as, consuraio-se na !, 8 boras e
    1 quarto, e na 2', doseseis boras de afanoso ma
    nobrar. Diz nos o commandante Tavares que a
    faraosa cachoeira da Varzea da Cruz nada e em
    comparaci) com as da Boa Esperanea e do Uru
    buzinho.
    t AI6ni disso, o Junqueira passou por 102
    gares de nchedos e casealhos, 13 reraansos
    taveis e 38 ilhas; tu lo da Manjja para cima,
    19 dias d viagMi mui fabalhosa.
    Ct'ASA.
    Pxtieetra u pinpre,,'a1o do t >rroio
    bral Macaniba. '
    A nova director! i da Associa5ao Commercial
    flcou assim composli:
    Presidinte. -Jo*o MacKee.
    Vice presidente.Corarnendador Luiz Ribeiro da
    iCunha.
    Secretario.Joao Cbrysostomo da Silva Jatahy,
    Tnesoureiro.Francisco Coelho da Fonceca Ju-
    nior.
    Directores. -Visconde do Caobipe, Antonio Fer-
    nandes de Faria e Jose Luiz de Sonza.
    Da Granja communicam o seguinte ao Cea-
    rente :
    a No lugar Inga, deste termo, dai- ii para as 6
    boras da tarde, no dia 29 de fevereiro, cabio um
    raio era casa de Jo-e Manoel Rodriguns, prostrandc
    !">r terra toda familla deste, composta do ines in
    ota Manoel, mulher e filhos, em numero da 1!
    pessoai, marrendo somente ura raenino, sem sof
    frer le-ao alguraa, apresent nJo apenas um ligeiro
    ehamuseo na cabe^a e a mat que foi tocada leve-
    raente do pescoQo pela raisca electrica na Ja solfreu.
    P.steriorraente (8 dias depois deste primeiro
    sue;esso) cabio outro raio na meson casa e ho
    luisino logar aondo u achava a familla reunida,
    sem olTen ler a pess-u algu na, a nao er o choque
    que soffrerara todos com a queda, pois o raio aba
    tea-oa .
    Bl I OttAHBC.
    Km 13 escreve nosso currespondente da ca
    pittl :
    Acabam de ser capturados no interior da pra-
    vjneia os crirainosos seguiutes
    Raymund > Antunes de Miranla Capo e, pelo
    subdelogado do dislricto de S. M guel, Joaquim
    Henrique ie Almeida, por ter roubado '530/1000 a
    ura italiani de nune Antonio, manor, e caixeiro
    de um outro italiano, seu cunbado
    Joao Antonio Fructuoso e A it mio Francisc
    de O.iveira pel) sargeuto Jose Paz di Silva BanJa,
    o primeiro pronunciado como incurso na 1" pane
    do art. 125 d > codigo criminal, e o segui ado por crime de bomicidio uo termo de Cajaici-
    ras, provincia do Ceara.
    < Trajano de Azevedo Cruz pelo lenente Hercu
    les Pindahira de Carv.il'io, por se achar proaua-
    ciado no art. 257 Jo coligj criminal.
    Cinsta quo S. Exc. o Sr. presidente da pro-
    viacia e o Sr D-. chefe de polieia mandarara lou-
    var.o referido sublelegado e aquelles agentes da
    forca publica, pel, z-do e uiageueia que souberam
    desenvolver ao cumprinenlo de sens devercs. .
    Hi poucos dias procedeu se a exarae na the-
    souraria provincial e perante a reparticao da poli
    cia sobre ura bilhcte da loteria desta provincia,
    premiado coin 40 j, importancia que era recla n\-
    da p r OUI.n Pmto IImleira, resrJeale em Mis-
    soro e que se dizia Ion-1 d> mosrao bilhete.
    Pel is exaraes e mais diligencias procedidas
    veriiieoii-se a toda a luz de evideocia a falsidado
    dessa bilhete, cuja nuraoraci) fora alterada p ir
    meio de raspaduras e preparacSes cbiuiicas, de
    sorte quo o seu num ro, senlo 1,272 se convertera
    em 1,202, numero do verdadeiro bilhete, que se
    acha em eolre, par se nao ter vendido como aeon
    tecau com outro*.
    Pr,.segue-se na organi-agao d> inquerito poli
    cial, para ser .'ir de base ao ptoee-so, que, segun-
    do orre, vai ser in-tauralo coutra os I'alsifieajg
    res.
    a 0 Consenador de sabbado refre o seguinte :
    Vali.sa -off :ria de 3:000/1 para a conslruccao
    le uma casa de eaeoh e bibliottaeca na villa Ac
    Ceara rairiin aeaha de ser feita pelo coronel Ma
    noel Varella do Naiciraenio ao Exm. presidente d;
    provincia. i
    0 coronel Varella, ja Wo distinc'a pel is servi
    Cos relevaal-s quo ha presladi ao estado, apezai
    de sua avancid i idade, senlio ainda uma vez vi-
    brar-lae n'ul-na os sentinieiitos ^atrioticos, qu*
    tanto o rccoramendam e ennobreecm, e correi
    pressuroso em auxilio do grande inovimento que si
    opera em toda a provtnc a, promovido e anuuado
    pel) Ksm Sr. Dr. B.nl i.-a de Mello a prol da ins
    trncrjao popular.
    Outra oflerta de ig lal /alia- foi na mesma oc
    easi'io feita aojnesmo Exm. Sr. pelo Dr. Jose Ixoa
    cio Fernandes Barros, juiz municipal do Ceara
    mirim, de lodos os raoveis e utensilios necessario
    a escola daqiella villa, mndanlo-os S. S. buscar
    nos Estados-Unidos.
    A grande cheia no Ceara mirim nt-sta semanal
    veio confirmar a utilidade e etflcacia do eaial alii
    executaio. As aguas correrara ligoiras sem o me-
    nor prejuizo da lavoura.
    Ao Exm. Sr. Dr. Ban leira de Mello Filho
    lu-
    no-
    etn
    J Irl' Su-
    cabe a gloria desso gran le melhoramento, ao Dr
    PeJJoiaad Marlins cngenheiro director daquella
    importante obra a sati-fa.'io de ver o brilhante ro
    suliaio dos sens trabalhos.
    0 men ir Manoel Ciboclo, filho de Maria Bene
    dicta, achanlo se em casa de Manoel Fernandes
    de Qtieiroz, no sitio Despenludo, dislricto do S. Mi
    guel, disparou casualmente uma espingarda que
    havia na casa, e com tanta inft-licida-le que a mu
    ni^ao se fora empregar sobro un outro men ir do
    nome Dacio, escravo, que succumbio im noliata-
    raente.
    Sobre o facto, mandou-se pela reaarlicai da
    polieia ]ue o re.*p9Clivo delegado procadesse as di-
    ligencias recom nendadas por lei,
    t Na serra de Luiz Gomo3, Joio Baptista Correia,
    pronunciado cm crime de roubo, Joaquim Baptista
    c Antonio Baptista, irmaos, no dia 1* de fevereiro
    accorametteram a Gabriel Pereira do Nascimento,
    descarregan 11 Ihe cada um uma facadi, das quaes
    ticava o oft'endid i em perigo d vida.
    Procedeu-se ao corpa d) delict, ao compe-
    tente inqueriti, eo procesao estava era anlaraento.
    Foi capturalo um dos offensores, o de nome
    Aatonio Baptista, que ao depois conseguio eva-
    dirse.
    Polo subdelegido do dislri:to da Macahiba
    Antonio Bent i de Moraes foi proso em virtude de
    ordens do Sr. Dr. chefe de polieia e remettido pira
    a cadeia desta ci lade i reo Luduvico Fernandes,
    pronunciado pelo Dr. juiz municipal deste termo
    como incurso na 2* parte doartigo 19 da lei n.
    2,033 de 20 da setembro de 1871. .
    a Aquella autoridade foi louvada por essa dili-
    gencia, que se effectuara com zelo a proraptidao.
    PARAHYBW.
    Nala occorreu que mereca men;ao.
    m
    muwmw,
    ASSEMBLE.4 PROVINCIAL
    SESSAO ORDINARIA EM 23 DE ABRIL.
    PRESIDENCIA DO SB. FBRRIIRA DE AGUIAR.
    Ao meio dia, achando se presentesos Sq. Ti-
    burcio de Uagalbaes, Souza Leite, Manoel do
    Rego, Ratis e Silva, Teleotino de Carvalbo, Alipio
    Costa, Peretti, Gaspar de Drum non I, Firmiao de
    Novaes, Guedes Gondim, G6es Gavalcante, Soares,
    Felippe de FigueirOa, Travasso da Arruda, Aguiar,
    Cambotm, Domingns Pinto, Vieira de Mello, Olym-
    pio Marques, Arruda, Ant mio Paulino, Pinto Pes-
    sia, Uchoi Cavalcante, Portella, Gonjalves Fer-
    reira, J. Mello Rego, Oliveira Andrade, Dario Ca-
    valcanli. Cunha '.avalcinte, Joio Barbalho e Go-
    mes Parente, faltando os Srs. Arconcio, Laccrda,
    Amaral e Tito, abre-se a sess:o.
    E' lida e approvada a acta da sessao antece-,
    dente.
    O S'. l secretirio da
    De Francisco Alves dcHoraes Pires Jnnhr, mor- (>,, rei,^ ao preco 4o servteo i
    ^ domo do a-sylo de mendicidade, pedindo aagmento cne, aifaodegados e eoanrativo 4o praco M*>-
    de ordenado. -A coramissao de ordenados. mo ^rvico prestado pela ra
    De Francisco Affon-o de Oliveira, pedindo o
    pax mento da quantia da 71*982, proveniente de
    ordenados que deixou de receber seu Talleeido
    pai, major Antonio Jose do Oliveira. -A' commis
    sao de orcaraento provincial.
    De Luciano Magalhaes Ribeiro, pedindo Ihe seja
    reslituida a quantia que de mvis pagou por Ale
    xandrina Theodora da Barros.-A' commissio de
    oigaiueulo provincial.
    Sao lidos, julg.ados objecto de deliberacao e
    v.lo a imprirair os seguiotes projectoa :
    A coramissao de exame d postnras, tendo
    lido aitentamente o incluso projecto de po addieionaes que a caraara municipal de Tacaratd,
    sub.netieu a approvacio desta assemblea.e de pare
    cer que, s Iva a redaccao, seja approvado com
    as i.mealas oCTerecidas pel. coramissao na seguin-
    te resoiueao :
    < A a.-seaihlea legislativa provincial de Per-
    narabuco resolve :
    a Artigo unici. Ficam approvados os dons arti
    g)s de pisluras adiicionaes da caraira municipal
    de Tacara'u, organisados por ella em 17 de ja
    anno, com as seguintes eaien-
    neiro do corrente
    das :
    No art. |, era vea das palavrasfican3 obri
    y a ] s a fazer o travessao marcado pela lei pro-
    vincial n. S\i, diga se : ficam obrigados a lazer
    travessdes nos lugares designados pela camsra
    v No in "sino artigodepois da palavra -concor
    ra accrescente-se : proporcionalmente.
    N) art. 2.Jepois da palavra -cabrnra -ac-
    crescente-se :ovelhuin e suino, que estiverem
    sollos ; esupprimin lose as palavras-sob pena
    e as seguintes ate o fun do artigo, substitaam-se
    por e.iUs : 0- infractores pagira.i 3* de mu'ti
    por cada cabec i de gado Sollo que for encontrado
    depois dessa epoca e o daplo na reincidencia. Sala
    dis ci mmissoes, 22 de abril de 1874. Amaral.
    Altico Leite.n
    a A comraissao de peticoes, a vista da do pa-
    dre Iguacio Francisc > dos'Santos, pedindo que e
    iuclua na sua jubilacao o tempo em que regeu
    gratuitainente a aula de grammatics nacional do
    antigo lyceu desla cidade, desde 7 da maio de
    1847 era que foi noraeado pela presidencia d
    provincn, ale 18 de juuho de 1850 ; at ten Jen do
    as razoes com que fundamenta o supplicante a
    sua p-tig io, e de parecer que se adopte o seguinte
    projL-cki Jt; lei :
    or A as.-erallea legislativa provincial resolve '. fepdido em *eus diroilot,
    conta da seguinte
    RXpyniKNTK :
    Offl-io :
    Do yecrelario do govenn da provincia. re-net-
    tenlo o balanco e orcamenio da r.ceiti u des-
    peza da eamara municipal da cidade de Goyanna.
    A' commissio de orcamento municipal.
    Da caraara municipal da villa do Brejo, recla-
    manda contra as disposi|3es da lei provincial a
    1,113 de 17 de junho do anno passado. A' com
    mksio de orcamento provincial.
    Petic5es :
    De Joio Joaquim de Siqueira Varejao, es-
    cripturario da-reparticao das obras publicas, pe-
    dindo que sejam igualados os sens vencimenios
    aos de 2* escripturario de qualquer das ren--f.
    tlojJss proviociaei.A' commissio de neUcdei.
    Artigo unieo Fits* o presidente da provin
    cia autonsado a incluir na jubilacao do padre
    Ignacio Francisco d-js Santos, professor da 2' ea-
    deira de lingua latina do gyranasio provincial, o
    tempo decorrido de 7 da maio de 1847 ate 18
    de junho de I85J, em que regeu gratuitainente a
    cadeira de gramatica nacional do anligo lyceu.
    S. R.-Sala das ommissoes. 23 de abril de 1874.
    Otympio Marque*.Domingot Pinto.*
    < a assemblea legislativa provincial de Per
    namuueo resolve :
    _ Artigo naico. Fica elevada a cathegoria de
    villa a povoacao da Ped:a, tendo o munici no. por
    limites os da freguezia do mesmo oorue. Sala
    das sessoes, 23 de abril de 1874.-Vieira de Mello.
    Pinto Pessoa.-J. Mello Bego.a
    Sao lidas e sem debate approvadas, cada uma
    por sua vez, as redaecoes dos projects ns. 3 e
    8 de.-ie anno.
    O Sr. 4Ja|Mtr lliummond i (Nao
    devolvea seu discurso).
    E' lida e reraettida a commissio de constituicao
    e poderes, a seguinte indicacao :
    ludicamos qae esla assemblea represents a
    assemblea gtral, pedindo provileueias sobro os
    seguintes pontos :
    1.* Para que pelos cofres geraes sejam pagos
    os empregados da secretarii da presideneia.
    < 2. Para que pelos cofres geraes seja paga a
    lorca policial, quo pelo acto aldicioual compete
    a assemblea provincial flxar.
    3.* Para que pelos cofres geraes sejam paga
    as despezas com os empregados da casa. de de
    tencao, sustento e curativo de presos e outra3
    que tem sij> consignadas, sob a verbaSegu-
    rqnea publica.
    a 4. Para que pelos cofres geraes sejam pagas
    as eongraai dos coadjutores, fabricas e guisa-
    me .tus das divenu matrizes. Paco da assemblea
    provincial. 23 de abril de 1874. Gaspar Drum
    mond.Dr. Manoel do Rego.Alipio Costa, P.
    G. de Ratis e Silva. -Manoel da trimi*4 Peretti.
    Firmino de Nocaes. Pinto Junior. Guedes
    Gondim.Ctncinato Camboim. Marque- da Silva'
    Joiquim de Arruda.-Dr. Nascimento Portella.'
    O Sr. >iiH(iiiicnioPortella : Sr. pre-
    sidente, V. Exc. e a assemblea record am se de
    que ultimamente pedi que novas informacdes nos
    fossera ministradas pela presidencia da provincia
    a rojpeilo do re:olhiraento de carregamentos le
    vinbos em armazens da capatazia e trapicbes
    alfandegados. Como disse cntao, nao havia com-
    pletado o estudo da questao sob o ponto de vista
    da legalidade ou, antes, direito com que a al-
    fandega exiga que de preferencia sejam recolhidos
    aos armazens da capatazia os|carregamentos de vi-
    nbos. Havia cntao tornado o compromisso de
    examinar esta questao, de estuda la e de eoiitlir
    a assemblea o meu juizo a respeito ; e cemo
    meio de conipletar o men estudo, en havia pe
    dido entre ouiras informaQoes copia da represen-
    tacao, que a Asscciacao Commercial dirigira a
    alfandega contra a interpret icao por esta dada a
    clausula 6' do contrato addicioaal ao primitivo
    da capatazia..
    Viria hoje cumprir esse "compromisso, apre
    ciando a3 razoes em que se firma a alfandega e
    aquellasjme em conlrario sao allegadas pela
    Associagao Commercial, se por ventura outro nao
    fosse boje o fim a que me proponho.
    As inforraagoa* pedidas vicram. Tenl.u-as pre-
    sentes.
    Havia eu pedido que a alfandega informasse
    qual o numero de trapiches anfandegados, qual o
    preco do servico nelles feito comparativainente
    com o preci) do mesmo servico feito nus anna
    zens da capatazia, bem como copia da represen-
    tacai da Associacao Commercial.
    Consta do offlcio do Sr. inspector da alfandega o
    seguinte: .(le)
    ! Que actualmente existera nesta ciJade, seis
    armazens alfandegados, sendo para os gene'os da
    tabella n. 7 do rcgulamento os denonunados
    Barboza, Cunha, Companhia Pernambucana e Ba
    rdo di Livramento, do Caes do Apollo, e para ge-
    ner is ioflaramaveis os denominados BarCio do Li-
    vramento, da rua do Brum e Vieira.
    Ve, pois, a assemble que ha um numero nao
    pequeno de trapiches alfandegados na praca de Per-
    nambuco. (V'ao e preciso que o diga): a assem-
    blea conbeee bcr/i a grande utilidade, o granle
    servico, que prestam os entrepostos parrieuUr-s,
    denominados trapiches alfandegados, o quanto in-
    teressa ao comrai-rcio, em lugar restringir, pondo-
    llies embirifM, tacilria I -s'para que hji em nu-
    mero corre/pondeftte as necessidades mercanfis.
    0 S. Oltmpio Makques :.E sao nraa fonte de
    receita para a provincia.
    0 Sr Nascimento Portella : Sibo-se que na
    conformid >de das leis fiscae-. i, regulamento da?
    alfandegas, estao os lrapkn,,s alfandegados suiei-
    25 a. on',H e.resPon-"-mlidade ; e que ttra a auto
    naade tiscai '^,na M^0 mnrto directa e imraedia-
    ta na a.^,|-^ciac5o do modo porque nelles se precede,
    "Si mnna que sejam resguardados todos os direiost
    nacionaes, e, tanto quanto possivel, garantida a
    propriedade particular depositada
    zoos, a informacao foi deicile. ANffa,
    razao. o iilastrado Sr. inspector da ;
    seria um trabalho peaoso, diScil e
    do, apresentar am mappa
    de todos os servic >s presUdos not irapictMi um
    armazens da capatazia. Acetlo esu ratio: as* d
    trabalho facil. aio pole ser spreteatado eaa
    proraptidao. Veio porem, e aataaai a t
    cunparaiiva do preco do *rvicu prestado
    colhimente arm*tea*g*ia d> viahoa.
    Aqui tenho (mostrando-a) a
    ' omo se records a msawlta,
    iiz.se a exige cia de iaforiaacao rat trva a tm
    i>onio. tjve em visits s aotma qa- *>rs if ml
    dt Recife, da grande difciva;!, /sm aa eaare
    preco porque o servico d feito aw utmmmmt m-
    fand'-gados e o preco porifoe o awtaso saTftas "
    retnbnido nos arraasens da eapaU'ia. A dwTuia
    ca dizia o Jomrnl Mr de 14400 por vrtjaase. Pa
    receo-ine umi diaVreaea taw graaa> e aae taaaa
    podia prejudicar ao eaaMMraio, mm >anadi preciso ter nma infrraarao oaVuJ. Bt* a raafta
    da infonnacio que oadi.
    Verifteo qae o Jot nil dr mVci/V aio aadava ar-
    rado, diiia que era exaeta. Ha am* ditsaanci
    de 1 *400 por volume ; como m awHtra da taaw Is.
    qne aqui esti e podera sar examinads par fal-
    quer dos Srs. deputados
    Portantn, Sr. presidente. vjo qne ha razao p;.ra
    qne o commercio se julgue olfeadido em seas la-
    teresses.
    0 '( ponto era retativo a reproseaucio da as*-
    ciacao commercial.
    Dir o Sr. inspector da alfandega aaVi poder re-
    metier s copia pedida por ter sido a represents^ 1 >
    devolvida a mesma associacao, com sea despaca
    no sentido de nao pader ser defenda.
    En vista de tan jusio ra -livo, en procararia oa-
    rer pnrlicuiarmenle copia da dita r-
    examinaria os fandanieatos invocado* pela
    cincao e procuraria omslrar aae pin 11
    a interpretacao dada pelo Sr. laspertar I
    ga a clausula 6- do termo de additaaseato ao r. a -
    iratu da capatazia, se por veatara jalgasse isto ae-
    cessario.
    Felizmenle, senhores, quaadv quem lent direios
    a invoear justo? infre*>et a faaar prevalraar.
    u aia. menos lia 0 poder paaweo aai osta para uf
    vir, quer as redanucoos da aaraaatar in sad af-
    as reclamacies de uma cofforaeso tan
    cemo e a Assoriacito Comnwrtial.
    Tenho, portanto, hoje a satisfarao la
    zer a assemMea qae tea cascade em \
    tivo do meu priawiro reqoeriasati e de i
    com relacao aos depoitos le vi
    O Sa. Doaiveos Pnrre : -I'.iasuaae vein i
    ordem do Sr. ministro da faieada, iiniaialu
    questao.
    0 Sn. Nascimrrto Poutblla : Alem do nri-
    meiio facto de qne dea aeticia e Jmn / e a aae
    me referi, houvc logo depeta ea*ro, e attnaanMoae
    ontro.
    Tres navios carrepadiM de viaaes aeai chegs-
    ram, e nio fiteram a soa desearga, aaraoe eu e
    fazia depender do recoihimeoto ao* armaten- la
    capatazia da alfandega.
    Esla restriccao ao exercirio da Hberlade de
    c.,mmereio. aeompinhada da differenca de i#*M
    para mais por volume, era batante para qo* n
    cuiiimercio recnasse.
    Os i nporta lores ou comigoaUrios pr-feriraai fa-
    zer seguir os navios, a d*s-srregal os e nje*ar os
    carregamentos a lao grande nnn.
    Mas, como disse ha nonco, felitnienle tenao aw-
    le memento a satisfario de dizer qae a qieeti
    acha se res.ilvida com relacao a carreraiaentos de
    vinhos, que ja nao ha neceseidade de qne a assem-
    bles provincial era referenda a esperie dirija an
    poder superior, ao governo imperial, represents rio
    alguma.
    Teaho a doenmento que me foi fornecido, a se-
    guinte ordem do mraisterio da laaeada : (lej
    JL 48. Mioisterio dos negocios da faaends,
    Rio de laneiro, 21 de marco de 1874. 0*is-
    conde do Rio Itraoco, pre-idente do trirraoal do
    thesouro nacional. deferindo a peticao em qae Je-
    ronymo da Costa Lima, coDcessionario do trapsriie
    alf mdegado, denominado Cunha na rrdade do Re-
    cife, reclamar* contra os p.---juizo* que tem snari-
    du por nao dar a alfandega da mesma odade gaia
    para serem arraacenados no dito irapH-ao os (-
    nems cc ntempfados na tabella n 7 do regolsraen-
    io de 19 de setembro de 1870, declaro ao Sr ia-
    pector da thesouraria de faieuda de Peraaraaaeo.
    para seu c nhecimenlo. fazer constar aqoelta
    alfandega que a clausula 6' do contrato aaaVseaal
    celebrado com a erapreza da capatazia o aaras des-
    la ultima reparticao em v.rtude da oraem a C7
    de 26 de marco de 1873, deve ser eateadMa de
    mode qne nao se neguem absnlnlaroeale
    para o reeolhimenlo dos generos da citada l
    aos entreposks particulares, deveado
    de modo que nao se aaaoHe a diepoeiclo e an
    234 do dito regulamento, nem se aegarm a esses
    entrepostos, a esses trapiclies alfaadegadoi as de-
    posits qae possam receeer sem erejaise da laaa-
    lisacao e com vaalagem para o eaaaaarrio. 1"-
    conde do Rio Bremen, m
    Esti dita, portanto, a palavra do aeeeraa eesa
    relacao a este ponto. Teaho. por toasegasate aaa-
    ta satisfacao em ver qae a reetamacaVi 4a fanaaa
    ou adrainistrador desse trapicae allaadegads, a a
    attitude que a Associacao Comiarcial t aa*e. occa-
    m raaram uma decisio de aceeras eem
    mos interesses do commereio daeta avoeasala.
    Mas In para mim am oatre asato, a i
    do qual me parece qae a si'doai q
    aioda nio resolveo
    Sabe V. Exc., Sr. presileate, qae e em
    primitivo da capatazia regatava es aneas e a
    aia porque o servico dsvu ser feiL.
    em virtue do aviso de 26 de marco do
    do e da reclaiaacao des coatrataates das
    servico da capaflkia, redamacae am qas
    ou a rescuio do respeciivo eoaaralr, estsarode aa
    corte era 29 de dezembro de 1871, aui aaa-
    vencao men-al de am por ceato da reads da a
    fandega, por Ihes aio ser poaaivel, aitaato aa are
    joists qae Ilegani estar soff.eado, coatieuar^m a
    executar o mesmo coatralo, o governo rasulvea aa-
    torisar que se base* slteracdes ae eoatrale ari-
    mitivo.
    Foram ellas feitas. Coasts do lermo assigaado
    peraute a thesouraria de faaaada em 9 de abrit de
    mesmo ann .
    Teaho ouvido, Sr. president?, e de pesseas ie
    suspeitas infonnac')** oat me luaihtaai a crer
    que as aiteravoes feius ooeram o commereio. O
    servico que, na coniWaadade deUas pre*ta a ca-
    patazia, e uiuito caro.
    J anao tralando do servico ir.aritimo, ejm reb-
    cio ao das d-seargas tenho ouvido aaeiias; igoai
    mente sobre o service da annazenagem, e eae ,
    men'.c quanto a qaaotia que ejeoor da p lo* avisos
    nos casos de ava ia, exigmdo se pda rxpaHcie ci-
    cada aviso liOOO, o qne avulta rauiio. e earn o
    commereio
    Me mreee, pois, Sr. aresideale, convir aae *
    assemhlea provincial dirija ao govarae iaajNOtal
    represeuta^lo no sentido de serem rrvwaas as
    clausulas deise contrato adJici aal, mmmi
    preens, e, tanto quanto possivel.
    teresses do commereio, aae contra
    V. Exc. e os nobres daaotaaes, aae nveteas
    occasilo de ler no priacipso de cada am dee
    tea ultimoj o asajfa id reaarmeni


    1
    IT8I M HUM Jtf 0 0 too rre ter Visto a mai ^ranJe dilt rencj |QJ*t f*Mfft| _
    vai m.tanJo, entOiflrfiJimeoln o. o qavi-Jo em I Actual
    iguaes mezes do awi^jyjkerior.
    Nao sei, ucm rWjfJJKV qae se|, a'
    ^a dovida exclnstvdWM r zens da capatuiaQmMEgmtlia!. qua .0 <\,ntca-
    to additional confer*, mas nio duvldodoa isso te-
    nha influido
    Jci qe regula a ms^cl* trl
    \0^n'.iftao 6s par.-iios 61 no*ns primVrtK "j
    0:ta difltrcB ias d 0 Sh. Caspar DrCjbi j.n : -JjE 'fc>, ha
    ruie rejeit*. _
    0 S*. Olympio Surotjks: T?atretarito, Wn-'se
    visto a directoria da iastruecjto pnbliea am gran-
    I'm S D#utjfJp-.9Eeul.tBuV se
    Sr 1 >Irm;Partfe-roe 0 nobre
    4^J>*K'Yuna dccisa-, Qqntrati*. ossa.
    :QU?.a <., u,n ap.VrU
    VS
    WjtJrfW^HWMHlm.-.tusiv.d. 'ti|;ioev
    1111,m act* qn*k te
    lepuudas mbejj
    ftuiJus OS daiegj'
    mentos, porauiT
    aarochoaaad se-
    0 SR.eagrAR
    li
    ITOU
    i
    V. Exc, sabe o pens*
    confeccaodesse contrato.
    dega de PeroambnCo
    mento das inercadorias
    tendesse o nao podia;
    so< para fazer as <"
    sas obr poado o
    cio da emprexa torn
    teem 09 eoatrar
    dos CapHaes tTie
    fiii a paga do se
    raftivo e addicional.
    Se os Iwcros queaufere a eatpreza da capata-
    cia nan sto eorres/ioudentes aos yens caprtaes, *
    precise que tenka raaiores aaero*, 0 g.wrno re
    nlin |i tui' "' i I til man mtlhnr nntnadar; mas
    nao cenvem de Torraa alguma que permanecam
    essns clausulasMjerosaa, que opprimem 0 comwer
    cio, cue 0 diffi tultam nas suns taausaocdes.
    E' pf*ffla*<^ cBMMcto da Poruainbeco a
    malar liberda.Je possivel.
    Tma prowncia que, ceeio sta, caoeorre para
    os cofres de cstado com a a* pane da reoe*a ge-
    ral...
    O Sa. Gssi'Aii Dauiwr.vo : Com li mil con-
    tos. --------------
    U Sa. Pe da geral ol>;va se a St laptos mil center.
    QSa. NA-gifevtu 0rt+^Luv : -Fay-o cafcuki
    vjjjja'.;' cii,ii vtl4a*m /jociimenift orleial.
    $B. f BKiiDKkTe : -Lem'bro a,- oohn; depUta que e;U terminal! o tempo da jii-tifloarao de<-
    quaiiiwstos ud tic qoalquer mo.io.'
    0 Si. S*suiMK3tefoxr&tA : En voacaa
    cliur,
    i^iiim duia uma pfo\incia, rone esta, ^ue
    iMiicoioe para fc> tft>e< geYaes crtrii a If'-part^ Ja
    r 0 prewsa d<; oDras i sira alfaiiifciga. w: oifres ge
    r i-s iice as ia;i'ii. Se 6 rireciso ipe' haja ami
    rescisaj ,fd c'ontfate,'pdrAtie a einpfeaa: 4b' -capa-
    urn ij tera'IiitVo^^rfflttehtes, e r*re^poBden-
    ie> a i. ifiii f,.^-j preoieas ; e as>im aagmenTala a alfaadega em
    *eu.s .rinizeiis, seia dtterviQO'feiWcom (nda a prom-
    jiii lao reg\llar"rifale. .pW' uina retriui^to mdica'
    ciirtotficcTaiqa o Coarnrercio.
    A'pr-esoDto, portal^.!, feMa indicaeio, q*e ira
    a coiUMissao q le V etc. jutgar coovr.-nieute para
    dar uarecer, e qhfe t: Concemtla djs segaiates *er-
    moa Jfe)
    E' igjUakuepte lida e reniellida ;\ eonm'ssle de
    fj.Htitai-ao e pfdHfet, sta indicacao :
    ilalico one a acJemhtea provincial dirija an
    goviirnii imperial utna r?prescni.i^?l) no simtido
    de surciu rt'Vi-t.s a- rtausulas do cnirato a|Mi-1pojc'ubrigar aquelles que''morit.m
    tante das esiolas ?
    al-
    que
    Bldade em aerwn gubs
    tins eia seas impadi-
    itas fregamias, em que os
    em prestar aSe servico.
    finual da cajizt.i ii, d>! niodo qne sejam attendiJos
    os iuie'Fes:CS do conHiiercio. Dr. A^. Patella.*
    moKit ho Bis..
    E' sein debate approrado em I' discussao o pro-
    jecio n Ji doste anoo. approvando o contrato fe>
    to cum Ur. Bento Jose da Costa, para a cons-
    irucftio de uma estrada df ferro do Reciie a Ca-
    ruafn.
    E^fra en 2* disra'ssao o project) n. *3 deSle an-
    B', revogatjdo a lei n. A03 de 13 de maio de 1864.
    Q^ic. Jf a nod do Hero f'pela ordem) re
    (ja r a r^tirada do subslitutivo que apresentoo,
    a I; m >!e manJar a mesa nm ootm.
    Consultada a assemblea, decide pela aflirma-
    liva.
    K |X)is, lido, apiiado e ehtra roalnnclamcnt-i
    e ii aisenssin o sejatnte sub.-iitutio :
    a Fieam desannexadps da fregueziade Igtiaras-
    :ii e fizendo parle da de S. l/mreno da Jlatia,
    oi territoriosdiwengenhos Agniar.fmproviso.Mus
    upinho, Caianna, Machado, Pagiiinga de Brixo e
    .!e Cirna, afsin mmo das prapnelaJi:*; IMnnga e
    '.rrcgalal'i, e>genlio Utinga e U'ahi an .(/iluea.
    .-ri:ido d-i di>'i.-:Vi is litnitos de ties pr^pfieda-
    liet, Dr. Altmoel d Hrgo.
    Eiic-rradi a di-cu*sao e procedeaJo se a vjti-
    (;ao, e appr.nal i a ttl>titulivo.
    Eatra em 8* discussaao aft. 1* Jo proj^cto n 3
    desteanno, est.bcleceiido bases para a rofirma
    da instrikvA) publica.
    fl Sr. Olympio H it'i<> : Sr. presi-
    doai.i, dirai pouca* palavras. Detejava ouvir a
    opiniio de qualquer dos nobres membros da com-
    missao que confeecionou eate project!, relativa-
    mente a extensao desia liberdade de ensino, con-
    -Mgna-Jo no arligo em discuasio.
    Adopt) a l;berd.de do ensino, mas pareco-
    me que, quaoto ao mo Jo de dilTun lir a instruct
    ra.i. deve tiaver aigu.na fiscalisatao por parle das
    antoriJades dlsto incumbidas.
    0 projectj estabelece a fiscalisacao, mas per-
    f auto ate onde vni esta liscalisa^io ?
    Pode uma escola aberta por urn qualquer indi-
    viduo nacional ou estrangeiro ser fecha la, e quae<
    os ras s em que se node tomar esta deliberacao ?
    Me pareria que e>ie artigo pode ficar mais claro
    determinando se quacs os pontos do ensino, sobre
    que deve haver fiscalisacio.
    0 Sn. Jovo Bahbalho .Creio que isto e regu
    lamentar, e no projecto cstao dedaradas as res
    lrie$de.-, mats ou inenos.
    t) mi. Olympio Mabui-ks :Dii o projecto : Su-
    jeito lodavia a lic.ili-acao do iaspector geral e de
    seoj agenies, salvo quando professado no pro-
    prio domicilio do i.lumno. > Qdanto ao ensino
    professado no domicilio, nlo teoho duvida ; was
    quanto a fis.'alisajao das ecolas, parece me que
    a lei devia eslabelecer ao imnos as bases.
    En nao tenho a sou o anno passado ; mas creio que la estao deter-
    rninados os casos, os pontos sobre que deve ver
    sar a fisealisavao.
    O Sr. dui'io Kui-liulbo : -nonfeccionao-
    do o (iroji-eto que erta agora submeltido a debate,
    Sr. president'1, a commis.-'aa, propoz apenas reto-
    i.;s e zlgumas alteracoes na lei a. 1,12*. ^ '"
    de junho do anno passado qne auioriou a re ganisacio-J) ensino, enlenilendo tiMlavi3, dever ex-
    purgal a de minudencias e delaJies ruenos pro
    prios della qu? do acto regulamentar, que teui de
    prewar ar e dingir sua exeuueio.
    Por isso, linntaodo-se ao que Hie pareceu essen-
    cial, coBsagraado as medidas capitaes daqueila lei,
    meiqor classiflcando a penalidade disciplinar, e
    accrescentando algnmas providpneias, no iotuito
    de ser mais aproveitada e mais largamente dilTun-
    lida a instruc^ao, nao qua iatercalar no pro-
    ject deulbes regulamentares.
    Qaanto a fl.scaliscao do enaino partieular, a
    respeito de ouja estaasao o nobre deputado pelo
    1* disiricio iuierroga a commissao, parecea a es-
    ta esensBdo lixar-llie os. limites, pois que no si-
    Icncio da lei, e nao se e=tabelecendo condicoes e
    reslriccaes com referenda a esta ponio, e vis
    to qae aqnella fiscalisagao nao pode ir aiom do
    que respeita a manuttenjaa dv ordim, da moral
    puhtica e observaaeia de condicdes iiygienieas.
    Cwi relacio ao ensino prolearado no d micilio
    do alamoo, entepdeu a commiaaio (e nisto dccla
    rou conrir o nobre deputado) qae so uma flscali-
    sacaa dorera ser admiuida, a dos pais, e ne.n f6-
    ra josto eslabelecer ootra, nem malhor, mais
    severa e mais efllcaz lhe pareceu poderia haver
    La dentro, ao lar demeaned, so a autoridade pa-
    frna, nenhuma interrmaao official quanioao en
    sino; o.pai seja o unico iaspector, seji o unico
    fiscal.
    .Nem ontra eousa p.)deria a ora.-piisa-) eonsa-
    grar e a u prejocio, pois o oontrar* seria o em
    prego de meJidas v#xa*jrias e que dariain lugar a
    deptoraveis abmos.
    Gim o que tenho dito, Sr. presidontc, creio ter
    satisfeilo ao n-)bre deputado pelo I districlo
    '> Sn. Olympio Mabques :-Pois nio Dasejo
    s.mente que eonft; quil o espirito da assemblea
    votando este artigo.
    0 Sr. Nasiumento Pobtklla : Sem duviJa";
    !??J?5.* 1ue na d'icossao, e ate a commissao
    a "as coadjutores.
    0 Sa. Olymimo MAuuota :A aflWal lei da ins-
    lni,-cio publica nao fall.i em caadjutores : so no-
    Hieia oomo su'istitutos dos adle^ados liiUirri-ts os
    respedivos parocbos
    0 Sr. Soabgs : E* faKfe Ms parochos ha as
    r. ajJulMMai
    O Sr. Olxwipio Varqcks:Mas e porum abusa,
    ouao nien.is por uma iaterpretacao exasivae
    inadmissivel. A lei so (alia-em parochos: entre
    taato arazi. qae dad os aobres deyuUdos aao
    resolve a duvida. Ha de haver muitas (regneaias
    em qua orcOaajMaree U aapoasam imumiir
    d'este servico sem prejuizo do de sen miaisfecio
    Em todo o caso, oao e abrigado. U"al e o m-io
    do reaalver esta diulculdaaef
    Por r.onsfiiuinte. u etaeodo qua se deve dmar
    in rayilameuki ao preMdeuie da proviocia a. fa.
    culdace de noniear o ae:swl encarregado do-ar
    rolacoento (appiaios), UraaJo ao livre arbitria do
    mesiao presld'ente, escolher esse prfasiaL Asstrn
    poder-se-bii escolher ta:o o parocho eamo al
    qner outro cidadio.
    Sr. \axrianw Portelia Justifica a
    dlsposi?ao, dizendo que a coriimfsslo etreottarande
    diffleuldade na designajio do pessoal, a qaeai'le-
    ve sar coratnettido o serviiao do irrolamearte, a
    ninguem podia ommette-lo do qae aos parochos.
    ni so pelo Caraeter de qae se adiam re*'eKidos,
    e pelo fa^to de lerem i sua disposii^o e livro do
    legistnr de nascimeruos e baptizamentos, eomo per
    ia sarem os subsUlutds dor detegad.is litterarias,
    jiao bavendo motivo p.ra receiar qae recusem
    elles essa iiieuiiibeii.:ia, tanto mai? havendo em ca-
    da parochia mais dous membros da commissi) es-
    pecial, a quern o artigo confere a attribuicao do
    ^rrolamento.
    II Sr. llunopi l Bfjo : Sr. presiden
    le, nio me parece razoavel a litnila;.io. estabelecida
    oeste art 2', o qual determina que s6 nas cidades
    e villas e quo ainstruccao deve ser obrigatoria.
    0 Sr. Nascimento Portella : Para irmes de
    vagar.
    0 Sr. Manoel do Rkro :Se a instrucclo obri-
    gatoria e um beneficio, ebteado que todos devem
    apnveit >.r delle. (Apoiados.)
    O Sn. N'AsftiiBirfo PoRfELLA : Mas com J se
    \, 5 lego is dis
    0 Sit. .M.vsoel do Rego : ResponJo ao aparte
    Jo nobre deputado; ftxemos uma disiancia dentro
    da qual seja in obrigados os paes, etc j a fazer os
    fllhos a frcquentarem as escol.v*. E nao e tfma
    noviJad.' esta minha Idea, senlures, pois na pro-
    vincia do Parana, no Rio de Janeiro, no Piauhy,
    no Maranhio e era outras provincias ja existe a
    n^truccao obrigatoria em geral, tendo se niareado
    nm limite dentro do qual os meninos sao obriga-
    djs a fre^ueotar as escolas, o que me parere mui
    to razoavel e mesmo neceisario. En'retanto o
    projecto contein dispo;ipiio diversa, pois so obriga
    aos que inoram nas ci lades e villas.
    0 Sr .N.sotme.\to Poitkli.* : E' um tirnite.
    0 Sn. Manoki. dj Rbgj : Mas eu enteado qae
    tnlos devera ser obrigados a carsar 39 escolas.
    EmGtn. o men pensaiue.ito 6 que cm todos os lu-
    gares, e:n que hju -er escolas. do instruccao pri-
    maria, sejam obrigados todos aiuelles de idaJe de
    7 a 15 anno-, que morarom pelo menos na di.:tan
    cia de 1.00J brae is dessas escolas a mandarem
    seus fillies frequenta-las. Acho que nao e esta
    uma grande dislaucia e que nao sera penos i ao:
    meninos vence la diariamente.
    0 Sr. Uciioa Cavalcantb da um sparte.
    0 Sr. Mamorl do Heco : 0 projecto do anno
    passaJo nao mareou o perimetro dentro do qual
    os meuiaos serSo obrigados a enrsar as escolas,
    deixanJo-o ao arbitrio da presidencia.
    Hi esta lacata, quanto a mim bera sensivel, no
    projecto em discussao. Ja live occasiio de'dizer
    em aparle que achava acjitaveis as base* coa
    sigaadas no art. 2' da lei n. 1,121, por pie eaten-
    do que convem marcar os casos em que o inspec-
    tor geral deve ter ingerencia nag aulat particnla-
    res; entrelanto, o presente projeclo, aproveitando
    alguma cousa daqaella lei, desprezou oste art. 2*,
    quo jutgo esseacial.
    Um Sr. Deputado : Por jue e regulamentar.
    "IHi'ife
    m garae.
    (Ha outros apartesO
    0 Sn. Manobl
    cede se 4
    uaoduvidara aeeitar algamas'emendas.
    .\iLguem mais pedindo a palavra, pn
    vutafao e A approvado o art. !.
    Segue-se a discn9ao do art. 2
    O *r. Olympto M*maa:-Sr presi-
    dente, poucas palavras direi relativamente a este
    artigo.. Me parece que a assembled nao tem com-
    peteocia para dar aos parochos a obrigacao de in-
    tervir no arrolamento dos rqoninos quo devpm fre-
    quentar as escolas.
    Creio que nao havora parocho algunj qqe'se
    escuse aeste servico; creio qua toios ai.iose
    Jilico.
    ao'' seus coDfida-
    3oa : E' um empregado pu-
    u;n em-
    as assem-
    ^"'im nao Wrn
    bleas pro.i....
    menUr ou diminuir as >u.
    Um Sr. Deputado :-Isto e exaeto.
    0 Sa. Olympio Margubs : -EsU verdade e fun .
    dada era factos, de qae, creio, os nobres deputv \
    -"SHBgy""*
    oo Rrg i : 0 qne digo e qae,
    estando essa idea consignada no projecto que foi
    saoeeionado o anno aassado, e qae e hoje a lei o.
    1,12V, e nao ten lo sido aproveitadi pelo actual-I
    projecto, e porque os nibres membros da c irnmis-
    sai a repellem.
    (Cruzam-se apartes).
    0 proprio prosijente da proviocia, em seu rela-
    torio, lido no corrente anno, por occasiiio da ios-
    tallacao desla asscmblea, leaibra qu a instrac^io
    seja obrigatoria nao so para os q at moan us
    villas e cidades, como taiubem nos povoados, mas
    eu entendo qua nao se deve admillir semelhante
    limitaefi j, conviodo ampliar a idea, lixanJo porem
    0 maximo da distancia, de que ja lallei. A com
    missao aitWa julgou conveniente exceptuar os po-
    voados nad wi porque motivo, pois e sabido que
    ha alguns delles mais importaotes do que certas
    villas.
    Quanto a multa imposta pelo artigo era discus
    sao aos. pais, lutores, etc., e verdade que em quasi
    1 dos os regnlamentos de instruccao publica se
    comminam taes multas ; entendo, porem, que isto
    nao esta mnito nas nossas attribuicoes; e par*
    mostra-lo passarei a ler a 3 do aviso n. 180 de
    0 de juuho de I8!>l. expedido em confonnidade
    com o p.irecer da secc.i) do conseiho, datado de
    12 de marc) do dito anno, sobre o qual foi toma-
    da a resolucad imperial da 28 da maio do mesmo
    anno, o qual, referiudo se a uma lei da provincia
    do Amazonas diz : (le)
    As dipoir;3es dos arts, ii, 43 e H da mesraa
    lei, que esubelecem penas peeaoiaria* ontra os
    pais, tatores, proenradores ou particulares, que
    tiveremera sua companhia menores de 7 a 1! an
    nos, e Ihes nao mandarem dar o ensino do primei-
    ro grao, preseripto na lei, excedem a alcada cons-
    titucional das assembleas provinciaes, eujo diroito
    de legislar sobre instruccao pnbliea nao pole ir
    tao looge que os autorise a eslabelecer penas con-
    tra factos on omissdes, que o codigo criminal nao
    snjeita a penalidade alguma.
    0 Sr. FALirpg dk Fiousjroa : -Ja bouve de-i-
    sio da assemblea geral ?
    0 Sa. JHanoel do Rboo : Nio hoove; note
    por^m o nobre deputado que e uma resolucad im-
    perial, tomada sobre consnlta lo conseiho cfe esta-
    do. Km todo o caso e uma opiniao mnito va-
    liosa,
    0 Sr. Fklippe de FiGuemaA : Mas e uma opi-
    niao...
    OSr Manoel do Rego :E' quasi am decreto,
    deve merecer-aos t)da coasideracSo; e este o
    meu modo de pensar; exponho uoicamente a
    apreciajio dos nobres deputado-i esta opiniao, a
    que darao a importaacia de qae julgarein mere^e
    dqra.
    0 Sr Nasciuesto poaTELLA : Sem duviJa ;
    para fslo e qae serve a discussio.
    0 >r Manoel do Hego E certamente sao
    raoi proeedentes as constideracoes d) art. 3* que
    acabei ds lor, co.ii) o n)bre deputado pole apre
    ciar por si raeamo, o nobre depatada arlia^u nao
    razoaveis essas consideracfles!
    0 Sn. Xascime.nto PoirrBLLA : -Sg.-rj duviJa.
    0 3a. FeLippe de Figueiroa : Mai enllo pjo
    poJe haVer ensino obrigatorio : qual se-a o meio
    dw obrigar ?
    O Sn Manoel dj Rbco : E' uma queslao de
    comgetencn. Sem a multi nao tuvera ensiao
    oongatono, 6 verdade, mas nos poderemos imp6
    la T o acto additional di nos faculdade para isso *
    0 Sa. G. niiuMMO.ND vdo nos da para maita
    cousa, mas nos vamos fazendo.
    0 Sr.Manoel do Rego :-sNotem bem os nobres
    deputados para as ultimas palavras: (le)
    0 direito de legislar sobre inslrucgao pablica
    nio pode ir tao longe que as autorise a ostabelecer
    p8s coalra factos ou omissoes, que o codigo cri-
    raiual aio sUj-?H)u a penalidade alguma.
    0 Sa. L'cuo.4 C^valcamb :Site iiraile e qae
    aao vejo na lei.
    0 Sa. Mamobl oo ReGu.: as tambam a
    lei nio aulorisa. Naj e opiiirao minha a quo es-
    tau eroiltiqdo; os nobres depaiados te^ o
    Convem dizer quo julgo neceisaria* moiupar^ no'
    der-e fizer effectiva a iustraojao obrigatoria; mas
    am todo caao exponho o qaa ha, para que os no-
    um aapoUdos pensem a respeito e resolvara como
    aaMaderem ftjais acertado.
    Q Sr. Uchoa, Cavalcantb : Provavelmente ba
    xippb dj Fiuueiroa i Abusando, nao.
    0 Sn. -Caspar Drcmm >.vb : Vao usando.
    as vcaps ;. i
    . Makos JyfcGoJarnM |1>s%m I
    adc; mas as assfiubloas timber o fazam, e
    este caso e imMti, porq^a, eomaftito nQabra
    ?aantado nlo on ostrani um artiga A > acto ad-
    diiaonal quo edtee la a a<*ipMea. pristiBcwl a at-
    trtkuic.4o denlplr miltasi -.
    O ?. Feuw* de FasuKiaoA:t'erapei*lhas le-
    gislarem sohre Instrudcdo pnUka.
    O Sn. Ma.vsm. do Rgtu : -Mas legislar aa direi-
    ta de eslabelecer penas ? io oavio u nobre de-
    puLvlo o-^ae dii o aviso, ijue li, de accordo ceai
    uma resotafia imper'ial.t
    Um Sr.. Obtotaoi : Has qaeia 'qner as Sns,
    quer os meiOi; estabeleeer a instraecio obrigato-
    ria sera penas, nao sei o que seja.
    0 Sr. Manoel ao Sefo : fclo 6- taterpre-
    tacao iRuito vasta. Aclio ain-la lima ontra l.truna
    no art i nia diz por quem sio as muKas im-
    posta*.
    0 Sn. Olympio Mamhjbs : Mo e regulamentar
    0 Sr. Manoel do Kko : Para mostrar que
    nio regiilaraeoUr, e que os aobres membros da
    commissao nao pensaram assim, baslafer o art. ft
    l, podeiao ser impjstas.pejo iaspector geral, dele.
    gadps littcrarios e Inspettefes especiaes etc., f V
    a suspenlo sera imposca par oilo dias p^ejos dejf-
    gaohj-s fitterarlos e inspectot'es eSpedaes, etc., f 3
    a tuspensao-por ttm a tres' nlezes sera' impo3la
    'ec'.,
    Logo a couimissSo julga' aeqessario determinar
    quem fleve inip5r as mu'.tas e mais penas, e' em
    qne casds.
    0 Sn. Jo\) Darb vlho di um aparte.
    0 Sn. Man el do Reco : Vo caso de qaetrato
    ha tambem uma ratio especial, ea a es'jibclecp. A
    adoptar-se a multa, cu entendo qne nas clpMaes
    deve ser ella imposta pelo inspector geral di ins-
    truccao publica, porem nas*d:inirls localidades de-
    ve serpelos defegados htterarfos ou inspestores
    espeoiaes; logo e preciso determina-lo.
    (Ha'algons aparies).
    0 Sr. Manoel do Hero rAIert disto eu enten-
    do qus se drvem adratttir rceursos: noiraso de
    sor iipposta a multa pelo inspector geral era in?-
    trucgao publica, haVera 'recursa para o preiiJente
    da proving a, no caso de ser ella rmporta pelo de-
    legado lilterario on inspector' especial, havera re
    eur.-opara o inspector gjraj da raslrnceio pnbh-
    ta ; p3dendo se ate admittir qup, no casO de inde-
    ferimento da parte deste, haja alnda recorso para
    o presiJente da provin.-ia.
    0 Sr. Caspar Drumm nd : Recurso de rectir '
    so?
    O Sr.'Masoik. n> Rego : Sim ; qae insonve
    niente haiiisto? nenham por certo ; demais, nao
    e uraa idea nova, pisso alnrma-b ao nobre depu-
    tado.
    Devemos dar todas as garantias nao so aos pro-
    fessoref, como aos particutares, que forem mul a-
    dos.
    (Cruzam-se algons apartes)..
    0 Sn. Max7el do Reoo : Baifiin esta e a mi-
    nha opiniao. 0* nobres deputados podem pensar
    diversafnente.
    Julgo que a as'emblea procedera com muito
    tceitj, estabeleceuJo nesta lei todis as garantias
    couvenieuies.
    Sao estas, Sr. presidente. as considerc5es que
    me occorreram, alem do que acabnn de expenler
    j meu nobre collega, deputado pelo 3* districto, a
    respeito do art. 2. Vou mandar a mesa algumas
    emendas.
    Sio Irdas, apoiadas e eatram conjanclamente em
    disenssio as segumtes emend s :
    Em lugar de 15 aonos, diga-?e 14 annos
    Marques da Silva
    Doppis de villas, liga-se e povoados onde
    liou ver escolas publicas e ate a dstancia de mil
    brae is das nesmas escolas.
    ii Aa mul las deverao sar impostas na capital pe
    lo inspoctor geral, em recursa para a presidencia,
    e nos demais lug ires pelo inspeetores dtteraros e
    inspeetores especiae<, com reeorso para o inspec-
    tor geral, o qual devera ser interposto no prazo de
    cinco dias depois, da inlimajio da mulla. Dr.
    Manoel do R>go. >
    O Mr. nun i lavaieiinlo i Sr. presi-
    dente, eu nao acho razoavel o cpe determina o art.
    2 na pane relativa a commissao, que deve prece-
    de r ao arrolamento.
    Se o parocho e considerado delegadj liltera-
    rio------
    0 Sn. Fei.ippe dk Figoeiroa : Sabstitnto.
    0 Sr. Cu.vih Cavalcantb : .... substituto,
    e muita^ vezes acha-se em exereicio, dado o caso
    de que o delegalo effe^ivo e on ausente, e tenha-se de procedor ao arrolamen
    to, nio e o parocho obrigado a curaprir esse de-
    ter?
    0 Sn. Felippe de FiGUEir.oA: Mas e mais pro-
    vavel que o parocho nesse tempo nio esleja exer-
    cendo o cargo oe delegado.
    O Sr. Gunha Cavalcantb : Pode, porem, acos
    ttcfr que o esleja exercendo, e licara assim in-
    completa a commissao.
    Porlanto, Sr. presidente, acho conveniente que
    se diga : A commissao qae tern de proeeder an
    arrolamento sera cempesla do delegado litterario
    e de mais duas outras pessoas, nomeadas pelo pre-
    sidente.
    E-u 6 a minha opiniio.
    O Sr. Joao Baiibai.id : Parece me, Sr. presi-
    dente, qae o artigo que se discute e contra o qual
    ergueu-se o nobre deputado pelo 1* districto, pode
    pass ir sem inconveniente, tal qual se aeha re-
    digido.
    A instraecio obrigatoria, cujas vantagens nio
    p.a em duvida o nobre deputa-1 >, nos ja a tinha
    mos consignada era lei desde 1S55 e ainda no an-
    no passado ella o foi de novo na lei n t,12i de 17
    de junho.
    Nio tendo sido, pore n, ale agora, posta sra ef-
    fectrvidade a obrigacao escolar, apezar de impos-
    ta peta lei n. 369 de li de maio de 1833 e pela
    outra lei a que me refen, -vem ella a ser uma
    perfeita novidade em saa exe :ucio, eniee nds, e,
    attenJendo a isto, considirando difflcaldades quo
    essa.execajjio necessariamente acarreta, entendeu
    a commissao qae o ensino passivo obrigatorio, que
    pelas leis antenores devera ser exteasivo a todas
    as localidades da provincia, deveria ser limitado
    as cidades e villas.
    Assim diminuem-se as dillleullades praticas de
    tao util medida, assim podemos confiar qae a ins-
    truccao obrigatoria nao fLwa letra morta, como
    ale agora ; comecemos por poaco para comecar
    cm segaraoca e com probabilidade de exito.
    Primeirolorneraosa obrigacio escolar uma rea-
    lidade, o qric ate hoje nao se pole^consegnir, mais
    tarde podwemos eslenJe-la a toda a provincia
    Isto e o mais prudente e raa.s seguro.
    Oulra razao, que nio e-aem jtnportancia, Sr,
    presidente, actuou no animo da comrai^sio.
    Para que o ensino obrigatorio possa ter Jugar e
    preciso que a provincia va em auxiho dos meni-
    nos filhos de pais pobree a Ihes ministre os meios
    de ir aeacola. Xera se os pode forcar a issmem
    que se Ihes de esses meios, nem se deve restrin-
    gir a obrigacio para impo.la s6 aog rios i em to-
    do caso liaveria deiigoaldade e injnatica.
    E porque bis aetuaes circumstantial Jinaucei-
    ras da provinci i nio 6 poasivel contar com o sub-
    sidio qae fora mi9ter para os meninos pobres de
    toda ella, pois importaria isso am avidlada sora-
    ma, foi isto parte para que a commissao nio es-
    tendesseo ensjno obrigatorio alem das cidades e
    villas.
    is
    dfc Maio de 1874
    Oil OHJMJ/. J iU/.l.
    na lea.
    crew
    d) sp-
    jmmlssio, Sr. prwiJen
    to tritar do jirocesjo.
    ioh'0 derjtad>, colt
    .oa'uda jo regubrae"
    en",40, materia rogu"
    i fon-jiderado net* cttfMpan
    diseuWo a let n. 369 di U de maio de 1835.
    Assira aensando, a cvnraissio nio quiz enxer-
    tar no^rjuaata^jajiosicoej ra^i
    Ulnciodiue iHevvrao eflTdirl
    da let qa voMfc : e estaPnaverP^eanie
    re lave dar dt todas as eutras, Ha ski
    Hlka9 eapitaeaJBe icrio d ser deseavalviaspos-
    te-iormeaienosaetos regulamea^na.
    0 contrarlo tCfl seus inconvenieate* e 6 muita
    vez cnirar na caaipeiencia adiainislrativa.
    Tenho procwaiu, Sr. presidente, responfcr a
    tapugnacao qnoaoffreu o arts-, qae diseatimos e
    tendo em juslifcario do prcssado todo o pen-aniento da commissao, sub-
    roetta as eunsideraQoes, que ftz, ao juizo da rasa e
    coaefco repatiapo qua o artigo esta ao easo de aer
    vote do tal eamose acha redigido
    *r. Manoel do BegotSr. presidente,
    pouco accresceritarei ao uue ja disse, nao me pare-
    ce.u procdeni9*at r.>zdae qua axaba de apresen-
    *ar 6 nobre depdtalo pelo dfstrielo, digno mem
    bro da coiiiraissio em couU)sta<;ao ao que live
    bonra de expender.
    H- a idea do ensino obrjgat >rio e ntil, como re-
    couheco, e e hoje .geralmente admittido, nio vejo
    ratio aguma para que sojaiu ^rivilegialos as ha.
    bitantes das cidades e villas. Nao julgo qae esta
    cirainisiancia local deve' dar preferBntia a estes
    para gozarem de um beneficio qae os outros nio
    fozaiu, a|.era de que rae parece que esta idea nao
    muito rustifi^vel e e de certo modo odiosa.
    0 Sr. Joao Bahralhq : -Mas' ba tama razio para
    isso, uio poderaps iiiendcr desde ia p. beneficio a
    rso (le I.S AnirSlqueira IV-40fJi MU* Ht noirte dis *w 7: 3i*6TO \ Ei .os dtWlRJE I
    :00i000
    2:98ai33U
    2:931*' 00
    2;08&*000
    2:100*000
    i.H i-au-e^: 0.
    lo;( Molp.'o de i.LiLiu
    Iqs> podrigons do Souza
    Dr. Mahquias A Gonc'alvea
    yvema' & fl
    Guiinaries
    nim Jose C
    ingos Ferr
    riaoo & I
    ra Cam
    | Si Alves
    Itamos <5s
    Tavares
    Vianna
    0 vapor Iffjw.a traoxe para
    Rodrigues da Soon
    |aira loik Gonctfves Beltrio & Filho 3005000
    fl.v^Dor Curuitpe trouxe ?ara :
    M.ito- & Irmio
    acreta
    Josel Luiz G. Ferreira Si C.
    Fraga & Rocha
    JosejDuarte das Neves
    t'arunte Vianna 4 C.
    'er.
    Oil
    Joae
    Jose
    Joa
    !0
    4OO*0W
    400*916
    800*000
    todos.
    0 Sn. Manosl do Rkgo : Entendo qne neste
    p'onlo devenios fazertndo, ou entio nio facamos
    nada. (Oh 1)
    'Oftt. Joao Bariialho : -Neal trido se p6de fa-
    iet ap mesmo tempo.
    0 Sa. Manoel do Rego : Sera a no$sa pro-
    vincfa a un'ica em qae se votara esta resirit.'.ao in
    justifhavel. Cousqltem us nobres deputados as
    leis de outras provincias, at6 de provincias maito
    fecundarjas como Parana, Ptauby, Sergipe, etc., e
    verij qiie millas o ensino e obrigatorio nio so
    para as cidades e villas, como para todos os luga-
    res, com a unici liraitario da distancia das es-
    colas.
    Emjl.n, este e o meu modo de pensar ; a as-
    sem jlea decidiri como jalgar acertado. Entendo
    que nao sera uma medida de justica privar se
    os habitantas de outros Iffgare', que nao forem
    villas e tidades, e ate dos^ povoados, dc gozarem
    dos benellcios da instruccao obrigaioria, inandu
    elles sao justameote ps que estao mais no caso de
    precisar della.
    Nao vejo razio como ja disse, para os haoitantes
    das villas e cidades, so por uma eircumstancia to-
    da casual, gozarem de um prrvilegio.
    0 Sn. GoMiS pAitEtrre: Qaal e o priv'rlegio ?
    OSr. Manoel do Rego : -E'a obrigajio da ios-
    trucQio, entendo quo isto c um beneficio qne se
    faa, purque hingdem tem o direito de persi>tir na
    ignorancra ; a obrigacio da ia-iroceao' decorte
    da proteccio que o estado deve aos q've precisam
    da< iatervencio da sociedade para fazer effectiva*
    as garantias da ieiMacadlay entende que a obri-
    gacio do ensino. orlgina-se do direito de punir,
    que tem a sociedade, nlo comprehendendo com i
    esta, que impoe a peua dc moi te, deixe de impor
    o ensino, o ele i ento mais efflcaz para a moralisa
    cio do povo.
    0 Sn. C. Drumuond da nm aparte.
    0 Sa. Manoel do Rkgo :Se Itao d favor, nio
    se concela a oiaguem ; se a iei concede de pre-
    ferencia a alguns, e porque julga um fvor.
    Um Sn. Deputado : 0 qne se diz que c favor e
    o auxilio prestado aos iuJigentes.
    0 Sa. Manoel do Rego : Certamente, ma<
    tambem e um fafor i ir.sttutcao que se obriga os
    meninos a receberem.
    ( Cruxam-se apartes).
    0 Sr. Manoel do Rego: E' de esrranhar, e'm
    todo o caso, que uma provincia imponante como
    Pernamburo, fac i esta restric^io, quando provin-
    cias de meoor calhegaria nio a fazem.
    Ta! .eatriccio e* odi.-sa, ao menos em minha opi-
    niio.
    Era relacao as multas impostas, entendo que nao
    e materia puranente regulamentar, porque deve-
    mos determinar as autondades qne as devem im
    por, como esta marcado no art. 8, segando ja de
    moustrei; devemos tambem fixar os prazos em que
    devem a r Impostas e consignar os recursos que
    se devem admittir. Emfim, se a assembl6a'enten
    der o conlrario, votara contra a emenJa que apre-
    sentei ne.-ie senlido e eu saberei respeitar a sua
    decisao, qualquer qae ella seja.
    O Sr. van. im.n to Portella t (Nio de
    volveu seu discurse).
    Niuguem mais pedindo a palavra, procede-se a
    votacio e e approvado o art. i, sendo rejeitadas
    as emendas offerecidas.
    Entra fiaalmenle em discussio o rrt. 3.'
    Reconhecendu-se nao haver casa, ficl a mesraa
    discussao adiada.
    0 Sr. presidente designa a ordem do dia e le
    vanta a sessao.
    2:362*000
    2: (00*000
    1:000*000
    999*100
    883*OIK)
    800*010
    75iiOOU
    600*000
    460*090
    400*000
    300*00)
    300*000
    120/000
    3:734*560
    3.307*810
    3:0W*00f)
    J: 720*00)
    1:480*000
    1:221*000
    i :00*OCO
    630*000
    REVISTA DIARIA.
    Esta razao, Sr. presidente, nio e de pequena
    importancia, porque rias cfindigoes pouco lisongei
    ras em qae sp acham os cofres da provincia, toda
    a ecofloroia e pouca (apoiados) e a comraissio,
    que pfdcurajOjie a obrigacio escolar se tome uma
    rcalnlade, anaou bem avisada nio propondo-a em
    termos e extensij Ifles que, por deficiencia de
    recursos pecuniarios, on(Ji)uaR;e a dear eseripta
    "ei, mas nao exneutada.
    na
    Melhorado o nosso e.-tado fina'neeiro, verifkadas
    ,VssMiilea provincial. Hontem a as-
    semblea funcci mou com 28 Srs. deputados, sob
    a presidencia do Sr. Dr. Portella.
    Li Ja e approvada a acta da sessao antecedent!'.
    o Sr. 1.' secretario leu o segainte expediente :
    Offlcio :
    Do secrelano do governo da provincia, trans-
    mittindo por copia, o acto pelo qnal o Exm. Sr.
    presidente da provincia resolvea prorogar ate o
    -Jia 20 do corrente a presente sessao da a'semblea
    Archive-se.
    Umparecer da commissao de peticSes, decli-
    nando para a de orcamento municipal, a peticio
    de Joao Antonio Duarte, o qnal foi approvado
    A requerimento do Sr. Mello Rgo foi invertida
    a ordem do dia, comaQando-se pela 2' parle e por
    isso conlinuou a 2' discussio do orcamento pro
    vincial, na parte referents ae art. 15. Orou oSr.
    Tiburcio de Magdhies, mandando a mesa duas
    emendas, as qnas fora in apoiadas, depiis do que
    oreu ainda o Sr. Portella e levaatou-se a sessao,
    por estar a hora ali'antada.
    A or'Jem do dia para hoje 6 : I* parte, 2' dis
    cussio do orgamento provincial ; 2a parte, 3'
    discussao do projecto n. 53 deste anno e conti
    nuacao da autecedente.
    Jury do Recife. -Presentes 39 juizes de
    facto, foi sorteado o conseiho de senlen;a que (Icon
    composlo dos segnintes Srs.: Candido Jose da
    Silva Guimaraes, Thomas Antonio Lins de Barros,
    Augusto Jose Majriclo Wanderley, Dr. Gervasio
    Rodrigues Campello, Dr. Joaquim Correi de Araa-
    jo, Antonio Jovino da Foneeca, Carlos A. Lins de
    Sonza, Henrique Jose Alves Ferreira, Jos6 Anto-
    nio de Souza, Dr. Honorio Herraetio Correa de
    Brito, Jose Joio de Amor im, Barao de Nazarelh.
    Foi julgado o ri5o P'rancisco de Souza Ferraz,
    pronunciado no arligo 201 dp codigocriminal,
    tendo por advogado o Dr. L. E. Rodrigues
    Vianna.
    Em vista da decisao do jury, foi condemnado a
    um mez de prisao simples e multa correspendente
    a metade do tempo.
    ftteria cacualldadelNo dia 1 do cor-
    rente, Jose ftogerio foi a casa de Antonio Victor,
    no lugar' deoominado Pacoca, do lernio de Ilambe
    e enirjjando i- melle uma pMtola, pedio-lhe que a
    desearregafse, uo ijue recusou-se Victor, e entre-
    5on a por nia vez, para que o fizesse, a Belisario
    e tal. Este, recebenlo arifla, disparca-a, e a
    earga casualmenle emaFegoa-sa em Antonio Victor,
    que suce.umlio iinmodiatamenle, evadindo-se em
    segaida Rogen'o e Belisaritf. Prooedeu-fS a res-
    peito do fact", como 6 de lei.
    Cadaver. As 2'hora? da tarde de 12 do
    corrente, appareeeu sobre as aguas do rio Gapi-
    baribe no ponto eorrepondente a Varzea, e ja era
    estido de putrefacjio, q do pardQ Domingos, es-
    mais prospera3 condifBes economicas, entio node-
    ra e devera a obrigaca) escolar eslender se a loda
    a provincia. Assim irenios melhor, qae prejndi-
    cando sua exeeucao pela grande exiensio que lhe
    dermos.
    Com rela^io a eraenda que lixa o limite da ida-
    de escolar aos 14 annos epio aos 15, como esta
    no proj-scto, apenas direi, gr. presidente, que
    achando a commissao fixada essa idade, na lei n
    i,!2i, dps 7 aos 15 aunos, na\, lhe pareceu; neees-
    saria alteracio do disposto neiaa '
    cia a este ponto.
    Mas no fac queslao ditjo,
    diffa
    cravo d.? barao de Miir|bea,i,
    due o vistoriaram ter
    ae asphyxia por sub-
    Declararam Os perilos
    sido a unite o resultado
    mrsio.
    Oauada.Coraiuunicaqdo Manoel, RpJrigues
    Teixeira, ao subJelegado de Santo Antonio, que,
    praticaudo uma excavacao no quintal de sua caja,
    a rua da Flurentmi. n. \, lhe, d,epararao acaso com
    alguns ossos ii esqueleto fiumano, alii foi ter a
    mesnja Autoridade, acompanliaMa do Dr. Ji-se Joar
    quim de Souza e cirurgiao loaquirp Jpse Alves de
    lei com refereji' Albuquerque, e passando "se ao com'petente cxame,J
    declararani aquelles senpores periJojLnue os ossos
    qoestao di%fo,-nm anno de mais, pareciam ter sido de raplher de idade adnlta, ha
    am aono demeoog, a djlrerewja a pequena muitos-aqiios morta e sepultada i e que nando
    Dissa o nobre dapqtado pejo i tjisiricto, qua fq. jjqljelia casa cdilicada em t'erreao que fez outr'ora
    ra new!1-"'-'0 ler-SB Ubelecido p processo e re parle 4o qijintal Ja coovento de 8. Francisco^ cot-
    eurso para o eaaoideimposicaV) &c fflolU, a res- vartido jt,i era cemilerio, ora aqulHo os vestigioa
    peito do que aada. qi* artigo que se aeti^ ,em aia" e uma mhttmacio a!)i feita.
    cussao, j Dinlielro,V Q vaporBahiatrouxe para,"
    a Ferrjaades i Innio
    A. Alberto de Souza Aguiar
    Antania Moreira da Silva
    Bar(holomeu & C
    Ca*aie Jose do Saatoa CalaJo
    Joso Pefeira Hiutinho
    Antonio P. LmjotenEzes
    Joao Pinto da Cruz
    Per*ir* da Silva 4 Irmio
    Poeis & :
    Joad G. de Souza
    ADtoa.o Gomes de Senna
    Anfonio Manoel Pereira Vianna Junior
    Joao Francisco de Souza
    Alcxiudre A. de Cardas Padilha
    4- 0 vapor1 Marquez de Caxias levoa de nossa
    praica para
    Vlateio ln:O0O*O00
    Peqedo S6J0O0JO0-I
    ya|Hr Para.-Dste amarhecer boie em
    nosso porto, pois rthio hontem a tarde de Maceiii,
    segkindo telegramraa qne recebemos.
    |aca Mamaniaaae.-No dia 19 do eor-
    renie (terfa-feira) dove largir do nosso porto para
    odt Mamangmpe, o vapor Curvripe, da eompa-
    nhii pernambui'aaa, devendo ahi demorar-se tres
    dia para recehcr carga.
    I iiario de Peraamhnro.-Seehegarem
    hoj os vapores Julio Diniz e Pud, de-tribuiro
    mi' amanha nos I erpando de Xuronaa. -Doste presidio
    che ou hontem a tarde o vapor lliqnid. ptlo qnal
    reti beraoJ as seguintes intieHis:
    F illeceram os sentenciados de justica : Manoel
    Cab bda, escravo, do Rio de Janeiro; Ant mi da
    Silv de Pernambne, Joaquim, eswavo de Joa-
    quin Alves de Vasconcellos, do Rio de Janeiro ;
    Luiz Gomes Primeiro, de Pernamburo ; Herovne
    gildc escravo do convento do Carmo de S. Paolo ;
    tola lio de Barros Qttirino; e Vicente da Silva
    Reg.
    Ni dia a di corrente evadiram se da praia da
    ilha Vita, n'ftma baleeira que atii f5ra levar vive
    rese a racio d? dmheiro diis dester>ad> nrnma
    forta eza, os senienriados eivis Pranciseo J.se de
    Freit s Primeiro e Manoel Lopes Vidal, ambos de
    Pern mbaco, e os tnilitares Cosme Bezerra e Da
    mazi Teixerra, aprmertando-se pira iss<> da occa-
    siio m qne o sargeoto fora a terra dir execacio
    a sua commissao.
    Ci nsaltorlo inedico-cirargieo. 0
    Sr. f r. k*6 Felix da Cunha Menezes, que dispoe
    vanta losnmente de nma longa praticade trabalhos
    medicos e cirurgicos, elTectuados em hospitaes ei-
    vis e militare;, durante toda a campanha do Para-
    guay, onde deixoa bem lembrado name entre os
    de sobs distinctos collega, acaba de ahrir seu
    consultorioTnedico-cirurgico, na pharmacia dos
    Srs. Bartholomen ft (.'., e na casa Je sua residen-
    cia, como melhor se vera de nm annnncio pabli-
    cadO na sercao compctente.
    Espeeialista em m Jlestias syphiliticas, da9 vias
    d'gesti as e febTes, e no tratamento destas sobre-
    tudo, qae tem conquistado verdadeiros triomphs.
    Isto quo, cremos te lo reiommeadado ao pnbliea
    segondo e digno por ?ea raereeimeote.
    Arremalariio provincial. Pernnte a
    junta da thesouraria provincial, vai a praca no dia
    21 do corrente, alem das obras hontem roenciona
    das em nossa tleciita, mais a dos reparos da es
    trada e empedram-tnto da ladeira do Barro, orra-
    dasom 1:647*000
    Xovo llhcneu. Hoj.', as 5 hora* do 'arde,
    rennc se esta sociedade, em sessao ordinaria, no
    predio n. 3 da rua do Imperador.
    Ordem do dia, discnsao da these : Ndoserta
    unidade religirisa um dos meios mil's poderoaos
    para] presperidide e feticidade de wmv nacfio f
    l'rcBiela da tinea. -0 Kevd. incum-
    bidode resar a missa conventual ua igreja que
    serve de matriz a essa ireguezia, deixoa os seus
    fregqezes sem a ouvil-a no dia 14 do corrente,
    pregandolhes as;im um bom logro, pois jue por
    elle esperaram atii as 10 horas.
    E'qaeelletinha ido ao Merrim ck e esquecera-
    se dq prevenir a fregaezia I
    Colonia Isabel.Em a nossa 8.' pagina
    publicamos hoje o relatirio apresentado ao Exm
    Sr. pjresidente da provincia, pelo Sr. engenheiro
    Dr. LfUiz Jose da Silva, sobre o terreno em que se
    esta edificando a colonia agricola -Isabel, e sobre
    os trabalhos ji executados, trabalho esse qae me-
    rece ser lido
    i 0(110(0 vreiioologiro e Cieosra-
    phi ;o. Tambem era nossa 8.' pagina enceta
    mos loje a publicacio do relatorio, lido no Insti-
    tato Ircbcologico, desta provincia, da commissao
    encairegada de investigar a data em qae foi eons
    truid o pharol da barra Jo Recife, e a noite em
    que | ela primeira vez foi arce-o, e franqueado ao
    servico publico.
    Veisando esse trabalho sobre um ponto da his-
    toria utrla muito conirovertido, e agora bem elu-
    cidad<, recommenlamos a sua leitara.
    A lotora. Recebemos o 2.' namero e agra
    derem )l o.
    Me rece repress Ao. Segundo nos infor-
    ma pe soa conceituada, -sta no caso de recebel-a
    da pol cia am tal Junqueira, morador a rua do
    Lima, jne, de quando em quando, sem attender a
    noite em o dia, assusta e alarma a visinhanca,
    espam ando sua infeliz mulher, a qual so rtsta re-
    curso le gritar e pedirsoccorro ; como aconteceu
    anle h intern, por vulta de I hora da manhi.
    0 ia spector do respeclivo districto, nio ob-tan te
    ter lid i conhecimento do facto, providenciou de
    raodo i ue o individuo conlinua a permanecer na
    paz do Senhor... e da impunidade.
    Im (Kuto Uistorico e FfcilOsoolti-
    co rerunmbneano.Amanha, 17 do cor-
    rente, i vera sessii ordinaria desta sociedade, is
    horas no lugar do eostam?.
    Ordi ii do dia l.a parte, discussao da these : A
    divisSt dos poieres sera um principio essential di
    ordem tolitie-if 2.* pane, desenvolviraen.o da the
    se do r. F. Borges : O eslado somente com o im~
    peno i a jastiqa nao conseguird o seu fim f
    PrapanAdora daaaoaa-aaccaiO piiliii
    ea. Amanha, 17, pelas II horas da manhi deve-
    ra reonir-se o conseiho parochial da freguezia da
    GracaJa rua do Marq-iez de Olinda. escripto.'io do
    commandador Luiz Goncalvs da Silva.
    Sociedade bi'iicflceule l.iif Brast-
    leira. e, manhi, as It horas do dia, lera ingar
    a poss/. At nova directoria e do conseiho fiscal
    dessa ^c:iedadc.
    lit I niH.ios geoaeo. -A borJo do vapor
    Bahia, acham se os Srs. Ors. Fernando Alves de
    Carvalh.i. deputado pelo Maranhio, e Paulino No-
    gueira Borges da Foneeca, pelo C-ara.
    Km traasilo. 0 vapor Hahiu, tem a seo
    bordo 123 escravo*, coin deslino a corte tio impe
    rio.
    (nrnaro.- Escrevem-aos desta villa em
    10 do corrente :
    Facto horroroso t -Um iudividuo, con'.ecido
    por Msnoe! Vellio, que fora joldado de policia, al-
    cancou, ba poneo sua baixa, por estar soffrendo dos
    poldoVH. Sendo natural deste lK, para a jui
    regressju. H'.jC,*". ,6 .nor*8 da tarde, estando
    ja quasi finda a feira, AiC,i,Q'", Jout nniuloi e
    comprou a um delles 40 rs. Z *">' qua-
    rendo pagar o objeelo com^rado, a*?1 creaor se
    apossou de uma tabica que elle trazia. Ma." or\'*
    testa ido dar essa ridicula quanlia, se lhe forse en
    tregue a tabica, o ppbre homemlh'a re-tituio. En-
    tio q ma|va4o, jogando-a contra a ijclle r. iuem
    queria enganar, deu-Ihe diversas lai icaJas. E-te,
    eni reLreaalia, arremessou-lhe um sacco em que
    trazia urn, pouco de dinheirp Ue cobre. Em acto
    successivo ambos atracaramrse, e em poucos ins-
    lantes Manoel Velho tmba farido martafraeDle aos
    doqs vetidedores de fumo. Em seguida, correa
    por um becco. c arhando aberto o portio do quin
    tal da qasa do capitao Porto, nella se introJnzip
    iodo pedir i esposa deste prdlecgio Espalbada,
    porem, a noticia de sea crime, aquelle oapitio
    agarrou o em pessoa e entregou-o a justica
    As vielirnaj ariham-se a oxpirar, senaq uma
    dellas casada.
    perdesao
    sr
    an
    rn.
    gar
    p>
    Inoaa' II .rrrisa a
    um dos feriAM com aa
    pan* ae Ivra, c utro com Ian graa
    de punhala la no? Thv: c" rigoso. mm in
    Jary.Ha poorv, inmttimom a a.* unaa #t
    jury deste termo. For am julgaidos 3 raos, eaj3
    crime era roubo de eavallaa, a aadform aon a
    pena dot annos da-oajrio, e a-cat^a 4
    e 8 meaaa, por ter aio* cum#Be*. ad a M
    demnado am re* a aaaa da
    niorte.a aniro a 6
    _ tendo Oo somente sido absolviia uaa nliier cara-
    **" plice fcate ultimo.
    Raaa-me diier-fcas qaa lemos.iit um inver-
    no rifortssimo, a aoMo da eatareai ae
    miiitai planlaf.ie-
    Weaiern and raaMaa Vol
    ^aiar* Laaoa no Maraa av firam Firm,
    de S do corrente :
    o Estao desde ante hontem inaagnradas as cam-
    municacoes telegraphicas desla cidade com aa os
    SantJt (provincia de S. Paulo) e a do Deswrrc,
    (provincia de SauU alluiina) Sio aaaa aaafca-
    centas milhas de cano electrico submaria.., qu*
    estendidas ao bingo da costa do grand.- nnper -
    Americano, facilitam-lha o dc-envolvunento mural
    e materia e toraaavlbe nun arapioaa as
    coes politicas e economicas.
    B*u->: procedan4o ja a iamersi.i do rabo
    deve ligar Santos ao Rio Grande r. ao Chu>.
    que completar se ha a grande Imln n'.o iaUrrnra-
    pida do Amazonas ao Praia. _
    A tinha em aclividade do Para a Santa*
    carca do 3*100, milha* u i.000 lagua*
    Isto se fat aa Capital do Pan, earr^iaio
    nos a resperiiva agMiria da n-raoaatiia
    menos dcu disso scienria an poMir
    Aos waaaaaaHaa. -Na fA*4*
    la provincia do Maranhio. foi enr.mtrada
    rafa com nm papei dizeadu :
    Barque Moira of Allierdeen fr*m t jllio
    Qaecastiwn.
    I.all. i.M3 south.
    Log. 30 west,
    this 14 march 1874.
    all well
    A. Sm.lh.
    Eiirravinra ao aaanaaa it lasiwc-
    tor da tlMHOurana de faeeoaa d* fnwtmtit da Aiaa
    zonas, em 10 te marco ullimo, comnunieou a ;-
    rectoria geral do ertaiistiea qae exisVm amtrtea-
    la lo* em toda a proviaria 1,183 -rav.*. naoa fev-
    mens. 37 I, e mul here* 60i; ate I aaao 17 ; da 1
    a 7, 152 : de 7 a II. 117; de 14 a 21. tVi. or li
    a 10, lit; de 40 a 30, 76 : de HO a W. tt.n.ti,-
    res de 60. IV ; solteiros I.U5,caaad 3 ; agricultures 4)3, jornaleiros 451, amsUi lan .
    tem resilencia urbana 199 e rural 584.
    Tradarrao. -Ctrtt do St. A. II Pianr, n-
    rigida do ait. I'urds ao Sr. Charles M Travi*, e sul dos Etado*t I'nidos na provincia do Para :
    l.ibria. It11 I'nrrt*. 19 ae fevamra oe t7t. -
    lllm Sr. Claries M. Travis, coots! dot E->Udx
    Unidos no Para. -Amiga e V. E
    sua mniii bou4o*a e animadora <*arta ae ti de Ja-
    neiro, junto c .rn o original d'uraa carta da a-
    so mini*lr no Hi i le Janeiro, e xseyuru a V. g.
    que me da o maior prazer e santfaca.) saber,
    qiundo eu estoo empreg>d > em ahrir o cmnl.
    e gaiati'lo a civili*acin nata floraata virtjem e -
    litaria, que o escudo de yro'.eccio da nossa giaa-
    de e podcrosa nacio 6 eslendido s dire mim p r
    haheis e diiau re( no Brasil, a per.nMta-roe agradeoar a V. s. oaia
    bondade i|ue V. S. a soa b<>a e ettiraavel wpisa
    moslrama para iniaka mattier diaanta a sat ta.
    rada no Para.
    Exige-se do P-oneer da civiliucio qu ae-
    gue todos os coufnlv* da vada do n -ti a e sem
    compeienies gozos a falicidad**. a sx-iedade
    amigos, e que encontre tola a especie de perigo*,
    privavo -s e trabalhos; uma etpVriearia d am
    qmrto seculo na California eawaon me i-i >, aa-
    metiie um sentiinonio de dever me impelua a eui-
    prehender e levar adiante esta graa empre/a. >
    adiantamento da civili*ac*o e prngreto hamano
    nas soli does do e.miirwnie, noso irtait.
    Tendo cvroecado asta ewarata, eoiisafatcet
    nella on ali.i'i louarei ella aaicaunaale com a vi4a
    e o meu ammo e a minha determinajao esUo am-
    boi refor^ados pelas segaraneas rontila* na rarta.
    de V. S, qne os meat esforcos aao deitam da *r
    apreci'los.
    Aquelle grande plateau central desta com.
    nente qae se esieade ao longo d>s And.-*., pela soa
    elevaeio e conseqnente agradavel dirna, oHervcr
    domicilio* bons e sandaveis para mi'.lidw> da Htdi-
    vidnos, e aquejlet grandes camoos com lortias
    alias e ondulanles so o*peram o arado do lavra 1 i
    para dar da roanetra mai* abundant-', a m ri-
    queza agricola, c as montanhas visaln* d ran--
    cem da pieareta do raineiro e a iainMlucc*.' da ma-
    chinismo para enn<|aecer o rauad* com a toa n-
    queza quasi fabulo-a.
    Para unir a geute e seus bens nesta regiii
    esplendida 6 o meu proposito e a minlia ambiraV:..
    Isto alcancado, darei por findo meu d-ver a*la
    vida e pen*arei qne leoho gaoho am raora h->ii-
    row.
    Permitla-me pedir-lhe qae agradeca muito
    cordialmcnle ao nosso rainistro no Rio Je Jaomro,
    o Exm. Sr. Richard P. Shamon pelos sens e*/ucf
    era men favor aa corte imperial.
    a Anieeipei o conseiho de V. S. avisaaJ uaeub
    delegados de Hyutaaahan e desta villa, do qua ti-
    nha sido fe.t-i por este horaem Daniel Jos5 da Silva
    e tambem comrauniqaei o mesmo e o que foi fM<>
    pelo povo urbano, desde que teoho etttdo ae-k
    rip, a S. Exc o Sr. presidente desta proviocia.
    E o dever do governo, sendo enmiaaes atles
    actos, de levar os culpados a justica, fartando nw
    somos obrigados a nos proteger not mesmos, e an-
    te caso, a experieneia me tem ensmado o uoko t
    melhor remeJio que se deve applicar.
    t Eslava bastanle estafado quando chegue: de
    volt a aqui, porem coin ami con*titiucio nalaral-
    mente vigorosa, e no gozo da h .spit .lidade do Sr
    Labre, lenho recuperado inleiramenie e me ttav.
    prompio para ontra exoadicio rio-acima, am oae
    partirei daqui ha dous ou tre* dias.
    Krt hi muito obrigalo a V. S. pela saa boado-
    sa e lisongeira carta e tenho am grande sentinaea-
    lo de gralidio para os esforjos que V. S. tem feiio
    em men favor, lnclua nesta a carta do Uio. Sa
    muito rincero e mui ueluieale da \. S. amigaa
    criado ( Vssignadu) A. D. Piper, pre-id-* companhia de Kmigracio e Commarcio da Both-
    via. >
    Coaflicto. Hontem, pouo mait de seta
    boras da noite, na rua Doqne da Caxias, fai
    iosultado Joaqnim Moreira Dias, aa proprii l.-ja
    emquese achava trabalhando, por am inJivi,!:i
    de nome St-vr no de tad, qae vei. am pessoa
    desfeital-o, como havia promettid > i ela rnaatia,
    promassa essa, filha de haver aqne21a. me voiadV
    a palestra na mesma offlcina ; peio qne, excitaor.
    o offendido arroja-se sobre seu ..dvertari- e j.
    garam snpapos no meio da raa, resottaade de">
    brinco, proveoienu. das quedas qae levoa sobre o
    calcamaato, am ferimenlo a'am d fronmes, pr
    xirao ao olho.
    Nio satisfeito ainda com esta roodesta corre.
    cio, penetra de novo no estabelecimenio, e irre-
    faenta alguns moveis e vtdros qae foi i in ialidii
    Nio se achando presente nenhuma autorida.!.
    ou forra publica, pole o delinquenU a feridd ir ae
    tratar, sem ser preso em flagrant-
    "Offo. -H -ntem pelas 10 a Ir-'* q lartos horas
    da none foi despertada etla ridade por signal de
    iucenJio, que se manifesl-m n'uma pequena laver-
    na do paleo di ribeira de S. Ju e I'ourot me-
    mentos depiis esUva destru da a ptopciedaat,
    cbegando as bombas em tempo de garaatir qpt
    fogo se nio manifestassa aos predio* conUgaaa.
    Lolerla A que sa acha a veada e a 100.
    a beiieiicii da igreja de Nossa Seah>ra do Tercodo
    Re:ile, a qual corre no dii 21 do correale.
    Caasa de detcucao.M .Tuaoal
    de detencio do dia II de maio da 1874.
    Existiam prasos 327, en'rou I, exit-em 31*.
    A saber :
    Nackmaes CI, muiherei 9, ahtraagmtw i4,
    eacravos 40, escravas 4. Tottl 328.
    Alinonlad"* a custa dos cofres paallfot 2*k.
    Movimcnio da eaf^marii ao dia 14 da awe-to
    1874.
    Tiveram baixa :
    Luiz Eugenio Vieira, indigeslib.
    Anlonio |.uiz Je Almeida, idem.
    Manoel Lonremji, escravo, senteaciado, dftnxo
    Polycar^o, eirravo, de MnwiH da Rodia Farias,
    ft'hhilis.
    Fassayeiros. SaWdos para .as portos do
    JDl no vapor Varquez de Caxiat :
    f. "Stuart, c saa r entiora, K. %. Cerjiieira et
    criados, A. Ralmasce, I. S. Nbgoein, A. Thamai da
    Silva, Jose Lopes Davim, P. Bertovma, F.
    Pedro da Silva B. Falead, A. Line* Silveira,
    D., Cupertino de G Basto*, J. da C Cardoao, Al-
    fredo P: Bsrbedo, Franclscj Pereira Cimello, J. J.
    \. Araujo >"ai?on*,ellot, I H. Cmr-lly.
    Vm*os da Fernando de 3<*wma aa aapor
    Manoel F. da Siha, Dr. Jose P. dos Saatoa 9w-
    telh e raa senb/ra, alferes Fdippe S. Al"
    , ava


    Durio ie fertisBJMoo Sabb
    ot
    1 16 de Maio de 1874
    a:
    : .-. -.
    =


    que o i filiios. tenente C. F. de Paula Cavaleante,
    Mauoel Gomes da Cruz, R. M. d'Oliveira, 19 pra-
    cas ,e 13 seateuciades.
    Cesaiterio emUllctt.ObiUiario do dia i3
    de inaio da 1871 :
    Justino Jose Coeiho, braoco, Portugal, 58 aolM,
    solteiro, Saato Antonio; hepatite aguda.
    Maooal, proto, Pernambuco, 10 dias, Recite ;
    telaao.
    Benediclo de Mattos, pardo, Alafroas, 2S annos,
    solteiro, Ooa-Vista, hospital Pedro 11; lesao orga-
    nica do eorafio.
    Meng.ry ftraneois, braneo, Franca, 40 annos,
    easado). Boa Vista, hospiial Pedro II: febre ama-
    Tella.
    Candida, .braoco, Pernambuco, \2 rnezes, Grara ;
    febre perniciosa.
    Julia, parda, Pernambuco, 6 annos, S. Jose;
    tronchiie.
    Anronio, braneo, Pernambuco, 14 mezes Boa-
    Vista ; dentieao.
    Maria Emilia, escrava, preta, Rio de Janeiro, 40
    annos, tolieira, Roa-VisU ; lesio organica do co-
    racio.
    Maria, escrava, preta, Pernambuco, 40 annos,
    casada, 8. Jose ; pbtysica pulmonar.
    ifarianna, escrava, oreta, Pernambuco, 30 an-
    nos, casada, Recife ; phtvsica pulmonar.
    Clara Maria da Con-eicao Costa, parda, Pernam-
    buco, tt annos, casada, S. Jose ; pbtysica pul-
    monar.
    14
    Antonia Maria de lesus, blanca, Pirnambuco,
    itt anu*, casada* S: lose ; bexigas.
    Francisea Salgado, vitiva, preta, mandada pela
    poliela, cento e tanlos annos, conforme veio no
    offlcio da polieia ; velhice.
    Rita, branca, Pernambuco,- 2 meres, Graca ;
    espasao.
    Amelia, parda, Pernambuco, 5 dias, Santo An-
    tonio ; cenvnlsdes.
    Ol-ao braneo, Draamarca, 33 annos, solteiro,
    Boa-Visia, hosp.lal Pedro II; febre amarella.
    Manoel Jose da Cruz, braneo, Pernamboco, 80
    annos, viuvx, Boa-Vista ; variolas confluentes.
    Jose Rodrigoes dos Santos, braneo, Pernambu-
    co, 70 anno?, viuvo, Boa-Vista; congestao cerc-
    bral.
    Mirta, branca, Pernambuco, 17 mezes, Graca;
    marasmo.
    Olympia de Albuquerque Marlins Pere'u a, bran
    ca, Pernamboco, 29 annos, solteira, Boa-Vista?
    tuberculos pulmenares.
    Roberto Macmellan, braneo, Inglaterra, 36 an-
    nos, solteiro, Boa-Vista; febre amarella.
    Trajano, braneo, Pernambuco, 7 mezes, Boa-
    Vista; enterite.
    Procopio, escravo, preto, Pernambuco, 17 an-
    mos, Boa-Vista; escropholide.
    Thcmaz, preio, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos e
    convulsoes.
    Francisco, escravo, preto, Africa, 58 annos,
    solteiro, Santo Antonio; pneumotiza.
    Claudino Joao Francisco, preto, Pernambuco, 20
    annos, solteiro, Recife; variolas.
    Marcolino, preto, Pernambuco, 18 mezes, Recife;
    febre verminoza.
    PARTE P0LIT1CA
    iMiirinn coH9Env.4tin
    KECTFE. 16 DE MAIO DE 1874.
    A falla prcsitlenciul.
    Nan ha artigo, dado a cstampa nas columaas da
    Provincia sobre a administraeao do Exm. Sr. Dr.
    Henrique Pereira de Lucena, em que nao yenha
    descarnada a guerra pessoal que os opposicionis
    ta?, enrages, grataitamente movem ao illustre e
    distinclo administrador da que os homeos que de-
    sejam a prosperidade d pelo esforeo e denodo com que vai realisando gran-
    dei r- imporiaefes melltoramentos, qae o reeom-
    mendareSa eonsideraeao e respsito de todos os
    sens concidadaos.
    0 paiz inleiro admira a forca de vontado e espi-
    rito emprehendedor de um pernambucano tio il-
    lu;tre, digno sem duvida de-ser imitado por todos
    os adminlstradores das demais provincias.
    0 espirito-e- a consiiencia publica apezar da
    diurna chicana de uma opposicao intoleravel e sem
    limites, estlo de posse dessas verdades incon-
    cussas,
    E quanto mais S. ElO. ganha terreno na opiniao
    publica, tanto mala exasperates ficam os seus ini-
    migos gratuilos que vao ao ponto de lancar mao
    de seu relatorio truncar e envenenaro pensamen-
    to alii enunciado dando-lhe um sentido raui diver-
    so no intuito de arredarem os applausos que a
    mesma, opiniao levanta a S. Exc.
    E' assim qne lemos na Provincia de (2 dsste
    mez em artigo, com reforencia ao relatorio de S.
    Exc. o Sr. Dr. Lucena, na parte-quedizrespeito as
    linancas da provincia.
    Temos entretanto, certeza de que os oppoaicio-
    nistas trabalham e trabalharao serapre de balde.
    Comeca a opposicao o cilado artigo por traos-
    crever algumas palavras do relatorio de S. Exc,
    asquaessao as seguintes t.....se evidencia que
    nio e lisongeiro o estad) dos cofres provinciass, e
    que com quaato nao devamos'considerar-no3 falli-
    dos, porquo os nossos recursos sao va>t03 e cada
    dia tendem a deseuvulver-se mais, etc.
    Di>pf>is disto, diz a opposicio, sem a menor de
    id uistravao < que a divlda passiva da orovincia
    sobe a muitos mil contos ep>rao future exercicio
    (i 1874 a 1875' esta orcado um deficit de 590. >
    Entrelanlo os financeiros de polpa da Provincia,
    l>assam defte ponto a onlro, que e o principal ob-
    ject) de suas discussoes: atacam a pessoa do illus-
    tre administrador.
    Eis as palavras da opposicao quo bem revela o
    seu malevolo intento.
    Nada, norem, tao pequenino, tao iasignificante,
    COOko a ostatura administrativa do Sr. Lucena
    diante do-sa situagao. >
    Ouando esperavamos (jue os provincianos apon-
    tassem para promt que estao promptos para salvar
    o paiz como dizem os mesmos provincianos, as
    causas para caviar us males linanceiros da pro-
    vincia, sahem-sn e'les crm essa tirida era aggres-
    sao a pessoa do Exm Sr. Dr. Lucena !
    E dizem depois que nada tern com a pessoa de S.
    Exc, mas sim com os seus aclos !
    Sobem de pnnto a nossa idmiracao, e por ven-
    tura indignacao, ao verrnos os provincianos ja tao
    contradictories- no que escrevem com o que prati-
    cain cahirem na maiar das conlradiccoe*, suppondo
    talvez ferir o benemerito administrador illaquean-
    do grosseirrmente a opiniaS publiea.
    Disseram ellej qne c S. Exc. transcrevendo tex-
    tualmenta a proposia do inspector da thesouraria
    nada disse de seu, nada suggerio era sua falla qne
    revelasse ter ideas pro^rias e assentadas, ou um
    piano feito acerea do modo por que sera possivel
    salvar a provincia.
    Quern leY este hello trecho do importante parto
    provinciano naturalme-Ue ha de suppor que S.
    Exc. so faz repetir as palavras do inspecior da the-
    souraria.
    Mas se os prtvincianos disseram no periodo
    acima que c S. Exc. nada disse de seu etc., > por-
    que escreverara os provincianos o seguinte pe-
    riodo ?
    < Traijanio a linha decondncta que em seu pa-
    recer, cumpre que observe o poder legislativo da
    provincia, disse S. Exc :
    Cortar oor todas as verbas snperfluas e por
    todas aquellas que, embora rec'amadas pelo ser-
    vico pobli:o, possam ser adiadas sem grandes
    inconvenientes e por outro lado abrir novas fontes
    de renda, sem prejuizo das existentes tal deve ser
    segundo me parece o vosso proceder.
    0 que dira do juizo e criterio dos provincianos
    quemler este periodo e compara-locom aquelle?
    Pois S. Exc, que na valiosa opiniao da Provin-
    tia .-o fez repetir as palavras do inspector da the-
    ouraria; que nada disse de seu, tracou a linha
    de condncta, que em seu parecer cumpre que
    observe o poder legislativo acerca do modo porque
    deve salvar a provincia 1
    Sois uns opposicie-nistas admiraveis e inim ta-
    veis Srg. provincianos I
    Deixemos, pois, d i pane essas grosseiras con-
    tradigoea, em qoe eahirara os provincianos e res-
    pondamos ao quo ha de serio uaquelle artigo.
    Depois de haver transcripto a Provincia o pa-
    recer do iliostrado administrador acerea do que
    convera fater para salvar os cofres provineiaes da
    crise fioaneeira faz o orgio da opposicao a seguin-
    te pergunta :
    i Ora, juem, ainda o mais benevolo, deixara de
    qualiftcar de mera banafidade o parecer de S.
    Exc f
    Se e banalidade o parecer deS. Exc.a Provin-
    cia devia, para prowr a MU sofflfciencia flnanceira,
    e coBtrapol a ao parecer de S. Exc, ter apresen-
    Udo seu parectr serio, menck-Baide as caeMAs
    pouce eommuns qoe- devera set erapregaAn para
    solver a ense flnanceira da provincia.
    Desde poia, qne nio o fea, e qne nao encontrou
    outros meiof seOao os apemtados pof S. Exc o Sr.
    Dr. Lneena, e isto mesmo dizemoi-o sem medo de
    errar, so esMVe ao alcaace dos prvtnciant$, de-
    pots que leram o relatorio de S. Exc
    0 derer du opposic.'orrista qo* cennpttjteh*^ o
    papel que destrapenha, (ran eWi^isW ilmple'irperitc
    na eenntra e-na-d^er ao go^rtto- vos *rHs)IM."
    v6s nao pedeis resolver' as (jnestOas jb^ M
    lam-.- WSo ; o aevef'arf-owtoMeibBwff; 6
    ,ra9
    AsslrH com'jp o art. *:
    * j^jUDsiiforbs dos joizes do direito 4ai co-,
    marvsrs'TW>'ari'. l*,'tiigualmente aos supplantes dos
    --f/j^M^*,^0* ie iniptdinenlb
    noflre1 tf4nWime, e' constrte em o bpptmmsli \dm relpeelieXtjuizes, compete___>
    mostraNseapto pira o goveru'rj a petom op-1 Por mo'livo? a'iialogos aos qua iostificain esla
    posiclo ; mas quern *e mostra apto para o gtwer
    no, cehsdra-o sem -aeriraonii e diz Ihe v6> er-
    rasifs, e vosso erro consiste em terdes adopiado
    estas medidas, quando devieis ter adoptado aqueP-
    las ; vos n5o podeis resolvet as qttest5es que it
    agitam no- pair, porqne os molos qne empregaste*
    ou qne pretenders empregaY para resofvel-as, tra-
    rio tal resftRado; ao passo qne o quea opposicao
    pretehde empregar, que sao taes trarao o resulta-
    do desejado; e por consegninte entregai nos o
    poder. ,
    Tern, pols, a opposifSo feito isto ?
    Se e parecer qoe 5. Ese.o Sr. Dr. Lneena apie-
    senton a assemblea provincial e banal, porque a
    opposicao nio dedara em que consiste a banali-
    dade?
    Nto basta dher isto h mao, (: preciso alter por-
    qne e mao.
    c Nada mats faeil, nada mais an alcance de
    qnalqaer estaiitta ou fimanxeiro desses qae se
    encontrara a* dttzias pelas esqninas e pelos oafes
    do que um semclhante paterr deis Vds.
    Eotretanto qne vos Srs. provincianos que sem
    duvida sois os taes financeiros qae por ahi aodam
    as duzias, porque muites de vos sao verdadeiros
    pandegos, apezar de ter S. Exc, em synthese des-
    cripto o remedio qua-deve ser appHcado para corn-
    baler o mal, nero* sim soubestes sophisticamente
    apreseritar outro para provar a inefBcacia de de
    S. Exc.
    Vos sois na verdade finanteiros e estadistas
    desses que se encontram as* duzias pelas esquinaa
    e prtos cafdS, Srs. da Promncia I
    Continuaremos no seguinte artigo a responder
    parte por parte os vossos destemperjos, Srs. pro-
    vincianos.
    rJ.Tcia, qaawJh>ij| S 4e juato de 1873ofrlciou ao
    Sr. Dr. SiWeirai dizdndw ooe, nna obttante entrar
    no dia seauhtte m cxirctoi* de todas os ternios,.rt^^i da sub-, motor p\iblici o rtapictivt funccionario, cmti-
    " nuasse elle a faier< pirle da jancta emancipadora
    dtsta capital. .
    Eis abi fuscetonjndbo adjuacfo. apesar de es
    ^BLICMOES I FE0IB6.
    Itanabe, de inaio de 1MS1
    Continua, feliimente, inalterave! a salubriJale
    publica nesla localidade ; o iuverno vai correndo
    regula-mente, com animacao para os laboriosos
    agricultores qae contam com boa colheita.
    Para nosso flageUo o furto de cavallos vai em
    grando escala/e os industrioses ja nio se salisfa-
    zem com os que .acham pelos campos, vio as es-
    tribarias e fasem arrombamenlos para tiral-os,
    como altimameate se deu no sHio do engentio
    Jardim, d'ondeconduziram quatro cavallos, do Sr.
    Luiz Alvares. Quando assiin se precede, e con-
    linuadamento sao os industriosos, indigitados pelos
    noraes, passeiara nesta villa E o que fazer a
    auloridale quo deve regular-se pela lei Velos
    e lameniar comnosco o iafeliz estado do degrada
    cao e iinmoralidade a que se acba reduzida a
    ncssa sociedade. Se o Sr. Dr. chefe de poiicia,
    como magistrado probo e honesto, quebrasso certo
    dique, que com relacao a poiicia desta villa loin
    eitabelezido um personagem, i como protector de
    algaem, que se inculca de gravuta lavada, e e au-
    toridade, com desagrado publico dos habitants
    bonestjs deste termo, os industriosos desani
    mariam em suas coulinuadas emprezas. Quando
    aquelles que sao encarregados de pcrseguirem aoa
    cmninosos tornam-se seus proteclores e com elles
    conviviin, tudo esta perdido, restando apenas aos
    que sotTrem o recurso do bacamarte, e nestas
    circurastancias eis am homem honesto, trabilba-
    dor e bom pai de familia, reiuzido a trite con-
    dicao de reo!
    Este e o terrivel quadro que se oiTerece a
    nossos olhos, no raeio desta seeiedade em quo
    viveinos. Se o Sr. Dr. chefe de poiicia, ignora o
    que vai correndo por esla locali Jade com relacao a
    negociada de uns burros ou bums, furtados
    nessa cidade, precure ioforonai^oes do tenente-co-
    ronel commandante do corpo da poiicia, que elle
    sem duvida, la'as prestara com filelidade, e eotao
    proceda como entender.
    Se as informacoes que lhe forem dadas nao o an-
    torisarem a um proeediraento legal e conligno a
    sua auloridade, eniao, por amor ao bem publico,
    levantareraos a ponia do veo que encobre- os
    mysterios desta localidade, com relacSo a con-
    niveucia e protecQao que prestam aos reconhecidos
    industrious ou ladroes de cavallos. Ssremos a
    isto obrigados e temos conscience do que pri:sta
    in js importante servigo a esta iafeliz terra.
    Acha-sc entre nos, como dalegado do polieia, o
    tenente Joao Pires Ferreira, que pelos honrosos
    precedents de sua vida miliiar, merece-nos toda
    a conQanca, e us habitautes honestos deste termo
    injsiram-se bastantemente satisfeites com elle, que
    em Timbauba ja deu provas do seu zelo pelo
    servjeo publico, preadeodo diversos criminosos
    que unpunemente e menospresando as autori-
    dades, passeavam u'aqnelle districio. Conheeese
    que o Sr. delegado esta aenamente contrariado,
    por nao poder, segundo o seu desujo, obrar ener-
    gicameote contra as hordas de ladroes que tem
    mvad.do ultimamenle esta villa.
    Esperamos da Sr. Dr. chefe de poiicia uue nio
    continue se neste estado miseravel em que es-
    tamos.
    Foi ullimaraento rnorto coin u.n tiro, no lugar
    Pacova, um pobre homem. Dizem algans qae o-
    ioleliz fora victima de um successo, outros porem
    que nao.
    Os Rugerislat, sustentam aquillo com todas as
    forgas. Esta preso o assassino, e o cumplice, egmi
    do a opiniao dos segundos, Jo e Rogerio Caval-
    canle, poz se ao fresco; cunstando, porem, que se
    acha comendo girimu, que, segundo a moderna
    descoberla, e uma excellente cumi Ja para os la
    droes de cavallos. Nao qaeremos com isto dizer
    que o tal Rogerio, goze daquelle famoso nome,
    nem tambem que o engenho Girimii, doste termo,
    seja um covil d s industriosos: Oca isto a apre-
    oiaca.j publica.
    Pesa sobre o Sr. Virginio Vellozo Freire, um dos
    mais abastados agricultores deste termo.a grave ira-
    putagao de ter assassinado uma sua escrava. Pes-
    soas de criterio, negim o facto e o consideram
    caiumniiMi); outros, porem, dizem o contrario.
    Cumpre que as autoridades procedam como
    devem; se o Sr. Virginio e criminoso, seja punido,
    nio iraporta sua posicao social; mas, se e Inno-
    cenle, nao deve ser sacriQcado aos caprichos dos
    seus iuiraigos. Para descobrimento da verdade
    era aegocio tao serio, faz-se necassario muito tino
    e muiia prudeneia.
    Foi pronunciada a Sra. Ignacia Branca, de
    Cruangy, no ait. 193 do cod. criminal. 0 juiz
    municipal a despronunciou, mas o Dr. juiz de
    direito, em recurso, reformou o seu despacho.
    Vai aquella senhora mostrar sua innocencia pe-
    raute o jury, onde produzira melhormente sua
    defeza e se lhe fara justiga. 0 facto pelo qual
    ella responde e grave e conv6m ser bem esme-
    rilhado.
    Nada mais por agora. Conoluimos declarando
    que esperamos que as autoridades superiores pro-
    videociera de modo mergicu aver se pode.por-
    se termo aos ladroes de cavallos que nos cercam,
    por nossa infelicidade.
    A MultMtitui^MO d promotorc*
    pul>li OS AWiracTOS DOS PROHOTORES. VATUREZA E LIMITBS
    DB SUAS ATTHIBUIC5ES.
    Um labor continuo, incessante, sequestra-me a
    atteocao, que eu de bom grado votara, em granite
    parte, as Udes animadas da imprensa; pois sinto-me
    para ellas vivanaente altrahido... quando pai ram
    acima do interesse privado ; quando a eitima, e
    nio o dospreso, o acataniento, e nao a injuria, sao
    as condic?5es do combate.
    Eis ahi porque nio lorael desle lego em consi-
    deracao o luminoso artigo ha dias publicado pelo
    Sr. Dr. Gomes Parente, digno 2" promoter publico
    desta eomarca.
    E' o que passo a fazer.
    Nas jonrarcas especiaes a jurrsdiccio da pTi
    meira instatcto compete exchisimtnente aos juizes
    de direito. Lei de 20 de setembro de 1871,
    art. I:
    Entretanto, para que fosse mais facil e prorapta
    a distribaicao da justlca, a lei creou junto aos jui-
    zes de direito funecionarios conslanteraente occu-
    pado. em auxllial-os, e tambem incumbtdos de
    sobstitntl-os; pelo qae sao denominados juizes
    substitutes.
    Substituir, e cooperar sao duas funccoes distinc-
    t: Qto I ptlmeira 8h a lei :
    Para a sv*stH*tc8 dos jaizes de direito Has
    mm coin areas havert juizes substitutes.......
    Art l'|h
    & modo da cooperacih foi esttbeleeido no art.
    8, quanto aos proeessos erfminaes; e no art. US,
    quaato ao prepare- e iMtroegao dos feKoe erreh.
    P4o mesmos motlvos foi conferldo a todos os
    snpplentes d todos o jaizes. municipaes esse du-
    plo earacter de snbstilutos e cooperndores.
    inrlovagao, a le* estabeleee o segui'ite preceito :
    Havera em sada termo urn adjunclo do pro-
    motor publics, proposU) pefo juiz de direito da res-
    pecflra eomarca, c approvadio pelo presideoio da
    prortneia. Art. 9,f7".
    Se a mi*!) do adjuoeto fosse apenas a de sub
    af/#tr,nioseria preciscquo- hooresse UIB' ero'ada
    termo. Os adjancto dos promolores pub ieos,
    assim como os juizes suostitutos (que podiaw ter a
    detwminacao de juizes .mijunctosy aao aio simples
    supptentes, mw effectivo* cooptradom.
    B\i ahi provas de quo o promotor publico e o
    adjnnot.) funccionam ao rtrsim tempo, estao em
    exercicio ao mesmo tempo r sendo, aJiae. Bmitadas
    as attriouicSes do segundo, na qualidade de coo-
    peradpr -
    As aaetoridades eorapeteates remetterao aos
    promotores publicos ou sru< adj/unclo* a provas
    qu; obtiverem sobre a exitteaeia de qualqoer de-
    licto, aliiiide qne elles proeedtim- na Kriaa das
    leis. d ArR 15 4*.
    a As aueteridades judiciarias sempre que reco-
    nhecercm eaeos de respoosalsiiidade, formarao
    culna a quern a liver, sendo de sua coropeteocia,
    e Bao sendo, remetterao ao prcoiotor ;pi>Wie'ir n*
    Seu adjunclo as provas que sirvam para fuodamen-
    lar a denuncia; participando esta remossa *o-
    toridade a queen competir' a for mag ao da eulpa.
    Se, p^reii, o promotor ou seu adjmulo nio-oflfcriar
    nos prasos dos-Jg I; 2"\ e 3% appliear-se-ha a dis-
    posiao do 5>. Art. 8 7.
    0 juiz de direito e seu substitnto formana am
    so juizo, uma so instancia; tanto qae. nao obstan-
    te exercer o substituto muitos aetos de jurisd*ecao,
    em sua qualidade de cooperador *a ponto de ser
    obrigado a dar audieocias em dias cerlos e deter-
    minados, uma ou duas vezes na aemana)i dia a lei
    que a jurisdieoio da primeira instaacia, nas eo-
    marcas especiaes, e exclusivamentt e.vercid* pelos
    jnizes de direiloi
    Portanto nao 6de adinirary qua alguma> allri
    baizes da promotoria seiam exercidaa pelo ad-
    junclo, sem que eseja irapedido o promotor pu
    DltCo.
    I Nao e inopporlano nm olhar retrospectavo a
    formacao da lei, qne aos oceupa.
    Na segunda discussao, no senado (comecada em
    16 de junho de 1871) coutinha o projeclo esta dis-
    posicao :
    a Havera em cada termo um adjunclo do pro
    motor publico, proposto por este, e approvado pelo
    juiz de direito da raspecttva eomarca.
    Pretendeu-se dar aos juizes de direito esta fa-
    "uI Jade a semelhanca da qne elles tinnam de no
    moar promolores inteiinos; e dava-se aos promo-
    torej o direilo de proper os adjunctos, porque eraro
    estes auxiliares seus.
    Na sessao des30 de junho daquelle anno disse o
    Sr. barao de Muritiba :
    c Rsla diiposijao contraria, na ultima parte, o
    principio da nomeagao do< promitores. 0? adjunc
    tos too verdadeiros prontot-ret; se nSo teem a ex-
    tencao das suas attributed**, teem wma parte del-
    tas-e podemter mais algumis em certas circums-
    tancias. Ora, o promotor publico e am delegado ]
    d3 poder exccalivo, ura crapregado de poli:ia,
    jadityiarta'6 vefdade, mas dependenle do governo,
    eque de direito ; porque tem de obedecer a- ardens e
    insinua.oes do governo, cujo delegado e. Nao
    pode, poremi este delegado do governo ser.nomea-
    do pelo juiz de direito, coma esta no projecto; 6
    cooveuienle, poi, qne seja proposto pelo' promotor,
    mas approvado pela presilente da provincia.
    Tao valioso paneeeu este repare, quo na 3* dis-
    cussao a commissao de legislacio apresentou a
    seguinte emenda, que foi approvada :
    < Ao 2* art. % 8. Em vez das palavras : pro-
    posto por este e approvado pelo jute de direito,
    etc. diga-se : proposto pelo juiz do direito e appro-
    vado pelo presidente da provincia. >
    Nao foi seguido em tudo o alvitre do Sr. barao
    de Muriiiba, visto como pelo jaiz de direito flcou
    sendo foita a preposta. Mas o senado foi colic-
    rente ; reeonheeendo deiros p'omotores, nao eonferio aos promolores
    effdctivos o direito de propol-os
    0* adjaaotos exereem as attribui^5es, que Ihe
    sao peculiares; e, alem desta*, todas as qoe os
    oromotores dei-xar^m. de exercer por qualqae-'
    motive legiiimo. Nisto nao ha subordinacia, nem
    dependencia, que juslificasse o sobredito alvitre,
    em uma de suas paries.
    Todoo exposto e bem crroborado por ejla dis-
    posieao :
    0 pamiolor publico, a queta o adjunct) de
    vera communicar a quelxa ou denunoia que titar
    apresentado, podera addicional a como cnteader
    mais justo, e proseguir nos termos da f .rmaclo
    da culpa. Lei de 20 4e selembro, art. 15 6.
    Logo o adjunclo pode dar queixas e denuncias,
    estando era exercicio o promotor publico; taoto
    assim, que lhe faz a communicacao. Por isso
    mesmo que, em tal hypotnese, o promoter esta em
    exercicio, pode fazer sua a denuncia por meio de
    um additamento, e proseguir, desde entdo, nos ter-
    mos da formacio da culpa.
    No-art. S3 do Reg. a..482* recobeu adisposicio
    supracilada o segnmte complpmeuto.
    O addKamento sera recebiae pelo juiz pro-
    cessante, seniio houver acbado a inquiricao das
    lestemunhas do summario.
    Mai3 uma restricjao imposta ao promotor pu-
    blico, en virlude das atlribuicoes do adjuncto.
    D go mais uma, p irquo a priaieira 6 nio poder
    elle intervir na formacao da enlpa, a cujos termos
    proeede o adjuacto, senao fnzendo sua a queixa
    on denuncia por meio de um additamento.
    Isto mesmo nio podera o promotor fazer, depois
    de concluidaa inquircao.
    Para se conhecer ate que panto ciegam as at-
    tributes pejuhares ao adjuncto, e ate jue pout)
    foi restringida a vasta competencia do promotor
    publico; para se conhecer, emfim, quanta razao
    teve o Sr. senador barioda Muriiiba em dizer qne
    os adjunctos sao verdadeiros promolores, b>sta o
    art. SI I* do Reg. n. 4,824.
    No termo de sua residencia, o adjuncto, nao
    estando presente o promotor, tem n inteiro exerci-
    cio das altribui^oes da pivmotma.
    As palavras nao estando presente opromotor
    nao querem d'zer, qae este possa attdar percor-
    rendo, os termos de sua eomarca, pardend) o
    adqninndo attribaiijijes, segundo as mudancas que
    for fazendo. 0 promotor publico e obngado a re-
    sidir ientro da villa ou cidade principal da eomar-
    ca, pela impntancia do foro, e que sera designi-
    da pelo presidente da provincia, com appro vacao
    do governo. Reg. cit. art. 85.
    Hi comarcas de mais de um termo, e em cada
    um delles dete haver ma adjuncto (segund) dis-
    poe o art 8 da lei de 20 de selembro.) Nos ter-
    mos, em que nao reside o promotor, os adjunctos
    teem o inteiro exercicio das attribui.-oes da pro-
    motoria relativas a formacao da culpa. Logo nao
    team de communicar as queixas ou denuncias que
    derem, nem pode haver additamento por parte do
    promotor publico. Portanto a communicacao *<<
    e feita pelo adjuncto do promotor, quando ambos
    estao residindo e funccionando no mosmi tar-
    mo.
    0 Sr. Dr. Carneiro da Rocha, illustre commen-
    tador da lei de 20 de setembro, mam testa a opi-
    niao de qua, no termo da residencia do promotor,
    o adjuncto pode dar a queixa on denuncia (e conse
    guialemeaie assistir a formacio da culpa) por af-
    fazeres da promotoria.
    Nem a lei me parece fazer esta limitacao, nem
    ella tem side assim geniraente eateodida.
    As autoridades cempetentes- remetterao as pro-
    vas, qne obtiverem sobre qualquer delleto, aos
    oronotore3i ou seus adjunctos. 0 adjunct >. qao-
    as receber 6 obrigado a dar a qneixa ou denun-
    cia, sob pena da mntta. Elle, porein, devera com
    raunicar ao promotor (se esta era oxerciclo ni>
    mesmo termo) a queixa ou denuncia qae liver
    apresentado. Donde-se colne, portanto, quo a
    autoridade so pode fazer a remessa de esclareci
    mentos e provas ao adjuncto, se srfuber qae o pro-
    motor esla muito atarefalo? E qae so nesle caso
    o adjuncto seja oBrigado a apresentar a queixa
    ou rteaaacia, no praJo legaf T
    Nio 0 muvio a eompetencl* oonferhia ao adjunc-
    lo, no termo da residencia d promotor, qaanrt"
    nos outros termos elle tem e inteiro exercicio (fas
    attributes da promotoria relativas 4 formacio da
    enlpa. Nem 6 cobs* exagerade este tnfetro exer-
    meio, quandb 8mo3, que a execucao de certas
    sentenpas incurnbe aos juizes substitutes; salvas
    asdecrsSe?, qae aos juizes de davito corapettrem.
    Art.68% 2'do Reg. cit.
    Todavia e jasio e conveniente, qae as a .torlda-
    des, quando sonberem, on prwamirem, estar o
    prtnauto*? sobrecanregid'o' da siervlfo, deem mais o
    que fazer ao adjuncto. (0 men digao adjaacto
    aaa levara a mal esta insinuacSo, elle qae lanta
    *edio*e8o teat *a servtee' pabllco, aiem de oafras
    atwHeates qtnNdades, qne o tornam merece*of 4e
    Assim entendeu o Exm. Sr. presidente da pro-
    tar eat exercicio o p*0nnjtor, e de io haver da
    parte destero;n relacao-ao servip* oV uoe se tra-
    tava, um impsdimento pf&oriamevte Jj>. E' mais
    nm uaemplo Jo ijae disse' oSr. ctfaselheiro bario
    de Muritiba],e foi acceilo pen) senado : os adjunctos
    sao verdadeiros promotoref;- se nao teen a exten-
    c$d das suas atlribuiciies, teem uma parte deltas a
    PODEW TEI MAIS AMII'MAS ICX' r^.RTAi CiaCLMBTA!"
    CIAS.
    Entretanto o illustrado an tor'do artigo prrHica-
    do neste Uiano, em 6 do correnfe, reJuz a coops-
    racdo dos adjaodos a ponto de soraal-a insigniG-
    eante. Diz elle :
    .....occorre qae-o adjuncto- dos pr'omotores
    tern suas attribaicpes designadas n lei. .
    Ksias attribrocdes sao : dar dtmnjcins po uri
    TBRaKMO dos PROMOTORBS, c substit-uil-os fill tem
    impedimenlos.
    Teoho dicto que OirTarem, a substMstcSo e a too-
    pero^aV. De certo-, qiie me iraporta-a mim. ue-r
    deixaado o exercicio-r venba substitn'K-uM um; ro
    motor interino, nomeado pelo juiz de direito ou
    dhputar de dous co^tn^.elofei- 16e se estimara ;
    animado cada um do aW de ac^r^r i o promp-
    to (en, pelo menos) a retira." ooaesqaer opinfees.
    qae teoha emitlido, logo qae mi?* wrriecto erJB-
    traria clwgae a peoetrar-lhe o es^'rlto J nesta
    amistosa eaeursao pelos docqinios da impTeasa...
    cliego a asqaecer-rae... nao direi ie mm, (#ais
    nio son poeta) ; ma* daqnella ruma de autos, que
    alii estao a rain ha espera....
    Prosegoirei arevemmHe.
    Recife, It da mate d> 1874.
    1 OTivei-a Fonteea.
    vegetae*. a de tad* ca Maura
    -^rsasaes
    ad hoc, ou itiu adiuncto? Qiaio poueV isto im[ r-
    taria ao service publiiw? Mas importa latiilo ios
    promotores, e aos interesses da justiga^ tererae les
    auxilinr'eff e acperadorrs constantes ; o quo foi
    conCf/dioo-aos juizes d; direito das comarcajes
    ciaes. e aw jaizes municipaes em seus pespeeti
    termos. E" am qiue se vftasabedoria e proviue'n
    da lei de> de setembro, quando instiiue os
    junctox.
    POis bena, ha r}om pretedda reduzir-a imp
    lante e valiosa cooper*jao dos adjuntos- ao pi.
    mesquinno de darem qiia'xas e denuncias-por '
    termedio dot promolores!
    Queixas por intermedia dos pr>motores cost i-
    mam dar-----s pessoasiiiig'ntes.
    At6 aqui tenho considerado espocialmenle s
    funccSes dos adjtimnis sob o prato dfe vista (
    cooperacao', passaroi a oecupar-me dfc subst -
    tuirOo.
    Aos adjunctos compete a sulntituigao ilo> pn
    motores em quaesquer impedimenlos. A lei de t)
    de setembro e o seu Reg., nio facem dasiinecao c :
    impedimenlos; ao contrario, em sua generslida I
    comprehcnde.n ate o caso do nao poder o promo
    loc, por afllueucia do servico traur de-algum. no
    gocio de sua competencia, o'.nciar era algura. act< fowe, veriaque as propriedades !. Boababdes-
    Por um comnwuicailo publicado do fiia-
    riiode Pernambifd? de 20 do roez passad ),
    sob>/ epigrapbe A Provincia, vejo qne se
    poz em duvida qoe o- major Fraociaco Tax
    Caaafcante tivesse autorisarto a declarar-se
    que eite aceitaria a-orgi de delegado de
    poiicia desta eomarca-. o qua importava ser
    exoneraaV do cargo JfrS-.0 suppJt-iHe do juiz,
    pels mconbpatibiiidada- da accvmrj-le^aodos
    dous cangos.
    Pois eogaoara-su ow errarai compteta-
    tamoriie- os que assim peasant. iMeendo ao
    mijor Troe espeoia) aorigo, qiie pess-oa
    iembra v dalle para o cargo
    poiiderawSb-lhe que era isao-
    v;r dando sciencia da qqe aeeiteva dito-
    afgr> : por isso dise oO< carta ao amigo-
    qtie podia iii.lical-0, e remaver a iaoompa-
    tibilidnde-.
    Nem sDpoooba algncm que elle seja ca-
    pae- de negar a verdade, e que do faeto pos-
    sa- deduzir mot:vos pa'a deafavoraveis- c >m-
    neotos.
    Recife,. 3: de naaio de 187^
    Antonio Marques de-AL.Cawfoanle.
    moiif <*%
    notas.
    Assisii eat nroMaa >
    trao, aoode rl carat **..
    tesbomeaa; nivcoa* o-aaj*.
    lharam ot aartaaetea, aitiaai
    das qae am davamaut Aaiaate
    e batatat lodat
    lendtiac eom aquella*
    sens aegaadoii a |mm am
    Pai tailmeats ter cm* a t
    sarra Najra, em 18414aaaaV k
    se nan fora o vayiaim
    paohara) para rer m *f*wM
    natural, de qne ellee
    brevidadr aa mo'
    flz, deviao a m*
    o qae pod*
    curar o sypMit; mm
    qnmri paiftn-
    molestiaa, qou elle e
    entre ellas
    Aa depois Oa ver
    ensaiar ot a
    d ahi em van la.
    gelal com outre, am
    pouco, e aaaita (at
    gaei ao cotapleto
    por mint, pois tao- aa*M aaU*r-M
    mens doentes : esta diiaa preeaa
    acstet poacot atea>
    odaV
    traiaariaa, teila ; r*
    "a eaaw e;- i
    Alaailta Kal
    A\descripcio quo let o ill as trad > Sr. V. A C, na
    ortjw.a pagiaa, do Diino, em am r*M dias antnrio-
    res, 6- exacramente a do giginte do Senegal Bi-
    tive- em. Dakar v vi que as arvores, qae teetn>essa
    donominagao, sao exactamentu nno a que dot-
    ereveu o illustre Sr. F. A. G. coca-a mettria. de
    am botanistn.
    Nao attendea o illustrado Sr. Dr. Aquioo- para
    a descripcao-que fea o Sr. F. A. C Se assim-nao
    prestir de qualjuer modo o ssu eoocurso e ast-
    sistencia. Esla d, como ji viinos, a opiniao do S<.
    Dr. Carneiro da Rocha; que, alias, restringe ui
    pousa as atlribuicoes do adjuncto, connderand .
    acto de substituicio por motivo d afaceres,
    quo c allribuioao peculiar, e verdadetaacooperacac .
    Diz o art. 21 do Reg.:
    0 adjancto di pronntor o sabstitue era saa v
    falias ou impedimeutos.....
    Tem mais ampla sigmficagao o primeiro desh j
    dous- vjcabulos, e foi convenienteoemprego si:au -
    laneo delles. Se o pronutor, por estac occupai o.
    em outro servico, ou sen justo uaolivo. deixa de r
    a uma audiencia, ha falla, e nio impidimnt >.
    Mesmo n-5-te baw elle p6de ;or sabstitaido pe o
    adjunclo.
    Feito este reparo, recoraecemoa o artigo :
    0 adjuncto do promotor o snbstiwira era si is
    faltas ou impedimenlos no serviro geral id pi o-
    malaria ; e havendo na mesrha eomarca mais je
    um adjunct o juia de direito designani aque Ie
    a qnem deva toear essa substituicao em prime ro
    lugar.
    !. No termo do saa resi lencia o adjilnc o,
    naoesland) presente o promotor, tem ointe.ro
    exercici'j das attribtitrues aa promotoria relatii M
    a formacao da culpa.
    Ite anates dons peri>aos expressSes que matu
    mentete expliiam, disposic5es que secompletan ;
    vein js n'nm caso substitni^do mo'ivada por fa, a
    ou tmpedimento n'outro caso funccoes exercic is
    ex jure pr prlo, sem qne so de falla on ihp i-
    mento ; n'um caso a eorapelencta Hmitada a fi -
    maoaoda enlpa, n'ontA* compet-ncia para sub!
    tituir em qual pier servico, em qualquer occup ,-
    Qio da promotoria.
    Entrelanlo das palavrasservico geral di pr -
    motoria -o Sr. Dr. Gomes Parente conclue que o
    adjunclo' nio snbstilue o promotor em qualqn r
    filla ou impedimento accidental. Para se eheg r
    a esta coneknao me parece necessariri o seguin a
    raciot'iuio :
    c 0 adjunclo subsliiu; o promotor no sei-vii, i
    geral da promotoria,
    < Substituir id servico geral da promotoria qut
    dizer-substituir em tudo o service, ticar exercer -
    do todas as atli'ibui';oes.
    Ora, e absolutamente inadmissivel, qae o ac
    junclo lique exerceadj todat as aitnbuicoes d
    promotoria, estando o promoter m exercicio ;
    a Logoo adjuncto apenas subsUue o prom .to
    quando elle nao esta em exercicio ;
    Por outra, nio > snbstilue em.umi falta ok
    impedimento accidental.
    Quoin o subslitue neste caso t Nao ha pergun
    ta mais natural e iusunctiva 1
    Quaalo a lei de 20 de setembro, e o respeci\v<]
    regulamento foram publicados nao liavia aiem d
    curie, uma eomarca era, que funecionassem dm
    promolores; seria, porlanlo, incompreheasivel qu
    se negasse aos adjunctos a faculdade de subsiiiuil
    rem os pronotores em quaesquer faltas ou impe
    diniintos accidenlaes, no intuit) da que uns pre >
    mi-lores fiktsem subsiiluid>is por outros
    Enteode rneu illu>tre contradictor, qae as palaj
    vras do art. 21 : o adjuncto do promotor o subst
    laird km SUAS faltas OE imi'euimf.n ros. no serviijp
    geral da promotoriamerem dizer : noa subst
    luir-d em tadas at faltas ou impedimenlos, mas si-
    mente quando o promotor deixa o exercicio ; sem 7
    giie nas faltas ou impedimenlos accidenlaes que n
    -sitbsiHite um dos promolores o outiio.
    Aldm de que todas as disposicoes, lanto da hi,
    como do regulamento ate aqui examinadas, r -
    pellem esta distinccSo, isto mesmo e repellido < b
    inifio pelo proprio art. 21, que principia dizandoj:
    o adjnnto do pbomotoro iuosfi7air4.....
    0 an. 21, pois, n"!o figurou a hypothese de do, s
    promjtores cm uma eomarca ; nem eslabeleo u
    qae, em cerlos caso, cada um delles fosse subs i-
    tuidopelo companheiro ; e, era ou'ros, pelo al-
    junto.
    0 Reg. devia eslabelecer os principioa gera;s
    regnladores da subf lituicao, e foi o que fez to
    art. 21. Nao se pode suppor que elle tenha ne:ta
    parte o aleijao de nio providenciar para qu; si
    lotatidade das comarcas, referindo so lURNMil I-
    mente as duas em que havia dous promolores e
    as que porventura viessem depois a fie .r nas m( s-
    mas condiffie*. Demais, em relacao a cdrte (q ie
    era uma dessas) reconheceu-se expressamen'.e, q ie
    o adjuncto devia subst.tuir qualquer delles, q ie
    um promotor nao era substitnto do outro, qne ts
    promolores nio sao snbstitnios reeiprocos. Reg i-
    lamento citado art. 8* 3.
    Nao pode. logo, um espirilo illustrado, eomo e o
    Sr. Dr. (Joines Parent)*, deiaar de reeoohecer, q> m
    o citado art. 21 refere se tambem (quado n io
    exclusivamente) as comarcas, em que ha um 6
    promotor. Facamos, pois, da disposicio desse ajr-
    tigo applfcacio a essas comarcas.
    Seas palavraso adjuncto do promotor o subs-
    tit uird em qualquer falta oa impedimentoqub-
    rem dizer que o adjuncto s6 subslitue o promoter
    quando este esta fora do exercicio; perguato :
    quern, na quasi lotalidade das comarcas, subs i-
    tue o promot'ir em sais fallas on impediment is
    accidenlaes t Quem ira accusar em uma audie 1-
    cfa (verbi gratia, em processo pelo crime de set l-
    las falsas) qaand) o promotor estlver occupado io
    jnry?
    Uma pessoa idonea nomeada pelo juiz da ei l-
    pa i Islo nio, porque tal nomeacio e" s6 admi i-
    vel na falta do adjuncto. Nao sou quem o diz, e
    a let, no arl>l"|. :
    JVn falla do adjuncto do promotor publico, is
    suas funccSes serSo extixidas por qualquer pess >a
    idonea nomeada pelo juiz da culpi para o cc so
    especial de que se tratat.
    Perganto, pois : quem na quasi toialidade i as
    comarcas subslitue o promotor em mas faltas m
    impedimenlos accidenlaes ? Um promotor interi-
    no T Isto nao, porque a nomeacao deste e inadmis-
    sivel quando nio falta e adjuncto. Nao sou 4a
    q-aem o diz e o Reg. ao mesmo art 24, de que
    me tenho oceupado :
    < Subsists a competencia # jot* de direito aa-
    ra a nomeacao do promoter interino, na fU* m
    imp dimento do effectivo a do- aanrtarro. o
    Pergunlo ainda : quem sobstilue ? Quem 7. .|..
    Forcoso e convir qua os adjunctos, em ge
    snbstituem os promotoras em miaesfner filtas
    impedimenlos ; eatjpre recooheeer, qoe se o
    21 dizfaltas ou' impediment)* -*om fazer
    tincgao,. a disiinctjio,. qua sopoetaone fazer, e
    traria.
    gora reparo (jo era tempo f> que este prtatei
    re artigo vai-sa toreando snrameniente exteosp ;
    qnem sabe state prolixo. Has nesla serqno
    Saude publica.
    Por or Jem do lllm. Sr. inspector da saude pu-
    blica, comraendador Dr. I> Iro de Attahyda Lobo
    Moscoso, faz-se publico que o mesmo senhor exa-
    minon a pharmacia normal, sita no largo do mer-
    cado publico, em S. Jose, pertencente ao pharma-
    ceutico Jose Klias de Moura, e achou-a provida de
    raedicamehtos' novos e de'snperior qaallilade, as
    sim como da todot os utencilio's necessarios para
    o bom desempenno do tea servico. Do qae para
    constar annuocio.
    Inspeccao da saude publica de Pernambuco, em
    6 de maio de 187i.
    0 esjrovenle,
    Jose EJuardo de jjuz Landim.
    rreJucHrlial no cabello
    E' por certo uma grand* lour ura o cerrar se
    os poros do craneo com oleos e pomadas gordu
    rentas e espessas que impeiem a litre evapora-
    ;ao, que tao essencial e para a taaidade do ca-
    bello.
    Refresque-se e viviflqae se a cotienla freqnen-
    temente com o -T*nico Oriental,o qual e promp-
    tameate absorvido e conduzido as raizetdos ca
    belles, assemelhaado-se perfaitamente com elles.
    Faaei isto duas vezes ao dia, e o voiso cabello
    onnca canira, nem tornar-se-na seem, aspero ou
    duro. 0 lonico cont6m paries compostas de vege
    taes que na caimica sao equivalents a mesma
    materia das nbras, por eonsequencia acha-se ad-
    miravel e philo^phicamente adaplado para o fim
    a que se destina.
    Curia da. morpltca e outran mo-
    leoaias.
    Srs. ridastores, e leitores dj Diario de Pernam-
    buco. Estou.com os rneus pe na eabe?a da hor-
    rlvel serpente, a morphea Devoradora. da hu-
    manidade, este mal tsrrivel que ha laatos seculos
    persegue a humanidade, trazendo inevitavel morte
    a todos aquelIrs que, por infelicidade, foram ac-
    commetttdos de tSo terrivel mal; tornando-te sem-
    pre rebelde, e sempre zombando das applicacoes
    dc medicament os, feitas pelos mais inteiligentes e
    sabios medieos I Hoje, porem, ja nio acontece as
    sim, (louvado Deus de laola bondade) devido as
    minhas iinportantes descobertas, ja todas aquellas
    pesioas que soffriam de tao terrivel mal, e que se
    dirigiram a mim, estao salvas ; uns se acham cu-
    rados radicalmentc, e outros era fim de cura, e
    llvres da desformidade de snas orelhas, rosto, mios,
    e pes, e certisshnos de serem curados e de goza
    rem por mais alguns annos as delicias sociaes des
    te mundo ; linalmente, certeza, do qne a febre amarella : zombo inteira
    menle dos seus progressos.
    Granite cousa 6 a forca de vontade no homem ;
    em vinte dous annos de trabalho assiduo fix as
    descobertas dos remedi is certeiros para enrar a
    morphea, por mais inteasa que seja ; e para cu-
    rar todot os males da ptille, sem excepcao.
    Nestes mesmos annos descobri remedios eertei-
    ros para curar a syphilis (galico) e todas as ulce-
    ras e chagas occasionadas pelo vims syphilitico ;
    assim como para curar o rheumalismo, eserofu-
    las, hemoplisi (escarro de sangue) asthma, gota co-
    ral (epilepsia) lnllammacoes das palmbet, estoma-
    go, figado e baco e para corar a suppreasao
    menstrual nas senhoras, e fin res braneaa occasio-
    nadas pela diminuicao do- fiuxo cataroinial.
    Para todas eetaa molestias indicadas. tenho re-
    medios certeiros em rainha casa, para cura destas
    males ; todos descobertos por mim e ignorados
    pela medicina; tirados dot vegetaes dos altos
    sertoes desta provincia o de outras visinaaa.
    Mas, dirao os leitores deste Diario, aoada foi
    elle, e como pode descubrir tantas cousas qoe so
    parecem fabulas e aio verdades ? Com effeito,
    so veudo-se pode-se crer ; porem eu em poucas
    palavras vos scientifico de p ms verdades.
    Eu estudava nostos livros qua chanum aatoras
    de medicina, islo e, aperfeicoava o maa geajo, aois
    julgo que vim ao mundo so para corar, e coot ef-
    feito tenho instincto e vocacio para este bella ar-
    ia ; e aUrmo sera meda de errar. qoe a vie de
    medicina e para quem e, e nao para quem qaer.
    Como ia dizendo, estadava aestes livros, e da
    quando em vez deparava com artigos, que to tra-
    lavam de molestias iacuraveis oela velha atoii-
    cina.
    Eu era asthmatico eni grao muito etevado, e
    rheumatlco, qae soffria. torriveiaaaate, e I
    va cura ; eotao um dia, disaa eonoga m
    hei de descobrir remedios para a
    meus semelhantes e assim fix.
    Arruoiet u na ambulancia e alcana aaoaros de
    osgeele, e panne era viaaem, (oh I meo Beat,
    agora me vieram i recotdagio oa truses qoe paa-
    sei, t ainda me tremem u carnes) petee saratet
    otsis aJlaa destas prtnincias; aasfm aader tteaa
    OtO) annos eurando gratis, a todos. os dneotaa ape
    encontrava; pergantanc'o aos velhos r vefaas, aot
    Indtea domesneos, e aft-tanns caraadalrot, qoaet
    erantos vegetaes qae eltes faziam. bso para, anrar
    taes e taes oaotestias, elles me iaformaAua\ a ate
    nuteaede
    eript.-us tsecupulosaraente por esse senhor naoifo-
    ram cuidodosamente referidas. Nao- asseverou o
    Sr. F: A. C quo os baobabs sao arvores de jardim,
    embora existara ires uo jardim do campo das Prin-
    cezas.
    Quanto. as proporc5es agigantadas do trooco e
    dos raiaod, cor dos fruclos e seu tamar e misleres
    a quo ellss se prestara, nao pode ser o Sr. R A.
    C s-ria-nonte contestado sento por quem nunca
    vio as arrores existentes em Dakar para beat- pode
    lascomparar com a que existe no. Porto de Gal-
    linbas.
    O argumento, para provar a alluca das arvores
    de Dakar, de serem ellas bem vistas do ancora-
    douro, e futil ; por quanto, oa nosos toqueiras
    que nao sad gigm>es, sad bem vistos do- ancora-
    donro. o al6 de distancia muito. maior.
    Na ultima exposicafl do- Vienna, figurou um Mo-
    ro enrfrme de bahbnb, e live occaiatt de veriflcar
    por mim mesmo qae a madeira do biabab na5 se
    presta tfwonstruc^es nem a nenhum mister d'ar-
    le oome assevera o illnstreSr. F. A C.
    Pique; entrelanlo, o Dr. Aquino com a sua opi-
    niad, enrtbora se possa comparer arcorecom arvore
    e frattm com- fructos.
    Vein a ponto nao esqueoer, por aoata vez, a
    fabula da homem que, ao. pateo, imitava o gru-
    nhido do baconnbo.
    Recife, etc.
    A. d* A.

    n> te assn-te qoa tare
    seal ao errar aoa-
    Foi assim, que OtaroM |
    dicalm -uie ot
    cadas.
    ftties rataadioe tie
    mais sobido, qua aa-aaoai
    euvam com tanla pwitnaOloaj
    sabe deporar o saagui- oaaoa
    pois, a a causa >iripna
    a Hnpureaa do stauv.
    Eu quiz annuneiar, tie
    plrea e das nelesaae *>;
    rialisu na cura destat
    eaoawcsMdo que era. uma
    ar descoberw
    inolesUas inlicadas, e oa<>
    bem bumaaitario, prirttatt.
    veoha vr.
    A* vitta do expandiao,
    not a aas Srs. ataaaajjatrae, par I
    deseobertas, eavito toaaa- oa i
    rent das molestias inlicntat,
    ba Capunga, du ketft da-
    das Pernarabucaaas, qru- por
    wdicalmente cora a aaaiar aa
    Oa morpheticoa qoa laoaeai
    ttedoi cabidot pate ettraao do
    laem, venharn ; ate proceatao,poia(
    la > iinportantes quo conta mm ted
    laotestia, e nao- Ottxa ao- curar oar tar at i
    aio ou hereditaria^ atata aaaimaUtdi
    Curo estaa raaltaliat atat. cidate at i
    anno e nunca qniz featt aaaaaciada c
    pretroaia ftsaa OBavospsan t na
    neiro peranU oa- taoaaana da aca
    cina daquellacapaaJ,qne para istoestavaea arrn-
    macoes, pan in perants Hlet peofraVt Oa-rtaaat
    diversataaottsaai, jOlgaiw iwiitdeil or
    pelos mesmot seohores ; com a i
    de qoanda ea apit
    carta e autorisaaae paaa eaoar aaaaariar avtai-
    nhas curas pcodkaiotaa ntreat, ceaoo fat aaar-
    rompido desta ptetea^ao tao jueaa a 4 taataaai-
    lidade para o aanada inteiro (pstt aatdaoaaiaan
    o vassalo qoe me conhecer, ate pode daaar a*
    precisar dos meos valioaos j-erricjs), por c attar
    me com certeza que alarms dot Srs.
    u capital me querem pnrattar
    posso parlir dauui, por jm* aceao a lava on
    rneu geoio, porem. nio posso man snpporiix a ta-
    jiwiica dos homen<. e voa entrar em aa* terri-
    vel com este* horaea, se nao deixarera tal reee-
    dimento, e eomo posso morrer aeata lata eo ac.
    bertar- mo de rri nes a ponto d*- aio ter acoaflo .
    por esta razao scientific) aos meat emi-lhtaie*.
    qne miaha mulher e a depositaria dot mtmmsr
    gredos, de descob rtat em am raoara\ e*ftet
    por mim e a ella ensinei coa a maior perW.-*i a
    maneira de preparar ot reauJia e e aaete ae fa-
    zer appbeaca*, a ponto de se arbar habiliiasa a
    curar tio bem como rn as molestias iadteatot .
    por conseguinte, naininna falta podem a atoeorar
    para dito fiat de cam, qae serih Mites t eora
    dos como se fora a applies;v> aaa par mire.
    Portanto, peco aos redaetorw oat aatrts pro-
    vincias qoa traotcreram aatat taroaoat, ca aa an
    bem hunanitarte.
    Eu nio estudei ragras rrammlicaet aata ate
    tirvo de linguagem alheia para aa
    cacoes, por itto paaa aaacolpa dot i
    Recife, IS deaainde l7i
    Diaieptt de State Benna.
    la Hrm. aoeaieao aeata ridnar
    Eu nao ettava engaaado, qaaoat daae ooaas
    veze* que estes tan tier at aio ttaaaoi cons-ieeeia
    do qu-^ faziam; agora vi a pnra verdade do atra
    dito, e voa provar etias verdades, p*ran'. i a an
    toridades e ao pabuco, ce> miaha aarraca pa
    passo a expor.
    Em dias de met de maryi dette aaao, fa cat-
    uudo por um Sr. estraageir-), e relojoeiro da ra*
    do Cabuga, para eu ir ver uma mother d*ats
    que se achava em pcrig'' de vida ; acompanleri ao
    dito senhor, e quint > eotramos nacaea la 4iU
    mulher elle ma apretealua. dtteadx at, e esla a
    mulher doente, ha mais de medicos a tratam com os seus remedios aflopirtttrOt
    e ho:na,.palhieos, e ea acho a peior do qoe n i pria-
    cipio do tratameaUi; portanto Vac vote ee a -ah-
    de tanlos padecimaatos ; fallei a 44a mull or ein
    pergunta, a respeito do sua gravider, ^e>''J*,"
    me com vi-z rouca e abaftda, que eetara grarida
    de juatro para eiaco mezes foi expterar a tea poi-
    mio direilo p.* taeio da ausen-tacaa, oatert' ama
    inflaoimacao geral em grao oagranda exauc*
    e na mesma occasiao aprescnton-se em meu 'UvkI
    o ruido crepiUnte, indicaalo a preseaca do jequ--
    oos tuberculos do pulmao ; examinei o lariege e
    vi ana ioflaamacao terrivel; pattei o exaae pa
    ra o coracao, ubteraai pulsaoia* deiigaaea, aaa
    ruiJj datconf'-riive, indic sangue, deviJo a falla Je vivificacao, occasioaai i
    pela pcquena parte de ar qne a doeote atf irara
    estaoai a causa de tio terrivel taaL a i
    di que tinea side a saparettto m* ao
    Dial em congestao para o pulmao ; prrgoutci Ih
    se linha deitado sangue pela bocca, me irtpev-
    deu que sim, p >r muitas veae', em goifadas,
    portaate, batante prova para ea diaar. '
    impureza do taague em oinaalte qae te/ i" i
    o pulmao. e coniuwii not toot preareataa Lf-a-
    vos, por conseguinte era de extreme aeces-i
    fazer recuar aquelle saagae, que pate ca.i
    era inevitavel a morte d'aoasfa iafette,
    completar ot oilo mezes de graridez; ea <
    mo na promptidao dos mens remediot, fiz app.--
    cacao para promover oma hemorrhagfa saogu
    nea pelos orgios genitaes e maadar o saafne dr><-
    cer para aeu organ, d'onde pattio a aeata, e a
    depois da am bom corninento iratar dtpreviair
    aborto e fazer a cura coot os meus piiawanet r
    medios desinflammat-irios, e por etta ratio s-.
    o que Ihe apparecer nestes dias aio to aseu't -.
    que e para Ihe salvar a vida, e qual qaer aoridaee
    que apparecer quero ser saboiter iaaatediaiaai:
    le; no segunlo dia appareceu a aetaorrhaga. e
    Sr. estrangeiro me deu parte ditto; veu a toda
    pressa eoni remedtes eertaras para ateaatv o eair-
    to, porem a mulaer nae ma ook apparecer. ami
    oatra mulher ae disse qoe era laeaa idopari a
    casa do irrai .
    A' vista de tal procediauoto, voitei para a an
    nha casa ; eis qoaodo seone qae aHaaaOo aa-
    dado caamar o Sr. eaedtca, e Br. Maroe, ec-i-
    senhor, em vez de recoabeeer qoa aio aoiava a
    mao de um hoatetn qae tem sctoacia do qoa fax.
    mandarine charaaf para ea lhe dar provas <.
    sciencia com qae flz aquella tpaaiaUt, ale t
    ataua, procorod o eaaaaoa at aal, denea m-.-
    Iber abortar, ao dapoia do quarto dia da hem r
    raagia, Cat chamar|qualro utedxot (cooae m diste
    o Sr. estrangeiro). para pretendareot a facto, eca-
    dtBiram os rentedlo* e andMOi ena aaa an a4
    us pela casa do pa* aataotiuu Ceaat, e jd attan-
    raa oaacoaaaistaa aadtcaceaa fiadeejeetu
    mar aum processo, e aoExa presiaatte da pr*
    vincia sem termos outro abrigo.
    Perganto ea aos Srs. ataeat, se havia ontr
    aete de salver a ttaa I
    acoraraa ea qoatra aaaa dei
    tinuas dos seat rasoieiaa*e? < para* aa.
    Iba daraa ao meaos a mais peqneaa aefttra n .
    decarso datte tempo T arporqaoaaat araat-i
    ravel para iatoHigeaeU oat teohoraa, Oe
    paxea de a enrar vie aoa ea page a eara a
    bem paga, e digo aait aioda,pereo ca---. at%
    um, afflrmando-meii qae agora aa mats ,
    oft
    a para ee
    aaitrae*
    t
    date tnemn, unto tvorejae a
    defect), coae pete carraaeota
    ao Caaar a eora, aarajaa all oaa oa
    senhoret, td a miaha aio coa ao
    remediot podem atltar a riJa ia|oaaa UMx
    K to at Sra. racoaaaoaraa ( coae dare a
    tar
    4
    j ItaW
    I


    irrfallivalmente reeonhecido) qee taal & incur*-
    yel, pjrque u*q procederam eousoieaciosaaiente,
    dizendo ua com os ontroi: aqdetta mulher e
    uma dofuou ; deixauus o cdratlCiro, ou medico
    uatural ver te a salva! Pelo coatrario, aadatn
    dizeolrj : vimo prjcesar o BtrrM e o pcew-
    dente I
    EnUo o Barro* um qialquer, por exemplo
    utn voces, i|os Srs. iajnsUmeate o processes,
    sm ser-a paados com o rower rigor ? Pareco,
    me que os Srs. perderam a eabeca, i naa co-
    nhe;em bem o Barns ; pois n-i verlade lb.es,
    digu que lucram nub id-iiim o sens pes na
    aoea d ana cobra easeavel, do qe'Vetir contn
    o meu socego ; emboraeu lenlia oilo filhos, porem
    nioposso reeuar,oaune;i re. oo quaudosou agre
    dido ; hoi dp momr quaaJo tor tempo, ratio por
    que ainda eatoa iro.
    fie o amajo oa aegu que estao faxendn recall ir
    am crime, eolie proeeosero lao somen e a iuui'
    qua posso com lodo peso da vossa iojustira ; tanto
    mail, que iaft* e basotia dot Srs., por me nao
    podem prooessar o digno presldente. Pois, elle
    deu-w licenca par* eurar Uo somente os doeates
    desengauados plos medieos; ora, am doente
    desoaganado, mono esta para o medico que o
    deseogana; e quern maoda curar defuntos e quem
    os can nao lea eriaioalidade alguraa, e se ha
    etu Im dm moatrea qae eu abaixo a cabeea ; e
    eu so teaho earado defuntos, que sao este* que
    andam pelas ruas, curados por mini; uos foram
    deseiigaaados polos saMos da Eoropa, e oalros
    0 qae e mais extraordmario e qae os defuutos
    que entrain em eara eetnigo, nao foi am so para
    o cemiterio ; e os -Srs. qae so euram os vivos,
    e cemiierie esta erivado de e-.rpoi hatnanos, man
    dados peia graade tcieoeia dos Srs.
    Bate eojrgma e dimV.il de resolver, e se ha sabios
    aqai resolvam. Uso so -para minha intelligencia
    * voa mostrar aos sabios o>vno resolvo-o I
    E' purque a medictaa -6 e para qaem e, e nao
    para para quern qner. Os Srs. vierara ao mando
    para plantar macaxeira, e batatas; e ea fai
    manoado pelo Aator da naturez.i para carar os
    meussemelhaotes.
    Ksta ben resotvido on nto T Maito bem e maito
    torn.
    PertwMo en aos Srs. medieos : Porqae nao
    ftteramHta junta medie* quanio e Sr. tenente-
    eorooel Prias Vii|r annanciou em agradeeiraenlo
    a nrtm, por lel-o cnrado la terrivel mal da pelle
    que o perseg uia, aonde indiaou outras caras pro-
    digiosas, feitas por mira? porqae nao foram verifi-
    car aqaellas verdades e fazerem nma felieitacao a
    nim e ao mundo inteiro, de tao importantes des-
    cobertas, como am devar patriotfco e bamanita-
    rioT Nao o flserara, porqae am da sao indios bra-
    tios e ambieiosos.
    Entao bo sio pontaaes para a mal I Pois bem,
    qnem proeara irabalhos trabalbador; e eu aeei-
    to a Iota, contra meu geoio, e por que sempre os
    conlo gratoitameote ; por con^egninte podem vir.
    genios do mal, raea de vibjras, que me bio de
    encoatrar firroe como am rochede.
    Recife, 15 de maio de 1871.
    Domingos de Sousa Barrot..
    Diario do Fernambuoo Sabbado 16 de Maio de 18J4.
    **' -..- .. ____,_____ r /[
    Catfc 1.018 saocos
    C-, lid ordera.
    a Amorim Irmios &
    i^in'i
    OMMFRCIC.
    Uiate nnciooal A-kUao dos A njas. entra Hs inesma daU 6 cmsignado a Manoel da
    Cunha i'orto, manifastou :
    Algodao, i* sacees.
    C iuros S3lgaJ,>s 3T> a J. fj ('.raff.
    D .tPAOHOS DB-fCXPHMTA^AO M (r,A n i
    MA1Q 1>B 1OT4.
    . os portot to ftttri*r.
    No brigae Crasnet Mines S<.tm -*, para Li-
    verpool, curagon : ft. Sdimmetuu & li <23 jar
    cas com Sa,M|i|J kilos de aluodA-i.
    Na barca portacueza Nr SHnuXo, para
    usboa rarregoh : M. L. Vaes Barrel. 8 barri^as
    com 90l Ikiia ile assncar muca*ado : para o
    Porto, L. i. Silva^uiujaracs i;tfi saccas coin ll.Oit
    i|2 dltos de aiguJaj
    Na barca portugueza Xtegri% para Lisboa,
    carrpgoa : M. L. Paes Barreto 300 saccos com
    2lJSUb kilos de astaear braoco; A. Loyo 80J ditos
    com 60,000 ditos de dito e MO ditos com 15,000
    ditos de dito mascavado.
    No patacho portugaea L'dador, para o Porto,
    carregou : P. Vianna 4 a siccas com Wi kilos
    de algodio.
    No nario portagues Azurrua, para o Rio da
    Praia, carregou : A. Cordeiro 30 pipas com 24,000
    Iitros de agaardenle.
    No brigue porlaguez Cotete, para o M* da
    f*. carregoa: A. Cordeiro 130 barrica* com
    15,290 kilos de assncar braoco.
    No patacho nacional Paraguassu, para o Rio
    da Praia, carregou ; P. M. Maury 50 barris com
    4,800 Iitros de aguardente.
    Para os portos do interior.
    Para oRio Grande do Sol, no patacho nacio
    nal ilarinho II, carregou : A. Loyo 150 barricas
    >* jin 16,737 kilos de assucar braoco.
    Para o Aracaty, oo biate nacional Deos te
    Guarde, carregou : A. P. Vieira 26 barricas com
    1,254 kilos de assucar braoco.
    Para Maceio, uo vapor nacional Pirapama,
    carregou : S. Junqueira JC. 1 barril com 96 Ii-
    tros de alcool ... .
    ervilhas, viodas de Liverpool m vapor ingler Cor-
    dova, anaunciadas por.edital o. 155, se ha de ar-
    rematar de eoarformidade com o att. 599 do recn-
    jamento das alfaadeflaa, *vres de dir^ltos, e su
    leitas ao tmposto da capsuzia, as H bdras da ma-
    nna do dia 18. do corrente. a porta desta reoar
    ihie. K
    AllH.leg:di;-Penurahiico, 13-de rm'i d* ;87i
    ' ''' O iospector,
    ;__________ 4*bio A de C 1:
    - 0 lll.ii. 'V iiitfiertur d.. thesouriria provin
    elal nian.la fnzer jtoMico, qae em cumprimeoto daJ
    '-Mem do Kxiii. Sr. preaiileiitc d provincia de 6
    deroaio. p.'nnie a junta desta Ihvmiraria, e ha
    de arrematar oo dia 21 do curreuUt a obra do
    reparos dfestrada e mp.-.|ra1noio da subida da
    la.leira do Ban-.!, twcada em I :tU7*800, d.ibaix.
    das eondiioe< auo Jeclarailas.
    As pe.-soas que_se pToji.serem a esta arremai
    Co eemparecaiu ai tla oV sessfles da mesm
    junta, no dia aeiina iadir.ij,,, no meio dia.
    E para const. e maud mi pabiicaT
    pelo joroal.
    eellentes e vastos armazens em sen predio ao for
    te do Hattos, offerece os ao coouBereio em geral
    para deposilo de generps, garanUndo a maior coo-
    servacao das mercadorias deposiladas service
    prompto, precos modlcos, etc. *
    'hmbem recolhert, mediante previo accordo, ex
    eiuaivaraente os generos de umt so pessoa.
    Estes arnwren*, ]fi,ta de areiados e commodos
    sao inteiramttite novos e asphaltados, isentos df
    iupim, ratos, etc., etc.
    As pessoa* que qoizerem utilisar-se destes ar
    mazeBa>peaVr2o dirigir-se ao esrriptoho da com-
    paonia. peroainbucaua, que acharao com quen
    Ilithographadoa oa authographado?, cravaras lilho- f .... ^- -
    graphias e photograp^L. papeii de connercio. a^^^^T^it1 &!> ^.l?"?
    provas de imorensa com as c^rmmih. /. 2SSST 2*,a,110.e '"f' ** Poe a
    provincia das Alaxa>, tot alii entMue ao reapec-
    jU.Ma rjL&x
    |.a
    o present'
    de
    Secretaria da i\:e- ur,,ru ^ovi.u-.al, 13 do ma;
    187*.
    OAPATAZIA
    ttMidimeato dr. dia 1
    dji do dia 15
    DA ALPANUBGA
    a 13 .9:083*0*:; L
    . 7IU523
    9:80i*o68
    No dia 1 a 13.
    No dia 15
    Timeira poru .
    ieganda porta .
    frjrceira porta .
    Juarta p^rta .
    n apieha Onceicao
    VOLUMES SAHIDC-8
    12,611
    440
    45
    239
    168
    13,303
    JUNTA
    Prapa do
    WS CORRKTOHES
    Recife, id
    de f894.
    AS 3 HORAS DA TARDE
    cotacSbs omCT*KS.
    AigodSo de 1* sorte 8<2O0 por 5 kilos.
    AtxHices da divida publica de 6 0[0 o 3 1|2 0(0
    de Dremio, inclaindi o jaro vencido.
    Umbio sobreo R o de Janeiro a 15 d|v. L2 OiO
    de desconto, qnarta-feira.
    Dito sobre dito a 15 d|v. ao par.
    B. de Vaseonceilos
    Presidente.
    A P. de Lemos
    5ecretario
    SSRVigO MARlTlaiO
    ii>arengas descarregada* no trapiei e da
    alfandeca :
    No dia 1 a 13.....
    No dia 15...... .
    23
    I
    2)
    RSGEBBIXmiA OB
    RAES UE
    Wndimento do
    dm do dia 15
    lia I a 13
    RENDa*
    PERN A HDD Js
    0 official oiainr
    Miguel Affonso Ferreira.
    Clausulas espeeiaes para a arremaUrao dos repa-
    ros argentes da esirada e do empedramBnts da
    subida do Barro, Baestra(ja da Victoria.
    1* Os reparos da eatrada e empedrameuto na
    soblda da ladeira do Barro, serao executados de
    conformidade com o orcaraeobv na importancia
    de 1.647/8C0.
    f 0 arremaunte dara eome^o a obra no prazo
    de oito dias, e as concluira no de dous mezes.
    3" 0 pagamento sera eiTeetuado em dua* pres-
    tacfies iguaes; a 1 quando tiver executado a
    metade da obra, e a 2" na conelusad da mesma
    que sera recebi la deliuitivameote.
    i* Para tado mais que nao ai especificado nas
    presentes clausulas, obssrvar-se ha o que dispSe o
    regulamento de 24 de levereiro do anno corrente
    Conforme.Migol Affonso Ferreira.
    0 engenheiro cbefe
    ,________________________Victor Fooroi^.
    0 Dr: Delphino Augusto Cavalcante de Albu-
    qurqu-, official da ordem d Rosa, e
    juiz de direito, orpha s e ausentes, da
    comarca do Olinda, por S. M. o (mpera
    dor, a quern liana guarde etc.
    Faco saber aos que o presente edital virem, que
    por estojuizo foram arrecadado* os hens perten-
    centes ao espolio do floado Bellarmino Pereira
    Bermguer ; assim, a requerknento do Dr. cu-
    rador do mesmo espolio, e de conformidade com
    0 regulamento de 15 de junho de 1859. mandei
    alflxar editaes nos lugares do costume, e publica-
    los pela impren^a, pekw quaes sao ehamados os
    nerdeiros e suceessores do dito liuado a virem
    habilitar se na fdrma do eitado regulamonto.
    Olinda, 7 de maio do f874. E eu, baibarel
    Francisco Lins Calilas, escrivan, o escrevi
    Delphino Augusto Cavalcante de Atbuquerqae.
    0 major Antonio Bernardo Quinteiro, juiz de p
    20UOO0
    250*000
    200*000
    362IT500
    371*000
    156*000
    99*000
    RNA4 Gfc
    20.128*279
    5;9l8*lki
    26.036*419
    CUNSULADO PROVINCL
    ALFAVDRGA
    Rendimsnto do dia 1 a 13. .
    rdem do du 15 ...
    373 497*887
    44:457*009
    417.9o4*896
    DMcarregam n.i|o 16 de maio de 1874.
    Patacho allemao Sicolaus mercadorias para
    alfandega.
    Barca ingleaZayda -iraehini.-mo para o tra-
    piche Coni;ei';4o, para desjianhar.
    Barca fr>nceza Santo Andre lelba-; e tijolos
    para o trapicbe Cooceicao, para despa-
    char.
    Patacho americano -Water Wicth -fariuha ja des-
    pachada para o 5* ponto.
    PaUcho allemao Elite farima ja despachada
    _ para o caes do Apollo.
    Brigue portuguez-Soiwan? -nnho, azeite e vi-
    nagre para depisito no-trapiche Barboss,
    Vapor partugoez -Julio Diniz -(esperado) m-r-
    cadorias para alfandega.
    Iniportitcilo.
    Vapor no.te am ricano Merrimack, en-
    trado de New-York ein 14 do corrente e
    consignado a Henry Forstor & C manifes-
    tou :
    Jornaes 2 volumes a De Lailbaear or C.
    Trilhos curvos de ac/) 40 & companhia de
    ferro carril de Pernambuco.
    Vapor nacional lpojuca, entrado dos
    portos do sul na mes.ua data e consignado
    i companhia pernambucana de navegaijJo
    costeira por vapor, manifestou :
    AigodSo H7 saccas a Albino Amorim d
    C. 35 a M. Jose* Alves. Assucar, 215 a
    Pereira Carneiro & C, 100 a M. Jos^ Al-
    ves.
    Cal de Lisboa 50 borris a E. tt. Rabel-
    lo 4 C. Calgado-1 caixa a Lyra 4 Vian-
    na. Cominbos 1 sscco a Fernandes Ir-
    mios d C. Couros salgados 98 a Fran:
    cisco Gongalves e Torres, 27 a Beltrio d
    Filbo. Couros seccos 17 aos mesmos.
    Tinti 1 barr.ca a Manoel C. Ay res.
    Rendimento do dia 1 a
    Idem do dia 15
    13
    47:581*38i
    3:704*075
    51:286*037
    RECIFE DRAINAGE,
    rtendiroento do dia 1 a 13 ;':358*775
    !dem do dia 15...... 223*21 ?
    da freguezia de Santo Aotonic da eidade do Re-
    cife de Pernambuco, em rirtude da lei, etc.
    Faco saber a quera convier que vao ser arre-
    maiados por venda, Unlos os dez dias da lei, por
    quem mais jer, os bens seguintes :
    50 chapeos de sol, sortidos, de al-
    paca e algodao, a 2* cada um, todos
    na importancia de
    30 ditos inutilisados, a 500 rs, to-
    dos na ioipjrtajQcia de
    22 armacoes de ditos, a 160 rs.,
    todas na importancia de
    1 armacao envidracada, na impor-
    tancia de
    1 armario
    tado
    DA MISLRICOKLIA DO
    RP.CIFF..
    A Hima. junta admiuistrativa da santa casa d>
    sorlcnrda do Recife, manda fazer publico qu*
    13 sala de anas sessdes, no dia 7 de maio pe-
    las i eras datarde, tem.de ser arrematadas a
    luom wan vantagens ollerecer, pelo t mpo de um
    * aimos, ms rendas do* predios em seraida
    Itwlarmdi*.
    RSTABR'.ECIMENTO DE CARIDADE.
    Traveasa de lue.
    Lasalerrea n. 11.......
    Rua de Santa Rila.
    Idem n. 32......
    Idem n 34 '. '.
    duco Pontas.
    asa terrea a. 114.....
    Rua da Alegria.
    dem n. 31........
    Ponte Velha.
    Idem a 31.........
    Rua de Antonio Henri mes.
    idem o. 16......
    Rua do Vigario.
    I.' andar do sobrado n, 27. 325*000
    sofa idem....... 375*000
    PATRMONIO DOS ORPHAOS.
    Rua da Senzalla velha.
    Uta terrea >..... 209*00^
    Becco das Boias.
    sobrado n. 18 MUOfXi
    Rua da Crnz
    wbrado n. 14 (fechado).....1:000*091
    I Rua do Pilar.
    Uu ten-ea n. 100......241*00(
    ' Ro do Amerim.
    Idem o. 34 mj000
    _ Rua daGoia.
    Idem n. 29 .....mtm
    nua das Larangeiras,
    Casa terrea n. 47. .... 361*001
    Os preiendentes deverao apresentar no acto di
    ^y^g. *aas nancas, ou comparecereu
    icompannados dos respectivos fladores, devend<
    pagar atom da renda. o preraio da quantia en
    Toe ror sftguro o predio qua eoattvor esubeleci
    aiento commercial, assim como o servico da Um
    oeza e precos dos apparelhos.
    Secretana da sanu casa da misericordia do R
    ire, 17 de raarco o do 1874.
    0 escrivao
    _______ Pedro Rodrigues de Sauza.
    prdvas ae imprena com as correccdes leitas a
    mio e manuscriptcs, por 50 grammas oa fraccao
    de aO grammns 70 rs.
    Nio so as cartas como oe oatros objectos podem
    registrarse mediante o prcmio de 20 rs. aie,n
    do porte corr metteote 4o_quaiqucr ooj^ci, .ugi>irUo exig.r u-
    cibo do detinal*rio, pagari mais \(V) rs. p..r essr
    roc ib'i. r
    0 pruvio pagaiueotu do y.,rle ii facoltaliia :--
    meoie para as .-aiia* orduiaiias a nhrigaturie
    ra as carla> regislradas o d.:nuis obj^ow.-.
    As eoiiuspuudenciaji iusulflcionu-iucule frau
    aueadas serao taxadas como carus na. frauquca-
    das, levanlo-sr em conU a im|x.rtineia dos sel-
    los afflxados pelo remetleote.
    As cartas ordinarias nao franqueadas da Alle-
    manha, monjircliia Austro irmjiaiu a Luxembiii-
    go pagarao no Brasil p ,r 13 grammas ou frac
    cao de 15 grammas-350 rs., qaaiidn vierem pelo^
    baqn-tei Aileinaes, on 50.> rs. qua-i to con huidn*
    pesos outros paquetes
    As taxas de pui to das con eipouduueias dirigi-
    das para panes cstrangeiros a que o correio al-
    lemao serve de intermedio, sao as menclonadas
    na seguinte tabella, em que tambem se mencio-
    fam as taxas das cartas nao franqueadas origina-
    | tas aos mesmos paizes :
    I

    pe.jueno em inao es
    103/ QO
    I3;000
    3*oi0
    150*000
    5*000
    273*520
    Os preditos bens foram penhorados a Jose Bau-
    doux, por execucao que contra esle move por
    estejuizo Antonio Gnclves de M raes.
    Dado e passado uusto Iroguezia, em 12 de maio
    de 1874.^Subscrevo e avigno.
    0 escrivao, Coriolano de Abreo.
    Anloni) Bernardo Quintet in.
    lonsiiladu de Portugal,
    Os credores de (bio Manoel Alves Gondim, sab
    dito portuguez, fallecidu em 22 de abril do pro-
    ximo passado, apresentem suas contas dentro do
    prazo de 8 dias.
    C nap mi lila doa trilhoa urbauoa
    da Becife a Oliada e Bebe-
    ribe.
    90
    480
    650
    100
    450
    590
    9fr
    3:581*987
    .....
    i,j
    Vapor nacional Coruripe, entrado dos
    portos do norte na mesma data e consigna-
    do 6 companhia perflarnbucana de navega-
    Q3o costeira por vapor, manifestou :
    Barricas vaziw 27 araarrados a BeltrSo d
    Filbo.
    Fructaa 1 caixa a Antonio Gomes Leal
    Junior.
    Querjo 1 barrica a Cunha Inuaos d C, i
    a ordera, e 1 caixa a Albeiro, Oliveita d C.
    Vinho Unto t barril de quinto a Jose de
    S.-i Leitlo Junior.
    Vapor nacional Bahia, entrado dos por
    tos do norte em 15 do corrente e eonsigna-
    do a Pereira Vianna d C manifestou :
    Carga do Para.
    Chap^os de Chile -10 volumes a R. del
    Aguila.
    Sakaparilba 10 rolos a Augusto Caors.
    Trancelim de seda 1 caixa .a-Junquim (i.
    de Bastos.
    Carga do Maraoblo.
    Arroz 10 saccos a D Ferreira Maia.
    Chocolate 5 caiias a Jk T. Carreiro d C.
    Patacho inglez lzalea, entrado de Terra
    Nova na mesma d*u e consignado o J.Ojb^ns
    ton Pater AC, manifestou :
    Bacathau 3,til barricas aoa camlfna.
    tarios.

    Brigue ingiez Daule, entrado de Terra
    Nova na mesma data e Mnaignarlo a Johns-
    ton Pater d C. nvnfestou :
    Bacalh^o 2,860 barricas 3os con$igna-
    tarios.
    HiOViMENTO DO 30RT0.
    Navios sahido.i no ilia i4. \
    RussiaBarca iogleza Carisbrok, caprtio Htlghes,
    carga algodao.
    Canal Barca inglea Grecian, capitao Anderson,
    carga assucar. -
    Navios entrados no dia IS.
    Portos do norte -8 dias, vapor brasileiro Bahia,
    db 1,555 toneladas, comma udanle Teixeira. equi
    uagem 43, carga varios generos; a Pereira
    Vianna & C,
    Terra Nova" -13 dias, patacho inglez Azalea, de
    18I toneladas, capitao Ricarde Prior., equips gem
    9, carga 3,1 ti barricas com baealhac ; a J. Pa
    terdt C
    Terra Nova-31 dias, brigue inglez Danle. de I-"'"'
    toneladas, capitao Eduardo Martin, equipagem
    7, carga 2;660 karricas com bacamao ; a J. Pa
    terd ti
    Santos12 dia', pafliabote portufue* Diligente,
    de 149 teueladas, capitao A. F. da Trindade,
    equipagem 7, carga varius generos; a Manoel da
    Silva Maia.
    Mossoro por Macao-II dias, biate nacional Adeli-
    no dos A njos, de 130 tonelada-, capitao Manoel
    F. Mnnteiro, equipagem 6, carga varios generos;
    a Manoel da Cunha Porto.
    Una de Fernando 50 boras, vapor nacional Ge-'
    quid, de 223 toneladas, comma'nJante Martins,
    equipagem 24, carga varios generos ; a compa-
    nhia pernambucana.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Liverpool Patacho italiano Ermida, capitao Geor-
    gio, carga a mesma que trouxe de Aracajii.
    Portos do salVapor nacional Pirapama ,com-
    mandante Azevedo, carga varios generos.
    CE'CUSACBESo
    Juizo de ausentca
    Previne-se a qu< m intere^sar possa, que por
    ordem do Exm. Sr. desembargador Juiz privativo
    de orp< aos e ausentes desta eidade, em virtnde de
    precatoria dirigid i a esle juizo, palo de ausentes
    do termo de Agua Preta, comarca de Pain ares,
    passada a reqnerimento de JnSo Fernandes Bap-
    lista, testamentciro e inventarianie d.js bens do
    fallecido Manoel lo-e Vianna, sera arrematado tm
    face do decroto n 1695 de 15 'e seterabro de l*'r)9
    nm eseravo pel teneente ao espolio daquelle flnado,
    de BOOM Fjustino, criculo, de :9aun0s de idade,
    solleiro.agricnilvr. natural desta provincia, ava-
    iiado per !;200*
    Em virtadedo qut^a convidadas todas as pes-
    soss que prelenderem arremata-lo, a apresenta-
    lem suas preposlas dentro do prazo de 30 dias, a
    contardadati deste, devendo o refer iudo testa-
    u.enteiro, que e mcrador na travessa da Madre
    de Deo? n. 18, apresmta-lj aos licitanits, alim de
    quepossam basear suas propostas. Recife, 11 de
    maio 6f 1874.U escrivao interino,
    __________Joao Tiburcia da Silca Guimaraes.
    Vicc-conaulado de Italia em
    t'crnamhaco
    Os sub dito? iialianos De Salva, D. Francisco e
    Calaflori Vjconzo, aquelle natural ae Tramntula, e
    cste de Diamante, a> convidados a comparecer
    perahte este vice-conulado de Ital'a, a negocio
    que Ibes diz respeito.
    EBITAES.
    Pela thesouraria provincial se faz publico
    jue foi transferida para o dia 21 do corrente a ar-
    qemalacao da madeira velha tirada da ponte da
    Junqueira, avaliada em 100*000.
    Secretaria da thesouraria provincial, 12 de maio
    le 1874.
    0 official-maior,
    Kjignel Affonso Ferreira.

    .
    Palhabote portugne/ Diligente, entrado
    de Sintos na rpesuia Jata e consgoadoa
    M noel de S. Main d C, manifostou :
    .Barricas va>ziai2f0 Sotdam, 400 a \mo-
    rim Irmaas d C.
    #'i i
    Ptla triesouraria provincial se faz publico. que
    vao novameote a prapa no dia 21 do corrente pa-
    ra serem arrematadas a qaem por menos fizer as
    obras segnintes :
    Obra dos reparos da coberta da casa de deten-
    cao, orgada em 1:478*000.
    Obra dos reparos da bomba n. *, no 7* lanco
    da estrala do sul, or^ada em 1:012*000.
    Obra da bomba para o povuado dos Monies, or-
    cada em l:98o*0Ui.
    Seereuria da thesouraria provincial de Per-
    mmbaco, 12 de maio de 1874.
    O official maior,
    _________________Miguel Affonso Ferreira.
    O Dr. Delflno Augusto Cavalcante de Albnquer-
    que, official da ordem da Rosa, juiz de direito
    e provedor de .residuos e eapellas da comarca
    de Olinda, por S. M. I. e C, que Deas guarde,
    Faco saber aos que o presente edital virem
    que haveode side posto a minha dispoMpSo o es-
    eravo Manoel, cabra, qae diz perteneer a Mannel
    da Silva, easado com D. Rosa Maria da Trindade,
    por nao haver, apezar das deligeneias que fiz, ap-
    parecido qaem seja seu seuhor, sao de uovo cha
    mados coal o prazo de 60 dias, aquellia;pe-.oas,
    qn? com dlreitf) ao referido eseravo se Brier, para
    qae venham perante mim fazet valer o seu direi-
    to,proeedendo, fiado o dito prazo, na forma da lei.
    E para que efiegoe a notieia a todos, mandei
    passar o present*, qae serft atflxado no lagar do
    costume e publicado pela imprensa.
    Dado e passado uesta eidade de Olinda, comarca
    do mesmo nomo, da provincia de Pernambuco, aos
    6 dias Jo mez de maio de 187i."
    Eu, teeharel Praueisco Lins Ojldas, escrlvae, o-
    snbscrevi.
    ue
    Capitunia do porlo dePeraumburu,
    It de maio de IH)I
    Por esta capitania se faz conslar aos Srs. pro
    prietanos de alvarengas que se empregam na
    carga e descarga dos navias, que lomente pelo
    arco central da ponte Sete de Setembro poderao
    passar as mesmas alvarengas e que de modo al-
    gum Ihes sera permittido amarrarera espias a
    referida ponte.
    0 secietario,
    I ____________Deeio de Aquino Fonceca.
    i\j*remata9ao
    Achando-se aonunciada para o dia 15 do corren-
    te a arrematacao perante o juizo da provedoria, da
    casa n. 57, a rua do Apollo, hoje Visconde de Ha
    parica, como pertencenle ao espolio do floado Jose
    Pereira e sua mulher Francisca Maria da Concei-
    cao, declara-se para sciencia de quem quer que
    tnha de concerrer a dua arrematacao, que do
    lelheiro que a rua do Apollo lem o n 57, sumente
    metade pertence ao espolio daquelles noados, per
    tencendo a ontra metade a Joao Antunes Guima-
    raes, auseute em Portugal, mas qae por seu bas-
    unte procurador m-sta eidade, tem esudo e con-
    niiiia a estar ua posse de metade do dito teiheiro
    Recife, 12 de maiode 1874.
    Tendo concluido esta com
    panhia o assentamento da li
    nha telegraphiea da estacaoda
    Aurora a Encrnzilhada e ei-
    dade de Olinda, franqueia ao
    publico a mesma companhia
    os seus services, de accordo com os artigos 53
    54 e 55 do regulamento de II de ouiubro de l87i'
    abaixe transcriptos :
    Art. 63. Que pela expedicao dos telegrammas
    particalares, cobrara a companhia oi seguintes
    precos :
    !. De qualqaer extremo da linha ate a En-
    cruzilbada 300 rs. pelas iO primeiras palavras, ou
    fraccao deltas, e300rs. por cada 10 palavras ou
    fraccao das mesmas, que accrescer.
    2. De qualquer extremo ao ontro ( eadereeo
    compreheni'do) 500 rs. pelas 20 primeiras pah-
    vras on fraccao das mesmas, e 500 rs. p r cada
    10 palavras ou fraccao que accrescer.
    Art 54. A compaohta para entregar os tele-
    grammas no domicilio das pessoa- a qae forem
    deslinados, ci brara o pagamento de 500 rs. para
    o portador. uma vez que o dito domicilio se ache
    dentro dos limites da eidade do Rec.fe, de Olinda,
    e povoado de Beberilw", e nos mais peatos dentro
    do circulo tracado com o raio de um kilometro,
    tendo cmo centro a estacio destinauria do tele-
    graMan.
    Ar. 65. No caso de que o domicilio do destina-
    lario se ?.ehe fora dos limites tragados no art. au
    tecedente, nao e a companhia obrigada a trans-
    mittir os telegrammas, e so o fara mediante a pa-
    ga que convencionar com o expedicionario.
    Escriptorio desU companhia, 9 de maio de 1874.
    Laurentino Jose de Miranda,
    Gerente.
    doa
    COMIMA'III.%
    Irilhas arbaaoa do Recife
    a Oliada Beberibe.
    Nao havendu se reunido a
    a-semblea geral (Jos Srs. ac
    cionistas, convocada para o
    dia 8 do corrente, afim de
    proeeder se a eleicao de um
    membro da commhslo de
    S contas em substitaieao de eu-
    tro que pedio sua exoneracao; sao de novo con-
    vidados os mesmos Srs. accionislas a 9e reunir
    no dia 23 do corrente ao meio dia, no lugar do
    costume, par* o referido (im ; e na falta, proce
    der-se-ha nos termns do art. 11 dos estatutos :
    isto e, funcionara a assemblea com qaalqaer na
    raero dos presente?.
    Recife, 13 de maio de 1874.
    O secretario,
    Luiz Lopes Castello-Bianco,
    i Dinamarca :
    Crta franqueadas do Brasil. 450
    Cartas aao franqueadas para
    ' B*il................. 600
    lmprossos e amostras de fa-
    zeudas do Brasil......... too
    Grecia (via Triestre);
    Cartas franqueadas do Brasil. 830
    Cartan nao franqueadas para
    o Brasil................ 680
    Impre-sos e amoslras de fa-
    zendas do Brasil.......... no
    -Italia :
    Carta9 franqueadas do Brasil. 470
    Cartas nao franqaeados para
    o Brasil............... 630
    Impresses c amostras de fa.
    zendas do Brasil.........
    Noruega :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para
    o Brazil.................
    Impressos e amoslras de fa-
    zendas do Brasil..........
    Ri'iiuiania :
    Cartas frauqueaJas do Brasil.
    Carus nao franqueadas para
    o.Brasil.................
    Impressos e amoslras de fa-
    zenda do Brasil .........
    Russia :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nao franqueadas para
    o Brasil................. 6.10
    Impressos e amostras de fa-
    zendas do Brasil.......... go
    Servia :
    Car'i* Oana.io-Ha. ,]-, Rmaii. t3ft
    Ca'i.i; i in :r. iq .ealis pom
    a !.................. .Vfej
    Im; i,-sos i; aiiiiislras do u-
    zmlas do Brasii.....u... jo
    S i.'i-ia :
    Can.is franqueadas do Brasil. 480
    Cai :as nao franqueadas para
    o Bi asil................. 610
    Iio^rcssos e amoslras de fa
    toudaa do Brasil......... 100
    S'ii>a :
    Cir'as franqnoada* do Brasil. 450
    C-irra0nao franrpiea'as para o
    Brasil. ...... KM
    fu.pressos e amjstras de fa-
    zenJa;. do Brasil. ... 90
    h i 'I'll i.
    A. Coi.stantinopla :
    Cartas franqueadas d i Brasil. 480
    Cartas nao franqueadas para o
    Brasil.......6C0
    Impress' s e amostras da fa-
    zendas do Brasil. .
    B. An'Vinopla, Antevare, Bey
    ront'i, Horgas. Caira. ('jin-
    di?, Cane.-1, Cavalla, Ccsme.
    (0'iio) Czenawada, Darda-
    ':'! .-, l>C(ie-AgtSCIl. Du-
    i-r iiaiiip..li lueuoll, Jl-
    l;i hn-ur Jem-'-'^m. K'-
    v-?.-&?. K !'teniie Lifo.
    F. rr.a!ca,''!--'t,'i!im. Hiel'-po-'
    ; S.\, I'erveZj, !;t.;.i.ij, Rao-
    d >, V, ffch'iik, cawaHt,
    3imsr.fi>, 5i:.:a Oaovaata,
    Seres, Smyrna, Sophia, Su-
    lina, Tultscha, Tenedos, Tre-
    besonda, Valona,Valo,Wid-
    din :
    Cartas fraoqneadas'do Brasil.
    Carus uao franqueadas para o
    Brasil. ...
    Impressos e amostras de fa-
    zendasdo Brasil. .
    C. Outras localidados da
    Tirqnia :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Franquia.
    faeul tali va.
    obrigatoria.
    faoultativa.
    obrigatoria.
    facnllaliva.
    obrigatoria.
    facullativa.
    obrigatoria.
    facullativa.
    obrigatoria.
    480 ^facullativa.
    obrigatoria.
    fii'iillilivs
    "bligaloria.
    facullativa.
    obrigatoria.
    faCulUtiva.
    obrigat jria.
    fa-mltativa.
    das
    Uvo depositano. o iiegn, ianto J.A," preti ftr-
    reira da Silva Hraga, .. par.h, RagMia, eseravo
    de Mana Joaqoina dn. Sontos, ea ill lain de ra-
    qnfri-4rt In Dr htf* .rticiftd de oroaios da
    raodai da m*m%-op>"" reiKiitiu rtciavu irai..r ik.owi nie o> aa liber-
    ado.
    S..rrlaria .1. |..;t.-i, ,ij P,-,lu.nbacii, 13 de
    maiti d IN71.
    i' ________ Fraarivo da Mw Barrosr.
    Sucied-riile Beneficently Luso-
    Brusileira
    C mnd> 'w s^nli..c^s rr.emtir d< nmsciao tuc.i
    a ruinpaifrer.-m a km exiraorJinaria do bm
    mn ciim^IIio. que icra uigar as 7 horas da Urde
    de M-xta-fcira IS do c ^r-ul".
    Teudu do b.iMar |i>f<- ,i nva .idnuoi-irara-i des-
    ta sociedade ao proxim., doiuingn, 17 ttocorreM-
    con ido aos seuhores socios e us n.ivo- eleiWs a m
    reunirom em a-s,-mblt^ geral oesse dia, pelas 11
    lior.,< da maalii, na Wrnu do art. \ I dos esuroios
    Seeretaria dj coiiselho flsi-a', 13 de aaio d>
    1874.
    0 secretario.
    _________________M. P. Panla Reis.
    Hospital portngiiez de bene-
    ficencia era Pernambuco
    Sao aaaaaaaai os s aai deMe hospital para
    coinp.iia-.-.rem a a*.i-ii.i.iea k. ral, ,ue deverater
    lagir diiiiiii.o. 17 do n*rem^,i 11 boras da aa-
    nlia, alim dr re proced r a eleicao .te
    domos em sub tituicio aos qne declm
    nomeacoes, e >erem lidos o rWaiori.. do aaao pro-
    ximo i asiado e o parectr da couiaissio de exaaa
    de conias.
    Em seguida, e emu a -olenmi .ade do eeaturoe,
    lomarao posse dv. .-eu^ ir.. os nx-ini.ros da ion
    ta administraliva, ,lllr ie;u de haamaaf .to cor-
    rente anno.
    HospiUI portuguez d, l.en-tlcencia, 12 de maio
    de 1874.
    I.Uiz Pllpr; t
    ________________Serrcui k).
    i ompanhia Recite Drainage.
    0 gerente nao nod-ado i..:mr conhecimeaio d>
    accusacdes qu sao leitas a companaa, em sean-
    do genenco, psde a todos a.|ueiln> que tivcrem
    queixas contra .w emon-gado* d. c mpaohia qoe
    dinjam-se ao nrrtptstl da emiireza. ito a rua
    do Imperadur n 26, para serem aiieudidos Ou-
    irosun, faz puhlico oe a "ompanhia wS e obrigada
    a remover os reiiitaai la "izinha e lax das mm
    aoode funecioiia-u o> sea- auiiareln e nada
    mais
    O g. real.-.
    _________ Mkaa Hlitmnl
    Comp?inh;a UecifeD.ainage.
    Tfndj-se da lo limit s -asos de pessoas quo
    dizem empregadasdesia empresa. area ingr,-
    iu> ,..,. ,rtIi -.,;., ,.. ; ,,.,e. i, Concer.
    lai.-m q.(.i !(, ii. .-Kha-n i .. iaatilisaa
    C Il-!.i.:.|.. >.| .|.|i.:,'.. ,,. ^ |1M ,| Bn||M ^J
    easH) s tjpm,, tlTi,^. t --Wfc. tm im ao nv
    blico que i.d s m > m oii.i.-j.Md ... se acham
    uiiinitj* de um .>riau .in .. u^ a.amalura, e
    que p .riant i M i q .Iqu^r prwwa e ap're-
    seniar nas eawM aem u i o.upt-ieuto carian.Bao vai a
    servift da aaafaaf.
    i g-riw.
    Jontn bUmnt
    S:;cic(ladf
    Convjdn aos Srs
    uso Krasilcira.
    u
    no-mlTos da conselho fiaeal a
    comparecerem a sessao extraordiaaria de doaiafo
    p..e,
    17 do ColTelilr, kla, u^ dai
    ni>trarao desta sociedade.
    Secretaria do cmuM'.mi liscaL
    1874.
    O secretario,
    Ponli ~
    utva ad in -
    13 500
    600
    100
    COMPANHIA PFRNA.MBIJCANA
    BE
    .\'avegacilo costeira a vapor.
    DIViDEvUO N'NO.
    EsU eompanhia paga o sen nono dividendo,
    razao de 3 0|0.
    ,_j*jr*f<* Awfusto Cavalcantf de AlbUquerq
    Edital" nrirjl.1;
    Pela iftjpeetoria da aL'aiiltga se-faj publico que
    Dao tendo *do raiirado uuai E Ins. 30*, 315, 3.18 e JVWr,peilencentcs ao des
    pachode n. .1.316, de marco proxim. paseado, de
    Leunel ae Laccrja Macnado, c^ntenio lataa com
    Pela recebedoria de rendas internas geraes
    se faz cer:o que e nesle mez de maio quo tem de
    ser pago. sem mulu, o iuiposto pessoal, relative
    ao 2.* semestro do exercicio correulo de 1873 a
    74, denois do que sera pago co n a multa de 6
    por cent.. ~
    Recebedoria de Pernambuco, 7 de maio de 1874.
    O.adutinistrador,
    ___________Manoel Carneiro-de so uta Ucerda.
    Companhia perna fibucana
    do nav ^acao costeira a
    vapor.
    De ordemdo conselho da direc^3o, csnvidc aos
    Srs. accionislas d.n nova emis companhia, que somente realisaram a piimeira
    presta.ao de tU 'f sobre o valor subscripto, a fa-
    zer segunda enlrada a mesma razao, dentro do
    prazo de ,.'*i dias, a eomar de hoje. no escriptorio
    do Forie do Maito*,
    Recife. 23 do abril 1874.
    Jhoma'* M. Connan.
    Gerente inleriuo.
    Armazensda companhia per
    nambucana.
    *i'garo contra fox
    A caoipxubia ipernambucana, disijonau u> ax
    Companhia Fidelidade
    Segruro*> marltimos e terreatrea
    A agencia desta companhia toma seguros ma-
    riiimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
    ultimo.- o solo livre, e o selinr> anno gralnllo ao
    segurado.
    Feliciano Jose Gomes
    Agrnie.
    51 Una Arrematacao.
    Km audiimcia do Exm. Sr. desembargador juiz
    pivativi de orphios e ausentes, vto ser vendidos
    em praca publica, no dia l8 do corrente, os bens
    qut ficaram por fallecimento do major Manoel do
    Nascimeuto da Costa Monteirc e sua mulher D.
    Anlonia Vieira da Cunha ; e a requeriment* do
    tenente corone! Antonio Vieira da Canha, V sta-
    menleiio e inventariante dos reridos bens, os quaes
    sio os seguintes :
    A parte doengenho Regalia, que o casal inven
    lariado posme no valor de de 3:2O0|; um terre-
    no no aliohamento da rua di Aurora, 'rom 100
    palmos de frenre atd a rua de Luiz do Rego, por
    2005; um dito no alinhamento da mesma rua,
    com 200 palmos de frente, por 400| ; um dito na
    mesma rua, cum 200 palmos de frente, fandos ate
    a rua de Luiz da Rego, por 4464 ; um dito na
    mesma rua, com 150 palmos de frente, fundos ate
    a rua de Luiz de Rego, por 360J ; um dito em
    Santo Amaro dis Salinas, com 100 i>almos do fren-
    te na campina que prende ao sitio pertencenle ao
    casal invenlariado, por 2X13 ; um dito no mesmo
    lugar. com 100 palmos de frenle, a comecar da
    campiQa que prende ao sitio do casal inventariado,
    p-T 200i. ______________
    Admitiislra^ao (Is cortefos de
    PerniiMikn*.
    Comenrao postal enlre o Braall -
    o imperio allemiio.
    l7aco publico quo se acha em. exocu^io a coo-
    ven.-ao postal culebrada entre u imperio do Brasil
    e o imperio allemao em 30 da setembro de 1873.
    Este oorreio expedira malas pelos paquetes
    francezes e britauicos para o jorrelo ; mhulante
    de Melz a Bingerbruck.
    As taxas de porte convoncionadas para os objec-
    ts dirlgidos para o imperio allemao, monarchia
    Auslro-IIungaro e Luxemburg!), sio as seguintes
    s.'.n ao dostino dos mesmos objectos :
    Cartas ordinarias por to grammas ou fraccao de
    id gram nos, 400 rs. ,
    Amoslras de fazendai, jofnaesj gazetas, obras
    periodicas, livrus brochados ou sucaderaados, pa-
    *js ie uiiisica, ca:alo^o, ^.-ospecus, aanuueios
    e avi-sos di versos, qucr y3jaui i.u^ivssos, gravaios,
    -..
    v
    Cartas nao fianqueadas para
    o Brasil.....
    Impressos e amoslras de fa-
    zendas do Brasil.
    Egypto (Via Brendesi)
    A. Alexandria :
    Cartas franqueadas do Brasil.
    Cartas nio fianqueadas para
    o Brasil......
    Impressos e amostras de fa-
    ?" i I ;i do trasil. e .
    B. 0 resto do Egypto :
    Crtas I'lauqueadas para o
    Brazil.....
    Carus uao fi ..rnjue ..lo para
    o Bra'il......
    Iic11' os e amostras de fa-
    zend.i* d>> Brasil.
    100 obligators. ArreraitlHrHe.
    Segnn1a-feira, 18 do corr.n'i.. iepois da ac-
    diencia do Exm. ^r. !. eml.-.p- l..r juiz pnvaiiv
    de urphafls fera Uijrar vend., ta u. lade da casa
    de sobrado o. is, *itt a rua da Impcratriz, avalia-
    da em 6:000:. .;r: i-vt' io r do aa*oo
    l*llUartic :;.!'::.;..-a pa-i-.) !.. his credo-
    re* deste. enj i es"riptn se acha em rvder do per-
    iHlro d. i | in/., i
    Vtrc-cuiniMi ue Ls|r4iia t\\
    hriidiiilrUcti.
    Ea el vice-Ct ns.ilit i >le K>p .ri i, ->la alu-: ..
    uua suscrieion en favor de los hen los hoerfaao- v
    viudas d ia guerra civil que exist* actualm*-
    facullativa. en K-p.uia.
    En vwla nuea J.q ,.,,,Ii,~., r,,^, \M rm,^.
    dan is espail..- .....i ... ^rt-1 awdgfla, para
    cada uno a su vn j -c7.il -us reeorsus, fewr:-
    obrigatoria. buiren pa>a aliv ar Im penalidadVs, deaqnelle-
    felises que c n la mayor abn'gacion acud^o al
    campo de la b.lalla. d.rramandu so saagre *b
    defensa de la Imnrao*
    Ciiidadanos viva Ksp.rl.i. viva la libertad, no
    perraiUes qne HHjramos Mdne hijos de nnestra can paths, ayndem >s para !.-
    viar la ii>rte 1 aqaellos desdi"ha4< Herman -
    70 que hoy se batcn, ahnmndo con su sangre geaer -
    so y con sus preetneas baes.>s los rampo* dc n hi-
    talla, deyamos una prueba a ia naaon v al rann.' 1
    520 facultative entero que se bi-n e-iarnos tan disiantes, ao esta-
    mo idvida io- le nu^tros deberes y.. espero que
    680 c*0* ua dejara Men eatile el nombfe que poee,
    einitauios el ejem^i. do nue.-tr a r ):n;iatrinls de
    la Peninnli y lei ."tirinwern qne gtwralaMBie
    han eineirrilr *n iwiiivn*, ahviaado p -
    esta manera, el d^lor que oprime aquelles comb;.
    tonu-s
    Me Imi'eeifv. ei. a^r.id--a-r i-n nmibre de aqu^ -
    los lirfeMa*, a t-4a< hn nei>.in> >iun so digaareui
    c-ncTirr-.n -11- .1.-.f.v m -.0, ,-ijUieios de ha-
    rerh npiirinn.i'n-"iH m.-o c-rresp.in.1a.
    La>s i'oinbrea ue Km -u.-ciiioius ci imptrte de
    sus donativos seran ptiblicados en ocaskm oportu-
    na en este periodico.
    Pernambuci, 13 de mayo de 1874.
    V>e.~nnol.
    -''ill Urtov
    400/ Obrigatoria
    late a frontei-J
    .ra de sahida
    50a(d'Aostria.
    110 obrigatoria.
    Farultativa
    para o Egyp
    to inferior e
    .' paia 0 E)jyp-
    to naetnt.
    tUgj.-trados
    830 s6 sao admis
    siveis cartas
    para 0 Egvp-
    tu iniW.or ei
    I!0 Knpi- an-
    I U al.
    paites estraBgci-
    o ':orrri) aii-iii.io.
    Das correspondeocia* para
    Tv.s a que serve do intermedio
    so podem ser registradas as cart 1-. mediaiite e
    premio fixo de 200 rs., alem 1 > rcpeclivo porte.
    Quand. estraviar-sc algaiiia cart-* registrada,
    pagar-se-haao remeUente uma iulemnisa;ai de
    20^000, se a reclamacio for fe.:ta dentro do pr..zo
    de sei$ mezes. A pent a de mala, .1 vida a acci-
    dente d: forca maior, nao da direito a in Imuiisa
    C-ao ,il|iiin a.
    As am tras de fazendas, os jornaes e livros,
    etc, >s papeia lu commercio e os uiauuscriptos,
    paia goza.em dj porte reduzilo qae llies c appli
    cado, devem estar cintados de mod> que seja'faril
    reeonhece tos e nao center palavra ou signal at i
    gum mh maiiusi.'i ipio alem oz> no ue a reMdenc.a
    do destina'ario, a assigualora do reiueltenle. ef
    as amoslras a m*rca dfal.ri-a -u diViU ",0 "' "' '
    COMPANHIA
    0 iwiixa i|.u LoiiipniiiM o Sr. Coriie-
    piano d'AqoiiHi asoca. ..chase autoraadi
    a P"gr n'i<'i es ripi Theuiiri.i n. 19 las 10 bur s as 34a Ura-
    o 32 ilivil-ii.|.> rri;i.-iiiliia, undo en
    30 r|> ahril do -or rente anno, ua pmpor.
    d :WH>U por no^lice : pr^vine-fi aos Srs.
    accionislas q'* ['s^i-n^ritu %-yi r*ilis,vo
    quanio
    ciinmereio, os numeros de ordem e dos precs
    Nenhum majo da amostras deve-a ter valor
    C'uiiir::icial e exeeder 0 peso de 2"X gramiti.i?
    0 luaoos de jor.iads e outivs iin.ire tn, a>.-ioi
    cuii.o Os lie pjpeis Ue cofiunercio 1: maauKcriptua,
    nio si. .t4ti. .\i-oliii o peso de um k^l vrauuna.
    oeiao cousidcrados e uxatos cido carlu es
    objectos acima referidos quanio deixarem d^ ser
    ob" '-v-r'.is as c.-nMrVs declsradas en qn.indi nio
    ttr. n-ii sid fr.iuqu. Mdos alA an sea destinn
    A orrs|i.io l.m' i.' rLUi vu .11 servic.i postal e a
    uno-... |-ii! uao esta-sujeiU a tfurte als-um.
    It.cf., 15 le maio p I87\
    0 admioiiirador,
    Affonso de Regc Burros.
    -------
    hMeript"ri'i 'ia .>'ni>Niiiiia i!o Beberi
    13 le :n iiu iv |.ll*l!
    /../: M :rm<: /f.r?,-;;/( I'.;.',
    et^i.
    Luso-Brasileira.

    0 thesooreiro desia'soeielade Antonio Beoto de
    (.arnpos declara ao respejtavel ppblico.e em goral
    aos assuciados que entrega a thesouraria da mes-
    ma assoslajau ao seu successor, livre e desem-
    baracada de qnalqner onus, no Buretanto, quem
    se julgar creddr da mrjsma, apre?en'.e =eus titulus
    para em cohtioente serem pagos.
    Recife, to fle maio de 1874. ._____________
    Pr.vi-a"" contraur com quem mais vanta-
    gens offerrcer, 0 calafeto e forro de metal de duas
    lanchas da associapa dos prau'eos detta provincia
    As possoas que se propozerem, deverao, apro-
    sentar-.suas propostis em cart* fecnada ate'ae 10
    boras da m.nlia de 16 do corrtnt*.
    As3oeiaJB*4 da piatieagao .lo7d maio vie 18/4-
    jlleroulapq l Rodrig.n Pinbfiro
    I'raiix-uKir.
    .iii..UMr.:; :, > "i!tR--:,i>^ tiKPER-
    NAM BUCO, 10 DE MAIO DI 1874.
    * Mala* a vx^odir-iw
    P.li vap r raei ial Kin-n, >"ii\ slminiilrs .\
    exi.eilira malas pars Recebem jnrru >. nnpiv -- e cartas a registi -
    ate i hora> da lard', mi la- 0 linaria at* 3 boras,
    e ostas ate 3 l|. pagid> porie dnnlo.
    As cartas _ej 1 irnaes que se dirigirem ao Rk. <\
    Prau, pagarao previamento, aqoetaa a taxa
    300 rs per tr; grammas ..a frarcao de 15 gmrt-
    raas, e estcs a de 40 r ;or 40 grammas ea imc-
    fau de 40 grammas, na ir jressio astabel.
    nas ahellasC. e D -anu-xas as iustrac-.-des I
    de d o admmistrador
    Affonso do Rego Rarrra
    sas
    TilEATRO
    Santo Antonio
    V
    ajftFBeXJi
    "at



    I

    1

    7
    3:ario de fernambuoo Sabbado 16 de Maio de 1874.
    -?-
    Segunda representacao
    m 5 actos e 6 quadros :
    16 de maio.
    do importaute drama
    if
    gajado ; e para o resto qde Ihe falta, trata-se com
    o seu eousignatario Antonio Loiz de Oliveira Aze-
    vodo, rua do Bom Jesus d. 57.
    Piincipi.ii a .is 8 l|2 hora*
    DOMINGO
    i 1| horas da ti
    ipresentancio do drama :
    A AVO
    ira o especta
    Sem fa!o e sem noiva.
    I's & t|S horas da tarde
    Terceh*a Wpresentancao do drama :
    y
    Termiaara o espectaculo com a opereta e:u urn
    acto ;
    A empreza esta remontando para a proxima se-
    maca, a pedido de muitas pessoas, o importante
    Mtt de costumes maritimos :
    0 NAUFMGIO
    DA
    FRAfiATAJIEDIJZA
    THEATRO
    liKIA IFIL1
    JWZA-UM rOUlE
    Sob a diraccSo do actor
    JITIil^ XUIER
    Domingo 17 do corrente,
    A's 1| horas da tarde.
    Bepreseotar-se-ha o importaote drama em 4 ac-
    tos, origioal brasiluiru do Exm. conselbetro Alen-
    ear
    Nil fi ftMft
    Aoiiremdia
    No escriptorio a rua d , prirooiro fledar
    n53,
    Salifri com
    juja Lutolor,
    prompts ; |,;ira
    8
    r- s, train se ami
    rua.do Couiuanio
    iroilad'j o jclncho pcutii-
    I or Usr fluwsj to l.i a uirga
    * q<:o Iht atta < |iFs.-i^i:i-
    t:. u. u.-i.. i' 4 i.. ,i
    48. ______ .
    f) .-'>'Hili! l'inlio !'. irgi's vrndrra as rasas acima
    |ir c(,t:t c li-ic du quem ptttmtiA
    U.m'ii'. i orclarc.-iuMiiito relalivo a >iil s rasas
    i) lii-'Siii-i agentc rvl.i MilorJ-aJo a Jar. 0.- SfJ pre-
    trndcnii-s p iiVrf
    B,
    Eel
    ao
    ii.
    < IIVIM.II IIS IMl ilH I
    CO.HPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-.
    CACAO A VAPOli
    linha'mknsal emus o
    Havre, I.is boa, I'eruumbuco, Rio d j
    Janeiro, (Santos, sonientc na vol
    ta ) Montevideo, Buenos- Ay res, j
    (com baldeacao para oRosario) j
    STEAMER
    V1IAAS. WE. \ ill V
    Commaadante, P. Robert.
    E' esperado da Ku-
    ropa ate 24 do cor-
    rente, seguindo de-
    pots da demora preci-
    sa para os portos do
    sul de sua escala ate
    o Rio da Praia.
    Rolativamente a fretes encomraendas e passa-
    geiros trata-se com
    OS CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C
    41Rua doComraercioEntrada pela rof
    do Torres.
    MAI
    Seguindo-searepre entacio da muito applaa-
    dida scena comrea :
    FJMRO E FOGO
    pelo actor Penante.
    Terminara o espectaculo com a exhibrcao da co-
    media em 1 aeto :
    0 eaixeiro da taverna.
    As 5 1(2 horas dr.' tarde.
    IVITOS wARITKVflS
    COMPANHIA PF.RNAMBrJOANA
    DE
    lavegjaeao rostriraa^apor.
    MAMANGUAPE.
    0 vapor Coruripe,
    eommandante Santos,
    segujra-para o por-
    tc acima no dia (9
    do corrente, as 5 ho-
    ras da tarde.
    Recebe carga, encom aeudas, passageiros e di-
    uheiro a frett ate as 2 horas 4a tarde do dia da
    sahida :: siriptorio no Port* do Mattos n. 19.
    COJWANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    Kuw^gm^Mm costeira a vapor.
    ARAHYA,NATAL, MACAO, M0SS0R9*. ARACA-
    TT, CF.AHA MANDAHU, AC*AGt'' E GRANJA.
    0 vapor Ipojuca,
    cammaadaate Moura,
    seguira para os por
    tes acima no dia ii
    4o corrente, as o
    boras da terde.
    Recebe carga ate o dia H do corrente. encom
    oandas, diaheiro a frete e passageos, ate as i ho-
    ras da tarde do dia da sataida : cscriptorio
    no Porte ao Mattos n. It.______
    Rio de Janeiro
    Para e radicado porto segae com de demora a Uarca portujtuesa Vtliz Unido por
    ter a maier pane de seu earregamento engajado,
    s para o resto qne Ihe falta, irata-sn com os con-
    eignatarioa Hoaqnm Jose i-oacalves Beiirao & Fi-
    -ho, a rra do Gommercio n
    PARV
    _0 brigue portaguec Soberano segue para o in-
    dicado porto, tendo ja parte da carga engajada ; e
    para o resto que Ihe falta, trata-se com os consig-
    natarios Amorim frmaos & C, rua do Bom Jesus
    numero 3.______________________________^^
    Pacific Steam Navigation (iompauj
    ROYAL MAIL STEAMER
    lAjSlTiV^lA
    DE
    uma grando rasa terrea P sotao, d rua do
    Rangel ii 40. (em chao uro|;io), com
    duas frentes. r-std livree ib-wtnb*rfcfada
    dc todo i- qualque1* onus
    S!.(';i.MiA I'lillU 18 DO CORRENTE
    Ao ineio dia
    ' No escriptorio A rua do Born Jesus n. 53,
    primeiro aiidar
    0 agenle Pinho Borges venlera a casa acima
    ' meoeionada, por conta e risco de quera pertencer.
    Os pretendentes podem desde ]a examinar a re-
    ferida easa.
    IMUM
    DE
    uma caixa com 100 duzias de sapatos de
    charlote, com saltos e sem saltos, para
    homens e senhoras, e sapatos de casemi-
    ra preta e de marroquim
    SE4HJND1-FEIRA 18 DO CORRENTE
    A's 11 horas
    No eroriptorio a rua do Bom Jews o. 53,
    primeiro andar,
    0 agente Pinho Borges levara a leiUo os sapa-
    tos acima mencionados, por conta e risco de quern
    pertencer.
    PdU preposto do a^emto Pes-
    Espera-se da Euro-
    pa ate o dia Stdtacor-
    rente, e depoia aa de-
    mora do costume, se-
    guira para Bahia. Rio
    de Janeiro, Monteti-
    deo, Buenos Ay res, Valparaiso, Arica, blay e
    Callao, pan onde recehera passageiros, encorn-
    mendai e dmbeiro a frete.
    Nao sahrri antes das tres horas 4a tarfc do die
    de sua cbogada.
    OS A6ENTES
    Wilson lowe C.
    ti^RUA DO COMMERCK)14
    nu % mm.
    Segnira brevemeote a barca portBgoeza Megria.
    por ter engajada a nwior parte de eu carrega-
    menlo. "Para o resto e pasageiros, E. S. Rahello Sec, a rua do Gommereio'n.%8,
    Leiiao
    a e INirto
    Vai-aahir com brevidade a veteira fearer -tinboa.
    Recebe-carga e passageiros: a trcrtar com Tito
    Livio ^oares, rua do Torres n. K.
    DE
    'imveis de casa defaaiilia e de -escriptorio, e na
    presepe
    CONSTANDO E :
    Urn piano, I mdfeflh de jacaranda, jarros para
    ^lores, 1 inagaiGco lavatorio de jaearaoda para
    duas pessoas, com pedra e dqposito para agua, 1
    cama franceea de jacaranoa, 1 guarda-estido, S
    inarquewes e 4 oommoda.
    Dous aparadoTes de anmrio, cadeiras, mar-
    quezas, soure, mesas, e h mites outros object os -de
    casa de Camilku
    TERCA-VHRA 49 BO CORRENTE
    A> 4|* haras.
    No segwndo andar do-sobrado da rua do
    iBom JesusTi. 43.
    O ageate Pinto fara Mian, por coata e ordem
    de uma familia que mud mi de resideacia, dos mo-
    veis e mais abjectos aeima mencionados, existen-
    tes no'sesundo andar do sobrado da rua do Bom
    Jesus n. 43.
    Em -contmuac^o vender* o mesmo agente 4 le-
    tras no valor de 1:309*006.
    Para o Rio-Grande Pretende sabir brevemente a patacho ptmuguex,
    Martial, por -ter contratada grande parte- da sua
    carga.; para o restaote trata se com E. R.- P.abei-
    lo & C.,a rua do Commereio a. &6.
    LEILOES
    ieilao
    Para.
    Para o iadicado porto preteude iejfuir
    30m a posaiwel brevidade o pataclje portu-
    guez Azurtwa, por ter a maior par.te de seu
    carregamento eagajado e para o resto que
    ihe fal a taatu-se com os consignatarios
    Joaquim Jgsc Goncalves Beitrao ,c( Filho,
    . k rua do Commereio n. 5.
    Librah esterlinas.
    'Tendem Angusto F. d^Oli-
    veira & C.
    _______Rua do Conunercio n. ii.
    PROttRESttO MAfUTl NO BO PtaRTO
    Kmprtia portMeaae de naveiardo a
    vnaar eatre a*or(iutui e o atraaal
    O VAPOR
    ^1' IAO WMl
    CJontmandaaat*> <'nntemi>
    E' esperado da Eu-
    ropaem IS do -cor-
    r-eate, e depois da de-
    nn.ra do cosluiae den-
    tro deste porto segui-
    ra para Bahia e Hie
    ite Jaaeiro.
    Pasaagens e fretes de cargas, encommendas e
    a.'ires, tratam-se coin os
    AGENTES
    K K. Rabello C
    ii Rua do Commorcio 48
    DE
    objuctos de escriptorio earuiazem
    CONSTANDO DE -.
    difloroiii-s carteiras grandes e pequenas, enrer-
    oisadas e nao evernisadas, 2 mesas com preasas
    para topiar cartas, grandes mesas proprias pa-
    ra fa-endas. balcges, prateleiras, taboas de (euro
    e pinho, e medidas, uma burra, prova de fogo,
    1 balcao envernisado, repartiaiento de escnp-
    orio-'.iiuitos outros moveis, entre os quaes
    uma rnobilia de jacaraudd
    Hoje
    As lO-r{2 boras da man4i
    Per lBtcrvenc-ao d) agile Into.
    Ra arinaz-.ii do sob-ado da rua do BomiJesus
    u.
    da rua
    20.
    US
    NAVECACAtrA VAPOR
    f*orlM( do nor to
    afi-corrw do marteHo
    Deisde janeclara-se queo referido armazism-es-
    ta para ser aiugado.
    Segundo e ultimo
    LE1LA0
    DE
    uma lancha a vapor
    DOS
    moveis, loug;, arma^ao dos quartos, can-
    dieiros e mais perteocas do extincto ho-
    tel que foi denominado de Loadres
    Ter^a-feira 19 do corrente
    ds 10 1(2 horas da manba
    We sobrado da rua do Commereio a.7.
    0 agente Dias, competeatemente antorisado, I--
    vara.a*eilio, no dia e bora acima designadas, os
    Kje-e todas as mais pertencas acima mencia-
    aflm.
    Gapaoia-se a rasa, qr.c < vasta e muito fresca, e
    possue todas.as commodtdadesnecessariaB aomes-
    no^eaero de negocio, au para qualquer ontro
    mister.
    om negocio.
    Venda s on jirrwi 'n se o gr n e predfo
    de mn aiciar i so'ao, silo na rua do Hispo
    Sardmha pntxjipo da igreja da Mi Piicon'ia,
    u i:i j Ic !i' Oliu !. In 'o. bias .' pus sslaa
    de tri-iitr, urn sal;i mi &dft> >oia quartoJ
    ^Sj>a;ris.)S |u-s <= ir>t-' ':.lc C'lli'ir'.
    qn'nta' b!.' cttcjI.i .': r,'.io, c ""-ir. liver
    sos aiv.ircJc.s, uma i.-a fonte d'ngua, e
    tendoitaz cjimlisa Jn. Ai-liand "6 prcpara-
    do com tod s "^ movr-is indisponsiv is a
    uma grandu tamilia, seri Msini vendido ou
    Serr. os moveis : a tratai nesta typographia
    ou na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
    paco da assembled.
    Devedores.
    Os proprietaries da CovInil'two do Cump $ a
    ma do Imprrador n. ft, peicm aos seu- deredores
    que teiu sido remissos, o favor de virein papars us
    -iebitos ale o ilia 8 de abnl proximo vindouns
    avuam ao'S mesmos que se .le aquella data nao e c
    liverrni .-.il I .. v \:< ', s. u- n 0M> -!, j, rn:i--
    :".'.:< iisii.'i-;'" (|-j.-s a ;.|j:..iiiii.
    PIANOS.
    Acabain -J.- .!;; -.r until I -, ,.<% inrtn t de
    >*legi-ni
    tUierid^ (;di!.e*!.t, -; eomo sefaoi .iphe Bi-
    r:un-' f .11 i
    1:: :-
    \". -. i-t. ti'-' r i
    Escrava cozinheira
    30^000^
    Precisa-se com urgencia
    de uma perita cozinheira e
    compradeira para casa de
    uma pequena familia, pa-
    gando-ee a quantia acima :
    a tratar no pateo do Paraizo
    n. 28, 1. 2. andares.
    10J200
    Nao seja vflhaco por uma quantia tao drniinu-
    ta, quern aid pode pagar champagne, nao offerece.
    A sombra da Paraen*e,
    Aluga-se o 2.* andar da casa da rua do Tor-
    res a. 18, e os armazens da rua de Barreto de
    Meneaes n. S, e da *ravessa dos Expostos n. 18:
    a tratar coin o roidtstro da Ordem Terceira de S.
    Francisco, no cdnsistorio da mesma ordem. '
    ^r*9
    ' 7.A. .-,::.. 1
    "4 W.\i!iii M .?!!ic.
    ' -, ;, Ir'ra* .1 I..." ': I !.: n ,
    %*
    falleotm.
    de
    tihrrnaris do (allecimenlo
    * CIbtaitiaa Pbllmnena de
    Ionia Letae.
    Joao da Siiva Leite manda resar missas por al-
    ma de sua sem pre chorada esposa, na igreja da
    Madre de Decs, sabbado *6 do corrente as 7 bo-
    ras da manna, convida a seus amigos e aos pa-
    rentes de sua linada esposa, o caridoso obsequio
    ae alii irem rezar ura Padre Nosso e uma Ave
    Maria, por alma da mesma finada. _______
    MflMBBRMSHMlMmMB
    lr. Joao Al\n Xergulliao.
    0 major Joviniano Antonio Duar-
    te Canha, possuido do mais vivo
    senuoiento. pela moite de seu pre-
    sado amigo o Dr. Joao Alves Mer-
    gulhao, manda rezar uma missa
    por sa alma, no dia 16 do cor-
    rente, bt. igreja da Madre de Deus,
    no Recife, as 8 horas da manha ; e para assisHr
    a mesma, cjn^ida os cide.
    Isabel BaHado Bsairlla Saato
    Pedro Luiz do Espirite Santne
    sua familia agradeeem a todos os
    sens -amigos, e especiatmento a ir-
    aiandade de N. S. do Terco, o favor
    nneihes fizeram em aeonpanhar o
    cadaver de sua ptetada esposa, Isa-
    bel Maria do Espirito Santo, ao ee-
    miterio pnbnco; e de novo os convida para assis-
    tirem as missas do-setimo dia, que terio l.ugar na,
    malria de S. Jo*i, sabbado 16 do corrente, as 7 ho-
    ras da nuoha, os quaes se confessam sum.mamente|
    agradecidos.
    dtae JUvea Fernandas.
    -Sao eonvidados os parentes
    -am^os de Jose Alves F'ernande3J
    para ouvirem as, missas que poi
    atmn do mesmo serao re zadas, pe
    las 7 boras da ma obi de 18 d<
    eorreate.
    Segundo e
    iillizno leila
    BO
    soibrailo oom frente de azulejo, sito i rua
    de S. Jorge n. 17.
    Quarta-feira 20 do corrente
    A's J I horas H.i manha
    No) eobrado da rua do -Marquez de Olinda
    n. 37, primeiro andar.
    ' Escriptorio do agente Dias,
    qoe, competeutemente autorisado, levara a leiiao,
    no niac; bora, acima desigaados, o refer ido sobra
    do eom -os seguiates commodos:
    Duas sala?,.3.quartos, sotao com janeMas para
    as duas .Srentcs eloja com 3 salas, quattM ma-
    rido e.iiluiiad,', cacimba, o portao deita para c
    lado do uascente, e tern uma frente levaotadac
    sullieiente espaQo para ser ahi levantada uma casa.
    0 Srs. pretendeot-'s podem desde ja examinar
    a casa, e para ,jualquer afdareeimento, ao es-
    criptorio ^o agente, oole u*a iugar o wferido
    leiiao.
    Olympla tie AlhuquniHartin|
    iPerelra .
    Alfonso de Albuquerque Martini
    Pereira, seu irmao, dot e primo
    couvidam aos sens paiea tes e ami
    gee, para assisiirrm dive rsas mis
    sas,-que tern de rezar-se pela aimj,
    de sua sempre chorada irma, so
    brinha e prima, Olympia de AlbuJ
    querque Martms Pereira, pelas 7 horas d 'a manhi
    do dia 19 do eorraate, no convento da Gloria
    desde ja confessam-se eternamente graios .
    59
    AS 11 HORAS DA MANHA.
    Em frente a* companbia Pernambueana
    0 ageate .Dias, compeientemente audorisadQ,
    vendera ao dia e:hora acima desigoados. areferi-
    da lancha, que se acha a machina em perfeito es-
    Udo.
    Esta embareacio acommoda i"> pessoas, e nao
    s6 serve para reoreio, como para condueeao de
    passageiros Aos vapores que fundeam no lamarao;
    assim como para rebocar alvarengas dentro do
    porto. i
    A machina de forca de 6 cavallos, e pode 6er-
    vir para quab|er ontro mister, taes como : 6er-
    caria, engenhos, etc., etc.
    Os Srs. preteoaentes podem deede ja examina-
    la, pois esta atraeada ao caes da referida compa-
    BhJa. .
    im seguida vender-se b? uma oatra machina
    que perlenoeu aumaoulra laneha igual a esta,
    podendo ter a mesma aprdicacan, asim oomo o
    card do vapor Mamanguape, lal qual se acha
    (aadeado na cjrda Jo Passariuiio. PcMue rouilas
    caapas de ferro e eaat^neiras que tem valor e ap-
    plicacjo.
    DA
    urraacdo, jjeoerose.per.terieas da taverna do
    rua Imperial n. ilii.
    OUARTA-fEIRA 20 DOCOBJIENTE.
    0 agente Martins fara leillo, com autorisaeao, I
    da taverna acima, em lotes, 4 vontade dos com-1
    pradores.
    Principiando is 11 horas em pontn.
    LEILAO
    ;DE
    ' iimnandauu- Carlos (;urae>>
    E' esperade Jos portos do mlate o dia 16 do cor-
    jrento e seguira para os do norte depois da de-
    mora do costume.
    Para earga. eaeemmendM, valores e passagens,
    trata-se no escriujorio
    7-RUA DO VIGAflIO-7
    Pereira Vianna & 0.
    Libras eslerlinas
    Vendem Pereira Oarneiro
    AC,
    Rua do OMiiDcrcin n. (5.
    leiiao
    com ava-
    nu ims'i
    i
    De*e seguir em poue^ dia a e.-euoa portu-
    gaeza Aguin ; par-* a ew^ q'.w ihe falla, trata-sa
    com B. R. Rabello dt G. A rua do Commereio n.
    48
    -i mil)
    iiio de Janoifo, ,
    ndeseguir com rauita brevidade eorigue na-
    jiooai IttMylhin pojte de seu carrega*,enjo en-
    DE
    36 l.aUs de papel de embrulho.,
    ria d'agua a!gada
    SEGUNDArFK'llA 16 DO CORRENTE
    i< Vi horas
    .O agente Pun.; far., IWIa>, com autorisacSo do
    Sr/dinwii cji- Prac.~'. r-.n presonca de seu chan-
    celler. .- n., t'-OI'i* lisco de tf-iuu pertencer, de
    36b-4 das U*api;i > I'orlo da barea franceza
    Santo Audre: u lH i*ara effectuado no dia e ho-
    ra acima meuciouade;, no porta do trapiehe Con-
    ceicao.
    ledJo amiuueiado para o dia 15 do eowente.
    dea Ae ter Idgar a pedido de alguns mutuarios,
    licando denovo mareado o.du J dejunho pro-
    ximo.
    Fieaeao i?entos do leiiao as cauWas qu^ refor-
    marem o prazo da transaccao, pa^asdo o premio
    que deverem.
    Casa-de penhores, a iravessa da rut Duque de
    Casias.
    - t-.s.
    Maaoel Marques de Oli veira
    Henriqueta Xavier de Olive ira eon-I
    vidatn aos seus parentes e as pes
    soas de sua amizade, para assitti
    rem.as missas que maodamt cele-|
    brar por alma de sua presa da mii
    e soara, Anna Francisca M araues
    de Oliveira, falleoida em Portugal no dia 18 de
    abril proximo passado, cujo acto teri Iugar twgun
    da feira, 18 do corrente, as 7 boras damanhl, na
    igreja da Madre de Deos ; e desde ja oaf essam
    sen eteruo agradecimeato.
    ''MmaHamm
    Precisa-se da urn caixeiro para tavern.*, de
    ii a io annos : a tratar na rua Direita dos Ai'o-
    gados, taverna n. 60. __________.
    Fugio no dia 3 do corrente ama pra de
    Dome Luisa, crionla, hem preta e hem pare^ida,
    alu, represenU tor 3t annos de idade, tem sido
    vista na Capunga e no Recife, e qoe temou a ca-
    minho de Caxanga, oonsta que f i seduzida por urn
    pardo escravo, morad r no Recife : roga-8oa,po-
    lieia e capitaes de eampo a sua appreheasao, e re-
    meue-la para o Recife, a casa o. 1 da rua da Ca-
    deia-velha, que ?e gravificara.
    Advogado, j?
    Miguel Jose de Almeida Pernambueo
    fmr advogado e ajuiante do proenra-
    O dor fiscal da thesoararia provincial, rou-
    A dou o seu escriptorio para o 1 andar da
    m casa n. 81, sita a praca de Pedro II, an-
    m, tigc l.argo do Collegio.
    Ama e criado.
    Na ma do Oirredor do Bispo a. 17,precisa-se
    de uma ama e de urn criado para man dados.
    24-ISua do Maiqiifz de Olinda -M
    Esqalua do lireoo Largo
    Participa a sens frrgnezes e amigos que mndou
    o sen estabelecimento do relojoero para a mesma
    rua n. 24, onde encontrarao urn grande sorlimento
    de relogios de parede, americanos, e cima de me-
    sa, dos me I bores gostos e quaiidad'.s, relogios de
    algibeira, de todas as qualida es, patente suisso,
    de ouro p prata dourada, foleado (plaque!), relo-
    gios de onro. ingles, descuberto, dos melhores
    fabricanles, cadeia de ouro, plaquel e prata, lunetas
    de todos as qualidades, tudo por pre cos muito ba-
    ratos.
    LOJA DO PASSU
    in:
    Aeabam do receber pelo*vapor Mendoza :
    Riqnissimos cortes de gorgurSo de seda lisos e
    com 1 is Iras achamaloladas.
    DMos de bubo para vestidos, contendo cada cor-
    te, o necessario para seu enfeite, como seja :
    franjas, trancas, boioe.-, fivellas, etc.
    Riqnissimos chapeos para senhora, ultima moda.
    a rua Primeiro de Marco n. 7 A._______________
    Arrenda-se o eugenho, Saltinbo da fre-
    gueeii de Una, moente e corren'o. Dito
    eogenho e bom d'agua, dista duas leguas dos
    portos de Tamandare e Rio Form' so, e tem
    "terras para safrejar 1,600 a 2,000 paes
    annuaes: a tratar no mesmo enjrenho com
    o consenbor Henrique Augusto Milet, ou no
    Recife com Leal & Irmao, rua do Marquez
    de Olinda n. oo.
    Escravo fugido
    Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
    rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
    escravo de nome Jose Borges, meslre de assucar,
    tendo os signaes seguintej: cabra, idade de 30
    ann's pouco maiseu meno>, boa figura, nm tantn
    grosso e espadaddo, sendo o signal mais visivel 1
    gomma na junta do pe es(pierdo : roga se a todas
    aa autondades e capitaes de campo, queiram ap-
    prehender dito escravo e leval-o ao reterido eoge
    nho, ou nesta pra$a a Oliveira f ilhos & C, largo
    do Corpo Santo a. 19, que erao generosamente
    J-recompensados.
    MSf-^g JLll
    8P^B BBK jpHo 9W
    PENHORES
    Na wavessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar^ da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra^se os mes-
    mos metaesepedras.
    ih\i ,
    ii -j.l- ;r4S eosta-
    ii yr* -rr m foil.-.
    'vi i- i ..--.I -us ega
    f;. j.:l : o. ii is
    ieir.>, I .d i?\ iuiMo
    K'vrs, o- Maw l:'".'- io
    I'll i'ie.- .le r-Cr- i .
    No ai ni.ii. ni do Vapor Frances, rua do Bail
    da Victoria n. 7. oulr aa fS.na,
    Perfumarias.
    Fiao> extract >s, l-anaa*. !'.<-. >i>tal > e pas dea-
    trilice, agua de flor de laran;:.. agna de HisMse,
    divina, florida. hvand*-, |u- dr arr-s, sabaaetes,
    crosnietiros, iiiuiio- aitig<. delicaa> -m atilhai-
    ria paia preraates em fi u* J. aairsrUa, eaixi-
    nba> sorti las e garrafas de '. utej tam.-
    d'agua de C'b^.ie, hi I' d. pria-ira qualxiade
    dos I em runhoriilm f.>brinti ','w-r 0 No armasem do Vaptir Fr^ueez, a rua do bari i
    da Victoria, oulr'ora Neva a. 7.
    Quinquilharias.
    trtigaa de -lilFrrcntea |MtM c
    phaaaaciaa.
    Espelh-'s, leques, luvas. joias d'lHiro, teMormha*
    caniveles, caixinhas de costura, a!buns aa e caixinhas para n-tratos betswroiS de veHado
    diia'.de couro, e eestiuhas para braco> de mer-^as,
    chieotes, beng.las, ncuht, peaea>z. pmleirss r*
    charutis e eigarro-, esrnvas. |>cates. rarHriaaa de
    madreperola, lapele pai a lanterns* malas, >,?'*
    de viagciis, venesiauas para j(n ila, tdwww-
    pijs, lauternas magica-,co<(iHiramas, ;ogos da ghtria,
    de damn, de bagalella. jnadr .< cnai paiwartJ-1
    glohos de pap*'l para illnminac-Vs. maeMavs iV
    Fazer rafi, npaaada*is d* pa la as, rpalpi** de v ,
    accordaos, carrinhos, c bercos para -risata*. J
    oulras iiiuiU.- qumquilharw.
    Brinquedos para meninos.
    A maior variedade que.-a p'id'- A sc|ar de t
    do os brinq\;edo fabricados t\<\ dilferntes par-'
    da Euiopa, para j precis mais rcsnn idoa qoe |>"-- all : ao ar
    mazem do Vapor Franc-a, roa d.. Rarii da W
    toria oulr'ora Nova a. 7.
    Calcado fraueez
    A 9^5
    Botinas para homem
    Arafcaa dc chejar grandes )a"-irrss de botiaa.
    de t.ezrro, de corda'io. de pel ira. de daraqor
    com biqneira. de bezerro com bnto*. e etas ilh -
    tes a 9fJM)0u (a eseolher) por ter viodo graad-
    quantidade por conta e ordem dot (abricanles.
    ao armazem do Vapor Fiar.rei. a ma do Barao dr
    Victoria (ontr'ora >ova) n 7.
    Para aenha-a
    BOTINAS pr*las, brsnras n d eiire. dift>reau
    lisas. enleiladas baViMaa
    SAPATINHOS de phantasia roai sal:o, Lraaro*,
    MVtO* < d- rorrs dilT-reii"*, bordados.
    SAPATOS d<> lapet-s, rhatM, ra.awt de aaaaa.
    Para aacninas.
    BOTINAS preias, brai.eas e de rtwa diheteal
    lisas, nf tUdJf e l>rd*d*.
    ABOTINADuS de diversas qual.dadi;
    SAPATOS de tranca portofueses.
    Para menlnus.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de eorda-ao,
    f BOTINADOS e fapaioes, dc beiarro, de deversa-
    quahdadas.
    SAPATOS de tranca.
    Botas de montaria
    Betas a Napoleao e a liuilherme, peTfc*^
    meias pemeiras para homens, e meias peraeira
    para meainos.
    No armazem do Vapor Frances, a raa do Bara I
    da Victoria n. 7.
    mmm
    Obras completas do padre
    Francisco Ferreira Bar-
    reto.
    Vao finalmenle ser publicadas as obras coa-
    pletas fpr-isa e vers nambucano. cua reputacio litteraria nao se cir-
    cumscreve somente 4 sua patria.
    A Mlnstre assemblea provincial, roabwad-.-
    quarto vai de gloria para Peraambucn, aa poM.
    cacao dos variados e iiri|*ortantes escriptos o> la
    aolavei bomein de lenraa, acana de vour o -ul
    idio de 5;i 00000 para a referida pabiicario.
    que const'tur uma pruva d'j ac-ysolado patriot,
    mo dos dignos legislrdoies pernanibuc: no-.
    O Exm. St. commendador Henrique rernra d*
    Lucein, mui digno presidenle de^u pruvaci .
    sempre solicito em etevar a terra qn o da na
    cer, rbeio de patrioUamo araor l--ura, eatpr-
    ohon-se dignamente nesaa pnbliracao. da encairegnu >>s Srs. Carlos Kdaardo Muiiwrt a C ,
    proprietarios da typography Mercaatil.
    Os editores nao tendo em vista a ganaaria a
    interesae, esim apre-eatarem uma edicia mmna-
    poodente a importanria do lex hi, e ao alcanre d
    maior numero. resolveram publicar a obras do
    padre Barreto em 1 volumes de .100 pafjbna, e
    com o relralo do aukir, pelo coaah>Ju pre\o de
    oidoo cada exemplar, pagos aa eutr^ga do pri-
    meiro volume, para assif names, e fUOW) para n*
    que o nao fbreia
    Nao podtadV^ j' elitores pelo estado pro-ario di
    nosso commereio e utdastria, e n,e*m pelo paacj
    vincia de \Jagoas, comarca do'Porto Calvti, a J recurso pecunari de que di poem, empalar graa-
    menos de uma legoa distante do porto de maY do de capital, deliberarani impnmir i." numer I
    mitado deexennhres- o estrictamente neccaariv
    para cobrir as dep^za?; o qoe jcrviri da aviso
    as pessoas que iai por tan tes obras do illustre eseripior paraambu-
    eaao, afim de que Subscrevese em todas as livraria*, e
    pograpbia
    Os
    Precisa-se de
    raa. Direita o. 10.
    batedores :
    na refinxcao da
    Engenho
    Veude-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
    GameRa, tern oxceilentes terras, matas, e safr^ja
    regulannente 2,f00 paes : a tratar na rea do
    gario n. 31.
    vl!
    AVlSUb Dt:HS0S
    Ao commereio. '
    Cma pessoa habilitada prop5e-se a eonlralar
    es^nptas commerciaes, quer por parlidas dobra-
    das ou simples, garaatindo toda perfeicao e promp-
    lidao : qnem de seus services se qtteira utilisar,
    dirija-se em carta fechada com as iniciaas S. J. S.
    a kya do Passo, rua do Cr spo n. 7 A.
    Moleque Joao.
    nesapareceo h intern. If do corrente, o mole-
    qua de nome Juio, com 8 annos de idade, tem has-
    taoles marcas de bexigas pelo rosto, falla baixo,
    e natoral da Gloria de Goita, levou vestido calga
    e caraisa de riscado e foi sem chaped ; auem o
    apprehender queira n levir 4 rua Duque de Ca-
    xias a. 53, gue se graiificara.
    Ha para, alugar A rua d'Aurora n. 65, nm
    escravo, preto, ci ioulo de 23 annos de idade, mni-
    o rohusto, e apto para todo o servico.
    Altaga-se a sala e aleova da frente do ter-
    ceiro andar do sobrado n. 70, a raa Duque de Ga-
    xias : a tratar na Jo/a.
    9tmm(tmmmm-mmmmm
    t CONSULTORIO *
    1 MEHCO-CIRIIRGICO %
    m do tf
    aj Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso j
    PABTEIBO E OPERADOR
    do Viaronde de tlbnqii y-
    *
    i
    *
    *
    LEILAO
    - turtai am da casa do* arcos nos Remedios
    no dia 11 para 12 do corrente, uma tronxa de
    roupa lavada, a qual cootinha diversas pecae p>-
    m homem e senhora, bem como toalhas, 'lencos,
    ejc. As ditas pecas tem a marea M. A. Guima-
    raef: quem dalla der nolicia dirija-se a dila case
    que sera graijfleado generosamenth.

    DE i
    duas casas terreas
    Uma a rua Velha t^ 102, eom as scgaiotes c mmo
    didades : 2 sa'i=. ? qnartis grander, eozinha,
    sotao, quintal plnntado eeacimba.
    Outra na mesi)a rua n ii, com saUs.. 3 quartos,
    eozin? a fora, quintal, cacimba e I quarto, estao
    Bvres e desembaracadas de qnalquer onus.
    flBGESDA-FCUU 18 DO CORRENTE
    Ao pubiico.
    A relinacao sita na rua de S. Sebastilo n. 18,
    elude de Olinda, que foi do fallecldo JoJo Ma-
    noel Alves Gondim, hoje pertence a Antonio Jos6
    Caspar de Azevedo.
    Olinda, 6 de maio de 1874.
    Preeisa-se de u
    jjar-se da encader
    do loijieradu- n. 20, 1
    eneaderuador para encar
    rfgar-se da encadernaflo de diversas obrarf; a rna
    radtf n. 20, 1 andar.
    Respondo
    ao protesto da Sr. Dr. Rozendo Cesar, ou Lucio
    de Goes que nao eiiiste letlra alguma de seu acri-
    te, a favor de Joaquim Jos6 Ramos e desendtada
    pelo mesmi, pelo que nao deve ter receio de pa-
    gar o que nao deve : e V.S. devedor de,___...
    1:088*038, como da conta corrente que ihe re-
    met:i pela barcaca Vniao do Bratil, e depjo que
    o pag^oiento desse saldo nao llque parse safras
    vind. ur. ? '
    Recife, 13 de maio de 1874.
    Como procurador de JoaqtyBj Jose Ramos,
    _________^^^ Joaquim Franei.-co liastos.
    lTi
    (
    Deseia-se, fallar ao or. Joao da Silvoira,
    quem na uma carta vinda do Rio de Jiuiefro
    loja D, 3% da rua Jo Manj :ez de Olinda.
    para
    : na
    i hum i
    Precisa-se de um caixeiro que teniia pra*
    tica de molhado?, desses mestnos arruniados que
    qacem passar a f ocio e com pouco tempo dear
    com a casa, pur seu doao se qnerer retirar por
    daeute : largo.de S. Pedro n. JA_____,.
    0 Sr. Anionio Ribeiro Ponies que e caixeiro
    a raa Dmrne *te Caxias, e convidado pe'i segnnda
    vex a vir a eonfoiuria do Campos train"- de nego-
    cio de mutuo interesse, vb?tb que qao se sabe sua
    resideqeia dumettica,
    mne> a. .
    ESPECIALIDADE
    Moleattaa de aenboraa e
    meninon.
    Consultas das 7 as 10 boras da ma-
    nha, todos os dias.
    jat Das 6 as 8 da norte, nas segundas, quar-
    ^ tas e sexlas-fairas.
    Os doentesqoe mandarem os seus cha-
    mados por escripto at 10 boras da ma-
    ^ nba serin visitados em soas casas.
    Boa casa n. n.
    Aluga-se nos Coelhos, confronte ao hospital Pe-
    dro II.com exceileates commodos, grande quintal
    murado, quartos para criados, cocheira, porto de
    embarque, banhos salgados, independence de ou-
    lras ; emfim e uma bella casa de campo nara
    quem quer estar livre do rebolico dos carro e
    prm:ipalmente dos pestileotos apparelhos Oraina-
    Se: a iratar no mtsmo Iugar, em uma
    efroiite ao dito hospital.
    Grande fabrico de marmore
    deBelvojstfe Saoipans
    (Jp) I'raaca
    EsU grande fabrca execuu qu-ijuer
    meuda deste genero, como sejam m
    chamines, balcoes e ladrilhos dq"ilq,
    reza e desenho : os coacarreates det.' geaer.. a
    derao ver, precos corremas, expire cues e *
    nhos, e as encommendas a tratar em casa de K>'
    ler & C, rna do Bom Jesus n. 55.
    : -.
    0 Commtreit, qoe tinha iaierroaipiao aaa
    publu-apio, satura amanba am fernaio
    * 2 Consnltorio niedifo-cimmfd S
    DE /0
    A. B. da Silva Maia. f
    Rua do Viadbald de Albnqner^aa a. -
    II, oulr'ora mr da matnz da vca-Vista
    n. II.
    Chamados : a quaiqner oora.
    Consultas : Aos po*sw gratis, das 2 as
    4 boras da Urde.
    ta versa
    . Aiuga-se a casa Urea n. 5 do becco do Ve-
    ras : a iratar na rua do Torres n. 36. escriptorio
    de Mathsus Austin d C

    300S00O.
    rreeisa-se da qaantia de 300000 a juros razoa-
    veis, e pira ser indemnir-ada dnrante o pertodo de
    3 inezes o a razao de 1004 mensalmente. Qoem
    quizer fazer ete negocio deixe carU fechada nes-
    ta typographia com as iniciaes A. T, declarandp
    soa moradfa-arlm de ser procurado, e neta oe-
    casiao ser-lhe ha explicada a especie da iransae-
    jio.
    U Aluga-se utna cp-!>., sita a rua Augusu
    tratar com Tasso Iraaos A C
    !\aolia nais cabelks
    bniNs.
    I-
    Soe unicaapnrorada pelas academi*.* aa
    aciencias, rcconhecida sopmor a toda qte
    tem appareo^do aui uojo. Depi*itci
    pal 4 rua da Cadeia do Recife, t-ji-
    quex de Olinda, c. ii, !. andar,
    todas as ^oticas e cbsbs c ?t)
    eiro.


    6
    %fo Dinheirj ,i jur s
    De 1:0003 a !:0GO4, ma's ou menos, com hypo-
    as ruas da Imperatriz n. 38, loia, oa Imperial
    namero S. -
    *--------'----------:----------------------------------------------1---------------------
    licmviodo lugio.
    No dia 21 do corrente fugio o escravo
    acima, leudo os signaes seguintes : rlade 25
    annos mais^u menos, cdr fola, cabellos
    caraptnhos om pouco crescidos, cabefa
    chata, estalura regular, urn tanto magro, e
    tern no roslo bastautes signaes de bexigas,
    usa de cbapeo de couro, e levoU calcas e
    camisa de algodSozinho : roga so a todas as
    autonJaJes e capitaes decarrpo, queiram
    appreiieuder rfito escravo, e leval-o a rua da
    Madredc Deus n. 5, l. andar, das 9 as 4
    horas da tarde, on & rua da Imperamz n.
    , i. andar, que serflo recompensados.
    ASA M MRTiA
    iR.ua 1. de Marco n. 23
    Aos 20:00(^000.
    ' ^*,ba"(0fS8ig'iado tem sempre exposto a ven
    Ca atlbetes da loteria do Rio, cuia extraccao an-
    ounetara pelos jornaes.
    Precos.
    Inteiro 24*000
    Meio 12*000
    Quarto 6*000
    Manoel Martins Fiuza.
    Novo. aviso das acgoes entre
    amigos
    A visa so aos possuidoras das acc3e3 annuncia-
    da*, que a:o serao trocada? por oulras, vi-to ter
    se acbado as 58 accSes perdidas, gramas eo bom
    regulamento da compaahia de bonds, n as ficara
    sempre transferida para a loteria 103, visto nao
    haver tempo ue as dislribuir, nio so estas que se
    tinham p?rdido, como as de outras pessoas incnm
    totdas, se aeharem doentes. Recife, 9 de maio de
    187i.
    Nao se prestando o pcqueno espaeo do armaiera
    I'a a a.rn da Madrede Deos, para am abaste-
    ciao aeposito das diversas marcas de fumo, que o
    abaixo assignado almejava ter, acha se d'ora em
    diaute aberto outro estabeleciinento sob a mesma
    denonnnac3o de
    Armazeiii do fumo
    A' rua do Amorim n. 41
    com todas as proporcdes deseiadas, e onde pode-
    rio os senhores freguezes dirigjr se, cenos de
    que, como ate aqui, acbarlo sempre a par da mto-
    dicidade dos precos, a maior sioceridade possivel.
    Entre as diflreremes marcas de fumo da Babia' e
    Rio de Janeiro,-que tem sido annunciadas, acaba
    de rhegar uma encommenda especial, e que muito
    deve conviraos senhores freguezes. Conscienta o
    aba.xo assignado de qua neste genero de negocio
    nao esta sem compettdores, fara muito por evitar
    qne tambem 01 tenha com relaeio ao pequeno 10-
    cro que proeurara obter da drta mercadoria.
    Jose Domingues do Carmo 9 Silva.
    0�& **
    BACHAREL MIGUEL AlOftTH
    MjII
    Advogudo
    Rua do Imperador n, 71,
    Empreza do gaz
    A empreza do gaz tem a bonra de aenrmcrar ao
    publico que recebeu nitimamente um asptendido
    sorlimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
    delas e globos, cojas arao.-tras estao no escr!atorio
    a rua do Imperador n. 31, e serio vendidb* aos
    sens freguezes pelo preco mais razoavel possfvaK
    MOTINA
    EnVd oncourar;ado I! !
    Aguti mole em pedrd dura
    Taiiln da ate que a fura.
    flogfc-.ie ao Rim. Sr. lgnacio Vieira de
    dscrivio na cidade de Nazareth desta provincfa,
    favor de vir a rua Duque do Caxias n. 36, a con-
    jluir aqnelle uegocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada desta jornal, em
    dns de dezemhro de 1871, e depots para Janeiro,
    passou a.fovereiro e abni de 1872, e oada cumprio;
    * por este motivo 6 tie novo cbamado para duo
    im, pois S. S. se dwe lembrar que este" negocio
    le mais de oito annos, e uuando 0 Sr. sea Blho s*
    achava nesta eidadt>.
    Aluga-.se 0 1 audar e 0 armazem do sobrado
    da rua do? Rufgos TReclle) n. if: a tralar na rua
    da Pndan.20,'.opmjJoic PcMctano Jiatareth.
    **&m^m!*-mmmm
    m
    *
    m
    m
    0
    * ExceBenle occasia .
    . Para 0 lico e para 0 pobre
    0 Optimum tcrrenos para
    < edlflcacfto
    0 com 40O palmos ile fuadu
    a IA#oo e soo rm.
    Retalhamse os prandes terrenus que
    j&j, eircuiudam' a e.-la-ao da Boa Viagera ;
    ^ sao tt-rreuo-i proprios, d>!-pmbar.icados e
    * curtadus poi tres estndas : a real, a de *
    0 ferro c a qtfr segue da estarao para a m
    ^. Bt.a-\iagfm, e licam mui pruximos ao 3
    ySt rio Jordao 0
    0 A commodidade do preco, a facilidade )tt
    j-^ do trautporle de maieriaes pels via fer- 2
    W rca, a pnWiniidWe Je madeiras e, sobre
    ~mk tudo, 0 privil.-gi6 de viajar gratis uo va- A
    gj pur pelo espago de lOanno?, a quern ed- S,
    JS? Hear proximo a estaeriacao, tudo i^toede 0
    0 ineontestavel yaulagens e deve animar
    ^ os preteiidenle?, os
    0

    S
    *;-r Compra se nraa escrava que seja boa qai-
    tandeira, e cozmiw alguma ooosa : a traur no
    largo do Paraizo n. 16-, tarerna.
    CfilPKHE"
    am par de frenhas grandes de labyrintbo e nm
    outrj pequeno, que seja Bno e bjm feito, em es-
    go'40 : oa rua da Visconde de Albnquerqae n. 39.
    Compra-se uma escrava que iirva para todo
    servico : a tratar na rua dos Pescadores n. 31.
    rnut
    9l Raa d*Rnperador0n. 71. ^fl*almatte, irrrimbe-s*' cW paomover edbrtn -
    0
    .3 quaes desde ja se po- S
    -J*-' i 5 '" J1 8ir' .llos aias uleU>a rna d0 lni W
    Caffift recfehVnte ebegalb, de bezerro el ^SS^m JSri^M^vS^' dif *
    cordovao:na raa dp Satquez de= Olinda u. 40,, A "D,0''cS^ l^m ^?ri y58^l, -Dde
    ' O bwcherei Jfratjutrh Ferreira Cbaves S fazer ouaiqeer uegueio.
    LiquidaQao de moveis
    Por precoe mui reduzidos, diversas mobilias e
    cadeirasde gnarnicio : vendeni Cunha & Mania,
    a rua do Marqnez dedrmla n. 23.
    Venae seamacaiioa pmpria para caphn :
    tratar na taveraa defronle damalriz do Barro.
    Mm
    Lii]iiitl;i('fii
    . JEM
    Grande escala
    S6 o n. 20
    A' rua doCrtspo, I ji das 3 portes
    c.
    BA RBEIK!
    Precisa-5e de- um tioni official de ba
    rua da Imperatriz n. 82.
    ro : na
    fa*amigavei, o jtniieiaimefite na rueama
    comarca.
    Roga se ao Sr. Jbaq'olai1 Ferelra Ram'03, qne
    lesba a bondade dr wmpaVterfer & rna dV.Marcilto1
    LWas n. 45, das 6 as 9 horJTs d maahai' ou a se1
    cretaria da santa cas*de misCTicordra, a negocio-
    de sea mteresse1. _______________
    Precisa-se dri uma1 mucamka para o servico
    intenwv de uma peqaena familia : n* rna do Ba-
    rao da Victoria n. ii, segvodo andbr, eatrada pela
    rua do Cat*.
    CHAIN).
    Vftidem-se don de amarelto, envernisadus, coni
    iroa*ietario a Ja| IJpewo u*o, proprios ura li*}a de fazendas, miude
    55 jda mrp_eratriz, fabric's de cigarros dos Srs. Ulyise?
    '& Imfio e tratar com Pftcas RosariO' a. 9.
    Gustave. cabelleu-eiro, a rna do Marquez de-
    Olinda n. 51, pnmeiro andar, preeisa de um habil
    olllcial de barbeiro; pagase ben.
    *
    Proleslo
    U)n-tan.io-me, agora mesmo, que 0 negociante
    da pra^a de Pernambaco Joaquim Jose Ramos, ao
    fugirparaa Europa, descontara letras falMs de
    di versos fazendeiros daquella e desta provincla, e
    fntreellas uma aeeiu por mini, da quantia de...
    3:217*380 ; venhd pela unpreosa protestar contra
    este acto crimiooso, e faier publico que nio acei-
    Jei letra ;.lguma em favor do mesmo Ramos, e
    portaoto, falsa e a meacionaJa letra, ou outra
    qualqiter que ppareca aceita por niim em favor do
    mesmo seuhor.
    25
    No lira do da rua do Uaruuez de
    Olinda ir. 't&
    As pessoas que teem procurado- arrecdar 0
    predio acima, onde foi estabelecimeafc de louca
    do finado Manoel Anlunes Vieira,queirai apres-n-
    tar suas proposes em cartas fechada?, bo dia 9 de
    maio proximo, ao inei dia, no armaient da rna
    do commercio n 8, onde serio abertas ditas pro-
    postas em presenca de tod os Jnteressados. O
    arrendaraento e de todo 0 predio (annazem, doos
    andares e sotao) ; os senhores pretendeafts, po-
    rem, podem fazer tambem proposUs de parte, 5e
    melhor Hies convier, indicando os seas fiadores.
    Recife, 30 de abril de 1871.
    SAQOES
    CarvaUnr* IS'ogueira, na raae>o Apollo
    Is. 30, accam sobre o faoco Conuztercial
    ieVianna (,-9i?as agendas em todas as ci-
    dades e viHnv- de Portugal, vista e a prazo
    por todos os-' pw|oet6S.:
    vkor Di) mmm
    Aloga-se por preco razoavel, a Ioja do sobra-
    do n. 41 da rua do Rangel, a qual tem armaeao
    presta-se para qualquer negocio : a tratar ao t*
    andar do mesmo.
    Alsgoa.-, eogenho S.Salvador,
    187i.
    de abril de
    Rozendo Cesar de Goes.
    CASA DA NRTHA.
    .xlOS 4:000^000.
    -BILHETES GAtUNTTDOS.
    I ma Primeiro de Mat(o foutr'ora rua dt
    Crespo) n. 93 e cosas do costume.
    Acham-se avenda os felizes bilhetes garantidos
    5i o- parte das loteiias a beneticio da igreja
    do Teroj do Recife (100*), que se extrahira na
    'luu.ta feira 21 do corrente mez.
    PRECOS,
    Liiihcie iateiro 4*000
    Ke'io btlhate 2*00u
    :M PORGAO DB 1O0COO0 PARi C1M .
    Bilh^te iateiro **SO0
    Meiobilhete 1*750
    Mgttoff Murtivs Fiuza.
    Precisa-sedj uma escrava para cozinoar e
    comprar : a tratar na rua Pnmeiro de Marion.
    2o.
    Piecisase de uma ama que saiba coziatar
    e engommar: a tratar na praca do Corpo Santo
    n. 17, > an:-ar.
    Aluga se uma
    casa
    DE
    ii.
    escrava para todo service d-
    na rua do Imperador n. 50,3 andar.
    Manoel Cavalcantc deSa Al-
    buquerque
    Roga-se a este fenhor, morador no engenho Ta-
    balinga, provfneia da Parahyba, 0 obsequio de vir
    ao escriptorio Si Francisco da Costa Maia, a rua
    da Cruz n. 56, i* affdar.
    Precia-se de uma ama para eozinhar pnra
    nma familia, composta de doas pessoas : a tratap
    no-pr.ieo d.t Paraizo n. 28, it andar.__________
    Preeisa se de uma ama
    para andar com uma criauca
    e para 0 mais servico domes-\
    two de pe^uena familia : trala se no PasseiO a.
    60, on na rua da Uniao n. 67.
    AMA
    AMA
    Preeisa se de
    ga n. 2 B. -
    uma : a rua do Caba^
    Precisa-se de nma ama ffi-
    vre ou escrava, boa co/inhei-
    1 a : na fabrica a vapor de
    cigarros, a rua larga do Rosario n. 21.
    AMA
    o e- liaallrtaVel
    RESTAURAIM. E
    EMM- 0: BSHELLO
    CoBcerre papa mw beflo (i pr
    fiitfr pdifeirtiv
    Tarna os-cab^Hos maeroav bfaodos a
    sidios., perfnrflando-os cor? om-' aronso de-
    especial deltoatleza, que- t* apurado tera
    sido.
    Predisa-se de um para todo o serricw aomes-
    tico e de qginlal : wafa-se u Passeio a. W, om-
    na rua da Bmao'n. 67.
    Ricas baadeijas
    Part Mementos, flailea e baptisados.
    Quern qtftzer otter uoa ban'ifcij?. ricamente ea-
    fcitada, dirtja-ae-a ConfeiiiwiB do Campos
    Ja mandando en indo anoomnvendar, ja com-
    prando alii todos 05 enfeite?, ocnslando do seguin
    te :_
    Polos finos parz-enfeitar.
    Doses saborosjssiHios para eafeiuw.
    Figurts altefeoric.-T para etj^itar.
    Papeis arrendados-para entntar.
    Bouquets para uoi."Os.
    . Mi
    Encontra-se sempre- osegaint* -.:
    Fiambres inglezes.
    Budias >.
    Bolos >
    Pies de i'6 linos.
    Fatias de-alto para partttriertes.
    Pastei* efl* profusio.
    Filh6s'(*3n*'s de moltiitfr).'
    Doees eit> ealda, raludo 9 scrpo.
    Bolachihlt de mil qiialidadris:
    (Sugar Wallers vanilla) par/, dtefcs*.
    GelSa de rxoeotd, desinfec'ada.
    Amendoas, aonfelto?, etc.
    Cha verdadeiro das Caravanas:
    Cafe de Java feerd deiro).
    ?naa \si*y na
    CO.\0EITARIA UO OAMPOS.
    pr
    AMA
    Na rua Imperial n. 114 ?e
    dira quera preeisa de uma
    para comprar e cosinbar par*
    dues pessoas.
    Precisa-sQ de nma ama para o ?efvicp inter-
    'DO d pequena familia : oa ru:i Imperial n. 102.
    Proteslo,
    Manoel Alve? Barbosa, tendo vlsto annunciado
    que na se^unda-fi-ira 18 do corrente, irao a praca
    por venda, e depots da audienci 1 do Sr. deserabar-
    gador juiz de orohaos, doas terrenos de ICO pal-
    mos cad-i um, na csmpina de Santo Amaro, a re-
    querim^iito dJ inventariant" dos bens dos flnados
    major Manoel do Nascimento da Costa Monteiro e
    spa mnlher, vem por este meio protestar contra
    dita arrciiuui^an, por qoaoto esses terrenos sao
    de sua pr"priodade, visto ja Its l< s comprado por
    cscriptura pnblioa em II de novembro de 1872, fi-
    cando sciento quern quer quo os arreinate de
    que 0 abatxQ assigoado fara elTectivo opportuna-
    mente 0 sea direito.
    Recife, 15 de maio de 187i.
    Mnnoel Alves Barboza.
    -CASA 00 OURO
    Aos 4:0009000
    o;ihetes garantidos
    tiua io da Victoria (outr'ora Nova
    f, e casa do costume.
    O abaiao a-signado acaba hi vender nos sea?
    muito felizes trilhetes a sorte de 4:000*000 em um
    meic bilhete de a. 3649. e um meio den. 1378
    com a sorte d- 110*, alem Je outras sortes me-
    nores do WJOOO e iO*"^ da loteria que se
    acaboa de extral^r (99*); convida aos possuidores
    avirerit r;cebir, que promp'.a:nt!nto serao pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
    vel publico para vir ao sail estabeleciraento com-
    prar m muito, felizes bilhetes,qL>9 nao deixarao de
    tinr '['lalqaer i>reraio, como prova pelos rae.'Oics
    annnncios
    Achamse a venda os muito felii-s bilnetes ga-
    rantidos da 5' parte da loteria a beneQcio da
    igreja de N. 5. do Tergo do Recife, qne se extra-
    hira no dia it do orrente mez.
    Preyoa
    Inteiro 4,J00t.
    Meio 2,1000
    e 1009000 pni-arirai.
    Inteiro 3,1500
    Meio l,r790
    Recifa, 9 de maio de 1874.
    Joao Joaqutt* da Costa Leiie.
    Aluga se nma b^a casa com excellentes cm-
    Oiodos, a rua do Coronal Suassuoa n. 169 : a tra-
    tar hi urjsm* rua n 171.____________________
    Jose Claudio Pereira Guimaraes, faz saber a
    gaem anniirjcioa precisar fallar com sen primo
    Joao Pereira t'^rdoso Guimarac? a negocio do In-
    teressc deste, que e;ie ha moiUs annos esta resi-
    dinJo u cidade do Porto, para onde se retirou
    por nvjlivus de moles\ias.
    A TTlfl ft"ecisa-se de uma ama para eozinhar:
    aiua na rua da Uniao n. 35, confronte aaa-
    Irilhos urbaoosd*-Olinda.
    AMA
    bomem solieiio.
    Precisase de uma que cozinhe
    '"ompre : na rua Nova n. 6, casa
    Ama
    Preeisa se de uma para eozinhar
    roa de Pedro Alfonso n. 3.
    aa
    Quern precifar de uma ama portngueia
    para eogommar ou eozinhar: dirija-se a. raa
    da Poote Vellia u. 6, que achara com quem tra-
    tar.____________________________________
    Precisa-se de uma ama que seja diligente,
    paia casa de pou^a familia, para eozinhar e ea^
    saboar : ua rua do Comiiierciij n. 26, se dira.
    Ama
    Precisa-se na rua djs Guararapas
    10, para poue.i familia.
    a-
    os tamaohos
    ta; as sim e:>io
    frueta e, de oalo :
    Abaoati.
    Aeaeia.
    Arftieam a tb.
    Caaella .
    Caeaar ina.
    Curolii ia do srincipe
    Coaieca. .
    Corap io da India.
    Fi^oeira.
    flaml iciyant.
    Fracla-pao. "
    Inga do Para*
    Jambo.
    Jasm im laranja.
    Lara nja da Bhina.
    Dita do eeo,
    E outras plantas :
    ura n. 25.
    ALUGA-SE
    0 sobrado de dons audares e sofio, sito a-rna do
    Visconde de Albuquerque n. 18, com grandes eom-
    modos para familia e bom quintal : na mesma rua
    n. 16, se dira quem aluga.
    mi- m
    Os abaixo assignados fazem publioo quo nesta
    data dissolveram a sociedade que tinham na ta-
    verna sita a ribeira da Boa-Vista ns. 1 e 6, a qual
    fjrrava sob a razao de Coelho A Rndrignoa, lican-
    0 0 socio Coelho com 0 activo e passivo do
    mesmo estabelecimento, e o socio Rodngnes pago
    de seu capital, e desonerado de loda a respon-
    sabilidade do mesmo.
    Recife, 11 de maio de 187i.
    Manoel Maria Rodrigoes,
    como procurador de Antonio Go, calves Coelho.
    A'-itonio Ferreira Alves.
    All
    uga-se
    0 tercciro andar do sobrado da rua do Vigarto o.
    5, com buns commodos para familia, e agua po-
    tavel : a tratar no armazem da travessa do Cozpo
    Santo n. 25.
    -------------*;' --------1 ''' "i-1--1
    na para alug^r, inais uma escra,va,
    S' lulata : na rua larga do Rosario, aotiga
    os Quartets n. lG^'i.0 ahdaf.'
    ... DE u,
    RBISTOL
    Pri-:isa-se de um caixeir 1 de 16 0 20 annos
    de idade, que tenha pratica a* taverna : aa raa
    de S. Jorge n. 131._________~"
    Fi-ecisa-se de 10.000* a jiiros, dando ae por
    garautia prelios nesta cidade : nesta tvpographia
    algu-m informant ao pretenderte.
    ~~^ Cotisu ao? abaixo a.-i$o/dp achar-se nesta
    praca 0 Sr. Manoel PeraaHaes (WCarvalho.
    Tasso Irinaos 4 C.
    0 Sr. Joao Barhpsa Ferreira Junior tem uma
    carta na rua duApsBon 20.
    Batedores
    Precisa-se na refina^ao da rca D. Maria Cesar
    (outr'ora Sensala-nova) n. 30.
    I 500*
    Prcisa-se de
    em nma casa nesta cidade : a rur-\ da Imperat
    n 33, se dira qaen? precise.
    a juroa sob hypotbeca.
    HwrW
    Alugase uma escrava para eozinhar e
    -rvicos de casa : na roa de S. Jorge n. 74.
    mais
    sele^ta e de ttntbigo"
    (Enxertadas)
    Sapotfzeiro^
    saporefrOS de II palnlhs (em vasea) e de totfcsjj
    preros maif comawdos qne don-
    as segnintss outras plantas 4t>
    Aften^ao.
    Desappareceo no dia 6 de coverobro aa- 3BB0
    passado, 0 escravo Benedicto, pertencente aoabai-
    ka asr igaado, com es signaes seguintes : oabva.
    .'?'>. 37 an.ii.s de idade, falta : alguns deutes
    na frentc, fallabaixo e coinpassado, tem am dba
    dedos pollegares; jm> earap^ci, olhos peqaenos,
    bbeca if nariz rsgiilare,s, e natural da cid&ae de
    Sowa, provincia Ja Pkrahvba. UA compradb a
    Aatooio Leite Maria de MOraes enr 18B2": ped-
    se- as antoridadea poltcias e capitaes da eaoip*
    a- apprehensao do- dito escravo. gratificando-s-a ge-
    nerosamente a qem-u levar em Clmda a ru*. 27
    de Jaaleiro, outr'o*a-Pac<> t^stelbanon: 9:
    Barao daeTaOarn**.
    wmtm
    9
    1 TemJe-so um terreao com caiaSo edificado,
    Jendo 2S81 f/2 palmos de fundo e 2f de frente, no
    lugar Camiaho Novo n. 78, tem algrms arvore-
    dos: a pessea que quizer sompra-lo dirija-se a
    rua do Mowfcgo n. 51 qne acliara 0 vendedor
    se ?lo
    OVf
    'VI
    A^^ogado.
    Mty A. J. da Cceta Riteiro mudbwsaa re--2T
    f3| eonliniia a le>--aaori|>a9Vw a ru.v Jo impe- *^_
    ^ rador n. 5i, S
    0 if#4MWn% $ Sfefrf Ir^lfit-flrt^jK
    Lar;jij eravo.
    Ditr. de- doe* do Para.
    Ditr.-brnica.
    Wta tangcriaa.
    Lima da Persia.
    Dita.de untbigo.
    Limr> fraacez.
    Dito doce, eaxertado.
    Oitioore. fc
    l-aimcira iawerial.
    Parrttr^^^
    Pinbeira-
    Rometrasv.
    Rozairas
    Rozidla.
    Obaia.
    na 1 'apaoga. a> raa
    ap
    d a Vaa<
    CoDaHttfe iiiedku-
    AULAS MIN HlViLS. SaIURALS
    r,;:
    Vicfiy^iusset
    Hreflftt-iveiM :iai e -**i*-Vichy
    por serem as- unicas que cnoservam ludas as soas-
    proprieties de:(ois de-traaspr>Ftadas.
    Fonte 8> Marie, e a mais efiioaa tn anemia^.na
    albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do.
    sangue,.e uis febres intermiueotes. Os resultados
    obtidos na diabetes sio muito aotaveis.
    Font* Elisabeth, nao ae altar* nuaca e e a mais
    rica das aguas de Vichy en. bicnutonato de-suda
    em napusia e recomruendada petes senhores-me-
    dicos peb suaefflMcia nos- eosorgrtamrtitos- do
    figad:o do bai;o, nas affecfiiea do estomaga,..dos.
    rins, da bexiga, nas afeias e 11a gotla.
    EXUASK
    o inoine 1I11 foutc wok niiinuli,
    Vende-se em wtixas e a.reulho, no unijo ik
    pcito
    PliltK.MAClA. AMERICANA
    aa
    I'erreirnllaia dt Comntt >.)tia
    57- RCA rtfjQl1* 1>E CAXlAS-aT-
    I
    > l*f. Kril!o.
    Mf RCA DA CUU-2. X 26, 2. AVOAR.
    'if Recem-chogrJo da Enrepa, .,txie fre-
    : J qnentou os fcospitaes de Paris -Licmdrv fU
    ifl pode ser proetwade a qualquer hora do
    ;0, dia ouda ntxto pan objecto da saa pie- J
    In lissao. JFl
    ' F\ Consullas dau-6' horas da mania- as- 8 rw- W\
    Jt\ rasj e do meio dia as'duas (a. tarde. M
    fr Gratis aos pobres. 's
    ft ESPECIALIDADES. V
    J Moiestias Ju senboras, da pelle e de y
    'C crin<;a. Cj
    & -.k- G
    ^RtKi VIvleane, XH
    Vender ttlar barn to lomw aa nu* Itn
    que !<; C*T*nt. n. 90, MJn l* 411
    aeida I>nMrte A < .
    Os donos deste estabelecimento, eetando resorvi-
    dos a cbamarem a- attencao do pubiico, com esae-
    cialidade as donas de casa e pais de familia para
    sconomisarem, teem resolvido vender todas as- pe-
    ehlncbas pelo custo^ 0 qne so se vendo node se
    aereditar.
    Cambraia trans pareate fina, com 8! 1^2 varas,
    pelo baratisslmo preco de 2*800.
    Cretone; 0 mais moderoo qae tern vindo ao mer-
    cado, a 360 rs. 0 covadh.
    Chita trancada, fazenda muito tina com 4 pal-
    mos* di*.largura, a 3l0>rs. o covado.
    N-5o e barato, madapolio francez por 5*800 e
    6* a pfca ?
    Cambraia de cores, padroes modernos, a 240 e
    260 rs. 0 covado.
    Digara se nao e baratlssmo, Uzinhas moderns.
    fazenda de gosto e de la pnra, a 300 rs. 0 wmdo""
    Lencos de linho, fazenda fina, em ama liada
    caixinha, a 4*.
    Algodaozinho de 3*400 e4* a peca.
    Chapeos de sol de seda trancada com cabo de
    marlim de bons gnstos, qae geralmente vendem a
    ,16*, por 12/.
    Metins claros, fazenda superior e de liados pa-
    droes, a 260 rs. 0 covado.
    j Chitas finas a 2i0, 260 e 2.T0 rs. 0 covado.
    - Cambrais abertas, muito lihas e boaitaa, a 7*
    a peea.
    Baptistas finas e de gostos, a 320 rs. 0 covado.
    WBn n*> vira comprar f
    Camisasinglezas, peito de linho, que nnnca ven-
    deu-se-par menos de 6n*, vendemos por 38*.
    Mean* aaearoa de listras a 3ft rs. 0 cavado.
    Conwidaraos a uma experienoia.
    Dao-se awoslras de todas estae fazendas. e man-
    dam se-aas easas.
    AKpncao
    Precaw-se-de um caixeiro com- prat ca de pada-
    ria : n* rua> do Barao de S. Borja n. ti ; pr%fe-
    rindo-se 0 da idade de 15 a t8 aonos.
    Vende-se, ou troca-se por cwas na Boa-vista
    on ardgatse um sitio na Capunga, rua da Ventura
    n. 20, com 15ft palmos de frenle 3 mais de 300 de
    fundo, com- boa eaa, cacimba, cosheira, estrtbaria,
    etc., todV omvado, com portao da ferro na frente
    a tratar na. pua Velha n. 102.
    Clfrrlr^rS |r&Fa SfrHlWrTJi.
    A Ioja- do Passo a" rua .Primeiw de Marco n.
    7 A, receSou. pelo ultimo paquets; um rico sorli-
    mento da chapeos para senhora, uttima raoda e
    vende por preco commodo
    CURA OS CASOS MAIS DESESPKRADOS
    A SAF8APARRILHA DE BRISTOL puri
    ffca a massa do sangue, expetle para fort
    todas as materias e fezes vicidsas e impuras,
    regula todlis as seere^Ses, da vjtijliaade e
    eoergta a todos os orgaos^ e (U.fqrga e vi-
    gor ao systema afim de poder melhor resis-
    lir a todos os atnques- da enfermidade. E'
    'pois este um nendmb oonstitteional. Elle
    nunca distroe aura de poder curar ; porem
    constantemente assiste a natureza. Portanto
    em todas as doenoas constiluciomm e em to-
    das as'iwt&siiaslo'caes depeyidente oTutn ed-
    totip vici^so' e imp^rfeity dp systema emgt-
    ral, achar-se-ha que a SalsapaRRILHA m
    Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
    nao, possumdo rnestirnarets e incomes(aTi
    vrtudes.
    --------
    AiiEMCM
    Constando aos.abaixo asslgBado achar-se nes-
    ta praca 0 Sr,. Maaol Fermndes do Carvalho, ren-
    defro dns ehfeehhis RarTa'e Prespiija', em Ma-
    maDgiiape, prov'nu?ia da' Parahyba, veero rogar ao
    mesmo 0' obztqueo de vir entoadev-se com os
    abaUo assfgnados immedfataineato sobre negocio
    tendente aos referidos etigehhoa. Btna do Amorim
    37, escrtp^brio.
    _________________TkSjo toaaoa A C.
    PteoMhso ao I Urn. Sr Josvi de Barros.
    Albuqu>rnjuu Lins, altiiano da faculd*-
    de de direito, que residi-, em 0 anno pas-
    sado.'Da rua do Caldeveir'o n. 13,-0 favor
    de apparecer na rua do Hospicio rs. 83 a
    negocio quje lhediz respeito. |
    DEPUHAUF
    In SAIVG
    PIUS or.
    COPAHU
    CozmKbr e S6HiKr:
    Precisa-se alugar uma escrava que saiba eozi-
    nhsr e engommar ; e para casa de peqnena faral-
    lia : na rua do V^ario n. 16, l. aadar.
    - Alnga se oa vende sa a casa, lerrea da rua
    dos Prazeres u. 86,: a tratar na rua do Bom Je-
    sas n. 31, 1 andar..
    TraspRsso k easa.
    Traspassa-se ate 31 de agoslo uraagraade casa
    na p\>voacao de Apipucos e com muitos commo-
    dos : a tratar JJD...I* andar do sonralo da tra
    vessa da rna do vigarlo, n. l.escriptorio.
    Preeisa se de um caixeiro com pratica de ta-
    verna, com 12 a 14 annos de idade: a tratar na
    trtvessfda rna da Principe a. 9, taverna denoffli'
    nada Porte Principal. P-.ga-se bora' ordenado
    agradaado.
    a
    Pffl:l.
    mrinriDADAt> des ikxo*s as arricgow
    GfT\yr.\ ~l t",000corgda>w>a>
    I 'ifns.puslMlai, herptt,
    I narna, comixo**, asrU,
    I monia, e alkrfots, vi-
    \cinsas d sarvgu*, fi-
    rm, SQHeiMois em mercuno). Ue^aroti T>> igtliei
    Aiauas mmeufj tomao-se dons or
    semani, segalndo 0 tract.Tmenio Depurati 1 : t
    Sste Xarone Citraeto da
    {erroaaOJl4BLE,eura
    limraediatamente qual-
    Iquer pur gar ao, rela-
    \racao, e debiMiads,
    e igualineuic us jiiuos e Jlores brantai du
    ramheres. Estii idieccao kenigpa emfreglSae
    eom 0 Xarpe de citraeto dtferm,
    eMnrl4aa)Poniadaqueas cura ems dial.
    POMADA ANTIHERPETICA
    Contra: nas affteeoeseulaneas t coaUxost.
    PILUJLAJ VECETAES DEPUHATIVAS
    do ciubie, cada Oraaeo yrai aeeompabade
    it um folheti.
    AVISO AOS S8. MEDICOS.
    Qr%tatgrhet, lout*
    e*qm>uM$, irriMfOa
    L nirwKi Mf dot *ro-
    ,______________J cWm iMdu ai *^****Zi^M&dop tiiijpuU ao doento.
    1 eoth rehdea derte xtrope B- Focit.
    Da. CBUWI Q.ParU. r* TUIeaae, 99.
    Deposito botica Franceza
    22 Rna da Cruz 2Z
    Apolfces de juro dfr oito por
    cento.
    Vfndese-nas obras do mercadc pufclico : a tra-
    tar com Jose Augusto de Araujo.
    Veada se uma paqaena pane do sokrado de
    dous andares da rua Direita, n. 141, esqaina do
    beccodo Lobato: qutm 0 preteader dinja-se ao
    escriptorio do Dr. Angelo Henriques da Silva. na
    rua do Crespo n. 12.
    Silva Guimaraes & C.
    O fina do Corpo ttanco a>
    Tem para vender em seu escriptorio o seg-
    uinte :
    Vinhos flhos do Port.} em anioretas eaixas de
    uma dnsia.
    . Dito aiascatel do Donro, tm saixas.
    Dito M:uv.i7.:.i iden .
    DitoCarcavellos liranco, > in saixaa.
    Cera em velas e bugias.
    Pregos do- Prrio.
    Fecbiduras de broca e lisas.
    DE
    .i 11 n{ ni
    Junto Ioja Ja csajalaia.
    METINS CBIXEfES,
    Proprios para veatMo-, os nuts moderaoa, pel.,
    diminnto preco de 280 rs. 0 covado, t pnaaiifcx !
    Dao-se amostr^s.
    ORGAMlYS 'Jt CDHES.
    Pazen Ja fina e com lemii u pdrSe, pelo dimi
    nnto pnee de 320 rs. o cova>, # peerMacka '
    Dao se amostres.
    CIIITAS COM PA"W^ !H? CUBTOW..
    Fatcada liniPskna. rcm Imdos pi,*iV<, p, 1
    minulo preco do* 210 rs. 0 orvado, th se vaa4<
    6 pechincna 1 D.io-ae amo-ira-
    I.AS ESCtfCBUS
    Ompleto sorlamnta da III eacacraap, e pan
    acaftar so veade a 210 rs. a cavado ; e pciKaili
    Dao-se amostras.
    CASSA LANE.
    Crcndc sorameato 4esU ftaaaSa, com xa-
    bonitos padr&rs qne tem vindo e ane vaaa> se
    pelo diniaola* ariga da tOO rs. a covado ; e t
    chiucha 1 Dao se aaesttM.
    CiilTAS CLAIMS
    Com bonitos padran, qo sa vcao> iMln
    covado ; e-peehiocha f p>a0 u ae>tras.
    mtum*.
    Brim rtef%ad,, liso, a qae ka da mate fino, pre
    prio para costumes de heave*s e atealBoi e -
    tiios para seahoras, por rtr muito ino a hotit
    paro, e se vetf e pel* diaHaate parm a> ** 1 -
    0 Cuvado; e psc incha .'Ho e amostras.
    3IUNS W: f/JHLS.
    Brio* de core^, Imbo' puaa, com teiaiVft pa-
    droes e que se vende p*lo dtaxauin preaa ae S60
    rs. 0 covado ; e pecnincha aVao-.e aauttra-
    CAMLMS DE CHETONE.
    Camisa* de ereione, o qoe Ska de mais fm
    eom linlos padroes t me te vend* a iOMHB a
    daiia e 3*800 cada uila ; e pechincha so ^
    vendo
    Assim como oat depofjte de mais fazendas qo -
    se vendem per mea.s de que era uuira qualqa- r
    parte, como sejam :
    Cortes de casemira de cores > If perttin
    cha I
    Idea) de brim pardo fine a l**t, Mem.
    Colchas de fustao coat ba-ra, mmut graad a
    4* i idem.
    Idem idem brancas. id era iaeta, a 34 idem
    Coberus de chiu adamascada fina, idem iderr
    a 3jg9H ; idem.
    Leocoes .le bramante, idem idem, a it id>:.
    Toalhas alcochoadas a T*S0O a dmia ; idem
    Lencos de ca-.-a eom barra a laaue a avia
    idea.
    Idem item idem branos ateiiateadas a tt idem.
    Idem em caixinhas mose liadas a 3i."imi
    dozia.
    SerouUs le linho e algodao a 184 a dmia
    ('amtiraia Victoria fina a 3$H88*i pem .
    clancha.
    Alr>daV> marca T largo a UM cSii peca
    Midapolio lino a liHOO a y
    Madapolio francez muitj tbo a 6# aaaaa.
    Brim pardo muito nno a M9ti aaiaa .
    peWrincha.
    Cambraia transparaMe, 0 qae ha da mate r a
    a : i a peca.
    BaoUslas de cores modernas e cam laadaa p.". -
    droes a M0 rs. 0 covido graoat aeaMacaa
    Daa-se amastras.
    S6 o n. 20
    A' M rfo trtspn, I ji
    IpK
    (.iiiiii kw% 1
    JnnU lojn all
    o a^taMaaMtaalaaaaajma c
    Mim m ttmmt
    Panno de algodao-da Baliia.
    Vende de todas a* ijualidao> Jnio Utedtifit^
    Far:a : na rax do A morim a. 33.
    Fumos
    Da.!teh'a a do Bio vrafcJ-ia I>lripiai de K
    a a, roa do ATmrim n SI
    r.
    m
    ir
    -V: annazifii de J l>-imi|ig.. jriw e j
    rna do Am miu m. VI. ven > vi gr
    reuiko 0 meih'>r kerozear, ia hem 1 n iKaii
    marca de llem-vfors* r ^ r. ,MaaattaaVaa qua
    lid. de e (juantTda*- rerla do bqaido .N ni
    armazem tem para vend, r m Je\wHX r.*i
    nei.rj e muilo asseiados. para nms de iu.ilia
    igJOOwaaa
    Vendc-ae
    pes da sapotae 4e jodo os lamaakR'. i> < pair 1
    .juanrlade, 0 tempo a pr.'prij p** pioato-le : n.
    rca do flospiato r
    1. 75.
    em camisas d& linho.
    Vende-'se climfeas inglezas de liaho, muito fi-
    n'FORGET
    Alugani-se
    a 3, V andar o- sotao (a vootade) do solwado n. W,
    a rua do Toibbs,. baiwo do Bocife, o tambem a
    casa do Monteiro n. Co : tratar na Uvraria junto
    ao arco de Santo Ao&nio.
    ta: .....1
    CQM?(.ASk
    AVISO
    Preeisa se cwnprar 3oos estiravos, pedreiro e
    carapina, pagaae bem : a tratar na' thesouraria
    das loienas, a rua Priraeiro de Marco n. 6.
    Frastes.
    Compra se a vende-so tfastesnovos
    e usados no. armaaem da rua 0 Im-
    neradof fl. 48'.
    h

    Attencao
    j Corpra-so um Vadetnecum rf;nieoibatba,
    Precisa-se da'dm menin'o para, caixeiro : a |ii'.{i* Dr- Sabinp, ja SUrVldo : a trntBfnW {
    'tar oa padaria da raa Direita q. 8i, and t desla typograpfifa',
    Engenk em Sstabftoni.
    Vende-se duas partes do
    angenlio Novo, &ito na fre-
    | .guezift de Serinham. distan
    t"a^ufd?ra^,vV.^^^ ewJtHtein
    3 legiaae, moentee corrente
    que safreja cere* de 3,000
    paes% com Crpiunas terras
    movido a agi a, e bem obra-
    do, por prega eommodo a
    tratar com Dr. Mix (te Fi-
    gueirda, a r ja das Cal(jada^
    n. 14, ou no arsenal de
    gtaerra.
    As unicas verdadeiras
    Blohas hambargueza! qne v^ro a ete mercatfo
    rur Marquez .le ohoda n. S|
    Salsa parrilha.
    1 Neva remessa, excellente qaalidade; vende-se
    na rua do Vigario n. 16,. 1? aadar.
    !
    rl
    VImho
    EspeciaKdade
    martlcaatnr, pur*
    -
    ' Acaba de chegar ao mereado alguns barris de
    ivinho do Alto Douro, especial e aaicamente pre-
    p radodo extract), da ovae isento de qaalqnar
    ! afeccao, sendo moito mais braado qne o. da Pi
    9 eira, o qae o toana reconrmendavel pek) moito
    qi ie agrada ao paladar e preferivel a todos- os oa-
    W >s vinhos de paslo.
    Acha-se a venda aos armazeos de J >a Jeaa Ba-
    dinrnps Mendes, Soon Basto JCe Pemanles da
    ,i sta & C.
    Vende-se-a^panaros im cmtadorea, sendo
    bxcellentes Wfcndos, 6 curios, 30 canaries, ha
    er ire elles algaos brigadores, c 2 optima* sabaia :
    n; rua Larga do Rosario, eas? n. 28.3* andar, das
    u < 9 horas da manha e das 3 as i Ja tarde j ia
    p( isoas que tiverem gosto de possuir bons passa -
    ro i, aproveiiem esta oecasian.
    Voade-se ou aluga-se um earro d quatro
    ro las, quasi novo, nara hoi, por preijo cooMBodo :
    rua ds Aguas-Verdes n. 3V.
    na
    sei
    Chapeos de seda.
    phapeos de seda para how em, i roprios de pas*
    is, formas molerna.i e aam armados, com ma
    pe ueno de feito a 2*300. e 34000, e pechincha e
    est ."seMCaDaMd : na rua do Crespo a 20, Ioja
    das 3 portaa, drGuHhanae re, junto a Ioja da
    est; tina.
    - Vende se uma eacravar moca, propria para
    ca; i do familia : quem preteader dirija se a raa
    das Trincheiras a 2, segundo andar, que acaara
    cor t quem tratar.
    a 24#rs. o c^Tada
    So na raa da Qnia4e n.0.. .lAdlm* da praca
    aa lndepeaaaMa> m
    S* maa lalaaai ft laamwteaa
    Chitas pretaa e de cores ama sattaam da etn*.
    sendo muilo boa, a 2(0 rs. o ima4
    Apruveitem '
    Engenhos em Mamam- '
    I
    guape
    Veod*-9 oa- aegaiaaM:
    A tratar com seas prnaammriw
    a para informaaaas com Inaaiiim
    wflei Filao aa mesma cMaaa 4a
    Tawn Irmlm
    .torreffHIuslradi
    Yeode-ia uma coltecoio do cinco trimestres dm-
    riodieo ; oa rua Duque do Caxias a 41, i
    l laUR [
    aajAa- de
    ittne etn am sojirada ;
    id e dtd'a1 i.
    Imperial o. W.
    S.
    Ul|ael 22 aiqQMfes
    atrttar
    Venaa-se aa arafa-M
    frente da matrii do Papa da
    proprio, aaas bdoa maraaos, abjaas
    commaaaspara ajraadt familia
    sete qaartoa, aaaa annies tarraeo*.
    e mate doas oaartas para eseravos .
    Otaaaaraaa aolPar* Camemaa*
    C da VaaooaaMas.
    a earn lerrea ma
    Sal do Assu
    A hordo a% tlata Uomili* 4m Cr*3,
    laea
    A|uiar, a rua do Aaorim a *


    x:
    Kae <*e ^a&biitf) ~ gafebado 13 *tffc

    .fVSCMBSSI
    Rua Primeira de Minion I 4
    1* '
    ofdaro Simdete & 0.
    B* Wtt-ttfna fa'S CJsiB ^ttfe VV-'e pWle' edfri' p-
    mafia Ofle**eet"ao3-'sV-uS; fr< otsortimenlo de fazendas (inas para grande Wh
    etto, e beTB a&im. para uso urdinurio de l-.das
    lasses, e dor precoi vantaioss, das 'icaes Taz um
    pegjctab resnmb:
    Mn*am fflttaMs 'a? ftfat 4-te ^WMA^Ms,
    prao (|ue torn pcssoal Deeess^io; etlaO aiBJSfc>as-
    "'.dinnie fieuh ir.
    Cortes de seda de lmdac cures.
    Gi"o?dba'pIe3 de1 Id/las as 'cOrCs.
    'TQftfnm bKfcciij'lizo.'de'lisWw, preto, ete.
    4kt>m Harao; prefcf e de costes.
    'Irosdenaples pr> to.
    \'ellodo preto.
    Or.-.todirie fle seda, pteta 13 .'de cures.
    Pnprttoas 8" lindOs prtdrries.
    Kito de siMa,Lrainco e prelO.
    ]Vcas basquinas de soda.
    " isac'os de merino de cures, 15, elc.
    lahtSs br.'isileiras.
    fSsfe* ei'm eiOifcrtrta t>rarA cm Hn*vs fcorta-
    l\jias capellas e itnntas-para nni\is.
    luissitro st.rtimeuto da lis com listras ue
    ' CttrftuWa? de cove*.
    (?ibis marijioMs, MMaasi; lizas e berJadas.
    .Vaornqties <\t' iiiidi.s j.;.i!ruif.
    iiapti-las, pa'drow driioad s.
    rorearrP* d qu'adro<, pr-i-is e branebs, Itsffas,
    -te., etc.
    Ilrifls de linho de cor, pwWrinw oara.woKtl c >m barra e ti>tras.
    Ri.'os curies devestido de linho. r *itesda
    nesma cor. ul'ima mod*
    Ditos d'e'i-aViihraia do Pitas.
    Fnstao de Hn.-las cores.
    Saias boHa-ta* ptn nh >ras.
    Camisas bufilaiui pafa St-uboras, de *' fto.
    Sdrtimento de Itavifc da v.-rdadeira- ftbrfca de
    Mnin. para homer* swlmas.
    Vesttianos jiara twfiinv*.
    Duos para hapl:;*ij.
    Chaueos p.ii.i mm.
    Triartft* f fenafdAtilfpH)* *3ama*rt3*s it 'linho de
    1 para^rripsa.
    '.olchas de la.
    vurtiuados bordadup.
    Gr.n' de earr.isas de liiibo, lizas
    D'rfdaaa", para Ipirrrefe?.
    Veias de cores para tinmCns, tiieninos e fneai-
    a
    lAUas e3Cioe7.n.
    Occ 1 >*-.:, 1 s.i.-:iincMf dr chapec-s de sol para feo-
    ui*.,is c *(i:<\<-r:s.
    >!rin.> de tvr = psra veftifli*.
    I'lio pr^to, fani;ado e dim de TUia
    "Mja t..ialhado pa do.
    CarriafCu tie la.
    Br!i6 de Hflh*, branro'tte '"'r^ e fi-eio.
    Sctim de lindas cure? cmi li-fas.
    Chales de merir:'" de cures e pretus.
    Bitos de ea-ernira.
    Diics'de seda prnia de ruffs.
    rKrAs'de tmirpnm.
    Camisas de cliita para hc-mens.
    Oitas de flanHla. .
    '"erylilas d.- linho e a(|>>dao.
    Pannos de cfWhCfb's'pa -mTa, adeiras -c. chifso-
    i ertrnstoordadA? e dv l;.hjria!>io.
    'oleiiss de crerbet.
    TarlaUoa de tolas as (,'.r'S.
    Ricos cortes de veatuJos dc tar!atana tiordadbs
    para cortes.
    E^i.irtilhOs li=n.c, hnrlrfdo?.
    Fl clard'de seda, tid*?as r'^ren.
    Meiasde seda para senlioras e meninas.
    Ricas farhas desida e la para sciilioras.
    Ri'-o sciKimeiito de li-ijties de madreperulas e
    i-SO.
    Daitiasco de eda.
    ']aseriiira jreia edect'res.
    Chitas, madapolao noano t;n arinhos, ponhos die linho e .ifgoAan, prAtztn, lu-
    vas de fio de K-ci.i, Mprtrf de Kwns os tarna-
    o-iios, b"lsas ile viajcem, peii-t bordackn parano-
    ? ;i-. Im(39 de 11 siho l.r.-.neu e dc curns.' toiJhas,
    (nardanapAf, pfe, etc.
    E' kmU.
    V'eii'le-se tin px-qii< nr. si i porto la esta-
    jio 'lo S.-ilga'in.itn, tc:i.lo *! frciite 10O
    pf.lrnns, e ls fiin.los nv is ii( quatrncentus,
    eo'n uiriii "'li'giiiit'' rasa ii aipa. aealiada da
    ..roxim e h"-n ass---ia<)*, tfinln isl S( 2
    rjaartOS f c. i/iaha (ora. 0 teinno e |>ro-
    ^rio !iim '< [ilci'iit">(Vs, |i n lo nl^'ums
    am*res de .'nuto, agua tie Letw e '.jdo cer-
    eado.
    I'ara vrr Minis ex[li aM'es, no mesmo si-
    tiii a qua'qui-r hora a ;ii: ;ao Francisco T rn;s, f para tntar, na tlie-
    sourerJB (1 s lutcrias, rua 1.' de Marc,o
    CALCALIO
    (sfrangeiro.
    Paris n'Americi, a rua Du-
    que de f'axias n. 59
    primeim andar, aeaha de rpctier nm complete
    sortimi-iiio de caicados PStraavcirps para hi itniii e
    seiihora, vindo entre rl!e? nm litflo soVmnento de
    lewarrtps cbiquiios, S'patiiihos e lvtina* para
    r ancas. quetudo vrride por pre-;o" r.izoawa^,
    Salsaparrilha de Ayer
    PARA PCRIFICAR O SANOCB,
    0 rmome de que gota eate ex-
    oellenle remedio 6 devido a milha-
    res de cures que tem operado, mu-
    H&s dm quaes sio verdadelramentB
    n&ravilfcosas. Unumeros do os
    cafos sm que o systhema, parecen-
    do satm-ado'da jodridSo oe enffer-
    mldades eserofulosas, tem sido
    promjitamente restituido i, sauJe.
    As aueCcoes e desordens, aggrars)-
    das pt'la contaminacSo eserofulosa,
    ate" produzirem dores mortificantes,
    tem sido tarn radical e tam geralmenta curadas por elle, en
    todos os pentoe do Imperio, que o publico nal precis* de ser
    Jnformedo das snafc virludes e do modo de usaJ-o.
    0 veneno crfuloso e um 1I011 maia destroldorei iitimigos
    da ra?a hutnana. Ora. senhorea-se occulta e traicoeirnment*
    .do nosso ot^anisnwe deixa-o frseo'tterme contra molertias
    (uiics. Ore, patenteia a rafeccao de qua oorroatpeu o corpo
    t entio, em moniento opportuno. lavra rapidamente sob aigu-
    m de soas liedlondas formae, ja na cutis j nos' orgBms
    vitaes. Nestc ultimo cas* defosita,muitas vezesj luberculos
    nos pulm?5. no figaTlo, n6 coracSo, etc., quando nao se man-
    ifest* em ..- "Ges, tiaaoreas et.
    A injm.c'> tai jx'rigoso e tam perfido nunca se deve dar
    pinrlda, e p.-"vi m:.' o ( sempre melhor d6 one c"dmbattel-o.
    Assim. antef Tip/.reeerenj os pfoprios tynpthimuii aethxn,
    o usa da BAT.S.-if.t. .RILI1A. DB AYES podcra evitar
    renltado>i fune"**.
    As pesaoaa que somma de Bt^fMpeTaa, I Faf tie An-
    tonio, Bartroi, mpigen, ttfuumativno, Xumarta,
    VUxrnt, e setwibilidad*' dolorts* nos otividos, olhos, 4c.;
    dor nos oaM; Dyqmia a* JnAigeitoe*! Mydrnpcia,
    tUleMa, do CoracSo e do Flffudo, Xpulepiia, Ntv-
    ratglae d rsriat outras afleef<*8 do sVsthtom nwiscular o
    nervoso, acharae scguro ailivio utaado deata SAJ.8APAM-
    KlT.ilA Dti AYJSR. M *r~~-
    A MpphUU on UoIetMat Tinereat sSO'coradae com o
    feu uso, posto que eeja necesaario mail dilltado espaco de
    tempo pafe stibjagar tam ImpeMlnetftei enferjnidades.
    A Le*o*rrh4%j nas e unfgernl as molestias das mulberei so tamfeemallivia-
    Sas o 'iflSrionnerite cutadas por teu eSftb pOrificadot
    Tifioratiro. j
    0 HhcumaUmmo e a Otttrt, quando causados por accOr
    mnlai^ieB de 'material axtranbarHG satire, Cedem-me fecll-
    meote, Ttifltintmaeao do Flgndo, Ietericta, quando iSo oriundas
    de mans residnos no sBngne.
    A Kalkaparrillia e nm cxcc-llenle rettaurador Ja
    fore* e vigor do aystheuia.
    Assiiti, todos os que soflrerem Languor, Fhttgma, Dei*
    mui.00, Xntomnim e que cik> incommodados com Apprt-
    heiuioif e Zemore* Xervotoi ou qualquer outra aneC9ao'
    prbvemeatE de Debllidade, ailmrao do sen poder renoTador
    o uuue segurij expediente de prompta enra.
    PREPAEAD.l POB
    J. C, Ayer & Ca., Lowell, Jttass., E. 17.
    ': Ci.imtroM PracUcoi e Anal^i!ro$.
    1 tsaSffl
    i]
    V ^_
    m A '1 i
    ft a\ fllf d y w CF LM.
    '&&NRM-
    Kua
    NA
    'is,
    ram*
    Iftia
    da Imperaliiz
    11.
    ii.V
    r. o
    prcta a
    cov>Io.
    O'Pa'vio vende granadina pn.-ta e lavrada
    polo harato progo ue" 5<)0 rs o oovadn.
    MadapoliSo cnkVsfndu
    pecu.
    a^OO
    cam sas
    nw.vi7.AS A
    ij>bW,' ''v'&ow
    j Ur3iiaJMi6 de seda,purs, prula com listras
    '-Oe cijrcive padroos os roaas boaikis que ten) I
    .viuilo ao tncrciiJo e tjuo so ve.ide plo di'
    rninuto profjn 4e l00 rs. o covndq, por ter j
    1 mp. peqwf.Tio t(X^* do rmofo, e laienda tie (
    jisrO'O o co-ado; e pechinch*. D4o-se
    Brhrf-'hwfWtt
    1 Urim br. nco rYiulto fim, fazenda de
    2i?o0u a vara, que se you le por ICioO a
    vara, por e.tar com uiapcquenu defeito ; e
    pechinclw.
    Mettas francezes
    DA BOA-mii
    Rua da Imperatriz n. 72
    BAZAR MACI0H1I.
    DE
    0 I'avSo vcn'limto-bHUjw *>Vin'ento U
    *:WfiirsflS fretnecfeas (tu peito ri* tily-ilao, I
    2:om; lij {W^ita'6*fj(>. flitas bwnlhdns rn*a..
    0 PaVSo vfjhde por^s de "mBd. pola i en-, titiSs de : GjOt5 a I050C0 : assim cli
    ff'stafto, pfcto'barato projo flciJ'rOOO a pctja. grVl*> (rl
    5HfiS- sem 'ser "etifesta lo, coin 20 jardns, a' lg<*'$'>. pjf bferjds bhratos, e tamhein IMH
    H^fiOO'. Crfts corn 24 ja?dcs muito boa citip!ct'i snrtitnento le pnhose collarttihot
    fazenda, a (RdOOO, 6^00 e 7fe0b0.
    ALPACAS PREtXS A WO,' 6V0 E'8t)0 RS.
    0 PavtrJ'tem u'ta grtWle sortimento de
    alpacas prtetas, que-Veoiiea'5 >, 640 e 800
    rs. o coiado. assitu corho granJe sorti-
    ineiito de Caiitoes, beinbazinas, princetas
    pretas, ttierin6s, e netras muitas fazendaS
    pro pries para luto.
    *94lliilaiai a I'firtO
    O T*avao vendo sedas com listriuhas de
    cores a :CG00 ocovado. l-itas coio pal-
    ruil]s a 2u0'. Ditas com toque do moib
    , a ^Oft'i o lriOO.
    itiMblUlA VICTORIA A i 00, 4*500.
    0*000 E 7JM)0U.
    () I'.ivao vein is um srando soriiifi-eiito de
    taiito fle linho no'rno dc 1gntlan. por [,r em conta.
    Rmpttrti^lio!. a 3-*500, ic^wM* *
    O P*rfe vende um botiito sorttlK^rto dt
    espartiNios modernos- a 3550", ^iSvilO *
    5S00O, assim convo um botiito srtrtmeiiu
    d-saias branoas. bi.Modas, 5*t e-fiSOOO.
    e ditas riu'lasiiihh dc cdrt's a SVllM : e p
    chihvha.

    CORTINUiOS R0RnAI)0< PARA CAAIA I
    J.iiNL'LI.AS, DI.'-JJ At!.' >o200 O I'A II
    O'PatSn vi'ude u;n gfande sc>rtiii>Mit> !
    cu'rlilia'lus UoT^iidiis. pnipii*-> para r|irti
    Madapoldm
    ' WHfas" ffaticezW, Wj^cW iruito finn, pa-
    drf>es moderuos, fift Vida i,tie jd se veiideu
    por #00 rs, a'M&Tt. o cdvaflo ; 6 pectin
    <*>a. f>So se'rirrtoslras.
    "Crctonee de lis.tr 8
    Cri'tiioesdt. listras. fazeBi ac Ichoariav'lp*-
    <1 r0e*i muito linik.8 a 403 rs. o cuvaio ; daV
    ti amtistfM..
    Madapoloes lOin'um ppquenn toque
    avaria, dc 3^500^ i 5?000 a pca ; e
    chinuha.
    CHITAS PERCALES
    Chitas peroatesavar etdas n 240 rs. o
    vado; e pecbincba.
    SO' O
    *\ 2<
    Ijoja das 3 pottas
    Ui
    (MmR if.
    JitfBlo lj la eftMfuina
    ' MENDRS GUIMARAES t IRMA0S
    Acabam de fazer um grande abatimento nos pre^osde saat taaaaa*
    dend# a grande falta que ha hoje de dkiheiro,' por isso creio qu o pret;o rpie
    cioiiadu tigradrd ao respeit.vel publico.
    ,de
    pe
    ?o-
    lij>0'iO a'.e -_';?Jli0O, ,-, .sjin ciiio
    -"e d-ima'sco do 'la rhuito fma del
    1^9000 Cfi rC'ii
    i.;a:.ibrdia Victoria e transparence com;j',r",||';,s- PH! hArnt0 P^'Co Be 7^d'., g;ooo
    "8 1,2 v.iras catla pev"- P<.du* t>aralos pn^os
    I.- taxi .u. te>o 5O0!i a pe$a, assim come, dhas de salpiiM bran-
    eo^ a 7^000, e pechinoba.
    >'0VA8 L'AUNHAS A S60 RS.
    0 Pavao recebeu pelo ultimo vapor uo
    elegante s -rl meuto das mai- lin Is laizobas
    para vesti-los, >endo trausparentes com as.
    mais delica 'as cores, e modern-ssimos ,pa- a ^*00' 2 8o e ^00 a ""' c
    Para
    2C500
    leif;6fs,
    droes, q*je veude pelo barato preco de 560
    rs. o covado, a* rua da Imperatrie n ^O,
    LIQUIDACAO DEROCPA PAR\ HOMERS.
    0 PavAo vende um grande sortimento de
    rotipas p^ra bomens, sendo pa li tots saccos,
    ditos fraks, tanto decasemira preta e de co-
    res, ciimode pa>nno ; assim timo um avul-
    tado sortimento da calcas de ca emira preta,
    ile cor, de brim de cor e bra nco, e um
    granile sortimento de colletes de todas as
    quaUdades.
    Tendo tambem um bom sortimento de
    camisas inglezas e francezas; assim como
    BRAMAXTES A 1>00, 25000 E
    0 Pafvio vende br^mantfls para
    tendo 10 palnros de largura, frndo o de
    atgodaoa lC5800'e 2:000 a vara, e de linhi
    pecKin
    cha.
    lUHVUS,
    Am-iHiJ Xal ic"^- ('.. vfndcfn Ifines. lipis.
    nisi,n:is MKTitir* ih- e^iia.i Hj hutiu u,in
    iiiivh. 't-nohas. .li- hil>\ruiilin < l"T >;'l.is.rai*Aas
    Ue iarauge-la, COlctU di- *e.;a ts ae ciucbtsk cu, li
    Inill ii> para riroa
    para c:isamcntos.
    Woe ^ b-jfiljidos, tuJo pri.j i
    Mez manantio.
    CASEMIRAS A B30t>0, 6#60 B "JJf'OO
    0- Pav8o vende cortes'de ca*miras pMff
    calcas, sendo padrd>'s modernos, pelo bars
    toprefjo de SifOOO. t>8000 e 73000'o c6rte,
    assim como : rrannos pwtos dos mi'llfure?
    que tem virido ao mercado, de 45000;'85 *
    10*000.
    ESMERACDIXA A 800 RS.
    0 Pav&o recebeu um bonito ii lilBWWLtn
    das mais Igarrtesesttieraldinas mm listrtif
    I Arnaral Xabuco &/I vendem pnsiilhas propi as rs t>uovdai
    para iuee/isar snluario e ladaiufa do mez c a
    riano : no iia7ar ViiUria, raa doTlatao da Vic o-
    ria o. %
    Inssignias macoir'cas.
    Arharal Xabuco & C. vtmlem
    insijnas maco n-
    cas de diftVrenies grao- : ao bazar Victoria,
    do Baitto-da Vk'tbria *.-f.
    CHAPEOS UE SOL OE SEDA A 4JO00.
    veodo se ehr poos de sol de seda para se- j
    nhoras e meninas a 45, ditos de alpaca ft- j
    noS'Com 12 astes a 45, ditos de T.erinO Je
    duas cores a 55, ditos de seda para hon em
    a 65, ditos ic(glezes com 12 astes a 85 e 95.'
    BRIM PAH IK) A'400n.
    Vtnd'-se brim pardo escuro a 400 rs. o
    cowdo, dito de cores com quadrinhos a
    500 rs o covado
    CORTES OE C SEMIRA A 55.
    iende se curtes de casemira de cores para I
    rai?a a 55, e 65, ditos de dita preta para
    calca a 45, 55, <>5. e 75.
    BRIM DE ANGOLA A 25 0 BOOTS.
    Votide se cortes de brim de Angola para
    ca4ca a -23. dito muilo linos a 35.
    [ABERTURAS I'ARA CAMISAS A 200 bVAS
    Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,:
    ;ditas mais fn.as a iOO c 50;) rs. ditas le
    /'tsguiaO'R 13, dit.is b.irdad S a 23-
    CHITAS A -J40.
    j Wudc-se cbrias para vestidits a 2i0. 280
    e 32 i is o c.ivado, tem escurns e clar. s.
    MAD.-P0I.A0 A 35.
    Veiidt !-m prgas Je mad polao enfstado a '
    :)?, ditas de dito iiiglrz a ir.'i'.'O. 5*5, e 65, |
    ditas de dito Irnm-'Z fine a "3 73 00, 85,'
    DtMUQi
    CASSAS A 33.
    \ ende-se cortes de cassa para vestidos a
    33O00.
    t.HITAS PARA COBERTA A 280.
    Vende-se ehita para ober:a a 280 e 3601
    AL<;oi'A(iZIXHO A 35.
    Vende-se ppQan de algodaozinho a 3300U, 1 A-l00.
    parente a 35, 3, e 55, dita Victo
    a 35, 43, e5.
    ROOKS A 13500.
    Vende-se croches para cadeirav- a
    c da um.
    I.A/iMIASA 200REIS.
    Vende se laziuhas para vest
    32<\ iOO, e 500 i. o eor^do.
    ALPACAS i'ECORKSAoOO HR,
    Vende se alpacas de mm a 5*>*. ** {
    800 rs. o cot. do.
    GRANDE SORTIMENTO W. TAffe-Tf ft *.
    Wnde se grande iortimenlodet*^ r> ^aa
    li dosos tamanh'-s a 45, 43."O0', 3. if
    cada um.
    GRAXDE SOMIMB.NTO DE KOJP r5Ift
    NACIuXAl..
    Cairns de risc^do para IrolM h* *Kl
    e 13400.
    Calais de brim pardo a 1^900,99, ciil
    Cal?. s >lc brim de Angola de mtvm a
    c 33.
    CaifMs Oe caseini-a de enrr-s 554*fi,'
    > "3-
    Cab; s de case nira pret.> a C0 IMH
    c 73.
    Palitols de ri.-cado a Vk
    Paletots de. alpaca de cores a 4P-
    Pal'-I U de a para preta a ,?, 3f>+9 4t
    e 53.
    Paletots le paimo preto a liC, K^ V.
    I03OOO.
    Pal tots dc casemira de Cures se V^iJB>
    a 43.
    CerouLss- le al^txUo a !3 a&N i .*a^
    iiiant a I Coo".
    t. mis;.s de ch ta dc cores a \fa.4B
    i la
    le ceroulas de linho e de algodio, e .ende j de seda, sendo'em cores e padrOes as mais
    todas asroupas a tma-mencionadas pelo ba- j novns que tem vindo ao mercado, ppopms
    ratissnne preco, porq-ierer liquidar, na loja para vestidos e vende pelo baratissi^'opre-
    da rna da Imperatriz a. 00, de Felix Perei- co de 800 rs. o covado, a rua d Imp-rati-iz
    ra da SSlva.
    Achase constantemente aberto
    ass de noite.
    n. 60.
    i ittdfKO do PaVAO, lias G horas da mnirhi

    VEE
    A Nova Esperanca, a rua Durpie de Caxias n. a.
    aprcsca-so era convi Jar a sens frcgaczes. C0ID e^-
    pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
    gUintes artigos expostos a venda e todos por precoi
    dinmodos, eomo sejirm :
    PINA8 BONECAS mansas e choroOas.
    BUMTA8 E ENGRAgADAS vistas para sterioa-
    copios.
    COMMOBaS LATAS para guardar cha.
    ELEGANTES ROCS AS parasenhoras e tnenfnai
    B0NPT0S VA80S com Una banha e cheiroso?
    extracios, trazendo cada fraseo um none, uraa ini-
    tial ou um distico.
    FfXAS SiEfAS D SEDA, vindo entre eilas an
    de carhe.
    Para quern gostar.
    A' Nova Esperanca a rna Duque de Caxia; o
    61, acaba de receber tentos e caixas para o jogo d>
    Voltarette.
    Para quern st Bre das pcrnas.
    A Nova Esperanca, a rna DtHqne de Caxias
    63, acaba de receber as proeuradas meias de-bor
    racba para ijuem sutlre das pernas.
    FLORES ARTIFICIAES
    A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxtas
    63, acaba de receber um Undo e complete sorti
    mento de Acres artificiaes das melhores que terr
    vindo ao mercado
    A eilas antes que se acahem.
    Costumes para criaiKja.
    A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias o
    63; acaba de receber bonitos costumes para criaacf
    e evfi se ven'detfde por precis' razdavers.
    Veodem
    Wilson, Rowe & C
    Fm seu armazem a rua do'Tiapiehe n.'li. o se-
    guinte :
    Algi.dSo m\ americaco.
    Fio de vela.
    Carvao de pedra dc. todas as qualidades.
    Tudo muito laralo.
    Yede-se
    CAtCADo mm
    8 RUA HO BARAO DA V CTORIA-8!
    r"Te"aNaj.Lyra -Viomo *s segiiintw ijtl.
    '.ados .
    Snpatos detiansa marca ichave. linos, dufia
    iC,im.
    nifos de'i!i-, di'm, id'em, Idem i ar UfHJO.
    Ditos de casimira prel?. para iinmem, dueia
    18* t>*.
    Ditos de iiit, id'in. ^dim, ide.m, j;ar U800.
    Eocbs de c-ms para nioaiiios, 20 a 31. par 2 5 e
    llrMJo.
    Boiirias c.rd.^ao dt^'P.-takt'para'ilirintem a 1^1*.
    Di.ias-KJ*; lietcrro i wii, id.m. id-m 104.
    I).las df vaqueia para incimio a 'ij e 6/.
    Ditas ingle.vs,~idriii rd rn. oi,'e GJ.
    I'HtOi tospiidns ; ara sfirhora ii < Si.
    QHftHlal iHt!lez*s|aia'crB'.:a Vti f500
    riij. .,.iyrx^.------>.-' li----------r- -ii
    wll-ou Hove 6, t. vendem i.o seu armaz'tr
    rui dp Comm^-rcio n. li :
    verifadMro panno de'aigniJSo ami americaDo|
    ExceltaBO?' fio' d vela.
    '^iguac de 1* qualidaoe
    Viaho de,Bordeaux.
    Carvao de Pedra de t.Jas as qualidades
    nma meia-agua na rua de vdha de Santa Rita n
    9.6, pela quantia de 700*. que rende i0 mensaes:
    a tratar na rua do Socrgo n. 'M.
    VENDE-SE
    auia caaa na villa de Barreiros, na rua do
    ifr'io, por preco raodico: a tratar com T;
    rmar<
    Ei i i i i i i i ii.
    eofiomia do
    mestiea
    Na roa Primeiro tie Margon. I.
    CMifrtorte ao arfco' d Santo A l^a- dk
    AgjsiiBho Fem-ira da Siiva Leal AC.
    Lanrinbas, gosto e.-cossez, padroes inteirament
    novos, pelo diniinuto precx) de 200, 240 e260 re" i
    c C&vado.
    Baptisms lisas, finns, e d cores 320, 400
    440 reise covado, iaalM se vendo I
    A N iva Bsperas^a, a rua Duque de Caxias l
    63, racebpu um nequeno sortimento de anneia t
    pulseiras electridas/proprias para quem sbffre do.'
    nerVos.
    WJVIDADE
    (Jraiide lii|iiida(;ao de
    Rna do IJvrantrnto n SO.
    Liizinhas dfe bonitos padrCes de 160 a 210 rs.;
    arpiaeas de todas as c- res e boa fa^^cda a 40 e 4C0
    rs. o covado ; chitas escuras e claraa a 210 rs ;
    baptislas modt-rnas a 280 rs.; precales fln'a's a 320
    rs.; tiit'fins de todas is cores e d"e bba qualidade
    a 2AO, 280 e 3S0i*.; canbraia 'de tores 240 rsl
    o covado ; cha ra a ii 1 vestidos para menino st haotUar a 5i I
    muscelina de c6r miiito boa fazenda a 280rs.;
    chitas roxi-s a 260 rs.; dna's pfeta's'a 200 rs.; ma-
    dapoUo a 4 a, 6*300, 5*800 e 6* a pec>; dito
    francez a St, 6*e 6*iO0, algodao a 2*500, 4*.
    iioOO, o* e oyoCO a pe;a ; to 360 ts. ou 4*a dnzia'; dt'fe felpudas flnas a 800
    rs. cada uibb ; cortes de casemira a 4*600; dites
    de brim braneo e de cores a 800 rs., I e l*a00;
    uitud wde bfisa de. linbu brancos e de cures al*;
    algo'jab azul k 3* a pei;a, com 41 e 42 jardas? I
    damacb dd IS cotii daas'rargnra* a I* o covado I
    leneos" de catth'fienos:a "WO ti. adoal* 11 idn-
    lia de. leaps'*> faobo, eyni ntaabonila oixiuba
    por 2*o00 11 cambria ^r*nca Tina a ii, 4* e
    i'600 a ye^ni fian.ib'urgb proprio para l^alhas,
    len'.oes e ceyoula1? a SGO rs: a vara f a godao'siul
    ein^cJaao'-preprie1 ^aM-aHrj^os a'160 n. o cg-
    tadirif--ci>lele3lda'CaseinirapMl e de cor a 2*5001
    dito* lie 1'riiD de f$r a 2-*; ie'ccjs brancos a
    1*600 a dutia ; meias flnas para stnuo'ra a 4*;
    'e i.'utrtS mnitb.i artigos a vontsde do ci mprador.
    fina do 'R;ird da Victoria n. 21
    OE
    Carneiro Vianna.
    . 3?5>0, -3, 4^500, .'3.
    BRAMANTC A I3GG0.
    Vende-se braiiiante com 10 palmos de
    Iargura a 1^000 0 metro, dito de linhu fino
    a 2Ca00 o cttro.
    AI.C-ODAO ENFESTADO a 900 R IS.
    Vende-se a godao euf stado a 900 r. o
    met.'o, gravalaspretasa 400 e 500 rs. csda
    uma.
    I CHALKS DK LA A 800 REIS.
    i Vende se chales de 13 de quadros a 800
    rs, diti s de merind a i3, 33. 43. 59.
    COBEhTAS UE OIITA A 13800.
    j Veil !e se cober as feilas de cbita a 13800,
    23, e 43. .
    C0RTL\iD03 PARA JAJiELLA A 73.
    Vende-se coitinadus para jauella a 1& e
    ^9 COIXHAS UE CORES A 23.
    Vende-se cok-has de cores para cama a
    23, e 3360D, ditas de croxe a 69.
    CORTLNAUOS PARV CAMA A 14j>
    i Vende secortinados bordados para cama
    'a 143, ir-e 2u.
    COBEUTORES UE PF.Ll.O A 19200.
    ! Vende-se cobert >res de pell j d 13200,
    dito* sup'>ri'ires a l^.O.
    CV.MBRAIA BRA.NCA A 33.
    Vende-se pecas de ca.mbraia branca trans-
    caff; DE JAVA
    0 unico verdadeiro ven-
    de-se na confeitaria do
    Gampos
    1 24- lyiperador
    Por todos os vapores re-
    cebe-se nova remessa.
    Ultima moda.
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    . eebeu nm lindo sortimento de bicos de giipuxe
    Chap6osdesol.deiveda, para bemens. mgleze!'^ c6rfi8 apropriAdos aos veslido3 cn;quCi ,.
    (p.aragun) e com 12 hastes, pel pre.;o de 8* e 9i ,' tualidade
    faienda""su'que s'cmpfe Pttstta li*, sdpan
    acabar.
    Na rua I'rimpiro de Marro e. 1.
    Loja do baraieiro.
    Ditas bran as c m peito de i BC
    Uit*s branca;- finas If, t ..". 3T I ^
    D tas finas de riscadinbo iMMi KL
    Oitas de crelone a 33500.
    Coll- tes de casemira decore;a 3>, 2?. ^fl
    33e43-
    Toda csta roupa se vende :>j -?'
    para liquidar.
    BRIM BRA NCO A l.
    Vendc-se brin. braiico a t-- jc
    fino a 13400 e J3.
    KSC.IIAO nun \ -
    Vende-se esguiao de litili
    2oo00 e 33 a \ara.
    FAZKNOAS PRETAS PAR;
    Merin6 Dfeto tin a 2$5< Bomb zuia pnta lins a !~' :
    covedo. .
    I.a preta fina a 500 rs. o n-\;i;-.
    Cbita preta lisa e com Acres a ?*o .3b
    rs.^o covado
    Alpaca pn ta a -00, 040 e 800 ^- ;.
    vado.
    GantSo preto para Into a lt]i I o Sarja de lA preta propria ; i a *JB%pm
    640, 800 e l-v>o0 o covad".
    Outras muitas Cue das pn la* ;. *. t-*m-
    d>m barato. no^3azar Naeknal, ras. aa> laa-
    peratriz n. 72.
    S. CARLOS
    Vende-se ou arrenda-se o eng nao S vdi-.
    [poiuca, moente e corrent*, r.-.i, t nfo> aaiBR:
    em ptrfeito estado de cocserva<;>. mmUm aaac
    d'agua : a tratar Bl travessa da ra Daaat Sr a
    xiasn. J, 1* andar, com Gabriel Aui u< ia 4s^^
    Qujntaes.______________________________
    Para a boa conscr vn ^ao
    DE
    YOSSO CABELLO
    9.1 m 4
    Cambraia bordada a 2^500
    a peca.
    E* t-oin oiiie.
    Cambraia ccrri fljres bo'jladas, com toque, a
    2;"'0 a peca ; tfl na ma de Qni*.stnadP n. 43.
    C'ambraia a 3^' a pC^B-,
    6 na foa do Queimfdo n. 43, junto a loja
    .,'n("l!3.
    Car
    pea
    Magnolia
    ' JCa i -ja da Magnolia, a rna Duque de Caxias .
    43,'cncontr'ara semo're o resbeitavel pubHco um
    ' coinplrtb sbttirrtetiK) dfe perfutt&rias flnaa, objectos
    de phantaeia, luvad'de JriotiD, anti^OB de moda e
    miudeza* finas, assim como nK-dicidaJe nos pre-
    yos, agr-ad-j e sinctrjdade.
    A' tste granrje estabelecimento tem chV, Aniiei8 e'ectfiOOS-
    gado um bom sortimento de machines "para A Magnolia, a rua Duqae de Caxias n. 46, ada-
    costura, de todos os aufores mais acredita- ba do reeebor os verdadeiros anneis e voltasvelqc-
    dos uUimbrnentena Europa, cujas machirias *. pwpfio*. V,ara os nervosos
    Meios aderec^os
    i-
    sSo garantidas por um'anuo, 6 tendo um
    perfeito artista para ensinar as mesrnas, em
    qualquer parte desta citlrfde, conio belm' as-
    sim concerta-las pe!6 tempo" tambem d'lim
    anno sem despeudio slgtira' do'comprador, i
    Neste estabelecimento tambem ha Jerfpnf;as
    para as'mesmas machinas e se suppre qirtil-,
    quor peca que seia nficossario. Estas ma-
    i >^r i..v?ik., ,^f., '. i ^-m^*x j^ A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, Km
    chinas trabalham cor* toda a perfeieao d* pm veSder'osmnffelnos'bctOesde ero, proprlM
    A'tlagortiB, a -rua Duque de Oaxias n. 48,
    eebeu um cnmpleto sortimento de
    Mei-s aileivv'os de tartaruga.
    Meios aderetjos fle midreperoia.
    Meios ad'ere'eos 'de sedatterdJrdos,'{nUirna roei a)
    de muitas ot.tras onatidades.
    Botdbs de a i, a rua Duque dc Caxlj
    -.i os mi'ffer-nos'boto'es'de a-
    um e dous pospontosZ tranze e ndrde toae para vestid s.
    qualquer costura-pdV fir a que seja, sens OolMaS' 6 pUllfe
    precos sao da seguindequaudade : para tra-i... ,.. ,, *. ,
    50 por cento menos
    do valor
    Elle e um prevuntivo seguro
    a calvice.
    e crrl.,
    Brim pardo fino, com pequeno mofo *860e 400 Elle conserva a pelle e o casto-
    rs. 0'corado : na raa do Queimado n.48, defron-
    tcda.praca da Indepeedencia.
    I"'
    Settle e preto superior.
    Preto a 3*000 o 1/2 kilo.
    Verde.a <3*5O0 4 1/2 kilo.
    >'a rua do Marqnez de Olinda n. 20
    antiga daTarlela
    1.111 1 rn '-
    Macnolia.
    Ja
    halt r a mao Wo^TdS^m^ **. :j
    e 503000, para trWialhar com 0 pesad""de t nnrt^~ v,:,rtvj-ki
    805000, 903doo,^G*ab'o\ f.u^(. I tJ Lencos chinezes
    1203000, 1309000,
    25030C0, emquanto
    teraijfib de pref;os, 1
    visitar este estabelecimen|.o,. que muito de-. iE'AOI-ieft
    wa>-gosUr pela yjjedade d> objector que dWMUp*el.; de-arwi*aji-de"
    ba simp." para vender, cumosejam: cadei- maHHiv'ar ras para viagera, malas para viagem, cadet- recebeu a Magnolia, a iaa Duqus de Caxias nn-
    ras para salas, aita.s de balanco,' ditas para aiero id.
    criauc.a |alta), ditas para escolas, costui'fei-
    ras riqjiissimas, para seiihora, despenssveis *ttl\hi* Magtolia Duqne de Caxias n. '"nornm_i"7,-;fi","7.jj'.T,
    para enailce-s, de todas as qualidades, vjarflaS' i5,acat.a de receiver os segnTntes artigos : \ / -j-c^_l A ,_,. M
    de fwro para hoxntm e tiiancas, capac&os,' Wamial de ma'dn-perola. tartarnga e rbafflm. ZW fVfitf*'rSi^
    eBpela'os douradus para sala, graiides e pe-, Riwa albun; crt*Uapa/' nwrtfeperota, cha-
    quS, apparelhos de metal para cha, fa-,^.',^^'TelHdo'^ro'Wc-
    flueirofc Com cLo de metal e de rn'arflm, |
    ditos avulsog.colb'eres'de rhtiat fino, conrflei-
    i/p* jpara sala, jarros, guarda-comidas Je
    arune, 'tarepas para cobrir pratos, esteiras
    para (orrar- salas, lavatorios completos, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros muu-
    tos artigos qje muito devemagradar a todos
    que yisHarftffl este grande estabelecioiento =c
    que se acha aberr> desde as 6 boras da ma- Farello HOVO e
    nh a't^ as 9 -.horas da noute a" u; 1
    Bua do Bai^o da Victoria n. i lho Pe1ueno
    Lindas caixas com fini simas perfuinarias.
    Ligasde seda,br VrJItasd'e'madrejrerrtla.
    Pu'seiras de madrepetrola.
    Vostuarios para bajti.-a I".
    Toncas e sapatinhos de sefirri.
    Modernos chapebs*fle sol de seda-pira senbPfas.
    Lindos port bouquets.
    Graivalinhas de Velludo, etc, etc.
    biftia vi I rij fioa c transparente, a ?| a I
    Aprovcikm. 1
    22.
    Da melhor MafidaW no armaz^o de farinha
    1 Je Irlgo -le Taaso Irmips do Apolb.
    Frederico Pinto & C, tendo acabado com a oflfl- r.,, ,
    cina de alfaiate, t- m um grande sortimento de Elle di e restaura forca e sanidad* I > Jt ia>
    calcas de catemira de cor, brim branco n 6, e de cabeca.
    linhb de ?6r, colletes de casemira, gorgorao, brim Elle de prompto faz cessar a qceda
    branco edecor, fraqoes Ue panno, casemira, me- tura jos caheiies
    rwo ealpaoao; tudo obras de encoranienda, as r,. ,, ,,
    uuaes veldim a dinb-iro. com 50 por 0.9 menos FUe di 8"nde nqueza de ,11-c
    do cu-to : na rna do Marque* de Otinda n. 40,: bellos.
    iPJa-_______(________________________________ Elle doma e faz preservar os eaav3
    qualquer forma ou posirSo que ss>
    I je, n'um estado formoso, liao a ta-
    Elle faz crescer os cabellos bastos
    e os.
    E peehincha.
    Farinha de mandioca
    IE
    limpo e livre de toda a e?pHn
    Elle pre vine os cabellos de se tot
    cos.
    Elle conserva a cabeca n'um esracH th I
    cura refrigerante e agradavcl.
    Hie n8o e demasiadamenle olfHav |tw%&-
    rento ou pegadico.
    Elle nao deixa o "menor cbeiro
    vel.
    J%-
    Cimei
    Wos engarftfa^aDS
    Madeira.
    Shdrry, de aaperor quaKdade.
    Portoi-lna
    Cera em velas.
    ClJjcm : na rua do Vigario n. i^.-l' andar.
    KTCli
    nja *s ca-
    bellos das senhoras.
    Elle e 0 unico artigo proprio para o faaaV
    do dos cabellos e barbas dos senasv-aa.
    NEKHCM TOUCADOR OE SENHOBA a
    P0DEC0NS1DERAR COMO GOS-
    PXETOSEIIO
    TOJsICO ORIENTAL
    0 qual preserva, limpa, fortificaei
    o
    1JAK
    Acha-se i venda nos estal>elcciranaT 1
    H. Forster A C, agentus. E era UMm.
    principaes loja de perfumnoa* e
    a 400
    reis
    pccliiiicha
    covado.
    VENUK-'K
    O
    carooo do algodao de 5*a 3030 arrobw.
    tregar no Recife, ensaceado, ou era Uaa, a
    trata-se na rua da Crnr, armazem n. la.
    Tinta preta para escfvtm
    "Baptista, fazenda muito fi a e larga de lindas
    cores, gostos e escocezes, pela baratissinio preco de
    400 rs : quem duvidar venha ver b comprar, na! Vende-se tinta preta (ingleia) pan
    rua Duque Bastos. n. 22, anoazem.


    77
    -

    Diario de Perflambu^ Sabbado 16 de.Maio fc Wi
    LITTERATDRJL

    Colonia n;rIeU Isabel.
    rELATOMO AMBSB.Ttyfte PELO Sft. ENGE-
    NHEIRO DK. LUIZ JOSE DA SILVA SORRE 0
    TERHBNO EllyUE Hf[\ SENDO CUiNSrRUIDA
    A C0L0.XIA, E SoBRE OS TKABALIIOB JA
    EXtXUrADOS.
    Illm. o Exra. St. BespendeT auxilios
    dos cofr s publicos, no sentid-j do protoger
    o promover a.duc.igau d'aqoelles orphaos,-
    " aos <]'.aes a forluiu negou-lbos s us pre'
    ciosus bens, a qu.otidi.Mia experieucia nos
    revel,, ser stim. uu> por si um f-.lu o aita-
    netro peusaraento, abuu l.ute em m.-xunos
    eileilos ; poroui, so a dado realisar-se esse
    desideratum, proporcionarido lbes .
    o a pr.tica de uma arte, por excellencia,
    primeira entre as demais. nj nosso paiz, e
    sem-duvida, iniciar a exigida reforma da
    decalente lavoura.e fuudar u.ua mstituigao,
    cuja ordera assum elevad.j grf,,je mero
    cnneato e entre no nuraero das qne, polo
    seu ral valor e- oeu.fie-os resultados pro-
    duziloj attuig^m as preerauiencias dos
    maisi b illos tenuraeus quo o philosopho, o
    estadisla e os iuteressados pelo ben ester
    de sous semelhaiites, poiem emprehender.
    Ainmado d'.-stes geiierosos seutimo. tos,
    cer.o da utflidado e vantagens oono.nioas,
    que resultariam aos orphios couliados a"
    Santa CaM do Misoricordia, removeudo-os
    para lima localil.i de, quo ao c>ntr.;rio d'a-
    queih, actual.iiento p>r elles oecupada,
    o ensino
    a
    A par das esplendi las raagmficencias da servip.o publico ; lido e
    fliu eza, o mais complete abaodono de maria de 7 de majo do corrente anno
    saus possuidoresl Que importa a tspan- ( ConclusSo.j
    toss ferhuUde do solo, que compensa na 0 prfgramma seguido nos diversos ramos
    razao entupla a'quelles que se utilisatn de de ensino tem mereeido servir de exemplo a
    suai feteunja producgao. oulros paizes, que'goalmente julgsm dever
    Aqui mesmo, uesta pr vincia, para plem acompanhar a marcba da civilisacio, facul-
    eonvicgao do que fica exposto, basta per- tendo is mulberes o mesmo direito de ins-
    corror-se a estrada de ferro do Recife ao truirem-se que aos homens; e algumas mo-
    S.Francisco Extonsos dominios, apenas gas d alii t> em sahido para se dedicarem a
    com insignifictnte area cultivada. estudos mais profundos.
    0 silencio I o desauimo por toda parte I -Esta escola modelo, que boje se acba em
    Coffin expdicar-so tanta pobrez no centre taofivoraveiscondigOes, foi no omtanto nr-
    das mais opolentas riquezas. gahisada no meio de algumas diiliculdades,
    Fal a de bragos ; carencia dos precisos e a marcha progreisiva que tem tido dnpois
    ^apitaes, so nos tem dito por mais de uma de sua fundagAo ate ao presente, foi devila
    vez# aos estorcos e utiiiados do governo do can-
    1 ois, se assim e, n3o p issuis o prompto t8o, e feon'rorreu pra animar a prelencSo
    reraedio noaparcellamuntojiie voss.is terras? ofbcial no sent do defondar taes estabefeci-
    Para que seguis o exemplo da aristocratica mentos cm outrcs paizes.
    Inglatorra, na coucentragao 'da vossa pro- A ide"i da sua orgnisac,2o data de 1845 ;
    priedade. nesta epoca pouca genie se pwoccupava nm
    r o aosso e aquelle paiz ? um encfnd mais perfeFto ; acTeditava-so,
    Certameiite, que nflo. pelo conirario, que tal medjda nfc> erB nem
    E' uroa vcrdado do s;raples intuigio : util nem eonvnnieiilet emqrtairto am na \l
    essa divis3o quer dizer cresciment da ri- '
    primeira divisaTJ; 2 ter mereeido aer collo-
    cada no primoiro largo da-class* p^lo seu
    comportamento; 3' nSo ter rocebido duran-
    te a sua freqdencii uma serh admoestagao.
    Estos exaraes sio seguidos de um.i festa,
    Ujue toma o caracter de nacioual e patriotic*,
    reunindo-se para esse fim todas as alumnas
    em nm dos subur'jiosda cidade.
    A escola secundaria de Gene"ve e consi le-
    rada como um modelo e f6rma um conjunc-
    tocomplet), cujas partes se ac!ia n intima-
    mente figadas e se auxilia^n mutuamente.
    Qijando sabem da escola, as mogas teem
    recebi lo uma educagao cornpleta, que as
    habili|a a poderem satisfuer com mais p-
    tidfio os seua deveres de mulh-;r na Timilia
    e na sociedade.
    -4-
    a ex-colo-
    crea la pelo go-
    em
    'stas
    n
    eauoutrassem om maior copia as nilispen-
    savei.; (.indi,oes iiiberealea ao sou estado ;
    tentii-1 V. Etc. roalisir a gran liosa idea,
    de, a Siinelbanca de identicos estaboleci-
    raeuU's oxistentcs na Er*uca, nos Estados
    Uuidos e na Suissa, dotar ostj beroi a pro-
    vince, com um asylo, oode I'ssas infelizes
    criaii^ s, eogeitadas no acordardi vida por
    SMS progenitores, reos de um crime abo-
    Dlinsvol prflo esquecnneiito"' de sens mais
    sagiados deveres, recobessem modosta elu-
    cacao, sun, porem, moralisada pnla roli-
    *lio e pelo trahalho.
    6 'stmte i /o ''nares) da estrada do ferro do Re-
    nal vPa.^ vrancisco esta" situada
    cife ao S. 1'imenteiras,
    u.am.htarde sos^, coace(liJa
    wrno imperial n. eogenheroa Francisco
    1819 ao corouel de Audrea, com igual
    Jose de Souza Soaros Ov ,ou ,a ^^
    Wteutoe fios para que fun. ., d rj
    epoca ,l8i8) d margem u.reu c0|n
    cuipe, que divioe esta provmcia
    Aiaguas, a colooia militar de LeopOfc
    Estabeleeendo o governo imperia
    eolonijtS de organisagao militar, teve eu
    vista cbamar a esses lugarcs a populagao
    qu? d'elles so afastava, em virtudo di exis-
    teocia d'um foco de malfeitores que infes-
    tava'o essas paragons, commettendo toda a
    sorle de latrocinios e as mais atrozes per-
    versi lades.
    l'ois-guidus, roubados, e violenlados em
    seu-. .nais santos direitos ; perdeulo uiuilos
    a vida na defeza de seus baveres, seen
    meio* i-fficazos para resistirem a esse in-
    qualificavel vaudalismo, outro remeJio nao
    Unbam os Iiabitautes dessa zona, senao
    tu to abinlonarem aos f^rozes instioctos do
    caudiltio Vicente de Paula e seus sequazes.
    A exislencia das colonias militar, s I.eo-
    poldina e Pimeuteiras paulatiuamente lizo-
    rain desapparecer este estado lamentavel de
    cousas e por muitos annos, foram ellas o
    susteiitaculo dos moradores de seus arredo-
    res, que n'ellas tiubam o peubor de suas
    vidas a propriedados.
    Per lendo ellas sua razao de ser, primei-
    ramniite foi extincta a colonia I.eopoldina,
    em sou lugar ve-se bge a povoagao do
    mesmo nome, ainda muito longe do g; Ao
    de prosperidade a que tem direito, pelas
    favoraveis condigoes do seu territorio, mais
    tarde (1.-69; determinou-se que o mesmo
    se praticasse com a colonia de Pimenteira?.
    A stuac,ao topographica, a benignidado
    do clima, a uberdade do solo, fertilisado
    pelos rios Pirangy, Fervedor, Espolbo e ou-
    tros de menor importancia ; a facil com-
    munioacao com a cidade do Recife, polos
    12+ kdometros da via ferrea, e proxima-
    mente pelo seu indispensavel e urgente pro
    lougamento ; foram por certo, os requesitos
    que satisfazendo plenamente as circumstan-
    cias exigidas para a creagao de um estabe-
    lecimento especial, levaram V, Exc. a es-
    colh-r de preferencia a fazenda de Pimen-
    teiras, para n'ella fundar a colonia agricola
    e in sustrial Isabel, collocando era o dia 8
    de dezembro de 18T3 a primeira pedra do
    importante ediGcio, ora em construcgSo,
    i aBindeserem abi recolhidos os orphaos da
    Santa i'asa de Misericordia e outros, que
    procurando um SPguro abrigo n'este pio
    asylo, terao os precisos meios de tornarem-
    se ci ladaos uteis a si e a" patria.
    Realisada a primeira parte da iniciativa
    de V. Exc, faltava quern, co.apenetrado do
    seu alcance pratico, quem possuisse uma
    voutade decidida e extrema dedicag5o ao
    trabalh para veneer infinit s difficuldades,
    immi-nsos embjragos, quem, albeio^aosin
    teci'ses e porQas do- amor proprio, aosin-
    cantiTOS das mundanas glorias, acostumado
    ao despreso das commodidades da vida, se
    identiocasse com ella : era no claustroe na
    possoa do respeitavel Fr. Fidelis Maria de
    Fognano, que devia encontrar V. Exc. o
    homem fadado pela divina Providencia,
    para o desempenho de tao ardua, quSo mo-
    ^indrosa missao. Seus recursos intellec-
    tuaes, a severidade dos principios que pro-
    fossa, a robusta (6 que o anima no segui-
    zacnto dos divinos preceitos do evangelbo ;
    venladeiro ministro do martyr do Golgo-
    tha, pela caridade, pelo amor, pela pa-
    ciencia, que contmuamente emprega em
    seu laborioso viver ; tornam o Rvm. Fr.
    Fidelis, actual director da colonia Isabel, o
    mais apto para a consecugao dos 6ns a que
    ella se destine. Oxald I que este iniansa-
    vel lidador, n3o esmorega no louvavel em-
    ponuo de que se acba possuido, de levar
    ao seu tormino a tarefa que lhe esta" confia-
    da, satisfazendo d'esta arte os mais ardentes
    desejos de V. Exc. Que seus companbeiros
    o imitando, revelem-se capazese dignos de
    auxiiiarem-no e substitui-lo em qualquer
    emergencia que nSo nos e dado futurar.
    A en -".ao da colonia Isabel, liga se a uma
    mtdidi de importante alcance economico :
    a divisao da grande proprielade rural, e
    cemo i-msoqutneia immediati a fundacio
    da pequena lavoura.
    Hoje, e esta u:ua das mais aciivas quos-
    t^es da propagandi dos nossos mais adian-
    tados publicistas, siaceramente desejosoS do
    | augmento progressivo d'este auspicioso
    paiz.
    Quf m conhece o i/iterior das nossas pro-
    vim:ias, tera" por rnais de uma vez se con-
    tristado com o espectaculo desolad )r de
    suas Tlstas propriedades ruraes !
    lemanba e na Suissa allemi ja.exisfMm cs-
    colas secundarias. ^
    Rests anno algu-.s particaJares lem*ra-
    que por ella ram-se de citar o exemplo da Allemaha
    para provar a neeessidade de*se cuidaV a
    funda^ao de uma escola secundaria para as
    mogasr mas a id# nao vingou, e s6 foi env
    1848, e^ue se deu o primeiro passo nesse
    Sentidi-.
    Primeir*mente o etero protestante tomou
    queza publica e particular, influencia direc-
    ta no augmento da producgSo, e portanto
    no inovimen'o ila populacao,
    semprs se regula.
    E' t'ste o pi-nsar de um notavel econo-
    miala, que em trobalhos de longo folego
    tem dosenrolvido esies saiutares e axioma-
    ticos principios.
    isio posto, a colonia Isabel, sera" no m
    da alguns annos um excellent nucleo do a ioiciatroa de fundar ma iftstitoicjto deste
    prattcos o morigor dos administradores/ genero, e uma commias4o composts de sa-
    cuja falta (5 bem sensivel na mdr parte dos cerdotes e professores organis u com eiFeito
    estabelecimentis agriolas d'esta p ovincia. ura estabelecimento, qw tomou o timlo de
    Educados convenieniemente esses jovens Cursos espesiaes para awenhoras e pcra as
    colonos, formando cada um dos grupos em mogas.
    quo se dividirem, uma pequena familia, Esta instituigio, que nao- e auxiliada pelo
    sob a direccao de intoll gente cbefe, traba- estado, comegou logo a prestnr e ainda boje
    han.lo em uma superlicie adaptada ds suas presta importantes servigosr porem em raaao
    iorgas, co s ituir>o assim e lificante modelo W prego excessivoque sy essM das alumna*,
    para odesenvolvimonto da pequena lavoura. sd podia servir para' as 0Hm- de famtba
    Uepois, quando terirnnada a aprendizagem, abastada.
    langados a vida publica om busca dos meios! Mas o primeiropasso esta va-dado, e, le-
    le.soa subsistencia, acharfio no emprego vado por esta iniciativa, o goTeroo resolves
    actnia refendo. ganh s fixos.com dsquaes fundar entao a E*cola'ecundariirc superior
    sou essa epoca a divisao da grande pro- das mo?as, estabelecimento este- qne facut-
    pried i e for u:iia rcdidade (como e bem tando a admissao de todas as familias pel
    para desejar se) se transformarao sera custo,modicidado dapensifr exigida, em pouco-
    de simples trabalbadores em pequenos pro- tempo recebeu grande increment e tem
    prietarios, cullivando com o adquirido mo- .cbegado ao estado de prosperidade a quo ja
    thoJo os seus acres Jo terras, conscientes nos referimos.
    que pelo continuo trabalho. pela constancia I No ennego foram grendes as diffieoidades,
    do regimen de seus babitantes, o simon da | porque tudo faltava, aocrescendoainda-a vi-
    desgra<;a com o sen lialito flammigero, no j va opposigao que se levanta serapre contra
    qualquer innovagSo ; apezar distov perem,
    A maior par'.e das mogas voltjm para o
    teio das suas familia una? tornam-se pro-
    fessoras, poucas, porem, abragam ela car-
    reira, utilisam om mais proveilo a sui
    instniigio na iudusfria o no conmercio.
    0 [pumero das diseipulas desta esc la lan-
    ds, oi.no ja dissemos,. a au#meitar to loos
    anno-; ; assim e.n 1870 a 1871 escola con
    iaa ei'iO- alamoas, de Ila 17 annos ; eu>
    !S7l .i-187* rnontava & a GfTr das quaes
    Itii ram estrwngeiras ; e em 1872 a 1873
    foram* todas-as sMases freqaentadas-por 751
    discipiaias. sondo" I9S dedirersas naeionali-
    ilales estrangeSraSv Prova isio o'grande des-
    envolrionfatb que m recebnlo este eettbe-
    lecimeuto e o credit que ellirgosa njstu-
    itros paizes-.
    A nova lei sobra a- rnstrucga> publica de
    P9 de oultobro de 187:2 .luginent^u mais
    utHa cl.sse superior,.atera das seis divisoe*,
    na* qual sao- admittidhs ns externas^ isto &r
    as qiie oao fr?quetam senao alguns-cursos*
    da-escola.
    0*ensino fornecido nesta classe '"otapo^-se
    dns s?g*jintes nimos : arte de com "jwivao,
    dicgao-, litteratura allem*,.IiUeratura com-
    parad^i historia aoliga e bistoria suissa ;
    ale:n dislo, a lei Jetormiua-'^tie. o estudo da
    lingua ailema sej obriga^d em tods*- as
    classes.
    A now lei defarmina i$a*,*fmeute qrse a
    initr'icc.Y0.'stiperior s--ja dad*-, nio sd mente
    as-niog'is-clomiciliadae-na cidade de Geneve,
    mas tanbeioas qufrbabitami tae-aatio.
    Desto modo, todas- as mo-jas-.. qualquer
    que sejj. avetasse sociai quo perleagam, pe-
    dera j psrtieipar dos beneficios que- lbes otl*-
    jrece uma inetrucgao sperior.
    Desta faciiidade de-- receberm ama ins-
    trogao superior, res&iteo -par* as--mogas na.
    .>issa n deaaja-de levarem r-is- longe a*
    am natural ambigao de-curraremias facul-*imdicaya-lavereiwm dos armarios djueHa
    vira" crestar-lhe o coragao, suas aspiragOes
    se augmentarao go natural desejo de terera
    em seu lar uma fiei compauheira, copartiei-
    pante .''e suas alegxias a de suas dores, nao
    se fard db.'norado.
    Pais de faiTiilia, n5o> imitarao ocondemna-
    vel exemplo de seus maiores, que ao des-
    abrochar da eiistencia, sonduziram-nos- A
    roda dos engeitados, institiucao infelizmente
    precisa, que os privou, no lluente dizer de
    um grave pensador : do primeiro leite,.
    dos primeiros carinhos de suas mais, para
    serem entr^gues aos affectos de uma eabra
    ou aos alfectos ainda mais animaes da
    mercenaria, que se apresentou para dar-
    Ibes o aliin-nto.
    Releve-mo V. Exc. estas toscas linbas,
    que foram escriptas aproveitando-me da
    opportunidade de remetler a V. Exc. as
    plantas e o memc rial descriptivo de aviven-
    tagao, medigao e demarcagao da colonia
    Isabel, seguudo as ordens que V. Exc. se
    digno:) dar-me em 3 de novembro ultimo.
    Eirectivameute, em 12 do me?mo mez,
    deu a commissao a meu cargo, comego aos
    trabalbos explorstorios para o reconbeimeo-
    to do ponto de partida da demarcagao qne
    se ia praticar, o qual nao I'oi sem dillicul-
    dade obtido, visto como, estando todas as
    divisas confundidas, e nao sendo presente
    nenhum titulo que o indicasse, em conse-
    quencia de nao possui-lo os arcbivos publicos
    da provincia, excepto a copia de uma plan-
    ts, que pouca fe nos mereceu em razao de
    que os pontos nYtla iudicados na sua ma-
    xima parte,nao Uohara osseus bomologos no
    terreno ; sendo-n >s por isso necessane prO-
    curar e veriticar i carlas das sesmaiias con-
    titulos, os quaes na for-
    ntimados para apresenta-
    comprobatorios de seus
    ssim os respectivos ses-
    os que tinha.prestado & esta provincia, na
    qualidadd dq capfaao-geryraL Nesse officio
    menciona olo so, uominalmente, todas as
    obras pdr eHe feitas nesta provincia ate1
    aqu Ila data, como as que de futuro preten-
    dia fazer, entre as quaes, dizia elle, al r-
    gar a ponte do Manguinho, e fazer pontes
    na Passagom c noCaldeireiro. Qnantoao
    nosso pharol, nem uma palavra : prova evi-
    dent.; deque esta obra ate aquella data, 22
    do fevereiro de 1819, n3o so nao existia,
    como que della aiftda so nao cogilavt. A
    commi-sio deixa de*opisr este olBc o, por
    se acbar impresso naquella Recisla, eserde
    facil vorifieagao o seu eiame.
    Se a leitura do mencionado oflicio con-
    venceu a cpmniissSodo erroem que estax> to-
    dos esses escriptores. que alHrmam ter sido
    essa obra construida no an-no de 1819 ; to-
    davia, nao babilitava a deterninar a epuea
    certa de sua construcgao: na mente da com-
    missao ebta prj.i detla existir e:n algum
    dos nose s archivo* publicos ; epor isto n?o
    duviduo dirigir seuspassos para a tbesoura-
    ria de fazenda, por !*>eparec*r qwe por esta
    repartigao devia m ler corrido as- despezas
    neoes brigio asecret-ria da presi lencia, onde de-
    via m constar as commsmicagoes oQieaes ; e
    ao arsenal de marinba, a cujo cargo- esteve
    pof muito tempo o servigr> do pbarol f n g-
    ual'mente paraacamara n-mnicipal. Cam
    pre com missao- am devor degratidao,-re-
    gistntndo neste nelatorio o bom acolhimento
    qneencontrou em tolas ess> repartigoes,
    quer de parte da- seus chefes, qu r da de
    seussubordinados-;. os quaes da-melhor v>t>-
    tadesepreslaramem uxiliar a-eommissao,.
    especial mente o in*pector do arsenal do ma-
    rinha, o nosso digno- consocw'eapitao de'
    Jragata Francisco Romaso Stpp.dedaSilva p
    digno inspector da tbesouraria geral Emi-
    lio Xavier Sibreira dw Mello ; e especial-
    mente o ajudane do elli'-ial ar/-bivista da
    se-*taria, o-lenente Enailiano Ernesto de
    MaHf Tamborrm, a cujjrs- esforgos- deve a
    corrmisslo em grande p-n-te o rescftado fe-
    Itz-ite suas in7estigagoes.'
    Keen tendo-aonsi-guido-- a comrawsao- nos
    arebw-o-j do arsenal de raarinha, netn tao
    poueo- no da camara mnnvnipal spell ou
    para os das oati-at du tanto-.-prrimeira-esegunda vmse dirigm- inu-
    tilmeiite a set-t-etnria da presidencia ;-. e m
    thesottfaria de foeenda,- dapois de MbstV
    in util mente. pfr-muitos diaa, os li*ros- du
    receita e despexa-- rt>sde o mmo de 18*9 a
    18-22, eneontroi* iwa antigo o governo cons^guio Tenee-lasr
    A escola foi separada. e estabeleetda em
    dous bairros da cidade,.a babilmente dirigi-
    da comegou logo a ganher a confian-ja ge-
    ral, augmentando todos os d as e numero
    das diseipulas.
    Nos primeiros annos- nao pdde fimoeionar
    em uma easa propria e adeqpada para-esse
    fim ; somente em l85H3e.^aeOesiBo'o..p0b!e
    faier construir um edifiek) em am. local
    apropriado, onde hoje esti estabetecidn.
    Depois desta installaoloodesenTOkimen-
    to tornoti-se maior, earn. 1862 foi nomeado
    um. director competence, que deu a.escola
    ura HBpulso tal, que teve por consequatnoia
    o. estado de prosperidade em que boje se
    acba, prestando as femilias e por-conse-
    quencia ao paiz relevaolissimos setvieoe.
    A escola de Geneve necebe nao seraente as
    mogas suissas, como as estrangeims,. enjos
    parentes babitem no caotao.
    Um lergo das alumnaSy que frequenUm a
    escola, sao esirangeiras, moitas vera>id pai-
    zes distantes- para alii estodarem no anno
    passado existiam alii tiihas da Franca, da
    Allemaiibo, da Russia-,, da Turquia, da Gre-
    cia, da Italia, da Inglaterra. e ate-dos Esia-
    dos-Untdoe.
    Quem entra no edificio da escola tica en -
    cantado- ao observer a boa ordem, limpeza e
    disciplina que alii rainam. As classes funa-
    cionam de manba deede as8 boeasale is It
    e de tarde da 1 is X:boras. As-mocas, ca-
    jas t'ainilias moram.em lugares distantes da
    cidade, tomam a sua- refeigao do meio-dia
    em uma sala da escola, na presectfa de uma
    das professoras.
    0 ensino esta organisado em seis divisues,
    peneneendo as classes inferiores a ultima.
    Em todas estas, divisoes os- ramos de ensi-
    no sao quasi os mesraos, mas nas classes su-
    periores este ensino vai tomando maiott des-
    envolvimento.
    0 augmento que o namero das alumnas
    foi tendo nos primeiros annos, resolveu a
    direcguo a subdividir as di visoes em. classes,
    de ties cada uma, cada olasse tem uma pro-
    fessors, a qual esta encarregada de-dirigir a
    disciplina a o ensino, fazendo repetir as li-
    goes das outras professoras.
    Nas classes inferiores as ligoes sio tam-
    bem dadas pelas professoras, Baas o ensino
    principal e dado por lentes nomeados pelo.
    estado.
    Nas classes inferiores as diseipulas estu-
    dam por manuaes, mas, a partir do seguu-
    do grao, isto e, da segunda oivisao, sao obri-
    gadasacopiar as ligoes, que lbes Sao. dic-
    tadas.
    Nos grdos inferiores os ramos de ensino
    sio : francez, geographia, arithmetica, calli-
    grapbia, musica, desenho, gymnastics de
    salao em exercicios colleciivos e costura ;
    nos grios superiores ensina-se mais oinglez,
    o allemao, sciencias pbysicas, historia natu-
    ral e historia geral.
    Para passar de uma divisao A outra a
    discipula tem de soffrer um exame, e nao
    sendo approvada, tem de repetir o anno no
    mesmo grdo.
    Qualquer raoga que se a presents para en-
    trar em uma classe, tem primeirarnente de
    ser examinada.
    0 numero das boras de trabalho para as
    classes superiores e de 21 por semana e de
    26 para as classes superiores. Alem disto
    sao dadas ligoes ordinarias, de cultos facul-
    dades e chegnrem a oocupar aa-sociedade
    uma-posigac- mais dtstkusia, a que lbes dd
    repfi rtic,**- os documentos conappobatorios -das
    despezas -ft-it.is desde > anno >le-1811) a i.l.
    direito a graole cdpia deconbecimenlos que ipelo coiooel de eageobeiros Francisce-Jose
    teem recebidov |j*adrea, qjue morraa. ta-
    ]Sa sessao deste Insutneode 6deji*uho de j'.aente-general e visoonde de- Cacaparvty o
    1872, foi lido-um oflkio>do capttao-de mar !das
    eguerra I<-nae*o Joaquka- da Vonseea, da- ofcras civae milkares desla provincia.
    Neste aebado suppo* a cons*oissao tar*en-
    finantes e diverso
    ma da loi foram
    rem documentos
    dominios e bem
    meiros.
    Tendo encontmdo na thesouraria de fa-
    zenda a carta sesmariaVieira ou .Marai.i,
    com a presteza desejada obtive d'ella um
    traslado, gragas ;i solicitude do distincto
    director daquella repartigao ; e mais tarde
    pud- acharna villa do lijiiito, por infor-
    magots de pessoa digca de todo o criterio,
    o roteiro da medigao da sesmaria do Ta-
    padopraticada em margo de 182i), plo
    agrimensor do jgiz ordinario da villa de
    Serinbaem, Antonio Jose da Silva ; munido
    destes valiosos documentos, depois de con-
    venientemente cstudados, determine! para
    a base da medigao da colonia Isabel, a tes-
    tada da sesmaria Maraia, tomando se para
    ponto de partida 6 marco existente no lugir
    denominado Pineloba e na direcgao 92"
    N. 0. verdadeiros se principiou otragado
    desta lintia. Em 27 de fevereiro do cor-
    rente annco, foram tindos os trabalbos da
    medigao, veriticaodo-se ser a superficie da
    colonia Isabel, igual a quarcnta e dousmi-
    ihoes q-iatrocentos e quarenta e nove mil
    metros quadrados, faltando-lhe um milhao
    cento e onze mil metros quadrados para o
    completo da area de qurenta e tres railboes,
    quinhentos e sesseute mil metros quadrados
    que tanto e a de uma sesmaria de tres mil
    bragas quadradas,
    Pela actual demarcagao se reconheceu
    que a primeira perpendicular a base deno-
    minadaLinba do Fervedorem virtude
    dos grandes obsticolos naturaes existentes
    na Serra do Espelho, que difflcuitam sua
    passagem na primitive demarcagao, nao fora
    medida ; o que se realisou agora, sendo ven- tativos, e entre elles o da religiio.
    cidos todos os embaragos qua aissose op-l k ^^ tem trescapellaes, ura rabbino,
    punhara.-O memorial descr.pt.vo que a um cur> e um stor frotest;Dle.
    este acompanha, claramente espec.fica to- 0s unicos ^ d^cip,iQare8 admittidos
    dos os pormenores da presente^demarcagao. I na j sao a admoestagio feita pelo direc-
    Termmando, espero de V. Exc. a neces-
    tor, suspensao e expulsao.
    sans desculpa pe as .mmensas faiths, que, ^^ Qs seme$tre$ ^ distr;buiJos ds
    s,raa suppndas pela esclarecida ntell.gencia me,hores dis,ipulas varias recompensas,
    .; xc" r r. t a* j o\om de um premio de boa conducta
    Deus guarde a V. Exc. Reef1, 25 de
    abril de 1874.lllm. eExm. Sr. Dr. Hen-
    rique Por-ira de I.ucena, mui digno presi-
    deute da provincia,Luiz Jose" da bilva.
    para
    Lido de 31 uVmaio dn mesmo- anw>, no
    qualeoaimu-meavK ao 'nsbtuto qne,.exigin-
    do o miuisteflo da ma.-inba que-o infiwmas-
    se.-jia qualidnde de eapitao do porto desta
    cidade, a date-em que fat cor-strvhio o pha-
    rol do bar rat deste porlo,. e noite do qne pela primeira vez fjiiacceso e frajMjuea-
    do ao service, publico g petlia ac- Instiiiuto o
    seu---luxilio sara o botr>- desem(enhi> desse
    dever.
    Em conseqiaenoia dessa pedido, nomeou
    o-Exm. presalenle deste- Institute -uma com-
    missao que, procedendo- is devidas iuvesti-
    gagoes, satisflaesso aquella exigeneiade mo-
    do que o seu .'.rabalb-* cewrespoudesse i al-
    tuta do pedid e fim desajado.
    Encetando a comais6a& o seu .trabalho, i
    vio que versaftdo a iBaleria de sua iiwestiga-i *
    o|o sobre ura obra. eonstruidus ho pouco^S*
    mats de meioseculov segundo con6tava dj;lun'
    tra mais de umiescriptc*,. proeurou. estuda-la,.
    examinandoem primeiro lu^ar oqae a res-
    peito dessa-obra so tem escripia; foi assim
    que vio U4#. nu-moria* kistorieas.de Gama ;i
    pag. Itjdotomo t', que este esciiptor a da
    como construida no -anno de I8>l9i, sob a di-
    recgao do eapitao demar e gjierra Joao Fe-
    lix Pereira de Campos; exa..n.iaaudo a bio-
    graphia de alguns poetas e homens illustres
    desta provincia, esc rip ta pelo. nosso conso-
    cio, hoje finado, oommendador Antonio Jjoa-
    quim de Mello, a. pag. 30 do.to.nno 3 e oota
    3*. vio.que este il ustre escriptor a da" oons-
    truida.pelogeneal Luiz do.Rego Barretono
    anno de 1819 t examinando ainda o dkcio-
    nario topographico estatisttco historico desta
    provincia, pelo padre Manual da Costa llo-
    norato, i pa^. 157, vio. que tambam a da
    construida pelo mesmo general no anno de
    181*9 ; examinando ainda um folbctim da
    Diorio de Wernambuco de 5 de outubro do-
    1857, escuipto pelo nosso comprovinciano,.
    boje falleaido, Antonio Pedro de F:gueiredo,
    vio que tste escriptor tambem a ddconstrai--
    da no anno de IStO, pelo eapitao de mar e
    guerra. Joao Felvx. Pereira de Ca-npos ; e o
    relatorio do eapitao do porto desta cidade, a
    mencionado Ignacio Joaquina da Fonseca,
    datado do t" de agosto de 18X2, que foi pre-
    seute a eommissao, diz que a obra lhe
    parece de construcgao hollandeia, posto
    que, pelas investigagoes, so deduza ter sido
    feita no governo do general Luiz do Rego,
    entre o anno de 1818 a 1819 ; e quanto
    & sua illuminacSo pela primeira vez, diz
    que fAra em 1820 ou fins de 1819. Fi-
    nalmente examinando a commissao o alma-
    nak de marinha do anno de 1860, a pag.
    20 da parte 3', vio que da o pharol func-
    cionando desde o anno de 1821.
    j Era vista da uniforrajdade com que todos
    esses escriptores sao accordes em ter sido
    esta obra-construida no anno de 1819, sob
    a direcgao do eapitao de mar e guerra Joao
    Felix Pereira de Campos, quando governava
    esta provincia o general Luiz do Rego Bar-
    relo ; parecia resolvida a primeira questao,
    a da data de sua construcgao ; assim como
    tambem a segunda, de funccionar o pbarol
    desde o anno de 1821, conforme affirma o
    citado al.nanak de marinha, ou em 1820,
    segundo diz o citado relatorio do eapitao do
    porto.
    NSo obstante toda essa uniformidade, nio
    se quiz a commissao louvar no juizo desses
    escriptores, visto que um so delles nao apre-
    sentou a fonte original de sua noticia ; e
    com tanto accrto -e houve em seu escrupulo,
    que, proseguindo em suas investigagoes, em
    dessa primitive fonte,
    Xh eMcuiii* Hccuiiilnrlng sjupi-riorea
    itara o ensina dan mullii'i-i-s.
    RELATOItlO DA C.01Iii:SU> Ejiu.WtHKUADV DE
    procure dessa pr.mitiva tonte, encontrou
    cada uma das classes. estampado na Rcvista do Institute Histori
    Terminado oanno, distribuem-Se premios co, Geographko e Ethnographico do Brasil,
    deconcurso, mas um somente para caJa ra we pa^s. 310 a 323, parte 1* do tomo 29,
    mo de ensino ; osconcursos sao julgados-tiin "Ohio do general f.uiz do R^go B.trreto,
    Ida lo do 22 du fevcteiru do 1819, dirigido
    por um jury.
    A escola concele tambem, depois de se
    proced-r a oxaraes, certificados de capaci-
    UH*C3TiG\R \ i'\r\ r.\i que FOI c.o.\sr.tui- dade, mas para poder t-mar parte nestes
    no o i;i\rou u\ BVitjiA DEsr.v cidvoe do exames tem a discipula do satisfizer tres
    r.i-cin:, E N ite d:) dia um que i>::l.v pri- condigOes: V ado ter frequentado a escola
    ao ministro do reiud Tnombz Antonio de
    Villa-Nova Portugal, quo conlrarh a todos
    esses escriptores f porque, relat mdo em tal
    offlcio, com a maior minuciosidade, todos
    os seus servigos, dtsde que assentou proga
    -i,.i.-.A vtz vvi auoeso e FRASouF.ADo ao durante Ires annos e cursado o ensino da 6t6 aquella epoca, fezis yajer especialmp^ve
    '30Btrado,.jenao a prova desejad*, ao caenos
    ;fio que a devia guia* .1 um t'ela resukad:
    entretant-f-podindo esses documentos, foi.tn-
    jftwmado aUtj 'dvorado9-pelas ckamoaas, em. obedieaei a
    :iim delibnragao twmada pela junta da U-
    zefida, pai ser aquella lugar ooeupado-por
    aovos doeutnentos*.
    Este facto suprendoia a coroiiissaof .qiu*
    aao esperau ver no secnlo em. que vivemns
    taata iodiilerenga, para nlo diwr despreso,
    ana assumpto de tanta gravidade ; toda via
    *ao a fi;z desanimar':. recorreynella a di-ver-
    39S individuos qua vivende- ness.i dpoca,
    se ideviant, recordar da construcgao dessa
    mas os seus-ditos apenos-se limitarsm
    firma* ler sido eila feiia no do mi nio do
    ral Luiz do Rego: somenin o Sr. Jfee& An -
    s Giaimaraos- atlirmou recordaivse de
    chegaudo ao porto tiesia cidade em
    do anno de- 1820, qx-ji'.lo pala pri-
    raeita a vek> de Portugal, para o- Brasil,
    ter risto-o phaiol em constoruegao. co dair ies- *u-mados- nos arrecifes : a*, esle leste-
    mui hoprestou a commissao toda fe-,nlo s6
    pore ua- o Sr. Antunes Gttimaraes Brmava
    uma data .certa* que jamais lbe devia esque-
    cor, quala.de sua cbegada ao Hr.isil, quan-
    do ajui: veio estabelecer a sua pesidencia ;
    com > porque, a sua irfcrmagao. estava em
    com. rleto aceordo com o.citado oflicio do ge-
    nera Rego--entreUntQ, por inaior que fosse
    a feiprestada pela commissao a essa infor-
    magflo, jamais podia, sobre eUa formar um
    juizo seguro, a"cerca da data da construccao.
    da, pbarolk
    Achava-se a commissao neste estado vaci-
    lante, quando o aosso digno consocio- 2-*
    secrelacio, major SalvadorUenrique d'AJbu-
    querq^ue, fez presente a commissao deumas
    8 oil tO folhas, fragmentos de ura almanak
    anil ;q dos qua costamava publicar o. finado
    com nendador Mauoel Piguerda de F3ria,
    que "oi nosso digno consocio. Em uma des-
    sas Dlbas vinhaa noticia de ter sido. o pha-
    rol cceso pela primeira vez, na. noite do
    dia t. defevertiro de 1822: contrariava
    esta noticia a que di o almanak de mari-
    nha jd citado, que diz funccionar die desde
    o ar no d* 1821 ; e com quanto pesas-e na
    com cieneia da commissao o credito de que
    sem >re gozou aquelle illustre finado em no-
    ticias desta ordem; todavia n&o constituia
    por si so, um documento bast ante autorisa-
    do, que de futuro nao podesse ser cont sta-
    do i a commissao se queria haver com pru-
    den:ia e criterio. No, entanto, convemi-
    da de que, com todo o fundamento, esta
    dev a ser a verdade, e que na secretaria
    da iresidencia devia constar officialmen-
    te emelhante noticia, nao duvidou em ir
    peh 3." vez i essa repartigio, certa de ter
    achido o fio de Ariadne, que mais tarde a
    dev a tirar do labyrintho de incerteza em
    que se acliava envolta.
    I tlectiva.nente, desta vez vio a commissao
    cor ados os seus trabalbos, devidos em gran-
    de orte o sau resultado ao presiiraoso aju-
    dan e do official archivista daquella repar-
    tiga >, o ja mem ionado tenente Emiliano
    Ern jsto de Mello Tamborim, que nao poupou
    esfo -gos para satisfazer todas as exigencies
    da commissao; extraliindoafinaldos archivos
    daq lella secretaria, a requerimento da com-
    missao, os 8 documentos que acompauham
    este relatorio, os quaes a commissao offere-
    co ao archivo do Institute, como prova ple-
    na de tudo quanto a respeito delles, se acba
    consignado neste relatorio; donde se eviden
    cia, qje a obra do pharol da barra desta
    cidade foi autorisada pelo tribunal da real
    junta do commorcio, agricultura, fabrjeas e
    nivegagao do reino do Brasil, isto em vir-
    tude da real resclugij de 10 ? margo de
    1819, que autonsou a.-aelle tribunal a cn-
    carri-gar o govern-.jor dosta capiUnua, que
    examiuasso o '.nelhoramento quo pod.am lor
    os pharos existentes neste porlo, (nao cons-
    ta n'ue ntsso terapo^existisse alg^mj e em
    Cjuanto moutariam as despezas para isso nc-
    cessarias; como tambeu), se fosse preciso, a
    construir nm novo phardi, que par sue boa
    posigao iatisfize.-se as condigoes recommeri-
    dadas em dita resolugao ; isto no ciso qee
    aquelles na> podessem ser melborados ;
    que as despezas necessaries fossero pages pela
    mesa da inspecgao e rendimentos das eon-
    tribuigoes dos pbaroes, etc., como rod her
    se ve na provisao de 19 de fevereiro de ...
    1820, documento que tem on.' 5 ; sendo
    que foi esta provisao qu- deu execucao i
    meucionada sulugao de 10 de marco de
    1819.
    Em consequencia dessa autorisagio, res-
    pondeu o general Luiz do Rego era offici
    datado de 12 de dezerabre do mesmo anno
    de 1820, que, de conformrlade com essa
    provisao, b- via encoraraen la lo para a Iu
    glaterra um pbarol. ijue ficava a chegar; e
    cuja duspeza montana em I2:>)0*KM)00.
    e nem como que havia daJo pravidaneia**
    para o melhora iiento du porto deste cidade
    ia-ssim o diz a earn regia datada de.81 de
    m no de 1821. dirigida em resposta ao
    meneionado olficrod-> general Rego, docu-
    mento n. 6 ; por tanto e evident* que,- sen-
    do a provisao que man Ion executar a real
    soluyaor data la de li>de fevereiro de 18*20,
    e a resposta a ella dadvi p'lo general Rego,
    datadh' de 12 de dzomt)ro do mes-no an-
    no ; sowonte podia ter lugar o pnncipio da
    eoustru'-gi.* do piia'rol .to- m-z do abril des -
    so anno em diante, m consequencia da de-
    mora que nesei tempo bavi nas communi-
    Ciigo-s loiths-ein navios de vela; o qne esti
    de accoKlo- com a infor-nagao preslada 4
    cam missao- pelo Sr. An bines 6uiioaries,
    bem como- oom a p irtaria dn general luiz
    de R-igo, datailw de 11 da dMnjiob*** de___
    1820. ao eapitao- 'le mar e guerra- Joao Fe-
    lii Pereira de Campos, que foi o en-arre-
    gado da construcgao dessa obra-,e da do me-
    Ihoramento do- porto, conforme se ve do
    docu uento n 1,. pelo qual lhe concede li-
    coik,* para ir ao Rio de Janeiro* freaodo o
    servi^o de que se-acbava encarragaitryaucui-
    dadodo corone'-de engenheiros Soarns de
    .tderav que uesseleiapo aqui acliava en-
    carregado das obras-civis e militares do pro-
    riocio.
    0' officio do r->feri to eapitao de mnr e
    girerra Joao Felix, dat>)o de 3 J de Janeiro
    le 14KS2 dirigido ri-jiail* do governo desta
    provincia, prova ainda eo maior evideoeil,
    quo essa obra s6T#ente t^ve principio no an-
    no de t890, e f >i torminada no-ukirao de
    Janeiro, de 1822, sendo MMH pela -pruaei-
    meirn vei, na noito-d i t.* de fevereiro des-
    se imesmo anno ; perqno ao mencinnado of-
    ficio relate mintreiosasBetite o esta lo am
    que ticou. obra no tin* do anm>d IM#,
    as que se &zeram dessa epocha atei-o timdo
    annode t8>2t, e tinoWneate que Ikou de to-
    da cuncluida no tiai >de Janeiro de 1822:;
    coiif irme se ve do refehdo oflicio, loouraeo-
    to o." 3*
    I'm- outer.! ifficio do referido- eapitao
    de moa e guerra Joao Felix, datado de *7
    de Janeiro de 1822 o dirigido 4 jenta do
    govennodesCa provincia,. prticipa ope a obra
    do pharol: da qual se achavi enearregado,
    estav-a comfdetaraente- aeabada, a poder
    funcvianar do t de fevereiro d'esse anno
    em dinute ; e pedia aabststencii da 3 ho-
    mena-para aoraiderern o laboratorio do .t-
    parclho luainoso, com- o inglez qpe aju
    o veio collocar, cunmo-to-lo se ve de docu-
    mento n. ;: Hcando por tanto jrov.ida a
    notivia-encontrada no- frogmen to do almv
    nak citadOy de que foi ella accesopola pri-
    meira-ve na noite do V de fevereiro de
    1842i
    Ktn visto do expostn-o dos 8 doeumentos
    obtjdos pela co mm ssao. a qual d'elles in
    presente ao Institute, .otano prove* de tudo
    quanto se acba cousigeado neste- relatorio :
    ji-Jga a. eommissao ter ehegado ao terrao
    de suas iovestigaeoos, podendo alhrnir
    acbareiih-se resolvides as duas qpestoes que
    Lie forem proposes-: a data da ediliieagio
    do-pharol, e noite e*n que pels- primeira
    vez-foi acceso e fraoqoeado as- service pu-
    blico.
    Paiecendo pela leitura do decrete de 21
    de abril de 1827. documenlo n. 8. que ate
    essa-data ainda 1180. se achava pagoo pha-
    rol, item concluido, em visia das provi-
    deneias aua a e?se respeito di o referido
    decreto ; t'acil neate se conveoceri do con-
    trssio, quem ler 0 ollicio de peosidenrij
    d'esta provincia datado de 4 de julho do
    mesmo anno do 1827, dirigido ao presi-
    deote e deputados da mesa da inspeegao,
    declarando que sabia te viodo de Inglater-
    ra um pharol, e que selcvantara uma terre
    na qual foi elle-coliocaio;-. documento 11. 7.
    do qual ollicio, combiaado com os demais
    documentos ji citados*. resulta a complete
    ignorancia em que vivia a cdrte a re dos negocios desta provincia; raal de que
    infclizmente ainda hoje se resente.
    Deve ainda a commissao falUr sobrc o
    4.* documento, por ser elle um editai da
    real junta do commorcio, agriculture, ie-
    bricas e navegagao, datado de 8 de Janeiro
    de 18*), que deu instruccoes a roapoito do
    modo porquo se dovia arrecadai o ienposto
    da ancoragera, qHe deviam pagar os oavios
    estraogeiros e naciouaes nos porto* do Bra-
    sil onde bouvessem pharoes: este editel foi
    aulorisado pela real resolugao de 9 de de-
    xerabro de 1819, e a file se refere o eapitao
    de mar e guerra Joao Felix om seu ji o*U
    do oflicio, datado de 17 de Janeiro de 1822
    relativaraente i cobranga do meocionedc
    imposto.
    Termina a commissao o presente relato-
    rio, louvando 0 trabalho feito pelo eapitao
    do porto deste cidade, o citado eapitao. do
    mar e guerra Ignacio Joaquim* da Fonseca,
    do seu relatorio 00 ministerio da marinha',
    relativamente a obra do nosso pbarol, data-
    do do 1/de agosto de 1872; do qual fez
    presente d'uma cdpia a este Institute, qua
    foi remetti'a A commissao para subsidio da
    suas investigagoes: este relatorio peoea so-
    mente no que diz respeito i parte historic*
    desse obra, por se ter 0 sou autor guiado
    pelo que erradaraente se tem escripto, e sem
    du vida ouvio de pessoas que sao faoeis em
    afQrmar aquillodeque nio tem conscioncie
    como verificou a 00mmissao quando tera de
    recorrer a taes informa^oes ; quanto porem
    A posigio topographica e a geograpia do
    pharol,descripgao de sua obra, rain- pri-
    mitive e actual, e um trabalho completo, e
    digno de ser apreciado ; e por isso propoe
    a commissao que sejs elle junto a este rela-
    torio, afira de serem an bos os IrabMkW
    ar. hivados, com os 8 documentos ji men-
    cionados.
    Julgi a commissio ter cuiaprido 0 seat
    dever, e p.lo feliz resultado du suas iavos*
    ligagiies, se congratula com o Institute.
    Joid Domingites Codtctira, relator.
    .4n/onto Gomes Lmtl,




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