Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18186


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Full Text
***
AAIJVO L. MMEIIO 108
tit
*
PABA A CAPITAL B LLGABES 0\BK illO SB PAOA PORTE
Pqr ires meres adianudo*............. wo
Por seis ditos idem......
129000
Cada numero avulso .... *""
..... #0X0
DIARIO DE
For tres
Por seis
Por nove di
Por um
mees
dit is
QUARTA FEIRA 13 DE MAIO DE 1874

PABA DE.VJTBOE IORA DA I'HOYI\t IV
adiaotados..............
idem
os idem
am o idem.
*
1790M
PR0PRIEDADE DE MANOEL FlnUEIROA DE FAR A t FILHOS.
S. Gerardo Antomo Alresd Filbos.no Pari; GonpfcM d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Olireir. d Filho, Ho Ce*ra; Antonio de Lemo. Braga no Arac.tr
Mr. d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos/uxencio Monteiro da Franca, ma Parahyba ; Antonio Jos. Gomes, n* tali, da Penha, Be'armino do. to*.
__________________________________________Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Maciueo, no Pilar du AkgAas; Aires d C, n Baiua; e
PABTE OmCIAL
Govern* Um provincia.
EXPEDIENTS Da DM 9 DR-.KKVEIWITOT DE t8tt.
1.' sea-ao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
enas. Sirva-se V. Exc da maad.tr por era liber-
dale, caso ja t-nha sido remetiido a esse quartet
general, o recruia Jose R odrigaes Pereira, que
provou isencio legal.
Ao mesmo. Respond) ao seu oflkio de
3 do corrente, sob n. 109, declarando'lhe que
nesta data expe;o as necessanas ordens para se-
rem transportados a cdrte, no vapor Ceard, o< re-
crutas constaotes da relaci) aanexa ao citalo
offlcio, a excepcao dos de Dimes Blias Jose do
Carmo e Jose Felippe Santiago, os qnaes te n p*>
tildes pen ientes de decisao desta presidencia.
Ao eapitao do porto. Tendo appareeido
oueixas contra o servico de alguns pharoes e con-
vindo evitar a reproduccao de faltas, que podera
t.-axer serias consequeucias a navegagao ; reeora-
mendoa V. S., noi terms do aviso circular do
rainisterio da narinha, de S3 de j ineiro ultimo,
junto por copia, a maior vigilancia nesse servici,
devendo communicar sera dennra aquella secreta-
ria de estado, quaiquer o^currencia que se der,
o fa'.er ao mesmo temp) os necessarios anauncio*
aos joruaas, conform-; ja foi determioado.
Ao director do arsontl de guerra. En cuin-
primenlo do aviso do ministerio da guerra, de J6
de Janeiro ultimo, maade V. S. fornecer a com-
paah.a de infantaria da Parahyba, o fardaraento
eonstante da inclusa nota, de 42 daquelle tan, or-
ganisada na reparlicA) d > quartel-raestre geaeral.
Ao mesmo. -Transmit!*) a V. S., para seu
conhecimento, copia da aviso qae na data de 18
Janeiro ultimo, expeiio-me o Exm. Sr. minislro
da guerra, relativameote a bandeira fornecida por
esse arsenal ao li batalhao le infantaria.
Ao raasmo.Coastando de aviso do ministe-
rio da guerra, de 27 de Janeiro ultimo, haver se
oaquella data recommendaio a inuiencia da
guerra a remessa para esse arsenal de 3,000 pares
de sapatos e 300 ditos de cothurnos, afira de se
rem fornecidos a forca de linha aqui exists Die* ;
assim o commorico a V. S., para seu conbeei-
raeoto.
Ao mesmo.Deelaro a v. s., para sea conhe-
comento, que em aviso de 30 do Janeiro ultimo, com-
raunicou-me o Exm. Sr. minislro da guerra ha-
ver expedido uma ordem a intendencia da guerra,
pera remetter a esse arsenal um fardameato com-
plete, aflm de servir de modelo ao fardaraento das
companhias de operarios militares, devendo, po-
rem, o actual bonetser substtuido pelo bonet coni-
co, como usavan) 03 artifices, e o correarae bran
o pslo preto. com) o que foi adoptado para os
aprendizes artilheiros.
Ao mes no. Constando de
Leila
; Joio Maria Jnlio Chares, no Assn; Antonio Marques da Silra, no Batal j Jos4 J
talcio, em Santo Antlo ; Domingos Jose" d. Costa Braga, em Kaiarethi
i, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
, oilicio do in-
apector da alfandVga, desta data, torem vindo da
dirte no vapor Cruzeiro do S/*l, H volumes com
o* objectos mencionados no conhecimento j unto,
que me foi rdmettido pela intendencia da guerra ;
assim o communico a V. S., a^m de mandar rece-
ber ditos volumes.
Ao c jmmandante do prosidio de Fornando
do Nqronha.-Para cumprimeuto do aviso d) mi-
nisterio dajustica, de 26 de Janeiro ultimo, re-
commendo a Vine, que informe desie quando se
aeiia nesse presidio, e qual tem sido o seu com-
portamento, o roo Caodido Praneisco Freire, que
e^ta curaprindo a pena de 12 aaass de prisao com
trabalho, a que foi condemnado par crime de ho-
micidio a 16 de junho ci 2/ secgao.
Actos:
0 presidente da provincU sobre proposta do
juiz de direilo da comarea da Escada, de|6 do cor-
rente, resolve nomeir para o cargo dj adjunto do
pronaotor publico damella comarca, no termo de
tiamelleira, ao bacharel Vicente Tavares Rjdrigues
Lima.
= 0 presideuie da provincia, attendendo ao que
rsquereu o bacharel Jose Manoel de Barros Wan-
derley, jaiz substituto dos feitos da fazenda, resol-
ve conceder-lhe 30 dias de licenca, na forma, da
\i\, para tratar de sua saude.
0 presidente "da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
de 7 do corrente, n 178, resolve exonerar o cida-
dao Jose Ferreira de Luna do cargo de subdelega-
do do districto de S. Benedicto, do termo de Pa-
ne 11 as.
0 presidente da proviDcia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
de 7 do corrente, n. 178, resolve nomear o tenen-
te Francisco de Siqueira Passos para u cargo de
.^nbdelegado do districto de S. Benedicto, do termo
de Panellas.
0 presidente da piovincia, dj conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
de 8 do corrente, n. 177, resolve exonerar do
cargo de subdelegado do disiricto de Visen-
c.a, do lermo de Nazareth, o alfores Pergentino de
Miranda Pimentel.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.Remetteodo-lhe in-
cluso o offlcio de 26 de Janeiro proximo pissado,
do juiz de direito da comarca de Villa-Bella, re-
coramendo Ihe que o devolva, acompanhado das
informacSes exigidas por lei.
Ao commandante superior interino de Villa-
Uella eTriampho.-Bemetto inclusoa V. S. o seu
offlcio de 4 de Janeiro proximo passado, aflm de
que venha acompanhado dos prets, de que nelle
trata.
Ao juiz de direilo de Nazareth. -Para cum-
pf imento do aviso d i ministerio da justica, de 27
Janeiro proximo DassaJo, remetta Vmc. com ur-
gencia, a esta presidencia, coplasdas pecas norai-
naes do processo do reo Jose Fabri ji'o Gomes, que
curapre no presidio de Fernando de Noronua, a
penade gales perpetuas a que f>i condemnado, em
virtude de decisao do jury dessa comarca, por cri-
me de homicidio pcrpetra lo na pessoa do inspe-
ctor de quarteirao, Ipnacio Theophilo Mendes de
Ateredo.
Ao l promntor publico da capital.Recom-
mendo a essapromotoria publica, em resposta a
i-ua informacao datada de 7 do corrente, que^em
perda de tempo, de a go npetente denuncia contra
o autor do crime perpetrado na pessoa do nego
cante Leonidas Tito Loureiro, exigindo do res-
pectivo sabdelegado o inqueiilo, a que deve ter
procedido, e promovendo a sua respoasabilidade,
se tiver havido falta de sua parte.
3' seccao-
Acto:
0 presidente da ; r ivincia, riUnnlenl-. ao <\at
r- (ueiou hi\fkvs. i: e !; Olivelra, pratioaato da
thesournria de fazenda, reaeeder-lhe d ms
mezes de licenca com ordenado, na forma da 'ei
para tratar de saiide,
Offleios :
Ao inspector da thesouram de fazenda.De-
lerrainando o aviso clr;ular do mintsterio da ma-
rinha, de 29 de Janeiro de 1874, qae por essa the-
souraria nao seja per mada, que aqni servirera, consignar qnantia al-
guraa dos respectivos vencimentos, sem prtvia an-
torisacao daqaolle rainisterio; assim o communico
a V. S., para sen conhecimento e devida exe-
cacao.
Ao mesmo.-Communico a V- S., para sen
coBbecimento e deridps fins, que nesta data assu-
mio o bacharel Jo5o Diniz Ribairo da Cunha o lu
gar de secrejario desU presidencia, para o qual
fora nomjado por caria imperial de 21 de Janeiro
undo.
Ao mes;no. -Transraitio a V. S. para os fiis
couvenienles 8 ordens, sand) 4 do thesouro naoio-
na!, sib_ ns. li.a.117, e i- > dos>hai dv ajtt*
ilante general, ns. 102 a 10.*;. e bem assim um offl-
cio da directoria geral, daUd > de 26 do met pro-
ximo passado.
Ao masmo. -De* V. S suas ordens para que
sejara recolhidos a essa reparticaj e enlregues de-
pois ao director do arsenal de guerra os 41 volu-
mes, a jue allole o seu offlcio desta data sob n.
5V, vindos no vapor Cruzeiro do Sul.
Ao mesiflo. -Para os lias onvenientes.remet-
to a V. S o titulo de Ttiomaz Ferreira Maciel Pi
uheiro noraeado escrivao do cival do termo desta
capital.
Ao mesmo. -Para seu coahecimentj e fins
convenient, communico a V. S, que no dia 7 do
correute reassumio o exercicio do seu cargo o
juiz de direilo da 1* vara civel desta comarca ba
charel Quintino Jose* de Miranda.
Ao inspector da thesouraria provincial.
ManJe Vmc. pagar a Mantel Antonio Teixeira
conf*rmj solicita o director da i npenal sociedade
dos Artistas Mechanicos e Liberaes a qaantia
de 7:5324:'JO, prpveniente da 6' prestacao a que
tem direito aquella sociedade em vista do certill-
cado junto, passad) pela reparticio das obras pu-
blicas, por haver coacluido a obra da escola mo-
delo.
Ao mesmo. -Communico a Vmc. para sea
c rabecimeulo e fiis convenient-:*, qae por porta-
ria de 30 de Janeiro fiado, traosferi da 4* prra a
3' seccao da secretaria desta presidencia o offi-
cial Jose Odilon Annas Jicoma Piras e nomeei
para o lugar de official da 4' seccao da mesma
secretaria o bacharel Henrique de Athayde L )bo
Moscoso.
Ao mesmo. -Tendo o bacharel Joa) Dinis Ri-
beiro daCaoha agsuraido nesta data ocargodesecre-
tario desta presidencia, para o qual fora nomeado
porcarta imperial de 2i do mez Undo, acabo de no-
mear o bacharel Hermillo Duperron para exercer
o lugar de chefe da 2* seeyao da mesma secre-
taria.
4- tecqao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve nomear o
bacharel Hermillo Duperron para o lugar de chefe
da 2' sessio da secretaria da presidencia.
0 presidente da provincia, em vista da pro-
posta do regedor interino do iiymnasio provincial
resolve exonerar Francisco Astero de Araujo do
lugar de repetidar do mesmo gyranask).
OJkios:
Ao regedor do gymnasia provincial.-Tendo
nesta data exoaerado Francisco Astero de Arauja,
do lugar de repetidor (lease esUbelecimente, se-
gundo propoz Vmc em offlcio de hoje, autoriso-o
a cootratar para exercer dito lugar, sem praso
determinado e em quanto convier ao servico pu-
blico, a pessoa indicada em seu refefido offlcio.
Ao juiz de put do 1 di tricto da cidade
de Laniard. Em resposta ao offlcio de 31 de Ja-
neiro proximo Ondo, que Vmc. dirigio me remet-
tendo uma relacao dos julgados de paz havidos
nessa freguezi i, Ihe declaro que a circular desta
presidencia de 25 de agosto do anno passado, re-
fere-se aos dislrictos de paz existentes nessa fre-
guezia, com especificacao da data de sua creacao,
e nao aos julgamentos havidos.
I'ortaria :
A Illma. camara municipal do Recife. A'
vista do aviso do ministerio dos negocios da agri-
culture comraercio e obras publicas de 26 do mez
ultimo n. 48, remetta a Illma. camara municipal
do Recife, com urgencia, a esta presidencia, os
paJroes me;ricos, que segundo o seu offlcio de 19
de marco do anno Undo, recebeu em raao estado,
para serem examinados pela commissao de pesos
e medidas na corte.
5." seccao.
Offlcios :
Ao presidente da commissao encarragada de
agenciar productos para a exposicao provincial
Tendo recebido um offlcio do Exm. minislro ple-
nipotenciario do Brasil era Vienna d'Austria, ba-
rao do Porto Seguro, acompanhado do incluso co-
nhecimento da remessa a este porto de 9 caixoss,
ns. 100 a 108, contendo varios objectos desta pro
vincia, que figuraram ne exposicao alii, convem
que essa commissao os reseba para dar-lhes o
conveniente destino, verificando na alfandega a
vinda dos mesmos objectos.
A' commissao censitaria da freguezia de
Fazenda Grande.Nao convindo demorar por raais
tempo a conclusao dos trabalhos censitarios desta
provincia, recommendo a Vracs. o iramediatocum-
primento do disposto no artigo 9 8* do regu-
laraento de 3 de dezembro de 1871.
Portarias:
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagem para a
corte no vapor Ceard, por conta do ministerio da
guerra, ao cadete 2 sargento do 12 batalhao de
infantena Jose Marcondes de Mello Maia e ao sol-
dado do 10 da mesma arma Emigdio Campello de
de Albuauerque Galvlo.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar transporte para
a corte, por conta do ministerio da guerra, no
vapor Ceard, aos recrutas consumes da inclusa
relai;ao nominal.
Relacao a que se refere a portaria supra.
"ivelino Jose Carlos, Antonio Thomaz Jose Joaquim
do Sanf Anna,Franci-co de Assis Carneiro, Francisco
Jose Bernardo, Jose Joaquim de Sant'Aona 1
Jos6 Joaquim de Sant'Anna 2*. Josg Joaquim Ma-
noel, Joao Nepomuceno Leite. Joio Manoel do
Nascimento, Martmiano Francisco de Albuquerque,
Manoel Jorge da Silva, Manoel de Lima, Manoel
Pereira Dias, Manoel Pinheiro Giraes dos Santos
Pedro Fehsmino de Souza, Rufino Jose do Reao
Victor Barbosade Lima.
da pnmeira vara crime desta capital n aquella ao nobre depuUdo pelo f districto, membrolda
.. .. rt..:-.- iHOStrada commissao, que hontem fallou era 2 a
JSgff ded.re.to da Escada.-O Exm. Sr. gat a maneira delicada, a maueira polida, assn,
t nZ mr'Ir?^? VaU. ?*a,"Baa,Srf V- 2K,a m^eracao com que impugnou as mesrr m
., quo, por portaria da li >j:, foi n)maada o ba.- jtfsasUaa.
*5!lT^M,nta MV,r88IR'lrigaes L,ma diaac,' 0S- Tolentinods Cabtalho '.-E nio po. ia
do promotor publico dessa comarca. no termo de fazer de outro modo
Gamelleira, de conformidade com a proposta da
>. S. em offlcio de 5 do corrente.
Ao 3r. Tiiomiz Ferreira Maciel Pinheiro
Por esta secretiria se communka ao Sr. Thomaz
Ferreira Maciel Pinheiro, que nesta data, para os
fins convenientes, se remetta para a thesouraria
de fazenda o titulo de sua nomaacao de escrivao
do civel do termo desta capital.
., s-' MCcSo.
Offlcio :
Aos agentes da companhia brasileira de na-
vegacao a vapor Da ordem de S. Exc. o Sr.
pmsilent", communico a V. S. que foram recebi
dos os offljios dessa agenda, datados do 8 do cor-
rente, sob ns. 5 e 6, nos quaes se declara que os
vapores nacions.es, Cruzeiro do Sul e Ceard, che-
gados hontem, aquelle do sul e este do norte do
imperio, continuara hoje as 5 horas da tarde as
suas viagens.
um poi
l
rspachos da pbssidkncta, do dia 11 ok hmo
di 1874.
Antonio Jose Ribeira de Moraes.Informe o Sr.
inspector da thesouraria da fazeada.
Alexandria Mtria dos Prazeres. Seja es-
cusa.
Amelia Carolina da Silva Ramos.Indique pre-
viamente a suppiicante a pessoa que offerace para
substitui-la.
Alfredo Gibson.Prove o suppiicante o que
allega.
Antonio Francisco Gaiao.Deferido com offlcio
desta data ao Sr. commandante do corpo de po-
licia.
Padre Camillo de Mendonca Furtado. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Francisco do Rego do Nascitnento Feitosa.
informe o Sr. inspector da thesouraria da fa-
zenda.
Francisco Ignacio de Moura Gondira. Indefe-
rido.
Fabrlciano Napoleio do Rego Barros. Como
requer.
Irmandade de Nossa Senhora da Conceicao da
cidade de Carnani. -Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Jose Pereira de Araujo. Deferido cam offlcio
desta data dirigldo a thesouraria d fazenda.
Bacharel Joao Francisco da Arroda Falcao. -
Revalide o suppiicante os documentos que anne-
xou ao sen reqaerimento e volte
Jaanna Maria da Conceicio.Indeferido.
Joao Manoel Ferreira Maia. Inform* o Sr. bri-
gadeiro commandante das annas.
Maria Francisea da Conceicio. Informe o Sr.
brigadeiro commandade das armas.
Maria Candida Barboia de Albuquerque Mara-
nhao. Deferido com offlcio desta data ao prove dor
da Santa Casa de Misencordia.
Maria Candida Barbosa de Albuqaerqne Mara-
nhio. Prej ud icado.
EZMMUm DO SECRKTAR10.
1.' seccao.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda decla-
rar a V. Exc. em resposta a> seu offlcio de 5 do
corrente, sob n. 108, que fleam expedidas as ne-
ceuanas ordens para serein transporiados a corte
no vapor Ceard o primeiro cadete sejundo sargen-
to Jose Marcondes de Mello Maia, e o soldado E-
mygdio Campello de Albuquerque Galvao, este d*
Iv e a]ue|le do 12' batalhao de infantaria.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. prsiJente da
provincia manda communicar a V. Ex:., para os
fins convenientes, que nesta data coacedeu ao re-
cruta Jose" Felippe Santiago o prazo de dez dias
para provar isenjao.
i'.' srrr-io.
Offlcios:
Ao chefe de [uli-ii -0 Exm. Sr. presidente
da provincia manda transmitttr a V. S. o titulo
iic'tiso da nooieicao do subdelegado do districto
de S. Benedicto do termo de Panellas, de confor-
midade com a proposta de V. S. era offl;io de 7
do corrente n. 478.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S, que por por
taria desta data foi exonerado do cargo de subde-
legado do districto de Vicencia, do termo de Naza-
reth, o alferes Pergentino de Miranda Pimentel.
| Ao juiz de direito da primeira vara, Dr.
{Quintino Jose* de Miranda0 Exm. Sr. presidente
da provincia manda arcusar o recebimento do of
j ficio de V. S. datado de 7 do corrente, era que
participa ter assumido o exercicio da jurisdiccao
PEMMMBDOq
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAG ORDIMARIA EM 22 DE ABRIL.
PMESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AliUIAR.
Ao meio dia, achando-se presentes os Srs. Ma-
ttel do Rego, Lacerda, Ratis e Silva, Cunha Ca-
valcante, Goes Cavalcante, Tol.ntino de Carvalho,
Firmino de Novaes, G. Gondim, Felippe de Figuei-
roa, Tiburcio de Magaihaes, Goncalves Ferreira,
Aguiar, Travassode Arruda, Amaral, Oliveira An-
drade, Antonio Paulino, Dario Cavalcante, Gaspar
de Drummond. Soare, Vieira de Mello, Joao Barba-
Iho, Pinto Pessoa, Peretti, Olympio Marques, Cam-
boim, Arruda, Tito, Gomes Parente, Uch6a Caval-
cante, J. Mello Rego, Domingos Pinto, N. Portelia e
Ahpio Costa, faltando os Srs Arconcio e Souza
Leite, abre-se a sessao.
E' lida e apprevada a acta da sessao antece-
dente,
0 Sr. 1* secretario da conta do seguinte
EXPEDIENTB '.
Offlcios:
Do secretario do governo da provincia, remet-
tendo por copia o offlcio do iospector da thesou-
raria provincial, acerca do accordo na applicacao
do U do art. 15 da lei n. 1,115, e em original
as respectivas inforraacoes. A' commissao de le-
gislacao.
Do mesmo, remettendo por copia o offlcio do
inspector da thesouraria provincial, em que soli-
cita um credito extraordinario na unportancia de
15:478^160, pra o pagameato de juros de apoli-
ces.A commissao de orcamento provincial.
Peticao :
Do bacharol Xabor Carneiro Bezerra Cavalcan-
te, offerecendo a assemblea um exemplar dos es-
tatutos do Ban :o Hypothecario, e pedindo que se
autorise o presidente da provincia a subs -.rever
ate a quarta parte de suas accdos.A' commissao
de orQamento provincial.
Sao lidos, julgados objecto de deliberacio e vao
a impimir os seguintes projectos :
A assemblea provincial legislativa de Pernam-
buco resolve :
Art Unico.Os limites da freguezia de Cim-
bres com a de Pesqueira serao os seguintes: co-
raecando pelo poente da encruzilhada da e-strada
velha da freguezia da Pedra para a fazenda Jato
ba e de Pepin para o Sacco e dalli ao nascente a
mesma Jaloba, Girimu, Calole, Sitio, Tambores,
Udrogo e dahi pelo curae da serra a alagoa Isa-
bel Dias e seguindo pela estrada que vai para o
brejo da Madre Deus a encontrar com a3 aguas
do mesmo brejo aonde fara ponto final, ficanJo a
freguezia Ombres com os povoados Olho d'Agua
dos Bredos, Pao de Assucar e P05J0 e a de Pes-
queira com a de Alagoioha, Sanharo Genipapo,
Agua Fna e Cavallo Morto.-Revogadas as dispo-
sioSss em contrano.-Paco da assemblea provin
eial do Peroambu-), 22 de abril de 1874.G de
Drummond.
A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resolve.
Art. Unico. Flea concedida uina loteria de
cento e vinte contos para as obras da capella dc
Nossa Senhora do Rosario de Tegipi6. -Revogadas
as disposes em cantrario.-Paco da assemblea
provincial, 2zde abril de 1874. -Gispar de Drum-
mini.
OHOKM DO DIA.
CoiUnua a V Jiscussio do proiecto n 9 deste
apno, flxand) aforca policia! para 0 aim 1 I'm in
ceiro de 1874 a 1875, com as emendas effere-
cjdas.
Sr. Balis e Silva 1 -Sr. presidente, ha-
vendo offerecido alguraas emendas ao projecto de
fixacao da forca policial, umas no primeiro dia em
que comecou a sua discusslo e outras hontem,
correme a obrigacio de aveiturar algumas pro-
POSi0oes era ordem a justificar as mesraas emen-
das. E' 0 que pretendo fazer e me esforcarei por
cuinpri-lo de modo que possa convencer aos no-
bres deputados das ratdes em virtude das quaes
offereci taes emendas.
Antes, porera, Sr-, presidente, de entrar no des-
envolvimento de$3as consideragSes, devo agradacer
0 Sr. Ratis b Silva : Podia ter sido
co mais azedinho.
Um Sr. Deputaoo : -Eotao sempre foi azedo.
0 Sb. GojtgALVES Fer ibira : Isso depende
teraperamento de cada um.
0 Sr Ratis b Silva : Nao estou cen-'uran-'o
a ainguem; estou apenas agraiecendo a maoeii a,
porque elleme tratou, maneiraque nao podia dti-
xar de ser assim, visto que elia esta de accor 0
com a sua educacio, com a sua boa indole, com
seu trato amen >, com 0 seu caracter social.
0 Sr. Gjmks Parents : Muito obrigado.
0 Sr. Ran* e Silva :Entando que assim ni 0
estou lancando ceusuras a ninguem, estou cur 1
pried 1 nm dever.
Ea dizia, Sr. presidente, que nao podia deix
do comecar 0 man discurso sem agradecer a es
nobre depatid 1 a maaeira porque na discussao
dignou de responler-rae; porque isto me pinhi-
rou assas. Ate* cerlo ponto, Sr. presidente, me par -
cerara altenliveis e aceitaveis as consideracSes ( 0
Sr. deputado a q lein me refiro, mas consinta o nj-
bre deputado que Ihe diga que ellas om tudo nao
me coo7enceram de modj a fazer-rae recuar de
minhas opinides.
Reconhe.x), Sr. presidente, na nobre commissao
que coofeccionon 0 projecto a melhor intencae, re-
eonheco os sentimenlos pat'ioticos que a ani na
ram quando se entregou a confee;ao desse traba-
lho, onego mesmo a declarar qua aceito e concor-
do com as ideas capitaes do pr posso astar de accordo com a nobre commissao
quanto ao mode porque elia as desenvolveu. Nb
tea dessnvelvimento e que esta toda a minha dis!-
eottancla.
Acho conveniente, Sr. presidente, que a forca
policial seja dividida pelo modo porque a dividio a
nobre commissao, em forca policial propriamente
dita e em guarda local
Julgo que este systema de localisar a forca poi-
licial e de grande vantagem para a provincia na
manutencao da ordem pnblica.
B* de grande vantagem, senhores, na.) so porqub
por esse systema se deve angmentar mais provei-
tosaments a forca policial, em conseqaencia mesmo
de nos faltar hoje a guarda naeional, eozno porque
one parece que s6 com individuos da locaJiJadd,
conhecedores dos homens e dos Ingares, se poder 1
fazer uma boa pojicia. So com anxiiiares desta
ordem poderao as autoridades policiaes conta
para nm bom resultado em todas as suas deli
gencias ....
0 Sr. Manoel do Rbgo : Apoiado.
0 Sr. Ratis b Silva: -......poderio assini
desampenhar, como Ihes cum pre, 0 penoso e tra
balliojf dever arduo, qae pesa sobre a antoridad
policiS; poderio flnalmente, deste modo mante
inalteravel a ordem e a seguranca publica em ca
da nun das localidades.
Ao art. 1, Sr. presidente, mandei eu uma
emenda, dimiouiodo para 1,300 pragas a forca po
licial no anno financeiro de 1874 a 1875. Me pa-l
rece que com 1,300 pracas se pode fazer esse ser-
vico, mas discordo ao modo porque foi a mesma
fores distribuida.
ao passo que entendo que 0 total da forca poli-
cial deve ser nienor do que apaelle quese acha no
projecto, e quo e excessivo 0 numero de pracas
do corpo da policia propriame*3 dito, que deve
ficarna capital, entendo que e pequeno 0 numero
das pracas da guarda local.
Ja live occwiao de dizer qua com 0 estabeleci-
raento da guarda local fleam as pracas do corpo
policial somente occupadas no servico da capital,
nao tem de destacar. Senhores, se esse corpo
nao tem de fornecer destacamentos para fora, se so
tem de restringirse a policia da capital, me pare-
ce que ': excessivo 0 numero de 500 pracas, que
para elle se pede, penso que com 300 pracas se
poder. fazer todo 0 servico policial da cidade.
0 meu nobre amigo, deputado pelo !. districto,
que se senta deste mesmo lado (0 5r. Manoel do
do Rego), offereceu uma emenda marcando 0 nu-
mero de 400 pracas, cu nao terei duvida de acei-
tar esta sua emenda porque a differenca, que vai
8 pequena. Parecia-me que 300 pracas soriara
bastaotes ; mas, se a minha emenda toi tao im-
pugnada, se acham qua e demasiadamente peque-
no 0 numero de 300 pracas, nao poderao dizer as-
sim, sendo 0 numero de 400, como quer 0 mesmo
nobre deputado. Votarei, por tauto, pela sua emen-
da, se nao passar a minha.
Deste mido ma parece qie tenho justificado a
emenJa qne mandei ao.art. 1, quanto a cifra das
pracas do corpo policial, que tem de flcar na ca-
pital.
Mandei tambem uma emenda ao 2." do art. 2."
que e o que trata da guarda local, elevando 0 nu
mero desta guarda a 1.000 prajas. Assim como
achei excessivo 0 uumero de 500 pragas para 0
corpo policial, que tem de dear na capital, assim
achei pequeno 0 numero que se da para a guarda
local. Tendo elia de ser distribuida por todas as
subdeiegacias da provincia, como penso que deve
ser, nao pole 0 numero de 900 pracas fornecer a
cada uma dellas um destacaraento que seja capaz
de auxiliar a autoridade policial. Assim me pare-
ceu conveniente elevar esse numero a 1,000 pra-
cas.
Talvez qua mosmo 1,003 pracas nSo sejam muito
sufflcientes, mas emfim sempre darao para um des
tacamento maior do que poderiara ter essas fre-
guezias, sendo a distribuigao feita por 900 pra-
cas.
Todos n6* reconhecemos, Sr. presidente, a ne-
cessidade que tem as autoridades policiaes de for-
ca para auxilial as no cumprimaiito de seus deve-
ros, de uma forca em que se apoie para moralisar
os seus actos, para ser empregada na repressao
dos crimes e na perseguicio dos crirainosos.
Bern ve a casa que eta forca nao pole nem
deve ser tao diminuta. Entendo quo uma subJe-
legacia nio pode cumprir bem 0 seu dever sem ser
auxiliada por um destacaraento de 10 pracas ao
menos; dahi para cima : e bcalidades havera que,
pela sua exleusio e importancia, teoham necessi-
dade de destacaraento maior. Com 9J0 pracas
creio que sera irapossivel fazer esse servico con-
venienteraente.
Eis a razao porque entendi que devlaniiJ elevar
a 1,000 pracas a guarda local.
0 Sr Oliveira Andrads:Se podessemos ele-
var a 2,0)0, a commissSo 0 proporia.
0 Sr. R\tis e Silva : Seria raellior, mas nao
0 podemos fazer: facamos ao m?nos 0 qne poder-
raos.
0 Sr. Olivbis.v A.\d3ade :Nio devamos cortar
muito larcn.
0 Su IUtis e ?ilw : Nio, esta so cortando
hero etfroito, mais c4reit) ij.jqq? i-to nao serve,
ujm is p)s.-iv 0 Sr. Peretti : Para cortar estreito 6 que
queremos supprimir os commissarios.
0 Sn. Manoel do Rego : -Essa sinecura.
0 Sr. Ratis e Silva : -Mandei, Sr. presidente,
uma emenda ao art. 8.*, 0 qual assim diz : (le)
Nio sei de que modo pensa a nobre a commi:-
sio a e.te respeito, porque ouvi consideracoas no
sentido de que a guarda local devia ser tirada dos
individuos da localidade, e outras no sentido de
que nio devia ser composta somente dessa indivi-
duos, mas tambem de individuos de outras loca-
lidadas, e ate* das pragas de policia, que forem dis-
pensadas por forca deste pro-cto
, OSr. Oliveira Andrade:-E nao pode deixar
1 de ser assim.
0 Sa. Ratis e Silva : Mas en entendo que nao;
"o meu hurailde e fraco pensar digo que a guarda
locst*sd deve ser composta de individuos que mo-
rem na localidade, onde elia fdr organisada. E se
eu entendo, Sr. pre-idente, omodigo em am sabs-
titutivo, do qual mais tarde fallaret, qae a guarda
local deve estar a disposicao e deoaixo da inspec-
cao da3 autoridades policiaes, se entendo, como
acabo de dizer, que a guarda local deve ser tirada
dentre os individuos dessa localidade, porque so
da cooducta destes podera conhecer e ter bem
sciencia a autoridade policial respectm, nio posso
a lmittir a disposicao do art. 8.', que esta diarae-
tralmente opposta ao meu pensamento. Pelo art.
8. se admitte que as pracas que forem dispensa-
das do actual corpo de policia sejam admittidas na
guarda local; e Dera ve a casa que eu, para ser
coherente, com os meus principios, nio podia dei
xar de pro dr a sappressao do art. 8.
Quando apresentei a emen-la sabstitutiva do %
l. do art. 2.*, reduzindo 0 corpo de policia a 300
pracas (lame escapando isto), disse na minha
emen la que essas 300 pracas deviam ser divididas
em 4 corapaahias e suiailas ao mesms servi;o em
que ora se emprega. Me parecea que 300 p'rac.s
nao i))Jiam deixar de soffrer uma divisao por bem
e ordem do servico, por conveuiencia da disciplina ;
c sabendoqae ordinariimente as compan'iias se
formam com 80 a 100 pracas, julyuei conveniente
dividir as 300 pneas em 4 companhias ; mas emfim
nao face questlo disto. Se os nobres depatalos,
aceitando a minha emen la, entenderem qua devem
as 300 pracas ser divi idas em 3 companhias, para
Bear cada uma com 100 pracas, nao terei duvida
nenhuma em annuir a isto.
Mandei um artigo substitutevo i.> art 3.' 0 art.
3. diz : (Id)
Nio acho aeeitivei, Sr. presidente, a disposicao
deste artigo. Por elia se ve* qae a guarda local
sera destinada ao servico policial dos manicipios
ou parochias onde tor organisada ; daqui se con
cine que podera haver parochias onde nao se or-
ganise a guarda local; mas, sendo certo qae nil
ha fr-gnezia algama que nao tenha uma subdelegv
cia porque as subdeiegacias sao creadas porfregue-
zias de conformi iade com a lei, podia sacceder que
flcassem muitas sabdelegacias, sem gnat da loal,
faltando assim as respectivas autoridades policiaes
0 auxilio, 0 soccorro da forca pnblica, para bem
desempenharem as suas fnnecoes. V-se, parian
to, qae 0 art. 3.* contem uma lacaaa que devia
ser supprida, e por esta raiao mandei 0 artigo
substitutivj concebido nos seguintes termos:
Assim conclai 0 meu sabstitutivo, Sr. presiden-
te, porque iuiz tornar mais clara a disposicao do
art. 3* do projecto, quando diz qae a guarda local
nao podera em can nenhum destacar para fora
dos mesmos municipios ou parochias
V* ndo que podia isto suiciur duvilas, como se
tern aqui sascitado sobre a palavra destacar, ven-
do que na execucio da lei podia servir jisto de
um embaraco, podia ser interprelada de modo dif-
ferente, entendi qua era necessario expiicar e tor-
nar a lei mais clara, porque, Sr. presidente, as
leis devem ser claras e de modo que nao se pros-
tem a duvida alguma na sua execucio, quo nao
se prestem a interpretacao differente da qne de
vem ter. Por este modo redigido 0 artigo snbsti-
tutivo, me parece que flea tirada toda a duvida,
que se Ika coniecendo pa a guarda local nio
pole destacar para f6ra, mas que pode sahir em
auxilio de outra subdelegacia on delegacia vizi-
nha, toda a ret que houver nella perturbacio da
ordem e for requisitada pelas autoridades respec
iBjra_
tivas. Pareceu-me que deste modo ficava mais
bem confeceionado e redigido este artigo, ficava
a sua disposicao mais clara, mais completa em or-
dem a nao prestar-se a intelligencia diversa da que'
esta na lettra e espirito da lei.
Um dos artigos adlitivos que mandei a mesa e
concebido nestes termos: (le*).
Nao obstante eu entender que as guardas lo-
caes devem ser organisadas pelas autoridades po-
liciaes das localidades, nao obstante ser mais ou
raenos certo que essas autoridades devem conhe-
cer os individuos qae moram era seus dislrictos,
todavia me pareceu boa coutela e de bom aviso]
oue se exigisse como condicio para ser conside-
rado como guarda local que 0 individuo exhibisse
attestado e prova da sua moralidade do que e
toman honesto, cidadio livre de crime e capaz de
policiar e nao de ser policiado. Eis aqni a razao
porque entendi quo devia mandar u substitutivo.
Entretanto hontem ouvi dizer aqui na casa que
isto era materia de regulamenlo.
Entendo, Sr. presidente. que 0 regnlamento nio
e feito senao para expiicar e para providenciar
acerca das duvidas quepodem ser eneontradas na
execacao da lei a que 0 mesmo regulamenlo se
refere.
0 Sr. Peretti : Apoiado.
0 Sr. Ratis e Silva : -0 regulamenlo nao po-
de delerminar cousa alguma seuao com referencia
a essa lei... nada Ihe po ie accre-centar.
0 Su.J Peretti : -Nio pole innovar, nem al
terar.
0 Sr. Ratis e Silva :--------nada pode innovar
jnemalterar. A lei lane, as bases e regulamen-
ito sob essas bases estatue disposicSes em ordem a
poder ser enmprida a mesma !ei. Entendo, por-
lanto, que deve entrar como base da lei a coadi
Cio de nao ser 0 individuo admiltido na gnarda
local sem se moslrar isento de crimes, sera mos
trar que e cidadio honesto, etc.
Mandei ao art. 4* um substitutivo. 0 art. 4*
diz: (le)
0 substitutivo diz : fie)
Eis aqui, Sr. presiddnte, o meu pensamento ex-
posto ha pmco, consignado nesle substitutivo. Ha
pouco mostrei a conveaieucia que havia de ser a
juarda-local organisada pela autoridade policial
a freguezia ou da localidade oude elia for crea-
la, d'ahi se \6 tambem a necessidade de dear essa
ruarda a disposicao da mesma autoridade policial
1 sob a -na inspeccao
Deste ratio me parece que flcara 0 art. 4 com
iraa disposicJo capaz da fazer a guarda local pres-
ar-se ao flm para que 6 creada Julgo q ie astim
enho justificado 0 meu pensamento acerca da
reac-io da mesma guarda local.
Diz 0 art. 4*: (ie)
A respeito disto, Sr presidente, mandei um ad-
itivo nesle sentido : (le)
Este alditivo c.)nte*m duas partes : Na 1* trata-
1 a do commanio da guarda local na localidade on
e elia for creada. a creacao e a inspec;io da
uarda, como ja disse, fica commettida ao su'bdele-
i ado ou delegado do lugar, rras entendo que 0
lommando deve G:ar commettido aura inferior
(scolhido dentre aquellesque corapazerem a pin -
( a local; e nm podia deixar de ser assim. Uaia
1 uarda, um destacaraento quaiquer deve ter queiu
( cooamatide, deve ter quen vele sobre sa. aisci-
I lina, quem seja 0 responsavel pela execucio das
< rdens que receber.
Nuiiea on la se vio, Sr. presidente, que uma
1 uarda, uma escolti, uma patrulha mesmo dcixas-
s de ter commandanle. Se "se iocumhe a uma
jatrulhaa conduccao de presos, patiaiha aiaia
c HBDesta de tres pracas, vai um cabo para com-
1 landa la, 0 qual e responsavel pelo cu nprimeulo
* a ordem que recebe.
E se 6 assim, sa pela disciplina isto se observa
i te a respeito de uma pequena escolta, como nio
* evera haver quem coramande a guarda local
I ue tor creada nas lojalidades 1 Corpo sem cabe-
1 a nao se coraprehende.
Acho do tola a couveniencia que esse inferior
seja tirado dentre os individuos ija* coropoasrw a
guarda local, nao s* porqne me parece tAm
mais direito a essa nomeacao aqueHes Me ia sa*
c msiderados. guacda* las*, t* mmm f--
da tendo ja exhibido am titalo de aa MSMoeta
civil e moral, em que prova que e um cidaSBM pa
cifico, digao de receber esse command), far-se hia
injusti.a com a nonieacao de pessoa estraoha
A segunda parte, Sr. presidente. diz n*p.j'tc a*
apparato miliUr de que fall* 0 artigo. Nao boh.
comprehenler como deixe t* t-r caracter nilitar
uma corporacao de indiviJaos encampd* de
manter a ordem pnblica, nma eorpo'aea> o> ia
dividaos qae necessariaraente devem ter nma fw-
eipl.na e andar armad w para que s^ pmasn prsa-
mvao nm da creacao dessa gnarda local.
Nao posso saber rnmo se dispeasa 0 caracter
mil.tar a essa porcao 4- iadiviJnos incambi.lo*
ae prestar serv.cos piram"nie militares
roios no> sakmo4 qn < pela disciptn 1 qae se
mantera a ordem nos corp-w. qn Mm dir,pl.na
nao havera nunra orpo organisado de no*: a
prestar-se ao fim de sua creacao Nos ntwain 1
que sem caracter militar ficara sem sitaiieacie
nenhuma essa guarda Local, sem pre*tiio esn
respeito. -
Nio qnero dizer que a guarda local tenha ri-
gor da disciplina militar. mas nio pole elia dei-
xar de ter am certo caracter militar, visto que sea
mister e todo militar, e nm un.forroe para qae si
di-tmgam ajuelles qu estio reunidos e investi
dos de calidade. Q ie importtneia e hgaria a ana r.-
niao de individuos, chamados guardas lo*aej
elle nao tivessun caracter militar, se fme.'ea
contrados sem nniforme, raaa nm ve*tid a s*a
go*to e a sea modo t se eiles nio estivesmn a -
leitos a obediencia e a dnciplma ?
0 Sa. Oliveira Andrade :E" isto ju<>lam*nte a
que os nobre. deputados queren.
0 Sa. Ratis b Silva :-E eu tambem e come
pen*o a e-te respeito.
(Ha alguns apartes).
0 Sa. Ratis b Silva : Nio se quer osteat*^o
militar, mas deixar de t-r a gaarda local on eenv>
caracter militar, deixar de ter an aniforov, dei-
xar de estar sojeiu a ana disciplina, e 0 fee tuo
cotnprehendo ; e e por isso qae die > u r narw
do meu addinvo : (fe) ^ *^
Me parece. Sr. presidente, qne este addWio eoa-
tera disoosicao muito aceitavel
0 Sa. Ouvbiba Ammadk : Nos tan ben rm-
signariamo* essa disposicao ao projecto,
semos enxertar na lei ami di*pocao
0 Sa. Ratis b So.va : -R-^.
do nobre deputado, direi qne da
os nobres deputados sempre rnaiid*wa_ e
regulamentar, a lei ni 1 deve ter clara, am tar
obscura, deve Bear todo para 0 mail 1 neat 1
0 Sa. Oi.tmpio Maroi.-rs : E' naiSn naia ean-
modo assim. Ea entando. ana ear* satssga, aas
isto nio e regulamentar. qoe sao btses qae tt^m
Gear lancadas na lei e exptkadas e desenvMnaa*
no regnlamento.
0 Sa. Olivkik* a>-drm>e -0 art. 9" diz qae *.
presidente expedira os regulameaios qoe jalgar
nr-cessarios para a organisacao, discipiiaa e ecoao
mia da forca policial.
0 Sr. Ratis e Silva :-Mas eono ba de exMSn-
aass regulamenlo ? Como Ha de ser Hie coaseccia
nado I Enta > sera nm regulamenlo qne ha de va-
ler mais do qae a lei. qne tia de coaler li aiasjjli
alheias da mesma lei e di-p.*.r sot* bases qoe ea-
estio n -lla consignadas.
Assim, Sr. presidente, m parvr* qne leeh > ^x
plicado 0 add.tivo que mandei a mesa, que lento
mostrado as razoes qae m levaram a <-otjtWo-
na lo por este modo
Ao art 6' mandei um ubstitntivi>. marrants
para as pracas da guarda local nma diana de...
1.300. Sr. presidente, 1 .J- k sabemi- qee I.,
como m ireou o projecto para a gnarda local, e
uma dia 1 ia muito pequena e qne nio pode ronri-
dar a ninguem para SSTSifa tio ardoo, tao ee-
sado.
0 Sr. Oliveira Avdrvdk A provincia nio mo-
de dar mais.
0 Sr.Ratin Suva : -Os propnos eseraesaio
mais aos seus senhores.
OSr. Oi.ivkir*. Am.r^de I'raas vexes acca-
sam-nos de querermos cortar largo, outras de dar
mos pouco I Rem se node applicar aqni 0 rift.'
popular preso por t-r *-*> e pre.-o por nio i**t
cio.
0 Sr. Manoel no Rk.. > Ecoaomls-no-' e
taes commissarios.
0 Sr. Ratis e Silva : Entendo qae nio se pode
fazei economias, deixando de pagar hen a fane
presla 0 sea trabalho : dignnt rtt opernrim merge
dc sua.
0 Sr. Oliveira Andradi -Sem duvida
0 Sr. Ratis b Silva : Se am escravo. como n
d.zendo, da ao sea seahor mais de I#000 por aia.
como se ba de querer pagar 0 s-rvtr0 de an to-
mem livre, e die um homem qae se emprega am
um servico tao pesa do, e de tanta roomaeilidid*.
como e 0 servico do soldado. nm homem livre qoe
deve an tar mais limpo, mais diesasi do aee o es-
cravo, um homem livre, eujo servir 0 e tal qne eae
Ihe deixa tempo para se empregr'em ..alra auai-
quer cousa, apenas com 1*100 por dia *!
0 Sr. Oliveira Andrade :Isio bem dito, nas
cada um paga 0 servir > como pode.
0 Sr. Pi.xto Pessoa : Entio ese servico tam-
bem nio e Dago com 1J30U por dia.
0 Sa. Ratis b Silva : -Mas ha de coerorlar e-
raigo que e melhor !#*() do qae 14001). V a
provincia podesse, eu nao apreseataria a i>n*i-
da marcando so 14300. nu- s.m iaiD")
0 Sr. Oliveira Akdradi: : E nesse caso eu de-
clam que aceitaria a emend 1.
O Sa. Ratis e Silva : Bem. Ea faria isso w
nio altendet'e a deficiencia do* cdres prorie-
ciaes; mas vejo lamioem qne nio podemos deisar
de pagar de um modo m ms oa menos razoavei
aquelles que si) empregidos em um t'abilao de
que depende a ordem, a pu. a tranqailMade e 1
seguranca publica, de am trabalho que nio dixa
tempo para uccaparem se com outra cousa, a'ha
de tirarem recursos para viver.
Parece-me, Sr. presidente, qae s-ra laatil mar-
car-se a d.ariade ldO>0, p.rque e-t m r av-neato
de que com eili nio e enrontrara quen ae qaei-
ra prestar a esse ssMga
Di-se se aqui, e nma verdade. e eu tim.n. J.
disse, que ha lugares onde os aalarios sin aims
elevalos, como, por exemplo no-* mnnieimia eee
fleam mais proximos da capiul.
0 Sa. Manokl ea Re.i > -Nos muiiciMos en>-
xunos a estrada de ferio.
0 Sr Ratis e Silva : -E verdade. Abi as aa-
lanos sio mais caros do qae eos mujicipios eea-
traes, onds pole-se achar quen ae sojeite a dia
nade 14000....
0 Sr. Olvmpio Maroi ?> E ale neetaa.
0 Sn. Ratis b Silva : -___e ale meaes, sen
pelas Visiah*nCAS da capital. pela< n-inlnn;a da
eslrada de nmi, cerlamentr ni' se eeeoalran.
pjrque > j irnal d-um tr^l>*Jhadi>r elama aba
ser de U-'kM) a UMO.
O Sr. Ouvbira A.idbade : Tiabalhaadt) on aia
iateiro, exposto ao sol e a cbeva, (
uma enxada.
r Sa. IIatis k 3tur. :E coma, Sr. .
se ba de sujeil a um individuj a s-r gaarda Ijcai,
a um servic) tio pesado, e perigo no qual 0 individuo nio pole conur can
a sua Tiber dade, com paz e deseaepa ; -
zar de estar iocommodad ___ --.tf*1 *
a sabir para prj aenw"^"
- ^^a -if* ^.. j c Uairiaada
- m ujo 0 tempo qoe for caa
I


^PBBB
<^>MI *, Ml.

,,-iem a
*-. iioordade d9
mado pelo sea superior ; no <]ua n*o tem hora
para descancar, porjne a qualquer J>ra do di
da noile pode, sex chamado para ir fazS-fo dent'
dajocalidide on fAfa della.....
0 Sn Ouvrfftj* **tnADS : -Nao, e somente em
casos extraor*aar|o9. '*.
nO Sr. Manobx DOBRfio :rNaq ; a ronda 6 caso
oniinario. .
0 Sb. FUtis k Silva :--------no qual nio
semelhan;a do escravo, ao.menos
escolher a hora pa-a sahir da-, fc ^ d sJ
hir delta, cxpdr-se as ^mperi6S) a03 rigores das
estajoes, nao so ;, nia) como atl-, de nogej quasj
jemgre r.dn perigo de sua vida; como o indiwduo.
Sr. presidente, ha de snjeitar-ae assim no mesqui-
nho, ao ridiculo veueimento de 1*001) diaries?
Mo vcem os nobres deputados que isto e eouia
que nio e comprafaeade, que a cousa impossi-
vel ?
O Sn. Oi.ympio Marques:Nao se podera achar
bom pessoal.
0 Sn. Ratis e Silva : Para que havemos de
f?zer leis inexequiveis ? De que serve estabele
cermos essa diaria, se quando a lei for posta em
execacia.aao.se. encoutrara niaguera que se quei-
loans nio tem bora <\ Sn Gnucn Pim. .__n ^w.. """'
feira 13 de Maio de 18 14.
^n. Gomw Parswtw: n*r*
r ., rt^puiado da
K iL#i, 0*afc'radfl-
ueume^gu
ra prestar ao sorvico poiicial por lal prego ? Po-
de-se obYigar, pergunio eu ? Nao. 0 resultado
sera que ou a lei nao ha de ser executada, ou
enta>teremos um pessoal pessimo, que em vez do
ser capaz depohciar precisarade ser policiado, por
que o individuos desta ordem polerao aceitar a in
cumbencia de um service semelhante por 1*000
so vadios, so peraltas, so malfeiteiespoderaoapre-
Beritar-se p;ira serem guardas locaos por tal prego.
O Sa. Olyhpio Marqcbs : Pessoas que preci-
sario ser pobciadas em lugar de policiareoi.
0 Sa. So.\iiEs ;E eonj 11300, se achario an
ipt ?
' 0 Sn. Ratis e Silva : Ao mepos se achara
gente me),hor.
Pareperiqe, Sr. presidente, ler dilo quanta pasta
para justifrJ'ar osubstituliv), que raaudui ao arl.
(>.
Falta-.me ainda juslificar um arligo que mandei,
coneebidonos seguiutesterraos : (lej
E' bom (ictl.de vex, Sr. presidento, a razao. des
ta disposigaj. Se o guarda lo^al lem direito a am
salario, aquelle ijue esta iucurabulo de dirjgil-o,
(jue 6 o rejpjasavel pela sua disniplili, pela sua
ordem, teodo a=sim # seu cargo servifo superior
ao que pre3ta o simple guarda, dave ter aireito
a maior salario, devo umltetn a sua paga ser, maiyr,
deve ser rnais vafltijofa.
Por esta razio eueHabelejo qu) o inferior quo
deve command ir agurda.local tenha, alwn da
sua diaria, uma g^atilicacao que nao exceda a
e5(ta.
Eis aqujapnde o regularaento pcjde faier algu-
micoosa ; atte-ida o iubre relator da "ommissao.
ap'q e vou diier.
0 SB. Oi.YMi'u:M\RQuns: Qual I Elle nii se
imporia coai is'.o.
0.Sa. Ratis e Silva: Deteruinaado ? lei o
iniximj da,gr,ui,fl;.ij;io, que oao dove oxcoder ao
saf>rio, po.lo o.fejiiiainenio deteriiiinar ijue seja
major ou ro^nr, cjmtaatpquena'j ullraaisse esse
inaxinjo. \sn, e que e objecto de reguU,menio.
E (e.rzonlp cu ; -se nio es,tivesse a.|i censig
nada esta dispasifio, poderia o regiilameutt por
si coii-ic'inl-a pjderia delermiaar .quc.st deasf)
ao giijrdii liCilAnagi^tificajao f Nip ; era ne-
c-!s-*' i.> quo esta, ba.=c se acjjwse ui lej, para (|ue
de confor.nidade eom ella, possa o regulaui-;nto
fixar o preAQ da Jiwi.i, attendead*) as cjroumstaa
clas espriciaes Jas lu:alilade.
;r. pnesidaate, creio que nto me escapou eme-
dj, n:-a artigj additivo algmn, a rc>peilo de que
eu nao tenha fallado, apreseoiindo a re-pe,:t;va
ju.-tilie.15ao. Nao me oflcorreu outras con-idena-
tfias a tazer alem dis qae teoho leito.
Eutrclautp, se me for permitted) aiada explicar
;.I^iin,\ cousa, que fur iuipigaadi pelos mores
d'ijiitslo*, t wnarei de mvo a palavra e darei as
explieacoes que puder 0 estiverem nas rainnas for-
cat (Uuili bein.;
? Sp- i'i<-i iiue;n pieca a palavra, v>.u pyr a votus. (i'ausa.)
0 Su 1IJ.YMP10 Maiiques : Pepo apalavra.
0 Sn. Puksiue.ste :Tijut a pal^.vra 0 aoiro 4e-
pu'.-iJ.i.
U Sv. Ot.vuapio llaiiiu*-n :Sr. presi
deute, demorei-me em pedjr a p'a|avra, p^rque en -
teadi qae, depots do liscurso profjr.ido pelo ujura
deputado ,mtli dislincto collega de districto, que sj
r>tendeu em lunda^neuLir, e com tao boas razois.as
meni is tme apreseatou ao projeelo em discussao,
ccrria a algum djs membrw da nibre commissao
gio essas razoes.
0 Sn. R.vTiJ e Silva : Nao me quizcram dar
esta honra.
O Sr. Oly.mpio Mabques :Grei3 que nao foi
por falta de consideraeao ao rfobre depatado, que
acatora de faltar.
0 Sn. Gouks Pabr.nte: Nao apoiado ; mere
ce-nps muita cousiderajao.
0 Su. Oi.ympio Marques :-Sim, eitou convejici
do disto, mas crei) que assign o lizeram, porque
estao pcrsuadidos de que 0 projecto, como foije-
digido, e um projecto perf ito, quo attende a todas
a- necessid des da provincia relalivamente a se-
gur^nc/i publica,. e que, por con?.eguinte devera
ser npprovado nos termos em que foi formnlado.
VenJj tambeir que nao foi jistilijada uma
en)anda, apresentada por varies Srs. deputados,
tlevando os veaciuiefllps dos offlciaes e mais em-
pre^adj- ji corpa de policia...
0 Sr. Tolsstixo de Cakvalho :-Tambem nao
foi impngnada.
0 Sa. Olyhi-i.) Mabquss :... e nlo tendo sido
impugoada, me pareeia que anobre commis-ao de
forja poiicial devia emitlir a sua opiniao a res-
peito. Tr.it.i-se de augmento de despeza um pou-
co avultado___
0 Sr. J. Mello Rbco :Nao, nao e tao avuita-
d.p assim.
OSi;. Olyupio Mabquss :... ea aohre com-
missao de for{a poiicial 6 (|uem, pelo estiido que fez
do projecto em di.-cussao, pelas informa^oss (^ue
obteve das antoridadea (-ompetenies, nos pode guiar
na vo'acao.
0 Sa. Oliveira Audbadb :Os nobres deputa
do guiam su pelas suas laws, que sao superijres
as da commissao.
0 Sr. Oi.vmcio llASOtUiS :.I'erioe me 0 n;bre
depatado, a assemblea sem duvida que se guia
pelas saas luzes, e vota sdgundo a sua sabedoria :
ma< desde que ella eacarrega a/a trafcalho a uma
commissao especial, e_ da importan:ia, qae se ai-
lr.bue a commissao de forpa policis.1 pela magni-
tude do objecto, que coastitue a sua iracurnbau-
sia como e a lei rcguladora da (urea publica da
proviacia, a commissao nao i.6de esjuivarse ab
deyer de eipittir a sna opiniao sobre quaesquer
ideas referentes a um projecto desta ordem (apoia-
dos), sob pretexto de qae a assemblea a votara
como ent'nder. E' um dever rigoroso da com-
missao emitlir a sua opiniao, e fornecer a e-ta
assembled os esclarecimentos, de que deve estar
provida, a respeito de todas as material relativas
ao asyjmpto.
Nestas condie^ea, Sr. presiderue. me parecendo,
repilo, qae a nobre commissao esta convencida
da perfeigao do projecto em discussao, ea, se fora
autor de qualquer das emendas, as retiraria, e
deixaria que se votasse 0 project! como a com-
missao 0 forraulou, visto que ella, pelo seu proce-
dimento, tern demonstrado que 0 mesmo projeeto e
cumpieto, que attende as necessidides publicas, e
esta no caso de ser approvado por esta assemblea.
0 Sr. Gomes Parents : a ca.sa votari como
entender.
O Sr. Caspar Orummontl : --(.Nao de-
v 1 vou 0 seu discursu).
Hr. Manoel do Rego :Sr presiden-
le, qaando hontem fallei a respeito do 2. do
art. i., tornei patente a cohtradicao em que es-
tavsm lcr.a poiicial. Sendo ambos elles deputados pelo 2.*
districto, serei obrigido a declinar o^ seus noms
A passo qae 0 nobre depatad-i, 0 Sr. Gomes Pa-
rente, entendia que, em conformidade do 2." do
uri. 2.0, deviam existir coramissa-ios em todos os
Dmnictpios c parochias, 0 nobre depnta lo, 0 Sr.
Obveira .Andrade, entendia qae deviam haver
commissarios somente nos municipios e por ex-
cept lo nas parochias.
0 Sr. Gomes Parente :-Ja estamos de abcordo
a e>te respeito. Fica 0 nobre deputado satisfeito
com esta declaragao ?
0 Sn. Manoel do Rbgo :Bern ; eu nao podia
prefer que os nobres deputidos ja estivessem de
aeoordo.
0 S:i. Oliveira Andrade : sempre esti-
vemos.
0 Sb Manoel dd Reoo : kVk Iioltem, nio.
o Sa. Ouveira Andrade :-Ma? 0 rt bfe defiu-
tad 1 quer ter 0 gosto de fazeristo saliente...
0 sn. Ma.vjel do Rego :-'.ertamenle, poraie
mo deixa de ser um fa..-t> notavel ; sempre apro
V' ?ousa- P0' ja sei que os nobres de-
putados estao de accordo ; 9 nma p?qaeoa vanta-
^ n"VRuu Axorade :Jjfas
O Sr. u~. ''tatrro
hro i^putado quern fcz u ^... w .. ,
O on. Mamoel do REfio^-Nao se : ."Ja^Pare
ce me que concorri em parte para 9IF&
licen'.-a f
puTa(ionao"Tn'e*fti'mlr..
0 Sb. Manoel m -** P^"*. ,.
semblea : ella "ft: Appelto para a -|
0 que ac"' -ir4 ^ 0 nobre'depnta 10 nao Jiss'e
' t juo de expor.
..i-cunsSrs. Deputados ;Disse.
0 Sr. Manoel do Rego ; -fe e essa a verdadei-
ra interpretacao desse pifagrapho.
0 Sr. Gomes PAnEBfE : Expressei-mc mal;
esta explicado.
0 Sr. Oliveira Andrade : E' que 0 no-
bre deputado ve claro aonde os outros veem escu-
ro e vice^vcrsa.
0 Sn Manoel do Reoo : Nao son eu so quem
assim v6; 0 nobre deputado, membro da commis-
sao tambem via desga maneira; logo uH) sou ea
so quem via escuro on cl to, segundo a aprecia-
cio do nobre deputado.
Emfim, como ja disse, entendo qae se devera
tornar mais explicita a idea da commissio, mas
nao apresento .mienda* neste seutido, porqae sei
qae a commissao esta resolvida a nio aceital-as.
embera as julgue nacessarlas.
0 Su. L'cuuA Cavalcaxte : Eatio para que
esta perdendo 0 tempo ?
0 Sn. Manoel do Rego : Quero sempre apre-
seatar as minhas id6as a respeito, cumorindo as-
sim 0 meu dever.
0 Sr. Oliveira Andrade da am aparte.
0 Sr. Manoel do Rbco : Esta no sea direito,
mas note 0 nobre deputado que aqui nio 6 ques-
tao de votes; a ooramissao tern 0 dever do res-
ponder as objScfSes feitas ao projecto, sobretudo
quando sao procedeotes, como agora.
0 Sr. Oliveira Anhrade : Mas nao est;i sujeita
a dar explicagoes a bel prazer do nobre depu-
tado.
0 Sn. Manq'l m UKCo:-Xao.6 a meu bol-pra-
ize,r, sao, expli>;oes indispeasaveis, taato.qos 0
aobre deputado iulgcw se obrigado adizer em, apar-
te queja esta de accordo com 0 seu collega de
QOiuimssao, deputado pelo % districto, qaqado heu-
lem nao estjv.iro, como toda a assemWea podera
attestar pelo que ouvio.
0 SR. G 1NCALVES fERREIRA \ Mas ou.
0 Sjl Manoel do Rego : Po.rq.ue talvez seia.
,surdo.
0 Sr. Goncalv,es Ferreuu :r-Talvz.
0 Sr. Manoel do Rego : So .assim podia. 0
aobre deputado nao ouvir 0 qae aqui se disse bem
e.xplicitamenle
Diz 0 art. 3 (13) esta guarda local sera des-
tinsda ao servigo polisial dos municipios ou.paro-
chias oade (or organisada, e oao podera em caso
algum destacar para fora dos mesmos.
Ora, para mim, nao ha a menor duvida de .jai'
0 pensaraentoexaradoneste art 3 e quea.gar
da local seja composta de individuos da prcpria
localidade, em qae for organisada, o que pareeia
hontem ao nobre deputado, relator da comraispao
11m ab-urdo ; entretauto, nao se pode concluir
cousa diversa das palavras desse artgo.
0 Sr. (Iliveira Andrade : -E ante* de Iionlem
0 nobre deputado e.nteadia cousa oontrajria.
0 Sa. Manoel do Rego : -. Eu nio fallei antes
de hoatem.
0 Sr. Olivsiu Amorade : Oa honlem.
0 Sr. Manorl.qo Rego: Eu ate disse am
apart.; que.este era 0 pensameoto da commissio.
Escapou-me, hontem tcatar desle p<.Dto, e part
isso aprovcito hoje a occasia) para fazel-o.
0 Sr. Oliveira Andrade da um aparte.
0 Sr. Manoel do Rego : Attenda agjra 0 no-
bre deputado a disposi^ao do art. 8 (l) "os
ollieiaes e prarjas do actual oorpo de polioja, que
par forca do 1" do art. 2 forem disponsados,
poderao ser approvejtados para a guarda local.
Coin q,ue fun consjfiiwu a nobre commissao es
ta dispo&iQio no projecto! Certamente para abrir
uma oxcepcaoa regrag'eral osLabelecida ao arL 3'.
Sem osle art. 8'' licaria 0 presidente inaibido de
aproveitar esses soldados^
0 Sr. Goes Cavalc vnte : Nao ; mas foi uma
recommendacao para isso.
0 Sr. Manjel do Rego :E' ao que quero che-
gar: foi jusiamenw uioa excepoio a regra gerai;
eniraLint 1 quajvlo. ea oisse an-hontem, .em aparte,
Jue ara uma recommendacao. os nobres deputa-
os diziam que nao era.
0 SB. Oliveira Andrade da um aparte.
0 Sr. Manoel do Regi : Entio diga-me 0
nobre deputado: com sue fim inelBio ao projecto
a disposicao. do art ,8- t
0 Sr. Ppesidnte : -Peco ao nobre deputado
que se dirija oa a casa, ou a mini.
0 Sa. Manoel do Rego : Dirijo me a om-
missao, a qual peco explicates. V. Exc. nao me
pode dar explicates a respeito do projecto.
0 Sn. Presidente : Mas esta se estabelecen-
do uma especie de dialogo, e e isto 0 que quero
evinr.
0 Sr. Manoel do Rego : Mas nao querendo
segundo parece, os nobres deputados membros da
commissio peiir a palavra para explicar 0 seu
pensamento a respeito do ponto de que trato, e
precisanrto eu do explicagoes, entendo que aao
bosso deixar ae dirigir-oae particularmente a elles,
e de preferencia ao seu nobre relator, que foi sem
duvida quem confeccipnou 0 projecto, laato quo
esta assignado em prinieiro lugar.
Mas, como ia dizenao, no art. 3 esta a idea de
serem escolhidos de preferencia os individuos da
localidade, 0 0 art. 8" nao fez mais do que abrir
uma excepcao a essa regra geral.
"0 Sr. Oliveira Andrade : E ha uma exce-
.pcio muito mais vasta : para a guarda local pode
entrar qualquer individuo.
0 Sn. Manoel do Rego : Eu entendo que nio
se pode tirar esta conclusao das palavras do ar-
tigo 3-.
0 Sa. Gomks Parente : E' defeito nosso.
0 Sn. Manoel do Rego : Nao, e defeito da
redaccao.
0 Sn. Gomes Parente : Oa isso. So 0 no-
bre deputado e quem sabe fazer leis.
0 Sr. Manoel do Rego : Nao digo que so eu
sei fazer leis, mas ajgo que da letira do arl. 3'
ruo se pode tirar outra conolusio, alem da que
tenho tirado.
Tambem disse, quand-1 fallei da primeira vez,
que a palavra deslacm; empregada no roferido art.
3, significa sahir rie um lugar temporaria ou
permaneatemente e os nobres deputados me cons-
testaram. Entretaato e preciso ir aos diccionarios
para prtvar oque quer dizer essa palavra.
0 Sr. Goes Cavalcaxte : Beni disse eu que
era uma questao de grammatica I
0 Sn Manoel do Rego : Nao e questao de
gramnatica; e qaestaodeherfoeneuliea.de inter-
pretagio.
Nao posso acreditar que 0 nobre deputado este-
ja de boa fe quanlo da o-se aparte.
0 Sb. Presidents : Nao se pode snppor ma fe"
em depuLido algum.
0 Sr. Manoel do Rego : Eu nio disse qne 0
nobre deputado estava de ma fe; disse que 0 no-
bre deputado nao pode razoavelmeale suppor qae
isto seja uma questao de grammatica ; nao ha aqui
ofTensa alguma.
Nao e questao de grammatica, repito, e ques-tao
de interprctar uma palavra, que pode alterar 0
senti io da lei. Por exemplo : 0 nobre deputado
relator da commissao, entende que a palavra de$-
tacnr quer somente dizer sahir para fora do mu-
nicipio. .
0 Sa. Go?.s Cavalcante : Afim de perniaae-
cer algum tempo em eerto lugar.
0 Sr. Manobl do Reoo : ... e la permanecer
i>tao 6 este 0 unico sentido do verbo destacar.
O Sr. Goes Cavalcante E' o sentido usttal ;
0 nobre deputado nao pode negar islo.
( Ha outros aparles. )
0 Sn. PresidknTe : .Peco aos nobres deputa
dos que tenham a bobdade de atunder ao oradur
0 Sr Manobl do Reoo : Vou ler aos nobres
deputados 0 que diz 0 diccionario de Constaneio
sqbre a palavra d'stacar : (i<5) jeparar do excr.
cito, ou de algum corpo delle, on de regimento,
bitalhao, companhia, uma por.;3o de tropa, para
r fazer servico em lugar distante, v. g. para ir
Usbem nuturidade muito habilitada neste asHtm
0 Sr-: Twijroi > Dr. Magalhafs: -Destafemen^
e o ser-yi>o qu>; fazem as pragu durantl^alguuj
liinoo' eiri lugar onde nao estao estacionadas.
0 Manoel do Rego : E' ju-tameute o qae di^.
se. Eatrttatfto o^projedto prohibe destacar roes
mo temporariameute, isto e, que va prestar um
auxilio, seja em que circumstanoia fdr, e 6 0 qae
eu nio dfescjo que passo.
Um Sr. Dbputado : -Nao e prestar auxilio ; e
cousa de momento.
( Ha outros apartes. )
0 Sa. il'oasmENTE (com (orga) : Attencao I Ro-
go ao nobre deautado quo fjueira continuar 0 sou
discurso. AjTscussio nio pode coulinuar atrl
forma de dialog).
0 Sr. Manoel do Rboo :0 projecto probibe
absokitameate que se destaque a forca para qoal
quer auxilio...
0 Sa. Goes Cavalcante :-0 projecto nao diz
Ulcoasa.
0 Sr. Manoel do Rego : ... rajs, como em
apartes os nobres deputados teem exposto 0
seu peasamaato, isto servira de explioaeao para
nao se tomar a palavra destiic.tr em todas as ac-
cepcons que ella pode ler, mas somente naquella
de que fallam os nobres deputados. Nao farei,
paitanUi, mais questao a respeito.
Diz.o art. 4.*: (le) nao tera organisacab ou ap-
paFato milKar, e sera eommandada por am com-
missarip e um sargento.
Ora, detenninado a commissao que nio teob* a
guarda local apparato militar, aao sei como con-
cilia este pensaraento com a creacSo de am sar-
geiBto.
Ossp. Goes Gavalcakte:Ah I Tambem em
birra com 0 sargento ? (Rjsq)
0. Sa- Ma.sot: 1. eo IIecoJ; ^Nio embrrro com 0
sargento ; quejo apeaasmostrar a incoherencia4ft
qhmUim.
0 que e um sargento f 0 sargento e uma ar
tidadeque fazparje da.furca..rpiltfar. (|ra,.sea
guarda local nao pode ter apparato uem organisa-
c>> militar, cuiuo lera um sarge/iio ?l Entendo
i]ue esta palavra duvia ser suppriuiida, porque 0
sargento da idea de um qiiJitar.
0 Sr. Goes Cavalcante : -Nem -sempre.; aos
temos sargeaios que uio sao militares. 0 Detre
'leputmd 1 jiuftca ,-l'oi. auiofidade do maUo ? Nio
cooaeoe uma aiiUridad*} que la exiite com 0 no-
me do,sargento t
( Ha cwtros aparles. )
0 Sr: Pjjssibknte : Atteasio !
0 Sr. Mamoel do Rbco -t&a todo 0 caso ea-
tendo;que, emilttgar da sargento, seideveria dar
outro Dome, por exemplo sabconquiMar-io, Tisto
que seadmiueocomjnissario. E' ineolierenciada
cyiii.'iiissa <, ua 1 .idmittin lo ayparalo nom organisa-
cao miUtar, daf 0 nome de sargento aqueae qae
deveser 0 immediato ao commissario ; os nobres
deputados aiopodem conteslar isto.
0 Sr. Tiiiijiii'.iu oiiA Mgalha-es :E a guarda que
se acba nessas localidade^, oao tm 0 name de
forca?
0 Sr. Manoel do .Rego 5 Mas aao e militar.
0 iB. Tiburcio de Magaliiaes :Fot^a 6 lam
bem ier mo militar.
0 Sr Oi.y.mi'w Mabvues (ao erador): Neslapar-
te V. Exc. deve respeitar ao nobre deputado, qae
e oapilio. .
0 Sr. Manuel do Reoo ;-+E' verdade ; 0 oo:
bro deputado hcapitao;. eu respeito a sua opjnifto
bum aao a aigo. -
0. Sr. Tolentino de Cahvaluo : 0 nobre da
putado tambem e capitao. -
0 Sr. Manoel do Rego : Nao apoiado, aao
sou Capitao, nera mesmo da guarda nacionaj.
0 Sb. Tolbntuso de Carvaluo : Enlao 6, por-
qne deixou o poslo.
0 Sr. Manoel do Rego : -ft^areiia-me tambem
qua a commissao, para ser cohereate com oespi-
rito de ecooomis que em geral demonstra a.assem-
blea, devia crear um commissario, julgada que
seja. de codvenieacia a idea desta creacao, somoa-
te em cada muuicipio, e nao em todos os raunioi-
pios e parochias, porqua assim a despeza sera ex-
traordinaria, como ja live occasiao de dizer.
Actual nenle existe no corpo de policia este pes-
soal : (le>9 eapitaes, 9 teueates, 18 alferes, 9 1-
^argeotos, 9 ditos, 9 furrieis, 5i cabos e 9 cor-
nHas.
Voxes : Oh I
0 Sr. Manoel do Rego:Com todo. este iin-
menso pessoal, que causa admirai;ioa-alguasdos
nobres deputados e especialmeoie ao nobre rela-
tor da coiamisao de forca poiicial, a proviacia gas-
la apenas a quanlia de 83:38ili00, ao pass^que
com a creacao dos laes ce'ebres coromissaOos e
dos sargent 0 Sr. Pinto Pessoa : -Nao gasta lal.
0 Sn. Manozl di Rego : Sendo 60 as fregue-
zias, deverao ser 60 os commissarios...
0 Sr. Pubo Pessoa :0 nobre deputado nao e
liel nesta eouraeracao qae apresenta:
0 Sr. Manoel dj Rego .-Como nao?!
0 Sn. Pinto Pessoa : Porque nio sabo ainia
quautos commissarios serao nomeados para as fre-
guezias c muuicipios.
0 Sn. Mhnoel do Rego : Mas prevejo que 0
governo, usando da autorisacao que Ihe e conce-
dida pelo art. 3, creara commissarios em tolas as
parcchias e municipios.
0 Sr. Pinto Pesso.v :E' porque 0nobre depu-
tado, interpreundo diversamente 0 artigo do pro-
jecto, peasa qae em todos os municipios e paro-
chias devem haver commissarios.
OSr. Peretti :E assim deve ser.
0 Sr Pinto Pessoa:Nao ha tal; nao eessa
a coaclasao do artigo.
0 Sr. Manoel d:i Rego : Nio se pode tirar
outra conclusi) do art. 3*.
0 Sh. Pinto Pessoa :No projecto sediz Ma-
it'cipios ou parochias.
0 ir. Manoel lo Rego :<-0 que equivale a di
zerse:laato nos muuicipios, como nas paro-
chias .
0 Sb. Goes Cavalcante : Esta 0 nobra de-
putado com a questao do grammatica I
0 Sr Plnto Pessoa : Se estivesse municipios
e parochias, sim.
0 Sn. M>noel do Rego :Nio sou eu quem faz
questao de grammatica ; e 0 nobre racmbro da
commfssio, que nao tem razio no que esta di-
zendo.
Um Sb. Deputado : --Tem toda a raaao.
(Crueara-se muito* apartes).
0 Sr. Presidente (com forca) : Attencao 0
nobre deputado tenha a b:ndad'e de conli'nuar 0
seu disourso.
0 Sr. Manoel do Rego : Eu desejo que 0 no-
] la
tive accasiao de dizer. *
(Cruza-ae um grande uumero de aparies).
') Sb Presidente: Atlenc4o-.t (ftfo aos.no-
bras depntados que deixem o orad>ir cjntmaar 0
seu discurso. '
ii Sa. Manoel do Rego : Julg> tambem iodis-
neasavel que se marque 0 naraefo de compauhias,
tjue devera conter 0 corpo de policia, afim de
gue nao aconteca 0 que se vt5 actaalmente, isto
6, um corpo compo-tu de 9 companhias,< qua
ato ptao nao se tin a visto, poU so existem cor-
pus de i, fi ou 8 companniag ; jurece-me sufflcL-
enle 0 uuTnero de 1 corapanhias, mesmo que fl-
.|iem as jOO pragas, fixadas no projecto.
Tm Su. Depitauj ; Isso 6 materia regula-
iiieniar
0 Sr. Manoel do Reg.) :Nioiianso do mesmo
modo Hontem, Sr. presidente, live ooeanao de
apresentar duas emendas, uma delerminaodo qae
a diaria das pracas da guarda local seja de !#
a 14300, conforme as circumstancias das loeali-
dades, e outra restabajtceodo os arts. 1" e-6' da
lei a. 1,091 de 1873, 0 1 dos quaes facalta a can-
servagao da musica do corpo de policia, e 0 outro
obriga os cirurgioes do mesmo corpo a fazerem
os corpps de delicto, que anligamente eram feitos
pel s medicoade poJteia, ereados pelai lei n. 961
de 1870, os quaes hoje oao existem^por terem
sido supprimidos pela lei n. 1,094 dro anno pa3-
sado. Entretanto estou resolvido a retirar estas
emendas, visto que a commissao parece disposta
a nao aceitar nenhuma.
0 Sr. Gome* Parbnte : Bis ahi ama emenda
uue a corauiissao aceita, e eatretaato diz 0 aobre
deputado que ella nao aceita nenhuma 1
0 So.Hahobl do liKiio :liu nio podia adevi-
nhar se a commissiD aceita algumas emendas,
porque 1 depots ^ue foram apreseutadas, oeohum
ineinoro da ominissao tomou a palavra para
emitlir sua opini.io a re.-peito das mesmas ; vou,
pois, pedira retirada das que aproseatei.
Tambem nao me parece racoavel, no estado
actual dos cofresda proviacia, este augmentode
yencimenlos de toda* os otBeiaes do corpo de po
lieia, proposto por algnns dos nobres deputcdos
em uma emenda que apresenlaram, principal-
menie em relaoao ao 1 cirurgiao do mesmo cor-
po. Nao set que raotivo poderoso possa ter actudo
no espinto dos nobres deputidos para augmeo-
tarera com mais ~i<)i mensaes os venimeotos
deste 1 cirurgiio, queja e raaito bem. retribaido,
pois 0 projecto continiia a abonar-lbe a gratiflca-
caode IH mensaes, ae me foi eoooedida pelo
art i" datfei n 982 de 1871.
Eu deaejava que alguns doe signatarios desta
emenda, se assim julgar eonveniente, justificasse
o motiva que leve para proper este augmento de
despeza, ute eu ealculo em eerca de 3 a 4 coo
tos, ciiBfarine o aumero de otliciaes, que for
conservado I pela presidencia. Tambem quizera
saber a opiniao da nobre commissao a retpeita
desse augmento.
Sr. Qfesldjenle, muito teria amda que di?er,
nio so a respeito do projecto., como das emendas
apresemadas; mas, cema ustou convencido de
que os nobres membrps d> coiamissao rejetlam
eualquer idea apreseatada, ftoivjue enieudem qne
projecto e perfeito, embara se teoha tornadft
patentes os sous imraeasos d4feitos e lacunas, e
rawmo para pruvar ao nobre deputado pelo 4*
nistricto, membro da commissio, que aio teobo
b proposito de proielar a diecussao, deque lao
(ujustamente me arguio, ponho termo ao meu
discurso, e peco a V. Ex. Sr. presideule, qae
cooauito a. assemblea. sB.coOfeate, como aspero,
pa retira la das emendas. que hontem apresentej.
Alguns Srs. D*mxad-js :.Mailo bun, mait <
bem.
Procedendo-se a vota;ao, resolve a.a-scmLiiu
Sue seja retkaua a emenda da Sr. Dr. Manoel
) Rego, relativa ao art. 6*, mas aio a que se
refer* ab art Li.
O Mr. Ratis Mlia pede igualmente a re-
tirada das emendas que apresenlou. CuusuUada
a casa, decide pela afUrmativa.
.Nio havfitdo mais.qaem qaaira a pa avra, en-
cerra-se a discuseao, e, pracfldendo-se.a vejacao,
sao approvadas a emenda da. commissio ruJaiiva,
ao art i, a do Sr. Oliveira Andrade ao art. ti",
a do Sr. Goacalves "Forreira ao art. lOia. a do.Sr.
Manoel do Uego ao art. il, sendo fajeitado 0
additivo ruferente ao augmento .do soldo das offi-
aiaes e cirurgiio do.curpo de policia.
As emeodis approvadas, sa confor^'We do
regiunento, terio de soffrer uma outra 1 discussa .
E^tando adiantada a hora, 0 Sr. presidente da
a ordem do dia seguinte e levauta a sessao.
REVISTA DIARIA*
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ma
t lit
ma' se Jo pharoj, vT|ou-s'. ruin >ii ao< embates da
as, com) a iiiiprul-'iicia d: um .dos macuj^^
entendeu poder subir ao pequeno masiro para
ar a vela. Felizmeat-', alein da perda ds
fatimentos e do baoho que tomou a tripolacio,
net hum outro damno hoave, pelos promptos suc-
cor os prestados par uma baleeira do 1 oraticos e
el escaler de um navio hespanlul funJeado em
ra quia.
i jii tiinia do |Mrto. -Pur esta repartica >
se I iz eon-tar aos proprietarios de alvarengis, qae
8e < mpregan na carga e detcarga da oavj, qae
son ente pelo trco central da poai^< Sate de Setom
bro po lerao passar essas embarcagoes, e que e ex-
pie samente proliibido amarrar e-pias na referida
poule.
"Kama (au 4e Miserlrordla. -Func
cioiara hoje irespectiva junu ad.ainirtra'iva, por
ser amanhi dia santiflcado.
Vice eoaMiao Heepanhaw -
Aeha-se aba aberta uma subscripgi > em favor dos
feridos, viuvas e orphios da guerra civil, qae, ha
tempos, ensangaenta 0 solo io estado hespanh)!.
Em horas tao amarguradas para aque'le desvea-
turado povo, 0 reclamo de can Jade levantado em
seu nome, nao ha de calar someole em coragio
hespanhol, mas ao de todo 0 homem, que compre
bender o.priacifrfo do amparo mutuo qae aos de-
vemos na vida.
l.itunluH. Priacipiaram ante hontem, e
teflmiuam hoje as litanias. vulgarmente chamadas
ladainha de maio, qne se cantara nas matrizes e
cohventos pela manhi, seguindo se a respectiva
mtesa, nos tros dias mais proximos ao dia corame
marativo da Ascensao do Senhor.
Uo\ciiio do blitpado. Por circular,
dafcada de it do correnfe, determinou 0 Uvm. Sr.
go^eniador do bispado, que atf 0 dia it do pre-
se te, exceptaando os dias de primeira classe, o
tl( ro seeular e regular accresceniasse na missa a
or gi) Pro natiganttbus, em fvor do Exm. e
R\ 7i. Sr. bispo do Para, D. Antonio de Macedo
Coita.
rVsttvidade dn Hora. Amanha cele-
br .-se a festiyidade da 11 ira ou Sabida do Senhor
ao ceo, nas igrejas do Carmo, S. Francisco e
Gl iria. Nesta.prega 0 Rvd. diaconoJoio Marques
do Souza.
ftepukllea do Paraciiav. Amanha e
0 wia aoniversario da inJepeudencia da republKA
do Paraguay no anno de 1811.
iitko jiirifiico dc Olinda. Sexta-
feira (15) e 0 dia do 46* amiversario da instil
lario do Curso de Sciencias J'iridis e Soeiaes d<>
Olfpda, hoje denotnioado Faeal lade de Direito do
Recife.
Oinrio ili- I'rriiqmliiii i..Se chega-
rem hoje os vapores brasHeiro Bahia, americano
hletrbnack. e porluguez Julio Diniz, distribuiremos
amknhaaysso numero de sexta-feira.
Boneflcio. Prodqcto dos bilhetes passados
parja 0 espectaculo de 4 de marco, na Piienix Dra-
IiajicK, em favor do conselho superior da socie-
aqe Propagadora da fnslruccio I'ablica.
raasporle
tao de frajrata Francisco Romano
iepsle da Silva I camarote
jrheudador Jose Jfronyjno Mon-
?iro, idem ittan
6 JdSoae'-Amofrm Junior, idem
lem
Lei oHro Antoiio de Pinho Rorges,
i lem idem
Jos; da Sflva Loyo Fill,o, idem idem
r.uciano Xavier de Moraes Sar-
Inedlo, idem idem
Joao-Maria Seve, iiem idem
Ezeqniel Franco de Sa, cadeira
)Pereira dos Santos Farufa, Mem
Alvaro Uchoa Cavalcante, idem
Damellas Ribeiro Pessoa, idem
sses Pernambacano de Mello, idem
ton
1*
idle
p?qaeo
a5o
fc!
0 no-
rewrcar p^sto, praga, presidio, para conduzir pri-
sibneiroS, trausporte3 de viveres, muni.Qes, ou pa
ra fazer algum ataque parcial, etc
Veem os nobres deputades qne e maito lata a
sigBineajao do verbo destacar.
0 Sr. Gomes Parente : E ontre fazer esse
servico e fazer uma simples diligencia a requlsi-
gao ilo delegado, nao vai uma differe ga cnorme ?
0 Sn. aifOEt do teoo: Mas 0 projsctj diz
qae nao podera em caw algum destacar para fora
dos mumcipios ou parochias, isto 6. nio podera em
caso algum sahir para fazer diligencias ou qual-
quer outro servic>, ainda quo seja em easo extra
ordinario, 0 qne1 me parece muit) incmvenien'.e.
0 Sr. Tiburcio de MagalhXes: Sahir para
diligencias naoe* diofacar.
O^c. Manoel do Rcg > : Se for para lugar
distante daqael.'e etn qae esta a gusrda principal,
e certameote destacar.
_0 Sr. Tol'stino de Cabv.u.bo: Esa Jefini-
cao e de frei Domingos Vieifa ?
0 Sr. Manoel do |TI0 : jV de Constancio.
0 Sr. Tolentino n* Carvalho ; -Frei Do-
miogos Vieira e mais importante...
rt Sr. Manoel do- Rego : Entao so frei po-
miigjs Vir.ira e qae e importante ?
bre membro da commissao, deputado pelo 4 dis
tricto, explique 0 seu pensamento mesmo em
aparte, visto que nio se digna pedir a palavra
para explici-lo,
0 Sa. I'into Pessoa : Ea pederia a palavra, se
nio me parecesse que ha 0 espirito de protelar
a discussao.
0 Sr. Manoel do Rego : Nio tenho espirito
nenham de protelar a discussao.
0 Sn. Pinto Pessoa :E' 0 que penso.
0 Sr. Manoel do Rego : 0 nobre deputado
nao tera razio para assim pensar. Entio eu tam-
bem poderia dizer, que ha da parte do nobre
deputado 0 proposito de nao responder as objec-
Qd>3 que sao feitas ao proje?to, com toda a pro-
Cedencia.
0 Sr. Pinto Pessoa :0 nobre deputado sabe
que, sempre que 0 dever me ordeaa, acado aos
reelamos que me sio feitos.
0 Sb. Manoel do Rkoo :Mas falhou hoje a re-
gras, tanto que 0 estou desconhecoodo; nio pos-
so, entretanto, admittir que 0 nobre deputado me
fara a increpagio de querer protelar a discassae,
quando nao e e>to 0 meu pensamento, e nada ha
qae possa dar tftos de probabilidade ao que 0
nobre deputido aeaba de dizer.
0 Sr. Phesid nte :-Pego ao nobre deputado
qae emja-se a materia em disca-sio ; nao se
p61e a-sim sustentar nm dialogo.
0 Sn. Manoel doRegj -.Estou me ciugindo a
materia em discussao, mas nio podia, sem com-
metter uma falta de consideracao, deixar de at-
tender ao apart-) que me foi dado pela nobre de-
PBtaio do 4 distristo, membro da commissao.
V. Exc. devia dirigir de preferencia a sua obser-
vagao ao nobre membro da eomnrnsao, e nao a
mim, que son 0 interrompido.
0 Sn. Pr^sioente : Ja reclam^i a attencao.
0 Sr Manoel do Keg ) : Dizia eu que tomei
por base as 63 freguezias que existem na pro
vincia, e por isso calculei que haveriam lambem
60 commissarios, os quaes custarao 52 000^ e
os 68 sargentos 33:2t5*. ao todo 651215/000,
mais do que se gasta aetualmente com todo 0
pessoal ilo actual corpo de policia,. como ja de-
bioDstfei.
0 Ss. Pinto Pessoa : A dednccao njo e
dadefra; 0 ealculo e inteiramente falio.
0 Sr Manoel do Rego : E', portanto, minha
opin.io (jiieniosfc estabelegam esses commis-
sarios, quo nio se cree.uma despeza liio av'ult'ada,
uue liquem as ^uarjjs locaes sob a inspo^io
das autondades poiicia'o--, Como msse honlem', e
(pae 0 diaheiro a3sim aconoraisado seja m'elho'r
empregado em aagmentar a gaar'da local rfos mu
ver-
Assemltlea provincial. Hontem a
assemblea funccionpu coin 29 rs. deputados,
sob a presidencia do Sr. Dr. Aguiar.
Lida e approvada a acta da sessao antecedente.
0 Sr. I.* secretario lea 0 sagainteexojdieate :
Olflcios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
tendo 11:111 representaeao da camara muaicipal
desia cidade, acerca de oegocios de inleresse ge
rai d0 municipio. A' commissao de negocios
de camaras.
Do mesmo, reme.lendo outra represeatagio da
mesma camara, sobre a ne;essidade da c intinua-
gio da estrada do Luca em segmmwto a do Bon-
gy e de uma ponle na Cambda dos Remedios.
A' commissao de obras publicas.
Do mesmo, transinittindo as informa;oes minis
tradas pela thesouraria provincial, sobre a peligao
de Joio Jose da Fonseea, soldado aposentado do
corpo de policia. A* quem (ez a requisigao.
Do mesmo, transmitliado as iaformaicoes solici-
tadas ac Moraes Pires Junior", raordomo do asjio de men-
dicidade. A quem fez a requisigao.
Do mesmo, remettendo 0 balattco 0 orcamanto
da receita e despeza da catnira manic pal da villa
de Panellas. A' cjmmissao de orgaapento muni-
cipal.
Petigoes:
De Jose da Costa Rabello, pedindo um privilegio
para montar nesta cidade uma fabricate gele.
A' commissao de obra; pablicas.
Do Dr. Felippe Nery Collaco, professor do gym
nasio, pedindo um auno de licenca para tratar de
sua sadde. A' commisrao de petigSes.
Foram lidos e approvados tres pareceres da
commissio de obras poblicas: dous indeferiudo as
petigoes do Dr. Ignacio de Barro< Barreto e Tito
Livio Soares, e 0 terceiro alterando 0 I art. do
projecto n. 111 de 1672.
Entrandj na I* parte da ordem do dia, continuou
a-2* discus?io adiada do projecto n. 43 deste anno,
que autorisa modillcacao do conlraloi do mata-
douro pablico, 0 qual foi approvad) com um subs-
titute do Sr. Dario Cavalcante e um additivo do
Sr. Gmies Parente. depois de sobre a materia
orarem 03 Srs. Olympio Marques, Mellb Rego, qne
requereu e Ihe' foi cgacedido a retir'ada do seu
substituitivo, Dario Cava'cante, Mmoel do Rego e
Pinto Pessoa, tenlo-se prorogado a horai da 1* par;e
da ordem lo dia a requeriraeato debrgenciado
Sr. lyrapio Marques.
Passando a 2' parte da ordem do dia, continuou
S 2* discassio do orcamento provincial, versaado
ella sobre 0 art. to. sobre 0 q'ial foi offerecido
uma emenda ao | 31 e oron, 0 Sr. Portelh, depois
do qae 0 Sr. presidente observanaa qn estava bastaate adiantada, levantoa a ses$5o.
A ordem do dia para noje e: 1'lparte, conti-
nuagao da anterior; 1* discussao ilo projecto n.
6) deste anno; 2' do'S de ns. llllde 1872 e 39
do corrcnte : t' parte, continnagio da antece-
dente.
Promotorcs pnblicon. Por portaria da
presidencia da provincia, de 11 dolcorreate, fo-
ram removidos: 0 promote publiccj da comarca
de Oarieury^ bacharel Argemiro Martiniaoo da
Cunha .Galvao para a do Cabrobo ; e o desta ba-
charel Jose Leandro Dantas Serra, para aquella
comarca.
i.i<('( a. Por portaria da pre idencia da
provincia, 'de 11 do corrente, foi profogada por
mais 6 mezes, a do que se ac a no gozo 0 escri-
vio dj civel e crime desta cidade, Fabri:iano Na-
poleao do Rego Barros.
fury do tteclfCCoraparecendo hontem
39 juizes de facto, foi sorteado 0 conselho do sen-
tenga, que iieuu assim composto dos Srs : Carlos
A. tins deSoaza, Jose Antonio da Fonceca e Silva,
Itegino Ferreira de Carvalho, Dr. -jervasio Ridri-
gues Cainpello, SebastiSo Jos6 Gomes Penna, J. Z
Uangel de Sampaio, Joaquun Cardoso Ayres, Joa-
quim de Snuza Moateiro, JosS Antonio de Sonza,
;indidoJose da Silva Giiirnataes, Augnsto Jose
Mauricio Wanderley, Jose Lulz Salgado Accioli.
Foi submeltido a julgamento 0 re3 Dionisfo Go-
mes da Silva, pronaneiado no artigo 20b' do codigo
cri/.m'nal, tendo por advojado 0 Dr. t. E. Rodn-
gue; Vinma.
En vjtta da deci'ao d) jury, fd cdhderanado a
5 Bh'rJo3-n3 mezes de prisa-a Sfimples e'mdlta cor-.'
respondente a melade d; terapq.
l HOSHottra.Hontem pela manha um I
bote, qae ia do caes do Commercio para bordo da
.'i72iOOO
ioSOOO
lOjtOOO
10*000
10*000
10*000
Co stantino Lopes Gaimaries, idem
10*000
10*000
3*000
3*000
:)*000
2*000
35000
3*000
666*fHX)
iThfairo Santo Antonio. Pedem-nos
I ublicagio do seguinte :
AiBtnhi faz b'eneficio no theatro Santo An-
ton 0 0 sympathico e inteHigenie artista Beroardi
bo, leyando a scena am magniflco espectaculo.
Os amadores da arte nao deixario de concpr-
terlao beneficio do.artista, qne taoto se esmera no
desempen'io de sens deveres. A Cigana de Paris,
draina apparatoso e cheio de belleza, tem srdo
sempre aceito com frenesi pelo puWieo, porqne os
artist is Ihe dao sempre 0 veroadeiro colorido.
Mai- uma vex 0 tbealro Santo Antonio e 0 Sr. Vi-
cente serio victoriados
Ooum ijpos. Na 8* pagina nnblicamos hoje
qmf producgao litteraria sob aquelle lirak). 0 an
tor p artista e poeta de verdadeira inspiragio, 0
qn^ importa dizer que e daas vezes artista ou
duas vezes poeta.
us* do pseudjnymo A Ancori, receioso, diz e'.ln,
com alguma razao. de que os erftditos de poela Ihe
miqem os de artista, e teaha, um dia, de passar da
offlfina, que Ihe da 0 j-io, para a bibliotheca,
que so da polilha.
><>va publirarao. A's livrarias desta
cifl ide acabam de ch'egar diversos exemplares da
12' ediglo do C'mpendio de Grammatica Portia
guiza, pelo antigo e muito conhecido professor
dessa discipttna, 0 Sr. major Salvador Henrique
de Albuquerque, edilada pelos livreiros E, & II.
Lai mmert, do Rio de Janeiro, em optimo papel e
nit da impressio.
1 Isso ompendio, qae se acha approvado pelo
coiselho director da instrucgao publica de Per-
naubuco, foi inteiramente revisto, melhorado e
aaj mentad) pelo sea aator, de forma a habilitar
aqi elles qae por elle es'.udarem, a aprenderem,
a [ ir dos rudimentos da arte, todos os preceitos e
rej ras cuja ignoraneia muito prejadica aos esta
da tes de grammatica.
I lesejando que o sea compendio sirva as pessoas
qu teem de passar exame de lingua nacional, nos
cu sos superiores de instrucgio, 0 Sr. major Sal-
vac or addicionm Ihe um navo modelo de analyse
log ca e grammatical por urna norma lixa que os
dete guiar na prova escriata.
I ecommendanos esse livro aos leitores.
. ury de Barreiros.-No dia 4 do cor-
rjn e teve lugar a 1* sessao do jary de Barreiros,
dep )is que ?oi installada a comarca, tendo sido
pre idente do tribunal 0 jail de direito Dr. Ma-
aoe da Sifva Rego, e promotor 0 Dr. Jo?e Bonifa
cio >a Pereira.
A )ezar do rigoroso inverno e das enchentes do
rio, 10 segundo dia hoave casa, funccionaudo com
48 j irados.
0 juiz de direito proferio 0 discurso qus publi-
can mos depois.
Firara mlgados pelo tribunal d-rjs re is, Manoel
Maria do Nas pimento, por ferimenios graves, e Ma-
noel; d) Esp.irito Santo Charamaa, por defioraruea-
to cim violeacia, tendo ambos por aivogado 0 Dr.
Joad Coimbra.
OH* dos,n?)s foi absolvido pjr peremp;ao e 0 2*
conl?mp.ado a sete aanos e raeio de pnsao sim-
plest
Ojjury trabalhou na tnaior ordem, e os jurados
rnoslpvjtrn-se satisfeitos com 0 juiz de direito.
\;t\io encontrado.Por commanicagao
do i r. Buginganga, capitao do brigue portuguez
Sobt 'ano, sabs-se que do dia 6 de abril oa Lal. S.
1" 21'03" Longt 28 14' 13" 0. de Greenwick,
com nunicou com a barca ingleza Miguel, era via
gem de Glasgow para Valp.iraizo ; tudo ia bem a
bor< i>.
potcn-
govcrno ar^entino e as
<-ia|H vizinhap. Li!-se na Nacao
0 governo paragoayo cassou 0'e.tequatar ao
coaial argentino, 0 famigerado 0. M guel Ga'lc-
gos (t.io bem descripto em uma recenle publica-
gio pelo Sr. Coria, ar^entmo eslabelecido na As
sum lgio ). Barreiro aao pode sustcatar esse cobs
pira ior, e, seguaio as ultimas nolicias, retirou-se
do 1 i'nisteno paraguayo
A relagSes do governo argentino :om 0 do
Chil est.i0 em pessjin> estado.
N mesmo pe estao as suas relates com 0 go-
Canslancio <\ nieipin? e freguezias da proy.incla^ cojjjo lambem' galefa jUQ0f!C?S4 Aielhta, (fm saacha fandeadal
.era 1 de Montevideo. Acaba de ser devolvida pelo
Sr. ejedor uma noti do representaate da Repa-
blic* Oriental em Buenos-Ayres.
Di cididamente 0 Sr. Sarmiento qaer romper
com 0 muado inteiro I
Na mesma correspondencia do Jjintl di Com-
mere 0 le-se a tal respeito 0 seguinte :
is relago3s coin 0 exterior nao poiem ser
peior ;s. Pela negativa de evacuar 0 territorio do
Chac 1 pa_aguayo, sofnos obrigados a cor.tinuar
a^occipagio. Pelos seus armameftfos despropor-
cronalos, com as suas forcas e oecessilades, real-
gados ainda par continuas provoca^oes d s setts
orgSjs ofDciaes e offlciosos, nos obriga o governo
argentine a uma paz armada, quj protongada, 6
1 in ruinosa que uma guerra promptaraente deci
dlda.j
0 Chile jtamou posse das territories pat.igoni
co; em liiiglo, e 0 gjverno argentino cala se para
ganha'r tempo, fo-nentar as siias alliangas com a
Bolivia ev Perq, e provocar entno.'uma guerra,
uuaaoo pjr raeio de tratadjs anj'!st>os terla sido
racll tortar e'stas qnestOes.
Sj para compleiar tamb ;!B yto quadro traz a
/Yfc.fvde beir am l'"f *, em e diz qu-
0 consul geral di Repubiica OrieaUl vera e
un.: missli especial do sea govertav^w w ref-:e
a dilli Mil ltdes 1BH11I) serias sd'U4i- alt qae--
t'u doipirtas, eatre o goveeni la lte?'ibli<-1 iria-
lal e 0 argeuimj : ijl&caUaJ^ sue faaea tnak-r
de nm raoraen'.o para outro am eompWo rompi-
raeuti do relates entre ambai as re|
< Parece evideole qae taaah aaate aeokd) 0
governo do Sr. Sarmiento aao sa empenhoa em
evitar 0 mal : qae antes faz 0 saaaivel para rrear
a sea successor am abjraaao de AMcuMaoM.
Qaeatao araealkM. Ba 0 qoe e crew
0 corre-poniente de Uadre* aara 0 Inrnnl 4->
Commixto acerca 4a qaesUi atfiMlaa
Alguns arfealto'J re,id nte* aiuf sarec-
tor grande conuaaca ena Ma iaanveo i0 do-
vernos fraacex, iullano e iogtea ( ae d^Ta-d-
monte as cousas eatre 0 Brasit e e te-r lomarea
am caraeler desesiterado ) para salvar 0 Praia da*
horrores dc uma gaerra.
Se e-ta conlang 1 for tamlwrn partilkaaa em
Baenos-Ayres, e perniciosa ; porqaaalo p 4e aa-
petir qae 0 govern 1 argeatini tome em asru s
eonveniente coasideragio a r apresentadas pelo imperil, de coo blica era suspen-o a qti'ttao di Parazaay. p.:
am modo perigo to e sinistro para jasli'i mjk > 41
qual e preciso achar outra*. caasa* qu ni> *-jam
as do* tratados de lisile* ; de i-npmar arau',
canhGes c muuigoes de guerra em esrala iocnmjpi
livel com uma polibca pacifira ; d nio attend r
a neutralisagao da ilha de Martim cidental na superior ; de permiitir nm wa
territorio se .rue a ba*.- Ja rev.tloaao na Para-
guay, perturtiando assist 0 eaaiiihtv is Pra-.
com menoscabo dos tralado-, wasifad it sjanp' -
mas de fazer reviver a saflaa amnir-ln arg*at>-
de reunir s&b 0 seu du.siaio todo u aaatjja .-'"-
reinado de Baenos-.Vyres, e Gualmme de f.-rnur
a alliaoca com oulras rspablica-, alliao'.as sm> *i '
sao conformes ao espinto do (ratal 1 d ill jd
1863.
a Nio e jusio sem tin pouo> tm\-mttmtt amio
de responder as queixas d jam bem >u rail fun lad 1-, ap|n-llaado so <
d 1 na intervenes,, das p-a.-neia- mar
ropa, porque eus subdilos coiantercia
de esrala can 0 Praia
c Naturalmeate as pntcm-ia* nar.tinua da Ea
ropa ptra as quaes ge liver de ippiiai, pisWnsi
P-dir que nao sa proc*da a ho-Ulidadss |H*ejndtci as ass s^s> sul*dilos e conmeTci r*
commendario a paz, moderacao e prudeocta, ao-
derao mesmo augmentar saas for^as nava aa ta-
b na dura do Praia, em deleza do direno das < a-
iraes. no caso quo siga a guerra
Mas aio podonam pmhioir as Iwtilidaot?,
pois qne i-*so seria privar 0 Braail sat \
tos de soberania e de defeaa propna;
proceder parcialmenle por um 1.- padisna,
mcio de c^mbinacio de uma liga eurqx11 ini-
do mido 0 mais ilagrao e nos negocios da Am r ca
do Sal, em ama ie de nio inlerasofao ra \-i-
litica domestica de onlros panes
Amda mais, ac rocoaria ama naeao iraca a
recusar reparacin, qnand devidameaie etifuda, a
uma outra raai- forte, simpiesment* pon|e a- c- d
sequenejas daquella recosa nA";r nvinam a tersst*
ras na.o>s.
0 verdadeiro meio dos $ 'vertwe edUftaa a
gnerra e desejarem sincerainente a sat. icretn nita
politica deaioteressada n sen pm radiates lo. oat-
empenharera as obngap** dos traaadon co*vr-
varem ortezia e polidex nss suas r'lagde* wtar-
nacionaes, explioaram-se franca e cabswaente para
chegarem a descohvir ama soiogao eoaintaas sr
difnculdadrs, a medida que ella* l^m lusar. rnst-
verem cada qaesiao que se a|H*es-aCa tem dens
rera qae uma accumutagao de sueixa* trva BOSS
provocar sssrH-itas e para aggravar a ailoarao fu-
mo facilnwole se lidaria p mc a p oe.i.
E 6 por falta e wniss5es de-le genero qua -
argentinos conseguiram aearretar para pr->-
prios, o Brasil, o Paraguay e o IVognay. s (o-sea-
te siluagio perigosa. Nem un Immeai coalae:e
m'lhor os argentinos do que o vnraodt do IV*---
Brano, e conbeceodo-os canto dis os coofeece
nio se deixara levar, assim 0 sappoans, sets -
peranca que nutrem os argentinos, de dat a is-
lervengao sera substitui la ptr uma re^oosta as
repre-enlagoes que sm garero> ha de agsra teru-
meate fazerlhes
A qaesiao etfrase apenas ao segoisae : ss a
Brasil esia disposio a retirar-*' coiapleum
Praia, a a ban lonar Malto Grosso e o Parana, a
deixar o Rio-Grande do Sal exposto aos di!ar-
bios do estrangeiro, a preparar o camiaao para
resaseilar a sua ctfsla o viee-reraado s> Bg*pM-
Ayres, a desfacer o irlilho de e mais, no I'rugnav ; ou se ha de, eoato na..
beirinha, conservar 0 eqnilwr 0 do Praia e seus
trihutarios t
As potencias maritimas da Kiropi haodiS-
cilmente querer intervir nesta {usatao, qu<
porta em despojar 0 Brasil de seas dir*to>
veres.
Mas moito depeode naturalmenie d > rsed->
meios, da disp isigao. prudeocia e habi idade com
que 0 governo imperial proeedera aim seus direitos e defender a |uell equiliMio.
a E' de presumir qae nSo 0 f- arrogant
te, em torn de ameaga ou in*alnndo, m. eom c
ma, moJerada e scriamente ; aa-> c>ni un|
on precipltag^ao, mas sim, sem e-perar 1
lad i da e|.-i ai de presidente, -mo qae o Bra- ,
nada lem qae ver; sem lem->r de mtervengSo ex
terna oa ho mensos intereee do Praia ; sio pnvjcasd a
gnerra, mas teodo em vista o prdwgasaeals da
paz e amizade sobre as bases exisleaies
< Deste modo, pois, adquirira o Brasil 0 r- -
to da Europa
|ur elle-M aaot-Transereveaine de csr-
respondente de Buenos-Ayres para oJorm:
Commercio do Rio, os segiiinUs tr*eso <;n l-
mostram 0 qne vale a moralidaSe t-nlre os r.
visinhos da confederacio argenliua :
Em 1 u an to nao nossa obter pormenores -
a eleigao a que neste momento se esta pr 1
scja-me per mi it id > corroborar algamas das a--rj-
sacoes que colhi da opiniao geral contra ova,
governo.
Ghcfes nacionaes, que nas provincia* awaa-
saram revolucoes contra o poderes coadduiv>\
que se alliaram com bandidos famigera4oi e *\l
guiaolcBtos para fazerem triumphar os de->
do Candidat > official sobre a voutade d pove. oflt-
ciaes que pela lei natural teriam merecias cart,-
ot infamaat"s, se achara era bberdade, nfam
e suas victimas, porqae provivelmente de anir
mio contivam com a impnnidade. eomo aqui 0*
assassinos, que mergulham 0 p'inhal n-> peitj sis
adversariis poHlicos, an applaodir 0 raadidal-j
sympaiicj ao governo. Sera este 0 raeio de mas-
ter a disciplina no exercito Nao I antes -
miahi recto para r^labelecer 0 p->der d -
Ihos, que durante untos annoa foi 0 flagello e a
vergonha da R^pub'ica ArgBtna *
Passando a ontro a*sampio, t sera querer fa -
lar no celebre empreitirao de obras pasiica*.
temosaestes nltimos dias am thesonrefrs do .oui
missario de guerra, qnefoge com pert- de *?
patacoes Se 0 governo, em lagar de aWnd*
politicos, escolh sse homens provados parao* stu-
preg is de confiaoga se em lugar de tazer p
ca d j circulos, fiscalisase as suas repart'eses >*
eseutt-se a voz da imprensa, quando eta Ihe io-
dica os pantos valneraveis e que oecc-sitam set
attendidos.-nio e danam roubos tie ao-ta-es f
tio escaadalosgs.
Nio se verii qae a repaitieao de eagenh
orga em vinle mil patacoes, aquillo qne um adnai-
nistrador recto conclue com dous mil. Nio 3a-
ria 0 lazareto le Martim Garcia aberlo a L.d>-s o
ventos e accessivel a lodas as cbuvas
Nao se deaunciarie, que os enroaragados -
comiiealados at Europa estao-s c*.lru nd com
chapas velhas, que as balat que vieram <
ReminOtom sao de cera em lug.irj .le rhnmbo.
a Nao se revoltari .m os cadelci da etcla ad
lar, iccosando 0 director de estelliooalos nai-tra-
vels. Nio romperiam os indios aaigos os sen*
tratados, porque os fornecedores. enriqaecena c->o
as racoes que nao entregam. Nao levariam as
salteadores do deserto milhares le argentinos son
0 capliveiro, nao deva tariara a htlssaa de cea'--
nares, uao iacsndiariam BovssdBBS inteiras, BOT-
qie entio as gaainigocs das fronleiras csuriam
cotnpletas, fariam 0 seu servigo, em logar de tra-
aalhar como cscravos dos vi-inhos, eu-riam
valloa para perseguir 0 inimigo.
Diga 0 giverao que nio lem obrigagio de fa-
zero bem; mas nio veaba dizer qae reprime <
mil, quando e lao patente ao
m detoAos
in .1 me faz, ou deira fazer, e qne vem a ser peior
ainda, pvla desmora'isarSo geral.
Loterla A que se acha a veada e a 99. a
beneflrlo da igreja de Nis-a Sonhora da Boa H r
em Ofinda, a qual c'orre hoje. n do csrrenle
l-p|at.H)je, 13, effecifta n agent* Piotv 1
venda em IfHXn, de dWTentes r I gwa de sd
pra'.a para homens e scahoras, a.gamas joias, sa-
ire as quaes 11m aoncl com nr.. rilhsnte gratai'
assim eomo 1 pianos, aVreto h ffirina da raa
do Imperador a. 3S, sendo que 0 |eb prior
piara a- W l|2 Imras em p sis.
/



r1
JMarib fr&emadkw^ Q4mrta feii* 1$
det*f(BikMovirasnto da casa
Casa de
de dctencaodo dfc fi% nfcio de 1871.
Existiam presos- 35, etitrlram 8, sahio I, exis
tem 332.
A saber :
totckmim t'iO, qsnlrHres'O, e.stfaatfMio's iq,
emwros 38- eseravas 4\ total 3W.
Ali.nentados a casta dos cofrw publieos 263.
CHRONKA JUDKIARlL
l iiiul:.i.il u i ki:i. \< to
SSSSaO DE 12 OF. MAIO DE |87.
PRESIDEJJCU DO EXM. !>R. CONSELHEIRO CAE
TANO SANTIAGO.
Sevettirio Dr. Vu-gOio Coelho.
As 10 horas da manha, preseates os Sre. des-
embargadores Silva Guirnaraes, Motia, procurador
da coroa interino, Acoioli, DomiDgaes Silva e
Souza Leao, faltando os 8-. desembargadores Lou-
renco Santiago, por ineom.nodado, Almeida Al-
buqaerque por ter sido dciiguado para substituir
na presidencia do jary de.-ta cidade ao Sr desem-
bargador Silva Guitnaraes que se declarou impe-
dd da coutiaaar a presicir o jury do julgaujeato
de arucassoa, em que sea georo fuoccionou como
proinotor publico, abrio-se a sessao.
JCLSMIE)**)*.
., Appc|Ji5j5.i:j, oiyei*.
Do Recife.Aopollanto o quradpr geral, appel-
lado Jose de Freitas Barbosa. Desprezaram os.
erabargos.
De Laaipipa.-Appellanie Alcxaudriaa, por seu
curador, appellado Jose Lourenco Pinto. -ConS*-
mada a sentenea.
De Olinda. Appejlaa:e. Franeisca Maria da
Conceicao, appellada Gpodida; Balbina da Rocha.
Mandou-se ouvir o curador geral.
PASSAGENS.
Do Sr. doawnbajgador Acoioli ao Sr. desembar
gador Doiningues Silva:
pojury de Iguarassii.-r AppelUma BeU,a,rmiao
Frauciseo de Salles, appallada a justifa.
De Nazaral*.Appellants o juizo, appellado An-
tonio Jose dos Santos Ferreira.
Do Ice.Appellants o juizo, appaUido France-
lino, eseravo.
De Sotua. Appeilante c jaizo, appellado Pedro
Fernando* do Rego.
Ao Sr. desombargador Lourengo Santiago :
Appellaeao civel.
D) Recife.-Ap'pellantes herdeiros de Domingos
Jose Marques, appellada Cecilia, por seu curador.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Recife.-Appeilante Tasso Irmao, appellado
Joao VascoCabral.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli.
Appellaeao civel.
DaS. Bernardo.-Appeilante Raymando Carlos
da Silva Peixoto, appellado Manoel Hcrculano da
Cunha.
Do Sr. desembargador Siuza Leao ao Sr. des-
desembargador Silva Gaimaraes :
Appella^oes crimes.
Appeilante o juizo, appellado Felix Justino Car-
neiro de Miranda ; appeilante o juizo, appellado
Antonio Francisco de Carvalho.
Dj Sr. desembargador Silva Guimaries ao Sr,
Sr.deseinbargadorM.ua:
Do Recife. -Appeilante o Dr. Joaquim de A | li-
no Fonceca, appellada Itila Maria Francises de
Almeida.
Do Sr. desembargador Doiningues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao :
Appellacoerciveis.
Da Imperatriz.-Appeilante Antonio BarFozo Va-
leate, appellado Jose Furtado Barbosa.
Do Recife. Aprellante o pardo Galdino, appel-
lado Antonio Machado Pereira Vianna.
ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife.Appeilante Feliciana Maria Olym-
p a, appellado Antonio Moreira Reis.
Diligencia civel.
Ao Dr. curador geral :
De Iumbe. Appeilante Eufrazio de ArruJa
Oamara, appellado Manool do Rego Cavaicante de
Albuquerque.
De Oliada.Appeilante Valentina, por seus fi-
liioi, appellado Silvino Auguslo Nunes de Mello.
Appellaeao ciHiimercial.
Appeilante Manoel da Silva Santos, apellado
Manoel Luiz Gonjalves.
Ao Sr. desembargador promolor da juatiea :
ie Bezerros. -Appeilante o juiao, appeOado Ma-
noel Marques ioi Santos.
Assignou-se dia para o jalgameut> dos seguiu
ies feitos :
Appellajdes civeis.
De Maceio.Appellanle Cosar Augusto Zanole.
appellado Dr. Roberlo Cilhtiros de Mello ; appei-
lante Antonio da Silva Azevedo, appellado o pardo
Hcrculano, por seu curador.
Appellaeao crime.
Da Imperatriz.Appeilante o jaizo, appellado
.], vino Coelho da Cunha.
Encerrou-se a sessai a meia hora depois de
meio dia.
poiilo|o
ooafcci
iren*a ; peio que.euppoDho'que a wwfctUqu^
4a tiata, ei mn* espaci^.
Se porera o F. A. C, que nunca vio as arvorei
existentes em Dakar, quer que a de Porto de Galli-
nhas seja a verdadeira e nao aquellas, c de>xarei com
sua opaia embora se pewsa comparar arvore coot
arvore e fructos eom fructos; porqne aindame
nao esqueci da fabula do nojnsm que, no palco,
imitava o grunhido do bacorinho. Em todo caso
direi que o Boafcab ou gigante do Senegal nao e
arvore da jardim, nem direi mais palavra a este
respeito.
Recife, li de maio de 1874.
Dr. /. d'Aquino Fonceca.
Mais de n'ma irregularidadesedea nas elei;3ea
a que se proeedeu domingo 10 do corrente na so-
ciedade Luso-Brasilnira pelo que, a julgamos
nulla e de nenhura effeito.
Compareoendo 62 volanles, foram recebidas as
sejulas, e aa apuracao, verilicou se qua alfums
continham os nomes do lose Pinto de Magilfiaes e
Joaquim Piolo de Uagajh|e&, outras porem so-,
mente com o sobre-nome Pinto de Magalhaes,
Jose Fernandos 4e Mello e Jose Joaquim Fernan-
de,4, opt'nas, aojppntp Jos6 Fernaades, algujnas ou-
trii cj;n o nouie de Guedes daTJotLca, liftaliiiente
pata o in>portaAtc.cargu,(ia thejOHiajfO, upcamen-
te o DomeDioaiiio.
No. enj^nti) o e^ctHMAoi (mm "wioho ) foi
a votacao aquello que juJgava er o pro-
prio.
Taroben n:u) se.oloaervou 6 q^ue di&pioe o aitigo
ri, porque das 2 boras om diaate apanas se viara
sucios preseates.
Finalmente, foi infringido a rtigo 67, nao se
lavrando acta em o livro competente, deixando da
ser asstgaaaa, como determiaa o referido ar-
tigo.
A' vista da net exposicio, duviia alguma reila
de que as eJeic.5es e3tao nallas, que se deve prp-
ceder a outrai regulares de confbrmidada opm
os estatutos da sociedade.
(Jifi tPdfi.
---------
Ao publioo
0 abaixo assigaadojulga oada dever nesta pra-
c new fora della ; couuttdo, se alguea se julgar
seu credor, queira apreseotar sua coata a rua Jo
Commercio n. 5. que seado exacta, sera immedia-
tamente paga.
Jolo Antonio de Siqueira.
\ arvore da aiid.>.
Com a mesma certeza com que o yeoeoo deupas
da Batavia mala, e balsamioo succo de uma arvore
do Mexico, cnamada AnacaJiuita cura. 0 muito afa-
mado Pejtoral de Anacahuita de Kemp, e composto
c elaboradamente preparado por este maravilhoso
especiQco vegetal. Nenhuioa tosse, catharfhoou
enfernudade dos bronchios, podem resislir a,aua
sus/e a benefica influencia. Fortalece de tal raodo
os orgios da respirafao, que em poucas horas oes-
apparece a inflammacao que impedia sua acclo sa-
luiar. 0 allivu infallivel e immediato. A irrita-
cao e inflammacao dos pulmoes, que ja principia-
vam a apresentar uma certa tendencia a ulcera-
Qao, se abate e modifica para desde logo, e sua
operaijao raaravilhbsa os cura, e restitue o seu vi-
gor e elasticidade prjiuitiva. .Na sua delicada e
elaborada composi.'ap nao entra. acido prussico,
antimonio, nem nenhum dos agentes deleterios
que de ordiuario se encoulraiu aeises xaropes e
peiloraes feitos de fr^cJas, e que quasi aeaipre
produze.n tap fataes e fuoeiUs cjns*quencias.
dito refinado.
branco; para "f
pom SIO ditos de
. 3A4&TW* DhJWWM*4 J
iddadiuenl) a<- dfrtl a U. ?:8f3i|17
d*o> da d;> 12> 883^8Bi
8:639*638
No dia 1 a li
No dia 12
.Timeira poria
iagunda porta
frceira porta .
iuarta porta .
^ apictte Ccacaicao
VOL.UMW SAJUDOS
;
:
10,408
57
1S3
187
52
10,856,
Rtnnf* (\n \lhthn T C(",ha Cavalvan'e de Atoqquerqne
JD.1U09 UO mmnO* aJaUoatSo. Betauta M IVGbS*
SERVICO MARIT1MO
vl>reagas descarregadas no trapicbe da
aJlandew :
Wkfe.*, 7T: :
lo trapicbe Coaceicia. ..
21
por
Anadia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves
Elvas
Amarante.
Guimarae^.
Covilhi.
Melgaco.
Portalegre.
Areas de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanbosa.
vapores
Evora.
Fale.
Faro.
Guards.
Leiria.
Llsboa.
Ba.rcellos.
Coimbra.
Mirandella.
Penafiel
Mrtnsao.
Ovar.
Porto.
Tatira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castelio.
21
AECEBEDOR1A
tendimenlo
dem do
DORIA,DS RJUYDAS 1NTIRNASGE-
19:3081547
CON3ULADO PROVINCIAL
Randimento do dia I a 11
ldl*drji 12
oft*!.'
43:98&I03
Utoffi-i
^5:213<60o
_-------. 5T
lendimento doffla fa 11. 2:094*343
deai do dia ii. ..... 1:454*452
3:548*795
JL'.NTA
Praca do
AS 3
Thi'soiirui'iu de fazcudu.
Foram remettidos aoSr. thesoureiro para serem
pate.
OIBcios:
Da presidencia, man iando pagar a Ri ;ardo Ca-
duff a quantia de 47*071, importancia do forneci-
mento de Ini e agua reito fto destacamento da vil-
la de Pesqueira.
Do inspector da alfandeg;., com a conta das des-
pezas miudas teita no mez proximo passado pelo
respectivo porleiro, na importancia le 91*820.
Do mesmo, com a rela;ao das contas das despe-
zas feitas com o servico inlerno e externo no dito
mez, na importancia de 460*t'J0.
Do inui>, com as contas de Nascinjento & Me-
deiros, Beltrao & Costa e Jose Pereira da Coita, na
unportaneia de 7414933.
Do administrador da rejebedoria, com a conta
das de*pezas feitas pelo resaectivo porteiro no mez
Je abril ultimo, na importancia de 75*400.
Do commandante da fortaleza do Buraco, com a
coota do fornecimento d'agua a mesma fortaleza
no mez findo, na importancia de 38*40U.
Do Dr. chefe de poiicia, com a conta das des-
pezas fellas pelo porteiro da respectiva secretaria
no mez de- abril proximo passado, na importancia
de 393200.
Do juiz de orpha.s de C&ruarii, requisitando a
entrega da quantia de 1:243*959 a Joaquim de
Medetrot Lyra.
Do juiz de orphaos desta ccpital, requisitando o
entrega da quantia de 150*000 a Joaquim Jose da
Xascimento.
Do presidente do tribunal da rela^ao. zom a
eonta das despezas feitas pelo respectivo continuo
com o asseio do mesmo tribunal no mez de abril
ultimo, na importaneia de 36*0i0.
Do director da faculdade de direito, com as
'. intas das despezas feitas pelo respectivo porleiro
no mez proximo passado, ua imponaacia de......
184*000.
Do administrador da reparticao dos correios,
com as eontas c mais docamentos das despezas
feitas pelo respectivo thesoureiro no mez proximo
passado. na importancia de 2:929*420.
Da Dr. chefe de poiicia, requisitando a entrega
da quantia de 604000 ao thesoureiro interino da
respectiva secretaria.
Requerimentos :
De Tiburcio de Paula Machado.
Do bacliarel Vicente Jansen de Castro e Albuquer-
que.
Da Henrique Soares de Azevedo.
Do tenente-coronel Francisco Cavalcante de Al-
buquerque.
Do engenheiro Victor Fournie.
De Joaquim Alonso Moreira de Almeida.
Da companhia peraambucsaa de navegacao cos-
teira.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
mmbaco, 12 de maio de 1874.
0 3 escripturario servindo de secrelario,
Pedro Reginaldo Teixeira.
DOS CORRETORES
Recife, l'i de uiaio
de 1894.
HORAS DA TARDE
Algodao So Aracaju sem iaspeccSo 7*500 por
lo kilos.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 I|8 d. por
i 4000, hoilem e hoje.
Soberanos 9*560 cada um, hontem.
coTAgSas okficiars.
li. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
SEGUROS
NARIT1H0S
CONTRA O FOGO.
A companhia InderoaisatJor*. estabelecid*
aesta pra^a, toma seguros iaaritimos sobr
aavios e seus ca,rregaraentos e contra fogc
^m odificios, mercaaorias o mobilias:
rua do Vigarjo n,. 4, payin>entq terr^p,
at
mUSkCm A PEDiSii

Aiuda o Boabab.
A descj"ipcSo, que fez o F. A. C. na oitava pagi
na do Diario de Pernambitco de hoje, nao 6 intei-
rameate a da arvore que t3m a denominacao de
gigante do Senegal -; mas de uma especie, ou
cntao nao c dessas, que existem em Dakar, e qua
vi de perto, pois que alii estive. Se elle tivesse
ostado nesse ponto da Africa, teria visto que as
arvores, que teem essa denominacao, sio maitissimo
mais alias do que diz, que sens ramos nao se cur-
vam a panto de se quebrarem, e qae seus fruclos
mesmo os maiores, nao excedem um palmo de Suarde,
comprimento, nem sua mas;a e rosea, mas tao al-
va quanto a tomma mais alva, e suas semenies
maiores do que feij^es.
Foi aa DajLar que eu e ir.eu amigo Mr Branet,
direetor d lostitulo Agrieola da Bihia, troaxamos
os fnutos das arvoeas que alii esiatam, e sao tao
alias, que sao bera vistas do aneoradouro.^ieado l$* a^liardeate
ImportactSp.
Ba,rca iagleza Zayaa, eotiada de Liverpool em
II do corrente e cbnsignada a Johnston Pater &
C, manifestou :
Arroz 100 saccos a ordem. Araosiras 1 pacote
a Beltia.) & Fillio. Anglos de ferro 12 barras a S.
P. Johnston k C. Arcos Je djto 38 feixes a.os
mesmos.
Barrilha 25-barricas a Santos & Araujo. Bar-
ras de chumbo 50 em 6 amarrados a Hawkes &
C. Ditas de lerro 728 para os conlratad ores da
ponte da Boa-Vista, 470 feixes e 2,016 ditas de dito
a S. P. Johnston & C.
Canella 15 caixas a Fernandes da Costa & C.
Cravo 10 caixas aos mesmos. Cerveja 70 barri-
cas a ordem, 8 a J J. Alve* & C, 17 a Santos &
Araujo, 50 a Domingos Joaquim Ferreira Craz, 25
a Antonio Marcelino Monteiro, 300 aos eonsigoa-
tarios. Cimento 100 barricas a ordem. Chumbo
miudo 232 barris a S. P. Johnston & C. Dito era
folha, 20 ditas aos mesmos. Canos de ferro 220
a Simpson & C.
DrogAa 7 barricas a Barroso ds Mello, 15 a Mo-
nhard Mellier & C.
Facas 1 barrica a Von Sohsten & C. Ferrapens
3 barricas aos mesmos, 10 a Parente Vianna 4 C,
37 a Vaz 4 Leal, 8 a Hawkes & C 3 a S. P. Johns-
ton & i'.., 20 ditas, 16 caixas e 2 barris a ordeni,
2 volumes a Otto Boihres. Ferrolhos e parafusos
1 volume a Simpson \ C. Faieadas d algodao
16 caixas a Sa Leitao & Coimbra. Folha deFlan-
dres 102 caixas a Hawkes & C Forraas de assu-
car 40 gigas a Cardoso & Irmao.
LouQa 2 volumes a Barnardino Duarte & Cim-
pos d; C, 5 a ord sm, 9 gigas a Joaquim A. Pe-
reira 4 C, 9 ditas e 8 barricas a F. Monteiro 4 C.
Linha 1 caixa a ordem.
Maclnnismo 210 pecas e 30 volumes a S. P.
Johnston & C.
Oleo de linhaca 10 barris a Beltrao 4 Fiiho.
Obras de pedra, I giga a Joao da Silva Ramos.
Pimenta 20 caixas a Fernandes d; Costa & C
Pesos de ferro 120 a S. P. Johnston & C, 3 barri-
cas com ditos a Von Sohsten & C. Pas de ferro
24 amarrados a Silva & Alves.
Rodas de ferro 10 atadoa a S. P. Johnston & C.
SabJo 100 caixas aos consignatarios. Saccos 5
far Jos aos mesmos.
Tachos 135 a Cardoso 4 Irmao. Tintas 75 bar-
rilinhos a Beltrao & Filho. Tecidos de algodao 4
fardos e 32 caixas aus consignatarios.
Vinho 2 barriquinhas a Phipps Brothers & C
9 D
D2.-!PACHOS DE EXPQRTACAO NO DIA
MAIO DE 1874.
Poro os pottos do exterior.
Na barca ingleza Dolphim, para o Baltico,
carregou : Plate Neesen & C. 354 fardos com
39,073 kilos de algodao.
No brigue francez Intrepide Corse, para Li-
verpool, carregou : L. J. S. Gaimaraes 643 saccos
com 48,225 kilos de assucar mascavado.
No brigue portugaez Cotele, para o Rio da
P.-ata, carregoa: A. Cordeiro 500 barricas com
50,548 kilos de assucar branco.
No patacho oortuguez Martial, para o Rio
da Prata, carregou : P. Carneiro & C. 50 pipas
com 24,000 lfyros de aguardente.
No patacho nacional Paraguassit, para o Rio
da Prata, carregou : P. M. Maurv 17 cascos com
5,760 litros de aguardente
Na barca portugueza Alegria, para o Porto,
carregou : T. L. Soares 90 saccas com 6,592 1|2
kilos de algodao; A. Loyo 1,000 saccos com 75,000
kilos de assucar branco.
Na barca portugueza Novo Silencio, para
o Porto, carregou : T. L. Soares 3 saccas com 371
kilos de algodao ; A. Cordeiro 1,084 couros saiga-
dos com 13,008 kilos.
Na barca pojtugaeza Aguia, para Li3boa,
carregou : P. Vianna 4 C. 200 saccos com 15,030
kilos de assucar branco.
Para os portos do interior.
Para qRio Grande do Su!, no patacho nacio-
nal Harinho ir, carregou : A. Loyo 654 ba/ricas
com 59,141 kilo3 de assucar branco.
pa/a a Aracajy, no hiate nacioaal Deos le
carregou : Costa &'"C. 7 barricas com
628 kilos de assucar raanado; G. de Mattos Ir-
maos 5 barris com 480 litres da rael; para a villa
de Touros, Costa 4 Irmao 1 caixa com 40 kilos de
dace.
Para MasM, na bap.jaca Sumfta das Anjos,
carregou : I. F. Loped 4 G. 1 aartil com 50 litres
para Macao, M. A Sanaa A bar-1
Aipsto F. diiiiveira IC,
4, case cqrarneroial e bancaria deAugdsto
j d'Oliveira & C, a rua do Coinmercio ns
42, encarrega-se de execngjo de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de comraisisao, quer cornoier-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettraa, e toqaa^dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, a vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias oasas de 1.* classe.
INm*!*. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE ($ C. 6 A. BLUCQUE,
VIGNAL & C.
Haniburga. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK*dt FILH S.
lalsbea. Sobre os Sre. fonsecas,
SANTOS & Y1ANNA, 6 SEBASTIAO JOSE DE
VBREU.
Porto. Sobre o banco uniAo do porto
o Sr. joaquim pinto da fonseca. "
Para. Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. francisco oaudencio da
COSTA & FILUOS.
MarauhSo. Sobre o Sr. jose fer-
reira da silva junior.
Ceara. Sobre os Sre. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c
liio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BASQUE BHASILIENNE FRANCAISE.
COMPANHIA"AlUANgA
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4_,QOG:00(W>0Q.
Toraa seguro de raercadorias e dinheiro
.co nparitimo era navio da vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim come
ntra fogo sobre predios, generos e f
ondas.
Agente : Joaquim Jose Gouc.alyes Beltrii)
ua do Commercio n. 5, 1* aadar.
COMPAMIA
Phenlx Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
iretes, dinbeiro a risco e finalmente de.qual-
aer natureza, em vapores, navios vd ela oo
oarcagas, a premios muito raodicos.
RUA DO COMMERCIO H. 34.
Seguro cttBtra-fogo
TEE LIVERPOOL & LONDON & GL(>
IHSURANCE COMPANY
Agones
>AUNDER^ BROTHERS <$ C.
. 11 Corpo Santo11
NORTHERN.
Villa-Sovade PortimJo. Villa-Nova de Fajjalica
Villa do Conde.
Nas ilhas.
Madeira, S, Miguel, Faial e Terceira.
.Vdi-io ertrado no dia It,
Li veraopl -^ dias, barca ingloza; Zay&a, de 2n.
toaeladas, capitao E. Jones, equipagem 10, car-
ga varios geaeros j a Jpbnsltm Pater & C-
A^oui'o enlrqdo no dia i-2.
^ode Janeiro-II dias, brigue brasileiro Isa.be
de 313 toneladas, capitid Jose Marques Yiann;
equipagem 12, carga caf^ e outros generos:
Anjpaio Luiz de Oilyeijsa Aiavedo 4 C-
Observafdo,
iNao huuve sa.id>.
55S^"
miMtL
Capital.
'ondo
de reserva.
Mill*
20,000:0009001
8,000:0009001
Agvntes,
Latham & C.
0 Dr. Francisco d) Rego Baptista, juiz spbstitut
do j^ifo da provedona de, capellas e resjduo
n'esta cidade do Recife, etc.
Baco saber quo flnda a primeira audiencia des
te jaizo no dia sexta.feira. 15 do corrente, se hao
de arrematar os moveis segnintes :
8 eadeiras de jacaranda, entalhadas, velhas
3, 28^0f.O. 10 ditas de dito, lisas, velhas,
M500, 255000. 1 sofa de jacaranda, velho, p*
15S. 1 marqueza de condn'rU, velha, por iOl
1 mesa redonda, idem, por by I banqnioba d i
jacaranda, 45. 2 ditas de con'durii, 65. 2 dito 1
do arnarello, 45. 1 commoda de amarello, l6i
1 relogio de ciraa de mesa, !i$. 1 manga de v
dro para santo, 35. 1 caraa de armacao, velh;,
65. 1 mesa de jacaranda, veHia. com gavet.,
125. 7 mochas de pao, nor 35500. 2 cadeira!
de pao, com bracos, a 15, 25. 1 mesa para jan
t^r, 45- commoda de jacaranda, em mao estado,
05. 1 cabide de amarelfo, para rc-upa, 45. 1 cai-
xa arqueada de ferro, 85. 3 bahus velho?, a '.5
35. 2 eadeiras com assento de pao, a 320, Oil
rs. 1 taboleiro, 15. 1 mesa para jan tar. 35. :
jarroes para agua, a 25, 45- 1 arraario sem por
ta, 35. 1 pedra de jaspe, 15. 3 mesas velhas, ;
Id, 35 1 mesa para cozinha, 15. 1 dita menor
640 rs. 1 caixa anuga, Hada, 25. 1 mesa par;
fogareiro. 500 rs. 1 fogareiro, 15. Diversos ob
jectos em mao estado, por IO5.
Os quaes sao perteneoates ao espolio de Manoel
Riheiro da Gun/a Ol.iv.^ra, e vao a praja a r^quu-
rfmento do teMamenteiro e inventarianie Jo";e Pau-
lo Botelho.
E nio havendo laa.-ador qua cubra 0 preco da
avaliacao, se procedera na forma da lei.
E para constar pass ram-se editaes que serao
publicadns o affljado^ na forma do astylo.
Eu, Domingos .Nudes Ferreira, escrivao, 0 sub
screvi.
Em tempo declaro que a arrematacao des hens
acima se procedera na rua da Seozalla n. 121.
Eu, dito escrivao, 0 e.crevi e declarei, era sup-
pra, Domingos Nunes Ferreira.
Recife, II de maio de 1874.
Francisco do Rego Baptista.
Ha para alugar a rua d'Aurora n. 63, um
escrav.0, prelo, crioulo de 25 annos de idade, mui-
to robusto, e apto para todo 0 servico.
Precisa-se de um encaderuador paraencar
regar-seda encadernafao de diversas obras: a rua
do Imperador n. 20, 1" andar.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para 0 dia 21 do corrente a ar-
rematacao da madeira velha tir.iJa da pome da
Junqueira, avaliada em lOOjOOO.
Secretaria da thesouraria provincial, 13 de maio
de 1874.
O ofBcial-major,
Miguel Alfonso Ferreira.
IVla tfiesouraria provincial se faz publico, que
vao novamente a praca no dia 21 do corrente pa-
ra serem arrematadas a quern por inenos fizer as
obras seguintes :
Obra dos reparos da coberta da casa de deten-
cao, t-rcada em 1:4785000.
Obra dos reparos da bomba n. '2, no 7' lanco
da estrada do sul, or<;ada em 1:0125000.
Obra da bomba para 0 povoado dos Monies, or-
eada em 1:980500).
Secretaria da ihesoura/ia provincial de Per-
nambneo, 12 de maio.de 1874.
0 official maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
RL'A PA CRUI M. 38.
BANCO COMMERCIAL OH BRAGS
Jorge TassQ
Sacca sobre este banco e
guinles cidades e villas :
Portugal.
Amarante
Anadia
Arcos'
Aveiro
Barca
W*"
Chaves
Coimbra
Coura
Covilha
Elvas
Extreraoz
Famalicao
Faro
Figueira
Guarda
Giiimaraes
hum
Latnego
Fayal.
suas agendas nas se-
Teloaco
irfadella
oncao
Pena-fiel
FiqUel
Ponte do Lima
Srte-mao
rto '
Povoa de Varzim
Regoa
Tavira,
Valen ;a
Vianna
Villa do Coade
Villa Real
Vinhaes
Viuu
Villa N. da flerveira
Func lal
0 procurador fiscal da thesouraria pro-
vincial, declara aos contribuiutas do imposto
de 60 reis por litro de aguardente, no exer-
cicio de 1872 a 1873, a cargo do consulado
provincial, que Ihes Ika marcado 0 prazo impro-
rogavel dc 30 dias a contar da publicacao deste na
conformidade da lei n. 981, art. 53, para solicita-
rem da sec^ao do contencioso as rospectivas'guias
para pagamento de sens debitos, certos de que se
nao 0 lizerem dentro do prazo marcado, proce-
dur-se ha a cobranca jiidicalmonte. publicaodo-se
para isto a relacao dos devedores abaixo trans-
cripta.
SecQio do contencioso provincial de Pernamba-
co, 7 dc maio de 1874.
0 procurador fiscal,
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Relacao dos devedores do imposlo de 60 reis por
litro da aguardente consnmida na provincia,
que deixaram &> pagar seus debitos no exerci-
cio de 1872 a 1873.
Ruas. Debitos.
Conde da Boa-Vista n. 87. Antonio
Gomes do Mendonca 695585
Madre Duu? n. 114. Antonio Jose
Pereira da Cunha 875047
Vital de Negreiros n. 68. Antonio
Esoupo de Lima 525320
Dita n 1. Antonio Ferreira da Costa 195620
Dita n. 2i.-Amorira & Souza 1015443
Dita n. 93. Anna Maria da Con-
ceigao 655400
Imperial n. 102. Antonio Joaquim
Tertuliano de Mello 265160
Dita n. 262. Antonio de Miranda
Castelio Branco 316742
Dita n. 2'io. Agostinho Antonio da
Silva 32570O
Uaiao n. 31.Antonio Jos Braga 695595
2. becco travessa do Principe n. 9.
Antonio Jose de Souza Carneiro 325700
Luiz do Rego n. 40. Antonio Raposo
Albinas Junior 275795
Socego n. 51. Antonio Soare3 Bo-
telho 395240
Attraccao 0. 3 A. Antonio Jose de
Castro 3247.QO
Direila n. 20.. Aptonjo Ferrgira
Netto 195620
Dita n. 80. Antonio Joaquim Lopes
de Carvalho 195620
Poco n. 20!' Antonio Caelano Ta-
vares 85698
Encaaamento n. 23. Antonio Val-
devino dos Satos 25583
Casa Ferte n. 23. Viuva de Antonio
Manoel Teixeira 175396
Dita. Andie Vidal Alves 205862
Estrada Nova. Antcnio I'inio de
Caxanga. Antonio CardOso de Aroo:
rim 38,5259
Caes de S. Jpao. Antonio Correia de
1 Loureiro 1A543I
Estrada de Joboatao. Agripino Ro>
drigues da Trindade 65932
1*. de Jaboafio. Antonio Joaquim
Rabello Bastog 105458
Imbiribeira. Antonio Joaquim Pe-
reira 55199
Caxaaga. Ambrosio Rib-iro aa S. 45005
Largo do porno Santo a. 6. Beltrao
Oliveira^ C. 32*700
Cpronel Suassuna b. 125 Barbosa
& Silva 635100
imperial n. 109. Brasiliaao H. da
Santos
Commercio a. 8. Carrol dc C.
Vigario Tlenorio n 12. Correia 4 C.
Baric da Victoria n. 53. Clemente
Nones Pacheco
Dita n. 61. Custodio Jose Pareira
Visconde de Inhamna n. 41. Car-
valho k Mello
Vital de Negreiros n. 30. Caetano
Jose Leite & a
Estrada Nova. Coelho 4 Pinto
Pateo de Jaboatao. Cannto Sergio
de Farias
Dito. Caetano Lourenco de Barros
Camplna Grande. Carlota Marioha
da Rocha Falcao
Boa-Viagem. Chrysostomo Dario N.
de Almeida
Largo do Rosario n. 23. Delano Lo-
pes da Cruz
Santa Cecilia n. 27. Domingos da
Costa Gaimaraes
Commercio a. 24. Eduardo Tupim
Visconde de Inhauma n. 53. Fran-
cisco Joaquim Ferreira Esteves
Marcilio Dias n. 74. Francisco de
Araujo Cesar
Imperial n. 106. Francisco Paes
liarreto
Visconde de Goyanna a. 113. Fraa-
cisco Xavier Ferreira
Encaaameato n. 8. Franciso Goo-
ralves Bastoa e Sa
Apipucos a. 42. Francisco Marques
da Silva Mendes.
Travaaia da Ladeira n. 1 B. Idem
Estrada Nova. Francisco Manoel de
Oliveira
Dita. Felippe Correia Gomes de
Mello
Paleo de Santa Cruz n. 4. Gomes e
Silva Bnlo
Visconde de Geyinaa n. 97. Goocal-
ves & Primo
Borafica n. 27. Gomes & Irmao
Pateo de jaboatax Galdino Joaquim
Cavalcante
K. S. Joao. Henrique Pereira da
Silva
Pateo de Jaboatao. Hermelinda F.
Maria do Carmo
Estrada para 0 eagenho. Ildefoaso
dos Reis Gomes
Gequia a Jaboatao. Ignacio Ferrei-
ra dos Santos
Vigario Thenorio n. 33. Joao Alexan-
dre Vieira
Companhia Pernambucana n. 22.
Jose Goncalves Reguff
Travessa das Cruzes n. 8. Jose do
Rego Pacheco
Santo Amaro n. 8. Jose I. d'A vila
Paulino Camara n. 3. Jose Miguel
Barbosa Ramoe
Largo da Penha n. 21. Jose Luiz
Goncalves Peona
Largo de S. Pedro n. I. Joaqnim
de Brito Vasconceilos
Lomas Valentina* n. 78. Joao de
Dens Oliveira Santos
Cadeia-nova n. 1. Joaquim F. de
Gusmao
Vital de Negreiros n. 52. Joaquim
Feiippe da Veiga
Dita n. 151. Jose de Mello Trindade
Travessa de S. Jose a. 21 Jose Joa-
quim de Souza
Imperial c. 1*2. Joao Adriano de
Melio Dutra
Visconde de Albuquerque n. 54. Jose
Carpinteiro da Silva
Ponto Vema n. 87. Jaciatho Fernaa-
dei da Silva
Paleo de Santa Crux n. 12. Joao
Marques Pernandes
Plres n. I. Joaquim Domingues
Fernaudes
Lima n. 1U. Jose Jacintbo de Car-
valho
Socego n. 53. Joii Dias Martins
Estrada de Joilo de Barros n. <> C.
Joaquim Pereira de Souza
AlUioios n. 9. Joao Ferreira dos
Santos
Pernambucana n. 24. Joaquim Jose
Dias Pereira
Amisade n. 26. Joanna Fraacisca
de Barros
Direita n. 60. Jose Ribeiro de Le-
mos Duarle
Dita n. 84. Joao Francisco Regis
Lobo
S. Miguel n. 148. Jose Mariano de
Hollanda Fatsao
Dita n. 71 A. Jovino de Carvalho
{ 1V 111 tII11'
Estrada de Santa Anna n. 1 c. Jose
Mendes da Silva
Pateo do Monteiro n. 1. Jose Antonio
de Oliveira e Silva
Caxanga. Jose Pacheco da Fonceca
Barreiros. Joaqnina Marques da
Cunha
Torre. Jose Rodrigues Canholo
Matanca. Jose Macario dos Pra-
zeres
Gequia a Jaboalao. Jose Esteves Mo-
reira da Co.-ta
Djta. Joaquim da Silva Cost)
Dita. Jose Antonio Ttnoco
Dita. Joao Mauricio
Dita. Joao Domingues dos Passes
Dita. Jose Manoel do Espirito Saato
i\ nte de Jaboatao. Jose Joaquim de
Santa Anna
Dita. Jose Figueredo
Dita. Joao Ribeiro Pessoa
Sao Lourenco. Joao Maria Panchc
Venda Grande. Joao Bernardo Di-
niz
Munbeca. Joao Xavier de Mello
Barao do Triumpho n. 65. Lopes
& Andrade
Visconde de Inhauma n. 77. Lau-
rindo Graciaoo da Silva
Marquez do Herval u. 94. Lopes &
Oliveira
Canal de Biachuelo n. 67. Lucas
Antonio Evangelista
Estrada do Arraial n. 22. Luiz An-
tonio Fragozo
Barreiras. Luiz Calmon Cordville
Gequia a Jab atao. Luiz Antonio
de Souza
Coude da Boa-Vista n. 53. Maria
Candida Ribeiro
Visconde de liaparica n. 6. Manoel
Jose Pereira
Guararapes n. 61. Manoel Gomes
de Farias
Largo da Penha n. 8. Maia & Men-
des
Vidal de Negreiros n. 137. Miguel
Jose da Costa Meira
Dita n. 141. Marcolino Martins da
Vat
Imperial n. 150. Manoel Antonio
Francisco
Dita n. 137. Manoel Antonio dos
Santos
Imperatriz n. 22. Marlins & Irmao
Visconde de Pelotas n. 6. Miguel
Antonio Coelho de Almeida
Ponte Velha a. 77. Manoel Jose
Ferreira
Conde da Boa-Vista n. 79. Manoel
Ferreira Coelho
Coronel Seara n. 31. Maximiano
Jose Ferreira
Luiz do Rego n. 48. Manoel Bene-
dict dos Santos
Pombal n 11. Maria Vicencia de
Oliveira
Direita ?. 22. Mafra & Ribeiro
Sao Miguel n. 150. Matronio da Cruz
MeR6
Dita n. 23. Manoel Jose Soares
Casa Forte n. 17. Manoel Joaqnim
Carneiro-Monteiro
Estrada para 0 engenho n. 7. Mar-
colino Neves de Fanas
Estrada Nova. Marcolino Fraacisco
da Silva
Gequia'a Jaboatao. Maria Ernes-
oesiina de Castro Azevedo
Dita. Maximiano Jose Bezerra
Dita. Manoel Renovato da Fonceca
S. Lourenco. Manoel Antonio do
Nascimento
Boa-Viagem. Manoel Felix da Silr
va
Marcilio Dias n. 16. Neves Queiroz
AC
Primeira travessa de S. Joao Barros.
55199
525320
81575*
MM
525320
Craa
M5I*
655400
6554C0
195096
135864
105802
85698
275795
08586O
655400
265160
665400
395240
395140
135080
105398
385258
275795
55166
1305800
555590
655400
305822
455780
55166
205862
105862
405875
495573
525320
78*480
455780
455780
655400
195620
885290
525320
525320
525320
425310
1045143
3257C0
5858i0
391240
2)5430
695-585
85698
85698
395210
165350
13^080
65540
395240
195620
55583
I m'iS Rieolio Tolealtao *"
659.* a Sardionan. 1L Oiir*n>
da AC
Maria Cesar o. 21 Oirveira
AC.
Coronel Lamenha a. 18. Pereira A
Irmao
G. Jaboatao. Paaliao Aaloate da
Silva Avrts
Imperial n. 116. Ricari* Mf>rr:n da
Canba
P. de Jaboatao. Iticardo Carlos Pa-
reira da Silva
G. Jaboatao. Rosaliaa Mam 4a Cm-
ceifio
L. Roario. 31. Santos A AraajA
Travessa do Livraawalo a. 28. Sil-
va A Leiw
Marcilio Dias a. 71 Sehaaitao Joae
Beaerra CavalcaMe.
Imperial n. 148 Sew 10 Tavares
deOUvsira
Estrada para 0 engenho Silvia* Am
Reis Gomes
Varzea. Silve-tre Francisco Alvet
Imperial 203. Trajano J ^e Pereira
Qoiabo n. 25 A. Vicenu Torres 5e
S..les Menezas
Seccao do contencioso proviaciai aa
co, 7 de main de 1871
. 01*
________Uoracio WtUfndo Ptrt$r,me 4a BmHm.
0 rlesemhargador Francisco d \ssr$ Olifai
ra Maciel, official da imperial ur.leta 4a
Rosa, cavalaeiro da de I'JirisH. c jw.
privativo de orphaos e aiisnii-.-* da cida-
de do Recife dc Pi-rnamltucn c sea lar-
mo, por S. M. I., a qucm i>cus gaar
de, etc.
Faco saber aos que o preseatt eAlal
que por eue juizo sera arrwaaudo pur mmmm a
der, era uraa.su praca :
A metade de aa sohrado 4e Amm aada
e sutao, aitoa rua da linperalriz n 41 fcegai
da Hia-Vista, com 3 p *u- ae frri, n aa'a
de vao e 104 dc fundo, quintal r >m porta* 4
deita a rua Sete de Seletn' r>, 1 nii-^ada era
foreiro, ten-indo de baM para a afrentataf-'in a
quantia de 6:0005, porquanto f tade do dito sobrado. F ?ai a praca a reaaari-
mento dos credijren A) Goad lulu Mwfi W
beiro, cujo inreulario ar procedaa aer aaw jaar>
de orphaos, daodo-se em partilna ao
inventariaote, sobrediu raciaae, para ae
ducto serem ellcs pagos sendu 1
tenrenu aos menores, rccolliido pel* 1
por emprestimo a Sraoarara dc tazf-ada.
R para que chegue ao cnhciiaeate at t *.
mand.-i passar u present"1, que sera aflxate aw
lugar do costume publicado pel* iraprcan.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Nr-
naiitbueo, an II 4* iaai>> J- 1874.
Eu, Maaoel di Nascim-nto Ponte*, esedrso. a
suhscreri.
Francisco de Aaai 'Miveira Maciel.
0 Dr. Ale\iiUre d". Sou'a iVreira d Carra Ja-
nior, juiz substitato A> feito< da fazeada aacie-
nal desta proviucia dc IVraaahaco, ale.
Faco saber a lodos qo* ete viren. aaa ao aa
29 do corrente. aa Mia das aulieacia, arw* II
horas do dia. se vendera an praca paMwa, a ea
sa terrca n 70, sita a rna da lapraarla, aa 3
natros e 10 ceniim-tro< de larrara Si aaara a
90 cenimeiros d<> compriment'i. avaliada per ..
4:0305, e penhorada a Fraaci-r.i Maia G5rw>, pa-
ra pagamento do que deve a faz.-nJa oactaaal.
L para qu- chegue ao c>uiH.v.men,.o ae
tod s. mandei pacsar 0 present* que wt<
pubheadn pela inpronsa e aftix-i! > nos la-
gares do costume.
Recife, 4 de maio dc IS,"4
Eu, Jose Franci-o d 11 :;.rr >s. eserrrt
subscrevi.
Pcreir do Carmo Jo
475131
85698
135047
55199
175396
65932
135864
105431
13586i
135897
35466
17*396
35460
8j69x
105498
35466
65392
575879
1115180
875025
65540
105398
175396
65932
265160
635400
855020
255506
655400
455780
265160
265160
655400
875047
985100
555590
65340
135897
65082
265160
205862
135090
135864
355392
35466
175396
145321
105498
85698
135058
655490
mmcoir
Yiee-consulado .!r Espatii r
remainhiii .
En el vice-consulalo da E-pwn. <^u :bi -m
una suscricion en favor de Um kendo- kaarfam y
viudas if. la guerra civil jue exist* irtataaiLi'
en E-paiia.
En vista paes d.-l cpnesti si ruga a im r.
danr.s espan ties residenles en est 1 prmiari par 1
cada uno a su vez y segno so* reear**. rmmm-
buiren para aliviar las peniiidad*". fr 1 jaiW *-
felises qne c n la mayor t>n. eae*4--a
campo de la batalla, derrumaia* at aaarp ea
defensa de I. libertad.
Cindadano4 viva Espint, viva la 'ii.Tt.l. a
pcrmitaes que syamo> til iomo aalarajaawa.
hijos de nue.-lra cara patr:a, ayudea>s aara a&
viar la suerte de aquello* desdiekidos karawaaa
que hoy se baten. abonaatoena *m aafra r-a r -
so y con sus preeiosos hu".-'-1 a caaaaa ae la ba-
talla, deyamos una prueba a la aa:ia y al aaiaa
entero que se bnn estanrt* taa di taaiet. a enU
mos olvidados de nuestros leivres. yo epar rae
cada un dejara bien pn1. 11 oomhre aaa aa-,
emitam-s el ejemplo de nuestros r >rnpMn-*t A
la Peniusula y del extrangero qu gierabatale
han cooeorrido cn su- ta*MH -. alitiaalo aa-
esta manera, el dolor que narbae aaaalw enaaa-
tentes.
Me hanlecipo en agradeew en t ral-r
los iafelise<, a lodas las persona* qu.: se aifaa'eai
concorir con sus doaauvos sin perjatcwa at ka-
cerlo opurtunamente qui-n r rreaaoaaa.
Los nombres de los su-rritores ei laarrle at
sus donalivos seran publicados ea orasaa '
na en este periodico.
L Pernambuc.i. 13 de mayo de 1874
Viee-coasol.
Jhih Bmnm.
Caaitaaia ao aariti drrVraai
It dr aaai* d- I
Por esta capitania se faz constar ; r
priet?nos le alvarengas qae se empregaa aa
carga e descarga dos navia-. qne aail ae
arco central da aaatj Sete de sctiakn a^Ari.
passar as mesma* alvarenga* e qae Ae awAt al-
gum Ihes sera permiitido araarrarea aaa* 4
referida ponte.
0 secretary.
_______________!>>i io de Aqum> F->nceca.
Monte-pio Santo Amaro.
Nao tendo havido se-sio no doaaago, ax l>iu
de nuraero. sa>> nova^oen'.e c mviJad m Sr*. f -
cios, para amanha as II huru do da.
Secretaria, 12 de maio de 1873.
O seeretano.
F Cypriano da S. -
Tribunal caaaaaral.
Esta secretaria faz constar. m cumpnaeat ao
despacho do meritissimo tribunal do coaaf.cio
proferido em sessao de 7 do preseote aez, qac foi
registrada nesta data a escriptara de caaato aa-
tenupcial celebrado entre D. Joaaaa Baptista te
Azevedo Vianna e Manoel Jose Tinoco de Soau. a
qiial foi lavrada pelo tabel iao pablico rYan<"i,r
Baptista de Almeida a 24 de dezembro de 1889. -
inscripU no registro geral da* hypotbecas a 21 d-
abnl Je 1874, cujocontrato contem at Ami'.
1.' qae so havera commnnliao 00s kaat adaain
dos aa conslancia do matrimonio pr ntulo .*-
roso e por effeilo da trabalho e iniastria Am eaa
tratantes, licando assim ex :luKios da eoaaaaakao
os bens possuidos antes do caiaflMato Bm* tad 1
um dos coajuges e os qae reoHaa a p Ihes por doacao. heranca oa litulo grataite ; 1
qua D. Joanna possuiodo kaai aa nior de......
64:0005000, conslitu* a si raesiaa aa aaw A*
44.0005OGC, consistenteem uma casa Itrrea mi
rua Velha n. 81 e duas ditas sitas a rna da Caa-
ceicio as. 31 e 33, em 10 arcdes da coapaaku la
demmsadora, em 5 escravos, joias at hrakaat
seu adorno, moveis e uteasilio- da eaa At taa
residencia, e em dividas e dinbeiro; eatfafaafe a
seu esposo no aclo de twif ar a aariatai a
quantia de 20:0005000, para eat ewe a afaMMra
com* dote qae ela Ihe cjaalaa*, a*e w *n*
vez entra para 0casal coa aqaaata at llMi.
3ne mostrou, sendo ot raadkaaatasaaaa c
otet destinadoa aos aacaraa* da tariaoaa ; 1
qua D. Joanaa eoastitat ifUalaealt H taa aa;
lade do rendimeato liqaido da AafH, coa a
seru que fez a s us fllhos por east'
da maior part* le seus bens nor esenp" :.
ci na< Doiat do tabelliio Alaaida if de dazMt-
bro de 1819, seado temben eae rabAataia
tin*> aaa eacargos do mauiraoaia, adaMaraA*
por sen aarido; 4.* qae corapetira a adaiaitlffa
rao dos bant dotaes ao marido em qoaato t re-

cao
rem juntos ; e a) caso
abandoao por qaalquer
at seaaracio
tario
i


"*
Diario de Pernambuoo Qaarta feira IS de Maio d 1374.
restituidoi a esposa ; 5.* que por morte de qual-
quer dos conjuges sahPa o sobreviveute com o
sea dote e mais a meacao dos bens adquiriJos, e
perteacera aos herdeirus e legalarios do que fal-
lecer os bens da dotacio doete e a meacao dot
adquindos.
E ta Mcretaria faz publico qae no presents
raei de man forara arcbivados os seguintes ihs-
iratos e coutratos de sociedsdes commerciaes
Distralcs.
De Gomes & Cardoio, de cuja socieda4e fa-
ziam parte Jo*e Pernaades Gomes Antonio Jose
Rodrigaes Cardozo, flcaudo todo o active* tassivo
a cargo do ex-socio Cardozo, que so obriga a
apresemar ao ex-socio Gomes quiu<;ao dos credo
res e dita Mr ma.
De Lemos 4 Gaerineau, do cuja sociedade so
retira quite o ex-socio Victor Gucrineau ; corren
do a liquidacao de todo activo e paavo asetas"
vamente sob a responsabilidade do ex-socio
Carlos Pinto de Lemos
De Ferreira 4 C. de cuja sooiedade eram socios
Pedro Antonio Ferreira e Joaquim Candido da
Cruz Siqueira, ficando o activo e passivo da dita
firma sob a responsabilidade de ex-socio Fer-
reira.
Contratos.
De Antonio Doraingues Geraldo, Jose Moreira
Ferreira fliato don* comraaadtarioa, sob a lir-
ma de Geraldo, Pinto & C, com a capital de.....
68:000f para o commercio de generos de estiva
em grosso e a retalho, na cidade da Fortaleta,
provincia do Ceara, seodo o fando em comman-
diudeJJI: 193*938.
De Francisco Candido do Aaiaral, Joao da Silva
Cardozo Nabuco e am commanditario, sob a lirma
de Amaral, Nabaco & C, com o capital de......
46:558*168, seodo o fundo em commandita de
31:710^804, para o commerce de fazendas, quin-
qailkarias e miadezas no estabelecimento sito
nesu cidade a raa do ario da Victoria n. 2 ;
seodo este conlrato de prerogacao de sociedade.
SecreUria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 12 de maio de 1874.
0 official maior,
ifaio Guimaraes
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
rfavegacao ciU**U-n vapor.
UIViDE.NDO NONO.
Etta companhia paga o sou uono dividendo, i
razao de 3 Ofi. _______________________
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se fai eerto que e neste mez de maio qae tern de
-ser pago, sem multa, o imposto pessoal, relativo
aoi.* semesire do exercklo-corrente de 1873 a
74, depots do que sera pago con a multa de 6
por cento.
Recebedoria de Peruambneo, 7 de maio de 1874.
0 adutiuislrador,
Manuel Carneiro de Soaza Lacerda.
mflttr os tolegrammai, e so o fara mediante a pa-
ga qae oonveacionar com o expedicionario.
Esortptorio de.~ta companhia, 9 de maio de 1874.
Laurentino Jofe de Miranda,
Gerente.
Companhia perna ubucana
do navegacao costeira a
vapor.
Oeordtmdo conselbo da direccao, can vide aos
Srs. aecionistas da nova emissao de accdes desta
companhia, que somente realisaram a primeira
prestacao de 80 f. sobre o valor sub6eripto, a fa-
aer legunda entrada a mesma razao, dentro do
prazo de 30 dias, a con tar de boje, no escriptorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1874.
Jhomas M. Connan,
_____________________Gerente interino.
Armazens da companhia per
nambucana.
Segures contra o foao
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
eellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garanlindo a maior con-
servacao das merc3dorias depositadas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clasivamente os generos de uma s6 pessda.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e asphaludos, isentos &>
capim, ratoe, etc., eti-
As pessoas que qnizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quen
tratar. ______________________
SANTA CASA DA M1SER1CORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa ds
Misericordia do Recife, manda fazer publico qut
na sala de suas sessdes, no dia 7 de maio pa-
las 3 horas da Urde, tern, de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, .is rendas dos predios am seeuida
declarados. ^
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Usaterrean. II.......201*000
Rua de Santa Rita.
dem n. 32........230*000
ldemn 34 ........200*000
Ciuco Fonda
asaterrean. 114......36211500
Rua da Alegria.
dem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henrijues.
Idem n. 26 ......qqjOOO
Rua' do Vigario.
1." andar do sobrado n, 27. 3255000
Eojai(lea!,- ~.......375*000
PATREMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Usa terrea n. 16.......809*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechadn).....1:000*090
|Rna do Piiar.
Caia terrea n. 100......241*000
Rua do Amarim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem a. 29 .......201*000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17......361*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto ds
arrematacao as suas llancas, ou compareceren
acompantiados dos respectivos liadores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia en;
que Tor seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretam da santa casa da misericordia do Re
:ife, 17 de marco o de 1874.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Companhia Fidelidade
Seguroi mariiimoH e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premies razoaveis, daodo nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratulto ao
scgurado.
Feliciano Jc6 Gomes
genie, v
51 Rua ilo Apollo ol
Capititiiltt liiico, 9 tie ntuio lc I894L
Para seiencia dos navegantes, man.la esta capi-
tania pnbiicar os seguintes avisos :
Ministei io in mnvinhn, aviso not nacegnulet.
Pela lecretaria de estailo dos negociU da uuiri
nha se publicam as seguintes instiuc^-Oes, organi
sad->s pel., capltao de fragaU a. Tamborim, a bor-
do da canhoaeira Araguary, un cainpnmento do
aviso n. ifi-ii de 30 de jotha de 1873.
Instrucroe? para demandar o porto da Babia, na
provincia do mesmo aome, avistando-se o pharol
Hapoi.
Os navies que, indo do largo e do N. denunda-
rent o porto da Bahia e amstarem o pnarol de Ha-
poi, laz flxa, cor natural, situado por 18, 17\ 30"
de latituda sal e V, 46', #)" de loogitade E. do
Rw de Janeiro, visivel de 15 milbas de distancia :
navegarao de modo a marca-lo p< r 56* NG. ma
gaettco, e paxando depois para a birr a ate
qae tenhara o pharol da ponta de Santo Antonio
{xx 72% NO, seguirio sonre elle, conservando a
ai um pouco aberta por BB, por dentro da ama
ra; a passar bordande as pedras dessa ponta e
tendo o cuiaado de nao se apartarem murto dellas
se a inar6 far de vasaate para nao serem Jevados
sobre o cabeco N. do banco.
Montada a ponta de Santo Antonio navegarao
ceavenientemente para e ancoradouro.
Os qne tiverem de passar ao sul do banco tra-
tarao de coaservar o pharoi de Itapoi de 50* NE :
N, e ama vez demorande o de Santo Antoaio por
22* ME magaetico navegarao sobre elle.
Cantioneira Araguary, 10 de setembro de 1878.
Antonio teaquim de itello Tamborim, capitao de
fragata. Conforme. -S. E. Pessoa, directcr ge-
ral.
Intru.:c5e.s para demandar o porto de S Francis-
co, na pruvincia das alagdas, avistando se o
pharoi de S. Francisco.
O pnarol do rio S. Francisco, de luz flxa, collo-
cado no pontal do norte da barra por 10, 29", 30"
de latitude sol e 6, 45', 52" de longitude E do Rio
de Janeiro e visivel em tempo claro de 10 a 12
milbas de distancia.
Os navios que demandarem essa barra devera-
logo quo avistarem o pharoi, navegar de modo a
marca-lo pelo N 4 NO e NNO magoetieo, e consero
vando-o a esse rumo por uma onda de 6 e 7 bra-
;as. areia ; esperar ahi o pratico.
Caohoneira Araguary, 14 de setembro de 1873.
Antonio loaquim de Hello Tamborim, capitao de
fragata. Conforme.S. B. Pessoa, director ge-
ral.
InstrucQoes para demandar o porto de PernamLu-
co, na provincia do mesmo nome, avistando-se
o pharoi de Olinda.
O pharoi de Olinda, girante, de lampejos, silaa-
dopor 8*. T, 36" de latitude S, 8* 16'. S" de longi-
tude E do Rio de Janeiro e por 46 SO magaetico
da ponta de Pao Amarello e visivel, em tempo cla
ro de 10 a 12 milhas de distancia.
Os navios que vindosdo N. demandarem o porto
dePernambuco, avi ao sul nor uma sonda de 7 e 8 bracas ate marca-
lo a O 4 N O, e navegando depois ao S 4 S O e
S S O, a ter o pharoi do Picao do O H O ao N O,
correr sobre elle para fundear no lamarao em '>
ou 7 bra;as d'agua, quaado o pharoi de Olinda
estiver ao N 4 NE magnetico.
Vindo do sul sera o pharel do Olinda, marcado
por N 4 N E para se fundear no lamarao, tendo o
pharoi do Picao de 0 N 0< N 0.
Cantioneira Araguary, 22 de setembn de 1873.
Antonio Joaquim de Meilo Tamborim, capitao de
fragata. Conforme.- S. E. Pessoa, director ge-
ral.
Biseoutos,i dam.
Cafe em caroco, idem. IF"!?
Dito moido, idem.
Came verde, idem
Dita secea, idem.
Dita de porcp, idem.
Cha perola, idem.
Doce de goiaba, idem.
Farinha de mandioca, litro.
Feijio preto ou mulatinho, idem. '
Gallinha, I.
I.enha, achas gran lea ou toro-.
Lele. litro.
Manteiga ingleza, kilo.
Macarrao, idem.
Marmelada, i Jem.
Ovo, 1.
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilos.
Touciuho de Ustma, idem.
Vinagre de Lislioa, lilro.
Vinnodo prtii, litio.
Aspt-ssnas hub quizc-rcm fazer ito f^rivecirmen-
to apresetAem *ns proftas na stot\-tria do *t"
hospital, ao dia to do correute, pHas 10 iTit* manhi : adtertindo, que alem dessa hora nealiu-
ma propesla sera mais aeeita, que todos os-geoe
ros devem ser de primeira qualidade, e finalmente
que ne peso da carne que se pedir nao deve con-
ter mais da quinta parte em osses.
Hospiul miliur de Pernambuco, 9 de maio de
1874.-0 escrivao interino
Joaquim Pinto de Almeida Junior.
Arremata^ao.
Pole juizo de provedoria, escrivao interino Gui-
maraes, serao vendidas fiada a audiencia do dia
15 do- corren to para pagamento do seUo de he-
ranca -e mais despezas do inventario do casal da
finada Frane sea Maria da Conceicao, casada com
o tambem fallecido Jose Pereira, as seguintes ca-
sas de ns. 2 e 8 na travessa do Corpo Santo ; n.
57, na rua do Apollo ; a. 4, na travessa dos Gua-
rarapes; a saber : a 1.' avaliada em 800*, a 2.*
por*jiO*, a 3." por 400*, e a 4.' por 1:100*7
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Pernambuco
Sao eonvidados os socios deste hospital para
comparecerem a as. lugar domingo, 17 do corrente, as II horas da ma-
nha, aflra de se proceder a eleicao de dous mor-
domos em sub-tituicio aos qae aeclioaram de suas
noraeacoes, e serem lidos o relatorio do anno pro-
ximo rassado e o parecer da commissao de exame
de contas.
Emseguida, e com a solemnidade do eostume,
teraarao posse de seus cargos os membros da jun-
ta administrativa, que tern de funccionar no cor-
rente anno.
Hospital portuguez de beneflcencia, 12 de maio
de 1874.
Luiz Duprat
__________' ________Secretatio.______
ADMINISTRACAO DOS CORRE10S DE PER-
NAM BUCO. 13 DE MAIO DE 1874.
Malan a expedirvse
Pelo vapor nacional Marquez de Caxias, esta
administracio expede mains para a Bahia, Sergi-
pe, fenedo, Maceio, e Jaragua, hnje 13.
Recebem impressos. jornaes e cartas a registrar
ate 1 hora da tarde, cartas ordinarias ate 2 boras,
e estas ate 2 l|8, pagando porte duplo.
0 admmistrador
Affonso do Rego Barros.
THFATRft
PAVIlHAe BE FLORA
ISiiii da Rarao de S. Borja
(Outr'ora do Sebo)
Quinta feira 14 de maio.
Grande e variado espectaculo dramatic* dedi-
icado a dislincta classe caixeiral, da qnal espera-
se a sua valio.^a protec^ao e a do respHtavel pu-
blico.
Programma.
I.* parte.
Dura principio a este gran.1i> e variado espec-
taculo a muito ai'plaudida sceria-oo-nic.-i -
0 SB. 00MING0S FORA 00 SERIO
2.* parte.
Segair se-ha a muito desejada e apdlaodida co-
media em < acto.
Por um triz.
3.* parte.
Pela primeira vez neste theatre a muito deseja-
da e applaudida cancaneta comica :
Ah I como sou besta.
4.* parte.
Pela primeira vez, a mnito desejada comedia
em 1 acto:
O maiio JoOo oxplieando os
caminkoM de ferro.
5.* parte.
Terminara este magniOco espectaculo com
muito desejada e applaudida scena-comica
O beberrao.
Principiara as 5 horas da tarde.
Entrada geral 1*000.
A imperial fabrica de cerveja achar-se-ha es-
plendidamente adornada a divertida por taosolera-
ne occasiao.
A funccao que esta sociedade otTarece a dislinc-
ta classe caixeiral a ao re-peitavel publico, e mui-
to divertida.
Ill V 1WU1UI
Sahira com brevidade o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompts ; para a que Ihe fait*, e passagei-
ros, trata-se com E. R. Rabcllo & C, i
rua do Commercio n. 48.
Para.
Para o imlicado porto pretende seguit
com a possivel brevidade o patacho portu-
guoz Jjinn, por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e p ra a resto que
Ine fa I a trata-se corn ns cnn-iKuatarios
Joaquim Jose CmiKjalves Ocltra -J6 Filho
a rua do Cnmm THEATR
PI1N1IIRAIHTIGO
EMPREZA
IAMV PBN\IITE
Quinta-feira 14 di maio.
Companhia americana c brasileira
de paqiieips a vapor.
Ate o dia 14 do ear*
e esperado do norte o
vapor americano tier-
rimack, command an-
te Weir, o qual de-
pois da demon do
costume, segmra para o Rio de Janeiro com es-
cala pela Babia.
Para fretes e passageiros, trata-se com os agen
' Henry Forster A C, rua do Commercio n. 8,
Leilao
DE
uma pequena faclura da obras nova* da awe a
prata, de lei, oonstando da p*.Hlefrw, nrloroa,
fjannei*, c*.e>-lt-tas, voltas e um
pedra grande, brilhante
HOJE
a IO l| K*.
.No pnmeiro andar do w^rado da ma dn I rape a
krtl
Por intervenr;io do agento Pinto
Por occasiao do leilao de piano*, em liqni da offlcina da rua do Imperadxr a. 55. da J RaT-
LEILAO
tes
Lisboa e Porto
Santo Antonio
KHP8EZA
& horas da tarde.
e variado espectaculo
A's
Grande
com o concurso da sociedade Gremio Dramatico
em beneflcio do artista
Representar-se-ha o muito meritoso drama em
4 actof. do distincto escriptor brasi eiro, Alencar.
MAI
Vai sahir com brevidade a veleira barea Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n TO.
Pacific Steam Navigation domain
ROYAL MAIL STEAMER
laS\T\NlA
Espera-se da Earc-
paatcodia 2. docor-
rente, e depois da de
mora do costume, se-
Suira para Babia, Rio
e Janeiro, Montevi-
deo. Baenos-Ayres, Valparaiso, Arica, Islay e
Callao, para onda recebera passageiros, encom-
mendas t dinheiro a frete.
Xao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson lowe a C
14RUA DO COMMERi.lOIt
PARl 0 POKTO.
Seguira brevemente a barca portngneza Alegria.
por ter engajada a maior parte do seu carrega-
mento. Para o resto e passageiros, trata-se com
E. R. Rabello 4 C, a rua do Commereio n. 48,
ou com o capitao.
DE
uma lactora de rdofics aovos para aapkeira, a>
ouro e prau para boraeas e traooraa, tendo
vendidos nm por um
do
IS daeat^rnto
is 10 I|i bfras d.i manhi
Por intervencio d. agento Pinto.
Por occasiao do leilao pianos e Joias, an raa
Imperador n 55.
Leilao
Em eontinuacao
DE
moveis, lour;as, miudezas, crysUes, faaaj-
das, perlumarias, ouro prata e hrilban-
tes
Nexta-r AS 10 MAS DA MA* No l. andar da rua do Vigario Tbeno*>>
n. II.
Pelo orepowto da a*|eaf e
LEILAO
Porto
Instruccoes para Ueuiaudar u porto da Parahjba,
na provincia do mesmo nome, avistando-se o
pharoi da Pedra Secca.
O pharoi da Pedra Secca na barra do rio Para-
hyba do Norte, de eclipse, cdr natural, collocado
por 20* NO magnetico do extremo norte da restin-
ga do Cabedello, e NS com os baixos de Lucena,
e visivel de 10 a 12 milha* em tempo claro.
Acha-sc por6'-56"-30" de latitude sul e8*
17'45" de longitude E. do Rio de Janeiro.
Os navios que tiverem de demandar aquella
barra deverao navegar de modo a marcar o pha
rol de 0:OSO; e nessa posiclo, em sonda de 5 I \t
a 7 bracas, areia e lama, fundeando ou pairando,
esperario pratico.
Canhoneira Araguary, 5 de outubro de 1873.
Antonio Joaquim de .Velio Tamborim, capitao da
fragata.Conforme.- S. E. Pessoa, director geral.
Quarta-feira 13 de maio.
Primeira representacao do importante drama
em 5 actos e 6 quadros, original francez de De-
nery e Edmond, traduccao do Dr. Joao' Climaco
Lobato:
InstrucQoes para demandar a barra velha de Igua-
rassii, na provincia de Piauhy, avistando-se o
pharoi da Pedra do Sal.
0 pharoi da Pedra dj Sal, de luz fixa, colloca-
do na ponta saliente da Ilha Grande entre a barra
velha le Iguara?su e das Canarias, na bocca do
rio Parahyba, e visivel de 10 a 12 milhas de dis-
tancia, e previne da existencla do.rochedo Pedra
do Sal que corre ao N NE magnetico dessa ponta
na distancia de ama mili.a.
Acba-se por 2*48'-55" de latitude S. e 1
23'- 3", 3 de longitude E. do Rio de Janeiro.
Devem_ os navios que demandarem a barra da
AmarracSo, ou barra velha de Iguarassii conser-
var se a barlavento do pharoi, em distancia de 5
milhas proximamente, e marcando-o do NO 40 a
O NO magnetico fundear em 8 bracas de ajua,
areia e lodo, a esperar pratico.
Canhoneira Araguary, 30 de outubro de 1873.
Antonio Joaquim de Msllo Tamborim.-Capitao de
fragata.- Conforme. S. E. Pessoa, director geral.
Conforme.O secretario da capitania,
_^_________Decio de Aquino Fonseca.
Personagens.
A dnqneza
A marqueza
Joanna
Branca
Germana
O doque
O comrr.endadnr
Sr. de Moumarcy
Biasson
Um intendente
Juizes, cnados, etc.
Epocha, flm do seenlo XVIII.
A empreza pede a attencao do publico para
este drama, um dos mais importantes do reperto-
rio francez. ?*
Principiara as 8 l|2 horas
THEATRO
Actores* .
D. ManueJi
D. Olympia. .
D. Emilia.
D. Bernardina.
D. JosepbJna.
Sr. Bahia.
Sr. Thomaz.
Sr. Santos.
Sr. Florindo.
Sr. Philadelpho.
Tomara parte os artistas D. Isabel, D. Doro-
thea, Theophilo, Augusto, Correia, Lyra e Pe-
nante.
Continuara com a chistosa scena-comica pelo
actor Penante, que sera mulher pruvisoriamente:
Ferro e fogo da velha
namorada. j
Terminara o espectaculo com a comedia em 1
acto :
Por causa de um papagaio.
Representada pela sociedade Gremio Dramatico,
que em obsequio ao beneficiado, vem honrar o
seu espectaculo.
O beneficiado, transportado ao mais sincero af-
fecto de gratidio. abraca a socied ade e aproveit t
o ensejo para tambem manifestar)
nambucano o ?eu reconhecimento.
V* & horas da tar
ao povo per-
< <
tonsulado de Porteal,
Os credores de JoaoManoel Alves Gondim, sub-
dito portuguez, fallecido em 22 de abril do
ximo passado, apresentem suas contas
prazo de 8 dias.
pro-
dentro do
Companhia do.< trilhos nrbanos
do Recife a linda e ISehe-
ribe.
Tendo concluido esta com
panhia o assenUmento da li
nha telegraphicada estacaoda
Aurora a Encruzilhada e ci-
dade de Oliada, franqueia ao
publico a mesma companhia
os seus services, de accordo com os artigos 53,
54 e oo do regularaeoto de 11 de outubro de 1872
abaixo transcriptos :
Art. 53. Que lelacxpedigao dos telegrammas
particularcs, cobr.ira a companhia os seguintes
precos :
I.* De qualquer extremo da linha at5 a En-
eruzilhada 30"J rs. plas 20 priraeiras oaiavras ou
fraccao dellas, e 300 is. por cada lOpalavrasou
fracjJo das raesmas, que a'crescor.
2.* De qualquer extremo ao outro ( endereco
comprehend!do) 500 rs.. pelas 20 primeiras pala-
vras ou fraccao das mesma?, e 500 rs. p.r cada
10 palavras ou fraccao que accrescer.
Art. 54. A confpanhia para entregar os tele-
grammas no domicilio das pessoas a que forem
destinados, cobrara o pagamento de 500 rs. para
o porlador, uma vez que o dito domicilio se ache
dentro dos limite/da cidade do Becife, de Olinda, j
3 povoado de Beberibe, e nos mais pontos denlro
do circulo tracado com o raio de um kilometro,
tendo como centro a estacao destinataria do tele-
gramma.
Ar. 55. No caso de que o domicilio do destina-
tario se ache fora dos limites tra^ados no art. an-
tecedente, nao e a companhia obrigada a trans-
Arremata^ao.
Em audiencia do Exm. Sr. desembargador juiz
privative de orphios e ausentes, v4o ser vendidos
em praga publica, no dia 18 do corrente, os bens
que licaram por fallecimento do major Manoel do
Nascimento da Costa Monteirc- e sua mulher D.
Antonia Vieira da Cunha ; e a requerimente do
tenente coronel Antonio Vieira da Cunha, testa-
menteiio e inventariante dos reridos bens, os quaes
s3o os seguintes :
A parte do engenho Regalia, que o casal inven-
tariado pos.'ue no valor de de 3:200* ; um terre-
no no alinharaento da rua da Aurora, com If 0
palmos de frenre ate" a rua de Luiz do Rego, por
200*; um dito no alinhamento da mesma rua,
com 200 palmos de frente, por 400* ; um dito na
mesma rua, com 200 palmos de frente, fundqs ate
a rua de Luiz do Rego, por 446* ; um dito na
mesma rua, com 150 palmos de frente, fundos ate
a rua de Luiz de Rego, por 360* ; um dito em
Santo Amaro das Salinas, com 100 palmos de fcen-
te na campina que prende ao sitio perteucenfe ao
casal inventariado. por tV)$ ; um dito no mesmo
lugar. com 100 palmos de .'rente, a comecar da
campina qne prende ao sitio do c.sal inventariado.
por 200*.
Irman lade de W. S. da Coi
ceicao dos Militares.
A mesa regedora da referida innandade pre-
cisa contratar as obras do assoalho do pavimento
terreo do corpo da igreja, que devera ser de ama-
rello da melhor qaalidade. Os pretendentes deve-
rao apresettar suas proposta* era carta fechada,
no dia 15 do corrente, as 7 horas da noite no con-
sistorio da igreja, podendo para melhor st escla-
recerem procurar o Sr. Thome Lopes de Senna, a
rua do Barao da Victoria n. 32.
Recife, II de maio de 1874. Leopoldo Uchoa,
secretario.
PHENIX
iMPREZA
LIMA PENANTE
4VIS0S MARITIMOS.
COMPANHIA PERSAMBliCANA
DE
^avegacaa costeira a vapor.
RIO FORMOSO E TAMANDJlRt.
0 vapor Mandahu,
commandante Mari-
nho, seguira para os
portosacinianodialo
do corrente as 9 boras
da noite.
Recebe carga, encommendas, paBsageiros e di
aheiro a frete : escriptorio no Forjte do Mattos
a. 12.
Hospital militar.
0 hospital militar desta provincia contrata com
quem melhores vantagens offerecer a fazenda na-
cional, para o trimestre qae tem de findar em 30
de junho do corrente anno, os generos alimenli-
cms, abaixo mencionados, para dietas dos doentes
e racoes de seus empregados.
Pao, kilos.
Aletria, kilos.
Araruta, idem.
Arroz do Maranhao, idem.
Assacar refiuado/idem.
Batatas ingleza?, idem.
Bolachas, idem.
Quarta-feira 13 de maio.
Recita em favor da fe.uividade de Santo Antonio,
da igreja da Hadre de Deus.
Bepresentar se-ha o applaudido drama era 5
actos :
D. Cesar de Bazao.
Terminara o espectaculo com a s-ena comica
pelo Sr. Penante:
FERRO E FOGO
Principiara as 8 I|2 horas.
N. B. Os encarregados da festividade pedem
aos fleis a sua concurrencia afira de bera poderem
realisar a mesma festividade.
Em um dos intervallos ira uma commissao aos
camarotes agradecer aos eonvidados.
0 resto dos bilhetes podem ser procitrados a
rua da Moeda n. 19, e no dia do espectaculo, no
es3riptorio do theatro.
Esta em ensaios o drama de grande espectaculo
em 1 prologo e 3 actos, do distincto eserfptcr por-
uguez Mendes Leal :
A pobreza envergonliada.
c THElTRO ,
Santo Antonio
EMPREZA^VICENTE.
Quinta-feira 14 de maio.
Recita extraordinarfa.
Em beneficio do actor
ici:h\ i^mvii
comedia-
Libra- eslerlii as.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.l
______Rua do Commercio D.I 42.
PRObRKSNO MARITI.HO DO PORTO
Enipre7za porluenae de uategacao a
vapor entre Portugal c[o Brazil
0 VAPOR
M1AO H1NIZ
Coniniandaate C'ontente
E' eiperado da Eu-
ropaein 15 do cor-
rente, 3 depois da de-
mora do costume den-
lro deste porto segui-
ra para Bahia e Rio
Janeiro.
Passagens e fretes de carga?, epcoiniuendas e
valores, tralam-se com os
AGENTES
10. K. Rabello
48 Rua do Commerci
Segue com toda a brevidade a barca portague-
za Harmonia, por t< r dons tercos da carga promp
la : para o resto da carga a passageiros, trata-se
com os consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
4 C. Successor*?, a rua do Vigario n. 19.
AHACATY.
Para o Aracaty vai sahir com muita Drevidade
o bem conhecido hiate Joao Valle, para carga a
frete a tratar com Joao Jo6 da Cunha Lages, na
rua do Vigario n. 33, 1.* andar, ou com o mes
tre a bordo em frente ao trapiche Hamas.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poacos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jos6 i-oncalves Beltrao & Fi
sho, a r'>a do Commercio n. 5.
DE
12caixascom velas decera
Sf\b-feir f. -I M'orreilr
r.8 I i fi H4i manhi
NO !. ANDAR I)\ RUA DO VIGARIO THl:-
NORIO N. ||.
0 p-epo-todo ag'-ute PesUna (ara Miio 4e II
caixas com cera em vi Us
A S \ BKR :
N. tUma caixa c de I libra
N. J Uma dita com 37 ditas de <*ra en **lai
de I libra
N. 3 Uma diu com 37 dita* de cera em v las 1 libra.
N. a Uma dita com .') ditas de cara am vela* !
Id libra,
Y 5Uma dita com 37 ditas decera era vetet do
1(2 libra.
N. ii Uma dita com 37 ditas de cera eta velas de
lit libra.
N. 8 Uma diu com 36 ditas de cara an vetts 49
3 em libra.
N 9- Uma dita eoat, .16 d . em libra.
N. 10 Uma diu t>mi 37 d'tas de eera eta v*ii
da 4 em libra.
N. 11 Uma diu com 36 dius de cera ea velas 4*.
6 am libra.
N. 12Uma dita com 40 ditas ae cera ea veteade
8 em libra.
N. 13- Uma dita com 39 dius de cera em veU to
8 em libra.
Sexta-feira 11 ale aaat*
as 11 horas da manha.
\o I. aaaar Oo Mhraaa < ma Oo
Vla;arto Tli Pelo preposto lo a*reate
Para o Rio-Grande do Sul
Pretende sahir brevemente a paUcho portnguez,
Marcial, por ter ccntratada grande parte da sua
carga ; para o restante trata se com E. B. Rabei-
o & 11) a raa do Commercio n. 48.
d C.
ci4> -48
ill I IH
< OlIi'AMIIl IIIt\Nll I IH\
DE
[AVEGACAOAVAPOR
Porios ao niiI
Subira a
drama em 5
scena a grande e pomposa
actos :
Coimiiandaiitc Antonio i. Tcixeira
E' esperbdo dos portos
do norte ai 6 o dia U do
corrente < seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
< ommanilanii- Carloa Gom.-
E' esperado dos portos do sul ate o]dia 17 do cor-
rente e seguira para os do norte idepdis da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens
trau-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-
Pereira Vianna & C.
Ultimo leilao
por liquidacao
de pianos novos e usados
Nendo:
piano novo de Erard.
dito dito de Blonde).
dito dito'de Broodoad
dito u-ado de Blondel.
espingarda de 2 annos, de Le Ft.nche.
sofa de jacaranda.
rico annel com um brilhante.
Hoje
as 11 horas.
J. Rigas, tendo de retirar-se para a Er.ropa, la-
leilao, por intervencao do agente Pinto, dos i
pbnos, 1 annel com brilhante, o diversos o!-jectns,
o dos utensilios de sua offlcina de pianos, a rua'
Imperador n. 55.
A cigana de Paris.
Terminara o espectaculo com a sempre applau-
dida comedia crnada de musica ( a pedido).
I'ma experiencia
A'S 8 1|2 UA NOITE.
0 beneficiado desde ja agradece ao hospitaleiro
publico desta capital, a illimitada protecc.io que
lb6 tem dispensado.
Os poucos bilbetes que restam, estarao a venda
no escriptorio io theatro no dia do especlacnlo.
Libras eslerlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio nt 6.
Deve
poucos dias
escnoa portu-
gueza Aguia ; para a carga que Iho falta, trata-se
com
'48.
E. R. Rabello & C. a rua do
Commercio n.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havegaeao costeira a vapor
MACEI6, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Pirapama, com-
mandante Silva, segui-
ra para os portos acini*
no dia 15 do corrente as
5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia
13, encommendas, passa-
a frete ate as 2 boras da tarde
escriptorio no Forte do Mat-
eiros e di aheiro
1 0 dia da sahida
t > n. 12.
I'elo preposto doagente Pestana.
Leilao
DE
dous bilhar-'^ de mogno, com soas pcrtt-aca-
bides, quadra, relogios, mesas, coa urasr* de
pedra e mais prtenc de uma sala de bilhar
SFXTA-FEIf!A Ui DO CmHRESTE
as !0 I|i ;. 1. s ua manha
J'or intervencao do ng-nte 'into.
Na rua de ?anlo Amam n. Vt
Leilao
LEILOES.
DE
objectos de escriptorio earmazem
CONSTANDO Di :
dillerent's carteiras grande* < peajaraaa, enver-
nisadas e nao everm>.id-. 2 mesas com prenr-a*;
para copiar cartas, grande* mesas pnprias pa-
ra faendas, balc3e?, sratrtoins, lahoas de tarro
e pinbo, e medida<, uma hurra, prova de tog ,
1 balcio enverni'ado, repartimeato de ?*** -
torio i% muitos outros moveis, entre os quao-
uma i.iuliilia de jacaranda
Sabbado 16 do corrente
as 10 I [*2 boras da manhi
Por intervencao d > ajjenle Til.*.
No aniiizera du sob-ado da rua ao Boa Jaao*
n. 20.
ao correr do niartetto
Desde ja declar.- ta para LEILAO
ME
S3
DE
a i Hind.-:.
200*
diversas ac^oes
S E N D 0 :
accees da estrada de ferro do Recifi
'aior 200* cada uma, realisadas.
lilas da companhia pernambucana, valor
ada uma, realisadas.
ditas da companhia Santi Therein, valor
:ada uma, reali-adas.
Hoje
A's 11 horas
a do Marquez de Olinda n. 37, primei-
o andar
or intervene^ Io agente Dias, que competen
me it- autorisado, levart a leilao as referidas ac-
cot s, no dia e hora acima designados.
Ha.
I8S',
2356,
fa97,
2609,
2718
2752,
2793
11883,
50* -180.'
2S27,
1673, 1*03,
21.3, 2192.
2339, 2342.
I 62. 260J.
26:lH, 25S.
27i:.. ri2,
273i, rm,
It-

No dia 15 ao rraale, arli aa*a da maaka, *.i-
lio laac, coa casa de prih que de Caxias n. 2, por miervencao so aftsta Mar-
tins, fara loiiai dot wnhore* <-,mtantes aas ca-?
tellas abaizo declara la*, v-jneidas e nao reforma-
da. n saber :
1502, 1503, I50o, !6<>i,
1923, 1936, 2028. UVU,
2269. 22H2, 2.3 tWJ,
2iiS, iVi\, 2W3, 2.';.i!'.
2CI^, 26li. iiil7. 2tii7.
2687. 269:. MM, I7i*9
5721, 2729, 27 ,d. 2731.
2760, 1765, 2706, 2772.
2797, 2807, 282*'. 2822. 2818, 2831 *Ki,
2858, 2*.,'.I. 2m!I. 2864, 8865, 2888. 8R72.
'i -S'o. 2899. 2'>00. 2909. ^16. |fc.
293G, 2i37. 29;. i. 2958, 2W. 29.V..
2978, 2.I7-. 298h. .!.!. 299H, .TOO".".
3023, 30*6, 3032. KtVI, .TOi5, .1048,
3060, 3065, 30xi. 3887 3099, 3101
3H2, 3117, 3122. IV 3128 3IS8.
3l3i, 3165, 3lfifi. 3168 3171. 3176
.
n
27
2779. 87* >,
2973,
3016,
3099,
3108,
3142,
e 747 co]a< canteilas p Jem ser reforaaaa*
resgaUdas ate o b*.ter do marUllo.
28*2
3ni ,
:ar ,
3|.V
i ..
1
LEILAO
DA
antjga e afreguezada tavurna do pateo do Caroio,
quina da rua do Coronel Suassuna n. 2, aatiga
rha de HorUs
(lai 3nte-se a casa ao comprador do estabo-
kcimento
,.
AS 11 HORAS DA MANHA.
Pelo agente Martiaa.
Ofe pretendentes podem examinar o balan;o
me> na taverra.
Ao commercio.
Uma pesMa tuhiliuda prop-ie-se a coatra .r
es;ripUs commerciaes, ^uer pur partiaaa
das ou simples, grantindo t >aa perfeicajo e
tidio : quem da sens serv.cus m ijsura I
dirija-se em carU fechada com a hUeiaa %. 1 <.
a loja do Pasao, rna do Cre na
Kururam da casa dos arc os nos ReaaevJi t,
no da 11 para It do crrenle, ama Irasxa da
roupa lavada, a qnal citiinha divrsas pecas ra-
ra Itnmem a senhon, bem rom.i toalhaa. lean- *,
etc. As dius pecas tem a marca M A. Ooaaa-
ries: quem delU der noti>-ia dirija-w a alia cart
qqe sera gratiflcado g> nt i vamente.






ZMario de Pernambtieo Qutfrta feira 13 Ie Maio de [874.
-*^
Bom negocio.
Vende-se ou rrenJa-se o gr*n'e predio
de um andar e so'.ao, situ na rua do Bispo
Sardinha, proximo da igreja da Miericoun*,
na cidade de Olinda, t< udo duas i,oas salas
dc frento, um salao no sjtSa, seis. (|'iarta
esparosis e frescos, uma grande coclieira,
quintal todo cercado de novo, e com diver
sos arvoredos, uma hi a (onto d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-se prepara-
do com tod is os moveis indispensavt is a*
uma grande familia, sera assim vendido ou
sera os moveis : a tratar ncsta typographia
ou na rua da UniSo n. 49, sobrado, atraz do
pa go da assembled.
Escrava coziiiheira
30.1000
Precisa-se com urgencia
de uma perita cozinheira e
compradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia acima :
a tratar no pateo do Paraizo
n. 28t L* 2* andares.
10#200
NIo seja veihaco por uma quantia Wo diminu-
.a, quetn nao pode pagar champagne, nao offerece
A sombra da Psraen-e.
ga-"se o l. andar da casa aa rua do Tor-
res a. 18, e os arnuzens da rua de Barreto de
Meowes a. B, e da travessa dos Expostos n. 18:
a trar com o ministro da Ordem Terceira de S.
Fraecrsco, no consistorio da mesma ordem.
Tn^l
Amaavt>rn*rlo do fallrt Imcnio de
.'Clementina Philomtna de
soui* 4ieate.
Joao da Silva Leite manda rezar missas por al-
ma Madre de Deus, sabbado 16 do corrente as 7 ho-
ras a manna, convida a seus amigos e aos pa-
1 rentes de sua finada esposa, o caridoso obsequio
de alii irem rezar um Padre Nosso e uma A've
Iferia, por alma da mesma finada.
B>r. <<> Mves Mergollina.
0 major Joviniano Antonio Buar
te Ganha, possuido do maw vivo
aedtiraento, pela morte de sen pre-
sado amigo o Dr. Joao Alves Mer-
gulhao, manda rezar uma inissa
por sua alma, no dia 16 do cor-
rente, na igreja da Madre de Deus,
no Recife, as 8 horas da manha; e paraassistir
a mesna, convida os parentes e amigos da falle-
cido. ^^^^^^^^
^^amMoc^orpoTe^EciaToa-
l-quim Fernandas de Azevedo e Jose
['Bomingu.es do Carmo e Silva man-
dam ceiebrar tdgumasmissas pelo
I Tepouso eterno d'alma de sen pri
[mo e amigo Joaqoim Fernandes de
Azevedo, no convento de Santo An-
tonio desta cidade, as 7 horas do dia 13 do coiren-
te, para o de fallecido-a assistirera a esse acto de caridade e
religlaj, e com especialidade a digna offlcialidade
de corpo de -policia, cemo mais otna prova de
amizade do-seu companheiro de armas.
Deseja-se fallar com o
St. F. A. B. na rua do Mar-
quez de Olinda n. 1, pri-
meiro andar, a negocio de
sen particular interesse, no
prazo de 8 dias, findos os
-quaes vera seu nome por ex-
tenso.
Recife, 9 de maio de
1874.
Precisa se de um caixeiro com pratica de
padaria na rua do Barao de S. Borja n. 23, pre-
ferindo-se de IS a 18 annos de idade.
Da-se um conto de reis a juro de dous por
cento ao mez, com hypottieca era predios nesta
capital : a tratar na'rua do Pilar, on-S. Jorge n.
23, 2. andar._____________________________
Precisa se de um caixeiro para taverna, de
12 a 15 -annos : a tratar na rua Direita dos Afo-
gados, taverna n. 60.
O Dr. Joao Ferreira da Silva tendo de fazer
uma viageni a Europa, onde prelende frequentar
os prinoipaes hospitaes, e tendo-a resolvido com
muito pouca antecedeneia, nao teve tempo de
pessoalraente despedir-se de seus amieos, o que
faz pelo ppesente, offerecendo .seus pequesos ser-
vices em qualquer parte que esteja.
Recife, 10 de maio de 1874.
Pedido.
Pede-se a quem quer que por emprestimo te-
nha levhdo os seguintes livros, do escriptorio de
Alcoforado A Irmao, o favor de mandar traze-los:
Dallor, volume 16 e 3i, Goujet' et Merger, volu-
me 2, Masse, volume 1., e alguns volumes de
Legislacao Brasileira e provincial.
Fugio no dia 3 do eowente uma preta de
lotne Luiza, crioula, bem preta e bem pareeida,
alia, represents ter 32 annos de idade, tern sido
vista na Capunga e u, Recife, e que tomou o ca-
minbo de Caxaaga, consta que foi seduzida por um
pardo escrayo, morad. r no Recife : roga-se a,po-
licia capitaes de campo a suaapprehensao, e re-
mette-la para o Recife, a casa o. 1 da rua da Ca-
deia-wlha, que *e gratificara.
Arrenda se o engenho Barra nova, um quar-
to de legaa distante da estrada Aripibil : a tratar
no engenho Minas-novas, annexo ao mesmo.
Advogado. 8
Miguel Jose de Almeida Pernambuco a
Filho, advogado e ajudante do procura- Q
'y dor fiscal Ja thesouraria provincial, mu-
.*] don o seu escriptorio para o andar da
,f\ casa n. 81, sita a praea do Pedro II, an-
Jt tigo Largo do Collegio.
Ama e criado.
Na .mo do 0)rreiur do Bispi n. I" preeisa se
de urea i:iia e de um eriado para mandados.
Moleque Joao.
f ipareceu hontem. I! .'.o corrente', o mole-
que de nome Joao, am 8 ann.s de idade, tem ba-
lantes marcas de '\igas pelo rosto, falla baixo,
e natural la Gloria Goila, levou vestido calca
e eaniisa de riscadj e foi s>m cliapeo ;, quem o
-Pi. lender rjueira o levir a rua Duque de Ca-
tias a. 53, que se graliiicar.i. ______
300S000.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM If. 52
7apoj
("Passando o diaiftras)
IPOEM A^S encore* de -ng"i.*-< o .. js :ultoi, f lupr'gadort* .to a
i jtno o U\v Ata cm* '.sttJ :a ..rbe!6b>ieBlti, a.ra \erem o bovo aortitneatt
ooipiet. qae -L. iem ; toado lu wccio pMBual pode-ae verificar.
ESfECiAL ATTENCAO AO NUMtRO E LtGAH DE SUA FUNDICAO
\Ttk\ A rnr?5R frtk&n* drs ma,s < ytena eem ta
liTOA Q l uurtij i t*g Utt miuhos coDvenientea para aa dtveraaa
'-ircomatanciaa do: aenborea ^ropri-'*rio t p.-ra deacaro^ar algudlo.
ttoendas de canna {JJK *""** ***** ^ m
Sodas dentadas ^'"^v1^-
faixas -"e ferro fandido, batido e de oobre.
ilambiqnes e fundos de alambiques.
KTonVlinicmna !>ara mandioca algodio.l Podendo todoa
,,**M,1"111DM1U eparaferrarmideira. f aer movidoa a mao
Rnmhna (Pr ?^a v,Por
iviuuaa de patente, garantidii........ Ion animaes.
TodaS aS maChmaS ^adfl ^ ^cotomaPreciaar.
Fa* qaalquer concerto de mK<,idi8000' p^0 mamid0
POPITIRR Hfl fftrro tem melbore* ''tai" b*r! exi'temea ao mer
^nAfimmonilas locnmbe-ae ie aaaodar vir qaalqnor macbiniimo i von-
BUVUUUUVUUalBt tl(je &ot elientes, tambraado-ltiea a ?antagem de fattreno
naa compria por intermedia 4e peaaoa enteodtdi, e qoe em qoaJqner oeceaaida^e pock
baa prestar aoxilio.
irados americanos 6 ,Mtromeu,0 *ricolM
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAR1Z
Devedores.
Os proprktarios da Confnitnna do Camp s.
rua do Imprador n. Si, pedem ar-s seus devedore:
que tem tido remissos, o favur de virem pagar s o:
>ebitog ate o uia 8 de bril proximo vindourns
ayisam aos tncsmos qre se ate aquella data nao'e (
liverem saldns, vc-rao spns noines neste jorna*
sem distincyan d- pftM" : Iguma.
*&*%&**
*>r-
BARATEIRO DA BOA-VISTA
Rua da Iraperatriz n. 72
* kh ft f ft, 4
'-if-A
Mil
in.
Preeiaa-M J.1- quantia de 300/001) a juros razoa-
veii, e para .-tr indemni^ada durante o periodo de
3 mazes e a r.uao de 100i mensalraente. Quem
qnizcr fazer ealo negooio deixe carta fecbada nes-
ta typographia com as iniciaes A. T., declarando
sna ijioradia af m d-> ger proenra-io, e nesta oc-
casiao ser-Hie ia pxplicada a especie da transac-
;3o. _______
Offerece-te um horaera pertuguez para to-
mar conta de um sitio e que dl fiador de saa con-
ducia : quem precisar dirija-se a rua de S. Gon-
calo n. 6.
FUNDICAO DE FERRO
4' na do 'BarSo do Trinmpho (iu do Brain) is. 100 a .04
CARDOSO (fc IBM AO
AMSAM os senbores de engenhos e outr, s agricultores e aotpublico em geral. que
contiuuam a receber de Inglaterra, Franga e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessaries aos estabelecitnentos sgricolas, as makmodetnas e melhor obra qoe tem ao mercado
V apOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os ntelhores que tem vindo ao merado
UaiueiraS de sobresalente para vapores.
MOenuas lllteiraS o meias moendas,obra como nnnoa aqoi veio.
TaixaS 'fundidaS e'batidas, dos raelhores fabricantes.
CVOdaS Q agua com ubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
ttOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelOgiOS e apitOS para vapores.
uO&lDaS de ferro, derepucho.
.VraQOS de diversas qoalidades.
FonnaS para aS8UCar7graDdeS eiPqnenas.
Varandas de ferro fundido, franceias de divert e bonitos gostes.
rGgOeS irancezeS para lenha e carvao, obra superior.
DitOS ditOS paragaz.
Jarros de ferro fundido para jardim.
reS Qe lerrO para mesa e banco.
MaCIllIia para gelar agua.
V alVUlaS para bomba e banheiro.
Gorreias inglezas para maChinisn>o.
tlailCOS e SOiaS eom tiras de madeira, para jardim.
OoilCertOS concertam com promptidio qualquer obra on machina, para-o que teeaa
sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmmendaS man^am w Por encommenda da EuroPa, qualquer macbinismo,
.jwra o que se correspondem com uma respeitavel casa -de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
(itas maebjuas, e se responsabilisam pelo bom trabMho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
M--Roa do MarqHCi de Olinda -2
Eaqulnn do IVeeco Large
Participa a seus fregnezes e amigos qne Inudc 1
o sen estabelecimento de relejoeiro para a mean a
rua n. 24, onde encontrario um grande sortimen o
de relogios de parede, americanos, e cAna de m -
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios < e
algibeira, de todas as qnahda^es, palente suiss ,
de ouro e prata dourada, foleadn (plaquet), rek
g'oa de ouro. inglei, descuberto, dos melhor* s
brfcantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunet; s
detods as qualidades, tudo por precos muito bi
rales.
.. i
MENDES GU1MAKAES vfc IRMAOS
Acnbnm >le fazer um grnndtj liaiimcnto n>s j.nr.is-le sums I/.t1*s
demio a gran-le falla que lid hojo de diiiheiro,', por isso creio que o pi.i, <]*.<
ciinadj agradara ao respeitavel publico.
parents a X9, W, e iJ5. CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 4!&0OO. a i, c .
Vende-se cbapeos de sol de seda para se-1 RiM'.IIES V l^aOft.
nhoras e meninas a iJP, ditos de alp.tea ft- Ven le-se cr-K-bes p.ra nos com 12 astes a 49, ditos de nerind de crda u.n
duas cores a 59, ditos de seda para hoi.em, LAZIJiHAS \ 100 RUS.
a 69, ditos inglezes com 12 astes a 89 e 99. \ Vende se laziuhas pa*a wtifo a JOO,
BRIM PARDO A 400 rs. 32'-, 400, e SOU f*. < r..do.
Vendfse brim pardo esouro a 400 rs. oi ALPACAS DE I.ORKS A Mt RLIS.
covado, dito de cores com quadnnhos a! Ven>le se alpacas im*m a 500, Si*. B
500 rs o covado '800 rs. o cnvi-do. __
CORTES DE G-SEMIRA A 59. GRANDESORTIMESTO U. TAPETES A 49.
LOJi DO PASSO
mm
Cordeiro Simdes & {).
Acabam do receber pelo vapor Mendozn -.
Riquissimo? cortes de gorgurao de sefla lisos
com listras achamalotadas.
Ditos de I mho para vestidos, contendo'eada co
te, o necessario para seu enfeite, como seja
franjas, trancas, hotdes, fivellas, etc.
Riquissimos cbapeos para senhora, -ultima mod^,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Arrenda-se o engenho, Sattinbo da fr -
guezia de Una, moente e corrente. Dl o
engenho bom d'agua, dista duas leguas d( s
portosde Tamandare" e Rio Formrso, e tei i
terras para safrejar 1,600 a 2,000 pa s
annuaes-: a 'tratar no mesmo engenho co a
o coosenhor Henrique August Milet, ou i o
Rooife com'Leal & Irmao, rua do Marqmz
deOHnda n.-'96.
Escravo fiigldo
Vende-se cortes de casemira de coro ra
calfa a 59, e 69, ditos de dita pn' ;ira
calga a 49, 59, 69, e 79-
BRIM DE ANGOLA A 29 0 C.^" :E.
Vende-se cortes de brim de / ^>la para
calca a 29, dito mnito linos a 3"
Vendc se grande ?ortimentn de U^eVs part
U'dosos ta:nanhos a -9, 9S00, 59. e W
cada um.
GRANDE SORTIMF.NTO DE ROIPA FEITA
NACIuNAL.
Calcas de riscaiio |ara traba ho a Ijttt
ABERTLRAS PARA CAMS' A 200 BEIS e 19400.
Vende-se aberturas para c. aisas a 200 rs, Calcas de brim panto a 1^000,29, K500.
ditas mais flnasa 400 e 500 ts. ditas toj Calces de brim <1e Angola a 29
tsguiaoa 19, ditas bordadfs a 29- e 39-
CHITAS A 240. Cairns de casemira de con* a 19500, HZ
Vende-se chitas para vestidos a 2i0, 280 e 79.
e 320 rs. o covado, tem escuras e clarss. Calcas de casemira pn-ta a 39500. mWM
MADAPOLAO A 39. e 79.
Vende-se pe<;as de mad polio enfrstado a j Palitots de riscado a 1?.
%9, ditas de dito inglez a 49500. 5d, e 69, \
ditas de dito francez fino a 79. 79 00, 89,
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
Teate, do engenho Serigi, eomarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose BoFges, 'mestre de assuoar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade de-SO
annos pouco mais ou menos, bea figura, um tat]to
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel 1
gomma na junta do p6 esquertfo: roga-se a todas
as autoridade* e capitaes de arapo, queiram ap-
prehend er dito escravo e leval-o ao referido eoge-
aho, ou nesta praca a Oliveira Kilh.cs & G, largo
do Corpo Santo n. 19, que eerao generosameqte
recompensados.
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposiqao de 1872
RUA
DA
LMPERATRIZ
N: 82
! ANDAR.
RUA
DA
IMPERATR1Z
N. 82
1." ANDAR.
PEMORES
Na ravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
mhores deoiiK),pra-
;ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mes-
mos metaesepedras.
99000.
CASSAS A 39.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
39000.
CHITAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se chita para coberta a 280 e 360
rs. o covado.
ALGODAOZINHO A 39.
Vende-se pecas de algodaozinho a 39000,
3J5(0,49, 49500, 69.
BRAMANTK A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura a 10600 o metro, dito de linho Bno
a 29500 o metro.
ALGODAO ENFESTADO a 900 R' IS.
Vende-se a'godio enf-stado a 900 rs. o
metro, gravatas pretas a 400 e 500 rs. cada
uma.
CHALES DE Ll A 800 REIS.
Vende-se cbales de Id de quadros a 800
rs, ditos de meriu6 a 29, 39, 49. 59.
COBERTAS DE CHITA A 19800.
Vende se cobertas feitas de chita a 19800,
29,e49.
CORTINADOS PARA IANELLA A 79.
Vonde-se cortinados para janella a 7d e
89 o par.
COLCHAS DE CORES A 29-
Vende-se colchas de cores para cama a
29 e 39500, ditas de croxe a 69.
XORTINADOS PARA CAMA A 145-
Vende-se cortinados bordados para cama
a 149, 169 n 20.
COBERTORES DE PELLO A 19200.
Vende-se cobertores de oelio a 19200,
ditos suPeriores a 15600.
CAMBRAIA BRANCA A 39-
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
Preoua-se de
rua Direita n. 10.
batodores : na refinacao da
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, srtnado na pro-
vincia de Alagoas, eomarca do Porto Calm, a
menos de uma Tegoa distante do porto de mar do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regularmenta 2,(00 paes : a tratar na .rua do Vi-
gario n. 31. ______I \ ______
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-o"nasjmelhores con-
dic?6es possiveis de bem servir ao publico desta iaiusUje capital, e a*s Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tarrto para homensoomo para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ge>ros, recebe directamente por todos c6 vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rines de -modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeigao no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento'como fora ; vende-se cabellos em
porgao e a retalho e iodos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
49 Rua do Imperador 49
Aluga-se a^ala e aleoea da frento do ter-
eeiro andar do sobrado n. 70, a rua Duque de l,a-
xiae : a tratar na loja.
m
t MEDIGO-CIRURGICO
W DO
5 Dr. l*dro d'Atbayde L. Moscoso
PARTEIP.O E OPERADOR
ffaua < Vtsconde ide Albuquer-
*iiu- n. S9.
ESPECIALIDADE
ml M4>l4*iiaH de ehra e
g{ im-niiiOM.
2 Consnltas das 7 as 10 boras da ma-
jj nha, todos os dias.
, Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
?5 las e sextasteiras.
9i Os doentesque mandarem os seus cha-
6 mados por escripto at 10 horas da ma-
nha serao visitados em suas casa?.
***** ******-***
"&2 ~
0 Dr. Sannento Filho m
douse para a rua da Aurora n.
Paletots de alpaca d cores a i?.
Paleti te de a para preta a 3^, 39500, 4-T
e 59.
Paletots de panno pri-to a Sf, C9, 89, e
109000.
Pal tots Tie casemira le cores sem deferto
a 49.
Ceroulas de algo.lao a 19, lit*- d lra-
tnant- a 19500.
Camisas de ch U de a 1**90,
10400.
Ditas brancas c- m peito de c< r a 29.
Ditas brancas Unas a i&, 29500. W e 49
Ditas finas de risoa Ditas de rretone a 39500.
Collttes de casemira decresa i9, 29$f*.
39e49.
Toda csta roupa se vende asfim harat>
para liquidar.
BRIM PHANt'O A 19.
Vende-se brin. brnnc. a 13 a >ara, diw
fino a 19400 e 29.
ESGIIAO FITO A 29.
Vendc-si' rsguiio ie linh Him* a tfOM,
25500 e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA 11 TO.
Merind preto fino a *$M>0 o cova 1. ^
Bomb.tzina preta tina a 19000 e 2? ~>
covado.
Li preta fina a 500 rs. o rovalo.
Chita preta lisa e c^ni flores a *0 e 3*0
rs. o covado.
Alpaca preta a Mh, 6 iO e 800 rs. o t'r-
vado.
Cantao prtm para luto a I?* (o covad.-
Sarja d \k preta prnpria para c\* *
640, 800 e l|H*J o .-ova.lo.
Outras muitasfazKudas pretas qucceven-
dim barato, no Bazar Nacional, rua da !m-
peratriz n. 72.
>*#*
PHiKMICIV \0RMVL
m
m
-
josi: Eiiimm he mmmm % & v
17Largo do Mercado Publico17
(lutiga ribelraa de S. Jmmr )
Acaba de ser aberta e acba-se a disposirau do respeitavel public e-ta n<>v pkar-
macia e drogaria, completamente provida do ini~i lureza, sera excep^ao de prodoctos chimiccs e meJicamenios preparad< s ao -
traogeiro, tudo aovo e melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais oria att*n sempre sob as vijta* do pharmaceutico que eompoe a nossa linna aaaM
As peesoas qnese dignarem de nonrar o nosso esatttelecmt nio com a tua cuaftaa-
$a, podem eslareertade que serao coasejeneio'amente fcrvida' nao <; relauvamenic ao
que pedirem, como tanbem a modicidade dos preoHi
&mmm #### m m .# @ &&g>&
PIANOS.
Acabam de chegar motto boas pianos fortes e de
elegantes a-adellos, dos mais notaveis e bem eo-
abecidos fabricantes; eomo sejam : Alphonse Bi-
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C. : no Vapor
Prancez, a rua do Darao da Victoria, oulr'ora No-
va n. 7. a precos mnito commodos.
Mobilia de vime.
adeiras de balsncp, de braco, de guamitoes,
sofas, jardineiras, mesas, conversadeiras c costu-1 BOTINAS pretas, brancas e de a'ttes dlaraMBR,
lisas, nftitadas e n< rdnla-
ABOTIXADOS dc diversa* qaaltdadea.
SAPATOS de tranca p' rtuguexe*.
Para ntrniaoN.
BOTINAS de bezerro, lasti de corda i...
t BOTIXADOS e sapat<>, d- bierro. ac deverv
qualididen.
SAPATOS de tranca
' zes a 90000 (* escolhcr por ter viado graala
quantidade por conu e rdem dot fabricaaae*;
ao armazem do Vapor Francez, a rua d.. Raride
Victoria (outr'ora ^ova) n. 7.
Para aenhara
BOTINAS prelas, brancas e de ciVes. diflrr'"' *
lisas, enfeitadas e bordada.
SAPATINHOS de phantasia com tario-, brr
pretos e de core? difTcreates, bnrdA^%
SAPATOS de tapetes, chariot, caior e de tranca.
Para ueninn*
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamades autores,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamento constrjir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos sd encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sio: cepos, folha para os uiesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa. cordas,
marftm, etc., etc.
49 HIT- OOTIIPERIilOR 40
andar ; entrada pelo oi-
Na Capunga, a rua das l'ernambucanas, con
fronte a casa de n. 32, aluga-se uma escrava com
excellente leite. '______________
Boa casa n. ". .
Alugase nos Coelhos, confronte ao h,\npfja| pe-
dro II, com excellentes commodos, grande quintal
niinado, quartos para criados, cocheira, porto de
embarque. banhos salgados, independente de ou-
tras ; etnlim 6 uma bella casa de campo para
quem qner estar livre do rebolico dos carros, e
principalmente dos pestilentos apparelhos Draioa-
Se : a iratar no mesmo lugar, em uma taverna
efronte do dito hospital.
Aluga se.a casa terrea n. 5 do becco do Ve-
ras : a tratar na rua do Torretfn. 36, escriptorio
de Malheu9 Austin & C.
reira, tndo isto muito bom por serem fortes e
levea, eos maia proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreio.
No armazem do Vapor Francez, rua do Bario
da Victoria n. 7. ootr oaa Nova,
Perfumarias.
Finos.extractos, banbas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de larar.ja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetcs,
crosmeticos, rauitos artigo delicados era perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas d dilTerentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem eonhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo* de daiTereales goatom r
phantazias.
Espelhcs, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, boiainhas de velludo,
Jiialdc couro, e cestinhas paracra^os de meninas,
cbicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, esccvas, pettttf. carteirinha de
madreperola, lapete para lanternas. uialas, boleas
de viagens, venesianas para janella*, esterioeo-
pos, lanternas magica^.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros cam paisagens
globos de papel para illuminacdes, machinas de
fazer cafe", espanadores de palhas, realejos de veic,
accordaos, carrinhos, e bercos pnra crianca;. a
nulras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode des-jar de to-
dos os brinquedos fabricados em difftrnte? panes
da Europa, para entretimcnios das crianca?, todo
3 precos mais resutridos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Botas de montaria.
Botas a Napoleio
meias perneiras para
para meninos.
Noarmaiem do Vap.v Francfz. a rua do 9trl
da Victoria n. 7.
e a Gu'lhorm<'. ?-n.*
haaca*, e ir.Ha pricjr .
Raa do Vis'nnde de Alimqaerrjoe a.
11, outr'ora rua da matnz da Boa-Vi
n. it.
Chama-lcs : a qnai^m^r hcra.
Consultat): rt.s pi e crafv *\s 1 a*
i horas da tai '
Calcado francez
Botinas para homera
Acabam de chegar gracdes jactura? le botinas
de bezerro, de cordavao, de pclica. uo duraqne
com biqueira, de bezerro com bo toes, e eom ilho-
A CoDsullnrio!iv-nnir[i(fl
i A. B. da Silva Maia.
I
%
Nio ha mais cafcelliMi
hrancos.
TINTURARfA JAPONEZA.
Soe onicaapp'-oyada ptlas
sciencias, recoi.hecida superior a lex
tem appaivcido ate ioje. Depoaao
pal i rua da Cadeir ao iLeciM, haje Bar-
ques de Olinda, n. II, 1.' andar, n
todas a voticas e easas de satoM*
eiro.
: I



9

*



6

Qwtfts de:?eunaibiLeo Qi*ftj?ta feii& l& dft Kaio dft tt6'74.
llmiuiii'o. a iiuuts
l;060f a 2:0f0d, ma a ou menos, com hypo-
em ca's aqiu na eidale : te dira quem da
ross da Imperatriz n. 3H, loia, oa Imperial
ten> 5.
Bemvindo lugio.
Ho dia 21 do corrente fugio o escravo
aekaa, tendo os signaes seguintes : idade 25
aw*>s mais ou menos, cdr fala, eabellos
tarapinhos e um pouco crescidos, cabe^a
ckata, estatura regular, urn tanto magro, e
bo rosto baslantes signaes de bexigas,
de ehapeo de couro, e lerou cartels
aarnisa de 8lgodaozinho : roga se a todas as
apktfidades e capitaes de campo, queiram
a*preheuder dito escravo, e leval-o I rua-da
Hadrede Deus n. 5, i. ,-indar, das 9 is 4
fcoras da tarde, ou a rua da Imperarnz n
*, }.* andar, que serao recompensados.
C4SA DA FiTIM
Rua 1. de Marco n. 23
Acs 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
<* bilhetes da loteria do hio, cnja extraccao an
Mnara pelos joraaes.
Precos.
Inteiro 24*000
Mcio 12*000
Quarto 6*000
Manoel Martins Fiuza.
AUencao.
Precisa se de a ma senhora que esteja habilitada
cara ensinar o portuguez, francez, piano, costuras,
aerdados, etc., etc., e qne queira ir para um en-
eaabo perto de uma das estacSes do Recife a S.
ftoccisco, para ensioar a urnas raeninas que ja
olac principiadas, paga-se 1.0006, e gratilica-se
.jradaando : a tralar nas Cioco Pontas n. 82.
Nao se prestando o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, aeha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proposes deseiadas, e onde pode-
rSo os senhores- freguezes dirigir-ee, certos de
Sue, como ate aqui, acbarao sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as ditTereotei marcas de fumo da Babia e
Bio de Janeiro, que tem sido anuunciadam acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores fregaezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste geuero de negocio
nio esta sem competidores, fara mnito pep evitar
qne tambem o: tenna com relacio ao peqoeno lu-
cro que procurara obter da. dita mercadoria.
Jose Domlngues do Carma e Silva.
2* BAP!Srf MlS'SoRf**;
AllVORiXlO
Wt Boa do Imperador n, 71.
Ef -3r (SHE ftfiffiiftift ftdmf
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a bonra.de apnunciar ao
pubjico que recebeu nhimamente unj esplendide
sortimento de lustres de vidro, candierros, aran-
delas e globos, cujas amostras eatao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serio veqdidos aaa
seua freguezes pelo preco mate razoavel possivel
Arrenlvse o engtnho Jussaral-grande, no
Dermo de Sermhaem, o qua I esta situado a legoa
e laeia da estacao da Escada ; e bom moedcr com
agua, e de muito boa produccao, tanto de canas
axm de macdioca : a tratar com o proprietary
fe- rstesmo, no cngenho California, em Seriphaem
Aluga-se tun preto para todo servico, inclu-
RSKcozinha, por tambem eutender : a tratar na
jr;^3 da Corpo Santo n. 17, 3* andar.
A.os pais de familia
A abaixo assignada faz lembrar aos chefes de
Camilla, tanto daqui como de fora, que conliniia
ifuiii -;ia aula de instrucv&o primaria para o sexo
feiainino, na casa de sua residencia a rua do Ca-
6aga n. 16, oudo alem dos primeiros conhecimen
toe. ensiua a prammatica nacional, francez, musi-
cs, piano e dan.;a, pais para i.-s j tem habeis mes-
Zti, e quanto a trabalbo de agulha, ensina toJas
as fBafioades de bordados, e entre esse o de onro
e e de alto relevo, e trahalhos de la e crochet de
k4as as qualidades, promette todo o disvello e ca-
fsnbo para com suas alumnas, e bem assim todo o
iiponlici no cumprimento do seu magisterio.
'..d external
n ajuste.
e internas, e afianca commodidade
Fortunata Fortes.
Vicente iiigio.
Na noite de 13 para 14 de marc/) do corrente
(nno fugio o mulato Vicente, escravo, de 30 annos
ie idade, bonita ffgura, barba e estatura regular,
evando vestida e em urn sacco roupa de algodao
branco e alguma mais lina pertencente a um cai-
xeiro da casa d'onde fugio ; e natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Maltos, diz ser livre, caado,
e ter sido criado em companhia da madrinha U.
Anna Luiza da Luz, de quem alias foi escravo :
roga-se, portanto, aos senhores capitaes de campo
e autoridades policiaes a apprehensao do dito es-
cravo, e entrega-lo na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Uoreira Reis, ouna
cidade do Assu ao Sr. Torquato Augnsto de Oli-
veira Baptista, que serao gtnerosamente gratifl-
cados.
r
Esta encouracudo!! 1
Agua mole era pedra dura
Tanto da ate que a fara.
Roga-se ao Him. Sr. lgnacio Vieira de Hell
dscrivao na cidade de Nazareth desta provincial
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprornetteu a '
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
8ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a.fevereiro e abril de 1672,e nada cumprio;
e por e'ste motivo e de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que esta negocio
de mais de otto annos, e qnando o Sr. sen mho se
tchava nesta eidade._______________
Aluga-se o 1 aodar e o armaxem do sohrado
da rua dot Burgos (Becife) n. 11 : a tratar na rua
da Praia a *0, aom Jose Feliciano Nazareth.
Quem perdcu um pequeno allin-te de peito
na igreja de S. Francisco, dando os signaes cer-
tos, ser-lbe-ha entreguo : na sella n. 18, do met-',
mo convento.__________________________* j
SUZER
Calgado recentemente chegado, de bezerro e
cordovSo :. na rua do Marquez de Olinda n. 40,
loja de Prederico Pint) & C.
Excefleate occasia .
Para o tico e para o pobro
Optiuios terrenos para
edifleacrto
com 400 palntos de fiindo
a iSooo e soo re.
Retalham-se os grandes terrenos que
cirirumdam a estavao da Boa Viagem ;
sio terrenos proprios, dejembara^ados e
cortadoa per tre estradas : a real, a de
ferro e- a qne segue da estacao para a
Boa-Viagem, e Beam mm proximos ao
rio Jordao
i A oommodidade do prepo, a facilidade
do transporte de materiaes pela via fer-
re?, a proximidade de madeiras e, sobre
tudo, o pririlegio de viajar gratis no va-
por pelo eepaco de 10 annos, a quem edi-
ncar proximo a esta estacao, tudo isto 6 de,
incontestavel vantagens e deve animar
os pretendente.", os quaes defde ja se po- ^
dem diiigir, nos dias utei, a rua do Im-'Wt
perador n. 48, e aos domrngos e dias WL
santos, na estagSo da Boa-Viagem, onde ^
se encorftrarao com Tnistao Francisco %
Torres, enc*rrgado pelo proprietario a
fazer qualquer negocio.
m
m
0 baebarel Joaquim Ferretra Craves
lunior, advogado na fdro da comarca ie
Palmares, incumbe>se de promover cobran-
C8samiga,vel, ou ^dicialraento oa mesma
comarca.
"BbH-^'an Sr.' Joaquim Perelra'Ramot, qne
tenha a bondage de comparecer a rua ae&arcilio
Dias n. 45, das 6 ^s 9 bora.s da manna, ou.i ae-
cretajia da sania C2.sa.de iniscncprd^, a p^goqio
de seu interesse.
1,
Gu^tave, cabelleireiro, a rua do Marquez de
Olinda n. 51, pnmeiro andar, precisa de um habil
official de barbeiro ; paga-se bem.
E|)itap!iio
Do Cirga jaz o cadaver
Sob esta lapida fria,
Foi idiota perjuro
E mori-iii antes do dia.
Jazigo.
Jaziffu
Das trevas sal io r. Corga
Renegou a liypocrisia,
Perjuros sao os macoes,
Foi patente a lus ub uia.
0olxa
EpHaphio.
1"
rodncetlo da t'ollin Iniiio.
0 Corga no seu jaiigo
Diz a calholiea Un do,
Visto contava com elle
Para mais piedosa devopao.
Assignatura tomou,
O anni> pagou adianlado
Ate 3 i de dezembro
Desde 1 de Janeiro passado.
Treze follius lecebeu
Ale ao Sim do pasado,
Suspeisa foi a remessa
Logo qae ficou adoectado.
Agora que ja n3o vivo
0 corpo quero suffrajjar,
0 illnstre Sr. redactor
Os 12^000 deve mandar.
0 espirito.
io aclministrador do epita-
phio.
Pasmai I de horror dominado,
Quo o Corpa resuscitou ;
De am barril dj toucinho,
Seu esqueleto damninlio,
Ce eamisala e raspado,
Sahio horrivel e citrou...
Entr iu na misericordta
Castigado a retnoer
A bem da humanidade ;
Q perjuro por maldade,
D. : ,,erdcu a conc^rdia,
E 1 deve morrer.
Jazigo.
Foi falso
Hnmanoa admirai
Corga morto calumnia soffrer
Morreu, nao resuscitou :
Ao eontrario vo commuuicou
Ave ageureira
Deixa a cegueira ...
Das trevas tua luz
OIha para o sol que mysterio praduz !
Racionalistas sftde creotes,
A misericordia de Deus, gentes
implorai por compaixao
Para aquelle que mostra ser pagao
Eu o
^obrado da rua do Marquez de
Olin a u. *&
As pessoa? que teem procurado arrendar o
predio acima. onde foi estabelecimento de louca
do finadn Manoel Antunes Vieira,queiram apresm-
Ur suas propostas em cartas fechadas, no dia 9 de
maio proximo, ao meio dia, no armazem da rua
do commercio n. 8, onde serao abetUs ditas pro-
postas em presenca de tod.s os interessados. 0
arrendamento e de todo o predio (armazem, dous
andares e sotao) ; os senhore3 pretendentt s, po-
rm, podem fazer tambem propostas de parte, se
melhor Ihes convier. indicando os sens ftadores.
Recife, 30 de abril de 1874.
Curso de portuguez no col-
legio da ConeeiQao.
0 bacharel Jorge D rnellas Ribeiro Pessoa este
incumhido do referido curso._________^.
Aluga-se por pre^o razoavel, a loja do sobra-
do n.41 da rua do Rangel, a qnal tem armacao 9
proou co para qu5>iqnpr npgoeio : a tratar no 3
audar do mesmo.
Precisa- se d 3 uma escrava para cozinhar e
comprar : a tratar na rua Primeiro de Marco n.
- Piecisa-se de uma ania que saiba cozinhar
e engommar: a tratar na praca do Corpo Santo
17, 3 andar.
Aluga-.-euu vende-se um esmvp arroesi-
ro, idade quarenta annos: na rua do Hospiqio
n. 8L ___________ '
Precisa-se de uma mucamba para o se'rvfgo
interno de uma pequena familia : na rua do Ba-
rao da Victoria n. 44, seguudo andar, entrada pela
ma do Gajtl.______ ___________________
SAQUfiS
C#rvalho 4 Nogueira, na rua do Apollo
e. 20, accam sobxe o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, i vista e a prazo
por todos os paquetes.
VIGOR DO C4BELL0
DE
^^^rrpt^vH
CRIADO.
Precisa-se de
tico e de quintal
na rua da Uniao n. 67.
Vr:NM3
'i
TT r
LiquidacM) de movers
Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e
cadeiras de guarnicio : vendem Cunha & Mania
i rua do Marquez de Olinda n. 23.
SOLA
Jose Viriato Figueira de Saboia espera no va-
por Pirapama, proximo a chegar do norte, 2,791
meios de sola de superior qualidade, com destino
ao porto do Rio de Janeiro ; porem achando se de
presente nesta cidade, oiTerece aos compradores, a
quem vendera por precos commodos : a entender-
se na rua da Imperatriz n. 4, ou Marquez de Olin-
da ii. 20.
Venae seumacanoa propna para caplm :
tratar na taverna defronte da rnatriz do Barro.
h\m
urn para todo o service domes-
trata.se no Passeio n. 60, o2
Ricas bandeijas
Para aeamentos, bailes e baptisados.
Quem quizer obter uma bandeija ricaraente en
feitada, dirijase a Confeitaria do Campos
Ja maodando ou indo encommendar, ja cora-
prando alii todos os enfeites, constando do seguin
Bolos finos para enfeitar.
Doces saborosissimos para enfeitar.
Figuras allegoricss para enfeitar.
Papeis arrendados para enteiiar.
Bouquets para noivos.
Alii
Encontra-se sempre o seguinte
Fiarabres inglezes.
Bodins
Bolos
PSes de. 16 lino3.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis cm profusag.
Filhos (sonfws de tmhina).
Doces em, caMa, ralado e secco.
Fiolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waffers vanilla) para die
Gelea de mocoto, desinfectada.
Amendoas, confeitos, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java (terA deiro).
Tudo isto on
CONFEITARIA DO rjftMPGS.
as.
Seguno e adiuiravel
RESTAURAD9R E TONICO
PARA B CABELLO
Concofre para urn be Io e per-
k'M ponleado
Torna os cabrllos macios, brandes e lu-
sidios, perfumando-os com um aroma de
especial delicadeza, quo t5o apurado tern
sido.
n.
Aluga-se uma escrava para todo servico de
casa : na rna do Imperador n. 50,3* andar.
Precisa-se de uma ama para cozinhar para
uma familia, composta de duas pessoas : a tralar
no pateo da Paraizo n. 28, 2 andar.
AMA
Precisa se de uma ama
para andar com uma crianca
e para o mais serviijo domes-
tieo de pequena familia : trata se no Passeio n.
60, ou oa ma da Uniao n. 67.
A \f A Precisa-se de
AlttA ga n. 2 B.
uma : a rua do Cabu-
Precisa-se de uma ama li-
vre ou escrava, boa co?inhei-
- ra : na fabrica a vapor de
cigavros, a rua Iarga do Rosario n. 21.
Precisa-se de uma ama que saiba
cozinfep.r, para casa d* oouca familia:
t-MiJti* na rua do Vistonde delt aparica n. 51
(outrora do Apollo) 1 andar
AMA
A
Grande fabrico demarmore
de Belvoys & Sampans
(Jura) Franca
Esta grande fabr ca executa qualquer encom-
menda deste genero, como 3ejam : oraamentos,
chamines, balcoes e ladrilhos de qualquer natu-
reza e desenho : os concurrentes deste genero po-
derao ver, precos correntes, explicicSes e dese-
nhos, e as encommeudas a traUr em casa de Kel-
ler A C, rua do Bom Jesus n. 55.
Atteneao.
Desappareceu no dia 6 de novnmbro do anno
passado, o escravo Benedicto, pertencente ao abai-
xo assignado, com os signaes seguintes : cabra,
alto, 37 annos de idade, falta de alguns dentes
na frente, falla baixo e compassado, tem um dos
dedos pollegares sem carapu^a, olhos pequenos,
bocca e nariz regulares, e natural da cidade de
Souza, provincia da Parahyba, foi comprado a
Antonio Leite Maria de Moraes em 18G2 : pede-
se- as autoridades policiaes e capitaes de campo
a apprehensao do dito escravo, gratilicando-se ge-
nerosamente a quem u levar em Olinda a rua 27
de Janeiro, cutr'ora Pa?o Castelhano n. 9.
BarSo da Tacarana.
CO/IMIEIKO
Precisa-se de um que seja aceiado e fid, pre-
ferindo-se escravo : na rua do Barao da Victoria
n. 14, sobrado.
% Advogado.
3
A. J. da Costa Ribeiro mudou sua re-
sidencla para a rua di baudade; mas,
y^ contintia a ter escriptorio a rua do Impe-
;* rador n. 54.
J:

mmm imn nnr* m$ tWW
AMA
Na rua Imperial n. 114 ?e
dira quem precisa de uma
para comprar e cosinhar para
dues pessoas.
Quem precisar de uma ama de leite, escra-
va, dirija se a rua da Gloria n. 151.
AMA
homem solteird.
Precisa-se de
compre : na rua
uma que cozinhe e
Nova n. 6, casa de
mesmo larei,
Vou-:ne,
Hio mais volt, rei.
0 espirito.
Novo aviso das ac^oes entre
amigos
Avisa-se aos possuidores dos accoe3 annuncia-
dasque n:o serao trocadas por outras, visto ter
>e aebado as 58 acc5es perdidas, gracas ao bom
segulamcnlo da companhia de bonds, a-as ficara
Jtmpre transferida para a loteria 103, visto nao
fener tempo de as distribuir, n4o so esta? que se
anham perdido, como as de outras pessoas incum-
hidas, te acharem doentes. Recife, 9 de maio de
1874.
Aluga-se uma ama para o servico interno de
uma casa de pouca fa.milia : a tratar na rua Du-
que de Caxias n. 29, armazem de moveis.
ALUGA-SE
o sobrado de dous andares e sotao, sito a rua do
Viscondei'e Albuquerque n. 18, com grandes com-
modos para familia e bom quintal: na mesma rua
n. 16, se dira quem aluga.
Escrava
Precisa-se alugar uma escrava que cozinhe e
engomme, para casa de familia : na rua do Mar-
quez de Olinda n. 35.
Aliigam-sc
9 3, 4 andar e sotao (a vontade) do sobrado n. 14,
a rua do Torres, bairro do Recife, e tambem a
casa do Monteiro n. 65 : tratar na livraria junto
ao arco de Santo Antonio.
Offerece'so para ama de casa de pouca fa-
milia uma mulher de bom comportamentc : quem
precis* annuncie por este jornal, ou dlrija-se a
rua do \lecrim n. 55, que achara com quem tratar.
Arrematacao
Achanio-sn annunciada para o dia 15 do corren-
te a arrematac5o perante o juizo da provedoria, da
sosa u.57, a rna do Apollo, hoje Visconde delta
pirica, como u':teneente ao espilio do flnade Jose"
ftreira e sua mulher Francisca Maria da Cencei-
cao, declara-se para sciencia de quem quer que
fenha de eoncorrer a dita arrematacSo, que do
Mbeiro me a rna do ApdBb tern o n 57, somente
reetade pertor.ee ao e-polio daquelles finados, per
tencendo a outra, metade a Joao Antunes Guima-
rae3, ausento em Portugal, mas que por seu bas-
jante pro^urador nesta cidade, tem estado e con-
Snua a est.ir na posse de metade do dito telheiro.
Reu.fe, U do maio de 1874.
Agostinbo Pacheco Raposc previne que nin
Suem faca negocio com uma lettra de uia conto
e reis do seu aceite, a vencor era 19 do corren-
te, d;. qnal 6 sacador o Sr. Jose Bezerra de Bar-
ros Cavalcante ; porquauto, ha duvida sobre dita
lettra visto nao saber ler nem escrever o annun-
ciante e ter ella sido passada em virtude de um
ajuste de contas que tem de ser venficado em
juizo e a vista de seus livros e cartas.
Engenho B&m de Floresra, 1. de maio de
1874.__________________________________
0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes que 6 caixeiro
a rna Duque de Caxias, e convidaio pela segunda
vez a vir a confeitaria do Campos tratar de nego-
cio de mutuo interesse, visto que nio se sabe-sua
residencia domestica.
ASUAS MlNEftABS NaTUIUES
BE
Vichv-Cusset

Pref^rivels as dc Vtclty-Vicliy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois do transportadas.
Fonle S. Marie, 6 a mais elBcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobreeimeirto do
sangue, e nas febres intormittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes slo muita aotaveis.
Fonle Elisabelli, nao se altera nurfca e e a mais
rica das aguns de Vichy em bicarbonato de soda
em magnesia e recoramendada pelos senhores me-
dicos pela sua effleacia aos engorgitamentos do
figado, do Iwqo, nas alTec.eoes do estamago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXUA-SE
hiu<' tla fonle na < a|>Hiilu
Vende-se eai cai^as e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AJIEWCANA
lit
Fcrreira U win U 1 ouiimnliih
57-RUA DUQUE DE CAXlAS-57
I
.? ConsuKorio nie'dico %
A D0 5
^ Dr. Uurillo. ft
i
I
I
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados participamiao publjco e
especial.raente ao commercio, que teem dissolvido
amigavdmenle a sodedade que tem gyrado nesta
praca sob a lirma de Lemos & Guerineau, reti-
rando-se o secio Guerineau exonerado de toda
responsabilidade, e a cargo do socio Lemos todo
o activo e passivo da referida soetedade.
Carlos Pinto de Lemos.
._________Victor Guerineau,
Consultorio Bie'dico
DO
Dr. Uurillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
Recem-chegado da Eurcpa, onde ire-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
pode ser procurado a qualquer hora do
'Z/ dia ou da noite para objecto de sua pro-
K fissao.
n Consultas das 6 horas da manhS as 8 ho-
* ras, a do meio dia as duas da tarde.
fr. Gratis aos pobres.
* ESPECIAL1DADE5.
y Moiestias de seohoras, da pelie e de
u criam;a.
V endem se dous de amarello, envernisados, com
pouco uso, proprios para loja de fwendas, miude.
sas ou outro qualquer negocio : para ver na ru
da Imperatriz, fabrica de cifarros dos- 8rs. Ulyasei
A Irmao e tratar com P6cas & C, rua Estreila de
Rosario m. 9. __________
Terrenos baratos.
Vende-se dous terrenos na estrada de Joao de
Barros, logo adiante da capella de Nossa, Senb^n
da Conceieao, onde passa o caminho de ferro de
Olinda e Beberibe e com estacao na frente da
mesmas, cuja e logo a outra passando a da capel-
la; tun tem 45 palmos de frente ao norte da
estrada e 40 palmos no fundo para a rua de S.
Joaquim, tendo 420 palmos de comorimento de
rua a rua, dividindo pelo lado do poente com
Sr. Leoncio c pelo sul com o Sr. Gurjao, e o ou-
tro tem 185 palmos di frente para a rua de S.
Joaquim e com a mesna largura no funlo que
faz frente para a rua projectada que fiea ao su^
tendo de comprimento 600 palmos de rue a rua.
dividindo pelo poente com di versos e pelo nascen-
te com o Sr. Mangericio : a tratar na rua Primei-
ro de Marco, antiga do Crespo, junto ao arco de
Santo Antonio, loja do Passo.
Vende-se um terreno com caixao edilicado,
tendo 258 1/2 palmos de rando'e 22 de frente, no
lugar Camiuho Novo n. 76, tem alguns arvore-
dos: a pessoa que quizer cornpra-lo dirija-sc a
rua do Mondego n. 55 que achara o vendedor
Nunca se 110
Vendor lao liarato como na ran Du-
que do; Caxias u. loja do Al
meida Diuartc & C
Os donos deste estabelecimento, estando resolvi-
dos a chamarera a atteneao do publico. com espe-
cialidade as donas de casa e pais de familia para
economisarem, teem resolvido vender todas as pe-
chincbas pelo cusio, o que so se vendo pode se
acreditar.
Cambraia transparente Rna, com 8 1|2 varas,
pelo baratissimo preco de 2*800.
Cretone, o mais moderno que tem vindo ao mer-
cado, a 360 rs. o covado.
Chita trangada, fazenda muito lina com 4 pal-
mos de largura, a 310 rs. o covado.
Nao 6 barato, madapolio francez por 5^500 e
Q$ a ppca ?
Cambraia de c5res, padrSes modernos, a 240 e
260 rs. o cuvado.
Digam se nao 6 baratissimo, lazinhas modernas,
fazenda de gosto e de U pura, a 300 rs. o covado?
Lenqos de linho, fazenda lina, em uma linda
caixinha, a 4 3.
AlgodJczinho de 3*400 e 4* a pec.a.
Chapeos de sol de seda trincada com (aba de
marflm de bons gostos, que geralmente vendem a
162, por 12*.
Metins claro?, fazenda superior e de lindos pa-
droes, a 260 rs. o cvdo.
Chitas finas a 210, 260 e 280 rs. o covado.
Cambrais abertas, muito Anas e oaitas, a 73
a J i'.;;i.
Bapti^tas flaas e de gostos, a 320 rs. o covado.
Quem nao vira comprar ?
Cam is as ingiozas, peito de linho, que nunca ven-
deu-s.e por menos de 6*4, vendemos por 38*.
Metins esouros de iiflcae a-3u0 r9. o cavado.
Convidamos a uma ex'periencia.
Dao-se aniosiras de tsdas sis f|zefldas. e man-
dam se nas casa?.
Allon^o'
Preeisa-sc de um caixeiro com prat ca de paila-
ria : na rua do Barao de S. Ro,rja n. 25 ; prefe-
rindo-se o de idade do 15 a 18 annos.
Graode pcehiacha
a 400 reis o covado.
Baptista, fazenda muito ii a e iarga Jo lindas
cores, gostos e escocezes, pelo baratissimo preQo de
iOO rs : quem duvidar venba ver e comprar, na
ua Duque de Caxias n. 88, loja de Demeirio
Bastos.
KM
Grande escala
S6 o n. 20
A' rna do Crespo, loja das 3 jKirtas
c.
c pecfcjachji:
com os mai-
que veaeV-
covado; e pe
DE
<-i ii.mniiE *
Junta as Uj
METINS CHlNEZrS;
Proprios para vestido?, os mais moderno*.
dirainnto preco de 280 rs. o covado, I
Dao-se amostras.
ORGAMDYS DR C01ES.
Fazenda lina e com bonilos padrSet, pelo
nuto preco d 320 rs. o covado, 6 peeabiacaa '
Dao saiaaaajtrae.
CHITAS COM PAS.NO DE CRETO.NE.
Fazenda finissitaa, eoa lindns podioes, pelo it-
minuto preco de 3M) rs. o covado, at se vea*,
6 pjjcjiincha Cgft-^e annum .
LAS ESCOCEZAS
Uompleto MOJOanto de ll
acabar se vende a 2,i0 rs. o covado
DSo-se amostras.
CASSA LAKE.
Grande sortimento desta fazenda,
bouiios papVues qjqe lejn, viqdo e
pelo dfminuto pre?) de 2J90 ft. o
cbincba I Dip te amotteaa,
CarfAS CLARAS.
Com bonkos padroes, que se vcade HO ra> o
covado ; 6 pechiccha f Dio-se amostras.
HOlfcAWA.
Brim lljllandj, liso, o qne ha de mais finQ.pro-
prio para coatoaaea da homeos e mewaos a ve-
UJo. para seaberas, por wr muito flao e lima.'
puro, e se. ven 'e jul-i diminut < pre^o de 540 ri
o covado; e pectincha I Dao-se Mfialrai
BUNS DE COKES.
Bfins de aorea, linho pura, aom ajaites am-
dries e qae se vende pelo diauaato paaea da Tm
rs. o covado ; e peeniacha I Dao-se imuanai.
CAVLLSAS. l)E CflLEiaNE.
Camlsa.'. da cretone, o que ha de man ia*.-
cora lindos padfoue *> qu .- veode a, 4ttdOO0 s
duzia e 3*500 cada uu*, e pecbincha so t
vendo
Assim como um depo&ilo de- mais
se vendem por mem* do qvm em outra q
parte, como sejam :
Cortes de caienura de cores a 4* ; e
cba I
Idem de brim pardo lino a U500, idem.
Colchas de fastao com barra, mm to fraadjas a
M ; idem.
Idem idem braacas, iJt m idem, a 1A ; adaai
Cobertas de cUUa adamascada aa, idaatHn.
a 3*300 ; idem.
Luj,ues de bra'aaute, idem idoiu, a 24 ; ides
Toallus alcodioadas a 5*^00 a daaU ; idma.
Leacos dp ia,isa com barra a U600 a idem.
Idem idem idem brancos abainhades a IjOjg
idom.
Idem em caixinhas muito lindas a 3&500
duzi2.
Serouias te liaho e alfodio a 18* a duzia.
Cambraia Vickiia una a 3d8UO a aapa ; d a*
chincha.
Algodao marc a T largo a 4*500 eUi Deja.
Madapolao lino a 4*800 a atea.
Madapolao fraapas maito '8no a d| a peca.
Brim pardo muito liao a 100 rs o covado ;
pecbincha.
Cauibraia transparente, o que lia de avaia laa
a 6 J a peca.
Baptista; de cores moderaas e com lia doe a-
droes a 400 rs. o covado f graade pecWaeba
Dao-se amostras.
So o n. 20
V rua da Crespo, I ja das I purl*
K
Ci IMHPMH *
Junto ii loja dn csqiiiu^.
O plniM>lerimPBle n<-liM-o
das 6 hora da anambii 9
horan da < Panuo de algodao da Bahia.
Vende de tolas as qualidades Joao r df^an di
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da llh a a do H.j paaJt J< ie Ii Kiriguet de Fa
a a, rua do Amorim n. 33
Conrado fugio
No dia 5' do corrente desappareceu o moleque
Conrado, tendo os signaes seguintes : idade 14 a
15 annos, mais ou menos, cor preta, icabellos ca-
rapinlios, cabeca chata, pes tortos por soffrer de
rheumalismo, leyou ehapeo branco an massa, cal-
c.a e camisa de algodaozinho azul ; ju|ga-se andar
elle nesta cidade : pele-se, p>rtanto, (as autorida
des policiaes e capitaes de campo a sua apprehen-
sSo, e o obsequio de leva-lo a casa fios lilhos do
senador Jacintho de Mendonga, sita a rua Formosa
n. 14, que serao generosamente recompensados
Dambraia Ijordada a 2^500
a peca.
E' rom toque.
Cambraia com flores bordadas, com toque, a
1200 a peca : so na rua do Queiraado n. 43.
Cambraia a 3| a peqa,
So na rua do Queimado n. 43, junto a loja da
Maaoolia.
Cambraia Victoria, Una e traneparente, a 33 a
peca. Aproveitem.
Aluga-se uma escrava para cozinhar e mais
serviros de easa : na rua de S. Jorge n. 74.
COMPBAi
JV1
Os abaixo assignados fazera publico qup nesta
data dissolveram a sociedade que tinaam oa ta-
verna sita a ribeira da Boa-Vista os. 4 a 6, a qual
gyrava sob a razao de Coelho k Bodr^ues, fican-
do o socio Coelho com o activo e passiro do
mesmo estabelecimento, e o socio Bodngues pago
de seu capital, e desonerado de leda a respon-
sabilidade do mesmo.
Recife, i 1 de maio de 1874.
Manoel Maria Rodrigues,
comoprocurador de Antonio Go calves Coelho.
Aotonio Ferreira Alves.
Constando aos abaixo assignado achar-se nes-
ta prac o Sr. Manoel Fernandes de Carvalbo,ren-
deiro dos engenhos Barra e Preguica, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obztqoio devir entender-se com o
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptoiio.
__________________Tasse Irmaoa k C
Pede-so no Illm. Sr. Jose de Barros
Albuquerque Lam, alumno da faculda-
de dedireito, que residio, em o anno pas-
sado, ua rua do CaKleireiro rj. 12, o favor
de apparecer na rua do Hospicio r.. 33
negocio que lhediz respeito.
^ AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedceiro e
carapina, paga se bem : a tratar qa tbesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
f Trastest
Compra se e v6nde-se trastesllovos
e.usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48.
iaz
d* i>riiarira qualidade.
So armaze-n de J lvming. d.. Carma e Silra,
rua do Am .rim n. 41, wnde-se cm grosso e
retalho o melhor keruzeoe, da bem acraditadi
marca de Henry Fomer & C, garaaando-tea ama-
lidade e quantidado certa d-> liqaido .No mesnv
armazem tem para vender at di>ositos com tar-
lieiras e muito asseiados, para casas dc familia, \. r
I *iX,0 cada um.
Vende-se
pes de sapolas de todoi os
qualidade, o tempo a propri
rua do Hospicio n. 75.
tamanhos, de optima
pa a pJaau-los : na
Vende-se, ou troca-se por casas na Boa-vista
m aluga-se um sitio ua Capunga, rua da Ventura
i. 30, com 150 palmos de frente a mais de 300 de
undo, com boa casa, cacimba, cocheira, estnbaria,
te., todo murado, com portao de ferro na frente :
tratar na rua Velha n. 10J.
(Ji;:j)'.'M)S para sonhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
t lento de chapeos para senhora, ultima moda e
^ ende por preco commodo
Vende se uma pequena taverna, com poucos
indos muito afreguezada e com casa para inora-
c a, na sidade de Olinda ; o motivo da venda i
p >rque o dono se acha doente e nio pede conti-
u lar : a pessoa que preteiider, dirija se a rua do
mparo n. 47.
polices de juro de oitopor
cento.
Vi ii Jo se nas obras do mercado publico
tar com Jose Augualo de Araujo.
a tra
Aos Srs. advogados.
Vende-se por raodico proco a colleecio comple-
ta das leis do Brasil. desde *JJ08 a!e 187* : a tra
ta(- na loja de Mme. Falque, rua Primeiro de
M|rco n. 4.
i _^__^^___^^^^^^^____^_^__^^_
r- Vende-se uma preta de 18 annos, bonita fi-
guta, cria de casa, com habilidadas; o motivo da
ve
pda se dira ao comprador
rija-se a rua da imperatriz n.
Precisa-se de 1 500* a jurco sob hypotheca
em uma casa nesta cidade : a rua da Imperatriz
n. 33, se dira quem precisa.
A hi
ga-se
Preeisa-se de um bom official ie barbeiro
to da Imperatriz n. 81.
o lerceiro andar do sobndo da rna do Vigario n.
5, com bons commodoa para familia, e agua po-
lavel : a tratar no armazem da travessa do Corpo
Santo n. 25. ^
------ h^' -------err;-----r Traspassa-se &16 31 de agoeto uma grande casa
Aiuga se.uma bca rasa com exceffenfes com- na powacao de Aoipaces ocoro muitos commo-
modos.aruadoeoroael Suassuna n. 1W : a tra- 4or:atfattr no l^tjdar do sobrado da tra
tar na meama rua n 171. JTem ^ mit do rigafTo, n. 1, escriptorio.
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
abar e engommar ; e para easa de pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16, l. andar.
-r Aluga-se on vende-se a casa terrea da rua
dos Prazeres n. i6 : a tratar na rua do Bom Je-
sus a. 31, 1* andar.
Attengao
Compra-se um Vademecurn Horaeopatha,
do Dr. Sabino, jd servido : a tratar no 1
andar desta typographia.
Vende-se uma venesiana
das Trincheiras n. 50.
- Vende se uma pequena parte do sobrado de
do is andares da rua Djrajtt, B- 444, esquina do
be co do Lobatu: quem o preleader diriia-se ao
esi riptorio do Dr. Aagelo Henrique* da Suva, na
ru i do (Jfetpo n. u.
Traspasso de casa.
CiiBPRA-SE
um par de fronhas grandes de lab^rintho e um
outrj pequeno, que seja nno e bem'feito, em ts-
gqiio : na rua da Visconde de Alfeuduerqoe n. 39.
Compra'6e uma casa no bairrd de i.
a tratar na rna Augusta n. J49, 2. andar.
Jose
r Compra-se uma escrava que f seja boa qoi-
taadeira, e cozinhe alguma cousa t a tratar no
Jaago do Paftito a. 16,_ tavema.
ftompleto sortimento de fumos da Babia para
chi rutos. Entre as diversas marcas ha as espe-
cia is de Bastos 4 Sobrinho. Vende Joao Rodri-
gut s de Faria, a rua do Amorim n. 33.
car
Suem pretender di-
, loja de lonca.
Eogenho em Serinhaen.
Vende-se dua partes do
engenho Novo, sito na fre-
guezia de Serinhaein, dista ri-
te da estaqao di Gamellc'ra
3 ieguas, moente e corrente.
que safreja cerca de 3.000
paes, com optimas terras.
movido a agua e bem obra-
do, por precjo commodo. a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirda-, a rua das Calcadas
n. 14, ou no arsenal de
guerra.
CHITAS
o covado.
ara;
franceia : na rua
Fumo.
a 240 rs.
So na rua do (Jueimato a 43, defr-
da Indepeadearia
Sd ma loja daa rerhint
Caitat prams e de cores com ealweai da earei.
sendo mnito boa, a 240 rs. o civad
Aproaeilem fregaaaa*.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os wguiates :
Barra,
Pregulfa,
A trator com seus proprietaries
e para informacoes com Joaquaa Piato
relies Filho aa mesma cidade de
T*s*o irmaoa C
d* He
VENDE-SE
bfo do algodao de 2 a 3,000 arronas, a en-
trej ar no Recife, ensaccado, ou em Una, a granel :
aia-te oarat da Giu*, armazem n. 16.
Sal do Assu
A bordo do Mate Leonilia Aa Cruz, fuadeado
con ronte ao trapiche Barbosa : a tratar com o ca-
puap a bprdo, ou com Antonio Alberto de Souza
Aft tax, i rua do Amorim n. 66.
Bool negrrio.
Vende-se o grande e espaco-o armazem de mo-
lhados, site no pateo do Canno, esaoiaa da raa
de Hortas a. 2, proprio para gnnde pma/awu,
por ter duas frentw, e o alngnefser maio laaaa-
vel, a rail" da venda perqae o leao acaa
doente e tem de ir ao sertao a^.tar se : ejaaa are-
tender, pede-ee dtrigir ao ateein)
VendKge
uma meia-agua na rna de r-lha de Saata Mia a
96, pela quantia de *, ajue reade tOi i
a tratar na rua do Socego n. 31
i


"""*""
r* ,
'
Diario do Jerotenteuoo Quarta feira 18 de Mait* d* trStl
fazendas finas
Rua Prjmeira de MarijD n. 7 A
BE
Oofcdeiro Simi&es <& C.
E' esta itim* das casai quo hoje pode com pri-
mazia offerecer aos aaus fregnnzes am varialisai-
rrc sortimento de fazendas fiaas para grande tab
iette, e bem assim para ieo orciiaario de todas at
classes, e por precos vaotajosos, das quaes (az urn
pegaeno resume
Mandara fazendas as casas dos pretendentes,
para o qne tern pessoal neeessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaptes de todas as edres.
Gorgurao branco, lizo, de Iistras, prato, etc.
Setkn Macao, preto e.de ires.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta u.,de cCres.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de seda, branco e preto.
*icas basquinas de seda.
f.isacos de merino de cures, la, ate.
liantas brasileiras.
Coites com caaubraia branca com lindos borda-
Ricas capelias e roantas para ooivae.
Riquissicno sortiuiento de las com iistras de
seda.
Cambraias de cores.
Pitas raaripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de Ijndos padrogs.
Baptistas, padroes deiieadus.
Percalira* d quadros, nraos e braacos, Iistras,
etc, etc.
Brins de linho de ejir, proprips oara vestidos,
com barra e Iistras.
Ricos cortes de vestjdo de liaho. r sites da
oiesma cur, ultima mod?
Ditos de caml'Faia de oores.
Fustao de lindascores.
Saias bordadas para seahoras.
Camisas bordadas para serrlioras, de liDho e al-
godao.
Sortimente de luvas da verdadeira fabrica de
Jouvio, para homeas e senhoras.
Vestnarios para menini.s.
Dims para bap&aftp.
Chapeos para qito.
Toainas e guardanapos adarnaacados de linho de
I.para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de caraisas de linho, lizas e
nerdadas, para horoeqs. *
Meias de cores para homens, meninos e moni-
sm
Ditas escooezae.
Joipn'stJ sj.ftnaepw de chapeos de sol para ho-
mens e seanoni.
Merino de eOros para vestidos.
Dito preto, trancado e dito de verio.
*Tlhado de linho e algodao para too)
toalhado pa'do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de r^res e preto.
Setim de liodas corqs com Iistras.
Chales de merino de c6res e pretcs.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta. e de cures.
Ditos de touquim, f,
Camisas de chita Dara home.o,-.
Ditas de flauclla,
Cerqulas da linno e algodao.
' Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
2 Lencos bordados e de labyriolho.
Colcrias de crochet.
Tarlatana de todas as c6r.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para c6rtes.
Espartilhos Iisos bordados. .
Foulard de seda, liddas c6res.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas deseda e la para senhoras.
Rico aortimanto de lequee de madreperolas e
u?SO.
Damasco de seda.
Oasemira preta e de cores.
Chitas, rnad.ipolao panao fino preto e azui, col-
lartnhos, punhos de linho e algodao, gravatas, la-
vas de no de Escossia, tapetes de todos os tama-
nhos, bolsas d" viagem, peitos bordados para ho-
mens, len^DS de linho branco e de c6res, toainas,
gnardaoanos. etc.. etc._______________
i
da Imperatriz
PARA LIQUiDAR
n.
60
jj
500 r. o CAMISAS
lUANr.K7.AS A 2^000, 5500
39U0OE 3:300.
Orauailina preta a
covado.
O PavSo vende granadina preta o lavrada .
pelo barato preco de 500 rs o covado. O PaTfi0 vende bonito fortroento di.
Marlanolito rnfestud.. a S900O camisas francezas com peito de algodao,
a neon 2?0OO c 2350O. Ditas com peito de lintu
r v de 39000 a ?H)00. Ditas bordadas muitt
0 PavSo veade pecas de madipolao en-| fipas de 690C0 a 109000: assim come
festado, pelo barato preco le 35000 a pe$a.' grande sortimento de ceroulas dc liobo e d
Ditas sem ser entestado, cam 20 jardas, a '' algodao, por precis baratos, e tambem tern
59000. Ditas com 24 jardas muito boa comp'.eto sortimento de punbos e collariahos
fazeada, a 69000, 69500 e 79000.
ALPACAS PRKTAS A 500, 6V0 E 800 RS.
0 Pavao tern um grande sortimento de
alpacas pretas, ojue vendea 5'M>, 6i0 e 800
rs. o ewado, assim como grande sorti-
mento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, merinds, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
Stodinhaa a l-MIOO.
0 Pav8o vende sedas com listrinhas de
cores a 19600 o covado." Ditas com pal-
minhas a 29000. Ditas com toque de mofo
a 19000 e 19400.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
09000 E 79000.
0 PavJo vende um grande sortimento dc
cambraia Victoria o transpareote com
8 1/2 varas cada pe?a, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 09000e75000
a pejja, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7^000, i pechincha.
NOVAS LAZ1NHAS 1A 560 RS.
0 PavSo recebeu pelo ultimo vapor ub
elegante s srt'raento das mais lindas laizobas
para vestidos, sendo transparentes com as
mais delicadas cores, e modermssimos pa-
droes, que vende pelo barato preco de 560
rs. o covado, a" rua da Imperatriz n 60.
UQUIDAQAO DEROUPA PARA HOMERS.
0 Pavao vende um grande sortimento -de
roupas para homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto de casemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avul-
tado sortimento da calcas de casemira preta,
de cor, de brim de cor e branoo, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Teudo tambem um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende
todas as roupas acima mencionadas pelo ba-
ratissimoprego, por querer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz c. 60, de Felix Perei-
ra da Silva.
Acba-se constantemente abertoj
aso de noite..
tanto de linho como de algodao, por pregw
em conta.
Esparillhos a 3?500, 49000
o^OOO.
0 Pavao vende um bonito sortimento d
espartilhos modernos a 39500, 4(j000 e
5J000, assjm como um bonito sort.mento
desaias brancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de lasinha de cores a 39000 : e* pe
chincha.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA r
JANELLAS, DE 79 ATI" 259000 0 PAR
0 PavSo vende um grande sortimento A*
cortinados bordados, proprios para cama e
janellas, pelo barato prego de 790Q0,89000,
10^000 ate 259000, assim como : colxas
de damasco dc la muito Una de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para lengdes,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 de
algodao a 19800 e 2C000 a vara, e de linhc
a 29400, 29800 e 39000 a vara: 6" pechin
eha.
CASEMIRAS A 59000, 69000 E 79e00
0 Pav3o vende cortes de casemiras par*
calcas, sendo padrees modernos, pelo bara
to preco de 6O00, 69000 e 79000 0 corte,
assim oomo : pannos protos dos melboret
que tem vindo ao mer,eado, de 49000, 89 f
109000.
ESMERALD1NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes esmeraldinas com Iistras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
',0 de 800 rs.. 0 covado, ^ rua da Imperatriz
|n. 60.
( ci ..ento do PAVAO, das 6 boras da manbi.
f is
A Nora Esperauca, a rua Duquede Caiias n. 6J
ipressa-se em coavidar a scus fraguezes. com as
pecialvdade ao bello sexo a virem apreciar os se
gqintes artigos expostos i venda e lodos por preco*
ecunmodos, como sejam:
FiNiiS BONECAS manias e choronas.
liQNITAS E ENGRA(,:AUAS villas pan steiHo*
copies.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
ISLE; liG.NITOS VASOS com Una banha e cheiroso;
exuactos, trazepdo cada Irasco um aoar^, tuna ini
cial ou am distipo.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas coi
de carne.
Para peiu goslar.
A' Nova Espcrante a m Duqoa da Caxias a
S3, acaba de receber tectos e caixas para 0 jogo d.
Voltarelle.
S'arii A Nova Esperanra, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber as procuradas meias da bor
racha para quern soflrc das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperan^a, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um Undo e complete sorti-
mento de flores artiBciaes das melhores que tea
vindo ao mercado
A alias antes qae se acahem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias 0
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
e esla se vendendo por precis razoaveis.

Vende-se
SfagnoJia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
i5, encontrara seiapre 0 respeitavel publico um
omplete sortimento de perfuraarias finas, objeetos Ciraento Portland.
e phantasia, luvas de fouvin, artigos de moda e Vinho- angarrafsd *
iudezas fin?s, assim como modicidade nos pre-. Madeira.
s, agrado e sinceridade. Sherry, de super or qualida !:.
Anaeis elcctricos 1^,..
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-1( ldtom : na rna do Vrgario n. 19, !
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec- 5 1
rara noivas.
A N.wa Esperanc, a rua Duque de Caxias a
63, racebeu um pequeno sortimento de anneis
puiseiras electricas, proprias para quern soffre dos
Dervos.
GRANADINAS
Granadinas de seda pura, preta com Iistras
de c6res e padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se veude pelo di-
minuto pre^o de 500 rs. o covado, por ter
um peqpeno toque de mofo, e fazenda de
29010 o covado ; e pechincha. Dao se ;
amostras.
Brim \mm)
Rrim branco muito fino, fazenda de
29500 a vara, que se vende por 19400 a
vara, por estar com um pequeno defeito ; 6
pechincha.
MetiBS francezes
PBEDIlECrA SO'O
E
Vende-se um pequeno si io peito. da- osU-
rtbo do Salgadinho, tendo de frente !50
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
f.i'n uma elegante casa de taipa, acabada de
1 roxim e bem asseiada, tendo '2sal s, 2
quartos ecozinha f6ra. 0 terreno 6 pro-
prio bow '!e plmtlaeoes tendo algumss
arvores de sructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para ver e rmais expliea<;6es, no mesmo si-
tio a qualquor bora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, c para tratar, na the-
scjucawa d s loterias, rua l-# de Marco
!) 6.______________________________________
S. CARtOS
Vende-se ou arrendase 0 errg^nho S Carlos, em
Ipoinca, moente' e corrent, irom todtis as obras
em'psrfeite estado de censerva^ao, e muilo bont
d'agua : a traiar na travassa. da rua Duque de Ca-
xias'n. 3, 1" andar, com Gabriel Antonio de Castro
Qaintaes. ________^______
Salsa parrilxia.
Nova remessa. excelleDt"? qnalidade ; vendt'-se
11a rua do Yipario a. 16, 1 andar.
Salsaparrilha de Ayer
PARA PITBIFICL-R O BANOUB.
0 renome d qne goai erta et-
oellante remedio 6 devido a milha-
res de cures qne tem operado, mu-
itas das quaes sao verdadelramesto
maravllhosas. Innomeros sao os1
A' rna do Cabana n. f A.
Os proprietarios da Predilecta, no intnito da
conservar o bom cooceite que teem merecido do
respeitavel publico, disUnguindo o seu estabeleci-
menlo dos mais. que negociam no mesmo generc
veem scientificar aos sens bons freguexes que pre-
?enirara aos sens correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lbes enviarem por todos os pa-
quetes os objectes de luxe e bom gasto, que se-
mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
NA
Rua 1. de Marqu d. 1.
Caufronte o nroo do Santo An-
tonio.
Bttfi vendenda suas fn_n_tasj <-om
30 p*r (Tiito uiciiuH que cm. outrn
ciualquer yart-.
A sabef :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
jam uidia ucui an;ii>Jo p^iao wvnuouu viut.u^, v'x^nn A *vl
s^ia_wr at ssriis-: S! s !a' spcrtor qMlia,de-a
artigos da uluma moda, veem patentear alguns *^f*5S_*a?_i
casos em que o systhema, parecen-
do s'atnraao da podridfio de enfep
miflad'Ss escroniloMS, tem sido
promptamente restituido 4 saude.
As afieccoes e desordens, ageraT-
das pela contaminafSo esCrofulosa,!
att pr yiuzircm dores mortificaptes,'
tf m sldo tam radical e tsni gcrafmeote' curadas por elle, em
todos os pantos do Ittperio, qua o publico mat precisa de ser
informado das suas virtudes e do modp de usal-o.
0 veneno eserofuloso e um dos mats destVuidoris inlmigos1
do nosso organismo e deixa-o fnico e iuerme contra molestiaa'
fataes.' Ora, patenteta a>rm%C9U0 d* que corronrpen 6 corpo
( entto, em momento opportune, laVre ropidarnente sob algu-
ma de suas hediondas forma*. iA na cutis ja dos orgams
Vitaes. Neste ultimo caso ctejxHita; muiUs vezes, tuberculos
ncs pnlmoe*. no ngado, no corkcaA tfC'i quando n&o se man-
ifesta em iv.coes, turaores, etc.
A inim.,ri f.V.' porigoso e tain perfido nuneft se dere dar
paarida, ta.~mu.l-q 6 sempre melhor do que.combattel-o.
Assim. antes il: aprurecerem os proprios lympUumuu active*,
o nsa resuitados funestos. "B
As pess&ae que sofh-m de Erylpelai, Togo d* S. ^n-'
rr/cermt, e sensibilidade dolorosa nos ouvidos, olhos, be.;
dor noa oaaos; Dyspepita ou Indlgettoes; Hydropetia,
Mfttestial do Coracao e So Tigado, Epytipitm, Kev-
-"-ema mosi
BAZBATAX*
ralgia e de varias outras afleccSes do syathema musculare
nervoso, acbarfio seguro alllvio usando desta
KJX.UA. db at em.
A Syphilis ou MoleiUat i entreat sao Curadas com 0
scu uso, poato que sejn necessario mais dilitado espaco da
tempo pare eubjugar tam impotinentes eofenmdadaa.
A Leueorrhea, ou Floret Brancas, as ulceracoes nteri-
nas e du antriormeate cutadas por seu effeito purifieador
vigoretivo. =.
O Bheumatismo c a Ootla, quando causados per acu-
luulacoea de materias .axtranbas ao sangae, cedem-lhe facil
raento, de mesmo modo o Mai de Eigado, Congetdo oU
Infiammocao do Bigado, IcterUU,, qn_do sao oriundas
de maus residuos no sanguc.
A Salaauarrlltaa e un exceUante reataurador da
forca e vla"r do ayathema.
Assim, todos os que soffrere:.-n Languor, Fhlegtna, Dtt-
maioi, Insomnia e que sto fncommodados com Apptj.
hensoet e Temoret Ifervotot ou qualquer ontra aBeocao
provenieate de DebiUdade, ociiarao do seu poder renovador
o mais seguro expediente de prompts cure.
PBEPABADi POE
J. C. Ayer & Ca, Lowell, Masfl^ E. 17.
Chimlcot Braottcot e Analytical.
\ VE^TOB SE FOR
d'entre sties que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concbrrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e da
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completes de borracba proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Bot5es de setim preto e de cores para ornate d
vestidos de seithora ; tambem tem para collete
palitet.
Bolsas para senhoras, cxiste um bello sortimen-
de seda, de palha, de cbagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bnnecas de todos os tamanhos, tanto de louci
como aeccra.de borracba e de massa ; chacu-
mo a attencio das Exmas. Sras. para este artigo.
pois as vezes trnam-se as crian?as um pouco im*
pertinentes por filla ^de um objecto qne as en.
tretenhaiD.
Camisas de linho lisas e com peitos bordadot
para homem, vendem-se por preco com modo.-
Ceroulas de linho e de algodic, de diversos pre'
'cos.
Caixinhas com musica, o qde ha de mais lindo,
com distieos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques 09 mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para-senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, oomo para
meninas.
Capelias simples e com veo para noivas.
Cah*as bordadas para meninas.
EntrWneids estampadbs e bordados, de lmdoi
d>sAnhos.
Eseovas electricas para denies, tem a proprie1
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exhte ma
g-ande sortimento de dive^as larguraS e baratc-
^reco.
Fitas de sariat do gcrgi'rao. de setim e de eoa1
ojjk-'e, de diversas largnras e tcnitas cores.
Fachas de goreurao muito lindas.
Fr ra' artiAciaes. A Predilecta -prima em con-
ervar sfmpr6 um bello e grande sortimeirto des-
as Sores; nio so para ebfeitft dos c^bellos, come
tambem para ornate de vestido de noivas.
Glides de algodao, de IS e de seda, brancos, pfe
ids' e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
t;sr,os de cambraiH e de seda de diversas cores
para senoora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
ooiva.
Livros para onvlr missa', ccm capas de madre1
perola;, marflm, ds^o e veWndo; tudo que bar d*
bora.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca'
Belios ; teem tambem pafa \jrar caSpas.
Pott bouquet, fm bello Sorfimento de madre-
pwola, ntatftm, dsso e daurados por barato pteco
Ferjamarias. Neste artigo esta a Predilecta ber*
providaTnio s6 em extractos*coma em pleos:
banhas dos melhores odores, dos mats afartra'dos
fabricantes, Launm, Piver, Sociedade Hygienrea,
Coudray, Gosoel e Rimel ; sao indi=peBsavets pars
Saias bordadas para senhora, por commode
prego.
Sapatinhos de IS e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
I Vesfrmenfas para,bapti?a^oo qtre ha de melno?
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilectss
de or an to preco, para flcar ao alcance
I qualquer bolsa.
Rua do Cabuga n. 1
Metins franceEes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, faeenda que j^ 9e vendeuj
por 5Q0 rs, a 300 rs. o covado ; e pechin -\
cha. Dao se amostras.
Cretones de listr; s
Cretenesde Iistras, fazenda ac lchoada, pa-
tlme&iriiiiU) 1 in Jos a 400 rs. o covado ; dao-
ss amostras.
Madapoioes
Madapolfies com um pequeno toque d<>
avaria, de 3(9500 a 55000 a pera ; e pe
chincha.
CHITAS PERCiLES
Chitas percales avariddas a 240 rs. o co-
vado; epeciiiiioba.
SO' 0
!%. 0 da rua do Creapa
Loja das .3-portas
DE
Gnlhfrn &.
Jnnto a loja da eaqnina
(ricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Daquc de Caxias n. io, re-
cebeu um complete sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios adereljoe de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque da Caxias n. 48, tem
para vender os modernos botoes de aco, proprios
oara vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duqoe de Caxias n. 45, rt-
ceben uma pequena quantidade de lencos de seda
chinaces, com lindissimos desenhos, faienda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos toques de madreperola, de tartaruga, de
martlm, de osso, e de muitas outras qualidafles :
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mpro 45.
Attenqao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
fc5, acaba de rectber os scguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marflm.
Rices albuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com fini -simas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Uicas carras para cortura.
Vestuaiios para baptisado.
Toncas e sapatrahos dc setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de velludo, etc etc.
"ROVIDADE
Grande liquldacao de
FA5EEariAS
Rua lo _ivranieuto n. SO.
Larinhas do bonitos padrSes de (60 a 240 rs.; \
alpacas de todas as cores e boa fazenda a 240 e 400 ,
rs. o covado ; chitas esearas e claras a 240 rs ;
baptistas modernas a 280 rs.; precale3 finas a 320,
rs.: melins de todas as cores e de boa qualidade
a 210, 280 e 320 rs.; cambraia de cores a 240 rs. j
o covado ; chapeos de velludo e palha para senho-
ra a ki>\ vestidos para menino se baptisar a 5# !
muscelina de cor muito boa fazenda a 280 rs.;
caiias. rox*s a 200 xs.; ditas pretas a 200 rs.; ma-1
dapolao a 4$, 55500, 5^800 e 6* a peca; dito
francez a 5J, 6* e 6*W0; algodSo a 2*500, 4*. I
4*508, 5* e 5*500 a peea; loalhas para rosto a
360 rs. ou U aduzia ; dMas felpudas finas a 800
rs. cada uma; cortes de casemira a 4500; ditos
de brim branco e de cSres a 800 rs., 1* e 1*500 ;
dlt09 de brim de linho brancos e de c6res a 2*;
algoiao -azul a 8# a peca, com 41 e 42 jardas!
damasco de la com duas larguras a 15 o covado
Amaral Naboco & C. vendem leqne, larsM
nissimas aberluras de ergniio de I oho par*'
misas, fronhas, de labyrintbo e burdadaf, a
de larangelra, colcha de seda e de crochet,
nados para cama e lencos bordados, tuio prtpisi
para casamentos.
Mez marianno.
Amaral Nabuco & C. vendem pasUUus |
para incensar sanluario e ladainba do mux
riano : no bazar Victoria, rua do Barao da Vie
ria n. %
Insignias macpnicas.
Amaral Nabuco & C. vtndeni iuti;nai nap
cas de difTerciiles (:rao>: no bazar fid tf^ na
do Barao da Victoria n. 2.__________________
Vende se 60,000 lelhss, 3fin.il Hiot)s4aal-
venaria batida. deseceis mil de ladnlrn pr
drados, e 12,010 lijolos de ta|.arr.eaii ; a_ra
como, jarras de todas as qualidades, potea, psar-
tinhas e va^os para (lores, ludo muito barati pa-
ra acabar : na olaria de J s<- Carn^iro da Ojma,
na rua dos Prazeres n. 50.__________________
NOVA Mil'
em camisas de linho.
Vende-se camisas inglefes dc iinh".. m*a i-
nas, para homefr. pelo baratissimu preco 3Nft
a duzia ; quern duvidar venha ver e cxnarar :

na rua do'Duque
metrio Bastes.
de C_tH n. 88, lo/a de e-
Wll-ou huwe Ar C. vendem no sen
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno dte alg( dao aznl uomum.
Excellente rio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinfco de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidade*
Sebolas a 1#000
n o : no armaz?m da rna da Madre 4e i>! n
<:i!A
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Co-
aercio, por prego modico: a tratar com Quad
frmaos 4 C
Verde e preto superior.
Preto a 3*000 e 1/2 kilo.
Verde a 3*"i00 .. 1/2 kilo.
Na rua d<> Marqucz de Olinda n. JQ
_______antiga da Cadeia ).__________
Vendem
Wilson, Rowe & 0.
Em sen armazem a rua d" Trapiche n. l, a e-
guinle :
Algodao arul amerieano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito La/ate._____________________
CALCADO B\R\T "
8-RUA DO BARAO DA V II
lendrn Lyra & Vianna os _
(ados .
Sapatos dt transa marca chve, 5 lencos de cassa pequenos a 700 rs. a duiia !! da- ic*000.
zjj de lencos de linho, com uma bonita caixinha Ditos de dita, dem, idem, idem par 1*380.
bor 2*560M cambria branCa fina a 3*, 4*'e Ditos de ca?mira preta, para avm-ni, iijii
4*500 a peca; hamburgo proprio para toainas, i8,J(0O.
leacoes eceroulas a 360 rs. a vara I algodao azul Ditos de dita, idem, idem, idem, | ar l*rt>\
o m jsclado proprio para escravos a 160 rs. o cc-1 Focos de con s para meninos, 20 a 3!, par ?* e
vado; coletes de casemira preta e de cor a 2*500 4 jgOO.
ditos de brirn de cor a 2*; lencos braneos a Bolioas cordovan de IViak, para homem-atOf.
(aAOOadnzia ; meias fiaas para senhora a 4* ; Ditas de bezerro idem, idem, id.m 10*.
Cliegite antes gate se acafce.
Grande sortimento de lazinhas de go3tos inteira
mente escosseses, petea preocs de 200, 240, 2C0 1
440 rs. ; so se vendo poder se ha acreditar.
Baptistas, lisas e com flores, fazenda que sem-
pre custou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
preco de 320 rs., para aoabar.
Ditas Boas, padroes malisados, a 400 e 440 rs.
0 cove'o.
Cretone francez, escuros e claros, os mais no-
"vos que tem vindo ao mercado, a 480 e'500'rs. 0
covado.
Aproveitem era qnanto nao se acabam.chapeos de
sol de seda tranc,ada (paragom) 12 hasteas.inglezes
superiores, pelo* insignificante preco de 8* e 9* ;
sempre vendemos por 14*000.
Dites para sienhoray de merino, a 3* e 3*500.
Ditos de seda, cabo de osso a 4*000, e pecbiat-
cha,. ,
Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
e' 0 cabo flngindo bengala, 0 mais moderno qne:
ha, a 1*500 e 2* I
Sortimento do cbitas claras e escuras, boa fa-
zenda, para acabar, a 240 e 280 rs. 0 covado.
Popelina de linho e algodao, gostos inteiramente
novos e de cores bonitas a 800 rs. 0 covado, sem-
pre custou 1J400:
Camisas de cretoae, francezas, naodernas e su-
periors a 3* e 3*500.
Ditas brancas a 2* e 2*500.
Ditas de linho a 3*5C0 e 4*000.
Economia do-
mestica
Ditas inglfz;-.-. idem. id-m. *>* e 6*.
Ditos faspiados para senhora 4* e 5*.
Chiquiios iBfjMia vara srian.a a 2* e HBO
Ao baratciro
Na rua Primeiro de Margo n. 1.
Confronte ao arco de Santo Antonio, teja de
Agostinlio Ferreira da Silva Leal & C.
Laminhas, gosto escosset, padroes inteiramente
novos, pelo diminuto preeo de 200, 240 e 260 reis
0 covado.
Baptistas lisas, finas, e de c&res a 320, 400 e
440 rels 0 covado, isto s6 se vendo I
Chapeos de sol de seda, para homens, mgltzes
(paragon) e com 12 hastes, pek preco de 8* e 9*, grande abatimeato.
fazenda.esta que sempre custou 14*. so para
acabar. .. .
Na rua Primeiro de Margo n. I.
Loja do barateiro.
Grande liquidacao de camisas ingiezss, '"*-
cezas e snissas, de todas as qu.-'idiJes c g*4m
a 15*. 174 e 18* a duzia t FT para adrairar
Sortimento complete de camisa-, isltahc ._i
pequenos defeito, por Ho pouco dmhiro I
Faz-se mi ter virem apreciar ogran a ellas a ellas.
Chapeos de sol de soda para ?en"ras,a 3* !
dar-se ha 0 caso qne nio acreditem *
Metins fraiieeaes, esenro-*, tra^sad >. a *" tis
0 covado; estaioos acabando, estaia-* '1 sat
no !3r-
duzia.
Ditas felpudas a 7*, 7*500 e 8*OCO
Esguiao com 10 jardas, pelo preco de 4*500 ;
barato com effeito '
Rna do Barao da Victoria n. 2!
Cariieifo Vianna, !
A,' este grande estabeleciuwrUG, taa,*^
gdo um bom sortimento de macbinas paija1
costura,. de todos os autores mais acredit*-
Tosihas- de linho dv Purto a 7*500 e 8*000 a ^ ^rrwmeute na Europa* cujas machinas
sie- ga-rantidas por um anno, e tendo nip
a perfeito artista pars ensinar as mesmas, efi
1 quakmer parte desta cidade, como bem a*
Cambraias Victoria e transparente, fazenda' fina, i V" 'ttC^RWnu .u, !5iSS__5_E *__
brancos a tt. Neste estabelecimento tambem ha pertengai
Ditos de linho, abanhadbs a 3*600 e 3*800 'parft,a6 raesmas machinas e se suppre qual-
duzia. '___": _. '^upr neca aue seia neceasario. Estas ma-
Grande sortimento de brins de core*, padroes preprks para meninos de escola a 410 e 500 rs.,cbiM* trabalbara- worn todft a P^pM
o covado. .lumedous pospontos, franze e borda toda
Botinas para sehhora, pretas e de cores, p'or'4|''uaique, cosiura por fina que seja, se^U
e-ntSOO, lsW froi ,atBeralrnaK, ii_^ duas .arguras. pelo barato. Uar a m*o de 30*000, kWW W<]<>
nreco de 1*200 a vara, e somente para acabar. e 509000, para trabalhar com o pe sao fle
MuitesouffoS artigos que deixamcsde'men'cio-'goftooo, 909000, 1009000, llO&OOpi
nar para nio massa nnssos fregueze?-; mas one, ja(mA0'A i30000, 156^000, -2609000 e
^VSSK1^' -WOOO; emquanio aos autores n_ ha f
Sp o barateiro quer queimar teracfio de precos, e os compradores poderp*
Para rival nao eneontcar. visitar este estabelecimento, que muito de-
A' rta PrimeWo de Marco' n. I, awiga do Cres- -^ pela variedade de obiectoc q e
errerra dnSuva i.eal & C ^ J ^^^ tQmQ ^ ^ j
ras para viagem, malas para viagem, c
Farinha demandioca
DE
porto asm
De superior qualidade e muito nova, chegada
pelo ultimo navio : vende-se a rna do Brnm n. 92,
armazem de assnear. .___________
teiro.
po, de A8*!stlnholFerrei*a
Com avaria
A 4$000, 4*600 e 5#500
MadapOloes cOlttloqee e avaria, por muito ba-
rato preco, em vista da qualidade ; assim como
saias de la avariadas a 4* quem pretender, ande
ligeiro a rua da Imperatriz n. 60, para nao ter de
se afrepender. ________,
CAFE' DE JAYA
0 unico verdadeiro ven-
de-se na confeitaria do
Campos
_4 Imperader M
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa
Farello novo e
__ilho pequeno
Da melhor qnalidade no armazem de farinha
de trigo de Tasso Irmaos & C, na praca do caes
Paris n AmerlCa, a rua UU- | espelhos dourados para sala, grandes e
'quenos, apparelhos de metal para end, fa-
.,_,' queiros com cabo de metal e de marfim,
primeiro andar, ^ade receber um g* i Jjtos avolsos, colheres dfe metal fino, condiei-
cslrangiHi^.
imerica, k
qu de Caxias n. 59
1 fas para saias,. ditas de balanco, ditas 'para
'criaaQa (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqubsimas, para senhora, des^ensavtis
' para erianc#s> de todas as qualidades,- canlas
de ferro. para homem e crianc.as, cJpachos,
sortimento de cai^ado3 estrangeiros para homem e,>~- """T""" "...4. rnmidas de
senhora, viado entre elles um lindo sortimento de ros para sala, jarros, ^uaraa cora,a?V^
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas para arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
criangas, que tudo vende por precos razoavais. 1 pM forrar i6\9S% lavatorios compIotOS, dips
Ultima moda. i pi. obictos Pa" ?^: ^ 5f
,. r> r ,K tos artigos que muitodevemagraaar a txw os
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-1 ? 1 ____, Qc>r.t.Wirnp*to
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure, que visitarem este grande estabelecline to
do cdres, apropriados aos vestidos chques aa ac- que se acba aberto desde as o uoras as n n
tuaiidade._______ '^ _________i nua ate as 9 horas da noutei
As unioa verdadeiras Rua do Barao da .Victoria
Bicba? hamburgoezas qnr vem a este mercairP \ 99
rue Marquez de ulinda n. 51 ** '
50 por cento menos
do valor
Frederico Pinto & C, tendo aeabido com a oH-
cina de alfaiate, tem am grande sortimento de
calcas de casemira de cdr, brim branco n 6, e de
linho de cdr, colletes de casemira, gorgorlo, brim
branco e de eef, fraques de panao, casemira, me-
rine e alpac_ ; Hide obras de encorameBda, as
3iiaes vendem a dinh-iro com KO por Or9.aenos
0 cnslo: na rua do Marquez de Olinda n. 40,
toja._______________^_______
MOFO.
E pechincha.
Brim pardo fino, com pequeno mofo a 360 e 400
rs. 0 covado : na rua do Queimado n. 43, defron-
tc da praca da Independencia.
NURTI1ENT0
M E DIQIK i
Prepars-I*
Lauman '-. kerW
para _.iMa
If 1 la a qn iid*Je
de doeuQas. ^ur
seja na carpto*
peito if u>jfes.
I jp?._an .to
pfolhidad* t^-
lboiesfig.vio^ i_
qiaai I e ealrate
n oleo no 1 r.aoo
da Terra V,*
pu'ifioail'f'rtflBi-
cahueatc, t y*m
valuaveisfirc^sri-
edaies cooserw-
das com 1 In 0
cuidado,eattado
ofraseosegtraa-
teperfe'' a:e>-
t-- papa.
Eato oieo ta_
sidu subsaHiia
a um I'vame taan-
tr> sev oajnk"" dV _M
tatoaaa, dr- -
v.-rno h-spaoMl
em Cuba 1 W
pronunciado par
elle a confer
MAIOR PORQAO D'lOMRt
do que outro qualquer oleo, que ell-, tea
'laminado
IODINO E UM PODER SALVADOR.
Em todo 0 oleo de figado de bacalbio, I aa-
quelle no qual contem a maior porcic d_to
invaluavel propriedade, e 0 unico men \***
curar todas as GARGANTA, PEITO, B0FES, FIGAi>0,
Phtysica, bronchistes, astbma, catbi raa.
toase, resfriamentos, etc.
Uns pouco6 frascos da ccrnes ao
magro que seja, clarea a vista, e *
a todo r> corpo. Nenhum outro arti,io ^
nhecido na medicina ou scieocia, di taaaa
nutimento aosystenu c iix ornmodandf quaai
nada o estomago.
As pessoas cuja orgamsacio tem sido ie-
truida pelas affecc6e* das
ESCROFULAS OL KHElMATItfaO
e todas aquelUf, cuja digesUo se acaa
pletameHte desarraujada, devem toaaar
0 OLEO DE FIGADO DE BACAUiAi
BE
LAS MAN & 8\EW


8
LflTEBATUBiL
Boim* typo*.
I
Senbora, de attends > dai-me u-k momento:
S3o dous retrains que mostrar-vos qu ro.
Com elies Jivertir vos eu espero,
Que 6 bom divertimento
Typos nnalisar no-.os ou velh s ;
E is vezes bons conselbos
Se pode d'essa analyse colher.
Vejamos o primeiro.
D'el-rei D. Manoel u cavalleirj.
Seislustros, para mais, deve deter...
Nao e rapaz, portantq... nem bonito.
(Notai n'este>eu dite,
Que eu distingo o bonito do que 6 bello.)
Que aspecto melanch Iico f 0 desgosto
Que a vida lhe ensombrci, no seu rosto
Todos, ^o contempla-lo, podem le lo.
Ama, senbora, a ua I... u d pjeta 1
0 qu.> vale dizer, que em tal affecto
Chega a tocar do sentimento a meta !
Ama, sim I e apezar de ser amado,
E'bem dt-sveMurado !
Diario de PemambucO Quarta feira 13 de Maio de
No pobre corac2o
Da tresloucada moca em breve morre
A iunoceote illusfio I
Os Narcisos,, senbora,
Sd se amam a si ; nnguem o ignora,
0 que poderao dar a quem os aaaa ?
Uma vida op^lenta da .. pesares,
Que ainda malpor serein tlo vulgares,
Nem d'ellaa trata a farna I
Confroutado o; dous typos, vedc agora
Como tudo no mundo esta mudado !
N'outro tempo, um poeta, muito embora
Fosse plebeu e pobre,
Era de veras, com orgulbo, amado
Tor muita dama oobre.
A prosa dosjanotas, bojeera dia,
Tem mais aceitagSo do q ie a poesia I...
N'estes tempos felizes
De commrrcio fidnlgo, e de doutores,
Nao ha ma s Leon .res,
rompando a ordem de nossas reflexdes,
vollemos a attengao para outro assum-
pto.
Ji conheciamos o relatorio rcceniemente
apresentado & Assodagdo Iieformista de Gt-
ntbra pelo infdtigavel propagandists da re-
pres.ntacAo dasminorias, Mr. Ern. Naville,
quando com agradavel sorpresa encontra-
mos no Correio Paulistano a traduccflo de
uio importante trecho desse trabalho, que
attests pela soberana ehqueucia dos factos
qu3o largo caminbo tern vencido a generosa
propaganda da regeneracao do systema re-
presentative pela adopgSo do principio alt -
mente moralisador da representajao das opi-
nions na proporcao de sua influentia.
Sem a intencao de fundamentar desde
ja* a pref_-rencia quo nos merece o systtma
empirfco da p uralhade'simples, ndopta-
do pelo projecto do Sr. ministro do impe-
rio cocao o de mais facil mecbanismo e o
I8li
flem Lauras, nem Natbercia, nem Beatnzes, em que melhor se ajustam um grande nu-
l'orem, o caro objecto
De tao profundo amor porque nao vda
Aos braeosd'ulle ? Porque nao corda
Do seu poeta a cbamma abrazadora ?
E porque hj dous otstaculos, senhora,
Que a dama, que um portento e de belleza,
Tolhe d'alma a anciedade.
F um d'elles o ser ella princesa,
Filhn do rei maior d'aquella idade I
O outro... Ah senbora, como o fado
Para elle foi mesquinbo I. .
0 outro... ouca baixinho...
E' o misero poeta ser... casado 1
Sabeis como se cbama o cavalleiro,
G poeta, o infeliz ?
E' Boruardim Ribeiro ,
E o nome da princesa, e Beatriz.
Que valham um soneto,
DVssas mulberes anjos, que a cultura
De em grandiuso affecto
Sob.epozeram a fallaz vcntura
De eph -meras grandezas s ciaes ;
Quesoubrram aquellcs qu* as amaram
inspirar obras grandes, que os tornaram
Poetas immortaes.
Dessas mulheres se extinguio a raja,
I'o-tas, ha os sempre, por desgraga
Dessas aimas fadadas p'ra o sublime,
Mas & raingua d'afleeto que os-mime'
Cedendoa praga aos lubricos heroes
De figura e semblanto abouecndos,
Fazem como os melifluos rouxinoes,'
Quyndo os cercam pardaes, ticarn calados.
A. Ancora
Rcfonua eleitoral,
IDEAS CAPITAES DO PROJECTO APKKS&a-
TADO AO PARLAMENTO.
I
(Continuagao.)
Nao quiz a natureza
Dar-lhe dotes de pbysica belleza ;
Mas deii Hie Deus alma sublime, teroa,
Que em languidas saadades
De uma harmonia celica se externa I
Deu-lh o dom d'esse esplendido talento,
Com o qual as sublimes veleidades
Da real Menina e mefa divinisa,
E com ella etermsa
Do seu coracao nobre o sentimento I
E quem julgaes, senhora, que mais desse ?
A' formosa priuceza,
Que na opolenta corte tesplandece,
Em olhar com ternura,
Do meio do fulgor da realeza,
P'ra o poeta de origem quasi obscura ?
Engano! E esse amor p'ra recompensa
Bastava aquella adora^ao immensa-
Que tao d'alma o poela lhe votou.
Mas elle deu-lhe mais Com seu talento,
Desawlades ergueu lhe um monumento'
Que immortal a tornou 1
II
.ig'j;a aii.ii_> auuius
0 segundoretrato. Ante u6s temos
L'm bonito rapaz... este e" bonito 1
Conta apenas... (senbora, n'esta gente
A ilaie raras vezes e patente...)
Sejam .. vinte e dous annos... esta dito.
Queluzente cabello perfumado,
Bern no meio da testa
N'uma linha rectissima apartado !
No liso rosto, o no bigodo, attesta
Do seu barbeiro a habilidade rara,
Quesoube assim tao clara
A bem raspada cutis lhe tornar
Com alvo p6 d'arroz, para na cara
0 bigode, mais negro, destacar. 1
0 colic rinho'de brilbante alvura
E' urna apotheoso a gomma dura !
Nos punhos e no peito da camisa,
(Vede como harmonisa
0 bim g)sto e a modestia, este tnenino!)
Botoesde... ferraduras, de ouro fino !
0 fraqueeuraa luva!.. ealuva.. nm fraquel
Calga e collete no rigor da moda...
E o botim de verniz, onde acommoda
0 pe\ que em v3o suspira por duraque,
Senhora, esse botim,
Eoche de orgulho a arte de Sao Cbrispim |
Que bonita figura !
Do Journal des laitleurs o gravador
Jarnais pintou gravura
De fignrino de maior primor 1
Que nome lhe daremos,
Quo diga bem em moco tao bonito ?
Os Narcizos n3o tem nome esquisito.
Senhora, procure^nos,
Para lhe dar, um nome bonitinbo...
Cm nome... Com a breca 1
Nao pode ser melhor I Eur ka eureka !
Joao?inho, senhora, Jo8osinho 1
Collcquemo-lo agora n'uma sala
De encantadoras mogas rodeado.
Dos seus botOes, do luxo seu faz gala ;
C por tornar-se amav*d, engra^ado,
Diz trinta parvoices,
Que corrobora c'um alvar sorriso.
Applaudem-lhe as sandices,
Pois quo morrem por elle, as moc,as bellas'I
E lo facto, senbora, para d'ellas
Prender os coracoes,
Nada mais lhe e preciso
Iu que a Ggura, a roupa e... os botoesl
Em seguida acontece que o Narciso
Nosla$o do uymeneu
Por uma d'essas Eccos se prendeu.
Ah que gloria p'r'a bella preierida !
Que ventura invejada I
E' ilia sua, sim por toda a vida
Cousa tfio cobi^ada I
Bias... cle vagar, senho a Os sobscriptos
Perfumosos, dourados
Nem scinpre sao transumptos dos escriptos
Que em si trazem fecbados.
Vejamos o que eiiste sob o peito
Da camisa bordada :
Uma alma de vaidade tolaeivada !
Um coracao ja pddre pelo effeito
Das immundas paixdes dos lupanares !
Um amor babujado
Por beijos de bordel, ja engeitado
Das deidades vilans dos alcazares I
Uma lua de rael depressa corre !
Obra de pobtica, emGm, porque- hoje
que os suffrages se contam e nao se psm,
boje que a onda popular tem o inviolavel
direito de inundar as urnas eleitoraes, tedo
sentem o perigo da absorpcao da inteiHgen-
cia pelo nuraero.
Se o direito do maior numero e o uni-
co a ser consagrad^, inevitaveljcrue a multi-
dSo ignorante e incunsciente se fari om-
nipotente em quanto as minorias esclareoi-
das sentir se-hao esmaga das.
Tal e o largo principio em que repousa< o
projecto do nobre ministro do imperio, e do
qual disse S. Exc. estas palavras, tao con-
vencidas como modestas :
0 essenciaFe" que iniciemos o graitde
principio da represenfagfto das minorias.
Estadado napratica, experimeatado e desen-
volvido, com o andar dos tempos poder*
esta generosa idea ter outra lorma em meio
de applicagao, de accords com as aspira-
coes que fazem objecto de estudo em outros
paizes.
V*6-se qu- o systema adoptado pelo pro-
jecto nao consagra, no proprio juizo do sea
autor, a definitive solurao do grande pro-
blema, a unica que possa Lazer do parlor
mento a mais fiel, exacta e verdadeira pho-
tograpbia do paiz.
Nao basta representar a minoria, mas 6
P"M'cft ^pPfiVnlftr miiuvrin<; na itlSta
proporctio de sua influencia^ com a mais- ri-
gorosa proporcionfllidade.
E' este o ideal do systemA, a sua ultima
aspiracSo.
Seo projecto nfio chega a realisar este
ideal, de modo a assegurar a todas as.frac-
coes uma escrupulosa representar.'io pro-
porcional, alcanna pelo menos a uma satis-
factoria proporcionalidade capaz detrMiquil-
lisar os pariidos.
Lan^ando-se na pratica do grands-princi-
pio, a Inglaterra eos Estados-Unidos- admit-
tiram, aquella o voto imcompleto.e este o
voto cumulativo, preferindo assim systemas.
empiricos aos que se conhecem pelo nome
de racionacs.
Inspirou-se neste exemplo o projecto,
adoptando dos systemas empiricos o de mais
simples mechanismo, o em que melho* se
combina a representagao local com a eepre-
sentacao geral, e o que maisse aproxima da
justa proporcionalidade na representac.ao das
opinioes.
Nao cabendo uas proposes de um arti-
ga dar estendiamente *s razOes depreferen-
cia que deveram ter ilimitado no animo do
govern i imperial na escolba do systema da
puralidade simples, rescrvamos este e ou-
tros assumptos para posteriores trabalhos.
Baste-nos por hoje deixar assente que o
novo projecto, iniciando o systema da re-
presenta(,ai das minorias ao mesrao tempo
que prove a um grande uurnero de neces-
sidades do prooesso eleitoral, tenta a reali-
sagao de uma grande e fecunda ide"a que
deve modificar profundamente q nossj re-
gimem de elei^des.
Procuraremos que o estudo, que enceta-
mosse mostre inteiramente desprendido de
vistas partidarias.
Parecendo-nos ter encontrsdo no projec-
to submettido ao parlamento uma solurao
justa e verdadeira do gr^ve problema da
forma eleitoral, tauto quanto uma reforma
deste-genero 6 applicavel aos nossos costu-
mes, julgamos cumprir um dever ao facili-
tar aos espiritos menos vorsados no estudo
destes assumptos a facil comprehensao do
novo systema.
Nao se encaminham a outro fim as nossas
reflexdes.
Obrigados, como seremos, a repetir o
que muitos sabem, n8o se nos levara a mal
que, tratando-se de um novo systema, di-
ligenciemos an'es de tudo fazel-o conhecido
do paiz.
E' de o n3o conhecerem, tao profunda-
mente como elle deve ser conhecido, que
muitos tiram razdo para elcvar contra essa
t8o corajosa como patriotica tentative um
certo numero de objeccOes, verdadeiras du-
vidas que attento exame desvanecera.
Antevemos que se nos vai dizer:E'
inutil todo o esforco por justificar um sys-
tema que que falha pela base, mantendo a
eleigao de dons grios.
II
HJIZu DE MR. ERNEST NAVILLE SOURE OS
PROJECTOS lE REFORMA ELEITORAL, APRE-
SENTADOS AO PARLAMENTO, NA SESSAO DE
1873, PELOS SRS. CONSEI.HEIRO CORREA
DE OLIVEIRA E DEPUTADO JOiO MEN-1
DES.
Bern
mero de convenien ia, julgamos opportu-
ne nao entregar por nossa vez & circulagao
as prof jndas observacfies do illustre presi-
dente di Issociafdo Heformisla de Genebra
sem dur lesumidamente as razoes da con-
! viccao em que^estJtnos.
1 Antes de mdo, pjrem. ndo desfar?are-
j mos a agradavel imprt^sao que nos deixa
a bonrorissima e especial mencao destinada
! aos projectos dos Srs. ministro do impe
rio e deputa Jo Joao ilendes no bem m-
forrrado relatorio do ilfustre propegan-
i dista.
Responde sd por si este- facti a um1
certo numero de atgumentadores que, jul-
gando ter en com redo na violenta excluado
dasmassas a so!uc>i> do problema eleitoral,
levam a intoleraiu-i* ua defeza de seu sys-
tema ate apartar teda a disciwsao sobre
quk}oer tentativa de reforma, qoe ii8o co
mece por decrotir essa- injusta e odiosa ex-
clusSo- altamente repugnante ds bnses do
systeroa representative,
Despojando para mais de ametade dos
nossos acfiMes votantes- do exercicio do
mais supremo e imprescriptivel das direi-
tos ; consfittHBdo uma classe privilegjada,
uma verdadeira olygarcbia, em nome de
um censo eleitoral que seria tyrannico. sob
pena de ser nullo; cavandc-nma profunda
e odiosa distiucao no seio da- sociedade q*ie
a reduziria a um instrumento inteira estranho ao mechanismo da vida politioa
julgarn os nossos adversaries- ter impedido
fior um subito reviramentodos-epstumespo*
itieos tudo is to- que conbeoemos de lutas,
violencias, compressio, e o maise mais que
6 de use attribuir aonosso processo eleito-
ral.
Mas- ab I elles-buscam uma solurao oiv-
de ella n3o podeestar ; igneram ou fingertjj
ignorar que, oncte qper que no campo elei-
toral devam ficar vencedores-e veoeidos, es-
tara-ahi um verdadeiro campo de- batalha
em qjie os partidos-se ver8o com odiio irre-
conciliavel, de- onde os homens pacificos-j
procararao fugir,.e onde nenluuD meio se-
ra piupado para veneer, em quanta restar
uma ultima esperan$a de viotrria.
Tem. e naot&n- raz3o os- que awcusaro
os nossos costumes eleitoraes.-
Seis cadeiras neste momento vegas no-
parlamento ingleavpara punk a eerrup^ao
eleitoral; a luta fratricida que a Bepublica
Argentina acaba de presenciar ;: muitos ou-
tros factos de iugal natureza nos devem
convencer de qpe, ou o cidadao fa$a iiume-
diatamente o deputado, ou. traiislira esta fa-
culdade a quem resumir meJhores presump-
goes de instruoQio e de independencia, b
nofundo das organisagoes politicas- uma en-
fermidade latente, geral. de queas-leis de-
pozeram o germen na soaiedade. Esta en^
fiarmidade ate-certo ponto- absolve-nos das
nossas culpas.
Onde 1,000 eleitores tem absoluta razao
eontra 999^, a violencia e a fraud sao in-
separaveis dos costumes eleitoraes- E' este
o mal que-cumpre extirpar. Que as maio-
rias. conten.'em-se de ser maiorias, e ajus-
ti(ja terdk feito a sua solerane entrada no
theatro dessas lutas, hoje era, dia vertigi-
nosas, em que de ordinario. uma faecao
tenta suporimir a outra, a todo tpanse
querendo ser vencedtora, sob pena de ser
vencida,
E' a este grave mal da injustificavefc om-
nipotencia das maiorias qua assim o projec-
to do nobre Sr. ministro do imperio,' como
o doSr. deputado Joao. Mendesv teutam
pro-ver de remedio. Um e outro, preten-
dem chegar aomesmo resultado. por diffe-
rentes processos.
Escolher o que mais adaptado se raosire
aos nossos costumes, tendo particularmente
emattencao as coudic6es do paiz, tal deve
ser o intuito dos verdadeiros amigos do
systema representativo.
Dos dous systemas que se acham em pre-
senga, pertence um a cathegoria dos pro-
cessos conhecidos pelo nome de impiricos,
e outro toca por um lado & cathegoria dos
processos racionaes. Os da primeira ca-
thegoria, e esta entre elles o da plurali-
dade simples adoptado pelo Sr. ministro do
imperio, confiam da previsao dos partidos
a distribuigao dos votos, nao tentando at-
tingir a representa^ao proporcional dema-
neira a acautebr o desperdicio de suffragios
por demasiados ou insuflicieutes. Os sys-
temas nacionaes, pelo contrario, tentam at-
tingir & uma rigorosa proporcionalidade na
representa$ao das opinioes, buscando por
combin8c,6ts mais ou menos engenhosas
evitar que era torno de um nome se agrupe
um numero de votos superior ao quociente
eleitoral, isto 6, ao algarismo que resulta da
divisao do numero dos eleitores pelo dos
deputados a eleger.
No systema do Sr conselbeiro Correa de
Utaam deputado, ou os que excedam ao n i-
mero requerido para o cobstituir tal.
em resultado da apuracio, o candidato ob
teve um numero de votos superior ao i b
quociente eleitoral (e por quoeiente eleitoi si
entende-seo resultado da divisao do nume-o
dos eleitores pelo de deputados a eleger), < u
se os obte"m em numero insufliciente, inl 3-
rior ao quociente, sao estes votos attriboid .s
ao candidato que a lista designa em segun< 0
lugar, repetindo-se successivamente a oper i-
gao em quanto for necessiria para daro ni -
mero prefixo de deputados a eleger.
Tal e 0 systema, propostp em 1869 p r
Mr. Walter Baily, e do qual 0 nobre reli -
tor da commissao especial quasi limitou-se
a expor 0 diflicil mechanismo.
E' tambem este 0 systema ao qual Mr. E.
Naville, que alids odesejdra modiflcado peli
substitui^ao do voto cnmulativo ao voto uni
nominal, n8o duvida dar prefereneia, embc
ra rec mhecendo que 0 projecto do govern
do Bra-il seria, sem embargo de algons in
convenientes, um serio e real progresso, d;
que teriam de regozijar-9e todos os reformis
tas da Eoropa e da America.
0 pr ineiro dos inconvenientes indicafos
pelo illustre propagandist* j4^ tinha sido en.
trevisto peloSr. conselbeiroNabuco deArao
jo, em um dos discursos que profeiio m >
sessao de 1873.
Este inconveniente, diz UlL Naville, 6 <
perigo de fazer passar o poder politico ,
uma reuniao de mino ias que| de tal arte po
dem ebter um maior numero de pepresentani
tea do que a maioria real e absoluta doi
eleitores. Se l^)00 eleitores^ objeeta 0
illustre escriptor, eancentram os- seus votoj
sobre um homem p-)pularissimo,em quanto
5-.000 repartem discretau ente os seus votoa
por douicandidatos,. os 10,000 darao unj
sd depoiado, em quanto os 5,090 dario
dous-. *
Dest'arte teem 5,000- eleitores rao coi
tra- 10,(W0.
Iden ica objecto tinha proposto Mr. Na-
ville em sen livro La tjuestioii electorate, apa-
nas-cojn uma certa medificagao de algaris4
mos-, accrescentando : Assim e que- a rei
aeodo contra a omnipoteneia das maiorias
Oliveira, 0 de mais simples mechanismo
consequedtemente 0 de pratica mais facil,
cada eleitor vota em um candidato, e os
mais votados ate" ao numero prefixo dos re-
presentautes a eleger em cada circurascrip-
53o eleitoral (a provincia) s3o os eleitos.
E' 0 processo preconisado em Franca
com 0 nome de pluralidade simples por
Em. de Girardin e mais tarde pelo barao
de Layre.
0 systema do deputado Joio Mendes,
adoptando 0 processo da pluralidade sim-
ples para a eleigBo do primeiro grao, re-
clame, como medida complementar do prin-
cipio da representa^ao das minorias na elei-
c;3o secundaria, a transferencia dos votos
superfluous ou insufficie_tes em (rdem a
evitar que taes votos sejam perdidos, i> as-
sim perturbem, por desaproveitado?, a le-
gitima expressao da vontade nacional.
Na pratica deste systema, semi-empiricoe
exoede aoseu fim. Abalanca, portanto
tempo falseada em um sentido, carre 0
risco de ser falseada ho sentido oppesto. >i
Evidenteroente, tem esta objeccao-uma
certa gravidade, e nao duvidamos reconhef
cer que o systema da pluralidade simples
p6de, n'um ou n'outro oaso excepcionalj-fai
zer pender a balance em favor de uma-mi-
noria cobesa e disciplinada contra os legiu-
mos interessesde uma maioria mal diri^tda.
Como tudo quanto 6 obra mais engenhoso e acabado systema eleitoral
niO poderia tudo corrigirv ea todas as^possiveis pertu-r-
barOes prover de remedio,
Se 6" certo que systema d pluralidade-
simples p6de expor a este--perigo, a outros
Wk> menos-graves expoe 0 do. voto transferir
Sem foliar no seu mechanismo, mais iifli-
cilqueo daquelle, cousa muito de attender-
se em toda a parte, e nomeadamente em um
paiz. extecstssimo como-e-o nosso, 0 systema
do voto t: eleitor a plena litwrdede qua o da pluralidii-
de simples lhe deixa iutegra.
; Esta oflensa & liberdade e exeruida de
dous modos. Primokameato, sendo provi-
dencia elementar do systeiaa que 0 candidato
aca coobeeida uma lista dos concurreates na
ordem dos suas preferences, o eleitor vd-SB
obrigado-a nao escalber o eandidato que lbe
agrada, resignando.se muita vez escolher p
que menos lbe dosagrada. Ou, para usar
de uma formula oinda mais despretenciosal:
e preciso ser candidato para ser deputadd.
Um bomem popular, que tenha justo escru-
pulo de apresentar-se ao elejtorado, ou que;,
por qualquer razio,, nao qiieira estabelecer
em uma lista previamente deposta uma certa
gradacao de praferencia, ver-se-ba inhibidip.
de receber o inanJato.
Tomemos os-dados de Mr. Naville. Ei
um corpo elekoral de 15,000 eleitores.de
vendo eleger 3. deputados pelo regimen
voto transferivel com 0 quociCate. Os 10,00.
que formam, a maioria, votam. naquelle cida
dao que nao depoa a sua lista. 0s.5,00(
dividem, aor qualquer modo, a sua votacao
0 resultado sera que, entendend j-se nullo
aquelles votos, 3>,0i)0 eleitqres terao plen
razao contra 10,000.
Dir-se-ha que os 10,000 vptos-abstiveraml
se, nallificando-se, e que nenkura systemi
pdde prevenir a abstencao ?
Neste caso e uma pjrofunda offensa que se
faz a liberdade com 0 tracar-lbe um circulc
de nomes.
Outra, e nao menos graye offensa ao di-j
reito eleitoral, resulta do facto de ser 0 elei-
tor obrigado a subordinar as suas as prefe-
rencias do candidato que qur eleger.
Nada seria mais frequents do que ver-se
um eleitor na dolorosa alternativa de, ou pre-
ferir ao do sua escolba algum outro candida-
to, em razio da prefereneia prestabelecida,
ou de arriscarse a que 0 seu voto, conscien-
cioso emquanto directo, se tome em um voto
iuconsciente, ou em formal oppos:cAo com a
vontade, ao ser transferido para um dos can-
didatos designados na lista.
Quem diz liberdade eleitoral, n3o quer
certamente dizer uma liberdade obrigada a
transigir comsigo mesmo.
Este systema tem ainda um outro incon-
veniente. E' que, por elle, nada e mais
possivel do que ver-se exercer o mandato
legislativo um cidadao que nao tenha raere-
ra. a representacao gera! do paiz com a per-}
turbacao resultante desta auomalia.
. 0 duque d'Ayen prevenio esta objecgio
quando, sem disfarcar 0 inconvenienta da
dispersao de vjtos, e reconhecendo que o
systema da pluralidade simples nao alcaoca-
ria com exactidio mathematica senao uma
representacao mais ou menos proporcional,
dizia Mas nao offerece este systema uma
sufficiente exactidSo relatira, e uma maxi-
ma simplici lade da applicaeao, para que
merega alguma consideracio? Seo re-
sullade geral e exacto, pensamos que nao
se deve exigir mais. Eiigencias rauito
minuciosas acabam por cercar o problema
com difliculdades taes que os espiritos
praticos chegara 6 renunciar ate' o exa-
me. >i
Reconhecendo ni systema adoptodo pelo
illustre Sr. eonselheiro Correa de Ofiveira
um mechanismo facilimo, pondera Mr. Na-
ville que 0 simples nao 6 sempre 0 ventadetro
no estudo das obras do Creador, e quer por
ser mais trabalhosa a escripln*asao por par-
tidas dobradas que a de partidas simples,
nenbum negocianteprefere este aquelle sys-
tema.
Nao sendo um signal distinctive do verda-
deiro, tambem n3o e"- o simples am signal
de erro aas pesquizas intellectuaes. 0 povo,
que na1 p6de seguir earn a atteociodo sabio
a-serie dm operacoes da intelligencia que
eonduzem i verdade, ama naturalnuwle o
simples;
Diga-se a am dos nossos eleitores rye so
Ibe'e dada a1 escollia de um nome para que
ao partido em minoria caiba o direito de re-
presentacao na1 propon.-ao de sua for<;a' nu-
rneriea, e elle eatendera facilmente. Acbara
natural1 a restricgao, porque elia e justa e a
justice* tem tod*a simplicidad.e de um sen-
timento natural.
Digi-se-lhe, porem, que este sea voto nao
deve ter soraente em inira o- eandidato de
sua escolba, mas-tambem os-da escolba do
candidato; diga-se-lbe mais qua este seu vo
to 6 direeto, mas-p6de tomar ama lorma in-
directa, transfenndo-se; que site veja na
pratica detiarar-s* eteito um deputado que
nao tenha-obtido on* voto na cireumscripgao ;
a, bonrosissimas excep$6es feitas, o nosso
eleitor sentira uma eerta repugnancia em
admittir um tal systema como uma necessi-
dade da ordem politico.
Declare Mr Navil.e qce, sem elerar ao
grao de uma previeo 0 que nao e senao
uma probabilidade temerosa, tem-todavia o
reeeio de que o systema de pkralidade
simples, traiando as minorias, ate- agora
opprimidas, de um modo altamente cava-
lbwiresco a qae os partidos n3o estto habi-
taados, possa favoreeeL-as exagesadamente,
em. vez de linitar-se a-lazer-lhes juetka, e
qua o defeito da appncft^ao pratica de um
prineipio exeellente nao arrastre- a ruina
desse mesmo principio^. taazendo uomo re-
sultado a restawrarao d dominio omaipo-
tente das maiorias.
Esta temerosa -probabilidade, ajuica o il-
lustre esc iptar,. pode elevar-se eomo um
novo adversaria da grande idea.
Se Mr. Navilla conheeesse o nosso paiz
too- profundamente comb deve ser eoube-
ckto-um paiz para qua- se legisla, modifica-
ria-siogularroente-o seu juizo sobre a pre-
fereneia que disputannos dous systemas.
Idea nova, como e entre nos a da repre-
sentagio das minorias^ pouco vulgansada
corao esta, 6" de toda eonveniencia^Qjae seja
consagrada ua pratioa na sua forma mais
simples.
O voto transterivel, quando cenuum va-
lor tivessem as objeeepes que dei&amos ex-
pendidas, obrigaria a um trabalho lento e
intelligente de apuracao, que eacontraria
naturaes embaragos. N6s, que-escrevemos.
para 0 nosso paia, bem podamos forrar-
nos a desenvolver este ponto.
Mas nao reside aqui toda adtfljculdade.
0 vjto toansferMel tenta escapar & aaetb-
sagao de impor limites a liberdade de escot
lha, allegando o earactercollectivo da acclo
de eleger.. E', em todo caso, o intere.-se
collectivo-dominando 0 interesse individual.
E' o saeriticio de uma parte da liberdade
de cada um noeiercicio do direito do wto
em bem. da liberdade de todos.
Nao e com exigencia de, tal orden* que
uma nova idea deve apresentar-se aunxelei-
torado que por uma experiencia de meio
seculo, aprendeu a respeitar na maioria 0
direito & uma omnipoteneia tyrannic.
Quando 0 voto transferivel fosse a ultima
expressao pratica do grande principio, coa-
veria evitar, no interesse deste mesmo prin-
cipio, que uma traosiQao brusca o arris-
casse a perder uma populandade que difli-
cil mente reconquistaria, lutando contra a
ma vontade de uns, a indifference de outros
e diga-se, contra a ignorancia, do raaior nu-
mero.
Ainda adraittida em prineipo a superiori-
dade do voto transferivel com 0 quociente
sobre 0 systema da pluralidade simples,
seria de todo ponto opportune comecarpor
este 0 ensaio da realisacAo do grande prin-
cipio.
0 seu facil mecbanismo, que se reduz a
uma simples contagem de votos, comeca
por ser uma excellencia do systema.
A representagao proporcional das opi-
nioes, considerada em relagao & raassa da
populacjlo, dtixara ver bem dist ncto oal-
cance do principio, para que elle ganhe
terreno.
0 perigo de que, n'uma certa circums-
cripcao, uma minoria disciplinada se avan-
taje em representacao A uma maioria im-
YARIEDADE
A Bur das seliis.
(NO ALBUM K V*k CAMPONEZA.
Fonaoaa, maiaa maoeeaeia,
Casu fllba do Seabor !
Nem tii sabar. nem en anero
FalUr-te Utilas d amor.
(L. A. pALHunn.)
Til as a il-jr das seivas, roetiadftMa,
Aberta a luz da esirelU da aivurada ,
I)) anvn i Beberibea rreiga (ada
Que, sorriodo, eaptiva 0% eoraodes t
Sao teus olhos dous wtro* lamineaor,
Mais brilbanlej uae a <*trella du* paatores,
Mais Iran jaillos qve nm (ago Mm nuaarar
A reflectir ot eeos, nai soiideos t
As ius bellas faces prinoroa,
Cxcedem a parexa dos arninhos I
Sao meigas como as bee* dos aajiabos
On maeio frouxel ion roaamen I
E t^os hbios sao p^ros, camponna,
Ojroa os labios das vifaeos da kSseriptora f
Teem de arabios pertames a doeora
E a cor 9m inatutiuo* arrebon !
Keanes do tm colio, aos- attraetrrot
Oas filbas d moreoa ar.'liluria,
Os tra^os da mais simples barmoate :
O ".sii-ni.-in das gracas nararaei I
R leus seios, qae onefam de ternnan.
Da liesperide ri amor sao pomos de aaaa :
De amor e de tenara sao tnemoro
Que anpera os de Creso. aStMet !
E aqui vivp.*, ocr-tfca na rboopana;
Ui'hbuu, ai^in, um palario me:vc*ras I
M<>, r.Minit.r de *- Cresoes livre aos faifores da m^nha ;
E as perulas de orvaaVi. qne a atrorada-
I'recsdero, como Intes cambianles
Sao ad-irnn", sio rtilites diamante*
Que oroam tea .-eio, aereste maaaki.
Aqui i.bres leas labios gorfeias
Qual doleiile, ^andusa palaiiva ,
("asta eiaoa t terna saasitiva I
Escuta a voz leal do trovador :
E-i-uia 0 caato meu, escata as trovaa-
De um peito fraternal, sem vista laaara,
De quem-deseja vs.- te semara pura,
De quern te adora sem seattr amor.
Jarnais deise-. formosa caaaoeeia,
A choca igaorada que bojaitabius :
As cidades '' nao sabes, sao maldita*.
Sao Gommorrhas, si* eaho* de oerdieSe-
Aqui lu es feliz : aqni to vivm
O>mo um ragato limpido eatre (lores,
A* aves sae too* nnicos amores,
Rada uubl'Hi-u ainda 0 corafio.
Pbrem la, na eiJadss, aos praaeres 1
Mescla se a eorrapcao de mil intrif as :
:*ao se encowram alii alma-* amigat I
S-> odios. ?6 caiumnias e amaieaes I
Ifi) farfalhar doa baile* deslttmaraales.
Nas igrejas,aaa pra;as e nos lares
Ea ouco esnttdaaar turbidos mares
De agonia, la-ewia e maid-.-vie* !....
Nao (irefiras aura tec to de eolmo
0 laxo de onropeis palaciaaoa.
La-infante ea orgu -deshamaaos
Te esmagarao. nrao-te as osavamta :
Flar das selvas, oas selvas sempre habita,
S6os lagos a.msra a tua foeaea;
Ter as a alma pan eomo a froate
Da Bersabetbnaa invias roMaas.
Agaa Fria de Beberibe, 27 de sMembfi4 UTt.
aMaMfti Donum*
i
cido um s6 suffragio directo. Ainda que se| previdente ou pouco cohesa, n8o perturban
Bem que Uvesseuios praoieitiun consi- semi-racioual, ca la candidato dep6e e pu-
roprcseuto rligo a defender 0 systema.blica uma l.sta, em que deve indicar, na or-
eleioao de dous grios, era que repousa dem de sua prefereneia, os nomes dos seus
to impe-.concurrentes a quem deseja transferir, ou
ae, iuter- os votos que, por insufficientes, 0 n2o cons-
gra
da
p projecto do nobre"Sr. ministro 1
rio, nao uvs sera levado a mal que
procure indicar neste facto uma consequen-
cia logica do systema, e ate, por esta verua-
deira anomalia, lhe queiram attribuir algu-
ma excellencia, a verdade e que 0 voto trans-
ferido nao tem pela ordem natural das cou-
sas a importancia e 0 valor de voto directo.
Sem insistir nestas objeccfies, a que pro-
vavelmente teremos de voltar, ve-st que ellas
nao exprimem perigos menos graves do que
aquelle que e previ-to por Mr. Naville quan-
to ao systema da pluralidade simples.
Este perigo, salvo 0 respeito devido a tao
profundo observador, tem um tan to de
phantasioso. Seria, com effeito, exeepcto-
nalmente raro que os dous tercos de eleito-
res de u:iia circumscripgao eleitoral se mani-
festasaem por um cidadao, da maneira a que
0 ultimo terco podesse obter uma represen
tacao dupla. Esta hypothese e' taut> mais
irrealisavel quanto mais larga 3 a base da
eireumsiTipcu 1. v 1
!;?' per-govkitoral pode alias ser preve-
iiido ptla di>ci[iua e cohesup dos partidos,
que so de sua improvidenciai terao dequei-
xar-$e, se a forja numerica poder ser burla-
da pela tactica dos uontrarios.
Ad liitlido, entretanto, que este verdadeiro
pbenomeno se possa veriGc;
cuoiscripcao eleitoral, pouco

iirgBri
ILtHRl
r em uma cir-.
ou nada spffre-
do 0 resultado geral, encontrard 0 seu re-
medio na orgaoisaQ3o dos partidos.
A desproporcao de uma certa representa-
^3o local com a for^a numerica dos parti-
dos, uma vez que todos sejam represents-
dos, nao e alias em si mesma um tao gra-
ve mal e tamauha injustice, que 0 unico re-
eeio deste resultado infirme todo 0 sys-
tema.
Maioria que se fracciona, emquanto a
minoria se mostra arregimentada, perdeu
de certo modo os f6ros de maioria para ser
um aggregado de minorias. Entfo trocam-
se os papeis muito naturalmeute. 0 grupo
que era rainorit em relacao de um corpo
compacto, torna-se maioria em relacao a
pequenas fracgoes que nao se sentem liga-
das pelos la^os de disciplina que consti uem
os partidos.
Se 0 mar* n8o vem do fraccionam nto,
mas sim do emprego superfluo de votos, 0
desequilibrio da ropresi ntagao com a f.ir^a
numerica nio e um resultado brutal. L"m
partido nSo vale s6 pelo numero, mas pelt
rarama de virtudes nolilicas que sabe por
ao servigo de suas ideas ou de seus inte-
esses,
(Continuar-sc-ha.)
MARQUEZ, DEL IH'ERO0 Impnrdal
publica os seguintes apcatamentos biogra-
phicos acerca do capitio- goneral dcetjrci
ta mirquez-del Duero :
No dia. 15 abril faz 68 annos. 0 I-
Hm do qua pereceu p ir defender a-Haipa-
:tba contra -os insurgentes-americanos, tinha
irarada a sua earreira, que principtou aos
12 annos onto cadets em guardas hetpa
aholas.
a Ao maugarar-se a saerra civii 1843, Concha, que tisoa estado areso al-
guns meze* pela sua vsneroente adhesac I
causa liberal, solicitou e obteve toIlociQio
no exereito do norte, para oqual pirlio no
posto de -teuente, que ji tinha e esteve na
aci;So de Durango, e em mais quatorze no
anno de 1834, sendo Eerido na da AJsasua
e depoisna de Zuniga. Depois da aacao
de Mendoaa, foi louvado pelo general Cor-
dova, oondecorado com a medalha de 1.*
classe de S. Fernando e e promo vide- a ra-
pitao,. Uistiiiguio-se em 18:<*>, espectaamen
ie na ponte de Larraga e em Arrenia; foi
nomeado major de infanteria em abril de
18J6, e dt'pois, no campo d- ba; Um, pro-
raovido a teuente corjnel pelo molo porque
se portou na conquista da amiaencia de
I cnieta Tinha dito que ou oaaia de to-
raalra ou de Rear la.
Continuoui batendo-se em Guipuzcoa
com Espartero, passou depois i Navarra.
distinguindo-se muito em Belasconin. Co nc
fosse impossivel tomar as posic/os e radii.-
tos carlistassem atravessar o rio Arga, pe-
dio ao general Leontres baulboes para pas-
sar a frente delles. O general vaalla, mas
per fim consente. dizeodo poram a Concha
que reconhe^a primeiro com algum uussa-
res a for^a da corrente. Os hussares nao
poderam deserapenhar a sua missao ate o
fim, porque os que nio foram mortos, tka-
ram feridos. Concha sem embargo, nlo
arreda pe, arenga aos soldados, seJol os
com a gloria que os espera do outro lado Jo
rio, diz-lbes que a arma branca e a ra sis
propria para os valentes. que ponbam aa
cartucheiras sobre as mochilas, que nio
disparem um unico ti.-o emquanto nao cha-
garem as posi^oes dos carlistas, da a ordem e
o exemplo para passar o rio, e sem vacillar,
debaixo do fogo inimigo, toraou 0 reducto
a bayoneta.
Depois deste feito de armas, foi conde-
corado com a medalha de S. liernando da
2.* classe.
Promovido aoronel, ficou na Ribera
Jel Eu e encarregado do commando da bri-
gadade Navarra, foi em 1839 promovido
a brigadeiro, tomando parte em diversas
accoes e distinguindo-se na d^ Arreniz e
Barbarin contra E'io que, ao ver que Con-
cha ficara sd com 10 companhias no centro,
manlou contra elletres batalboes para en-
voi vel-as. Concha nao se atemoriss. Man-
da avan^ar os porta-banderias ate 0 siti 1
onde andam as guerrilhas da sua br.'gada,
e collocando se a frente das tropes, diziau-
das pelii fogo inimigo, exclama :
Soldados: esUo alii as vossas ban-
deiras !
a Fieis a voz e ao exemplo do seu gene -
ral, os soldados avanrmi, derribara quanto
encontram ua 'ua passag-m, efazendo pro-
digios de valor, to mam as posicoes doa ear-
1-Stas. As daz companhias perderam naatt
acgSo 200 homens. Concha foi novamante
eondecorado com a medalha de S. Fernan-
do de |. classe.
Achou-se depois n'outras ac(das con-
quistando em Castellote a banda de raare-
cbal de campo, limpando de c.irli>tas an
provincias de Snadalajaaa, Cuenci e Alba-
cet *, protegendo a viagem das raiulias, a 0-
brigando, depois da victoria d* nineidilla
as derrohdas hostes de Vaimaseda a entra
read em Franca muito duimadas.
Taes sdo os preceJentes de I). Manual
da la Concha na anterior guerra civil, a
TVI. DO DIARIO. -I'-l'A L'Ll jy pf ^la?
J


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