Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18185


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Full Text
AMVO L 1VUMERO 107

j*.
-1
i/i
i

7^ SEE1, B e** ** ^* paT^
Tor eels dit idem.......'. '. I I < fSXE
for wanao idem.......?...... ttjWto
Xada namero avufoo..... ......... Toil!
TERCA FEIM 12 DE MA10 OE 1874
Por tres mazes adiantados..... .
For seis ditos idem ....".*"
Por nove ditos idem ."'.- .
Por am anno idem. .-......
PROPR1EDADE OE MANOEL FIGUEIROA OE FARM & FILHOS.
* Sre
.Ger.rdoAnlonioAlTes4Filho8.no Para; Conceive, d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de CHiteira 4 Filho,
Pereir, d'Almeida, em -mangnape ; Carioe Au.encio Monteiro da Franea. .. Parahvb. Antonio Jose ^-^^ ^ ^ <*"?!*"*** ****** +*** *M*. A* i
,na Villa da Penna; Be'araino dos Santos Bukio. em Santo AntAo; Domingos Jose d. CoemBran-a
Auton.o Ferre.r. de Aguiax.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, noPilm-duAiagln.; Altea 4 C, n. Bdua, e Leite. Cerquinho 4 C. no Rk> deJaneiro.
em
PABTE OFFICIAL
Covcrn da provlncia.
KXPBDIENTS DO MA 7 D| KfiVKHKlRo IK 1871.
/.* srcdo.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro cunimaudante das ar-
mas.Sirva-se V. Exc. de mandar por em liner
dade o recruta Francisco B irges, visto ser inca-
paz para o servico da exercito, por soffrer de
asthma, segundo o term de inspeccao annexo ao
sea o IB oil) desta data, sou n. 113
Ao mesrao. -Pode V. Exc, nos terms de
sua informacao desta data, sob n. 11 i, dada acer-
ea do re |'ien:n.iiit.) do soMido da companhia de
cavallaria, Manoel Matluas Scares, pennillir i|ue
que essa praca va esperar n> district > do Caxan-
ga a sua baixa, cum a obfigacao, porera, Ue res-
ponder as re vistas de ruostra u<> t de cada met.
Ao mesmo. -Tran-milto a V. Exc, para os
tins convenientes, a inclnsa relacao em duplicaU,
das alteracoes occorridas no mez de Janeiro ul-
timo, com o teBenle do 9" baullvm de infantaria,
Francisco Ignacio Maim de Lima, que serve in
terinamente o lugar de ajudante de orient da
presidencia da provincia d > R.o Graude do Norte
Ao mesmo.Sirva se V. Exc. de mandar pdr
em liberdade o recruta Joao Evangelisla da Silva,
visto ter elle provado baver commettido o crime
de tereeira deserpao, e nJo poder pjr isso vultar
mais ao servico, cotno indigno dd perteueer ao
exercito, segundo a doutrina do art. 3 capitnlo
9* da ordenanca do 9 de abril de 1803 c do decretn
de 13 de outubro de 18*7.
Ao mesmo. Strva-se V. Exc. do mandar
pOr em liberdade o recruta Jose Atves dos Santos,
que provou isencao legai.
Ao mesmo. -Sir/a-se V. Exc. de proviien-
ciir para que cinco pragas e urn iufenor sigain
para o termo de Ipojuca, a apresentarem se ao
respectivo Juiz municipal, aflm de serem erapre-
gadus em uma diligencia.
Ao inspector do arsenal de inariuha.Auto
rtso V. S., como solicita em offlcio de 3 do cor-
rente, a comprar no mereadj 10 t oneladas de car-
vao, propno para ferreiro*, visto uao ter havido
concurrentes para o fornecimento des>e genero,
apezar de annunciado por unis de uma vez, se-
gundo constado seu citad) oOl.'io.
Ao director do aneual de guerra. Teodo-
3e quebrado a mola real da eulatra de uma arma
a Comblain, perteneente ao 2* batalhio de infanta-
ria, em occasiao que o respectivo instrmlor expli-
cavaa etcola de iuferiores, a nomenclalura do ma
cbinismodessa arma,recomjiendoa V. S. que man-
de fazer com urgencia nesse arsenal, eomo solicita
oExm. brgiadeiro comrnandante das annas, outra
mola de igual forma e ;dimeusoes da que Ihe for
apresentada.
Ao mesmo.Man le V. S. ferr jpear o soldado
sentenciado do i- batalbao de infantaria Manjel
Francisco dos Anjos, logo que Ihe for uiandadoapre-
sentar pelo coiumandacte da foruleza do Brum.
Ao mesmo Mande V. S fornecer ao capitao
almoxorife do hospital militar, pira o servico da-
quelle estabelecimento, os objectos constantes do
pedido junto em duplicata, fazendose as tnoditl-
ca5es indicadas no parecer incluso por copia, da
contadoria da thesouraria de fa?.endj, visto dear
assim de aceordo coin a tabella anuexa ao decreto
n. 5,352 de 23 de julho do 1873.
Ao commandant j d; presidio de Fernando
de NoronMa. -Fica V. S. autorisado a mandar dar
em consum >, nor e acbarem inservivcis, o* obje-
ctos raenciomdos n- relar io que veio annexa ao
oCBcio do seu antecessor, "de IS de dezembro ulti-
mo, sob u. 25, deveodo ..^ metaes em obras ou
em barra ser remettidos ao arsenal de guerra
para delles fazer o uso conrenieate, ou serem ven-
didos em concurs3, como dispue o aviso de 13 de
julho de 1867, dando-se descarga de taes objectos
ao almoxarife ile-ise presidi).
Ao engenheiro da^ obrai tnilisares. -Devol-
vendo as duas propostas que vieram annexas ao
sea offieio de 2i de Janeiro ultimo, sob n. 2i, au-
toriso Vmc. a contraciar com Francisco Augusto
Pereira da CosU, pela quaitia Ie 190^00, a exe-
cuclo da obra da desobstra".cio e melhoramento
do cano de esgoto do arsenal' de guerra, visto offe-
rees elle mais vantageos a fazenla que o seu
competidor.
Ao conselho de cumpras de marinha.
Approvo os contraclos constantes das copias anne-
xas -o ofllcio d) conselho de eomprasde marinha,
de 2 de Janeiro ultimo, effectuados en sessao de
2't de dezembro proximo fiiido, para fornecimento
no triraestre de Janeiro a marco dsste anno, de
tijolos de alvenaria grossa, e ue* caraisas e calcas
de flanella azul ferrete para imperiaes marinnei-
rss e aprendizes ditos
3. sec-fio.
Actos :
0 presidenle da provincia. atteadendo ao que
Mijuereu o desembargador Jose Ignacio Accioli de
Vasconcelios, resolve cenceder-lhe 15 dias de li-
cen;a, com os respectivos {veDcimentos, na forma
da lei, para tratir de sua sabde, oode Ihe con-
vier.
0 presidenteda provincia resolve remover o
promoter publicoda eomarca de Mmoeiro, bacba-
rel Augu*to Goelho de Moraes, para a do Brejo, e
e de.'ta eomarca, bactiarel Massimo Bernardino
dos Reis e Silva, para aquella.
Offlcios:
Ao juiz de direito da 1 vara, Dr. Quintino
Jose de Miranda. TVndo o Exra. presidente da
provincia da Parahyba, remettido, com offlcio de 30
de Janeiro ultimo, a guia do sentenciada de ju-ti-
<;a, Galdino Bernardino da Sttva, iuclaso remelloa
a V. S., satisfatendo assim o que solicilou era sea
cflacio de 11 de novembro do anno proximo pas-
sado.
Ao juiz de orphaos de Serinhaem.Recom-
meado a Vmc, que remetta, com urgencia, a esta
presidencia, uma relaeio d Js dinbeiros de orphaos
rocolbidos ao respectivo cofre, descle 1869 ate esta
data, especiiicando os nomes dos orphaos e as
quantias pertencenles a cada um.
Ao comrnandante do corpo de policia.Pode
Vmc. engajar no corpo sob o sen commando, os
fiaisanos Manoel Gomes da Silva e Antonio Panta-
eao de Oliveira. e conceder baixa ao soldado
Claudino PeJro Argemiro, que, segundo os offlcios
4e Vmc., de 5 do corrente, sob ns. 89 e 61, os
dous primeiros sao aptos para o servico militar e
o ultimo acha -se em estado de niio poder conti-
nuar no dito servico:
S. seocao
Actos :
0 presidents da provincia, tendo em vista o
que expos o inspector da thesouraria provincial
em offlcio de henti'in da;?.ij, s-b n. "o, resolve, de
conformi lade coin o ar;. u) do reuulamento de 30
de abril do aaoo passado, exomtrar Olegario de
Souza BanJeira, do lugar do cubrador da colloc-
toria provincial de Boin-Jardim, por uao haver ti-
rado o respectivo tttulo, e Domear para o mesmo
Jugar o cidadao Glaudino Augusto de Lago.
0 presidente da provincia, tendo em vista o
Tegalamento de 30 de abril do anno passado, re-
solve, de conformidade com o disposto no art. t*
do mesmo regulameuto, crear collectoria provin
viacial nos inunicipios de Ipojuca e Jaboalao.
O presidente da provincia rewlve, de confor-
midade com o art. 10 do regulaiaento de 30 de
abril do anno passado, oomear o cidadao Manoel
Vi;ente da Cunha Jonior para
mm effeit
fin In, que
a
reason
ra a d-i I'auellas.
0 presidioie d t provincia, considerando sem
effeito a porta. la de 26 do mez undo, que noraeou
o cidadao fhilo.inno Getulio Gorreia de Araujo,
para o lugar de escrivio da c.)llecto:ia de Bon
Jardiovj-dsolve de coafinnidale coin o art. 10 do
r.'gulamento de 30 di abril d) anuo passado, no-
mea-lo collector provincial do muaicipio de Ijo
juca
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de faieada.
Teuho nesta d*ta appnvadi d^ conformidade com
a Mia iafarmacao do 17 de Janeiro ultimo sob n.
496, st-rie, F, os contratos celebrados pelo conseliio
de compra- de marinha em sessao de 24 de de
zembro proximo flndo, para o fornecimento no
corrente trimestre de tijolos de alvenaria grossa,
deslinados as obras do, mesmo arsenal e de roupas
oara os imperiaes uurlnbeiros e aprendizes ditos.
Quaoto aos pregos elevados das camisas e calgas
de flanella azul, q le uota a contadoria dessa the-
souraria, flea explicada a r gio junta por copia prestada pelo presidents da-
quelle conselho.
Ao mesmo. -Tendo nesta d tta autorisado o
engenheiro das obras militates a ontratar com
Francisco August) Pereira la Cwta, pela quantia
de I90>000 pagaveis em duas prestacoes o traba-
Ilio da desobstrucgao e inelhoramonto< do cano de
esgjto d i arsenal de guerra ; assim o ommunico
a V. S. para ca tffectuar opportunamente esse pagaraento sob
responsahilidade da presidencia, uma vez que nao
ha credito pat a essa despeza, segundo V. S. in for-
ma em seu offl:io de 5 do corrente sob n. 622 se-
rie F.
Ao mesmo.Nos termos da sua informacao
de hontem datado sob n 63i, mande V. S. com
prar para ser fornecido ao presidio de Fernando
de Noronha um relogio, afira de regular se com
acerto as boras do trabalho dos respectivos eflfl
ciaes.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os de
vidos fius, que por p>rtaria desta dtta foi removi
do o bacharel Augusto C lelho de Macedo, promo*
tor pnblico dacomirca do Limoeiro para ado
Brejo, e o bacharel Cassiano Bernardino dos Reis
e I.-ina, desU para aquella.
Ao raesmo. Communico a V. S. para os
fins conveniente que nesta data autoriso o inspec-
tor do arsenal da marinha a comprar no mercado
10 tonelladas de carvao proprio para forja, visto
nao haver apparecido proponentes a-) fornecimen-
to dr.sse genero, apezar de anaunciado por diver-
sas vezes.
Ao m:smo.Tendo-me sido apresentado por
Joao Severiano Carneiro da Cunha o alvara de li-
cenca do Dr. juiz de orphaos para a permuta qne
prelende lazer com a casa da rua da Uniao n. 17,
concodo a lioenca preiisa para a transferencia do
terreno de marinha, pagos os direitos precisos.
Ao mesmo.-Approvo a deliberacao tomada
pels junta dessa thesouraria, conforms partici
pou-me V. S. em offlcio de 29 do mez flndo, sob n.
588, serio T, de acceitar, por ser mais vanlajosa, a
proposta de Heilor 4 Sarapaio para fazerem a
obra da constraccio d'um deposito e encanamento
djigua no edificioem que funcciona essa reparli-
cao, uma vez que tal obra acha se autorisada pelo
Exm. Sr. ministro da fazenda. Nesta data designo
o engenheiro das obras geraes para encarregarse
da direccao e fiscal isacao da mesraa obra como
solicitou V. S. no citado offlcio.
Ao inspector da thesouraria da fazenda pro-
vincial.-Communico a Vmc. para seu conheci-
ment i e fins convenientes, que nesta data decla-
rei sem effeito as portarias de 23 e 26 de Janeiro
findo, a 1" removendo o escrivio da collectoria de
Bora Jardim Misael Nav.l Fernandes de Souza
para o de Panellas e a 2' nomeando 'o cidadao
Pbilomeno Getulio Corrdi de Araujo escrivao da
collectoria de Bom Jardim
Ao mesmo. -Curaraunico a Vmc. para os fins
convenientes, que o professor interino da cadeira
de insfuccio primaria da povoaclo de Tacaite,
Silvestre Pere3 de Azevedo, a contar do 1 do
corrente, offereceu em favor da construct do
asylo de aliemlos, oito por cento dos vencimentos
que Ihe competirera em quanto reger a dita ca-
deira.
Ao mesmo.Declare a Vmc. para os fins
convenientes, que pi r portaria desta data nomeei
collector pravincial do muaicipio de Ipojuca Phi-
lomeno Getulio Corn?a de Araujo e do de Joboatao
Manoel Vicente da Cunua Junior.
Ao mesmo. -Em resposta ao ofllcio de Vmc
de 21 de Janeiro ultimo, sob n. 47, tenbo a dizer-
Ihe que, nao sendo possivel obter-se contracto de
loeacao da casa que serve de quartet ao destaca-
mento de Mamanguape, coaforrae declarou o res-
pectivo subdelegado, deve o pagaraento relativo a
quatro mezes de aluguel da mesraa casa, e de que
faz mencao a minha ordera de 5 do mez findo ser
effectualo em vista do recibo, que devolve.
Ao mesrao. Nesta data resolvi, de aceordo
com o expo?to no ofllcio de Vmc. de hontem data-
do, sob n. 75, exonerar Olegario de Souza Ban-
deira do lugar de cobrador da collectoria de Bom
Jardim e nomear para esse lugar o cidadao Clau
dino Augusto de Lagos; o que declare a Vmc,
para seu conhe?iraento e lias convenientes.
Ao mesmo.Communico a Vmc. para sea
conhecimento e fins convenientes qae, de confor-
midade com o disposto no artigo 1' do regulameu-
to de 30 de abril do anno passado, creei por por-
taria de boje, collectorias provinciaes nos munici-
pios de Ipojuca e Jaboatao.
Ao mesrao. -Para os fins convenientes com-
munico a Vmc que segundo ofllcio do Dr. chefe
de policia de 6 do corrente, sob n. 174, forara de-
meitidos dos empregos de guardas da casa de de-
u-nrao Francelrao Jo.-e dos Santos e Antonio Lins
de Almeida, e noraeado para um daquelles luga-
res Luiz Moreira de Carvalho.
BXPKDIENTR 00 SECRET A WO.
1' secgao.
Offlcios :
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo re-
commendado ao director do arsenal de guerra
que mande fabricar alii uma mola real igual em
forma e dimeasdes da eulatra de uma arraa a Com-
blain, perteneente ao 2* batalhio de inf ntaria, e
que se quebrou ; assim o maoda declarar a V.
Exc. em resposta ao seu offlcio desta data, sob
n. 115.
portaria s 21 de JmHt-.i proximo marinhas, assim o maoda declarar a V. Exc. e
Bom-Jardim, ^lt^7^j!sTsS Pt ff** **> hUt6" ^^ *
ra a il l'.i.i..|l:i< r .. ,
2 secntio.
Offlcios :
- Ao Exm. president* do tribunal da relacao.
O Exra. Sr. presidente da provincia man Ja ac
eusar o r-cebimento d i offlcio de V. Exc. de 4 do
corrente, co nrounicanio ter naquella data conce-
dido 30 dias de licenca, com o rospe.:iivo ordena-
do, ao bacharel Joao Francisco da Silva Braga, juit
de direito deltambe.
- A > chefe de policia. -0 Exm. Sr. presidente
da provincia mania accusar o recebiraento do of-
ficio de V. S. de 6 do corrente, n 174, com mum
eanio a demisao dos guardas da casa de detencao
Francelino Jose dos Santos e Antonio Luiz de Al-
meida, e a nonaeacao para um daquelles lagares,
de Luiz Moreira de Carvalho.
Ao mesrao. S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia annda decarar a V. S em respoita ao
seu offlcio dosta lata que ficam expedidas as con-
venientes ordens, para que um inferior e cinco
pracas de linha sigara para Ipojuca a apresenta-
rera-se ao respectivo juiz municipal, para o fim de-
clarado no seu citado offlcio.
Ao bacharel Augasto Coelho de Moraes.
rarest-) sneretaria se coramunica ao Sr. bacharel
Augusto Coelho de M iraes, que por portaria desta
data foi reraovido da eomarca de Limoeiro para
a do Brejo.
Igual, mutatis mutandis, ao promotor publi-
co da eomarca do Brejo.
4.* secgao
Actos :
0 presidente da provincia. attendendo ao que
requereu o professor publico da cadeira da fregue-
zla de Nossa Senhora da Luz Jose Muniz Teixeira
Guimaraes, e tendo em vista a informacao do di-
rector geral da instruccao publica, em offlcio de 5
do orrente, sob n. 49, resolve, de conformidade
com o disposto no art. 23 da lei n. 5)8 de 13 de
raaio de 1864, removel-o para a da villa do Li
moeiro, vaga pela jubilacao do respectivo pro-
prietary
0 presidente da provincia, attendendo ao qae
requereu Cl.ira Olyrapia de Luna Freire, professo-
ra da 3* cadeira do bairro do Recife, resoivo con-
ceder-lue dous mezss de licenga. com ven.-iraentos
na fdrma da lei, para tratar de sua saude oade Ihe
con vier.
Oflcios :
Ao Dr. inspector da saude publica.Mande
V. S. preparar e remetter ao Dr chefe de policia,
medicaraentos horaeolathicos, acompaubados das
competentes instroecoes, apropriados ao tralameu-
to da variola, alim de serem enviados ao delegade
do t Ao mesmo.Para satisfazer a reqaicio do
sabdelegado da Vareea, que diz terem se acabado
parts dos raedicamentos que recebeu para o trata-
menlo da variola, mande V. S. preparar e remet-
ta ao Dr. chefe de policia, mais alguas, das se-
gijates denominacdes : aconilo, belladona, mer-
curtus vivus, yaceina, arsenico, sulfur e laehesis.
Ao Dr. director geral da instruccao publica.
Communico a Vmc., que nesta data removi o
professor publico Jose Muniz Teixeira Guiraanles,
da caleira de instruccao primaria da freguezia de
Nossa Senhora da Laz, para a da villa do Limoei-
ro. vaga pela jubilacao do respectivo proprietario.
Portaria :
A' caraara municipal da cidade de Olinda. -
Declare a camara municipal de Olinda, em res-
posta ao seu offlcio de 5 do corrente, pedindo au-
lorisacao para podor espacar por mais dous an
nos o arrendamento do predio de seu pairiraonio
sito nesta cidade, a praca do Corpo Santo n. 9,
aos dctaaes arrendatirios Johnston Pater & C,
obrigando se estes a fazerem os concertos neces-
sarios, no dito predio, e pagamento adiaotado dos
dous annos de arrendamento, qae e necessario pa-
ra conceder a autorisacao solicitada que essa ca-
mara remetta um orcaraento minucioso dos re-
pares que tem de ser executados.
5 seccao.
Offlcio :
Ao engenheiro emarregado das obras geraes.
Annuiudo ao qne solicitou o inspector da the-
souraria de fazenda em offlcio de 23 do mez findo,
sob n. 588, designo Vmc. para encarregar-se da
direcuSo e ttsualisacao da obra ia construegio de
um deposito e encanamento d'agaa no edilicio em
que funccionu a tbesouraria.
Ao gerente da companhia Ferro Carril de
Pemambuco. Devendo esta presideucia raencionar
no relatorio que tem de apresentar na proxima
sessao da assemblea legislativa provincial, o qua-
dro demonstralivo da receita e despeza dessa em-
preza no anno proximo passado, comparado com
o de 1872, sirva se Vmc. de fornecel-o com urgen-
cia, visto nao estar elle incluido no relatorio do
respectivo engenheiro fiscal.
tJhif!0tTZJ?*'V liaS3adu, foi Iraniferid0 d-)6> f*le facto, nao conseolisse oaexecacao de se-
mr ..?- a* da mMm* arma; e que raelhante contrato, como contrario
por outra portaria do mesmo ministerio, de 9 do
citado mez, se prorogou por mais qnarnnta dias a
liceoga concedida ao Exra. Sr. brigadeiro hono
rano do exercito e director do hospital miliUr
desta provincia, Francis;o Joaq litn Pereira Lobor
conforrae se fez publico em ordem do dia do alu-
dante general, n. 1037.
Betermina portanto, o brigadeiro comrnandante
aa, armas, qm o Sr. coronel Fagun les, assuma
nesta data o commando do 2' batalhao, que Ihe
ilevera ser entregue com as formalidades do es-
lyio pelo Sr. inajor Carlos Magno da Silva.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
IAtU.
Conforme. 0 major Josi B mifacio dos Santos
Mergulhao, ajudaate de ordens encarregado do
detalhe.
Ao mesmo.-S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia raanda declarar a V. Exc. em resposta ao
seu offlcio de 31 de dezembro ultimo, sob n. 1,230,
qae nesta data auterisoa a saiisfacao dos utenci-
lios precisos ao hospital militar, const didiqne veio annexo ao citado offlcio com as
modilicai;oes pMpostas pela contadoria d.-fazenda
uo pareeor junlo por c >pia.
Ao raesm). -S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia, manda coramunicar a V. Exc em resposta
ao seu offlcio de hontem datado, sob n. 113, qae
o director do arsenal de guerra esta autorisado a
mand r o ferro para pear o soldado sentenciaJo
do 2* batalbao le infantaria Manoel Francisco dos
Anjos.
Ao mesmo De ordem de S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia. communico a V. fixe, qae
nesta data expediram se ordens no sentido de seas
offlcijs desta data, sob ns. 117 a 118.
Ao commandant" da divisao naval de .*,
o lugar de collector Irielo. -S. Exc.o Sr. presidente da pro;,,,,.^ ten"
provincial no municipio de Jaboatilo. jdo provid^ociado para qae sejam ^'4^^^^ j0
O presidente da provincia resolve declarar' Pari.no vapor esperado do salt < ^Js guardas
)ESPACH0S DA PBKSIDBNCIA, DO DIA 9 OS MAIO
DE 1874.
Bacharel Alfredo Ernesto Vaz de Oliveira.Pas-
se portaria na forma da lei.
Alexandrina Umbelina de Freitas Uchoa.- Con-
cedo a proroga.ao por dous mezes, com metade
do ordena do.
Bacharel Francisco Gomes parents.Nao. haven-
do educandas em estado de poder sahir do colle-
gio, nao pdde ser attendido o supplicants.
Padre Francisco Verissirao Bandeira.Informe
com urgencia o Sr. Dr. director geral interino da
lnslrucca publica.
Padre Francisco Verissimo Bandeira. Informe
o Sr. director geral interino da instruccao pu-
blica.
Heleodoro Nunes Pereira.Seja posto era liber-
dade.
Joao de Azevedo Pereira. Nao ha que deferir
ao supplicaute em vista d que informoa o inspe-
tor da thesouraria em offlcio n. 441 de 8 do cor-
rente.
Jose Gomes Soares de Almeida.Passe portaria
resolvendo near sem effeito a de 6 de outubro de
1873, que concedeu guia de passagem ao suppli-
cants para este municipio.
Libanio Presidio de Carvalho. Seja aggregado
ao batalhao de infanteria n. 23 do municipio de
Santo Antao.
Manoela Augusta de Mendouca Mello Rago.
Nao pode ser attendi la em vista do que informou
a Santa Casa de nao haver educandas.
Pedro Americo da Gama Duarte. Em vista da
informacao nao pdle ser attendido o supplicante.
Paala Serapluna dos Santos Lemos. Deferi"4
com oiDcio d-sta data ao provedor da Santa ',_>'
do Misericordia. t^8d
Paula Seraphina dos Santos Lemos nfri com offlcio desu data ao provedor d? e."f! r.....
de Mispricnrdia, '!,anla Lasa
Urbiim Vicente Fenvira. re' .r;i ,m i
ficio de-i, i ,r. ii thqsonrana P%'&
Umbelina da Silva QUfltaU. -Iadefcrida.
Cvnamando ^m arma..
J0AKTKL GENERAL D^ COtfslMDO SaS ARMAS
DE PERNAMBUCO, ,.
.1874. D *K
o
q br: -srdem do dia n. 818.
I,,. ..gadeiro comrnandante das armas fas cons-
m a guarnicio para os ddvidos effeitos, que no
dia 9 do corrente se apresenlaram vindos da pro-
vincia da Babia, o Sr. corooel comrnandante do
* batalhao de infanteria Joao de Souza Fagundes,
e da cdrte o Sr. alferes Sebastilo Gongalves da
Costa, que por portaria do ministerio da guerra
ASSEMBLEA PROVINCIAL
Discursa do Sr. deputado Manoel do Nastimento
Machado Porlella, na sessao de 30 de abril.
Wr. Nasrlmento Porlella t Sr.
presidente, V. Exc. e a casa recordam-se qae, em
sessao de 18 do mez passado requeri informacoes
a respeito do contrato feito eutre o presidente da
provincia da Parahyba e Marcolino de Souza Tra-
vassos, para JWnente este receber na capital desta
provincia os preiuctos viudos daquella, quer des-
linados a exporta$ao, quer destiiados ao consu-
me. Dei entao as razoes justiticadvas das infor-
micoes exigidas.
Ellas vieram, tenho-as presentes (mostraodo j
e cumpre-me occupar a attencao da assemblea
provincial, fazendo uma exposicio ligeira do que
em vista dellas se m istra ter occorrido ; do estado
em qae se acha a quesiao e da facilidade da saa
solucio.
Sei, Sr. presidente, que as cousideracoes qae
entio aqai liz fora n naquella provincia 'interpre-
tadas de forma di versa do pensaraento que me do-
minou, suppondo-se da parte da provincia de Per-
nambuco o desejo de absorver a riqueza da pre
vincia da Parahyba, a sua agricultura, o sea
coraraercio. Xiu, nao foi, nera podia ser nunca
este o men pensamento.
Fazer.respeitar a lei da provincia de Pernam
bnco, fazer respeitar a lei geral e as decisdes do
governo imperial, e eonter a jurisdiijao do poder
provincial da Parahyba nos restnetos limites que
o aclo addicional tem tracado, e ao uv^rao
tempo harraonisar os inleresses, os direitos, quer
da ajjricullura e do cornmercio daquella provincia,
quer do cornmercio da praca de Pemambuco, tal
foi o fim a que me propuz entao, exigindo infor-
majoes a respeito desse contrato que, corao disse
na mesma occasiao e ainda agora repito, e offensi-
vo da liberdade do cornmercio, e prejudicial a
agricultura e ai #oramercio d i Parahyba e ao
cornmercio de Pemambuco, e contrario a decretos
e regularacntos expedidns pelo governo geral e as
dacisoes por este proferidas.
En desejara, senhores, qne cada uma das pro-
vincias, limitrophes ou nao da de Pemambuco,
tivesse fodo o desenvolvimento em sna prosperida-
de, era sua riqueza, que cada uma podesse ter o
seu cornmercio em tal ponto de fit rescencia, qual
o que desejo para a minha provincia natal; mas
de raodo algum posso tolerar que com prejuizo da
riqueza da provincia do Pemambuco, do desenvol-
vimento do seu cornmercio, e muito menos com
menospreso de uma lei provincial nossa e da lei
geral, se procure fazer prevalecer interosses, que
se diz serem, embora eu nao os reconheca, os
interesses da agricultura e do cornmercio da pro-
vincia da Parahyba.
N'So e, portanio, oulro o raeu pensatento senio
respei'.ar e utter execatar e cumprir a> leis de
uma ode outra provincia, mas nos restrictos limites
em que a uma ou a outra e dado pelo acto addi-
cional legislar sobre os interesses respectivos.
Felizmente, Sr. presidente, as informacoes habi-
litam-me a declarar qae a quesUo acha-se em
terreno de facil solucao; e creio mesmo que, tal-
vez devido a erroneas apreciacoes ou a falta do
devido estudo, e que ella ainda nao teve a solucao,
qual era para des^jsr.
Digo que assim creio, porquo entio live occasiao
de ouvir a mais de um dos nobres depulados pro-
posicSes que me parece nao estarem de aceordo
com o que se encontra nas informaciSes minislra-
das pelo presidente da provincia.
E antes qae eu entre nesta aprecia^ao, permit-
tir-me-ha a assemblea que eu faca o historico do
facto, contra que re;lamo e a respeito do qaal
sspere que tenha eumprimento a lei provincial
que se Ihe oppoe, quande nao bastassera para con-
demnal o a lei geral e as decisoes do governo im-
perial.
Era virlude da lei provincial da Parahyba de 25
de fevereiro de 1870 baixou o regulamento de 16
de marco do mesmo anno, regulando as agendas
fiscaes e especialmeote nesta capital pelo modo
que am resurao vou exp&r.
Consignava esse regulamento que os products*
vindos daqnella procedencia seriam recelhidos na
capital.de Pemambuco en nunca menos de 6 ar-
mazens, que fo sem designados pelo agente fiscal
da previncia da Parahyba com approvacio do pre-
sidente de Pemambuco. Esta designacao nunca
foi feita, e qaando tivesse sido feita, estoa certo
de que niio seria apprevada, porque a tanto a de-
signacao como a approvacao importariam offensa
directa a lei da provincia de Pemambuco, n. 89?
de 25 de junho de 1869, a qual, revogando o ^
6* da lei n. 795 de 5 de julho de 1866 perrai'#(ft qae'
os productos vindos de qualquer previp^jj* 3B]ara
livremeate recolhidos nos armazens '^i* capital
de qaalquer natureza que sejam, 8ifandegados ou
nao, earantindo assim a maismVaotii liberdade de
cornmercio. v
.uNp59KCKndi?3e3'foi *A pela pruideacie
fSi?2SS rfg"!.raento de 26 de julho do
?fi P.*^Ve'^mando o regulamento fiscal de
at.i .K2- l87- na Parle fef*ate a agencia
' u'a xital de Pemambuco, e foi nesse re-
dem dr *'SP09, aue> em eumprimento da or-
.a .j Ihesouro de 2 de abril do mesmo anno,
c,i os productos procedentes daquella provin-
.a recolhidos nesta capital na forma do antigo
regulamento, isto e, em armazens, nunca menos
de 6 com a designacao do fiscal e approvacao do
presidente da provincia de Pemambuco, on em
deposito especial, conforme a presidencia daquella
provincia melhor resolvesse.
0 Sa. Prksidbnte : -Perraitta me o nobre de-
putado que o mterrompe...
0 Sr. Nascimento Portella : Pou ill).
O Sa I'rkjidsntr : Convido a nobre comraissao
|ue foi nomeada para levnr actos da nssemblea a
sauccao, para cumprir a ua inisrao
sen
r"
(A eommissao sahe do salao.)
OS
Sr. Nasci9ie.nto Pohtslla : -Apenas no Dia-
ria de Pen mbuco de 10 de agosto foi puhlicado
e.-te regulamento : o cornmercio le Pemambuco a
St do mesmo mez dirigio uma representacao a
presidencia desu provincia, dizendo que, censtaodo
haver sido reformado o regulamento fiscal da Pa
rabyba e correndo a aoticia de que, de conformi-
dade com essa reforma, aeabava de ser feito um
contrato com Marcolino de Souza Travassos, para
someote este receber nesta capital os productos
vindos daqnella previncia, fazia-se preciso que a
presidencia ds Pemambuco, tomaudoconljepiraen-
. qua era lei
expressa sta provinciara di^posicaoda legislacao
geral, as decisdes do governo, a liberdade do cora
merco, aos interesses da praca de Pernambnco;
e na mesma data, 21 de agosto, dirigio a presiden-
cia da provincia da Parahyba uma representacao
firmada nos raesraos motivos, e pedindo aqueHa
presidencia que, se porveatura ainda nao tivesse
eflectuado o contrato, nao o celebrasse; que
qua odo_ mesmo celebrado ja estivesse, nao the desse
execucao ; e em todo o caso o submettesse, bem
corao a representacao, a apreciacao do governo
imperial.
Entao nao havia certeaa de estar feito o coo
trato ; havia apenas noticia de que reformado o
regulamento, o contrato ja estava ou ia ser feito.
O cornmercio dirigio, corao acabo de dlzer, a stia
representacao na > so ft pre lidencia de Pernarahn
co, como a presidenria da i'arabyba.
A segunda destas renreseniacoes por despacho
de 2 de setembro foi indeferidi, Tleclarando a pre-
sidencia da provincia da Parahyba que estava feito
o contrato desde o dia 7 de agosto e que a res
peito do seu object > ja se havia dirigido ao gover-
no imperial. Entao o cornmercio de Pemambuco,
recebendo a sua representacao a,sim indeferila,
apressou se em dirigir a presidencia de Pemam-
buco outra peticio era additamento a I.', cobriodo
a reclamacao inleferida pela presidencia da Para-
hyba, e fazendo sentir a presidencia de Pernambu
co que, em vi-ta daquelle despacho, ja nao pdia
haver dnvida de que o contrato fora feito, de que
o tnonopolio e ce eram sacrificadas a lei provincial e geral, a
liberdade do cornmercio e os interesses delles cora-
raerciantes. E esta 2.* peticio foi dirigida a pre-
sidencia de Pemambuco en 9 de setembro.
Toquei em todos estes pantos e referi estas da
tas para melhor habilitar a assembWa provincial a
apreciar aswconsiderac5es que depois terei de fazer.
Accrescenuvam na 2.' peticao qae contra a
execucao de tal contrato iara lirlgir-se ao gover-
no imperial, a cujo conhecimento a presidencia da
Parahyba d zia ter levado o objecto da reclama-
cao.
Recebidas pela presidencia de Pemambuco estas
duas feclamacpes, foram sobre ellas oavidas as
reparticdes publicas : a ihesouraria provincial, o
consulado e o Dr. procarador fiscal.
0 mapeetor da thesouraria provincial assim se
expressa: (16)
... ese assim se deve proceder, n3o podia a
proviacia da Parahyb-i, celebrar o contrato de
que se queixam os supplicantes para centralisar o
deposito de seus generos nesta provincia, visto qae
a lei n. 892 acabou com os armazens privilegiados,
parmittindo o de taes generos em qualquer arma I
zem sob a unica condicao de se fazerem com guia
especial do consulado, o que sem duvida e bastan
te para bem extre/nar os seas generoe, dos de ou-
tras provincias, e seja possivel cobrarem-se os di
reitos de todos, sem perda que d(5 raotivo a recla-
macao. Esta lei teve por fim principal a obser-
vancia das dispraises constitneionaes acerca da
liberdade de industria, cuja restric^ao se tera so
ijiente permittido por ntilidade publica imprescin-
divel, ou quando absolutamente o exige o interes-
se do fisco e assim o tem decidido o governo ge-
ral, nao permittindo a execucao de contratos
iguaes ao de que se trata, como desnecessario e
sem utilidade real que justificassem os privileges
por elles concedidos : julgo, pois, que a observan-
da da referida lei deve ser mantida, e como e op-
posta ao dito contrato em questao, deve obstar-se
a sua execuc. -o ne*ta provincia, at6 que se chegue
a um aceordo ou o decida o governo geral.
0 administrador do consulado assim se expres-
4 : (le)
....Alem disto, e manifests que se arroga
aquella auloridade nesse acto a uma jarisdiccao
inconstitucionil, regulando uma raateria que tem
de ser executada era previncia di versa, e Unto mais
quanto constitue um priviiegio falto de utilidade
geral por am lado, e por outre offensivo da liber-
dade natural e de cornmercio, sem razao de ordem
superior, qae o autorise on autorisasse. Isto posto,
se nenhuma assemblea provincial tem direito de
fazer, ncm os presidenies de sanccionar leis, qae
passem a ser executadas era outras provincias, se-
gundo o aviso de 12 de julho de 1843, era barmo-
ni i com o parecer da sessio de fazenda do conse-
lho de estado, 6 forca convirem que e procedeate
a presente reclamacao, parecendo me por Unto
em condigoes de ser aitendida em sua forma, nao
so pelo que tenho notado, como ainda pelo que em
elucidacao da materia expdera os reclamantes em
sua peticao, cujos fandamentos sao irrecusaveis por
sua natureza e fonte donde diraanam.
0 Dr. procurador fiscal, estendendo-se em diver-
sas consideraeOes que nao leio, porque nao qaere
abusar da paciencia da assembles, conclue n is
seguintes termos : (Id)
Que portanto pevem os signatarios da repre
sentacao se dirigir ao mesmo governo geral, on
ser-lbe pela presidencia commeltida a decisao.
Que finalmente emquanto tal decisao uao e profe-
rida, deve ser mantida a plena execucao da lei pro-
vincial n. 892.
Assim, pois, as tres autoridades oavidas pelo
presidente de Pemambuco sobre a reclamacao fo-
ram accordes em que devia ser respeitada a lei n,
892, qne confere plena liberdade para qae os pro
ductos de qualquer procedencia sejam recolhidos
livremente aos arraazens de qualquer natureza, al-
faQdegades ou nao, lei que, como disse, mantem
a(paisplen?.',iberdade eque portanto esta de aceor-
do co i- lei geral e cora os principios de que se
ni i "pode prescindir em raateria tao grave, Uo im-
'>) rtaate.
SntreUnto, quando o cornmercio assim dirigia-
se a presidencia de Pemambuco e additava a sua
reclamacao cobrindo a que havia feito e tinha sido
inleferida pela presidencia da Parahyba, apressa-
va se em dirigir ao governo imperial a seguinte
representacAo, cuja leitura passo a fazer, dispen-
sa ido-me de outras consideracoes qae, se nao
foi a ella, teria ea de expender.
'eco mil desculpas a assemblea se por ventara
ma tornar mais extenso do que talvez deveria ser,
mis trau-se de um objecto muito serio, muito
grive, de inleresse muito imporuntes para esU
privincia.
0 Sr. Ratis e Silva : -Ouvimos sempre o no-
bre deputado com prazer.
0 Sr. Nascimkkto Portklla Diz a repre-
sentacao ao governo imperial: (le)
Senhor. -A V. M. Imperial se dirigem os abai-
xo assignados, commercial les da praca de Per
nambuco, aflm de submeltar ao eonhecimento e
apreciacao do governo de V. M. Imperial o facto
que passara a expor.
0 presidente da provincia da Parahyba, exorbi-
Undo de sua compete-cu, e sem qua ao menos
se flrmasse em autori-acao da respecliva assem-
blea legislativa, acaba de contraur com Marcolino
de Souza Travassos no sentido de someote este re-
col her era seu armazem os productos daquella pro
vincia, imnortados nesta de Pemambuco, quer
sejam destinados a -exportacao e quer ao con-
surao I
Semelhante contrato constitue ummonopolio
contrario as lei- desta previncia e do iraperio e a
diversas decisoes do governo de V. M. Imperial,
alem de manifesUmente prejudicial ao cornmercio
e aos proprios productores.
Parece incrivel, ssnhor I qne o presidente da-
qaeila provincia se julgasse cora poder de impor
ao cornmercio da praca de Pernambaso am ex-
clusivo recolhimento para os prodsiotoa de proce-
dencia daquella provincia t.^ B

7-
A lei prorhreial da Parahyba n. 35* tte 25 a*
fevereiro de 1870 resUbekeiett na eapitai 4esta
previncia de Pemambuco e agenda Sseal, e o re-
gulamento de 16 de marco do nesoto atwo d*o
em execucao da uiu lei, oommetteo a I
cia a hculdade de -desipiir. com
presideacia de Pemambuco, os
devam ser recolhidos em deposito os generos 4*
producffto da provincia, ate serein exportadw .
estes armazens serio pelo menos em namero *
seis.
Apezar desU disposica>, os productos procedm)-
tes da provincia da Parahvba continuaraoi a tar
ree dlii-los nos armazens de deposito
sem nenhuma distioccao, mantida asm
dade de eomraercio, que a lei provincial > Pssr-
naiLbuco n. 892 de 25 do junho de 169 -misi
lou, revogando o art. 6* da de n. 78S de 5 de m-
Iho de 1866, o qual dispunha qae os nwui *bv
portados de outras provincias so poderiaa ser re-
colhidos em armazens ou trapicbes alfaadegados.
0 agente fiscal ds Parahyba nao fez desigaacio
de armazens, e qaando a fizesse nao teria a at)
provacao da presidencia de Pernambnco, aUeatt a
disposicAo da citaia lei de 23 de junho de 180.
Entretanto, agora o presidente da proviaeaa'dn
l aratiyba, por portaria de 26 do mez proximo pos-
sado, pnblicada no Diario de fi-rnnmftin 4a M>
do corrente, invocando a autorisacao da let a. SSI
de 25 de fevereiro de 1870, (autorisacao finds m-
lo facto de em viriule deila ter sido expedMo
citado regulamento de 16 de marco do mesmo aa-
no de 1870) altera o mesmo regolamento das agea-
cias fiscaes, seraente na parte qme m rtfert da
cidide do Recife, consagrando as segniatw dts-
posicoes era que se firm..u para em segatda eoa-
ceder a Marcolino de Souza Travassos o ntoaopoiio
do recolhimento nesU praca t
Dizem as novas disposicdes :
Art. l.s Os generos de prodnecio de vincia qae entrarem na cidade do Recife para con-
sumo ou exportacao, sujeit >i a coatnbuic> de di-
reitos provinciaes, aerdo rxo-hidot a *m dsiasifs
especial, afira de se fazer efloctiva a anacadaci*
d is mesmos direitos.
m Art. 2. 0 deposito sera desifnado romo dts-
poe o anterior regulamento on contratado fata
presidencia coran esta jalgar mais convenien-
te, etc.
Eis ahi, senhor, eomo sargio o moostrnoso coa-
trato I
0 presidente, sem lei que o antorisaste a alie-
rar o n gulamento, usa da mesma autorisacao, pe-
la qual este fora expedido, raodifiea-o inimcaso aa
parte reiativa a agencia fiscal nestt capital ; coa-
sagra nas modificacoes a idea de am deposito es-
pecial, e, reservando-se a liberdade de control* io
ou de faze-lo designar na forma do aniigo resja-
lamento, quasi qne era acto continnado faz o con-
trato, conferindo um dos mais odiosos monotio-
Uos !
Se na propria provincia qne admmistra na > po-
deria o presidente fazer prevalecer e execatar se-
melhante contrato, e nao menos certo que (alu Ihe
absoluumente competeacia para aut .risar a son
execucao nesU de Pemambuco, e qns tsndo-e
feito, excedeu os limites de snas attlribuiooes.
E ainda quando corapetente fora, e autorisado
estivera, eumpna-lhe attender aos intereaees de
eomraercio, nao coarcUndo a liberdade e nera pre-
judicando os proprios prodactores.
Grande oarte dos proJudos da Parahyba, prm-
cipalmente os de exportacao. basca o mercado
desu praca. Se aqui so poderera ser reeofnidos
no armazem do contratanle, este, alem de ter o
exciasivo do recolhimento, assamira o do recebi-
raento, natnral consequencia daquelle. Se ate
agora a liberdade de escolha do deposito babiiila e
remettente ou o consigaatario a proenrar o arma-
zenario que melhor sirva e que mais eonlhnca
Ihe inspire, sob o dorainio do monopolio resul-
tante do contrato desapparecerio aqneUas coadi-
<;.oes garantidoras. E como consequencia ineviu
vel havera retrahimenlo nas operacoes coaaaer
ciaes sobre Ues productos que deixarao de proen-
rar o mercado desu praca.
Vai uisto a dopla inconveniencia de forcer o
productor ou commerciante da Parahyba a abstor-
se de, para aqai remetter produrtos. e de privar o
cornmercio desU praca das operacoes qne realisa
e dos lucres da exporucio. E cumpre poaderar
que especialmente o tloreseente cornmercio da ci-
dade de Goyanna muito soffrera, pois, em graa-
de parte exercido sobre os productos da Parali> -
Da, que por alii passani antes qne cbegnem a esta
prapa
Em todo o caso, alem das inconveniencias nota-
das, ha uma limiUcao e re>tric;ao ft liberdad; de
eomraercio, e, portanto, manifests offensa as ton
do imperio.
Com que fundamento podem os supplicantes tar
privados do direito de receber e reeoiber produc-
tos procedentes da Parahvba Com qae funda-
mento os commerciantes desu praca, que corapra-
rem productos daqnella procedencU, nao poderao
recolbe-los a seas armazens on de peseaas de saa
confianca ?
E' sabido qae a concurrencia garante servico
melhor e mais baralo. 0 contrataate, armado de
uma tabella de precos muito sizperiores aos qae
percebem os ai maaanarios desu praca, nao so ale
tera o mesmo zelo na goarda e coasarfule do*
productos depositados, como os farft onerar earn e
accrescimo do preco do servico.
E todo isto nao podera deixar de graaaetaease
prejudicar aos productores e ao cornmercio.
Nio e, senhor, a primeira vet qae se procora
esubelecer nesta capital deposito exclusivo para
productos procedentes de outras provincias.
Mas, fetizmente o governo de V. M. Imperial sao
o tem permittido, considerando-o ofteative In li-
berdade de cornmercio e contrario as lets do im-
perio.
Abi estao os avisos de S de Janeiro le IMS a
de 16 de dezembro do anno sates to, eta cnaet*
macao do que fica dito.
Qaando, em setembro le I8SS, o presideate la
provincia das Alageas, irmsaeo-oe em toi mema-
clal, contratou com Manoel Ignacio la Oliveira a
Jose Velloso Soares e Filho o rucebimeatu e re-
colhimento de todo o atsnear de
mesraa provincia exporudo para esta, a i
thesouro de 28 de novetabro de IMI,
a de 10 <*e julho de 1838, maeden qne o
se recolhesse aos iraptcbM indjrtdnt as forms
dos arts. 234 e 254 do regalamtnlt das I
de 19 de setembro de I860, acaba*
exciasivo do trapiche digoeHes
coarcur nao -6 as attribnicem
fandegas e mesas de rendas, mas
dos deposiuntes, qae podem pelir e
piche qne deverft ter preferilo
Rescindindo aquelle contrato pets i
Alagoas e feito outre para e ansi
millo Pinto de Leases, tsttts ae
como este requereram a V. M Is
rev.igada a eiuda orlem as
1861. Mas o parecer da seccao do I
selho de esudo, qae lea lagar ft reznietio le SI
de dezembro de 1*62. a qae te refers o seise Se
3 de Janeiro de 83, trmaaeota aa oeiafaf*
dos irspectores da alfatkloga e ntermrmla
Srovioeia, acorde cm lever Sear stvre ate
a aatucar das Alagoas o dst> U-lo aos '
e armazea- de sua escolha, sea assets
vimento ft qusetso, examinando-a II
laQbes e coadaio pela nao revogacio aa ordem le
18 de oovembrode 1811.
No citado pareeor, sxamiaada s aaestio la eea-
veoieaoia di centraluacao taoati traak'M, lot
...
V
.



~raa
^-H*Hi, ,1. h. /mffl fP^1^0 d P^bU0 ~ Te^ M* 12 <* Maio de 1874.. To, ,
Cni ^^9 tBW*
inJorraacoes da alfandega e tnesouuw^^WCwdtii
Megulamento d aSfmfflSpf f]nl
arios a livre gereacia da

arts. 234 e 1
deixam aos pfupfWUrios a livre gereucta de seu
prodactos, eVpttaiim monopolio que aao pode
ser senao prfjitipia) ao comrr..erci.o, que ama ser
livre, e devajrafMmpre que pjntos do estado im-
periosamenteserne nao o^poorfi, tahto mais'quan-
to a circular do thesouro 1e 3 de Janeiro de 188',
explicando a intelligent**do ciiaJ- regulamonio,
havia declarado nao ser obriga:orio o deposito em
trapiche out armaicm alfaniegado.
Examinada a questao da eompetencia do poder
prpvmcial, foram us merabfos la seccaoaecordes
am opinar que os presidentes qie fizerati os con-
tratos, ultrapassaeam os limits de suas aun
buicoes.
Accrescenttvam dies : Aeliustila essencial de
cada um d->s ditos eoajraios eq ie todoo assucar
de produceao 4a provtaciaiias Alagdas, exportado
para a de Peraambuco, Sera aqui recebido e de-
positado era am uaico trapiche. E', pois aos ne-
;;oeiantes de Pernarabuco, a quern pertencerera ou
orem eonsignados os carregamenlos daquelle as-
I ;-uear, que o contrato irapoe a obrigaoao de arma-
zena'los emum unico ~tnral; e partt tanto ncio cs
tavim autorisados o presidents e a assemble" a If pis
titiva 4u provincia das Alago's.
Contra a doutrioa expendida nesse parecer e
coSMgrada pelo aviso -de 3 fle Janeiro tie 1863,
nao pode ser invocado o aviio.de 3 de fevereire de
1864, que mandou vigorsr a ortlem de 10 de junho
de 1838, porqnanto do parecer da secc.5o do coa
selbo de estado, em que se irmou este aviso,
coaaia que, nio corao direito ad quirido, mas, c
graca, e, emquaoto nXo expiraste o prazo de seu
S'nirat, f o coaeeJido aJisi'i Velloso Soares con-
nuar nogoxo do oxclasivo pomuttido pela ordem
de 10 de junio de 1858, porque entao fora res-
tabef'Cido o coalBato rescindido e este havia si
d,i feito ein data anterior ao regulamento das ai-
fanaV.gas.de 19 do selembro de l8fi0, tempo em
tue VfeUaa-> Soares tiaoa em sen favor o exclusive
aqnella ordem.
E tanto aao pbda ser invocado aquelle aviso de
3 de fevireiro de 1864 que pelo de 16 de dezem-
bro do anno passaio foi indeferido o requerimento
em que Adolpho Koop pedio que fosse exclasiva-
mente depositauo no trapiche Companhia, desia
provincia, toio o assucar imporiado da provincia
dis Alagflas, vi.-to ser inadmissivel esaa preten-
540 em face do disposto no art. 31 do regulamento
ami'-'xo ao deoreto n. 3.-917 da 31 dc dezembro de
l8i3 e no aa 28 do decreto n. 1,510 de 20 de abri'
de 1870. *
Inutilmente SQprocurara expJiaar o acto do pre-
sideate da provincia da.Parahyba, atirihuindo-o a
necessidade de salv.iguardar os direitos da raesma
pravulcia sobre os prductos, que delta proeedem
para esta. Soiuolhante necessidade esia plonamen
te satisfeiia coin as disposes conlidas no regu
. lament! alterado pelo presideotee crn as provi-
dencias adop'tadas pela-alfaudega dessa provincia,
oorao coasla doofllcio Jo iuspector da mesmaal-
fani sa ao do da thesouraria em 23 do dezembro
de 1831
A, fiscalis'icl) dos direitos da/|iiella proviucia,
"lep'nlente aa- guias que acomp.iaham os pro
ducUs, piesoinde do rdcolhimeuto de^te3 emum de
posito exclu-ivo : a couforenc'a e verificacao pi-
daai aer f..-itas quer os produces eslejam recollu-
do< era um so. quer era diverso? ar.nazens.
E eumpro nio esquecer que o exclusive conce-
didi \Mo contrato, contra que os suppiicaates re-
cl^in.Vn, aao 6 relativo apnas a^s productos des
tinaJ.is a axp )rtac*o, compreheuce tambem os pro-
du;t is desiinados ao consumo!
St-jibor sa as |ek do imperio respoitim e ga-
rait::m a liberJada do commerci\ e o governo de
Y-M. Inperial de acwrdo com e las nao tem per-
mittido que sc e d r.'colfiuirnto e reoolhimento dos assuoares pro-
cv4;ntes da provincia das Alago*, nntrem os sup-
piiuattt'js a esperanca de que V. M. Imperial fata
com quo nao prevaleca o monopdio autorisado
polo presidente da provincia da I'arahyba para to-
dos os productos procedentes da mesma provin-
cia e desiinados quer a exportacui e quer ao c>n-
^ilruo!
Os supplieaates apeoas tiveFam noticia de haver
siij oncedido este niiinstruoso monopolio, apres-
saram-se e:n represeotar ao presidente da Para
fej'ba e ao desta provincia no senudo daquolle nao
maalar e es,te nao conseatir qua se execute o con
tra!o qae o autorisou.
Apezar disto os suppKeantes nao polem eslar-
Iranquiifos e nem garantidos.
E, poy, coaQados na solicitude de V. M. Impe-
rial espcraji os supplicantes^eratteadidos, aguar-
dando do governo de V. M Imperial as providen-
c;as neeessarias para (|uesejam garautidos osseus
direitos e fique o commercio desta praja livre do
grave mal quo I he esta f.uinente.
P.- !em a V... Imperial deferimento.-E. R. If.
Est.i assignada psla digna diraccao da illustre
associajlb commercial e por um crescido nuraero
de coiiimercianle-, nacionies e estrangeiros.
-0 Sr. Gosns Pahkntb : -A peJido dos interes-
saJos.
_0 Su. Ma.voei. do Ueco : Em '.odo o caso isso
nao tira o valor da represent:cao.
O Su. Xascimemo Portblla :Eis ahi, senho-
re*, as duas representa;o;s uma ao p jdar provin-
cial, out, a ao poder ge-al-; a l" ja devidamente
informala pelas roparu'edea pabicas ^ue reco-
nheeeram a sua procedeacia, a i1 ainda sera in-
fur itAcoes o ambas sein decisao.
Nestas coulijoeA, Sr presideato, disse se e eu
tivsoccasiai de cavir que o senhor miaistro da
fazeuJ.i havia autorisado a cxecu^ao do contrato.
apptiiYandj o e por^sja Lrma indeferi'ndo a re-'
ctamncjio que ao governo imperiil haviam dirigi-
do os cj.mojerciantes de Pernarabjico
0 Sn, J. Mello Rei;i: -Creio qac nao se disse
isio; arise apeaas que o contrato fora appro-
vado.
0 S:t. Vax., x oo Rrr-;,:0 Sr. G >ncalve3 Fer-
reira disse.
0 Sa. .Nascimento Portblla :Como o nobre
deputado cop testa, eu vou ler.
OS*. J. ttsLui Rego:Xao estou contestando;
d g > apenas que me parece qae ndj se disse isso.
0 sr. .Vascimexao Poutf.lla : Bern ; assim o
noire deputady forga-me a ler o que occorreu.
Dizia e-n parte o nobre deputido, a quern se
mere, 0 Sr. Goncaives F-=rreira (lehdo): Posse-
afflrmar ao nobre depulado qu,e o rainistro da fa-
zettia mandou ate qae se puz"esse em execuc3o
0 contrato.
0 Sr. J. Mello Rego : -Sim.
0 Sr. Xascimento Portella : Eu respondi
1 t'',' ^9m noore 'Jeputadodiz e n5o esioti
nanilitado para contestar: acefto a sua fleclaracao
de que o Sr. ministro da fazeadamajidouexecular
ocontratj.
4.ecrescentoa o SrGoncalves Ferreira (lendo) :
Sim, senhor, indeferindo deste motto a represen-
tac5oqa os negociantes d'aqui fte'fizerani.
0 Sr. J. Mello Rego:-Bern; eu nao assegurei
qn-? ?e nao tivesse dito.
OSa Nascuiexto Porwlla :-Js. veportanto,*)
nobre depuudo e a assemblea que o pensamen'to
enu.) raanirestado fora que o Sr. ininistra da fa-
zeildi luvia autorisado a execucao do watralo e
navla por esta forma iiideferido a reprasentacao
do* negociantes de Peraarnbuw.
Senhores, eu linha bastante razio quando entao.
refermdo rnoa oma dacisao do actual Sr. ministry
* 4ifjwq1a e flrniado nIla, mo exnrot ta Sytma (ieado).: 5 iajo me /*;; crer que o
governo Imperial, que assim decidio segaado esse
privilegra limitaio e resiricto aos aesocares vindos
da Alagoas, uao terj (presurao, afflrmal-o) autorisado o priviiegio de uma or-
iem nauito superior.
Eatmha razao, senhores, qqaodq confiava na in-
tellrgencia, na illastracao, na cohereticia do Sr. mi-
nistro da fazenda, pan nSo snppor, e menos
acr?ditar, como dizia entSo, qae S. Exc. livesse
aot irisado a execucao d'eise contrato. Era con-1
t-staoo, nao tinha meios pata mostrar o engano
em *jrt s? actiava o nobre depafado qae assim c
alUrmava.
Hj\e, portm, pelas inforraacods dadas, pjsso di-
zer a assemblea qae o ministro da fazenda n5o
autonsoa esse contrato, nip dea Ihe approvacao
e nefn portanto indeferio a reproseotacSo do com-
mercio. *^
O'Sa 6om8sPariwte,-*iu9 o presidente po-
dia auior.sal -o. ^
0fJ. Naschiento Portmai S. Exc. Sr
pr^*denta da provincia. n5o tere arocedimento
difrereate, nada decidio,>.hSo mandou dar exe-
cucao ao contrato. E' por isso quo ou disse que
a qua-tSo astava felizmente em tun terreno de
lacil- solucao, qae nao er* preciso senao fuer
sontir isto, e um e oatro camprir o .-en dever :
un, firmando-se oa lei provincial n. 6*2eno in-
ti>ram a elte foi tots ; ontro, o governo imponal, d^cida
tambem sobre a reclamacio feita Peio eommercio
dpcSlo0*"' Bin* De Jatr prof9rto
Naturalmoite o Sr. preiiqVdJe da orjvincia ej'.a-
v* "> mesrao engano em qde se Mt,-;?^ o nobre
odpuiado qae me dwnealio o aparte 8 4 qae ha
peuco me refen, qaando suppanha que o gqverao
wa--;-W
osmo
Crrio, poi",-quetoie'U panaas.l) tfSP^11^-
president* da poivinsia mada docidt
9ta pasta persuaslo, jabora em
gano.
B o as considera-;5eS qUe -m,
presamo, bastantes par?, manifqjtar e3te ea*ano
par* tornar claro >M 0 m--D0 in^^i Dad*
decidio, estou serto. de que-ttada ha a esperar se-
nSo ue S. tiie. cuunpra o *en devet.
0 bH. J. Mm.,, Rgo : V. Bxc.'da liceue*
para am aparte ?
O Sa. NAsctkB-STo POrti.la : -Pois nio.
0 Sn J. Mkllo Rbo : Pois eu estuu periua
dido deque o governo imperial auforisou a execu-
Qio do contrato. Nao decidio sobre a representi-
cao.Tiem approvou o contrato, mas autorisou a
sua enecu;io.
0 Sit. Ma.no el do Rego : -D'onde consta isto ?
0 Su. J. Mello Hcu i : Em tempo direi.
0 Sr. Presidente : (ao orador) A hora desti-
nada para o expedients esta terminaia. 0 n>ibre
doputado, se quizer.poJe contiauar o seu discur-
so, mas requerenclo urgenia. *
0 Sr. Nascimb.nto Portella : Se a assemblea
me concede que eu conclua, requciro urgencia.
Apoiado o requerimaato de urgencia, e posto
em discussao e sem debate approvado.
0 Sr. Nascimento Portella : Agradeco a
assemblaa a urgencia que acaba de conceder ine.
Senhores, o que.#e Wm qaerido considerar corao
acto do governo imperial, dando approvaca) a
esse ontrato...
0 Sr. J. Mello Rego : -Appnmjio, niio.
0 Sr. Nascimento Pout ell a : ... ou per-
missao para a sua execucio...
0 Sr. J. Mello Rego : -I;to, sim.
0 Sn. Nascimento Portellv : ... e rccor-
da-me at6 de que o npbre depulado mesrao disse
entao que o conselho de estado havia sido ouvido
e opinado no sentido de que...
0 Sr. J. Mello Rego : Mas nao assegurei ;
disse que mo constava isso.
0 Sr. Nascimento Portella :Esta born ; disse
constar Hie qae o conselho de estado havia sido
ouvido a respeito deste jmjecto ; e tud> isto como
que fasia calar em meu espirito a conviccao do
que o negocio estava em um p6 maito differen-
is do que a<|uelle em que effeclivamente esta.
Mas nao ancontro cansulta alguma do conselho
de estado a respeito.
0 Sr. J. Mello Rego : Tambem procurei o nao
encontrei.
0 Sr. Nascimento Portella : -Portanto sou le-
vado a crer, eo nobre dejlataJo raasmo rocouhe
ce, que foi aponas uma informacio, raas sem cer-
teza da cxistencia de taes pareceres, de taes con-
sultas. Bern
Mas, como dizia, o que se tem entendido coma
acto do governo imperial e a s-.'guiute ordem do
thosouro de 13 de aeternbro do i873 : (lo)
Seccao, Ministerio dos negjeios da fazenda
N. 190 Rio de Janeiro, 13 de seterabro de
1873.-0 visconde do Rio Branco, presidente do
tribunal do tbesou'o, cofntnunica ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda da provincia de Per
nunnaco, em addilamento a ordem n. 178, de 3
do inez cjrrente, para os diversos eff;itos e cum-
primenta.na parte que Hut tica, que a presidoncia
da provincia da ''anhyba, segnuJo consta do seu
ofncio n. 27, de 21 de agosto proximo passado, aca-
ba de rtsoWer a creaclo na cidide d) Recife, de
um depj.-ito especial para os generos de proluc
cao da mesma provincia, sujei'os a "direitos, senlo
encarregado do administia-lo, como agente fiscal o
negociante Mareolino d9 Souza Travassos, residen-
te na dila ciJade, ao qitit pede aquella presiden-
cia quo pir parte da alfandega se presle toda Co-
operai^io quo esliver a seu alcance, para o fim
de be n tiscalisar a arrecadaga) d? renda provin-
cial, derond > a agenda ser iustallaia em 1" de Ja-
neiro de 187i.
E' este, senhores, o unico act) do governo im-
perial, ii a unica ordem do actual Sr. ministro da
fazenda.
0 Sr J. Mello Reg) : Mas esta autorisala a
Bxecdniu.
0 Su. Maxoel di Rego:Oh Mareolino de
Soiiza Travassos e ag .nte ? !
0 Su. J. Mello Rego: Isto e qaestao de no-
me; e o a.ante competent^ da provincia.
( Ua um aparte.)
0 Sn. Nascimento Poriella :Desta ordem do
tliesouro se manifesto : 1 que S. Exc. o Sr. minis-
tro da fazenda, nao teve ante seus olhos o con-
trato, teve apenas um ofjucio ; 2a que nesle off!
cio se communicava a S. Exc. que era creada uma
agencia especial para a arrecadacao dos diiv.it >s
da proviacia da Parahyba ; 3" que se declarou ser
o agente fiscal Mareolino dc Souza Travassos ; 4
que para o Mareolino de Souza Travassos, como
agente fiscal da Parahyba.-era pedido todo o au-
xilio que a alfandega de Pernarabuco podesso dar
em virtude da ordem do governo imperial, para
que bem arrecadados fossem esses direitos da pro
vincia da Parahyba. Nao ha outras concjusdes
senao estas.
Aqui.n.io foi dado conhecimentoao governo im-
perial nao teve S. Exc. o Sr. mini-tro da fazenda,
ante seus olhos, o cuutrato que constitue o privi
legio, o monopolio, de somente um bumem rece-
ber J',s productos vindos daquella procedencia.
0 Sit Tolentixo de Carvaliio : Apoiado.
0 Sr. Nascimi.nto Portella : E tanto e as
sim, Sr. presidente, que S. Exc. o Sr. ministro da
fazenda, nao diz que se preste ao contratante Tra-
vassos todas as garantias, lodos as favores; emflm
todos o- meios de execucao do seu contrato, mas
que se do' a Travassos, corao agente fiscal, que nao
e\ da Parahyba, porque o agente fiscal e eonhecilo,
e outro, tola a proleccao para a arrecadacSo dos
direitos dessa provincia.
0 Sit. Tolentino de Carvalho :-Ha uma oatra
differenca : o cootratante passa recibo dos gene-
ros recolhidw, assim como o agente fiscal passa
recibo dos direitos que cobra, em vista das com-
petentes guias ; por conseguinte sao duas enti-
djdes
DSu. Nascimext.i Portella : -Ja se \6, por'tan
to, i\ie esta ordem do thesouro em quo se firraam
aqucllcs que dizem que o governo imperial con-
sentio na execujJo do contrail, nao autorisa tal
assoyeracao, n.lo ; e quo ea, senhores, tinha toda
a raiao quando dizia, e ainda o repito, qae S.
Exc. o ?r. ministro da fazenda, nao deu autorisa-
cao pa a execuijJo desse contrail, corao assevero,
mais que nan e capaz de.da-la.
0 SiJ. Ml.lo Rego;Mas entao porque
coramunicou isso a alfandega?
0 Sr. Nasclubnto Portella :Perdoerae o no
bre depulado; en explicarei.
,Di^o i|ue S. Exc. o Sr. visconde do Rio Branco,
nao so nao deu, como nao dara autorisado para
a execucao desse contrato, porque ha alguma
cousa no passado dos lioiaeus, que garapje o seu
modo de proceder no futuro.
0 ministro que em J86J se xpres*va eui ter-
mos muito siguificativos, e qae tfin 1872, ainda de
accords com o pensaraento eDlao" maftifestado,
sustenlava a mesma doutrina, nao pouV* e&quecer
o que entio decidira, para coosagrar ama ? diainelrahnente oppo-ta.
Eu vou ler a ordem do thesouro de 23 deao-'
I8!'?,1; Ml, wm relajao ao dp*siu) VeUoso,
somento do producto-awucar viado das Ala-
goas, diz S. Exc. : (le)
E considerando por oatro lad", que a conces-
sao do exclusivo em casos taes e'eoarctar nio $6
as aMnbnices dos chefes das alfandegas e mesas
de rendas, aos quae pelo art. 234 do refuiament.
de 19 de selembro de i60, compete designar o
eatrepostoontrapithe para d^oslto das m^reado-
rias, mas tambem o direito dos depositantes que,
como o permitte o mfsmo artigo, podem pedir e
indiearo trapiche qSe devera fer preferido, sem
pre que for possivel, e nao offender os interests
da nscalisacio, declare, ao Sr. inspector da tberouv
rariade fazenda de Pernamhnco, que fna revoga-
da a ordem de 10 de laeno de 1838, que autorIsoa
o deposito exclusive de todo o assaear proi-ed^nte
das AUgoas, no trapiche do ji referfdo Manoer
Ignacio d diante se enmnra fietmewe as disposicfles, tanto
do dito art. 234, como do n. 2 do art. 254 MM
exige que as paries declarem em seus rcineri-
menlos o irapieha para oade se destina o g-nero
que qoerem deposiiar.
Nao ese,ueeeria elle entao o que aisim havia
decidilo. como nao esqaeceu em 16 de dezembro
de 1872, < indeferindo a peiicao do negociante
Adolpbo Coop, que reqaeria ser o nnico deposita-
rio aqui no trapiche Companhi* de todo o assu-
ror vi!ido das Alagoes, como passo a mostrar:
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de
/aoeiro, 16 de dezembro de 1872. 0 visconde do
Rio Branco, presidente do tribunal do thesouro na-
aonal, eomranniea ao 8r. inspector da tnesonra-
na de fazenda de PernarabniM, que foi fndeferido
o r^iuenmeoto em que Adoipho O,op, locatario
e administrator 4o trapiche-denomraado Compa-
mta, exifite*>te-4M capital da mesma provincia
pedia qae fosse exBlosivam*te depositade no
dito trapiche todo o"?^aeat iMpeYtado da provir-
las ^*SMt, vistot | Mmlssivol essa pre-
pro-
Bm faiiaBo disposto no arligo lid
lamento annexo ao decreto n. 3,217 du
aaUaVP qa 18S i, e u> arligo 28 do d
Fffl'r "Je ^ril de ,8:0 "
Sit a |iii o?famentos.
Se coiB'-Nlitelii somcute a"b cxeluilvo
due*) :<- aseuee/f procedente da provinciaWQ
Alagoas, o Sr. visconde do Rip Branco, quo linha
razao quer em 1861, quer eui 187J, coasiderava-o
c Kii'i offens vo nao so das i*fr, eomo tambem da
hberdadie do cosmercio, t raandava n'um easo
que nao fosse reepeita'lo o contralp feito pelo pre-
sidente das Alagoas ds acoordo com a lei provin-
cial, e uo seguodu dejiJUaue nio podu ser atten-
dida a prjtoneao de um negociante desta pr.
qae reqperia o reculhimento exclusivo, eo,
razio quando dizia qio S. c-xc. nao podi^ter
approvajaoou permiitido a exeeucai (}eg$e con-
trato, qute'eonstitue uramonopjlio de ordem muito
superior, quo comprehonde todos os product s
vindos da provincia da Parahyba e destinados quer
a exportable, quer ao consumo.
Passo a fazer a domonslracao de que na mente
do governo imperial, do Sr. "ministro da fazenda,
nunca esteve a inloncao de approvar eise con-
trato.
A demonstrasio e facil, coasisto nas dates, e
por isso chamei a at'.encao dos nobres deputados
para olias : reforna do regulamento de 26 de
julho; contrato 7 de agosto; representacao do
;ommercio 21 de agosto; dospacho do presidente
da Parahybi, indeferindo a repre.-entacao, 2 de
seiembro ; representacoes do commerci i de Per-
narabuco. 2J ao presidente de Pernarabuco e uui-
ca ao governo imperial, 9de selembro ; enlretanto
esta ordem dp thesouro tem a data de 13 do se
tembro. Ora, de 9 a 13 de selembro S. Exe, o
Sr. ministro. da fazenda, nao linha aute seus olhos
a represeatajao do coinmercicio de Peraambuco
para poder indetorida. '
Portanto, Sr. presidente, felizmente para a pro-
vincia de Peraambuco e tambem para a da Pa-
rahyba, es-a a qaestao era estado em que nao pre-
cisa senao qua um eoulro dos poderes, nerante
os quaes se lueram a represeolacrJes, cumora o
seu dever. v
S. Exc, o Sr, jiresidenl-t de Peraambuco, se es-
tava na persuasao, corao creio, de qua o governo
imperial tinha resoivido a questao, quando se mos-
tea qae o governo nio a resolveu, rejoabeca o seu
engano, faca com que seja raanlila a lei n. 892, e
nisto ira de accordo :io so com a lettra express
del'a e com. o seu esparto, oomo de accordo tam-
bem com as insformaciles presladas pir todos os
chefes das reparlico.-s a quern maudou ouvir.
O governo imperial, se pbrventara nao teve
como tamba n creio, diante de sens olhos o con-
irato, e isto se deprehende-da ordem de 13 de se-
tembro, se nenlmna decisio deu^nao tem senao
a missao de deferir a represeulacao do commer-
cio do Pernansonao, de fazer por esta forma desap-
parecer am monopolio offensivo de tantas lei de
Untos pnnoipios, de iauios interesses.
Nao e rainha opiniao isolada, Sr. presidente
nao; nesta ponto e de la aie:-mo, da provincia .da
Parahyba, qoo eu vou buscar eleraeetos para mos-
trar iue nao se repuu como leodo lid approva-
cao, como podendo ler exeencaj else contrato ; c
das corta. oscripUs pelo Sr. Jose da Costa Ma-
chado, que mo d zera ser o inspector da alfaa-
dega.
Em uraa destas cartas.'na de 2o de novembro
muito bem escripta e em qae se revela um ho'
mem de conhecim ntos e de criteria, dirigidas ao
secrelarjo da presiJencia, referindo-se a supposta
coacessao do governo imperial, diz o Sr. Dr
Costa Machado : {le")
Vo-se, pois, que uma tal concessao seria mo-
ralmente impossivel, pois o governo nio havia de
tnfringir regras fa ha muito estabelecidis para
coadjuvar e proraover os iuteresses de quem uuer
que fosse.
a 0 contrato celebrado com Mareolino Travassos
nao foi ap rovado peio governo geral. nem o
sera.
Estou em perfei:o acco-do. Seria fazer grave
lniuslica -un horaem, quando se acha altauient*
collocado, e que tem.tido sobre a materia a co-
herencia ijae acabei de mostrar, suppo lo capaz de
esquecer o quo fez nara nennittir mm

uii
terior, csli cstibeleeido que a 6-cV-v
ra pelo antigo syste.na, oatOillfM|>^
se. portanto, a:d arnQ^mfili tsppchl
''fa >ndfspi5Bi.a arreta-
sem llcj2nao p..desse
r tal
iOs direitos, que
(MfjAgar.
u qaero eViender-me sobre este ponto e nem
XBI
Eu
sobreoulros n,a, ha umpjra nuenao possQ dei
jK^^Mr a attenc-aprasaemblea.
'issef%fWao, em sfgao de 18 do passado,
l"e. o i-lfcito de tal inonopolle seria o retraii-
'.oento dos.prdductos da Pa-ahfhl, que havia tie
heror uinafgrande dilTcrcnca nos dous terrosda
prdWaVapFKiv:lla proviacia,
mercado desta. Creio que aao pode seru-ti eej
,'. di& '
qne
ser
Iera.1^1 nas enlradas
testa do ; basta uolar a
do producSAlgodao.
Obtive ha poucos dias, e sinto nio tor trazido
|ii,r esquadmento, um msppa eomparativo das
enlradas de alg'odao nesta praci nos mezes de Ja-
neiro, fetereiro e meroo do anno passado, e aos
raesnios mezes do oorrente anno, qae mostra uma
tJifrerciirja para menos de perto de 20.mil saccas
nos tfe i uez",s -do corFente anno, weees era que
tem estado em execufio o coulratado monopolio
do recnlhimaalo e ileoosito.
0 q .e mostra- i>to ? Qae ou os product ires da
Parabyba on os negotiates d'ali, qae costuraavam
remetter algodao para esla praca, tiveram de
recuar, nao qnizeram jujeitar-se ao monopolio.
Podii.o contratante n5o inspirarlhes confianc.i,
e eatao, em vez de remetteretn para aqui o sen
alg'idao, procu^u-ama capital daquella proviucia.
E de facto Mli se estabeleceu um commercio di
recto, p. ra a exportacdo.
Grande partc, senao todo o algodao de Maraan
guape, que costumava vir para o mere do de Per-
nambaco nas ires viagens qae faziam mensal-
meate os vapores da companhia pernambuoana,
deixou de-praourar este raeraado, e ho)e 6 levado
wmt j wit,

tjs ponlos. Sr. ptsi.lnte p >de ser comparaJj
rriVaapbo, nem gomanda^io ao sail coajiuorcio,
ndm com rela./to a sua elificacaj e nem aiada.com
ao
esquecer o quo fez para permitur qae se execute
am contrato, que e offeasivo d.w proprios precei-
tos das leis indicadas em actos seas autenores,
um contrato que e iuteiraraonte contrario as leis
da provincia.
Nao o:'tra, senhores, em meu proposito apreciar
o contrato sob oatros ponlos de vista, nao ; basta-
me soateuie mostrar, como tenho conseguido, que
elie offende a inteicsses muito importautes e nio
teve apprevacao nem consentimento do governo,
para eu eslar tranquillo de que, quem quer que
seja que goverae a provincia de Pernamouco, le-
nhj a obrigacao de respeitar as suas leis, fara com
que esse coti.rato, esse monopolio desapparec;i.
Ha, porem, um ponto a respeito do qual, por
muito qur eu deseje terminar as min'ias observa-
Coes, nao posso deixar de fallar; aos nobres de-
pulados e a V. Exc. principaimente, Sr. presiden-
te, que tanto desejo tem do dar anda oento aos
nossus irabalhos, pe^o mil desculpas de ter aindi
de contrauar : e soure a compeiencia, e se pode
ter execucao o regulamento fiscal da Parahyba
nesta capital com offensa de lei provincial nossa.
Sobre e.-te ponto, senhores, creio que nao pre-
cise alongar-me desde que tenho em meu apoio
nao sosdecisoes do governo imperial, como a au-
torid.ide respeitavel dos
quando ouvidos sobre questao identica. Eis o que
diz a resolucao de consulta de 24 de dezembro
do l&ii (i-V, :
Era segundo lagar, sendo a provincia das Ala
giias raia da compelencia legislaiiva da assemblea
e da jurisdicgao dapresidencia, a autorisacao da-
quella e a celebracao do contrato feito por esle,
so pudc e cabe considerar-se com forci da obrigar
porfeita e ultiraada com o consentimento do go
vcrno de S. M. I. E', pois, aos negociantes de
Pernarabuco a quoin pertencerem ou forem con-
signados os carregamenlos daiiuei:?. assucar, quo
o contrato impoe a obrigacio de arraazena los em
um unico local, e para tanto nao estavam autori-
sadjs o presidente e a assemblea legislativa da
provincia das Alagoas.
No inesmo senlido e a resolucao de 27 Je ianein
do 186i.
0 Sr. Gomes Parente :Ha oatras consultas
em senlido diverso.
0 Sr. iNasclmento Portella : Nao quero,
porlauto, nesio ponto iuvocar melhor autoridade
do que a que lica referida. .
Mas o que deu origem a esse contrato ? Ha
uma ordem do thesouro, de 2 de abril do anno
passado.
Aio entao, senhores, os direitos da proviucia da
I'arahyba, pelo* productos d.aili vindos e aqui ex-
porUdus, eram arrecadados pela alfandega. A al-
fandega fez seniir ao governo imperial quit nao
cevia contiuuaj- ueste irabalho. 0 que fez a or-
dem de 2 de abril ? Declarou a presidencia da
Parahyba qua a alfandega nao podia inais fazer a
arce^adagao.
Pois porque a alfandega nao pode mai* arreca-
dar, ha de bear um homem com o direito ce re-
colher em seu armazem todos os produetos viodos
iia4nelia provincia ?
i)iz-se : E para facililar a arrecadacao que e
D "c*so conceatrar todos os goperos era um so de-

posilo.
Sobre e?Uj P0010' 8n!ioresr eu nao tenho me-
lhor aatori 4dlle du ^ne aquella qup ha poaco ci-
te!, do prepr ."* in*fec'0'- d alUndega da Para
Elle o lelo-a, porque nao quer^ abn8ar.por, mnit0 temP0
da p .dencia da easa ; nio *elll suas pala-
vras. mas reproduzirei o seu n. """ament:o) que, no
para a capital da provincia da Parahjba. E o que
sucoeda com o algodao, tem succedido com os de
niais prodactos, corao assacar, eouros, etc.
Ha ate negociantes que pedem permissai para
fazer o pagamento dos direitos de seus genaros
sem que elles sejam recolhidos ao tal deposito.
E quando 6 sabido qae se parraitte o despaeho
de raercadorias sobre agaa, nota-se o facto dis
productos qua vein da Parahyba em barcacas ou
navios para serem exportadus por esta provincia,
nao podeieru tor a sua expirta^ab, sem que ou se-
jam baldeados e recolhidos ao armuem privile-'
giado, ou entao paguem a arraazenagem sem ter
havido o respective recolhimento.
0 Sr. TotEynao de Carvalho : -Justamente.
0 Sn. Nascimerto Poutrlla :0 resultado e
que a adfaauega de Peraambuco tem apresentado
grande diminuioao no seu rendiraenio, o que em
parte a de*iilo adesvio qua para ouiro: ponto de
exporlacao tern lido grande parte dos productos
que procucavam o aieroado desta praca. Navies
qne aqui carregavam, e entretiHhara o cornraer-
cio, coacorreado para o sen desenvolvimento i
florescencia, ja nao o faaaro.
Os empregados da alfandega, cujos vencimen
los sSo comeutados em quotas propcreionaes ao
nditnento da mesma alfandega. soffrem os effei-
tos da diminuicao deste
E ludo isto e o resultado do contrato quo fez
centradisar em um so deposito o recolhimeato dos
prodactos vindos da Paiahyba,
Dic-se qae o interesse liscal da provincia da
Parahyba re'.lama esse exclusivo. Ha iilasao.
Aiem das coneideracdes qne fix, cumpre notar que
estabelecido um monopolio, snrgem os raeios do
illudi-lo, p idendopirtanlo sneceder que a pro-
vincia da Parahyba perca parte de saa receita,
desde qae aqaeUes que estiverem habitaados a
remeiter os seus productos para a capital de
Peruaoibuco, e tirarom aqui relacoes tao estreitas,
tao intiraas, ou comproraissos tao serios qne nao
possam delles despreBder se, queiram illadir o
fisio da Parahyba, apresentando aqui os seus pro-
dactos como de Peraambuco a nao da Paraiyba.
eximindo-se assim de deposita-los no deposito es-
pecial, que pode nao Ihes merecer confiaaca. E
por semedhaote forma nao pode ser prcjadicada a
provincia da Parahyba ? Bistava esta c;rcums'
tancia, quando siibsiuurcao em san'ido inverso
aao podesse tar lug^r, recolhendose come da Pa
rabyba prodacto de Peraambuco, para qae o con-
tratado monopolio ni i possa ser maotido.
Mercado iineortante como e o da praca de. Per
nambuco, se para elle corriam os productos da
provincia da Parahyba, era porqae Ihes off reeia
melhor preco, mais prompta expedicao, mais fa-
cilidades e garantias ; e se hoje nao proenram
este mercado, 6 porque e neon tram aipii un mt>
nopolio a qae Ao querem submeUer-se. E ha
nisto vanlageos para a proviacia da Parahvbs,
para os productores, para ns commerciames ?
Creio que aao ; e da liberdade do commercio
que resulta vintagens para todos.
Eu estimaria ver substitnido o svslema de nos-
so3 iributos com relacao a lavoura.' de forma que
o lavrador pernambucano podesse, sera prejuizo da
renda provincial, remetter os seus productos
para onie i|aizesse, quer para a Bahia, (e ja tire
occcasiao de ver quo parte do nosso algodao desce
o rio de S. Francisco e vai procurar a capital in
Bahu, e isto com prejuizo das bombs ran las) quer
para Maceio, quer para a I'arahyba, emlirn para
onde mais Ihe convier. E' por issd que hei de fa
zer tudo quanta de mini depender, para que esta-
conselheiros de estado, demos por meio da estatistica rural, a substitui-
cao do actual imposto de exporlacao por um im-
poslo territorial. En'.ao esses inte-esses que ie
choc m de umas provincias com outras lerao das-
apparecido, havera plena liberdade, cada uma re-
mettera os seus productos para onde quizcr, para
on le puder enconlrar mais prompti ex!>ed'c4o,
melhor preco, maiores vantagens emflm.
Era isto o que snecedia em Peraambuco, em re-
lar3o aos productos vindos da provincia da Pa-
rahyba. Elles procuravam maiores vantagens,
melhores coodieues para a expedieio. Etado isto
tem desappsrecido por effeito ds um monopolio,
com offensa as leis e a rateresses tao importantes.
Sr. presidente, vou terminar. Comas considera-
f5es qne tenho feito, o men lim e somente rnani-
feslar que o governo imperial nao tomou conheci-
mento desse monopolio, nio autorisou a-sna exe-
cucao, nao consentio nelle, e, po;sorepetir, nao e
capaz de consentir.
0 ;n. Manoel do Rego :Apoiado.
(|0 Sn. Nascuiento Portblla : Qualqaer que
ja o ministro da fazenda. oma voz qoe seja ho
mem digno de occupar -tao elevada posijSo, nao
pode consentir na ?xecuc,4o de am monopolio des-
ta ordem. E send., assim, nao re-ta senao ao Sr.
presidente da provmcia___
0 Sa. Soares : Este esta coneorde
0 Sa. JJascimbnto Pobtella : Tenho ouvido di-'
zer e fdgo muito de o ouvir asseverado
bne deputado.
Nio re^ta senao ao Sr. presidente da provincia
altender aos reelamo* da a-eemblea provincial,
qi>e neste ponto esta quasi unaoime, nao rests se-
nao attender aos reclamos do commercio desta
pra^a, offlciando a presidencia da Parahvba, em
resposta aos dous olHcios della, dizendo-lhe qoe
nao pode consentir na execucao do coitrato, e
neste senlido expedrado orJens as repartieoe-
competentes, fazendo assim com que se torne ef-
fectiva a lei n. 892, desrespeitada pore.-se mono
polio. Assim fazendo, tornarse-ha credor da es-
imia e do apreoo daquelles que desejam o respeito
e o cumprimenlo da lei.
E" este o men voi.\ e este o pedido qne Ihe fa-
50 desta tribuna. (Muito bem; raaito bem )
acao a.sua p jpulacao.
Sr. Cdnha Ca-valcantr : E' superior
rUns?
JO SR. ATTrCOljiUK : Sm, y>nhnr ^^
10 Sr. Cunha" Cavalcantb :-Enta*t grande.
;OSn./Tried L--anl:0 Triuinnao, cono po-
vTadi>, tern grande nnmero d* cases, tem raesmi
bens sobradoe am namero do-8 ou 10___
iO Sr. Manoei. do Keoi : -Um cottemercio fl-i
rsscente.
1 .0 Sn. Attico Leitb:. .tem era commercio flo-
Nscente.
iNao ha quem deseeafaeca nesta eapiul a impo'-
tancia de Baixa Verde.
i Corao lagar de agricultura i i.nportantissimo ;
lejnoi alii cerca de 300 engenhoi ou engenhocas;
temos 5 engenlios de ferro. um ate movido por
*m*, emfim po le se dizer qae o Triurapho e uma
e^pecie de oasis collocado no grande deserto do
sertio.
jPara que, pols, nao continue o facto da ser o
Triurapho uma villa, ao passo que encontrara se
ciSades menos hauiladas. menos popalosas, com
peior edificacao, m ceniro de provincias meno
refc, eu eolendi que devia aprosentar o preseota
prbjeclo. r
Penso que, cam a su aprasentacao, nJo face
mais do qae iusti;a ;i Baixa Verde.
Aloons Siw. DuptirADDs : Maito bem.
REVISTA DIAR1A.
. Lssemblea provincial Hontern a
as; juiblea funecionoa coin 30 Srs. depuUdos
sol a presidencia do Sr. Dr. Aguiar.
I Ida e approvada a acta da sessHo antecedente,
o a -. !. secreiarip lej o segointe expedieota :
l ra oifleio do seereUrio do governo da provin-
cia iraesraiuiodo por eopia, as ioformacfies pres-
lau a pelo angeuheiro chefe da repa ticao das
obr is pubucas, sobre a pe:icao de Tito Livio Soa
res A quem fez a requisicao.
I ma peticao de Juvencio Aureliano da Cuaha
tes r, olfereoenlo-se p,ra publiear os traballtjs
da ssemblea por 4:000WOO, sujeilando- sul; s uo.co*Hrato era vi^or.Nao tend, sido apre
sen da deniro do prazo raareado para a concur
rea ia, nao pode ser tomada em consideracao.
t Sr. Tolentino de Cirvslho, ootendo a palavra
peli ordem, requereu tiu de aavo e om urgencia
se ledisse a camara municipal desta cidade as m
Ton acoes relatives ao pagamr-nto das causas judi-
ciw '. I
k itrando na ordem do dia, foi discutido e ao-
pro ado o parecer adiada da commissao de leii's-
laai o sobro a pelieao de diversos negocianti's de
mo iados e Uvernas com uma emenda apreserta
da jusliflcada pelo Sr. Dr. Manoei do Rego, cuja
eon lusao do parecer iodefere a referida peticio.
e n seguida foram saceessivamenie approvados :
o st bstituiivo apre-enlado em 3' dis;ussao ao pro-
je- ,*3 de>te anno, qae allera o art. 68 da
lei i .473 de 160 ; em 1 discussao, sem debate,
o piojecto n. 57, approvando o contrato feito com
a ci mpanhia Perro Carril, o qual f,i disp-nsado
do i iterstioio a re luerimento do Sr. Figueiroa ;
em !- a emenda ollerecida era 3' ao protect*! n
2o, |ae proroga o prazo para a waclasao dis
ODfi sda estrada de Govanna e releva da multi
imp sla aos contrstantes da mesma estrada
E itrando em 2- discussao o projecto n. 56, tam
ben deste anno, prohibindo nesia provincia as
age cias hscaes de outras e retlrando dellas os
am* les desta, oraa o 3r. Mello Rego, quando lin-
da hora da 1* parte da ordem do dia, o Sr. pre-
sine He fez seniir ao referido orador. o qual pro
seg! io no seu discurso, depois de haver o Sr. To-
lent ao de Carvalho requeriJo e veneido a urgen-
cia, conciuiudi por olforecer nrn substitutivo ao
art. do projecto, antorisando o presidente da
proi racia a errteoder-se com os das provincias e
com edles coacordar no meio dc substituir o sys
tem de arrecadacao adoptado por oatro que eia
raan proveit'jso a is rateresses da mesmas provin-
cias
A ioiado e posto era discussao o subslitutivo.
oranm ainda os Srs. Portella e Tolentino de Car
valhi, depois do .rae ja tendo dadi a hora, o Sr.
pres dente levantou a sessao, designando para ho-
je i segurnte ordem do dia : 1> pane, da antece-
d ntt; 2' discussao dos projectos as. 41 e 57 des-
te ai no e 3* dos de ns. 97 de 1872, 28 e 30 des-
te aipo : i' parte, conlinuacJo da anterior.
tarda nat-ioiiai. -Por port aria di pre-
sidei cia da provincia, de 9 do corrente, foi con*i-
dera la sem effeito a de 6 de outubro proximo fin-
do, q ie concedeu guia de passagem para este mu-
nicip o ao alferes do 3f" batalhio de infanlerii da
guar la national do Brejo, Jose Gomes Soares de
Almeida, pw assim o haver pedido.
IPorportaria de ignal data, foi mandado ag
gregjir ao 23* bat.ilhao de infanteria da gu^rda
nacu nal do municipio de Santo Antao, visto ter
mud; do para o masrao sua residencia, n alferes do
I'tvleh viciti alt-j rn'irr, (xatWm dc
de n.
sidio
a,
42 do municipio Je Serinhaem, Libanio Pre-
de Carvalhi.
ry do Recife. Nao funccioaou hontem,
comparecido 34 jtiizes de fa* to, ape-
pelo no-
P^ &
imuito de harmonisar a declarav *? ^ S55K?
coia os iweresses fi-caes da pruvinci.." < Paran>'-
ba, linha se cntetiifldo com o laspector uH
de Pernamhaco e arocurado estabelt,'*'6/un
sy.-tema,
de forma qoe a aiteoadacao selu
easel
Discurso do Sr. deputado Altico Leile, na sessho
de 7 de wnio de 1874.
Sr. Attico i.eiie. Sr presidente, corao
8ignatarlo do projecto que entra agora era discus-
aao, projacto qne eleva a villa do Triumpho, isto1
e, a antiga Baixa Verde no.interior desta provincia1
a cathegoria de cidade, cumpre-rae justihca-Io.
Sr. presidente, admira que a muito nobre e po
A pr. >T,'oe'a da Parahyba, porexemplo, alem d,e,
n cin''^* interiores, tem nos seus limites ccwtf
pelo [>roprio t'.soal, ce^aaandoVlibe^aie de bJ* IS3!0*1 Provinc]* de, Peraambuco, cuja superiori-
rem recolhidos em quaeequer depositos o generos *" re as flemaf? provinoias do norte nragnem
vindos da Parabvba : a asemplo do-true snecade or."""-1 "'' ainda, esteja a este respeito infe
era Peraambuco, onde a alfandega aao da despa- rior.., *o seaao quando 03 respectivos direitos provin
eites teem sido pagos ao consnlado mediante
guia deste, a mesma alfandega prtwedwse eon a
exporlacao dos productos da Partlrvba, n3o eon-
sentmdo hflla senao mediant? guia do respec-
ttvo agen'.e ijical.
Creia, disse elle ao MMriftarld da presidencia,
que corn a protecr^ao, que nos offerece 0 governo,
tndo se pode cooseguir com am so agente, sem ne-
cessidade de armnzens espeaats.
E depois em am contmanluado de 4 de novem-
bro, Mere 0 que sepassou eWtre ell'oe apresldim-
eia, cheganrto a aeredltar-fliw a idM d^s armi-
Sent esftciaes est'iva mmta-., orthondo allnal
pela eelabratjao do contfate, Ser--se illrrtfido, mas
nao eonven&do-, porqae em. SUa opifilSo a crbaeaoH
de armswhs espeiNes 6 tmeonstihtoional, -if.
legal, e oiiisa &itWptMW* 4a agritotlhi-
*w -, eprejadied 'os fewAos prbvittoiars peio .
twtatd+H/ neon av cof&cAatHd.
E tartto, se oft ire, nio era eebsa r?pagna*to a
fa dn fls5M19a{Ro iwfti id* liberdade'eRo
mantida, qne n o^e'eara'ai" c.''*,,te-, 4e ^t* e do Pombl.
Grande do -No."w me.,mo ,en eidades interiores,;
sendo uma a do -Har."aL ..
Um Sn. De utaoo -E,2 As"J- ,_ .
0 Sr. Attico Leite :rMa9 A9S& naj e ao in-
terior ; fallo Jas ciia-'e* d) interior, no alto
"Krtao *> Tara, e |W Is"** ;, todo eortado
de etiata. 5ntretant/ ^ente, uota-se,
mie a nrovioaii d pVrati?nuca 16 tem cidades
$$S2S&&i, Sque !^S04ffi
Jade mai.^ central, Caruarti, uu. ^ ?J%r
distante d'aqui ; rfao iem rtn>a-si (Mh,. Ca^f,v
apezar de *psr de m rWo, eua exte.,^4 ejDalhlr Cl*'m' Mrbto
talvez rapla a do serde- qwle/tter P}sa8 po
vlncias de qoe faHei.
por t ;rem
nas. I
Tiro. Era 25 de abril ultimo, Antonii Bento
deu am tiro era Francisco Jose Verissimo.
Teve logo o convenient^ destino 0 inquerito a
que se procedea sobre 0 facto.
Conflict* Na noile de 23 para 2i do mez
uliifio, ao ser captnrado em Ouricury, Firmino
Apol nario de Silva Ramos, deserter do exercito e
crira noso no lermo de Limoeiro, resistio a prifao
e so leixo.n se prender depois de haver ferido uma
prag; da escolta que Ihe dera caca.
Ci .davcr.-Ein C de abril ultimo foi encon-
tradc um no ajude do engenho Salgado, do distric-
ts de Timbaiiba, e de propriedade de Virginio Vei-
loso !reire, 0 qual verificou-se ser 0 da escrava
Marir, pertencente aquelle.
Do inquerito a que se procedeu a respeito, resnl-
lou 0 conhecimento de haver sido a escrava assas
sraad 1 por seu senhor: 0 mesrao segnio logo a seu
desti o.
Fa Mro. -Recebemos 0 3.' aiimero agradeoe-
mos efferta.
Sa ula Caa la MiMoricordia -i.mdo
dia sr ntificado 0 da proxuna quinta leira, tera lu-
gar a rianha a sessao ordinaria da respectiva
junta
Aircowtaeao provincial. Amanha
vai a raca, perante a junta da thesouraria pr->vij
cral, a ot,ra di ponle sobre 0 rio Sermhaem, no
lugar >ao Sangue, orcada em 9.3704000.
* a Eiiropa. Com 27 reeebidos era
nosso portolavou 0 vapor Patagmtae 391 passa-
ge iros
nil lieira. -0 vapor Marquez de Caxias,
trqmte oOOaooo para os Sr*. Tasso irmaos.
Mr hick ie < n ian. Chegon bonlem
pela m nha, da Bahia, pelas escalas, nadn aJian-
tando (in notieias as que recebemos pelo Cirzeiro
do Sul,
cat allow fui'tadoM.Pela subdelegacia
de Beltm foram apprehendidos edeposilados dous
cavallo', um alazao de meio e ontro castanho pe-
i;ueno. Quem-for dono dessos animaes va recla
mal-os no prazo de 30 dias perante aquella subde-
legacia
Vioi-s eaperadoa.-A 13 ou 14 do
corrent), 0 americano Merrimaek, de New-Ybrk por
S. TI101 laz e Para ; e de Ji a 15, 0 portuguez Ju
Ih Diniz, da Europa.
Baobab.-Era nossa 8' pagina damos hoje
uma exjplicacao dc Sr. Dr. Francisco Augusto da
Costa sobre a arvore Batbab, qoe recoiuraen iarao*
aos Iciieres.
Rcdr1irBaeltorl.-En(*etamos hoje era
nissa 8* pagiia a poblicacSo da ami serie ae ar-
ligos sobre a refenna eleitora!, apresentada ao par-
lamenta nrasileiro no anno passado pelo Exra. Sr
minisiro do imperio. A sua leitura muito deve
orient \t aquelles qae qaizaraa bem apreciar as
proxima* disca-soos da p.irlameute.
Carlo<* cutnaes.Cora refereacia a nova
0 Ru opera Satcador flose, do di.vtinct* coeipositor hra
- sfloiro, irttirnamente eantada no iheatni CarJo Fen-
ce, de Genova, d|m ItMooimento a La Vr.rittd >
seguinte:
0 entrecho do libretto a confuso e fraco, e
nao f-iraooc ao compositor da raasica out un e
passagem rica de ifffeiios .coeicos ; nao last.uite
a nova masloa do jovea maestso bra*leirj a sem-
pro ehoia de ri ia, de palrSo. S levanos esta cir-
cumstancia a -firatrtrar a seguiate pergaota : +
Carlos Gomes ere*e tan boa ma ica iobre ^j ,
Tavras tao pouco capates do alimentar a inspirarJo-ideiempeaiwai.
Hie nfo'toreans no? esperar dclle, qmndo *
I bar comwn libret-tw meWiar t
vesdafle quo, en -gesa), na Musifla .l.iAi-
*v Unainao. errcoiitraHi writs flwidades
^ ytfa.ww de iti caac/to popular, -pon:>- iMtuWkdMMa, epcia -
mente 90 4 aeie, 4 m deaeea matins .mm Icara
logo gravid is na mem iria, apenas ouvido* nau
vez, e qie cala nrn do aos ha de catar.>lar era
cas-, quando quiaer alegtar 0 aaplttTo com ami
gracaota raelodia. O rootlm!) firtA, Pif ptf -
um trabalho noubltssiato peli aripmaliiade da
forma e di p'lra^e, citeia de rwfilade arret
dona.
t O ielirio de ManafaMa i iMU romposi.;..
bremod. belli, e 0 m: aao d-v.j-ee diz r !
di aaor ealre Sdiidtr e /.M, llhi do Drnqae
d'Arcos. 0 Jupie en Ira em eeasa para eattar
uau belli phrase sobre.eetas paiav ai WmtbIzj
aldelttto lo s pet In dun Hi I Oftnl d> ^ act,
mostra quanto p,der de imagiaaciu e q-iaau mif-
tni pissae Carl is 'ione<. E u n linai grand0
so, impiinenle. A inelolia nio desmereee am s<
insUnte; c quanio se pens* qu* e-la afinlar
ei-la que rejoraci^acora nuu **igirr tieli li^ai
mente cult a crer que 0 final do 2* a 10 do S.
Mdor Rosa possa ser escripto p>r am j
mae-iro.
a (Jiizera iiRiicieaar oatros u-ccbos, naaa *.-
me temp).
Carlos Gomes es raven nm tparti'to qa ?*-
lisfaz a criti:i arlistica e o g su da ptoes*, men
intelligenle, sin. porem nil men. srvara. A
lrumenti;V> c perfuila, aiidi qae p ..- vr;,
tanto barullieiiu ; a mel-nlia e en*tM:vi*a ele-
gante, e, s.< b'in quo mm scnyieo, e c
cheia de vida : enlra nas ertes peeli.-.d*s i.e
enciitram f.i-i ia>ate reenidos em a-n >n ttm
tor. E creio uue nao me aceasarao de ptafer.!
allir.nan lo me, qmaMa a aama, Cariis Goci
charnado a oecanar um dos priraeo-.H lugares ei-
tre os radiior.-s corapositores dv eoes. leaap*.
Na primeira noile fji 0 ant clumad
proscenia 30 v.-zes, c na so/uoda ootr.i uata .\
orcneslra foi magistralm nte r.-gida pelo ea*.
ro Rosti e na la deixou a desejar. a
upremo Tribuaal ale Jamtiea. .
sessao deste tribuna1, de 2 do coireaie : roiJ;
buida em condusau ao Sr Albu juerq ie. a r
civel n 8,5"i8, enlra paries rec rraoi.- Lait Ferrei-
ra ua Silva, e roc oridos os iierleiros do Joa pirn
Correia de Araujo e oulros ; e foi Uoi'-mj-ii d
buida ao Sr. C Pinto a reclanuci) n. 25* I
de direito Dr. < ht^ta, d, ftagj Brr s i: u
da; ambas as causas da protracia do P-iruu-
baco.
Vapor Para. Este vapor, da cou;
Bra 0 none do imperio, no dia 10 do eorreule.
Vasi-ta Juridica.0 a Ci desta re,--
quese pib'i.-i 111 Id 1 de Janeiro, ch'gtl > d
So, ultirai di i- volume, con era ejadfaai .: 1
0 b.sp> de I'ji:iiihIiu:o, e o miice desse t
Aqucllas pessoa- quo 4aiejarei -
comimradavcl revisit, deve:n .puntiaoU- I
se a res|tectiva geii5ta, livraria do Sr. M .
a rua do Birao da Viet ria n. IV.
Kct-ianaacao. E:iviaraai-no uma.
man lo a alten^ao da policia da freguezia da !;.
Visu par* a malta de molcpies que iraz i
coniiouado drstssocego os moradores da r
Crale da BoafVisIa e eonvisiohas, cum iatp
iosapponavtl. quelirando as vidra;.s das ca --
ma s que e de costume later e.-a gaue
,-alisfeito ditsle mod., aquelle recUao. >: d'1 sap-
por que tal iucommoJo pablico desanpai ,\a era
breve.
^iovo titience. No sabbadp oltin.. (9 .
as o h jras da larde, reaqio se etta socieiadt
sessao ordinaria, presidi la peio Sr. UoUijtu-
Cosu.
Passando a ordem ie dia, sahio sortead, 0 r.
Magalhaes e Silva para discussao de Uie.--
escolliea a scjiuinlc : A nawfaa> rtU^^a urii um
dos meios iu ;< pudrrosos para piotfrinimk r it
Ucidade de 'inn nariio *
E em constrjoracu d meemo seahorprt'
se, na proxiraa sessao, a expus cao de toes idea*,
prccedeu-se a uovo sorleio, seaie sortcauo o S:
Argemiro Aroxa, que p-r saa vei escolliea a 1:.-
se : Quaes as vantagens ac resultant a\i J ,
da assemhlea geial em duas comuuus t
IM(l(ailu Nealco Prrasaaafcicaaa
Amanha entrarao em disca--ii as s.-j-'uiai- s ;b
ses: -I Qual 0 valor semiologico da therm >me-
tria f-2.' Quaes as indicacoes e euntra ind.c.
do esmagador de ehassaignac Qaal a sea in.-
porlaacia corao l.emostaiico ? E;iio ii
para discutiro n, a 1.'os Srs. Drs. Saota Rosa e
Ermirio C ulinho epara a 2.* os Srs Drs. Ree-
raundo Vienna c Mala piia.
Assessiies do ia tit'iio lerao lugir era saa easa
a rua Duqne de axias 0. i*. -e^uodo aidar
Luaa Bran i lei ra.X, donungi l-i, r ;
niose eslaa-soeiacio em assembl'a frral, ;
eleger os funccionarios que l;.n de dirigir < &-
tinos so:iaes m anno de 1874 a 1873, e f
eleitos :
Omsttha Hscil.
Presidente.Dr. Maocel do N.sciroenti Mteh.
do Portella.
Vi;e presidente. -Jose Elias de Oli.eira.
I secretary.-Andre Maria Praheiro.
2.' seereUrio.llan Conse heiros. Joaquim Jose ioof.|v.- |
Junior, Bent.) de Souza Myra, Miguel Jo-, I ,
sa Gu.maraes. Manoei Jo*e Goncaives Pereira, Lu,.
Antonio Oeaateas Pcnua, Jose Jcaqu.m FeroaL-
des, Manoei Lourencu da Silva .^obrioho, J,.a
Luiz Ferreira Leal, Joaqunn Teixeira Baeaa-
Francelioo Uiduro Leal, Jusiioo Manoei de Sa
mos, Carlos Ualiiday, Migut I Ferreira Piato, An
touia Mpr>a da Silva
Suppleales. Jose da Silva Lo\o Junior, iVr-
nardo Ferreira Loureiro, Manoei G ncalfee aflta.
Dr. Jesuioo Augusts dos Santos Mello, Dumm,:
Gomes Brasilein da Aroorim, Man .el de Aru.
Lima, Jose Pint, Magalhaes, Jose Adolpbo Qbvti
ra Lima, Tiiomaz TUunes, Fraaciaeo J is-j du 1 as
sos Guimaries, com:uendaJ>ir Fraucucx da ..
Maia, Augasto Cepaf Pereira GuaJes. Domiag -
Francisco Raraalho.
Director**.
Director. Commend 1 lor Jo>c Joaquiin I.
Bairio.
Vice director.Antoaio da Silva Junior,
l.'aecrelario.-Francisco Iziduro Kodrigu-
Costa.
2 dito.Mare >s Francisco Paola Reis.
Tuesoureiro. Dionizio Dias Mcreira Leite.
Orador.Dr. Migoel Bernardo Vwira de An
rim.
SubstitJto.Antonio Sergio Lopes Lima.
E raw 4e comlmt.
Boaveolnra It-, Ingues de Araorim, Antonio Joa-
luim Barbosa Vianna, Manoei de Araujo Linu.
SiKifdudf I ii tor aria a nr mm Ka-
alo.M >jf, as 11 boras do dia, navera aaa^
desta sociedade no lugar do oostarae. Deleadez^
these os Srs. Castro Madeira, Gooes Turres t
siao Villela.
S< Idatle. No dia 9 do correetfe foi
epultado 00 cemitorio pablico -rt-rntm cidade Bva-
risio Salgadj, preto, natural de Africa, easado,
morad-,r aa freguezia de S. Joee, cons 1O6 asaaos de
dade.
artcnitaos. Xa rrospoader.a ie
Ruauos Aj res para o Jornal do Commeicto, de Bk>,
de 21 do passado, le se o seguinte juiso sotas w
argentinos :
< E' daro diiel-o, nus a nacie argoobae tem
perdido a sua mdividoalidade poMtioa; esaa teas
zida hoje a am iuoiiUo de automat**, mniaei
por lguas grupoi de homeai maia ou aaaaes
audazes, decUtnad ,re.- de phrases ligiiilieaH. 1
das, enlre as qaae* a 4> poco litre aatVreae a
o iasaHo mais saugrenio qoe ae podcatirar a L
da familia arganlraa.
< E esla >iiaa<;ao e maito nuis esuaamaena.
porqae mio k talcez no mundo um pea* par ,
nha mais orgulho, oh antes,
do que e peio argent,uo.
Si st li.tta de 'i'lij f/uerrm com 1
argentine respond* emcolkemm* 0$ UVn e
am soiriso de desprezo psra 0 odrers
sem exercito, sem e- laaira, sen geaeraes,
marinba, 0 argentine etti persuadih me ,
aae ttm pmis p-vt puioerihtr
rntf, mr mxia ptdermt* far at/4. Cmi* m te
te p r/ualusse a um purlho pev sanf :
Quem crt- M 0 muni retpouderim asm tint-
biir : Um argtntino.
Esta ostenueao do liKtmliSM de am* a
terra, nada tem da cmeuM7ei, sceio
praaararibe derroia* iremenaee e
-em lira ; ma* oeee nieeabat e 1
ah taate oagaiW. os
xaflo rsJiMir oa eat po
ma'peT
V*;
nm
Sofa powfUe a provnic*-deParnam*ne.> ban te- .
lia iW Saarrtor ama scl vihV nas oeo#ed>s de ser rSrarSflateaoia.^'6 eH" W sfoamito fr*qnea*es ->
Nevada alidade? M*>,*tert*,pVwqueao aWBtW
Wm rstaqlot bo irrtnmpbo aMm *i5o -a wtfteee.
Morei gm Souza, ciaado do centra da Parahyba,
tdhi rbla^le em ? Q**
propnV.
uC
Mesno aabMav
por omttar a si
6 firs Sarmta'A ectaei praiidaaie de trnptmiir 1
Argentina, earn ate eere* Uuapo 4 neesrdo aeai 0
rstfreepoadease de '------'fr f'mmrin/i
Eis 0 aoe disse 0 illttHre 4a
mills' aiuaala. antes de haHt*r a
nraa'*ay :
f Los arje
chiltaiiBsa
(cia do sa valer c>mi aacfoa ; todo> I I
arjentinoe, de eablfbier rSaaa


M*^#tebt*o*B* W& teba.<*n>W*$iol& 3


-ii vanii
uncion |
tod* in!
ili poeMA
paeblts 3^ric|ao#u eahanljfcfcin o?ti vani{
dad, i se m iJffrim NjfeudffroJMiiMu premie
mugkuem' fta0^ia*,aef*ta>--ddt
fandaeev i< wi ine nr*|a*.a*i. Ai del poeM
qae no tieno fd.it si atsiaT t.j Kara m:ae etvhad
hT?cTra ta "grsijiferwmrt euawo up JnnrJ poj
jentiaos que nada han visto bajo'el sol, mej r qnd
olio*,. ur|| ftffabM sa^i"1, ai elpofewtf *f El
errropsr/w psr^eiwsel ultima dlndos, bbriue no
resiste a un par de fcircijfcos del caballo. Si el
origenjle dela por vanfdacnlacional en las clasea
inferiores ennei^uwo, nasoapor eso menos noblt-s
las cumecucncias ; como no er nrnt pgra eh
aguafeew f|kjfVf*)IUif% da ffem9.a<*i9ma!l'
^-llVlllf implaaable eSmarqM les
inyt Jb >s JpVre* caldf, i iuvnitfo sufcis-
gusto por sus vestidos, uos i raauenU. D/esta
pasta estao amasaidos lo.< soldados argentiaos; i
us fici! imagiaar se lo qUo babitos de este jenero
puedem dir en valor i sulrimento para la guerra.
Anadase que desde la Infancia estau Inbituados a
malar las ruses, i qne este acto de crueldad ne
cessario lo* familiagza con l rXlerraraamento de1
sangre, i endafele^fUcmaeanContra losjemidos
de Us vitimas. \" "
Mais. Sao ainda do correspondente do Jor
nal do Onnntroi* eatas palavra? :
OsrboooswmaJs esejie*k)9o, 09 aaaaaaa*
to*osmais tarlfafos osetfpant- diariameote tres
quartas pafte* ds* see^SeB notleiojas ck* jornaes,
porque se lew eov*-tido a-poHcia em arena elec-
toral, einLizar .do meio para manter a ordem, e
morigermBlde.. i. 4 f 4
1 Muiay milo t#a qull Qfser 0 adipnistrador
cinscBnAsoA-ect^.qtefuwfr salvar a Republica
Argentina do fodos 03 male3 que, por culpa dos
goremadores, impedem rnje o ?u progresso pro-
pjrciounl ao fe!ifce3 eleitieutos miteriaes de que
di?po%.
ripovlrno do PhilmM-lplttn. EH 0
qut;_sobre' e?ta exposkjao, que deve ter lugar em
1876, esereve nara 0 Rio do Janeiro, um corres-
pondente do" Jbrnal do Co.nmercio, que data seus
e3criptos de New-York :
Algous eidadaos de Philadelphia lembraraai>
e de uma grande exposic/i >, como 0 tnehor meio
de festejar se 0 100 annivprsarin da proclanucao
da independeucia dos Esladoa-Unidus, em 1876.
Elles queriam que se desse a festa um cmear
internacional, e, an'.mados natarnlmente por pro
ness*s explicitii~ do jjoveroo da PensylvanDia,dt-
riflram-W'Jn cnogresso federal ar.i older a i*
corporavao da companhia 0 poder legislativo
autorisou a incorpora?ao pedida e nrdenou qne 0
presidenlo da- repulilic.i, depois de cumpndas
nerias condr^oes pela eompanhia, annunciusse as
na^oes amigas 0 faelo, isUie, que uma associajao
i'e ciJajaos pr.. tjudia fcslejar d'aquella for 11a 0
centenario da inleperidencia, que 0 congr so
dava ;i festa 0 ranoterde nacional. Emjulho do
anno passado, 0 seeretarlc Pish comtnunicou aos
representantes estrangeiroj que haveria essa ex-
pcsn;ao universal, a^pedia que os seus g)v;rnos
chauiassem a atto{ao da seus tubdilos para o ai-
fumpto. A Alftianba, a Austria, 0 Mexico, 0
IvjUilur, a i'e'gica e a II llanda, responderam
logo a esta co.uv.nunicacSn.
Entrelanto, na mesnia lei ant'iri-ando a forma-
^ao da eompanhia lie.i>n dc'.'laralo explieitamente
qae, ao passo que os Estados-Uuidos approvavam
a idea 0 emprestariam a festa 0 scu cunbo olDcial,
.1 que era neeessarlo para sua realisacao como ex-
posieSo international; todavia elles nSo c-pera-
vam'dar ou adiantar, nern dariain somrna algunia
de dinheiro para sua reali*a<;o.
u Pormouse a eompanhia e clla obteve auto-
risafao posterior para levantar subscripcoes ate a
somuia de 20,000:0005000, que se diz necessaria
nos varios ^tados da Uniar., dando aos-snbsciip-
tores 0 direito de possuirem a propriedide dos
edilicios e aceessorios da exposifao. o eslado da
Pensvlvannia subscreveu 4,000:0005000 e pro-
luetleu mais 2,000.000^0 0. Mas, os_ demais Es-
tados, nao querem ou pe!o menos nao se apres-
-am em subscrever. A eompanhia, cnl;o, dirige-
se ao coagresso e diz-lhe :
1 As potencias da terra ja estao .convidadat :
voi liissestes que nao dariuis dinheiro para a ex-
posigao, mas agora vemos ijue nao poderaos obtel 0
iius mesmo?, e, portauto, fornecer-nos 0 que nos
talta, isto e 6,003,000 de dollars. Erie pedido. ha
muito esperado soffreu logo opposigao. Teem-se
dito ipie para i'e-tejar a ialependcacia basta uma
exposicao nacional; clla de facto e nviitn mais
;ipropriada do que uma internacional. Teem-se
I rocurado deraonstrar que ao passo que pode-se
obter um resultado brilhante de uma exposicao
aas induslrias do paiz, que moslrem ao mundo 0
que pode fazer uma na-iunilid ide coin 100 annos
tie exislencia, uma cxtiibioio internaiional seria
vm insuccesso quasi certo : a antipathia que ha
ua Europa raonarcbica para este pair, que pro-
aride mais que todos os de la juntos, e a grande
ilis'.ancia em que nos achamos-sio obr-taculos
enormes. Demais, a-crescenta-se que as exposi-
c5es sao hoje em dia mercados ou f'-iras ern que
3S0 expositores os que desejam vender seus gene-
ros, e neste ponto muito maior interesse tem os
K^t-idos-Unilos em expor os sens productos na
Europa do que esta no3 E.-.tados-Unidos.
a 0 prestdente Grant, nSo c nsidera estas diffi
.-aldades, e dous dias depois de ter s hido 0
nosso ultimo paquete, fez publicar uma mensagem
sua, dirigida ao eongresso sobre este assumpto.
E' um dos documents ucnos decorosos que te-
iuos visto aqui, dos emanados do presidents. A
mensagem resume-se nisto:
; Vamos fazer a exposieio centenal ou entao
icxiaalraente) supprimamjla na sua infanda,
iijf'ssaado ao inunlo a nossa inaptidao para
dar-lhe 0 caracter internacional a que aspira 0
nosso amor-proprio.
Posto que a Tribune, n'um profundo exame
<1> proprio punho de Grant), titub'-asse em dizer
1 que aspira 0 amor-proprio da najiio, se ao cara-
eter internacional, s; a aptklao para lazer uma
exposicao, e claro que 0 presidente quiz dispertar
congresso em seus brios, ensinuandolhequc, se
L-ile nao desse os seis milhoes de dollars, 0 mundo
iuteiro ira dizendo que os EstadosUni'dos, foram
meapazes de fazer uma ecpoaicao internacional.
Nesta insinuagao e que 0 nresidente mostr-ou que
so \T' 0 exterior das cousas. Se nSo houver a
exposicie internacional, nao e porquo e te grande
laiz seja inepto para ce.ebrar uma festa quo a
Austria decrepita pode rcalisar o anno proximo
passado com Unto brilho. Nao ha questio de
self-esteem, de amor-proprio.
A camara do3 represe itantes esta inclinada a
fazer passar uma lei concadenilo, se nao es seis
milbdeS) ao menos a metade A maior difflculda-
d.' que os amigos da idea teem a veneer e 0 se-
nado, que mostra-se muito ihdi3-iosto a approvar
1 subsidio. Diz-se que 0 presidente Grant, esta
empregando esforcos para convencer seus amigos
da neeessidade que ha da c ncessio, e do brilhan-
te successo desta fe.-ta em que elle repressntara 0
papel principal. Mas, como ja disse, tudo, por
ora, esta em duvida, pos'.o que me seja possivel
ua prexima carta noti.-iar a approvacao do
subsidio uecessario.
Theleicramma. Por um recebido hontem,
ioteria" a do Sid (508) corre hoje.
I.oterlaA que se acha a venda e a 90.' a
benefkio da igreja de Nossa Senhora da Boa-Hora
em Olinda, a qual corre no dia 13 do corrente.
i'iito. Hoje, 12; elfeetuao agente Pinto 0
ultimo leilio dasdividas da ma;sa fallida de liastos
A ^emos, conforme esta annunciado.
Em cjntinnacao, deve ter lugar a venda
casa de moradia na Capunga.
\manhi, 13, vended 0 mesra) agente
Pinto, ao correr do martello, 0 resto dos pianos
da "flicina da rua do Impeiador n. 55, assim como
um pequeno sortimento dejoias, entre as quaes
um annel com grande brilhante.
Casa de detencao.-Movimento da casa
!e detencao do dia 10 de maio de 1874.
Sxistiam preaos 323, existem 325.
A saber :
liacionaes 251, mulheres 9, estrangeiros 25,
ujcravos 36, escravas 4. Total 325.
Alimentados a custa dos cofres publicos 262.
Movimeuto da eafermari.'i no dia 10 de maio de
1874.
i'eve baixa :
Manoel Cbaves Camello Lima, darthros.
Hospital porlusiiies. -Movim nto das
enfermarias na semaaa de 2 a 0 de maio de 187 4
Exi:tiara 42, entraram luraute a semana 8, sa-
hiram corados II, falleeeu I, fleam existindo 35.
Entra de lemana 0 Sr. rc>ordom) Jose Peres da
Crai.
Hospital Pedro IT. 0 raovimento deste
^^tabelecimento, de 4 4o dia 10 de maio fol 0 se-
,'uinie:
Existiam 363, entraram 65, sahirara 37, falle-
eram 8, existem 383, sen do :
Homens 259 e mulheres 124.
Mte>iei\cia.
l'"oram visitadas as enfermanas ne3tes dias:
A's 8 1|1, 8,8, 8, 11 il%, pelo Dr. Beltrio. as
12 1/2,12,10,12, |J, pelo Dr. Sarraento ;'8 1[3, 9,
m#. mrJti!&mP, fttss-wte
gangre-
2"
pul
8
9'.
Fntbscidos.
Wtim Oettner ; renre aiflsrelA v v
Anna Joa-jw*^ a Sev*Seo''r ri%s
- nos.-
Carl Luudwisk ; febre amarella.
Joa^uwra^rWdrigrJeV; splMftff
Joio; eutexite.
tana Francisca da Cmceigao; pbtysiea
Emilia NeltD e 3 filhas, AUoei Moncd, Dr. Jow
Ferreira da Silva, Uaphael Biaaco CAuedo, Anto-
nio Meade9 de Souza .Vlachado, Jose Jjaquim G>-
mes Teixeira, Justo Jose 6omei Toixeira, Lydia
Stachelin, Domiugos da Coita, Luiz Francisr.o, Lu-
ciano Fernandesde Smza, Manoel Joaquim Freire,
Jose da Silva Baptista de Almeida, Frtderico de
Moray, Maaoel Nuoes Pereira, Francisco Joa juim
Vloreno, Jo-e Bonito Martinez, Francisco Domin-
gos Caieao, Roberto Wilson e sua senhora, Jules
Augusta Kubley, Augusta Bernet, Kermftna Boi-
sier, Thereza SehefTelat.
Sahtdos para os portos do norte ao paquete
braslleiro Ornztiro do Sl -.
Padre Mitnel-Amefifle e lcfla(!o, Joa F. da
Co^ta e sua lamilia, Miguel Perrerre, 1 cadete
1'odro Waudertoy Jaa^aaa, Jos* de- J' ""fit. In
nior, J. B. Fraueisco.Raijp, Jose GastellSes Filho,
engenheiro A'ot>nio A. S. de Sjuzi e sua mulhor,
Alexandre de Haae, Maria l^aaeta d#- Afaeje Gu-
nha, Dr. Joao A. da Silva Marques, Antonio B. de
Couto, Guilherme Pereira de Abren, Francisco Ma-
ria dos Santos.
Saaid.M pare 0 Araeaty ne hiate Jtno Vail-
Antonio Moreira Viuhas, Vicente I'etrole, Anto-
nio Parrio e V'icanle Ferreira Lemonte.
Sahidospara a Europa no vaoor. fratlCez Rio
Grande :
^ Joio Meiidibonre 0 sua mulher, Domif^-JOse
Soares, Snuon Mathia? 11 sua mulher, Emile
Schwarlschild, L. V. Gueiineau, Joio Mendes de
Araui", Jose. Maria dos Santos Almeida; Manoel
Jusii Jo Magaibaas, Jose Goucalves Braga,Frauciseo
Antonio da Silva Barbosa, G. Orlando
Cemiterio publico. Obituario do dia 9
de maio de 1874 :
Ignaeio Bezerra da Silva, pardo, Pernambuco,
37 annos, miliiar, Boa-Vista ; diarrhea.
Antonio Pereira da Silva, pardo Oeara, 28 an
nos, soltciro, iniliiar, B )a-Visia ; tubercnlos pul-
monares.
Evansto Salgado, preto, africano, 106 annos,
casado, S. Jos6 ; velhice. Ammk.
Maria Joaquins de Souza, parda, Parahyla, 25
anaos. solteira, Recife ; variolas.
A'lalberto'de Hollanda Cavaleante, viuvo, Afo-
gados ; suicidic.
Jose Ribeiro de Vascnn:ellos, branco, Pornam-
bnen, 44.annos, casado, S. Jose ; tuberculos pulmo-
nares.
Maria, parda, Pernambuco, 9 mezes. Boa-Vis-
ta ; variolas.
Luiza, prela, eserava, 13 ann's, Pernambuo, t i-
teira, Santo Antonio ; pneumonia.
Triixiunl da coiuutercio.
ACTA DA SESS.lO DE 7 DE MAIO DE
1874.
?KESIDENCIA DO EX1I. SB. GONSBLHBtRO AJISELMO
fKAXCISCO PERETT1.
A's 10 horas da mantia, yreseutes os Srs. de-
jiutados. socretario Oliuto Hastos, Lopes Machado,
Alves Guarra e snppleute Sa Leitao, S. Exc. 0 Sr.
conselheiro presidente abrio a sessao.
Foi lida e depois approvada a acta da sos-
sSo de 4.
EXPED1ENTE.
Furam dislriltuidos os livros -eguintes :
Diario de ijatao & C, dito de Parente Vianna &
C, copiador de Marcelino 4. C.
OBSPACHOS.
Bequerimentos :
De Gu'rgel do Amaral & C., pedindo permissao
para escripturarem no livro copiador que servio
a Alvaro Augusto de Almeida & C. -Cmio re-
querem.
De Henrique Rodriguez i Cao 0 outros, solici-
tando entrega dos papels que dirigirara a este tri-
bunal para ser reg'strado 0 contrato da lirma
Manoel Antonio Pires A C., visto ter de formular
dito contrato da forma exigida pelo Sr. desembar-
gador fiscal. Sim, nao havendo inconveniente.
De Luiz Antonio de Siqueira, requerendo o re
gistro da procura^ao annexa.-Seja registrada.
Re Francisco Jose Leite o Antonio Gongalves da"
Silva, submetlendo a registro 0 seu contrato jun-
to.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Manoel Jos6 Tinoco de Souza, sujeitando a
registro a cscriptura ante-nupcial celebrada em
1869, por occasiao do seu casamento com D.
Joanua Baptista de Azevedo Manna.-Registre-3e,
fazendo se constar no annuncio do estylo, que a
referida eicriptura e de J8G9, e que so agora e
que foi trazida para o registro commercial, ao
passo que so em 21 de ai,nl proximo passado 6
que foi levada a registro das hypolhecas. Votou
o Sr. Alves Guerra contra a ultima parte dodes-
pado, visto Ihe parecer desnecessario.
Informacao do escrivao da moratoria de Domiu-
gos Jose da uunha Lages, declarando achar-se na
Europa 0 syndieante nomeado Manoel Antonio da
Gunha.-O tribunal resolveu nomear em substi-
tuicio a Manoel Antonio da Cunba, qne se acha
ausente ao credor barao do Livraraento, resolven-
do outrosim que se facam as convenientes partici-
paciles.
COM O PARECEB FISCAL.
Pelicoea :
De Carlos Pinto de Lemos e W. Guerineau, re-
gistro do seu distrato.Proeeda-se ao registro, nos
termos do decreto n. 4,394.
f)e Amaral Nabuco & C., registro do instru-
mento de prorogacao de sua sociedade.Regis-
trese, na forma do decreto n. 4,391.
De Pedro Antonio Ferreira e Joaquim Gandldo
da Cruz Ferreira, registro do distrato da socieda-
de que liveram. Faca-se 0 registro, segundo 0
disposto no decreto n. 4,394
De Joaquim Geraldo de Bates, registro do con-
trato da tirmaGeraldo, Pinto 4 C. -Na forma
requerida, de conformidade com 0 decreto n 4,394
De Joaquim Pacheco da Silva, Andre Joaquim
de Azevedo, Antonio Pacheco da Silva e Francisco
Quintino dos Santos, registro do contrato que ce-
lebraram.Satisfa<;am 0 parecer fiscal.
De Joaquim Pacheco da Silva e Eult Gonzaga
de Menezes, registro do contrato da firma Paebe-
co 4 Gonzaga.Salisfaijam a exigencia do pare-
cer fiscal.
Da eompanhia de seguros transatlantica de
Haraburge, devidamente representrda, registro dos
seus es tat utos. In forme a secretaria.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. 0 Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao ao
meio dia.
uma cTise Tffedo'Blia*.
ndem os!
bucano
Pela
brios e
qae ora g+erna a,n
.Ai soius eavuneoadas do.odirf e. da lump nio
chegnni a iltnra dan rnputaco beti firmadas.
Quoin, inspirando-se nos sentiawntos de Iwoes
tidade, tern criterjo illuswado para dirigir-e, nao
rectia, e jamais cahira no despenhadeiro dos des-
paopooitofi, reeofrendo a expedientes ineonfessaveis
^f. roioMsponncen^ do Mello, qua na quaUdade
de subdelegado de Qajfanh'uns M pronunciaao por
exce3so:e abaso-de antoridado e demitlldo em se.
guida 0 bem do strvigo publico, acaba do ser no-
meado 3* supplente de juiz municipal do mesmo
termo I (
Nao poJemos adevinhar se esse Jolo Napomuee-
no de Mello e 0 mesmo Mo Nepomnceno de Mel-
lo e Silva, que foi simplesmente exonerado de sub-
delegado de Garanhuns em maio de 1872; pode-
uios, sim, afflrmar que 0 3 supplente do juiz mu-
nicipal de Garanhuns, Joao Nepomuceno Ferreira
de Mello, e um cidadio prestante e conceituado
naquella villa.
Se NepomuliJeT cimnos ; NepomtreeiK) Ferreira eera nossa conta
um bom raeaoao, em qnanto 0 conlrario nio for
oxuberantetnante provado.
S Aklltou Feweira 6 uma e a mesma pessoa,
o protimianot, que se juJgam puT09, atirem a
nedre.
Accuaatoea- vagas nao fazea prof a, bam 0 sa-
beat:
POEltl LBOUNT.
< A assembKa votou congruas o tudo quanto
os jezuitas ijuerVW, emfota as bofetadas que le-
vou quaoto a missa solemne da abertura. Os ver-
itteiUos sao jezuitas por nasoimeaio e conqmsla.:
frei Vital bom sabe. a
llislonas da carouUa, provinciauos.
Dizei nos : a oongrua para coadjulores 6 cousa
no>'a uo orcauiento provincial 1
C:.m razoes plausiveis acoasclQassem a extinc
gio oessa verbs, a cuulinuacao deila signilicaria
imiiosir.io jezuilica '.'
Quando foi que deixastes de vota-la, espiritos
fortes ?
Pois em vosso tempo tambem os jezuitas lmpu-
nham ?
0 qu.equer dizerjezuita por nascimenlo e con-
quitta ?
Que botetadas foram essas quo levou a assem-
blea quanto a I issa sulemUe da abertura ?
Contai-nos isto. Somos admiradoras da vossa
facundia.
Todo 0 mundo conbeee que sois da escola de
Mr. Trancozo, e os vossos contos ja vao agradanlo
as criancas.
Sjts histviadores... par droit de conqui', ou par
droil de naissance t
Avante, farceurs I
W impugnadb, wnlfo de botd protestar con
a alienacao-Je tal'propriedade, que.. mudai'as
ou melhorada9 as clrcumstanoias, pode encont,ar
quem dfi por ella seu jasto valor, em beneflcio ate
dos orpbaos co-herdeiros.
A* vista: do expostn, previno ao publieo para qbe
nl' compareca ao leilio annnnciado, sob pena fie
nullidade; tanto mais nao estando iulgado ppr
seaienea 0 inventario, que 6 uma verdadelra mods-
trriogldade juridica e n5o pode deixar de ser fe-
clarado nullo pelo honrado Dr. juiz de direito] a
quern se acha conclude
Merece todo 0 men reparo 0 engano com qae
se fez 0 annuncio para 0 leilio. occultaadose |o
nome do ultimo propri tario e ligurando 0 do ai-
teeessor deste, tarvez como medida de precanfjo
para poder passar desapercebidamente a lesitfa
alienaijao.
Neste sentido vou requerer ao Exm. Sr. desem-
bargador juiz d'orphaos desta comarca, em q
espero encontrar ju.-tiea.
Recife, 8 do maio de 1874.
Antonio Belippe de .tibuf*erqu* Maranhuo. \
-' rtrefloSOO
0 500 aacpes 4,Sias Gairoaiaes 4 C, **>
ignatarioT
rio doce 16 a D. Manoel Martina..
fardoa;* Ricaido Jose Gomes da Los.
les a Josd Augusto de Araujo i a
isem-
jue*i
yBiiCACOK k mm
I 111 it lii^riiuu.
Acaba de inesperadamente falleeer noi nosaos
sertoes, o Dr. Joao Alves Mergulhao, que para aili
tinha ido, afim de recobrar sua saude altera-ia.
E', pungido da mais viva dor, qne pranteamos
tao sentida morte; com ella perdeu sua respei-
tavel lamilia um sustentaculo poderoso, um pai
de familia exemplar, e a provincia uma intelli
gencia lecunda, quer na sua vida, quer parti-
cular e quer publica, sempre teve por guia os
nobres incentives do dever e da honra, qne tanto
0 rocommendavam, e que innumeras provas deu
da sua aptidao, ja como magistrado, ja tamiiem
como represenlante da provincia, onde sempre
revelou uma independencia e imparcialidade pouco
commum, ^ue, se Ihe custou a perda do cargo
de magistrado que entao occupava, veio ella au-
gmentar 0 juizo favoravel e lisongeiro, que todos
tributavain as suas raras qualidades. >
Joao Alves Mergnlhao, era um desses mocos,
que em sua curia vida deixou tracos lumin&sos de
uma escrupulosa dignidade e vastos lampejos de
um'admiravel talento.
Slrva, pois, esses elementos, que em grao tiio su-
bido poucos podem legar aos seus, de triste con-
solo a sua carinhosa espo.=a e fihes.
A' sua respeilavel familia, com especir.lidade
ao seu sogro e noso amigo 0 Sr. major Theotonio
da Silva Vieira, ao partido liberal e a provincia
damos nossos sineeros pezames.
Um amigo.
--------!^Z~.
PARTE POLITIGA
PARTIDO COHSERV.4DOR
RECIFE, 12 DE MAIO DE t874.
NAO SERX TAMBEM MA FE ?
a Ha bem pouco citamos um facto do ex-escri-
vao demittidoa bem do servico publico pelo Sr.
Lucana e depois nomeado pelo mesmo para 0 cargo
de subdelegado de Gamelleira.
Eis uma das sempre repetidas arguicfies qne
tern posto bem patente a ma fe com que os provin-
cianos desempennam a missao de opposicionistas.
Dir-se-hia que sao disci^ulos do padre meslre
Escobar : juram falso, confiado^ ria restriccSo
mensal.
Dando aquella nolicia, porque nao accrescenta-
ram que, apenas constou ser 0 escrivao demittido
a mesma pessoa nomeada para subdelegado de
Gamelleira, S. Exc. 0 Sr. commendador Lucena
considerou de nenhum elleito essa nomeacio ?
Assim 0 exigia a lealdade, qae impSe deveres, a
que ninguem se node fnrtar sem lesao enorme aos
foros de cavalleiro.
Comprehende-se, pela grande variedade de no-
mes e negocios que passam ante a administracao,
qne nio e possivel Dear na memoria do presidente
os nomes de toio3 quant os hajam commettido, ou
a quern se attribua faltas de certa gravidade. Se
suecede algum destes ser nomeado para qnalquer
lugar de confianca, esS salva a moralidade da ad-
ministrafio (que alias virtualmente nao peccou)
desde que a nomeacao e ca?ada, por se haver re-
conhecido a identiaade peisoal, e a veracidide da
arguicai).
Foi 0 que sncoedeti com 0 ex-escrivao demittido
de Gamelleira ; e w provlnctanos sabem muito
bem disto.
Tentaram phantasiar uma analogia 00m os *au-:
dosvs ttmffos do progresso, em que era ponto de
hoara coaservar oa.prichosaraenr| g agente polf-
Rrpjo.
Srs. redactores. Lendo a Provincia (folha) do
18 do corrente mez vinios publicada com 0 pseu
donymo de 0 medico de camphora uma mis-
siva muito mal redigida, e'ogiando 0 Sr. Dr. Costa
Ribeiro, juiz de direito desta comarca, e onde tam-
bem se lembraram de fallar nos conegos que aqui
existem ; mas de uma maneira satyrica e acin-
tosa.
Autecipamo-nos entao em dizer a esse missi-
vi>ta tolo e desenxabido, que nao tome mais 0 tra-
balho de fazer os seus elogios pretenciosos ao dia-
tincto Dr. Costa, cuja honestidade de caracter ja
esta por demais couhecida ; 0 outrosim, quo se
esqueca do conego a quern alluiio ; visto que elle
de.-presa-o soberanamente, e pouco se lembra de
quern 6 tao estupido e desengracado.
Tambem agradeceriamos muito se 0 tal Sr. me-
dico de camphora descobriese 0 seu carame, para
verificarmos se e, como pensaraos, um certo su-
jeito que aqui existe, de cujo nasciraento iicou a
natureza expurgada por um seculo de todas as
suas pes8imidadss.
Ate venno-nos, Sr. missivista apogrtpho ; c n-
tinue antes no seu habito de cultivar a crapula, e
deixede andar folgando na uuha.
27 de abril de 1874.
Alguns brejenses.
Mais de uma irregularidade se deu nas eleicoes
a que se procedeu domingo 10 do corrente na so
cieilade Luso-Brasiteira- pelo que, a julgamos
nulla e de nenhum efi'.'ito.
Comparecendo 62 votautes, foram recebidas as
sedulas, e ua apuracao, veriflcou se que algumas
continham os nomes do lose Pinto de Magalhaes e
Joaquim Piuto do Magalhaes, outras porem _so-
meute com 0 sobre-nome Pinto de Magalhaes,
Jos6 Fernande3 de Mello e Jose Joaquim Fernan-
des, outras somenle Jose Fernandas, aigumas ou-
tras com 0 nome de Guedes da Botic.% finalmente
para 0 importaote cargo de thesoureiro, unicaraen-
te 0 nomeDionisio.
No entanto 0 escrutador ( mais vivinho ) foi
dando a votaclo aquella que julgava ser 0 pro-
prio.
Tambem nao se ob3ervou 0 qne dispoe 0 artigo
66, porque das 2 horas em dlante apenas se vfftifl
8 soclos presentes.
Finalmente, fol infringido 0 artigo 67, nao se
lavrando acta em 0 Hvro competente, deixando de
ser assignada, como determina 0 referido ar-
tigo.
A' vista da fiel expoal^Jo, dovida alguma resta
de que a? eleicoes e3tao nullas, que se deve pro-
ceder a outras regulares de conformidade com
os estatutos da sociedade.
Um sccio.
Respojsta ao protcsto.
Ao qoe diz 0 Sr: bacttarel Antonio Pelippe qe
Albuquerque Maraahio temos apenas a oppdr
alvara de licenca infra, do qual se vd a tarnainaq-
te e clarissima disposi^ao do te.-tamento do Una Id
Ignaeio de Albuquorquo Maraahio aearca do dea-
tino a dar-se ao ses preiio e sitio em Santo Ama
ro das Salinas. Eis 0 alraral;
0 Dr. Luiz Antonio Sou 10 Junior, juiz d'orpba
do termo da Villa Imperial de Papary e anna'-
xos, etc.
Paco saber aos quo 0 preseote alvara virem,
conheeimento delle tiverem, que attendonlo
que me reqoereu 0 commendador Henrique Be
nardes d'Oliveira, testamenteiro e inventariante d
bens do linado Ignaeio de Albuquerque Maranb
pedindo autori-ac/u para- vender o sitio Saul
Amaro, do terrno da cidade do Recife, provincia dp
Pernambuco, pertencen'e ao acervo do mesmo fl-
nado ; conformando-me com u parecer dos cura
dores geral e adlitem, e tendo em vista a determ
name dispwieao do testamento, que e do theor se|
guinte :
Declaro mais que para 0 meu primeir
testamenteiro licar muuidu de dinheiro para
que occorrer, vendera o meu sitio Santo Amaru
desta cidade, dandose-lhe 0 valor aue elle mere-
cer, com tanto que defendade qnalquer opposica 1
que se faca ao cumpriiUenlo derta minha verba,
autori-1 0 meu testamenteiro a fazer as despezak
com advogado e proenrador e outras quaesque 1
judiciaes qne Ihes serio tomalas em conta no in
ventario sem que dependa de approvacaoIn 1
concedi a referida autorisacao omo eSectivament
a concedo, para que possa vender 0 meneionad
sitio pela forma e para 0 Um deterrainalo em dit
testamento, nVando omiesmo te.-tamenteiro obrigad
a prestar contas opportunamenle do uso que dell
fizer. Para 0 quemandei quo se lavrasse 0 pre
senle alvara. Dado e passado nesta Villa Imperia
de Papary, aos 17 de fevereiro de 1871. Eu, Jos
Rulio Bezerra Ja Trindade, eserivao d'orphaos,
escrevi.Luiz Antonio Ferreira Souto Junior.
COLLI2G!8>
DA
Sanlissiiiia Trindade.
Neste estabeleeiiiienlo de instruccao e educafa
de meninas, sob a directoria da Eima. Sra. D
Philomena Jersey, e suas Exmas irraas D. Lande
lina Jersey e D. Olindina Jersey, almittem se edu-J
candas niediante a pensao mensal de 40^, sem
mais cutra despeza, e~ aprendem: lingua nacional
inglez, francez o italiano, fallar, escrever e tradu-l
zir ; geographia, arithmetica, historia, piano, dan
ca, musica e desenho; toda a e^pecie de bordados,
a os melhores principles da religilo christa. No
interior do estabelecimeuto falla-se soaiente fran-
cez,'e e incompatival 0 professorato do sexo mas-
culino.
Vivo protcsto.
Chegando do Rio Grande do Norte en abaixo
assignado, herdeirodo linado meu sogro Ignaeio de
Albuquorque Maranhio, deparei neste jornal com
um annuncio de leilao, convidando a concarrencia
para a arrematacao de nm sobrado a sitio no lu-
gar Santo Amaro desta cidade; aredio ease, que
faz parte do acervo do dito meu sogro e que no
respectivo inventario foi avaliado por 10:000fi000,
tendo custado 24:0004000.
Foi requerida no juizo do referido inventario
(termo de Papary, comarca de Si Jose de Mipibu)
uma licenca pelo procurador do testamenteiro
para poder esto vender dito predio.
Sabendo eu disto opptrtanamente-, requeri do
juiz de orphaos, baeharel Luiz Antonio Ferreira
Souto Junior, que me concedesse vista de tal peti-
cao p ira oppor-rne, allegando desde togo ser des-
necessaria e muito prejudicial a venda.
Aquelle juiz recebeu minha peti;ao no dia 20
de fevereiro ultimo, teve-a em seu poder seis dias
para dar tempo a se preparar 0 alvara e vir para
aqui.
Quando eu esperava deferimento, ja que ex-offl-
cio nao mandava 0 mesmo jniz ouvir-me. como
cumpria, despachon elle, exigindo procuracao I
E assim despachon depois de dada a autorisa-
cia I I
Por cautela mandei antes-publicar noi Diario de
Pernambuco de 2 e 3 de marco deste anno, um pro-
testo contra a venda pretendida, allegando e pro-
vaado entao eom as verbas testameotarias ser falsa
0 fondaraBBto. em que se flrmou 0 juii para conoe*
del a licenca, e nio obstante eorreu a praaa; po-
rem deixou) o predio de aer arrematado, Visto nao
tar appareoldo qaeftj offerfleessa rails de" 6:0003,
em consequetjeia da, falta de qqmerario, que tern
Ao publico
0 abaixo assignadojulga nada dever nesta*pra
fa neiu fora della ; comtudo, se alguem se julgail
sou credor, quaira apresentar sua conta a rua da
Commercio n.-3 que sendo exacta, sera i,nui -i.a
tamenle paga.
Joao Antonio de Siqueira.
igan 1 '!oi-ii!:t de Murray Cfc
I < It 11311IIII.
As senboras que estao acostumadas a usar pOJ
de arroz, que so faz intiirhecer 0 ro3to, fechando 0:
pOros da pelle, privaudo a evapora^ao da superfi
tie ; obrariam com juizo em per inteiramente dt
parte semelhante ingrediente, substiiuindo em set
lugar este puro rosmetico floral, 0 qual nao so per
fuma a pelle com uma fragrancia tao fresca exle
leitavel como 0 'espiro e cheiro das flares meiad
abertas ; mas aim tambem faz remover todas ai
maculas pue desfeiam a formosura das feijoes
dando aos vasos snperflciaes um aspecto saudave
e vigoroso, r.stiluindo as fei.oes a priraitiva corl
robicunda e macia, dando-lhes uma pura e linda
transparencia e elasticidade.
Todas essas agnas adstringentes pos e pomadas
etc do dia, naofaz>m mais do que arruinar a
pelle e cstragar a formosura, contaminando mai
tarde ou mais cedo a propria saiids; em quanto
que a tendencia desta agna saudavel e aromatica
<: inteiramente opposta, quando misturada n'um
pouco d'agua, torria se um excellente e exqulsito|
meio de lavagem para os dentes e gengives, dando
a bocca e ao paladar um ddicioso gosto aroma-
tico.
Mf%Mi8CI8.
JUNTA DOS CORRETORES
Prnca de 18 7 4.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTACOES OFFICIAES.
Algodao do Maceio 1' sorte 838OO por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7[8 e 5 OiO,,
9abhado.
Algodao -de Maeeid mediano 8J300 por 15 kilos,
posto a bordo a frete de 7(8 e 5 OrO,
sabbado.
Gambio sobre Londres a 90 d|v. 25 lj8 a 25|
I lid. por 1*000, sabbado.
B. de Vasconcellos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
A.LFANDKGA
Readimeoto do dia 1 a 9 .
'diro do dia 11.....
293:298*757
35;885>489|
329:184*246
Descarregara hoj> 12 de maio de 1874.
Patacho allemio Sieolaus mercadorias para)
alfandega.
Brigue portuguezSoberano -mercadoria3 para
trapiche Conoeiclo, para despachar.
Patacho americano -'Water Wicrt-farinhaja des
pachada para 0 5* ponto.
Patacho allemao Elise farinha ja despachada|
para 0 caes do Apollo.
ALTSRACAO NA PAUTA DOS PRECOS_ DOS GENEBOSl
SL'JEITOS A D1REITOS DB EXTORTAgAO, KA SEMANA
08 11 A 16 DB MAIO DE 1874.
Algodloem raraa ou 15 500 rs. o kilo.
Assacarmascavado HI rs. o kilo.
Gouros de boi seccos salgados 566 rs. o kilo.
CarvBu de pedra estrangeiro, tonelada metrica
20*000.
CaroQO -da algodao 20 rs. o kilo.
Crina animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernarabueo, 9 de maio de 1874.
3 l conferente-Jose Amancio do Outeiro.
0 1 conferenteManoel A. R. Plnheiro.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 9 da!
maio de 1874.
0 inspector
Fabio A. deCarvalho Re is.
Importacilo.
Brigue portuguez Soberano, entr&r'.j de Ltsbo^
em 10 do corrente e consignado a >4morim Irmatn
V G, manifestou :
Alfaiema 1 fordo a Caors. Alpiste 23 saoooa
Antonio Alves Leme, 25-birrleas aTasso IrmSoi
4 L. Aaeite de Oliveira IfO barrls a B. R- ?.a'bel
lo-A C, 5a ordem.
iS,eLri?>t4,'4norto Came de pored
lZ%L;.t **n*W> pon'.'d, 1 a Antonio J. Far
\es bane, rjpra l> cajxas ao megrao.
CAPATAZIA fA
rtendimento ao rt'a I a 9
lam do dia 11
ALP^NIIBGA
6:793/268
. 1:010/549
7:803*817
VOLUMBS SAHIDOS
No dia 1 a 9......
No dia 11
Prtmeira porca .
iegunda porta ...
terceira porta
fjuarta porta -
ftapiche '3cnee:car
9,801
182
74
124
227
10,406
SERVICO MARlTiMc
vi>*rangM descarregadas no trapiefce da
alfandega :
No dia 1 a 9
No dia 11.......
lo trapicha CoacaififO
U
21
aECEBEDOiUA DB RJLNDA3 LNTJ RNAS GE-
RAES DE PEP.NAMBCCC
iendimenlo do dia 1 a 9 16:!,l'?JA
d^mdodii 11..... 2:437*400
18:5391214
CONSULADO PROVINCIA,
rtendimento' do dia 1 a 8 .
Idem do dia 11.....
384021338
5:581*874
43.984*212
RECIFE
dendimento do dia 1 a
Idem do dia 11. .
DRALNAGE.
2:094*343
*
2:094*343
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
IL eompanhia Indemnisadora, estabelecidt
nesta pra^a, toma seguros tnairitinios sobrt
aarioi e seus carregamentos e contra fog(
jm edilicios, mercadorias e mebilias: na
ma db- Vigario n. *, payimento terwo.
Augusto F. dOliveira AC.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira 4 C, i rua do Commercio ns
42, eocarrega-se de ekecugio de ordens
para embarque de prodjetos e de todos o-
mais negocios de commisslo, qoetcommer*
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheute pre-
Peara,
V. Jfrerm
Sardinbas 7 caixas a Beltrao & Filho. Senwas
20 saccas a Tiiomaz de Aqnlno Ponceca & Sue-
cessores. '
Vejas de cera 28 caixas a D. Manoel Martins.
Vinagre tinto 7 nipas a E. R. Rabello 4 C, 3 a
Beltrao & Filho, i e 5 barn's de rmjnto a Silva
Guimaraes k C. Vinho branca 3 pipas e 3 bar-
ris de quinto ao mesmo. Vinhi tinto."61 pipas e
30 barris de quinto a Silva Guimaraes 4 C, 33
ditos e 10 ditoS a Beltrao k Filho, 34 e 23 a Souza
Bastos & C, 28 e 10 a E. R. Rabello & C., !3 e
10 a Thomaz de Aquino Ponceca & Succeasores,
5 barris de quinto a ordem, 2 aos consignatarios,
1 a A. Caors. Vinho branco 5 barris de quinto a
Thomaz de Aquino Ponces A Successores, 5a B
R. Rabello & C, 5 a Beltrao 4 Filho, 5 a Silva
Guimaraes & C.
Rrigue nacional Sahf, entrado do Rio Grande
do Sui na mesma data e consignado a Anwrim
Irmaos Si C. manifestou:
Cebolas 1,000 resteas. Couros de reiugo 60.
Graza em btxiga 1.080 kilos.
Seno coado 40 barricas.
Xarouc 164,820 kilos a ordem.
Vapor nacional Mavqnez de Caxiax, entrado dos
portos do sul cm 11 do corrente e consignado a
Antonio Luiz de Oliveira Azsvedo manifestou :
Algodao 25 saccas a Manoel Jose Aires. Assu-
car 292 saccas ao mesmo.
L5 barriguda 1 sacco a Parente Vianna 4 C.
DWACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 9 DE
MAIO DB 1874.
Para os portos do exterior.
No brigue francez Intreptde Corse, para Li-
verpool, carregou : L. J. S. Guimaraes 1,500 sac-
cos com 112,500 kilos de assucar mascavado; J.
F. Ferreira 200 saccas com 17,743 ditos de al-
godao.
Na barca ingleza Eliza Campbell, para Li-
verpool, carregou : M. M. Monteiro 406 saccas com
33,759 1(2 kilos de algodao; E. J. da Motta 100
ditas com 7,812 1|2 ditos de dito ; I. Pater & C.
586 ditas com 50,748 ditos de dito ; M. J. da Sa
Araujo 245 s ceos com 18.375 ditos de assucar
mascavado : para o Canal, J. Pater & C. 4,000
ditos com 300,000 ditos de dito
Na barca ingleza Calderbanch, para o Canal,
carregou : J. Pater & C. 8,000 saccos com 000,000
kilns de assucar mascavado.
Na barca saeca C. D. \V., para a Caaal, car-
legou : J. C. Oliveira Bastoi 100 saccos com 7,500
kilos d-i assucar mascavado.
Na barca hepanhola />. Luizt, para Liver-
pool, carregou : M. M. Monteiro 50 saccas com
4,189 1]2 kilos de algodao ; M. .osta 30 ditas com
3,920 ditos de dito.
No navio inglez Carisbrook, para a Russia,
carregou: S. Brothers 4 C. 324 saccas com 23,137
1)2 kilos dealgoiao.
Na barca ingleza Bella, para Cronstadt, car-
regou : M. Lallnn 4 C. 261 saccas cum 19,695 liz
kilos de algodao.
No patacho portuguez fodador, para o Porto,
carregou : B. J. Pereira & Irmao 23 siceos com
1,875 kilos de assucar branco e 25 ditos com
1,873 ditos de dito mascavado ; E. R. Rabello 4
C. 100 ditos com 7,-tOti ditos de dito bianco ; F R.
Pinto Guimaraes 217 ditos com 15,525 ditos de
dito e 40 ditos com 3,000 ditos de dito mascavado.
Na barca ponugueza Njvo Silencio, para
o Porto, carregou : T. L. Soares 36 saccas com
4,489 t|2 kilos de algodio.
Na barca portugueza Alegria, para'o Porto,
carregon : P. Carneiro 4 C. 51 saccas com 4,42 >
1|2 kilos de algodao : para Lisboa, J. C. Figueira
12 pranchoes de amirello; M. L. Paes Barreto
200 saccos com 15,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Aguia. para Lisboa,
carregou : E. R. Rabello 4 C. 800 saccos com
60,000 kilos de assucar branco e 800 ditos com
60.0UO ditos de dito mascavado.
Na barca ingleza Mand, para New-York,
carregou: H. Forster & C. 1,000 saccos com 75,000
kilos de assucar mascavado.
No patacbo americano Water Wi/cfc, mra
New-York, carregou : H. Porster 4 C. 6,000 sac-
cos com 450,000 kilos de assucar mascavado.
Para os portus do interior.
Para o Rio Gran le do Sul, no patacho na-
cional Africano, carregou : J, B. Moreira 15 bar-
rM com 1,440 litros de alcool e 30 pipas com
14,400 ditos de aguardente.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho nacio -
nal Marinho II, carregou : J. B. Moreira 3,00)
cocos (frucla).
Para o Para, no vapor nacional Cruzeiro do
Sul, carregou: J. J. Aaevedo 5 caixas com 180
kilos de doce : para o Maranhao, J. P. Carneiro
& C 18 saccos com 900 kilos de assucar branco.
Para Macao, na barcac> Rainha dos Anjos,
carregou : A. S. Campos 1 pipa com 480 litros de
aguardeute, e para Mossoro, 1 caixa com 60 kilos
de doce e 2 barricas com 120 ditos de assnear
reSnado; A. Oliveira & C 2 ditas com 132 ditos
de dito e 2 volumes com 60 litrn? de aguardente.
Para Macahiba, na barcaca Trcs Irmas, car-
regou : A. Carneiro & C. 4 barricas com 264 kilos
de assucar retina lo.
mrmuw.
-~ iMtvre e
9r.
mio, comprt catnMeVs, e
wo, 4 vouude do
guiotM pracas estraa
Lcadrea. Sr o
LOWKMI, 0 LO.IDOS AR
limited, e rarias ctias Paris. Umbtm m
A C, MARCUARD RMRft 4 C.
VIGIUL d C.
asasaburjar*. Sobrr
SCHU RACK dt FILM S.
jfeboa. Sobre ot Sea.
sastos <& viarwr, e wmmke mat mm
atero.
l*rt. Sobre o ra?ico tnuio m pnr>
O Sf. JOAQCIM PINTO DA FOmiCA.
do para, e es Sra. pra!*ei9C MMM* m
COSTA & FILBOe.
MetraaahJa*. Sobre o St. aeai Pm
REIRA DA SILTO JUneatAV
Ctoetara. Sobre os Srs. i. s. et eeav
CONCELLOS d SOWS.
Bah in. Sobre os Srs. auRiseoe Ac.
tio de Jaawira. Sesee eeeao
INDUSTRIAL E HERCANTIL, RANCO SAONMR1 r
BARQOR BUASII.IE.NNE PHAIRCRfJI.
GOMPAMHIA ALLIARCA
seguros raaritimos e t*nm
trcs estalxitecidia na Baai>
em 15 de Janeiro em 18T9.
CAPITAL 4,0 IIWHII.
ruma seguro de mercadorias e i
>co maritimo em navio de e
para dentro e fora do tmperte, aeaaa eeae
vootre fogo sobre predios, feaeree b>
-ondas.
Agent'.' : Joaquim Jose (ioaealvw mitfaa>.
-i< do Commercio n. i, 1* aadar.
GOMfANHlA
Phenix PernambuoMMe.
Toma riscos maritimoe era aaercadorsaa.
retes, dinheiro a risco e finalaaaate de eael-
aer natureza, em vaeares, rnvaos va da *>
larcjicRs, a premios mert.i mudkee.
RUA W) COMMF.KCIO !l. IV.
Seguro ciHirinf^
THE LIVERPOOL d L05DO.1 d GU*
INSURANCE COMPANY
Ageate
SALNDERS BROTHERSd C.
ItCorpo SruUjII
.apita!.
#undo
NORTHERN.
.... ao.ooo:
aa reserva. 8,t:
Mills Latham d C.
RUA DA CRUZ S. 38.
BANCO COMMERCIAL Dfl BRAGt
Jorge Tasso
Sacca sobre este banco e saaa
guintes cidades e villas :
Portagal
Anadia
Areos
Aveiro
Barca
Barcellos
Beja
Oanaa
Oiimhra
Coura
Cvilha
Elvas
Extreinoz
Famalicio
Faro
Figueiia
Gnarda
Gnirnarif*
Laos
Lamego
Faya!.
d i Uaa
Par* ,
Prr* d? VaSBM
R>*na
Tarira
Vji^a^
Viaana
Villa !
Virla Ral
Vinhaea
Vtwn
Villa X. da Orrr.ra
Faarfcai
Banco do Minho.
Reitrio & Paaa
Joaquim Jose (Sonealves
por todos os vapores sobrt
AnaJia.
A guida.
Aveiro.
BeJA
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Gnimaraes.
Covilhi.
Melgaco.
Portal egre.
Evora
Fale
Far.).
Guarda.
Leiria.
Lataa.
ItarceUo*.
Cuimbra.
Miraaddta
Peaaael
Villa Real.
Areas de val de vei.
Cetorioo de Baato.
Caaaaaa.
Manguakfc. < irafe
Ponte do Lima. Pe*ee 4e T;
Povoa de Linhosa. Vianaa 4o
Villa-Nova de Portiaio. Villa Jhwa
Villa do Gad*.
Xmn ilaaa.
Madeira, S. Migael, Fatal e Taeeira.
ViOVlMENTO 90 mi'
fS'avio entrado no dia //.
Bahiae portos interaedios15 aas
titno porto i hora, va|
Caxias, de 671 tone'alas,
Cisco de Araujo Cosu.
aaraMes generos a A. L
do AC.
Savios sahidos no met mo dim.
Aracaty Hiate brasaam JW* fmm,
tooio Barbosa de Aatdrade, carat
nero;.
Caaal-Barca sneca C. D. W, tag el i J
carga assnear.
m
FOITAES.
ft 0 procurador
provincial, declara ao* coatrlaaaaa as
ge 100*000, por artes fabric ad aa pt
deiro, qae deinaram de paaar seas
exercicio de 1872 a 1873. a care* de
provincial, qne Idee lea aaeaaes e
rogavel de 30 dias a eoaar da .
conformidade da lei n. 981. art. S3, aara
rem da seccio do eoaiBRciae as raaeetaa
para pagameato de seas dueWoj, censs de
nio o fUerem dentro do prsas aarreaa,
der-se-ha a cobran;a jndicahaeate,
para issa a relacio on Jwelww
cripU.
Saacto do eoRteaciose protiaaal
co, 1 de maio de 1871.
0
Mimei Jote 4$ J_
ReJaeieaes dawdores do ****** f
artes fabrics** aa aaa leatasjpJN^gi'*>:
ran dt pagar seo* defcuae ae eaarekw at law
a 1873.
t
a>as
aaa
Marcilio Dial n. 47.
da CatOl e Suva
! de karoo a 18. A
qfcaaVS. Aaaia^
Deaae de Caxias a 9*.
Sonza Oliveira
Cabngia. Antooto
AaauaaeGaces
M-I'o
Antonio de


*
tnm
Barao da, Vtctozia a.. Anton odo
Santos Oliveira.
Dita n. JO. JBnwhh 4 VSanna
Oita n. 3. Jfrmfam & C.
Larga do Roaario n. 19. Antonio
Maia da Briio
Livramento a. 9. Aureliano Luii
Alexandre
Dita n. 35 Antonio da Crat Fabeiro
Imperatrit a. 56. Aranjo Brag a ft i'.
Bispo Sardinha n. 3. Antonio Igu.v
cio Martina
B
Marques de Oliada n. 50 A. Ber-
nardino Pereira de Azevedo Maia
Duqae do Caxias a. SO A. iteuta da
Silva & C.
Oabuga n. 8. Bentu MachaUo 4 '..
Bario da Victoria n. 48 B. Bczeri a
6; Irrnao
Dita o 33 Braga & Pimentei
Larga do Rosario a. 24. Benjamins
ft Irmao
Livramento n. 19. Balthazar Pinto
de Qeaveia
Imperatriz n. 68. Bernardino Perei-
fcra Maia de Azevedo
C
Duque de Caxias ns. 59 A -83. Cal-
(hsiC.
Urga do Bosario n. 21. Caaves ft
Viaana
Dita n. 44. Cosu & Soares
Travessa da Matriz n. 2. Casiiuiro A
Soares
Imperatriz n. 3. Castro ft Antunes

Independencia n. 8. Klesbao Joa-
quira Dias
V
Marquee de Olinda n. 13. Francisco
Antonio Pereira ft C.
Duque de Caxias n. 62. Francisco
Pereira de Mendonca
Independencia n. 7 e 31. Francisco
Jose Gjncalves de Siqneira
Barao da Victoria u. 21. Francisco
Jose' Germaao
Larga do Bosario a. 38. Ferreira
Lima Irrnao & C.
Oita n. SI. Fetipae Santiago de
Aquino
Estreita do Rosario a. 1. Ferreira A
Martins
Livramento a. 39. Ferreira Junior
A Rodrignes
Marcilio Bias n. 11. Francisco Fer-
reira da Siiva
Imperatriz n. 68 Francisco Rodri-
gues dos Santos
s
Imperador n. 55. G. Rigasp
I." de Marco n. 7 A. Guioiaraes
Ponies ft C
Independencia n. 17. Guilhermino
Bodrtgues do Monte Lima
Duque da Caxias n. 88. Goes ft
Bastos
Dita n 77 A. Guimaraes ft Luz
Estreita do Rosario n. 12. Geraldo
Henrique de Myra
Joao Francisco
Joaquim Aolu-
de Souza
n.
Joaquim
Francis ?o
Duque de Caxias a. 58. Hemeterio
Maciel da Silva
Barao da Victoria n. 16. Hermino
Pereira A. Lima ft C
Dita n. 13. Hypolito Jose Boberto
Marcilio Dias n. 6. Henrique Jose
Pereira
J
Arco da Conceicao n. 2. Jose da Con-
ceicao Oliveira Figueiredo
Estreiu do Rosario n. 10 A. Idem
Marquez de Olinda n. 41. Joao Jose
da Silva
Imperador n. 47. Joaquim da Costa
Ramos
22 de Nevembro n. C. Jose" Ferreira
de Amorim
Duque de Caxias n. 68. Joaquim de
Souza Miranda Couto
Dita n. 107. Joao Antonio de Olivei-
ra A C.
Dita n. 109 Jose Joaquim Ferreira
Lima
Independencia n. IS Joao Capistrano
de Oliveira
Barao da Victoria n. 56. Joaquim
Ferreira da Costa
Dita n. 65. Jose Remigio de Albu-
querque
Livramento n. 37.
Ferreira Junior
Mareilio.Bias n. 76.
nes da Silva
Dita n- 45. Joao H
Coronet Soaasnaa
Vieira Coelho e Silva
Imperatriz n. 52. Joao
Parades Porto
Dita u. 74. Joaquim Francisco das
Cnagas e Silva
Dita n. 86. Jose Bernardo da Motta
Dita n. 17. Jacques Victor Guave
Largo de ApiDucos. Joaquim An-
tonio de Paiva Fanceca
L
Independencia n. 22. Luiz Aleran)
Bandeira de Mello
Marcilio Dias n. 32. Ladislao Rodol-
pho de Araujo Cesar
Dita n. 53. Leonidas Tito Loureiro
Imperatriz n. 16. Luiz de Farias
&C.
Dita n. 70. Lourenjo Pereira Men-
des Guimaraes
DiU n. 7. Viuva Le^omte
M
Marquez de Olinda n. 24. Marcos do
Almeida Lima
DiU n. 32. Mendes Lobo & C.
Dila n. S3}. Manoel Antonio Vieira
Caes 22 de Novembro n. B. Mar-
ques Santos & C.
!. de Marco n. 14. Monteiro Torres
&C.
DiU n. 3. Meros Carneiro ft C.
Duque de Caxias n. 30. Marcolino
Dornellas Camara
Dita n. 54. Machado & Brandao
Dita n. 25. Manoel da CosU Azevedo
NapcIeSe
Dita n. 61. Moreira Pontes ft C.
Dita n. 97. Jfanoel Jose Bastos de
Mello
Diu n. 111. Miguel Ferreira da
Luz
Imperador p. 38. Mattos Lemos ft C.
Dita n. 19. Manoel Jose dos Santos
Cabuga n. 12. Mauricio Jose dos
Santos Ribeiro
Dita n. 1 B. Moreira Baptista ft C.
Dita n. 3. Manoel Antonio Gon-
calves
DiU ns. 3 e 7. Moreira ft Duarte
Barao da Victoria n. 34. Manoel
Victor de Jesus da Malta
Dita n. 38. Monteiro ft Silva
DiU n 46. Moura & C
Diu n. 48. Monteiro .Santiago ft C.
Dita n. 23. Manoel & C.
Estreiu do Rosario n. A. Maia ft
Landelioo
DiU n. 4. Miguel Luiz Sony
Livramento n. 10. Manoel Francis
co Corrca & C.
Dita n. 32. Monteiro A Ribeiro
Dita n. 5. Moraes 4 Pinto
Marcilio Dias a. 65. Migue. Bernardo
Quinteiro
Coronel Suassuna n. 15. Manoel Mar-
tins Gomes
Imperatriz n. 40. Mendes ft Car-
valho
Di(a n. 78. M-nnel Joaquim Dias
Dita n. 33. Manuel Jose" Teixeira
Pontes
Dita n. 63. Miguel Alexandre Ma-
cedo
m
Imperador u. 30 A. N'ngueira A Ir-
rnao
Cabnga n. 1 D. Nieolao Tulentmo de
Carvalho
O
Barao da Victoria n. 24. Oliveira
Carvalho ft C.
Livramento n. 14. Olympic Gancal-
ves Rosa A Cruz
P
Duque do Caxias n. 29. Pacheco ft
Azevedo
Br So da Victoria n. li. PanteK-aa
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
4091000
109*000
109*000
W#O00
139*000
109*000
109*000
199*000
109*000
109*000
109*000
(09*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
189*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*080
*
218*000
109*000
109*000
109*000
109*000
1094000
109*000
109*000
1094000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
1091000
109*000
109*000
109*000
109*000
I09*OUO
109*000
ft Irate
Lfvrameato
Nunes
Imperatriz n. 2. Paolo Guelf
Dita n. 48. Paulo Ferreira' de M#ft
Guimaries
Marco a. U A. Ricar-
Rocaa Sil-
Rodrlgo
Primoiro de
do ftC.
Duque de Caxias a. 77.
va AC
Barao da Victoria n. 27.
Pinto Moreira
DiU n. 37. Rodrignes Ferreira ft
C.
Viscondedo Inhaiima n. 1 Ray-
ranndo Pereira de Siqueira
Marcilio Dias n. IS. Rus A Nasci
mento
Alves
Duqne de Caxias n.
Fonceca A (1
Visconde de Iahadma
Gomes ft C.
ii. 56. Silva i\
45. Sa Li ua;>
n. 20. Souza
T
Tranquilino
I09*t00
109*000
109*000
109*009
109*099
109*900
40.1*000
188*000
lOttgOOo
109*000
109*000
Idem a. 31
Idem m. 29
Rna
da Guia.
122*000
281*000
Marcilio Dias a. 81.
Cardoso da Silva 109*000
Diu n. 93. Tbemistocles Cannto de
Aguiar 109*0rj0
Cae.- do Apollo n. 45. Tasso ft Ir-
maos 109*000
V
Imperatriz n. 15. Ulysses A Irmao 109*000
V
Imperador a. 49. Victor Preale 109*000
Duque de Caxias n. 115. Vianaa A
Castro 109*000
Barao da Victoria n. 89. Vicente
Ferreira de Souza Reis 109*000
w
Imperador n. 45. W. H. Chapmoann 109*000
Seccie do contencioso provincial de Pernambu-
co, 1 de abril de 1874.
0 1 official,
Horatio Walfrido feregrino da Silva.
0 desetabargador Francisco d'Assis Olivei-
ra Maciel, official da imperial ordem da
Rosa, cavalueiro da de Lhristo, e juiz
privativo de orphaos e iiusentes da cida-
de do Recife de Pernambuco e seu ter-
rno, por S. M. L, a quem Dcus guar
de, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem,
que por este juizo sera arremaudo por quem inais
der, em umajso praca :
A metade de urn sobrado de dous andares
e sotao, siui a rna da Imperatriz n. 42, freguezia
da Boa-Vista, com 3 portas de (rente, S8 palmos
de vao e 104 de [undo, quintal com portao que
deita a rua Sete de Setembro, ediiicada em etiao
toreiro, servindo de base para a arremaucao a
quantia de 6:000*, porquanto foi avaliada a me-
Ude do dito sobrado. E vai a praca a requeri-
mento dos eredores do finado Joao Martins Ri
beiro, enjo invenurio se procedeu por este juizo
de orph.ios, dando-se em partilha ao respective
invenUriante, sobrediu roelade, para de seu pro-
ducto serem elles pagos ; sendo o restanle, per-
teneente aos menores, recolliido pelo arrematante
por emprestimo a th sooraria de fazenda.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mand-i passar o presente, que sera affixade no
lugar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambneo, aos 11 de maio de 1874.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes, escrivao, c
subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
Rua das Larangeiraa.
Caa terrea, n. 17......361*001
Os pretendentes deverSo apresuntar no acto d*
irrematacao as suas flancas, ou compareoereir
icoinpannados dos respectivos liadores, devendi
gar alero da renda o premio da qa>Mttia en
rae for seguro o predio que omtiver wubeleci-
nento commercial, assim couki o servico da Um
!>eza e precos d<> apparelaos.
Secretana dasanU casa da misericordia do It*
-ife, 17 de matyo o dr l8?\.
0 escfivsii.
__________, 1'i-drn Roirigiir* dr. Soust,
Companhia Fidelid;.de~
WryurM niHrilaiMUK 'it.-*1its
A ;iy*nci* d-! ritiiiuise hTreh-'-s. x uriMtiiM rautavfU, HHMva-iH^aJBrrn, : os>etriH' Mao ^ratiiiH ao
seKurjudw.
Ki'liciano Ji'se GoM gentev
SI Rna do Apollo SI
do Recife m Olimlit e Bebe*
Hkft.
Tendo concluidn esta com
paahia o assenUmento da li
nha lelegraphka da estacaoda
Aurora a Encruzilhada e ci-
dade de Oliada, franqueia ao
pabiico a mesma companhia
os seus servi;os, de aecordo com os artigos 53,
54 e 35 do regnlameato de 11 de outubro de 1874,
aeaixe traascriptos :
Art. 5-1. Que pela expedicao dos telegrammas
particnlarea, cobrara a companhia os segnintes
precos: ;
I De qualquer extremo da linha ate a En-
cruzilbada 300 rs. pelas 40 primeiras palavras, ou
fraccao deltas, e 300 rs. por cada 10 pa'avras on
fraccao das mesmas, que accrescer.
S.* De qualquer extremo ao outro ( endereco
compreheaddo) 50> rs. p"las 20 primeiras pala-
vras ou fraccao das mesma'', e 500 rs. p r cada
10 paUvras ou fraccao que accrescer.
Art 54. A companhia para entregar os tele-
grammas no donucilio das pessoas a que forem
desiinados. cobrara o pagamento de Mil) rs. para
o portador. nma vez que o dito domicilio se ache
dentro dos limites da cidade do Recife, de Olinda,
e povoado de Bebenbe, e nos mais pontos dentro
do circulo tracado com o raio de urn kilometre,
tendo como centro a esUcao de-tinaUria do tele-
gramma.
Ar. 55. No caso de que o domicilio do destina-
Urio se ache fora dos limites tracados no art. an
tecedente, nao 6 a companhia obrigada a trans
mittir os telegrammas, e so o fara mediante a pa-
ga que convencionar com o expedicionario.
Escriplorio desu companhia, 9 de maiode I874.
Laurentino Jose de Miranda,
Gerente.
xiiaatusudo, apresfjotera saas coataa dentro do
Consnlado de f ortogal.
Precfea-se inforroac8 sobre o padre Antonio
Facliada da Cosu Raymundo, qne diz-se ter fal-
lecKI ne*u jmvinela. e sobre Joao de Conto,
natural de Cintra, pharmaeeutico e irrnao de Ig-
uacio do Hooto. A dirigir-a no consnlado de Por-
tudat ____^_____________
Irmaudade de N. S. da Con-
ceii^ao dos Militares.
A mesa roge^jra da rcferida irmandade pre-
cis* contraUr as obras do assoalho do pnvimento
terreo do corpo da igreja, qne, divera ser de aina
relU. da inelhiir qualidade. Os pretendentas deve-
riii aprwentar snas proposUs em carta fechada,
no ilia 15 dw corrente, a> 7 horas da noite no con-
sistono da ipreja, podendo para niullur se escla
lecereiu procurar n Sr. Thome Lopes de Senna, a
rua do llara da Victoria n 34.
Arreiuata^ao.
Pelo juizo de profodoria, escrivJo interino Gui-
maraes, serao vendidas finda a audiencia do dia
15 do corrente para pagamento do sello de he-
ranga e aaais daspezas do inventario do casal da
finada Franc sea Maria da Conceicao, catada com
o Umbem fallecido Jose" Pereira, a seguintes ca-
sas de ns. S e 8 aa traves
57, na rua do Apollo ; n. 4, na travessa dos Gua-
rarapes ; a saber : a 1.' avaliada em 800*, a S.'
por 650*, a 3.' por 400*. e a 4.' por 1:100*.
0 Dr. Alexanire de Souza Pereira do Carmo Ju-
nior, juiz substitute dos feitos da fazenda nacio-
nal desta provincia de Pernambuco, etc.
Faco saber a todos que este virem, que no dia
S9 do corrente, na sala das audiencias, pelas 11
horas do dia, se vendera em praca public, a ca
sa terrea n 70, sita a rua da Impratriz, com 3
metros e 10 centimetros de largura e 22 metros e
90 centimeiros de comprimento, avaliada por ..
4:000*, e penhorada a Francisco Maia Cortes, pa
rra pagamento do que deve a fazenda nacional.
E para que clieguo ao conhecimeir.o do
torjis, mandei passar o presente quo sera
publicado pela imprensa e allixado nos lu-
gares do costume.
Recife, 4 de maio de 1874.
Eu, Jose Francisco do Rego Birros, ecrevi e
subscrevi.
Pereira do Carmo Junior.
r%!.
DECLARACOES
109*000
109*1:00
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
iO!>*ooo
109*000
109*000
199*000
109*000
218*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109/000
COMPANHIA PERXAMBUCANA
BE
i%ave*jacllo costeiran vapor.
DIViDE.NDO NOXO.
EsU companhia paga o seu nono dividendo, i
razao de 3 0|0._______________
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se far cer'.o que e neste mez de maio que tem de
ser pago, sem multa, o imposto pessoal, relalivo
ao 2.' semestre do exerciclo corrente de 1873 a
74, depois do que sera pago con a mulu de 6
por cento.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de maio de 1874.
0 administrador,
___________Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Companhia perna ubucana
do navf'gagao costeira a
vapor.
De ordem do conselbo da direcjao, cenvidc aos
Srs. accionistas da nova emissao de aefdes desta
companhia, que somenle realisaram a pn'meira
prestajao de 20 |. sobre o valor subscripto, a fa-
zer segunda entrada a mesma razao, denlro do
prazo de 30 dias, a conlar de hoje, no escriptorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1874.
Jhomas M. Connae,
_____________________Gerente interino.
Armazensda companhia per
nambucana.
Seguros contra Togo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
jellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao eommercio em geral
para deposito de generos, garaniindo a maior eon
servayao das mercadorias depositadas, service
prompto, pregos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo aecordo, ex
clusivamenie os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
sao inteiramtnte novos e asphaludos, isentos d<
cnpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana. qne acbarao cui queir
tratar.
( H|tituni.t do porto lo Ptrnani*
bneo, 9 de maio de 1814
Para seienna dos naveganles, mauda esta capi-
ta nia publicar os seguintes avisos :
Ministerio da marinha, aviso nos naveganles.
Pela secreUria de estado dos negocios da mari-
nha se publicam as seguintes instrnccoes, organi-
sadis pelo capitao de fragata *. Tamborim, a bor-
do da canhoneira Aragnary, em cnmpnmento do
aviso n. 1,635 de 30 de julho de 1873.
Instrucgoes para demandar o portp da Bahia, ni
provincia do m^smo nome, avistando se o pbarol
Itapoa.
Os navios que, inlo do largo e do N. demanda
rem o porto da Bahia a avisurem o pnarul de lu-
poa, luz fixa, c6r natural, situado por 12, 17'. 30"
de latitude sul e 4", 46', 30 de longitude E do
Rio de Janeiro, visivel de \S milhas de distancia :
navegarao de modo a marca-lo per 56 NE. ma-
gnetico, e puxando depois para a barra ate
que tenham o pharol da ponta de Santo Antonio
por 72, NO, seguirao sobre elle, conservando a
luz um pouco aberta por Ell, por dentro da amu
ra ; a passar bordando as pedras dessa ponta e
tendo o euidado de nao se apartarem muitodellas,
se a mare for de vasante para nao serem levados
sobre o cabeco NT. do banco.
Monuda a" ponta de Santo Antonio navegarao
conventenlemente para o ancoradouro.
Os que tiverem da passar ao sul do banco tra
tarao de conservar o pharol de Itapoa de 50 NE :
N, e Una vez demorando o de Santo Antonio por
22* NE magnetico navegarao sobre elle.
Oanhoneira Aragumy, 10 de setembro de 1878.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim, capitao de
fragata. Conforrae. S. E. Pessoa, direcUr ge-
ral.
Edital n. 160.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco se
faz publico, que achando-se as mercadorias con-
tidas nos volumes abaixo mencionados, no caso de
serein arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6 do tit. 2 do regulamehto de 19 de setembro
le I860, os seus donos ou eonsignaUrios deverao
despacha las no prazo de 10 dia-, sob pena de,
Undo elle, *erem vendidas por sua conta, sem qne
Ihes fique competindo allegar contra os effeitos
desta venda:
Trapiche Conceicao.
Mtrca P C 117 caixas com queijos, vindas de
Bordeaux no vapor francez Erymanthe, descarre-
gadas em 10 de fevereiro do corrente anno.
Alfandega de Pernambuco, 9 de maio de 1874.
0 inspector,
Fabio A de C. Reis.
Hospital militar.
0 hospital militar desta provincia contrau com
quem melhores vantagens offerecer a fazenda na-
cional, para o triraestre que tem de findar em 30
de junho do corrente anno, os generos alimenti-
cios, abaixo mencionados, para dietas dos doentes
e racoes de seus empregados.
I'ao, kilos.
Aletria, kilos.
Ararula, idem.
Arroz do Maranhao, idem.
Assucar refluado, idem.
BaUtas inglezas, idem.
Bolacbas, idem.
Biscontos, idem.
Cafe em caroco, idem.
Dito moido, idem.
Carne verde, idem
Diu secca, idem.
Diu de porco, idem.
Cha perola, idem.
Doce de goiaba, idem.
Farinha de mandioca, litro.
Feijao preto ou mulaiinho, idem.
Gallinha, 1.
Lenha, achas grandes ou toros.
Leite. litro.
Manteiga ingleza, kilo.
Macarrao, idem.
Marmelada, ilem.
Ovo, I.
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilos.
Touo mho de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, litro.
As pessoas que quizerem fazer dito forneeimen-
to apresentem suas proposUs na seeretaria do ditc
hospital, no dia 15 do corrente, pelas 10 boras da
manna : adverliuJo, que alem dessa hora nenhu-
ma [iroposu sera mais aceiu, que todos os gene-
ros devem str de primeira qualidade, e Qnalmente
qne no peso da carne que se pedir nao deve con-
fer mais da quinta pane em ossos.
Hospital militar de Pernambuco, 9 de maio de
1874.0 escrivao interino
Joaquim Pinto de Almeida Junior.
Quaita-ifeira 13 de maio.
I ecita em favor da festiridade de Santo Antonio,
4a igreja da Madre de Detu.
Representar se-ha o applaudido drama em 5
afclot :
D. Cesar de Bazao
Vrrainara o especUcnlo com a s eai
d Sr. Penanie :
FERRO E FOGO
eomica
Principiari a* 8 1(S horaa.
N. B. Os enearregados rta festividade p.-dem
a (ieis a sua conrurrenda alin de be:u podirem
n alisar a mesma festividade.
Em um dos iniervallos ira uma c<>inin!ssan aos
m.irotes airra 0 resto dos MMM iio.Ii-ii -er |ir. ri|a da .Vloeila a. 19, in Ji.. do i ii|iand i. no
ftri|Kiirio do llitviirc
EsU em ensaios u drama de grande especuculo
ei 1 I proli'go e ."; actos, do distinclo escriptnr pnr-
u ruez Mendes Leal :
I pobreza envergonhada.
Lisfc 4 f fttU
Vai sahir com hrartdada a vcMra barca LiifcM
Recobecarga e paraaffalrtw. a tratar eaa Ti
UTk> aoarat, rna da larraa a 9%.
Libras eslcrlitis
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Rua do Coniroorcaa-n. .
PIR'OPIIRTO.
Sennira brevenienle a barrj purtagaeza Alrfrim,
por ter njrajada au icr ; irie do Ma carrajra
mciito. iSra o rMn e f.tisaptHro*, irata << c-iri
E. It. Rabell. *C. a ua do ou '"in o c.oil-uv
Porto
4VIS0S- MARITlMOi'
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
*Jvcgay.fto costcira a vapor
MACBI6, ESCAUS, PEN EDO E ARACAJO'.
0 vapor Pirapama. com-
mand ante Silva, segui
ra para os portos acima
no dia 15 do corrente as
5 horas da Urde.
Recebe carga ate o dia
13, eneommendas, passa-
ge ros e diabeiro a frete ale as 2 horas da tarde
dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
a. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
ns
\nvegac4t0 costeira a vapor.
RIO FORMOSO E TAMANDARE.
0 vapor Mandahu,
commandante Mari-
nho, segaira para os
portos acima no dia 15
do corrente as 9 horas
da noile.
lecebe carga, encommendas, passageiros e di
iiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
m 0 RmTii.
Jahira com brerfJaile o patacbo portu
gubz Lidador, por ter quasi lodi a
pr impta ; para a que lhe (alta e
n- traU-se com E.
ru 1 do Commercio n.
109^000
1094000
lQfliOOO
t09*000
109/000
109/000
109/C00
109/000
I09.S0O0
K94000
1094000
1O9IO00
109^000
1094000
1004000
1094000
SANTA CASA DA MISEhiCOlll.lA !>i
RECIFE.
A. JUma. junta administrativa da sauta easa fii
a.*ericordia do Recife, manda fazer publico qut
aa sala de suas sess<5es, no dia 7 de maio pe-
las 3 horas da tarde, tem. de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pel" tempo de um
a tr^s annos, as rendas dos prcdios em seguida
ieclarados. '
ESTABELECIMENTO DE CARIDAl-E.
Travessa de S. Jose.
Lasaterrean.il.......20IJOO0
Rua deSanu Rita.
2em B-J*........250/010
Idem n 31.......200*0u0
Cinco Pontas.
asa terrea n. 114......3620510
Rua da Alegria.
dem n. 31........3714000
Ponte Velba.
Idem n.- 31........15640G0.
Rua de Antonio Henriqaes.
idem n. 26........994000
Rua do Vigario.
andar do sobrado n, 27. ', 325/000
Instruc^oes para demandar 0 norto de S Francis-
co, na provincia das llagoas, avistando se 0
pharol de S. "raooisco.
0 pharol do rk) S. Francaso, de luz fixa, collo-
cado no ponlal do none da barra por 10, 29', 30"
de latitude sul e 6", 15*, 52" de longitude E do Rio
de Janeiro e visivel em tempo claro de 10 a 12
milbas de distancia.
Os navios que demandarcm essa barra deverii-
logo i|uo avistarem 0 pharol, navegar Jj modo a
marca-lo nelo N 4 NO e N.NO magnetico. e consero
vando-o a esse rumo por uma onda de 6 e 7 bra-
cas, areia; esperar ahi 0 pratico.
Canhoneira Aniguanj, 14 de setembro de 1873.
--Antonio .loaqaim de Mello Tamborim, capilao de
fragata. Confonne.S. E. Pessoa, director ge-
ral.
Instruccoes para demandar 0 porto de Pernam'.u-
co, na provincia di mesmo nome, avistando-se
0 pharol de Olinda.
0 pharol de Olinda, girante, de lampejos, situa-
dopor 8, 1", W de latitudes, 8' 16'. 5" de longi-
tude E do Rio de Janeiro e por 46 SO magnetico
da ponta de Pao Amarello e visivel, em tempo cla-
ro de 10 a 12 milhas de distancia.
Os navios que vindosdo N. demandarcm 0 porto
dePernambuco, avistando csse pharol devem seguir
ao sul por uma sonda de 7 e 8 bracas ate marca-
lo a 0 4 N 0, e navegando depois ao S 4 S 0 e
S S 0, a ter 0 pharol do Picao do 0 S 0 ao N 0,
eorrer sobre elle para fundear no lamarito em 0
ou 7 bracas d'agua, quando 0 pharol de Olinda
estiver ao N I NE magnetico.
Vindo do sul sera 0 pharol de Olinda, marcado
por \ i N E para se fundear no lamarao, tendo 0
pharol do Picao de 0 N 0 : NO.
Canhoneira Araguary, 22 de setembn d-3 1873.
Antonio Joiuptim Meilo Tamborim capitao de
fragata. Couforme. S. E. Pessoa, director ge-
ral.
Lnzeiro da verme.
Faco scienh.' aos interes-ados qne toda e qual
quer correspondencia para aqnella loja.-., enviem-
na a iraija da Independencia ns. 37 e39.
Secret.-; da loj.-. Luzeiro da Verdade, do Rit.\
Mod.-., aos 11 dias do mez de maio de 1874.
0 secret.-.
Conde de Cavour.
Sociedade regenera^ao.
Sao eonvidados todos os socios para a sessao de
hoje, alim de tratar-se de grandes interesses a
hem da ordem.
I'XSi'ECCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Far-se publico qne em daU de 8 do corrente
mez foram vistoriados os vapores Camaragibe e
Imperaiir da c mpanhia vigilante de reboque,
e a eommissao de peritos julgou-os em esudo de
poderem continuar no servico em que se em-
pregam.
Inapeecao do arsenal de marinha de Pernam-
buco, II de maio de 1874.
Francisco Jose Coelho Netto
Inpector inter'no.
R. Rabcllo
48.
carga
passage i-
& C,a
Segue com lodit a It vidade a barca ,
za Hamvmia, pur t>r dous larcosda carga arHao
U : para 0 resto da carp < aaaaaniroa, tnta m
com os con 4 C. Successores, a rua do Vigario a. 19.
aor
Para o Aracaty vai sabir cma oioiu breviiaaa
0 Item c^phecido biate Joao Voile, para carga a
frete a traur euro Joao Jo-6 da Caaaa Lagaa, aa
rna do Vigario a. 33, !. aadar, oa ewa 0 aws-
tre a bordo em frente ao trapiche Daatas.
Kio de Janeiro
Para indirado nnrto -tfwi mm amieoa dta<
de demon a UN |iort ter a maior parte de -n carregaawalo
s para o resto qne lhe falu, traia se rnm 6 coo-
eignaurk.* Joaquim latg oocaivm Hettrao Fi-
ao, a r
Para o Kio-lirande do Sal
Pretende sahir brevemente a aatacho portoguc,.
Marcial, por ter a ntratada graode parte da saa
carga ; para o resUale trau se mm E. R Rabo-
lo & c., a rua do 0>mmercio n. (8.
LEILOES.
LEILAO
para \m
I ve seguir em poucos dias a escnna portu
gutza Agrna ; para a carga qne lhe falta, trata se
coi 1 E. R. Rabello 6t C. & rua do Commercio n.
48.
ESSO MHO 00 PORTO
Kniprcza portiiense de navega-
3o a vapor cutre Portugral c
r Brasil.
O VAPOR
JULIO OLXIZ.
C< niiiiandante *l. J. Rodrigues
Coatente
E' esperado da Eu-
ropaem II do cor-
rente, e depois da de-
mora do costume den-
tro deste porto sepni-
ra para Rahia e Rio
de Janeiro.
Plssagens e fretes de carga?, encommendas e
valo 'es, traUm-se com os
AGENTES
E. It. Rahello ft C.
18 Rua Jo Commercio 48
tada*.
format
n
Instruccoes para demandar 0 porto da Parahyba,
na provincia do mesmo neme, avistando-se 0
pharel da Pelra Secca.
0 pharol da Pedra Secca na barra do rio Para-
h\ba do Norle, de ecii;ise, cor natural, collocado
por 20* NO magnetico do extremo norte da reslin-
ga do i:abedello, e NS corn os baixos de Lucena,
e visivel de 10 a \i milhas em tempo claro.
Acha se por 6'-56"-30" de latitude sul eS
17'45" de longitude E. do Rio de Janeiio.
Os navios que tiverem de demandar aqnelia
barra deverao navegiV de modo a ma rear 0 pha-
rol de 0:0S0; e nessa posii;ao, em sonda de 5 l|2
a 7 braas, areia e lama, fundeando ou pairandn,
esperarao pratico.
Canhoneira Araguary, 5 de oulubm de 1873.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim, capilao da
fragata.Conforme.-S. E. Pessoa, director geral.
Santo Antonio
Co:ip;mliiii americana f hrasileini
de paqneScs a vaw >r.
Ate odia 14 docor-
e esperado do norte 0
vapor americano Mer-
ritnack, commandan-
te Weir, 0 qual de-
pois da demora do
costu ne, seguira para 0 Rio de Janeiro eom es-
cala iela Bahia.
Pai a fretes e passageiros, trata se com os agen
tes I enry Forster & C, rua do Commercio n. 8,
DO
vapor Parahyba
SENDO:
casco em perfeito tslado. amarras, ma-
vergas, cahos mais |ierteiiras do nivr,
do vapor
HOJE
as 11 horas
Em freiite ao eiilino da companbia pjr>
nambucana.
0 agente Pinho Borge. auiorisado, vendera o
vapor acima decar.idn. <> qual m acha aacorado
neste p;>rto, em freiK a < < mpanhia peraambna-
na, onde os Srs. pr-iend'-ntex po.lem dwlf }a *\i-
minar : e pm rJBtiatia.ao o ikmivi ageat" \-n
ra uma porcao de ;>dras, a saber : s -leira-. j. -
arcadis e drtTerentes pelris de dive- -
s e tamanhi-s.
Terceiro e ultimo
Leilao
DO
resto das dividas m roassa fallida de HaM^
< l.*U'M<
As 10 112horas em p 0 agcnle Pm:., levaia Dovaiu-uie e (>eia -
ma vez a leilao, de cout. rmidaj* &mi a despa
do Illm Sr. Dr. ju 1 ^special do coiumrrciu,
virtude da inlorna.iio do admiatrador dam*
aussa, (1 rei L.- referidaa dividas, m*
rentes dividas em lo* de divida por divida,
forme foram evposta5 em leilin do dia 7 d
rente, eo re-! 1,, iaipuruacH d- Il7.ltli<"
servindo d- ha :. :. |<- iTiiimin.
Dedara-se en :-.n, q..ea venda a defi-ras n{:
va e d coii'oi.!i-J4Je earn as coudicoVs qne a*t.
rao palentes no acto d3 arrematarao
C Mir Will A Kit \^ll I lit \
DE
\A|VEGACAOA VAPOR
Por ton do sul.
VICE:
Primeira representacao do importante drama
em 5 actos e 6 quadros, original francez de De-
nery e Edmond, traduccao do Dr. Joao Climaco
Lobato :
I.
Eoja idem.
PATRIMONIO DOS ORPHaOS.
Rua da Senzaila velha.
Gasa terrea n. 16......
Becco das Boias
Sobrado n. 18 .
Rua da Cruz
wbrado n. 14 (factado). .
[Rua do Pilar.
Caia terrea. il 100 .
;J73*ooo

InstruccSes para demandar a barra velha de Igna-
rassu, na provincia de Piauhy, avistando-se 0
pharol da Pedra do Sal.
0 pharol da Pedra do Sal, de luz fixa, colloca-
do na ponta saliente da Una Grande entre a barra
velha te Iguarassu e das Canarias, na bocca do
rk) Parahyba, e visivel de 10 a Iz milhas de dis-
tancia, e previne da existencla do rochedo pedra
do Sal que eorre ao NNE magnetico dessa ponta
na distaucia de uma milna.
Aeha-se por 2 -48' -55" de latitude S. e 1*
23' 3', 3 >te longitude E. do Rio de Janeiro.
Devem os navios que demandarem a barra da
Amarracao, 011 ba var-se a barlavenio do pharol, em distancia de 5
minus proxirnaraente, e marcaudo-o do NO 40 a
0 XO magnetico fuudear em o bracas de a :ua,
areia e. ludo, a esperar pratico.
Canhoneira jruguary. 30 de outubro de 1873. -
Antohio Joaquim de Mello Tamborim. "Capitao de
fragau. Conforme. S E. Pes/'a, director geral.
Conforme.-O secreUrio da capitaoia,
Decio de Aquino Fonieca.
Per>onagens. Aetores.
A dnqneza D. Mannela
A marqueza D. Olympia.
Joanna D. Emilia.
"Rranca D. Bernardin.i
(iermana D Josephina.
0 duque Sr. Bahia.
0 commendadnr Sr. Thomaz.
Sr. de Moumarcy Sr. Santos.
Biassnn Sr. Florindo.
Um iniendente Sr. Philadelpho.
Juices, criados, etc
Epoeha, lim do seculo Win.
A empreza pede a attencao do pnblico para
este drama, um dos mais importantes do reperto-
rio francez.
Principiara as 8 l|2 boras
THEATRO
SANTO ANTONIO, -
ConaWanilunte Antonio .. Teixoira
E' esperado dos portos
do norte ale 0 dia I j do
corrente e seguira para
os do sul de-iois da de-
mora do costume.
Portos do norte.
immandante Carliik Gowpm
L esperadc Jospor-
los do iniate o dia 17
do corrente e segui-
ra para os do norte
depois 4a demora do
Cost 1MB'?.
carga. encommendas. valore- e passagSBS,
no escriptorio.
7-RUA no VIGARIO 7
Pereira Vianna A; C.
IX>
grand.; aobra auUnllB dc 3 andare-
sotao da ra* 4a Imperatriz, K]i na Ig
do Hospi-iu, v -:a freiite A matriz da I
Vista
Hoje
as 11 '.[i horas em ponlo
!'or int.-- 1> agente Mat'
ri;a no pom jesCsx. 43
LcmI
ao
- 1
la, 0
ia Cnpungii
ul.is n 2V>.
ghiag j 1
que toi 1
Para
trata-d
noF
< ti*t*ftfc-$ C
COM
STEAM MITiejlTlOii
piny
ROYA;, MAIL STEAMKH
LUSITANJA.
da Enrnjpa at-1 dia 24 do rorrenfc. e d<-
[oniora dn ctismntc, seguira para Ba^'a.
io ee Jaieiro, M'n'orideq, Ruenos-Ayres, Valpa-
Do Sobrado
prios, rna
tallecida K Kloriiida, e em que muroi. -j
Sr. Albaqiterq j-. com casa grande d*
podra hcs!, .jjr ..- ftm, silio cum cer-
B4 de 1.000 ,.:n de frontc c 2,000 ;
I'indo, eon irw : li-, vivewo, 2 caciic-
bas com bo. >g \y her, ru froiite .a
qual pas ara lriihw da linha ] *
bort'ls
iloje
As It liorns cm ooolo.
Por iiitorv.ii.jao rto ngvnta hnt >.
Eta i esci has on Bom Je*a a. 4 '
<>l -ra-si
Mil ii i
209*00"!
421*OOC
l:000/09e
541*000*dito portngnez, fallecido era i.m- d? a1?]* di
M.irsulaii' Os eredores de Joad Manoel Alves G'.ndim, sub-
O beneficio do actor Bernardino (era
ta-feira 14 do corrente
0 prngrarama sera annunciado nos jornaes
dia.
ngar quio-
do
rn
mm mwm
- iBEI-UU HIE
raise, Ar ca, Islay e '.'.i!la-\ par? mla recel>eri
passageir ds, encommendas e dinheiro frete.
.\:io saiira antes das tres horas da tarde do din
do sua cl egada.
OS AflF.yi'LS
Wilson Rowe A C
tiRUA fiO COMMERCIO14
Para.
I'ara ^ indii-ado porto i retende seguir
com a p issive! iocvidade o patarno portu-
guoz Azmint, ji.ur ter a maior j^arte de seu
onto tngajalo e p ra o resto que
trata-se com os con-ignatanos
Jose Gongalvw Prltrao &, Filbo
Commercio u. S.
carregar,.
lhe fa! i
JoarrJJirn
& raa d:
Grande feira
mobilias, a pai adores, espe-
ikos, camaa francezas, s'
cretai ias. c .rteiras, cade -
ras debalaneo, comraoda-.
guavda <-<,!nida, marque-
zoes. }>iin-^. objector de
ouro c prata, retogios uo
algibeira. 1 ogaodeferro,
crystals, guarda Jou^a, ca-
bides, roioios de paretle
e de cima lie mesa, qua-
dros com tinas grarura?,
mesas para advogado, e
candieiios a i^az, machi-
na* do cohturp.eimmensos
objecto.sdo usodomestico,
que serao vendidos por
conta de diversos (ainda
queehova)
1


L
D!fcri* d* *ettmbaa> Terea feira 12 -
l
ao carter tkniartefio
Soji3
A's 11 horas" a mauHit-
l6-Rift~ibifit|eradur-i(S
tRMAaKM.
pelq_agjciitc Martins.
na rj 4d$alfe DwM
VK
UlrtHfJH?4r*pi.-M.!aurrtr.- IF(Miii do <^n,-..
epVma da rua d-.Cor-jru:! Su^aha n. *, aHtlfja
hu ile Holt is -_
Karantc-su i. f.-is' fco'.-o:ii[irii hr On esl.il>.:-;
/- j IdJiO'mi*"
Quarta-fefm 13
A/S 11 OKAb 1,A A. AMU.
P* nSenr Mardu.
Os pretenders podem cxaminar u balanco na
mesma taverta.
DE
WBi predio e sitio murado em Santo Amaro
das Salinas, no patoo da igreja, cujo si-
tio foi do fallecido commendador Jose
Candtdo de Barros
flAtt U FIHffll.
VOS 4:0001000.
_
Leilao
Hoje
AS 11 HORAS DA MANILA.
No sobrado da raa do Marques de 01 in da
D. 37, primeiro andar-,
O agente Dias, competeatetoente aratorisado par
mandado do Esm. desembrrgadcr jora de orphaos
'levara a leflio Do dia e bora aotma designados,
e predio tneneionado, o qualceniem andar terreo
e solea, duas frentes e janeHas em ambos os oi-
oes, 8 grandes salas e 5 quartos, B om o acaba-
mento do assoalho na sorts flea esta com accommo-
dacoes de Bin andar, coeiaha fora, quartos para
criados, flMimba, gallinhemvetc. etc.
O atio tem viteiros, differentes arvores fruc-
tiferas -e todo murado, lem dous portoes, sendo
am do-'ferro.
Esta casa toroa-se recommendavel por ter tido
solidaroeMa construida e a vaatagem de ter agoa
patto e parar os boads proximo a alia. Os pre-
taadedles podem desde atter-asclarecimento arua do Marquex de Olinda
n. 37, escriptorio da agenda, onde tera lugar o
Jdftrioo leilao
Ageote Dias
DE
pr
edios
DE
umaipequena faetura de obras nnvas deouroe
praia, de lei, constando de paliieiros, brincos,
anneis, cicoletas, vollas c um annel com Dim
padra grande. brilhante
QUARTA-FEIRA 13 DO CORRENTC.
Am tO l|* ho. a-
No primeiro andar do sobrado da rua do Impel a
dor 0.65
Por interven0o do agente Pinto
Por occasiio do leilSo de pianos, em liqnidacao,
da offlcina da rat do Imperader n. 55, de J. Rhi-
iTW \ iyH*r- Cm\p^ u. 3.1 6 'M*a iocostumt.
U al'iix- *.-ign iki. tendo veaoido nn tekt I''
tlO ^UinPntl' J*" Wnk"- nv-aV-iuM. S01 com 7'H)i. irnin-
' i. u.i todfl m.ih 100*. e ouiras aorles de Wi e
SO* d* loieria que se acabou de extrahir (98),
coBvid* aos possuidoree a virem receber na con-
fonnidade do i'dkiuiiiq sem detconto algum.
Acham-se a vend* os felizes bilnetes garantid >
la f* parte das krterias a beoeltcio da igreja
de Xossa Seohora da Boa Hura ecn Olinda (99-),
qua st- exirahira na quarta feira, 13 do correnle
mez.
NpQOaV
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete t000
tn PORQlO DB 1009000 PAR* etaU.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuia.

Leilao
DE
dons bilhares ile mogno, com snas pertencas, ca
bides, qnadres, relogios, mesas, com tampos de
pedra e aaais perten<;as de nma sala de bilhar
SECTA-PEIRA 15 DO CORRENTB
is 10 1]2 horas da manha
Por intervenc&o do agente Pinto.
Na rua de Santo Amaro b. 4S.
Leilao
Hoje
as 44 horas da manhS
' Rna do Marqwez de Olinda n. 97, primeiro andar.
ASABER:
O agente Dias, cornpetenternente antorisado,
levara a leilao os seguintes predios :
Um sobrado na rua de'Loanas Valentinas n. U.,
de 2 andares e-soiao, reedrficado nao ha uiuUu e
com grandes aceommodacoes em qnalquer dos an-
dares, e aiem disso duas lojas e am sotio, com 4
salas e 3 quartos. Este preelio possile uma boa
escada de volu qoe se esteade do pavimento ter-
reo ao sotao, de modo que ate este pode ser am-
gado iddependeate.
Uma casa em a rua do Viioonde de inhauma.
ontr'ora roa doHtangel n. 19, com 2 salas, 2 quar-
tos, coziaha iora, quintal nurado com cachnba.
Esta casa acba-se em perfeito estado, e e situada
em nma optima rua commercial.
Um sobrado de um andar s sotao n. 17, i raa
de S. Jorge, ontr'ora ma do Pilar, com a Irente de
azulejo, aim os seguintes commodos : 2 salas, ;(
quartos, sotao com janellas pura as duas (rentes e
loja, com 3 salas. quintal todo murado com cacim-
ba e portao.
Os Srs. pretandentes podem desde ja examina- Ns.
los, e para qualquer informaoao a rua do Mar- 1896,
quez de Olinda c. 37, primeiro.andar, escriptoria : 2256,
do agente. 2397,
Ao* Srs. proprieurios se offerece occasiao de 2609,
DE
tibjectos de escriptorio e a-rmazem
GONSTANDO DE;
BWerentes carteiras grandes e peqnenas, enver-
oisadas e nao -evernisadas, 2tesa9-com preasas
para copiar cartas, grandes mesas proprias pa-
Ta faendas, fealcSes, prateloir-as, laboas de louro
e pinho, e medidas, uma burra, prova de Togo,
1 balcao envermsado, repartimento de escrip-
torio e maitos oatros movers, eutre os quaes
uma mobilia de jacarandd
Sabbado 16 do corrente
as M 112 boras -da manha
Por intervencilo do agn(e Fitilo.
'No armazem do sobrado da rua do Bom lesus
n.-20.
aooorrer do marteRo
Desde ja'declara-se queoreferido armazem es-
ta para ser amgado. !
LEILAO
DE
possuir pradies que dao optima venda, e que se
vendem someote em conseqaeacia de ter o sea
dono transfepido 9ua residenda.para a Europa.
OS&
fc-moveis, lou$as, vidros, cryataes, miudezas,
perfumarias, I bilhar inglez e uma ma-
chine para oortar furao
Hoje
hs I [ h-ras da manha
'>r&0i.v AMDAR 0.4 RUA DO YiGARIO THE-
BORIO N. 11.
Qpreposto 4J0 agente Pestaua fara leilao, por j
conla,-e risco deqnem pertenoer, de 1 mobilia de
jaearaada a Lniz XV,
, com tampos de pedra.
pianoinglez de jacaranda, 1 toilette de dito, com .
iarapoe de pedra. 1 mobilia de faia, preta, com j Vende-se u-arrn''a-se o^rande predio
tampos de pedra, 1 guarda roupa de amarello, 1 jde um andar .- sci8o, sito nn rua do Riapo
de dita, I appareibo para jantar, 1 lSa-dinnai ppganotb^la igreja .d Misericordis,
No dia IS do corrente, asll boras da atasha, Ju-
lio lzaac, com casa de penhores a travessa do Du-
que de Ca&ias n. 2, por iaterveacao do agente Mar-
tins, fara leilao dos penhores constaotes das cau-
tellas abaiio declaradas, veocidas e nao reforma-
das, a saber:
Canteilas.
1302, lo03, 1565, WG4, 1673, 3, 1835,
123, 1936, 2028, 2080, 2143, 2192, 2254,
2269, 2282, 2303, 2333, 2339, 2342, 2345,
2448, 2454, 2483, 2539, 2-562, 2605, 2607,
2612,2614, 2617,2627, 2638, 2652, 2676,
2686, 2687, 2691, 2695, 2706 2705, 2712, 2715,
2718, 2724,-2729, 3730, 2333, 2734, 27*6, 2750,
2752, 2760,-2765, 2766, 2772, 2775, 2779, 2780,
2793 2797, 2807, 2820, 2822, 2828, 2833, 2812.
2853, 2838,-2859, 2861. 2864, 2865, 2860, 2872,
2890 2894, S896, 2899, 2900, 2909. 2916, 2918,
2927, 2936, 2937, 2954, 2959, 2969, 235f 3979
2975, 807*. 2373, 2988, 2993, 2998. 3009, 3013,
3016, 3023, 3026, 3032, 3041, 3045, 3049, 3055,
3059, 3000, 3065, 3084, 3087, 3099, 3101, 3105,
3108, 3112, 3147, 3122, 3126, 3128, 3129, 3132,
3142, 3134, 3465, 3166, 3*68, 3171, 3176, 3033,
e 747, cujas caatellas podem ser reformadas ou
resgatadas ate o bater do martelio.
vsosov-:isos
Epitaphi*
Do Corga jaz 0 cadaver
Sob esta lapida fria,
Poi idiota perjnro
E raorreu antes do dia.
Jazigtt
Jazigo.
Das trevas sahio o Corga
Renegou a hypocrisia,
Perjnros sao os macoes.
Foi patents a tux do dia.
Epttaphio.
A' reiaco dim folk* I ni A*
f3 Corga no sea jazigo
Qliz a catholic* VniSe,
Visto contava com elle
Para mais piedusa devocio.
Assignatora tomon,
0 anno pagoa adiantado
Ate 31 de decembro
Desde 1 de Janeiro pasado.
Treze folhta recebeu
Ate ao Dm do pasado,
Suspensa Toi a remessa
Logo qne fieou adoentado.
Agora qae ja nSo vivo
0 corpo quern suffragar
0 illnJti-e Sr. redactor,
Os 12*006 deve mandar.
'0 espirito.
Jto adimoistrador do ep.ita-
phio.
Pasmai'l de horror dominada,
Que tfCerga resuscitou;
De um barril de Umcinho,
Sen esqueleto damnmko,
De cemisola e raspaie,
S hio horrivel e eatrou...
Entr lU'ca misericordia
Caftigado a remoer
A bem da humanidade ;
Qne, perjnro por maUade,
Da Luz perdeu a coacordia,
E doudo 1 deve morrer.
___________________Jazigo.
Devedores.
Os proprietaries da Qtmfuttarm do Camps, i
ma do Imperador n. 24, peoem a<<9 sensdevedore
que tern si do rcmissos, o favor de tirem pagars n
uebltos ale 0 dia 8 de abril proximo vindonros
avisam aos mesmo* qne se ate aquella data nio e
tiverenyaldos, verSo sons ntmes necn7 jorna
eni disRnrfan 'le pe-^.v. r'lgnma.
1 ........ 1 ii'.i,.. 1. I, !

M-H111 k Marqnez tie Olhida M
ffca^pat do hwrjco Lar^o
'Participa a seus freguesese araigos qne mucou
0 seu estabeiecimento de relejoeiro para a nieSma
rtta'n. 24, onde enconirarao um grande sertimento
do relogios de parede, americanos, e cima de me-
~sa, dos m?hores gostos e qnalidades, relogios de
alglbeira, de todas as qnalidades, pa'tente -snisso,
de ouro v prata dourada, foleado (plaqnet), relo-
!;ios de onro, ingles, desenberto, dos meihores
abrieattes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lunetas
detodw asqualidades, tudopor preeos ffinito ba-
ratos.
LOJA DO PASM
Cordeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Hendoza \
Riqnisaimos cettes "de gorgnrao de ?eda lrsos e"
'com listras aehamalotadas.
Ditos de linho para vest idos, con ten do c ad* cor-
te, 0 necessario para sea enfeite, como -seja :
i'ranja?, tranpas, Loteos, fivellas, etc.
Riqnissimos chapeos para seahora, ultii aa motia,
a roa Primetro de Marco n. 7 A.
BARATEIRO DA BOA-VISTA
Rua da Imperatriz n. 72
OK
MENDKS GUiMARAEH &
Acabam (Ip hzer um grand.; hhaiimemo oS prcfosAi suas Iwndw
don.io h grando falta que Im hujo de dinheiro.'i por isso creio qn o pnr q-te v
cionado agradard ao respeit^vel poblico.
irente a 3, V$, e i, daU V.cKTtia tapada
Arrenda-sc oongenho, Sallinlxjda'fre-
guezia de Una, moente e correnrt*. Dito
engenho e bora d'agua, dtsta duas I:eguas dos
portos de Tamandare e Rio Form' eo, ertem
terras para safrejar 1,606 a ?*,006 paes
annuaes: a "trfttar no mesmo en gedbo 'com
0 consenhor Henrique Augusto ., diiet,-oa no
Recife com Leai & Irmao, rua Jo Jlarquez
de Olinda n. 56.
anal

Rnauque de Cuxiae.
0 Sr. Antonio Ribeiro Prates, cai xeiro a rua do
Duque de Caxias, qoeira Vir a raa do fmperador
n 42, a negocio de mutuo ioteresse, isto for se
ignorar sma reiidtncia domestica.

fiBom
negocio.
gnarda-lcuca
appareibo de electroplate,'
1 mesa elastica de 8
taboas I dita de 4 dita*, I'commoda de amarello, joa cidado de Olinda, tendo duas boas salas
' meia.dita de dito, 12 cadeiras de amarello, aval- |de .frente, um saltio no sotio. -eeis quartos
sag, cabides, me.*as redoudas, consolos, -sofas, apa-
radores, marquezas, marquezSes, eamas de ama-
retlo para easal, etc., 65 duzias de carritel de li
nha Alexandre, 11 dttas de alerecos preta?, II di-
ta? de pentes de travessa, 36 macos de soutach, 11
cachroete de/14, 53 pecas de tranca de seda, 57 di-
tas de dita? de algodao, 5 dilas de dita preta, com
vidriibos, 6 easacos de lilo de stda, 7 ditos de se-
da preta, 12 lacos para senhora, 6 eorpinhoo de
cambraia para senhora?, I tapets para 4 cadeiras,
24 chapeos pretos de merino, 12 dito? braneos,
uma porcao de guarnicdes de camisas, de metal,
uma porcio de botoes de martini para punhos, -20
duzias de ceroalae de Jinho. e -nuitos outros ob-
jectos que se actiarao patentos no aeto do leilao
aos concurrentes
'IVrpu-feirtt f% do .vori'Cn(
A'S 11 HORAS DA MAN HA
No 1 andar da' rua do Vigario Thenorio
n 11.
Agente Dias
esperjjsos e frescos, .jma grande cocheira,
quintal todo eercado de novo, e -com diver-
sosarvoredos, uma boa /onte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achaodo-5 prepara-
do com tod .is os meveis indispetisavt-is a
uma grande familia, sera assim vendido ou
sem os moveis : a twitar nesta typogrephia
ou na a da L'niao n. 49, sobrado, atraz do
pai;o da assemblta.
Jaqiiun Fcrnaaitf* de aievedo
Joaquim Ptraandes de Azevedo
'Junior e Manoel Bellino de Aranjo
.Luna, (ilho-egaaro do fiaado oapi-
tao Joaqnira Fornandes de Azevedo,
niandam ceJebrarno dia 13 do cor-
reme uma missa pelo repouso de
sua alma, bo oonvento do Carmo.
as 8-'horas da tnaofai ; para o ane convidam a to-
dosseus pareoies e amigos, aim de asaistirem a
ease acto de religiao e caridade.
capiUo Oo-oorpo de poticia Joa
qnim Fernandes de Azevedo e Jose
Udimngues do Carmo e Silva man-
dam celebrar algumas missas pelo
- repouso eterao d alma de seu pri
. mo e amigo Joaquim Fernandes de
Azevedo, ne convento de Santo An-
tonio desta cidaderas 7 horasdedia 13 do coiren-
te, para u que-rygam a todos os parenles e amigos
do tallecido a assisUrem a ease acto de caridade e
religiao, com especialidade a digna ollicialidade
do corpo de policia, como mais nma prova de
amizadedo seu companbeiro de.armas.
BSIBlBHBlBHBmHBBIBai^HH^iBBB^i^^^B^
fkra^e fngi do i
Desapparecen ao amaaheeer do dia 4 do cor-
rente, do engenho 8erigi, aaamarc a de Goyannajo
escravo d nome Jose Borges, m sstre de assucaf,
4endo os aignaes seguintes.: cal>ra, idade de 30
annos poneo mais on menos, boa iigura, um tanto
grosso e eapadaddo, -sendo o signal", mais visivel >1
gemma na junta do pe esquerdo : roga se a todas
as antorrdades e capilaes de cam po, queiram ap-
prenender dito escravo e leval-o ai j referido enge-
nho, ou nestapraca a Oliverra Fillies frC, large
do Corpo Santo a. 19, qne -serao geaerosamente
reeoaipensados
Esrrava coziiiheira '
30#0O0
Preeisa-se eom urgeacia
de uma perita eezinheira e
eompradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
KJlllllliJ IdldU |gaado-se a quantia acima ;
; a tratar no pateo do Paraizo
n. 28, l."2. andaces.
A F. CORGA
Confronte a alfandega, armazem pintado
de preto, qu* curiosos acabam d dono-
mioar
Deseja-se fallar eom o
Sr. F. A. B. na rua do Mar-
quez de Glinda n. SI, pri-|
meiro andar, sl negocio de
seu particular interesse, no
prazo de 8 dias, findos os
quaes vera seu aome por ex-
tenso.
Recife, 9 de maio de
1874.
PENHORES
Na tzaveesa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sebre pe-
nhores de oufo, pra-
ta e briliiantes, seja
qual for a quantia.
STa mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
CHAPF.OS DE SOL DE SEDA A WOO.
Vende-se chapeos de sol dc seda para se-
nhoras e meninas a 4$, <}itos de aipaea fi-
nos com 13 asles a 4% ditos de irernio de
duns cores a &, ditos de seda para homem
a 6$, ditos inglezes com 12 astes a 4*9 e 99.
toRIM PARDO .4 400 rs.
Vende-se brirn pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com ^aednnhos a
508 ts. o covado
CORTES DE *SEMIRA A 5$.
Vende-se cortcs de casemira de cores -ra
ealca 5a, 8 j, ditos de dita prct jra
caica a i, 89, 49, e 7JL
RRIM DE ANGOLA A 99 0 CO"'J ti.
Veude-se cortes de brm de A' -ola para
calca a 29, dfto muito fines a 3r
ABERTLRAS PARA CAAIISAS A 200 HEIS
Vende-seaberturas para caiuisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 50lt rs. dttas le
esguiio.a19, ditrjs bordadas a 29.
CRITAS A 240.
Vende-se chltas.para vestidos a 240, 280
o 320 f$. o covado, tern escuras e clans.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pecas de raadapolao enf'-stado a
39, ditas de dito inglez a 49500. 5#. e 69,
ditas de dito francez lino a 79, 79~00, 89,
BfMO.
CASSAS A 39.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
-39000.
CH1TAS PAPiA COBERTA A 280.
Vende*se ebita para coberta a 280 e 360
rs. o covado,
ALGODAOZLNHO A 3.
Vendo*so'pe<;as do algodaozinho a 39000,
39500, 49, 49500, 69.
8RAMANTE A 19600.
Vende-se bram.tme com lOpalmos de
largura a 1^600 o metro, dito de linho fino
a 29500-0 metro.
ALGODAO EN'fESTADO a OOO R IS.
Vode-se agod ao enf-stado a 900 rs. a
metro, ^gravatas j retas a 400 e 509 rs. cada
uma.
43IALES DE LA A 800 REIS.
Vaode-se cbal es de la de quadros a 800 \
rs, ditos de met 4o6 a 29, 39, 49. 59
COBERTA DE CHITA A 19800.
Vende-se cob erias feitasde chita a 19800
29,e49. '
CORTINAD0 6 PARA IANELLA A 79.
Vonde-se co rtinados para janella a 7^1 e
89 o par.
COLCHAS DE CORES A 29.
Vende-se c oichas de cores para cama a
29, e 39500, ditas de croxe a 6f.
CORTINA DOS PARA CAMA A H
Vende-se cortinadosbordados para cama
a 149, 169 e 209.
'COBERTORES DE PELLO A lJaOO.
V8Bde-se cobertores de pell: a 19200
ditos- soperiores a 1^600.
CAJ1BRAIA BRANCA A 39.
Vecde-so pegas de cambraia branca trans-
a 39,
iO, e 59.
r.ROt.HES A UTaOO.
Venle-se cr-ch# para mdadn* a 1#5 cida um.
LAZ12IH.%&| 200 HEIS.
Vende se lazinlMS para v-aido a 200,
320, 400, e 500 is. o umdn.
ALPACAS UK COr:S A :iOO RHS.
Vende se lpac*s de core* a 500, 640. ]
800 rs. o covado.
GRANDE S0RT1MEMTO DE TAPETES A 49.
Vende se gramle -ortimeuto de tapetas |ara
todosiw tamauboa a %9, 49800, 89, e 6*
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROLPA FEITA
NACioNAL.
Calcas de riscado para MMfeMaW a l^OOO
e 19400.
Calcas de brim pardo a IWKrO, 39, bP.
Cnlgas .le brim de Angela de cjto a 29
e 39-
Calcas e79-
Calcas de casemira preU. a W500, 5J500
e 7.
Palitots de riscado a l.
Pal.-tots de alpaca de cor*^ a 9.
Pal. tots de a paca preta a it, 39800, 49
e 59.
Paletots de panno preto a 5f, 69, W, e
109000.
PaLtols da-casemira de cores em de.etto
a 49.
CerouUs de algodao a 19 ditas de bra-
maut- a 19500.
Camisas de chta de cores a 1(5280, e
1*400.
Ditas bran'as c- m peito de cores a 39.
Ditas brancas finas a 3*. 3i>00, 39 49.
Ditas finas de nscadinbo francez a 39.
Ditas de cretone 39500
Colletes de casemira dec.r.-sa2?, 2?!S()0
39e49;
Toda esta roupa t voode assim bira c
para lic|ttidar.
BKLVI ULajfU it?.
Vende-se brin br.lnnn. 1 dito
fino a 19400 | fc
K^;i'IA0 FINO A 49.
Vende-se -sgoiae do iinhj lino a 19^M-
HM9 e 39 a van.
*' FAZENDASPRETA8P1R4 Lt TO.
Menn6 preto fino a 255i0 0 covad>.
Bombazina preu Una a 19600 e 2-- ,
covado.
IA preta fina a 500 rs. o rovado.
Chita prets iisa e com %mm a 240 e 320
rs."o covado
Alpaca preta a 300, 640 p koo rs. 0 <
vado.
Cantao preto ;>ara luto a 1-2 o 0 covad,.
Sarja de \&. pr. la propria para calca* a
640, 800 e l,200 o covado.
Outras muitasf.nze.,.las pretas que se v-i
dm barato, no B3Zar Nacional, rua da In
peratriz n. 72.
PBAMACIA KMUUL- S
-DE O
JOSE IIJVS DE MOCK Ue *
17Largo do Mercado Poblico 17
a,k. h (An* ribelra de K. Jose )
estabelccimenio dusa ca-
meJicamentos preparados ao estraa-
tureza, sem excepcao de productos chimicos >
trangeiro, tudo novo e o melbor possivel
As pessoas quese d.gnarem de honrar o noLo --"o
."ervidas.
Precisa-se .de
roa Direita n. 10.
[fwi&.-.";Ai
batedores :
BBS
na refinacao da
por liquidacao
de pianos novos e usadoj
Send*:
1 piano novo de Erard.
1 dito dito de Blonde!
1 dito dito d8 Broodoad
1 (!ilo u-ado.de Blondel.
1 espingardadeicanoos, de Le Fonche.
1 sofa de jaearaada.
1 rico annel eom um bril haute.
Qoarta-feira 13 do corrente
Am tfhoraa.
J. Rigas, tendo de retirar-se para a Europa, fa-
ra leilao, por inturveoeao do agente Pinto, dn- 4
pianos, 1 anDel com brilhante, 0 diversos objectos,
uao dos i:'-";:lif.. detopera i it a. h'->.
j
GZ9
DE
19 ;.
diversas accoes
SENDO:
da estrada de ferro dc Recife a Olinda, I
valor 2005 cada nm.i, realicadas.
5 dita? daeomoaalua pernam.oucma, valor iOOa
cada um:i. r dnmdaa. >
60 di'as da tjoinp.tnnia Santa Thereza. valor oil* -
cada nma. PeaK adas.
Ot'ABf.i-f'EIRA 13 DO CORRENTE
A's 11 horas
azigo
0 administrador dtste estabelecimento, a bem
dos impresses daqueHa firma, v^ndc a dinheiro a
vista :
iVit.-it.'.v baraliagimaa. #
Peijilo mulatinho mnito Clare e tenro.
Lain? com cinco galoes de gaz, Devois, a
i Arroz siijuTior a arruka.
Caixas eom 40 cartas de fogo da China sup-rior
Manteiga fraaeeza nova de 1874. da marca PLO,
I a 740 rs. a libra.
O? mais generns q:ie eji-tem no mesmo estabe-
| lecimento, faz e a elli's prco? proporcicr.aes
aquelles declaradi..
Precisa se de -urn caixeiro com pratiea de
padaria : na rua do Barao de S. Borja n. 85, pre-
ferindo ae de lo a 18 ana's de idade.
Da-se um onto de reis a jaro de dous por
cento ao mez, com hypotheca em predios nesta
capital : a tratar na rua do Pilar, oa S. Jorge n.
23, 8. andar._______________________
Preeisa-se de um caixeiro para taverna, die
.12 a IS arm i.- : a tratar narua Direita dos Afo-
gados, taver q n. 60.
0 Dr. Joao Perreira da Silva tendo de fazer
uma via --n a Europa, onde pretende freauenlar
os princi, .es hospiues, e tendo-a resolvido com
murto pouca anteeedeScia. nao [eve tempo de
pessoalmente despedir-se de seus amieos, o que
faz pelo presente, offereceodo seu- pequenos ser-
vicos^m qualquer parte que esteja.'
Recife, 10 de maio de 1874.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-|
vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de oma Tegoa distante do porto de mar d;
Gamella, tern oxcellentes terras, raalat, e safreja
regularmente f,C00 paes : a tratar oa ma do Vi-
gario n. 31.
Pedido.
Pede-se .a nha levhdo ns seguintes livros, Jo escriptorio de
Alcnforado & Irmao, o favor de mandar traxe-los:
Dallcr, volume 16 e 34, Goujet* et Merger, volu-
me 2, Masse, volume l.n, e alguns volumes de
Legislac.ao Brasitaira e provincial.
. Aluga-se .a sala e aleova da frame do ter-
ceiro andar do agbrado o. 70, a rua Duque de La-
xias : a tratar aa ioja.
mmm^mmmmm-mmmmm
S C0NSULTBB.0 *
MEDICO-CIRURGICO *
0. m m
g Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 5
PARTEIHO E OPERADOR
Hoa dW TIonde de Albuquer-jP
#
* pa, podem estar cerusde'quesVrao Mn.cTMm.nml^t.f*m""'iU1i''nl- 2" ? S conr,in- ^
-.qnepedirem,eomo tambem a modicMadei*f pZZ MrMm' 0*>!6 *^* A
#### m mm ######
PIANOS, isaaw s^jsLV&Bt
Acabam de chegar muito bons pianos lortes e de ^ vJrma^m. *? ViPr Fr'inc. raa do Barao it
elegantes modellos, dos mais notaveis e bem co Vicu>r,a patron -Nova) n 7.
nhecidos r;ricantes; como sejam : Alphonse Bi- Para arnhra.
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C. : no Vapor BOTINAS pretas, branca* e de r .res. ajflerntet
Francez, 4 rua do Baiao da Victoria, outr'ora No- Iiils. enleitadas e bordada-
van. 7. aprecos muito eommodos. SAPAT1NHOS de phantasia com saj'o branr-
r i ^^lia ^ Ylme' ^PATOSd^^cSfS^'de0^
Cadeiras de balaneo. de braco, de gnarnicoes,; Para nicninaN.
sofes, jardineiras, mesas conversadeiras e costu-! BOTINAS preus, brancas e de cores d.awmi*.
mm, tndo isto mn.to bom por serem fortes e! I.sas, 'en "lada % b^Sd" *'*em..
leves eos mais propr.os move.s para saletas e gi-1 ABOTINADOS dc diveriu gnalmadcV '
binetes de recreio. SAPATOS d ir.v, V, \.J
No armazem do Vapor France,, ma do Barto' P.r. C2EL
da V,cta-ia n. 7. outr'oaa No?, BonXAS de bez!~ toedec^rd. i.
rertlimanaS. j BOTI.NaDOS a sapataes, de beaerro. de dcVerst.
Finos exitactos banhas oleos, opiau e pos den SAPATOS ffiranca**'
triflce, aguade Horde faranja, agua de toilete "^^^"-^ ae lran9-
divioa, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes'i .~
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-: BotaS de mnnt^rin *
na para presentee em fiascos de extractos,' caixi- D *'v/w* uc 'MUilUlIld,.
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos l NaPle* e Guilhermp. per..-c
d agua de Cologne, tudo de primeira qnalidade,'meias peraeiras P31"* uomens, e mr-iss neraaira
8 bem conhecidos /abricantes Piver e Condray pa{a meniD09-
-No armazem do Vapor Francez, a rua do Bario .^0.*rmaiem do Vapor Francez. a rua do: Baraj
la Victoria, outr'ora Nova n. 7. da ctona n. 7.
Casa \wm
Aluga-se a rua de ?. Jnio, d^/ronie do imrtao
do gar. com 6 quarto-, cozinha fora e grande
quintal : a tratar a ma de Pedro Affunrn n. 8.
I0*200
Nao seja v. Ihaco por uma quantia tJo diroinu-
ta, qroem q5o po le1 pagar champagne, nao offerece.
A sombra da Paraen;e.
Fngiu de \imma
o escravo de nome Antonio, a 3 de abril proximo
passado, com os signaes seguintes : idade 22 an-
nos, cor cabra, rosto comprido, alguns p3nno na
cara e muitos pela nuca, puuca barba na ponu do
queixo, nariz aliiado, bocca regular, dentes intra-
melados, tern uma ds maos foveira de fogo, e me-
tade de nm dedo de menos, tem tambem o umM
goab'rto e grande : quern o apprehender, diri-
ja-se ao Sr. Francisco StJap^ a Crn Riboiro,
nesta capital, .rua do Padfe, Floriano, ou em Ita
maraca, a casa do anmmeiante, que sera bem
recompensado.
Fugio no dia 3 do corrente uma preu de
nome Luiza, cnoula, bem preta e bem pareeida,
alia, representa ter 32 annos de idade, tem sido
viste na Capunga e n i fi.'cife, a que tomou o ca-
iiuuho de Caxanga, consta que foi sednzida por um
i do escravo, morad r no Recife : roga-sel po-
e napnaei de campo a soa apprehenao, e re-
m-t(e la para o Recifo, a casa a. 1 da ma da Ca-
deia-veiba, que se gralificara.
que n. 39.
ESPECIALIDADE
Molegffaa de aentaoras e
jnenlnoa.
Consnltas das '7 is'10 horas da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da node, nas segundas, quar-
tas e sextas-feira?.
Os doennsqno mandaram os aeus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serio visitados em snas casas.


*
9
m
*

Mm s
0 Dr. Sarmento Fill) > mu-
dou-se para a rua da Aurora h.
6!. l. andar ; entrada pelo oi-
tao.
pardo
li.'ia o
Ruav^^wz de Olinda a. 37, primei-l' Alnga-seT, 1- andarda ca,, oama do Tor-
n ao.t,ar^. r n. 18, e oe armazem da rua da Barreto de
Por lotervenoM do agente Dias, que coropelen-; Menezas .. 8, e da travessa dos Expos** n. 18:1 Arrenda se o engenho R
mente autp.i-ado, Jivara a Jeil.o aa refondas ae- a Irata. c>u) o miu.stro Ja Ordem Terc< ira de S. to de lego* distaute 3a wlrada ArS a traUr
foes, no dia e hora mm des.gna Jos. Franc.sc no rm9W) a mesma ordem, I no engenho Jlinasn )vai7anno wmeamo
am ptojc
A primaira eadeira da aola publics para o sexn
temioino dafreguetia de Santo Antonio, fnncciona
no 2 andar da rua do Ba'ib da Victoria n. 31,
entrada pela rua. da1- Flores,_________________
Na CapungaTa ,'ua das Pernambucanas, con-
fronte a casa de a. 33, a".'uga-se uma eserava com
excellente leite.
Quinquilharias.
|4.rti^oM de diffei^ntea goasoa e
pbantaziaia.
Espelhos, leagues, luas, joiascTouro, tesourinhas,
^nivetes, caixmhas de eostura, ajbuns, quadros.
caixinhaa para reUtos, bolsinuas de velludo,
ia.de couro, e ce^tinbas para braces de meninas,
hicotes, bengalas, eculo, peucintz, ponteiras para
efcarutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
mjadreperoia, tapete pata lante/nas, malas, bolsas
if viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
da damas, de bagatella, qnadros com paisageos
[ glpbos de papel para illumiaac3es, machiuas de
rarer cafe, espanadoros de palhas, realejos de veio,
arcordaos, carrinhos, e bercos para crianca, a
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p6de desejar de to-
dos os brinquedos fabricados em diff.rntes paries
da.Europa, para entrctimentos das criancas, tudo
i precos mais resnnidos qoe 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Fianctz, rua do Barao da Vic-
- Albuquerque a.
11, onlrora roa da matrix da Boa-\ita
n. 11. .
Cliamados : a .raaiqner Ian
Consultas : Aos po.ies gnu,-, das
4 horas da tarde.
2 as
;or
a outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
BdUinas para homem
J Consoll, ri .'uetjirit-cirirpco
p A. B. da Silva Maia.
p\ Rua do Visconde de
K
%
Nao ha mais cabellos
braneos.
IINTMIJ JaPflNEZA.
Sd e unica approvada pelaa academias de
aciencias, reconuecida superior a toda que
(em apparecido atd hoje. Deposito priDCt-
pal a rua da Cadeia do Reede, hoje Var-
Acabam de cbeaar grandes ja-.uras do botinas Jl*" de %Jfi D' "dar' j .
de iezerro^de cordavao, de pelica. do iuraque t0,lw W bottcas a ccaat de *uenai-
coo biqueira, debezerrocora p'loes, e com ilho-' ciro.


> ?$N AhlfeWlPttial- %|a JaMfcriUfcMate
tieinvndo liigio.
So dia 21 do carrsntfi fugio o ascravo
, tendo os signals sepuintps : Made 25
aaaoos mais ou menos, cdr fula, cabellos
r*kHnhos e urn douco. eroscidos, cabefa
daafa, estatura regular, ua tanto magro, e
eaaaorosto bastantes signacs de bexigas,
s te chapeo de couro, <* levou cairns e
awaisa de algodaozinho : roga se a todas as
aartortdades e capitals de carrpo, quciram
Bprtbeuder dito escravo, e levl-o A rua da
adwde Deus n. 5, 1/ andar, das 9 as 4
lams da tarde, ou a rua da Imperarriz n.
. andar, que serao rccompensados.
CM4 u wSSF
Bua 1. de Marco n. 23
Aos 2fl:000tf000.
***i, assignado (em sempre exposto a ven
owftetes da loteria do Rio, euja extraccaoan
rerara polos jornaes.
Precos.
Inti-iro 214000
Meio 12*000
Quarto 6*000
Manoel Marlins FiHza.
Allencao.
Hreeisa se do aim senhora que esteja habilitada
jara ensinar o pnrtuguez, francez, piano, costurns,
wjdados, etc., elc, e qne queira ir para nra en-
fjsft> perlo de uma das estacfes do Recife a S.
JRansisco, para ensinar a uma* meninas que ja
giraaaando : a tratar nas Cineo Pontas n. 82.
__ Arrenla-se o engtnho Jussaral-grande, no
*ro do Serinhiiem, o qual esta situado a legoa
nria da estacao da Escada; i bora moedcr com
agca, e de muito lioa producclo, tanto de canas
awao de mandioca : a tratar com o propnetario
Jpit-jino, no enganlio- California, em Serinhaera
Aluga-se nm preto para todo servico, inelu-
fesj eeiinha, por tambem entender : a tratar na
frzri do Coroo Santo n. 17,3* andar.
I&o ^restAnflo o peqneno espaco do armazem
a;* j a.2na da Madre de Decs, para um abaste-
cldo dcpoatwdasdiveraas maftas de fumo, que o
aoaixo asgaado almejtva tor, acba-se d'ora em
diante aberto oatro estabelecimento *>b a mesma
denominacao de TaY
Armazcm do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezes dirigir-se, certos de
Sue, como ate" aqul, acharao sempre a par da r$o-
icidade dos pregos, a maior sinceridade poasitel.
Enlre as differentej marcas de fumo da Balii e
Rio de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba
de Aegar uma encommenda especial, ff que muito
aba xo assignado de qne neste genera de negoeio
nao esta sem comnetidores, fara muito nor evitar
qne tambem o tenha com relacao ao pequeno lu-
cre que procurara otter da da mercadoria.
Jose" Domingues do Carmo o Silva.
**&**>***&&***
m BACHAREL MIGUEL AMORIM
AdvoKado
Xiua do Imperador o. 71.
Emprezadagaz
A emprezado gaz tem i honra de arnunciar ao
publico que reeebeu nltimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidfo, eandieiros, arati-
delas e glohos, cujas amostras estao no escripterio I
a rua do Imperador n. 31, e serio vendldo* aos]
sens freguezes pplo prpjo mals razoavel poswvel.
UM ^nooura?w}o
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao lllm. Sr. lgnacio Vieira." de Mali
(jscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua puqoe do Caxias n. 36, a con-
cluir aqnelle negoeio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela tercefra chamada deste jornal, em
finade dezembro de 1871, e depois para Janeiro
pasaou a.fevereu*u e abril de 1872, e nada cumprio!
a por esle motiTO 6 de novo chamado para dito
nm, poiaS. S. se deve lembrar qne esta negoeio
de mais de olio Wffos, e qnando o Sf. sen fllho f
aehava nesta eidade.
Alitga-se* andar e o artiMtem do sobrado
da-ruadai Barges (Itecife) n. 1 : a tratar na rua
da Praia d eom Sotfi Felieiano Nazareth.
tiCo (Lpara o pobre
. terrcnon para
Queta jfcroVu lira pnfeno allin ie de perto
na igreja de S. Francisco, dando os sigdaes cer-
tos, ser-lbeha enlregne : na sella n. 18. do mes-
mo convetito.
Calcado recentemente cbegado, de bezerro e
cordovao : na rua do Marquez de Olinda n. 40,
loja de Frederieo Plnn^ C.
Parn o
OptintoN
odiflca^ffo^
com fOO palmn* de fnndo
a ltOOO. SOOpm.
jm Hetatham-se os grartdw terrenos qne
gf cireumdam a wtacao da Boa Viagem ; ^
^ o imemB proprios, dosembaraeados e '
JR earlados pr r tnrestrtdai : a real a de W
m, ferro e a on segue da estarao parjra
^ Boa.Vlagem, e fleam md proximo? ao
0 A commodidade do pre^o, a facilidade
rg do trantporte d matariaes pela via fer-
JO? rea, a proximidarto d& madeiras e sobre
0 tudo, o pririlegio de viajar gratis 'no va-
Por peloespaco de *Obnnos, a nuem edi-
licarpnSBlmo aestaeMacao, tudo istoe de
incoatesuriel vantageres e deve animar
os pretendofltw. o (joaes dfde ie po
dim diijgir, nos dias oteis, a roa do Im-
peraaer d. 48, e aes dominps e dias
santos,-na esta^ao da BoaViagem, ondo
se Aocontrarao win Tmiao Franeisco f3t
Torres, encrr|gado pelo proprietario a A
lazpr oualiuertwipeie, 2
!
Liqi
Por precos mui reduiidosr diversas mobilias e
cadeiras de guarniclo : vendern Cunha & Manu
a rua do Marquez de Oliada n. 23.
0
0
1
0
m
0
*
0
M"ita atten^ao.
Bavendo sido subt'ahida o\\ >?xtraviada do po-
5er ?a Sr. D. Isabel Lucas da Silva, uma letra
db sen aceito, na importancia de 1:260^000 e
sarsaiJa |.olo Sr. Manoel Soares Pinheiro, e isto
qs^nJo dila Ic-tlra ja havia sido resgatada pela
?ftan!e, declar.-i-se pelo present? meio que mais
*rshsim valor 'em semeHiantn itulo, visto ja ha-
Tersi!) remida atbrigacao por ella representa-
*a.._e '|iic por eonsegnifitc de nenlium proveito
3fra para aquella pessoa, em cuja mSo porven-
isTz ella se ache, protestando se proceder cnmi-
jw:neatp contra quem quer quo tenha sido o sub-
kaetor, ru que de ma fe pretenda utilisar-se da
BeEeionada leltra.
Recife. 21 de abril de 187V
Vicente fugio.
Na noito de 13 para li de marr;o do eorreote
jnno fagio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
ie idade, bonita fignra, barba e estatura regular,
evando vestida e em um saceo roupa de algodao
branco e alguma raais fina pertencente a am cai-
xeiro da ca?a d'oBde fdgio ; e" natural da tregue-
zia de Sant'Anna do Mattos, diz ser Ihrfe, easado,
e ter sido criado em companhia da madrraha D.
Anna Luiza da Luz, de quem alias foi escravo :
roga-se, portanto, aos senhores capita* de campo
e autoridades polieiaes a apprehensao do dito.es-
cravo, e entrega-lo na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis, onna
cidade do Assu ao Sr. Torquato Angusto de Oli-
veira Baptista, que serao gtnerosamente gratifl-
cados.
ji
Gu-tave, cabelleireiro, 4 roa do Marquez de
Oimda n. 3), pnmeiro aodar, precisa de um habil
ollicial de barbeiro; paga-se bem.
0 bacbarel Joaquim Ferreira Oaves
Junior, advogado bo fdro da coaaarca de
Palmares, incumbe-se de proaaover cobra*
Cas amigaveU ou judicialraente, rat rnesrfla
coflwrca.
^Wtfa'se ao Sr. Joaqaim"r'ereira RSmos, qne
fenha a bondJfde de compafeeer a rua de Ma'cilio
Dias n. 43, das 6 is 9 hoWfs da mSnha, ou a se-
ci'etarfa da s*ufa casa demlseireordia, anegooio
de sen interest.
A^Jua-se ou vende-se am esaravo
ro, idade
n. 81.
CRIADO.
Precisase de am para todo o servico domes-
tico e de quintal : trata-se. a Passeio n. 60 op
na rua da Uniao n.67. ta
Jos6 ViriaW Pigueira de Saboia espera n va
)or Pirapama, proximo a chegar do n*rte, 2 791
neios de sela de superior quaJidadB,- eom des'tiuo
io porto do Rio de Janeiro ; po/em achandose de
resenle nesu cidade, offerece aos compradores, a
[uem vendera por precos commodos : a enlender-
e na rua da Imperatriz n. 4, ou Marquez de Olin-
la n. 20.
Venae se uma canoa propna para capirn : a
i ralar na taverna defronte da matriz do Barro.
Balcfto
JVeadem se dous deamarello, envwafiadoe, con.
ppuco uso, proprios para foja de fazendas, miude-
ss ou outroqaalqneraegdelfr: (fa ver na rua
4 i InpwaMi, fckbriea de cigrros dos Sr. Ulysses
tJ Irmao e traiar com Mp A (' rua Estreila do
B isark) a 9.
-
carrocei-
quareuta annos: na rua do Hospicio
Precisase de uma mncamba para o service
interno de uma peqUena familia : na raa do Ba-
rao da Victoria n. 44, seguoilo andar, enlrada pela
rnatfo Cafn._________________________
~ SAQUBS
Gartalbo 4 Jogd^rra,-'na raa do Apollo
e. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suasagencias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a vista e a praro
por todosos paquetes.
rt #
Aos pais de familia
A abaiso ass"ignada faz lembrar aos chefes de
ftmilia. tanto daqui como de ton, que continiia
CBa sua ,iula de instruc..ao ininnria para o sexo
toinino, na casa de sua residencia a rua do Ca-
Mi:.? n. 16, onde nlem dos primeiros conliecimen-
ls -nsina a erammatica nacion.,1, francez, musi-
cs, pau o danga, pois para i.-so tem habeis mes-
'? a qnanto a Irabalio de agulha, ensina tolas
li s de I Mi-dados, e entre esse o de ouro
." I .' t alialhos d.j 15 e crochet de
i> i|atidades, promette todo o disvello e ca-
ra com suns alnmnas, e hem assim todo o
nno li i cinnprimento do seu magisterio.
'- Tlernas e internas, e afianca commodidade
-;.'.
_______________Fortunata Fortes.
' pr.t98sor ttaMica I). Maria i andida de
. conipe>ntemente halilitada pela di-
ria geral da instrucijao publiea da ticoes de
i 'i..:iccia, nas tercas e sextas-fcwas de todas
as 3 as 5 horas da tarde, ua casa de sua
iici.i, a rua esireita do R.j.sario n. 24, 1
Sohrndo da rua do llnr|iiz de
Oiimla ii. 35
As pessoas que teem proeurado arrendar o
predio acima. onde foi estabelecimento de leuca
do finado Manoel Antunes Vieira.queiram anresB-
tar suas propostas em cartas fechadas, no dia 9 de
maio proximo, ao mei i dia, no armazem da rua
do commercio n 8,-onde serao abertis ditas pro-
postas em presenca de todis os interessados. 0
arrendamento e de todo o predio (armazem, dous
aridares e sotao) ; os senhores pretendent-=s, po-
rem, podein fazer tambem propostas de pane, se
melhor Ihes convier. indicando os seus fladores.
Recife, 30 de abril de i74.
Collegio de S. Seba stiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada sclentidca aos senhores pais
de familias e a quem mais eonvir possa, que as
anlas de seucollegio enatinuam a funccionar em
a casa da rua Direita ___________Manoella Augusta de MelloRego.
Aluga-se
o segundo andar e sotao do aobrado da rua de S.
Jorge n. 38 : a tratar na praja do Conde d'Ku n
19, botlca.
Precisa-se de uma senhora de buns costu
mes para ensinar primeiras lettras a uma menina,
lora da cidade : na rua do Imperador n. SO, ter-
ceiro and at.
Rica Bandeijas
Para asamentos, balles e baptisados.
Quem quizer obter uma bandeii* ricamente en-
feitad?, dinja-se a Confertaria do Campos
Ja raandando ou indo ericonrmendar, ja com-
prattdo am Wdos os enfeites, constando do seguin-
Bolos finos par* eAfeitar.
Dfioes saborosissinios.pnra enfeilar.
F1grrras-ar1r>grjrir-is para enfeilar.
Papeis arrendados para enleitar.
Bouquets para noivas.
Alii
F.ncontra-se sempre o seguinte :
Fiambres inglezes.
I'u tin-
Bolos
Pies de 16 flnos.
Fatias dedTto para partnrientes.
Pasteis em profusio.
Filhos (sonhot de mnlvtna).
Doces em calda, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waffers varnrla) para dietr.s.
Gele"a de mncotd, desinfectada.
Amendoas, confefto?, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe" de Java (teri deiro).
Tudo isto na
GONFEIIARIA DO CAM COS
,pde escala
S6 o n. 20 ;- ai
A' rua do Crespo. loja das 5 porUs
DB
e.
Terrenos bai-ai/os.,

Vende-se dons terrenos na estrada de Jo3o de
B rros, logo adianto da capelh;tio Nossa Senh ra
d; ConceicJo, onde passa o caignho de ferro de.
Oinda e Baberibe onm astapo na frente das
m (smas, euja e" logo a outra passando a da capel-
a; um tem 45 palmos de frente ao norte da,
es rada e 40 palmos no fundo para a rua de 3.
Jqaqaira, tendo 420 palmos da oompnmento de
rt a a rua, dividindo pelo lado do poente com o
S Leoncio^o pelo sul com o Sr. Garjao, e o ou-
tD tem 183 palmos di frente* para a rua de 8.
Jcaquimecom a mesfla laraura noTualo que
fat frente para a rua projeotada qBefiea ao sul,|
tt ido de comprimento 00 nalnros de rua a rua,.
d vidindo pelo poente oom dsirersos e pelo nascen-
U com o Sr. Mangeriaao : a Iralar na rua Primei-
n de Marco, antiga do Crespo, junto ao arco de
S into Antonio, loja do Passo.
Vendc-sc um terreno com caixao edilicado,
t ndo 238 1/2 palmos de fundo o 22 de frente, no
i gar Gamiuho Novo n. 76, tem alguos arvore-
d is: a pessoa que quizer compra-lo dirija-se a
r la do Mondego n.." qne achara o vendedor
^Vlten^ao.
Curso de.portuguez no col-
legio da ConceiQao.
0 baohart I Jorge D -rnellas Ribeiro Pessoa este
incumbido do referido curso.
0 abaixo assignado tendo de seguir para o
node Janeiro, e nao podendo em razao deseus in-
aeeiaiodos de sarf.de dtspedir se pessoalmente de
- pessoas de sua aaiisade, o fazipelo pre-
wai^, e offerece Urns o seu diminuto prestimo na-
.-!I!a tone. Recife, 5 de maio de 1874.
__ i __ l*r. A J de Moraes Silva.
nluga-so por preco raroavel, a loja do sobra-
do n. 41 da rua do Rangel, a qual tem armacao 9
presta se nara qualquer negoeio : a tratar no 2.
andar do mesmo.^
Aluga se 0 sitio do iinado Dr. Jacintho Ke*
reira do Rego, perto da estacao db Montei'o, com
excellenie casa de vivenoa, jardim e estrlbaria :
a tratar com Franjisco lgnacio'Pinto, na rua do
Bom Jesus n 43, i. andar, enlrada pelo becco
da Lingaeta n. 9, ou na rua do Imperador n. 13,
segundo andar.
VIGOR DO C4IIELL0
Traspasso de casa.
Iraspassa-sfl ate 31 cie agosto uma grande casa
io d.: Apipucos e com muitos commo-
*/s : a tratar no 1* andar do sobrado da tra
ftssa da rua do vigario, u. l.escriptorio.
Loastando aos abaixo assignado achar-se nes-
fV5J e Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
5*. dos engenhos Barra e Preguiea, em Ma-
amafnape, provincia da Parahvba, veein rogar ao
nawoio 0 obztquio de vir eutender-se com o
>wko assignados immediatamente sobre negoeio
uaaente aos referidos engeuhos. Rua do Amorim
37, escrijitorio.
Tasso Irmaos 4. C.
Precisa-sed? uma esciava para cozinhar e
comprar : a tr-tar na rua rimeiro de Mar^o n.
-'Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e engomuiar: a tratar na praca do Corpo Santo
n. 17, 3 anlar.
Aluga so uma escrava para tado servico de
casa : na rua do Imperador n. 50,3* andar.
Precisa-se de uma ama para cozinhar para
uma familia, composta de duas pessoas: a tratar
no paieo dr, Paraizo n. 28, 2 andar.
Precisa se de uma ama
para andar com uma crisnea
e para 0 mais servico domes-
tico de poquena familia : trata so no Passeio n.
bO,ou ba rua da Uniao n. 67.
jH
Desappareceu no dia 6 de novembro do anno
passado, 0 escravo Benedicto, pertencente ao abai-
xo assignado, com os signaes seguintes : cabra,
ilto, 37 annos de idade, falta de alguos denies
na frente, falla baixo e compassado, tem nm dos
dedos pollegares sera carapuja, oibos pequenos,
bocca e nariz regulares, 6 natural da cidade de
Souza, provincia da Parahyba, foi comprado a
Antonio Leite Maria de Moraes em 18G2 : pede-
se- as autoridades polkiaes e capitaes de campo
a apprehensao do dilo escravo. gratificando-se ge-
nerosamente a quem u levar em Olinda a rua 27
de Janeiro, oulr'ora Pa?o Caslelhano n. 9.
Barao da Tacaruna.

Sr;-ur(>
4MA
Precisa-se de uma ama que cozi-
nhe, cempre e engomme para casa
de duas pessoas : na rua do Vigario
n. 33, segundo andar, casa da esquina.
AMA
Deseja-se fillar com 0 Sr. A. P. B. na rua do
rqu2?. deOli; ,a n. 31, andar, a negoeio de
arlipnlAr interejse, no prazo do tres dias, fin-
a-3 quaes, ven sou uome por extenso. Recife,
See maio de 1874,
*
S'ede-so ao lllm. Sr. Jo.se de Barros
in roue Lins, aluinno da facolda-
^dedireito, que residio, em 0 anno pas-
, t:a rua do Caldeireiro n. 12, 0 favor
r.pparocer na rua do Hospicio B, 33 a
awgocio que thediz respaito.
Aluga-se
3 ?asa terrea com grandts conimodos para familia,
csa^o quinul murado e arboxisado, e outras
wtas commodidades, no melhor local do pate.
Ift-Paz, (Afiigados) : a fallarao sacristao da matriz
jrs. vela, e no Recife, tratar a rua das Cinco-
iMtas i! 31.
Precisa-se de
> n. 2 B.
uma : a rua do Cabu-
AMA
Precisa-se de uma ama li-
vre ou escrava, boa C07inhei-
ia : na fabrica a vapor de
agarros, a rua larga do Rosario n. 21.
Precisa-se de uma ama que saiba
cozlnhjr, para casa de'pouca familia :
na rua do Viston'de delt aparlca n. 51
(outr'ora do Apollo) 1 andar
AMA
Na rua Imperial n. 114 se
dira quem preeisa de uroa
para comprar e cosinhar para
dues pessoas.
Quem precisar de uma ama de leite,
va, dirija se a rua da Gloria n. 154.
escra-
Attenc;ao.
Preti=a se de um empregado de conDanca, que
fiador_a sua conducta, para tomar conta da es-
tnpturacao e caixa, e mais servico da loja da tin
arar a franceza, rua la Imperatriz n. 55 : a quem
gvavier, dirija se a mesma.
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
Mar e engommar ; e para casa de |*quena fami-
*: na rua do Vigario n. 16. !. andar.
*0i "
- Aluga-se uma ama para 0 servico interno de
uma casa de pouca familia : a tratar na rua Du-
qne de Caxias n. 29, armazem de rnoveis.
0 abaixo assignado declara ao publico e
com especialidade ao corpo nesta data comprou livre e desembarapado, aos
isrs. Borges & Bastos, 0 seu estabelecimeolo de
taverna, silo na Capunga, a rua das Pernambu-
canas n. 38 ; se alguem se julgar com direito ao
mesmo apresenbJ-sa no prazo de tres dia findos
es quaes nao se altendera a reclamacao aliruma
a contor desta data.
Recife, 9 de maio de 1874.
Serafim Benson.
a
ft abiixo
assigiii'os fazem publico que com-
awrain 0 esiabdccimonto de molhados, sito a rua
rjBerva B 34 que gyrava sob a razio
oai d.- G>p;-.no da Gosla Almeida. 4 C. IcaT
aam,:-mos abaixo assignados responsaveis pelu
aeftro e [.assivo do mesmo estabelec mento, fican-
o Pr Aulouio Joaquim da Silva Urito, que fa
-k parte da dila sociedal.-, defoee*ido de qual-
*ar debito ou responsabilidade que tinha em
ate est;lielBi-imento, licando d'ora em diante, sob
iftrmi social it PwntfAo & Alm.-ida.
eei- v :;malffc 1874.
Joaquim Jose da Silva Figueiredo.
_________ lypnano da Costa A,meida.
-Da-se,graluitamente para morar, am corn
m rt de rua eoxuto, com quintal e cacimtra
ataanoa. do Cartto n. tl ; exige-se eflfio al-
gnwyeqii'o-< servi^.queaependerio dealuste.
Alug.. ^e uma escra-za plra toziahar 9
vugs* de cas* : na rua de S. Jorge a. 74.
alo;a=se
0 sobrado de dons airfares e sotio, sito a rua do
Viscondede Alhuqaer^ne n. 18, com grandes om-
raodos para familia e bom quintal: na mesma roa
n. 16, se difa quem aluga.
a d mi rare 1
RESTaURADGR TONIGO
PARA 0 CABELLO
Oncorrc para m he b c per-
fi'ito ponleada
Torna os cab llos macios, brandos e lu-
sidios, perfumando-os com um aroma de
especial deitcadeza, que tao npurado tem
sido.
CASA DO OURO"
Aos 4:0003000
Bilhetes garantidos
Rua do Butdo da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba tie vander nos seu^
muito felizes bilhetes a sorte de 700*000 em um
meic bilhete de n. 863, e trm meio de n. 3384 eom
a sorte de 2005, alem de outras sortes menore*
de 40*000 e 20*000 da loteria que se acabou
de extrahir (98'j; convida aos possuidores a virem
receber, que promplamente serao pages.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ae sen estabelecimento com
prar os muito falizes bilheles.qus nao fleixarao de
tirar quatquer premfc, como ptoTa palos me-mes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antid03 da I' pane da loteria a beneBcio da
igreja de N. S. da Boa Hora, em Olinda, que se
extrabira no dia 13 dot'orrette mez.
Prefas
rnteiro 4*000
tieio 4*000
Be lOO^OOO para clttta.
Inteiro 3*300
. Meio 1*750
Reafe, 29 de aWril a> W7*.
____________Jato fnqut*A da Costa Leite. J
Grande fabrico demarmore
COZhHEIKO
Precisa-se de um que seja aceiado e ficl, pre-
fenndo-ee escravo : na rua do Barlo da Vietoria
n. 14, sobrado.
Advogado.
A. J. da Costa Ribeiro mudon sua re- IS'
^ sirtencia para a rua da Saudade; mas **-
ie continua a ter escriptorio a rua do Impe- :"
*. rador n. 84. p s
i (lonsullorio medico
Ps D0
r. llurillo.
# RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR. Q
d Recem-Chegado da Eurepa, onde fre- 5
\J quentou os hospitaes de Paris e Londres, C
Q pode ser procurado a qualquer hora do fi
'ZJ dia ou da noite para objecto de sua pro- Q
F\ Coojultae das 6 horas da raanbS as 8 ho-
m fas, e do meio dia as duas da tarde. M
fr Gratia aos ppbres. %
i ESPECIALIDADES. W.
If MoleHias de senhoras, da pelte e de O
G Criani;a. ffl
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados participam ao publico e
especiaimeate ao commercio, que teem dissolvrdo
amigavelraerrte a sociedade que tem gyrado nesta
praca sob a flrma de Lemos & Guerineau, reti-
rando-se 0 socio Guerineau exonerado de toda
responsabiHdade, e a cargo do socfo Lemon todo
0 activo e passivo da rererida sociedade.
Carlos Pinto de Lemos.
__,_____________Victor Guerineau,
NuRca se \k
%|muIt liio linrato inmo na run
que de. Caxiaa n. 0, loja de Al
iueida Duarae A C.
Os doaos deste estabelecimento, estando resolvi-
di s a chamarem a attencao do publico, com epc-
ci ilidade as donas de casa e pais de familia para
ec onomisarem, teem raBolvido vender todas as pe-
el inchas pelo custo, 0 que s6 se vendo pdde se
ac reditar.
3ambraia transjarente fina, com 8 Ii2 varas,
pe o baratissimo pre;o de 2*800.
>etone, o mais moderno que tem vindo ao mcr-
ca Io, a 360 rs. 0 covado.
)hita tramjada, fazenda muito Una com 4 pal-
me ? de largura, a 340 rs. 0 covado.
6*,a pega ?
Carabraia de Cores, padrdes modernos, a 240 e
26( rs. 0 cuvado.
Digam se nao e baratissimo, lSzinhas modernas,
faaenda dB.fttoe de tt pura.a 300 rs. 0 covado?
Lencos de linho, fazenda flna, em uma linda
caixinlia, a ii.
Igodaczinho de 3*400 e4* a peca
bapefts de sol de seda trancada com eabo de
fun de bons gostos, qne geralmente vendem a
16i, per 12*.
] letins claros, fazenda saperii r e de lindos pa-
dri es, a 860 rs. 0 covado.
faitM finas a 2i0, KO e 280 rs 0 covado.
Cambrais abertas, muito finas e bositas, a 7>
a ] eca.
] tapti-tas Unas e de gostos, a 320 rs. 0 covado.
Juem bSo vira comprar f
1 lamisasioglozas, peito de linno, que onnca ven-
de i-se pw menos de 6"*, vendemos pir 38^.
I letins escuros de llstras a 300 rs. 0 cavado.
lionvidamosa uma exnerWncSa.
1 5o-8b amostras de todds esta? f?cenda. e man-
da! 1 se nas easas.
AUcttpo
I reotsaae de um eaixewBuin prat ca de pada
ria : ua roa do IS.irao de S. Horja n. 25 ; prefa-
rinflo-se 0 de idade de lo a 18 anno*.
Conrado fu^io
i\0 dia 5 do corrente desappareceu 0 moleque
Conrado, tendo os signaes segutotes : idade 14
Vende-se
umk mela-agua na rua de v;llia de ?anta Rita n
96, |pela quantia de 700$, que rende 105 mensaes:
a trtatar na rua do Soccgo n. 32.
! CfraQde pechiieha
a 400 reis o covado.
Baptista, fazenda muito fi a e larga de lindas
cores, gostos e escocezes, pelo baratissimo preeo de
400 rs : quern duvidar venha ver e comprar, na
rua Duque de Caxias n. 88, loja de Demetrio
Bastos.
Cambraia bordada a 2$500
a pee/a.
E" com toque.
Cambraia com flores bordadas, com toque, a
2*500 a peca : s6 na rua do Qneimado a. 43.
Cambraia a 3$ a peca,
Soi na rua do Quelmado n. 43, junto a loja da
Magaolia.
.Calmbraia Victoria, fina e transparente, a 3* a
Junta a loja, 4m eaqoina
METl.NS CHUffiZKS,
Proprios para vesti*-, os auis aaodernos, pelo
diminuto prefo 4* 280ts. o cavadc e pecbincha
Dao-se arrtostras.
ORC.ANDYS DE CORES.
Fazenda fina e com bonitos padr5es, pelo dimi-
nuto preco de 320 rs. o covado, 6 pecchlneha '
Dan se araoatrw. w oal
i :y iff as- 1:0*1 vkmo de wevone.
Fazenda finissima, corn iaaoas ptdtoaa, mki di-
minuto pre^o de 3'0 rs>a covado, so se vendo,
e pecbincha I I)So-aaastra-.
LAS I5(A>CKZAS
Uuoipluto soxtunajpto de Us ascooaaaai a para
acabar se vende a 240 rs. o covado ; e pechincha'
Dao-se amostras.
CA99A LANE.
Grande sortimento desta fazenda, eom oa aaais
bonftos padrOes quo tem vlado e.flue veode-i-
pelo dlmtttuto prejo de 200 rs. o coaado; e pe
chincha Dao se amostras.
caitis cuhas.
Com Umitos padrOes, que- ae v>ae a 260 ra. o
covado ; e paehiacba 1 Dao-e -inffiarai
HOLI.AMJA.
Dnm Hollanda, liso, o qua ha dvaaais fia, pro
pno para costumes de homens e maaaaos a ws-
liilo para seahoras, por ear nraiio Ian a Hbhc
paro, ce ven la pelo diminnto pfep) de M*r<
o covado; 6 pecnincha I Dao-se aaaaaras
BRINS DE eOHES;
Brins de cores, Imho purr., com bonitoi m
droes e qne se vende po dhninuto prero de 360
rs. o covado ; e pechincha 1 Dao-se amostras
CAMISAS DE CUE10.NE.
Camlsa? de en-tone, o que ha de mais fin*s,
com linlos padroas e qao te vende a 40*000 a
duzia e 3/oDO cada auta ; e pechincha 1 so se
vendo
Assim como nm deposfto de mais fazendas que
se vendem por menos 4a que em outra qualquer
parte, como sejarrr:
Cortes de casemira ie oores a 4af ; e pechin-
cha I
Idem de brim pardo lino a l*300|idem.
Colchas de fustao com barra, muito grand-1- a
4* ; idem.
Idem idem brancas, idem idem, a 3* ; idem
Coberus da clrita adamascada 6m, idem idaan
a 3*500 ; idem.
Leucoes de bramante, idem idem, a 2* ; idem
Toalhas aleochoadas a 5*500 a dazia ; idem
Lencos de ea-sa com barra a 1*0U0 a duxia
idem.
Idem Mem idem brancos abaichadca a 2*000
idem.
Idem em caixinhas
duzif.
Seroulas ie linlio e algodio a 18* a duzia.
Cambraia Victoria flna a 3*800 a peca ; a te
chincha.
Algodao roarca T largo a 4*500 e 5* a papa.
Madapolao fino a 4*800 a peca,
MadapolSo fjancez muiL: fino a 6* a peca
Brim pardo muito fino a 400 rs o covado i e
pechinciia.
Cambraia transparente, o que ha da mais ufaa
a li j a |ii-i;:l
Baptistas de cores modernas e com lindos pa-
drues a 400 rs. o covado 6 granie pecliiocha
Dao-se amostras.
So o n. 20
A' ma do Cpespi), I j a das 3 pwtas
DE
<-l II III ItWI ft C
Junto a loja da estqaiaa.
O lain l-< mikiHo n'iia-M4 aberlu
"liw a iaorat ten anaaiin mm 9
korsiM da noite.
inuilo lindas a 3,5500
Panno de algodao da Bahia.
Vende de tolas as qualidades Joao Rodrigues de
Farta : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Rio vende Joao P.odrijues d> Fa-
a a, rua do Amorim n. 33
Ycnde-se pajieis com
sortes : na rua da Cru2 h. 6.
estalos
pin
(ilZ
de primeira qaalidade.
No armaze-n de J. Dumingos dto Carmo e Silva,
rua do Amorim n. 41, vende-se em grosso e
retalho o melhor kerozene, da bem acreditada
marca de Henry Forster &c.,garantindo-sea qua
hdadc e quantidade certa do liquido. No mesmo
armazem tem para vender os depositos com tor-
neiras e muiio asseiados, para casas de familia, por
13500 cadaum.
Vende-se
pes de sapotas de todo* os tamaohoi, de optima
qualiJade, o tempo e proprij paa nlaau-kn : no.
rua do Mospicio a. 75.
Piano,
peea
defee-lvoys^: Sampans
Escrava
Prertaa-se alugar uma escrava que cozinhe e
engomme, para casa de familia : aa rua do Mar-
qoez de Olinda n. 8g.
-^ Jose da Costa Dias, tendo de seguir breve-
mente para Montevideo, no primeiro paq;uete e
nao tendo tempo para se -despedir pessoalmente
de todaa as pessoa9 que o hoaraai earn a sua
amisade, offerece Ihes alii o seu limitado prestimo,
ou em qnalqtiar parte a que o levar o desuho.
(J.i.n.) Franca
fcsta grande fabr.ca execata qualquer encom-
SSK?*a- ie-i 4enero-rcooo aejam : or|araentos,
chamines, nalcoes eradrifc03 de qualquer natu-
reza e desenho : os concur rentes deste genero po-
derae ver, pregos cprrentea, explic^oas e dese-
phos, e as encomrhendas a tratar em casa de Kel.
ler A C, rua do Bom Jesus a. 6o.
IS annos, mais on menos, cof preta, cabellos ea-
rapinhos, cabeca cbata, pes tortos por soffrer de
rheumatisrao, levcu chapeo branco de massa, eal-
5a e camisa de algodaozinbo azul ; julga-se andar
elle nesta cidade : pele-se, pjrtanto, as autorida
des polieiaes e capitaes de camp > a sua apprehen-
sao, e 0 obseqwio de leva-lo a cswa dos tiroes dn
senadnr Jacintho de Mendon^a, sita a ma Pormosa
n.14-, que serSo generosaraente retompensados
- Aluga se ou venlese a casa terrea da rua
dos Prazeres n. 26 : a tratar na rua do Bjm Je-
an's 31, andar.
A
7 A,
mentd
vende
Aproveilem.
MOFO.
pechincha.
Br m pardo fino, com peqneno mofo a 360 e 400
rs. 0 covado : na rua do Queimado n. 43, defron-
te da praca da Independencia.
Vende-se um piano de mesa, pequeoa^ preprio
para pnnciphnte, em muito bom eslado, por pre-
co modico : a tratar na rua de Santa iMbel n. 8.
Chap^os para siMhora.
loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
ecebeu pelo ultimo panneie, um rico sorti-
de ch8peos para senhora, ultima moda e
por preco commodo
mm
Alogam-sc
Agostiaho Pacheeo Haposo prevlne que t
guem faca negoeio com uma lettra do nin conto
de reis do seu aceite, a vencor em 19 do corren-
te, d* qual e sacador 0 Sr. J016 Bezerra de Bar-
ros*Cavalcante ; porquanto, ha duvida sobre diu
lettra visto nao saber ler nem escrever o'aunun-
ciante e ter ella sido passada em virtude de um
ajusle de contas que tem de ser venficado
juizo e a vista de seus livrJs e carles.
Engenho Barra de Horesta, !. de
1874.
C0MNM&
AVISO
Precisa se comprar Jons escravos, pedreiro e
caranina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, 8 rua Primeiro de Margo n. 6.
Irast
1;^)^
w
es.
em
maio de
Lompra se e vende-se trastesnovos
e usados no armazem da rua 0 Im-
perador n. 48.
m
Bow. Mgocio.
Venbe-se 0 grande e espacoso armazem de mo-
IhadosL sit9 no pateo do Carmo, osdhina da rua
de Hoftas u. 2, proprio para graade progresso,
per tea duae freetes, e 0 aluguelserlnuio iazoa-
vel, a |razao da venda e porque 0 dono acha-se
doeme.e tem de ir ao serlao tratar se : quem pre-
te^ider; pdde-se dirlgir ao mesm < armazem.
Vende se mm pequena taverna, cum poneos
funitosjmuito afreguezada e com casa para mora-
dia, na; sidade de Olinda; 0 motivo da venda 6
porquej c dono sd aCha deeoie a feio pede conti-
uuar : a pessoa que preteuder, dirija se a rua do
Amparp n. 47.
Apohces de juro de oito por
* cento.
Vende se nas obrasdo mercado publico
lar com Jose Angusto de Aranjo.
a tra
Engenho em Scrinhaem.
Vende-se dn%s ^artes do
engenho Novo, bito na fre-
guezia de SerinhSem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguasr mt>ente e cortentt,
que safreja cerca de ,%06t)
paes, com optimts terras,
movido a agua e bem obra-
do, por prec,o commodo a
tratar com Dr. FeUx de Fi-
gueiroa, A rua das Calcadas
n. 14, ou no arsenal de
guefra. .
0 3, 4* andar e sotao (a vontade) do aobrado n. 4,
a rua do Torres, bairro do Recife, e tambem a
casa do Monteiron. 6B ; a Iratar na livtaria junto
ao arco de Santo AOtobie.
mats
-* Offerece se para ama de casa de pouca fa-
milia uma mulher de natn comportamentc : quem
precisar annuncie pat e*e jornal, ou dirija-se a
fty 9 ^'egrim n. 5o, qw actlara com quem tratar.
Offerece-se um homem portngnez xata to-
mar conta la am sitio a qua Oador fefia Con-
ducta : quem precisar dirija-se a rua de 8. Gon-
Icaro d. 6.
Aos ecomiuiistas.
Ao_antigo e bem cohhecido armaeem LEAL-
DAIDE.^- roa do ViscoBde de Inhanma, outr'ora
do Rangel n. 48, flhegaram excellentes cebolas do
Rio Grande do Sul, era resteas, as quaes se ven-
dem por preco commodo.
CORR*M A ELLAS I
0 Sr. Hhtorjio. Ribeiro Pofltes que e" caixeirb
a raaBaqne tfe Caxhdt, 6 eodVidado pela segonda
vez a vir a confeitaria do Canlpos ffaiar de nego-
eio de mutHO auareese, visto qua aio se labe Ua
residaaon demestioa. .
Compra-se uma casa ate a quantia de 900* :
a traUr_na rua_do_Brum n. 57.
AttenQao
Compra-so um Vademecum Homeopatha,
do Dr. 8bino, ja" servi io : a tratar no 1
andur desta typographia.
AosSrs. advogados.
Vendja-se por modico preco a colloccao comple-
ta das leis do Brasil, desde 1808 ate 1872 : a tra-
tar na, loja de Mme. Falque, rua Primeiro de
Marco a." 4.
CiiMA-SE
um par da fraohaa grande* de labyrlntho e
ootaj pequeno, que seja fino e bem feito, era e^
ftfao : na rua da Visconde de Albuquerque n. 39.
- Compra-se uma casa no, bairro de S. Jbsf7
a tratw na rua Angtwa n, ir?, f andar.
Vdnde-se uma preta de 18 *nuos, bonita Q.
gura, cf.'a de casa, com habilidades; 0 motivo da
venda te dira ao comprador : quem pretender di-
rija-se a rua da Imperatriz n. 6, loja de lorrfa.
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Run do CotDiMercio n. hi.
Vonde-se uraa, venesiana francera ; na ni
aas Trinchoiraa n. 50,
CHITAS
a 240 rs. o covado.
So na rua do Queimado n. 43, defronte da praca
da Independencia.
So na loja dan pechiaehaa,
Chitas pretas e de cores com salpicos de cores,
sendo muito boa, a 240 rs. 0 covado.J
Aproveitem freguezes.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
airrrn,
Preguica,
e PatrleiV
A tratar com seus proprietanoa lesta cidade,
Xra informacSes com Joaquim Pinto de Mei-
1 Filbo na mesma cidajda de M*f'f"ignain
_____________ Tasso Irraios A C. _
Vende-se, para esta provincia, um preto de
H annos de idade, crionlo, bonita figure e coxi-
nheiro : 0 qaal achar-se-ha a vteta, is II horas do
dia II do eerrente, ao primeiro andar do scbrado
n. 36, 4 roa da Vadre Ie Daus.



t
MiMA'SBBM
ao3 faze
Oofdeiro Simoea<& C,
E' esja ama mazja oiarecer aos -setts freguezes.um variadissi-
a osortimeajo defaaeadas liiii.s para, grande toi-
lette,* hem aft5jra.j)afa uso.oidinario de lodijs as
classes, e por precos vantajosos, das quaes faz um
pequeno resumo.
ffaadam fazosdas as capas dos pretendentes,
para oflue l*m fessoal uecessirio, e\Jao amostras
awaiante peahor.
Cortes de seda de linda* cores.
Grosdenaples de todas as ceres.
Gorgurto b*aoeo, Uao. de Iwtras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cures.
velludo preto.
Sranadine dVsetJa, preta e.ile cores.
Popeffhas de lindos padroes.
Piio des*Ja, banco*, pre to.
*icas basqumas de seJa.
'Hsacos de merino do cures, la, etc.
iJanta9 brasilelras.
Coites com cambraia brauca com lindos borda-
FUcas. capellas e wantas,para noivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de
*sda.
'~imhrafe9 de cores.
DiUs roaripozai, hrancae, lii:as e hordadas.
.\auzuques do lindos padroes.
BaptisUs, padroes dejicados.
Percalira* de quadros, prctos e brancos, listras,
etc., etc.
Brias de linho de cOr, protrioe oara vestidos,
com harra e listra*.
RiLOS corles do vestido de linho, c Mtes da
Qiesma c6r, ultima mod?
Oilos de eamtaaia de tores.
Fus.tio de liodas cores.
Saias bordadas para seuboras.
Gamisas bordadas para senhoras, de linho e al-
godao. '
Sortimenlo do hivas da-venladeira fabrica de
Jupvio, para Corneas e senliou s.
Vestuarios para meninu*.
Ditos para t-aptUuiU).
Chapeos para oiio.
Toamas o gnardanapos adam.icados de linho de
',r, para mesa.
&lcaas de 14.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias d cuMS para homens, rneninos e meni-
t*
.Uiias escQceza.
'Joion'sio .sj.timePU" de chapeos de sol para ho-
m*as e seftnerss.
Merino de cor.'s para vestidos.
Dito preto, Kancado e dito de verao.
'wwada de Ijnlio e algodao para toal
itoainado pa'do.
Oamasco de IS.
Brins de linho, branco de cures e preto.
Setim de liodas cures com listras.
ChaJes de merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de louqnim.
Camisas de cnita para homens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lenfos bordado? e de labyriDiho.
Colcoas de crochet.
Tarlalana de lodas as cores.
Rieos co'rtes de vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
Rspartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cures.
Moias de seda para senhoras e rneninas.
Ricas facbas. de se.da e la para senhoras.
Rico sortimento de leques dc madreperolas e
j-so.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cOres.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
larinhos, punhos delinho e algndto, gravatas. In-
^as de fio de Escossra, 'apetes de todos os tama-
ohos, botett do viagcm, peitos bordados para ho-
mens, lengos de linho branco 0 de cores, toalhas,
gi'.ardan^iios. etc.. eic.
v~ p..~~.w.w, .Lira- uu
raiudezas Unas, assim
icratriz
K baralo.
VeaJcnse um pequc-np si.i.i [jerto da esln-
00 do Salgaiimiio, tendo dp frente 150
|i&lmp6 e de fundos mats de quatrocentos,
corn utfja elegante casa dd ;aipa, acabada de
rroxim 1 e uem assuiads, Undo 2sal s, 2
<;uarlos 1: O'ziulia f6r. 0 lerrono e pro-
|iriu bom >;e ph.nl.ac.oes, Pndo alguiDis
arvorea de iriu-lo., agua de beljer e todo cer-
cado.
1'ara, ver e muis euplicanoes, no mesoao st-
tio a (jualquerliora a entendnr-se com Tris-
130 Franciscu 'L rios, e para tratar, na tue-
sourasifl, d s luterias, rua, 1." de Marco
p. fi.
S. CARLOS
Vende-se on arren.ia-se 0 engrnho S. Carlos, em
Ipoinca, moeote e current*, com todas as obcas
em psrfi-iti eslado dc con^ervaclrb, e muilo boo
d'agua : a tratar na travessa da rua Dtirjue de Ca-
pias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Catro
Ottintaes. __________
Salsa parrilha.
Nova renaessa. excellente iiualidade,; vende-se
na rua do Vigario n. IB, i andar.
Salsaparrilha de Ayer
FABA rCRlFICAK O BANGTTE.
0 recorac de que goza esto ex-
ceuent remedio ^ dvido a miiha-
res de exmt qne tem operado, mn-
it das qna( s s&o verdadeirament*
maravilhosa:i. Innumeros sio os
caaos em qni; o syslliema, parecen-
do aatntado da jjodridio de enfer-
midades escrofulosaa, tem sido
promptamente restitnido a sadde.
As aBeocfiei e desordena, aggrava-
das pela contaminac^o escrofulosa,
*ti prodnzlr:m dores mortificantes,
tf m sido tam radical e tam geralmento cundaa por eUe em
tndoi opitoe do Imperio, qne o putlico mal preciaa de ser
inromaao daa raas virtnaea e do modr> de nsal-o:
O flenano eecrofalo mm doe mail.. da rafa humana. Ora. senhorea-se occulta e traicoeiramenW
do nosso organismoe deixa-o fraco e ioeitne contra molestiaa
fat**!. Ora, patenteiaa iolxc&D de oe corromyen o.corpo
p entao, em momenta oppertnno, lavra rapidamente sob algu-
raa d >obs hediondM fOrmn, ia mi c\iti ja nos orfcatafc
v.taee. Neate ultimo oato dporta,mittu veiet, tuberculo*
tips pnlmSe*. no figado, no coracSo. etc., qnando n5o se man-
uiwsjwa ..u^iHts, -tr.mores, e.
A inimvi '...- pciigoso e tan perfdo nunca se deye dar
cnarida, e p. v. \ <> sempra melhc^ do que combattel-o.
Aram, antes 1.1 :i p]>ureeei o usa da HALS a. i-^nzUfA. MM. A*JiM podera qriur
re^uHados funestos. 3
M pestau que softrin de Sry.t^iat, 7To*o dm B. An.
tonlo, Bartrti. Smplgen,, Mhet*m*lUno, Tumoret,
TTeefkt, e 6ensibiltaade dblorosa nds^uvMos, oftos, ftc.;
affeccSes
s&
nervoso, achario seguro alli\do nssdo desti BA1SAPAX-
A SyphU* on Moleftai Yen**.*, a|o enntflBs com o
mm U80,.posto one sej*,wcessario nals ailitadoMpac* de
tempo para subjugar Um impertinent.^ enfenjiidades
A Leueorrlu'a, on Floret Branwu, as ulceracCes tfterl-
nae e ea.gBral as molestias sres ago taoben allivia-
^!Li.. nDeDte cnradas P" i effeito purificador
Obi
Crauadina
PARA
preta a 500 rs. o CAMISAS
oovatto.
0 1av5o vende grapadina preta e lavrada
pelo barato projo de 500 rs o tovado.
lAP
HHA9WBM6 A -2,5000,
3^J00 K 3?JHiO.
5500
lludapolilo enfestnilo
a peea
1 BheumaUimo e a Gotta, quando causados pot acto.
mulacSes de materias extranhas as aengne, cedenvffie fccE
m^te, d* uesno -moiatf mm a* rtemde, Cn oa
Jnfxammacao do Figado, ^elsriiir. quaodos&o oatandas
oe maua residuoe no sangue.
A Salaajmnilka. c m axcdleate rtstsorsdor d
fore*, e Ts;or do syslfaema.
Assim, todoe os qne soffrerem Languor, PhUgma. Det-
matot, Insomnia e qne sko incommodados com Appre
htnsoet e Temoret Kei'tttot oo qiialqner ontra afftccl
proveuieMe de DtbUidata, aabarlo do sen poder ]
' msu segnro expediente de |
J.C
prompts vura.
PBEPABADA POl
4yer & Ca, lxwell, 3Ias^
^tmieos Tracticot e AnmlyH*i.
'^NJJBJ SB3 J>OB
*
O I'aveo vade um uanito sortimento dt
a 3?pOO !onjiss franceaas .cam peito de algdao, *
38000 e 28500. Wtas com peito de lih(
de 3500Ja 6JS000. Ditas bordadas muiu
OPavao vende pecas de madapolii eu-ijaas de GWtiO a 10*000: assim comt
festado, pelo barato precode 3S000 a peca. grande sortimento de ceroulas de lioho e d.
ftSem^er enfestado cem 20 J8rdss. a algodao, pof precis bacatos, e tambem tem
5*000. Ditas com li jardas mutto boa I completo sortimento de punhose collarinho;
fazenda, a 6*000, 69500 e 7*000. I tanto de linbo cpmo de alod4o,
ALPACAS PRETAS A 500, 610 E 800 RS. em conta.
Eepui-tiihos a 3oOO,
O Pavfio tem um grando sortimento de
alpa-cas pretas, que vendea 500, 610 e 800
rs. o covado, assim como granJe sorti-
mento de cantdes/bombazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fezendas
proprias para luto.
Sedinhas a 1-rOOO.
. O PavSo vende sedas com listrinhas de
cores a 18600 o covado. Ditas com pal-
n^ipbas a 2*000. Ditas com foque de mofo
a" 1*000 e IS400. I CORTINA DOS BORDADOS PARA CAMA t
CAJIBRAIA VICTORIA A 4*900, 4*500, JANELLaS, DE 7 ATE' 25*000 0 PAR
0SQ00 E 7*000. O Pavao vemle um grande sortimento d*
0 Payao veude um grande sortimento de j cortinados bordados, proprios para cama \
cambraia Victoria e transparente com janellas, pelo barato precode 7*000,88000.
8 1/2 varas cada.peca, pelos b3ra(os pre^osj tOjjlOOO ate 25*000, assim como : colxai
por pregos
4*000
0 Pav4o vende um booito sortjmento di
espartilbos modernos a 3*50t>, 4^000 t
5*000, assim como vm bonilp sort men Id
desaias brancas, bprdadasfA5*000 e 6*000,
e ditas de lasiuba de cores a 3*000 : e" pe
chincha.
A .Hot* ftperaoca, iroa Daquede Caxias n. 9Q
?^^a-^e^janRidar^spu^ fr^gttfies. con
iMiao, 4 virenj ajiretiar 09 se
lw s'expostos a venda e touos nor precoi
ramod(,'r()md^jim': ,T*<'W
Fh\AS BO.NECAS mans as e chwonas.
epNlT.^5 E EWGXlAgADAS viaiM paraitarioB
comos.
GOMMODAS LATAS para guardar cha.
ELEGA.VTES BOLSaS para senhoras e rnenina*
. BONflXK VASOS com Boa banha e obeirosof
I extiaciog, tra/edo cada fr.asco um noaie, uma iui
cil ou um distico.
FIXAS MEIAS Dfi SEDA, vipdo enlre ellas coi
de came.
A' Js'Qva EH>r;uoci a rua Duqe de Caxias 0
o.t, aca^a do receber, ten,tqs.e cajx4s para o.iouod.
voitarette.
Para qiwiu &lTre das peraas.
A Neva Esperafa, a rua Duque de Caxias
oo, acaba de receber as procuradas meias detor
racba para ,quem,soffre das pejnas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanga, a roa Duque de Caxias
63, aqajia (je receber um lindo e complejo sorti
mento de flores .ar^ficjaes d,as rnelhores que tea
vindo ao uiercado
A ellas a rites' qne se acabem.
Costumes para crianga.
A Nova Esperan^a, a rua Ityque de Caxias a
63, acaba de receber bomtqs costumes para criaoc*
e esta se vendendo por precos razoaveis.
AQU HEKYSOS
A Nova Esperao^a, a rua Duque d Caxias n
63, reef bcu um pequeno sortimento de anneis e
pulseiras electricas, proprias para quem soffre dos
nero- >
-Magnolia
fr ** I4ja <*"IH|lbli|$fta oque d Caxias.
Mi.Motrara aeropre.orespeiuvel pnWico
B^wk^sja-tira^to de^rhwiarjaa final, abjcto Ciraento Portland,
de pfiaplatu, luvas do fpuvin, artigos de moOa, Vlihos ennrrafadot
)rao moaicidade nos pre- Madeira.
Sherry, de superor qualidale.
Porto, fino.,
Cera cm veb*.
C Idiom : oa rua 4o Vig?ro n. 49, l.5r.
1^)8, agrado since 1 Idade.
Auueis electjricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-'
ba de receber 03 ,verdadeiros anneis e voltas elec- [
tricas, proprios para os nervosos. x2bT2L IlOlVaS
MeiOS adOreQOS .AmaralNaboco&C. vendem leques, ^u. j-
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 13, re-: 'f.s"-a,ier,ur.s?. de ^i9ii0 de .''">> I*a
cebeu um completo
de 4*000, 4S304, 5*OQ0, 6S0OO e 7000
a pc$a. assim como, ditas de salpico bran-
co, a 75000, e pechincba.
SOVAS LAZINHAS ,A 560 RS.
0 Pavao reeebeu pelo ultimo' vapo/ un
elegante s rt meuto das mais lindaslaiznhas
r!e dflmasco dc la muilo
1-2*000 cada uioa.
fina de 10*000
BRAMA.MES A 1*800, 2*000 E 2*500
0 Pavao vepde bramantes para lencdes,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
para yesti,dqs, sendo transpareqtes com as! al80(lfio a 1*800 e 3C00Oa vara, e de linh
majs delicadas cores, e moderpissimp.s pa,- ia i*^ 2*800 e 3*000 a vara: e peclwn
droes, que vende pelo barato precp de 560 'c 3a-
rs. 0 cov.adp, i.ruj) da Imperatriz n 60.
LIQUIDACAO DEROUPA PARA OO.M^NS.
0 Pavao vende urn grande sortimento de
roupas para homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto decasemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avu.1-
tado sortimento da calgas de oa^em if a preta,
dfl cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimeDto de colletcs de todas as
qualicUdes.
Tendo tambem um bom sortimento de
camisas ingle*as e fra,ncezas ; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende
todas as roupas acima mencionadas pejo ba-
ratissimo precp, porquqrer liquidar, na loja
da rua da tmperatrizE. C0a de Felix Perei-
ra da Silva.
Acba-se constantemente abertoj
isQ de noite.
CASEMIRAS A SiaoiQO, 6*000 E 7*000
0 PavSo vende cortes de casemiras par*
calgas, seudo padroes modernos, pelo bara
topreco de 5*000, *00O e 7*000 o cdrte.
assim como : pannos pretos dos melhorei
que tem vindo ao mercado, de 4*000. 8**
10*000.
ESJIEIULDINA A 800 RS.
0 Pavao reeebeu um bonito sortimento
das mais elegantes, esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as-mais
novas, que tem vrndp-ao mercado, proprias
para vestidos, 0 vende pelo baratissiojo pre-
co de 800 rs. 0 cpv,*dpJ a rua da Imperatriz
n. 60. r
PREDILECTA SO' 0 BARATEIRO
A.' rua do Cabuga n. fl
proprietaries da Prer'ilecta, no
A.
NA
Rua l.de Marco d. 1.
Coufronin
Aii-
Us propnetarios da Prer'ilecta, no intuito d<
conservar o bom conceito que teem mereeido dc
rcspcitavcl publico, distiuguindo o sen estabeleci-
mento dps mais que negociam no mesmo generc
veem scientificar aos sens bons freguezes que pre-
veniram aos sens correspondentes nas diversas par-
jas d'Earopa para Ihes fenviarem por todos os pr
quetes os objectos de loxo e bom gosto, que se-
jam mais bam aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paiaes, visto aproximar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda Veneia
mais ostenta a riqueza de suas tojllettes ; e co-
mo ja recebessem pele paquete francez diverse
irPgos da ultima moda, veem patenlear algury
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e de
velludo, sendo dlversos tamanbos e baratos pre-
0S 91
Aderecos completos de borracha preprios pan
Itto, tambem se vendem meios aderecos muilo.bo-
nitos..
Botoes de setim preto e de cdres para ornato de
vestidos de sethora ; tambem tem para coJlete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um beljo sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanlo de lone*
como de ceYa, de borracha e de ma&sa ; chaoiar
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigp.
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco ire-
pertinentes por falta de um obtecto que as en-
iretenham.
Camisas, -de linho lisas e com peitos bordadot
parahoraem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodie, de diversos pre-
cos.
(laixiohas com moaiea, o que ha de maie lindo,
oom. disticos nas tampas* proprios para presea-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
108.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento.
da ultima moda, tanto para senhora, como para
menioas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Oal;as bordadas para meninas.
EiMremeios estampados e bordados, de lindoi
"?wpnhos.
Secavae electricas para denies, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos.d#n.tes.
Franjas de seda pretas e de cores, exute um
g-xnde sortimenlo de diverfas larguws e barau J
preco.
Fitas. de saria. ri g^rgiirao. de setim e de cba
31"!, drvewas largurasti fcowus ceres.
Faotoas de gorgnrao nuiito iindas.
Pi. r aruTiciaes. A PredHecta priraa. em cosv.
arvar< sejipre um bello e rgranda.sortimsnto des-
as flofes, nao s6 para enfeite (Jos' c-brflos, como
tambem para ornate d vefetidB de aoivas.
Galdes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
ios e de diversas cores.
Gravatas de seda para horhem e senharas.
Laco3 de cambraia e de seda de diversas core*
par a sennera.
Ligas de seda de cores e braacas bordadas part
otva.
Livro; para ouvir missa, ccm capas de madre
perola, marflm, 6sco e.velludo, tudo que ha df
Pentcs de rartanifla e marfim.paraalisaro? o
bel'os ; teem tambem para tirar caspas.
PbW *ouql. Uia-belw sorlinMhto- d. madre-
peeola, marSa, osb- e deuradog por fcatnto vNdo. -tn 2.
Perfumaflas. ^es|e aftigp. esta a Predilecu jbea JTariS D, AtUerlCa, a ftta-'Dla1
nroyida, nao so em extractosj cbmo em 6Teos..e|
GRANADA AS
Gr3nadinas de seda pura, preta com listras
de c6rese padroes os mats bonitns que tem
vindo ao mercado n que se veiide pelo di-
minuto preco de 500 rs. 0 covado, por ter
um pequeno toque do mofo, e fazenda de
2*010 0 covado ; e pechincba. Dao se
amostras.
Brim branco
Rrira branco muito fiBO, fazenda de
2*o00 a vara, que se vende por 1*400 a
vara, por e^ar com um pequeno defeito ; 6
pechincba.
Mm ffancezes
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fz?nda que ja se vendeu
par 5Q0 rs, a C0 rs. 0 covado ; e pechin
cha. Dao se amostras.
Cretones de listr s
Cretonesdeli6tr8s, fazenda ac. lchoada, pa-
drOes. njuilo lindos a 400. rs. 0 covado,; dao-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloos com
avaria, de 3(J500 a
chiacba.
CB1TAS PERCALES
Chilas percales avar-wdas a 210 rs. 0 co
vado; e pecbipeba.
SO' 0
X. 30 da I'll a do 4 r<*|>o
Loja das 3poitas
DE
(.ulh'Tme AC.
liiii(u V loja Ja c|UlllH
sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Mcius aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e.deinuitasioutras qualidades.
Botoes de a<^o
A Magnolia, a rua Duque dd Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botoes de aco, proprios
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modornas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43.
Len^os chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
eebeu. uma pequena quantidade de lenc is de seda
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de taitarnga, de
marHm, de osso, e de muitas outras qualidafles:
reeebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 43.
Atteiicjao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
4 a, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual dmadreperola. tartaruga e marflm.
Iticos atbuns comcapa de madreperola, cha-
gron, niaduira, ve'.tudo, couro, etc.
Lindas caixas com fini-simas perfumarias.
L'gas de seda, brancas e de cores.
Valtas do madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Hit-as caixas para co.-tura.
Vestuarios para baptisado.
Toueas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
.GravaUphas de velludo, etc etc.
para ek-
muas, fronhas, de labyrintbo e bordadafi, OffAm
de larangeira, eoleba do seda e de crochet, eert-
nados para cama e lencos bordados, tudo tmm'n
para casamentos.
Alez
mananna
Amaral Nabuco 4 C. vendem pastilhas praania
para incensar stntuario e ladainha do aec mn-
riano : no ba2ar Victoria, rua do Barao da Victo-
ria n. 2.
Insignias maconicas.
Amaral Nabuco & C. veadem iniiKiias num.
cas de diffrrer.tes craos : ao baaar Victuria. na
do Harao da Victoria n. 2.
Vende se &',000 telhas, 30 mil tijufos de al~
venaria batida. deseceis, mil de ladriHa m\t-
drados, e 12.OC0 lijolos de tapamenfc ; mia
como, jarras de todas as qualidades, potes. mi-
tinhas e vasos para tlores, tudo muilo bantoai-
ra acabar : na olaria de Jose Carneiroda Cash a.
na rua dos Prazeies n. 30.
tim pequeno toque
!ir000 a peea ; e
de
pe-
uma casa na villa de Barreiros, na rua, do- Cera-
xercio, por prego modico: a tratar com Tasso
trroses-A C
do Sn.ilo
tonio.
K-lit \*ns<-inlo Niiaw (ajKMiila* com
;M) por ccnlo meiiOM <|iic cm outia
(|;ki1iu<-> parte.
A saber :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
co de 4*000 e 5a V
Djio francea,limp9 e de superior qualidade, por
5*i,00, 6*000 e 6*5CP.
Algodao marca T, largo, superior qualidade, a
4^300, 55,5*500 e 6*600.
Grande sortimento de lazinhas de gostos inteira-.
mente escosseses, pelos prices do 2, i40, IIQ e
iU) rs. ; s6.se vends poder.se ha acreditar.
Daptis,ta, lisas e com flores, fazenda que sem-
pre.cnstou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo1
preco de 320 m., para acabar.
Ditas unas, padroes matisados, a 400 e 410 rs.
0 coya 0,
Cretono francezJ escuros e claros, os mais no-
vos que tem vindo ao mercado, a 480 e 500 rs. 0
covado.
Apcdveiiem emiquanto nao se acabam.chapeos de
so! de seda trangada (paragom) 12 hasteas, iuglezes
superiores, pelo insignificante preco de 8 e'9* ;
sempre vendemos por 14*000.
Ditos para senhora, demerine, a 3* e 3*500.-
Ditos do seda, cabo de osso a 4*000, e pechin-
cba.
Ditos de alpaca de cores, fcrrados. com seda,
e 0 cabo fingindo bengala, 0 mais modorno que
ha, a 1*500 e 2* I
Sortimento de cnitas claras e escuras, boa fa-
Izenda, para acabar, a 240 e 280 rs. 0 covado.
Popelina de linho e algodao, gostos inteiramente
novos e de c6res bonitas a 800 rs. 0 covado, sem-
pre eustou IJ400.
Camisas de cretone, fraacezas, moderaas e su-
periores a 3* e.3*goa k[ este. grande estabelecimentp.. taro,eher
n!!f= ^?nn*^a?iJrf50?-.n^ ad0' um bom sortimento de" machinas para
^to^^pti^.Sim*^". detodososautores mais acreSta-
dnzia. j dos ullimamente na Europa, cujas machinaa
Ditas felpudas a 7*. 7*300 e 8*000. so garantidas por um anno, e tendo um
Esguiao com JC jardas, pelo pre^o de 4*500 ; e, pafJeUo artista, para_enwnar.a* mesmaa, em
ac3mbraiase ViSoria e transparente, fazenda fina,! &&* Pf# ** cidade, como bem as-
a 3*300. 3*800, 4*000 e 5* a peca. sjift.concerta-Jas, pelo.tempq tamLem d um
Lengta da cambraia com barra de cor, .a 1*. ei. anno sem despeDdio algnm do comprador.
IfOVIDADE
liqnida^o de
Una do Iiitrameoto 11. 30.
Lazinhas do bonitos; padroes de 160 a 240 rs
Ipacas de todas a?, c.res e boa fazenda a -10 e 400
0 covado; cbitas escuras e claras a 2i0 rs .
^aptistas modernas a 280 rs.; precales fioas a 320
.; rni'iins de todas as cores e de boa qualidade
210, 280 e 320 rs.; cambraia de cores a 240 rs.
covado ; chapeos de velludo e pallia para senbo-
jja a 4* I vestidos para menino se bapti:ar a 5*
uuscebpa de cor muito boa fazenda a 280 rs.;
hi las roxijS a 200 rs.; ditas pretas a 200 rs.; ma-
t apolio a 4*,- 5*500, 5*800 e 6* a peca ; dito
I -ancez a *, 6* e 6*500 ; algodao a 2*300, 4*,
' *o00,.3 e iiiSSCO a peca; toalhas para rosto a
60 rs- ou i* a duzja ; diias felpudas flnas a 800
is. cada uma; cortes de casemira a 4*500; ditos
(e brim branco e de cores a 800 rs., 1* e 1*500
r itos de brim de linho brancos e de cdres a 2*;
Igodao azul a 5* a peca, com 41 e 42 jardas! I
( amasco de la com duas largura? a I* 0 covado !
;n^os de cassa pequenos a 700 rs. a duzia !! da-
z a de lencos de linho.
I
KM NffiRril
em camisas de liuho.
Vende-se camisas inglezas de linhs, msnu li-
nas, para homem, pelo baratissimo preea de 3
a duzia ; quem duvidar venba ver e oaaprar 1
na rua do Duque de Caxias n. 88, loja de Be-
metriu Baslos.
Wll.-ou ftuwe & L. veudem no see. araaata
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro p.inno de algodao azul amenetK.
Excellente lio de >ela.
Cognac de 1* quaiidr.de
Vini.o de Bordeaux.
Carvao de Pcdra de todas as qualidades
Vende se, ou troea-se por casas na ti.>i-\wt
ou aluga-se um sitio na Capunga, rua da Venaoca.
n. 20, com 150 palmos de frente e mais 4?. 109 de
fundo, com boa ca>a, cacimba, cocbeira, Kritwt,
etc., todo murado, com portao d ferro ua Wmle:
a tiatar na rua V".Iha n. tot
CHA
Verde e preto superior.
Preto a 3*000 0 1/2 kilo.
Verde a 3*500 0 i/i kilo.
Xa rua do Marquez de Olinda a. 91
antiga da Cadcia ).
Vendem
Wilson, Rowe & 0.
Em seu armazem a rua do frapicne it, c **-
guinte :
Algodao azul americaao.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as ^alidade*.
Tudo muito barato.
CALC.4N m\
rr-
8 -RUA DO BARAO DA V CTOliU h
Vi-mlrnt Lyra 8c Vlanna os soguiMw ctf-
com uma bonita caixinha ca".09
or '2*508 11 cambria branca fina a 3*, 4* e
*oO0 a peca; hatuburgo proprio para toalhas,
1 mcoes e ceroulas a 360 rs. a vara algodao azul
m;s,cIado proprio para escravos a 160 rs. o cc-
vjada; coletes de casemira preta e de cor a 2*500 !
citos de brim de cor a 2*;dncos brancos a
I *6G0 a duzia ; meias flnas para senhora a 4* ;
outros muitos artigos a vontade do comprador.
Che^ueiu auti-N |U- se acabe.
ia do-
mestica

Na rua Primeiro de Margo n. 1.
Qonfrante ao arco de Santo Antonio, loja de
Agostinho Perreira da Silva Leal i C.
Laozinhas, gosto e.-cossez, padroes inteiramente
qovos, pelo diminuto prego de 200, 240 e260 reis
eoyado.
Baptistas lisas, finas, e de cores a 320, 400 e
4 i0 re"is o covado, isto so se vendo I
Chapeos de sol de seda, para homens, ioglezes
(iaragon) e com ii hastes, pek preco de 8* e 9*,
f zenda esta que sempre custou 14*, s6 para
a :abar.
I*a rua Priraerro de Marco n, \.
Leja do barateiro.
Sapatos de transa marca tdiave* finos. dizia
16*000.
Ditos de di'a, .dem, idem, idem par l*9QO.
Ditf5s de casimira preta, para home, dstu*
MfWD.
Ditos de dita, idem, idem, idem, par U>iOO.
Focos de cores para meninoa, 20 a 31. par 2* *
4*5.00.
Botinas cordovao de Polak. para homem a Mf.
Ditas de liezerro i icnv, idem, idi'm 10*.
DiIao do varfucta por* iuou.uo a UJ C f.
Ditas ingiczas, klani, idem, 5* e 6*.
Ditos gaspiados para setlhon 4* n Si.
Chiqurros inglezes para erianca a 3* a HSOd.
Ao barateiro
Grande liquidacao de camisas inglezas,
l cezas e suissaa, de todas as qualidades
a 15*, 17$ e 18* -
ft do Itarjkt) da Victoria n. 22,
0^
GitfueJro Viauna.
Faiiiilia de mandioca
DE
PORTO
frao-
s e gostii;
a duzia 1 E* para adf:rar.
Sortimento complete de camisas de linho, coat
, pequenos defeitr><, por lao pouco diniiiri I t
i Faz se mister virem apreoiar o graudi? queima
a ellas a ellas.
r Chap6os de sol de sda para sen* oras, a 3* 1
dar-se ha o caso qne nao acrsditem r
Metins franceaes, escuros, traasado, a 240 ti'u
o covado; estamos acabando, eUmM faieaAt
grande abatimento.
So na rua Primeiro de 'Marco n. I, n> Birt-
teiro.
VBUA8H IWOmKH^
0 INEXMGUIVEL
'6e superior qualidade e muito nova, chegada
lo ultimo cavio : vende-se a rua do Brum n. 92,
a maiem de assucar.
S(
c
om avaria
4*0^)0^ 4J500 e 5*500
Madapoldes.coiu to^ue.de avaria, por muito ba-
) preco, em vista da qualidade ; assim como
is de la avariadas a 4* quem pretender, ande
li^eiro a rua da Imperatriz n. 60, para nao ter de
arrepender.
celebr
Florid
rite
siias
brancos a 2*.
Diios de linho, abanhados a 3*600 e 3*8,00
duzia. ^
Grande sortimento de briasJe tores,- .padroes
proprias para mecinos de esjola.a A4D e oOO ra.
o covado.
??$$&?* wnhora,.flretM e de cores,.por Mijoualrmir
e 4*500; Isto portermos grande iquantifia^e,
i Neste e&tabeiecimw^)jta^njjpm,ha ^flrtencas
a-;p**a*s,;mesmftS,m^ ^ quer pe^a que seja necessajifl,, tstas riuj-
clii(C
urae,
a^ti;al^ll).am com tod* a.perfeisao da
ia, nar para nao massar^ nossos frejueies ; mas que
4vwt*-dell3-esla# prawntec.
Dao-se amostras.
So o barateiro quer queima^ .
Para rival nao enebntrar. '
A' rua Primeiro de Marco nv i; antMa do "Cres-
po, de Agostioba Prrei: da ^ilva. 'ak *\\ ^.
KjriiH
E.V.
annas dos meflior*es odores, dos mais ararhalfife
fabrieanWs, LouWn; PfVef; Soeledade Hygtenlea.
Coudray, Gosnei e Bimel ; sao indispensaveis para
a iaata.
Satis bordadas para seahora, por commodo
preco.
Sapatinhos de li e de setim bordados .para bap-
iisados.
Tapetes. Becebeu a Pre^ilecta um bonito .sorti-
mento de fliversos tamanhos, tanto para sofa co-
i mo para entrada de salas.
J Vestimentas para, baptisade o iqtte-tla de meihoi
, gosto a os mais asoderso s reeebeu ai'redilacta
de or ante preco, para dear ao alcance
r Tnalquer bolsa.
~ua do Gabngdn. 1
flfceste.'projo.' | pregos s5o da seg;u(itequajidaae; oara, .ti#4
braroante At liuho, duas largiras, peio, brto .balhar a mao Je 3Q"O00, 4QCC00, 45$000
preco de 1*200 a vara, e smbw^WW |0ar- e SpJJ000,?jDarA trebalh^r com o p6 sao d^
i^o^ooo, woyooo, i50)jooo, aQowjpi^e
%$%Q,P<)rieinyPftDp, aos^ulftjes nj&tik al-,
tej;j|faof di; ifeebs ,eog,pp,m,praa>r6 ,poderlo
visitar este estabe^cjmersto, q^e, muito de-
verSo sostar pela variedade de objector que
ba seMpre'pararender, como sejam j eadei
rw fm% rtegeoa, malas para viaferm, eadei-*
ranpiara ala, ditw dc balawoo, ditae pan
crian^* (aitas), diJat.para eaoclWy oaaturai-
ras riquissimai, para fenbora, deSiDNmreis
pra-CTia^fB*, de tods as qoalidadw, eamas
de ferro para-bomera e'^rianr^*, capaetos,
espelhos dourados para sala, grandee, a pe-
quenos, BppWNilbw d metal pars oM, fa-
queiros com cabo de metal e de' martin.
ditos arttls^*^ colhefes de meta! lino,eondiei-
ros-pWa'1 s%?a, jsrYosv gtiardapeonakie* 4ej
rame, tampas para cobrir pwtos, eeteirw
para forrar salas, lavatories complotbfe, ditos
simples, objectos para toilette, e SutrWJ^wiB-
6W DE JAYA
confeitaria do
esJranfw^o.
que de Caxias n. 59
primeiro anda'r, ac'iba'r,fle' receber um completo
sortimento de cal^aW* esf^trrrgeirbs para BMheW
SOHhpra, vindo entre eMes cm lindo sortimento de
elegantes chiqnitos, sapatinhos e botinas para
criancas, qua tudo. vende por precos razoaveis.
Ultima1 moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 48, re- Jtos artigos que vmto d^vem f ?adft a todos
cebea um lindo sortiwento de piaoa ds gnipuref q;Jtit#flo esle.grande estabelecanento
fualidale aprc(prw** "*^ <** **W'"* *be0 49Mje as 6 feow 4* naa-
-------j-:------------------------- .ir,,,r, ** at*a** iwras, d*. jm*>h
As umcas Veidadtr5!jin- JSar d-Builo>b Victoria a.
Bfclras hamburgawa? rrnc vem a asteffleVearfr'-! or), '
rue ilarquez de ulmda n. 51 I --^.
0 unico verdadeiro ren-
do-se na
Campos
If.- .mpcradttT 2t
Por todos" os vapores r^-
eebe-se novaremes&af,
fere^pnovoe I
Milho peqjieBq
Da memor qualidade no armazem de! farinna
idttrtgo de 'ftoso Irmarte <6'C, ml praa do caes
dp Apollo^_____________________
Se^olas al^OOO
no acmazim da rua da Madre de
cent
Jl6.
ento
50 por cento menos
3o valor
Frederico Pinto & C, tendo acabai* com a oB-
cina de alfaiate, tem um grande sortimento de
caixas de casemira de cor, brim branco n. 6, e de
lint
ifjno dt cor, colletes de casemira, gorgorao, brim
(*wnoo e ae'cdr, fraques de panno, casemira, me-
rioo e alpacao ; tudo obras de eacomraenda, as
qyaes veudem a dinh-iro com 50 por 0(9 raenoa
do ensto: na rua do Marquez de Olinda n. 40,
fcja- __________r___________________
Vende-se cebola do Rio Grande,[muito boa,
ceyada e camarao secco.:
rua de Pedro Affocso.
no armazem n 10, na
mfjKm
DE
Ml RH41 (t Ll\ Jl\.
Uma pura dishllacio das sum j-acas A..
rca dos tropicos. Contem, para assim oi-
zer, quasi o oddr odorifero das flores dk>
tropico da America, esua fragancia e qua*
inexhausta ainda imka per coiitiouadi
e/aporacao e diffusto. M'este r.-speito 4
i .icomparavel a quajquer outro ifribme
qne ha de venda para :
DESMAIQS, ATAQUK NERVOSOS, iOii
r)E O.BKA, pBMUDJkDE E
ffftTERrCO?.
E um certo e ligeiro aliivio, Cum o booi
in, tem conservado sua influencia para
cima de vinieieiciqco, aonoa sobre todos oi
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
idexico, Amcricn CentnJ, e do Sul e n&i
com toda n confianca o recommoodamon
como um artigo, peio seu aroma muito de-
licada, riqaeaada odor e permaneecia, air
pode set igaakda. Tambem faz remover
dnjpaila:
,4swaiia%8, EAWOLAS,
yi'EllllhiS DO SOL,
1 SsUkfiDfcSi* BORBULHAS.
Smdoredaida cose atraa, se torn* omii
excellente mistura para banhar pain,
daado um aroaeado e efir clara a oomplei-
(ao nublada, send* applicada depoie my
r^arbear, evil* aisrnkaei* qne ferabOBflti
occorre, asswa cbois*>bem garganteande-
se, o obeiro do cigar#o. desapparece, e me-
lbora a condi^ia.. dos dentes e gengivac.
Como ba muitas iraitocobs, as, quaes nas
possuem nenbumas d'estas prophedasVs.
deve-se tomar cuidado e contar someole o
o famoso perfume e cesmetico do sul da
America, cham
ACU FLOHUBA
DE
uiiinvv m, hwmjkx.
So acha a venda em todos" odroga
ptrfumari as da moda.

*


vt
8
3iario de Pemamboco Tertja feira 12 de Maio de IWi
__.______..__ ________^^ ^^^^^^ ________ ^____
T----If-" --------------1

I *
YARIEMDE
mnum*
PROCLAMAgAO DO P*EM01'.NTR DA COMFEDK-
RACAO.
( Concluslo.)
Ascutras partes do direito, isto e, as
quo est&o em relacio mais intiina con os
interesses pessoees e loceos, ficam inheren-
tes is attribui<;oes da legislacao cantonal,
codjo no caso de lodo o direito penal, do
d;reito do successao, do direito m tri noniel
e do direito hypothecarii, ne eccepcAo res-
trict i da palavra.
< Depois de haver cedido i confederacao
attribuicdes soberanas tao importantes. jul-
gou-se conveuiente reservar ao povo certa
part cipa^ao era materia de legislacao fede-
ral, e garantir o direito do veto a um nu-
rnero deterininado deudadaos ou de can-
toes.
Uma disposicao delta genero era ou-
trosira motivade pela 'circurast ncia de
que a raaior parte dos caotdes ja* admittiram
sjb uma ou outra forma, en gra*o raaior ou
menor, a participacAo direota do povo na le-
gislacao.
Mencionaremos ainda as cond!<;des no-
vas o raais importantes reft ridas ao tribu-
nal federal; a sua esphera de acc^o foi no-
.tavelmeute ampliada : couhecera* de grande
nunaero de questoes, ate* agora deferidas a
autoridades politics, contra os verdadeiros
principios de direito pubiico.
Quanto aos direitos individuaes, impor-
teva sobre tudo regular por theor mais con-
forme a equidade os dos cidadaos estabe-
lccidos.
Nao ha menos de 300,000 cid.daos
suissos dom'ciliadjs e exercendo profissao
fora dosseus cantoes de origem.
Esta classe de cidadaos tem jus a tanto
maior deferencia quanto se tortia cada dia
mais impossivel, racas i facilidade crescen-
te das relacoes, encurralar os individuos
n'um ospaco re tricto. C-xavem, por outro
lado, tanto pelo menos quanto se puder
realisarsem prejuizo de direitos consagra-
dos, conceder a quern supports todus os en-
cargo* ite cidadao direitos mais latos do qne
os qiifidesfructaram ate agora os suissos do-
raiciliados em certos cantdes.
Os artigos confessionals formam um
grupe da mais elevada importancia.
O primeiro principio estabelecido e o
da plena e inteira liberdade de creoca e de
cons jiencia.
a Em assumptos concernen es ao que te-
mos de mais inlimo e de muis caro em de-
manda do inGnito, o homein entrado na
idade da razao deve ser isento do qualquer
pressao externa ; nao de-pen Je a tal respei-
to s-na) de Deus e da sua cousciencia.
Por conseguinte, o dever do estado e pro-
teger cada um dos seus mombros a erca de
qualquer attentado contra esse direito sagra-
do : o nao tolerar que qualquer corporacao
religiosa, prevalecendo-se da supremecie
que a si propria se arroga, opponha os seus
dogmas e os seus decretos particulares as leis
do estsdo, reivindique prerogativas e pre-
tenda exercer autoridade.
Semelbante regimen conduziria directa-
mente i anarchia.; tornma impossivel a or-
ganisacao da socipdade segundo as ideis
moderd s, e'levaria a conse jueucias em con-
tradicao com toda a 110580 justa do estado
e de suas altribuicpes.
1 Nada mais e mister expender para de-
monstrar quao destltuidas ae fuiuiauiontu
s3o as apprehensdes yerdadeiras ou suppos-
tas. acerca c!e certa edesigned* communhSo
religiosa, que se enculca ameacada pelo no-
\o projecto de constiiuicao.
Nos estados racionairaente orgenisadps,
todas as communhdesreligiosas gozam de li-
berdade absoluta, em quanto ella reconhe-
ce e respeita direitos iguaes de qualquer
outra communhao religiosa, e se sujeita
a jurisdiccao do estado, que tudo compre
hende em si, penetrando e pr tegendo todas
as relacOes da vida social.
Mencionemosem fim os novos poderes,
que o projecto attribue i confederacao rpaa
applxar a sua solicitude aos interesses intel-
lectuaes de ordem superior, favorecendo-os
quanto possivel.
A confederacy devera fiscalisar, entre
outras cousas, para que em todos os cantoes
seja dada a juventude, sob direcgio exclosi-
va da autoridade civil, uma inslruccao sufli-
ciente, obrigatoria, gratuita.
Assim as gera^oes novas receberao uma
educacfio apropriada i tarefa que as aguar-
da; e 0 filho de pobre, assim corao 0 do
rico, terao meio de orientar-se em meio das
difficuldades crescontes da vida, prucurando
crear-se uma condicao honrosa.
Fidis e caros confederados. N4o dissi-
raulamos que a par de vantagens incontes-
taveis que 0 projecto que vos submettemos
encerra, p6de tambem ter os seus inconve-
nientes.
a Nao pretendemoa haver attingindo em
tudo as aspira^oes do pair.
A nossa obra, bem o sabemoi, tem 0 longitude, que ligard ambas as ribeiras do
cunho de todas as obras huraanas. Firth pf Tay a algomas oenlenas de metros
c AJguns intenderao que se impozerara acim jas agms de Dundee,
limits ioui restrictos i esphera das attribui- Ksu ponte co sis ki im 89 treos, dos
;6es fedaraes ; outro* julgarao, ao contrario, quaes 14 terao 60 metro* de abertura. 'Oi
que jd se excederam os 'imites do que e" pilares consirtem em caixoes cylindricos
compatirel com a essencia do estado fedora- cheios de rijolo. A' parte as correntei e as
1 vo- tempestades que interrorapera algumas ve-
Mas, todos convirao, em qua fomos zes os trabalhos, os engenheiros nao encon
fie'is ao priucipio de franca conciUacao e de traram diffiauldalestxcessivas nos alicerces,
patriotica abnega^Io, 0 qual >6 pedia, era porque a rocha firme acha-se a pouca pro-
vista de tantos interesses contrarios ou di- fundidade >1 > leito do rio, e 0 fundo d'este
vergentes, ultimar convenientemente tao ar- n3o excede d-i 7,SO metro1* nas mares mais
dua tarefa. baixas. 0 tabdeiro e formado por uma
Reconhecereis, tambem, qua o projec- viga tubular, segundo o bem conhecklo
to encerra grande copia de germens fecun- modelo applicado em toda a parte aos gran
dos, que desabrochadus por uma politica -les arcos.
sensata e prudenti, produzirio boos fructos 0 t.iboleiro tem uma dupla pendente ate*
e 'jue imprime o impulso proprio a f.rr;as ao centro, de 2 e meio millimetros por um
latentes ate aqui para que se tornem novas lado e de 12 millimetros pelo ouiro, de
origens do prosperidade public*. sorte que 0 pun to maia aUo esta a 98 me-
Reconbeoemos, em.'im, que trabalha- !tros, sol>re as 88uas d* ma'?r praiamar.
mos lealmente para erigir um ediQcio, onde,' **' Uin" d'8 $aK extremidades e a 600
nao escasseando a bda voolade, as 22 pe^ nelros d longitude, a ponto descreve uma
quenas fnmilias que formam a grande fami- corvade cerca do 90 grdos, aflm de ligar-
lia helvetica p*ode 11 river em boa tiarmooia K com camho de ferro trajdo no litto-
uaias a par de o*!ras, prestando-sea poio e ra'*
Adamson, que tornou coubeeia.s estds ar-
vores na Europe, calculou que muhiiS del-
las duveriam tor mais de seis mil andos de
existeDcia If l J
auxilio, "percorrendo com suce'esso, 'assim Entram na construegSo d'esta grandiosa
como outras o.icttes, a via da civilisacao, lobra 6^.00 tone?8d de ferro, 2,S>50 rae-
lim enmmum d huinauidade. itros c'cos de tijolo e 8,000 metros cubi-
Felizes nos cvnsidemmos, porque ainda eGS "Jra- Os arreraatantos tomara:o
a obra- por sua conta pela somma de 1,000'
contos dw feis e esta* obrigados a conctui-Ia
no presenw anno.
Como se ve, attendeado aoseu tamaubo
excepeioual, esta ponte ab-orve poucos ma-
teriaes- e {fica muito b;irata, circumstanci.t
que de eerto constitue o sou principal rae-
rito.
de-ta vez a nova tarefa- pode ser de todos 1
os pontoseinauagao nossa", e porque. isen-i
tos di; quelqnur mAieoeia exterua, s6 eon-
sultamos os nossos inttiresse*, as nossos pre-
cisdes.
Felizes se soubf rmos bojp attender &
voz da experiuocia, a voz que iusta para
collocacao tutelar de s di-ias insrituicoes ceustitucio-
naes. O horisonte nao esta isento-de nu-
vens : as graudes quest6es sociae* surgem
mais uumerosas e mais instautes do- que
nuncii ; acolhamos tudo o que pode rea-
nimar e fortiticar a cunfianca publioa.
Foi dominada poresses-sentime>Cosque
a assemblea federal adoptoiv, a 31 de jenei-
ro, por grande maioria, o projecto qae nos
incumbiode submetter a vossa sancgitrso-
berana.
Pelo que nos diz respeitoj-partilbaraos
AG8ICULT08A.
sem reserva as opiuioes dos represuntantes
que honrastes com a vossa co&uanca, e nao
hesitamos e;n exhortarvos com plena eon-
vicca 1 a dar-lhe o vossj assentunento.
Declaramos outrosirn com toda a fran-
queza, que uma nova r*jeicao seria a nosso
veruma calamidade publica para a Suissa,
calaraidade que so pode ser desviada se ea-
da ci la la j fizer no altar da patria o sacri-
ficio de opiuioes ou de interesses>particuta-
res, cnsontindo em prestar-se it necessida
de de ordem superior. Chego o moraenr-
to, todos 0 sentem, de encerrar a quadra
de agitacao destes ultiraos annos> de volver
a senda do progresso continuo e-pacifico.
>>!!
Esta arvoredo genero da famiiia dos mal-
vaeeas e habitante d,s ivgidds intertropieaes
da Africa.
' a Baobab^ a mais vdlumosa das arvores-.
E' entre 03 regetaes o que e 0? elephante
entre os quadrupedesi e-a baleia entre os-
peixeSi
Seu tronco noseelev a mais de vinte-
e sett- a triuta pataoos palmos-; mas em com-
pensagSo adquire- um diametro proiiigioso,
o esteade em torn de si sens ramos-verdes
uma diatancia
muito consideravel:
Sua eircurafereneia excede muitas vezes
de cento e vinte a cento e trinta e cineo pal-
mos ; e seus ramos, que teem 0 volume das
arvores, estendem-se em comprimento-tal,
que no seu maior desenvolvimento exsedem
a cento e-sessenta palmos.
Como seu peso eftorme os- faz inciinar ate
tocar o s<5k>, uma so-'-dessas arrores ofSrece
uma- impooente massa de verdure, 4'som-
Preparai-vos, pois, Geis e eharos con- bra do qual encootram os afneanos abiigo
federaJos, coin coragem e confiao^a ; aper- 1
cebei-vos com sentiinento de oletailo patrio-
tbmo para o dia que tem de resolrer a mag- 'seus ramos,.pois que descobrem-se os-ves-
na questao inaugurandoera lov veplota da ttgios deltas a trinta passos do tronca>.que
contra os ardores do um sot abrasador:
Suas raizes nao sao menos- extensas> que
esperaagas e prom ssas.
a Em momento tuo solemn^ iucambo
a cada cidadao nao attender senao aVvoa da
cousciencia, e s6 deixar-se puiar por um
e unico pensamento: o de trabalhar para-\
honra e ventara da palria commum, a/as-
Lando quanto />^a prejudical-a, earn fide-
lidade esem fraude, tuo certo eouu> que Deus 0 ajude
u Confiamos na doce esperanca. de que
no grande Llvro dos auuaoa da husm Oonfa-
der;n;ao Suissa, antiga, mas tejuvenescida,
a hisloria inscreverd a data de 19: de abri!
de 1874 como a de um dia propicio, dequa
nossos netos se recordarao com amor e re-
conhecimeuto.
Se o projecto, que vos a- submettido,
obliver do povo e dos cantoes. 0 acolhiman-
to, que lt-10 appetecemos, formamos acerca
delle 0 voto que saudou a inaugurate* da
constitui^o actual: Possa 0 arbitro do
den tit m dos povos fazer da- nova lei funda-
mental do nosso paiz umafonte pereimadt
benfdos para nossos frfho&e netos.
a Berne, 23 de marco de 1874.Em-no-
me do conselho federal suisso, 0 presidente
da ConfederagSo, Scheuck. 0 chancbeller
da Confederacao, Schiess.
PON EL COLOSSAL. Na Escocia, esta-se
construindo uma ponte colossal, a maior
que ate agora se tem construido no ruun-
do.
As costas da Escocia estio cortadas por
bahias profundas e embocaducas de rios. a
que alii chamam Firths. Dundee, ctdade
manufactureira de 120:008 habrtantes e
porto de mar importante, esta situada na
ribeira norte de Firth of Tay. Os carvoes
do condado de Fife nao podera chegar a
cidade senao por meio de um trasbordo
para atravessar o rio, ou em c&mjnho de
ferro, havendo alem d'isso aotros inconre-
nientes que diihcultam o transito. Isto
remedeia^se actualraente por meio da cons-
truct de uma ponte da 3;,096 metros de
De maneira qua 0 viajante que descanfa
i sombre de alguns dosses gigantas da vo-
geiajao, pole imagiaer com alguma vera-
semelbanca, j^ue essa mesma arvore servio
de abngo aos antepassados dos povos, de
qi.e faz mencao a historia, como aos coio-
panheiros de Carthegines Ratihon.
Dizem que a veihice dos B tobabs os tor-
na respeitaveis entre os negros e tribus sel-
vjigens d'Africa, e que para honrar as virtu-
des de seus her6-s, dao pf sepulture a
seus corpos os troncos caveruosos destas ar-
vores, avoengas da fa in ilia vegetal.
Tivomos occasiao de obserjar de perto
uma desias arvores, que o acaso fez genni-J
nar e florescer na praia denom nadaPorto
de Gtflliubas110 termo de pojuca desta
province, out''ora porto de iesembarque
de sfricaous I
Parece, que a mao da Prov deucia, con:
duzindo uo-seio do afrioanu a semeute, de
que gurminoo esta arvore, in;Lutou alii o
9 gnal mdelevet deuuelle-traftco deshumeno I
Nao obstante as tentjftras da deslrui^ao,
este symbolo portentoso da craaydo, tendo
atravessado ma de meio- secdJo, eleva ca-
da dia seu fronte altive como um protesto
rivo e elerno contra- a violencia A liberdede I
A esfmfflB nossos actualraente existem al-
gu-uas- destas arvores-plantadas em algatnas
pro^rk-lades particu-fares nesta provincial
- 0 eeiniferio publieo*, o jardim do palaeio
de presi-lencia e o jardim do Campo da*
Princea'as-ja possuem elgumas anvores desflr
especie^
Em nossa- bumilde opiniaa converia o
desenvol vimento do plantto dessas em nossos
sertoes, pois sua sombra- salutar e benefica
abriga aaipara o gado dos-rigores do-sol;
e seu: raines- sempre verrtes fornecem-lhes
no rapo de soeea abundbnte |e sucoalenta
iilimoutacao^
Alam disto,. ao passo pie sua espessa e
fresca folhageoi' altrahe a chuvas; suas
raizes longase-sempre aqadsas, internan-
do-se im> solo, contribuoin poderosameote
ipara sua fertilidede.
EntrKtanto adraira, que uma arvorede
propriedades e propor^oes tioextraordina
rias naotenha madeira de natureza, qoe
se prestr a construcjao;
Cremos-preitar om. servicj a paiz, fazen-
do conbeoida essa arroce extraordinaria.
Ja te.nos enviaio sementes p;raoslug-
res do centroj ond teuios ainigos; e con*
servamos em nosso poder muitas-sumentes
para dislribuir co:n nos quizerem auxiliar n'esse intonto.-
Reofe, 28 de aorivde 1874.
F. A'. C.

se torna depois de seu maior desenvolvi-
tnento todo ro Jeado de coutos, que formam
repertimentos reguleres>
Cresce mui rapidamente nos primeiros
annos, toraando es mais tarde muito lento
o seu desenvoUimento.
0 Baobab, para chegar a grossura, que
temos uotado, deve ter atravessado um pe-
riodo de alguns milboes de-annos.
Seus fruetos sao- umas grandes nozes de
dous a. toc palmns. do coooprimou*o o do
tros a quatro poUegadas de diametro, co-
bertos de uma casca de tal rigezay como a
do coco, o que os-torna difficil.de abrir, e-|
sao extemmntnte omados de um. pello par-
do escuro.
Estesiructos, quaes enormes pingentes,
seemblam suspensos daquelles-gigantescos
ramos em.cordasde mais de vara e raeia
de esiensao, excessivamente facias, offere-
cendo-a vista do obsenrador umespectacu-
lo magico e encantader.
A polpa do seus fructos e uma massa sec-
ca e compacta, de uma cdr de rosa clara,
suavemente- aromatisada, cobrindo milbares
de sementes de forma de urafeijao ordiuario.
Esta. pdipa se preeta a diversos usos do-
mesticoseomosejam; xarope.que seasseme-
lha, de um mode a se confuudir com o
xarope de tamarindo ; delle se faz doce de
um aspecto agradavel egosto singular; coiv
fecciona-se molho para a mesa tambem,
corao o melhor niolho inglez; fabrica-se
farinha, ainda que um pouco acida & mas
que sepresta vanujosamente a diveisos-inis-
teres culinarios.
Essa massa se conserve perfeita dentro
dos casulos epOr muitos annos, e par i3So
ainda se torna vantajosa para sorvete e toda
a especie de refrescos nas est i^ues em que
n8o ha fructas de outras qualidades.
As folhas e sementes desta arvore prestam
importantes contingentes a natural arte cu-
linaria africana.
Attribne-se-lhes importantes propriedades
mediciriees.
'I'fTERATURA.
IS.wforui eleilorafj
IDEAS- CAPITACS DO PROJECTO AWIESKNTAD*;
AO- PAIiUAME-NTO.
I
EsU o parleraento a abrir-:
Dos variados assumptos que nataralraente
vau attrahir a sua atten<;ao nenhum a sol-ci-
ta com melhor direito que a retdrmaeleito-
ral. Maioria.e minoria devern sentir-se rx>
mesmo grao intoressadas era qoe-omais im-
FOLHETIH.
LUCSECIA BOa.IA
1M0RIAS OE SATANAZ
POR
'.. Haaoel FcruandezjGonittlez
QUINTA PARTE
LEONOEl
TContinuecio don. 115)
XX
I.E COMO MICHELOTTO NAO BESCANCAVA.
Apezar de todo 0 rigor com que ogr3o-
duque instigou os magistrados da justica,
n3o foi possivel descobrir 0 lugar onde se
occultava Paulo de Arnesleville.
Esse segrcdo era unicamente sabido de
Lucrecia e de Micheiotto, qae se guarda-
vam bfm de 0 revellar.
Havia dous en tos quo se desesperavam
com 0 desapperecimento de Paulo.
Esses dons entes eram dues mulberes
enamoradas ; ucecia e Leonor.
Lucrecia sabia onde estava Paulo ; Leo-
nor ignorava-o completainente.
Sabia que Paulo matern o cavalheiro Rei-
naldo Albini, 0 que casara com a lilba
d'elle, a qu>-m matara tambem.
Assim lh'o dissere, pelo ter ouvido di-
zer, 0 esbirro com quern Leonor havia fu-
gido.
Expliquemo-nos.
Para seguir uns personagens, tivemos de
abandonar outros. Por is
dizer ainda que Leonor :inha fcgi '0 com
parcial e escrupuloso exame 6restda i ele-
boraQao deuma nova-lei que, coctando com
resoluta suiceridade por tudo isu> que co~
uljooomoj da aluKiii, dos, a falsearem a ropresnta^at) nacionat,
reivindiqut; para o systema representative-os
seus legitimos f6ros- de verdada+ro governo
de opinJao.
Cine lenta aim ,'sde aprend/^agem poliktca
nao podiam correr debalde 1 para- am povo
livre. A, posse de uma graade- somma de
liberdades desaGa a naturaussima ambkao
de as ver cercadas-por taes garantias que as
presepvom e resguardem del toda sorte de
dospotismo. 0 povo que selhabituoua ser
livre seute um dia e necessidade de assegu-
rar, a si mesmo 0 gozu da liberdade. Amau-
do o facto elle acabe pon amar o direito.
Ura, e somente por uma activa iiitu-venrao
na. constituicao do governo quu 0 supremo
direito da libsrdadeseaiSj'ma, e a si proprio
se defende.
Uma cousa e ser livne, disse-o publiceta
de note, outra e muito diverse e nao peder
deixar des^-lo. Qpcimeiro resultado,pode
nao dependcr da vunlade da nacao ; 0 se-
gundo, poreui, depende vu-lualmeate do
raodo pelo qual a poder e constituido. E'
livre 0 povo que o e, mas sdaquelle que faa
0 governo p6dejulgar-se a abrigo das usur-
pacoes a liberdade.
Culpa de governautes e goveruados, col-
laboragao cousciente ou insciente de todos os
partidos, o certo e quo, por accordo uuani-
me de todos dies, o mechanismo eleitoral
do Brasil ja nao pode eonvir e um povo
que, tendo por si meio seculo de experieucia
de governo representative, aprendeu a ava-
liar devidamente quanto de excellencies en-
um dos bravi que serviam Micheiotto, da
case de campo para onde Micheiotto se ha-
via raudado, depois de ter incendiado a
quirite que tinha arrendado.
Micheiotto excitara Leonor a fugir.
Nicoiao Aaetto, um dos seus esbirros de
mais confianQa, dissera-lhe varias vezes qua
Leonor pretendia corrompe-lo com dadivis
para que fosse espiar um certo mancobo.
N3o to deixes corromper, que nao
convdm, dizia-lhe Micheiotto.
Afinal um dia, disse lhe :
Deixa-te corromper.
A senbora encarregou-me que averi-
guasse qne dama visita 0 cavalleiro Paulo
de Arnesleville.
Pare isso nao teas muito que fazer
Fica sebendo que de noite visita 0 a gra-
duqueza no aposento que elle occupe no
palaeio ducal, e elle visita Branca Albini,
que e a dama mafe ff-rmesa de Ferrare,
entrando secretamente em casa d'ella por
am postigo do jardim. Invent* uma his-
t rie qualquer, e dize isto a Leonor porqoe
me convem que ella se irrite contra Paulo.
Tive projectos de os cesar, mas* mudei de
tencao porque 0 capitSo de Arnesteville e*
am miseravel.
NicoMo fiugio que se deixava seduzir por
Leonor, partio da quinta pela manha e rol
tou a tarde.
Entao que averiguou, Nicoiao ? dis-
se-lhe Le nor ; pode fallar sem receio,
mku pai nao esta em casa e minh 1 mSi esti
fazeudo as suas HcvocBm.
Tive quo valor-.n da -nagia, minba
senbo'a, 1 s^ondeu Nicoiao.
Da iiia.ii | Pvis lem, se ella serve
para 0 que -'esejo, que intporta !
N8o ha nada melhor ; fa^a a senhora
de conta que a gen'e interroga os mor-
tos.
Oh I rep'icou Leonor, defuntos que
nos revellam 0 que deseja'raos saber s8o
uns bons defuntos.
Fu{ a cidade velha, proseguio Nicoiao,
a casa de uma feiticeira famosa, que me-
dia nte ura ducado me prometteu aizer-me
tudo quanto eu dessjasse saber.
E que lhe disse ella ?
Beitou as cartas, e, depois de saber
que era uma dama enamorada quern alii me
manaava, disse:
Essa senhora tem nos seas amores
duas inimigas terriveis, uma 4 uma dama
muito poderosa e e casada.
- A grA-duqueza I murmurou Leonor.
A outra, continuou Nicoiao, pode ce-
sar com o homera amado,porque e solteire;
e a mulher mais formosi e mais rica de
Ferrara depois da gri-duqueza.
.. Brenca Albini 1 disse comsigo mesma
Leonor, tremendo de emocto.
E accrescentou :
E a feiticeira n3e (he pode dizer queiu
1 si* easts duas damas ?
1 Certaraente que sim; depois de mur-
murar umas palavras,que nao comprehend!,
' perguotou-me .:
i Qual quer ver primeiro, n casada 01
a solteira T
A casada, respondi eu.
I A feiticeira agitou a sua varinbe magica e
logovi apperecer diante de rain um vulto
qoe aev foi convertendo n'uma mulher mui-
to formofa e ricamente vestida, na qual
1 reconheci a grS-duqueza,
E a outra dama quem era ? pergun-
tou Leonor
D. Branca Albini, que, como bem
dizia a feiticeira, e a mulher mais forraosa
de Ferrara.
E, diga-me, Nicoiao, nao poderia vir
aqui essa feiticeira para eu lhe podtr fal-
lar T
Creio que se nao negara" a isso.
Pois bem, traga-m'a araanha ; esoon-
da-a perto d'aqui, e eu irei ve-la quando
meu pai tiver sahido.
NicoUo foi revellar tuda isto a Miche-
iotto que encolheu os hombros e lhe disse :
Nao procures nenhuma feiticeira por
que nao sera* preciso.
Cpmo q'uizer.
Avisa-rae, porera, de tudo quanto te
disser D. Leonor.
E*e)a descanga lo.
Nicollo'retiroa-se, e Afichelotto entrou
era casa gritando :
Vemts, preperem tudo que araanha
partiraos para Franca ; nao quero viver
mais tempo n'este maldito peiz.
Pois que, vamos para Franca ? disse
Toaetta.
Sim, para 0 nosso formoso palecio de
rua dos Petits-Champs ; precisaraos pensar
em casar a n^ss* tilhtl, e eu nBo quero
cas -la com inn itnliano.
I'ois iijio esiava combinado 0 seu ca-
samenlo com Pairlo t< disse ingenuamflute
Ton-tta.
Antes a queria morta, respondeu ir-
Viledo Micheiotto, Peulo e u:ii 1 bertino, um
miserevel.
Tu alimentas elgum pensamento mdo,
MicbeleUO, disse Tonetta, pronunciando
cerra um tal systems, mas ap mesmo tem-
po a quaes perigos pode expor uma pratica
menos sincere.
Tanto esta aspiracSoganudu terreno que
ja e licito accommetter de frente o proble-
raa da reforma eleitoral sem recorder n'um
prologo obrigado os vicios e defeitos que
mpl .rn.'iite a justifioam. ^-V
Nem falta ani quern se tenha encarregado
do, a proposito e sem elle, encarecer e re-
petir 0 quedetropelias eescandalos e itten-
adus teui sido pratica do' com uma atterre-
dora periodicidade por confiscar 0 veto na-
cionaf.
luutil tarefa seria hoje era dia repti-lo.
A necessidado de uma reforma eleitoral fez-
se uma dessas grandes aspiracOss nacionaes,
1 que governor e parlidos nao sao mesmo
(ivresde acudir 011 nao com rcmedio.. Par-
iido ou governo deste tempo, eserevemos
bus desJe muito, qae da reforma eleitoral
Iiao Gzesse a primeira de suas preoceupa-
6es, nada teria de conttnum com a optoiao.
- O gabiuete 7 de marce nao foi, porHaoto,
iuterprete deum partiJo, .nas 0 interprete
da socieJade ao ,-ujoitir ao parlainemto o
imp irtante projecto que 0 pviz con.ece.
Como quer que sejulgue das bases desee
projecto, dae novas ideas que a-nosso ver lbe
festinam u-.n lugar honroso entre as mais
iiobres tentativa* de regeneragao- do systema
epresentativo, das oomerosas providencias
1 om quo busca rodeiar de garanitaeo direito
'jo voto, na.) e* menos ver Jade qpe o seu
illustrado eutor, bem como 0 gabinete que
ibe aceitou a mais plena e honrosa-solida-
nedade, deixaram em relcvo nesse*a<;to o
; nais elevado in'.uito qpe amigi>s do systema
rcpresoiita-.ivo podem' afegar.
0 projecto que o pariamento vai sobmei-
t ;r a deli ta analyse, pareceri a alguns delti-
(ieute, a oulros imperfeUo em sua base.
I fas quantoe-o estudu-m sem a intencao pre-
concebidi delbe arguir defeitos capitaes-, e
mfaani em particular sMencao as condijfies
co-paiz qui a reforma nio-poderia perder de
Mistti nao se peousarao a rondtst-lDe horae-
1 agem como a um vasto piano-, sinceramen*
te c-meebido, e iiabilraenteTealisado.
Um dos vicios- mais geraltnente attribui*
i os ae nosso mechanismo- elehoral e 0 de
ual^eagoes. menos- verdadeiras-, N3o h-
s tbidanaente causa mais directe do descre-
1 ito em quo caaio 0 svsterna de-el".ico.-;s.
Base de todo o edifieio eleitoral como e a
qual fiuarao, facil-e-eomprebendereomo, de
lclusoes e exclusees in1evit!es; tent nasci-
; o uui grand ssrama de abusoe a detur-
rtarein a^fiel expfessao do vote popular.
A instabilidade las actuaes qaalifiica^oes e
1 m mil proclamado pela experieaeia. As
r rovidensias adoptadas- pelo projecto,. ligei-
ijamonte modiGca-ias pela comm-issao espe-
cial, ter.dem a cerca* este impertante acto
c o processo eleitoral as efficazes- garantias
contra ae-paixoes partidarias.
I Nao bestava, porem, ter atteudido-a esta
fjrimeira uecessidade. 0 arbilrio dae-naesas
parochiaes e outro- mal que uolorosaf expe-
riencie se encarregou de deixar emeviden-
cia. A pratica tem demonstrado cyie. no
geral deacasos, i:ao ha possivel triumpho
de uma opiniao quando a rnesa-panocnial
riao e poc ella.
j Ura grande nurnero de absleBcpes-procede
d'abi. Desde que a mesa parochial j.ulg 1
elm ultiau alcadaJa kteatidade des vetantes,
ada like e mais Tacit do que perlurbee a le-
gitimaexpressao do voto.
Este-arbilrio tem ebegado a.deterrainar
ejxclusoes em raessa, escandatosissirnae-subs-
t tuinlis, e o mais qua o paii saba oorapri-
c amente.
I A serie de medidas com que 0 illustrado
autoi- do projecto procurou remedier a este
grave mal poj si so.baslaria-pera melhorar
< onstderavelmenteo processo .eleitoraL
' No que respeita a incorapatibilidades, uma
spirar.ao duGnida dos par'iJos, o projecto
ttendeu, segundo as proprias palavras do
lustre S. ministro do imporio l1, ao
buso possivel-da autoridade, actuando so-
e eleigao em proveito. proprio;2, i
nveniencia. de ligar aos-seus empregos va-
ios funccionarios cuja for^a moral diminue
u perde sempre nas lutas da politica acti-
a ;3", A necessidade de arredar tode idee
ue debilite o apoio do- pariamento ao go-
erna.
Kites tres. iundameatos. explicam e justiG-
iara osyslema de mcompatibiudades adopta-
A intervencaodo poder judiciario para 0
onhecimento das irregularidades commetti-
as nas elei^oes das caraaras municipals e
uizes. de paz desarraa 0 governo de uma at-
ribui^ao com a qual eUe poderia exercer
ima efncaz influencia sobre a manifesia^ao
o voto popular.
Sobre este ponto disse 0 nobre ministro
fom uma honrosa suiceridade: A him da
garantia da imparcialidade que a raagis-
tratura deve offerecer aos partidoSje obvie
e evi lento a conveniencia de tirar-se ao
governo uma atlribuicAo que elle exerce
com talou qual suspeicao, tendo dejul-
gar interesses eleitoraes dos seu, emigos
i stas palavras em voz baixa, para que Leo-
or as nao ouvisse.
Silencio I bredou Micheiotto com ac-
dento ameagador ; nao quero que se me
die mais n'isto ; determinei partir para
aris e hei dejpartir.
E os Arnestevilles vao comnosco ?
erguutou Tonetta.
Ora essa I pois elles haviara de ir na
ossa compachia, quando eu parto ji pare
ao metar Peulo ?
Matar Paulo I Que rezoes podes ter
ara isso T Paulo ama-nos.
Pa do vai casar.
Vai casar I gritou Leonor. Isso e im-
ossivel.
6im, vai casar com uma mulher tao
trmosa como tu, muito mais rica e cuj0
hi, e altamente favorecido por Affonso
E'ste.
N'esse caso, Peulo nao se esse, vende-
sjo 1 exclamou Leonor com colera.
Dizes bem, minba filha 1 replicou
.Ifichelotto ; esse miseravel vende-se ; por
1 so mesmo e que esse homem nio pode fa-
iBr e felicidade de ume esposs, e eu que 0
t nha adevinbedo, nao quiz que te unisse
elle.
Duas horas depois Nicoiao dizia preoc-
< upado e se>io a Micheiotto :
Capita >. teuli > quo roveliar-llm uma
(Jousa muito grave.
Parece que adevinho 0 que tens a
izer me.
E' impossivel,
Minba filha quer fugir, e vale-so de
t .
politico* e do partido que represent* no
poder.
0 voto obrigatorio, ji admiUido use eki-
(,oes muuic.pees, ere justo qae ae Gzesse ex-
tensivo is eleicdes pnaaries.
A clera inteocao desU medida e attrahir
0 maior nurnero possivel de cidadeo* a lota
eleitoral.
Yarias outras providencias, que seria Ion-
go enumerar, dao testeraunbo da sincen-
dade de inleucdes que iuspirou a confecvD
do imp irtaute projdeto, em qae 0 jasto ver
0 mais largo passo que ji se enseioa entre
n6s pare a reforma eleitoral.
A todasessas providencias afttoeutes a D-
her o abuso em suas diversas formes, presi-
de um grsnde principio, 0 da representacto
das min irias, que o nobre autor do projecto
teve razao para cbamar um priucipio justo,
liberal, paciGco e verdadeiro.
Ju-to, diz um conseienciosoescripfbr, Mr.
Ern. Neville, porque, assegurando a cada
grupo eleitoral 0 seu represviitante, asSefuri
a cada eleitor uma infiuencia pessoal, tao
igual quanto pr-ssivel, e consequentiraente a
cede parti lo a sue parte proporcional na re-
present a raj do paiz;
Liberal, porque deixe hvre ao eleitor a
sua eseolbe, sem impdr s esta liberdade ou-
tro limite senao aquelle que vem di netu-
r.-za das cousas, ieto e, do caracter oecesse-
riemente collectwo do direito- i represeo-
tac^ao ;
Pacifiuo, porque, se nao pode produiir
a pas onde as pwioes estejam exvrtedas,
nao hitroiuz ne vile politica hitas bcti-
cias on' as excitem artificialmente. Tor-
nando s o que devem ser, e manifest-icio
dos direitos de todos,. as elei(d4 nao dei-
\am aps si veucedorus e voqchJo*; as
lutes politicas vao tomar o seu legitirao lug/a?
00 re -into dos corpos deiil>eranle6 ;
Verdadeiro, porque, estebrleceudoa>har~
mouie da ordem pohtioi com a sociedade,
e assim realisando 0 systema representative
absolutamerite falseado pelo systerae aetttal,
abrira larga-porta it rclunaas vcrdedarra-
mente reclamadas pela opurtai) publ.oa 0
preveuira, quanto possivt-i, a obra sempre
pengosa e quasi sempre fouesta das revoKi-
tees ;
Nao faltara,.noso antevemoa, quern ae
obstrae era verna applicicau deste princi-
pio uma honastd chimera, enatoga a 'le
i'latao em sua Republica ou a de Thomas <
Moras era sua Utopia.
PreveninJo a objeccao. Mi Naville es-
creveu : Nao, nio e uma 1 lusio ; e
uma verdede inconteslavel ; ma principio
false vicia e.-n sua fonle a vida dos Estados
representativos, sobroexcite todas es mis
tendencias do espieito humane, e depoe no
solo da sociedade germens de oppreasio, d*
lutas facticias e dementira.
A> reforma deste principio false funesto
e uini obra de justica, uma obra de verde-
de, auaa obra de paz.
Para resumir em uma so palavra o meu
peoaaoaento, e a applicec^ao as- bases do es-
tado politico dos principios e'traeuUres da
ciT-iks&^ao christa.
Mr. Aubry-Vitet escreve par saa par-
te :-
( (>principio da representa4o propor
cioual Okismioorieseume obra de jaoti^e, do
liberdade, de verJade, de pai e de poli-
tica.
Obra de justica, porque a v remit 1
bratal do nurnero- nao lespojipa nolenu-
meute o cidadao de seas direiioa. O direi-
to do- cidadao a ser represeutado nao ter i
mais-outro limite-senao a necessidade
igualmeuk: impjsUi pela razie pela logic*
dos-factusde ser eaercido pot uaa grupo
am tanto numerosvde voiitades-;
Obra de paz,.porque a divtsio do pau
em-duas hordas, que se coaibatxa e detes
tem. nao tem inais razao de ter ;
Nao mais se sentiraoem preseaca um do
outro inimigos que se choquent. veocedo
re3-que tri miphem e venatdus que se ani
quilera ; mas sim cidadaos que, pacifija-
inente. amigavetmenf, Item que concurren-
temente, exercem cada um por sua conti
uin direito sagrado e imprescriptivel;
Obra de liberdade, porqoe o el itor nio
se ver;i obrigado a oscohier entre a abdice-
(_;ao complete e o sacrilkio de suas preforou-
,cias; elle nae seiitird mais a necessidade,
para existir, de collocar-se ao lado do mai-
forte com o sacrificio de suas coiivic^oes e
sympathias, bastandolfae encon rar uan c-r
to nurnero de voutaues que se couciliem
com a sua;. elle pode voter, 11a iniegridade
de sue cousciencia e de sua liberdade. pelo
homem de sua opiniao, de sua escolhe, de-
sue conuance ;
Obre de verdede, porquad'ocaevaotao
eleitor podera nomear 0 meudetario que
mais lhe agredaenao o que menos lhe >1 s-
agrade, e o deputado nio sera mais o resul-
tado heterogeneo de eleinenlos contradieto-
rios e violeutameute amelgainedos, mas a
expiessao sincere e luminose des iivres von-
tides da fracoij que representa ;
{Cantinuar-u-ha.l
amasjoias
coat
mou-me, e disse-me mostrando
riquissiraas :
Quanto tempo se pode viver
isto ?
Muito, respondi eu.
Se eu te desse metade d esta* jetas
servir-me-bies ?
Sim minha senhora, porque 0 cepitic
ordenou-me que re pondesse a tudo qoe
sim e 0 evisasse.
Pois, Nicolio, ajude e foga de minha
filha e leve-a para ume casa que eu possuo
em Ferr ra, na rua de Senta Maria in Veda;
n'essa case vive com uaa velha, Lazaro
Cases. La irei procurer-te.
Nicoiao prestou-se doeilmente eosdeaejos
de Leonor, preparou tudo para a fuge, e
antes do toque de silencio entreram eaa
Ferrare pela porta do P6. Poujo depois
pare vem na rua de Santa Maria in Vado.
diante de uma csa de poJra, de dous en-
dares, situada proximo da igreja.
NicoUo beteu i porta sem receio.
A porta abrio-se e eppereceu
Ca:ca.
Bravo, smigo Nieolio, dise
es um diebo bem foliz : conquisUste uma
divindade.
Alto la, emigo Laearo ; esta divwdaaa
el a filha do meu capitle.
Lazaro bem o sabia, porque cmihcoia
Leonor como filha de Mubelofto, apae^r de
que elle 0 u > conhecia.
Contimir-$e-k.
Lazaro
Diabo I adevinh>->u ; a sonhora, '.'ha-'fYP. DO. OUR 10. RL"A IKJQUE n CaXUI



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