Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18182


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Full Text
AM) L. NlMIiO 104
PARA A CAPITAL K LIGABC9 tWDU NJLO iEPAGA PORTE.
For tres meze adiantados................ 69000
Por seis ditos idem..................12*000
Porum anno idem................-. 34*000
iCada namero atulso................. j^320
SEXTA FEIRA 8 DE JHM DE 1874
liX
PA I
ABA UE1
Por tres mezes adii ntados.
Por seis ditos ideu i .
Por note ditos idei .
Por urn anno idea ....
E FOB A IB PBOVimCIA.
CPTM
ti*t
PR0PR1EDADE DE MAN0EL FICUE1R0A DE FARIA
t Sr. Gerardo Antonio Ahead rilhos,no Para; GoncaiY6 & Pinto, no Marauhio; Joaquim Jose de OliveiradFilho, no Ceara; Antonio de Leiuua Braga, no Aracaty ; Joio
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Mouteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jose Gomea,na Villa da Penha; Be'armino dos Santoa Bulcao,
^^^^ Antonio Ferreira de Ajruiar, em Gojranna; Joio Antonio Machaeo, no PUar daa Alagoa*; Aires d C., na Bania; e Leite, Cei
PARTE OFFICIAL
(.overall da provincial
EXPKDIENTE DO DIA 4 DF. KBVERE1R0 DE 1874.
/. seccao.
Acto :
0 presidente da provincia.. attendendo ao que
requereu Antonio Joaquim dos Santos, patrao-
nior do arsenal de marralia, resolve cense ler-lhe
dous mezes de licenca com todos os veuciraenlos
para iratar de sua sadde.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commadaote das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar pur em liheriada os
recrutas Joao Jose de Oliveira e Jose Joaquim de
Oliveira, que provaram isencio legal.
Ao consul de Sua Magestarte Fidelissima.
HestitQindo ao Sr. Dr. Claudino de Araujo Guima-
raes, consul de Sua Magestade Fideliwima, os au-
tosque vieram annexos ao seu offleii de 27 de Ja-
neiro ultimo, da justilicacao reiuerida pelo sub
dito portuguez, Henrique Jose Pereira, ndre os
factos por elle arguidos ao delegado le policia de
S. Bento, cabe-me dizer ao me-m > Sr. consul, em
resposta ao cilado ofHco, que acerca de taes la
tos ja exigiu o Dr. chefe de policia informac5es
daquelle delegalo, e aguarda a vinda del las para
providenciar a respeito. Renovo ao Sr. consul as
segurancas de minlia perfeita ssiuna e distiaeta
consideracjfe.
i' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo a pro-
posta do ommandante do batalhao n. 13 de ivfan-
taria da guards nacional do municipio de Santo
Antao, sobre a qual inf >rm>u o commandante su -
perior respectivo em offlcio de 59 do mez proxi-
mo passado, resolve, de conformidade com o dis-
Sosto no art. 48 da lei n. WJ, de 19 de setembro
e (850, nomear capitao da I' companhia do dito
batalhao o tenente aggregado Pedro Serundino
Barbosa da Silva.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o alfere* da 3" companhia do batalhao
n. 24 de infantaria da guards nacional da munici-
pio da Escada, Juvencio Silvino Soares de Frei-
tas, e a vista do que informou o commandante su-
perior respectivo, em offlcio de 30 de Janei-
ro proximo passado resolve que se Ihe do a guia
de que trata o art. 45 do decreto n. 1,130, de 12
de marco de 1853, para o de Santo Antao, aonde
reside.
0 presidenta da provincia, attendendo ao que
requereu o capitao do 4 batalhaj de infantaria da
guarda nacional, do municipio da capital, Joaquim
Custodio de Oliveira, e a vista do que imormou o
respectivo commandant* superior em oflicio n. 3,
de it do corrente, resolve, de conformidade com o
disposto no art. 45 do decreto n. 1,130, de 12 de
marco de marco de 1853, mandar que Ihe seja da-
da a guia de que trata o mesmo ariigo para o
municipio de Oliuda, aonde aclualmente reside.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.Juntos remetto a V.
.->. dous exemplares impressos do regulamento de
17 de dezembro ultimo, relative ao service in*r-
tuario e de carros funebres desta cidade, eon-
tractado pela junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia coin Agra & C.
Ao cominaudaute superior do Recife.Mau-
de V. S. dar ao capitao do 4' batalhao de infanta
ria da guarda nacional deste municipio, Joaquim
Custodio de Oliveira, de quern trata o seu offlcio o.
3, de 24 do corrente, a guia de que trata o art
45 do decreto n. 1,130, de 12 de marco de 1853,
para o de Olinda, onde reside.
Ao commandaute superior J. Ga auiiuns.
Informe V. S. quando se Ibe aireseutou com a
competente gnia o alferes da 1' companhia do
esquadrio de cavallaria, n. 13, do municipio do
Bom Conselho, Francisco Antonio de Araujo, a
quem se refere o sju oflicio de 5 de dezembro pro-
ximo passado.
Ao juiz de dirsito de Caruni.Eovie Vrac.
quanto antes, para ser rcproduzido nesta capital o
odital de que trata o seu offlcio d* 20 do mez pro
ximo passado.
Aos 1 e 2- promolores pubiicosda capital.
Informe Vmc. a ratio pela qual nio piV.lt' ainda
ter lugar o julgamento du sargento do corpo de
policia Francisco Sergio Florence da Costa.
Ao commandante do corpo de policia.Mau-
de Vmc. apresentar todos os domiugos pela ma-
-iiii ao subdelegadj do districto de Beberibe 4
pracas do corpo sob o seu commando, para a ma-
nutengao da ordem publics, pennanecendo ellas
alii daran e os referidos dias.
3.' seccao
Acto :
0 presidente da provincia, ^onsiderando sem
ilt'ito a portaria de 28 do mez passado, na parle
que nomeou Joao Ferreira Chaves coile:lor pro
vincial de Garanhuns, resol ve nomear para esse
lugar o collector geral Jose Pacheco Leite.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraiia de fazenda.
Communico a V. S., para seu conhecimento, que
por portaria desta data nomeei Jose I'a.-liec > Lei-
te collector das rendas geracs de Garanhuns, pa-
ra o lugar de collector provincial da mesma loca-
lidade.
Ao mesmo. Tendo Jose Duarle da Silva, de-
Eiositario dos objectos pertencenies a extinct* co-
9nia de Piraenteiras, feito emruga dos mesmos
objectos a Fr. Fidelis Maria Fognano, de ordem
desta presidencia, mande V. S. dar-!he quita^ao,
licando sem effeilo o terrao de responsabilidade
que o referido Duarle da Silva assignou nessa the-
souraria.
Ao mesmo. Coramuuicico a V. S., para os
devidos fins, que a 27 do mez proximo passado,
tendo sido exonerado, a seu p;dido, o baeharel
Samuel Tertuliano Henriques J. cargo de promo-
tor publico, que interinamente exercia, foi nomea-
do para o substituir o tenente J >se Francisco de
Almeida, que, prestan lo juratnento tomou, pt sse
do referido cargo. -Igual a thesoiiraria provincial.
Ao mesmo. Maade V. S. entregar ao pre-
feito do hospicio de Nossa Senhora d Penha, Fr.
Venancio Maria de Ferrara, a lu.intia da 8:000i,
qua pelo miuisterio da agricultura, commercio e
'bras publicas, e ordem do taesouro, n 12, de i
de Janeiro proximo Undo, foi posta a disposigao
desta presidencia para ser applicada a colonia
agricoU orphanologica tlsabel> n Pimenteiras.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar ao parocho
uollado na freguezia de Onncury, Rvd. Francisco
Pedro da Silva, a congroa correspondent ao tem-
po decorrido do 1 de setembro ao ultimo ae de
sembro do anno proximo, visto ter elle prova-
do com os attcstados juntos ha/er cumprido os
seus devercs da rcspcctiva matwz.
Ao mesmo. -TrBsnulto a v. s., par i sen
oouheam-'DJo e devida ex-cu^i i, coiiia do avisj
do miaistorio da marinha, de "li le Janeiro prnxi-
mo findo, declarando que o padre Miguel Vieira
de. Barros Marreca, capellao da compaohia de
aprendizes tnarinheiros desta provineia, tem direi
to ao pagamento qne reclama de seus vencimen-
tos, de conformidade com a tabe la n. 5. de 5 de
fevereiro de 1872, visto como no aviso n. 1,433,
de 7 de julho do anno passado, deter miaou se qne
os capellaes empregados antes da publicacao do
aviso de 14 de junlio, tambem do anno passado,
continnariam a perceber o soldo da antiga tahella
e a gratificacao da de 5 de fever jiro, tigorando as
posicdes deste ultimo aviso para os que da-
Ao mesmo --Mind* V. S. pagar a Bazilio Jo-
s6 da Hora. contractaute da obra da reconstruc
<;ao de uma pirede il> quartel do Hjspigi), a
quamia d) 150i00), proveniente da 1' prestacao
a que tern elledireito. em vista do termo de con-
traclo cetebrado a 26 de Janeiro findo, por haver
dado corner a referi la obra, segundo declara o
enijenheiro encarregado das obras militares em
oflicio desta data.
Ao mesmo. -Transmitto a V. S., para os fins
convenienles, as 8 inelusas onlens do thesouro na-
cional, sob ns. 4 a 7 e 9 a 13, e bera assim am of-
flcio da directoria geral das rendas publicas, da-
tado de 2t de Janeiro findo.
Ao inspector da thesouraria provincial. -Re-
metto a Vine, para seu conhecimento e fins con-
venienles, um exemplar irauresso do regulamento
de 17 de dezembro ultimo, sobre o servigo nur-
tuario e de carros funebres, wootractado pela San-
la Casa de Misericordia co.n Agra 4 C.
Ao raesmj.Transmitto a Vmc, para seu
conhecimento e devidos fins, copia do oificio que
dirigio-me o pre.-iJente do Banco do Brasil em 22
do mez liaJo, declarando ter recebido a quantia
de i.')o.,")2o'ii8j, applicada ao pagamento de juros
e amortisa^ao do emprestimo de 1,800:00ftJ000.
Ao mesmo -Manda Vmc. pagar a Bras Fer-
reira de Albuquerque, conforme solicita o Dr. che
fe de policia em offlcio de 31 de Janeiro findo, sob
n. Ii6. a quantia de 30*000, consumes da conta
junta em duplicata. proveniente de 6 mezes ven-
cidos em dezembro ultimo, do aluguel da casa que
serve de cadeia no districto de S. Lourenco da
Matta.
Ao mesmo. Comraunico a Vmc, para seu
conhecimento e devidos fins, que por portaria de
hoje consilerei sem effeilo a de 28 do mez passa-
do, na parte em que nomeou collector provincial
de Garanhuns Joa) Ferreira Chaves, e nomeei para
esse lugar e collector das rendas geraes da mes-
ma localidade, Jose Pacheco Leite.
Ao mesmo.Mande Vmc. entregar ao the-
soureiro da reparticao das obras publicas, confor-
me siliciia o respectivo chefe em offlcio de hon-
tem datado, sob n. 31, a quantia de 6:050*000, de
que faz meucao o pedido junto, para occorrer as
despezas cjrn as obras a cargo da mesma repar-
ticao durante o mez corrente.
4 secqdo
AcUs :
0 presidente da provincia, attendendo ao qne
requereu o baeharel Adolpuo Laraenha Una, offl-
cial-maior da se;retaria da presidencia, e tendo
em vista o attestado medico por elle exhibido,
resolve conceder-lhe 3 mezjsde licenca com todos
os seus vencimentos, nos term os do |4* do art 1*
da lei n. 1108, de 29 de maio do anno passado,
para tratar de sua saude onde Ihe convter.
0 presidente da provincia, era vista da pro-
posta do director geral da instrncclo publica, re-
solve nomear Joaquina Cordeiro de Jesus Rocha
para reger interinamente a cadeira do sexo femi-
Inio de Alagoa dos Gatos, durante o Impedimento
dn respectiva professora.
0 presidente da provincia, tendo em vista a
proposta do director geral da instruccao publica,
de 3 do corrente, sob n. 46. resolve nomear Igna-
cio dos Reis Carapello para reger interinamente a
cadeira de ins true; i > primaria da Pedra, na co-
marca de Buique.
0 presidente da provincia, conformando-se
com a proposta do director geral da instruccao pu-
blica, resolve nomear Flora da Silva Antunes para
reger interinamente a 4* caueira do sexo masculi-
no de Santo Antonio do Recife durante o impedi-
mento do respectivo professor.
0 presidenle da proviocia, attendendo ao que
requereram Izidoro de Freitas Gamboa, professor
de Vluribeca e Antonio Jovino da Fonseca, da 4
cadeira de S. Jose do Recife, e tendo em vista a
informs*;lo do director geral da instruccao pu-
blica, resolve cooceder que os referidos profes-
sores penmen enlre si as respectivas cadei-
ras.
Offlcios:
Ao director geral da instruccao publica.
Approvando a proposta de Vmc, de 7 do corrente,
sob n. 46, nesta data iniiivi Ignacio dos Reis
lampello para reger interinamente a cadeira da
Pedra, na eomaroa de Buique.
Ao mesmo.Em portaria desta data nomeei
Flora da Silva Antunes para rejer interinamente a
4* cadeira do sexo masculino de Santo Antonio do
Recife durante o impedimento do respectivo pro-
fessor segundo a proposta de Vmc, de 31 de Janei-
ro ultmn.
Ao mesmo.Em vista de sua informacao de
19 de Janeiro ultimo, deferi o requerimento em
que Izidoro de Freitas Gamb&a, professor de Muri-
beca, e Antonio Jovino da Fonseca, da 4* cadeira
de S. Jose do Recife, pedem licenca para perrau-
tarem as respectivas cadeiras; o que comraunico a
Vrac. para seu conhen nento.
Ao mesmo. -Approvand) a proposta de Vmc,
contida em offlcio de 29 de Janeiro ultimo, sob n.
42, nesta data nomeei Joaquina Cordeiro de Jesus
Rocha para reger interiuamente a cadeira do sexo
ferainino de Alagoa dos Gates durante o impedi-
mento da respectiva professora.
Portaria :
A' Illma. caraara municipal do Recife. -Re-
metto a Illma. caraara municipal do Recife um
exemplar impresso do regulamento de 17 de de
zembro ultimo, relativo ao contracto celebrado
pela Santa Casa de Misericordia com Agra &C,
para o servico mortuario e de carros funebres
desta cidade.Igual ao provedor da Santa Casa de
Misericordia.
5.' secc&o.
Offlcio :
A' commissio censitana da freguezia de Ga-
ranhuns.Accusando recebidos os trabalhos do
recenseamento dessa Ireguezia, de que foram
Vmcs. encarregados, curapre-me agradecer-lhes
os services prestados na qualidade de raembros da
respectiva commissao, e bera assim a todos aquel-
les ]ue desinteressadamente os auxUiaram ; certos
de que taes services serao tornado- na devida coa-
sideracao pelo govern >, a cujo conhecimento os
levarei op;ortunamente.
EXP2DIBNTE DO SECRKTMUO.
2." Cf30.
Offlcios : ,
AoDr. chofe de policia. 0 Exra. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
fleam expedidas as convenienles ordens no senti
do de que trata o seu offlcio n. 150, de 3 do cor-
rente.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi
dente da provincia, coraiBuniee a V. S. que nesta
data se expedio ordem a thesouraria provincial no
senlido de ser pago a Braz Ferreira de Albuquer-
que a quantia de 36*000, consume da conta an-
ueia ae oflki i le V. >.. oa 31 de mez findo, sob n.
1V6, proveniente do li mews de aluguel di casa
que Nerve de cadeia M tialricto de S. Lourenco
da Malta.
Ao coraraandante superior de Santo Antao e
Escada. 0 Exra. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S., para os devidos fins, que
por portaria de hoje foi maodado dar a guia de
que trata o art. 45 do decreto o. 1138, de 12 de
marco de 1853, para o municipio de Santo Antao,
ao alferes do batalhao n. 94 do da Escada, Javen-
cio Silvino Soares de Freitas.
Aojuix de direito interino da comarca de
Itarabe.0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
da aceusar o recebimeato do offlcio de V. S., de
27 do mez proximo passado, em que partioipa ter
qrj^dato em dian'te fossem" admittidoa aVser-jiiomeado nessa data" pira interinamente exercer o
i,,0_ 1 cargo .de promoter publico dessa eomaroa o tenen-
secgao.
te Jo>e Francisco de Almeida.
Ao juiz de direito da comarca de Flores.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda aceusar o
recebimento do offlcir* de V. S, de 19 do mez pro-
ximo passado, em que participa terem a18 e 15 do
dito mez concluido os respectivos trabalhos as
juntas revisoras das lislas dos jurados dos termos
de Flores e logazeira.
Ao mesmo. -0 Exra. Sr. presidente da pro-
vincia. manda aceusar o recebimento do offlcio de
V. S., de 12 do mez proximo pasiado, em que com-
raunica ter convocado para 12 e 15 do dito met
as l" sessdes do jury do terrao de Flores e loga-
zeira.
5.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. S. Exc. o Sr presidente da provinci*
manda communicar a V. S, para seu conheci-
mento e tins convenienles, '|tie nesta data se expede
ordem a thesouraria provincial n i sentldo de ser
entregue ao thesoureiro dessa repartieio a quan-
tia constante do pedi lo annexo ao seu offlcio de
hontem, sob n. 3i, para occorrer as despezas com
as obras a cargo dessa mesma reparticao durante
o corrente mez.
Ao director da colonia Izabel. De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, com-
municoa V. Rvma. que mandou-se a thesouraria de
fazenda desse quiucao a Jose Duarte da Silva ;
devendo este dirigir-se aiuella reparticao para tal
Am.
A' commissao censitaria da freguezia de Ga-
ranhuns. -S, Exc. o Sr. presidente da provincia
manda communicar a Vv. Ss. qne, achando ex-
cessiva a gratificacao de 2004000, arbitrada ao
agente recenseador Joao Nepomuceno de Mello e
Silva, reduzio-a a 150*000; licando approvadas
as outras despezas, de que falls essa coiu-nissao
em seu offlcio de 12 de janein ultimo, cujo pa-
gamento sera feito pela thesouraria de fazenda.
ikspachos da prbsidkkcia, do dia 6 maio dr
de 1874.
Angelo de Foyor Correia Cesar.Opportunamen-
ta tomar-se ha em consideracao o que requer o
supplicante.
Antonio Leocadio do R-go Barros. Deferido
com as ordens axpedidas nesta data.
Francisco Antonio das Chagas. Informe o Sr.
inspecter da thesouraria de fazenda.
Dr. Francisco Jacintho Pereira da Motta. Pas-
se portaria concedendo a licenca pedida.
Heleodoro Nunes Pereira. -Prove o supplicante
em como tem ainda isencao legal a seu favor.
Joao do Prado da Camara Santiago. Indeferido,
em vista da informacao
Joaquim Severiano Nogueira. Ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda para attender ao sup-
plicante na forma da lei.
Luiza Maria Agostinha dos Prazeres. Indefe-
rido.
Maria da Luz, -Prove a supplicante em como o
recruta a que allude e seu fllln.
Miguel do Nascfmento Manaia. Indeferido, em
vista do aviso do ministerio da guerra, de li de
marco nrnximo nassado.
Pergeutino Netto de Azeredo uounnno. Infor-
me o Sr. commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Olinda.
Tenente coronel Sebastilo Antonio do Rego Bar
ros.Concerle se.
0 mesmo. Concerle- se.
Tertuliano Pereira da Silva. 0 supplicante ja
foi posto em liberdade : pelo que nada ha'que de-
ferir.
MAram
aSSEMBLEA provincial
SESSAO DE 21 l)E ABR1L.
PRESIDENCIA DO SB. KERREIRA D3AGUIAR.
Ao meio dia, feila a charaada e achando se pre-
sentes os Srs. Lacerda, Manoel do It-go. Tolentino
de Carvalho, Ratis e Silva, J. Mello Rego, Goes
Cavalcante, Peretli, Amaral, Vieira de Mello,
Aguiar, Cunha Cavalcante, Tiburcio de Masalhaes,
Gonr^alves Ferreira, Dario Cavalcante, Oliveira
Andrade, Antonio Paulino, Goraes Parente, Do-
mingos Pinto, Firr^ino de Novaes, Nascimento Por-
tella, Travasso de Arruda, Soares, Caboim, Arru-
da, Souza Leite, UchOa Cavalcante, Tito, Joao Bar-
balho, Gaspar Druramond e Pinto Pessoa, faltando
os Srs. G. Gondim, Alipio Costa, Felippe de Fi-
gueiroa, Olyrapio Marques e Arconcio, abre-se a
sessao.
E' lida e approvada a acta da sessao antece-
dente. .
0 Sr. 1 secretario da conta de seguinle expe-
diente
EXPEDIENTB '.
Offlcio:
Do secretario do governo da proviocia, remet-
tendo o quadro demonstralivo dos vinhos importa-
dos e reexportados durante o anno tinanceiro
de 1871 a 1873. -A quem fez a requisicao.
O Sr. Tolentino de Carvalho justifies
e manda a mesa o seguinte requerimento, o qual
e lido, posto em discussao e sem debate appro-
vado:
Requeiro que pelos canaes competentes se pe-
cara a camara municipal desta cidade as seguin-
les informacoes: I' se tem efiectuado o pagamen-
to das custas judiciaes, especiaimente decretado
nos tres ultimos orcamentos para certos emprega-
dos ; 2' no caso negativo, qnal o motivo por que o
nao lera feito. Tolentino de Carvalho.
ORDEM DO DIA.
Entra em 1' discussao o projecto n. 28 deste
anno, aulorisando o presidente da provincia a con-
ceder um anno de licenca comos respectivos ven-
viraenlus ao cirurgiao do hospital Pedro II.
o Sr. (.iimi'B Parenle s (Nao devolveu
seu dtscurso).
O Mr. DomingoR Pinto : Sr. presiden-
le, venho apenas justificar o projecto de lei em
discussao, o qual foi elaborado pela commissao de
peticoes de que fact) parte.
Nao contesto o principio, que sustentou o men
collega, de que os empregados da Santa Casa nao
podem ser considerados empregados proviaciaes ;
porem cumpre advertir que os medicos da* Santa
Casa, nao sei se todos, porem o medico do que se
trata, o Sr. Dr. Luciano Sarmento foi noraeado
anteriormente a lei que deterrainou que os empre-
gados deste estabelecimenlo fossem contratados e
nao aomeados.
0 Sa Tolentino de Carvalho :Apoiado.
0 Sr. Gomes Parentk : 0 mesmo succedeu ao
regento do hospicio de alienados.
O Su. Dominoos Pin to : Eu cheg i ao regante
di hospital dos doudos.
Bsaes einp'egaiius sio de nomeacau do (irosideu-
te i)a provincia, e a assemblea tem sempre conce
dido licencas, especiaimente aos que estao neste
caso, nas condicoes do projecto actual em que os
cofres da Santa Casa nao ficam prejudicados, is to
6. nao tem qua pagar os vencimentos do empre-
gado que se acba com licenca e o daquelle que o
ha de substituir, porque o medico de que se trata
ate diz na sua peticao que apresentara um substi-
tute, a contento da Santa Casa, que servira duran-
te o tempo de sua licenca.
Parece que e da attribuicao da assemblea con-
ceder licenca a esses empregados, porque a Santa
Casa de Misericordia nao pode conce Jer licences
por tarfto tempo. A presidencia da provincia sem
um acto legislativo, que a autorise, tarabcm c
pode fazer.
Quanto ao argumento que o nobre deputado
apre-entou, quaulo ao regente do hospital dos"
doudos, occorreu o seguinle : tendo a commissao
de peticdes de eulao, da qual tambem eu fazia
parlo, indeferido a respectiva peticao, a assemblea
refunnou essa deliberacio da commissao e reco-
nheceu por um projecto de lei o direito do peticio-
nario 0 caso, pois, nao e identico. 0 regente
do hospital dos doudos queria ser aposeutadc,
sendo a sua aposentadoria paga pelos cofres pro-
vincies.
0 Sr Tolentiso de Carvalho : Nao era o
priraeiro.
0 Sr. Domingos Pinto : -Nao era o primeiro,
mas u facto nao deixava de ser muito irregular.
Ainda que esse empregado tivesse uma nomea-
gao anterior tambem a lei de 1864, que deter-
minou que os empregados da Santa Casa fossem
considerados como contratados, todavia isto nao
Ihe dara o direito de ser elle pago na sua aposen-
tadoria pelos cofres da provincia, quaudo no tempo
em que estiva em exercicio, e supponho que ainda
esta, era page pelo cofre da Santa Casa.
Foi, Sr. presidente, fundada nestas razoes que
a commissao apresentnu a consideracao da assem-
blea o projecto de lei que se dilute.
O Sr. Ratis e Silva i Sr. presidenle,
alem du actuar tambem em meu espirito a mesma
duvida proposta pelo meu nobre collega, que em
primeiro lugar falluu, acerca do projecto que se
discute, porque me parece que, nao sendo os era
pregadus da Santa Casa da Misericordia emprega-
dos publicos, sendo elles nomeado3 nelo presidente
da provincia, mas a servico da Santa Casa e sob
proposu della, tenho outra duvida para nao poder
votar a favor da licenca pedida por esse me-
dico
Enleido como o nobre deputado que a concessio
dessa li;enca nao estabeiece senao a confirrnacao
de que esse iudividuo e empregado publico e como
tal lies com direito a aposeuladoria.
0 Sr Gomes Parents : -Apoiado.
0 >R Domingos Pinto :Nao apoi'
gumento nao e concludente.
0 Sr. Ratis e Silva : Por conseguinte, es-
tando ex ainda nesta duvida, desejo ve-la resol-
viila.
Passando agura a oulro pouto, eu tenho a dizer
que esptrava que o nobre deputado que e um dos
signatarios do projecto e muito nobre inembro da
commisjao, que o confeccionou, o justificasse, raas
nao o fez.
Deeidida a questao se esse iudividuo e ou nao
einpregido publico, deeidida a questao se elle
esta ou nao nas condicoes de merecer o favor que
pede a esta assemblea, e necessario provar-se
ainda qie elle precisa desse favor.
Vejo -ue o projecto confeccionado pela nobre
commisiao, a :|uem foi presente o lequerimento
do petidonario, guardou silencio acerca di.-to; a
nobre eouirnissao foi tao lacooica esucciuta no seu
parecer, que nao mostra a esta casa a necessidade
qua tem esse empregado da licenca, que solicita.
0 Sr. Diiminuos Pinto :D nubrn lennla.io nan
vuii> -v auno passado a favor da licenca do Dr.
Ramos ?
0 Sr. Ratis e Silva : -Nio me lembro se votei;
mas posso garantir ao nubre deputado que, se vo-
tei pela licenca, tive razAa para votar, isto e, con
venci-me de que o individio que requereu tinha
necessidade da licenca pedda.
0 Sr. Domlngos Pinto : -lias a questio ja nio
ti its necessidade, e de compeencia.
0 Sr. Ratis e Silva : Nao seohores, o e de
uma e de outra cousa.
Tenho duvida a respeito da eojipetends, duvida
que nao esta desvanecida, e desjo ver resolvida;
mas, resolvida esla primeira quistao, tenho duvi-
pil
ft FILHOS.
Maria Joiio Chaves, no Aasd; Automo Marques da Silva, no iSatti i Joae J
em Santo AuUo ; IJomiagos Jose da Cosu Braga, em Baxareth;
njuinho d C. uo Rio de Janeiro.
con raissao pa'a apresentar esle projecto de lei.
Se lias nao satbfazem ao nobre deputado, en nao
| ten o outras nra dir-lrte.
0 Sit. Ratis e Silva : E
a questio princi-
ipoiado, este ar-
da se se deve ou nao conceder oravor pedido, por
quanto i? preciso que a nobre emmissao uos ve
aha pruvar, se o requerenle ten. necessidade de
merecer esle favor, o que nao esi no parecer da
mesma commissao, e eu desejava que um de seus
membros me convencesse dessa ncessidade.
Se ma convencerera desta necesidade e iicar
aqui demooslrado que os empregtdos da Santa
Casa sao empregados publicos e qui teem direito a
aposentadoria, eu nao terei duvida de dar o meu
volo ao projecto; nao sendo assiu. declaro que
vota.'ei contra elle.
Sr. Doiningoa Pinto: -fenho, Sr. pre-
sidenle, ao reclarao do nobre deputao pelo 3." dis-
tricto. Nao sei se serei desta vez mais feliz do
que da primeira ...
0 Sr. Ratis e Silva : -Pode ser.
0 Su. Tolentino de Carvalho:lsforce-se um
pouco.
0 Sa. Domingos Pinto i .... em qrj nio satisfiz
ao nobre deputado na minha cuts justifica-
cao.
Ja a questio esta dcslocada do terrao em que a
collocou o nobre deputado pelo 2.* disricto.
Um Sr Deputado : Nao esla.
0 Sa. Domingos Pinto : 0 caso prheiramente
era da compentencia c"a assemblea,9 a assem-
blea podia ou devia dar licencas a empegados da
Santa Casa, qne nao eram empregados povinciaes.
0 nobre deputado, nao se contenlandi com as
razoe3 que dei, quer saber se 0 individuoque pede
licenca, esta no caso de merecel-a.
OSr. Ratis e Silva : Creio que eu e toda a
cast teraos direito a isso.
C Sr. Domingos Pinto : -Eu nao estoucontes-
tanio. Ja contestei ao nobre deputado odireito
de pedir explicacws ? Nio Ihe contestei ete di-
reito. Agora 0 direito que eu contesto aonobre
depttado, 6 0 de querer que eu leve a evideacia a
justneacao que faco ; isto e 0 que nao ptderei
fazer.se as m in has forcas intellectuaes la nac che-
garera.
0 Sr. Uatis e Silva : Mas 0 nobre depntado,
como merabro da commissao, nao tern razoes com
que justillque o piojecto ?
0 Sr Domingos Pinto : Posso dizer unicamente
ao lobre deputado os motivos que actuaram no
mea espirito; raas pode acontecer que estas ra
ides, que para mini foram coaviicentes, nio 0 se-
jan para o nobre deputado, e neste caso eu nao
poao dar outras.
0 Dr. Luciano Sarmento pede licenga para ir a
Eutopa praticar nos hospitaes, fazer exorcicios de
cirtrgia, de operacSes. Esta razao nio deixa de
lerfundaraento para se dir licenca a um medico,
poque precisamos de que entre nos exislam fa-
culativos habeis no eiercitio de cirnrgia, espe-
cia"mente tratando-se do fatultativo de um hospi
ta1 era que tem sempre muio onde exercer a sua
pmlissao.
Me parece, pois, razoavel onceder-se a um me-
di; j estudioso e que de.-eja raticar, babilitarse
na sua prolissao, licenca parafazer uma viagem a
Earopa, onde mais (acilmente e com mais vanta-
ges, se podera exercitar nas oeraeoes
lit,ta razi 1 nio seria sufflcienj se a Santa Casa
tivesse de Hoar onerada com opagsm-nto desse
msdico, que e licenciado, e, coiW daquelle qne 0
leu de substituir.
Porem assim nao acontece, un, vez que 0 me-
dico, que pede a licenca, se obrii a deixar, por
ioa conta, um facultativo no bospi], a contento
da SanU Casa e nao a sua vontad. Portanto, se
a Sauta Casa nao quizer aceitar 0 edi:o por elle
aprescotado, elle se obriga a apresear um outro,
at que ella se contente. Assim, ja \ 0 nobre de-
patado, que os cofres da Sauta Ca nao fleam
onarados com a licenca que se da a te emprega-
do com 0 fim de ir estudar a sua prwao fdra do
paiz. 1
Eis, pois, as ratSes qua aetuaram > animo da
q Sr. Domingos Pinto : Agora ja estou sen-
tadd.
Xinguem mais pedindo a paiavra, encerra se a
discussao e u a^provado 0 proj-cto.
Segue-se a 1.* discussao do projecto n. 35 deste
anno, fixando a receita e a despeza para 0 anno
tinanceiro de 1874 a 1875.
a Mr. Tolentino de Carvalho t -fpela
ordem). Sr presidenle, 0 projecto que V. Exc
acaba de submetter a primeira discussio, acba-se
muito eivado de erros typographicos. Me parece
mals conveniente qbe seja elle re tirade da discus-
sio e devolvido a typograhia, para que, enienda-
do, nao nos tragaduvidas no debate. (Te n se ne-
cessariamente de a elle offerecer-se emendas. Ora,
ernendas ao projecto, emendas e erros typographi-
cos, e era um projecto de orcamento me parece um
trabalh excessivo. Sera mais facil, mai- conve-
nient mesmo voltar 0 projecto para a typographia,
a lira de ser corrigido, do que ser disculido errado
como esta.
V. Exc, como membra da commissao de policia,
resolvera como melhcr entender.
0 Sr. Presidenne : Eu ja sabia que existiam
erros typographicos no projecto do orcamento ;
mas. como a 1.* discussio e sempre era globo e
nunca se da nella debate, porque trata se entao
da utilidade do projecto, e utilidade do orcamen-
to nao pode ser posta em duvida, porquanto e uma
lei d) necesssidade absoluta, ordenada pelo acto
addi :ionaI, eu subinetti 0 projecto a 1.* discussao.
App ovado elle, p >dem-se mandar corrigir es>es
erro para, assim emeudado, entrar era 2.' dis
cns io.
0 >r. Tolentino de Carvalho : Era todo 0 caso
fiz u n protesto para que nao se entenda mal, para
que lao fiquem os erros do prejeclo a couta da
com inissao.
A< eito 0 alvitre tornado por V. Exc.
Ni ignem mais pedindo a paiavra, e encerrada
a di icussao, e approvado e projecto.
E' sem debate approvado em I* discussio 0
prnjtcO n. 38 deste anno, estabelecendo bases
para a reforma da in-truecjio publica.
Co itinda finalraente a 3' discussao do projecto
n. S tambem deste anno, fixando a forca policial
para 0 anno financeiro de 1874 a 1875, com as
emer das offerecidas.
kr. Peretti I Sr. presidente, hontem
quan lo se disculia 0 projecto n 9, dei alguns
apart w. Por elles nao pude explicar 0 meu pen-
same ito, e as minhas ideas relativamente a esse
proje to, e por isio pedi a paiavra, mas estaudo a
bora muito adiantada, V. Exc attendendo aos es-
tylos da casa, levantou a sessio, licando assim
a dis rassao adiada para hoje.
Sr. presidente, tendo sido dispensada pela lei
n. 2,: )S de 10 de setembro de 1873, a guarda
nacio >al do servico activo, e empregando-se esta
urine palmente na policia dos municipios e pa-
num 1.is e na Kuarda dai respectivas caJeia;, co-
nhoeo so facilmaote a neceisidada que ha de au-
gm-sriiar 0 numero de pracas do corpo de poli
cia, slim de que estas subslituara a guarda na
ciouel naquelle servico, que em breve deixara
de prestar. Assim julgo aceitavel o art. 1 do
projecto n. 9, porem all ndendo a disposicao do
2" do art. 7 do mesmo projecto.
Penso deste mo to, nao porque partilhe a opi-
niio daquelles que do 3 do art. 11 do acto ad
dicioqal querem concluir que as assembleas pro-
vinciaes someote ompete fixar 0 numero das
pracas do torn > de policia. Seraelhante duutrina
que encontrei era uma peea official, nao pode ser
admittida e justificada; contra ella protest;-. 0
procedimento constanie u ininterrompido das as-
sembleas provinciaes; e nem ella resiste a qual-
quer argumentacao.
Dizer-se que as assembleas provinciaes somente
compete fixar 0 numero das pracas do corpo de
policia e nao mrcar os venciraeutos dellas, de-
duzindo isto do | 3 do art 11 do acto addicional.
e argumentar mal.
0 II do art. 15 da pnnstituicao do imperio
diz tambem que a assemblea geral compete fixar
0 numero das pracas do exercito e da armada
sob proposta do governo, raas, nao obstante isto
ninguem certamente dira que nao compete a as-
semblea geral marcar a verba necessaria para 0
pagamento das pracas do exercito e da armada,
cujo numero anteriormente flxou.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Seria uma
redundancia.
0 Sr. Peretti : Entao a mesma redundancia
baverla se no acto addicional estivesse delermi -
nada alguraa cousa a respeito de attribuicao
semelhante das assembleas provinciaes.
Ainda assim eu nio impngno a disposicao do
2* do art. 7 do projecto (bas'ta que ella seja
no sentido de livrar os cofres provinciaes de um
pesado onus) e aceito-a por outros motivos.
Ao governo geral, assim como ao provincial in-
teresse a monutencao da ordem, a tranquillidade
publick, e que os crimei sejara previnidos e re-
primidos. D'ahi e que eu deduzo 0 dever da
parte do governo geral de auxiliar as provincias
na de; peza que estas fazera com a sustentacjio
do coi po de policia.
Una outra razao ainda me leva a dar 0 meu
vote < 0 2 do art. 7.": e vem a ser qne o
accesi imo do numero" de pracas do corpo de po-
liciapi oposto pelo projecto, sendo uma conse-
quent! da lei n. 2,395 de 10 de setembro de
1873, que d-spen-ou a guarda nacional do ser-
vico ctivo, e sendo esta paga pelos cofres geraes,
tambra por elles deve ser pago 0 mesmo accres-
cimo.;
Ve,mos agora 0 art. 2" do projecto. Diz elle
que forca policial se corapora de duas secedes
e em eu i* que 0 actual corpo de policia Sea
redunio a 500 pracas.
Post suppor com 0 nobre deputad) p-lo ter-
ceiro .irculo, que 0 numero de 300 pracas seja
suffl'-nte para a policia da cidade e seus subur-
bios, at, como vejo que 0 % di art. p contem
uma sposicao que ainda tera de ser sancciona-
da pa experiencia ; como por outro lado vejo
Tque tadisposicao para ser effectiva depende do
auxilii pecuniario promettido pelo governo em
sua ciular de 21 de dezembro do anno passado,
e aind mais da boa vonlade da asssmblea geral,
que 10 sei se concedera 0 auxilio qae Ihe for
pedidicom toda a amplitude que seria para dese-
jar, jigo conveniente que deixemos como quer
0 procto a primeira seccao com 0 numero de
500 pucas para occorrer a qualquer eventuaK-
dade.
0 J* do art. 2' diz que havera uma guarda
local le S00 prajas que sarao distribuidas pelos
raunic/ios ou paroihias, conforme a sua irapor
tanciae necessidade do servico, e 0 art. 5- diz
que a a goarda local sera destinada an servico
policii dos municipios ou paroehias onde for or-
ganisla, e nio podera era caso algum uesUc.r
para ora dos mesmos.
Poeria cilar a resolucao imperial de 2i de' ja-
neirode lSi9, tomada sob consults da seccao do
irapen do conselho de estado de 3 do dezombro
de U7 ; poderia cilar 0 aviso de 9 de maio de
186l)exoedido de accordo com a resolucao lm-
peria de 5 do mesmo mea e anno,, tomada sob
consilia da sec;5o do imperio do conselho de
estao de 5 de abril tambem do mesmo anno, a
?ual declarou que 0 art. P da lei provincial da
arnyba excedia das attributes das assembleas
parou em
que ia fa-
-Ksta argaiaeataa.
que etie poau
indisp*nsa-
6s MM
1 paiavra-destacar-8ignificar/5*s diffe-
AifDRADB : -K' taoclaro o tea-
provinciaes, por isso qne nao so fixava 0 n
mas tambem consagrava 0 modo de distnowr a
forca policial. Entretanlo nio ataearei o projecto
neste pouto que alias 6 esseocial ; nio oaero
feri-lo no corafio.
Reconheco as vantagens qae podeai
de localisar-se a forca polieial
que nao seja 0 art. 3* acolhido pal* 1
Into com qae esta redigido, e faco votos para
qne a sua ultima parte seja substitaida pela
emenda que foi apre-eouda pelo nobre dopittli
pelo 3- districto, a qnal e no seali Jo de pode-
rem as autondades de um mnoicipk) tm pmOLliii
requisiur a forca da parnchia ou municipio mais
proximo nos casos de sedi^io, etc, em nt pa-
iavra quando esUver graveraeote amurada oa
alt-rada a ordem publica.
O Sr. Ol'vkira A.xdradr : -Isto se MM
0 que o projecto prohibe e destacar.
0 Sr. PKnKTTi: En vou a eue pcoto. Hootera
quando fallava o nobre deputado pelo primeiro dr.
culu que se senta naquella cadeira e fazia coaa-
deracoes a esse respeito, algaem Ihe disse : At-
lenda a paiavra destaca*. > s Kxc
meio das observa ;oes muito judiciotas
zendo.
Entretanto, qntndo orava 0 nobre deputado pe-
lo 3* districto, ao qual acabo de refohr-ae, o Sr.
relator da commissio de forca policial den' 0 se-
guinte aparte, do qual tomei nou :
0 Sr. Oliveira Andrade :Qualqa*r qae eHe
seja, eu aceito.
0 .*. Pctktti : -. Nio desiacam, nao sanea
d alll.
Pouco antes dizia-se qne a paiavra destacar sao
importava a prohibicao de sahida de um atoaici-
pio para outro e logo depots era o proprio relator
da commissio de forca policial, aqaelle uaesesap-
poe dev-r ter confeccionado o projecto. qoeoi an
apresentava como uma expreado svaoaiou, em
tudo semelhante a nio destacaresta affa
nao sahem d alii.
E' este ponto qne desejo que seji expKcado. As
leis sempre ganham em ser claras.
0 Sr. Oliveira Andrade ;
do muito adstricto as palavras.
0 Sa. Pkrbtti : Nio ; en procuro j rrbaa
der 0 espirito, 0 pensamenlo que presidio a coa-
feccao do projecto qne se disco te e p tr i > reeor-
ro as palavras com qae esta concebido. miaiali
nio apparecem explicacdes qae me sati4acaca.
demais qnal 0 legislador qne morece este asata
e nao procura harmonisar n espirito da lei com a*
palavt as della I 0 cootrario.....
0 Sr. Olivura Andrade : Mas, 0 oobre .
lado tenba a bondade de repetir 0 aparte qae
que eu dera.
OSr. Peretti : Nio destacam, aie sabeai
d alii >
OSr. Oliveira Andrade : Pode ser qae ea
desse esse aparte ; nan roe lembro.
0 Sr. Peretti :-E' qae aie tem boa laemoria.
0 Sr. Goes Cavalcante :Has 0 espirito des-
sas palavras r.omprehende se ptTfeitarnente.
0 Sn. Peretti .<)h que o nobre depatado e
um graade inlerprete I I
Um Sr. Deputado : Cm vem
seja explicado.
0 Sn. Peretti :E' necessaria, c
vel om explicacao, maxime quando
qne dao
rentes.
0 Sr. LILEIRA
lido do artigo I
0 Sr. Pkram : Para 0 nobre deputado, aao f
Um Sr. Oepitaoo :Coovem expliealo.
0 Sr Peretti :A goarda local aao lera or-
ganisa.ao ou apparato militar. Sei qne a policia
nao esta snjeita aos deveres e preeehos da trnpa
de linha, nio deve uma obediencia passiva, nio
perde 6 us) dos direit is polilicos ; entretanto. as
duas expressoes -orgamsaQao e apparato militar
- sio muito vagas e fu-se preciso que 0 sea sea
tide seja bem delerminado.
Nio estarao os guardas locaes sajeitos a a^oar-
telamento on ao raenos a terem nm ponto de
reuniao ? Nio terao armamento .Nio terao
nniforme algum f
0 Sa. Gonqalves Fkhreira :-lso nio
prio do regulamento.
0 Sn. Peretti : -0 regulamento baseia-se
lei, desenvolve-a, porem nada innuva : e o qt_
lei nio dis-er. elle sem, uitrapassar 0 sea fim, na 1
pode dizel-o.
OSr. Gonqxlves Ferieira :A base esta an
project! : 0 mais e do regnlamento.
0 Sr. Perktti : 0 projecto aao explicito, 0
mais e dar lugar ao arbitrio.
Os guardas do corpo de policia podem commet-
ter intfaccSes di cala-se a este respeito.
0 Sr. Goncalves Ferreira : Nao da uma ta-
torisacao ?
0 Sr. Peretti : -Porem e mnito vaga. A com-
missio devia apresentar a sua opiaiao a respeit->
desta materia, que nio 6 propria de regnlamento .
eatretanto, nem sequer lanca as bases em qne
se devera lirmar 0 regnlamento ; e...
0 Sr. Tolentino de Carvalho : -Qaer isto ao
projecto de forca ?
0 Sr. Peretti : Desejava.
0 Sit. Tolentino de Carvalho :-EoUoteriamos
um projecto de cento e tantos artigos.
O Sr. Peretti : Teriaraos ami lei completa.
Um Sr Deputado : Apoiado.
OSr. Peretti : -Quando a lei n. 1,091 aulori-
sou e presidente a dar regulamento ao corpo po-
licial e foi desse trabalho encarregada uma com-
missao, na qual tiguravam 0 Sr. iosnmaifiidar
Silverio Fernandes- de Araujo Jorge e am distinct*
lente da facnldade de direito o Sr. Dr. Aaloaie de
Menezes Vasconcellos de Druramond estes illos-
tres jurisconsuitns, com judiciosa reserva, se oeca-
parara da parte relativa a penalidade, por eateade-
rem que era materia propria para ser apreeiada
discutida e deeidida pela assemblea proviacial.
0 Sa. Gomes Parente : Qae duvida ha aisso.
0 Sr. Peretti :Entao concords qae aao e ma-
teria propriamente regulameotar T
0 Sr Gomes Parent* da am aparte.
0 Sr. Peretti :E' uma opin-ao muito aatori-
MMk
0 Sr. Goes Cavalcantc : Quem 0 coatesta.
0 Sa. Peretti : Aquelles qae enleadem qne
deve ser materia regnlameour aquill0 em qae e
defectivo 0 projecto.
0 nobre deputado pelo 3" circnlo disse que ti-
nha duvidas se devia haver um s6 commissarta
para toda a guarda local on muilos commfesa-
rios para cada uma das fraccdes desti mt ma
guarda.
0 nobre deputado tem duvidas, ea porem aa?
as tenho a este respeito, pois, altenleado-se a
modo por que estao redigidos os arts, 3* e 4* **
projecto, deve-se entender que ha am 6 eemaiis-
aru para toda a guarda local da 900 pracas, eat-
bora estejam a dizer 0 contrario os aalores do
projecto, ou fosse outra na realidade a sua mease
quando 0 elaboraram.
0 Sa. Ratis e Silva -.-Assim me panceu
0 Sr. Peretti : -0 f P dia : Urns guards lo-
cal de 900 pracas, etc, mais adiante : EsM
guarda e li lalmente. Nio t?ra orgamsa^a
ou apparato militar e sera comnaadada por am
commissario de policia e am sargento.
Ora, teraos aqoi nma oracio elliDtica, porem,
qnal 0 sen agente ou sujeito oeculto T Certamea-
te e- esta guarda -que refere sea local da
pracas. A lei deve priraar pela clareta. Quaado
I pm-
aa
qae a
:



2
Slario dl Pemambuco Scxta feira 8 de Maio de 1874:.
:?=&
^.a.
-"-
Jmm*M
este projeeto fjr convert I) cm lei, o seu execu- das obsery
lor seguramente nao prucuraia saber o <\*o so- $'*t
disse nesic reeala, m i- tera de ciair se .19 sea-
Uaa claro e Qtapy.*' II1 So .0 pousameiilo da
commissao c nfrVIIOtit""""' que sejam maa'tos os
cjmmiisirioj, "<9SfH5e 0 declare ccm tod* afran
qacza.
O SA. Go.ncm.vbs FeRueira : Ella ja mandou
him emenda.
0 Sb. Pbretti : -Qaando 1
O Sb. Oliveira Andrade : H nouve excessso
de declaracao.
Q Sr. Pbretti :-Muito ma saiisfaz es-a ravela-
cao. Diz 0 art. 4" sera cjmmandala por inn
eommissario e urn sargento da policia. Desejo
algumas explicates, a 3*e respeito ; nao com-
prehendo bem esia enlidade eommissario : qaem
v o conimitlenle ? 0 presidente? 0 commandante
do corpo de policia ? commandante das -armas ?
E uein se dfga que observafio porquanio, sen Jo a 21 secci) paga pelos
cofres geraes, pode ser que deva nolle miervir 0
commandante das annas.
O Sa. Goncalvbs Ferreira : -Mas nio 6 forca
mihUr.
0 Sn. Peretti :Ben, mas e paga pelos co-
fres geraes. Desejo explicates que me habilitem
a conhecer aquillo que i;u devo approvar e aquil-
lo que Hie cunwre rujeiur.
Em geral aceito 0 projects, comtant 1 que elle so
ja explicado e emeu lad,is algumas de suas dis jo-
sicSes.
O nobre depuudorelitor da commissao de f>r-
ca policial, quando orou, disse-nos quehaviiuma
H r depulado, ares-
esfca ptalo e
AMBKNTO I'lV.t
essiucial.
0 Sr. Gomes Parente : -A este respeito 0 irfeu
collega de commissao ja disse algtrma cousa and
devia-ter ealisfeiloa casa.
0 Sn. NAsaMENto Portella : Fol mal qao 0
dualidade, (eu BAocotiprehe'idi este termo atten
denio a oecasiao em que foi empregado) que re
pugnava ate certo ponte qae Inavesse uma sec
cau com organisacio e appai ato militar e outra sem
eiri organisacio fl appnrale
Nao vejo alii ideas qao *e repillam, uma vez
onvenienlemente desenvolvidas Eniretanto en
coilrei uma grande conTadiceao no 4*, onde de-
pots de se ter dilo quo ;i guarda local nao teria
organisaeiio ou apparatu militar, aecrescenla sa :
sera commandada por um eommissario e urn
siiQcnlj de policia -e nao tern organisa;ao ou
iipjiaraio milijar. nio vejo razao da *er para es
Jaentidade sirgento, que e mUitar.
0 Sn. Gofs Oavalcante : De outro nome que
a c imminsio rceita.
0 Sn. fLRETTi : Porque nSo sera antes um
sub eommissario.
0 Sa. Goncalvks FgnnEinA : Nao acha lao
gnode um subcommi$iark>?
0 Sn I'F.nKTTi : E 0 nobre deputado julga
que se deve andar a procura de palavras broves
ainila que estas sacrill |uem a idea, e nao se
barmouisem com o pensamenlo que se deseja ex
j'fimir ?
S.io esta*, Sr. presidente, a^ reflexoes que por
ora tenho a fazer ; que os nobres deputados mem-
bros da iMinmissao de forca pjlicial pecam a pa-
lavra, dem-me as explieaooes.que pedi, e tragam
luz ao debate, e o meu desejo. ('Juitobem. muiio
bem)
O r. Gomel Parenlc s Sr. presi lente,
c>mo membro muito ubscuro (nao apoiado?) da
commiisao de forga poli-ial, cabo-mc 0 dever de
rosponder aos nobres deputados que se teem oc-
cujiado com a materia era em discussao.
^Lisonpeio-me, Sr presidente, por ver quo os
nobres deputartos, impnpnr.Jorts do prijecto, nao
atacaram de forma algo'ma as suas bases princi-
tiws. Ijma desias ba?es, e a creacao de uma
guarda local, in9tituicar esia nova para a provin
eta, e qae foi geralmente aceita com applauses por
t ida a casa.
Sem era de esperar, Sr. presidente, outra cousa
A coMitrinagpi creandi a guarda local ou ekkn,
co no chamam alguns, inspirou-se em escriptores
noia\-eis, e no parecer muiio 3ulorisado do gover
no s^'ral.
Ja em 1-8 W, antes d 1 aclo addicional, a assem
I i K'jr.il voto:i uma lo. creanio uma guarda
ililOlicn amelia que huje .-e prelende es'.abelecer
'mre mis.
') viscoude de Uruguay em seus Estudoi pra-
t.c s sobrcas provinc us, aconselha as assemblers
; r > md.tarisados, subsiiluindo os por uma guarda lo-
rjl mais pr->pria para 0 servico a que sao desti-
uaJos.
Inspirou-se ainda a commissao u:i opmiao, tam-
i-toi muito aatorisadi do um escriptor n:ia-el,
Tavares Baslos, na sua obra .1 Provincia.
Nao era, portanlo, de esperar que esta casa dei-
Sus-e de acei'.ar esta idea principal do projecto,
roii^^iuda nas leis dos p.izes.civilisados.
0 Sn. Manoel no Rego : -Estauios de accordo
r6jW poiito.
0S. (ioM-.s Pabfme : -Varaos f >zcr uma ex-
perieocia ; e de esperar que ella proinza bous
froirtar. e assim faremoa um relevante servi;o a
provincia.
Anies de ro?ponler ao nobre deputado que m<>
precedtu, devo uma resposta ao illustrado depu-
t.i lo, que fallou em primeiro lugir sobre esta ma-
leria.
Em g-ral as observa.ves f.iUs por S.Kxc. cala
ram "o espirito da commissao por ociasiao de con
YecdMiar 0 projecto.
'>r esia razao e;i apoiei e:n apartes as suas ju-
diin-j-as o'j-ervacoes. A p-rimeira versou sobre o
art. 3 que diz (Id) :
E-ia guarda ioealsiMa destinada ao servico
puli:ial d is municipio3 oa parochia. onde for or
gaai>a4a, e na<)"pod-ri.em oaao algum destawr
p 11.1 fora dos mesmos.
0 iiobr deputado lembrava a idea de se doter-
mmar que essa guarda devia ser organisada com
r^ p.'opiios iudividuus da locaiidaile. 0 espirilo
do project) e e-te, mas pensou a ommistao que
nao devii estabelecer uma r^slnccao.da qnal pode
resultar grave inconvenientes. Com effoito, de-
termiuar na i^i quo quaijuer individuo, cstranh"
a IoealiJade, nao poJeria I'azer parle da guarda lo
cal, nao deixa de irazer diinoulJades, tanto mais
quanto parecea a commissao que, devendo ser
dispensadas trezentas prajas do corpj de policii,
seria vantajoso aproveitar se deltas pracas, aquel-
las que iiuizessem faze.r p>rte das guardas lo-
cal's.
OS11. NascisientoPortella : -Haveria jmmeio
de couciliar : era dar preferentia aos da localida-
d". Assim nao se arnscava a execucao.
> Sr. Gomes Pauenti: : Poderia mo ser aceito,,
poiem, tfunca a prohibicao absoluta. Mas desde
que a guarda local e organisada na parochia, don-
^ de nao pode destacar, i inutil estabelecer a prefe-
rencia.
Sobre este poato creio qae a commissao nao du-
vilara cliagar a um accordo com 0 nobre deputa-
do. Se a assembled julgar neces.-ario estabelecer
tal prchihicao, a commiss.au nio faz qucstao disso
0 Sn. Xasoeiento Pcirtella : Nao, nao die
guemos a tanto ; nao estabelecaraos a prohibicao,
mas ao meoos a preferencia que e d meio de har
mnnitir
,; Sr. Gomes Parbntb : Mas se se altender a qae
as fregaecias siomnito proximas umas das ou-
iras, 0 a que os iadiTidii'js de uma freguezia po-
jeu i|uerer fazer parte da guarda (oca! de outra
i.'Wirophe, ve.r-wha que a prohibieao as impossi-
MHara de tal. Aetuou isto no ammo da com-
missa-i e, portanto, lla lem dnvidas em aceitar
u oa cmeoda neste sentido.
A commissao agrade iCcertamente ao nobre de-
putado que teve a defeireacia de nao querer offe-
recer eraendas ao projecto.
0 Sa. N'ascimh^to Portella : Assim eostumo
a proceder.
O Sn. Gomm I'ARt.NTr: : Mas nao me paewen-
di> raz pavel a id' floe aprasentou S. Kxe., a esta
rosp ito. repugna ;no bfcre-rerama emeoda eao-
sigaand>-a.
0 sfgur.do ponto, com qua re occupou 0 nobr
deputado. versou sobre a diaria dos^aardas. Pea
s.ii S Etc que esta diaria nao devia ser unifjr-
.:: para todas as freguezias. Tambem esta ;azao
calou no flnimo da commissao, e ate ella havia
,c>iabeIecrao ama grade acao ; raaspor outro lado,
atli-ndendo se a nnifowindade do servigo, atten-
deudo se a 900 0 corpo de policia, a guarda nacio-
ti.il quando destacada, e a tropa de linha, re'ee-
Jii.'in o mesmo soldo em nualquer loealidade em
jue eyiejam, a commis*io resolvea estabelecer
uma diaria fixa para to dos os gnardas. Ainda
naste ponto a opinian da commissao nao esia
muito lonre da do nobre de'patado.
Bern sabe 8. Exc. que rjio temos a velleMade
de suppbr que flzemot cm trabalho perfeito.
0 Sn. Nascerto Pop.tella : Certamente 1
nem suppuz Isso. De outra maneira seria inuti;
i discuesao.
0 Sn, Gauss Pabentj; : Es.'orcara-nos por
0 sargento podera
..faz questao da
eommissario, por-
que Ihe pareceu
Sim ; a queslao
vista.das razoes
O Sa. Gomes Parbhte : -Mas pego permissao
para dizcr qae, desde que so erea uma guarda lo-
cal, que apcur de nao ter organi-acao ou appara-
to militar, todavia nao deixa de sor um corpo qae
deve esur sujeito a disciplina propria do ?ervico
a que e destinada, e portanto aao pode deixar de
ter um cbefe, nem superior.
0 Sa. NascutENT* Portella : Com um sar-
gento.
0 Sr. Oi.iveira Andrade
mauler a disciplina ?
Voces : -Porque nao ?
0 Sr. Nascibento Portella : Um sargeato
sob a inspeccao do delegado ou subdeiegado.
0 Sr. Gomes Parente : 0 nobre deputado bem
sabe, com os coaheeimentos pratiee^ que tern,
que essa guarda tem soldo ; que deve liaver um
individuo eucarregado de receber 0 vencimento
dclla, de organisar 0 pret...
0 Sr. Naseimbnto Portella : 0 sargento faz
Lili i-t 1.
0 Sa. Gomrs Parente : ___e para isle devo
haver um empregado de uma certa cathegoria,
que inspire jonflanea, empregado que tome conta
de tudo, que seja 0 respousavel.
- O Sr. Nascime.nto Portella : Havera 0 sar-
gento.
0 Sr. Gomes Parente : -Me permittirio nobre
deputado, que Ihediga que nesse case podera ser-
vir ou 0 sargento ou outro individuo com qoal-
qner denominacao ; a quesUo c de nome.
0 Sr. Nascimento Portella : llellicta nisto,
e vera que assim se facilitaria muito 0 serviro po-
lieial da loealidade.
0 Sr. Gomes Parente .Mas acredito que am
0 urdenado estabelecido no projecto para 0 sar-
gento, nao enconlraremos utn iudividuo com as
condicOes requeridas para exercer 0 cargo de
commaadapte ou cbefe. A commissao aao faz
queslao do nome commissano....
0 Sr. Oliveira Andrade : : Nao faz qaestSo
de palavras, mas sim de ideas
0 Sn. GOBBS PARBNTd : I
idea. Estabeleceu 0 nome de
que foi 0 que lae occorreu, 0
mais acertado,
0 Sr. Nascibento Portella
nan e de nome, e de idea.
0 Sa. Gomes Parente : A'
que acabo de dar, creio quo 0 njbre deputado nio
insistira na idea da suppressao do eommissario,
tanto mais quanto 0 meu digno companheiro de
commissao deu uma razao quo nao deixa d&ter
sua procedencia.
0 nobre deputado permitta-me dizer que o.com-
missario (6Je ser aproveitado para commis.-Oes
policiaes.
0 Sr. Nasciiiento PorrKLLv : Deus nos livre
dis to I
0 Sr. G mes Parente : A creacao do com
missario nao tcve por fiai estabelecer uma entida-
de para exomer cargos policiaes.
0 Sr. XaiciMEitiO Portella : Ejtj bom ;
en tan ja e outro pensamenlu.
0 Sb. I. Mello Rego: E Toi este sempre 0
epnsamentn da. commissao.
0 Sit. Gomes Parente : Mas 0 nobre deputa-
do, que tem exercido 0 cargo de presidente da
provincia. deve ter tido ocoasiao do vcr que em
algumas localidades, dadas eertas circumstancias,
torua-se necessario ooroear uma autoridad; local.
11 m delegado oa subdeiegado da intima confianca
do respeclivo presideHte da provincia.
0 Sr. Goes Caval'untk : Sao factos qae se
reprodazem todas os dias.
0 Sn. Gomes Pareste : ... 0 nobre deputa-
do, que, como ja disse, tem estrdo a testa da aJmi-
nistracao la pr viri'*Ja por mais de uma vez, Utfcfl
ja livesse oc*aBf> de precisar nomear um indivi-
duo do sua inteira conlianca para delegado ou
subdeiegado.
0 Sn. Nascimento Portfllv : Stmdnvila ;
nes'.a ca leira mesmo ja defendi a noneacao de de-
legados militares ; mis isto 6 cousa different?.
0 Sn. Gomss Parente : Sendo assim, c d sic
que, segundo as ideas do projivf. o corpo de po-
licia lica destinado ao Servico petfcl&l desta naptal,
deveudo fazer 0 servi;o Ji centre so.oenl! 0[n
ca3os extr.iordinarios e mesino para a cmduerao
de presos, diligencias. etc.; rcsulta que, dadas
eertas circumstancias, 0 presidente da provin-ii
pode ter nacessidado de um tnlivi.Hio de sna ta'
leira conil.mca, e ate m-"s:no de sua dependencia
mais Immediata para exertcr 0 cargo de -delogaikj
ou subdeiegado. Sendo a.s-im, 0 meu nobre wmftja
e Collega de commissao disse bem, quimlo decla
ron a casa que a crcacio do eommissario MM
mais esta vantagem:
E' certo que se da um ordenado soltrivel de-
803*000
0 Sr. Nascimento Portellv : Nao quero de-
legidos nem snbdelegados de 800*000.
0 Sn. Gomes Paricnte : 0 n-.bro depnt.'.do
me perdoe ; nos tambem nao queremos delegados
ne n subelegados de 800* ; mas tem-se nomeado,
*r*cOes 4e mea nobre amigo, deputado pelo 3* ^aiados em let e para a guarda local tambem opre-1
districto. No seu parecer 0 projecto e deficieate sidenle da provincia no regulamento as estabe-
e obscure em algumas paries.
militarisado', organisados cjmo os que existent
actualmente nas provincias.
iNiiMteHa me eseapoti algunu das obswvar;Jes
/Jo Jiobra dni'^UJo pelo t* districto; se assim
acont;o!ti, .-. Exc, m*n eira.
1'isso agora a Jiiit- alguma cousa wbre as al>
tp.ap.' rJe servico; deixou isto para,o,|KCi*iflte
da proviucia delermtnar no reguUnrontb trae rrou'
da expeJir. Sao matenas^MMtneute pegu<
lameatares
Poruatu, 0 modo, ascon.licoes.e .o4eqipn do en-
g.i;auiVRlo |iara 0 cor(io de policia ja,estao cortsi'
nao
alfe
; p,
apresentar a esia casa mo trabalho digno della
0 Sr. Nascimesto PbttTELL.v :Sem~duvida.
0 Sr. Gomes Parente : ___mas desde que
a assemblea em sua uuanimidad-3 abiteve-se de
tliscutir 0 projecto em scganJa discussio, dando
as-im uma prova de qae em qualquer observacao,
qao houvejse de fazerao mesmo projecto, n3o se-1
ria por espi.'.Uo de opoosicao, a commissao aceita-*
de bqm grid* quaUuer medtda, qualquer idea,
line possa ser alii e ^-ot'eitosa a provincia.
3d se 0 nobre deputado nomeou alguma ve*,
res do policia, cujo vencimenlo e inferior a
8001 pan exercer esses cargos.
0 Sr. Nascimento Portella : Ji disse ao no
bre depulado que nao so lenbo feilo, como defen
dido 0 acto.
0 Sr. "Gomes Parente : Pols bem ; 03 com-
mis?arios estao nas mesmas circumstancias.
Porlanto, me parece que 0 ait. 6 do projecto
deve passar tal anal esta, isto 6, nao podemos pres-
cindir de um individuo que seja o commandante
da guard.i.
Nao compre'aendo nma guarda sem comman-
dante, que tenlia attribmcoes mais ou menos im-
portaales como, por exi-in'ploo pigamento do soldo,
a organisao da forqa, a disciplina espeeial MM
guarda, etc.
Eotendo que 0 sargento nao pode ser 0 com-
mandante, porque a idea do projecto e qr.e 0 mes-
mo sargento substitaira o eommissario no caso do
impedirrnnto deste.
OSr. OLrvemA Anoradb : Os nobres depnta
dos nao querem commissari03; querem nma espe
cie dc sargento graduado.
O Sn. Gomes Parente : Desde que fa lafl 0
eommissario, ou nos sens impedimeatos havera
um individo que 0 substitua, qae exerca as sua<
at'.ribuic6es. Pareceu. pois, a cimmissao conye-
niente estabelecer entre os gnardas uma certa dis
linccao, escolhendj d'enlre elles um, que se deao
minara sargento, afim de subs'.ituir 0 commis
sario.
Sapponham os nobres d-'pu'.ados uma guarda
local em uma comarca do centro, Tacaratii, por
eiamplo ; da-se 0 iuipedimento do coromissatio :
quern 0 substituira Para estes casos espec-ia/s a
commissao creou 0 sargento.
Um Sr. Deputado : Neste caso e preeiso cear
mais uma enteudidade para subslilmr 0 saigmto.
0 Sr. Nascimnto Portella : Caia parchia
tem um eommi sario ?
0 Sa. Gomes Parents : Cala loealidad' em
que se organisar guarda local deve o.r umcom-
missario.
0 Sn. Nascimento Pop.tella : A dtpeza
disto a quanto moata ?
0 Sr. Gomes Parents : A commissJ nao
ealculou a de.-peia que se lemde fzer cortisto ;
mas live occasiao de ver-que o dispendio |ue o
governo gernl faz com a guarda DaeionaHesta-
cada n5o .e superior ao que tern de fa# se 0
projecto passar tal auarda nacioaal pode ser caleuhda em 3Q009*
annuaes, mais ou meoos.
0 Sr. Nascuiesto Portella : Masagora
vej.io nobre deputado a aaanlo monta a npor
tantia de 8001 por paroeata.
0 Sr. Gomes Parente : Declare ao nobre
deputado qae a qaantia de .800* ainda mepare-
ce insofllciente, e sobre isto fit reffexoes aomeu
nobres eeHegas de commissao.
Q Sb. Nascimento Porteslla : Com esti
quantra poder se-ha ter maislOO pracas.
0 Sr. Gomes Parente : Em todo 0 cio, se
passarem as ideas do projecto,' eomo acaji de
dizer, isto ndo nos inhibe de para o anno f,irmos
uma reforma como enteDdermos maiscjnveienje.
A guarda local oa a guard a civica, eoino a no-
bres deputados qaizerem chamar, e eara noama
experiencia.
0 Sb. GASPAr Dbcmmono : Deus permit! qae
prodtna bans fructos.
0 Sr, GoMiis Parents : Eu digo comoM no-
bre deputado. Deas permitla que prodaiajons
frnct03; acredilo que os produzira.
0 Sn. Nascimento Portella : Eu taroem
creio,
0 Sn. Gomes Parents : A esic respeito, cmo
ja tive occasiao de dizer, penso com 1 eacriptres
do nota, quo ate dizem qae 0 nosso acto addiio-
pal, dando as assemnleas provlneiaes a attribniao
de flxar a forca'polieial, teve era vista e*pecal-
A commissao, portro, flscorda atsolatanienW' inente esU guarda local e n3o a creao^q a? corjo^
0 Sr.'Katis e Suva : Parecen me assim 0
ain la para mim e obscuco.
0 Sr. GoMes Parente : N'estas condicoes, of-
fereoeu uma emenda ao art. i.. 0 qual diz. (Le)
Na 1 tera trgaaisarao on apparat; m.litar, e sera
comminaada por um conmissario de policia e por
am sargento.
0 nobre aepaialb disse que 0 qae Ihe parecia
era qae toda a guarda compos ta de 900 pracas, se-
ria commandada por um eommissario.
0 Sn. mrrti tE Silva :Parecev-rao assim pelo
moJo por que esta redigldo 0 projecto.
0 Sr. Nascimsbto Portella : E nao parece
a ciinvnissao que seria preferivel um commUsario
por comarca? Nao peco quo me responda ja ; a
fcommissao reflteta e depois diga-nos alguma
cousa.
0 Sn. Gomes Parente : Bem se ve que esta
observacao do nobre deputado nao poJo offeudera
commissao
0 Sb. Ratis e Silva : Naoj nem tive intencao
de com elia offender a n nguem.
0 Sn. Gomes Parent 4 : -Mas parece-me que S-
Exc. nao tem razao.
Dizem cs arts. 3." e i. (le).
Ora desde ijua trata-se da gnarJa local do mu
nicipi0 ou parochia, e.bem claro que 0 art. 3. oaa
da lugar a iaterpretai;ao do nobru deputato |
Onde quer que se organise uma guarda local.
alii t remos um eommissario para commanda-la.
Conseguinlemeala leremos tantis commissarios
quanlas forem as guardas.
Mas, nio ftcimos questao dislo ; nao tonrimo-
0 preeiso l*npo dos nossos irabalbos eom uma
cousa Lio peijuena. So a redaccio nao 6 boa. a
commissao nao poe duvida em aoeitar a emeoJa
do nobre deputado.
Quanto ao nupiero de pracas que a. commimo
estabeleceu, isto e, 1,400, senlo 30J para0 corpr
de policia e 900 p >ra a guarX-i' local, 0 nobre de-
putado comprehende que a co.nmiuao nao tem o
doin da infallibilidade, nan pode saber com eerie
za mithemalica sees-a forca sera suffleiente; pa-
receu lb) que 00m af< vico policial sera feito sem esibaraco.
O-Sr. Ratis e Silva : A mim pareceu pouco.
0 S Gomus Parente : O meu nobre compa-
nheiro^de snmminio, que antes de mini fallou, ja
disse que, so fosse possivet augmenlar a guarda
local, diminuiudo 0 actual corpo de policia, a Com-
missao 0 teria feito.
Mi3, como bem disse 0 nobre deputado pelo l.
districto, porque 0 governo geral autorisou as is
sembleas provinciaes, e a assemblea geral por
sua vez cedeu cert li iinputos para 0 pAgamento
(La despcza feita com 0 corpo de policia, na > deve-1
mm, usaado da expiessiio ja aqui uma ve* empre-
gada, c.irtar a larga.
Conseguintemeote^ reJuzindo, como a commis-
sao reduzio, 0 corpo de polwia a 500 praca3, 0
que mbro deputado acha demisiado, a c>immis-
sao upp5e qua ppe-tou um servico a provocia.
Eniretanto, tilvez que, as .'00 pracas a que flea,
reduado 0 aeiual corpo da.policia, nao sejars suffl-
jrcientes para 0 servico a qua sao cllas destiaadas.
0 Sr. Toi.rntino de Carvalho : -Apoiad).
0 Sr. Gomes Parente :Calcule 0 nobru depu
tado qae esta capital e uma grande cidade, muito
populosa, e que este corpo de policia, destiaado ao
servico policial d'esta capital tain tambem s:rvicos
especiaes dj que fica encarregado axclusivameate,
como, p >r exemplo, a conduccao de press, se-
gundo ja disse. 0 nobre deputado deve saber
quaoto e penoso este MHiga de conduvr presos
para o centro, afim de respou ler ao jury.
O Sr. Tol^ntino db Carvalho : -Ate para on-
Iras provincias.
0 Sa. G'imes Parents : -Ate para outras pro-
vincias. Nos nao inderaos calcnlar que t.umero
de pracas sera necessario para esse servico.
Men disto, pode ser necessario auxiliir-se a
puai.li bcal, 0 0 presidente da provincia s>ra for-
ea lo a iancar mao d'este diminuto e insign licaote
corpo para esse lim...
OSn. Goes Cavalcante : -Conformo ascondi-
i.oes especiaes cm que se achir a iocaliladc.
O Sn. Caspar Diiummond da um aparie.
1) Sn. Gimes Park^te :Conforme, diz bem 0
nobre deputado, as conlicoes especiaas em que se
aebar a loealidade.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : 0 projecto foi
m-nti r.revilente. '
O Sa. <>omks Parente :Ja ve pariapto .. U9bM
deputado, que a commissao teve razao para nao
dimiuuir mais 0 corpo de policia. Ji,ameu v6r,
ella fez muito dirainuindo 300 pracas ; coocorreu
para uma econonia superior a 203 cont53 nas
despezas da provincia.
A' vista destas c msihracoes, que acredilo caU-
rao no espirilo esclarocido do nobre deputado, a
commis Hi nai pode iceitar a sna emenda.
Passo a raspooder a outra irapoguacao feita ao
art. 3." do pro-ecu, e n'este ponto me dirljo nao
so ao nobre depuladi a quem ja tive a honra de
rosponder, como a) meu collega do 3. districto,
que aciba dc fallal
Dizem os nobre deputados: cunvem que a>
guarda local, dalas cerias emergencias, possi
sahir a.servico eo lugares diversos.
Nao ha fundanento para cssa objeccao.
A commissao neditou muito sobre este ponto :
a guarda local 6especialmente destinada ao ser-
vico da localidad) em que for organisada; mas,
como pode suceder que a freguezia limitrophe
ou uma outra, laba necessidade de um auxilio, e
muitas vezes narepossivel recorreca capital com
a prestesa necesaria
0 Sn. Manof.i do Rego : 0 projecto prohibe
absolutaraente ese auxilio.
0 Sn Attico: Nio, senhor; prohibe os des-
tacamenti s.
0 Sr. Manoe. do Rego : -Es"a e qae e a ques-
tao : 0 nobra cjputadi onsulie os diccionarios de
Cunstancio, Mraes e outros, e veja 0 que signifi-
ca a pilivn-desticnr.
0 Sr. J. Mblo Rego : Destacar e esiadooar
em ontro lug? por certo tempo.
0 Sr. Maxel do Rego:Nao, senhor; iesta
car e sahir d lugar.
0 Sr. Goms Parente : ......n'este caso a
commissao iculta a distracjao d'essa for?* pu-
blica.
0 Sr. Majiel bo Re;o : Ao contrario ; a com-
missao prolbe expressamente.
0 Sr. Goies Parente : A commissao, usanJo
da palavra-rff(Tca'-. deu bem a compre!ienior
o seu pensmento. Tivemos mesmo, Sr. presiden
le, a catiua de recorrr aos lexicographos para
''arificar forca dessa expressao e eatao conven-
csu-s1, 6mo dizem i>s cobras deputados, desta-
car querdizf r, perman>cer na loealidade. .
O Sr. Manoel do Rf.go : Sabir de um lugar
para ooro.
0 Sr Uchoa Cwaicante : -Com idea de per-
maoectr. '
O Sb Manoel do Rego : -Nao apoiado.
OSs. Gomes Parente : -Nao ?6 e este 0 sentdo
dos lexicographos, como sentido usual.
0 9a. Goes Cavai.cant* :E' 0 sealido queso
da usualmmie a esta palavra.
0 Sr Gomes Parente : -Qaando se diz-4#fti-
camento, diz-wnma forca que permanece em cer-
ta loealidade.
Portanto,a guarda local nao fica iahibila de I r-
visoriamente ser chamada aoserviijo de uma loci-
lidade differente d'aquella para a qual foi orgi-
nisada. 0 que nao pode e.d^-^car, e n'oste poa-
to, eu e eomigo aoinmissao, de qae faco car*,
ileelaramos que es tamos de perfeito accordo como
nobre deputado. Nao fazesios quesiSo de palavr*.
0 Sr. Ratis e Silva : Entao fararaos a 6i
am peuco mai elara.
0 Sr Gomes Parentf : Man se a commissao
(esta explicaudo qnal 0 ^ntido verdadeiro da pala-
vra destacar. nao lw rflMs razio para insistir.
0 Sr Ratis e Silva; Aceito a explicagao di
nobre depulado; mash lei, licanlo assim, potto
deixar davidas na suaexecaeao.
0 Sr. odes Cwai.cAte: Nao deixa, porquo
a sentido usual da p/avra deHacar e permanecM
uma forca em eerlo/onto.
0 Sr. Ratis e Sp ; Dar-se-ha depoi? um
sentido contrario a ft-.
( C-uzam-se apa/es.) ,
" 0 Sr. Gomes Pa/ntp. : Passo a outro ponto.
Ha ama emenda rf nobre depntado, a qual, pN
mitla me qae llief'ga, e desnecessaria ; e a que
consign a idea if determmar-so na lei as corldi-
coes decapacjda/para servir comognarda, e co
mo soldado do /po de policia.
0 Sr. Ratis /silva : Mas nai aeba a idea
conveniente ?
0 Sr. Gowes^rentr : Sim, senhor, mas ja
esta coa3ignad!f regulamento ullimaraente
pedido, e qae lldo-Ba ponto peb nobre depnta-
do pelo 3' dist 0.
A lei provin qrW' rretrd 0 corpo da pollula,
nao e3lflbejec as conJicSag do fngajumeotQ e
provincia no regul
lecera.
Nan detaoos descer a esses detalbes, desde ohm
0 presidente torn a atlribuicao, (nem mesmo e pfe-
ciso que a assemblea Ihe dd), do expedir regufa-
raenlos para a biia execuciio das leis.
A idea e boa, e iadispensavel, e imprescindivjel,
mas nao ha necessidade de se con igaar no pi 0
jecto.
0 Sr. Ratis e Silva : Me parecia bom qie
tlcasse consignado.
0 Sn. Gomes Parente : Para que ? Nao e-
t
jo motivo para isso, e ate commetteriamos afia
usurpacao de attribuicoes.
Chamo a aiten-ao da assemblea sobre uJoa
emeada que foi apresentada ao art. 10 e qae ( le ) :
O-art. 3 da lei de 2 de mapeo cuja revogaoao
se pede, consigna 0 direito do aposentadoria qt er
para as pracas do corpo de policia, quer para os
nfflciaes.
Sendo, bo parecer di cemmissio, os olBciaes de
policia empregados provinciaes, nao havia necessi-
dade de uma lei, qua os declarasse como taes,
lend 1 direito a aposentadoria ; limitou-se no p
jecto a revogar esse artigo 3. Entretaoto
clamacdes dos inieressados teem apparecido, 0 a
commissao como n3o teve em vista privar os olB-
ciaes de policia.do direito a aposentadoria, para
qua liquoro projeeto esciareeido nesia parte aceita
a emenda, que foi apresentada.
As pracas nao e-tao nas condicoes dos ofluciaes
i|ue teem.uma nomeacto do presidenle da provin-
cia, pagam djreitos, etc. As pracas aao simples-
mente eugajadas, e como taes nao sao considera-
Jis empregados publhos, nao teem direito a aao-
senladofia.
Por consequencia, e conveniente que past 0
art. 10 Jo projocio, mas com a emeada, para .tai-
ta'-" duvida-.
Nao teiasfl deixei de tocar em alguns oulros
pontos de que se uv -ssem occupado os nobres ile-
putado-.
0 Sn. Nascimento Portella Eu estimj|ria
que 0 nobre depulado tratassc do prazo do c n-
trato dessas pracas ; que di-sesse as ideas da cem-
missio a respeito.
0 Sr. Gomes Parents : Ja disse que isso e
objecto do regulamento.
0 nobre depuudo apreseatou uma idea qua eu
fui earoatrar na lei de (833, e eta a qua Java tos
juizes de paz, que oaquelle tempo eram aulorijla-
des policiaes, a atlribuicao de despedirem os. gupr-
das quando Hies parecesse conveniente ao servi^i';
mas eu-nao acho isto aceilavel.
0 Sr. Caspar Drummond : Tem os sous pros
e precalcos.
0 Sr. Nascimento Portella : Tem os seus
inconvenientes, mas 0 peasamen'.o e bom, e sa-
lutar.
0 Sa. Goinss Parente : Por ora, senhores,
vamos fazer uma expenencia; nos nao podemos
saber atlualmenleo que seja bom nem mao.
0 Sr. Nascimebto Portella : Has e por
isso mesmo, e para quo a experieaciado boas tru-
clos,.qae precisamus ler eunlado.
0 -Sr. OkivauiA Andrade : Nao quwrai aos
renovar 0 qae nio sortio bom effeito.
Um Sn. De ltauo : Para 0 anno have aos
de renovar.
0 Sn. Gomes Parents : Em todo 0 cast a
autoriJade policial nao poJe estar armada do di-
reito dedespedirosguarJas a seu bel-pcazer ; em
tido 0 caso e preeiso uma certa garaotiapara es-
ses guardas; e precise estabelecer em regtla-
raento 0 modo por que elles podeai ser despedi dos
e nao dar a lei um arbitrio uue pode ser fatal.
0 Sr. Na-clmento Portella : ;Slas isso a es-
mo nao convem dizer na loi ?
OSr. G Mas Parents: Nos nas guiamis
esle respeito pelo que ja exislc entre nos com a
creacao do corpo de polieia. A lei qua creou el-
se corpo nao estabeleceu as condicoes do eog; ja-
ine-iio e nem mesmo o prazo ; deixou isto para 0
regulamento, e foi ne regulamaalo ullimain:nte|ro
formad-i, creio que ate expedido pelo Sr. con -e
Iheiro Jose Beuto, se Item me recordo, que se es-
tabeleceiara as :ondic5es, 0 modo a 0 tempo do
engaj!une:ito. A commissao nio polia proceler
de mod 1 diverso.
0 Sr. Na*:lmbnao Piortella : Mae veja i ue
e preeiso regular os direitos dos commissariuf, las
sargentoa; se os commissarios fwara com 0 111 -
mo direito que os oflhtaes de polieia; se podoiii
ser aproveitades ; quem noiueta essa entidaje.
Todo isto aeae ser expresso na lei.
0 Sr. Gomes Parents :. Nao ha aecessidade
que 0 projecto declare expressamenle que 0 eom-
missario e nomeado pelo presidente da provincia.
O Sr. Oliveira Andrade : Esta subeatendido
que u 0 presidente da proviucia quem faz a nomea-
cio, porque 6 ello quem nomeia os olBciaes do
corpo de policia.
0 Sn. Nascimento Portella : Penso que se-
ria conveniente dizer no projecto alguma cousa
sobre este poeto, por uma razao : quando rmpve
aqui uma guirda urbana, 0 cammandante era da
nomeacao do chete de policia. Pode, pois enfirar
em duvida so a nomeajao do eommissario com-
pete ao presidente ou ao ch.fe de policia. E' rire-
ciso Gear isto expresso.
( Ha outros apartes. )
0 Sn. Gomes Parents : Nao confepenciei c:m
os mens compaaheiros de commissao a este res-
peito ; nao eslou fazeodo um discurso ; eslou aqui
pode-se dizer, em uma palestra; mas acredili qua
a commissao nao pora davidas em aceitar esta
idea, posto que me pareca, desnecessaia.
0 Sa. Nascimento Portblla : ? Nao ; e preeiso
sempre ileclarar.
O Sn. Tolentino de Carvalho da um aparte.
0 Sr. Gomcs Parente ; 0 nobre depulado
pelo3 districto me acaba deauxiliar com um
aparte. AdopLado o projecto, o eorpo de polkia
6 dividido em duas secedes, uma do corpo de-po-
li^ia propriamente dito e a outra guarda Ideal
assim como 0 presidente da provincia nomeia
os officiaes do corpo do policia, assim tambem
nomeara os commissarios.
0 Sr. Nascimento Portella : E os sarg^n-
tos ?
0 Sn. Oliveira Abdrade : Nunca 0 presi-
dente nomeou sargenlos, a nem ha quem se lem
bre disto.
0 Sn. Gomes Parents : 0 eommissario e s
duvida ui.i empregado provincial, e como t
sua nomnacao lica sendo da exclusiva compe
cia do presidente da provincia.
Parece-me que, ain Ja que mal, (nio apoia
teniio re-puiididoa tolas as davidas e objaog
oppostas ao ptojacto de forea policial, e nao
vidarei dar outros esciarecunentos quo por vin
tura os Bobres depniados julguem nce,ssario3.!
A commissao deseja prestar um servipo a pro
vincia, fazend" uma lei que seja do utilidade ge-
ral.
Peco desculpa aos nobres deputados por Ihes ha-
ver oecopado a atien^ao duranie taato tempo.
(Muito bem, muito bem.)
O sr Manoel do Res**: Sr. presidente,
nao lenbo a preieoca0 de trazer luz ao debate,
prmcipalmente a vista da proQciencia com que
ti.iate'ii expeadeu suas opiniSes 0 meu iilusua-
do amigo e collega sempre fazer algur.i-is oonsi^eracues sobre 0 pro
jecto em discussao afim de obter de seus nobfes
aulore= algumas <.xpliiwco*s qae .julgo aeceiaa-
rias.
Coaoordo com a nobre commissao a respeito jdo
numero de pracas rnarcado no art. 1*. Eatetido
que 1,400 praeas sao suQlcientas paia e service
policial da provincia, viMo qae actaalmente 0 mes-
mo servico e feito c.-aw um numeio iaierior, pflc-
quanto 'existem 800 pracas do corpo de p-li'ia e
271 guardas aackmaes destacados, alem de 15 inife-
riires, prefazendo 0 total de cerca de i,KX) pra-
ea<.
Discardo, porera, da commissao a respeito do
modo de dividir essa forca. Pareceme que 0 mi-
mcro de 400 pracas e muito basUnte para 0 nu-
mero da capital, e temos um preeedeate na lei de
fixa.io da forca policial de 1870, isto e, a lei j:.
941 de 22 de junbo dessa anno, a qual, no art. 6,
marca 300 pracas para fazer 0 servico da capital e
seus subnrbios.
Um Sh. Desutaoo : Essa lei nunca foi execn-
tada.
0 Sn. Manorl do Redo :-rOta, sa naquelle ten -,
do 0 numero da 3U0 pracas foi julgado siifiicien
para este snrvico.....
O Sr. Gohcalves Ferhehia : Esta engaaadoj;
a lei prohibio que sahissem da capital 300 pra$a
0 Sn. Manoel do Rego : Nao apoiado. Peco
V. Exc, Sr. presidf nta, qae me atande a coileccab
de leis de 1870
0 Sr. Outbiba Andraob :Note 0 nofero depa
tado qua 0 eorpo de polioia nao ca adstricto soi
raente- a capital.
0 Sr Manoel bo Reoo : -Ora, dizia eu; se na
qufllle (empo, em qqe 0 muDii-lpjo da capita.! com
!i*Qiaii^jsa>fi
\S, irehnWw"
pracas, hojt que prepoah.i nwuera da-400. pa-
rece que deve ser muiio mais suuJcienle, ten lo 0
inunicipio de menos essas dua freguezias.
0 S11. Gonqalvls'Ferreir'a : n.i* em'caso ne-
nhnm essas 300 pracas podlam sahir da capital.
0 Sr. Man ibl do Rego : Nao tem razio 0 no-
bre deputado; atienda bem para a disposicao do
referido art. 6.* : da forca mencionada no art. 2,
[ serao 300 pracas destiuadas ao servico da capi-
tal e suburbios, segundo parecer couveniente ao
< presidente da provincia. 1 Tambem nao ba pro
bibicao como afflrmou 0 nobre deputado de qua es-
tas 300 pracas saiam fora da capital.
Penso qae, haveodo 1,000 pracas, como propo-
nho, para 0 servico das freguezias do centro, e
esse numero muito bastanie, assim como 0 de 400
pra;as para 0 servico policial da capital e sens su
burbios, salvo ama emergencia qualquer, em que
podera vir qualquer coadjuvacao das demi* fre-
guezias. Mas nao faco queslao disto, apeoas emit-
to a minha opiniio : acho bastante, como ja disse,
o numero de 400 piacas, e, para a3sim pensar, ba-
seiome no precedente que citei.
0 art. 2, 2', diz (l!).....................
uma gua-da local de 900 pracas, qae serio dis-
ci trihuidas pelo inunicipio ou parochia, conforme
sua importaneia e necessrdades do servico.
Ora, este 2" do art. 2' esta extremamente va-
g:
a cornmissio diz que havera uma guarda local
da 900 pracas distribaidas pelos municipios u pa-
rorhias, mas nao diz como sera eUa distriboida ;
I parece-me que deixa ao talante do presidente da
provincia a distribuieao dessa forca.
0 Sa Ui.iv.cin.v Andradb : Ao talante, nao ; ao
prudenle arbitrio. Quem pole distribuir essa for-
ca e justameote 0 presidenle da provincia e o che-
fe de policia.
0 Sn. Nascimento Portella :Ao talaate quer
dizar a vontade.
0 Sn. Manoel do Rego : Certaraente.
0 Sr. Oliveira Andrade : Mas entre vontade
e prudente arbitrio ha sua diiTercnca.
O Sa. Manoel do Rego : Isto para mim e in-
differenle ; o nobre deputado apreoie como enten-
der raelhor ; em todo 0 caso o projecto da ao pre-
sidente autorisacao para distribuir a forca.
Um ?b. Deputado : Conforme as necessidadps
do sorvico.
0 Sr. Mamoel do Rego : Mas como elle ha de
apraciar essas necessidades do servico ?'
0 mesmo Sr. Deputado :Muito melbor do que
nos.
0 Sr. Manoel dq Rego :Quem pole a;
6 a assemblea.
Vozes :Ora I
0 Sr. Manoel do Rego : -Porque nio f E' mais
natural que um corpocollectivo, como esta assem-
blea, compost* da grande numero de depntados,
alguns dos quaes raoram em diversas localidades
da pruviaeia, conha;a mais essas localidades do
qne o> presidente da proviucia.
0'Sn\ Tilentino de Carvalho : Entao 6 re
Ihor que acaberaos com as antorisacoes.
0 Sr. Manoel do Rego :-Nio digo qae se aca-
be com ellas, mas sou muito parco em concede-
las.
0 Sa. Goncalves Fbrreida da um aparte.
0 Sr Manoel do Reoo: -Nao digo que que.de-
veraos fazer regulamenlos, mas devemes eiiabele
cer eertas bases para 0 regulamento que o presi
dento liver de irganisar ; e nio e isto uma anvi-
dad-.
Esta assemblea, 0 anno passado, autorisando 0
presidente da provincia a reformar ainslruccao
publici, iadicou as bases dessa rcfonna, e assim
se pratica quasi sempre.
0 Sn. Goes Cavalcante : Esse projeeto en
volvia muita cousa regulameniar, que era desne
cessaria.
0 Sn. Man .el do Rego : Em todo 0 caso e um
precedente da assemWea, que me parece nao de-
ver ser rejeitado.
Como sera dividido esse numero de pracas ?
A provincia actualmenie nao conta apenas 67
freguezias, como hontem dis.e, baseado no reiato-
rio da presidencia, porqae. recotreodo a dados
mais exa.'tos, reconheci que exisiem 74, inelumdo
as duas ereadas o anno passado, S. Jose de Bel-
monte e Timbaaba.
DeJuzisdo-se as 9 Iregueiias, de qua se cora-
pde 0 inunicipio da capital, tera essa forca de ser
distribnida pelas 65 resumes. Ficara a dislriboi
cao exclusivarnente ao arbitrio do presidente da
provincia, 0 que acbo inconveniente,
Um Sn. Deu tado :Acho que nao pode deixar
de licar ao arbitrio do presidente.
0 Sr. Manoel do Reoo : Jolgo especial qae
assemblea provincial determine qual o numero de
prac i> me deve ser mnturtaia uor um eommis-
s.rio. Ora, supponlia-se pie o total da for;a seja
dividido pains 6'j laaganni, dando-se ura maior
numero as mais imporlantes e um menor as de
menos iiiu>orlan:ia ; por exemplo, a algumas fre-
guezias t*> pracas e a outras 10 : esus 10 pra-
cas deverao ser enmmandadas por um comraista
rio, do mesmo modo que as li3 ?
Pel.) projecto parece que sim, 0 que uao jalgo
conveniente.
OSr. Oliveir\ Andrade: Vita cala munni-
pio devo haver um eommissario, mas em cada
parochia, nao ; so nas mais imporlantes.
0 Sr. Man.ici. d Rego : Mas no projecto nao
fe diz isso, diz-se que, em cada inunicipio e em
cala parochia deve haver um cnmnii-sario ; e isto
mesmo foi declarado pelo nabre depulado pelo se
gundo districto, que acabou de fallar.
OSr. Oliveira Andrade : -E" porexeepcio.
0 Sr. Manoel do Rego : Elles nao disse que e
a excepcao, mas a regra, e eu enteado qae nio se
pole tirar conclusui coairaria do projecto, do mo
do perqoe esti redigido.
0 Sr. Oliveira Andrade :Pole haver por ex
cepcao commissarios nas parocbias.
0 Sr. Manoel do Rggo : Pelo modo por qua
esta redigido o projecto, repilo, deve haver com
missarios tanto nas parocbias como nos munici
pios.
0 Sn. G0KQALVB8 Ferreira : Nao faca qnestao
dereJarc-ao; ha na casa a respecltva coiamis-
sao.
0 Sr. Manoel do Reoo : 0 qne eu quizera e
i|ue lioasse bem claro 0 ssu'.ido, por me nao esta,
e| para prova-lo basta notar que na dsvergfocia
entre os dons membros da cemmissio de fore*
policial que tem fallado a respeito. Um deues de-
clarou que tanto nas paroehias, como 11 is manici-
pi9S, devem haver coawnisjarios do policia.
0 S. Goes Cavalcante : Aonde bouver no
cesidade.
Um Sr Deputado :Rile fez esta dislin-cao.
0 Sr. Manoel do Raco :Nao fez tal disthjcca\
e pelo project > parece que nao e esta a Jans, v 31.
0 Sn. Oliveira Andrade : da um aparie.
OSr. Manoel do Rego :Euuo o nobre depu-
tado enteaJe que aao deve haver am todos os
municipios e parochias a guarda local 9
0 Sn. Olim:ir\ Andrade : 0 que enieodo e
qae, como ja di*e, nos munieipio* e reft* e u.is
parochias exeaoeio, into e, nas mai' iniportanles,
pode havea um eommissario.
0 Sn. Manoel d> Rego : Em todo 0 caso ji ob
live alguma cousa, e foi ura esclareciuacnlo do no-
bre relator da commissao, muito diiTareate da que
?e pole deluzir da letra do 2, e do pensanaenlo
exp"tjlido pelo outro nobre meiBhro da commji-
sao.
0 Sr. Goes Cavalcante : Sa a arojecto nao
falla:se nas ptfoaMM) nio podia alii haver com-
missarios.
0 Sn. Wax isl di Rego: Logo tiro d'ahi a
Goncluin de que pode haver cooimissarios em lo-
dos os municipios e em tolas as parochias.
0 ?n Goes Cavalcante :-Em tolas nio ; eAi
onclusio e Jo nobre dVpatado.
0 Sn. Oliveira Andrade -Pode lirar a cooda-
Lsao que qaiaer.
O Sn. MSN el do Reoo : -Entao os nabres de-
pntados deviam ter dii >: ns mimicipioe e nas
parochiis de maim- importandi ; porqae dizeado
someitepirochias 0 termo 6 genericoe en'ende-se
q ie comprehende todas.
1MB Goscai.ves Ferbkiba :Se o projecto (fas
sesse : aos municipios e parochias, entao se podia
entenler assitn ; mas desde que eioprega a dts-
junctiva, on esta resoiiida a duvida do nobre de-
put 1 do.
0 Sn. (liveira Andrade : Para que estio fa-
zendo questaa de grammalica ?
0 Sn. Manoel do Rego : Nio e queslao do
gramgaatica, e queslao de interpretacao ; e p)is
cousa nuiito differente. Ea suppunba que pela
redflccio do $ 2___
0 Sb. GojiCALVEs Fbbrkira :Ha aa casa uma
commissao da redaecao-
0 Sa. Mangel do Rso ;...,dewia eju.-tir a
guarda local, lanto cos municipios como nas pa-
rocbias ; mas a vista dos apartos ,aae pie deu 0
nobre daputado rclauir da commissao.. liquai sa-
bendo que ja uao a este 0 pancaioflnlo dacuniaiii-
s5 -, devo existir esia guarda nos municipios a por
excepcao nas parochias. Em t^do 0 caso entend >
que devia acoresoentar dnpol^ d^ parochial -as
palavras mail important*. -
(Ha um apart".)
O Sac Mankl db Raoi 0-ai>re depnta Jo aao
me c imprebcuden ; a miaba opiaiaa e qae h;.ja
gdaida local cm toJa< as par. -chias mam-
cipi^s.
Um Sn. Depu .um : Q ttmtw. relator d-i Torn-
missio failuu dos iManmsriai
(Ha outros apartes e 0 Sr. prendeaie reclama a
attencao)
0 Sr. Manoel bo Rego : -Ealeado qae a com-
missao devia marcar 0 naaero da pracas que a>-
viam ser commaadadas par ua eommissario. it
via limitar esse oaaieni, porqae alo sendo A**nr,
do modo por qae esti reafido o projecto, o pres.-
denie pule estabelecer goarda ieeal em tola- as
parochias e inunicipio*, te assia eaten J-r. reaa-
do ao mesmo tempo coaaissaiios para todos
inunicipio- e parochias, e que ale ae parece con-
veniente.
A commissao devia limitar este noaer> para
que se iia> possa cooclnir qao em qaalqoer lugar
aonde existir uma guarda local, deve existir tam-
bem um eommissario.
O Sn OeajMfM Ferreira : Isso e regcla-
menlar.
0 Sr. Manoel do Rego : Nao e regnlan ntar
e essencial; a asse nblea deve declara-k) eiplicita-
mente.
0 Sr. Oliveira Andrade : Nao ha lei em
previna tod'>s essfs casos.
O Sr. Manuel do Uego : Veja o nobre depn-
tado 0 que podera resultar senao se lixar aM n :
mcro. Ha enJo 63 paro-hia. es M toadas a- l
dijnunicipio da capital, e sendo a-iaeaeo* f'6
commi.-sarios, so com ordenado? desses eomm:s-
sarios far se ba a despeaa annual de o2 coatr?
Com a diaria des 65 sargentos, depealer-'e-h
a quantia de 33:21.a- Temos, po*\ awes daa-
verbas a despeza total de8o:2loj, que e muito sn
perior ao qu<*, scguodo calculi o preiidtiio la
provincia em ten rebwrin, podea renter.>s im-
poslos pcssu.il e de sell) e emolument'* das palen-
tes da guarda na -i nal, que fram cedi I s p U a-
seinblea geral a esta pruvincia para auxilio i> e>-
pezas cum a Wca pi li.'ial.
O Sn. Oliveira Andeaoe :-E o outra aeaipja
pronietlido pelogoverni' '
0 Su. Manoel do Rego :Vejam os Df*..'-s *-
putados como varans curtando largo, seguo
>e (muito bem) o meu nobre amigo e eoUera *>-
pulrdo pelo primeiro districto.
O Ss. Oliveira Andraor : Fazer o qu e es-
trictamente necessario cortar largo '
O Sr. Manuel on It ego : EstricUineaie neces-
sario, nio ; ea acho inlrirameate denec<
crear esses commissarios e pri.por.hu qae 1
pezi que se faz com elles, seja applicada eni ajc-
menlar n guardaIical.
O Sr. Oliveira Anbradb : E quem Im k com -
man Jar a forca ?
0 Sr. Manoel do Rego Ficara sob a i giia-
cia das auioridades policiaes
Algin.s Si.s Deputados :Ora !
0 Sn. Manuel do Re*) : -Nio e" ama n vida-
de. Actualmente existem derucaav>alus d -u.r-
das naci'-naos em 22 Wcalidaees da pMR a
estes deslacunentos sao commandad is apau' p 1
' offlciaes, donJe se ve que em 17 destas k--aii4a-
dej sin os respectivos destacimenlos c mn aada-
-Iis pel.' inferiores ; e i' sabido <|ne m
lugares- 11 le existem deslacamentos corauui; 1.'
por official--, e-tao estes deslacamenlos a- ; :
das autoridaJes policiaes, que tem nelies 1 1> 4
ingerancia.
O Sn Goes C.avai.<:>ntb : Nio lem ao* la-
tamcnie nenhuroa ingereacia.
0 Sr. G 0 Sr. Mano. l do Rico : Eotendo que a gaai -
da, alem de eslar a disposicao, deve ser inspwe-
nada e dirigida pelo delegado nos lemma, e pt
suodelegado nas freguezias ; c lea he a*iei em
visla a econnmia de ) e lanios coaWs, d.-spez.
que acho muito avttltada.
0 Sn. Tolntin) de Carvalho: A ...-stmwV,
pode dar atlribuiroes aos suodi-l-'gados de pc..'i-.a
O Sr. Man 11. 10 Rego :- Pole del n mn; r .pi.
0 destic-MMMilo iiqne a sua 4ispn 0 Se. Tol- ntino d Calvu.ho : -Mas o a depnta jo quer que elles sejlo os coiuaaaaeaa'
da f.rca.
OSn. Manoil doRikjo: E' qaesCo r.
vra ; nao ditto (tie o debgado e e aaaa|gMY
comma idem, mas qae Sque a for.^ se* s vig:
lancia e direixV-.
0 Sr. Base laeaa Ferbeira :Entia qoea. e :
mandaia a i-na *
0 Sr. IV: sin ntk : I'.o a :Ui'n;.i nl, .;
A discuss,.', nan | ode c latinoar a .-im coin tan'
apartes.
O Sr. Manopl d 1 Rcea : -A hn --ra cue,
aulada pata 1 ( r^nto. de que falla 0 *B*tcV'
e qtie eu c lanaria *Meae>*a*i, ao aai "*
M aaaaii a m nlia ", tw.ac
11 S. 0UMW a \-.ur\df. : Ah Ml **-
0 Sa Kami l I Uai I : -Nao faramo* ejaexa 1
de palavras.
0 6a. Tolentino i>b Carvalho : Na.-.
tao da aitribnicoas.
OSn. Maaoa. do Rego : Ha* eae diReretx.
ha aaa ? Digo qae acim eoaveainte coati
nue o que ja -ucrd.' actaalmei.le, isto 6, niaestr
os corrinanlanles des aeslacamontos
recfio._
O Sa. Geea Cavalcante : Sub, a Ja
nao.
O Sr. M max do Reo* : ... e iaapetci'
autoridades policiaes.
0 Sr. Goes Cavalcante : laaeecao, laa*M*t
nil), MMihur.
0 Sn. ManoKi. r-o Rego :E qaesta) de pats
vras. Em todo o caso procure fazi-r aosa c "
mia de 30 e tanlos cantos, o eat e eaeaeial.
0 Sr. TotENriNO de Carvalho :O eee If
com isso *
: Nao deveaos s:-a*
1 farae.-er o **
Ne,*i)*p*rajfaat*
ate ftf* aaaae a '>
0 Sr. Ma.no,:i. do Reg i
jar 0 dinheir. one aos |
m geral.
O Se, Tolfntino w. Carv^um : t/u-r u
bre deputado faier econoroias pra gaveraw g>
ral '
0 Sr. Mrmm. do Reoo : Ort*ara>.
nao convt^a estar assim aa lorisaaw iapaas smt
neeessid.rJe.
I'a-sar.i a<**ra. Sw. presidenle, so art. i.'. m*
diz : (ie) esta guarda lacalsera eartaaea a- *rr-
vic") pul.'-ial dos mumeip>Moa|nar argamsada, c nao podera n caso algum d_-
para lora dos mesaa.
Pela leilura Jesta artigo enlendiqae cca ex;, --
samente pro) it.: lo qae esta goare* kteal ^i -
das respeclivas laeaMates, aa* a vMa *i e\j...
cacao quo r.-,!> de ear o aokrc eapaaio ?
a signiiieiea, que da a palavra ismmemr, malrt
de opiniio'; mas em ndo a caso pea* nse se 4r-
ve siibstiimr esia palavra a*r oatra.
pode-se tisar uma illacie eii
nma .-ign.tic.cio diilereaie ea eo
late.
Eu cnlendo qae destacar e mwr pen fan dt
tagsr, MM perniauflememe, 1
uo somente. mas en
am vista li tado qne acaba de fillar.
Pelo art. I. ve-*e taabea aoe e*u favda >-
cal sers mr:ajridaaa pelo cimaiimrii ee p.-facia
a peio sargento, isto e, lera ao ammo vaa aaa
Cummm lantes, idea qae nio ae parec **
Mvcl
Bis o qua diato art-4: Niol lera orgaa; aci.
ou apparatu militar e seta coamaaaaaa p* mm
comtuissario te policia e am sargeato. Ai it -
portanio, serin as comaaaJaales, de mmio e*w
0 sargento deixa de ser saballerao ao comaiMi
rio de polieia, e lam igual cathegoria, means qjaa-
to aos v. nciinentos.
Enteado qua a reeaeeio do artigo deve s r aa>
expliciu. porqae, come *>U elle reagiai aie n
pode deixar deeuleader deste modo.
O Sn. Oa.ivsua Andrab : 0 cam ai
0 coin miss, ri >.
<> Sh. Manoel do Reoo:Ma lean do
e 0 cjtwaissario e 0 sargeata ao 1
0 Sit. i"livbira Andmdc-: 0 Bobre
nao quer subealender aada.
O S*. I'iBKrn : -E' pracmo adermaar.
[Ha outros apaites).
OSn. MANo-a. do Rkbo: Eifim, asata ad!
mittidu a creacao dessa aa idadr ctmmiit ra, pen
so qne o artigo deve ser redigii.* de aoto diverse
porque como esta, paree-i quo ambos sao es e^m
mandanles -0 eommissario e 0 sargeerto.
0 Sr. Tolentino 03 Cartalm
putado sabe me dizcr por rmem e
uma companhia d batalliio T
0 Sa. Manoel do Rego : Pelo rapiav
0 Sr. Tolentwo de Cartalbd : -CapMi. *
nente e alferes.
0 Sn. Manoel do Reoo : -Xao ha tat, ad
0 n bre deputado diga isto. 0 t-aeav
commandante da ompanhia, e 0 aja*j|gffs)
conanandanle.
0 Sa. Tolkstuw di Cartauw da
0 Sa. PnisiDBBts: Atleaeao. Rogo
deputado qae coutioue t sea disenr-o W) >'
tpossivei qua eoalinae adiscn-sio inailiaalli
interromaida por apartes.
0 Sr Manofi. do Rego :Ja tive orrartae at di-
aae
I


^rV>
zer >vie julgava desnecearia a creacao dos com-
missarios, a vise* d> g/.rJ) mih qu tr.iziam aos
cofres goraw. Alas, a passar esia idea, parece-
me que a commits*) dJVe tcmur uma basei por
exemplayHcom>rta, deelarand> qua haveraj em
cada hma deltas am eo nmissario de policia ei Hip
sub-onwWissarlo (em lagr da Sargento) nasl frf
tras rreguezias fora da sode da coraarca ; on en-
tao deve tomar por base os terms* em qae exis-
tern cadeias, isto e, 40 termos, deyond) ahi haver
inaior nuraero de pracas, qua sao nis. oecessa-
rias para guula doi presos e conduc;ao dos,mes-
mos ao jury, a3 quaes serao commandadas por
commi-sarios, qu; nelsa casj aSoiexcederao de
quarenta.
Isto me parece mais razoavel.
Acho quc neste ponto a assemblea deve explicar
o seu pensamento, nao deixar tudo ao arbitrio do
presidente. ,
0 Sn. Goncalves- FERRriRA : E' urn arbitrio
nscessario.
0 Sr. Manoel do Reqo : Pois entio devemos
deixar ao presideole o arbitrio de augmenlar a
despeza a gua vonlade, como o pode fazer, creando
commissarios em todas as freguezias ?
0 Sr. OliVeira Andrade : Iso 6 neces-
sario. i .,
0 sr. Manoel do Rego : Uma vez que a
assemblea flxa o u rimer de pracas, parece eoho-
rente que fixe tambem o numero de commissarios,
que devem commandar essas oracas Creio que o
nobre deputado nao pode coatestar isto.
Un Sr. Dkputado : Diz se para tantos muni
eipios.
0 Sr. Manoel do Rego : 0 projecto nlo decla-
ra expressamenle, diz m*niipios oa paroc^ias;
flea Isso-am poaco abslracto.
0 Sr. GoNgALVEsKtRiiEiRA :Mas nos nao sa-
bemos ainJa os raunicipios em que deve ser prea-
da a guarda loeaf
0 Sr Manoel do "ego Pode-se dizer : .nas
paroehia9 Die se d6ve erear comnirSoSarios e sim
suboororaissaraia \ i i
Uw Sb. Dkputado : -Mas ha municipios deuma
soparochia. ... w
(Ha outros apartes).
0 Su. Manoel do Hugo : Se o munieiplo se
compoe deuma so parochia, entao ahi prevalece a
denominacao de municipio e nao de pirachia.
Quando se falla de parochias faz-se referenda
aquellas dos municipios que tern mais de uma.
Em minha opiniaa, a guarda local nessas frague-
zias deve ficar como actualmente, 900 a direccao e
inspecoao do subdelegado, assim como do dejega-
do, nos termos;o comprehende-se .facilmente as
vantagens de uma tal tnedida, se c6nsiderarmo3
que essas auloridades teem todo o interessa em
que a policia seja bain feita nas loealidades sujeitas
.a sua jurisdicao, e que para esse tim hao de pro
curar rodear-se de um pe3soal idoneo, que I Ihes
niereca toda confiioca; o commandanto deve ser.
o 1 sargento do projecto. a que cliamarei commis-
sario.
0 Sr. Tolentino de Carvaliio : 0 subdelega-
do actualmente diriga a forca ?
0 Sr. Manc3L do Rego: Nao inteiramente,
ma? de certo modo, e t'lla estd sob suas orjens.
Acho que adoptala es;a idea, economisavam-se
cinciienta e tantus tontos, coin os quaes se podia
augmmtar a guarda lora!', .juo deve ser dividida
pelo into ior da provjncia.
A re-peito do augnumto da diaria das pracas o
nobre deputado, niemhro da commissao, disse que
nlo fazia questao.
0 Sr Goes Cavalcante : Acha pouco ou
muit> ?
0 Sr. Manobl do IIf;go : Acho que nao dove
ser uniforme, porque em certas loealidades, por
exemplo, nas que ficam proxiraas.a capitdl, e em
outras, como Cabo, EseaJa, etc, que estao a mar-
gem da estrada de ferro, sera impossivel encon-
trar se pess.oas capazes, que, por~mil reis diarios,
ijueirara fazef parle da guarda local. Mas isto e
fji'.eentetido ser regulamentar e que se deve deixar
ao arbitrio do presidente. Basla que a assemblea
declare queos guardas bcaes perceberao do li a
1/300, o mesmo que percebem as pracis do corpo
pr.licial, (leando ao arbitrio da presidency deter-
minar as loealidades, em que se devera pagar o
niaximo ouft minimo. 0 nobre membra da com-
missao aceitou esta idea.
0 Sb. Gomes Pakente : Mas eu di-se que o
corpo de policia, a guarda national e a tropa da
linha cram pagos unif irmemente.
0 Sr. Manoel do Rego : Se assim e, a guar-
da local deve tambe.n se- paga pelo mesmo modo
por >]ue ^ pago o corj'o de policia; nao deve haver
essa differenca.
0 Sr. Oliveiiia Andrade : -Mas se ha differenca
do servii;o ?
U Sb. Manoel do Begj : Qaal o a diireieu-
(i Sn. Oliveira Anlrade :0 corpo de policia
pode, sahirdesta caaiial para a extrema da provin-
cia. e a gfiarda local nao; aiem disto esta aufere
mais vantagens, tern, mais. commodidades.
0 Sn .Manoel do Rego : Bern ; mas o nobre
d-pintado uao pode jontestar qua era certo3 luga-
res proximos da capital, onde os salarios sao ele-
vidos, nao se pedem achar guardas por 13000.
0 Sa. Oliveiiia Andrade da am aparte.
0 Sr. Manoel no Rego : -Ja se ve que nao que-
ro e"onomia a lodo o transe; ne.-te ponto divirjo
cimrilelamente d) nobre relator da commissSo.
Entendo, que devemos econumssar em certos
casus, para gastar naquelles em que houver ne
cessi lade, e que a despeza com os commissarios a
inteiramente inutil, ao pao quc convem augmen-
ts a diaria dos guardas locaes.
N.lo sei se uevemos contar muito com o produc-
to dos impostos ccdiJos pela assemblea geral, e
que nao excedera de 70:000^000; entretanto esta
quanlia nao chegara nem mesmo para a despeza
dos commissarios c sargentos, creados*pelo projec-
to, a qaal anda per mais do 83 contos!
A lei do urcammto geral, que deve vigorar do
primeiro da julho do corrente anno em diante, ja
foi ipprovada pela a-semblea gral no anno pas-
sado, e nella naj vem de^ignada verba para auxi-
!:i d:speza com os corprs policiaes das provin-
cias. Uevendo expirar em .-etembro o prazo den-
tro do qual pode .'star destacada a guarda natio-
nal em tervico iwlicial, nao sei com'que rneios se
in de o:correr a despeza com essa guarda local.
0 parlamento geral deve abrir-se em maio proxi-
mo, e de maio a se'emhro lalyez o govern) iniei;
iii um projecto esp-cial, canceJeudo esse adjuc-
torio as proviucias e que me parece muito natural
rasoaveL, e eu deseio a dentemente qua a^sim
i >nteca.
Se fosse' possivel, como hontem ja disse o no
bre relator da commissao, contar desde ja com
esse auxilio dos cufres geraes, podenamos sup-
.mmir ate o corpo policia! da capital, e fa-.er com
que essa despeza fo^se tod^ paga pelo governo
geral, mas naduvih, ao nteaos pjr ora, deve-
iaii -couservar esse corpo como esta ; neste
poslo enou de aocordo com a nobre cjrami>sao.
l>iz o art. 7. (le): 'J presideuic da provincia
expedira os regulamentos que julgar necessaarios
para a crganisaca', distiplina e economia da
roroa policial.
Digo e insisto : pireoe-me <|uo para a expe-
!..!> ds.-e regulamento a asserabl6a deve esti-
piilar certas bases, marcando, por examplo, o
prazo pelo qual deve ser contratalo eada guarda,
j: .1 a pessoa encarregada de fazer o coatrato,
qual a penaiidade a que deve ficar sujeito, etc. ;.
os nobros deputados, iwrem, eutendem que tudo
lave licar ao arbitrio da presidoncia ; sinto
que neste p nlo estejamos em divergeacia.
0 sr. Oliveira andrade : As oondicoes, J.
vajamenlo parece-me iue e materia regiju
0 Sr. Manoel do Rego : Emend" .,
que e cousa muito importaale ; ,' P'
t 1 S a^mb!ea goral nao'deixa
nado" r ulamenros, que devem ser con-
' ^eios ministros, marca expressaraente
' .zos.
sa
:ferca
;|e, so
projecto
nio sei
on se
quant) so assim se poderia jastifTcar o sj;i nro-
cedimeato loUtwj a eomarvacao desaes clrur-
gioes Di* esse artigi ^e| : tOs medicos do enr-
po sio obrigad'H a |*estal os servigos deii^ria-1
dos na lei n. 961 de 14 de julho de 18J0 feto S;
ciiroos/ d)? dfc'lkt vcxan*y v I ^awtWavantluima-f
cfcsyeviialB llifgjpcias ftiqBi|aj, |q|aj^o yb,J*a-
dos pela autorinadd competent.
0 5a iJies Cavalu\nt : -Na> esta nas dls
posicoes permanentes ?
0 Sr. Manoel d) Rego :Nao, nem era pos-
swel que eslivessc, esda na, lei que llxa a jfcrca
policial, e que, canw o nobre deputado
tern efT:ito no reapectivo anno.
t) Sb. J. Mello Rbgo : E nao esta no
que se dUcuta ?
0 Sb. Manoel do Reoo :Nao esta :
se. por ter escapado a nobre p mmissa i,
proposkalmente.
O projecto restabelece sdroente o art. 7" da
lei n. 1,091 do anno passa4o, e.nao o 6"; 'mas,
como ditse, ete artigo dew ser restabelecido,
porque so assim se pode jastiflcar o procedimento
da cgramissao, conservaodo oa *ous cirurgioes
dp corpo de policia. Se aclualmente elles t6m
pouco que fater, porque as pra.-as sao traladas
no.hospital Peiroll, a nao sei oscorpos dp.de-
licto.eij., nao sei emqae.se oecaparfamj
0 Sb. Goes Cavalcantb : Ha as iospeccoes.
0 Sr. Manobl do Rego : E' servigo mails di-
minuto que nao exige certamente lous medicos.
0 Sr. Gom;.u.ves Kvubkira : 0 servigo agora
vai ser'maior, por isso que aforga vai ser cotgre
gada e nao ticara dissiminad.a. como actualineqta.
0 Sn. Manobl d> Hego: $e as pracas saq Ira-1
tadas no hospital Pedro lI,;ojque fario eaei tne-'
dicos ? .
O'Sa. J. Mello Rego, di' um apatte.
0 Sn. Manobh do Hbg* : :P6r ahi prova-SAa
desileqessldade dalles. yVchp 0sta dakpeza inptil e^"
niii^eataj, cscepiuailos os Jiasr^ue^iver^nJ
dij g.istr era'-viflgain 'aquoU'es que fb'reni
nomea4)s parai ca'feJ9ndJstaii:es' 4i WiSo'dB sei's WgoaS par dia'. .',0sc*if|ie'6XQB1
' J derern d'oit^'pra^j, sorao co'n^-| . tenlo Tttnuaciado o lugar, siIyo se obtifft-
rem prorogagao, que nfi') ptvlerd esceder
de sossoata dias.-S.' R Dr. Manoel Ao
Rego.
Ao art. 5*-1* Parto.Depois da pala-
vra quatriennio -accrescente-so, mediante
ver^clmentos nunca Superior sos que actual-
in'ente percebem os professores.S. R.
U Cavakante:
Ao art. 11.-Accressente-se, medianle
concurso.S. R.>-Gonpalves Ferreira.
Sabstitutivo ao da commissao.N'es'a
cidadedo Recife poJerao ser no:neadas pro-
fessoras para reger osftolas do sexo masculi-
na.Manoel do Rego.
Additive) ao art. 11.Nestas escolas nao
poietaosera'tmittid'Oi arumnoj-menoros tki
12 annos.-4-PereMt.
-1 Act art. 9.Ancross^nte-sn salvo os pc ^fessor s que actualmente ;ja eontwn mais
de 20 annos de-'ctTdctivt) exercicio.S. R.
Gomakes Ferreira. '' ;
'"Sustitdtiyij.ilft art. 9.Ffcarh em pler^o
igor.as.diaposi<;6.es qugregaUm a jubila3o
dos professorAs./edteneiendo-se que a
'(iesca-) por yirtude- do art! 2i rQ.Sa.GASPAa Drummond
a* delictos
Em fazef corpos,
0 ,Sa. Manoel do Rego ; Mas d projecto nio
oSrimpSa lal obr|gafao,c6mO;ja demonstrei. ;
B'SSotte^CxTAifiAimt'.'-ii .Vessa pane o no-
bre deputado teto raxao.
0 Sa. MANOEk do Reoo : So assim eu votarei
para a conservagaa'de ampos ps medicos, embora
entenda que em rigor itm;e^su|Ilciente.
No art. 4' da lei n l.tJOl do anno passado, a
assemblea ontendeu dever dar ao .presijlaute auto
risagao para conservar, se enteadesse conveniente,
a rmisica do corpo de policia. Parece que a com-
missao nio julgou acertado' conservar este 'anno a
me3ina di=posi;ao, e tsotretantO'|utgc ven a nen hum jncehveniente yai i fazel'io.
" 0 'Sr. Goes Cavalcantb : Mai essa aul risa-
cao nio foi concedida ? i i
0 Sh. M.\,N0Kt do Rego : Foi somente para
aquelle anno, e passado. elle nao) tern mais vigor:
Se a disposiglo nao' tor renovadaf -hao-poJera ser
po-ta em pratica'
Nao acho inconveniente nenhum em que seja
reslabelecida essa disposihao, e antes julgo d ne-.
cessidade que assim se taga. Ja veem os nobres
depulados que euproeuro ooaceder aulorisag5es
quando ellas sao ruzoaveis eAofece-sarias, mas nao
todas aquellas que os nobre3 depulados desejam.
( Ha alguns a,partes. )
Parecia'me tambom desnecessaria es-a gratiica-
cio da mjils concedida" aasolficiaes, no casp de
irem a servigo para o interior da provincia ; mas,
nao fa'rei questao sobre este 'podto, visto corap,
passando o. projecto oomo esta, a forca-policial sd
destacara pa.a o interior em circunntancias ex-
traoriinarias, o qne e de esperar raras vezes
a^intecera.
Tenho mais ou menos exposto is duvidas que
me occorrem a respeito do projjeto em'dtjeussao,
e concluirei mandando a mesa algaraas eraendas.
( Muito bum. muito. b 'm. )
Sao lidas, apoiadas e entram coujunctamente em
discussaoas eeguinles emendas:
Ao art. 10, acrescentese somente na parte
pie se refcre as pracas.Gon^atna Ferreira.
Ao art. 5 accrescente-se: Sendo augmen-
tado o soldo dc-cada, pfjlcial com mais lO^ooo por
mez, do i- cirurgjaa a do conlmandante com mais
2&J9O0 para cadrf um, sendo do 'uHimo Sbonada a
gratificagao de 300^000 por anno, para o expu-
diente da secretaria. J. Mello Rego. Antonio
PaulinoTito de Barros.Gonr.alces ferreira.
a Substitutivo ao art. 4'; A 'guarda local sera
organisada pela autoridade policial da localidade
onde for crcada, e Silva.
i Artigo additive. 0 inferior que commandar a
guarda local percebera alem da diaria, uma ^rati-
ncagao qire nau excederd a crta.-*-tta(t3-*r9itva.- r,
Ao art. 6 Depois ate^ficando assim ate 800^000. Oliveira An-
drade.
Artigo adiitivo. A guarda local sera com-
mandada por um inferior nomealo pela autori-
dade politial quo a organjsar, sendo escolhidos
dVntre os radividuos que a compoe; tera caracter
mihtar, mas sem o rigor da distiplina, e usara de
uniforme, citjo padrio sera simples e determinado
pel o presidente da provincia.Rut is e Silva.
Emenda. Supprima-se o art. 8\ Rat is e
Silva.
Ao an 11 asereseente-se : antes de 7 os arts.,
4 e 6'. Dr. Manoel do Rego,
Ao art. 6, diga-se: e os guardas, de 13000
a 13300, segnndo a importancia da localtdade. '.
Dr. Mtnoeld) Rego.
t Substitutivo ao art. 6. As pracas da guarda
local voncerao uma diaria de 15300. Ratis e
Silva.
0 Sr. Manoel do Rego, ( pela ordom ) requer
que as emendas, que acabam de ser apoiadas e as
que o foram na se?sao anterior, sejam impressas
no jorna! da casa.
Consultada a assemblea, decide pela alflrmativa.
Fica, porianto. adiada a discoaslo.
0 JSr Joao Barbaliio, ( pela ordem) requor
a assemblea approva dispensa de intersticio,
afim deque seja dado para ordem do dia seguin-
te o projecto n. 3$ deste anno, approvado em L*
discussao na presente sessio.
Estando ailiantada a hora, o Sr. presidente
designa a ordem do dia e levania a sessso.
ratt-
deiejara: qae i. comiBissa.'*f tyssefse em qua se. 598 de 14 de niaib de tS64.sCiTiBnte 'ser %P sS\f n^Sn :ri Em fazer ciroo: -fHW "****> ****3*" M
percebida e;n dez annos do effectivo esorci-
910.UchQH: Caiiitcanie. 11 it.
'\ Em lugar deli1 annos diga-se 10 ann-9.
Marques'da tfilva-. -
Supprrma-se oart. 11.Wafts e SUoa
' Substitutivo ao art. 1 J,'!!a$ chlades, seus
suburbioso villa- polerao ^er norueadas pro-
fessoras pira negor oscolas do sexo m*scu-
Imo. Nascirnenlo JPortHldi -^Joc'to Barba-]
Iho. -Dr. Pinto Pe'ss'da.
38
Emenlasapresenladas ao projecto n.
deste anno.
Art. adiitivo.0 professor publico que
conlinuar no exercicio do magisterio depois
de 25 annos, perceberd mais metade de seus
vencimentos.S.R. U. Cqvalcante.
Ao art. 14.Ficam iguilmen 0em vigor
os artigos 33 V e 2, e 47 da mesma
*ei, assim como os artigos i7, 28 e 29 da
lei provincial n. 598 S.R.U. Cavalcante.
Ao art. 14 5.As que exhibirem ti-
tulo de capacidade professional, conferid >
pela escola normal^ para o S2X0 femtnino,
lirigida pola sociodade Propagadora de
histruccao Publica da
Antonio do Rec f),
Silva.
Additivo ao
fregTiezia dej Santo
S. R.Marques da
Emendas apresenladas ao art.. 15 do orc.amenta
provincial. -i.\,
N. 8.Ao art. 15 accrecente-sa. i'>s
200/000 de cada ,pi-or6gacao de prazos esta
belecidos em contractos c'elebrados, cpmo govera*!
da provin ia. ..... |,*' 1
I 50J00O por levantameoto e perdao de muttas
por infracgao d03 contractos.celebrado3 coma pre-'
sidencia ou com quafquer repartigao publiia. 1'
.. Imposto pessoa I.
, Sello e emolumentos de patentes da guarJa
national.-Dr. 31 N. 9.Ao S 7.' em vez' de 1003000, diga-se
2003000 Dr. Manoel io Rego. ,-. |
N. 10.-ao 8.;. diga-se 400 rs em vez de 330
e 100 rs. em vez de.60 rs.Dr. Manoel do R-go.
N. If."Ao 9." diga'se 43000 em vez de
33500, e 13000 em vez de600 rs. -Dr Manoel do
N. lz.-Acfj 12, em vez de 42 rs., diga-se 80
rs., e em vet. de-^ (diga.se ti). rs. Dr. Manoel
do Reg% ,y .
N. 13.-Supprima-se 0% 13.Dr. Manoel do
Rego. :-
H. 14.Ao 14, em vez de 60 rs., diga se 80
rs.Manoel do Rego.
X. io.Supprima-se o 16. Dr. Manoel do
Rego.
N. 16.Ao 20, #m vez de 20, diga-se 21.Dr
Manoel do Rego.
N. I7.-l-.Ao 21, em vez de meio diga-sa um
detimo. Dr.' Manotl'd) Rego.
N. !8.-Ao24, em vez da Ires por cento,
diga-se cinco.Dr. Manoel-do Rego.'
N. 19.Aa 29, diga se 2:0003000 oor casa de
penhores Dr. Uanoil do Rego.
N. 2f>.-Ao 30.em vez^de 1:0003033 digase
2.0303IXH) -Dr. Minoel do R-go.
N. 21.-Ao 43, diga-se 1:0003003 em vez de
,iG0500|J.'-Dr. Manoel tip.Rego,
"N. 2i'-Sopprima-3e A? 16.S. Ft. -Manoel Ve-
rMli. '.
N. 23.-Supprima-se 0 % 39. -S. R.-Pinto Ju-
nior. f
S. 84.Ao s !', om Imm do 2*800, diga-se
23500. -S R.-Pinlo Junior.
N. 25.-Supprima-se 0 13.SR.-P nior.
N. 26.Art. \o,% 1) supprirr.a-se a palavra im-
nortado. .
N. 27. 13.Supprim^se a palavra impor-
tado. 1
JX. 28. 16.-Sobstitua-se 503 rs. porcabega de
gado cavailar, cobrado nos diversos municipios da
provincia, com. excepgao das fazendas de cria-
cao, ...
N. 29. 17.Depois de partilhassupprima-se
oresto.
N. 30. 19.Depois de situalos accrescentese
comtanto que 0 povoado conlenha mais de 13 ca-
sas armadas, ou contiguas.
N. 31. 24. Accrescente-se inclusive estjs.
N. 32. 26.Subslitua so por este 23 % sobre
renda em q*io se acharem estaoeletimentos de
commercio em gros^o qu a retalho, armazens de
recolher, ou de deposito, trapiches, armazens de
algodao, fabricas de rape, casas de droga-, boticas,
armazen* de wculor madeiras e outras materias, e
de photographia, saiva a isencao Ureaia pela lei
n. 390 ale mesmo quant >ao augmento deste im-
posto, vigoraudo a ultima pane do 23 do aitigo
43 da lei n. S52.
N. 33 29 Depois de cambioaccrescente-se
- e daquelles que fazem prolissio habitual da
oporagoes de deswiitos, e no final depois de depo-
sito se accrescentee casas qua venler a retalho
fora da cidade do Recife.
N. 34 30 -Depois A: 13 j0)0 em vez de dita -
diga-se-a casae depois de 33003, diga seao3
povoados, villas e cidales do iaterior.
X. 33. 31.Substitaa-se 1033 por casa que
vender roupas, :hap6os,.calgados, chapcos de sol,
obras de selleiro e de mjjrcioeria feiias em paiz
estrangeiro e 20J pela rjus tiver a vonda quaes-
quer outro3 objectos de que haja prodmt) simillar
na provincia. *
X. 36. 38.Accrescente-se-a requsrimento
de seu senhor, ou por andar fugiJo.
N. 37. 43 Depois de. provincia -acorescen-
!e-enao,
46.Accrescente-sena razio do
Triumph), depois Je orar 0 Sr. Attico L.oite, sendo
rambem dispensado"do1nterstJtio a requerirpwtp;
deste Sr.; 45, allerando 0 art 68 da lei provin-
cial n. 475 ; e em 3' 0 de n. 25 relevando AA rne-
tade da multa em que incorroram os contratjarite's'
da estrada de Goyanaa e concedepdo lhas ndvo
prazo para a conclusao das obras da mesma es-
trada, com uma emenda do Sr. Dario Cava'cante,
ficando por isso dependente de 2 discussio a refe-'
rida emenda.
Continuando a 2' discussao do projectorn. 38
(nnsino publico) foram approvados os artl. li e
la com algumas emendas, nrando sobre a materia
os brs. Olyrapio Marques a Manoel do Rego, depois
do que passou 0 proj-cto a 3* discussao e ilspen-
sado do intersticio a requerimento do Sr. Somes
Parente.
Passando a 2' parte da ordem do dia, confinuon
a 2* discussao do orgamento provincial, tra and)-
sedo addiiivo relativoa congrua dos cod)actores,
foi 0 mesmo approvado.
Submetiido a discussio oart. 15, foramj apre
sentadas 36 emenlas, que depois de lidas e "poia-
aas, o Sr. Alipio Costa requereu 0 adiamar.to da
discussao ate quo sejam refendas emendas lu
pressas no jornal da casa. '
E nao havedo mais nuraoro para votir foi le-
vaniada a sessio. J
, A ordem do dia para hoje e: continuagao da
aotecedente, 1. discugio do" project) n. 4f;2'
Jpsje a*. 28, 45, 46, 53. e 56 deste anno, j I
-h i&nlna,,,0 Provincial -Por portaria' da
presiiiencia da nrovingia, de 4, do corrente, fpi. no-
"Jfiido 0 repetidordo gyranasj^provincial: Mo
filWano d-i Motta AlMu'erqui para exird^mw-
rmsmenle 0 cargo de censor dd mesmo institftto.
^.^urydo Recife. -Comparecenlo Hintem
rnma e nova jnizes de facto, foi sorteado 0 >jonse
mo, qne licou composto dos segnintes Srs. : Joiq
Paulino Marques,'Joao Goncalves Ferreira e Silva,
Augusto J-)se Manrlcio Wknderley, Sebastiil) lose
Gomes Penna, OandR* Uese da Silva Gulrdaraes
Antonio Jovmo da Foaseca, Joiqnfm Gdsfriao Coa-
Iho, Jose Luiz Salgado Accioli. Livino Pinto' Ii>n
deira, Candido Jose Lisboa, Manoel Jose Oaoiia-
guesCodectira, Joaquim de Souia Monteira .
Eouaubniaiudtf-a julgimeirto e ro Mano?l Ap-
tonio-'U Silva, proaunciado no art. 205 doWliiw
criminal, tend* por idvpgddb 0 Dr. S. E. iMri
Yianna.__________
Em vista da J,;ci,sao do jury foi absnlvido: 0'Sr'.
desembargador \oresidente Ba Se's^ao. porem, aDi
pieHouparao ifronml oaperior. ,; f
, Attj^ntaJM r-fim;i&do mez nroxim) findo,
Ji)eoAtexaadre Sertoftr'e tentou-ffo dlstricto de Po-
rno, do teraio da Cimhres, 'assas'sinar. 0 segundo
suppleited.) respeutivj sqbidegadp,: foi preso
em fl lgranle. '; *7Tr, ^ u
f(*sSe mesmo dia foram presos ,e recolhi ios a
cadeia da viHa de "OimbfM-Sevefiaiitf. ftimes da
Silva Vianna, ailt prontlrrciarla'por crime Se rou-
Uo ft 84raftH .Wr.lrl, t.' N^cimcnt.,, por : so ter
oppoc',oaprua) dnquerle,'ao ponto' de chegar a
fenr a uma praca difor^a pobliea,
retfao ul e
,, Aprpyeita. a occasiao, ,para declarar qae com4
da lei proVin- omrars smcoro intbressB,'conura V. S. com 0 sea1
,i0..,h^^J rta. ifratfj aaWlroho d'esempenho daS fdnc.f5es de sea
tes^eltavel' cargo.
'Pa'cir da camara municipal do Ouricnry, 16 de
marca de 1874.A comimssl).Benjamin Beltrao
de Alencir.Francisco Mmiel Angelint Ap>-
linario Riheiro de Araujo.
Aesti felieitaeao deu 0 digno juiz de direilo a
seguinta resposta:
Senhores membros da commissao. -Agradeco
a illustrissima camara municipal do Ouricnry
Iiistiluto 4r>-h<>ofit-ic< e Cicoxra-
nkleo.Keanfo.e5feortt8ln,^ob- a^residepcia do
Exm. conselheiro moesenhor MuRizi Tavares, e
com assjsienpia dos Drs. Soare^'-BranlHtoj Florfano
de Britto, T.irres Bandeira, Augusto C^sar, majo-
resSalvid'r Henrique cGodeceira1.
E lila 0 approvada a^act'a da antecedente.
0 Sr major Salvador Henrique, peia irdem,
obtema palavra e d -clara, qua com grande seati-
mento, acha sa imjumbjdo de motivar a falla do
illustrado e mm digno Sr. secret rio perpetuo.
,0 mo/ivo de. sua inspntia, aa pre-e,Me I essi ),.
6 para elle urador e dave .|o para lodosos' mem-
bros do Instituto mui afllictn*o c pungepte.
0 nosso nsiimavel consocioiacha-se sobre 0 lei -
to da dor, por haverse infelizmenU-precipilad)
da escada .io sua casa, na o-caaiao era que sahia
para 0 gymnasia-no dia 2 da corrente pela manha.
Bern qua sua preciosa vida nao perigue" nor este
doloroso tmnse, comludo, segundo a opiniio dos
medices, elle nao se restabelecera antes d4 trinta
dia".
Motivando assim a falla do Sr. Dr. Soares do
Azevedo, 0 mesmo Sr. 2" secrelario propija que
seja o nosso consocio visitarto por nma commissao
d 1 Instituto ; qae de semethante modo Ihe d?ra
uma prova do scntimento deque se aeha'o mes-
mo Instituto possuido, por tin lastimavei aconte-
cinr?nto.
(3 Sr. presidente, nomea para compor a re-
fenda commissao os Srs. majores Salvador Henri-
que, Cod*ceira e Fioriano de Brito.
0 mesmo Sr. 2r secrelarid
expediente :
menciona 0 seguinle
Um iiiiiQ do secretario da presidencia, offertan
do em name do Exm. Sr. presidente* da provincia
alous oxemplaresda falla com que 0 mesmo se-
nhor abrio a assemblea provinciil no i de marco
ullimo. -Recebida a off.Tta com agralo, mantou-
N. 38.-!
dobro.
N. 39.-
N. 40.-
en-
lentar.
feccio
,sse*
W
or. Gonqalvrs Fburehu : -0 .nobre deputado
quer comparar a lei militar com esta ?
0 Sr. Manoel no Heco : Tem alguma
lade.
pari-
0 su. Gonqalvks Ferreira :Nenhama.
0 Sr Ma.vorl d> Regs : o que digo e que
nSo e materia que (ique ao arbitrio da autoridade
encarregada de expedir o regulamento.
0 Sr. Gomes Parents :Penso que este anno
nlo devemos marcar prazo ; .devemos aguardar
a experiencia.
0 Sb. Manoel do Rcco: Desde que nada se
diz a respeito no project1, parece qua 6 opiniio
da commissao qne se conservern 03 dous cirur-
gioes que actualmente existem no corpo do po-
tia : mas isto me parece desoecossario, uma
vez que as pracas do corpo de policia sao tra-
udu no hospital Pedro II. onde ba medicos e
prineipalmente quando 0 numero delta's 6 redo-
ildo pelo projecto a 500.
Sendo assim. nao sei qae service terSo esses
eirurgiSes x fazer.
Entretanto 0 art. 6 da lei n. 1,091 do anno
passado, consigna uma disposicao que eu nSo sei
porqne razSo a eommi.-*
art. 44.Fica em vigor 0
art.31 ^,a |(Ji n. 1,124, acresccentandose ra-
ta'Vvamente ds alumnas rnestras tituladas
pela escola normal da freguazia de Santo,
Antonio a dispensa do exame de habilita-
gao de quo trata a emenda que offereci.-w*
S. 11. -Marques da Silva. "*
Se passar 0 art. 13 do projecto, accres-
cente-see as quintas feiras ou os dias de
feira onde as houver.Manoel Peretti.
Dr. Manoel do Rego.
Ao art. 13.Apresento como substituti-
vo 0 art. 33 da lei n. 1,124 do anno passa-
do.Dr. Manoel do Rego.
Art. substitutivo do art. 12.No caso do
impelimento do professor ou vaga do algu-
ma das cadeiraj in instrucgao primaria de
ambos os sexi-s das comarcas do interior, por
mais de cinco dias ate um mm, po lera"
ser pelo respeciivo delegado litterario no-
meada pessoa idonea, dependendo a nomea-
cao, sem prejuizo do exercicio, do approva-
cao do inspector geral.A i* parte flcard
como estd rio arUgo.S. R.Ratis eSil-i
va. !' I *
Ao art. it la parte.Depois das pala-
vrasreconheeidam^nte idonea-accrescen-
te-se-'serido preferidDs.'para essas sabstitui-
cdes. os alumnos mestres t-tulados'-,'^iela os-
icola ftornrteV. S.>Rl*-^t7i- Gavakarite/
4dditivo,rOs professoresiiorheados de-ie-
rao sqlicitar 0 titHlo* etoaiar pesse do uigar
i?ao hao restabefeeau, port no prazo de sessetiM alas, a^iftar fla data da
39.Diga-se 53 em vez de 48.
addiiivo. 1 por cento sobre 0 valor
de qualquer contrato ou empreza, a qual for con-
cedida prorogacao de prazlf parr* comecar ou ter-
minar o respect!vo servieo, sendo cobrado esie.
imposto ate mil contos, ed'abi por diante mais 200
reis por cada conto. -S.R./. Mello Rego. Gon
calves Ferreira,-.T. de Garpalho.
N. 41.Ao 23 do arl. 15.Em vez de 504 -
diga-se -1003.Dr. Pi'nfo Pessoa.
N. 41-Ao 32. Em vez de 1:0003 -diga-se,
-500* -S. R. -Oliveira Andrade. .
N. 43.-Ao 44, do art. 15.-Em vez de 1033 -
diga-se 2003 ; em vez de ?03 diga-se':03 pelos
qae raascatearem fttra da cidade e seus subur
bios: em vez do 503 diga-se-1003. Pinto
Pesjpa. -T de tyaaalhaet.T. deAmida.
' 'tT. 44.-Ao 32. -Em vez do 1:0003 -diga-se
1:500s.-S. KrrT. de Amtda.l. de Magalhaes,
<:
REVISTA DIARIA.
ammo nib l<'a provincial. Hontem func-
cioncu com 30 senhores deputados: sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessao antecedente, 0 Sr.
1 seoretarig leu 0 seguinie expediente :
Dou? offlcioa do sjcretario do governo da pro
vincia, um reraetteffdo as Informacoes do inspec-
tor, procuradrrfleal e coatadoc da thesouraria
provincial, acerca da jMlicao do porteiro daqnella
reparlicao.A' commissSo de ordenados. E ou '
tro romettendo a proposla apreseriiada a camara'
municipal do Recife, pelos conlralantes do mala-
dduro pablSrooV Augasia tesat lEeriilodea Eiras e
Eviristo Ju:iano de Sa e-as emendas feitas- por
aquella:itorpoi^6.-^A' cdramiss5o *W vegislacSo.'
Sio lidos e approvados aoa? pareceres, qne
conclaem por projectose v5'j a jraprthiit*: um da
commissao da ,obra Di',,lia, aceuca do. contrato
celebrado 00m-^ conpanhia Ferro iCarril. eu 30
de outubro do ann* passado e ouro da coromls-
sao.,04 petic3e% defenindo a peucio de. Antonio
*:ranciscofiantip*. b
se archivar.
'
Oalro do mesmo senhor, accasando por oarte de
.>. Exc. a reCepcao da list] d>s offlnaes qufc com-
poem a actual mesa admiaistrativa do Instituto
Inteirado.
I 0 mesmo Sr. 2 secrelario da conta das ieguin-
tes offertas : I -
Vario* numeros do Diario de Pemambticb, pelo
consocio Dr. Figueiroa ; alguns numeros da<*Vo-
vincia, buz eCorreio de Assii ; pelas respectivas
reJaccoes; um exemplar do discurso li Jo helo Sr.
Dr. Joao Diniz Ribeiro da Cunha na sessaV: anni-
versaria do Instituto de 27 de Janeiro ultimo. -To
das estas olferias sao recebidas com agrado e
madam se archivar.
E' lido e approvado um pirecer da commissao
de fundos e orcimenlos com 0 balance relativo ao
3 trimeslre de outubro a dezembro.
O Sr. m ijor Cileceir?, ubtendo a palavraJ prece-
de a leitura do relatorio da commissao incumbida
de veriflcar a data em que se conslruio 0 pharol
do porto desia provincia ; hem como a phmeira
noite em que foi acceso. Ao conclu r foi aumpri-
mentado pelos soeios presentes. dirigindo ll presidente algumas palavras de lotivor.
Hao lidas e approvadas duas propostas: do Sr.
Codeeeira. Uma para (|ue se oQitie ao aj)adante
Jo archivista da secretaria da presidential, 0 Sr.
Kmiliano Ernesto de Mall > Tamborim, agradecen-
do-se-lhe a coadjuvacao que prestou a commissao;
e ontra, para qua se remetla copia do relatorio, e
Joeumentos annexos do Sr. capitao do porto.
E' lido um parecer da commissao de admissao
de soeios, bpinando pela eieicao do Sr. Antonio At-
tico de, S>uza Leit-;.
Vencida a urgentia, que requereu 0 Sr. Angts-
to Cesar, proceat-se a votagao, sendo eleild socio
correspondento aquelle senhor.
0 Sr. presidente da para ordem do dia da pro-
xima sessio, qua devera ter tugar em 21 do cor-
rente : trabalhos e pareceres dt commissoa0.
Pagadoria tie fazenda. Nesta repar-
licao pagam-se hoje as seguintes foihas :
Arsenal de guerra e pensionistas.
FuUiro.Agradecemos a remes a do 2' nu-
mero.
Amor ao Esttndo.Hoje, as II haras da
manha, havera sessio m lugar do costume
iMcncao dc nello. -Estdo isontos oa sello
os attostados passados pelos delegados lilt rar ios
para pagamento de vencimentos aos proWssores
pnblicos; segunlo explicou 0 thesouro nac onal a
thesouraria da provincia da S. Paulo, em f de fe-
vereiro ultimo.
A Hutuca. Recebemos e agradeeenx sol"
numero do jornal humoTistico assim iatitul do.
Ouricnry. Escrevem nos desta con area 0
seguinte:
A marcha anormal e demasiadament) des-
vantajosa em-qne seachava 0 Ouricury, cuj > func-
tiodansmo publico desequihbrava-sa dt, for na as-
snstadora, foi reconsi'derada com a cheg da do
muito digno e illustrado Sr. Dr. Antonio L/pes da
Silva Barros, juiz de direito da Qomarca:
A camara municipal, portanto, cheia di satis-
facaTptios prknetros tracos de administrate lan-
cados pelo mesmo juiz de direito ; em sess io ex-
iraordinaria de 16 de marco ultimo dirigio-lhe a
seguinta felititaoao :
p lilm.Sf.A camara municipal desla vlla, .no
desvelado empenho de corresponder 0 mandato de
seus municipes, em sessao cxtraordmaria dp hoje,
resolveu como primeiro assumpto, enviai uma
coramissuo, composta de tres de seus me nbros,
fclicitar a V. 5. pela. eeelarecida resoluQa.o cc m que
'o'governe imperial' acaba da assignar 0 ( ecreto
de 20 de deze nbro do anno proximo passado, es-
eelHendo a pessoa de V. S. pata juiz de dlreifo des-
la comarca. 1
' W'Sbmelhante ao fragil baiel, impel ido uk tem-
pestada pela encrespada onda, era presumpcio
unanimo ue neste termo,. tudo so-sobrar.
r > A mao da Provideocia^^rein, que vela inces-
santemeate sobre todos os dieitinos da huroanida-
de, no momento mais criliao,'enviou-lha ats novo
oiloto, cuja primeira manohra, expaodio de lodos->
6te>r-, e pareoa:levar,-flqit> pof* segriro ; e
felicitaeao, que por vo?so intermedio me dirigio, e
do cuja honra nio me considero ainda raerecsdor.
E rareis sontir, senhores membros da commissao,
a illustrissima camara municipal, que eu esporo
contar cam seu gen-roso auxilio para manuten-
cao da ordem e tranquillidide publica, e prospe-
ridado deste municipio.
t Villa do Ouricnry, 16 da mar?.o de 1874.-
Anton 0 bopes da Silva Barros.
Crime norroroso.Um crime estupendo
acaba de ser praticalo no term0 do Exii, qae no*
narram assim; -
t' Nd dia 10 de abril, pelas 9 horas da ooite,
um crioulo, livre, filuo do eseravo de nome Jose
Vicente, assaasinou 9 Josepha Cardoso, mnlher pu-
blica, com 54 facadis e 3eacetalas sobre a cabe-
co, qne fez saltar 03 raiolos da .viclima.
0 criminosq Tof immediatamente preso plo te-
nentec6rdnel Ignatio Caetano'de Alencar Rodp-
valho, a remettido para a villa do.Granito, oade se
acha recolnido a cadeia e esta sendo procegsado.
0 rrionstro pretendia ter relacoes com a into-
liz; e nao tendp e'sta' queefdq aceital-o, ajsa-si-
nou-J, e deuii^ servio-se'do cidaver da vietima,
do que deitrJu vestigios, sahindo tambem com*
roupa e barbaf qntadas da sangue, e por oade Ste
conhecer4m.bB!>iiraeircls festigios do crime.
t ^elo Dr. juji (Ve.diraito. da c.marea toi re-
comme,ndado. as aiitoridades a in^auracao dq cera-
,petente procassp, com todo o'ulo da jus.tica. de
modo a' qolher-se todaa as circumstaocias e provas
do crime, e Ond,o 0 qua'fossa. 0 preso transportado
para a cadeia lo Ouricury,. oale offerece raa19.se-
guranca, ate.ser julgido. '
Co'marca do Umociro. -Da villa dePes-
queira nys escrevera a } do corrente:
. a.Desfe 0 dia (3 d abril Un^o, que tamos neta
villa uma aula de iastruccao primaria para 0 sexo
masculiao, en-arregando se lella 0 Sr. Eduarde
Antuoes.d'Albuquernaa Mello, qae foi p aulor da
idea, e a poz em pratica, conta ja 32 alumnos, e e
ajudado nes?e trabalho pelo tecretario da camara,
o_Sr. Joao d'Oliveira Valenca Deus queira que
nao esmorecam. e que facam aos pais de faanlia
pobres, que nao teem meips de pagar um professor,
um favor aelles e beneficio aos Glhos, en inan-
do-llies a ler.
'. Hoje comecaram os exercicios dome* de Ma-
ria, sob a direcclo do yigario da freguezia.
t Acha-se recolhido a cadeia de:ta villa, 0 te-
nente Joao Alves de Siqueira Barbosa, vulgo -Joao
yelho, que fora preso em.LagOa deBaixo pelo sab-
delegado i'aiva.
. Acham-se tambem recolhidos a mesma: Se-
veriano Nanes da Silva Vianna, que ja uma vez,
evadio-se la, cadeia dosu villa, foi membra do
grupo de cjiminosos do termo de Flows, capita-
neados delos Nasarios, e acha se pronunciado nes-
te termo por crime de roubo; jmtnesma occasiao
foi tambem recolhido, Serafim Pereira do Nasci-
Jnento, do grupo de criminosos da Riacho dos Na-
vk)3,0 que tambem fei parte do grupo que capita-
neava Manoel Chico e seu irmao.
a Essas importantes eapturas foram feitas pelo
inspector de quariairao de Timbauba, da freguezia
de Lag6a-de Baixo, em coniequoncia das orden?
do delegado deste termo.
Foi tambem recolhido a cadeia Josi Alexan-
dre Senobre, por haver tealado matar a Glemenle
da Silva Rego, no lugar Poeilo desta fregue-
zia. 1
LoterlaA que se acha a venda 6 a 99.' a
bencfieio da igreja de Nossa Sealwra da Boa Hora
em Olinda, a qual corre no dia 13 do corrente
i.t'ilot'M -Hoje effectua 0 agente Dias, 0 leilao
em frente a companhia pernamhucana, de nma
lancha a vapor, em perfeito eatado de cmservacao,
como se v6 do annuncio em lugar compelente
deste Diario.
0 leilio e as 11 horas da manha.
Hoje (8) sendo 0 agente Pinto, 1 mobilia de
jacaranda, 1 cama franceza, 2 aparadores e ou-
tros moveis, todos novo? e existentes em seu es-
criptortorio a raa do Bom Jesus n. 43.
Casa de detencao.-Movimento da casa
le detencao do dia 6 de maio: de 1874.
Existiara presos 370, entraram 1 existem 372.
A saber :
.facionaes 2?2 mu'.neres to, stranjiro? i,
e.'cravos 41, escravas 4. Total 372.
Ah.nentados a custa dps cofres publicos 293.
Movimento da enfermaria no dia 6 de maio de
1874.
Teve baixa :
Domingos, eseravo de Francisco do Rego, de-
flitxo.
Teve alta :
. Cosme Roque de Saut'Anna.
Patjftagelro. Chegado no vapor Pamnd :
Jose da Costa Dias.
0 cr-'dur Manoel Antonio outrosiin que se luass as* tyaviilas c
(Ses.
Nada mais havendo a despachar, S. ErI o V
conselheiro prcslJentfj tuttrrmi sn--io aa
meio dia.
PARTE PQHTICA
PART1DO COK9EBVAI
Tri:>iiul do cosninercie.
ACTA DA SESSAO DE 4 Db MAIO DE
1874.
PBEMDKHCIA DO EXM. SH. CONSELHEIRO ANSELMC
flUHGBCO PERETTI.
A's 10 horas da mauha, presentes os Srs. de
putados. secrelario Olinto Baslos, Lopes Machado,
Alves Guerra e supplente Sa Leitao, S. Exc. 0 Sr.
conselheirp presidente abrio a sessao.
Foi lida e depois approvada a acta da ses-
sio de 30 do passado.
EXPEDIENTE.
Ollicio do conservador tlo commercio de Maceio,
remettendo a relacao dos livros seilados na
alfandega e rubricados na conservatoria daquella
praca no mez de ibril proximo passado.Foi
mandado archivar.
Ollicio do presidente e secretaria da juota dos
corretores, remettendo o boletim das cotacoes
omciaes da semana do 27 de abril a 2 de maio
corrente.Para 0 archivo.
Dito da mesma junta, fazendo constar 0 nnmero
de transaccjoes feitas por cada corretor no mez de
abril proximo passado. Para 0 archivo.
Foram distribuidos os livros seguintes :
Diario e copudor de Jose Elias de Moura 4 C,
diario de Augu to Frederico de Oliveira 4 C, dito
de Antonio Ferreira de Carvalho.
DKSPACHOS.
Requerimentos :
De Henrique Guilherme Slepple, corretor ge-al,
mosirando ter pago 0 imposto do seu offlcio.Re
gislre-se 0 conhetimento junto, que sera entrei?ue
ao supplicante.
De Auguste Pinto de Lemos, apresentando para
registrar-se 0 conhecimento annexo.Itegistrado
0 conhedmento annexo, seja entregne ao suppli-
cante.
De Candido Caaimiro Guedes Alcoforado, corre-
tor geral, requerendo que se regislre 0 conheci-
mento junto do seu imposto. Registre-se 0 co-
nhecimento junto, e depois seja entregne ao sup-
plicante
Da Francisco Jose Silveira, mostrando haver n-
tisfeito 0 imposto do seu ofDtio de corretor geral.
Entregue-se ao supplicadte 0 conhecimento jun-
to, depois de registrado.
Do agente de leiloes Antonio de Pinbo Borges,
pedindo qne se regislre 0 conhecimento qae apre
senta. Registre-se 0 conhecimento junto, qae
sera entregue ao supplicante, sendo qae dito co-
nhecimento foi apresenlado fora de tempo.
Do Dr Felippe Nery Callaco, interprete do com-
mercio, trazendo para regislrar-se 0 conhecimen-
to do seu imposto. Regislre-se 0 conhecimento
junto, e depois seja entregue ao snpplicante ;
sendo qae 0 meotionado documento for apresen-
lado fora da tempo.
De Joviniano Manta e Antonio Pereira da Cu-
nha, solicitando 0 registro do distrate da firma
Cunha & Manta. vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Da companhia de seguros transatlantica de
Hamburgo, devidamente reprasentada nesta cida-
de, pedindo 0 registro dos seus estatutos. -Vista
ao Sr. deserobargador fiscal.
De Carlos Pinto de Lamos e W. Guerineaii, so-
licitando 0 registro do distrato di firma Lnmos &
Guerineau. -Sellado 0 segundo exemplar do dta-
tra to, visla io Sr. desembargador flscai. ,
De Jose Fernandes Gomes e Antonio, Jose ftodri-
gues Cardoso, satisfazenio 0 daspacho do tribuoai,
da I \ de abril ultimo, para set/ regtstrado a
distrato.Fa?a se 0 registro, r^s iorwos, *? -
ton. 4 394 ; adcrf-
Intornjaca) do escrivao. doa -. ..^..i^*!*
da Doming JojJ-..*%& [^%^^
FrancS.^ >iiMf? *
aw ctSLar -* VTegas, foi Ihe ella devol-
sol5 -*? pesmV Vgas.-0 triba-
194 a nomear'efh hugar do referido Viegas
RECIFK. 8 DE MAIO DE 1874.
Km nosso fix imUamink* 4U-
rersamenie 0 Ufhimm* imfr*.
dubirlaile prefende trimmfkar, twdt
rompAicnndo
A wbtcdo aprrfomdm fttm mppi,
carao.d** Itis.f-iUnm., iO Sr. !> I'<
tai ackts-$t' film, mm tfrrii]<
ronlinttask inter tie tat a Atureu '
e mntinnari' n ser pocern*4t pr/
m prifrmetm, *pn> it n-
nim rmmkm m *m*l>**
danomeacrfoepiscft. .
Eis ahi sempre na, lela 4a duousaa uaa>t>
religioso, qae tera servido. de visu lipin a
polemica vertiginosa dos nn**oi ttotdtsMm, oa
quaes nao duvilam entretanto eaafssMr an* rai
em nosso paiz- imprca id tophmwu. a iubirimir.
tudo complicando. ;.r
Qae os procincianos rircunscrevam a epoca d >
saa defilonvel predorainlo b impjsrio I. t >phim*
e da ilkbiedadc, de bout :rr'adb l|atrns-.' on--
der-lhes ; mas qae pertisti* M,pr\h*%i > d
v meute Ihes parlance. 0 o qo n*o de u .L I -rar ;
entretanto estas e ootras repetidai euaab-oet nao
de si in mu eloqaenle le-temunh do one (im e
do qae porvenUira podera aiada uritu putiea
lao urecomsada.
\to podemos entr- lanto sappor de boa .' cs<*
intolerantes adversaries, quando no* weiti diter.
que : -falliou a appiiearao dis leh apregoaia.
Com effeito, que oulra satisfacao, imm > l-nn
e ctfmpleia poderia BMrecer naMao.M.
desde que 0 infraclor das nos>aj Ma coa recebera a orresponJeuto punicio consagraila
para seu inteiro desaggravo '
Como filhou, poii. a applicacao das leis apre
goada ?
0 que aconteccria, porem, se corapar|ilbas*
a theoria expendida pelas redactores ii'-Pr^rimrim,
quando a-si-veravam (fu'e :D Vital hio pr^teria-
ra as leis do paiz e nem direrumeate e fir facto*
tenlara contra as laeamas leis ...
Preso por ler cao, pre*o pur nao let cio 1
0 qne queried BSHfto qae se fizesse contra 0 bis
poinn-cente e 0 qne1 qut-rti- qne h >je se faea ?
de enf am*, ne es-
Bocco sem saHida politica
gueirantentos, de subli-rfugios '
Peccou ou nno o prelado diocesano contra as
leis constituidas ? 4
Merece ser ou nio pnni4o, e qaal 0 castigo qu
prriendeis infligir Ihe, a nio ser 0 que ns*i eon-
sitmado em leis vigentes i
Seria licilo, antes qne faiU*eio os iril-iii:
empregar mi d,das exiraordinarias e de extfetno
rigor, e antes qne e*gotad >s 1 isseni os r*enr*
regalares e commun* contra tjdos cs 4e*ia-
quentes ?
A vo-sa politica nem ata, nem de?ala ; akat ji
confessasies a face do paiz: -a innocmcu do pre-
lado de OiinJa ; e, p .is, sois iataoteale*, contra-
dictorios, injustos, reclamanlo e ntnolle mm caati
go inexoravel.
Memorandum.
1.*D. Vital nao po-lergou as leis ;
< 2.*Mo teaiou dircc'.amente e por lartos
contra as mesmas leis ;
3* Nao ohstou o 1 ff.-ilo das deiernvna?>-
do poder executivo, porqu<* 0 Sr. Uspo aa< mao-
dou arrancar a ma aos hoatnmi de niogneaa, netn
tomar conla de bem algum li- irmandjdos. r. qn?
ale ajui ningiieoi suhio com r-Tiirso ao govi^no
por motivo de vexarSn civil, orioaiaaa txconi-
munhan ;
I.*Nao infringw leis e rgulanieot.-. nur-
(|ue estes oidenam 0 temp, ri e a bispo orovaa >
espirituat ;
* 5."0 bispo na 1 obron pr raotivo frivol
porque e sentinella de Israel :
6.* Nao abu-wiu de cnoiinca. paoajnoopi
verno confioa nelle para l>i-p > e nio para ag^nt*
policial :
7.-Nao obroa BOBl prenvJitac*', poron-
esia na sua se.ara MfMMsi, c>ra-> 0 Sr. P>raoti -
esia na temporal I --------
Ora, depois dos seta man lament >s, qn* ant ft-
cam tr n oripl >j J, Prvrimr.n. i- f.riT'l tJM O*
seus redactores Ifnhani a oarage*, para nio diti>r
a uiiperdoavel levian i.iJe de pronanriarm
lio descomraunal e desabriJamenle rontra o bt-i-
de (ilinda ?
E papeis ; ora advogados. ora alg-ws do bi 0 exterminio : clamando que hM rsroUnna e if.
grilheli ao pe e os je.-uil.s e publica '
Que Ganganelli aronseihe medida-' M mais au?-
teras, comprehen ie sa, nois qne e Hit o c^wpei
porventura o mais nwf|kBJ d uraa ioea. no cm
principio ou de uma douirina, alas mnflo oViiak-
da-da separarao da igreja nopstaia it .
palriolas provinctnn s appiaodam ao acerbo es
criptor, a quern dem minam > nerrnlen Ganmi-
nelti -quando l.inlas fOSM declararaia tae orn-
hssisa a doutiina de ftatu quo de- MacSes enlro
a mesma igreja e 0 estana, e o que p>4e deannw-
nar-se jusl.unenteI'm ammrtmwm pmkHco !
Que Zacharias de es < Va*coneeHos, rpft* ft-
nutico, ullrainonUii". aununrie kVM mmrimte a
iiiio-*eiicia do prelado e a inconi|M>tearia bunal's que o c 'ndemnaram e a impiedad-' e ar-
bitrio do govern 1, que nio r-cu-a a dolor a
ubrigacao de enlregar o paradora da justiea pajfeMm. ludi *e P"le sinrs
hender e ate ceito pouto perdoar an tBeiv^ad-
vogado ; mas *m\ redactores da Prorfa, qr*
ora condemnais o bispo exaifrado efnnttir.t. -.
neiro e atidacioso <*m par. e ora absolvw- ais-
po, seulinella de Israel, qae nio postorgon as aot-
sas leis e antes trabalhou em sua seara es.ir
lual ; vtuque, qaal Poncio Pilitos lavais as v
maos :
Se 0 supremo tribunal ahsolre. e pti'em
desprestigio do ftirerno ;
Se condemna, teremos nm tnspo com rmfre-
go perdido e grilketa ao pe.
V63 deveis confe>sar-vos suspc;lis para ;.
ciacao e julgamento de uma caua en qae tend-'
representado o mais odioso papel n> palrxM *
accusador, ao mesmo tempo, cimtorme v>s iyrA
a brisa esperancosa do poder, ta\) appetecidr <|Qan-
lo longinquo para vos, qu- cada dia nta
achais divorciadis da publica opiaiio.
* Como se saliiri de Hid) islo o govern I
D. Pedro II !
Afogue-se muilo embora, qae cod elle na so
afogara o paiz.
Quando a forca das rousas troaxer 1 .
vez, tudo salvaremos pela libordade e para ; IjIht-
dade.
IWltMkN Sal SoM a pinr agournt !
Se ess* piorincianos foment, entreiani
ceptiveis de lealdade em seas escriptos eonti-.
outros, de bom grado os cnnvhlarinv> para
eullr a questio reliciosa, qne lanto os ha r < -.-
pado e para exririmirem os sens vuto? t rf
sobre a materia : mas uma experienria V4
nos antecipa ou o siloncio como r-sposa, on iti
ceniena de apodos e de injarias t
Agora tambem fir amos sabendo qae as infer ma-
que 0 paiz exige saoo eaiamenio civil, a
risacad dos
para os cargo s
mentos, casanvatos e obitos.
Realisadas estas retormas. qae 0 paiz rrctama.
resolvida esta. a questao religiosa ; tan* o Sr
conde do Rio Branro 1 impotente para rnssloi I -
pela maneira por que se acha organoaano -
nisterio.
Seria preciso pelo nwooa akijar os Srs. Ja*ao<
ra e Duarte de Azevedo.
Bis ahi conselho de leaidade '
la qae nio cane o rnmisterio, sciaaa, peto os-n
alijados ues ministros.
E' poaco, muito pouco, ma* sanapre ana fc >
menagem de respeito a opioiaa pnMka; qaer d
zer -uma vaga e paliida osparac> ie nejnanarJ .
de dasgo^to e am pas-o apr^ua'to... pnra a r
generacao dasvsiom.\ ^--.weouUvo, nt^s r
a Inglaterra. a ik^iJ) Cn and stttima oibM0P
miaistejial *f>,:.9.uos ma -m.pl> nim
*- Timeo IJanaai.
. O Sr. viseonde do RU ranci l
cow rehmlo'ao pider. asjjsi nsnao jaaap
dos seas eoilegas, o qua iMate nsaa m
rech.l da Mae-Uahan en an.l%*n<
aha da Crimea.
Je suit el i~m r
E' hem achada, boa >
k*oo^w mmmM----w v*oicii' vaa m n*-' ..*
cemitertos, a anolicio ao jcraav ;
>s publicos, o rngsmn MI on aa*n





Diario de Pernambuco Sexta feira 8 -da Maio de 1874.
^BiiOACftEs i team.
Birectoriu gerail lft itistaarc<>i<
puhlfcu.
Alerta !
Cabo da guarJa, i*c,a se acompaohar tie
lous soldados, e\& recoubecer seSr. ***
4 an d s multados, se d a propri i IProvm-
cia ou se 6" apenas- a!gu n cruUacco. Quo
ha trica politiea ra tudo isto nao Testa du-
vila.
Por sua voz dec+ora a sentineila *jue nem
oSr. director Hfcdivo neni o Sr. director
interino tern purte*lgu n.i no bra4o da sen-
tinella. Ha portanto grave injustice em
sermlhanto suppoeicao.
A sentineila Bio raoutou. guard* uma so
vez, corao diz aSr. ***, no cOntiario .ella
continue sompro de guards, salvas as. folgas
qua lr-e tocam por escala do service. Bra'-
tlcu sim uma s6 v z, por quo asstmfoi no
ressario, e do novo fal-o para satinfazer o
pedido das ***.
A seotiaella emm cidadao quefalla, c n-
versa, tern amjgos, est;i mais oh menus a
par dos movimontos da insruccao pu'diea ;
ale^n disso Id o expedient?, os despschos,
etc., e e quauto*basta. .la ve portanto Sr. *** qua nao- e milagre conbecerue todas
essas minuciosidadcs seta s r director filter
tivo nera iutorino, ou tor com-elles inti-
inid a e.
Defendendo squelles funccionarios a sen
tinella fez justice ao criterio corn quo f.iram
impostas as multas a alguns professores.
r'allera por nos os despachos postorior-
mente publicados no Diario de Pernambu-
co, e assirn satisfaremos ao Sr. ***
Antonio Vieira de Birros.Indeferido.
P.iireVerissirno Banlt.ira. IndeferiJo
>t M noel Cleraente da Costa e Santos.
tndeferido.
.Manuel Antonio Ferreira Braga.Inde-
feriJo, em vista da inionnagao do director
interino da intrucci> publica.
. Francisco de Souza Magalhaes.Indo-
ferido, & vista da informagao do director
interino da in>trucea7> publica.
< Padre Procopio Ji>se Peeira.Vide o
edital publicado no Diario de Pernambuco
de 2 de ma o corrento '
Agora, Sr. *** eoosultai a rsses ida
dios, para quo elles vos p ssam info"mar
do pouco criterio com que a seu respeito
tem procedi do a directoria effectiva e iute-
rina da instroccSfi publica.
Procurai tambem por vtis mesmos, iufor-
mar-vos das visitas feitas pela directoria as
escolas desta cidade, e acabareis por con-
vencer-vos da injusta proposic3o que avan-
gastes.
Para grand^s males, sd remedios mu to
energicos.
0 que nos parece e que a epidemia que
se ia desenvolvendo, jd declina, attentos os
meios therapeuticos que forail empregados
pelos facultativos.
Prosigam elles, porque o benuficio sera
real.
A sentinplla vai mudar o quarto, e como
.; costume brada :
Nada dequartel aos ociosos.
Podeis Sr. *** dar a palavra a quern vos
aprouver, certo de que se for injusto seu
verediclum nSo passara" sem contestacao.
7 de maio de 187 V.
i sentineila.
Villa do Nulgficiro.
Srs. redactores : Urn novo caTnpoSo da
fiolitic.i Httueira. protoudon.lo Jesfrnriar os
oros-de c/f?/e politico, prii.cipiou por vomi-
tar con ra mini, sob a capa do anonymo,
nojornal Provincia, tola bilis de seu'gra-
tuito odio.
0 novo iufatuado cbel'e impavonou-se
com as azas de outrem, por que leu a gram-
matica latins, o uuer salvar a ndo do os-
tado, em quauto o piloto dorine.
Mai sabe o novo romeiro, que os cegos
precisain guia, o corpo uma caboya, e que
ra a ndo em bom andar.
Acorde opiloto em quantoe le;npo. ...
t' que o novo chile, dz tor advogado
jratis, e as columnas da Provincia parao
seu desafogo ; e corn meia duzia de apddos,
e calumnias vomitadas contra mini, tem es-
treado bellamente a sua carreira politica, e
lirmado os alicerccs de sup imponente che-
fatura.
^ao precisava tantos sacrifi:ios para se
fazer do chefe ; bastava querel-o, e o ex-
chefe Ihc entregrtria o bastiio, que tao dig-
namente tem sustontado, sem gran ,e$ ma-
Jinadas.
Napoledo,ogreniie, bera o disse, qiierer
-*podcr. Corn uma coberta vermelha sobre
.nma mesa, meia duzia de palavroes d porta
daigreja matriz, eslgumas garrafasdo bom
vinho, estava corosdo o chefe; -bastava
isso.
Para que pois senhor.eommunicante,
tanta ma inada, para que Eazer o pspel de
Os palhacos tambem sSo cnefes; e dispa o
tnreta a mnscara, que lhe responderei me-
Jbor.
Villa, do Salgutiro, 11 do abril de 187.4.
Rovido Ptreira Filgueira Sampaio.
nmaqjobre mnlher, qua" vlvpndo amafiiada, o sea
anrncts ha7ia re^lviJo casar-se; apeiar de V.
Rama, saber desta dreum9taneia, negou-se a soc-
cawer a essa infulu : appcllamospara o testemu-
ri'e to Sr. It. AlipU loe Ja Costa, ^ue ?be per-
Mitiueoie de.'te occorn la
Wuiroi muitos ihfeli.es teem prccido aa^uella
ftmaetia, privatos dw soccorroa-^spirituaes, de-
vilo rao somenta a aeiflipcncia -de V. Rvma, !ei
xaodo de ennmera-los, por str \un nunca a :abar
finalmente Sr. pro | arucbo. pooeo s..tisfeitu
i*a, pralicar os horr'TM, ijae acima dis.-e;inis, en-
ten teu quo no -en caracter d> pastor estava e> n-
i1.;::m aconselhar ao r-banho que Hie fui cotidado
para rommetter acpoesiUio iodignas, eoow a o fac-
to spguinie :
rjpiq liello dia em qmo ttvin. pro-parocho spd-
rio-se apnixi.naito (de outra fonau nio seexpi
fa) diriK'"o a msa de ifma scij'i"ra vinva, que
ate o preseTite viwe honesi^'iientr.1, e Motisrlkon
-via viiin.isa >enlmra, qiii-f^ao.liHha ainda se ca-
sad<), uau tlnv a (terler irijiio pjjjcurasso run
:i.juntamento illicitc, e a>li ; aeis realmade des
lu facto cm os testemunho^ do Sr. Dr. jiiiz nu
ntcipal daquelle terrno o eapktSo Pclippe do SA, a
quern a mes-na viava eontou.
E ousara V. Rm. Jizor i|iie nlo troca palavra
nom qualquer malsim nu estr*doii t
Tenha pacitneia, Sr. pro.-paroehn, venha em
publico contestar, se pndfr, as accu?ac.oe9 que
fazemos, e nlo procure a e-c>patoria de dizer que
nao responde a anonymes.
Estairvis dispostos a iir r,om V. Rvma. adiante,
porque esta em sua consciencia que disporaos
am la de muitos reeursos
Ate breve, se for necessario.
tUm christao.
Ao publico
Ten li ha diaa lido n > JornildoRecife uma nojen
ta correspn dencia feita pelo tiydrophobiu /oza do
Cfcitor, morador aqni em Bezarros, a qual leva
;ior rim nietter ao ri li<*ul-> o men amigo maito
distint i Sr. )uiz de paz desta freguezia Jose Pea
ao publico qae esie Zuza >\ > Ogitor, despeitado
por nat) ter otitido daquelle juiz o resultado que
prnten Ma centra urn pobre hiunem ile.-ui rnesma
freguezia, p<>r isso ricou ai maiur deses|.ero con
tra o men prestimoso amigo, es^aecendo se tao
depres.-a do que elle lhe fci ao d-a de sat'bado.
Tranquiil>se-seo meu amigo que e-to ingrato nao
pode metttr ac ridicule a homem de seu qaiUic,
visto como este padeiro aqui 6 bem cooheciJo
desde qae exercea o In gar te fl-cal, ate que lhe
deram demissio. Pelizmeate os liomens de probi
dade como o Sr. Dr. Ordeiro, diz o s> guinte : 6
fenz a freguezia que tern urn juiz da paz como o
Sr. jau alferes Jose Pess a da Sotto Uaiur, eu e
muitos tambem dizamos, ja esiamos livre do po
cesso do ex-1lscal Zuza Uiguor. antes andar
-mal vestido oasadamente e cheio de probidade,
do que n'gar a divide da viava do cpitao Neve*.
.....portanto, flquo o publico Ciuhecendo quera
e e;te ente Zuza do Cogitor.
De mm bezerrense.
Oleo puro motlicinal de flgalo
de bacalhao, dc JLanuaan ti
Kemp,
garantido por sua marea commi'rcial, conserva-se
malleravel e inimit.ivel, coi o urn artigo de pri-
meira ordem, da maior puma e efflcaca possi-
veis. Como pruva authentica de snas viitudes
madiciaaes, meacionaremos os seguiutes uomes
ilos afamados medico', os tunes nos remetleram
ceitilicados e altntMMM voluutarios de euras de
diffarentes mole>tias desesperadas : Dr. Benito, J.
Eiera, Igo, de Cuba ; Dr. Jose Franco Ruz, Hava-
na. ;.Dr. Pablo Verdua y Auto, Ulmo, Matanza,
Cuba ; Dr. Miguel de Zayas, Pto Ppl', Cuba ; Dr.
i -aphael Tremuls, Triudaie. Esta lista poderse-
hia encher de alto a baixo com os nomes dos me-
dicos, cujos te-temunhos se acham archivados era
nosaji poder.
^MMEIfilC
JUNTA DOS COKKKTORbS
Pr*c tin llccifc, 1 de maio
de lti? 1.
A3 3 BORAS DA TVRDE.
CJT^gOES 0FPICIAE8.
Aigodao de 1 sorte 830 por to kilos, hontom.
Algodao em fardus Fair 93273 pjr 13 kilos,
hytitem.
Aigodac sem mspeccao "3300 por 13 kilos.
Ci.iu-os ?algados scccos 360 rs. o krlo.
Cambio sobre Loadres a HO div. 23 1|8 d.
por 13000, tionten).
Dito sobre dito a' 90 d|v. J(J j. e .4 :jii d nor
13000. do banco.
Cambio 'sobre o Porto a 90 d|v 110 (qOde pre-
mlo.
Cambio sobreo R'o de Janeiro a Io dpr. ao par.
B. de f'ascotrceuoa
Presidente.
P. J. Pinto
Pelo secretario.
'*b do dia 7
640^884
3:i33347i
a6
vouiVES ,SAHll>r>s
- dia I
.Ve dia 7
*riraeixa pona .
iegnnda poria .
'Vceira pona .
*:arta porta
apich* 0:aotnQao
5:383
m
15!
8
1,7.12
7,6'9
StfaVign MAHITISIO
'%*f':n alfandi'ea :
:.' :ia i a e .'...
SO d-a 7 .......
i.0 irapicn- O-Mic-jijao
fardameoto acima mencionado, deverJo apresen-1
Ur 'i capitania do porto desta provincia, no dia
15 de junho proxmio futnro, as 10 horas da ma-
nha. as raia propota, em carl* feehada. com as
competentes amo^tras : as proposlas devem ser
em dupplicata e declarar o pre^o de cada artigo
em separado, sera o que nao serio aceitas; as-
sirn como, assignadas pelo proprio proponente,
que dveca comparecer, ou fater-se representar
competeatemeote ni occasiio da sessao, e sujei-
tar-se as ntultas e mais condicfles e^tabelecidas
no regulamento cm vigor.
Prevmrse do com o planodos uiufurmea.
Quarud da companhia de aprendjzes marinbei-
ros da provincia do Rio Graudo do Nort.-, em 3
de maio 4e .-1871.
Jose d< Paula Nepomuceno,
') tlcial dedacenda.
4XCEBEUOR1A DB J1ENDAS LNT1.RMAS tit,
R.MJS DE PERNAMBUC.
tendiraento >< dia 1 a 6 9.80'138'iH
t.m do dia "7 l:0tiu, .1--0
W.925 CONSULADO PROVINCIA.
ttAadiraenfb do dia 1 a 6 .
1 'em .10 dia 7......
18:8981289
-3:77J.-212
22.670^511
23113000
2003000
362FT500
RECIPE DRAINAGE.
tonuiiiir.uio do dia I a 6 .
dem do dia 7 -.....
1:5013313
5913030
2:09M3ti
^oy.MiENra u mrh
$avios en trades no dia 7.
Montevideo -li dias, sumasa hesjanhola Carino-
za, de 99 toneladas, capitao Isenn, equipagem
10, carga 111,174 kilos de carne secca; a Bai-
ter OliveiraA C
Montevideo -19 dias, patacho hespanhol Previ
dente, de 148 toneladas, capitao R. fUeitv, equi-
pa gem 10, carga 133,884 kilos da came secca :
a J. J. Gongalves Bdtrao 4 Fdbo.
Montevideo23 dias, .-umaca hespanhola Marina,
de 190toneladas, capirio Alsina, equip:gem 12,
carga 202,000 kiles de carae secca : a Loyo &
Fiiho.
Aracaty e Macau8 dias, hrate nacional Leonilla
da Cruz, de 151 toneladas, capitao MauoelC. da
Costa, equipagem 7, carga sal e algodao ; a A.
Alberto de Sou>a Aguiar.
Navios sahidos no mesmo dia.
Granja e portcs intermedios- Vapor nacioaal Ja-
guar ibe, commandaota Silva, carga varios ge-
neros.
Portos do Sul -Vapor nacional Par an eomman-
dante C. A. de Quadros, cargo varios gene-
ros.
Ilha de Fernando -Vapor brasileiro Giquid, coin-
mandante Martin", carga varios generos.
Rio Grande do SulBara brasileiro Andrade Ne-
ves, capitao Jone A. Ribeiro, carga assucar.
Liverpool- Barca ingleza Geirge Conning, capitao
J. Husrn, carga algodao e outros generos.
Mexico Barca allema Konigin Augusta, capitao
Hclsen, cm lastro.
Observa^So
0 patacho Jabo tao sahidono pia 6, seguio para
0 Rio da Prata e nao para New York, como sahio
por enganc.
asssfi-sagH-w"***-

31ARAC0ES.
Readtraen'iC
dm do i;>
kl.FWUF.Oi,
do .rt a 6 .
7 .... .
183:162*267
28:.'f04.^7;6
211:467^043,'
O eatkelccisnao em Ipojiieai.
^enao fossernos vilipendiados pelo Rvm. pro-pa-
rocbo de Ipojuca, talvez uio vultassemos as colum-
nas deste jornal 4>ara tratar de (juestoes teodentes
ao pesmo desempenho dos dsveres paroehiaes
naquella freguezia, deixariamos a apreciacao dos
factos declarados em 0 nosso artigo, conlido
nojornal da 18 de abril proximo passado, a auto-
ridade a quem respeilosos nos tlirigimos ; mas o
nosso caracter requer que nao leixemos aquelle
reoetenado pro parocho triumphar de seu liciicio
periodico, com o qual, longe da justificar se da
aicusacio que lhe fotrleila, procurou unicamente
iasullaro seu incgnito.delator.
3>ao era a rxia que 0 Rvm. jro-parocho devia
nma satisfacao, not da muiio boa vontade a dis-
pensanarnos, poi nao 0 desaOamos a. isso; faze-
mos apenas authentica declaracao ao poder com-
peton e para cban^a-io a.ordam.
Saberaus todavia, qne V..Bvm.. ea materia em
inacjao nos sens preambnlos Aaimulantes, e nao
.flftstante deseonhecermos 0 ageai* deliberante, so-
-mos rbngados a pateolear 0 nosso presenti-
mento.
Pois bem, e sob a mesma assi,inaiura qua vol-
tamos a fazer-lhe as accusacoes deaua negligencla
Do sagrado cumprimento de seus deverea, e nem
vdiga v. Rvm. que esta do firme proposito de nio
res^ender a aoouymos, por quauto esle deve ter
todo v3>Crj oio so para 0 poblico, como para V.
Rvm, desaV nae Darra fact08 Piblico3 praticados
or V. Rvm., para 1ue desafljimos a contestar
qualquer delles se lhe &? possivel.
i)issfraos em nosso primJ'1"0 e?cripto, que V.
Rvm. tioha negado confis*ao a Uni? P"*1"* mulher,
que jazia no leito da n orte e qae privaJdo-a dfsse
orvaibo, essa infe iz morrera impenitente ^ cm
tlla nma crianca pnvada do r.'ino da gloria.
Jovocamos como testemunha deste facto 0 Rvd.
ignacio Bezerra de Menez.s, actual capellao do
engtnho salgado, qua cenoo cbamado para soc-
eorrrr a p.Ire enferma (visto S. Rvma. ter-se oe-
|ado) inlenrmeute esta sueeumbio antes que este
bom paore chagasse a sua residaoeia.
Um ou ro fa'to dn se em terras do eogenho
TAguafna. De.xou V. Rvma -norrer impenitente
Descarregam boje 8 de maio de 1874.
Barca franceza-Sant alfandega.
Patacho inglez Gerda cimento ja despachado
p?.ra 0 3* ponto, e deposito no trapichc
Cunha.
Patacho allemao Ehse farinha ja despachada
para 0 oaes do Apollo.
Impi.rlacdo
Suinaca lia.-panhola Mar,n't, entrada de Monte
vileo em 7 do curreate e consignada a Jose da
Silva Loyo 4 Filho, manifestoa :
Xarque 203,543 kilos a ordem.
Patacho hespanhol Presidente, entrado de Mon-
tevideo na rnesma data e eonsignodo a Balthar
Oliveira & C, rnanifestou :
Xarque 111,174 kilos a ordem.
Sumaca hespanhola Carinesa, entrada do Mon-
tevideo na mesma data e eonsignada aH-.ltrao &
Filho, rnanifestou :
Couros sercos 12.
Xarque 133,884 kilos a ordem.
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
BE
^'avesiicilo eosteiraa vapor.
DIViDENDO NONO.
Esta companhia paga 0 seu nono divilendo, a
razao de 3 OjO.__________
Confrariu tie Mania Rita de CasMla,
do Roeiro.
Tendo deixadi de haver a r.-uniao do collegio
represeniativo no dia 3 do corronte por falta de
numero legal, convido novamente a t'los os ir-
mao3 de.-ta confraria para comparecerem no dia
10 do corrente as H horas da manha, no consi -
torio do oassa igreja, aiim de eleger-se 0 novo
conselho somiDistrativo.
Domingos Jose Ferreira,
_____________________Secretario.
ESTltAD.V DE FERRO
DO
Recife a Caxanga.
A principiar do dia 10 de
corrente, nos domingos e
dias santirlcadcs, duran'e 0
inverno. serao supprimidos
os trees de 3 e 6 horas da
terde do Recife, 0 ot de 4
horas e 33 minutos, e 7 e 33
do Caxanga.
Escriptorio da companhia, 6 de maio de 1874.
R. C. Bartebee,
Gerente.
Pela recebedoria de reodas iuteruas geraes
se far c^r:o que e ne^te mez de maio que tern de
ser pago, sem multa, 0 imposto pessoal, relativo
ao 2.* semestre do exerciclo corrente de 1873
74, depois do que sera pago con a multa de 6
por centD.
R'>cebedoria de Pernambuco, 7 do maio de 1874.
0 administrador,
Mauoei Carneiro de Souza Lacerda.
Hiate nacional Leonilla da Gnu, entrado do
Aracaty na mesma data e consignado a Antonio
A. de Souza Aguiar, rnanifestou :
Algodao 43 saccas a Antonio C de Vasconcel-
los, 31 a E. de Oliveira Lacerda, I a A. P. Velloso.
'era de carnadba 2 sacos ao mesmo. Couros
salgados II ao mesmo.
Palha de carnadba 56 molhos a ordem. Ponnas
Sema 4 sacco3 e 2 pacotes a A. P. Velloso.
.tie al 460 alqueires a ordem.
D ABRIL DE 1874.
Para os portos do exterior.
No brigue francez Mines Souwich, para Li-
verpool, carregou : M. Lathan A C 249 aecas
ct.m 18,087 kilos de algodao.
Na barca ingleza Bella, para Cronstadt, ear-
regou : M. Lathan 4 C 2,800 saccos com 210,000
kilos de astucar mascavado.
No patacho inglez Spring Brid, para 0 Ca-
nal, carregou : J. Pater 4 C. 80 saccos com
6,885 kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguex Ltdador, para 0 Porto,
carregou : E. R. Rabello 4 C. 430 sjccos com
33,730 kilos de assucar branco e 200 ditos com
15,1-00 ditoa 4e dito mascavado ; F. R. Pinto Gui-
maraes 266 ditos com 19,950 ditos de dito e 230
ditos com 18,750 ditos dedito bianco.
Na barca portugueza JVi.ro Silencio, para
0 forto, carregou : A. Cordeiro 45 barris com
4,410 lilros de mel.
No briguo portuguez Cotete, para 0 Rio da
Prata, carregou : A. Cordeiro 50 pipas com
24,000 litros da aguardente.
No patacho nacional Paraguassit, para 0 Rio
d*P/ta, carregou : P. M. Maury 73 pipas com
.16,000 litros de aguardente.
No bnguo hespanhol Christina, para Barcel-
oXk*?'?80? : P- Cwndro C. 120 saccas com
94)53 kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Para 0 Acaracti, no vapor nacional Jagua-
Confraria do Senlior Bom Jlesusj
da Via-sacra da igreja de Sau>
ta Cruz.
Nao se tenJo coccluido no dia 30 do mez Cnlo
a eleicio dos novos lunccioqarios, como mandam
os artigos 24 a 30 e-33 do compromisso que rege
esta confraria, sAo de novo convidzdo3 todos os
nossos irraaos confrades a comparecerera em 0
nos9o eonsistorio no dia 11 do corrento, pelas 6
horas da tarde, afltn de que em mesa geral se con-
clua dita elei.ao.
Consistorio da confraria, 7 de maio de 1874.
Ser.indo de escrivao
__________________Mareolino Jose Pupe.
0 Ur. director geral interino raaoda declarar
aos professores publicos que os atlestados passa-
dos pelos delegados litterarios para pagamento dos
seus venciinentos, que nao estiverera juntos a re-
querimentos, estao isentos de sello, conforme ex-
plicou 0 thesouro naci )nal a thesouraria de S.
Paulo, em 6 de fevereiro ultimo, respondendo 0
otHcio de 3 de Janeiro anterior.
Secretaria da instruceio publica de Pernambu-
co, 6 de maio de 1874.
Oiecretario
_____________Joaqaim P. da Silva Guiaaraes.
Companhia pernanbucana
de navega^ao costeira a
vapor.
D9 ordf m do conselbo da direc^ao, cenvidc aos
srs. accionistas da nova emissao de accSes de-ta
companl ia, que somente realisaram a primeira
prestacao de 20 -|. sobre 0 valor subscripto, a fa-
zer segunda entrada a mesma razio, dentro do
prazo de 30 dias, a contar de hoje, no escriptorio
do Forte do Matlos.
Recife, ti do abril 1874.
Jhomas M. Connan,
____ Gerente interino.
SANTA CASA DA MISEKICORLlA DO
IlKCIFK.
A Hlrna. j';m:: alminisirativa da santa an d;
diserkrdia k heaife, manda fa/.er paolico .;ui
u sa/a de-sius -tissoes, no dia 11 de maio ,>e-
la* 3 Uor*s da tarde, tem, de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
tr>s annos, ia rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABEI.ECIMEXTO DE CARIDADE,
Travessa de S. Jose.
Casa terream. 41.......20UO0O
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32.......
Idem a 34 .....
Ciuco Pontas.
asa terrea n. U4.....
Rua da Alegria.
dem n. 31........37U000
Ponte Velba.
Idem n. 31........156^000
Rua de Antonio Henri jues.
idem n. 26.........99*000
Rua do Vigario.
I.* andar doeobrado n, 27. 325*000
Eojaidem......... 375*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velaa.
^asa terrea a. 16.......209*001
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*00(
Rua da Cru:
Sobrado n. 14 (fecbado).....I:000*09<
Rua do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*00 Rua do Arafirira.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29 .......201*000
Rua d:-.s Larangelras.
Casa terrea n. 17. .... 361*001'
Os pretendentes deverao apresentar no acto ds
trrematacao as suas flancas, ou comparecererr
icompanhados dos respectivos tiadores, devendr
pagar alem da renda, 0 preraio da quantia en
me for seguro o predio que contiver estabeleci
nento commercial, assim como 0 servico da lim
peza e precps dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
:ife, 17 de marce 0 da 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Armazens da companhia per
nambucana.
Sejguros contra o fogo
A oompanhia pernambucana, disponclo de ex
rellentes e vastos armazens era seu predio ao for
te do Mattos, offereceos ao commercio em geral
para deposito de generos, garaniindo a tuaior con
ervacao das mercadorias depositadas, sender
prompto, precos modicoj, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
<:lusivamenle os generos de uma so pessda.
Estes arraarens, alem de arejados e commodos
sao inteiramtnte novos e aspbaltados, isentos d(
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
nazens, pederao dingir-se ao esi-rip torio da com-
panhia pernambucana. que acharao com querr
tratar.
Companhia Fidelidade
Keguros mnriiiiiio-. <- lerrestres
A agencia de^ta companhia toma seguros ma-
ritimos e tenestrcs, a premios razoaveis, dando nos
'lltimos 0 Solo livrn, a o setimo anno gralulto ao
egurado.
Feliciano Jose Gomes
gente.v
____51 Rua do Apollo 'Jl _________
Crmpanhia dos I. illius nrbanos
do Recife a Olinda e Uebe-
rilie.
jjajM^aaaj 1 >,. orde>r do presidente da
assemblea gi-ral da compa-
nhia acima e convocada ex-
traordinariamente dita as-
semblea para o dia 8 de mam
proximo foturo ao raeio dia,
afim de procedi r-se a eleigao
um membro da commissao de contas que serve
no corrente triennio, visto ter pedido destituicao do
cargo um dos atuaes membros, em razao de seus
afazeres e ter de retirar se para a Europa. A reu-
nHo sera.no lugar do costume.
Recife, 30 de abril de 1874.
0 secretario
Luiz Lopes Castello Branco.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
qne no dia 13 do corrente, vai a piaca perante a
junta da mesma thesouraria a obra da ponte so-
bre 0 rio Serinhaem, no lugar Pao Sangue, orca-
da em 9:570*.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 4 de maio de 1874.
0 olBcial-niaior,
__________________Miguel Affonso Ferreira.
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
Tendo de se procCder a eleicio da nova admi
n;stracio desta sociedade, de ordem do Sr. presi-
dente, convido os seuhores socios a coraparecerem
domingo, 10 do corrente, pelas 10 'hofas da ma-
nha, afim de constituircm a sessao de assembled
geral, e logo depois 0 collegio eloitoral na f6rma
dos arts. 35,56 e 37 dos enatutos ; fazendo sciente
qua nao pode votar e ser votado 0 socio que dever
mais de tres mensalidades, ou que estiver perce-
beudo soccorros da sociedade.
Seerotaria do conselho fiscal,.6 de maio de 1874.
0 secretario
Marcos Francisoo de Panla Reis.
TBMTBD
Santo Antonio
PBEXA
h 9 do Biab.
tT*ica Tepresentacao a noKe da iiagnifica co
Intedia-drama em 3 aeti^, ornada de mnsica :
A dgaua tie Paris.
I>c ii> iwi ua t-iio
l. acto.- O dia do Santa Perprtua.
i." A i.i-.i ae jngi. a
3; 0 laile.dA maHjarai
4* c A casa oadela.
5. A cig:.n.i c0 agente de policia.
Terminari 0 WMClaeulo e>iw a ct media era I
act-- :
Ima experieiicia
Principiara as 8 1,2 horas
.!*.<* & horas da turtle
A camedia drama em 3 actos:
DOMINGO
horas da tard
drama em 3 actos :
4 cigana de Paris.
minando 0 espectacnlo com a comedia popu-
1 um acto -.
OS IRMAOS DAS ALMAS
THE/VTRO
Wiffl DMMATiCI
EMPREZA LIMA PENANTE
Sabbado 9 do c< rrente.
(ImprelerivelnienCe)
tleritA cm Iicncflrlo do ai ri-i.i .!<-
.llai-itt A<-<-i;,li.
Representsrse hao apparatoso drama em 3 ac-
os :
0 HOMFM
DA
Mascara Negra.
Finalisara o espi'ctaculo com a linda scena co-
aica, representada pelo actor Lyra.
Os (HVilt s do iinh. novo.
A'S 8 l|2 DA NOITE.
0 beneflciado pr-d* ; rotccgao e ante -ipa os seus
gradecimenio.
Domingo
.Vs 5 I {'-ft horas da irde.
Ki-iiiKlc ff'MtU doM <:i I'iriiM
Comedia em dous actos :
VIVA A CAMARA MUNICIPAL
mm mmwm.
A aria do
Mascate italiano.
Oseffeitos do vinho novo.
B a comedia
0 caixeiro da lavenia.
A's 5 1 |*i horas da tanle
MU Ll
Deve seguir em poucos dias a f-cuna pr.rtu-
gneza A guia ; para a carga que lhe falta, trata-ce
com E. R. Rabello & C. a rua do Commercio n.
48.________________________________________
Ri o wiw
Sahira com brevtdade o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompta ; para a quo lhe falta e passagei-
ros, trata-se com K. R. Rabello & C, d
rua do Commercio n. 4*.
COMPIMIIA
HES8ACERIES MARITIMES.
E
l.iiilia
II*'II sul
fl
r
E-pem-se da Ku-ona do dia 8 do rorrcnta
em diante. para liueoo- A\r.->, lacaaia aa BahL-i, Ma de
Janeiro Montevideo.
P;:ra frt-ti-s, eurjtuincn.la< e t>as=ageiro* : a tra-
tar com
OS AGEJTtvS
Hal isiiH-iiily a l.utiillc
9 Rua do Commercio 9
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM'
PUT
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
< ommniiilnntf C C. Bruu(b.
espera-sc dos |>oitos do sul ate o dia 10 de maio
e depois da demora do eatMaaa, s^gijira para
Lisboa, Borde-js e Lifrpool, para onde Jaaafifft
passageiros, eneommen 1a, carg* t dinheiro a
frete.
S. B.-Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua ch< cada.
AGENTES
Wilson Rowc A C
11RCA DO COMMERCIO -14
( O.ilVWHIA
rJESSAGLfilES MARITIMES
l.inli i uionsal
RIO GRANDE
Espera-se dos portos to
    corrente, segnindo depoi* .;a demora do cos-
    tume para Bordeaux, lecaafa em Dakar iGire*)
    e Lisboa.
    Para passageiros, enrommendas, etc.. a tratar
    :om
    ( S ACE.NTES
    Ilarisiiifiiw v it l.aiiillt-
    9 Rua do Commercio I
    Lisfcoa c Pcrtfl
    Vai sahir con. brcTidada a vi-leira barca hsbot.
    Recebe carga e passageiros: a tr?tar e -n Tit.
    I.ivio Sosres, rua do Torres n. fO.
    -- Segue imprfteiivemeiiTe no dia fi d cor-
    rente p:ira a Araeaty o hem e mhooido h .!> Decs
    te Guards : quem nelle aadaar earnajar ou ir d^
    paaaagewa, dirija-se a rm da Mittaa de D^ >s n. t,
    a tratar coca Bartbotomeii L -uren.-j, ou coaa o
    raestre. a bordo.
    COMPANHIA THr.VUIBLCANA
    DE
    Havegacito coftrira a vapor.
    KERNAMIO DB >"1li>Mt.\.
    0 vaii Gernnnk, u-maL-
    dant- Mulin-. seguirt para
    o [ i m if-tma no jia de
    Dak .. '! hi : m ia manba.
    I'ecel rarga >\<" o dia 4,
    encoinirendas, ppj*.-geiros
    inhiiro a fiete ate as 10 bans do -la da sahi
    dad: escriptorio no Porte do Mattat n. \i.
    Libras oslorlinas
    Vendem Pereira Carneir<
    A V.
    Rua dn (.'Miiinercio u. o.
    Irmandade do Divino Espiri-
    to Santo
    De ordem da mesa regedora, e de conformidade
    com o nosso compromisso, convido a todos os ir-
    BJJMM a comparecerem em nosso consistorio, do-
    mingo 10 do corrente^s 8 l|2 horas da manha.afim
    de reunidos em mesa geral tomarem pane na elei-
    cio dos membros da mesa regedora para o future
    anno de 1874 73. Espero o comparecimento de
    todos.
    Secretaria da irmandade. 6 de maio de 1874.
    0 escrivao
    Jezuino Jose" da Rosa.
    Cjompanbia Frarieeza k Ha>gi
    Ola a vapor
    Linha mensal entre o
    Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio il
    Janeiro, (Santos, somente na vol
    ta ) Montevideo, Buenos Ayres,
    (com baldeKCao para oRnsariol
    STlEAJSJER
    nif. carregou : A. Cordeiro 3 barris com "480
    litros ao^uardente;
    Para'o *:ito' M b^rcaca I4-aao, carre-
    gou ; 1. Z. Paes 5.arrel0 4 P'Pa3 com 1,920 lircs
    de aguardente.
    CAl-ATAZIA DA AL>^^DR(iA
    ^ndimeat; do dia I a 6 4:812/39.1
    Companhia de aprendizes
    marinheiios da provincia
    do Rio-Grande do Norte.
    0 conselho de corapras desta companhia con-
    trata o fornecimento do fardamento abaixo declara-
    do para suppriraento de suas praras durarrte o
    trimestre de julho a setembro do ccfrente anno : a
    saber :
    Calcas e camisas.de brim, calcas e camisas de
    algodao americano azul, calcas e camisas-de pan
    no azul encorpado, camisas de flanelfa azul, bo-
    nets e fardas de panno, lencos de seda e sapatos
    de court) de bezerro pretos.
    Os sechores que concorrerera a arrem.'-taew i$
    Irmand.de da SS. Trinflade
    do convento de Santo An-
    tonio.
    De ordem do irmao juiz sao convidados todos os
    irmaos para quo comparecam no consistorio da
    irmandade, no dia 10 do ctv'ente, pelas 10 horas
    da rr.anha, aflra de reunidos' em mesa geral, ele-
    ger-se a nova mesa quo tem de funccionar po
    futnro anno de 1873, conforme determina o art.
    77 dos estatutos.
    Sociedade beneficente dos
    typographos em Pernam-
    buco.
    Domingo, 10 do corremV, jfcj) horas do dia e na
    casa do costume, havera sessao; oara a qual sao
    convidados todos os membro3 dasta ociedade a
    tomarem parte na 3 discussao fts estatuii-
    Sala das sessdes 6 de maio de 1874.
    0 l. secretario;
    Belmiro Ferreira da foncecqCadaval.
    N. R. Se chegar vapor pela manh3, tera lugar
    3 sessao as 7 horas da ooito do mestefo aia.
    iMBi if mm
    Sefoira brevpmente a bare* portugne/.a Alegrtx
    por ter engajada a in. i i ; arie do .> :i carrega-
    mento. Para o resto e passageiros, irata e Cum
    fi. R. Rabello A C, a rua do C rumereio n. 48,
    ou com o capitao.
    Porto
    Segue com loaVua bn vidade barca portogBa-
    za Harmnia, por t> r dou< tarQi I la carga promp-
    ta : parao .esto da c.irga e pamigaJtm, trata-;e
    com os conignatarios fltcmax de Aquino Fonseca
    & C. Successores. a rua do Vigario n. 19.
    \n\C\TY.
    Para o Araealy vai sahir c -in mu ia brevidadc
    o bem ennhecido hiate Mto Valle, para carga a
    frete a tratar com loao Jure da Cunha I.ages, na
    rua do Vigario n. 33, !. andar, ou com o mes-
    tre a hurdo em frente ao trpiph- Danta*.
    Commandante Cape>Je-
    2' esperado dos portos do snl ate o o'.i* ,0 do
    rente, seguindo depois da indispensavel deiZ10"
    nara a Europa.
    -om aviso previo, se pode ra segurar Ingares pa-
    ra )assageiros e praca para carga, para Lisboa,
    Ha 're e ^ntuerpia, e por baldeacAo para todo' os
    poitos do continente : trata-se com
    OS CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. D'OLIVEIRA i C.
    42 Rua dn CommercioEntrada pela rn
    do Torres.
    Rio de Janeiro
    Kara a indicado porto segue c ra poucos dias
    de demora a i.arca portugueza Ftfto Unido por
    ter a major parte de sea carrrganwle engajado,
    s p-ra o resti.' que ISe falta, trata m r.im os con-
    jignataiii s Ji-aquini Jose i aoivea Heltrao k Fi-
    JOO,. i'"a do Commercio u. 3.
    Para o Rio-(irasnle do Sul
    greteode sahir brevemntc a patacho O'Tiiiguez,
    Marcial, por ter cintratada gra:ide parte da sua
    carga ; pira o restanie trata M i"m E. R. Rabel-
    lo A '-, a rua do Commrieio o. M.
    Para.
    Pacific Steam Navigation Compan)
    ROYAL MAIL STEAMER
    LUSITANLi
    ssptjra-se da Earopa ate o dia 24 do corrente, e de
    pois da demora do costume, seguira para Rahia
    Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
    raiso, Arica, Islay e Callao, para onde recebera
    passageiros, encommendas e dinhefro frete.
    .Mao sahiri antes das tres horas da tarde do dia
    do sua chegada.
    OS AGESTES
    Wilson Rowc A C.
    14^RUA DO COMMER::iO14
    Para a l'trJ'ca''0 porto in tendo Sfgoir
    com a possivel ^rovilade o patacho portu-
    guez Az-tmra, por vPr a malor l''rta Jo se
    carregameuto engajado ^ p ra o resto que
    lhe fal a trata-se com os consignatario*
    loaquim Jos6 GoreMves Belrtu0 Filho,
    & rua do Commercio n. 5.
    LEILOB.
    uma Ianchaa vapo
    HOJE
    A's 11 horas
    Em (rente a compauuia iVrnaiubucana
    0 agento Dias, competentemente auu risado, le-
    vara a leilao, no dia e hura a^ima designados,
    uma lancha a vapor que se i ha em perfeito esta-
    d, o a ruachina prompu a fr.necionar.
    Esta eribarcaoao qui- Vcommoda 13 pessoas,
    nan serve para recreio, con; > a i.Juctao de passa-
    geiroi para os vapares qne fundeam in. laraarao, e
    rnesmv para rern.car alvarengaa ecm carga daia-
    tpo do porto.

    I




    Diario do Pernambuoo '* Sexta feira 8 de Maio de 874,
    E^e'forca de'6 cavalios, e quando sweeeder ft- levara a leilS^ B0 fa ehora aclmat derjgnaios,
    car ocasco inutilisado, serve a machina para ofjrMlo m'^ncicmado, oqual contcm .andar terreo
    qualquer outro mister, tass como : serfarias, en-,esotea, Ouas frentes e janellas em ambus osH)i-
    genhos,etc., etc. *-> grandes salfise S quartos, e com o scati.-.
    Os Srs. pretendentes ivdem deue ja fcxannria imento do assrrslru, iA-into\liea esuccmacc((,#ii>-.
    la, pois avha ?e fuml*>ua jiuuh o cars <\n mes-- -\wA jS do um avVflV. I'cnM l;'u. ^nrM fftfa
    ma companhia, "onde tt:nt
    de '(fcrtuar-so'e -relW
    LEILAO
    I>1S
    satvados do-pstaohe portuguet KrJelina
    Hoje
    O agente Martins fara leilao. pervonta e rise >
    'de qnem'perteucer, de pecas 'la l-'was, brinzdes,.
    pharoes, aguiha* de-ntariar.r-on? sites feiros, ver- t
    gas, mastros, 1 lancha, remos, 2 xtttumes com sac-',
    cr-ados, cwttor-a, iatimo.tim.'fia. c*.
    f OsiUo lerti "vrMrn-, d*Taj*"N *W True-
    tiferas e iitfi.n-mrni):*, t.-m tl ous y.'H**, t
    Uin J<. f(TTt).
    Vi- ta-fcasa'tovna to ruoaanaeb w*w 'por. ter *ifln
    I w li:4wnt!it:-C'iswniiii I- t* vnljv'p di Icr .-tgaa
    1 h'*?tir>'..-i)>*'m H.--I..i;i*\..>.cr-\.\ '.paraquat-
    quer esclareciniento a' rua dn M*rqtioz do Olinda
    a. 57, oseriptorio da a-;3eueia, tmdo tera lugnr <
    < refcrrdo'feilab
    , avisos DVFRSQS
    Bom negocio.
    <<,
    V>
    euoc "O ttt\
    !'l 1
    Leil
    ao
    cos'vaxios, 11 barrress cam a-lflnHas deBtro, rTmi-.,0o t5es e eadernaes, e uma pornfco ibrro do aavio. e odtros muito'i nbjectos salvados i
    do pataeho pcrtuguez AieGni, niofragado na
    praia do Gaibd.
    A*s II horas do da acima,-i" trapfcha denomi-
    nado Barbos*.
    B
    DE
    uma burrft^prova de fogo, 4 carteira, "ne-
    sas eflutros O'bjr-ctas de oseriptorio
    No seg-wdo andar do subrado da rua do Com
    Jesus n.43.
    POR IHT.BHVENCAO 00 AGEKTE PINTO.
    (chaos pro-
    pMos, rua das Ciioulas n 26, que foi da
    "ffiHecida l\ Florinda, e em quo mor >u o
    "Sr. Albuquerque,, com cas grande de
    pedra e cal, quangos fdra, srtio com tcr-
    sca'de 1,000 palmrs de fretite e^.OOO de
    tfundo, com arvor ados, viveiro, 2 cacim
    bas coin boa sgua de beber/era frerito da
    qiwlpassardbrevet os trilhos da linhados
    bonds
    -TERCJirVEiRA l'2DO C0RRENT
    As' II liorn.s em ponto.
    Por interven^ao do agente Pinto.
    Em seu escriptsrio. a rua do Bom -Jesasm. 43.
    Leilao
    E
    uma ottbHia de jacaraadi, mas?i 1 cana frauceza tainlwiu de jaearand.i, i apera-
    dores de araarello, novos, i tapete quasi nova
    forro do ana .-ala de -visita, 2 commodas, 1 ajar-
    quecao e outros monsis que serao veodidos
    w-correr do ^mrteUo
    ji Hoje
    AfflIorifts em ponto
    Por intervencao do gente Pino
    Hum h \\v\\ Jesus n. 3.
    Agente Dias
    IT
    ra -io '. gb r;i*o ,-r-lio
    \ Shai.nliv. piin?i(*fy da igreja da Mi'erK'Ottiy',
    iif ui-*.a lu ''': "0(i'i.l.i t'-n !o JltftS ) 6a Vi-''-.
    vlo '^reiiio-, I'l.ii >aliio ii;) sotau, .seis quad"
    espa^osos e fres-jos, uma grande cocbeira,
    quintal todo cercado de novo, o com diver-
    so^ arvoredos, uma boa fonte d'gua, e
    'lendoktiz canalisaUo. icbando-** jircpfcra-
    do Mm tod s os movci^ iiidis^ret'sayHS a
    uma grande farailia, seru assiiu \tndido ou
    ^eif. t.s inuveis : a tratar nesta typograpbia
    ou na rua da tniSo n. 49, sobrado, atrai do
    psxjo da assemblaa. _
    1 m\ d\ Fora.\,
    AOP 4:000,5000.
    BlLIKTES GAftAX^iDftjj
    ' rue I'riiw: -j dt Mffh fyut'ara i-u-.
    ..i
    .I.J
    DE
    EliCA
    redios
    TEU(;A-FEIRA IS DO eORrTEN'TE
    is 11 horns da rssnhS
    I I'va do Marquez de Olin la n. 37, primciro andar.
    A S A B E -11 :
    O a^eitte Dias, competedtemente autorisado,
    : levara a leilao os seguiotes predios :
    | Um sobrado-na rua de Lowas Valetitinas n. Gi,
    ; de 3 aodares e solan, reedifi&ado nau ba muito e
    com grandes accommodacdcs m quaiquer dos an-
    em particular plu3 -otjectos acima descriptoa
    sendo qne a enirega se eitectuara Undo o acia d,
    arrematacao.
    =>
    Em conttnuacao
    DE
    Hoje
    vAs 11 horas da manhS
    a rua da Uniao 3. 9.
    .Moweis.
    Um piano forte. 1 mibilia estufada,
    Servira-de base para o leilao as offertas obthks darss, a alem'-disso duas lojas e nm sotao, com 2
    salas e 3 flaartos. Este predio possue uma boa
    eseada reo ao sotao, de modo que ale este sode ser alu-
    gado tadepeadente.
    Unas casa em a rua do VisconJe de Inbauma,
    outr'ora-rua do Raogtl n. 19, com 2 salas, 2 quar-
    to?, onzinba fora, quin al murado com cacimba.
    Esta c*9a acha-se- em pHrfeito estado, e e situada
    eui ana optima rua commercial.
    IUra sobrado de um andar e sotao n. 17, a rua
    de S. Jorge, outr'ora rua dollar, com a frente de
    obras impressas do V.-BaooJ Lamanine, PelkPtan,' aiule*' com 3 seguintes commodos : 2 salas, 3
    Bowillet, Vieira, Roqueae e muitos outros ju- quartos sotao com janellas para a* duas frentes e
    tores, poesias, i bras d direito, medicina, en^e- JJ*. com 3 salas, quintal todc murado com cacim-
    Dharia, atlas, .Hi*turia do Brasii, [ogbUo*j-a, ( portao.
    Franca e Portugal OsSrs. pretenlentes podem desde ja examina-
    klos, e para qualquer informaQao a rua do Mar-
    nquezde Olinda n. 37, primeiro andar, escriptorio
    j^do agente.
    Acs Srs. prop;ietirio* se ofTerece occasiao de
    ipossuir predios que aao optima venda, e qi>e se
    |-*vendem somente em consequeocia de ter o seu
    dono traasferido sua residencia para a Eurooa.
    Escrava ozinheira
    30^(i00
    Precisa-se com urgencia
    de uma perita cozinheira e
    compradeira para casa de
    uma pequena familia, pa-
    gando-se a quantia acima
    a tratar no pateo do Paraizo
    n. 28, 1. 2. andares.
    A. V. "'"
    Corrfronto a alfandoga, armazem pintado
    de preto, que curiosos acabam de deno-
    iV.F.
    V
    Tuinar
    Jazigo
    1 caaia .
    Iranceza, t-.guarda-vestido, toilettes, toucadores, l|
    escarradeira3, quartinheiras, bancas para jogo,
    cadeiras deterro, machiBa para cafe, 1 palaaqu-ai,
    1 faqueiro de prata c 1 piditeiro, falva, apparelho
    de metal para cba, moinbos e outros objectos que
    estarao patentee.
    0 agente L'inhu Borges Reodeia ua referidos mo-
    veis e livros que ikaram do leilao de 5 do cor-
    Leilao
    DE
    rente, pertencentes ao Sr. Dr. Luii Carvalho, a rua
    da Uniao n. 9.
    Nc>\tn li'ira 8 do cori-ento.
    c.bape'os de sol de seda e de panno, botinas
    para senhoras, sapates de charlote para
    bomens senhjras, ditos de merin6 pre-
    to, marroquins, camisas. collarinhos,
    cambraias e diversas fazendas
    Sabbado 9 do corrente
    A'S.U HOKAS DA MANtiA
    Rua do Bom Jesus n. 63.
    A requenmento do curador fiscal e por man la-
    de do Ulm. Sr. Dr juiz dedireito especial do com-
    mt'rcio, o agen|e Pinho Borges vendera em leilae
    as referidas fazendas, pertencentes a massa fallida
    O admioistrador diste cstabelecimento, a fom
    d.js inlere^ses daquella lirma, veude a Jtaheiro a
    visia :
    Batata*, baratissimas.
    Feijio mulotiubo muito claro e tenro, em sac-
    oos, baratissimo.
    Laias com cinco galS^s de gaz, Devois, a
    Arroz superior a.2j >00 a arrba.
    Calxas com 40 cartas de fugo da China sup>rior
    Mant'iga frincezanova de 1871, da marc* PLG,
    a 710 rs. a Mora.
    Os mais gencros que existem no mesmo estabe-
    lecimento, faz se a cHes precos proporcioriaes
    aquelles declarados.
    Aluga-se
    a casa terrea com 'grandtscommodns para familia,
    exleasu quintal mtirado e arbrisaJo, e outras
    muitas c-imuiudidades, no melhor local do patei
    ua Paz, (Afogados) : a fallar ao sacristao da matriz
    para \-d-la, e no Recife, tiaUr a rua das Cinco-
    Pontas n. 31.
    .u hlthi \.
    li". t '111 "CO'-, IIIH
    c. nuiraa s.ijlrs Ou 4t
    '>..
    fp-
    liZ'-' li.ifti.los
    Uir H. 2.. otu
    20 >U |ter \ qnu -e acat-ou do ex'ranir A)8),
    L'ouviiid inn v,'5'tii'iores a virem reoebpr na ou-
    formidade 1V1 costume sem di-sconto algum.
    Aci'arri-st-, i. veuua o* telizes bilhetes garantWlbs
    Ja \x p?jtp, das inierias a beueiicio da is'fj
    tie Xfissa Seohora da Boa H. ra em Olinda ( $')>
    que in extrabira na quaria feira, 13 do cornnte
    mez.
    PRECOS.
    Bilhetu inteiro 4^000
    Meiobilbeta 2J>000
    KM PORCAO DE 100-IUOO CARA CIM*. |
    Billiete inteiro ..,,?"$
    Mejo bilbete U7.10
    Manoel Martins Fiuza.
    I Excellenle occasiao.
    Para o i ico e para o pobre
    & Optimoa tcrrcnos para
    elitlcnctlo
    com tOO ultimo* ile fando
    a 1 S&O o soo ra.
    Retalham-se os grandes terrenos que
    cir'iimdam a e.-ia.au da Poa-Viaem ;
    sao terrenos proprios, de?embaracalos e
    cortados ptr ires eslndas : a real, a de
    ferro e a que segne da estaeao para a
    Boa-Viagem, e Qcam mm proximos ao
    rio Jordao.
    A coromedidade do preco, a facilidade
    do tranjporte de materiaes pela via fer-
    SK rea, a proximidade de madeiras e, sobre
    0 tudo, o prmlegio de viajar gratis no va-
    3 por pelo e.-paco de 10 annos, a quern edi-
    W ficar proximo a esta es-tacao, tudo istoede
    m incoctcslavel vantagens e deve animar
    J os pr.-tendcntt s, os quaes desde ja se po-
    Wt dem diiigir, noa aias uteis, a rna do Im-
    fy perador n. 48, e aos domingos e dias
    Jg santus, na estaeao da Boa Viagem, onde
    W Je cocuntrarao com Tristao Francisco
    0 Torres, encarregado pelo proprietario a
    MOFINA
    Esta encouraqado, t! I
    \snn. woIa <"m iwrtrn. tlnr*
    Tn<.ii an'- n*<- Oiwfc
    ' j-\-m- :-. .iiii.. r. u*i Sl-il
    *! mi- M od.in i 'im Nasa' jtb jos prvctmia,
    , !a% i>r ^ir k ro '< J\n. < .' ixV- i el'ur iqu-1**- !* ei- ijue S. >. mr rdwwiti'U i
    ioa.aVar, ;Ksl;. ft.ro,i.> ca:.niada < eat jurual, cu.
    lins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    oassou a fevureiro e abrii de 1872, e nada cumprio;
    i por 'iro, poisf?. S. se deve lembrar qne este negocio
    de mats de ito auuos, quando o Sr. seu nlbo '<
    ichava nesta eidade.
    Aluga-se o 1* andar e o armazem do sobrado
    da rna dos Burgos (Recife) n. II : a tratar na rna
    da Praia n. 20, eom Jose Feliriano Nazareth.
    . Dwedbres..
    0s proprietary da Ccu/titana it, Cm
    rua Jo Impcrafrr n. 24, ptdrai aosseo**>
    qne torn sMu remiss.i-, n r.iur do vin irrf-p
    acbims a'e >, clia 8 do shr.l proximo vmd
    avmam ..os nii-smos qne e Miaquella d:+fc
    i!v-!!.'Mi all- .,.-,, .|H nt-mc~ nwH
    .-:-iji.;.-, ..-.,,- ,,r :.nr.im._____
    *
    0
    iii i m
    Ha mais de um anno fbgio desta eidade do Re-
    cife, e se .-nppoe nella oecnlto. oescravo Jose, com
    os signaes seguintes : cor preta, de altura regu-
    lar, cm 2o annos do idade, pouco mais on menus.
    tern falta de denies na frente, sendo porem o sig
    nal mais sensivel uma escrescencia na palpebra
    que parr.ee c?go de um olho : quem o capturar,
    Jgj traga o a rua Direita n. 119, cu Saudades n. 32,
    2 ; 1ne 8er* genf rosamente recompensado pelo seu
    enhor._______ _______________________
    Preeifa-se de um caixeiro com bastante pra-
    tiea do taverna ; e que dd fiador de sna condu-
    cts : a tratar na rua v"elha de Santa Rita n. oO.

    ^w
    m
    fazer qualquer negocio.
    DE
    um grande prfdio de 2 tndares n. 37, sifo
    a rua Duque de Coxias, outr'ora das Cru-
    zes. com as seguintcs ommodidades, 1
    andar, 2 salas, i qubrtos e ooziiiha, 2 ,
    andar, 2 abs, 3 quartos, sotAo e cozi- jd9 Pereira' Mel, & L nha, andar terreo, um grande armazem l
    SEGL'NDA-FEIRA 11 DO-CORRENTE
    \ h 11 horas.
    0 agente Piobo Dorges, bastante autoiisado, fa- j
    ra Jeilio do referido predio, por conta e risco de ;
    uuem pertencer, no seu escriptorio, a rua do Bom j
    Jesus n. 33, 1." aaJar. e obras de ouro
    Os ,Srs. pretendentes pedeni Jesde ja examinar,.. } NKof|A O Ar, f.nr,.Anfa
    e algum esclarecimento o mesmo agi ate pode dar. I (jauuauu o uu wucutc
    Sendo : mobilias de junco e de amarello, 1 ex-
    ceii.'ute piano de uwgiio, lavatorius, camas fran-
    cesaa de amarello. iiianiuezues, marquezas, 1 toi-
    lette, {impoii.iuie eominoda e saccetaria de jaca-
    randa, 1 gnarda-loufa, cadeiras avulsas, conso-
    _ los, raeio apparelho de porcelana para janta
    DE
    moveis, loufa,
    DOS
    armacao
    dos quartos, can
    ho-
    dieiros e mais perten jas do extinqto
    tel que foi denomins SEGUNDA-J?[RA 11 DO CORRENTE
    as 11 horas da manha
    No sobrado- da rua do Commereio n. 7.
    0 agente Dia>, corapeten'eaien'a autorisado, le-
    vara a leilao, no ilia e bora acima designados, os
    me ,-eis e mais pertancas acima mencionados. 6a-
    ranle se a casa, que 4 vasta e apropriada ao mes-
    mo genero de negocio.
    ijarros e Mitros muitos oSjectos de ouro que, serao
    vendidos
    At) CORRER DO MARTEUO
    pelo agente Martins
    %o armazem da rua do Impc-
    LEILAO
    rador
    A' II horas
    a.-.. -18
    do dia aeima.
    Leilao
    DO
    vapor Parahyba
    SENDO:
    eased em perfeito -estado, amarras, mastros, t
    verges, cabos e mais pertencas do referi-
    do vapor
    TERCA-FE1RA 12 DO CORRENTE
    as 1J. horas
    Kii J'rente no edificio da compaDhia per-
    oambucaua.
    0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera o
    .vapor acima declarado, o qua! se acha ancorado
    neste porto, em frente a coirpanhia perflambuca-
    r.a, onde os Srs. pretendentes podetndeade ja exa-
    i..inar; e em conlinna.;ao o mesmo agente irende-
    ra uma porflo de pedras, a *aber : a ileiras, por-
    laias, arcadas e diiferentes pedras de diversos
    ' .cntos e tamanhos.
    DAS
    divides activasda massa fallida de Joaquim
    Francisco de Mello Santos, na importan-
    cia de 10:^845*021
    0 agente Martins fara leilao das dividas acima,
    pwr mandado do Ulm Sr. Dr. juiz especial do
    commereio.
    SABBADO 9 DO CORRENTE
    No armazem da rua Jo Imperadjf n. 48, as 11
    boras do dia.
    LEIlAO
    ra-ancisco i.oix-n Lima le BarroH.
    Antonio Sergio Lopes Lima, con-
    vida a todos os seus migos para as-
    sistirem a missa do setimo dia do
    fallccimento de seu querido sobri-
    nho Francisco Lopes Lima de Bar-
    ros, que tera lugar sexta feira (^),
    as 7 horas da manha, na igreja de
    S. Pedro, e se confessa desde ja grato, tanto a es-
    tes, eonio aos que Hie flzeram o obsequio de acorn-
    panhar .o cadaver ao seu ultimo repouso.
    Manool Jose da Silva Mala.
    Bernardino Jose da Silva Maia
    convida aos seus amigos e aos de
    sen MnaJo irmao Manoel Jose da
    Silva Maia, para as-istirom a missa
    BO setimo dia de seu passamtnto,
    que tera lugar no convento de S.
    Francisco, segunda-feira II do cor-
    rente, as 7 hora* da manha; e desde ja se rcon-
    fessa eternamente grato, nio so a estes, mas
    tambem aqnelles que acompanharam os restos
    mortaes a s-ia ultima raorada.
    Or. Joiio .IIvoh lliT^iilli.tii,
    Joaquim RernarJo de Mendonca manda celebrar
    uma missa por alma de seu falleoido amigo o Dr.
    JoSi AKv.s Mergulhao, e convida aos sens ami-
    gos, e aos parentes e amigos do lioado para
    assistirem a este acto de -carid; de, quo tera lugar
    seguuda-teira, II do corrente, na capella da Con-
    eejcAo dos CoijUi'iros, a^ 7 horas.______
    Cabelleireiro.
    Joaquim Moreira Dias avisa acs seus numero-
    sos frep.uezes que acha-se trabalhando na rua
    das Ciiizps n. 35, loja do Sr. Luiz Augusto de
    Paehec", e que se acha prorapto para quaesquer
    trabalbos de sua profissao, como sejam : pentea-
    do?, cachpaigne, coques, cabelleiras, topettos
    todos os feitio-i, ciescenles, etc., etc. ; para tudo
    isto acha-se munido ile cabellos.
    \viso
    Acgaq entre amigos
    _Avisa-se ajs amigos que sao possuidores do ac-
    poes de um optimo piano de armario, um alfinete
    com tresbnlhantes urnados de perolas, e outroi
    objectos, que deixa de correr tssa accao com a
    loteria 99% visto ter-se perdido cincoenia e tantas
    accoes ; oatro sim, avisa-se tambem que s-ra ex-
    trahida cm a loteria 103; e pede-se aos possui-
    dores dss antigas accdes, que se dignem apreeen-
    ta-las para serein trocadas, caso nao apparegam
    as perdidas, no praz-j de tres dias: roga-se a
    qualquer pessoa que achpu nao so essas accoes,
    como duas cadernetas escripturadas, e quatro car-
    tas, as quaes foram perdidas desde a easa de
    leilao do ageme 4'estana ate a Boa-Vista, o obse-
    quio de entrega-las na rua da Crui do Recife, ta
    verna do Andre, que sera recompensado genero-
    samente.
    Lingua nacional
    0 abaixo assignado, professor de lingua porllu-
    gueza ha 42 annos, compromettese a ensinar e la
    disciplioa em dez mezes ou em menos tempo, c* n-
    forme a habilidade e estudo que fizer o seu dis ;i-
    pulo. 0 compendio methodico e claro pelo mi s-
    mo ultimamente pablieado, e o seu raethodo ie
    ensino adquerido com esta longa e nunca Int r-
    romaida pratica, o fazem assegurar com a ma cr
    efflcaeia a sua promessa, cujo resultado ja e | or
    muitos conhecido. Ensina por casas e colleg os
    pariiculares a mesma disciplina, o as que fazeu o
    objerto da instruc^ao elementar do 2 grao. I ra
    sua residencia, largo do Paraizo n. 8, S andar, d as
    3 horas da tarde em diante, recebe alumnos.
    _________Salvador Htnrique do Albuquerque.
    10^200
    N5o eja vtlhaco por uma quantia Uo diminu-
    ta, quem nao pode pagar champagne, nao offerece.
    _______________A sombra da Paraen-e.
    Alnga se o 2." andar da casa da rua do Tor
    res n. 18, e os armazens da rua de Barreto de
    Menezes n. 8, e da travessa dos Exposlos n. 18:
    a trstar com o ministro da Ordem Tcrceira de S.
    Francisco, no jonsistorio da raesma ordem.
    pO^# $#$
    jfe, EmhIko ftn casas par- ^
    W ilcularoa. 55
    . Pessoa babtlhada ensina em sna casa -i*i
    _. e era casas pariiculares, o poituguez, fe*
    , latim, fran ez e aritbmetica : a rua a
    estreita do Rosario n. 3, !. andar. ^
    #$##!# f # 9#ft
    Consullorio medico |
    AVISO
    i.oja do Coracao dc Ouro
    Ernesto A Leopoldo, esfcibeLscidos com loja fte
    joias a rua do Cabuga n. 2 D, scientiflcam ao p i-
    blico em geral, que aada davem nesta praca new
    Kra della, e que muito menos se acham compro-
    mettidos em qualquer titulo de divida, seja qual
    for a sua naiureza, e desde ja proteslara contra
    qualquer do. umento qne por ventura possa appa-
    recer firmado nao so pela respectiva lirma, coino
    por qualquer dos socios individualmente. Bocile,
    o de maio de 1874.
    Ernesto Jose Felippe bauliago.
    ____________Leopoldo Jose Felippe Santiago.
    I
    DO
    Or. llurillo.
    RUA DA CRUZ H. 26, 2. ANDAR.
    Recem-chegado da Eurepa, onde ire-
    quentou os hospitaes de Paris e I.ondres,
    pode ser procurado a qualquer hora do
    "ti dia ouda noite para objecto de sua pro-
    f'i fissao.
    Consnltas das 6 horas da manha as 8 ho-
    ras, e do meio dia as duas da tarde.
    Gratis aos pobres.
    ESPECIALIDADES.
    Moicsi'as de seuhoras, da pelie e de
    crianca.
    SAQUES
    Carvalho & Ncgueirn, na rua do Apollo
    p. 20, accain sobre o Banco Commercial
    de Vianna e suas agendas em todas as ci-
    dades e rillas de Portugal, A vista e a prazo
    por todos os paquetes.
    I
    I
    |
    24-Im ft MiiKiiifi de (HWa -M
    I sqiiina Pariicipa a stus bv|wrf tmimm mm n nd< i
    0 feu e?tate!er:n.fMo de i|.j. en aan a mesma
    run n. 94, onde tmviitrniao i pi ciai.de r^Tcnt-'
    de rclrgir s i!e jarede. ;nerira ?. >> cima +* me-
    sa, dos melhores |m>t<-a e qoaiidaifcft, rel. gioa de
    algiteir1, de todas as nualda e, jiienb nisso
    deouro e praia dociada, Me;d.> flannel), rclo-
    gio3 de oaro, innie/. tscobrrin, am *#!*
    fabricafiles, cad.ia de loan a? qualidadcs, iiulu m r prero* irnito ha-
    raios.
    mm
    (iM'dpiro Sissies k C
    CltlADO.
    Precisa-se de
    tico e de quintal
    na riw da Uniao n. 67.
    nm para todo o servico domes-
    trata-se na Passeio 'n 6*, o
    DAS
    Car-
    leilao
    DO
    (.runde sobrado amarello de 3 andares e
    sotao da rna da Imperatriz, esqu'na da
    do Bospicitf) e sib frente d matriz da Boa-
    ' ista
    Ter^a-foira IV do oorrente
    is 11 1(2 horas m\ ponto
    Por interveneao do 3gee Pinto
    RUA DO BOM JESL'S N. 43.
    Agente Bias
    LEILAO
    dividas da mafsa d Manoel de Souza
    neiro PimpSo
    SABBADO 9 DO CORRENTE
    as I 1 i->rastla manha
    0 agente Martins fari leilao por conta do arre-
    matante das dividas de Manoel de Souza Carnei-
    ro Pimpao, de ditas dividas, em valor decerca de
    40:0004000.
    ,No armazem iJa ma do finperador n. 48.
    LEILAO
    DE
    DE
    u D prouV'1 e s'l' rnura(' em Santo Amaro
    das Sdli.ia,', u? Pflt" ,li 'gnya., cuJr si*,
    tiofoi do Wie"lo corainendador Jose
    -A
    No dia io do corrente, asll horas da inanha, Ju-
    lio Izaac, umi casa de penhores a travessa do Du-
    que de Ca\ia8 n. 2, por intervencao do agtnte Mar-
    tins, fara leilao dos ptnhores constantes das eau-
    tellas abaiio dei?]aradas, veucidas a nao reforma-
    das, a saber:
    Cautellas.
    Xs. 1S02, 1503, 156o, I60i, 1673, 1803, iSiS,
    1896, 1923, 1936, 2028, 2050, 2143, 2192, $i-ii,
    2230, 2269, 2282, 2303, 2333, 2339, 2342, f8,
    2397, 2448, .2454, 2483, 2539, S?.6I, 2605, 2007,
    2609, 2012, 2614, 26-17, 2627, 2638, 2652, W76,
    26H6, 2687, 2691, 2695, 27u0, 27'..5, 2712, 2713,
    2718, 27*4, 2729, 27:10, 2733, 2734, 2736, 2750,
    2752, 2760, 2765, 276G, 2772, 2775, 2779, 2780,
    2793 2797, 28G7,- 2820, 2822, 2828, 2833, 2842,
    Os abaixo assignados declaram ao respeHavel
    publico e especialmeate ao :orpo do commereio
    qua nesta data dissolveram amifiavelmene a so-
    ciedade que sob a razao ne Cuuha & Mania gy-
    rava nesta praca, ileando o soeio Antonio Pereira
    do Cunha, exonerado de toda re-i.ionsabilidade, e
    a cargo do socio JovLiiano Mania, todo activo e
    passivoda mesma sociedade.
    Becife., 30 de abiil de 1874.
    Antonio Pereira da Cunha.
    _______________Joviniano Mania.
    Jose da Costa Dias, tendo de seguir breve-
    mente para Montevideo, no primeiro paquete e
    nao tendo tempo para se despedir pe'ssoalmenle
    de todas as pessoag que o honram com a sna
    araisade, offerece-Hies alti o seu hmitado pre3tinjo,
    ou em qualquer pane a que o levar o deslino.
    Ricas bandeijas
    Para asamentos, bailes e baptisados.
    Quem quizer obter uma bandeija ricaraente en-
    feitada, dirijase a Confeitaria do Campos
    Ja mandando ou indo encommendar, ja com-
    pranlo alii todos os enfeites, constando do 3eguin-
    te :
    Bolos finos paru tufeitar.
    Doces saborosissiiuos para enfeitar.
    Figuras allegories para enfeiur.
    Papeis arrendados para enleitar.
    Bouquets para noivos.
    Alii
    Encontra-se sempre o seguinte :
    Fiambres inglezes.
    Budins
    Bolos
    Paes de lo tlnos.
    Fatias de dito para parturientes.
    Paiteis em profusSo.
    Filhos (sonhi$ de mnlvma).
    Doces enMalda, ralado e sccco.
    Bolachinhas de mil qualidades.
    (Sugar Waffers vanilla) para dietas.
    (JelSa de mocoto, desinfectada.
    Amendoas, eonfeitos, etc.
    Cha verdadeiro das (^aravanas.
    <;afe de Java (verd- deiro).
    Tudo isto na
    CO.NFE1TABIA DO CAMPOS.
    CASA DO OURO
    Aos -ItOOOrOGO
    Bilhetes garantidos
    Una do Bardo da Victoria 'outr'ora Nova
    n. 63, e casa do costume.
    O abaixo assignado acaba de vender nos seat
    muito felizes biinetes a sorts dc 700^000 cm am
    meio bilbete de n. 863, e um meio de n. 3384 com
    a sorte de ivo&, aiem de outras sortes menore<-
    de 40*000 e 20*100 da loteria que se acabru
    de extrahir (98';; convida aos possuidores a virera
    reeeber, que proinptamente serao pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit*
    vel publico para vir ao seu cstabelecimento com
    prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao dc
    tir*r qualquer premio, como prova pelos me.-rnis
    annuncios
    Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
    antidos da 1" parte da loteria a heneEeio da
    igreja de N. S. da Boa Hora. em Olinda-,
    extrahira no dia 13 do corrente mez.
    Prefos
    Inteiro 4*000
    Meio 2*000
    De lOOdOOO paracima.
    Inteiro 3*500
    Meio 1*750
    Recife, 29 de abril de 1874.
    Jodo Joaquim da Conta LeiU.
    que se
    oOOSOOO.
    Manoel Jose de Magalhaes, subdito portuguez,
    vai a Portugal tratar de sua saiiJe, deixa por
    eeus procuradores, em primeiro lugar seu socio
    o Sr. Bernardo Goncalves Maia, era 2." o Sr. An-
    tonio da Silva Bamos, e em 3." o Sr. Manoel Jose
    de Maltos.
    Desappareceu de casa do abaixo assignado,
    por occasiao de sua mudanca da rua da Impera-
    triz para a do Barao da Victoria, uma caixinha
    das que servem para peunas d'aco, eontendo um
    annel de ouro com esmalle prelo e legendaRe-
    euerdo formada em pequenas perolas ; e mais
    uma madeixa de cahellos negros engastados, em
    onro: a quem apprehender ou aehar estes objec-
    tos e os levar a dita rua do Barao da Victoria n.
    44, aegundo andar, sera gratiflcado.
    Emilio Xavier Sobreira de Mello.
    0 bacharel Joaquim Ferreira Chaves
    Junior, advogado no fdro da comarca do
    Pal mares, incumbe-se de promover cobran
    casamigavel, ou judicialmente na mesma
    comarca._________
    Attencao.
    Precisa-se de \xra empregado de conQanca, que
    de liadur a sua conducta, para tomar conta da es-
    cripturacao e caixa, e mais servico da loja da tin
    turana franceza, rua la Imperatriz n. 55 : a quem
    convier, dirija se a mesma.
    Cozinhar e engommar.
    Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
    nhar e engommar ; e para casa da pequena fami-
    lia.: na rua do Vigario n. 16, !. andar.
    Roga-se ao Sr. Joaquim Pereira Ramos, que
    tenba a bondade de coraparecer a rua de Matcilio
    Dias n. 45, das 6 as 9 horas da manha, ou a se-
    cretaria da santa casa de raisencordia, a negocio
    dc seu interesse.
    Aluga-se ou vende-se nm escravo carrocei-
    ro, idade quarenta annos: na rna do Hospicio
    n. 81.
    Uma preta que sabe cozinhar e coraprar, preci-
    sa desta quantia para sua alfcrria e offerece seus
    servieos para pagamento pelo tempo que se con-
    vencionar, preferindo casa de homem solteiro, ou
    pouea familia : na rua do Visconde de Albuquer-
    que n. 11.
    0 abaixo assignade pede aos credores do Sr.
    Jose" Joaquim Samarcos, estabelecido com taverna
    a rua do Coronel Suassuna n. 41, a quem o mes
    mo abaixo assignado ainda uao se dirigio, o favor
    de apresentarem suas contas no prazo de tres dias
    findos os quaes nao se responsabilisa.
    Recife 5 de maio de 1874.
    Manoel Gomes Braga.
    Acabam do rrcebar pelo vapor Vmtaa :
    Riquissimos rortfs d<- e. inin t'.o eda Im
    com lislras acbamalotidas.
    Ditos de Hnho para vo-tidim, t ni-rdo eaia cc*-
    te, o MCewaHo para sen inVite, rc-mo scja
    fr^njas, trancas, totoe', liv.-las. i K.
    Biqnissimos chapeos para leafcora, ultima mesa,
    a rua Primeiro de Marc n. 7 A.
    - Arrcnda-se orngeiiho, Salliriho ia frc-
    guezii de Una, motote e D rreo'r. I'.-
    engenho e bom d'agoa, dista dual leguas dos
    portosde Tamandaro c IIio l".im< so, e tern
    terras para Mfrrjarl.MA -i MM pies
    antiuars: a tratar !> rrw-sino ruajrabn com
    n consenhor Hanr'qne Vugn-to MilaUoa bo
    Recife com Leal iV Itmio. im do M-rqwz
    de Olinda n. .*i';.
    Rna Dnquo de Curias.
    O ?r. Anti.nio Ribeiro Pom.'-, eainam a rua d
    Duque de Caxias, qoeira vir a rua >!o In ianil .-
    n 42, a negocio de mutuo intT-s .-. kH pw %c
    igtidfar xua residtnria domistica.
    Escravo fifriilo
    Desappar.-een ao amaanecer to Jia \ do cor-
    rente, do engenho ^rip. comarca de r, (Mn
    escravo de n n e I B res, m -tr- k aear
    tendo ossigiidv- -rginure* : caLr-i, Ja
    annrs pouco mai, a mean; I ,,.r
    gro-soe mgafeuJo, --.!-. \ vH ,
    gommaBajonU !,;.-,. ,: : 4 :,Jas
    as antondades e capita*? |e cam; n in.
    pnriender dito escravo i i.-,-.. ^.
    nhn r n aasta f.ra a a Oliwira filhos A C
    no L,rpa Sanio n. 19, ie sera
    recompensados
    lEiiiiuji
    Xa travessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, mm
    dinheiro soiorc pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, scja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os nies-
    mos mctacsc pedras.
    mtec
    - .!i:.cnt
    Precisa-se de
    rua Direita n. 10.
    hatdi re--
    na retinacii.
    Collegio de S. Sebastiao para
    o sexo feminino
    A abaixo assignada scientiliea aos senhores pais
    de familias e a quem mais convir possa, que as
    aulas de seu collegio continuara a fuuecionar em
    a casa da rua Direita o. 36, 2* andar.
    ____________alanoella Augu.-ta de Mello Rego.
    mm Aluga-se um moleque de 18 annos ,
    a tratar na rua Primeiro do .Marco n'
    18.
    Admin istrador
    Offerece-se nma pessoa bastante babilitada para
    ser administrador de algum engenho : quem pre
    ctsar, dirija-se a rua da Roda n. 27.
    ; 2853, 2858, 2859, 2o\5l, 2864, 2865, i860, 2872,
    1 2890 2894. :896, 2899, J900, 2909, 2916, 2918,
    2*27, 29367 2:<37. 2954, *& 2960, 2955, 2972,
    2975, 2978, 2373, 2988. 2993; ?998, 3009, 3013,
    30f6, 3021, 3026, 3032, 3041, 304* 3049, 3055,
    ,3059, 3060, 3063, 308*, 3087, 30W, 31o',- 3105,
    No sobrado da rua do Miirquez de Oi*OV> 3108, 3112, 3117, 3122, 3126, 3128. 3129, o'^,
    n. 37, primeiro andar. i2Stj ^!34, 3105, 3166, 3168, 3171, 3176, 3033
    UO agente Dias, c iinpetentemente autorisado por e 747-1, enjas camolkw podem ser reformadas ou
    n.andado Jo Exm. desembrrg&dcr juiz de orphsios resgatadas *v hater do rjiartello.
    Candido de Barros
    TERCA-FEIRA 12 DO .f0RRENTE
    AS II HORAS DA MANHa
    Precisa-se de uma mucamba para o servico
    interno de uma pequena familia : na rua do Ba
    rao da Victoria n. 44, segnndo indar, enlrada pela
    rua do Cajii.
    Jaao Mendiboure, retirando-se para Europa
    com a sua familia, deixa procuracao battaote aos
    Srs. Harismemly A Labille.
    Precisa-se de uma senhora de bons costu
    mes para ensinar primeiras lettras a nma menina,
    Wra da eidade : na rua do Imperador n. 60, ter-
    ceiro andar.
    i- Precisa-se do um tnenino portuguez, de 12 a
    14 aflikF, P'^'a tavern., que seja dc f>oacandacla :
    a trataf Da rH8 iio*Cal?boueo n. 4.
    Aluga-se tres casas terreas na rua do Hos-
    picio, a 20* measaes : a'tratar na rua da Moeda
    n. 3, andar.
    Gratldllo
    Francisco Martins Rodrigues da Conoeicao, ao
    retirar-se para Portugal a iratar de sna sailde,
    vem pelo presente agradecer a toda > as pessoas
    que caridosamente concorreram com o seu ooolo
    para es-a tentaliva : certas de que jamais olvidara
    o obsequio recebido.________________________
    .JScho litterario
    (is.assignantes deste periodico que ainda nio
    receaefaal suaV follns, queiram ir busca-las na
    rua da Boda n. 27, e deixar abi a rua e numero
    onde residem. afira d as recetjerem de potra vez
    com promptidSo.
    Na rua do Imperador
    n.28
    precisa-se fallar aos segnintes senhores :
    Domingos Martins de Barros Monteiro.
    JoSo Vaz de Oliveira.*
    Jose Francisco Lopes Lima (\azareth).
    Manoel Pereira Brandao.
    Manoel dos Passos Miranda.
    Theotooio de Barros e Silva.
    Francisco de Panla Borges.
    Francisco Antonio Pootua
    Casa terrea
    Aluga-se a rua de S. Joio, defronte do portao
    do gaz com 6 quartos, cozinha fora e grande
    quintal: a tratar a ma de Pedro Alfonso n. 8.
    Fugio no dia 3 do corrente uma preta de
    nome Loiza, crioula, bem preta e bem pareeida,
    alta, representa ter 32 annos de idade, iem sido
    vista na Capunga e no Recife, e qne tomou o ca-
    minho de Caxanga, consta que fui seduzida por um
    pardo escravo, morad. r no Recife : roga-se a po
    licia e capitaes de campo a sua apprehensao e re
    mette-la para o Recife, 'a casa n. 1 da rua da Ca-
    deia-velha, que se graiificara.
    Aluga-se
    o segnndo r.ndar e sotao da sobrad) da rna de S.
    Jorge n. 38 : a tratar na praca do Conde d'Eu n
    19, botiea.
    Quem perden ura pequeno alfinete de peito
    na igreja de S. Franeisco, danJo os signaes cer-
    'is. ser-lhe-ha enlregua ; na sel/a n. 18, do mes-
    mo convento.
    Engenho
    Vende-se o pnpenho S. Pedro, riMfj r.i pro
    viccia de llama, oomaam do Porto Caivu, a
    menos de uma lgoa distaote do p->rto de mr an
    Oairella, tem oNrp;lentrs terras, matas. e salrcia
    reguiarmente 2,100 paes : a tratar na rua do Vi-
    gario n. 31.
    - Uma pessoa vinda da Bahia. precisa fallar mm
    o Sr. Antonio Jose de Freita, rogi pirtar to o fa-
    vor de appareccr a rua d Cruz n 6 armaaem.
    Aloga-se a sala e alcova da (mm io ter-
    eeiro andar do sobrado n. 70, a rna Daaaj de La-
    xias : a tratar na loja.
    | CnNSIIITflRM .*
    m do
    2 Dr. Pedro d'Alhayde L. Moseoso '
    PARTEIhO E OPERADOR
    " clo VIhcoiuIc de
    MEDICO-CIRURGICO t
    DO
    0
    m
    *
    tlhuqurr-i
    in" ii. :i!r |
    E.SPECIALIDADE
    Nolcnllaa dc tu-nhoran e f
    nu-iiinoN. ,
    '_'nnsnla 1as 7 as 0 hora^ da ma- I
    nha. todos os dias. |
    Das 6 is S da nolle, na -e?md quar- 1
    tas e sextas-feira.-.
    Os doentesque mandarem os sens cha- I
    mados por escripto at 10 l.oras Ja ma- |
    nha serin visitados em soas ****. 3
    ?*?* 1SM9
    0 Dr. Sannento Filho mu-
    dou-se para a rua da Aurora n.
    61. 1.* andar ; entrada pelo oi-
    tao.
    Alii niUGA
    A primeira cadein da a da poattca para amxo
    leminino da freguezia de Sanio XVUmhi, fcaecior.
    no 2* andar da rua do Barm m VicloTia a. 31,
    entrada oela rua das Pl.^rea.

    . \




    _
    o

    Siario d^Jferi^ij^u^^^ta feija S^ue.^t:^
    'gpt
    Diolieiro a jutjs
    ,De !:(XW 3 a 2:0:105, maW ou menos, cam hypo-
    ftecaem can; aqui na cidade : se (Bra quern da
    nas ra&s .a imperatris u. ;j8, loia, oaninpcrlal
    namero 5.
    - i-------------;---------------------------- t-.-^
    Benmiitlo fnsio.
    -v-
    Ko dia 21 do corrente. fugio o escravo
    acima, tendo os signaes seguintes : idadc 25
    annos raais ou menos, cdr fula, cabellos
    carapiohos e um pouco crescidos, cabeca
    ebata, estatura regular, urn tanto magro, e
    tem no rosto bastantes signaes de bexigas,
    usa de chap^o ae couro, e levou calgas e
    eamisa de algodaozinho : roga se a todas as
    autoridades e caprtaes de campo, queiram
    apprcheuoe? dito escravo, e leval-o & ruada
    Madre chs |)eus n. 5, 1." andar, das 9 Ss 4
    horas da tirdo,ou & run da Imperarrtz n.
    4, 1. andar, quo serao recompensados.
    Rua 1. de Marco n. 23
    Aos 20:000^000.
    0 abaixo assignado tem jempre exposto a vejs,
    #a bHhetes da luteria do Rio, cuja extraccao an
    sicciara pelos joroaes.
    " Pr^fos.
    hitro 243O00
    Meio 12*000
    " '>Quarto 6*000
    Manoel Martins Fiuza.
    AllencSo.
    Nao se prestando o peqneno espaco do armazem
    n. 10 A, a ma da Madre de Deos, par* um abaste-
    cido deposilo dag diversas marcas de fumo, qae o
    abaixu assignado almejava ter, acha-se d'ora em
    diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
    denomlnacao de
    Armazem do fumo
    A' rua do Amorim n. 41
    com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
    rio os senhores freguezes dirigirse, certos de
    Sue, como ate" aqni, acharao sempre a par da mo-
    icidade doa precos, a malor sinceridade posslvel.
    Entre as differentes marcas de fumo da Bahia e
    Rio de Janeiro, que tem sido annnnciadas, acaba
    de cnegar uma encommenda especial, e que muito
    deve convir aos senhores freguer.es. Consciente o
    aba xo assignado de que neste genero de negocio
    pao esta sem competldores, fara muito por evitar
    qne tambem o: tenha com relacSo ao peqneno lu-
    cro que procurara obter da dita mereadoria.
    Jos6 Domingue* do Carmo e Silva.
    S*^icliSSl*TfSEL-S(mn^*8
    Advogado ,. IS
    m> Rria do Imperador n, 71. -V1K
    Empreza do gaz ^
    A empreza do gaz tem a bonra de annunciar ao
    publico que recebeu nltlmaroente um esplendido
    sortimento de lustres de vidre, eandieiros, aratt-
    delas e globose, cujas amostras estao no escriptorio
    a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
    eus freguezes pelo preco maiB razoavel possivel.
    Precisa se de nma senhora que esteja habilitada
    para ensinar o portugnez, francez, piano, costuras,
    berdados, etc.. etc., e qrfe queira ir para um en-
    genho peito do uma das estaeoes do Recife a S.
    Francisco, para ensinar a nmas meninas que ja
    estao priacipiada=, paga-se 1 000$, e gratilica-se
    gradaando : a traiar nas Hiaeo Ponlas n. 82.
    Arreula-seo engtnho Jussaral-grande, no
    termo de Sennhaent, o .qual esta situado a legoa
    e meia da estacao da Escaia : e bom moedcr com
    agua, e do n.ui'to bua proiuccao, tanto de canas
    cofco do nfeodioca : a tratar com o proprietario
    diimesTio, ni engonho California, em Serinhaem
    Ejj llign tjr um preto para tedo servii;o, inclu-
    resi cozinha, por trnbem entender : a tratar na
    praca do C'Tpq Santo p. 17, 3 andar.__________
    Muita attenqao
    Hayend" sido subtrahida ou extraviada do po-
    derda Sr. D. Isabel Lucas da Silva, uma Irtra
    . de .sen aceito, na importancia de 1:260*000 e
    saccada pelo Sr. Manoel Scares Pinheiro, e isto
    quando d^t:i litlra ja havia sido resgatada pela
    aeeiume, deciara-se pelo pre?enie meio que mais
    : em seniellir.nie titulo, vi.-to ja ha-
    _ vw-Wo remida a cbrigacao por ella representa-
    da, e quo. por conse?uintc de neubum proveito
    ' sera para aijuclla pessoa, em cuja mSo porven-
    tnra.ella se ache, proteslando se proced'T crimi-
    naiment.>. contra quern quer que tesha sido o sub-
    tractor, on qne de ma f6 pretenda utilisar-se da
    ' menfKv I ttra.
    Recife, ii .de abril de 187i.
    RUA DO BRU1 1 52
    (Passaiido o cbafariz)
    PEDEM \OS jeDborcs de engenho e ontros^gTicnltorss, etmpregailovTea do m
    atTji9mc r favor de sffia visits a sea e3t?beleciriiaDJo, pa,->vrea o dovo aopckaeatc
    om-let qne ?.tii tm ; se.jdo todo sopt-rior em qaalWidc ^.Cio peat* .al nie-e verifacar.
    ESPEtJtALATTIiNgAOAONUMEROE LuGAtt fc SUA FCTNBIC^ i
    iT-tr. n TiAtta JfAwn'a rtos maw fvehi vapore* e roaas a'agaa mim^^:^mutl parfc3g..iws
    ireamaiancias dus enhores proprietario* e p.ra descarofis-alsjodlo.
    ttoendaa de canna: ^5ttp',aato^ W!*"- <** -*
    apdas ,ent(?das para^ T-^
    Taiias i e forro fua^idoa bii,t4do a, d^ ^obre.
    Alaiublqiibs a fandos de alapib^pss.
    '^Po rie P.,tent*?. fjarantidaa'
    fart mandiota a algodao.l Porjendoj todoa
    eiwrrf,rerr4i*mrWM/. laeTWe^idos a m3r>

    fp^^agqa, .vapor,
    ] on snimaes. .


    Aos pais de familia
    \ abaixo -ssignada faz lembiar aos chefes de
    daqni corr.o do fora, que contintia
    r:.: -.'.' de instruc.ao primaria para o sexo
    w L !. ua casa dj sua residencia a rpa do Ca-
    .... ii. S3, onde aleui dos pritneiros conhecimen
    '.' iframmatiea nacional, francez, musi
    ' r ; no e d. :)ca, poi3 para i>sj tem habeis mes-
    -.::! a trabalbo de aaulha, ensina to'as
    u
    '
    ' de berdados, e entre esse o de ouro
    i :vo, u i:;ih:ifl"!'ia de la e crochet de
    ..! ;.tdes, promene todo o disvello e ta-
    li i a com stKs alumnas, e bem assim todo o
    'i ;i-nii < no enmpriipento do sen magiaterio.
    e Ulternas, e atianea commodidade
    Fortunata Fortes
    .----------- .__
    i ssora pubiii-a L). Maria t.andida de
    uorepetentemeote habilitada pela di-
    ,. ;.i.i da instr.!>'i;au publica da licoes de
    id.-. za, nas terra- e sextas-feiras de todas
    'U\-- 3 as o hor;V- da tarde, na casa de sua
    . ., a iua estretfa uo Kosario n. 24, 1
    ir.
    i
    Deseja ?e failar com o Sr. Joao Pereira Car-
    doso Gaimaraos a aegocio de seu grande interesse,
    ti Jen) i ? d v'v.y.r a rua do Marquez de Clinda,
    rttiga da 0 itfeia n> 50. ou aununeiar sua residen-
    la, para ser iirocurado.


    () abaixo assignado itndo de seguir para o
    [\ dc Ii n iro, e nio podendo em razao deseusin-
    eAminouos de saude despedir se pessoalmente de
    as as:| is de sua amisade, p faz pelo pre-
    . e tr> reoe lues o seu diminuto prestirao na-
    ;uella cpr{8. Recife. 5 d<- roaio de 1874.
    Dr. A J de Moraes Silva.
    -
    Precisa-se de iOO* a premio sob hypo-
    :\ : a quem convier annuncie para ser procu-
    rado. -'
    -. De.-rP.eamiflhou se una ietra de 2:00O*rj)6,
    aceita por Polyearpo J su Layme em 2 de marco
    proximo b9*ado, a Ires- mczes,' que se vence em 2
    tie junho proximo futuro : roga-se a pessoa que
    achar dila ltra a va entregarao Sr. commendad r
    Vicente de Paula Oliveira Villas-Boas, preveninllo
    se o ao itaal que so pagara ao mesmo Sr. com-
    laendadjr. Recife, o du maio de 1874.
    *'
    lYaspasso de casa.
    Tras. ' na pov...._: de Apipucos e com muitos commrj
    : n !: no 1- andar do sobralo da tra
    Tessada I'ua do vigario, n. l,escriptorio.
    Eiigenhos em Mamam-
    guape.
    Vende-se os seguintes :
    Bai-ra,
    Pre^iiicn,
    c Patrieio.
    ., A tratar com seus piopr itarios nesta cidade,
    ,jH t para informacdes c<>m-Joaquim Pinto de Mei-
    -relles Fillio, ua mesma oidade de Mamamguape
    Tasso Irmaos .\ C.
    __________________________________________.________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    Ch.ipfeos para senhora.
    _ A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
    .. 7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
    - aento do chapeos para senbora, ultima moda e
    j|">Trade por prejo commodo
    . ~" ~
    Constandd aos abaixo asslguado acharse nes-
    la praca o 5r. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
    leiro dos eiigenhos Barra o Pregui^a, em Ma-
    manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
    Biesmo a obztqnio de vir entender-se com o?
    abaixo as. ignados immediatamente sobre negocio
    isndente aes referidos engenhos. Rua do Amorim
    37, escrii'torio.
    Tasso Irmaos 4 C.
    UPrecisa-se deum caixeirocom prat;ca de pada-
    ria : n-> rna do ifarao de S. Borja n. 25 ; prefe-
    rindo-se o de idade de 15 a 18 annos.
    . CHfTAS
    a 240 rs. o covado.
    Sfi na rua do Queimado n. 43, defronte da praca
    da Independencia.
    s<> na ,OJa da8 Pihncha.
    Chitas pretas e de cores com salpicos de cores,
    endo muito boa, a 240 rs. o covado.
    _^_______Aproveitem fregueies.
    Vicente fugio.
    Na noite de 13 para 14 de manjo do corrente
    inno fngio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
    ie idade, bonita fignra, barba e estatura regurar,
    evando vestida e em um saceo roupa de algddao
    braneo e alguma mais Una pertencenle a Um cai-
    xeiro da casa d'oade fugio ; e natural da fregue-
    zia de Sant'Anna do Maltos, diz ser livre, easado,
    e ter sido criado em companhia da madrinha D.
    Anna Luiza da Luz, de quem alias foi escravo ;
    roga-se, portanto, aos senhores capitals de campo"
    e autoridades policiaes a apprehensao do dito es-
    cravo, e entrega-lo na cidade do Recife, rua-do-
    Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis, ouna
    cidade do Assu ao Sr. Torquato Augusto de Oli-
    veira Baptista, que serao gtnerosamente gratifl-
    eados.
    BAHBEIRO
    Gu.-tave, cabelleireiro, a rua do Marquez de
    Olinda n. 51, primeiro andar, precisa de um habil
    official de barbeiro ; paga se bem.___________
    Solirado da rna rlo Marquez tie
    Oii ?a n. 95
    As pessoas que teem procurado arrecdar
    predio acima. >nde foi estabelecimejito de loo^a
    do Dnado Manoel Aulunes.Vieira.queiram apres n-
    tar suas propostas em cartas fechadas, no dia 9 de
    maio proximo, ao mei- dia, no armazem da rua
    do commercio n 8, onde serao abexUs ditas pro-
    postas em presenca de tod^s os interessados. O
    arrendamento e de todo o predio (armazem, dous
    andares e solan) ; os senhores pretendent-s, po-
    rem, podun fazer tanibein propostas de parie, se
    melhur Hies convier. indicaodo os seus fiadores.
    Recife, :)0 de abril de 1871.
    e pecas d;$> *8fcHDrBa.or8tiiwx.
    .
    < f I r r-
    de Hjjchinismo, aprojo -a.r.i teaomido.
    rod8,es .ttiaohia&s ,,
    ^jjj4WT;fto!.^r,^ri-!r.^.
    ':." n'm as iselhoret e mats baratas exisis^ica
    ao mer-
    Fpjrtnaafldfi
    Pit'i*f\TY%rn'iin ,.^^YR^ffJffV""^r' .Ude'doi cliwttes, jatabraadnrlhea a vai&geto defaxerem
    a compras poriotWaiedio-vfe- pessoa' enteadida,-e qne/em qoalqafPtESceMidade p6de
    aai prwtar aaxiPc. '"' ''''.>- i I 11
    aviso
    Precisai- eomprai' dona escravos, pedreiro e
    earapina, aaga-se ben l : a tratar na thesouraria
    das k'tenas, a rna Primeiro de Marco n. 6.
    Triastes. |
    Comyra se e i ende-se trastesnovo% t>,
    e usados bo an mazem da rna o I* v^
    Oft. perad*rn. 4.
    Coipr-6 nma 'c&s& at6 a qusnlia de 900* :
    a tra tar na roa do Bn lm n. 57.
    ;UQao
    Compra-s& um Vraderhecum Uomeopa^in.
    do, Dr. Sa-bino, ji servilo : a tratar fto< 1*
    andar. deste typographia.
    -*?

    L+H-
    'Li^uida^aq dte mpyeis-
    Por preeos mni reduzidos, diversas mobillas-
    caoeiras de guanrica' o : veadem Cunha & Mania,
    a rua doMarajnez de Olinda .n. 23.
    i .-/
    DOJRUM
    o
    O t
    Ii.
    \
    DE FER
    ma (^parity do Jriumpho (rua doBrnm) ns.'100a 104
    it
    Vende se-um. lerremi no becco do Espinhei-
    ro, freguezia da Caiiunga,: com 60 Dalmos de
    frenle e 366 de fundo, -z :meias-aguas de tijollev
    uma casa de taips, eacitaba de pedra e eadf se-
    do o.tovreno proprip : a,tratar na mesma pre-
    priedade.
    4 Para pnmzipiante
    .Mpuma pessoa qne qneira conprar nm*tater-
    na emrfh dos melhores. lugMM do fcairro do Re
    cife, e bem afreguezadapaamneie para ;ar prccu-
    rada.
    Jose Viriato Figueiea de Saboia espera no va
    por Pirapama, proximo a rhegar do norte-, 2,791
    tneios de sola de superior qaalidade, com destrflo
    ' ao por to do Rio de Janeiro ; porem aehaado se de
    | presente nesta cidade, offferece aos eomaradore#, a
    ' qnem vendera por:.preces commodos : a entender
    se na rua da Impovatrix n. 4, ou Mnrqnea de Olin
    da n. 20.
    1
    Curso de portuguez no col-
    legio da Conceicao.
    O bacharel Jorge D Amelias Ribeiro Pessoa este
    incumbido do referido curso.
    Aluga-se por preco razoavel, a loja do sobra-
    do n. 41 da rua do Rangel, a qual tem armacao o
    presta-se para qualquer negocio : a tratar no 2.
    andar do mesmo.
    Padaria.
    Precisa-.-e de um socio com capital para uma
    padaria bem afreguezada, tanto para a matlo co-
    mo para a terra, ou vende-se e faz-an qualquer
    negocio : no paleo do Ter^o n. 63.
    Fugio o preto Joao, que tem
    officio f^e funileiro.
    No domingo 22 de marvo, pelas 4 horas da tar-
    de, fugio o prelo Joao, idade 26 annos mais ou
    menos, cor fu!a, roslo redondo, estatura regular,
    seceo do corpo, falta de dous dentes na frente.
    usa de bigode e pera, mas tem pouco cabello, Ie-
    vuu diversas peijas de n uja em uso, tambem usi
    de um annel de pedra branca, lem offlcio de fu-
    nileiro e quando bebe da para fallador ; foi cria-
    do em Nazareth, ? alii aprendeu o officio, na loja
    do Leocadio, a quem foi comprado; nao obstante
    estar elle sem.or desses lugares, ha indicios de
    que anda nesta cidade : pede-se portanto as au-
    toridades policiaes e capitaes de campo a sua
    apprehensao e leva lo a Jose Joaquim Lima Bai-
    rao, ao largo do Corpo Santo n. 2, qne generosa-
    mente gratilicara.
    Aluga se o silio do linado Dr. Jacintho t'e-
    reira do Rego, perlo da estagio do Montti o, com
    excellente casa de vivenda, jardim o estribaria :
    a tratar com Franiisco Tgnacio Pinto, na rua do
    Bom Jesus n 43, !. andar, r'ntrada pelo becco
    da Lingueta n. 9, ou na rua do imperador n. 13,
    segundo andar.
    Aluga se uma boa casa com excellentes com-
    modos, a rua do Coronel Suassuna n. 169 : a tra-
    tar na mesma rua n. 171.
    Coziiiheip.
    Queaa precisar alugar uma cozinheira, e enten-
    dida em todo servigo dome.-tico e de rua, dirija-se
    a rua do Hospicio n. 61, 2* andar.
    Precisa-se dj uma escrava para cozinbar e
    comprar : a tratar na rua i rimeiro de Marco n.
    23^______________________________________
    Piecisa-se de uma ama que saiba cozinhar
    e engommar: a tratar na praca do Corpo Santo
    n. 17, 3 anoar._________________
    Aluga-se uma escrava para todo servic,o de
    casa : na rua do Imperador n. 50,3" andar.
    Precisa-se de uma ama para cozinhar para
    nma familia, composta de duas pessoas : a tratar
    no pateo d Paraizo n. 28, 2 andar.
    Precisa-se de uma forra ou
    escrava. para casa de fami
    lia : a tratar na rua de Hor-
    tas n. 15, ou na rua Duque de Caxias n. Ill
    AMA
    Ama Precisa-se de uma ama de leite sem fillio : na
    rua do Cotovello n. 129.,.____________________
    Precisa se de uma ama
    para andar com uma cria nca
    e para o mais servico domes-
    tico de. poquena familia : trata se no Passeio n.
    60, ou oa rua da Uniao n. 67.
    Precisa-se de uma ama que cozi-
    he, compre e engomme para casa
    de duas pessoas : na rua do Vigario
    n. 33, segundo andar, casa da esquina.
    AMA
    ico de.poquei
    >0, ou Da rua i
    Alfa Precisa-se de
    i^lTlA ga n j B.
    Ama
    uma : a rua do Cabu-
    Precisa-se de uma ama que saiba co-
    zinhar : a tratar na rua do Rangel n. 8.
    Precisa-se de nma ama para cozinhar
    gommar: a tratar na rua Direita n.-M;
    e en-
    Precisa so de uma ama para cozinhar em
    casa de homem solteiro : na rua de Pedro Affun-
    so n. 22
    Precisa-se de uma ama, forra ou escrava,
    que saiba engommar : na rua ,flova n. 7.______
    Precisa-se de uma ama li-
    vre ou escrava, boa1 cwinhei-
    ra : na fabrica a vapor de
    cigarros, a ru%Iarga dq Rosa,rio n. 21
    AMA
    Precisa A jwl \ cozinhar, para casa de, pouca familia:
    Sebolas a 1#000
    ^ cento : no armaz'^n da rua da' Madre de
    tk 1ft.
    Deos
    _ narua'do Viscoryje djelt aparica n. 51
    (otitr'dTa do'Apollo)'1 andar v., i.
    jVa Gapunga, a rua das Pernambucanas, marQrji^ etc.,. etc,,.,
    casa contronte a de n. 32,,alnga pe l^ma escrav^
    com excellente leite.
    atfo
    AVISAM aos senhores) de engenhos e outr continuam a receber de Inglaterra#Franr;ae America, todas as ferragens e tnachinas-iM
    cesssrias aos estabelecimentos agricolas, as mais mode.nas e melhor obra qce tem vind)
    ho mercado
    V apOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rr.elhores que tem vindo ao saerado
    L/aiQeiraS de sobresalente para vapores
    MOenflaS lUteirRS e meias moendMI, obra como nunca aqai veio.
    LaiXaS llUndldaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
    tvOClaS Q agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas
    ctOCiaS* aentaaaS de todos os tamanbos e qualidades.
    ^elogioS e apitOS para vapores.
    DOmDaS ife ferro, de repucho.
    AjaQOS de diversas qualidades.
    f ormas para assttcar,grndes^qmms.
    VarandaS de feiTO fundido, franceias de diversos e booitos gostos.
    cOgOeS ITtincezeS para lenha e carvao, obra superior.
    DitOS dltOS para gaz.
    Jarros de ferro fundido
    Pes de ferro
    Ma china
    V aiVUiaS plira bomba e banheiro.
    Correias ioglezas p3;a machinismo.
    KanCOS e SOIaS com titas de madeira, para jar-lim..
    OoncertOS C01icert,,rn cora promptidao qualquer obra ou machma, para o que, tee^.
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    BnCOnillieudaS man^am v'r Por encommenda da Europa, qualqaer machinismd,
    - para o que se correspondem com ama respeitavel casa de Londres
    com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; iucumbem-se de mandar assenta*
    litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
    R-uadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 10^
    F II N U I t; A O I> K CARDOSO & I R M A O.
    ODILON DUARTEimMAo"""
    na
    Fazendas- e roupas isuito ba-
    ratas
    Na loja de 1 Porto, a rua Nova n. Ii, troca sa
    por col ire ou mesmo por seduks, boas fazendas a
    roupas feitas sem se olhar a lucro, someote para
    vender muito.
    Venue se uma canoa propria para capim : \
    tratar na taveroa defronte da maJriz do Barrc.
    . para jardim.
    para mesa e banco,
    para gelar rgua.
    c
    Premiados
    ItIA
    UA
    IMPERATRIZ
    N. 82
    1.* ANDAR.
    LU1REIBQS
    exposiqao de 1872
    V
    RL'A
    DA
    1MPERATRIZ
    N. 82
    l. ANDAR.
    nas melbores con
    e a"s Exmas. Sras. n'a-l
    Baleao
    Vendem se dous de amarello, envernisados, con.
    pouco uso, proprios para rja de fazendas, miude-
    sas ou oulro qualquer negocio: para ver oa rua
    da Imperatriz, fabrica da cigarros dos Srs. Ulysses
    & Irmao e traiar com Picas 4 C, ma Estreita do
    Ro3ariu n. 9. _____________________________
    NOVIDADE
    Grade liquidacsio de
    faz Bars? AS
    Bua lo LiVraiuenAo' n. SO.
    I.azinha- da boniios padrces de 16fr'a 2iO rs.;
    alpacas de todas. as et,r*s e boa fa*nda a 240 e 40O
    rs. o covado; chitas escnras e claras a 210 rs ;
    baptistas modrrnas a 280 rs. ; precales' Unas a 3fu
    rs.; metins de todas as cores e de boa qualidade
    a 2iO, 280 e 320 rs.; camhraia de cores a 2i0 r.
    o covado ; chapeos do vellu io e palba para senho-
    ra a \i I vestidos para msnino se bapti-ar a ">d !
    muscelina de cor muito bea fazoeda a 280rs.;
    cbitas ro.vs a 200 rs.; ditts pretas a 200 r?. ; ma-
    dapolao a 4{, 5^600, J^800 e 64 a pen ; dito
    francez a 5J, 6* e C$y.O.; algodao a 2*300, M,
    4io0, 33 c .'>5o00 a pen* ; toalhas para rosto a
    360 is. ou 13 a duzia ;. dias felpudas Bras a 80C
    rs. eada uma; cortes de caseraira a 1*500; dilcs
    de brim braneo e de cores a 800 rs.. 13 e 13?00 ;
    ditos de brim de iinho brancos e de cores a 23;
    algodao azul a 33 a pera, com 41 e 42 jardas! !
    damasco de la cotn duas largnra? a 13 o covado I
    lencos de cassa paquenos a 700 rs. a duzia I' du-
    zia de lencos d Iinho, com uma bonita caixinha
    por 2*500 I I cambria branca lina a 33, 43 e
    iioOO a pee*; hamhurgo prnprio para toalhas,
    lencoes e ceroulas a :160 rs. a vara a'godao azul
    e ni isclado prnprio para escravos a 160 rs. o cc-
    vado; colcles de casemirapreta e de cora 2jt300 I
    ditos de brim de cor a 23 i lencis brancos a
    13600 a duzia ; meias finas para senhora a 43 ;
    e outrcs muitcs artigos a vontade do comprador.
    Chegneni antes que se ncabe.
    Ao barateiro
    Grande liquidacao de camisas inglezas, Iran-
    cezas e suissas, de todas as qualidades e gostos,
    a 153, 173 e 183 a duzia E' para admirar.
    Sortimento oompleto de camisas de Iinho, com
    pequenos defeito Faz-se mi.->ter virem ^aprociar o grande queima ;
    a ellas a ellas.
    Chap6os de sol de'feda para seniora, a 33 I I
    dar-se-ha o caso qne nio acredilem ?
    Metin? francezes, escuros, traasado, a 240 reis
    o covado; estamos acabando, estamos fazendo
    grande abatimento.
    So na rua Primeiro de Marco n. 1, no Bara-
    teiro.
    lill
    Grande escaia
    Soon. 20
    k rua doCrespo, loja da* 5 portas
    DE
    til II4HRNR C:
    Juate
    MF.Tl.NS CHI\KZF<
    Proprios para vestido?, os mais rmdeiaoa.
    diminuto preco de 280 n. o coradv*
    DIo-se amestr**.
    ORG.4NDYS DE CO^ES.
    Kazan la fina e. oom bonitos pad-3w, pelo 4mm-
    outo preco de 3t rs. o covado. .' prwhiwlii *
    Dio so amostras.
    (4HTAS CUM FAN.NO DE GRETORE.
    Fazenda finMsim*. com Tindos p*tiimt fek> ii
    minute axeso-d? W* r*jm o*d> s m veado.
    e pechincha I Die-se amostra-.
    I.AS, ESPOCKZA^
    Cempleto wfii

    Mc las c*c acabar se veradsaifciri. o covado ; < pedua-ha!
    Dao-se amostras,
    :.vss.\ i.am
    Grande sortirt*ntt> desia-fnend*, ooa o* mm
    ibooitoH pad#o qu, lean > vitttt- 4jae vend* n
    pelo dimioutn, pre-^ de 200 rs o covaie ; e pe-
    chincha I Die-se MMMraa.
    ' CITAS CLARH*
    Cora dobKm padroes, sue so -.vade a 260 rs. c
    covado ,t peehioufta 1 lio?e amo>.
    1lfI.l.AM>A.
    Brim firtlandV, is*, lOiqne >.a d nttis fino, pro-
    prio para en^tenVM de. Imumw e meaiooa e ves-
    tidos para senhons, por ser moRn too e Hake
    puro, e se-veo 'e pelo dimicuto pr i;o de "ifi" r
    o e-ivad*- e pee- inch* t Ci- !<.
    mins m: cwek'
    Brins de- oiirss, Imno pirro, coa keailos pa-
    droes e qoe se vende pelo 2iininu:3 pr*c de
    rs. o co-vado : 3 pechincha Dao-se tmmUf
    CAJilSAW DECRETtftE.
    Camisar de- creteoe, -,ae ha de mm fo^s.
    com Lad os padrfjes b qca- r'- vrndc a 4030'O a
    duzia a 333X1 cada uma ; *-B*ehiacha I *>'< s*
    venda '
    Assiaa cc-aio um deposit* de mais tuaaiji qn*
    se veadeni or menos, dn-quo soi oatm qnal-iu- r
    parte, eonai sejam :
    Castes de ca?emira l* core* a 4J ; d sechia-
    clu I .
    Idem de brim pardo r,n.i a 13500; idem.
    Colehas de 'ustao com baira, anile graad** a
    43 s ideas.
    Wiefo Mem branca?, idea idem, a 3/
    Robertas de rhita ada jiasatda toa, idea idem.
    a. 33500; idem.
    Leacues da bramar.le, idi.m idem, a S3 ; ideal.
    Toalhas alcoc'aoaJaa a i%3300 a dozia ideal.
    Learns de caa com barra a 13000 a daaJa .
    idem.
    Idem i tem idem hrr.nci* abainhador i 23000 :
    idem. .
    Idem em caixiaUas cuiito lindas I 34500 a
    duiii-. in i
    Seronlas Ie liaio e afodao a 183 3 duzia.
    ''ambraia \'k'.vii doa a 33800 a paja ; r pe-
    chincha.
    Algodao marca T larsn a 43500 e 33 a peca.
    Madapolao fino a iisOO a o*ca.
    Madapolao francez muito lino a 63 a pe-i.
    Brim pardo mnito Sno a 400 rs a cawafo ; e
    pechincha.
    Camhraia rran a 6* a peca.
    Baptistas -0 coresmodernas e :>m lind- ra-
    droes a 100 rs. o cs*ido e grar.da pechinc'ia I
    Dao-se am'otras.
    So o n. 29
    V ma A) Cwispo,l)a das 3forta*
    DE
    Ul M III lVt. A C.
    Junta a Inja Ja esquiav
    O o*i4fcoe^-iint.-nlo anllit-Ke aherls
    ti^H.U tLorni* da iianahii an 9
    bora* ^oit*"
    Panno de algodao ciaBahia.
    Vende d&telas x qualidades M) nodrijnrc t
    Ff..-;a : na rea do Amorim n. 33.
    Furaos
    Da Bai>a e do Rio veaOeJi la todri| m d Fa-
    aA, ruido Amorim n. 38
    1 nWrfe-Te7
    *
    sorb's
    jk'.;.. is -i m Lest3los [ an
    nn rua da 'Iruz n fi.
    tM.
    Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocend
    diccdes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capit?
    quillo qae Wr tendente & arte de cabelleireiro.
    Fazem-so cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tupctu, chignon,
    coques modernissimos, tranr;as, cacbepeign, lecidos, desenbos em C8bellos, quadros tu-
    mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
    0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
    geiros, recebe direct?.mente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
    rinos de modns, e por isso pode vendqr, 20 */0 menos que outro qualquer, garantim'o
    perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridfde e prego razoavel.
    Penteam senhoras, tanto 'no estabelecimento como fora ; vende-su cabellos em
    porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
    ! prin4-rii nnnliil.-.*'
    No armnze'i! rfe 1 linmiagi-s doOnro e Sh j,
    rna do Amorim n. 41, vende-M en grass* a,
    retalho o melhoj herozsoe. da hem a-rpd'aata
    marca de Henr\roret.r ^C, ga-an.ind -t-a jua
    lidadc e qnantfdade cert* do hqnido. Xo rn armazem tem para Trader m dfaaeiloa com Isr-
    neiras e mnito assriados. para run* de faraflavaor
    13^00 cadaum. "
    Vcnde-sa, ou troca-se por zasas na I'oa-visti
    ou alnga-se um sitio na Capunja, rna da Ventura
    n. 20, com IrSO palmos de fren'a 8 nun* i> 3"10 de
    f fundo. cora boa eairiaaria.
    etc, todo morado, com portac d; ferro na freate :
    a tratar cq ma V. iha n. IPS. _______
    venBe-se"
    uma rr.achias de eotnra, cts mnit^ Wm estad*
    e porpseeo cdnniodo : nn largo Ai Panizo a. a
    segundo and.r.

    49 Rua do Imperador 491
    ..Arse
    Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores',
    como sdo : Herz, Pleyel, Plap,*to. Offerece-se tambem uma qua+idade de pianos supe-
    riores, mandados expressamente construir para este clima, o qaal os amadores dos
    bpns pianos so enconlrario nesta casa. ';'' '"'-:
    i Recabem-fSo pianos xisa-ios em troca.
    Concertam-sG e afinani-se pianos.
    Tambem avisa-se aos Srs.
    concertadores de pianos
    que ha sempre o msis complete sortimento de materiaes para concerUr pianos, compJ
    saorcepps, folha para.os mesmos, cravelhosr parafusos, castor, camursa, corda3,;|fn_a 'i^^gtZ^M. achm oTenVeXr
    caixado mm
    8-hllA DOBAn.VO DA VICTORIA8
    Vendem Lyra & Vianna os seguiuies cal-
    (ados .
    Sapatos de transa marca tchavea, finos, duzia
    163000.
    Ditos de di".a, dem, idem, idem par 13500.
    Ditos de casimira preta, para homem, duzia
    181000.
    Ditos de dita, idem, idem, idtun, par 13800.
    Focos de cores*parJ meninos, 40 a 31, par 23 e
    43500.
    Botioas cordoaio d-; Polak, nara homem a iO&i
    Di'.as de bezerfo i !em, idiin, idem 103.
    Ditas de vaqueta para menino a 53 e 63.
    Ditas inglezas, idem, idem, o3 e 63.
    Ditos gaspiados para senhora 43 e 53.
    Chiquitos inglezes para crianca a 23 e 23500.
    Terrenos baratos.
    Vende-se doas terrenos na estrada de loao de
    Barros, logo adiante da capella de Nossa Senhora
    da Concerto, onde passa 0 caminho de ferro de
    Olinda e Beberibe e com estacao na frente das
    mesmas, cuja e logo a outra passando a da capel-
    la ; um tem 43 palmos de frente ao norte da
    estrada e 40 palmos no fundo para a rna do S.
    Joaquim, tendo 420 palmos de comprimento de
    rua a rua, dividindo pelo lado do poonte com 0
    Sr. Leoncio e pelo sul com 0 Sr. Gurjao, c 0 ou-
    tre tem 185 palmos da frente para a rua de S.
    Joaquim e com a me?na largura no funlo qne
    fai frento para a rua projeclada queflsa ao snl,
    tendo de comprimento 600 palmos de xuarna,
    dividindo pelo poeote com diversos a pelo nascen-
    te cora 0 Sr. Mangericao : a tratar qa rua Primei
    ro de Mireo, antiga do Cres|o, junto an a/00 de
    Santo Antonio, loja do Pafoo.
    Vede-se
    pc? de sapotas de toJoi os laaaaah -. Is ; ticca
    qualidade, o tempo 0 proprii pa*a planta-los : aa
    rua do Hospicio n. 75.
    Piano.
    Vende-se 11 n piano de mesa, pe ineao, praari -.
    para principinie. em muito bom e.'lade, fit ate-
    CO modieo : a tratar aa rua de Santa Isahsl a. 9
    "7 XS5de!?e um teJi*Bo com caixao edificado,
    tendo 268 J/ipalfjasde fundo e 33 de./rerUe, no
    lugar Camiuhq, tfovo n.,76, tem alguns arvore-
    fl )*!
    M<

    in, moal *
    J
    ; a Pe;>oa.quB- quizer corapra-3o dirija-se a
    Jl a GarribOa-do OBMo : quem prewader, i^C; I vendem Angiislo F. TWKtt 4'C
    Ijse a mesma rua a. 3. itkerefcJa.U
    Eiigenlm em Sorinhaein.
    Vende-se duas paites do
    engenho Novo. Mto na fre-
    guezia de Serinhaem, distan-
    te da estacao do Gamelle'ra
    3 leguas. moonte e corrente.
    que safreja oerca de 3,000
    paes, com optlmns terras,
    movido a agua e l>em obra-
    do, por preco commodo. a
    tratar com Dr. Felix de Fi-
    gueiroa, d rua das Calqadas
    n. 14, ou 116 arsenal de
    gaerra. '
    Calvados baratos.
    Botinas de phintasia, cano alio,oa biqneira de
    couro de tasre4)on1a(la, para seofcora a 53 Di-
    tas ditas fatpdds com- ciwo de Instre da -
    ma cdr da fazenda a 433001 Pitas, pretas l^-,'".
    gaspeadai enfeitadas a 33, 33-V>0 e 4| --T
    completo sortiaiento d caifa-lj fr-
    ze e'nacwoaas, para homcos, '^enhoriaiSai
    e meninas; i|tie se vender*^ nor Drerosh
    ----- "'Ut1 L------------___________________
    Libra esicrlinas.
    C : ma do Car.



    J

    '


    i
    Diaifo de Femambuco Sexta feira 8 lie Mai d dfc.U
    DE
    Rua Prim^ira dc Jfarco n. ,7 X
    LIE
    Cordeiro Simoes^C.
    B" esta uma das easas oiazia offerecer aos setts" fwguezes am variaiissi-
    mo sortunento de (azandas iiuas para grande toi-
    ette, e beta aisiai para uso ordjaario de todas at
    Masses, e por precos vantajosos, das quaes faz um
    pequeno reanmo.
    Mandam fazendas as casas dos aittendentes,
    jara o quo tern pessoal necessario, e dao amostras
    mediantecenhor.
    Cortes de seda 4e lindas cores.
    Grosdenaples de tod as as cures.
    Gorgurao branco, lizo, de listras, prelo, etc.
    Setim Macao, prelo. e de cores.
    Grosdenaples prtlo.
    Vellado preto.
    Granadine de seda, preta osde e6res.
    Popelinas de lindos padroes.
    t'ilo de seda, branco a preto.
    *icas basquiaas de seda.
    "isacos de merind de cures, 15, etc.
    Manias brasileiras.
    Cones com cambraia branca com lindos bordi-
    flkas capeUase raantas para noivas.
    Uiquissimo sortimento de las com listras de
    i.'da.
    Cambraias *le cures.
    Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
    N'anzuques de lindos padroos.
    Baptistas, padroes deiicados.
    Pereallrv d quadros, prcios e brancos, listras,
    etc., etc.
    Brins de linho de cor, pronrioc oara vestidos,
    com barra e listras.
    Ricos cortes de vestido de linho. e riles da
    oiesma cor, ultima mod?
    Ditos_de cambraia de cores.
    Fuslao de lindas cores.
    ia.ias bordadas para senhoras.
    Camisas borJadas para senhoras, de linho e al-
    godao.
    Sortimento de luvns da verdadeira fabrica de
    Jouvm, para homens e seBlvoias.
    Vestuarios para rneninoii.
    Ditos para baptLaqo.
    Chapeos para ouu.
    Toamas c gnardanapos adama-cados de linbo de
    C6rj para mesa.
    Coichas de |a.
    Cortinados bordados.
    Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
    bordadas, para homens.
    Meias de cores para homens, meuinos e moni-
    a*
    Kites esooceza.
    t-'oGJn'fio ij.umeipto de chapeos de sol para ho-
    meus s .t'unerss.
    Merino de eon's para vestiflos.
    Dito preto, fancado e dito de verao.
    'o^hado de linho e algodao para tual
    Moaibado pa-do.
    Damasco de la.
    Rrias de linho, branco do cores e preto.
    Setim de lindas cores com listras.
    Gbales de, meriu6 de cures a pretos.
    Ditos de casemira.
    Ditos de seda pi eta e de cores.
    Dttos de touquim.
    Camisas de chite para homens.
    Ditas de flanella.
    Cereulas de linho e algodao.
    Pannos de crochet paTa sofa, radeiras e conso-
    Leacos berdados e de l.ib\rintho.
    Colthaa de crochet
    Tarlalana de toias as corrs.
    Ricos cortes de ves.tidos de tarlalana bordados
    para cortes.
    Espartilhos lisos, bordados.
    Foulard de seda, liddas cores.
    Ueias dc seda para wohoras e- meninas.
    Ricas fachas de seda e la para senhorcs.
    Ri'-o sortimento de leques de madreperolas e
    o>so.
    Damasco de seda.
    Casemira preta,e de cores.
    Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
    lariahus, punhos ddinho e algodao, gravatas, la-
    vas de fio ae gscossia,/'apetes de toao3 os-tama-
    ofeJMtca.iiqfjados- para ho
    men?, lencis de linho brauco e de cures,loafnas,
    pji itdanjanos, etc.. eic.
    I barato.
    Yendo-se um pequeno siiio purto da etla-
    rao do ^iilgathiilin, temJo de frente 150
    palmos, e de fuodos mats de quatrocentos,
    oil) unia cli-^Hte. casa An- nipa, aenbada de
    proxiin e l)'-;n asseiado, tendo isal s, 2
    quartos e.r-'Ztijlia for.n. 0 terreno e pro-
    prio IV bom 'If plaiitaijoes. tendo ajgurois
    arvores r.ado.
    Tarn ver a .'i.ais x.plieatoes, no rpesrao 51-
    lio a qualqucr hora a eitUnJer-se comTris-
    tao Franciscci T rr<>s, e p.ua tratar, na tbe-
    souraria d s luteria.s, rua 1." de Manjo
    v. (i.______________________________________
    S. CARLOS
    Vende-se 011 arrenda-se 0 engenho S (larlos, em
    Ipoiuca, moente e corrente, com todas as ooras
    tci'psrfeito- estado de conserva^ao, e muito bom
    d'agua : a tratar na travessa da rua Dnque de Ca-
    xiasn. 3,,1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
    Quiotae?.

    rr.
    11
    Q
    U X qp a
    MA
    LOJA DO PAVAO
    R
    NA
    J
    A Nova Esperanca, a rua Daque de Caxias n.
    awwea-ge em convidar.a sens frrgii'zes. com
    peWalidade ao'beflo so a vlretn apreciar os
    *etiostd9s por pre^oi
    comaodos, eomo rejam :
    l-I.NAS BOXEUS raansas-e chorunas.
    BONITAS E ExVffRAQADAS vistas parastepio
    ua
    da Imperatriz
    PARA LIQUIDAli
    n.
    500 p. o camisas
    ['RAN'r.LZAS A 4^000,
    3-300o.lv 3?500.
    5500
    Granadina prota a
    cevado.
    0 Pavao vende grjnadina preta 0 lavrada '
    pelo barato prc?o de'500 rs 0 cov.ido. ^ Pavao vetvle um bnnito sortimento .11
    llndupolilo enfestado a 3^000 "amisas franoezus com poito de atg^dao,
    a peca. 2*000 e 2j?00. Ditas cem p^ito de Unhc
    de 39001 >a 69000. Ditas bordadas muito
    0 Pavao vende pecas de madapolao en- Iinas de 690(0 a 109000: assim cnm<
    festado, pelo barato pre^o ile 35000 a pe?a. grandc sortimento de ceroulas de linho e d^
    Ditas sem ser enfestado, cem 20 jardas, a algodSo, por precos baratos, e tambem tem
    59000. Ditas com 24 jard;.s muito boa compieto^ortimenlode punhos e collarinhw
    fazenda, a 69000, 69500 e 79000. j tanto de linho como de algodao, por precos
    ALPACAS PftfcTAS A 500, 010 E 800 RS. 'em conta.
    0 Pavao tern um grande sortimento de \ Espaptillaos a 3;00, 49000 e
    alpacas pretas, que vendea 5)0, 6i0 e 800
    rs. 0 covado. assim como grande sorti-
    mento de cantoes, borabazinas, princezas
    54000.
    0 Pavao vende um bonito surtimento dt
    pretas, merin6s, e outras muitas fazendas j espartilhos modernos a 39500, 4(J000 t
    proprias para Into. \ 59000, assim como um bonito sort menu
    &edfalias a 1 cOOO. | desaias brancas. bcrda 0 Pavao vende sedas com listrinhas de e.ditnsde ,asinha (le cAres a 39000 : e ye
    .cqpjos.
    GeMKOeA* LATAS para guardar cha.
    1 ELEGANTES ttOLSAS para senhoras e menina
    , BO.MTOS VAS08 com ifina banba e cbeirosc 1
    \ extractos, trazendo cada frasco um none, uma in
    cial ou um disiico.
    FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo eittre eUas c^
    de came.
    Para quern gosiar.
    A' Nova Esperanca a rua Dnque de Caxias l
    83, acaba de reeeber tenlos e caixas para 0 jogo d-
    Voltarelte.
    ta queui si ffrc das pernas.
    A Nova Esperanja, a rua Duque de Caxias
    63, acaba de reeeber as procuradas meias de boi|
    racha para quern sofifre das pernas
    FLORES ARTIFICIAES
    A Nova Esperanca, a rna Duqife de Caxias
    63, acaba de reeeber um lindo e complete sorti
    mento de floree aruficiaes das melhi ires que teij
    vindo ae mercado
    A ellas antes que se acabem.
    Costumes para crian^a.
    A Nova Esperanca, a rua Dnqne 63, acaba de receber.bonjtos costumes para criaoc)
    e este se vendeddo por precos razoaveis.
    cores a 19000 0 covado. Ditas com pal-
    minhas a 29^00. Ditrffe com toque de raofo I
    a 19000 e 19400.
    CAMBRaIA VICTORIA A 49000, 49500,
    09000 E 79000.
    chincha.
    CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
    JANELLAS, HE 79 ATE' 259000 C*PAR
    0 PavSo vende um grande sortimento d
    0 Pavao veude um grande sortimento de cortinados bordados, proprios para cama
    cambraia Victoria e transparente com
    8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
    :de 49000, 4930J, 59000, 69000e7cO0O
    a peca, assim como, ditas de salpico bran-
    co, a 70000, e pechincha.
    NOVAS LAZINIIAS A 560 RS.
    0 Pavao recebeu pelo ultimo vapor uu
    elegante srt raeotb das mai& lindas laiznhas
    para vestidos, tendo transparentes com as
    mais delicadas cores, e modern>ssimos pa-
    tdroes, que vende pelo barato preco de 560
    rs. o covado, a* rua da Imperatriz n 60.
    LIQUIDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
    0 Pavao vende um grande sortimento de
    roupas para homens, sendo palitots saccos,
    ditps iraks, tanto de casemira preta e de co-
    res, como de panno ; assim como um avul-
    tado sortimento da calcas de ca'emira preta,
    : de cor, de brim de cor e branco, e um
    grande sortimento de colleles de todas as
    1 qu alidades.
    Tendo tambem um bom sortimento de
    I camisas inglezas e francezas ; assim como
    de ceroulas de linho 0 de algodao, e vende
    todas as roupas a,ima mencionadas peio ba-
    I ratissimoprego, porquerer Lquidar, na loja
    ! da roa da Imperatriz n. 60, de Felix Perei-
    ra da Silva.
    Acha se constantcmente aber.to
    : as6 de noite.
    janellas, pelo barato pre^ode 79000,89000.
    10#000 at^ 259000, assim como : colim
    r'e dnmasco de la muito fina de 109000
    1?9000 cada uma.
    BRAMANTES A 19*00, 29000 E 29500
    0 Pavao vende bramantes para lencoes
    tendo lO.palmos de largura, sendo 0 dt
    algodao a 19800 e 25000 a vara, e de linlv
    a 29*00, 29800e 39000 a vara: e pecfain
    cha.
    CASEMIRAS A 59000, 69000 E 7ooo
    0 Pavao veude c6rtes de casemiras par*
    calcas, sendo padroes modernos, pelo bara
    topre^o de 59000, 69000 e 79000 o.c6rte.
    assim como : pannos pretos dos melhore*
    que tern vindo ao mereado.de 49000, 8i9'
    109000.
    ESMERALDINA A 800 RS.
    A N iva Esperanca, a rua Dnque de Caxias
    63, recebpu um pequeno scrlimento de anaeis
    pulseiras eleclricas, proprias para quern solTre d<>
    neryos.
    0 Pav^o recel>eu um bonito sorjirueuto
    das mais t I.-gaiiles esmeraldinas com, listras
    de seda, sendo em novas que tern vindo. ao mercado, proerias
    para vi'.-tiilos, v. ven 50 dc 800 rs. o covado,. a rua da Impratri7
    n. 63.
    ( Cl:a:0'.o do PAVAO. lias 6 uoras da mjiiin*
    SO' 0 BARATEIRO
    Salsa parrilha.
    Mr.va remessa. exc-l!ent qualidade ; vende-se
    na ma do-Vigario n. Ifi, l*-anaar.
    Vig^r do Cabello
    DO
    Dr. Ayer.
    Para a renovacSo do ca-
    bello, rostituicao de sua cor
    e vitalidade primitiva e nat-
    ural,
    0 Vigor do Cabelo mesmo tempo agtadavel, saudavel e efGcaz para"
    conservar 0 cabeHo. Por pjeio do seu uso o
    cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
    pouoo tempo revolve a oor que lbe e natural e
    primitiva, e adquire o b*ilho e a frescura do
    cabello da j ayemtude; o cabello raJo so torna
    denso e a al?jcie muitae vezes, posto que nao
    ein todos os casfls, e neutraJizada.
    N3o ha uada qiie ppdt' re.formar o cabello
    depois doe folliculos eatarem destruidos, e as
    glandes cans;idas e idas, mais se ainda rostarem
    algums podsm ser salvadas e utilizadas pela
    applicacao do Vigor. Libre de essas substanciaa
    deleterias que tornam muitas preparacoes de este
    genero tam nociyas e destruetiyas ao cabello, o
    Vigor s&mente lhe e beneficial. Em vee de
    sujar o cabello e o fazcr pegajeso, o coaeerva
    liinpo e forte, embellizando o,.uBpediudo a queda
    e o tomar-ae ruco, e por c *osaquinte prevkie a
    calvicie.
    Para uso da toUette nSo ha nada mais k dese-
    jar; nao contendo oleo nom tintura, nao pode
    maachar mesmo o mais :ilvo lengo de cambraia;
    perdura no caoello, lhe da um lustre luxurioeo,
    e um perfume muito agradivel.
    Para refoimar a cor da barba, e necessario
    mais tempo de que com o cabello-, porem se pode
    appressar o effeito, envolvendo a barba de noite
    com um lenco molhado no Vigor.
    FBEPABADO FOB
    Dr. J. C. AYER & CA., LoweU, Haas..
    Eotadoe TJ:aidos,
    ^ Chimicoi 1'ractlcvt e Analytical*
    3P YENJDHJ SID POR
    V rna do Calniga n. f A.
    Os proi,rietarios da Predilecta^ no intiiito da
    conservar 0 bom concetto que teem raerecido do
    respeitavel publico, distinguindo 0 seu estabeleci-
    tnento dos mais que negociam no mesmo genere
    veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
    veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
    cas d'Euiopa para Ibes enviacem por todes os pa-
    quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
    jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
    j daqjuelles paizes, visto aproximar se 0 tempo de
    I festa, em que 0 bello sexo desta linda Veneza
    ' mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e eo-
    ! mo ja recebessem pels paquete francez diverso
    irtigos da ultima moda, veem patentear alguns
    j'entre eiles que se tornam mais recommendaveis,
    esperando do respeitavel publico a costumada
    concurrencia.
    Adececos de tartaruga qs mais lindos one teem
    vindo ;ao mercado.
    Albuns com ricas capas de madreperota e dt
    velludo, sendo diversos umanbos c baratos pre-
    os
    Adarecos completqs de bprracha proprios para
    l&to, tambem se vendera meios aderegos muito bo-
    nitos.
    Bot5es de setim preto e de cores para ornato de
    vestidos-de sechora ; tambem tern para collete
    paiitot.
    Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
    de seda, de palha, de chagriro, etc., etc, por
    barato preco.
    Boaecas de todos os tamancos, tanto de tojaca
    camo mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
    pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
    perlioeateg por falta de um nbtecto que as en-
    tretenham.
    Camisas de linho lisas e com peitqs bordados
    hmra homem, yendem-se por preco coininudo.
    Ceroulas de linbo e. de algodao, de diversos pre-
    cos.
    Caixinhas com musica, 0 que b.a de mais lindo,
    eem diaticos aas tampas e preprios para presen-
    le
    Coques os mais modernos e de diversos forma-
    tos.
    Chapeos para seohora. Reeeber am um sortimen tc
    da ultima moda, tanto para senbora, como para
    meninas.
    Oapellas. simples e com veopara noivas.
    'Jalcas bordadas para meninas.
    Eniremeios estampados e bordados, de liadoi
    issenhos.
    Sscovas electricas para denies, tern a proprie-
    dade de evitar a carie dos dentes.
    Franjas de seda pretas e de cores, existe um
    c-ande sortimento de divercas larguras e barato
    pEeqo.
    FUas de sarj^. d e:tgi'rao. de setim e de cfla-
    oaaiofe, de diversas larguras e fconitas cores.
    Facbas de gorgurao muito lindas.
    Ftjt** artificiaeg. A Predilecta prima em con-
    . ervar sewpr&nm bello e grande sortimento des-
    1 as^flores, nao so para eafeite dos c^beUos, comr
    j tambem para ornato de vestido de noivas.
    Galdes de algodio, de la e de seda, brancos, pre
    tos e de diversas cores.
    Gravatas, de seda para homem e senhoras.
    Lacos de cambraia e de seda de -diversas cores
    I para scunora.
    Ligas de seda de cores e brancas bordadas pare
    I o..iva.
    1 Uyruf para ouvir missa, cem capas de madre-
    , iivrola, marfim, 6s- 0 e velludo, tnao que ha dt
    Pentes de tartaruga e marfim para altsar os ea
    bet'os j-teem tamt Port boiMjaet. Um; bello sortimento de madia-
    parola, ma ruin, osso e dourades por barato pre^o.
    rerfumarias- Xesle artigo e?la a. Predilecta beos
    provida, nao so em extractos, como ern oleos a
    banbas dos melhores odores, aos mais afamado?
    fabrieantes, Loubm, Piver, Sociedade Hygianica,
    Ceudray, Gosuel e Rimel ; sao iudi.'penaveis para
    a festa.
    Saias bordadas para senhora, por commode
    preco.
    Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
    I tisados.
    Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
    I mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
    ; mo para entrada de saias.
    Vestimentas para, baptisado 0 que ha de raelhor
    i gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
    I de or arrto preco, para Bear ao alcaace
    , qualquer bolsa.
    ] Rua do Cabugan. 1
    NA
    GHANAULNAS
    Granaciinas de seda pura, prct.i com listrajs
    de cores e padroes os mais bonit>>s que ten
    vindo ao inercado e que se ve.j'i.j pelo d-
    Iminuto preco de 500 rs. o covado, por tejr
    um pequeno toque de mold, e lazeijda dp
    290u0 -o covado ; e pechincha. DaO ^e
    amostras.
    Brhs braneo
    Rrim bnnco muito fin">, fazenda de
    29500 a varvque sc vfijde per 19400 a
    vara, por eibjr com um pequeno defeito ; e
    pechincha.
    Nelifls I'nuice/.es
    Metips. franceze.s, fazenda muito fina, pa
    dtoes mQfl.erqos, fazenda qpe jd se vendeli
    por 500 rs, a 3C0 rs. 0 covado ; e pechin-
    cha. Dao se amostras.
    Gretones delist'i* s
    Cretonesde listras. faaonda ac Ichoada, pa-
    droes muito lindos a 400rs. 0 covado ; dao-
    sa amostras.
    Madctpolde*
    AUdapolo.s com U7 pvquii.i" toque
    a\aria, dfl SffiKOP a -"i-iOO a p ya ; e
    cbiticha.
    cams PESCALES
    'CiiituS puii.uk'a iivai:uu.iS a '-!i0 rs. 0
    vado; e pechincb8.
    SO' 0
    I. 0 la ru lo C1 espo
    Loj.i das 3p-t:tas
    DE
    Junto lojaa da eaquiaa
    de
    u
    VENDE-SE
    uuw casa na vil'a de Barreiros, na rua do Coni-
    iercio, por preco modico: a tratar com Tas4o
    'rniao4 ('
    Rua 1. de Marco n. 1.
    Couft'ontc o nrco dc l^anto An-
    tonio.
    Esla vcndeniie su:it TazenUafi com
    30 por cento uiciuih que civ ouu a
    1 u;>I|U. r iiartc.
    A saber :
    Madapolao com toque de mOfo, pelo barato pre-
    co de 4*500 e Si.
    Dito francez, limpo e de superior qualidade, por
    o*;,00, 6*000 e ii^oitO.
    Algodao marca T, largo, superior qualidade, a
    4*500, 5*, 5*500 e 6*000.
    Grande sortimento de lazinhasdegostos inteira-
    mente cscosscses, pelos prr-ecs de 200, 240, SCO e
    440 rs. ; so so vendo poder se ha acreditar.
    Baptistas, lisas e com flores, fazenda que sem-
    pre cusloii 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
    pre?n de 320 rs., para acabar.
    Ditas Iinas, padroes malisados, a 400 e 440 rs,
    o oova o.
    Cretpne fraccer, csquros e claros, os mais no-]
    vos quo tern vindo ao mercado, a 480 e 500 rs. (j
    covado.
    Aproveilem em quant a nao se acabam>chaplos de
    sol de seda trancada (paragnm) li basteas,inglezes
    superiores, pelo insignificante preco de 8* e 9* ;
    sempre vendeaaos por 14*000.
    Ditps para senhora,. de merino, a 3* e .3*500.
    Ditos de seda,. cabo de Osso a 4*000, e pechin-
    cha.
    Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
    e o cabo ftngindo bengala, o mais moderno que
    ha, a 1*500 e 2*: I
    Sortimento de chitas claras c escuras, boa fa-
    zenda,. para acabar, a 240 e 260 rs. o covado.
    Popelina de linho.e algodao, gostos inteiramente
    novos e de cores bonitas a 800 rs. o covado, sem-
    pre cuMcu l-1400.
    Camisas de crelone, francezas, moderuas e;su-
    porieres a 3* e 3*500. A .este grande estabelecimento tem cha-
    Ditas brancas a 2* e 2*500. gado am bom sortimento de machinas para
    Ditas de linho a 3*500* e 4*000. costura, de todos os autores mais acredita-
    J^alhas de hnho do Porto a 7*560 e 8*000 a ^ uj.Uma{nentepa Europ.a, cujas macjunas
    Ditas felpudas a 7*. 7*300 e 8*000. 'sjp Karantjdns por um anno, e tendo am
    Esgujio com 10 jardas, pelo preco de 4*500 ; e perftsifo, artista para ensmar as mesmas, em
    barato com effeito qualquer parte desta cid*de, como bem as-
    Cambraias \ictona e transparente, faseoda fina, Zmrnncdrin Irs nelr. tomno tamhem d'llm
    a 3*500. 3*800, 4*000 e 5* a peca. is,m concerta-jas peio tempo tamrjem a um
    LenccsdecamJbraM.com barra.de cor, a i*, e,anno sem despeudio algura do comprador,
    brancos a 2*. Neste estabelecimento tambem ha perten^as
    Ditos de linho, abanhados a 3*600 e 3*800 a para M mesmas machinas e se suppre quel-
    "Grande sortimento de brins de,cores, padroes \ 1*V P^a que sejfl necessario. Estas. ma-
    prcprios paia mepinos de escola.a,.4ij0 e oOO rs. cbinas trabajham com.toda a perfeicSo de
    o covado. um e dous Dospontot, franze e borda toda
    Rim do Bara<: da Victoria d. 22.
    DE
    tmtm -fhin. ,
    e brins de. cores, padroes j WV pe? <\ue sejj
    Je escoia.'a, 44,0 c oOO rs. cbjoas trabaiham c
    um e dous .pospontos.
    Botinas para senhora, pretas e do core?, por 4* 'aualquer costura por fica que seja, seus
    faz4S'preS.Pr',erm04gr,nde qQinlidade' "jpre.s4o da seguiute qualidade : para tra-
    bramaqte de linjho, du3s larguras, pelo barato balbar a rru|o de 309000, 409000, 489000
    preco de 1*200 a vara, somente para acabar. e 509000, para trabalb^r com o pe- s8o d
    Muitos outros artigos que deixamos 4e mencio- ac'goOO 909000, 100900O, 1109000,
    ^.rde.?e^rpresenferire8UeieS; ^ ""I &00f WOOO, 150*006,100^00 e
    Dao-.se amostras. 250Ju,Q0 emquapto ^os autores nao ha al-
    $6 0 barateiro quer queimar teracfio de precos, e os compradores poder^o
    Para, rival nao euGontrar visilar este'estabelecimento, cue muito de-
    A rua Pnmeiro de Marco n. 1, antiga do. Ores- _... 'i>i \,n.ir,A*Ar, j* nW^tn. ana
    po,. de Agostinho Kerreira d>Silva W &. C vera0 *ostar Re,a 'ied*de dfc objeetos quo
    i\s!rangeir".
    ha sempr9,para vender, como sejant: cadei-
    ras para pagem, malas para vtagem, cadei-
    'ras,'para sajas, ditas de balance', ditas para
    cfiaij^a (altas), ditas para.escolas, costurei;
    rw. riquissynt^s, narasepbora, desjjensateis
    1 para; Qfiajjcas, do todas as quaJWades, camas1
    T ., t .' -pw de ferro para homem e criancas, capachos,
    rariS n America, a TUa 1>U- ^pejbps dourad9s p.ara sala,, grapdes e pe-
    ftiiP *1p Taxi&fi ll 59 lU^^s. appatelhps de metal para cha. fa-
    prmero andar, aeaba de reeeber um complaWil-,^.* \T:e nii,or j ,-,.] nn., nndii-
    sortimento de caleados eslrangeiros pwif homem e, Wfi VWSOS, colhe?e5.de. meW Ln), condiei
    senhora, vindo enlre elles um lindo sortimento de ros para sala, jarros, tju&rda-comiaas ae
    elegaqtes chiquuos, sapatinhos e botinas para arame. tampas para cobnr prakis, estetras
    criancas, que tudo vende por precos moaveis. I ^ forrftr sjia^iavatorios completes, ditos
    Ultima moda. i mples, objeetos para toilette, o outros rmn-
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re- ^ "H W* "^lto deyemagradar a todos
    cebeu um lindo sortimento de hjcos de guipure que visitaxem este grande estabelecimento
    de cores, apropriados aos vestidos ch quas da at-' que se acha aberto dasde as 6 boras da ma-
    toalidade. ___________________________: uhi at^ as 9 hpras da noute i
    Asunicas verdadeiras Rua doBaraoida Victoria a.
    22.
    Bir.has Jiambufgoeta^ qw vena a estenrerca2<
    rua Marquat deuhadan.&i
    Magnolia
    Na loja .da Magnolia, a rna Duque de Caxias a.
    45, encontrara sempre o respeitavel publico um
    complete sortimento de. perfumarias flnas, objectas
    4e pnantasia, lavas de Jouvin, artigos de moda e
    naiudezas Dnas, assim oorao modicidaie nos pre-
    cos, agrado e sinceridnde.
    Anneis electricos
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
    ba de reeeber os verdadeiros anneis e voltas elec-
    tricas, proprios para os nervosos.
    Meios aderecos
    A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, re-
    cebeu um complelo sortimento de
    Meios aderecos de tartaruga.
    Meios aderecos de madreperola.
    Meios aderecos de seda bordados, (nltima moda)
    e de muitas outras qualidades.
    Botoesxle aco
    A Magnolia, a rua Duque dd Caxias n. 45, tem
    para vender os modernos botdes de aco, proprios
    para veaiidos.
    Golinhas e punhos
    das mais modcrnas qne ha no mercado ; a ellas :
    na Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45.
    os chinezes
    Vende-se
    Cimento Portland.
    ! Vinho? en jarrafad *
    . Madeira.
    Sherry, de super or qaalidaU.
    Porto, fino.
    Cera em velas.
    Cldtom : na rna do I'ifario a. 19, i* aadar.
    Para
    Lenc/
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu uma pequena quantidarie de lencos de seda
    chinezes, com lindissimos desenho, fazenda intei-
    ramente nova.
    Leques
    noivas.
    Amaral Nabnco & C. vendem leqnes. Hgat,
    nissimas abertnras de esgaiao de l.nbo para
    misas, fronhas, de labvrintho e li..r.;j,d r
    . de larangeira, eoleba de seda e de ereefcat,
    nados para caroa elenrf s birdad- -
    para casamentos.
    j Mez marianno.
    Amaral Nabnco a C vendem piMiilu*
    para incensar sanlnario e ladain'.a do i_
    riano : no baiar Victoria, rna doRario da
    ria n. 2.
    Insignias maeonicas.
    Amaral Nabnco & C vtndcm hMirnan majiai
    cas de din*<>rente graos : bo bazar V.rtnrii. raa
    d.i 11^ ran da Victoria n. J.
    Vende-$e 6",0t telhas, Si n.Tl t,i>sdeai-
    venaria Lalida, deseceis mil de UdriUm ^e-
    drados, e 12.0X0 u,,.Jos de lapaiii* i.to ; -mi
    como, jarras de todas as quabdad<^. pjtea, ur-
    tint as e vasos para floros, tndo ntoito barato pa-
    ra acabar : na olaria d<- ) Cam iro da Cacttt,
    na rua dos Praieres n o>i.
    Lindos leques de madreperola, de tartaruga, !e
    marllm. de oso, e de mnitas ontras qnalidafles:
    receben *. Magnolia, a rna Duque de Caxias nu-
    1M TO 45.
    SWPM\.M
    Attencao.
    A loja da Magnolia, a ma Duque de Caxias n.
    Vi, acaba de recrber o seguintes artigos :
    Manual de madreperola, tartaruga e mariim.
    Hicos all'iiQ" com crpa de madreperola, cha-
    gr-'n, n'adeira, ve Itido, couro, etc.
    Ijndas caixas com Iini I/gas tie seda, branca* e de cores.
    Voltas de madreperola.
    Pu seiras de madreperola.
    Iticas caixas para co>tura.
    Vestuarios para baptisado.
    Toncas e sapatinhos dc setim.
    Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
    Lindos port bouquets.
    Gravatiuhas de vellnd\ etc, ete.
    ! WV* \
    I em cimisjis dc li;iho.
    ^'eode te ramfea* inaaaaw d<- in I -.. muiw I
    nas, para hoiu< in. ; to baralrssur preen 4e 31
    a duzia ; quem dnv lar ventia *er p^iniaw
    na rua d" Du |ue de ax a n. M. I >; 4e tk
    ii ttrio Uavtos.
    (irandes peehinchas!
    i
    SO' NA
    SULTANA DE PARIS.
    A'
    Rua da Iniperatris n. .4.
    Manoel Ferreira de Oliveira, dono deste novo
    estabelecimento, >d< ntiilc.-. ao respeitavel publico
    que acaba de reeeber um completo sortimento de
    fazendas finas de todas as qoalidades, tanto de la,
    como de linho, seda e algodao, o que ha de mais j
    moderno e do melhor go.-to, e portanto convida as
    Exmas. familias, amigas da economia dome^tica,
    a virem ou mandarem a SULTANA DE PARIS, e
    verao que compram fazendas bonitas e baratas por
    menos ireco que jamais cunpraram.
    Como sejam :
    Popelinas de seda com listras muito modernas a
    1*800 o covado.
    Setim Macao de diversas cores a 2J500 o covado.
    Grosdenaples de todas as cores.
    Fachas de seda para senh ra a 10*000 cada uma,
    e granJe pchincha I I |
    Colletes entettados para senhora, muito modernos
    a 5*5' 0 cada um.
    Lasinnas de cores em granle quanlidade de 260
    a SfO rs. e covado.
    Pecas de cambraia transparente de 3*000, 3*600,
    4*000.4*500 e 6*000.
    Dila Victoria para todos os precos.
    Gravatinhas deseda para senhora a 1*000.
    Chitas de cfires de 240 a 320 rs. o covado.
    Pecas de madapolao com 20 varas a 4*600, 5*200
    e 6*000 a peca.
    Dito francez com 20 jardas a 5*600.
    GRANDE PECHINCHA 11 I
    Chapeos de.aol da .seda de lud* cures, para I
    nUora,a,4*OCO!l
    Ditos para homem, de 12 bastes, cabo de mariim e
    eda tranrada a 12*000, so na SULTANA DE
    PARISH I
    Cotlariahos de linbo, lisos e bordados a 4*0
    5*000 e 6^0(0 a duzia.
    BRIM DE ANGOLA 11
    Vende-se brim de Angola verdadeiro, e melhor
    que tem vindo ao mercado pelo diminuto prego
    de 640 rs o covado, so na SULTAN \ DE PA-
    Rlg, a rua da Imperatriz n 54.______________
    Economia do-
    mestica
    Na rua Primeiro de Marc,o n. 1.
    Confronte ao arco de Santo Antonio, loja de
    Agcstinho Ferreira da Silva Leal & C
    Lauzinbas, gosto escossez, padroes inteiramente
    covos, pelo diminuto preco de 200, 240 e260 rere
    o covado.
    Baptisus lisas, flnas, e de c6res a 320, 400 e
    440 reis o covado, isto so se veedo I
    Chapeos de sol de seda, para homens, inglezes
    (qaragon) e com 12 hastes, pek preco de 8* e 9*.
    fazenda esta que sempre custou 14*, sd para
    acabar.
    Na rua Primeiro de Marco d. 4.
    Leja do barateiro.
    Wil n Howe & C cwlt-ii. i
    roa r.ou rn.Tcii n. :
    verdadeiro iianf a y-tUo i^-,
    Excellenle fin 'levela.
    Cognac de l* quaJ '.. I<
    Vinho de Bordeaux.
    <'Arvao de Pedra de iod.v- qn;
    Cintos c leques
    Amaral, Nalueo A <'.. vendem no'. J
    preto e de cores para senhora. de e ra 4o I
    dc bezerro c de btirrarka para m fc m+*,
    leques de tartaruga. maifin. m- tr r.T"!a aiva
    queimada, li os e 'a.rad s, d- chagrin c seda e madeira e s*da para mkera :
    no Bazar Victoria, rua in Rao da S- v-riaa ft.
    CHA'
    Verde e preto superior.
    Pret.i a 3*060 o i -'
    VaV a .r;"0" i/t I
    Na rua do M..r.j. z de uIuim it. .
    anng.. da Cadeia I
    Veode-sc
    nma meia-agua na ma de vi;
    96, pela quantia di TiiO*. que r- u i W
    a tratar na rua do Nicetro n 52.
    Vendem
    Wilson, Rowc t <',
    Km sen artnurir a ma in Tra;. -'- n. IV, a i
    guinte :
    Algodao a/nl rfiroTlcacK'.
    Fio de v-l.-.
    i'.arvili "le pedra '.: todas a< .jUaodade'.
    Tudo n.uito barato
    Triumpho da
    ST.IEM MEDICI!
    Km tem pos mrMlornos i: .:!..m deivaLn
    mento ope uroiiiaior rcvolixao^v aaotfe aV
    curar anteriornionk: i-in <>.
    BE i^STi!
    Farinlw de mandioca
    DE
    POITI M
    TANTO NO TRATAU'.rO
    M
    Tosse, < !.
    Asthma, II-
    Rouquidati. Rcsli
    ItiuiM-hiUs.
    Toss' Don-s dc I'eil",
    Experturar;o( dc ft
    Como em toda a j;ran!o m-
    dades da Ciai'gti(4<. iki m'vi.** im
    Orgttos da roapirix-;C. <\ -iau-
    | atormentam e fazem suffn-r .
    IA maneira antiga de iih.i .
    i men te na applicacao do c**k..i ar>
    grias sarjar ou applicar <\. i.'.i ;itf- ar-
    !guentos forttssinu-s romp<<-' -m
    cias vesicantes, alim de pr<.' i MtmUm .
    De superior qualidade e muito nova, chegada j cujos differentes inodos de < i.> .. ar.
    pelo ultimo cavio : vende se a rua do Drum n. 82, eofraqueci-r e diniii..!i k
    armazem de assuear. i i
    -----------------------------------------^-----------ipobredoenti-, coiil.iiiinodn .
    ._. \I?*iT*l *k [d'uma maiieira mais facil e .. :ca ia>
    (Jl'XX ciVdAjLcl j fermidadu >lotnii..*i irfvftsri.l m*
    1 victima Juai:i difttrtiu.......- dMta
    A 4^000, 4^500 e'5*5.00 : MadapolSes com toque de ayatu, per; muito ba^! PJXIOSAL IE i 'iJaa
    Em tea du mii.-ir. inoruli. ...zzr mtm-
    ditoss^iflritm-ii'.K ihi
    Calma, ni<-lilifa fu.. i tlor,
    Alliviaa irrii.-.*'.
    Desenvulvo c iiitvi> !i;.i !>;.>,
    Portttra e faz com que >w. im
    desaloje d'uma niancii.i |.i ate o ultimo vestigio dbtaVaaBi4a*B. Oi
    melhores votes em medicMii da liiroaa, (tv
    entes dos collegios de me. Berlam
    testiftcam serem exactaa e trnmkmm
    *;
    raw preco, em vista da qualidade ; assim como
    saias de la avariadas a 4* quem pretender, ande
    bgeiro a rua da Imperatriz n. 60, para ftao ter de
    se arrepender.
    Ijjj Madapolao lino
    fna rna do Crespo m. lO.
    Pecas de madpelno fino e
    largo, com loue,a 44, 4*500,5* e 5*500,
    [v fazenda superior e larga.
    M, Alpacas dc seda de cores, lavra-
    'w das e muito fluas, fazendo modernissima
    S a 500 rs. o covado.
    Camisas de linho com toque
    de sujo,
    cha,
    L*500 e2* cada uma, ( chincha, isto so na loja n. 10, a rua do ,5 Crespo. J ijospanliola, as quaos form i < ur.idas
    9ftKKK> O^OJQCSSISQ eWOfN fKLTORAL DE AAAtlAIH !TA !
    'l-^-j-. T i TT 1 DeTe-sa notar que este medio se
    I In I \ V\ A niteiramente isento de veocio^., utatoi
    lJ'\li W'ii. l I\ res, como vogctaes, em mm
    0 unieo verdadeiro ven-^VS^rE
    de-se na confeitaria &o'&<> hydrocMmco, formam.
    r v parte dos Xaropes, com quaea
    CampOS | cilmente se engana a uiJitoMlsdi
    44 Imperador 24 S^lSttS*
    it
    um
    Fur todoS OS YapOrCS re-!em frascos da medidade cetca
    r quartilho cada um,ccomo a M
    cebe-se nova remessa. Itomae so d'uma coHht ^
    H------n---------------------------------~---------aeralmeute i appHca^to d'um
    Farello novo e "
    Milho pequeno
    Da melhor qualidade no armaiem de farinha
    de trigo de Tasso Irmaos do Apollo.
    cos para a eflectuac^o de qiiolqvar i
    Acha-se a venda em todas aa I
    H. Frosteis d C,
    Unicos agentes nc4a arovinoU s -rs. #
    0. D. Coyle, rua do Cowineroo


    8
    Diario de Pernambueo Sexta feira.jfi de Maio Ac 1874
    *
    AGRICETORA.
    eflex vincia do Hurnnhao.
    The agriculture is the mot
    healthy the most iistful, and
    the most noble employment of
    a man.
    Washington.
    Aoostumados desde as nossa primeiras
    tentntivas na imprensa a iratar coin ettencdo
    dos interesses do nosso paiz e em especial
    dos desta provincia, jd protestando contra
    08 abuses de-uma politics sem principios e
    sem vistas pir.i o interos.se real do paiz, jd
    traballiando por incutir no animo dos ho-
    mers honestos c dosapai vonados n necessi-
    dade de ndo antepor as questoes politicas ds
    do interesse social, soli o ponto de vista
    ecouumico id m smo dc longe, presentido
    o medonho futuro reservado a principal, se-
    ndo anica industria desta provincia, a agri-
    oultura aconudbando ans pais de familia
    sobre o destine* a ambiebnarem p ra seus
    filho^ e indicando a direcgdo a darem aos
    estu k.s delles, nao parcccrd talvez estranho
    que, embora sentindo a frarjueza impor-nos
    silencio, mais uma vez tentetnos um esforgo
    em prol desta provincia.
    demasia ociosa, e parece quo ainda hoje vi- j ferteis terras ribeirinhas dos caudalosos e
    riam a tempo as mesmas consideragoes, e aapraziveis rios Pindare" e Mearirn, ingratas
    tudo e a todos encontraria no mesmo estado.' na mdr parte d cultura do algodlo e por
    isso despidas de graudes estabelecimentos.
    A' esta provincia ndo faltam boas intelli-'
    gencias, grandes dedicates, e o seu espirito Nos dous altimos deoennios de 1847 a
    inuovador e de subido quilate; mas a per- 18o7 a lavoura desta provincia, se ndo
    severangae" virtude qua ndo temos. enriqueceu e melhorou os seus processos,
    , teve comtude meios de manter a producgao
    Percorram-se as leis proviuciaes e ver- ndo sd acima das medhs dos annos anterior
    se-ba, quo cotejadas com as das outras pro- res, como as excedeu em muito e quasi tri-
    vincias, suas irmds, nenhuma lhe leva van- plicou-as, vindo-lhe, a mais, em auxilio a
    tagem em bor.s projectos o concepgOes de occasional e exorbitante alta no prego do al-
    verdadeiro progresso e utilidade publica, e goddo, livrando-a de er.ormes debitos, que
    antes esta lb s sobrepuja a ellas c as precede a oppriiuiam.
    em annos.
    Navegagdo fluvial, canaos importantes,
    aqueducto, colonisagdo, concursosagricolas,
    premios como incentivo a cuhura pelo ara-
    do, escola agricola tudo emfira jd torn si-
    lo esludado, previsto e legislado..... mas,relativamente ao melhoramento de suas ex-
    Mas quanto influe e quo de conseqiienciaj
    fataes nan traz a iguor ncia !
    Poucos poderam guardar um pequeno pe-
    cu'io, ficand;, porern, todos como d'antcs
    Com.vcalar, quando parte-se-nos o cora-
    gdo a ouvir roultiplicarcm-se os queixumes
    e a ver feridas de descrenca e abatimenlo
    em todas as classes *
    Cousa, porern, cstranba !
    Todos levantam os olhos ao porler, des-
    curando da propria energia e como o mul-
    sumano, esperam que se cumpra a sorte
    que lbes a elles marcou o destino.
    Heranga fatal da origem, que nem a ne-
    cessidade, nem o exemplo teem podido su-
    perar. Somos ainda o mesmo povo da an-
    tiga colonia I 0 camitiho percorrido na
    larga senda do progresso f- i consequencia do
    impulso d*\s proprios elements.
    Hoje, porern, as crises se precipitam, os
    horisontes se entenebrecem e a tempestade
    ronca proxima e n6s..... p-ocuramos domi-
    na-la com os bragos cruzados e articulando
    uma magnificat aos poderes do estado, para
    que lancem benignos olhos a seus filbos e os
    salvem do tremendo golpe ou os amparem
    na queda I
    Nao gyra de certo nas nossas veias o san-
    gue mnericano : falta-nos a inrciativa e para
    n6s e e tern sdo tudo o governo.
    Tarde, porern, muito tarde, vamos co
    nhecendo o erro, e mais tarde ainda vir-nos-
    ba a convicgao de que a nossa polities e a
    cau.-a principal desta situagdo, e que os po-
    deres do estado de vistas aennbadas e s-m-
    pre desviadas do verdadeiro, fim tratara an-
    tes dos interesses de partidos de que do bem
    geral da sreiedade; que, por outro lado,
    desviada a nossa lavoura, pelas seducgoes
    das leis eleitoraes, da guarda nacional e de
    justiga local, se entregou inexperta d po'iti-
    ca com desraedida energia, e sem nogoes
    nenhumas dos principios os mais elementa-
    res d'agricultura, e aft'eiti ao trabalho servil
    e d rotina, nao tratou de se instruir para
    veneer a crise, que ora a ameaga.
    O goiotno torn xiviilo eagoll'ado em um
    dedalo de quest'tunculas de politics, deixan-
    do correr a revelia a causa dos seus mais
    uumerosos clientes, que, por seu lado, em-
    be vecidos com a politica e dependentes della,
    nao teem chamado a contas tao ruins pre-
    postos.
    A agricultura era e e o facbo e o macha-
    do ; o gado entregue a lei da natureza e
    para dirigir esta lavoura selvagem e real-
    mente sufliciente um escravo, em quanto os
    proprietaries se corresponclem com os gran-
    des do imperio.
    Erro da lavoura e criminosa indifforeDga
    do goverao.
    Sdo estes factos discutidos e sabidos, mas
    o mal existe, e, certo, nao c em vSo o re-
    petir-se, e, por outro lado, tratar de escla-
    recer as questoes que se apresentam como
    mais careceJoras de solugao immediata e
    prompta.
    Ha bastantes annos, penna mais adestra-
    da procurava com salutares conselhos diri-
    gir a nossa lavoura e despertar o espirito de
    nossa populagao, dada a preguiga senfio em
    quasi nada realisedj
    0 pouco que so poz em prdtica, encontra-
    do o primeiro tropego, foi para logo aban-
    dotia Jo cm os n.otojos de uma populagSo
    ociosa, ou de Lina politica tacanba.
    Has, postas de parte as virtudes e os se-
    noes deste bello torrao, tentemos discutir os
    pontos, quo no momenta precisam ser estu-
    1,111 os, e pa a osquaes chamamos a attengao
    da nossa lavoura, e esperamos coadjuvagdo
    dos bomens co.npetenles a todos, sem dis-
    tincgao do forgas, cumpre concorrer para a
    reedificagao e embellezamento deste edificio
    fadado por Deus para a sumptuosi lade.
    Trataremos successivamento dos quatro
    pontos, que reputamos essenciaes para a so-
    lugao da crise falta de bragos j faIta
    do intelligencia e estudos especiaes de agri-
    cultura para a boa direcgao dos trabathos e
    da econotnia da casa rustica ;defieiencia
    de capitaes ao alcance da lavoura, a prazos
    Iongos e juros modieos ; carestia e difft-
    culdade dos trausportes para os productos-
    da lavoura.
    Expondo a nossa opiniao sobre cada unr
    destes pontos, que reputamos cardeaes, tra
    taremos ao furo e a medida, que apparece-
    rem, as questoes que lbes est5o subordina-
    das, e, dest'arte, esperamos, senaalevar a
    convicgao ao espirito dosnossos agrieultores,
    ao menos desperlar-lhes a' attengSo e cha-
    mar'a esclarece-los os bomens competentes.
    ploragfies ruraei nada se fez I
    Veio a baixa do alg )dao e a emancipagao
    ameaga-nos de pertoa grita tornou-se ge-
    ralja se nao sentesoa falta de bragos, co-
    mega-se a r^conb^cer como causa poderosa
    dos males da lavoura a falta de conhecimentos
    especiaes d'agricultura, entrandoiarabein por
    muito a falta de capitaes baratos e a falta
    de transportes sufficientes para todos os
    productos, que nos offerecem as uberrimas
    terras deste abongoado torrfio.
    especiaes, antes culpa, pelo mAo successo,
    osysteraa, qjue a propria ignorancia e inex-
    periencia
    N*o emprehendera", portanto, ?6 por si,
    desconhecidas asenormes vantageos da cul-
    tura pelo arado, e o modo pratico de re-
    silver as difliculdades dess'- systema, refor-
    ma alguma no medo de sua cultura,-o que,
    entrementes, mais do que outra qualquer
    medida a pode salvar da ruina, extin to o
    trabalho servil.
    I
    Se e certo que a nossa producgSo agricola
    comegou a declinar com aextincgao dotra-
    Gco do africanos, e que esta- provincia foi
    uma das que primeiro, pela exiguidade de
    seus rendimentos deentao,resultado da* bai-
    xa no prego do algodao, cessou de importar
    bragos escravos contra a lei, n5o o e menos
    nao estar para longe a lipoca em que, am-
    pliada a liberdade a todos os-habitantes-des-
    tas ferteis regioes brasileiras a nossa lavoura
    ficara roduzida ao ultimo extremo e decres-
    cera ao miuimo a producgao da provincia :
    o abalo sordtanto maioremais profuxtdo,
    quanto menos apercebidos estivermos para
    a realisagao da grande ide*a humanitaria aa
    emancipagao completa.
    Mas entre os dous pontos capitaes do nosso
    regimen econocaico rural lavour* ser-
    vida por escravos e alimentada pela inapora
    taeao e pelo traflco, e lavoura sustentads
    pelos escravos ja" importados, e substkuidoi
    pelos nascimentos, ate a epoea da famosa le-
    de 28 de setembro de 1871, nio foram
    poucas as crises por que passou a lavoura
    do imperio : epocas bouve em que se em-
    penhou ella em reformar os generos-de sua
    cultura, introduzindo o eultivo de plantas
    ate entao albeias aos diversos campos, ou-
    tras em quo circumstancias estraohas a sua
    marcha, vierarn-lhe comtudo em auxilio e
    facilitaram a sua manulengao.
    Nao foi esta provincia cstranba is vicissi-
    tudes por que passou todaa lavoura do im-
    perio : decorridos alguus annos da cessagao
    do traflco, como que le?antou-se eMa do
    bbatimento em quejazia, viviflcada pelabe-
    nefica influencia da administragao de um
    dos seus mais cultos fllhos o senador
    Franco de Si, de saudosa memoria, que,
    pondo a peito dar vida e energia & principal
    fon.e das nossas riquezas a agricultura
    e procurando-lhe mananciaes mais abun-
    dantes, empenbou todo o seu valimento para
    que emprehendessemos a cultura da canna
    de assucar, sendo dest'arte aproveitadas a
    FOLHETIM.
    HEMORIAS DE SATANAZ
    por.
    O. Ilanoef Feruaadiezy Gouzalez
    QUINTA PARTE
    LEONOR
    XVIII
    EM QUE ENTRA CM SCENA UM KOVO PERSONA-1
    GEM.
    (Continuagio do n. 113.)
    0 grao-duquo voltou-:.e para 0 bailio e
    disse-lbe :
    Esta gente deve fiaar presa aqui ;
    diga aos meus medicos que examinem o
    cadaver de Branca e quero que essa corda
    essas ioias que adornatn a morta me se-
    jam entregues no mesmo estado em que se
    encontram; Trate da procurar por todos
    os inodos o cavalbeiro Paulo de Arnestevil-
    le, capitao da minha escolta.
    E, em dizer nada mais, o grao-duque,
    aenoso, irritado, sombriio, ameagador, sa-
    hio da camara, atravesaou os aposentos
    desertos, desceu lentamente as escadas, en-
    trou para a carruagem e fez-se cooduzir ao
    paiacio.
    Doas boras depois o bailio apresentava-
    lhe em uma bandeja de prata, tirada da
    baixella do municipio, sobre um panno
    de velludo roxo, a corda, os brincos, o col-
    lar c os braceletes de Branca. Alem d'isto,
    trazia tambem uma porgSo do cabello, por
    que nolara que ograo duque se tinha bor-
    rorisado muito mais do que lhc era natu-
    ral ao ver o cadaver de Branca.
    - A corda estava tinta de sanguc r.a parte
    posteri r, e o collar deixava tambem ver
    algumas naochas.
    Nada ha mais terrivel do que uma joia
    riquissima ensanguentada ; a riquez-. o lu-
    10^ o syrobolo do bem cstar, Jv domiuio,
    Sao pois multiplas a necessidades- urgen-
    tesr que cirendam a lavoura e euorme* as
    difficuldadts- a veneer.
    A questao da emancipagao jd esta venci-
    da, er nSo e para admirar qua nestes 10 an-
    nos tenha cessadb a escravidSo noBrasil ;
    sao mait-is as forgas que actuam para a sua
    realisagao :o maoancial, que a alimenta-
    va, \i corre para o oceano da iiberdada, as
    emaucipagdes a titnio gratuito (em tornado
    um desenvolvimento digno da elevadta
    sensibilidade do caraeter brasileiro ; as s->-
    ciedades emancipadoras multiplicam-se, e o
    fundo da emancipagik)' derrama ja a cons>
    lagao oo coragao de milbares de iofelizes.
    A nossa latoura temstdo ate hojt,-e con-
    tinnara a sel-o por muito tempo, exolusiva-
    mente alimentada pelo brago escravo: o nos -
    so lavrador vivt* limitado a-seus proprios re-
    cursos, pois raro encontra na nossa popula-
    gao livre o aaxilio de que tautas vezes ca-
    reee e com o qual poderia ter-se abalanga-
    do a- grandes atnprezas e- feito seus habitos
    com- o trabalbe* livre.
    De noaravilba seencontrara nesta o na-
    quella- povoagao algum homem da-nossa
    povoagao livre-, prestadio- e laborioso,i
    generalidade aiada se poitem applicar as re-
    lle^oes, infelizraente verdadeiras do um cos
    nossos mais distinctos comprovincianos o
    Dr. Eabio A. de-arvalbo Re is, publkadas
    em sea opuscuh) >j| por no&ottado,Quem
    conbecer, diz elle, os habitos de ociosidace,
    isengao e ambulaocia das nossas classes pro-
    letarian, quern observer com attengao o (es-
    pirito de independencia, que por ellas la*ra
    e a reluctancia com que se esquivam do vi
    ver sedentariov.quieio epaciente da. lavou-
    ra, nao pode- deixar de considerar esta em-
    preza tao chioierica, como-1 colonisagao do
    indigena.
    ( 0 nosso proletario- oontenta-se com
    pouco, e o que possue a sua espingarda, a
    sua faca de mato e o seu cao, nao sa verga
    ao trabalho- do campo.
    Para obrigal-o fdra mister outro recru-
    tamento, ou nova cacuda hutnana, como
    3>sa que jd. nos tern feito tantos- males.
    E poderd a nos-a lavoura contar com el-
    les como auxiliar prompto a seus appellos
    e mais, fiadanelles, empreheuder relormts?
    Nao, de certo. Nao sao garantia para o
    futuro, como nao sio auxilio no presente.
    E se do presents e a falta de bragos uma
    das diflk-uldades da lavoura, mudado o nos-
    so systema de trabalho, vir-nos-bio a faltar
    ainda mais, se nao appellannos- para a re-
    forma no modo. de nossa cultura e para a
    colonisagSo estrangeira.
    A nossa lavoura desconheceado em geral
    os principios. os mais elemeBtares da sciencia
    agricola acostumada ao doaainio brutal sobre
    a natureza e sobre o escravo, nao se entrega
    a mais simples experiencia pelo arado, e
    quando a faz, carecendo dos conhecimentos
    Jd uma vez o dissemos a emancipagao
    nao trard a morte d naga >, mas nflo preca-
    vidos e mudado o systema do trabalho, ar-
    ruinard os possuiJores de escravos e os ac-
    tuaes lavradores desappirecrao da scena do
    trbalbo agricola. A prova desta verdade
    temos nos resultados soffridos pela aboligao
    da esi ravidao em outras nagoes. Os que
    se preveniram, salvaram-se; os que sodei
    xaratn no iudilT-rentismo, flcaram arruina
    los. Oi governos pagaram puuo, muito
    pouco, aos posui lores de escravos, e isso
    no bastou a muitos para as dividas, e a
    todos para o reembolso do cjp'tal empre
    gado.
    E quao peiores na j ado as circumstancias
    do no so agricoltor, inbabilitado psra gerir
    de outro modo a vida, sendo manifesta a
    necessidade da molanga radical do seu sys-
    tema do lavoura ? t
    da feliciiade, formam um terrivel contras-
    te com o sangue que representa a morte, a
    ultima de todas as miserias.
    Ao mesmo tempo entregou ao grao-du-
    que as declaragOes dos medicos, nas quaes
    se via que tinbam oncontrado duas causas
    de morte. Urn envenenamento, que pare-
    cia ser pelo arseuico, e uma ferida no ce-
    rebro que devia ter occasionado a morte
    instantanea.
    0 grdo-duque collocou sobre uma mesa
    os'despojos de Branca e dtsse ao bailio :
    Ndo perca um momento antes que
    encontre aquelle miseravel e faga com que
    se prep rem umas magniflcas exequias d
    Qlha do meu amigo o Sr. Reinaldo Albini.
    0 bailio retirou-se.
    Entap o grlo-duque beijou o cabello,
    a corda e as joias de Branca e exclamou
    com es olhos marejados de lagrimas, o
    que n'clle era muito :
    Juro por Deus e pela Virgem Santa
    que primeiro se limparao por si mesmas
    estas joias do que eu me esquecerei de viti-
    gar-te, pobre Branca 1
    XIX
    COMO SEU PAI E SEU TIO OCCULTARAM
    PAULO.
    Nao era cousa facil er.< ontrar Paulo.
    Gabriel Ariosto, que era o unico da
    casa, alem de seu irmao Ludovico, que sa-
    bia que Paulo entrara n'ella, escondeu o
    no mesmo sitio em que Ludovico esconde-
    ra vinte annos antes Genebra Malatesta
    para a livrar das iras da gri-doqueza.
    Era uma especie de subterraneo, que
    correspoadia inferiormente ao quarto de
    Ariosto, e ao qual se descia por meio de
    uma escada encobf rta por uma estante de
    madeira entalbada.
    Aqueliis estantes tinrtim sido dadas a
    Ariosto por Lu recia, porquo o poeta era
    muito pobre e apenas herdara de seu pai a
    casa em que viicra,
    0 subteiTani*j (,ui>-rvava-so no mesmo
    I > e,n quo o ana.''jAra Ariosto para
    kar (icin:l:.i;t. 0 chao e as pareles
    cram rovusli las d'aquella exc--lleuto cal
    -
    hydraulica que usavam os romanos e que
    resiste & aceao dos seculo? ; as paredes es-
    tavam cobertas de tapegarias, o chSo era
    alcatifado e o tecto fdra pintado pelo pro-
    prio Ariosto, que mesmo alii revelia ra o
    seu grande talento.
    Havia uma tal ou qual timidez no dese-
    nho, porern a harmonia e a belleza do con-
    junct faziam esquecer aquelle defeito ; en-
    tre uma grinalda de flores, via-se uma nym-
    pha, muito parecida com Genebra, e, oc-
    cultando-se por detraz do veo seguro por
    um cupido, estava uma serpente que pro-
    curava a nympha.
    A serpente nao podia ser no physico o
    ratrato de Lucrecia, porern Ariosto salvara
    a difliculdade pondo uma corda ducal na
    cabega da serpente.
    A mobilia compunha-se de um leito com
    cortinas brancas, de um genuflexorio com
    uma Senhora das Dores, uma mesa de pe-
    dra com espelho de Veneza, um lavatorio
    lindissimo, uma mesa circular com o pe
    entalhado e dous candelabros de ferro.
    As t-pegarias, que eram flamengas e de
    boa execugdo, representavam fabulas my-
    tbologicas, um tanto picantes, o que n'a-
    quellaepoca era moeda corrente.
    Alii vivera doze annos sahindo apenas d
    noite para respirar o ar no jardim, Genebra
    ' Malatesta e alii morrera acompanbada por
    1 Ludovico, por Gabriel epelo famos i medi-
    1 co Antonio Maria Canani, grande amigo de
    ' Ariosto.'
    Genebra fdra enterrada no jardim por
    Gabriel e por Ludovico e sobre a sepultura,
    ' rodeada de flores, via-se um amor dormin-
    do, o que era anti-christao e com umas
    grandes parecengas a gentilico.
    I Todos sabem, por6m, que 4rosto p^r-
    mittia-se certas impiedades.
    Uma v z mostrando-lhe seu amigo o pin-
    tor Dosso Dossi a tecto do refeitorie do
    convento de S. Benedicto, no q'lal pintara
    o Paraizo, Ariosto diss -lhe :
    Golloca-me alii, meu amigo, para que
    esteja alguma vez entre os anjoa, visto nao
    ter acerteza de entrar no Paraizj.
    Tern, pois, dupla vantagem a importagao
    do brag, i livr;auxiliar o braijo escravo,
    emqoaiitoOr, industriando-o nos trabalhos
    da cultura- aperfeigoada e dando-lhe o ex-1
    emplo do tribalho depors-deliberSo, o, mais
    que isso, resolver praticam=nte as diflicul-
    dades daintroducgaodo arado. convunceiKlo
    pela experiencia aos nossos- agrieultores da
    soperioridade da lavoura aperfeigoada.
    3e a escassez dos bragos uma das maio-
    res necessidades,-que; do presente, aflSgem
    a lavo'ira, a falta de conbocimentos espe-
    ciaes-do novesystema, sendor como e, kn
    p->ssfvel a coBtinuagao do nosso modo de
    cultura, e que a ha de- lovar ao fundo do
    abysmonao ha rendknentos que pdguetni
    os trafedh idores da nossa lavoura, feita to-
    da pelo brag) do homem.
    Na 1 -irop i, estabelecida a cultura do tri-
    go o o producte*della como unidado e ter
    mo de eomparagao para todas as outras cul-i
    turas, esta' verifioado qie nao o.tsegue a>
    diligencia do camponezv que ex^lora por;
    suas maos-o proprio campo,. cultivar mais-
    que um hectaro (oonde de (laspertn, ti J
    pg. 1TB.) de terra no- tempo eonveni-
    ente.
    Se estabelecerraos para a-lavour*do Bra-
    sil, por exemplo, a cultura do arroi, como
    unidade dos calcalos para os estudos agri
    colas,.veP'Sedia, som pequeno esforg-o, que
    pelo modo actual de cul&varmos o-arr< z, e
    enorme deficit aom que-se feeharta a con-
    ta detalhada- desse processo.
    Nao consegue o nosso campones- prepa-
    rar mais de 2,^1 beet .' 1/2- quadra) de
    terreno em tempo convenieuie-t:seriam-
    precisos 2S0 jprnaes para todo o labor desse-
    terreno e o producto nao excedesanao mui
    raramenle, a 7,992 litres, ou 159 alquei-
    res.
    Ora nao se pode calcular era raenos de
    mil reis o salario, incluida a attfnentagao,
    que geralmente pagamos. e assira teriamos
    250X1000=250*000 de despezas, e .
    t50xi,500=-225i500O.de producto I
    E se fizermos um ca-leulo detalhado, se
    cbegard acoutlusao da impossibilidade deser
    tratado tal teneno por um sd. brago, que
    nao teria tempo para- collier tanta semen-
    teira. E nao pagamos renda pela terrs,
    nem impostos pelo producto I
    NaEuropa, ondeo.arroz s6 com trabalhos
    extraordinarios e mettido o trabalhador du-
    raute todo o tempo da cultura dentro d'a-
    gua ou lodo, se conscgue- com a cultura
    aperfeigoada o dobro do que geralmente ti-
    ramos.
    Na Lombardia se obtem 50 hectolitros
    por bectaro, cerca de $50 alqjueires por
    quadra, e em Portugal ja se tem tirado 88
    hectolitros e *; litros por hectaro !
    Andrade CorvoRelalorio sobre a cultu-
    ra do arroz twn Portugal e sua influencia
    na saude publica1860.
    Eis os eit'eitos maravilhosos. da cultura
    anerfeiogoada I
    Mas nos persistisaos em usar, erguidos
    em systema, dos processos da infancia da
    8gricuhura, ndo tendo imita^ores em nen-
    hum paiz civilisado, fazendo tal systema
    uma especie swi generis que nem se pdde
    qualiflcar, sequer de pequena cultura.
    Isto era uma impiedade, porque Ariosto
    duvidava ou da existencia do Paraizo ou da
    raisericordia de Deus.
    Depois da morte de Genebra, Anosto con-
    siderava comi um santuario olugar em
    que ella morrera.
    Nada estava mudado no subterraneo,
    conservava-se tudo no mesmo lugar, os mo-
    veis, os frascos dos reraedios, as essencias,
    a lamparina que costumava flcar de noite,
    emflm, o leito revolto como na occasido em
    que tinham tirado o cadaver.
    Como se deve comprehender, Paulo en-
    contrava por assim dizer, os ultimos rao-
    mentos de sua mai.
    Gabriel, que era um homem severo e
    rude, disse-lhe :
    A sombra do tua radi te proteja, so-
    brinbo.
    Gabriel sabia que Paulo ere seu sobrinho
    por uma revellagdo de Ariosto.
    Paulo commoveu-se profundamente o
    ver aquelle leito revolto e, apezar da terri-
    vel situagao em que se acbava, aproximou-
    se d'elle, ajoelhou e beijou aquellas rou-
    pas.
    Deixe, sobrinho, deixe, dissa, Gabriel;
    6 necessario preparar-lhe esse leito, tal co-
    mo estd nao pode repousar n'elle como ha
    oito annos...
    Ha apenas oito annos que minha mdi
    morreu ? perguntou Paulo.
    Sim, ha sd oito annos que me pare-
    cem oito dias... que digo oito dias I pare-
    ce-me, sem pre que entro aqui, que a you
    ver com os seus cabellos louros cahidos so-
    bre o peito e o seu sorriso de anjo.
    Minha mdi era loura ?
    Era ; quando voltar com as roupas
    para n leito tragi-lhe o retrato d'ella que
    tenlio gu.rdado para que Ariosto o ndo
    veji.
    Gabriel subio, a tinha qtie passar por
    diante.do leito do sou irmSo.
    A respi-agao fatigada de Ariosto senti.v
    so ilemasiado para que GaKriel se ndo in-
    quietass-*.
    Estds peior ? parguntou olio.
    Entretanto, so suppde geralmente e escre-
    ve-se que 6 exercida no imperio em larga es-
    cala a grande cultura, entendendo por tal
    a que dispde de grande pessoal, quando o
    que constitue a dilTerenga entre a grande e
    a pequena cultura, segundo Gasparin, e o
    emprego de auimaes e macbinas na pri-
    meira e sd a forga do homem na segunda,
    um sd trabalhador no primeiro caso trata
    de 1' hectiros, emquanto que na pequena
    cultura um operario ndo semearia a tempo
    mais de um hectaro.
    Ndo sdo estes, pontos dc doutrina, siin
    favlos verificados, que convencem.
    E' portanto dupla a necessidade actual da
    nossa lavourareformar o systema do cul-
    tura para po 'e-la manter c m o brago livre
    e acercarem-se os eslabeleciment >s do popu-
    lagdo bastante para a mauutenga) do sua
    exploragao.
    E para c >n3dguirem-sc estes resultados,
    que e a vida da propria nirgdo, e que devia
    o nosso thesooro estar aberto, conu esteve
    e aindi estd o da Inglaterra, desde a gran-
    de lei dos coraaes ie Sir Robert Peel, para
    o emprego da drainagem, e nao para dar a
    maes cheias aos especuladores de coIobos
    a grand.
    Para emprehendermos a reform* do nos-
    so> momtruoso proresso de cultura, eomo o
    fjualifica Reinozo com- muit9 propriedade, c
    rencer essa primeira difflcnldade do desto-
    vamento, verdadeira sarreba em nossaeter
    cas-p^la multiplicidade* do raizame e tocos
    de madeiras resistentgs, e revolve-la em* to-
    dos s sentidos com o ferro convenient e
    successive emprego dos instruments pro-
    priosr 6 que haveraos mister de homens
    competentes, quo a algiras principios ge-
    wes da sciencia agricola r munam grande
    pratica^ de todos 05 processos mais aper-
    feigoad'>s-que tenham visto e-trabalhado-
    com as proprias mdos.
    E sdbede ponto-psta necessidade quando
    se consideia que, sem alguma pnttica, se
    ndo aprende pels sd'-leitura os tfio variados
    processos de cultura aperfeigoada, e mui
    prracipalmente quern delles ndo ten* nogdo
    alguma, nem exeroplos por onde- se- guie.
    Ensinam os livros as- theorias, as-regras ge-
    raes da pratica, mas o po-las por nbra, sd
    'O'uso; delles nao eolhereis verrScagSo
    exacta do grdo de fermentagdo que requer
    o estrume a'catalizezpor exemplo; fi-
    careis sabendo as regras, mais-ters na
    pratica um trrste desengano.
    Alguns dos-nossos agrieultores-,.e- no- sul
    do-imperio em mais ampia escali, teem en-
    saiado 0 trabalho pelo-arado, mas-tio su-
    perficialmente e com tao pouea- seieneia,
    que ndo passam suas- tentativas de raeras
    experiencias mui imperfeitas, qae- por isso
    mesmo nao-ihes tem dado a elles os-resulta-
    jdos, quo a sciencia promette e que a pra
    tiea da Europa conlirroa.
    Pelo pouco que se publica neste santido
    entre nds, v.--se que nao existe ainda do
    Brasil uma unica lavoura, que empvegue
    todos, ou mdr parte dos procsssos que 0
    systema aratorio requer.
    Em que lavoura no Brasil temos gados
    arragoado&eonvenientemente em esUbutos,
    onde estrameiras hem levaatadas, alfaia
    completa a proporekmada, drainageus, ir-
    rigagoes, >folhamefito racionat e neensetha-
    do pela sciencia e contabilidade agrioola re-
    gular ?
    Em qae lugar do paiz se nos ap'esenta
    um sd raodelo de fazen la para copia e es-
    tudo ?
    Onde-um laboratorio 2para analyses das
    terras e dos estrumes ?
    Nem ao menos uma fazenda modelo exis-
    te, fundada pel) governo,, onde possamos
    adquirir a pratica da cultura aperfeigoada I
    Arranhar a terra com o arado jd e de
    cecto, para os nossos ainda tao ferteis cam-
    pos, um grande beneficio, mas limitado a
    iss) 0 fabrico delles, ndo distanciardo os
    annos de esterilidade pelo rapido consumo
    do humus preexistente.
    Hoje- demonstram com minguadas cothei-
    tas esta triste consequencia da impreviden-
    cia, sendo avidez, as outr'ora ferteis regioes
    da Louiziania, que sd compensam de pre-
    sente o tr -balbo dos que lhes teem restitui-
    do a fertilidade, augmentando-lhos a po-
    tencia.
    Jd etava 'muito mal, respondeu
    Ariosto, porern isto vai "matar-me. Por
    que me mandaria a grd-duqueza meu filho,
    dizendo-me que 0 occultasse como ocjultei
    Genebra ? Que perigo 0 ameaga ? Ndo
    me atrevo a pe'guntar-lhe porque me as-
    saltou uma suspeita terrivel ; quem sabe
    se 0 grdo-d ique teve ciumes... ella ecapaz
    de tudo, nao respeita cousa alguma e por
    isso ndo me atrevi a perguntar a Paulo...
    elle sabe que fui amante de Lucrecia...
    que situagao !.. perguflta-lhe tu, meu ir-
    mao, comtigo talvez seja franco, necessito
    sahir d'esta duvida horrivel.
    Deus ndo terd permittido essa iniqui-
    |dade, meu irmao, respondeu Gabriel.
    D.us permitte tudo em Italia. Pois
    Ique, temos alguma cousa de que nos ad-
    mirar ? pode haver mais corrupedo do que
    a que vemos ? Ndo existem todos os cri-
    mes, todas as impurezas na historia dos
    Borgias ? Como pdde amar a uma tal in-
    fame sendo porque estava contaminado pela
    borrupgdo geral ? Bem caro me custou
    ndo ter reprimido as roinhas 'paixdej I que
    terrivel expiagdo I... Pergunta-lhe, meu
    irmdo, pergunta-lhe, porque e necessario
    que eu saiba a verdade.
    - Tranquillisa-te, interroga-lo-hei, e
    Italvez a situagdo ndo seja tdo terrivel como
    parece indicar a carta da grd-duqueza.
    AfTonso d'E'ste e um tyranno, qualquer
    cousa 0 irrita e e possivel que nSo seja
    tanto como se imagina e que Paulo tenha de
    esta- escondido apenas por algum tempo.
    Vou-mudar as roubas do leito e ndo quero
    deixar 0 pobre rapaz sd por muito tempo ;
    estd muito commovido porque sabe que foi
    alii quo morreu sua mdi.
    Ariosto' suspirou profundamente.
    Procura descangar, Ludovico, disse
    Kiabriel, lembra-te de qne agora necessitas
    mais da vida, pjrquo encontraste aquelle
    que tanto desejavas ver, 0, indnbitavelmen-
    te, has de ser-lhe necessario.
    Sim, descangarei, dissr*. tristemente
    JAriosto, tranquillisa te.
    Entretanto, Paulo examinava os obj^tna
    A reforms, sob ooadigaa de
    de completo triumpho,
    radical, e para a em*:
    guro effeito, am bora
    tro dos nossos agrieultores da al
    cimentos theoricos, releva tejaia
    dos pelos homens da pratica.
    Ndo se transportardo elles para os nossos
    climat sendo por elevados saUrios, mas o
    sacrificio presente scri de aobra resarcsio
    pelas vantagens do futuro.
    Ndo estabelecemos preferencias na qaes-
    tdo de nacionalidade dos matra it trubm-
    Iho ; falta-nos para iss > a seguranca qaa so
    a praties dd, mas se nestes sssum^los poas-
    mos seguir 0 conselho de esoriptores de -
    ta, nao duvidsmos designar os ingJem 9
    a lemacs, como os miis uteis e proprios
    para essas emprezas. Aquelles sdo os bo-
    mens da pratica por excellencia. 96 tem
    por estudo lavoaras aperfcigosdas e para
    qualquer parte do seu paiz para onle lan-
    cem os olhos enco'itram era segao t >dos os
    melboramentos que a sciencia e s experien-
    cia tem introduzid-) e adnptado : estes,
    acompaiihao-lo aquelles em nuius de suas
    quahdades superiores, qusodo filbos da es-
    cola de agricultura pratica de Hobenbeim.
    no Wurt-'-nb -rg, reunern 4 ran ita p-atics.
    bastante sciencia 0 t*--n jd feito su^s pr segundo nos aliir.na oyer, como habeas
    adminislra lores.
    Tal c, segundo supp .mos, a resolug*> do
    graodo problem 1 0 arado em rrx 4o (a-
    clto.
    (ContinHar-te~h*.j
    Calansias asgrfe-alan para -
    arcs.
    MM|n.
    Ontinuario.)
    0 menor de 16 annos pole 3r detidr.
    ate um mez, e de fG a 21 annos ate sets
    mezes, por vontade do pai, independents de
    julgamento.
    A estada em uma col nia agricola era
    sam iluvidr:-n.ma puoigao sev^ra, mas <*em
    ter o caracter inf.imante de uma prisi >.
    O trabalho^ que antes era 11m desp-aset
    torna-se uma consolagdo, e uma n'jeessi-
    dade.
    Logo que am menino na i fade ilo mas incorrigivel. cheg* a Mettray, o direc-
    tor the faz conhecer que. s sui familia
    tem a intengae formal de o fazer encaroe-
    rar, que entretn to, cedendo aos pedidoi
    de amigos, lhe tinha csocedHo uma eoea-
    mutacao, e perroitido a- sua entrsds esn
    uma colonia ; mas que medidas mui seve-
    ras oesperavam, se ella rio aproveitss*)
    esta prova de iodulg-mcie.
    Nao basta esta ameaga, 0 ssenor perde o
    norae para receber um nuanera. A easnr-
    ceraoio ndo tern sido necessarie .- emflm to-
    das as precau^oes sdo tomadas para nao
    comprometter o futuro do edacsndo. Ao
    sahir, as cartas- que elle tent recebido lhe
    sdo entregues 1 o menor traco do passed}
    deve ser riscado tanto quant for possiv-i
    e cahir em esqnecimento.
    Lord Brougham, esta intelbgencii nota-
    vcl, para queas as questoes sociaes ten 0
    primeiro lugar,dizia na camara dos pares:
    Pallarei sobre tudo do estabelecameoto
    franeez de Mettray, por que o relsiorio des-
    te estabelecimento conin Jtllbcs oa aaai
    minuciosos : coasider"-os como concluden-
    tes para o systama seguido naquelle estalie-
    lecimento : muitos outre* se tem formado
    em Franca por. este medela. Coniesso que
    ignoro o que teem feito nossos vizinbos pan
    a reforma doe criminosos. Veria com prs-
    zer nascer entre e-mea paiz a a Fran-.:
    uma rivalidade nobre e generosa, que trou-
    xesse a fuii'taflo de ins4ituigdes como Ust-
    taaj.
    Lord Gladstone exprimio se da Baesais
    maneira 1
    c Quero que a Inglaterra teuba a us be-
    tray. C.outribuirai para isto com o meu
    tempo, com a minha fortuna, e com a mi-
    nha dedieagdo.
    Para bem coahecer as opiuioes sobte Met-
    tray, e precise ler, sem exceptuar neat um,
    todos os opuseulos e obras publics Jas, em
    numero admiravel; 0 que dd testemunba
    do interes-.e que inspire essa bella instilui
    gdo, a que deseja nos presperidads e louga
    ida.
    (Conltnuar te km. )
    [9
    que estt vain no subterraneo.
    Em urns gaveta do toucador estsvs ura
    pente, tendo ainda alguns cabellos louros
    e um toucado de velludo azul recsmsdo d
    pedras falsas. N'outra gaveta estava um
    papel escripto por mulher, e contendo al-
    guns versos do Orlando furioso.
    Aquelle escripto era sem duvida de Ge-
    nebra.
    Paulo beijou o papel e molnou-o com
    as suas lagrimas ; estsvs sltersdo e ssaua
    com muito mais intensilade do qua ss es
    tivesse em uma situagao normal ou em es
    tsdo de veutura.
    A tristeza, de que esta nos possotdos.
    augments serapre a tristeza csusada pete*
    dolorosas impressdes que rccebeanos sac-
    cessivamente.
    Paulo chorava sus mai a ao mesmo
    tempo chorava Br.nca e entre aquellas dust
    formas, desconbecida uma, morte <
    guentada a outra, epparecis Lucrecia
    plandecente, com um brilao internal,
    attractivo de um modo irresirtiral.
    Por detraz d'aquelle grupo pavava pun.
    formosissims e irritada Eleonors.
    No corscdo de Paulo cabtam todos aquel-
    les afJectos e ainda ficava aspaco para ana
    recordagdo triste pelo Sr. da AroestaviUe,
    para um penssraento irsdo contra Micas-
    lotto e pars 0 medo que lhe insoirsvs 0
    terrivel Affonso d'E'ste.
    Gsbriel voltou passsdos dec naanloe,
    trszendo a roupa para o leito ess neat ass
    mdos e na jutra uma cesta coberta coal naa
    panno branco que eocobria conteudo,
    mas ndo tanto que nio deixasss ver o collo
    de uma garrate.
    Collocou eutio s roups sobre uma cs-
    deira e disse, aproximando se de l'au,o,
    quo esfavs s- ntado junto d
    fonrinMr-eA.



    A
    *
    I
    TYP. DO. plAKiy. -Ill* V i/l*Qlt \>i.


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