Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18181


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Full Text

ANNO L. MMEI10 103
PABi A CAPITAL E LUGARES 0\I>I2 VlO SE PACHA PORTE.
Por tres mozes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem..................12JMJ00
Por um anno idem........,.........249000
ada numtro avulso.................. 9320
QIJINTA FEIRA 7 BE MAIO DE 1874
PARA OESTHO E FORA DA PROVUKClA.
Por tres mezes adiantados................ 99750
Por seis ditos idem................. 139&o
Por rflve ditos idem................. 2092*0
Por um anno idem.................. 27f000

PROPRIEDADE DE MANOEL FfCUEIROA DE FARIA ft FILHOS.

ft Srs. Gerardo
Antonio AlvesA Filhos, no Para; Goufalves & Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Oliveira d Filho, no CearA; Antonio de Lena* firaga, no Araeaty ; Joio Murta
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoucio Montciro da Franca, ua I'arahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Penhai Be'armino dos Santos Bui cio, em S
Antonio Feireira de Aguiar.em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, noPil*rd^Alagoas $ lives dC, na Bahia; e Leite,
Julio Ghaves, no Aisti; Antonio Marques da Silva, no HUl; Jose" JusUno
Santo Antio ; Domimjos Jose da CosU flraga, em Kaxareth;.
Oerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(ioverno ill iirovincia.
obopachos da prkside.n.'.i'., 00 d1a 5 maio ok
ob 1871.
Conego Antonio Jose Fir:tiiuo de Novaes Pa-
gue-ae.
Braz Mareelinq do Sacramento. -1)-ferido com
. licio desta data, a Hies kufafia de fazenda.
Candido Vieira da Cu'itn. Como requer, vol-
taudo no mesmo vapor.
Cosma Maria da Con;ii.;"io.-Grace lo 13 dias'
improrogaveis.
Domingos Jose Scares.niii.
irmaudade do Senlior liom Jesus das Dores, em
S. Goncalo, da freguezia da Uia-vista desta cidade.
Inforrao o Sr. inspector di thesouraria provin-
cial.
Joao Jose Mender.toforrae o Sr inpector da
thesouraria provincial.
Major Jolo Jose Corner. Forneca 58.
Jolo Manoel Ferreira Mala. lofonne o Sr. Dr.
caefe de policia.
Jose Mathias da FonceeaInfonne o Sr. Dr.
euefe darepartieio das obras publicas.
Joanna Maria do Rosarij. -Sim.
Joanna Maria do Rosarb.Sim, rnediante re-
cibo.
Luiza Maria Agostinha dos Prazeres.lodei'e-
rido.
Maria Francisca da Conceicio. Eitregue-se.
Padre Manoel Uarroso Pereira. Registre-se.
Maria Anna Cavalcanle Barret] de Souza Leao.
Infonne o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Pedro Thenorio Nogueira. Infonne o Sr. ins-
pector da thesouraria de (agenda.
Tenente-coronel Severiano Monteiro LeileIn-
deferido.
Padre Thomaz Coelho BsliOMuDeferido coin
jfficio desta data, a tne-ouraria provincial.
Thomaz Teixeira Bastes.Infonne o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
DIARLO DE PEKNiMBUOU
RECIFE, 7 DE MAIO DE 1874.
loticix Mo norte le iittperio.
Amanheceram hontem en uosso porto os vapo-
res brasileiros Piraptma e Parana, trazendo da-
tas: do Amazonas 22, do i'ara 29, do Maranhao
(0 de abril. do Ceara 2, do Rio Grande i, e da
Parahyba 5 do corrente.
Dos jornaes e carlas colhemos o seguinle :
AMAZON .>.
Leraos nos jornaes do Para :
' Continuava a traballiar a assemble.! legislati-
va da provincia. A questao de fusao das compa-
nhias fluvial do Alto-A'/iazonas com a Amazon
Steam Naoigition Compan Limited, echoou no
palacio dos legisla lores pom os desmandos prove-
nientes do> iuteresses offendidos e dos animos ir
ritados, tendo sido perturbada a ordem e interrom-
pidos os trabalhos da sessi.' do 18 de abril, quan-
Jo estava em -9* tfractws*r'-pn}eclo que autorisa
a fusic.
Deixemos a narrativa da ir.stissiina scena, a um
dos mais autjrisados orgajs .la opiniao da provin-
cia, o Amazonas, que assim se expressa no artigo
editorial da folha de 19 :
c A opiniau public! se i :ii i revoltala on'.ra o
(-.rooedimento insolito de al^uns Srs. deputados,
que em plena ses-a de ho item insultaram 03 ci-
aadaos que se achavam ua galeria da assemblea
provincial.
Desde que se soube que teria lugar a ')' dis-
cussao do projeeto n I que autorisa o presilente
da provincia fazor, diseric nuriameate, a fusil
dis cjmpanlii.is 11 ivial 1 i Alto-Amazonas e a do
Amazonas, limitidi, eidada de toJas as classes
atnuirampara a assemble.
Nunca os representaa: w do povo viram uma
concurrencia igual : e que > assumpto, directa ou
iadirectameni -, diz respeilo a lodos.
Logo que o president; la assemble! declarou
iiue estava em 3* ditcussao > referido projeeto, o
&r. Antony, joven araazonense, cheio de verdadei-
ro interesse pela sua terra natal, quo tern nelle
uma das mais nrmes esperan^as de fuluro. apre-
-entou um projeeto substita ivo a> quo se discutia,
estabelecendo a clausola le sar submettido a ap-
provacao da assemblea, em sai futura reuniio or-
dinaria, o acto da reside icia da provincia.
a 0 Sr. Guimaraes pedinJi a palavra pela or-
dem, discutia extemporahanijiile o projeeto apre-
r-entado : o deputed) Nin., coom queslao de or-
dem, provou que o Sr. Guimiries uiio devia pro-
--guir em tal discussao.
c A galeria, reprovand, a procedimento do Sr.
Guimaraes, n.io pode center uma manifestacao,
iafringindo biveluaiariamente a disposicio do re-
giniento da casa, gue alia ua) tern obngaca) de
ronheeer e que nao Ihe l.avi.im mostrado.
Chamadaa ordem pe.j respeitavel pre3idenle
da assemblea,e, quando pr.iestavam respeitar a-*
sua3 reclamagjes, invade a galeria, impruJente e
mdebitaraente, urn raoco a [uem o Sr. Peixoto re-
vestio da autoridade policia, e coin vozeria e au-
dacia, propria dos vassal:)*-de S. Sxc, prendeu,
e3tupidamente, um digno buiiarel J
c Os cidadaos reclamiran contra tal violencia
8 uma voz q te coitestava a Sr. Ponce de Leon o
direito de pren ler ao Sr. Dr. Sergio, fez ouvir as
palavras nao pode I
Bsta phrase, que se Jirigia a um moco que
indebitamente oceupa um lugar importante como
o de delegado de policia,. p)r .sua crassa ignoran
cia, aiem de outras qaalidades de que carec, foi
attribuida como dirigid! a) Sr. prcsidente da as-
semblea, que ameacara :..: r despejar a galeria,
se uio se contivessem.
Nasta occasiio tornoi. w a tumulto geral e al-
guns deputidos da maiori'. atiraram aos cidadaos
qua se achavam nas galsrio- insultos e provoca-
;oes que, para hoara dssses. m ssmos cidadaos, di-
remos que nao foram devolvidM,
0 veneraa I > president-., o Sr. aoronel Tapa-
jos, digno da coasideraji) de todos, dispondo de
'.:ortezia e de energia, poz e:n iiberdade o Or. Ser-
gio, e repellio a intervea:i > inlebita de oatra
forca, no recinto da assemSloa, que nao fosse a
lorca moral de que se aclia revestida a commisaao
da policia, de que e elle principal membro, res:
tabeleeeu a ordem de ib^o a onlinuaretn os tra
bilhos.
0 St. Xina, antao usand-i da pafavra que Ihe
bavia sido concedida, apre-entou outro projeeto,
d'onde transpira o verdadeiro civismo, e o desin-
teresse com que deseja sacrifbar-ae polo progres-
80 desta pfoWncia.
0 Sr. presidertW, ii ::: I > na forma dj.ro-
gimento, elegeii uma e.: -- i q-ie tem de fun
dir os ire! p"'jectos, u q_.. ii-oa eomposla dos
Srs. Guimaraes com 10 rotas, e os Srs. Bello e
Leao com oi{o cada um, c t.-ia sorte que os favo-
receu, pois o Sr. Dr. Aclony tambem teve oito
votoa.
Eis os factos que oocorreram e que provaru
que a opiniao publica reprova se.nelhante (u-
klo. >
Era signal de regosij) por oste resuliado, que
elle cbama espltndenle triumpho da minoria, o
precitado jornal imprimio em papel de cdr a sua
Folha de t9. ^
Accrescentemos que electivamoate, pelo que
commei cio amazonense traduzira eloquentemente
e.-ta (>pposii;ao euderecando ao corpo legislativa
uma i epresentapao Concebida nos seguintes ter-
(iios :
111 ns. e xms. Srs. deputalos a assemblea
provincial do Amazonas. Os abaixo assignados,
negociantes desta praca, vea respeitosamente re-
ijuerer a Vv. Exes, aexeencao dis beneficas dis-
posi^oes com que haveis decretado o art. 6 da lei
n. l.-iS de 7 de outubro de 1866 || 5* do art. t3
da de n. i\'i de 27 de maio de 1872 a 7* do art.
13 da A*it. 2?8- Sim, senhore^ deputados, o commercio sobre
que reflecte directamente o resuliado da navega-
tao, se nao tem florescido nesta provincia, como
acontecera, quando a iniciativa particular Azer
multiplier as vias de cunnuuicacai) com as de-
mais firar is nacionaes e com as estrangeiras, o
que depende de muitas c rcumstancias quo nao
podem bscapar a vo-sa iliustrai;io, tem ao menos
desenvolvid) muit) suas operates; desde que o
vo*o patriotismo, reconhecendj a necessilade de
estabelecer a concurrencia n \ navegacio, vos ins-
pirou a derretapao la primeira das citadas leis.
c 0 cammercio desta provincia via com prazer
que a iniciativa particular coraecava, a desenvol-
ver se pois que haviei quebrado as fore as desse
colosso i|ue despoticamente impunba a todos seus
privileges e suas fabulosas subvenQoes.
a Se, porem, desaparecer a companhia fluvial
do Alto Amazonas, que tambem subvenciomda po-
dia comfietir com a poderosa companhia hoje in-
gleza, (!) esta restabelecera o seu antigo domiuio
absoluto e morta sera a iniciativa particular.
f Os abaixo assignados esperam de vos so patrio-
tismo e de vossa illustraeao, que attendendo ao
justo pedido qie vos fazera, nao consintaes na fu-
sao das duas companhias, que restabeleceodo o
monopolio que sera entao exerciio a sombra de
uma das mai >res potenuias do mundo. impora leis
ao commeacio, que farao realisar o estado no es-
tado.
t Os abaixo assignados de vossa illustraeao e
patriotismo E. R. M.
Manaos, 8 de abril de 1874.
a Esta representa;ao esta assignada por 98 com-
mere i antes.
No dia 10 tinha ja havido uma se-sao tu-
multuosa na a.-socia;ao commercial.
Tratava-se da quetla) da fuslo, e, tendo o ne-
gociante Bernardo A. de Oliveira Braga pedido a
palavra, negoii'lh'a o respectivo presidente, alle-
gando que o discurso era escript > e o oraJor nao
era national, e por.|ue lia-se na intencao do ora-
dor o lira de censurar o governo da provincia que
permitte a fusao I As razoes sao de cabo de es-
quadra.
''. iniiQu iva a variola a dizimar a populagao
da capitate a de aljruns outros ponl)S da pro-
vincia.
A's '> horas de tade de 12, regressara ao
ancoradouro de Manaos, o vapor Andiid, que. tea-
do sahido no dia autecedeute para o Purus, ahal-
roara as i horas da madrugada com o Inca, que
na mesma occasiao sahira para o Loreto.
As duas embarcacoes abalroaram na altura de
Manacapuni, resultando deste sinislro ficar o An-
dhi com a caixa e pas da ro da de estibordo todas
destruidas. O luct segoira tua viagem.
A presilencia da provincia por act) de 13
re-cinlira o contrato celebrado com Antonio da
Cunha Meodes & Pilhos; para a publicacio do ex-
pediente do governo, leis e regulamentos, cujo
coanpromisso passou a Jose Carneiro dos Santos,
com a propriedado do Amazonas.
- Em Tabatinga lavrava com mtensidade a va
riola, tendo feito ja bastantes victimas.
As chuv.is tinham alii sido torrenciaes e quasi
sem cessar.
Continuavam em andamento os trabalhos da
fronieira, ja estando bastante elevada a parode da
frente do novo quartel alii comegado em setembro
do anno passaio pelo tenente-coronel Josii Cla-
rinlo.
Nosso
guinle
TARA.
correspondente da capital escreve o se-
se deprehenda das cartas e jornaes, era a opiniao
publica avessa a tal fu?So da? companhias e o
A assemble.! provincial, como ja annunciei,
encerrou-se a 15 do corrente, sera raaior incidenle
a nao ser algumas leis, que uio foram sancciona-
das pelo actual presidente, quer por serem contra-
rias aos iuteresses economicos da provincia, quer
por sua inconstitu;ionalidade.
c Parece que a situate politica aqui douiiaante
ha solTrido grande ahalo desde a presidencia do
Dr. Cunha Junior; o actual administrador tem
por assim dizer seguido a mesma linha de conJuc-
la, o jue torn desagradadj as influencias da refe-
rida situacao.
c Espera-se mesmo mudanca de presidente, pois
e de cre'r que os deputados geraes, conego Siq iei-
ra Mendes, Dr. Amaral e o proprio conselheiro
Fausto de Aguiar, enyidarao esforcos para a sub-
stituicao do Dr. Peoro Vicente de Azevedo.
Xlo ha duvida que ha grande desconlenta-
mento nos arraiaes dos conservadores nao dissi-
dentes; alguns destes tem-se mesmo desavindo
com os correligiouarios e ja v.io fazendo uma cer-
ta scisao.
A -1! : i ;11 politica do Para nao e invejavel,
pois que os partidos Imam com serias divisoes e
subdivisoes entre os pronrios correligionarios, an
tes pode-se dizer que a luta dos interesses inlivi-
duaes sobrepuja asconvemencias dos partidos.
Ha com tudo nisto uma vantagem; porque
i|uem governs, embora desagrade a quern mrra
somente certos intuitos, marcha mais desas-
sombrado ante a opiniao sensata dos que nao
se levain pebs iuteressos partidarios, ou de me-
mento.
< Felizmunte a administracao do Dr. P. d'Aze-
vedo vai caminhando coin paz e seguranca em
prol do bem estar da provincia, assim como en-
vidaudo os necessarios esforgos para assegu-
rar a economia dos negoctos e dinheiros pu-
blicos.
t Ha tempos que n'uraa viagem de Breves para
Malgaco havia desappapecido um meuor portuguez,
que tinha sido in:umbido por seu tiu Jose Uias
Castello. alii commerciante de nm negocio naquel-
las paragens.
Os individuos que acompanharam ease infeliz
eram pessoas da conQanca de Castello, e por Unto
causou gran 1: impressao o desapparecimento do
seu sobrinho.
Tinham-se envidade todos osesforcos, e d8-
pois de inqueridos e presos os seus companheiros
foram soltos, por falta de provas acerca do deslino
que tivera esse raSnino.
Jose Dias Castello, inquieto.e desconfiado pela
sorte de seu sobrinho, veio a capital, a tendo uma
entrevista com o cousul de sua magestade Gdelis-
sima, acaba de ter a satisfacao iff ver que o seu
coisn', toman lo em aprer) cMe npgocin, ;onse-
gliio p ir snas solioilafiws as auloridides J > o-'iz,
fosse de-o il)rU a verdadu de sem dhautc acoiite-
ciraenlo, pois eilee.tivamente o m-mor Jose Fer-
reira Dias, (4al e o seu uome), for a assassinado
por um dos companheiros, e tanto assim que o
criminoso ja se acha recolhido' a cadeia publica,
Sracas as diligencias do juiz de direito de Pato,
e M6r e G.iapa, delegado de policia de Breves,
Lindolpho Jose Burle, e outras autondades que se
interessarara nesle negocio. -
Faltam os outros complices que se evadiram ;
mas a policia'anda-lhas no encalco por toda a par-
te, visto o assassinato ter sido combinado e preme-
ditado entre os companheiros de viagem, para rou-
bar a canua, o dinheiro e mercadorias que levava,
a Dizem que a ordem dedeteocSo do bisao ja esta, guarda d'alguma cousa que se la salvando, e pro
aqui; que S. Exc. Rvm., logo que chegue o vapor, cedeu logo com toda zelo e interesse as averigua-
que o tem de conduzir, embarcara, sem ser pre
ciso ir para outra ptisao, como succedeu ahi cum
o Rvd. bispo D. Vital.
Nesta provincia, a questio tem tornado uma
attitude mais calma ; nao ha presentemente tanla
exciiayao de animos como houve por ahi; pode-se
?oes de sennlhanie facto.
Pede a justica que cdnsignamos um vote Je
loavor ao Sr. Dr. Mendonja pelo bem que se hou-
ve em_tao difflcil ocenrrencia.
< Van sendo animados 3 bem concorridos os
exeroicios do mez marianno na cathedral, e nas ca
dizer mesmo, que embora a questio fosse aqur nellas da Praiuha, de Nossa Senhora do Rosario,
ioiciada, uitimamente ha mais prudencia era apre.jjLaLivramento e de S. Bernardo, reiuando sempre
ciar a questao religiosa-maconica. .^siiuelle espirito religiose que e para desejar.
l'em-se operate- tun cwto iuWWIW a favor* **" i Poii)omfto J6*6 Bernardino da Sil
da religiao, atlentas as conferencias que tem sido
feitas pessoalmente pelo Rvd. bispo na Cathedral,
assim como porque o negocio com a attitude que
tem assumido, pode trazer gravisimas conseqden-
cias para o bem estar e iranquillidade do paiz.
i Sem duvida a questio, ao ponto a que tem
attingido, e por demais melindrosa e por isso ha
necessidadedetodacalraae prudencia que paraseja
decidida eapreciala como aeve ser. e de mats a
mais no momento em que o corpo legislative vai
funccionar e ha de certo tomar conneciraeuto de
todo este negocio I
Vai construir se o hospital da So.-.iedade Por-
tugueza Beneftceate ptra o qua I esia comoraio
o competente terrene.
a Para este ell" -do acaba de ser Jecidido em
uraa reuniao fe.ta no consulado portuguez, que o
saldo da subscripoao que acora nissio portuguezi
de soccorros leuha nos ban;os, produito de iffer-
las e donatives para soccorrer os atacados de fe
bre amarella em 1871, fosse entregue a aquella
sociedade, sendo ) seu valor e juros ate fia> do ul-
tima anno de 21:268J6!4,
c Consta-me achar-se orcada a obra em cerca
de dusentos contos ;'por conseguinte foi esta ver
ba um optimo auxilio por pane dos sigaatarios da
subscritic.io e offereutes de doualivos a favor das
obras do mesmo Hospital.
Chegou de Liverp >ol o vapor inglez Mallard,
da companhia que se preten le eucorporar, do
Amazon is em direitura a Europa.
u Ainda n Jo e uma companhia deflnitivamente
organisada, porque o empreiteiro, o negociante
Alexandre Paul i de Brito Amorim, encontrou seas
entraves e difflculdades na Europa, para organi-
sar accionistas ou capilaes. ,
0 vapor Mallard veio para uma mera expe-
riencia, tendo tocado ua Europa, em Vigo, Lisboa
e Madeira ; na America do Sul ; Para, Santarem.
Obidos Supa e Manaos, para cujos portos ja vai
em viagem desde o dia 23 do corrente.
c Por este vapor tambem esperavam-se 200 co-
lonos portuguezes e hes..anlioe.-, do contrato que
o governo imperial fez com o Dr. Bento Jose da
Costa, e por este cedido a terceiros.
t Tudo estava aqui despre/enido para o receb -
mento dessa gente por haver duvidas a quern cor-
re o dever acerca do recehimenlo e snsteoto dos
ditos colonos pelo espa^o determinado, segundo o
contrato.
Ao governo imperial vai ser subraettido este
negocio, porque mais mezes, m>nos mezes, deve-
mos ter por aqui os ditos colonos, visto tocar ao
Para cerca de 1,200.
a Do commercio nada pos'o adianlar, em con-
Silveira
interinamente exercer o
jury e execucoes deste
tudo pertenceite a Jose Dias
mercia por aquelles lagares.
Castello, que com-
sequenca de nada haver de importante.
* E' esperado a todos os momentos o vapor in-
glez de Liverpool que toci em Lisboa, denominado
Ambroze ; ja tarda desde 24 do correnle.
i Si dia 23, sahio para esse porlo o pataclio
portuguez Michaelense.
t Ate o flm do mez de/em sahir, para Portugal
as barcas Linda Palmeira e Adelaide ; para o
Havre a Linda, e para Londres, ate .."> de maio,
a barca Camponeza, fretada por 600 libra?.
aFicam a carga para New-York 2 navios arne-
ricanos.
a Falleceu o depulado provincial Delphim Fla-
vio Portugal. >
Lemos no Diario do Gram I'ara :
t >o dia 1* de abril chegaram a Tabatinga os
vapores brasileiros e peruanos ao service da coin-
missao mixta de demarcacao de limites entre o
imperio e o Peril, Irazendo o pessoal d> mesma
commissao, de volta das cabeceiras do Javary,
muito desimado pelas molestias que o assaltaram.
Ficou assentado o respectivo marco na na^cente
principal de Javary, tendo lugar o acto na maiar
barmonia por parte dos commissarios das duas
nacoes, oaseados- nos eaiculos feitos segundo os
priucipios da sciencia.
< Morreu na foz do Pay sand ii o agrimensor
Carlos Guilherme von Hoonlioltz, membro da com
raissio brasileira e irmio do Sr. oapitao de fragata
barao de Tell'e. Chegaram muito doentes os che-
fes das commissdes brasile e peruano capitao de fragata D. Guilherme
Black.
i Uma earta escripta de Tonantins era 5 de abril
da a noticia de terem alii chegado em Janeiro tres
grandes canoas vindas de Nova-Granada pelo rio
Napo, tripoladas por vinte e tantosindios neu-gra-
dinos e sob as ordens de um padre e de um ceie-
bre Fernando Santa Cruz, ambos desta nacionali-
dade. Este Santa Cruz e tillio de outro nao menos
celebre, que ja uma vez mandou arrancar os nos-
sos marcos do li;a.
c Fa I lava sempre Santa Cruz era protestos a pro-
posito do dominio do Brasil no lea, de sorte que
attribue-se-lhe o encargo de fur fundar uma
raissio neste lugar, apezar de ser territorio bra-
sileiro.
< Coiacidio com a chegad* destes neu-grandinos
a Tonantins a do tenente-coronel do corpo de en-
gen heiros Jose Clarindo,director das obras de for-
tilieacoes das fronleiras brasileiras. Os neu-gra-
dinos retiram-se pelo Napo, em fins de marco.
Reinava a variola em Napo, onde morreram
muitgs indios da expedicao neu-gradina.
MARANHAO.
0 Exm. e Rvm. diocesano publicara o breve
Q'lanquam Dolores.'
Com o lim de se orgaaisar uma sociedade
para o estabeleciraenlo, na capital, de uma prensa
de enfardar algodio, promovera-se uma subscrip-
cao, que montava ja a 141:080/000.
Naufragara, nos baixos da Tutoya, o hiate
americano Showne Electric Spork, capitao W. J.
Proquees, com 6 pessoas de tripolacao, que ia de
New York para o Rio da Praia, sendo os naufra
gos levados para a provincia do Ceara.
CKAilA.
Da. capital escreve nosso correspondente :
i Segue hoje para ess* provincia, no gozo de
uma licenca de tres mezes, que obteve para tratar
de sua saude, a procurador da corda da relacao
deste districto, desembargador Jose Nicolao Re-
gueira Costa.
< Que .o Sr. desembargador Regueira Cosla, no
seio de sua Exma. familia, se restabeleca dos sens
graves incommodos, e com breve torae a esta pro-
vincia. sao n* nossos mais sinceros votes.
< No dia 3D do mez lindo, ;>or volta t^e I'2 hcra
da manlia. maiiifestou-se incen.lio no e.-Jabeleci-
mento de Carlos Hardy, a rua da I'alma desta ci-
dade, no andar terreo ua casa do Dr. Manoel Fer-
nandes Vieira, cujo incendio foi apercebido do
andar superior.
c Duas horas depois de afanoso trabalho, devido
mais principalmeote a falta de instruments aprc-
priadps a extinefio de incendios, de que tanto se
resente esta cidale, conseguio-seM o.ninar o fogo,
ficando, porem, completamente estragadas as mer-
cadorias e a armacao. 0 estabeleciinanlo estava
seguro ua quantia de 5^:000/000.
i 0 Dr. tbefe de policia compareceu immedia-
tami'nte ao lugar e com aquella aclividade que lbe
e reconhecida, den as melhoros disposicoes quer
ao trabalho da extincQio do incendio, quer a
Torres Portugal para
olllcio de escrivio do
termo.
< Foi encontrado na noite de 26 do mez passado
e no lu*ar Pas*agem do Rio, terrao do Acaracii,
urn cadiver quasi todo devorado pel is urubds:
apezar d) estado de decomposiciw, foLreconhecido
ser o do maniaco Ignacio, da cidade da Granja,
que errata por aquellas paragens.
Falte^u, na villa do Limoeiro, o capitao Joa-
quim Hihiiro 9essa, com 65 anaos de ida le.
Em Qiixeraraobim e no Limoeiro g assam as
variolas.
< As notcias do interior sao bastante animado-
ras. O invemo tem sido muito criador. Ha abun-
danua de pisto no sertao. > -
rio giunbi:.
Nosso Correspondente da capital escreve o
seguinte :
Pelo teneite Francisco Cisar do Rego Barros
foram presos ia Maeahiba, de ordem do Sr. Dr.
ciiefe de policia os criminoso < Jolo Antonio Je
"reita?, vulg) Jiao de Victor Cab ir6 ,e Joanna An-
tpnia de Souza,oronunciados, auuelle como incur-
so nos arts. 199, 2' parte e 223 d) Cod. Grim, e
e.-ia no art. 201 do mesmo Cod.
Aquelle olfleal foi mandado louvar em nome
dapresrdencia peo zalo e promptidao com que se
houve no deseaoenho dessa importante com-
missio.
Foram presos em flagranie delicto pelo dele
ado de S. Goncal\ no lugar Guanduba, os ladroes
D cavallos, Ignacio Francisco da Silva e Joaquim
Alves d is Santos, noradores no termo de Goyan-
ninha.
0 deleg ido Francisco Coelho de Assis proce-
deu, como Ihe cumfria, observando immediata
4 inente o disposto no ;rl 132 do Cod. do processo,
passand > ao depois a organisa;io do competente
inquerito policial.
a 0 professor de inslruccio primaria da villa de
Canguarelama, Luiz L)pes Poreira Filho, dirigio-
se ao director da i/utrucca) publica, participando-
Ihe haver proifiovido uma subscrip; to para a
construcca > de uma casa de oscola : o airector
dirigio-su ao Ktm. presidente, e S. Exc. respon-
dou-lhe com oseguirite offlcio :
a I." seccie. Palacio da presidencia do Rio-
Grande do Nirte, 24 de abril de 1874. Recebi
com muita sttisfacio o olllcio que Vmc. me dirigio
hoje, sob n. 33, acoinpaubado de outro, que in-
cluso devolMi, no qual o professor publico de ins
trucciio pnmaria da villa de Canguaretama, Luiz
Lopes Pereira Filbo, participando haver resolvido
promover uma subs xipclo, cuio producto ja moo*
tava a 200iO i0, com o Qm de ser conslruido um
c '.illcio com as dCComuiDdafOus iiece?s.u i...-
"escolas diurna e nocturna daquella villa_e a uma
bibliotheca popular, pede a coadjuvacjio desta
preo len.s.i para realisar o ieu palriolico in-
tento. Em respoita ao citado offlcio, tenbo a di-
zer que me foi bastante agradavel essa parti-
cipagao, o applaudindo muito os bons desejos des-
se proftssor, recommendo a Vmc. que o louve,
em nomc desta pr sidencia, por csse acto de pa-
triotismo, asseguraudo-lhe ao mesmo tempo que
desle ja tica a disposicio das pessoas que se en-
carregarem da obra a importancia que tiver sido
arrecadada nesse municipio, e exista na th soura-
ria provincial, provenienle do imposto addicional
dc 3 0|0, assim como, que opportuuamente solici-
larei a aemblea legislativa provincial um auxi-
lio para a dila obra. Outrosim, declaro a Vmc.
qae nesta data, mania levanlar pelo eagenheiro
d.i provincia uraa planta de um edilicio apropria-
do ao duplo fim a que se refere aquede professor,
a quem a mesma brevemento sera enviada. Deus
gnarde a Vmc. Joiio Capistrano Bandeira de
Mello Pilho. Sr. Dr. director geral da instruccao
publica. o
c 0 delegado de policia do termo do Ceara-mi-
ritn, mijor Antonio Benevides Seabra dc Mello,
acaba de elTectuar uma importantissima diligencia,
a respeito da qual diz o Conservador :
A policia do Ceara-mirira acaba -de realisar
uma importante diligencia que faz honra ao dele-
gado Sr. Benevides e ao distincto Sr. Dr. Correa
da Silva.
< 0 negociante Francisco Maria Dantas, queixa-
va-se de que o seu estabelecimento tinha sido rou-
bado por diversas vezes, penetrando-se nelle por
meio de chaves falsas.
Mas nenhum dado positivo, nenhuma informa-
cao aceitavel podia fornecer para descobrir-se o
aulor de semelhante crime.
0 delegado major Benevides, lomou todas as
providencias que as circumstancias aconselhavam,
e com tanta prudencia e circumspeccao foram ellas
executaflas, que as 3 horas da njadrugada do dia
17 do corrente, era pre90 Joao Antonio de Olivei-
ra,-na occasiao mesma em que entrava no estabe-
lecimento commercial, sendo apprehendida a cha-
ve falsa de que se servia para a perpetracao do
crime.
t Recelhido a prisao, cetcada a casa de sua re-
tidencia, ate que despontasse o dia, deu-se a bus-
ca necpssaria, e alii encontron-se fazendas, roupas
.'eitas e calgado pertencentes ao estabelecimenta do
Sr. Moreira Dantas, fructo dos roobos anterbros,
assim como outros objectos nao pertencentes aquel-
le negociante, eque denunciam crimes semelhan-
tes commettidos contra a propriedade de outros.
t A mulher de Joao Antonio, apenas sentio que
a casa estava cercada deitou-se em uma cama, nn-
gindo-se doente, quando estava de perfeita saude.
armada de um rewolver e de um punbal.
Poude, porem, ser desarmada, e At levantar-se
da cama, encontrou-se*alli os mais preciosos dos
objectos roubados.
t Estes factos revelam a combinacao e accordo
de vistas entre marido e mulher; elle atirava-se
ac campo para a conquista da propriedade alheia,
em quanto el la adestrada no offlcio, empregava-se
na occultaQao.
0 aystema de roubo estava perfeitamente or-
ganisado, os instrumentos insidiosos empregados
nabilmente, e capazes de illudir a vigilancia dos
donos das casas e da policia.
-t Porem, Joio Antonio tratava de accumular
grande quantidade de objectos de valor, e ousado
proseguia era sua raarcha, ate que afinal foi sor-
prendido em flagraote delicto.
A' cirrumspeccao com que procedeu o deie-
ga.lo do Ceara mirim. deve-se a descoberla dessa
nova mh ifa mc, onde ia encerrar ?c o producto
do trabalho alheio.
< Bern mereceu o Sr. Benevides por esse uovo
e relevanle servigo que acaba de prestar ao traba-
lho honesto e a aeguranca da propriedade na villa
do Ceara-mirim.
t E' com razao que o Dr. Correa da Silva tem
crimes, que infelizmente vem augmeotar o nume-
ro dos infelizes, que a moral e a lei condemnam.
PARAHYBA.
Em 5 do corrente, escreve o nosso correspon
dente da capital:
< Como Ihes haviamos dit > n* noasa anterior,
foram effectivamente inauguradas, na noite de 3
do corrente mez com toda solemnidade, em pre-
seno i de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, di
rector interino da instrucgio publica, funcclona-
rios publicos e bastante povo, mais duas escolas
nocturnas de- instruccao priraaria nesta capital;
tend) S. Exc, em uma deltas, feito um breve, po-
rem eloquente discurso com relacao ao caso; con-
cluindo com os vivas do costume que foram en-
thusiasticamente correspondidos por todos os es-
peetadores ao som da musica marcial, e estrepitos
dos foguetes.
Na mesma occasiSo, o director interino o Sr.
Maunque Victor de Lima, leu nm longo e bem
acabado discurso ; fallando tambem com relacao
ao mesmo assumpto o professor Joao Hamilton).
Apraz-nos sempre dizer uma e muitas ve-
zes que o mais importante melhoramento moral,
aquelle donde emana toda a felicidade de um po
vo, e o eleva ao fastigio da raaior gloria a ins-
truccao publicase vai derramando e desenvol-
vendo nesta p evincia de um molo prodigioso.
a NJo ha nada mais bello e agradavel do que
ver o esforco com que o meni no, o rapaz e ate o
homera ja feito, procuram instruir-se, raatriculan-
do-se nas diversas escolas diurnas e nocturnas
desta cidade, as quaes se acham replelas de alum-
aos.
Ja nao ha mais razao para que o pobre, que
liio ten meios para sus'entar os seus filhos nas
escolas diurnas, se lastirae, porque ahi estao as
locturnas tudo facilitando.
i Todos, finalmente, por tao import inte melho-
ainento, cuja autoria pcrtence ao Exm Sr. Dr.
silvino, se mostram satisfeitos e bemdizem o nome
le S. Exc. a quem nos, por nossa v>z, levanta-
nos um vote de iincera gratidao.
i Em uma das escolas, de que nos occupamos,
a se acham matriculados 67 alum aos, dos quaes
:o;npareceram nesta noite para mais de 50 !
a Os negociantes desta praca, Victorino Jose
laposo e Antonio Angelo Fernandes, acabam de
ilTertar a S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
otn destiao as obra.- da casa da es'.ola d:-- rua
firquez do Herval, o primeiro, a quantia d-....
c S. Exc. agradoceu tao importantes daoativos,
nandando recolhe-los a respectiva caixa no the
ouro provincial; levando tudo ao conbecimento
lo governo imperial.
c Foi preso na cidade de Pombal, a ordem do
)r. chefe de policia, o alfer ts da guarda nacional
"ustaijuio do Rego Toscano de Oliveira Nobrega,
om j connivence ni arrorobaraento da cadeia da-
quella cidade e faga dos respective* presos.
Foi tambem preso na villa do Catole do Ro-
ifcha, a ordem do Dr. cbefe de policia, o celebre cri-
ninoso ja sentenciado, ennheci lo por Passarinbo,
|oe se havia evadido da dita cadeia de Pombal.
No districto de Nova Cruz, da provincia do Rio
Grande do Norte, fera igualmente preso o crimino-
o de raorte Jose Targioio de Oliveira, processado
10 lerrno UU ~>l liiiau$ 0 coronel commandante superior da guarda
lacional de Pombal, Joao Dantas de Oliveira, com-
ilicado no assassinato do ioteliz Vulpia Alba e na
uga dos presos di cadeia daquella ciJade, aca-
ia de ser suspenso do respectivo exercicio por
empo indeterminado, por decreto de 18 do mez
indo.
Renderam as reparticoes da alfandega e con-
ulado provincial no raez de abril proximo Undo,
primeira 17:08J*67i', a seguuda 12:831*515.
distinguido a um tao prestiraoso auxiliar de sua
administracSo, e que o governo imperial ja uma
vez coudecorou o Sr. Benevides por services prei-
tadoa ao estado.
c A administracao do Sr. Dr. Conea da Silva
tem sido uma serie nao interrotnpida de bellos tri
umpbos, capturando os mais audazes criminosos,
doscobnndo e perseguiodo os autorea.dos. novos
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO DE 20 DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAR.
* (Conclusao.)
. ORDEM DO DIA.
Entra em 3.1 discussao o projeeto n. 9 deste
nno, lixando a forca policial para o anno iinan-
eiro de 1874 a 1875.
O Sr. >asciinciiio Poriella : Sr.
>residente, muito de propositodeix.i de occupar-
ne com o projeeto n. 9, em sua 2.' discussao,
iguardando a 3.* para fazer algumas considera-
oes no senlido de mostrar quanto me parece elle
i leficiente e cbaraar a atten^ao dos membros da
espectiva commissaio para as reflexoes que tenho
a fazer, esperando que, se acharem procedentes,
11 se dignarem de aceita-las, offereqam elles proprios
mendas que corrijam os defeitos, e lacunas, de
jue me parece resentir-se o projeeto.
Ha, como ve a assemblea, duas paries differen-
es a considerar no projeeto : a forca policial de
aracler militar, e a forca policial de caracter lo-
al, desprendida de organisacio militar. Que esta
i listinccao seja feita, coraprehendo, acho razoavel,
aoto mais quanto, como uma consequencia delta,
a commissao propde que a primeira forca seja
paga pelos cofres provmciaes, e a segunda pelos
ofres geraes. Por esta forma a commissao satisfaz
ima necessidade palpilante, qual a de alliviar os
i ofres provinciaes se nio de toda, pelo menos de
ima grande parte da despeza feita com a susten-
acao da forca policial.
I Tanto mais necessaria e essa distinccao, luanto
ne parece que, uma vez adoptada ella, o service
i olicial nas localidades, em que se organisar a po-
licia local, naturalmente sera mais bem feito do
oue pela policia de caracter ou organisacio mi-
litar.
Aceito, portanto, a idea da commissao : a poli-
cia com organisacao militar e a policia local. E
esta distinccao esta perfeitamente de accordo com
o pensamento manifestado pelo governo imperial
em um aviso, cuja data nao tenbo presente, em
que se faz sentir as presidencias das provincias
hue convem que as assembleas provinciaes, ao de-
cretarem a forca policial, attendam a necessidade
que ba actualmente de augmenta-la, por estar a
guarda nacional isenta do service merameate po-
bcial que ate agora prestara ; e manifesta-se tam-
bem o pensamento do governo de qae as assem-
bler provinciaes no exercicio da aUribuicao de
Qxar a forca policial podem decretar a forca poli-
cial local, como a que mais apropriadauiente pode
ter o nome de forca policial.
Estou, pois, de accordo com o pensamento da
commissao ; mas ha nm ponto a examinar, com
relacao a policia local.
Me parece que para me esta policia local salis-
faca ao fim a que e de.-tioada, cerrespooda as vis-
tas da nobre commissao e a ^spectaliva nossa, e
preciso nxar limites para a escolha do pessoal res
pectivo. Em minha opiniao, Sr. presidente, e pre
leiivel que a policia local seja escolhida d'entre os
proprios habitantes da respectiva locatidade.
0 Sr. Ratis k -So. va : Afwiado.
0 Sr. Gomes Parente :-E' essa a idea do pro-
jeeto.
0 Sr. Nasciment* Port ella :Folgo muito de
estar neste ponto de accordo com a nobre com
missao, attento o aparte que vae acaba de dar um
dos seus inembrM ; mas, sendo este o pensamen-
to da nobre commissio, devo notar que nao esta
elle express;o, como convem que esteja, no pro
jecbK
0 Sa, Olivswa Andradk : Esta no espirito ;
foi esse o pensamento da commissao.
0 Sr. Nascimesto Porteixa : Bem. Convira,
portanto, naa vez que foi este o pensamento da
nobre commissSo, que sc t >rne exprasso, de form*
que na execucao nao se possa eutrar em duvida
onde escolher o pessoal da policia local, declaran
dose que so nente entre os habitantes da respecti-
va locahdade, em que a policia local vai exercr a
sua missao, e que se deve escolher o competente
pessoal.
O S. Gombs Parente : C-nsignar esta iiea
traz seus inconveflieules.
0 Sr.N.vscimknto Portki.la : Ja se ve pela
restnecao que o nobre membro da coromissio de
forca policial faz agora ao sea aparte dado ha
pouco, que este pensameuto pelo menos ainda nao
e cousa assente, urme, indnbitavel. nos membros
da commissao, de modo a poder ser exhibido e
sustent do. I'orUnio insist i na convemeoeia de
que os nobres membros da commisao medilera
sobre este ponto, farei algumas considerate-
para mostrar que nao ba ineonveniente algom, e
antes tudo converge para que se nao lenha re-
ceio de estabelecer como regra que a escolha da
policia local seja feita d'entre as pessoas residentes
na prcpria localidaJe.
Mas, antes que abi chegue e uma vez qae sobre
este ponto nao ha diflerenca radical entre o men
pensamento e o da commissao, embora a restric-
cio uliinument; feita, devo notar que ha uma la-
cuna no projeeto com relacao a autoridade compe-
tente para a escolha do pessoal da policia local.
Nao diz o projeeto a quem e commettida a atiri-
buicao de escolher esse pessoal.
0 Sr. Oi.iveira Andraue : A commissao en-
tendeu que isto era materia regulamentar, assim
me parece.
0 Sr. Nascimento Pukteixa :-I'rai vei qae o
pensamento capital, consignado no projeeto, e
aceito e nio pole ser seriamenle contestado, dese-
jo que este pensamento se traduza no projeeto de
lei, de forma que nio va eoconlrar embaraco* e
difficuldades em sua execucao.
Charao a atteocio dos digoos menbros da com-
missao para as consi leracpes qae voa fazer no
sentido de mostrar a necessidade, nio so de >iar
a escolha se fa^a entre os proprios individuos re-
sidentes na localidade, onde vai ser organisada a
policia local, como tambem de que se deterlniae a
autoridade competente para a escolha do pessoal.
Se porventnra a policia local estivesse sujeita
ao mesmo regimen militar, a mesma disciptina
do corpo policial, entao se noderia di er nio ha-
ver necessidade de no projeeto regular a escolha ,
mas, desde que o projeeto distingue bem a policia
de organisacao militar e a policia local, nr/anisa-
da sem discipiina militar, torna-se oecessario em
relacio a essa entidade nova, que fixemos o medo
por qne ella pole ser conslituida ja quanto a*
pessoal, qne a deve compor, ja quanto aquelle ou
aquelles a quem deve ser commettida a attribni-
cao da escolha.
Nao so sobre este, como ainda sobre oulros
pontos, eu preciso de expiicaedes.
Nao nos diz a commissao se esle pessoal da po-
licia local sera cootratado e por que tempo, se po-
dera despedir-se ou ser despedido antes de Undo
o prazo do eootratu. ___^______
Tfvn se ve que este ponto e mono seno e que
dev ser considerado. Nio sei qual dera ser o
pensamento da commissio a este respeito : se &
um contrato, por quanto tempo ; se e licito ao ci
dadao contratado abrir mao do contrato, antes de
Undo o prazo ; se e licito aquelle que o contrata
despedi lo antes que o prazo seja find) ; se e pre-
ciso estabelecer condiroM o* clausnlas pela* qaaes
possa o contrato dear nullilicado, sem efTeito ; se
tambem ha penalidade e qual para aquelle qne,
ante, de lindo o prazo, deixar de prosegnir nas
ot rigacaoes que tomou, e para aquelle que com-
metter outras faltas.
Sobre estes pontos nada diz o projeeto : entre
tanto bem se comprehende quanto istn e impjr-
tante. Ora, nao estando expressado o pensamento
da commissao, peco-lhe permissio para aventurar
algumas observacdes a respeito, para dizer o qne
penso.
Em minha opiniao a policia local deve ser da
ecolha da autoridade policial da localidade. Boa
on ma que faca essa autoridade a escolha do pes-
soal de sua policia, carregne com a* consequen-
cias : se escolher um bom pessoal. tera afentes
utei3 para a alia missao de que se acha inenrobi-
da, fara uma policia digna da eoufianca qne tem
recebido do governo; se escolher om pessoal
mao, certamente que com taes ageotes nao podera
fazer po'icia capaz e assim soffrera por causa da
e.-colha ma que houver feito, porque 4 o pri-
meiro responsavel pelo curaprimento de snas obri-
gac5es.
Assim a autoridade policial pelo bom cu mao
uso que fizer da altribuicao, qne a lei Ihe eenfe -
rir, tera ou nao o pessoal de que nao pede pres-
ciodir, para fazer a policia da localidade Isto
quanto a autoridade competente.
Ounto ao tempo de servico, de*ejava qne nao
houvesse limitacao, que nao se admitlissem con-
tratos por tempo determinado tomo os que sio
feitos com at pracas do corpo de policia. por um
certo numero de annos, durante os quaes sao obri-
gados a servir, somente podendo despedir-se em
certos e determinados casos flxados no regolamen-
to, e somente podendo ser despedidos quando to-
nhara commettido faltas; que na e nformidade
do mesmo regularoento caiba impor uma pens qne
varie segundo a natnreza e gravidade da falta
Quizera que a respeito da polieia local nao hm-
vesse contrato de prazo certo. 0 ageate poli.-iai
local deve ser homem da confuoca da resoectiva
autoridade : desde que esta contianrt desappare-
cer, deve haver substituifan por outro agente ifm*
seja da conAaDca da mesma autoridade.
Me parece que, a nao ser assim, pode essa po-
licia local trazer embaracos e dinVuldade* a n-
toridade policial, qne e responsavel pela policia da
localidade, a menos qae se tenha de eoBinar
penalidade para o nao enmprimento do contrast*,
para as faitai e infraccoes que por I com-
metla a contratado. Esta applicacao de psaaliJa-
de, conforme as faltas commettidas, nio otepaxec*
qne pos-a ter lugar sem grandes ineonveniente*.
Prefiro, portanto, que o agente immediate da
policia da re*pectiva localidade escolha ns seus
agentes a vontade e a vontade os despeza : se *aV
bons, conserve ; se sio mao-, dc-pe^a. Ittc -e
estabelece assim lota entre o snhdeletado on de-
legado e a forca policial local, qne nor eft* e con-
tratada e que flea a sua disposirao para Mrr.on.
Plena Iiberdade de escolha. plena Iiberdade de
despedida ; o delegado ou sobde'egado, qne <
responsavel pela policia di localidade, escolaa
bom pessoal, para qne tambem possa nuer >
vico com vantgem ; despreBdimeiHn por_ quenci* dosses direitos adqueridos por eJJ[
contrato, dessa imposicao de penas p<>r
infraecto de qnalquer emlim, accao a mis nr-mpta, qual a qn# e*i
uma autoridade policial em relacao at)* H**
que serem sob as snas orden*.
Este e o men pensamento ; chtmo para Ma
.ittenpio dos digno* membros da c MSBMSl .
reflictam e se o acharem digno d aeertacan,
muito eslipwrei, itorqnn e minha plen* c >nvic
de quo assim lubililareraos a autoridade a ter
forca policial como dev ter. aem e-nba af*i e ?es
difllcaldades.
0 Sr. Gombs Pabkntf i Presta assim nm ser-
vico a provincia.
0 Sr. lUsCMBsn* Portbua : Tenho ^e-
cao djsto.




Ill a
l I
-A.
-L
*.
iwrio tie Pernambuco Quh-ta feira 7 de Maio de 1874.
ti.nr

I
Agora com rcHjtn sffpeTtrampmo qro o -mrtire
depulado, membro da commrss.ia. |fjBfo^icstto
ao princinio em toda a pleni'.uilt*, Tez depois res-
tricySes, permit's me dizer-lho qtfe a este Yesrmiia
a eommissa.v nio deveria faser restrispao algma,
ou antes hastri* ama rastucjio a fazer, >aas esta
mesmo, quo rate wnsigqaJa no projecto, aao me
parece aceitavel. Nio estabelc$amos limKapio'al-
guma ao pensamento cardeat : poticia local qaer
Uizer cidadios da localidade fazendo essa polieia.
Direi as razdes por quo assim peaso.
Sio os hcmens 4a localidade os qne residem em
nma freguezia os mais ooatacedores do pessoal
e do terreno. Ceahecer beta o terreno em que
se pisa, as pegsoas com qaem se convive, e ama
grande vaotagera para quern em do pohciar.
Nem sempro a aulori Jade ^toticial, a primek-a
re-ponsavel pela |wlicia da localidade, pode aoom-
panhar as dHigencias que roanda proBeder; e se
por yentura o eessoal eacarregado da execu^ao
da diligencia nao e conhecedor nao s6 de terrcuo,
em que vai ser reita, como lambem da nessea ou
pessoas contra quem e dirigida, mmtos veies falha
a diligencia, spezar da boa vontode e esfetfpos.
E ja nao fallo do maito que para a praveopio
dos (lenclas.inilue o ser a l'or.;a local escoluida
d'eotre os habitantes da localidade
Conhecer, portanto, nao so o terr-eno como as
pcssoas da rcspectiva I'roguezia, para que as dili-
geaclas nao se tor nem infrueliieras, e para que
seja elHcaz a prevention deliato, me parece
cmdicao eardeal a att-nder o cdTnplemento ila
dislinepio Je policia local e de polieia com orga-
nisapio mililar.
Cosiuuia se dizer dc pessoa iateiramente estra-
nha a Iacali lade : aao ten rohco;*; portanto
esla mais no caso de dar camprimento ao seu
dever.
Por muito que nisto haja de verdala, nao pode
ser reeebido em toda a plenitude : desie qae se
da a permanencia do unia pessoa estranba era
qualquer localidade, denti'o em pouco as-Yelapdes
se formatn da mesma matwira ou lalvez que com
aaasa forpa, por feat mesmo quo se reuobcm obse-
quins, motet, ativnpdes
qui-ui assim os re(selie eti oondipoes de drtHrnltsr
ii 11- o cuinprimeoto do dever, o quo nao sa x'oda
ami aquelle q por si prjprio, ten In a nta iadependenci* pes-
s ml, iisando dos recurses de sua actividade, co-
iiliece.ulo as pessoas a quem deve e o modo por
ajM Iho cunapre leirilmir os favores e obsequios.
nao faltando ao cumprimento de seus deveres,
Eisalii, portanto, o grande peri/) da polieia lo-
cal feita por pessoas estra:iba>. a localidade.
Aioiii ilisio se se adniittir |ue nm pessoal eslra-
Bbd a lucalidad^ possa fazer piirte da p>)licia local,
o quo -teremos ?
Tere.nos que, quando a r;peotiva autoridade
local reoon ucer que esse prssoal nao ebom, qae
deve ser substiinido, ha d faia-lo *oltar para u
localidade dmJe veio on seja a capitil, oo eja,
qual pier ouiro penlo. .Na substitaivao desso pes-
sual vai dnaaaa e aia poqu-ua ;. ea seijpor cxp*-
rieiici.i (irojiria quanlo gastam D< eodos publioos
coin esse moviinenlo, com aasa Bubstitui^ao Ja.
I'ircj poUiiai n.is diversas localidades da -provin-
cia. i'jrnjs, portanto, alem de tudo, que 6-econo-
mien, a pen-amenta da escolha nao poder recahir
*enii> KU pessoas da pmpria lacaaaMat
CutsiJerada Majpi a fi)rc polieiHi em saas duas
paries : a da organisacdo miUlar, pag.i pelos co-
Ires prtvinciaes, e a da policia local, puga pelos
Cjfre- gerais ; e>colhido o respective pessoal den-
tre o- lubilan'es da propria iocalidale e pelas res-
pectmai autTidddes polieiaes, caami a attem;*j
ila ivmiiiiissi i para urn oatro pun to em que ha
perfeita deflcienca no projeclo.
Nao se diz am como sera rmada essa forca de
policia local, nem a cmla de (pie cofres, se gmae*
^ iirov.nci.ies, daHBHrmc a/dosp'zt do tcapmli
vo armametilo e farJameoio ; ij'tu nos diz se essa
pol.cia local dever.i ser fuiUai. nao diz nma pala-
tr* s iftre isi>. Portanto pflpj lenoissio....
0 Sn. Soakes : -0 proje.ta diz qun-uaotera ap
j.arato. aiiiitar. (Uusira ao orad> r o projiiilo n?s-
pe-tiivo).
0 Sn, NASci.ut.Nro IVtei.l.v : Eu nio linha re-
piiadt pira o qua o aabre da;utad< chama .ago-
ra a miii!ia alleiiciu ; esla exptcsso no aft. 4" que
eM fjrga aae lera oruaiiisaeai. uein apparato mi
Ittar; mas islo nao qaer daer qai eateju expres-
o qae oao ha de ser ar.nali, islo esla subien-
toil .
0 Ss. Gowks Pakf.ntg : Sem duvida.
W^ffp"S~S5p51S36,> ffloTWTol
fyri *atrom"'03'
I
rttssa
fregoezias tern a ppovincia ? Ondc ndo vai csftv
des^eza- ? .
> 0 Srs Rxxtis e Sit,vA ..Vai rajiito .longe.
0 Sa. Na'cisiento Portrllv : Ss. Lxc3. nao
altenderam paraisto, e eu peco-liesque attendam.
U a aueaQiio dos nobres depatados. OT>rojecto esta
liaiece a diaria de 1^00 indistioetamentc para
tolas as pracis da policia local. Ha) de pcrmit-
tir que lues diga : nao a.idaram acertados nisto ;
e as considcracdes qae vou fazer espero qua os
tonvencata. de que e preciso al err_ esta ponto.
Desde qua o pensansento e aeeitar a policia lo-
cal, escolhida entrees habitantes da prooria lo-
calidade ; nos nao pademos estabetecerlim venci-
meoto igual para qaalquer p.raca dessa policia
local.
O Sr. M.xNota. doBego : Mas devemos fixar
um m?.\imo.
0 Sr Nasoimrtto WenTEtLA :Bevemas esta-
belecer e maximo e o. minimo.
V. Exc, Sr. presidente, e a assembled' sabem
que escolhido o pessoal da propria localidade, de-
vemos ter uraa base para regular a rolribuicio
respeciiva ; esta base e o sahjrio ; V. Exc, porem,
e nsserablea tambem sabem que o salario varia
inuit. de localidade a localidade, ;;oe por exeropio
o salarii em uraa freguezia nas proximidades des
ta capital a muito mais alto do quo o salario ao
alto sertao, e que entre as freguezias desses pon-
tos extreraos ha algomas em qae os.salarios moi-
tram li.il'erem; i para mais ou para menos. Ora,
pole, comrelacao ao habitants de uma freguezia,
aoude o salario a alto, a rctribuicio de liouO nao
garantir a escolha dc um psBsoal capaz.
0 Srt. MahoRl do Reco : Nao so achar mes-
mo, ahsolutamente quem queira sefvir.
0 Sa. Nascimento Portkliia : Podi-se achar,
mas pessoal mao. Ha entretanto qne a retrihui^a >
dc liO'oO para as localidades em quo o salario e
baixo, p6Je ser nma retribuigio superior aquella
que convem para se obter um pessoal apto.
Fixar, portanto, o minimo o o maximo da retri-
buifiio e deixar que a administra>jao na cxecH'cap
da lei fixe com relaeao as locahdades em visla
das infbrmacocs quo tivcr, a retrlbuicSo dqvida a
policia local na fregnezia A, differente daqui-lla
que deve ter na fregueiia 8, entendo que o um
pensamento digno de aceita;.So.
Por esta maaejra me parece que podera a corn-
rfiijsjn, 'e flier um ca'culo, ter pessoal maior do
que n ivecentas prac-is que propoc. H i asstm nSo
so a econorala do 8003 Je cada Pommissario, crea-
cao qne deve ser supprimlda, como a quo resulta
da differenca entro amiximo e o minimo da dia-
ria, conforme o salario mais ou menos alto ou
baixo na respectiva localidtfde. PoJe-se fazer tal-
cnlo, nao de repentc, mas se os nobres deputados o
lizerem nao de chegar .'i conclusao de quo ficam
cjm uma margem a sua disposlcio para augmen-
tarem o pessoal poticia).'
T'm S'n. Dkpitado : 0 que e ind:spen*avel.
O Sr. ITciioa Cavalcante : 9e o servlro e o
mesmo, parece que deve tT igdal retribtii.a i.
0 Sr Goes Cavai.<:\nte : Na^ ; essa BOB-
sideraio e muito razoavel.
0 S:t Nascimrnto PorteM-a :Para aiftda mais
demo-isir.ar que os nobres deputa.los nao levem
fazer Itmitacio aenhuma nopensaniento cardeal
^z.
hcifp de policia, qeariv a pMtjitda sTin caso <1? m bello dia achar-s? a injorida-'e :.e-
ass rep ifos J j no-
,:Jo polo I" lutricto.
!"P.in p inhi-e depatiij ami la^n-ii it n.-.q;",:.
40t'tsai'Mm. *iala diz a roipoit) do- i*(ivi.luo-
'te,por'Veiiiura unharn de compjr a gaarda local,
nem tao pouco qnaota ao modo do cngajamento :
respon.leroi a) aobre depata lo quo, se ha tal omis
sao nxffrojatto de Rxagio de *>rca, qoo se discate,
omissaft quo ignalmenU lem fcaTido em tojos os
proje;tos desita or Jem que ten Mo dis;uiidos nes-
U casa, ( aa mentis o que einsaoheco), e, pjrque
a comrnissao euion leu qae ostas m.ier; as -a vine
ramente rogalamentares
0 Sn. Ratis e Sii.va : -NTu ha tal.
0 Sr, Oureira andbab:; -A assorablea Hxa a
forci, fN. me-rdo laacar em sai relolacao id6as
geraes iwbre a organlsaeio qua ella deva'ter, mas
i ao desee a esses detames sobre cngajamento : islj
e, como disse, raateria regulamentar.
0 Sr. Pu:tn : Na ha tal; a oeeessarie uma
base para *> reguiaaiento.
0 Sk^ 9i.itEiRA AmRAUR : -Enxergon -o nab're
depuiaJ) vaulagcm om ser xonsi^aada no projeclo
preferoncia, para a guarda local, JosinJividuos re-
sidentcs na Uulidada onl? taflln ^la do ser ur-
ganisada.
<> projri-to alUO'loo a isto, nao por uma disposi-
cao clira e expressa consagranlo essa preferencia,
Dino a quer a nobre dapuad i; mas do eutra ma, garantiodo a permanencia dos guardas nas
liicaliilades oitJe sa cootratareia para o service,
e prohibiado quf em cisj al^un sajam destacados
para.fiira dos nwmciplos ou twehia-, oale live
rein foil i sens engajamentos
So a ommissaj nlo vii vanUigem ora so cons!-
grar no projecto essa prefereoc'ia oJiosa, at6 o pon
t de impeJir que o habitanle de um raunioipto si
eugajo na. guarda local do mUnicipio visinho, si
losa, qn; procurava cooler eus ageaies, nia*i- quinJw sjo qetenro de Tallar, itnwXs ck
.pa noUcial, c raeu '.inhaaionto cresce do p,nto, a jwaidal-ol.
(gttBftta para, a ca-
e or
policia local, escolhida na propria localidnde, en
C a. N.'.s(.im-:nto Portei.la : Por con la de
que cofres ha de eorrer o respeclivo armamento I
ii Sa. Gomes Parents :(ieral.
0 Sn. Nascimex ro Portella i -Se 3, comrnissao
P nsi assi 11, eslainos deaccor.li.
Agora, par nio ter caracler mililar, oao devera
ter al^uma -ousa do dislinctivo ?
>> Si. Ma.vokl d.i Rfeai :Dtt certi.
.- iv...-i%. iiuiuiiir i-mrai', an nao JTIJI"
quo o farlamento propnoda^ pracas que se a "am
em apparalo militar, aufl algtrna eoom que os
dislioga dos demais ciJaJaos da localidade.
O Sr. Gomes Parents :Sem duvida.
O Sa. Nas.: mxstj Portklia -Me parece islo
ciasenieote, e creio que neste pjnU* estou de ac-
curio com a nobre comrnissao, a viita do aparle
qae acaba de me dar um d">s s;us diguos mem-
Pros.
Agora quo tanios consi lerade a organisacao de
tor a, ncjain >s o seu c Hitman lo.
'.om n!a;ai ao corpo policial, quo Um organi-
sa;-... mililar, 6 expresso o projecto, dizendo que
tvi.l iiii.ra join a inesma organisa^a> ; portanto o
'..... n "an lame e os mesmos olliiiaes ; mas
a respeit >,!:, oulra foni di; : oamroisaario com
uraagratilkacAode 8'jii. Chun., a attenrjao dos n.Lies memhros da com-
misai para esta par. to, qae uii Jeixa do t-r cr.i-
vj.jade.
Seohores, nio f.i;a'ms orrer por conta dos co
fres geraes despezas inute, porqu' depois esse
pouco com qae ja MJereoscaaitr lalvez nos fuja.
e assira leuhamos de ver a provincia sobrecarre-
gada em seus cofres com toda a d-speza da forca
oolicial. l\.r is,i mesmo q .e fazemos e com ra-
zao (e dispo.-i;ao mani5itada pelo governo impe-
rial) eorrer pane da despoza da forga policial da
proyincia por crnta dos cofres geraes, sejamos
tnnit) ftunlosos nn decrela^o dessa taraa.
0 Sn. Tol'o.ntixo de Carvamio : Mas elle pro-
mette pagar tudo.
OSn. Gaspar Dru.mmo.vd .-Promessas lemos li-
do muilas.
0 Sr. Nascimexto Portella :Porisso mesino
joe o governo imperial, corn toda a razao, roaai-
Je>tou a esta provincia. bem como as demais do
impeno, a disposicSo era que esta de auxilia las
para que possam ter nma forca polioial corres-
joonJente asnarjflgsidades pablicas, e qne nos nao
devemos cortar a larga, devemos aproveitar esse
anxiliov .nao digo bera auxilic, porqna era nma
Itngacaoque devia eorrer pelos cofres geraes,
u;a- enlim a concessio que se nos faz...
Um Sh. De.-utauo : 0 enmprimento desse
d-ver.
O Sa. Nascimesto Portella :-.. on o com
l r.i.iento desse dever, o qne allivia os cofres pro-
vmciaes; aproveitemos, mas de modo a nao tor-
na lo penoso aos Cofres geraes.
N6s soraos igoalraente interessados nao 6 pelos
"oires provmciaes, mas tambem pelos cofres ge-
raes ; somjs todos cidadaos brasileiras. Temos
t >1os necessidade de eoneorrer qnanto em n6s
eouber para que as finaaeas do paiz nio flqnem
difflcultadas, e para que, ao contrario, os reeursos
ii i Itrasii pr)SJam sempre ser snIDciemles para as
necssidades. Awoaomia, portanto, acon-
lembro qne a comrnissao, tmtando da guarda 1o
cal, diz no seu projecto : t Nao podera em c.aso
algum destacar para mra, etc. Ora, so os no-
bres depitta los ehlendem que nSo se pole des-
tacar essa guarda ila respeciiva localidade, pare-
ce me que nio ha razao para que nib a:eitem
em'Wd a plenitude a Mr>a de ser todo 0 psssoftl
escolhido na respectiva licalidade.
Mas a regra citada criiio que n5o Jpo le er
adniitiida em toda a plenitude, quo a policia lo-
cal nao saia em caso algum da respeciiva loca-
lidade.
O SR. Manobl do Reg >: !*arece-m9 que cn-
coolrara granles iuconvenientcs.
0 Sn. R.jTis e Silva : E' muito ahsoluto.
' O Sn. SAscrMBNTO Portella : Podem-se dar
cirenmstancias tnes que, se um subdelegado quizer
cumprir hem o seu dever, tera de com a forca local,
qne e da frrguezia immedtala, conforme as nftcessida-
des pubiiras.
Nio estabelepamos a regra com tada a exlensao.
0 Sn. Oi. v. m Axoradh : Altenda o nobre
deputtdo a significa$4o da polieia Antacar ; flea
assim respondida a sua obscrYajlo.
0 Sr. Nvscimexto Portklla : *ftm raiao. Nas
pobi destaear, nao pole ir permancCn- ; nao e\-
oluc, portanto, o pensamento de servir em qual-
qoer emergencia. Tem razao; nao ha duvida
nenhuma._______
lit mniioj ma? qrreTtTj projecm ; as consTde-
racoes que estou fazenio me vieram eniao ; nao
contava mesmo que elle entrasse hoje en dis-
cussao. Nao tenh > nesles aRimos dias ferta lei-
tura de *uas disposicojs ; portauto, o que csteu
dizend-i vai um pouco fora Je onlem, e como na
occasiao p .sso manife-tar.
Parcce-me, Sr. presidente, que ha out.-a lacuna.
V. Exc. sabe que ha fregaeaias aonde existem
ca leias ; ahi o servigo tem earacter differente...
0 Sr. Manoei. diRego: E'precso nalor
pessoal.
0 Sr. Nascimr.nto Portellv. ___ reclama
maior pessoal.
0 Ss. Soares : 0 regulamento designara esses
logares.
0 Sr. Ratis b Silva : E" cousa qae deve cstar
eonsigaada no projecto.
0 Sb. Go.ncalves Ff.rrsir.v : Isto ii proprio
do regulamento.
0 Sr. Nascim ntg Portella: Nao, convem
que esieja na lei: manifesta se o pensamento
geral, eaaJminisltacao no regulamento que der, o
Jesen>olvera.
0 serviijo nao p6do er o mesmo. Corao ha-
vemos de alien ler a isto ? Reconheco qne ha
sens i icon vet, ieotes n.1 polrcta lofcal fazendO ?
guarda das r-speetivas e*aeias; mas nio dtse
jando qn-i hsja differenca entre a policia de nma
freguezia e de outfa, embora nesta existi cadeia,
quero que a respeilo de qualquar fort?a policial
local sunsista n mesmo pensamento, mas que
relacio as freguezias aonde ha cadeias, haja
issim o juizer, compreftenJe, p >rem, quo, traun
do-se de policia local e da maxima imp rtanoia ga
raniir a permanencia dos gu.irJas ou engajaJos n:
localidade oude liverem foito sens comratos.
Cerlos que nao sahirao do lug ir desua risklen-
cia para pontos remotos da provincia em servl^
de desiacamentos, os habitin.es dos mumcipios eap
freguezias da provincia, onde deverern ser organi-
sadas guardas locaes, acharSo eonVeuiencia era se
engajarem para o sefvlco da policia dessas locali-
dades.
0 Sr. Ratis e Silva : Queira V. Exc. altender
ao'art, 8, e veja se p6-le tianncmisa-lo on o que
acaba de dixer.
0 Sr. Oliveira A.vorvoh :Sis o que diz a art.
8 ( U'). '
a. Os olTJciaes e pracas .) > actual c >rp) da. p .Ii
cia que por forr,a do | V do art. V forra dispon
sados, puderio ser aproveiuJos para a guarda
local .
0 Sr. Uciioa
em
alguma consa mais de garantidor e permanente.
0 Sr. SaAnEs : Em quasi todas as locali-
dades ha ama cadeia.
0 Sr. Nasgimento Pobtblla : Ha algumas
qne nao tem ; sH j ao todj 40 cadeias.
OSr. Soares : Ha sempre uma casa da-
tina la a prisao.
(Ha ontros apartes)
O Sn. NasgimRnto Portella : Rum ; para
esta a policia local etv;.
Confesso, Sr. presidente, que a respeito -da gnarda
das cadeias vej.i embaraco; mas preflro sujeftar ao
mesmo regimen al respeetivas pr^gas do que fazer
ah>racSo na orgaoisacio da forca local.
TeOfio aBte os olhos (mostraodo) um nrappa
.elto pelo nosso Ctrtlega, o Sr. Dr. Manoel do
Rego, e di qual yejo que ha 67 freguezias e nes-
ta- 40 cadeias.
Uma vez supprimidos os 890$ dos commissa-
ries, poJeremos elevar o numeroTie pracas a 1000,
e dividrdas estas pracas pelas 67 freguezias, da
nos, segando nm calcnlo aproximado, 23 pragas
para as freguezias em que ha cadeias, o para as
outras -o numero de M a 13.
Sao estas as eoitsideracdes qne entendi dever
; r.- expor, chamando para elfas a attencSo dos dignos
d-m* Mo parece que eHas nSo cemtrariam o pensa-
mento eardeal qne ^ominon a confeccio do pro-
CAVALG.v.vrs : E' um exceppJo.
0 S-.i. OlivEI:ia AManADS : -A disptsifao do art.
& nao e antinooiica com a do outro *rligo, e nao
esta em oppo.-ico com o quo aca'bj i'e dizer.
Hayeria, talvez, aatinom.a, se o piojecto live se
por disposiplo expressa Coh-lagraJd a prefereacia
qne o.nobradeputalo pelo 1 diatrplq quer.
Tado que a coinruissa> preteBde, i que a .guarda
local, visto que tem earacter nimianeote local, nao
Jesraque do municipio ollparochi; ohde for orgv
nisada.
Emreiinto. Sr. pre^ilmte, ea lehso que, ainJa
mesino qdando tivesse a commis^i) ospo3ado a idea
da preferencia pela oltal pugna ( nobre deputado,
a du'P islj49 do art. 3' seria muitojasliQcavel como
lima excepeao ; vis!o como b'aveido o projecto re-
duzilo o corpo de policia .i o()0praca3, e devenJo
poruinto ser dissgjvidas alguuas companhias de
actual corpo, nio era fora Je razio, antes muito con
veniedta, qne o pessoal Jellas pjJesse ser aprovei-
tal.i p.ra a guarda local, a pmdentr arbitrio do
presrdeate da provincia.
0 pessoal das ompanhias, cue forem dissolviJas,
ja dtv) estar .'.ffeito ao sar.'ipo da policia.
Os o'iWaos, p .r pxeuruo, loderao ser approVei-
tados para ci-nmissarios, mnnente agora, qiiando
se iram Je orginisar a gnarla local, e e necessa-
rio que us orgaoisadores sejam liomehs praticos e
entmlilis.
Salta ns omos qne, a boa ou ma roalisacio de
uma idea depeBdo, dos ibdiviJuos iucumbiijs ne
realisa-la.
Tudo indiw acrer quo 03 o!BoiaB5, qae forera
aproveitad os, haver-senao bem em leus novosem
pregos.de commissarios.
0 3n tV-iMPio Marqoej : Mas se a guarda
local Bio tem dls.-iplina, nao tem apptraio?
0 Sn. Oliveira Anuiude : -0 qiu .-onclue dahi
0 nobre dejtrtado.
0 Sr. 1 i.ympm *XBQJJHs :Oh E' \ws a apti
dio Belles nai pode ter biAaeBcia.
0 Sr. Oliveira Ahdrvdb : Ebbora a guarda
local nae tenha aparatu mililar, isto e -ostentacli
de organis.i.cao .mililar. de.v,, com tu.lo tor uma
C8m organisapao. Em todo caso, ou no corpo do-
policia, ou na guarda local, 0 servico policial e a
mesmo, tem a mosma nitnreza. com a differenca
que na guaTdi local deve ser mais suave, porque
pelo menos nao dsstaca.
0 9r. Gombs Parentg:-0 presidenle aprovei
tar.i esse pessoal se julgir conveniente.
0 Sr. Peretti (ao orador): Permiit>me um
aparie ?
<) Sn. 0;.ivbir\ A.vontDB : Pois nio
- 0 Sr. PRRKTri: Ate o nobre membro da com-
rnissao de forci policial aceitou 0 alvitre lembr.v
do polo hobre deputado, qne se senta a minha di-
reita. (0 Sr. Portella).
0 Sa. Gomes Pareste : -Nio apoiado.
0 Sr. Oliveira Axdrade :Disse 0 nobre de-
put ido que havia tola cdnveniencia eni se fazer
expressa essa preferencia dos habitantes de uma
locahdide
pecliva^S^^murto rlgSmo3 "*** ^ ^*T*&* SSVS3ES
OSr. Ratis e Silva :-Nao e rigorism i, e cou-
sa m-iito razoavel.
0 Sr. Oliveira Andrvd-j :Porque raz.lo os ha-
bitantes 1I3 um municipio ou de u ;.a parochia hlo
de ser privados de se ongajarem na policia do mu-
nicipio ou parochia visinha ?
0 Sr. Uchoa Cavalcantb : E muius veies
com mais vantagem para 0 servipo.
n ata, sem ter ao menos uma
Meia.
O Sh. Pinto Pess n :Apoiado.
l>rS:i. Oliv :: iv Axorvdk : -^ S^timm Cantfa
.w ou engaiameoto, uma certa ^rgaoisacao, penas
disciplmares, medidas jusUs e acertadas, e impos-J
sivel manter forpa puWica.
Qaern diz -forca poblica -tambem implicita-
meote diz-organisacao ratoatel, adeqaadaao flm :
sao iJuaa.c*relativas: uma cousa suppoo ou im-
plies outra.
E' neaataario, Sr. presid*ote, qae am assumpto
twpeno N proceda com previsao, e se procure
por um Arete a licenca que p>r venture possa-se
desenvofntr.
0 Sn. -'ovap.s: -Do ima e outra pane.
0 Sr. Oliveira Anobadb:Da uma e outra
parte.
0 Sn. Ratis e Silva :Entao sempre t gum apparato.
')Sr. Oliveira Axbrabb : -Apparato nJo, mas
ama eerta organisaeSi, qne e impreacindivel; com
effailo, sanhores, dwtde quatrau-se de fora pubH-
ca edeinclinavel neessidade que haja quem a
c >icnanJe; ^uoos,gaardastrajem um certo unifor-
rae. >ejam armalos, respondam por suas faltas,
ou onaistm de tfaiworimento de deveres ante car-
las autoridades que a essas falus applicarao as pe-
ns* previstas.
0 Sr. Olympio Marques :Mas, i projecto diz
qwna-gnarda Mai nao tera organisacao mililar.
0 5:t._0uvKiitA Anurade : 0 projecto diz : -or-
ganinpai ou apparato militare parera me que a
pruneira expressed osta subordina a sagunda.
' U- Sj. Goncalvss Prrrbira : -Mas isso nao e
gaoisacao militar.
0 Sr. Ouvemia Anorade : E' verdade. Essa
organisapao impresciodivel de que fallo, nao envoi-
ve. apparato, ou mesmo organisacao iniiitar no
riigor do terrao.
As e.xpressoesdo pMject), sa e verdade que. re-
jeiiam uma organicio militar apparatosa, nao re-
pe|lem igualmeate toda e qualquer idea de orga-
nisacao.
Pelo aoatcario, o que se iafero da leitura do
projecto, e que a comrnissao, exciuindo o apparalo
militar da guarJa locid, teve em vista organisa-ia
ds iur. modo mais conseataneo ao flm a que ella
a destioada.
Sr. presi Joule. Entre outras consideraedss que
o nobre deputado faz era favor de sua idea de
prefereacia, disse que havia lanta mais convenien
cia om ser consagrada no projecto essa prefereo
cia, quant j d certo'que o natural ou o habitaate de
uma certa localidade, por isso mesmo que neila
aasccu ou reside, deve conhoce-la melhor e ao
seu pessoar; e dahi inferio o nibre df pulado que
o scrvie) da p dicia soria sem duvida mais bem
feito pela geote dj lugar do que por outra qualr
quer.
Seahores, tambeia eu; peuso que ha lidi conve-
niencia era que a pqlwia de uma koalilade conbe-
pa a a palmo ; saiua puifeilameuie os caminhos e
ajalhos pnronde deva- ir ni encaleo dos crimino-
sos.
Masv tendo soraento issoem vista, e nio fazendo
o descont > da desvantagem de relapoes mui es-
irejtas entris-policia e polici ados, nao ;heguajnis
ao p ii to do decratann os uma prefcreusia que me
parece inju-ta a inconveoknte : deixeraos ao pru-
ilentu arbitrio do orgaoisador da gu.rda Joe.il a
escolha do respeclivo pessoal.
0 que importa muito quan lo sa tem em vista
lucahiar a policia o dar aos gearJns locaes (^aran
ttas do pirtnaneneia ou ostwilidade : islo esta no
projecto
O Sr. Ratis e Silva :- Nao esla.
0 Sn. Oliveira 'Anbrade : Esia.
0 Sn. Olympio Mauques : -0nde ?
0 Sr. Oliveiba Ardra.dk : No art 3
0 8a. Maxoel do Want: Kntreianio manda
preferir os soldados do corpo de poHcia.
0 Sn. Oi.iveiaA Aivdradb : 0 projeclo nao diz
isto ; o nob re deputado esta pngam Jo.
o 6b. Manoel do Rsgo : Dn que poderao ser
aproveitados.
0 fea. Oliveira Axdradb : E' oulra cousa ;
nao e logica a oonciusao do nobre deputado.
0 Sn. Hwmtcl ni llnCo : Eatao iior pie o pro-
ject) falla nisto i se o pros ideate qaizr pode apro-
veitar ; uao e preoiso ionsignar esta idea no pro-
jeclo.
0 Sr. Presidente : Aueneao.
0 Sr. Olivbira Anorade : Julgamos conve-
nient s adiautar alguma cousa sobre o desiino da
pessoal das couipaalua* que liverem de ser dissol-
vidas.
Sr. presidente, 6 nobre deputadi polo 1* di-tric-
to em sua impugnacao ao projeclo, niio esquecen
os commissar-Jos, atacou a ereapii aVUes, procu-
rou convt-ncer a casa da desneceesidade desses
fuocciouari is, disse que os cofres geraes viriam
assim a ser sobrecarragados co n despezis inuteis
visto cimo as autoridades polieiaes poJiam en
gajar 6} guardas da policia local e ter sob sua
iispeccao todo'servipo a ella reialivo.
Contra a idea do nobre deputado protest 1 bem
alto o facto de a^arem derramados por diversas
localidades da provincia, utllciaes do corpo de po-
licia cccupando cirgos polieiaes, o que revela niio
(atta de pessoal idonco para esses cargos, mas que
em muito3 lugares da provjneia nao ba quem os
queira aeeitar.
E' lamentavel, Sr. president", essa indifferenca
dos nossos concidadaos pela causa publiea.
0 Sa. Manoel d.i Ri:go : -Muilas vezes porque
a policia local nao merece conlianpa a autoridade.
Quem nos diz que a causa nao e esla ?
0 Sa. Oliveira Axdradr : Ora, neslas circuras-
taneias, duvido muito da etequibiiidado da idea
as
fuuepocs pabosas, perigosas que ja exercem as au-
[sn Jades polieiaes, viriam ajuntar se outras igual-
inenle penosas.
Demais, quem corartlandaria a guarda local
I
quem resoonderia. pela ordain a disetD ina dos
guarJas ?
A autoridade policial que muilas vezes re ide
fora das villas e povoados r
A creagao de com .nisiarios para eomraaadar
0 Sr. Olivkira Anmiade : -Semelhante prefe-
rencia, ale n da ser infundala e nao assentar em
Com o pensamento que niiaifeslei da sue o res- P1^10 6?rd^1 ''ne <0'noa i co
ps-cuyoaabdelagadocoBlrate e deiqeca o peasoar r^10' e9tao Je *cooM" com *lie-
nt^..?,!?******' L* uecessidadadestes Se o aobrcs iaenferos da comi
F.^
* : e cousa de que se poJo prescindir.
t. veja-se a que cJCra nio ne deva e loUl dessa
sum ua de aOOi pelo numero d, commissarios
precis na provincia F*can,oa aales outra cou-
?a augmenlemos o numero de wacas oue cons-
nuam a policia local, acaberao*^ S bb-
tidade cmmuurio, que vira a ser um'lrabalho
para o proprio subdelegada da freaueiia
0 Sn Olvmpio MAAQUBs:-Sera um uulro sub-
de^j^ado, um commandauie de desiacaraento
0 Sa. Nascimehto P^btella :Entre as pracas
qae coipponham a. policia local, laoha o subdele-
au i a faculdade de escoiher uma que mais oon-
uaapa Ibe inspire, a quem de uma gratificacSo po-
lo servico que presla de iaspeccao e direccao das
demais pracas.
0 Sn. Maiiobl do Uego :Dave ser
sargento.
o pnoieiro
comrnissao acbarem
qae podem oueroeer emendas nesta senti 1 >, dis-
peBsandowDa assim de Caae-lo, muito ealioaarei. 4
Air. on\i-%rtk amdruile :Sr. pfesidan-
le, eumo signaiario do rojocto de fixacio de
forca, e membro da comrnissao que o caofeecio-
Bon, cJevo ao nobre deaatado pelo 4s disiricio
resposia as impugnapoaa que fez ao dim pro-
jeclo. no qua! aotou lacunas ou deiicieucias.
Antes, puren.de .quaesqaer cousiJmapoosque
tenha de tazer em su^tentacao. do projeclo, devo
Jizer que existe iKi(e e-sa dittUidade, corpo
de policia e>ai apparalo -iniiitar, pago pelus cofres
provmciaes a guarda local sin esse apparato,
paga com o producto dos tmpoatoe para eue lira
cedidos pelo gaverno igerai eoauxilio que o mearoo
govexao prometleu solicitor da assemble* geral le-,
^islativa ; S8 **> im no referido
cdnveniencia pnbica, seria de mais a mais illegal.
Um paiz, embora retalhado em cirenmscrippoes
territoriaes mais ou menos limitadas, tolas sujeitas
as mesmas leis e sob o mesmo poder, perteoce a
commuBbao, que, em qnaesquer dessas circums-
enppoes territoriaes, gtiza dos mesmos direitos e
esta sujeiia as mesmas obrigacoes.
Seria absurdo sob o nosso regimen e'stabelecer
preferencia de proviqeia a provm-na, quanto mais
de municipio a municipio. ,
0 nobre dep.uJ.ado eoiende malpolicia local -se
a sappoj inseparavel dessa preferencia, ou se s6
a coneebe com ella I A policia tsta lojalisada dps-
da que, como quer o tirojecto, esta ads'.rila ao ser-
vies deuma certa circumserippao de territorio,
donde ffao podera ahir senao em casos extraor
dina/ios.
Disse o nobre deputado quo nSo deviaraos conr
tor com forca policial paga pelos cofres geraes.
OSr. Nascimento Portella : -Nio. aao di-se
isso.
OSr. Oliveira Axobabb:Eiliia aoganpi-me;
mas disse que nao tivessemos essa esperanca...
0 Sr NascjjibmtoPobtblla: Nao disse tal.
O Sa. Oliveiba Andraob : -O iwbre deputado
parece que desconfloa....
0 Sr. NAsouibxto Pobtella : -Nvo seahor.
D Sn. Oliveira A^ubaob.: -Iasiauou alijuma
cousa nerte senlido. *
0 Sr. Nas^im nto Por tell \ : N;lo senhw.
0 Sa. Gomcalvbs Febrbira : Disse quo nio
deviaraos corlar a larga
0 Sr. N^sgjmentu P^rtblla: -Isio $im : cor-
lar a larga nos cofres geraes.
0 Sr. Olympio Masques : Quem descoofiob
esses functionaries, nao podem -ser qualtiieadas
liberalidade dos diaheiros publicos, altcnta a ne-
cessidade indeclinavel que ha de quern cimmande
a gaarda local e a .parcos venoimenlos que para
este dm seihes da.
Com effauo, o commissario vencera ainda me-
nos do que aelualmente percebe um alferes de po-
licia, e altenda a nobre deputado, qne para esse
empregodeve ser escolhido nm homem de certa
rdem, capaz de, em caso de necessidade, ser no-
mealo autoridade policial.
0 Sr. Gaspar Orumjio^h]:-^Contra lei expressa.
0 Sr. Olive*a Anorade : Talvez seja um
pouco tore de prepoaHo o que vou diaer : policia,
boa [uli:ia gratitila, ii una Utopia. I
0 Sr. Ratis e Silva : -Nifto concordo perfsita-
mente com o nobre deputadoa policia devo ser
paga.
Om JBr. Deputado : Mas nao pelos cofres pro-
vinciate.
U Sa. Oliveira A.vdbadb : A proviosianao pa-
ga o cjramissario para ser autortdade policial, ne
iribue apenas as fonecdes propriasqne olle exerce
c mo commandante da guarda local. Demais o
commissario eobrigado a restJir na localidade
onle exerce seu emprego, porlanlo a nomeapao
delle para antoridala policial a*3 vai de encontro
a lei.
Sr. presidente, antes da promulgacSo da lei da
reformi, quando as a%Mridades polieiaes linham
mais largas ailribnigfles, ainia havia quem qui-
zesso e raasmo, salioitasse cargos de policia.
0 fin. Ol-yxpio Marques : -Ehoje ado ha menos
patriotismo.
0 Sr. Oliveira Andrads : > Hoje, porem, eer-
ceadas as attribuipSes que linham as autoridades
polieiaes, Bio ba quasi quamqaeiraHe born grado
-, v~- .-w .-Die.iuu projecto orga-
O'Sr NaspimpntaP^,^,.,, r> i ".'"^uodorine para wua forfa policial Ja pro-
nacao uue S s?/tX -*'** [,. ^porqie, embcra a eomrassao deva muito,
pr^-ioVaualoZ' ^ com3 esU *Vi M|,,UJ.0^ "sperar da Pro do governo iu intuito
51 snn.rio^^TZ- rA f*601 U8Ba ratifica- Je t.A^IP- ^ V01nc"nBnto de qualquerdas pre- *-
Jiuff p0,"a* l0ai; nuu acaberaos com seu en-
tidaae commissario policial
-u&Sii2:?TWD M CarValho :~e ao ^ **
0 Sr. Mabobl do Rboo :Servire o oabo.
c. Na8CU*Bi\ao Portella :-E' a roeima cou-
ia, sera o immediate.
~ a quo tem es-
tado sujenaatehoje-opigain'sn'.o da forca poii-
0 Sn. Pbretti :Ahi nos aetamet do accordo.
0 Sa. OLivEmA Axdrade :,Mas espereo-no-
bre deputado; a porque, repito. pode asnito bem
acontecer que esse auxilio promeitido pela gover-
flo, ou ie deaiore, ou nio prodoza o. reaultado es-
perado ; e neste caso, se apodadwnenle fosse sup.
foi o nobre deputado no priocipio do seudiscarso
0 Sb. Oliveuu AnoaADa:Pfevejumos apoaas
nma evenlnalidade, b4j desconfiaoaos.
Fei ainda a nobre Japutado uma observapao
disse que os guardas lecaw aao devom eg^r pre-
sos a um contrato ou engajamenlo por carlo lapso
de lempo, aim eontratodas pela autoridade poli-
cial, e ddspeJido* quando deaiaereferera a coo-
liaoca desta autoridade-...
Parece-me que o nob?e depntid nao reflectio
aos perigos que eta sua idea pode acarretar. En-
gajar sa um individuo para fazer o servico de
policia, embora sera rigor a apparato nai I i tar,-deve
ser um acto terio, regalameatodo. U.n contrato
desta ordem nao 6 simples loeapaode lervigo*. 0
cidadao encarregado da seguranpa puttlica nr-
pode nem deve ser equiparad* a am e.iado de
servir, qua ae acothe e se de-p^le com a maior
faeilidade pogaivel, e ate por capricho.
A adoppao defeinelhanie idea daria largas ea-
aanchas o arbitrio quer da parte superior, quer
dos su bird in ados.
Eataoetoeida a oaoftanca reeiproea aomo a ni-
ca ligafao entn a autoridade e sens jubordlaa-
aceitar e exeroer esses cargos.
A lei da reforms
J)Sr. Gaspar Brumwond
Irouxe nos a idade de ouro.
0 Sr. Oliveirv Axdrade:A continuar este
estado de eousas, as alias autoridades da provincia
yer-se-hao forpalas pelaMlrewnstaucias a se oc-
earrerem dos coaMnissarife para nomea los anto-
ridades polieiaes uHqut-llAs loeatidades, onde nSo
haja um cida*ao abastado, aetivo, em summa, com
os requisiiosnecessarios que queira prestara can
sa pablica o servipo de aeeitar e exercer cargo
policial.
Sr. prew'aoole, o projecto quo se dwcoie e que
espero ver coavartldo dm lei, qoaflfdo ontro meTito
oao tenha, attaode aojmeuos as necessldades pu
bheas de momento.
O Sa. "Manoel do Rboo : -Oomo esta, Mo.
8 6.'OnvBiaA anorade : Creio ter respondido
ao aobre deputado pelo distriBto, entreUmto,
confo ii posstwa que pw teoha escapado alguma
cousa, algum argumentodo aobre'(tapulalo, eu deixassse sem re>poa, prometto Toma-Jo "eai
conMderaofto em oatfa oee*Mb. quando liver a
alavfa.
f'Wr. RftHs e lira :Sr. president?, 6
., TCI
orado, da modo too briihasite, o meu nobre eol
lega, quo encetou a discussao. As suas luzos .na
ex Msipoo do seu moJi de peosar acerca do pr
jeetd, me levirani a mudar de rumo em pane do
estudoqne flz acerca do fflesrai projocto, hie le-
varam a despresar algumas das ideas que tinha,
para adoptar as quo el|B aqui enunciou. Entre-
tanto, Sr. presidente, en aao posso deixar de to-
mar partona disQuaao, porque, tendo de dar o
meu voto sobre o projecto, vejo-me einbaracado,
visto corao elle, no meu modo de ver, nao saiisfaz
as necessldades da proviacia, oao preenche o fun
a que se destina.
Por mais que lea ha afagado o meu espirito, por
mais tratos quo tenha dado a minha i.naginapao,
certainjnta pelo acanhamento della, procurando
razOas que jostificassem o pensamento do projecto
de lei de forpa policial|que se di3cnte, nio s lenho
achado e somente encontrei difflculdades e duvi-
das, eneontrei mesmo confusao, de modo a me pa-
recer inoxaqoiveis as suas disposipdes, se elle tal
qual tiver de passar, for appruvado como lei e
sanecionado pelo presidente da provincia.
Por issd rai'.-mi (pie se trata de um projecto de
tal importancia, e que entendo que elle deve aqui
ser'cons'iderado com o maior escrupulo, deve ser
confeccionado com detida reflexio, deve ser dis-
cutido com calmae acurado estudo, para que saia
um trabalho em ordem a servir ao Ilm a que se
destina.
Sialo, Sr. presidente, e sinto profundamc: le,
nao poder votar pelo projeclo tal qual esla, sinto
nao poder estar Concorde com esla trabalho da
nobre e ilhistrada comrnissao.
Sr. presidente, a lei de (ixapao de forpa poli-
cial e, sem duvida alguma, um dos mais impor-
tantes ados legislatives, que procedemdas assem-
ble is provinciaes, e por isso mesmo e que nao
pode ser esse trabalho feito sem esiudo. nio j.6de
ser discuiido sera muito reflexao, nio pode passar
e ser converlido em lei sem complela discussao e
esiudo perfeito.
Sr. presidente, com effeilo, e pela lei da forpa
policial que se habilila o administrador da provin-
cia com os meios e reeursos para fazer respeilar
as autoridades legitimameote consiitnidas, para
fazer cumprir as leis e garantir os direitos invio-
laveis do cidadao, de mo Jo a po-ler engradecer-se
a provincia, do modo a poder ella chegar ao fi-n
desejavel, a que cerlaniente nio podera attingir
sem o auxilio de uma for.a policial bem orgahi-
sada.
Mas, Sr. presidente, nao obslanlo o respeito
quo tribn'.o a cada ua dos nobres e illustrndos
membro3 da comrnissao, hao posso deixar de dizer,
com a d.'vida vehia, que a sua obra nao me pa-
reeeu muto baa. 0 project! quo se discutj
con tem um pensamento, mas um pensamento que
me parece flue nao leve o devido desenvolvi-
mento ; um pensamento, que, por assim dizer,
asta em embryao, da sorte que nao poJera a forpa
policial por este modo organisadi prestor-se ao
lira da eua creap'o.
Precisa o projeclo, por conseqnencia, entendo
eu, de retoqnes em todos os seus artigos, precisa
mesmo do oulra? di-posipoes que nao estao ahi
consignada?, e que o podem ser em arligos addi-
tivos. Eu irei fRzendo sobre cada um dos arligos
do projecto as onsideraeoes quo me patttsvcui
necessarias ; e irei tambem ofTerecendo os arligos
a I litivo? qne me parecerem convenientcs, para
que Ii jfle assim coinpleto o pensamento da no
Ore comrnissao.
Sr. presldenie, comepaado pelo art. 1, vejo qae
o projecto consigna o pessoal de 1,100 prapas para
a forpa policial, dividlnJo esle pessoal do seguinle
modo : destina oOO prapas para o sjrvipo da ea
pitil e 9;0 parao sorvipo do Ctntro, com a deno-
OTmigio de guarda local.
iMas, Sr. president.', se atii hoje se tem MM
to lo o servi.jo poiicial Com o pessoal de 800 pra
pa-, porque razio se ha dc fater um axrescimo
(S i cooBidoravel t.quaado^se falla todos os dias em
e ohdmia r
Vad se eutenda d'ahi que eu acho desneres
to o numero total da forpa policial para fazer
toa o o serviijo de policia da provincia.
) Sr. Oliveira Andradb : E' o que se de
pr 'hende.
) Sb. Ratis k Silva : -Na>, senhor. Quando
as im fallo e com relacio a distrmuipio da forpa.
e torque se da para a" capital 500 prapas e 900
para o resto da provincia. Eu entendo que, em
lug ar >le 500 prapas para a capital, deveremos an-
tes votar 300 porque, e ouir'ora com 800 pra-
pa se faa todo o servieo de pillcia, assim na
ca| i'.al, como fora della. hoje que o servico do
foi i tem de ser feilo por uma goarJa loeal, para
a veji razao, nao vejo necessidade para que se te-
nhim WO prapas aqui na capital.
0 Sr. Gombs Parrnte : E a conduccio dos
presos I
0 Sn. Ratis k Silva : Ghega para tudo tef,
porque, se 800 pracas clipgavam para o servipo
policial de toda a proviflPta___
0 Sn. Manoel mi-REoo : -*Nio chegavam, lanto
quo havia a guarda naeionil deetacada.
0 Sr. Ratis b Silva : -Meu nobre collega, nao
me fade em guarda nneional, porque o servico
da guarda nacional so era in nomine. Posso
dizer a casa que presenciei e vi como este servico
se fazia no Ingar onde eu morava e via as diffl-
culdades qne navia, quando se linha de chamar
a guarda nacicnal para prestar-se ao servipo da
policia.
A guarda nacional que era charaada para fazer
destacamentos, Jgnardar a prisao e garantir a
sua seguranpa, da uala servia : succedeu ate
que a prisSo daquella localidade fosse desampa-
rada pela suarda, ao ponto de iicar faehado o
qnartel. Eis como se podia eoatar com a guarda
national ; portanto nio se me fa lie em guarda
racional para fazer o servipo de policia.
OSr. Soares :-Mas prestavam sempre os seas
servicos.
0 Sr. Ratis e Silva : Mni poucos servipos.
Nesta capital poderia ter preslado, e eu confesso
qae prestava, mas no matto, nao, meu collega ;
por eonsequencia posso dizer que todo o servipo
policial era fei o pela* 800 pracas do corpo po-
licial.
0 Sn. Soabs : E nos lugares em que nao ha-
via destacameLto e em que niio ia o corpo de
polieia 7
O'-Sa. Ratis b Silva : ***.
0 Sn. Soares :0 que ia faz<-r la 1
0 Sr. Ratis b Silva : Por essa mesma razao,
pirque a guarda nacional oio se prestava, e as
autoridades policiaes-linham necessidade de re
eorrer a forpa de policia.
0 Sr. Soares : Mas a guarda nacional de la
nio serve de nada ?
" Sn. Ratis b<6rva :*"8ervia ; mas eu nao es-
tou explxando sdmente o modo por qua se latin
o servipo, nao es'.ou dizendo qne a guarda nacio-
nal nao ee prestava ; ab*olutamento digo qae, em
fAlta della, se reqnisitava a forpa policial para
prestor servipos fdra da capital. Nao se diga
poi*, qtie a servipude fora da capital era feito e-x-
clusivantente pela goarda nacional.
0 Sr.~Soares :--Nos casos extraordioaries ia
d'aqui o chefe de policia com a forca neces-
sarii.
0 9r. Ratis e Silva :-i-Deste modo nio se node
aroumentar com o nobre depatado. E' capaz V.
Exc. de negar qne a forpa p Ueial ia fazer ser-
vipo de policia fora da capital ? Se noga isto, ea
naifa mais direi. .
Sr. Soabbs :Em caso exlraordinario ia
8. Ratis e Silva : Nio, senhopes. Por
Iquer falla qae havia no servipo que devia ser
Jtado pela guarda nacional, se recorria ao cor^
policial e la ia um anxilio.
Hor conseqaenera eram as 90d prapas do corpo
polj*iai B^ie fazfam o servipo, nio *6 na capital,
como no resto -da provincia. Digo. eu entao, qne
se dom 80;) prapas se razia todo o servieo policial
e nio soffria o servico da capital, entendo que,
pelo projeejn, estabeleeendo se a ereaeSo da Mar-
da (oeai, AW prapas serio bastantes para fazerera
0 servipo da capital.
Oi Sr. 1. Mkllo teoo : Mas e*sse nnmero de
500; prapas-nto i para o servipo da capital ; e
tambem para quando for necessario fizerdiligea-
Crasl-reraMBena.
'> av
Oi Sr. Ratis e Silva : DHigencias onde ? Aqui
na capital r Porque para fora ha a guarda local
entao para qne serve esia guarda ?
V'jo ain la neste pensamento nma falta de eco-
noala, porque assim virio os cofres a defender
com -
o corpo pohelal, nio 4*!iOf*>$ como actual-
mea % porem sim uma somma muito mais cres-
cida
OISb. 'M*oel do Rego : Jlds votamos apenas
a quaatia precisa para 500 br6as.
0 9r. Ratis e Silva :=*Mbs en acfco ainda esse
numco crescido, aeho fle mais. Entendo qne
com 300 pr-aeas aqni na eidade se podera fozer
o setvipo policfal.
9o i *. do art. 2." consigBa o projecto o sa-
guinta (W) : 7W^
8r. presidente, ao passe 'qfte n aeho ereseWo'df
A?^il& S P^'ftacon unwnem Us fossam cem baetante acanhamento qoa/pedr a palavral numero depracasdo'corip^^
despedidos capncbo.-ameule, Umboai pod a dar-se' pajra toruar parte na discussao do project de for-- 'dito, aeho peiueno .o numero qe se destina para
M" par. co .pie c7>m O'V) pup.as e nio ; I-. .
lr.. Entente i\n* com metio* de 1,000 rrapas
esse srrvji-. min |r-..leia s.-r #a>inMto.
Alien lase, Sr. | re.-ideulo, quo a provincia tem.
como disse o nobre deputado (designando o ^r
Manoel do Rego), apresenUu em eu irabaiho 15
iregue;ia, fora as da capital, e an I'jdaseslas fre-
guezias deve haver uraa aotri4ad* policial, a>-e
haver ao menos um subdtdegado ; em todas eslis
locahdades deve haver nma eapecie de dVstara-
mento, que 46 auxilio a respeciiva auloridad- ,
porquanto eu oao coropreh.ndo a aol cial seal forpa em qae se apoie para fazer cura-
pnr as leis, para garantir os wren.* individtta*-*
dos cidadios, para faier manter a ordem pubhea.
Ora, a serem distribaidas as oe pracas per i"
fregur'zias, vira a caber uma forpa, nm anxilio
muilo pequeno, a cada ama dessas autoridades n-v
liciaes.
O Sr Oliveira Andradb:Mas altenda
bre depulado ao art. 1*
0 Sr. Ratis e Silva : 0 que diz o art. i*
(Le)
Mas o nobre deputado, illuMrado membro >
coramissio, nao vd que a provincia lorn 65 fr"-
!;uezias e que em cada uma dellas ha um su'.d-
egado e que nio ha subdelegado qne possa di-
pensar o auxilio de uma for.a qualqwr, para r. -
;er cnmpiir a lei. para a fazer rcaanaavT
OSr. Goncalves Kkrrhra : -Quem esta naaa
lado a conhecer melhor disto B' a adtr.
trapao.
O Sr. Ratis b Silva : lle'rrrto.
0 Sr. 6onij*lVes Fbrrcira : Purianto e
leria do regnlamento.
O Sn. Ratis e Silva : Pe*doi-me o n.di.
putado ; ii.io .' mateiia do r- gulaiiicnlo, na
ma leria que de\-e rsUr cr.nsignada ajni da
porqne os regulamentos nio servem senii .*r.
dar esclarecimentos, para providenci^r quam
enmprimenio da lei. A er aim. eniao ri"
vemos deixar tudo a aiminislrapi), < xensad
fazer leis de forca polieial ; devemo- omeote di-
zer : 0 a forpa pol cial compor se-ha de mi
prapa.
0 Sr. Ui.ivmra Andrade : B o CBSB 1
mndns in rfbns.
0 Sr. Uatis e Silva : Sim, Sr, M "d--
in rebus.
A tar assim, como ia dizendo, a deixarmr* tu.i
para o regulamento, nao prpcisavamos aqui dIs-
cuiir a lei de forca policial, era bafltatrta ditPf--
na lei: havtra um corpo composio de HajNa<
pracas > ; cslav. tudo dito, porqne a adminislr>
pa i faria o resto. Nao entendo assim, entrnd-
(|ue aquill i que nos compete fazer, nio new
delepar devemos deixar para a adminisirji.
aquillo que (or indispensavel para qne possa -'
ahi execuiado, isto p, rrgulamentos para fa. r
cumprir as bis qae desta casa sahem.
Como ia dizendo, aeho pequeno o nomc: i
R) I prapas, e me i>arece que ccm menos ile 11
na se podera fazer o servico policial. Divid.
forpa em tantas paries qnantas sin as wMpk-
pacias, porque ha freguezia, como disse um :,
bre putado, em aparte, que letnmai* de uma or.
delegacia.
No art. i. diz o projeclo (le).
Decl.aro, Sr. pnsidente. que nao pude comic---
hender o pensamenlo da commissii. Pnm-ir.
mente me parecia exqui'ito nomear-se uma eni -
dade clumada cimmistirh para cotnmandar '.' 11
prapas, que deviam estar divilidas porlnCl
localicades, segando fo*se necessario; e snU
assim. me parecia tambem qm ningu mo hav.-: .
que qaizesse snjeitar-se a nm trahaltn de-ta cr-
dem, tao ardu\ Ho dinicil, por 800i pir anno.
Alein disto, Sr. president-*, entendo ra que e-i*
guarda tool niio po.ie deixar de ler cai cter OMii-
lar, nil pole ser comraandada por um simple-
commissario, que pole serum qua1 pi-r Bas>sn .
sem nenhuma instriKpao mililar. -
0 Sr. Goat's Parexte: Masfesla r
do que interpretou mal.
0 Sn. Ratis e Sh.va : Na> interpret.! n '.
Reconheco agora que a raedi.la qne-se devo I
mar para l"rnar aorowiuvel n pensamento I
pn-jecto, i ao v a que e:i entrndia e me pi.
cenvenii'iile ad.-uiar; isto e", que -e imi-ti
para eomman'ar e-ta guarda local um <>'.hVmI r-
formado de patenie superior, e neste eniil I i
linha confeccionado ate uma em-m l.i ; ma* o c -
bra deputado pelo disiricio que enviu I J--
cu*sao, lembrou ura alviire, eom o qual eu mu :
concordo e aeho muito melhor do que o meu p> '
samealo; entendo que a guarda local J've lie .
a disposicao, deva a sua organi-acao ser c-oriaOa
as aotnriilades poli-iaes da localidi le.
0 Sr. Gom;alves Ferreiha : No pri.neiro r
se queria um official de patcnle superior, e ag ira
se comenta que lique a cargo" di aulorioale
policial !
0 Sr. Ratis e Silva : Pensei as-im a pnnri-
pio, mas o nobre collega que encet-u o debate n-
luminou de tal molo a queslao, argnment>.i ia
tal maneira, que me convenceu ^er melhor o -ea
pensamenlo do que o mea.
0 Sr Nascimento Portella: Muilo agrad--
cido.
0 8a. Ratis e Silva : Aeho, pois, que a pst
feverivel que Ii pie a piarda local sob a din ,
da aut'.ridade da localidade resoectiva.
(Ha um aparte.)
O Sr. Ratis b Silva : No mesmo dbtrici.
policial podem haver t subdelegacia- ou 3, mas
cada freguezia nio pode deixar de ter suhdelefc-a-l .
porque a lei assim maoda ; portanto, cada fregne-
zia deve ter a sua guarda local, a qual deve ser
organisala e dirigida pela respectiva autoridaJ-
policial.
OSr. Oliveira Axdradb : Sendo crgaaasii^.i
dentro do districlo e pelos cidadao* dos dislri -
los f...
Vobks : Da freguezia
0 Sr. Ratis e Silva : Da freguezia. Bnve
ser, como dizia organisada e dirigida pela aun r
dade policial da localidade e coramandada por om
inierior.
Esteponsamooto me parece meHior; eqne levara
mais ao lira a qne se destina o corpo policial.
0 Sn. Oliveira Andradb : Se nos podessem *
eon la r com boas autoridades polieiaes I
0 Sa. Ratis e Silva : E porque aao podemos
cen'ar f
Nio contaraas porque as nomeapoes quasi sem-
pre recahem em pessoas. qae nio sao as aaaia oa -
pazes e habilitadas para exercercm -argos poli-
eiaes nas localidades. Sejam as nomeapoes fe;ta*
cam prudenci-.
0 Sr. Olympio Maboues ( ao Sr. Oliveira Andra-
de): Entao o nobre depulado qaer entreoar
as attribuipoes polieiaes aos commissarios f Ila
de pur forca sujeitar se as aah>ridade* p .liciac-
O Sa. Ratis e Silva : Se as auto -dades Bin
sao capazos, a cuipa e da admfnistracao ; aeiain
escolhidas pessoas capaces de desempe .aarem os
cargos para que sao nomeados: haja nisto loda a
cantella e pruJencia.
Ainda outra duvida em que paira o men espi-
rito, c a seguinle : consignando a disposicio do ar-
tigo, redigido como esta, a creapio da guarda local
cujo commsn Jo da a nm commissario de policia,
nao nos dia entretanto onde deve este comsnissario
lixar a sua residencia.
Vozes :-0h !oh !
O Sr. Soares : Junto da cadda
0 Sa. Ratis e Silva :Pois se o commissario
ten de commandar a guarda local, que e o eorfto
de 900 pracas faBendam bem) se a guarda toeale
distribuida per todas as localidades oade for a-
cesssria, isto A, por diversas fregoezias, por diver-
sos termos, onde ha de merer o commissario qae
e o seu commandante ? onde na de residir
Tera elle o dom da ubiqnidade para estar eat le-
das as pavtes ?
0 Sr. SofZA Leite :Me parece quo em cada
termo deve haver am commissario.
0 Sa. Ratis r. Silva : Nio se diz isto no pro-
jecto ; e a dnvida em qae elle n>s deixa, e-wao
ambigno. Se nos dissesse ? em cada termo, em
cada localidade, oade for organisada uma goarda,
havera um. commissario, bem; mas oao aos diz
assim ; o bob nos diz e qae a guarda bea! sere
commandada por am commissario ; mas a guarda
loeal e o corpo de 900 prapas ; ahi 6 qne esta loda
a dnvida.
0 Sr. Gomes Parente :Veja o S* do art. f>.
0 Sr. Ratis e Silva :-0 que diz este e o se-
guinle (le1) :
Nio recoBhece o nobre deputado a lacuaa qw
ba nesta redacpio *
Nao se sabe por aqui on em e qae deve ccai-
maadarasta guarda local; da lelra do anigo o
Sue se collige 6 qne toda a guarda local composta
e 900|ri.s, deve ser commandada par am
eommrsHo.
0 proiecto acha-se confeccionado de mode a-
derxarjealasio ; foi o que eu disse, quando co-
aieoet a faHar. Tenho dnAfaas sobre elle,porqoe
sti vazio 80 enttao, nio da deenvolvimeBlo ao
seu pensamento.
OBr. Sobtbs Pa-bb-ttb .- -O nobre d^potilB no-
de oflertcBr eraeBdas.
0 b. Rstb e Silva : -Ert temio algomas para
offtrecer.





W^^dPkHWn6u<)i^iQuufla htoi0ii*i}tilio>tia)?m4
3


,-
0 Sn. Go$ Paient* i-Apresente-a? para se-
I cm discutidas.
0, Sb, Hat is b,S,va : Siqi, senbor.
Quanto ao svldo esiabelecido no art. ti" par* as
praga3 (fa guarda local, ptmd, Sr, presidente,. qua
elle, pareeendo me razoavel pirn ajgnojasjacalia'a-
des, nao o sera cerfamente para outras, porque,
como bem disse o meu noOre-e illuslrade collega,
qne fallou em primeiro lugar, localidales ha em
que so podera achaf quem se queira pre-lar a
esse servigo com o salario de Ifi, mas localidades
ha tambem onde nao se engontrara quem se quei
ra sujeilar pef tal preen.
0 Sb. G nqaltks Fbrbeira da urn aparte.
0 Sn. Ratis f. Suva : Sem duvida. Por con-
sequencia ale nistoea acho que o projeclo nao sa
tisfaz, e defeiluoso. Me parecia melhor que se
augmenl-isje ee salario, de made que em todas
as paries onde Uvesse de ser organisada a guarda
local, se podcsse achar qnutn se prestasse a della
fazer pane.
0 Sr. Gome; Pabent.?. : Isto e que e cortar
largo.
O Sb. Ratis e Silt a :Nao sei se 6 cortar lar-
go, o que sei e que querendo se apertar mnito,
querenik) se fazer ccoraomiis, como os aobres de-
putados qnerem fazer, nao hao de cbegar nunca
ao lim a qn desejam chegar. 0 qne ?ei e que se
So hade encontrAr em eertas locirtidades. prin-
cjpalrnente nsqiHIas frrgnezias mais proxmias da
fli*M3e, qtifm queira so sujeiUr a esscsenrhj i com
o salario de li pof ilia.
0 8n. OtivKL!jA.Axna*OE : -^E hoje nlo se su-
jeilam ? 0 corpo de policia nao tera 8"0fl pracas 1
0 Sr. Ratis r. Sii.va : -Tern 800 pragas, mas
leu) vantagcns qua o projeclo nao da a guafda
Idcaf.
OSr. Olivkiiu Andiude :Q.iaes sioessas van-
tjgens ? Ao contrario, os guardas locaes tera)
inainres vantagcns : pennaneccrao no seu domici-
lio, nao sanirao delle para deslaeathentos
0 Sr. Rath e Silva : Poderad elles doixaf 6
servigo de poluia para se entregarem a oulros
misteres ?
?e elles podessem accumalar ao servigo publico
o particular, enlio leriam vanttgens; mas sendo
exclasivamente empregados no service da polteia,
restarlhes ha tempo para se delicarem a um ou-
tro modo de vida ?
E sera mesmo isto admissivel ?
0 Sr Oliveira Andradk .Era toJo o caso es-
iji juntos de suas familias.
'0 Sr. Ratis e Sii.va : Sobre outro ponto, Sr.
presidente, aind> acho inconvenienles no projeclo.
Determinando no art 8 qne a guarda local seja
tan hem composia (las pracas do corpo de policia
que furem dispeiisada, se^ue se que a orgaoisa-
cjo dessa guarda local sera feila, sera ella com-
posta do inJividoos que nao residam n.i lo-alida-
de. Mas, dizendo um dos nolires sigaatarios do
projeoto que ha piiueo fall hi, qae o penjamenlo
do mesmo pnfedtaep que a guarda. local fosse
orgauisada com as-pessoas da lucalidade, vejo que
0 an. 8 esta em contradiccSo com cste peusa-
rneuto.
Se podoir ser aproveitadas as pracas do corpo
de policia, que f>rem dispensa las do servieo, para
se ocouparcm na guarda local, o que se segue ?
E1 que esta guarda poiera ser organisada, nao so
com pessoas da localiiade, mas taiubem com pos-
soas dj fdra da nmn localidade.
.0 Sk. Gum;\lvks I'liuiitriA : Sena duviJa.
0 Sr. Katis e Sii.va : Mas e isto o que eu acho
inconvenienie ; entondo que esta guard* SO deve
ser i>rganisad:i com pessoas resilentes na localida-
d^ de sua organisa;-ao
0 S:t. Olivkiba Andrade : Ou nas pirochias e
ate mesmo nos dirtrictos! E' localisar' de inaii I
I'.n |ue o cidadao biasileire, residente no munici-
[do visinbo, ha de ser exdoido de prestar o ser-
vtep ?
0 Sb. Ratis e Silva :>"ao e excluiJo, porque
pode ser engajado no muuieipio de sua !esidm-
cub l1' is poiqne o indiviJuo quo mora no dis-
trict i A, nao |;6de ser aproveitado para servir no
dislricto 1$, segue-se que este]a excluido de pres
lar os seus scrvicos ?
0 Sb. Oliveiua A.ndrade : Esta desde que o no-
bre deputado qusr a preferencia.
0 Sr..Manoei. do Uegi : Mas poie sei apro-
'veitido honispectivo dislricto.
0 Sb. GoigALVi:s Fehrkiha : -Mas supoonha-se
que a lorca esta coiupleta no sen disiriclo e que ha
vagii no districto visinbo, pcrpie nao ha de ser
aproveitado i
"(Cruzam-se oulros apartes.) .
0 Sr. Hatis e Sidva : -Os qne nao prestarem
servifo na fregoezia A, prestario na fregaezia U
d mesmo termo. do mesmo dislricto, da mesma
area. 0 que eu acho eonveiiiente, o que acho
i. i ido o ponto Dceessano qne sempfe a guarda
1 ical seja composla de pessoa3 residents naquclla
1 ocalioade para onde for ella destinada, qu nao
.- eseo ham pessoas que sejam desconhecidas no
lugar e que nao tenham as habililacoes que teem
aquellas que moram na mesma lo .alidade, para
]><\:t fazer o servieo policia).
0 bomem da localidaJeni) so conhece as pes-
soas della, como os lugares por onde passara. Se-
r.i mais facil que estes bouiens da lucalidade co-
nbecam os malfeitores, os criminosos, do^jue aquel-
ies qfie fora della m&rare n e vierem empregar-se
no seivico de policia. Eis a iui as vantagens que
iiodem resultar da preferencia dos homens da lo
calidade aos que moram fora.
Sao estas, Sr. presidente, as considerajoes quo
me l;vain a oppor-me ao jirojeclo.
liandaivi algumas emendas que tenho confec
Ci inado e depgis, se for eh^tnado a tribuna para
x; l,;;ar iilguma cousa com rela^ao ao que hoje
tciilio dito, eu voltarei a el.a.
Sao lidas, apjia as e enliam coujuataraeute em
discussao as segaitttes emendas :
t Artigo addilivo. Para ser admittido no corpo
de policia ou na guarda local, e necessario exhihi-
i;ii de fiiha corrida eatlestados da conlucta civil
. moral d ipuetendeiits, passados pelos delegados,
jubdelegados e juuesde pet e paxochfi da locali-
onde residir.Ratis e Silva.
Emenda ao art. 1 Em vet de 1,401 pracas
diga-se 1,300 pragasRatis Silca.
siilistitutivo ao S i" do art. !O actual corpo
de policia li-a reduiido a :I00 pracas e divididos
I or quatro companbias e sojeRo ao mesmo servie*)
:i que ora seemprega. Ratis e Silva.
Ao V do art. i. -Era vez de 9 i0 pragas
diga se mil pr*o**.tttUis e Silva.
A) art. 3*sub*litutivo. A guarda local sera
destiaada ao servieo p licial das comarcas on-ter-
m is, dolegacias e suodelegaoUs, nos quaes luga-
res deve ser ella organisada, e so podera dastacar
du s.ihir para fora do lugar de sua orgaaisaciio,
a i iiiisicao dos juizes de direito ou delegad is dos
lugares, oade se der perturbacao da ordem putili-
ca. Ratis e Silva.
O *r. Olieira Anilrailc :( 'io devol-
veu sea discurso.)
E' tambem lida, apoiada e entra conjunctaiuente
em diseussao esta emend i :
o Depois de commandado -accre-cente-se nos
i e-pectivos municipios ou parocnias. Oliveira
i ndrade.Gomes Parente. Pinto Pessou.
O Sr. Xa^rlmeiitu Portclla s Sr.
presidente, quando eu fallei o modo porque alguns
dos nobres deputados, especialmente um qua faz
paiteda commissio de forca policial, mo-travara
acolher.as rainhas o'oservacdes, como que me in-
di;ava que nao era em pura perda que eu as r>a-
via exhibiJo a cousideracao da assemblea provin-
c-al; parecia-me quasi quo haver pe'feito a>;cordo
e miuais de um ponto entre o que eu dizia e o que
p-raiava a nobre comraissao de forca potieial. E
e-ta iSoKviccao resultaiitedeircuiiiitancia tao sig-
n.ii Mtiva coon que mt animou a dar nnur d-
envoi/imeat'j as coa^iderag5es que eutao expuz,
carl' deqo, se nao c>tava dizeod) cou-:a nva,
qn poieJ40 ser consideralo um salvaterio, ou que
ni> polessa ser objjeto d-> iaipagaic4o, niavia
n"n eslava daeodo cousi que naopudosse ser ou
vida, que poJesse ser considerada um absurdo.
Sint) que o mjvel que me detorminou naquella
uccasiao a tomar a palavra, o* esforcos .masmo
que erapreguei para que as cousidaraeoes expjn-
ilid s podessera calar no animo dos dignis raem-
bw ia comniswo, nao'tivsem corraspoodili ao
msa desejo; treio que fii tad) inu'il.
Eu dertarei.com> uma prova significativa da
vontade de qae se fizesse o qa) mvis aortido fu-
se, que.se achassam os digaos msmbro; 4a com
raissao aceitaveis-, coma me parecia. ajtuaias dai
minh-is coasiderajlas, aJles proprios of;rces?m
emen-las. Wift'qaiz eu off^reee la*; dava assim
uraa prova d) aocordo em que desej%va esiar,
desd: nae accordas estavamos no pensameato ea-
pital.
0 que.disse entaorSr. presidente, e awda a con
viccio de qu- esloa agora possuido. Q tanto mais
peaso no modo porjue esta confeccionalo o pro-
]ecto,,Biais m; eoiveneo do que ani,et ajerta-J)
nas e**l9raco!t que tic e de quo a nobre eom
missaJlrestoria uo sinrico a. itcolbesae, seio
tola*,.!* menos alfumas dessas ideas qae exhibTe
que, evmi diase, entio n\f. pareoeu aeram a-ieitas.
.Sio e aaia insistir nellas ([ie accapo agora a tri-
hoaa, mas pira^alvar principios de oatra ordem
denalureradiwria.
Impugnando a cntidade commis$wio policial,
retfrbnido-eom 800j,eu dfesfrqaa art precUo naa
oriar a larga uos cofraiigefa*.qa* ata. praciw
uoupa-los.) Borijnev d&sde; qua o. gavamfl geaw, ma -
nifestava o deseja da-vie em auxili) da provincia,
conMrreado eoaa pacia da despewk da f jrga poli-
cut, enrnnnnchj, *s,sira o, S'iU, djytpr (aoaiiatytaJW
mesma firca rMlftfiST* Utm\ qe es idtAti *
tornassefniubod8ros>do qae aqueik- ser e podiamoj esaenar '/
Mas. Sr. pre-ideoto, a juslilijaei) dsssa alida-
de commissario politial causou ft) meal aspjritn
dolorosa impressao, sob a qual tenho de aecres
centar algumas palavras.
Do que foi dito> ve so manifest) que o pensa-
men to dessa creacao e habilitar a admiro-fracao
eom um pessoal, onde possa escolbar Xi autorid i-
des policiaes, e.supprir a falta que ale hoje se tem
sentido deretribuieao dos delegad is e sn&delega-
dos pelos cofres geraes.
OSr.Gomes Parents : -Nib apoiad).
0 Sr. Gaspar DauMMOND : Apoiado.
OSr. Nasoimento Pobtellv : Foi o que se
disse, e para complement) deste pensamento, qne
se daduzia das palavras, o nobre depatado de ra >
doexprcito diss4 qua dopois da lei da- reform a
nao ba quem, podendo servir bem, queira aceitar
um cargo policial.
0 Sa Gaspar Drum.vo.nd : Mais ou nijuoi foi
o que disse.
" 0 Ss. (Miss PAirsstE :Isto 6 veH'de, eV am
facto.
0 Sb. Nascimenao Porfetu : Mw eu contra
uina a contra eulra dastas idcis mo, Draswacio
muilo aberla.e Irancameate.
Por esta meio indirocto cnasegaw asserablea
provincial qua haja uina relribuicAi ualos cofres
geraos para toJo o pessoal pdioial ou para parle
dease peseoalj aiame pareee- reguUir. Qiaado o
poder geral, -disoohda estagrandie. queatioy eateo-
der que e preciso eslabelec-r a retribnicao para
lodaAl pessoal policial, ffo-o ; aas qua umapro-
veitemos agora da oeoasiao, abramas brecla no;
cofres jcraBs, quando e*les ve n em j0 auxilb
para atttvlar pane da despett previaeial, e digj-
rdos: Parte deste attxilkt seja dlilribuido do.1 rat
iribuieao aos delegalos e sublelegados que quei-
ra nos' nomear....
0 Sr. J.Mello Rego : 0 projeclo- n*o con-
tern isto.
0 Sr -N'a3<'.im3.nto Poanun.: Foi o qua disse
o nobre deputado, foi uina das razoes que deu em
justifieaclo, e eu nao posso, por rauito autorisada
que seja a palavra do nobre deputado que acaba de
dar o.aparte, aceital a do prefereacia a d) digao
relator da comraissao do fjfca pjlicial ; e. como o
pensaraenlo deste f,i revelado tal qual acabo de
mencionar, nao p)sso deixar d) aceital-o.
Dig), portanu Sr. president-*, qda noi na poj
demos resolver e-ta magna questao por um meio
indirecto, nao poleiiv na oecasiao em aue o go
verno imperial cumpre o seu- dever, dlzendu as
provincias que esta disposto a auxiliar os seps co-
fres cm asijuantiasque firem precis;-.-, altenta a
eecessidade do augmentar a forga p>licial, flio
podemos dizer : a Aproveitemoe agora it oeca
siao para que pr um m?io indirecto relribnifnos
as auloridades policiaes o ; nao pidem-ss dlzer :
com 8j! p:.t anno, pjrqu' ija-remja que o ser-
vice policial da pr-vincia sejipago
0 ?r J. Mei.lo Rrgi da un apane.
0 Sr. Nascime.vto Portrlla : E se nao po-
denijs dizer debaixo dasle pouto de vista, tambem
nao pilemos dizer sera offinsa dos bons cidadaos
da provincia, daqaelles que cm lodo- os tempos
de urn e de oulro parlido, de uraa e da oulra si
tuacao, tiverara s-.-mpre aim;g icao aus seus com-
moios c aos seus inleresses ( apo:ados). tiverara
sempre bascule patriotism-) parasacrifreal-o; e.ale
a propria vida no cumprimento dos deveres de
urn cargo policial ( apoiados ); tiverara sempre
Ua-t.inte patriotism) para sujeitarem-se a disposi-
cio da lei que es ebrigra a servir.
Em lodos os tempos, os partidos tiveram sem-
pre pessoal por qae se fueram reprosentar por
meio da ac.ao policial, que tie importaute e be-
nefica c para o paiz.
Por isso, Sr. presidente, eu, por muit03 que se-
ja raosmolivos que por ventura lenba de qualquer
Jesgosto pessoal, por muilo quo sejam os moti-
ves que tenha para center me nos limites da con
veniencia que deve a mim, a posieao que occupo,
a esta assemblea e ao meu parlido, na) pude dei-
xar de dizer uma palav.a em def-za delle. Nesle
parlido que se chama conservador e ao qual tenho
a honra de portencer, aiada ha muito patriotismo,
ainda ha rnuitos horaens de bero, que se dedicam
pela causa publlca, quo niio ter^o dnvida de aceitar
uma comraissao policial e sacrificar-se no dsseur-
p2nha della.' ( Apoiad-.s.) Ne tas condigoes, no
dominio de uraa situaclo conservadora, eu conser-
vador, nao de hojo, nias de todos os tempos, eu
conservad-r de convic^des, nao poss-) dizer cfue
devemos esl.iliele-;er uma entidade chamada com
mhsnio potiefalj psr. enlregar-lhe as dolegacias
e subdelegaei s de polkia, porque nao ha cida-
daos qua qu-.-iram ocaapar esses cargos. { Apoia
dus e reclam.icoes).
0 Sr. Oliveira Andsaue :(com furca). Eu dn
raiuha cadeiranao fago cortezias. Peg) a pala
vra.
0 3r. Gi1m s Parsntb (ao orador): E' uma
mera phautasia do nobre dnputado.
0 Sh. PaBsnunvTU : A'.lencao I
0 3n. J. Meli.-) Reco: Bun oulros tempos o
partido conservad-ir, com a lei dos prefeilos, creou
a policia paga, entretanto nao foi tal lei conside-
rada uma offensa ao partido, nera bavia razao
para se julgar isso uma injuria.
(Ha ootros apartes)
0 Sr. 1'rksidknte (com for;a): -Attcnglo I Xao
permitto mais os apartes. Peg> ao orador que
leaha a bondade de moderarse ; e so quanto Ihe
peeo.
0 Sr Olivvira ammam : Se quizer que os
oajros se moderem.
0 Sa. N'ascimf.sto Portella : Sr. presidente,
me desculpe V. Exc., se, domtnado daquiilo que
chamo dominio sag_r.;do de minhas ideas*das
ideas qne sao de V. Exc, coin quem sempre te-
nho con'iv: lo....
Um Sii.*DPurAo :E sao de todos nds, por
quo neoiiura aqui tem mais patriotismo do que
o outro
0 Sa. NASCUUUrro Portella : Na) puz isto
em duvidas, mas agora me dirigia ao nosso velh5
o respeitavel amigo, e a pa'avra do nobre depu-
tado me interruinpea ; felizmetite lembro me do
que dizia.
Essas ideas, Sr. pr.siiLmte, que sao as de V.
Exc, com quem leiho convivido a-do quem tenho
recebido mqitas iigoes, V*. Exc. sempre'as man-
levee nunci teve receio de expendelas. V.
Exc. tamb m nunca recusouern dizer o qae sent.-
e nunc i a sua palavra, c imo a minlia, foi erfuida
para fazer cortezias a quem quer quel seja,
quando defende ura parlido que nao e sen in o
parlido de n)ssas ideas.
Ma. o que disse eu, Sr. presidente, para que
os nobres deputados coaservadores como eu,
araigos politicos^ se mostrassem incommodados,
ipiando eu so devia rac&ber applausos de Ss.
Exes. ? Responsaveis 'todos par uraa situaca >
que e conservadora, eu nao sei que 03 nobres
deputados podessem senio acolher muilo favo-
ravel e benignamente as rainhas pfUvras, senilo
applaudi-las, desde qu,e foi manifestado o facto
de nao haver, depois da lei eta reforma, quem
queira aceitar cargjs "pottciaes, haver nisso dif-
uculdade imraeasa e ser preciso, pprtauto, crear
commissarios retribufdos para occuparem estes
cargos.
Estou certo, Sr. presideote, de qua, se V. Exc.
nao eslivesse nesse lugar, eslaria u'anloda mes-
ma linguagem da que iisei, se bem que com mais
autoridade, aUenias as suas lazes, a sua experi-
ence, es sens sevvigos.
UmSr. Deputado: -Fallaria com mais fogo.
0 Sr. Nascimxnto Portella Talvez ; ao
tnenos fallaria com aiiallc. fago com qqeellee1
oulros do $eu leinpe iillavam quando se-jtratava
das causas do parti*). IE' eue o ontliajiasmo de
que eu me achei apissado....
0 Sr. Oliveira And3ADe : -Mas nesse enthusias
rao nao haja insinuates offensivas.
0 Sr. Nas;:imentoPos't'kll\ : -"Agora aquitra-
U-se de neaocio aoais serio. Desde que onobre-
depulado diz que fiz insinuates offensivas, diga
aonde estao ellas.
0 Sit. Ouveiba AxaRADs : Eu responderei.
0 Sr. JfASCiMgNTO ^oaTELL\ : -Desde que se
diz qae Dz uma inslnujgio offansiva, eu, senhores,
que tenho sempre vivido de forma qae acabo to-
das a3 lulas polilicas sem que ienha dado a nin-
guem ura so raotivo la ofTensa pessoal. aaoppaso,
sen li-mr muita magoado, 4aixar qne o nobre de-
putado por miis tempo cjaaejrve em si, sem exrbi-
bil-.i, a offensa pes3oal ape ^i'ter-lhe feito, porqjle,
Juabfoer qae seja a expres&o offensiva ao noire
epntado. sera, logo por mim retirada.
JEu, seal'.fjfl,-raspejto a cada um dos pobwa.
depu)a4o>;; vejo em todos eljss pessoas muito 9i.'
nas, passaas que rnereaam attengio mao so n0p
e*ta, eorao por on^ras considerag<5es (algaorliS >das
quae3, com religSo ao nafcre rtaputaao, esam
muito eni man ^espirjto paixqna eu nunca viesse
faier etna insinuacao offensiva ao seu caraaten, aos
seus brios), por nanomt qua.fossem os motivos.
eo aoaca uoderia dizer.nesuinbuua uma pala)
vr*.,qae offensiva podeese. parecer-lhes. x
Um Sr. ewjtAoo-: =* inaapax.diMa..
0 Sr. Nasow-4viu Rbku.u-. "Nao. Repito,
portanto, qualquer que seja essa palavra, o nobre
deputado nao deixa no seuespirito um instance a
desoonfiaiLca de offensa, diga qual foi essa palavra,
e com a franqueza eom qae me lenho pronuocia-
do djrei : Retire a expeessao. Dig-o o no-
bre depnlado, porqaaa sea reapeito sao muitos os
moiiTOs, sao muitas as consideracoas que tenho
para usar sempre de uma linguagem a que o no-
bre deputad > tern direito (Pansa).
Mas, uma vez qua o nobre dejratado nio decla-
ra, eu sou forgado a continuar.
Como dizia, Sr. presidente, aasimme enunciando
como me parecia dever fazer por bem do paclido
a qae pertengo, por bem dessas tradigSes que tan
to aonram o partido conservador, eu nao podia es-
perar que a elevacao da minha voz, como que al-
gum enihusiasmo qae podesse aponar-se do meu
espirito, fosse digso de reparo.
0 Su. Olivcir.v Ahdiiiob :Est*o era questao
essas tradigrj-s do partido.eanservador ? Koran)
ellas eoesomrcadas par algacm i
0 Sr. Nascimento PftftTELtv: 8a estaVa, se
nhorej, lenge de peasar qae, assira elevaado a
raioha wot, podOsse causar reparo ao nobre depu-
tado.
Ifirjai.ee rxedl-me na linguagem ; se- *6Sim
aconleceu, Sr. presidente, V. Exc. sera o primeiro
a;de3v*t!paf>BW, & o sett eiArnpl >. ialtr!C4^r se-
guido pir todos os nobreS deputato) porqaie era
V. Exc. tem is uina licao viva do qeieidevemos
uns aos-mtros, a daa iraligoes do panidocm
que.vivemoi.
Mas diz-se .que ninguem atacou as tradijits
do passado ; se ninguem atacou,, como recorrer
ao passado e apossar-se de enihusiasmo porajiail
lo que elle faz lembrar ?
Sr. presidente, ha causas de naluraea tao gravft,
ha tssumplos que por si-) tao malindrosos, que
a minima palavra, seoveslir as vezqs a olfeusa
na in'.eqgao, no pensamento da quem a p.-o'ere,
eonw qe desperia em osda lira de nos, que so-^Silva &
iiios dorainad-.s poll ines.na ido i, o enthnsiisn i
pelas tradigoes do passado para que nos mante
nhamos nera lirraes no preeeale eencaremos com
segnranga o futuro___'.............. ......
Eis aqui a razao por qne, sem fftfao nobre de-
putado pensasse, swn duvida, sera qsi* eslivesse
em suas iratengoes, como eonservador-qne e.....
0 '"a. Oliveira AwunADa: Nao tive eHe pensa-
raento, nio tolero qua me venhain erapro'tar.
0 .-b Nascimknto Portella r ... sem qae-
rer, talvez, com as suas palavras levou-mea mfm
tambem a ir alem do que desejara, porque nestas
occasioas ditse e que vom naturalraente, dh se
sempre aquiilo qne naturalmenie vem aos labios,
mais aquillo de qae nunci ninguem se arFepende
de dizer
Koi exactamente o qae !iz.
Sobre esie ponto, poruoio, teaho dilo quanto
era mister.
Se a eoramissao aiada nao ju'.gar de todo digna
de recusa as ileas que espangL niio quero ter o
prazer do ofTeFdcer emendas, os nobrss (Aembros
la. coramiMiM quo as fagatn.
Modiiem, pensem, reQiciam; a rodjxao, a me
dilagao, estou .convene*Jo, ha da habilita los para
que, senaoem todo, ao men s em parle, aceilw.i
as consideragoes |ue fu, para que cornjam.o que
me pirece oorrigivel no proje-.to Os nobres depu-
tados, nem porque- sao autores do projeeto, devem
levar o seu zelo a ponto de recusar aquillo quo a
prineipio mo-trarani aceitar. Aceiteoi ou nao ;
eu as on tranquilly porque ja disse aqaillc que
peii5o, ja cumpri o meu dever.
Sao estas as consid.-i'aeoes que eu tinha a fazer.
(Muilo bemj.
OSr. Oliveira AnilraUi*:(Xai devol-
veu seu discurso.
0 Sn. Prf.sideste : Nat) havendo mais quem
queira a palavra, vou por a volos.
0 Sn. Peretti :-Pe;o a palavra.
0 Sb. Presideste : A discu.ssio Oca adiada
pela hora.
Desigaada a ordem do dia seguint;, levanta-se
a sessao.
1LUJLJS-U *&+
REVISTA DIARIA.
.\4.iim!i'-a provincial. Hontem func-
cioneu com 2't senhores deputados, sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvnda a aota da aaaaao au.ecedente, o Sr.
I' secrelario leu o seguinlo cxpediente :
Um oui:io do secretario do governo da Drovio-
cia, teansraitliado o oQlcio da camara municipal
da villa de Buique e a represenia^ao de Clemeuti-
no de Araujo Cavalcauie, era que pude seja aune-
xada a mesma villa, uma pequona parle do terri-
lorio de Aguas Bellas. A' comraissao de estatis-
tica.
Uma petigao de Paula Serai.hio dos Santos Le
mos, viuva de Juao Jose da Costa Lemos, pedindo
quo seja admittido no gymuasio, um seu filho de
nome Toao. A' commiss,io de pettooes.
Passando a ordem do dia, foram approvados:
Em 2.' diseussao o project) n. SO deste anno,
quo autorisa a ser incluid > na jubila';ao do padre
Ignacio Francisco dos Santos, professor de latim
do gymnasio provincial, o tempo que regeu a ca-
deira de graramatiia nacioual no anligo licen, com
uma emeada dor. G6es Cavalcante; era unica o
de n. i9,4jue approva posturas da camara muni-
cipal da villa de Tacar.uii.
Ficou adiado cm 1' di-cussai, pir cstar finda
a bora da 1." parts da ordem do dia, o projeclo u.
43 deste anno, que autorisa a raodificagio do con
trat) do matadouro publico, teudo sobre a mate-
ria bra Jo os Sr<. Minoel do Rigo e Ofyrapio Mar-
qoes.
Continuando a 2." diseussao do orgamen'o pro-
vincial, f tram approvados os arts. 10, II, 12, 13 e
li, coin algumas emendas,
Eotrando em diseussao oad-IUivo adialo, so-
bre ^as congruas dos coaljntores, oraram os Srs.
Tolentino de Cirvalho e Ratis e Sdva. depois do
jue verificando-se nao haver nunero para votar,
foi levantada a sessao.
A ordem do dia para hoje e a continuacao da
anlecedente.
Autoridade palicinl. Por por'.oria da
presideucia da provincia, de 5 do corranie, foi no-
meado Tnomaz Pereira Darboza, para o cargo d*
2' supplento do subdelegado do dislricfc) da Pe-
nha, do termo de Floresta; vag i por morte de
Manoel Goncalves do Nascimento, que o cxercia.
Jury do Rerlfe. C<)ipparecendo hontem'
39 juizes de facto, compoz-se dos seguintes senho-
res o conselho de senleuca sorteado:" Tnomaz
Barrelto Lins de Barros, Joao Gingalves Ferreira
e Silva, Jose Evangelista da Silva, Sebaslia-) iosd
Gomes Penna, Regino Ferreira de Carvallio, An-
tonio Jevino,da Fonceca, Joao J. Range! de Sain
paio, Jcaquim Cardozo Ayres, Antonio Maia Cdr-
tes, Joaquim de Souza Monteiro, Candido Jose Lis
boa e Manoel Jose Domingue3 Codeceira.
Foi subraeltido a julgaraento' o reo Joaquim
Antonio Dourado, tend-) por advogado o Dr. L. E.
Rodrigues Viauna.
Em vista da decisao do jury, foi oondemnado a
gales perpetuas. -
O presidente d provissciA. S. Exc.
,foi ante-hontera visitar alguns dos edtficios nabli
cos em construcgao, aflin de por si informar-se do
esiado de adiantamento, em que se achara ta-.s
ribras.
Esteve na casa dis expostos, n> largo do Paraizo,
do hsglo ie mendictiade e no paco da asiemblfa
provincial. SoliqWo por Mdo quanto diz respeito
aos melhorameiites desia provincia, S. Exc.-com
altengio e verdadeiro interesse tado examintfO, de
tudo se inforraoo, como quem nio esta disposto a
fazer ponto no qae Ihe eecupa flta e'nolle o pen
sauienlo, isto 6, nos beneficios que reclama a pro
vincia em sea pfogressivo caminhar.
Homicidlo DasS para as 6iioras da tarde
de If do mez proximo flndo, Domin^os Gongalves
de Lima; no lugar denominado Jacare, do disiriclo
de. Critan^y^teTmo de liambe, assassinou com um
llrb a Joaquim Panlo, logrando evadir-se em se-
guida. Teve logo o conveniente destino o inque-
rlto polhsial, que esee tacto motivou.
imiuerH psUrial. Foi remcllido a au-
toridade ompetente o que se eflectuou pela sub
delegacia de ATogados contra Pedro Pereira de
Souza, autor dos fenmenios de qne foi vicliraa
Mathias Antonio de Brhd.'
T<>leruaK.Recabemos hontem os se-
guintes :
"Rio- de Janeiro, 6-jo cambib aobao Londres
jygula 2i 3|4 banpario. p- J5 par|icular.>
Bahio, 6.Chegeu'noje ovipor Cruzeiro do
SuJ, e sane as 4 boras da tarde para illaceio e
PWKmbaco ; o *por fraacez -Henry IV sahira
aiTianha .para Pernambuco
oi Rara, 6. 0,wpor Bahia chegou hoje e
s>teias 6 hoas da-tarde .pelas etcalias.*
ArriMi naorttor**. Depois de S mr>,zes
de padecimento, fallesau n 4 do cori-qote, bnge
Rodrigue3 Hacha^o, mambro da wwca^io dos
Ariism Mdcbaweos" a. Liberaesv em tal esl.ido de
pobreza, qua d*xotfao"des3iripar<> da Wurez -da
ortohandade dasarriuialov a sna mullier e a nove
lilbos. Teitdo o> ser sajmHado a expensas da
sous eoasotios, o 9r> Agr#, ao saber rJ* que.oeeot'
na* resaeito, preeldfl s#eipomaneameote a ce
correr para o enferro conv um earro faaehro de
1* ordem, pagando aquelles somente o Huposto
raonicipal.
Ma fniiulwo. Ko dia 8 do correnle ha-
vera uma no r.v.-oHiimeiito da Gloria, petes- 7
boras da raanha, que man la celebrav o roajar
Jose Bonifacio dos Santos Mergalhaa, par alma
de seu flnado irraao o Dr. Joao Alves Mergolhao.
Sf-iencin e Pro^pesMVO. Havera hoje
sessao ordinaria desta sociedade, as boras elno
lugar de costume.
Deputation cracH. -Gom destini a ciirte
do imperio veio hootera o Rvm. Sr. conego Joao
Manoel de Carvalho, meinbro da assemblea geral
pelo Rio Grande do None
Miinetro. Os vapores Pirnpama e Parana
trouxerain para :
Bank of Rio de Janeiro 42:000*000
Parente Vianoa & C. IB 0 <(\ 00
Amorim Irmaos & G. ll:53OiW0i)
E. A. Burle 4 C. 11:400*000
Tasso Irmaot, 10:511*930
Joaquim Jose G. Beltrao & Filho 9:668580)
Gomes do Mailos & Irmaos 5:196ii00^
Perdigao, Oliveira & G S:7OOjiW0
Juho C-'sar Paes Barrett) :t:i00*00".i
Keller & C. 3:f OiWO.lfl
^k.Hyvernat & C. 2:300*000
Jose ftodrigucs de Souza 2 460*000
Ofaga, Gomes & C. 2 200*000
A. Aiberlo da Souza Aguiar 2: l$i#/)W)
Ibtioel Francisco Marques 2:0)0*0 >"
Severino & trraao l:8i!,aO00
Parolra Carneiro & C. 1:6165220
alauod Rodrigues da Silva \:\ rK;-y,n
Luiz Antonio do Siqueira 1:200^000
Dam & Fernandes 1:000*000
Jose Lui. G racalvas Ferreira 4 C. 1:000^0 )0
Beltrao, Oliveira & C 6!*000
Genuiuo Jose da llosa 8iG*00.)
Alheiro, Oliveira & C. 69 *:00
ves 530*000
Cpsme J. dos Santos Call ado 400*000
Alfredo & C. 400*000
Francisco Ramos & C. 400*003
J. Chriiliani 366*00)
Manoel vlve.- Barbosa 310*620
EpipbMia Francisco de Sampaio. 200*000
IltaiMtrarao Ilespanhola e Ameri-
cana. A' respectiva agencia, livraria dos Sr.
Silv,. Cardozo & Possoa, a rua do Barao da Vic-
toFtao.), acabam de chegar os numeros II e 12
deste imp-rtanto jornal madrileno.
(^onldra elles os artigos seguintes : Revista^
geraes, pelo marquez de ValleAlegre e D. Pere-
grino Cadeaa ; explicagoes das estampas; cartas
parisiensos, por D. Augelo de Miranda; o parque
de Madrid, p*r D E. Barrou ; Por ti, poesia ver-
tida do poriujuez, por D. Josd llerraida; a Vera-
Cm dos Teraplarios, por D. R. Villain va ; o sol,
por D. Manoel Baturone; correio das uvodas de
Paris; eo romance A occupacao de uincn-a-
UuiiJ.
As gravuras s,ao: o relrato do marjuez da Ha-
vana, D. Jose Qottttrna de Couohs, cspitao gene-
ral de Cuba; ciuco vistas de Castros-Urdiales ;
apontamentos tornados no theatro da guerra, pelo
Sr. Pellict-r, enviado cpi?cial de la Illustracion ;
visla das principaes posigoes na linha de bitalha ;
o prussiano das guvrrilhas ; Hospital de sangue na
igreja de s. J iSo era S .inorrostro, lnras depois do
couibalodo Abaa'.o na manna de 26 do fevereiro ;
reuniao das.senhoras da Cruz Vermelln na sala
da daqae/.a de Meliiiaceli, em Malrid, fazenio
lies para os feridos; planta do tlieatro da actual
guerra qa proviniia do Biscaya, com a conpoten
te escala e mais detalhes; planta topographica do
parque de Malrid; lypos popuUres de Soria ; u n
cavalheiro, cingindo se aarmadura, quadro de
Gilbert; vista de Almad.-n ;* mjsquita de O.nar,
em Jerusalem
Vapor Dclamlire. Chegou hontem, de.
Maceio a receber orde s, e seguio a tarde para
Liverpool.
imposto. As competences guias para pa-
garaealo do impost), provincial de 4 por eeato,
devido relalivamente ao exercicio de 1872 a 1873,
so serio expedidas pela re'pectiva reparticao ale
o dia 8 do correnle.
Culto an lellraa. Esle periodico scien-
tifico-e litterario, orgao do Institute Historic)
Phildsophico Pernambucauo, acaba de enoelar o
seu seguudo anno de pablicagao ; agraiecenlo o
exemplar d-i 1 numftro an i*nrroat*>, c6 lomo: .\
desejar-lhe fel z peregrinagao.
Pagadoria de faxenila.-- ISesli repar-
tigao pagam-se hoje as seguinles f lhas :. -
Guarda nacional, navius da armada e apo-en-
tados.
Lnteria -A qae se acha a venda e a 9J).a a
beneQcio da igreja de Nossa Senhora da Boa Hora
em Olinda, a qual corre no dia 13 do correnle.
Illstltuto Arclicolo^ieo c Cicogra-
piiieo. Hoje, a hora e no lugar do costume,
deve haver sessao ordinaria, procedendo o Sr. ma-
jor Codeceira, a leitora do relatorio sabre o paa-
rol da barra lo Recife.
licilao.Hoje, na feira semanal a rua do I n-
perador n. 16, havera leilao ao correr do martello,
Je trastes"e muitos objectos do uso domestico.
Casa de deteuyao.Movimento da casa
le deten;ao do dia 3 de maio de 1874.
Existiam presos 363 entraram 11, sabiram i,
exis'.em 370.
A saber :
Nacionaes 292. mulheres 10, estrai^eiros 24.
escravos 40, escravas 4. Total 3T0.
Ali nentidos a custa dos cofres publi.ios 29i
' Movimento da eafermaria no dia 5 de maio de
1874
Teve baixa :
Manoel J.aquim do Nascimento, palpilacio do
coragao.
Passapreiros. Chegados dos portos do
norte do vapor b.asileiro Parana :
Ursulino P Serra. Silvestre da Silva Ferraz,
desembargador Jose N. R. Costa e 1 escravo, Jose
Balthazar Ferreira Faco, T. do Lassert, Joao B. de
Carvalho, Joao F. da Silva, J. 0. Figueiredo, Felip-
pe Santiago, Antonio Fernandas da Silva, Anlonio
Dantas C de Medeiros, Viclorino J. Rapozo, Primo
P. Borges, Antonio D. Pinlo, Miguel P., Antonio
Machado, Jose R de Souza Range! e 6 escravos a
eutregar.
Seguem para o sul no mesmo vapor :
Manoel Alves R. J. de Souza, Manoel 0. do Nas-
cimento, A. I da Silva, capilia M. V. de A. Fi-
gueiredo, sua senhora, uma (Una e um criado, J.
M. de'P. Ramo-s. Dr. Jose J. Teixoira, Fiorencio-j
J. V. dos Iteis, _
feres A. H" da F. Junior, sua mulher e uraa filha,-
Jose Gabriel, 1 cadele A. C. Braaco, 1 cadete C.
L. de Castro, um P sargenlo, 7 pracas do'exercito
e 33 recrutas e 46 escravos a entregar.
Chegados de Grauja e portos intarmedios no
vapor brasileiro Pirpitna:
^Sadre Joao M. de Carvalho, ura criado e um es-
OjNiyo, EsLsvao A. E. Bezerra, T. de A. Maranhao,
sua senhora, sua mJi, 1 criado e 3 escravos', Fran-
cisv de A. Marauhao, Joaquim A. M. de Almeida
e suaf.imilia, Jose Moreira, J. M. de Azevedo, J F.
Braga, Baiihazar de M. ailva, Alfred.0 V. de M.,,
Felix P. da Silva, Manoel F. da R. Bezerra, Pan-
uleao J. de F. Bast--s, Matoias F. de Alra'ida e I
eeoravo, A J. de Siqueira SU-va, Joao A. P. da
Uociia, Pedro Wasfcen,' Avelino Galvao e 1 es-
cravo, J. T- F, Magalhaes e sua familia, Alfredo A.
de S. Leao, Francisco Machado, Joao Vicente, J
Mi de Vasconcellos Porto, Estevao J. da Silva e 1
lilho, M. G. dos Reis, Anlonio J Bezerra, M. J'
Dias, Francisco J. do Mello, M. F. de Arruda, Mar-
colino da C. Moreira, Vicente F. do Monte, Ma-
noel Ferreira de Araujo, Jeronymo da C Vasqoea,
Antonio A. T. ds Souza, Manoel C. F. de Souza e
um eaora.vo. Dr. Antonio F. de A. Maranhao,
Abdon N. Barbosa e urn es.cravo, Joio A. Correia
e Dr. A. S. Pereira Rbcha.
JuatnciOti pardo, PeroanAac^J mes,
oanyalsoaj,
Francisco Nicolao de Freitas, braneo, Portugal,
30 ano8,asado, Graej.; tetano espontanew.- '
Mavta, branea, Pernambaeo, 2 horas, Sailo An-
looio; espasmo.
CAMARA MUNICIPAL.
lllras. 9ra.-Coropnndo a ordem de Vs. Ss., que
me foi Iranemiltida por olHcio da Sr. secretario,
passo a responder aos seis quaitos propouios.
Ao 1*. Se examinel as diffsrentes pecas que
vieram para o mercado publico, e se achei alga-
ma differenga nas dimensoes on peso e qual foi ?
Direi a Vs. Ss. qae nas pegas de ferro fundido
que sao as coluranas, arcadas, consolos, ate o
pretenio nio eocooirei differeaga nenhnma nas
dimensoes; e que soraenle vieram para as colnm-
nas (ehapas de base) para se asseniar as mesmas
pegas que nao foram marcadas no orgamento da
obra ; e um aperfeigearoento que mnito facilila a
eollocagao das ditas olumnas. Exjsle sira al-
gmna diirercnci na* pegas de ferro natido e esti
rado, e n*o podia deixar de ser assim, vistoque a
reberta nao e como foi primilivamente projeetado,
de ferro ondjilado e galvanisado, sera feita, com
telhas chatas de barro,' da fabrica de Mont-chen.
Alem disto o engenheira Wauthier, que u basiante
conheciJo nestacidadc, qne foi encarregado pelo
arrooialanle, |iara raver e fazer as attarafces ne-
cesaarias, para a melhor execucao. e perfeigao da
obra, deu a cobertauma allura maior do que a
projeetada, tomou a quartapane do vao em vez
da quiofta, cqmo era indicado para a allura da cu-
raieir.i, com o On de faqilitar o escoament-) das
aguas e prohiojr as inhllragSes- pelas juntas das
telhas, e para toroar a coberta mais lave e ele-
gaeW, alierouas dimaosoes das pernas das lesou-
ras, dando abmenlu 0,33 cimLim. tros de allura no
lugar do 0,33, que raarcava o dilo prejeclo, assira
como- raodificoa as peca chatas vevticaes e diago-
naes da niosaia, e simplilicou o systeraa dos ti
ranles das ditas tesoaros; estas alteraciies foram
todas era vantagens da obra, pois que al-in de nao
prcjudicar a soiidez, a torna mails mais bonita e
elegante.
Ao It*. Se a rua central tem as dimensoes mar-
cadas n eon Ira to ?
Respoaderei pela allirmaliva e ajuniarei que
a largura marcada para a frente do merealo
e de 48",88 cenlimetros, e pelo qne se esta
execa'ando tera de ftcar com 48",996 milli
raetros, isle 6,116 miiliine'ros de mais.
Ao 3". Se as p dras quo tem sido collocadas sob
as culumnas lera as di.nensoea contraiadas e no
:aso contrario em quanto iaiporta a differeu.a em
medida e valor ?
Respondo que a orgamenlo raarca pedras dos
arreeifes (mulatinha) c->m um ranro era iiiairo de
supenicie e com 0,30 eentimeiros de grossura ; o
arremataate tem empreeado pedras de cantaria de
Lisboa, coin a m -sraa grossura do 0,30 cen:ime
tros, sendo para as oolumnas de angulo de- 0,i>0
ceuti nelros era quadro, e para, as culumnas inter
mediarias, de 0,80 cenlimetros de largura, sobre
0,70 centrimetros ; eslas pedras sao muito
mais rigidas como Vs. Ss. sabem, e se prep-
lan) melhor ao fun a que sao destmadas, deque as-
pedras de cantaria da terra, embora mais peque-
nas do que as exigidas no orcamento; ellas cus-
tam pouco mais ou menos o mesmo preco do que
aquellas, por estea motivos nao live ccrupulo em
aJmitti-las: tanto mais quo sobre ella? descangafn
as ehapas de base das colnmnas de que tralei.
Devo aqui diz-r a Vs Ss. qae pelo orcamento
da obra o volume da alvenaria da sapata de cada
columna e de menos do dous metres cubicos, o ar-
rematanle nao duvidou a conslrui-la c-ini mais de
cinco melros cubicos cada uma, empregando na
altura de 0,80 cenlimetros, rrgan^sa de cimento,
para mai ir seguran.a da obra, e prevenir a.gura
abatimento d.is colu-nnas, nao se collocou os gram
pos Je ferro de que trata o orga-ncnto por nao se
ram neca^Jarivis para a seguranga. das mesmas.
Ao 4*. Se o estado de adiantamento em que se
acham os trabalhos e a obra leita nerini to quejo
arremataate da obra entregue-a no pfazo marea-
do, e no caso contrario que tempo ainda sera pre-
ciso para que ella fiqne prompta ?
Direi qne infelizraente nio pode o arremalante
entr.-gar a obra no pr-azo marcado, visto que so
faltam ties mezes para expirar o dilo praio, e
presumo que, se o ditoarrematante empregar mais
forca e trabalhar com auivilade, podera duntro
de um anno dar o m.-rcado concluido.
A) 3". Q.val a duTereoga em metro cubico de
aterro que resnlta de ser tornado o nivel das ca-as
da rua da Praia ou da da esquina da rua de Santa
Respondo que se censiderar a superficie do
rr.*r-ado como honsontal, a differenga do volume
de te ra que resnlta em ser tornado o nivel da rua
de Santa Ri'.a, no lugar da das casas da rua da
Praia, 6 de i062"',2d centimetres cubicos, ao preco
do 1*200 o metro cubico, importa em 1:274*120.
Sou obrigado a dizer aqui a Vs. Ss que o orga
memo nao delerrainava o ponto que devia Bervir
de base ao nivel do meccado, diz que esle nivel
sera luarcido pel i engenheiro. Antes de se dar
comega aos trabalhos, liz diveraos nivelamentos
para sabor o que.devia adoplar, adm de nao ter de
se alerrar as ruas, ou fazer degraos no mercado,
obras estas que nao eslavam orgadas, deliberei to-
mar o nivel da casa da esquina da rua de Santa
Rita, p ra o das soleiras das portas das frentes do
mercado, vmlo a dear as soleiras ias portas Lie-
raes do dito mercado no mesmo nivel das das ca-
sas da rua da Praia (h.oje de Pedro Affonso). Es-
pero que Vs. Ss. me farao a justiga de acrelitar
que nenhiim movel, senio o de bem assentar o
cdiiioio sera necessilar de alteragoes no orcament-1,
me fizeram aloptar o nivel intermediario da so
leira do sonfado da rua de Santa Rila, e nao me
abalei naquella oceasiao de saber se o arrema-
lante teria prejuizo ou lucro com a minha es-
colha.
Ao 6. Se tenho inspeccionado a obra conslante-
menle, se ja achei alguraa differenga oa falta dig-
na de nota e se ja observei alguma irregularidade
ou falta de cumprimento do contrato?
A' primeira parle deslo quesito, responderei pela
afflrmativa e as outras pela negativa.
Cumpre-me aqui deelarar a Vs. Ss. que ate
hoje so leuho reconhecido no arrematante lirme
vontade e desejo de bem execular esta importance
obra, e de eumprir com o seu contrat); o facto de
ter elle encarregado era Paris ao di-slincio enge-
nheiro Wauthier, que foialguo3 anno-s o meu cliefe,
de rever, estudar e aoerfeigoar o projeclo, e de
ter este firmado com o seu puoho os desenhos de
detalhes, tauto para as encommenlas nas princi-
paes fabricas, como para a edilicacao ; para mim
e'uma prova evideate que o dito arrematante tem
boas inten oes e deseja bjra acertar.
i A F Pia't^ak1 Oulro sim, aUumas alter^6>s foram feilas no
projeclo primitivo, pelo mencionado engenheiro,
que escreveu Uiii extenso rela'.orio aonde descreve
as ditas obras e da as razoes. 0 arreraalanle in
tenciona apresenta-lo brevemente a apreciacio de
Vs". Ss. e solicitar ao mesnw tempo a competeote
approvacao, sera a-qual entenio que elle nio pode
executaia.
Permitlam-rae Vs. Ss. que antes deconcluir, eu
declare que nioguera mais do que eu, lem inte-
resse em que-esta importanie obra seja feiu com
toda a perfeicao, porque se a lllma. caraara tera
toda a diaincla honra e gloria de ler dolado esta
capital d'ura edificio lao imporlante e tio necesso-
rio, parece-me que sobre mini lem de reverler al-
guraa pequena parceila, sera duvida.
E' o que tenho a expor a Vs. Ss.
Deus guarde a Vv. Ss. Recife, 9 de setembro
de 1873. -lllras. Srs. presidente e vereadores.da
camara municipal.
0 engenheiro,
Joao Luis Victor Lieuthier.
Recife; c..sa da farirrfia, para entao apfoveitar as telhav
desies, qae Hie pertencem pur sea contrat >.
Tenao-lbe en feito algumas observagoes e mos-
trado os .inconvenienles qae resultari destas mu-
dancas, disse-me eHe que a sobstiluicao sera -
cutada com toda a seguranga o Caulela neeessaria
para ni > prejndicar nen* aos compradores neaa
os vendedores c marchaiites, e qne alem disto
elle e responsabilisava por qualquer dJunoo on
avaria que possa apparecer coin dila sobstitni
gao.
E' o qae tenho a informar a Vv. S<.
Deus Ruarde a Vv. Ss. Recife, 7 de Janeiro do
1874.lllras. Srs. presidente e verendores da ca-
raara municipal.
O engenbiro,
JoCio Luiz Victor Lieuthier.
Illms Srs. -Em virtade do despacho ie Vv. 9*.
laDeado no requeriraento junto, de Jos6 Augost"
de Aranjo, enmpre-me dizer a Vv Ss. qne a utr.i
de ferro que esta levantada, acha-se de conformi-
dade com a planta e orgamemo, mnnos a pa rtej.1*
coheVia que fo< alterada, para ser feita coap telhas
chatas de iarro, da fabnea de Monclienin, n-> toga*
de telhas de ferro, com autorisagao de Vv. 9e.
Como ja tive a honra de dizer a Vv. Ss., diva.-.-as
alteracSes ferara feilas p-do arreraalanle, aconsc-
lbad-i pelo engen'oir-. Wauthier, cm alguma das
partes do rr.ercaoij, e por esti mot vo alguns dos
raaleriaes de que irata o dilo arrematante no sen
requerimenio, nao eslao exactunenie de coofor-
midade com o descripto no orgaofent i da obra.
As principaes alteragoos sio as seguintes :
I.* A coberta sera feita com telhas d : barro cha-
tas, como ja disse, em vez de telhas ,[ fern gat-
vanisadas, esta madanca qae se fez aileron >*
tesoajas e tirantes, a ripas de ferro, que nao marcava o urcairtenfc).
2.' 0 orgament'] inirca qua para fechar >i edifi-
cio, collocar sa hao venezfauas de viJro, uos vaos
enlre as columna-, veio ali-rado, si-ndo paite Jes-
les vaos c-'ra. veneziaaas de vidro e parte corave-
nezianas de madeira : as partes de vidro sob a*
paredes de cantaria de Lisboa ; no mesmo orga-
mento deixa em abeto a parle superior d>s ar
co para veniilar, visto a coberta ser cmn leraas
de ferro, vieram vidros grosses para guarneceresta
parte, alim de que as chuvas r.;oiladas pelos ven-
los, na i incommode os c impradores e vendedo-
res dentro do merealo.
3.* 0 encanaraento para o estoamenlo dasaguas
servidas e da lavagem, pelo orgamento deve ser
de tijol-'. com argam issa le cimento, vieram meios
canos de ferru fundido com tampas do mesmo me-
tal para esla can:disagao.
4." Os lanqucs para depQsito d"agua, pelo orga
raento devem'ser de tijolo, vieram tanques de ferro.
5.* 0 lageamento do paviuientodo mercado, pe-
lo orcamento marcava somente dechvt-s necessa-
rio para o facil esc i iraento das aguas, veio modi-
ficando as ruas onle passara os coraprad.res, serao
maisbaixas do que a parte onde sao colbcados os
compartiiEentos dos vendedores, e um cordai de
pt- Ira do cantaria de l.isboa.guarnece a belra des-
tas partes.
6.* 0 compartiraeiito dos vendedores, pelo orca-
mento deve ser de madeira, os que vieram, sao
todos de armagao de ferro ; algumas a'.tcragoes
foram feitas, o sera duvida o engenheiro Wauthier
no relatorio que rcdigio, e que mo consla ja foi
aprosentado a Vv. Ss., da as razoes que o inhibi-
ram a execular.
E' o que tenho a h nra de expor a Vv. Ss.
Deus guarde a Vv. Ss. Recife, o de novembro
de 1873. -Ill.ns. Srs. presidente e vereadores da
camara municipal.
0 eng.'ubein*,
JuSo Luiz Victor Lieuthier.
PARTE POLITIC
l>niiiorlo publico.-JDbituario do dia 5
do correlate : I
Jorge Rodrigues Machado, par Jo, Pernambuco,
SO annos, casado, Santo Antonio; lesao do *ora-
gao.
Macario, prejo, escravo, Pernambuco, 50; nnos,
solteire,S. Jose; paralysia.
Manoel, braneo, Pernambuco, 4 mezes, >anto
Autoul) ; entero col te.
Maria, parda, Peroamcuco, 3 dias, Boa-^ ista
espasrno.
Joanna, pajia, pernarabaoa, .10 mezes, R ^if
variolas confluenlea.
Caii Lundunisk, braneo, Suecia, 22 annos sol-
teiro, Boa-Vista ; tebre auiaralla.
.Mauoel, pardo, Pernambuco, 8 dias, Boa-^ ista
T^suiua, parda, PeraambuoiS, 6 mezes, Bo -Vis-
la; jfoavulsoej. ^ '
Manoel, pardo, Pernambuco, ;1 dias, R( cite ;
3pamo. i
Laurentino Correia Barros de.Araujo, pa--
i 1MB
Illms Srs.Era virtade da ordem de Vv. Ss
que nunda que, eu laforme se o telheiro que esta
construindo o arrematante do mercado publico,
Jose Augusto de Araujo, esta de conrormidade com
o calcnio qae en fiz, quando se tfatoU da soa cons-
truccao.
Cumpre me dizer a Vv.>Ss. que o telbejro pro-,
visorio qae se esta construindo tem as mesma,s di-
mensoes do, o q-ue eu bavia nrojectado e'cSJcula-
do, isto e, uma largura de 8"V0 centimetros.'que e
a do edificio que serve actaajmenle -de agougue
publico e mercado,de farinha, e o coraprimento do
mesrao 6J",lf5;ce|itiraetros com mais 3,50centiav)-
tros qne deve ser aproveitado para se esiabelecer
o eorpo da guarda, a allura datrente ate o trelxal
e de 3",W centimetros, como eu tinha maroad.
Parece-me gue com estas'damensoM aauncio-
nado telheiro Ocara com. prpaorgSo ?uQliienle p%-
ra servir a-) fim a qua so deslina.
^o projeeto que calsulei, Cqasiderei urn telheiro
feito com fortes osteios.. faciaa-v. iv,r todos os la-
dos com laboas de waareli-, flaherta com telhas
de barro db paii. '.
0 tejbeiro aim ,_,t.-i*0 ^ formad)
KECIFE, 7 DE MAIO DE 1874.
O-NTUVTOS.
E' digno dos opposicionis proriuc/anos qu;.nto
se acha escriplo na Clirnica di Provincia de a do
correnle sob a epigraphe Cmtratos.
Por certo qu3 om esta nossa resposta vamos
dar corpo ao que o uao tern, mas embora... E"
preciso mosirar a esses prnainciaaai que elles nao
dizem cousa que se sustent-, nera pruferen uraa
asseveragao que nao possa ua desraenlila.
Na verdade que e nma b miia o;-p .sirao a que
fazem os proaincdi.-is '! Ob Bonita !
)i-niir nara aocusar! Sflrnr sua iwcmvir
volupt'is.
Estio juslifnadqs os provincial.
No entretanto vamos ao quo foi niss) intent.)
ao principiarmos esto-islo e, f;.zer uma ligeira
analyse do que escreverain os prooineian s sob a
epigraphe ja mencionala Contralos, an d.ffe-
rentes contiderandos quo eolao eslabeleceram.
Exhauridos os cofres nublicos, como se
acham aclualmcnle. com um deficit borroroso, r^.o-
tivado pelos esbanjani rat os dos homens da con-
servi conde boa pane delles tem maraado, Tal
e o primeiro dos eotwiaVroiuiM da prormcia.
Em tao poucas palavras v--jaraos quail is inexae-
tidoes formigam : \*defied borroroso,2"esBauja-
menlo dos h imens da nmerva, 3.1 onde boa parte
delles tera maraado.
Tenios p. r cons-.-guute quo tres vexes meuliram
muilo propositalraenle oj provmcian s so c>ui
lira de depriraiir adversaries, que prbvocadus pi-
saralhes nos calos eos fazem gemer.
De facto sa> precarias as circumstan'ias pecu-
ni.irias da proviacia ; L-sia a sua divi ia uoi p-ra-
co crescida ; tera ella aciualraente, e verdade, iisii
deficit. Mas tivera i) o- provincial)* dad>s pin
amrmarem qu- pesa sobre a provincia aaidifisit
horroroso ? D.n deficit borroroso, dissaram oa
provincianos e o qne entenderlo por ura deficit
horroroso ? A imp -rtaacia di ura deficit deve ter
caiculada e apreciaia do confornvdida com as
circumstancias. ora as forcas da provincia yo-is
e do que se trala), sobre quo elle pesa E' isso
incontestavel. Ora, sendo assira, poder-se-ha de
boa (6 cham.ar deborroroso o deficit de quinhentas
e tantos conies e mesmo "do mais alguraa crasi
para esta provincia ?
Pt>r certo quo nao. E mais procede amda o
que dizemos, quandi se attender a que esse deficit
se verifica em conli.oes que nao sio, nem p
ser normaes. Do feito ninguem ignora que atra-
vessamos uma ense terrivel, que, sem serra a eco-
noraista, podemos vaticioar que nio perdu rara.
Ninguem, pois. conlestara que tera dimiaaid > a
iraporuncia de uoi deficit, desde quo elle ger ni-sfl
de circumstancias anormies, qne todos raeoobe*
cera nao poderem s;r duradiuras.
E' nos escusado descer a maiores deseovolvjrn o-
tos a respeito do que lica dito.
A segunda as-everafio das que deixamis p*n
ladas e provincial-unrnie caluraniosa. Quei. in is
fallar do esbanjamento dos linn ns di consrva.
Mais amantes d > n isso paiz do que esses palno-
tus provincianos, lemos nos conservadores em to-
dos os tempos dado provas disso, ja pela dir->--.i .
fecunda em resultados que impriraimos a sa >
e.-lado, ja pelas administragoes econoraicas qne *a-
bemos fazer. E' la nossa indole o crmserr-"- -
por isso com ie!o onservamos as rendas pub'. <-.
que em mnito aprego sao lidas por nos.
Foi sempre essa uraa das faces mais brill antes
da nossa govcrnagio, unica de que tfin lirado o
Brasil reaes proveito<, como no-lo confirma a n- a-
sa historia poiltica. .
Os nrocincianos emprestam nos os defeilos qu
Ihes sao inherentes e entendem que com isso Ho
de fazer fortuna. Coitados t
Os homens das factliiades, das tmpmas. dos
arraajos, a accusarem-nos de ^banjamenlo Tem
o que verR'sum ten*ati> atnia f -
E porque na) declinaram os prothvianns um
so facto, qne ao in mos parecesse nos eondemnar
e queporconseguintc lambera parecesse conlirma-
a accusai.ao grave que. nos fizeram t E qne aa
o podiam fazer.
Pelizmente nao fraos em nsssa chronica, nova-
g5es de contrato Mornay c subvengoes comrrla
das para invahdos da patria, qne no entretanto so>
redundaram em pr.iveito dos vatido* da pinsu.
Ah t oropinriaiDj, provincianos, se hVosseis
juiio, nao mentirieis para ouvirdos verdales.
'A lerceira ass--*vera;ao dos prortnot inos, on'
da wconsidewidi transoriplo, e do unihit da
segunda. Disserara de nds.o qua a optniSo public*
ja assentou de pedra cal a seu resperto.
its asta send* feita
Laurentino CorreiaBarros de Arau o. pa- iia ana w*\^'~~ t provisoriamenle
an>s,.oasado, Boa^a ; phtysica ,o, 26 ^!*r^L4S fXios dos aijon|ae*e
J etp ^*ftlo desnlafleha
Os mimadores dosofres pub'.icos, os dis^nsi
dores degraga3 a:eu-ta d>.= din>eiros pubo
gracejam ou delira-n, qniudo dizem e ,'ioo pi'
dos homens do, conservi tem mitnaio ns r
publicos >\ Una dis dais. Sem divili
Tarn, em virlu 1: da desm un tea \ (jde ** ft I.
hora lhas foi iraposta a bem da saha;.- !>
'Os'provincianos CTiWra e choram
qaerem, p.'ifo. AJiT mintis'.
. Esmagados 03 eolumnaticos do >i
pela graada dilTerenga das duas sltuac -
e conservadora,qnante ao zolo G=-a! diS finanga-.
proylnciaes; dJR^riga prote pof ifpnxxv
s


p
Diario de Pwnambuoo Quinta feir 7 de Maio de 1474,

xou prosperas Cuiancas e a ronserva as tem >le-
pennado desgra-;adiiuento. Ei3 o segundoc asf-
ponderous.
Presuniptfe $*' AmK c id i am loin i o que
quer.
Nada vjs pole ser raeihor i.pplicado agora, pro-
vinci *>* Coin que proelamais assim iugin.ua-
meuteque nos ewijis/M con vossos argumentos
de cifra Presnmpca> e agna beat v.
Pois ja vos tiao temhrais, fa'.forrecs, das respos
las quo vos denns, quando tratastcs da vossa de
cantada difftrenca das duas situates?! E' jus
to 1 N* t'Dlretauio e been quo ws iligamos quo
muito vos pareceis cum aquelle marid<>, qut t>e
ncelfr a qnem -The butei na.p-wta, com <;. many**
arregacaaas, dizendo em torn emph ittco; baja
de descalpar que .-uva cxcmplando umh*
casa.
Vos be* sabeis a Ajstorit, nao preeisawss. de
oada ma*s accresoenlar sobre ella.
Agora dizei-nos como 6 que 03 cooservadorea
tern depennadu desgraeadamento as linaacas pros
peras da provincia Seria ohsequio que muilo
vos agradeceriamos ; por quanto mis 0 ipse sabe-
ruos que *.prosper idade das flnancas por vos del
xadas mal ten cbegado para as indeuwisacoes de
Moraay, e para o prompto pagameulo das cont'as
da companhia Drainage, para quern 'irestes da
prwincia caisciru de cwbranca
A verdadeo e.-ta.
Mas vos sois dos que nao aceitara a responsabi-
pe idnde das cuusequeocias re9ultaales dos prin
cipios que estabeleeeram ; sois dos que dispararn
ina peca e recusam a iraputajlo pelos eslragos
que foi produzir a baHa deila ilespedida. Sou no-
mens de rauito san oonsciencit, de muito apego a
verdade.
Como specimen brilliants do que sao os conger-
vadores em inau-ria de economia aki esta 0 Exin.
Sr. Dr. Lacena, cuja adminisu'acio taoto vos con-
fuade pela excellencia que a caracterisa, e pelo
mal que a elle quereis por vos ter Xeito abortar os
pianos asiuadeiros.
Nao sois capazes de apontar, pr.rv.indo, irna so
despeza inutil, utn.i so deseconomia praticada pelu
Exin.Sr. Dr. Lucena.
Todos os sens esfureos tern coovergiJo para 0
melhxraraento do estado linanceira da provincia,
que, nao ((bstante i^-o, lite e devedora de tantos
ttcnelicios.
S. Sse. oosse intuito tern corlado por loJas as
despi laa, que se the affiguram superfluas ou des-
oecessarias j tern snspendido a arrematacae de
obras, que, coin quanto uteis it iiqportantes, mas
naoseadu das inadiaveis, viriam cadavez mais ag
gravar a-ise linaceeira que uravessa a provin
eia ; tern reseindido contratos de obras que nao
co me; a raw a ter exeeucao no devido tempo ; tern
pro mo vi d j 0 augmento da arre<;adacao das re n das
com a creaeao de rollertorias e de agencias 11s-
I'aes em diver.-os muukipios; tern por mcio de
regulauientos realisado a cobranca de impostos,
qne pa*savam por incobraveis; tern flnalmente
feito uraa ecancmia de cerca de triuta contos de
r&s annuaes na verba que diz respeito i conser-
vacao de estrada e outra de oi'.o a nove contos de
reis, 11a reforma da reparticao das obras publicas
no locaute a sen pessual.
Manoef Jom! de Magaihie*, subdito portugue?,
vai a Portugal tratar de sua saiilo, deixa por
sens proeuradores, em primeiro lugar seu socio
0 Sr. Bernardo Gon.alves Haia, em 2. 0 Sr. An-
tonio da Silva llainos, e em 3.' 0 sr. Manoel Jose,
de Ma I to*.
V a Provincia que vai ermda, accusaiido-nos
de esbanjamento dos dinheiros publieos e depim
nacoes de linancas pr speras que nos legou.
5iao entendam os provincinncs que isso de op-
\r isie.io nao c mais do que cada um saciar 0 seu
odiofa sua vinganca e todas as mas peixoes con-
tra aquelle, de quern e adversario. D'ahi ao que
e veruadeira opp'tsicao grao.de, immensa dstancia
vai. A Provincia nao tera a ;oragem de trans-
po la.
Se 0 lizer, muito tereiiios que applaudila; por-
que nessa emenda havera heroumo.
E entao teremos que a Paovincia sepsnda de
nos taj somtnte pela linha divisoria, que extfO-
ma os partidos, nos fara jusliea naquillo, em que
S iBWfi?rraos. Kara amende honorable ao Exm.
25r. r>r. Lucena, a quern recoiihecera direito a uma
satlstaoao p.-Us tantas iDjnsticas, que obsecada,
tonla, Ire valiada, Ihe llzera. ,
Enlao tiiia seremos os uoieos a rememoiar
agradecilos :>J b-ns servicos, que a provincia e
sem Jacmicio della lem feit> j Exm. Sr. Dr. Lu-
cona, ai.Ju df_t que com os fracos reeurso< da
"",.'i'%^fa.r?leVavlo'p,lii,aopnDiica, que murmura
ao velos banquetoarem-se no erario publico, pro-
eurando aos empurroes, eucher cada um mel'ior
0 venire; pmi melli r ttnir-a patria. Tal c 0
terceiro e ultimo dot crntiderandos qae nos pro-
pozem-.s analysar. E' digno dos dous preceden-
les, em cuja resposta esia tainben mais oa me-
1.0s incluida a su3.
Bella em argocia escripta pelo cbronista proem-
ciano. sem duvida ao lembrar se dos bons tempos
do progre->e. em que os pansuaos 011 philopansis
( e mais bouito 0 termo e mais expressivo) eram
como umb'ts e o erario publico conio a carnica '.
Aquillo sim e que era amor do venire. As.cou-
sas so se faziam por amor da barriijt. 0 eouo
era mesmo um interessado as direitaa pelas 'ri-
pas proprias e pelas dos seus. Santo homein
ainda hoje dizem os alliviados de entao.
Digara la se 0 Eim. Sr. Dr. Lucena e capaz de
ser nem por sombra comparaao com 0 vosso phi-
lopansa t Qual Pois ease homem apertado, por
cujas maos passam coados os dinheiros publicos,
pode nem por sonlio ser leinbrado, quando se tra
ta do liberal do franco, csso idilo Nem >i bom
pensar nisso.
V6s. procincMnos, tendes razai. Estamoj cer-
to que sois capazes de apostar a oabeca em como
0 voiso nao havia se lemtrar de crear utna co-
Ionia, dando Ihe para director, niordono, econo-
mo e cape laj Trades da Peuha, com a simpies
gratiiicaeao de ii005, 300/1, e -2003 ique mais nao
accitariam esses bons padres, verdadeiros apos
tolos da caridade).
Pois 0 vosso desperdi.aria uma tao excellente
occasiao de arranjar un3 quatro bons mamadores,
dando-lhes tctas de vacca turina para chuparl
0 vaso nao deixana por cons id era cao alguma
de fazer correr para esses quairo philopmsos
am leile grosso de uns quinze contos de reis. Hes-
se no que desseo patriraonio dos pobres orphaos.
E entao, prorincionos, dizei-nos : quaes sao os
homens zurzidos pela opiniao publics, quaes os
que, aos empurroes, prosuram eucher melbor 0
venire, para melkor servir a patria 1 Se 0 amor
proprio nao vos dnixar responder, respondera a
opiniao publica indigoada : ros.
tirqrne, como pelas incessantes recommendacSw,
3iw Ihes diriepm as antoridados uperiore., aegun-
0 e hem publico e netorio.
A wveja imtisivei que devora a eerta sucia de
esp.'caladores e frequentadores daquelle presidio,
fa ontencbrecer a veniade de todos eases faclos,
.ias muito sabidos quer alii, quer te.temunliados
por peasoas udedignas, ora aqui residenles, alim
de assitn atrtogtt 0 seu malevolo fim de arredar
por tao igncbm ardiduras um competidor que ftm
preeedentes deshonrojos e com alguns recursos
So mestno sea commercio nao poderam mite U-
var Ihe vantagem.
llludem se, porem, esses especuladores, pcrque
ate nesse mesme terrene, hei de, cam 0 favor dc
Dens, conftindi-los, uraa vet que, de urea lad.
iiuiitam a veniade dus nf'ri los faclos, b boHra
com 'iite (mho ate hoje precedido, fazeado-os per
iaM gemer sol todo 0 peso ila lei, \i& awtaeia
c>>iii<|iefn vao procura^i maeulr.r-me por tao
torpes r.ilutniiias e ininrias, e vis mannjos; se
bent q vor jamais poderao altnigir-ine.
Rogo-lhes, pois, Srs. redactores, a insercao dos
te meu protesto no sea bem eoneeAuado jornal
que ficarei muito agradeeido como seu attento ve-
nerador e criad 1
Qnerino Joaqnun Madeira.
Recife, 6 de maio de 1874.
Una oulro triumpk* medico.
Cura maravilhoa de rheumatismo. Nao ha mo
lestia .pie seja mais atonnentadura do qne 0 rheu
matismo, nenhuma tao dilflcil de alliviar-se ; com
iuJii, um 1','isn, n qu;il pelo espaco de 30 annos
havia zombadb e confnn iiio a faculdade medicl,
foi, segnndo parece, completamente cura-io. Os
pormenores f.iram publicados em muitos dos jor
oaes do Oeste, aeompanhadosde expressoes de ad
mirai.ao quanto a tao espantoso resultado. EHes
e-ttincam que John Roche, de Cleveland, Ohio, de
38 annos de idade, havia duraste a maior parte de
sna vida, soffrido tormentos os mais terriveis. Os
seas -iieinbros havram sido res tormentos e contort"* peniveis, leguido de
eoatraccoes museulares, ',i que as juntas dus joe-
Ihoschegaram a ser do tamauho da cubica de um
homem ; 0 os dedos todos enculnidos e tortos, ate
que mais pareciam as garras de uma ave de rapi-
oa do que maos liumanas; emquanto que uma
teodencia escrofulosa derraioada pelo sanguo, cla-
ramente ie mostrava pelas ebulirdes e pustulas
que cobriam varias paries do seu corpo. Nesta
misera condi^o elle principioa a fazer uso das
pilulas assucaradas de Bristol, em conjunccao coin
aquelle grande antidoto do virus de escrofula, a
salsaparnlha de Bristol. 1 )nz.- l'ra-i.Mimho< de pi-
lulas e oito frascos de salsaparnlha, o alliviaram
inteiramonte de todas as ddres, os seus raembros e
juntas tornaram an seu ostado natural, e presen-
temente acha se bom de saude, conten'e e alegre,
tratando de sna > ida.
Estas pilulas acham se tao admiravelmente
aeondicir^adas dentro de vidrinhos, de sorle qne
a sua conservacao e duradoura era todos os cli-
mas.
CWMKm
JUNTA DOS COHKKTOHES
Praca do Recife, B de aualo
de 89-1.
AS 3 HORAS DA T\RDE
COT.*g5KS OFFIIAKS.
Algodao sem inspeccao / 5300 twr la kilos
hmtem.
Algodao de Maceio I* sorte 8d7<-0 por Jo kilos,
posto a bordo a frote de 7|8 e 5"Of,
bontem.
Algodaide Maceio mediano 8i*}0 por lo kilos,
posto a bordb a frete de 7(8 e 5 0|0,
hontom.
Assncar brulo bom If700 por 13 kilos, honlem.
Couros saigados* seccos 506 rs. 0 kilo, honlem
e hoje.
Cambio si>bre Londres a 90 d|v. 45 l|i, e
do banco 45 d. por 14000, hontem.
Pambio sobre a Balua a 8 djv. ao par.
B. de
4 Martins ISO ditas eom 10,77 dito? de dilo ; A.
Cordeiro 5 ditas com 1,6IS ditos da dito.
Para 0 Natal, no vapor nacional Jagnaribe,
carreron : A. Cordeiro 8 barricas eom BOO kilos
de assncar branco : para o Acnracu, J. Ramos &
Machado 5 barns otn 180 litroa de aguardente ;
Fernandes & Irmao I dito com 96 ditos de alcoot;
A. Oliveira & C IS ditos com 1,440 ditos de
aguareente e 2 barricas com IS6 kilos de assncar
branco : parn 0 Geara, Costa 4 C. 30 saceoa eom
3,730 ditos do. dito e 3 barricas com 716 ditos de
carvao animal.
Para e Ho de Janeiro, no navio national
Emilia, carregou U J S. Guiinaraes 300 aacaat
com 22,500 kilots de assucar branco ; 'arpii^teiro
Filho A Sohrinh'j 300 ditos com ti.li'.)0 ditos de
dito masc.vado. "
- Para n Rio Gran le do Sul, no patacho la
cional AfriciHo, earregou : L. Doprat 2 barris
com 192 liiros do alcool e 5 ditos MNfr 2,tiKi ditos
de aguardente ; A. M. Macha.lo Junior 47! barri-
cas com 50,(KM kdo* de assuear branco ; J. -B.
Moreira :i.CMK c 6- (frucla).
UAPATA&IA
laadimento do dia I
dHD do dii 6
Da ALFANf.kJy
ao
3:967*9*1
8H/3t
4:812*391
VOL0MB8 SAHID08
No dia I a 3 .
No dii 5
*nmeira ports.....
iflgunda portt .
r*rceira portt.....
ioarta portt......
rupiobi Ccaceicao .
4,336
382
89
, 90
156
:383
Rna de Antonio Henriques.
idem n. 26.......v 99SO00
Rua do Vigario.
I.'andar do sobrado n, 27.< 325*000
Eojaidem. 375*000
PATRMONIO DOS OUPHAOS.
Rua da SeazaUa velha.
i^sa terrea a. 16.......2O9*O0(
Becco das Boias.
'Ohrado n. '8......
Rua da Cruz
obrado a. 14 ,Rua do Pilar.
ilata 4en-ea o. ,|Oo.....
Rua do Amorim.
Htaj ti. 34.......
Rk da Gnia.
Idem u. 29.....
Hua tat l^arangelras.
Casa terrea n. t7. .... 381/xjOd
Os pretendeotes devorSo apreseotar no acto di
rrematacao as mas liancas. ou compareceretr
iw.ipanhados .ks lespectiviis iid |u*ar Uea da renda, pnwik. da quaatia eu
ifue for scgun. 0 pn-din qu camiver esttboleci
tiionto commercial, assim como 0 servico da lira
peza e precos dos apparelnos.
Secretaria da santa casa da misericordia do R
ife, 17 de marco od> t874.
0 escrivao
____________Pedro Rodrignet de Souza,
Companhia perna nbucana
do navega9ao costeira a
421100b
1:000*091
241*00(1
122*600
201*000
mais de tres mensalidades, oa ifae estiver perce-
bendo soccorros dasociedade.
Secretaria do conselbo fiscal, 6 de maio de 1874.
0 seeretario
Marcos Francisae de Paula Reis.
INSTI1UT0 ARCHEOLDG
GRAPHICO PERNAMBU
ilavera sossao ordinon.i quinta-feira, 7
HEfl-
GANO-
do corrente maio,
nha.
pi las ii'-Tas <1a tna-
OIIDEM DO fIA.
Kx|tc 2. I'oreceros ''e raimmissdfs.
sekvh;o
MAK1TIMO
irang.is descarregadas ao traaide da
alfandeea :
No Vo d" .......
'tn trapich* Oibcmcao
IS
15
HKCEBEDORIA 1)8 ftgNDAJt INT' RNA" GE-
RAES DE PERNAJIBHC
I'Odiineni do dia I a 5 7:736*760
4am do dii 6 2:lC8*080
9:864*840
CONSULADO PROVINCIAL
Keadimeoto do dia I
Idem do dia 6
a o
RECIFE DRAINAGE,
tendiroento do dia I a 5 .
Idem, do dia $..... *
14:383*6^0
4:514*663
18.898*283
1:303*313
*
1:303*313
A I
Vascoiiceilos
Presidente.
. de I.--M10S
>ecretariv.
Ke^dimonto J
idem do lu 6
tl^VANDKiU.
dm i a 5 .
133.878* ITo
-29.28ii092
183:161*267

FvBLICACOES A PEDIDE.
Srs. redactores Sou forcado a responder algu-
mas linhas, publicadas no seu Diario de hoje, sob
0 pseudonymo-ii<.//ieus,-porqoe ellas tendem a
conspurcar a minha reputacao aie ao presente
illesa de quaesquer iniputacoes desairosas.
Esse meu gratnito inimigo, sem coragem para
offender-me de frente, com 0 seu proprio nome,
procurou acobertar-se com a mascara do cobarde,
3ue sempre foi 0 anonymo, afim de, a sen salvo,
eprimir do meu credito, ja emprestandome cer-
tas palavras offensivas a dignidade alheia, ja in-
culcando-me como pessoa prejudicial a ilha de
Fernando, ja dirigindo-me epithetos verdadtira-
mente injuriosos, e que nelle tal vez sejam mais
cabiveis.
Bem quizera arrasUr deide ja aos tribunaes
esse baixo detractor para faze-lo expiar caro 0 seu
louco arrojo de atirar se poraquells roodo tao des-
commnnal contra mim, que alias uem venialmen-
te jamais 0 offendeu (salvo se assim quer conside-
rar alguns interesses seus p.ir mim talvez contra-
riadosj, e a quern por muitos titulos nao sao ap-
plieavei) taes invectivas. Mas em vesperas de
partida para alii nao me *endo isso possivel, aguar-
darei para mais opporiuna occasiao, tanlo mais
quanto preparo-rae para entao melbor desmasca-
ra-lo com provas robustas.
Entretanto, posso desde ja assegurar, que 6 fal-
sissimo nao so haver eu proferido taes palavras
que me sao attribuidas por aquelle infame detrac-
tor, nem mesnro seria isso possivel, a nao eslar
deeassisado,como tambeoi que em tempo algam
houyesse sido informado a presidencia, que a
minha prosenci naquelle presidio ora assas pre-
judicial, pois hoje razdes tenho para saber que
ante ella deverao existir alguraas pecas offlciaes,
que assas abonam-me.
Nem de outro modo se deveria ajuizarme, por-
quanto alii nunca contou, por modo algnm, que
a despeito do comraerciS; que eu entao fazia, e
actualmenlc em liquidajao, houvesse infringido
Sualquer das disposicoes regulamentares daquel-
b presidio, nem mesmo isso seria de presente
possivel, a vista da immediata e severa inspeccao
que de continue exercem os respectivos coraman-
danies, nio so pelo incansavel zelo qoe os di$-
Descarregam hojo 7demaij de IS74.
Barca franeeza-Santo And'C:nercadorias para
alfandega.
Patacho inglez Gerda cimento ja despachado
par? 0 3* p mto, e dep9Sfto no trapiche
Cunba.
Patacho allemao EUst (arinha ja deipachada
para 0 eaes do Apollo.
Barca iugleza Gaiderbank bacalhao ja des-
pachado para 0 trpiche Conceicao.
Iiuporta^Ao.
Vapor nacional Pirapama, enlrado dos portos
do norte em 6 do correuie e consignado a compa-
nhia pemambucana de navegacao costeira por va-
por, manifestou:
Algodao 179 saccas a Luiz A. Siqueira, 112 a
Joio P. Moutinho, 100 a J. C. P. Barretto, 70 a P
Carneiro 4 C, 07 a L. J. P. da Costa, 31 a Joao
Baptisla d'Oliveira, 24 a Joao F Lopes, 3 a E de
Oliveira Lacerda.
Barricas vasias 31 amarra ios com 556 a Costa
A C.
Couros 206 a Oliveira Filhos & C. 180 a ordera,
179 a Keller & C, 24 a Julio C. P. Barreto. 56 a
I, J. P. da Cosia, 32 a Luiz Anlonio Siqueira. (,'a
bos de hnho 3 pecas a oidem. Cera de carnaiiba
18 saccos a ordem.
Gomraa de rnandioca 3 saccos a Alfredo P. Bar-
bosa.
Mel I garrafao a Joa iuim G. de Azevedo.
t'ennas de ema 1 sacco a Bsltrao & Filho,
ordem.
Queijos 1 caixa a Balthazar Moura da Silva,
Cnnha Irmaos & C, 1 a Alheiro de Oliveira 4
1 a J iaquim G. de J.zovcdo, I barrica a F. A
Rego Barros.
Itezina a M. de Brito.
Velas de cera de carnaiiba a Joaquim Jose Fer-
reira da Silva.
tBPVIMtNTO 00 PORTO
Navios entrados no dia 6.
Para e portos intermedios-8 1/2 dias, vapor na-
cional Parana, de 900 toneladas, commandante
Cypriano A. de Quadros, equipagem 60, carga
varios generos; a Per ira Vianna & C.
GraDja e poitos intermediosII dias, vapor nacio-
nal Pirapama, de 312 tnneladat, ominandante
Silva, equipagem 32, carga varios goneros; a
companhia pernambneana.
Maceio-12 horas, vapor inglez Delambre, de 1,003
toneladas, cominanilanle G. Peppered, equipa-
gem 29, carga varios generos; a Saunders Bro-
thers & C. Becebeu crdens e seguio para Li-
verpool.
Rio Grande do Sul-32 dias, brinie brasileiro Pi-
rangi, de 229 toueladas, capitao J. D. Borges,
equipagem II, carga 176.830 kilos de came ;
a Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
Navio sahido no mesmo dia. '
New-York Patacho brasileiro Jabooliio, capitao
Cunha, carga assuear.
Observafdo-
Fundeou no lamario um patacho heipauhol,
mas nao teve comnmnicafao com a terra.
it
tfU
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
\uv'gui'i!o costeira a vapor.
DIViDENDO NONO.
Esta companhia paga 0 seu nono dividends, 1
razao do 3 0|0.
4 oiilVaria de taiiiii fliia rli- Ca*ia.
do It. j|<-
Tendo deixado de haver a reuniao do collegia
representative no dia 3 do corrente por falla de
numero legal, cOnvido novamente a tilos os ir-
maos desta confraria para comparecerem no dia
10 do corrente as H horas da manna, no consi -
torio de nossa igreja, afim do eleger-se 0 novo
conselho adminittrativo.
Domingos Jose Ferreira,
_____________________Seeretario.____________
ESTRADA DE FKttRO
DO
a
vapor.
D? ordf m do conselbo da direcjao, con vide aos
Srs. accionistas da nova emissao de accoes desta
companhia, que somente realisaram a primeira
prestacao de 20 *j. sohrt 0 valor sabscripto, a fa-
zer seganda entrada a mesma razao, deniro do
pj-azo de 30 dias, a contar de hoje, no escriptorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1874c
Jhomas M. Gmnan,
Gerente interino.
Arraazens da companhia per
nambucana.
fteguros contra o Toco
A eempanhia pemambucana, dispondo de ex
:ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior cob-
servacao das mercadorias deposiladas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambein recolhera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessda.
Esies armazens, alem de arejados e commodos.
ao inteirarmnte novos e asphaltados, isentos d*
supim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerera utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escripjorio da com-
panhia pemambucana, que acharao com querr
tratar.__________________________
Companhia Fidelidade
Meguroi mai itimoM e terrestres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
u?Bmos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratulto ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
geote.v
51 Rua do Apollo 51
< in|taudia dos trillios urbanow
do Recife a Olinda e Bebe-
ribe.
De orde 1 do presidente da
a-semblea geral da compa-
nhia acima e convocada ex-
traordinariamente dita as-
semblea para 0 dia 8 de mam
proximo futuro ao meio dia,
afim de procederse a eleigao
de um memhro da commissao de contas quo serve
no corrente triennio, visto ter pedido destituicao do
cargo um dos actuaes membros, em razao de seus
afazores e ter de retirar se para a Europa. A reu
niao sera no lugar do costume.
Recife, 30 de abril de 1874.
0 seeretario
Luiz Lopes Castello Branco.
1.
2.
3.
i.
I'rupustrtS, in ieacdes e rcquf rimonto.
Leilura do rrlatnriu, solirn 0 phaml
la barra do Recifo, pi-ln .SF. major Odo-
ceiia, e 0 mais rju- niiyir'cK
Sprrctaria do luslilutt, \ ile maio de
1874.
So imjiediineiitu do sooretario pprpotuo.
Salvador Uenrique d'Alblqoerqde,
2." s' erf tario.
Irmandade d-Divino Espiri-
to Santo
Oe ordem da mesa regedora, e de cooformidade
com 0 nosso compromisso, convido a todos os ir-
maos a comparecerem em nos>o consislorio, do-
mingo 10 do corrente.ae 8 l|2 boras da manha.atim
de reunidos em mesa geral tomarem parte'na elei
fao dos membros da mesa regedora para 0 futuro
ihio de 1874 75. Espero 0 comparecimento de
wdos.
Secretaria da irmandade. 6 de maio de 1874.
O etcrivao
Jezuino Jose da Rosa.
Irmandade da SS. Trindade
do convento de Santo An-
tonio.
1 De ordem do irmao jniz sao conv dados todos os
jnnaos para que comparecam no consislorio da
irmandade, no dia 10 do corrente, pelas 10 hora
da 11 anna, afim de reunidos em mesa geral, ele
Sor-se a nova mesa qne tem de funccionar no
utoro anno de 1875, conforme determina 0 art
77 dos estatutos.
Sociedade beneficente dos
typographos em Fernam-
buco.
Domingo, 10 do corrente, as 9 horas do dia e na
dasa do costume, havera sessA.i; para a qua I sao
convidados todos os membros deals sociedade a
tomarem parte na 3" discussao dos elatutos.
Sala das sessoes. 6 de maio de 1874.
0 1.' seeretario,
Belmiro Ferreira da Fmceca Cadaval.
N. B. Se chegar vapor pela manna, tera lugar
aj sessao as 7 horas da noite do mesmo dia.
Recife
3a
1 a
C,
do
Vaper nacional Parana, entrado dos portos do
norte na mesma data, e"consignado a Pereira Vian-
na & C manifestou :
Carga do Maranhao.
Medjcamentos 1 caixa a Bartholomew 4 C.
Brigue nacional Pirdngy, entrado do Rio Gran-
de, na mesma data e consignado a Francisco Ri-
beiro Pinto Guimaraes manifestou :
Conros seccos 40.
Graxa em bexigas 1,620 kilos.
Xarqne 176,880 kilos a ordem.
DISPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 3 Dfc
ABRIL DE 1874.
Para os portos do exterior.
So navio inglez Carisbrook, para a Russia,
carregou: S..Brothers 4 a 17 saccas com 1,397
kilos dealgolio.
Na barca ingleta Georg Caning, para Liver-
pool, earregou : M. Lathan & ;. 119 saccas com
8,361 1|2 kilos de algodao.
No patacho inglez Spring find, para 0 Ca-
nal, carregou : J. Pater 4 C. 760 saccos com
62,926 kilos de assncar mascavado.
Na barca ingleza Stand, paca New York,
carregou : H. Forster 4 C. 600 saccos com 45,000
kilos de assuear mascavado; A. M. Macbado Ju-
nior 600 ditos com 45,000 ditos de dito.
Na barca ingleza Agincourt, para Nova-Or-
leans, carragou : H. Forster & C. 7,CO0 saccos com
525,000 kilos de assuear mascavado.
No bngue hespanbol Christina, para Barcel-
ona, carregou : L, J. S. Guimaraes 80 saccas com
5.667 kilos de algodao.
No patacho nacional Jabottao, para 0 Rio da
Praia, carregou : A. L-iyo 315 barrica* com 25,31t
kilos de assuear branco.
So brigue portuguez Cotete, pars 0 Rio da
a,ra,& faTegou : A, Cordeiro 50 njpas com
24,000 litroa de aguardente.
Na barca portnguezs Novo SiUmcio, para
Lisbon carregou : A. Cordeiro 30 pipas com
14,400 liiros de aguardente.
Na barca portugueza, Haimonia, para Lis-
boa, carregou ; Carvalho 4 Nogueira 430 saccss
com 32,250 kilos de assuear branco,
xNo navio portuguez Usboa, para Lisboa,
earregou : T. A. de Bnto Junior 2 pipagaios.
Para os portos do in'enor.
Para 0 Para, no brigue franeez Brasileiro,
carregcu : M. J. Gomes de Amorim 200 barricasl
com 16,084 kilos de assuear branco
Caxanga.
k pnocipiar do dia 10 do
corrente, nos domingos e
dias santiiicad s, duran'e 0
inverno. serao supprimidos
os trens de 3 e 6 horas da
tarde do Recife, e o de 4
horas e 33 minutos, e 7 e 33
do Caxanga.
Escriptorio da companhia, 6 de maio de 1874.
R. C. Bartebee,
________1 _________Gerente._______
Companhia de aprendizes
marinheiros da provincia
do Rio-Grande do Norte.
0 conselho de compras desta companhia con-
trataj) fomecimento do fardamento abaixo declara-
do para supprimento de suas pra^as durante 0
trimestre de julho a se tembro do corrente anno ; a
saber :,
Calcas e camisas de brim, calcas e camisas de
algodao americano azul, calcas e camisas de pan-,
no azul encorpado, camisas de flanelfa azul, bo-
nets t fardas de panno, lencos de soda 6 sapatos
de couro de bezerro pretos.
Os senhores que concorrerem a arremataoao, do
fardampnto acima mencionado, deverao apre.'en-
Ur a capitania do porto desta provincia, no dia
13 de junho proximo futuro, as 10 horas da ma-
nha, as Suis propostas, em carta fechada, com as
competentes aroostras : as propostas devem ser
em aupplicata e deelarar 0 prego de cads artigo
em separado, sem 0 que nao serao aceitas ; as-
sim como, assignadas pelo proprio proponente,
que dtvera comparecer, ou fazerse represenur
competentemente ni occasiao da sessao, e sujei -
tar-se as multas e mais condicdes estabelecidas
no regulamento em vigor.
Previnese que 0 fardamento e de conformida-
de com 0 p la nodes nniformes.
Quartet da companhia de aprendizes marinhei-
ros da provincia do Rio Grande do Norte, em 3
de maio de 1874.
Jose da Paula Nepomuceno,
Official de fazenda.
Pela ihesouraria provincial se faz publico,
que em abservancia do art. li 22 do regulamen-
to da reparticAo das obras puhlicas de 17 de ju-
nho de 1873, se ha de arrematar no dia 7 do cor-
rente ao meio dia, perante a junta da mesma the-
souraria, uma porcio de madeira velha lirada da
ponte do Junqueira, a valiada om 1005.
_ As pessoas que se propozerem a essa arremata
ao e quizerem examinar a referida madeira di-
rijam-se ao engen 0 da Ilha, que alii a encontra-
rao junto a estacao da via-ferrea do Recife a S.
Francisco.
Secretaria da ihesouraria provincial de Per-
nambuco, I de maio de 1874.
0 official maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
SANTA CASA DA MISER1COKD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
as sals de suas sessoes, no dis 7 de maio pe-
las 3 boras da tarde, tem, de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARFDADE.
Travessa de S. Jose.
Casa terrea a. 11. ."..... 201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32..... 250*000
Idem a 3-4........ 200*000
Ciuco Pontas.
asa terrea a. 144......3621T300
Rua da Alegria.
dera n. 31...... 371*000
Ponte Velha. -
Rodrifues. I Idem u. 3L ......." iofijOOO
Pela ihesouraria provincial se faz publico,
que no dia 13 dotorrente, vai a piaea perante a
junta da mesma ihesouraria a obra da ponte so-
bre o.rio Serinhaem, no lugar Pao Sangue, orca-
da era 9:370*.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 4 de maio de 1874.
0 offlcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
- Hospital militar.
0 hospital militar desla provincia conlrata com
quem melhores vantagens offerecer a fazenda na-
cional, para 0 trimestre que tem de flndar a 30
de junho do corrente anno, os generos alimenti-
cios abaixo declarados, para dietas dos doentes,
e racoes de seus empregades :
Aletria, kilo.
Araruta, idem.
Arrof do Maranhao, idem. "
Assuear, idem.
Batatas inglezas, idem.
Bolacbas, idem.
Biseoutos, idem.
Cafe em earoco, idem.
Dito muido, idem.
Came verde, idem.
Dita secca, idem.
Dita de porco, idem.
Cha perola, idem.
Doce de goiaba, idem.
Ferinha de rnandioca, litre .
Faiiao preto, idem.
Gallinhas, uma.
Lenha, achas grandes, ou loros.
Leite, litro.
Madteiga ingleza, kilo.
Macarrao, idem.
Marmellada. idem.
Ovo, um.
Paes, kilo.
Sal irrocj, litro.
Tapioca, kilo,
Toucinho de Lisboa, ide n
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, idem.
As pessoas que quizerem fazer dito ior.iecimento
apresentem suas propostas na secretaria do dito
hospital no dia 8 do corrente pelas 10 horas da
manha ; advertindo-se que alem dessa bora ne-
nhuma proposta sera mais aceita, que os gene
ros devem ser de primeira qualidade, e fiualmen-
te qua no peso da carne que se pedir nSo deve
con ter mais da quints parte de ossos.
Hospital militar, 2 de maio de 1874.
0 escrivao,
Avelino Pereira da Cunba
ADM1NISTHACAO DOS COHRElOS DE PERNAlf-
BUCO. 7 IE MAIO DE 1874.
Malas a expedir hoje.
Para Fernando de Nnronha, pelo vapor nacional
G'quid.
Recebem se jornaes, impressos, rartas a regis-
t ar e cartas ordinarias ale as III horas da manha.
Para os portos do sul, pelo vapor nacional
Parana.
Recebem se jornaes, impressos e cartas a regis-
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ale 3
h tras, e esta-. at6 3 l|2, pagando porte duplo.
As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamente, aquellas a taxa de
300 rs. pur 13 grammas ou fraccao de 13 gram-
mas, e estes a de 40 r.-. por 40 grammas on irac-
cao de 40 grammas, na progressao estabelecida
n4s tabellasC e D anbexaa as instrucrocs do 1
de; d ozembro de 1866.
Affonso do Rego Darros
^dministradnr.
THEATRO
PHEMX DHAMATICO
EMPREZA
los
Quinta-feira 7 de maio.
Bcneficio de um anonymo
Representar-sc ha o apparaloso drama em 3 ac-
mu a
(
0
HOMFM
DA
Mascara Negra.
fioaJisari o espectaculo com a linda scena co
Fill a Paris.
AS 8 1|2 DA NOITE.
beneficialo agradece ao respeitave! publico
des a cidade o seu acolhimento.
Santo Antonio
Subdelegacia de policia da freguezia da
B in-Vista. 6 de maio de 1874.
Pur esta subdelegacia faco constar aos Srs. dos
escravos, Agoslinho, pertencente ao capitao Primo
de Albuquerque, e Cecilia, de D. llermelinda Can-
dida Augusta de Loyola, qua quanto antes devem
reclamar que sejam postos em liberdade ditos es-
cravos que sa acham recelhidos a caa de deten-
(io, como fugidos, apresentando titulos de domi-
nii., matriculas e conhecimentos de taxa.
0 subdelegado
Decio de Aquino Fonseca.__
Sahbado 9 de m;iio.
Uiica representacao a npite da magnitica co-
rned a-drama em 3 actos, omada de musica :
\ cigana de Paris.
DenoniiitacAo.
I. acto.-O dia de Santa Perpctua.
t. A casa de jogo.
3.' 0 haile de mascaras
4 A easa d'adela.
3.* A cigana e o agente de policia.
Tetminara o espectaculo com a comedia em I
acto :
Una experiencia
Principiara as 8 l|2 horas
domTngo
i horas da tard
drama em 5 actos :
A cigana de Paris.
inando o espectacnlo com a comedia |
um acto :
OS IRMAOS DAS ALMAS
Socedade BeneficenteLuso
Brasileira.
Tendo de se proceder a eleicJo da nova admi-
n'stracio desta sociedade, de ordem do Sr. presi-
dente, convido os senhores socios a comparecerem
dominco, 10 do corrente, pelas 10 horas da ma-
nha, afim de conslituirem a sessao de assembles
geral, e logo depois o collegio eieitoral na f6rma
doe arts. S3,56 e 57 dos etaiu tos ; fazendu sciente
que nio pode votar e ser vota4o o socio que dever
De>e
gueza
com
48.
Rio Grande do Sul
Para o porto acima iegnira com hrevidade o
p.tacho nacional Africano, por ter parte do sea
earreeamento engaiado ; para o resto da earga,
trata-se eom Silva ts. Caseao, a rua da Cadeia nr. -
mero 60.
mwm
Compstuliisi Franeeza
de
Navegi-
- c^av;ipor
Linha mensal enire o
Havre, Lisboa, IVriianibMco, Rio dlo
Janeiro* (Santos, someate aa Yal-
ta ) Montevideo, Bueaoa Arrea,
(eom baldeacao para of
MltHKH
Commandante Capelle
E" esperado dos porios do ml ate o dia 10 do
corrente, segnindo depois da indispensavel deme-
ra para a Europa.
Com avis, previo, se pcd< ra segnrar Ingares pa-
ra passagein>s e praca p?ra carga, para Lisboa,
Havre e Antiurpia, e por baldea^o para todew os
portos do cootinente : trata-se com
OS CONS1GNATARIOS
AIT.l'STO F. D'OLIVEIRA C.
4aRua do CommercioEntrada pela rna
do Torres.
Pacific Steam tamgalioa C,nmpoj
ROYAL MAIL STEAMER
LUSITANIA
ispera-se da Europa ate o dia 84 do corrente, e de-
pois da demora do costume, segnira para Rabia,
Rio de laneiM. Montevideo, Buenos Ayres, Valpa-
raiso, Anca, Islay e Call'ao, pan onle recebera
passageiros. encommendai t dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe a C
14RUA no COMMERHOit
'ACIFIC STEAM
PAHY
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
Commandante C. C. Brnucii
espera-se dos portos d sul ate o dia 10 d-
e depois da demora do costume, seguira
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde
COM-
eccommenla-
i carga
das ires b->ras da ur-
passageiro^,
frete.
S. B.-Na; sahira autes
de do dia da >ua ch> gada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14RIA DO COMMERCIO-14
maio
para
elu -a
e dir.heir. a
CMPASIU
MGSSAGERiES MRITIHES.
I.inlia tnensal
ERYMANTHE
E.-pera-se !a Boram do dia 8 do conn
em dianie. segumdo depoif df demora dc awauni
para Bueaos Ayres, torando na Babia, R;
Janeiro t Montt-ideo.
Para frete?. en* mmenda? e pMNfrifM : I *a-
tar com
OS AGENTES
HaMsmendy a I.abille
9 Rua do Commercio 0
AVISOS MARITrMOS
MIA- LISBOA
seguir em poucos dias a escuna portu-
A guia ; para a carga que Ihe falta, trata-se
E. R. Rabello & C. a rua do Commercio n.
PiHA o pimm
Sal ira com brevidad* o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompta ; para a que Ihe falta e passagei-
ros, trata-se com E. R. Rabello & C, a*
rua do Commercio n. 48.
A OU.'AMIIA
MESSAGERIES MARITINES
I.inha mensal
RIO GRANDE
Espera-se dot portos do sul ale o dia 10 do
or-ente, seguind) depois da demora do cos-
tume para Bordeaux, tocando em Dakar (Goree)
a Lisboa.
Para paasafeiros, ncommenuas, etc.. a tratar
:om
t S AGENTES
Ilai iMuendy 4k I.ahillr
9 Rua do Commercio 9
LisbaaIVrli
\ ai sabir um brevidade a veleira barca Lishon.
Recebe carga e passageiros: a traiar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. 90.______________
Segue impreierivelmente no dia 12 do cor-
rente para j Aracaty o bem conhecido hiate 0mm
tc Guarde : quem nelle quiier carregar oa ir ac
p3ssageni, dirija-se a rua da Madre de Oeot n. t,
a tratar '.om Bartbolomen L-mrenco, ou eorr <>
inestre, a bord i.
COMPANHIA PER.NAMBCCAHA
DE
^iavegacAo coteira a vapor.
FER3ANDO I>E XORONUA.
0 vapor Gequid, ct.tLn..a>-
dante Martins, seguira para
o porto acima no dia : *
maio as II boras da man 57.
Rec-.-be carga atf o dia 4,
encommendas, passageiros
inheiro a frete ale as 10 horas do dia da sahi-
dad: escriptorio no Forte do Mattes n. II_______
Libras eslerliaas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rtu Jo l.omMcrcio o. 6. _______
Seguira brevwnente a barca portugnera Akfn*.
por ter engajad* a mai.ir parte do sea earrefn-
mento. Pan c resto e passageiroa, irata-se etm
E. H. Rabello AC, a roado CTaninlr a 44,
on com o capita.



Diario de ftraainbiico Quiiata feira 7 de Maio de 1U74.
Porto
Segoe com toda a brevMade a harca portugne-
M tlarmnia, por if 'I'm- \st$ s .la -arga promp 1
la: parao .esto da r-arga e i x*s:goir)>, traia u
com os con-iiiiiaUinos Tnom r tie Aquino Fouseci
4 C ^uccrssonw, a rua_dn V igario n. 10.
x COMP4MUA l*H:UMiil 'CA~Nl
DE
\Hvrj!uriii'-i.>i(,iI.ft |io'r.
>AKAHVBA,NVTM., MACAO, M0S>S0h0 AlUlA-
TT, CF.ARX, ACARACU'.
.0 vapor Jaguoribe'
commandante Julio,
seguira pan os por-
tos acima no dia 7
do corrente, as 5
boras da tard.
Recebe carga ate o dia 5 do correale.-eacoru'.
menda., dinheiro a trete e pissagens, At* as 3 ho-
sahida ; MCTiptorio
ras 6a tarde do dia
no Porte do Mattes n.
da
IS.
AHACATY.
Para o Artcaty vai sahir com nmita brevidade
o bem conhecido hiata Joae Valle, para carga a
frete a tratar com Joan Jo-6 da Gemha lages, na
rna do Vigario n. 33, !. andar, u com o mes
treabordo em (rente ao trapiche Dantas.
Rio de Janeiro
Para e-hid icado porta segue com poncos dias
de dcmora a barca partoguen Feliz Vniao por
ter a major parte de sen'Cavregamedto engajado,
s para o resto que I be Yalta, traia-se com o con-
eigoatarios Joaquin Jose u-oncalves Beltrao & Fi-
sbo, a n a do Conwnorcio n. b.
tl Canba, tendo de retirar-se
reve, fara leilio, por interven-
Fontoura Pereira
pan a eorte muito
cjio do preposto do agente Pestana, dos objectos
eguintes:
S- la dr- visita.
UiO> m-ibilia do jsraran !, ram tamiMf !.' )
.Ira c cnc- si-.i ile palbia'ia, coiivuilo ;Sfv.it*
do gnaraii.u<. I dilas 'lobiar.., i sofa t coosulua,
I lapete para si.fi, 4 parrs tie i.mltiiia-, diver*,.*
pares >le lanes. I lii*i r.-pell.o i.vl, I Itrulu v !
p ilp cima tit- me.-*; i r en ti.ni.i ili: (.ici-aiula,
I Bunda vet-litta focelro, t pflr'a-inp-.i'a,
vi r-iis. (|n.ulro3 a i.'tM I Ml!i' t'/..
Piinu-ifOqu ii'.
Cuia cama de jacaranda, t toilcttu de dito, cum
espelho eseus nerteocas, 2 candiciros a ga, 2 |>a-
res de jarros, 1 lavalorm, com pedra, umfcen) d
jacaranda, ( par de Jauleinas prqiieiias para quar-
to, tapete c I i-abtde.
Seguudo qnarln.
I'm a cuininoda de amarelio, obr* ik- Uemigio, I
loavador, 3 inarqtiezas de ainareiio, I lavatorio e
pertencas.
8a la de junta r
Uma mesa*lastica para 16 pessoas, U cadeiras
de amarelio, 8 ditas de braco, 1 s>fa. 1 rico avpa
relho para jantar, I guardalouca, 2 aparador com pedra, 1 quartinhoira e t lii-tro a gaz.
QULNTA.-FE1RA 7 00 CORRENTE
na rua da Imperatrtz n. S
A'S 11 UORAS DA MAN HA
Pel* prepost* do agenfe Pen*
tana.
Leilao
Para o Rio-Graude do Sil
Pretende sahir orevemente a palacho portuguez,
Martial, por ter ccntratada grande parte da sua
carga ; para o Testaate trata se com R. Rahel
W4 C., a ma Ao Coimnercio n. 48.
Para indicado porto pretende seguit
com a possfvel brevidade o patacho portu-
guez Azurara, por ter -a-raaior parte de seu
carreganaetlto engajado e p ra o reato que
Ihe fal'a trata-se com os consignatarios
Joaquirr. Josi Gonjalves Beltriom Filho,
i ma do'Commercro n. 5.
LEiLOE$
LEILAO
DAS
dividas'da rnassa fallida de Bastos & LetQos,
HOJE
An meio dia
0 agente Pinto levara novamente a leilao as di-
vidas da tnassa fallida de Bastos & Lemos,, sendo
Sue aqueilas que ohtiverara offertas no leilao do
ia 1." do corrente serao deflnitivamente vendidas
a qaem meltiores "actagens offerecer, servindo de
base as offertas obtidas; o leilio sera effectuado
ao meio dia do dia acima dilo, no escriptorio do
referido agente, roa do Bom Jesus n. 43.
Leilao
DE
fazendas avariadas
At lO l|t boras
Por interven<;ao do ag.-nte ^into.
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
DA
arma^So, generos e mais utensiliosda ta-
verna sita a rua Imperial n. 153
.SEXTA-FEIRA 8 DE MAIO
A's ll horascn mnnhft
0 preposto do agente Pestaaa fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, da armaciu, ge-
ner js e mais ntensilios da taverna sita a rua Im-
perial n. l-'3, em um ou mais 4otes, a vonlade dos
compradores ; as pessoas que quiierem examinar
o balancp, podem dirigirse ao escriptorio do mes-
mo preposto, livre e desembaracado do qualqner
onuj
Hoje
as 11 haras.
0 Imfio ten lugar oa referida taverna.
LEILAO
t
Agente Dids
LEILAO
M!
DE
um pro. io o sluo mi ra '.j oni fanio A man
da$ Salin-.<, u'> \\:>Uo ila i^ffj-i, cojn si-
tio foi r'o fhllri i'ln rom i i"!'l'l>i
< nn .i'., '.. liai >>
lEIirA.FfclRA 19 DO roiUlE.Mi;
AS 11 HORAS DA MAXHA
No st)Irado n. 37, primeiro andar.
' G agente Dias, C'lmpetenlem-'nio autorisado |t
tiiaiidado ip Kxm. desembri j: id r juiz de lwo-
I'-vara a leilao >i dia e bura acuna dosignados,
o pir.lio iiii-ncioaado, o qnal contem andar terreo
e sotea, duaa frentes e janellas em ambos os oi-
tSes, 2 grandes salas e 5 quartos, e com o aeabv
mento do assoalho na sotea flea esta com accommo-
dadoes de ni r.mlar, coziiiha fora, quartos 4_ara
criados, cacimba, gallinheiro, etc. etc,
0 sitio teni vioiro?, diflerentes arvores frue-
titeras e e trido inurado, tem dous portSes, sendo
um de ferro.
E>ta casa turna-se recommeudavel por ter sido
solidamenle constrnida e a vantagem de ter agua
perto e parar os bonds proximo a ella. Os pre-
tendentes podem desde ja examina-U, e para qual
quer esdarecimento a rua do Marquez de Olinda
n. 37, escriptorio da agenda, oude tera lugar o
referido leilao
Leilao
Do sobrado e sitio da Capunga (chaos pro-
prio3, rua da* Crioulas n 26, que foi da
fallecida D. Florinda, e em que moron o
Sr. Albuquerque, com casa grande de
pedra ecal, quartos fora,' sitio com cer-
ca de 1,000 palmos de frente e 2,000 de
fundo, com arvoredos, viveiro, 2 cacim-
bas com boa agua de beber, em frente da
qual pas-ai ;i breve os trilhos da linba dos
bonds
TERCA-FEIRA 12 DO CORRENTE
As' II iMrasem ponto.
Por interven^ao do agente Pinto.
Eui seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. %3.
leilao
DOS
salvadosde patacho portuguez Adeline
SEXTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilio, por conta-e risci
de qaem pertencer, de pecas de I pharoes, agulhaj de mariar, cohvbUm, ferros, ver-
gas, mastros, 1 lancha, remos, 2 volumes com sac-
cos vacios, 11 barricas'com aduelas deatro, moi
toes e cadernaes, e oma por;So de cobro velho,
forro do aavio e outrosmuitos objectos -salvados
do patat'ho portuguez Adelina, naufr-agado na
praia do Gaibu.
A's II horas do dia acima, no trapiche denomi-
nado Barbosa.
leilao
DE
ara& burra, prova de fogo, 1 carteira, me-
sas e outros objectos de escriptorio
SEXTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
No segundo andar do sobrado da rua do Bom
Jesus d. 43.
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO.
Grande ieira
DE
mobilias completes, pianos
de armario e n esa, apara-
dores, guarda comidas, es-
peihos, com molduras dou-
radas, quadros com finas
gravuraB, camas franee-
zas, 1 fogao de ferro, relo-
gios de ouro e prata, car-
teiras, secretarias, objec-
tos de ouro e prata, relo-
gios de parede e de cima
de mesa, 1 Hilda mesa de
pedra de mozaico, can-
dieiros a gaz, tapetes, ca-
bides, marquezoes, lavato-
rioa, machinas decostura,
mesas para advogado, e
grande quantidade de ob-
jectos do uso domastico,
que serao vendidos por
conta de diversos (ainda
que chouva)
ao correr domarteUo
Hoje
as 11 h.>rada oianhS
PEIRA SEV1ANAL
ICr-Rua dtr Imperador-11
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
uma lancha a vapor
tola-fcin 8 da corrente
A's 11 horas
Em frente a* companhia Peruambucana
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
uma lancha a vapor que se %eha em perfeito esta-
do, e a machina prompia a funccionar.
Esta mbarcacao que accommoda 3U pessoas,
nao serve para recreio, como condoccao dc pas?a-
geiros para os vapares que fundeam no laraarao, e
mesmo para rebocar alvarengas <5oni carga den-
tro do porto.
E' de forca de C cavalios, e quando -suecederti-
car o casco inutilisado, serve a machina para
qualquer outro mister, taes como : errariaa, en-
genhos, etc., etc.
Os Sra. pret>'n(lentes-podem desde ja examina
la, pois acha se fundeada junto ao caes da mes-
ma companhia, onde lem de effectuar-se o referi
do leilio.
DO
grande sobrado amarello de 3 andares e
sotao da rua da Imperatriz, esqu na da
do Hospicio,-e em frente a" matriz da Boa-
Vista
Terca-feira 1 de corrente
a's I'd I/j2 boras em ponto
Por intervencao do agente Pinto
IUJA DO BOM JESUS N. 43.
Agente Dias
LEILAO
DE
predios
TEKCA-FEIRA lz DO OORRENTE
.is 11 boras da manba
Rua do Marquez de Olinia n. 37, primeiro andar.
A SABER:
0 agente Dias, competentemente antorisado,
levara a leilao os seguintes predios :
Um sobrado na rua de Lomas Valentinas n. 64,
de 2 andaFes e sotao, teedificado nao ba muito e
com grandes accommodates era qualquer dos an-
dares, e alcm disso duas lojas e um sotao, com 2
salas e 3 quartos. Este predio possire uma boa
escada de volta que se esteode do pavimenlo ter-
reo ao sotao, de modo que ate este poae ser alu-
gado 4ndepundente.
Uma casa em a rua do W; on ile'Inhauma,
outr'ora rua do Rangel n. 19, com 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fora, quinal marado com cacimba.
Esta casa acha-se em perfeito estado, -e situada
em uma optima rua commercial.
I'm sobrado de um andar e sotao n. 17, a rua
de S. Jorge, outr'ora rua do Pilar, com a frente de
azuleje, com os seguintes commodos : i salas, 3
qnartos, sotao cora janellas para a- duas frcotes e
loja, com 3 salas, quintal todo murado com cacim-
ba e portio.
Os Brs. pretendentes podem desde ja examina-
los, e para quiiiquer informapao a rua do Mar-
quez de Olinda n. I", primeiro andar, escriptorio
d agente.
Ao* Srs. proprieUiios se offerece oecasiao de
poisuir predios que Jao optima vemia, e que se
veaJem somente era coosequencia de ter o seu
doao transfijri(i<- sua re*idencia para a" Europa.
A. F. OIRGA
Confrnntn a
ill! pn 11; i
miiiir
a'fandog-, arroazem pintado
iiie curiosos acaliain
*y
azigo
0 : d'.mu.iuM. I 'I..-I-, .rt,.iif.ii'diia'ii:n. a b-ni
dos intaretan daqmlla finna, vende a dinheiro a
vista :
Batata*, baratissimas.
Frijio inul (iiiiio muito claro e tenm. em sac-
era, MntlMinwl
Latas com nnco gild>8 dc gaz, Dcvois, a of 500.
Arroi superior a|2*500 a arroba.
Caixaa com 40 canal de fogo da China sup a 6*500.
Mantelga franceza nova de 1874, da marc PLG,
a 740 rs. a lihra.
Os mais generos que existem no mesmo estabe-
lecimento, faz se a elles precos proporcionaes
aquclles declaradoi.
Aluga-se
a casa terrea com grandis commodos para familia,
extHi-o quintal mnrado e arborisado, e outras
muitas Commodidades, no melhor local do pate<
da Paz, (Afogadosj : a fallarao sacristao da matriz
pan vela, e do Recife, ttatar a rua das Cinco-
Pontas n. 31.
Franrinro l.open Lima 4e Barrog.
Antonio Sergio Lopes Lima, con-
vida a todos os sens migos para as-
sistirem a missa do setimo dia do
fallecimeDto de seu querido sobri-
nho Frand?co Lopes Lima de Bar-
ros, que tera lugar sexta feira (8),
as 7 boras da mauha, na igreja de
S. Pedro, e se confessa desde ja grato, taoto a et-
tes, como aos que Ihe lizeram o obsequio de acom-
panhar o cadaver ao sea ultimo repouso.
O major Jrse Bonifacio dos Santos
Mergulbao, convida aos seus ami
gos e aos de seu fallecido irmao
Dr. loan Alves Mergulnao, para
assistirem a uma missa que o
mesmo mania rezar em tencao de
sea linado irmao, a qual tera lu-
gat no dia 8 do cerrente as 7 horas da manha, no
convento da Gloiw.
Aluga-se o I* audar e o arrauem do sobrado
da roa dos Burgos (Recife) n. tl : a tratar na rua
da Praia n 20, eom Jose Feliciano Nazareth.
MOFINA
Esta encouragado !! !
-%jruit ni lautii ii'i Hte.ttjaa a fura.
''..>;;i- av iiiiii. >r. l^nar.., Vimr* d Mill
-. ii'-I-i tra rnl?d it- Na/tr-iti d-<;.i prwvtncia.
"avur de vir \:"i DwjtV; '"--v-* '- -tfi. a o
'j'.f ajis. lie in^-".i., .jur .-. S. v i lipr-Mcetl' u
reaiuar, p'ela teiceira chaiuaJ.. ie.--o jurnal, eic
Uns de dezembro de 1871, e de|>oi* [>ara Janeiro,
passou a fev.-reiro e abril de 1872, e uada cuRiprio:
4 por este motivo e de navn i-hamado par* dit<
ira, pois S. S. se. dive Icmbrai jue esto negutiio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu Olho v
whava nesta eidade.
[}
Ha mais de um anno fugio desta cidadu do Re-
cife, e se .-uppoe nella occulto. o escravo Jose, com
os signae* seguintes : cor preta, de allura rrgu-
lar, com 25 annos de idade, pouco mais on menos.
tera falia de denies na frente, sendo porem o sig
nal mais sensivel uma escrescencia na palpcbia
que parece ceg > de um olho : quem o capturar,
traga-o a rua Direita n. 119, ou Saudades n. 32,
qne sera generosamente recompensado peb seu
enhor.
Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
lica de taverna; equedefiador de sua condu-
cta : a tratar na rua Velha dc Santa Rita n. oO.
I'M DA FORTO.
AOS 4:000*000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua d
Crespo) n. 23 e canas do costume.
0 abaixo assignado, teodo vendido nos seus fe-
lizei bilhe'tes um meio n. 863 com 700*, um in-
teiro a. 2980 com 100*, e outras sortes de 40* e
20* da loteria que se acabou de extnbir (98),
convida aos possuidores a virem -receber na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 1* parte das loterias a beneflcio da igreja
de Nossa Senhora da Boa Hora em Olinda (99"),
que se extrahira na quarta-feira, *3 do corrente
mez.
PREgOS-
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
sm i-orqao de 1009000 para cima.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Marlins Fiuza.
Excellent oecasiao.
Leilao
LEILAO
DE
VUO gigK com balatas
Hoje
A'S II BORAS DA MANHA.
I.m frente aos armazens 'da capatazia.
0 agente Dias vendera, por conta e risco de
quem pertencer, 400 gigas com bauu?, chegadat
pelo navio S. Auiri, entrado neste porto no dia
:'< de abril proximo pastado.
Vender-se ha emlotee, iMfBla dos compra-
iorw,________- ___________
Grande
LEILAO
DE
moveis, louca, cristaes
e objectos de ouro e prata
BE
uma mobile de jacaranda, massica e quasi nova
L cama franceza tambem de jacaranda, 2 apara-
dores de amarello, novos, 1 tapete quasi nevo
forro de uma sala de visita, 2 commodas, 1 mar-
ujuezao e outros moveis que serao vendidos
ao correr do raarteUo
Sexta-feira 8 de maio
as If horas eon ponto
Por intervencao do agente Pino
Rua do Bom Jesus n. 5.
-Servira de base para o leilao .as offertas obtidas
em particular pelos objectos acima desenpfoa
sendo que a enti-ega se effectuata findo o acto d,
uvamataeao.
LEILAO
DE
es
is i I horas da manha
na rua da iuiperatriz n. 3, primeiro andar.
0 Illm, Sr. capiiig-teoente, Joaquini Nolaaco da
Em continuaeao
DE
obras impressas de V.,Hugo, Lamaruae, PelleUn,
Bowillet,* ieira, Roquette e rauitos -outros au-
torea, poesias, f bras du direito, raedieina, enge-
nharia, atlas, Historii do Bnsil, Iqglaterra,
FratKja e Portugal
*rv-ta-li*ira 8 ado correlate.
As d 1 boras da manha
a rua da Uniio n. 9.
Moveis.
I'm piano forte. 1 inobilia estufada, 1 cama
franceza, I guarda-vestido, toilettes, toncadores,
scarradeiras, quartinheiras, bancas para jogo,
adeiras de ferro, machina pan cafe, 1 palanquin),
1 faqueiro de prata e I paliteiro, aalva, apparelho
de metal para cha, moinhos e outros objectos que
estarao patentee.
0 agente Pinho Rorges vendera os referidis mo-
veis* livros que Ijcaraw do leilao de i do cor-
rente, perteDcemei ao Sr. Dr. Luiz Carvalho, a roa
da L'niao n. 9.
Sexta-feira 8 do corrente.
No dia i'.i du corrente, asli horas da manha, Ju-
lio Izaac, com casa de penhores a travessa do Du-
que de Caaias n. 2, por intervencao do agente Mar-
tins, fara leilao dos penhores constantes das cau-
tellas abaiio declaradas, vencidas e nao reforma-
das, a saber:
-Cautellas.
Na. KJOz. 1503, 1565, 1601, 1673, 1803, 1835,
1890, 1923, 1936, 2028, 2030, 2143, 2i92, 2154,
2256, 2269, 2282, 2303, 2333, 2339, 2342, 2315,
2397, 2448, 2454, 2463, 2539, 2162, 2605. ,2607,
2609, 2612, 2614, 2617, 2627, 2638, 2652, 2676,
2686, 2687, 2691, 26*3, 27 2718, 2724, 2729, 2730, 2733, 2734, 2736, 2730,
2752, 2760, 2765, 2766, 2772, 2775, 2779, 2780,
2793 2797, 2807, 2820, 2822, 2828, 2833, MM,
3853, 2858, 2859, 2861, 2864, 2865, 2869, 2872.
2890 2894, 2896, 2899; 2900, 2909, 2916, 2918,
2927, 2936, 2937, 2954, 2959, 2969, 2953, 2972,
2975, 2978, 2373, 2986. 2993, 2998, 3009, 3Q13,
30J6, 3023, 3086, 3032, 3041, 3045, 3049, 3055,
3039, 3060, 3)65, 3081, 3087, 3099, 3101, 3105,
3108, 3U2, 3117, -3U2..3I26, 3128, 3129, 3132,
3112, 3134, 3165, 3166, 3168, 3171, 3176, 3033,
e 7.47, cujas cautellas podem ser reformadas on
resgatadas ate o baler do inartello.
ft
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m
0
*
i
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*
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Para o rico e para o pobre
ft Optimo* terrenos para
10, ediOcacSo
S eom 400 palnaos de I'uado
a I Retalhamse os grandes terrenos que
circumdam a estacao da Boa-Viagem ;
sao terrenos proprios, desembaracados e
cortados por tres estradas': a real, a de
ferro e a que segue da esta?ao para a
Boa-Viagem, e ficam mui prosimos ao
rio Jordao
A commodidade do preco, a facilidade
do transporte at materiaes pela via fer-
rea, a proximidade de madeiras e, sobre
tudo, o privilegio de viajar gratis no va-
por pelo esparo de 10 annos, a quem edi-
thar proximo a esta estacao, tudo isto e de
incontesiavei vantigens e deve animar
os pretepdentea, os quaes desde ja se po-
dem diiigir, nos dias uteis, a rua do lm-
pcrador n. 48, e aos doming.* o dias
sactos, na estacao da Boa-Viagem, onde
se nconlrarao com Tristao Francisco
Torres, encarregado pelo proprietario a
fazer qualquer negoeio.
AtlenQao
Desappareceu do dia 27 de abril o escravs Fran-
cisco, de cor preta, com os signaes seguintes : 20
annos de idade, alto, secco do corpo, principiando
a barbar, costuma andar com os cabcllos grandes,
quando falla gagueija alguma cousa, sabe ler, co-
zinha e faz doces. Roga-sc, portanto, as pessoas
e capitaes de campo que o apprebemler, de condu
zi-lo a rua do Barao da Victoria n. 53, que sera
recompensado; e protesta .ie contra quem o tiver
acontado.
Nao seja vilhaco por uma quantia tio diminu-
|ta, quem nao potto pagar champagne, nao offerece.
A sombra da Paraen-e.
10^200
Aluga-se o 2 andar da casa da rua do Tor
re? n. 18, e os armazens da ma de Barreto dc
Menezes n. 8, e da travessa dos Expostos n. 18:
a tr.tar com o ministro da Ordem Terceira dc S.
Francisco, no dnsistorio da mesma ordem.
Ha para alugar uma escrava mulata, do
servico commum de uma casa a rua larga do
Rosario n. 16, primeiro andar.
Estraliana Petsoa de Siqueira Santos, viuva
de J.ido Lopes dos Santos, avisa a todas as pes
soas que se julgarem credoras de seu finado im
rido, quo esta orocedendo a inventario dus bens
deixados por elle, pelo cartorio do escrivao d
orphaos de Gamell-ira.
Gamelleira, 4 de maio de 1874.
Preci ultimos chegados, e de um preto escravo para o
servico diario : na rua da Guia n. 54, palaria.

par-
&
9
Consullorio medic*
i.n-iiio -m rann*
liculnroa.
Pessoa habilitada ensina em sua caa
e era casas particulares, o portuguez,
latim, fran.ez c arithmetica : a rua
estreita do Rosario n. 3. 1." andar.
ft
0
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*
ft
0
0
0
0
0
0
&
\
\
SAQUES
Carvalho & Noguetra, na rua do Apollo
t. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci
i ades e villas de Portugal, a* vista e a prate
I or todos os paquetes.
DO
Or. Hurillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
Uecem-chegado da Eurepa, onde ire-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
Sode ser procurado a qualquer hora do
ia on da noite para objecto de sua pro-
hssao.
Consultas das 6 horas da manha as 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESI'ECIALIDADES.
Moiestias dc senhoras, da pelie e de
crianca.
%
g
I
LEILAO
DE
um grande predio de 2 andares n. 37, a* rua Duqua de Caxias, outr'ora das Oo-
zes, com as seguintes commodidades, 1
andar, 2 sabs, 4 quartos e cbiinha, 2
andar, 2 salas, 3_quartos, sotao e cozi-
nha, andar terrea, um grande armazem
SEGUNDA-PEIRA 11 DO COBRENTE
4 11 boras.
0 agente Piaho Borges, bastante autorisado, fa-
ra leilao do referido predio, pur conta e ri?co de
Stiem pertencer, no sen escriptorio, a rua do Bom
esus n.'53, an^ar.
Os Srs. preteadentes pcdemMeide ja examinar,
e algum esclareripiento o mesmo agente pode dar. |
AVISOS OVFRSOS
Bom
negoeio.
Vende-se ou arren^a-se o grande predio
de um andar e sotao, sito na rua do Bispo
Sardinha. proximo da igrejafda Misericordia,
na eidade dc Olinda. tendo duas boas salas
de frente, um aUo no sotao, sets quartos
espacosos e frescos, uma grande -cocheira,
quintal todo cereado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo itaz catialisado. Achando-f e prepara-
do com tod s os moveis indispensaveis &
unut grande familia, sera* assim vendido ou
s-im os moveis : a tratar nesta typographia
ou ma rua da l'niao a. 49, sobrado, atraz do
pi;o -da assembles.
Liugua nacional
O abaixo assignado, professor de lingua portu-
gu.iza ha 42 annos, compromette-se a ensinar esta
disciplina em dez mezes ou em menos tempo, con-
forme a hahilidade e estudo que fizer o seu disci-
pulo. O compendio methodico e claro pelo mes-
mo ultimamente piiblieado, e o seu methodo de
ensiao adqaerido com esta longa c nunca Inter-
rompida pralica, o ^azem assegurar. cora a maior
efficacia a sua promessa, cujo resuttado ja e por
muito* conheeido. Ensina por casas e collegios
particulares a mesma disciplina, e as que fazem o
objecto da instruccao elementar do 2 grao. Em
sna residencia, largo do Paraizo a. 8, 2. andar, das
3 horas da tarde em diante, recebe aluranos.
Salvador Henrique de Albuguerque.
AVISO
I.oju Ernesto & Leopoldo, esta'belecidos com loja de
joias a rua'do Caboga n. 2 D, scientiScam ao pu-
blico era geral, que oada davem nesta praca nem
fora della, e que muito menos se acham compro-
raettidos em qualquer titulo de divida, seja qual
for a sua natureza, e desde ja protestam contra
qualquer doumento que por ventmra possa appa-
recer lirmado nio so pela respectiva nrma, como
;Bor qualquer dos socioe individualmente. Reeile,
ii de maio de 1874.
Ernesto Jose Felippe Santiago.
Leopoldo Jose Felippe Santiago.
Esorava eozinheira.
Aiaga-se uma mulata, para todo servico : 3 tra-
tar na loja do Passo, rua Primeiro de Marco n.
7 A.
Precisa-se de um feitcr para sitio que enlenda
do mesmo : na rua do Rangel n. 37.
: CASA DO OURO
Aos l:000O00
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilhetes a sorte de 709*000 era ura
meio bilhete de n. 863, e um meio de n. 3381 com
a sorte de 200J, alem de outras 6oites menores
de i 0*000 e 20*000 da loteria que se acabou
de extrahir (98*;; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publieo para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito felizes biihetes,qn? nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos me.-mes
annuncios
. Aeham-se a venda os muito felizes bilhetas ga
-antidos da 1' parte da loteria a beneflcio da
igreja de N. S. da Boa Hora, em Olinda. qne se
extrahira no dia 13 do corrente mez.
Preco*
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 1005000 para eiaaa.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 29 de abril de 1874.
Jodo Jaaquint da Conta Lett*.
Continila fugida a mulata Maria, baixa, cor-
cunda, roslo coraprido, falta de denies e sujus,
eabellos earapinhos, pei malfeUo* e dedos todos
iguaes, toma rape, e muitn mentirosa. e beata da
Penha e fiage-se muito religieea, foi seduzida por
um homem que trabalha no Cambronne, chama-
d 1 Henrique, que raora na rua Formosa, d'onde
foi vista sahir as 4 horas da madrugada, esta de
ama na travessa dos Coelbos. anda eom eh.le de
lUtras azuea e easaco branco de orellas encarna-
das nas codas, debruadas de encarnado : quem a
pegar leve a a rua da Impentriz n. 6, que ra
bem recompensado.
Devcdores.
0< proprici.iri'.s d> t'< i.!"Hniin' do C*mft_ a
rua du linj.- rad.jr n. i\, pi : m a.>< eos4%**a*rw
que lem mlo rciois-n-. u tavnr de vir. in pagars r
urbilos aii: u dia- 8 4* alin (>r- \iino viadonr.
avi.pin jn mr-fin ;:>- -" '.' a ;!. !!t data nJ>> e
lireriin-aM-ix. \,-i ..... .. rv- wan Ja
-rill .;.-i;.i : '.- 1 I ...

0^i>
24-llua do M;iMiHf? \k Olinda-2.
I'|iiliu !o h<--> l.arg*
Partici]>a a su:s tr> garm i i trngm qne mnd^
o seu estabeleeimeMo d-. rel-j r-i para a mrsira
rua n. 24, onde mci.tr. ia n i praida aorlinin.to
de rekftts de parfa>, :>. w..:-. -. r rima ce ire-
sa, dos meihoies g'--; < qn; ..'^d-. rekif i> s i*
alpibeira, rio f'ldas a* qii.ii\i ts. naleale faia.o,
de ouro e prata anrada, bAetA piajoel). .eio-
toa de onn. toatea, actftil eit-', d >* aw*toaaa
Idlo icil.te-. cadiia de i ur>, pi. vi. irau. Iom de tods a- qual iale?. lu.l r r .s roUito ta-
ratos.
loja do nm
(iu'deira Sbtes ,; C.
xenknm :
sedaSMKe
Acabam do rreel.'T pe!-.i \?j r
Riquissimos ruit< d tr r?i -".'
com bstra- achamalntaaas.
Dit"s de linlin pan iwiiil .- i cada eor-
te, o neccssario para m corno seja .
franja-, traocas, I otoc-. fird -. (tc.
Riqnissiinos ha|M;i pan *-'> ra, ultima aiola,
a roa Primeiro de Mar;.i n 7 .i
ArriMi.ia-M!'i h- I. liinb-ula fro-
guezia de Una, inoetib rn.-rite. Ihio
engenbo e bom d'agua, ilisw cum legsas dos
portosdc Taraaudan''o I'.' 'in"so, e tera
terras para sal'.-.jar I 0*< 2,000 pa5
annual's: a Infai n i n i i:-nbi' cozi
o mosenh w Hem i
Hccihi earn Lad d Inato. .. da Mrqaa*
de Olin la n. >:.
.*
Rua Duquc de uaxias.
0 Sr. Antonio KMro Pont' --.-iro a rvi
Duque de Caxias, i|ueira vir a ";a do ripraOBT
n 42, a nego.-io ii> mi.ru > in ..-:.- -, Ma part*
ignomr sna rcsidrmia itmtttin.
Escravo fiigido
Desappareceu ao amanhee?r I dia 4 *t r r-
rente, J.. engenho S-1iari. coatat u SdpaaM
escravo de boom fami Baarp BTBT,
tendo os sign- "in'i ;
ann. s penca n.. m m toi.
grosso e espadaiiu.-. srale -ij .! n.^i- \i-.
gi.miiia na janl id Mf I m i I
a> HatoridaMt >-n;]' a-
preheuder dito na ralaNiri lair- -
iiliu. ou nes.a pra-; i a Oth I ,s <;. I
do Caftw 9aMa n. I...
raeoarpeaH !os
-rr. t-cvnaaaeai;
Na travessa 5; nia
dasOruzes n. 1 pri-
meiro andar. da-ae
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro. pra-
ta e brilbamc ra
qual fora quantia.
Na mesma :>asa
compra-se os mos-
mos metaescpedras.
Prec!sa-e de bated ire-
rua D.reita n. It).
fina^i
Engenho
Vende-se a engenho S. Podr.. i:nad<> na yt
viccia de Alagoas, comarca ir Fvto Caiv.,, .
men s de u na legoa distantc i' MM de um 4
Gameila, lem ox>eiientes4rrras, matas. e aafrr-
regularroen;j 2,(00 pies : a ra'.r aa rua Ao ?'-
gario n 31.
Uma pess.ia vmda da Bahia. i-eri. a falter ro-a
o Sr. Antonio Jose de Freitas. r<;a p-rla4a fc-
vor de araaaraoar a ma d Cruz a 6. sr
sa
Escrava coziaheira
30#U00
Precisa-se com urgencia
de uma perita eozinheira e
compradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia acima :
a tratar no pateo do Paraizo
n. 28, 1. 2. andares.
CKI4D0.
Precisa-se de um para todo o servico domes
tico e de quintal : trau.se no Paaseio n. 60, o**
Oa rua da L'niao n. 67.____________________
100# de gratificacao.
Fugio da fabrica de carvao animal, sita em
Santo Amaru das Salinas, nesta eidade. no ilia 6
dc mail', o escravo Arcenio, de idade de 40 an-
nos, baixo, pouca barba,, falla de denies de cima
a do baixo, tera nas costas lalhos aaligos, falla
muito grosso, quasi paresendo rouco ; e crioulo,
natural da freguezia do Cabo, tera morado em
Murbeca e na Alagrja d'Agua do sertao : leyou
era i.u& rou>panhia um filoo de 6 annos de idade,
um hoc i imho mau fulo do que o pai; quem o
appreheiuier e levar a dita fabrica, recebcra a
JgratiBcagao acima. i
oOOSOOO.
Uma preta que sabe cozinhar e comprar, preci-
desta quanlia para sua alforria e offerece seus
sekvicos para pagamento pelo tempo que se con
ve DCionar, preferindo casa de homem aoltciro, on
pouca familia : na rua do Visconde d Albuquer-
qt e n. ii. __________________
Aluga-te a *ala e aleova a* Ir. nte d t -
ceiro andar do sobrado n. 70, a ... aaaa te tj.-
xias : a tratar na loja.
j 0 abaixo assignade pede aos credores do Sr.
Jo :e Joaquim Samarcos, estabelecido com taverna
a ua do Coronet Suassuna n. 41, a qaem o mes
ra abaixo assignado ainda aao se dingio, o favor
de apresentarem suas contas nonraxode tres dias.
Qndos os quaes nao se responsabiltsa.
tecife 5 de maio de 1874.
Manoel Gomes llraga.
do
llegio de S. Sebastiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada scientiOca aos senhores pais
de familia* eaqnem mais convir nossa, qne as
aulas de seu collegio c mtinuam a funccionar em
a casa da ? ua Direita n. 36, 2* andar.
Manoella Augusta de Mello Rego.
Attencao
Quem q lizer roupa engomraada com perfeicio e
asseio, digne-se leva-la 4 rna do Padre Ftoriano
p. 40. que encontrara uma perita engomraadeira.
~ Aluga-so um tnoleque de 18 annos ,
a tratar -nj rua Prirueiro de Marco n'
18.
I MEDICO-CIRURGICO
m do
Z Dr. Pedro d'Athavdf L. M-.>coso
PARI'EIoO E OPERaDOR
9"um do Viaria4e > ia>
*

ESPECI ALIDADE
Molefttiaa ale oeahwra* c
ranailtai !* h io 4 a
r.ha, lodaa at dia*.
Da- a- 8 danoi:o,n*s -:{.:...
las e sextas-feiras.
Os duentascfM mandarem < i >cas cha-
mados por esrripto at 10 ..r- *
nhs ama visitados em *na<= '?';-
^#*
ALL* DJUCr
i
A primein ca Kin la aala aaafln pars r+t
iemiuiiio da freguezia de g*i'r Aalia:. faat at
no 2~ andar da rua do Ban> i:. v;lc.Ta r 34,
entrada pela roa das Flom.
__


6

i

.KAfulk (fcR!iftii)bTKJiDi-48) Dinheir
rv a juris
Go r0005 a J:0!30i, it.as oo menos, com hypo-
tteca *m casa* aqui n,i jida Je : so din qoemda
s da Imperatriz d. 38, loia, ou Imperial
numero 5.
fleinviotio fugio.
No dia 21 do corrente fugio o oscravo
acima, tendo os signaes seguintes : idade 25
annos mats ou menos, cfir fula, cabellos
carapuihos e urn pouco crescidos, cabeca
chala, estatura regular, um tanto magro, e
tem no rosto bastantes signaes de bexigas.
usadocnap&j de couro, elevuu calcas e
cam.sa de algodaozinho : roga se a todas as
autondades e capities decatrpo, queiram
appreheuderd.lo escravo, e leral-o a ruada
Madrede Dons o. 5, U> andar, das 9 as 4
boras da tarde, ou A rua da Imperarriz n.
, i. andar, quo scrap recompensados.
j! CoBsilMia me4ico'CirBrgico $
Rua 1. de Marco n.
Aos 20:000$000.
23
X A. B. da Silva Maia.
jj Boa do Visconde de Albuquerque n.
* 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
ft D. II.
Tg Chamados : a qnaiqner hora.
V Consultas : Aos po ies gratis, das 2 as
y i horas da tarde.
I
a cozinliar e
o do MJr^o n
nma ama fjui saiba cozinhar
a iratar na pra^a do Corpo Santo
AM
0 abaixo assignado tem jempre exposto a ven
4a bilhetes da lotsria do Rio, cuja extraccao an
cancrara peJos jornaos.
Pre;!'.
Intdrc 2i/000
Meto lJiooo
Quarto 6*000
____ Manoel Martins Fiuza.
Aliened.
Precisa so de uma senhora que esteja habilitada
para eusinar o portuguez, franeez, piano, costuras,
berdados, etc.. etc., e qne qneira ir para um en-
genho perto de uma das eslacoes do Recife a S.
Francisco, para ensinar a nmas meninas que ja
estao priucipiadas paga-so 1 OOOjJ, e gratiflca-se
gradaan lo : a tratar nas Ciiico Ponlas n. 82.
Arreula-seo engtnho Jussaral-grande, no
termo de Serinhaem, o qual esta situado a legoa
e meia da estacao da Escada ; e bom raoedcr com
agua, e de niuito boa prodm-gai, tanto de canas
como de mandi- ca : a tratar com o propnetario
do roesfflo, no engenho California, em Serinhaem
Alaga-se um preto para todo servico, inelu-
resi cozinha, por tanbem entender : a tratar na
praca do Cortfb Santo n. 17, 3 andar.______.
Muita attencao
HavenJo sido subUahida ou exvraviada do po-
der da Sr. D. Isabel Luca; da Silva, uma letra
de sea aceite, na imporlancia de 1:260*000 e
saccada pelo Sr. Manoel Scares Pinlieiro, e isto
ouando d la Ittira ja bavia sido resgatada pela
aeeitantc, declara-se peli presente meio que mais
nenhnm valor cm semelharte titulo, visto ja ha-
ver sido remida s obrigacSo por ella representa-
da, e que por con?eguin!e de nenhum proycito
sera para aqnella pessoa, em cuja mao porven-
tura ella se ache, proteslando se proced'r cnmi-
nalmente contra quern qaer qne tenha sido o sub-
tractor, ou qne de ma fe prel^nda utilisar-sc da
Uendonsda l itra.
Recir-, 21 deabril de 187i.
as pais de familut
A '. iSSigDada far. lembrar aos chefes de
'.'.>;) daqui corr.o de fora, que wntinda
I de instruc.a) primaria [tare o sexo
i I casa de sna residencia a rua do Ca-
;. oud'1 alemdos primeiros conhecimen-
li.- ensina ; prammatica Daefooal, franeez, musi-
nocd.inQa.pois para Issa tem habeis mes-
" ......r>'-' a Irabalho de agalha, ensina tolas
'i i'i-1 I s 'li' b r.tados. o entre esse o de ouro
"' relevo. e tiahalbos de la croch-t de
il lades, pronw tie todo o disvello e ca-
'i com su:is alamnas, e bem assim todo o
ohi no Cnmprimetfto ri i sen magisterio.
' i lornas einti-rnas. e afianca commodidade
:.

Fortunata Fortes.
. or fessora pub!i ;i >'. Maria competentemente habilitada pela di-
; ri; .i'l da instrufca o publlca da liroes de
: i: ;':>, nastercas e s.'xta^-foiras de todas
;. 3 ;i S h ira; da tarde, na casa de sna
I-ncia,.a roa estreita do R.is-irio n. 24, 1
ir.
li jeja se fallar cum o Sr. Joao 1'ereiraCar-
Guimara = a negocio de seugranie interesse,
lend ,;r aiua do Marquez ii linda,
da C '! n. 50, ou annunciar sua.roiiden-
cia, para sir i-rocurado.
(i abaiso assiguadu tendo de seguir para o
Rio de Jan iro, e nio podeudo em razao de seu3 in-
i ule despedir se pessoalmente de
i idas pebioas de sua amisade, o faz pelo pre-
i -e-lb.es o seu diminuto prestimo na-
corte. Recife, o de maia de I8"i.
Dr. A 1 1j Moraes Silva.
Nio se prestando o nequeno espaco do armaiem
' W/, a ma da Madre de Deoe, para-nm abasle-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado lmejaa ter, athase tfora em
diante aberio outro esubeleciiiiento sob a mewna
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode--
rio os senhores freguezes dirigir-se, cettos que, como ate" aqui, acbarao sempre a par da mo-
dicidade dos pre?os, a malor sincerklade possirel.
Enire as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, qne tem sido annunciada, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores fregneies. Consciente o
aba xo assignado de que nesie genero de negocio
nao esta sem competidores, fara ranito por evitar
qne tambem o; tenha com relacao ao pequeno lu-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
Jose" Dominguc do Carmo o Silva.
afc BACHAREL MIGUEL AMORIM m
Hlvoiiad*
Rna do Imperador n, 7*. W
Empreza dogaz
A empreza do gaz tem a bodra de annunciar ao
publics que recel.eu ultimamente nm esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, afan-
delas e globos, enjas amostras estao no esefiptorio
a rua do Imperador n. 31, e serSo Tendidos "aos
seus fregue;es pelo preco mais razoavel possivel.
Precisa-sed! uma escrav
eom^jar': a ir,.t;,r .* ma Pri
23
Pi#>ifa-Vd
e enRoretn;
n. 17, 3* "vrar.

Aluga se nma escrava para todo scrnico de
casa : na rua do Imperador n. 30,3' andar.
Precisa se de uma ama para cozinhar para
uma familia, ccmposla de duas pes*jas :"a tralar
no pateo d.-. Paraizo n. 28,-2 andar.
Frecisa-se do uma furra ou
aerava, para casa de fami
Ha : a tratar na r;;a de Hor-
tas d. 15, on na rua liurae de Caxias n. I if
AMA
Lii|iiiihciii)
< **
Grande escala
BAB4TAS
r%A
AniH df leitt*
Preci?-e de uma. ama ie k'Ae tern filho
rua do Coiuvello n. 119.
ii.-i
AMA
Pri'C.sa se de nma ama
pan andar com uma eriiui'-n
e para o mai* aervifeo doines-
UCO de p.m)ueiia farojiia : jrata se no R.sseio n.
60,_ou aa rua da Lii^ao n;,67.. -
urtla aim qae>oosi-
engomme para ea*a
AMA
ATTENCAO
Constando aos abaixo assignado acbar-9e nes-
ta praci o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Barra e Pregiiiea, em Mi-
manguape, provincia da Parahvba, veem rogar ao
mesmo o obzeqnio de rh* entendar-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente aes referidos engeDhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasso Irmaos & C.
Precis a-se de
nhe cempre e
de dires pe4*Wsl ^ na rua do Vigario
n. 33, segondu andar, casa da esp/iina.
AM A ,|,e-s* tie-nma: a rua te Cab*-
** gi> n. gj. __
>re.-isase dte ujma ama que saftrfiT-
: a' fatar m> fna do Ranged n, &
eea-
Ama
- Pretisa-se de u*a ama jswa cozinhar
gommar r a rrltar na rua Direira
Pr'ecJBa so
easa de boraem
sp u. 9t
W
n. J.
uma ama* para cozinnar em
solteifo: narujPeid*Afr
iicul '
zmhar
porlas
LOJA DO PAVAO
KA
R
ua
Oranadina
da lniperatriz
PARA LIQUIDAR
n.
60
300 ra. I1AMISAS
. Precisa-se de uma ama, fupfl' on escrav*
Cjae-saibaiepgemmar ; av rua Nora'jl. 7.
Vicente fugio.
Na noite de 13 jara ii de marco do corrente
tnno fogin n mulato Vicente, escravo, de 20 annos
3e jdade, bonita figura, barba e eitatura regular,
evondo vi's'.ida eem um saco roupa de algodao
branco e alguma mais fina pertencente a um eai-
xeiro da caa d'onde fugio ; e natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Mattus, diz ser litre, casado,
e ter sido criado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quern alias foi escravo :
roga-se, porianto, aos senhores capital de campc
e auturidades-policiaes a apprehensao do dito es-
craVt), e entrega-lo na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis, ouna
cidade d) Assft ao Sr. Torquato Augusto de Oli-
veira Baptista, qo; ?erao generosamente gratifi
cados.
Precisale de ,'005 a premid sob hypo-
ihera : a quern convier annuncie para ser procu-
rado.
DesBUCaminbOD-se uma letra do 2:000^000,
aceita t*--: Pulycarpo J.sc Layme em 2 de mar?o
proximo passado,a tres mezes, que sevenceem2
de junho proximo futuro : roga-se a pessoa que
achar dita letra a va entrcgarao Sr. commendad >r
Vicent-j de Paula Ohveira \illas-Boas, prevenindo-
seffaceitanH que so pagara ao mesmo Sr. com-
niendad r. Recife, o do maicmic 1871.
Traspasso de casa.
Tras e ate" 31 de agosto uma grande casa
na pov leApipucos e com mui'.os commo
dos : a i. no andar do scbralo da tra
Tessa da fjq do vigario, n. l.escriptori).
ALUGA-
a casa lerrea a rua do.(k)ronel Suassuna n. 271
cow corn-nod \s para grande fimilia. A casa ter-
rea io povoadjDoarte Coelho, em Olinla, quii>tal
inurado, e comraodo^ para frand* familia. A-casa
terrea ;i rua do Am.-iaro, em Olinda, n. 71. A casa
lerrea em Olind>, a rua de Mathias Ferreira, nu
mero 22. a casa lerrea em O.inda, a rua da La-
deira da Uiquinha n. 20 : a tratar com Jorge
lasso.
-\\i Capunga, a
casa coafronte a de n.
com excellente lpite.
Gntave. cabclleireiro, a rua do Marquez de
Olinda n. SI, pTimeiro andar, precisa de nm habil
official de barbeiro; paga-se bem.
.Sokrado tla rua rto llarqucz Ie
Oiinia n. 95
As pessoas que teem proeurado arrendar o
predio acima, onde foi estabelecimento de Inur^a
do finadn Manoel Antunes Vieira.queiram apres-n-
tar suns propostas em cartas fechadas, no dia 9 de
maio proximo, ao meio dia, no armazem da rua
do commercio n 8, onde seraoabertis ditas pro-
postas em presence de tod^s os interessados. 0
arrendamento e de todo o predio (armazem, andares e sotao) ; os senhores prelendent s, po-
rem, podem fazer tambem propostas de parte, se
melhor Ihes convier. indicando os sens fladores.
Recife, 30 de abril de 1871.
Curso de portuguez no col-
legio da ConceiQao.
0 bacbarel Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa este
incumbido do referido curso.
Aluga-se por prego razoavel, a loja do sobra-
do n.41 da rua do Rangel, a qual tem armagao a
presta se para qualquer negocio : a tratar no 2.
andar do mesmo.
de um ajudante de cozinha e mais um criado para
todo servico : a tratar no hotel de Bordeaux.
Rieas bandeij*s
Para asaaaento*,- baifcs e bapffeadoe.
Qbem qulzer osier uma r>wdeij\ ricamente en-
feitada, diri^i-se a-Confeitaria do Campos
Ja mandando o indo eneommendaf, >a com-
pranlo alii todos os-enfeites, ccostkndVd* aeguin-
Bolus-flnos paru enfeitar.
Docessaboj-osissimos para en*itaf.
Figorae allegnric:-3- para enfeitar.
Papeis atrendados para enleiar.
Bouquets para uoivos.
AHi
Encontra-se sempre o seguinte :
Fiambres inglezes.
Budins >
Bolos .. .
P4es de 16jlnos.
Fatias de rTrto para partnrientes.
Pasteis em profusao.
Filhos (se*li3s de m-iftkna).
Doces em eaida, talari"- e secco.
Bolachinbas de mil quaMdades.
(Sugar Waffers vanilla) pars, dietas.
Gelea de mocoto, desinfsctada.
Amendoas; confeitos, etc.
Cha verda^eiro das Caravanas.
Caf6 de Java fverd deiro).
Tuilo isto ua
______CONFEITARIA UP CAMPOS. ___'
Attencao.
Precisa-se de um empregado de conn.v.53, qoe
dt fiador a sua conirnta, para tomar cinta-da es-
cripturacao e caixa, e mai!" servico da loja d
turana franceja, rua Ialmperalriz n. US : a quern
eonvier, drrija se a mesina.
Cozinhar e engommar.
Precisase- clu?ar nma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar ; e para casa de peqiu-m fami-
lia : na rua do Vi|
9k -4
Advocacia.
86 o n. 20
VE
<-l WMHHMNB & C.
Jua.ii> loja ila cstinlnm.
MtJIINi CUISEZES,
Proprios para vestido os mais moJcriKw, nrfi/l
diminuio preco de 280 rs. o coraido, e pechmtna I i
OSo'-se amoalr^s i i
ORG,h>'1)YS i)E OHKS
pjrZeilia fina e com fc^rtius padroes, pel.i rm?-;
nuto prego de :JV> it. o covaiio, e jiecchincha f
D3f)-spamotras.
KlfltAS CO.U PAIW f)E CRETOlfE.
Fazonaa liiiissjina,.earn lindos podroes, pelo di-
mipato pwen de 3-10 rs. oeovado, s6 sr vendo,
' pecbincon I Dao-se arr*etrav
LAS ESGJjCKZAS
Completu sortunetrto de iaa e-cucuias, tpara
aaabar se vende a HWra. o eovado ; e peehineha!
fiio-se amost/a3.
(5AS8A LANE. festado, peto- barat. prer; de toOffo a pe$&.!grande sortineBto de reraabs de ktlrt d>
Grande sortimento des* fawadsv om os ma*! Dius seta ser enfestaoo, eom 20 iardas, a- algodao, wr prams beratM e Uwfcf Kst
SSSSSSo^prg a>V?s/radoTfpr:fW0J- ^*JL P&ir10 ^ f^P^^^fl--1-"*-***"
chioena f Dao-se amoKtras, fazende1, a 0fO(X>, $5509 e ^000. tanto de hnbr> eomo de alsndfc, for pre/.-
ALPACAS PRETAS A 500, r)V0 E 800 RS., era conta.
0 l'av.iu tem um grande ^sortimento de i EaparliUa** m lga##T A99+6 r
<-#pacas pretss, qae rendea 5'W), 649 e 8Hl h,
r. o covado. assim como gra-1e sorti-
lreiu a
ctvadu,
0 PavSo veride grtnadina preta e latrada
pelo barato prcgo de 500 rs o covado.
lfd|wla enfe.tado JCOOtl
OPavio ende per;a de madapoldo en-
FftAKUAS XUO-,
0 Paio fendt tint bottito wiliPJMiHi 6'
camisas franceats coa prito de algwii-,
27000 e 29500. brtas com p* ito de lint.
de 35000 a 6#0O. Mia bortUdas nm:
finas de 6*0 a II
CiRASXUBAJr
Com bonilos padroes, que se voodfe- a 260 rs. o
covado ;-6 pecbioohfr 1 D4,-se- aoioriWs.
HOLLA1XDV.
Brim H"oBanda, liso, o qne hsnie mais Ifno, pro-
' de"
meulo do cantSes, bombazine*, princezas
prelas, merinds, e oatras
proyrias psra Into.
ftcdinlia a lSeiM*.
0 Pavao vende sedas om listriBbas de
dr&es e que se vehde pelo'diminuto"prejb de 560 core? a 15000 0 covado. Dltas con pel-'
T;. o covado ; # p'ecaio'cha t Dio se amostras. mitlhas a 25UO0. Dt'tas com toque de mofo
jP.no para costumes de" homens r, meninoa e ves-
'tilos para wntioras, pcV ser mrrilo fino e linho
puro, e se ven1 'e pel* dtmrmiw ?reoo dr 500 rs.
covado; e pee-ineha F Bao se araostraa.
BRINS D CORES*
Id in- de cjres, linho puro, com banites- pa-'
sortrtnta
O Pavao vende am bonito
muites fazendas esftftilbe modwaos a
5#00o, wim coim nm
desaias brancas, bordadas, a 580 e
e ditas de lajinba de cores a 19000
cbiueha.

;aiio n. 16j l. andar.
::':
:t.-^

9
O bactiarel Thoimiz iliavo
advogado uu f')ro da comarca do Hum
Jardim incumbe-se de i;romover coTiran-
i.as amig;vvel ou iudiciarinedte na mesm
comarea.
?4
U:.i.;!.:!:: .: -. .--; /&
.iloga-se
na Torre um bom sitio, com muitas fruetewas e
com boa osa para grande fnmilii.
Uma casa no mesmo lugar, nova, com i'sala?,
3 quartos, cozinha o despensa,.quarto para cria-
dos e bom quintal.
Uma dita dito dito nova, com 2 salas, ',. quartos,
cozinha, despensa e bom quintal.
Duas dibs dito dito d t.vpequenss, com 2 salas.
1 quarto, cozinha e grande quintal.
\ tratar na topunga, porto do Lacerre, n. 32.
^ Na anfiga rua do Bom Jesus das Cnnilas
n. 33, recebe so ronpa dc Immem e do senhora
para ehg&m'rnar-5e cbm petfeicfo c brevidade.
hfam.
rua das PeruambucanaSj
32, aluga so unia escrava
Engenhos em Maraam-
guape.
Vende-se os seguintes :
Bnrra,'
Pregulca.
c Palricio.
A tratar com seus propritlarios nesta cidade,
e para nifonnacSes cqm Joaiuira Pinto de Mei-
relies Filho, na mesma bidade de Mamamguape
____________Tasso Irmaos v C.
' -> i'Piis para s-unliora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco o.
7 A, receb n pelo uUimo paquete, um rico sorU-
inento .1" rnaueta para senhora, ultima moda e
vende |' .r preen commodo
Precisa-ede um so^io com capiial para uma
padaria bem afreguezada, tanto para a matlo co-
mo para a terra, ou vende-se e faz se qualquer
negocio : no pateo do Terco n. 63.
Fugio o preto Joao, que tem
officio <*e funileiro.
No doming.) 22 de marco, p-las 4 horas da tar-
de fugio o pr>lo Joao, idade 26 annos mais ou
menos, c6r fula, rosto redondo, estatura regular,
secco do corpo, falta de dons denies na frente.
usa de bigode e pera, mas tem puuco cabello, le-
vou diversas pecas do rou:.a em nso, tambem usa
de um annel de pedra br'anca, tem officio de fu-
nileiro e quando bebe da para fallador ; foi cria-
do em Nazareth, e ajli aprendeu o officio, na loja
do Leocadio, a quem foi comprado; nao ubstante
estar elle senior d/sses lugares, ha indicios de
que anda nesta cidade: pede-so,portnto as au-
loridades policiaes c capitaes'de carii'po a sua
aoprehensao e leva do a Jose Joaquim Lima Bai
rao, ao largo do Corpo Sa;nto o 4;!qne generosa
menle gratilicara.
Rrig-i se ao Sr. Joaquim Pereira Ramos, que
tenha a b ndade de compafecer 'i rua de Marcilio
Dias n. 4i>, da; C as & boras da manha, ou a se-
cretaria da sanla ca.-a do misencordia, a negocio
de seu interes;e.
Alusase oil vende-se um escravo carrocei-
ro, idade quarenta anrids : na rua do Hosnicio
n. 8t.________
Admin istrador
Offerece-se uma pesspa ba"stante habilitada pa?a
ser adminisirador de algum engenho : quem ppe-
cisar, dirija-se a rua da Roda n. 27.
CA-MISAS DE GKETUNS.
Cahilsa- de cretone, o (joe h* de mais- fln^s,
cum- linl3 padwes e quo ^e vende a 405000 a
duzia e 3*300 cada ufina ; e pecliinutfa I sj se
ven*)
Assim-eomo urn deposito rie- mais foaandia que
se vendem por inenos do que em ouna qnalquey
parte, como sejanv:
Cortes de ca3em*ifa de cor^s-a 4^ : >5-pec:iiri<-
cha !
Idem de brim pardo fino a 1 i-'ii)); \,:, -.?>.
Colchas de1 fustSo-com ba n> muito (.-rsante&t)
4* ; idem.
Idem-idem bransas, idem Ultro, a 3 i ; idem.'
Cobertas de chita adamascada- fina, idem idfCR
a 3|o00 ; idem.
Loncees ie' brairraftte, idem fd*m, a if ; Mem.'
Toalhas aleochoadas a 5o00 a du/.ia ; idem, i
Leu^os de ca-sa com barra a M0H) a duia ;.
idem. ,
Idem ilem idem brancos abaic!diis a 2^000 ,
idem.
Idem em eaixinh'as- touito linda-s a 3530S' a-
duzii.
Seroaias ie linho'e algodao a|3l a duzia.
Cambrakt Victoria firm a 380b-a peca ;xe pe-
cbincba.
AI?ods marca T largo a i^.'iOO ?ja peca.
Madapolao fino a 43690 a 'ca.
Madapolao franeez mitj iim a oi a pe^a.
Brim pardo milito dna a 400 rs w covado ; i
pechincsa.
Cambsaia transparent*, o que ha. de mais fina
a 6i a peca.
Baptistas de cores modernas e con* lindos pa-
droes a 400 rs. o covado
Uao-se amostras.
S'6
CORTf?rAIOS BORCAIjOS PARVC.4HA *
4*500,! JASELLAS, BE1ATE15TOOOPAR
4r
ee-li*-
a 15000 e 15400.
CAMBRAIA VICTORIA A 45300,
05090 E "#5000. 0. PavOo vende um gran-lt; surtiaento
0 Pavao vende nm grande sortiraento de j cortinadoa bordados, proprios para eaa
cambraia Victoria- e trausparenta com jjnellas,pelobarato preoode 75000,
8 1/2 va7s cada pei?a-, peios baratos- precos-i 10)5000 ate 255000, a*aioi cuom :
de 450U0,. 45500, 55O0O, 05000 e 7(000 de tbimasaj da la mtiXa iaa de I
a pecn, assim como, dilas- de salpico bran- 1*5000 eada oina.
co, a 7|?OO0, e pechincba. *..... .
NOVAS LAZLNUAS A 560 RS. *AMAMES A 15S00, 95500 E
0 Pavao recebeu pe"o iilJimo vapor urn I, vf^flSS li".m*ntes Pr le^jtes
elegante sirtmento das mak bndaslaiznhas-f ** I0 P^08 dc ,r3 *> o para vestidoa, sendo tfansperentes com as| 8,,.anna 122?? e !?0 *y*n' e ," h
mais del!eaiai cores, e-modenissiino& pa-'V5*00, 2WTOOe 3'0CC > >"- e V**"T
droes, que TCode pelo- barato- preco de 590 c *~
rs. o covado, A rua da Inipera-trrz n 60.
DQUIDACAO-DEROUPA PAR\ H0MEMS-.
0 Pavao veade um grande sortimento do
roopss p^ra Lomens, sesdo paHtots saccos,
; ditos fraks, tan'.o de casemira preta e de co-
res, como de panno ; assim corno um aval-
: tado sortimento da calga3 de ca-emira preta,
' de cor, da brrm de cor e brsoco, e wn
jrande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
| Tendo tambem um bem sortimento del 0 Pavao recebea um bonfce sortimeil
camrsas toglezas e francezas; as*im como -das mais fl^gantea esmeraldinas mm list-
' de ceronlas de Imhoe de alg-odao, e vende | de eda, sendo em cores c padroes as ma,
pr..pr,
CASEMIRAS- A BBOOO, 85000 E 7*>O0
0 Pavao yende r6rtes ds caseaairas pa-r
calcas, sen!o padroos modernos, jielo Ian
toprer;o de 5J000, G5000 e -S5000 o <
assun como : panaoa pretOj daa nclh' -
que tem vi:.do ao mcrcado, de ^5000, 85 -
ro?ooo.
ESMERALWNA A 500 RS.
e grand* peehineha i todas as ronpas a.'ima menciotiadas pelo ba- j novas que tem vindo ao n
n. 20
ratisstmo prego, porquerer liquidar, na Isja-ipara vestidos, e vende pel* barai
da rna da Tmpeaatriz a. 60v de Felix Petti- or> de 8O0 rs. o tonio, A rra "
ra da Silva.
Acba-se coastantemeEte abrtj>
isf> sk' noite.
A" m do Crespe, \ ja (k^ 5 pulas
DE
<.! II is&v:; 1VI a r.
Jfttuttt A lojin da e^s^iiijn
O cMtaboleciiB^nto ncba-se aborts
A.** 6 horas ala manba &m it
_______ Iioi-aw la noite-.
Paimo de algodao da Bahia.
j?iimos Anneis nieefcrieos
aa^rXjiS'."? Joao R.: Vende-se ||apeis com kestalos paaaJ tidaaa. proprios para o* neroso9.
dalmp^rat-;-
in. 60.
< ...en'o do FAVAO, das G ioras- it rr.a: ;
Magnolia
N*a h)a da Magnolia, a ru;v Brnjue ie Caxiae n.
i6, eacuntrcra sempre o res-;:eitavef poblico um
compli-to sortimento de perf-jmarias finas. obj
dephantasja, lnvaa de Jouvin, artigos de meda e
Paris n*America, a ruaD; -
aue ;le Caxia.s n. 59
sorts : ni rua & Cruz n. 6.
m
Meios adere^os
pift&ein 3DL.-.r. .-. .---1 do re-.-"...t nm eeaafc-v
sorttmepto d sal^id :~ eraiigfin>. para b-~
senhora, vindo entre elles um HaaV. inflMifn i.
elegantes cfeiqnitos, sapatmbw e fcatiaas r.
A Magnolia, a rua Djque de Casiss n. 45, re- i-nanca?, cue tudo v?nd> por r*co rat.>av
oeix-u um complete sortimento de I-------p^=------------------------~^-------,
dc pi-ittM'ivn qna^dade. !es aderepos de tartarcga. f x ,-.___-__
No armazen de J. Uomingns do Carmo o Silv2,jU Meios adere^s de madreperola. I ,f il \ ~\Ifk 1*1 "\
grosso e a. Keios adereeoa de seda bordade^. (ultima auda) V_>4' ,J" X T CXE RCM-
aOemnilas onSras oualidades. .,~nn
A 4|000? 4^500 e 5|500
Mada|i,.!iTtf com toqne de avaria.
rua do Amorim n. 41, vende-se em
retalho o.melhor. kerozene, da. bem acreditada
marca de Henry Forster & C, garaatindo-soa i;ua-
lidade e quanlid*de certa do liqnido. No mesmo
armazem tem para vender os deposito3 com'tor-
Beirase muiio asseiados, para-asas-de familia, por
ti'i 0 cada um.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Dixjuo do Caxias n. 4S, iem
prn- vender os modernos- botiws- de a^o,
para vesiid.s.
propnos.
Aluga-se tres casas teireas na rua do Hos-
picio, a Ki mensacs : a.tratar na rua da Moeda
n. 5, 1 andar.
s.
Precisa'e comprar ions-eseravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Vende-se,-ou troea-se poe casas na Ifoa-vista i GollIlhaS e DUIlhoS
ou aluga-se nm sitlo na CapErtga, rua da Ventura : A__- *
n. 20, com loO.palmos de frente e mais de 300 de f*mai3 modernas que ha no mcrcado ; a ella* :
fbhdo, com'hea ca?a, cacimba, cocheira, estribaria,' Ba H**''*. a rua Dia Caxias n. 63.
etc., todo thuredb
a tratar na
, com porlao
ua Vlha n. 102.
d3 ferro na frente
Lencos chinezes
VENDE-
uma machina de costura, em muito
e por pree.0 commodo : ao largo do
segundc au'dir.
bom estado'
I'aabUo n. 8,
A Magnolia, a rua Dsque de Caxias a. 45, re-
[ eebeu uma p3quena quantidade de lenjos de seda
! chinezes, com lindisaimos despnhos, frrieada intei-
i ramente nova.
f r moil.' :
ran precA am vista da qaalidade.: assim c
saias de la avariadw a 4* r-wm pretea l r
ligeiro a rua da Iaiperatriz a. 6>, para ai >r *
se arrepender.
Madapolao fino

Vende-?e uma preta de 30 annos do idade,
cm uma fi!ha de 4 annos, per 8003, e-uma parda
de 20 annos, engimraa, cozinha e cote cha, c
uma muleca preta do idade de" 13 annos ; as n\
tiraas ce uoniias fignras : na rua de Hortas nu-
mero U0._
Lindos leques de madreperola, de 'artaruga, de
j martim. de osso, e de muitas outran qtraliflaflos:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nn-
mero 4B.
Attenclo.
Comipra's6 iim
Rangs! n. G2.
pbrtao de ferro
Yende-se
pw de sapotas de loJ6 os tamaahos, ^de optima
qualidade, o tempo 6 proprb pa a- planta-los: na
rua do Hefepiefe- b. 75.
Nao ha mais cabellos
TiHTiiBui. ami.
So tpprovada pelas acad^mias de
Kienctas, reeonbqeidasttpe-ior a tod* qne
tem anr.- >cido ate hdje. Deposito princi-
pH r;:r. Jr. Cadeia do llccif.;, hole Mar-
qoezdr Olinda, n. 51, l.o andsr> e ^
todas as botica* e Casas de e*b*!M-
eiro.
Aluga-se a ca=a n. 22 da rua dos- Prazeres,
no? Coeltfps : a tratar no 3; jndar doTobrado h
34 da rua das Crnzes.
Quem perdeu um pequeno alfinne de peito
na igreja dd S. Francisco, dando os signaes cer-
tos, ser-lhe-ha entregue : na sella n. 18, do mes-
mo con ven to.
Aluga se o sitio do tmado Dr. Jacintho re-
reira do Bego, porto da estaoio do Montei'o, com
excellente .casa de vivenda, jardim e estrtbaria :
a tratar com Fran;isco Ignacio Pmto, na ma do
Bom Jesus n 43, t. andar, entrada Win becco
da Lingueta n. 9, ou na fua do Imperador n. 13,
segnodo andar.
ii
K*
stes.
Comnra
e usa dos no armaJefn da'
peradcr n. 4*.
i se e venderse tftstesnovos
rua o Irn-
V.ende-se uu> piano de mesa, psqjMao, proprio
.para principi.nte, em muito bom estado, |ur pre-
po modico : a tratar na rua de Santa Isabel n. 0.
&#
^##^
Compra-sc araj cs'aatd a quantia de900a
a tratar na rua do Brum n. 57.
Na rua do Imperador
n.28
pieci3a-se failar aos seguintes senhores :
Dotpmgos Martins de Barros Monterro.
Joao Vaz de Oliveira.
Jose" Francisco U>pes Uma (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de BarroJ 9 Sflva.
Francisco de Paula Bore
Pranelsc

Isco Antonio Ponte
Casa mm
(je S. JoSo,.
-
Aluga-se a rua de S. Joao, defronte do.nprtjo
do gai com B qdahOs, coziriba fora e gVahae
quintal: a tralar a rua de Pedro Affonso u. 8.
Liquidaqao de moveis
Pqr precos mui reduzidos, diversas mobilias e
caoeiras dp guarnifio : vendem Cuaha & Mania
a rua do Marquez de Olinda d. 23.
Vende ?o nm terreno no neceo do Esptnhei-
ro, freguezia da Capnnpa, com 60 palmos' de
frente e 300 de fundo, 2 meias agnas de tijfllfo,
maa casa de taipa, cacimba de pedra e ca! sen-
do o terreno proprio : a tralar na
prTedade
mesma pro-
Para prmcipiante
Algumafjessoa que queira comprar uma taver-
ns em um dos melhores lugares do bairro do Be
Clfe, e bem afreguezada, ammnclo para ser nrocu-
tada.
EiigeHlio em Serlnliaeia.
Vende-se duas parted do
engenho Novo, &ito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao do Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000,
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-'fie-se na
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber os segnintes artigos :
j Manual de madreperola, tarla?uga e martim.
ftieos albuos com capa de madreperola, cha-
i grea, madeira, ve^ludo, couro, etc.
I Lindas caixas com fiahsimas perfusaarias.
Ligas de seda.brancas e d cotes.
Voltas de madreperola.
Pu seiras de madreperola.
Bicas caixas para costura.
Vestnari-is para baptisado.
Toncas e sapatinhos dc- setim.
Modernos chapeos de sol de seda para sentu^ras.
Liados port-bouquets.
Gravatinhas de vellado, etc., etc.
aia rua lo C'r*>|o N lO
Vecat do aaailaielft fin., _
largo, com toque, a li. it -TOO, 5 e5{.i00,
faaenda superior e larga.
-*Jpai"" l* c-* ie c.">re. Uvra-
da.-> e mnito finas, fazendo rn nliiiiliiti
a 500 rs. o C'.vad-
CamisMn dr lirntt* com li^jne
de sujo, l*:.00 e2x cada nma.. |-
chiacha, isto so na k>ja n. 10, a rua d..
Craspo.
t
i
0
Vendem
Wilson, Rowe & C.
l Fm sen armazem a fua do Trapiche a. 14. o se-
^uuite :
Algodao ami americaco.
Fio de vehi.
Carvio de pedra de todas as qualidades.
Tado mnito barato.
Jose- Vjrhtto Figi^ira de Saboia espera no va
por Pirapami, proximo a chegar do nofte, 2 791
rnetoj; de sola de superior '(Jtiallda.de, com destino
aoBDttodoBio de JaMeffo : brjtgrn achandb se 2e
trtfiArte eta crdatie, 'oWfe.acfe c'orhtiradofgs. a
inem vemlera por prereMdramoffp'? : i entenller-
e na-mi Ift Impef^rW ," oWlrq^erdelij-,
do, por preco'commodo a
tratar com Dr. Felix de.Fi-
gueirfia, a rua das Calgadas
CAFE" DE JAVA'
0
no arrsena-1 de cebe-e nova remessa.
n. 14, ou
guerra.
OaTtJados baratos.
ttlinaa -de phhntasi-a, cano alt*, coib UdAtiro de
ouro de lustro bordada*, plra senhora a Si'-l Di-
fe ditas gaspWdSs cem coatt no lasrfe da mas-,
ma cor da f..zenda a 4^300 Ditas. frretas lisas e
:gaspoat"0nfeitddas a J*. 35*0 e't}l E' na
^mpleto soiiimento de caiQidos francezes, ingle-1
zw a harilonaas, ^i* hintieafs seahoras, merihtes
0 meninas, que se venderao Aor pregos Hjteira-!
"riiente resumwos : 'alrilMo Livtameib.i q.1j3, 1q i
^ de M. F. P6jasA Q,...... ^ j
verdadeiro ven-
Confeitaria do
ampos
24 luperador -1\
Por todos os vapores re-

1 -"I II
Verde 41/500 o m kilo.
r\a rua do Mafqaez, de Olinda n.
antiga da Cadeia )
SO
I
0^QaX3 OOOOCV?iX? iXXH>#
Vende-se
Claxntu Porlhnd.
Vinhas engarraLd i
j Madeira.
Sherry, de super ci qualidal--
J Porto, Cno.
Cera em velas
CUtom : na rna. d> VigarVi 19, | aaJar.
Para noivas,
Amaral NaJtnco & C. vendem leaiws, hgts g.
nissimas aberinras de esgaiao de an ho par*' n
misas, fronhas, de labyriMho e Ixrdadas, capHb-
de larangoira, colcha de tetfa e d crocttat rorti
nados para cama e lenci s b >rdads>s, todo proari
para casaaientos.
Mez marianno.
Amaral Nabuco 4 C. ven Jen. p.^t.Utas propha<
para mcensar sinltikrio e ladawna doiMzn
nano : so ba>ar VUtoria, roa do Briu> 4a \*W
na a. 2.
Insignia maconica8.
Amaral Nabaco & C. vaadem insifnas ma,
cat de diff.rentes frao* : no bazar Vietiri
do Barao da Victoria a. J.
Vcrdgdelra BovMade
ma fa Lhrjiiiieil'i i. 24.
Pope]Inn* ile aed* r
1* r0vad*.
E RARO DE F..\COVTRAa-SE.
Peixoto & C, tendo recetnda nm |_
men to de popelinas as ffrids moJeraa*
vindo ao raercado, rerolveraia aa a veootr
diminnto pftca del a o dvJo, para acati
f alias antea qae ar ac*bam, ti*b> )a ulbai vm-
dido muito.
OHi-
pel:
Asunicas verdadeirfts
BHmas hanaurffueaas am vom a <** arareaae.
rua Marquez de ylunk n. 51
a coorc
Cintos e'teques
Amaral, Nabuco & C. vj~
preto e de coaea farfaaB__
de bezerro a de oowaciM paca i
cbartee-sda ealeM i li Va.7 urt n_ '
no Bazar Victoria, nu do Bar*? da Victoria a, %,


1
y
V
.

Qsfcffc A JtlOIAKEM
(ft ***<; U"
Rua Primeiro deMarc.o n. 7 A
DE
Cocdeiro Sfowes<# C.
K' esta um* das oia^U. ofjwecer aos seus frecuezes um, varjaiissi-
mo. sortimento de fazendas fiftas para grande toi-
lette, e bem assim para uso orlinario de todas as
lass8, e por presosvautajosos, da quaes fai am
pequeno reeumo.
Mandam rszendai 4s casas dos pretenflentes,
para o 'que tem pessoal necessario, e dao amoslras
mecflante penhor.
G ro.'denaples de todas as cores.
'lorgurao liranco, lizo, de listras, preto, elc.
Setim Macao, preto e de cores.
Orosdenaples preto.
Vellado preto.
Graaadine de seda, preta Me cores.
Popelinas de lindos padr5es. ,
Fil6 da seda, branco e preto.
^Icas basquinas de seda-.
^sacos de merino de cflres, la, etc.
fantas brasileiras.
Coites.com cambraia nranca com lindos borda-
Ricas capellas e mamas para noivas.
lliquUsimo sorttaemo de las com listras de:
tsda.
Cambraias de. cores.
Dil^s maripozas, branca?, lizas e bordadas.
Naoznqnes de Jihdos padrdes.
Raptistas, padroes, deifeados.
PereaJir-a* d quadros, prct03 e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linbo de c6r, prod-ins oara vestidos,
com barra e listras.
Ricoscortes de vestido de linbo. i* sites da
mesraa cor, ultima mod?
Pitos,d.e capibraja de cores.
FustSo de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linbo e al-
godao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
Juuvin, para homen.se senhoias.
Vestuarios para meniuus.
Dttos para hapt:;ado.
Chapeos para oho.
Toainas e gna.rdar.:.pos adaraascados de linbo de
cor, para mesa'.
Colcnas de If.
''.ir Una dos bordado.-.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas a
bordadas, para homens.
Meias de cOres para homens, meninose mcni-
a '!
tJitas escocezs*.
ton!?Wij.iiraei>to de chapeos de sol para ho-:
aiftas b ssbAohS.
Merina de.cyres para, vestidos.
Oito preto, trancado e drto de verao.
o^lhado de linho e algodSo para toal
Mcaihado patdo.
Damasco de la.
Urins de linho, branco de cures e preto.
Setim de. lindas cdres com listras.
-hales de merino de c5res e pretos.
Ditos de ca-eraira.
Ditys de sedaj.pipta e de cores.
Ditps de lotiqnim.
Camisas de Chita para homens.
Ditas de flanella.
Cer6u(as de linho e algodao.
Papqos de crochet para sofa, cadeir&s e conso-
l.encos bqr,dados.e de labvrintho.
Cofch'as de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
llicos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
Esparjilhos lisos, bordados.
Foulard.de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
6SSO,
Damasco de seda.
Casemira preta e de cflres.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, eol-
iarinhog, punhos delinho e algixltn. eravata*. In-'
vas do fio de Escossia, 'a petes de todos os taroa-
ohos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, len()s de linho branco e de cores, toalbas,
Ruardanapos, etc.. etc.
XAROPE DE CHLORAL
de mm
-
Pharmaceutico de Paris
As preciozas proprjedades de chloral tern vivamente
caplivado a at I one So das pessoas sciontificas e dos medi-
cos, que nfio cessam de ulilisar sua virtude nos caaos
difiiccis oontra os quaes se nao conhecia ath6 este data
nenhurn meio de accao efficaj.
0 snr Dumas ha pouco tempo secxprimiu nos seguinlcs
termos, na Acadcmia das sciencias : i Duas substancias
I epoca de sua descobcrta foram o aasunapto dc inuito
o profuiidos aseilos estudos, no puro intcresse da scicu-
i cia abstiacla c das theorias ciiimir.is, toin.nam cm
seguida partfl cntre os pctjOJtffM agentes da lliorapeur
lica : o chloroformio para a (rilbufgU, c o chloral para
a medecina. i
0 Snr Follet tendo montiido uma fabrica para a prem-
rafao tao delicada de chloral, garante a pureza absolula
do scu producto, e para facilitar o empiegoilosle mar.i-
vilhoso, inoilicanionlo, prepared una Xaropc do chloral,,
que contcm:
uma gramma de chloral em umaoolbcr de sojia.
0 XftROPE pS GHLOP.AL DE POL: ETr na
dose oidinaria do uma a duas colhcres de sopa procure
c facililn aos doeules um soinno lraii(|uillo e restaurador
que Hie faz experimental' mn grande allivio, resli(uc-!Ii.' as
rbrcas e o aniino penlido e ajuda enorincmoiile a reac-
rao, sciniiunoa provocar nenhuiB-d esses accideutes tantas
e lao reppJidas vezes produz-idos pe!o ompi-ego dos opios.
E'cm conseqr.cncia d'estas prnpriedades eniiiienteineiite
sedalivs quo 0 XAROPE DS .CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empicgado com grande succcsso
nos qazoe dHtuomnias, tievraif/iai dicersas, ijolla, rheu-
inalisnws, citchiujuecas, asthma, bronchiles, phtiiica,
culicasliei>dlicas uu oidras, canser, eclampsia, te'lanos, etc.,
e cm gerai; cm lodos os cazos em que uma dor aguda
accarreta a I'alta de somnoi
Duranle o ccrco dc Paris, o Snr douctor jBerenger-
1'i-raud, chefe do service dos feridos no Val-de-Grace,
publicou, woUolelimIherapcuticoumasPA-ic de observacoes
sobre os rcsultados obtidos com o chloral que o Snr
Follct, tinha postoidisposi9ao do dito hospital; os feridos
rcclaruavam 0 seu emp,.Pg0 com iuSiancia.
0 Siu- douclor Lecaeheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tic*, publicou sobre esle assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
0 somno o urn dos primciros c mais conslanles effeitos, produzi- -
dos pelo l.jJratc chloral; principia sempre cm geral um quarto de
bora ou meia hora depois de sc tor administrado o medicamento.
a 0 somno e prulundo e analogo ao somno normal; n3o e pcrtur-
i bade por sonbos, e i*io k acompanhado nem de eicitacao psycliica
a nem Uo pouco de agitacio musculares... 0 despertar se opera sen
ii accidentes desagradaveis. Geralmante os doeates, nSo se queiiam
a de dotes de estomago, nem de pezo de cabeca, nem de cephalgia
como acontece a maior parte das vczes com o emprego dos opios.
Alcm do que com o opio loma-se indispensavel elevar progres-
sivamente as dozes para que seus raesmos effeitos se continucm a
produzir e ja omesmo nio acontece com o hydrate de chloral. >
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex- *
tremamontc pivrioza, assim'como & 9enW Bergeref da
Saint-Logcr o deinonstra pela observacpo segunile :
Um doente ettavo di> cama havia ja um raez, rcttido por um aiia-
o que,da gotta, e dur.inte oilo dias nflo pode doFmir, ainda qiie.ei-
tcnuado pela dor, insomnias e Hgonoza. diets; tudo lazia pi'ax-er
t noitcs lerriveifi : adiiiiiiitrourse-Uia de uma so vez duas grammas
< dc cliloral dissolvido cm ngua coin assucar ; c dee laiuy^os dec is
odocnlcadonnccoii, e o somnodurou trez boras; a mcianoite des-
ptrtou-sc scin dAres de calicca e em um cstado de cpntentamento
t indi'scriptiwl, depois ;uJonneuea dc novo pai*a' todo o resto da
f noitc.
Dcsde cnlao conlinua com o uio do chloral, e as anciai atroaes e
dolorozas bem como as ouitrac<,oes dns mu>culos ,ccsrran.
0 cldoral tern lanibem uma accao notavel sobre a tosse
que canca tanto os doenles atacudos de coiiBliipa<;oes ou
de bronchitcsi
0 seSor d Offret, dopnis dn tcr citado cm Silas
mimorins nlgiinis cazos dc cures raoidas polo chloral,
iiccivsconla :
Podcria cilar ainda varias outras iibacrjpcifcs IWUs com indivi-
drios mi:..:!i; |.; tu0breol6| pulinjtnares, eip dllTel-ciiles graus,
do Iiimii ::;i: 's clu-rtuicw > .ipiJ:is.
t'siosd('iil''s .'xti.iiiiail .> [ull tosse, juivados a maior parte das
v.'Z's do um Minimi UWUBuMn, "d :,liai am no uo Jo' c'litnr;il \>n\
gnu.de ali.v.o. quainio iiickiii a "i"i pl.'iia nan tenlpa piiKluzido-o
t nKnor elf, ito, Os lUiires ^b.-iiflantcs que o^pi-anaa t.'J.* ps pluiii-
sicus me parcccram d'nyiimii- tab a iulliieiicia i'arte medicamento;
a ios>c 5c te:n constanteniente pjiaziguado por uma maiMara muito
softBttck
Os jornacs de medecina c ivsii.mos scientilicos tern
pnbK*ado>.OS rcsultr.Ios ohrido- pe'o emprego dc chloral
pefos Sm* douclores : Biclatrdson Bergcret de Saint-
Lcger Brodbury llicliard lieranger I'eraud
Liebrcicb Wcilphal leycr llardolcbcn I,an-
genbeeb Virchow lliojilafoy Krishabcr Demar-
quay Gubler Jaslrov.it/ Liegcois Mauriac
M.ujoliu Maudl llouchut -- Gireldes Verneuil
Simpson -Lambcrl l.inii.i, etc., etc.
0 XAao?E DS CHLORAL DE FOLLET pois.deslinado a prcslar- serviros importaitlcs todas" as
vezes que se Irata de calmai1 uma dor dando ao,doente
um somno reparador.
AVISO. Afim que podem ser prapa,rajas coin urn pro-
ducto, pouco puro, devese exiyir sobre -J^<
coda frasco a etirputta de qua a corns ^
tendo a assiynalura.
Uma instrucrao minucioza acoinpanhfli cada frasco.
i'rego de frasco : 3 francos.
QPSL'LAS D'KIIltliOLB DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerrara uma dis^oJncao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savor do medicamento e complectamente nuljo.
Cada capsula contem approsimadamente 15 centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devera engollir rapidamente com algumas colheres de
agua para.
Preco de franco : 3 francos.
rr a vendn por Mtacado dirlglr-se a caza do Sur L. FRERF, 19, rua Jacob, cm Parta
0' BARATHR'O
NA
Rua 1. de MarcjO' a. 1.
CProntc are* dc Santo A*-
tonic.
Raufc vcnilinaa inas fnceadaii roa
30 por coo> nsenos que esa ouira
qualqucr part*.
A saber :
Madapolao com toque de m6fo, pelo barato pfe-
co de iif."00 e 5 -
Dito francez,limpo e da superior qualidade, por
:>#ii00, 6i0C0 e 6*600.
'Ajgodao marca T, largo, superior qualidade, a
i30P, 51,5*500 e 6*000.
Grande sonimento de I3iinhas degostos inteira-
mente escossese?, pclos preccs de 20, 2i0, 2C0 e
HO rs.; so se vendo podcr se ha acrtditar.
Baptistas, lisas e com flores, fazenda que sem-
pre custou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
preco de 320 rs para acabar.
Ditas Qoas, padroes mausados, a 400 e 440 re.
o cova'o.
-Titone francez, escuros e claros, os mais no-
vos que tem vindo ao mercado, a 480 e 600 rs. o
covado.
Aproveitem em quaoto nao se acabam.chap^osde
sol de seda trancada (paragom) li hasteas, ingleres
snperiores, pelo-insignificante prego de 8* e 9* ;
sempre vendemos prr 14*000.
Ditos para tenh..ra, de merin6, a 3* e 3*500.
Ditos de seda, cabo de osso a 4*000, 6 pechin-
cha.
Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
e o cabo (rngindo bengala, o mais moderno que
ha, a 1*800 et* 1
>ortimeuto de chitas claras e escuras, boa fa-
zenda, para acabar, a 240 e 280 rs. o covado.
Pi.pelina de linho e algodao, gostos inteiramente
novos e de cores bonitas a 800 rs. o covado, sctn-
pre cu.-lou 1S400.
Casiisas de cretone, francezas, modernas e sa-
pciioras i3ie 3*500.
Ditas brancas a 2* e 2^500.
Ditas dc linho a 3*510 e 4*000.
Toi.has de linho du Porto a 7*500 e 8/000 a
duzia. *
I itas felpiidas a 7*, 7*500 e 8*010.
Esguiio coin lOJardas, pe.o prego de 4*500 ; e
barato com effeito !
Cambraias Victoria e transparente, fazenda fina,
a :t*5O0. 3&800, 4*000 e 5* a peca.
Lenci s de cambraia com barra de cor, a 1*, e
brancos a 2*.
Ditos de linho, abanhados a 3*600 e 3*800 a
duzia.
Grande sortimento de brins de cores, padroes
proprios para meninos de escola a 440 e 500 rs.
o covado.
Botinas para senhora, pretas e de cores, por 4*
e 4*500, isto por termos grande quantidade, se
fas eate preco.
liramante de linho, duas larguras, pelo barato
preco de 1*200 a vara, e somente para acabar.
Muitns ontros artigos que deixames de mencio-
nar para nao massar nossos freguezes ; mas que
avisla delles estao presenles.
Dao-se ampitras.
So o barateiro quer queimar
Para rival nao encontrar.
A' rua Primeiro de Marco n. 1, antiga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva 'eal & C.
Economia do-
mestica
Na rua Primeiro de Marco n. 1.
Confronte ao arco de Santo Antonio, loja 4>
Agostinho Ferreira da Silva Leal i (1
Lanzinhas, gosto escosset, padroes intriresssMa
novos, pelo diminuto preco de 200, 240 e HO id
o covado.
Baptistaa lisas finas, e de cores a 320, 400 e
440 re is o covado, isto so sa vendo I
Chapeos de sol de feda, para homens, inajleafi
(paragon) e com 12 hastes, pek pre.o de 8* e 9*,
fazenda esta que sempre custou II*, *6 pan
acabar.
Na rua Primeiro de Marco p. I.
_____________Lsja do barateiro.
Farinlia de maidioca
DE
PORTO AlEGttE
De superior qualidade e muito nova, chegada
pelo ultimo navio : venae se a roa do Brna a. M,
armazem de assucar..

DE
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
de cores, apropriados aos vestidos chiques da ac
tu alidade.
Vende-se 60,000 telhas, 30 mil tijolos de al
venaria batida, deseceis mil de ladrilhos qua-
drados, e 12,000 tijolos de tapamento ; assim
jcomo, jarras de todas as qualidades, poles, quar
itinhas e vasos para flores, tudo mnito barato pa
I'.a acabar : na olaria de Jose Carceiro da Cunha,
na rua dos Prazeres n. 50.
Ei Hell dI" i as mais modernas que tem vindo ao mercado, sen-
do lisas e com listras,. e que se veude a 40*000 a
Vende-se um pequeno snto perto da esta- duzia e a 3*5."0. cada uma ; e pechincha.
Hollanda
Farello novo e "...... Camisas de cretone
Milho pequeno
Da me|hor qualidade no armazem de farmba c.io do Salgadinho, tendo de frente 150
de trigo de Taso Irmaos & C. na prara do caes paimos e de fundos mats ue quatrocentos, j
d0 Ap-"h-____________________ corn uma elegante casa de laipa, acabada de! JSJS^i^JSX& TJ?.
Fazendas-e-roupas muito ba- ww Awj. mM*_ mte^rtl*. 2 ^^^ a/eWJX m por ^iiobopm^'i,ffiV^M^2irtAa?o^(^
. ^ quartos, e cozmha f6ra. 0 terreno e pro- apphcada para costumes de homens e de meninos-:, OuiotaeV i*oriei Amonin ae Lastro
1'ataS prio o bom de plaiitacoes, ttndo algumis ?? n rua do Crvspo n. 20, loja das tree poms, de ^=5^-----------;-------
Na.loja da J- PoiU., a rua Nova a 14, troca ,e arvores de -ructo, aguade beber e todo cer- C'hew.e A U, junto a loja daesquma. Kftlf fl(|
S. CARLOS
V ende-se on arrend*.se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e correatf, om todas as obras
era psrfetto cstado de conservacio, e muito bom
ivA rain
em camisas de linho.
Vonde-se camisas inglezas de linho, muito fi-
nas, para homem, pefo naratissimo preco de 35*
b duzia; quem duvidar venha ver e coniprar :
aa rua do Duque de i'asias n. 88, loja dc De-
metrio Bastos.
por cobre ou nusm.o.por sedulas. boas fazendas e cafJo.
%$f%SS ^ U'har a IUCr' SmeDte P"a' Para ver o mats explica.c6es, no mesmo st-
----------------1----------------------------------- tio a qualquer liora a entender-se com Tris-1
Salsa pari'ilha. tao Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
Ntva remessa, excellente qualidade ; vende-se souraria:,diS loterias, rua. 1.' de Marco |
na rua do Vigarion. 16, andar. n. 6. 'ruiacs & f
VENDE-SE
Wndenaee dus de amairllo, envernisades, con,
j pouco uso, proprios para |i-)a de fazendas, minde-
' sae ou ouirq.qualquer ntgocio.: para ver, na rua
uma casa na villa de Barretros, na rua do Com-' dafmperatrie,fabrica s Srs. Ulysses
*eroio, por preco mod ice : a tratar com Tasse-' & Irmao e tratar t am ro^as & C, rua Estreita do
Uustrio n. 0.
Wilson Rowe & L. vendem no seu armazeir
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de ajgodao azul amerieano.
Excellente fio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
rvao de Pedra de todas as qualidade*.
fe
Vende-se
uma meia-agua na rua de vdha de Santa Rita n
! 6, pela quantia de 700*, que rende 10* mensaes:
tratar na rua do Socego n. 32.
Venae se uma canoa propna para capira : a
tj-atar na taverna defronle da matriz do Barro.
Libras esterlinas.
\jendem Aocusto F. (TOIiveira 4 C : rua do Com-
n ercio n. 42.
7.
DOS -HfiKMIOS HA I. PARTK HAS LOTBRIAS'CONCBDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 481, A BENEFICIO DA- MATfifZ DA ESCADi !j EXTRAHIDA EM 6 DE MAIO DE 1874.
N. PREMS. NS. PREMS. NS. PRE.MS. NS. PREM9. NS.. PREMS. NS. PRE.MS.I.NS. PREMS..NS. PREMS. NSk PRE.MS. NS. PRE!\IS..,NS. PRE IS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PRE*S. NS. PREMS.
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Carneiro Yianna.
A' tste grande estabelecimento tem ch&-
gado nm bom sortimento de marhinas pan
costura, de todos os autores mais acrodits-
dos uUimamentena F.uropa, cujas macbi,.a
slo garantidas por um anno, e tendo am
perfeito artista para uusitiar as ox-smas, em
qualquer parte sim concerta-las rx-lo Umpo tambcm d'um
anno Ml despendin algutn <] emprador.
Neste estabeleciaaento tambom ha pcrtengas
para as m quer per,a qne seja necosrno. Kstas ma-
chinas trabalham com toda a porfeic,aa de
um e dous pospmitos, frame e >hm4 toda
qualquer costura por firs que reja, asW
KrecossSo da seguinte qualidade : pura tra-
alhar a mao de 309000, iOt-GCO. 45(000
e 50(000, para trabalbar com o pe ?*o de
805i-oo, oorooo, loowoo, tiorooo,
12090G0, 130(000, 150(000, ioO(oOO e
250(000, tmquanto aos autorts nao ha al-
teraciu de pretos, eos rompradores poderlo
visitar este estabelecimento, que muito de-
verio gostar pela variedade de" objector que
ha MR4 ps* vtuJoi, coiiiu scjam : caaei-
m pnrn vt(gem. malas para vi!gem. madei-
ras para saias, diUi& de balancu, ditas para
criai-.a 'ftlts';, itrtaspara -si'-'ias. --i-
ras nqiiissiinas, para acuhora, i'.e?i'cnsaveis
para crian$as, dc i(-,'.asasaMlMasVt, camas
de ferro para homme (ri?.i:cR, ,\tpachc,
espelhos dourados para sala, ^ramies e pe-
qnenos, apparelhos de metal para chl, fa-
3ueiros com cabo de metal e de martim,
itos avulsos, colheres de metal flno, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas dc
arame, tampas para cobrir pratos, esteiru
para forrar saias, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outroa nm-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estab>-iecimento
que se acha aberto desde as 6 boras da m-
nlia ate as 9 horas da noute 4
Rua do Barao da Victoria n.
22.
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8
Diario de Pernambuco Quint* feira 7 de Maio dc 1671
UTTERATOA,
e
de
vir-
COI.ONISAC.AO.
KESUMO DO MSCURSO DO SR. BYRAO DE-
TAbTJIHfUS NO SALAO D\S COWERENCIAS
LITTERARIAS EM 15 DE ABitlL JK 1874.
Escolhendo como teau da conforencia,
a oolonisagdo, o utadar teve em vist.i lazer
considerate* hislorioas sobre as col mins
en geral, en diversas ep*ias, mas tratar
da colonisagdo actual do Brasil.
' A historia das colonia*, tun to antigasco
mo modernas, eujt cal.ciisigao Toi fita
eiri condi.ojs, com iins e meios tdo Jiffj-
renws da oolonisaguo do B a^il, ndo forne
ce e-xemplos ou ens nos applicaveis d esta
Nas colouias dos grugos e romanos tra
tava-se de acbar terras para uma supera-
bundance de terras Na colonisagdo do
America pelos pnos europ.ms. o tim dos
individual en gtuhar rapidamonte fortuna
para desfruta la ua mai' patria ; o li u dos
governos era tirar delia o maior ren limeu-
to passive! para as despe/as do sui politica
eur pea.
0 facto da existauuia de ostidos in lepon-
dentes, com populagao relativamente muito
pequena, dessiminada por uin territorio
imm n*o, cuja deiuasiala extensdj, emb)
ra base de iuoaloulavel gran leza fu.ura,
eu ret into para o in )injiito autji causa i
difficul lades e fraquoza ; este facto e
gem na historia.
Ora, este facto da-se no Brasil em pro-
porcdes maloret de que em qualquer outro
esta.Io a tempo do auditorio esteu ler se sibre os
motivos tao ovidentes cuao poder.osos que
a nagao e governo brasileiro tem para de-
sejar o mais rapido augment) possivel di
populagao do inporio ; o srd mais iute-
ressanto examinar os meius que padem
conduzir a este fun.
A fonte mais abandante p tra o augmento
. d< popnlagdo e in lubitavelmente o que se
p6 lo cbamara colonisagdo interna o aceres
cimo espoiitaneo produzido pola incessante
acgao da naturez*.
No meio do seculo pass id o a p >pulagdo
do Brasil era avaliada em 6!)0:000 almas,
no comeg > deste seculo em A,000:00 > om
1830 om 4,000:000, e actualmente cbega
quasi a 11,000:000.
E' certo que ate agora a immigragdo es-
trange! tem contribuido em minima pro-
porgdo para este espantoso rusultado. En
treUnto aimmigracdo, que tanto contribuio
para a rapida e maravilhosa prosperidade
dos Estadbs-Unidos, p6 le ter o mesmo
effeito no Brasil se for animada por modi-
das conveniences.
0 ora lor ere, que a iraraigragao verda
deiram ;ute ulil para o pro^resso moral do
Brasil p61e unicaraente vir da Europa.
Dam jd vom espontaneimente a immigra-
gdo partug .eza; ate agora. o.j inmigrautos
Portugueses tem-se applicado quasi exclusi-
vamente ao commercio e d inlustria, pare-
ce comtudo indubitavel, que com algum
impulso piderao tarabera applicar-se & la-
YOura, porque os elemontos e o estado da
papula;So em algumas provmcias de Por-
tugal concorre para que se possa facil e
proveitosamente enca ninba-la neste sen-
tido.
A outra quasi iuexgotavel fonte de ira-
lUll^uiyis pra o Brasil p,-, )B sera Alle-
manha e os paizes germanicos em geral ;
on do o augment) rap do da populagao e
uma v^rdadeira torrente d& i.nmigrautes
que contiuuamente se derrama sobre todos
os paizes do mundo.
Desde o reinado de 0. Joao VI, o go-
verno brasileiro tem ,trabalbado para diri-
gir uma parte desta torrente para o Brasil.
Muito esforgo e muito dinheiro S3 tem em-
pregado para este lim.
Uma destas causas e sem duvida osyste- excelleocia. t
ma que o governo brasilawo tem eraprega- Se os educandoifaatem coawltados, mai-
do n > intuito de favoreeftl-i. 0 engajamen tos preferira n oaatigos corporaes, como tem
ti dicoUnos por meio de agentes na Alle- j< succedido oi'Inglaterra, segunlo o cs-
raanba te n c mo corollario a obrigacap de temun o de Mr. Taine: mas a cellula itae-l
cuidar flelles no Brasil, um e oulro Uram a lhor, dizemos antigos discipulos de Met-
urna tutela muito bonevola, certameote, tray.
mis em todos oscajosmiyio difBcil a dis- A emu!a$av> existe alii n8o s poodiosa para o govern) brasilei o, e c im o criangas cmo entra as familias.
qual, apezar de tod to Jo o trabalho e dispendio, nunca se con- trabalhos fram considerados irreprehen-
tenta os colonos. sivas na setriana decjrrida, tem, como pra-
Uuicamonte se lbes tira o sentiraento mio de honra, o direito de trazer uma ban-
le responsabi'idadd por sua propria sorte, deira, e de ter a precedmeia ds oulras
nos
afrouxa s moll da vontade, actos publicos.
porseveranca, de que tanto Esta disttncca e muito de^ejada : acon-
inscriptoj
castig j
e com ella se
' oinrgii e a
careceo para voiicor as imanusas difficul- tece algumas vezes que todas as familias reu-
dadjs da transplautagio om um mundo in- nem as conlicoes exigidas para alcancar es-
tdrameob novo para elles, Na) estanlo ta honra, j entS) escolhe-se aquella que t-
satUfeitos, naturalmento nio fazem ea fav)r ver maior numero de m^mbros i
do Brasil aquella propaginla espontanea, no qua Iro de honra.
liifinitamente mais effioai do quo qualqurr Tres mezes passados sem soffrer
propaganda official. dflo direito a inscripcao neste quadro
A segunda e principal causa e que as A sau le do corpo que se observa n'a-
immensas terras do B-asil s3 umi riqueza quella cjlonia provira" do trabalio campes
imrta tao inacoessivel cono os thesouros tre ?
enc sem proveito por particulares, ou estao Em Franga, a mortalidade media dos
sem medigao, sen viacao, sa plautas tiradas ; nada se tem feito para tor- mil ; em Mettray e de 15 por mil.
nal-as em grande escala en massi venda- Con quanto as criancas cheguem g.i-
ralmente adoeutaJas, soffrendo as cons;-
quencias de um mdo regimen anterior,
com tu.lo sao aiui raras as moleslias de ter
por
veis ri aprjveitavMs. Entretanto 6 este o
unieo mei iiilispjnsavel, mas tambera por
si so sulliciente para attralur uma immigra-
qio crescent) e i propori;3o goometrica, \ minagao fatal.
para todas as provmcias do Brasil. Para \ 0 seguiute quadro (14 uma idea
todas, porque a experience ji tem demons- das affecgoes mais communs: no
trado que a protmilila incompatibilidaJe de 17 annos morreram 139 meainos a sa
lo clima tropieo com a organisacao dos nor- ber :__
exacta
espajo
Uidropisia
Febre cert:bral
colonos. Febre scarlatina
a colo ;Phtysca
te europeus e um preconceito sem base
Com semelhante me lida n8o serd neces-
sario nem chainir, n-jrn tutelar ~*
Seus beueficos effit>is f ivorecera )
nisagao interna tanto como a estrangeira. Peritonite
Para completar o seu resultado, n3o se ca- Ex rofulas
rece de leis e medidas excepcionaes, mas Meningito
uni amente a mais ampla applicacAo dodi- j Febre typhoile
reilo conmum, aquella larga Irberdade Coftgestao pulmonar
pratica que c a tendencia e o symbolo da j
eivilisacao modema.
Accelerando assim o progresso espontaneo
*da sua populagao nacional com um gran-
dioso influxo de forcas estrangeiras, o Bra-
sil mais depressa alcangara" o futuro, que
lb,e prognosticou Humboldt, quandodizque
seu
2
11

64
0
16
6
24
4
139
tumulo
diffi ilmente se habituam a uma vida regu
lar, disciplinada e liboriosa : sentem sau-
dades da ociosilade das oasas ceotraes,
e somente tardeapreeiam o valer do traba-
lho e fa liberdade re'ativa, de quo gozam.
> Major Cochin resume assim a vida do
colono, classificado em uma familia.
A's cinoo horas : levantar, vestir, as-
seiar o corpj', ora;8o em cada seegfio. Na
primavera oito horas de irabalbo : n> in-
verno, classe, meia hora para o almogo, e
rocreagSo 3 boras de trabalho : uma hora
para juntar e recr agao.
Nj verdo, classe duas boras durante o
gran Jo calor, depois quatro boras do tra-
balho. No invcrnoj ao cpntrario, quatro
horas de trabalho, e classe duas horas i
luz : uma hora para a cpia, cant; da noi-
te, oragflo, e ds novc h >ras doroiir.
A alimontagdo e substancial: por dia
750 grammas de pan, legumes, soupa, etc ,
etc., etc. Tre: vezes por seinana carne de
porco ou de hoi.
Ao '.nanheccr e ao toque do clarim reu
nem so os meninos, ^ue parte n p.ra o tra-
balho por esquvlrai ou companhias, din-
gidas pelos co .tra-mestres, e os irmdos
mais vel'uos.
Ofeg -1 inilit.tr servo para habi-uar os
meuin s d ex ictida i e activida le. pouco
ctfTntuum aos agricultOres.
Se o tempo e mdo os colonos quebram
pedras urn palhogas, o aprendem o officio
de ontio.
A cu'tura d'aiuoreira e Ja ruiva occupa
moitus ;ne iii'.is.
A ag icullura oacupa o primeiro lugar : a
h'jrlicuHura, que 6 um ramo important;,
nt Os f uetos e os legumes de Mettray sao
a prova disto.
Eis quaes sao as profissoes, que e.vercem
os habitantus da cjlonia. "
Sobre 700 meninos ha :
iif
Agricuitores
o valle do A:n.-zonas parece
natureza a ser o centra da
munio.
0 colono que morre tem o
nocemiterio.
A eova en comraura, disse Louis Blanc,
causa grande ddr ao pobre.
Em Mettray todos os camaradas assistem
para
Colonias ag;riclas
nores.
. FRANgA.
(Continuagdo.)
No andar terreo as officinas p )dera ser di-
vididas em quatro por um repartimento que
Y permitte a inspecgdo dos gua*das e ao
mesmo tempo evita a co nmunicag&o.
No primeiro e segundo andares, gragas a f*ca conhecendo rnelhor, do que pels sua
AGRICDLTDBA.
destinado p la ao enterram-nto, e ouvem as palavras gra-
civilisigao do Ves e instruct!vas dos directores, presentes
a este acto de cari lade. Os irmdos mats
velhos sdo encarregados da conservagdo dos
tumulos dos colonos.
Os irmdos mais velhos, adjuntos do
chefe da familia sao escolhidos dentre si pe-
ie.' los colonos, de tres em ires mezes. Nunca,
dizem os directores, a escolha dos meninos
foi mi.
Si*amos o colono ao sahir da prisao.
Ordinariamente e um dos directores que
o vai bus;ar.
A viagem di lugar a que o menin) se
ponha em relagdo com o director, que o
410
63
28
22
52
15
10
6
12
24
44
14
E' certo que nas muitas ernprezas de co-
lonisacdo se deram erros deploraveis, por
ex^mplo no comego da fundagao de Petro-
polis, e no Mucury; erros que desanima-
ram e desacreditaram a colonisagao brasi-
leira na Allemanha, ate o ponto de provo-
caram medidas officiaes contra olla. En-
tretanto e certo que a immigragdo alle-
m3 no Brasil e o producto natural das ne-
cessidades de ambos os paizes; o Brasil
tem superabundance de terras e procura
a homens para ellas; a Allemanha tem
suparabundancia de homens, que procuram
terras ; a offerta e a demanda sao recipro-
cas, e s recuisos de ambos os lados sao
quasi dlimitados. A' vista deste facto, er-
ros parciaes de uma parte, e velleidades de
opposigdo e pre^onceitos de outra bouco
importam, e nda sdo estas ciusa's tdo
mesquinhas as que se opporiam ao maior
desenvolvimento da immigragdo allema pa-j
ra o Brasil.
FOLHETIM.
L7CSECIA 20S&IA
MEHOBIAS DE SATANAZ
POR
O. llanoel Fernandez y Giouzale/
QUINTA PARTE
LEONOR
(Continuagdo do n. 113 )
XVIII
EM QUE ENTRA UM SCENA UM NOVO PERSOHA-
GEM.
No dia seguinto, Affonso d'E'ste levan-
tou-se de muito mdo humor, porque pro-
curara por todos os modos um pretexto
para Jecl-irar a guerra aos florentinos sem
que podesse encontra-lo.
Quando estava de mdo humor, necessi-
tava descarrega-lo em alguem e mandou
eba.nar o grande bailio.
Encontrou os assassiuos de Reinaldo
Albini, senhor bailio ?
- Sim, meu senhor, forsm encontrados
esta maniid *)Ol
Pois submetta-os d tortura para que
coDfessem, e depois mande cortar-lhes a
mdo direil i e faga os despedngar por qnatro
cavallos ; quero quo morram como mor-
xem os infames.
Tudo que vossa altezn manda, res-
pond! u o bailio, se pole fazer, menos ma-
ta-los.
0 que ? purguntou ir:ilalo o grda-
duque, i-nagina que, depois ie se Ihes fa
ar o quo ou disse, sao capazes de viver ?
Ndo me parece possivel, meu senhor,
jnascreio tanibem que ndo se se pode ma-
tar os moros.
E para que os mstoti ? exclamou o
grio-duque. .
6 Deus sabe quem os matou._ l'o-
um systema engenhoso, o mesmo local ser- historia, estabelece com elle relagdes amiga-
ve para dormitorio, para refeitorio, para! vo's muitas vezes consegue, desde 1 go
recreio em tempo mdo, e ate escola ou clas- j ganhar-lhe a confianga.
se para 2J meninos. E' possivel que o menino jd tenha urn
0 chefe de familia dorme em uma alco- principio de algum officio : neste caso re-
va enviilragada, d'onde tudo observa sem: commenda o derector da colania penitencia-
ser visto. "a de Sao Pedro, perto de Marsetha, que
Q.ie-n vos!t Meiiray, an transpor o poi-|eo.'be continue a ensinar o mesmo nfltniA.
tdo que tra d"dreita e d esquerda pequenas casas I escolha. A idea e" boa, pois que o col mo
que ddo abrigo a familias compostas de 43, voltard. muitas vezes pira o lugar que dan-
possoas cada uma. : *W bibitava.
Perto dos eJificios estd a prisao cellular: Se a idade, as forgas, as aptiddes do re-
para chamar a bom caminho os recalcitran- cem-chegado iodicaro que lhe convem um
tres. ioffi-io, entra elle em uma otlicina, d) con-
0 maior castigo, applicado s6mente aos trario a agricultura o occupard, e o desen-
incorrigiveis, consiste tia reintegragao na volverd pelo lado physico sem que o lado
prisao central, ou na casa de correc-j intellectual e moral seja desprezado.
$<*<> Ha um registro ou quadro em que sao
A este remedio extremo precede uma es- {inscriptos os detalhos que dizem respeito d
pecie do dagradagao militar : e elle rarissi- historia, quasi sempre bem triste, de cada
mas vezes empregado. 'colono. Seus antecedentes sdo notados,
Mesmo a encarceragdo na prisdo cellular sua origem, a falta que co.nmetteu, o fa-
da colonia ndo 6 frequente. (tUro %ue o espera, sua condueta durante a
A disciplina e severa em Mettray estada na colonia.
As punigoessdo infligidas em muitos ca-j Em 16 annos sobre cerca do 3,003 me-
sos pelos proprios educandos, qm formam nores recebidos em Mettray, o registro men-
uma especie de tribunal, exercendo o di- ciona :
rector as funcgoes de poder moderador. J 356 filhos naturaes.
Se a falta e grave, o culpado e posto em 960orpha03.
um aposento chamado sala dc reflexdo: 120 expostos.
evita-se sempre a precipitagdo. Ja40 filhos de segundo matrimonio.
A escala (u grao de castigos 6 o se- 131 meninos, eujos pais vivem en* concu-
guinte : binato.
Retengdo : Corvea (trabalho f)rgado }: 452 meninos, cujos pais estdo presos.
Multa : Eliminagao do quadro de hon-' 542 cujis familias sdo mds.
ra : Cellula clara : Cellula obscura : Vol-| 127 cujas familias sao mediocres.
ta ou reintegragdo na prisdo central. Circumstancia singular, mas comprehen-
A prisao na cellula e o castigo efficaz por sive! I A maior parte dos novos colonos
ram en:ontrados cobertos de punhaladas nas
margeas do P6.
E quem os malou ?
Ignora-se.
Procure os ai-assinos d'estes assassi-
nos e logo que os encontre, o que lhe re-
commendo que faga com a maior Jarevidade
possivel, faga-lhes o mesmo* que hoje vai
fazer com os mortos.
Sim, meu senhor.
Diga-me agora qual foi a outra des-
graga que succedeu.
Esta manha os criadbs da casa do
Reinaldo Albini, ou para melhor dizer os
criados da tia de Branca Albini, encontra-
ram fechado o quarto d'esta ultima ea ja-
nella aberta de par em par, apezar* do frio
que fazia. Estranharam isto, como e de
suppor, bateram d porta e ninguem res-
pondeu.
Tornarara a hater e succedeu o mesmo.
Finalmente, aterrados, vieram dar-me
parte do occorrido.
Dirigi me immediatamente para casa do
Sr. Reinaldo Albini, acompanhado pelo meu
secretario e pelos demais membros inferio-
rs da justiga, cheguei & porta de Branca,
chamei por tres vezes em aoiri) de vossa
alteza, e eomo ndo respondessem, mandei
arrombar a porta e entrei. Que especta-
culo, meu Deus I Branca Albini, vestida
de luto, com uma corda de (lores na cabe-
ga, estava estendida no meio do quarto,
tendo em torno de si um cBarco de san
gue.
E o que fez ? porguntou o grdo-du-
quo horrivelmente pallido pela colera.
- Ma'idei que ndo deixassem entrar
nem sahir ningnem e vim aqui para dar
parte a vossa .Iteza do acontecido.
0 graodnque comegon a passoiar no
quarto, sombrio e a.ait.id) wmj um tigre
ntjaula.
Slorti oxd'.-n >!! .di [i.-tssa los alguns
moment -. M >ru, (flfd tambera Assas-
siiuJd iia uoiio seguiute ao assassiuito de
seu pai. Oh 1 isto e horrivel f... mas jura
por tudo que ha do mais santo que a mi-
:nha vinganga serd terrivel.
Jd sabamos, porque Lucrecia o disse,
,que o grdo-duque estava cegamente namo-
\ rado de Branca.
De repente o grdo-duque voltou-se para
o bailio e disse-lbe :
Mande apromptar immediatamente...
0 bailio julgou que se tratava do cada^
falso, porera ndo pOde deixar de fazer um
' gesto de despeito quando ouvio :
A minha carruagem.
0 grdo-duque tratava-o como a um dos
seus mais ioQmos servidores, porem era
assim, n'aqueHes tempos ; os despotas ti-
nbam estabelecido uma igualdade absoluta
quando se tratava das suas ordens.
0 bailio, apezar de sa ver rebaixado,
sahio, dou a nrdem e d'alli a dez minutos
voltou a dar parte que fOra cumprida.
j 0 grdo-duque pedie-lhe o gorro, o man-
to ea espaJa.
Nova degradagdo que soffreu o alto func-
cionario, para ndo soffrer cousa peior.
t 0 chefe da escolta devia estar junto do
estribo, pore'in Affonso d'E'ste n5o o vio e
perguntou :
A grd-duqueza sahio ?
Ndo, meu senhor, respondeu um dos
servidores, foi-se avisar o capitSo da escol-
ta, mas oao se encantrou no seu quarto,
mandou-se entdo procura-lo A sua casa.
Quando vier digam lhe que se me
apresente, di se Affonso d'E'ste cada vez
mais sombrio.
D'alli a pouco a carroagera sahia do pa-
lacio s^guida pela escolta, sem capit3o.
0 bailio que ftcara a pe, comegou a cor-
rer, seguido por quatro esbirros que oii-
nham acompaaihad i, econtinuiu correndo
o suando para chegar d casa de Reinaldo
Albini antes que o grdo-duque, e evitar
d'este modo uma bea reprehensdo; e,
tanto corr-u e tanto suou, que, apezar da
carruagem ter partido a trole largo, conse-
Jardineiros
Carpiuieiros
Sapatciros
Cordoeirose veleiros
Ferreiros
Pedreiros
Mecanicos
Marciue ros
Tamanjueiros
Alfaiates
Servigos diversos
Talvez que o leitor se admire de ver 5-2
meninos exercendo c officio de cordoeiros-
e vele ros ( fabricante de velas pra navios) .
sdo ellos filhos das bordas do mar e que
se destinam d marinha-.
Lembremo-nos de que a Bretanha forne-
ce um bo/n contingente d marinha, eque
o chapea baixo brutao taz parte dia vestua-
rio pardo da colonia. 0' mmistro da ma-
rinha fez presente de um mastro com to-
dos os seus apparelbos, e que serve para
exereicios ensinados por um chefe de fa
milia antigo marinheiro.
Os educandos raras veaes toraam-se al-
faiates ; ao menos ficana sabendo concertar
suas roupas.
A emuUgdo e com cuidado entretida n )s
campos e nas officinas ;. reina tambem na
classe (escobi), onde a iiistrucgdo elementar
faz progresses.
O methodo empregado. e excellente, se-
gundo certos autores : chamam-no simul-
fuitcv mi fv. Esla .lriiomiuj..-"^-, uiu uuu-
co pr^tenoiosa, ndo nos causa meda, e nem
diminue os resultados obttdos pelos profes-
sores, que sao bo us.
Em matcria de educagao entendemos que
os process's tem valor secundario.
;Vsdis!ribuig6es dos- premios chamam a
Mettray grande concurrencia de povo. Sao
ellas como que o coroameuto >d< obra.
0 domingo era considerado umescolbo.
A direcgdo quoria sem duvida observar a
tei do repouso, mas a difficuldade consistia
em preservar os olonos da ociosidade. A
accumulagdo de ceremonias, e de instruc-
goes oraes acabaria por cansar e aborrecer
os meninos.
Eis eomo se resoiveu a questao.
As ceremonias religiosas saode curta du-
ragao : as praticas do capellao e do director
tratam ndo s6 da religiao, mas tambem do
culto d honra, do amor da patria, e dos
sentimentos nobces que devera exaltar o
coragao do homom.
0- melhor achado que se fez para o em-
prego do domingo, foi o ensino da musica
voc le instrumental.
A influencia. benelica e moralisadora da
musica, sua acgao sobre a disciplina se tem
fei'.o sentir em Mettray, onde 0". meninos
acordam, formam-se, e poem-se em marcba
para o trabalho ao som, do clarim.
Ndo e sO'. por esso lado que conveio adop-
ts
I
guio chegar um rninuto antes d'ella.
E' verdade que a carruagem Jque era
enorrae teve que fazer um grande rodeio
para ir pelas ruas largas e o bailio tomara
quasi em linha recta pelas viellas e ruas
estreitas.
Affonso d'E'ste mandar3 que se fosse a
toda a brida e o trem ducal atropellara tres
pessoas, cinco caes e um jumento, resul-
tando d'alli dous homens raufilados, uma
velha morta, tres cdes mortos e um jumen-
to edous cdes oxos.
Depois de passar 0 grdo-duque, os vizi-
nhos acudiram era soccorro das victimas
do atropellamento, porem ninguem se lem-
brou de protestar porque, visto que 0 grdo-
duque ia tdo lepresfa, era porque tinha ra-
zoes pira isso.
0 bailio era quasi outra victima, estava
encostado ao humbral da porta de Reinaldo
Albfni, coborto de suor, arquejante, suffo-
cado.
Era jd velho, estava muito gordo e teve
um grande trabalho para seguir 0 grio-du-
que pelas escadas eclma.
Porfim Affonso d'E'ste achou-se diante
do cadaver de Branca que, apezar de morta
estava formosissima. Na desordem da sua
posigfio deixava ver o que 0 grdo-duque
ndo vira nunca, ist) e* um pe admiravel e
uma pe.-na arrebata Affonso d'E'ste, cego pela colera, ndo
pole fallar durante alguns momeutos.
Pir fim, exclamou :
Venham aqui todos os que.estdo em
casa.
Todos sr- fprescntaram 0 paracumprird
ris;a a rn.'.em do grao-Juque, trouxeram
apaiMB eiivolta e.n um manto 0 sentada em
uaia eadoira cboia de alnofa las a pobre tia
paralyiica que, ao ver morta sua sobrinba,
a quem auiava muito, soltou um grito e
desmaiou.
Ninguem a soccorreu, porque" ostavam
diante do'grdo-duque e este ndo manda.-a
que a soccorressera. .
ttr-ae a ensino da musica i elle e util tarn-
fa sm para 0 futuro dos meninos.
Alguns colonos entram nas nlelras do
exercrto como musicos, oulros tocam Me
i rejas, augmentando assim os seus ganhos,
e p>n Jo se em relagdo com os curas e pes-
S( as notaveis, que se tomara seus proteo-
t( res.
Alem destas occupagdes a gymoastica
d*sempenha papel importante no domingo,
ei itando mdos pensamentos e Jispon lo o
c( rpo a um somno repsrador.
0 servieo das bombas para incendios 4
a na recompensa para certos educandos
d stin: tos. Mais de uma vez a colonia,
q ;e rjcebeu de presente u;n excellente
b- mba, tem vinJo em soccorro de eJilicios
incenliados.
For occasiao das inuudagocs de Lyon, cs
e ucanlos de Mettray, con excepgdo ape
n s de um, deram uma parte de sou peculio
ei 1 beneficio dos infelizes d'aqiiella ci Jade.
0 que serd destas crjangas ao 'deixarom
colonia ?
Venlia a eUatistica, sciencia delicada, cm
sso auxilio.
A media das rein -iJencias e de 10 por
ce ito Antes da fun lagdo de Mo-tiray era
75 por cento, s^gunJo o dizer de Mr.
Bijrcnger.
Sobre 1,200 colonos postos em lrherda-
dt s6mcnte 109 tornaram se reincidentes :
4( 0 fueram-sc agricuitores ; 300 obreiros ;
e 400, soldados e inarinheiras-. Entre es-
u'timos muitos foram condeeorados com
.egido d'Honra : 7 re^eberam na Crimes
a Imedalha jnilitar, 26 furam nomeados
of ciacs inferiores, 43 cabos de esquadra,
e il foram engajados como musices.
Perto de 80 casaram-se e torneram-se
ex :ellentes pais de fa mil a.
L'ma sociedade de protecgao cuida- dos
an igos col -nos, que foram viver em Paris,
pDcura-lhes trabalho, envia os doentes aos
boipit.ies, e algumas vezes a uma enferma-
;i particular.
Em Paris, ou em outia parte, cada tra-
ba|bador mogo, que se comports bemr re-
cede da direcgdo desta socie lade, no fim de
dotis annos, um anuel symbolico, com esta
di^isa :
A'prob.dade excedv a ttuhm
Dbjecgoes- nao faltam, nem nunca tamo.
Os pessimistas negam 09 progressos obtvj
dos, ou peto menos contestant a sua dura-
bm, dizendo :. que desapparecido o talente-J
da direcgdo os menores vdt^rdo.ao vicio ;.
que a regeneragao do criminoso e uma chi-
mera ; que valti mais cuidar antes dos bons
trabalhadores e dos artistas, do que destes
pequenos velhacos ; queo-jokha de appa-
recer sempre entre o bom trigo, etc., etc.,
etc.
As cifras se escarregarao,. felizmente, de
destruir estes-raciocinios;. e a sociedade in-
teira se interessa em reeeber em seu seio
membros saos,. que serao-antes- uma garan-
tia do que um perigo.
Os pessimistas tambem dizem: se Mettray
pn gride como empreza agricola, e porque
foi estabelecida em uma zona fertii.
i5em duvida-1 Ninguemiria eseoiher um
sol) ingrato^uma regido insalubre.
I.'m dos motivos-da ruiaa de algumas co-
lon ias na Hollands e na laelgics nao foi se
ndn a qualidade das terras-,, que produziam
pouco e mall-
laUvar, diium, 6 muito- oar*. Is f.olo.
uia; agricolas- deste geiwro uunea foram
moitadas para uma especulagdo lucra-
Uvi.
I'estalozzi tinha razaodedesanimar, quan-
do >ondo de parte os resultados moraes des-
tes jstabelecimeutos, somente oibava para o
lad i dos resultados materiaes.
j couomistas.os mais previJos, depois-de
visi.arem Mettray, confessam que se eaga-
nanm.
I milio de Girardin escreveu em 1845:-
< Acreditava ver em. Mettray um custoso
riiviizdeuma pbilantropia impotente ; as-
sim qual nao foi a minha sorpreza e a mi-
nha satisfagao ao ver a ordern a mais per-
feiti, a economia a mais restricta, nao per-
cebendo em parte alguma, nao darei un
signal de lu'xo, mas-uma s6 despeza desne-
cessaria,. como tlve occasiao de verificar,
percorreodo todos os livros da sua escripta-J
ragao postos d minha disposi^do
Os aperfeigoauientos exigem certos estu-
dos e experieneias: ndo se r*alisam de
chOfre.
Paea ter usna boa lavanderia^ e realisar
uma economia de 5,000 francos por anno
com lavagem de roupa, foi paeciso despen-
der 20,000 para levar a agua i planura.
Cada colono custava em principio 1 fran-
co e 37 centimos por dia, comprebenJidas
as despeaas geraes ; hoje a despeza desceu
respondeu
- Como succedeu isto ? quem commet-
teu o crime ? perguntou Affonso d'E'ste
voltando-se bruscameoto para os servidores
transidos de medo.
Ninguem se atreveu a responder.
- Faliem, repetio o grdo-duque.
Urn dos criados mais velhos res
tremendo:
+- N6s nao soraos culpados, meu se-
nhor.
+- Entao quem e ? perguntou Affonso
d'E|ste com os olhos scintillantes de co-
lera.
4- 0 senhor que estava com a senhora,
respondeu o criado, e n6s nada vimos e
nadp ou vimos.
- E quem era o senhor que estava com
a s do < add vez mais pelos ciumes que lhe bro-
tavi m no coracao.
- Era seu marido ?
- Seu marido I quando casou a se-
nh) ?
- Hontem a noite.
- Com quem ?
- Nao me lembre do norae do marido,
aper as sn; que era estrangeiro e que a se-
nhoi a nos disse que servia d vossa alteza
com*, capitdo das guardas.
* 0 cavalheiro Paulo de Arnesteville ?
excii mou o grdo-duque com voz rouca.
- Sim, meu senhor.
- Onde estd esse homem ?
-^"Ndo o sabemos, porem, ndo estando
elle em casa, tendo-se encontrado a senhora
morta e a janella ab,erta, e" pola janella que
deveiter sabido.
0 grao-Juque e\aminou profundanvnH
o cadaver c inclinou se sobre elle para o
reconhecer.
Ao apruximar-se da cabega de Branca
empalli leceu mais do que jd estava p rque
vio certos indicms na l>occa entre-abera e
noS olhos espantados do jadaver,
- En*enena la 1 ruurmurau elle.
Os principes itilianos d'aquellc tempo
a um franco.
0 pessoal e nuraeroso, segundo os criU-
cos. Mas a esta o'tjeccdo respoode-se: qaa
haveria razdo, sese tratasM de um
estabelociment i de trabalho, senao
se necessidade de ensinar-se uma
tria.
Em uma manufartura um so contra naa
tre, collocadoem um estrado, pole vigiar
cincoenta trabalhadorrs em uma mesma ofli-
ciua ; mas a moral ndo se ensina cono ua
officio; e preciso outras precaucojs, otMros
cuidados para mudar o corafio o> ma oe-
nino, do que para excitar-lhe us de Jos.
Sem fallar da vigitancia, que exigoi as*
trabalhos do campo, os cui lados de uma (a-
zen la, aondoos trabalhadores estto disoer-
sos, a subs ituigao de mdos p r buMS awsiti-
meutos, e obra que nao se poderia realisar
6era esforros multiplicados, e, por ittmt di-
zer, sem urn guarda prr c<\ menor.
Nao se pode c uitenta> a to lo o mania.
dizia La Fontaine.
Alguns phil sophos, ce nperietrados V
quo a iutimidacdou n cessaria, acbarn Mat-
traj inoit.i branda, muito paternal ; outro*
quereriam um estabelecimento mais agraia-
vel, mais atirahenle.
Esquec m-se de q ie Mettray e una com
pro.nisso entre a repress*> e o )>tiiaa pre-
v iitiv i ; quo ei!a ncolhe meninos absolvi-
dos, UMBO tendo obrado seii discerniaeoto,
e que os mcios repressivos, para prevenir.
deyem ser benignos e fat-ilrmmte supporta-
veis.
So em i>m ponto po le o metbudn adopla-
do ser critinado : o curto pr*zo de esta la
a colonia.
Nao c admissivel qoe a em mi Ja do cieaor
se opere em tdo curto tapso de tempo.
Os pais sao um ob^taculo ; purque ao
menor signal de iirrependi-nento acre 1 its*
logo na regeneragao detimiiva.
0* ministro da- justiga, sentindo qudo van-
tajosa e uma longa demon em Mettray, di-
rigio uma circular recoamvndando aos ma-
gistrados que usem de todi a latitude quo
lbes concede o art. 65 do codigo penal, qual
a de or.len.ar que o culpa Jo tique sob a tu-
tella d'admiuistragao ate os 20 annos da
idade.
No congrcsse de F.ondres, encerrado cm-
b de julho de 1872, foi proposta stiri Jioenle
a questao dos asylor e ofiicmas para nae-
nores.
A America respondeu que e New-York
somente 2,200 menii.os eiatn empregados
em diversas induslrias-, e que o trabalho
nunca fallava.
Ter em conta a vocagao do om menino,
quanto d sua profissdo futura, e uin dever ;
mas e muito exigir dos directores de Met-
tray querer que elles deteruiioeaa o gosto
'do um menino de 12 annos, que nem mes-
mo tem gosto pelo trabalho.
Mr. Corne, secretario da comaussdo d as-
sislencia publiea, encarregado de examinar
a lei sobre os meninos detento*. assim se
asprimia:
A commissio propoe qpe, para os de-
tenlos que sob qualquer motivo ten bam da
cumprir uma prisdo de mais-de seis mezes.
se subslituam as casas de correcgao j>or pe-
nitonriarias agricolas.
" A este respeito a commissio nada tinha
a inventar: ndo t nha que tomar a respoo-
Sabilidade de qualquer plane novo, que ndo
tivesse por si a garantia da-experiencia.
h Klla tinha pelo coutrario sob seus olbos
estabelecimentoe jd eipermMiitados durante
dez aauos, com e assentimento e concurso
da administragao : tinha somente a verificar
seascolonias agiicolas, pira aacnores de-
tent*, das quaes Mettray era- o typo o mais
antigo e mais complelo, rc-pousavam sobre
uma idea justa^se seu fim era util, e se, em
coodigoes ordinarias, era- posivel atlingir o
seu fim.
a Sem entrar em todos osdetaljes relati
vos a Mettray, nosso dever souaente e certi-
fiear que, segundo o juito dos melhores ob-
servadores, nacionaes e estraaigeiros, que
tem visitado esto estabeteoimwito, juizo de
accordo com a nossa apreciagao pessoal, o
probema da n-generagdo Jos menores dc-
lentos por sua npplicagao aos trabalhos dos
campos, sob am regimen, de firmeza e be-
nevoleacia ao inesao L-mpo, parece dacidi-
damente re-olvido.
Ndo obstaate estes hrilhant- s resukados,
os fundadoses de Mattray nao julgaram a
sua obra terminada.
Quizeram oc:upar-se tambem do. meni-
nos, cujas ioclinagoes viciosas e caracleriav-
domavel necessitavam da correcgao pater-
nal, prevista pelos arts. 375 e -ITU do co-
digo civil.
Continuar-se-lia.,
eram grandes conhecedores da morte por
meio dos toxicos.
Mas se foi euvenenada, disse elle
olhanie amorosamente para o semblante
ainda formosissimo de Branca, para que
este sangue, para que este exoesso de tero-
cidade ?
E levantando a ca!eca do cadaver, vio
por detraz o cabello empastado, rigido e
viscoso pelo sangue.
I'm golpe m uuca I exclamou elle,
um assassinato borrivel I
Depois levantou-se lontamente, com o
rosto coberto de suor frio, ndo porque fosse
prompto em se commover, mas porque
Branca eaamorava-o ainda e porque a espe-
ranga de a possuir que o alentava detappa-
recera completamente.
Ao levantar se, o grdo-duque vio sobre
a mesa o copo e o jarro.
Aproximou-se, agarrou no jarro, olhou
para o fundo, e vio que havia ainda utaa
grande quantidade de vinho.
0 vinho porem, de dourado e limpido
que era, tornara-se cor de violeta e im-
puro.
Quem servio os esposos '
0 mesmo criado que respondera jd, disse:
Dcveai ler sido as donzellas.
Ndo entramos aqui, disse uma d'ellas
defendendo-se. Ea serri d vinho que me man Jara deitar no jarro, po-
rem o senhor foi quem m'o deu
E ndo sabe mais nada ?
Ndo, meu senhor. A seobora mau-
dou-me deitar eentrea par* os sens aposts-
tos lovando o jarro e o copo.
Vio a senhora deitar alguma cousa no
v nho ?
Ni >, i;i"i sonhor.
:inhar-st .'.a.
TVP. DJ UlAitK). -Ml"A l-'CQle. UL LA\U
__
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I tlEflal


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