Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18180


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Full Text
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f
ANNO L. MJMERO 102
PARA A CAPITAL B Ll(41BE 0\DE N.I SB PAGA POBTK.
Por tres mew* adiantados................ 68000
Por seis ditos idem..................120000
Por um anno idem.................. 24JJO00
tada namero avulso................. $320
QUARTA FEIRA 6 DE MAIO DE 4874
PABA I>E VI HO E FOBA DA PBOVUVCIA.
Por tres mezes atfiantados.
Por seis ditos iqom
Por nove ditos idem
Por urn anno idem.
PROPRIEDADE DE MANGEL FIGUEIROA DE FARIA
ror tres mezes atfiantados................ 697M
Por seis ditos iqom................. 1396*0
Por nove ditos idem.....! ......... tOfMO
Por um anno idem.................. ITfOM
NAMBUCO.
E FARIA FILH0S.
t
fa. Gorardo Antonio Alves d Filhos, no Par*; Gonc^ves & Pinto, no Maranhio; Joaqaim Jose" de Oliveira d Filho, no Ceara, Antonio de Letuug Braga, no Aracatj ; Joio Mm Julio Chaves, no Assd; Antonio Marque, da SUt. no Batal Jose Ju.ua*
Pereiri d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxenclo Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Till, da Penh., Be'armino dos Santo. Bulcko, em Santo Antao ; Domingo, JoS d. CosU Bra,., em fcNt,
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antouio Machaeo, no Pilar das AlagOa.; Alve. d C, na Bahia; e Leite, C jrquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
LEI N. 1130.
0 bacharel Heurique Pereira de Lacen-i, eommcudador da im-
perial orJmiii d;i R a,; cavalheiro da de Christo, juiz de direito c
presidente da provincia de Pernambuco :
Face saber a todos os seus habitaotes qae a assemble legislati-
ve provincial deeretou e eu sanceionei a resolucao seguinte :
Ail. l. A forga policial para o anuo financeiro de 1874 a 1873
e iixada em 1,400 praeas.
Art. 2. Esta forga se compora de duas secede:
l. O aclual corpo de policia, que fica reduzido a 500 pragas,
e sujeito ao mesmo servigo em que ora se emprega.
2. Dm. guarda local de 900 praeas, que serao distrihnUas
pelos inunicipios ou parochias, couforme sua importancia e neccRi-
dadedo servigo.
Art. 3.- Esta guarda local sera destinada ao tervico policial dos
muuicipios ou parochias oude for organisada, e nao podera em caso
algum destacar para fora dos mesmos.
Art. 4." Nao tor* organisagao ou apparato militar, e sera com-
mandada, nos respectivos muuicipios on parochias, por um commis-
sario de pulicia e um sargeuto.
Art. 5.* Os veucimentos do comraandante, offlciaes e pragas do
corpo de policia, serao os mesmos que actualmeale percebem.
Art. 6.* O commissario vencera annualmente ate a quantia
de 800*000. o sargeuto a diaria de 1*400 e os guarJas a de
1*000.
Art. 7.* A forga policial sera paga :
1 I." A primeira seceao pelos cofres provinciaes.
1* A seguuda com o producto dos impostos de qne trata o
decreto n. 239o, de 10 de setoaibro do aimo passad >, e o auxilio pe-
cuniario que o governo geral, em sua circular de 31 de dezembro
do mesmo anno, prometteu solicitar da assemblea geral legislaliva.
Art. 8. Os ofneiaes e praeas do actual corpo de policia, que por
forga dog 1* do art. 2 forem dispensados, poderao ser aproveilados
para a guarda local.
Art. 9.* 0 presidente da provincia expedira os regulamento: que
julgar necessarios para a orgaoisacao, discipiina e economia da for-
ga policial.
Art. 10. Pica revogado o art. 3* da lei n. 436, de 2 de marge de
1858, someute na parte que se refere as praeas.
Art. 11. Conlinuam em vigor os arts. 4, 6' e 7* da lei n. 1091,
do anno passado. Revogadas as disposic5es era contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimen-
to e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e
fa gam cumprir tao inteiramente como nella se content.
0 secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 30 de abril de 1874, 53*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 30 de abril de 1874.
O secretario,
Joao Diniz Ribeiro da Cunlia.
LEI N. 1131.
0 bacharel Henrique Pereira dc Lucena, commendador da im-
perial ordera da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assemblea legisla-
liva provincial, sob proposta da camara municipal da villa de Be-
zerros, deeretou as seguintes posturas :
CAPITULO I.
1.* secqao.
Art. 1.* A camara municipal da villa de Bezerros, para o bom
desempenho de suas attribuigoes, tera os seguintes empregados :
um secretario, um procurador, um fiscal na villa, eutro na povoa-
cio de Gravata, um porteiro, dous cordeadores, que serao os mesmos
nscaes.
Art. 2. ToJos estes empregados serao da nomeagao da camara,
que os podera demittir quando nao cumprirem seus deveres, ou-
vindo-os, si estiverem no lugar, antes da demissao.
2." SEcg.vo.
Do secretario.
Art 3.# Iucumbe ao secretario, alm das obrigacoes que lne
sao Mpostas no art. 79 da lei do 1 de outubro de 1828, o se-
guinte :
i 1." Escrever as actas das sessoes da camara e proceder a leitura
dellas, para uue possam ser approvadas e assignadas pelos vereado-
res presentes.
g 2 Ler as peticoes daj panes e documentos que as acompa-
nharem.
g 3. Escrever os dospachos ou decisoes da camara nas ditas
petigoese nos respectivos livros ou termos dejuramento e oontractos,
prestacao de conta3, e organisar os balances para serem remettidos
a assemblea provincial.
'I 4.* Escrever toda a correspondencia da camara e registra-la
no livro para isso deslinado.
$ 5.* Registrar no livro competenie as cartas ou titulos dos em-
pregados, que o devem fazer por lei ou artigo de posturas, assim
come as marcas e signaes dos crialores.
;} 6.' Classificar todos os papeis do archivo, emmassa-los me-
thodicamenle e fazer o mais que necessario for, para que sejam bem
conservados.
Art 4. 0 secretario, por qualquer omissao de seus deveres,
sera multado ate a quantia de 10*000.
3.* SECQAO.
Do procurador.
Art. 5.* Alera das obrigagoes marcadas no art. 81 da lei do 1
de outubro de 1828, compete ao procurador o seguinte :
g l. Fazer todas as despezas que estiverem autorisadas pela
lei ou artigos de posturas e as que forem determinadas pela ca-
mara.
Si 2.* Promover com toda aclividade a arrecadacao das readas
municipaes, qualquer que seja a sua natureza, impo3tos, rendas e
mullas, ja empregando os meios pacilico:, ja os judiciaes ; mas estes
so terao lugar por auturisagao especial da camara.
ji 3 A apreseotar, ate o terceiro dia de cada sessao ordinaria,
suas contas devidamente documentadas e escnpturadas regular
menii, e bem assim o saldo que houver em favor do cofre, ao qual
sera o mesmo saldo recolbido.
4.* Propor a camara, tanto os meios de augmentar suas
rendas, como os de tornar mais facil e menos dispendiosa a sua ar-
recadacao.
5.* 0 procurador 6 responsavel pelcs prejuizos que par sua
neglicencia der aos rendimentos da camara, e podera ser multado
ate 20*000 por qualquer fclta em que incorra.
4.* SECQAO.
Do i fitcaes.
Art. b. Ao nscil compete :
% i. Vigiar na observancia das posturas, promovendo a sua
execccao por advertencia, quer particularmeate e quer por meio de
editats, tornando as effectivas.
Visitar, sempre que for necessario, osagou ros, casas de mercado e qualquer estabelecimeato que possa iute-
ressar a salubridade publica, afim de providenciar contra os abusos
que Jissercn respeito aos objectos que nelles sao expostos a
venda.
3." Impor multas aos cootraventores das posturas municipae-,
comniunicando as immediatamente a camara, para que esta, depois
de approva-las, as mande arrecadar pelo respectivo procurador, na
forma estabelecida no 2* do art. 5 destas posturas.
| 4.* Executar todas as ordens da camara.
5.<> Apreseotar a camara, em todas as sessoes ordinarias, um
relaloho circumslanciado em que dara conta da ftscalisacao do sea
respectivo district > e das mullas que tiver imposts, podendo propor
as medidas que julg.ir convenientes.
6." Paxer correicSet dentro da villa e povoagSes, ao menos
qualrtf vezes no anno, aQm de veriticar si sao observadas as postu-
ras e deliberagoes da camara, bem como si as estradas se acbam
devidaineuto abertas, para o que perccbera a gratificacai que lh.1
lor uiarcada por f i. ,
7." A juri.Miic;aodo fiscal da villa comprehende toda a fre-
-guexu de Bezerros, e a do de Gravata compreheode toda a fregue-
zia do mesmo nome.
Art 7.* Os ttsc.es, por qualquer infracgio de sens deveres,
serao muludos ate a quaulia de 10*000.
5* sicgio.
Do porteiro.
Art. 8.* Ao porteiro iucumbe :
% l. Ter em sua guar la as chaves da camara, menos do ar-
chivo, que estara sob guarda do secretario.
$ 2. \br\r as porta da mesma as oito e meia horas da manba,
quando a camara tiver de funecionar, e sempre qne for preciso para
a* audiencias das differentes autoridades ou para qualquer aeto
publieo.
Bv I 3.* Varrer as salas, espanar os moveis e manter^o aceio e
regoiaridade da cat a.
g 4. Durante as sessoes da camara dvera conservar-se junto
a poria do salao para fallar as paries, receber dellas as ptticdes e
Ihes dar o devido destino.
5. Cumprir com diligeocia as ordens da camara e as de scu
presidente.
6.* Acompanbar o fiscal, quando este julgar necessario, e
cumprir o que pelo mesmo Ihe for determiuado, para o raelhor des-
empenho de seus deveres.
/. Cumprir o que Ihe for ordeoalo pelo secretario, no que
for teudente ao servigo da secretaria e seu expediente.
Art. 9. 0 porteiro, por qualquer;falta de cumprimento de seus
deveres, sera multado ate a quantia de 2*W0.
6.* SEcg.vo
Dos cordeadores.
Art. 10. Aos cordeadores, nos respectivos dislrictos, que sio os
mesmos dos fiscaes, iucumbe :
1.' Alinhar, antes que se de comego, todos os ediOcios publi-
cos e particulares que na villa e povoacao se houverem de levanlar,
em vista da licenga da camara.
2. Observar e cumprir exactamente os preceitos symetricos
e regu'ares. '
j 3.* Informal- os requerimeotos de licenga para edificagao e
reconsirucgao de edificios, e apresenta-las a camara para o despacho
no pnmeiro dia de sessao.
4.* Inderanisar aos proprietaries os prejuizos que houverem
estes soffrido pelo irregular alinharaento que Ihes t*nha sido dado.
Art. II. Os cordeadores, por qualquer omissao de cumprimen-
to de seus deveres, serao raultados ate a quantia de 4*000.
7. SECQAO.
Dos ordenados e emolumentos.
Art. 12. Os ordenados dos empregados da camara serao marca-
dos annua raente no respectivo orgamento, e alem de seus ordenados
terao emolumentos os seguintes empregados:
1.'0 secret irio tera de cada licenga concedida pela camara
seja .qual for o seu objeclo 500 reis. -""",
I ?"" ?/ re*is,rar Qualquer marca ou distinctivo 300 reis.
S i n de aua,(^ue,' titulo ou caru 500 reis.
Dos termos de juramento, qae prestarem peranle a cama-
ra as autoridades do termo, a excepcao dos empregados da camara
toridades P&Z't6ti secretario 500 r6is' P3^08 Pelas mesmas au-
i o. De quaesquer outras certidSes que passar a requerimento
de particu.ares percebera o mesmo que os escrivaes do civel.
peloVno da'o'bra WW Pr Cada ea3a qae alinhar' pagos
8.' SECQAO.
,,._, Disposirdes diversas.
Art. Ii. fcm qualquer impedimenta dos empregados da camara,
gttAP3Hg.>Jfa ubstitutos, cquaes terao direito
a metade do ordenado do effectivo pelo tempo que servirem.
Art. 14. As multas em que por ventura incorrerem os empre-
gados da camara, em razao do officio, soraente Ihe poderao ser lm-
postas por ella, depois de ouvidos.
&HL Procuradr nao pagara e nem fara dospeza alguma
que nao estivor comprehendida bo respectivo orgamento, ou que nao
for expressamente ordenada pela camara ou seu presidente, sob
pena de nao Ihe ser levada em conta.
CAPIT'LO 2.'
1.* SECQAO.
. Da conslruccao das casas.
Art. lo. Na. casas que se edificarem ou se reedificarem depois
aa puDiicagao das presentes posturas se observarao as seguintes
l. As casas terreas iue se edificarem nesta villa e povoacoes
do mumcipio nao terao menos de quatro metres de altura ; seodo
de sobrado, ouiros tantos de um para outro andar.
Sendo em lugar inconveaiente por causa de ladeira, a camara
sera competente para fazer qualquer modificagao a requerimento da
psrtc
2 Quando a reedificagao for na frente do edificio, devera a
mesma rrente recuarjou sahir, no sentido do alinhameuto da rua.
g J. As DOttas e jaoellas das casas que se edificarem terao
dous metros e meio de altura ; as portas e as jaoellas um metro e
meio.
4" Cte claros e umbrae* serao todos iguaes era largura.
g 5* As calcadas terao um metro e triota centriraetro3 de lar-
gura e serao feitas de pedra ou tijolo; as que -e fizerem nas casas
edidcadas sobre ladeiras terao alinhamenlo acompaoliando sempre
o declive, de sorte que nao formera degrao-".
g 6 As ruas que Hesta villa ou povoacCies do municipio se
abnrera d ora era diante terao a largura de doze metros, inclusive
as calcadas ;e as travessas e beccos terao quatro metros de largur,
g 7/Todas as casas das esquinas que seguirem para oulra
ruas terao duas frentes, uma para cada rua.
g 8. (Mottoes das casas dos beccos e travessas serao rebocados
e caiados, e bem assim todos aquelles a que nao estiverem unidas
outras casas.
Art. 17. Os contraventores de qualquer paragrapho do artigo
antecedente soffrerao a raulta de 10*000 e a demoligao da obra a
sua custa ; os do paragrapho 8. soffrerao a multa de 3*000
2.* SECQAO.
* Da limpeza das ruas.
Art. 18 Os propnetarios e inquilinos de cisa3 desta villa e po-
voacOes do municipio nao poderao langar nas pragas, ruas e beccos
lixo ou outra qualquer cousa que possa incomraodar ou damniflcar
o pubheo, devendo o fiscal designar lugares para taes depositos.
Us contraventores soffrerao a multa de 2*000 ou dous dias de prisao,
e se rara a sua custa a remogao.
Art. 19. Os donos das machinas e bolandeiras existentes dentro
aa villa e povoacoes do municipio serao obrigadoa a langar os caro-
cos do algodao que descarocarem distante da mesma villa e povoa-
coes cento e cincoenta metros. Os infractores pagarao oiO'10 de
multa e o duplo na reincidencia.
Art. 20. Os proprietaries e inquilinos de predios desta villa e
povoappes do municipio licam obrigados a tor as frentes de suas
casas limpaseivarndas, e as portas e janellas pintadas, sob pena de
III 111 IH (16 ajOLHJ.
Art. 21. Todo aquelle que deitar aniraaes raortos nas ruas e
lug ares contiguos a villa e povoagoes, ou no leito das estradas.
soffrera a multa de 2*000, e se fara a remogao dellas a sua
custa
Art. 22. A mesma pena sera imposta aquelle que vendo morto
um animal seu nos ditos lugares, immediatammte nao o fizer remo-
ver para outra parte.
Art. 23. Todo aquelle que fizer escavagoes nas ruas desta villa
e povoacoes do municipio, bem como nas estradas publicas, sera
obngado a entulhal-as, apenas conclua a obra, pan service da qual
toram ellas feitas. Os contraventores pagarao a multa de 410U0 e
mais as despezas do eotulho dellas.
CAPITULO III
I.* SECQAO
Da policia municipal.
Art. 24. Nioguem podera terloja aberta nesta villa e povoacoes
do municipio sem licenca da camara municipal, pela qual se pagara
2*000, sob pena de 10*000 de raulta. V *
a.
outras
Art. 23. E' prohibido coiservar abertas as lojas e vendas depois
^a8n?y^h.ora* da noute' a excepgao das noutes de festas, sob pena
de 2*000 de multa.
Art. 26. Todos os commerciantes estabelecidos, inclusive os que
venlerem em feira, serao obrigados a aferir annualraeote seus pesos
e medidas, sob pena de 10*000 de multa ; a aferigao sera feita de
outubro a novembro, e a revisao de margo a abril.
. Art; S7, 9. negociante que for encontrado com pesos e medidas
falsificados soffrera a multa de 10*000 e oito dias de prisao, e o
dobro na reincidencia.
Art ii. Todo o mascate e boceteira que vender sem apresentar
conhecimento de haver pago os impostos seri multado na qnantia
de 6*000.
Art. 29. Ninguem podera duraate o tempo festivo armar bar-
racas para botequins na villa e povoacSes do municipio sem licenga
da camara, da qual pagara 2*000 Os contraventores serao multa-
dos em 5*000.
Art. 30. Havera duas feiras neste mumcipio, sendo uma nesta
villa e outra na povoacao de Gravata, as quaes lerio nos sabbados;
e nao podera haver oiHras em oiiim qualquer lu^ar do manicipio
sem c.)iiseutimenio da camara, sob pena de 30*000 de multa ou
oito dias de prisao, que mrio puplicados na reincidencia aos
autores de qualquer reuoiao, a titulo de feira.
Art. 31. Todos aquelles que quizerem traxer viveres, fazendas,
molhados e mais objectos para vender nas feiras, o poderao fazer
livremente nos pontos ou lugares ja desigoados pela camara, para
cada nm dos ditos oojectos, sem qne se misturem one com outros,
e so por deliberagao da camara se poderao mudar. Os infractores
serao muludos em 4*000.
Art 32. Todo aquelle que atravessar os viveres que vierem ao
mercado para com ellas later rnonopolio, revendendo na mesma
feira por maior prego qne o do costume, sera multado em 5*000, .
na reincidencia no duplo e em oito dias de prisao.
Art. 33. E' prohibido vender ou comprar por atacado ato" as
duas horas da tarde, ou conduzir para fora, farinha on outro
qualquer genero de que haja falta no mercado, sob pena de 8*090
de multa.
Art 34. Ninguem podera armar barracas nos patoos das feiras,
para era dias em que estas teem lugar fazer quali uer negocio, sem
licenga da camara municipal, pela qual se pagara 2*000, e nos lu-
gares pur elia designidos ; devendo obstruir as ca i lades que forem
feitas. Os contraventores soffrerao a multa de 8* )00.
Art. 35. Os cavallos que couduzirera cargas as feiras, apeoas
dacarregadoB, serao retirados immediatamente do centro da mesma
reira e conduzidos para lugares onde nao emba acem o transito.
Us contraventores soffrerAo a multa de 2*000.
Art. 36. Os negociantes ambulantes nao podsrao abrir venda
de suas mercadorias neste municipio, sem licenga (a camara, a qual
sera de 2*0JO, salvo as disposigSes em contrario na lei do orgamento.
Os infractores pagarao a multa de 5*000.
Art- 37. Todo aquelle que vender bebidas espiriiuosas a escra-
vos, filhos-familia ou famulos, sem escripto de sei s senhores, pais
ou amos, soffrera a multa de 2*000.
Art. 38. Ninguem podera neste mumcipio dar tiros de salva,
nem seltar buscapc ou fogo do ar nos festejos, si m licen;a da ca-
mara municipal. Os infractores soffrerao a multa le 10*000. Fica
tambein prohibido dar tiros dentro da villa e povo ie5es do munici-
pio, sob pena de 2*000 de multa ou dous dias de p isao.
An. 39. Todo aquelle que tirar madeiras, trep ir cercas, ou for
encontraio dentro de cercados ou quiotaes alheio i, sem licenga de
seus donos, soffrera 2*000 de multa ou dous dias le prisao.
Art. 40. Todo aquelle que destruir arvores, ilaotas ou arbus-
tos que se presto. a alimentacaV) dos homens ou los animaes, ser4
multado em 10*000 e oito dias de prisao, e no du lo na reinciden-
ciu.
Art. 41. Todo aquelle que jogar com filhos fai lilia, famulos ou
escravos, soffrera 5*000 d) raulta ou cinco dias de prisao.
Art. 42. Ficam prohibidos neste municipio os jogos de parada
de qualquer natureza. Os contraventores soffrerao a multa de 10$
ou oito dias do prisao.
Art 43. E' prohibido criar poreos soltos dentro d villa, nas
povoacoes do mumcipio e nas fazend is de crear ga los. sob pena de
2*000 de multa por cabega.
Art- 44. Os que crearera porcos soltos nos It gares de planta-
cdes, serao multados cm 2*000 eno duplo na reit cidencia. Aquel-
les porcos a que nio for achado dono serao pelo fiscal postos a
disposigao da autoridade competente, perante qut n o procurador
prornsVera a arreealagio da multa, que neste caso sera d^ 5*000.
Art. 45. Todo aquelle que criar cabras deatro la villa e povoa-
goes do municipio, sem obrigado a recolhe-las de noute em prisao
segura, sendo os donos obrigados a quando sollal -ai, mandar pol-as
fora dai ruas. Os contraventores pagarao a multa de 1* por cada
cabera que for encontrada a noute nas calcad;-:. i n vagaa-io pelas
ruas.
Art 46. Pica prohibido o uso Ai banlios nos lugares publicos
0 esta villa e povoagoes do muuic pio, sob pena de 5* de multa st
ei nco dias de prisao.
Art. 47. E' prohibido ruatar rezes para o con urao nos raata-
douros publicos e particulares deste municipio, sei a licenga di ca-
mara,_que por taes licengs percebera 2*000. 0: contraventores
pagarao 4*000 de multa.
Art. 48. A camara forneeera ao3 marchautes m: tadouros e cur-
raes, nos quaes serao recolhidas as razes destinada i ao consumo,
recebendo por cada cabega 8) rs.
Art. 49. Ninguem podera langar nos rio', cacira las e agudes des-
te municipio quaesquer immundicias que possam corromper as
aguas, sob pena de 5*000 de multa ou cinco dias d > prisao.
Art 50. E' prohibido couservar se caes soltos i as ruas da villa
e povoacoes do municipio, sob pena de 2* de mu ta, pagos pelos
seus donos, e serem mortos os cses por ordem do fisi al.
Art. 51. Pica prohibido vender-se dentro da ilia e povoacSes
do municipio polvora, fogos de artificio e todos o s generos susce-
ptiveis de explosao, salvo em casas para este fun Uosomante desti-
nadas e em lugar de-^gaado pela camara, precede lo licenca, sob
pena de 20, de mulia. T
Art. 52. Todo o taveroeiro ou qualquer pessoa que conseotir
era suas casas adjuntos noclurnos de escravos ou db outros indivi-
duos, com babedeiras, alaridos e vozenas, ioquieUndo o socego pu-
blieo, sert multado em 10* ou cinco dias de prisao. I
Art. 51. Todo aquelle que nas ruas ou lugares \ publicos profe-
nr palavras obscenas, indecentes e offensivas a motal publica, sera
multado cm 2* ou dous dias de prisao.
Art. 54. Ninguem podera tapar, mudar ou impedir uma estra-
da geral ou cammho particular, depois de feita e transitada, para
aorir outro, ainda mesmo em lugar mais commodi, sem preceder
liceng* la^camara municipal,sob pena de 10*000 da raulta.
. Art 55. Todo aquelle que abrir uma estrada ua propriedade
alneia, sem consentunento de seu dono, sera multado em 8*000. Na
mesma raulta u mais quatro dias do prisao ineorrera ai [uelle que acin-
tosameote abrir estrada ou camjnho por traz ou pel; frente de casa
alheia.
Art 56. Ninguem podera vender remedio de b otica sem estar
para isso habihtado, e precedendo licenca da camara, da qual namra
25000, sob pena de 10*000 de multa.
Art. 57. Os pharmaceuticos terao em lugar segi iro e fecuado a
cliave as substancias venenosas, e nao poderao vet del-as a pessoa
particular sem receita de facullativo, sob pena le 10*000 de
multa.
Art 58. Os pharmaceuticos serao obrigados a be tar rotulos nos
remedios que venderem, nos quaes declararao si e pi ra uso interno
ou exieruo. sob pena de 5*000 de multa:
Art. 59. Aquelles que matarem para consumo! publieo rezes
doentes, cancadas ou aperreadas, soffrerao a multa'de 6*000, e a
came sera inutilisada a sua custa.
Art 60. Os agougues se conservarao limpo3 e aceiados: os
contraventores pagarao 4*000 de multa.
Art. 61. Ninguem podera cortar arvores de fructo ou outras
quaesquer que ?irvam de uiilidade para conservagSo das aguas na
baira do rio, sob pena de 2*0J0 de raulta.
Art. 62. Nioguem podera botar balsas ou jangadas nos lugares
de passagens publicas nos rios do municipio, sem licenca da camara
Os infractores serao multado3 em 10*000.
Art. 63. Nioguem podera deitar paos, arvores ou qualquer itape-
cilio sobre os caminhos e estradas publicas, sob pena de serem rerao
vidos a sua custa e 5*000 dc mnlta.
CAPITULO IT.
DA CRItQAO E PtAKTAQAO.
Art 64. N'a freguesia desta villa a divisao entre os (erreoos de
plauUcao e os de criagao] principiara da serra do Veado Masro st
guindo pela antiga divisao ate a serra da Jurubeba. e d'aii em dian-
te pelo cume da serra do Sapato, fkando o lado do sul para planta
gao e o lado do norte para criacio.
Art. 65. Todw os que plantarem nos lugares dc criagao deverao
cercar as suas plantag>>es, e se damoiflcarem os animaes albeios,.
pretexto de destruicao nas mesmas plantagoes, serao muludos em
5*000, que se irao duplicndo nas reincidencias ato 40*000. Nas
di visas entre os terrenos de criagao e os de planUgao correra aos
plaotadores a obrigagao de fazer e couservar as cercas, sob as ne*
mas penas decretadas acima para os cases de damnificagio de ani-
maes alheios.
Art. 66 Picam tambem destinados para cultura os terrenos qne
co-nprehenderem toda a serra Negra e a do Boqneirao da freguexia de
Bezerros, pelo modo seguinte: principiara a divisao do lugar deoo-
raiuado Sitio e seguira pelo pe da serra da Maravilha ato o Coad-
jutor, d'ahi ate encontrar as cercas da propriedade do teoeote Gui-
lliermiQo Tavares de MeJeins, segniudo para o caminho do Bo-
queirao a encontrar com um juca que existe a beira do nesoM ca
mioho; por este ato o riacho da Jaboticaba, e d'abi, pastando na di-
recgio das cercas de Igoacio Fran:i-co de Sonza, ato o come da la-
deira da Colonia no caminho da Cajazeira, Gitd, pe* da serra do aou-
de da Suisuarana, Cocos, a encontrar o referido lugar Sitio.
Art 67. Na freguezia de Gravata a divisao entre os terreao* dc
plantaeao e os de criacao principiara da serra deaorainada Banco,
seguindo pela estrada da povuagio de Gravata a subir na estrada
que vai para o Bonito, e por esta ao lugar Guarita e pp da serra do
Caboclo, onde mora Antonio Gomes de Araujo, e d'ahi em liana
recta ato a raargem do Ipojnca na pr ipriedade dos herdeiros do Sea-
do Maooel S>ares da Silva, descendo dahi ato o lugar dcaasasudo
Baixa, d'ahi em linha recta a encontrar o travessao qua vca da
Quiranga, e por este ate o fira da freguezia, tkando o lado do aorte
para eriacao.
Art. 68. Nos lugares desigoados para plantagoes nao se podera
fazer soltas de gados, nem se tera soltos animaes de qualquer natn
reza, que offendara as lavouras, sob pena dc 4*000 de raulta por ca-
bega de ga Jo vaccum ou cavallar que for encontrado e de 2*000 por
ovelha ou cabra,procedendo-se na forma do art. 44 ; qnantc aos ani-
maes a que nio forem achados donos, seodo neste caso a multa de
10*0000 por cabega de gado vaccum, cavallar ou mnar, e de 5**)I0
para cada um dos outros.
Art. 69. Ninguem podera ter bois ou eavail is, ainda tnesao
peiados ou amarrados, em terras agricolas, sem consentimento do res-
pectivo proprietary, sob pena de 2*000 de multa por cabega.
CAPiTULO V.
disposiq5es geraes.
Art. 70. Nioguem podera queimar rocados on palna de eanaa
sem que pnmeiro faga um aceiro de tres metros, para qne as chaa-
mas nao passem para outro lado, sob pena de 20*000 de mnlta on
oito dias de prisao.
Art 71. Todo aouelle que tocar fogo aa propriedade ifcrii.
sem consentimento de seu dono, pagara 5*000 de mnlta on rincc
dias de prisao
Ait. 72. Todos os moradores deste municipio poderao, si qui
zerem, registrar na secretaria da camara, em livro para isso destina-
do. os ferros e signaes com que usara disiin;uir sens gados e ani-
maes.
Art. 73 Todos os proprietaries de casas desta villa e povoacdes
do municipio, cujas frentes ainda estiverem em preto, serao obnga
dos a caia-las seis mezes depois da publicagao das presentes nosta-
ras, sob pena de 5*000 de multa.
Art 74. Todos os edificios arruinados, que amcagarem quakrner
perigo, serao exarainados pelo fiscal e dous peritos que lavrarao ter-
mo do estado em que os encontrarem; e precisando demolir se, marca-
rio para tal fim os fiscaes um prazo aos proprietarios, e nio o ban-
do estes, alem de pagarem a multa de 5*0JO, fleam snjeitos as des
pezas que se fizerem com a demoligao da obra.
Art. 75. Todas as ruas desta villa terao as suas deooimaacocs
pela forma seguinte : Do principio dos limites da povoacao ate o bec-
co de Joao Evangelista, ruas dos Coelhos ; d'ahi ato o becco do le
nente Gudhermino Tavares de Medeiros, rua do Oommcreio. Da
casa de Joao Coelho ate o becco da Matriz, ma do Jardira Da ma-
triz ato a casa de Joaquim Antonio, rua da Matrix. -Do becco da
casa de Joao Antonio de Mello ate a casa da Carid.de, rua Nove de
Janeiro. Da casa da caridade alt' a casa de Manisl Qainlao, ma dp
Rosario ; dobrando pela beira d i rio ato a casa do fallecido Joao de
Mendonga. rua do Giquia. A rua que segue da matriz at* earn
de Minoel Cypriano, rua da Boa-Vista
Revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, as autoridades, a quem o conhecimeato e exe-
cugao da presente lei pertencer, que a cumpram e facam enmpir tao
inteiramente como nella se contem.
0 secretario da presidencia desta provinsia a far. imprimir, pa-
blicar e correr.
Palacin da presidencia de Pernambuco, 30 de abril de 1874.
quinquagesimo terceiro da independencia e do imperio.
L. S. Il/urique Pereira de Luctna.
Sellada e publicada a presente lei nesta secretaria da presiden-
cia de Pernambuco, aos 30 de abril de 1874.
0 secretario,
Joao Diniz Ribeiro da Cuhha.
)ESFACH03 DA
DIA 4 MA10 DE
Netlo.- Entre-
PBESIDENCIA, DO
DE 1874.
Commendador Antonio Goms
gue-se mediante recibo.
Tenente-coronel Antonio Francisco de Souza
Magalhae3. -Forneca- se.
Uatharina Francelina Pessoa de Lacerda. Iu-
deferido.
Major Carlos Magao da Silva.Fornegase.
Esmenia Jenuina Dias. Ao Sr. director da ins
trucgao publica para deferir, nos termos de sua
informagao de 2 do corrente, sob n. 140.
Fielden Brothers. Dcferido com officio desta
data, dirigido ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Isabel Maria dos Prazeres. Dd se.
Bacharel Josa de Carvalho Cesar. loforme o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
} officio dirigido nesta data ao Sr. inspector do ar-
senal do marinha.
Joao Pereira Gomes.Indeferido.
Maria Victoria Pinheiro Pyrrho. -Passe portaria
concedendo a licenga pedida.
Bacharel Maooel Henrique Cardim. Informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
i Manoel Marques Ferreira. Deferido com o
officio dirigido nesta data ao Sr. director interino
do arsenal de guerra.
Repartipa* da polieia.
2." secgaoSecretaria de policia de Pernambuco,
5 de maio de 1874.
N. 583. -Ulm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que forara hontem recolhidos a delengao os
segui'ites individuos :
A' minha ordem, Joaquina, oscrava de Arlstides
Duarte da Cunba Gama, por andar fugida ; Cae-
tano Seares, Joao Patricio Barbosa o Jos6 David,
vindos de Pao d'Alho como criminosos.
A' ordem do subdelegado do 1* districto de S.
Jo*e, Luiz, escravo de Jose" Rolrigues da Silva,
por andar fugido.
1'or officio de hontem, coinwunicou-me o sub.
delegado de Helem que, na noite do dia anterior,
no becco dos Pogueteiros, daquelie districto, Joan-
na Maria, de quem tratei em minb. parte diaria
de hontem, ferlo levemente com uma canivetada
a Anna Maria d. Conceicao, sendo presa em fla-
grante, que fez a competente vistoria e proseguia
nos tormos do inquerito policial.
Deis guarde V. Exc. Ulm. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
udeotfl da provincia 0 cuefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia it Araujo,
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
PROJECTO N. 56.
A assemble legislaliva provincial de Pernambu-
co | resolve :
Art I." E' prohibido nesta provincia o estabe-
lecimento de agendas fiscaes, de outra qualquer,
e autorisadoo presidente da provincia a supprimir
asjque por forga do art. J2 da lei n. 1,061 de
I3,de juaho de 1872 foram creadas nas provin-
cial limitrophes.
Art 2.* A's ageocias'que por consenso da presi-
dencia da provincia acham-se nesta estabelecida?.
fica marcado o improrogavel prazo de seis mezes
para a sua completa extincgao.
Art 3.* 0 prazo marcado pelo Artigo antece-
dente sera contado da data da publicacao da pre-
sente lei.
Art 4.* Picam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Pago da assemblea legislaliva provincial de Per
nambuco, 4 de maio de 187't. Tolentino de Car-
valho.
REVISTA DIARIA.
iHMrmblra provincial.Hontem func-
cionou com 27 senhores deputados, sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessao antecedente, o Sr.
! secretario leu o segninte expediente :
Officios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
tendo artigos de posturas da camara municipal de
Buique. -A' commissio de posturas.
Do mesmo, transmittindo a informagao do Dr.
juiz de direito do Rio Pormoso, sobre o projecto
n. 30 deste anno.A quem fez a requisigao.
Foram lidas e approvadas as redacgoes dos pro-
ject is ns. 2 e 29 deste anno ; e ficou adiado, por
ter pedido a palavra o Sr. Manoel do R>go, um
parecer da commissao de legislacao indeferindo a
peticao de diverse) negociantes de molhados desta
cidade, solicitandn a revogacao da lei n. 1,129 de
26 de junho de 1873.
Fntrando na ordem do dia, foi rejeitado em 1.
disjussao o projecto n. 12 deste anno, qne aug-
mttotava os vencimentos do bibliothecario da bl-
bliotheca provincial.
Apos este foi approvad > em 1* discus5o o de n.
56, prohibindo nesta provincia o estabelecimento
d-0 agencias fiscaes de outra qualquer, e autori-
ns.
sando a suppressao dos existentes, depois da orar
o Sr. Gongalves Ferreira.
Continuando a 2* discussio do projecto a. 3t
reforms do ensino publieo. e vorsando ella sobre
o art 12, oraram os Srs. Rati* e Silva, Ucfaoa Ca-
valcaote e Joao Barbalho. sendo aSaal approvada
a 2* parte do artigo e as emendas dm Srs. Mini.
e Ucboa Cavalcanto.
0 art. 13 foi tambem approvado com am. enani- _,
d. do Sr. Peretti, depois de oraram os Sr*. ttto
Barbalho e Manoel do Rego.
Passando a t* parte da ordem do dia, <
a 2* discussao do orgamento provincial,
approvados os arts. 6, 7, 8 a 9,
emendas, orando sobre elles diverse
submettido a discussao o art. 10, v
nio haver nnmeropara votar, foi
sessao.
A ordera do dia para hoje e
anterior ; 1* discussao dos projecto.
55 ; e 2' do de n. 30, todos awn), am
Jury do MmU>. Deixon I
ver julgamenlo por terem
de facto.
Proceden-se a novo sorMo de mais II. qne la-
ve o segninte resultado.
Freguezia do Recife.
Luiz Pereir. de Farias.
Miguel Archanjo de Pignairaan.
Francisco Joaquim da Silva Boa-Vista.
Freguezia dc Santa Antonio.
Antonio Jose Rodrignes da Sana.
Frefoeu. de S. Jcae.
Dr Candido Jose Lisboa.
Fregnetia da Boa-Vista.
Dr. Chryssolito Ferreira da Castro Chaves
Dr. Gervasio Rodrignes L
Dr. Ernesto de Aquino Fo
Luiz Cesario do Rego.
Vicente Teixeira Coimbra.
canlvetaaa. -Na noite dc J do
Joanna Maria ferio levemonto i
a Anna Maria da conceicio, na I
teiros, do districto de Belem.
F.d presa era flagranle.
NonroMo. No Cosmo ? aMsno, raecaoa
Sr. commendador Eallio Xavier aobreira 4)
lo, intpector da Uaasonraria detecada a
inerfOivoca prova dos aUoi nteritas qus o I
guem, com a otTerta, que rhc M Mia,
Irato, polos fnnedonarios daonana |
bem se vera das pegas seguintes *.
Os empregados da thesouraria
PcjoambUM, querendo dar uma I
ntnlta apregi em quo tent o
digno ehcfe, nio so pela jaslica I
seas .etas como pelas maaeira* i
---~r---------------~
t>


w
1

^iario de Pernambuca Quarta feira 6 de Maio de 1874.

--*
JIWlU TjS seus soSi
bafh i, toaiam a liberdade d*> offer ecer ao Him, dpi tH(
commenJudor 4pfljlio Xavi-r Sobreira >le
eu retrato ; pe'dTidfl Ihe qne nest'e acto lotto tfs-
peataneo dos s paatoeiros se eonsidere-o
apreco com ipWRHMfte respeitam.
< Nem ii Jis M|Vf!ln, Mm. Sr. commendador,
qua os offarcntes sejam domraados por taes seMi-
mentos e assim correiderem a illostracSo, a looga
praiiea e o re conhecido Mb elo seu muito digno che-
fe, note inspector da thjescuiUfia da Pernambueo,
porqe'into foi aqai taesmo quo ?. S pTine*piou essa
carreira na qua! nao so iie ternou conhecido e
apreciado pelos sens antec>sores, coiwj pelo go-
verno imperial, o qoal fatendo sucoessivamente
passat a V. S. de eontadc r desta ihesouraria para
o thesouro, para a rcpartic*J fiscal e*n Montevideo
por occasiao da guerra do Paragaay, para a al-
tandega dest prdvincla, o flnalraeale para o lugar
de inspector da thesonraria de fazenda da mesma
provineia, d promotes de quanto sabia -zambem apreciar o
merito real.
a Com a manifestax}ao dos seas sentimentos, os
abaixo assiguados fazem votos para que novas e
v'antajosas noneacoes eontiiruem distinguir o fnnc-
cioaario publico que, depots de mais de 30 annos
de boos servicos ao estado, sd se acha com o seu
taleato e uma hoorada goLreza.-Rayamo.do Joao
dos Reis, Frederico Augn*to de Lemis,. Manoel
Jote Pinto, Antonio Jeronymj de Oiiveira, Manoel
Antonio Cardoso, "Francisco do Sal lea de Aodra.le
Lana, Januario Corrstancio Monleire de Andrade,
FUxencio da Costa Otiveira, Jesuino Rodrigucs Car-
doso, Cyrtaco Antonio do? Santos e Silva, Heleodo-
ro ts*, Pedro Heginaldo Teixeira, SilvtnoClaurJianoda'
Albuquerque Sohreira, J otiqwim Jos6 ie Oltveira,
Domingo* Affenso Nery Perreira, Francisco Arito
nto do Oiiveirae Silva, Antonio Rufino da Andra-
de Luna Junior, Franeheo Laaro da Silva Costa,
Ezequiel tfctfrna e Sa, Antonio Serapiao de Car-
valho, Sebastiao Muniz Barilii Pyrrho, Agripin
de Ahreu Piatho, Francisco Sabtno Coelho dcSam-
paio Junior, Jose Sebastiio Banlm Pyrrho, Epi-
jiliaftio Pedrosa, Manoel Jose" Marques Bacalhao,
Pedro Alfonso de Meilo, Eugenio Marques de Amo-
rim, Manoel Joaqafm do M randa e S raza, Rodol-
pho Luiz de Mello Santo:-, lose Candido Viegas,
Manoel Victor Fernandes 3arros. Antonio Maria
de Miranda Seve, Carlos JoJo de Souza Ccnea,
Joao Zeferino Rangel de Sampaio.
Meus Srs.-Agrade-ovos sinceramenle a pro-
va de amisatte quo acabais de dar-me.
Este acto que hnje prHeais, impdrta a maior
gloria para mim, como e para vos da maior satis-
faean.
a E' para mim .da maior gloria, porque senho-
raj, 6 e sera sempre giorioso para qualqner que,
ajudaJo somenle do sen-trabalho, do mais stricto
cumprimento de^sous dewres, transpondo urn a
um os dfgraos da escada social, chega, couia eu
cheguei, ao termo da sua earreira cercado da es
tima de sens eoncidadans, e, o que e mais ain la,
da dos seus eompanheiros de trabamo. essas teste-
manhas de sna viJa intima, qus nao podem ftr
enganados, e que so conce'lHra honraa, cimo
aqutlla qua hoje me oatorg3is quando sao mereci-
das.
E* para v6$ da maior satisfacao, aenhores,
porqne sein|re 0 foi aos homens de bem, as almas
nobres fazt-r justicd aos ouiros, nobHKar o merito
oo.lc creein one elle exisle.
Sao penseis qoe haorgulho nn que levo Jito :
o fiVdr com qne me iralais imnobreee tne sim, mas
nao iiie torna orgnWojo. Nnnca em ininha vida
deixei-me tunar de-se mao sentimeiHo, e hoje me-
DOS, qiie nun.ra s^ria del e accesstvel.
a Eiiclireco-nte, senh iim, son o quo fuzeis, por-
que sei quo a fazeis espo itaneamente em reconhe-
-ci.Tiento do men pespn-.'.i' merit) qua vos a|iraz
giarJ-iar tan a:npt>mcin*, B digo o awim c n as-
u frani|.i-'7.a, pnrqnc s^ri:i, nao inodestia. rtias uma
oifensa a to*, a HMr-vos: u eu nao rn Aiada uma ver_ HrhIMms, .-igradeco o v.^o
favor: aqui nao ha Hesle momento nem ehefe nem
empregados : tisieR amigos, eo npanheiro3 da
mesin i romagem naoarrrtin Ja vida : se mo sois
grans, porque tenhs sabido tratar-vos corno muito
j iiierot'eis, eu tamb.-m vos devo o mais viv* reco-
nlieeimenl'), porque em vos t. oho eneontrado ex-
ccllentes coropanhesros, verdadeiros auxiliares,
linceramente dedicado? ao servico pobhco';
i|erteavo-no9, pois, reciproiamente as maos ccon-
tai com a minha amizade como eu tenho sempre
eonudo com a vossa, a qua principalmentc devo o
pouco quo hei feito no desempenho do lugar, que
sirvo na reparticao de que todos nos somos em-
pregados.
Pastadorta de fazrada.- Aesta repar-
ticao pagam-se hoje as seg'iiniea foihas:
Empregados do recensea neuto, arsenal de ma
rinha, comjianhia de aprmdizes marinheiros e
pra;as de prel reformailosL
Boa presa. Honterci, a tarde, o 8r. lenenie
caronel Decia de Aquino Fonceca, subdelegado da
freguezia da, Boa- Vista, prenleu a Francisco de
tal, conhecido por -CIhco damnafa, autor de varios
ferinieutoseate de mortes, segundo dizem.
0 Hprisiooado acba-ae pronuaciado por crimes
de ferioaeoios graves. Foi i>raao no Caminho Novo
ou rna do G nd da Boa-Vista.
Foi um cxeoilonte aervitjo essa captura, visto
cdmo alliviou do serios trrrores aos habitantes de
alguns ;.ri-abaWes, nos i|a..es o damaado Coimtj
fazia proezas, eseapando jem[,re a atcae da auto-
ridade.
OkelM. Pessoas vindw do sul da provineia,
nos dizeui que os rlo Ipojuca, Pirapatna e Gur-
jati, tivcraiu grande aug'jento do volume de suas
aguas, em consefluencia das ultimas ctiuvas.
i*r>'ameni8<- >'a villa do Brejo da Madre
de Dens, acaba de dar a alma ao Creador, viuima
de antigot padecimentos, o Sr. bacharel Joao Alves
Merguluiio. qua -foi em daas legislaturas passa
das membro da issetnblia dia provineia. Era
o Sr. bacharel Mergu'b-o dotado de cara:teres
recommendaveis, e diguo cle apreco per mais de
um titulo.
A' sua itcoiUolavel laiiilia nossos sioce'os
pesames.
AdministracMO 1 correio.-N mez
de abril arrecadoa esia reparticio 9:6i2al30
Em igual mez de 1873 8:777*980
O rendimenlo do mez t.!t;mo dovideae assim :
Stlhs 3:Oi6O?i0
Cartas 2:036a">60
ASSIffftntes 1:280*000
Ageucias 1:393*320
Premios 36*8' 0
Biolumeotos 1*000
Multas 5iJ*20!J
Movimentos de fundos 1:613*200
Telegramaia*,-P,cebemos honiemosse-
gumtes.
Bio de Janeiro, 4 de abril. Cambio sobte
-Loudres.23d.por 1*000.
A loteria 507." corre no dia i do corrente.
Rie, 5.-0 vapor fraao Slo Grande, sahii!
ho|e as 8 horas da manbi para Bahia a Pernam
-' ufO.
>( Para, 5.0 vapor amerieano Ontario, sahio
boje para Nesv-Jfork, por S. Tbomaz.
t'arece cuMindo : Morad^res da ruadi
Aurora, proximo a estacao da viaferrea de Olinda,.
nos peaem para ehamar a attencSc da autoridade
-oiupetente para o.abusivo costuiaeque tern os eg
.:ravos de uma das.casas dahi. de laacar todas as
noites, das 7 para 8iioras, nguas servidas e outras
.malarias aorio, perfvmtndo \Aq aeapaco cam
e;5eacias pouco agradave?.
Sloi-cado pnbUro, Sob a rubrica Scien-
etas, publicamo3 hojeeia .tosaa 8.* pagina a pare-
eor do engenheiro Wouthier sobre o projecto do
raercado da S. Jose do Reeilt, com as modifica^5es
per elle feita?.
Ja6aiuo.-Teado obUdo dona aiezes de ii-
rnea o delegado de policia-da villa de Jaboaiao,
Dr. Araaro ioaqumi Fon3eea de Aiboquerque,
passara hoje o exereieio de lal caeto o l'supplen-
te capitao Manoel- Barbosa da Silva.
Congreaao litterarl. Qointa-leirareu
jjir-se ha eata sooiedade at horaa e no lugar do
icostume.
Ordem do diaIffparie. discuseio da ikcae :
! amelhor forma de.^ic4o-a indireeta, a
ilirv.cta ou o suffragio uaiver.sal ?
a parte-Qual e mais raeional, amagistratu-
ri.eieotiva ou a nooieaaa p^.lo pudor eiecot
Lterla-A que se asb,i a venda 6 a 9S.1 a
J}. 6 do corrente.
leH^o.-Hoje, 6, conticna o agonte Pinto s
i;liodM -Imhiios a ferramenta para naroMMirui-
foi*il,n'ogiio. pianos a mais objeetos da uito.
oa Je pianoi da rua do I nperador n. So. antiga
casa doSr. J. Vigoaa, icado tudo sera vendido-ao
c rrec *3 martcHo. .
ftwa/fc iit de deteneao do dia 4 de maic de 1874.
. BMutian.prtaot 359, .m raram 5, sahio l,<
exi&n 363.
A'MMr :
IteioBMB 285, malheres 10, estrangeiros 26,1
eam 38, eisraTas 4.Total 363.
jUimentados 4 custa dos coi'res pnblicos 293.

foSo 1-
Tiveram alta
Jcao Pereira Comas. -
Mequilino Lopes de Oliveir,a.
Estevao, escravo de Francisco Ribeiro Pinto Gui-
nuraes.
Coaaitcrio public*. -Obitu.ario do dia 4
do corrente:
Felicia Custodia ilo Sacramento, psrda, Pernam-
buco, 90 annos, solteira, S. Jose; velhiee.
Maria Raymunda, parda, Perjambuco, 40 annos,
casada, S. Jose; gastro entertte aguio.
Albert Bleltner, branc, Allemanha, 19 anoos,
solleiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
rella.
Ama Joaqnina do Sacramento, parda, Pernam
buco, 32 annas, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro
M; variola.
Jos6 Emilio Alves de Onveira, branco, Parnam-
buco, ignora-so a idade, casado, Santa Anonio,
casa de deteneao ; colite ehranif a.
Manool, pardo, Pernambuco, 1 anno, Graca ; fe-
bre peraiciosa.
Landehna, parda, Pernambuco, I anno, Santo
Antonio; espasmo.
Manoel, branco, Pernambuco, Boa-Vista ; fra-
queza congenita.
Joao Antonio de Mello, branco, Pernautbuco, 54
anuos, casado, S. Jose; amollecimento cerebral.
CHRONKCA JliJIWIARLL
TKIBIJUAL DA RRLlC.tO
SESSAO DE 5 DE MAIO DE 18*74.
?RESir>ENCIA. DO EXM. SR. COJJSELHEIRO CAE-
TANO SANTIAGO.
Serretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
emb3rgadores Lourenco Santiago, Almeida Alba
querque, Molta, procurador_ da coroa iuterino
Domingues Silva c Souza Leao, deixando de com-
parecer o Exdjs. Srs. desembargadores Silva Gui-
marSea, por presidir o jury do Itecife, e Accioli
por incommodo de sande, e Reis e Silva, por
estar no gozo de licenca, abrio-se a sessao.
JULGAMKNT03.
Recurso do fallencia.
Recorrente o juizo especial do commercio, re-
corriJos Pereira dc Mello & C Juizes os Srs. des-
embargadores Almeida Albuquerque, Souza Leao
e Lourenco Santiago. Deram provimeuto a des
proounciaraaj os reos.
Recursos crimes.
De Goyanna.Recorrente o juizo, recorrido frei
Joaquiroda Santissima Trindade Cordeiro. Juizes
os Srs. desembargadores Lourenco Santiago, Do-
mingues Silva, Souza Leao e Almeida Albuquer-
que, -'mprecedente.
Do Recife.Recorrente Venancia Maria da Co.-
nha, recorrido Candido Feitoza. Juizes os Srs.
desembargadores Almeida Albuquerque, Souza
Leao e Domingues Silva.Improcelente.
De Palmaira dos Indios. Recorrente o Juizo,
recorrido Ignacfo Ferreira de Carvalho. Juizes os
Ss. desembargadores Domingues Silva, Lourenco
Smtiago, Alaieiia Albujuerque e Souza Leao.
Improcedentte.
De Maceio.Recorrente b juizi, iccorrido Ma-
noel Seraphim Barbosa. Juizes os Srs. desem-
bargadores Souza Leao, Almeida Albuquerque,
Lourenco Santiago e Domingues Silva.Julgou-se
improcedente.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Lourcngo Santiago ao
Sr. desentbargador Reis e Silva :
Appellacao crime.
De Patos.Appellantc o juizo, appellado Bene-
dicto, escravo, por seu curadnr.
Appellacao civel.
Da Imperatrjz. Appellante Felippe da Cunha
Lins Mataraea, appellaJo Manoel Jaaqnim Duarte
Guimaraes.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Accioli:
Appellacao crime.
Do Limoeiro.Appellante Antonia Maria de Je-
sus e outras, appellado o jnizo.
Da Madre deDeos. Appellante Joaquim Fer
reira de Lima, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Souza Lelo :
Appellacoes civeis.
Do Recife.Appellante o Dr. curador dos au-
seales, appellado o padre Albino de Carvalho Lessa.
Da Parabyba. Appellantes D. Antonia Games
da Siheira e ontros, appellados o bacharel Daiio
Gomes da Silveira e ouiros.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
deseiTtbargador Lourenco Santiago:
jtppellac5es crimes.
Appellante o juizo, appellado Manoel Nery Tei-
xeira Borba ; appellante Jose Gomes da Silva, ap
pellada a justica.
Diligencia civel.
Ao Exm. Sr. desembargador procuradoi- da co-
roa :
Do Recife. Appellante a fazenda, appellado o
viscende do Snassuna.
Vista as partes.
Appellacao civel.
Da Escada. Appellante Joao Carlos Cavalcante
de Albuquerque, appellado Marcelino de Barros
Branca.
EsiSo para ser julgados :
Appellacoes crimes.
Appellante Jose Bernardo Moreira, appellado o
juito ; appellante Francisco Pereira de Lyra, ap-
pellado ,o juizo.
Gccrrou-se asessao ameia hora depois de meio
dia.
ae avalio cm poueo mais 04 msno-

Be e exacto 0 que dizewt
^~~~~~ft mio de tinta e miis ctutosa e traba-
por conseguinte mais
cara qm: as ou-
cado 1 13 mnito lucra com a con
do diln telheiro, vi^to quo podera exec aw* I
t> ediQwo, sen> oiaii-iiMi; is e dilicnldades qa
, deva concorrer com
mosir.o telheiro, c c
a fftoia. 'CimafVia devo cateador.
B' ofliwieflKb a honra de expor a Vv. Ss., tptSc jSRii que e exacto, quaudo so tra de pinturt
resolverao 0 que julgarem conveniente. com tinta e oleo.
Recife. 3 de agosto de 1873. A 7." Se nao era necossario este rAspamento
Deus gaarde a Vv. Ss.-Illms. Srs. presideate e mao do oleo bem queite, para que 0 compro-
vereadores da camara municipal.-O engenhetro,' headi no orgainento ?
Joao Lug Victor Lieutkitr. Com as respostas da 2* e 3' pergnntaa, flea pre-
ijndicada esta ultima
Illms. Sra.Cuatprindo a ordem de Vv. Ss., qua E' 6 que tenho de exoor a Vv. Ss.
me foi transmittida pelo Sr. Dr. seeretario, era1 Deus guarde a Vv. Ss'.Recife, 14 de outubro
offlcio de 8 do corronte, passo a responder as | do 1873. Illms. Srs. presente e vereadores da
\nwu os ptviHCitw* j* \i\ lympaibJuada
ie com 0 rcftio fin: le G.
-Vaseoncellosi
sete perguntas do Sr. Dr. Lobo Moscoso.
A I." fjuantas vezes tenho ido a obra do mer-
cado puWico depois da minha informacao de % do
mex de selembro f
Direi que nao tomei nota, por este motivo nao
posso sa tisi'azer a esta perguata; porem 0 que pea- pagos'
so afflan^ar a Vv. Ss^ e que muito poucos sio os Olllcios
dias nae deixo de comparecer naquella obra a Da preiidencia, mandando pagar ao superinten-
estas faltas sao mottvadas por causa daoutros afa- tente da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco
camara nraaieipal.0 engenheiro, Joao Luiz Vic-
tor Lieuthier.
Tkosonraria de fazeutla.
Foram remettidos ao Sr. thesoureiro para serem
ceres do meu cargo.
A 2j-Se tem sido europrida com exactidao a
condicao 20 do contrato, e se eu dispense! a mio
de olee bem quente ?
Direi que tend)-me declarado 0 empreiteiro^que
tedo 0 ferro do mercado, para se provinir a oxi-
datvln durante a viagem, liuha recebido uma mao
da oleo quente com minium, 0 que weriliquei ao
exame que ftz nas pecas, julguei desneeessario
tomar-se a passar 0 oleo, visto que 05 ferros ja
linham sido pintados, a tanto mais qua lodo die
tem de receber alein da mao da zarcio, que pre-
sentameote se esta passaodo, m is duas maos de
tinta de cor.
A 3.*Se todo 0 ferro tem lido bem rajpado e
pintado ?
Responderei que, pelo que tenho presenciadi
e examinado, parece-tne que este servic (em sido
faito com regularidade e cuidado:
A 4-' Se era mats conveniente que as pee-as
fossem pintadas antes de serem unldas umas as
outras ?
Responderei que a pintura das pecas separadas
e em baixo, e muito mais facil e meiiGs dispen-
dioso, do que sendo alia feita depois4o assentada
nos lugares competentes, e sa 0 arrematanle nao 0
tem ft 1 to assim com todas as pecas, e sem dovi-
da porqne (am querido adianlar a rravacao ; com
tudo o mesmo arrernatante tem tido 0" cuidado
de mandar passar tinta nos lugares das juntas da
maior parte das pecas antes de unit-as.
A S.'-Emraanto avalio 0 iraporte da mao &z
oleo bem quente que esta estipulado na condicao.
20?
a quanlia de 27*200.
Da mesma, aos emprezarios da illuminacao pu-
blica a de 692*100.
Da mesma, ao cabo de esquadra do segundo ba-
talhao de infanleria Antonio Jnaquim Maria a de
8*000.
Do inspector do arsenal de inannha, com uma
conta da compabhia de Beberihe na quantiJ de...
210*000.
Do mesmo, com uma conta de Anionio Francis-
co de Panla do Rosario na de 32*490.
Do director do arsenal de guerra. com uma con-
ta de Luiz Clementin j Carneiro de Lyra, na de...
112*000.
Do juizo de orphaos da capital, rcjuisitando da
q tantia de 50*000 ao Dr. Graeiliano de Paula
Uaptista.
Do mesmo, a de 1:157*420 a Joao Fernandes
Povoas.
Do mesmo, a do 407*640 a Antonio S. Goncal-
ves da Silva.
Requerimentos:
De Antonio Pedro Dionizio.
De Manoel E;lanislao da Costa.
De Franciseo Aogusto Pereira da Costa.
Do capitao Francisco Antonio de Sa Barreto Ju-
nior.
Do Dr. Francisco Borges de Barros.
Da Companhia pernambucana de navegacao
cofteira.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de maio de 1874.
0 3 escripturario servrado de secretario,
Pedro Reginaldo Teixeira.
TABELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE ABRIL DE 1874
DO CORRENTE ANNO FINANCEIRO, COMPARADO COM 0 DE IGUAES MEZES DJS
DOUS ANNOS ULTIMOS.
Imporlacuo
Direitos de consumo.....................
Dilo de augmento de 40 /, 34 /., e 18 0/q.
Dito de dito de 35 /....................
Dilo do- dito de 3') /., 250/o e 21 0/o.......
Ditos addkaonaes de 3 %.................
Expediente de o '/. dos gensros livn.8 de di-
reitos de consumo.....................
Armazenagem...........................
Despacho maritime
Ancoragera.............................
Exportacao
Direitos de 15 % do pao Lrasii------........
Ditos de 9 / ue exportacao...............
Ditos de 2 1/2 % idem....................
Ditos de 1 1/2 % do ouro em kirra.......
Ditos do 1 /o dos diamantes...............
Expediento das capatazias................
Interior
Renda da typographia nacional............
i proporcional por verba......
Sello do papcl< fixo......................
(adhesivo..................
Emoluraentos ..........................
Imposto de transmissao de propriedade, a sa
ber : de 5 "/ da venda de t-mbarcacao...
Dito de 1 % da arrematajao de bens moveis.
Extraordinaria
Receita eventual.........................
1S73 & 1874
Deposilos
Depositos de diversas origens.............
Dizimos da provineia das Alagoas..........
Dito da provineia da Parahyba............
Dito da provineia do Rio Grande do Norte.
Contribuicao para a casa dc caridade.......
498:739*966
160:518*982
1:257*616
26:215*818
2:806*940
3:763*'i.'i8
127*217
5:143*096
103:607*534
1872 a 1878
5*000
41*900
641*800
605*320
256*000
1:126*512
864:857*159
8:574*181
3:063*902
876:493*222
660:7575151
176:707*6i4
3:347*774
118:800*184
3:294*039
141*683
7:592*750
201:545*008
,5300
15*000
27*280
;;o3Mwo
716*840
2:401*53;
1,175.882*390
5:632*544
8:671*023
2:254*584
1 192:440*oil
1871 a 1872
741:636*132
181:801*333
3:629*617
136:617*640
5:076*885
3.923*787
7:474*730
307:029^480
83*700
1*000
2*000
1:400*400
777*310
5S*000
-J-S133
1:559*764
1:394:090*955
32:096*477
18:2865fjk7
6*6 89
2:563*3
*,4i7:0i4*0d5
Alfandegade PernamHuco, 4 de maio de 1874.
Sj.rvindo de chefe da 2* secgio,
Jose Gonqalves de Oliteirn.
0 3 escripturario,
Francisco Lnpc) Cardim.
CAMARA MUNICIPAL.
Illms. Srs.Informando sobre 0 reqoerimento
que junto tenho a honra de devolver a Vv. Ss., de
Jose Auguao de Araujo, emprezario da construc-
cao do novo mercado pubiico de S. Jose desta ci-
dada, pelo qual reprosenta sobre os erabarajos e
impossibilidades em que se acha de executar a
relerida obra por parte, de forma que possa para
elle ser reniovido os acougues e mercado da fari-
nha, como foi por mim planeado, e diz que na
Europa foi de opiniao 0 engenbeiro Wauthier en-
carregado por elle da direcc4o c estndos das obras
na parte t-.chnica e dos proprios engeoheiros cons-
tructoros das obras de ferro, que 0 peticionario
encoutraria serios embaracos para construir a di-
ta obra por paries, visto corno sao o> dous pavi-
Ihoes a a rua coberta que descanca sobre as co-
Inmnas de ambos, formando um todo que nao po-
de ser desligado :em prejuuo da coustrucgao,
achando so ignalmeitte encadeiados os importan-
I'.'s uivelameulos, esgutos e mais obras dellescon-
cerneotes em todo 0 pavimenlo do edilicio.
Lembra 0 supplicante a inconveniencia do ser
aberto ao publico parte do edilicio sem ter as pro-
porcoes para seu policiamento, liropeza e eonser-
vai;ao, e conclue -dizendo que e de absoluta eur
gente necessidade a construcgao de um telheiro
com propcrcoes suflicientes para se estabelecer
provisoriamente o acougues a 0 mercado da fa-
rinba, ale a cunclaisao do novo edilicio, a declara
queaao duvidada facilitar os meios de Vv. Ss.
executarem com mais economia a ^routptidao u
referido telheiro.
Cutnpre-me dizer a Vv. Ss. que e certo qua 0
art. 18 do orcamento Ja.-ia obra, determina que
alia seja executada par .panes, para serem reraovi-
dos os acougues para elle, logo qua setiver de dee
raanchar 0 mercado actual ; reconheco hoje 0
grande emoaraco e ditlicultiade que tamo emprei-
teiro da cuwpnresta clausuia do dito orcamento;
0 edilicio do novo mercado publico, conforma ea
projeeiado, forma com effejto um todo homogeneo,
a construil-o por partes, seri'cora grandes diffl-
culdades, 0 mesmo pode comp.rometur a solidez
e perfeicao do raesmo; alean5o3innvenierjie- ci-
tados poiu peticionario. raaoottc-o iguainjwka que
seta iouitoprejudieial para a lllma. camara en
iregar se ao publico parte Jo dito edilicio sem
estar to'lo mercaato oonciuid?.
Direi francMsaotaa Vv. Ss. que 4 lembranca
gpe live de apro.veitar parte do novo edilicio pan
se eollocar provisoriameute os acoagoas, nao In
das mais felizes, e j>aee-me que fui leva io a isfo
por uma idea de eeoBomia m.il eotendida; hoje ve-
jo quanto e toooiwewente, a sou da opiniao que
so so-dere abrir 0 nova aercedo /juaa-Jo e la es-
liver lnterinamaota eoncluido, depois de confec-
cionado um regulamenlo beru'estudado e nomeadoa
a eatabeleeidos os seus empnegados, enii t no dia
mareadopor Vv. Ss, se f.tfa a inaugurajao com!
as formatidetoS Ao eatyl >: parece (Be qua
i*'naente desta forma podera prcvenir no novo
estabelecimento a importayao dos maos a pernicio-
dog actuaes.
0 tc n as diaeu:''-t' necessarias para se
estabeleoer provisoriauenie us acoagues ea veada.
da farinha, pelo orcamento que calculai e que
apresenlarei lo> qua Vv. Skme ordaaareffl, ini'
poru em 9:000*0ii
Cumpre-me, portm, der a Vv. St., que-pajsjal
ce-me quo p arapreiteiro das obras do novo me'r?
PARTE POLinCA
I'AHTIDO CO\NRRV.tE)OR
RECIPE. 6 DE MAIO DE 1874.
iVum dia ou n'outro. aqui ou alii, se vaomani-
festando os mais evidentes symptomis de descon-
tentamento, e, 0 que e mais, de desamor e desres-
peito as instituirues.
Quern ler as palavras acima, com as quaes da
principio ao seu artigo de fundo 0 orgaopioe<<
ciano, n. 279, acreditara certamente que 03 seus
notaveis redactores consagram as nossas inslitui-
cfoes 0 mais acrisolado amor, que ns impelle a 1a-
mentar os evidentes symptomas de descontenta-
mento, que se vio maoifestando no paiz, aqui e
alii contra as mesmas fnstituicoes; entretanto
quanto nao se farao illudir os leitores da Provineia
acreditando que aquellas palavras acima, cahidas
do bieo da penna desses escriptor?s sao a copia
expressiva dos seus verdadeiros sentimentos I
Com effeito, nao ha mnito, extasiados pelas ins-
til, qnando falla em liberdade, sem garantips
reaes...
Accrescente-se a hto a constante alicantina
monarchia pessoal que, a um terco de seculo,
feito da represeniacao nacional uma burla e dos
costumes publicos um arremedo do baixo imperil
e ter-se-ha a medida exacta da predileccao desses
dyscolos pela mais liberal das consliluic5es.
Ha pouco registramos tambem um docuraento
bemclaro do apego dos liberdadeiros procinc-.a-
nos pela nossa forma de governo.
Ei-Io:
Sim, nos temos razao, quando classiiicamos de
risiveis essas formas apparatosas dos governos li-
vres, com que 0 Brasil se pavonea, porque a rea i-
dade na pratica desmente. Essa lmguagam, le
que as nossas leis se ser /em e a coudeainacao da
nossa vida politica.
Quid magis dicam ?
O que querem, porem, esses liberaes delei nao
e my3terio impenetravel.
Deade que 0 poder pessoal levantar aioterdic?So
que sobre elles pesa e tao merecidamente lancada
tituiroes inglezas, conferiam a estas a preferencia Pel P^*>laQtas vezes dludido por seducloras pro-
sobre todas as formas de governo. 1 messaa, desde esse dta se irao dissipando esses eqi
Eis as suas proprias palavras : 1 denies symptomas de descontentamento, desamor\e
i A Inglaterra e tvpo do governo representati- desrespeito As inttituicSet qoe aqui e alii se vio
vo; adora-se alll a"imagem da patria, flue e 0 manisfestwido, e 0 presligio da mats liberal das
idolo de todos. instituiQdes sera plenamente reslabelecido 1
t A constitnicao britannica realisou essa espe^ | 0 que-admira, porem, e que a propaganda pelo
cie de milagre da democracia a mais liberal do! despresttgio e despreso da instituicio, que confes-
mundo sa ser a w<"'s liberal do mnndo, tenha sido
Agora, porem, escrevem 0 contrario, a saber: continue a ser astuciosamente fomentada por ess
t Vai se perdend) 0 prestigio da mais liberal, meamos, que simulant stneero apege a devota
das irwtituicSas, e nao e de admirar qae tambem
se va perdendo o respeito do povo.
Querem, porem, os leitores avaliar com raai3
exactidao os sentimentos dos liberaes procinciinos
pelo deaenntentnmento, desamor e dWesueito as i
nossas insiituicoes, e de que modo consideram es-
tae como aa mais libera's do mundo ?
Basla traBscrever estas snas palavras :
t Nf)s qoeremos uma forma de governo compa-
ti/el com a dignidade humana, quo nao nos seja
acabrunliadora, dispendiosa. risiiel e ridicula.
Sim, a nossa coustrtuic \o e fertil, abupdante,
quand? nos falla de liberd'aefe, ma?V}lie sftas ga-
r* ntias reaes
. M'Hos palavra, menos- bellesa de farinas a.
mais garaniias, araplas garanttas, e ai-niossa asp! paca extirpar a raiz
raeio eensunte 0 ohjectiTo da idea liberal. j "*"
Eis aqui, pois, como as palavras nlo podem trair'
0 pensameoto
A eaviUarao, a hypocrlsta deixam rahir a maa-i
cara a luz da verdade.
Quando esses prooinctanos cemacara a mair
a liber&lidade a poreaa daoosiai.lnstituieSes.tiin
toderaos deixarae recoraar as palavras Jo anas-,
tfado e cauteloso troyanno :
por essa forma risivel e appuratcsa de gooerno
vie, com que 0 Brasil se patxmea.
Causa do, com effeito, assistir ao tresvario dessi
publicistas da Provineia, que nio sao capazes
nunter flxas as suas ideas e sobrctudo em assu
pto de snpremo intercsse politico.
Custa a crer como um par tido que aspira a d|-
! recede dos publicos negocios e pretende sobracar
a inagnanima empreza da regenera;a: ncia1, poj-
I sa viver uma vida de subterfugios e recrirainagoHS
1 estereis, a) passo que nio cessa de denunciar ap
1 paiz um gerinen perigoao e fatal que tem provoca-
j do os nossos males I
Quando, porem, convidamos a esses atliletas dp
llberalismo para indicarem os reojedios h roicot
desses males publicos, ahi
vem em resposta as injurias as personahdades,
perdendo-se dest'arte em iutas acrimoniosas, 0
tempo, que deveriam destinar a causa publica.
Se precisassemos flelmente caracterisar 0 espi
rito bandoleiro 0 subterfugioso dos nossos adver-
saries bastaria aponlar a grave questao relig>osa
Sue ahi se acha muito iraperiosarxenle na tela da
iscassao.
Raro e 0 dia, com effeito, que nao surja na fo-
A adiuiiilMlraruu Pereira c n" l*ro\intia.
A proposito do quo avaoCamos em ontro artigo
sob 0 titulo deste pubiieado, irrompea a Provin-
eia, dedomingo ultimo, sob a epigraphe ingenua
conflssdo, com duas tiradaa cynicas de aoeitacao
agradecida ao Ihe termos afflrmado de face e alto
bom sotn, por outros termos, qua somente com
flagranle offetua deinjuriaao partido liberal da
provineia, podia dizer-te eUa seu orgao naim-
prensa da mesma.
Comprehedeu on nao a Provineia, 0 pensa-
meoto alii, elara e precisamante, exprosso f
Se comprehendeu, e da nma desfacatei rara,
qual a de ir ao ponto de orgulhar-se ao seniir-.-e
(errada na fronte por estigma degradante; sesrao
comprenbendeu, 0 que e mais plausivel, remelte-
mo la, por amor ao bom senso, a reflectir, nao, no
que naturalmente desejou dizer, mas, no que real-
inente exprimio na citada ingenua confissao, que
foi, na verdade, de nma ingennidadc alvar.
Aspera por demals, vcxatoria me9mo e ja a im-
pertinencia com que a Provineia, prelextando
apostolar a causa da liberdade, proclama-se seu
orgao na imprensa.
Insistimos sobre este ponto; e insistimos, por
que, nao ha admittir como liberal um orgao da
imprensa, que atlenta ceeamente, feriuamenle,
contra as conquistas mais adiantadas do liberalis-
rao, so porque, em parte, an grupo que elle sup-
poe representar, 9e coube por ventura a gloria dc
sonhal-as, por falta de aecio, de desinteressa tal-
vez, permiltio que a outros coubesse, a de realisa-
las no pe compativel as circumstancias a conli-
goes do meio em que se operaram.
Nio nos cancemo3 de repetir :
Liberalismo e 0 da politica, que uma vez acima-
da ao poder, atteadendo a mais segura manuten-
cao da ordem publica, facil de ser affeciada pela
mais ligeira irreflexlo, emancipa 0 venire escravo
e oppoe um dique a escravidao. Liberal e a re-
forma judicieria, que, se pecca, e por excesso de
liberalismo, 0 que a Provineia, uao poda apedre-
jar; liberal e 0 decreto de 2 de outubro de 1873 ;
liberal c a creacao da colonia Izabel; liberal e
hnmanitario e a fundacao dos asylos do mendici-
dade e de alienados; liberal e utilitaria c a pro-
pagacao da instruccao ein larga escala, como
actualmeote se da.
Tenha 0 partido, que assim precede, 0 nome
qne tiver, esse e que e 0 parlid0 de tradiccpes
mais honrosas, desde 0 Caucaso aos Andes, por
que e 0 partido que reconstitue a Italia, c unilica
a Allemanha, 0 partido que catninha, 0 partido
qoe liberta 0 Paraguay; 0 partido que ha de
soffocar de nma vcz para sempre 0 nltramonta-
nismo.
0 que nio e liberalismo, porque e negocio, e
mercancia, e agiotagem, 6 trau:p6r o abysmo,
um passo com Deus e outro com 0 Diabo, e depois
dar Ggas a um e outro ; pedir em nomc dos inca-
lidos, por amor dos validos; ser Caligula em i/s-
supinho e Spartaco em Belom ; fidalgo na monta-
nha e povileu na praca publica, is'.o n'u, nao e
liberalismo. Isto pode ser raeio de vida, meio de
gloria, e que nio e.
Ahi pode haver, cremos mesmo, que ha um
ftm ; um principio, e que nao : ha uma ancia;
nma idea nao ha de certo
A politica e uma sciencia ; tem 0 seu sacerdo-
cio. 0 que a Hi ha e 0 offlcio. Scis cuiiosos:
e 0 que basta para a cousa.
As censnras amofinadas da Provineia, ja ao
presidente, ja ao Dr. chefe de policia, ja a tod s
contra quein assestou a bateria lamacenta de seu
odio negro; tornam-se eada vez mais honrosas, a
proporcao que descem na gamma do decoro ; por
que, do mesmo modo que 0 elogio exagerado con-
fina com a ironia, e aiuexiuinba 0 objecto louvado,
0 insulto excessivo, a aggressao deslimilada sobre-
leva aquelle que 0 dasalia.
Mas a Provineia finge nao comprehender isto
mm

FBI
|y>,
MeElioiamei
Timei Danaos el domna ferentes. iha liberal uma puogente calibnaria eoutra bispo
Qjand 1 pretendem emboscar-se, tomam 0 das- e jesaitas (ttnas a essa arenga infructifera nao se
fer. a, sirautando triatajaa- a desapoiHsrmeiMo pelrr
rffenecauniieacBrso, m-alvjae-paia-faier lermli>
dewospsito 1 dttOmor, ^ae ii se Japoderando-Ho-j nar a eri3eqttoae<*e8 antetha lArnapfwiara e fu
tdt+jfammitrtibMktf'dM-emiUkitfht, om bel- mesta.
10 dia, erB?lm^auli*iu*rnlB-ao^rai ts w- Politiea d#*elicenc*aa>-de logogryphas, de agnei-
fr.8am -os (JrnkBWI'-iBgeedoi,' diatm do proprlotrtmento, que eonsiste era prociamar egoisrtua-
paiz : nenle :
a Nuda, comfHMammt4 nMtf do ^ne nos pro- j < Retirai vos do poder e saharemos 0 paiz. 1
mettea covtiiMfU, exisle de facto; as suas for-1 : Spieeranas, pocam, pela politics que te
mas sao appitktiosas de WM-i*, inflsto fu b'uir, respondem : -^ a politiea da stotu,
a reali lade desmente; as palavhas rotutdm'iJo* >e retaclK ettre a igreja e 0 estado I
artgos constitucloBaes eoaeagram 0 nome de li- Ivaletarrto alguni dos eseriptores mais notavei
berdade, mas uma vez pe3tos em pratica, 0 facto da Provineia vao ae retirao para 0 CJM* Pojntj
contrasta com a linguogem; a constituicio e far- lar, cujo chefe bonorario e 0 herculeo Ganganelli;
ton de Pernambuco,
VI
CONTRATO DE POMPAS FUNEBRES.
Nao ha duvida que 0 eohlrato celebrado pelo
Exm. Sr. commendador Dr. Henrique Pereira de
Lucena com Agra & C, para a execucao do ser
vico funerario nesta i::ade, foi um dos motivos
que mais tem excitado os invejosos da feliz e bo-
neflca administrajai de S. Exc. a que levoo-os a
empregar alvitres de tola especie desde a traicio
ate 0 vilipendio com 0 lira de 0 liostilisarem.
E' bem difflcil e ate nojoso entrar na apreciacao
dos es forces que alguns desses amigos de seus
mesquinhos mteresses oozeram em pratica, pri-
meiro para obstarem aos ajuties preliminares para
a celohraeao do contrato e segundo para se eppo-
rem a que elle fosse executa*o.
Sem quererrnos aprofnndar ossa questao, em que
parece que a decencia e 0 pudor foram um poueo es-
qnecidos, diremos apenas que ate a ju.-tica tomou
neHe uma parte mnita aetiva e tndebita, (orquanto
segnndo 0 pensar de gente de jnizo eentendida na
materia, 0 poder judiciario nio tinha competencia
para snstar es effeitos dc uma lei da assembled
provincial, approvada pelo presidente da provineia.
e ale"> disso faltava-lbe ella para se dirigir a ca-
mara municipal, a qual sendo subordinada ao pre-
sidente da provineia nao podia, salvo 0 caso de fl-
gur.tr como parte em qualquer questao, receber
mandados jadiciarios e dar cumprimento a e.les,
quando eram oppostos e contrarios as ordens da
presiden^ia, que estava obrigada a cumpnr e a
fazer cu nprir a lei.
Nao ha porem que esiranhar nessa pequena
exorbilancia do poder judiciario em um paiz,
onde parece que aquelles a quera esta conGada a
guarda 0 a defeza oa propriedade do cidadao, sio
os que menos curam disso, e quando os inieres-
ses politicos se debatem entre os direit-is civets, a
luta quasi sempre e vencida por aquelles.
A camara municipal, porem, como ja vimos, nao
procedeu como quem tioha nrerogalivas suas a
defender : aceita 0 mandado do juiz municipal que
ordena que se suspenda a lei da asserablea provin-
cial, consente quesejam conculcadosseus direitos,
mas afinal reconheee que nao devla ccder dalles,
e da execucao ao qua foi dispojto pelo poder le-
gislative, que nio pode ser ie rogado nem .-uspenso
pelo poder jadiciario, e sim pelo proprio poder
legislattvo.
Quem vice neste paiz nao se admira qne as
ideas, principalmente aqoellis que sao portadoras
de beneflci.s para as classes deavaKdas da socie-
dade, sejam combatidas e ale mystiltcidas por
aquelles que se dizam alistados nas flleiras da
opposicao, entretanto que sao sempre elles os que
maisfaflamem povo, em direitos do poco e tudo
quanto parece proprio a lisongear 0 povo: e fazem
guerra desabri la a tudo quanto pode ser favora-
vel ac povo, dado 0 caso- que 0 benencio venha
daquelles que suppoem ser seus inimigos po
liticos.
Analysemis os factos cooeernentes a his tor ia do
servico funebre.
Foi em 7 de maio de 1841, que pela lei n. 91 da
asserablea provincial foi ordena la a construecao
de nm oemiterlo publico nesta cidade, a carco da
camara municipal e dos estabelecimentos de cari-
dade I f Foi essa mesma lei, enjo espirito era todo
caridade, que Instituio em (avor daquellas duas
corporacoes 0 privilegio dos carros fanebres a
todos os mais objectos pertencentes aos enterroa e
funeraes 11
Nao e fora de proposilo transerever os princi
paea artigos da mencionaJa lei para se poder aqui-
latar a iajasii^aeom auesaaiaoa am administra-
dor ialerossado pelo bem puWico e pesos nelbc-
ramentos da sua provineia, s6 porqne e intatti-
aeota, e active, aaadescuida se de promover com
aaergia tudo quanto pode engrandecer sua terra :
compare-se essa admioinrar.ao de daiotlo raezea
com 0 longo-atpaco eai izoe nada se fez alom de
elaicoes, eoutratos onerosissimos para a provineia
ei rranjo3 de afilhados, e certamente que se ha de
fazer plena justica ao Exm.Sr. oomineoeador fcu*
cena.
Ve>attloes pnncipaes ariigaa da lei n. 91 de 7
de maio de 1841.
Art. I: A camara municipal do necife, na
conformidade da lei do 1* de outubro de I8!8,
artigo 62, 2, conjunetaraente com a adrninistra
cio do.pairimomonio dos hospitaes e estabeleci-
raaMdB do caridade procideralmaediaarriea
aedifeacao 4o < Art. 7*: Pi'-aai ipertencendo ao estabeleci-
memo do evmiferio os carros funebres, e todos
mais objectos a pertoncas necessarios para os ea-
r-terros faneraee.
Art. 8/.'No caso que a camara e a
tracio do patrkneaie dps lUabelociioeotoi. de ea
tlwcrB.a dispor sutfcieates- imks p-
ediflcar 0 oaasiratio a^^xaris naais
efcrem necessarias para por todo 0
"0 am andamonia aom' trsvirteian
los para contrahir ura emprestimo
is mais faroraveis cocdipws para esse fim
samanee, fliaado kvpathecaaaa m readas do mes-
nto t sUbel.viir.ont.. 10 do empreshaw
nio podera ser celebrado sem appr.yacaj do f re-
sidente da provinna.
','e se bem doe di^wsicSes dnssa fci, qne foi 0
p.-n-auieutu du le^ii,iilor dotar aala capital de not
raelhoramento de alta inportaaeia e nnreiaiilil:
porque ja naquelle tempo te eomecava a aeMir oa
pernicio-os effeitaa dos entemaaaMos nas igrrias,
e em segnndo logar favorecer a anakipabaade e
os estabelecimcntos pijs com oa reJdMos daa ptea-
pas fuuerarias : ma sem duvida a act 1 cidade e a
energia dos goTernadores daqaaliee tempos lel-ze*
sd poderam dar cumprimento ao-imroedialamen
te da lei, das annos depois como se vai ver.
Foi era 0 1* dia do mez de mareo de (851 qae
se abrio 0 cemeterio, talvez porqaa a febre ama-
rella no fim do anno de 1849 e ao correr da de
1850 estimulasse um poueo os morieos aaaMs da*
quella tempo, ou porque 0 posterior marqoee de
Parana comprehendesse a impossibilidade de snpnl-
tar nas igrejas os innumeros cadaveres prove-
nientcs da febre amarella : 0 caso e qne 0 cea te-
rio foi feito um pouco a pressa e abrio se sea
ter-se preparado os carros funebres.
Conhecendose a imperfeicao do regalamenlo,
que talvez um pou:o a pressa fosse confeccirmado.
foi 0 presidente da proviacia pela lei de 7 destalo
dc 1852 artigo 34, autorisado a reform*-lo, e em
25 de novembro de 1852 foi publicada a sua refer-
ma, mas os estabelecimentos de caridade a qtutn
a lei de 1841 quiz beneliciar, foram votades a om
fatal esquccimento, c 0 bemlicio, que para ja-
da los foi premeditado, evaporou-se.
Os principaes artigos desse regulamenlo pie
tao prejudicial sa lornou a Santa Casa da Bisen-
cordia resnmiram e lauto pensameoto do Rgi'la
dor de 1841: suas principaes disposieOes sobre a
materia sao as seguintes .
a Art. 6. So o ceinitcrio podera forneeer car
ros para couduccao dos cadaveres, e e-n su i
veito serao appiicadas as mnltas one em ris'.ura
da camara inuakipal forem arbitradas aoa icfi
lores deste artigo
a Art. 61. Em qoanto oerlabelecimenlo uj eu ,ii
terio nao esliver no caso de poder forneeer os
mencionados carro a camara mnnhipal realra
tara com um oa mais emprezarios aste hratci-
inanto, a preco taxado, sendo cbrigados os 1
tratanles a dar conduccao e caixio gratis aos ca-
daveres dos presos pobres a das peasoas mean 1
nadas nos ires primeiros SS do artigo 27.
Art. 62. Um reguUmeuin especial mareara a
qualidade e mais circumstancias dos r.icsmos tar
ros, assim como taxara 0 seu preco, e dstanmaari
tudo o mais que convier a bem deste servico.
Foi era virtude dessa lei qae se conf.'ccion 1
regulamenlo pelo qual a camara foi autorisada a
permitlir a quem quizesse funiar estaJvlecimeiil
de carros funebres, percebeado 10% sobre a qoatt-
tia em qne elles fossem taxacos, bio e, as prw (
ras ordens, licando os contratantas obrigad'S a
condnzir os oa.taveros dos pobres gratnit.i. >
oqua tambem ja ha .a sido prevtsto na lei T
de maiode 1841.
Muito limiiado foi 0 numero das casas q ie se
estabeleceram para semelhaote negecio, c m nas
nao [alba a memoria, havia duas a ma Nova, as-
sies citamada antigamente, e ontra ao pale do
Par&izo ; e so alguma oulra houve foi de scnen .
importancia que estas. A do pateo do I'araizo dc-
rou alguns annos, mas adoecendo seu proprietn: 1
ou aborrecendo-se do genero de negocic, proci;r u
acabar com elle, como de facto acabou.
Ficaram as doas da rna Nova, e os t'onos qae
por muitos annos cooservaram-s* com suas casas,
parece que afinal lembraram-se daquellas eogra-
?adadas e mordazes palavras do immortal p>eta
portuguezodecaniado Bocage,emprvstadas ao me-
dico, c lizeram uma sociedade, que parece ter tid 1
por titulo Quioteiro t^ Agra
Assim foi que depois desse eoelralo, e paiece
que antes mesmo dolla, pagava-se UJi. zim
3004 por ura carro fuoehre, quando pela tabella 0
raaximo era 404; e, se nao ha toaerafao, s -
mente peloaiuguel de um panoorico de cobrir
ferelro pagava-se 5004 e ate 1:0004, segnndo si
dizia de publico : entretanto a camara municipal
cobrava soir.ente a razao do que estava na tabella,
a ainda menos, porque havia sido adoptado nm
certo processo de facilitacao de enterramentos pelo
qual se tiravara grande nnm ;ro de guias adianta-
das na camara e 0 menor era das de prim, ira
elasse, ditia-se porque da primeira clsse morna
mrnos gente.
0 publico deve de estar lembrado de um caso
de uma moca do bairro do Recife, enjo cadaver
foi levado para 0 cemiterio as tres: oras da lar le
em um dia de sol ardente, tendo fallecido poccas
horas antes c conhedeado-se, na occasiao em qua
se ia encerrar o cadaver na sep'tllura fae elle
estavaexcessivamenle quente, h>uve lugar para
que apparecesse uma grande eonUwtacao entre oa-
rentes e coohoctdos da defnnta, e como no cem te-
rio nio liouvesse oa occasiao quem desse prcvi-
dencia alguma, foi 0 cadaver levado da novo para
a casa ou para a igreja, a so no oatro dia v"
para ser sepnltado.
Por essa occasiao, se bem qne ja hoovesse n -
livos mais que sulBcientes para ae tomarem
medidas coercivas] com 0 itttoito de se eritarrtn
ccrtos cscandalos, a administracio e a munic pa
lidala foram desperttdas. e alguma cousa -
para o Om de refrear o crime qne aavia alcado i<
colo e impavido progredia.
Depois de longos annos em qoe Qninteiro A
Agra ou Agra & C fruiram em santo ocio as c!e-
licias de seu ameno contrato. abrio-se oma pe-
queua casa pertencente a Panla A Hafra, qae
veio fazer ccmpctencta .i inellmtra qoe nio ;p-
plaudto talvez ao sen competidor ; e sane Dens se
somente o desejo de fazer am grande benefic "> a
Santa Casa de M sericordia, levoo es socios a Icr.i-
brarem-se de apresentar nma proposu para
rem annualmente a dita Santa Casa a somma de
25:0004, com tanto que em sea fever se estabele-
ce.-se 0 privilegio exclosivo do usn de talindusiia.
Foi a let da assemblea provincial a. 1.121 de 17
de junbo de 1873 que anlorisou esse privilegio, e
em execacao das suas disposicdes, 0 Exm. Nr.
commendador Lucera, em 17 de dezembro .i >
mesmo anno, depois de repetidos e diotnrnos an-
nuncios, realison com Agra A C o eoatrat.
hoje subsiste em saa plenitude, eoalra 0 qual ss
levaotou meio mundo e se poz em jogo a polities,
os ioteresse* mesquinhos, as mais torpes inlr
os odios inrastos 0 as raladorat imrejas, qne tolas
se acobcrlavam com os nomas de Panla A M
de que apenas se serviam para dissimular os sens
vtperinos inteotos, caprichos e vtnganeas I
0 qne se ha de fazer porem com esses pobres
de espirito qjaa, nao tendo mereetanmo, enteodena
que Itao de fazer carreira, eoaaeiHladavaefejadaes
inimigos daqnelles qne o tem T 0 homeni m
qualidades sobe a grandes altaras, porqaa 0 veito
tamhen imprime altos voos as palhas seccas < u
aos papeis tnnteis ; mas logo qne se apasigna 0
tnfao, elles proearam 0 po no 0 Cisco d'oada sa-
biram : e a razao porqne eUes sao raneoTO*->s ini-
migos daqnelles a quem nio podem imitar, p ln.-ne
estes aem sobem pelo tnfao oesa eahen quando
este cessa.
Grande foi a celenma, portanto, que se levan-
tnu por eaiua do contrato Agra dr C, saas nao p.r
causa dos interesses de povo, porque com eses
ningaera se imports ; entretanto certo qne o
contrato am sna essencia era muito favoravel as
classes deslavorecidas.
Em todos es paizes do aiundo se procara ba
muitos annos evitar tado quastfa pede projadscar
a saude pabHea, e sera'dsnrtda algeiasa a potre-
faccao doa earpos homanes e ama daquHlas cen-
sas que mala pode prejudicar os uues popalosos
por causa do grande namero da fefen.tm.1iw
diarios.
Seria muito enfidonha entrar aeete peqoeao
artigo era consideracoes rasaccthras ao modo de
eatoirameato nsado nos dilsreMsa aaaas antigis
a raodernos, em qne ainda aaa fei rfeciaidu por
jnizes competentes, quem foi qae mais sa adiaaku
em ci visisacio, sa es maderaaa, se as antigos : ha
faetos muito bstaesssaates qae poem em refevo
0 adiaataiueaao dee aatigos povos : aos uosbem
temos outros a oosao favor; mas nio sa trata disao
agrra.
Kesieaaearao dario temt
team fallal* eom 1
processo* amigos, e do conso feram psmeo e poa-
co se modiflcando, ate os nossos dias, Mad* ads o
grande prazer de affirmar qoe a maifcw esjpeHn
aos temos adianUdo maito a outros poses.
A Franca, qae dos iaaooaasat sssapsmfara jas-
tiflcar os nossos boas oa ssaeaftHaa, % qae p#
corwegnmte esta aeaaaae oc,;m fembtaaca, foi
talses a aasasaora do pirltOgie da asarcaacia
com,-os- hamanos restos mortoes e do qae fez
un praadaaeneficio aos desvalidt s.
Em 479* asram prohimdaa as ecDdoeeort d^s
i-adaveres a bragos : oaeorpas foi
5 J.ninis- isoladaraeate em am r**bfl^^F^
e aconeeaahad s por o
sados : deu
aoa pobres i>para eosapea
plica do 0 tltara^qi
familiaa.
A administraci) ajostoa com MK-Sabed a exe-
cucac Jo-se nma tabHI a
a-
sjirac*
l_ bKLj
I
i


---------
"- i ..
fc^^HHiTJ
Kifte d* f%rBAmfeu<- 4iutvta feiia & de Maio da 1874
sfaa
""i-J,!,t.,-;-
pcla qua! eranvtaimdos os objedos ; mas eomo 4
uxa da setmlMn fc$e ir*am ilb^|uc recebBi=o d* famJJias.0 Lagajnentoia-
-quiJIo que 6ITaS ttigissen fora da ItDeUiT
Este cqntrato tem rAnffei-ado quasi ura seculoj
sollrendo apcnas peqaefras aUerajoes, e tornou-se,
do lain.in'ia importaueia, que nosjultimos annos jai
foi" feilo sobcowlicao (le granites donativos para1
;as parochias; e em 4 de novembro da 1859 pro-
rogou o Napolelo HI par onze annos, p.gando o
emprczario mau JO por ceuto alem dos 50 po"
cenlo que ja pagava, sendo SO por cento divididos
em paries iguaes pelas parochia^, e 03 10 por cen-
lo pos'.os em reserva para serem distribuidos por
aquolla3qua fossem julgadas mais neoessitadasj
pelo arcebispo d* Paris de accordo com o prefeito
do Senna.
Na cOrte doimpcrio o privilegio do serviio fu-
oebre foi coucedido em 1850 a Santa Gasa de'Mi-
serieordia e executa Ju desde csse tempo sem que
se quizesse fazer uma revolujao por causa dalle,
on pelo meosrs sem que 59 pretendesse fazer medo
a autoridade, especulacao rte que se servem os taes
preieusos drfensore3 d;i liberdade e direitos do
povo.
Se a lei de 7 #c 'fflafci de 1847 fosse exeeutada
imffleai.itauiente, como era do espirito do le-
glslador. ha trinla e quatro annos estara em vigor
i'ntre 116s 0 sorvico de enterroso fuueraes. Cul-
pados fiiram amietks que duranle dez annos nic
acharnm n.-casiao pr<>pilia" para dar os necessa
rios passos para quo se luesse 0 cemiterio e set
execut isse 0 servico. Bin1 quanto se po le calculari
a rehda quo a Santa Casu delxou de arrecadiar em
34 annos .'
Temos por conseguintt que nao foi em Pernam-
buco ^Uc se inventou ura priviiegio de lal nata.-
reta ; fo< em Franoa que elle primeiro se fez, e-
di'fL'is no Rio de Janeiio ba 21 annos ; ainJa
menos fui 0 Exm. Sr. commcndador Henrique Pe-
rcira Jo Lueona 0 inventor d'elle, porque apenas,
i' que fez fui uxecutar uma I i da assenoblea pro
yinpial, por elle approvada por nao a julgar offea-
siva aos direitos do cidacao garanlidos pelos arti-
gos da canrtituicio do impcrio : lei que foi inicia-
da em 1841 e ignalmenie approvada euta pelo'
prRldunte da provincia, mas que fo na aetualida-
de foi reali Exm. Sr. comniendader Lucena.
No regulameuto dado por S. Exc. para ser exe-
eutada ;\ citada lei, foram prevenidas todas as,
hypotheses para nio se commelterem auusos, e
detorminalas a3 pcnas com que deviam ser pu
nido.
Pertenoe as autoridades competenteg ter a maior
vigiiancia para que osabusos nao apparec-tro nem
liquem impunes.
Se os pobros ja antes do conirato tinhatn as
gftndea vauiagen* de Bio fazvsm despezas-cam
os 1 merros dos sens partintes, era que foram elles
projuJicados aclualmente com ocontrato, q'ie con-
liniia a fazar-ilies 0 inesmo benelicio que d'antes ?
K 'jomo promover outr-as vsntageos pira esses
mesmos pobres (]ue se aoham necessiiados de mui-
IOS outros beuesses ?
Nio sao e-sa? comribuboes indirectas que po
dem vira-formar outros peculics doade nascam
uovos recursos para esses pjbres a quem tud)
faita, p.orque na.la se Ihes da, nem agua para be
ber, cxreptj a da chuva1?
E querara qHre li luenrrw alraz, ou que c-rtemos
a nossa carroira era mcij caminbo ? Noj que
temus dado tao agigantados passes em muitas di-
roccau, e que temosmuilo nos avanlajajo a ou-
IM9 novos que se tern em conla de muilo civilisa-
dos ? C'Miio realisar o progresso moral e mate-
rial da provincia sem promover os m.-lluramen-
loa qae oodeia e dev.111 de concnrrirr para elle ?
Ign^ra se porvei.tura que se acivilisa;:ad traz mui
las v.iiitageus e beneli:io.- para a soeiedade, 1am-
bem Iheaugmenla a necessidade n drtBeulta opro-
villk-llto dellas ?
E' aos govcrnos tionsunmalos na pruiencia e
ii 1 salijljna ipie 1 noumlie obstar ao augmentj
progressivo dos males siciaes, e nao e so nente
.idvugaiiJo 0 bein de pniicos que se consegoe 0
- Iwm [publieo : c multiplicando as fontes de que
po lem nascer os benelii:ios que se pode alliviar os
vexames das classes menos favorecidas da von
t:>ra.
Desta forma e que podcm os povos progredir,
porque o l'i>m-m se apcrbi^ua indennidamente
*pe1o-andar incessante das arfes e das sciencias c
Bellas esta tamliem comprehendida a politica. Sera
_.;i saiide do coroq. a inlalligetcia encontra tropecos
mbaracos em sen disenvolvimento : sem o-
ntnodos da vida naose obtem a saiide do corpo:
e portanto necessario procura-los e forneeeVlos
!';i largueza : 50 assim a-civilisac3o e uraa pro;-
peridade real.
0 Ex(m. Sr. corammJid t Henrique Pereira de
Luceoa, fazendo e conirato do -servigo morluario,
:ez brolar urn bcnoiioio de 2*.000f nimu .. lu
vinte annos para a Santa Gasa de Mise-
ricordia : com elles se facilitua a^onstruc.
cap de um asyli onde sejam recebidos e tratados
aquelles quo soffrereii a grande desgraca de per-
il, r 0 uso da razaj : e sera cam esses pequen )3
capilaes q ie se podera crear um eslabelecimemo
de scmelbante or lem ?
Se ha tanto tempo se sente a necessidadc desso
asylo, porque nao o pru.invi'ram aquelles que an-
tecederam ao Exm. Sr. Lusena na adminis-
traeao ? '
Se ja esiivesse adianlado 0 edilieio, agora pode-
.1 -or eoncnuao com f.icilidade; mas 0 que fise-
ram os anteeessores de S Exc. e esses que con-
tfa elle bradam furiosos, porque vdm-uj erape-
Dhado era rnelhorar a sua provincia ?
6 conirato do sorvico fuoebre foi portanto um
imnaaa)so b;nelicio feilo i provincia : 1.* porque
garauUi :is classes pobres a facibdade e a decen-
Cla di eoterro d^s sea: parentes ; 2 porque
concorre com uma avullaia somma pan a edili-
cacao de um asyl > de urgente e indeclinavel ne-
i-j-si la 1e.de cuja falla a provincia esla so resea-
tindo exlranrdinariaineiile.
0 Kxm. Sr. commendador Luceeoa em vjsta disso
merece as bcn^aos do Ge) e dos seus comprovin-
ciapos, qiie Hie sao recooheeidospelo iaf.tig.tvel
zelo de que tern lalo exnberantes provas.
Recife, 4 de maio de 1874.
A. de A.
SubNtitui^tSo *l*m |ii>4iiiutores.
A pnblicacao feila na Diario de houtem, de
uma promo^0 miub 1 nos aptos de fallencia d-Jose
Narciso da Silva & G., cunsideranda-me impedido
iui.i-'.'ionar cunio proinotor publieo, pur ter
si Jo advogado da ina-sa, lorca-me a dar as razoes
pelas qoies eulenJi eainda enteiulo que naquelles
aulos e era quaesquer outros em identical c'u-
cumslancias os promotorei publicos da comarca
do Recife se snbstituem reciprocamente.
Assim, a meu ver, slo manifestamenle nullos
tudjs os aelos que sao praticados pelo adjunt)
uos promotores, ou por um promolor nomeado
ad hoc, estaujj era exercicio os dous promjtores
da comarca.
agora mesmo, nesta sessao do jury, esta func-
cionaodo illeglmente um promotor ad hoc, quando
Mao exisle impelirainto algum da pane do pri-
meiro pronulor effecliv >.
0 decreto n. 4.430 de-J de oulubro di 1873,
que creou 0 lugar do 2" promolor publieo na
i:o,narca do Recife, para mellior regularidade do
servico, dividio a comarca em dous distriotos e
peiiaes para 0 exercicio das fuaccdes dos dous
promotores.
Mi- essa divisSi uai teve oatro um senao a
meilkjr ordem do sorvicij e'por cerlo nao im-
fiorti a separacao absokta das attribuicdes de
cida um delles, de mode que 0 promolor de um
. dislricto nao possa pralicar actos de sua compe-
(' tjucia no outro districlo.
E* assim quo 0 decreto citado n. 3,430 dispoe
no art. 3 0 seguinte, em termos bom claros e po-
-itivos :
A dinp^si'.iiodo artigo antecedente nao iahibtrd
os promotprcs de prattcarem ados de sua compe-
lencia em qualquer dn dit'rictos indistinctamente.
Porlanto, os promotores da comarca do Recife
eiercem snas fane?003 em todes oe- districtos cri-
minaes ; sao promotores da comarca e nio de
districtos especiaes ; ou a ales os promotores U3m
atniUoicoes cornula|ivas.
E tanto as^m que, no jary, qualquer dos pro
motores promove accus^io dos reos indiciado3
em crimes praticados nos diversos aisuictos eri-
minaes indislroctamenUt.
Ale in dess^i pulerosii>iaia razao,, o^cijorre que 0
idjunto djs promotores tem suas ittribucoes
designadas na lei.
Estas attribuieSes s5): dar denuncias. pjr in
te-medio d-n pramotores, e substitMi-fas em sem
"medimenti'i.
ergunu se : no impe^imeBlo de um dps pro-
maores da capital. qa,ro 0 d,Ve substitoir ?
_2S "^edimento d absoluto, eomo actoal-
- se da, por achavse Mm assento na* assem
bleappoviQcial, ou 6 simplesmente accidental,
L2 div6r'i0 caracter coma na hypothese nVu-
rsda prom^Sp da-la por mim nos autos'tfe
falleeia Jo TJarei^o.
-foprimeiro caso os premotores s* eabstitctem
"eciprcameate, porque lira igawfe atfritilt*3es;
vcl,public0, (Jue^se aigfi*tit' deoDiinuar a
dispensar-Ihe a sua confianr^a e coadiuvar-
5Wir*plE*o* tJrfe'9'emife%*a'grato. Ftoffe ser
ff^cdraiW era seH'eserrpWfftd rtw-dO' Im-
pcrador it. 4 2: das 9 horas da manna ds
81wB4drOTd&, nos dias tlteis, e m su
tfasa & t-aa do Coronel SuafBuns n. 161, 2
aodar. _^>
cotJQeeitv
DA
Simtissima Trindade.
Neste eslabelecimento de instrnccao e educacao
de meninas, sob a directoria da Etraa. Sra. 1).
Pliilomena Jersey, SDas Kxmas. irmas D. Lande-
lina Jersey e D. Otfndina Jensey, admiUera se edu-
candas jmeditute a pensao mensal de 40/, sem
mais (Utra despeza, e aprendem: lingua nacional,
iriglez, francez e italiano, fatlar, escrever e tradu-
zir ; geographia, arithmetica, historia, piano, dan-
ca, musics e desenbo; toda a especie de bordado^,
e os merhores principios da religiao christa No
interior do estabeleCHBento falla-se soaente: fran-
cez, e e incompativel 0 proiesaorato do sexo mas
cnlino.
<---------
I ma palavra relativamente am mor
leMiiiiM dos pwloao.es e da ar-
Kfnitn-
Toda vei que os pulmSes se ach sm lenfermes,
poJe-se cum toda a certeza duer que 0 doente
acjia-se a borda de uma enfermidade iocuravel.
e 0 primeiro. passo para tao perjgpsa sitaaclo e a
tosse. Torna:se, p&is, da maior imporiancia, 0 atv
Ihar-si para desde logo.
Se perguntardes comoisso se poisa realisar ou
> ,!!?^o5!^?^rW*r, respondereroos com 0 -Peitoral de anar
cab in ti de Koinp> -0 qual e extraM) e preparar
dj do uc:o balsamico de uma arvore do Mexico,
eonbecida desde ha muilos seculos pelos naturaes
daquelle paiz, como remedio pbderoio e sanf) pa;
ra todas as enfermiflades djs org'Jos da rftsp'ira-
Slo. JSsta admiravel prepafa^So', cjuVara a tosse
entro em poa:6s dias, e ale ihe3ino 4s vezes em
ppqea's horas, alliviara a asthma, curara a ioflam-
maQao "nVucosa do larynge e.-branchios, e impedira
a phtysica. Ein /dlUrerio ads Beitoraes e xaropes
fabricados dt ir|ctjp% Me jplros ingredientes
mais, na sua elaborada e delicada composicSo, nao
entra nealmma patlicular de awdo prussicd,
e como igualmenle se acha livre de antimo-
nio, iagredieute este que abundantamepte^se en-
contra na coirposicao ia'quelles outros-nao pro
duz, pis, nauseas de qualidad'e alguma.
ri^' seejiado-eajo, foreni^tcUbb saksritai|3^o
adjunio.
Aisla ba-poueo.ieait.0,0. tribunal da relacae
aduulaju.em grao da appelhjap umpioceao criv
nc,. QfAo -luivlaiaeulo de que 6 tarttfo dos 48 jui-
jjz d$f*cto linlta sido feila. pe to ad junto, estandt
0 -pramohr desta capital.ein-effecttvo exerticiu,e
0 adjanto em taes condicoes nil) podia extrcer
uma aUrihuicao privativu dos promotores.
A substituicao reciprbca dos funccionrrios de
juslica. foi expressameate estabelecida na nova
lei da reforma judiciaria, e foi um dos sons gram
diosos fins.
A lei tambem dividio as wmarcas especiaes em
districtos criminaes para at exercicio d)s juizes
da direito e substitutes.
Ora, so para 0 julgaraento dos prbcessoj crimes'
os juizei de'diraito sa BU'iStitaeniTeeipracAmeate,
o mesmo veritlei-se iuontesUvelmente respoito
dos promotores, que l*n attribuioiSas comulalivat)
e fuQccionam eoijonciarteate na mesma circums-
jriprao territorial tra^aia por lei.
Eutretanto. pela doutrina sustenlada pelo il-
lustre Sr. Dr. 1" promotor, seguir-se'ha que no
seu imjiedimento, uaraial oa accidental,, deve ser
cbamado 0 adjunto, cmn pratericao do i' promii
tor da comarca em effective exercicio ; 0 que
neceesariamente occasionaliau anomalia de func
ciinarem simultaneamenle tres serveniuarios,
quando so existem dous.
Ainla mais : seem todo c qualquef impedi
memo dus promotores deve 0 adjunio sulwtiuiir,
dar-se ba a hypothese muito repugnaoie de quei
0 adjunto tem.allribuicoes mais- amplas de quo
os pruprios promotores.
Actualaiedte 0 adjttnto csta no exercieto do,lu-
gar do 2' promoter : em um cas> especial. veri--
tlcanJo-se olmpedimento do 1* promotor quem 0
subslfluira ?
Devera ser
ad hoc ou e 0 adjunio cm exercicio da segunda pro
raotoria ?
A respo-ta raxo3velmente ntto pode ser duvido-
sa. I))sde qua existem 0* dotts funccionario3 em
ellectivo exercicio nio se pode nomear um tercet-
re ; a substiluiQip, neste caso., e reciproca.
E'por isso, que disse que, me pirece illegal a
nomeagao que se fSfe de a.m.pcoaator ad luc para
arcusar no jury em substitute ao a (junto, que
alias se acbava impelido. A meu ver, a accusa-
ijao devia ser promdvida, pelo primeiro promotor
em elTecli*) exercicio, 0 sem impediment).
Com. efleil), 0 art. 16.da let n,.S,OJ'J de 20 de
jeteipbro de 1871, dii:
Aofi.promoipres.incum'je assistir comi parte in-
tegrante do tribaml do jury a todos os jutgimen-
tos, inclusive aquelles em que hija accusa lor par-
ticular.
Lgo, a nomea.ao da um promolor ad hoc em
taes condicoes nao e le jal.
V'oltaudo aiod.i a quislao da substituicao re:ir
proca dos prinilorespara os casos de impedimjn-
to accidental, pareci-nos que 0 art. 21 d) regu-
lamento n. 4,82't nao pode deixar inns tfuvidas.
Dispoe ejle arljgo :
0 adjunto -dj promotor ,ovsuostitnira era suas
(alias oii impeaimentos, no servico ggfin da pro-
motoria; e havrndo { mesmi coinwc* mais de
um adjunto, ojivz de dy'eito desiguard a quem
deva tocar essa subslituirtio en primeiro lugar.
E' pois no servico ger'al da proaiotjria,' qu) 0
adjunto sab3l'tue a> promotor, e nao em u;na falta
ou impedimeato accidental.
HXo poda socvir para a aspe-ie controvertida 0
case di art 8 i' di gulim;at) citado numero
i,S2i.
Este caso e e-pecialissimo; foi a propria lei
quem creou desigaadamente 0 lugar da adjunio,
dos promotores para a corte com ordenado ccrto
e servindj de curadjr de orphaos em uma da- va-
ras especiaas.
Mas ainlrl assim la mesmo na corte, por infor
formacoes que obtive de pessoas cbmpetentes, a
substituic'o do aljuoto r6 se da ni filu ou impe-
dimeoto absoluto e tottl de qualjuer do> promo
tores.
Por estas valiosas considoracijes dei a promocio
que foi publicada no Diario de Pernimbuco de 2
do corrente, do que ainda nao me arrepenli, apa.-
zar da lurainosa cirrpsponlencia do dislincto Sr.
Dr. primeiro pro notor publieo da comarca, em
coalrario.
Recife, 5 de maio de 1874.
Gomes Parente.
l-Va-aumlu de \iunlin.
Nao ha 111 lior escandalo do que ver-se calcar
aos pes_ as leis deste pai/. : d'antes era prelubido 0
Sr. Qiiriii) J >a jaiiii Mulira ir a Fernando, e ate
prejudicial aquelle presidio, hoie vai com franqu;-
to, a diz q ie tem os nniores desta Wrra na mlo.
Ja nao se faz caso dos offlews qua 0 Sr. Gampos
M^llu dirig:o i fro-il.i.., ji ... S-> l.mJT. .I
correspondencias que sahiram no Liberal do dia
22 a-i de/.e n'oi-o le 1871 e Diario de Pcnarn'mco
de 3 de. Janeiro de 18'i, que prjvara 0 quant) 0
Sr. Ualira 6 pre)udifcJ|l aqulla desventurada
ilna, pjis couliams uo Exm- presidente de?ta pro-
viucia, para qiie tome em onsidirarao a este avar-
lureiro, e nio jj.isent r que volte para alii a qual-
quer pret-'xto, pjis ni) pole, seg.nio 0 regula-
raeuto voltar alii; d) co.itrario tori 0 Sr. presiden-
te 0 dosgosto de ver uma quoixa ao ministra da
guerra, aQ n de quo faca relirar por uraa vez d'alli
esse vampiro, que su trat.i Be illudir 0 Sr. presi-
deate, dueudo que vai liinilar; para elle tirar
portaria em seu none, e para levar generos, pede
a outros que lire portaria, e nV) e ist) illulir 1
0 tact) e qu? durante 0 tempo'do commandan
je Campos Mello, elle nao levava generos : hoje
Icv3 mais de dezeseis cantos, s6 coni'o fim de ser
elle 0 primeiro mascate de Fernando.
Conliauaremos senao houver provideacias.
Matheus.
HBC1F* DRAINAGE.
Aendimenw do dia 1 a 4 ,
!dem dodia:5......
I: ill*178
691125


1:503*31X1
junta dos cohketores
I*i-a:-a do Ilcite, 5 de maio
de MSI.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTAQOES OKFI^IAKS.
AUoda0 de la sorte 8^2,!0 por 15 kilos.
Aljjsdao do l'ilar sem iaspeeQao 7.^00 por 15
. kilo's.
Assucar rtiascavado purgado 1*880 e 1*900
por .15 kilos, hontcm.
Assucar bruto bom 1*650 e 1*700 por 15 kilos,
hoatem.
Assucar bruto regular 1*5K) por 15 kilos,
hontem.
Assucar-Canal 1#2'X> por 13 kilos, hontirm.
Cambio sobre Londres a 90 d|V. 25 l|i d.
por 1 *000, hontem e hoje.
Dito sobre. dito a 90 d|V. 25 d. por 1*000. do
banco.
Cambio sobre Lisboa a 90 djv. 109 0(0 de pre-
mio.
Dito sobre dito a 60 d|v. 110 OpO de prefnio.
Gambio sobre 0 Porto a 90 d|v 108 e 109 0(0
de premio.
il. de Vasconcellos
Presidenie.
A P. de Lemos
Secretario.
Ai> pulilico.
Francisco Antonio Tuixeira de Farias de-
clara ao publieo que .desistio do processo
a seu fequenment i, inicalo eontra 0 111m
S*. Dr. Jose Zacariasde CjrvaJlio, cedendo,
laosomonte a consideracoesdevidas ao-Illm.
Sr. Dr. Joao Maria Seve, satisfeitas por este
as despezas feitas pelo abaixo assignado com
0 honorario de s^u advogado e custas judi-
ciaes. *
Recife, 5 de.maio del7i.
Francisco Antonio Teixeirade Farias.
io respeilavel publieo.
Acbaando-se muito aggravada a rainha
saude, pelos martyrios de 18 annos que
tenho soffrido c contimto a soffrer, e mais
0 envenenamento terrivel que rn'esU ms-
tando, como ja noticiei, 0 sa vu tambem no
Diario de Pernambuco n 139 de 19 de
juuho do anno proximo undo, faco publieo
que deixo desde j< de ser 0 procurador de
minbas ir.nas, para cobrar 0 chamado meio
soldo que ellas p?rcebemt 0 ^u-1' ^ do ..."
1523.0 ^or ioez, sail if 7ifelAP de cala
uma ; Hudo 0 meu foileci lo pai o tenente-
coroQfil Dioni/.io de. Souza Magalhaes de
Moraes Folaaa^ ao tempo em que falleceu
0 soldo de oO&O'OO ppr mez, e de serviijo
no exrcito mais de 43 anaos, sera note.
Eu fui no principio Ho anno de 1864 0
procurador constiluido por minhas irm3s,
que dei a justificacao na forma da lei, pe-
rante 0 l^speitavej jolzo dos feitosda fazon-
da-desta provjn^ia, afjrm deque ellas perce-
besem 0 seu-meio soldo de qua talla a
lei
Quando se raindeu pagar 0 ahamado
meio soldo ( por ellas con tttuido para cojpral-o na the-
souraria, e cjjntinuei a ser em t/ada essa,
serie da an uos ate bojo, que fa50 a presente
declare^io.
Ci'lade d'OHtnh 44 prpvjpcia.dfl I'arqam-
buco, do imperio do Brasil a de maio de
to*.
Antonio LoboA-de Miranda Henriques,
Antonio BcH-ges da SilvekA Lobo, taielr
liao publieo judicial da notas, tendo obtido
do digno Earn. Sr. presidente de provincia,
deto-to CBezes>'de beencs p'ara frafar de sua
sau le, que se acbava graveoiente compro-
meUida, e reasium'odt) 0 seu officiq, vem
pejo presute agradee'er nil) so a seu.ami-'
gosv wrnD a toda* asrpessoas qua seid*grj-
ram de prefefir- 0 sed esCfrfjtorio em stta a-
Soncisr, fr fe^Va ib$ mes^rros e"db fespMta-
a.LFANT>KGA.
Keadimeolo do di I a i .
. di'EC d.-.dii 5 .
113.77*4723
40.101414"
153 878; 175
Dessarregam boj* 6 It maio de 1874.
Barca franceza Santo Andremercadorias pira
eJfaudfgf.
Patachohiglez dmla cimanlu ja despacliado
Ciiu.? ^' Ponl0' e deposilo no trapiclie
Patacho allemao Eliie farin'ia ja despachada
para 0 caes do Apollo.
Barca iugleza Cakierbanl; bacalhao ja des-
pachado para 0 trapiclie Conceicio.
Patacho nacional Marinko II genebra para
alfana*ega.
4 Dh
D ISPACHOS DE EXPOilTACAO .NO DIA
ABR1L DE 1874.
Pira os portos do exterior.
No navio inglez Carisbrook, para a Russia,
carregou : S. Brothers 4 C. 177 saccas com 13,498
kilos dealgodao.
Na barca hepaQhola D. Luiz%, para Liver-
pool, carregou : M. Lalban 23,91) 1|1 kilos dealgodao.
No navio pwluguez Lisboa, para 0 Porto,
carregou : T. Livio Saares 153-saecas com 11,955
kilos de algodm, e para Lisboa 48 ditascom 4,042
ditos de dito ; M. L. Paes Barreto 203 saccos cam
15,033 ditos de a-su:ar branco ; A. M. Machado
Junior 170 conros salgados com 2.040 kilos.
Na barca portngueaa Harmonta, para 0 Por-
to, carregou : Carvalho 4 Nogueira 63) saccrs
com 48,750 kilo3 de assucar branco e 122 ditos
com 9,to0 ditos de dito inasovaoo.
Na barca porlugueza Njio Silencio, para 0
Porto, carregou : A. Cordeiro 100 ouros salgados
com 1,200 kilos.-
No brigue portuguez Cotete, para 0 Rio da
Prati, carregou : A. Cordeiro 100 pipas com
48,000 litres de aguardante.
No patacho nacional Paraguassii, para 0 Rio
da Prata, carregou : P. M. Maury 100 pipas com
48,000 litros de aguardente
No patacho nacional Jaboitao, para 0 Rio da
Prata, carregou : A. L )yo 396 barricas com 50,696
kilos de assucar brano.
Para os pyrlos do interior.
Para 0 Rio Grande do Sul, na barca nacional
Andrade Neoes, carregou : Oliveira Filhos 61 C.
15 barris com 1,440 litros de agaardente, 550 v 1
lames com 41,414 1|2 kilos de assucar branco e
100 saccos com 7,500 ditos de dito mascavado.
Para 0 Para, no brigue francet Brasileiro,
carregou : Amorim lrmaes 4 G. 1,203 barricas
com 73,014 1|> kilos de assucar branco ; A. .F.
Balthar Sobrinho 900 ditas com 15,203 ditos de
dito ; J. G. de Bastos 275 ditas com 19,753 l|3
ditoa da dito ; -P. Vienna le C 118 dUas cpm 5,380
1|2 ditos de dito ; M. J. Gomes de Amorim 34 cas-
cos com 12,480 litros de aguardente.
GAJ/ATAZIA DA ALPANDEIJA
tiMdMoento d" dM 1 a 4 2:94i3Q
dnm Iqrta.. o^-rf;. **018;652
i-ti
3.967*961
V04.DKE8 8AHIDOS
Nj dia 1 a 4 .
No dia 4
[runeira perta .
.Jegunda porta.....
rerceira.po.ru .....
Quarta porta......
Pti'jfich* CcaoeicJio ...
2:338
512
73
242
II
SEIWfC/)
B'M. -
-MAfllTpIO
ii>*cenas' descarregidas no trapicle da
"* alfanS^a :
No dia 1 a 4 .... .
No dia'5...... .
to trapichs Conceici. .
1,351
4,536
5
Ts
aaCEBEDOWA DTS RENDAS Il^TJ RNAS GE-
AK& DE PERNAMBUCO
lenditnentp.*,**.!^ 5,011*320
'dem do dia 5...... 2:7451410
_______-
SEGDROS
IHABITHIOS
CONTRA 0 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabetycid*
nesta praga, toma seguros maritimos
oavios e seus carregamentos e contra fog<
im edificios, mercadorias e mobilias : n
rua do Vigario n. 4, pavimento terrep.
AagBslo F. d^liveira & C.
A casa commercial e bancaria doAugMsto
j d'Oliwifadi:., a rua do Co^iowriCib n$
42, ecarr!ga-$e da eieauQte de ordens
para ernbarque de prodoctos e de todoj 0-
mais.nagooios de comraisslo, quercQtamer-
ewes, quer bancarips.
Deconta lettras, e toma dinheiros a prer
mio, compra caro^wes, e sapa. 4 vsta;e a
jazo, A vontade do tomador, sobre as se-
jumtes pracas estrangejras.e.nacionaes 5 "
LONDON, 0, LpXftfljN AND. 'HACiSBAIlC ^NK,
limited, e variascesas-de l.e classe.
Prtris. SobreTos bnnqjieirps eould
&'C, MAHCU.VRQ ANDftlVd C.' e A. BLVCQUE,
VKiNAL & C.
HmnbiMfio Sobre os Srs. ioAo
SCJjlU BACK & FILU S.
I^isboii. r Sobre os Srs. fqnsecas,
SASTOS & VIANNA, 6 .SEitASTtAO JOSE1 DE
ABREU. '
Porto. Sobre o banco unjao do pQrto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
PaiMi. Sobre o banco coiimercia-
do para, e.os Srs. VaANCISCO GAUDE-^CIG da
COSTA & FILHOS.
MlarankSo. Sobre o Sr. jose fer-
reira da silva junior.
CearA. Sobre os Srs. j. s. de vas-
concellos & SONS.
Bnkia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Kio INDUSTRIAL E HBB.CANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE MIASILIENSE FRANCAISE.
compphia'aliianca
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahifc
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:000#000.
Toma segurb de mercadorias e dinheiro
mco maritimo eio navio de vela o vaporei
oara dentro e fora do imperio, assim comt
contra fogo sobre predios, generos e fa
ondas.
Agento : Joaquim Jose Goncalves Beltrau
ua do Commercio n. 5, l'andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
foai* riscosraaritimos era mercadoria.5
retes, uinheiro 'a risco e finalmcnte de qual-
,jer natureza, era vapores, navios vd ela 01
oarca9as, a premios muito modicos.
RUA 1)0 COMMERCIO N. fr4.
Seguro contra-fogo
CHE LIVERPOOL A. LONDON & GLO!
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS A C.
11Corpo Santo11
NORTHERN,
provincial, declara ao. eontribtiimes do imposto
de JOO^OOO, por artes fabricadas em paiz etlran-
geiro^ que deixaram de pagar sens debiios no
exercicio de 1872 a 1873, a cargo do consulado
provincial, que Ibee flea marcado o prazo impro-
rogavcl de 30 dias a conur da publicacao desle na
conformidade da lei n. 981, art. 53, par.; solicila-
rem da secijio do conleneioso as respectivas guias
para pagamento de sens debitos, certos de que se
nio o fizerem dentro do prazo marcado, procc-
der-se ha a cobran^t judiealraenle, publicandu sc
para isto a relacao dos devedorcs abaixo trans-
crip ta.
Seccio do contencioso provincial de Pernambu-
co, 1 de maio de 1874.
0 tbesoureiro fiscal interino,
Miguel Jose de Almeida Pernambuco Fillto.
Relayao dos devedores io imposto de 10)#000, por
artes fabricadas em paiz estrageiro, que deixa-
ram de pagar seus debiios no exercicio de 1872
a 1873.
A
Antonio Gomes
Dila n. 4. Miguel Luix 3* iy
Livrameaio n. 10. Mauotl Ifnieis-
co Cjrrca i C.
Diu n. 31 Monteiro & Ribeiro
Dila n. 5. Moraes A Pinto
Marcilio Dias n. Co. Migue Bernardo
Quioteiro
Goronel Suassuna n. lii. Moocl Mar-
! tins Gomes
Imperatriz n. 40. Mendcs & Gar-
valbo
Dila n 78. M >noel Juaquiui Dia.<
DtU n. 33. Manoel Jue Teixeira
Ponies
Dita n. C3. Miguel Alexandre Ma-
cedo
IV
Iinperador n. 30 A. Nogueira 4 Ir-
mio
Gabuga n. 1 D. Kicolao Toentiw> dc
Carvalho
Ruas.
Marcilio Dias n. 47.
da Costa e Silva
1." de Marco n. 18. Andrade e Mello
Dita n. 7 B. Andre' Delsuc
Duque de Caxias n. 56. Antonio de
Souza Oliveira
Gabuga, n. 26. Antonio Ddmingues
de Lima
Barao da Vivturia n. 6. Anton o dos
Santos Oliveira
Dita n. 20. Almeida A Vianna
Dila n. 36. Arminio&C.
Larga do Rjsa'rio n. 19. Antonio
Mala de Brilo
Livramento n. 9. Aureliano Luiz
Alexandre
Dita' n. 35. Antonio da Cruz Ribeiro
Imperatriz n. 56. Araujo Braga Sc C.
Bfep'o Sardinlia n. 3. Antonio Igna-
cio Martins
Cal-
&
Capital.. .... 20,O0O:000iSOOi
/undo de reserve. 8,000.0008001
- Ag^ntes,
' i, Mi lit Latham & C
RUA DA CRL'Z N. 38.
banco commeacial os braga
Jorge T; ISSO
Sacca s)bre e^te haneo e mas agenda? na^e-
guintes cidades e villas :
Portuga
Amarante Fjisb'ba
Anadia Melgaco
Arcos Mirandella
Aveiro Mnncao
.Barca Pena-fiel
Barcellos Pinhel
Beja Ponti do Lima
Chaves ' Portemao
Goimbra Porto
Goiira Povoa d9 Varzim
Covilni Regoa
Elvas Tavira
Extromoz Famalieio Valenta Vianna
Fisfneira Viila do Gonde
Villa R-al
Guard* Vinhaes
Guimane? Vizeu
.'.iHtttBH Villa 5|. da Cerveira Punch al
In Fayal. If r' V
Binpo do Mfnjio.
Joaquim Jose Goncalve3 BeltrSo & Filho sacam
por todos os vapores' sobre :
Bvora.
Fafe.
Faro. -
Guarda.
Leiria.
Lisboa.
Barcellos.
Coimbra.
Mirandella.
Penafiel
MiJnsao.
Ovar.
Pbrte. x
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lam ego.
E-tarreJa
Valenga".
Anaiita
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraes.
GovilhS.
Melgaco.
Portalegre.
Areas de val de vez.
Celorico de Bat#.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhps.A- Vianna du GasleUo.
Villa-Sova^i PortimJn. Villa.Nova it ParfiaHato
,,^*,r, ,f'nHrdouBoMI.'
Wtvi fthas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira,
' I < I ) 1 I I feg*
(de Bastos
ranco.
zemeis.
ftart^
>
7:756^760
Rendlmento do Bia la 4 8.958<118
Idea do dia 5 *.'"r

5:4ai/4
4ff:383>616
------------------rr-f--------.--------r-=-------r--------. _
Navio entrado .
Rio de Janeiro -16 *' dta 5-
ne, de 126 '- -a>. frfaote Uollandeza Jttn-
Mm 6 --ueladas, canitio 0. Kroon, equi <"
- era Iastro r a VGttot Slfveira C.
^arrLugre- portil|uez htafrhytm* jeac
"arros. ^argaiaww^ a UlaTlliMnfroi.
'Mir/iues de Olinda n. Sff A. Ber-
nardino Pereira de Azevedo Main
Duque de Caxias n. 60 A. Benta da
Silva &G. ''
Cabuga n. 8. Bent) Machado & G.
Birao da Victoria n. 48 B. Bezerra
& Irmao
Dila n 3o Braga & Piraentel
Larga do Rosario n. 24. Benjamim
& Irmao
Livramento n. 19. Balthazar Pinto
de Gonveia
Imperatriz n. 68. Bernardino Perei-
ra Maia de Azevedo
C
Duque de Caxias n.>. 59 A 63.
das & C.
Lerga do Rosario n. 22. Chaves
Vianna
Dila n. 42. Costa & Soares
Travessa da Matriz n. 2. Casimiro &
Soares
Imperatriz n. 3. Castro & Antunes
Independencia n. 8. Elesbao Joa-
quim Dias
F
Marquez de Olinda n. 43. Francisco
Antonio Pereira & C.
Duque de Gixias n. 62. Francuco
Pereira de Mendunca
Independencia n. 7 e 31. Francisco
Jose Goncalves de Siqueira
Bario da Victoria n. 21. Francisco
Jose Germano
Larga do Rosario n. 38. Ferreira
Lima Irmao A C
Dita n. 21. Felippe Santiago de
Aquino
Eslreila do Rosario n. 1. Ferreira A
Martins
Livramenlo n. 39. Ferreira Junior
A Rodrigues
Marcilio Dias n. 11. Francisco Fer-
reira da Silva
Impera'.riz n. 65. Francisco Rodri-
gues dos Samoa
Ci
Imperador n. 51 G. Rigasp
l. de Marco n. 7 A. Guimarae^
Ponies & C.
Independencia n. 17. Guilhermino
Rodrigues do Mcnte. Lima
Duque da Caxias n". 8. Goes &
Basps
Qiti a 77 A. Guimaraes A; Lux -
Esffefti do Rosario n. 12. Geraldo
Bf
Duque de Caxias n. 58. Ikmeterio
Maciel da Silva
Barao da Victoria n. 1C. Hermino
Pereira A. Lima & C
Dila n. 13. Hypoliio Jos6 Roberto
Marcilio Dias n. 6. Henrique Jose
Pereira
J
Arco da Conseirao n. 2 Jose da Con-
cei^ao Oliveira Figueiredo
Estreita do Rosario n. 10 A. Idem
Marquez de Olinda it 41. Joao Jose
da Silva
Imperador n. 47. Joaquim da Costa
Ramos
22 do N jvembro n. C. Jose Ferreira
de Amorim
Duque de Caxias n. 68. Joaquim de
Souza Miranda Gouto
Dita n. 107. Joao Antonio de Olivei-
ra A C.
Dita n. 109. Jo:-6 Joaquim Ferreira
Lima
Independencia n. 25 Joao Gapistrano
de Oliveira
Barao da Victoria n. 56. Joaquim
Ferreira da Costa
Dilan. 65. Jose Remigio de Albu-
querque
Livramento n. 37.
Ferreira Junior
MarcilioDias n. 76.
nes da Silva
Dita n. 45. Joao H
Coronel Suassuoa
Vieira Coelho e Silva
Imperatriz p. 52. Joao
P.redes Porto
Dita n. 74. Joaquim Francisco das
Cnagas e Silva
Dita n. 86. Jose Bernardo da Motta
Dita n. 17. Jacques Victor Guave
Largo de Apipucos. Joaquim An-
tonio de Paiva Fonceca
Independencia n. 22. Luiz Alerln)
Bandei/a de Mello
M ireilia Dias n. 32. Ladislao Rodol-
pho de Araujo Cesar
Dita n. 53.- Leonidas Tito Loureiro
Imperatriz n. 16. Luiz de- Farias
&C,. -
Qita n. 70. Loarenjo Pereira Men-
des Guimaraes
Dita n. 7. Viuva Lecomt'e
M
Marquez de Olinda n. 34. Marcos de
Almeida Lima
Dita n. 32. Mendes Lobo A C.
Dita n. 25. Manoel Antonio Vieira
Gaes 22 de Novembro n. B. Mar-
ques Santos 6rC.
1. de Marcej. 14. itodteiro.Toma
AC.
Dita n. 3. Meres Caraelro & C.
Duque de Caxias n. 50. Mercolmo
Djraellas Camaia jll IX
Diu n. 54. Machadu-A Brandio
Dita n. 2?!. Manoel da Costa Azevedo
. Napcleio -^i--
Dita n. 61. Morelra Poale & C.
Dita n. 97. Manoel Jose Bastos de
M#llo
Dita n. Hi. Muel Ferreira da
Luz
Joao Francisco
Joaquim Antu-
de Soaza
n. i. Joaquim
Franeisco
"* i Cabupi
SaB
IBlTRft,
J"-----------------------?-t-Tt------1------
- 0 procurador fiscal interino da
-nrr
-
thesourairie
_.

de
mauricio
Una ii. 3. Manoel Antonio Oon-
calves i viorilf
Dita ns 5 e 7. 'Merrtra-.S Dairte
Dita n. 38.
Debitos.
1091000
109*000
11.9 000
109*000
109/000
109J.OO0
109*000
109*000
109*000
109*000
109100b
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
1O93000
109*000
109*000
109*00.)
109^000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*00}
109*000
109*000
I0OJJ800
109*000
109*000
109|W)0
109*000
109*000
109*000
1095000
109/0J0
109*000
*f\f\ atfinn
109*000
109*000
109*000
109*090
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218*d00
1C9*0G0
109*000
109*000
109*009
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*OJO
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*0J0
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*000
109/000
109*000
109*000
109*000
109*000
109*o^
109*000
109/000
109*410
tJIWiUi
iowoou
1J9*OUi
149/000
wa/ooo
H/W'
!(#>>
W9/OW>
I09i00>
f4lf*J
Barao da Victoria
Carvalho & C.
Livramento n. 14
ves Rosa A Cruz
n. 24. Oliveira
Olympio Goocal
I--9H0U
I0/00)>
09/000
ttf9/C08
I 1.1*000
109/000
1(9*00(1
I09*0t>
I09/9HO
lir.l*0UO
109*001
109*000
Dnque de Caxias n. 29. Pacheco &
Azevedo
Baric da Victoria n. 14. Pantal-aVi
6. Irmao
Livramento n. 33. Paulino Oaofrr
Nones
Imperatriz u. 2. Paolo Guelf
Diti n. 48. Paulo Ferreira da MeU>
Guimaraes
R
Primeiro dc Marco n. 14 A. Rirar
do &C.
Duque dc Caxias n. 77. Rocha Sil-
va A C
Bario da Victoria u. 27. RoJngo
I'liit.. Moreira
Dita n. 37. Rodrigues Ferreira A
C.
Visconde de Inhauma n. 2. Rav -
muudo Pereira de Siqueira
Marcilio Dias n. 12. It is A BUMi-
menio
H
Marquez de Olinda n. 56. Silva
Alves
Duqne de Caxias n 45 Sa Lcita>
Fonceca A ('.
Visconde de Inhauma n. 26. Souza
Gomes & C. .
Marcilio Dias n. 61. Trinquiiino
Cardoso da Silva 109*000
Dita n. 93. Themistoeles Canato de
Aguiar 19*OfjO
Cao- do Apollo n. 15. Tasso A; Ir-
maos MM
I
Imperatriz n. 13. L'lvssos A Inni) IO)*0)j
V
Iinperador n. 49. Victor Preak lo>/000
Duque de Caxias n. 115. Y,a.;u. \
Castro 109*000
Barao da Victoria n. 19. Vicente
Ferreira de Souza Reis I IM
W
Imperador n. 43. W. H Cmpmiann 1094 1>
Seciao do contencioso provincial de Pernambu
co, 1 de abril de 1874.
0 1 official,
Uoracio Walfrido Perry inn da Sum.
ii Dr. Francisco do Rego Baptista, juiz subjitut-.
da provedoria de rapel as e residu nMla ci
dade d, Recife, cai.it.il da ;>r vini-ia de Pernam
linco e seu term>. par S. M. i:np ii :l I c-)Btiu-
cional o senh-T 11. Pedro II, a OJMJI Deus
iiuarde, etc, Me.
Faco saber aos que o predate edil il Tire* e
del'i' noticia iiverem. que loda a primeira aaJwa-
cii deste juizo, n ba it an ematir p t v.-nd.i, a
raea mais der, a ca-a terrea. sit i a estraia 4m
Remedies, freguezia iat Ai^gados, m
dindo de
largnra 34 paloios e 3 pd'gadis.e de comprimen
to 72 inclusive a C"zinh', om 2 ssllas, nm fabi-
nele, 3 quartos, eozioha e.'.l-rna e um
quarto junto a esla, solo for ro. leulo un quin-
tal com 87 palmos de laig.ra, e 221 palm s de
comprimento, estando em ma > e-ta/o, avaliada por
1:0,0*000, cuja casa i perteaceate a > espolii de
Francisca Sabiaa de Araujo, i vai a praca a y-
Juerimento do UetaOMOteiro e inv nt.in.ini: Dr
Me Miximiam Alves Cavalcantej e nio Uaveodo
lancadur qua eubra o preco da avaliacio, se pro-
cedera na forma da lei e d i stylo.
xado nos lbfaraS)~6 'caX^amy \mpngmm aS-
effei'luada no dia 7 d.' nr.io orrcnlo, iJipcis J>
Gnda a respeitiva aa/iencia.
Eu, Domingos Wooes Fern ira, eserivao, snbs-
crevi.
Recife, 30 ie abril J^Ti. E-crivio Nnn-'j
Ferreira.
Francisco do Rego BaptitM.
Ao sello 300 reis. V. ft. S. Km
It,-.). Baptist*.
Olinda.
109*000
218*000
f09*000
0 Dr. Delfino August) CavakMMf de Ail.a.j
i|ue, ofJQcial da imperial or/em Rosa, juiz-J- fti
reito e do civel da comarca d i Olmda, por S M
o Iinperador que Deus giurde, etc.
Faco saber que r*r este juiio m na d'* arr^nn-
lar por veuJa, tin io os dias da lei. em PJM>*
11, 18 e 23 de junlio, por queoi ma s Jar -
avalhcao da propriedade deu miin.ida Manual I-
ra, ?ita nesta elftlie a rua do Bom suceesso n...
cuja avaliacao i a seguinte .
Um siti) n ... a rua do Bom Success.). p.->ir. casa
de vivenda de pedra. e cal e subradada pMa
(rente, por cuj > lado t-*m 5 janellas, 3 saiss e '
de janlar, cozinha fura, 5 qua-ios, 3 lejas, ci-
cada de pedra e cal. pelo lado do sol. tea
dodito sitio fr.-nie murada com p rtdo it f r
ro, po.v> d agua'potavel e baMMMi M*IM de Ira:
to, eajo silio com sna3 terras propn- vai en
trar pel j fund i ct>m lerrai das bairetras de .".
Senliora do Minte, e divide p los lados co.n
tros terrenes qoe Ihe servem de divisa. cer
arvores nativa e marco de pedra, cuja prop la
de descripta e avaliada por 4:0OJ/000, i a
ca por exeencao do commend \dor Ganiilo A!
to S)die da Motta, contra D. Uenriqueta "Eii a
Bankes de Miranda e seu niarido Jose Auleaio At-
ves de Miranda Guimaraes.
E para que chegue ao cor.hecimento da t<.d >..
mandei publicar o presen'.e e affix*r no Lj>.
costume.
Olinda, 4 de maio de 1874. Eu Joao Th..Jo
miro da Costa Monteiro, escrivio, o eserevi
Delfino Augiuto Cavalcante de Albuqunq^r
KiHtaiVlatV
Pela inspectoria da alfandega se faz pwMico.
que as 11 horas da maniia do dia 7 do cj.t >'
a porta desta reparticlo se ha de ar.emalar l.vn--
de direitos e saieilas ao iraposto da capatatia. dna-
caixas marca ft. F. & G. e J. M.P.w.V
contendopapel para cigarros. vlndas do Havr* pat*
vapor francez Ville de Santos, entrado em 1> ie
abril proximo Undo, abandonada* por avari a--
mesmos direitos por Jose Maria Paliueira e avalu-
das por 101*547.
Alfandega de Pernambuco, 4 d* man >!
1874.
0 inspector,
Fabio A. de C Reis
DECUfttCOES.
COMPAJiHU PERNAMBLCAISA
BE
liave*^a^ft) oawtcira m vmpmr.
DiViDBMDO HOEfQ.
Esla companhia paga o seu u in o dividend*), %
razao de 3 0|0._____________________
C0.NSEL1J0 DE COMPRAS ** ______
n7M-" ., akseTaT
0cn,%""' ,,.vIMIA.
.^ooini promove no dia 11 do corrente aei
a vista de propoeUs recebidas ate' as II turn a i
manna, e sob as aotdj3as do estyl >, a cooajira d\
seguintes objectos io material da armada :
800 kilos de graxa do Bio Grande, 800 kilos rt-i
estopa de algodio, 4,000 folhas de lixa de earner.!
400 sacc s de onduejao, 40 resraas de aarala.
maco pauudo, 400 eanetas, 20 cadernas o> p
maltaborrao, 20 resmas d panel aln.ar) II
dnzias de limas de 0,m 35 a 0.m 55. Mo
tinta branca de zincn, proparada, e 1
para chao com 9,24 metros.
Monteiro A Silva ,0jJli Sala das sesaoes do consellw 4a fxrrar
Dita n. 23. Mauoel-A C, tstreita do Rosario n. A. Rail & 0 secretario
I




* IP* WJ'.M "
~"V
Diario de Pernambuco Quarta feira 6 da Maio de 1874.
Inspccffa do arsenal !o
' marinha
Tenio esta inspeceao, em virtnde de ordera su-
perior, de contfttar em oflScini particular, que
melhores conditjdes offereea, a censtruecSo de duas
boias para o baiisament6 do porto e barra da pro-
vineia da Parabyba, devendo uma das referidas
boias tor 2m, (3 de diametru n Im, 70 de altara,
armacao para o sine e gunn if ao de epelho, qae
podera ser 'e 4m, a ontra Im, 82 de diamotro h
2m, SO de altura, alcm da competente haste com
inlra ; couvidao Him. Sr. inspector a quern eon
venhi dito contrato a apresentar a sua proposta
ate o dia I i do corrente ma.
Insperf&o do arsenal do marinha de Per-
nambuco, i de maio de 1874.
0 :>ecn-tario
Alexandre Rodrigut's rfos Injos
SANTA CASA DA MISERIUURDIA i>o
RECIFE.
A Hlma. junta adminietrativa da santa casa di
Misericordia do Recife, manda faxer pabheo qut
aa sala de suas sessoes, no dia 7 de maio pe-
las 3 horas da tarde, tern, du ser arrematadas a
qaem nuis vantagens offerecer, pelo tempo de am
a tres anoos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELEaMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jo'se.
Casa terrea n. 11.......201*000
Rua de Santa Rita.
idem n. 32........250*000
Idem n 34.......216*000
Padre Floriano.
Idem n 49........207*000
Cinco Pontas.
asa terrea n. 114..... 362IT3O0
Rna da Alegria.
dera n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31........Ii)6*00
Rua de Antonio Henrimes.
idem n. 26........99*000
Rua do Vigario.
!. andar do sobrado n, 27. 3253000
Eojaidem.........375^000
PATRIMOMO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*00
Bocco das Boias.
Sobrado n. 18.......42I*00C
Rua da Our
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*091:
|Rua do Pilar.
Caia terrea n. 100 .. 241*001
Rua do A iii' r in.
Idem n. 34........122*000
Rua da Gnia.
Idem n. 29........201*000
Rua 'lus Larangeiras.
Casa terrea n. )7. .... 361*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto di
arrematacao as suas fiancas, oa compareceren
acompanhados dos respectivos tiadores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia en
que for seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da Urn
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do R~
dfe, 17 de mar^o o di 1874.
0 escrivao
Pedro Bodriguet de Souza.
Companhia perna i.bucana
de na\Ygacao costeira a
vapor.
Deordcmdo eonselbo da direcfia, eenvidc aos
Srs. acciouistas da nova emisf5.o de ac^oes desta
companhia, que somente realisaram a primeira
prestaeao de 20 |. sobre o valor subscripto, a fa-
zer segunda entrada a mesma razao, dentro do
prazo ae 30 dia?, a conlar de hoje, no escriptorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1871.
Jhomas M. Connan,
Gerente interino.
Tame verde, idem.
Dita secca, idem.
Dita de porco, idem;
Cha perola, idm.
Uoce de gnaba, idem.
Ferinha de mandioca, lilro .
Faijiio preto, idem.
(iallinlias, mua.
Lenha, achas grandes, on tons.
Leite, litro.
Madteigaingleza, kilo.. .
Macanao, idem.
Marmellada, idem.
Ovo, nm.
Pies, kilo.
Sal crce.j. litro.
Tapioca, kilo,
Toucinho de Lisboa, ide n.
Vinagre de Lisba, litro.
Vmho do Porto, item.
As pessoas que mizt-rem fazer dito lor ecimento
apreseuiom su.is pr.ipoatas na secrelaiia do dito
hospital no dia 8 do Currenle pela* 10 horas da
manha ; advertindo-se qae alem dessa bora tit -
nhuma proposta sera mais aceita, qae os gene
ros devem ser de primeira qualidade, e finaimen-
te qua no peso da carne quo se pedir nao deve
conter mais da quinta parte de ossos.
Hospital militar, 2 de maio de 1874.
0 escrivao,
Avelino Pereira da Cunha
INSPECCAO DO ARSENAL DE
MARINUA.
Faz-sc publico que nesta data foi vistoriado o
vapor Jaguaribe, aa companhia pernambucana de
navegacao costeira, e a commissao julgou-o em
estado de podcr continaar no servico em qne se
emprega.
Inspeceao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 5 de maiode 1874.
Francisco Jose Coelho Netto
Inspector interino.
INST TUTO ARCHEOLflG
CO E GEO-
2.
3.*
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o Togo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
cellentes e vastos armazens em sen predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servagao das mercadorias depDsitadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordn, ex
clusivamente os generos de nn)-o ^vonmivaua.
boo inteiramtute novos e asphaltados, isentos df
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utili3ar-.se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana. que acharao com mien
tratar.
J
Haverascssao ordinaria quinta-feira, 7
do corrente maio, pelas -11 horas 4a ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
Kxpediente.
Pareceres ''e coromissoes.
1'ropost.is, indica^des e requerimento.
4." Leitura do relatorio, sobre o pharol
da barra do Recife, pelo Sr. major Code-
ceira, e o mais que occorrer.
Secretaria do Instituto, 4 de maio de
1874.
No impedimeuto do serretario perpetuo.
Salvador Henrique d'Albuquerque,
2. secretario.
ADMIiSISTRAC^O DOS CORRE10S I E PER-
^AMBL'CO, DE MAIO DE 1874
Relacao da correspondent registrada (sem
valor) recebida de oiversas procedencias
ate esta data, e que nao tem sido entre-
gue por ignorar se as residencias dos des-
tinatarios.
Antero Carneiro de Lacerda, Augelo Ferreira da
Silva, .^lementino Jose Lisboa, Carlo Simoni, Fran-
ci.-ca Felismina de Albuquerque Mello, Fabio
Faustino Fernandes da Silva, Francisco Octaviano
da Nobrega, Fructuoso Goncalves Teixeira, Hono-
ria Luiza dos Santos, Henrique da Cunha Rodri-
gues, Jose Ribeiro do Amaral, Jose Carles Teixci-
1a, Jose Joaquira Goncalves Baslos, Genoveva
Francisca dos Reis, Joaquim Vieira de Mello, Jose
de Oliveira Cavalcante, Jo-ti Izidoro Pereira d".s
Reis, Jose Cavalcante de Albaquerjue L'choa, Luiz
Falcao de Benevidcs, Lourenco Jo:e de Figueire-
do (2), Luiz Frederico de Barros Rego, Leopoldo
Catelina, Manoel Felix Gitirana, Maria Magdalena,
Manoel Francisco Teixeira, Raymundo Fernandes
de Vasconcelios (2), Ricardina Benedicta Frasao,
Ulpiano Coelhu Catanho.
0 official encarregado do registro,
Jose Candido de Barros
Representsr-se ha o apparatoso drama em 5 ac-
tos
Finalisara
mica
0 HOMFM
DA
Mascara Negra.
o espeetacolo com a linda m na eo
Fiii a Fiiris.
AS 8 11* UA XOITR.
0 benefieialo agradece ao respcitavel pi.blico
desta cidade o scu acolhimento.
GliRfiECRS RfiR.
Companhia Franceza k Xavoga
Cfto a vapor
Iririha mensal entre o
Havre, Lisbon, Pernambuco, Rio d
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) Montevideo, Buenos-Arres
(com baldeacao para oRosarlo)
STEAMER
Commandante Capelle.
E' esperado dos portos do sal ate o dia 10 do
corrente, segnindo denote da indispensavel demo-
ra para a Earopa.
Com aviso previo, se podf ra aegurar Ingares pa-
ra passageiros e praca p?ra carga, para Lisboa,
Havre e Antuerpia, e,por baldea;io para todos os
portos do continente : tratase com
OS C0NS1GNATARI0S
AUGUSTO F. DOLIVEIRA 4 C.
i%Rua do CommercioEntrada pela rn
do Torres.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOS90RO', ARACA-
TT, CKARA, ACARACU'.
0 vapor Jaguaribe1
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 7
do corrente, as 5
horas da tarde.
Recebe carg.1 ate o dia 5 do corrente. encom-
nenda>, dinbeiro a fre o passagens, ate as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : sscriptorio
no Forte do Mai to? n. 12.
mmw.
Para o Aracaiy vai.ahir tt>m muita hrcvidade
hem eonhccidij hiate tim I'nlle, para carga a
icte a tratar com Joan J.. e da Cunha Lages, na
Mia du Vigario n. -Yi, l. andai, ou coin o incs
tre abordoem fronte ao trapiche Dantas.
Para
Para o indicado porto pretende seguii
com a possivel brevidade o patacho portu-
guez Azurara, por ter a maior parte de seu
ocarregamento enseajado p?ra o resto que
I he fal'a trata- os consignatanos
coaquim Jos^ Goncalve Beltrio & Filho ,
rua do Commercio n. 5.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poncos dias
de demora a barca portngaeza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata se com oa con-
eignatarios Joaquim Jose '-oncatves Beltrao & Fi-
sho, a r-a do Commercio n. o.
Porto
Segue com loda a brevidade a barca portngae-
za Harmonia, por tor dous tercos da carga promp-
ta : parao resto da carga e passageiros, tratase
com os consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
& C. Successores, a rua do Vigario n. 19.
Companhia Fidelidade
V'S......* marliinaos lorrestrcs
A agencia desta companhia toma seguros raa-
ntimos e tc-rrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o silo livre, e o setimo anno gratulto ao
segura'Jo. e
Feliciano Jose Gomes
gente.v
_________ol Una do Apollo ul
Obras militares
A" 6 de maio teralugar na reparticSo das obras
ppblicas, ondedesde ja ?e acha oor.amento, a ar-
rematacao das obras necessarias no quartel da So-
legade,orcadas cm 1:3264380.
Os pretendentes devem apresentar se as 11 ho-
ras da manha", munidoj de suas propostas, em
earn fechada.
Pernambuco, 29 de abril de 1874.
^ encarregado das obras militares
_________Chrysoiito F. do c. Stores.
C/ompanlila dos trilhos urbanos
do Recife a Olinda e Rebe-
ribe.
De orden: do presidente da
assemblea geral da compa-
nhia acima 6 convocada ex-
traordinariamente dita as-
semblea para o dia 8 de maio
proximo futuro ao meio dw,
afim de procedjer-se a eleicao
de um inrmbro da commissao de contas qne serve
no corrente triennio, visto ter pedido destitaifio do
cargo um dos a^tuaes membros, em razao de seua
afazeres e ter de retirar se para a Earopa. A reu-
niio sera no Ingar do costume.
Recife, 30 de abril de 1874.
0 secretario
__________ Luiz Lnpes Castello Branco.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
qae em abservancia do art. 12 g 22 do regulamen-
to da repartiijao das obras publicas de 17 de-iu-
nho de 1873, se ha de arrematar no dia 7 do cor-
rente ao meio dia, perante a ianta da mesma the-
souraria, uma porcao de madeira velha tirada da
ponte do Janqueira, avaliada em 100*.
_As pessoas qae se propozerem a essa arremata
;ao e quizerem examinar a referid.i madeira di-
njam-se ao engenho da llha, qae alii a encontra-
rio junto a estaeao da via- ferrea do Recife a S.-
rrancisco.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, i de maio de 1871.
0 official maior,
Miguel Affonso Ferreira.
THEATRO
Santo Antonio
toamurwtmjMk
Pacific Steam Navigation Compa.)
ROYAL MAIL STEAMER
LUSITANU
spera-se da Earopa at6 o dia 24 do corrente, e de
Dote da demora do costume, seguira para Bahia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos Ay res, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para onde receberi
passageiros, encommeoda* e dinbeiro a frete.
Nao sabira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Howe A C
t4RUA DO COMMERCIOli
Quarta-feira 6 de maio.
Rer-ita extraordinaria.
Concedid i pelo emprezario, o Sr. Vicente Pon-
tes de Oliveira, em beneficio de
Henrique Jose de Ponies.
Representar se-hao excellente gui-pro-quo comi-
co-lyrico em 3 actos:
Meus olhos I Meu sariz I
Minha bocca.
MUSICA DO MAESTRO COLAS.)
1.* acto.Urn pai quenSo 6 pai.
2. Um marido que nao e marido.
3. Uma mulher que nao 6 muiher.
Terroinara com a iinda opereta em 1 acto :
Sem falo e sem noiva.
(Musica de Offembaek e ontros).
Principiara as .8 1|2 horas
0 beneficiado, que por motivos independentes
da sua vonlade, n3o pijde ate agora realisar o seu
benefico, cspera que os seus amigos c irmaos, e
geralmente o generoso publico pernambueano,
3 ftispenssrao a proteceao de que tanto carece
C01PAMIU
DE
MIITADA
%lacei<. Penedo, Aracajn
^. -------^ p-Ji iftrwi sul M6 o j._
corrente o vapor Uarquet de Vaxias, o qua!
seguira para os portos acima no dia seguinte ao
de sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e diaheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
____ 37-Rua do BomJesus-57
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vapor.
FERNANDO DE NORONHA.
0 vapor Gequid, comman-
dante Martins, seguira pan
o porto acima no dia 7 de
maio as 11 horas da manna.
Recebe carga ate o dia 4,
encommendas, passageiros e
inheiro a frete ate as 10 horas do dia da sahi-
dad: escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Rio Grande do Snl
Para o porto acima seguira com brevidade o
p-tacho oacionai Africano, por ter parte do 3eu
carregamento engajado ; para o resto da carga,
tratase com Silva & Cascao, a rua da Cadeia nu
mero 60. _____________
Hi o Rim
Saliira com brevidade o patacho portu-
guez Lidador, por ter quasi toda a carga
prompta ; para a que Ihe falta e passagei-
ros, trata-se com E. R. Rabello & C,.,&
rua do Commercio n. 48.
Para o Rio-Grande do Sul
iJO l. ANDAR DA RUA DO VIGARIO THE-
NORIO N. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilSo por
on,ia e risco de qnem pertencer, de Tcasa terrea
na roa do Diqae, antiga rna das Carrocas n. 23.
qnal tem os seguintes commodos: 2 salas, 2
lairtos, cozinha fora, cacimba e qnintal todo mn
idri, a qual f>i avaliada em 3.0 OJ00O, e rende
00 5000 annnaes, serviodo de, ba?e a qoantia de
:8O0i000 effercfida no primeiro leilio ; os Srs.
I rctendentes pnderao examina-la, pois se acha
lugada.
QUARTA FEIRA fi DO CORRE.ME
as 11 horas
no 1." andar da rua do Vigario Thenorio n. 11.
Grande e importante
Lei!
ao
em continuar.Vi n por ii[uid.i;ai
lo roi'i'ciilc
fje 2 pianos novos de armario, 2 ditos nsados, 1
magnifico piano novo, de cauJa, de Erard. ban
cos para marcineiros, folhas de mngno, ferra-
mentas, madeiras, e o resto dos moveis da olH
cina de pianos da rua do Imprrador n. 55
QUARTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
0 agente Pinto cnntiniia hoje, as II boras, com
leilao da oGBcina de pianos da rua do Imperador
55, sendo que serao vendidos ao correr do raar-
llo todos os bancos, ferramentas e mais objectos
li existentes.
LEILAO
DAS
djividas da massa fallida de Bastes & Lemos,
QUINTA-FEIRA .7 DO CORRENTE
. Ao meio dia
0 agent* Pinto levari novamente a leilao as di-
das da massa fallida de Bastes & Lemos, sendo
tie aquellas qne obtiveram offertas no leilio do
\ l. do corrente serao deflnilivamente vendidas
qnem mePores "actagens. offerecer, seivindo de
bhse as offertas obtidas; o leilao sera efectnado
a i meio dia do dia acima dito, no escriptorio do
n ferido agente, rua do Bom Jesus n. 43._____
Leilao
DE
lazendas avariadas
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
as tO 1|9 horas
Por interven^ao do 8g"nte pinto.
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Grande feira
DE
1 CILuJn ^.
.iravwtuima a P.,i u -. (jorillguez,
Marcial, por ter centratada graude parte da soa
carga ; para o restante trata se com E. R. Rabel-
lo &- tl, a rua do Commercio n. 48.
o nm.
Seguira brevemente a barca portugaeza Alegria.
por ter engajada a maior parte do seu carrega-
raento. Para p resto e passageiros, tratase com
E. R. Rabello & C, a rua do Commereio n. 48,
ou con o capitao.
~" pt'.a thesouraria provincial se faz publico,
que no dia 13 do corrente, vai a piaca perante a
lunta da mesma thesouraria a obra da ponte so-
bre o no fwrinhaem, no Ingar Pio Sangue, orca-
da em 9:370*. ^
;' Secretaria da thosouraria provincial de Pernam-
buco, i de maio de 1874.
0 offlcial-maior,
Migus! Affonso Ferreira.
nas suas circumstancias, e pela qual serf eterna-
mente grato. Igualmente reitera os seus agrade-
cimentos ao digno emprezario e artistas do thea-
tro Santo Antonio.
Os bilhetes passados paja o dia 9 de abril, e
qae foi transferido por *ausa do mao tempo, sao
os mesmos para este espectoculo.
THEATRO
MAMATICO
jyPREZAJJHA PENANTE
BENEFICIO DA SOC1EDADE
Coracao Livre e Popnlar
( A' rua de Marcilio Dias )
Quarta-feira 6 de maio.
Depois que a orchestra tiver executado a'bri-
Ihante polka A fiihn do Oricnte, escripta es-
perialmente pelo maestro Marcelino, e offerecida a
socicdade, subira pela ultima vez a scena o im-
portante e apparatoso drama-ucro em 7 quadros-
Santa Glolilde
PICIFIC STEAM NAVIGATION COM-
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
. PATAGONIA
i ommandante C. C. Brougli.
espera-se dos portos do sul ate o dia 10 di- maio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde recebera
passageiros, encommendas, carga e dinheiro a
frete.
S. B.-Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
11RUA DO COMMERCIO-H
nu liw
Deve seguir em poucos dias a escuna portu-
gueza Aguia ; para a carga qae Ihe falta, trata-se
E. R. Rabello & C. a rua do Commercio n.
com
48.
LEILOES.
RAINHA DE FRANCA
Hospital militar.
0 hosptal militar desta provincia contrata com
qaem melhores vanlagens offerecer i, fazenda na-
cional, para o trimestre qae If m du findar a 30
de junho do corrente anno, os generos alimenti-
TZJEZl? declara 9 raeoes de seus empregades
Aletria, kilo.
Ararnta, idem.
Arroi do Maranhae, idem
Assuc^ idem.
Satatas ing'ezas, idem.
Bolaehas, idem.
Biscontos, idem.
Cafe em caroco, idem.
Dito muido, idem.
Terminara o espeetacolo com
du em am acto :
a chistosa come-
0 caixeiro da taverna.
0 re3to dos bilhetes sera encontrado no es;rip-
torio do theatro no dia do espectaculo.
Principiara as 8 1|2 horas.
THEATRO
PHEM\ BRAIiTIGO
EMPREZA
IAM V VEEWNTE
COMPANHIA
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inhsi mensal
ERYMANTHE
Espera-se da Earopa do dia 8 do corrente
em diante.segurado depois da demora do costume
para Ruenos-Ayres, tocando na Rahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
Para fretes, encommendas e passageiros a tra-
tar com
OS AGENTES
Hartemendy a Labiile.
9 Rua do Commercio 9
leilao
mobilias completes, pianos
de armario e d esa, apara-
dores, guarda comidas, es-
peihos, com molduras dou-
radas, quadros com finas
gravurap, camas france-
zas, 1 fogao de ferro, relo-
gios de ouroe prata, car-
teiras, secretarias, objec-
tos de ouro e prata, relo-
gios de parede e de cima
de mesa, 1 linda mesa de
pedra fta mozaioo, can-
dieiros agaz, tapetes, ca-
bides, marquezoes, lavato-
rios, machinas de costura,
mesas para advogado, e
grande quantidade de ob-
jectos do uso domosiico,
que serao vendidos por
conta de diversOs (aindaj
que chouva)
oo correr do niarteUo
Quinta-feira 7 do corrente
as IL h rasda manha
na rua da Imperatriz n. 3
AS fl HORAS DA MANBA
Pelo prepooto da ageate
taaa.
Lei!
ao
PA
urma.ao, g-n< >% u mnj8 utensiliosda la-
verna Mn A rua Imperial n. 153
:SE.\TAFE1HA I.R MAIO
,\' I I horas ;t niNi.hu
0 pre[M>sto do agente Pestam fari leilao |tor
conta e rfcrode jn^ni pert- n r, da armario, ge-
nerts e niai nten-ilios d;i tirmn siu a rua fin-
perial n 1-3, em um etNOpmtoref ; : o balanco. |i rno prejusl-', ttm e de-emli--. ,'!' de qnal-ivr
onn-
OtlMA-lEIKA 7 IK) CORRENTE
Am f 1 horM.
0 leilao tera lugsr nn reforida taverna.
LEILAO
DOS
salv.nlos ilfl pitacho portuguez Adelin-t.
>EXTA-FEIRA 8 00. CORRENTE
0 agent de quern pertencer, de pec.is de looas, briozoe*,
pharoe, agnllia* de mariar, enm-ates, ferros, ?-
gas, mtitm, I lancha, remos. 2 volumes com sac-
cos vazios, II barricas com -.!-j '-las deatro, mot-
toes e cadernaes, e uma prr.-4o de cobre veiw,
forro do navio e oatros muitos objectos salvatfot
do pat.irho p rtogaez AieHna, naafragado aa
praia do tlaibii.
A's II hoi a- do dia icimi, no trapiche denomi-
nado Rarbosa.
Leilao
nr.
uma burra, prova sas e outros object"
!C 1
SEXTA-FEIRA
No segnndo andar
Jesus n. 43.
POR INTERVENCAO
earleira, ne-
escriptorio
8 D' IOIUVKNTB
do sol ndd da rua C->
Bjm
DO AGENTE PINTO.
LEILAO
De
uma laicha a vapor
Sexla-fi'ira 8 k correilc
A's 11 horas
Em frente k companhia Pernambucai.t
O agente Dias, competentemente antorisado, -
vara a leilao, no dia e bora acima designado*,
nma lancha a vapor que se eha em perfeito esta-
do, e a machina prompta a funecionar.
Esta embrca:ao que accommoda pessoas
nao serve para reerHn, como condnccao de passa-
geiros park os vapares |ue fundeam no lamarao, e
mesmo para rebocar alvaier.gas com rarga den-
tro do porto.
E' de forca de G cavalios, e qnando sneceder li-
rar o casco inutiliado, serve a machina para
qoalqner onlro Bister, taes como : serrarias, en-
genhos, etc, etc.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
la, pois acha Fe fundeada junto ao caes da mes-
ma companhia, onde t?m de cfleclnar-se o referi-
do leilao,
Leil
ao
DE
ama mobilia de jaearanda, massifa e quasi nova
1 cama franceza tamhem de jaearanda, i apara-
dores de amarelli, aoros, I tapete quasi oovo
forro de uma salade visit*. 2commodas. I roar-
quezao e outros moveis que ^rao vendido
ao correr do martello
Scxta-feira 8 as tl hor-ns em ponto
Por intcrvencao .lo agento Pino
Itiia do Briiii Jesus n. I,
Servira de ba em particular pelos obje:(os acima descrpt.a
sendo que a entrega se eiTeciuara findo o act" r,
arremata^o.
LEILAO
FIE
ilo i .-in lares
:;;
ito
NA
SEiVlANAL
^^^V
tPl
DE
mindezas, perfumarias, fazendas e papel para
forrar casa
Hoje
as 11 horas ena ponto.
No l. andar da rua do Vigario Thenorio
n 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, de 26 duzias de
ceronlas de linho, 20 duzias de perfumarias, 2 du-
z'as de porta-retratos, 5 duzias de cruzes de mar-
flm, 2 duzias de botoes para punho, de metal, 3
ditas de ditos de marnm, com lettras, 2 ditas de
guamicao para camisa, de meui, 3 ditas de ma-
dreperola, 10 ditas de collarinhos, 3 ditas de le-
qoes de sandaio, 2 ditas de abotoadcras para co-
letes,'2 ditas do espelhos de mao, 2 ditas de gar-
rafas, com tmla encarnada, 2 ditas de brincoi,
erande quantidade de pecas de papel de diversos
gostos para forrar casas, e finalmente diversos
chapeos de merino preto para homem.
QUARTA-FEIRA 6 "DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
\ 1> andar do sonrado da rna do
Vigario Thenorio n. 11.
N. B.-Na mesma occasiao vender se-hi uma
porcao de caixas com massa estrellinha.|
ass
Quinta-feira 7 demaio.
BeDelicio de um anonymq.
< OHPAVIIIA
MESSAGERIES MARITIMES
Llnha mensal
RIO GRANDE '
Espcra-se dos portos do sul ate o dia 10 do
corrente, segnindo depois da demora do cos-
tume para Bordeaux, tocando em Dakar (Gorea)
e LisbOa. ^
Para passageiros, encommendas, etc., a traur
corn
OS AGENTES
Harisnaendy a Labi He
9 Rna do Commercio 9
Liskam ePorto
Vai sahir com brevttnie a velefra barca Lhboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Uvlo Soares, rua do Torres n. JO,
moveis, lou^as, vidros, pianos 1 partida de
chapeos do Chile e 1 dita de fellro 'para
lechar contas
A's 11 horas em ponto.
No primeiro andar do sobrado da mi do Marquez
de Olinda n. 64 f
0 agente Dias, competentemente autorisado,
venders em leilao deste dia acima dito, mobilias
de jaearanda, com tampos de pedra, ditas de faia,
ditas de amarello, secretarias, guarda- loucas, me-
sas elasticas, marqnezSes, marquezas, camas fran-
eezas, espelhos, I toilette do mngno, e muitos ou-
tros objectos, que estarSo patentes no acto do lei-
lao.
Segundo e ultimo
De uma casa na rua do Diquo, antiga
das Carrocas n. 23
HOJE
Aw' tl horas em ponto
rua
FEIRA
16-Rna do Imporailor10
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
LEILAO
DE,
400 gigas com batatas
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA.
Em frentc aos armazens "da capatazia.
0 agente Dias vendera, por conta e risco de
quern pertencer, 400 gigas com batatas, chegadas
pelo navio S. A ndr-!, entrado ne?te porto no dia
30 de abril proximo passado.
Vender-se ha em lotes, a vontade dos compra-
dores, __________________
Grande
LEILAO
DE
moveis, louca, cristaes
e objectos de ouroe prata
Quinta-feira ,7 do corrente
as 11 horas da manha
na rua da Imperatriz n. .'J, primeiro andar.
0 Illm. Sr. capitao-tenente, Joaquim N'nlasco da
Fontonra Pereira da Cunha, tepdo de rctirar-se
para a cdrte muito breve, fara lelfio, por interven-
ed do preposto do agente Pestada, dos objectos
seguintes:
Ssla de visita.
Uma mobilia de jaearanda, com tampos de pe-
dra e encosto de palhlnha. contendo 12 cadeiras
de gnarnigSo, 4 ditas de braco, 1 sofa e 2 console,
1 tapete para sofa, i pares de lanlernas, diversos
pares de jarros, 1 rice espelho oval, 1 lindu relo
gio de cima demesa ; 1 r eo piano de jaearanda,
1 guarda-vesUdos do cedro, I porta-musica, di-
versos quadros a oleo e 1 lustre a gas.
* Primeiro quarto.
Uma cama de jaearanda, 1 toilette de dito, com
espelho e sens pertencas, 2 candiciros a gat, 2 pa-
res de jarros, 1 lavatorio, com pedra, tambem de
jaearanda, 1 par de lanternar pequenas para quar-
ito, tapete e 1 eabide.
Segundo qnarto.
Uma commoda de amarello, obra de Remigio, 1
toucador, 2 raarquexas de amarello, 1 lavatorio e
pertencas.
Sala de jantar.
Uma mesa elastica para 16 pessoas, 12 cadeiras
de amarello, 2 ditas de braco, 1 sofa. 1 rico appa-
relho para jantar, 1 gnarda-louca, 2 aparadores
eom pedra, t quartinhoira e 1 lntre a gas.
QUINTA-FEIRA 7 DO CORREWTE
um grande predio ao z .'in.iares t
zes. com as NgHMn rommodidades, 1"
andar, 2 sahs, i quartos ecozinha, a-
andar, 2 aalas, 3 juartos, solio ecozi-
nha, andar terrco, um grande armaxem
SEGI NDA-FEIRA 11 IK) CORRENTE
A'w 11 horaa.
0 agente Pinho Borges, ba.iante antorisado, :a-
ra leilio do referido predio, per conta e riseo de
ouem pertencer, no seu escriptorio, a rna do Bom
Jesus n. >:!, !. andar.
Os Srs. pretendentes pcdeni Jesde ja evamina:.
e algnm esciarecimenlo o mesmo agente pude dar*.
Arjente I Has
LEILIO
DE
um predio e sitio murado cm Santo Amaro
das Salinas, no paU-o da igreja, cujo si-
tio foi do fhllecid'i coii:inr",idador Jose
Candido de Barros
TERlA FEIRA M DO ^ORRINTE
AS II HORAS UA MANHA
No sobrado da rua do Marquez de Olinoa
n. 37, primeim andar.
ilO agento Uiis, .ompetentemente autorisado per
mandado do Exra. deseiiibrrgad(r juiz de orphaos
levara a leilao no dia c hnra acima designadoc,
o predio meiieionado, o qual a-iitem andar terren
e sotea, duas frente* e janellas em ambos os ot-
toes, 2 grandes salas e o quartos, e roa o icaba-
mento do assoalho na sotea flea esta coin accomnm-
dacoes de um indar, cozinha fcra, quartos para
criados, cacimba, gallinheim, etc. etc.
0 sitio tem lUmtm, differentes arvores frue-
nreras a e todomjrsdo, t<>m dous nortOes, sea*)
um de ferro.
EMa casa tornise re-'smmendavel por tr Sidw
solidamente construida c a vantngem de ter ago*
perto c parar os bonds proximo olla. Oa pV-
tendentes podem desde ja exaic na-la, e para qaai-
quer e^larecimento a rua do Marqnez de Oma
n. 37, escriptorio da ageneia. r nde tera tafar o
referido leilao
Agente Dias
LEILAO
LIE
predios
teri;a-feira h no corrente
,is 11 horas da R Bua do Marquez de Olinda n. 37, primeiro andar.
ASABElt:
rr agento Dia, coiapetentemcnte aatoraae>,
levara a leilao os seguintes predios:
Um sobrado na rna de Lomas Valratinas B.A,
de 2 andares e sotao,' recdificado nao ha mail
com grandes acccmraodacoes em qualquer dosm-
dares, e alem disso duas lojas e nm sotio, ca 2
salas e 3 anartes. Este predio possue unvboa
escada de voita qae se estende do pavimeatf ler-
reo ao sotao, de wodo qae ate este sole se] **-
gado independeate.
/
/.

.


s-
Diario de Pernambuou Quarta feira 6 de Maio de 1874.
Cma casa era a rna do Vkconde de Inhauma,
ouir ora raa do Bangcl n. 19, com 2 salas, S quar-
tos, cozinha fora, quins I murada cora cacimba.
Esla ca9a acha-se era perleito estado, e 6 silnada
em uma optima rna commercial.
Um wwife do urn andar r sotiio n. 17.a ma
<1e S. Jorge, onii'.ira rn i do Pilar, com a frenie de
azulejo, &m us segajntta Kouunodos : i quartos, nya<< com j.-tnjlfa = para n duas 'ri>i.!e*e
loja, com i salai iiimiui lock, rimra to tuin cacUn
iia e j)i'rla OsSi*. |.r.-|. iiI-ni.'s podem de=.le ja eximina-
!<*, e pan: qank|uer Hifitrmaca-i ;i rua Am Mar-
ques de uiiuua u. J7, priineirv audar, e-cripiorio
do agente.
Ana Srs. proprieUrios se offerece occasiao de
pessulr predios qae dao optima veoda, e que se
vendem somente em eomequencia de ler o sen
dono transferido sua residpncia para a Eurona
PIANOS.
LEILAO
de
No dia 15 do corrente, asll boras da manha, Ju-
aCA cora ca" de penbores a travessa do Da-
que de Caxias n. J, por inlervencao do agente Mar-
tins, fara leilao dos pennor^s conslantes das can-
tellas abaiio declaradas, veucidas e nao reforma-
das, a saber:
Cantellas.
Na. I30J, 1503, 1565, 1604, 1673, 1803, 1835,
' ll*3' m6> SS *& 2,43> 8l9*.
J256, 22t>9, 2282, 2303, 2333, 2339, 2312, 2315
If], 2148, 2454, 2483, 2.539, 2.S62, 2605, 2607
2609, 2612, .2614, 2617, 2627, 2638, 2652, 2676,
2686. 2687, 2691, 2695, 27t)0. 2705, 2712, 2715
2724, 2729, 2730, 2733, 2734, 2736, 2750,
2718,
2752,
2.793
2853,
2890
2927,
2975,
3016,
Acabarn de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes model!.'-. Sos ma's nntaveis u hi in en-
rHieeidw tabrieam. ; enui vjam : Al;di>n> Mi
ln-1, llenrj Her* e I'Uyi! W.lif \ C : rm Vapor
Kraucez, a "iia do Baifio da Vicioiu, i.uw'w.i No
vi n. 7. apn-c-is nitiilo euiiiiiiodo?.
Mobilia de vime.
<":i liira.-d,- lial.-iir.i. de luaf-". de iHiniuinVs.
ofi<, j.llllilll-irH-. IllrS.f. I'nllVr; -At, ir I- ,- :<
i'-ir..>, [,! l.-to Kllllto Ii.iiii |...i ,-ci, ill loil.'a l:
leves, eos wai* prufrtM motels para saletas e ga
binetes de recreio.
No armazem do Vapor France*, rna do Barao
da Victoria n. 7. outr oaa Nova,
Perfumarias.
Waot extnctos, banhas, nleos, nputi e pos den
trifice, agua de flor de laranja. agua de toileto,
divina, llorida, lavaude, pos de arroz, sabonetes,'
crosmeticos, maitos artigo delicados em perfama
ria para presentes em francos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas do differentes lamanho?
d agua de Cologne, tudo de priracira quahdadc
dos hem conhecidos fabricantrs river e Coudray.
No armazem db Vapor Franco;., a rua do Barao
da \ ictoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irtigos de dUfferentea gostos >
phantazins.
Espelhos, leqaes, lavas, joias d'ouro, tesourinhas,
caniyetes, caixmhas de costura, albuns, quadros.
e eaixrahas para retratos, bolsinhas de velludo^
dita^de coum, e cestinhas para bracos de raeninas,
cbicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de

, Pre,'ia-e de um feitor para Htio .ji enlenda
do mi -mo : in rna > liansH n. :I7.
110 (MM
l>K
*&1
Devedores.
Os propriet.irios da Confnitmia do Camp $ a
rua do Irnpwador n. 24, nedein aw seuadevvdurM
qne tem s.do remissos, o favor de virem Mtars rj3
1. hitos ale o Uia 8 d abril proximo vindouius
't'Min ao^ inHHw quc.se aleaomlla data nao e (1
nverem *Mt,r, v.~T;, sens n-ifte' n.-'r
in, il-im^ri,,,!,. ,1,,^ ., ;, / v;; 111 ;i.
1-ira.vi
4^S%
?$ mt IS' ffi V$ !' gS: "^^P^olartapete para lah.ernas, malasrboisas
khS* SOsT' iLJv' ES!r SP 2S !?*? Ide yagens, venesianas para janellas, esterioco-
2858, 2839, 2861, 2864, 2865, 2869, 2872,
2894, J896, 2899, 2900, 2909, 2916, 2918
2936, 2937, 2954, 2959, 2969, 2955, 2972,
2978, 2373, 2988, 2993, 2998, 3009, 3013
. 3023, 3026, 3032, 3041, 3045, 3049, 3055
3059, 3060, 3065, 3084, 3087, 3099, 3101, 3105,
i ?!' ?*i* 3,47 3IM 3I26> 328. 329, 3132
3142 3134, 3165, 3166, 3168, 3171, 3176, 3133,
e 747, cojas cautellas podem ser reformadas on
resgatadas ate o bater do martello.
AVISOS OVERSOS
Bom
negocio.
VenJe-se ou arren-'a-se o grxnile predio
de um andar e soifio, sito na rua do Bispo
Sardinha, proximo da igroja da Mi?ericor1ia,
na cidade de Olinda, tendo duas fcoas salas
de frente, um salao no soUo, seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'ngua, e
tendo gaz canalisado. Achando-.'e prepara-
do com tod s os moveis indispensaveis d
uma grande familia, sera" assim vendido ou
sem os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
pago da assemblda.
pos, lanternas magica,cosmorama.s, jogos da gloria,
de daraas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacdes, machinas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos
A. F. COHGA
Confronte a alfandega, armazem pintado
de preto, quo curiosos acabam de deno-
minar
Jazigo
O admimstrador dtste estabelecimento, a bt m
dos interesses daquella firma, vende a dinheiro a
vista :
Batatas, baratissimas.
Feijao mulatinho muito claro e tenro. em sac-
cos, baratissimo.
Latas com cinco galoes de gaz, Devois, a 54300.
Arroz snpenor a 25400 a arroba.
Caixas com 40 cartas de fogo da China suptrior
a 64200.
Manteiga franceza nova de 1874, da marca PLG,
a 740 n. a libra.
Os mais generos quo existera no mesmo estabe-
lecimento, faz se a elles precos proporcionaes
aquelles declarados.
- de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianca*, o
outras mnitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se node desejar de to-
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das crianca.s tudo
a precis mais resutr idos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor FranajM, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova iTt.
Calf ado francez
a 9^;
Botinas para homem
Acabam de chezar grandes jacturas de botinas
debezerro.de cordavao, de pelica. de duraque
cora biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9&Q00 (a escolher) por tor vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senliora.
BOTINAS prctas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, entcitadas e bordadas.
SAPATINHOS do phantasia com sal'.o, brancos,
pretos e de corns differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para mouinas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para nieninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordaao,
> BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
RotM a Napoleao e a Guilherme, pen.ir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Scguro e ailiuiravel
RESTAURADOR E TONICO
PARA 0 CABELLO "
Concorre para um be lo e per-
feilfl penteado
Torna os cab Ilos macios, brandos e lu-
sidios,- perfuraando-os com um aroma de
especial delicadeza, que 18o apnrado tem
sido.
MOFINA
Esta encoura^ado! I!
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fora.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Hell
jscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
ravor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
;luir aqaelle negocio que S. S. se eompromeUea a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins de dezerabro de 1871, e depois para Janeiro,
aassou a favereiro e abril de 1872, e nada cumprio,
-' por este motivo e de novo chamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. sou fllho it
icbava nesta cidade.
PUNDICAO
RDADO
ROWMAN
52
t
(P.issari'.io
aiuisojiu 0 f*\.tr lit Uim
xni'lel i qua ant tem ; ?e,
ccio pess >a| pode-se vriic*f.
RS^ECIAL ATTi..\(;\0 AO M'.ULKO t
ii!vian/.!
>.' 'ntf mm a i
Mil: ."OU tt.-t ?>*
^ todo wpVnor *-ni
HPai:.|..ie
..ji ,. -o\o toftjpjMQit
V:t.. S-'; n qne COBB I m
LtGAR UK SUA F'.-NricAO
dos mais raoVrnir ty^temas earn U-
bmrdoi cocvenirtp para ai divenat
ircamstancia8 doa aeohorea proprietario* fl p>ri dfaiaro^r ftigodlo.
Koondas do canna ~.~?- **** .chmr q0a wpy
i apores e rodas d'agaa
existem.
pzra anitnaea, afria e vapor.
Alnga-se o 1 andar e o armzzem do sobrado
da rua dos Burgos (Recife) n. II : a tratar na rua
la Praia n 20, com Jose Feliriano Nazareth.
24-Rna doNarquezdeDlinda-24
Lwqulna da beeeo I.niSo
Participa a sens freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relejoe'ro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostoa e qoalidades, relogios de
algtbeira, de todas as qualid* es, patente suisso,
de ouro e prala dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
rabneantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. Iunet:.s
de tod's as qualidades, tudo nor precos muito ba-
ratos.
Blodas dentadas
raixas io ferro fundido, batido o de cobra.
iUmbiqnes 9 fundos de nlambiques.
^aohfnismos J
4ombas
para roaodioca e a!godSi>:j
e paraferrjrmjdeira.
e: a (''>? i mao
por age*. spnr,
de patente, garantidas........ Ion aniroae.".
Todas as machinas "* **> ********&*.
de ms-'hic'fm
LIU\ DO PASSO
Ha mais de um anno fugio desta cidade do Re-
cife, e so fuppoe nella occulto, oescravo Jose, com
os signaes scguintes : cor preta, de altura regu-
lar, com 25 annos de idade, pouco mais ou menos,
tem falia de dentes na frente, sendo porem o sig-
nal mais sensivel nma escrescencia na palpebta
que parece eeg de um olho : quem o capturar,
traga-osrna Direita n. 119, ou Saudadcs n. 32,
que sera generosamente recoropensado pelo seu
enhor. _________
Precisa-se de um caixeiro com bastantc pra-
tica de taverna ; e que di5 fiador de sua condu-
cU : a tratar na rua v'elha de Santa Rita n. SO.
Aluga-se
a casa terrea com grandes commodos para familia,
extenso quintal murado e arborisado, e outras
muitas commodidades, no melhor local do patet-
da Paz, (Afogados) : a fallar ao sacristao da matriz
para vela, e no Recife, ttatar a rua das Cinco-
Pontas n. 31.______________
Aluga se a casa da rua do Passo da Patria
n. 18, com 4 quartos, 2 salas, cozinha fora, quintal
e cacimba, caiada e pintada de novo ; a tratar na
rna de Pedro Affonso n. 49, 2 andar.
Eserava coziiiheira
30*000
Precisa-se com urgencia
de uma perita cozinheira e
compradeira para casa de
uma pequena familia, pa-
gando-se a quantia acima :
a tratar no pateo do Paraizo
n. 28, 1. 2. andares.
Yviso
Lingua national
0 abaixo assignado, professor de lingua portu-
Sueza ha 42 annos, comproraette-se a ensinar esta
isciplioa em dez mezes ou em menos tempo, con-
forme a habilidade e estado que fizer o seu disci-
pulo. 0 compendio methodico e claro pelo mes-
mo ultimamente publicado, e o seu methodo de
ensino adquerido com esta longa e nuoca intr-
rompida pratica, o fazem asseijurar eom a raaior
efflea:ia a sua promessa, cujo resultado ja e por
muitos conhecido. Ensina por casas e collegios
particulares a mesma disciplina, e as que fazem o
objecto da instruccao eleraeniar do 2* grao. Em
sua residencia, largo do Paraizo a. 8, 2 andar, das
3 horas da tarde em diante, tecebe alumnos.
________Salvador Henrique de Albuquerque.
AVISO
Krnesto dt Leopoldo, estabelecidos com loja de
joias a rua do Cabaga n. 2 D, scientilicam ao pu-
blico em geral, que aada devem nesta praca nem
fora del la, e que muito menos se acham corapro-
mettidos cm qualquer litulo le divida, seja qual
for a sua natureza, e desde ja protestam contra
qualquer do-umento que por ventura possa appa-
recer firmado nao so pela respectiva lirma, como
for qualquer dos socios individualmente. Recife,
de maio de 1874.
Eme-ito Jo*.': Felippe Santiago.
Leopoldo Jose Felippe Santiago.
/-
0 Sr. Libawo Presidio de Carvalho, escrivfio da
colletoria de Santo Anlao, 6 cbamado ao Forte do
Maitos, armazem de algodao n. 26, a negocio de
seu interesse.
Desencaminhou-se uma letra de 2:0003000,
aceita por Polycarpo Jnse Layme em 2 do marQo
proximo passado, a tres mezes, que se vence em 2
de junho proximo futuro : roga-se a pessoa que
achar dita letra a va entregar ao Sr. commendador
Vicente de Paula Oliveira Villas-Boas, prevenindo-
se o aceitante que so pa?ara ao mesmo Sr. com-
meadador. Recife, 5 do maio de 1874.
*****$-*$***
I Excellente oecaslio. I
Para o rico e para o pobre
0 0|timos (4-i'i'ciios para &
^ cdiflcacfto )IS
^ coin IOO paliuos de i'uadu ^
a lAOOO e hoo rs.
^ Retalham-se os grandes terrenos que JSt
m. circumdam a esUcao da Boa-Via^em ; 3(M
^ sao terrenos proprios, desembaracados e '
Wt cortados por tres estradas : a real, a de. jqf>
ijt ferro e a que segue da estacao para a Wl
Boa-Viagem, e fleam mui proximos ao ~
rio Jordio. *J
Q A commodidade do preco, a facilidade C
5 do transporte de materiaes pela'via fer- 2^
>R rea, a proximidadc de madeiras e, sobrc &
f tudo, o privilegio de viajar gratis no va- ml
25 por pelo espaco de 10 annos, a quern edi- X
J9t ticar proximo a esta estacao, tudo istoe de %k
A incontestavel vantagens e dove aniraar MC
25 os pretendentes, os quaes desde ja se po- 2
W dem diiigir, nos dias utei?, a rua do Im-
jK perador n. 48, e aos domingos e dias
2: santos, na estaeio da Boa-Viagem, onde 55
Wt fe encontrarao com Trislao Francisco jj^
jtt Torres, encarregado pelo proprietario a jtK
JE fazer qualquer negocio.
Na rua do Imperador
n.28
Attencao
Desappareceu no dia 27 de abril o escravs Fran-
cisco, de cor preta, com os signaes seguintes : 20
annos de idade, alto, secco do corpo, principiando
a barbar, costuma andar com os cabellos grandes,
quando falla gagueija alguma cousa, sabe ler, co-
zinha e faz doces. Roga-se, portanto, as pessoas
e capitaesde campo que o apprebender, de condu-
zi-lo a rua do Barao da Victoria n. 53, que sera
recompensado; e protestase contra quem o tiver
acontado.
Ri
com
Cordeiro Simoes & C.
Acabam do receter pelo vapor Alendoza :
n:quissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
le, o nccessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, lotSes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rna Primeiro de Marco n. 7 A.
Arrenda-se o engenbo, Saltinho da fre-
guezia de Una, moente e corrente. Dito
engenho e bom d'agua, dista duas leguas dos
portosde TamandanS eRio Form'so, e tem
terras para safrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mesmo engenbo com
o consenhor Henrique Augusto Milet, ou no
Recife com Leal & IrmSo, rua do Marques
de Olinda n. 06.
Faz qualquer eonearto
Form as de ferro
2 prf.o mni rsacaida.
e cuie barataf. cz;MatM no net-
ic-m a; mslhorei
udo.
SilCOIllIaiendpS ,n50,^i5 de m;n'jar ** WW*V^ m MktM i von-
/ ,ade d,ls cliote- lotto tadiflm i tauiskim do Utetm
i pot mtermedio de penoa entedida, e qut fem ..v,#ii^da p6da
e !nsiroa)en;o >gr i prestar aaxilio.
irados americ&ncs
RUA DO BRUM
PASSANDO O Cl


A F ARIZ
FUNDICAO DE FERRO
\ raa do Barao do Triiiiiipb
ma
do .te) ns. [00 a IM
CARDOSO 4 I EM AO
10#200
Nao seja vt lhaco' por uma quanlia Uo diminu-
ta, quem nao pOJe pagar champagne, nao offerece.
______I_________A sombra da Paraen'e.
Aluga-se o i. andar da casa da rna do Tor-
res n. 18, e os armazens da rua de Barreto de
Menezes n. 8, e da travessa dos Expostos n. 18:
a tratar com o minislro da Ordem Terceira de S.
Francisco, no consistorio da mesma ordem.
eserava mulata,
Rua Duque de Caxias.
0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes, caixeiro a rua do
Duque de Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de mntuo interesse, isto por te
ignorar sua residencia domes/tea.
Ha para alugar uma
servico comroum de uma casa
Rosario n. 16, primeiro andar.
do
rua larga do
precisa-fe fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Joio Vaz de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Panla Borges.
Francisco Antonio Pootus
Estreiiana Pessoa de Siqueira Santos, viuva
de JoSo Lopes dos Santos, avisa a todas as pes-
soas que se julgarem credoras de seu :inado ma-
rido, que esta nrocedendo a inventario dos bens
deixados por ello, pelo cartorio do escrivao de
orphaos de Gamelleira.
liamelleira, 4 de maio de 1874.___________
Aluga-se uma eserava para cozinhar, com
prar e fazer todo servico de casa : no pateo de
S. Jose n. 49.______________________
PrecNa-fc de um caixeiro portugaez, do3
ultimos chepados, e de um preto escravo para o
servico diario : na rua da Guia n. 51, palaria.

95/ e em casas
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
na povoacao de Apipucos e com muitos comrao
dos : a traUr no andar do sobrado da tra
vessa da rua do vigario, n. 1, escriptorio.
500S000.
Eserava cozinheira.
Aluga-se nma mulata para todo servico : a tra-
tar na (oja do Passo, rua Primeiro de Marco n.
7 A.
vjnuniia fugida a mulau Maria, baixa, cor-
cunda, rosto comprido, falta de deates e sujos,
cabellos carapinbos, pes malfeiloa e dedos todos
iguaes, toma rape, e muilo mentirosa. e beata da
Penha e fioge-se muito religiosa, foi seduzida por
um homem que trabaloa no Cambronoe, chama-
da Henrique, que mora na rua Formosa, d'onde
foi vista sahir as 4 horas da madrugada, esla do
ami na travessa dos Coelhos. aada eotn cb ie de
listras axue* e casaco brantM de orellas encarna-
das na costa, debruadas de encarnadu : quem a
pegar leva a a ra da Imperatriz a. C, que atra
am recompeusadf..
Precisa-se de
tico e de quintal
oa rua da Pafio
mm.
nm para todo o servico dom3-
: trala-se m> Passeio n. CO, oS
n. 67. ^
Uma preta que sabe cozinhar e coraprar, preci-
sa desta quantia para sua alforria e offerece seus
servijoa'para pagamento pelo tempo que se con-
veneionar, preferindo casa de homem soitciro. on
pouca familia : na rua do Viscoade de Albaquer-
qne n. H. __________
0 abaixo assignade pede aos credores do Sr.
Jose Joaquim Samarcos, cslabelecido com taverna
a rua do i".orouel Suassuna o. 41, a quem o mes
mo abaixo aseignado ainda lao se dingio, o favor
de apresentarem suas conta? no prazo de tres dias.
lindos os quaes nao se responsabilisa.
Recife 5 de maio de 1874.
Manoel Gomes Braga.
Collegio deS. Sebastiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada scientiflca aos senhores pais
de familias e a quem mais convir possa, qne as
aulaa de seu collegio c >ntinuam a funccionar em
a caaa da rua Direita o. X, 2* andar.
Manoella AogasU de Hello P.ego.
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
I' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 7' parte das loterias a beneficio da matriz
da Escada (98'), que se extrahirana quartafeira,
6 do mez vindouro.
PREQOS,
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
KM PORgiODE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Kiikiiio cm .n:ih par-
(ieulares.
Pessoa hablHtada ensiua em sua casa a
em casas particulares, o portuguez, OS?
latim, francez o arithmetica : a rua gt^.
estreita do Rosario n. 3, I.* andar': }fP
m^mmmmmmmmm
? Consultorjo medico
K do
S Dr. Hurillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.* ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- S
quentou os hospitaes de iParis e Londres, M
pode ser procurado. a qualquer hora do Q
oia ou da noite para objecto de sua pro- ft
a fissao. M.
m\ Consultas das 6 horas da manhi as 8 ho- Wj
ft ras, e do meio dja as duas da tarde. M,
ff Gratis aos pobres. w
W ESPEQALIDADES. M
jd Molestias de senhoras, da pelie e de H
\t crian^a. S
4iXX^QOOrt>a3a)Oi3r^
AO PIBLICO
0 abaixo assignado jnlga nada dever a massa
fallida de Hastos 4 Lemos, o vendo seu nome e
fllho, na relaeao de divtdas para leilao em......
116*260, queira pois, tssa administragao apre-
sentar-lhe conta ou qualquer titulo que examina
do, e convencido, qner pagar indepeudente de ler-"
lao.
Manoel Pereira Lemos.
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
. 20, accam sobre o Banc* Commercial
de Vianna e suas agencias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, i vista e a prazo
por todos OS paquetos.
.Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade de 30
annos pouco mais ou menos, boa flgura, nm tanto
grosso e espadatido, sendo o signal mais visivel i
gomma na junta do pe esquerdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de carapo, queiram ap-
prebender dito escravo e leval-o ao referido enge-
nho, ou nesta praca a Oliveira Filhos A C, largo
do Corpo Santo n. 19, que serao generosamente
recompensados.
PENHOEES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, .da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
batedores : na refinacao da
AV1SAM aos senborcs.de engenhos e outr. s r-gricult res e ao
continuam a receber de Inglaterra, Franra e America, todas ns P
cessarias aos estabelecimentos sgricoias, as mais mode Das e w.c
?o tuercado
poLIko cm geral qua
ferragdts <: in.icjiir,a s nc-
H>r nlra q< e torn \'u\\o
VapOreS !de forca de 4, 6, 8
> alCleiraS de sobrcsalente para vapores
Moendas inteiras
raixas [fundidas
e 10 cavallos, os icelhoi ..: tmdo aerado
e meias moendas, obra coino mini arui k>.
e batidas, dos melhores fabricar.tcs.
aOuaS U agua com cubaje de ferro, fortes e bem robe las
Rodas dentadas
de todos os tamanhos e qualidades.
U
eoftte;
Precisa-se de
rua Direita n. 10.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
vincia de alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma Tegoa distante do porto de mar do
Gamella, tem oxcellen'tes terras, matas, e safreja
regularroente 2.C00 pies : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Relogios e apitos para V8pores.
BombaS de ferro, de repucho.
A.raaOS de diversas qualidades.
Formas para assucar,grBIJdes e ppm*.
Vai-andas de ferro fundido, franceias dadiwaoa
Fogoes francezes pm iepba e camo, obra mperi. .
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido par3 jardim.
r es ae ierro para mesa e banco.
MaCnina paragelartgua.
V aiVUlaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para maehinismo.
uanCOS e SOiaS COm titas de madeira, para jnr.Jim.
ConcertOS concertam com promptidao quah'uer obra ou ma< Ii m .
sua fabrica bem montada, com grande e bom pern
EnCOmmendaS man(^am y'r Por encomn.-uda da Europe, qual^u-r machirJerr. ,
para o que se correspondum com uma raapeitaval CM de Londr-s
s com nm dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem se dh mandar asaert-r
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bora trabalho das mwmtiT
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bruin) ns. 100 a 104
FUNDICAO DK CAHDOSO & IIlMAO.
i-ira o %m Mm
Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar com
o Sr. Antonio Jose de Freltas, roga portanto o fa-
vor de apparecer a rua d Cruz n 6, armazem.
Alnga-se a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rua Duque de Ca-
xias : a tratar na loja.
ft********-*****
i CONSULTORIO *
m MEDICO-CIRURGICO Z
m do a
5 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
PARTE1RO E OPERADOR
jkKlluu do Visrondc de .Ibiiqucr-JP
Jtt que n. 3. fa
ESPEC1ALIDADE M
W MoloNiinsi de aenhora* e Wt
ttf meninos. W
X Consultas das 7 as 10 horas da ma- ^
9 nha, todos os dias. ff
jpm Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar
2 ,as e sextas-feiras.
fp Os~doentesquo mandarem os -seus rlia-
0. mados por escripto at 10 horas da ma- A
5 nba serao visilados em snas casas.
ODILON DUARTE k IRMAO
CflBtLLEIBEIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAR.
Mfr
j\
iVPF.RAWI
k\ 82
l. A.\fAfi.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, colfocando-u naa rr>o!iicrcs co~
diccdes possiveis de bem servir ao publico desta illustrc capital, is Eiiaaa. Sras. n a-
quillo que fdr tendente a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para bomens como para senhoras, tupete cbignr
cbques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
bulates, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estra-.-
geiros, recebe directamente por todos os rapores da Europa, as suas encoromendas e fiir:-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 */ menos que outro qualquer, garantinr'-
perfeicio no trabalho, agrado, sinoeridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabello* n
porcJo e a retalho e todos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
0 Dr. Sarmento Filbo mu-
dou-se para a rua da Aurora n.
61. 1." andar ; entrada pelo oi-
tao.
4UL4 niM
A nrimolra cadelra da aula publica para o sexo
femiiiino da fregueaia de Santo Antonio, funcciona
no 2 andar da rua do Barao da Victoria n. 31,
entrada pela rua das Flores.
A influencia que tem os prlnclpioa rwtaoaos do
pfcnheiro> mantooh sobre o jmlaho em todos m
graos da tisioa, he tSo maravUhosa, que a medida
cue desenvolve-se a sua accSo, ve-s por as*
dizer o doente voltar a vida, ^^
N^?3 *roP 'abricado com a seiva do pinltetro.
recoihida logo ao sahir da arvore, content ot prm-
apios resinosos com toda a sua energia e pureza
seu elfeito he pois immediato e scgaro conba o
TX8ICA e em gorar.ontra to^^^ole^T^i^^^^^J^S^''
CIGARROS INDIOS
DE CANNABIS I
ftdi
de GRIMADLT e Cu, pharmaceuticos em PARIS.
2j*2! 5s e8PecUicos empregados ate hoje para aliviar da asthma e das molestias das via*
respiratorias, fem todos por basft scbstancus toxicas que deixSo um grande peso no oerebro
e aiem d isto sao sumamente perniciosas a intolligenda e a saiide era geral,
-A^ Propriedades do principlo activo do canhamo de Bengala que contem nosaoa dgarrw
o wo admnaveis, que apenas se respira alguma lumaca, nota-se logo uma grande tacttt.
aaae em rcsplrar, manor oppressZo, em tuna palavra um alivio rapido, completo e inofler^'vo,
porque os nossos cigarros nao contem nenhum principio toxico. Sao pois estes dgan-os o unieo
remedio certo que se possa accouselhar com connanca contra a atMSJi, oattaxraoa f IMS
nar, nevroaea, larynj-ite e ere geral contra todas as aaoleatlas das via* isaylrawriaa'.
Deposltos em Pernambuco : iTOUlEIRA, If AU O : M,-A. BAJUOXA. e nas prbx
i dpaes pharmacias de Portugal e do Brazil,




.--5-------
"*
** *-
**'
Sfiafio (de!FeriiHibtto Qdarta feira 6 ow ajuiv-s
be 1:0005 a 2:0.)0J, ma s >u menos, com hypo-
feeofl em casts a>|in na cida-le : se (lira quern da
nas ruas da Imperatrfz n. 38, loia, oa Imperial
nhmero 5._____________
BemviDilo fugio.
No dia 21 do corrente fugio o escravo
acima, tendo os signals seguinles : idade 25
annos mais ou menos, cdr fula, cabellos
carapinhos e um pouco crcscidos, cabega
chata, estalura regular, um tanto rnagro, e
tern no rosto bastantes signacs de bexigas.
usa de chapeo de couro, o levuu calgas e
camisa de algodaozinho : roga se a todas as
autoridades e capitaes de can: po, qucirarn
appreheudur dito escravo, e leval-o a" ruada
Madrede Dens n. 5, 1." andarT das 9 as 4
boras da tarde, ou a rua da Imporarriz n.
4, i." andar, que serao recompensados.
CASA DA
Rua 1. de Marco n.
kte 20:000$000.
O abaixo assignado tern ?empre exposto a ven
da bilhetes da Interia do liio, cuja exlraccao an
euouiara pelos joruaes.
Precos.
Intdro 241000
Meio 12^000
Quarto 64000
Manoel Marlins Fiuza.
Prccisa se de ama senhora que esteja habilitada
para ensinar o porluguez, francez, piano, costuras,
berdados, etc., etc., e que queira ir para um en-
genho peit>douma das eslaeoes do Recife a S.
Francisco, para ensinar a nmas mcninas que ja
esiao principiadas, paga-se i 000$, e gratilica-se
gradaan lo : a Iratar nas Ciaco Pontas n. 82.
Arienla-seo en/tnlio Jussaral-grande, no
termo d? Serinhaem, o qual esta situado a legoa
e meia da estacjio da Escada ; e bom moedcr com
agua, e de muito boa prodiu-cao, tanto de canas
como de raandioea : a tratar com o propnetario
do nicsno, no oiignnhn California, cm Serinhaem
Aluga-.e nm preto para todo service, inclu-
resi cozinha, pnr tunbem entender : a tratar na
praca do Corpo Santo o. 17, 3 andar.
Ccnsnltorio niedico-cirorgico .5
i A. B. daSilva Maia.
Jf\ Rua do Visconde de Albuquerque n.
M, U, outr'ora rua da matriz da Boa-VisU
9. n. H;
tf Chamados : a quaiquer hora.
FJ Consultas : Aos po i es gratis, das 2 as
1 4 horas da tarde.
1
@C5>jQ9l j :Qdl!DKD 9
Biuita attencao
Havenio sido subli-ahida on extraviada du po-
d-r da Sr. D. Isabel Lucaj da Silva, uma lelra
de sen aeeito, na imporlancia de 1:260^000 e
saccada pelo Sr. Manoel Soares Pfoheiro, e isto
ijuando d>ta lettra ja navia sido resgatada pela
aceitante, declara-se pelo presenle meio que niais
nenhnm valor em semelhante litnlo, vi.-toja ha-
ver sido reinida s obtigacao per ella rcpresenta-
da, e que par conseguinte de nenhum proveito
sera para aquclla pessoa, rm cuja mao porven-
tura ella se ache, proteslando se proced'. r cnmi-
nalment" contra quc-m quer quo tenha tracter, ou qne de ma fe pretenda ulilisar-sc da
meneionsdi lettra.
. i do abril de 1871.
A os paisde famiiia
assign -a faz lembrar aos chefes de
l.ti.lo daqui corr.o de Torn, que continiia
nila de in~trac.;i i primaria para o sexo
>, na ca.-:: de sua i esideneia a rua do Ca-
ii. 1(5, onde alem dos primeiros conhecimcn-
i rrammatica nncion.il, franrez, musi-
linca, pois para issa tern habeis mes-
. \iaritp & trabamo de agulha, tn sdebordados, e enire esse o de ouro
ralevo, e Ualmlhoa do 13 e crochet de
ind<.-, promette todo o dTsveflo e ca
. .' \ (mm 'a\-ah\wj, c \\tu\ aa&u& VoAa o
.' uo cumprimeuto do seu mag'isterio.
.' runs einteaihs, ^ aSaoga commudidado
Forlunala Fortes.
Mdoomo
lillietes garaatidos
. io i-uro.o da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 tbaixo i- ignadoacaba de vender ais seu?
I ; oete? a sorte de "OOiOOO em um
.; inteirn de n. 2709. alem do outras sortes
: res de iu^OOO e 20*000 da lotcria que se
ac&b iu do extrabii (97' ; coiAida aos jiossuidores
a rirera re :i J er, qne nronipianienle serao pagos.
0 -/ -..; i abaixo assjgnado eunvida ao respeiu
: i para vir ao seu eslabelecimento com I
"v\'V> l-i\\ie-f \)\\\\i\vsa,c\w>. x&a iskixiits de
remio, como prova pelos me.>m( s
.'70S
Aebam-se a venda os muito feiizes bi/hetes ga-
.7- parts da lot-'ria a bentlkio da
j. matFiz d.i Escada, que se extrahira no dia
6 de Biaio viodooro.
Prcyos
li.teiro 45000
Meio 2*000
hie IvMftQQOO para oinm.
Inteiro 3*500
Meio 1*730
Recife. 20 de abri! delST'i.
Jouo Joaqum da Costa Leite.
Nao se prestando o pequeno espaco do armazen)
d. 10 A, a ma da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das divers as marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha se d'ora em
diante aberto outro estabeleciinenlo sob a mesma
denominaeao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim h. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezes dirigirse, certos de
que, como ale aqui, acharao semp're a par da mo-
dicidade dos pregos, a maior sinceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Babia e
Rio de Janeiro, que tern sido annnnciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
dove convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que nesje genero de negocio
nao esta sem compelidores, fara muito por evitar
qne tambem o? tenba com relacio ao pequeno lu-
cre que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingue.' do Carmo e Silva.
jft*SH* &&&#-m*m*
2* BACIIAREL MIGUEL AMORIM m
2 Advotado 2'
Rua do Imperadof n, 71. %i
Empreza do gaz
A empreza do gaz tern a honra de annunciar ao
publico que recebeu i.ltimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Precisa-se da uma.escraya para cozinhar "e
comprar : a irtwr na rua I'rhneiro de Marco a.
23.______________^_________________
Piecisase de uma ama que saiba cozinhar
e engommar: a tratar na praca do Corpo Santo
n. 17, 3 r-n iar._________^_^__^
Aliiga se uma escrava para todo servico de
casa : na rua do Imperador n. SO, 3* andar.
Precisase de uma ama pararcozfnhar para
uma famiiia, composts de duas pessuas : a tratar
no pateo d* Paraizo n. 28, 2 andar.
Preeisase de uma forra ou
escrava, para casa de fami
lia : a tratar na rua de Hor-
tas n. 15, ou na rua Duque de Caxias n 111.
AMA
Ami (U leite
Precisa-te,de ama ama de leite sem fllhn : na
rua.doCotPHetlun.liP. _____
A 'mar A Pn.cisa-se de uma ama
/m \wm ,\ P*r andar com uma crian^a
*--lm*jL.~^~ e para o mais serviQO domes-r
tico.de paquena famiiia : trata so no Passeio n.
60, ou na ma da Uniao n. 67.
PrecJsa-sa do uma amaquecozi-
uhe, compre e engomme para casa
de'duas pessoas : na rua do Vigario
n. 33, segondo andar, casa da esquina.
AMA
A TW A Prjscwa-se de
^VittA ga D. 2 B.
um : a raa do Cabu-
PrBciSa se de uma
Santo n. %.
ama : no largo do Corpo;
Ama
Prccisa-se do uma ama que saiba co
rinhar : a tratar na-rua doiRangeJ n. 8.
cn-
Constando aos abaixo assignado achar-se nes-
ta praci o Sr. Manoel Feroandes de Carralbo, ren-
deiro dos engenhos Barra e Preguiea, em Ma-
manguape, proviocia da Parahyba, veem rogar ao
me?mo o obztqoio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente as rpferidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Taspo Irmans & C.
Vicente fugio.
Na noite de 13 para 14 de raareo do enrrente
nno fogio o mulatu Vicente, escravo, de 20 annos
Je idade, bonita figura, barba e estatura regular,
ev;.ndo vestida eem um sac.o roupa de algodao
branco e alguma mail fiua pertencente a um cai-
xeiro da caa d'unde fugio ; e natural da fregue-
zia de Sanl'Anna do Mattes, diz scr livre, casado,
e ter sido ciiado em compauhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quern alias foi escravo :
roga-se, porlanto, a^s senhores capitaes de caropo
e ai\iondndes poli'-iaes a apprehensao do dito es-
cravo, e enlrega-lo na cidade do Recife, rua do
Cre.cpi n. to, ao Sr. Ji>aiiuim Morcira fteis, on na
Cidade do Aii ao Sr. Turquato Augusto de OU-1
\e\ra. ^a.v^v%Va, c\v 4a.o %:\vwo%a,vtvevi\fe ft%\j&-\
cades. j
Rioas bandeijas
Para asamentos, bailes e baptisados.
Quem quiaer obler uma-bandeij rioamenle
feitada, dirija-se a Coofeitaria do Campus
Ja mandando ou indo enoommeodar, ja m-
pranio alii todos os enieites, constando do segnio-
te :
Bolos finoa para eofeilar.
Doees sabt^rosissimos para eafeitar.
Figuras allogpric-s para enfeitar. _
Papeis arrendados para eotei'.ar.
Bouquets para noivos.
Alii
Encoutra-se seiapre o seguiute :
Fiambres inglezes.
Budins >
Bolos >
Paesde Id linos.
Fatias dedito para parturientes.
Pastais em pn.iuiao.
Filhos (sonh s de milvinn)
Doees em calda, ralado e secco.
Bolachiohas de mil qualidades.
(Sugar NVaffers vanilla,
Gelea de mocoto, desinfeclada.
Amendoas, confeito?, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java (verd deiro).
Tmio isio na
CONFEITARIA DO CAMPOS
) para dietas.
Gas tare, cabelleireiro, a rua do Marquez de
Olinda n. 51, primeiro andar, precisa de um hanil
official de barbeiro ; paga-se bem.
^>{ Olhi (a n. *45
As pessoas iiue teem procurado arrecdar o
prcdio acima, onde foi estsbeleciraento de lonfa
do Gnado Manoel Antunes Vieira.queiram apres n-
tar suns propostas em cartas fechadas, no dia 9 de
maio proximo, ao mei-i dia. no armazem da rua
do commcrcio n 8, onde serao abertts ditas pro-
postas em presenca de tod>s os interessados. 0
arrendament-i e de todo o predio (armazem, dous
aodnros e sotao) ; os senhores pretendent-s, po-
rttn, pndfm fa^er tambem proposlas de pane, sej
meVUor lUes convier. \ud\cando os seus fiadoresJ
WecitV, AO de abrtt de \%74.
Attencao.
Precisa-se de um empregado de confianca, que
de Cador a saa coniu'jta, para tomar conta da.es-
cripturajao e caixa, e mais servico da loja da tln>
turaria franceza. rua la Imperatriz n. S3 : a quem
convier, dirija-se a mesma.
Grande fabrico de-marmore
deBeIyoys (Jura) Franca
Esta grande iabr.ca executa quaiquer encom-
menda deste genero, come sejam : ornamentos,
chamines, balcoes e ladrilhos de quaiquer natu-
res* e desenho ; os concurreniee deste generor po-
deTao ver, precis corrcnies, expllccoes e dese
niios, e as encoraia^nJay a tr*Ja* em casa de Kc!-
onna per & C, rua d Bum Jesus n. So.
Precisa se alugar uma escrava ^ue saiba cozi-
nhar e engommar; e" para'casa de pequena fami
lia ; na rua do Vigario n. 16, 1." andar.
Advoeacia. ':sr
. O ba<-ltaur-l Thomnje Clkavet* !"
advogado no forn da comarca do Bom
HI Jardim incumbe se de promover cobran- ff-
-*-. gas amigavel ou judicialmente na mesmi ^
comarca.
Liquidacao
EH
Grande escala
FAZBNLAS BABATAS
!\A
S6 o n. 20
A' rua doCresf,), laja das 3
DE
p rlas
LOJA DO PAVAO
NA
Viuga-se
Precisa-se
dea'
C
irnma prela escrava de meia idade que
veaifer < a rua : a tratar na rua. das
'. 93.________________________
.-. .. [:S30 publica 1). Maria Candida do
Figaeiredo, cnmpeleniemente: habilitada pela di-
rectoria geral da instruccao pubiica da lirdea de
lingua franceza, nas tercas e-sextas-feiras de todas
scmauas uas 3 as a boras da tarde, na casa de sua
residencia, a rua estreita do Rosario n. 24, 1
andar.
NegrinlN
Prccisaso de uma negrinha de 7 ala anno?,
i.;.ra andar com uma rneniaa : a tratar Oa rua da
AJegna n. 40.
Aluga se o primeiro a::dar do sobrado da
rua Primeiro de Marco n. 14, pr< prio paia es-
rrip'.iiri).'
Aluga-seum moleque de 18 annos
a. tratar na rua' Primeiro de Mar^o n'
18. -_______________________________
Preciiale de ;"00^ a premio sob hypo-
theca : a 'uiein convier annuncie para ser procu-
rado.
ALUGA-SE
a casa terr \ rua do Cxironel Suassuna n. 274,
cpnvCoAai dis para grande f;.milia. A casa ter-
rea no; Ij Duarte Coelho, em Oiinia, quintal
murado, c '-:<:nmndos-pia-grandn famiiia. A casa
terrea a rua do Amparo-, em'fJKeda, n. 7L A casa,
terr, sm u m-l i, a rua de Mathias Ferreira, nu
i.-pio 21 A casa terrea em O.ioda, a rua daLa-
deira da iiijujaha n. 20 :. a tratar com Jorge
lasso.________
Na Caaunga, a rua das Pernambucanas,
casa co .' mtc i de n. 32, aluga se uma escrava
com excellent iprog]
Um u itais cabeHoT
branco
.
Tl
i Hi
, JiPOKZt
5ci=nei?s: re^onhecida sur.rior a toda. q^e,
jpparcda*<5 aie boj. Deposito prici-
pil n>a da C*teJe- d* 'Biecife, Utoie'V^
Curso de portuguez no col-
legio da Conceiqao.
0 bacharel Jorge Dirnellas Ribeiro Pessoa este
incumbido do referido curso.
Protesto.
Constando me que o negoeiante da praca de
Pernambuco, Joaquim Jose Ramos, ao ausentar-;e
para a Europ', titscontara uma cu ma;s letlras
que se figuram aceitas po mim, venho protestar
contra esse ado criminoso, e fazer publico que
nao aceitei lettra alpuma em favor do mesmo Ra-
mos, e portanto falsas sao tcdas as leltras que
se acharem aceitas por uim em favcr do me?mo.
E para que cheguc essa nolicia ao conhecimento
de todos farei publicar o presente nos jornaes da
capital desta provincia e da de Petnambuco.
Engenho Castanha Grande, 24 de abril de 1874.
Manoel ;avalcaote de Mello.
Aluga-se por pre^o razoavel, a loja do sobra-
do n. 41 da rua do Rangel, a qual tern armacao a
presta se para quaiquer negocio : a tratar no 2.
andar do mesmo.
PBECI8A-JE
de um ajudaote de cozinha e mais um eriado para
todo senieo : a tratar no hotel de Bordeaux.
Padaria.
Precisa .e de ura socio com capital para uma
padaria bem afreguezada, tanto para a matto co-
mo para a terra, ou yende-se e faz-se, quaiquer
negocio : no pateo do Terco n. 63.
Fugio o preto Joao, que tern
officio de funileiro.
No domiogo 21 de marco. pelas i, horas da tar-
de, fugio o preto Joao, idade 26 annos maia ou
menos, cor fu!a, rosto redondo, estatura regular,
secco do corpo, falta de dous dentes na frente.
usa de bigode e pqra, ma^.teqjnuu^o cjjbi
vou diversas peeat de reu-pa em n>o, tmj)
de um annul de r>.*lra branna, le,ofl!fln
Bileiro e quai ebe da par* fallador ; fm. cri*
do era Nazareth, e alli-aprendeu o officio, na-Joja,
du Leoeadio, a quem foi comprado; nao ottoi
estar elle soator- desse? lugares, ha ia/tf$lo dot
elloKle-
na Torre nm bom s'Uifi. com muitns (ructeiras e
com boa a sit para grande familh.
\3tta casa no taesujp \u?.a.r, \\o\"a,.eDUi 1 sa\as,
13 quartos, coiiaha e despensa, quarto para cria-
'dos e bom goiniai "
fJma da dito dito nova, com 2- stlas, 3 quartos,
cozinha. despensa c bom quintal.
Duas ditas- dito dilo d lo, peqneaas, com 2 salas..
1 quarto, cozinha e grande quintal.
\ tratar na Cipunga. porto do kacerre, n. 32.
Na aniiga rua do Bom Jesus das Crioulas
n. 33, reccbe se roupa de homem e de senhora
para engommaf-se com perfeicao e brevidade.
tiiiiiirriii: a c.,
JiiuJo a loja da cstiiiiua.
MF.TINS CHINEZES,
Proprios para rettido os mais moJernos, pelo
diminuto preqo de 280 rs. o corado, e pechincha I
Dao-se amostr^s.
ORGANDYS DE COHF.S.
Fazenda fina e com bonitjs padroes, pelo dimi-
nulo-preco de 320 rs. o covado, e pecchincha I
Dao-se amostras.
CHITAS COM'l'AN.W DE CRETONE.
Fazenda Itaissloia, mm Jindos podioes, pelo di-
minuto preco de 3:0 rs. o covado, so se vendo,
6 pechincha if Dao'se amostras.
(k-mpleto sortimeato de Tas ccocezas,- e para
acaba'r'se vende a 210 rs. o covado ; e pechinehal
Dao-se amostras.
CASSA LANE.
Grande sortimemo desta fazenda, com'os mars
borrilea padroes que tern vindo e que vende se
pejo diminuto preco de 200 rs. o cevado ; e pe-
chincha Dao-se amostras.
CtllTAS CURAS
Com bonitos padroes, que se v.-nde a 260 rs. o
covado ; 6 pechiocha I Dao-se amo.-tras.
" HOLLAWDA.
Brim HolWndii, liso, o qOe ha demais Pino, pro-
prio pare ens tames de homens e meutnos e ves-
tidos para seahoras; for ser muito fino e linho
puro, e se ven le-peto diminuto preco de 560 rs.
o covado; e pefj-incha I Dao-se amostras.
BRINS DE CORES.
Brins de cores, Knho puro, com binitos pa-
drOes o que se vende pelo diminuto preco-de 560
rs. o covado ; $ pechincha I Dao-se amostras.
CAMISAS DE CRETONE.
Camisa? de cretone, o que lia de mats fin-s,
com lindos padrSes e que te vende a -4'>sWX) a
dfltiai e 31500 cada orna ; i pechincha se se
vendo
Assim eomo um deposito de mais fazendSI rjue
se vendem por menos do que em outra qua'lijuer
parley como sejam :
Cortes decasemira de- eores a 43 ; e pechiw-
cha I
Idem do brim pardo fino a 15300; id n.
Colchas de fustao com ba_ra, nuitu grandes 3
43 ; idem. "
Idem idem brancas, idem idem, a 3i ; idem.
u bertas de chita adamascada lina. idem 'id-m..
a 33500; idem.
Leu<;6ede bramante, idem idem, a 2a ; idem.
Toalhas alcochoadas a 5jU'!0& a diun ; idea).
Lcncos- de oa-sa com barra a lit) a duzia ;
idem.
Idem ilam idem brancos aliarahados a 23000 ;
idem.
Idem em- caixinbas muito liudas a 3,5500 a
duzia.
Seroulas- ie linho e algodao a 18f a duzia.
Cainbraia Victoria fina a 33300 a peca ; e pe-
chinclia.
Algoaao cjarca T largo a 43506 e 55 a peca.
Madapolao-fino a 43800 a imcsl
Vtadapolioifrances muito lino a 6-3 a peca.
Brim pardo niBiio fino a 400 rs o eovado ; e
pechincha.
Cadibraia transparente, o qua ba de- mais fina
a 64 a peca.
Baptistas de cores modernas e com lindos pa-
droes a 400 rs. o covado e grande p?ihincha I
Bao-se amosira*.
S6 o n. 20'
-{' rat da Cmp. I ja ((as 5 ^irtasj
uiumkhmua c:
.Sunlit a loja da es<|uim.
eMabelectmento actia-c atSK>rto
1(ih O Horas tin mnnlitV &t* 9
iaoi^im da nmkto.
Fanno de algodao da Baliia.
Vende de toias as qualidades Joao Rodrigues de
?aria : na ma do Amorim n." 33.
Fumos
Da Baha e do Rio. vende Joao Rodrigues de Fa
a a, rua do Amorim n. 33__________________
Vonde-se pnpeis com Lesta!os para
sortes : na rua da Cruz n. 0.
Rua
da Imperatriz
PARA LIQUIDAU
n.
60
OO rm. o
C\MLSAS
I KANCMAS A 2^000,
25500"
Grunrtdinu preta a
covado.
0 Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato proco de 500 rs o covado. PaT8 vende om bohHo sortimento n-
Madapolao cnfestalo a tfrOO effmha* fraiicews com peito de aig^dlo,
aipeca 2000 e 2J500. Ditas com p< ito de lir \,
' ; de 3&OO0 a 6JW00. Ditas bordad mtit
0 PcfvSo vendo pecas de madspola'o en-' Gnas de 6$000 a 109000: assim com'
festado, pelo barato preco do13JOO0 a pega. grttide Sortimento de ceroirfas de Knho e d-
Ditas sem ser enfestaio, com 20 jardas, a algOdSb, por precos baralos, e tambem te
5^000. Ditas com 24 jardas raaito boa completo sortimento de punboa e eollarintms
farenda, a 69000, 69500 e 79000. tanto de linho como de algodao, por prorr-,
ALPACAS PRETA9 A 500, 6i0 E 800 RS. j em-coma: _______
0 PavSo tern um grando .sortimeato de E|a*illioo n 3;5O0. t|lM e>
alpacas pretas, que ventlea 500, 640 e 800 *(JK>##.*
rsi 0 covado. assim como grande sorli-j
mento de cantdes, bomb'arinas, prtneezasj 0 PdVao ven*!e um bdnito sorlrmento d^
pretas, merinds, e outras muitas fazenda* espanilbcs modernos a 39&0D, 4#O00 t
proprias para luto. 5000, assim come um ln-nito Mt'tm>rit'
Scdinkas a 1300. dessias braneas, bordadas, a 59000 e696C0
0 Par*) vende sedas eom listrinhas; de ;ditas de lasinha de cdres a 3BM#'i 6 ?*
cores a 19600 0 covado. Ditas com pa)-'; enmcha-
minhas 29300. Dilas com toque de mofo
CORTINaDOS BOll&AbOS PAUA CaMA r.
JANEU.AS, DE79ATF/259600 0PVR
0 Pavlo vende om grande sortimento d.
cortinados bordados, proprios para cama t
jaaellas, pelo barato prc?o de "9000,89000
lO^OOO at^ 259tlt)6, *sim cwno : coliO
e'e damasio de 18 muito fina de 10900O
1^9600 cada uma.
BRA-MA.MES A 19800, 29000 E 2960c
0 Pavao vende bramaates para letfo**
tendo 10 palmos de largora, sendo o d-
algol.in a 19800 e a--000 a vara, e de linb
| a 29400, 2?800 c 39000 a vara: e pecki
cha.
a 19000 e 19400.
CAMBRAIA VICTORIA^. A 49000, 49500,
03000 EW9000.
0 PavSo vende um grande sortimento de
cambraia- Tieloria e transparente com
8 1/2 varas cada per^a, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7*000
a peca, assim eomo, ditas de s-alpico bran-
co, a 7#000, 6 pechincha.
NOVAS LAZINHAS jA 560 RS.
0 PavSo recebeu pelo ultimo vapor un
elegante s >rt mento das mais lindas laiznhas
para vestiJos, jendo transpsrentes com as
mais delica-ias cores, e modern'ssiuoos pa-
droes, que vende pelo baratcr preco de 560
rs. o covado, & rua da Imperatriz-n 60. rACF>irni 4 &rMtnn ft^r.nn r Tisr.i 1.
LIQUIDACAO DE ROUPA PPARA HOMFNS. ^^e'S de^S-irM^ra
0 Pavao vende-um grande sortimento de!caiga?) ^nin pa(1roos mo,]eri,OSi ^ &
roapas ptra homens, sendo palitots saccos, | topreCo do 3?0O0, C9000 e 79000 0 cor-,
ditos fraks tanto decasem.ra preta e de to- assim como paimos t0, resycomode panno ; assim como um avul- que teni vindo ao inercado .^ 45000, 8-
tado sortimento ua-cal^as de ca^emirapreta, IJOSOOO.
do cor, d brim de cor e branco, e um
gramle sortimento de colletes de todas as
qualidades.
ttndo tambom um bom sortimento de
camisas inglezas e ftrancezns ; assim como
de ceroulas de linho e- de algodao, e vende
todas as roupas a^iraa mencionadas pelo ba-
ESME1ULDI.NA A S0# U>.
0 P7bo- recebeu um honito sortimrTr
das mais fhgantes esmeraldinas com listra-
de seda, sendo em cores e padnVs as mai-
novas que tern vindo ao rrefeado, pro
rat\sstmoprec.o, porquerer liqutdar, na loja1 para vestidos, e vwide ^al Viti?-
da rrra da Imperatriz 2. 60, de Feli Perei- \ co de 800 rs. o covado, a* rue da Imnratn/
ra do- Silra. j n. 69.
Acha-se constaatemente aberto .. gv* d.) PAV\0, das 6 horas da m
m
Roga se ao Sr. Joaquim I'areira Rarno?, que
tenha a bnda.u de comparecer a rua de Marcilio
Dias n. 45, das 6 as 9 horas da manlia, ou a se-
crelaria da sanla ca?a de miseiwordia, a negocio
de seu kitere^se.
carrocei-
Hospicio
Aluga-se ou vende-se um- escravo
ro, idade uuarenta annos: Ba rua do
n. 81.
Adnn'oistrador
Oilerece-se uma pessoa bastaftlehabiytada para
ser administrader da ahjiio^ engep,bo : quem pre-
cisar, dirija-se a rua da Roda n. 27.
Alug-se tres casas terreal oa rua do Hos-
picio, a 50,5 mensaes : a^ratar na rua da Moeda
n- 5, andar.
AVISO
Precisa-?e comprar ious ejeravos, pedreiro.e
carapina, paga se bem : a'tratar na thesoiiraria
das lotenas, a ru^. Primeiro de-Marco n. 6.
Compra-se um portio de'fcrro : na rua do
Rangel n 62.
IC i>:-iltH'iril limltlitllM!*-:
No armaze-i) de J.Domingos do Carmo e Silva, a
tv\* do Xvftoivm k\, \cuie-se era po*so e a>
reialho o melhor kerozene, da bein aoreditada
marea de Henry Forster & C.rgaranlind6sea qua-
lidade e quaalidade certa do-liquido. iVo mesmo
armaiem tem para vender gs depositor com tor-
neiras e muilo asseiados, para casas de famiiia, por
li'.lO cada um.
o wWwGmEL.

SkW
eekke
Horifo
i
agna
DE
IRUV\ Paris n'America, a rua Dr.-
quo de t'axiafe n. 59
primeiro andar, a -al.a de rerier um ama/tM
sortimento de c.'.:..'; r'eiro. |are kv ntefb .
senhora, vinAi entre dies Din liadi* 'rrliarli i
eleganti elsi^uitos, saj butioa-
, orian^as, que ludo \enrtr vor precos nnaa
Com avaria
i
Vends-se, ou troca-se por casas na. Bi.a-vista
ou aluga-se um Mlio na Capunga, rua da Ventura
n. 20, cont ISO palmos de frente a mais tie 300 de
fundo, com boa,ca?a, caciwha, eoeheira, estribaria,
etc., tocTo murado, eom portSo de ferro na frente :
a tratar na, rua V-Ilia n. tOi.
VEMBE-SE
uma mafihina de costara, em muito bom estado'
e por prego commodo: no largo do Paraiio n. 8,
segundo.and r.
Vende-se uma preta de .*i0 anaos de idade,
Cjtn uma filha de 4 annos, por 800S, euma parda
de ii annos, eng,omma, corjnua e cose cha, c
uma nvuleca preta do idaae de 13 anuos ; as ul
timas de honilas figuras : na rm de Horias nu-
mero lie.
Yende-se
pes de sapotas de Odo< os tamanhos, de optima.
qualidade, o tempo 6 proprb paa planla-los : na
rua do Hospicio n. 75.
Compram-se'!e segu_intes Jivros : Exposito-
re, Ortholan e La Greg : na rua Duque de Ca-
xias n. 39.
#

Compra se e vende-se irastesnovoa
e usados no armazem da rua o Im-
peradoF n. 48.
"*!
qnanda nefta cidade : pede-se portanto As an,; Na raa uag Cruie5 n 3, corapra.ge UM se-
toridades pohciaes e capitaes de c-unpo a *ua -
apprehensao e leva lo a Ju.-e Joaquim bum Bm-
rlo, ao largo do Corpo Santo n. % qne geuerosa-
mente gratilicara.
Aloga-se-a casa n. ft da rua dos Prazeres,
aos Coolbea : a tratar no 3 ander dp sobrado n
34 da rua das Cruzes. -_________^^^
Aluga se a loja n. 3 da rua qa, Ipipensto* :
na mfMna rua n. i,'
Quem perdeu um peflueno alflji't^'de peito
na igTeja de S. Francisco, darido os signaes cer-
tos, ser-1 he ha cnirefue : na seHit o. 46; do mes-
mo conveeto.
lira e um par de botas usadas.
. Na estradi dt- Joao de Garros n. 19, vend*-
se.njp- cavallo bom e barato.
in"'
.
X
tO'l'e
eirc.
as K^etaV w*w de
Aluga se o silio d9 Haadb Br. Jacioihoi F-
reira d Rgo> perto da sttaeae dO-Wintei'o, com
exeeltente casa de vfventfa, jatdW) q estribaria :
iVendem Aogusto F. d'Olivelra 4 Cr: fa\ do Com-
taercio n. 41 L~ m*
V'eede se ura terru.
. ro. frejuecia-fa Oapun
Quez de Oliod, n. 51, t. ao4jv, e em, a traar com Franiisco I^atfto thbtp, ijf rda, rJMrenle e 300 de fundo,
njHunBuAi ?0r? Jcsus n 4- Wa&r*pkM*'iMlP/ teceft ruma; -
9Aiilg.ne'a D- 9' ou na r "
seajwMo' aildaT,
inye
DSC
Piano.
Veude-se um piano de mesa, pequeno, profirio
para principi-mte, em muilo bom estado, njr prft.
;o modico : a tratar na rua de Santa .Isabel a. 9.
Engenho em Serinhaem.
Vende-se duas paras do^
eogenho Novo, bito na fre
guezia de Serinhaem, distan-
te daestacao ds Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que sa'freja cerca de 3,000.
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo Sfc'
tratar com Dr, Felix de Fi-
gueiroa. 4 wia (fes Caf|adas
n. 14, ou no arsenal de
guwa.
zee,
trui
lueriiausta ainda mesmo por continuada i ligeiro a rua da Imperatriz a.' Ou, para i
o/aporacao e cliffusao. Neste respeito ^(Se arrepende.-.
iworaparavel a quaiquer outro perfume 11 $GQS>0-C*3C>QC!Xt CVjOOO
3aJ8ktw&fiSf m 8 Madap.lao fino 5
M CABECA, DEBILFDADE E ~d na rua Crewjao u fO. fL
HY8TF.RIC0S Q- l"^* ^ #* e Q
p Mf.,I i T-' r- v largo, eom toque,a i*1ito.Kj,:i*e:i#:,00, fL
E um certo eligeiro allivio. Gom o bom JC fazenda superior c larV f<
v)B, tem conservado sua infiuencia para "ij *l|nrn <> -(,i dt riirw, hvrt- ff
eima de vinte e cinco annos sobre todos os Fj das c inuil1 ri0:,'< fazendo nudernijsima /f
^rfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba, I fij a giLtaaa^tla. Uaa. com toooe 5
r/exico, America Central, e do Sui e nos'fif de suic~ UUW *U cadT ua.. m- '
oixn toda a con&anr;a o rcceitunendamos IIW chiaeha, isto so na l-ja a it', a ru. d* %i
como um artigo, pelo seu aroma muito de- f &. ^
licado, riquoja de odor e permanencia, nap ^60C<^ XS>0X?OO ijS^XJ#-
pode ser igualado. Tambem faz removei-
da,pelle:
4SPEREZASV EMPOl.AS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS.: E BORBULHAS.
Sendo reduzida com, agua, se torna ueu
excellente mistura para banbar a pelle, p
dando Um aroseado e cdf clara a complei- \ & 'errTvclas
"V ende-se
Cimento Portland.
Vitshos engirrafj-l Madeira.
Cherry, de super cr quatidale.
580 nublada, sendo applicada depots dil
barbear,. evita a irrita^ao que goralmente
ormrro, assim como tambem garganteaudo-
se, o cfeeiro do cigarro desapparece, e rae-
Ihora a condi^aa dos dentes e gengtvas.
Como ba muitas imitacoes, as quaes nan
Sossuem nenhumas,
eve-se tomar cuiddo e contar somente o I Para cassmentos.
o famoso perfume- i cosmctico do sul da MJOZ
America, chain' t i-
na rua do Vigario n 19, I'anJar.
Para noivas.
Amaral Nabuc^ dk C. vendem leqiies, hg>#, fi
nissimas abcrluras de esgaiio dc Lotto para ca-
misas, fronhas, de labyrintao t bordaias, rapell.-i>
de larangcnra, coleha de seda c ia cr-.-*hel, cni
fl'estas propriedades, I nados para cama eletjf s bordados. tndo prnfri
kWK FLO III HA
m
III KRW ft I,A\UA^.
Sj acha aVvepda em todos odrogu
perfumari as da mo da.
I
Hi'
0 unico
de-se na
s

DE JAVA
verdadeiro ven-
corifeitaria do
ei-
la
ioia8-agHaf,^.tijoll,
. a,sa dc tajpa, ca^tmt)>da i*da e mk ^Prn,.^ dpo tcrrSna bJ/opwo : avatar B4*0(|)fl- ^riedade. jj do B^. F. P&jas & C. I
CalcajJos baratos.
Botinas de phantasia, cano alto, com biqueirade
eouro de lustre bordada.% para senhora a 55 I Di- ;
tas ditas gaspeadaa com douroxje lustre da mes- j
taa c6r da fazenda a 4*500'!- DMa?, pretas lisas e
gaspeadai enCeaadas a 31, 3>i3iX) e 41 I E' um I
completo 6oriimeajo.de.c&Icados fraaoezes, ingle-1
;s e nackmaas, para hga>ens,, seuhoras, xnenino3 j
e menthas, (juo so ven/idrab ^>or precos inietra.
-is
Por todos os vapores re*
oebe-se nova remessa,
Vord e sieto superior.
Pr".o a 310Q0 o 1,1 kilo.
Verde a 31&O0 o l/J kjlo.
Na rua. do STarqaen de Olinda n. 20
(antiga ai"Cadel|-).
raarianno.
Amaral Kabor* & C. vrnlem fusixbas prophw
art Incensar raBtuhrio e ladain.a tor
riano : no baiar Victoria, rua do Rar.io 4a VkIt-
ri n. 1
Insignias maeonicas.
Amaral N'abuco A C vendeoi insignas aafiai-
s de differentes graos. a i bazar Victoria. re
o Barao da Victoria u. S.
Verdadeira \\mhAt
\a rua fa Li\ra:neRl n. i\.
Poaelinas de se4a e liak*
a %9 m cvvaaa.
e' raro de E>c.oTre*e-s.
Peixoto 4 C, tendo reccbido um rraaee sort-
raento de popeHnas as mai> is.iWms vindo ao mercado, resolveram s a veoier ack
diminuto preco de II o covado, para aeaWrea
A" alias antes qe se'acabem, rtsto ja terea tee-
dido muito.
Cintos g leques
AmaraL Nabuco & C. vendem cmtoa it coara
preto e de cores para seabor*, de ouro ie lofart.
de bererro e de borracha para menioos
lequei de uttar.uga, mar&OL
aeaa^ia. luo e Uvradft*,,.
rjngnn e seda e madeira e seta
no Bazar Victoria rua do Ba'io 4a


sr
""

~mm*j*f*
W
*(*';'? "





Dkrio de JPbriHttnbuoo t^aaita feiftt 6 de Itaio J-^S'H.
fazendas finas
Rua Prlrairo de JiafctJC a. 7- A
UE
Oordeiro Simoes & C.
E' 3U nma das casas qua hoje pode com pri-
maaia offerewar aos seus fniguezes um variadissi-
mo sortimento de fazendas rlnas para grande toi-
lette, a bem assim para uso ordinario de lodai as
-lasses, e por precos vantajcsos, das quaes faz um
pequeno resume
Mandam faeeudaa as casas dos pretendentes,
para o que tern pesaoal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cures.
Grosdenaples de todas as tdres.
Gorgurio braHCo, lizo. de Kstras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cotes.
Grosdenaples preto.
V'ellQdo preto.
Granadine de seda, preta e-.de cores.
Papelmas de lindos padroes.
FH6 de seda, braoco e preto.
^icas basquinas' de eda7 .
'Usacos de merind de cures, la, etc.
MantaS brasileiras.
Cojtes com cambraia braDca com lindos borda-
Rieas eapellas e manias para noivas.
Hiijuissiuio sortimento de las com listras de
** wad
Cambraias de cures.
Ditas maFipozas,. brancas, lizas e bordadas.
Sanzuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes deiicadus.
Percal.T?* da quadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de c6r, proorinc oara vestidos,
v.ni barra e listr.v.
Ricos cortes de vestido de linho, c piles da
aiesraa c6T, ultima mod?
DiS' de eamhraia de cores.
Fustao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Gamisas boriladas para senhoras, de linbo e al-
godao.
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de
Jeosbi, oara honieos e senlioias.
Vestuarios para menioos.
Ditos para bapliudo.
Chapeos para eito.
Toamas guards rxtpos adamaicados de linho* de
Vji, para mesa.
AA)lcbas de la.
-orlinados bordados.
Grande sortimento de camisas de linbo, lizas e
B6rdaiaJt para homens.
Meias. lie cores para homens, meninos e raeni-
a
Ditas escocez.i.
toron'?:.) H.Mimepto de chapeos de sol para ho-
ifitiiga'fmiiini >\
Merino de cores para vestidos.
Dito preto, trancado e dito de verao.
i-dhado de linho e algodao para toaJ
Moalhado pa^do.
Damasco de la.
Brins'ds linho, hranco de tores e preto. -
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores o pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de touqoim.
Camisas du child para .homens.
Ditas de flaoella.
Ceronlas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lencos bordados e de labyrinth.
Colchos de crochet.
Tarlataoa de todas a* cores.
Kicos cortes de vestidos de tarlalana bordados
oara cortes.
Espartllhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
Damasco de seda.
Casemira preta ede cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
:arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, 'apetes de todos os tama-
nhos, MBM de viagem, poitos bordado? para ho-
TBfWj Iciicjs de linho branco e de eiJres. toalbas,
guardanaoos. etc...etc.
M^ Bi-
ll
f^M' N
E'baralo.
VenJe-se urn pequeno si io perto da esta-
j3o do Salgadinho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
com uma elegante casa de laipa, acabada de
proxim > e bom asseiada, tendo -2sal s, 2
.quartos e co/inba fora. 0 tcrreno e pro-
prio (. bom ilo.platitagoes, tendo algunus
arvoreside iructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para vere mais explica^oes, no mesmo st-
tio a qualqucrhora a entender-se com Tris-
'.ao Francisco Torres, e par: tratar, na the-
souiaria d. sloterias, rua 1 .* de Marr;o
v. G.

res ma
Rna da Imperatriz q. 72
wmm gumames & i),].\os
Acaba ie 'rtceber um grande sortimen'o 'le kmUut pr.t*s pa*> -t!a-
COMO SWAM :
GROSDENAPLK PltETO A l*0O. LKiVWS HIU.XCOS A ij> 00.
Vende-se grosdenaple preto para vestido j Vtude-so'lemjos.brarcos l\< os, .i 25>0O0,
de senhoras, a 1800, 29, 3>, i^.'c 5j o 2500 e 33 a -:u/.i;, ditos do linho, a iff,
covado. 55 e 03000. a dima
PANNO PRETO A %500. CROCHKS I'AIU CA0JRAS A l'500.
Vende-se panno preto de duas larguras, Veade-so pannos do crochd para cjdcin.s,,
para calgas e palitots, a 25>$0< 33, 3500, a IJ500 oada um, colchas de di o para
4, a 6JJ0O0 o covado. noivas.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A. 5^000., MADAPOI.AO FRANCEZ. A 7j>600.
Vende-se cortes decasemira preta paraj Vende-se peras de a^ad/kpoiao fivnaeB,
Faiello novo e
Milho pequeno
Da melhrr qualidade no r.rmazem de farinha
de trigo de Ta-.-o Irmans raca do caes
do Anolb.
Pazendas eroupasmuitoba-
ratas
Na loja de J Porto, a rua Nova n. li, Iroca se
per cobre ou mrsmo por sedulas, boa3 fazendas e
roupas f'ilas sem se oihar a lucro, somenie para
vender mnilo.
Vigor do Gabello
DO
Dr. Ayep.
Para a renovacSo do ca-
bello, rostituioio de sua cor
evitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Gabeixo 4 trma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
eonse-rvar o cabello. Por raeio do sen uso o
cabello rn^o, grisalho, e enfraqrteVido, debtrc?Me
pouco tempo revolve a cor oue^ lhe 6 natural e
pzunitiva, e adquire o brilho e a ftescura do
cabello da juventude; o cabello ral<* se totna
denso e a calvicio muitaa veae^.jato que nab
fni todoa os caeos e neutral isada.
Nao ha nada que pode refonnar o cabello
depoia;dos folliculos estaiem destraidos, e am
glandes cansadas e idas,' mais se aJnda restarem
algiHus podem ser salvad:is e utilizadas pela:
applicacao do Vigor. Libre de esaas substancias
deTeterias que tomam muitas preparacSes de este
genero tam nocivas e-destructivas ao cabello, o
Vigor somente lhe e beneficial. Em vez de
sujar o oatello e o faaer -pieg*j6o, o conaerva
limpo o forte, embellizando oy impedindo a queda
b o tomar-se ruco> e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette, nao ba nada mais a dese-
jar; nao contends oleo nem tintura, nao pode
manchar mesmo o mais alvo lenco de cambxaia;
perdura no cabello, lhe da nm lustre raxuriosb,
e imMrfime muitctagradavel.
PWa feformar a cor da Darba, e necessario
malBHemjto de que com o cabello, porem se pode
appre8a*-ff\ffeito, envoivendo a barba de noito
com um, lengo.inolhado no Vigor.
PHEPABAOO FOB
Or. J. C. AYEB & CA., Lowell, Mass.,
Ketadoe TJiiidos,
CMmicoi lraclico* Analyticot,
VENDE SIC POR
calgas, a 5j, 6JJ, 7 e830;i0 o corte.
MERINO' PRETO A 28800.
Vende-se merin6 preto lino, a 23300 e
33000 o covado.
BOMBAZ NA PRETA A 13500.
Vende-se bombaz'na preta enfestada, a
13500, 13800 e 23000 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta fina, a 500, 610,
800 rs. e 13000 o covado.
FAZENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 330iO.
Vende-se pecas do eamhraia brancatrans-
parente a 33, 43,53 c 63090, ditas de eam-
hraia tapada, Victoria, a 33, 33800, 43
e 55000.
CORTINADOS PARA CAMA A 163000.
Vende se corliuados bordados para came,
a 1G3. 203, 253 e 303000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores lines, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. o'covado
CUITAS LARGAS A 200 RS.
Vende-se chitas largas para vestidos, a
240, 32t) e 360 rs. 0 covado.'
BRAMANTE A 13600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largo a 13600, 138C0 e 23500 o metro,
MADAPOLAO A 33000.
Vende-se pecas de madapolao enfestado
a 33000. Dito inglez a 43500, 53'J
53500, 63000, 73000 e 83000 a pessa.
CORTlNAD0S PARA JANELLAS A 83000,
Vtnde-so 0 por de cortinados bordados.
para jantllas, a 83 e 10301 0 ,0 par.
ALGODAO A 43000.
yende-se pe^as de algodao, a 4$, 53 e
G3000.
CEROURASA1800O.
Vende-se ceroulas de algodao, a 13000,
ditas linos de bramaute a 13500 e 23 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 23000.
Vende-se camisas brancas finas, a 23,
23500, 38 e 48000.
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vende-se brins de cores para calgas, a 400,
e 500 rs. 0 covado.
CHA ES A 800 RS.
Vende se chales de 15 a 800 rs., chales de
merin6 de cores, a 28, 38, 48 -e 58C00.
COLCHAS DE CORES A 28000.
Vende-se colchas de cores para cams', s
23, 38500 e 43000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. 0 covado.
TAPETES A 48500.
inuit> lino, a 73, 88 e 103000.
-BRIM PARDO A 400 RS. O COVADO.
400
1/2
a 28,
RS.
Vende se brim pordo para oolgas,
rs. n covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 58000.
Vende -se corlns de casemira de cores para
calyes, a 53, 58500 e G80C0.
GROSDK.NAl'ii; l'KETO.
Vende-se grosdenap'e -preto com
palmos de largura, a 68 o covado.
ESGLIAO FINO A 23000..
Vtndese esquiiio fiuo de lirdio,
23500, 33 e 43 o metro.
GUI IAS PAUAC0BLRTA A 280
Vende-se ciiitas para cobexla, a 280 e 400
rs. 0 covado.
BRIM BRANCO.A U000.
Vende-se brim branco do Imho, a 18,
13280, 13*100 e 23 o metro.
BRETAMIA DE LIMIO A 640 RS. -
Vfnde-se bretanha d6 linho,-a 040 rs. ajda ultima
vara. meninas.
FLANEIXA I)E CORES A 800 RS.
Vende-sc (lantlla do cores, a 800 rs. 0
covado.
cobj:rtores de algodao a 13400.
Vende-se cober! res d# pello a 13400.
Cobertas de cbiU.3 12801) e 23 ditas en-
cr.rna-ias, forradns, a 48, no Bazar Nacional,
rua da Imperatri/ n. 72.
CORTES' DE CASSA A 33000.
Vendo-se cortes de cessa niudss a 38
cada um.
GRAV..TAS PARA SENHORA A mm.
Vende se gravatas para senhoras, a i^,
ditas para homens a 5( 0 rs.
JkLttODAO ENFESTADO A 13C0O.
Vende se algodao enfestado para lenc,6es,
a IdOOO a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEiTA
V run dn Cabopa n'. 1 A.
pw^rrt4OB da ^eWlecta, no intuito -ottsemp o bun*! ccataito-ue t8iB nierecidd dc<
res-j.'oitiivel poWico, di.-tingniiido o seu estabe.eoi-
tnento dos mais quo negociam do mesmo jwi--"e
reem iTMntificar aos1 seus "bons1 fregdezes que rre-
^niram aosseug^wnrcspondentes uas dlvep_ par-
leas d'Europa para lhes enviarem por todee-orfpa-
l' jam. mais .bem aceitos pelas sociedades elegabtee
laqnelles pattes, visto aproximaj se o tempo de
testa, ara-fnue-o belto sexo desta linda Veaeza
bmis oatBRjaariquMa de euas toi*lBiti8s ; eieo
mo ,ja receboss* pele (paquete francez divebo
attigoe da ultiiaa moda, veem patenlear alguns
J entre elles'.que se tomam mais recommendatais.
esperande do respeiUVel pnblico a costumada
conauncneia.
Adaptor da,tartarui* os maislindoa qua teen,
vindo |o mercado.
A'lbtins com ricas capas de raadreperola e d
vellodo; ?en9o'drversoy temanbos e baratos pre-
s
Adere^os completes 4a borracha pnprios para
Itto, tarobera se .wudem meios aderecos moito bo-
mlos.
Bdt9es de setin) preto e de cores para omato de
vestidos de senhara ; larabem torn para eoH*
paliWl.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, do pain?., de chagrim. etc, etc., por
tiarato-prtco. ;
Bonecas de todos os tamanhos, tan to de loncs
como de cera, ,de borracha ede massa ; chaua-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tomapi-ee as crianQas um pouco im-
pertinenles por falta de um ubiecio que as en-
tretenham.
Ciiimsas de .linho lisas e com peiios bordado?
para homem, vemlem-se por preco coramodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
eos.
Ga-xiphas-eom mu?ica, o qae ha de mai9 Hndo,
eom disticos ai* (ampas e proprios para presen-
le
Coques os mais modernos e de diversos forma
los.
Chapeos para aenhora. Receberam unt sortimento
moda, lacto para sonhora, coao para
NACIONAL.
Vende-se pr.i.iots de panno preto, a58v 78,' P^ taarfim,..uS-o e vellude,.tude q*e- ha.
8,5 e tomo.
Venderse palitots
Oapellas simpler e com veo para noivas.
Cal?as bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
t'S'Uhos.
scovas electricas para denies, tern a proprit-
rtade de evitar a caiie dos dentes.
Pranjas de seda pretas e de cores, exL-te um
if-:\aile sortimento do divercas largurts e bapato
prec..o.
Fitas Ue saria. rio .^:ignrso. de setim e de cna-
*lft u diversos larguras e fconiias eores. :
Fachas de ghrgurao mn ito lindas.
Fi->** artiiiciaes. A Predilecta pri ma em cob-
rrvar somi>re um hello e prande souimeato des-
as flo: es, nao so -para enleiie dos Cvbellos, odmo
tambem para orcato dc vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, rtre-
tos' e de divereas oores.
firskvatas de seda para homem e senhoras.
. 1.3cos do oambraia a de seda de diversas core?.
para .-ennora.
'fcigaj de seda de cores e brancas bordadas p ira
noiva.
Livroa pora mivrcmiasa; ccn eapas de madte-
ie
bom.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguinles :
Btii-rn,
IVegulca.
e Paii-icio.
A tratar com seus proprietaries nc.-ta cidade,
e para informacries com Joanuim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma cidade de Mamamguape
_________________Tasso Irmios A C.
(jnuidcs peehiiicliiis!
SO" NA
BalcSo
Vendem se dous de amarel! enwrRlsa***, eo
pouco uso, proprkw para l< ja f..zeni, Kii
sas ou outro qualquer nigocio : para w na
; da Imperaiuz, fabrica Oe cigarr..' d s Sr. IT|_
& Irmao e traur com I ocas A <:. rua F^tr.. ;a
R'.'sario n. 9.
I Tende-se
uma casa na villa de Barreiros. na ma 'm
I lercio, por preco modico: a traur cob
; Irmanx 4 (
miFTANA HF P\Rm Camisas de cretonc
38500 e 43000.
Pentes de tarta.uga e martini para alisaros Ca-
de alpaca preta ,> a 98, behos; teem tamttem para tirar tasfias.
Pint bouquet. I'm belio-sortimento de madre-
perola. -niarliui, Osso e douradospor Laralo prebo.
&3Vcnie-se calcas pretas do panno, a 43,1 Perfuraarias. Nesie ar[igo esla"a Predilficta bjm
, > owaj _,,. I banhasrdos melhores odfres, dos mars afamados
tende-se colletes pretos, a 3(5, 33300 e tabricantes, Louhm, Pivor, .Sociedade Hygienica,
'i-T JOO. -- | ijjudray, Gosnel e llimol ; ao indispeusaveis para
Vende-se ceroulas, a 1^, 18500, 23 e afesta.
^aqqq j Saias bordadas para senhora, por commddo
Vende-se camisas. brancas, a 25, 28300,.
33 e 48000.
Vende-se ccmisas de chits, a 1340O, 2)5
e 3,5000.
CUITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-sc chitas pretas finas, a 820 e 360
rs. o covado.
LAZINHA A 2CO RS.
Vende so lizinhes pare vi stidet, a 200,
Sapalinho&de.ll e de setim bordados,para bap-
'.isados.
Tapetes. Recebeu a Predilecla um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa eo-
uio para entrada de saias.
VesUmeniaa-para, fcautisado n quaAia. de melici
gosto e os mais modernc f recebeu a PrediJeot i
de or ar. to preco, para Hear ao alcanc i
| qualqner bolsa.
Rua db Cabugdn. 1
Vende-se tapetes para saias, de diversos 320, 400 eBOOrs. o covado. No Bam
tamanhos, a 48500, 53, 68 e 83000 cada Naciona!. ruada lmperatnz n. 72, de Men-
urn. desGuimaraes'&Irmaos.
SO' 0 BARATEIRO
NA
Rua 1. de Marco d. 1.
m y
Confronte o arco de Sanlo An-
tonln.
KhIj'i ii'iidiiKiii KiiaH faiendaa com
30 per cento iikiio-. c(n<- (luaKiiii-r parte.
A saber :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
co de &2S00 e of
Dito francez,limpo e de superior qualidade, por
U500, 6*000 e 6#S00.
Algodaaraarea T, tergo, superior qualidade, a
4*500, it, iii'600 a>0*00.
Grande sortimento de latinhas degostos inteira-
mente esceMes, peloa preccs-de -200, 240, tCO e
440 rs. ; so se vendo poder se ha acreditar.
Baptislas, lisas e com (lores, fazenda que sem-
pre custou 400 e 880 rs., estamos vendendo pelo
prerm de 310 rs, para aeabar.
Ditas finas, padroes matisados, a 400 e 440 rs.
o cova o.
Cretone franoez, cscurcs e claTos. os mais no-
vos que tern vindo ao mercado, a 480 e 500'rs. o
covado.
Aproveitem em quatito nio se acabam.chabeos de
sol de seda trancada (paragom) li hastens inglezes
superiores, pelo insignificanle prego de 8i e 9| ;
sempre vendemos por 14*000.
Drtos para senhora, de merm6, a 3* e 9*500.
Ditos de seda, cabo de osso a 4*000, e pechin-
eha.
Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
e o cabo fingindo bengala, o mais moderno qtfe
ha, a 1*800 e 9* I
Sortimento de chitas claras e escuras, boa fa-
zenda, para aeabar, a 240 e 280 rs. o covado.
Popelina de linho e algodao, gostos inteiramenU)
novos e de c6res bonitas a 800 rs. o covado, sem-
pre custon 11400.
Camisas de cretow, fraacezas, "modernas e-su-
periorss a 3* e a*500.
Ditas brancas a 2* e 2*500.
Ditas de linho a 3*510 e 4*000.
Toaihas de Imho *o Porftf a 7*500 e 8*000 a
dmia.
Ditas feipudas a 7|, 7*500 e 8*0(0.
Esguiao com i.O jardas, pelo pre?o de 4*500 ; e
barato com elTeito I
" Carrtbraias Victoria e traniqiarente, fazenda fina,
a 3*500. 3*800, 4*000 e 5* a peca.
Lencf s d^arnbraia com barrade cor,, a li, e
brancoS a 2*.
Ditos ce linho, abanhados a 3*600 e 3*800 a
duzia.
Grande sortimento de brfns de cores," pa"dr8es
proprio,para meninos deescola a 440 e'590 rs.
o covado.
Dotinas para senhora, pretas e de cores, por 4*
e 4*500, Isto por termes grande quattiidade, se
faa-estcpre^o.
bramante de linho, duas larguras, pelo barato
preco de 1*2(.0 a vara, e somente para aeabar.
Moitos ontros arligos que deixamos de mencio-
nar para nao massar nossos freguezes ; mas qtfe
avista delles estao presentes.
Dao-se amoaras.
86 o barateiro quer queimar
Para rival nao encontrar.
A* roa Pnmeiro de Margo n. 1, antiga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva r,ea] ^ c.
A Nova speranca, a rua Duque de Caxias n. 6o
apressa-se e.n conwdar a seus freguezes, com es-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
gnrates artigos expostos a venda e todos por.preco
commodos, como *ejam :
FINAS BONBQAS mnnsas e cMoronas.
BONITAS E ENGRAfADAS vistas para sierios
copios.
COMMODASLATAS para gnardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninai
BONiTOS VA80S om Tina banba e cheiroso!
extf actos, trazendo cada frasco um nccne, uma im
cial ou um distjeo.
FINAS MEIAS D SEDA, vindo efftre ella? coi
de carne.
Para quern goslar.
A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias a
63, acaba de receber tcntose caixas.para o jogod<
Voltarette.
I'ara i\m\\ s< ITi'c ('as pcrnas.
A Neva I.speran.,a, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
raeha-para quern soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nora Esperan^a, a rua Duqfle de Caxias
63, acaba de receber um lindo e complete sorti-
mento de fleres artificiaes" das melhores que terr
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperan^a, a rua. Duque de Canias n
63, acaba de receber bonitos costumes para criaac*
e estate vendendo por precos razoaveis.
Salsa parrilha.
Neva remessa, excelkente qualidade ; vende
na rua do Vigario n. 16, l.andar
se
A N-iva Esperan^a, a rua Duque 63, recebeu am pequeno sortimento de anneis. e
pulseiras electricas, proprias para ^jnem soffre Mf
nervos.
....... i --------..... ej......i
eonomia d-
mestiea
Na rtla Primeiro de-Mdit6'n. 1.
ConfroaW ao arco de Sartto Afllowo, loja
Agostinho Ferreira da-SHva Leal ^ C.
de
to'do Barao da Ytcterian. 22.
DE
Carneiro Viauna.
A' este- grande estabelecimenlo tetti che-
gado um bom sortimento de .machinas para'
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimatnentena Kuropa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquerparte-desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo ton>po tambem d'um
anno sera despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertea^as
para as mesmas machinas e se suppre qu.il-
quer pe^a que seja necessario. l^stas ma-
chinas trabalham com toda a perfeigao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
o/ialquer costura por fica que sfja, seus
precos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 308000, 403-COO, 458000
e 50*000, para trabalhar com o pe sao de
80300O, 908000, 1008000, 1108000,
1209000, 1308000, 1508000, 200800( e
2W8000, .emquanto aos autores nao ba tl-
teraoao de precos, e os compradores poderiao
visitar este estabelecimn4, que muito (e-
era gostar pela variedede de oVjectos-q le
cadi i-
haHsempi-e-para-venderj eeoio sejam:
i.Lanainhas,-gosto escossez,padroes toteiramente;' rag para viagem,..aalas pat vigem, cad^i-
r^.f10 dimm0t pre5 d% e26 m.pw saias, ditesde baltnco, ditts pi ra
crianca (alias), ditas pars escolas, oestun i-
ras rii}U!Ssiaa8Si para-aenboffl, cWspeasavais
Chapeos de M de seda, para-homens, jbglues aaTa-omanGas^detodasfasqualidados, camas
Liquida^ao de moveis
Por precos" mui reduzidos, diversas mobilias e
cadeiras de guarnicSo : vendem Conha & Mania,
a rua do Marquez de Olinda n. 23.
Vende-se
uma meia-sgua na rua de vslha de Santa Rita n
96, pela qnanlia de 700*, que rende 10* nrenaes:
, a tratar na rua do Socego a 32.
^mlL^%T^^& ^^Ul p^homem^^as^eapachos,
aeabar.
Na roa'Pr-rmciro de MarQp D. 1.
Lnja*do Iwrateiro.
Farinha de mandioca
v DE "
PORTO AlIliftE
De superior qualidade e muito nova, checada
pelo ultimo navio : vende-se a rua do Brum n. 92,
armazem de assne'ar.______
Vende se umacanoa propria para capim : a
traiar na taverna defronte da roatriz do Barro.
1 espelhos dowrades para sa'a,
quenos, appwelhos de et*l
graudes e pe-
para.,ohi,.Ja-
quevos 00m eafcoaid metal e de marfim,
ditosavulsos, cblheres de metelAno, condiei-
ros para sala, jarrot, gwarda>co arame, tampas para cobrir pratosv esteiras
para forrar saias, lavatorios cwnplotos,-ditos
simples, objectos para toilette, e outros mm-
tos artigos qua muito devemsgrauar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que seaoha aberto desde as 6 horas da ma-
nhi ate as 9 horas da noute a
Rua-doBataoda Victoria n.
22.
A"
Rua da Inaperairiz n. t.
Manoel Ferreira de Oliveira, dono deste novo
estabelecimento, scientifica ao respeitavel publico
que acaba de receber um completo sortimento de
fazendas finas de todas as qnalidades, tanto de la,
eonm de linho, seda e algodao, 0 que ha de mais
moderno c do melbor gu.-to, e portanto convida as
Exmas. familias, amigas da economia doraestica,
a virem oa maodarem a SULTANA DE PARIS, e
verao que compram fazendas bonitas e baratas por
mono* ireco que jamais comp'aram.
Como sejam :
Popelinas dc seda com listras muito modernas a
!*800o covado.
Setim Macao de diversas cores a 2*500 0 covado.
Grosdenaples dc todas as cores.
Fachas de seda para senh ra a 10*000 cada uma,
e granle pchincba! I
Colletes enfeitados para senhora, muito modernoi
a 3*5 0 cada um.
LasMfeM lie lores em granic qnantidade de 260
a at-0 rs. 0 covado.
Pecas de eamhraia tnn-parente dc 3*000, 3*600,
4*000, i*MK) e 6*000.
Dita Victoria para todos os precos.
Gravatinhas deseda para senhora a 1*000.
Chitas de cures de 240 a 3M r. 0 covado.
Piva de madapolao cem 20 varas a 4*600, 5*5800
e 6; 000 a peca.
Dito francez com 20 jardas a 5*600.
GRANDE PECHINCHA 11 I
Chapeos de sol de sela de todas as cores, para se-
nhora, a 4*0f0! I
Ditos para homem, de 12bastes, cabo de marfim e
seda tranoada a 12*000, so na SULTANA DE
PARIS 1 1
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 4*0
5*000 e 6*0f0 a duzia.
BRIM DE ANGOLA I
Vende-se brim de Angola verdadeiro, 0 melhor
que tem vindo ao mercado pelo diminuto preco
de 640 rs 0 covado, so na SULTAN \ DE PA-
1US, a rua da Imperalriz n 54._____________
GMNAMNAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
de cdres 0 padroes os mais bonitos que tern
vindo ao mercado 0 que se vende pelo di-
minuto preco de 500 rs. o covado, por ter
urn pequeno toque de mofo, e fazenda de
28010 o covado; e pechincha. Dao se
amostras.
Brim branco
Hrim brtneo muito fino, fazenda de
28500 a vara, que se vende por 18400 a
vara, por citar com um pequeno defeito ; e"
pechincha.
Melins francezes
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
dr6s modernos, fazenda que jd se vendeu
por 500 rs, a 30Ors. 0 covado; e pechin-
cha. D3o se amostras.
Cretonesdelistrss
Cretonesde listras, fazenda ace lchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dSo-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloes eom um pequeno toque de
avaria, de 3)5500 a 58000 a pe?a ; e pe
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. 0 co-
vado; e pecbincba.
SO" 0
IM. 'tO da rua io C'respo
Loja das 3 portas
DE
Ciilhti'&e AC.
Junto a loja da esqiiina
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias a.
45, encontrara sempre o respeitavel publico um
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de phanlasia, lavas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modioidade nos pre-
coe, agrado e sinceridade.
Anneis eleetricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e volta* elec-
tricas, proprioa para os nervoso9.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botoes de ac,o
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, tem
para vender-es modernos be toes de aco,. proprios |
para vesiid -s.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Duque de-Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena qnantidade de lences de seda
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartarnga, de
martto, de osso, ede muitas outras qualidades:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 45.
Atteucao.
A loja da Magnolia, a rna Duque de Caxias n*
IS.aeabade receber o seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartarnga e marfim.
as mais modernas que tem vindo ao
do lisas e com listras, e qne se vt-ndc a 4)*i. i i
dnzia e a 3*5(0 cadi uma ; 6 [e.hiccha.
Hollanda
Brim pardo li.o, o que ha de mai- lip ., cg ma
toque de avaria, e que se vende a iwi r^ o em-
do, fazenda propria do pair, fm scr liab* MTO,
applicada p.-ra costuoiea de hooirn- e de menmm :
so na rna do Cr rfm u. 80, lo,a tat tr- p na, }
Gui'herme t\ I)., jur.t.i a loja 'da r>.it,i,a.
Wll-ou Howe A; >.. vendem '_.> seu aniax-a
made Commcrcio n 14 :
vardadeiro panno de aig(da> aiul mi tiniai
Excellente flo dc vela.
Cognac de I* qualidade
Viuho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de t- dan as jua! '
S. CARP".;&
\ende-se ou airen ia-se o M.p .
Ipoiuca, niuenle e c Trent', re ra
em ptrfoito estail> c msr" i H Iwm
d'agna : a tratar na tratv- \i;.sn. i. 1 andar. com Gain -. I :. i .-_
Quiutaes.
Ultima ni<
A HafBofia, ;i rua Dnqr. (' i'j riu n. 4", e-
cebeu um Undo scrtiiwi
iJc cuics, apropri.vlni .-., \ rl, qar, c* c-
tualidade.
i Vende se '. ',000 ; 4 ai-
venaria balida, jmiili .: qaa-
drados, e 12,0(0 ii,*tios 1.1 ismi'i ^-.i
i como, jarras de lodas a- imd : irae-
tini>as e vaso* para I wi Imtn .irt.. aa
ra aeabar : na eiarit I J .< Can i 4a Cuaba,
na ma dos Prayer. > n. Ml.
Cliapeof* de sol ce.-eda
a 7^'OQO.
Gurgel de Asian I A C .i ra* irimr la
Marco n. i'0 A ie-.; .:!i,.; v.-nJ-n ctu :.-<.! j
de seda, fazenda -u, iier c bo-ii:
baralissimo nreft >'.' 73
Paris, 86, Rua Vlvlenne, D
MSMHH ItDCCZX SPfiClAli
DAS HrH!MH I dis imu, ts i"Ky
CiTttri-:. iiTimiccs BO \i-:: t.
^*!,000cui i* ilas-<>
DEPURATIF
du SAIVG
PLUS D
COPAHU
ftiu.pu! ultu, keifm,
iMirito.enxT.unti, meri-
I i bkk; rii llerrott vi-
__I'iomu do Mmgm, -
rus, taU$iu\.(Ks Uj ttuifu 'Xarope TegeUI I
sem mercum). Mcrirail irieiiti
BA.VHM HlVEaan tntiao-.se docs or
semana, segtuido > !raetaincn;c nepuratin 4
empreitadn ns nif I list'' Xaropo Cilracto 4a
Iferro de CHADU; can
I imraediaUnieate gut
] .]Ur purgarao rato-
isnkoeaie os jiuxmi t Jlorn brtntem* dsa
mBlberes. Bata iujecco eoicaa trntngmm
eom o Xarope de Cilracto de r'crro.
(rrtMiai Pomadi que js rues em> diaa.
POMADA ANTIHERFET1CA
Contra: nas afftceoet cutanecu t comixt.
PILULAS VECETAES DEPURATIVAS
do ohakle, cada frasco vrai accwataahada
4a ua folbeto.
AYI80 AOS 8RS. MEDICOS.
Sirop du
mmm
I Cairn courrkoc
WMaSaSaj
ekios ato m
I da pti*, basts so
i eolbe rchdea Ua>ie lamp* D' Koacrr.
Dr. n Parti. rma
f'oposito bot-ca 1 rninrza
22 Rua da Cruz 22
MA PffiMl
linho.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha-
gfen, madeira, velindo, couro, etc.
Lindas caixas com fini wiaaas erfamarias.
Ljgas de seda, brancas e de cores,
voltas de madreperola.
'Pnrselras oVmadrepflrola.
Hicas caixas para oOftura.
Vaaraartoa para baptisado.
Toucas eaapatiches de setim.
Modernos chapeos de sol deseda para senhoras.
Lindos" port-bouquets.
6ravatinha3'de^e1Mae< elevate._________ .
Yendem
Wilson, Rwe & 0.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte :
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade!.
Tudo muito barato.
Chaptos para sttHhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, umTico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por preco e-'mmodo
Asunicas verdadeiras
Bichas hatnburguezas tow vm a este mercado
rue Marquez de uiinda n. SI
em camisas de
Vende-se camisas inpleaas de linh".. mn1:
nas, para homem. pelo baratissim ; r m if- -t..i
a duzia ; quern duvidar venlia ver < romp; ar :
na rua do Duque de axias n. 88, I ja de De-
metrio Bastos.
NURTIMENTO
M EI) ICI In A
ProparS'lo stt
Laurnan A b.trz.4
pflra ihi .^i -ca
toda a quali la.jf
de dofin;;. -. m
seja na Rnra .r..
peito on 11
Expressai
aseonWIe .-
Ihorn-li,L
quacs M v:i..e
o oIk) i!- '.
da Tiira > /
puri'.ir.
cabin :,, ,uf
sluaveis; ;;:.-
cdados cousena-
das com todc o
cukiaiio. i.-mto-io
o frasco asjaV
tepcriiitanwt-
to paro.
Eatfl oleo tem
si.in submcttido
a uiacxame mui-
to tsvsfBa pelo
cbitnico de mais
talentn, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
die a conAar
MAIOR rORCAO D'lODIKA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IOU1NO E UM PODFR SALVADOR.
Em todo ooteode-figaco de bacalhio, e na-
quelle no qual coutem a maior porclo dU
irrvaluavel propricd!e, e o unico meio para
curar todas As dtencrs de
OAR6ANTA, MilTO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, astbma, catharrbo,
tesse, raafriarnentos, etc.
Ins poucos frascos da carries ao mutts
magro que seja, clarr'n a tista, e da vigor
a todo o corpo. flenfaum outro artigo co-
ohecido na mclii-ina ou sciencia, di
QUtimento aosystema e im >mmodando qu
oada o estomago.
As pessoas cuja orgaoisac^o tem sido des-
truida pelas affecc^es das
ESCROFl'LAS 0!J KWUMAT1SMO
e todas aquebV. cuja digestio se aeba eon-
pletamente desarraajada, devem touiar
OOLEO DEFIGAUO DE RACALBA-a
LANMAK &XEMP
JflC
f


8
Diario de Pernambuco Quarta leira 6 de Maio de 1374
SGIENCIAS
Mercado de S. Jose ecu Pernam-
buco.
RELATORIO DOS TUABALUOS EXECUTADOS NA
EOROPAtETC, FRINCIPAI.MENTE ESI FRAN-
gA, PARA 0 REFER1DO UERCADO.
l. Por convito do Sr. Jose
de
A u gusto .
Araujo. embrezario Ma edifieagflo do merca-
do de S. Jose, o abaixo ;issi,>tiado encarre-
gou-S'< da-dirigir, ns qiiHlidadedecngenhei-
ro, a exeeugfio das obras, pola raaior
nietallicas, destinadas a este mercado que
so acliaram em via de construcgao em
Franca.
2 Este relat-irio torn por fun apresenta r
uma conta summarial.f las [cOndicoeB quo
presidiram a esta exeeugfio, sob as bases do
projecto geral quo nos foi sub.netudo, su-
jeitanio-nos, quanto aos detalhes nfio fspe-
ficados, a imitar tudo quanto Sitem feito de
melhor em Paris, nos mercados de ferro re-
centemente construidos.
_ 3." As dimensoVs geraes preseriptas f ram
rigoresamente cbservadas; mps julgou-se
com-mente alterar algumas disnosigoes se-
CUOdarias, submeltendo-as a certas modili-
cafSes que tendiam a satisfazej a scgunda
condigao acima mencionada, atteiidoado-se,
sobietu.lo, as exig^neins do dims.
4. 0 mercado de Gretietle, reproduzi lo
em 189 nos Nouvelles amales de la cons-
truction, e quo o aulor do projecto parece
ter consulted > quando fkou o sou piano,
nos&ervio especialmento do typo, cjm quan-
to tenli.nnos aproveitado aigunaas das dispi-
sigOes dos uovos pavilboes das Jlatlcs cen-
trums e do outros mercados de Paris.
5." Foi pelos mesmos mol Ies das colum-
nas do mercado do drentlle que so fundi-
ram as do mercado de S. Jo.-;:.
6. No projecto, a divisao do mercado, em
lojas, trngava quatro ruas longitudinnes, das
quaes duas ao longo das parades davam
serv.-ntia a tres plataformas das mesmas
lojas, occupandoestas, ao todo, doze metros
da largura, tofcd de vinte metros que tem
cada p.ivilbao.
7." Estas disposigGes que deixa psra as
quatro ruas uma largura total de oito me-
tros, isto e, dons metros para cada uma,
tem o triplice inconvenient^ de estabelecer
raas esireitas, do nao comportar uma no
centre quo reuna as portascollocHlas.no
mo longitudinal de cada pavilbao, fazendo
com quo, as que costeiam as parades, nao
d*'em Si-rventia alguma por esse lado.
Ju'g >u-se, pois, mais conveniente estabe-
lecer ao long;-) destas parades longitudinaes,
duas plataformas de dous metros, destinadas
esppcia'mente aos agougues, e nos dczeseis
metros restanles oulras duas de quatro me-
tros ca (a uma, corn tres ruas longitudinaes
jq 2'",G7 de largura entre as frentes das lo-
jas, sendo uma situada no eixo longitudinal
dos pavilboes.
8." 0 espago esta, desta man-ira, mais
bern rapartido, as ruas melhor utilisadas, e
uVm assim muito de sua transparencia. E, onde estdo collocadas as lojas, ficasse perfei-
siugular que, mesmo com o clima de Paris, tamente de nivel.
esta circumstancia nfio seji consilerada 24.* As tres plataformas contraea dividr-
como um inconveniente. Em quanto as la- das em loja1. communs, e as do peixe, estao
minas se conscrvam limpas a claridade no absolutamente na mesma altura, e as dos
interior e mais forte do quo e" necessario, 6 acuugues estfi) de 40 m/m mais elevadas.
nda sufiiciente quando se tornam opacas 2o. Quanto 4s ruas, os declives foram
p-da poeira, e, neste caso, quando os raios regulados segilndo as disposigdos que se :n-
dosol rcuectem sobre ellas e" necessario cor- dicamn'uma planta especial, acompanhada
rercortinas 'stores) bastante espessas para de perils, as quaes resumom se como se
os evitar, e bem assim o grande calor que segue.
delles results. 26-. j>a^tin Jo das soleiras das portas col-
nhei- 14." Que serfs, pois, em Pernambuco, de- locadas quasi no meio dos graodos lados, o
parte Jbaixo da acgSo d'uma luz vivissima e do eixo da grande rua transversal, do 4 metros
calor abrasador dos tropicos? jde largura, abaixa-se por um declive regu-
rer-se-hia mm to mais clandado do quea larde 50 m/m aid ao encontro da rua lon-
na, e, nos dias desol, ocalor seria gitudinal do meio; aqui este eixo de novo
Neste caso se tornar'a indis- se eiova 40 m/m sobre a meia la-gura desta
rua, afim de se Ibe dar um ababulado, e,
-^j,
T
insupportavel.
pensavel o emprego de cortinas bem es-
^r5* | salvo as port is contiguas a"s soleiras, que
lo. torque as toruar necfssanas? jestflo feiias com superficies desiguaes miito
Das observacoos a que se procedou nos planas (surfaces ganches) a dita rua trans
mercados de Pans, cujas gelosias s5o de ma- versa! apresenta perpendigularmente um
deira, resultou que, por esto systems, a cla- abahulnmento do 60 mm.
ridade do mtermr 6 bem sufTicioute. 27." A partir do Unite dessa rua, dispos-
lo.* En Pernambuco, pois, tor-se-ha (ta como acabamos de indicar, a rua longi-
muito mais do que < necessario. Desde lo- tudinal do meio baixa-se de c.ida lado por
go hmitamo nos a conscrvar as gelosias de um declive total de 150 m/m ate" aoencon-
vidro, aponas na parle superior das parades trj das ruas transversaes do
ti'uma zona de ierca de lra,257 de altura.'
Assim collocadas (attenta a pequena in-
clinacao que os raios do sol tomam no meio
Jo dia na latitude do Pernambuco), ostas
ge'osias nao tTilo o inconveniente de deixar
extremo, con-
servando sempreoabahulamonto de 40 m/m
em toda a sua extensao, saWo no encontro
das ruas dos extremos, onde este abahulado
desappareco.
abrindo nas fachadas, no primeiro v5), a
partir d > angulo, portas do l-^O, as trfs
ruas longitudinaes (maislargas de um tergo)
pOleiQ ser communicadasdirectamente, sem
uecessidade de fazer-se rodeio algum, o que
de mnita vsntagem e facilita o transiiodo
mercado. E' assim que realmente esta" dis-
posto o mercado de Hrenelln.
9. Ajuntemos somentp, |>ara terminar o
que concerne a disposi^ao das lojas, que a
installacao dos compartimectos para o peixe
foi, com algum melhoramento, copiado do
grande mercado central dc Paris (Halles cen-
tra les).
10." 0 projecto estabelecia para revesti-
mento da coberta, a folba de ferro ondula-
da. Julgou-se, porem, mais conveniente
substitui-la por telhas especiaes de barro,
hoje adoptadas para o theatre de Santa
Isabel.
11 E' de receiar que, se se empcegasse
a folhr. de ferro ondulada, debaixo dos tro-
picos, viesse a ter pouca duracao por causa
dbexcessivo calor; sendo aiera disso, esta
causa augmentada em Pernambuco pelas
exhr-la(,oes salinas que atacam tao poderosa-
mente o ferro.
12 Devemos tambem ter em vista que a
folba de ferro, sendo muito sonora, acarre-
taria igualmente alguns inconvenientes nos
dias de copiosachuva.
Outra modificacao se fez tambem nas ge-
losias.
13." As lamiuas destas loran calculadas
no projecto para serem de vidro em toda a
aiiura, eoorcamento preconisava a adopgao
desta materia pela vantagem que ella apre-
senta de nao interceptar a luz.
Com effeito, assim acontece em quanto
estas laminas se conservam limpas, mas,
em pouco tempo, ellas se cobrem de poeira]
e. sem se tornarem totalmente opacas, per-
collocadas para auxiliar a claridade, o esta-
mos convencidos que, por esta disposi^o,
se conseguira" o lira desejado.
1".' Accrescc que, suppriraindo o vidro
na partesuperior das g.losias exteriores dos
pavilhoes. pareccu-nos muito conveniente
omprega-lo no alto da rua coberta, e envi-
dragar igualmento os vaos das arcadas
farceaux), quo reunem entre si as columnas,
afim de evitar a entrala da chuva.
18. Assegurar o es^oto das aguas plu-
viaes, era um ponto muito essencial, sobre-
tudo.n'um clima onlo de repente ellas se
tornam muito abundantes.
Isto conseguio-se por meio de bicas de
barro (oaniveaux) destinadas a ser assentes
sobre um leito de cimento e collocadas com
inclinagao conveniente dentro dos canos
metallicos que circulam os pavilboes, estas
desaguam polo interior das columnas por
gargantis collocadas na base das mesmas e
atravez da cal^ada.
19. Convinha igualmente, para o asseio
interior do mercado. nao somente distribuir
agua em quantidade sufiiciente, mas tam-
bem estabelecer a evacua<;ao das que s3o
empregadas para a lavagera das ruas e para
o servigo e asseio das lojas.
28." Quanto as ruas dos extremos, ellas
penetrar o sol mu.to para o interior dos se levantam transversalmente de 40 m/m e,
pavilboes; ao passo que se acbarao bem longitudinalmjiite, a partir da rua do'meio
de 180 m/m era sui totali lade ate" a parade
dos grandes lados. Em fim as ruas longi-
tudinaes, costean lo os sgougues, s8o incli-
nadas transversalmente debaixo d > mesmo
declive que tem a grande rua transversal do
centre, o que ccrresponde, pela sua lar-
gura, a uma diflerenca do nivel de It m/m
e, longitudinalmente, elles apresentam em
cada mtrgem uma ipcliuagjo total de
150 m/ffl, .inclinagao esta igual & da rua do
centre a* qual ellas Qcam parallelas.
29. Estas disposigOes, nas quaes se em-
pregaram todos os esforgos para as tornar
o mais simples possivel, s3o, seguudo peu-
samos (n3o obstante uma certa complicagao
quo parece euvolvel-as, & primeiri vista)
muito convenientes e adequadas para esgo-
tar perfeitamento as aguas das superficies,
visto que, em todos os pontos das ruas se
encontram.tanto declives transversaos, como
longitudinaes. Por outro lado teve se que
regular a tod), attento o emprego que se
fez da pedra em lages para calgada, procu-
rando superlicies simples, para evitar pene-
trates e enc ntrosde superficies abahuladas
tiio faceis a executar quando se emprega o
asphalto.
36." Canos de ferro fundido, collocados
sobre as margens das ruas longitudinaes,
desviadas transversalmente da rua, do cen-
tre para receber as aguas dos pequenos
chafarizes, e ligados entre si ao longo das
ruas dos extremos com ramaes aos chafa-
rizes, que lhes correspondem, reeebem, em
toda a extencAo dos pavilhoes, as aguas de
lavagem e de servigo e asseguram o des-
aguamento ate is bacias (uvettes) collocados
em cada extremidade, as quaes, polo meio
de ramaes etubos d'esgoto (tuyanx de clute)
20. Satisfez-se a primeiranecessidade por
meio d'uma ganalisagSo completa que, to-
mando a agua nos depositos dos pavilboes
da entrada, do lado do largo da Penha, a
conduz, nao somente, aos dous chafarizes
maiores collocados no pateo e a douspeque-
F0LHET1M.
LUSSECIA 33B&IA
MEMOfllAS DE UUU1
POR
D> Uuuoel Feruandexy Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
tContinuagao do n. 111.)
XVII
SB COMO Lt'CRECIA COMPREHENDEU QUE PAU-
LO TINHA QUE FUGIR E OCCULTAR-SE ONDE
ELLA N.\0 PODIA VE-I.O.
Lucrecia encontrou Paulo passeiando,
com os cabellos em pe, pallido como um
espectro, e ficou aterrada.
Em sfguida permaneceu muda, contem-
plando o mancebo.
Este, afinal, voltando-?e para continuar
0 seu passeio, vio .Lucrecia que estava no
mas fe.ticeiro desalinho do mundo.
Pbenomeno singular I Apezar da terri-
vel situagao em quo Paulo se encontrava,
estre-neceu violentamente vendo Lucre*
cia.
Ah 1 exclamou elle, (5 o ceo que a
tnvia.
(Joe lhe snccedeu ?
CouflM muito terriveis, replicou Pau-
lo, n3o ousando contar a Lucrecia o que
lhe havia succedi.lo. Quando cheguei tinba
tao grande necessidade de a ver, que in-
tertei abrir a porta secreta, mas encontrei-a
fechada por dentro, e espert va ancioso que
batesse meia neite.
Mas que lhe suecedeu ?
Sonhos... terroreg...
Djga-me, sabio do'pailacio esta rvaite :
Sahi, tinha ido acoinpanhc r meu pai
nos quo lhe sao contiguos, mas alimenta,
alem disso, outros doze chafarizes estabele-
cidos nos dous pavilhoes e seis boccas d'agua
collocadas sobre as calgadas, tanto ua rua
coberta, como no exterior. SSo, em resu-
mo, vinte e duas torneiras d'agua distribui-
das, como flea dito, no mercado e suas de-
pendencias a disposigao do publico, sem
contar agua empregada na lavagem das la-
triuase ourinadeiros collocados nos pavilhoes
da entnda.
21." Ajuntemos que a canalisagao foi com-
bioada de maneira tal que, no caso de ser
necessario fazer reparagoes n'uma parte, o
resto possa funccionar ; e preveu-se acollo-
cacao dos registros nocossarios para garantir
o servigo em todos os casos. Uma planta da
collocaga) da canalisagao fornece, a esto
respeito, todas as ma_is instrucgoos praticas
necessarias.
22. Quanto ao esgoto dasagu-s da lava-
gem e do servigo, nao se podia cooseguir sem
estabelecer declives nas superfieies (pentes
de surface).
E' o que se fez, mantendo-se sernpre nos
limites mais circumscriptos possiveis; por-
que d'ahi resulta infallivelmente alguraa
complicagao. Esta foi. comtudo, um pouco
augmentada, neste caso, tanto nos niveis,
como na divisao das lojas, pelo facto que o
numero dos vaos longitudinaes, 'constando
de 18, c destes toraando-se um para a porta
central, os dous lados tornam-se desiguaes.
23." NSo obstante dispoz-se, quanto &
differenga de nivel, como se estas duas sec-
edes fossera rigorosamente iguaes.
Resulta, pois, que do lado mais longo a
declivez longitudinal 6 de 1/8 meuor, o que
no caso actual nao apresenta inconveniente
algum.
Apeztr do declive que se deu as ruas, po-
de-se obtef que cada uma das plataformas,
com o quo actualmento se faz neste seutido
em Paris, a substitqir, em toda a parte, por
grade de ferro fino e malbas largas, os te-
cidos d'ararae quo estavam projectados no
orgamento.
37 Estes tecidos nfio se empregam rros
mercados actuaos e o gradil de malhas lar-
gas 6, sem duvida, mais forte e elegante.
38. Nds indicamos, mais acima, que o
mercado eipecialmente escolhido para typo,
pelo que diz respeito a" ossada metallica, foi
o de Groudle, comtudo muttos dos sous
elementos principaos soffrera.n raducgoas de
volume ede peso, cuja possibilidade foi au-
torisada poles estudos que se fizeram. -
39." As tesouns de gradus da coberta,
que em Crenelle modem d altra exagerada
de 0m,o60 foram roduzi los a un,,3j0, sem
que o trabalho rnaxi.no do ferro exec la a
.,k,lpor milliinelro quadrados.
*0. As eitremidades das Robertas soffro-
ram relucgao analogas e, nao obstinte es-
tas economias m emprego do metal, o peso
total excoJo considersvilmmte ao quo foi
orcado.
Que seria pois se no se tivese tornado
as preiaugd.-s que acabamos de rameio-
aar?
41.0 A execugao dos trabalhos soffreu al-
gama domora que, priucipalmente, c devida
a"s causas geraes que os graves acontecimen-
tos de !8"*01871 operaram sobre a in-
dustria metallica, m6rmente em Franga. A
suspensao do traba h<\ duranto a guerra,
nas minas de carvao de pedra. as greves dos
miuuiros em Inglaterra e na Belgica, dimi-
nuiram aproducgSo do carvao, e o deposit)
(stven), quo existia, tendo-so esgotado, ele-
varam os pregos n'uma prop)rrfto conside-
ravel, resenlindo-se, com isto, a tar fi d.s
ferros de todas as qualidales.
42. l)abi resultou gran les difficul lades
(sobretulo em presenga das numorosas en-
commen las de que as fabricas ostao, ainda
hoje sobrecarregada-) deve-se obter, em cur-
io espago, os ferros especiaes necessarios.
Isto u3o s6 influio sobre os pregos das
obras, mas ex plica tambem que, afim de
de utilisar os ferros que existiam nos arroa
zens.mais facil a bter-se do que outros,
foi precUo estu lar-se uma e mais vozes os
projectos d'execagao, contribuin 1 o tambem
estes mesmos projectos e os estudos consi-
deraveis a que elles deram -causa, a aug-
BWDtar a demora da censt^ucgao, visto
como, os desenhos que me foram apresen
tad os continham, apenas. indicaro-es geraes,
que foi mister desenvolver.
Terminando, ou nao posso deixar do tes-
temuobar que o Sr. Jose Auguitode Araujo,
em todas as circunvstancias que sedeara,
sempre se mostrou animalo dos melhores
desejos, nSo poupaodo cousa alguma de quo
resultasse proveito, tanto para perfoigao,
eomo para a boa qualidade das obras en>
tudo quanto podia t-nder i$ coromodidades
do mercado, d'accoedo com o qnie estava
disposto no orgamento.
Paris, 28 do fevereiro de 1873.
Wouihkr.
encontra nasestufas de muitos jardins bota-
nicos. Jalgamos quo ainda nfio f A intro-
duzida em Portugal; mas esperamos ob-
tel-a dentro em breve para o jardim da
escola polythechnica, onde algumas semen-
tes, o pequenis objectos feitos do albumen
d. somente d'osta panti singular se acham
ja collocados no museu de botanica.
VARIEDADE
ao cemiterio de S. Benedicto, acabava de o
deixar na sua sepultura ; sentia a alma
opprimida ; este aposenlo suffocava-me ;
sahi ao acasi, porque necessitava mais ar
do que aquelle que podia rospirar aqui.
E porque razao voltou tfio depressa ?
As ruas estao escuras, desertas o te-
meresas ; os palacios e as torres dos raos-
teiros teem um aspecto lugubre, e no esta-
do de dor e de remorsos em que me encon-
tro, tudo me impoe medo, uao vejo senfio
phantasmas. .
Quanto trabalho e quantas palavras
para compor uma mentira I disse com tris-
teza Lucecia.
Ah 1 nao minto, nfio; estou aterra-
do, desesperado. isto 6, estava, porque
quando a vejo, senhora, esquego tudo, e
vivo so de si e para si.
Sim, disse Lucrecia, bem sei que
quando o meu olhar se fixa no teu olhar,
quando to la a minha alma transparece
n'ella e te dix : amo-te, es todo meu, nfio
vives senio -para raim. Porem, quando
me apartode ti, assalta*te a recordagSo de
uma outra mulher que te attrahe e em cuja
procure vais. Oh 1 mas nfio ha que estra-
nhar isso ; Branca Albini 6 muito formosa
e deve amar-te muito.
Branca Albini I exclamou Paulo com
terror ; desgragada I
Esta noite foste A sua casa, enlraste
pela porta principal e sahiste por uma ja-
nella.
Pois sabe T
Sim, n3o da's um unico passo sem
que eu saiba onde te diriges. Quo suece-
deu, pois, em casa de Branca Albini para
vollaresUo co.nmmovido eater-ado?
Pretendia WHn-arenlre si e mini um
obstaculo irnuporavel, replicou Paulo com
uma decisaa descspora la.
Ah si n ? Lque fizaste
L'jcTe.ia.
desaguam finalmento ao ralo que as eva
cuamv.
31. Um piano especial e destinado a re
gular a collocagao dos desencanameutos e
forneco todos os dados necessarios para a sua
collocagao. Ver-se-ha que, alem da cana-
lisagao interior dos pavilhoes se collocaram
igualmente, ao longo das calgadas da rua
coberta, canos que conduzem suas aguas ao
ralo por meio de bacias (cuvettes) e de tu-
bos d'esgoto especiaes.
32." Projectoui-se que dous raios se- col-
locariam nas extreraidades do mercado. Esta
disposigao nao tem nada do absoluto.
Se for conveniente dar a estes raios uma
outra situagao, nfio haverd eousa mais facil
do que conduzir para estes as aguas do
merc-do por meio de ramaes especiaes.
33. Diremos, antes d'abandonar esta
questao que, nfio abstante o declivo das ruas
e as plataf6rmas serem horisontaes> estas
estao sempre n'uma altura sufficiente, acima
das ruas, sem que a differenga dos. niveis
exceda, em parto alguma 0,20, o que e
perfeitamente aceitavel.
34 Nos temos, no que- precede, alludido
aos reservatorios d'agua collocados nos pa-
vilhoes d'entrada, os quaes foram projecta-
dos d'alvenaria.
35. Estadisposigfio daria causa, segundo
pensarnos, a ter muita humidade nos ditos
pavilhdes e foi, por conseguinte, estabele-
cido que fossem construidos de l'olha de
ferro.
"36." Digames ainda, para terminar com
estes detalhes quo na installagfio das lojas,
fomos obrigados, afim de nos conformar
Horlii Vegetal.
(PHYIELF.PHAS.)
Resumiremos em algumas palavras a uti-
lidade da nossa planta. Os iudios cobrem
as suas cabanas com as folhas, mas, so fi
falta das folhas de outras pdmeira*, que da-
ram mais tempo do que as da Phytelephas.
Os graos conteem primeirameate um liqui-
do limpido e ixisipido, que serve para sa-
ciar abode dos viajantos,depois aquelle
liquido torna-se leitoso, doco, e offerece um
gostomais agradavel, & proporijao que se
torna. mais denso-. ate que afinal se torna
quasi tao consistonto como a madoira d'e-
bano-
Qsucco, cintido nos t'rucios novos, tor-
na-se acre, se e colhido e conservado du-
rante algum tempo. Uo albumen da se-
mente fabrica-se pegas de benga'as, e mui-
tos objectos semelbantes, que sao miis bran-
cos do que o inarfim animal, e tfio consis-
tente, se se melter primeiramente em agua
aquella massa. Gragas a esta ultima pro-
priedade, esta.planta goza nos nossos dias
de uma posigao importante no commercio e
m industria. No interior das semontes da
Phytelephas encontra-se uma substancii
amarellada, doce, oleosa, o de po'pa, que
se colhe em- epoca propria/'outubro ),
que se vende n \ Oceania- com o aome de
Pi pa de Tagua, por um real a libra.
Tomando uma pequena colher, e envol-
vendo-a em assucar, obtem se a f-imosa
Chichd de Tagua, bebida de grande repu
tagfio em Nova Granada. Ainda nao ha
muito tempo que esta. planta foi inlrodu-
zida, eomo vegetal, na Europa, onde jfi so
O IK io1nh, .4tlitasa>uia DiajUa-
ta Lin
0 Biobab adq ieno a grande celebridade
de que goza, gragis .is dimensoos enormes
do seu tronco, e d sua duragao. Antes do
descobrimento da famosa C^nif ra da Ca-
lifornia, a Wellington giginlci, considerou
so sempre s Adansania eoruo o arvore mais
colossal do globo.
A sua altura vjria do 40 a 70 pes, e nao
correspond! de rnaueira alguma .as dimen
sois do seu tronco, quo, algum is vezes, tem
na base u n diimetro de 30 pus. Alexan-
dre de Hu nb )llt lesigua o B aobab como o
maij antigo .nonu nen'.o organico do nosso
plineta. Devo-sj a primeira no'icia a res-
peito fl'esto curioso vegetal a um v.iaoziain
Alosios Galamosto, o qual descobrio, nas
rg.-ns do Senegal, um exemplar cujo
tronco media 33 metros da circumferencia
na base.
Adanson. a quern Linne delicava este
g'enero Alansmia viajava tambem em...
1794 proximo do Senegal, e deixou-nos a
descripgao de uma Adausonia, quo tinha 8
metres do diametro nt base, core uma altu-
ra de vinto metros. e cuja idade foi calcula
da em mais de :5oOO annos f f E' dirtied
dizer so as arvores que existem aiula pos-
suem ou n3o uma idade tao avangada, raas
j certo que ainda se encontram inlividuos
Be tao enormes dimensfcs- na Africa, tanto
las costas do oriejte o do occiden e, como
ho interior, proximo do lago Ngtmi, e nos
outros districtos da Africa tropical, quo aie
agora se tem explorado.
0 celebre viajauto inglez, o doator Li-
ringstone, diz, quando falla do Baobab :
t Apostaria que uma verdadeira Mowo-
na ( nome que dao a esta arvore nas imme-
'liagOes do lago Ngami) resistiria a ama du-
< i i de diluvios, comtanto que nao- seja reco-
sida em agua salgada ; mas naa aci-edito
cue nenhuma das existentes fosse sujeita
i em mesmo & experiencia do ii'-n diluvio par-
( ial. i
O Baobab foi nituralisido- em muitos
[ontos da India oriental. Esta arvore pos-
sie muita- propriedades uteis. Da casca
rusistente e fibrosa do tronco fabricam-se
cordas, as quaes sao tao fortes, que em
I ongala se costuma dizer : Tao solido
como um etephante ligado com uma oorda
i e Baobab. vs folhas servem como- uma
e specie de condimento ( Lalo). que se raette
eutre as iguarias, nao pira Ibe augraen-
irogosto, mas para dirainuir uma transpi-
Branca ficara orpha, e eu queria dar
lhe uma protecgao poderosa.
A protecgao de um marido, nao 6
verdade ? prt-guntou Lucrecia com voz sora-
briamente ameagadora.
Sim, respondeu Paulo com inflexfio
quasi imperceptivel-
Casaste com ella ? bradou Lucrecia
rugindo.
Sim, replicou Paulo estremecendo.
No olhar de Lucrecia brilhou um fogo si-
nistro; empallideceu, os seus forooosos la-
bios contrahiram-se e tornaram-se lividos.
Sim, sim, disse ella contendo a ex-
plosfio de sua colera fizeste bom, a satisfa-
gfio do nosso amor 6 impossivel... oh 1 mas
eu soffro muito, muito ; nSo julguei nunca
que se podesse soffrer tanto sem morrer.
E como se se tivessem esgotado todas as
suas forgas para pronunciar estas palavras,
deixou-se cahir sobre uma cadeira, cobrio
o rosto com as mSos e desatou a chorar.
Lucrecia I Lucrecia I meu amor, ex-
clamou Paulo, que mais posso eu esperar e
temer ? Nfio estou eu maldito T
Nflo, espon feu Luc ecia levantando-
se com energia e repellindo Paulo que lhe
pegara nas mfios, nao, 3 impossivel... foi
um sonho que se desvaneceu ; verao-nos
pela ultima vez, Paulo.
4b. I e eu fico so no mundo, s6 e
desesperado I murmurou Paulo.
- So I exclamou Lucrecia com um sar-
casrao doloroso. E a tua formosa esposa,
a tua adorada Branca ?
Morreu.
Morrvu f exclamou Lucrecia com urn
accenlo indcfiuivcl.
Sim, matei-a eu,! replicou Paulo com
voz cavernosa.
Tu 1 tuataste Branca T exclamou Lu-
: crecia com o olhar desvairado, emquanto
perguutou quo nos labios lhe deslisava o sorriso de
um gozo cruel.
Quando estava ao seu lado, uma fas-
cinagao estranha, poJerosa, irresistivel, se
apoderava de mim.
Mas ella dovia saber quo eras tu o
asssassino de seu pai, e ainda assim, osque-
cenlotudo pelo teu amor, unio-se a ti ?
Etu, se a amavas, como foi que a mataste?
Ex plica -me isto porque o nao posso com-
prehended
E' tudo iucomprehensivel I Branca
raandou-rae chamar, pedio-me que repa-
rasse a sua honra unindo-me a ella ; eu
que a adore, Lucrecia, e mo aterrava o seu
amor, quiz eollocar entre n6s um obstacu-
lo insuperavel. Branca praparara tudo.
Terminada ceremonia, conduzio-mo &
camara nupcial, apresentou-me uma taga
com vinho, pedio-:ne quo brindasse pela
eternidade da nossa unifio, e bebeu. Eu
bebi tambem, e depois...
Mas entfio nao a mataste tu, foi ella
que se matou. Oh I quom havia de sup-
por que debaixo d'aquella suavis.ima for-
mosura se occultava uma alma tao terri-
vel ? Ella, minba inimiga, ignorava que
eu, sem saber* te protegera contra ella.
Branca morreu e tu vives ; estavas prepa-
rado por mim conira um envenenamento.
Estfis innocente, Paulo
^- E' verdade, sirn, aio tive intengSo de
a malar; p ram, quando me disse que es-
tavaraos ambos envenenados, quiz vir pe-
dir-lhe a si, Lucrecia, um antidoto podero-
so ; Branca pretendeu deter-mo, e eu re-
pellin lo a fi-la cahir. o que lhe abreviou
mds le[>essa a morle. Eis a razSo porque
aio cnc-jiilrou louoo e ?h*io deterrr.
Lucrecia medii u um momento.
F.italidade o.i provi leu^ia, qual das
duas ? diiso ella. Oh I isto e horriyel I
Branca mentio ao teu amir, c prelen lea
assassinar-to de u a modo cobardo. 0 que
ha de horrivel om tudo isto e que te sera
imputada a morle d'clla, e se fores proso,
ejm um estado sadio. A madeira e muito bran-
da, eo tronco escava-se facdmentOi Nes-
*s enormes buracos mettem os au-icanos
atgumas vezes os sous raortos, e diz-se que
as cadaveres se conservam alii tao bem como
se fossem embalsamados. Alem disso esta
arvore possue as suas propriedades medici-
raes- Os fructos ( ha muitos no rauseu bri-
t inico da escola polytecbnica ), quando tem
chegadoa sua madureza> tem 43, 9 ceu-
timentros de-diametro ; tem uma forma oval,
e estao vestidos de uma casca du*a e lenho-
sh. A sua parte interna t'-composta.de uma
I lassa farinhenta. do um. gosto agre doce, e
muito agradavel, e n'essa substancia se en-
contra ti as sementes.
Os indigsnas da Zambezia servom-so d'es-
sa massa como alimontagao. Misturaran'a
com agua, o preparam uma especiode mas-
sa, na qual aquelles pobres selragens mat-
ttjm os dedos, para os lamber depois.
1 Fabrica-se mesmo um sorvete que c mui-
tQ ostimadp como remedio contra a dysen-
tena. Nas Indus, un cosimento da casca
do troaco e recoramendado como succeda-
neo doquinino contra, as febros in'ermitten-
tos. No paiz do Malabili, na. Africa, este-i
succeianeo do quinino e muito estiraado, e
e mesmo muito pr jcurado pelos viajantes da
Furopa. Concluindo, diromos quo ainda
se couhoce outra especie d'este genero, a
A lans-mia Gregorti da Australia, a qual to-
davia nunca alcanga dimonsoes tao colos-
saies-como o sou companheiro africano.
AGBICULTUSA.
Coloaias a^rioolas para me-
nores.
FRANQA.
Sem enumerar e descrever as cincoenta
colonias agricolas, que estfio hoje estabele-
cidas na Franga, sem fallar mesmo da Petit-
Bourg ie Val d'Yeure, el de Sainte-Fay,
Alfonso d'E'ste nao terfi corapaixfio de ti,
porque a am&va.
E que me importa morrer ? exclamou
Paulo. '
E eu 1 e eu 1 bradou com extraordi-
naria veheraencia Lucrecia.
; Que seria de mim se tu morreres ?
Faga de mim, o que lha aprouver,
Lucrecia, replicou Paulo.
E' necessario que te occoltes, e quo,
logo que te seja possivel, saias de Forrara
e v dtes para Franga. Quom sabe se tar-
dare muito o momenta em que eu te va"
buscar ? Alfonso d'E'ste chegou a uma
idade em que os achaques sao graves. Por
agora pensemos s6 em salvar-te. Foli/.men-
te sei do uma casa onde te occultareo cui-
dadosamente e onde se esclarecarfi para ti
o mysterio do teu nas;imento. Isso devia
sucieder um dia.
Sim, quando Ludovico Ariosto recu-
porasso a saude e viesse ao palacio, disse
l\;u!o com tristeza.
Como asim pois sabas ?
Tudo. Por ventura se o lgioresse
pretenderia eu pdr uma barreira entre n6s
ambos T
Maldito sejas, Michelotto I exclamou
Lucrecia com desespero.
Deciorreram alguns momentos de sileo-
cio.
Lucrecia contiunou :
E' neces ario nao perder tempo ; des-
ce ao pateo e ahi encontrards Buotti, que
te conduzirfi. Adeus.
E nao tonmremos a ver>nos ? excla-
mou Paulo. ,
Sim, uao sei como sera, mas diz me
o coragfi j que E se isso se nfio realisar ?
l.ucrocia estremeceu, incliuou-so para
Paulo, brilhou nos seus olhos a expressio
do delirio do amor, a depois... afogou um
geinido, estendeu os bragos tremulos, re-
podemos dizer, que a in>tituiglo tomada no
seu todo, tem vantagem de aproveitar, nfio
a uma popuUgfio de homeiis feitos, mas a
quatro mil cnangas, euja situagao c dolo-
rosa, e cuja educagao nece laria e possivel.
Orphaos, expostos, meninos abftolvidos,
porterem obrado sem discernimento, corn-
poem h j; as colonias propriamente ditas,
as colonias penitenciarias e as colonias mix-
tas ; instiluigOe! preferiveis ds casas de cor-
reegfio, para ..ndeeram ouu-'ora r^mettidas
estas infelizes criangas.
Entre as cincoenta colonia-- agric das da
Franga sr-bresahe, pelos sous folizes resulta-
dos, a colonia de Metlrav. modelo das que
so lean montado em outros paizes da Eu-
ropa.
Occupar-nos heraos de prefereucia dei-
ta colonia, pela sua importaocia real, pelos
sous servigos & socieJade, e pelo merit pes-
soal de sens fuudadores.
Antigo conselheiro da corto real do Paris,
Mr. de Metz, foi encarrogado, era I8l7.de
ir com Mr. Blo_et. arcbit*cto, estudar as
penitenciarias dos Estalos Luidos.
Em sen regresso trouxo na s6 ideas cla
ras e precisas sobre a questao da reforma
das prisocs, mas Umbem a inlengjio fir me
de comple.ar a nova organisagao para o es-
tabelecimento de asylos para mem nos de-
tentos.
Mottray liga-se asdim a um dos maiores
problemas desto seculo.
Mr. de Melz, ajudado por liomeus, cuja
capacidade e dedicag*) cram ja coebeci-
das ( Mr. de Bretignezes de Guurteiles ; e
Mr. Fernanl de VillierJ fundou a Soeieda-
de paternal. E^ta sociedade. por muito tem
po presidida pelo condeite Gaspariu, for re-
coi>becila co -.o estabelecimento deatitidh-
de poblica um 21 de juiho do 1853, e des-
de entfio tem gozado da prerogativa do re-
ceber donativ.se legidos.
Oart. 1. de seus estalutos e assim con-
cebido.
A Sociedade pate nal tem por fim :
1. Recolher, sustentar, eeducar, na co-
lonia de Mettray, os menores julgados s-gun-
do os arts. 06 e 67 do coligo penal: que lhe
forem conlia los pela administraga em exe-
cugao das instrucgoos de 3 de dezombro de
1832, e lei do ido agosto de 185): dar lhes
educagao moral e roligiosa, assim como ins-
trucgao prim ria elemental-, fazel-os apreo-
der um oflicio, e acostumal-os sobre tudo
aos trabalhos d'agriculture.
2. Evercer uma tutella benefica sobre
estes menores ao deixaram a colonia : em-
pregal-os tanto- quanto s-ja possivel, no
carapo era casa de artistas ou de agnculto-
ros : vigiar a conducta delles,. e ajudal-^s
com a sua protecgao.
Mettray foi fuadada por Mr. dc Metz, an-
tigo raagistraio, e Mr. Courteilles.
Esta associagfio da experiencia juridica do
primeiro com a tendencia militar do seguu-
do, foi mais proveitosa do que se suppoz
em principio.
E para admirer, que se fiaes&e do meri-
to de seus fundadores uma dae principaos
objecgoes contra a colonia.
Oizia-se, sem duvida tem-se conseguido
nesta-colonia transformar pequenos scelera-
dos era briosos artistas, robustos eultirado-
res da terra, mas tudo isto so deve aosta-
.lentos, aos conbecimentos, e A dedicagfio
dos- seus directores.
Retirai os Srs. de Motz e de t'-ourteilles o
Mettray desapparecerd.
Folizmento a resposta e facil.
Mr. de Courteilles e de Metz nfio perteu-
ce-m mais fi este mundo: e Mettray conti-
nue a tlorescsc I
Os fundadores do Mettray nunca desespe-
raram da natureza huraana : sabiara bem
qual a inftnencia da religiao e da famdia,
qpal opoder destes dous elementos do pro-
gresso f
t.hefes de firaiiia, sub-chefes, irmSos mais
velhos, irmas d: can lado sao os unices
guardas de Mettray.
E' toc-aiue a descripgfio que fizeram os
nove priraeiros colon os remettidos da pri-
sao central de Paris para a colonia do Met-
tray, e sili i-rcebidos em 2-2 de Janeiro de
1810.
A piimeira impressao que tiveram elles
foi a da sorpreza : ao saliir da prisfio estes
seres abandonados soutiam-se livres e que-
ria m tornar-se diguos de uma mulanga
tambem coinpleta.
A colonia nao estava aiuda como hoje es-
ta. Andava-se, porem, do pressa. Em 3
mezes construiram-se 5 casjs ; pouco tem
po depois mais 5 outras casas, a capalla, a
prisfio para castigo, as granjas ou celeiros,
se lovantarara sob a direcglo e iuspeogfio do
architecto Blooet, e 120 criangas foram re-
cebidas.
J.'onlinuar-se-ha.)
bantou-lhe o pranto dos olhos, dirigio-se ra-
pidamente para a porta secreta e santo por
ella, fechando-a.
Lucrecia desceu rapidamente a escada
estreita, ponetrou no seu quarto, sentou-
se d mesa e escraveu o seguinte :
Ludovico, envio-to o teu filho ; occul
ta-o como occultaste sua mai ; esta araea-
gado de morte. Desejo com toda a miuha
alma que recuperes a siu !o.Lucrecia. *
Dapois fechou esta carta, e, tiraodo da
secretdria um pequeno apito de ouro, tirou
d'elie um som agudo.
Buotti appareceu immediatamente e Lu-
crecij disse-lhe :
Em baixo encontrards o cavalheiro de
Arnesteville ; leva-o a casa de Ariosto, a
quem entregards esta carta. Leva comtigo
alguns esbirros.
Buotti desappareceu.
Lucrecia apagou a luz, abrio a janella e
poz-se a observar a porta do palacio.
Pouco depois vio sahir Paulo e Buotti,
acompanhados por alguns esbirros.
Uma hora depois ouvio-se um silvo agudo
Era um aviso de Buotti que acabava do
chegar,
Entao ? perguntou Lucrecia.
0 Sr. Ariosto admirou-se de ver o
cavalheiro da Arnesteville, e mais ainda
quando lhe entreguei a carta de votsa al-
teza.
Leu-a na tua presence.
Sim, edisse-ma q ie cumpriria o quo
n'ella lhe diz.
Como estd elle de s ude ?
Mai, muito fraco, 'muito prottrado ;
creio (j'u- ser.i esta a sua ultima- enCarmi-
dade.
Ketira-tt', disso Lucr cia.
Buotti sahio e Lucrecia voltou para o aeat
quarto, cuja porta fechou.
___________________CoHlinmr-se ha.
TYP. 00 D1ARIO. -I'.UA IVQI& Ufi CAXUi






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