Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18177


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Full Text

A*
t
AMM) L. AiUIIEBO 99
** A CAPITALS LUCUJUB9 0VDB VlOSEPAGl
For tres mezes adiaolados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 1290OO
Por an anno idem.................. 249000
ada numero arulso..............! 9330
'TV
>ABBAD0 2 DE MA10 DE 1874
- -
PAR A DEITBO E F*BA DA PBO V1\CI 1 _
Por tres mezes adiaatodos................ 09760
Por seis ditos idem................. f S95oO
Por nove ditos idem................. 309250
Por ura anno idem.................. 379000
1
PR0PR1E0ADE
a Sn. Gerardo Antonio Aired Filhos.no Par*; Gon$alre d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de OUveira A Filho, noCeara; Antonio de Leuxut Braga, no Aracaiv ; Joio AWia Julio Chaves, no Assd; Antonio Marques da Silra, no JSattJ} Jose Justino
Pereira d Almeida, em Mamanguape ; Carlos" Aunmcio Monteiro da Franca, aa P&rahyba j Antonio Jose" Gome,na Villa da Penha; Be.'armino do Santoa Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das AlagOaa; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
'V
PAETE OFFICIAL,
turerno da iirovincia.
HXPEDIBNTE DO DIA 30 DE JANEIRO DE 1874.
/." serciio.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. Sirva-se V. Exc de raandar por em liber-
dade o rrcruta Manoel Porflrio Neves, que proveu
isenciio legal.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade, vis-to ler provadu isengao legal,
o recruta Francisco Ernesto Vieira, que Hie foi
mandado apreseniar pelo Dr. chefe d > policia em
16 do correate.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exe. de deterrai-
nar ao capilao commandante da companpia de
cavallaria, que as 12 Inns da manna do dia 18
de fevereiro proximo futuro, faga apresentar na
area do edificio em que funcciona a tliesourana
de fazenda os dez cavallos que por se acharem
inutilisado--, teen de ser veudidos em basta pu-
blica, peraule aquella lepartigao.
2 seccao
Act03 :
0 presidente da proviucia, attendendo ao
Sue requereu o capiUo do corpo de policia, Alvaro
onrado Ferreira de Aguiar, e inform >u o com-
mandante do corpo de poheia, em olBeiu n. 45, de
28 do correate, resolve eonceder-lhe 6 mezes de
licenga com vencimentos, na forma da lei, para
tratar de 3eus negocios, onde Hie coavier.
U presidente da proviicia, atteudendo a pro-
posta do teneate-coronel commaadante do 8* ba-
talhao de infautaria, sohre a qual ioformou o res
pectivo commandante superior, em ofDcio n. 764,
de 9 do correate, resolve, de confurmidade com o
disposto no art 48 da lei n. 602, de 19 de >etem-
bro de 1830, uomear para o dito batalhao os offl-
ciaes seguintes:
Estado-maior. Alferes secretario, o guarda
Antonio Gomes Leal.
! compauhia. Alfere, o guarda Euao Otor-
pio dos Prazeres.
6* companhia. Capita), o tcnenle aa mesraa
Herculano Silveira Besone.
Tenente 0 alferes do J*, Joaquim Francisco
de Moraes
8* companhia. Alferes, e guarda Sebastiao
Muoiz Basilio Phyrro.
0 presidente da provincia, attendendo a que
0 bacbarel Francisco de Paula Penna, fes nomea-
do juiz de direito da comarca do Crato, e a vista
do que ioformou o juiz de direito dos feit03 da
fazenda, em officio de hontem, resolve, de confer-
midade com o disposto no art. 6, I, do decreto
n. 4,824, de 22 de Dovemhro de 1871, declarar
vago o lugar de 2* snpplenie do juiz substitute do
dito juizo, c transferindo para esse lugar o actual
3* suppleute Adolpho de Siqueira Cavalcanti, no
mear para este ultimo lugar o bacliarel Antonio
Hercalaoo de Souza Bandeira Filho, que tirara
titulo, e prestara juramento no prazo da lei.
Officios :
Ao Dr, chefe de policia. A vista do que
represents o consul de Portugal, no olfiiio incluso,
que me devolvera, com os demais papeis, que o
acompanham, sirva-se V. S. de piovidenciar no
sentido da reclamacio do referido consul.
Circular. Aos commandanles superiores.
Envie V. S. a esta presidencia, com a maxima
brevidade, o resultalo la qualillcacao da guarda
nacional sob o sou command) superior, de coafor-
midade com a nuva lei, como lhe foi recoramenda-
do em ofllcio circular de 28 de outubro de
1873.
Ao c i.nmandante do corpo de policia.
Determine Vmc. ao alleres Marcolino da Costa
Raposo, que se acha na villa do Limoeiro, que,
sem perda de tempo, siga para a sua commissao.
3.' sev/to
Officios :
Ao inspector da Ibesouraria de fazenda.
Commuuico a V. S, para us Jevidos fins, que hon-
tem reassumioo conselheiro Caeiano Jose iia Silva
Santiago o exercicio dc presidente Jo Tribanal da
P.^lagao.
Ao mesmo. Atteudendo ao que requer a
fcsta presidencia o juiz d-' direito da comirca de
Santo Antao, e mais ainda a i]ue a ereagao da da
Victoria nada tern com .'. de Santo Antao, que
ficou reduiida aos termo- da Escada e Gimelleira,
mande V. S. pagar ao mesmo juiz de direito os
seus vencimentos, abrindo-se follia com a deno-
minaoao da comarca da 3-cada, ate que a assem-
blea provincial resolva a respWto.
Ao nusmo. Oeclaro a V. S. em resposta
ao seu ofDcio, de 29 do < .rrente, sob n. 581, que
fica providenciado para que as 12 horas da ma-
aha do dia 18 de fevereiro proximo futuro se.
achera na area do editic: era que funcciona essa
reparticio os dei evallo.- pertencentes a compa-
nhia de cavallaria, que po" se acharem incapazes
do servico, teem de ser vendidos em hasta publica
Ao mesmo. Trammitio a V. S., para os
tins ccinvenienles, as inclusas notas do gaz eonsu-
tnitio com a illnminacao dos quartets c hospital
militar, n:> mez de dezembro ultimo.
Ao mesmo. Transmitto a VT. S., para os
lias cenveuientes as Inclusai contas documentadas
da enfermana militar do presidio de Fernando de
Noronha, relativas aos mezes de outubro a dezem
bro do anno proximo passado, b*>m como o pare-
cer em duplicata da junta que examinou ditas
ocntas, nos termos do aviso de 29 de dezembro
de 1861.
Ao mesmo. Mitide V. S. pagar pela verba
eventuaes do mialsterio da justica a impor
tancia de diversos lelegranunas cmnantes dos
recibos iaclusus, sub minlia rcsponsabilidade.
Ao inspector da the-juraria provincial.
Auloriso Vmc, a manilar pagar a monsenhor
Joaquim Pinto de Campo.- os seus vencimentos de
professor de eloquencia e poetics do gymnasio pro
vincial, a contar do dia -guiote ao do eacerra-
meato da aasaoiblea geisl, nos termos da cireu
lar de 24 de uovembrj d' 1836, visto esla so ex-
ceptuar os deputados u i : duraate o intervallo
das sessoes nao voltaran a servir os seus em
pregos.
4.3 tc%&0
Ac's :
0 prejilente da proviucia resolve transferir
da 4* para a 3* seccao da teeretaria da presiden-
cia o 1* official Jose Odiloa Aunes Jacome Pires.
0 presidente da prpviacia resolve nomear o
1 irharel Henrique do AUiavde Lobo Moscoso para
o lugar d official da 4' secgao da secretaria
da presiden.-ia.
_ 0 presidente da provincia, attendendo aoque
que raquereu Jose Joaquim Borges Uchoa, profes-
sor puiili-'i il 'i'a '' Vi<-a Senhora .la Gr.i
ea da '- \< i ~-, e leadj vi-ra a iudrmac^
directori:i l< I.'! da iil-if :.M"i pidilica, reso!-e n i-
mea-lo jura reger cnmulalvauieute a aula no-
cturna 4a|0i!a freguozia, ;omoi vencimentos a
que tiver itlreiu.
0 presidente da prov-aoia, tendo em vista a
proposta do director gera! da instruc^ao publica,
de hontem datada, sob o. 40, resolve nomear Leo-
bina de Barms Cavaleaaie Lios e Maria Candida
de Figueiredo, para regerem interinamente, esta a
3* cadeira de instruccao primaria da freguezia de
S. Frei Pddro Goncarves do Recife e aquella a 1*
da de Afo.jados, percebendo cada uma a gratifica-
C2o annnal de 6O0#.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Joaquim Antonio de Castro Nunes,
professor publico da 4* cadeira de priraeiras let-
tras da fre^uezia de Santo Antonio desta cidade.
e tend i em vista a informal;;.o do director geral
)da instruccao publica, de i4 do corrente, sod o.
36, resolve couceder lhe 60 dias de liceuca, com
veucuueiitos. na forma da lei, para tratar de sadle
uiide lhe convier.
Offlciwr :
Ao director geral da instruccao pnblica.
Uecenfj; midade. com a proposta fe'ita nor Vmc,
em ofDcio de hontera, sob n. 40, rssolvi nomear
nesta data Leobiaa de Barros Cavalcante e Maria
Candida de Figueiredo, pararegerem interinamen-
te, esta a 3' cadeira de instruccao primaria da
freguezia de S. Frei Pedro Goncalves do Recife e
aquella a 1' da de Afogados.
Ao inspector da saiide publica. Remetta
V. 3., con urgeneia, a secretaria desta presiden-
cia e com eadereco ao delegado litterario de
Cruangy, uma carteira homeopathiba apropriada
ao tratamento da variola, e as competentes in-
.-trui-coe- para applicacao dos remedios.
- Ao mesmo. Remetto a V. S. as inforraacSes
ministrad.is pelos medicos dos diversos estabeleci-
mentos pi. s a cargo da Santa Casa de Misecicor-
die. afun de que possa tor cumprimento o aviso
do ministerio di fazenda, de 26 de novembro ulti-
mo, e segun lo solicitou essa inspecloria em offlcio
de lo de dezembro.
Ao commissario vaccinador provincial.Re-
metta Vine, a secretaria desta presidencia, alguns
tubos de pus vaccinico, com destino ao delegado
litterario de Cruangy.
Portarias :
A' lllma. camara municipal do Recife.Em
officio de 28 do corrente, faz a lllma. camara mu-
nicipal do Recife algumas reflexoes sobre o con-
tracto celebrado por esta presidencia, para a con-
st ruccao do maladouro publico, no sentido de mos-
trar que esse contracto 6 offensivo as attribmgdes,
que lhe coaferA a lei do 1" de outubro de 1828,
na parts relativa a econoraia e asseio dos curraes
e matadouros pubheos, a risealisacao da limpeza e
salubn lade dos talhos e nos lugares onde pastern
e descaucem os gados|para o consume diario; sug-
gerindo app ebensdes, na supposicao de que o con-
tracto exclue a mesraa lllma. cajiara da inspec-
ca i e ingerencia que lhe compete em taes estabe-
lecimentos.
Louvando a lllma. camara pelo zelo com quo
busca maoier assaas prerogatives, cabe-me mos-
trar-lbe quanto sao inapplicaveis ao caso vertente
ai reflexoes expostas em seu offlcio.
E' certo que a lei organica das camaras muni-
cipaes da-lhes a attribuicao, nao so de construirem
matadouros e logradonros, como tambem de pro-
verem sobre a illumioacao publica, cadeias, cal-
cadas, ponies, chafar.zes, cemiterios, etc., enlre-
tanto todos esses beneficios teem sido realisalos
nesta c pital pelos cofres provinciaes, sem a me-
nor reelamacao das camaras transaclas, que se
manifestaram bem inspiradas no principal de sens
deveres, qual 6 o de acceitar e applaudir os gran
des melnoramentos publicos, vecham elles d'onde
vierem, sejam nma antecipacao ou coadjuvacao ao
que Ibes cumpria fazer, uma vez que o mais mo-
inentoso interes.se-o do bem estar de seus muni-
cipes estava satisfeita.
Desde que a Mm. camara nada articula contra
a essencia do contracto do matadouro, a sua re-
claina;ao nao pods deixar de ser averbada de im-
pertinente e extern poranea.
Disculio se na assemblea provincial a lei que
autorisou dito contracto, e a lllma. camara conser-
vou-se silenciosa a respeilo desse acto, coutra o
qual deveria ter protestado, se o entendia lesivo
a suas prerogativa*.
Keita a lei, dirigi-me a lima, camara, encarre-
gando a de escolher o local mais conveniente para
a edificaQao do matadouro, e essa corporacao res-
pondeu-me, cxpendendo opinioes attingentes as
coniir^oes indispensaveis a esse estabelecimen-
to, e accrescentando que nao podia designar
um local, mas que me convidava a mandar estudar
para esse fim o sitio denominado Peres ; o que liz,
nomeando para isto uma commissao. Xem uma
palavra disse a lllma. camara sobre os seus direi-
tos e prerugativas.
Abri concurrencia ao contracto, e apresentadas
as propostas, submetti asao jui'.o da lllma. cama-
ra, que em seu parecer as apreciou, sem ainda des-
sa vez enxergar invasao a suas attribuigoes legaes.
Se o coutraclo, por sua natureza, por seus fins,
condicoes e circumstancias que o precederam nao
fosse bastante para dissipar as duvidas da lllma.
camara, ahi estaria o facto de ter ella collaborado,
com o seu parecer, no mesmo contracto, sempre
silenciosa a respeito das attributes, que agora
julga offendidas, depois que tudo esta realisado, e
mediante o seu coneurso.
Se o matadouro nao traz beneficios a populagao,
a lllma. camara nada reclamou asemelhante res-
peito.
Se o contr clo do matadourro tem inconvenien-
tes, a lllma. camara cumpria mostrar esses incon-
venientes, quando por mais de uma vez se lhe of-
fereu occasiao.
Uma vez que aquillo nao se da, uma vez que
isso nao fez, carece hoje de razoes plausiveis para
reclamar contra um act), consequencia de uma
lei, sob o pretexto de que esse acto invade atlri-
b'uicoes, que, entretanto, foram respeitadas.
De facto, nao se vt3 no contracto do matadouro
uma disposicao que inhiba a lllma camara d: fis-
cal isar aquelle estabelecimeuto, e nem de tal ca-
beria tratar-se alii, visto como de algum modo ja
as posturas municipaes previnera essa fiscalisacao,
e ella & antes objecto proprio de nm regulamento,
do que de ura termo de contracto.
Quanto a ser edifkado o matadouro em munici-
pio estranho, prevaleceria a impugoacao da lllma.
camara, se alguma lei prohibisse as camaras mu
nicipaes a acquisicao de propriedades fora do res-
pective municipio.
A' camara municipal da villa de Salgueiro.
Constand '-me que o secretario da camara mu-
nicipal davi'la de Salgueiro, e tambem escrivao de
orphaos e annexos do termo, exercendo cumula-
tivamente esses dous empregos, alias incompati-
veis, determino a mesraa camara que nomele para
seu secretario outra pessoa que seja idoaea para
exercer as respectivas funccdes.
5.' secgSo.
Officio :
A' commissao censitaria da fregnezia de S.
Jot6 de Ingazeira.Accusando recebidos os ele-
ments originaes do recenseamento dessa Iregue-
zia, cabe-me agradecer e louvar essa commissao
pelos esforcos empregados no intuito de satisiazer
a missao que lhe foi confiada, e bem assim os
agentes recenseadores que desinteressadamente
prestaram os seas servieos; certos de qae oppor-
lunamente serao levados ao conhecimento do g>-
veruo. Fica arbitrada a gratificacao de 25*000
para os do'iiiis agent** re^-'lls;ador^! nu^ ^
ram reMtaneraC-i'' pcniiria pWo sou trabalh*.
K\Pi-DI.:.NTE IK) SBCUKTARtO.
2." seefdo.
Officios :
Ao conselheiro Caetano Jose da Silva San-
tiago. -0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
aceusar o recebiraento do offlcio de f. S. de hon-
tem datado, em que participa ter reassumido o
exercicio do cargo de presidente do tribanal da
relacio, que deixou durante as ferias.
Ao Dr. chefe de policia. -S. Exc.-o Sr. pre-
sidents da provincia manda communicar a V. S.,
para seu eonheciraeoto, one nesta data ti verara o
conveniente destino os offleios dirigidos ao Exm.
ministro da justica, contendo o relatorio e mappas
geraes e pareiaes da estatistica policial e peoiten-
elaria relativa ac anno de 1871 de que trata o seu
offlcio n. 135 de honlem datado.
Ao commaadante superi >r do Recife. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. S., para os devid<>s lin, que por porla-
ria desta data foram nomeados os offlciaes con-
stables da relacao junta p.ira o 8* batalhao da in-
fantaria da guarda naciinl deste muaicipio.de
coaformidade com a propoita que veio aaaexa
a seu officio a. 764 d j 7 do correate.
Ao juiz de direito dos feitos da fazeada.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., para os devidos lias, que por portaria
de hoje foi declaradu vago o lugar de 2* suppleu-
te de juiz substitute desse juizo, por ter sido no
meado para a comarca do Crato o bacharel Fran-
cisco de Paula Penna, sendo transferid) para este
lugar o 3 supplente, Adolpho de Si ioeira Caval -
cante e noineado para este o bacharel Anton o
Herculano de Souza Bandeira, que devera tirar ti-
tub e prestar juramento no prazo da lei.
4.' seccao.
Offlcio :
Ao director geral da instruccao publica.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
-'uinmunico a V. S. para seu conhecimento e fins
convenientes, que em vista de sua proposta de 21
do corrente, sob n. 39, foi por portaria Je 28, exo-
nerado o major Francelino Guilherme de Azevedo
do cargo de delegado litterario dodistricto d- Qui-
papa, e noraeado para substitui-lo o vigario l'ito
de Barros C >rre i, aquera devera ser entregue o
litulo junto.
5.* secrao.
Offlcio :
A' commissao liquidadora das contas da es-
tradade ferro do Recife ao S. Francisco.0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S. qae nesta data ti verara o conveniente des-
tino os documeatos que acompanaaram o seu offl-
cio de 19 deste mez, sob n. 7.
isspachos da pbbsidenc1a, do dia 30 de abrtl
de 1874.
Antonio Vieira de Barros. Nego proviraento. ao
recurso, por serum improcedentes as razoes alle-
gadas
Antonio Manoel do Monte Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Francisco Xavier de Souza Ramos.Prejudi-
cado.
Jose Faustino Marinho Falcao. Seja nomeado
provisoriamente para exercer o officio de 1* t.v
belliao e mais annexos.
Jose Antao de Souza Magalhaes. -Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Recife.
Joao Evangelista de Souza.Nao tem lugar.
Joao Jose Mendes Nao tem lugar o que requer
o sapplicante.
Jose Augusto de Araujo. -Deferido como officio
desta data a thesouraria provincial.
Joao Lias Beda.-Iadeferido, a vista dainforma-
tao.
Joao Pereira Gomes.Informe o Sr. juiz de di-
reito da exeeucao.
Lourenc,o Pinto da Costa.Seja nomeado provi-
soriamente para exercer o offlcio de 2J tabelliao '
mais annexos.
Bacharel Luiz da Silva Gusmao Sim, na forma
da lei.
Manoel Jose de Campos Barbosa.Nao tera lu-
gar o que requer o supplicante.
Maria Julia da Conceigao Indeferido.
Teixeira, Chaves di C -Indeferiio. em vista da
inforraacao d) director das obras publicas.
ll.'jiai-tirao (In policia.
2." seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
1 de maio de 1874.
N. 564. -Illm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram hontem recolliidos a deteneSo, a or-
dem do Dr. juiz do c iraraercio, Otto Plessmara e
Antonio Lopes Pereira de Mello, por esta.-em pro-
nunciados como incursos nas penas do art. 821 do
codigo commercial.
Em data de 25 de abril ultimo, eomraunicou me
u delegado do Limoeiro, que, no dia 16 do mesmo
mez, no lugar denominado Buraco, do dislricto de
Malhadinha, d'ajuelle termo, Francisco Jose dos
Santos e seu Glho Henrique de tal, travando se de
razoes com Manoel Francisco dos Santos e sua
irma Fraacisca de tal, resultoa do conflicto a
mortede Manoel Francis ;o dos Santos e ferimen-
tos graves de Jose Francisco, sendo este preso em
flagrante e logrando evadir-se os supraditos Hen-
rique e Fraacisca ; que fez-se as ompetentes vis
torias e ioquerito policial, o qual teve logo o com-
peteate desliao.
Seguudo coramuoicou-me o delegado de Naza-
reth, em officio de 12, tambem de abril proximo
flndo, no dia 8, em terras do engenho Curabe,
do dislricto d aquella cidade, foi encontrado o ca-
daver de Amaro J ( de Santa Anna, mestre de
assucar do referido engenho i declarando os pe-
ril j- que tiieraui a vistoria, haver sido a morte o
resultado de uma co ige-tao fulminante.
Por offlcio de hontera, communiccu me o Dr.
delegado da capital que, no mesmo dia, a rna do
Vigario, fora encontrado o cadaver do preto Jose
Cabo-Verde, verificanio-se da vistoria, a que se
procede'u ter sido a morte occasioaada por uma
congestao pulmonar.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Curreia de Araujo.
~'. 'Ut-n ^AAmravs^JWTZ^'A^AUUM
EXTERIOR.
Correspondencia do Diario de
Pernaaubuco.
PORTUGAL.
LISB0A, 13 DE ABRIL OE 1874.
De quatro ou cinco dias pouco lhes posso
contar. Se as intrigas eleitoraes algum interessc
podissem ter ahi, nao faltaria; mas nao tem; e
digo-o com toda a conviccao, por isso limitar me
hei, depois da eleigio feita a manlar-lhes a lista
dps eleitos; por ora basta saber-se, o que tambem
nao 6 novi lade, qae p ra cadi circab eUitoral se
propdem quatro ou dnco cidadaos, que por fim
desses restaram dous, quando nao Sea so um em
campo, que 6 euta) quem caata a victoria. Cousa
facil de prever tambem e qae o goverao ha de ter
maioria; mas que essa maioria abundant* e na
apparencia muito solida ha de pretender emanci-
pate do ministerio qae lhe liver apoiado a eleicao.
Reaa saber pan que la lo penlera eutao a balamja
n qupm se apreseniara como successor da situacao
dominant?. U-is de*-l.' j.i ante:i:.j.n qi' sra n
iinripjfz IWv.li e U.ilama ; outroi peas in q-i
robustecera um grup i alii id), uas ultimas s issues
legislativas doe actuaes minislros, e que esse gru-
po sera o nucleo d situacao que tem de susceder
a esta. Ora, como na proxima sessio parlaraentar
e que se ba de discutir o parecer sobre o projecto
de lei que diz respeito is estradas de ferro dat duas
Beiras, aeabaraeolo da d) sueste, ramal para a
Covilnan, e jKolongamento Ja do sol de Extremoz
ao Crato, -debate este qae envolve muitos interes-
ses de localidaja, ou de circulos, por isso que tem
de agitar-se a quest*) magna das directrizes.
Quanto a mandar-se para a fronteira uma co-
lurana de observacao, parece qua se nao trata
disso Tolavia o goverao vai procader a compra
de mais dez mil espingardas, e 48 boccas de fogo
de montanha do systerai Krupp, rewolvers Gal-
land, etc., etc.
Foi publicada a lei relativa aos direitos do
assucar. Nesta lei foram incluiJas oulras altera
cues da paata geral das alfaaJega<. Por e.-ta lei,
os tres diversos direitos estabeieoidos para o assu-
car aao refinado, pela lei de 27 de dezembro de
1870, sao refundidos em um uui m direito de 80
reis (fortes) por kilogramma
Kegressa a Peruambuco neste piquete o
( DouroJ o abaslado capitalista porluguez estabe-
lecido nessa praea o Sr. Jase Peres ja Cruz, de
cuja amisade me houro Por mais de quarenta
aim is acclimado ahi, aao se deu bem em Lisb)a.
Oxala que a viagem o restabeleja e que eocontre
ahi de perfeita saude a extremosa familia de que
e digao chefe.
Fui approvado e ratiGcado o traspasse feito
pelos Srs. H. Temple Elliott e barao Prederico
Keulera companhiadenomiuadaCaminln de fer-
ro do Porto a Povoa dj Varzimdo caminho de
ferro de via reduzida eiitre aquelles p)ntos de que
slo concessiouarios.
Tem sido muitj numerosas as concessojs de
caminhos de ferro de tramways, etc, etc. Mas o
governo nao teocioua dar mais concessSes -em
publicar um decreto com certas disposicfies ge-
raes que reguleni este assumpto.
OSr A. M Pereira Carvilln, 1 official do
tnesouro, partio para o Porto antes de honlem a
noilc, eacarregado pelo ministro da fazenda de fa-
zer a entrega dos tiiulos defiuiti\os aos subscripto
res do emprestimo nacional residentes no Porto,
Braga e Vianna. Sai uas 13,000 titulos.
0 relatorio acerca da eraigragao dos chiaas
em Macao, apresealado aa uUimi aessao legislali
va pelo ministro do ultramar Sr. Anirade Corvo, e
um hvro curioso, nao so pela narrativa dos factos,
como pela apreseutaeao de numerosos documen
tos.
Na sessao de quinla-feira, 9 deste raez, a
classe das sciencias politicas e moraes da acade-
mia real dasfscieacias deLisboa, rejeitou o cele-
bre esenptor fraucez Mr. Reaau, que fora propos-
to para socio correspondente, ha tempos, pelo aca-
demic portuguez, o Sr. Augusto Sororaeaho, pro-
fessor do carso superior de lettras Eram 10 os
voianies; 4 votaram pela admissio e 6 pela rejei-
cao.
Vao ser conlecorados os nossos iniustriaes
que mais se distinguiram n.i exposigio de Vienna
d'Austria.
Foi apprebendiJo pela pjlicia de Lisboa um
matadouro clande.-tino, onde se abatiam rezes que
tioham sido njeitadas no' matadouro municipal.
Falleceu no dia 5 do corrente, em Maaica, o
visconde de Almeida, amigo e companheiro que
foi de D. Pedro IV, e veador da imperatriz viuva
Era cavalheiro muito presad > na sociedade lisbo-
nensc, e bastante apreciado do corpo diplomalico
estrangeiro. Bem pouco tempo durou alem de
sua augusta ama, a senhora imperatriz do Brasil.
A familia real, vai passar algum tempo nos
antigos pacos de Queluz. Esu tiabiucao regia esla
sendo reparada por um pirtido de fr.ibalu.il,re-
da mesma casa.
Em Macao, durante a cslada do governador
daquella colonia portugueza, em CattSo, rompeu
nm incendio que co/isumio mils de 200 casas,
n'ura Dairro proximo do rio. Houve grande nu-
mero de victimas, e enormes prejuizos.
Vai organisar-se em Macao uma companhia
para tratar da agricjltura e commercio em Timor.
Foi offerecido a e!-rei 0. Luiz de Portugal,
um prinnroso livro, pela casa real da Austria.
Tem um metro de altura e 80 centimetros de lar-
gura, encadernado em chagrin vermellio com fri-
zes pretos e dourados. 0 frontespicio de differen-
tes cores, deixa abswta quem o obsorva, palas nu
merosas estampas chromolithographicas qae o
adoroan. A estampa da folha representa o im-
perador i.arlos V com acoroi posta, e com as ves-
tes proprias de sua alia dignidade Seguem-3e as
coroas de Carlos Magao de Santo Estevao da Hun
gria, a de ferro dos reis lombarJos, e todas as ia-
signias, vestes de diversas espeeies, sem exceptuar
os chapins, e as luvas d is antigis unperadores da
Allemanha, e dos reis da Hungria.
Na' fabricas de annas e faodigao de canho-'s,
do deposilo de materiil de guerra de Lisboa, es-
tao progredindo com grande forga as manufactu-
ras de armas e mumcoes. Fundiram-sc no perioio
entre outubro de 1873 ate ao presents : 2,269
granidas, para pegas ; transformaram se 10,316
carabinas de Lofield, e fabricaram-se 960,0)0 car-
tuxos metalios sera bala para carabinas e
1:236,450 embalados; 2:025,00) capsulas para ca-
rabinas ; e 2,050 arreios ompietos para cavallos.
Estao, alem disso, fundidos e em diversos eslados
de preparo, 41 paijas, de calibres 8, 12 e 15, es-
Iriadas. 0-material adpiirido e a adquirir, vai
ser pago pslo cofre de recrutas.
Em consequencia de reclamagSes do gabine-
te portuguez, o governo liespanhol reprimio o es
candaloso abuso das auloridades aduaneiras de
Vigo, que queriain impor uma multa de 8)0,000
pesetas a galera Vasco da Gama, que fora alii fa-
zer quarentena. 0 navio nao trazia os papeis com
o visto do consul hespaahol, porque a quareatena
em Vigo foi caso ue for-.-a maior. A galera sahio,
e deve a estas horas estar ancorada uo Douro, ou
caminho d'elle. Viuha de Pernambuco.
Parte brevemente para Hembach uma com-
missao de parlidarios de D. Miguel, que vai assis-
tir ao casamento da Sra. D. Maria Jose de Bra-<
gan^a, o qual se deve effectuar no dia 29 do cor-
rente.
Vai proceder se a construcQao da ponte so-
bre o Gaudiana na sec;ao do caminho de ferro do
sul a fronteira hespanhola. Esta em Beja o enge-
nheiro francez Lecrenies, que foi encarregado de
dirigir aquelles importantes trabalhos.
Contiuuara com bo.n andamento os trabalhos
da docka Iluctuante que se esta coustruiado em
Ponta Oelgada (S. Miguel, Acores;. Ja fuueciona
uma madiina a vapor, e brevemente outra prraci-
piara a fazer servico.
Ja deu eotrada na reparticao competente uma
proposta para a coastrucoao de um porto artificial
aa bahia da Horta (ilba do Fayal. A gores). Sao
signatarios da prooosta os Srs. Charles William
Dibrey & Seres, Rith)rd Hayhow 4 C. e Joao
Candido de Moraes, ex-deputado as cortes pelo cir-
culo do Fayal.
Seguudo a proposta, organisar-se-ha em Lon-
dres uma sociedade anonyma em que toraarao par-
te alguns dos mais acreditados banqueir is d'aquel-
la praca. As obras principiarao 18 mezes depois
da assigaatura do contrato, e deverao termiaar
deatro de um prazo, que sera estipulado em vista
do projecto a executar.
A empreza pede a concessao gratuita dos terre
nos do estado, que sao necessaries para as obras,
e uma garaatia de juro de 7 por cento durante 10
annos, e offerece ao goveruo varias garantias pa-
ra a fxecu.-.i i <\i contrato, se as suas propostas
f)rem ai-i'it.'is.
Eis ami aiguas dados e,uriosos sobre a geren
cia da direccao da comoaulna do fabri^o do algo-
ddea de Habregas, com relacao ao anno flnlo de
1873. A fabrica tem ja bastante interesse, nao so
pela qualidade dos anefa ;tos produzidjs, como pe-
la quantidade. A direccao mandou vir de Ingla-
terra St teares e ama urdideira. A produc^ao
em trames e urdideiras foi de 140,287 kilos, sendo
empregados 28,465 kilos em teeelagem de algo-
d5es. Segundo o respectivo balancete, o activo
i nportou em 219:0384006, o passive era........
44:9034989, o fando de reserva em 9:2J04*>00, e
c fundo social em 156:0004000. 0dividendo pro-
josto foi de 8 por cento. Os prodaclos da faori-
ca foram lisongeiramente apreciados na exposi^ito
de Vienna d'Austria, onde obtiveram a medalna
de merito.
Hoje deve reunir-se em uma das salas do
ministerio das obras publicas a commissao encar-
regada pelo governo de rever o regulameato da
compauhia das agaas de Lisboa.
Para outubro devem comecar as obras para
o grande estabelecimento de viagem no Tejo, com
o motor hydraulieo permanente, pelo aproveita-
meuto das mares, empreza de iniciativa do Sr. Jor-
ge Higgs, e em que e com elle interessala a So-
ciedade agricola e fmanceira.
Subio a scena no beneficio da intelligente
actriz D. C. Falco, no theatro de D. Maria II, era
Lisboa, o drama um tres actos e um prologo do
seu marido Cesar de Lacerda. intitulado Homens e
t'eras. E' um dos molnores do fecuudissimo dra
maturgo. Teve muilas chamadas especiaes. Os
progresses que D. Falco tem feito sio nuito nola-
veis. A ilite da companhia do priuieiro theatro
portuguez de declamagao, tomou parte na recita
dos II i.hi:us e Feras, que conlinua em scena ha
tres uoites consecutivas e promette aiuda grande
nuraero de eneheiites aquelle theatro. 0 draraa e
dedicado a Piuheiro Chagas
0 triste augmento de lOiOOO annuaes, ou 28
rs. por dia, aos professores primaries, que alguns
deputalos tinhara propost) e a camara respectiva
approvado, nao chegou a realisar e, pois com as
pressas do enccrramento das cortes, ticou o pro-
jecto esqaecido aa camara dos pares I I Assim,
terao de esperar mais ura anno os professores por
essa insigaillcante migalha. Bern dizia, ha poucos
dias, uma folha de Lisboa, ref3rindo-se a grave
injustiga com que os educadores do povo tem silo
tratados entre nos:nos Estados-Unidos, os pro-
fessores de primeiras lettras, sao magistrados; em
Portugal, sao quasi mendigos.
A junta geral dodistricto deLisboa resolveu
conceder aos professores do dislricto mais 20*000
aunuaes.
E' realmente quaado a camara aristocrata deixa
esquecer nas suas gavetas esse pobre auxilie ao
elemento mais civilisador do paiz, que os adorado-
res do statu quo desejam que os contriouintes nao
reparem com tedio nas votacoes exageradamente
illegaes com que a lista civil contempla alguns
dos membros da familia real I I Chega a ser dc-
raencia.
Tem sido consideraveis as remessas de ainos-
tras de viuhos portuguezes para a exposicao de
Loudres. 0 nosso commercio e nao menos a agri-
cultura yinhateira devem lucrar muits com esta
aprecia^ao a jue os nossos viuhos vao ser sub-
mettidos.
Foram ja pablicados aa folha official os es-
tatutosdo Banco d-j Douro, cujo capitals de no-
vecentos contos de reis, divididos m 9,800 accoes
de 1004000.
Funcciona ja o baneo da Regoa, e o banco
da Povoa de Varzim.
Abrio-se no dia 6, em Lisboa, a caixa 6
lial do Banco Portuguez do Porto.
Na ultima reuuiao da commissao euearre-
gada dos trabalhos de defeza do paiz, resolveu-
se passir ao govern) a despeza de um conto de
reis para a pequenacommlssio de offlciaes de ma-
rinha proceder as experieacias sobre os torpedos
nas aguas do porto de Lisboa.
A Crenga Liberal e outros periodicos de Lis-
boa, nestes ultimos dias, teem mencionado o boato
de ter havido uesta capital reunioes carlistas,.as
quaes assistem delegados vindos das provincias*, e
que nessas reunioes se tem plaaeado o icvanta-
ineuto de guerrilhas.
Hoje toda Lisboa, quero dizer toda a gente co-
nhecida, todos os que tem ligurado ou liguram
ainda na politica, nas letras, na imprensa, no fOro,
na trinuaa, par, na magistratura, no funccionalis-
rao, foram acompauhar o prestito fuaebre do an-
tigo depatado Joao Antonio dos Santos Silva. oroa-
meuto que foi do parlamento portuguez por sua
eloquencia tribunaria. Engrandecera tamemo
seu iiome nas tides da imprensa politica. Tinba
um emprego doi mais considerados na alfandega
de Lisboa, mas como sempre era eleilo deputad-
poucos o couhuciara como funccioorio do Estado.
Militava no partido historico. Morreu pobre e na-
da deixou a saa inconsolavel viuva, e a sete li-
Ihos ainda menoros que a beira da miseria o es-
tao choraudo. A > eueerrar-se sobre o sett cada-
ver a lousa sepulchral o dUlincto advogado Alves
da Fonseca recilou de improviso a mais eloquente
oracao funebre, que jamais tenho ouvido. Singel-
las, mas arrebatadas foram as palavrai do pane-
gyrista do illuslre liaado. Todas ellas se redu-
ziam nisio, que e o mais duradouro louvor qne so-
bre uma carapa se pode fazer a quem era tao con-
siderado na politica, a quem arraslava a camara
inteira nos voos de uma improvisacae vehemente :
Esmola, sennores, uma esmola para aquella po-
bre viuva e para]estes sete orphaosinhos, que esse.a
quem o taleato fez grande entre os que sao glorias
uossas, nunca jamais teve qae arrepeoder-se de
um so dos actos de sua patriotica existeacia, e
apenas, quando se lhe comecavam de enturvar os
oitus na agonia, pedio perdao a sua raulher por
ser ta) pobre, por ter descangado tanto os inie-
resses de si proprio, e dos seus, que nem sombra
de mediocre mediaaia podia legar-lhes. < Nume-
rosos apoiados cubriram as- ultimas palavras do
orador em plene cemiterio.
Este foi o nomera dedicado pela causa da liber-
dade e pelos mais caros interesses da patria, a cu-
jo servico se dedicara de alma e coracao com
todo o poder de suas faculdades.
Poucos juizos tenho visto de uma demonstragao
mais snlemne de admiracao, sympataia e respeito
pela memoria de um boraera publico. Todos os
partidos alii se achavam representados em grande
forca. O vasto e grndioso templo de Nosssa Se-
nhorajdos Martyres, d'ondejsalnra pelas 5 boras da
larde, o prestito era pequeno ainda para conter os
cidadaos de todas as classes e conJicoe.- que a
porlia queriam demonstrar quanto lhes era vene-
raada a raeraoria daquelle vulta prestante, que,
depois de Jose Estevao, tantas vezes ^reaceodera
o fogo sagrado do amor da liberdade na tribuaa
popular.
Algumas pessoas generosas tem declarado en-
carregarem se da educacao de alguns dos filhos do
nobre iribuno. 0 par do reino Manoel Vaz Preto
Glraldes, compaire do llnado, toma dous a sua
conla ; o conego Boa-viaa, ex-d>putado, encarre-
ga-se do terceiro.
Na alfandega, os seus collegas abriram uma
subscripcao.
U- professores da escola academic*, entre si se
quotisaram para a educacao de outro.
Os representaaies da impren a politica de Lis-
boa, a sahida do fnneral se combinavam para se
constituirem em commissao, atim de levantarem
subscripgdes que assegurem um fando, cujo readi-
mento haja do garantir a subsisteueia daquella
infeliz familia.
Vi todos commovilos quando a pedra da sepul-
tura cania para sempre sobre aquelle feretro. Os
iales remridores da alfandega, velhos maritiraos,
em cujos brajos robust os fora eonduzido desdeo
portal da necropole,. choravara como criangas,
quaado perceberam o abysmo de uri'ii.tad..dc em
qae iam jazer aquellas que o mais estreuuo defea-
sor las liberdade* publicas estremecia e adorava,
0 ch'fe do partido historico, o uobre duqua de
Loul6, levava uma coroa civica de carvalbo com
bagas de euro, coberta de crepes. Nas Stas prelas
aurifraajadai que lhe pendiam, havia disticos em
lettras de oaro, que nio pude ler a distancia em
que me encontrava. Essa corda orvalhada de tan-
las lagrimas dos intimos dos collegas, e ate mesmo
dos que nas lides politicas lhe haviam sido adver-
saries, foi deposta sobre o aladde em quanto na
capella fuaeraria dos Prazeres, a clerezia entoava
os ultimos responses pelo descanco elerao daqael-
le que tanto lutara nesta vida, e a quem a pro
pria exuberancia do talento despedacara.
Para fazerem uma leve idea da tolerancia da nos-
sa educacao politica, basta dizer-lhes que tendo
sido Sanlos Silva um dos laminares da opposicJo,
estava o ministerio lodo e osseus mais decididos
campeoes.
Contava ama folha de Lisboa, ante-hontem, que
na derradeira hora, Santos Silva pedio os sacra-
raentos da igreja, declarando que desejava morrer
na religiao catholi ;a era que sempre vivera e cujos
sAos principios lhe tinham fortalecido a crenga na
liberdade. Tres quartos de hora, depois de rece-
ber os socorroses.irituaes 6 que passou a melhor
vida.
A terra lhe seja leve I
Esta livre de perigo o daque de Palmella, que
esteve quasi em artigos de morte com uma doenga
aguda que o accommetteu.
A imitacao serodia do qae ba aooos se fez a
Ernesto Renan, tem occupado e coatinuara a occu-
par a nossa imprensa. Na minha de 13, Ibes coa-
tei que a secgao das sciencias moraes e politicas da
acaaemia real d,.s sciencias de Lisboa, rejeitava o
nome do autor da vida de Christo, qae fora pro-
posto socio correspoodente.
Approvaram a admissao os Srs. Angasto Lero-
menho, Silva Tullio, Visconde de Castilho e Pi-
nheiro Chagas. Rejeitaram os Srs Martins Fer-
rao, padre D. Jose de Lacerda, Marqnez d'Avila e
Bulama. Antonio Jose Viale e Innocencio Francis-
co da Silva.
Foi entio proposto pelo Sr. Dr. Thoraaz de Car-
valbo, para socio correspondente da seccao das
sciencias nataraes e positivas. Parece qae o Sr.
Latino Coelho, e que esta elaborando o relatorio
respectivo.
Diz-se qne sera em julho a eleicao geral dos
deputados. Nao esta, porem, ainda affixado o
dia.
Dizem de Mozambique a 3 de margo, que foi
pelos ares a alfandega de Quelimaae, por effeito
de nm raio que alii cahio, e onde estavam em de-
posito 16,000 libras de polvora. Nao houve victi-
mas ; porem as casa.- soffrerain muito.
Reinava completa tranquillidade nos districlos
de Inhambane, Sofalla, Angocbe, Qaelimane e
Tete, e era regular o estado sanitario.
Publicou-se no Porto, o 4* numero (abril),
das Noites de Insomnia, de Camillo Castello Bran-
co, cuja extracgio e espantosa. Ja na minha an-
terior me referi ao interessante capitnlo sobre lit-
teratura brasileira, que alii se 16. E' tambem
curiosissimo o que tem por titulo : A Exm. ma-
drasla d El-Rei D. Luiz I., calumniada. E' um
trecho de Una ironia, em que o illustre escriptor
toma a defeza da Sra. Eliza Hensler ( condessa
d'Edla, e actualmente esposa do rei D. Fernando)
como cantora que foi no Porto, em Lisboa em
1859 e 1860.
Nao dia uma phrase menos delicada contra aquel-
la dama, e procura defender-lne os sens creditos
de artista, contra- uma falsa assercao da Lanterna,
que tinba asseverado que os dillectanles do Porto,
a tinham pateado em 1859. TranScreve com nini-
ta arte os elogios qne merecidamente lhe fixeram
as folhas mais serias do Porto, n'aqnella epoca.
Este capitnlo tem dado um consumo enorme
ao 4* numero das Noites de Insomnia, de Camillo
Castello Branco.
0 1 capitulo, 0 Cofre do Capilao-ilor, 6 uma
lenda lindissima, em que represenia um sympa-
thico e generoso papel o brasileiro, typo obrigado
em quasi tolos os novellos de fecundo romancista
portuguez. Por brasileiro entenda-se, o portu-
guez enriquecido a custa do seu trabalho honrado
e ob-curas mas partiaazes, fadigas em terras de
Santa Cruz. Mas cousa notavel: este typo que o
Sr. Camillo Castello Branco tinha cancado de epi-
grammas, apparece-nos neste conto', lenda ou
anedocta, l como lhe quizerem chamar ) como um
anjo de abnegacao, e antes assim, porque jastiga
se faga aos que depois de muitos annos de lidar
incessante em terra estranba regressam ao torrao
natal cheios de saudades e dedicacao pela patria ;
mal avisados andavam os que architectavam
sobre uma ou outra de suas fragilidades vaidosas,
mil patranhas para rir. Era ingratidao e grande
da nossa parte.
Bem hajH, pois, este reiuamento que o exemplo
Jo mestre vai fazer nas tendencias lypicas .da
nossa litteratura realista, exhausta de caracteres
propriameate nossos.
Vai-se proceder brevemente a emissao das
obrigagoes dos caminhos de ferro do Minho e
Douro.
Ja estao promptas para serem distribuidas as
Obrigiroes de/initivas, do caminho de ferro do
Minho e Doaro.
iomecou hontem na alfandega a ser appli-
cado o novo dir-ito sobre o assucar. Despacha-
ram-se na vespera 2,966 saecos, 42 caixas e 85
barricas.
Foi derrotada e obrigada a entrar em Portu-
gal, a guerrilha carlista de Calixto, que andavaua
provincia de Orense.
0 Visconde de Paiva Manso, tem quasi
promptos dous volumes de commentaries ao codi-
go civil, acerca do poder paterno e do domicilio.
PERWAMDCa
ASSEHBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 16 DE ABRIL.
PBESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAB.
Ao meio dia, achando-se presentes os Srs. J.
Mello Kego, Manoel do Rego, Ratis e Silva,, Tolen-
tino de Carvalbo, Tito, Firmino de Novaes. Soares,
Peretti, Tiborcio de MagalhaeJ, Domingos Pinto,
Aguiar, Goes Cavalcante, Pinto Pessoa, Lacerda,
Portella, ta, Antonio Paulino, Camboim, Arruda, Gaspar
Druramond, Dario Cavalcante, Goocalves Ferreira,
Olympio Marques, Amaral, O.iveira Andrade
e Cuoha Cavalcante, faltando 03 Srs. Travasso
de Arruda, Arconcio, Joao Barbalho, Uchoa Ca-
valcante, Felippe de Figueiroa, Gomes Parents
Souza Leite, abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da sessao aale-
rior.
0 Sr. 1* secretario da conta do seguinte
EXPE'lEKTK :
Officios :
Do secretario do goverao da provincia, reinet-
tendo 0 requerimentu da companhia de irilhos ur-
banos do Recife a Olinda, pedindo a collocagao da
um lampeao na rua de Gervasio Pires. -A' com-
missao de orgamento provincial.
Do mesmo, rametteuio e piano adoptado para>
casa de commercio na villa do Triumpho.A' oin
mi-sao de negocios de camaras.
Do mesmo, transmiurado o offlcio da camara
municipal de Palraares, em que pele melhora moo-
to* no sen raunicipb. A' commissao de negocios
de camaras.
Do me mo, remettendo os arligos additives as
posturas da camara municipal de Barreiros. -A*
commissao de posturas.
Peticues:
Do coronet Agostinho Bezorra da Silva Caval-
cante, director do asylo de meadicidaie, pedindo

L_
1


1
*T,H M MM *JUim> Dtote i6 Pefnambuco^Jabbado 2 & Maio Je 1874. ,, ^j; /yj.
angmento do orJetisdo. V conmijttla ,dd oM
nados. MJ^JwJ, >3fl
Ferto Carril dc P.matniMica,
ir varies dtumentos a l-e.iro
eijou a assemblea contra o pro'-
passado; A* cc-mtnissib ufl Ic-
D.i con
pediado p
sea la cao i
jecto a. 7
gislaeao.
Slo lido?, apoiados, poslos em discussao e sem
debate approVados <&. seguintes pareceres:
A conmissao A saflSe publics a quell foi
presente tuna petl$ac assijBada per uiversos habi-
tantes da fregue*ia tie .VKrfteca, cm 'a qual pe-
dem provideneiaatfl sentido deser estotado o pan
taoo denomma#0flio d'Agua.necessilapaia emi
ttr sen parr ;er foe'se obtouBam por iatermedio do
presidente da pwwidcia iBfoemacoes aSoso da re
pariieao das cmras .publican como tarabem do ias
pectdr da flMlde pujlici, remultendo-se lte co-
pia da mean* petipfo. S*la das commissdee, tC
de abril di 1874 JMftt'm de Arr*da.-J. HMlo
Rrgo.
A eemmissiio de pet'ciSes, examioaodo a de
Joao Manocl de Casfro, escripturario apesentado
da secreuria do governn, em que pedo -melhora
cm sua^Hiosentadoria, eonsiderando qe w soppli-
cante nao as-iste direito algura queautorise o aug-
meuto do veucimealcs, por isso quo foiaposentado
como Ordenado prooprcional ao tempo de extrci-
tifo e- c taza.0 attendivel para augmento delles, por-
que per e|idado se devta augmeniar os de
uiuitos outrcs eni|iregades que se achara em
ideulicas cotifdicoes, e de parecer que seja indefe-
rida a pre.erie peiicau. Sala das comuiissoes, 16
de abril de 1*71.tfominps'PH-'o, Padre Tito de
Burros.
Eulra efc dlscnssao e sem demote e approvada a
redaccao -cas pe-sturas da Kunara wuuicipal *ue
Jaboalio.
oRDgK dc^a.
Contioiia a discus4o do parecer da comasssao
de policia rclativamerte indicacao apreses'tada
por v.rios Srs. deputados, reformaado algocs ar-
ligos do rcgiineutu da assamblea.
E' sciu debate a|provada a eineoda aotr'l. 106,-
cu;a '(!iiCUssao flcara adiada.
O *ir. llamxM da sua emenda additiva, coucebida uos seguintcs
tcru.os :
' Ait. 123. Accrcseente-se depois *clle o ss
gmate : Art. Kudca prinitpiara a 4tscuf?."to <|iiai(|Ucr proj"Cto,-a-cada urn de sees artigosou
ue |ual.|uer uUeria ctn geral, senao ipor mipug-
i:;u_-ao.
Consult.iJa a -a??emblea, decida >pe}a affirraa-
tiva.
Eatra am di pritnir o art. 191 do regioienlo.
O S*. >>ii cni'iil< Por< sidouu;, a eniei'.da em discussao .|>ropoe <;^3 seja
supprimida a diaposicSo do art. 491 do regimento.
Nao me ptrecc aceitavel asuafffessau, afttvs dign*.
e merecudorc-'de susteatacao (Ujyo'-ieao do art.
191.
Consagra esie artigo que.-r.ppi-ovado'G regimen-
t'>, a.- iuiicc*t;s para ser elle uradu -em qal-
ijuer, ilc vus. irtigos oa para -ser addrtedo, pa^a
ra > peIo^rtraimiiti.s dos prujeWos'de' te, depois di:
''a, qae no n.es (quo votava a por urai ?6
f**1** ^^'M***!*** **ii*gn*ien- i*t a iniuslica dc sunnji
ao prcceito do .ait. 191, faaeado em viweiaj, dt eflfai houwwo
qae a pasin tres diicus-sOes, como aeabo de dizer, daas a-
qftaes tivefam-lcfflr naqueHeanno.
Ha utra reform*, seohone?, do aono "I9WS,
a respeito da qual nao encontrei nas aclas indicio
ou signal atgum de que tivesse sido voUda por tres
on por nma 6 diseu; .
Segtre-se a de 1888 Weste ano ain la a reror-
ma foi feitt por tres disons-oes, enmo prescreve o
art. 191. A prinreira ditenssSo leve Jugara3de
juoho ; a scgunda a 1(J e. a (erceira a 11 d> mes-
mo mez
Era, f enhorc?, a assemWa.provincial em obedi
encia ao art. 191, dando me execu^ao, fazondo %
reforaia regimental pelomodo prescripto nes?ftar-
tigo : tros discussSes e nao uma.
Segue se a de 1831. Nas actas nada se -encon-
tra quo nos habilite a reconhecer sa foi por uma
ou pur tres discassSes : silencio complete
Segue sea do 1*51 Consta das actas *ne esta
reforma passon por tres discussoos, a segunda das
qaaes tevc Ingar a 3t de marco e a terjeira no dia
1 de abril do mesmo anno.
Era ainda a assemblea provioeial que obedecia
'0 preceito do art. 191, e de accordo com elle fa-
zia reforms, nao por uma, mas por tres discus-
socs.
Scgue-se ainda, senhore*, a rdfsrma de 1839. Da?
>as n6o consta so foi fcita por uma s6 ou per
ires drsi5as?oes.
A e*u segue-se a do anno de 1861, em quG -on
era 1 secretafio.
Quaodo o nobre deptltado que se assents dc-
frotilo dc mint ( o Sr. Belle Rego) contestava ha
algur.s dias a opiniio, queen sustenlava em vtsta
do^rvgimento, de dever a reforma deste ser 'fcita
por tres discusso^s nfi por uma, allegva que
1 t5 nao
p,:u a a 5
ahiih u%
gg^^^&Q^bite, com a factmdia e,
J^ojioliro depntado quoj
mumlj",r-
eu como 1* secrewrio, Wiiha, entao, opniado que
fosse uma so discttssfto, ou antes concwrido com
tsso
outra
:iiai,;s pel* cuomissao tla
pura a rep..';o o seiiptrecer.
mosa, que mter-
Me ffcr:ce taofun-
o meu voto.
0 Sr. J. Mku.o iRBSO : Ah
coast.
0 S. Xascimhv!v> Portei.la. .1. para que
fosse uma so discussao, e nao tres, eu nao estava
habiJttado |ra coatesta-lo.
Acto de memoria, podia ella ter-me falhaio. ee
nao podia dizer : a KM foi este o men voto. t li-
mitei-me, dando pela assevera^ao do nobre depu
tado, a reconhecer o proprio erro, a corifessa-lo, e
a mostrar-mc djcil em ccrrigi-lo, obedecendo a
lei e nae a acto meu, porqne e da humaTM3ade
corrigir os.preprios erros. Mas folgo hoje de ver
toe o ^ne enxao dizia estava de accordo eom o
meu M-nepior procedimento : era votacio por tres
uisenssoes e nao votacao pornma-sn.
Sei, sonfceres, qae 6 bem dilBeil ao homera cons^r-
var-ie serapre o mesmo, o que pensoa hontcm
pensaT smanhi e ()ensar dopant e nao e ficaria
mal-cm hypothec; nenhumater crraklo e corrigi-
do <> erro.
Ea ror.fessei o eno que fuppanha ter commet-
h4o, mas satisfaco in* de Haver veriRcado que tal
qp?o nfo commetti, que ainfla ffesse anno dc ISO
a rflforina regimental foi fa'ta por :3 discussoes.
Ept. ainla a assemblea provincial, de que eu fi-
rm ptate, quo obodeett ao afi. I9l.
So. J. Hello Hmo : -Mas e bem attender que
>ra e.u tres discn
fm qrte lioaves'e u:n n.
poa-fJ;p) tpiMo q:;e rica in.iicado, seguW'
mparoee. '-
Nao teaii eu outrw razSes para ex-.litar a ap-
parenle contradiccao daqu';llcs c;ue entao, com toda
a aeTic*eik -e zelj ser^irMB a pramcia, penso
que eltes towtm.. fpr^ados a adoptar do nrorapio
essa raedtda para- votarem' o orcamento. Ma
em. vjja o oaso e o oaico precedento.
') Sr/Hakofx di Rego : -Centra 6.
0 So. Nascwento PoRTEbLv ; -Ma t.imbef o
do anno passado, mas eK pelas tnformafees
que aqui Hiram dadaa, po* considera lo antes
como uma inlerprelacao, do que como um addita-
mento oo reforma.
Ha cta differeDca ntre interprelarjo reet
mental additamento oa reforma.
Um Sn. Be.-utabo : -A. forma da ioterprelacae
deve ser a mosuia.
0 Sr. Nascimknt* Vorteli.a : 0 precedente ul-
limo-de W73, peKrqae foi expendido aqni, reco-
nbecese que foi quasi uma questao de ordeai
sobro o modo do regolver a respeito de uma emea-
tfa ofTerccida a lei Jo orgameato.
6 Sr. ManoEl do Reoo da nm aparte.
0 Sn. Nasstm-.nto Portklla : Mas, prescin-
dindo disto e :oncedendo me?mo que ha dons casos
em que se preva que a reforma regimental foi
Hta por ama so discu=s3o, eu creio -qae tetrho aito
W NaSCIME.NTO i'ORTELL.^
:,- ido.
*sonliot I mm
^ fer^2rS-^^ISn^r^^#rfrtTl,r*
iada esta x!isposici^ lbtaa COta o preceito0JS*fi ruforencia a essa'tefoVma"; referT-mel'ante-
e.ii-iiiacwual, tao de kttrmema cjiii Oa cooselhos rior, ipie con da pruJecfia, de que a as.-oqiMfc niio pode; .1 r. uieUo v;;rilicar esta
alirir infe.....
0 S;i.' GrHP.va D?oi!e : 'i5:;s de que j
abrio.
0_ Sr. X.uc.mkvki PwrSttLi: ___qae Oto
ilLivid i-r/x; a a-sc&r'.ilOa ureviocctf Tleixe do maa-'
te-la, r-.ie.tinlo *irtenta suppressiva.
U.taiti'o, Sr. presidents, na-*e*ao em que e
Iratiu de r.'.si)l>e;i .^forma,'(-ue discutiiaes, pr.Mihor
.1c-v,-ii.a er fe.ita por umaS6, dd/por tres disc
siles, hi eo.if rmxJaie d ftSpressa disposifS-s uo"i
art. I'M, c-ta bew .p:>.-\>r*j a ir::nriria de mdw
r 'is q:ic_a asseuifelea, tJsiiaaio de.paite a exprewa
questao, e depois re--
ponderei ao que o nofere ileputado esta dizendo.
At'-va, assim de sorpreza, nao pos^o dar resposta,
poniue depeode isso de exame.
T^nto eu me referia a reiorma de 1859, que o
nobre deputado disse que tmha erradi com o Sr.
visc.in.lo de amaragtbe.
0 Sr. NasciiIento Poiftelfa: -Semdnvida ; sim.
(i possivel quo o Oobre deputado venli(|ue
Mrca miervmJoem 1839'je forma conlraria aquelia
' jorque pensei em 1861-; naoduviJo que verili^ue
;sso, apezar do exame a que proeedi, nan tendo en-
rado com relacao ao auno de 18j'9 nada que
semprefdiTttita por unit sd discussao. E
ea ma--mo live oetjsfeo dc ouvrr qus era iwothde
acto proprio rusa, BeHempo em'que fui 1- srers-
lano da assemble*, *m scntido -conlinnatira des;i
pratica dlTensrva ac-prcceiti) r^imental.
E Sssim, do'^andode pSrte oregimento, atofidu-
*e a.is pr-cedentes, aos -estylos que k dit:n
constaates. a ?sembt*a resoiveu que fosse a re
forma regimental ft!n-em erne so discussiio
Entio, Sr. preifdeete, eu eac tobituaio -a'cun-
testar a-sereratoes-swiac qitatnlu me acfca tktsili-
tado corn oS *n?ic^ de prov.-;. tfceiteJ como fora de
etmtestacSt a asgetwaeSoiena, nao put por'raodo
algum em devida qne os prccedentes J*-iseK taes
coinose d.zia qe tifectrttnitete eram.
Hoje procara se rMormar essa dispBtcac regi-
mental. Exarriiifewe-vpoifrirs., se ha rarces pa-
r& (-s-a reforma, par-a a- sappreisio da diseosicao
do art. 191.
Digo cm a-miis^eea cocvie^ao qweaeoiuaia
razan j istiliee a liqfpresjao, e antes t4as tioaver-
eem para jesiifiear'a maafeisafSo deste preceito
iei:.ier,i.ii. 4[ue,'came *dfese, aeha-s* -de accordo
(. an a lei c tsittttciomif c n os pretelMfaB des-
u anemldea, e -ok; os ococethos d prudsneia,
q;ie nos>a :,;<. ins por aqutfes que. Aorecicsdo a
disposi^Ao c-r^:-.;rJoa!,'Tij na suadcttra e no
ecu espini bem detr-rminados o mlo pcrcue as
asseo.Mea- ^rovitrct.iesde-.'jn; usar me confer: marem os sens regioientfts.
Senliores, .ieixar.i ranfM regi*9ntal depen-
dsnte de amM6-ii^aaMo; u-n grweperipo.
O Rl Maiiobl ocllac.): E agora ea-o"tenho
reconheci l > prafteamente.
0 Sn. .V :- a":r.o ftai mJLk: uatrde outra
rarao iuio li-.uivesse, a-pnttaa que tomes lido por
-a-ia, .la di?cosa.)de&la.-reformaetedtm-jns-
ir.Mioo beau.
0 Sr. Mas l oc Rejo : Cadaiia.me.occor-
rsro nova- iVi as e cecessariss.
O Sr. N Fortella : A Tefo7ma re-
ia:eniai por uma-so di>cus.sai nao esta de accor-
ao com o preceifo conslitaxioaal, segtsndo c qual
a, resolucut s das assembled p'roviciaos s3o to-
matas por tres discu&sSes. ^imguem dira ago con-
feccinnar a assemblea o sou regi-neato, adita-lo
t o. teformafo, nJo-ceja ar/u;resoluc.
O 5>R. MaIWEL DC ReSO E DJ^ : fc, l iiuto iraportaute.
0*b. .Na.scwe.nto PonniiA- Important co-
rn e essa reselacao, me parece que, -de. a^ordo
coin o preceito con*taci<,uaI>.ieve ser mantiJo o
aug3 191 do pegimeoto,.afim de qe a reforma
i >'.mental se Uca por inero-de.tres disrossSes, co-
a respeito dasdemais losolojoes
que'deve se
e,
vena sera ititiwa, a de 1861, cimo
presootir mais acertdda.
Mas, como diaa, era ainda em 1861 a assemblea
provincial que obedecia ao preceito regimental, e
fazia a sua reforma por 3 discussoes, como manda
o regimento. A ;1* discussao tevo lugar em 17 de
abril, a 2- em *fi-e a 3 em 19.
Seguio-se a reforma regimental de 1862. que
ainda fui feita por 3 discussoes. A la teve' lugar
em I de man;o, a 2' em 3 e a :{ em 7.
Eis alii, senhores nao so as razOes juslilieativas qno
o arL 191 tern,-com) a pratica constante da assem-
bled proviuoial, vmdo em justilicacao desta dis-
posifaa regimental, c mostranlo quo foi e!laobe-
decida. Enlretento, a excepcio das 3 roformas
ragimuitaes de !Si3, l^ol e 1839, a resseito das
quaes eao pude encontrar nas actas base alguma
para conhecer se toram feitas por uma ou por tres
discass-aes, as denials foram todas feitas por 3 dis-
cussoes e nao por uma.
0 Sr. J. Mel;c Rego da um aparte.
(3 Sn. Nascwuio Portei.la : -Ja o mostrei.
Rertam, pois, o de 1839 e o do anno p.vsado, que
v. i-.xc. invocou : cada uma dellas tern ums-razao
esaecuL
Primeiro que tudo senhores, desde que no anno de
1839 adoptou-se e;n 3 discussoes a reforma ieicia-
da em r&iC, o dssde que no mesmo anno de 1839
adoptoG se em uma so discussao uma reforma pro-
18,:R&s nao podemos suppor no.*iegis-
mo Ee
de>la assemblea
r>?rfa' x*'!"""" < (wwii : -Jlleoo. de
quaJqaer md.caeao porque o regimento ^sta^le-
te 0 Se. Nascimesto Pobte;.la : Seniiotes, quan-
doestas razoes nao fossem basfeates pani'provar
o acerta com uue oj fegisladoresde l836eonfecco-
n; ram em tres di#eu*soes o regimento actual e
nelle adoptaram o art m, basiam a pratka cons-
tante desue enUo ai hoje, aquelia que pude ve-
ntfcjar, para mostrar que a asseoWea provintiii
nanea deixou de obedecer ao preceito dosse arti-
eussoes -a outra por uma 6.
Como disse, a reforma iaiciada em 1836, no mes-
sn; aoeeem qae fc: adoptado o regimento, foi fciti
em ;! discusioes, tuado duas lugar no mesmo an
ao do fSi6, e a-aiiima em marco de 1-839.
A ref cma c^mtira ao art. 123 do regimento *e lugar-em 6 dojibril de 1839.
* .V*iffl* pois' *"" {'ue ni'st esino -wno de
I*d9 quaado a assemblea votava esta reforma in-
r^cada.pelo nobre-deputado em ma -so disoussio,
*oiava tambemta reforma aoteriormente iaiciada
koS tiiicossoes. 0 espirito investigador o qae
Procure ver quc-razoes podia ter a assemblea
provincial para que-ca mestua occasfio em que
vetava uma reforma regmieaUl por uma so dk
cti-'sa), obedecia aoT2gimento fazendn uma oatrt
reforma pwsar por^j discussoes. A >raza-.i jiwtifi
cativa esta ea natures de umae outra-reforma ok
aat^s no objecto deiiafi.
f que foj.a reforma iuvocada pejo nobre -d.ww-
attobte para uiosti-ar quo nao podemos supprimir
a disposicao do art. 191, e que ao contrario deve-
mos manW-la.
QumiJo n'um caso especial se der, como He deu
cm 1889, a reforma ou antes a interpretap:>j por
uma so discussao, como em 1873 tambem aconte-
ceu, a assemblea proviMial tera em smi apoio a
praRca seguida na assemfcMa geral. *hi en vejo
que em 1861, na camera dos depatado?, em nm
oeso votova-se por uma so discussao, em outro
por tres.
E que razao havia pra este procedimento dif-
^Terente, raostrarei a assemblea.
Em sessao de 21 dc Janeiro de 1?61 entrou em
discussao a indicacio do ^r. depntado Martinho
Campos, relativa a interpre&ar.io das nalavras
/(tli-t de pcesidentie vice peiidente da camara
dos deputados, paraaabor se, faltaodo como falta
vain ontiio o presideute e o vice-presidente, e nao
send.) uma falta temp.r*ria, mas permanent!', de-
via proceder se a umn h va elelfaj
Era cnUo, se.bem me recordo, o caso em qae
o presidente da camara passava ao senado e o
vico-prosideate entrava para o gabincte, os Srs.
Zacharias e Furt.ido. A commissio da mesa ddu-
pareeer, que foi votado em uma so disedssao, em
seSsno de M de Janeiro, porque era a mt>>rpret%-
la;M da palavra fttita, nao era additamento. nao
era reforma de disposicao regimental. Para inter-
pretai st n fait i era permanente ou temporaria,
alim dc proceder-se ou nao a elei?aj de tun novo
president* c vice presidente, a camara do; depu-
tations resolveu em uma so discussao.
0 Sa. Mku.oRego : Nao e islo o que diz ore-
gimento.
OSe. Nasuimento Porteli-a :-Mas na mesma
sessio foi apresentada uma inlicacao no sentido
Je serera reformados os arts. 27 e 28 do regimen-
to, na sentido de poler a assemblea geral ser
anrte no dia 3 de maio, ainda mesmo quando em
c.ida uma das duas camarasmao estiv.s o numero cxigido pela consUtuican, met.ide e mais
m. Esta reforma regimental foi sujeita a tres
diseus.-Oes. Entrou em segunda discussao a 3 de
feverciro, passou sem debate para a (erceira, e (oi
voudanodia 10 de marco.
A exemplodo que assim fez a camara dos depu-
tados.-explica se e caso de 18.19, iavocado pelo no-
bre deputado, como mera interpret.!caode artigo,
como manifestacao da vontade da assemblea de
que o artigi regimental nao poderia ser executa-
do contra o pnuetlo constitucional.
0 Sn. Mixlo Reg :-Mas era artigo que nao
podia tor iuterptetacao; o que houve foi uma re-
voga^ao desse artigo.
O Sn. N.vcimento Portella : 0 que sobre
este ponto tenlio expendido, Sr. presidente, esla
de accordo com a lelra do art. 191. 0 que diz o
art 191 1 e i s indica(oes para ser alterado
em qualquer de seus artigos ou para ser ad-
ditadr. >
Eis aqu1 o quo se tornava necessario que se (i
zesse por meio de tros discussdes pela forma ordi-
naria ; maa a inlerprctacao dada a um artigo,
nao.
O Sn. Hello Rego da um aparte.
0 Sn. Nascmekto Pobtella : -Senhores, tudo
isto esta firmando mais no meu espirito a convic-
(,'ao de que a reforma regimental nao podedeixar
de ser feita por tres discussoes. Nao 6 minha
opiniao isolada, e r.piniao dos homem pensadores
deste paiz, que ha graves perigos nas reformat
regimentaes feitas por uma so di^ussao. V. Exc
e a assemblea sabem ] c roputado como fazen-
do parle do regimento o processo relativo a res-
pousao.lidade dos magistrados; se a reforma po-
der ser voiada cm uma so discussao, como tern
sido entendido..
0 Sb. Gasi'ar Drummond da um aparte.
0 Su. Nasgime-nto Portella :Po ora nao ex
peudo a minha opiniao a respeito ; teremos tempo
opportune.
Se a reforma regimental poler ter lugar por
uma so discussao, a garantia dos direituJ daijuel-
les que toem de responder perante a assemotoa
provincial, por crime de respotisabilidade, toroa se
uiuito precaric, quasi que desapparece.
Nos sabemos quanto pode influir nas assemblers
provinciaes o pensamento politico, a que perigo,
sob este ponto de vista, podem estar expostos os
magistrados que i erante e'.las tenham de responder,
e quanto importa conceder a garantia commum a
todos os majistrados, qual juer que seja o sou
pensamento cm politica. AJmittido que a assem-
blea possa reformar qualquer artigo do seu regi
mento, addita-lo ou supprimi-lo por uma so dis-
cussao, em um momento dado pode ser aherada a
forma do processo, e portanlo sacriiicados os Sa-
graios interesses daquelles que, nos termos do
acto addieiunal, teem de comparecer perante as
aesembleas provinciaes para serem jalgado*.
Outras coDsideaBcdea eu podia fazer Bests sen-
tido, maspeco a attenQao da assemblea provincial
para as palavras de um dos nossos esladistas.
0 Su. Manoel do Rego :0 Sr. viscoade de Uru-
guay.
!.oncu.ves F.'-:nn::n.'jj^0rti mas anima-
;ieranca do que, djEj|*<* da VerJ'aile
enumeraroi as razoes que meMermm.
0 Sr. Manoel.do Rego : Ja faltam os prece-
deiues.
0 SRvfiWigALVEs FBBnr.iav ;>-___a apioseotar
a emeMk^uo'se_diicote.
! A rmnlentar;5o do- n-j!.vre depuiado, que deixou
a InboXa, seria oppottouaimoBto traJa a esta
casa nj aacasiao em qua* s tratou da^questio de
ordem de saber, so a ,.ctal reforma do resioento
devia pjntar por uma ou por tres discussoea....
0 Sr.: JfasraaENAo Portella : -E* agora mesmo
que se trala disso.
0 Sn. Oucalves Fbbbeira': ___mas, Sr. pre-
sidente; fjuando nos re^lslamos, e queremos esta-
tuir Bormas para o nosso proceder nesta casa, a
argumenta$ao que versa sotoe' os preeedontes,
penso que nao e a mais propria, que nao vem ao
caso.
I'h Sh. DkI'Liado : -E' agora que tratamos de
vor >e as rformas do regimento devem passar por
uma ou tres 0 Sr. Gongalves Ferreira : N6i estamos le-
gidando; trata se, por conseqtfencia, de discutir
somcote s? e conveniente ou nao a emenda apre
sentada. Isto 6 o qae se quor saber, e nao se te-
nios preceientes neste ou naquelle sentido.
Entrciahto, Sr. presidente, cjmo o-nobre depu-
tado fez a emwwracao- dos precedeotos. e referio
a historia porque teem paisado as refdrmas do re-
gimento nesta casa, vou fazer alguns reparos a ar-
gumenta<;ao do oobie depatadosobre este ponto.
Disse-nos S. Exc, qae niio verdade que as re-
formas rezimentaes tenham passado nesta assem-
blea por uma discussao, mas sim por ires....
0 $a. Manoel do Rego : Provou-o exoberante-
isenu.
0 Sr. cas_em que essas reformas live ram lugar e em re-
lacio a duas dellas observou que nao-ee podia di-
zer se tinhain paisado por nma ou por ires dis-
cussois, porquo as actas cram a este respeito
omissa*.
0 Sr. Manoel bo Rego :Eu tambem procurei
e nao encontrei.
O Sr. GoNQALvrs Ferreira :-Ora, Sr. presi-
dente, quern naa \6 i subuleza desta arguraenta-
caot! Pois desde qae nas actas de um anno
de sessao n3o se vd em mais de um lugar a men-
cao da passagem dc um pfojecto que se converteu
em lei, qual e a conclnsao f E' que esse pro-
jecto so leve uma discussao. (ipoiados c uao
apoiadot).
Nao sei que se possa tirar outra conclnsao, por-
que, Sr. presidente, nao e oresumivel, nao 6 cri-
vel, que tivesse havido por tres veres omissao
de semelhante facto, por pane do secretario, omis-
sao radii de dar-se, lendo havido uma se dis-
enssa).
Mas, nao me querendo demorar nesta parle da
argumentacao do nobre deputado, por julga-la
iuopportuna, vou tratar daquella outra em que
S. Exc, pouco se denwrando, pretendeu demons-
trar a incouveniencia da emenda que se discule.
Seria ainla sceitavel a argumentacao do nobre
deputado se ella n^s trouxesse a convic.iao de
jue e inennveniente a pa-sagem nesta assemblea
de toda e qualquer resolurav por uma so dis-
cussao .....
0 Sr. Olvmpio Marques : -Isto e intuitivo ; nao
e precisO demonstrar.
0 Sn. Go.\(}vlves Ferveira :-....mas, desle
que o nobre deputado nSo provou que e iaconsti-
tucional a approvscao dos pareceres que solfrem
uma 6 discussao, como, por exemplo, os da com-
missao de constitaicao e poderes sobre projectos
de lei Ban snnccionados, eu nao posso aceitar a
sua argumentacao.
Um Sr Deputado :Essa di-scussao equivale a
uma quarla.
0 Sr. Gonqalves Ferreha : Mesmo ijuando
o nobre deputado pruvasse, ainda assim a sua
argumentacao nao seria irrcspondivel, altenden-
do-se a que as reformas regimentaes sac leis para
as assembldas provinciaes.....
0 Sr. Manoel do Reg):Mas sAo leis.
0 Sn. Go.ncai.ves Ferrbiua : .... ao passo
que as resolucoes que passam em pareceres, sao
leis que obrigam a toda a provincia,
0 Sn. Oltmpm Mahqvbs : Nao sao leis, per-
doe me o nobre depntado.
0 Sn. Guncalves Ferreira :Tanto sao leis,
que obrigam a toda a provincia. Supponha o no-
t.re deputado quo o presidjnte da provincia nao
sancciona um projeclo de lei sobre qualquer ma-
terfa. ...
O Sn. Olympi i Marques :Entao ha uma quarta
discussao.
0 Sr. Gonqalves Ferreira : Nao, senhor ;
ha apenas uma >6 discussao, que e a do parece-.
0 Sit. Olymi'io Marijues : -E as ires discussoes
anteriores ?
G Sr. Go.NnALVF.s Ferreira : -Mas, a nao sane
cio ja trouxe materia nova.
0 Sr. Tolrntino d:-: Carvaliio : 0 parecer e
um.i resolucao
(ili outros apartes).
0 S.t. Go.ni;alves Ferreira : Como i. dizendo,
as reformas regimentaes so obrigam a esta r.s-
perfeboado nes'B C3*i rtilos amohimentos"; dtz o
o act. I'.: .No seu unpeJJm.Mito .serao passadoJ
p >r um dos Officials, quo for designado, o qual
neste caso pTceliera os emolnmonios.
Devia; pois, set tamberh pftposTa a sappressao
deste artigo ; e nesse sentido apresento uma emen-
da, assim cuuM outra.ao lioal do subslitutivo
apresentaJB ao aft 3, com o que se consegue o
fim de-ejado.
E' liJa,apoiadae entra eonjuaetameate em dis
cussao a aegulnte emenda :
t Ao artigo subslitutivo do art: 3 dos additivo3
de 23 de abril de 1815, accrescente-ae ou no -eu
impedimento por qoal|uer dos offlciacs qae for
designado.
< Supprima-so o art. 4* dos referidos additivos
em 23 de abril de 1813. -Dr. Mancel do R*go.
O Sr. Olympio Marques : Sr. presi-
dente, quer a emenda apre-eutada pelo nobre de-
pntado pelo primeiro districts, para o lira de me-
laor regalar o servipo da arrecada^io dos emolu
mentos devido^ pelas certidoes passadas na secrc
tarla da assemblea, qaer & emenda ou adJitlvo,
que acaba de ser lido e entrar em discussao, sio
desnecessarios a vista da lei n. 1,090 do anno pas-
sado, queja regulou este servico.
Esta lei diz (l<5):
Por conse |uenois, nao tern razao de ser, quer a
disposicao que se discute, quer a emenJa offero-
cida.
0 Sr Gaspar Drummjnd: Mas c disposicao
permam nte f
0 Sn Olympio Marques ; E' lei ordiuaria
da assemblea de 1872. Ja anteriormente to*OJ os
emulumentos arrecadados pelas reparticos publi-
eii faziam parte da rcceita da provincia. Para re-
gular a cobranca dos emoluments que se arre-
cadavam pela secretaria da assemblea, sj legislou
o anno passado, provideneiando-se a respeito
Parfce-me, portanto, desnecessario toprovar-sc
a emenda e o ad litivo em discussao.
O Sr. Hanoc-i do Rego! Apezar da a^-
severaeio do nobre d-pntado pelotercein distne-
to de que ja esta incluida em uma lei especial, co-
mo eu sappunha, a disposicao de que se trata, pa
receme que nao ha inicnvenienle nenham om
inclai-la tambem no regimento, mesmo para re-
gularido.de las suas indisposicS^s, porque em todo
o caso ficara subsisting o art. dos referidos
additivos, que diz :
Os particnlares que pedirem eertidoes do ar-
chivo da secretaria da assemblea pagarao os mes-
ons emoluments, que se cabram na secretaria do
governo e a importanctj dos em.dnmentos recebi-
dos sera posta arnargem das certidoes.
Ora, naopedendo deixar de fazer parte do regi-
mento este artigo, porque nao fji revogado, pare-
ce-me necessario que se indique o meio de prati-
car quando se tiver de receber esses emolumen-
tos. Nao se faz mais do quo reconhecer e conlir-
mar a disposicao que ja e?ta exarada na lei citada
pelo nobre deputado. a assemblea, coherenie com
o que resolveu o anno passado, indue a disposi-
cao dessa lei no sen regimento esubstitue por ou
too o art. 3, que nao tern mais razao de ser, a
vista desta nova disposicao.
Nao ha, portanto, nenhum inconveniente em
quo seja approvado n substitutivo com a minha
emenda e a suppressiva do srt. 4*.
Reconhe;enlo-se niio haver casa, fica a discus-
sao adiada.
0 Sr. presidente de-igaa a ordem do dia seguin-
le e levanta a sesfio.
siwiteip*Hf9. oKhjamar-fa k*t de Oliveira e Silva,
proces.v.uo por crime de r
Tere por aefe;
competente oflkiou no facto, ?e-
REVISTA DIARIA.
tropoz o deputado ello qae sen do o art. -1
tvjiarario A-expressa (disposicao do art. II 1'da
aetc addiciecal, deviaec-r reformado. Esta indica-
cao foi votada por uma-so discussao. Peisunta-s-
qu* razao podia iniluir-^ara quo a tegistedor d"en-
tao assim precedesse eoao fizes* a reforaa pas-
sar pr 3 discussoes? K -
si do
quando it artigo
Eeee arL 12 mandava erfaaaento so tivesse 2 dietussoes quando
adilicienal axige 3.
Tndo sido apresencads em 1818 a indioaao
daquelle depctadc, chegoa em 1839 o-lerapa'dd
. reform.s^^^?e^um\T/di:rj ^t^S^t^TSi^t^^
fazer a#ei do or.;amento pacsar por 2 discussoes,
aa Moformidade do art. 13S do reginaeato-e-assim
cusadb,
O ba Mhuokl do Roco : Apoiade.
O Sr. NatciMENTo 9*mm.\ : Do qoe aace
enoar, exwpc5> feiia das-reformas di 18-39 e do
aano passado....
O Sr. Mawojr. do Rego: Xiofoi,proprramea-
le uina rofoniia, foi uma interpitocao.
y -Sit. Nascimekto Pobtelu : ___que a as-
sen^n, como veremos depois, -em moltves espe
uaes.motivos de occasilo, vi qoe coastadas ac-
ii-;.Sl a' refor*8 passaram sempre por tres
di.cuasoes, como pctscreve o art. 1S1.
**h?%1, a assembl". a primeiu reforma-ou
ft l^^S?0 a? Mu regimento foi 4-iio.em 839,
teudo comefado em .1*36.
>'o meaoio
.adoptava e
fenr a eiij*ressa iisposicio do acto addieional. ou
de obedecer aojwoceito do mmo acto adicional'e
ferir a disposi;aoegimeataf. O que fez a assem-
,wfa?,Ace,tOB de,prompu> a.-mdicacaodo depa-
talo jjelloem j^m-o6 liscussio, depois de ter a
commiSMo de policia opinado cm favor da me^ma
jratoacao.
0 Sr. Outezba Ande-ide :Catio foi mfriQaida
o-regimento. "
<0 an. J. Mrtto trBGO ; -E;s3 rzzio nao aatis-^
. J% ^asciiiejito PoaTo-LA :-0 que se via as-1
sim Era a assemblea oae nao nodia rieixir A*
tr?a L0IS,eo?re9'era *w* assemblea coasiderar como sem vigb^ooaw incanaz de nro
a reg.meato.em vigor, additaado-lhe dis- duzir effeito mtia dispo-lria Vegi.aeQtaf enntnna
,fdpm- T Pro*^ '^rponaabilidarfe flo preeeilo cons.ituciona1
sidente da provmom, fee esse addkamenui
. addizameiiUj
-ao regimento Jim Ires (teeaiseej, e oao em uma
Foi votado em 1- rtiseasiio a 8 de maio.de 1836-
V a II d) mesmo boj anno ; e a 3' come-
Sou em a de i i.-.rj) de 1939. e lerminou em 12 do
mez e anaJV
m
prov
Eio prim^-o aato (me-praltep* a assemfclea
',, '' ?*# a *fto?a' sea regiment-. :
.", obedi3Blaa coma este prestreve tres discustdes para
regiment
IS!. Tal
pira os addi-
ial eotoodeu e exe-
lamentos ou pira as reforma-.
cutou a assemblea provineia!.
Era entao presidente delta o proprio qae a ore-
*S.a lC,el M^a,e!ro Wtomente ningoam,
o espirito do art- 191 do rezimontn. nbunnm
_ Qualguer que fusse a disposicao eostida no re-
gimsiito, uma ve* qae nao estivesse de accordo e
antes em nianifesta contradi^ao com a preceito
eoftstllocioaa/, era uma disposicao qae se devia
calender como tiao exi.-teut's; nio precisaara mes-
me de reforma ejpreisa. .\j j h lave mais io que
nma manifestacao da assemblea da que a di-posi-
eao regimeutaj, que ferfa de frenle a preceito ecms-
utacioaal, nao podia .,er respeitada.
0 Sb. J Msllo Rego .-Esa raaao nao satirfaz.
Se assim fosse, a indica0o podia tor sido votada
mi discussSe-, requerendo se nrgencja.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Nasciuento Portexla :-las em todo o
caso eraa propriaasserable'a que acabava de ve-
a primeira reforma |
0 Sr. .Nasouiesto Portella :Sim, um dos ho-
mens que com mais aitencao estudaram eaprecia-
ram as atlrtbaic5es das assembleas provinciaes, os
perigos a que e*tes podem eslir expostas, os p.-e-
juizos que polem causar por meio de deliberates
que sa apartem do ospirito que presidio a con'fec-
cao da lei de sua -creaQAo, do aclo aldicional.
Diz o vinconde de Uruguay, (\6): Ha muito
porigo e incoaveaieute em estar reforraando o re-
gimento por uma so deliberacjio e precipitadamen-
te. 0 regimento tramites que cumpre seguir para a sua reforma e
alteracao, e antes d'fflcuitar, fazendo-as ir a uma
comimssao, passar por man de uma dis:ussao,
*s reformas t alteracoes, do ipie facilila-las.
0 Sa i. Mello Rego : Ja ve que uio aeb.i in-
consiiiueioaal votar-se em uma so discussao.
O Sa. .VAsctMitirre Portella : E', senhores, o
juizo de utu dos homen* mais eminentes que teem
uao o paiz, de um dos seus estadistas.
Mas quer a as-emblea ter prova mais evidento
doc graves perigos das reformas por uma so dis-
cussao? Eu ViU da-la.
Senhores, ^ ilrasil ja teria preseaciado o facto
anoinalo de re.-wiver a camara dos deputaaos que
a al>ertura da assemblea geral, pode ter Imjar sem
que-esteja prest-We em.-cada uma das camaras me
tad- e mais um los -seus membros, se por ventjra
a reloraia regianeBfal entao ja podesse ser feita em
uma ti. discussao.
Eu referirei o facto occorrido em 186'*
Tratova-se da m*ca.;ao para que se alterassem
os arises 27 e 28 do regjmenlo, afim de que po-
desse haver se.tao 4e abcawra das camaras em 3
de maio, erabora oao estivesse presente metade e
aiuis um dos iiirtinows de cada uma das camaras.
A comiaissao d> policia aeeilou a india<-ao e
propoz que assim toem. Passou sem impuguacao
Da l' diseoeaao e tambem etii2, mas na 3* o de
putado, hojs senador Silveira Lobo, que estava
doeate, foi .ao parlameoto .proOigar essa reforma
com todas as forcas, fatwjJo scntir i|ue era ella
maa Bflfensa, .ami feridj profunda feita acousti-
tup;a-do iuiperio. Nao leve queia ihe re*pondes-
se. E aquillo gue tinha s*o aceileaa 1 e $ dis.
eussao. foi desupprovado n* il*.
E" para eyit.ir o perigj de uelibeu<;6ei preeipi.
tadas, quetodos jh>s devemos t.-oncorer pan qne
as reiormas regjAe/ftaes nai -ao e Mtn ow tres, o que esta tie ac,
com o preceito do icto addicioual, lorai express*
disposicao dVart. iH d) reginleuto e com a nra-
lict sempre respeitada.
Vol -, portatito, eoatra a soppressao : ar5*i}v>.i
o artigo tal qflai.
(MuRo bem, tnuitb beni
O Sr. fc'oiienlves rorrri
semble.i, sio conven^oes que regulam os traba-
Ihos da assembliii, nao (em o mesmo caracter de
uma lei que nao obriga a toda a provincia
0 Sr. Gaspar Drummond :E se admitlirem o
processo dos magistrados ?
0 Sr. Gohcalvbs Fkhreira :Tenho ainda, Sr.
presidente, para adduair uma outra razao muito
valiosa, o e que, se tivermos a infelicidade do
approvar uma reforma do regimento, perigosa e
clieia de inconv.-nientes, esta nas nossas maos
reforma-la ate na mesma sessao. (Apoiado?)
E depois esse perigo, esse inconveniente que
se ve na passagem de um projeclo em uma so
discussao, nao 6 tao grande, niio e tanto de re-
ceiar-se, como se afQgura ao nobre deputado.
Nos sabc-mos que, pelo facto ^e terem os pro-
jectos tres discussoes, n.io sio elles discutidos
senao na 2' e na3' discussao, c quasi sempre so
mente na 3."
Uai Sr. Deputado :Muitas veres na 1 *
0 Sa. Gonqalves Ferreira : Se os projectos
tivessem somente uma discussao, todos nos se-
riamos pressuro.-os em discuti-los ecla).
0 SB. Peretti : -A conclusio e do nobre de-
putado.
que
0 Sr. Gc.nqalves Ferreira :-Oque acontece?
E' que vemos a anomalia de nao ser discutila
na 1" diseussao a utilidada c cocveniencia do
project., conforme manda o regimento, e sim na
2' e 3.* Qual a razao disto f E' porque, con-
tan Jo com a 2' e 3' discussao, abandonamos a
primeira.
Ja se ve, pois, Sr. presidente, que o qoadro
feio e triste, que pintou o nobre deputadj, a
respondo....
0 Sr. Ma.noelJoo Rego : E' a pura verdade.
Ahi estao os facios.
0 Sh. Gomcalves Ferreira:..... esta um
pou;o desligurado.
0 Sr. Olympio Marques : .... Agora esta
mais bonito. Um Sr. Deputado :-Esta menos horroroso.
O Sh. Gonqalves Ferreira : Procurou tam-
bem mostrar o nobre deputado na sua argu-
mentacao que e inconstitucional a emenda de que
se irata, ineonstitucionalidade que desapparece
desde que esta provado que as reformas a um
regimento nao podem ser equiparadas as leis em
geral. Para corroborar a sua argnraentacao,
trouxe a opiniao autorisnda do Sr visconde de
Uruguay. Na
as palavras do
ent.-etanto ellas foram lidas pelo nobre deputado,
e se bem me reeordo menciona o mesmo Visconde
uma opiniao individual....
0 SrIGaspab Diiummond : Muito autorijada.
0 Sr. Gonqalves Ferreira : ___muito au-
torisada, 6 verdade, mas que deixa corrrtado bem
ciaro qae a questao niio e inconstituciona'.
_ 0 Sn. Oliveira Andrade :ifunca houve tal
inconstitacionalidade ; e eoavencioDal.
(Hi outros apartes).
0 Sr. OaaQALVEs FfrrEiba : -AVfsta, pofs, Sr.
presidente, das ensideracoes que expendi e alem
disto do procedimento dado ha poucos dias nesta
casa e para o qual concorreu V. Exc, bastante
expuimentado nos negocios parlamentares, creio
ter dado as razflss jiorque apresentei e voto a fa-
vor da emend i em discussao.
5o tenln, Sr. presidente, aqui a mao
lo Sr. Vis:omle de Uruguay ; mas
i- 'urn' li \-i^ -ml ^ nnhin ,1 .. .*nj .
Ninguem mais pediado a palavra, encerra-s-1
af-cussSo, e, precedent-se a vouca-., 6 rejeitad
a emenda-suppressiva.
E's
jue
'sem debate ap^rovada a'emenda ao art. 1?9
diz : E.n lugar do- ao prfefdllb-diga-se : a
de competente.
regimento, e njogaem'regimental, fazendo-a passar, por ires deawSes>d\o*i esi'ou,ertoc de que nao
%, u- Vf*nflnt0 a- ,aT. crti 9Pi& concebi- Antonio da P 1
erratira:-^r. Pre-i-!Wdcs pefo oTBcial-maior ; porem. a sirmles Mihs- -n.q.ae Jos
ao trataret da questao/Jitpiciio do art. 3' alo 6 Vastat te, s./' rintP^i em Jalg
c
J
Vss'iiitl<-;i provincial. Iiontera a as-
semblea funccionou com 32 Srs. deputados, sob a
prcsidencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a act: da sessao antecclente o Sr.
1* secretario da conta do segniole expedienle :
Um oilicio do secretario da camara municipal
d i Recife, remettendo 36 oxemplares, irapressos,
do relatorio e orjamento da mesma camara. A
distribuir.
Uma peticSo de Laiz Joki da Silva Civalcanli,
arrematanto do imp st j de aforiciio da cidade da
Victoria, pedindo uma indemnisacao. a' coin-
missao de camaras municipaes.
Outra do Dr. Maximimo Marques de Carvaliio,
apr .-eiitando a apreciagao da assemblea uma sua
desciberta, que consme n'uma trovoada artifi-
cial formada por um cnculo electro dyuamico.
com o lim de punikar o ar.Archive se.
E' lida e approvada a redaccao do projecto n.
103 de 1872; e considerado objecto de delibera-
cao a imprimir, um projecto elevando a cathego-
ria de cidade a villa do Triumpho.
l'asando a ordem do dia, foram approvados
em 3> discussao o projecto n. 2 deste anno com
uma emenda assignada por 13 Srs. deputados ele-
vando o subsidio dos mesmos a 20# diarios; em
lJ o de n. 40 tambem de-te anno, creando em
Itambe uma cadeira de instruecao priraaria, tendo
orado os Srs. Manoel do Rego, Portella e Gomes
Harente.
Continuando a 3-' d scussao d > projecto n. 4
deste anno, supprimindo o olDcio de 2' labelli.-io
de notas do termo de Cabsobo, foi o mesmo re-
jeitado, depois de orarem os Srs. Oliveira Andra-
de, Gondim e Tolentino de Carvalho.
Passando a 2J parle da ordem do dia, entrou
cm 2- discussao o projecto n. 3o, (orcamento pro-
vincial) sobre o art. 2- 3, o Sr, Mello Rego of-
fereoeu uma emenda, que foi approvada com o
artigo.
Entrando em 3a discussao o art. 3 Secretaria
do goterno -, reconhecendose na> haver mais
numero para votar, o Sr. presidente levantou a
sessao
A ordem do dia para h je e a continuacao da
anterior.
Collectorfa provincial. Por portaria
da presidencia da provincia, de 29 do mez fiodo,
foi exonerado a seu pedido Manoel Vicente da
Cunha Junior, do lugar de collector provincial
do muuicipio de Jaboatao; e nomeado para subs-
litui-io, o collector geral do mesmo municipio,
Bernardino de Senna Mnniz.
Santa Casa lc .llisericordia.Por S.
E^xc. o Sr. commendador presidente da provincia
foi ex pedido o seguinte aeto :
i1 seccao.-Palajio da pre-idenciade Pernam-
buco, em 1 de maio de *87i. 0 presidente da pro-
vincia, tendo em vista o disposto no o da lei
provincial n. 531 de 9 de junlu de 1862, resolve
nomear para serviiem na junta administrativa da
Santa Casa de .V'iserieorJia, no bieonio qae tern de
correr do de jullio proximo vindouro a 30 de
junho de 1876.
Provedor. Dr. Manoel Clementino Carneiro
da Cunha.
Vice-provedor.-Bario do Livramento.
Tliesoureiro. Major Laureotino Jose de Mi-
randa.
Merdomos.
Dr. Antonio Maria di Farias [feres.
Dr. Manoel de Figueiroa Faria.
Dr. Joapuim Corre\i de Araujo.
Dr. Jorge Dornotlas Ribeiro Pessoa.
Dr. liulino Augusto de Almeida.
Joaquim Felippe da Costa.
Manoel Jos6 dos Santos.
Miguel Archanjo Mindello.
Thomaz Carneiro da Cunha.
Dr. Gervazio Rodrignes Campdlo.
Francisco Antonio da Rosa.
Jo5o Vicente Torres Bandeira.
Dr. Jjao Diniz Ribeiro da Curtha.
Manoel Alves Barbosa.
Lfbanio Candido Ribeiro.
Dr. Josd Tiburcio Pireiri MagalrSes.
Supplento-.
Dr. Joao Maria Seve.
Antonio Ignacio de Med'iros Rego.
Dr. Paulo Je>e de Oliveira.
CapitSo Josd Fraucisco do Rego.
Major Miguel Jose de Almeida Pernambaco.
Dr. Pedro Alfonso de M llo.
Antonio Pi res Ferreira.
Jose Francisco de Sa Leitao.
prancisco Ignacio Pialo.
Antonio Goncalves de Azev
Major Maaoel Jose da Silva Gaimarae*.
JoSo Jose" de Carvalho Morae.
Jose Pires da Cruz.
Ulysso3 Pernambucano de Mello.
Cauitao de fragata Francisco Romano. Stepple da
ailva.
CapitSo Luiz Pereira de Faria.
kjftory 1 Recife. Comparecendo hontem
>? juices de faclo, fci sirleado o conselao de sen-
lenja que Beou assim corqpdsto : Srs. Dr. Henri
que de AfhavuY Jose O'dilon. A -
rDR?l!r^2?<,m?t Barrgilo Lins <^; B^fr0e3B
Lan
Pcrei
Antonio
vwdOli, Jc
aP!onaBcae Siltn, Jose Goncalves Tor-
se Alves Ferreira.
jalgaraento Mareolino, escravo de Je-
too'foaiwP^^"^00 d0 Albuqueriue Arco-verde, que
- Dr. Olyrnjiio Marqnes da
Silva.
Em vi-ti daB-rejpastaadsjnm, f.,i absulvido.
(oniiictu, xuui-tu e rcrimento.Em
16 do mez finao, Francisco Jose dos Santos e seu
filho Henrique de tal, travando se de razoes com
.Maaoel Francisaa-d-js Santos eaa irma Francis-
ca de tal, no lugar deaoonnado Buraco, do distric-
to de Malhadinha, terra. dV limo-iro, for.m a
viaa de fa_-to, do quo resultou a morte dj Manoel
Francisco d s Santos, e receber Francisco Jos6 dos
Santos diversos rerimentos grares. Este foi- pre-
s. em fi igraato; Henrique Francisco evadiram-
se.
A a u tori dale
gun Jo a lei.
Cadaver.-En terras doeBjenbo Cumbe, do
distncto da cidade de Nazareth, foi encontrado no
dia 8 do mez ultimo, um, que se verificou ser o de
.imaro Jose de SanfAnna, mestre de assucar d'a-
quelle eng-mho ; bem como que f6ra sua morte o
refultado de congestao cerebral.
Outro. A rua do Vigarioj~fol encdnTfado
ante-hontem, o do preto de nome Jose Ctbo-Ver-
de ; da vistoria a qoe se proccdeu, cheg^u-se a ve-
rificacao de que succumbira a uma cougeslip ce-
rebral.
i<'aiie<-iuiento.-A's 3 horas da manha de
2! de abril lindo, falleceu na cadeia da comarca
de Nazareth, o celebre enminoso Jesuino Bezerra
de Menezes Ualalha. Do competente exame a que
seprocedeu no cadaver, verilicouse ter sido a
morte resultado de molestia do coracao.
Nocledade Laso Branileira. -Ana-
nha deve haver sessao da assembl&ugeral dos
membros desta s/>ciedade, afim de ouvirem a-|ei-
tura do relatorio e do balaaeele,
AiiniverMarioet. -Completa amanha 45 au-
nos de idade S. M. o rei da Suech e Noruega!
Amanha 6 o dia do 374 anniversario
da doscoberla do Brasil por Pedro Alvares Ca-
bral.
Rct-reio Di-amalieo. -Amanha (doming..)
pelas to boras do dia havera sessao dessa so-
ciedade no theatro da encruzilhada de Belem.
Club Dramaiiro. -Ni proxima segurda-
feirs (1) havera sessao, as 3 horas da tarde, e ao
n. 9 da rua do Socego.
siatriz da Graca. -Ahi comecaram ant-
houtem os exercicios r'eligiosos do mez marfanho ;
havera praticas nas quinta-feiras e dommgo?.
Fiscal das lolcrias.0 Sr. Franrisco
Folegonio de Souza Magalhaes, que se acha no
excrcicio interino desse lugar, previne aos vecde-
dores de bilhetes de loteria, quer d'esta provineia,
quer de outras que pode ser procurado em ImJos
os dias uk is, das 9 da manha as 3 da tarde, a run.
do Nogueira n. 10.
Pas-.idoiia de faxenda. Nesta estarao
pagam-se hoje as seguintes folhas:
Tribunal do c-.mmercio, pessoal da policia, cm-
signaQoes dos offliiaes do exercito e outros, juno
dos feitos, marinhagem e guardas d'alfandesa.
Socieriade Propagadora da "inK-
truccao Pultiica. Amanha navera se^sa >
do couselho parochial de S. Jcse, na casa e bora
do costume.
:Vo.<> Atlieneu. -Hoje, .is 5 horas da tar-
de, havera se-s.io desta associacio, para ttalar se
de assumpto de interesse social.
TelesrammaEm data de 30 de abril di-
zom do Rio de Janeiro: Cambio sobre Lon
2o 3|8 d nominal
Vapor linlande.-Chegon hontem da Eu-
ropa. Nada alianla, por ter sahido ae Lisbon no
mesmo dia que o Douro.
Ccara-mirina.-Escrevem-nos de Cenra
mirim, no Rio Grande do Norte, cm 18 do pa-
sado :
t 0 q ie por aqui occorre sao factos lacaes que
nao Ihe podem inieressar.
0 inverao, cajo fait aia se tnrnando bem sen-
sivel, eja e>tava dandoprejuizo* acria^o e lavoa-
ras, parece qae se acha coraecado.
Ajafra de eannas este anno e extraoriinaifia,
e se nao Ihe apparecer contra-lempo e provave!
qae niio possa ser tola colhidi, tal e a sua abun-
dancia e pujanca.
t No dia 27 do mez passado o rio Ceara mirim
trouxe uma de suas costuraadas enchentes, que
felizmente nenhum prejuizo causou as phntar.j-^-
do valle, devido em grande parte a abertura do
canal, que entretanto nao poude seratilisado ccm-
pletamenle por nao se acharem ainda concluidas
as suas obras.
t Em todo caso, porem, (icon demonstrado pela
experiencia qae o canal foi uma medida providen-
cial, e que salvzra completpmente esta rica zona
dos terriveis eireiios e males incalcolaveis das
cliuvas e das cheias, garantindo por este modo a
fortuna particular e uma grande parte da reada da
provincia.
Assim, pois, dou meus parabsns a esta provin-
cia pelo melhoramenlo, e felicito os meus con'.er-
raneos pelas vantagens que vao auferir.
Villa Bella.-Desta comarca consta nos o
seguinte :
a E.n dias do mez de Janeiro nltimo, foi no ter-
mo de Villa Bella, morto um individuo por outros,
que o seguiam por causa de furto de um cavallo.
Foi instaurado o competente processo.
No mesmo termo foi a 2 de fevereiro, morto
um escravo por nm indivi juo, que o procuravam
preoder por audar fug do. Acha-se em andamen-
to o respectivo processo.
No dia 5 de marco encerrouse a sessao do
jury do termo do Tnump io, na qual foram sub-
meltidos ajulgamento 3 processos, qne derara lu-
gar a uma e.ondemna?ao e duas absolvijoes. Do
uma desta3 appelloa ex-o(Rcio o Dr. juiz de direi-
to, qne logo depois passou-se com sua familia para
Villa Bella, sede da comarca.
t No dia 13 chegou e assumio o effectivo exer-
cicio da promotona publica o 3r. Jos6 de Barros
Franco. Sinceramentedeiejamosque compreben-
da o importante papel de o-gaj da justica pablisa
e que se eleve a altura de sua missao.
No dia 18 foi no termo do Triumpho assassi-
nado um individuo de nome Manoel Flor por ou-
tre de noma Jisc Apjlinario, qae eni ssndo pro-
eessado.
c No wrrer di semana santa chegaram a vil'a
do Triumpho dous padres jesuitas. Consta nos
que ambos se denominam Pedro, mas ignoramus
como ate hoje tern pregado e proceiido. Fazemos
votjs para que se cinjain a sua missao evangelica.
No dia 6 de abril foi convocada para ?5 de
maio vindouro a 1* sessao do jury do termo de
Villa Bella pel j Dr. juiz de direito, que no dia se-
guinte procedeu ao sorteio dos 48 jurados que
tem de servir na mesma sessao.
No dia 11, na qualidade de 1' supplest?, as-
sumio o Sr. major Sebastiio Jose de Magalhaes Lo-
pita o exercicio de juiz municipal de dito termo,
por haver completado o seu quatrienoio o Dr.
Angelo Caetano de Souza Cousseiro, que logo a 13
relir. use para essa capital, sendo em sua satihla
acompauhado por grande namero de seas ainigo.;,
que ja na ante-vespera Ihe haviam offerecido u.ti
sario.
a 0 inverno que incontestavelmente e a maior
festa e alegria dos sertoes e que aqui principiou
logo no fim de Janeiro, vai continuando com toda
regnlaridade. Coista-nos que ja se acham segu-
ros todos o> legumes de primeira neces*ldade.
toterinA que se acha a veada a 98.' a
beneficio da matriz da Escada, a qual come no Aia
6 de maio.
Casa de detencao.Movimento da casa
de deten;lo do dia 30 de abrH de 1874.
?xi?tiam presos 339, entraram t, sahiram 3,
exis'em 338.
A saber :
N-.cionans 283, mnlheres 9, estraugeircs 10,
eicravos 33, escravas 3. Total 358.
A:nnentados a casta dos cofres publtco? 296.
Movimento da enfermaria no dia 30 de abril de
1874.
Tiveram baixa :
Manoel Francisco do Nascimento, rheammismo.
Manoel Maria da Silva, febre.
Manoel Nazario Vicente Ferreira, febre.
Cemlterio public.-Obituario do dia 30
do correntc:
Geralda Maria do Livramento. pa.-da, Pernam-
buco, 44 anuos, solteira, S. Jose; bexigss eoB-
lluentes.
Jnario, branco, Pernambaco, 30 dias. Santo An-
tonie; :*P*o
Anna Mai"'a do Nascimento Feitoza, branca, Pr-
n.rnbuco, 42 kJ"109' casada, S. Pedro Mwyr;
hydropiz.a. u .,
i, prsioy Africa, 3h nnos, Recife; wrrgestSo
'''fencisco. branco, PcrnimlJjB, *> imo
Antonio,casa dos ex; ...^. !;
I Joao Maoricio da Silva,.pardo,. Pernaaibuc,,^*
annos, casado, Santo Aptonio; asci.tc.
Aatonio, escravo, preto; Pernambuco, 30 antms.
Boa-Vista ; apoplexi.i cerebral.
Manoel, escravo, par do, Pernambuco, 22 atnlbs,.
is,la; broocharrhia tubercul .sa.
Belmiro Pessoa da Silva, branco, Pern
36 annos, soltciro, S. Jose; lesao or^anica do
coracao.

I
i


iDiario'deftdfeaihmic* Sabbado 2 de Maio de 1874

Damianr. da Conceicio Nascimento, pardi Per-
nambueo, 4 annos, easada, Smto Antlouio ;
drrhea.
PARTE P0L1TICA
PIRTIOO COHSE3tVA3:
RECIFE, 2 DE M.UO DE 1874.
A ADMt.VISTl'.AQ\0 PERF.IRA DE LUCEXA A A PRO-
VINCI K.
Ti-ara sempre provado raal eatre nos, 03 jornaes
politico* de oppo 15*), logo qae se fazera dia-
no-.
A neeessidaie de occorrer a publicaj.ao da fo-
lha em Us- conlicSos, c a race estreita, qae uma
adrainistracao provincial, por raais activa c traba-
iha la qua seja, tem a offorecer a apreciaeao dos
adversaries, confluera do nianeira ao esgotamento
do assum.ti neee-sario a vjja, a luta da critica,
da c rasura, -da opoosifioqueremos dizer, que
ura dia, 0 op;oosicionista acorda sobre 0 prelo va-
110. com 0 cerebro mais v.ui-o ainda
Esgotada, assim, em repetidas eJicJoes a analy-
se apalxoaa la sempre, dos act03 da presiiencia,
quacsquer qne' ellos sejam, porque. na provinoia
e 0 presidente a victim\ expiatoria da causa poli-
tica ; passa-se a pretender deraolir 0 ciracter do
komem. que a represeuta.
Nao basta a resistencia moral opposta a auto-
Tidade, a idea, ao principio, quo ello expfime, 0
qu-'se compreh-nde ese explica, nao; sitia-se-
lue a dignidode entre 0 odio e a protervia ; e 0 corn-
bate, alii ferido sob a inspiracao dos mais genero
90s intaitos, da* vista* mais largas e elevadas, das
aspiracoes mais justas, a jui amesquinha se, invi-
leee : 0 lidador nobre no priraeiro piano,-scvan-
dija^e m> seguudo.
E' 0 quo se tern observado entre nos ; 6 0 que
coatiuuaru a dar-se e a peiorar cada vez niais,
desde que chegaraos a presente desregraejio de
costumes, qao em nos se nao poJe explijar, uma
vez que nao podemos ainda affirmarraonos em
grjj tio subido, de civilisaeio, quo se alia ampa-
re a fatalidadd histo.-ica.
A P oviiv.ii apreseuta-so-nos no segundo piano,
que acimi liguramos
PJlba da u n veitio odio individual, ao qual,
a forca das cou-as trouxo ;oor auxiliares irrilantes
rancores dodespeilode unspoueos, edeshones-
ta:ue:Ue riliculas aspiracoes de outr'os, essa folha
com offen.-a fligrantj de injuria ao partido de tra
diiv-'s mais bonrosas, desde 0 Cauoaso ate os An-
des, diz-se sou orgiio na imprensa do Pernambu-
co; d'aqui, onde 1817, 182i e 1813 nao deixaram
palmo de terra sem re^a do sangue, para que em
seu solo, aem mais pisa*se pe de covard \ nem se
encrava so a baud-irola erraote dj cigano poli
lico.
E' i|ue esse partido esta morto, e a morte nao
prote;'.a ; e que ao sen cadaver, que apodreee in
sepult 0, ha vinte e eineo annos, alguem vai arran
car a pedals amortalba, e, mascarando se com 03
trapos dessa reli jnia, corre a fjrtuna, a vida de vo-
ter, a todo 0 traase, sem preferencia de caminho,
porque nao dispute 0 modo de alcancal-o,ernpe
nhaJa toda a fe no farrapo quo jnlgi milogreiro
por vii".ul;s dj m>rti, a iu> In anebaUlJ sacri-
legaiiiente.
N5o 6 assini.
Se a Provinci't tem c. la vez m^is descido, a
proporjao que della se vao affa.'tando os poucjs
caracwres probos, jae a pnucipio, por ooasiderff-
cojs que nao d scutircn 's, a bafejar.-.m, ao pont 1
do achar-se boje entregue, essa folha as maos en-
cerradas do g>tos pingados do enterro da liber
dade, que elles proprios, depjis da prostituirem
assasinaram, urgi quo ajuelles rompam quan
to aatoa a solidanedade m iral, qu-. ainda so sup-
poi ex'Rlente eatre un= c oatros, jaque no cxi--
te a de facto; afim d; que estes, ter.ninado 0
acto fuoebre e sacrilego de i|u> se enearregaram,
representcm a <6 Bern riaeo de com;iro!nettimen-
t> A? terceiro, 0 acto Tsrgoofalio, para que 03
fadou a calureza.
Provintia : direitimaate a ti dns pa!a-
\ra :
A taa opposic,ao a presid'acia da proviacia e ao
ministerio Itio Branco, 0 miuiserio reformad >r, se-
ria almisiivel, se fosse raciunal e hone^tn, logic*
e dcrorosa ; por que entio, serlas ^a rosis'.encia, a
Contra-forei de que resulta-no mundo physico 0
equilibno, no mundo moral 0 progresso.
Ouada, pnrern sem nobrcza, altiva sem gravi-
dale, pelulante sem pu Jor, em sua linguagem, em
sun- iotas, em seu3 pr >positos..._. .
MenttcapM ou regateira ? (uds dis-j:
Cigana politica.
plantado, e respeito a lei, a*obedlencia a aulofi-
l,:ide' t. .
No nosso dar-se-ha 0 -ine*aio e em Jgual escala r
E4amos certos de que nio respondereis anlrma
tivaawflte- E a ease ^roposito dewraos *c*88-
ecmar qnf nto peqqena parte de nespoosdlNlidade
t'endes vos em samclhante falta do nosso povo. A
outra parte da responsabilidado pertence aa/t-
reza das cousas.
Nao poderiamos, por mais qne fizessemos, ser
ja 0 que e actualmente 0 povo inglez.
Hwemos se lo, poreni, e talvez mais depress a
do qne 0 suppomos, se nao continiiardes a pregar
ao povo por vos>os actos e por vossos escnptos
uma cerla revolta contra as autoridades, tirai
certa desobediencia as leis. E' preciso que fagais
0 povo amar a lei e nao que 0 detligneh do seu
juramento de fidelidode as instituicpes do pau.
Diga-so a verdade, uma vez que a isso nosfor-
r.am os protincianos Se a nossa policia para
prender espanca, arrasta 0 cidadao pelas ruas, 6
que aquelle a quem ella vai premier, e era vez
de entregar-se subraisso ao agente da lei, como
0 cidadao in^lez, arraa se para eile, dalhe bofeta
d'-is e prosura feril 0 com a arma que em si traz,
etc. ; 6 que, depoi3 de desarmadoesendo-lhc inu-
til a resistencia por falta de raeios para ella, 0
nosso homemdo povo deila-se n3 ruas da cidade
quando preso, e nio qner caminhar para a prisao,
E 0 qne fazer era tal case 0 nosso policial ?
Que 0 respondara smceramente os provincioms.
Basta esie ponco
Se voltarem, voltaremos.
HnhstUii'cil dos ji-omi>or*"* p 1
blicus.
A Rrvtsla Dtaria, noticianlo os trabalhos do
jury, diz hoje 0 segulnte :
Compareoantes 38 juizes de facto, deixou, en-
tretanto, de haver julgaraento, por dar-se impedi
mento do 2 prom nor adjuncto, que devia func-
cionsr, attenta a circumstaneia de ser elle apa-
rentado com 0 Exm. d^sembargador presidente do
tribunal. Oiflcioa-se a respeito ao 1" promoter
publico, cuja respo-ta motivou a nomeaja 1 d; ba-
charel Miguel Bernardo Vieira de Amorim, como
promoter ad hoc.
E' inteiramente exacta esta nolioia, mas quero
salisfazer a curiojidade de algnmas passoas, que a
leram, dizendo em que consistio minha re3posla.
Os promotores paolicos nao sao substitutos reci-
procos. Em virtude desta opiniao, qae su-tentei
perante 0 bxm. Sr. desembargador juiz do 1* dis-
trict, e foi par este approvada, acha-se exereendo
iuterinamsnie a 2'proraotria 0 Sr. T. adjnncto.
No processo de fallencia cjntra Jose" Narciso da
Silva&C, 0 Sr. Dr. 2' proraotor publico escre-
veu a eeguinte cota :
a Doi autos ve-so que, nos predates lotos,
funccionei corao advogado dos curadores fiscaes
da masja fallida de Jose Narciso da Silva & C,
em consequencia do que, send.) impedido de fnnc-
ciouar como prora<>tor publico, deve a accusaQao
ser promovida pelo Dr. 1* promoter, quo na forma
do decreto n. 5,430 de 2 de outubro de 1873 tao
bem exerce suas attribuicoes nos distrutos em
que especialmente funceiono.
Recife, 16 de de/.embro de 1873.
0 2 promotor publico,
Francisco Gomes Putenle.
Becebi os autos com vista,
estas coDsi'deracoes :
mas devol'i-os com
write, e nao s6mento as flbras mnlllpiicap-se-hlo,
mas sim tambea chegarao a ^lianjar 0 corapri-
mento desejado.' E?le etTeito tio uniforme em io-
d'S os Uasoj, -|ova qne esta rar.t e excellente
composiQlo e um jubstiluto perfeito pata a nutri -
cao do cabsllo, quando este nao exists cm o,uan
iMade sofflcitnfe no^ vasos irecretorios.
Isto ainda nao & tudo ; a caspa ostorva e mata
a? fibras, e esta admiravel preparacao vegetal dis-
solve esles resultados da transpirac e offereceulo assim occasiao a que 0 cabello cres
ca com elegante abundancia.
Jose Bernardo Galvao Alcoforado, retirando-se
para a cdrte a tomar assento na samara dos depo-
tados, deixa encarregades de seas nogoeios em
lugar a seu filho Jose Bernardo 0. Alcoforado Ju-
nior, em 2* e 3 a sous irmaos Cypriano Fenelon
(Juede< Alcoforado. e Can lido Casemiro Goedes
Alcoforado, e em 4* 0 Sr. Jose Camello do Ro'go
Barros, ficando os dous priraeiros encarregados das
causas em qae e advogado.
Recife, 29 de abril de 1874.
Jost Bernardo Galvao Alcoforado
Antonio Borges da Sirvefri Lobo, tabel-
liao publico judicial de notas, tend< obtido
do digno Exm. Sr. prcsidento da provinoia,
dezoito Inezes de licentja para tratar de sua
saii'le, que se achava gravemante compro-
mettida, e reas-unyudo oseu olTieio, vein
pelo presente agradecer nao so a seu ami-
gos, c >mo a todas as pessoas que se digna-
ram do preferir 0 seu escriptono em sua au-
sencia, e espe.ra dos mesmos e do respe ta-
vel public^, que se digoem do continuar a
dispensar-lhe a 6ua confianQa e coadjuva-
qho, pelo que- se confossa grato. Pode Ber
procurado em seu escriplorio d rua do Im-J
peradorn. 12. das 9 boras da manha as
6 horasda tardc, nos dias uteis, e em sua
casa a rua do Coronel Suassuna n. 101, 2
andar.

JUNTA DOS CORRCTORES
Praca do Recife, 1' de 211 -.io
dc 1M9-E.
A3, 3 HORAS DA TARDE
COTAQUES OFFICIAES.
Algodao de 1" sorte 8#0'J0 por 15 kilos, hontom.
Algodao de Maceio la sorte 8J6 M) por 15' kilos,
posto a bordo a frele de 7|8 e 5 0|0,
hontem.
Algodao-de Maeeid mediano 8^100 por 13 kilos,
posto a bordo a frete de 7j8 e 5 OjO,
hontem.
Assucar da Paraliyba HB'iO por 13 kilos po-to
a bordo a frete de 40j, hoje.
AssucarCanal 1J520O por 13 kilos, hoje.
Cambio sobre Londres a 90 d)v. 25 1|2 d.
por UOOO, hentem.
Dito sobre dito a 90 dp- 25 3|8 d. por 1^000,
hoje.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretano.
Ileudimeaw do
diJ 1 .
31.27o,:8i:i
K' luuito Bumltar ilu opiniao.
E' a epigraplie sob a qual becupa-se a Provincia
toa famigerada Chrohica, eonteetaado-aos, do
que dissemos em refutacin a falsas aecnsajSes
que Ihe aprouve por mais de uma vez fazer a
policia, e mais do que a esta ao Exm Sr. Dr. Lu
cena e ao illm. Sr. Dr. Gorreia de Aranjo
A ninguem melhor d> que aos escriptores da
Provincia podem ser applicadas com ligeiriss'mas
ns idi(ica;.oes as seguintes palavras que escreve-
ram, respondendo-nos :
Os SBCfiptores d:i Proviacia, se naj fossem
diguos someute de compsixao, pirque aproximim-
ie an lastimavel estado de insen-atez de seu a mereceritm, por certo. bem severa puniijao pelo
- grosseiro porque procurara engazipw a
opiniao. .
Sim. Srs. proviiictanei, escreveslts sem duviaa
este trecho para vos, supremos engazopiiores da
opiniao pubiica em todos os tempos e em tolos os
lugares.
Pois, quem e qne tem, sempre que ha occasiao,
mvstiflcado 0 povo com intuit53 inieressoir s e
apnsuios ?! Vos, protincianos, que nai cessais
de armar a popularidade por caminhos tortuosos
e por mi'ios reprovados.
"Para fazerdes oppo iqio a vossos adversaries, a
tulo vos boUis.. a raentira, a calumnia, ao in
sulto. Qae 0 diga 0 vosso lidar consume na im-
prensa, que so attenta vergonha e lacoherencia
e:n vez de uma posicic condigna dos verdadeiros
prirtidos de opposijao, scientes e conscientts d)s
sens deve res.
Ultimamente vos bavieis conscgr.ido aos aia-
ques a policia e a aquelles que a dirigem.
Pliantasiastes ent 0 e muito. Politieo3 a (/'//"-
mm offerecestes aos vussos leitores ereacoes ima-
gino^as de pobres homms detidos por dia; no
qoartel de policia e ahi privados d; al mentis e
ao d>.-pois expirantes de fome nas caljadas da ci-
daJe com grande abalo dos eompaasifos cora.'oes
provincianos.
Ah I cabe;udos, ainda nao quiiestes vos entre-
gar a verdade I E' muito habito de viver domi-
nil) pela mentiri., T.abalharemos por en'raque-
cer otao grande e tao nocivo prestig^a que sobre
vos exerce a raentira. Sera mois um servic) que
vos havemosprestar.
Vos bem sabeis hoje que 0 iodiviJa) da rua
lirga do Rosario nao passava de um atacado de
ddirium tremens ; estas certos de que os diverso3
I<7o* recolhidos no quartel de p >licia, de que
vos tendes occupalo, nnnca foram submettidos ao
supplicio da fome, como dissostes; sempre esti-
vestes coavencidos de que 0 serianejo que morreu
no mesmo qaartel de policia, onde so esteve
8 boras, e que vo> denanciastoi como victims da
fome, su:cumbio de molestia de que ja seffria,
como confessou um sea proprio irmao : mas no
entretanto sempre julgastes acertado fazor a vossa
gritaria, clamando contra a deshumanidade da
policia da terra, e assim 0 fizestes.
Os fogos fa"uos da vossa mentira foram com
um sopro por nos apagados ; mas vos, cabeculos,
comosois, coherentes nas iaexactid5<;3 proposital
mente comraettidas, continuai^, ainda que amarel-
los, a sas'.entar a vossa these
BiMta i> vosso direito : msn'.ir, meniir toujws.
Agora ampliastes as vossas preleccoes sobre a
policia e dissestes qne nao pode deixar de ser con-
siderada deshumana aactuil policia que parapren-
der etpincn, arrasta 0 cidadao pelis rttasda ci-
dade e 0 atira a liii a sorte dehamilhacoes.
A este proposito dissestes tambera em V0330 ar-
tigo de fundo, de hontem, 0 seguiote :
1 Em vez da severidade respeitavel e que re-
pruae todo 0 impeto de resistencia, com que 0 po
I iceman inglez p5e a mao sobre 0 hornbro do de-
liuquente, vemos 0 verdadeiro furor, com que os
nossos soldados de policia se atiram de sibre-ara
punho 90bre 0 infeliz a quem buscam prender, in-
sultando, espancando e'ferindo.
Posta de parte a exagarajao qae caractensa as
vossas palavras, nao qnerendo entrar em minu
dencias a provar (porque nao ha disso necessida-
de; qne constituem excepcao e nio regra as vezes
era que os policiaes offendem a aqaelles a qnem
predem'- basta nos dizer, para tomar palpavel a
vossa ia,lnslica, qae se ao policeman inglez para
Sreader'^ sufficient!} #>r a mao sobre 0 bombro
0 delinqueote, 6 qne (vos nio reparastes isso)
0 povo inglez nao esta nas mesmas condifoes do
noao povo, a quem ainda faltara as luzes e a com
peoiJtraijao dos seas deveres, que abaadam n'a-
quelle
I p Os promotores publicos aao sao substitutes
reaprocos.
e Na corte 0 adjuncto substitoe a qualqner dos
promotores emseus impedimentos (Reg. de 22 de
nov.de 1871, aft. 8 3.) Elle nao e adjuncto de
um so, mas de arabos, nao e substituto immeliato
de um ~6, mas de ambo-, isto 6, de cada um delta.
c Havendo agora nesta capital dous promotores
publicos. e ten do estes dou< promotores am ad-
juncto, da-se 0 mesmo que na corte.
Se 03 dous promo'.ores se substituissem reci
procamente, a que ficaria reduzido 0 adjuncto, cu-
ja missao, alias, 6, segundo a lei, substituir cada
um dos promotores ? F.caria reduzido ao papel
de segunlo supplente, ou substituto em segno lo
lugar, quasi sam csperanja de entrar era exerci-
cio em substituicio a um dos mesmo; promotores.
Sopponhamos que um destes tome assento na
assembles provincial (como vae acontecer em mar
co) 0 outro fleara fu.iccioaaodo em tod>s os dis-
tricto-, como se houvesseun so promoter r Nao;
porque nao foi para isso, que *e creju mais um
lugar de prjinoior puuuco, e ipo 30 amwii
adjuncto.
a Pare;''- me, pois, que no caso presente me nao
compote substitiiir 0 illustrU Dr. 1" promotor.
Tolavia ajuirdo, respeitoso, a decisio deste
esclarecid) jnlto.
0 Sr. desembargador 0 iveira Maciel raandou
que >s autos fossem com visti ao Df .adjuncto.
Nao cabts a este (coafbrme entenli, e Scon de-
cidilo) 0 panel d.' segundo supplente, ou substituto
em segundo lugar ; (fevera caber este papel a cada
um dos dous promotoies ? Nio fui chamado para
substituir 0 Dr. 2' promotor, qu nio este tomou
assento na aneinblea provincial; devia sel-o
agora, pela falta accidental do s u (e mt-u) subs-
tituto?
0 adjuncto deve ser chamado quando falta 0
promotor, e nao 0 promotor quando Jafta 0 ad-
juncto.
A lei manda que, faltanao 0 Dr. adjuncto, seja
nom-ado um promotor interino ; mas, sendo a fal-
ta limitala a certos acto?, tem cabimento a no-
racacao de nm promotor ad hoc.
Neste sentido foi mintia re3posta ao Exm.
Sr. desembargador actual presidente do jury. Pela
noticia, a que mo referi em principio, conheco
que esta opiniao ainda uma vez foi reconhecida
como verdadeira.
Recife, 1 de maio de 1874.
Oliveira Fonceci.
ISieicilo d* devotdsf|;io Siii > de
festcjar o glorioso Santo An-
tonio, 1111 travessa da rua
Helta.
Juiz por aleicao.
0 lllm. Sr. Antonio Francisco da Cruz. I
Juiz por devojao.
0 Him. Sr. Antonio da Costa Alrasida.
Juiza por eleiQao.
A Exma. Sra. D. Antonia Amelia Silva Maohalo.
Juiza pur devocao.
A Exma. Sra. D Antonia Maria da Conceijlo.
Juizes bemfeitores.
Os Illms Srs. :
Tiburcn Hylario da Silva Tavire3-
Francisco Mauricio dos Sant03.
Manoel Francisco dos Santos.
Alolino Coriolano R^irigues Lisboa.
Manoel Antonio da Silva.
Arminio de Figamredo Pessoi.
Juizas bemfeitoras.
As Exmas. Sras.:
D. Amelia Maria da Coneeicao.
D. Maria Amelia da Silva.
D. Rita Francisca dj Albuquerque Mendes.
D. Emilia Joaquina de Med:iro3 Souza Caldas.
D. Emilia Maria da Cmceicli.
D. Fraucisca de Salles.
Fregaezia de Ipojuca.
Temos a satisfaclo em levar ao prelo a seguin-
te ordem do dia, "por conhecermos como elloj^x
prime a verdade a respeito de um cidadio que a
tods os seutidos sabe cumprir os sens deveres e
mais que isto se dedica ao bem de sen piiz, no
quanto ao sea alcance, como por outros factos tem
elle da io prova disto.
E' do Sr. major Mieuel Tolentino Pires Falcai,
que fallaraos, desta ordem do dia n. 32, de t de
raarco: 0 SMenenle coronel Antero Vieira daCu-
nba, commandaote superior interino do Cabo e Ipo-
jaca, elogia ao Sr. major e comraandante interino
do batd iao n. 41 da gaarda nacional de munici-
pio de Ipojuca Miguel Tolentino Pires Falcao, pe-
fos serviQos pre9tados ao batalhao de que e com-
raandante interino, tanto no qae dii respeito a
disciplina do bataloio, corao na boa organisagao
do seu corpo e pela promptidao em que compre
as ordens que Ihes sao transmittidas, e mais pela
boa ordem e limpeza em que conserva os livros
do referido batalhao.
0 guarda, Antonio Eugenia.
Dcscarregam hoj^ 2 de maio de 187i.
Vapor inglez Lalande mercadorias para al-
fandega e trapiohe Conceigao.
Barca franceza -Santo Andremercadorias para
alfandegi.
Barca iugleza Culierbank baealhao ja des-
pachado para o tr.ipiche Conceiijio
Hiate nacional Deos te due-generos nacionaes
para 0 armazem do Avila.
Patacho inglez Gerda cimanto ja despacbado
para 0 3* ponto, e deposito no trapiche
Cunha.
Brigue pirtuguei Cotete pedras para 0 tra-
piche Conceicij, para despachar.
Impnrtacfto.
Hiate national Deus te Guie, entrado do Assn
em 30 do abril e con-^ignado a Bartholomeu Lou-
rengo, manifestou :
Algodao 39 saecas a Antonio Qerren do Vascon-
cellos, 38 a J J. Alfonso Guimaracs, 23 aGuilher-
rae C. da Cunha & C, 2f a ordem, 21 a J. Perei-
ra'iffOUllhlfi, 2t a O-mcs Cera de carnadba 38 saccos a 1. J. AffonWGm
maraes, 12 a J. Pereira Moutinho, 16 a Gomes de
Mattos Irmaos, 10 a M. M. Pinto, 17 a ordem.
C -uro3 salgodos 160 a J. Pereira Moutmho. Di-
tos curtidos 8 massos a Gomes de Mattos IrmSo
Sal 523 alqueires aos consignatarios.
Barca franceza St Andre, entrada do Havre na
mesraa data e consignada a E. A. Burle & C, ma-
nifestou :
Agua de flores de larangeira? 1 caixa a Manoel
da Silva Foria & C Dita do Vale 10 caixas a Ha-
rismandy & Labille. Alvaiade de zinco 10 barris
a M. A. Barbosa. Amostras 2 volume* a Goncal
ves Irmao & C. A-ido 5 caixas a J F. da Costa.
Assucar 2 loarricas a A. Caors.
Batatas 200 gigos a Lebre & Beis, 500 a Antonio
Francisco Corga, 400 aos con=ignatarios. Benzina
aScaixa a Ferreira Maia & G. Betume 1 barrica
1 Manoel Silva Faria & C. Brmquedos 1 caixa a
ouza e Sii & C. .
Cerveja 150 saccos a Theodore Christiansen.
Cortinados 2 caixas a Penna Junior & (1 Carrua-
gens e pertencas 2 a Luiz G. da S. Pinto. Cham
panha 33 caixas aos consignatarios, 13 a C. Le-
clere. Crystaes 5 caixas a B. Duarte Campos &
1 a I. A. Pereira & C, 3 a Pereira Irmao. La-
chimb )s 2 caixas a J. B. dos.Reis I a Amaral,
Nabuco 4 C. Colla forte 1 barrica a Manoel A.
Barbosa. Candieiros 2 caixas a Pereira Irmao
Chapcus 9. caixas a J. Christisni & C, 2 a Vic-
torino Maia 4 C Calcado 3 caixas aos con-igna
tarios.
Doces 1 caixa a A. Rigord.
Espoletas 1 caixa a Vaz Junior 4 C.
Forragens 1 caixa a T. P. Bastos & C, la Fa-
ria Irmao.
Impressos 1 caixa a De Lailhacar & L.
Limalha de ferro caixa a Manoel A. Barbosa.
Lapis j caixa a Vaz & Leal. Lou$a 1 caixa a B.
D. Campos & C.
Manteiga 200 barrls inteiros e 300 meios duos a
Antonio Francisco Corga, 10 e 10 aJeronymo
Joaquim-Ferreira, 13 e 30 a Johnston Pater 4 C.
Medicamentos e drogas 1 caixa a A. Rigard, 1 a
P. Maurer & C, 5 a Manoel Alves Barbosa, 2 a A.
Caors, 1 a F. D de Macedo, 1 a ordem. Minde-as
1 caixa a T. P. Bastos 4C, 1 a Pereira Irmao.
Moveis 1 caixa a J. da S. Ramos.
Ocre 8 barris a Ferreira Maia 4 C.
Pregos 2 barricas a Bourgard & C, 1 a Faria
Irmao. Perfumaria 1 caixa a Bourgard & C.
Papel de palha 100 fardos a Souza Bastos & C.
Dito para escrover 2 caixas a M. C. A^res, 2 a
ordem, 2 a Bourgard & C, 1 a Faria Irmao. Pia-
no 1 a H Vogeley, 1 a Antonio L. dos Santos, 1 a
Sa Leitao 4 C. Porcelana 18 barricas e %.caixas
a Pereira Imao, 1 borrica a Bourgard 4 C., 1
caixa a Meuron 4 C, 3 volumes a B. Duarte Cam-
pos 4 C. c r-
Quadros e envelope 1 caixa a Vaz Junior & L.
Sardiohas 50 caixas a Manoel Duarte Rodri-
gues.
Tecidos 3 saccos a Gonfalves Irmao & C., 3 aos
consignatarios. Telhas 14,9\8 a J. Augusta de
Araujo, 7,268 aos consignatarios, 9 caixas a J.
Tasso. Tijolos 43.074 aos consignatarios. Tinta
1 caixa a Matiael A.'Barbosa, 1 a Faria Irmao.
Velas 10 caixas a Manoel D. Rodrjgues. vinlio
20 caixas aos consignatarios. Vidrilbo 1 caixa a
J. de Almeida, 1 a Vaz 4 Leal. Vidros 5 caixas
a Pereira Irmios, 3 aos consignatarios, 2 a J. A.
Pereira.
ricas a Martins & C, 30 sacco* a Ricardo Joie G.
da Luz 4 C. Chouripas 5 caixas a Jose Corrra
Braga. Conservas 5 caixas a Francisco G. Bastos
e Sa.
Drogas 8 volumes a Antonid Jose Abreu Ribei-
ro, 2 a Bantiolomen 4 C,
Ervilhas 1 caixa a Lima 4 Silva.
Genebra 50/2 caixas-ao mesmo.
Livros 1 caixa a Jose Nogneira de Souza, 1 a
Jos* Barbosa de Mello, 2 a Manoel Jose da Silva
Viaena, 1 a De Lailhacar & C, 1 a Walfredo 4
Souza.
Lencos 1 caixa a Manoel Alves Ferreira.
Miolo de araendoa 2 barricaa a Pereira Vianaa
& C.
Papclao 5 fardos a Jose Nogueira de Souza.
Palitos I caixa a Lima 4 Silva. Pregos 8 barris a
Moreira Halhdav 4 C. Pianos 1 a Julio C. Pinto
Oliveira.
Sapatos 1 caixa a MaHoel Niines Foneeca 4 ..
1 a Porto 4 Bastos, 1 a Francisco Pereira da Sil-
va, 1 a Monies Lobo & C.
Toucinho 10f> barris a Jos6 Mareelioo Rosa 4 Fi
lho9, 70 a Silva Guimaraes Si C, SO a Jose Correa
Braga.
Vinho 145 barris e 7 pipas a Silva Guimaraes &
C, 63 barris e 7 pipas a Oliveira Filhos & C, 23
barris e 5 pipas a Tnomaz A. Punceca 4 C 43
barris e 19 pipas a Bellr.o 61 Filli >s, 5 barris e 2
pipas a Joaquim Jose de Azevedo, 38 barris a Jose
Gomes Ganches, 3 barris a Joaquim Dnart; Simoes
4 C. 1-i barris e 15 pipas a Amorim Junior 4 C,
5 barris e 14 pipas a Jose da Costa Amorim & C,
10 barris 0 12 pipas a Souza Bastos 4 C, 10 pi-
uas a E. R. Rabe'lo & C, 30 barris a Joaquim de
Souza Ramos, 5 barris e 4 pipas a Francisco Joa-
quim Pimentel Pereira, 5 caixas a Jose Joao Amo-
rim, 2 a Manoel Alves Ferreira.
Carga de Liverpool.
Arroz *3 sacco* a Behrao & Pilho, 50 a Costa
Canha 4 C. Agulhas 2 caixas a Otto Bohres 4
C. Amostras 1 caixa a D. P. Wild 4 C, 1 aos
conlgnatarios, 1 a Cramer Frey & C, 1 a Theod
Christiansen.
Cerveja 10 barricas a Jose Joaquim Alves & Ci
Cha 20 caixas a L. J. da Costa Amorim 4 C, 15 a
Fornando da Costa & C, 3 a francisco G meal vos
Bastos e Sa, IS a Lbre & Reis. 50 a Tnomaz de
Aquino Foneeca & C, 13 a Joje Joaquim Alves 4
fl Caixas para agulhas 1 a Otto Bohres A C.
Cliapeos de sol 1 caixa a Papoula 4 C. Chipeos
de cabeca 1 caixa 0 Otto Boh es & C 3 a G Ir
mao & C, la ordem, 1 a Monleiro Gregorio 4
C, t a Rodrigues Irmaos & Guimaraes. C'r-misas
e calcado 2 eaixas a Pereira SimSos 4 C. Chales
e camisa* 1 caixa a Cramer Frey 4 C. Calcado 1
caixa a Otto Bohres 4 C.
Drogis 30 barricas a Francisco Manoel da Sil-
va, 21 volumes a Joao da Silva Ramos, 19 a H. de
Souza Pereira & C, 23 a Ferreira Maia 4 C, 4 a
ordem.
Fio 4 fardos t S. P. Johnston & C, ferrageas 6
caixas a Moreirs HiHiday 4 C, 3 barricas a Al-
meida Vianna, 1 a Pareute Viaana & C, 2 a
Hawkes & C. j
Louca 39 giga* aos consignatarios. Linha 3
caixas a Keller 4 C. Lona 2 fard a Bdtrao &
Filho.
Miudezas 1 caixi a Otto Bohres 4 C, 5 a Do-
mingos Teixeira Bistos & C, 6 a Tueodoro Chris-
tlansi-n. Maut-'iga 10 caixas a Antonio Ferreira
de Carvalho, 4 a Leao Rocha 4 C. Mercadorias
diver=as 3 caixas a Jose Teixeira Coirabra, 3 vo-
lumes a loaquim Antonio de Araujo 4 C, 4 cai
xas a Moreira Haiti lay 4 % 1 a D. P. Will & C,
3 a crdem, 379 v.lames a Samuel P. Johnston
6 C
Obras de vidro 2 caixa* a co npanhia dos trilhos
urbaoos. Obras do liiho 1 caixa a Mendes Lobo
& C. Obras de borra-.ha 3 ca'xas a D. P. Will
4 C, 1 a Olto B"hers 4 C. Obras de couro 4
caixas a D. P Will & C Object is de photogra
phia 3 caixa3 a Alberto Hensehel & C. Obras de
algodao 3. fardos a Behrao 4 Fi ho. Oleo de li-
nhaca 4 barricas a Joao da Silva Ramos.
Presuntos 6 caixas a Braga Son & C, 2 a B.-I-
traq & Filho. Papel G fardos a Costa Irmaos &
C., 3 aos mesmos, 3 a Domingos Teixeira Bastos,
3 a Magal ies 4 Irmao.
Renda< 1 caixa a Rodrigai's Irmao i Guimaraes,
1 a Pereira Simoes 4 C.
Sabao 1 .'aixa a Amaral, Nabuco & C. Salitre
16 barris aBartholoineu & C. Saccos 2 far-Jos a
C. L. P. Roak, 4 ca xas a Cramer Frey 4 C.
Tecidos 33 volumes a Keller & C., 8 a Peana
Junior & C, 13 a Cramer Frey & C, 45 a Brown
Thompson & C, 4 caixas a Monhard Metiler 4 C,
42 volumes a Goncalves Irmao 4 C, 1 fardo a Pin-
10 da Silva 4 Cascao, 11 caixas a E. A. Barle &
C, 66 volumes a Luiz Antonio Siqueira, 13 a
Carieiro Nogueira, 1 a Domingos Manoel Martins,
16 a Adamson Howie & C, 2 a Papoula 4 C, 2
a Monteiro G-egorio oj C, 44 a Mills L ;; &
i'.., 5 a Olinto Jardim & G, 8 a braga s.-u Oc C,
5 a Alcoforado Vieira & C, 3 a D.P. Wild & C ,
2 a Linden Weydmann, 16 a Johnston Pater 4
C, 16 a ordem,'1 a Faria Irmao 18 a Simpson
4 C. 30 a Phipps Brothers 4 C, 1 a Manoel
6 Maestrale, II a Domingos Teixeira Bastos.
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO
Acompanhia Indemnisadora, estabelecidj
jests pra^a, toma seguros maritimos sobri
aarios e seus carregamentos e contra fogr
im edificios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, parimento terreo.
AugustaF. Mlhein C.
A easa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, & rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execu^So de ordens
para erabarque de prodoctos e de todos 0-
mai3 negocios de corambsSo, quercommer1
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & rista e a
jazo, a vontade do tomador, sobre aa se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Loodres. Sobre 0 toion bank or
LONDON, O LONDOU AND HASSEATIC BAttK,
limited, e varias casas de 1.* cjasse.
Paris. Sobre os banqueiros foulb
& C, MAAGUARD ANDRE & C. '.'A. BLICQUE,
vignal & e.
IlamiKirgo. Sobre os Srs. joAo
SCnU BACK & F1LH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e 9EBASTI.IO JOSE DE
ABREC.
Porto. Sobre 0 banco oni.\o do porto
0 Sr. JOAQUIM pinto da fonseca.
Para. Sobre 0 banco commercia-
do para, e os Srs. francisco 6audencio da
COSTA & F1LHOS.
lluranhao. Sobre 0 Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
concellos & SONS.
Babia. Sobre os Srs. mariniios & c
Rio do Janeiro. Sobre 0 banco
industrial e mercantil, banco nacional e
banque brasilienne francaise.
companhia'allianca
seguros maritimos e terreu-
tres estabelecida na Bahifc
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
ico maritimo em navio de vela e vaporei
oara dentro o fora do imperio, assim com;
.ontra fogo sobre predios, generos e It
ondas.
Agente : Joaquim Jose Gongalves Beltrau.
i.-.s do Comrnercin n. 5, 1* andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias
retes, dinboiro a risco e Qnalmente de qual-
juer natureza, em vapores, navios va ela 01
oarcagas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro cantra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GL(1
lUSURARCE COMPANY
Agente.%
SAUNDERS BROTHERS 11Corpo Santo11
assembler provincial conlrata a p
bates e dos annaes da mesma
los de-
n biep-
nio do 1875 a'1875. Os pretend* is dererao
aprasentar suas propostas em carta,!) Aada n ta secretana at6 o dia 7 de maio proximo vin
donro, as 11 horas da manhS erof que se proce-
dera a abertura das mesmas.
Secretaria da asemblea legislativa proviOCial de
Pernambueo, 29 de abril de 1874.
0 official maior,
Jote Cardoso de Queifoi Fomca.
Pela administracao dos correios desta pro-
vincia se faz publico que se acha mareattooprazo"
de 30 dias, a cootar da presente data, pata o con-
curso de uma vaga de pratieante. 0 eonCUrso tera
lugar na mesma administracto, e conslara de
exereicios de caligraphia e or.'ijgrapJifaujyjJhjDe-
tica elexentar, comprehenieuJo o ueo dosystemv
metrico e nocSes geraes degeographia, de confer
midade com o artigo 38 do regulamento de 12 Aj
alori de I860. O conhecimento das l,ngoa es-
trangeiras dara direito a praferencia 0* muaft-
datosdeverao provar eora cerlidio nao terem me
nos de 18 annos, nem mnis de 30 annos do Utade,
e apresentar certili'ado medico de boa saade,
cumo dispoem 09 1 e 2 do art. 40 do pradito
regulamento.
Administration do9 correios de Pernambnso,
21 de abril de 18T4-
Cadraiuistril or
Affon!V do Beg > Barrea. ___
COMPANHfA PERIxAMBli:k>A
FE
\avegariio somtetraa vappr.
DIViD&NDO NoNO':
Esta compaahia paga 0 seu nono dividendo, i
razao de 3 0|0.______________________________
onsulado provincial.
Pur esta reparticao se faz publico para scioacia
dos p op ietarios de algumas ruas na freguezia de
S Pr. Pedro Goncalves, abarxo deelaradas, que ,do
dia 1 dc maio vindouro principiara a ser contado
0 prazo improrcga .el de 30 dias para a a#ecada-
r;ao das importaocias dosappuelhos, dillerenja dos
mesmos e caonlisacao, eujas importaueias sao de-
vidas aReofe Drainage C*
Ruas -Marquez de Oliuda.
Bvni Jesus.
Comraercio.
a Domingos Jose Martins.
t Vigario Thenorio.
t D. Maria Cesar.
Mariz e Bam.s.
t Caes do Apollo.
Travessa do Campello.
do Antigo Porto.
Domingos lose Martins.
Becco Largo. .
0 dos Mascates.
Largo do Corpo Santo.
Consulado Provincial, 29 de abril ae-1874.
0 administradtor,
A ntonio Cumeiro tlucltudo Rios.
D'. "- BOS DE EXPOIVTACAO NO DIA 30 DE
AB1UL DE 1874.
Para os portos dn exterior.
No navio hespanhol Mercedila, para 0 R'.o
da prata, carre^ou : M. L. Paes Barreto 327 bar-
rieas com 31,183 1[2 kilos de assucar branco.
No navio porluguez Lisboa, para Lisboa,
carregou : T Livio Soares 210 saecas com 17,735
1(2 kilos de algodao.
Na barci portugueza Victoria, para 0 Porto,
carregou : S. Monleiro & C. 107 saecas com 8,783
kilos de algodao; Oliveira Filh is & C. 70 couros
espicliados com 490 kilos.
Na barca aortugueza Harmonu, para 0 Por-
to, carregou : T. A. Fonseca & C. Saccessores 40)
sacc-s com 30,000 kllo3 de assucar branco.
Na barca portugueza Njvo Silencio, para 0
Porto, carregou: H. L Reis 400 sacj s com
30,000 kilos de assucar branco.
Para os portos do interior.
Para 0 Para, no brigue francez Brasileiro,
carregni : P. Carnoiro & C. 32 pipas com 15,36'J
litres de aguardente: A. Cordeirj- 30 ditas com
14,40) ditos de dita ; H. L Reis 20 ditas com
9,600 ditos de dita.
Para 0 Rio Grande do Sul, na barca nacional
Andrade Neves, carregou : J. V. de Araujo 3,000
cocos (fructa;.
Para a Bahia da Traiga \ na barcaca Graf -
dS 1, carregou : M. C. Lopes Vianna 1 caixa com
15 kilos de assucar refioalo.
Para Alagoas, na barcaca Vaico da G'ama.
carregou : M. C Lopes Vianna 1 caixa com 8
kilos de de assucar relinado.
Para a Villa da Penha, na barcaca I/niao do
Nirle, carregou : J. D. da Cunha Lages 4 barricas
com 333 1|2 kilos de assucar relinado,
REN'DIM NTO DA EMP.tEZA DAS OBRAS E
CAPATAZIA DA ALFAN.DEGA DE PERNAM-
CUCO, RELATIVO AO MEZ DE ABRIL DE
1874, COMPARADO COM 0 DE ABRIL DE
Capital.
?ando
IsORTHERIv
de reserve.
20,000:000^001
8,000:000J?00(
Luso Brasileira.
De ordem do Sr. presidente convido os senh reo
socios para comparecerem a scssao de assomlea
geral, dumingo 3 de maio, as 11 horas da manha,
alim de se tratar da leitura do relatorio, e do ba-
lancete do Sr. the;oureiro.
Secretaria do consclho fliscal, 30 de abril de
1374.
M. F. Paula lleis,
________2 secretario, servindo de I.*-
Conpanbia de cavallaria k ht-
wmhw .
Teado-se de comprar para remouta da cavalha-
da da mesma companhia alguns cavallos, sao ro-
gadas as pessoas que os possuirem nas condigoes
do regulamento, preferindo-se sempre os qoe fo-
rera eastrados, a compare:erem no qaartel da
mesma empanhia, afim de se tratar.
Quartel no Campo das Princezas, 28 de abril de
1874.
Joaquim Francisco Gadelha
Alferes.___________
SANTA CASA IA MlSERlCOR&lA Bo
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
tfiserio.rdia do Recife, manda fazer publico qua
aa sala de suas sessoes, no dia 23 de abril pe-
las 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas a
Tueu. mais vantagens offerecer, pel-' tempo de um
i tr s annos, as rendas dos prediu3 eui sognida
leclarados.
EST.ABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose".
Casaterrean.il.......2"ol*000
Rua de Santa Rita.
Ag.ntes,
Mills Latham & C
RUA BA CRUZ N. 38.
BUNCO MM 1L DR BRAGA
Jorge Tasso
Sacca sobre este banco e suas agendas nas 3e-
guiules cidades e villas
.-Icautolai vos contra t*Jas a
preparacSes mineraes qae en*.
veaennni e destroeni cabello.
Alimeatai-o com a nutri$o sanlavel contida no
Toaico Oriental, e certamente lornara a voltar
compnlo e basto. Applicai esta raaravilhosa pre;
parajao vegetal, com a escova pela manna e a
Vapor inglez Lalande, entrada ;de Liverpool em
1 do corrente e consignado a Saunders Brothers
&l C, manifestou :
Carga de Lisboa.
Arcos 54 molhos a F. S. Rabello Junior, 34 a
Manoel Ferreira Ponies. Aieite 50 barris a Silva
Guimaraes & C. Andllhas 4 caixa a Jose lo Rego
Lima
Batatas 30 caixas a Manoel Thomaz da Cosla,20 a
Alfredo Prisco Barbosa, 30a Beltrao & Filho, 3) a
Cardoso Martins k C, 68 a Fraaeisco Jose da Sil-
va Guimaraes. Bag* 2 barris a Julio Pernanaes,
1 a Ricardo Joie G. da Luz & C IJragos de ba-
lAnca 1 caixa a Manoel da Silva Maia'& C. Bata-
tas 30 caixas a Francisco: G Bastose S4. ,
Cebolas 30 cafxas a Cardoso Martins & C, 30 a
Carlos Alves Barbosa, 60 a Oliveira Pilhos & C,
55 a Lima k Silva, 50 a Rosa & Irmao, 100 a Can
dido Rodrigues Mendes, 50 a Silva Guimaraes &
C, 23 a Francisco G. Bastos e Sa. Cevada 40 bar
1873. Verbas de receitas *5 ao 00
Taxa de embarque Diia de deserabarque Dita de armazenagem Dita de embarcacoes Dita de alvarengas Dita de bagagens Dita de diversos 3284220 4:913i480 10:9753671 568,5850 1:331*830 53*200 2:037*69 44*o60 3:500*439 12:288*370 978/600 752*75) 71*300 1:274*220
____ -__-_
Total 20:2095340 18:913*439
Thesouraria da "empreza das obras e capatazia
da alfandega de Pernambueo, 1" de maio de
1874.
Antonio Jose Leal Reis Filho
Fiel do thesoureiro.
Conforme. -Francisco Jose1 Galvao
Agente auxiliar interino.
Amarante
Anadia
Arcos
Aveiro
Barca
Barcellos
Beja
Chaves
Coimbra
Coura
Covilha
Elvas
Extremoz
Famalicio
Faro
Figueira
Guarda
Guimaraes
Lagos
Lamego
Portugal.
Lisboa
Melgaco
Mirandella
Mongao
Pena-fiel
Pinhel
Ponte do Lima
Porte-mao
Porto
Povoa de Varziui
Regoa
Ta vira
Valen^
Vianna
Villa do Conde
Villa Real
Vinhaes
Vizeu
Villa N. da Cerveira
Funchal
Fayal.
Idem n. 32
Idem n 34
230*OfO
216*000
Banco do Minho.
JoaqBim Jos6 Goncalves Beltrao & Filho sacarn
por todos os vapores sobre :
capatazia
^endimentodu dia 1
DA ALFa-NORGa
912^368
VOLUMES SAH1D09
?ruueira port*
Jsgunda poru.....
Tercaira porta.....
Qaarta-pbrta ......
lapiebs Ccijcuicao ...
Evora. Monsao.
Fale. Ovar.
Faro. P^rto.
Guarda. Tavira.
Leiria Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Barcellos. Figueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penaflel Valenja.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
CastelloBranco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Vanim.
Vianna do Castello.
Vdia-Novade PortiraJo. Villa Nova de Famalicao.
Villa do Conde.
Mas ilhas.
Mideira, S. Miguel, Faial e Terceira.
Anaoia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraes.
Covilha.
Melgaco.
Portalegre.
Arco3 de vai de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
mrnmun ioporti.
ii:-:::EBEDOIA DE
RAES DE
tanditnemo do dia-1
RENDAS INT, RNAS GE-
PSP.N'JUBU:.
. 11788*931
Navios entrados no dial.'.
Liverpool por Lisboa 22 dias do primeiro porto
e 14 do segundo, vapor inglez Lalande, ae 678
toneladas, commandants V. William, equipa-
gem 26, carga diiferentes generos; a Saunders
brothers & C. ^
Bahia 10 lias, barca mgleia Gracian, da 272
tonelada-, capitao David Awlerson, equipagem
9, em lastro ; a Lindst one Robilliard & C.
Rio de Janeiro 17 dias, barca iogleza Eliza
Campbell, equipagem 14, em lastro; a ordem
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Prata, brigue hespanhol Mariano, capitao
Francisco Alsena, carga assuear.
Padre Floriano.
Idem n 49........207*000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114......3G2fI30O
Rua da Aiegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Vellia
Idem n. 31........136*000
Rua de Antonio Henri oues.
!dem n. 26........99*000
Rua do Vigario.
1." anJar do sobrado d, 27. 32J*000
E-jaidem........_ 373*000
PATRIMONIO DOS ORPilAOS.
Rua da Senzaila velha.
Casa terrea n. 16.......20:i*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ....... 421*000
Rua da Crui
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
JRua do Piiar.
Caia teirea n. 100......241*000
Rua do Am-irim.
Idem n. 34........122*00."
Rua da Guia.
Idem n. 29........*>!*.0)
Rua dos Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......361*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas fiancas, ou compareceren-
icompanhados dos respectivos fiadores, devendt
oagar alem da renda, 0 premio da quant, a en
nie for seguro 0 predio que contiver estabeleci-
nento commercial, assim como 0 servico da Inn-
pea e precos dos apparelhos.
Secretana da santa casa da miserieordia do K-
:ife, 17 de mar^o 0 do 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues Ae Souza.______
Consulado de Portugal.
Os credores do fallecido Joaquim Simoes dos
Santos, por eontas particulares, sao convidados a
apresentarem neste consulado suas eontas no pra
zo de 8 dias, para serem verificadas.
Recife, 29 de abril de 1874.
Companhia perna ubiicana
de nav 'gacao costeira a
vapor..
De ordem do conselbo da direccao, cenvidc aos
Srs. accionistas da nova emissao de ac;5es desta
companhia, que somente realisaram a primeira
prestajao de 20 |. sobre 0' valor sub3cripto, a fa-
zer segunda entrada a mesma razao, deniro do
prazo de 30 dias, a contar de hoje, no escriptorio
do Forte do Mattos.
Recife, 21 de, abril 1871.
J bonus M. Connan,
Gerente interino.
CONSULAroO PROVINCLA.
ttafldimerrto do dia ? .
1:&MS96
------------
r.
wtm
Pelo presente se faz publico, a quem interei-
sar possa, que a Exma. commissao de poncia oa
A.rmazens da companhia per
nambueana.
Seguros contra o fj5
A companhia pernambacana, dispoiwo de es
cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garanUndo a major con
servacao das mercidorias d^OMWdas, tin
prompto, precos modicos, etc.
Tambera recolhera, mediante previo ace
clusivamente os generos de uma so pes-
Estes armazens, alem de arejadoc
s|o iateiramtnte bovos e aspnalta s oe
cawm, Bates, etc., etc.
As pessoas que qnirerem utilisar-se awites ar-
mazens, pederao dingir-se ao esuriotorio da eom-
panhia paruaiobiicaaa, que acharao coa) fteok
Iratar.
\

'

!......----------------



'"'1
s
Diario de Pernambuco Salibado 2 de Maio do 1874.
Companhia Fidelidade
Segurosi maritlmoa terrestres
A agenda desta companhia toma scguros raa-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
altimos o solo livre, e o setimo anno -gratulto ao
segurado.
Feliciano Jose Games
gente.v
51 Rita do Apollo 1
Luso-Brasildna
Conselho flacal
Coratnunico aos senheres socios ine a scssao
annunciada para hoje, ficou transferida para do-
mingo 3 do currents in.-/.
SecreUria do censelho fiscal da sociedade be-
aefieente Luso-Brasileira, I* do maio de 1871.
M F. Paula Reis
______________2 secretario, servinda de 1".
Obras militares
A' 6 de maio tera lugar na reparticao das obras
publicas, ondedesde ja ?e ache, o or. a men to, a ar-
rematacio das obras necessarias no quartet da So-
ledade, oreadas em 1:326^1386.
Os pretendentes devem apresentarse as 11 ho-
ras da manb.3, muoidos de suas propostas, em
carta feohada.
Pernambuco, 29 de abril de 1871.
0 encarregado das obras militares
__________Chrysolite -F. de C/Ctuves.
0 Uocador da recebedorit., tiso assignado,
tendo de proceder do 1* de ma. -Hi-diaute, na
freguezia da 8oa-Vista, o lancaim :) para os im-
postoj de industria e profissao, p.----.c! e decima
addicional, come..ando pela ruada lit-.-"atriz, pra-
ca do Conde d'Eu, etc., previae aos' ahores lo-
catarios dos predios da referida freg^zia, qua
tenham a mao os respective* recibas e catratos
de arrendarnentos, afim de que a vista -delles pos-
sa-lhes ser tixada a quota dos sobreditos imp> !os.
Recebe dori a de Pernambuco, 30 de abril de
1874.
-____________Flavio GoncalveS'Lima. _____
Camjsanhla dos trilbo* urbano*
do Recife a Olinda e Hebe-
ribe.
De order do presidente da
assemblea geral da compa-
nhia acima e coavocada ex-
traordmariamente dita as-
sembles para o dia 8 de maio
proximo futuro ao raeio dia,
-------gy afim deproceder-ae a eleicSo
de um membro da commissao de contas que serve
no corrente triennio, visto ter pedido destituicao do
cargo Jim dos a'--ttiaes membros, em razao de seus
afazeres a ter de retirar se para a Europe. A reu-
niio sera no lugar do costume.
Recife, 30 de abril de 1874.
0 secretario
Luiz Lopes Castello Branco.
Sociedade Monte Pio Santa
Cruz
De ordem do conselho director, eonvido a todos
os socios a comparecerem aos actos festivos que Sfc
bio de oolebrar no dia 3 de maio proximo vindou-
ro era honra do nosso padroeiro.
A's 8 1/2 boras da manha celebrar-se ha missa
na igreja >de -\. S. do Carmo ; era seguida tera
lugar aseasao magna de anniversario na-sedc da
associacao, rua do Imperador n. 73, 3 andar.
A's 7 horas da noite havera seao solemne de
iniciacao.
A entrada sera franqueada aos visitantes.
Secretarja do Monte Pio Santa Cruz, 27 de abril
de 1874.
0 i secretario intenno
Francisco da Silva Miranda.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo.
0 irmao procurador geral, em cumprimento do
disposto no art. 68 do .comproraisso, convida aos
irmaos, merabros do conselho fiscal, a reunirem-se
em nosso consistorio, doraingo 3 de maio, pelas 9
horas da manha afim de dar so cxeeucao ao dis-
posto no art. 97 do mesmo comproraisso.
Secretaria da irmandaie 31 de abril de 1874.
Jose Ignacio Avilla.
Pro:urador geral.
I.'-O segredo do grtlfeeta.
!.0 pavrlhSo d'Armeoonville.
3. Os passaros da-rua. -
4."Rosa primavera.
5> -A moeda de ouro.
0 espectacu'o de sabbado terminara com a-eo-
media em 1 acto :
I ma experiencia
ie o de demingo com a comedia popular :
os mmrn almas
THEATRO
ENCRUiLHADA.
SOCtEDADE PARTICULAR
RECREIO DRAMATICO.
Sahbadi) i de mail).
.Subira a seena o drama original brasileiro. em
3: actos:
ou
4 Orpliii Paranacnse,
Dando 6m ao espectaculo a serr pre applaudida
comedia em um acto:
A < rda sensivel.
{Viocipiara as 8 horas em ponlo.
Depois do espectaculo havera trero.
IViSIIS MARiTiMCS.
WOK ins.
Companhia Franceza de Navega
C&o a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa* Pernambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos, sontente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(com ba!de:ivo para o Rosario)
STEAMER
pacific $m
PAHY
RYAL MAIL STEAMER
PATAGOKIA
CoBHMindante CC iiroutcii.
espera-se d.>s portos do sul aid o e depois da demora do costume, seguira par:,
Lisboa, R^rdcoe e Liverfiool, para onde rmieber;.
pwwigtfir, encommenda*, saiga n dinlieirc ;
frete.
N. B.Nae saliira antes das tres boras Mtatar
de do dia da sna chegada.
AGENTES
\Vilsnn Rome iC
li^RUADO CO.MMERCIO14

COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havegncdo costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACXO, MOSSORO', ARACa-
CKARA, ATARACU'.
0 vapor Jaguaribe,
commandante Julio,
seguira para os por
tos acima ne dia 7
do corrente, is S
boras da tarde.
Recebe carjja ate" o dia 5 do corrente, encoir-
mendas, dinheiro a frete e passagens, ate" as 3 .flo-
ras da tarde do dia da sahida : sscriptorio
no Forte do Mattos n. 11
Porto
Segue com toda a brovidade a barca portugue-
ki Harmonia, por ter dous tercosda carga promp-
ts : para o rests da carga e psageiros, trata-^e
com os con*ignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
A C. Successores, a ma do Vigario o. 19.
Libras esterJinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
________Rua do Commercio n. 6.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. ?0.
Ne 1.' andar da rna do Vigario Thenorio n
LEILlO
DE
100 saceos com arroz, desembarcados ulti-
Rwmente
TERCA-FEIftA 5 DO CORRENTE
AVs 11 horaa.
No armazem do.-Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
Qprepotto do*gento Pestaua fara leilao, por
conU e risco de quera pertencer, de 200 saccos
com arroz, desemfearcados ullimamente, os quaes
serio vendidos em- lotes de I a 200 e a vontade
drw compradores.; o mesmo preposto e^pera a
concurrencia dos Sra. vendelliSes
TEKCA-FEUtA 5 DO CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA.
No. arraazem dgr. Anne?, drfronte d'alfandega
^l avisos DVERSOS
Leilao
DA
olBcina de pianos da rua do Imperador n. 58, de
J. Rigas, aotiga casa de J. Vignes
Em liquidaqao
CONSTANDODE:
^Pianos novos e usados, perten^as para pianos,
mochos. cordas, musicas, machinas para fazer bor-
dao, mogno, jacaranda em folha e moveis.
Dancos para marcineiros, nm grande sorti
tirnento de ferramentas, restos de madeiras, para-
fusos, chaves, dobradicas, lixa e ontros accessorios.
Uma machina para fazer cerveja, 2 ditas para
lavar roupa, e muitos outros objectos existentes
no arraazem e primeiro andar do sobrado da ma
do Imperador n. 53
Por intervened do agente Pinto.
I'erca-feira & de maio
0 leilao principiara ds 10 li2 horas.
Desde ja vender-seba em lotes, a vontade dos
compradores, nm grande sortimento de musicas.
Bom negocio.
Vende-se oh arrerr'a-se o gr.mi'e predio
de um andar e soiao, sito na rua do Bispo
Sardinha, proximo da igreja da Mhericonlia,
na cidade de Olinda, tendo duas oas sales
de frente, um salao no sotao, seis quartos
espagosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver
sos arvoredos, uma boa fonto d'agua, e
tendo az eanalisado. Achando-i'e prepara-
do com tod s os moveis in.lispensav is a
uma grande familia, setii assim vendido ou
Mm os moveis : a tratar nosta typographia
ou na rua da Uniao b. 49, suforado, atraz du
pc;o L F. CORGA
Confronte a alfande
de preto,
minar
6a, armazem pintado
que curiosos acabam de deno-
Jazigo
Commandante Capelle
E' esperado dos portos do sul ate o dia 10 do
corrente, seguindo depois da indispensavel demo-
ra para a Europa.
Com aviso previo, se podera segurar lugares pa-
ra passageiros e praca para carga, para Lisboa,
Havre e Antuerpia, e por baldea;ao para todos os
portos do continente : trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
i2Rua do CommercioEntrada pela rn*
do Torres.
ADMLMsTRACAO DOS CORRElOS DE PERNAM-
BUCO, 2 LE MAIO DE 1874.
Malas para o filo e Janeiro em direitura
Pelo vapor inglee Lalande se expedira corres-
pondencia para o lugar acima.
Recebem-se jornaes, impressos e cartas a regis
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ale 3
horas,. e etas ate 3 l|2, pagando porte duplo.
Afbnso do Rego Barros
Administrador.
THEATRO
Companhia Allianca Maritima
Portuense.
EMPREZA DE NAVEGAQiO EMIIE PORTUGAL E 0
BRASIL.
BARCA PORTLGUEZA
JMPREZ*JJIU PEKANTE
Sabbado 2 de maio.
Fecita em favor do autr.r.
Sexta representacao do Undo e freneneticamente
applaudido drama Mstorieo em 1 prologo, 4 actos
e 1 epilcgo, original brasileiro do Sr. Dr. Corte-
Real :
.\uiies .Uaciiado
heraii(;;i
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
LUSITANIA
sspera-se da Europa ate o dia 2i do corrente.e de
pois da demora do costume, seguira para Babia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos Ay res, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para onde recebera
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
IVilson Rove A C.
14----RUA DO COMMERCIO----14
espectaculo com a representacao
omica pelo actor Penante :
OU
do coiNleiimai!
Terminara o
da jocosa scena
Um jesuita na garganta
Principiara as 8 lj2 horas.
DOMINGO
As5 karas da tarde.
Setiina rcpre?entai;ao do importune drama na-
tional :
i\uoes Hachado
on
A lie ram; a do eondemnado.
Terminara o espectaculo com a segunda repre-
sentacao da applaudida comedia em 2 actos, es-
enpta pelo actor Penante, e por elle dedicada a
illnstre classe caixeiral, denominada :
VJVA A CAMARA MUNICIPAL
E 0
Porto por Lisboa,
Pretende seguir para os re-
feridos portos com poucos
dias de demora, a barca por-
tugueza Novo Silencio, de 1.' classe, capi-
tao Ferreira, por ter maior parte de sua
carga prompta, e para que lhes falla passa-
geiros, para os quaes tern commodos : tra-
ta-se com os cousignatarios Joaquim Jose"
Gongalves Beltrio & Filho, a rua do Com-
mercio n 5.
Este navio recebe carga 9 passageiros para Lis
qda e Porto, devendo sahir dentro em poucos dias,
visto ja ter parte do seu carregamento contra-
tado.
Agenles e coosignalarios
JOSE1 DA SILVA LOYO & FILHO
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
VavegHcilo csteira a vapor.
FERNANDO DE NOBONHA.
0 vapor Mandahu, comman-
dante Julio, segnira para
,'o^porto acima no dia 5 de
maio as 11 horas da mama.
Recebe carga ate o dia 4,
encommendas, passageiros e
inheiro a frete ate as 10 horas do dia da sahi-
dad: escriptono no Forte do Mattos n. 12.
LEILAO
DE
uma victoria nova, com ar-
reiospara dous cavaUos
Terca-l'cira 5 do corrente
A's II 11 horas.
0 agente Pinho Borges, competentemente autori-
sado, vendera em leila j, no dia acima, uma boni-
ta victoria de dous assentos, com arreios para 2
cavallos; a rua da Uniao n. 9, onde so effectuara
o leilao de moveis do Sr. Dr. Luiz de Carvalho.
LEILAO
LEILOES.
DE
300 saccos com feijao de diversas qualida-
des, desembarcados ullimamente
Ter/Qa-feira 5 do corrente
As 11 horas da manha
No armazem doSr. Annes defronte da al-
fandpga
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 300 saccos
com feijao de diversas qualidades, em um ou mais
lotes, a vontade dos compradores
TERCA-FEIRA 5 DO CORRENTE
is 11 horas em ponto
no referido armazem.
leilao
e=s
Para
moveis, loucas, vidros, pianos, 1 partida de
chapeos do Chile e 1 dita de feltro, para
tec ha r contas
Hoje
A's 11 horas em ponto.
No primeiro andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n 61
0 agemo Dias, competentemente autorisado, [
vendera em leilao deste dia icima dito, mobiliasJ
de jacaranda, com tampos de pedra, ditas de faia,
ditas de amarello, secretaries, guarda-loucas, me-
sas elasticas, marquezfies, marquezas, camas fran-
cezas, espelhos, I toilette de mogno, e muitos ou-
tros objectos que estarao patentes no acto do lei-
lao.
No
Agente Dias
LEILAO
Para o indicado porto pretende seguir
com a possivel brevidade o patacho portu-
guez Azurara, por ter a maior parte de seu'
carregamento engajado e para o resto que
lhe fal'a, trata-se com os consignatarios
foaquim Jose Gongalves BeUrao & Filho,
rua do Commercio n. 5.
A'g 5 horai.
THEATRO
Santo Antonio
KHPBKXA
UlESSAGERIES MARITIMES.
Linha mensal
Sabbado 2
A's 8 Ii9 horas da noite,
E
Domingo 3
-Vs & || horas da tarde.
Duas unicas
reprasentacoes dodram.i era 3 ados, original tran-
eez de Lambert Thibonst:
.4 REPEALICA AllS inttRES
Uenoniiiiaodo dos aetas.
Espera-se da Europa do dia 8 do corrente
em diaote. segurado depois da demora do costume
para Buenos Ayres, tocando na Bahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
Para fretei, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismesdy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
AHACATY.
Para o Aracaty vai sahir com rauita brevidade
o bem conhecido hiate Joao Valle, para carga a
frete a tratar com Joao Jose da Cnnha Lages, na
rua do Vigario n. 33, 1." andar, ou eom o rues-
tre a bordo em frente ao trapicbe Dantas.
DE
moveis, loucas e vidros
SEGLNDA-FEIRA i DO CORRENTE
Jis 11 hv-ras da manha
Em o primeiro andar do sobrado da rua da
Aurora n. 79, junto & estacSo da via fer-
rea de Olinda.
0 agente Dias, competentemente antorisado por
uma familia que mudou de residence para a cor-
te do imperio, levara a leilao, no dia e hora acima
designados, os moveis e mais artigos alii existen-
tes
A SABER:
Uma magniiica mobilia de mogno, gosto moder-
do, composta de 1 tofa, 2 consolos, tampos de pe-
pra, 2 cadeiras de braco e 18 ditas de guarnicao,
1 dita de jacaranda, composta de 1 sofa, 4 cadei-
ras de bracos, 12 de gnarnigao e 2 consolos, tam-
pos de pedra, 1 piano de armario, 1 guarda-rou-
pa, 6 cadeiras austriacas, 6 cadeiras de junco, 1
mesa envernisada, 1 espelho eom eabide, 1 san-
tuario, obra perfeita e muito bera acabada, 3 la-
vatorios envernisados, 1 qnartinheira, 1 marque-
zao, 1 etager, 2 consolos, 1 lavatorio de ferro com
espelho, i candieiro de gaz, 2 pares de jarros
grandes, lanternas com pes de metal fino, casti-
caes de vidro, palmatorias com mangas, copos,
calices e compoteiras de vidro, 1 galheleiro de me-
tal, 4 garrafas de vidro, facas egarfos inglezes,
z apparelhos de porcelana para lavatorio, 1 dito
de porcelana branca para jantar, 1 relogio de pa
rede, jarros e bacias, e ontros muitos artigos per
tenceates a casa de n.milia.
DE
mindezas, perfumarias, fazendas e papel para
forrar casa
QUARTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
as 11 horas eni ponto.
I.0 andar da rua do Vigario Thenorio
n 11.
0 preposto do agonte Postana fara.-laBSt* par
ooui e rtsco fle quern pertencer, de 26 duzias de
ceroulas de linho, 20 duzias de per I'umarias, 2 du-
z!as de porta-retratos, S duzias de cruzes de mar-
fim, 2 duzias de bctoes para punho, de metal, 3
ditas de ditos de martira, com lettras, 2 ditas de
guarnicao para camisa, de metal, 3 dius de ma-
dreperola, 10 ditas de collarinbos, 3 ditas de le-
ques de sandalo, 2 ditas de abotoadcras para co-
letes, 2 ditas de espelhos de mao, 2 ditas de gar-
rafas, com tinta encarnada, 2 ditas de brincos,
graode quantidade de pecas de papel de diversos
gostos para forrar casas, e finalmente diversos
chapeos de merino preto para homem.
QUARTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
\o 1. andar do sobrado da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
0 administrador dtste estabelecimento, a bun
dos interesses daqnella firma, vende a dinheiro a
vista :
Batatas, baratissimas.
Feijao mulatinho muito claro e tenro, em sac-
cos, baratissirao.
, Latas com cinco galSes de gaz, Devois, a Sf 300.
Arroz superior a 2|400 a arroba.
Caixas com 40 cartas de fogo da China sup< rior
a 6J2O0.
Manteiga franceza nova de 1874, da marca PLG,
a 740 rs. a libra.
Os mais generos que existem no mesmo estabe-
lecimento, faz se a elles precos proporcionaes
aquelles declarados.
CASA DA PORTIA.
AOS 4:000*000.
BILHETES GAMNTIDOS.
i' rua Primeiro de Mar^o (outr'ora rua di
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantidi
la T parte das loterias a beneficio da matriz
da Escada (98"), que se exlrabira na quarta-feira,
6 do' mez vindouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
CM PORgAODE 1009000 PARA C1HA.
Bilhete inteiro 3|500
Meiobilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Precisase deuma pessoa para tomar conia
de uma laverna, que tenha bastante pratica e de
fiador de sua conducta : narua Duque de Caxias
n. 22.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modellos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; corao aejam : Alpbonse Bt-
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff k> C : no Vapor
France/., a'ua do Baiao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. a precos muito commodos.
Mobilia de vime.
Caleiras de bal: ii?o, de braco, de gnarni(des,
sofas, jardineira^-, mess, conversadeiras e eosta-
reiras, tcdo isto muito bom por serem fortes a
leves, eos mate proprios.moveis para saletas e gi-
binetes de recreio.
No armazem do Vapor Francez, rua do BarSo
da Victoria n. 7. oulr'oaa Nova,
Perfumarias-
Finos estrartos, Lanhas, oleos, opiata e pos den-
tiific*', agna de fl- r de laranja, agua de toilete,
ilivina, flurida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
irosmeticos, muitos artigodelii'ados cm pe/fnma-
na para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua ile Cologne, tudo de primeira qualidade
dos I eui couliecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de phantazias.
Espelhes, leqnes, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita^de eooro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bt-ngalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lantprna' magica?,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatelia, quadros com paisagens
globos de papel para illiiminacdes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilliarias.
Brinquedos para, rneninos.
A roaior vnriedade que se pode drsejar de tc
dos os brinquedos fabricados em ditlerntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resurridos que i possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vi'/-
toria outr'ora Nova n. 7.
A 9$
Proleslo.
Constando me que o negociante da pra;a de
Pernambuco, Joaquim Jose Ramos, ao ausentar-se
para a Europa, descontara uma ou mais lettras
que se Hguram aceitas por mim, venho protestar
contra esse acto criminoso, e fazer publico que
nao aceitei leltra alguma era favor do mesmo Ra-
mos, e portanto falsas sao todas as lettras que
se acharem aceitas por uim em favor do mesmo.
E para que cheguc essa nolicia ao conhecimento
de todos farei publicar o presente nos jornaes da
capital desta provincia e da de Pernambuco.
Eogenho Castanha Grande, 24 de abril de 1874.
Manoel i^avalcaote de Mello.
Tendo de se medir no dia 1 de maio os ler-
renos de Santo Amaro das Salinas, que medeiam
entre o ccmiterio inglez e a camboa da Tacaruna,
afim de serem dados a inventirio pelo fallecimento
do major Jose Joaquim do Rego Barros, pede-se
aos interessados par aforamento ou por outro
jooiqaer maio .-e sirvam comparecer com os seu?
accumentes as 9 hjras da manha do referido dia
a rua do Lima n. 38.
Recife, 38 de abril de 1874.
Segundo e ultimo
Leilao
rua
De uma casa na rua do Dique, sntiga
das Carrocas n. 23
Quarta-feira 6 do corrente
As' 11 boras em ponto.
NO 1. ANDAR DA RUA DO VIGARIO THE-
NORIO N. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 1 casa terrea
na rua do Dique, antiga rna das Carrocas n. 23,
a qual tem os seguintes commodos: 2 salas, 2
qaarto3, cozinha fora, cacimba e quintal todo mu-
rado, a qual foi avaiiada em 3.000*000, e rende
3004000 annuaes, servindo de base a quantia de
1:800*000 offerecida no primeiro leilao; os Srs.
pretendentes poderao examina-la, pois se acha
alugada.
QUARTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
as 11 horas
no 1. andar da rua do Vigario Thenorio n. 11.
Grande e importante
Aluga-3e 2 casas novas na Capunga, com
varios commodos para familia: a tratar no mes-
mo lugar a rua das Crioulas n 3, atd as 9 horas
da manha ou desa hora em diante no Largo do
Paraizo, venda n. 14.
Botinas para homem
Acabam de chezar grandes jaeturas de botinas
de bezrrm. de cordavSo. de pelica. de dnraque
com biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9#O00 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS prctas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salio, brancos,
protcs e de i-ores differentes, bordados,
SAPATOS dc tapetes. Chariot, ca3tor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para rneninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
J BOTINADOS e sapaldes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a tfapoleao e a Guilherme, pcnwir.A
meias pc-rneiras para liomens, e meias perneira
para meninos.
No arma oni do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Leil
ao
ta-
Rio dirande do Sul
Para o porto acima seguira com brevidade o
p.tacho nacional Africano, por ter parte do sea
carregamento engajado ; para o resto da carga,
trata-se com Silva & Cascao, a raa da Cadeia nu
mero 60.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segnn com poucos dias
de demora a barca portugaeza Feliz Uniao por
ter a maior parte de sen carregamento engajado,
s para o resto que lhe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose oncalves Eeltrao A Fi-J
shOj | rra dp Commercio n. S.
DE
uina factura de toucan
SEGUNDA-FEIRA 4 DO CORRENTE
as 10 1 [-2 horas em ponto
No 1." andar da rua do Vigario Thenorio n. 11.
ao correr do marteUo
Opreposto do agente Pestana, competentemen-
te antorisado, fara leilao, por conta e risco de
quem pertencer, de 100 apparelhos para jantar
com fnzos, diversas duzias de tijellas brancas, com
pes, ditas de ditas mid pes, ditas de sonpeiras, ditas
de pratos para forno, fundos e redondos, ditas de
eompoteiras redondas, ditas da pratos razos, feitio
inglez, ditas de molheiros, ditas de cafeteiras, ditas
de pratos ovaes, com azas, ditas de leiteiras, com
tampos, ditas de ditas sera tampos e ditas de sala-
deiras, as qnaes serao vendidas a vontade dos Srs.
compradores; o mesmo preposto convida a todos
os Srs. vendelhoss, pois a occasiao e optima
AO CORRER DO MARTELLO
SEGUNDA-FEIRA 4 DO CORRENTE
DA
arma^ao, generos e rosis utensilios da
verna sita a" rua Imperial n. 153
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neris e mais utensilios da taverna sita a rua Im-
perial n. 153, em um ou mais lotes, a vontade dos
compradores ; as pessoas que quizerem examinar
o balanco, podera dlrigir-se ao escriptorio do mes-
mo preposto, livre e de3embaracado de qualqaer
onus
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
as If horas.
0 leilao tera lugar na referida taverna.
Aluga-se um moleque de 18 annos
a tratar na rua, Primeiro de Marco
18.__________________
I00S de gralilicacao.
Engenho Santos Mendes.
Fugio no dia 20 de de dezembro de 1873, do
engenho Santos Mendes, comarca de Nazareth,
freguezia de Tracunhaem, a escrava M la, 30 annos de idade, pouco mais ou menos, bai-
xa, grossa, cor preta, rosto alquebrado, pes sec-
cos e espaoadof, dedos curtos, sendo os dcus
grandes mais compridos, ja tem cabellos brancos,
canellas Qnas, tem dous signaes cabelludos no
queixo, gosta do beber aguardente e ass'stir a
sambas, anda fingindo-se douda, e e bem ladina :
a pessoa que entregar esta escrava ao seu dnno
que 6 o Sr. do engenho acima Laurenttno Gomes
da Cunha Pereira Beltrao, ou no Bccife, largo do
Corpo Santo n. 19, 1.* andar, sera recompensa-
da com a quantia de 100J.
Paris, 36, Rna Vivlenne, D
H333H medecin srtciu
MS HPFH'IHB'J DIS 9KXCA1S, AS i'FECCOU
cn" *fcTA;OTS DO M1WCB.
13i),000curas dasinpl.
leyu.puslulas. her pet,
iarna, comixoet, aeri-
I monia, e ullergoes, vi-
le insas do sangue, vi-
rus, euUeiuiOes Uu sangue. .Xarope vegetal
sem mercurio). Beparatlvaa teieliti
MHM MSNEBAE8 tomao-se dous poi
semaca, seguindo o tractamento Depurativo : 4
empregado nns mesmas molestias.
I Este Xarope Citracto de
[ferrodeCH^BLE,cani
immldiatamente qual-
I |'ier pur gar ao re Ul-
tra coo, t debxliiade,
e lgualuieme os jiuxos e floret brancas das
mulheres. Esta iujeccao benigna erapregasss
eom o Xarope de Citracto de ferro.
eorroid) Pom ada queascunems dias.
POMADA ANTIHERPET1CA
Contra: nas affeeeoes eutaneas e romiioes
PILULAS VECETAES DEPURATIVAS
do chabip, cada frasco vrai accompahad*
de um folbeto.
AVISO A08 SRS. MEDICOS.
I Cart eaurrhos, iomm
coqueluehes, irritacoes
nervosas sas dos bren*
ehios e todas as doenfot
I do pcito; buU to doenlt
ami colhe rcbdea derte xarope LV Focit.
Dr. CH1BU n Parti, ru Tl*lca, ,
DEPURATIF
dn SANG
PLUCJb
CO PA Hi)
Sirop du
DrF0RGET
A professora publica D. Maria Candida de
F[gueiredo, competentemente habilitada, se pro-
poe a ensinar na casa de sua residencia, a rua
estreita do Rosario n. 2i 1 andar, desenho e
musica.
Da li^oes de desenho nas quartas felras e sab-
bados de todas as semanas, das 3 as o horas da
tarde ; e de musica as mesmas horas nos dias de
segundas e quintas-feiras de todas as semanas.
Aluga-se por preco razoavel a loja do sobrado
n, 41 da rua doRangel, a qual ja tem armacao
e presta-se para qualquer negocio : a tratar no
2* andar com o proprietario do mesmo.________
A professora publica D. Maria Candida de
Figueiredo, competentemente habilitada pela di-
rectoria geral da instrueoao publica da licoes de
lingua franceza, nas terras e sextas-feiras de todas
semanas das 3 as o boras da tarde, na casa de sua
residencia, a rua estreita do Rosario n. 2i, 1
andar.
Vgrinlia
Precisa-sa de uma negrinha de 7 a 10 annos,
para andar com uma menina : a tratar na rua da
Alegria n. 40. _____
Leilao
DE
uma mobilia de jacaranda, massica e quasi nova
1 cama franceza tambera de jacaranda, 2 apara-
dores de amarello, novos, 1 tapete quasi novo,
forrode uma sala de visita, 2 commodas, 1 mar-
quezao e outros moveis que serao vendidos
ao correr do TuarteHo
Sexta-feira 8 de maio
As 11 horas cm ponto
Por intervencao do agente Pino
Rua do Bom Jesus n. 3.,
Servira de base para o leilao as offertas obtidas
particular
em particular pelos objectos acima de*cr>ptos,
A's 10 1 j2 horas em ponto I fedroqw^.entre8a se ,uar*fiDd0 act0 da
Attencao
0 'Uixo assignado, lendo no Diario de Per-
namOhbo de 17 do corrente, um otflcio do presi-
dente da provincia an juiz municipal do termo de
Bezerros, acerca da liquidacSo do espolio do pa-
dre Luiz Antonio Pereira de Brito, vem pelo pre.
sente declarar que a propriedade de nome Cumbe,
que faz parte do mesmo espolio, lhe esta penho-
rada por divida dos ante-possuidores da mesma
propriedade, e que portanto desde ja protesta pela
conservacao de seu direito, e justici afim de em
tempo opportuno fazer valer seu direito.
Cidade doJtio-Formoso, 14 de abril de 1874.
______________Manoel Joso de Oliveira.
Joaquim AHtunes de 01ivira, lendo no IHa-
rto de Pernambuco do 1.* de maio deste anno, um
annuncio do leilao das dividas da firma de Bastos
& Lemos, nao se entendendo conseguiDlemente
com elle o debitj que na mesma relacao vem em
frente do seu ncme.
Recife, 2 de maio de 1874.
_____________Joaqnim Antunes de Oliveira.
bepusito botca Franceza
22 Rna da Cruz 22
Fugio o preto Joao, que tera
oflicio de funileiro.
No doming.. 22 de raarco, pelas 4 horas da tar-
de, fugio o preto J :!>- idade 26 annos mais on
menos, cJr fula, rosto redondo, estatura regular,
secco do corpo, falta de dous dentes na frente,
usa de bigode e pera, mas tem pouco cabeilo, le-
vou diversas pecas de roupa em uso, tambera usa
de um annel de pedra branca, tem oflicio de fu-
nileiro e qaando bebe da para fallador ; foi cria-
do em Nazareth, e alii aprendeu o officio, na loja
do Leocadio, a |uem foi comprado; nao obstante
ester elle seohor desses lugares, ha indicios de
que anda nestt cidade : pede-se portanto as au-
toridades pcii;i.ies e capilaes de campo a sua
auprehensio e leva-lo a lose Joaquim Lima Bai-
rao, ao largo do Corpo Santo n. 2, qne generosa-
mente gratiticara.
saaa^baassg^'iMNai ii f i vnsmaagmWkWkwmm
D. Anna Josepha Vencelenci* Sc
tlmi'iila.
JoM Paulino Lopes de Almeida
convida i todos cs pa rentes e ami-
g'is para assistirem nma missa qne
manda celebrar na igreja do Rosa-
sirki da Boa-Vista por alma de sua
esposa D. Anna Josepha Vencelen-
cia de Almeida, on dia 3 de maio,
as S boras da manha ; e desde ja se confessa gra-
to a todas as pessoas |ue se dignarem assistir.
Francisco Antonio Correia Cardosovendoo
seu noine entre os dos devedores da massa falhda
de Bastos & Lemos, cujas dividas o Sr. Dr. joix
do commercio msndou vender em leilao pel*
agente Franoisco Ignacio Pinto, declara que nada
deve aos ditos Ba-tos it Lemos, como provara com
os documentos de quitacao existentes em seu po-
der. Recife, 1 de maio de 1874.
Da-se 9004 a juros de 1 1/2 0/0, com garan-
tia dehypeiheca em bera de raiz : nesta typogra-:
phia se dira quem da
Precisa se de LOO* a premio sob hypo-
theca : a quem convier annuncie para ser procu-
rado. _________^_____^^^
Roga-se ao Sr. Joaquim Pereira Ramos, que
tenba a bondade de comparecer a rua de Marciho
Dias n. 45, das 6 as 0 horas da manha, ou i se-
cretaria da santa casa de misencordia, a negocio
de sea interesso.
Os abaixo assign ados fazem &cieote ao pu-
blico e com ospecialidade ao corpo do commercio,
que dissolverain ncsti data asociedade que tmbam
na taverna sita no bec-o do Campello n. 4, cujo
activo e passive tica a cargo do socio Albino An-
tonio da Rosa, e o soci > Antonio Gomes da Costa
Leite paga e sntbfeito de seu capital e lucros ate a
presente data. Recife, 27 do abril de 1874.
Antonio Gomes da Costa Leite.
Albino Antonio da Rosa.
CRIADO
Precisa se de am que seja de bom comporta-
mento e que tenha pratica, para fazer as com-
pras e o mais service doroestico de casa de fami-
lia ; ria rna da. Imperatrii n. 15, primeiro andar.
*
*'

-j.! MM,


Zl
mmmgmm

3iario.de Pernambueo Sabbado 2 de Maio de 1874.

i
\


Feilor,*
Precisa-se de nm feitor para sitio one entenda
do mesmc : na ma do Rnngel n. 37.________
VIGOR M CVBELLO
DE
Segnro e admiravel
RSSTAURADOR E TONIGO
PARA Q CABELLO
Concorre para nm be to c per-
feko penteado
Torna os cab. Ilos macios, brandos e lu-
sidios, perfumando-os com um aroma de
especial delicadeza, que tao apurado tern
sido*
MOFINA
Esta encouraxjado 111
Agin mole em pcdra dura
Tanto da ate que-a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mell
scrivao mi cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
stair aquelle negocio que S. S. se compromer.su a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Sns de dexsmbro de 1871, e depois para Janeiro,
passou affevereiro e abril de *87J,e nada eumprio;
-e per este motivo e de novo chamado para ditr
9m, peie S. S. se deve lembrar que este negocio
de man de oito annos, e quando o Sr. sea niho s*
chava neeta eidade.
Collegio prticular
DE
instrucqao primaria para o
sexo feminine
D. France!ina Dornellas Pessoa, achando se ba-
bilitada na forma das leis reguiadoras da ins-
truccao publica da provincia, abrira no dia 1. de
maio proximo futuro, na casa n. 51 da rua do
Barao da Victoria, am collegio, em qae serao
reeebidas aluronas pensionistas, meiopensionistas
e externas, afim de se educarem religiosa e civil-
mente, de se instruirem nas materias de nm com
pleto carso elementar, de se aplicarem a obras de
agulha e bordados de todas as especies, e a tra-
bamar em flores, mediante nma razoavel remu-
ueracio. Os Srs. pais de familias poderao desde
ia dirigir-se ao mencionado collegio, onde ser-lhes-
hao dados os necessaries esclarecimentes e infor-
macSes, e onde encontrarao aberta a matricula
para as educandas.
Recife, IK de abril de 1874._______________
Aluga-se o andar e o arraazem do sobrado
- da rua dos Burgos (Recife) n. 11 : a tratar na rua
da Praia n. 20, com Jose Feliciano Nazareth.
Hamais de um anno fagio desta cidade do Re-
cife, e se soppde nella oecolto, o escravo Jose, com
os aigDaes seguintes : cor preta, de altura regu-
lar, com 25 annos de idade, pouco mais ou menos,
tern Jalta de denies na frente, sendo porem o sig-
nal mais sensivel uma escrescencia na palpebra
Tae parece wgn de um olbo : quem o capturar,
' -iga-o a rua Direita n. 119, ou Saudades n. 32,
!ue sera generosamente recompensado pelo seu
-seuhor.
m
LARA1E1RAS
selecta e de urabigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e sapoteiroj de 11 pahnas (em vasos) e de todos
es tamanhos e precos mais commodos que dan-
tee ; assim como as seguintes outras plantas de
fructa e de ornate :
Abacati.
Acacia.
Ariticum a r>6.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja da ilbina.
Dita do ceo.
E outras plantas :
ura n. 25.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de nmbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palracira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Dozed a.
Ubaia.
na Capunga a rua d a_Ven-
i Trastes.
Compra se vende-se trastes novos
W e usados no arenazem da rua o Im-
a perador n. 48.
Precisa-se de um caiseiro com bastante pfa-
tica de taveraa ; e que de* fiador de sua condu-
cta : a tratar na rna V*elba de Santa Rita n. CO.
Precisa se da quaAtia de 300# a juros de 2
0[0 ao mez, e por espaco d -eis mezes a um anno,
dando-se garantia a conte^ito da pessoa que fizer
esse negocio : quern pretetAder, deixe carta fecha-
da nesta typjgraphia, com a'* iniciaes WWW.
Aluga-se a loja n. 3 da .'< da Iroperatriz :
na mesma rua n. 1.
i Consultorio medico
S DO
J Dr. Murill*.
J/. RUA DA CRUZ N. 26, 2.' ANDAR.
jd Receni-chegado da Eurepa, onde fre-
9 quentou os hospitaes de Paris e Londres,
Cl pode ser procurado a qualquer hora do
"ZJ dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consul tas das 6 horas da man hi as 8 I -
ras, e do meio dia as duas da tarde.
GratU aos pobres.
ESfEClALIDADES.
Molestias de seohoras, da pelie e de
Cl orianca.
O 1DVOGADO
AfT; incumbe-se de promover ccbrancas amigavel
ou judicialmei te, assim con o de outros negecios
concernente:! a sua profissao, nos lugares proxi-
mos a linha f rrea, e nos ontros termos proximos
a esta cidade; para cujo a uxilio tern o annun-
ciaute solicitadores habiliudos e probos, respon-
abihsando-si no entanto pela boa getao e conta
do qae lhe f jr confiada
Mediante :nodico honorario acode aos ehmados
para diligen;ias ou consultas f6ra da cidade e do I
termo incumbe-se da defeza de appellacSes ante i
o iriboaal-da reiac5o. Pode ser proenrado de
meio dia as 3 bora da tards em sea escriptorlo
* rua do Dcqae de Caxia." n.3J. !
I
31
HI If hm
Coiistnictor cafinador de-pianos
i\ua do Iraperador
Pleycl & Ilerz,
33
e afamadas casas
e antigo director das offlci-
aberto sna casa dr
Ek-alinador das antigas
aa casa Alphonse Bloodel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem
eoacertos e aHna;3es de pianos, <|iialquer que seja o usiado do instrumento.
A mesma ca?a acaba de receber nm gran*; sortimenio de pianos dos melhnres fabricante?
de Paris, como Rrard Pleyel, Henri Bert e Alpkonse Blondel) todos os pianos sihidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca cs pianos usados.
49 Rua do Imperailur 49
Ha nesle estabelecimento o melhor sortimeuto de pianos dos mais afamades autores,
como sJo : Here, Pleyel, Hap, *tc. Offerece-e tambem uma qualidade de pianos sup-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-9e pianos usados em troca.
Conceftam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
qae ha sempre o mais mpleto sortisiento de materiaes para oowcertar pianos, corao
sao: cepos, follia para os mesmos, cravelhos, parafusos, enstor, camursa, cordas,
marfira, etc., etc.
49 RUA nOlMPERAIfOR 49
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
LOPES &C
ESTABELEOMEMTO DE PRHEIRA ORDEM
Rua do Hiiian da Vicliria n. 14, soirado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO DE JAINEIRO
Acha-se montgdo sob as melhoies cordifoe; r^e arte, e aberte 4
concurrencia publica, este estabelecimento, o primetro, setndavida,
desta provincia, no qual se tiram rttratos pelos melhorts e m3is
modernos sjstemas, empregando-se somente material de primeira
qual dade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e doracao.
Trabalh-se todos os dias uteis e de^uarda, desde as 10 boras
da manha is quatro da tarde, nao prejudicando 4 tempo de cfaova
ou nublado a perfeigao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copies, augmentando-as ou dimimiin-
do-as.
8$000
Uma duzia de retratos de uma so pessoa, em cartoes para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e augmentados b*
uma tabella de precos.
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
XAROPEDE CHLORAL
LECONTE
PROFESSOR DA J-AC0LTADE DE MEDICINA DE PARIg.
Este xarope tornado cm doses de uma colher pela manha e outra pela tarde 6 o calmante
mais admiravel de todos afjuellos conhecidos ate hoje, muito superior as preparacocs
opiaccas que tem todas o inconvoni.'ntedecon^oslionar o cerebro, e o bromureto de potas^io
que atrophia os orgSos; porcm estas propricdades tao preciosas nao se inanifestao se o
chloral nao cstiver chyniicamcntc piu-o, qualidade que so tem quando traz o sello do enii-
nente cnymirn o doutorLncoNTi;.
A
na ep
no hysterismo,
Ca
somno reparador c soocija<.Io.
di ao docnte um
VINHO e XAROPE TON I COR EGENERAD0R
DE QUINA e DE FERRO
De GRIMAULT e Cta, pharmaceuticos em PARIS.
Esta nova combinacao reune sob um pequeno volume, de forma agradavel e de gosto'dcli-
cioso, a quina tonico por excellencia, e o fcrro um dos prlncipaes elemcntos do sangue. "
As molestias contra as quaes o Xarope e o Vinho tonico-regenerador se tem mostrado muito
eiticazes sao : aamenorrhea, falta de menstruacao, dores de estomago, fastio, digestoes dlfficeis
e vagarosas, tlores brancas, menstrua?oes difficcis, lymphatismo, empobrecimento do sanmio.
escrofulas e estragos produzidos pelas molestias sy))hiliticas.
O prospecto contcm numerosos ^rtilicados de muitos membros da Academia do Mediclna
e proiossores da haculdado, que attcstao quo este precioso medicamento e o conservador da
w u'-.r I>or cx;"enc|a e o reconsUtuintc da economia animal, indispensavel as pesi
nabitao >s paizes quentes, como preservativo das epidemias.
Depositos cm Pernambuco: FERRFIRA, MAI A 9 C
tipaes pharmacias.de Portugal e do Brazil.
VINHO
pessoas que
M.-A BARBOZA. c nas prin-
e XAROPE oe OUSART
COM LACTOPHOSPHATO DE CAL
Os medicos dos grandes hospitaes de Paris receitao ambos estes roedicamentos. consldc'
rauos como reconstituintes e reparadorcs por excellencia para excttar o appetite, deepertar a
tome e consegulr a assimilacSo rapida dos alimentos. *
O seu eraprego suhrainistra is mulheres gravidas o elemento generador do feto, as amaa
um correchvo certo dos deteitos que possa ter o leito, e as criangas recem-nascidas e criadaa
com o biberon, um panacea admiravel, que, neutralizando as mas qualidades do leite, previne
e cura a diarrhe* a que sao propensos. "
-!** "jo'estias doe ossos, fracturas e feridas, apressa a soldadura dos ossos. Tornado pelaa
S2S?f'P ^m mSsmo ^'eii que os melhores ferruginosos; pelos tisicos cicatriz3o rapida-
n.lSa.^.ii^ifiK8 os.puknoes' e *mt}m P*108 convalescentea e os velhos, pelas pessoas
usadas pelo trabalho e pelos excessos ajuda-lhes a reeobrar as forcas esgostada* ou perdidas.
PILULASdeBURINduBUISSON
(IODURETO DE FERRO MANGANEZ) aptnradai |*la Iradeaia de ltdicina k Paris.
-.tL^&e&ciH a ,requente dM P'1""** de iodureto de ferro provem do que n5o entra n-ellaa
SffffiSffiaWZSr 4chaun,do- < ^?^^j2^-*.^l.^.?^^.?^.*.:Bulti^ approvad.. pela
Irregular!*
da. menstniacao, e nos accldentes de slphilis constltucional.
'^SS^0!.^ Pernambuco : FBRREIR*. HAIA e C: M.-A. BARBOZA. a naa nrin.
tipaea pharmacias de Portugal e do Brazil. mm^mvmm, o um pro*
PHOSPHATOdeFERRO
De KEI.4S,
liharmateHtiet, DOUTOR em sciencias.
Todos os ferruginosos conhecidos ate hoje, produzem grandes Irritacoes e prisSo de ventre
Ou porqueo estomago n5o pode supportal-os on entjo he que necessitSo do succo gastrico
para asstmilar-se ao organismo. O que hoje recommondamos ao publica he um liquido que
nao tem gosto nem sabor de (erro, n3o i>nnegrcce os denies, e como se assimlla Imme*
diatamente, n5o produznehum dos maos ofteitos que acabaiaos decitar.
A cura he rapida e cfhta nas cores pai.mdas, chiorosbs, e dssilidadbs, ella regulariza a
juitSTMnACXo e ajuda vigorosamente as co.nv>lescen5as difficeis; em uciapalavra.e o panacea
certo dc todas as molestias quo tem por origem a pobreza do sangttf, e o remedlo mais
energico para reanimar as forcas debilitadas pelas fatigas ou pelos ^rdores do clima,
Enx&quecas, Ddres de Cabeoa, Nerralgias
Be f.itiMn r C,
CURA RAPIDA II W-1.^H| I 1111 f '
PEL0 llklCy^la/^S.Jlirll PHARACEUT.COS EM PAR.S.
Basla provar uma vea este medicamento para se fioar convencido da sua efficacia. Uma
sd dos, dilmda era um pouco d'agua com assucar, (az desapparecer as mais das vczes a
mais violent* cnxa i<:eca ou nevralgia. E" por este motivo que elle foi adniiUido na nova
P^afaijcopca L*.icc4a publicada pv-lo gevemo.
.Dcp^siUn m Pernambuco: FERRBIRA.-MAIA &; -
ppa ; plisj.aacia* lie P irtugnl e do Brazil,
.-A. BARBOZA, e nas piin*
Devedores.
Os proprietarlos da Confait aria do Camp-s, i
rua do Impi rador n. 24, pedem aos seu9 devedores
que tem sido remissos, 0 tavor de vircm pagars us
debitns ale 0 dia 8 de abrd proximo vindouros
avisam aos mesmos que se ate aquclla data nao e e
tiverem -aldos, verao sous notnes ne=te jrna>-
am dislini-cao de pess-ia algitdli.
f^"^\
PUNDICAO DO BOWMAN
rua do mm w. m
2i--Rua do Marquez de Olinda -24
Kquitia de beece Largo
Participa a 9eus freguezes e amigos que mudon
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualidai es, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de -onro, inglez, descuberto, dos melhores
fabricaotes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunet.s
de tod?s as qualidades, tudo por pre;os muito ba-
ratos.
LOJA DO PASSO
DG
Cordeiro Simoes k C.
Acabam do receber pelo vapor Mendosa :
Riquissimos cortes de gorgurio de seda lisos e
torn listras schamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contenflo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
fraojas, trancas, l.otoes, fiveiias, etc
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Arreada-se o engenho, Saltinho da fre-
guezia de Una, moente e corrente. Dito
engenho 6 bom d'agua, dista duas leguas dos
portosde Tamaiidare e Rio -Formrso, e tem
terras para ^afrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mesmo engenho com
o consenhor Henrique Augusto Milet, ou no
Recife com Leal & IrmSo, rua do Marquez
de Olinda n."56.
Raa uque de Oaxias.
0 Sr. Antonio Ribeiro Pomes, caixeiro a rua do
Duque de Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de mutuo interesse, isto per se
ipnorar sua rcsidencia domestica.
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia i do cor-
i, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
(Vass^'ulo o ct'siariz)
VbOEM 106 nbfirtt If ul'- nho e ":'.i^ .- .' s. p fcu.j-.:- ratiorei de m
..ussuio o favor Oe uina *i.-.U a seu els-be!ec.:t i:!y, ptra verem o tovo lortimeptt
otnplet' que ahi tera; send.-, tudo superior em qcali-lr.'le e for'.;il5?; i qoe com a ins
cclo pesa >al pede-ae veriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LuGAR DE SUA FUNDICAO
Jonnitfta a tfnJaa A9t%t*no ^9 ma'8 nJO'iemos tyetemai eem l>
f liporOS 9 rOQao Q wgutt manbos couveoientes para at diverias
ircomsUDciaa do aenhorei proprietarioa e p3ra descarocar algodSo.
Hoendas de canna SSE 0i t3a5anb09' a?:inc!corS qoe 4qai
Jodas dentadas ^JDimae'-l?nl e vapor-
Taixas ie ferro fmidido, batido 0 de cob: a.
Ihmbique3 9 fundos de alambiques.
tfachinismos
Bombas
para mandioca e algoJio,]
epara ferrarmideira.
Podeudo todoa
ger movido8 a mao
'por agoa, vtpor,
de patente, garantidaa........ )oo aniroaes.
Todas as machines e pecai de qne 8e oeta:D, preci"r,
^as qualquer concerto dc msobi,liBmo'a pr* ffiQi rwmm-
PormAR (\fl flfllTO tem a8 mtlQOr6' e milt D,ra?as existtLiei no mer-
f?Ti4>r\TViman .'ULUiniJlOUUHa. ude dog CjieDtefi iembraado-lbea a vauugem de fazeresn
aai comprai por iutermedio de peasoa eatendfda, e qoe em quaiqoer rt^saidade p6d
itt prettar aoxilio.
irados americancs ** ***
RUA DO BRU:
0
>?.
PASSANPO O CHA.VABIZ
FUNDICAO DE FERRO
a
4' raa do Bariio do Trinmpho {nm ioBmu) ns. 100a 104
CARDOSO IRMAO
AVISAM aos senbores de engenhos e outros sgricultores e ao publico em geral qua
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragrns e machinas ne-
cessarias aos estaibe'lecimentos agricolas, as mais mode; nas e melhor olva qce tem vindo
ao mercado.
V apOrCS defcr^a de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os raolhores quo tem vindo no merado
L aldeiraS fe sobresalente para
Moendas foteiraa
rente
eseravo de neme JoseBorges,
os signaes segumtes: cabra,
tendo
PENHORES
Na wavessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e briihantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
vapores.
e meias moendas, obra como nunca aqai Yew.
I aiXaS JnHldldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOUaS 0. agUa COm cubaje de ferro, fortes e bem acabada*.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios eapitos para Tapores.
OOmDaS de ferro, de repucho.
AfaUOS de diversas qualidades.
z"n ^"^W para aSSUCar,grandes e pquenas.
as de JiVersos e bonitos gostm.
COgOeS irancezeS para lerha e carvao, obra superior.
Ditos ditos p8ragaz.
Jarros de ferro fundido
iPesde ferro
! Machina
ValVUlaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
Bancos e sofas
annos pouco raais ou menos, boa figura, um tanto I VsMSHWMsS QeierrO lUndlUO, francez
grosso e espadaiido, sendo o signal mais visivel 1
gomma na junta do pe esquerdo: roga se a todas
as autoridades e capitaes de campo, queiram ap-
prebender dito escravo e leval-o ao reterido enge-
nho,^ ou oesta praca a Oliveira Filhos A C, largo
do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamente
recompensades.
-ffiTf -VT

para jardim.
para mesa e banco,
para gelar ?gua.
-
tersa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Precisase de
rua Direita n. 10.
batedores : na refinacao da
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
viccia de Alagoae, comarca do Porto Calvo> a
menos de uma Tegoa distante do porto de m# do
Gamella, tem oxcellantes terras, matas, e safreja
regularroeate 2,C00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario a. 31.
com titas de madeira, para jardim.
ConcertOS con^m com promptidao qualquer obra on machine, nara o qu
sua fabnea bem montada, com grande e bom pessoal.
nJneOmmendaS mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
. -m jno iv para q?e.se co/respondem cc:n uma respeitavel casa de Londrfo
lita^Lr^ins, T^* m*ifeiT0S d,e Inglaterra ; incumbemF-se de mandar assentar
masmacntnas, e se responsabihsam pelo bom trabalho das mesmas.
KraadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
___________PUNDICAO DE CUDOSO A IRMAO.
~~ODILON DUARTE k IRMAO
o CflBELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
DA
\'. 10,200
Pede-.se ao Sr. Jose" Caetano, da America Stus-
trada, o favor de apparecer na rua Primeiro do
Marcs n. 7 A, 1andar, a negocio de seu interesse
Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar com
o Sr. Antonio Jose de Freilas, roga por tan to o fa-
vor de apparecer a rua d Cruz n. 6, armazem.
IMPERATRIZ
!. ANDAR.
RI'A
HA
IMPKR4TRI7.
i. 82
t. ANDAR.
Aluga-se a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rua Duqne de La-
xias : a tratar na loja.
I
I
I
X Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
PARTEIRO E OPERADOR
JP.Rua do Yigronde de Albuquer-JP
39 m
{
f
MEDICO-CIRL'RCICO
DO
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o Mrf melbores coc-
dic?oes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capiul, e as Exmas 5ra*. n'^.
quillo que fdr tendente & arte de cabelleireiro. "*-"*"
_ Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tunete chieimn
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos. desenhos em cabeilosV quadroVt- -
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello
O estabelecimento acha-se prorido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e fiW
rinos de modas e por .sso pode vender 20 /, menos que outro qualquer, garantido
perfeicao no trabalho, agrado, stneendade e prego razoavel. OUUUOJ
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabelloa nm
porgSo e a rfitalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
m
1
m
qiie n
ESPECFAL1DADE
Molesdaa de aenlioraa e
meninoii.
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os sens cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serSo visitados em saas casas.
*
i
*#??? mm****-**
Sanoento Filho mu-
a rua da Aurora n.
r ; entreda pelo oi-
Collegio de S. Sebastiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada scientiQca aos senhores pais
de familias e a quem mais convir possa, que as
aulas de seu collegio continuam a funccionar em
a casa da rua Direita u. 36, 2 andar.
___________Manoella Aagnsta de Mello Rego.
Aluga-se ou vende-se um escravo carrocei-
ro, idade quarenta annos: na rua do Hospicjo
n. 81.
Na rua do Imperador
n.28
preeisa-je fallar aos seguintes senhores :
DomiDgos Martins de Barros .Vonteiro.
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Francijco Upes Lima (VazareUU
Manoel Pereira Brandao
Manoel dos Passos Miranda.
Tneotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Pontna
AIM PIBIIW
A primeira cadeira da aula publica para o sexo
feminino da freguezia de Santo Antonio, funcciona'
no 2* andar da rua do Barao da Victoria n 31 na po'oacao de Apipucos e com muitos eommo-
entrada pela rua das Flores. j dos : a tratar no andar do sobrado
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agoslo aaiagrande cast
lommo-
dam
. SAQUES
Carvalho 10, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
lades e villas de Portugal, & vista e a praio
por todos os paquetos.
vessa da rua do vigario, n. I.escriptorio.
Caroe vertle
De domingo 3 do corrente em dianta bavei.
carne verde i vends, sendo de 1* qualidade ;
acougue novo da rua do Bario do TrioBpho (ou-
tr on do Brum) n. 17.

r
j
m*m*imm


6
2iario de Feraaiabm5o Sabbado 2 de'
am
u jr.;s
De 1:000$ a 2:000*, amis ou menos, com hypo-
thec;} em casas jmi n cida.le : se dira quern da
Bas roas da [alnr-
nnmero 5.
striz n. 38, loia, cu Imperial
Beinviodo lugio.
No dia 21 do corrente fugio o escravo
acima, Undo os signaes seguintes : idade 25
annos mais ou menos, cdr fula, cabellos
carapiahos e um pouco crcscidos, cabeca
cbata, estatura regular, um tanto magro, e
tern no rosto bastantes signaes de beiigas,
usa de cbape'o de couro, e levuu cairns e
camisa do algodaozinlio : roga se a todas as
autonomies e capitaes decarrpo, queiram
apprebeuder dito escravo, e leval-o a" rua da
Madre de Deus n. 5, 1." andar, das 9 as 4
horas da tnrde, ou a* rua da Imperamz n.
4, t. andar, que serao recompensados.
CASA Di FlfiF
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
4a bilhetes da loteria do Bio, cuja extraccao an
aunciara pelos jornaes.
Precos.
Intriro 24|000
Meio 12|000
Quarto 6$000
Macoel Martins Fiuza.
Maio, de
ltU
d Consnllorio nieflco-cirarrico ft
\ A. B. da Silva Maia. ft
0\ Rua do Visconde de Albuquerque n.
M 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
0 a. 11.
tg Chamados : a qualquer hora.
O Consultas : Aos po.tes gratis, das J as
i?j I horas da tarde.
Alleii<#u.
Precisa se de ama senhora qne esteja habilitada
Eara cnsiaar o portuguez, francez, piano, costuras,
erdaaos, etc, etc., e que queira ir para um en-
genho porto de uma das estates do Recife a S.
Francisco, para ensinar a nmas menicas que ja
eetlo principiadas, paga-se 1.0000, e gratiQca-se
gradaando : a tratar nas Cinco Pontas n. 82.
Arrenla-seo engtnho Jussaral-grande, no
terrao do Sonnhaera, o qual esta situado a legoa
e meia Ja cstacao da Escada ; e bom moedcr com
agna, e de muito. boa produ/cao, tanto de canas
como de raandioca : a tratar com o proprietary
do m"s no. no en^n'.io California, em Serinhaem
Alng:.-.e um pretj para todo servico, inelu-
resi cozinh i, pop t imbem eotender : a tratar na
praca do C Nao so prestando o pequeno eipaco do armazem
n. 10 A, a ma da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das divorsas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto ontro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde node
rio os senhores freguezes dirigir-se, certos de
que, como ate" aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as differente? raarcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tern sido annunciadas, acaba
de chegar uma eocommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne" tambem o: tenha com relacio ao pequeno lu-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Dominguej do Carmo e Silva.
0 BACHAREL MIGUEL AMORIM gg
jP Advogado 5C
-c*. Rua do Imperador n, 71.
Empreza dogaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu uliimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cojas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidus aos
seus freguezes pelo prego mais razoavel possivel.
Precisa-seds nma escrava para cozinhar e
comprar : a tratar na rua Mmeiro dc Marco b
Piecisase de uma ama que saiba cozinhar
eengommar: a tratar na praca do Corpo Santo
n. 17, 3 au;ar.
Ama
Precisa-se de
uma ama para
cosinhar e fazer outros me-
nores servlgo de casa de
pouca -familia, preferindo se
escrava; naru do "apibari-
be n.r40.________________
Aluga se uma escrava para todo servico de
casa : na rua do Imperador n. so, 3 andar.
EM
Grande escala
S6 o n. 20
A* rua do Crespi, lija das 3 prlas

fazenmf mtms
\\
LOJA DO PAVAO
Precisa-se de-uma ama para cozinhar para
uma familia, composta de duas pessoas a tratar
no pateo dn Paraizo n. 28, 2 andar.
-- PreeUa-se de duas amas, uma
mtra par
axiasn. 22
_. para cozinhar
e outra para lavar e engommar: na rua Duque de
AMA
Na rua Neva n. 6
precisa-se de
uma ama que cozinhe com perreicao,
para casa de homem solteiro.
KA
R
ua
Cranadina
da lmperatriz
PARA LIQUIDAR
n.
60
rs.
preta a 500
cvado.
O Pav3o vende granadina preta e lavrada
CA.MISAS
Precisa-se de uma forra ou
escrava, para casa de farm
Iia : a tratar na rua de Hor-
tas p. IS, ou na rua Duque da Gaxjas n. 111.
Muita attencao
Havendo sido subtrahida ou exiraviada do po-
d'-r da Sr. b. Isabel Lucas da Silva, uma letra
de sen aceilo, na importancia de 1:260^000 e
saccada pel. Sr. Manoel Scares Pinheiro, e isto
quanjo dita lettra ja havia sido resgatada pels
aceit.mte, declara-se pelo presente meio que mais
nenhum valor em semelhante titulo, visto ja ha-
ver sido remida aobrigacio por ella representa-
da, e quo por conseguinte de nenhum proveito
sari para a^cella pessoa, em cuja mao por Ven-
tura ella s.j ache, protestando se proced calmer.'. contra quem quer que tenha sido o sub
traftor, i u qne d" ma fe pretenda utilisar-se da
meocionsda lettra.
_ Rccifl2 -l (ie abril de l87'-
Aos paisde familia
Aal assignada faz lembrar ao? chefes de
familia, tai to daqui con.o de fora, que continua
wia au! de mstruc.a) primaria para o sexo
fe .'-au >, na casa do sua residencia a rua do Ca-
bu( n. 16, ode alem dos primeiros conhecimen-
tos, ensina 8 rrammatica n: cional, franrez, musi-
cs, piano e danga, pnis para i^sj tem habeis mes-
Ires, c qranto a trahalno de agulha, ensina tolas
: iju ida!- s de bordados, e entre esse o de ouro
>de:.!ti relevo: e t-ahalhos de la e crochet de
lades, promette todo o di.-wllo e ca-
i m su is alnmnas, e hem a mp !i no cumprimento do seu magisterio.
a internas, e afianca commodidade

Fortonata Fortes

i
A
:
(
)UR0
n
V,
fietes garaptidos
io da Victoria (outr'ora Mova
S3, e casa do costume.
assignado acaba de vender nos seh;
u- iln !-s a sorte de 700i000 em um
bill de n 27'.'.), alem de outras series
m''i iOjOOO e StlfOOO da lotoria qne se
8*a i ranir ((J7' ; convida aos gossuidores
i !'or, que promptamente serao pagos.
0 m i abaixo assigna !o convftla ao respeit*
para vir ao sau estabelecimento com
prar os mull i felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
tir ir quai'i'i ; remio, como prova pelos me.-mi s
ac ancios
a venda 03 muiu felies bilhetes ga-
- tidoo da 7- pane da lotoria a beuefkio da
: da K-cada, que 3e extrahira no dia
6 Jo 1.. iy vj idouro.
Precos
Inteiro 4*00ii
2*000
tto tOO^OOO para cima.
Inteiro 3*900
Meio 1*730
Rec abril de 187V
Joao Jotujum da Costa LeiU.
Constando aos abaixo assignado achar-se nes-
ta praca 0 Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Barra e Preguica, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo 0 obitquio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente aes referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
____________________Tasso Irtnaos i C.
Vicente fugio.
Na noite de 13 fara la de margo do corrente
inno fogio o mulati Vicente, escravo, de 20 annos
le idade, bonita Ggura, barba e e3tatura regular,
ev;.ndo vestida eem um sac:o roupa de algndao
branco e alguma mais fina pertencente a um cai-
xeiro dr. ca a d'unde fugio ; natural da freene-
zia de Sant'Anna do Maltos, diz ser li^re, casado,
e ter sido crhdo em corapaahia da madrinha Dv
Anna Luiza da Li;z, de quem alias foi escravo :'
roga-?e, portanto, aos senhores capiiaes de campr.
e autoridades poliejaes a apprehensao do dito es-
cravo, e entrega-lo na efdade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Jnaquira Moreira Reis, ouna
cidade do Assu ao Sr. Torquat) Augusto de Oli-
veira Baptista, que serao gmerosamente gratifi
cados. B
IB
Gu lave, cabclle reiro, a rua do Marquez de
a n. SI, prmeiro andar, precisa de um habil
de barbeiro ; paga-se bem.
offleinl
Preci
hotel de
teresse.
Cavallaria.
'filar com 0 Sr. tenente Roma, no
ic s, a negocio do sen particular in-
Ao publico
0 abaixo assignadu, como procurador de Joa-
quim Jose R mos, lends neste jornai um protesto
assignadj pelo S Manoel Cavalcanie de Mello,
sobre ama letra de seu aneite, pede ao respeitavel
publico quo suspenda seu juizo ate que receba de
dito Ramos os esc'arecimentos que mandou Dedir
Recife, 28 de abril de 1871. F
_______________Joaquim Francisco Bastos.
Fsta fugida a eserav 1 mulata, Maria, de 24
annos, baixa, corcunda, cabellos carapinhos, rosto
comprido e falta de denies. pe< malfeit >s e dedos
todos iguaes, toma rap-1, 6 muito mentirosa, cos-
tuma a dizer que e" livre, e que b casada com um
inglez empregado no Cambrone, de nome Henri-
que, por quem tern sido seduzida ; ja tem sido
admittida de ama em casa de familia com 0 nome
de Ro^a. Protesta se com todo 0 rigor da lei con
tra quem a tiver occulta.: quem a pegar, leve a a
rua da lmperatriz n. 6, que sera bem recompen-
sado.
Rieas bandeijas
Para asamentos, bailes e baptigados.
Quem quizer obter nma bandeij* ricamente en
feitada, dirija-se a Confertaria do Campos
Ja mandando ou indo encommendar, ja com-
prando alii todos os enfeites, constando do seguin
Bolos finos para enfeitar.
Doces sab-rosissimos para enfeitar.
Figuras allegoricas para enfeitar.
Papeis arrendados para enlei ar.
Bouquets para noivos.
Alii
Encontrase sempre 0 seguiote :
Fiambres inglezes.
Budins >
Bolos >
Paes de 16 linos.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em profusao.
Filhos (sonhrs de mnlvina).
Doces em calda, ralado e secco.
Bolachinhr.s de mil qualidades.
fSugar Waffers vanilla) para dietas.
Gelea de mocoto, desinfectada.
Amendoas, confeitos, etc.
Cha verdadeiro das Garavanas.
Cafe do Java (verd deiro).
Tuda isto na
________CO.NFEITARIA DO CAMPOS
Alteneao.
Precisa-se de um empregado do confianea, que
de* fiador a sua conlucta, para tomar conU da es-
cripturacao e oaixa, e mais servico da loja da tin
turaria franceza, rua ia lmperatriz n. 55 : a quem
convier, dirija-se a mesma._______
Grande fabrico demarmore
de Belvoys dt Sampans
(Jura) Franca
Esta grande fabr ca ex'-cuta qualquer encom-
mendi deste genero, como sejam : oroamentos,
chamines, balcoes e ladrilhos de qualquer natu-
reza e desenho : os concorrentes deste genero po
derao ver, precos correntes, explic coes e dese
nhos, e as encomtnenlas a tratar em casa de Kel-
ler & C, rua do Bom Jesus n. 55.
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar; e para casa da pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16, 1. andar.
DE
<-E 1) HI ItllE t C.
Juit.t a loja da csqniua.
MLTI.NS CHINEZES,
Proprios para vestido os mais moiernos, pelo
dirainuto preco de 280 rs. 0 eorado, e pechincha !
Dao-se amostr. s j
OUGANDYS DE COHF.S.
Fazenda fina e com bonilos padrees, pelo dimi-!
nuto preQo de 320 rs. 0 covado, e pecchincha I
Dao se amostras.
CHITAS COM PANNO DE CRETO.NE.
Fazenda finissima, com lindos podioes, pelo di-
Lk-i flSC'JCEZAS. illatlapoiao enfestado a-S9000
Completo sortimento de 12s e.-cocezas, e para a !?
acabar se vende a 210 rs. 0 covado ; 6 pechincbal
Dao-se amostras 0 PavSo vende p^as de madapolio en-' finas de (JJDOtO a 10JtO: assim com.
- 'CASSA LANE. festado, pelo barat) prec/j de 38000 a pega. grande sortioento de -ceroulas de linho e d^
boS^td"reqnuio ^^^%i^zr^i0*> cTi20 rrta algodf/por pre5cs br&tosie tamem r
pclodiminuto preco de 200 rs. 0 covado Toe f00?- wtas com Si jardas muito boa complete sortimento de puobos e colUrinL:-
G9000, 6J500 e 7W)O0. tanto de linho como de algndao, por pre^
FRANCEZAS A 2^000, 5*500
-3C>U00 E 3.T5O0.
chincha
0 I'uvao veode um bonilo sorttAMito I-
camisas francezes com paito de algdio,
SC00O e 3f 100. Ditas com p. ito de linh-
de 3?O0J a J?000. Ditas borUndas mat
Dao-se amostras.
CtJITAS CLARAS.
Com bonitos padroes, que se v>.-nde a 260 rs. 0
covado ; 6 pechincha Dao-se amo.-tras.
HOLLANDA.
Brim Hollanda, liso, 0 qne ha de mais lino, pro-
prio para costumes de homens e meninos e ves
5JJ000.
fazenda,
[ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS. em conta.
0 PavSo tem um grande sortimento de Espartiilaos a 3c500, -ft^OOO *
I alpacas pretas, que vende a 5->0, 6i0 e 800 [ 5^evo.
;rs. 0 covado. assim como grande sorti-'
mento de cantoes, bombazinas, princezas| 0 Pavao vende am ionito sr.rtimenlo dt
tidos para senhoras, por ser muito fino e linho Pretasi menn6s, e outras muitas fazendas esparl^lbos modernos
puro, e e ven !e pelo dimiouto pre^o de 560 rs. 'proprias para luto.
0 covado; e pec incha I Dao-se amostras. Scdinhus a f'OOO
BRINS DE CORES. n D ,.".,,
Brins de cores, linho puro, com bonitos pa- Fav3 vende sedas com "Strmhas de
drSes e que se vende pelo dimmuto preco de 560 cores a 15600 0 covado. Ditas com pai-
rs. 0 covado ; e" pechincha I Dao-se a-rostras. Iminhas a-^000. Ditas com toque de mofo
CAMISAS DE CRETO.NE. a 15000 e 1*400.
Camisa decretone, 0 que ha de mais fip;s, CAMBRAIA VICTORIA A 4JJ0OO, 4^500,
05000 E 7$000.
0 Pav3o vende um grande sortimento de
3250,, 41000 t
5cOOO,^ssim como um bfonito sortlment-
desiesbrncas, bordadas, 5^000 e5OO0
e ditas de lasinha de corus a 3^900 : e* 1 <
chincha.
com linlos padrSes e que .-e vende a 40^009 a
duzia e 3^500 cada uma.; e pechinch t I so se
vendo
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA I
JANELLAS, DE 7 ATE' 25?O00 OPAR
0 Pavao vende um grande sortimento &>
cortinados bordados, proprios para cama e
Assim como um deposito de mais fazendas que'cambraia Victoria e transparent3 com '' janellas.pelo barato pn.co vendem por menos do que em outra qualquer 8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos' 1O0OOO ate 25^000, assim c-mo : coli-
de 49O0O, 4JJ500, 55000, 65000 e 7i000 ^ d.imasco de la muito fina de lOfcOOi'
a per;a. assim como, ditas de salpico bran-' l-5?000 cada uma.
co, a 7j$'>00, <5 pochiucha.
cores a 43 ; & pechin
se
parte, como sejam
Cortes de casemira de
cha I
Idem de brim pardo fino a IjSOO; id 1.
Colchas de fustao com ba-ra, muito grandea a
k& : idem.
Idem idem brancas, idem idem, a 3i ; idem.
NOVAS LAZ1SHAS ,A 560 RS.
0 Pavao recebou pelo ultimo vapor uu
Cobertas de chita adamascada fina, idem idem elegante s 'rt'mento das mah. liulaslaiznhas
a 3^500 ; idem.
para vesti ios, sendo transparentes com as
fe?fh iS2!fr.,iSSUfM5 "^ ;.idem- mais delicaJas cores, e m-dernissimos pa-
'droes, que vende pelo barato preco de 56-1
rs. 0 covado, & rua da lmperatriz n 60. Iricriirnic
L1QUIDACAO DE ROUPA PARA HO.MFNS.
0 Pavao vende um gran le sortimento de
roupss para homens, sendo palitots saccos,
! ditos fraks, tan'o decasemira preta e de co-
BRAMANTES A 15S00, 3-5000 E 8#500
0 Pavao vende bramanles para lenjOes
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 A
algodfio a 1 'WOO t 3*000 a tara, e de lin):
Lengos de ea-sa com barra a lit) 0 a duzia ;
idem.
Idem i icm idem brano; abainhados a 23000 ;
idem.
Idem
duzi .
Seroulas de linho e algodao a 18^ a duzia.
a 25*00, 2-5800 e 35000 a vara: e pecki
cba.
em caixinhas muit.j lindas a 3yo00 a
'lambraia Victoria fina a 3J8O0 a peca ; 6 pe- res, como de panno ; a?sim como um avul-
chincha.
Algodao marca T largo a 43300 e S a peca.
Madapolao fino a 4.5800 a peca.
Madapolao ftancez muito fino a 6i a peca.
Brim pardo muito fino a 400 rs 0 covadj;
pechincha.
Cambraia transparente, 0 que ha de mais fina
a (ii a peca.
Baptislas de cores modernas e com lindos pa-
droes a 400 rs. 0 covido
Dao-se arr
tado sortimento dacalgas de ca-emira preta,
decor, de brim de cor e branco, eini
grande sortimento de colletes de todas as
; qualidades.
Tendo tambem um bom sortimento de
A 55000, 05000 ETftGOO
0 Pavao vende c6rtes de case.mtras pav.
calcas, send., padroes mod. rnos, pelo ban
to preco de 55000, 65000 e 75000 0 c6rt-
assim como : pannos pre'os dos melL-
quo tc-m vindo ao mercado, dc- 45O00. 85 -
1OC00O.
I'
ESMEHAI.DI.NA A 800 RS.
camisas inglezas e frjncezas ; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende
?JL C0ViJ0 d grande P^chiQcha toc,.as.as rouP'1s a im> mencionalas pelo ba- novas que torn riirto ao mo'c
%A ratiss.mo proCo, por querer bqaidar na loja | para VC;ti,1(K> Vl,,jc ,',,
bO 0 11. 20 da roafida Imp ratr.z a. 60, de Feki Perci- Jo de 800 rs. o c^
V fu do Cresp, 1 j $das 5 p rtas
0 Pavio recebeu um bonilo sortitne:.:
das mais 1. gantes esmcraldiuas com listi.
de seda, sen Jo em cores e padroes as mai-
frcado, proprias
aratissiro pr
, i\

Advooacia.
1*
m
-%? baeiinrcl Tliomnz C'liavos 3a
advogado no Corn da comarca do Bon:
' Jardim in'-umhe se de promover cobran- *j?
i-as amigavel ou judicialmente na mesm 52
; comarca. .-'
g
Boa casa n. 7
Aluga-se nos Coelhjs, confronte ao hospital Pe
droll, assofradada, independente de cutras casas,
grande quintal murado, cocheira, quartos para
criados, commodis independentes para duas fa-
milies, porlo de embarqoe e banhos salgados, em-
lim e uma bella casa de campo par* qnem quer
estar livre do rebolico dos carros, principalmente
dos pestilenros apparelhos Drainage : a tratar na
mesmo lugar, em uma taverna defronte do dito
hospital.
o
DE
GI ll.lli: HUE <& .
Junto a loja da csqiiin^.
estabelecimento acha-sc ab das G boras da manna aa 9
lioras da notte.
ra da Silva.
Acha-se constant?.nente aberto
as6 de noite.
a da [mperatri:
in. 60.
( ...eo o do PAVAO, da? 6 torn da man' i
Socicdade.
Da sociedade em uma taverna bem afregue
zada,au:ua pessoa que teaha inteira praties do
ni ilhados, qu i nao seja crianea, entrando com al-
gum capital: para infonnac.-es, na rua de Santo
Am... i n. 2.
Aluga-se
a easa lerr a ci m crmliscommodos para familia,
exten o quintal murad5 e arborisado, e outras
nwjtas c oinodidades, no melhor local do patei
da Paz, (Afogadosl : a fallarao sacristao da matriz
para Vila, e no Becife, tiatar a rua das Cinco-
Punt..s n 31.
0 abaixo assignado raz sciente a quem in-
tertssar possa que letiron se da seciedade que ti-
nha na pharmacia n. 11, a rua do Cabuga ; que
g\rava sob a Drma de Brito & Sallanha ; fieando
o socio Marcelin > Jos6 de Brito re.-ponsavel por
todo o passivo, segundo a escriplura de distrato,
as notas do tabelliao Porto f'anviro
Becife, 22 de abril de I87i.
_______Jo-e B. Ferreira de Araujo Saldanha
Marcelino JosC de Brito, abaixo assignado,
partKipa ao respeitovel publico que tern dissolvido
amigavelmente a sociedade que tinha na pharma-
cia, cita ao largo da matriz de Santo Antonio, n.
oil' 1om Sr-Jos6 Raymundo Ferreira de Araujo
baldanha, fieando este inteiramrnle desoncrado de
todo o activo e passivo da mesma pharmacia e a
cargo do annnnciante t,.da a respon?abilidad'e do
mesmo activo e passivo.
Ouirosim, fazcerto ae respeitavel publico e vom
mercio. que se tetn associado cm outra pessoa na
mesma pharmacia. enj i firma "de hoje em diante
gyraraMarcelino Jose de Brito & C
Becife, 30 de abril de 1874.
^^^^^ Marcelino Jose de Brito.
Aluga-se
Nao ha mais cabellos
mwm mwai
S6o umcaapprovada pelas academias d
ciencias. reconhecida superior a toda qne
tem an;-- 'rido ate" hoj<>. Deposit princi-
pal a ru J Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez dc Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas rp boticas e cas?s de cabellpi
U ii i miilbcr de boa conducta offerece se para
anr lie de homem solteiro e servico interno,
pou cozinln bem : em Fora de Portas, rua dos
Guararapes n. 77.
Precisa-se
de alugar uma preta escrava de meia idade que
sirva para vender -a rua : a tratar na rua das
Cinco-Pontai n. 93. _______
AO COMMERCfO
csanaix) ajslgnados de^laram que n'e9ta data
eixou de sor sen caixeiro o Sr. Antonio Jose" de
outo. Rm-ife, 30 de abril de 1874.
___,__________ Pinto da Suva & Cascao.
iiik-nc^i
Jih "ta le a,,! a qn.a.n,ia. de m* a am escravo
Mzmbe>ro pars, sua alforria, e ir pagando mensal
mente: a tratar na rua Imperial n^94
to/JHliciro frawrz.
Quem precisar de um perito cozioheiro francez
tanto para hotl como pasa panicnlar : dirija-se
aoh otel Bordeaux, para tratar.
na Torre um bom silio, com muitas fructeiras e
com boa cssa para grande familia.
Uma casa no mesmo lugar, nova, com 2 salas,
3 quartos, cozinha e despensa, quarto para cria
dos e bom quintal.
Uma dita dito dito nova, com 2 salas, 3 quartos,
cozinha, despensa e bom quintal.
Duas ditas dito dito d to, pequenas, com 2 salas,
1 quarto, cozinha e grande quintal.
\ tratar na Capunga, porto do Lacerra, n. 32.
0 abaixo assignado faz ver ao publico e ao
corpo do commercio que por motivo de incommo-
des deixou dt-sde o dia 31 de Janeiro proximo
passado de ser caixeiro interessado do Sr. Jose
Francisco Paredes Porto em *ua loja d fazendas,
sita a rua da lmperatriz n. 82, que gvrava sob
a Anna de Paredes Porto & C, fieando pago e
satisfeito de seus ordenados e interesses.
Recife, 30 de abril de 187i.
______________Jos6 Thomaz da Silva.
0 Sr. Francisco Barges de Abreu Marques
tenha a bondade de comparecer a rua de Slarci-
lio Dias n. 45, das 6 as 9 horas da manna, afitn
de ter noticia do estado em que se achi o inven-
tario dos bens do easal de seu pai, fallecido em
CururupU, comatta de Guiraaraes, provincia do
Maranhao.
Veude se tres vaeeas de leite. muitu b.ia* :
na Capunga, no sitio do Jacobina, junto ao chafa-
riz n. 2o, por nao ter quem ante com ellas.
Venle-se um terreno com 152 palmos de
frente 3 trezentos a tantos de fundo : na Capun-
ga, sitio do Jacobina n. 25.
CAFE' DE JAVA
0 unico verdadeiro ven-
de-se na confejtaria do
pampes
Vi Imperador 2. |
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa
PASTILHAS PEITORAES
DE SUCCO DE ALFACE e LOURO CEREJA
De OBIJIAMT e C", pbarmaceuticM em FA
IrrTi mtes^do uZZft t"8, h quo
do
'Rig.
consesiiinte sSo
tempo mais ralmantej
APPEOVAIO P.'LA ACADEKJA EE MEDIOINA PE PARIS.
Dcvwn goserem accolhidas com loda a benevolenri;, nd ,, < .i, ,,-,.
A Ataiieniia julga qu
- M\jr. dc roc muicnda-
I'lo Dcnhuin medicamento n >vo
s medicos, : ;Ti'i>ara-
iro scr.ji-.i extrahindo
na rua do Crespo u IO. Qi I
Pcfaa dr madapolao fin. e Q \
largo, comtoque,a4i, 4#o00,34eo'^o00, C
~ e larga.
seda de cores, lavra-
fazendo modernissima
que tem por origan a pobreza de sa^eue
Alem nos convalesccntes, ou nas dcbilidades dc compleitao.
Depositos em Pernambuco
r beroiooerafUo das torcaa pcrJi i.,.
Cipacs pharmacias de Portugal e do Brazil.
f[]\dicao do mm
0 engenheiro Albert Gbouy, retirando-se tempo-
nriamenle para Inglaterra no .-apor Boyne, e nao
podendo ptla presteza de ua viagem de^pedir-se
pessoalment. de toJas as pessoas de sna amisade
o faz pelo presente, pedindo-lhes desculpa dessa
ralta involontaria e efferecendo alii o seu preti
mo aquelles que delle se queira utilisar
0 abaixo assignado tendo justo e contratado
comprar uma casa terrea no lugar da Cabanga n-
24, pertencente a Antonio Moreira Porto e sua mu-
Iherp. Anna Francisca Leonor, livre edesemba
ra^ada de qualquer onus, quem se achar com
direito a mes:na casa, annnncie no prazo de oito
dias. Becife, 29 de abril de 1874.
Manoel Francisco de Souza.
Sobrado da rua do JUaa que de
Oil-, a n. 5
As pessoa? que ttem procurado arrendar o
predio acima, onde foi estabelecimento de louca
do flnado Manoel Aotunes Vieira,qneiram apres n-
tar suas propostas em cartas fechada.-, no dia 9 de
maio proximo, ao men dia, no armazem da rua
do commercio n 8, onde serao abeitis ditas pro-
postas em presenca de tod os interessados. 0
arrendamento 6 de todo o predio (armazem, dous
acdares e sotao) ; os senhores pretendent s; po-
rem, podem fazer tambem propostas de parte se
melhor Ihes convier, indicando os seus fladores.
Becife, 30 de abril de 1874.
AVISO
Precisa se comprar dous escravos, pedreiro e
caranina, paga se be,m : a tratar na thesouraria
das Iotenas, a raa Primeiro de Marco n. 6.
Compra-so um portao de ferro: na rua do
n 68
Vr:
Curso de portuguez n) col-
legio da Conceicao.
inPn^fW ^JPtP'-mdJai Ribeiro Pessoa 88t
mcumtldo do refendo curso.
Precisa-se de uma mulher quo tenha ora
tica de vender na rua, preferse escrava: o Sr
ou Sra. que quizer alugar, dirrja-sa a rua de Pe-
dro Afknso, outr'ora rua da Praia 27.
Precisa se faHar ao Sr. Claudio Ideborgo
Carneiro Leal, a rua das Cruzes n 21, das>10 bo-
ras da manha as 3 da tarde.
Panno de algodao da Bahia.
Vei '
Faria
Fumos
Da Baha e do Bio, vende Joao Bodrigues de Fa
a a, rua do Amorim n. 33
Camisas de Mnlio com toque
gde suio, a Ja.'iOO e2/ cada uma, e pe-
chincha, isto so ua loja n. 10, a rua do
Crespo.
Xa rua da Ooncordia n. 2 veude-se um ter
reno ; e na mosraa casa ha uma senhora que se HSIGA e
offerece part ensinar em qunlquc-r engenho que -r-
fique pert-1 das est;ieoes da via-f-rrea.
Declar Qao
Vendo o meu nome entre os devedures a Drma
dos Srs. Bastos &. l^mjs, declare que nada devj,
e as minbas comas se acham de ha muito salda
das com aquella' firma. Recife, 1' de maio de
1875.
__________________Antonio Gomes Xetto
Attencao
Vende-S3 duas negrinhas pecas, muito boniias,
sendo una com 9 annos, e outra de '.0 na rua
Augusta n. 15'i.
FERREIRA, MAIA eC-;- M.-A. BARBOZA,
c nas
prin-
A influencia que tem os principlos resinosos do
pinneiro mantuno sobre o pnlm&o cm todos os
graos da tisica, he tao maravilhosa, que a medida
que desenvolve-se a sua accao, ve-se por assim
dizer o doente voltar a vida.
Nosso xarope fabricado com a seiva do pinhairo,
recoliuda logo ao sahir da arvore, contom os prin-
ciples resinosos com toda a sua energia c purcza ;
u effcito he pois immediato c scguro contra os
PllARJiACEL'TICO mBORDEOS
, cteUuxos, catarrho paImon^smaquidtaaT
is molestias do petto, qualquor (pie soj.i o sou ost.il...
ADLT e Cta, pharmaceuticos em PARIS.
t^^JL^m^L^^"5 aW hoie para a,iviar da *sthm* e das molestias Ja. via,
J^Srf& ? tod0S Prtbase scnsTAN-aAS tpxicAs que deixao um grande peso no cerebro
e alem d.sto sao sumamente perniciosas a intelligencik e k saudc en? jjeral
As propnedades do prmcipio activo do omtarao de Bengala que coiitem r
H,HioaiT;a^Is^?^.aPin_aLlcrcsPil?.alu.,"a fumaca. nola-se logo nma grande "iacih-
Vende-se
Cimento Portland.
Vinlios engarrafad.s
Madeira?
Sherry, de super'or qualidade.
Porto, fino.
Cera em velas.
Cldtom : na rua do Vigario n. 19, I" andar.
t^pro5r^dade-s d0 PrinciPio ac'Jv-J docanfeamo de Bengala que content"nossos ciuarros
HidimaimJ!;aveiS' que apcnas SC1CSP^ alguma fumaca,'nola-se logo tSna gr^nd?cfaal !
normalenSp''ar'menor PPrcssS. em palavra umalMo rapido, complete c inoffensi o
E3 LniSSS.C,arrosnao conte,m nenhui.principiot6.tico. Sao pois esles cigarros o unico
nar, nevroses, laryngite e em geral contra todas as molestias das vtas respiratoria*.
Depositos em Pernambuco : FERREIRA, HAIA e C* : M,-A. BARBOZA
capaes pharmacias de Portugal e do Brazil.
e nas prin
Vende de todas as qoalidades Joao Rodricues de
na rua do Amorim n. 33.
CALGA1KI
Paris n'Amerlca, a rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro aadar, acaba de receber um completo
sortimento de calcados estrangeiros para homem e !
senhora, vindo entre elles um Undo sortimento de
elegantes ehiquitos, sapatinhos e bolinas para'
criancas, que tudo,vende por precos razoaveis.
INJECCAOr CAPSULAS
______________Lao MAT
___________________IT
A iajeccSode Maliwromodio oasenaiataenlo an.,.lino
Ks e rhmanlcas. se
esteaiUniaoto dc nenhum genero, postb" que nao' ex
MfafamtS 8 e chaaicas, sem dores. sem possibilidade alguma
de accidentes, e sem occasionar
nenhuma accao corrosiya.
em contacto com as \ias urlnarias.^^ remcdio immediatanmle
A Injecpao e as Capsolas constituem reunidas
a qual nao resiste nenhuina bleunorrhagia.
uma medicac3o energies e inoflenslvi
de PEL/
Com
PlXui.AS
Salsa parrilha;
Nova remessa, excellento qualidade; vende-se
na ma do Vigario n. IB, andar.
- Vende-se 60,000 lelbas, 30 mil tijolosdeal-
venaria batida, deseceis mil de ladrilhos nua-
drados e 12,000 trjolos de tapamento ; as^im
como, jarras de todas as ^alidades, potes qnar-
tinnas e rasos para flore?, tndo muito barato pa-
aa rffL-pfawJSTny086 CarDeir da Cnnha,jliSVo a'rua daTmpen't'Z" mTO," paT^'AoTZ ^Depositos em Pernambuco: FraBIRA, uift VM- *.
; Jpaesphannacte8 da Portugal e do Brazil, '"*** ** BARBOZA, au pria-
avaria
A 4|000, 4#5M e 5^500
MadapolSes com toque de avatia, por muito ba- J
rate preco, em vista da qualidade ; assim como
saias de la avariadas a 4j quem pretender, ande
, ligejro a rua da ImDeratri? i
|se arrepeodar.
do Doutor GAZE NAVE


r
a---------


' "
DSario vie PpnaIltt)llco-, Sabbado 2 'de- Maio de 1>T4.
fazendas finas
Rua Primeiri.dc Marge n. 7A
DE
Cordeiro Sirtioes c C.
E' esUHwrn da? eisas- que bfijo pode cum pri-
mazia offawojr aos. sens frejrueaes um variadissi-
mo sortimento de fazendas finas pnra grande toi-
lette, e bem aira para uso ordinario 3e t das as
lasses, e por precos vautajosos, das quaes raz am
pequeno re sumo.
Maodam fazendas as ca?as. d.is preleadentes,
- para o que torn pessoal neces?ario, e J3o ainostras
mediaate penhor.
Cortes de seda de linda- cures.
Grosdeaapfes de todas as cures.
Gorjurao braaco, lizo. do tistras, preto, etc.
Si-tiaa Macao, preto e de cures.
Grosdcnaplcs preto.
Velludo preto.
firanadine de seda, preta e ide cures.
PopeUaas de lindos padrSes.
Filods soda, braaco. e preto.
''seas basquinas de seda.
" isaco* de merino de cores, la, etc.
lantas brasileiras.
Coites am cambraia braoca com- liudos borda-
Ricas -capellas e mantas para noivas.
KiquifliiPo sortimeoto de las com listras de
ijda.
Cambraias de cures.
Ditas maripuzaj, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padiots.
ftaptistas, padrCies deiicados.
Percalrra* d-> quadro?, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de cor, prowioe oara vestidos,
cum barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linho. c eites da
mesma cor, ultima mod?
Ditos de ei.mhiaia de cures.
Fustao de indas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para seuhoras, de linho e al-
godao.
Sortimento de luvas da veriadeira fabrics de
Jonvin, para hnmens 3 senhoias.
Vestuarios ; ara menic-.-s.
Ditos para h.i;>t::..ido.
'".hapeos para 0110.
Tonna* e gcardanapos adarr.aicados de linho de
cor. para mesa.
.-okhas de la.
Cortinados bordados.
Grande soitimrnto de camisas de lii'.bo, lizas e
bordada*,-para bomens.
Meias de i Ores para liomens, meninos e meni-
al
Jitas sseocezas.
ii>o?p!i"ti' gurtimcptft de chapeos do-'sol nara ho-
men* e seither.-.s.
Merino de uor para vestidos.
Dito preto, !n.n;:.Jo e ditu de "erao.
-nlbado de linho e algodao para toal
\toalhado :>a-!'.
Oamasco de la.
Brins de haho, hranco de core? e preto.
Setim de lindas cCres com li.-tras.
Chales ti? meiii > de cures e pretos.
Ditos de caern;ra.
Ditos dp sf da preta e de cores.
Ditos detouquim.
Cami=as de chila para h:mens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras c conso-
i Leneos btrdados e de l.-.htrinlho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de tola? as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
EspartilhW linos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senboras e meninae.
Ricas facha? de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
uso.
Damasco de seda.
Oasemira preta edecGres.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
tarlnhos, pnnfio* de linho e algodao, f-ravatas, !n-
vas de fin de BscSs*!*, 'apeles de todds os tama-
ohos, boteai de riagfm, pertw borda'dae para ho-
mens, leucjs de linho brancue dc cures, toalba?,
goardanautw, etc.. etc.
IV
arato.
Rua da Imperatriz n. 72
MS
MENDES GUIMARAES & IMlQS
grande sort:mcn'o da fazcudai. pra
[ia:a
res ma
Actba de receber um
COMO SEJAM :
PRETO A ia80B. LE^COS BB JJCOS 1 2^ CO.
GROSDiNAPLE
Vende-se grosdenarde p-eto para vc.-u !o Wtide-so IctiQOS brarcos.fl. os, 2*5000,
de senboras, a 1800, 25, 3$, 49, c oj? o 2?500 e =J? a :u7ia, ditM tie-bubo, a W,
covado. 55? e (i^ORO-a eluzia
PANNO TRETO A 27500. CROCUES PARA CADhiKAS A W300.
Vende-so panno preto de duas larguras,: Yendc-si! pannos de crocbe para cdeins,
para csl^as e palit6ts, a 2J550< 39, 3JJ500, a 19500 cada um, colchas de di o para
4, a 6JJDOO o covado.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 55000.
Vende-se cortes deca-emira preta para
calcas, a 5$, 6, 7J> e8$0V0 o coite.
MERINO' PRETO A 2980".
Venlesemerin6 preto lino, a 29800 e
1 39000 o covado.
BOMBAZ NA PRETA A 19500.
Vende-se bombaz na preta enfestada, a
19500, 19800 e 29000 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta fina, a SCO, 640,
800 rs. e 19000 0 covado.
FAZE.NDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 390.0.
Vende-se pegas de cambraia br;nca trans-
parent a 39, 49, 59 e GJ090, ditas de cam-
braia tapada, Victoria, a 39, 39800, 49
e 5^000.
CORTINAD03 PARA CAMA A 169000.
Vende secortinados bordados para cama,
a 169, 209, 253 < 309000.
CA.MBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores fin^s, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 cova<(o
CHIT AS I-ARGAS A 200 RS.
Vende-se chitas l.-rrgas para vestidos, a
240, 320 e 360 rs. 6 covado.
BRAMANTE A 19600.
vend.-se brnmnnte com 10 pslmos de
largo a 19600, 198(0 e 29500 0 metro.
MADAPOI.AO A 39000.
MADAPOl.AO I'RAN'CEZ A 79000.
Vonde-se pe?as de madapolao fr ncez
muit) fino, a 79, 89 e 109U00.
BRIM PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vende se brim pardo para colzas, a 400
rs. 0 covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 59000.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calcas, a 59, 5j?o00 c GtOCO.
GROSDE.NA1M E PRETO.
Vende-se grosdenap'e preto com
palmos de largura, a 59 0 covado.
ESGCIAO FINO A 29000.
VVnde se esqeiao fino de litiho, a 29,
29500, 35 e 49 o metro.
CHI IAS PA.UA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. 0 covado.
BRIM BRASCO A 1*000.
Vende-se brim branco de linho, a 19,
19280, 19600 e 29 0 tn.tro.
BRETANIIA DE U.MIO A 640 RS.
A' rua do Cabaga n. 1 A.
Os proprietaries da 1 redilecta, no intuito d.
:oBservar 0 bom concetto que teem merecido d(
I respeitavel publtco, distinguiudo 0 seu estabeleci
' mento dos mais qae negociam no mesmo generc
| .eem w.ientificar aos sens bons fregnexes qae pre
I a a-1 veuiram aosseus eurrespondeutes uas diversaspar-
;a d'Europa para Ihes envisrem por todos os pa-
quetes os objector de luxo e bom gosto, qne se-
jam mais bem aceitos pelas sociedales elegante.-
laquellus paizes, visto aproximar se 0 4empo dt
festa, em quo 0 bello sexo desta iinda Venez*
mais ostenla a riqueza de suas toillettes; e co
mo ja recebessem pelu paquete francez diverso
irligos da ultima moda, veem patcnteat algun-
l'entre elles que se tornam mais recommendaveis
jsperando do respoitavel publico a coatomada
toncurrencia.
Aderecos de tartamga os mais lindos qae teen,
iudo ao raeroado;
Albums com ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo- diversos tamanbos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha pnprios pars
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo
uitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato dt
vestidos de seuhora ; tambem tem para collete
palitot
Rolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de pallia, do chagrira, etc., etc., po
'aiato prego.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loacs
como de cdra, de borracha e de massa ; chama-
inos a attencao das Exmas. Sras. para este artipo
pois as vezes tornam-se as criancas um poaco im-
pertinentes por falta de um ubiecto que as en
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodac, de diversos pre-
4 1/2
COS.
Caixinhas enm musica, 0 que ha de mais lindo.
com disticos nas lampas e proprios para presen-
te
Coques osmai8 modernos e de diversos forma
tos.
Chapeospara si-nhora. Receberam um sortimentc
Vende-: e bretanha tie linho, a 6*0 rs. a'da ultima moda, tanto para seuhora, como pars
tneainw.
tJatiellas simples e com ve"o para nuivas.
.aicas bordadas para nieniuas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
vara.
Vende-se peQ3S de madapolao enfestado iua da Imperatriz n. 72.
FLANELI.A DE CORES A 800 RS.
V.ude-se tlaui.lla dc cores, a 800 rs.
covado i ^"nhos.
fORFRTOUFS 1)FATG0D\0 A 19400.! Sscovas eleclricas para denies, tern a propne
LU1J1.1UUHLS ut. aia.uuau a ># | ,,ade de evitar a c^je ^,5 dimte8.
Vende-se cobertores de pello a I4UU.. Frajas ,je seda pretas e de cures, exute um
Cobertas de cbita a !?80de 29. ditas en-'g-ande sortimento de divercas larguras e baratc
cc.rna -as, forradss, a 49, no Bazar National, | Drego.
Vende-se um pequeno si'io perio da esta-
00 do Salgaditiho, lendo de frente 150
palmos, e le fondos mais dt quatrocentus,
corn uma elegante casa d 'ai|ia, ncabada de
proxim e b m asseiada, tendo isal s, 2
quartos e c prio 1 bom fi; :-. '-icoos, b-ndo algQQiiS
artores di -rncto, sgua de beber e todo cer-
cado.
Para v.-r e mais explicn^Oes, no mesmo si-
tio a qualquerhora a eut^nder-se com Tris-
tao Francisco Torres, f pain tralar, na the-
souraris d s lolerias, rua 1 de Marco
n. 6.
pes de gapoti, aba.ate, fructa ;a -, romeira, figuei-
ra, larangeira cr.iv.1, parreiras, rozelras, dhalias e
outras florej- e fra-tas, :uio por preco commudi :
na Roa-Vista, rua dj \ isconde de Goyanna, outr'o-
ra Mondego p. 101,
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na loja de J. Porto, a rua Nova n. It, troca se
por cobre ou mesmo por sedulas, boas fazendas e
ronpas fcitas sem se uihar a lucro, somente para
vender muito. _
Pillulas Catharticas
de
a 39000. Dito inglez a 49500, 590
5^500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
C0RT1NAD0S PARA JANELLAS A 89000,
Vende-se 0 par de cortinados bordados.
para janellas, a 89 e 1090' 0 0 par.
ALGODAO A 4000.
Vende-se pegas de algodao, a 4^, S9 e
65O00.
CEROURAS A 19000.
Vende-se ceroulas de algodao, a 19000,
ditas finas de bramaiite a 195O0 e 29 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 29000.
Vende-se camisas brancas finas, a 29,
295C0, 39 e 49000.
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vende-se brins de cores para calces, a 400,
e 500 rs. 0 covadn.
CflA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a 800 rs., chales de
merin6 de cores, a 29, 39, 49 e 59^00.
COLCHAS DE CORES A 29000.
Vende se colchas de cores para c:ma, a
29, 39500 e49000.
COITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. 0 covado.
TAPETES A 49500.
Vende se tapetes para salas, de diversos
tamanhos, a 49500,
um.
CORTES DE CASSA A 39000.
Vende-se cortes de cassa rtiudas a 39
cadft um.
GRAV..TAS PARA SEMIORA A 19100.
Vende se gravatas para* senhoras, a 19,
ditas para homens a 5! 0 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 19C0O.
Vende se algodao enfestado p.'.ra lenses,
a 1(5000 a va-a.
GRANDE SORTIMENTO DE ROLTA FE1TA
Fitas de saria. <" g^rgprSo. de setim e de cba-
"lr><, de diverts larguras e fcopitas cores.
Faubas de gorgurao muito lindas.
Pu artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as flo:es, nlo so para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
(aloes de algodao, do la e dc seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
I.acos de cambraia e de seda do diversas core*
para sennora. r
Ligas de seda de cores e brancas bordadas part
n,-iva.
Livros para onvir missa, com capas de madre-
de
NACIONAL.
,. ,. ,* -j-. perola, marlim, os-o e velludo, tudo que ha
\ende sepahto-.sdepannopret'-, a59; '9, bom.
8(5 e 10^000. I Pentes de tartamga e mar-Su. para alisar os ca-
Vende-se palil6ts de alpaca preta, a 39, hel os ; teem tambem para tirar easpaa.
o-snn a 4-rMifi i Port'bouquet. Um bellu sortimento de madre-
djiouu e ni.wv. 1 pmi,a roarfim) flgso e douradospor barato preco.
Yen 'e-se calcas nretas de panno, a 49, i Perfumarfas. Nesie artigo esta a Predilecta bem
* v, ptoviAii na0 j,, em eK|racl0S) comi, em oleos e
baahas dos melhures udures, dos mais afamados
a 3(9, 39500 e fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica.
{ Coudray, Gosnel e Rimel ; s5o indispensaveis para
U, "9 e 89000.
S'ende-se colletes pretos,
'.90C0.
Vende-se ceroulas, a 1$, 1J500, 29 e
3^000.
y"t-nde-se camisas brancas, a 2$, 29500,
39 e 490OO.
Vende-se ccmisas de chit's, a 19V0O, tj|
e 3^000.
CrHTAS PRETAS A 320 RS.
a festa.
Saias bordadas para seuhora, por commodt
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
lisados.
Tapetes. Receben a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
' mo para entrada de salas.
Veslimentas para, baptisado 0 que ha de melhor
Kosto e os mais modernc s recebeu a Predilecta
Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 360, de or ar.to preco, para Hear ao alcance
rs. 0 cuvado. 1 qualquer bolsa.
i.AZiNOA a 2co rs. Rua do Cabuga n. 1
Vende-se Uzinhas para vi stidos, a 200,
320, 400 e 500 rs. o covado. No Bazar
59, 69 e 89000 cada : National, rua da Imperatriz n. 72, de Mcn-
i des Guimaraes & Irrnaos.
Afogados.
Vende-se uma casa tcrrea, na rua de is. Migue
n. 123, concertada de novo e preco commodo : a
tratar na rua de Cabuga n. 2 B.
SO' 0 BARATEIRO VENHAM VER
Ayer.
s
Fora todos oi effeitoa d
um remodio laxants.
Nao ha scguramenta, un
remedio tarn universalmcnte
procorado como um cathar-
tico on purcante, e nenham
(rutro tem Sldo tio usado em
todoa os paisea e por todaa as clauet, como estaa JMZXT7-
LAS, inavea maa effioazas. A raz&e 6 evideota, fonaio
om remedto tmito mai certo o efficaz que nenhum outrt.
Aquelles quo os teem ensaiado sabem que se teem cufado
pelo seu nso, os que nao os ensaiuao aabem-que aeus amigos
e visinhos se teem curado, e todo* connecem que o rcsultado
tirado uma vee, se Urara todaa g vezea, e que aa FILLV'
Z.AS nunca filhSo por consequeacia de erro ou negiigencla-
na ^ua composicSo.
. Temos nulhare? sobre milharcs de cettifioadof refertntaa as
dlstinctai tias que em seguld*ltineionamos, portm sendo taes curaa
conhicidfls em toda.a part* aonda te eario ^publics I-os aqui. Adaptadas a todas as idades e a
totas as conencoes, em todas as cHmas, nao conteudo oaktm-
elano nara. outra quaiquer droga. deleteria, ellaa podem ser
tomadas por quaiquer pesaqa com toda se^uran^a. Sua
capad'asMicir as consenra rerapre frescas, e as toma gosto-
sasaopalladir, seiido tambem puramente vegetaaa, nSo n
dem reaultar effeitos prejudiclaes se por acaso forem tomad
em qoze desmasiada. 0 papel que serve de coberta pars,
sada vidro leva uirecvoes miauciou* com rela^ic as secuin-
tes molCKtias que a? PII.XVX.Aa CATBAXTICAJS rapi-
damenta curao. Para a Dytpeptla ou Indigttt&t, DU-
pllcend*, l'.anguldtz, Xalta de Appetite* devea ser
tomadas m dose moderadn a fini de estimular o estoma0 e
rwUMeoer sum mnccaos taudaiau.
Para as Dotntas do t'tgado e suas diversas symptomas
Enxaqttecat BWoeat, Dor de Cabeea, Iciertcia, Col-
teo Btttoee, < Tebres Jlillosat, oevem se tomar tambem
uoderadamente m cado caso, para correger a accaa viciada
an renwver o obstacutos qoe a causSo.
Para a Dyienterim ou Diarrhea, 6 geralmente bostante
omadose peqielia.
Tim Ja\ewma*iemo, Ootta, Arretae, PalpUacSo me
CeraaSo, Doree not Umarecu <* etae, devara ser
tomadas conlinuadamente, at alterar a accSo dos.orgSos
distanMoe, de sorte que a moleetia disappareca.
Para a Hylrapeiia e InehaeSee JJifdrepiemt, i preciso
toma-1-as frementemente e emporeoes assas grandes para
prodnzrr o eflelto de um purgatlv* drastico. Como Diget-
Hvo para o jarttar ou comida, toma-se uma ou duag para
promover a digestlo e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
adas de vex cm quaodo, estimulao ou estomago a obrar sau-
davelmente.
Quaiquer quo ge acba regularmente bom, tomando uma
ou duas d'astas pillulas achara, mnita* vezes, decidida-
mente milhor. por razao que $i}f* purificam e restaurSo o
apparelbo digiwUvo.
FBXPAIUIMtf POB
J. C. Ayer & Ca^ lVmelL, mass, E,V.
^ VBJNDBJ 8E POR
NA
Rua 1. de Marqo n. 1.
CoafrAiitc o arco dc Santo An-
touio.
Esta vendendo suas fazendas com
30 por eenlo mcnoK que em onlra
quaiquer parte.
A saber :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
co de UoOO e 55.
Dito francez, limpo e de superior qualidade, por
o^jOO, 64O0O e 6*300.
Algodao marca T, larpo, superior qualidade, a
i|500, 35,55500 e6i000.
Grande sortimento de lazinhas dego^tos intcira-
mente escosseses, pelos preccs de 200, 240, 2C0 e
ilO rs. ; so se vendo poder-se-lia acreditar.
Baptisias, lisas e com (lores, fazenda que sem-
pre custou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
preco de 320 rs, para acabar.
Pitas finas, padroes matisados, a 400 e 440 rs.
o cova'o.
'Iretone francez, escuros e claros, os mais no-
vo? qne tem vindo ao mercado, a 480 e 500 rs. o
covado.
Aproveitem em qnanto nao se acabam.chapeos de
sol de seda trancada (paragom) li basteas, inglezes
superiores, pelo insignificante prec>) de 85 e 9/ ;
sempre vendemos per 145000.
Ditos para senhora, de meria6, a 35 e 35500.
Ditos de seda, cabo de osso a 45000, 6 pechin-
cha.
Ditos de alpaca de cores, forrados, com seda,
e o cabo fingindo bengala, o mais moderao que
ha, a 15500 e 25 1
Sortimento de cbitas claras e escnras, boa fa-
xenda, para acabar, a 240 e 280 r. o covado.
Popelina de linho e algodao, gostos inteirameote e estese ^endendo^on^9j|aio*veis<
novos e de cores bonitas a 800 n. o covado, sem
pre custou 11400.
Camisas de creionp, rraocezas, modernas e su
periores a 35 e 35300.
Dilasfcranca-a 25 e-25300.
Ditas .'de'linho a 355C0 e 45000.
Toafhaa de linho do Porto a 5*300 e 8/000.1
duzia.
Ditas felpudas a 75, 7*500 e 8*0(0.
Esgoiao com 10 Jatdas, pefo prer^o de 4*500 ; e
barato com effeito !
Cambraias Victoria e transpareote, fazenda Una,
a 3*500. 35800, 4*000 e 5* a peca.
Lenco de cambraia com barra de cor, a 1*,
brancos a 2*. '
Dkos de linbo, abanhados a 3*600 e 3*8C0 a
duzia.
Grande sortimento de brins de cores, padroes
proprios para meninos de cscola a 440 e 500 rs.
o covado.
A Nova Esperanca, a rua Duque dc Caxias n. 63,
apressa-se era convidar a seus frcguezes, com es-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
guintes artigos expostos a venda e todos por precoi
commodos, como *ejam :
F1XAS BONECAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGRAQADAS vistas para stcnos
copios.
COX1MODAS LATAS para guardar cba.
ELEGANTES HOLSAS para senhoras e meninas
BONITOS VASOS com Qna banha e cheiroso>
extractos, trazendo cada frasco um nome, uma ini
cial ou um distico.
FINAS MEIAS D SEDA, vindo entre ellas cot
de came.
Para quern goslar.
A' Nova Esperanpa a rua Duque de Caxias a
63, acaba de receber tentos e caixas para o jogo dt
Voltarette.
Para qncin s ITre das pernas.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a-roa Duque de Caxias
BAZAB
te do Baro da Victoria d.
DE
Canieiro Viaoiia.
EngenliSfi 'em^Mamam-
guape.
Vende-se os seguiutes :
Barra,
Prcguica.
e Patricio.
A tratar com seus proprietarios nesta cidade,
e para informaeoes com Joaqnim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma cidade de Mamamguape
________________Tasso Irmios A C_______
Grandes pechiwhas!
SO' NA
SULTANA DE PARIS.
A*
II-a da Imperatriz n. 54.
hffAK envernisados, coa
li ja A f.-zi ndas, miude-
Vendem se dons de afna
pouco nso, proprios para loja I
sas on oulro qualqner ncgocio : para ver na im
da Imperatriz, fabrica de cigarros d s Srs. ITp**
4 Irmao e tratar com Tocas 4 C, rut Es"
Bosario n. 9.
VENDE-SE
uraa casa na villa de Barreirr*, na rtu dc Cm*
iercio, por pr;Cj raodico: a tratar com Tasat
'rtr<".
nor |
Cintos e leques
Amaral, Naluco 4 C. vendem cintc s de court
preto e de cores para senhora, de r. uro de lu.-tre,
de bezerro e de borracha para nenrooi c trav na,
Manoel Ferreira de Oliveira, dono deste novo leques de tartamga, marlim, ma-ircpcrola that
e3tabelecimento, scicntiflca ao respeitovel publico queimada, lbos c lavrados, dech.-.;. la, m.idcira,
aue acaba de receber um completo sortimento de chagrin e seda e madeira seda oara ~ nhra :
fazendas finas de todas as qualidades, tanto de la, nu Bazar Victoria rna do Ba-ao dn Victoria n. i.
como de linho, seda e algud5o, o que ha de mais Qn^nc a 1 jl^llfi
moderno e do melhor gorto, e portanto convtda as ; OOUtlJs a LfiOW.
Exmas. familias, amigas da economia domestica,; yen3e-se boni'.a? sedas de lind.o cOra pelt
a virem ou mandarem a SULTANA DE PARIS, e baratlssimo preco de 15500 o cova-'o ; ven> ana a
vcrao que compram fazendas bonitas e baratas por e|ias antes que se acahem, na rna do Du iue de
menos ireco que jamais compraram
Como spjam :
Popelinas de seda com listras muito modernas a
1*800 o covado.
Setim Macao de diversas cures a 2*500 o covado.
Grosdenaples de todas as cores.
Fachas de sda para senh ra a 10*000 cada uma,
r- granle pechincha 1 I
Colletes enfeitados para senhora, muito modernos
a 5*3 0 cada um.
La?inhas de cores cm granle quantidade de 260
a SCOts. o covado.
Caxias n. 88, li ja de Demetrio Ba.-t<<.
Camisas de cretone
as mais modernas que tem vindo a> tnerca*,) dr> lisas e com listras, e qoe te vende a ';0*000 a
duzia e a 3*500 cada uma ; e pechictha.
Hollanda
Brim pardo li?o, o que ha dc mai? fin', :om ons
toque de avaria, e que se veude a 480 rs. a c >va-
do, fazenda pr-pria do paiz por ser litiho paro,
Pecas de cambraia t'ran.parente de 35000, 3*600. PP|fc 'Unno iS'iOO e fUOQO E* Ba ,ua d" Cr-spo u. 20, lo.a Car ...J, de
Di^'orStTaraS os precos. Gui hcrme & C, jurto a l,Ja dae, luiua._______
Farinha de mandioca nova.
Recentemente chegada de SfeOl Call ariat :#n
para vender no trapiche Comi *.ar
no ?eu escriptorio a rua do Ci >. ftt-
..|-."i'. ndo

escrq
qtiim lost Goncalve.' Celtrao&- Pilho.
aos compradores que Ceatiaiido i
mais barato do que- cm qualqu-T i ttr He, laa
para toaos os pregos.
Grnvalinhas de seda para senhora a 1*000.
Chitas dc cores de 540 a :i20 rs. o covado.
Pecas de madapolao ccm 20 varas a 4*600, 5*200
c 6;000 a pe'ea.
Ditu francez com 20 jardas a ."5600.
GRANDE PECHINCIfA 11
C.hapeos de sol de seda de tndas r,s cores, para se-
nhora, a 4*0 011
Ditos para homem, de 12 hastes, cabo de marfim e to em grandes como em pequ- na
seda trancada a 12j;000. so na SULTANA DE r : j r~i ~
parism Asunicas verdaieiras
Collarintios de linho, lisoa o bordados a 4*0 Richas aauiburcuezas an. vom I tc e.rato:
3,000 e 6#atomA ( ( | Mar,uez .^im,^.___________
Vcnde.se brim de Angola verdadeiro, o melhor FarellO IlOVO e
que tem vindo ao mercado pelo diminuto pre^o
de 640'rs o covado, so na SULTAN\ DE PA-; MllllO DOflUeilO
RIS. a rua da Imperatriz n 54. __ u.
------------------------ Da mtlbor qm.lida.ie no armaz- m .!c faris^a
de trigo de Taaao
do Apolh.
Irmftoi < C, na n-./. So tiM
S. CARr ^
*S
Vende-se ou arren.'a-se o mgT.li> '"art*-. en
Ipoiuca, moente e eorreat>, com l i '>ras
empvrfeilo estado de eonsrrva^ao, ;: -_iti !ion
d'sgua : a tratar na travessa dr. roa Pnqu* J- Ca-
xias n. i, 1 andar, com Gabriel A : ui dc f'*;::o
Quintaes.
GRAiNAUIKAS
Grana iinas de seda pura, preta com listras
de cdres o padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se ve.ide pelo di-
minuto preco de 500 rs. o covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
25JOiO o covado; e pechincba. Dfio se
smostras.
Briii! branco
Rrim brrnco muito fino, fazenda de
25500 a vara, que se vende por 15*480 a
vara* por estar com um pequeno defcito ; e
pechincba.
Meiiiis francezes
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, f. por 500 rs, a 3C0rs. o covado; ei pecbin-
cba. Oao se amoslras.
TlrtiTnriPQ dp ll^trr a A Magnolia, a rua Dii>iue de Caxias n. i". re-
^retones ue ns>ir, s ,cebeu m lindo 5orlimfn\0 de bicM llo gu iare
Cretonesde listras,fazenda acjlchoada, pa- de cores, apropri4 toe venMos ettqati fl: ac-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao- tualidade.
Vende se no
Pcrnambucana.
Libras slcrfiw .
escriptorio da e
lia I
Chapels jiara
siiQira.
A loja do Passo a iua Primein ue Mar-;'- s.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, ui. rico rti-
mento de chapeos para seoltora, ultima m-^a c
vende por preco commodo.
Ultima mo .a.
se amostras.
Madapoloes
Cal
rtS

Haas
Madapoloes com um pequeno toque de! lp c n%t\
avaria, de 30500 a 5J000 a peca ; e pe-j Sao calcas que lota venlem M :-i, y>. >x
i comprar ipie val a peon, ua l"ja da Ron 3ranc
A' este grande estabelecimeflto tem che-
' gado um bom sortimento de machinas para
Icostura, de todos os autorei mais acredita-
esracabadereceb^'um lindo e completo sorti- dot ultimamcnte Europa cujas machinas
mento de Acres artificiaes das melhores que tea ;sio garantidas por um anno, e tendo nm
vindo ao mercado jperfeito artista para enstnar as mesmas, em
A ellas antes que se acabem. quaiquer parte desta cidade, como bem as-
CostumeS para Crianca. sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
A Nova Esperanca, I rua Dnque de Caxias a ;anno sem despendio rigum do cemprador.
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca iNeste estabelectmento tambem ha pertencas
' para as mesmas ma.chinas e se soppre qual-
'quer pe$a que sejftBCctss^rie. Estas ma-
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. o co-
vado; e pechincba.
SO' 0
X. SO da rua do Crcspo
Loja das 3portas
DE
Gulheme &C.
Junto u loja da csquina
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, encontrara sempre o respeitavel publico um
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assira como modicidade nos pre-
tos, agrado e sinciridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
iricas, proprios para os nervoso9.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartamga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botoes de aco, proprios
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rna Dnque de Caxias a. 45.
Lenqos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. W, re-
ebeu uma pequena qnantidade de lencps de seda
li_________ i:.j::MAn Jnji/inkno fifonrtfl in tat.
rua da Imperatriz n 56.
Chitas a 200 n'is
E' pmk pechinrlw
Venhara depressa a loja da Itosa Pranet, ru
da Imperatriz n. 56._____________________
YP^'DE-f E
Duou deCaxUs a j chinas trabalhanr com toda ft pferfeicaO de
lirneuto de timeii;*' um e dous pospoiite^ frame e harda tod*
a'taverna sila no paleo daRibeira n. II, a traur
na mesma Garantc se a chave ao ccmpidor.
Vende-se uma taverna no M ateire por de-
trai da refinar;ao, bem afregueza !, pr^pnapara
qualpner principianie : a tratar na mema.
Chapeos de sol deseda
a 7#000.
Gurgel de Amaral A C, a rua r.-mtirc d
Marco n. 20 A (esquina), vendem c!. pest de 0
de seda, fazenda sBfenaf e bonit s <-bos, pelo
baratissimo nreco dc 7^___________
Para a boa conserv u oao
DE
I YOSSO CABELLG
9mm
Elle e" um preventivo seguro e a ; R) I ':tr*
a calvice.
Elle d& e restaura force e sanidado i ftOt dt
cabeea.
hinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei- Elle de prompto faz cessar a rjuedt pitrct-
rsmente nova.
Leques
Liedos leques-.^* madreperola, de taruruf K et bellos.
rtfattMr.de ossDje'de muitas outras qualioamt: t
tura dos cabelles..
FUe drf grande riqueaa de
luili.- aos ca-
lle doma e faz presefvar <
quaiquer fottna ou p06ic.au
abeilos, em
q.jc-w dese-*
A N>va Esperanca, a rua
63, recebeu nm -pequeno sortirnenw oe annew ;t um c ^^ r",ri-."* r"57-"";"----- "^' "Z? r"ifcmftiii r~aa Dm e de'Caxias B-l
putseiras electrical^proprlas para ^aem jre flt> mialqoer coetura por fina;.to -efa, sens ^ Manol,' 4 roa Duque oe uxus ts-i
nervos/ Jrecos sao ^segnintif atftfcfiferpart. trar ^ *a- .^-^ \ ^\aam stado fT\f\ !,S a*K)-
ifclhai^i^'te-^WWa, ^, IttKOW"^' AttencaOv EUeiaacreaceroscabelloebastos'ecottpri-
[xWfrtft'pin trabalhftf com pe" sari de- A leja da Migooli*^ rua uqu de Caxias n. e os.
45^acab4 de receber or Mguiutes arugos; Elle conserva a pelle eo oasco da cabeja
^nuai de ^^eperoWttrtaruga e marflm j lim H de Uyda a 1Q de ^
maareperola, cba-! ^ ^..^ ^ cabe]los de ^^^^ Lr.
Hn
Na rua PritneirQ de
Confronte ao arco de Santo
Marco n- !'
Antonio, loja
de
juuyiu, iuj
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Lanziobas, gosto escossez, padrSea inteiramente
novos, pelo diminuto prego de 200, 240 e260 reis
Botinas para senhora, pretas e de cores, por 41! ^"4*' .... BD D ._ on hm.
e4J500, isto por termos grande quantidade, eel ^P'1?1*8 hsa^ fl?a,n' L d.I ^l\ 400e
faz ene nreco iii0 ^'so covado, isto s6 se vendo!
Bramaote cle Hobo, duas larguras. pelo barato!, ^^os, de sol de: seda, para btmens, inflezea
preco de lKO a vara, e somente para acabar. ; paragon) e com 12 hastes, pel- preco de 8* e 9
Siuitos outros artigos qne deixamos de mencio-1 & e9la 1ue seroPre cuslQ 14*> s0 Para
nosaes freguesea; mas que acat,ar-
nar para nao massar
avisu delles estao presenles.
Daose amostras.
So o barateiro qner queimar
Para rival nao encontrar.
A' roa Primeiro de Marco n. 1, antiga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva '.eal 4 C.
Liquida Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e
cadeiras de guarnicio : vendem Cunba & Mania,
a rna do Marquez oe Olinda p. 23.______________
Vende-se
uma meia-agna na rna de Y?lha de Santa Rita n
96, pela qnantia de 700*, que rcn.de 10* me.nsaes:
a tratar na rpa da Socego o. 3t
Na rua Primeiro de Marco
Leja do barateiro.
D. 1.
Farinha de mandioca
DE
PORTO ALEGkl
De superior qualidade e muito nova, chegada
pelo ultimo navio : vende-se a ma do Brum n. 92,
armaz em de as-ucar.
Vende se uma canoa propria para capim : a
tratar na taverna defronb? da mairiz do Barro.
805000, 90^000, looj^oo, U0000,
1209000, 136^000, 150ff00^506000 e
2508SOO0, emquanto aos aut'ores nSo ha al-
teracio de prejoa, e os cotnpradores poderfio
visitar este estabelecimento, que muito de'
yerfio gostar pela variedade de objectos que
ha semprs para Tender, como sejam: cadei-
ras para viagem, malas para viagern, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas pare
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaTeis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sale, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cbi, fa-
queirot com cabo de metal e de marflm,
ditos ayulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, g^uarda-comidas^ de
arame, tampas para cobnr pratos, esteiras
para forrar* salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aherto desde as 6 horas da ma-
nba ate" as 9 horas da noute & .
Rua do Barao da Victoria n.
22.
gren, madeira, ve'ludo, couro, etc.
Lindas caixae com finissimas perfumaxiaa.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de maareperola.
Ricas caixas para costora.
Vestuarios para baptisado.
Tooeas e sapatinhos-de setiaa.
Modernos chapeos de sol de seda para senboras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de velludo, etc, etc.
Vendem
Wilson, Rowe & 0*
Em seu armazero a rna do Trapiche n. 14, o se-
guinte:
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carr3o de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.__________
Pacheco A Arevedo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade espepial: em seu arma-
zem na ma do Duque de Caxias n. 29.
Wilson Rowe & C. vendem no seu annaxem
ma de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul americano.
Excellente Bo de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux
Carvao de Pedra de todaa as qualidades.
cos.
Elle conserva a cabeea n'um estado de fres-
1 cura refrigerante e agradavel.
Elle n5o e demasiadamente oleoso, gordi-
!, reuto ou pegadico.
Elle nao deixa o menor cheiro dusagrada-
| vel.
Elle 6" o melhor artigo para os cabellos dat
criancas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artige
para a boa conserva?8o e arranjo dos ea-
bellos das senhoras.
Elle o unico artigo proprio para o pei.Jea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUt^DOR DE SENUORA 91
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TOMCO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
OCABELLO.
Acha-se a venda nos estabetatimeBtos de
H. Forster & C, agentes. B em todas M
' principaes lojas de perfumarias e betkm


-
i


m
8
Diario de Pernambuco Sabbado 2 de Maio (fc I8?i
JDRISPRUDENGIA
Direit civil.
0 surdo a mudo de nascimento, saben
do esciever, poJe testar ?
A presente questao resolviJa de modo
diverso pelosnossos jurisconsultos, deci Jin-
do, por exeraplo, T. de Freitas, Consolida-
te das le.s civis, art 993 %, p*la nega-
tive, el. de Loureiro, IiiatUuigoos de Direi-
to Cml Brasileiro, 383, pela affirmativ..
Se alien Jer-ses6 oonte k letra da disposing
legal, ndosepdledjixar de responded Dela
negativa Se p ,re u, attender-se tambem,
oomoniosc pdde deixar do o fazer" para
o esp.rito dossa disposigao, parece me que
a questao sd pd Je ser resjlvida pela alfir-
mativa. r
A Ord E. 4" Tit. 81 que se iuscreve-
Das pessoas a que na> e permittido fazer
testamento-contemn, entre outras, a seguin-
te disposigao :
5 -Item, nao pods FAm tntk-
MENTO 0 MUDO E SURDO DE NASCE.NCA. ma*,
os qua ouveme f lh,m em difficullade,
poderto faz-r testamento. E se o quo por
algum caso, ou doenga se torna muJoe
surdo, souber eserever e fizer testimento
por sua mSo, valorio Hi testamento E
n8 sabendo eserever, fazaJo o dito testa -
mnto p r ma > de oulrem, valertf 0 tal
testam-nto, i.npatrando para is-o nos cenga.
probibe ao ^o em^ud-o de nascimento ta dtoj5^.7J j^aTaJS
derogada.
Se^ao^^ f'VMPrt*1 crear.m para os seus discipulos, que mais
mioe ao surdo e mudo de uascimentn o Hiin,ii /. a. ..f. t t ,? V
nossa.
--, amoa nao lot derogada. Uma virfgem artistia. A Franca nossue
estd semZe^ 1"!." JS^* A0 i!;' mesra" um lloio proprio, Sag em urn
rnos
T ^?aHP,Cte^ DdS n*dlZe" d0S encnt^ores sitios de Roma, onde,
te"m nrSihtJin /T^ D' P"le<*ue desde ha muil*. fundou ma academia ex-
conWrn a probibisao de tealar, relativa ao pressamente para esse fim.
Uma c us, d re^uT' Eotremos, pois, em materia e comecemos
lei ni.r;"n "K! ..^A8??^ de Pe,as *W*. n8o sd poraue ellas nunca
le,, outra cousa e deixar de apPlical-a a ^^te^o\^,^Z^
veut D^dirrrl'r iT^-; Cda ne ve a*ui h" Pucos d'. ei"ndo Roma os
lie ;r!\lle SB T-88" Rman0Se PrPri0 Co!i8eu >aravilbadoS.
in! .T V?. j C6SSe d etre obll8',- p<>r t'da parte s6 se ouvia dizer Hu-
tu re desquel etat dos cbosesen vue duquel binstein Rubinstein for ever! '
teem apparecido ultimamente, mas a rnaior
pirtedellas teem feito verdadeiro fiasco.
Ifutamos entre as que teom tido um acolbi-

menlo mais ou menos sympathico do publi
co-Ii Contessa di Mons, do maestri
A disposi..ao trans;ripta ence-ra quatro
hypotheses bera Jistinctas :
la 0 surdo e mu lo demscimento, a qii3m
e negido o direito de tes ar;
- r 0 que oore e falla com difficul Jade
oqufll pdde fazer testamento ;
3a 0 surdo e mudo por accidente, que
sabe eserever, ao qual 6 dado o direito de
fazer testamento por sua mao ;
existe tante aSlle'S h"*- Une ,oi Poi i nt t2:. .q if ? 'V exPressment z.o no uum.rosissimo aud.torio que assisl.a
r^ i!;ne?t.abrfffe.et sa fore obligatoi- aosseus c mcerlos na sala DinteT^Zmi '
teur S I?!'3 """^odaldgid.. do conUnuamente os mais estrej%^ e Z
teur, est lodepenJant de la cessation des tbusiasticos applauses,
crconstancesqu.lon- proroqueo. La regie Os preJoe, wmo de costume aomeram
ZX^ZTZ'rrT/^ diS?Siti0 bopeaodw maisatrevidasm^pborase
est la base de i interpretation restrictive : hyperboles de occasifto. as quaes em aam-
quil /aut soustraires a 1 application d'une outros rm rfM Jianiatoa que o precede
lo. gendralo les cas speciaux dan lesquels rao, tanto mais saben Jo-
te>alement ezprimdes dans'ie texte de cettej" Muitos sao os dons que o distin^.u, e
01, sytrouve:it oeanmoms renfermees d'a-'que lbe dio>u*a uma celebridade iicon-
pres son uspnt, d^ memo une loi n'est pas testavel.
Wlicebleaux cas que son texte parait com- Rubinstein'poss*? o merito, nao-com-
Krh6' Tf/S iqU!-9011 e'?nt, "I0}?}' (Es- \mam' de "'^'c'areza e uma pureza incor^
obbaefa -Introduction geneYpJe i 1 "etude du paraveis na esecucao. um vi^or extraordi-
nario, uma precisio sorpremJente nas pas
Drjitpgs. io, U.
Nao so diga tambem que, se e legislador
quizesse que o surdo e m:;do de nascimento,
V 0 surdo e mudo por accident- qup T\ V
nlo sabe eserever, o qual pdde faz"r"testa I i r 5 escrever-Podl^e testar, elle terra
mento por mao de outrem, impetraudo li-
cenga regin. .
_ Qual a razfio quelevou o legislador a pro-
hibir a faccao testamentaria activa ao surdo
e mudo de nascimento ?
Foi a imposiibilidade em que elle estava
de manifestar sua vou'.adc.
Tantoeessaa razao que, aquelle que
ouve e falla com uifficuldaJe pole testar-
que o surdo e mudo por accidente, saben-
do eserever, p6Je fazer testa nento por sua
mao; e que o surdo e mudo por accidente
que nao sabe eserever, mas que poJia ex-
pnmir-se por acenos, podia fazer testamen-
to por mao de outrem, impetrando licen'-a
regia.
0 Direito Romano com.) se ve no Cod. L.
6 Tit BS-rQut testamento face re pomnt
vel rwnl, 10, fonte do 5 da Ord. L. 4
Tit. 81, probibe ao surdo e mudo de nas-
cimento testar, far coJicilios, etc,
Qaal a rbzao dessa prohibicaq no Direito
Romano ?
porque 0 sordo e mulo de nascimento
nr<7ite ai-.iue, neque loquipotttt.
Tanto e essa a razao que, a rsspeito do
surdo e muio por accidente, diz essa Lei:
Si ponamm liujusmodi personam litte-
ras scienlem, omnia qua priori intenitxi-
mos, hac ei sua maim soribenti per mitti-
mus.
Tanto e essa a razao que relativamentc
ao qae e somente surdo, citaJa Lei assim
seexprime: Si enim vox arliculala ei
a nttiura concessa csl nihil proliibet turn
omnia qua volaeril facere.
Tanto e essa a razao que, em relac^i) ao
que 6 sdmente mudo, a mencionada lei
diz; Atlamen si hum peritum litte-
rarum esse proponamus, nihil prohibet
eum scribenkm hoc omnia facere.
Impos-ibilidadede manifestageo de von-
tade, eis a razlo que levou o Direit > Roma-
no e o Direit foituguez a negarem ao sur-
do e mudo do naseimeutoe direito de tes-
tar- I A A
Hoje, porem. que o surdo o mudo de
nascimento pod e aprender a ler e a escre-
-ver boje que ba estabelecimentos para a
edu.-'cao dosses infolizes e quo entre n6s
ha oInstituto dos Surd )s-Mudos.boje,
emfim, que o surdo e mudo de nasciaiento
po ie manifestar sua vontade por escripto,
naosep61e juridicamente uegar-lbe o di-
reito de fazer testamento por sna mao.
E' regra de hermeueutica juridica que a
disposigao da lei nao ser applicada a uma
hyspothese quando sua razao cessapara essa
hypothesc: Cessante ratione legis, cessat
ejus disposilio.
A razao da disposicao do pr. do 5. da
Ord. L. 4 Tit. 81, cessa para o surdo e mu-
do de nascimento que sabe eserever.
Portanto, cessa para o surdo e mudo de
nascenca que sabe esciever a disposicao do
5da Ord. L. 4.' Tit. 81.
Nem se diga que fica assim sem vigor a
deelarado, como d ;clarou em relagao o sur-
do e mudo por accidente.
Na epocba, e.n que se fex a CompMacao
Pbilippin i, nao se suppunha- qae houvesse
possibilidadedeum surdo e mudo de nascen-
cy sab r eserever j em relagao ao surdo e
mudo por accidente, porem.aimpossibilida-
de naose dava, por que elle, antes de acci-
dente, podia ter aprendido a escrewer.
Se, quando se fez a Compila^ao Philip-
pina, se soubesse-que o surJo e mudo de
nascimento podia eserever, o 5; do Ord.
Li v. 4 Tit. 81 ftitot Ihe teria negado o di-
reito de testar por sua mao ; porque seria-
absurdo que ao surdo e mudo por acciden-
te, que sabe eserever, se d-sse o direito de
fazer testamento por sua mao, e qne o sur-
do e mulo do uascimento, que sabe esere-
ver, e que esta\ por tanto, em identicas cir-
cumstancias, se negasse lajl direito ; porque
seria absurdo qt**t- o surdo e mado por ac-
cidente, que nao sabeescrevere que s6 p6de
exprimir sua voatade por acenos, podesse
testar por mao de outrem, impetrando licen-
ce regia, e que o surdo mudo de nasci-
mento, sabeudo eserever e estando assim
em condigoes de exprimir sua vontade com
clareza, n8o padesse testar por sua mao.
Em conclusao, hojs, para se seber se o
surdo e mudo pdde testar, nao se deve in-
dagar se elle o e de nascimeiato ou por ac-
cidente, mas se sabe ou nao eserever.
Cdrte, mar$o de 1874. Dr. Antaaio
Ferreira Franca.
[ Da Gasela Juridica.)
YARIEMM
KXTRACTO DE UMA CORRF.SPONDENCIA
ARTISTICA, ESCRIPTA DE ROMA A 3
DE MARCO ULTIMO.
Roma, a cidade artistica por excellencia,
e transformada boje em capital do grande
rein; da Italia, emporio de tudo quanto e
grande e maravilhoso, e e sempre fji o ma-
nancial inesgotavel, onde eximios litteratos,
poetas, musicos e artistas de toda a parte
teem vindo heber e realisar as suas mais
bellas inspirafcdes. Tarece ser uma neces-
sidadc, um dever para todo o genio predes-
tinado a celebridade vir completarou modi-
Gear a sua alma de poeta debaixo do ceo
azul da patria de Dante, de Raphael, de
Miguel Angelo, de Cmo.va ede Rossini.
Quern nao se extasiou ainda com a leitu-
ra de (luithe, de Lamartine, do Stael, de
Alfredo de Musset, de George Sand, e de
muitos outros escriptores ?
Quem nao neon ainda arrebata Jo pelas
divinas inspiragues de Carlos Gomes, de Mo-
zart, de Meyerbeer, d* Auber, de Gounod
e de Ambroise Thomas ?
Todos I todos elles vieram aqui buscar
uma nova patria as suas inspiragdes.
0 premio o mais elevado e o mais ambi-
cionado quo as academias e conservatorios
de diversas nacoes (entre ellas o Brasil)
F0LHET1M.
LUCBECIA SQSGrXA
MEilS DE SATANAZ
POR
O. Manoel Feruandezy Goiualez
QUINTA PARTE
LEONOR
XVI
I)E COrfO PAULO SE ENCOXTROf EM UMA SI-
roaqao completamente desembaragada
a respe1t0 dos ultim0s successos, po-
rem muito critica a respeito de amo-
;es.
CContinuacao do n. 109.)
So mesmo dia em qae sepultou Reinal-
do Albini.fci enterrado o pobre Sr. Jacques
da Arnsteville.
Por uma coincidncia casual, ambos fo-
ram sepultados no cemiterio de S. Benedicto
e em duas covas proximas
Na noite do dia em que foram enter-
rados os d >us velhos, Paulo que n8o ti-
nha nada que fazer e que estava com o
cora^ao opprimido pela trisUza, foi met-
t-*r-se no seu aposento do palacio du-
fal.
Estava s senhor dis suss ac?6es aos vinte an-
JlOS.
N8o estava habituado a esta soledade,
amava o Sr. d'Arnesteville, a quem julga
gara seu pai, h aquella solidao e aquelfa li
herdade fazi4m-lhe um grande mal.
Por outro lad >, ainda que bavia apenas
algumas horas que conhecia o seu verda-
deiro pai, isto 6. Ariosto, sentia-se forte-
mente arrastado para elle, accusava-o e pa-
jecia-lhe que sempre o anara.
sagensr as mais dilliceis e as mais compli-
cadas, eum go^to apurado na interpretreSo
das obras dos autores- classicos e modernos.
Alem disso obtem do piano diversas gra-
dac,oes di* tal sorte distinctas d> fortissimo-
ao pianissimo, que real mente parece im-
po&ivel qae se possi tirar tantae- recursos
de um instrumento teo ingralo.
Como autor, Rubinstein' n3o esti na al-
tura do executor. As^suas numsrosas com-
posigoes,. comquanto elegantes e feitas com
arte e bom gosto, fHeoem di oai^inalida-
de. Muilo-breve teremos occasiao-de iul-
gar melhor dos sens recursos como compo-
sitor, com a ;epresentaao da sua opera
Feramors_cujo libretto se esta traiuzindo
em Milao-.
Rubinstein-, com qaem fizemos conheci
mento antes mesmo de vir a Romaf dissi-
nos muitas vezes ser entbusiasta do- lalento
do nosso Carlos-Gomes-..
Gontou-nos-eseguintecircumstancia: que,
indo pela primeira vez & casa Rieordi em
Milao, vira alii o retreto do autoc-do Gua-i
rany,. e perguntara unmediatamente de
qnem era aquella fronte de artista-f que de-
via ser por for^a intelhgente, e exprimira
logoo desejo de fazer o seu conheci mento.
Nesse mesmo dia os dous celebres artistas}
foram convidados paras um jantar na case
Rieordi, tendo assim higar o eucontro de
dousgenios dos mais- vigorosos da actuali-
dade.
Hoje, que-tenho oaiwdo os ranks celebres
pi a n is tas da Europa, estou babilitado a fa
zer-vos uma revolai;ac, que causari prazer
a todos aquelles que tiverama.felicidadede
conhecer e ouvir o immortal e sempre ebo-j
rado Gottsehalk.
Rendo assim uma justa homeoagem i me-
moria do raaior poeta do piano.
Nao eneontrei ainda em parte alguma,
nem mesmo na patria classicade Beethoven,
de Mozart e de Schumann,, um rival que
mais impressionasse o auditorio, que mais
fizesse vibrar ascordas do corafao humano
do que aquelle virtuose, que, inspirado
pelo ceo, nos arrebatava dj enthusiasmo ao
delirio*.
Quanto devemos chorar aquella. perda tao
prematuia e tao sensivel para as artes e para
os amigos I'
E pensar que o norae de Gottschalk era
quasi de todo ignorado ni Enropa, onde,
estou certo, a sua maneira detocar, a bel-
leza de suas composicoes e a originalidade
do seu estylo causariam verdadeira sorpreza
e admira^ao.
Hoje, porem, i& comega a vulgarisar-se
com successo o nome do illustre autor do
Tremolo, da Ultima aspexanca e da Taran-
tella, gra$as ao nssso patricio Dr. Itibere,
que nao perde occasiao de o fazer conuecido
nos brilhantes saloes dos diversos paizes
onde temestado.
Com prazer lemos, ha poucos dias, em
um joroal de Paris, que a" sua irma Clara
Gottschalk dera um concerto naquella capi-
tal, tendo sido muito applaudidos diversos
pedacos do immortal pianista americano.
Uma grande quantidade de operas novas
Entao explicava a si mesmo a razSo por-
que sempre achara magnifies os versos de
Ariosto.
Infelizmente, porem, nao podia ir vel-o,
porque Ariosto lh'o prohibira, como se
prohibe u ordenara alem disso que abandonasse Fer-
rara.
Paulo tinn'a promettido obedecer.
Pore"m como bavia de cumprir a pro-
messa ? Em Ferrara vivia Branca Albini,
para a qual uma forca irresistivel o impel-
lia : a forga do remorso ; em Ferrara es-
tava Lucrccia Borgia, o archanjo de fogo,
a alma da sua alma, o fructo prohibido ; e
Qnalmeote em Ferrara estava Leonor, o
amor doce, a affeicao tranquilla.
Paulo necessi ava de estar so, envolto
pela sorabra e pelo silencio, entregando-se
inteiramente as suas sensac^es.
Por isso, ao escurecer, encerrara-se no
seu aposento.
Quando entrou, vio sobre o leito um pa-
pel.
Agarrou nolle, chegouse a uma janella e,
a claridade do crepusculo, leu e se-
guinte :
a Espera-me i meia noite I
Quem, senao a gra-duqueza, o podia pre-
venir daquelle modo?
Paulo estremeceu e sentio o sangue escal-
dar-lhe as veias como se fosse a lava de um
vulcao.
A gra-duqueza enlouquecio-o, enchia-o
de uma embriaguez divina, desconhecida, e
fazia-lbe esquecer tudo.
Se Paulo nao amasse a gra-duqueza,
oontinuaria conservando a escuridao no seu
quarto.
Na.escundao senle-se inaise melhor; nada
nos distrahe, parece que o pensamento esta
rodeado pela eternidade e sobre o fundo
escuro de um aposento, podemos ver me-
lhor a forma daquelles que desejam:>s.
Verdade e que quando se esta em certa
disposicao de espirito, as trevas povoam-
se de pbantesraas lugubres e de especiros
amecadores.
Paulo, que teria arrostado a apparicao
pbantastica de Reinaldo Albini, pedio luz
porque esperava a grS-duqueza em corpo e
alma.
Um soldado da escolta que elle comman-
dava -trouxe a luz e disse a Paulo, que estar
va deitado sobre o leito :
Senhor capitao, trouxeram estas duas
! cartas para lhe serem entregues :
De ca, drsse Paulo.
0 soldado entregou-lhe as cartas.
Esperam pela rasposta ? perguntou- o
mancebo.
Nao, senhor; os portadores retira^
ram-se imraediatamente.
Bern, p6de deitar-se porque nio ne-
jcessito cousa alguma.
0 soldado sahio.
Paulo abrio uma das cartas, conheceu a
letra de Branca Albini e estremeceu porque
a filha do homem que elle assassinara, co-
'me^ava acarta deste modo:
Meu querido Paulo
Jgnorava Branca a morte de seu pai T
Era o que Paulo devia suppor e foi o que sup-
poz, porque se Branca tivesse conhecimento
daquella desgraca, devia imaginar logo que
seu pai tinba succumbido is maos de
Paulo.
Paulo proseguio:
Espero-o um momento depois de ter
recebido esta carta; sei que pordeu seu pai
e que o acompanhou esta tarde a sua ul-
tima raorada.
Pelo menos foi o que me disseram em
sua casa onde fui procural-o.
Nao admira isto, porrim, porque tam-
bem meu pai morreu e estou completaraen-
te livre...
Paulo suspendeu a leitura.
Lauro Rossi e que esta sendo levada i sce-
na com algum successo no thealro Regw
de Turin e no de 5. Carlo, em Napoles, e
/ Gottido maestro Goballi, qua ja" ten
feito a lourniedQ quasi todos ostheatrosde
Italia, em consequancia do mal justifioado
enthusiasmo de Bolonha, onde foi represeu-
tada pela primeira VcZ.
A opera / Golli cstreou tambem esta
semana no theatro Apollo de Rima.
Attrabido e summamente prevent lo pelo
falsj successo da cidade, o qual a tradicAo
resa gjr o foyer da musica na Italia, o pu
blico roman ) acudio uumeroso ao Apollo
para s^tisfazer a sua immeiua curiosidade e
applaudir a obra de um gemo novel, que
ja o denominavam o Wagner italiano.
Apezar da prevencao fuvoravel em queo
publico seacbava, a opera/ Gollitef o
mais glacial acolbimeiit >, exceptuados dons-
ou tres pedacosa ouverlura, por exemplo,
que uiereciam o favor do aoJitorio, bent
que d,' una belleza commume fizesse.n re-
cordar muitas outras operas couhecidas.
0 joven maestro kaliano quiz ver se, des-
embarac;ando-se da escola patria, poderia
seguir a attaint, on antes a de Wagner, bo
que nao foi bem succedido, csqo}cendo se
que uma po&tiie a arter $ue com o esluuo
seadquire, ea outra ogenio, esse dom do
ceo; que so D>.-us en&ina 7
Jtiim disso o autor dos Gotti, estydando
Wagner, fez cahedal de todos os seus-defei-
tos sem adquirir nenhun dos mer tos que
disti ig um aquelle celebre maestro.
Eu s >u grande admirador de aotor do
Tannhuuser, do Lohengrin e do Meister
singer, raas sou deparecer que n3o p >de-
ria servir muito de modelo, com quanto
existam nas su is -operas' pedac/M maguificos
qne siio verdadeirae obras primas de um
grande g-mio, e q leo elevaram- ao apogeo
d i g4or;a artistica.
Aaudif-ao da musics de Wagner tern me
/eito raciocinar muitas-vezes s>be a in-
ilueneia que tern, nas-sefcncias, nas letras
en as at tes, as diversas phases por que pas-
sam as najoes-.
A poderosa Borussia',. que de ha muito
embala os seas filhos aos sons do Wacth
am Rkem e oJ- Des Dmttschen Voter land
Cora d-marcial acompanhamento dK>sibilar
das balias das espingardasde ag.dhas-e cam
o troar das Uombas dos seus canhoes
krupp, parece ter i.nposto ao maestro al-
lemao deus Sarte para presidir a* suas
onomatopsiacas iaspira^oes.
0 grr.nde genfevporem,. de Richard Wag^
ner 6 i:icontestvI e tern enrtbusiasti>eos ad-
miradores em. toda a parte. Ninguera
ignora a predileoao pronaneiada que lhe
tem o j'jven rei da ratinra c n rnrnnlnmmto
foi encarregado pelo vice-tei-do Egypto- para
eserever-uma opera sobre assumpto egypcio,
para ser< representada no theetro do Cairo.
0 kedive fez mais ainda: assignou 500 es-
terlino; para o tbsatro m&nstro que Wagner
esta ccus.ruindo em Bayreutb.
OSaicator Rosa, nova opera de Carlos
Gomes, que alguns-joriiaes aptegoavaro nao
ir mais & scena uesta estacao, teve o prazer
de saber que j4.se acha emensaios no thea-
tro Carlos Felice, de Genova.
EmMiUo, por toda esta quinzena, sera
representada no Seala a opera I Lithuani,
ultima prodoceao do maestro Ponchielh,
que aqui querom colloear A frente do autor
do Guarany.
Espero ter em breve-oocaiiao de fallar do
successo dessas duas operas.
Ultimameutej foram publicadas nas casas
Rieordi e L. Lucca duas composicoes de
B; Itibere.1 Rallade des Fropiques e o
Poeme d'Axnour, fantaisie as qaaes tern
tido geral aceitagao^ A estas horas. ja de-
vem estar a venda no Rio de Janeiro.
E' de esperar que, a instancias dos seus.
amigos, o Sr. Itibert? continue a dar publi-
cidade as suas numei'osas composigoos ine-
ditas
Com prazer verificamos quri o verdadei-
ro seDhmetro da musica comeca a sujgir
por toda a parte, e cada dia toma um in-
crement) nuior.
Ate a vel ha Albion, tao avessa a, arte de
Belnui, tornou-se ultimamente pbiiarmoni-
ca, e, ajulgar-so pelo enthusiasmo que tem
havido em funlar novas institui^oes para
esse Gin, a melomouia deve ter penetrado
mesmo na high-life da Ioglalerra.
Ha poucos dias foi collocada em kensin-
ton, pelo duque de Edimburgo, a primeira
pedra do grande edificio destinado a uma
escola de musica*.
Muitas celebridades rausicaes assistiram
aquelle acto solemne, declarando cprinci-
pe nessa occasiao ter a familia real creado
um premio annual de SO libras esterlinas
no intercsse daquella instituieao.
Todos os dias se ve apparecer mais uma
nova sociedade, quer de artistas, quer de
amadoies, com o fnn de cultivarem a arte
musical e fazer propaganda das obras dos
gran des mestres.
Apontaremos de prefereocia as m itinees
musicaes da t'ala Dante, em Roma, deslina-
das exclusi.amente ao repertorio classico,
e dirigidas pelo eximio pianista italiano
Sgambatti, um dos dilectos discipulos de
Liszt.
Ja tivemos o prazer de assistir & primei
ra dessis nvitinees, a qual foi immensamen-
te coneorrida e applaudida.
Foram executados com maeslria o Gran-
de I'rio em si bemol dcScbubert, Sonata
appassonua (..p. 57) de Bjetboven, o An-
dante Cant ibile com variac/aes do mesmo
autor, e o Quintour em mi-bemoJ de Schu-
mann.
Eis o que nos falta e oquo com empenho
reeommendo aos nossos professores, saben-
do iojjo se ouaiilica nesfa bulla ItiRa aos
artistas exirnkisv
Ate" ba poueu tempo aiodsolo bavia uma
cxtraor liuaria iiegagao para as obras dos
grandes mestres- ^elembra me bem de uma
vez que o Dr. Itibere\ instado pjr algone
amigos, teve a infeliz idea de executar na
Philarmonica um concerto classico.
Meiaduzia do compassos uin Ja nao tinham-
decorridi), e aquelhr nosso patricio via dos-
filar mais de meio avlHorio. Chegou m s
mo aos n>ssosouvidos esta exclamagaa he-
retica.Que amolar,ao Iproferida por
um eleg mle de, bigoJe retorcido, com um
priiicipiode suisyas e com mais que princi-
ple depansa. E' pena queuaosaiba-o seu
nono para denuncial-o ao bom g'to dos
nossos patricios.
'Son capiz de apostar qua aqelles ill^tres
dilettanti, qne fugiam ao B:ethoven, n3o
tf-riaiE- arredado- pe do^salao se liies promet-
tessem tocar o Capeiiga nao fdrma -, o
CarecM nao vai a aiissa r e outras co.u-
posig6ss-de igualjaez, que fazem aiuda hoje
as delicbs de uma respeitavel porgao- da
brasileiroa.
Por estes dias deve chegar a- Roma a afa-
mada orchestra das joveus vienoenses, que
tanto barulbo te n caosado, nas cidades do-
r.orte.
0 publico romajio espera ac8i>)so aquella
novidade feminioar qoe prova nao ser s6 n*
America do-Norm que amulhersevai emaa-
ci;>ando do* velhos preeonceitos sociaes.
Eu, ja tive occasiao- de ouvir aquella or-
chestra de aovo genero no Bcivmen Saall
durante a exposieas-ttaiversal de Vienna*
pose afiancarque e- de um efleit admira-
ve!, e que deleka cflo s6 o ouviJo, ma>
taimbem a vista.
Itnagine-se quadro- bizarro de irinta e
tantas Frauleimen, eiegantemente vestidas,
toeando violino, violaej violoncellos, trom-
pas.rabecoesetodos os,instrumeotos que
compoem umaorchesta completav nao es-
quecendo e claesico bumbo e os pratos, e di-
rigidas com elegante-mestria pel* sympa-
thise S'1. Weialicb..
0 concertos femininos estao hoje na
mode, e promettem torwarse uma verda-
deira epidemla..
Em Vienm jA um novo terzetto formoet*
se aono grancVs auspieios, e na grande capi
tal da. Prussia surgjra uUimamtnte uma
outra orchesta de Beriinrinen.
Abrio-se pelo carnaval mais um neso
theatro cm Roma, destinado exclusivameo-
te as operas buffas antigas e modernas. Dt-
ram-lhe o nome de 'Eheatro Rossini, e-es-
trearam com 6 immortal Barbciro de Se-
vilha.
dade, a Eiooa. Sra. beroneza de Alhandra
contou-mea graiiosi circumstancia deter
o seu cbale servido de modelo ao da proto-
gonista, e que o criado que se acha na por-
ta do fundo, com um sacco ou mala de via-
gem na mao, era o sea criado Jolo, que
aodava muito cheio de si, depois que tiuha
sido retratado.
Iamos esquecendo de mencionar tamb-iin
duas cabecas de w//oi,trabalhos muito bem
acabados e de uma naturalidade extraordi-
nary.
Nessa o:casiao tambem vimos o honroso
attestado que o professor Mariani dcu ao seu
discipulo, no qual notava o grande progres-
so que o nosso patricio torn feito n-tes ul-
timos tempos, e con clue dizendo que seria
summamente proGcuo ao joven artista ficar
mais algum tempo em Roma, para poder
adquirir um mais profundo conhecimento
daqu-dlas qualidades anisticas de que ainda
carece. e ter ao musm > tenapo occasiao de
exe.rutar e oleo a jui, onde concebeu a f-z
os necessarios estuiJos, o quadro do Objlo
da viuva, fei.o a claro escuro.
A exposicao promotora das bellas-artes,
que tem lugar todos os annos, abrio-se no
ta-./. passa-do.
Roma conta mais uma instituicJj util
para as- artes com applicacAo & tadustria.
E um museu de *a iguidades, cuja abertu-
ra teve lugar aute-hontem no cooventb deS.
Lourengo in Lucma.
Reservamo-nos para mais tarde tratar cir
cumstanciademente daquelles estabalecimen-
tos que p )r ora offerecem peuco intoresse.
Nao perderei a opportunidade de vas dar
MOticias, sempre que puler,.do que oeeor-
rer de irnpor ante no mun k> art stico da Ct-
d'ti-i Elerna.
I.
Sentio uma especie de vertigem, fugio-lhe
a vista e pareceu-lhe ver os objectos que o
cercavam animados e envo!vendo-o em um
circulo phantas.ico.
Branca fallava-lhe de seu pai morto,
quando devia suppor por mas de uma ra
zao quem fora o matador.
Sena Branca uma infame ?
Amal-o-hia ainda, apezar. do sangue de
seu pai e arrostaria tudo, ate" a colera de
Deus, pelo seu amcr?
Ou quereria fazel-o cahir em um laco para
Vingar por si propria a morte de seu
paif
Esta ultima idea era perfeitamente incon-
teslavel, attento o caracter energico de Bran-
ca, e tranquillisou Paulo, porque fazia da-
quella carta um perigo.
Continuou lendo.
Nada, pois, pdde impedir ja a felicida-
de do nosso amor. Envio-lhe esta carta'
para o palacio, porque, nao o tendo encW
trado em casa, deve estar ahie n8o posso
la ir pelas razoesque nao ignora.
a Seja qual for n bora a que receber a
roinha carta, venha immediatamente & mi-
nba casa, que de hoje era diante c-stari sem-
pre aborts para si.
Espero-o impaciente, porque estou des
esperada e so ; acompanha me apenas mi-
aha tia, tao velha e ta j enferma que e qua-
si um cadaver. Branca.
Irei, disse Paulo, tenho tempo para
estar de volta & meia noite. Vejamos
est'outra carta.
A'i !er o sobrescripto, Paulo estreme-
ceu. '
lleconhecera a letra de Leonor de Bon-
camp.
Antes de a abrir, vacillou alguns momen-
tos, por lim decidio se e leu o seguin-
te: -
Se ainda me araas, Paulo, vera ver-
me, estou resoWida a tudo ; segue um ho-
A, companhia, ponem, era tao ruim que
afugeutou.o pubic !hgo nas primeiras-. re-
citas. Hr>Je aquelle theatro acha-se inva-
dido por uma companhia dramatica.
Fomos outro dia convidad>s pelo nosso
intelligeoie patricio Zeferioo, pensionista
do governo imperial para visitar o seu ate-
lier de pintura, onde se achavam em expo-
sicao alguns quadx)s seus, que deviam ser
remettidos para a academia de Bellas-Artes
do Rio- de Janeiro, da qual o Sr. Zeferino
foi discipulo.
Com s tisfagao tive occasiao, de ver os bel-
los trabalbos de um brasileiro distincto, a
respcitj de quem eu ouvira o celebre pro-
fessor Mariani exprimir-se em teroios mui
iisongeiros
Entre os quadras expostjs distinguimos
a Caridade, quadro de genero, piatura a
oleo ; o Obolo da v-iuoa, asmmpto- sacro,
desenho a claro-escuro ; S. Jodo Baptisia
aodeserlo, academia historiada, isto e, um
estudo plastico, grandeza natural.
Alem disso, vimos todos os estudos dos
nus e os ensaios de panejame-ntos que ser-
viram para o Obolo da viuva.
A respeito do bellissimo quadro da Cari-
mem que esperara esta noite d ante da ca-
thedral. TuaLeonor.
Paulo beijou a carta, collocou-a sobre o
coragao e exclamou :
Quem sab3 se esta adorada Leonor d
minha irma ?
Depois oingio a espada, pogou no gorro e
sahio.
Apenas transpoz a porta do palacio, um
homem destacou-se da parede e comecou a
seguil-o.
Dalli a pouco, pjrem, o homem teve que
parar.
Paulo parara tambem diante d'um vulto
que estava apoiado & uma das pilastras da
cathedral.
Espera alguem ? perguntou-lhe Pau-
lo,
Espero, respondeu a vulto, siga-
rae.
0 que I conheceme?
"* Vist) que estou esperando e que lhe
digo que me siga, d porque o conheco :
o senhor 6 o cavalheiro de Arnestevil-
le.
Donde me conhece ?
l)co ver em casa de meu amo.
E quem e" o seu amo?
. 0 Sr. Pedro de Boncamp.
Vive em Ferrara?
Sim, senhor.
Onde?
Na rua de S. Francisco.
Quem o mandou para aqui?
A senhora.
Entao ella ntreve-se?...
Atreve-se, porque o senhor n5o csti
cm casa
Ah n3o esta em casa ?
Nao, sen bar.
E quem estl com a senhora ?
Su< mai.
E sabe?....
Que lbe escreveu e que o espera ? nao
Mir Qua Vegetal.
(PHYTELKPHAS-.)
Jase nao p61e duvidar que existd nas
florestas virg.-ns da America tropical un
vegetal, a Phylelephas macrocarpa R. & P.,
do quar se extrahe uma subotaocia que se
assimelba de tal' man-dra ao mar Am, fbr-
necido pelos deotes dos elephan es, que o
toma m muitas vezes como tal, e que como
tal o empregam us-torneiros. A epoca em
que este-marfim foi introdurido pel pri-
meira vez na Europa, nao se pd-ie indicar
com eractidao ; mas julga-sa gralment que foi pouco tempo depois de obterem a
sua independencia as olonias hespanholai
pouco mais ou menos em 18-26.
A principio aqa^lla substacicia chegava
em pequenas quantidades ; mas ita actuah-
dade a sua importaca e enornia aa Europa
e nos Estados-Unidos da America, especial-
men te a que procede do Rio> ilagialena,
destinada ao fabrieode diversissicnos arte-
factos.
Durante alguns aimes forant itaftroduzidas
em Inglaterra nadr. -menos dqucincoeota
t)neladas de fructoe d'esta plaata ; e em
1854 venderam-se era Londres- ml d'esses
iructos por 2J2 )0 ..
Muito tempo antes que o roaudo com-
mercial dirigisse a sua aliencao- para o mar-
Am vegetal, como-artigo importante, aquella
planta ja era conhecida pelos botanicos.
Foi no fim do seeulo passado qne dois hes -
panboes Ruiz e Pavonno seu syiUma
VegelabMum Perttvianae et'Chilensis (Ma-
drid 1798) faziam mencao de uma planta
com o-nome de Phytelephas macrocarpa,
e davam ao mesmo tempo uma curta des-
cripga, e uma noticia sobre os diversos
noraes que tem no Peru, e sobre a sua uti-
lidade e propriedades.
0 nome generic, compost de duas pala-
vras gregas Phyton, planta, e Elephas, ele-
phante, foi certatiente bem esothido, e
timbem se conservoc em todas as obras
systematicas.
Pouco tempo depois, os Srs. Dumb lit e
Bonpland descobriram a m -sma planta na
Nova Granada, mas as suas communicagoes
a respeito della coutribuiram muito pouco
para lhe indicar com exactidac o lugar que
deveria occupar nos systemas naturaes ; o
que tambem n3o tinha sido possivel psla
curta apreciigao feita por Ruii e Pavon.
E' ao Sr. Purdie, que em 1845 e 46 ex-
plorou aquellas regioes a eusta doe jardins
reaes de Ko\v, que se devem o primeiro*
esciarecimontos sobre este interessante ve-
getal.
Em IS 18.dava tambeai o Sr. Martins no
fim da sua grande )bra sobre as palmairas,
mais algumas notas sobre a Ph\ telephas, e
o Sr. Morren accrescentava um pou.o mais
tarde algumas annotacoes interessantes a
respeito das setnente-s da nossa planta.
Continuar^se km.
senhor.
Nesse caso atraigda o seu amo.
Engaoa-se. 0 meu amo e quem me-
lhor me paga e a filha paga-raa melhor do
que o pai.
Diga a sua senhora que a carta que
recebi fez-me enlouquecer de alegria, p>
rem, que nao posso ir vela esta noite.
Porque? perguntou com entonagAo
singular o mensageiro. A senhjra ha de
ter um grande desgosto e tal vez mesmo se
offenda.
Tenho tanta pena como ella ; diga-
Ihe que nao se often Ja, porque, como sou
capitao da guarda do grao-duque, estou de
servigo esta noite e nJo posso por modo al-
gum afistar-me do palacio; espere-me
amanha & noite neste mesmo sitio e a esta
mesraa hora.
Muito bem; no entanto a senhora
ha de sentir isto muito, porque 6 muito
possivel que amanhi seu pai esteja em
casa.
Bem vfi que, como soldado, nlo pos
so faltar aos meus deveres
Tem razio, e, ji que nio pdde ser
de outro modo, aid amanha nttte lugar e a
esta hora.
Ate amanha. '
0 mensageiro dirigio-se pir* a Pia-
setta.
Paulo permaneceu immovel ate" que aquel-
le homem se pordeu na sombra.
Entao, tomou o caminho da praca de
Santa Maria e apressou o passo.
0 homem que caminhava a raz de Paulo
continuou seguinJo-o.
0 sequi'o, porenn, augmentara.
0 mensageiro de quem se separara bavia
pouco, caminhava tambem em seu segui-
mento.
(Conlinuar-se-ha.)
;TVPTBb UUUUO. -RUA DUQUE DE CAXUS



'.
all



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