Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18170


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Full Text
rv
AM10 ftiXXll
Domingo -91 de Jim lio de 1393
NUMERO lie

V"
/

PRePBJSfi&BS BE M&H0EL HfBOA P$ fABUL & mB08
REDACTORES ANTONIO YVITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLJ DE VASCOXCEULOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Per tres mezes adiantados.
Por seis nipzfs adiantados.
r ji' note mezes adiantados
10 adiantado
bimio n rEuuiuico
-;
15&000
22&500 *
304000
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA
FRANCA E INGLAIERRA
Os Sr?. Majenca Fayre & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. -.
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido
Numero avulso de das anteriores.
16|500
33*000
91000
1200
RE:[FE, 2i Di JUNHO DE 1896
Uuitto Tvpogrnpbictt Pcruam-
liucana f
: Ju-tameole promova a As3o.-rcao Uoia Jfy*
pogriipbt: os meios -le adquirir nm predio em
que estabelesa a sua seJe, fleanio assim llW
do pe-udo encargo do aluguet a qne 6 obrigada
da casa nece3?aria s suas reuniOes, em que
deva empregar os seus esorgos. e exercer a
sua actividade em proveito do* flos qoe deter-
minara a sua existencia. Estes operarios
oedicados do nobre traballio da impreusa que
exerce urna funecao essem-ialrnenle civllisa
dor, precisam do concurso de lodo?, e mere-
cen) obtelo para qoe o sel ideial venha
converter-se cm facto.
E' bem louvavel o esforfo da l'niao Tvpo-
graphid, e a creer de qoe o seu mppello
todas as demais classes da sociedade nao sera
intil, visto, como crein qoe, o espirito de
socoilMada anda nao esla de todo raorte oesta
terrt. elles corajosamente demandam o alvo
qu* se descobre ao longe alravez as esperaocas
do presente. E d'esUs iniciativas, ao prin-
cipio escudadas cm fracos elementos, que vm
8 mpre surgir institutos que sao propulsores
do progresso humano as formas mltiplas
e diversas porque elle se realisa. ao principa,
poder suppor-se que a ideia nao d'estas da
qoal possa decorrer qualquer somma de bem
social, e por isso nao est oo caso de encontrar
11
que !h<%. propri i.jtisto e DMttfarlQ que tol>s
coneomm para qu* a vida e ae-cti das.oui': a
oto en!raqu>ca;rj, e desipp;iregam, em
sis determinadas e para ilns uto 5 |>ri em O
preiso auxilio.
Ao commercio, principalmente, quain sem-
pre a Tortuna conced os seu* risos srducto
re?, facultando quaodo nao a opulenta, o be
estar, assim como as classes poduotoras em
geral os e rprega ios publie '?, qoe das rend;is
publicase, portanto, di contritiuigo eral,
t rara os seus ra s de subsistencia, fazemo-; o
oosso appello. esperando que, cada quil con-
cjrra cora o seu obub para banell-iir urna
associagao de artistas pobres que motores da
grande machina de Guttembe-g, precisara de
encontrar arrimo para qu na sua traalbos*
tarefi possam perseverar, ene ntran lo meios
de manler urna associagao, que t ra por objec-
tlvo o bem de todos que mil tara n'uma proas-
sao. que pres'a o su concursa como todas as
ouirts, ao bem da collectividade.
Sua pretangao assai modest*, e precisa
apenas contar cora um pouco de b nev ileocia
par- que seja bem euccedida.
Nao de esperar que a indifTereoga glacial
venba receber ost! appello feiio a generosida*
de dasociedase pernambucana, qua devendo
cootar no seu seio esU somma precisa de sen*
tmenlos altruulico, sera os quaes as aggre-
miagues humana?, ou as socieda te3 em gera',
definham, descrgtnjsam'se e perecem.
A mprensa que deve ser atgiarda avanzada
dos interesses geraes da humanidad* propa*
gando-os, defertdeodo'os, nao pote deixar de
auxiliar estes auxiliares do seu trabalho, e so
,ocl, e por issonao u |iclUr de lodei iC,hlIB,n, benvolo do]ap-
o inmediato apolo de vidas que no se deJ. anfimAmm r,ni5n Tvnn.r,
gnam de lavorecel-o.
A Associagao Typographica visa favorecer
todos que se dedicam esta arte, pela qual
Guttmberg, o seo inventor, formoo a grande
arteria de oircolagio da vida universal na parte
que diz respeito ao seo deseavolvimeote intel-
lectual e moral, fonte da qual decorrem todos
o* beos materiaes.
B' assim qoe os grandes inventos, os meios
de realisal-o?, vieram eocootrar na impreos o
gran le e poderoso meid de expandil-e?, e a
civllisagao do muodo deparar o lorainoso faeho
que fal-a Irradiar por toda parte, afrootaodo
todas as diUboldade?, e obstculos opposlos
sua marcha triomphante.
Se a miss d* aprensa nobre a generosa,
S o grande psstolado da verdade, se os seus
srros ou desvarios sao verdadeira calamidade
publica, porque afastada do caminbo da sua
aissaa.ella pode produilr tantos males, quaolo
de bem pode fazer enceUndo aquella a que
destinada, seguindo a influencia do progresso
umano, sob o dominio da evolugao mental e
sentimental da bumanidade, ella merece toda
a proteegao, como o iostrumeoto de propa-
ganda, e de forga creadora, coja compressao
traria funestos resuliados, ou deploraveis con-
aequenclas, o retrocesso quasi impossvel da
marcha de espirito humano nos grande traba-
Ibos j i accaraulados de sua iofalgavel actvi-
dade. que cada vez raais con ieosara-se e diffun-
dem se por toda parte ievaoda os seus benficos
effeitos.
Em todos 03 paizas, o que de bsm fizer se
para melborar as coudigjs da imprensa,
digno de maior louvor.
A cla'sse lypjgrapHlca que ella dediea
todas ai suas energa?, e d'este arduo labor,
sempre prejudicial sua sa le, lira os seus
meios de subsistencia, certamenta merece a
proteegao da sociedade, quaodo a implora para
nm fim justo, procurando reahsar aspirages
Verdadeira*, e que prendena-se ais seus part-
calares interesses.
Na quiir diificil que atravessamo?, esta
ajaociigao precisa minorar as diCiculdades coro
l-. j :U, e deeja isentar-ae das despezas de
alugu .1 de casa, adquirindo urna que sirva de
sede permanente para os seus l abalhos.
Estamos bem certos que todo3 os individuos
da cl3se typographica, pelo lago do ioteresge
cotnmum que os prendera, abragarao a ideia, e
em proveito de sua realisagao prestar ao o
concorso valio30 dos seus esforgoj, fszendo
cada qual quanto esliver ao seu alcance para
vencer as diScoldades oppostas ao resultado
desojado.
Os nosso collegas da imprensa, por sua vez
Ibes prestarao o apoio possivel para que nao
des:nim mul proseguir na trilha aberla palos
seos primeiros pasaos.
Sabemos que eati c asse, mais ou menos
limitada nos seus recursos, precisa do auxil o
de todas as d-mais.
Tratarse do ioteresse social de urna classe,
mas o ioteresse gerl nao 6 sen&o a somma
dos interesses das diversas espheras em que
ge inlividoallsa a actividade de toda a vida
locia, que em oda urca dellas re especializa,
resultando do cosjuncto de toda a forg do
organismo de que sao partes io'egrantes.
Por isso, nao sao inlifferentes i orna ciaste
ou proflasao social o bem estar e o desenvol-
vimento das cutras.
D'ahi a necess'dade do prestarenfse om
mutuo concorjo, cencurao que cada vez mais
desenvolve-se medida que o individuo com-
prebende a sua posigao e as relagOss da socie-
dade em que vive, qoal elle acba-ae ligado
de um m.do absoluto e fatal.
Solidarias como sao as diversas proflsses,
e cida qual prestando un contingente para a
ctividade das outras, em
p Hoque Ihe Faz a Sociedade Uniao Typogra.
phica oesta cidade.
E se todos apreciara o jornal qne esclarece
qua instrue e defende os interesses communs,
os direit s de todas as classes como represen-
tante da sociedade, devera se lembrar que au-
xiliando os motores da arta typographica pres-
tan) impreusa um servigo de que ella dig-
na e merecedora por sua missao eminente-
ra-nte social.
Cada qual pois, concorra com as suas exp-r-
lulas conforme permittirem as suas pngges, sao
os votos que ardeotemente [atemos?^
gARTE OFFSeiAL
Govern o Estad* de Per-
nainbuca
Expediente da 1.a directora de Secre
TARIA DA JcSTigA, NEGOCIOS INTERIORES
E ixstri'ccXo Publica.
Expediente do Exm. Sr. Conselhnro Go-
ve nador do astado do da l8 de iu-
nlw de i8g6.
Officios :
ao Sr. tr. presidente do Superior Tribunal
de Jusliga. -Tendoobacharel Mnoel Flocenii.
no de Alouquerque Montenegro, juiz de direito
do muui ipio de Agua Prela, corara micado nao
pooer, por encominudos de sade, seguir para
uom Jardim, conforme Ihe foi ordenado, atim
de cumprir o accorJao desse Tribunal Je8 de
Maio ultimo, do qual me d'esles onnecimento
por ollicio oe 20 do mesmo mez, o. 436, resol-
v determinar n'esia dala que o juu de direi'
to do municipio de Limoeiro bacnarel Jeroov*
rao Materno Pereira de Carvalho se transpone
quelle muaicipio para proceder essa del
geocia. oommuokou*se ao juiz de direito
do Llmoeiro.
Ao l)r. 6Ubslituio do procurador geral
do Estado. Agradego-vos a parucipacao que
me (Uestes em otficio d.iado de 8 do carrente
de uo ter o Supremo Tribu lal Federal loma-
dg coohecimeoto da aegao ordinaria que con-
tra este Es.ado propoz a Uoio afira de ser
declarado Inconstitucional o imposto de tro-
sentos res por tonelada sobre navios estran-
geiros, a que se re ere a actual lei orgamen-
taria.
Expediente do Dr. Director
Officios: A _
Ao Dr. director geral da Secretaria da Fa'
zenda.O Exm. Sr. conseleiro goveroador
do Estado maoda commuotcarvos que oo dia
12 do correte o bacharel Augusto Syivio Br-
relo, promotor publico do municipio de S.
Bento, reassumio o exerciejo de seu cargo, re'
nunciaodo aasim o resto da liceoja em cojo
goso se achava.
Ao mesmo. O Exm. Sr. conaelhiero
goveroador do Estado manda communicar-vos
que nodia7do correte o bacaarel Beroar-
diao de Seana Perreira Cabral, promotor pu-
dicj do municipio de Gloria do Gojt e'trou
no gso da liceoga que loe foi coocedida por
portara de 23 de Maio ultimo.
Ao Or. juiz de direito do municipio da
Escada. O Exm. Sr. cooselheiro goveroador
do Estado maoda transmiUirvos, em respos-
ta ao oficio de 28 de Abril oltlmo, cop a do de
13 do correte do prefeito d'esse musi.ipio
com referencia ao eiicio que ahi se ve de
cadeia.
Ao Dr. juiz de direito de Tirabiuba. O
Exm. Sr. conselheir-goveroador do Estado,
manda commuoicar-vos que providenciou no
sentido de vos serena foroecidos pela quesiura
policial os passes.para os presos e pracas de
quera tratastes em oflicio de 11 do correte-
2.* directora
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro
Governador do Estado do dia 18 de
]unko de i8g6.
Officios :
BAo mioistro da RelagOes Exteriores.Te-
obo a b.ora de acensar o recebiraeBto do Avi-
so desse mioisterio, sob o. 2986, de 11 cr-
reme, no qoal dignastes communicar-me ha-
ver-se expedido Exequtur oomeagao do
Sr. Augusto Neesan para o lugar de coosul da
Aleraanha n-ste Estado, comjurstigo nos
do Rio Grande do Norte e Parahvba.
Director geral da Secretaria da Fazea-
a da.Traosmiltindo a inclusa conia que me
ontingente para a f()j apregenta4a pe|o dire(;lor geral Ja 3- di-
vlrtude da funcgaoireCtorja da Secretaria da Industria em olficio
..... .......lit un ia mtmmmmmm\ n i i ii
n. 32) ie 15 do 'Orrenle, recoinnendo-vis
que inundis p;iif;i-, pela verb do art. 2.*
l." o. 6 da lei o. 121 de 28 de Junho do anuo
pagado, ao g;reuti da Hecife I)r>itiage Cara-
pany Lemited a quanlia da 57)S0O0, proveni-
ene da collocagao le lous appar-thos tUnitas
com a r.sD^ctiva canalisagao na Escola Ma-iel
Pinheiro.Comraunicou-s- ao director da 3.*
di-fe o'ia da Secretaria da Industria.
Ao mesmo. M.ndai paga-, pela verba
do anigo 2. $ 1." n. 60 la le do orgamenlo
vigente ao director da Comnanhia Servigos di
Porios a quantia de 400(1000, constante da
con a junta, que me fji presentada oelo Di
redor Qm\ di 3 Directora da Secretaria
da l idaslrh ena orficio n. 327 de 15 do cor-
rente e provenieme do forneciraento de un
placa de brooze cora a inscripgao Escola Mr
ciel Pinheiro a qoal acbi*se enllocada no res-
pectivo edificio. -Communicou-se ao director
geral da 3.* Directora da Secretaria da In-
dustria
- Ao Director Geral da Secretaria da :,Pa
send. Uommunico-fos pera os fias conve-
oleote?, que o Dr. Eparoinondas lacome reas-
sumio o exer< icia do cago le lente substituto
da Esc la de Engenhana em 16 do crreme,
renoociando o reto la licenga que Ihe lora
concedida em 20 de Uaio Ando, segundo par
nepou-rne o (spectivo dieclor em otBcio n.
27 de 16 deste mex.
Secretaria da Industria
Expediente do Sr. Dr. Governador do
Estado do dia 18 dehtnhi de 8g6
Officios:
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa-
'.pula.Autorisj-vos a mandar pagar a Cora
paniiia Servigos de Portos, a quantia de......
3 1078723. a que tem direito, conforme se ve
-ilii-a do cetiticado junto, pelos trabalhos ef
f-ctuados cora a construcg&o do caes da pite
rUri da, devendo correr essa despeza oelu
crdito supplemeniar berto pela lei ti. 167 de
30 de Malo lindo, a verba do ari. 2.* 2. O
10 da lei orgaraentam vigeote. Comrauoi-
cou-se ao Dr. Director Geral da 3.a Directo-
ra.
Ao mesmo. -Autoriso-vos a mandar en-
tregar ao theaooreire da 3.' da Secretaria da
ladust-ia, majo- Antonio Peregrino Cavalcan
te ie Albuquerque, a quanlia de 1 151.s 120.
afira de occorrer ao pagamento do pessoal em
pregado nos trabalhos de coostruega dos for-
nos de incinerago do lixo, dorante a 1.*
2.' semanas do correnle roe/, devendo essa
desp:za correr por coota do crdito extrtor-
din-irfo de 2, tambera do corrent*-, aberto pela
Iri n. 160, de 15 de Maio fiado. Commuoi-
cou-se ao r. director geral da 3.' Directora.
Expediente do Dr. Director Qeral
da /.a Directora
Officios :
Ao Dr. Inspector Gtral da Instrajgai Pu-
blica. -De ordem do Exm Sr. Dr. Goveroa-
nador do Estado, envi vos, para os devidos
fio?, a chave do aditicio construido na cidade
de Caruar e que se destina A escala publica.
Ao gerenta da Corapanhia Pernambuca-
na de Navegagio. De ordew do Eim. Sr. Dr.
Goveroador do Estado, aecuao recebi to vosso
officio i* 16 do correnta ras/, em o qual com-
municaes qua o vapor 'Una seguir boje as
t horas da tarde para Baha e escala.
Secretaria da Fazenda
Expediente do Exm. Sr. ConselJieiro Go-
vernador do Oslado, do dia ij de Ju-
n/io de 18g6.
Acto*:
O Gov-rnador do Estado, atienden to ao que
requereram Domiogjs daa Neves Teiseira Bas
tos e Mario Googalves Ferreira, segundos ol-
ficiaes, este aa 1.a e aquella da 2.* secgao da
Recehedoria do Estado e teodo em vista a in-
formagao prestada pelo Dr. director geral da
Secrelaria da Fazenda em officio le 10 do
carrente sob n. 207, resolve permlttir que os
peticionarios pe'mutem os respectivos loga-
res. Fizeram-se as dividas cominuoicagOas-
Officios :
aos Srs. raembros do Congresso do Balado.
Em officio de 11 do correle, sob n. 214 o
Dr. director geral da Secretaria da Pateada,
trouxe ao meu conbecimeoto ser insuiflcier.tt
a verba do n 36 do g 3 art. 2.* oa le do
orgamento vigente para occorrer s despezas
de publicagao e impreisao conforme sa ve -
ca da damonstragao junta em original.
Sendo preciso o crdito dupplemenlar de...
2 0008000 para occorrer a taes despezas oo
correte exercicio, rogo ao Coogresso que se
digne providenciar afira de flear o Tbesouro
habilitado a satisfazel-as.
Dia 15
Actos :
O Governador do Estado tendo em vista a
proposta dj r. Director Geral da Secretara
da Fazenda constante do officio n. 245, de
hoje datado, resolve, a bem do servigo publi-
co, demitlir Manoel Manaooo Fei osa do cargo
de coliector int rio do municipio ae Tacara-
t. Fizeram se as devidas commuoicagOea.
Orficios:
Ao Dr. inspector da Alfandega.Comrau-
oico-voa, para 03 devidos effeitos, qus na pe-
ligao dos cimmerciaotes Niameyer Calm &
exarei nesa data o seguiote despacho : De-
ferido de accordo com a informago do Dr.
inspector da Alfaodega de 12 do correo e sob
u. 430.
Ao Dr. Director Geral do Thesouro.
De accordo com as ioforraagas annexas ao
vosso oifi io o. 131, de 20 de Mai> ultima,
providencie afira de ser escripiurada e paga
ao guardi&o do convento de Saato Antonio,
Fre Peregrino Hilleubrant a importancia de-
vi la pelo aluguel do compartimento oceupado
pela forga publica estadual, desde Janeiro de
1894, razao de quinhentos mil res annuaes,
conforme a proposta aceita.
Lef 194
Secretaria le Estado dos Negocios
da Industria
Despachos do Conselheiro Governador do
Estado do dia ig de iunho de i8g6
Compaohia de|lieberibe, replicando do des-
pacho de 12 d* correte era que a aupplicaote
padia aferigao offlcial em 8eus bydrometros.
A aferigao dos bvdrometroa nao pode pi evenir
que elles se desarraogem e maito meaos evi-
tar qoe se suscitara duvidas a respeito de sua
exactidao. -Por ease motivo nao pode ser or-
denada a aferigao requerida, cumpnodo que a
sopplicante solicite a preseaga do fiscal do
Goveroo, quaudo julgar conveniente para con-
vencer da exactidao de seus hidrmetros.
Jos Joaquina avalcante, concessionario do
lote u. 89 da 1.' teegao do Nueleo Colonial
Bar&o de Luceoa, paliado para pagar a Fa-
zenda do Estado a importancia do mesmo lote,
em 3 prsstagOea. -Informa a 3.' Directora da
Secretaria da Industria.
O porteiro.
4rc/itis Mafra.
O COXGRESSQ LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERXAMBL'CO
Decreta :
Art. i." 'Continua a denominar-se Benjamn
Gonstant o Instituto do ensino secundario, creado
nesti: Estado, ao qual, sob essa denominaco foram
concedidas .as vantagens do Gymnasio Nacional, por
Decreto do Governo Federal n. 2205 de 30 de De-
zembro de 1895.
Art. 2.' Fica approvado, na parte nao modifica-
da pea presente lei, o Regularaento Orgnico que
baixoa o Governador do Estado, a 15 de Julho de
1895, tjara a execuc&o da lei n. 91 de 6 de Junho do
mesmo anno.
Art. 3.0 Nenhuma reforma ser feita no plano
de estudos do Instituto Beniamin Constant, que nao
esteja de accordo couij o programma do Gymnasio
Nacional.
Art. 4.0 O Governador do Estado fica autorisa-
do a estabelecer o Internato do antigo Gymnasio Per-
nambucano, o qual, com o actual Extrnalo constitui-
r um s Instituto sob urna nica direccao, com o
mesmo corpo docente e o mesmo numero de cadei-
ras, guardada apenas a separacao necessaria entre
alitmrjps internos e externos.
*^''nico. Por occasiao de usar o Governador do
Estado da autorisaco que Ihe confere este artigo,
crear a aula da gymnastica, esgrima e mais exer-
cicios que julgar convenientes ao desenvolvimento
physico dos inte nos, expedindo para isso o compe-
tente regulamento adequado s exigencias da admi-
nistrado, economa e disciplina da nova InstituicSo e
aos interesses da educaco physica, moral e intellec-
tual dos alu^nnos, para os quaes emquanto residirem
no Estabeleciment, sero obrigatorios o estudo pra-
tico daslinguas franceza, ingleza, italiana o alloma e
a observancia do plano de ensino do Gymnasio Na-
cional.
Art. 5. Ao Regulamento Orgnico do Institu-
to Benjamn Constant, de 15 de Julho de 1895 s5o fei-
tas as seguintes modificaces :
I. Ao final do art. 2/ accrescente-se : as con-
dicesdo art. 10 n. 1.
II. No art. 5o supprimam-se as palavras : e i
substituto de desenho.
III. Ao art. 10 accrescente-se. depois das pa-
lavras -matriculandos gratuitos : cujo numero
nao poder exceder do 15 ; ao n. 1 depois das pala-
vrasorphos pobresdiga-se : tfilhos de lentes,
professores ou quaesquer funecionarios do Instituto
da Escola Normal e outros Estabelecimentos de ensi-
no publico do Estado e em o n. 2 substitum-se as
palavrasou de offlciaes dos corpos de pol ca do Es-
tadopelas seguintes : ou de professores pblicos
pri.,.' rios j fallecidos.
IV. No art 19 depois das palavrasdas uteis
accrescente se : menos as quintas-feiras, no ni-
co supprima-se a palavra somente e depois da data
17 de Junhoaccrescente-se 24 de Julho.
V. No art. 37 n. 2 suppnraam-se as palavras
e de bacharel em sciencias e lettras
VI- No art. 47 substituam.se as palavrasalcm
do que se acha estabelecido na legislacSoem vigor,
pelos nmeros seguintes :
1/ Servico publico gratuito relevante em prol
da instrueco publica, nao excedente de 6 annos.
2 Servico publico remunerado, geral ou pro-
vincial no rgimen antigo, federal ou Estadual no
actual rgimen, comtanto que nao seja cumulativo
com o de lente ou professor e nao exceda de 8
annos .
3.0 As interinidades no magisterio secundario
ou em cargos superiores da instrueco publica,
observada a mesma restricc5o do numero antece-
dente.
No art. 40 addcione-se anda o seguinte :
nico. O tempo de servico de que trata este
artigo, s poder ser levado em conta para os effei-
tos da jubiaco si, por occasiao de ser esta concedi-
da, contar o lente ou professor, tempo superior
quelle de exercicio no magisterio>.
VII. No art. 42 substituam-se as palavras : que
escrever por estas : que compuzer, traduzir ou
compilar e no i." palavra autor accrescente-se
ttraductor ou compilador.
VIII. No art. 44 supprimam-se as palavras : ou
de outros estabelecimentos de ensino do Estudo.
IX. No art. 47 supprima-se a ultima parte do
n 3, que contm disposicao idntica do art. 49
nico.
X. No art. 6j depois das palavraspresente Re-
gulamentodiga-se a qual fica approvada por esta
le, e accrescente-se o seguinte :
nico. as substituicoes, salvo a disposicao
do art. 2 o da lei n. 1497 de 10 de Julho de 1880, os
lentes e professores s tero direito aos vencimen-
tos integraes dos effectivos quando estes nada per-
ceberem.
XI. No art. 69 palavra proporcionaes ac-
crescente-se : de cinco em cinco annos.
XII. A disposicao do art. 71 seja substituya
pela seguinte : O professor da aula primaria do
antigo Gymnasio Pernambucano, vitalicio e inamovi-
vel, por disposicao da lei n. 91 de 6 de Junho de
1895 continuar addido ao Instituto Benjamn Cons-
tant, at que seja opportunamente aproveitado no
mesmo Estabelecimento.
Art 6. Fica revogado o art 2.0 da le n. 132
de 3 de Julho de 1895 e supprimdos os arts. 68 e ?4
do Regulamento de 15 do mesmo mez e anno._______
nico. Por eccasio de dar execucao pre-
sente lei, poder o Governador do Estado prover, in-
dependente de concurso, as cadeiras que se acharem
vagas ou que devam ser preenchidas.
Art. 7.0 Revogam se as disposices em contra-
rio.
Senado do Estado de Pernambuco, 12 de Junho
de 1896.
Dr. Ermirio Cesar Coutinho,
Vice-Pre<-idente.
Eduardo Augusto de O/iveira,
i. Secretario.
Joao Baptista Regu ir a Costa,
2.' Secretario.
Palacio-do Govemo do Estado da Perna-nbuco,
em 15 de Junbo de 1896.
Dn. Joaqcim Correa d'aracjo.
Lei 11. 1*5
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta :
Art. 1/ O Governador do Estado fica auctori-
sado a contractar corn o Coronel Pedro Secundino
Barbosa da Silva, ou com quem melhotes vanta-
gens offereuer a canalisaco da agua potavel do
riacho Natuba, e d'aquelles que possam ser apro-
veitados e tenham agua pura e apropriada ao con-
sumo, verificada por analyse chimica, s^b a ga-
ranta de juros del 7 / ao auno, at a quantia de
400:O00$000.
nico. A concurrencia para o contracto ver-
sar sob as seguintes bases :
A. apresentar no prazo improrogavel de 6 me-
zes a planta da cidade da Victoria, e da zona que
tiverdeser atravessada pelo encanamento, cora
os detalhes indisponsaveis, des3nhos, orcamentos
de todas as obras a executar e materia em pregada ;
B. indicaco dos pontos em que dovem ser
collocados os resrvatenos precisos, chafarizes,
desenlio desous typos, menco da materia de que
devem serfeitos, eaparelhos complementares;
C. prazo do uso e goso do contracto que nao
exceder do 30 annos, importancia mxima das
obras a executar;
D. prazo difinitivo para a concluso de todos
03 trabalhos;
E. fornecimentos d'agua nunca inferior a 30
litros diarios para cada habitanre, tom tnlo-se por
base urna populaco de 10.030 almas.
Art. 2.* O fornecimento d'agua s casas parti-
culares obrigatorio para aquellas casa que paga-
rem dcimas, correndo as despezas cotn o enoa-
namento por conta do coulractante ou da empre-
za at a entrada da casa, e da lei por diante ao
proprietario sobre quem recae a obrigacoda penna
d'agua, que poder fazer com quem Ihe convier.
Art. 3. O preco pelo qual o contraclante ou
emprezario vender agua dos chafarizes nao exce-
der de 40 reis balde de 39 litros, e as pennas se-
ro de 10 baldes diarios com o abatimento de 30 V;
as casas ou estabelecimentos industriaos, qua
necessitarem {de maior abundancia d'agua, tero o
abate de 50 % de 30 baldes por diante.
Art 4.* O contractante da empreza fornecer
gratuitamente agua para a extinego de incendios.
Art. 5. No contracto que o governo fizer com
o contractante ou Empreza, especificar as condi-
estabelecidas no contracto da egual natureza, fei-
to para o abastecimento d'agua para a capital des-
te Estado, naquillo que tiver applicaco
Art. G. O governador do Estado expedir o
regulamento necessario para fiel execucao desta
lei.
Art. 7." A ninguem permittido vender agua
era concurrencia ou competencia com o contra-
ctante ou emprezarios durante o prazo do contracto.
Art 8.* Findo o prazo concedido do contra-
ctante, para uso e goso da compinhia, revertero
para o Estado todas as obras sem iniemnisago
alguma.
Art. 9. Si, findo o prazo concedido ao con-
tractante para uso e goso do contracto, o servigo
d'agua tiver de ser feito por torceros, ter o contra-
ctante ou empreza a preferencia em igualdade de
condicoes.
Art. 10. O contractante ou Empreza gosar do
direito de desapropriaco por utilidade publica do
manancial ou mananciaes que se fizereiu necessa-
rios, bem como dos terrenos em que tiver de pas-
sar o encanamento e onde houverem de se fazer
obras d'arte.
Art. 11 Revogam-se as disposges em contra-
rio.
Senado do Estado de Pernambuco, 12 de Ju-
nho de 1896.
Dr. Ermirio Cesar Coutinho,
Vice-Presidente.
Eatardo Augusto aOliveira,
1." Secretario.
Joao Baptista Regueira Costa,
2." Secretario.
Palacio do Governo do Estado do Pernambuco,
em 15 de Junho de 1896.
Dr. Joaqlim Correa d'Arajo.
Despac/ws do Governo do Estado do dia
ig de Junho de i8g6
Bichar! Bellarmioo Ce?ar Goodim, jai de
dtreo no moolelplo deTacarat, pedloJopira
ter removido para igual cargo 00 de Butque,
qoe se acrn vago.Informe o Dr. prndente
do SopeMor T ibooal de Jost'Ca.
O mesmo, pealado jostilicacao de ialtas.
Iadefrrldr.
Jote Doarie da Costa, seoteBCiad', pedio Jo
perdao 1 deferido.
Baclmel Ao'.oilo Caroeiro Melra de Vas*
coocelioi, promo'or publico, do Altlobo do
B ejo, pediodo 8 das de liceoga pera o fim
ae asiigoar o termo de InacipcS) oo coocurso
para juies de direito dfste Bsu-o.Sim, com
ordenado oa forma da lei.
Baoedtcti Mara di C >ocelc4J. mai do ato.
tenclado P-udeocio Heonqoe de Btrroi, pe1
diodo perdi para seo Bino.Ao S'- Dr. pre*
mandar Juoiar a cerildao pedida, t-i d > em vis-
ta a loormacio aout-xa do Dr. juis de direito
do S- dlstricto criminal.
Manoel lii Barbosa, condecido por Baco*
rao, 890lQciado, pedloda para ser oosto em
liberdade, por cooclusao de pena. Informe o
Dr. joii de direito do municipio de Garao&oo*.
Viceote Jos Tobas, sentenciado, pe-iodo
para ser posto em liberdade. por condusao de
jen.-Informe o Dr. julx de dlteito do 1
distrtcio crimioal.
Manoel Lol Ribei-o, sentenciado, pedinto
oerdao.A^ Sr. Dr. presidente do Superior
Tribunal de Jostlca parb maodar jtotar a cur-
tida) pedida, teodo rm vista a tofo-macan ao-
nexa do Dr. ju|i de direito do dlstricto cr
nainai.
J is Pellclaoa Beierra de Aguior, prof.aaor
publ en em dispooibilldude, pedmdo para sex
considerado sem effelta o acto pelo qual fot
noxieado para reger a cadeira da villa de Sal-
Oioao perud) para bbu uiuu.-jij wi. p'>= -.- ,------.21 ~" m~ .. -h.. da
sldeote do Superior Tribunal de Jus-ti para'n1'^. noneaado-o para reger a aMN de
Barreiros oa a de Correntes, qoe se acaam vaj
gas.-In:tfe-idj, em v s'i da in'otm gao do
da 2a d rectora da Secreta la da Jnstica, Ne;
gocios Interioren e In t neo Pobliea.
Jos Ignacio de Moroea, apiUo da 1* compa*
ohi< do 3 bjlalbao erto B>, pediedo paga*
men'o de ajuda de coa 0. DeVido, dos ter*.
mos do cffi io desta data, ao 8r. U director
geral da Secrttaria (*e Fsxeoda.
Jol'o Adalberto Ferreira Clao, misico i-
batalbo de polica dedlQ Estado, p.dindo sua
batxa.Sejajgubmtt io a iospec^ao medica,
aos termos das odecs em vigor.
Jos Ltao Vctor de Oliveija Lelo, actual-
mente professor da cadeira de Pesqneira, pa-
dindo pagamento de seos veocimtn'.os a coa*
tar de 15 de Marco a 30 de Jonbo de 1S95, oa
qu Ii tade de p oessor em di?co)ibilidale da
cadeira de P,cao.Informe o Sr. director ga*,
ral da Secretaria de Pace ida.
Rodoipbo Aogusto de Amorlm Garcia, palia-
do pata ser edmtttido loacrlpsao p>ra c coa*.


I


nn-v-rafBfc.


Diario de Pernambnco Domingo
Jim!, o de l*9G
tracto t proTB -da oedeir vaga -de Mi.- lavel; vista qua a iavo4jilidado cobre
neralola e Saalegia 19 laiUiatir Baojtaia toda e qualquer responsabilidad e moral,
Conetau' Compares peticionario na Se:re- toda e qualquor censura
torio da JosliC" Negocios lartores e Iia'rac-


co Dobica, aaa de luscrever.je.
lana Caodida Flgoatredo Santo', orofes-
ora da aula de Calllgrapnu, Dc-.seouo Wne.r.
de Ornatos. Pinturas e Aqaarelia da seo a
Normal, pedraio para qai soja publicad por
coat do governo, o eu tribuno intitulado
.Metooio Prallco do Calligrapdia.-trabn a*
commis-Oes eocarregadas 4a ezamraor o%n-
baino da supplicanie o tenham jomado d'go >
de ser imprea.o por conu do Estado, ni) .e
possivel ordeaa--ie a imp-esjao por falta ae
verba oa le do orcameato Pra oesarrK a de;-
^'noreza do Diario de Peroaanaco, pedia-
do pagamento da qaaatia do 1:8601000. prova-
Bteoida impreaaao Ja ultima da biographla*
crilas pe-io oado commenJador Aritooio
Ymim de Mello. -Nestadata solicito do Cn
gresso Legislativo o neceasano erodit, aflm d
ur losar o pagameoto, v alo acba -ae esgo. i
herbado T 1 l- o. 69, da le do orc-
"j!. m.al'cU.bo da Slln e oalro*. senten-
ciado oe'odn Dra respooderera ao jury ..o
mMiiPio da Taoarat, onda loan p-onujcia-
? o- criiD- de ooo-te.-ProvideQc.aao, iu.a
Urmoa do offl-io boj. dirijo ao D-. jui.
dlfoita do muoicitdo do Tacara .
a,r" O PORTEIRO,
C. Mor tus.
directora geral do thesouro do
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia ig de lunho\ de
F 1896
Baro de Frexeiras, Jos *cj d0u"j
uw, Fraoeisco Ferreir. doe s.atos e Mauo.l
Clenvntino Corroa da Metlo.-Ao Exm. Sr
Dr. Governador. Tn.. Cr nr
Manoel Joao do Amonm.-Iaforme o Sr. Dr.
Inspector da Alfaadega.
Aih.no Cruz & C.Cerlifique-ie.
. itoo o la ifniaoo Vera..-Haj. visto o S
Dr. Procarador Fiscal. ...MJ,_J ...
orapanhia do Beber.be, Leopoldina Joa-
quraa Ferreira o Afra de P.uliiLope. -A se
cao do Contencioso paTa lser as uta*.
N>-
Cavalcaote da Albu-
niz Affinso Ferreira, Guittwraino Joaqui
do R. Barrelto, Emiliano Brio de Arao-o
vaes, Cbriatovao da
querque
H.
2cll?* C.rMnoel Sesrao de A.buquerqoe M,
So* Francisco Alexaodr.no da Paula Ro-
cha Americo l'ereira Braniao, Amonio Pere.ra
Simfii o meamo e AssoCiacao Commerc.al. -
SK o Sr Dr. Sub-D.reclor da Loolab.l.
ijprphira Jesuina B. da Stlveira.-Ao por-
teiro para entregar.^ ^
Maia Silva &. C., Jos de Moora Barros, Silva
Ariojo C.7 Marques P.ro-nd.a & C, Luis
SS Joao Aoton.o Corro. Loba, Joaqura,
Antonio de Castro, Francisco Ferreira Baltrur,
jVsepba Maria ae'Moedonca.- Aoton.o.da S.lva
Fo"S\u,gM.rJol7e--tfliveir.f Aotonie Do
mingos da Albuquerqu, e Paol.no d,, Olireira
Ma\a.-lQorme o Sr. Dr. Amwislrador da Re-
"FraSco Manoel da Silva.-A .ec5ao do
Contencioso para faaar as notas.
Emilia Los da B. Gnimaries. Certifl
^Ma'ia do Rosario da 0 Mello, Joanoa Fer-
reira Mona, Jos C. da Silva Pessoa.-Haja
visto o Sr. Dr. Procarador Fiscal.
Paulo Aoan.as Silveira, Jofto '.os Santos Si-
qoeira, Numenano Augusto de Mello, Mauoel
Feroaedes de Souza, AotaoloFraiciscoC.de
Mello e Collecter de Amaragy.-Ioorme o Sr.
Dr. SabD.rector da Conlab.lidade.
Nieraeyr Jah C.-Ao Portetro para en-
tregar.
Servindo de protocolista,
Amaro A. Bandoux.
INSTRLCgO
Despachos
de
INSPECTORA GERAL DA
PUBLICA
do dia 16 de iunfto
1896
Sebasto Braniao, prtfesaor pobltco. -
COr.r LSr;earAlbaquerqua Monteiro,
paliado certidao.-Como requer.
Mana do Carreo"ffjaso Nunes a Donatill
Julia Guiraartes de Aibuqu^rque, proleMOia*.
pedindo prorogafiao de P"--*,0 d "c "
do com o deapaco do Dr. Governador do Es-
UMaria Anselma Cavalcante, nomeada prohe-
ora de aota Clara, era Botqoe, paliado pro-
"gacao de prazo. -Si.n, de accordo cora o des-
pacho de G.vern.ior, de 15 do corrente.
O porteiro,
Manoel ]oaquim de Avellar.
RECEBBDORIA DO ESTADO DB PERNAM-
BUCO
Despacito! do dia 19 de Sunlto dt
i8q6
Hiiarino Rodrigues Saraivo, A-earo Mala-
quias Soares, Maloxruias- Rodrigues de Salles,
Gosma B^lbina de Lima, Heanque F. de
Amoriro, Viuva Maria Francisca dos Prazares,
Maria Petronilla da Vascon",ello?, Seraphlru
Jos Lopes, Francisca dos Sanio*, Viuva de
Romarico Luiz de Freilas, Lourengo Bapi.sl-
Bindelra, Joao Maria Pereir, Ano Carolina
da Silveira Mirsoda, Augusto Jos de Souza
Corris, Jo reir BranlSo, Arnehna Ferreira da Silva,
Fredeico de Carvalho, Isabsl Torres Acoo'y.
Deferido.
Joao Ferreira de Alcntara Barros, Pompeo
Adriaoo de Souao, Mooella do Nascimenio
C03I?, Benedicto Jos de SairAnea, Arsenio
Cordeiro R beiro Campos.Informe a 1.* ~ec-
Bacbarel Jo8o Nazareno Cimpeli. -InoTv
ferido em visla da informacao.
Manoel Joaquim Pessa. Deferido.
Alfredo Affooso Botolho. Interme a 1'
seccao. _
Antonio Gomas da Silva Com') requer.
M noel Joaquim Pessi, Silva & Silva, Ma-
ria da ConceigSo Cuuha, Maria Julia dos San-
to?, Bellarmiao Pinto CDeferido.
19
Bellarmiua Francisca da Silva.Como re-
quer.
Manoel RodrigUS do3 Santos.-A vista da
informacao nada na que deferir.
Porto & Freire.-Nao tem luar o que re-
queren). _
O porteiro,
Custodio B. da Silva Quimaies.
SENADO
41" SESSAO EM 2T DE MAIO DE 1893
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
TEriEIRA. DE S.
. (Conclusdo)
O Sr. Telxelra deS:-Sr. Presi-
dente, como jA diase, o longo discurso do
Sr. Sonador Albino Molra, a respoito do
parecer da Coramiaso de Polica, foi urna
vordadeira tempestado em copo d'agua.
O parecer fundamento u-sa as raaea de
incompetencia pelas quaes o Sonado nao
pode consagrar emdieposicao do sou Regi-
ment os principios, alias om regra vorda-
deiros noa quaes so abriga a indicacao do
nobre Senador.
Passo a lr os fundamentos do parecer
que so justamente aa rases dainoppor-
tunidade alludidaa. As consideraoes que o
nobre Senador emittio da tribuna foram,
como ai diz, cordaa fora do arco.
O parecer nao se referi A reaponsabili-
dadejudicial, referio-se A responaabilida
emoral, A censura, ao limite de urna pro-
aibi9Bo,A sanci;8o. A Constitulolo diz: o
oto, do Deputado oudo Senador, invio-
O Sr." Albino Meira :Mas a indicaglo
nao propoz censura.
O Sr. Tbixeira de S:Mas, d3sde que
eatabelece urna prohibicao, importa urna
censura.
O Sr. Albino Meira d ura aparte.
O Sr. Tbixeira db S: Supponha o
nobre Sonador, que a probibioAo infrin-
gida, poder-se-ha, polo Regiment, annul-
lar o voto por incidir na censura da prolii-
bic5o t
O Sr. Albino Meira:E" por isso que
nto lndiquei eensura nenhuma.
O Sr. Teixeira de S:Mas e3tou mos-
trando o que resulta da prohibilo da in-
dicagSo apresentada pelo nobre Sonador.
Per.nitta-.no trazar ura ejemplo adAo-
minen, urna referencia pessoal, mas sem
animo de offensa ao noore Senador. S.
Exc, assistindo discusso de urna materia
0 fallando sobre ella, ja teinse retirado do
reeinto somonte para prejudicar a vota-
cao.....
O Sr. Albino Meira :Tonlio feito isto.
O Sr. Teixeira de S :V. Exe. sabe que
no Regiment na) ha raeio coercitivo para
fazer effectiva tal prohibicao. Qual foi a
pasponsabilidade em que incorreu V. Etc.
rotirondio-se f A responsabiiidade foipu-
ramento moral.
A simples infraoclo do Regiment, que
deixou todava intacta a inviolib;lidade d)
seu carcter do Senador.
N3o pois & responsabildado judicial
que o parecer se refere, si.n responsa-
bilidade moral pela jinfracgio da prohib
gio ; ella nao tolhe o exercicio do mandato
iuviolavel do Doputado ou do Senador.
O Sr. Albino Meira d un aparto.
O Sr. Teixeira de S.Mas isto re-
pisar a questao.
A ndicagao est e.n antinomia evidoute
Ciim a Constituidlo. O Regiment, respei*
tando as g.irautias de que gosara os Sena-
dores, quaiito ao seu voto, anda que era
questo en que tenha particular mteresse,
apenas dispe que o Senador podori escu
sar-se do votar.
O Sr. Albino Meira : NAo isto ; fas
favor de lr o art. 47 ?
O Sr. Teixeira de S:Poda escusar-
se de votar.
O Sr. Albino Meira: Pode es;usnp-se,.
mas isto elle far ou nio.
O Sr. Teixeira de S:Pois bem, o Re
gimento diz poda escusar-se ; sgue-se
que confia na dignidade, honradez e inte-
gridade, que deve caracterisar o Seua#
dir.
Esta presurapgSo n5o arbitraria.
O Sr. Eduardo de Oliveira -.E' uina
homonagetn aos brios do Senado.
Um Sr. Senador:E' a preurangio de
quo sflinpre oa Senadores sejam horaens
mor&lisados e circumspoctos.
O Sr. Teixbira de Sa :Em todas as le-
gULacdos sao serapre attendidas estas dis-
lincges pessoaes inherente> a dgoidade
dos cargos.
Nao ha nisso privilogio ; ha apenis urna
natural presu.npgao.
Eis o parecer: (.!)?
Este segundo fundamento decorre do
anterior; a Constitui'jAo respoita a inviola-
bilidade desta corporagao, nem faz restric-
gio alguraa.aos votos dos saus membros.
Ella da plena autoridade aos membros
desta Casa para votar, para intorvir em
todas as dehberages.
Acho portinto improcodontes as rases
que 0 honrado Senador produzio tao ex-
tensamente, at porquo si houvesse rea-
trecoea ao voto dos membros desta Casa,
deviain tambera existir- a respeito dos mera
bros da Cmara dos Deputados.
O Sr. Antonio Pernaubuco : Foi o quo
eu disse.
O Sr.,Teixeira de S :Portanto j ve
que a materia n5o pode star na algada do
Ragiraento ; porque, alias, (icaria.n os So
nadores sujeitos nicamente proliibigao,
e os Deputados exerceriam livreraento o
seu voto.
O Sr. Albino Meira :Cada Casa tem o
sou Regiment.
O Sr. Teixeira de S: Mas j nao aca-
bei de mostrar que a queatlo constitu-
cional f
E nao seria absurda est ypotheso ?
O Sr. Albino Meira:Nlo absoluta-
meato ni o.
O Sr. Teixeira.de S :Pois duas Cma-
ras que a ConstitnigSo igualouem attrihui
ges... nlo seria um absurdo, esta desi*
gualdade ?
IstOi daaoulpe-me o nobre Sonador, toca
o absurdo ; o do ab;udo no se tira con-
cluses seno absurdas, n5o exacto ?
O Sr. Albino Meira :E*.
O Sr. Teixeira de S: Me paroce
absurdo suppr-se obrigativa a censura
para os Sonadores, ai passo que para os
Deputados nao.
E foi por isso que a Coramissao disse no
seu parecer que era inconstitucional a in-
dicado. asf|
Entretanto o Ilustre Senador longamen.
te dissertou sobre a materia como se tra-
tasse de urna reforma constitucional.
O nobre Sonador aguarde-se para a re"
viso da C justituiglo e ontao aprsente esta
emenda.
Quaato questao de numero cora o qual
o Senado possa deliberar, tambera da
constituido que osse numero aeja raotde
o mais ura, o que .nao se pode alterar. Si os
Senadores e Deputados podara, abstend o se
da Jdiscussao, votar,-como que se priva
deste dreo o Senador,para fazer numero !
O Sr. Albino Meira :Nao ha tal.
O Sr. Teixeira de S :Si nao so pro-
hibe de votar, sogue se que elle n8o vo-
tando podo fazor numero.
O Sr. Caldas Barreto : -N3o
O Sr. Tbcubbja de S:Os exoraplo3
nos est o mostrando.
O Sa. Caldas BarretO :Nesto ponto,
nao apoiado.
O Sr. Teixeira de S : Estas prohib-
ges, permitta o nobre Senador, nao sao
applicaveis a urna corporagio doliberauta
como o poder legislativo.
E preciso ver que o Regimeuto-da C-
mara dos Srs. Doputados similitudinario
a o desta Casa e nlo cogita da prohibalo
desta ordem.
Sao aa. razos que tenho a apresentar
em sustentaglo do parecer.
[Mwto bem, muito bem.)
sr. \ltolni Meira :(.Vo deoolveu o
leu diuiirs.)
Erroerra-sa a dscussio.
Procodendo-se votagio, approvado o
parecer, verificada a requeriraento do Sr.
Albino Meira.
ordem do da
Approva-se som debate era 2.* discussSo,
sendo enviado A 5.* Coramissao aura da ser
redigida, a resolugao iniciada na Cmara
pelo projecto n. 75 de 189 e de que trata
o.projecto n. 101 deste anno (estradas do
ferro).
Entra em 2." dscusso o parecer 11. 123,
suostituindo a resolugo iniciada na Cama*
1 ra, pelo projecto n. 9 desto anno (antgui-
dade e aposantadoria de juizes de direito
e dosembargadores), art. 1..
O *r. Alblao Meira : [Sao devoloea
o seu di c irso.)
Vem Mesa sendo apoiada e entrando
em discussao a seguinte :
< Emenda n. 1. Artigo additivo. Sera-
pre que nAo fr possivel completar com os
candidatos que se apresentarem ao con
curso, a lista de que falla o art. 79 da Con-
stituigio, o Presidente do Superior Tribu-
nal de /ustiga completal-aha at o nu ero
de 15 oom aquellos juizes de direito que
estavam em exercicio nesto Estad) e ni o
foram aproveitados em sua magistratura.
Sala das sesses do Senado, 27 de Maio
de 1895.Albino lieiri.
O Sr. Baro de ftazareth : Sr.
Presidente, eu votara com certeza por
esta emenda, si nao me parecesse que ella
n&o cabe no projeoto-em discussao.
O projecto trata de preencher algumas
lacunas, que a 3.a Coramissao uotou no quo
veio da Cmara, no qual a mesma Com-
missa onaontrau diversas proposigos an-
tagnicas.
Tratando-so da aatiguidade dos juizes de
direito, diz o projeoto, viudo da Cmara
(isto est no parecer) que se contar, para
a antiguidade desses juizes, o terapo de
servico desde o dia era que tomarem pos-
se. Est no ct. 1..
Diz o art. 2.- quo se contar, para a apo
sontadoria dos juizes. o terapo que tiverera
de axoroicio do logar, mes.no nr rgimen
passado.
Para destruir esta incoherencia do pro-
jecto, apresentei um trabalho regulando
o caso por mUdo que rae pareceu mais ade-
quado situado dos juizes, ao seu direito
o torapo necossario para a api son: > doria
O projeoto da Cmara, como d z o paro-
cer no art. 1., manda contar antiguidade a
todos os juizes de direito da data da pos-
eo, n&o falla dos que forera nomoadis
d'aqui por diante, refore-so a todos.
No art. 2.- manda contar antiguidada
ara aposentadoria, nao da piase como
uiz do Estado, mas do exercicio anterior
de Juiz do antigo rgimen. Divido, por-
tanto, o projecto a continencia do principio
da antiguidade, como se diz om direito, o
qual deve ser o raesmo para todos os ef-
feitos, isto tanto para o acce.sso como
para a aposentadoria.
De pois, o art. 2.- redundante e ocioso,
porque dispe o qua ja est disposto na
Constituirn do Estado, art. 120.
O direito a aposentadoria dos antigos
magistrados, definido na legislagSo ante-
rior, espaeialuionte na lei de 20 de Selera-
bro do 1871, nao podo ostar incluido na
disposigao da onstituigSo, quo raandou
respoitar todos os direitos preexistentes
da qualquer naturo/.a. Essn expressao de
ua tlq.ie'- n itureza indica a arapliago qua se
deve dar ao dispositivo constitucin .I o
assi-n se tem entendido.
D'onJe resulta que a lei de 14 de Novera*
bro, dando o diroito do aposentadoria s,
mente aos Juizes que Uvera n mais da doz
annos do exercicio no serv ;o do Estado,
somonte applicavol aos quo nao tonbam j
esso diroito, que a ConstituigAo manda
rospeitar.
Para nao sa suscitar mais duvida a este
respeito, a Cominissio julgou convenionte
definir expressamonte esse diroito, livran*
do-o dos precessos da chicana, das falsas
intorpretaces. No goveruo ropublicauo,
o raeio de provenir iujuatigasi parsaguigos
a assogurar a ordem ; o poder para que so
deve appellar, a lei.
-V loi protege a tod03, tanto ao qua est
debaix>, como ao que est de cima.
Por isso, a Comraissao aproseutou o
substitutivo, que vem resolver a quosto
exprossamenle e tirraar ahS^- doutrina
j seguida pelo Poder Exocntivo as apo-
sentadorias quo tora concedido.
O art. 1.- do substitutivo declara que
essa a doutrina constitucional. No art.
i.- estabelece que as decisoes do Tribunal
do Tiiesouro era materia de aposentado-
ras produzom os rnesmos etfeitos que as
proferidas em materia contanoiosa, era r"
la;o a outroa direitos.
Esta disposiglo eju3ta.. Quando o The-
souro decide era materia contenciosa, isto
a, sobre o direito de qualquer parte, por
oxeraplo, de ura contracto, da urna in"
demnisagfio, suadecisAo constituo caso jul-
gado irrevogavel, si nio houve recurso.
Assim deve ser era matarla do aposenta-
dorias, porque a aposentadoria do empr-
5 gado publico ura quas contracto na ex"
pressio da direito.
j Quasi contracto se d sompre quo a lei
estaloelece uraa proraessa e a eondioSo
para roalisal-a ; quera satisfaz ossa condi*
g&o adquire direito ao curaorimento da
promessa, e o Estado incorre na obriga
ojio, carao si isso viesse de um contracto
verdadeiro ; e por es30 motivo que $e
d ao caso o nomo de qutsi contracto.
A aposentadoria est nestas condijo^.
A decis&o do Thesouro para o diroito do
aposentado deve ter a mesma forga que
quando se refere aa direito do qualquor
parte contractante. O eraprogado que se
aposenta doixou de sor empregado publi-
co; o Thesouro decide a respeito delle
como si fosse sobre negocio entra o Esta
do o o particular. Nada mais conformo
cora os p.-inoipioa, pois todos os seriptires
dizera que a aposentadoria do empregado
rege-se pelas principios que regulara o
quasi contracto.
O erapreg ido serve cora a proraessa da
loi de, e.n cortas coudigas, poder gosar
do favor da aposentac&o.; realisadas as
condi-.es, tera adquirido aquello faror, e o
Estado tora a obrigagao da cumpril-o.
O nobre Sonador pedo que seja emenda-
da a lei regulando o modo da esoolna dos
juizes pelo .j-ovarnadar. conformo a lista
do Presidente do Superior Tribunal do
Justiga.
A emenda de S. Exe., portanto, seria ca-
bivel era outro projecto regulando a ma-
teria de que ella trata, e nao neste, quo so
refero antiguidade dos Juizes e sua
aposentadoria.
Parece-.ne qua o nobre Senador apros-
sau-se deraa3era aoresentar esta menla,
qu.S. Exe. deveria mandar a ura projecto
regulando as noraeages dos Juizes.
Consta-mo que ser apresentado brey
raent- aqui un projecto neste sentido.....
O Sr. ALBINO Mrira:Nao tenho noti-
cia disto.
O Sr Barao de Nazareth :Tenho ou.
O Sr AlbinoJMeira : Digo V. Exe
quo nao possivel existir projecto algura
neste sentida. V. Exe. est nganado.
O Sr. Baro de Nazareth : O Sanado
podor approvar esta emenda ; mas, pens
quo nSo ueve fazel-a porque ella vera al-
terar o pensa.nento do projecto.
O Sr. \m iiln Pernambneo : -Sr.
Presidente, uao te.ido assignado o parecer,
por nlq mo achar presente, ra dando com o seu pensamento, dovo dar as
razos por que voto contra a emenda
apresentada pelo nobre Senador, emenda
quo considero inconstitucional.
.S. Exe. procurou fazer convencer ao Se-
nado quo a Constituigo determina que a
lista de candidatos para Juizes de Direito,
organisada polo Superior Tribunal do Jus-
tiga devia ser composta de 15 nomos.
O Sr. Albino Meira d ura aparte.
O Sr. Antonio Pernambco : No art.
79 diz a ConstituigAo essa lista n3a contera
mais de 15 nomos.- ..
[Ha outro apartes).
.....quo pode portanto conter, dons, tras
ou raais nomos, comtauto que nSo exceda
de 15. Si a Constituigao tera defeitos nao
somante noste ponto o sim em rauitos
outros.
Portanto declaro quo voto contra a
emenda, porque ella inconstitucional,
urna voz que a ConstituicAo expressamento
determina que as vagas de Juizes de Direito
sarao preenchidas por concurso, sendo a
lista organisada nos termos do art. 79, cita-
do o seu nico.
Eneorra-se a discussao.
E approvado o artigo, bem como os do-
mis do substitutivo tendo sido regoitada a
emenda, sendo dispensado do intersticio,
a requorimento do Sr. Eduardo de Oli-
veira.
Era 2." discussao, sera debate, sao ap-
provados os pareceres ns. 129, 139 o 131,
adoptando resoluges iniciadas na Cmara
polos projectos ns. 24, 26 o 29, o primeiro
e o ultimo abriudo crditos supple.nenta
res, e o segundo, approvando despezas
feitas com as oxequias do marechil Flo-
rin.) Peixoto, sendo todos dispensados
do intersticio, a raqueriraento do Sr. Edu-
ardo de Oliveira.
Esgota-so a ordo n do dia.
O Sr. Presidente levanta a sessao,
te.ido designado isoguinto ordem do dia :
2." discuss i o dos pareceres s. 12o1, 129, 1 0
e 3. 2.- dos projeoto ns. 32 e 31 o 3.* do
parecer n. 116.
42* - PRESIDENCIA
DO EXM. SR. DR.
TEIXEIRA DB ai
FRANCISCO
A' hora legal, feita a chamada, verifican
do.se estarem presentes os Srs. BarAo d
Nazareth, Teixeira de SA, Caldas Barreto,
Salazar Moscoso, Serra Martins, Albino
Silva, Eduardo de Oliveira e Ermirio Cou.
tinho, o Sr. Presidente declara aberta a
sessAo.
E' lida, e approvada, sem debate, a acta
dasassAo antecedente.
O Sr. 1. Secretario procede leitura
do seguinte
expediente :
Um officio do Exm. Sr. Conselheiro Go-
vernador do Estado, dovalvendo, infor-
madas, as petigos de Clara Olympia do
Luna Freir e Francisca Ludovifla Ribeiro
Bacallar.A quom faz a re'iuisig&o.
Outro do Director da Bibliotheca Pu*
blica do Estado, enviando quatro exon-
piares irapressos do Catalogo da mes.na
Bibliotheca, organisado pelos Drs. Lou-
Lourenco Cavalcanti e Clovls Bevilaqua.
A distribuir.
Urna petiglo da Companhia de Fiagao e
Tecidos de Pernarabuco, appellando do
acto do Concelho Municipal do Rocife,
erabora modificado, que langou o imposto
do 1:5008000 sobra qualquer sociedado ano-
nyraa ou em comraandita ou agencia. A*
3.* ComissAo.
Comparece o Sr. Regueira Costa.
Passa-so ao expediente do Sr. 2." Se-
cretarlo.
Approva-se sem dobate, o parecer n.
135 j irapresso 110 Jornal da Ct 1 redi'
gindo o projecto abrindo o crdito sup-
plementar de 3:3998503.
O Sr. Presidente declara que^ opor-
tunamente, ir sanegao a resolugo.
E' lido, submettido a discussao e appro-
vada sera debate o soguiute parecer :
1S15-PARECER N. 136.
\ 3." CoramissAo, tendo presente ura
abaixo assignados dos proprletarlos de pa-
darias e raercoarias do Municipio do Re
cife, em que recorrera da lei municipal 11.
90, necessita que seja ouvido o respe-
ctivo Concelho, relativamente ao que olles
requerem. i
Saladas Coramisses do Senado de Per
na.nbuco. 2." do Maio de 1896.Barao de
Xjsarelh.Antonio Pemambuco. Eduardo de
Oliveira .
E' lido, indo a imprimir o seguinte pa-
recer:
1836PARECER N. 137
A' 1.* Conmisslo, tendo presonta a reso-
luto da Cinara dos Deputadps iniciada
oste anno pelo projecto 11. 3, attendendo
grande necass.dada da alludida eonstru-
eo&o. do parecer que s:ji adoptada nos
termos era quo ost concebida a mencio-
nada ralajao. i"
Sola das Commissoos do Sanado, > ue
Maio da lS9J--Or. Ermino Couliuh.Al-
bino Jos da SUaa.Luiz Salaz ir Hmm da
Vetga l'essoa
O Congrbsso Legislativo do Estado de
pernambuco
Resoive :
Art. 1." Fica o Governador do Estado
autorisado a despender at a quautia do
de/, contos de res (10:80008003) cora a
construego de u.n agude no povoado de
Jurema do municipio de Quip p.
Art. 2.- Rsvogam-se as disposigoes ora
contrario.
Sala das Sesses da Cmara dos Deputa-
dos, 16 de Maio do 1896.Jos Marcelino da
Rosa e Silvt, Presidente.Celso P Henriques
deSouza, L- Secretario.Alfonso de Barros C
de Albaqnerque, 2.- Secretario.
E' tambera lido o seguinte parecer, sondo
dispensado da publicago a requorimento
do Sr. BarAo do Nazareth, osando sub.net-
tidp a discussao, approvado som debato :
1896-PARECER N. 133
A 5.' Comraissao, a quera foi prosonte a
rosolugao iniciada na Cmara dos Sr3. De-
putados pelo projacto n. 75 do 1895, hoje
approvada em 3.' discussSo e de qne trata
o parecer n. 10i, do parecor que hque as-
si.u redigida:
O Congresso Legislativo do Estado de
pernambuco
Decreta :
(Est nos masraos termos do projecto
publicado no Diario de 2i de Maio,) ac-
croscentando-se t fine.
Revezara-se as disposigos en contrario.
Sala das Coramisses do Senado, 27 de
Maio de 1896.Regueira Costa.Bardo d>.
XaxareUi.Cotias Brrelo.
O Sr. Prusidente declara que. oppor-
tunamente, ir asanejo a resolugo de
que trata o referida parecor.
O Sr. Barao de Nazareth: Pela
ordem) Sr. Presidente, na intuito de regu-
larisar o servigo que de todo ponto mo pa-
rece de interesse publico, venho apresen-
tar ura projecto quo diz raspaito as no-
mea ;es de Juizes de Direito-
A experiencia nos ten. mostrado a falta
de uraa lei especial, e A por essa rasAo que
aprosento o soguinte projecto : (L)
Esto assignados: Bario de Nazareth,
Luiz Solazar Moscoso da Voiga Pessoa e
Caldas Barreto.
Vem Mesa, indo a imprimir, o teguinto
projecto :
O Sr. Baro de Nazareth pela ordem,
requor e obtem dispensa da impressao
eara 5 pareceres que apresenta, da
ommis35o, rediglndo os 5 pareceres ap-
provados na ordem do dia desta sessAo,
afira, deserera discutidos immediatamente.
Submettidos discussao sao approva-
dos, sem debate, os referidos pareceres
sob ns. 139 143, concluidos nos segrales
ter nos : _
Ai vibracOes da bellisalma partitura comiso*
, l veram extraordinariamente aquella que era o
, sea glorioso actor ; por divergs vese?, elle te-
ve momentos de applaodtr a banda qoe loe re-
cordaba o-qu lia oocasio o malor tnuxpho
qss ja '.tm obtido
maestro etraogelro.
Tefe eotSo lagar a posse, a
189b>**Tarecern.
139
em palcos italianos om
os accordea
A 5.* Gommi3s5o, tendo presente o pa*
recer n. 12S, acompanliado da re3olugAo
inioiada na Cmara dos Deputados pelo
projecto n. 9 deste anno e do substitutivo
prbposto pola 3.1 Commiss5o e hoja accei-
to ora 3.* discussao, de parecer quo dito
substitutivo fi^ue assim r^digide :
O Congresso Legislativo do Estado de
PERNAMBUCO
RESOLVE :
Art. 1.* A antiguidada dos magistrados e
dos domis funecionarioa publicas que
serviram no antigo rgimen foi para todos
os effeitos, garantida pelo art. 120 da Con*
stituig.io do Estado, o nao est limitada
polo art. 77 da loi .1. 15 do lido Novembro
de 1891.
Art. 2.- As docisos do Tribunal do The-
souro era materia do aposentadoria, ap-
Srovadas polo Governo do Estado, pro-
uzera os inesmos eiToitos das que sao pro-
feridas em materia contenciosa, ora rea,
gao a outros direitos.
Art. 3. Rovogain-se os disposigos om
contrario.
Sala das Commissoos do Senado, 28 do
Maio do 1896.llardo de Xazare.h.-Caldas
1arreto.
1896Parecer n. 140
A 5." Comraissao, a quora foi presente a
rosolugfio iniciada na Cmara nos Depu-
tados polo projecto n. 24 desto anno, de
que trata o parecer n. 126, e hoje, appro-
vada em 3.* discussao, de parecer que
fique assim redigida : 1
.0 Congresso Legislativo do Estado de
pernambuco
Decreta :
Art. 1.* Fica aberto um crdito supple-
mentar de 110:0008000 para o Governador
do Estado fazer face s despozas comidas
em o n. 10 do art. 2.- 2.- da Loi P. 121 do
2 de Junho de 1895.
Art. 2." Rovogarcrse as disposigos em
contrario.
Sala das Coramisses do Senado, 23 de
Maio de 1893.Bardo de Xazareth. -Caldas
Brrelo.
18P6parecer N. 141
*?A 5.' Cominissao, tendo presento a re-
solugo iniciada na Cmara dos Deputados
pelo projecto u. 26 desto anno, da que
trata o parecer n. 130 e hoja approvada
ora 3." discussao, do parecer qae so ll.e
de esta rodaegio :
O Congresso Legislativo do
pernambuco
Decreta:
Estado de
Art. 1.* Fica n approvadas as despezas
feitas palo Governador do Estado com as
solemnes exequias celebradas no 30.* dia
d* passaraento do Marechal Floriano
Peixoto.
Art. 2.- Revogara-so as disposigos era
contrario.
Sala das Commissoos do Senado, 25 de
Maio de 1896. fiordo de Xazareth.. Caldas
Brrelo.
189Jparecer n. 112
A 5.* Coramissao, a quem foi presenta a
resolugo iniciada na Cmara dos Depu-
tados pelo projecto n. 20 deste anno, de
(.que trata o parecer n. 131 o hoje appro-
vada era 3.* discussao, de parecer que
fique redigida nos termos soguintes :
do hyrcno nacional.
ai89golda o S-. Fraac seo Pidaoza apa*
.ibn photograpbicameute o bellissimo grapo
compo^io de todos os profesiones e laranoj do
conservatorio, tendo ao rntro. como tiura
Ino'nin'.e, o ax.raordraano artis'a.
Toiaoa en.So a palav-a o Sr. Dr. Pedro
Cbe-moat, qae anreseatoa o raaeUro aos pro*
(--gure- e alumnos; depo1 falsa o nosso col-
lega Ur. Paulino de Britto fazanlo o elogio do
aoen 10 e glorioso meatre da msica nacional.
ImpogsiQil.tado de falar, por mnita fatiga,
o m-tfgt'o pedia 00 oogso collega Dr. Artbar
Limos que agradecesse em seu norne a tratas
provas de coos^darajaj e ejllma de que foj
IV).
A't-iu- Limos falou pelo genio da arte bra-
zileira, pronanciaado vbrame discorso.
Depois de data prova de eloqoen'e e s'gni-
ncativa estima, o nosso emtoea.e co jopatriota
renroa-se ; anda ecboaram palmas e bavos,
tat qua lomoa p carraagem.
No conaervatorio toca t- corpo o bymno nacional.
Entre as pegsoag presentes notamos o Srs.
tane.ite-coroael H^oieterio Valeote, D'8. Ar-
mar Lotoo-", Barbooa Rodrigos, Paulino de
Brillo, Pedro Cbsrmont, Jo5o Ctelitilus de Cam-
oos, Francisca B da Silva Aguiar, professors
elemente Ferreira, Emeeto Das, Roberto da
liar-os Sartl, Lola Lltiutii, donas Virginia
Bloob, Esmeralda Cervaoies, Joanoa Co.ri, a
oatros cojos oomes nao 003 occorrem
Apu ; 1 posse, o bravo maestro vera a Pro*
v ocia do Para visitar o nosto emineotre mes-
le aenador Aatonio Meodes.
Oemoroa-ae eot-e nos cerca de ama hora,
em amistosa paUstra com o no8?o ebefe.
Nomerosos anigos e admiradores preparas
ao glorioso maestro, no dia do sea ana 1 versa*
no oataiiiio. 1.0 da 14 do correte, altas pro*
vas de coosideme&o.
No da 12 o mesan B llega dlsae:
Nao tem passado bem o nosso eminente
compatriota ; pouco tem talado oestes altimoa
dia, cooservasdo-se meamo, contra os seos
costumes, recoluido aos seos aposeotoe.
Pensando constantemente nos filaos ausen-
tes, o glorioso velbo seme saadaies Inte mioa-
v- is dos entes qnerides, saodades qna multas
vezis se transformim em sena .a- lagrimes.
Parece qoe o estremecido uospeie da trra
paraense nao ira fazer o passtio que p--.ac ara
para boje ao Marco da Legoa.
As vieas sempre se snccelrm todos rs
lias o grande mestre procoralo pelos seas
jiu'gos e adaolradores.
Oo'imos qoe na ixuta pob r ildade da
ida ao e-rineote msico capital do Amaro-
ou, onde deve* asslsiir i loaugoragao do
tn> atro de Macaos festival qne realsa-se a SO
de Jalbo prximo, sobrado a aceoa a g ande
ope a mcljoal II Gnarany.
Leso na mesma loica :
Segoedo notloaa que merecem toda f,
viodss de Santo Aotooio do no Madeira, a ea-
l-ada de rodagem qoe se prope a ligar esaa
iocalld.de com Mamo', va* avancando prodl-
gtosamenie
At a data de taca nc ticia?, ella j\ tocara
ma-gem do Jacy P.rani, oa seja : at'.ingira
a te ca parte do tragado, o qoe da-nos ja 120
kilmetros de estrada aberta.
A larrara deasa nulsima va de corexuni-
ogao orea entre 8 e 12 metros, conforme aa
necesi-idades do Iraosito.
Os roncessioaar'os desea estrada, Srs. Mer-
:ado Ballvlan 4 C, esperam tel-a concloida, O
mximo al 31 de Duembro do cor-eme anno,
resolvendo aseim o problema da viaco daqaal-
la nqaisslma sooa, qoe, couio que estava cen-
demnada ao abandono por canta das diffleal-
lades de 'ransoortes atrases as cicnoeirs.
Os Srs. R. F. Ssars & C, qos tanto lm au-
xiliado a eopreza conctsaiooaria, propem-se
4 e-t-b'-lecer ama ferro-via na strada, a qoal
po* em fcil cootacio o Para e a Bol via, e
esubel*ceri a liga(&o e facilidade commeidal
entre M t -G-osso e Amazonas.
lonomeraa serio as vai-tanens proittlidas
por om tal emprebeodlmealo.
As relaces commerciaes entre o Brazil e a
Bolivia, amellar pe-hSo ; aper.ar-se DSo os la-
1898projecto n. 33
O Congresso
Legislativo do
pernambuco
Resolve :
Estado de
Art. I." Sompre quo no concurso, para
nomearjio de Juizes de Direito, n3o so
apurar* o numero de tres candidatos para
cada urna da3 vagas que occarrerem, o
Presidente do Superior Tribunal com-
pletar a lista a que se refere a loi n. 15
de II de Novembro do t80l at o numero
de seis, cora os noraes de tres juizes em
disponibilidado do raelhor nota, que sejam
residentes no Estado, para cujo flm po-
derao os raesraos Juizos exhibir, no prazo
do tres das, os documentos com que pro-
vam:
S 1." O terapo de servigo que prestaran.;
S 2." Que nao soffrerara processo de
respansabilidade durante essa tempo.
Art. 2 o listos Juizes s podero sor no-
meados sera prejuizo do 1." apresentado na
lista dos approvados no concurso, a juiso
do Governador do Estado.
g nico. Contarao smente antiguidade
da posse, salvo paro aposentadoria, si ti-
vorom mais de 10 annos de exercicio ante-
rior.
Art. 3.' Ficam Revogadas as disposiges
om contrario.
Sala das Comraisses da Senado, 28 de
Maio de 1893. B rao de Xazareth.Lmz
Salazar Moscoso daVeiga Pissoa.-Caldas Bar-
reto.
O Congresso Legislativo do Estado db
pernambuco
Decreta:
Art. 1." Fica aberto um crdito supplo-
mentar de tresentos o setenta e seis contos
e oitocento e quarenta e cinco rail sete-
contos o oitenta e oito ris (376.815ST88)
para o Governador da Estado fazer face
as despezas com a construego dos edifi-
cios das escolas primarias do Estado.
Art. 2.- Revogara-se as disposi-es em
contrario.
.Sala das Coramisses do Senado, 2a de
Maio do 189o.aroo de Nazareth.-Caldas
Barreto.
1896PARECER N. 143
A 5.* Commissao, tendo presente a re-
solugo da Cmara dos Deputados. iniciada
palo projecto n. 1 desto anno, de que tra-
ta o parecer n. 116 e hoje approvada em
3.' discussao, 6 de parecer que fique assim
redigida :
O Congresso Legislativo do Estado de
PERNAMBUCO
Decreta f
fl
Art. 1. Fica isenta de qualquer imposto
estadoal a Companhia Ferro-Carril da
Ba-Viagem, sendo, porm, intransferivol
a presente coucessao.
Art. 2.- Revoga.a-se as disposiges era
contrario.
Sala das Commissoos do Sonado de 28 de
Maio do 1893.Caldas Bxr reto.Baro de
Xazareth.
O Sr. Presidente declara que, oppor-
l name ute, tera o as resoluges de que tra-
tam estes pareceres o conveniento destino.
. Esgota-se a ordena do dia.
O Sr. Presidente levanta a sessfio de-
signando a 3eguinte ordera do dia : 3." dis-1
cusso dos pareceres ns. 115 o 121, 2." dos
de ns. 132 e 131 o 1. do projecto n. 35.
Ordem do da
Sao approvados em 3.* discussao sera de-
bate, e remettidos 5.' Comraissao afirn
de o redigir, os pareceres ns. 128, 120, 130,
131 e 116, o 1." substituindo a resolugo
iniciada na Cmara pelo projecto n. 9 deste
aposentadoria do deserabargadores); o
2. adoptando o projecto da Cmara n. 24
deste anno (crdito do t40:000000); o 3."
idem, o de n. 26 (desbezas cora exequias);
o 1." dora, o n. 23 (crdito de 376;8r788)
e o 5.* idera, o de n. 1 deste anno )isonpao
de mpostos a Companhia Ferro Carril, da
Ba.viageni).
Sao approvados tambera, sem debate:
era 2.' discussao o projeoto do Senado n.
32 deste anno (cadeia e escola em Ouri-
cury e agude em Belmonte) o 34 (emendas
i Constituigfio).
EST4U0S D4 JliO
NORTE
Para
Datas at 13 do correle
Dascreve assim a P ovhcia do Para* o ac
1 .a popse do m mes do cargo
de director do Conservatorio de Masica do Es-
tado :
< Logo as 11 horas sa maoba de 5, comec>-
ram a afilar ao editic o >>d e-i fuosclooa i-
i > o conservitono 1- uusiea, o- alomooi qae
dav.am -e eb- o kio-oso brasilero qoe ua-
qaei'e dia la assomlr a urecgao artisti a do
aoaso ori oeiro e^t-.beeciraeato de artes.
Ao mel Ha desalada e-a )a o moviaieBto
ao sali do* coa eno*, ootaolo-se alm de
numerosos alumnos, uiuio* profesaores, seobo-
ras a cavalbeiros
A urna bor da urde, paou em fren e por*
arla a carrua*em qoe condozm u genial maes'
t o.
Eotao, deotro do edificio a anciedade garal
iraa*Cormoa*?e era urna est-epitoaa s^lva da
palmas.
O >-minenie artista eotrou a'oraprabado de
i.nitoa proles ore r vea de p*eto, tazando
o* oon oBia-'* gracioj amarello ; elegaiie, 1 v -o. ora-e, .0 a a oella
C'.noQi erguida coiw "m veoc* o*, o glorioso
esire foi alfa da* oa s esp-egilvas prova de
Him.'ac'o e es una.
4 baoda '- aro ai do Ia co*po de Infantera
ocou, momaaloa aeooi-, a gyrapboa a dq Gaa*
rany., sob a regencia do prolesaor Nabace.
qos frateroaes qae defem maater em eterno
sapieto as Daces sal-americanas; a emigra-
cao sera facillma.
A Bolivia 1 Ivet, das repobli -as nespaono-
las. a qoe mais promeito, sob o ponto de vista
lodos.nal.
Sabemol-o : toda a grande R 1 ublica om
nlanalio, ve-teotes eio aa soaa Iradas uviao-
rias, as qaass o.scen os nossos grandes
ros.
Cuma em geral bemfsze,o; vegetacao nber-
-ima e irrigada perennemente; toacas de ri-
qaesaa natur.es inexploradas arada, ioexgota-
veis, talvez; t viiade e espirito commercial
no povo, tal a Bolina.
Nos, aberta a estrada, est.belecida a ferro-
va, levar-lbe-bemos essa exbuborancia de vida
aoe fat de Belm a ee^onda ctdade commer-
cial do Brasil; a Repoblica cisandioa dar-aos-
ba, em compeosacao a soa riqueza natural, oa
sena campos immenaog e eternamente verdes;
u gado de que 'aoto carecemos ; o assncar, a
qoaatos oatros productos ple ella fornecer-
nos.
Deixando de parte essab vantagens que, so
ror si, sao grandiosas, a ferro-via ser um
grande progre?so sob ponto de vls'a da ee-
trategi, e, anda, sob o do conraamento da
familia brazileira tao largamente espalnada
airavesesae, quasi todo, continente sul-amert-
caoo. _
O Sr. Adolpho Bollvian, representante da hr-
ma concessionarta, parte em breve para a Ca-
pit I Federal, arim de ultimar com o governo
-ceniral os contractos relativos garanta de
Sjoros que conta obter para o capital da fatura
fempreza. .
K' o caso de o Amazoats, niereesado da
parte no negocio, sentir o justo ganara da
quem ooosegoe mais nm progreaso, mais um
marco na estrada do Progresao.
Maranhao
Datas at 14 do co-rente :
Segua tffeclivamente no dia 14 para Manos,
onde Ir at a fronteira do Per, a forca fede-
r. composta de 50 pragas do 5.* bataloao, que
ser commandada at o Para pelo nosso conter-
rneo capUSo J0S0 de Lemos, que veio squi
em servigo do commando de 1.* districra mili-
tar.
Vimos casemiras fabricadas pela companhia
de laaitico ma*abense, na fabrica por ella
montada e qoe ha pouco eomecou a trabalQar
no Estado do Maranb&o.
Em goaios e qaalidartes rlvalisam com as qae
voo do etlraoseiro.
As amostras dessas fazendas podea eer vig-
as em poder do S'. Carica Ferreira Coelho,
negociante dala praca e um dos directores da
f. brica, actualmente oeeta capital e hospedado
no hotel America,
Cear
Datas al 16 do crrante:
Esta nomeado o coraoel Joaqun Sampalo
Cardoso procurador de ja-tica da comarca do
Crato. .
Na faz*noa Jardim, do comroen ador ose
Francisco da Cesta, 00 termo de sobral, falleceu
Luiza de tal, coobecida geralmeote por Mi
Iza. comenlo 104 annoa.
Deixou un< desee idencia de cerca de 100
pe*soa-', de dlnos a qoarios netos.
At morrer gosou sempre da tntegridade de
suaa (acuidades mentaes.
Occupa a*se ltimamente em Bar noite
dia.
O governo comecoo a nomeatao dos in-
tendentes para os municoras.
SUL
alo rande da Sal
0 Dr. Prudente dirielo este teiegramina aa
Club Naval Rio Graodeese :
< 0 G'iseroo Federal nenboma acco tem so.
bre as cumpa nulas de navegat&o do Ulterior
Safado.
Sto subor i inadoa ao Governo do Estado,
de qoefli ootlvarara cencesaio.
DeMr U poucoa diaif ft* publicado o
/
r iihb 1


Diario de Pernambnco Domingo % i de Jssho ds HSSS
T-eflBlaaieotu relativo naveglo de caDotag;eai trabalhos littararios, cono necessario,
nacional, conforme o precetio da Coajtitaicaa gjoaacandalosamente eindas da pasea-
da Renooiica. n D-ana i-nmo'-aes qu* oaos ns vio
A commaoicacao daste telegraTinn o U'. ^
Jolio de Castilhos, raipoodeu este da seguate parveateudo a nssa platea menos ios-
maneira : truid* ou ign Ret-iboilaa aa voisag congralohcfis ola p,rte.
nroiicu publictgo do regaiomdato sobre a'
Amneris, guardan lo a entrad triumobal Capitao tente Maooel Prefra T-lxnira Jo-
dia tropas e a chagada do lier finge conso' Dior (mimad (ato), 1 teuenles : Alfredo Oc r
"af a triste Alia, com a goranga de qae, por Short, Augusto Heleno Pere ra, Paulo Lopes
nave;? gao da cabotagam Qa^ioaai, conforme o
-telegramma qae os dirigi o P-esldanls di
Repblica, eabe-me decla-ar-vo* qtw nenbuma
concessao fea o Governo do Ea.aio sm favor de
navios e8traet.-oa .
O Dr. Vitorino Mooteiro, DO" saa Tes. tel"-
graptiou ao Cob Naval ao Ri-iGraude, deca,
rao-'o u,oe a represeotaco do Estado empeobo.
ra estocos em faTor da navegoc&o de cabou.
eem.
Os navios naciooaea su-tos no porto
emDaooe'araoi por motivo da rei-icao do pro.
jecio do Senado sobre prorog-fiao do p-aeo a
caboiagam ; e or igual motivo a nwiuha
me-caa e festcjoa a noticia.
O Dr. Alcdes L ma, jais da comarca do
Rii G ande, pro ionizado pelo Tribunal Supe-
rior do Estado, deiitou a 10 o exer;icto do
cargo, que fot assomtdo pelo Dr. Freierico
Bastos.
A questao vai ser affecta so Sape.-lor T bu.
nal Feeral.
O geoe-il Canlaaria foi rei-ebido em B por graade nnssa popular, que o acoinaaobti
a rc a. O logar em qae estiva a :>ngada eob
O combando do cooael Garlos Tulles, om.
posta .o 6- de iav.Ilaru, 17* e 31- de nfant..
ria 6 o 4* de arpiarla.
Foram pregadas as honras saa pajaag-rn,
salvan to a artilharia por occasiao da e^id-
do Im I.
No da 11 o general Caotua'ia leve demo.
raaa conferencia com o gioeral Silva Tavare*.
sobre o incidente entre o corooel Carlas Telles
e o f)r Fratcisro Tavarc, que ae a^ha reai.
dlndo lempo a-iarreote na saa estaocij. no Gs.
tari o Ori-cifl, 'onde acaba de cbegar a Bjge.
Da rffertda conferencia depende a solooo
do 1 Iludido incidite.
O Club Caixeiral de Bg passon Idetica
a8?ccuc.ao de Pelotas o segaiuie trl-gramoia
Conferenciamos com o gene al Caoiua ia
acoliec-os com distincSo e ordeoou a re.
abernra do Clob, manifestando o des-jo de
Miatir i fefti, ofiVrecend--nos todas as ga.
raimas.
CongralnlacSes pela victoria de nossa
cacea .
rtjurP8'0U a Porto Alegre o coronel 01.
?ei-a Slgalo, que eslava em U*U7U yi
tendo ctvgoio tiaib'Ti amella .Marte o vice.
praaldnnte So E-t.d.i, D-. Cari B roo-*.
Passoo a ollaborar no Sler .a 1 il o toa
8eli iro Hq lqoe a'4vila, ^oi) o mesooo p3eu.
donyn' Cj tj qa" usava na iR^forma.
O Club M litar e o Centro Repu>i|caro
prenarmJjara o dia 29 importante commeao.
ragao cvica em bonra a memoria de Florlino
Pslioto.
A soiemnitale se efTiftai no thealro.es.
Uodo a incrioios rouitos oradores.
O* fedj'alista- realisiram a ni reooio no
eacnatoric Ja Reforma.
Elfgeram o segulote directorio: Hareobi1
Aogu 10 Cesar SUva, general Couc-iro, Drs.
Ad uno, Wer.ceslo Escobar e ootros.
Hoave discarcos calo-osos, resolvendo-se
pleamar todas as eiic. tmoeanadarxeate.
F01 exonerado, a pedido, de aod o* ne
gotr^a dn Roarolgao aqa', o r. Jos Pj Cres.
po, 'er do oomea-Jo para o meemo o Dr. Pan.
cisco Brosque.
Em 3*nta Mara da 3ocra do Monte, por
occss5.- de fiinC'.-noar o jury aUoos cidadans
recae: rara tomar as'ent^ no ccns.-lbo ja'cador
por rsiifa do voto desceberio
O ja a da Cambra, em fa e da diDculdade,
con-liun au Superior Tribonal subre a o-roal
de;o&dieoca ao preceuo legal.
0 frimuzas e os hab'taotes da p?nia-
sula Ibrica, como dtssemos cima, ap-
maiorque fo cruelmente ving-ida com a morta do Heroico
capedo egypcio
O procedimenlo de Aida nesssa occasiSo
bastarit para confirmar as suspeitas de Am-
neris; mas, ao dixer rival que a eoganou
proposita cente e que Radamas aioia vive, a
pisadera aa resistas, mas, a revistas em aleara da pobre escrava traasforma asaos
nn Pe|tas em certeza, e em ameagas furiosas as
ARTES E ARTISTAS

O aeosso theatro
Depois da passarmos quaai 2 annos
as.-istind) espectaulosoo Theatro San a
Izabel, proporcionados smente por com-
panhias de operetas o revistas por cx-
cellencia, eis-nos floalmenta com urna
temporada lyrica que est a cargo da
Ccmpaubia Sansoae.
O noeso theatro acordou agora depois
de um somao em que pe'maoeoeu por
Buito tempo, ou por outra, rev vu-
porque esteva morto durante estes 2
nltimos sanos em que eile nao exerceu
os fios a que destioado, nao foi urna
escola de moral onda, o publico fosBe
instrair-se, pelo contrario, durante >s
temporadas da revistas elle tao smente
destinou-se a influir fortemente na cor-
rupjo da sociedade.
Nada mais attestador do que ver-se ir
a (cena urna revista como a ultima do
Sr. M. de Vasconcellos me um con-
juncto ae immoralidadeB em que predo-
minam aa criticas pesaoaes o offensivae,
e a concurrencia augmentar dia dia
notando-se me&mo que o numero de se-
nboras tambem crescia.
Nos condemoamol-a logo na primeira
repreaentago. Portanto, foi um aviso
do qual, infelizmente ninguam se apro-
veitou.
E' finalmente chegado o momento de
e noso publico, nao dizemes de urna s
vez, mas, pouco & ponco ir banindo do
Theatro Santa Izabel os maxix-s depra-
vados e a saccesso de mmoralidades
que constituem as revistas que ubima-
meate teem sido representadas.
O notso actual theatro um theatro
de primeira crdem como taldeve ser des-
tinado espectculos serios.
E' axacto que em nossa populaco,
aasim como em todas,ha urna parte igno-
rante ; urna parte pera a qoalum drama
ou urna opera est muito cima do tt-u
deeenvolvimento moral e intellectual ;
urna prte para a qual o theatro serio nao
Constitue um divertimento, Jias, ne.-t >
condic52B o caso da inte veegao d
governo, fasendo construir nm theat
sem grande laxo, isto um theatro de
2.a ou 3.a
livres.
Um governo teaa obrigaco de propor-
ciona, ou por outr., facilitar meios para
que as emprezas proporcienem a ecu-
go ver nados distraccSes publicas, ma:
distracSS qutjsatisfasam todos os goa-
01,
E' tambem obr gac3o de um gevarno
conc rrer para o levuntamento e pro-
graspo das artes, ciencias e industrias.
fclPois bem, dentre aa arfes em Per-
nambnco a que a^ba-se Toastante deca-
hida a qua tende meamua des^pparecar
a arte dramtica e para ellt que o go-
?erno deve lardar a vista ; para o seu
levantamento .^ue o publ.co deve concor-
rer, auxiliando assim o governo.
O que succede com a umdade de casa
de espectculo- ? Succede, c^mo fcil
de suppor e como vimos nestes 2 ultt
mos annos, que s urna parte do < blico
diverte-se, ao passo que a outt part
nao pode frecuentar o theatro porque a
aua posicao a a sua educagao assim o
exigem.
O publico europeu a especialmeate os
frauceiea, os* btwpanhea a aa portugueses,
tambem apreciam aa revistas, maa, n&o
aa resistas como Lmar do t Amapi, Pon-
tos m ti o oatras qua alm de na seren
que uota-se a critica fioa, a msica
1-diosa e maestral a alm destas qtiali-
dadas, alias importantes, tambem nota-
vel o subido valor litterario a fina verve.
Iufelizinente nos, por ultimo, temos
tido occ*siao de envergonhados e ao
me tanpo tristes lamentarmos a
dec .deaoia em que vai o p blico per-
nambucano, quaado ao theatr-i vemos
ella appiauiir com deliri 1 um dito api-
ra>ntdo a sem espirito a urna sceua
brutalmente immoral. '
O theatro par exceliencia um* es-
cola de ray-al : o > theatro onde se pode
migar do desenvjlvicnento moral in-
tellectual da um pivo; o theatro,
esim como aimpranaa, um aepelbo onde
poda-se ver o estdo de urna popul cao
e o seu grao de civiiiaco.
O que se po ie dizar e juigar do publi-
co pernambucano te vemol-o enchendo
o theatro n.s templadas de -avistas ao
.iasso qua prima pela ausencia as ra-
preseiit-^Sss dos mais grandiosos dra-
mas, com > us representados pela Com-
panhia Modeoa ?
O juizo que um, estrangeiro; que
um vajanta esta habilitado a fazer c'e
os nSo pode ser baongeiro, s pode ser
attesUdor do oosso retrograd^mento
moral e intellectual.
E' agora chegala a occasiao do pov
p rnambucano dar um desmentido so-
lemne aos estrangeiros qua julgam n'o
ign raitrf.
Esp-ramos, portanto, que a actual
temporada 1 yrie.i saja o inicio da aova e
brilbante phasa por oue vai atravessar
o nosso theatro.
Reeife, 21 de Juaho de 1896.
Pinto Me/is.
A Al'rii-ttii.a
mpaahia Sansone
Pe* C mpaahia Sansoae foi *ne-
hontem cantada no Theatro Santa Iza-
b^l a importante ooera de Meyerbeer
A Africana.
Como era Je esperar, j pelo elevado
conceito que goza a companbia no sul
do Brazil e alg ins de seas artistas na
Euro. *, j por ser a primeira vez que
A Africana repressntad em Pernam-
bnco, o theatro este ve replecto de es-
peciad res, notando-ia a preisn$a da
el t soci 1.
A Africana incontestavelmenta uma
opera d-< grande forga e qaa exige
gr-.nde enscenac^o e como t>l destas
q ie de algum* forma deaiumhram os
cilios do espectador.
tuanto a msica, alias uma grande
obra, satisfez a poucas pesBas e sobre
ella pensamos com um grande chronista
que ditso as seguintes palavras :
a Quem podar explicar o motivo por
que a representacao dessa obra prima
do maescio berlincz deixa sempre no
ouvinte um vago sentimrnto de des-
agrado ?
c Tenho ouvido essa opera as mais
diversas circumstancias, quer favora-
veis, quar desfavoravais, a nao sou o
nico em pensar que, quando aaio do
theatro, as emoges daminba sensibili-
dade se acham mi um estado ie vacila-
go e de vaga eonfueao, talvez satisfeit o
commgo mesmo .
O desempenbo d'A Afric aa satitet a
nossa espectativa a se nao augmentou
os crditos da companhia, nao deixa en-
tretanto de .merecer os nossos e os elo-
gios do publico e de atteatar o criterio
dos elogios, tecidos pela imprensa sul-
brazileira.
O papel ile protogonista foi confiado
a prima-dona Ebza Bossi que sabio-se
perfeitamente.
O grande e conhecido barytono Ar-
changelio Neluakocantou com admi-
ravel eorrac-gSo entusiasmando maitas
vezes os espectadores.
O tenor Vi alta no papel de Vasco da
Gama Uno bem conquisto u a admiragSo
da publico.
Ada Bonner revelo a-se cantora de
algum valor no papel de Ignez.
Hotoii, Rossi a Cavaolano mostraram-
se dignos das applausos do pibbco.
A orebestra fui maravillosamente re-
gida pelo maasto polaco a quem enm-
pnmentamos
pretensas sympathias: orna miseravl escrava
nao pode ser rival da real di .a dos Pbaras.
Nessa conjuactura a fanfarra das topas an-
nuncia a eutrada triumpb.il de Radams e de
seus guerreiros. Os prisionoiros vea na pro-
cissio ; e Aidi re onhece o pai entre elles, e
lncapa< de se dimiuar, langa-s<9 nos seos bre-
gas. Este pemmsBenda-tbe segredo, e, como
.i sua verladdira poaig&o nao onh^cida pe*
los Egypcios, a vida di Amonasro e elle con
servado cumj refera, sendo os outros pristo'
neiros a pedido de R.idiB* postos em iber*
dale mau grado o clamor d>s sacerdotes qo^
exigem a im n^diata ixecugao del es.
O Piiara coufere a Rad .hus como recom-
pensa dos seus servigos a IDAQ de Amneris e
o nomeia seu aaeeeasor ao iiirono.
Ra lames, entretauo, maceo uma entrevista
a Ai la (acto 3 j, as pulas do templo de
Isis.
Aida, cbngar.do anies no .nante, encontra-
se com Amonasro, o qual lonacantfo os sent<-
uo otos della para coui Ra i.uuj, e a vitado da
entrevista prxima, a 111 iat por mio de
am agas violentas a que arra.iqu do aman e o
lgrelo que posa c mp o.ii'-tter o successo
egypcio na campanha que se prepara, teudo
os E Miopes relom do B8 armas e estando
promptos para a guerra.
Na entrevista com Rodamos, depus dos
mais apaixonados protestes da parte a parle,
ella o pe suade de que, pura escapar ao rasa -
monto com Amneris, faja com -.lia para a
i'.tli opia. Aonu 'o r. indica o caminho
qu j teiu de turnar, pam evitar u ^ncont;o com
os soldados egypcio'.
Radaui mpensadumente dis o caminho q'i
ieviam tomar pra lurprebeader os Etniopes.
Amonasro ouve, e ntbltameflie se revela aos
amantes.
Coba to de verg.in.i.i por lar desse modo
t abido o seu pa., Itidams depois de
plane,ar a fuga de Ai 11 a 10 pai, vae se en-
tregar prtsioneiro ao grao sacerdote Ramfb,
O qual eslava dentro do templo aosistin lo a
Amneris t.as ceremonias religiosas anteriores
as suas nupcias que se devla realisar no da
segrate.
O ulumo a lo raostra Hadamos condemnado
pelo tribunal ilieocratico a Scrtnterrado vivo,
como trato 11 r patria.
Amnens offerece-lhe salval o com a condi-
gao de ahandonar Ada e dar a ella todo o seu
amor, o qua ella recusa ; e no meio dos solem-
nes anata.-mas dos sacardote?, que se nao dei-
xam c m iiov.-T com as 8uppli;as agonisanles
de Amneris, agora arrapendida, Radam, des-
ee ao subterrneo de onde no sabir mais
All encontrar Aida, to constante na
mora quanto e fdra na vida, e os dous aman*
tes langam-se nos bragos um do outro e, de-
pois de um duetto, expirara.
de Men.longa, Augusto Shaffer Tnees, Jos
Francisco de Mour Heorlque d'Albuquerque
Keij Jnior e Fraoc seo Vieira Paim Pam-
plona ; 2" leantes : Beato de Barros Machado
da Silva e Ral Varella Qaadros, cirurgies :
de 3.*classe, capito lente, Dr. Domingos Pe-
dro dos Santos e de 5 claase, 2 lente Dr.
IenMque Mungeon, commissano d 2.* classe,
caplte (eoenie iTancisco A. de Lima Franco,
machinsta8 de 3,' classe, primeiro teuente,
Paula Paque (cuele), de 4' classe 2. tenentes:
Joao Goui-s da Silvae Fernando Jos da Sil-
va : jutantes, guardas marinba Joao Teixei'
Cardo o, Alfredo Doraingues Lopes, J i.quira
Theodoro do Sacramento, Gantidio Correa da
Fraoc*, Erico Al ves Correa e Lindolpho Ro-
drigaei Uasios.
A turma ne guardas-marinhas, qus entra
como instructores de navegagSo o 1. tenen.e
.Narciso do Prado earvalho e do artilharia e
machinas, o lenonte Tjctio Braba de Araujo
Machado, compOe-se dos seguenles :
Alb rio Caros da Gama, Alberto Duras Coe-
Iho, Antonio Oas de Pinna Jnior, Armando
Cejar Builamaqu!, Arnaldo Siqueira da Luz,
Agusio ('arlos de Scuia e Silva, durado
Luu H.-ck, .or .lao Mario Coelho Cintr, Da-
mingis Jos Marques, Eluardo Justino Proen-
ca, Francisco Nuguet, Heraciyto Helforl, Go
mes h Souza, Ignacio Joaquim Ribeiro
Jos oaquim .Urandao dos Santos Jnior,
Mario Losar Bormaon de 1 orges, Osear d'A*
ma un/. Riber-, Prudencio de endon-
ga Luzana Brando llipliael Brusqoe, Rodol-
plio Kgy dio de Noronha Moraea e WaiicsUo
d'illiu tuarqu Cuidas, Joaquim Ribeiao Sobn-
nbb, Jorge Martiuuoo de Lastro Mello.
mas de casamentos dos segninles coqtraben-
tes :
2' FuWfcapao.
Luiz Crrela da Silva, artista, residente na
fregueiia de S. Jos, com Aarea Afra LeiU
de Farias, residente na fregueaia de Santo
Antonio solteiros natoraes deste Estado.
[SVaecnacao llnalcpal = Dorante a
semana oompareceraao a va:ci ncao no edificio
da Inteodencia Monkipal 36 pessoas de ambos
03 sexos e de dlfferentes Hades que forana ioo.
culados co lyaopha lofmil, eeodo esta foroa*
cida pelo Iostaioto Vaccinoeeaico Bstadoal.
cananais&o d inelhoranento de
r^?5? do laeoif<,- ~ Becife.k19 de Junbo
de 189o.
BOLETIM METEOROLGICO
Hora$. Tern. centi. Barmetro Tenso do Hvmi-
"rao
vapor
dad.
6 m. 23,'2
9 a 25\8
12 26,'9
3 t. 27,'4
6 * 26,-9
15,29 7
18,73 78
21.32 80
19,52 71
20,83 77
dia
Suda
(ADA NEGRI) ]
O' mundo de burguezee carrancudos
Do calcuios nutr ios e de empadas ;
Mando de millonarios bem pngalos,
E mogas engranadas;
O' mundo de cloroticas beguinas
Que vao igreja pa a ver o drudo;
O' mundo de adulterios e rapiaas
E de e poranias mudo :
E's tu, enlSo, mundo falla e reo.
Qm o sol dos ideas queres rcuburme ?
E'i tu, emao, cobarde pygmeu.
Que azas queres curiar-me .'
, Tu rogaa indolente,en voo e canto :
'Ta menles, faref, mordes, eu le odeio :
Da musa, a mim, sorn o ca3to encanto,
E a ti, o torpe meio.
Gordo maulo de gansos e serpentea,
Mundo velhaco, qae sejas damoado 1
Eu tilo os olnos nos ast os fulgentes
E desario o fado.
Resplendente de luz, en vou sosinho
E merme ; e, emquanto a mesquinhez t lavra,
Do mea seio rebenta o amor na u-iolia
Fatdica palavra.
Sim, gordo e infame mundo, tacteando,
Dinheiro e meretrizes, vai, procura 1
Eu com o ardenle verso fustigan lo
Te racboa cara-dura 1
ReciteAbril -1895.
F. Marotti.
ADA
\Per>onagens
Araanha ser cantada no theatro de Santa
Labrl a sublime operra Aida do inmortal
Verdi.
Els os personagens e o enredo.
O Rei Baixo
Amneris Mezzo-soprano
\ida, escrava elhiope Soprano
tadams, capitao dos guardas^- Tenor
1 .mus, grao sacerdote Baixo
I nuuasro, ret da Etbiopia,
classe para as ..representare, ]** B0
1 oros de sacerdotes, [de sacerdotisas, mi-
Distros, soldados, rscravos, pri?ioneiros, etbio-
pes, 'gypcio etc.
Ultimo adeus
(DAS FLORES DA SELVA)
Vais partir l Me parece qae j ougo
O mar enraivecido e eocapellado
Molhar todo o coovs ;
Parece que j vejo as bravas ondas
Tumultuosas, dou las, iacessanles
Borrilar os leus ps I
Parece que j ougo do vapor
O derradeiro sibiiar triatonbo
Do tostante da partida ;
E como horrivel para mim que te amo
Saber qua vais, eem aceoar-le ao menos
O adeus da despedida!
Mara tezerra.
Ultima prece
(STECCHETTl)
Quando o outomno cbegar e tu vieres
Minba cruz visitar no campo santo,
Entre flores geotis e malmequeres
Em torno, a encontrars, no ermo recanto I
Colheenlao para as louras traogas bellas
As que germiuem de meu peito ; que ellas
Sao cant)8 que penaei sem ter esc.-ipto,
Doces pbrases ae amor que nao te bei dte.
Recife.
O inleress*- da Aida* concentra-ae no amor
apaixoondo que iluas virgen, vot-m ao mesmo
Leroe. Uma lna do re do Egypto ; a ou-
tra do re da Einiopm. Esta pela fortuoa da
guerra, acna-se reouzida ao estado de escra-
va da p'iraeira.
Radams, o abjecto dessa dupla paix",
um vleme cap tao 00 exerciio egypcio.
Amne is ign ra que a escrava sua >gual
pelo n'iscim^mo ; impressio ,ada, poim, pelas
maneiras geotis e supe:ior iniell gbiicia, fez
leiia sua intima omp^nheira. Hadarais ig-
iioranu- do am >r que i -pira a Amneris, c r*
respooxte ao .e Aiada.
hgam noticias a Mempbis de que o rei da
Eibiopia, Amonasro, frente de umixerciio
numeroso, invada o Egypto e que o mimigo
j se acha s portas de Tbebas.
Consultado o orculo, Radams ap ntado
com o general que devecomiuzr os Rgypcioi
victoria. Amneris, obseivando o effeitn
que essa-i noticias produsem m Aida, conce-
be -uspe tas e descubre immediatamente que
na escrava favorita dora em d ante ter ama
rival odiada
Ficaodo S, o espirito de Aida preso de
commogOes contrarias e c. oteado as, a de>i-
cago do pai, aos prenles e a p tria per am
lado contrabalangaodo'ie por outro com o seo
amor pelo joven capitSo egypcio.
Radams parte para guerra e o tnumpbo
das armas egypcias prompto e decisivo.
Olympio talvao.
REVISTA PIARA
Cmara dos Oeputados H..nl- i.
1. ,--. n'.iji; pj do'.o g'esao.
Bevebuiento de propostas Se:o
auiauni rrceo lu,-. p uiioa...e :
Na es .ad-. d 1 f ro Sul de Pernambaco, ab 2
boras da l-rd pata o f^rn-s oieoio de C.-.!iffne es ario a aer*l|o la me3.na es
t ai., o 2* .-noestre dest- 4 ao.
Na m-sm.1 e-traoj, .le as 3 boras da lar.
de ca torne imenio cor coairaclo, de Jolo a
Dezembro dos crt>i;os canutantes da reUgio
que tem tuio faculta a na age .ca da refer.d.
estrada, oesta nial-,
N. S'Cre a ia du Arsenal de Qaerra, a. It
boraa da maoha, para o foraeclmeoto ao pro.
v ra-tiio d almoxari'a.., dos artlgcs mencio.
n.do -'ii lista exit-nte aa mesma rppa'ligS>.
rozador Benj.nnin ConStant -
Sob o commaodo du capito da f gata Joaquim
Jos Rodrigues Torres, deixar aminria o nos-
so porto o cruia-or braziloiro Benjamn C n-
slaot* qu aefra-se em viagem de ostracgo
com guardas-mnnha.
A vagem pela costa do Brasil a deve dorar
oito mezes, de modo qaa s em Janeiro do
auna viodouro regreaaara ao Ro de Janeiro.
A toa efficlalidade 6 a segointe :
Cl-sse Typngrapblea Pernam
bucaua Km resposta a circular da direclo*
riada Unio Typographica Peroambucana
o illustraJo collega da Era Nova, em sua i li-
cu de hontera, exarou em suas columnas o se*
guin e :
Do coB8elho director desta humanitaria
asaocr gao recebamos um app lio a impr--nsa,
aflra de coadjuvela na compra de um predio,
onde possa fuoccionar.
E' mullo justa a asplragfio da Uniao Typo-
graphica, Tazeraos votos para que os eeus
esforgos tenham um ouspicioso resultado
E'mais uto campcSo que a classe tvpogra-
phica a-aignala no concurso de-sna obra, para
a qual a irapr -nsa desta capital nao lne tem
recusado a sua poderosa collaboragSo.
Tribunal do Jury d > Ilei-lfe
s^- aporta amanna a 3* essao ordiu-r1 d^Bie
Trihan! sob a presioeocia do Dr. Joaj Jo.,
qu m e Freit.s H-ioriqaej, jaiz de dirrito do
i- dKtrxtn criuinal.
Es ao sortea :o para -crvirem na mesma ees.
alo os juradoi segaintes :
R cife
JosJ.ronymo Ferreir.. Coelho.
Santo Antonio
Joq ii~ Dios de A, d--'.e.
A:; ooio .'otquim de 8 uza Romelro.
P ancis. o Ma-'anao no? Santos.
Fraachco 'ie Azevein P.vSo.
Domioiios Joaquim S ve.
Domingo) Soriano Manos Thomas da Costa.
a toi.it Rodrigue* Vieira.
'...vanado Nonato da A S. Jos
Prjncisro Epipfiaro Go-igalves da Rochi.
Aatooio Marmbo Pal'So.
BoavH-ita-a Emvdin da Suva.
I Aoe! a rioena Parias.
Joao Pedro da C>cz Nuoes Cavalcante.
Atogados
Praocinco de Albuquerque Mello.
Bellormico Googalves deOl.veira.
Boa-Vista
Dr. Maooel Sebastiao de Araujo Pedroaa.
B l:ar.i.ioo Alves Aroxa.
Bdoardo de Ca*valbo.
Eukiu Perelra de Azevedo.
Dr. Jo Ferreira Nones Coitubra.
Aduano Ferreira Menes Goimarae>.
Dr. Affonso de Albaquerqoe Mello Filbo.
Jor- Frrreira Coioobra.
Aatouio Jo.- Leal Res Filbo.
Aicl.bo Gentil.
Graga
Joaqoi's Rodrjgoes de A'metda.
Juao Esaugeli8a Gomes.
P.go
Sebistio Brrelo de Mello RegO
Juo Cnristiano da Siqceira.
Ma oel Lyra.
Joao Jo-ge de Canpos.
Joao Can.eiro Lins Sorlaoo.
Varsta
Aotooiogde PiDho Borga.-.
Tnomai Los Caldas.
Fogn e sorteaOs Sn. Soozi & C,
roa u. lojDer.il z o. 16, a abara de receber
am esplendido sortimento de fogos e sones na.
cionaes e estraogeiroa.
Aos nossos leitores, amantes das folgares da
poca, acnoselhamos, orna visita ao referido as.
tabelecImeDto onde encontraro o qu. ba de
melhcr no genero.
Laa Doslmetrie -Recebemos 00. 5 des-
ta nova retala de rredicna e ttierapeutica de
publiragSo era Paita.
Tai o teeaiotc sommarlo :
Ou nial de n.er et son traitement dosimlri.
qae, osr le do tror Le G ix Triparte medic-
nale, par le docteur Flix Btmond. Traite-
mm prop ylastique -es U v.-es, par le doclear
Galoplo.Qoelqaes reflexione sor la mdecine
da pa.-s et rar celle de l'aveutr, par le doc-
lear Dartigaes.Revendicatioa, par le docieor
Barmy. Croop et dmbtne, par le docteur
Dartigaes.Ua siogalter cas d'nmophille,par
le doct-ur Albert Salivas. OoservaiiuDs ellat.
qoes: Le traitement dosimtriqae compar
daos le rhom^stisrae articalaire alga, par le
docteor G. Mlvier. Simple observatioo de
broncbo-pneamooie doable. par le docteor
Mintelio.Metadles a frigere : Les saltes do
urajean eo*t, par le docteor B. Toassaiot.
Soci de Tb'apenitqoe dosimtnqoe, sance
do 9 mal 1896 par le doct ar H Kortz, Seis
de st-vrh ;i .e bracine, tudes cbimlqaes, par
M. J. H.radas.Lee faraeo's d'opiam, par M.
Decnix. Distinctlons bonoriflques, par le uo-
c-.eor E. T.Aoa'yjes, par M. J. Houdas.
Agradecidos.
Passam nto Victimado por ama con.
i- o, snccomoio ante.bomem nesta cldade o
Rvm. cooego Simio de Azevedo Campos qoe
era vigario rllalo da fregnezia de Afogados.
O tinado era comm^ndaior da Ordem da Ro.
aa a cavalbeiro do Habi o de Chrlsto.
Contava 7-1 annoa de idaie e por espsgo de
loogis aoaos regen aquella fregnezia, onde se
touoe imoor consideracio publica.
S. u' restos mortaes faram deposrtados no
igrrji de S. Pedro e d'abi trjshdados bon.em
a i.-i-i a coa olttma morada.
outr<> Hontem pela manh fa'combio
antigos padej melos 3 respeitavel viava D.
Z r.a Olympia de Castro Claves, cajo enterra,
ment > teve bootem mesmo lagar no cemlt? 10
da Santo. Amaro.
A II aia era ama virtuosa seobo-, qae se
tu KT-ralraen < esiimar por soas qaalidades.
Apr s olamos dossjb coaielencias a aua fa.
mili-', especialmente a sea locoosolavel ti bo
$r. Ao.U't (naves dosSaitos.
Thaine* Por tele^ramma recebido pela
ve. i 1 M la Real louldza oe-Ua cidade, e.
o- e q e o vao r Toames sabio bootuj s 6
n .r i a 'irto da Babia.
ntM:OOOJOI>0 -a g aude lotera da Ca
: Ul iv f 'Ti extra -iJa a 11 de Julbo pr-
ximo-
Companhia lyrica -Aaanba no thea.
tro Sant-i Isabel, se a cantada a snnlime opera
de V>rdi Aid da qual na eecgo competen,
t- damos o eore o, aislm como os pe.-ooua^en
qu>- a pega cxlae.
Cloillde Sartorl Esta diatiocta actriz
da comparta lyrica Siosone, leve a finesa de
maadar.nos o sea car o de camprimento-.
A contralto Sartorl bastaate c. naecda era
i'ortauai no Ro ae Janeiro e P.ra,onie g> s*
dos uj-is e'.vaioi coiceitos.
A 9ra Sartorl debotta amaob na Alda.
Ag adeci tos pela eotilezz
Travesss Re:ebemus am exemplar da
linda poik* Tsvassi, composta pelo joven
amaio- A'tbar L. Marqa?s Lima qae dedi.
coa.a ao Bxm. Sr. Dr. Amonio Joi da Almel.
da Psroamboco.
a O)
75S.-75
76a,-50
760-50
759,-25
759,-SO
Thermometros desabrigados ao meio
Ennegrecido 5S,-8. r'raleado 41 ,^6.
Temperatura mxima 23\5.
Temperatura mnima 23*,00.
Evaporagao em 21 oras ao sol 5"\9 som-
bra 3- 3.
Chova nuila.
SKb'de meianoile at s h. 55 m. da raaoh :
SWat4h 2S; wSW al 7 h. 53 tn. ; W
al 9 h. Oi m.; 3SVV al 9 li. 20 ; SSE at 9
h. 4-J ra.; SE at 10 h. 18 m ; Sal 10 h. 46
ra.; SE e SSE alternados at 11 h. 51 ra.; EE
e EE at meia noite.
Diracgao do vento
Velocidade media do vento 3 "00
gando.
Nebulosidade media 0,82.
por se-
Aiura
A a podemos afflmar araa das
limas cempoaigoes da aetaalidade.
Aos no'sos leltoree re:omraen aso3 a Tro.
*essa> qn-1 ser encontrada a venda na casa
Praalle & C.
Ai-a le.'idos pela offerta.
cariota zucelil Penborados accosamos
a recepgao do carian de comprimentos qae a
Sra. Ca Iota Zacotii, di-tiocla setri da cooopa.
nhia lyri'-a Snsone, nnddre Envenenamenlo-'A Repobllca io-nal
qae se paatica ua cap-til Paraense, oeticia'o
segointe :
\ote-Qontem. lodo D. Mara" Rsroos e dols
rllbos visitara familia dn Sr. Rajraundo Osorio,
re. ene estrada da Consiu'gao, ao ebega-
rem all, comegaram a fentir-reioconmodaio",
ejo mesmo tempo com ameagas ae vomro.
O Sr. Osorie sospeitau u aleara pengo, man.
dou imaiediaiamente chamar os Drs. V, de Meo-
onga e Gurjao, qae declararam car o< encor.
modos d' queilas v?6i produxidos por ama
refeigao de laiohao moqueabas a qae se ha-
viara servido.
O* mesmos f jcnltativos erapregarara os raeloa
>e : alvar a referida seonora e seos flibos de am
e venenaraento.
Original -0 jornal londrloo Tbe S'ar
iaveatoa u oova f'ma de publicidade qno
cooaisie em pabllcar sem indlcgSo de Dome
aera de ud osee todos os innuocs recodados
oela admicisirago do jornal :orao saupeltos
ie imiLcralida e. N'araa nota aooixo a foin,
lo .(irina avisa i s leltorea de qae vao coooegjr a
fozer ama c^mpanba contra erses annuncio<
qae eucoat-arn n'aooa cena especie de jornaes
orna pub'i.idade fcil. Eot'e es^es anoo ."!0
ba '.olc o.-vs pedidos de dioheiro para es.'.e
cnlgOs de jo oe tetros de prost.toigao. A po-
lica vae auxiliar o Star.
Armazem do Linaa-Oj a-Baveis pre
o"-.- a ios oeo.M Dera roootado slabeleclmento,
sno a roa Barao da Vicioria 0. 3, receberan
pelos olimos vapores dj Europa om mar vi-
Iboso sorlimeoto do qae ba de memo- em o--
ic i'e lodos ra costos, queijos de todas as qui-
li lad^s; doces, vinhos e etc., etc., pelo que es-
;.o apios a Bb'.i.-faze- o publico qoe encontrar
00 referido (Pian ie;-imuto o Brc-'Sfarra para
o s-ar--e um agradavel aoale de S. Jo e
i. Padro.
Aos no sos e.lores recomraealaxos o arma-
se n d Lim-.
Lanterna Mgica Fomos visitado.s
pelo n. 497, anni lo, desie aprecia Jo peridico
iiti'DOrisi co ue publicado nesta cidade.
A-"adi'cid..8.
Instituto Vaccinogenico JEsta-
dual -Haver na Bode uesio ln=ti;uto, na tT-
a-feira 23 de Junbo *u 10 as 3 boras da ma.
.ha 17- sessa de Voc:ioag;io aDtmal, o ln-
iitu o funiciooa na ra do Eernaaaes Vieira
o.2l.
Hospital Portugus E' mordorao de
semana o Ilira. >. Jone Jloei a de SoUZa do
da 21 a ii do '-orrenl mez.
Festa do Obulo Diocesano-A Era
N va. .1 n.iii -ai .u- .o coola da (e-tivi.iafle
religiosa que teve log^.r no da 13 do rorrete
nVs a cidade, e que como se sabD foi crame-
morativa do raorte oe Santo Antonio, pauroe:ro
de Pern-Jiouco.
Fazemo- am resano doa act03 lealisaio?, de
.corda .om o nosso rtfetiio collc-ga.
Teve logar p-la raanb a missa soleme na
matriz da H6i Visia, com aanataaoia dos Srs.
conegos da Ualbeoral de Ollno?, padres Sele-
-1 ni s e Lazsristas, Religi.sts Franciscanos,
(!- el c .o- e Carmtlitis, grande namero de
sacerdotes seculares e semina-islas.
Do Ev.ngflho, orco o illos.ra Sr. Monseobor
Fmsa que filloa largamente sobra o objecto da
feata.
A' noite h rave una =* ^o solemne a qua as-
Histram o Ezra. Sr. Goveraador 00 Estado,
oooitos sacerdotes e destnelos cavalbelros p e-
edida pelo Rvm\cooegoMacoliuodoAnaral,
pre-ideote -ia associago.
0 discurso do presidente foi bem elaborado
e m -re>u gerses appiansos ; segulodc.-e rom
a palavra a talentoso Sr. Conego J0S0 Macbado
de Mello que lea sxter.so rehtorio qaa fci ou*
vldo attentameote per todos os ctreuras antes.
O v rtu..so Sr. ispo Dioaesaoo deixou de
omparecer po' incomrjsocles de sade.
Tocoo drame -e acto a banda marcial da
Conferencia de S. Luis a a marcial do 2* cor u
policial, gentilmente cedida pelo Exm. S.'.
Cooselbeiro Governa'or.
Pallecliuento Ni citade da Vicioria,
fallecen ba da- o cidadao Jos Ricardo Tava-
res Lima, qoealii laaia parlo da firma commer-
cial Tava'es & C.
O fina jo era casado e deixa filtras.
E-timado na localldade pelas soaa qoalidades
moraes, o pfu papsarneuto foi a li sentido.
Era NovaPublicuu-se bootem o o. 23,
aono Vil a'csse deslindo oof'ade da imprensa
caibolica.
Somos gratos pela vi-ia.
Providencia pedida Escrevem nos
eo'iciUf.do-uos para fazer coobecido da aac-
lorldale competente, aflra de providenciar, o
estado em qae se a(baa pequea ponte da Roa
do Hospicio, qae se acha eem o competente
lastro, o qae .certamente a t.ma petlgosa ao
transito.
O nosso informante cita o facto de ter o'alli
cabido om iadividno embrigalo qae, nao sen-
do soccorrido, af goa-se.
E' bom, pois, prevenir, oolros fados d'esta
ordem.
Governo do Bspado-Fol desmem-
braos, por acto de 10 do corrate, a fregnezia
de S. B az do Porto Real do Collegio e anne-
xada a de Trtip (Estado de Alages) sob re-
gencia do vfgano o'esta ultima, conego Vicente
Ferreira de Meira Lima.
Na mesma data, foi Borneado pora a fre-
gnezia de Nossa Senbora dos Prazeres de Ma
ceiO, o Rvdao. Joas de A-aojo Batinga.
Em data de 17, fot conferidas as honras
de coego da Santa Egreja Catbedral de Olio-
da. ao Rvdm, padre Joas de Araujo Batinga
Roubo-Ni Qored-J 10 para 11 do corre-
te, os ladrOes penetraram, por meio de arrom-
bam-rato de ama das poras da frente, 00 esta-
belecimen o o Sr. Antonio Almelda a roa
Coiirtiieiro Porifcila, no Entroncasento, e
d'abl conduziram frand quaotidade de gne-
ros, no valor de 5004000, e 2G0JO00 em di-
nheiro, bem ts.-ira um revolver que se acbava
junto cama do Sr. Almelda.
A proposito d'ease facto, appailio 03 prejo*
dicados parr o lllastre Sr. Dr. Qaestor Policial
aflra ae que d providencias ae maoelra a 3
rem des:oberlos os auctores do sadadoso
roubo.
Publicares -Recebemos :
O o. 34, aun II, da Victoria* que se pa
blica aa cidade do measo nome, n'este Es-
tado: .
O o. 59. aooo IV", d Paealx Caixeiral.
que se poDlica ooCeai.
Os ns. 593 e 594 do Brtz l< qae se era
Pariz.
Bis o summaMo do numero 593 :
N.tre Con-rler e Kio : L'Electioo sealo-
rale.-Le3 incidents del'iS;,ie ooiyiecbniqae.
Les :iamatioos ttalienne .An Rio Brande
da So;!.Ls raessag* da gouverotar d'Amato-
aas.
De mieras noave!l?f.
Ecaos de Partout.
Plata-Pacilqae,
La resala du (Jaf.
Les Eta's b sieas.
Ravus Fioancire.
Avls tiaoiers: Relev des recettes de la
Compagole fearale des Cneroias de fer or-
silien-'.
MouveLeT mar time. i 1
o uramario do ultimo nu uero ste: f
Notrt Cu-.-ier ie Rra : Lus dtscoora de
Sam P-ulo.L po ole de M. S.y:eroL--
ti arili-.o- de M. Boayova.L'lSei.raa --
oilonaie.Le P.appo 1 4. la oramisiioa a'im-
po lateare.
Echos de Partoat.
Pa a"Pacifiqae.
Les rialtats des Gaaveotijus di rcpro-
cit.
Les E ata bsiliens.
Revue Pinaacire.
Avia fioanciers: BiUn da la Banqae oe I. .dos valiosissimos ser iqos que deve
Rpaollqui du Brail et Relev das des recettes. este Estado ao distincto pernambuca
de la Comp gne grra'e des caemins de fer no Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
b,8XaM.--a' maritima. 1ue outro nSo Poda ser escolhido, em
casamento civil -O escrivSo dos caaa- prova do reconhecimento que todos
mantos que funecona nos districtas do Recite- os bons pernambucanos lhe devem por
Santo Antonio, S. Jos e Afogados. afflxou oa | aqueues aolvidaveis servicos e- pelos
reparticao do i*Mo dos mmmi. 4nu|j, altosttulos que 0 remendar*
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas
Balas arar
P. M. 1!) de Junho 10 h. 40 ra. da m. 2-10
B M. 4 h. 50 ra. t. O'-'.SO
Companhia de Bombelros-0 se*
-11 uara H0| o segrala :
Estado.maior o Sr. teneote coadjav. nte J080
Taypiu L'Jga -..
Uia 1 corananhb n 2- sargento chefe te tur
ma M inoel Morir.s de Miranda.
Goarda do quartel o cobo ebefe de boiba
Thooi Alves Fcreira.
Ui forma n. 3.
Casa de Uetencao Monntento dos
prezos da Casa de Detenco do Recife, Estado
dn Pernambnco, 19 de Junho de 1896.
Existiara 385, entraram 12, saturara 8, exis-
tem 390.
A saber: naclenaes 3a3, mulheres 8. estran-
eenos 29. mulncrea 0, total 39?.
Arracoados 351
ftoos 3z8 doente6 21, laucos 2, loucas 0,
total 35t.
Moviraentoa da enfermarla Tivarara alta :
Jos Paulino d NaaCioiento, Pedro Loiz da
Silva, Manuel Seva:oo da Silva o Antonio Pe-
reir Nnnes.
Cemirerlo puhlico= Jbitaario do dia 19
de Juoho de I89tf.
Rosana M.tb.l'eda Concr>iQao, Psribybs.
26 annos, soitelra, Boa.Visla.
NedGaloio. MaraDbao, 6 mezes, Boa.Vista.
J se Morques, Pcroambaco, 2 mezes, Bo?,
Vista.
Cecilia, Peroambaco, 9 meiei. Boa.Vista.
Severina Ma-i 1 da ConC:c.ao, Peraambuco, 3
amos, Bua-Vista.
Antonio Ga'irie de Carvalbj, Penambucc, 2
das, Santo Aoooio.
Rapa Mario, Pernamboco, 36 aaoos, casada,
B^a. Vista.
alario Piara, Pr-mmbuco, 12 a-.nos, Boa.
Visto.
Bemarioo de Sena, Pernamboco, 14 annos,
Boa. v"sta.
Mancel Fernamboco, 16 mezes, S. Jos.
Mana F-aocisca da Cooccicao, Pernambnco,
4 annos, Boa.Viga.
Maa Eoibalia Preira de Corvalbo, Pernam.
bnco, 20 a .nas, ca-aia, Recife.
Amaro Ipojoca Carneiro, Pernamboco, 20
dia.3, SaO o Aatouio.
iBDICACOES DTEIS
Hodicosj
DR. JOAQUIM LOUREIRO medico
e parteiro, consultorio ra do Cabug
n. 14, i. andar, de 12 s 2 da tarde ;
residencia em Sant'Anna.
Dr. S Peretra.tad da Imperalriz o.
t>, d consultas medico-cirurgicis todo*
j3 dias das 8 meio dia, meaos ao-
iomiugos e das santificados.
Oeeullstas
DR. BARRETTO SAMPAIOOcit-
lista Ex-chefa de clnica do Dr. Wa-
cker, d consultas de 1 s 4 horas na
ruado Barao da Victoria n. 51, 1." an-
dar excepto nos Domiogose dias aantS*
cados.
Resideac'a ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i.* andar. Rezide em
CaminLo Novo.
Telephone n.%588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
nica do professor Wecker, de volt a
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ruavn *a N018, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Drogaras
i/uimares Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espe*
cialidades Pharmacetiticas, medicamen*
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olio
i a, 60.
A. P. Braga Guintarts Agencia de
todas as especialidades pharmaceuti-
cos, tintas, drogas, productos chimi-
cas e outros medicamentos homeo-
pticos, ra Larga do Rosario n. 34.
PUBLICARE* A PEDID
A.o eleitorado lo 3.a distrlc(e>
Il!m. Sr.
O partido republicano f ideral cha-
mado a pleitear no da odeJulhoa
elei?o de um deputado cmara fe-
deral por esse districto.
Consultando os mais serios interes-
ses que devem diotar a escolha de um
candidato que mereca essa honra, sao
to recentes e vivas as recordacoes
dos valiosissimos
I




da Imperador a. 76,1* andar, editaos de procla-


i

lrotf!L3



4
Diario de Perunmbnco Domingo 91 de Fiuilio de 1&9G
a gratido do partido, o qual lhe(
prestou o mais decidido apoio no pe-
riodo en que elle governou este Es-
tado. (
O neme do Dr. Alexandre^ Jos
Barbosa Lima tem urna significacao
perfeita dos requisitos que o- fazem
digno dessa distincc;ao, ella traduz a
confianga do partido que n'elle v um
dosmais lustres paladinos pela pro-
vada dedicaco causa poltica
que rene os nossos esforcos, pela
prosperidade e futuro de nossa trra
como pela defesa das nstituices re-
publicanas.
I^Recommendando-o aos vossos suf-
fragios, o partido republicano federal
representado pelos abaixo assignados
espera e solicita de vossa lealdade po-
ltica o mais decidido apoio a essa can-
didatura.
Dr. Francesco de Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos d'Almeida Pcruambuco.
Francisco Cornelia da Fonseca Lima.
Dr. M&rcionillo Lins.
Rere ulano Bandeira de Mello.
Arminio Coriolano lavares dos Santos
Dr. Antonio Alves Pereira de Lyra.
Luis de Andrade.
}ose de Medeiros e klbuquerque.
Jos de Cupertmo Coel/w Cintra.
francisco Teixeira de S.
]os Marcelino da Rosa e Silva.
Julio de Mello FU lio.
Eduardo Augusto de Oliveira.
I.leieAo
Por devocao dos devotos que teem de
concorrer para a festa da Gloriosa
Senhora Sant'Anna da Egreja da
Santa Cruz, em 16 de Agosto pr-
ximo. .
Juiza P r eleicao
A Extna Sra- D. Amelia CUmentioa Grao-
Juu protectores
03 Mos. Exma. S s. :
Joao Adorno da Cceta Moreira.
Vigconde de Goncalves Pinto.
Juiziio protectoras
As Bxrnas. Sras. DD. :
An..a Marques de ?n>";
Ernestina du Rosario Brllrao
Juizes por devocao
Os IUm. Ezms. Sr*. :
Conseihei'o Dr. Joaquira i orra de Araojo.
nr los Marcelina da Rosa e silva.
5 i anoel eroea.ino de Barros Carns.ro.
Tenante-Coronel D Fredenco Chavas.
Dr Augusto He.inque de Albuquerque M.et.
Dr Alexandre de Sotua Pereira do tarmo.
Commendador Manoel da S"*"'-.
Tenente.Coronel Tlioroiz Jos de usraao.
Commendador Augusto Rufino de Alxeida.
Samuel Jone.
Mantel Jos Rodrigues.
Maior Tolydnro Boriamaqut.
Claudio trancisco Nigro.
Jaouaro Floro.
Francisco Jo; orcalve Jos Pulno da Silva Guimarae-.
Domingce A. uimar&e.
Demetrio Basto Jnior.
Maior Jos Theodoro Pereira de Mello.
Capitao Joao Militan de Souza Campo.
Capitao Mailioiano Francisco de Oliveira.
T.nen **' Angosto de Panla Barro.
Capital Lmo Francisco das Cbaga.
Arnaldo (Mintho Basi .
Alfares Joaquim CI" !* 'el").
Commendador Manoel da Cnoha L do.
Fabio Augusto de Almeida.
Francisco Lardoso Jnior. ^^^^^^^
Patricio JosTavares de Vasconcelos.
Dr Manoel daTrlndade Perelti.
Jos Uoocalves Perreira da Silva.
Jos C-r los da Ohveira.
Bartholomeu Loureoco.
Sebasiiao Lope Gutmare.
r. Antonio Gome de Mattog.
Antonio Cario Borromeu do Santos.
Joao do Bom-Fim Salgueiro.
Dr. Jor- Antonio de Almelda Pornambuco.
Dr. Antonio Justino de Souza.
Maior t a'ixlo Jos de Mello.
Major Hehodoro Gandido Farreira Rabello.
Gapitao Manoel Hylno de Carvalbo Couto.
Tenente Justino Miguel da Costa.
Antonio Gomas de Sa.
Commeodador Jo Candido de Morae?.
Capillo Jo-i Laopoiio d < Reg VtUr.
Dyoolsio Maciel Monlei o.
enlomo Jo Gesteira.
Luix Alrelo de Morae.
Albino Miguel da Costa.
Joao Baptoia de S.
Manoel Paulino Cavalrante.
Americo Moreira da Silva.
Artliur A berto de Souza Travaasof.
Alfere Honorio Lins.
Altere Jo? -\quino da Cmara Pimentel.
Alfredo Juft.
COIBEMIO
Bolea Commercial de Pernan.
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife. 20 de iunlio de 1896
r. Cambio sobre Londres a 90 d|V, 9 il|<6 d|v
for 1*000 dobaoco.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigue.
O secretarlo,
Joao Leopoldo ao Hego Villar.
Cambio
O banco hrlrm com a laxa de 9 ll|i6,
oD-e Loodre 9J d|V.
'pelo aelo da cfferectam aaec.' J J.V <
tarde elevaram a axa para 9 13|I6 e 9 7,8,
S eot'egl em Jolbo, bavende mo.ia.ealo la-
Te'afparticol.res e nanearlas; repaesada,
r..L.i ar.m-' p(qa.. cenco, de mub& a
9 3,4 e ae urde a 7,8^ 9 15|l6.
Cotacdes de genero
Para o agrcuU->r'
Aaaucar
Osinas. por 15 kilos.
CrvMaiiaado. dem dam .
Branco. por 15 kilo
Someoop, por 15 kilo. .
Mascavado. po' 15 kilos .
Bruto, secco por 15 kilo.
Melado.......
Ratames......
4
i a
41500 a
3*800 a
3000 a
i a
31000 a
1*700 a
*
I
5*500
4*000
i*0Ju

5*200
1*8 JO
Alsodiio
rr.ta-ae a 4*500 oe 15 kils. valendo.....
I00 toce o ttediaoo^e 2*000 o de 2- sorte
Aleool
Por pipa de 480 lilrosjW* oonrtML
Agurdente
Por pipa Se 180 Uros 105* nomlmal.
Coaros
Secco salgados oa baf de 1S kilos 1*000...
rl noThal e refugo 666 o kilo.
_ Verdes 5^0 res, nomlosl.
Carnauba
Cota-se d 26* a 36*000 por 15 kilos.
MeT
Por.lOOgOOO nominal.
Eiporiaeo
Recife, 20 de Janbo de 1896
Para o exterior
n*_ No tapor nacional co*, pira Liver-
P^V.'Nteraren 800 accos enm 56.000 kilos de ce-
rceos de alodao. .m ..,
Layo & FMbo, 1,1 00 saceos com 70,000 kilos
de assncar mascavado.
Jnlio c C 250 saceos cono 17,500 kilos de
carocos le aleodao.
px_ so vapor inglas Ceareose, para Piew
York, carregou :
Oelm-c Gouveia 10,400 pelle de cabra e
1? 700 ditas ae carnelrc.
Pera o Interior
= So varor fraccez tCordooami, para Uro"
goavaom. carrecararx : -. v^. w
M. S. Maia, 3C0 t'arrica com 37,800 kilo de
asuenr toi-aoco.
Para I aqi, carragoo :
r,M f. Hi, 00 t.arnca com 10,800 kilos de
jiear raneo, 5 barra oo-a 4W rltros de al-
col. J5 cipa e 20 barri com 14,010 litros ce
ar ton e.j
Tenente-Co
Manoel Valente da Cruz.
Eduardo Marque Moutelro de Oliveira.
Augusto Araujo.
Joao Fernande de Carvalho.
Jos Augusto Rodrigues Jnior-
Commendador Manoel J ao de Amorim.
A Ionio *ffono SmO-'S*
Commenda lor M noel Joao de Amorim.
Antonio Affonso SimOes.
Commendador Antonio Carlos Alraeida.
1) Cosme de S Pereira.
Joao Duarte Couliobo.
Vrente Nigro.
Jos de SouzalBraz.
Antonio Mrianno de Souza Gouveia.
Antonio Francisco da Cbaga-
Gaspar Florentino Cavalcante.
Vicente Claudi o Alves.
Luiz J. 1 dim Gines Braga.
Joao Moreira da Silva Braga.
Rutino de Paula Mosquita Cardoso.
Ju zas por devojao
As Rimas. Sras. DD. :
Juli ta Paiva, epo a do I lm. Sr.
tonel Jol> Mara de Paiva.
Maiii O yaipia do Amaral t'oelbo.
Oljinpia C; Guimaraes do Amaral.
Maiia Candida de Oliveira Bastas.
Maia da Conc-igao Batios.
Margarida Halliday.
.loanua Ro.sa i.'ascao.
Mana Joanna Wenderl-y Araoio.
Mara Ignez da Silva NeVS.
Mireniina da Cunba Americo.
Candida Rosa Penna Sanios.
Julia Francisca de Almeida Cavalcanle.
Maru doCa-rao WeresclU.
Mana lavares.
Fortunata M.iia da Couceisao Martn.
Anua Times.
Mana Candida de Cnrvalho.
Maria Isabel Carvalno Cunha.
nria Francisca Cavalcante Walcacer.
Elvira Pessa.
M 1. Heracua Cavalcante de Albuquerqu*.
Elisa Roque de Alboquerque Cavalcante.
Laura Monleira de Sant'Anna.
Mara Joaquina das Neves.
Maria a Sloria 1 oU.
Mara da Merced Garca Chaves.
Anna Bruzem. .
Anna, .sposa do Dr. Luix Salaiar da Veiga
l'essa Jnior.
Anioo-a Mana da Costa Carvalho.
Varia, espesa do Sr. Joao Bap isU de Andrade
Pin o.
Heraclla Ferrelra CardoxO Ayre.
Mara Amelia Mariin
yaria Albertina do Reg Valenga.
Jovica, esp a do Sr. Dr. Marcos Tullo do
Reis.Lins.
Anna Pomposa da Crui e Silva.
Leonor Baier.
Muc Mauwjrnet.
"sposa do Sr. Capitn Arlhur dos santos Oli-
veira.
Esposa do Sr. Dr. Joaqun] da Silva f'abral.
i Esposa do Sr. Jovino Oliniho de Carvulnn,
Esposa do Sr. C^pitao Fraacisco da Nalividade
aidanha.
Esposa do Sr. Eduardo Pinto de Lemo
Esposa do Sr. Antonio Venancio da Sllveira.
Esposa do Sr. Dr Bianor de Medeiros.
Esposa do Sr. Albino Naciso Mia.
Esposa 1I0 9r. Dr. Antonio Joaquim de Bar
ros Sobrinho.
Esposa d> Dr. Arlhur Cavalcante.
Esposa do Sr. Manoel da Cunlia Brando.
Esp03 do S'. Manoel de Aruonun Sania Hita-
Esposa do Sr. Amonio Martiir.aoo Verar.
Esposa do Sr. Jos Maria de Carvalno.
Esposa do Sr. Dr. Francisco de Lamenha Lins.
Esposa do Sr. Rpiplian o Lopes.
Esposa do Sr. Joaquim Mino^l da Silva.
Esposa do Sr. Commenda lor Joaquim da Silva
Salgueiral.
Esposa do Sr. Coronel Joaqu ni Manoel de Me-
delros.
Mana de Oliveira Figueira Farias.
Baronfza de N->zar.!tn.
Mana Candila Vunna Gancliea.
Marganda Julia T. Mactmdo.
EspsatoSr. Antonio Borges Leal Castello
Branco.
Espo*a do Sr. Dr. A'ipio Zachariaa de Car
valho.
Bibiana de Albuquerqua Martin Si vira.
lsposa do Sr. Manuel Marques de Amorim.
Anua, esposa do Sr. Coronel Jco Silvino Ca--
neire ua Cu'iha.
Ri a de 1 assii de Soura Leao Ma tins.
lsposa do Sr. Placido Boielhn.
Mana da Gloria Prxedes Gama. t
Esposa do Dr. Francisco Leo'Idilio.
Brasilia de carvalho.
Mar Florentina Cavalcante.
Flor peg do Val Palheiros.
Antonia Florfocia do Vil Pa heros.
LuizaEnedik, ttlha do Br. Capitao
de Britto. i
Secrelaa da V.neravcl Confraua de San-
t'Anna, da Eg-eja da Sania Cruz, em 9 de Jo-
nho de 1896. ,
Vicario Augusto Prankiin Moreira da bilva,
O S:crelar,o,Leonardo Alteo [,.'.
Ao publico
com 39 kilos de ta-
__Jo vapor nacoo.l Peoedo, para 8nto.
carrearam: ...
A. Fernaudes & C. 20O barr com 17.U0
litros de agnarden e.
Par Victoria, carregarm :
A FeruknJes & C.. 3 barr com 261 litros de
aletol e 705 barris com 18,605 lliros de gur-
denle. .
o vapor austraco Zicby, para o Rio
de Janeiro, carregaram :
J. G. & Rodrimi.'. 300 saceos com 18.000
kilo' de assncar branco e 300 ditos com 18,000
silos de aesocar miscavado.
No vapor d* 100*1 Marantaj., para o
Rio de Janeiro, rarregaram : _____1
A Costa & Plaza, 2,541 ecos com 152,460
kilo da aasccar braoso e 1,161 diua com 79,660
ditos oe assucr matcavado.
P oe Oliveira ifc C 8 saceos com 480 kilos
le cacao.
Ta a Victori, carregram :
Pe-tira Piolo & C. 100 barris com 4,300
litros de a = No vapor loglex Cearenae, para o Cea-
r, carregaram :
J. Bailar & C, 400 kilo< de fa'ello de caro-
cos de algodSo.
Pa-a o Pa', carregaram : ,^>
Loyo & More ra, 20 barricas com 19,820
kilo deaocar nr*nco. im.,
E. Cardoso i C, 450 barriCS Com 16,500 kilo
de assucar branco.
L. Jos Silva Golmarae, 200 barricas cem
13 7oO kilo de assucar branco.
j niate D. Antonia, para o Aracsly,
carregaram : ,
Miranda Lima & C 18 barris com 840 litros
A. Fernindes & C, 10 saceos com 600 kilo
de mi h t
No nite Barrnxo, para Macto, carrega-
P. Alves C, 12 barrica com 1,190 kilos
de assucar branco e 5 ditas com 450 kilos de
assncar retinado.
No hiale Correio fio Bital, para i\iai,
earrgoo :
Citta Racha, 1 paneiro
pioca.
Par Uacabiba, carregou :
Jos de Miied, 10 barris con 450 litros de
Na bareaca .C. Parahi'ano, para Para-
hiba.^carregaram :
A. Crnx 4 C, 2 calas erm calgado.
Na barca Naz nhn, para M^rangoane,
carregaram:
F. R. d Silva & C, 1 pacota com calcados.
Na taresca Sempre Viva, pa.-a Porto
Calvo, carreeon:
Joao dos Santos, 12.000 cigarros.
Na bareaca cToeiuee, para S. Luiz, car-
reiaram :
F. arboxa h C, 1 caixa com calcados.
N< bareaca Dyli, pir MacoI, carre*
A. Fernandes & C, 10 cairas com 60 kilos de
vella.
Par S. Luiz, carregaram :
C. Pinto & C, 13 bar! com 540 lliros* de
vinho.
Na bareaca 3. Manoel, para M3cei
carregaram :
Silva Marques 4 C 2 barricas com 285 kilos
de ca-vao animal e 5 duzlas de vaaoo's de
plasgiV.
Caldas & C, 1 calza com 25 kilos de doce.
IMll'.l DA 1LF1\DEG1
VALORES DAS MERCADURAS NAC10NAKS
SUJSITaS A DiaBiTOS DE EXPORTAgO
Semana de 21 A 27 de Janbo de 1896
Agaardeote, cachaca litio........ 290
Dua de canoa dem ............. 320
Agurdente destinada onalcool, litro 36o
Algodo em rama, k lo .,........ 90J
D lo em caro(o, dem........... 105
Araruta ifarioh)kilo.............. 470
Arro caw gca, un..........'.-. 130
D lo seta cacea oa pilado, dem..... 200
Asmar banco, i em............ 365
Dito ra-ucavmno dem............ 180
Dito retinado. dem.....,......... 420
Axeite de coco, litro ............. 500
Bsgacos (le carosos de algodao, kilo OIq
Gervasio
Leodo os trabalhos do Coogresso, sobremo-
do aimirou-me a rroposigao do Sr. coronel
Apollin rio Maraohao de que eu navia fioado
com grande parle do gado da Colonia Fre
Cunera, conlra ferrando com o nome de peu*
loa a luiui ligaic.
E' Uia falolda le revoltante, como oulras
mulla, qui se espalham a meu respeito, poi
jamis ap.issei-mc de gado pertenceute a me-
ma Colonia.
Os docuraenlos, que abaixo transcrnvo mos-
trara a inexacti.lao das palavras do Sr coro-
nel Apollinano, que, armado de suaa p Brega-
livas, aecusa a ura nomem qua nao cede a S.
Exc. em honegtidade e cumpriraento deveres,
provados era tantos annns de serv co publico.
Recife 20 de Jonho de 1393.
Deodato P. dos Santos.
Colonia Isabel 21 de Fever'iro de 1895.
I Ira. Sr. Dr. Francisco da Costa Maia.
Sendo V. S. um dos Tequentadore mais
assidu 8 desta Colonia ; rogo-ihe o f avor de
reponder-a>e na presente se ou nao excto
que os aniraaes perten eaUs a mesma Colonia
te am sido marcados com as imciaes M. D.
>'. S. 1 u com outra qualquer marca, permi
ttindo fa/er uso d sua reeposta da forma que
bem a inelhor me convier.
S. 11,4:0111 r?peiio e coni De V. S. pamcio e diado.
Deodato Pinto dos Santos.
lllin. Sr. coronel.
Em resposta a sua carta, cumpre-rae deca* |
rar, qua fr< q'i.-ntando essa Coloni 1, nunca me ;
'congiou que V. S. livesse mandado ferrar os
s a mesma pertencenti-s dr.. a maro
P. S. ou outra qualquer, julgaodo-o
incapaz da seraelhanie acto.
Pode later de niioha respo^'a o uso que Ihe
convier.
Sou.
De V. S. atlo. obrigado.
Francisco da Costa Maia.

Antonio l'YancMC! do Jezus
Francelina Cavaloante de Jezus e seus
flhos convidara para asaialir ..h Matriz
. de Santo Antonio, a miBsa que maodnm
celebrar s 7 rnras da a anh de 26 do
'correte, 2.* annivenario do falleci-
| ment de seu querido o nunca esqueci-
',do esposo e pai, aos par-nta-, colleja
e amigos do tnsdo ; conf-saando-se eter-
namente leconhecidod, por e*ta acto de
1 eligiS 1 e caridade.
REGORDACO eterna
t
t
D. Joaquina Rodrigues de
Oliveira Aliucid:\
J nSo exist a mirilla presada irraa D.
loxquina Rodrigues de Oliveira
Almelda.
Pai hoje 7 annos que a aza negra da mor-
t-> tecou no ente para mira mais querito, e
o tf< rrubou por trra do urna vez para sem*
(ire? Mas... o que Tazer, consolanue-hei^por
que s"i que ella gosa a h maventurany.i como
premio de sua poregrincao nesse mundo de
raizena nesse val de lagrimas ; em que tam*
bi-m vivo.
K depositando rm sen lumulo urna coroa de
cypresie, derramo lagrimas de profunda e
immo-redoura sau la'ie.
E digo, o tmulo e a passagem da gloria.
Adeua a leus at qua1 do?
Manoel de Oliveira.
22-6-96.
SAUDADE ETERNA
lanimaes
.M. U.
Cotubate poltico
Cresc-a e apparega-e se nao f6r
capaz de competir na altura em que
me collocaram os ineus loaes cor-
religionarios, fuja e abandone o cam-
po de combate, pois, s e sem
aquello prestigio que deve lor o po-
ltico, nao se atira a luva a um cula-
Lo, que tem a glor'a do ter nasci-
do n'este canto, verdadeiro reducto,
onde as almas generosas dao o me-
recido valor a aquello quo timbra
na honestidade do costumes sadios
Satisfoito estou de sor combatido
b nunca vencido ; devo isto, sem
duvida, aos leaes correligionarios,
entre estes, muitos amigos particu-
lares, que me conhecom o proceder,
e teein analysado os meus actos.dos-
de os primeiros tem pos da infancia
at agora.
Devo neste momento bradar com
enthusiasmo de um coracao reo-
nhecido, e, dizer quo nao estuu s
no 1." districto do Afogados, que
esto franco apoio do eleitorado a
meu respeito, exprimo a confianca,
e a eslima, quo felizmente goso n'os-
ta trra. .
Sinto portanto a necessidado de
ainda urna vez elevar do alto da
imprensa um viva a este nobro e
generoso eleitorado
Afogados do Recife, 20 de Junho
de 18U6.
'Ilieodomiro 1 liornas Cavalcante Pessoa.
aaaaaw
llni'
6JUH0
020
*I5
i 4*00
UlO
ziiu
500
OVI
220
1430)
u 00
J550
ZM'i
420
Borracha, teite de maogabeira, ide a
lo n j-, p .r ...................
C.i, litro....................
Cacao, dem..................
Caf bom, dem..................
Dito ordinario, dem.............
Dito torrado oa mado, dem......
Carne aecc (xarqoe) dem .......
Ga-ocos oa gementes de aUoao, dem
Carrapaleira tsemeniea dem ....
Cedro em praocne, grosaora por
0-081,am.....................
Dito em taboa at iO miiimgr., ama
Cera em velUs, ItilJ...............
Carnauba kilo...................
Cerveja. litro ...................
Charol., centa................... f:t[
Co poa de puba de caraatibi, om.. otiu
Cigarro., dem................... *
Couro seceos espichados, kilo..... liou
Ditos eecco algado, Uem.........
Ditos verdes, dem.............. ?
Giarioho, am..................... 0
D 10 de caraeiro, ua .............. IfilO
Uira, litro......................
Cbinellas, par.......1............. n
Cognac, litro.................... J**50
Cainl e ikores, litro.............. 1*100
Cocos seceos com casca, cenio...... 11*400
Ditos ditos sem casca, id Coco?, kilo...................... *3
Doce, klo...................... ''300
Eocbaais, an ................... -HS5
Eapanadores de penna(grandes'rtosla 3o*o00
Ditos -e dita (peqaena.-)idem....... 184200
D tos de nalha, dem............... i* 00
Btelos, um...................... 130J0
Esteras proprias;para forro 00 estiva
de navio, ceoto ................ 13/000
Etoca nae.ooal, kilo............ O
Parlona e mandioca, litro.........
Dua le milao. ideui.............
Fiii.ldem...................... 320
Folb. meltcinae de qualqaer qua-
hdae, klo.................... *j0
Pomo em lolna, bom, kilo..........
Dito de dito ordioario, dem........
Uro em rolo boai, dem.....-.... 880
Dito de dito ordinario, ldm....... M0
Dito em lita, bom, dem.......... 8t0
Dito em lata, ordioario, '.dem....... S81)
Dito picado oa deaado, .dem....... 800
Genebra, litro..................... *00
La de barriguda (oalcia Kilo...... VJO
Louro em laboaa ate iO m'ra grossura
orna.................. ....... 7*100
tlel de tanqufi on melaco, litro..... 166
Dito de sbalbas, dem............. 900
Miluo, kilo........................
Palna de carnauba, dem ........... 030
Pao Brasil. dem.................. OiO
Pedra de rebolo, urna............. i*S03
Pe :u-i8 de ma ou pavao, kilo....... 8*500
Piio-pbato de cal, tonelada......... 12*000
140
3*500
105*000
904000
?<500
1*500
2*200
403
360
7-0
/OO
200
64100
6*000
24 too
180
1804000
9*00'
2340 0
42*000
14100
I4i00
2*500
2*203
2*4000
124500
164000
300
140
Palmares 22 de Fevereiro de 1895.
Os abaixo assanalo-', empregados desla Co-
lonia e n'ellas residente, lendo a Provincia
de 15 do crreme, nao poJera de'xar passar
s^m protesto a pequenina9 accusacOes fetas
ao administrador o coronel Deodalo Pinto do
antos.
liiz a Provincia qoe os animaes parten-
cenes Colon a lera sido marcado com as
iniciaos M D. P. S. quando iio urna c-
luuinia, leita de espritu pequenino, porqumlo
o animaes peitvn eiilss Colonia aelwm-se
todos elles f.rrado com o monogrartiiua o,
nao havendo n-m inesrao contra marca d; es-
pecie alguma, e que o proprio lnfo mame com
seo z*lo pharisatco, fcilmente poda veri-
ficar.
Colonia Santa Isabel, 20 de FcV^reiro de
1895.
Francisco da Cliagas Cordeiro Campos, s<:'
cretarlo.
Antonio Fri.ncisr-0 Cordeiro de Mello.
Postidocio Atticj L^it-, prefossor do 3'
8rao.
Joao Loto Ferreira Torre.
Vicmia Nuoea de Magalhae?, p'ufassor do
l. gri>.
Firmino Faria Barroso e Silva, professor do
2. grao.
J )o NcoJi^mos Marques.
Ji'So Kibeiro de Souza.
Manoel Osma-ido do Rjgo Barros.
Tiburuno Jos de Mello.
Luix. ViiM da Cos*.
Jo5o Rodrigue Camello.
Jo- C. B rhosa P. Lucena.
Can ndo Rodrigues Cordeiro.
Joao Marta Palaoio-
Malaoea de residencia
O Dr. Barros Carneiro avia acs seos a&:i.
go e crenita. >er mtalo proviBoriameme a
sua residencia para i roa de Gervasia Pire
n. 30.
endlmeu'os oublicos
ALFAInEGA
Met de Jaouo ue 1896
0oRdif.re,:i.i:wiw
dem de 20 58341*230
Renda do Balado :
Do da l i i 182:647*017
dem da 20 9:005*171
i.181 013*708
19 :65*38?
ToUI i.47:68i*ii9('
2. wccSo d Allandega de Peruamnuco, 20
le Janbo de 1896.
O crele da aecgao
L. F. Codeceira-
0 ihesoureiro
Luu Manoel P. Valeoca-
R8CEBRDORIA DO BSTADn
Renda de I a 19 "SSSS
dem de 20 J^63S*58'
Total 167:846*177
RECirE DRlNAGB
Renda dele 19 ^ 6532
dem de 20 TlH*>
Total
4:t07*828
Polvuno (gouira de maoUoc) kilo.
Pomas oa cblfr-s de Pelles de cabra em cabillo, ceoto-..
Ditas de ca'Dtiro, idem...........
Perfumarlas, kilo.................
Queijos de qu*Uu-r qualldaie, silo
Kap, dem.......... .........
Ripa de qualq e> quHUale, duna..
SabSo, kiiu....<................
Sebo oa graxa, kilo...........
Seno em velas, tila................
dementes de carnadas, ulo........
Sica pira em odras feios para car ro)
dr .....#.
Sola, mei>...................
Tabaco em p, kilo................
Tapioca, kilo....................
Tabeado de amarelb.dutia.........
Travs oa liabas ate 5 metros da com-
p-imeoto, ama..................
Di as de mais de 5 al 11 metros, aun
Ditas de mais de 11 metros, orna...
Varas para caaas, urna...........
Vassoor s de carnuda -, duna.....
Dnas de plassava, dem..........
D.lae de timoO, dem.............
Viubatlco (em ca*tdinoo) por tt-054
Dito (em pranchoe) or 0-081----
Dio m laboas at 40 m/m grossura
ama.....................~.....
Viano de qaalquer qualidade, litro...
Vinagre commam..........,.....
Uoviiucnt do porto
Navio entrados no da 18
NeW-Yorkeerala-28da?, vapor loglex Bu'-
foo de 1459 icnelad, comraandante A.
Oh, equlpagem 29, carga varios genero ; a
lackbo'n & C-
Mco43 das,, lugar braiileiro axel. de
25 tooilada, cipito Amonio Cas ro, eqai-
pem 9, carga sal; a Manoel Joaqaim Pes-
63.
Mitevido30 das, barca bespaohola Toya,
capillo Joao Rolg, eqoipgem 11, carga g-a-
xa ; a Pereira Carueiro & C.
Fuodeoa no Lamarao
Crdiff38 da, barc no-o<-gaeose Terxo
de 1015 toneladas, capttSo W. loanaen, equi-
pRem 16 carga carvSo ; a Lopes Guimaraes
& irmao.
Navios sabidos no mesmo da
Aracaj e e-calaVapor braxilelro Una, com-
mandanie J. Medelros; carga varios gene-
ros
Genova e escalsVapor italiano Alenla,
commaodante Bi.-ico; carga virios geoe-
ro.
Canto e escalaVapor frnces Campias,
Cmmandaate A. Viel; carga varios gene-
ros.
* Observacao
Fondeoo-no Lamarao procedente de Moaso-
r o vapor braxilelro Ass, sospeodeu s 6
Doras.
Navios entrado no da 19
Porio-Alegre e escala48 dia. vaper brazi-
l.i-oi Itaona, oe 407 toneladas, comman-
daott J. Aoderson, csrha varios genero; a
J. I. Gjedes Pereira.
Navios sabidos no mesmo dia
Mexico-Lgar ingles Tnetis. capilfto J. Leo-
nard ; em lastro.
Mar-ei V por inglex Archilet. capitao L.
WnidOora ; car^; yarjQS geaeros.
Observac&o
Faadedo So LamirSo prncedenle de Fiase e
eiscalu o vapor Ausiriacu Z.clij.
afercaco MamteipaW de M. I*b
O movicoenio desle mercado 00 da 19 de
Janbo (01 o segatnte *
Entrarim :
38 bol pesando 7,04i kilos
30 ioa ae pixe a 30 rs. 4900
12 compart. com mariscos a 130 rs- 1J80J
12 ditos com eamarOss a 150 la 1*800
37 columnas a 900 ra. 33*aXO
2 cargas com galliahas a 750 rs. 1480(1
' 10 cisanaes com galliahas a 75w tts. 4*300
5 43 cargas com milbo verde a 450 ti. 19*350
2 carga com ameadoim a 450 4900
2 cargas com batatas a 450 re. 490)
2 cirgas com banaoss a 450 ri. 49t)0
iO o rga com macucheiras 45o rs. 4J5 0
1 curgas com ceboliuuo a 450 ra, 4430
SgQ
. I. -
mU ALHSISo
7- ANIVERSARIO
Derrama sentida lagri-
mas sobre o tmulo da sua
nunca esquecida me ptlo
stimo annivergario de seu
fallecimeto.
Recife, 16 de Jonho Je 1803.
Jostino G. de Almei la Ju
nior.

Mmmm> m ^m $ m
0,11111 10 .1 11111 (llstixciu priifi-ss 1
medico
Rio Jaoeiro, Novibro, 12, 1888
lilm". Sr-. Fo 1 &. B.woe-
Ag-sdecendn a V?. S<. cncei'o QQ* r"e
n tu laten, poso siocerametj sfflrmar Ibes
e teono a'-ons Itino desae mtiito o un da
Bmolsdo de Be*tt da qaal tem os meu dreo-
tj.s coitiido evideote* memoras em soa saod-,
e o r lwo eoteodo que os autores de tao beoe-
(i:i nudica'xei'o davem olharse como bem-
fetores da huanoidad-^.
De V'. 8^. Atto. V.or. e Cr.,
Or. E nestj le Soma e Oll'ei'% C u inho,
i>refees.-r jebililo, l# ci-a-eaj ta armla e
medico rio Hospital 1 0:em 3" 'a Pe i-
teocia el.
Carlos Barbosa Primo
I). Laurinda Izabel Pereira Barbosa,
suas fillns, irmaos c cunhada, Ade-
laidc Augusta Alves Berbosa, seus
fillios, genros, oras, neltos e bisnet-
los, agradeccm sinecrameule a lodas as
pessoas que se dignaran acempanbar
ao Cemiterio Publico os restos mortaes
de seu pranle.ido marido, pai, cunba-
do, fillio, irmao e lio, Garlos Barbosa
Primo, e de novo convidam a todas as
pessoas de sua amiside e aos seus pa-
rentes para assistirem s missas que
por sua alma mandam eelebrar na
igreja de Nossa Senhora do Bomfim,
em Olinda, e as malrizes da Boa-
Visla e Palmares, no dio 23 do coren-
le, s 8 horas da manha.
Todos ooni.ecem a tn'jrmidade deno-
a uaaa osagre, q 10 si deaenvolve na
iafbnci, pom neo tila sabira qoe
iC'limo ctrsl-a e allivi.r esae aoji-
nboa dundo-lhes a F. uota JuIimi. Esta
ojeJicamento, qua toma > ooa gjsto, pois
ooasue a fo<*iia e o a bar di am confei-
to, obrando como depurativo, cura am
po'jco tempo a mo'es'ig e previne aa con-
vuUons ia> treqceiites na ap cas criti-
cas da ir faocia.
Dr. PeJro \.Iihci
ConsuLas de 10 l 12 ma Nova
14. Chamados ra Bom Jeius a.
1.* andar.
ra
1,
I cargas coa genmus a 450 rs. l-30
13 cargbS com verduras a 450 .-. 5A8MI
I carga ctm caoua a 450 rs. <450
8 ^arg.is com Uranias a 450 r. 3160o
5 i.arga com tbame a 450 490'
10 carcas com loucas a 45) r. 41500
1 cargas com melancia a_ 450 rs. #450
1 carga com mel&o a 40 ra. 4*1
9 cargas com diversas a 450 ra 4J050
JO. cargas com fannba a 3 X) rs. 64000
6 cargas com milbo secco a 300 rs. <8 5 carga com feulo a 3JO rs. O500
9 Soicos a 14 re. 94009
83 tugaras a 300 r. iW
12 comp. com saioeiro iM) 184000
8 coip. comsoiati-u s. 84400
8 comp. cum fressar*; f. 742JO
71 coms. com faieoda- 'i 14S4000
20 comp. com comdi u ., Or lOO!
49 como, com verduras a 15 ll !4 '">'
117 comp. com farioba a 600 r. 704J00
52 como, com talbo a 34000 15640C0
RodlmJto o da 1 a 18
574460J
10.1764950
10.7514330
retos do da :
Carne verde de 4W a 14200 rs. o kilo
Sainos de 14 a 14200 dem
Carneiro de 14200 a 14500 dem.
Faricha de 600 a 1420 j rs. coi.
Milbo de 900 a 14000 rs. a caa.
Petiio oa 14200 a 24200 a cala.
Xavios esperados
De Cardiff
Barca norneguenss Auriga
B.rca ooruegaeose Filt7aog.
Barca norueguense Winooa.
Barca noraegtenee Sala.
Barca noroeg .ise Dacia.
Barca noruesueos Hildem.
Barra noroeKtieose uemond.
Barca norneguensa LloyJ Cly le.
Da Rio de Jaoeiro
Baroa pirtuoexa Mana Emilia.
Do Hio Grande do Sal
Patacho hespanhol Admiral Tromp.
ne Terra Nova
Lunar ineles Heldra.
Considerava-se perdido tosa'a 3 ou 4
boras segudameute, sentao na Cama
Siira poer dormir, escarrando sangue e
inteirameote desanimado, oSr. Manoel
F. de Almeida, da ra da Lapa n. 80,
curo-i-sp com 2 vid-os de Jatahy Prado.
Lugar ioglez Emulator.
Logar logle Mmni.
De Ha r.hurgo
Logar ailemo Spind.
De Pellas
Patacho oaclonal layme.
Patacho boiaodei Mirgare'.ha.
Patacho alie nao Eioar.
Pianoo oacianal Hinsonte.
Patacho allemia Toara.
Patacho alien ai Rodulp.
Pia ho portuenei Joven Irene.
Paltcho d'mmaraues Amre.
Palnabote aacional Anlndo.
E-cona norae^oense Jorge Amre.
Vapores a entrar
UEZ DE JUNHO
Warlbora da Ejrop, a 21.
Tnamer do sol, 21.
Glittu de New Yo'k, a 21.
v ran> do OSrle, a 21.
Tagof da Earopa. a 22.
i-e,i-oo do sol, a 2?.
B u ..w k do sol, a 22.
3:ylP da Enropa, a 25.
E'ii'or de Liverpool, a 26.
S. Salvador do sol. a 26.
Orcn do sal, a 28.
Iup.n a da R .ropa, a 28.
.1. blra.do sal, a SO.
Vapores a sabir
MEZ DE JUNUO
Rio e Sano
Santos e es<\
Ro e Sanios
Q Ai itoracl
< a NACIONALI- JOUES DE F.M-
3 DADES BARCAQAO
o Crusador Nacional B. Constant .
Vapor Beb-Tibe.
Nacional . Maranhao .
a . Jacuhype -
Itaona
Austraco . Zichi. .
* Francez . . Cordonan .
* Ioglez. . Cearense.
Pene lo. .
1 Ador.
* . Tapase
> Iogles. . Buffc-n
Baarc Fhorgny. .
a Erailie ..
a Oyller .
Noruegen3e TerzO. '
Hespnnholo Taya .
Bi Eormingoaa.
M Allsma . PelySt.l
Norueguense Broderoe.
Escuna Porlugueza. . Princ Camelia .
* D Maria. .
Lugar Argentino Italiano . Alberto Cunha .
m Rcwiia. 1
Meteor .* /
m Nacional . Asiel. 1
Paulbate Porlugusz. . Tres amigo?. .
Patacho Marinha VI. .
Allemao Falke .
Nacional . Rival. .
Italiano . Annettina .
>N chv a 21, as 4 bcra?.
Gordooari a 21, ae 4 horas.
Warlbnrg 1 21 ae 3 horra,
Sinlharxp on e esc Tiameg a 2-, as 12 horas.
Ii.ibia e Rio Galilea a 21, as 4 horas.
Buenos-Ayre e esc. Taeon a 22 as 12 b.
Pa'S e esc. R'UGt w. k a 22, as 4 horp.
Rio e esc. Maran ao a 23 as 5 rto-ae.
Baenos-Ajre e ec. ClyJe a 23, as 12 horas.
Mansos e esc. 8. Salvador a 27, as 5 horas.
Piymoolb e eec. O-cana a 28, as 12 horas.
Rio p Sintns I''parira a 30, as 4 hirss.
PUOCEDENCIA| CONSIGNATARIOSj CARGA
Rio .'e Janeiro......municOes bellicas
Cera e escala. C. Pernan DUi-ana Genaros
Manaos e esc Pe elra Orneiro & C.
Baha e esc la. C. Peroambucada
lJurto Alegre I. Q. Pereira ....
Trie tre e esc. H. Forsler & C.
Bordeaux H. Burle & C.
Mar&n'a J. Pater & C.
Rio de Jeneiro. Amorim Feriu.
& C.
CardorT. .
New York. .
Maranhio e esc.
New York .
Cardiff .
Cardiff.
Moni-video
a
.Vw Por .
Cardife .
Pelota?. .
Porto .
Pelotas .
Montevideo. .
New Port .
acSo .
Pelo.*"
Pelota^
PelotaJ >-
Pelotas i
W Sdns&C.
Plackbum & C. .
Wiloo Sons & C. .
Fsnseca Irmaos & C.
C. da Beberibe. .
Lopes & Irmo9 .
Pereira Carnero & C.
%
Compaobia Peroamb
Lopes O. & Irm&o?.
Nova Maia C. .
Amorim Fernandes & C. Gneros
Amorim Irmos & C. *
Gneros.
CarvSo.


a

CarvoS
O raza
a
Garvao
Vasio
E. S Levy .
E. F. de Carranga
Mnoel J. Fessa .
Nova Maia & C
y. S. Maia. l
Nova Maia & C. .
Amorim Irmaos &C. .
S,J|- Mala .
FooVc & Irmao & r
Carvio.
si
Xarque.

\
-

_;,..
Barca
Dinamarqus, Jorgiaoeifc Ann pelotaa. .
Fondeen no lamaraa
Noraeguonse. Prnce Regente. Vaucouver. A. B. DaluS-
Madeirtl
i um 1


I
mu'"' -..a
li" ;
Diaria de Pernaiabiico lloining-o 91 de sIjiitEio i- 31*118
i
A o Seuiorea Morcieii** en
eral
Nao vae 1 >ngc a pocha cm que a
nossa classe sentindo-se ludibriada
por dois membros cU classe de Esti-
va, leve h hombridade de repellir os
seus insultos, pondo em sitio os seus
estabelecimentos commerciacs, deixan-
do assim de fornecer-se delles a maior
parte dos mcrabros da nossa classe,
infringindo-llies deste modo o casti-
go que mereciam.
Pois bem, temos agora molivo mul-
to poderoso para, compenetrando-nos
do nosso dcver, ler egual procedimen-
to com urna casa eslabelccida no lar-
go d'Alfandega, fronleira porta prin-
cipal desta repartic3o. a qual sendo
credora de um nosso collega, cuja
probidade jamis poder ser contesta-
da, procura sem molivo com que pos-
sa justikar-se, embaragar a que os
credores cm maioria, recebam a im-
portancia que Ibes cabe segundo a
proposla apresentada.
Em taes condicOes Srs. Merciei-
ros, convem reprllir um dcsles parias,
que semprc ter para qualquer um
dos nossos collegas desprotegidos da
sorte, a sede miseranda da vingan?a
que deseja exercer com este a que nos
acabamos tic referir.
Este pedido vos feilo por quem
conhecendo de perlo a victima desse
bere, iro exita, apezar de bumanita-
rio que em desejar para o algoz
analphabelo, urna sorle mais deses-
perada do que a por elle promovida
ao seu honrado deveJor.
m sjct'uoie pai*n!ot, aabit&ado no 1*6
y, u i) do pob'ob rans siaiateis e pHo-escm
d- Pars, e que a ba'se situado na. circouivi
a'ancs de Musite e do Bosque do Boolo^ne,
i-ommunna ao< oais de familia qoe aceita cls
clpuioa, encarreKn'o-80 da completa Insiroc
co e emcao destet, irediaoie a mdnsalidade
ae 400 francos.
Od preien ii ot'-'i podem dirigir soas catas
rott> o se euiDle eodereco :29 toe Vioeo.8e a
PaSj?r'.8.
Dr. Carnelro I.cao
Medico, parteiro e operador.
Residencia. Ra Formorsa n. 9, A
Consultorio ra Duque de CaxiaS,
. 71, 1. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especis.lidade: Febres. partos e mo-
destias de criancas.
Telephone n. 325.
Polichinello
No catalogo das celebridades em
materia de sorles, o bulboso Polichi-
nello oceupa lugar conspicuo.
Na vespera e noite de Santo Anto-
nio, o Santo querido, onze lettras das
mogas que precisan) ca>arfez dores
de barriga, pelas gargalhada?, j se
ve. O melhor desopilante, o nico
antidolo lodos os aborrecimentos, o
Polichinello aquella garapa : ter-
ror dos minorados, o sinapismo dos
polticos, o manjar dos Iliteratos.
Quem for ao Polichinello
E nao sendo mui caipora;
Se c solteiro, casa logo,
Se casado, inda namora,
Aos Srs. Silva Mar-
ques k C.
Felicitamos estes illuslres cavalhei-
ros pela allilude brilhante que assumi-
ram relativamente ao nuss'o collega da
ra do Baiao da Victoria.
E' na verdade inoejavel, o proce-
dimento destes senhores 1 A sede de
vinganga tal, que nao Irepidaro, se
possivel for, metlel-o no fundo de um
carcere por toda a vida. Olhcm, se-
nhores, para o dia d'amanha, que tai-
vez nao soja igual ao dia de boje,
lancem um olhar rpido sobre o pas-
sado e verao mritos exemplos ; nao
procurem fazer hoje o que nao dese-
jam que lhes seja feilo amanh; lem-
brem-se que a infelicidade nao esco-
Ihe o gordo nem o magro.
Quem assim procede, com um com-
merciante que ha longos annos traba-
Iha e onerado de numerosa familia,
o que nao far cora qualquer outro de
nossa classe que lenha a infelicidade
de se constituir seu devedor ?!
Santo Deus III
Alguns mercieros.
Clnica Medie
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
andar.
Cosnlta. : de 1 s3 da tarde-
EDITAES
A' venda
Cafe' Ruy.
cm todas as livrarias e
Cliuica iiiedieo-cirurgica
DE
DR. DOMINUES DASILV\
Kua Baro da Vietoria o. 37 (aa'a
pjsterior) onde d r diariamente eonsu-
tai, da ll di mauba as duas horas da
tarde.
PeoiRtn somante por ignorancia
mZes que vmdo dfm nor-se-lbe o leite
julgo poder deamumor o lhoa, o qae
acarret desordena parigoias e as vasas
mortav. No obrarSo assim as qi se-
oos3 cinaelbo lom*rem o Xro
gaiaio
brava ver5o au
pe da U iir', pois ota
gaieotar o :eite, que se tornar* mais rico
e dar us craaugas ma vitalidad* ex-
traDrdmaria, supprim'nio a to aaaal
di*rrhi verdi, favoreceudc o importan-
to trabalbo da deaticSo e fcliUndo o
ere s cimento.
Entra os prepralos ferragioosos ad-
mitidos na Risj* e que os mdicos re-
ceitao contra a anemia, oblaros*, lym-
phatism) eaipobrecimeoto do saoguo, o
Fer.o G rard ipp'ovado pela academia
de medicina de Par?, se reiommeoda
pelas 8Ubb q^abdades toniois e racjn.ti-
taintsB, ao mesmo tempo que (orneie ae
globaUs sanguioaos o ferro que lhes fal
X. Saa tc;a> ligeiramante laxativa au-
xilia o org*oisao a deseoib..r car-se das
materias obstraotivas e noc-W.
SIm Paulo
Coobe ao Estado da Sfto Paulo, as
magestosas mattos que circamdam Bito-
oat, achar-so a u-aior dessoberta deste
scalo.
O trabalho. o estado e a experiencia
derAm em resultado s deseoberta de uro
vegetal marvinoso cm qae fes-se am
preparado que c ua rpidamente toda a
sypbilis, todos oa humores, cara com
ama facilidada espantosa o rheumatismo,
por ch't.ico qae seja, e cora a morphal
para o qoe lSo havia remedio !
Teve o Estado de SSo Paulo a dita e
torcecsr, na saa ubrrima vcget.cSo, a
verdadeira feliaidade ds bamanidade.
Cbama-se a deseobertaElixir de M.
Uorato, propagado por D. Carlos, e ven-
de-ao em Pernambuca na
nico deposito Drogara Braga de
GuimarSes Braga & C. Ra Msrqaea do
OlinJa p. bO
O Dr. Autonio M.ria Teixeira illus-
tre professor da Facoldad* de Medici ia,
chimic^ lep-a'iita da Policia, preconisa
o Alcatrao e Jatahy de Honorio do Pra-
do, por conhecer os sus b.-neficos effei-
tos em pessoa de sua Ex.ua. tamilia.
Aviso
Kllilr n. norato
... tenho empregado com faliz resal-
tao em todas as affac\i38 syphiliticas, o
Elixir M Morato, encallante preparado
do S-. D. Ca los, o que affirroo com
jarameato se 6r preciso. Dr. Eduardo
P Guimaroos (Rio de Janeiro).
UaiCJ aeposito D ogaria Braga de
Guimarit.fl Siaga & C. Ra Marqaez de
Olbda t. 63.
Dr. Constancio Pontual
Avisa a seas clientes e amigos que d
consultas todos os das uteis de 1 s 3
horas da tarde, em saa consultorio
roa 15 da Novembro (en iga do Impera-
dor) n. 79, 1.- -ndar, ladj dj mar.
Telephone do Consultorio n. 409.
Residencia :
Parnameirim defronte da EstacSo.
Telephone da Residencia n. 27
ACorvpanhia The Nor-
h i'iziiifca Sfigar Faetones
Lsiiet, tedo sefride con-
sideraveis prejuizos l ~a-
fra proxloka fiida, que ia
diminui^ao do assucar, quer
no augaaento do eombusti-
vel, por cau-a da g*ande
quantidade de canuas ver-
des qae lhe remettean os
fornecedores, devido isto ao
rao tratainento, isto o
deef:lhamento em tempo
incompetente, apezar dae
diversas recia mac,oes qae
fez, vem preveair por e&te
meioaos mesmos senhores
fornecedo/es, que da fatu-
ra safra em diante nao rece-
ber ma3 cannas que nao
dr. nues ,coimbra.ciiuica estejam de p'irfeita confor-
S^rSS^T^rr'/nda^midadeoom o contracto,
onde d consultas das 12 s 2 horas apressaudo-me em DUDllCir
da tarde. Especialidades : Febres, r i -!
nolestias de senhoras e este ----A VISO para evitar
1 quaesquarquestoesquep3r
ventura surjam sobre este
ponto.
Harry Swales,
Representante.
medicinaos do Sr. M. Morato, mas ncm
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos
que am joven cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incans
cavel soube ganbar os elogios de varias
celebridades medicas e tantos atteatados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente carados pelo
maravilhoso Elixir.
E vito abordarmos este ssumpto, d^
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Morato sao productos examinados
e approrados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro,] e que a sua
venda foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que a6 se encontram na flora de
nossos ser.5es, s serve para a cura mi-
racuL sa da asthma, do cancro das do-
res rheumaticas, da syphiles, da terrivel
morpha.
O seu 8egredo foi revelado, ba bastan-
te tempo, pelo ebefe de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, iras
que opportunamente designaremos, por
que este facto se prende urna nteres
santa historieta, que vale a pena ser
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
cempotir com os melhoras desse genero,
que se ackam as demais partes do
mundo.
Assistimos ha algn* das, prepara-
fao deste Elixir, acompanhando atienta-
mente toduB o trabalhos, desde a tritura-
cao des vegetaes at ao encaxotamente,
o qual se segu a expedio para ap
mais importantes pharmaeissda Europa.
Alm do curioso processo, s5o dignos
de admirar a fiscalisa55o, ordem, disci-
Slina qne reinam no ampio laboratorio 4.' Qu
o qual s hoje o Sr. D. Carlos corneja a i pela sua m qoalidale oa por
colher os fructos, alias altamente lison-1 de
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se de'xa, porm
dormir sobre os louros, cogitando sem
pre em ampliar mis o seu estebeleci-
mento, estudando o pncesso para o fa-
brico de outros product s medicinaes qu>-
serSo, antes de tudo, submettidos a aua*
lyse dos mais nota?e dicos.
Os nossos cumprimentos a essa homem
Ilustre que, em B .tucat, gosa de geral
sjmpathia e ao qual desejam s prsperos
Aliena :uatsuio
Declaro qae carei me completamente,
do rheumatismo que s< ffria ha 8 annos a
ponto de cmsi inutiliasrme, tomande
Elixir de M. Morato, que garant) ser
am prodigioso nti-rheamatico e anti-sy-
phiht'co. Publique a bem des qae sof-
frero.
S. Paalo, 12 de Agosto de 1880.
Affoaso J. Bormann.
nico deposito Drogaria Brsga de
GuimarSes Barga & C Rus Marques de
Olinda n. 60.
E cheguei a ficar quasi assim !!
Soffriahorrivel.nente dos pulmes
mas grabas ao xarope de alcatrao e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido
consegu
f;car assim!!
Cempletamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ria HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogariaTacheco &.C.
Andradas 59.
Vidro 1*500.
Deposito Geral Pharmacia dos
Pobres, do Sr. I A. Maia e Silva.
%S SeccSo Secretarla da
Justica, \egocio Intero
res e IastruceSo Publica
do Estado de Pernambuco,
em IB de Junho de 1896
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Jtiiali)
governador di Estado, fco pab'ioo que'
Sea aborta oesta secretaria, por espsgu
de 8 diai, contados desta data, nova coa-
correnoia, visto ter sido aonallada a que
foi aberia por edital de 20 de Maio o'-
timo, para o furaecimento de csrvSo Car-
diff e artigos abaixo declarados, neceha-
riot ao servico da llumioscao elctrica
da O.si de aten^ao, no prximo exer-
oicio fioaoceiro qae decurre de l de Ji-
iho do correte ann a 30 de Jaah de
1897, mediante as clausulas seguiotes :
Ia Cada propnente daver aprasen
tar sua proposta em carta fechada, divi-
damenta sellada, datada e aBtigaada com
os prego eicriptos por extenso e sem
emendas, ^juntando o conhecimento da
caucu provisoria da qaantia de 2003000
qae depositar no Toesoaro do Estado,
perdento o direito restituigSa dstsa
quanlia se, acceita a sua proposta e con-
vdalo para assigaar o contracto a isto
le recusar.
2.* Todos os artigos dererlo ser de
primeira qaalilade e postos na Casa de
DatencSo pelo contractante, por oonta de
quem correrSo as despesai do transpor-
to at aquella eitabeleoimento.
3.* Os fornecimentos serio feitos me-
dante pedidos assignados pelo engenhei-
ro enoarrtgido do servico, dentro do
praso mximo de dea dia, sob peoa dj
malta de 1O0S00O 2000000.
Qualquer artigo qae for recusado
nao estar
accordo oom o contracto, aera devol-
vido ao forneoedor que se obrigara a
sobattuil-o immediatamente. Pala in-
fracto desta clausBla fica o contractante
sujeito malta que lhe ser imposta
jwzj do referido engenheiro.
5 NSo aerao acceitas sa propotae qae
nSo oferecerem as garantas e qualida-
des esenptas neste edital.
6.a O contractante recolher aos co-
fres do Thesoaro do Es'ado a qaantia de
2:OO0(J0O0 em dinheiro oa plice da di-
vida publica, para garanta das multas
e ds boa execucSo do contracto, qae se-
r assignado dentro do praso de tres
dias a contar da data daqaelle em qne
for acceita a sea propoita.
Morato
da tarde
partos, molestias
criangas,
na sua residencia, na ra da boie-
dade n. 84, esquina da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
Df. Alfredo Gaspaj
Operador e parteiro, trata com espe-
cialidade molestias de senhoras e crian-
C AS
Consultorio e resideucia a ra d Im-
peratrz n, 18, Io andar.
Coasulttts de 8 s 10 da maohi.
Chamadas (p->r escripto) a qualquer
hora.
Ttlepbone n. 226.
Botucat
Deve ser lida cominteresse a seguinte
.ioticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr.D. Cario:
Todo o Brazd, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do'Elixir e de outraB especiahdades
Elixir M
Certifico em f de mea grao qae tenhc
em pregado em molestias Bjphiiiticaa e
rheumatij8 0 Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Caibs, colbeudo sempre oa
melhores resultados.Dr. JoBo Alberto
de Mzdiisos e Cnnhv. (Sfio Paulo).
Untoo deposito Drogaria Braga de
Quima-Sos Braga & O. Raa Marduea de
Olinda n. 60-___________
Peit^ral de Cambar
Cura de toase pulmonar
Gravemente atacado de um/tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tinctocommerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos da scien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, e este importante medicamen-
to restituio-lhe em pouco tempo a sau
de perdida.
nico depositoDrogaria Braga de
GuimarSes Braga & CRa Mrquez
de Olinda n 6o.
ARTIGOS A QUE SE REFERE 0 PRESEN-
TE EDITAL
CarvBo Cardiff, tonelada.
Curvfto para lampada de arco Siemins
positivo e negativo de G amperes,urna.
alono para lampada de arco Siemens,
ama.
Lampada incandescente de 110 volts e
10 velas, ama-
Lampada incandescente de 110 volts, e
16 veiss, ama.
Fio flexivel, duplo isolado a seda, metro.
Dito isolado algodSo e borracha de
0,-00150, dito.
Dito isolado algodSo borracha de....
0,002, dito.
Dito isolado algidlo berrtcha de 0,003
dito.
[r.'erruptore para seccSo de 20 lampa-
das, nm.
Interruptores para secgSs de 50 lampa-
das, am.
Interruptoras tara s'cjlo de 10 lampa-
das, am.
Interruptores pira saccao de 1 lampada,
um.
Coru-sircata pira 10 amperes, urna.
Ditas para 50 amperes, ama.
Abat-jous de porcelana, am.
Dito de sgat'o, um:
AraohaB, am.
Arandelas, ama.
Supjortes para lampadas incandescentes,
um.
IsoUdores pequeas, nm.
Metal faaivel sobrecaliente de 1 a 10 am-
pares, "gramma.
Liga^ito de fasivel de 50 e 230 ampe-
res para dyoamo typo H II, ama.
Ese.i vas de tela Simece, jogo.
Oleo de mamona, litro.
Dito mineral n. 1, dito.
D to mineral n. 5, para cylindro, dito.
Kerosene, dito.
Grraxa do Rio Qraade, ki'9.
Fit- isolaate, pe;a.
Sirra-), ama.
So'da d'estanho. ki o.
Estopa inglezs, dit'.
Asbestos-gacheta, dito.
Asbestos-papel&s, dito-
Borracha em lencl, dito.
Ohumbo em lencol, dito.
Limas e HmatSas.
Chaves diversas, ama.
Tijolo para limpesa, am.
Lisa esmeril, tolhas.
Cor.a fij, ama.
Ciiixa de tarracha, ama.
?ieira, orne.
GaWonometro, am.
Pilha, ama.
Tintas diversas, kilo;
Pxe, litro.
Oleo de linhaca, dito.
Veroi para bronaear, frasco.
Verniz para botinas, dito.
Brocha de n. 1 a 8, orna.
Fijlo refractaio, am.
Barro refractar;, kilo.
Tubos de c ya tal para indiccr o nivel da
caldeira, am.
rmelas de borracha, ama.
Lubrifiosdore de metal, am.
rilhaa da ferro fundido, ama.
Correia de gola inglesa, metro.
Turno da mao, um.
Serra para ferro urna.
garrota, am.
Tubos de uorrscha, metro.
L>em,ie*o mura kerosene, um.
Cabo [i-i l'a-.a. duzia.
Tatas parUmps, duaia.
c olles pera limpes' am.
Chloiyir- to de amoniaca kilo.
PtBsaa caoctics, kilo.
A!oui, litro.
Varruoa, ama.
Deposito para oleo, am.
Armario para terramenut, am,
Banca para e&cript, um.
Cade ira austraca, um.
O director,
. Affonso V. de Vedeiros.
Secretaria da Industria
3." Directora
. Por esta directora se fas nnbco qae
no dia 2 de Julho prox m 1 hora
tarde, reoobem s > propoatas e-a cartaa
fechadas, devidam^nr V*&9, para
reparos de qai prec-- '^ ^-nes pon
f'S :
Enreda de O inda a Ooyanoa.
Ponte de Paubsta, org-da em 620S4C0 ;
?onte de Fr goso, oreada em 1585400;
Pode de Desterre, oreada em 257S400;
Ponte d I tr s.-, oreada em 445j>500;
Pon e de T. atiaba, oreada em 6458700,
Ponte de Palmado, oreada em ^JPO:
Ponte de Cga-fogo, org&da em 4155SO0;
Ponte de Aratac, oryada em 14^6000
Ponte de Bojuari, ergada em 823590U
Ponte de Tracanbem, oreada em......
1:69*0400;
Poete do R'o Morto em Qjyanna, orga
da em 1:3035500.
Estrada de Goyanca a Lambe :
Ponte de Agua de Bicho, oreada em....
31 O 200;
Ponte de Urua, (prmjirf:,) orgada em
6918900 ;
Ponte de Urufe (s.-guoda,) orgada era..
6981500;
Ponte ae Capibaribe-mirim, orgada em ..
2:222000:
Para boa ea-antia da'execugao do con-
tracto, depositar o contraotante no The-
suro, urna caugo que ser previamen-
te arbitrad--, por eita directora.
Neat repirtigSo, estarlo difpjaigo
dos saborea concurrentes, dae 10 as 3
horas da tarie, o oryameoto a plantas
respectivas.
Recite, "3 de Juoho de 1896- ,
O d;rotor,
,_______________________\M. Brunet
Edita!
irapo to de iorta aberta
Pela
Bandas,
Sr. Dr.
rente mes
directora o
aberta ) relativos a fieueziaa
cipio do Recife.
Em 19 de Junho de 1396.
O director,
Joaquim los Ferreira da Rocha,
drectjria ds Contablidade e
se faz publico, de or'en do
Prefeito, que a o tim do cor-
, se recebe sem multa ces'a
imp istoa do 66, (porta
do munf-
OD." J s JjISo K?gueira Pinto de
Sjijzp, Jii de Diroito de orphSos e
de aodentes nesta cidade do Recife,
cpit "irtude da lei e'c.
Fago Beber aos qae o presente edital
virem oa delle tiverem noticia, qae tendo
este juis arrecadado o espolio do finado
Eugenio Chalina que nao deirou testa-
mento, nem herdeirus presantes sSj ch-
malos oa seas ciedor. s para sa habilita-
ren a receber o que t-.ver direito do di-
Ponte de Po-amarel!o, em 2:6005400; to esaolio no prao da fe.
Ponte da Pai JjSo, orgada em 3:3710100;
As propjstai pod-m se referir a di-
versas, ou a cada ama de per si e devem
88r escripias por extoneo, sem rasura,
emenda ou vicio, de qoa'qudr especie,
sendo regeitaias as que se resentrem
das seguate* faltas :
1.* As que excederem os progos do or-
gamenti;
2.a As que baziarom em precia da ou-
tras propo^tas;
3.* As quo nSo forem orgaosadas de
accordo cja o presen.e edital ;
4.* As frmalas por pcsso8s que j te-
nham deit'do de camprir contractos
com eBta rjpsr igSo ;
5.a As que nao iJV> re cerera as garan-
tas u qualidad Haveidn duas ou mais propoatas em
igaaldid do CnigSes sobre ca'ia obra,
sr4 p eferidu a do c.'Oeurreae qua me-
lhores provss de ido eidada offjrecer-
Os concurrentes deverao, alm detsa
idoneidade exigida para h direcgSo e exe-
caglo das obras, indic ir o lu ar de sua
resuene a.
Nhgaem sar admittido a co-curreo.-
cia sem q souro do Eitado, al a 11 horas daqael-
le dia, qaantia corresponder a 5 /
do valor da obra, importancia qae per-
der si, escolhida a saa proposta e con-
vidado para assigaar o contracto, a isto
se recusar.
Para boa garanta da execug3 do con-
trato depositario co.tractante no The-
soaro ama caucSo que ser previamente
arbitrada por eata directora.
Nesta repartigao estar a disposigSo
dos aechores concurrentes, das 10 s 3 da
tarile, o orgamento respectivo.
Recife, 16 de Janho de 18JS.
O director,
rl Brunet.
E para que rhegue ao conhecimento
de todos mandei passar o presente que
ser stExado e publ caco pela imprensa
atusado no lugar do conume.
Dado p.-s-ado nesta cidade do Rc:-
fe capital do Estado de Pernambuco, 20
de Ma.> de 1596.
El, Laiz da Veiga Pseos, esorivSo o
osera vi.
Jos ]u/ido R. Pinto de Souza.
ditai
Secretarla da fastiea, -\ego-
c os lateriores e Iastrue^io
Pabllea do Estado de Per-
nambuco, em a O de afaaho
de 1896-9.a directora f.'
seccSo
Da ordem do Esm. Sr. Conselbeiro go-
vernador do Estado fago pnbbco que,
dentro do praso de quareota dias, a con-
tar da data do presente, sa acho aborto
nesta secretaria o concurso para o pro-
vimento da osdaira de Mioeralogi Geo-
loga e Me'eirolog a d) Instituto Benja-
mn Constant, vaga pela exo:erag3o c m-
oedida ao engenheiro Luz Lombard.
Os candidatos deverSo, na forma das
instrucgSes appr'vadas por decreto de
3 de Margo ultimo, dirigir os seas re-
querimeatoB pedindo a iascripcSo par o
refer.do concurso ao mesmo Exm. Sr.
Couselheiro Governador, instruidos dos
aeguintes de cementos :
1.* Cert dio de idade, titjIo ou diplo-
ma qne pro "a maiondade lega' ;
2. Folha corrida ;
3.* Aitestado de mortlidade, patsado
pelas autoridades do municipio em que
rtfiii.r o candidato.
O director,
A, Gomes Leal.
Por esta repartigSo di ordem do Dr.
Questor Policial, se fas publico para co-
nhecimento de todos o nal execagSo do
artigo 61 das posturas munioipaes, abai-
xo transcripto, qoe prohibe o uso de ro-
qutiraa, bo jbas e fojo so ti (Tuaca-pa)
a< titeado os infracter^s as penas estaba-
iecidaa em dito art g<
Artigo 61. Fie i prohibido dentro da
cidade o us) de roqueirus, bombas e fogo
sol'o i'Maca-je) os ir.fiactores sarao
a citados em 3Jj'X)U a uo dobro na rein-
cidencia.
Sacretaia di Qieitura Policial, em
18 da 1896.
Pelo secretario,
O offisial, Joaquim UchSa.
Secretaria da industria
3' Directora
Para ooohecimeato dos iotereisadcs
fago pubtio qae, no dU 23 de Janho va
douro, l hora da tarde, recebem-se
nesta directo ia propostas em carta techa
da, devidamente soll-da, para os reparos
da qua necesitara a estrada e a ponte
do Campo Grande, orgados em 2:9380901
As propoitas devem ser eacriptas por
extenso, sem rs'ira, emeada oa vijio de
qualquer especia, aecdo resaltadas as
que sa resentiram das seguintes faltas :
1.* As que txjederem os precos do
orgament.;
i.'.!1 Aa que se bazearem sm pregos de
outras propostas;
3.a As que nSo forem orgaoisadas de
accordo com o presente edital;
4.a As firmadas porpes oas queja te-
nbam deisa^'o da c.impnr contractos oom
esta reparticio ;
Secretaria da Industria
3.a directora
Por esta directora se fas publico, que
n dia 23 de Junho 1 hora da trie,
rer-ebe se propoatas em cartas fechadas,
devidamente sallada?, para os repares de
qoe n-.cessita o boOro d.i estrada de
Goyanna, na varzea do Paulists, cradcs
em 5:27I|C07.
As propostas devem ser escripias por
extensa, sem rasure, emenda ou vicio
de qualquer especie, asado regeitados es
qae se resentirem das seguintes hites :
1." As que excederem os pregos do or-
gamento ;
2, As que se basearem em preces de
outras prepoatas;
S. As que nao forem organizadas de
accordo com o preseute edital ; .
4. As firmada, per pe.saoas que j te- Co am.-rc.o-A.v.ies de Crvalho & C.,
nbao deixado decumprir contractos com *r,*>?..^ ^"'??*"*? %
esta repartigao
5 a A. qaa cao offerecerem as garan-
tas a quaiidades exigidas neste edite).
Havendo duas ca mais propostas en
gaaldae de condi^Ses, ser preferida a
do concurren** que melhrues provas de
idoneidade offerecer,
Os cu: cirrentes deverSo, alm dessa
idoneidade exigida para a direegao e exe*
cugSo das obras, indic.-r o lagar de saa
residencia.
Nenhum concurrente sei admittdo a
coccarrenca sem que prove tar deposi-
tado no Theaouro oo Estado, at s 11
hora daquella dia, quactia correspon-
dente a 5 /* do valor da obra, importan-
cia que perder si, escolhida sua pro-
posta e convidado para assignar o con-
trato a isto se recasar.
f ara boa garanta da execucSo do con*
tracto, depositar o contractante co The
goj.ro ama caugSo que ser previameata
arbitrada por esta directora.
Nesta repartigSo estar&j a diaposig.io
dos senhores conaarrentes, das 1.0 a 3
horas da tarde o orcamento e a. plantas
respectivas.
Recife, 28 de Maio de 1895.
M. Brucet,
Director ger
O Dr. Francisco Aluno Ctrreia de Aran*
jo Jais da D rito d'> Commercio c?o
municipio do Kccito e capitel do Esta-
do ce Pernamta:o em virtude da lei
etc.
Fago saber aos qae o presente edital
virem ou delle noticia tiverom que. por
parte de Alvares de Carvalho &c C, suc-
cessores de Ferie ra GaimaiSes & C., me
foi dirigida a petizo do theor aegu nte :
Petigso
Illm Exm. Sr. Dr. Joi de Direito do
5." s qoe nSo cffereeerem as garan-
tas e qoalidades exigidas caita edital ;
Haveodo duas oa mais propostas em
egualdade de condicoda, ser preferida
a oo concrdenla que ae'.ho: pravas e
.doneidade offerecer.
Os concurrentes deverSo alm dess*
idoneidada exigida, para a direegao e
execugSo dss obras, indicar o lugar de
reaidenoi.
Nechum concwrreate ser aimitiido
coccurrencia, sem qoe prove ter deposi-
tado no Thesourc do Estado at s 11
horas d quelie dia, qaant a correaprn
deDi a 5 / do. valor d obra, impor-.
tantia que perdrri, ec, etcolhiela sua
pruputU, a touvid-do pra ssgcar o
oouactj, a isto se raeaiar.
sendo credorea de Felippa Hcrique de
S, da quantia do 5538120, alem dos ja-
ros, importancia da lettra jauta, e como
estoja prozimo a pres:rever a mesma let-
tra querem os supplicantes interromper
a p'eicripg3o para oque raquetera a V.
Exc. digni te mandar lavrar termo da
protest) fim de ser iotim do o supplica-
do por cart- de e eiitos visto schar-se
ausentj em lugar in arto e nao sabido
designando V. Exc. dia paraca sappl-
cantes jistifiearem o allegado.
Pede a V. Ex duferimeoto. E. B. M'
Kecife 25 de Abril de 1898Antn o
Maoha-io Dias (sellada). E rois se nSo
continba em Lto petigK? qae teve o des-
pacho e distribuido segnmte : D. como
reqror, marcando da o esct>v2o.
Hesife, 25 de Abril da ik96 -A tico

.




9
e
Diarlo de Pernambneo Domingo 91 de I mi lio de 1SOO
V
do raajoA. Brit. Olifoira- E man
e dSo coi.tinha em dito despacho e dea*
tribuido, seguindo-iie o termo de pro-
testo do ieor segu ate :
Termo de protesto
Aos 25 de Abril de 1896, nesta cidade
do Beoife, capital do Estado de Peraam*
buco, em mea cartorio compareoeram oa
aupplioantes Alvares de Carvalhe & C.
ucoesatres de Ferreira GaimarSes & C,
representados por sea bastante procura-
dor o solicitador Artonio Machado Diaa,
o qoa< dase parante mim e as teetemu-
nhas adianto tssiguadas que reduaia a
termo o proteesto de prescripcSo constan-
te da peticSo retro, que flca tazando par-
te deate meamo termo. E da como es
aim o diaaa e proteatou lavrei eate termo
qae asaignou o refarido aolicitador com as
alladidas teatemunbas. Eu Guatavj Al-
berto de Brito escri ?&o do commercio o
esorevi. Antonio Machado Dias, Vicen-
te Gcncalves de Lima, Antonio Beaerra
Cavalcante de Albnqnerqne. E mais se
nSo oonticha em dito termo o protesto.
Tendo oa supplicau.es prodozido suas
testemunt.as que depoaeram cont/eoien-
temonte acerca do allegado da peticlt
aqu traoaoripta, e foaenfio o respectivo
escrtvSo sellar e preparar oa autos, m'os
fea conclUBCB, nos quaea profer a aenten-
ja do theor segoiote :
Sertenca
Julgo por stnten<;a a justificaco de fo-
lhas seis hsete, paia que produaa seus
devio'os effeitos. Passem-se os editaes.
Recite, 6 de Maio de 1896Francisco
Altino Corris te Araojo. Nada man
ae contaba em ditt. sentones em curopri-
ment da qual o respectivo eBCnvSo paa-
son o presente editai pelo theor da qoal
chamo, cito e hei por intimado o suppli-
cado Felippe Heorwuo de S, para qoe
dentro de preso de30 dias, contados da
data do presente, compareca ante eaie
jaiao.afim de allegar todo o qae for o
bem de sea dreito e juatigo, ficando an-
cal intimado de todo o contedo da peti-
9S0, despacho, tenteeja o termo do pro-
testo aqU tra^r p o.
a que chegue ao conheci ment de
todo\ mandei pasanr o presente edital qae
ser pur hcado pela imprenea e affixado
no logar do costume. .
Dado e passa >o nesta cidade do ieci
fe, capital do E.udo de PeroAmbuoo aoa
16 dias do mez de M.io do 1896.
Fago nos tutea ib emolumentos da
^natura. Eu, Gustavo Alberto de
Brito, encnvSo do comm rcio o escrevi.
Franc;sco A! ino G. de Aeauju.
dos impressos, litros etc. e se prestarlo
as infarmacSes necesitaras.
Para garanta da boa execucRo do con-
tracto depositara/} os contactantes no
cofre da estrada ama qaantia fixsda palo
director engeoheiro ebefe, de aocordo
oom a importancia do forneoimento con
trotado.
Secretaria da Eatrada de Ferro Sol
de Pernambaoo, Palabrea, 10 de Jsoho
o 1896.
O secretario,
Jos da Cunlia Liberato de Matos.
"Edita!
The*our do
ai
Estad* de Per-
ifoneo
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
EDITAL
Fsrneemento de corvato
De crdet do 8r. director engeoheiro
chefe se fas publico que s 2 boras da
tarde do dia 22 do correte ter logar
nesta eatraHa a concurrencia para o for
necimeeto de curvSo de Cardiff necessa-
rij ao servico deata meama estrada no
geroectre deste anne.
O* pn ponentes deverao apresentar-se
at 1 hora da tarde do dia cima indi-
cado, traaendo aoaa propostaa em carta
fechaba, devidamente selladas, e acom-
psnhando o conhecimento da cancSo pro-
misoria de OOjSCOtt que depositario na
thesouraria desta estrada.
O carvlo ser de primeira qualidade,
tres vezes peneirado e posto pelo oon-
tractanta em Cinco Ponas dentro dos
carros da Estrada de Ferro do Beoife ao
S. Fracciscj, correndo por sua conta
todas as despesas at aqaelle ponto.
Ob foniecimontoB serJo feitos por pe-
didos assignados pelo almoxarife, rubri-
esdos pelo director engenheo chefe e
dentro do praso mximo de 10 dias aob
pena da multa a jaiao do director enge-
oheiro chefe.
O contractaote Scar sojeiti pres-
tacffo de ama fiamja, que para garanta
ao sea contracto, aera fixada pelo mes-
mo director engeoheiro chefe.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul
de Percambuco, Palmares, 11 da Janho
de 1896.
'O secretario,
Jos da Cunlia Liberato de Mattos
De ordem do Sr. Dr- director geral
desta roparttcSo, convido pelo presenta
edital e os senhores conoeasionarios daa
asinas coi atantes da relelo infra, a vi-
re m recolber, at o dia 30 do corrate
mes, nfto so ob jaros correspondentes a -
semestre qae se finda naquelle dia oom
rela^So a preatacSes recebidaa, como
tambem a importancia dos mesmos joros,
referente ao semestre anterior; ficando
seidetes de qae, se nao realizarem dito
reoolhimento no supraoitndo praso, fioa-
rSo sugeitoa aos jaros da mesa as for-
ma das lea em vigor.
Relaf&o das usinas, cu/os concessionarios
tem de recollier os juros das apolices
do emprestimo feito s mesmas Usi-
nas
Uuca Trapiche, de Janeiro a Janho
de 1896.
Di'a Cara-As, idom.
Dita Bambural, dem.
Dita Coelho, de Julho de 1895 a Jnnho
de 1896.
Dita Bandeira, de Janeira a Janho de
1896.
Dita Pbenix, dem.
Dita Cstet.de, de Julh j de 1895 a Junho
de 1896,
Dita Salgado, de Janeiro a Junbo de
189.
Dita Cachooira Lisa, idem.
Uita Mana das Mercfij, ce Julho de
1895 a Janho de 1896.
Dita Uabeea de Negro, de Jineiro a Ju-
nbo do 1896.
Dita Freciheiras, iiem.
Dita Caxfng, idem.
Dita Cabo, idem.
Dita Pery-Pery, de 28 de Deiembro de
1895 a 30 de Janho de 1896.
Dita Coceen,}, de Janeiro a Janho de
1896.
D.ta Ka z de Dentro, de Julho de 1895 a
Janho de 1896.
Dita Cocce.-cSo, idem.
Dita Maasanass, de Janeiro a Junho
de 1896.
Dita N'jtSi Senhora de Lourdes, de Ju-
lho de 1895 a Janho de 1893.
Dita Bom-Fim de Janeiro a J'inho de
1896.
Dita Pirangy-Asi, de Julho de 1895 a
Junho de 1896.
Dita 13 de Maio, idem.
Dita Muribeca, de Janeiro a Janho de
de 1896.
Dita Pao Sangae, idem.
Dita Santa Crui, idem.
Secretaria do 1 heaouro do Estado d e
Pernambuco, 20 de Janho de 1896.
O chefe,
Marianno A. de Medeiros..
porlcao dos Degociantes qoe desejarem con-
correr so (oroecimemo alludido.
ObiervacOes
Os proponenles deverao se babtlitar os for
ma do Hegul inento. As proposias deierio
ser em dopllcsta com reluci cada especie de
a'tltop, raieDdo no ato o nome do proponente,
a looicjcao de casa comme'Cial, o ooaero e s
marra, das amostras, a deelartcao expresas de
te EDjeltarem as mollas do ReRoUmeuto em
vgor.
Os prop nenies meaclonario no subscripto
de suas propoBt>s a especie do sHIro proponte,
nome:o e marca das amcsiraB qoe aprsenla
rem e data da sefsao do ccuselno. Todo-* oe
artigos serao posios no Arsenal por conta pro*
pria, de conformt forem feuos de primelrs qoilidade e m uma p-ompildao.
Secretsna do Arsenal de Guerra de Pemam-
ruco, rm 16 de Jonbo de 1896.
or FraD isco Rioelro Machado,
Secretar!
THEATKO
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
Feruocimeuto de Junho De-
zembro de fS96
De ordem do Sr. Dr. director enge-
oheiro chefe te taz publno que at as 2
horas da tarde do dia 22 do oorrente re
cebtm-ae propostas m secretaria desta
estrada para o forneoimento, por contrac-
to, co semestre de Junho Deiembrn
desta asno dos artigos constantes da re-
lacSo que ser fcculteda uo eiame dos
interessadoB na tgeccia desta mesmt> es-
trada no (.idede do Beoife. Os proponer
tes devario j,reacntarB r esta repa>ti-
5J0 I t ora da tarde do dia cima indi-
cado traaendo suas pro^ atas em cartea
echadas devidamente saludas, datadas,
e asignad bb com cu preooa escriptca por
exei o e sem emcmdaa, rasuras e C''oa
qoe rida taja, aomp to quantj poaaivo!, bb resp. uuvas moa
tras, principalmente ace artigos, cuja
qoalidade nao esteja expres-a na rea
co tcfma referida.
Para ser admittido a concurrencia cada
pteponente fara na tbeBoararia da stra-
um deposito da qaantia de cera mil
ris, perciendo o direito de Wantal-a
aqaelle que, preferido para o torneci-
ment de qaalquer artigo recusar-so a
Haigcar o contracto dentro do praso de
8 diaa coudos da date em qoe hoaver
receido o aviso qoe para tal fim loe ir
expedido.
Na agencia deate atoada ao ateoife,
gacontraa-) o> propooeotei, m teostelof
9.a Seccilo1.a Directora ta
Secretaria da Jastiea,' Xe-
gocios Interiores e Instra-
ccilo Publica do Estado de
Pernambuco, em 1.6 de Ju-
nho de 1896.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. C> nselneiro Goerna-
dor do Esiado f 1,0 publico qoe te* abert?, por
empaco de 6 di.s a cootar da poblicacao des-
te e 1 nal concurrencia afm de se rem apre-
sesladas propostaa devidamente selladas, em
"artas, fechadas, para o foreacimenlo durante
o trimestre de Jolbo a Setembro viodouro de
racoes e dietss aos preaos pobres da Caas de
BeieDcno, mediante as coodicOesabaizo estipa*
ladss :
1.'
0 conlractante obrlsa-se a fazer o forneci-
mento com gneros eaj--, de boa qoalidaae e
cros, meocioaades osa tabellas os. 1 e 2, de
accordo com o regolamento da Casa de Delen-
cao de 18 de.Marco de 1885.
4.
Tanto as racoes como as dietas serao entre-
ene' oa porta do estibelecimento a oro em-
p-egado od empregados, encarregados pelo aa
ministrador de as recebe, nao sendo permlt-
tido ao contrallante on aos sens representantes
ler ingrespo no eiiabelecimento.
3.'
0 numero das rac6ee e toas qaalidades ee-
rao exigidaa do contractsDte, por meto ce om
vale BBsignado pelo admioistrador, e o das die-
tas po- meio de om entro vale, asslgaado pe-
i io medico.
4.
As racOes e dietas recodadas pelo medico,
por ana ma qnsiidade serao sutoidas pelo contractaote sob pena de om-i
mona de em mil rea (ICOOO), qu-oao nao
faga, sendo, deste ca-o, a sabstltnlcSo fei a a
cna costa, pelo atminMrador do stabeleci-
meoto, e descocado o sea v.lor, slm da mol-
.-
O contractaote obrigado a forcecer, inda
penneme ae indemoisicao. o barbaote ueceEsi-
no p8ra fo-molar as racOet de carne e baca-
Ifio, torrador e moinhn para e caf.
6.*
As racoes e dieta <'os pr'pos rfibrec, de qne
se trdta. nao poderao exceder de seis
necida aos precos o-illtares, qoe serio pagjs,
ccnrormida' Mioioteno da Goera re 2 e Mao de 1858
7.
O contract--nte nSo poaers receber a irrpor-
unca do fo'QcimQtb feito co mea aoierio*,
sem qoe teuba pago 0 tefpectivo EkllO.
8."
'ara garanta da muna-, e da boa c-xerrjcSo
do contrae.o. qoe ser; ,-gi.n "O oentro fle 3
itat, a cont-r aio-He *a. 'ioe for acceitS so
nin i U r era 8>'p cofre
-i<> B-U -p a qeloi'S *a> coate i* Mis.....
|I.OOOO"'s)--u ,ioi' ir. I e da nitid
OObllCa 'rOt-Tl cu estlu<
0 Directo',
Affonso V. de Medeiros. _
Junta Commercial
Pela se r tai ia da Junta Commereial
do Recite ae taa publico, qae do dia 1
15 do corrate mea, foram archivad s
es seguintes documentos :
Cootractos:
Do Manoel Carneiro da Cunha e Ma-
nuel Gomes Carneiro da ocha, aob a
firma Uaroeiro da Cucha & Sobrinbo,
para o commercio de fasendas, no esU-
beiecimento a ra 1.* de Maico c. 19,
resta cidade, com o capital de.........
23:100^520, sendo a sociedade em no-
me uollectivo.
De Pedro Jos Pintocemmanditario
e Pedro Jas Pinto Jnior, aob a firma
P. Pinto Jnior & C, para a ezplorayfio
de productos cermicos, era cidad",
com o capital de 5O:0O$0OO, sendo o
fundo commaoditario de 45:000$OCO e a
ociedade em commandita.
De JoBo Leoncio de Oliveira e Jos
Hioeiro Pesaoa, sob a firma JoSo L. de
Oliveira & C, para o ccmmercio de cal
e.adoB em grosso e a retalho, no estabe-
lecimeoto k ra do BarSo da Victoria n.
7, desta cidade, com o capital de.....
100:OCOOCO, sendo a sociedede em no-
me collectivo.
De Simp Lio da Silva Coelho e Jos
Modesto fin.o Ozono, sb firma Silva
Coelho & O, para o eatabeleoimento de
um itstaurant, roa do B>apo Sardinha
r. 1, desta cidade, cem e capital de...
8:500f$u00, sendo a sooiedade em nome
collectivo.
De TneodOiO Juat e Julio Sountaz,
sob a firma Theo. Juat & C para o
commercio de agencias e representares
do prtdio & ra do Bom Jess n. 62, des
ta cidade com o capital de 70:0008000,
sendo a sooiedade em nome collectivo.
De Joao Porfirio de Farias e Antonio
Parias de Albuquerqoe, sob a firma Fa
ras c C, para o commercio de generoa
de estiva, no estabelecimento sito no pa-
teo da Santa Croa, o. 2 desta ridade,
com o capital de 6:0"C$000, sendo a sc-
ciedade em nome collectivo.
Jos Rodrigues Maia e am comm^o-
diterio, ecb a firma Jet Rodrigues Maia
&c C., para o commercio de gneros de
estiva, cesta cidade com o capital de...
130:0000000, sendo o fondo commandi-
tario de 5O:00O0CO e a sooiedade em
commandita.
De Arthur Gomes de Mattoe Sobri-
nho, Jorge Gomes de Mattos, Manoel
Gomes de Mattos e Mario Gomes de
Mattos, sob a firma Gomes de Mattos
[rmfios & C, para o commercio de im-
portacAo de miud zas e erragens nos ar
mazens a ra do Mrquez de Olnda es.
23 e 25, desta cidade, eom o capital de
400;OO(5O00, sendo a sociedade de capi-
tal o indastria.
De Cuito dio Jos Antones e Jos da
Silva Pereira, aob a firma Antones &
Pereira, para o commercio de oalgados
e chapeos de sol, nesta cidade oom o ca-
pital de 10-8315700, aendo a sociedade
em nome collectivo.
D Boaventura de Castro Maia e An-
tonio Firmino Flores, sob a firma Case
tro Maia & C para o commercio de ge-
neroa de estiva, no estabelecimento a
roa de Pedro Affonso o. 9 e 11, desta
cidade, com o capital de 80:000,5000,
sendo a sociedade em nome collectivo.
GOMPANHIA LYUCA
saxso.m;
amanha, segunda-fkira 22
Zuechi Ferrignoe Clotilde
Sartori
Segunda recita de asMgnatu.ru
Ums ooL'a vez a hfil saima opera de Verdi
Estrs das alistas
AIDA:
Trem e boods para os logares do costme.
A'- 8lii.
fiiimamiig
Detillfa^ao Fragoso
ptima acquisicao
A como i-t-ao abaiio assi^oada competente
mente aoionsa a por aasembla geral de 8 de
Jiobo ae 1896, cbama concurrentes a compr.
dos ber.s oa Coapaubu Deatilla^ao Pragoso,
para a llqodagae da referida Compa .bis, cerno
abiixo se Mecais.
Um magoitico eoi eoho com 27 kilmetros de
permetro, competentemente demarca o, com
expleodidas maltas, log.-ai uro e terreos para
ezplo acto de caielras.
Uma desltllacso em perfeilo estado, i
tyaiema allemao, moeoda inglesa, esteira, ba
laoca, etc.
A destillacSo tem capacidade para 12 pipas
diarias e e trabaiboo dorante u-j.a safra.
Aodr Mana Pmbeiro,
W. H. Bilton.
Por ^'ocoracau de Antonio Loit des Santjs.
Joto L. dos Sanios.
Couipanhid
Santa The reza
Abasieciienlo dVgoa e Idz cidade de
Oliods
ASSEM! h'A GERAL
Sao convidados os Srg. accionistas a se reo-
oireai no dia 2 de Jolbo, oo 1* andar do pre-
cio oo Ca.s da Compai bia Pernarntuccca n. 2,
a fim ur coobecerem das cintas da Ccmpaobla,
approvsrem o parecer, e covirem o Relatorio
da irictoni.
ltele, 16 de Joofao de 189o.
A. Perel-a SI'; CCS,
Di-eclor.
Hamburg Saedamerikanis-
ebe Dan pfscLiffahris-Ge-
sellschaft.
O vapor Itaparica
E' esperado da Europa at o
da 8 de Jonbo, e seguir de-
nota oa necessaria demora para
Rio de Janeiro e Santos
Entrar no porto
N. B.NSo se atiendera mals a nenboma
reelamseto por (sitas qoe nSo forem commu
Diradas por escripto a agencia at 3 das depois
da entrada dos gneros ua Alfandega.
No caso em que os volomes sejam desrarre-
gados com termo de avarla, necessaria a Pr-
senes da agencia do acto da abertora, para
poJer verificar o prejoUo e faltas se as bou-
ver.
para paesageoe, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmaao &C
18Ra do Commtrcio18
1 andar
Acta de sesslo extraordinaria da Com
panhia Exploradora de Productos Cal-
cearos, realisada em 31 de Marco do
correte anno.
Registro de firmas :
Foram registradas as eegaintes firmas .-
Carneiro da Confia &c Scbrinhc, J' 3o
L. de Oliveira & C, Silva Coelho &
O., Theo. JnBt & C, JoBo Rodrigues
Maia & C, Francisco Potrocelli, Gomes
de Mattos IrmSos & C, Antones & Pe-
reira e Castro Maia d C.
Secretaria do Junta Commercial da
Recife 18 de Janho de 1896.
O secretario,
Joaquina Theotonio Soares d'Ave llar.
Apolices do Estado
Teido despparecldn tres apolices da divida
do Estaco ae os. 3,297 uo valor de cem mil
rets. n. 129 do Vklor de cem mil rls.e coi'*
de o. 230 do valor de qonbentos mil res, per-
teocen'e ao tinado tobdio ponogoea Macoel
Gon e- Paolo, de cujo espclio se procedeo a
arrecatiacao pela joiio de acicates a requer
men o do Consol de Poriogal, pede-se a qutri
ai5 tem acuado o favor de .-s entregar ao meamo
Coo'Diado, para evitar desuela para o mesao
osi ono ooj a obiencao de novas apolices coso
permiti a le.
Rente. 28 if Uaio de 1896.
DFXUhACGES
ArstDal de Guerra
A commistio de compras deste Arsenal re-
cebera propoetas no da 22 do correte as 11
oras da maobS para o foroecimeaio ao provi-
mento do Almoxarifado, doraoie o semestre ae
Jolbo a Deaeabro deste snoo, de tintas, drogas,
artiMS para illominacto, para facbloa o rao-
cbo; maderas, metaos, ferramentas, insignias
o srtlgos diversos, aescriainados em lista qaa
as teba os Socreurla aetta R^parncto, ote-
l ompaohia do Beberibe
Cemo-ODi'a se aos Srs. acciooistas que
acbaorse ao sea dispor, no ecnpto.-it des.a
Compaob>a, i os termos da le, o tgu:ut'- :
1.* Copia dos balaocos cooten 'o a i; oicscao
os valores mo^is, loirooveis, e m yaopt>e,
Has divid 8 ai Uvas e paeaivas, por clasw
gondo a oaturea ilos t.tolB;
2* Copia os relacfro nominal dos accionista-,
o m o ource o de ai (Oes respectivas e o estado
do pagan eu o desta* ;
3.* Copa da lista dss tr-oslereocias e
acones, em ligaran os, realizadas no cecureo
do anno.
Recife, 18 de JoDto de 1896.
C. Maoiede,
Director-gerente.
Banco Emissor de
Peraambuco
No da 25 do correte, s 10 boras da ma-
Obi. preceder se-ba oeste Bboco, a roa do Com-
mercio o. 38.1* andar, ao torteio das latras bj-
potbecarias qoe tetao de ser premiadas o res*
gatadas.
Recife, 20 de Jonbo ds 189.
O di rector.
Jssoino Al ves Fsraaadei. si
Estrada de Ferro M de rer-
yanibuco
De trdem do Sr, Dr. director engenLei-
ro chefe Be fsz publico qoe o mesmo se-
nbor director mandn crear em cada ama
das e>tac,5es deata estrada aj livro em
qae serSo langadas qaaesquer reclama-
r;5es jci tenham de ser dirigidas di-
rectora, devendo os aeohores interesaa*
dos abonar as suas quoixas cm doas
testemunhaa idneas.
Este livro acha-se a cargo dos senhores
agentes.
Secretaria da Estrada de Ferro Sal de
Pernambuco, Palmaros, 10 de Janho de
1896.
jO sejretario,
7os da Cunha Liberato de Mattos.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
21 SO Talo
No da 25 do correte, &s Obo-ss da msob,
oa sede desle Baoco, roa do Bom Jesos u. 25,
proceder-ss-ba so 21* eorteio das letras bypo-
tbocariae que teem de ser resgaiadas, corres-
iiondeDies as 1* a 10* tena, aonos de 1886 a
1895. Como de costme, 20 destas letras serao
premiadas. O local 6 franqueado a qoalqoer
accionista.
Recife, 20 de Junbo da 1896.
Os administradores,
llaooel Joao de Aoionm.
Luis Ooprat.
______________Mmoal afeeiros.__________
Companhia
DE
Tecidos de Malha
A Directora convida oa scciomstas desta
Companbia para se reonirem em assembla
geral eiiraordiBaria, om de deiiberarem defi-
nitivamente sobre a sitoaco embaracosa em
qce se acba a empresa e resolverem si se deve
ou oao vender a fabrica.
Bata reuDi&o tara logar oo dia 23 do corre-
te mes, A 1 ora da tarde, oo ed.thio da Asbo
ciagao Commercial Beceticen e.
Recife, 19 de JouDo de 1896.
A Directora.
isjjjmaios"~
8wl Man Sle.ii P,iiiB,flip3Dy
O paquete Tharaes
Com mandante James Brander
E'esperado do
sol at o dit
jSl do correte,
secutado depois
da demora iDdispensavel para
S. Vicente, Lisboa, Tlgo, cher-
boarg e Mo)utgltiair> O paquete Tagus
Comm andante W. H. Owen
E' esperado da
Eoropa ate e dia
** do correte,
e segora depoia
da demora do
costeme para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Cljde
Commandante F. Messer-y
E' 'Siendo a b'orop* aleo
I- 25 di correle e segoirs
idtp.,18 da demora todiepensa
ei par
Bahia, Rio de Janeiro, Montevido^e
Buenos-Ayres
Este paquete o comileiarrerte reformado
gara soi>ai:ioir o < HaadaJena, qae, por esa
vlagem gae dir lo uo Rio da Prata a Lisboa,
RedaecAo nos pre a las paagagjang
Ida Ida i tolla
AL1 s 1* < asee 1 20 A 30
! L-iasee 2 52
Csarota rsarvaio. para ot paasaftirc-
Percaianr-oo.
Para carga, passageos, encommendas o dt-
gbeiro a (rete, trata-Be com os
AGENTES
Amorim irrao* & C.
N. 3 Roa do Boaa JasasN. 3
Offl Brazileiro
Xavesaoilo transatlntica,
sosteira e fluvial
O VAPOR
Maranho
Commandante G. de Castro
E' esperado dos
portos do norte
no dia 81 de
Jonbo, e segui-
r para os por-
tes oo sul do eia segoir.te.
Aos Srs. carregadores pedimos a soa atteocSo
pm a claosula 10* Jos coobecimeatos qoe a
segoiote:
rio caso debaver algoma reciamacao contra a
companbia por avarias oo perdas, deve ser feita
por escripio ao sgente respectivo do 1 porto a
descarga, dentro de tres diaa epois \it Boda
tada.
Nao precedendo esta formatidade a compa-
obta tica iseoia de toda a rasponsabiliCade.
As passageos e3o tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 21/2 boras da tarde do dia da sabida
do vapor.
Atlen^ao
As passagens pagas a bordo custan.
mais 15 /.
Para carga,.passagens, encommeodas e va-
eres trata-se cem os
AGEMKS^
Pereira Carneiro c C.
6RA DO COMMERCIO-6
i.'andar
IbAkfiEbRS RMiS
Compaoliia Fra aceza
\aveg*o a vapor
Linba regalar entre o Havre, Lisboa,
. Perr,&mbaco, Macei, tibia, Rio Ct
Jane>ro e Saotoa.
O VAPOR
Santa-F
Espera-se d a
Eoropa ate o dia
% de Jolbo e se-
golr depois da
demorTnecetsaria para
Bahia, Rio de Jaoeiro e Saotcs
Roga-se aoajSrp. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, qoeiram apreaentar den
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al
vareDgaa quaiquer reciamacao concernente a vo
lomes qae por ventara lenbam segoido para os
portos do bu!, am de sa poderem dar a tempe
as providencias necessarlas.
Expirado o reierioo praso acompala Dio se
jespooeabiliss por extravos.
-Recebe carga: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Ccmmercio9
Coipashi P- de Navtgaffio
PORT08 DO NORTE
Parabyba, Natal, Maco, Mostoro', Ars-
caty e Cesr
O paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Segu no dia S6 do cor-
rele, as 4 boras da larde.
Recebe carga, encommendas, passaceos e di*
nburo frete, at te 11 bcras da manta do dia
da partidg.
Cbama se a s'tecciio dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos conbecimeoto que a
aeguinte :
No caso de baver alguma reciamacao contra a
Companbia, por a varia oo perda, deve ser felta
por escripto ao ageote respectivo do porto da
descarga, dentro de trej das ceuois de fioali-
rada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
tibia dea iseota de toda a responsabilidades
ESCRIPTORIO
Ao caes daCompanbia Percambocana
n. 1?
Pacific Steam Navigalion ion*
BTRAITS OF AGELHAN UNE
O paquete Orcana
E"pera-se do
eoiaiodh Z9
de correte.e se-
guir depois da
lemora do coc-
ame para Lierpool,com escala por S. Vicente,
Lisboa, Corona, La Pailice, e Piy outb.
Para carga, paBsagens, encommend?* e dl-
obeiro a irete traa-se rom os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
I
ii
EILOES
Hoje 20, Itilao e i Idlo avanaoo a ou-
tras (azendas e aiodezba.
Te ga feirf 23, deve ler logar o leltffl do
engenbo Entre Rio, 6ibrdo e casa Urrea na
liba di. Retiro e 1 caea de peOfSo.
Terja-fe] a 2?, lifio de sones e Ir:qcea
para o da de S. Jo\, e ce fdiendas aiaria-
das.
Leilo
De um bm sitio e casa no legar Cumbe
tm Beberibe
0o!nta-feiro,25t correte
A' 1 HC-BA DA TARDE
\o referido sitio cima
O tgenle CUveira, por mardado e a? i tocia
do Exor. S-. D jo x ce d.re to de Ono .., ven-
der em Itilai 1 c??b terrea, com 2 ponas e 2
jirellas de fre iie,5 jsDeiia3 no oitao go sal.
cem i salas, a qoartr, cesinba exterra. me-
olodo 12 ut"o e 53 ctnl metros de la gorn, e
9 metres e 70 ceotiaelrcs ot fondo e mais 1
terreno tm 27 n i tris e 50 centmetros *-e lar-
gora, ambos no Cutrbc em B-ber ce e pertea-
cenes o espolie oc Uado Francisco Ferrtira
oes Saotos.
Os 8rs. pretendentes desde j, podero ex-
amnar o relermo sitie, casa e terrero.
Lejlo
Companbia P. k Navegado
PORTOS DO NORTE
Cear, Maranho Para e Manos
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GaimarSes
Segoe do dia 8 do cor-
rate
Recebe carga, eacommeedas, passagens e di
Qheiro frete, at as 10 boras da manba do da
da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a clausola 10* dos coobecimentos qoe s
segoiote:
no caso de baver algoma reciamacao con-
tra a Companbia, por avaria oo perda, deve ser
Feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres dias depois de na-
lisada:
NSo precedendo esta formalidade, a Compa-
nbia fica i=enta de toda a responsabilidaae.
ESCRIPTORIO-
Ao Cae* vy Companhia Prnambu cana
0.12
PORTOS DO SUL
Maoei, penedo, Aracaj e Bahia
i > paquete
Jacuhjpe
Commandante Marianno de Andrade
Segoe oo dia 7 o
rorrete, as 4 boras da
larde.
De neos predios em cr.aos preprios, e graedes
terreoi na liba do Retiro, tatagem da Me
gdaleca, fngtena dos Alegados.
Tercf-feira 23 do correte
AO MEIO DIA
A' ra do Bena Jess n. 45
O sgente Pinto levara a le lao por alvar de
liceoca oo Illm. Sr. Dr. joiz de direito da pro*
edoiia, em virtode do reqoerimento e D.
Lauriana de Jfsus Regacas, inventariante etes-
tameoieira dos beos crixados por sto marido
Jtao da Silva Regada, os immcveis cima
mencionados, ccn.Undo da grande tobracoda
liba o Reti-o n. 2, cem gr.ndes accomoioda-
cOes, qua.108 lora, miranies e outras depen-
oeocias, e sitio graooe, bem ctmo a casa terrea
o. 10, com solt qoimal todo murado, ludo
em cb&os proprlos, pooendo serem, desde ja,
examinados e compare erem ao acto do leSo
qumta-Ieira 18 do co r- ote.
Ao meio da
em itilao oo em
Veode-ee oa tratpassa-ae
particular:
Uma graode casa de peas&o, com boas salas
e 16 quartos ledos mobiliadcs, oceupados, loo*
cs, vioros e crysta*s, quartcs para nannos.
atina ei caada, regs ro e encarmente gaz ,
iasa fretca coa> 3 janellas de frente, 10 ditas
no eiio, paseando p'a frente bonds para todas
as lionas.
Terca-feira 23 docoirente
Ae meio dia
Agente Pinto
NO ARMAZaM A'RA DO BOM JTSS
N 4o
Os pretendentes podem, desde ja, ODter qoal-
qoer loformac5o do mtsmo agente.
Retiranao-se os conos da referida pesnao
para fora da cidade, e. acbando-so dita casa
Donlada ba 20 anoos e bem a^slm aregaesada,
dSo pJfm dovid em faxer sociedade desde ]a
com qoem qoelra adminiatrai-a, eotendtr-se
lo arroaiem da roa :io Bom Jos n. 5 _
Leilo
Reo-be carga, ncommeodas, passageos edt-
uot-iro frete, at s 2 boras da tarde do dia
da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a clausola 10. dos coobecimentos qoe a
segoiote :
No caso de baver algoma reciamacao con-
tra a Companbia, por avarla ro perda, eeva ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da deaeargs,dentro do tres diaa depois de Una-
Usada.
Nao precdanlo esta formalidade, s Compa-
a flca iseota de toda a responsabilidad.
ESJRIPTORIO
Ao Cae* da Companhia Peroambooaoa
a. la
Do eugenbo Entre Ros
Situado no municipio de Jaboato, o
qual limita-se ao norte com o enge-
nho Manass, a oeste com o enge-
nho Cumbe e ao sul com O engenho
Soccorro.
Terca-feira 23 do corre te
A'S 11 HORAS
No 68criptorio do agente Pinto
RA bOAi JESS N. 45
O agento Pinte levar s leilo por autoras-
cao film. Sr. Dr. D;rntor geral da Secretara
da lodosina, em viito e da delberac.o do
Eirn. Sr. Lr G. tm o co E.tado, c enge-
nbo Eo ;e Rio qce f parte des immovei do
ex-uucleo eotooktl Sa.8:U a.
(i -efundo er.'geoho c movido a agea, tem
boas l*rr*, ca-a de vuer.da e pedra e cal, O
mais tcmlrto as de arte; perto da cidado
ua osfoa.
Os pre ei denles podt-m de>ce j examinar l
planta t xMeute no a m-xem da roa do Bom
esos o. 45.
Leilo
De bfalo averiado
Ccr.tfo.Jo da caixa o. 436 descirregsda do
bo-uo do vapor Uanube. -j3|
Ter^a-feira, 23 do corrente
A's 11 hf Agente Pinto
A' RA DO BOM JESS N. 45
Por occsslao do leillo de cotias rateadas o
Biodeas.
'
H
.
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_l
1 uBm



H
'V
r

m
Diarlo de Pernambnco Domingo 91 dv3-'*9imfva d 1*96
MISOS DIVERSOS
ARRENDASE om eogeobo distaLte da
He e correte, coro rta macbioa a vapor, txcel-
lente moeoc'a asreoiada ero colomoas de feno,
raode Meotarre^to de caldelras, casa de
pegar, desiillacao. tanque para mel, terreno
nolto frtil para salrejar-se tres mil pata de
asquear, matas abundares, cercado coto bom
jiapio, com una grande lge-a e dona acode.
Vndese a strs, formas de ferro e msdeira,
bomba e motoho de poxar seoa.
O pretndante ter infi macoes no boiel
Rlbelro, fooieiro a esucfij referida, aceto;
Cjb.0 condociflo para corral o lOgeoBe.
P enea-fe de ami t coslnbeirarde orna
copeira e de orna cruda para qnart s, a tratar
ai ra da Soledade o. 8t. A.________________
~ Alaga *e a caaa tarrea com 4 qoartos e 3
sttl.s de frente, a roa das (Mnita o. SO, na
Capnnga, tratar 'ua do Canora n.-3 A, oo
rna Joqoim Naonco d 15, .o t da ponte e
Caxaoa. ___________ .
Veu-n-m-ae ua ra uu joc*io u. 1
Ticcas tourioss paridas e amoiadrs._________
caaia, a
Viva S. Joao
Os bilbetes qne team esta deoomioagSo, Qnfi
corran com a lotera de Pernambnco, do dfa 14,
corrers com a Nacional qne ae eztrabir no "ia
Si do correte, dos qaaes os premios se pag>*
rao em Oltnda.
320:000
Pede-se ao Dr. Carlos Graca, da vir borrar
oro documento de 17 da Setembro de 1894, a
rna Bario da Victoria n. 48, loja.
Vende-ue om deetereodor
tratar na rna ImperUl n. 180.
par.i
Coelnuer^ iu i-.osworlro precisa-se na
rna da Imperatni o. I, eot ada pe) caes.
:= Precisa-se no uro cosinheiro e de nm co-
pel ro, a tratar no Caes oo Capibaribe n. 30,
serrsns.
Precita-re de urna ti coeiobeiro e de
nm copeiro do Caes do Capibanbe o. 30, ser*
rarla.____________________________________
Precisa-se de orna criada para andar com
J-noca, i tratar na ra do Caldt-lreiro n. 10.
Vende-se o res, prxima i eslatao, com duaa salas e tres
qnartos a cosinai, Letn conservado, com gran-
de sitio a bailante arvoredos, a tratar na roa do
Cabuga.
t
{[.Coronel Franelaco Perelra de
car saino
LIMOEIR O
Jerooyio Mate*oo Pe'eira de Carvaibo. as 8
horas da manba da da Z do crreme, 80 do
fallecimento de seo cbaro lrino coronel Fran-
cisco Pereira de Carvaibo, manda reiar-ine
orna rnifa na matriz daqoella cidade e rara
assiftil-a convida feos amigos e pareles, a
quero de^de ja confessa-se aeradeciio.
t
ir Sllv/la* cmvrlante de .-llbu-
iuerque
r Leoncio de S Cvale ante de Alboquerqne e
sna irn- D. Mirla Joaqnioa Cavalcante de Al-
boque que, mandara retar mlssas por alma de
seu expre lembrado irmao Dr. Siltino Caval-
cante de Albnqoerqoe, no dia 21 do correte,
trigsimo do seo lofaosio pasaameDlo, pelas 7
1/1 boras da m-nba, na igreja da Santa (.ra e
desee ja agraaecem tos prenles e amigos que
se dlicoarem comparecer.
t
Dr. Silvana Cavalcmnte de albu*
querque
tugemo de Barros e tos roolber msodam
reza' miaras na mal u da Boa-Vista, a- 8 bo-
ras da mannl de 13 do crreme, por alma do
sen rolv davel amigo Dr. Silvioo Cavalcante de
Aibnquerqne.
Aos pareles e amigos, seos e do Unido, qne
foren asslstil-as, protestara leroo recoobeci
memo.
t
Jos de Jess Morelra
D. Lydia Isabel oa S reir da Costa, Vicente Ferreira de Jaso* Costa
e Antonio Orlos Ferreira ds Silva, agradecem
a todas aa pessoas que rcompaobaram ao Ce
miterio Publico os recios mortaes de stu pret
sado e.-poiu, irmo e conbado, Jos de Jeus
Moieira, e de novo cooviaam aos seos parentea
amigos para astlstirem as missas que man-
dam rexar por sna alma, 7 boras do da 13
do correte, terca felra, na igreja da Madre de
Def, 7* dia de seo pastamenle, pelo qne ante
cipam sao reconhecimeoto.
t
Engenho venda em Ala-
goas
Vende-se o eogenbo Deis I m&os, roov' lo A
vapor, de torca de 10cavados, caldaira mull-
lobalar de 10, com dois asseoisraentos, ptimos
terrenos para cannaa e com propo^o- s nra
mal8 de 4,000 pies, doas desuILcOes psra
agurdente e alcool, ambasbem montadas, case
de porgar para 400 pies, mas e 200 formas
de madelra e ferro, caaa de bagaco, dita de
viven da e mais tres para emp regodos, bois, ca-
vados, carras o carrecas.
O referido eogeobo tem multa agua e com-
bostlvM e lira em urna xooa mnito apropriada
a para coliocar-se orna nxina, sendo qne Oca
i margem da estraba de ferro e ja tem desvio
aa porteira do engenbo.
Para melhores toformages O' prelen denles
airijam-se aoSr. Jos Custodio Looreiro, Mag-
ralena, roa do BemBca c. 6 oo em Maceio,
da Praga ds Matrli n- 71.__________________
Confianza obsequiosa
Estando paralizadas as loteras do Estado de
Peroambnco, com nma das qoaes, a 1' de Ja.
nbo rorrente, se devena extrabir a rifa coi a
denomisac&o cima, flea, por lato, transferida a
me*ma rila para terextrarcio com a lotera na.
clooal J 8' oe 15 cootos, a qnal se ex'rabira na
Capital Federal a 30 deste ms.
Recife, Jnoho, 96.
Cosinheiro e criado
Precisa-se na rns da Palma n. 40.________
LFMTaBU CAZIaS '
DE
Campos & C
N. 35-RA DUQUE DK CAXU8-N. 35
Bm frente do Diario
Os promtanos deste bem montado estabe
lecimeoto preTinem ao reapeHaval publico qae
oara bem servir aos seos fregueses teem no re-
ferido sstabelecimento om esplendido e varia-
do sorumeoto de eesemiras prelas e de core
o qne ba de melbor em II, LMbs de poro lineo
de todos os padrfles, a por prt-.os rasonfols.
Possoem bons artistas, per., qne se julgan
oabilltados a satisfaxer com todc goto, esmer-
a perfeicao ao fregoex mas exlgeata.
Ma mesma alfaialarla alngam-se casacas,
Liquidagao
A laja Parla n America sen-
da de liquidar diveraaaa la
BMdM le ssaodas ehassaa sU
tenesae de sens fregeeaeai pera
grande* abatlnaentaa de pro
Bise do B. de Viciarla 10
PernambHOo_____________
Bicos incandescentes
Patent HELIO9
nico representante
A. O- Coimbra
19 Ra Barde de Victoria 19
1* ANDAR-
JLXWCA.
Preelsa'se de orna para cosiobir e qne com*
pre Roa ova o. 46, 3 andar____________
er. ii vi no Cavalcante de alba*
querqae
Jlo Angosto Perelra de Magalbaes e soa
familia maodam resar mlssa por alma do sen
seropre lembrado compadre, amigo e padrinbo,
no dia 13 do correte, ca matr.s de Santo An-
tonio, as 8 boras do ala, trigsimo dia do seo
passameoto para a mansao dos finados, para
este acto religioso e de carldade. convldam ?os
amigos, colleeas e admiradores do fallecido,
pelo qne desde ja se coofessam eternamenie
agradecidos.
t
Fffos e sortes
PAHA AS FESTEJA' AS NOITES DE
S. Joao.
S. Pedro.
N. 10, RA DA IMPBRATR1Z, N 20
A Considerado
O proprietarlo dene antlgo e conbecldo esia-
belectmento, participa aos seos amieos e fre*
guexes, qoe tem om erando e vnrlado >crti-
ment de fogos e sones, naciooaes e estran
galros, proprlos para sallo e jardlns, livos de
sortes os mais eepiritoesos como sejam :
Sen AnosUcio, Mequetrefe, Crotero, Lama-
r4o, A Chave do Fotoro, Feitlcelrs, Pytbooia
Tres Jacar3, Disparates, Sortea com sorpre-
sas, dados para jogos, balaosinbos. giornos
para iiloroinaces, caris doras de diversos ta-
manbos, papis de edres, versos e estallos para
sortes, etc. etc. ^
i a do Maia
Lojj
Carlos Barbo Primo
Edoardo Alves Barbosa e soa familia, Nstor
Alves Barbosa e sna familia, convldam aos
seos pareles e amigos psra ssslstirem as
musas qoe por alma de seo boro irmao, co-
nbado a to, Carlos Barbosa Primo, maodam
reiar na ma'rix da ciiie de Palmares, as 8
boras da manba de 23 do crreme, 7* da de
seu fallecimento. Dssae ja confeasam-se ter-
meme gtatos.
Farello barato
Vende-se no Largo do Mercado o. 12, i 61200
Sacco.
J. Melicharek
tem a benra de participar a seos amigos e no-
mero8os fregoexes que acaba de receber grande
sortimeoto de easemiras finas, dos mais acredi-
ados fabricantes, franceses e ingleses, assim
como tem peritos operarios para fabrico d
roopts para bornees qne acbam so habilitad.?
de execntar qoalquer encommenda coa brevi-
dade e esmero. Roa Barg" da Victoria n. 48
Sortimento completo de
madeiras de Pinho, n&
Senaria Nacional de Cli-
maco da Silva, no Caes da
Regen ere cao n. 24,
Otinda
V nde-se, por preco rasoavel, o sobrado n.
ti, de 1 anoar, com solio, tito a ros de S.
Beoto, oa cidade de Ollnds, em bom estado de
csDiervigao, grande qnintal, commodos para
nomeroBa familia, i tratarvna roa de S. Pedro
Muriyr da mesma cidade, sobrado n. 5, jonto
o roe'cado.____________________________
Pharmacia Boa-Vista
Praga Maciel Plobelro n. 18
O pharmaceu ico Jos Lnis da Silva, mnito
conbecldo nesta capital, commirnica aoa sena
numerosos fregoexes e amigos e ao illostrado
cepo medico desta capital, qoe tendo-se mn
dado da ros da QoncricAo n. 1, continuara a
abrir Pha-macia Boa Vista, a qualqoer bora
da noite, :eodo campa elctrica e peasoal habi-
litade psra bem saiisfatei-os.
Aviso
Cc'Oatando qoe o Sr. Lodgero Emilio ds Silva,
qne fe nosso carrocero e empregaio, aooa fa-
seodo negocios em nosso nome, avisamos aos
nossos fregoexes qe? a casa oto se responsa-
biliza por taes negocios, perqoe este seiibo
desde o dia 11 do correte detxuo de ser nosso
eiopregado.
Recife, 18, Jonbo, 1896.
Mantos Vlegss a Fllbos.
Ama de leite
Precisa-se de ama, t traUr os venda do Vlei.-
ri, rna Larga do Rosario, o 14.
FortoosU Porto i C.
3 e 5 PRACA DA INDEPENDENCIA3 e
Bllhetes de loteras naconaes
E
BsiampHbas esisdnses de todos os Tslores
Desconts-se Mlhetes remiados.
100:000^000
Grande Itteria
CAPITAL* FEDERAL
Extraccto em 10 do correle.
500 CODt08
Em II de Jolbo.
R.metn-se bllhetes a qoem solicitar, e i-se
inforn>DC&>s
O Sonhu de Ouro
Engenbo
Trsapssaa-se o srreuiameoto por Sannos do
eogeobo Saoto Agostirho, vendendo-se a safrs,
9 borros, 9 bois mansos e 1 carro, negocio ce
vantsgen para o com rador, tratar a Ma Di*
1 rerta o. lo. visdo btanco.
WOYOJS MODELOS
,'ua*t*i4. os***
- //,
LEGRAND
place e l Madeletne, // pariz
N 100 ter
ORIZA-0
Oleo Superior-
N 290 ^^ N 1G2
PAc ta fnr-oB ro a*fn* lia C.fLrnltnA. c/.
Solare pedido
Pos de flores de arroz da Carolina.
rxie.ndei.r- ae ha o Catalogo lllustrado.
ce
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assasat
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CP
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AVISO *^ CONHEGEDORES^ DONAS GAZA
Exija-te em cada lata
Marca da fabrica abaixo
Para fazer
o preciso
Boa Cosinha
Boa Manteiffa
U8AI, POIS, A
MARQUE DE FABR
DPOSE
de
DE
Frres
exxa. VALOaiTES (Franca)
A MAI8 IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteijra garantida absolutamente isenta de 4c(do torico, Margarina,
Azeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Exposicao Univeral de Pariz 1839.
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA OERT-A.
XAROPE HRY MURE
Bom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DR
Remdeios que curam
SEB DIBT
NM MODIFICAgO DE COSTUMES
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Epilepa i a-II ynteria
Vitorea
Hyrtero-Epilepfia
iloleJttia to Cerebro
e to Eepinhavo
Diabete asmtcarado
Contmlfiea, Vertigena
Crimea Mermoaaa
EnxaquecaH, Tonteiraa
Cougeatc'ea eerebroea
Inaontnia
Spertnatorrha
Da rla*ta !* latortuu liriiid iritnruauau a aalsitr piiaa (M a* HENRY WUREw PONT-SAINT-ESPRIT (Fmg*^
V.Mjt a KM luuu Aa fHU-Ui-AJta yHAKMAC.IA.S K LiMvajua
CURA CERTA
de todas as AffecQes pulmonares
.*A
CAPSULAS
^CREOSOTADAS)
fdoDr.FOURlTIEEl
nicas
la Etpo$ic*o
Premiadas
de Pari'j em 1S7I
BX1JA-8S A '. -fTDA V
SA1ANT1A FIRHADA
'aws-^
Todos aquelles que solTreml
Ido peito, devem experimentan
jas Capsulas do Dr. Tournier.)
Dtooiitoi im lodit la prineipau Pharmtclu
to Brmiil. __________
SABONETES
ULedic amento ao s
d. GRIMAULT e C
SABONETE SULFUROSO contra*.*.
HUuu, as mancho* e as divertat trmfcet
qae se manifestSa na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado aabonete de Helmer"1' contra
a torna, a tinha, malhat escamota! a
pityriate do couro cabelludo.
SABONETEkALCATRAONORUEGA
mpregado nos mesmoa caaos que o
precedente. __________
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
aervativo e antiepidemico.
SABONETE oe ALC ATR AO cm BRAX
contra aa affecees eutaneaa, ch roicas o o
ligeira, croatas de leite, dartroa, eesema.
efoslto em PARS 8, ma Vrtienne.
r
O
3
p*
O
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C-
O
ce
O
C
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Bco
oe
ns
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O
as
O
f*.
o
especficos de
ugeio Marques de Hollanda
aisB, earobae manacaCura to.
das as molestias d pelle, rbeumatlsmos agu-
dos oo chronicoB, todas as affectOes de orlgam
sypatlitlca, escrfulas, ulceras, bobas dartbrea
e empinfrens.
rillas de v/elara>na- :ombr>tem as
prlaoes do ventre as eocbaqeecas e eo de pu
rativas s reguladoras
Elixir de imberlblnaRestabelece
"os dyapeptlcos, facilita as digestoes e promove
I a defecacSo-
[ tibbm de ansaBsi ferraglnoa*
guiad*Para os cbloro'anraiicos, debela s
! poemia intertropical, recoosiitue os bydropi.
eos, berlberieoa e conTalescentes.
Xarope de flor de arnelra e ma-
lamba-Muito recorr.mendado na broocbile,
oa bemoptiae e as toases agudas ou ebrooi.
ca, oa influeoza e asthma.
Xarope de hiuIudk e florea da
laraagelraa-Contra oaomoias, oevrose
rardiaca, bjsterismes, clicas bepaticas, tos-
ees nervosa's, asibma, coqueluche e convulsOes
daa criangas.
Vinlio de eacao, prptoaaa e laeto
phOsphato de eal quinado-Contra o
racbitieaio das c-iaogas, desenvolvendO'as,
reanimando e organismo fax recuperar as
forcas perdidas por molestias prolongadas e
aDemia.
Estes e outros preparados do Ilustre clnico
rontmuam a ser fsbncados somonte no seo
fam -do Laboratorio ra Visconde do Rio
Braceo, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com aa imitaces
Vendem-se as Pbarmacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companbia Pernambucana n. 6,1- andar, es
criptorio da Jos Mosumbo.
Movis Austracos
Preeo sea eoaepetanela
Venic.Br mooilisa de unco, cadeira- e 00-
t-as pec*s avelsas, i ras Larga do Rosarlo
o.39.
Madeiras de construccao e
a ateriaes para edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em sen armaiem no caes do Apel-
lo n. 73:
Madeiras para constraccio.
Cal branca da 'aguariba.
Cal preta.
Cal virgem para assncar.man a
Tijolloe de ladrilbo e com
Ti]olios refractarios.
dra* de cantarla oara soleiras. etc
Salitre
Vendem de qoslidade garaotida, a prego sem
rival.
ALVARES DE CARVALHO & C.
Ra Duque de Caxlaa n. 86
Gaixeiro
Precisa-se de om com pratlca demolbsdos, i
ra tar oa rna da Florentina n. 8._____________
Ama
Precisa se de ama para co:inbar e compra
os rea das Plores o. 25 tiotoraris.
Taverna
IV.0RRHU0L
De eHAPO-T-EAU-P
0 MORRriUQL contm todos oe prin-
cipios oue en tifio na composicto do de figado de bacalho, excepto a materia
gordurosa. Elle age com mais rapidez o.
representa 25 vezet o seu peso d'leo.
As experiencias effeetuadas nos hospi-
tes provarK que o MORRHUOL
muito efficaz as xSWidW'e*, nos fetfria-
mentos, noa Catarrhot e as Molestia*
de peito em seu principio. Desde os pri-
mares das de soa applicacfto, cessfio os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
a*/ivio-8e ae cores de face, oe doentes
aecusfio um sentimento de bem estar,
achao-se mais fortes, a toase dimine, o
corpo augmenta de peso. O MORRHUOL
modifica promptmente a constituido
daa creancas debis e lympbaticaa,
sujeitas a reefriamentos freqoentea.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todita aa Pharmaoiaa
?DH0 e XAROPE de QUIIA b FERRO
Da MIBAIH.T O*, Pb O Parta
Apprn*m$imnJ**4ellyiJtm*-M ** Jamlre
Gaacaa as snas provrriedades tonicM e
reparadoras, estes preparados produ-
zem oa melbores resultados quando em-
pregados contra a anemia, a chloroae,
a lsocorrha, aa desordena da mana-
truaoao, as cambras do estomago, conse-
cutivas a esaas enfermidades, o lymphn-
tlsmo e oulras molaatim proveniaotes
da pobrasa do aangne.
Bate Vinha a cata Xaropa sea erras-
radoa com a casca da callenta quina
NOVOS PERFUMES
Parva a losaba
DE RIGAUD E Cu
T** F1ME1 ROS DiS c6t* )
(TEspanno, Ha erecta Ai Hollanda
EXTRACTO' Graciosa.
Iris.
Violette blanoho.
Ylang-i lang.
Lila3 tolano.
Ascanio.
m Rosina.
Melati.
Maguet des bois.
8tb066 POs de Arras
Vfnde-se orna no Arraial, a roa de S- Joo
a. 11, mnito |fregoesada e de poaco capital
tem BNnd'S acrommodaces psrs familia.
Ama
Nr rna do Aragao n. 30 precisa -pe de ama
ama qoe coslnbe bem para caea de pequea fa-
milia.
L-ompra-se
Urna moenda, macblolstno e caldeira tabular
de forc de 6 cavallos, tratar na roa Duqoa
e Callas loja de Sooza Lima & C.
, Baaosito em PAJUZ, 8, Ros Vbisane

Tu
o seras para a labricaoao da catabre
UININA DE PELLETIER.
Bm PARI8, 8, ma Vrlamn:
Ourives Oe-
culista
T. EODi'-RO Ji.SE* R-AMOS DE MELLO
E#tabelefi*i con- eflicloa -' uurives a fu? <"
Laranfei^s n. 1, .visa aos seos fregueses e >>
reaMtlsVM mtolicu, qoe mBitm rfficiaes bab)
llladiasimcs para execucto de qoalquer trabalin
roncar neu'.e ana arte, especialmente eravaco''
pars oriinanlatt, ocolos, OPDioes. aenoco
los, et-.
Uoora se, praiela-se qoalqoe metal, oocer
os em hqote esperte garantinrto r'^C** odeos.
^ua iIrp I .*rfc*ijrf*i' n I
Trave
Contrata-se o forcucimento de qnslqae'
qoantiosde de 1't.v ee madeiras a* oldidss
ee totts as dimensoe* a cdaiprimeoios: para
iolormscoe', ras o Crespo o. 8. loia.
deHOGG
m Figado Fresco de Bacalhu
O SSSas rtceitaio pelos Mdicos do Uuna\ tteifo.
O mesmo em EMUL8O
com Hypophosphitos de cal e soda.
Contra as molestias de PEITO, tossk,
TUMORES. IRRUPQES de PELI*X, etC
Exigir O FRASCO TRIANGULAR
HOOG, PHJBlf", Paria, B AS PHARUACIAS.
^rW^WmWmkm^a^am9rm*M^FW
HAlSASl HMA
Oppress&o, Catarrho
em os CIGARROS CLRY
e os POS CLRY
Iveram as mais altas recompensas
tanda por atacado I Dr CLRY em Mamlha (franja)
** reanAKBUCO i O" de Drogas Productos Chlmlc-
*> reclino Jacqaes
Cobvlda-sea eete senbor qn^ negociante oa
Et'aoa Nova d 6-IaodA a v>r dar eomprl*
oifoto o fn d'ver, a ra ao Medre de Deas
n Zt._________________^_______________
Fazendas baratissimas
G Mide abslBieitto -
Ra do "abug n. 2
Recehemns om Rrande e v?riadi88lmo ort*
m*-nto de seda* prelas, brancas e "e tola as
'flr^s, caxemi'as lis-e, ei-s lvraia ene
i et, a co palma de sed, vola a e aleodo. oxrmtras (fu-'a- de), c oieas
nr- hrmem,' fl oeila, b'0' k < tori da,
(ilor'i), estoar> c i'ra n fniooi- 'eio*s de
fOO re- o c.vi.o.1, eoti-*to es d. la- l 00 e
i#500 i ollar) bos df na 31 80, (pu o i Bbo),
bco pMoi (BOO P--C e U't s iUtra f*
aeudss qaeae Roa () Cabufl^ n. 2
JO QU1M CARNB1RO & C
Pharmacia
PreciRa*i>e de om perito pratico pa*a o recei.
oa*io, Botica Praorasa, U, roa do Bom Jeeps.
Deotes
Termine a crrivel dor de dentee osan
i8 eexcelleate preparado de Mano*
ardoao Jnior.
Aj cartas que lhe tena do dirigid*
nelos jornees de maior circulacio, attee-
'em a eficacia.
Depsitos
Drogara de Franciaco Manoei da til-
re & C., ra do Marquea de Olinds
a. 23,
Pharmacia Martini, a roa Duque a-
axiee n. 88. >'-_
Pharmaci Oriental, k ra EstreiU d
Roearion. 3. -
Pharmacia Alfredo Ferreira, a roa ai
, rao de Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa La
do Reaario n. 13. _________________
Ama
Preciea-se de ema ama qae foslnhe bem,
tratar na ra Deque de Canas -o 97.
Gompanhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A V000 a barrica
Para e fabrico do aesuear vende-a na
Jompanhia Exploradora de Produotos
Calcreos no Om do Apollo n
Leis nao saoccionacias
Con^resso das Damas
RA DO CABl'G V NS. 8 E 10
Jaciithe de Almeida
Tendo om bonito e variada sortimento de fa*
sena as finas a modernas, e falto orna van da
encommenda p ra os princlpses mercados di
Bo opa, o proprleiario deste astabalecimento
resolvea liquidar as existentes com grande aba*
ttmeoto do valor rea1, e pede aos seos bonradoi
e oiitioctos fregueses a sapprlrem-se do bom
pelo barato.
Negando sanrcao a caresta
0 CONQRESSO DAS DAMAS
Reeolveo vender barato
Ra do Csbug ds. 8 e 10
Instrumentos e msicas
Sortimeoto completo, barato e moderno 111
Vende Edoard Paivr & C, roa Barfio da Vic-
oria n. 13 {defronte da malrls de Saoto An-
oto.
Ama
Precisa-ee de nma ama
Prca Maciel Pinbeiro i. 8.
para cosinbar, na
73.
Vende-se
Urna linda capella de cedro, enalbada, cons
laudo de tres oratorios e mais om pa-a u sacra.
- eoto, om aliar, a tratar i roa ova com o
Sr. Qirald.________________________________
Bancos para jardim ou paia
corredores Je igrejas
Vende.se qoatro novos, de madrira, cem eo.
cto, m- nml" IX palmos cada nm ; a tratar
na ruando Apollo n.M, I- andar._________
A o commercio
Joao Pacheco da Silva & C. participam ao
corpo ccmmerclat e qa*-m Inieresssr possa,
qoe em t3 do crreme .ompraram ao Sr. Aa-
tolo Mitins Lite. o sfo egisbelfClmenio de
mercearla, sil- roa 89 n 164. liara e de>em
biracado de qo^lqoT onas ; ei auoex e Jol-
a- p-ejodicaoo re>;lme oo o^aso de tras das,
coouodo da presente ita. Dem romo peie-.-t-
aos cradorea o ob-^qoto te mel er sass con
is. aBm de sarsm ro'ifc i"a
RBCtfe, 10 de Jo-ho 9.
JnS P- ti- o i S'lvs & C.
Kngeoho
Vande-sa oo srretda-ae o Caoaadoba, em
Jatxaio, ama igoa u ata^ao, man bom
frejar at X mil pat>s de aasocar. Taabsm se
.vende a bolada a a safra (andada, i tratar oa
i ruaste S. Francisco n. I C.
Deca racao
flFieueiredo Cesta & C, declaraos ao coercer*
ci desta praga e ao do interior, qoe desda
bootem deixou de ser sea empreeado o Sr.
Heonqoe Looreiro.
Recife, 19 de Jonbo de 1895.
Figoeiredo Costa & C.
Sitio
Aloga-se nm com casa, dependencias para
hospedes e criados, excedente agua pota*
vel encanada, tem arvores fructferas; m
Torre, a margem do rio, ao p da nova ponte e
a cinco minutos do trem e bonds (liuba de Fer-
nandes Vieira e Mag-ale .a), tratar na roa d
LivrameMo n. 11
banoa
Venda.se a denominada Francisco, nova,
pegando ISO saceos, a talar i roa do Rangel
0.53.
Precisa-se
De ama ama para cosinbar em casa e fami*
Ua, i tratar no Largo do Paraso o. 16, 3*
andar.
Aluga-se
A casa terrea n. 10, a Fca Lomas Val ntlnas,
fregnsila de Saoto Antonio, cod bons coturno*
dos, grande qoloial, onde esta collocadooappa-
relbo: a tratar na roa Marcilio Das, sobrado
n. 48.____________________________________
P.ano
Vende-se om plano vertical, novo, maenlflco
de (oses e de confn fi5o especial, do fabri-
cante SlaibenerLeosig.
Qo".i' preiend-r disiia s ao armaiem da Ma*
o-, Fonsera & C ra Viscoode de Iob-oma n.
13 ondp es'* etn "n e'ca".
Vende-se ulo sitio e casa
Pert > da e.-tacao da Mangabeira ce Cima,
cm commodcs oa'a familia e depviodencias o
c clmbd com agaa Dotavel, a. Iralsr na oa do
Imnera o- ti. 39, ario i m, daa 10 brassi
da larda
Precisa -'e de ama qoe compre
raiar 4 roa da Coi o. II, loji.
e c nhe.
ocao do u\i%
Aluga-se
Orna casa e sino, i"0*ia mod-i;a, portSo
ao lado, tendo S .-a as, 4 qo:>'ios, cosmba ex-
larna. ao lado da Igreja o. Wl, a tratar I roa
da Prala a. 51.

*-
-




%


IUGIVEL 1






I
i

t
Ufarlo de Wen^mhmeo Domingo l de Iimlio l&M
)ELCIOFO E SVAVE VINHO PARA MESA
Receido directamente ila afamado lavrador Dr. Jos E. P de Magalhaes
m Alcobaca, Portugal).
Vendc-se em quintos, decimos c a rctalho por prcros excepcionaes.
asa Especialista em Gneros Ali-
menticios

MU 0 UM
-Ra Barao da Victoria-3
WT"
4
m
o
H
OD
H
ACTIVAS
PILULAS
DE BEISTOL
5f
*
YEGETAES
ASSUCAHADAS
SEGURAS
H
c
>
OD
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^5 INOFFENSIVO *
H 0 -4 0 GRANDE PTJRIFICADOR H ? H
SALSAPARRtLHA DE BRISTOL CURATODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES
1* EFFICAZ A
^m
Fabrica nacional de Mosaico
S.
ymmm i
3B.TJ.A. XD(^3P3eX^X^ 3NT. S^O
Escriptorio e amosiras
IB rra^a da Concordia 15
Mozaicoa de 1 qualidade fabricados ccm cal
privilegala pelo governo Federa!.
Atctita-se eBCommenda?, modficind -se os dese-
Dhcs a vontade do compra ler.
Sem competencia de preco no CrPzil por ser a
fabricada das pe 1 eiras do propnetario.
Becife, 28 de Maiode 1896.
44-RUA J)0 B\RA0 DO TR1&PH0-44
Maehicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agaa.
Tsixas fundidas e batidas.
Ttixas b tidas sem crava^ao.

FOLHETIM
125
AIBIBB1DEPABIZ
POR
2AVISS DE IUSIEFIV
SEGUNDA PARTE
ROSA B MARA
XLI
(CtaltMHfM
Duplat pagou saa desp^za, aehio isb-
bem e lnc/)U um olh;r ra vbs luta-
men'.e deser>. j
AUoite estava escora, mas algutna
lojas siada se conservavam abertas.
O antigo coromnnuta entrn n'um
mercifiro e comp ou urna ve!la e pho?-
ph>ros.
Munido desses objeetos, d ro-B9 len-
ttxne-ite para a ra da Bre gny.
Sea rom oilo horas no relogio da io-
teadencia. ,
Peietrou no estleiro da csa em de-
Bwlit;5o e gaoh u o alpendre que serva
para guardarem-se 03 inatrurcentos do
cav oqueiroa e onde elle vira alguna
feixes de p lh.
Stmtouse sobre um delle e estn deu
ai pisroai moidas de fadiga.
IJE1 ctdo anda para comecar, disse
L
i
i comsigo Vou dormir um pouco. Isso
me far bem, me dar farcaa...
E, sem mais tardar, arranjou um leito
i sobre o qoal deitou-ae, pensando em Pal
I myr, calculando ir vel-a em Pariz
quando houvesse desenterrado a prec osa
garrafa.
Cbegou-lhe o soinn,l um somno febril,
cortado de aonhea mos, ou antes de pe-
sadelos.
.Se vais acordou d-versas v* zes em so-
bresalto, com o rosto inundado de
suer.
Ve>o, emfim, a cima, trazando duaa
a tres horas de somno tranquillo.
A' meia noite acordou de novo, um
pouco descansado, ergueu-3e da cama de
palha, accendeo a vella, tomou, no al-
pendre, os instrumentos cecessarios
cavalo que ia fazer, e dirigio-se para a
figueira, ao p da qual, lezesete annos
antas, ha'ia enterrado a garraf*.
Depois de ter examinado en dadosa-
menle o te. reno, pensou :
Aqui que eu vou cavar !
Apagando, enta, a vel'a, que dopiz
ao p do muro, afin de ir dir* to ella
quando p ecisss, mun o-se da pie reta
e comec/Hi a obra, tal como fizar o
peudo-Grancey.
A trra tnoiw sec;a, e por conse-
iruiite, muito dura, torniva o trabalbo
lifficil.
Nao desaoimou.
O burco abria-so cada vez mais
Servis subs'ituio a a'avanca pela p
e retirou, com ella, o barro desaggra-
gado.
Penou assitn, sem resultado, darnt$
urna hora.
Inquieto, debrujou se sobre a abertura
e procurou com as mot.
Nada encontrara .
Carn de doto, ala-gou exclva,'o
TELEP1I NE 323
Liquida-cao de azendas
LOJA DO POVO
19RA Io DE MARCO-19
Otchemiras para vestidos a 320 ri. o corado.
Seticetaa furta corea com nm metro de largura a 500 n. o corado.
B-ira para ruopa de bomem e de menina a 5C0 r. o covade
Brilhantiaaa lindos padrSea b 6('0 ra.
Oretone francs para cob-rta com am metro de largara a 6C0 T. o covado
Flanellaa para ve.tidrs e para camiaaa a f.OO rs. o covado.
Casemira preta fina pra roupa, faaenda de 83 0) por 4,5003 o covado.
Eepartilbos oooraca a 8(5000, 105030 a 15$000 oro.
Ccrtin'doB de cambraia bordados para cama e janalla a 12^000 e 14,5000 o par.
Ditos de crochet muito ficoi para cama e pcelia a 14$00J o par.
Retalboa de seda por preco bsratissimo.
Sedas braroas lavradts para noivas a 31000 o covado.
^apellas com veos para noiva sa 12(5000 e J55000 urna.
Colobcs brancas de damasco e crochet pa.a te dos os preoos.
Atoalhado tranco bordado a 3S0OO o metro.
Bramante de linho 4 lsrgaraa a 3i5OO o metro.
MadapoISo mi to largo com 24 palmos a 12$000 a pe^a.
Sortea de cambraia br.ncas bordados 18SO0O um.
Cortea de cachemira bordadas a seda de 60J000 por 30J00O.
Meirs cras e de cores para homens, seoh< ras e meninos a 12$000 a dnaia.
Camisas de meias, de la para senhoras a 6(5 00 orna.
Camisas de flanella para homem a 2$000, 400U e 6(5000 nm?.
Mant lhas pretas e de cores, a 2(5500 ama.
Tapetea grandea e paqueaos para todos os prtgos.
Sobretodos de nma e duna vidas.
Redes da Babia a 201000, 2510 j0 e 30*5000 urna.
Gravatas fioaa, grande p-cbi cha a 1(000 nm.
C.U.rinhos de linho puro a 1250(0 a duza.
Camisaa da linho com pregas a 72(5000 a duela.
Ditas oom bordado branco e do cor diferente* procos.
Meiae de la e seda para homem a 45000 o par.
Bramante liso, urna largura a 800 rs. o metro.
Dito trancado urna largura a 15000 o metro*
Cachemiras e mene* pretos, liaos e lavrados a 2(5000 o covado.
Todoa catea artgoB liquidamos por muito meaos da aeu valor por erem
merodorias do anno paasado que entraram em balaogo com grande rducjlo de
prec-s para acabar
N--I9 RA I." DE MARCO N--19
LOJA DO POVO
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypopliosphitos de Cal e Soda.
Approvsda pela Junta Central de Hyoiene Pubca e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdadc Medica da Babia, Estados
Unidos do lirazi', Delegado de Hygiene d'csta
Cidade, etc. Attesto sob fe de mea grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clinica civil, com o em prego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos c em todas
asenfcrmidadcsciuc deixam em sua terminadlo
um depauperamento das for?as. Alem do bom
resultado em scu emprego, ', alem d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes medicaco. Podero fazer, d'este o
uso que liles convicr.
i De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO ML'NIZ FERREIRA,
Mocca.
O Dr. Muuiz Ferreira sxo paoxo, Biml
A Emulso Scott urna preparaco d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
nma apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tero o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digestao e assimi-
lacf.o. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparaco, augmentam as
virtudes } reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, AffeccOes da Garganta e Pulmes. a medicina nao encon-
..j Iguale......... lo Scott.
Vende-se em todas as pharniacias.Scott & Bowne, Chimicoa, New York.
--'-
i \rn\m nn
FUMANTES
A Pllllll Itt V CASA Eli PEBUAMBUCO UESTE GEAERO
Roa Mrquez de Oliiifla n. 1
( ANTIGA DA CADE1A )
Charutos de Havana do priieeiro fab"Ciate, caixBS it 1|4
dem dos primelrca fabricantes a Babia.
Famos estraogeiros enlatados e em pacotes.
dem nacionars enlatados e pacotet.
Cigarros de Havac9,
Idio ingleses.
dem naeionaes com fumos escolhidoa a capricho.
Grande e variado sortimento de cachimbos de espuma com otcb.r e>m estojo,
dem de madeira em mbar com estje.
Ponteiraa fiisaimas de mbar de primaira qualidade, grandes e pecnenas.
Grande sortimento de carteiraa de todoa ca tamanhoa, de blgas p .ra tumos
cigarro*, papel de seda do tdas as onnlidades.
VENDE-SE EM GROSS0 E A BETALHO
XWX03B.3SX3B.JV. & GOXWXDP
CAPPAMNA
ESPECIFICO CSATITO S P3 VSSTIVfl DAEE7SIPEIA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvtulo pela Junta de nygiene
A CAPPAF1N.\. prodn.to da Hora brasil tira am remedio de eeito prodigioso nio b pa
ra a cora ti E'vspela cobo para prevenir o sen reapr-arecimeoto. L____,,.,. ,omo
A CAPPAR1NA, alm deetas propriedade e preciosas, tem vantageos sobre os demna reme-
dios aroneita>os at Sote para o mesmo fin a de evitar a fermacao da lomors maitofrequeo
es caE'V3lpel3, como tjmhem de obstar a dformatao das diversss partes do corpo, ties co
roo : os bracos as pernav, os escrotos, molestia cocheada sobre o nome de ElepbantiasS
A CAFPARIA reconberido boje como o melbor e mais aegoro remedio para enra da Ery
sipela nes escrotos e ontras nflaraacOps qoe possam apparecer oeste orgio.
A CAPPARINA de igoal eficacia para corar a Lymphatite. ,.,..
N. B.-ada fraaco acompanbdo por ioslroccOes e attestados qno alo ootras tantas
ras da veriadeira efilcacia deete novo medlcjm<,nto.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ra do Bom-Jesus n. 22 (antiga da Cruz)
at dar-lbe un me'ro de cemprido sobre
meio de profundidade.
Arrancn a figueira, cujas raizes esta-
vam pregadas ao solo.
A garrafa nSo appsrec'a.
Servaia tornou a accend.r a vella, e
removeu a trra destocada, pensando que
talvez a garrafa houvease sahide com
algum bocado de areia, sem elle ter
visto.
Ianteis pesquizas.
E' imposaivel que eu tenha enter-
rado mais fund) que isto murmurou o
antigo forcado, cheio do desanimo ; rou-
biram-na, desenterraram-ua Nada mais
possuo, nada... nada repetio com nm
geto de desespero.
Todo o seu corpo trema.
Vacillou, apoiando-ao ao muro para
nao cabir.
Cavaram o terreno e roubaram-me
o thesouro... Entretanto, ningu?m me
vio enterral-o, ninguem Estou csrto
disto 1 Q.em ent&o p ocuraria e deaco-
briiia o segredo?. Palmyra mora va
na casa... Podia ter a^do Palmyra...
Se foi ella, logo se ver pela c*ra...
Ainda urna vez raraovau a trra, espe-
ranzoso ainda...
Mas em vio !...
Seu thesooro desappirec.a eff-ctiva-
mente.
Soaram tres horas da manha ao longe.
Servis atirou no chao a p, com fu-
ror, e decidio.se :
A Pariz, ra das Balas I... N&o
tenho mais um sou Plmyra ha de ar-
ranjar-me am canto para me deitar e um
pedaco de pSo, at qui eu lanee oj
olhoj uo mea antigo chefe Gilbcrt Rol-
lio !
E itnmediatamente pozse em mar-
cha.

XLI
Tendo partido de Champigny s tres
hor.s da mtnhS, eram quasi seis horas
qnando achou-se dian'e do n. 23 da rna
das Bilas.
O dia comagava a apintar.
Eram verdadeiras as informa^fas da-
das na vespera pelo cavonqueiro com
quem jantara.
No numero por elle indicado aehava-
se, com effaito, um modesto hotel com a
s'gainte taboleta em grandes caracte-
rea :
HOTEL DES BONS-ENFA.NT3
Vinlios Restaurante
O eatabelecimento ainda estava fe-
chado.
Servis Duplar, n8o obstante a fadiga
de suas pernas, deu urna volta, esp ra
que elle se abrisse.
O antigo capitao de federalistas pas-
sava e tornava a passar, laucando os
olhos pira as portas, qae s se abjram
s sete boras.
Entravam consumidores.
Na ru* a circulado tornava-se cada
vez mais activa.
O estranho aspect) de Servis Duplat
attrbia a attencao dos transentes.
F.i ent&o-que elle notou esta outro
lettreiro abaixo da taboleta do hotel :
VIUVA POTONNIER
Dupl senton-se a um oanto escaro, diante de
urna mesa.
Um rhum... dase elle ao caixei-
ro, e, quando este trouxe o alcool pe-
dido :
O mais importante do norte do Brazil
ILLUMINAD0 A LUZ ELCTRICA.
Di.^oiido caprieboeamsote dos prlraeiroe rle'nen'os gaat'icoso, storaoioe o
paladare mais exceniricos e a oecrstidade bs\tx\>-z.
Nada deiXiLdo a desejar a etie eataheleclaenio o preferido pela mais alti eocledads,
prrnambnrana, qoe d9o ine reglnia cloeloe.
D spondo de oto pessoal nabi it3do, qoftr na arte <:e ctzmbar, qor co modo de bem
ervir, F6ia este ertabelectmento na altura de .-er o ooico qoe pode oeaaseombradzmetne irva.
lisar com o- melhores IioIhh da Ea'opa.
Aoar do se-vigo culinario confiado a coiiobeiros uacloaaes e estrangei-os, encootra
rao os aenhorrs viajantes rua^r itica Hospedara pitlo-esca e hynieaica. con baobc.% etc.
Prreos rasoaffi. aerado incBrl M.XNOf \. iYiUAV & C.
PERNAMBUCO
Cootira a manteremseus depsitos completo sortimento da otensil/ja para asiflM
euipre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas a lmannos de Robinson e cotro fabri'
te;, de 2 a 12 c vallo?.
CALDEIRAS A VAPOR mullltubulares de Fletcher para fanecionr com o fogo dasfer*
nalbas das tacha?.
CALD^1RAS A VAPOR Cornisb e lypo locomotiva para fuoccionar com lenha bagaco.
RODS para agua.
hMBAS de motuf'ontinu
M t.NDASe meas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadaa e caldeadas
ARADOS de differentes systemas.
LRIVaCOES para fornalhas.
MaCHINaS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentadorea e empasta*,
dores a vontaae (dos agricultores.
Faz"udo parte da direccao de soa fabrica o Sr. engenbeiro Augusto Cfarb, vantajasa*
mente coobecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de mootagem de grande numere
Usinas fonecionando deste Estado, incumbenrse de mandar viri e erieir car^ntindo a pro.
docc.rO a qoalidade do assu ar.
A PARELHOSe meios apparelbos de vacuo.
DI-TILL A(,'0KS completas para alcool e agurdente a vapor e a rogo nn, para grandsi
e pequet'8 fabricas.
52 RA BARO DO TR1MPH0, 52
A patroa ainda nao desceu ?
Bdm est vendo que nao.
E tardar t
S d'aqui a una tras quartos de
hora... Deaeja alguma cousa ?
Sim.
Se quer alogar um quarto no ho-
tel, en Ihe posso responder...
P. eciso fallar a ella mesma...
Entao espere.
Duplat saboreou, gotta a gotta, o aeu
cauce de rhum, esperando a cb.eg.ida de
Palmyra.
S depois das oito horas foi que a viu-
va Potmnier veio tomar lugar no seu
balco, banqueta de velludo encar-
nado.
Nao diremos que os dezesete annos
pasa .dos -n&o houvessem deixado sua
marca na eng.mmadeira de Champigy,
aicunbada a delta Palmyra. Mas, em-
fim, ella nlo estava muito mudada ;
ainda conservava o mesmo cabello, os
mesmos dmtes, os mesmos olbo", o mes-
mo eorriso.
O pejeoco um pouco gordo, o talho
um pouco che.o, eolio um pouqu;nhu
mas abundante de carneseis tudo.
Nao estava menos bella que acantea,
nem era menos asaiada.
Palmyra deu anas ordens ao chefe da
cozinha, ao caixwiro e s duas raparigas
qo) se occupaTsm em p6r as mesas pira
o ;-lmoco d>8 enze horas.
Ahi est um homem, p.trfra, que
de?eja fallar-lhe, disse entSo o rapaz.
Ha mais da nma hora que espera.
E mdicava a mesa oade Servaii aca-
bava o clice de rbura.
A viuva Potonnier deixou immeda'a-
mente obalcSo-e dirigio-se ao antigo
cpit5o da commun, qua pensava com-
ligo:
Palavra e honra como ainda est
mais soberb) qae on'r'or'.
E'o senhor que me quer fallar?
perguntju ella estac ndo diante dalle,
espartilhada, os aei^s estuf dos.
Sim... senhora, ba buciou Servis,
intimidado.
Estou prompta a ouvil-o;!...
Duplat ergueu-se :
Eu quera fallar-lhe muito em par-
ticular, fez elle b ixinho.
Palmyra, que nunoa brilhafa psli dia-
tinegao dos modos, col loe qa. as duas
maos as ancas, n'uma pose Mine.
Angot, e abri n'uma gargalhada nter-
in navel.
Mui o em particular 1-.. s com-
migo !... exclamou, rindo-se sempre.
Na verdade, o senbor tem topete, mea
caro Mas, nesse caso, com-ce por ir
alli defronte lser a barba e cortar o c-
be'lo... D pois, metta-sa n'um banho
'da sabao, des ps cabera... Assio)
bem, fallaremos em p^rt'uHr. ..
Serv 8 tirou o chapeo inolle e disse
n'ama voz triste :
Bem sei que estou mudado, terri-
velment: mudado, mas pensei que me
rec .nhe:eises...
Sufficada por essa familiaridade que
ella estava longe de espr-, Palmyra
olhou com atteacao o asu interlocutor,
procur ndo en vao sob aquella barba
auilti e oaqaees traeos faados um
rosto conbecido.
Pois verdade, nao o reconheco.'
O antigo forcado indio/U-.=e a o seu
ouvjdo :
Servis Duplat... murmurou mui-
to baixo.
{Continua).
Typographia do Diario

9

i


Full Text
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